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Minha melhor amiga gostosa

Ola me chamo Erika,tenho 18 anos,pele muito clara por pouco pegar sol,1.70m de altura,olhos azuis,cabelos negros e seios fartos e um
belo corpo.

bom eu tinha la os meus 14 anos (perdi a virgindade com 12),enfim conhecia minha amiga,Jully que na época tinha 15 anos,olhos
verdes,loira,muito atraente.Desde os 10 anos,nós eramos carne e unha,normal para melhores amigas,após eu ter perdido a
virgindade,como normalmente acontece,fiquei muito safada,e ja tinha um certo interece por garotas,certo dia fui dormir na casa dessa
minha amiga,seus pais estavam fora,tavamos fazendo um trabalho do colégio,sentadas no sofá,o assunto era sexualidade,então
começamos a falar aquelas besteirinhas basicas,que sempre rola quando se estuda esse assunto,derrepente ela me olha com a maior cara
de cachorra colocando a mão entre minhas pernas e disse \"você não sabe o quanto estou te desejando agora\",eu pensei que era mais
uma daquelas pegadinhas que ela fazia comigo e disse para ela \"ta bom vamos continuar\",ela olhou fixamente para mim e me roubou um
beijo,tentei recusar o beijo,mas quando ela começou a brincar com minha lingua,nossa eu fiquei louca...e quanto mais o beijo esquentava
ela ia tirando minha roupa,massageando meus seios,passou a chupar minha nuca,mordiscar minha orelha,e foi descendo me beijando até
chegar em meus seios,começou a chupa-los e dar mordiscadinhas,enquanto massageava o outro,ficou assim por um bom tempo,e meus
bicos durinhos de tezão e eu gemendo baixo,toda arrepiada,ela começou descer,até chegar na minha xaninha,começou a lamber meu
grelinho bem devagar,enfiou um dedo no meu rabinho,enfiou a lingua na minha xana,começou a chupar forte enquanto dava estocadas
forte com o dedo no meu cuzinho,não demorou muito para mim gozar,me colocou de quatro,enfiou 3 dedos na minha buceta,começou a
socar forte e rapido,enquanto dava tapas na minha bunda falando \"rebola pra mim minha putinha\",então comecei a rebolar bem
gostoso,gemendo alto de tanto tezão que eu estava sentindo,almentou o ritimo ao maximo,gozei mais uma vez,me virei para ela a joguei a
joguei no sofa,e tirei sua roupa de modo violento,sua respiração estava ofegante,a beijei loucamente,chupando sua lingua e brincando com
ela,nossa que loucura de lingua a dela,enquanto a beijava,massageava seus seios,e ela me implorando \"me fode sua vadia,me fode
gostoso\",sorri ironicamente para ela e disse \"quero brincar um pouco antes\",desci até a xaninha dela que estava encharcada,comecei a
chupar,morder,lamber...até perceber que ela ia gozar,parei e ela me pedindo \"me faça gozar sua cachorra,tome meu gozo,vadia\",dei um
tapa em sua coxa dizendo \"cale a boca cachorra,sou eu quem manda aqui\",a beijei novamente,chupei sua lingua,desci até seus
seios,mamei gostoso neles,dando mordiscadinhas nos bicos,desci lentamente a mão por seu corpo até chegar na bucetinha dela,coloquei o
dedo no grelinho dela e fiquei o massageando,a fazendo gemer de prazer,eu estava enlouquecendo com seus gemidos,fui descendo
beijando seu corpo,mais uma vez cheguei na xaninha,enfiei a lingua nela e comecei a brincar com a lingua la dentro,enfei meu dedo em
seu rabinho,ela rebolava,gemia,me chingava \"vai la sua vadia,me foda minha putinha\",e quanto mais ela gemia mais forte estocava o
dedo em seu rabinho,a chupei até gozar 2 vezes em minha boca,e ainda com seu gosto na boca a beijei e depois passamos para um 69
bem gostoso...chupando a xaninha uma da outra no mesmo ritimo,até gozarmos juntas,fomos tomar um banho e la brincamos mais um
pouco,no dia seguinte era como se nada entre nós havia acontecido,pouco tempo depois começamos a nos amaçar quando ficavamos
sozinhas,e até hoje ela é minha amantezinha gostosa.

segunda vez de paulinha

estou aqui uma puta gostosa de calcinha e sutian de oncinha para mais um conto tem ocasiões como agora que so penso nisso dar dar dar
a bunda o rabo aiaiai levar muita pica ai não messo as consequencias vou ate o fim sai da casa da minha sogra vestido de mulher
chamando a atenção das pessoas ninguem entendia nada que isso nossa fui andando sem dar bola so que precisava arranjar um lugar para
trocar de roupa fui ate a feirinha ja estava fechada então tinha um canto la para eu trocar minhas roupinhas virar deniz so que quando
comecei apareceu um segurança e falou QUE ROUBAR O QUE AI PO NADA NÕA SO ESTOU AQUI SO ISSSO ele po mais voce e um tezão
nossa EU HEM ATE QUE NÃO HAHHAH E SIM VE CA VEM NOSS VAICOMEÇAR TUDO DE NOVO FUI ate ele falei OLHA ACABEI DE SER
COMIDA DEVO ESTAR SUJA ELE NÃO VOCE ESTA LINDA OLHA VOU TE FUDER TODA fomos mais para o canto ele botou aquela piroca
enorme pra fora delirei so de ver XUPA VAI PUTINHA XUPA TEU MACHO ouvinda iso aiaiaiain~~ao resisti cai de boca naquela coisa
uiuiuixupa puta do caralho PUTA SIM MAIS SOU PAULINHA PA U LI NHA AIAIAI QUE BOCA AIAIUIUI XUPA VAIAIIA XUPA COME A SUA
PUTINHA COME FODE MEU CU FODE FODE COMO ERA CEDO PASSAVAM PESSOA QUE FICAVAM BOBAS DE VER EU NEM LIGAVA ESTAVA
LOUCA LOUCA HAHHAHAHAH AI QUE DELICIA ESCREVER CONTO DE CALCINHA E SUTIAN PINTA UM CLIMA DE TANTO TEZÃO AIAIIII
ESTOU LINDA LINDA IAIUIIUI EU MAMAVA NAQUELA ROLA MARAVILHOSA QUANDO ELE FALOUAGORA NO CU EUEUEU AIAIAI TNHO ESSE
ONOME DELE TONHO AIAII TONHÃO ME MATA COM ESSE PAUZÃO VAVAIA ME COME ME FODE TODA TODA AIAIAIIAI MEU MACHO ELE
CRAVOU A QUILO NO MEU CU METEUMETEU AIAIAIIAIAI ENTROU TUDO TONHÃO AIAIAIAI ANTONIO ANTONIO AUUUUIIIIIIIIIIIIIBOTA VAI
VAIIA BOTA TUDO AIAIAI QUE DELICIA AIAIAI GOSTOSO METE METE AIAIUIUIIU TO METENDO NESSE CU PIRANHA NÃO SOU PIRANHA
SOU TRAVECO PELA PRIMEIRA VEZ ESTAVA DANDO O RABO ASSUMINDO QUE SOU TRAVECO SEN ENGANAR A MIM MESMO AIAIAIAIAI ME
FODE SOU TRAVESTI SOU VIADO SOU BICHA AIAIAIIIA ME FODE PORRRA AIAIIIIA TO ETFUDENDO SEU VIADO GOSTOSO AIAIAIII
ANTONIO FALA QUE MEU CU E GOSTOSO AIAIIAIEEEEEEEEEEEE DEMAIS PO MAIS FALA BAIXO TEM GENTE OLHANDO AIAIAIAIUIUIFODE
AMOR OLHA SOU PAULINHA MAIS PRA VOCE VOU MUDAR DE NOME ME CHAMA DE VIVIA VIVIA AIIIIIIIIIII VIVIA SUA PIRA NHA VOU TE
ARREGAÇAR TE ENCUEHRER DE PORRA AINDA BEM QUE E NO CU SENÃO EU IA TEBOTAR UM FILHO SUA PUTA BOTA QUERO PARIR UM
FILHO SEU MEU MACHO MEU MACHO AIAIIAIITOMA NSSE CU SOU TEU MACHO VOCE TEM MARIDO EEUEUUEU TENHO VOCE TONHO
AIIAIAIVOCE E MEU MARIDO ME FODE VAIIAIIII REBOLA NO PAU PUTINHA REBOLA QUE VOU GOZARARARAR GOZA TONHO VAIAI ME
ENCHE DE PORRA A A A A A AAIIIIIIUIQUE BOM LEITE NO MEU RABO UI AI QUENTINHO UIIIIIIIII GOZEI TO GOZANDODODOODO
HOOOOOOOOOOOO QUE BOM AMOR OLHA VOU SEMPRE PASSAR POR AQUI PARATE DAR O CU TA BOM AGORA DEIXA EU TROCAR DE
ROUPA QUE PRECISO IR PARA CASA TA BOM MEU AMOR MEU MACHO QUERIDO BEIJINHO VAVAVAIAIIA UMUMUMUM DELICIA ESTOU
TODO FUDIDO PORRA SAINDO PELO CU MAIS E ASSIM QUE EU GOSTO TA BOM TCHAU ATE O PROXIMO.

meu pai descobriu tudo e me botou pra fora

fiquei sozinho e começou tudo de novo aquela vontade de dar o rabao então me montei como denize para entrar no clima e escrever mais
um conto ta amores primeiro o cinto para fazer uma cinturinha fininha depois a calcinha vrrmelha o top para ficar gata bem jovem então
vou para o banheiro sempre rebolando muito gostoso adodro boto a peruca e me maqueio baton sombra argola gargantilha uiuiui estou
linda cada vaes mais linda uiuiuiaiai ai vou revesando vestidos saias blusas tudo aiaiai sou a mais gostosa do lugar hanannnnnn mais vou
contar agora o dia que meu mundo caiu estava como agora linda sozinha deu aquela vontade de dar pensei quem quem ai flaei ja sei o
homen da net vou pedir um reparo urgente so que ele demorou um pouco quando chegou ja era tarde falei RAPIDO RAPIDO MEUS PAIS JS
VÃO CHEGAR RAPIDO ele não entendeu nada RAPIDO O QUE MOÇA CHEGUEI AGORA ELE ME OLHAVA DESCONFIADO não me conhecia eu
linda pra e pra ca ele so me olhando então fui ate ele e falei VEM CA MOÇO VOU MOSTRARUM FIO SOLTO FUI ATE A TV E NOS ROÇAMOS
eu muito esperta passei minha bunda no pau dele que ja estava duro de tezão falei NOSSA QUE PAUZÃO ele VOCE NÃO VIU NADA QUERO
VER MOSTRA MOSTRA BEM ele tirou o pau pra fora que lindo enorme AIAIAIIAII VAI ME MACHUCAR TODA TODA BOTO SO ACABECINHA
VEM VEM ABAIXEI E XUPAVA XUPAVA GOSTOSO APESAR DOS 13 ANOS JA SABIA PAGAR UM BOQUETE AIAIAIUIUI XUPA XUPA GATINHA
GATINHA NÃO DENIZE PUTA PIRANHA ME XINGA VAIAIIIII PORRA SUA VAGABUNDA SHUPA PIRANHA VACA AIAIIAAI TO QUASE GOZANDO
NESSA BOCA GOSTOSA GOZA NÃO QUERO NO CU NO CU EU QUERO EU QUERO QUE OQUE QUE VOCE COME MEU CUZINHO EU QUERO
AAAAIIIIIII COME VAI bem devagar debrucei no sofa puxei a calcinha e fui guiando aquele monstro pra dentro de mim AIAIAIAI BOTA RUY
AAIIAI RUYUYUYUYU AIAIIAITA BOM RUYUYUYU ESE O NOME DELE FODE EMEUUU CU VAI RUY TA BOM RUYYY TA BOM AIAIIAUIUI
PARECIA QUE EU ESTAVA ENGOLINDO UMA PESSOA PELO CU AIIIIIIIIIUIRIUIRUIRUYYYYY lel metia como louco e falava GOSTOSA DIVINA
BUNDINHA DE VELUDI AAIIAIAI QUERO GOZRAARRR METE RUY ME RASGA TODA TODA AIAIAIUIIUI MEU AMOR MEU MACHO
VAIAIAAYYYYY RUY UIUIRUY GOZA GOZA GOZAAAAAAAAAA derrepente tragedia meu pai chegou PORRRAAAA QUE ISSO NA MINHA CASA
BEM QUE OS FOFOQUEIROS FALAVAM PORRARARRAAAAA SEU VIADO DO CARALHO PUTO VAGABUNDO PAAPAAAAAAAAAAA TOMALHE
PORRADA era ruy gozando agarrado no meu coco e meu pai batendo na minha cara gozeiiiiiiiiiiii aiaiiii aii bate porra bate papi papai na sua
putinha sua bichinha ele mais nervoso ainda paaaaaaaaaa TOMA PORRA TOMA NA CARA VIADO TOMA PAAAAAAAAAAAA falou pro ruy SOME
PORRA SOME SENÃO TE MATO ruy meteu o pe vazou nem me disse tchau foi um escandalo uma tristeza depois mais calmo meu pai falou
OLHA VAI PRA FAZENDA NÃO DA PRA VOCE FICAR AQUI FICA DEPOIS CONVERSAMOS TA BOM PAPAI TA BOM peguei minhas coisinhas e fui
para minhas primeiras aveturas na fazenda procurem a faze das teras

agora sou paulinha

aiiiii que loucura papai saiu mamãe saiu todos sairam parece combinado ainda resisto um pouco mais não adianta vou pro quarto e começo
a me transformar primeiro prendo o pintinho ridiculo depois faço a cinturinha com o cinto bem apertado depois a calcinha hoje e vermelha
com rendas depois o top que e pra aumentar os seios vou para o banheiro o espelho e melhor ai faço sombrancelha sombra baton uauuu
volto para o quarto sempre rebolativa e faço um arranjo na cabeça hoje e dourado coloco as argolas a gargantilha e hoje tem mais uma
coisa achei uma mecha de cabelo dela aplique sei la fiquei linda demais uiiiiiuauuauuau ai vou tirando e botando vestido saia tudo cada vez
mais linda e triste porque logo tenho que tiat tudo e vlottar pro armario que orror nossa so que aiai o cu começa a piscar querendo que
alguem veja poxa estou linda caramba então penso po vo arranjar alguem pra me ver e se der ate me comer ai tenho aquela ideia maluca
de comprar alguma coisa ja sei piza ocara vem de longe não sabe de nada não preciso nem tirara roupa dito e feito logo ele estava no
interfone ALO OLHA A PIZA PODE ENTRAR QUE O PORTÃO ESTA ABERTO chegou na porta eu de vestidinho branco uma coisinha quando
abri a porta e ele me viu ja caiu o queixo HAANNN falei OLHA BOTA ALI NA MESA SIM SENHORA SENHORA NÃO ME ACHOU TÃO VELHA
ASSIM NÃO ATE QUE NÃO quando lhe dei o dinheiro nossa mãos se tocaram ele chegou me fritar com os olhos ele era lindo como eu gosto
negão aiaiaiaiuiuiui eles sempre tem pirocão falei ESPERA UM POUCO QUE VOU TE DAR UM PRESENTE virei decostas para que ele visse
minhas formas fui andando como se fosse um desfile fui no quarto tirei o vestido voltei so de calcinha e top falei SOU SENHORA NÃO NÃO
SOU PAULA PAULA SIM PAULA PAULINHA DIZ PAULINHA HOHOHOHO PAULINHA SIM SIM SIM PAULINHHA sentei no sofa ele louco me
olhando deitei rolei mostrando meu eu mostrando pra ele o que queria mostrar pro mundo a gostosa que sou pulinha sim a mais gostosa do
lugar a bunduda ELE ENTÃO NÃO REISTIU SE APROXIMOU e começou a me alisar depois me beijou com muito tesão hohohohoho QUERIDO
ME BEIJA VAIAIAIHOHOOOH VOCE QUER ME COMER QUER SIM ESTOU LOUCO SIMSIMMSMIMMM ME MOSTRA ESSA PICA VAI NOSSSAAA
QUE CRALHO ENORME E ASSIM QUE EU GOSTO AIAIAIHAHAH BOTA AQIUII BOTA NA MINHA BOCA HAHAHAHHHHHUIIII CHUPEI BABEI
BABEI BABEI QUANDO ESTAVA BEM babado falei OLHA AGORA QUERO QUE GOSE NO MEU CU TA VIEREI DE BRUÇOS PUCHEI A CALCINHA
DE LADO COLOQUEI COM MINHA MÃO BEM NA PORTINHA E ELE FOI METENDO METENDO NOSSA NUNCA ACBAVA DE ENTRAR ROLA NO
MEU CU AIAIAIAI UIUIUIUIHHHAANNN quando entrou tudo ele deu uma parada respirou fundo dai começou um delicioso vai evem
HOHOOHOOHO UIUIIII BOTA VAI BOTA ISSOO METE METE AIAIAIUIUIUIHOHOHOO GOSTOSO NEGÃO GOSTOSO AUAIAUIIUI FALA QUE TA
BOM FALA HAHAHAHUIUIUII GOSTOSA FODE FODE AUAUIIAIAIVOU TE FUDER TODA TODA MINHA PUTINHA PAULINHA SOU PAULINHA
HOHOHO SIM SIMSIM PAULINHA PUTA AIAIIAII DIZ QUE SOU GOSTOSA GOSTOSA LINDA LINDA PIRANHA ME CHAMA DE PIRANHA PUTA
ARROMBADA HHHOHOHOUIUIUIAIAII GALINHA TUDO MAIS METE METE NÃO PARA AIAIAIUIUIUIQEU DELICIA FODE MEU CU FODE FODE
EU TODA TODA VAIAIIII AAIIUIIII VOU GOZAR GOZARRRRR GOZA MEU GOSTOSO ENCHE SUA PUTINHA DE LEITE VAIAIAIAI
HOOHOHOHHAHAHUI UI MEU MACHO GOSTOSO MEO CAVALO LINDODOOOO YUYUYUIIIIIIIAAAIII FLALA PROS SEUS AMIGOS QUE VOCE
FUDEU A MULHER MAIS GOTOSA DE SUA VIDA HOJE FALA SIM GOSTOSA TOMA PORRA HOHOHOHO TO GOZANDO
AUAUAUIIIHHHUUHUHUUMMM ME ARREBENTA PORRA PORRA GOZA TUDO NO MEU CU HHAHAHAHAHUUUIIIII GOZEIIIIIIIIIIIIII TMBEM
HOOOOOOOOO AIIIIAII MEU MACHO MEU MACHOOOOOOOO gozamos tomamos um banho ficamos conversando so que lembrei que meu
parentes ja deviam estar voltando fui ate o portão deilhe um beijo e tchau vai meu amor so que como sempre tem sempre um filho da puta
que ve então um muleque da rua falou AI TAMBEM VOU ENTREGAR ALGUMA COISA AIAI TA LEGAL SENÃO A GALERA VAI SABER NENEM
SO SE FOR O CU DA SUA MÃE SEU BABACA falei fechando o portão e entrando em casa depois fiquei deitadinha ate todos chegarem então
fui para meu quarto e a paulinha foi embora.

denize quero dar quem sera o proximo

estou arrumadinha saia justa calcinha cor de rosa sutian peruquinha loira aiaiai sandalia de salto gargantilha argolas uiuiuiui baton
vermelho sombra aiaia estou um tezão vou pro espelho rebolo me aliso danço aiaia loucura me aliso aiaiai que vontade dedar dar dar
tudotudotudo aiaiai quem quem sera os caras da rua não po ja estou muioto falada derrepente toca a campainha QUEM E pergunto uma
vos rouca diz E O MATA MOSQUITO eu OLHA O PORTÃO ESTA ABERTO PODE ENTRAR caramba ganhei de presente um homem nossa vamos
ver como ele e estava sozinho em casa como smpre então nem me prreocupei falei OLHA PODE COLOCAR O REMEDIO POR AI QUE EU
ESTOU OCUPADA ele era um crioulo forte bonito notei que ele me olhou com desejo pensei ta no papo enterei botei uma saia mais curta
prendi o pinto pra frente e botei uma calcinha be fofa pra não precisar tirar ele logo acabou e disse olha moça ja botei o remedio AGORA
VOU EMBORA ABRE O PORTÃO falei FALTA COLOCAR REMEDIO EM UM LUGAR ele ONDE AQUI O AQUI NO MEU RABO SEU GOSTOSO ele
ficou sem ação fui pra cima dele abracei ele me abraçou me beijou gostoso de lingua como se eu foss mulher agarrei no pau dele era
enormr grosso estava uma rocha aiaiaiuiuiui me mete mete em mim mecome porra aiaiaiai mete mete mecome botei o pau dele na boca
lambia engolia xupava aiaiaiai gostoso AIAIAIUIUIUI xupa vai vaiaiai xupa uiuiui aiaiaii QUE CARALHO GROSSO VAI ME MATAR AIAIAI VAI
ME RASGAR MECOME MEU HOMEM MEU TUDOTUDOTUDO MEU AMOR ME CHAMA DE PUTA VAVAAIAIAIII PUTA GOSTOSA XUPA TUDO
UIUIUIUIAIIAI VAIIA ENGOLE VARA VAIAIAI NÃO PARANÃOPARANÃO UIUIUIAIAI VEM METE METE METE VAIAI BEM E VAI BEM E AIAI METE
DEITEI DE BRUÇOS NO SOFA MOSTERI O RABÃO PARA ELE ele veio montou em mim puxei a calcinha para o lado deixei o cu a mostra ele
botu a cabeçeça aiaiai cabeçãooaoaoo empurrou empurrouuuuu AAIAIIAIII ME MATA PORRA ME MATA COM ESSE CARALHO UIUIUIAIAII ele
socava fundo no meu cu fundo nomeu cuuuuuuuuu ai auuuuuuuiii fode essecu fode TOMA PORRA TOMA NESSE CU PIRANHA AIAIUIUIUITA
DOENDO PARA PARA AIAIAIUIUIUIITOMA PORRA NÃO QUERIA ROLA TOMA GOSTOSA DIZ QUE SOU GOSTOSA GOSTOSA DIS QUE SOU
PUTA PUTA GALINHA PIRANHA VAGABUNDA AIAIAIAIAIIIUIUIUII DIS QUE E MEU MACHO MEU MARIDO MEU CAVALO DIDIDI DIDSS SOU
TEU MARIDO SUA VADIA SOU SEU CORNO TU DA PRA TODO MUNDO PORRARARARRAAAA AIAIAIITIRA TA ME MATANDO
TIRAARAARARAAAAAAA NÃO SO DEPOIS QUE EU GOZAR ENTÃOGOZA LOGO PORRRA A AUAUAIIAIAIAIIAAIII GOZA GOZA
ZAIAIAIAIIIIIIUIUIUI GOZA A AIAIAIUIUIITOGOZANDOODOOOO QUE DLEICIA QUE CU GOSTOSO AIAIAIIAIIIIII ME ENCHE ME ENCHE ME
ENCHEEEEEE AIAAAIENCHEUUUUUUU AI MEU CU UII ESTA ESCORRENDO PORRA PELO MEU CU AIAIIAIII VOCE E O MELHOR QUE JA ME
COMEU AIIAIMEU CU E SUE SEUEU EU nos beijamos ficamos ali jogados no sofa aquele cheiro de porrraaaa no arrr namoramos ate que
começou a entardecer ele teve que ir embora leveio no portão nos beijamos e ele se foi so que uns putos de uns moleques da rua viram
então ouvi um dizer HEEEE TAMBEM VOU QUERER SENÃO VOU FALAR PRA GERAL MOROROOOO fis um sinal de depois conversamos e
enteri pois e mais na fila assim não vou mais poder ir narua depois conto mais tchau.

neu quarto homem-ray no mato uma india

continuando meus contos do inicio da minha vida como traveco quase mulher vou contar agora de um passeio na região dos lagos fomos
um grupo grande de amigos e familiares inclusive um amigo de copo do meu pai chamado raimundo tudo ia bem mais eu estava com
aquela cosseira no rabo que so passa com rola então aproveitei que meu pai sumiu e falei SEU RAIMUNDO ESTOU PREOCUPADO ME AJUDE
A ENCONTRAR PAPAI ele TA BOM VAMOS LA na quela epoca ali era tudo muito mato muitas entradas que acabavam no meio do mato
fomos entrando conversando ate que ele perguntou DENIZ PORQUE VOCE NÃO LARGA ESSAMOXILA EUUUUUU HORA E PORQUE TEM
COISAS IMPORTANTES AQUI POR ISSOOOO TA BOM MAIS AQUI E PRAIA O QUE TEM AII DE TÃO IMPORTANTE pensei comigo mesmo e
agora OLHA SEU RAIMUNDO VIRE DE COSTAS QUE VOU MOSTRAR UMA COISA QUE DEVE FICAR SO ENTRE NOS TA VIRE PRA LA ele virou
de costtas e eu virei denize botei um biquini fio dental branco soltei os cabelos e coloquei minhas argolas douradas ai falei PODE VIRAR SEU
RAIMUNDO quando ele viroi e me viu falou CARAMBA VOCE E O DENIZ EU NÃO SOU A DENIZE GOSTOU NOSSA VOCE ESTA LINDO UO
LINDA OUUU SEILA MAIS E SEU PEI NÃOO ELE NÃOSABE E VOCE E O TERCEIRO A SABER ATE AGORA SO DOIS PEDREIROS QUE
TRABALHARAM LA EM CASA E QUE SABEM GOSTOU SIM MUITO MAIS OQUE VOCE QUER EUUUUEU ORA VOCE BOBINHO ESTOU
APAIXONADA POR VOCE E QUERO TE DAR TUDO QUE VOCE QISER TE VI MIJANDO E ME APAIXONEI PELA SUA JEBE FALEI NA HORA ELE
VAI SER MEU E TAIII VIU VEM CA E SO NÃO CONTAR PRA NINGUEM TA ele veio me abraçou me beijou como se eu fosse mulher aiaiaiaique
bom era me terceiro homemmmaiaiiaiii amor meu amor me beija me abraça vaiaiai hohoohoohoo DENIZE VOCE E UMA GATINHA NUNCA
TIVE NINGUEMASSIMMMMHAHAHAHENTÃO AMOR APROVEIT VAIAIAIUII e ali no mato eu igual uma india linda estav amando aquele
homem muito mais velho ate feio mais era o queeu gostava coroas gostosos ele botou aquele pausçao pra fora eu beijei lambi botei na
boca e chupei gostoso hhha HAHHAHAHHAH CHHUPA MEU PAU DENIZE XUPA VAIAIAIAI HOOHOHO DELICIA eu tirava da boca alixava e
falava meu macho querido ha como tequeria pra mim hoooo xupa deize xupa aaahahahohohoHOHOHOUIIIIXUPAPA agora seu raimundo
SEU NÃO RAIMUNDO TATATATATBOM RAIMUNDO COME MEU CUZINHO COME cheguei obiquini pro lado deitei de bruços eLE pegou o pau
todo babado e foi ennnfiaaaaod lentamente ate sumir no meu cu aiaiiiAIAIAIIAIIIHHHAHAHENTROU RAIMUNDO ENTROU MEU QUERIDO
HAHAHAHAHHAHHQUE CU GOSTOSO DENIZE HAHAHHHAHHAH ESTOU AMANDO EU TAMBEM MEU AMOR VOCE ACEITA CASAR COMIGO
SISISISMMMMM SIM DENIZE EU TAMBEM TE ACEITO HAHAHHOHOOHOO QUE BOM AGORA VOCE E MEU MARIDO TA VOCE AGORA E RAY
TA BOM TATATATATAT DE TA DE E ELE METIA SEM PARAR O MEU CU HAHAHAHAH UIUIUI SUA PUTINHA TE AMO VOU TE ARRONBAR ESSE
CU PORRA TOMA BOBOOOTA BOTA TUDO RAY TUDO VAVAIII HOHOHOHOGOTOSO ISSO ME FODE ME CHAMA DE PUTA VAIII DIZ QUE
VAISER MEU CORNO QUE VAI ARRANJAR HOMENS PRA MIMM AHHAHHVAVAVAVIIIII VOUUU VVOU SUA PIRANHA VOUUVOUU
AAHAHAHAHAHAAIAIAIAI AIIAI IA VOU GOZAR GOZAAA RAY ENCHE TUA PUTA DE PORRA VAIAIAI
AIAIAIGOZAOAOAOAHAHAHAHAHAHAHAHAHGOZEI DANADA GOZEIEIIEIII HHAHAHAHAHAHAH QUE BOM HAHAHHAHAHQUE DELICIA
UIUIUIUIHOHOHOHAHHAHH ME BEIJA ME ABRAÇA MEU MARIDO MEU MACHO HUIIIIAIIAAIHAHHAH SIM TE AMO TE AMO
AHAHAHAHHUUIIII NOS LEVANTAMOS NOS BEIJAMOS MAIS UMA VEZ E FOMOS ANDANDO PELA MATA ACHAMOS UMA LAGOA E FICAMOS
ALI NAMORANDO AS VEZES EU PRENDIA O PINTO PARA TRAZ TIRAVA O BIQINI E TPMAVA BANHO NUAZINHA ele ficava louco voltamos a
tranzar ali no mato ate a noite acontaceram varias coiasas que depois eu conta voltamos acabou o passeio mais ele tinha uma casa morava
sozinho então eu passei a ser amulher dele por um bom tempo entrava vestido de deniz la dentro ficava uma linda denize a de az vezes ele
me levava narua como mllher a noite eu linda deixando ele tarado aiaiai meu cu que saudades tinha vez que falava PAI VOU NA CASA DO
SEU RAIMUNDO POSSO FICAR LA SIMMM DA UM ABRAÇO NELE TATBOMBOMMM e ficava la uma semana sendo a mulher daquele macho
gostoso depois bem depois conto mais.

a fazenda do sexo -mamãe virou minha mulher

estava tudo indo bem eu e mamãe ficamos amigas saiamos juntas iamos aorio nadavamos nuas que loucura eu ela e marta a empregada
varias transa que depois eu conto ate que os homens da fazenda foram viajar a negocios então nos ficamos sozinhas e eu comecei a ter
uma recaida e reparar como mamãe era linda e o pir ela percebeu e começou a facilitar andando nua em casa fazendo pozes me
enlouquecendo ate que um dia não resisti e falei MAMÃE VOCE E MUITO LINDA FOI VENDO VOCE TÃO GOSTOSA QUE FIQUEI ASSIM COM
ESSE FOGO NO RABO ESSA VONTADE DE DAR OCU NÃO TIVE NEM TEMPO DE SABER O GOSTO DE UMA BOCETA VOCE QUER A BOCETA DA
MAMÃE FILHO QUER QUERO SIM DA PA MIM DA ELA ENTÃO VEIO deitou ao meu lado e foi xupando meu pau ate então inutil xupou xupou
aiaiaiaiai que delicia deniz e pequeno mais e tão gostoso XUPA XUPA MAMÃE AIAIAIAIAI IAIIAII XUPA MAIS VEM LOGO ME DA SUA BUCETA
ela falou ta bom amor mais assim de quatro ta TA MÃE TA ELA FICOU DE QUATRO TAQUEI A PICA NELA QUE DELICIA
AIAIAIIAIAIIIIIIIIIIAII METE AMOR METE NA MAMÃE VAI VIRA HOMEM PRA MIM VIRA AIAIAIAIAIAIAII MAMÃE COMO E BOM FUDER SUA
BOCETA AAIAIAIIIIIII BOTA FILINHO BOTA NA BOCETA DA MAMÃE VAIIIIIIIIIVAI SEU FILHO DA PUTA AAIAIAIAIAI PUTA MESMO PIRANHA
CADELA VOCE E A MAIS GOSTOSA DAS PUTAS AIAIAIAIAIAIIAI TO TE FUDENDO PORRA A CULPADA DE EU SER VIADO SUA GOSTOSA
TOMA A A A AAIAIAIAIAIIII ME COME AMOR RR MEU MACHINHO AGORA TIRA E BOTA NO CU PRA VOCE VER COMO E E E UIIA UIAIAI AIA
MAMÃE TO COMENDO SEU CU SUA PUTA AIAIAIAICOME COME AMOR COME O CU DA SUA MÃR SEU VIADO COME AAUAIAIAIAII
AIAIAIAITO TE FUDENDO PIRANHA HAHAHHIIIIIIIIIIVOU VIRAR MACHO PRA TE FUDER TODO DIA SUA VACA TOMA
TOTOTOMMAMAMAMAMAAIAIIAII GOZA AMOR GOZA NO CU DA MAMÃE VAVAAIIAIIII GOZA AIAIAIAIIAI MAMÃE GOZEI NOSEU
CUCUUUUUUUU AIAIAIAIIAIGASEI AIAIIAI ela pegou o que pode de porra com as mãos e bebeu tudo tive uma recaida e durante um bom
tempo fiquei comendo ela minha musa minha puta querida era acordar e rola nela ela virou minha mulher estou ate pensando em tirar os
seios e ficar mais forte com jeito de homem mais isso e outro conto.

a fazenda do sexo- mamãe amiga e companheira

como relatei anterormente eu fui flagrada transando com o sansão meu cavalo pelos caras da estrada e eles estavam me esperando a noite
eu ja tinha dado paro o meu tio bebado ja tinha visto marta a empregada transando com o sansão tinha visto minha mãe denize engatada
com o normando tinha acabado de dar para mwu pai quando me vinguei de tudo que ele me fez quando soube que eu era veado coitado foi
embora arrasado estava deitada na cama onde meu pai me fudeu estava ainda toda esporrada fedendo quando mamãe entrou NOSSA QUE
ISSO QUEM E VOCE eu PORRA NÃO ESTA ME RECONHECENDO ja estava tudo fudido mesmo joguei a ultima carta souEU PORRA ela DENIS
VOCE SIM VIEREI MULHER AGORA SOU MULHER DO TIO PAULO SOU A DONA DA FAZENDA ela ESTA LOUCO ESTOU SIM MAIOS VOCE
TAMBEM ESTA PORRA ela OQUE VOCE ESTA FALANDO euPENSA OQUE PORRA QUE NÃO SEI DAS SUAS TRANZAS ACABEIDE TE VER
ENGATADA NO CACHORRO SUA CADELA ela O DENIS POR FAVOR eu favor e ocaralho FIQUEI ASSIM COM O CU COSSANDO DE TANTO TE
VER DANDO ESSA BUNDA PORRA ela QUERIDO PERA AI VAMOS CONVERSAR PODENOS NOS AJUDAR estavamos nos entendendo quando
derrepente os caras do caminho que tinham me abordado pularam a janela com mais dois HIHIIHIHICARALHO AGORA TEM DUAS PORRA
VAMOS FUDER GERAL eu sujo da porra do meu pai minha MÃE fedendo a galinha os caras foram nos agarrando vesti a calcinha para que
não vissem que sou traveco deitei estrategicamente de bruços mostrando a bundinha veio um pela frente e colocou o pau na minha boca
outro começou a mamar nos peitões de mamãeo outro lambia meu cu o outro xupava a boceta da dona denize
AIAIAIAIAIHAHAHAHAHAHCARALHO e falavam CARALHO QUE FEDOR DE PIRANHA CARALHO QUE TEZÃO E SE REVEZAVAM E XUPE TUDO
PORRA XUPA PIRANHA EU HAHAHAHAHAH XUPAVA GOSTOSO MINHA MÃE XUPAVA E METIAM FODIAM HAHAHHAHAHHH TOMA PORRA
ENTRAMOS NO CLIMA FODE PORRA METE TUDO TUDOVAIAIIAIIAII UIIUIUIHUM BOTARAM NA MINHA BUNDA UIUIUIHAHAHAHAHUM BOTA
BOTA TUDO AIAIAIAIHUMM DERREPENTE um deles falou PARA PORRA VAMOS SO OS QUATRO BOTAR NA COROA DE UMA VEZ CARALHO
OS QUATRO COMO dois deitaram no xão com as pernas entrelaçadas os paus ficaram juntinhos o cara falou SENTA PORRA SENTA
VAGABUNDA minha mae sentou foi esgorregando as duas rola na buceta dela os otros dois um virado para cada lado tambem
entrelaçaramas permas de lado os dois paus luntos foram por traz dela e foram metendo no cu dela porra caralho não e posivel quatro rolas
numa mulher so nãoooo duas na boceta duas no cu NÃOOAOOAOOO EU VIREI pro canto aproveitei que me sequeceram e fui bater uma
punheta caralho na encolha porra e ela urrava AIAIAIIIIII BOTA PORRA FODE GOSTOSO POR ISSO GOSTO DE SER PUTA
HAHAHAHAHAHUIUI FODE PORRA PORRAAAAA METE ROLA METE ROLA META EM MIM VAIAIIAIII HAHHAHAH PORRA COROA VAGABUNDA
GALINHA TOMA POLA SUA PUTA TOMA FODA SSE FODA SSE SOCA TUDO PORRA AIAIIAIAIIIA VOU GOZAR CARA VOU GOZAR NÃO PORRA
OS QUATRO PORRA ESPERA ESPERAAAAAAAAAAESSSPEEERA OS QUATRO PORRA TUDO MUITO TUDO MUITO
HAHAHAHAHUIUIUIUIHUIIAHAHGOOOOZZZEIEIEIIEIIIIII AHAHAHAHAHAHAHAHAHEU TAMBEMMMM EUUEUUUU SIMMMMMM
HAHAHAHHAHTUDO TOMA TUDO TIRA PORRA QUERO VER ESSES PAUS QUE ME FUDERAM AAHAHAHAHAIAIAIIII CARALHO RANQUEI COCO
DO CU DESSA PUTA AHAHAHAHHAHHH CARALHO UM RIO DE PORRA HAHHAHAIIAIAII E CARALHO QUE BARUKHO E ESSE PORRA eu la no
cantinho falei DEVE SER MEU TIO CHEGANDO eles AIIIIAII NOS VAMOS EMBORA MAIS VAI TER MAIS PORRA NOS VOLTA ESPEPEPEPEPRA
minha mae louca falou TA BEM VOLTA SIMMMMMM AAIAIAIUUUII pularam a janele sumiram no mato e eu fiquei ali com minha mãe toda
gozada conversando agora eramos amigas e confidentes sabiamos coisas uma da outra viramos companheiras de tudu amigas ho que bom
mais isso e outro conto tchau.

segunda vez no carnaval-maria batalhão

como estava contando tive uma tarde de amor linda com o cabo julio no alojamento do quartel ate dormi agarrado com minha moxila onde
levo minhas coisas pintura bijuterias sandalias tudo para me trocar na rua virar denize ou desvirar derrepente muitas vozes me acordaram
eram os putros soldados que chegavam no alojamento VOU COMER ESSA BUNDA NÃO EU E QUE VOU NÃO EUE EU EU PORRA O BIFE NÃO
PORRA OBIFE NÃO PORRA eu assustada de vestido ainda sem calcinha levei um susto caramba oque sera bife derrepente o cabo meu heroi
chegou PORRA PERA AI A MINA E MINHA SAI FORA um negão grande parecendo o king kong falou SUA PORRA NENHUMA O DA PRA NOS
OU O SARGENTO VAI SABER DE TUDO PORRA ocabo chegou perto de mim e falou E DENIZE TU VAI TER QUE DAR PRA ELES SENÃO EU TO
FUDIDO AI GENTE TA LEGAL PODEM FUDER ELA MAIS TEM UMA COISA CADAUM VAI TER QUE PAGAR 5 CONTOS eles PORRA MEU VIROU
CAFETÃO DE TRAVECO PORRA julio OU E ASSIM OU NADA ELES TA BOM PORRA VAMOS ACABAR COM ESSA PORRA DE DISCUSSÃO e
começaram eu xupei um depois ouutro e oprimeiro meteu no me cu e foram se revesando no meu cuzinho AIIAIIIIAIIeuestava louca de
tezão uiuihaha e na minha boquinha hahahaiaiuihohoo ai um deitou no xão outro deitou ao cotrario ficando com as pernas entrelaçadas e
os dois paus juntinhos ai o king falou SENTA NESSES DOIS PAUS QUE EU QUERO VOCE EM LARGUINHA NENEN FUI SENTNDO
AIAIAIUIUIIIFOI ENTRANDO TUDO TUDO TUDO HAHAHAHAIAIIA DOIS PAU NO CU AIAIHAHAHAH BOTA BOTA MEU MACHOS QUERIDOS
VVAIIIIIIAIIVAAAAIIIIII ai oking kong falou VOCE JUCA METE NELA POR TRAZ eu NÃO NÃO PARA NÃO CABE PARA TREZ NÃO mais foi inutil
trez paus nocu de uma vez aiaiaiahhahahuuuuivvaaii eforamse revsando botando tudo no meu cu perdi a conta de quantos derrepente o
king falou AGORA EU PORRA os outros PORRA VOCE VAI ESTRAGAR TUDO PORRA ele agora eu AGORA EU E VOCES SE ACABEM NA
PUNHETA ele tirou o pau pra fora pra mimxupar ai eu vi oque era bife opau do king kong era tão grosso que dava pra tirar bife e que bife
falei NÃO NÃOPOR FAVORSEU KING ele KING NÃO PORRA BIFE FALA BIFE eu SIM SIM BIFE NÃO VAI CABER ele VOCE JA LEVOU TREZ PAUS
PORRA AGORA DA VEM CA botou o pau na minha cara so lambi não dava na boca lambia todo todo ate as bolasaahahahauauauiiele ISSO
LAMBE LAMBUZA PRA ENTRAR TUDINHO AOIIAIIIA EU AIAIAIAIGORILÃO MACACO KING KONG GOSTOSO ele AORA VOU TE FUDER
PUTINHA VEM CA DEITEI DE BRUÇOS ELE FALOU QUE ASSIM EU AGUENTARIA MELHOR ELE MONTOU EM MIM SUMI EMBAIXO DAQUELE
MACACO AIAIAIAIAIHIIIHHAUI ele começou a forçar não dava ele forçando senti meu cu se abrindo se abrindo ele apontando com jeito
segurando senti como deveria estar meu cu efoi abrindo abrindo e entrando entrando aiaiaihahahah uiui parecia uma pessoa me invadindo
derrepente senti as bolas dele na minha bunda ele falou VIU NENEM NÃO FALEI ENTROU VIU TA TUDO AI HAHAHA GOSTOSA GOSTOSA
HAHAHAHAHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAcomeçou e se mexer entrar sair bem devagar devagar hahah toma toma rola putiha toma toma eu
HAIII NEGÃO VOCE ME ARROMBOU TODA TODA FEZ UMA BOCETA NOMEU CU PORRA HAHAHAHAAAAIIIIIIIIIII ele GOSTOSA PUTINHA EU
DENIZE VAIAIAIAIAIAIDENIZE GOSTOSOPAUZUDO CAVALO ME CHAMA DE EGUA VAIAIAIIAI ELE MINHA EGUUA GOSTOSA MINHA PUTINHA
EU AIIIIIIIIII FODE MEU CU PORRRA RASG AELE COM ESSE CARALHODE JEGUE AAAUIAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIII E OS OUTROS SE
ACABANDO NA PUNHETA VENDO A CENA FALAVAM VOU GOZAR PORRA E EU FALAVA EM CIMA DE MIM EM MIM EGOZAVAM GOZAVAM RIOS
DE PORR APORRA HAHAHAHAHAIIIIIIIIUI QUE BOM MUITOLEITE AIIIII MEMELAVAM TODA TODA TODA AI O BIFE FALOU AGORA EUEU EUE
EUEU EUEU EUEU HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHAAAAAAAAAAAA E EU LOUCA COM O CU PEGANDO FOGO REBOLAVA PRA PORRA
FICAR TODA NO MEU CU AHAHAHHAAAAAAAAIIIIIIIIII GOZA KING GOZA CAVALO AIIIIII MEU CUUUUUUUUUU AIHAUIUI HAHAH QUE
DELICIA AIAIAI AIAIAI E ELE FOI SAINDO DE DENTRODE MIM AOS POUQUINHOS HAHAHAHAHAHUIUIUI FOI FICANDO UMVAZIO IMENSO
EM MIM HAHAHAHAAHA BOTEI A MÃO PARA SENTIR OESTRAGO ELA ENTROU TODA NO EMMEU CU HAHAHAH AAAAAIIIICAI DE LADO eles
foras se lavar depois eu fui me arrumei bonitinha denizinha efui embora jaia dar 5horas ja começava a escurecer e eu ainda não tinha visto
o carnaval passei no portão falei com o julio trocamos telefone e ele me deu a minha parte no dinheiro 50contos então vi que tinha dado
pra vinte homens AIIIIIIIII MEU CU UIIIIIIIIII TA ARDENDO 21COM ELE SAI olhei pros lados tudo bem fui curtir meu carnaval mais tem
amsi ate o proximo conto tchau.

SEGUNDA VEZ NO CARNAVAL

ficar sozinho em casa e fogo ela saiu ja fui pro quarto me montar uiiuiui aiiai tezão uiiii cacinha vermelha enchimento oiiuuuu fiquei com
umas cadeiras enormes vestido comprido estampado arranjo de cabeça fiquei um tezão vou contar de uma vez no arnaval todos sairam
fiquei sozinho olha que merda fui pro quarto me transformei fiquei linda então pensei alguem tem que me ver assim gostosa botei uma
roupa por cima um bone um oculos pooorra se alguem conhecido ver porra e carnaval fui todo escabriado não sabia se ficava duro se
rebolava uiuiiuiuiui adrenalina pura tomei o onibus e na altura da rodoviaria novo rio estava deserto desci fui ate um canto tierei as roupas
de cima boina tudo ai apareceu aquelamulher linda gostosa uiiii que loucura aauauuaiiii andei feito uma miss desfilando pela calçada era a
segunada vez aiaiiaaiiiaii loucura meu coração etava amil como agora aiaiuiuiui derrepente apareceram alguns mendigos começaram a me
xingar jogar pedras corriii corri aiaiai estou perdido oiioiououooperdida parasempre eles me perseguiram VIADO BIXA MONA BAMBI
XIBUNGO QUALIRA AIAIAI UIUIUI BAITOLA NOSSA QUE ORROR DERREPENTE UM QUARTEL gritei alto SOCORRO SOCORRO osentinela viu a
situação abriu o poatão mandou eu entrar os mendigos ainda fizeram barulho mas logo foramm embora fiquei por um instante quuieta num
canto quando derrpente vi osentinela me comendo com so olhos PO AI VOCE E UMA TETEIA ATE ENGANA QUE E MULHER PO AI PENSEI
QUE ERA QUANDO ABRI O PORTÃO falei pPOXA MOÇO ME DEIXA AQUI SENÃO ELES ME MAATAM HOHOHOO ele então me pegou pela mão
me levou pro domitoriodele e falou VOU BOTAR OUTRO LA NO PORTÃO E JA VOLTO TA MEU AMOR eu gelei NOSSA QUE DANADO TÃO
GENTIL TA BOM VOLTA LOGO então ele voltou foi me beijando fundo de lingua com amor com carinho fui me entregando a ele como se
fosse meu namorado aiaiai que gostoso ele falava TE SALVEI AGORA VOCE E MINHA eu HO QUERIDO SIMSIMSIMM AMOR SOU TUA TODA
TODA TUA NOS BEIJA MOS NOS AMAMOS ele tirou a farda ficou nu que homem lindo masculo gostoso so pra mim falou XUPA GATINHA
XUPA AMOR eu xupei gostoso tudo tudo tudo ate as bolas ele AIAIAIUIUII COMO VOCE CHUPA BEM AIAIOIUIUIOI eu TIRAVA DA BOCA E
FOLAVA TA BOM TA MEU HEROI HOHOHO MEU HEROI TABOM ELE OTIMO HOOHOUIUIUI eu falei DENIZE TA DENIZE ele hhuiho EU SOU
JULIO eu oi julio tudo bem ele me amava como nunca fui amada DENIZE GOSTOSA VOU TE FUDER AMOR DA O CUZINHO PRA MIM DA eu
SOU TODA TODA SUA AMOR ME FODE VAIAII TEREI A CALCINHA SEM TIRAR O VESTIDO PARA NÃO QUEBRAR O CLIIMA ELE CRAVOU
nomeu cu AIAIAIAHAHAHAIAIAI TUDO BOTA TUDO AMOR VAIAIAIAITUDO ele botava e falava GOSTOSA eu PIRANHA ME CHAMA DE
PIRANHA ele PIRANHA PUTA GOSTOSA VOU GOZAR NO TEU CU eu GOZA AMOR GOZA MUITO TUDO HHUHIHIHIHAHAH fudemos meia hora
sem para ele gosofundo no meu cu HHUHUHHAHAHUIIIIIITOMA TOMA eu AIAIAIAIAIAMOR ESPORRA TUDO NO MEU RABO VAAIIIAIAIIIIAI
ELE GOSOU AUAUUAUUIIIIIIIIIIIHA DEPOIS NOS AMAMOS COMO DOIS NAMORADOS ELE VOLTOU PARA O PORTÃO e eu fiquei no
alojamento dormido so apareceram outros soldados ai ficou brabo brabo não otimo mais isso e outro conto BEIJOS NAS NADIGAS.

Meti na porca

Meu nome eh Renan, tenho 24 anos!

Adoro zoofilia de qualquer tipo!


Tenho loucura por qualquer animal, muito mais do que por mulheres ou homens!
Ja meti em diversos tipos de animais. Mas hoje vou contar sobre a porquinha que comi!

Minha familia tem um pequeno sitio em jundiai, la temos diversos tipos de animais.
Em um verao, fomos eu e a minha familia passar 15 dias no sitio, apos 15 dias todos voltaram, e eu disse que ficaria por mais 4 dias, ate
acabar minhas ferias.

No meu primeiro dia sozinho, resolvi dar uma volta no sitio, e notei que o caseiro havia serapado uma das porcas dos machos, pq ela
estava no cio!

Aquilo me deixou louco,aquela porca, cheirando a sexo, sozinha. Logo o meu pau ficou duro, desesperado pra meter naquela bucetinha.

A porca nao era muito grande, o que me deixava com mais tesao ainda porque eu ia meter numa bucetinha pequena, e ainda virgem!

Dei um banho na porca, deixei ela pronta pra mim. Levei-a paa o antigo canil, onde haviam diversos portoes com espacos pequenos.
Coloquei a porca ali, pra que ela nao fugisse. Comecei a acariciar aquela delicia de animal, passei a mao naquela vulva, cheia de secrecao,
e logo cai de boca. Que suco delicioso, com um cheiro fortissmimo, me deixando louco pra fuder. Meu pau implorava por aquela porca, e a
porca ja estava louca prra ser fodida.
Dei um lambida na cara da porquinha, tirei meu pau, e logo comecei a esfregar naquela entradinha. Meu pau foi escorregando pra dentro,
sentindo aquela bucetinha da virgem porca latejar. Comecei um gostoso vai e vem. Mas aquilo ja nao me bastava, comecei a bombar, dava
umas estocadas cada vez mais fortes, ouvindo o barulho da porquinha delirando pelo meu pau.

Comecei a foder aquela porca, como nunca havia fodido uma mulher. Minha intecao naquele momento nao era mais transar, era foder
aquela porquinha, deixar aquela xoxotinha esfolada... Minha intencao era praticamente estuprar aquela vadiazinha no cio!

Depois de tanto estocar, senti que meu pau comecaria a cospir!

Gozei.
-huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmm

Gozei gostoso dentro daquela bucetinha.

Quando terminei, lambi aquela buceta, peguei todo o suco, engoli um pouco, cospi na cara daquela vadiazinha, enquanto fazia carinho a
sua cabeca. O gozo escorreu pelo seu nariz e cai no chao, e para a minha surpresa, ela lambeu o meu suco!

Aquela cena me deixou louco para fude-la denovo.

Mas no dia seguinte, resolvi foder outro animal!

Se gostarem do e mail e quiserem entrar em contato, sintam-se a vontade, no meu e mail: renangranhao@yahoo.com.br

papai meu irmao (real)...2

Como ja contei no conto anterior, eu, meu pai, e meu irmao, sempre fomos muito abertos. E no ultimo conto, papai, me fez engolir a pica
dele e a do meu irmao. Essa historia eh veridica, e tera muitas outras partes!

Mas agora vou comecar a historia desde o comeco.

Meu pai que na epoca tinha 28 anos, comecou ensinou Bruno (2 anos mais velho que eu) a lavar minha xoxotinha na hora do banho, e eu
que na epoca tinha so 4 anos, aprendi a lavar o pipizinho do Bru com muito carinho.

Papai, sempre adorou assistir aquilo! Sempre nos colocava para brincar de \"namorados\".

Me lembro da primeira vez em que eu e Bruno brincamos de namorados. Eu tinha apenas 6 anos... Apos nosso banho, papai nos levou
peladinhos pra cama de casal, onde sempre dormiamos juntos.

E ele disse:
-\"Hoje tenho uma brincadeira especial, Voces ja sabem lavar um ao outro. Mas hoje Bruno, vc vai aprender a lavar de um jeito diferente\"

Papai colocou Bruno deitado com a cabeca na frente da minha pequena xoxotinha e disse:

-\"Hoje vc vai limpar sua irmazinha com a boca, passando a lingua na xoxotinha com bastante carinho\"

Entao Bruno comecou a lamber. mesmo tao novinha, eu ja sentia minha xoxotinha latejar.

Papai sorria, e me dava aqueles inocentes selinhos...


Papai, perguntava:
-\"Ta gostoso Marininha?\"

Eu respondia que sim com a cabeca.

Papai, colocou a mao dentro da calca e comecou a banlancar o pau...


Eu mal imaginava o que ele estava fazendo... Mas parecia estar gostando...

Entao papai resolveu mudar a situacao, e pediu pra eu limpar o Bru...

Disse:
-\"Filhinha, agora vc faz que nem quando chupa pirulito\"

E como tinha perdido meus dois dentes de leite na frente, papai disse pra eu ajudar com a parte que nao tinha os dentinhos!

Ele dizia que pareciamos dois anjinhos. E continuava mexendo dentro da cueca balancando o pau...

Entao dava aqueles inocentes selinhos no Bruno.. E me mandou limpar o bumbunzinho do Bru. E eu comecei a passar minha linguinha. Mas
o gosto era amargo, entao quis parar.

Entao a vez era do Bruno limpar meu cuzinho... Mas logo que Bruno comecou papai fez um som bem alto, e molhou a cueca...
E disse que agora a brincadeira ja havia terminado, e que iamos dormir, e logico, todos juntos como sempre...

Papai pediu para cheirarmos o pau dele, tirou a cueca, toda melada, e o pau tambem melado, e DEITOU todo sujo...

E pediu pra ver um beijinho com a linguinha minha e do Bruno antes de adormecemos.

Papai, foi otimo conosco quando eramos criancas, nos ensinou o mais puro e inocente prazer!

Cabacinho do titio

Me chamo Bruninha e tinha 16 anos quando isso aconteceu...


Minha tia tinha se casado a pouco tempo com uma cara que era um verdadeiro gato...Branco,olhos claros,corpo perfeito..um verdadeiro
deus...Ele se chamava Paulo e era super simpático e me tratava muito bem...sempre muito carinhoso,me abraçava e dizia que tinha
ganhado uma sobrinha linda...
Eu com meus 16 aninhos tinha resolvido que só daria minha xaninha quando encontrasse alguem especial pra tirar meu cabacinho...ja
tinha tido alguns namorinhos mas não deixava passar de uns amassos...
Ele tinha uma casa na praia grande e em uma de minhas férias fui convidada a ir pra lá junto com eles e mais uns amigos deles...
A gente ficava a vontade lá...de shortinho,top,ou msm só de biquini..enquanto ele ficava quase o dia todo de sunga,o que me levou a olhar
mais aquele deus grego...Já olhava pra ele com uma certa malícia pois ele me abraçava,alisava meus cabelos me chamando de
sobrinha...Minha tia não percebia nada pois ela achava que era apenas carinho de tio e sobrinha...
Num dos dias que fomos para a praia peguei sol d+,fiquei mt ardida e resolvi voltar pra casa mais cedo,pois queria sair logo do sol...aí
voltar a pé mas aí minha tia disse:Não..seu tio vai te levar..não quero vc andando sozinha por aí!
Ele prontamente se levantou e fomos pra casa os dois,sozinhos...fomos conversando pelo caminho e Paulo me perguntou pq eu não
namorava,se era uma menina tão bonita e ele sempre me via sozinha...Então disse a ele que os meninos só queriam transar e como eu era
virgem eles não queriam nada comigo...Ele começou a rir e disse:Voce é virgem?Tá brincando...Falei que não,que não tava..que tinha
decidido que só daria minha xaninha quando achasse alguem especial digno de tirar meu cabacinho...
Ele disse...nossa sortudo de quem for o escolhido...
Chegamos em casa fui tomar um banho,e ele foi acertar uns praparativos pro churrasco que ia fazer...
Dps do banho,meu corpo ardia do sol e resolvi deitar um pouco na minha cama,liguei o ar e deitei sem roupa pra ver se me refrescava um
pouco...Acabei cochilando e quando acordei vi do lado da minha cama meu tio querido de pé me olhando...me assutei e tentei me cobrir
com o lençol mas ele disse:fica calma só to olhando pra vc,não vou fazer nada...Podia ver o pau duro dele na sunga,e era bem
grande...Tirei o lençol e falei:quer olhar..pode olhar...
Ele ficou parado em pé do lado da minha cama me admirando e confesso que aquilo tava me dando um tesão enorme pois ele me olhava
com desejo,com vontade...
Então ele disse....ja que vc me deixou ver vc tb vou deixar vc me ver...e tirou seu pau duro pra fora da sunga e começou a alisa-lo...ele
apontava pro teto de tão duro que estava...Então ele pediu...abre sua xaninha pra eu ver...nunca vi uma virgem antes...falei que ele podia
olhar mas não mexer...então abri minhas pernas e afastei abri minha xaninha pra ele olhar...ele chegou pertinho e disse...Nossa é linda
d+...e tá molhadinha...vc tá com tesão tá?Disse que tava sim...ele se levantou e ficou em pé do meu lado me pediu...alisa sua xaninha e
seus peitinhos pra eu bater uma bem gostosa pra vc,vai...
Paulo ficou ali em pé me olhando enquanto eu alisava minha xaninha molhada,já não aguentava mais de tesão vendo aquele homem
delicioso se masturbando pra mim e disse:Vc pode só dar uma chupadinha nela?Lambe ela pra mim pra eu sentir como é...Ele disse..vc
quer?eu faço isso pra vc e vai ver como é delicioso...Paulo se ajoelhou do lado da cama e abriu minhas pernas me deixando com mais tesão
ainda,começou a lamber e chupar meu grelinho,soprava devagar e eu me contorcia de tesão,gemendo segurando a cabeça dele na minha
xana...ele chupava deliciosamente minha xaninha que nem vimos minha tia chegar...quando olhei pra porta ela estava em pé olhando pra
nós...mas o olhar não era de reprovação...Paulo se levantou meio sem jeito, e eu falei pra minha tia que eu que tinha pedido a ele pra fazer
aquilo...Ela disse..tudo bem...ja tinha te falado que tava msm na hora de tirar este cabaço daí...ja que vc tá gostando tanto pq não deixa o
Paulo fazer isso pra vc?
Ela entrou e trancou a porta,foi na diração do Paulo e beijou sua boca dizendo...vai quero só assitir...mas faz com carinho pra não machucar
tá?
Minha tia me olhando disse:relaxa...vai ser mt gostoso eu garanto...tirou a roupa e sentou numa cadeira do quarto.
Paulo voltou a me chupar gostoso,alisando meu corpo,meus seios dando mordinhas nos bicos o que me deixava maluca...Então ele
disse..vou colocar bem devagar...Me colocou na beirada da cama,com um travesseiro nas minhas costas...Paulo colocou uma camisinha e
esfregou seu pau duro na minha xaninha molhada,e começou a forçar..doía um pouco mas o tesão era maior que a dor...ele conseguiu
colocar a cabeça do seu pau duro na minha xana,e começou um movimento gostoso de entra e sai,e quando colocava de novo forçava mais
um pouco...minha xaninha foi cedendo com aquele pau duro e enorme..eu gemia muito e Paulo me beijava e dizia vai meu amor...dá seu
cabacinho pro titio vai...titio vai tirar ele pra vc...Olhei pro lado e vi minha tia enfiando os dedos na xana molhada dela se masturbando
gostoso...
Ele foi metendo cada vez mais até entrar todo aquele pau na minha xaninha...ficou com ele enfiado lá por um tempo pra eu me
acostumar...ele beijava meus peitinhos,minha boca,dps começou a meter gostoso,socando na minha xana até que acabou gozando
deliciosamente, estremecendo todo e eu sentia uma sensação gostosa como nunca tinha sentido antes...
Quando ele tirou o pau de dentro de mim vimos que tinha sangrado um pouco mas minha tia disse que era normal,que era só a
comprovação de que eu era msm virgem...
Paulo me beijou a boca e disse...Nunca vou esquecer que tirei o cabacinho da minha sobrinha querida...Obrigada por ter sido o sortudo
escolhido...
Minha tia disse que eu tomasse um banho e que dps ia conversar comigo...
Tomei meu banho..minha xana doia um pouco mas tava feliz de ter tirado meu cabacinho com meu titio querido...
Mas esta foi só a primeira de muitas outras...Dps acabamos na cama os tres...eu,Paulo e minha tia...Mas estas eu conto dps...

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE

Vou contar como foi minha vida como homem maduro, hoje cinqüentão, mas naquela época com cerca de 30 anos era um homem,
simpático, bonito e conquistador de mulheres.

Porem uma tarde fui com um amigo o Ricardo, ele conhecia muito bem uma sauna que existia em um hotel na Av. Brigadeiro Luiz Antonio,
em são Paulo, o Hotel Danúbio, lá chegando fomos a sauna, fria e quente, etc., etc. e quando foi por volta das 17hs.

Ricardo, disse que teria de ir embora, e saiu as pressas, porem eu fiquei mais um pouco na sala de repouso.

Passado algum tempo, um senhor que estava ao meu lado, perguntou as horas e respondi porem ele começou a conversar sobre diversos
assuntos, sobre São Paulo e sobre trabalho etc. ai entrou no assunto de sexo, e durante esta conversa me perguntou se já havia tido
relações com outro homem, eu disse que não. (pois havia tido na infância e isto já era parte do passado, não interessaria a ele.)

O senhor a quem vou dar o nome de Roberto, levantou-se e foi a ducha fria, quando voltou se enxugando, vi seu corpo que ficou exposto,
era um lindo homem, pernas grossas, pau enorme, e bundinha durinha.

Fiquei encantado com o macho, mas continuei na minha ele continuou nossa conversa e disse que a sauna vapor estava uma delicia, se não
queria acompanhá-lo eu disse que sim e o segui, andando atrás dele.

Ele um homem alto de 1,85 de altura, 80 quilos, cabelos loiros, malhado, um tesão de macho, estava louco para algo com ele mas não
sabia como fazer ou o que poderia rolar, na sauna ele sentou-se a meu lado ambos pelados, e começou a massagear minhas costas e
passar a mão em mim, sob a alegação que iríamos suar mais rápido, eu deixei e gostei.

Ao olhar para seu pau, vi que estava duro como uma rocha, e era um pau enorme de mais de 20 cm. (fiquei sabendo depois que tinha 22
cm.). não consegui mais tirar os olhos dele, fiquei louco de tesão, e tambem fiquei exitado com meus 15cms. de pauzinho
Ao voltar a sala de repouso ele me convidou para tomar algo em seu apto. pois estava hospedado no próprio Hotel Danúbio, aceitei e
subimos para seu apto.

Ao entrar em seu apto. tinha um pequeno sofá e uma cama de casal, frigo bar, etc., sentei no sofá e fiquei aguardando ele ficar a vontade,
pois foi logo tirando a camisa e toda roupa, ficando somente de cueca, fiquei louco de tesão quando o vi de perto com aquele corpo lindo,
se dirigindo a mim, sentou-se a meu lado me abraçando e me beijando na boca loucamente, correspondi e senti sua lingua deliciosa,
explorando minha boca, fiquei louco de tesão e correspondi a todos os seus carinhos.

Perguntou a mim se gostaria de ir a sua cama, eu disse que sim, e ele foi tirando minha roupa peça, por peça, camisa, calça, meias,
cuecas, e ainda de pé fui lambido o corpo todo estava louco de tesão e quase gosando.

Mas ele muito carinhosamente me deitou em sua cama, deitou-se a meu lado e chupou primeiro meus peitinhos, que ficaram exitados,
depois foi lambendo minhas costas até chegar a minha bundinha, que lambeu a toda, e enfiando a lingua no meu cuzinho me fez ir às
nuvens. E eu fui. Fiquei louco de tesão, pois havia dado a meus tios e meu pai quando criança, mas nunca depois de tantos anos.
Transformei-me em uma puta no cio, gritava e pedia para ele me amar de todas as maneiras, ele assim o fez e passando gel em mim e em
seu pau me penetrou aos poucos eu gritando de dor e prazer, e ele enfiando cada vez mais e quase desmaiei de tanto prazer e senti seu
pau crescer dentro de mim e ele gosar no meu cuzinho, gritando e gemendo junto comigo, foi maravilhoso.

Depois do prazer, fui ao banho ele me acompanhou e juntos tomamos banho ele aproveitou para me lavar o cuzinho e eu lavei seu pau, e
pediu-me para chupar eu enfiei o que coube na boca e chupava e lambia seu delicioso pau até sentir sua porra na garganta que eu engoli
toda não perdendo nenhuma gota.

(Antes de continuar com a historia vou dizer como era na época, tinha cerca de 30 anos, 1,74 alt. 75 quilos, em cima com o peso, e pernas
grossas, bumbum grande e empinado, peitinhos durinhos, pois só saía com mulheres e raramente elas chupam ou mordem nossos seios,
cabelos e olhos castanhos, enfim um homem normal e bonito segundo as mulheres diziam.)

Fui para o quarto, comecei a me trocar e Roberto disse para eu esperar um pouco, pois queria falar um pouco comigo, eu sentei-me
disposto a ouvir e ele falou:

Sabe Sandro há tempos que procuro alguém como vc. para ser minha fêmea, e gostaria de ter oportunidade de poder conquistá-la para se
portar como minha mulher na intimidade e em ocasiões especiais, eu fiquei passado pois ele estava me propondo um caso para novos
encontros e eu na condição de sua mulher, fui eu quem pediu a seu amigo Ricardo para levá-lo a sauna para eu poder me aproximar de vc.

Eu já o conhecia de alguns eventos em que vi vc atuar como profissional para uma de minhas empresas, fiquei louco por vc e Ricardo disse
que achava que vc também gostaria de conhecer algum homem, pois já tinha observado vc. olhando para alguns homens na rua muito
discretamente, mas nunca viu nada mais do que isto, eu pedi para ele por favor dar um jeito de eu me aproximar de vc., ele trouxe vc. ao
Danúbio, e reservei um apto. com esperança de conseguir trazer vc.

Não sabia o que dizer, e ele continuou, deixa eu tentar te conquistar, se não conseguir vc continua nesta sua vidinha de pegar mulheres e
ser um homem frustrado, pois sei agora que não é o que vc gosta, pediu meu endereço e telefone e disse que eu não me arrependeria, pois
iria me fazer sua mulher e com isto eu seria muito feliz também.

Fui-me embora e me dirigi a minha residência, veja bem já era casado, tinha filhos e vivia com a família, tentando ser feliz como pai e
marido, me aparece alguém me faz feliz como se eu fosse uma fêmea e eu adorei. Porem não sabia como proceder dáli para frente, pois
havia experimentado a delicia de ser tratada como mulher.

No dia seguinte recebi um cartão maravilhoso, acompanhado de um pacote enviado pelo então meu novo amigo Roberto, e dentro uma
mensagem dirigida a Sandrinha dizendo que tinha adorado a noite anterior e que gostaria muito de me convidar para um jantar a luz de
velas, e pediu-me para ir vestida com o presente que estava no pacote, com cuidado abri e vi um lindo conjunto de lingeries, pretas de
cetim e rendas linda de morrer.

No cartão constava o nome do restaurante dizendo que me aguardaria as 21h00, o entregador ficou aguardando a resposta escrevi um
bilhete e coloquei no envelope, nele dizia que iria mas sem usar seu presente, pois iria devolve-lo e terminar tudo o que nem começou.

No entardecer fui ficando morrendo de excitação, e terminei indo me banhar, depilando todo meu cuzinho e as pernas, peito tudo enfim,
coloquei o lindo conjunto de lingerie e me tornei novamente a Sandrinha, me vesti com camisa e terno por cima e fui encontrar o homem
maravilhoso que me esperava.

Ao chegar Roberto estava me esperando logo no bar que tem na entrada do restaurante, cumprimentou-me e ofereceu uma bebida eu
aceitei, pois estava precisando tomar algo, e nada melhor para me acalmar do que uma dose de bebida.

Ficamos conversando amenidades sobre tudo, o dia, o tempo, nosso trabalho etc., fiquei sabendo que era um grande empresário, que
mantinhas filiais por diversas capitais do Brasil e gostaria de visitar suas filiais em minha Cia., eu disse que não podia pois tinha muitos
clientes e não poderia me ausentar de São Paulo, ele de pronto disse, já estou contratando seu escritório, para assessorar minhas
empresas, e assim sendo vc poderá viajar sempre que precisar, não é mesmo, eu de pronto disse mas não vou aceitar, não posso, não tem
como misturar isto com trabalho.

Não vou aceitar e pronto, nosso relacionamento vai terminar neste jantar.

Ele muito seguro de si, disse tudo bem, vamos sentar para jantar então. E o segui até a mesa previamente reservada para nos, tratava-se
de uma mesa isolada, em um canto, com paredes de madeira, dos lados, só ficando uma abertura para o serviço de garçons, na mesa tinha
um pequeno buque de flores com um cartão que dizia a única mulher da minha vida ¨Sandrinha¨.

Fiquei emocionada e ele pegando minha mão muito discretamente a beijou e disse, pare de ficar na defensiva não é o que vc. Quer, vc
também esta me querendo tanto quanto eu, vamos ser felizes.

Eu fiquei estática e não respondi, apenas tomei um gole do vinho delicioso que ele me serviu, ele apertou minha mão e olhou me nos olhos
e disse, vamos ter uma vida a dois, nas horas que for possível, vc será minha mulher sempre que puder, e eu serei seu homem também.

Não sabia o que fazer tinha medo, mas estava adorando a oportunidade de realizar os sonhos escondidos desde criança, quando fui
abusado por meu pai e por meu tio, como contei nas minhas historias de criança, todas publicadas.

Jantamos um jantar delicioso, com musica ao vivo e violinos ao nosso redor, ele só olhava nos meus olhos, com aquele olhar pidão, e não
sabia o que fazer resolvi falar tudo o que eu pensava e contei-lhe minhas historias com meu tio, com meu pai, etc., e disse que aquilo
estava dentro de mim mas só que quando cresci eles me abandonaram até virem falecer e fiquei com a vontade de ser fêmea a mais de
vinte anos e nunca mais tive oportunidade, somente ele me deu este prazer ontem e porisso não poderia iniciar algo que não saberia como
terminaria, pois tinha mulher e filhos enfim família.

Roberto, muito serio perguntou após meu desabafo, terminou, eu disse sim, então ele começou a falar, que eu já havia dito que era casado
e tinha filhos, e isto não importava nada até ajudaria, pois ele também era casado e tinha filhos e não queria jamais mudar algo em sua
vida também.

O que se propunha era montar um apto. para nos dois, para usarmos quando pudéssemos, onde eu pudesse guardar minhas roupas
femininas, roupas que compraríamos para a Sandrinha, e deixaríamos lá, roupas, perucas, sapatos, meias, lingeries etc., pois não tinha
problemas de dinheiro. E que antes teríamos apenas de namorar para saber o que de fato cada um de nos quer do outro e se der certo,
então daríamos este passo.

Quando as nossas famílias a minha e a dele, administraríamos isto, e só estaríamos juntos, quando não fosse criar problemas com nossa
família, ou quando fugíssemos do trabalho, ainda mais eu sendo assessora de suas empresas.

Pedi um tempo para pensar no assunto e que no dia seguinte daria resposta, ele disse que não teria de ser na hora, vamos sair e passear
de carro, enquanto isto vc pensa, querida, sai com ele ao meu lado, fomos para seu carro ele dispensou o motorista e foi para o volante e
ao entrarmos disse, vá pensando querida, pois tem somente algumas horas para resolver nossa vida.

Ao entrar na Marginal Pinheiros, eu já estava resolvida, e pedi a ele vamos a um motel, pois ficar andando assim pode ser perigoso, ele
sorrindo disse tudo bem e entrou em um motel luxuosíssimo, era um homem lindo, educado maravilhoso, como dizer não?.

Ao entrar ele abrindo os braços me abrasou e me beijou a boca com sua língua louca, me deixou doidinha de excitação, fui logo tirando a
roupa e ele a me ver de lingerie, disse não perguntei pelo presente, pois sabia que vc não iria resistir ao prazer de usar a lingerie que lhe
dei amor.

Beijando-me como louco, chupou meus peitos, lambeu cada mamilo, e mordiscou a pontinha dos bicos, fiquei doida de desejos, me beijou o
corpo todo eu me virei e beijei aquele pau maravilhoso que seria meu a partir daquela noite, pois me transformaria em sua mulher, sua
puta.

Ele beijava meu cuzinho eu chupava seu pau até gozar em minha boca, derramando uma quantidade enorme de porra que não perdi
nenhuma gotinha, depois enquanto pedia bebidas fui me banhar e ao voltar chupei novamente seu pausão e pedi para ele comer sua puta
com bastante desejo, me virou de bruços me colocou de quatro, e enfiou aquela cabeça enorme no meu cuzinho, ainda dolorido da noite
anterior, e gozei com o pau no cuzinho, como somente uma puta consegue gozar, ele gritou de prazer e encheu meu cuzinho de porra,
muita porra.

A partir daquele dia seria sua mulher, ele me deixou em casa, e pediu-me para ligar logo cedo para ele, mas ai é outra historia.

Se vc gostou deste conto, escreva-me emails que eu conto o resto da historia, caso não receba correspondência paro por aqui.

Sandrinha_611@msn.com

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE - parte 2

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE – parte 2

Recebi inúmeros emails, porisso voltei a escrever, talvez seja um pouco longo, mas é que gosto de dar detalhes, para entenderem tudo o
que senti.

No dia seguinte logo que chequei ao trabalho, recebi um mensageiro de Roberto, entregando um envelope que continha uma chave e um
cartão lindo, no qual me enviava beijos e o endereço de um apto. na região da avenida Angélica, pedia que se fosse possível eu me tirar a
próxima sexta feira para mim, e ele chegaria de viagem por volta das 19h00 e me encontraria no apto. mas a partir das 8h00 da manhã
sua amiga Sheila estaria me esperando para algumas surpresas.

Passei a semana ansiosa, mas em minha casa tudo maravilhoso, continuava o homem normal, avisei que viajaria na sexta e que voltaria no
sábado por volta do meio dia, ficou tudo bem.

Na tal sexta feira, fui ao apto. o porteiro já sabia que eu iria, e autorizou minha entrada, dizendo que dona Sheila, já estava a minha
espera, ao chegar toquei a campainha, abriu-me a porta uma Linda Loira, que disse ser a Sheila, pediu para entrar e me mostrou o apto.,
tudo maravilhoso, com muito bom gosto e cuidados, Sheila, disse que havia cuidado de todos os detalhes, mostrou o guarda roupas, estava
com bastante roupas femininas, lingeries, meias, vestidinhos, blusas, calças, sapatos, sandálias, botas, ela disse que comprou tudo de
acordo com a numeração que ele lhe passou e disse que se ficasse com algum problema era ajeitaria, trocando ou ajeitando todas elas pois
ela tambem entendia de modas.(fiquei boquiaberto).

Ai Sheila para me deixar mais a vontade disse ser travesti, tendo sido contratada por Roberto por indicação de Ricardo meu amigo, para
cuidar de mim e de nosso apto. e que tinha marcado para mim, depilação, manicure, tratamento de pelo, banho, etcs, o completo dia da
noiva, fiquei morrendo de vergonha, mas pensei já entrei nesta agora vou até o fim., Ela me disse coloque lingerie e moletom com uma
camiseta bem solta, por cima e sandália que lá estava e fomos.

Ao chegar em casa por volta das 14h00 estava uma perfeita mulher ela pediu-me para escolher a roupa que iria usar para ela me ajudar a
me produzir, isto seria por volta das 17h00, antes era para eu descansar deite-me ela saiu do quarto e foi cuidar de seus afazeres.

Pensei enquanto descansava, o que eu fiz, será que não vou me arrepender, mas estava tudo tão lindo e maravilhoso, que dormi um pouco,
Sheila, me acordou por volta das 17h00 e disse vamos querida, vamos nos arrumar que tenho de sair e deixar o casal sozinho. Escolhi
lingerie preto, acetinada, calcinha fio dental, meias calça, um tubinho preto básico, ela me maquiou e pintou meus lábios, colocamos uma
peruca divina, da cor de meus cabelos castanhos, fiquei encantada com o que vi no espelho.

Despediu-se de mim, dizendo que na próxima vez iríamos a um shoping, comprar roupas de meu gosto, agradeci e fiquei sozinha,
esperando meu amor. Sheila tinha deixado tudo pronto, canapés, bebidas, que o Roberto teria dito que gostava, a comida se não fossemos
ao restaurante tinha um cardápio de um restaurante do Flat, a disposição na mesa da cozinha.

Quando deu 19h00 estava ansiosa aguardando, e ele não chegava, quando recebi um telefonema que o vôo havia atrasado, e pedia para eu
ir com o seu motorista que estaria chegando ao apto. encontrá-lo no aeroporto, disse como vou assim, já me vesti pra vc. ele disse é assim
que lhe quero no aeroporto a minha espera, fiquei desesperada, quando então o interfone diz que o motorista estava na garagem a minha
espera, sem saber o que fazer fui.............

Estava desesperada, nunca havia saído às ruas de mulher, e se alguém me conhecesse, o que faria, e se alguém souber como fazer, mas, o
motorista seguindo as ordens de seu patrão disse dona Sandra, vamos direto a sala Vip onde o Sr. Roberto irá encontrar com a Senhora,
fiquei aliviada, mas tambem preocupada, pois às vezes tambem tinham conhecidos e amigos na sala Vip., mas segui os conselhos de Sheila
e fui esperar meu Homem.

Por sorte àquela hora a sala tinha apenas dois executivos, e uma recepcionista, que me cumprimentou, pequei uma revista e fingi ficar
lendo, os executivos ficaram me paquerando, sorrindo e olhando minhas pernas que na verdade são lindas, ainda mais de salto alto e meias
de nylon, fingia não perceber nada,graças a deus Roberto chegou e me levantei e o abracei ele me abraçou beijou meus lábios enfiando
aquela lingua deliciosa em minha boca, pedindo desculpas pelo transtornos e nos dirigimos ao seu veiculo, muitos homens me olhavam com
olhar de desejos e tesao, Roberto todo cheio de si, disse viu como vc atrai os homens querida, abaixei a cabeça e continuei andando,
apertando mais seu braço onde me apoiava.

No carro ele me abraçou e me beijou alucinadamente, dizendo que hoje seria nossa lua de mel, foi passando as mãos nas minhas coxas e
beijava meu pescoço, chupava meus lábios, abaixando o decote do vestido, começou a chupar meus seios, os biquinhos estavam
duríssimos de tanto tesão, tesão por ele e pelos homens que me devoravam na rua e no aeroporto, olhando para frente vi que o motorista
estava olhando pelo retrovisor e estava adorando o que via, mas Roberto não parava de me chupar, me lamber e passar a mão em todo
meu corpo, fiquei louca de tesão, com um me olhando outro me chupando.

Tão logo chegamos ao apto. quando íamos em direção ao elevador vi com o rabo de olho o motorista, morrendo de tesão, no elevador ele
me beijava, acariciava e dizia que tinha ficado mais linda do que imaginava.

Tão logo entramos no apto. me abraçou e disse vamos terminar o que começamos no carro não aquento mais de tesão, foi tirando o
vestido, jogou no chão, tirei sua camisa, ele tirou minha meia calça, e sempre nos beijando, fomos deitando no chão em um tapete de 6
cms de altura, e sempre nos agarrando pediu-me para chupar seu pau, o que fiz imediatamente, aquela maravilha de 22 cms. Mal cabia na
minha boca e o chupei, lambi, até ele gosar enchendo minha boca de porra, ai pediu para tomar um banho rápido, e pediu para preparar
nossa cama.

Corri para o quarto e rapidamente coloquei um novo conjunto de lingerie com um baby doll, vermelho ficou um tesão, arrumei a
maquiagem e fiquei a espera de meu macho.
Assim que saiu do banheiro, com aquele pau duro, veio em minha direção, a cabeça parecia um cogumelo gigante, e me abraçou me
elogiando, meu corpo, minha bundinha, meus seios e começou a chupar os biquinhos, dizendo pena que vc não pode tomar remédios ou
fazer implante de silicone, mas assim mesmo estes seios são uma delicia, amor.Me virou de bruços de quatro e colocou a cabecinha no
buraquinho, antes lambeu meu cuzinho para lubrificar e foi enfiando, centímetro por centímetro e eu gemendo, gritando e sendo a mulher
mais feliz do mundo.

Gozamos muito a noite toda, até sábado a tarde, quando tanto ele como eu teríamos de voltar a vida de homens casados, foi o que
fizemos.Disse que na próxima semana tambem viajaria, mas se quisesse voltar ao apto. durante o dia Sheila estaria la com cartões de
credito para eu comprar tudo o que quisesse, e o motorista, George tambem estaria a minha disposição bastaria ligar, imagine eu com um
homem como este para mim, uma camareira travesti e um motorista negrão de pau grande, a minha disposição, mas sempre respeitei meu
homem, Se vc gostou deste conto, escreva-me emails que eu conto o resto da historia, caso não receba correspondência paro por aqui,
tenho ainda a historia com Sheila, com George e meu amigo Ricardo, como ficou nesta historia toda.
Meu email - Sandrinha_611@msn.com

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE - parte 4

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE – parte 4

No dia seguinte era uma terça feira e Roberto somente iria retornar na sexta, segundo ele pela manhã, trabalhei quase o dia todo, quando
foi chegando a hora de ir para casa o velho tesão começou a bater e liguei para Sheila e disse, se ela poderia cuidar de mim, e ficar até
mais tarde, comigo, pois estava me sentindo muito solitária., e ficou muito contente e disse venha Dona Sandrinha estarei lhe esperando e
fico até a hora que a Sra. Quiser.

Já estava por volta das 17 horas, fui chegar no apto. as 18hs., Hora de a Sheila ir para casa, mas me recebeu com um largo sorriso nos
lábios e disse pensei que a Sra. não fosse vir,até a volta do Sr. Roberto, já estava com saudades, disse vou me trocar mas antes vou tomar
aquele banho, tem algo para jantarmos, ela disse que sim e iria providenciar quando eu pedisse.

Perguntei não vai tirar a roupa como combinamos, e me dirigi ao banheiro, ela mais que depressa veio atrás de mim, tirando toda a sua
roupa jogando tudo pelo caminho, quando fui tirar minha roupa ela começou a me ajudar,mas eu não conseguia tirar os olhos daquele
corpo divino, que seios lindos, que pau delicioso, e disse venha na banheira comigo amor, e me acaricie e faça tudo o que tenho direito. Ela
mais que depressa, começou a me acariciar, chupar meus peitos, me esfregar, mas tomava cuidado para não encostar aquele pausão em
mim, eu disse deixa eu sentir ele, fique a vontade, ela ficou louca, me beijou, enfiou sua língua em mim, lambeu meus biquinhos, depois
me virou de bruços no tapete ao lado da banheira, pegou um tubo de ky e passou no seu monumental pau, e no meu cuzinho e tentou
enfiar, mas não conseguiu era muito grande a cabeça era do tamanho de um tomate graúdo, mas ela foi tentando e conseguiu com muito
grito de minha parte enfiar a cabeça, eu chorei e gritei pedindo para ela parar, mas ela continuou e enfiou a metade dele, eu chorando e
gritando de dor, mas foi delicioso, ela disse por hoje vai só até aqui, e começou bombar até despejar um rio de porra no meu cuzinho,
depois me banhou, pediu desculpas por eu estar chorando de dor, e passou pomadas analgésicas, e me levou para a sala e ficou me
acariciando e me beijando. Até eu parar de chorar e gemer de dor.

Eu disse Sheila vc não teve culpa eu que te provoquei e pedi, não faz mal, amanhã não vai doer mais, ela disse que se eu me queixar para
o Dr. Roberto ele a manda embora e ela não quer perder o emprego nem o contato comigo, a tranqüilizei e disse calma não aconteceu nada
que não tenha conserto.

E ficamos nos beijando até as 22h00 horário que eu iria embora, ela disse que iria dormir ali, pois tinha cama no quarto de empregada, eu
disse não durma na minha cama, e fui embora, não antes de cobri-la de beijos.

No outro dia logo quarta feira, pela manhã ia a trabalhar mas resolvi antes ligar para Sheila, que ficou contente, pois disse esta preocupada
comigo, perguntou se eu estava bem se tinha doido muito, eu disse tudo bem já estou me acostumando e talvez não vá ai hoje, vou ficar
em casa, despedi-me dando beijos, ele ficou contente e disse se quiser eu fico o tempo todo a sua espera, diga o que vai precisar que
providencio. Eu disse não hoje não irei mas a tarde telefono para vc antes de sair.

Roberto logo em seguida ligou dizendo estar na Europa e disse que sexta feira chegaria por volta das 12h00 e que gostaria que eu fosse
esperá-lo no aeroporto, mas confirmaria antes. Para eu aguardar noticia, enviou-me beijos e perguntou se Sheila e George estavam
tratando b em de mim, queria saber se eu estava feliz eu disse que sim, não tinha ainda tido necessidade do George, mas Sheila estava
cuidando bem de mim, ele reforçou o George também esta a sua disposição meu amor, eu agradeci.

Ficou martelando em minha cabeça o que ele quis dizer com ambos está ai para satisfazê-la em tudo, mas me dediquei ao trabalho, pois
alem dos meus ainda tinha o que tínhamos pegado das empresas do Roberto, era muito que fazer.

Por volta das 13h00 eu já estava louca para me vestir de fêmea, andar a vontade no apto. mas como fazer isto com Sheila por lá, as 16h00
liquei para Sheila e disse que iria passar por lá mas gostaria que ela não estivesse, pois queria apenas descansar um pouco, ela começou a
chorar e dizer que tinha estragado tudo, e que eu nunca mais a trataria com respeito e amor, e que seria despedida e que gostaria apenas
de me servir o jantar, pois faria um prato especial para mim, me massagearia, e depois iria para seu quarto de empregada, etc., etc., eu
disse tudo bem vou estar sem carro hoje portanto peça ao George para vir me buscar as 18h00.

Na verdade queria apenas falar com o George, que as 18h00 em ponto estava me esperando, entrei no carro atrás, e ele olhando me no
espelho disse para onde eu disse para o apto. ele se dirigiu para lá sem dizer uma palavra, até que eu disse, sei que vc e Sheila, já
transaram ele disse sim, mas isto não vai acontecer mais, ela é louca para colocar aquele pau nas pessoas estou fora...

Eu disse vc pode ficar me aguardando no prédio, talvez tenha necessidade de vc antes de ir para casa, ele disse tudo bem, ao descer do
carro, com o paletó na mão, olhei para trás e vi os olhos dele cravados em minha bunda, pensei que cara atrevido, vou me queixar para o
Roberto.

Entrando no apto. Sheila correu me encontrar e toda preocupada, perguntou como eu estava, se havia me machucado muito, disse que
depois do banho me faria novo curativo, etc, etc. eu disse Sheila, chega eu ganhei o que pedi, portanto para de se lamuriar e arrume meu
banho e roupas bem sex pois estou pensando em ir a um boate gay, vc vai comigo, ela disse sim se a Sra. quiser vou sim, fomos nos
arrumar, ela me vestiu com um conjunto de lingerie lindos, calcinha fio dental, meias de nylon mini-saia, blusinha com o ombro de fora,
fiquei um tesão e ela também estava deliciosa.

Nos maquiamos e fomos, George ficou louco ao me ver ficou o tempo todo olhando pelo retrovisor, eu levantava a saia mais ainda ele não
conseguia prestar atenção no transito, passei a mão no local d pau de Sheila e não tinha nada ela disse que estava preso, para cima, com
bastante esparadrapo, eu disse na volta vc solta todo ele quero lamber ele para George ver.

Ao entrarmos na boate na Rua Augusta, todas ficaram nos olhando, paqueramos muito, tomamos alguma bebida, fui cantada, mas disse
que tinha dono, e não fiquei com ninguém, nem Sheila, disse que estava no trabalho, com o amor da vida dela não queria ninguém,
bebemos, namoramos, ela encostou minha cabeça em seu ombro, ouvimos musica e fomos embora, bem felizes e leves.

No carro perguntei a Sheila se ela tinha feito o que a pedi, disse que sim que ele estava solto e livre, olhei e vi aquele pau enorme duro
como pedra, baixei a blusa de Sheila e comecei a lamber seu biquinhos acariciando seus seios, George não aquentava mais, começou a
gemer ao volante eu disse cuidado com o transito George, estamos em suas mãos, se vc quiser ver deixo vc subir e ver eu amar Sheila e
ela me possuir, vc quer, mas não pode participar, só olhar, ele disse sim, sim Sra. quero sim., continuei acariciando Sheila e ela a mim,
lambia seu pau, e tentava por ele na boca mas era difícil, mas delicioso.

Ao chegarmos em casa, George disse que iria guardar o carro e esperaria nos o chamarmos, eu disse pode subir direto, entramos nos
agarrando eu e Sheila, ela tirou minhas roupas na sala, me deixando nuazinha e tirou as suas também, com o pau que parecia ainda mais
grande, George entrou, sentou-se em uma poltrona e ficou olhando, perguntou se poderia se masturbar, eu disse que sim mas sem
encostar em nos duas.

Ele tirou aquele pau para fora era enorme, porem menor que o de Sheila deveria ter uns 20 cm, ela continuava me chupar ele ficou louco e
disse pena que não posso participar a Sra. tem um corpo lindo, mas não deixe ela lhe penetrar pois vai estragar a Sra. para sempre, nem o
patrão vai querer mais a Sra. eu disse ela lhe comeu George, ele disse tentou mas não conseguiu, nunca dei na vida e ela não conseguiu
graças.

Disse no ouvido de Sheila, querida na verdade hoje vc não vai nem tentar, estou toda machucada, ela disse eu sei a sra. vai gozar sem meu
pau, so com minhas chupadas nos seus peitinhos e no seu cuzinho, e continuou a me amar, gozei feito louca gritando, ao olhar para George
ele estava esporando rios de porra,gozado feito louco.

Sheila me deu um banho, descansamos os três, fizemos um lanche e pedi para George me levar a minha casa, no caminho, perguntei o que
significava para ele me satisfazer de todas as maneiras, ele disse que Roberto havia lhe dito que se eu quisesse foder com alguém na sua
ausência, era para nos dois eu e Sheila, satisfazermos suas vontades, pois não queria que eu saísse com outras pessoas, e nos ele sabia,
pois tínhamos feito exames médicos e tinha confiança em nos, e sabia que eu era uma mulher que gostava de sexo e ele so conseguia uma
vez, embora caprichada por dia.

Eu disse tudo bem George, gostaria que vc fosse discreto com o que viu, não quis que vc participasse, pois queria me manter para ser só
de Roberto, mas se ele deixou porque não, qualquer dia destes quem sabe George, vou esperar ele disse estou louco pela Sra., mas nunca
dê para Sheila ela não é normal.

Tudo bem George, vc já disse, mal sabia ele que eu já havia tentado e estava ainda com o cuzinho ardendo, desde ontem à noite.

Ao chegar a minha casa, ele parou um pouco antes e eu pedi para ele se virar para trás e o beijei na boca, enfiando a língua nele, e disse
aguarde George.

No outro dia, logo cedo liquei a Sheila e disse que teria de me preparar para sexta feira ir ao Aeroporto, esperar meu homem, ela disse a
Sra. não quer comprar algumas roupas, ajeitar a depilação maqueagem etc. para sexta logo cedo eu deixar tudo de jeito, a sra. chega e eu
lhe preparo, eu disse não já temos muita roupa, prepare aquele vestido lindo azul turquesa, sem costas, com o ombro de fora, bem
curtinho, lingeries, da mesma cor, prepare uma sandália meia altura que combine com o vestido, bolsa etc.,hoje a noite verificamos tudo e
se estiver de acordo, vc me ajuda não gosto de salões, prefiro seu toque no meu corpo.

Ela disse obrigado amor, pensei que não viesse hoje, só amanhã, vou lhe esperar, quer o George também, eu disse que não seria
necessário, pois vc me satisfaz e como, ela perguntou e ai esta doendo ainda, o patrão vai perceber, eu disse não amor, até amanhã já
cicatrizou tudo, e não foi ele quem sugeriu eu dar para vcs. na sua ausência.

Então não vai reclamar, será que um dia a senhora satisfaz o George ele esta louco pela senhora, e disse que faria qualquer coisa por uma
noite com a Sra. eu disse quem sabe um dia, vc quer que eu faça isto Sheila, não é isto eu até tenho ciúmes, mas quem sou eu quem
manda é a Sra. e o Sr. Roberto, quem sabe Sheila, quem sabe..

A Tarde fui correndo para o apto. e verificamos a roupa para o dia seguinte, as meias, lingeries, sandálias, se tinha maquiagem, batons,
tudo o necessário, ela disse calma providenciei tudo não falta nada, é que estou nervosa sabe Sheila amo muito este homem, e como nos
duas namoramos tenho medo de perde-lo, não disse ela ele é quem pediu para nos ajudarmos a Sra., pois teve de deixar a senhora, muito
rápido não tiveram nem tempo de adaptar a nova vida de mulher, foi muito rápido a ausência dele, ele ama muito a Sra. e não quer que vc
sofra de jeito nenhum, e nem se arrependa de ter sido transformada em mulher dele, e pense em deixá-lo.

Sheila me levou para a sala de massagens e cuidou de mim de minha pele, unhas bem feitas, esmalte incolor, devido a minha outra vida,
disse que no dia seguinte logo cedo iria passar esmalte vermelho, e batom também vermelho, eu ficaria divina, ela estava nua e seu pau
estava meio mole, ela disse que era preocupação comigo, e com meu cuzinho, disse posso passar pomada nele, amanhã no banho tiramos
tudo bem Sheila, vou para casa, amanhã vou ter de chegar tarde ou so no sábado, é bom fazer media com a família não é, antes deixa eu
endurecer este seu pau grande, comecei a alisar ele, chupar ele, do lado pois não cabia na minha boca, lambia ele e pedi para ela gozar, ela
disse posso passar a mão na senhora em seus peitinhos simem todo o meu corpo se quiser, menos no buraquinho, lambi chupei fui chupada
ate ela gozar de novo feito louca aos gritos, e se despediu de mim, dizendo até amanhã meu amor, estava louca por Sheila sexualmente, eu
disse ate quem sabe, diga ao George que não esqueci dele não..

Me dirigi para casa, morrendo preocupação, pois tinha entrado nesta vida por amor a Roberto, agora me envolvi com Sheila e me
comprometi com George, mas estava apaixonada por Roberto, e não sabia o que fazer para resolver este dilema, a não ser que fale com ele
abrindo o jogo e quem sabe arriscando a perde-lo.

Tenho ainda a historia, com George e meu amigo Ricardo, como ficou nesta historia toda.

Meu email - Sandrinha_611@msn.com

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE - parte 4

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE – parte 4

No dia seguinte era uma terça feira e Roberto somente iria retornar na sexta, segundo ele pela manhã, trabalhei quase o dia todo, quando
foi chegando a hora de ir para casa o velho tesão começou a bater e liguei para Sheila e disse, se ela poderia cuidar de mim, e ficar até
mais tarde, comigo, pois estava me sentindo muito solitária., e ficou muito contente e disse venha Dona Sandrinha estarei lhe esperando e
fico até a hora que a Sra. Quiser.

Já estava por volta das 17 horas, fui chegar no apto. as 18hs., Hora de a Sheila ir para casa, mas me recebeu com um largo sorriso nos
lábios e disse pensei que a Sra. não fosse vir,até a volta do Sr. Roberto, já estava com saudades, disse vou me trocar mas antes vou tomar
aquele banho, tem algo para jantarmos, ela disse que sim e iria providenciar quando eu pedisse.

Perguntei não vai tirar a roupa como combinamos, e me dirigi ao banheiro, ela mais que depressa veio atrás de mim, tirando toda a sua
roupa jogando tudo pelo caminho, quando fui tirar minha roupa ela começou a me ajudar,mas eu não conseguia tirar os olhos daquele
corpo divino, que seios lindos, que pau delicioso, e disse venha na banheira comigo amor, e me acaricie e faça tudo o que tenho direito. Ela
mais que depressa, começou a me acariciar, chupar meus peitos, me esfregar, mas tomava cuidado para não encostar aquele pausão em
mim, eu disse deixa eu sentir ele, fique a vontade, ela ficou louca, me beijou, enfiou sua língua em mim, lambeu meus biquinhos, depois
me virou de bruços no tapete ao lado da banheira, pegou um tubo de ky e passou no seu monumental pau, e no meu cuzinho e tentou
enfiar, mas não conseguiu era muito grande a cabeça era do tamanho de um tomate graúdo, mas ela foi tentando e conseguiu com muito
grito de minha parte enfiar a cabeça, eu chorei e gritei pedindo para ela parar, mas ela continuou e enfiou a metade dele, eu chorando e
gritando de dor, mas foi delicioso, ela disse por hoje vai só até aqui, e começou bombar até despejar um rio de porra no meu cuzinho,
depois me banhou, pediu desculpas por eu estar chorando de dor, e passou pomadas analgésicas, e me levou para a sala e ficou me
acariciando e me beijando. Até eu parar de chorar e gemer de dor.

Eu disse Sheila vc não teve culpa eu que te provoquei e pedi, não faz mal, amanhã não vai doer mais, ela disse que se eu me queixar para
o Dr. Roberto ele a manda embora e ela não quer perder o emprego nem o contato comigo, a tranqüilizei e disse calma não aconteceu nada
que não tenha conserto.

E ficamos nos beijando até as 22h00 horário que eu iria embora, ela disse que iria dormir ali, pois tinha cama no quarto de empregada, eu
disse não durma na minha cama, e fui embora, não antes de cobri-la de beijos.

No outro dia logo quarta feira, pela manhã ia a trabalhar mas resolvi antes ligar para Sheila, que ficou contente, pois disse esta preocupada
comigo, perguntou se eu estava bem se tinha doido muito, eu disse tudo bem já estou me acostumando e talvez não vá ai hoje, vou ficar
em casa, despedi-me dando beijos, ele ficou contente e disse se quiser eu fico o tempo todo a sua espera, diga o que vai precisar que
providencio. Eu disse não hoje não irei mas a tarde telefono para vc antes de sair.

Roberto logo em seguida ligou dizendo estar na Europa e disse que sexta feira chegaria por volta das 12h00 e que gostaria que eu fosse
esperá-lo no aeroporto, mas confirmaria antes. Para eu aguardar noticia, enviou-me beijos e perguntou se Sheila e George estavam
tratando b em de mim, queria saber se eu estava feliz eu disse que sim, não tinha ainda tido necessidade do George, mas Sheila estava
cuidando bem de mim, ele reforçou o George também esta a sua disposição meu amor, eu agradeci.

Ficou martelando em minha cabeça o que ele quis dizer com ambos está ai para satisfazê-la em tudo, mas me dediquei ao trabalho, pois
alem dos meus ainda tinha o que tínhamos pegado das empresas do Roberto, era muito que fazer.

Por volta das 13h00 eu já estava louca para me vestir de fêmea, andar a vontade no apto. mas como fazer isto com Sheila por lá, as 16h00
liquei para Sheila e disse que iria passar por lá mas gostaria que ela não estivesse, pois queria apenas descansar um pouco, ela começou a
chorar e dizer que tinha estragado tudo, e que eu nunca mais a trataria com respeito e amor, e que seria despedida e que gostaria apenas
de me servir o jantar, pois faria um prato especial para mim, me massagearia, e depois iria para seu quarto de empregada, etc., etc., eu
disse tudo bem vou estar sem carro hoje portanto peça ao George para vir me buscar as 18h00.

Na verdade queria apenas falar com o George, que as 18h00 em ponto estava me esperando, entrei no carro atrás, e ele olhando me no
espelho disse para onde eu disse para o apto. ele se dirigiu para lá sem dizer uma palavra, até que eu disse, sei que vc e Sheila, já
transaram ele disse sim, mas isto não vai acontecer mais, ela é louca para colocar aquele pau nas pessoas estou fora...

Eu disse vc pode ficar me aguardando no prédio, talvez tenha necessidade de vc antes de ir para casa, ele disse tudo bem, ao descer do
carro, com o paletó na mão, olhei para trás e vi os olhos dele cravados em minha bunda, pensei que cara atrevido, vou me queixar para o
Roberto.

Entrando no apto. Sheila correu me encontrar e toda preocupada, perguntou como eu estava, se havia me machucado muito, disse que
depois do banho me faria novo curativo, etc, etc. eu disse Sheila, chega eu ganhei o que pedi, portanto para de se lamuriar e arrume meu
banho e roupas bem sex pois estou pensando em ir a um boate gay, vc vai comigo, ela disse sim se a Sra. quiser vou sim, fomos nos
arrumar, ela me vestiu com um conjunto de lingerie lindos, calcinha fio dental, meias de nylon mini-saia, blusinha com o ombro de fora,
fiquei um tesão e ela também estava deliciosa.

Nos maquiamos e fomos, George ficou louco ao me ver ficou o tempo todo olhando pelo retrovisor, eu levantava a saia mais ainda ele não
conseguia prestar atenção no transito, passei a mão no local d pau de Sheila e não tinha nada ela disse que estava preso, para cima, com
bastante esparadrapo, eu disse na volta vc solta todo ele quero lamber ele para George ver.

Ao entrarmos na boate na Rua Augusta, todas ficaram nos olhando, paqueramos muito, tomamos alguma bebida, fui cantada, mas disse
que tinha dono, e não fiquei com ninguém, nem Sheila, disse que estava no trabalho, com o amor da vida dela não queria ninguém,
bebemos, namoramos, ela encostou minha cabeça em seu ombro, ouvimos musica e fomos embora, bem felizes e leves.

No carro perguntei a Sheila se ela tinha feito o que a pedi, disse que sim que ele estava solto e livre, olhei e vi aquele pau enorme duro
como pedra, baixei a blusa de Sheila e comecei a lamber seu biquinhos acariciando seus seios, George não aquentava mais, começou a
gemer ao volante eu disse cuidado com o transito George, estamos em suas mãos, se vc quiser ver deixo vc subir e ver eu amar Sheila e
ela me possuir, vc quer, mas não pode participar, só olhar, ele disse sim, sim Sra. quero sim., continuei acariciando Sheila e ela a mim,
lambia seu pau, e tentava por ele na boca mas era difícil, mas delicioso.

Ao chegarmos em casa, George disse que iria guardar o carro e esperaria nos o chamarmos, eu disse pode subir direto, entramos nos
agarrando eu e Sheila, ela tirou minhas roupas na sala, me deixando nuazinha e tirou as suas também, com o pau que parecia ainda mais
grande, George entrou, sentou-se em uma poltrona e ficou olhando, perguntou se poderia se masturbar, eu disse que sim mas sem
encostar em nos duas.

Ele tirou aquele pau para fora era enorme, porem menor que o de Sheila deveria ter uns 20 cm, ela continuava me chupar ele ficou louco e
disse pena que não posso participar a Sra. tem um corpo lindo, mas não deixe ela lhe penetrar pois vai estragar a Sra. para sempre, nem o
patrão vai querer mais a Sra. eu disse ela lhe comeu George, ele disse tentou mas não conseguiu, nunca dei na vida e ela não conseguiu
graças.

Disse no ouvido de Sheila, querida na verdade hoje vc não vai nem tentar, estou toda machucada, ela disse eu sei a sra. vai gozar sem meu
pau, so com minhas chupadas nos seus peitinhos e no seu cuzinho, e continuou a me amar, gozei feito louca gritando, ao olhar para George
ele estava esporando rios de porra,gozado feito louco.

Sheila me deu um banho, descansamos os três, fizemos um lanche e pedi para George me levar a minha casa, no caminho, perguntei o que
significava para ele me satisfazer de todas as maneiras, ele disse que Roberto havia lhe dito que se eu quisesse foder com alguém na sua
ausência, era para nos dois eu e Sheila, satisfazermos suas vontades, pois não queria que eu saísse com outras pessoas, e nos ele sabia,
pois tínhamos feito exames médicos e tinha confiança em nos, e sabia que eu era uma mulher que gostava de sexo e ele so conseguia uma
vez, embora caprichada por dia.

Eu disse tudo bem George, gostaria que vc fosse discreto com o que viu, não quis que vc participasse, pois queria me manter para ser só
de Roberto, mas se ele deixou porque não, qualquer dia destes quem sabe George, vou esperar ele disse estou louco pela Sra., mas nunca
dê para Sheila ela não é normal.

Tudo bem George, vc já disse, mal sabia ele que eu já havia tentado e estava ainda com o cuzinho ardendo, desde ontem à noite.

Ao chegar a minha casa, ele parou um pouco antes e eu pedi para ele se virar para trás e o beijei na boca, enfiando a língua nele, e disse
aguarde George.

No outro dia, logo cedo liquei a Sheila e disse que teria de me preparar para sexta feira ir ao Aeroporto, esperar meu homem, ela disse a
Sra. não quer comprar algumas roupas, ajeitar a depilação maqueagem etc. para sexta logo cedo eu deixar tudo de jeito, a sra. chega e eu
lhe preparo, eu disse não já temos muita roupa, prepare aquele vestido lindo azul turquesa, sem costas, com o ombro de fora, bem
curtinho, lingeries, da mesma cor, prepare uma sandália meia altura que combine com o vestido, bolsa etc.,hoje a noite verificamos tudo e
se estiver de acordo, vc me ajuda não gosto de salões, prefiro seu toque no meu corpo.

Ela disse obrigado amor, pensei que não viesse hoje, só amanhã, vou lhe esperar, quer o George também, eu disse que não seria
necessário, pois vc me satisfaz e como, ela perguntou e ai esta doendo ainda, o patrão vai perceber, eu disse não amor, até amanhã já
cicatrizou tudo, e não foi ele quem sugeriu eu dar para vcs. na sua ausência.
Então não vai reclamar, será que um dia a senhora satisfaz o George ele esta louco pela senhora, e disse que faria qualquer coisa por uma
noite com a Sra. eu disse quem sabe um dia, vc quer que eu faça isto Sheila, não é isto eu até tenho ciúmes, mas quem sou eu quem
manda é a Sra. e o Sr. Roberto, quem sabe Sheila, quem sabe..

A Tarde fui correndo para o apto. e verificamos a roupa para o dia seguinte, as meias, lingeries, sandálias, se tinha maquiagem, batons,
tudo o necessário, ela disse calma providenciei tudo não falta nada, é que estou nervosa sabe Sheila amo muito este homem, e como nos
duas namoramos tenho medo de perde-lo, não disse ela ele é quem pediu para nos ajudarmos a Sra., pois teve de deixar a senhora, muito
rápido não tiveram nem tempo de adaptar a nova vida de mulher, foi muito rápido a ausência dele, ele ama muito a Sra. e não quer que vc
sofra de jeito nenhum, e nem se arrependa de ter sido transformada em mulher dele, e pense em deixá-lo.

Sheila me levou para a sala de massagens e cuidou de mim de minha pele, unhas bem feitas, esmalte incolor, devido a minha outra vida,
disse que no dia seguinte logo cedo iria passar esmalte vermelho, e batom também vermelho, eu ficaria divina, ela estava nua e seu pau
estava meio mole, ela disse que era preocupação comigo, e com meu cuzinho, disse posso passar pomada nele, amanhã no banho tiramos
tudo bem Sheila, vou para casa, amanhã vou ter de chegar tarde ou so no sábado, é bom fazer media com a família não é, antes deixa eu
endurecer este seu pau grande, comecei a alisar ele, chupar ele, do lado pois não cabia na minha boca, lambia ele e pedi para ela gozar, ela
disse posso passar a mão na senhora em seus peitinhos simem todo o meu corpo se quiser, menos no buraquinho, lambi chupei fui chupada
ate ela gozar de novo feito louca aos gritos, e se despediu de mim, dizendo até amanhã meu amor, estava louca por Sheila sexualmente, eu
disse ate quem sabe, diga ao George que não esqueci dele não..

Me dirigi para casa, morrendo preocupação, pois tinha entrado nesta vida por amor a Roberto, agora me envolvi com Sheila e me
comprometi com George, mas estava apaixonada por Roberto, e não sabia o que fazer para resolver este dilema, a não ser que fale com ele
abrindo o jogo e quem sabe arriscando a perde-lo.

Tenho ainda a historia, com George e meu amigo Ricardo, como ficou nesta historia toda.

Meu email - Sandrinha_611@msn.com

meu pai e meu tio se enfrentando

MEU PAI E MEU TIO SE ENFRENTANDO

Sou a Sandrinha vou lhes contar o que aconteceu na verdade quando meu pai descobriu que meu tio, tinha tirado minha virgindade, ele
ficou louco de ódio, e embora eu tenha dito que eu havia gostado e procurado, ele alegava que criança de 10 anos não sabe o que esta
fazendo, já marmanjos como meu tio sabem perfeitamente o que fazem, e devem ser responsabilizados por isto.

Alegou que iria procurar meu tio e acertar as contas, eu pedi para ir junto, pois pensei em aliviar a tensão, uma vez que meu pai poderia
ser violento.
ã
Fiquei preocupado, mas também curioso, será que meu pai esta bravo pelo filho ou de ciúmes, por meu tio ter tirado a virgindade, e não
ele, mas não me atrevi a dizer nada.

Meu pai, ligou para meu tio e pediu para ele ir a nossa casa, pois tinha um assunto para resolver com ele.

Logo cedo, ouvi a campainha e me levantei assustado, meu pai foi atender a porta e pediu para ele entrar, estava em casa apenas meu pai
e eu, minha mãe havia saído, papai mandou ele se sentar eu fiquei olhando através de uma fresta da porta, meu pai pediu para ele explicar
como ele teve a coragem de comer seu filho meu tio não sabia o que dizer e começou a dizer que não era bem assim, que tinha sido
apenas carinhos que ele fizera em mim, etc, etc.

Ele meu pai deu um tapa no rosto de meu tio e disse já sei toda a verdade seu puto sem vergonha e sem moral.

Como vc. Pode fazer isto com meu menino, vc sabia que eu o estava guardando para quando ficasse maior e pudesse agüentar meu pau,
com 18 anos mais ou menos, e vc. Seu tarado foi comendo o menino logo aos 10 anos, vc não tem respeito nem pelas crianças nem pelo
irmão mais velho.

A então é isto, vc. O queria para você e esta bravo por eu ter comido antes de vc seu pai desnaturado.
Mas acontece que foi num momento de necessidade, eu estava sozinho com ele no sitio minha mulher tinha viajado e ele com aquela
bundinha deliciosa, seu corpinho de menina e peitinhos mesmo com 10 anos eu não agüentei e
Comi mesmo, e ele adorou, adorou se vestir de mulher para mim, e por acaso, teve de dar para meu filhos e seu irmão também.

São coisas que acontecem, pena que nunca mais tive oportunidade de ficar com ele, até hoje sonho e me masturbo pensando nele, naquela
bundinha deliciosa, seu corpinho branquinho e seus peitinhos durinhos, morro de tesão por ele, gostaria de saber se ele ainda se lembra de
tudo o que aconteceu.

Meu pai estava roxo de nervoso e disse seu filho da puta, como vc. fez isto com meu filhinho, mas agora ele será so meu eu já estou
mantendo relações com ele e ele já é minha fêmea de nome Sandrinha., vou fazer ela minha putinha de verdade e vc. Não vai mais nem
olhar para ela, retire-se daqui seu tarado.

Eu num momento de desespero, querendo intervir na discussão, gritei não pai não mande ele embora eu gosto dos dois, deixe ele ficar
conosco aqui em são Paulo, estes dias.

Ele ficou louco de raiva de mim e disse, vc. Não dê palpites, vc tem apenas 17 anos e estou salvando nossa honra, e portanto não diga
nada, eu abracei meu pau e meu tio e disse vcs. São irmãos não devem brigar por minha causa, o que aconteceu, já é passado, vamos
viver daqui para frente, e eu como mulher dou conta de vocês dois, quando o tio tiver tempo, eu serei dele, e todos os dias do meu pai,
meu pai disse se é isto que vc. quer sua putinha, eu aceito. E pegou as malas de meu tio e disse para eu levar ao quarto de hospedes.

E corri para o quarto e me arrumei como uma verdadeira mulher, coloquei um soutien e calcinha, um vestido bem curtinho, completei meus
peitinhos com alguns enchimentos, (hoje eles são grandinhos naturalmente), naquela época não, me pintei, passei esmaltes, prendi o
cabelo em um rabo de cavalo, não dava tempo de ir a cabeleira, coloquei umas sandálias bem altas de tirinhas e fui fazer minhas
obrigações de mulher na casa, já que minha mãe estava ausente.

Os homens ficaram na sala falando sobre diversos assuntos, negócios, casa, família, etc. etc.

Preparei o jantar e o servi para meus dois homens, e sentei-me na frente dos dois, era uma mesa redonda, e os dois ficaram me
admirando, meu tio disse vc. Se tornou uma mulher linda Sandra, espero que continue cada vez mais linda ainda, pois meu irmão tem
necessidade de ter alguém, para cuidar de seu pau de 23centimetros.

E começou a rir, eu de pronto dei a volta e dei um beijo em meu pai na boca com a língua dentro dele, ele adorou e disse, beije seu tio
também meu amor, eu fui em direção ao meu tio e o beijei como se beija o homem amado, ele ficou louco de tesão, pude perceber que seu
pau ficou duro na hora.

Ambos me ajudaram a arrumar a cozinha, enquanto um lavava os pratos o outro enxugava, pensei será que esta gentileza toda é so por
minha causa.

Eles disseram se ajudarmos a Sandrinha, podemos todos ir a sala ver TV ao mesmo tempo não é mesmo.

Na sala não sabia como me portar, pois não sabia o que meu pai estava pensando, então fiquei na minha e deitei a cabeça no colo de meu
pai, senti seu pau durão, por dentro da calça, ele disse a meu tio venha neste sofá e faça massagens nos pés de Sandrinha, afinal ela
trabalhou o dia todo nesta casa.

Quase morri de tesão, nesta hora, quer dizer que meu pai estava aprovando meu tio me acariciar, eu beijei o pau dele através da calça, ele
em seguida o tirou para fora e eu comecei a chupá-lo meu tio acariciava não só os meus pés mas também minha perna e minhas coxas.

Eu estava morrendo de tesão, meu pai em certo momento disse antes de eu gosar na sua boca, querida vá colocar um baby doll e se
prepare para nossa noite, de sexo, com o titio que lhe ensinou a ser fêmea.

Corri para meu quarto e me produzi, passei mais cremes hidratantes, perfumes e me vesti como meu pai mandou, e fomos os três para o
quarto de papai, lá me deitei entre meus dois machos e comecei a beijar o pau de meu pai que já estava duro e nuzinho, e meu tio também
estava completamente nu, dava preferência a meu pai para ele não ficar bravo de novo com titio.

Chupando o pau de papai meu tio começou e beijar minha bunda e chupar meu cuzinho, quase morri de tesão, meu pai demorava a gosar
e ficou olhando meu tio me lamber, e depois disse penetre vc. Primeiro que vou gosar na boquinha de minha menina, meu tio disse que
saudades deste cuzinho, fazem mais de 6 anos e não esqueço ele nem um dia, mesmo quando como minha mulher, penso neste cuzinho
delicioso.

Papai gosou rios de porra na minha boca eu como boa filha engoli até o ultimo gole, e depois ele me beijou nos lábios, meu tio começou a
bombar, cada vez mais rápido e me inundou com sua porra que eu tanto conhecia, afinal foram 30 dias seguidos de foda quando eu tinha
10 anos, e isto não se esquece.

Após isto papai pediu para eu ir me banhar e voltar que a noite iria ser longa, assim eu fiz, quando voltei papai me colocou sentada no seu
pau, mas ele era imenso, tinha mais de 23 centímetros e eu fui baixando o corpo ele e titio me ajudando e foi entrando, entrando e eu
subia e decia, nele como se estivesse em um cavalo, e titio beijava minha boca e dizia, goze minha putinha, goze com este pausão no cu
coze, e eu gozei, gozei muito, meu pai também me encheu o reto de porra e fodemos assim a noite toda, no outro dia não conseguia nem
me levantar e doía tudo, inclusive meu cuzinho de tanto pau que levei.

Meu tio ficou em são Paulo mais uns dias e sempre nesta sacanagem toda e depois foi embora, continuei a ser mulher de papai, até minha
mãe voltar, ai dizíamos que íamos a um jogo ou coisa assim, e corríamos para um motel para eu continuar dando para meu pais.

Esta foi a briga que acabou não acontecendo entre papai e meu querido tio.

Espero que tenham gostado, isto foi na minha juventude, pena que hoje sou um homem bem maduro, e não tenho mais ninguém para me
possuir, se quiserem falar comigo e saber algum detalhe escreva.
Sandrinha_611@msn.com.

A DOCE TRANSFORMAÇÃO DE SANDRINHA

A DOCE TRANSFORMAÇÃO DE SANDRINHA

Vou tentar contar como foi meu inicio de minha vida como mulher, temo que o conto seja um pouco longo, (isto é um caso verídico) mas
acho que vcs. Vão gostar, já publiquei outros contos de minha vida e todos são verídicos. Sou moreno, quarentão, 1,75 alt. 85 quilos,
simpático, mas vamos ao que interessa quando me tornei rapaz de mais ou menos 18 anos, sempre que podia me vestia com lingeries, de
minha irmã ou de minha mãe, tinha sido muito feliz como fêmea de meu pai e meus tios, no passado quando garotinho.

Mas estava só e não me encontrava como homem e não tinha como ser mulher, pois tinha de trabalhar e não podia me depilar e nem tomar
hormônios ou coisa parecida, era responsável por ajudar nas despesas da família, tinha pai aposentado, mãe ligeiramente doente e minha
irmã que dependia de mim.

Conversando com minha irmã certo dia ela me disse por que eu era tão tristonho e não sei como me abri com ela e contei que gostaria
muito de ser mulher e me vestir como tal e que já tinha tido experiências quando garoto com o papai e meu tio, ela ficou horrorizada e
disse que iria me ajudar, pois achava que eu tinha sido abusado por eles e que isto não poderia ficar assim, eu fui aos poucos expondo a ela
que não eu tinha deixado e tinha adorado, mas meu tio faleceu, meu pai era um velho doente e eu fiquei sem ninguém, mas que isto já
faziam mais de 8 anos eu tinha desejos de ser mulher, mas não podia devido as convenções sociais, ela disse que no dia seguinte
Falaríamos sobre este assunto.

Passado alguns dias minha irmã que vou chamar de Malu, me chamou e disse que tinha solução para meu caso, eu teria de viver duas
vidas, da seguinte forma: ela iria me arrumando roupas intimas suas e eu sem que ninguém soubesse iria usar por baixo de meus ternos e
me depilaria nos locais que não fosse visível, como coxas, braços, pois eu trabalhava de terno, corpo, bundinha, peito, etc. eu vibrei e
aceitei suas idéias e comecei a viver meu paraíso escondido.

Quando recebi o primeiro pagamento de salário, do mês seguinte, ela separou uma parte e disse que fariam economias na casa e foi
comigo a uma loja de lingeries, e compramos soutiens, calcinhas, camisolas etc.

Então sempre estava depilada e passei a me chamar quando na intimidade de Sandrinha, e todos os dias ia ao trabalho de calcinha e no
inverno quando usava malhas, por baixo ia de soutiens tambem, mesmo sem ter os seios desenvolvidos (usava alguns enchimentos).

Assim fui formando meu quarda roupa, e adorava estar depiladinha e de calcinhas, minha irmã vendo minha felicidade, resolveu falar com
minha mãe tudo o acontecido comigo, e disse ela iria deixar eu me portar e me vestir como mulher em casa na intimidade, minha mãe
ficou emocionada chorou muito, pois não sabia de meu passado com meu pai, e disse que sim que eu fizesse o que fosse melhor para mim
e que iria obrigar meu pai aceitar tambem.

Senti-me no paraíso, passei a me vestir com saias, corpetes, lingeries, meia calça, e tudo o que conseguia comprar com as sobras de meu
salário, passei a ser a Sandrinha feliz daquela casa.

Com o passar do tempo a vida que estava deliciosa, passou a ser uma coisa só minha embora com o incentivo de mãe e irmã, mas faltava
algo, e minha irmã começou a procurar alguém para ser meu homem, e brincávamos muito com isto, ela perguntava e no trabalho não tem
ninguém que te olha, eu dizia que não, pois me portava como machão, e no metro, no ônibus eu dizia nada querida Malu, ela disse vou
continuar procurando, pois vc. Fica linda quando produzida, vai ter que ter alguém para lhe amar de verdade, não como os homens que vc.
Teve na infância, mas como mulher de verdade.

Um dia estava só em casa toda produzida e tocou a campainha eu não sabia o que fazer para atender, corri para meu quarto a procura de
uma roupa de homem e não encontrava, pequei de qualquer jeito um roupão e fui atender a porta, era o Sr. Fernando dono da padaria, que
foi entregar uma encomenda de minha mãe, ao apanhar o pacote o roupão abriu e ele viu meu soutiens e que eu estava depilada, mas
nada falou, depois soube que viu tambem minhas meias de nylon.
Ele disse a minha irmã em um dia que ela foi à padaria que gostaria muito de conhecer sua irmã, ela disse que não tinha irmãs e sim um
irmão, ele disse é ele mesmo gostaria de lhe conhecer e falar com ele, Malu ficou de falar comigo, mas eu recusei-me a recebê-lo, pois
tinha vergonha e ele era muito conhecido no bairro.

O Sr. Fernando era um homem maduro de uns 50 anos, forte, másculo, negro, com alguns fios de cabelos grisalhos, com 1,80 de altura, 80
quilos mais um menos, enfim um deus grego havia ficado viúvo há uns 10 anos e que se soubesse nunca mais tinha tido ninguém.

Quando minha irmã chegou a casa estava esfuziante de alegria e disse Sandrinha, o Sr. Fernando que falar com vc. , eu fiquei assustado e
contei para ela que ele havia me visto de soutiens e não sei mais o que, fiquei morrendo de medo que ele fosse depois espalhar pelo bairro
que eu era mulher, quando todos me conheciam como homem.

Um dia minha mãe foi as compras e o Sr. Fernando, falou se ele poderia vir visitar sua filha, ela pensando que fosse minha irmã disse pode
sim e ele marcou que iria no próximo sábado por volta das 8h00 minha mãe disse tudo bem.

Quando ela contou para minha irmã, ele disse mãe ele quer é visitar a Sandrinha, pois já havia perguntado sobre ela para mim, e tenho
certeza que ele quer conversar com ela e não comigo.

Ao me falarem eu fiquei apavorada, pois nunca tinha recebido visitas de homem, que estivesse interessado em mim, mas quando foi
chegando o dia minha irmã disse, vamos fazer uma super produção em vc. e vai aparecer para ele como Sandra, e começamos a me
arrumar, fazendo as unhas, me depilando todinha, escolhemos as roupas adequadas para a ocasião, calcinhas, soutiens, meia calça, mini
saia, top e sandália de salto., segundo que me viu fiquei um tesão.

Minha família, mãe, pai e irmã, estavam apreensivos, do que iria acontecer, quando chegou à visita, minha irmã o recebeu e pediu para
entrar e aguardar na sala apareceu meu pai e mãe tambem, e ele disse e a sua irmã não vem, ela então foi me buscar.

Quando entrei na sala todos ficaram deslumbrados com a visão proporcionada por mim, inclusive seu Fernando, ficou paralisado, e disse
linda vc é nunca pensei que fosse tão linda.

Entregou-me um ramalhete de rosas vermelhas e disse que eu era a rosa mais linda de todas e pediu para falar comigo a sos, ao ficarmos
sozinhos, eu muito constrangida tentei explicar para ele porque me vestia e me portava assim na intimidade, ele de pronto respondeu, sou
um negro, viúvo, não lindo para aspirar alguém como vc. mas gostaria de pedir vc. em namoro, e ai após nosso casamento eu lhe farei
mulher, sempre quis alguém como vc. e pediu quer namorar comigo.

Se vc. aceitar vou falar com seus pais, e aos poucos vc. poderá deixar de ser h na rua e será somente fêmea linda como agora, acho que
posso lhe fazer feliz, de pronto muito emocionada falei, mas não sou mulher e vc. pode encontrar muitas mulheres completas e que o farão
muito mais felizes do que eu que ainda quero me transformar em mulher, ele disse estou apaixonado por vc. desde o dia que lhe vi de
roupão, vi que vc. é a mulher ideal para ser minha companheira pela vida toda, aceite, eu disse aceito.

Falou com meus pais e todos ficaram contentíssimos, e minha mãe ainda alertou que seria muito difícil os vizinhos e conhecidos aceitarem
a nossa situação, mas se era de gosto de nos dois ela daria a maior força.

O NAMORO

No dia seguinte Fernando como havia prometido, chegou logo após terminar seus afazeres e como havia prometido, me levou a um cinema,
lá nos beijamos e fiquei encantada com seus carinhos, suas gentilezas etc., etc. após o cinema fomos jantar em uma cantina no centro de
São Paulo, como dois namorados, pois eu estava linda completamente feminina, com um lindo vestido preto tubinho e lingeries da mesma
cor, salto alto, meias enfim uma verdadeira dama, meus cabelos castanhos caiam sobre meu ombros escondendo o decote, que ia quase
ate a cintura nas costas, enfim estava um tesão.
Fernando disse que infelizmente não poderíamos passar a noite em um motel, pois só iria por ocasião de nosso casamento, eu estava louca
para ser possuída, morrendo de tesão e ele tambem, pois sua calça quando ao volante do carro pude notar estava com o pau duríssimo e
pela altura do monte, deveria ser enorme.

Assim todo o dia chegava correndo em casa, me vestia me maquiava e ficava esperando meu namorado chegar, pois fechava seu
estabelecimento por volta das 22h00 e namorávamos muito.

Um dia ele me beijava me acariciava e eu com bastante tato, mas eu ao olhar para o seu pau, sabia que era para só o aliviar. Alisei seu
pau, por cima da calça... Sentia o suave perfume do seu cacete atravessando o tecido da roupa. Esfreguei o rosto sobre o pau que
endurecia, era a primeira que sentia o cheiro do pau do homem amado. Ainda por cima da cueca, fui mordiscando, beijando o pau dele,
esfregando, pegando, apertando e sentindo a jeba ficar durona. Puxei a cueca dele e aquela tora, duraça, apareceu latejando na minha
cara. quando vi o tamanho do pau dele, quase não acreditei era enorme com cerca de 23/24 cms de comprimento muito grosso, apesar de
meio curvado prum lado, torto, era gostoso, as veias saltadas, que ia engrossando ainda mais na direção da base e com uma cabeçona
respeitável. Abri bem a boca engolindo cada pedacinho daquela pica deliciosa. Beijei, lambi, engoli a baba que saia, desci lambendo todo
aquele tronco grosso e cheio de veias, beijei e mordisquei as bolas, chupei a virilha e, dando um banho de língua, fui descendo pelas coxas,
pernas e pés, até tirar a cueca por completo, deixando-o peladão ali deitado. Era uma visão do paraíso. Voltei a chupar a pica e ele gemia
de prazer: - Ahhhh! Que boca gostosa! Chupa mais, chupa. Aaaaaaaaaiii, sua puta safada. Era isso que você queria, então toma. Tua boca
parece uma buceta agasalhando meu cacete. Viado gostoso. Chupa meu cacete, chupa mais. Ele mexia os quadris enfiando o cacete na
minha boca, me fodendo, segurando minha cabeça e empurrando ela na direção da sua vara. Remexia as pernas, se contorcia de tesão. Eu
chupava e ele fodia. O pau chegava na minha garganta e eu quase perdia o fôlego de tanto levar vara na boca. Ele urrava de prazer e pedia
mais: chupa, deixa ele duraço que eu vou te foder. Você vai ser minha puta. Esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu,
entendeu, quero este monumento dentro de mim e disse, não aquento mais quero ser sua, vou tentar agüentar esta maravilha, ele disse
vamos ficar noivos logo ai poderá concretizar seu sonho.

O NOIVADO

Fernando resolveu abrir de vez nosso relacionamento e quis fazer uma festa de noivado, e me apresentar para todos os parentes e amigos,
e assim foi feito, convidou seus parentes eu os meus e seus amigos, junto comigo fomos escolher roupas para a festa, compramos varios
conjuntos de lingeries, vestidos, saias, tops, sapatos, sandálias, perfumes, etc.

Convidamos cerca de 100 pessoas, e alguns sabiam que algo não era normal no noivado do Fernando, algumas nem imaginavam qual o
mistério de nosso noivado tão repentino, pensavam que a noiva poderia estar grávida ou coisa parecida.

A festa iniciou com a chegada de convidados, eu fui ao salão de beleza, fiz o cabelo, maquiador, massagista, manicure, e por volta de
10h00, com quase todos os convidados presentes, Fernando foi me buscar no camarim do salão de festas, e entramos de mãos dadas, foi
um frenesi geral, ninguém conhecia a noiva e fui apresentada a família de meu noivo, amigos, e todos ficaram encantados com minha
beleza e performance.

Quando a festa terminou após muito baile, e de muitas valsas com Fernando e com seus familiares, ele me beijou um delicioso beijo de
língua e falou, a partir de hoje vc. vai se transformar em mulher realmente, vai a especialistas, vai tomar remédios para se feminilizar,
hormônios, para crescerem seus seios, e tudo mais, tudo com acompanhamento medico, e vai pedir demissão do emprego, eu cuido de
seus familiares, quando muito vc. Pode me ajudar em meus negócios, mas sempre a meu lado. Ele assumiu para seus parentes e amigos
que eu era um homem e que iria virar mulher e quando isto o acontecesse iria casar comigo e viveríamos sempre juntos.

Toda a noite esperava ansiosa por Fernando, para poder beijar e acariciar meu homem, e quase sempre terminava em uma chupada
deliciosa e ele me beijava inteirinha e todos os dias chupava meus peitinhos que começaram crescer com os hormônios e remédios que os
médicos me receitaram e fui ficando mais mulher ainda. Ele me tirava a roupa e lambia meu corpo todo ia me beijando a boca, enfiando
aquela língua deliciosa, e depois beijava minhas costas e lambia toda a minha bunda me fazendo gemer e gritar de tesão, quando ele
enfiou sua língua em meu cuzinho, gosei tanto que até minha irmã, ouviu pois me perguntou como tinha sido, eu disse que não ainda, foi
só a língua dele entrando em mim. Aproveitei e contei a minha irmã que tinha um pouco de medo pois o pau dele é muito grande e a muito
tempo eu não recebia nada em meu cuzinho, ela disse tenha sempre a mão um tubo de ky, e eu passei a fazer isto deixando sempre em
minha bolsa.

Uma noite ao chupar seu pau, ele gosou muito em minha boca e eu engoli tudo, fazendo-o segundo ele o homem mais feliz do mundo ele
então disse, vamos ao seu quarto, pois hoje vc vai ser minha mulher.

Ao chegar à porta do quarto ele me pegou nos braços e levantou-me e beijando minha boca, enfiando sua língua dentro dela, entramos no
quarto. Fez questão de tirar toda a minha roupa beijando cada parte que ficava exposta, depois chupou meus peitinhos durinhos, e lambeu
minha nuca, pediu para eu me deitar de bruços e começou a lamber cada centímetro de minhas costas e foi baixando, até chegar as
nadegas onde lambeu cada pedacinho e enfiou com bastante tesão a língua em meu cuzinho, eu estava nas nuvens fiquei louca e pedi por
favor me come meu macho, come.

Ele então com muito carinho colocou a cabeça no meu buraquinho, mas era muito grande eu disse peque o ky em minha bolsa amor, ele
assim o fez, e com muito jeito conseguiu enfiar a cabeça de seu enorme pau em meu buraquinho eu gritava de dor e prazer ao mesmo
tempo, ele continuou enfiando bem devagarzinho e conseguiu enfiar até o meio do pau e quase desmaiando de dor chorava e pedia para
ele não parar, mas ele ficou com receio de me machucar e gosou com apenas a metade de seu pau dentro de meu cu, foi porra para todo o
lado, delirei de prazer e desmaiei de dor.

Cobrindo-me de beijos ele pediu desculpas, pois tinha cometido duas falhas, tentado me comer antes do casamento e me machucado,
quando voltei a mim estava toda ardida e com o cu em brasa, e fiquei triste por não ter agüentado aquela jeba toda no cu.

Nos beijamos e prometi que da próxima vez eu agüentaria, ele muito feliz disse que eu era uma mulher maravilhosa, e que sabia que com
o tempo eu acostumaria e nunca mais conseguiria viver sem este pau no cuzinho diariamente.portanto iria providenciar o casamento para o
quanto antes.

O casamento

Ele me convenceu e a meus pais que deveríamos casar o quanto antes, pois queria me colocar em sua casa para cuidar dele e ajudá-lo em
seus negócios. Portanto marcou o casamento para dali a um mês, não fazia nem um ano que nos conhecemos, o casamento consistia em
uma festa, na qual assinaríamos um contrato de união estável, e um testamento me deixando como herdeira de todos os seus bens. Eu
falei em seu ouvido não quero nada disso só quero o seu pau inteiro dentro de mim mais nada.

Minha irmã me levou logo cedo ao salão de beleza, onde eu iria me preparar para casar, era o dia da noiva, fui logo cedo, tiraram a
sobrancelha, cuidaram do cabelo, maquiagem depilação etc.

A festa e a cerimônia foram divinas, eu estava contentíssima, afinal iria me casar com o garanhão do bairro, já conhecia o tamanho de seu
pau, era cheirosinho e carinhoso, enfim iria me fazer a mulher mais feliz do mundo.Ele disse esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém.
Só meu, entendeu? Aquela era a primeira vez, a partir dali, de muitas que seria a mulher dele e estava gostando...Aquela pica era seu
trunfo para mostrar quem mandava de nós dois... As minhas forças foram vencidas, a barreira masculina que havia, em mim, estava
quebrada, meu espírito estava quebrado, e eu nada mais podia fazer, a não ser me entregar totalmente como mulher para seu homem.
Fernando chegou como um conquistador de nações, foi se apoderando de mim, como se todo o corpo fosse dele... Ele ordenou que eu
parasse, para a minha surpresa...Fernando colocou me de quatro e, depois me calçou a barriga com os travesseiros...Pelo espelho da
cabeceira da cama, de quatro, via um homem nu preparando-se para possuí-me. Eu agora seria a mulher de Fernando, acolheria em meu
corpo o pênis de um homem, que estava viril ao extremo. Por vezes olhei para meu próprio pênis que não manifestava sinal de vida,
apenas ficava mole, inerte e melado. Aguardou então a decisão do homem de me invadir, o que não demorou muito.
Paulo avidamente segurou-me pelas ancas, que bem definida, e começou a forçar a entrada. Paulo pediu para eu colaborar rebolando. Além
de aceitar um homem dentro de mim, teria de colaborar? Assim o fez, e a cabeça começou a tomar conta de meu interior. Doía, mas nada
mais podia ser feito. Fernando me segurava com força, e forçava cada vez mais, no que restou me, apenas, relaxar e rebolar, enquanto
Fernando se regojizava ao ver seu pênis cada vez mais me invadir. Lágrimas brotavam de meus olhos e ele via isso pelo espelho. Após pelo
menos quinze minutos, Paulo retirou seu mastro de mim, e mandou me virar de frente, pois queria que eu olhasse bem no rosto do homem
que me tirou a minha masculinidade. Novamente fui possuído, vendo-se com as pernas erguidas nos ombros de Fernando, e meu traseiro
totalmente livre para aquele homem se satisfazer. Após um tempo, Paulo gozou e me fez gozar junto, sem ereção, apenas sendo
penetrado. Uma coisa eu sabia. Homem eu nunca mais seria. Senti seu caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de
energia sair da base da pica, descendo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua
semente. Era magnífico ter os genes do Fernando serem absorvidos pelo meu corpo e a misturar-se com os meus. Acabamos adormecendo,
jamais irei esquecer como foi ser mulher de meu macho e até hoje parece estar vivendo cada momento.

EU MULHER DE MEU PAI

EU MULHER DE MEU PAI

Vou falar de minha experiência com meu pai, que infelizmente terminou com seu falecimento a alguns anos atrás., Sou um homem
experiente, maduro, 1,75 altura, pernas grossas, sempre tive poucos pelos no corpo, moreno claro, olhos e cabelos castanhos.
Quando criança, tive experiência com meu tio e meu irmão como contei nos contos anteriores.
Depois fiquei sozinho, morava em são Paulo, e meu irmão com meus avos no interior de SP.
Minha mãe visitava sempre seus pais no interior para visitar seus pais e meu irmão que morava no interior com meus avos.
Eu não podia acompanhá-la, pois estudava e quando chegava em casa cuidava da casa e fazia comida para meu pai que sempre chegava
por volta das 18 horas, e assim que chegava ia tomar seu banho, numa destas noites ele pediu que eu levasse a toalha pois havia se
esquecido de pegar.
Ao entrar no banheiro, vi seu pau, um enorme pau duro como pedra e fiquei abismado, não conseguindo tirar os olhos dele, meu pai
terminou o banho e vestiu uma cueca e eu fiquei olhando aquele homem sarado, delicioso se arrumando, se penteando; ele se dirigiu a
cozinha e fomos jantar, após este dia sonhava com meu pai diariamente, fiquei apaixonado e louco de vontade de ter aquele homem para
mim.
Mas como fazer para me aproximar dele?
Na noite seguinte fiquei olhando meu pai o tempo todo, mas não sabia como fazer para me aproximar, para dizer que já tinha sido de meu
tio e meu irmão, mas que estava apaixonado por ele.
Após o jantar ele foi ver tv. e eu deitei-me a seu lado no sofá e coloquei minha cabeça em seu colo, logo a seguir ele começou acariciar
meus braços, passar a mão em meu corpo, bundinha e costas, e eu nada dizíamos fingia estar vendo tv., mas meu pauzinho ficou duro e
ele logo notou e continuou suas caricias.
Ai ele disse, sei que vc. Gostou de ver meu pau ontem, quer ver ele de novo, eu mais que depressa disse que sim, ele tirou o pau para fora
e pediu para eu beijar, eu que já era experiente, chupei com o maior prazer que um homem pode ter.
Chupei o ate gosar e gosou tanto que não consegui engolir tudo, ai ele quis saber como eu sabia chupar tão bem um pau e tive de contar
sobre minhas férias na fazenda de meu tio, ele ficou possesso, e ameaçou matar meu tio, mas eu implorei a ele dizendo que nunca fui
forçado que eu adorei, mas que tinha acabado e que gostaria de continuar com ele, sendo meu homem.
Meu pai me abraçou me beijou enfiando sua língua em minha boca e eu fui a nuvem, ele perguntou se gostaria de ser sua mulherzinha,
sempre que estivéssemos a sozinhos, e disse que era o que mais queria.
Então ele pediu para que enquanto minha mãe e irmã estivessem viajando eu deveria me vestir com roupas de minha irmã, soutiens,
calcinhas, vestido e tudo o mais e quando ele chegasse a casa eu me portasse como sua mulher.
Disse ainda que fosse esperar os dias vindouros para me fazer sua mulher, que antes iria me conquistar e somente depois teríamos nossa
lua de mel, eu fiquei delirante e o beijei na boca e ficamos abraçadinhos conversando sobre nosso futuro.
No outro dia me preparei com bastante cuidado, fiz um jantar especial, me produzi, com calcinha, soutiens um vestidinho rodado de cetim,
que minha irmã usou para ir a uma festa e fiquei a espera de meu namorado como ele disse ser.
Ao chegar a casa meu namorado, me beijou deliciosamente e me deu um buquê de flores vermelhas maravilhoso, eu fiquei molhadinha de
tesão e ia acompanhá-lo ao banho, mas ele disse que não que iria só para eu aguardá-lo, pois não queria precipitar as coisas.
Fiquei na sala morrendo de tesão, e curioso, pois pensava em logo dar para ele e todos os dias ser comido por ele de todas as formas, mas
ele queria primeiro namorar comigo.
Meu homem saiu do banho perfumado, colocou uma camiseta branca, e bermuda, estava lindo e tesudo, fiquei orgulhoso de meu pai meu
futuro homem.
Fomos jantar eu me comportei como mulher fiz tudo como minha mãe fazia e ele adorou o jantar, após jantarmos ele me ajudou arrumar a
cozinha e fomos para a sala namorar, ele começou me beijar, com carinho, enfiava sua língua em minha boca enquanto passava as mãos
pelo meu corpo, eu estava morrendo de tesão pedi para chupar seu pau, ele negou a principio mas depois não resistiu e deu aquela
maravilha de 23 cm. Para eu chupar até ele gosar,. Enquanto ele enfiava o dedo em meu cuzinho, que delicia.
Após ele gosar ele me levou para meu quarto e me vestiu um baby doll e me colocou na cama e me beijando inteirinha, prometeu que no
dia seguinte eu seria sua mulher de verdade, uma vez que também não aquentava mais de tesão por mim.
No outro dia logo cedo acordei e preparei o café para meu homem, e nos beijamos maravilhosamente, com a promessa de uma noite
inesquecível, noite que ate hoje me recordo.
Preparei-me durante toda a tarde, meu pai havia pedido para não fazer jantar pois iríamos comer fora, o esperei montadinha, com lingeries
pretas, meia calça preta, mini-saia e uma camisa de cetim deliciosa, como tinha cabelos compridos, fiz escova e me preparei para minha
noite, após me maquiar, morrendo de tesão.
Ao chegar a noite meu pai após me beijar e me elogiar, correu para seu banho e disse, pegue uma bolsinha de sua irmã e vamos jantar em
um delicioso restaurante italiano, aqui de São Paulo, eu disse mas pai e eu vou assim, ele disse vai sim vc. Esta uma perfeita mulher,
vamos meu amor. Eu fui.
Ao chegar ao tal restaurante, não sabia como andar, pois estava de salto alto, e não sabia como andar direito, mas meu pai me encorajou e
disse vamos meu amor vc. Esta linda.
Ao entrar no restaurante, muitos senhores e rapazes e também mulheres me olharam e eu não sabia como fazer, mas ele disse estão
olhando para vc. Com cobiça, pois vc esta linda, tinha até pessoas que me encaravam ele disse podem olhar mas ela é só minha hoje e
sempre..
Após o jantar que estava delicioso, fomos para casa, mas antes passamos numa floricultura e ganhei mas um buquê de flores vermelhas
desta vez rosas..
Ao chegar em casa, ele me beijou, me acariciou e me pegando no colo me levou para o seu quarto de casal, e continuou a acariciar cada
centímetro de meu corpo, fui ficando louca de tesão, mas ele antes me vestiu com uma linda camisola que havia comprado especialmente
para esta noite divina, e me vestiu com ela ai disse: Sabe Sandrinha, vc. Hoje vai ser mulher, mas eu quero vc. Somente para mim, por
toda vida nunca mais quero que vc. Tenha intimidades com outros homens, e como meu pau é muito grande, talvez hoje eu não consiga
enfiar ele em vc. Inteiro.
Mas vou tentar ser o mais carinhoso possível, eu adorei os cuidados que ele teve comigo, nos beijamos demoradamente eu chupei o seu
pau e ele num 69 começou a lamber minha bundinha, meu cuzinho, eu adorava cada carinho dele, ele não quis gosar daquela forma
Tirou minha calcinha, me colocou de quatro, e passou ky em mim e em seu pau, e foi colocando a cabeça de seu enorme pau em mim,
doeu, mas eu aquentei, foi delicioso meu homem, muito carinhoso, colocou bem devagar, esperava me acoHoje sou um senhor de idade
mais ou menos avançada, e nunca mais depois de homem feito tive oportunidade de servir de mulher para alguém, se alguém quiser me
fazer mulher, escreva pois, sou moreno, casado, 1,74 altura, 80 quilos, simpático, maduro e morrendo de vontade de voltar a ser mulher.
Sand

minha infancia (com meu tio) 2 Final

MINHA INFANCIA (com meu tio – 2 –o final)

Quando contei a primeira parte desta historia, disse que estavam na fazenda o meu primo filho do meu tio, e meu irmão, acontece que um
dia meu primo entrou no quarto a noite e meu tio havia se esquecido de fechar a porta com chave, e nos pegou fazendo amor.
Eu estava de calcinha branca de rendinhas de minha prima e camisola da mesma cor e meu tio estava me beijando apaixonadamente, pois
estavamos iniciando mais um noite de amor.
Meu tio tomou um susto e pediu para meu primo entrar, trancou a porta do quarto e explicou que como as mãe estava viajando ele pediu-
me para ser sua mulherzinha enquanto isto e se ele quisesse também poderia me usar para saciar seus desejos ele deixaria.
Meu primo topou logo e ficou me admirando com olhos de desejos, fiquei muito sem graça, mas meu tio disse que ninguém mais poderia
saber, que ficaria somente entre nos tres.
Ele estava em estase vi seu pau levantando o short parecia um pequeno circo, meu tio pediu-me que o chupasse para acalmar o garoto eu
logo me dirigi aquele monumento e comecei acariciar, ainda por cima do short o priminho ficou louco e eu com muito jeito fui tirando ele
para fora e comecei a lamber o lindo pau do Luizinho, que delicia.
Era um pau que quando ele crescesse ficaria maior que o de meu tio, pois já tinha grande dimensão, e fui chupando ele enquanto meu tio
acariciava minha bunda olhando minha chupada, fui a loucura e fiz meu primo gosar em minha boca e chupei todo o leitinho que saiu dele,
ele se pos a gritar de prazer o que meu tio pediu para ele não fazer barulho, pois meu irmão Paulo, estava dormindo ao lado.
Ele disse que queria me comer também, e eu fiz uma chupeta novamente ate o pau dele ficar duro novamente, ai meu tio tirou minha
calcinha, beijando minha bundinha e me pos de barriga para baixo na cama e pediu para o filho, deitar em cima de mim, colocando o pau
dele na portinha de meu cuzinho, e foi dar o pau para eu chupar enquanto ele me enfiava o pau.
Foi uma delicia, ele foi enfiando devagarzinho, e como era menor que o do tio foi ficando cada vez mais gostoso e ele gosou um rio de porra
e gritou como louco de prazer, meu tio também gosou na minha boca e eu fiquei louca de prazer também.
Mas meu irmão acordou e assustado com os gritos de Luizinho, foi ao quarto onde nos estavamos e bateu na porta dizendo ao tio o que
tinha acontecido, pois havia escutado gritos, meu tio tentou dizer que não era nada, mas ele quis saber do Luizinho e de mim, meu tio
pediu para nos recompormos rapidamente e depois abriu a porta e deixou ele entrar.
Ao entrar no quarto ele viu roupas de minha prima em cima da cômoda e sentiu o cheiro de sexo, e quis uma explicação do que havia
acontecido, meu tio achou melhor contar a verdade a ele, e contou.
Ai ele disse que também queria entrar na farra e pediu se eu poderia me vestir de mulher para ele ver e quis dormir comigo, então meu tio
disse que então dormiríamos os quatro na cama de casal, mas somente meu irmão iria me comer aquela noite, pois senão poderia me
machucar, pois já havia dado para os dois, pai e filho.
Deitamos na cama eu fiquei entre meu tio, meu irmão e primo, meu irmão começou a passar a mão em minha camisola, de na minha
bundinha e fiquei louca de tesão meu tio me beijou a boca, enfiando a lingua meu irmão então tirou minha calcinha e colocou a pontinha de
seu pau em meu cuzinho, e começou a penetrar, foi uma delicia, e entrou tudo, meu primo me acariciava e beijava meu corpo eu chupava o
pausão do tio, e ele comia meu cuzinho, enfiando sem dó, que delicia, tres homens para mim.
Foram as melhores férias de minha vida, depois disso sempre que meu irmão, não tinha nenhuma mulher, para comer, vinha cedo para
casa e pedia para eu ser a mulherzinha dele, e eu era.
Hoje sou um senhor de idade mais ou menos avançada, e nunca mais depois de homem feito tive oportunidade de servir de mulher para
alguém, se alguém quiser me fazer mulher, escreva pois, sou moreno, casado, 1,74 altura, 80 quilos, simpático, maduro e morrendo de
vontade de voltar a ser mulher.
Sandrinha_611@msn,com
A historia de Sandrinha

HISTORIA DE SANDRINHA

Vou lhe contar um pouco de minha vida, se lhe interessar vc. vai ler até o fim senão vc. para e deleta ok
A muitos anos atrás eu era grande executivo de uma multinacional em São Paulo, e em algum momento foi necessário trocar de secretaria,
por uma bilíngüe, o depto. Pessoal, selecionou algumas candidatas para eu escolher a que melhor se adequasse as minhas necessidades.
Ao entrevistar uma loura de nome Karina, fiquei muito interessado em suas qualidades profissionais, e mandei que a contratassem.
Karina era loura bem feminina, com 1,70 de altura, corpo bem feito, pernas grossas e lindas, seios mais para grandes, mas deliciosos.
Mas a contratação deu-se exclusivamente levando em conta suas qualidades profissionais.
Com o passar do tempo tive necessidade de levar Karina comigo, para uma viagem ao Rio de Janeiro, e pedi que ela reservasse passagens
e hospedagens para nos dois.
Ao chegar ao Rio, fomos direto para nossos compromissos profissionais, e a noite fomos nos instalar em um hotel para que pudéssemos
nos preparar para um jantar de negócios.
Qual não foi minha surpresa ao chegar ao hotel, saber que Karina havia reservado apenas um apartamento, para nos dois, eu perguntar
porque e ela respondeu que era por medida de economia, disse isto rindo.
Chegando lá vi que tinha apenas uma cama de casal, e não perguntei mais nada, nos preparamos e fomos ao tal compromisso.
Ao chegar ao hotel para dormir, Karina, colocou uma maravilhosa camisola de cetim negra, com calcinha, bem cavadinha do mesmo tecido
e ficou uma delicia, não tive como resistir e a amei como se ama uma mulher maravilhosa.
Ela era insaciável em matéria de sexo, e fazia tudo o que um homem pode imaginar eu fui as nuvens a noite toda, porem quando
estávamos quase dormindo, ela me perguntou se eu havia gostado eu disse que era o maior presente que eu tinha ganho até aquele
momento da minha vida.
Ela me disse que o presente dela eu iria dar nas noites seguintes, já que iríamos ficar lá por uma semana.

Perguntei o que era ela disse que na próxima noite eu saberia.


Durante o dia, fiquei pensando o que será que esta mulher maravilhosa, pode estar querendo como presente mas esperei.
Ao terminar o dia de trabalho, fomos para o hotel, e tomamos um banho juntos, nos acariciando e nos beijando, eu a chupando e ela me
chupando, enfim fazendo tudo o que pode-se fazer, quando fomos nos deitar eu completamente nu e ela também, ela me pediu o presente
que ela tanto queria, pediu-me que vestisse sua calcinha e camisola pretas que tanto me haviam encantado, disse que a tinha comprado
pensando em me ver com ela, eu após relutar acabei concordando pois como negar algo a uma mulher tão maravilhosa.
Ao vestir as referidas peças ainda sem jeito, pois nunca tinha tido vontade de vestir roupas femininas, nem tido nenhuma tendência
homossexual , não sabia como me portar, mas notei que o tamanho realmente servia em meu corpo sinal que a tinha comprado para mim
mesmo.
Fomos para a cama e ela ficou encantada dizendo que eu era tudo o que ela havia sonhado, e que queria me fazer sua mulher, eu não
entendi nada e ela foi me beijando, me lambendo minhas tetinhas, chupando-as e começou a beijar minhas costas, eu comecei a achar
suas caricias deliciosas e passei a gemer de prazer ela ficou louca e começou a lamber minhas nádegas e enfiar a sua deliciosa língua em
meu cuzinho e delirava de tesão, que delicia, vcs. Não podem imaginar.
Gozei com sua língua dentro de mim, sem sequer tocar em meu pau, foi uma sensação que jamais esqueci em minha vida, e só quem já
passou por isso sabe o que estou dizendo.
Depois ela me colocou de bruços e ficou esfregando sua testinha da buceta em minha bunda e gozou como nunca
Depois de vários gosos seguidos eu dormi abraçado a ela que não me deixou tirar suas roupas e disse que sempre me queria assim, que
iria comprar varias roupas femininas para mim, e que eu seria sua mulher, eu meio sem saber o que fazer concordei afinal foi a melhor
coisa da minha vida.
Ao chegar a São Paulo, após o trabalho íamos a algum motel e ela sempre levava uma maleta com varias roupas e acessórios femininos, e
me vestia e eu era sua mulher, eu passei a adorar este papel, naquela época não sabia nem o que era CD ou TV. Mas achava ótimo ser sua
fêmea e ela meu macho.

Passado algum tempo, ela alugou um apto. e nos passamos a viver como marido e mulher, neste apto. (onde eu ficava até a hora de ir para
minha casa onde sou casado e tipo machão) eu tinha meu quarda roupa feminino, fazia os serviços da mulher e ela apenas me ajudava de
vez .em quando.
Eu estava adorando este paraíso, ela tinha me comprado perucas, lingeries de todos os modelos, calcinhas de todos os tipos, seios postiços,
maquiagem, não usava as dela, tinha as minhas próprias, assim que chegava ao apto. corria me produzir e preparava nossos jantar, depois
nos amávamos até a hora de eu ir embora, as vezes dormíamos juntos eu sempre como mulher ela sempre como homem.
Para me satisfazer mais comprou vários consolos, que prendia na cintura e me penetrava, com vibradores sem vibradores, de todos os tipos
imagináveis.
Tinha varias amiga suas que sabiam de nossa vida trocada e nos recebiam em festas ou jantares como eu sendo mulher e ela meu homem,
se vestia nestas ocasiões bem masculina, em casa dormia de pijama masculino,
Conheci outros homens que como eu faziam as vezes de fêmea, nestas festas e nos é que cuidávamos de servir, cozinha etc. era uma
verdadeira delicia.
Mas sempre tem um mas, um dia ela disse que eu teria que escolher ou ser sua mulher de uma vez, abandonando minha família e indo
viver com ela como sua mulher, ou então terminaríamos tudo, como sou uma pessoa muito família, achei que por mais delicioso que fosse
esta vida, tive de ficar com minha família, e ela me abandonou
Sofri muito e nunca mais tive casos com mulher alguma, e nunca procurei um homem, pois achei que não era isso o que queria.
Venho sofrendo de solidão desde que ela me deixou, uma vez a procurei, pois não aquentava mais de paixão e soube por ela que tinha se
casado na igreja e tudo o mais e que era feliz, com sua nova mulher.
Que eu fosse feliz com o que escolhi para mim.
Quem quiser escrever ou trocar idéias, sobre o assunto me escreva meu e-mail é - Sandrinha_@msn.com

minha historia (com meu tio)

Minha Infancia (com meu tio)

Quando tinha apenas 10 anos de idade, fui juntamente com meu irmão Paulo, passar as férias na fazenda de um tio no interior de São
Paulo, meu tio que chamarei de Sergio, tinha um casal de filhos, e era bem casado com tia Antonia, acontece que quando lá chequei, minha
tia teve que vir correndo para São Paulo, e trouxe minha prima com ela, ficando lá apenas eu meu tio e meu irmão.
Durante o dia passeamos bastante, andamos a cavalo, etc., etc., quando chegou à noite, meu tio colocou Paulo, para dormir na cama de
minha prima, juntamente com meu primo e eu fui dormir com ele na cama de casal dele e de minha tia.
Coloquei um short e camiseta, que usava como pijama, e meu tio deitou de cuecas, pois disse que como lá era muito quente não
costumava usar roupas para dormir com minha tia.
Eu sempre fui um garoto alto, pernas grossas, não tinha pelos no corpo, mesmo hoje não os tenho, bundinha redondinha e durinha, bem
arrebitada, motivo de brincadeiras constantes no colégio, sobre o tamanho de minha bundinha.
No meio da noite senti meu tio passar a mão sobre minha bundinha, mas fiquei quieto, pois pensei que ele estaria sonhando com minha tia,
e deixei, naquela noite não passou disso.
No outro dia corremos muito pela fazenda, passeamos etc. só sei que logo que escureceu me dirigi para o quarto, pois não aquentava mais
de cansaço, deitei sozinho, pois os tres ficaram jogando baralho, e como estava muito quente deitei apenas de short, e dormi logo a seguir.
No meio da noite, senti meu tio passando a mão em minha bundinha, e enfiava por baixo do elástico do short e acariciava, eu continuei a
fingir que dormia, senti logo a seguir ele abaixando o short e encostando seu pau em minha bundinha, como estava de lado o senti tentar
colocar aquele pausão de mais de 20 cm. Entre minhas coxas e não conseguia, fingi que me ajeitava na cama e abri as pernas, ele com o
maior carinho enfiou no meio de minhas coxas e ficou bombando ate que gosou rios de porra.
Continuei fingindo que dormia, e vi que ele correu e pegou toalhas e limpou a cama com bastante atenção e carinhos, sem fazer ruídos e
deitou-se novamente me beijando o pescoço dizendo boa noite Sandrinha (meu nome é Sandro).
No dia seguinte não via a hora de chegar à noite para sentir novamente aquele macho delicioso me acariciando e gozando em mim, pois
nunca tinha tido qualquer experiencias com ninguém até esta época, mas tinha adorado, sentir aquele pau grosso no meio de minhas
pernas.
Quando fui dormir, tão logo escureceu, vi que meu tio tinha deixado varias roupas de minha prima em cima da cama, mas achei que era,
por não ter tido tempo de guardá-las, olhei todas, algumas calcinhas, com rendinhas, soutiens, blusas, e saias bem curtinhas, depois de
olhá-las bem e sentir o cheiro delicioso de lavanda que provinha delas, coloquei onde estavam e fui dormir, mas meu pauzinho estava duro
de tanto tesão, e não via a hora de meu tio vir dormir comigo, novamente.
Logo que ele chegou no quarto, tirou todas as roupas, ficando nú com as luzes ainda acesas vi, na verdade o tamanho enorme de seu pau,
fiquei louco, para pegar naquilo, e brincar com aquilo, até fazer ele gozar novamente, mas continuei fingir que dormia.
Assim que deitou ao meu lado começou a passar a mão em minha bundinha e em meus peitinhos e me virando de barriga para cima me
beijou com bastante tesão enfiando sua lingua em minha boca, eu não sabia o que fazer e ele disse sei que esta acordado, vamos brincar
de verdade, Pois sua tia não esta em casa e eu não consigo, ficar sem fazer sexo toda a noite, tenha calma eu lhe ensino a ser uma
mulherzinha, vc. quer, prontamente respondi que sim.
Ele então me pediu para vestir as roupas de sua filha e eu obedeci, coloquei uma calcinha rosa de rendinha e soutiens também rosa,
ficando um lindo conjuntinho, e coloquei apenas uma mini-saia branca, vi no espelho que estava uma verdadeira menina.
Meu tio adorou e me abraçando beijou-me com bastante tesão e enfiando a lingua em minha boca foi me ensinando a beijar um homem.
Logo após pediu para eu me ajoelhar e chupar seu pau, eu disse que não sabia como e ele pediu para eu chupar como se chupa um
sorvete, só que quando fui tentar mal conseguia pois era muito grosso, mas fui lambendo e chupando aquela cabeçona, assim fiquei por
quase 20 m até que ele gosou em minha boca pedindo para eu engolir tudo, eu tentei, mas não consegui engolir tudo, pois era muita porra.
A seguir ele beijou meu corpo todo, meus peitinhos, minha bunda, passando a lingua no meu cuzinho ainda virgem e delirando de prazer
disse vou enfiar meu pau aqui, mas não tenha medo que o farei com bastante carinho e amor.
Pegou na cabeceira de sua cama uma lata de vaselina e passou em minha bundinha e no seu pau, enfiou um dedo dentro de meu cuzinho e
gemi de dor, mas ele disse para eu ter paciência, que depois eu iria adorar. Me deitou de bruços e me acariciando as costas, lambendo cada
centímetro de meu pescoço e costas, apontou aquele pausão, no meu cuzinho virgem e começou a penetrar, mas era muito grande e eu
quis gritar e ele tapando minha boca para meu irmão e meu primo não ouvirem do outro quarto, enfiou a cabeça, que era enorme, pensei
que iria desmaiar, mas entrou ai ele parou por alguns minutos e depois continuou sua marcha me fazendo perder o cabaço do cuzinho.
Quando estava todo lá dentro, começou bombar com muito jeito, e eu começei a gostar foi uma delicia, mesmo após tantos anos ainda
lembro da delicia que foi, e gosou enorme quantidade de sêmen, me deixando feliz, sem cabaço no cú, e sangrando, ele prontamente me
deu um banho e passou uma pomada, para que não doesse muito dizendo que isto somente acontecia na primeira vez, e que de agora em
diante não doeria mais.
Assim, fui sua mulher durante todas as férias que passei na fazenda, mas um dia seu filho, nos pegou, mas esta e outra historia e conto em
outra oportunidade de receber correspondências, comentando meu conto e algo mais.
Hoje sou um senhor de idade mais ou menos avançada, e nunca mais depois de homem feito tive oportunidade de servir de mulher para
alguém, se alguém quiser me fazer mulher, escreva pois, sou moreno, casado, 1,74 altura, 80 quilos, simpático, maduro e morrendo de
vontade de voltar a ser mulher.sandrinha_611@.msn.com

Exame Admissional

Olá a todos, Recentemente entrei em uma nova empresa, e para tal, tive que fazer um exame médico admissional, que servia tanto para a
empresa, como para eliminar a carência do novo plano de saúde. Depois de esperar alguns minutos numa salinha, fui chamado para o
consultório onde uma médica me recebeu. Ela não era nenhuma deusa, mas tinha um corpo até que legal, e uns pezinhos maravilhosos. A
sandália branca que ela usava contrastava lindamente com seus pezinhos morenos de sol, e as unhas pintadinhas de branco. Sempre
fantasiei com cenas médicas, e ao ver que seria atendido por ela me causou uma ereção imediata, que acredito eu, imediatamente
percebida. Muito simpatica, começou a preencher os formulários, me fazendo perguntas à respeito de meus hábitos e histórico familiar.
Pediu que ficasse de cueca e sentasse na maca, para ser examinado. A proximidade da pele dela com a minha, manteve meu pau mais
duro do que nunca, o que foi visto e confirmado com um belo sorriso. Mesmo assim, o exame continuou até que ela me pediu que ficasse
em pé e abaixasse a cueca, para verificar a existência de varicoceles. Fiz o que ela mandou, e quase gozei quando ela tocou no meu saco,
com as mãos devidamente calçadas com as luvas de látex. Ela segurou, levantou e massageou deliciosamente meu saco. Como disse que
tinha histórico de câncer na família, ela me pediu para virar de costas e apoiar as mãos na maca. Já adivinhei o que vinha... quando senti o
dedo, coberto de lubrificante, encostar no meu cuzinho, me arrepiei todo e soltei um gemido. Ela enfiou o dedo devagar, mas sem parar, até
o talo, massageando minha próstata e se divertindo com aquilo. Eu já estava nas nuvens, e involuntariamente comecei a gozar como um
cavalo. Parecia que tinha simplesmente aberto uma torneira no meu pau! Em meio aos meus gemidos, abaixei a cabeça e comecei a pedir
desculpas pela sujeira que havia feito ali. Caiu porra até nos dedos de um dos pés da médica, e escorria por entre os dedos. Ela, vendo
meu lado submisso se aproveitou e falou que não se importava, pois eu iria limpar tudo com a boca. fui obediente e me ajoelhei, sorvendo
toda minha porra do chão do consultório. Quando acabei, tomei o pé da minha médica delicadamente com as mãos e o aproximei da minha
boca. Lambi entre os dedos, e peguei o que pude com minha lingua, mas não consegui terminar o serviço. Ela tirou o pé das minhas mãos,
me chamou de incompetente e me deu um chute bem no meio do saco. Nisso ela tirou a sandália e enfiou o pé inteiro na minha boca... os
5 dedos e me mandou chupar o restinho que tinha ficado, fazendo o mesmo com a sandália depois. Aproveitando que eu ainda estava de
joelhos, levantou seu avental, seu vestido e tirou a calcinha, me mandando chupar aquela linda bocetinha. Apesar dse ser totalmente lisa,
tinha um cheiro forte, que me levou às nuvens. Parecia que nunca limpava aquela bocetinha depois de uma mijada. Chupei e chupei...
como era gostosa. Depois de um tempinho já começou a gozar, contraindo violentamente as coxas, quase me sufocando. O estranho é que
juntamente com o final do seu gozo, veio uma enxurrada de xixi de sua bocetinha. Como ela me segurava com as coxas, não tive outra
alternativa senão começar a engolir... ela amou minha dedicação e submissão! Depois de nos recopormos,me encaminhou ao seu banheiro
privativo onde pude tomar uma boa ducha antes de voltar para casa. Hoje procuro mulheres, preferencialmente médicas, que curtam este
tipo de fetiche e fantasia para repetir a dose e inventar coisas novas! Meu e-mail é hliberalsp@hotmail.com, assim como meu MSN. Até
breve! HLiberal

Inversão e Submissão - Como é gostoso! (Parte 1)

Há alguns meses conheci através de um bate papo uma mulher que curtia dominar homens. Após este contato inicial, passamos alguns
meses nos correspondendo por e-mail e também conversando por MSN, descobrindo tudo que tinhamos em comum. Nesta fase também,
sempre que minha esposa estava fora de casa, que começamos a brincar com a Webcam, pela qual ela podia mandar em mim à vontade
ver como eu obedecia direitinho do lado de cá. Essas \"sessões\" vistuais duravam sempre alumas horas, e incluíam feminização, onde eu
era obrigado a vestir lingeries de minha mulher e adorar as usadas, podolatria, onde era obrigado a lamber e adorar botas e sandálias, CBT,
pois manter meu pênis e saco amarrado eram vitais para que não gozasse antes da hora, estragando a brincadeira, e é claro, a inversão de
papéis. Neste último ponto, ela tinha muito prazer em me ver inserir o que fosse em meu ânus, desde que fosse aumentado o diâmetro...

Após inúmeras brincadeiras virtuais, resolvemos um dia nos encontrar, para tentar colocar na prática tudo que faziamos pelo MSN, ou
Skype.

O encontro aconteceu no estacionamento de um shopping aqui de São Paulo, onde deixei meu carro, e entrei no dela. Acho que agora é
uma boa hora para descrever-nos, apesar de ser um pouco subjetivo... Ela, 35 anos, cabelos e olhos castanhos, 1,65m de altura, pezinhos
36 e um corpo bastante gostoso. Eu, 28 anos, cabelos e olhos castanhos, 1,75m e 70 kg. Continuando...
Entrei no carro dela e me deparei com uma mulher maravilhosa, num vestido preto, de alças, e na altura das coxas. Para premiar a visão,
lindas sandálias de salto fino altíssimo vestiam pezinhos lindos e bem cuidados, com as unhas pintadas em um tom rosa bem clarinho. Ao
sentar no banco do passageiro, ela colocou ambos pés no meu colo, olhou nos meus olhos e fuzilou: \"Vamos para um motel, ou quer
tomar aquele \"café\" que me prometeu?\".
confesso que fiquei sem palavras, e automaticamente passei a acariciar aquelas jóias que tinha no colo... Já me abaixava para beijá-las
quando ela rindo falou que preferia ir ao motel também. Tirou os pés do meu colo, ligou o carro e me passou a primeira ordem. Tinha que
antes de sair do estacionamento, trocar a cueca que usava por uma calcinha trazida por ela dentro de uma sacola. Como o carro tinha os
vidros muito escuros, pude fazer a troca sem problemas, inclusive com liberdade para que ela pudesse verificar a depilação que tinha
solicitado. Vestida a calcinha, um minúsculo fio dental, partimos ao motel.

Lá chegando, enquanto a mulher da recepção preenchia o cadastro, ela perguntou em alto e bom tom se a calcinha que eu estava usando
estava machucando, pois por se tratar de um fio dental deveria estar enterrada na minha bunda. Fiquei vermelho de vergonha ao ver a
funcionária do motel com um sorriso no canto da boca.

Entrando no quarto, ficou em pé e perguntou o que eu estava esperando para continuar o que tinha começado no carro, porém, vestindo
apenas a tal calcinha preta. Me despi rapidamente e caí de joelhos, beijando os pezinhos lindos. Beijei e chupei cada dedo, colocando
inclusive a lingua por debaixo deles, entre o pé e o couro da sandália. Depois fui obrigado a lamber a sandália em si, inclusive o salto, o
qual tive que chupar como se fosse um pinto.
Uma coisa que me levava à loucura era que cada vez que eu olhava para seus olhos, podia também ver sua calcinha branca, fio dental
também, já dentro dos grandes lábios de sua vagina. A mancha úmida também era claramente visível. Eu apenas torcia para que essa
fosse a minha mordaça durante a tarde.

Depois de alguns minutos, sentou na cama e me ordenou que retirasse suas sandálias, claro que sem usar as mãos. Aviso que a tarefa não
é fácil, mas após realizada, fui premiado ao poder beijar e colocar os pezinhos quase inteiros em minha boca. Segui com meus beijos
subindo por seus calcanhares, tornozelos, até chegar em seus joelhos, que beijei e lambi demoradamente (acreditem, mulheres adoram
lambidas atrás dos joelhos), ao mesmo tempo que ela retirava o vestido, exibindo um lindo soutien imitando couro negro e deixando a
calcinha branca, já totalmente molhada bem diante dos meus olhos, boca e nariz. O perfume que emanava de sua vagina era
deliciosamente inebriante, viciante. Colocando o pé na minha testa, me empurrou para trás me fazendo cair. Com isto, sentou-se sobre
meu rosto, com a vagina bem sobre minha boca. Confesso que me sentí nas nuvens. Começou a esfregar os lábios vaginais devagar sobre
meu queixo, lingua e nariz, porém à medida que sua excitação crescia, os movimentos ficavam mais bruscos, até que senti estar lambendo
do clitóris ao seu cuzinho. Fazendo isso, gozou deliciosamentemolhando ainda mais a calcinha, que praticamente tinha desaparecido dentro
de sua vagina e bunda. Os sucos vaginais escorriam em abundância, e eu sorvia o que podia. Meu pênis doia de tão duro, mas nem ousava
encostar nele!

Finalmente, o que esperava. Ela tirou sua calcinha e enfiou toda dentro de minha boca, vestindo outra preta, que combinava com o soutien
que usava. Agora estava vestida literalmente para matar, pois calçou botas pretas, de cano bem alto. Da mesma sacola, puxou um plug
anal relativamente pequeno. De maneira muito erótica, passou o mesmo sobre sua vagina para molhá-lo com seus sucos, me mandou ficar
de quatro e o atolou em meu ânus de uma só vez, falando que puta precisa ficar com o rabo sempre pronto para levar vara.

Caso este conto tenha boa aceitação continuarei com as outras partes, envolvendo muitos outros fetiches relacionados. Meu e-mail é
hliberalsp@hotmail.com, que também é meu MSN.

Até o próximo capítulo!

HLiberal

CHUPEI O PAU DO POLICIAL NO CHURRASCO!

Enfim chegou o dia do churrasco, eu já estava na casa do meu tio desde o dia anterior, numa ansiedade louca em ver akele PM gostoso de
novo!
Foram chegandoos convidados, na maioria éram policiais, derepente vejo ele chegar, junto c sua esposa e filho! Percebí de longe q ele
estava tão ancioso qto eu. Eu vestia uma saia curtinha e uma blusa c decote grande, embora ainda fosse \"novinha\" já tinha peitões.
Qdo ele me viu, veio em minha direção dizendo: \"oi menina bonita como vc está?\" e me beijou no rosto
Eu retribui o bjo e disse no ouvido dele q estava louca de saudades dele e q mais tarde queria falar c ele.
Ele me olhou c tesão, desfarçou p q a mulher dele não percebesse e disse: \"cuidado menina...quem brinca c fogo se queima\", eu apenas
sorri maliciosamente e imagino q o pau dele tenha ficado duro naquela hora. O churrasco rolava solto, e a bebida tbém, minhas primas
paqueravam os garotos da festa e eu os PMs mais velhos q estavam lá, e depois de algumas cervejas q eles tomavam, a maioria me deu
bola, rolou até alguma \"esfregação\" calguns q éram solteiros, e isso bastou p deixar meu PM louco de ciúmes.
O churrasco estava da metade p o fim qdo a esposa dele foi ajudar minha tia a lavar toda akela louça suja e arrumar a bagunça, e eu
percebí q tinha chegado minha grande chance!
Dei um sinal p ele e fui atrás da casa sem ninguém perceber e ele fez o mesmo, assim q chegou lá ele foi logo dizendo:\"o q vc quer de
mim heim menina...tá querendo arrumar confusão p o meu lado, eu tenho idade p ser seu pai\"
Eu coloquei a mão no pau dele em cima da calça, ví q estava duro....éra enorme e disse a ele: \"se fosse meu pai não estaria c o pau duro
assim p mim!\" Agarrei no pescoço dele e mandei ver num bjo cheio de tesão, q ele (é claro) aceitou e retribuiu!
Qdo acabamos de nos beijar ele foi logo subindo minha blusa e mamando nos meus peitos, mamava e gemia, eu quase gozei, minha
bucetinha pulsava...ele meteu a mão na minha buceta por baixo da saia, abaixou minha calçinha e foi chupar minha bucetinha quente e
virgem ainda!
Chupou gostoso, lambia meu cú, gozei pela primeira vez com akele policial gostoso me fodendo c a lingua! Aí ele tirou akele pau q éra um
monstro de grande p fora, eu enlouqueci ao ver akilo, caí de boca e mamei mto, ele gemia , me chamava de putinha, dizia q eu tirava
completamente ele fora do seu juízo perfeito! Chupei akele mastro até ele encher minha boca de porra, engolí tudo e adorei o sabor
daquele leitinho gostoso!
Ele me beijou e me disse q ainda ia me comer um dia! e eu disse: \"um dia não....vc vai me comer hj!\" \"vou dizer p minha tia q não estou
me sentindo bem e q quero ir dormir na minha casa, vc fika p perto e se oferece p me levar, afinal ninguém vai desconfiar de nós dois!\"
E foi o q fiz, bem ao lado da mulher dele, ela ainda disse:\"coitadinha da menina, leva ela amor!\"
rsrsrsrsrsr me diverti c akilo...dando o homem dela de bandeija p mim, uma inocente putinha!
Entramos no carro e perto de casa paramos, éra tarde, cidade do interior, ninguém na rua, naquele tempo ainda dava p fazer isso! Ele foi
logo dizendo: \"vc é virgem?\" e eu respondí: \"claro q sim....mas agora não serei mais!\"
Então ele c cara de preocupado foi logo dizendo: \"sou umpolicial respeitado, casado e vc não pode contar p ninguém certo?\" e eu
respondí: \"vc é um policial safado q tá louco de vontade de tirar o cabaço de uma menina novinha q te deixa louco de tesão!\"
Ele tirou o pau p fora eu cai de boca de novo, aí ele tirou uma camisinha de debaixo do banco do carro e colocou, e me disse: \"vem aki no
meu colinho putinha...vem!\"
Eu fui bem depressa e fui sentando naquele cacete enorme, senti dor, disse q estava doendo, aí ele me sentou c toda força no seu pau, eu
gritei de dor, e le me mandou calar a boca, disse q eu fiz p merecer e tinha provocado ele desde o primeiro momento!\"
Fiquei doida c akelas palavras e p ele estar judiando de mim, qto mais ele judiava mais tesão eu sentia, cavalguei nakele pau bem gostoso ,
ele segurava minha bunda dos lados e me ensinou a rebolar sentada nakela vara deliciosa, eu gozei umas duas vezes, derepente percebi q
ele ia gozar, aí rebolei mais gostoso ainda e dizia p ele: \"goza na buceta da sua putinha ....goza!\" Ele urrava enquanto gozava, puxava
meu cabelo c força.
Depois q eu saí de cima dakela rola deliciosa, ví q tinha sangue, ele tirou a camisinha jogou pela janela, e nem se preocupou em se limpar,
eu tbém não, vesti minha calçinha e ele me levou embora, ficamos calados durante o caminho, qdo chegou no portão de casa, ele me
segurou forte no braço, quase machucando, e me disse: \"daqui p diante vc será minha putinha, vc pode namorar garotos deixar eles
meterem a mão na sua buceta, chupar esses peitões, mas te comer....só eu posso, vc entendeu?\"
Eu disse q sim e achei o máximo virar a putinha dakele PM gostoso e safado! Ele me beijou de novo, apertou o bico do meu peito e eu desci
do carro, ele me chamou de volta e me disse q ia comer meu cú, mas seria lá na base da policia, eu sorri e disse a ele q não via a hora!
Entrei fui tomar um banho, minha buceta ainda doía, estava toda suja de porra e sangue, lavei a calcinha no chuveiro p minha mãe não
perceber e fui dormir c o sabor do pau dakele PM gostoso na minha boca! Q delícia!!!!
Dois dias depois fui c minhas primas e c meu tio na base rodoviária e vcs nem imaginam o q aconteceu p lá............
Mas isso eu conto em outra história!
Bjos e lambidas em todos os paus q ficaram duros ao ler minha história q diga-se de passagem.....É VERÍDICA!

PQ SOU TARADA POR PMs

Eu ainda éra menina qdo fui com meu tio q éra policial rodoviário até a base buscar um documento, qdo cheguei lá tinha um policial bonitão
q deveria ter aproximadamente uns 40 anos, na época como eu tinha apenas 13 anos ele me parecia velho, hj sei q não éra rsrsrsrs
Ele disse a meu tio q ele tinha uma linda sobrinha e qdo ele estava sentado supostamente ocupado com uns papéis me chamou p sentar no
colo dele, algo inocente! Eu sentei e me lembro q adorei me sentir protegida no colo daquele homem fardado e cheio de mimos comigo,
olhei p ele e disse q ele éra legal foi qdo eu senti o volume na sua calça crescer, me assustei e lembro q eu adorei sentir akilo na minha
bunda já q estava sentada no colo dele, ele ficou mto sem graça e me tirou imediatamente do colo dele indo rapidinho ao banheiro; meu tio
me chamou p ir embora e eu nem pude dar tchau p aquele homem gostoso q me pegou no colo.
Chegando em casa fui tomar um banho e não me saia da cabeça o pau duro daquele homem encostado na minha bunda, coloquei a mão na
minha bucetinha virgem na época e ví q estava toda molhadinha, senti vontade de enfiar o dedo dentro dela mas tive medo! Eu já sabia
alguma coisa sobre sexo pois na escola já havia levado umas \"coxadas\" de alguns meninos (eu nunca fui fácil rsrsrs) e tbém sabia através
de revistas pornôs q eu e minhas primas víamos na casa do meu tio , ele escondia , mas nós achamos e eu adorava akela putaria!
éra aniversário da minha tia e meu tio marcou um churrasco e qdo o convite chegou em casa a primeira coisa q veio a minha cabeça foi:
será q o homem do pau duro vai? Então perguntei o nome daquele policial q estava na base ao meu tio e ele me disse q éra João.
Eu muito safada, algumas horas depois liguei na base e pedi p falar c ele, dei sorte pois ele estava lá, disse quem estava falando sem
vergonha nenhuma e perguntei se ele iria ao churrasco, ele disse q sim, e eu disse a ele q queria mto vê-lo e q tinha algo p falar com ele,
ele disse q tudo bem q nos veríamos no churrasco.
Contei os dias, os minutos e até q chegou o dia..........bom, aí já é uma outra história q eu conto mto breve a vcs!
Bjos cheios de tesão a todos q passarem p aki!

A BUNDA DA MINHA CONCUNHADA II

OLA EU DE NOVO AHMAD O SHEIKARABE COM UM NOVO CONTO VCS VOTARAMBEM EU ESTOU DE VOLTA

DIAS DAS MÃES E MINHA CONCUNHADA É MÃE ELA ESTAVA COM UMA BLUSINHA E UMA SHORT DE COTON UMA CALCINHA BEM PEQUENA
E ESTÁVAMOS EM UM CHURRASCO NA CSA DA MINHA SOGRA ELA APARECEU TODA GOSTOSA TINHA FEITO UM NOVO CORTE E FICOU
COM CARA DE SAFADA ELA CHEGOU E ME DISSE
-___ CUMPADRE TU TEM QUE IR LÁ EM CASA PRA VER A CAMERA NOVA POR QUE EU NÃO SEI MEXER NEM O OSCAR ,ENTÃO EU DISSE
QUE DEPOIS DE COMER EU IA VER A CAMERA.
DEPOIS DO ALMOÇO MEU CUNHADO FOI JOGAR BOLA NA PRAIA COM A FAMILIA EU DISSE QUE NÃO ERA MINHA PRAIA E FALEI PRA
MINHA ESPOSA QUE IA NA CASA DELA VER A CAMERA A ESSA ALTURA MEU PAU JÁ ERA PEDRA E A XOTA DELA JÁ BABAVA POR MIM.
CHEGANDO EU DISSE CADE A CAMERA ELA FOI BUSCAR E SE ABAIXOU DEIXANDO O SEU RABO BEM GRANDE EU ME APROXIMEI E DISSE
______NOSSA QUE BELA BUNDA NESSE SHORT,ENTÃO ELA RESPONDEU
______PENSEU QUE NÃO TINHA NOTADO SEU SAFADO E ELA JÁ VIORU E PEGOU MEU PAU POR CIMA DA ROUPA E COMEÇOU UMA
PUNHETA E ME BEIJOU BEM SAFADO
EU VIREI ELA DE COSTAS E COMECEI COM MINHA ROLA A ESFREGAR MEU PAU NO REGO
_____CALMA CUMPADRE ESSE RABO É SÓ SEU ELA TIROU A BLUSA E O SHORT E A VISÃO QUE EU TIVE FOI GOSTOSA UMA BUNDA
GRANDE UMA BUCSETA BEM GOSTOSA A CALCINHA JÁ MOLHADA DENUNCIAVA O TESÃO ENTÃO ELA SE AJOELHOU E COMEÇOU UMA
CHUPADA DIGNA DE UMA ESTRELA PORNO CHUPAVA GEMIA BATIA O PAU NA CARA PASSA NA BUCETA E FICOU DE 4 NA CAMA E DISSE:
_____ ME FODE VEM QUE HJ EU VOU FUDER MASI QUE VC HJ SOU EU QUE VOU DEMORAR A GOZAR EU QUERO ESSA ROLA , ENTÃO EU
METI FUNDO EL GEMIA DIZIA_______ AHHHHHHHHHHH ME FODE NEGO MEU JUMENTO MEUCAVALO FODE SUA VADIA ENFIA COM FORÇA
NÃO PÁRAMAIS RAPIDO MEU ANJO ISSO.BATE FUNDO NA MINHA BUCETA ,BATE NO MEU RABO ,PUXA MEU CABELO .ELA REBOLAVA E EU
FICAVA MAIS LOUCO DE DESEJO ENTÃO EU SENTEI ELA FICOU DE COSTAS EM FRENTE AO ESPELHO E VIA A BUCETA SENDO ARROMBADA
SEM TIRAR A CALCINHA É CLARO ESSE É MEU FETICHE FICAMOS FUDENDO ASSIM POR MINUTOS OU HORAS ENTÃO ELA PEDIU PRA EU
GOZAR NA SUA BOCA TIREI O PAU E DISSE
____ TOMA MEU LEITE SUA VACA AHHHHHHHHH,TO GOZANDO AHHHHH QUE BOCA GOSTOSA VAI CHUPA CHUPA AHHHHHHH TA SAINDA
AHHHHHHHHH,JORROU PORRA NA BOCA PEITO CABELO BARRIGAE BUCETA FOMOS TOMAR BANHO.
ELA TIROU A CALCINHA E TOMAMOS UM SUPER BANHO ELA JÁ TINHA DEIXADO UMA FIO DENTAL DE RENDA NO BANHO COLOCOU E
COMEÇOU A ME CHUPAR
____ME DA ESSA ROLA AHHHHH,QUE GOSTOSO TÁ BOM SEU SAFADO AGORA EU QUERO NO CÚ HUMMMMMMMMM,AHHHHHHHH QUE
ROLA GOSTOSA ME FODE VAI HUMMMMMM,AHHHHHHHHH DELICIA NEM DEU TEMPO GOZEI NA BOCA DELA DE NOVO ENTÃO FOMOS PRO
QUARTO E SEM PEDIR ELA PASSOU GEL E KY NO RABO FICOU DE 4 AFASTOU A CALCINHA GRUDOU NA CABECEIRA DA CAMA E PEDIU
_____VEM MEU PRETO ME FODE SÓ COMO VC SABE MEU CÚ TÁ COM SAUDADE ISSO VAI ENFIA TUDO ISSO QUE DELICIA AHHHHH
AI,AI,AI,AI,AI TA BEM GOSTOSO ISSO AHHHH COMO É BEM SER ARROMBADA ISSO NÃO PARA NÃO AHHHH AIIIIII,AIIIIIIII,AIIIIIII ELA
DEITOU EU FUI POR CIMA EU MORDIA ELA PUXAVA SEU CABELO E BOMBAVA BEM FUNDO NO SEU RABO
_____VAI ME APERTA ME AGARRA ME FODE NÃO PARA POR FAVOR ISSO BEM FUNDO NO MEU CÚ
AHHHHHHHH,AIIIIIIII,AHHHHHHH,HUMMMMMMMM,QUE DELICIA ISSO TIRA DO CÚ PÕE NA BUCETA VOLTA PRO CÚ
AHHHHHHHH,AIIIIIIIIIIIIII,ISSO FODE DEPOIS DE MUITO FODER EU GOZEI NA SUA CARA E PEITOS QUE MAMEI COMO UM LOUCO ELA NO
FIM AINDA DISSE
___AGORA ESPERO O DIA DOS NAMORADOS TRENHO UMA SURPRESA PRA VC E CHUPANDO MEU PAU SORRIU VOLTAMOS PRA FESTA BEM
NA HORA DO PESSOAL VOLTAR E MINHA ESPOSA ACORDAR BEM TENHO UM NOVO E-MAIL blackhorse.01@hotmail.com me add mulheres
casais que gostam de uma rola de negão adoro sexo virtual voyeurismo e muito sexo na prática continuem votando que tem muito mais
como a foda na csa de campo fica pra próxima mais votos mais estorias e tem da minha sobrinha mas fica pra próxima

Mãe safada

Olá
Meu nome é Lucas, tenho 19 anos, 1,70 metros tipo físico magro, moreno.
O que vou contar pra vocês agora é um desabafo, algo que guardo comigo desde por volta dos meus dez anos, quando começou.
É algo que me causa raiva e revolta e eu simplesmente não tive coragem de contar isso pra ninguem até agora. Por isso escrevo.

Moro com a minha mãe desde sempre. Porque nunca conheci meu pai. Nós moramos no rio de janeiro, no bairro do Arpoador.
Minha mãe, pelo que eu sei, sempre morou nessa região e deve ter engravidado do meu pai durante alguma baile que houve na época. Ela
me teve muito cedo: com 16 anos. coisa normal pra uma menina sem educação.

Acontece que mesmo pra uma menina que teve pouca educação, ela sempre foi mais assanhada que o resto das garotas. Se não acreditam
prestem atenção no que eu passo todos os dias, aqui vai um exemplo:
A nossa casa é pequena (a gnt não tem muito dinheiro, ele trabalha de doméstica e me ajuda a vender os peixes que eu pesco) e a gnt só
tem um banheiro.

Segunda passada eu cheguei cansado em casa, todo suado, tinha jogado futebol até lá pelas 10 horas com os meus amigos e quando eu
cheguei ela estava vendo tevê.

Ela estava sentada no sofá, praticamente deitada, usando o assento como encosto para as costas e as pernas sobre o corpo, abertas o
suficiente para que tivesse visão para a tv.

Quando eu vi aquilo fiquei todo vermelho, apesar de que eu ja estava acostumado com essas atitudes sem noção dela.
Mas eu não posso deixar de ter uma atitude dessas. Isso porque apessar de ela ser minha mãe ela ainda é muito nova e bonita: ela tem
mais ou menos 1,65 metros, cabelos quase pretos, compridos e cacheados, uma pele mulata clara e bem bronzeada, peitos medios,
barriguinha perfeita e uma bunda de quem aprendeu a sambar e dançar funk antes de saber andar. E ainda por cima como toda carioca não
tem costume de usar mta roupa: tava só com uma camiseta e um shorte jeans.

Quando ela me viu abriu aquele sorrizão e disse: \"oi gatinho!\"


levantou, veio até mim me olhou nos olhos provocativamente
durante um segundo, depois me deu um tapa na bunda e correu pro banheiro dando risada.
Ela sempre faz isso! E me deixa mto puto! E o pior é que eu sempre cáio!
Eu fui até lá e soquei a porta gritando: \"SÁI DAÍ CARAIO! EU QUERO TOMAR BANHO!\"
e ela dando risada:\"vai ter que esperar!\"

um tempo depois ela me sai do banheiro... enrolada na (minha) toalha e esfregando a dela na cabeça.
ela disse:
-\"pronto neguinho, pode tomar banho\"
-\"ah! legal! agora que você molhou a minha toalha tudo!\"
-\"iiiih! mas que estresse hein?! tó pega aki.\"

nisso ela se desenrola e fica pelada .

apesar de estar acostumado com essa atitude dela, eu tive que cruzar as pernas pra não deixar ela ver nada.

-\"toma. pega aqui.\"-ela falou estendendo a toalha


eu fiquei um tempo paralisado, e ia continuar ali mesmo, pq tava de pau duro e sabia que se eu chegasse perto ela ia me abraçar pra me
molhar e ia me dar um soco no saco, coisa que ela sempre faz quando me pega de pau duro.
só que:
-\"que porra é essa aí?!\"- eu falei. Tava apontando pro lado direito da bunda dela... tinha uma tatuagem... e tava escrito \"sexo\"
envolvido em um coração
-\"hahaha! gostou? quer ver mais de perto como ficou bom?\"
ela se aproximou rebolando de um jeito mto safado, deu pra eu sentir um poquinho de porra escapando do meu pau.
-\"não, valeu! ME DÁ A MINHA TOALHA?!\"- tentei aproveitar que ela tinha se aproximado e tentei alcançar a toalha...mas não deu... e
nessa hora ela fez uma coisa que eu nunca mais vou esquecer...aliás, foi por causa disso que eu resolvi escrever...não tava aguentando de
tanto bater punheta pensando nisso:

quando ela percebeu que eu ia pegar a toalha ela puxou rapidinho e disse: \"oléééé!\" e deu risada.
dai ela me olhou com aquele sorriso safado que ela sempre faz antes de me aprontar uma... virou de costas, empinou a bunda e falou: \"
ainda não me sequei direito\"
dai ela colocou a toalha entre as pernas e segurando com uma mão em cada ponta começou a esfregar na xoxota.
mano...ela tem a boceta mais gostosa que eu ja vi... é carnuda, gordinha, peladinha e bronzeada (porque ela faz questão de bronzear ela
na laje). Eu vi a minha toalha esfregando naquele buraquinho todo molhadinho...aquela agüinha melecando a minha toalha! Aquele
grelhinho indo e vindo na toalha! Nisso não deu: gozei na calça, melequei tudo!
dai a filha da puta ainda me joga a toalha na cara, me dá um beijo no pescoço e fala: \"vai tomar banho negão, ve se não demora e lava
direitinho ai embaixo\".

FILHA DA PUTA!
vocês me entendem agora não? nessas horas me dá vontade de botar ela de quatro e arrebentar de comer o cú dela! putaquepariu! Só que
eu sei que isso é errado! O problema é que eu acho que algum dia eu não vou aguentar e vou acabar fazendo merda!
chega...depois eu conto mais, agora eu tenho que sair daqui um ir bater uma punheta que eu não to me aguentando!...puts...só de lembrar
daquilo.

Dando a um desconhecido.

Meu nome é Nathaly, tenho 32a, sou morena clara, tenho 1,62 de altura e 60 k.
Não sou uma mulher linda, mas tambem não sou de se jogar fora.
O que vou contar a vcs hj foi uma experiencia muito boa em minha vida sexual.
Estava eu saindo do trabalho as 18:00 hs em um edificio do centro de Belo Horizonte quando vi um homem lindo na portaria.
Enquanto eu saía, olhava-o fixamente e ele a mim.
Eu estava neste dia com uma micro saia branca e uma camiseta coladinha no corpo.
Nos olhamos e a atração foi imediata. Ele é um homem negro, forte, corpo malhado e com um volume dentro da calça q vcs nem queiram
saber.
Bom, saí do predio e segui meu caminho. Foi grande a minha surpresa quando percebi que estava sendo seguida por aquele monumento.
A certa altura ele me alcançou e me segurou pelo braço.
Me virei e ele me beijou assim, sem falar nada.
com um olhar que dizia tudo este homem me arrastou para o motel mais proximo.
Já dentro do motel, subimos as escadas no maior amasso. Entramos no quarto e nem sequer fechamos a porta tamanha era a vontade de
trepar bem gostoso.
Eu fui a palpando aquele homem delicioso e fui descendo o beijando até alcançar o pau descomunal q se encontrava de uma forma a quaze
rasgar a calça dele. quando tirei o pau dele pra fora caí de boca. Ele não coube em minha boca mas mesmo assim continuei mamando
aquele pau até ele gozar na minha boca, gozo q engoli com gosto.
Logo depois ele me colocou de 4 e foi penetrando minha xana devagar. No começo senti um pouco de dor mas a dor logo se transformou
em prazer por sentir aquele pau enorme me arrombando.
Sem trocarmos uma só palavra continuamos ali com os corpos suados e tremendo de prazer um pelo outro.
Derrepente senti meu corpo extremecer de prazer e gozei naquele pau, quando ele sentiu q eu estava gozando, enfiou com força o pau na
minha bucetinha quente me fazendo delirar de prazer.
Ele tambem gozou dentro de mim e logo se jogou tamanho era o cansaço.
Tomamos um banho demorado e gostoso,nos vestimos e saimos do motel.
Ainda hoje, eu não sei o seu nome e nem ele o meu.
Todos os dias saio do serviço com a esperança de reencontrar o negão gostoso daquele dia.
tenho outras experiencias para partilhar com vcs mas fica pra uma outra vez.

SACANAGEM COM UM NEGÃO


Vou começar dizendo o quanto gosto de sexo , me sinto uma cachorrinha no cio quanto vejo homen mexendo no pau,sabe aquela
coçadinha \"discreta”que eles dâo? Então essa mesmo fico louca toda arrepiada com a bucetinha piscando querendo eu estar ali.
Eu estava dentro de um ônibus a caminho de casa depois de um longo dia de trabalho, estava cansada porém com muito tesao , foi quando
olhei pra traz havia um homen muito simpático por sinal pois quando me virei pra olhar ele deu um sorriso com o canto da boca, nossa
aquilo me deixou louca fiquei com vontade de ir mais para traz me sentar próxima a ele mas na tinha lugar então toda hora eu olhava até
que vagou um lugar e eu sem pensar me levantei e sentei.
Ele sorriu novamente e disse assim : conseguiu hein!!! E eu toda feliz balancei a cabeça, ele todo discreto colocou sua blusa sobre o colo e
começou a mexer no seu pau ate que ele tirou a blusa e pra minha surpresa estava tão duro que marcava toda a calça. Eu nunca tinha
saído com um negão daquele mas sempre tive vontade , pronto iria realizar mais essa vontade nem sabia qual era a intenção dele mas o
desejava era uma sensação louca uma vontade imensa de estar de joelhos ali na frente dele , sabia que ali não conseguiríamos fazer nada
pois tinha muita gente no ônibus, ele colocou minha mão embaixo da blusa e me fez sentir o quanto ele estava exitado nem sabia se era
por minha causa mas o desejava assim mesmo. Ele começou a passar minha mão sobre seu pau , eu já estava louca não iria conseguir
disfarçar por muito tempo não entendia o que estava acontecendo cmg tudo estava saindo do meu controle, foi quando pedi pra ele descer
do ônibus cmg, ele me olhou , me encarou e perguntou vc quer mesmo? Respondi que sim na hora sem pensar, já estava toda molhadinha
querendo aquela pica enorme na minha bucetinha. Descemos naquele ponto e só andamos um pouquinho até chegar em um motel que
tinha ali pertinho pedimos um quarto e subimos. Nem deu tempo de nada ele foi direto me beijar que delicia não conseguia nem respirar
sentir aquele homen me agarrando foi incrível sem palavras ele levantou minha blusinha e começou a mamar bem gostoso estava louca de
tesao nem queria preliminares queria era rola na minha buceta, ele foi descendo com sua língua enorme ate chegar na onde eu queria
nossa que delicia ele tirou minha calça e meteu sua boca na minha xaninha enxarcadinha deixando ela ainda mais molhadinha ele passava
sua língua no meu grelinho hummmm eu gemia de tanto tesão pedindo mais pra ele , até que ele se levantou e me pediu pra meter a boca
nele, fiz isso com todo prazer, não consegui engolir de tão grande que era o pau dele mas deixei ele todo meladinho prontinho pra sentir ele
dentro de mim ele me puxou e me colocou de 4 empinou minha bundinha e sem dó enfiou sua rola enorme na minha bucetinha eu gritava
de dor e tesão mas queria mais e mais aquela rola enorme entrava e saia que gostoso ele batia na minha bundinha me chamava de putinha
perguntava se eu queria mais e eu dizia que sim ele começou a passar os dedos no meu grelinho e segurava firme na minha cintura com a
outra mão , ele socava muito gostoso bem forte nossa gozei no pau dele que delicia rebolava pra sentir aquela sensação mais e mais ate
que ele tirou da minha bucetinha e colocou na minha boca . Sente sua putinha sente o gosto do seu gozo ele dizia, foi quando consegui
engolir todinha aquela pica gostosa e senti um jato quente na minha boca ,ele gozou e pediu pra não engolir ele queria ver sua porra na
minha boquinha toda meladinha ele abriu minha boca e disse agora engole que eu quero ver rapidinho o fiz mas era tanto que escorreu no
canto da minha boca ele passou o dedo e colocou na minha boca . Nossa que delicia foi a coisa mais gostosa e louca que já fiz ele se limpou
colocou sua roupa e nos fomos embora .Fui embora tão feliz que nem perguntei seu nome ,nunca mais nos vimos de novo mas toda vez
que volto pra casa de ônibus fico a procura daquele homen. SAUDADES DE TI MEU NEGÃO

Loira Casada + Roupa Sexy = Marido Corno

Ela se chama Marcela Loira (29) e eu Julio (32)


Tudo se iniciou quando vimos em uma revista que o Swing esquentava os relacionamentos
ela ficou toda animada e eu não posso negar que tambem fiquei, um belo dia ela chegou com uma roupinha apertada e sexy, uma sainha
curta e justa e uma blusinha daquelas que modelam o corpo, ela me perguntou se eu deixaria ela ir a um clube de swing vestida daquela
maneira, falei logico entrando na brincadeira, ela então falou que tal a gente ligar e ir em uma hoje a noite,

pensei pensei e falei que sim so para ver o que ela dizia e a safadinha já tinha ate o telefone, então liguei e perguntei como funcionava e o
endereço e acabamos indo, ela me dizia que era so para olhar e nada mais, eu tambem achava isso.

chegando lá ficamos em um canto bebendo uma cerveja e ela se abrindo toda, e me perguntando o que eu faria se um macho fosse para
cima dela e tal,

ela fazia questao de mostrar a pontinha da calcinha tinha uns 4 caras olhando para ela como loucos, e falando bem a verdade aquilo foi me
deixando maluco ate que uma hora ela me perguntou de novo se eu deixaria ela sair com outro eu falei que sim mas eu teria de ver tudo,
ela ficou meio que achando que era piada mas eu falei pode ir mesmo,
elA sorriu e falou que iria dancar no meio da pista de danca eu falei que tudo bem mas nao era para sair da minha vista.

e não é que a safadinha foi mesmo.

ficou dançando dançando não deu um minuto tinham dois caras em cima dela conversando, eu lembro ate hoje, um era um negão destes
fortoes e o outro era um cara normal moreno mas fisico normal,

ela sorria sorria e so provocava então o cara menor foi no ouvido dela e falou algo, ela somente olhou para mim e fez uma carinha de
duvida, eu fiz com a cabeca que sim e sorri e fiz com a mão VAI,

ela falou algo para o cara que ja pegou no bracinho dela e foi levando ela pelo meio do povo dancando e o fortao foi atras, cheguei a perder
eles de vista. levantei e fui andando procurando ate que achei os 3 em um sofa no maior amaço a sainha ja estava quASE que na
barriguinha, um beijava ela e o outro passava a mão pelo corpinho dela.

fiquei louco naquele momento sabia que seria corno em questão de minutos.

Continua...............................

Sendo Arrombado pelos meus tios!

Olá , meu nome é Luis , tenho 30 anos , e a 17 anos atrás morava em Ribeirão Preto!
Eu tinha dois tios , O Augusto e o Leandro , e sentia muito tesão por eles , pois eles erão bonitos e musculos ! Ambos tinhas 50 anos.
Em um dia , nós três ficamos sozinhos , e decidimos alugar um filme pornô!
Meus tios tiraram aquela rola gostosa dentro das calças e começaram a se masturbar , e eu olhando , De tio Augusto a rola era de 22 cm ,
e de tio Leandro era de 20 cm. Fiquei olhando aquela pica sendo masturbada , quase gozo sem encostar no meu pau!
Eles perguntaram porque eu estava olhando , e eu disse que nao era nada! E eles deram risada.
.Tio Leandro se levantou e bateu a pica na minha cara e disse:
- Chupa!
Eu com muita vergonha disse:
- Melhor nao tio!
.Tio Augusto segurou meu rosto , abriu a minha boca e Leandro enfiou a pica totalmente dura!
Começei a engolir aquele cacete gostoso , sem menor dó!
Eles me Colocaram na posição frango assado e Tio Augusto começou a me comer , enquanto Leandro enfiava a pica na minha boca.
Eu quase gritava de dor e dava uns gemidinho dizendo:
- Mete mais , enfia as bolas meu tio gostoso , eu sou sua puta!
Ele metia mais e mais ...
Tio Leandro ficou em baixo de mim e começou a meter , enquanto Augusto metia em mim também.
Fiquei louco de prazer.
Os dois anunciaram que iríam gozar , então gritei:
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Tio Augusto gozou dentro do meu rabinho , já estourado
Tio Leandro tirou o pau e gozou em minha boca.
Nós ficamos parados ali , e , derepente , meu pai chega e abre a porta , pegando-nos no flagra.
Ele se entrete , tira a roupa e comça beijar o meu Tio Augusto.
Depois de meia hora estava eu novamente , dando o rabo pro meu Tio Augusto e pro meu Tio Leandro , e chupando a rola do meu Papai.

Foi Muito gostoso!

MAGRINHA DELICIOSA - VERIDICO

Magrinha e muito Deliciosa - Verídico


Por lukasto - grandelukas@gmail.com

Bom, meu nome é Lukas e estou muito feliz por ter decidido compartilhar com os leitores meu primeiro conto erótico. Este é um conto
verídico, e somente o nome de alguns personagens foram alterados. Espero que gostem!
Tenho hoje 35 anos, mas na época gozava dos meus mais deliciosos 23 anos. Com 1,87 de Altura, Moreno Claro, Cabelos e Olhos
Castanhos e um corpo de jogador de vôlei, nunca tive qualquer receio em azarar as mulheres que me interessavam, fossem elas casadas
ou solteiras. Afinal, com 23 anos não faltava energia e muito menos vontade de gastá-la.
Desde os vinte mudei pra uma cidade no interior de minas, onde com o objetivo de estudar morei em pensionatos e posteriormente vim a
morar sozinho. Começava aí uma serie de historias que estarei compartilhando a partir de hoje.
Tinha um grande amigo chamado Emerson que sempre participava das festas que fazia em casa. Um belo dia recebi a visita de Emerson
acompanhado de duas amigas que foram me convidar a tomar um chopinho na cidade. De cara não me interessei muito na amiga que
parecia ser minha companhia, já que Emerson chegou atracado na outra garota (Rita). Emerson insistiu para que saíssemos e apresentou-
me Felina, uma garota bonita, mas meio magrinha, o que fugia um pouco ao meu tipo de garota.
Não querendo sair e sem querer parecer indelicado, os convenci a ficarem em casa, onde prepararia umas caipirinhas e ouviríamos musica.
Depois de algumas caipirinhas, muitos risos e musica, fiquei sem graça de ver Rita e Emerson pegando fogo na minha frente, e apesar do
tesão que começava a me despertar, fui pra área dos fundos com a desculpa de recolher algumas roupas do varal pra não molharem.
Pra minha surpresa Felina que parecia tímida, me seguiu em passos silenciosos e surgiu por trás de mim tampando meus olhos e
oferecendo ajuda. Apesar de magra seu corpo era bem definido, com uma cinturinha de modelo. Felina tinha olhos grandes, imponentes e
muito penetrantes, uma boca carnuda e seios deliciosamente grandes e incrivelmente empinados. Sua pele era morena e seus cabelos
pretos e longos. Felina Tinha somente 19 anos mas toda certeza do que queria e gostava.
Por perceber seu interesse por mim, a tratei como se não fizesse questão de me envolver com ela, o que resultou em um incontrolável
interesse em me conquistar.
Após alguns assuntos picantes e tentativas frustradas de Felina, observei que ela se mostrava desanimada com as investidas, pois eu
sempre a tirava de campo. Nesse momento eu já me excitava com a possibilidade de transar com aquela magrinha deliciosa. Felina me
deixou sozinho e foi caminhando para um corredor escuro que dava saída para frente da casa. Percebi então, que era hora de atacar.
Sem que ela percebesse peguei com firmeza seu braço direito e sem qualquer explicação comecei a beijá-la freneticamente como se a
desejasse a anos. Meus lábios corriam por toda a boca junto com minha língua molhada e quente. Felina mal teve tempo de respirar ou
falar, e sem pensar beijei-a por todo pescoço e orelhas, enquanto minhas mãos encostavam sua cintura em meu membro duro e viril. Sem
entender, felina tentou impedir que eu tocasse sua bundinha e sua delicada bucetinha. Foi quando percebi que eram dias inadequados para
um bom sexo, pois felina estava naqueles dias.
Isso me irritou muito e Felina logo deu um jeito de se desculpar. Percebendo sua vergonha, fiz com que ela pagasse caro por minha
decepção. Continuei a beijar e ame esfregar em seu corpo soltando murmúrios e frases de muito tesão. Ela suspirava quando mordiscava
sua orelha e dizia que um dia eu a chuparia todinha até gozar em minha cara. Nessa hora tirei meu pinto pra fora e pedi para que chupasse
ali mesmo em pé no corredor. Felina pensou em relutar, mas não queria me decepcionar novamente e segurou meu mastro e colocando
tudo que podia em sua boca, chupando como um picolé delicioso. Observando que tentava sair, segurei a cabeça de Felina em direção ao
meu Cacete até que minha porra encheu sua boca e melou todo seu rosto.
Não me dei por satisfeito e exigi de Felina que nos encontrássemos em outra ocasião.
No fim de semana seguinte fui buscar Felina com um fusca emprestado, e lá chegando fui exibido a suas amigas como um troféu. Isso me
fez bem e me provocou uma tremenda vontade de retribuir sua gratidão. Claro que ao meu modo.
Saímos imediatamente dali e Felina queria passear primeiro, mas com a desculpa de não ter habilitação pedi para irmos direto pra minha
casa. Ela mal sabia o que tinha preparado pra recebê-la.
Em meu território, as coisas aconteciam sempre como eu planejava. Tomamos algumas caipirinhas e ao som de uma música romântica
levei-a até a sala, onde tinha deixado um colchão preparado pra uma noite de muito sexo. Felina assustou-se com minha pretensão mas
logo que apaguei as luzes e acendi as velas toda sua resistência foi embora, expulsada também pelo primeiro beijo da noite.
Ela usava uma saia curta tipo colegial e uma blusinha do tipo tomara que caia. Peguei-a nos braços como em um momento de lua-de-mel e
deitei-a no colchão da sala.
Depois de beijar cada pedacinho do seu pescoço, tirei vagarosamente sua blusa e comecei a chupar seus arrepiados seios. Felina
sussurrava uma mistura de para e continua. Continuei passando toda minha língua em sua barriguinha e mordiscando sua pele suavemente
sem repetir lugar. Felina gemia como uma louca ao mesmo tempo que tentava se segurar pra não fazer escândalos. Suas pernas já
estavam abertas e seus pés pareciam ganchos me puxando pra penetrá-la. Com a frieza de quem tinha pensado em tudo preferi judiar
mais um pouco e saborear todo aquele tesão que também me dominava. Naquele momento eu parecia o mais experiente dos homens. Virei
Felina bruscamente de costas pra cima e sem que ela percebesse peguei uma pedra de gelo que estava em um de nossos copos de
caipirinha. Coloquei o gelo na boca deixando minha língua e lábios extremamente gelados. Passei a língua em sua nuca e fui descendo até o
início de sua bundinha. Seus pelos arrepiavam a cada passada de língua gelada. Tirei então a saia de Felina juntamente com sua calcinha e
comecei a passar minha língua gelada entre sua doce bucetinha e seu delicioso cuzinho. Senti nesse momento que faria o que quisesse sem
ser proibido. Virei-a novamente de frente e chupei freneticamente sua bucetinha como se tivesse mel, e só parei quando Felina começou a
tremer seu quadril como se me avisasse que estava prestes a gozar. Acelerei minhas chupadas passando minha língua em volta do seu
grelinho enquanto lubrificava meu dedo em sua bucetinha. Quando parava meus lábios em seu grelinho e dava pequenos chupões, Felina
cravava suas mãos em meus cabelos para que eu não me atrevesse a parar. Quando percebi que seu orgasmo seria inevitável, suguei toda
sua bucetinha enfiando minha língua em sua xoxotinha molhada ao mesmo tempo que meu dedo lubrificado precionava a entrada
devagarzinho no seu cuzinho. Senti a pele de Felina se arrepiar e ouvi um grito abafado pelo travesseiro e todo orgasmo delicioso
queimando minha boca. Continuei a chupa-la mais intensamente passando minha língua em toda sua bucetinha e até a porta do seu
maravilhoso cuzinho enquanto minhas mãos esfregavam seus seios e apertavam sua bundinha pra que ela ficasse mais próxima de minha
boca.
Felina sentiu orgasmos pausados com intervalos tão pequenos que pareciam um só gozo de tezão incontrolável. Uivava com uma fera
descontrolada em gemidos que nem tinham palavras, exceto algo do tipo: “chupa tudo, ahhhh, me mataaaa!, não paraaaaaaaaaaa!!”.
Ao recuperar o fôlego ouvi um murmúrio de Felina dizendo não agüentar mais de tanto gozar, mas isso pra mim era como um convite para
que eu marcasse com muito prazer o que eu tinha certeza que ela nunca tinha experimentado. Então coloquei aquele corpinho magro e
exausto de quatro com minhas duas mãos e sem que ela tivesse tempo de dizer algo coloque meu membro latejante de tezão naquela
xoxotinha maravilhosa. Ouvi um “Ai eu não agüento mais”, “eu vou desmaiar”, “para que eu estou ficando louca”, mas sem dó nem piedade
soquei com facilidade meus 18 cm de cacete que num vai-e-vem louco me fez perder o controle e levantá-la bruscamente pra que suas
costas grudassem no meu peito. Enquanto eu a comia por trás minhas mãos ora apertavam os seios ora entravam os dedos em seus longos
cabelos que eram puxados de tesão. Percebi, então,i que Felina adorava um misto de prazer e dor, e logo juntei seus cabelos como um rabo
de cavalo e mordia com tesão sua nuca enquanto meu cacete a socava sem parar. Eu a cavalgava como se ela fosse uma potranca em
disparada. Comecei a percerber que meu auto controle estava indo embora. Senti arrepios como se estivessem dentro da pele puxando
tudo pro meu cacete. Felina já não suportava mais e sem o travesseiro pra impedir, seu grito de prazer podia ser ouvido sem esforço pelos
vizinhos. Tentei abafá-la com as mãos mas recebi uma mordida de prazer de Felina que se mostrava sem qualquer controle de si mesma.
Nesta hora Felina caiu seu corpo para frente e na mudança brusca de posição meu cacete que estava prestes a encher aquela xoxotinha de
pôrra escapoliu no vai-e-vem e penetrou aquele cuzinho virgem que não conseguiu segurar tanta tesão e um cacete todo lubrificado.
Felina com a cara novamente no travesseiro deu um grito, cravou as unhas no colchão e pro meu espanto me pediu em voz de dor: “fode
tudo, fode, fode sem parar, come minha bunda, que eu vou gozar ah ah ah ah ah ah!!!!”...e juntos gozamos como loucos animais
ruminantes. Meu gozo era tanto e tão intenso que queimava Felina por dentro e eu me sentia sendo virado ao avesso com toda minha
energia saindo com meu orgasmo.
Logo com a diminuição do orgasmo, Felina pediu pra que eu tirasse pois a dor estava ficando maior.
Depois de alguns minutos tranzamos novamente como um casal apaixonado, agora bem suave e sentindo cada milímetro de meu cacete
entrando e saindo naquela posição de Papai-Mamãe. Ficamos assim enquanto nos beijávamos como apaixonados. Pra minha surpresa essa
forma tão diferente ao que tínhamos acabado de fazer foi provocando um delicioso calor que nos fazia suar muito e grudava nossos corpos
que pareciam um só. Era tão louco o que estávamos vivendo que um longo e sufocante beijo enquanto transávamos é que arrancou
simultaneamente um delicioso e tão intenso orgasmo que ficamos sem forças pra nos desentrelaçar.
Infelizmente esta foi a ultima vez que vi Felina. Descobri que estava somente de passeio na casa de uma prima e que voltara pra sua
cidade. Despedimos com a certeza de que tinha sido a melhor transa que tivemos. Na verdade vivi outras maravilhosas transas, mas isso é
um assunto para o próximo conto.

Quem quiser se comunicar ou compartilhar novos contos, aqui vai meu e-mail: grandelukas@gmail.com. - Um grande abraço a todos!

MAGRINHA DELICIOSA - VERIDICO

Magrinha e muito Deliciosa - Verídico


Por lukasto - grandelukas@gmail.com

Bom, meu nome é Lukas e estou muito feliz por ter decidido compartilhar com os leitores meu primeiro conto erótico. Este é um conto
verídico, e somente o nome de alguns personagens foram alterados. Espero que gostem!
Tenho hoje 35 anos, mas na época gozava dos meus mais deliciosos 23 anos. Com 1,87 de Altura, Moreno Claro, Cabelos e Olhos
Castanhos e um corpo de jogador de vôlei, nunca tive qualquer receio em azarar as mulheres que me interessavam, fossem elas casadas
ou solteiras. Afinal, com 23 anos não faltava energia e muito menos vontade de gastá-la.
Desde os vinte mudei pra uma cidade no interior de minas, onde com o objetivo de estudar morei em pensionatos e posteriormente vim a
morar sozinho. Começava aí uma serie de historias que estarei compartilhando a partir de hoje.
Tinha um grande amigo chamado Emerson que sempre participava das festas que fazia em casa. Um belo dia recebi a visita de Emerson
acompanhado de duas amigas que foram me convidar a tomar um chopinho na cidade. De cara não me interessei muito na amiga que
parecia ser minha companhia, já que Emerson chegou atracado na outra garota (Rita). Emerson insistiu para que saíssemos e apresentou-
me Felina, uma garota bonita, mas meio magrinha, o que fugia um pouco ao meu tipo de garota.
Não querendo sair e sem querer parecer indelicado, os convenci a ficarem em casa, onde prepararia umas caipirinhas e ouviríamos musica.
Depois de algumas caipirinhas, muitos risos e musica, fiquei sem graça de ver Rita e Emerson pegando fogo na minha frente, e apesar do
tesão que começava a me despertar, fui pra área dos fundos com a desculpa de recolher algumas roupas do varal pra não molharem.
Pra minha surpresa Felina que parecia tímida, me seguiu em passos silenciosos e surgiu por trás de mim tampando meus olhos e
oferecendo ajuda. Apesar de magra seu corpo era bem definido, com uma cinturinha de modelo. Felina tinha olhos grandes, imponentes e
muito penetrantes, uma boca carnuda e seios deliciosamente grandes e incrivelmente empinados. Sua pele era morena e seus cabelos
pretos e longos. Felina Tinha somente 19 anos mas toda certeza do que queria e gostava.
Por perceber seu interesse por mim, a tratei como se não fizesse questão de me envolver com ela, o que resultou em um incontrolável
interesse em me conquistar.
Após alguns assuntos picantes e tentativas frustradas de Felina, observei que ela se mostrava desanimada com as investidas, pois eu
sempre a tirava de campo. Nesse momento eu já me excitava com a possibilidade de transar com aquela magrinha deliciosa. Felina me
deixou sozinho e foi caminhando para um corredor escuro que dava saída para frente da casa. Percebi então, que era hora de atacar.
Sem que ela percebesse peguei com firmeza seu braço direito e sem qualquer explicação comecei a beijá-la freneticamente como se a
desejasse a anos. Meus lábios corriam por toda a boca junto com minha língua molhada e quente. Felina mal teve tempo de respirar ou
falar, e sem pensar beijei-a por todo pescoço e orelhas, enquanto minhas mãos encostavam sua cintura em meu membro duro e viril. Sem
entender, felina tentou impedir que eu tocasse sua bundinha e sua delicada bucetinha. Foi quando percebi que eram dias inadequados para
um bom sexo, pois felina estava naqueles dias.
Isso me irritou muito e Felina logo deu um jeito de se desculpar. Percebendo sua vergonha, fiz com que ela pagasse caro por minha
decepção. Continuei a beijar e ame esfregar em seu corpo soltando murmúrios e frases de muito tesão. Ela suspirava quando mordiscava
sua orelha e dizia que um dia eu a chuparia todinha até gozar em minha cara. Nessa hora tirei meu pinto pra fora e pedi para que chupasse
ali mesmo em pé no corredor. Felina pensou em relutar, mas não queria me decepcionar novamente e segurou meu mastro e colocando
tudo que podia em sua boca, chupando como um picolé delicioso. Observando que tentava sair, segurei a cabeça de Felina em direção ao
meu Cacete até que minha porra encheu sua boca e melou todo seu rosto.
Não me dei por satisfeito e exigi de Felina que nos encontrássemos em outra ocasião.
No fim de semana seguinte fui buscar Felina com um fusca emprestado, e lá chegando fui exibido a suas amigas como um troféu. Isso me
fez bem e me provocou uma tremenda vontade de retribuir sua gratidão. Claro que ao meu modo.
Saímos imediatamente dali e Felina queria passear primeiro, mas com a desculpa de não ter habilitação pedi para irmos direto pra minha
casa. Ela mal sabia o que tinha preparado pra recebê-la.
Em meu território, as coisas aconteciam sempre como eu planejava. Tomamos algumas caipirinhas e ao som de uma música romântica
levei-a até a sala, onde tinha deixado um colchão preparado pra uma noite de muito sexo. Felina assustou-se com minha pretensão mas
logo que apaguei as luzes e acendi as velas toda sua resistência foi embora, expulsada também pelo primeiro beijo da noite.
Ela usava uma saia curta tipo colegial e uma blusinha do tipo tomara que caia. Peguei-a nos braços como em um momento de lua-de-mel e
deitei-a no colchão da sala.
Depois de beijar cada pedacinho do seu pescoço, tirei vagarosamente sua blusa e comecei a chupar seus arrepiados seios. Felina
sussurrava uma mistura de para e continua. Continuei passando toda minha língua em sua barriguinha e mordiscando sua pele suavemente
sem repetir lugar. Felina gemia como uma louca ao mesmo tempo que tentava se segurar pra não fazer escândalos. Suas pernas já
estavam abertas e seus pés pareciam ganchos me puxando pra penetrá-la. Com a frieza de quem tinha pensado em tudo preferi judiar
mais um pouco e saborear todo aquele tesão que também me dominava. Naquele momento eu parecia o mais experiente dos homens. Virei
Felina bruscamente de costas pra cima e sem que ela percebesse peguei uma pedra de gelo que estava em um de nossos copos de
caipirinha. Coloquei o gelo na boca deixando minha língua e lábios extremamente gelados. Passei a língua em sua nuca e fui descendo até o
início de sua bundinha. Seus pelos arrepiavam a cada passada de língua gelada. Tirei então a saia de Felina juntamente com sua calcinha e
comecei a passar minha língua gelada entre sua doce bucetinha e seu delicioso cuzinho. Senti nesse momento que faria o que quisesse sem
ser proibido. Virei-a novamente de frente e chupei freneticamente sua bucetinha como se tivesse mel, e só parei quando Felina começou a
tremer seu quadril como se me avisasse que estava prestes a gozar. Acelerei minhas chupadas passando minha língua em volta do seu
grelinho enquanto lubrificava meu dedo em sua bucetinha. Quando parava meus lábios em seu grelinho e dava pequenos chupões, Felina
cravava suas mãos em meus cabelos para que eu não me atrevesse a parar. Quando percebi que seu orgasmo seria inevitável, suguei toda
sua bucetinha enfiando minha língua em sua xoxotinha molhada ao mesmo tempo que meu dedo lubrificado precionava a entrada
devagarzinho no seu cuzinho. Senti a pele de Felina se arrepiar e ouvi um grito abafado pelo travesseiro e todo orgasmo delicioso
queimando minha boca. Continuei a chupa-la mais intensamente passando minha língua em toda sua bucetinha e até a porta do seu
maravilhoso cuzinho enquanto minhas mãos esfregavam seus seios e apertavam sua bundinha pra que ela ficasse mais próxima de minha
boca.
Felina sentiu orgasmos pausados com intervalos tão pequenos que pareciam um só gozo de tezão incontrolável. Uivava com uma fera
descontrolada em gemidos que nem tinham palavras, exceto algo do tipo: “chupa tudo, ahhhh, me mataaaa!, não paraaaaaaaaaaa!!”.
Ao recuperar o fôlego ouvi um murmúrio de Felina dizendo não agüentar mais de tanto gozar, mas isso pra mim era como um convite para
que eu marcasse com muito prazer o que eu tinha certeza que ela nunca tinha experimentado. Então coloquei aquele corpinho magro e
exausto de quatro com minhas duas mãos e sem que ela tivesse tempo de dizer algo coloque meu membro latejante de tezão naquela
xoxotinha maravilhosa. Ouvi um “Ai eu não agüento mais”, “eu vou desmaiar”, “para que eu estou ficando louca”, mas sem dó nem piedade
soquei com facilidade meus 18 cm de cacete que num vai-e-vem louco me fez perder o controle e levantá-la bruscamente pra que suas
costas grudassem no meu peito. Enquanto eu a comia por trás minhas mãos ora apertavam os seios ora entravam os dedos em seus longos
cabelos que eram puxados de tesão. Percebi, então,i que Felina adorava um misto de prazer e dor, e logo juntei seus cabelos como um rabo
de cavalo e mordia com tesão sua nuca enquanto meu cacete a socava sem parar. Eu a cavalgava como se ela fosse uma potranca em
disparada. Comecei a percerber que meu auto controle estava indo embora. Senti arrepios como se estivessem dentro da pele puxando
tudo pro meu cacete. Felina já não suportava mais e sem o travesseiro pra impedir, seu grito de prazer podia ser ouvido sem esforço pelos
vizinhos. Tentei abafá-la com as mãos mas recebi uma mordida de prazer de Felina que se mostrava sem qualquer controle de si mesma.
Nesta hora Felina caiu seu corpo para frente e na mudança brusca de posição meu cacete que estava prestes a encher aquela xoxotinha de
pôrra escapoliu no vai-e-vem e penetrou aquele cuzinho virgem que não conseguiu segurar tanta tesão e um cacete todo lubrificado.
Felina com a cara novamente no travesseiro deu um grito, cravou as unhas no colchão e pro meu espanto me pediu em voz de dor: “fode
tudo, fode, fode sem parar, come minha bunda, que eu vou gozar ah ah ah ah ah ah!!!!”...e juntos gozamos como loucos animais
ruminantes. Meu gozo era tanto e tão intenso que queimava Felina por dentro e eu me sentia sendo virado ao avesso com toda minha
energia saindo com meu orgasmo.
Logo com a diminuição do orgasmo, Felina pediu pra que eu tirasse pois a dor estava ficando maior.
Depois de alguns minutos tranzamos novamente como um casal apaixonado, agora bem suave e sentindo cada milímetro de meu cacete
entrando e saindo naquela posição de Papai-Mamãe. Ficamos assim enquanto nos beijávamos como apaixonados. Pra minha surpresa essa
forma tão diferente ao que tínhamos acabado de fazer foi provocando um delicioso calor que nos fazia suar muito e grudava nossos corpos
que pareciam um só. Era tão louco o que estávamos vivendo que um longo e sufocante beijo enquanto transávamos é que arrancou
simultaneamente um delicioso e tão intenso orgasmo que ficamos sem forças pra nos desentrelaçar.
Infelizmente esta foi a ultima vez que vi Felina. Descobri que estava somente de passeio na casa de uma prima e que voltara pra sua
cidade. Despedimos com a certeza de que tinha sido a melhor transa que tivemos. Na verdade vivi outras maravilhosas transas, mas isso é
um assunto para o próximo conto.

Quem quiser se comunicar ou compartilhar novos contos, aqui vai meu e-mail: grandelukas@gmail.com. - Um grande abraço a todos!

Comi casadinha e ganhei bouete na Via Anchieta

Eu trabalho e moro na regiao do ABC e ela sempre passava nafrente da loja, morena, bonita 1,65 , seios redondinhos e durinhos, aquela
mulher que todos olham quando passa ate que um dia começamos a conversar, sempre assuntos corriqueiros, mas reparei um certo
interesse em mim.Sou grisalho, 46 anos 1,70, acho ate que sou um pouco charmoso, continuando, um dia estava no shopping proximo e
vejo a Roberta passeando sozinha, era muito quente e ela estava com uma tomara que caia que denunciava os seus lindos seios e uma
mini saia que deixava toda sua forma, pernas, coxas ainda mais lindas que que pareciam ser, me aproximei e começamos um bom bate
papo ate o assunto tomar um rumo legal, perguntei se estava sozinha, se o maridao nao tinha ciumes de deixa-la andar sozinha e tao
linda, ela respondeu que era o dia do futebol e que toda quarta feira ficava sozinha, ai foi um prato cheio para dizer a ela varias coisas, que
eu nao trocaria um jogo para deixar uma mulher tao atraente sozinha, e aquelas coisas que nos gostamos falar e elas adoram ouvir, bom
mais o assunto foi aprofundando e ela tambem perguntou o mesmo, disse que minha mulhjer viajara p o litoral para ver a mae dela, que
tambem era uma pena eu estar sozinho.Quando ela disse isso, me aproximei dela e passei a mao em seu rosto e instantaneamente senti
seu corpo arrepiar por completo, mais que depressa aproveitei o momento dei um selinho nela, o que fui correspondido de imediato, saimos
do shopping pois temos muitos conhecidos por ali e fomos em direçao do meu carro. Saimos no sentido da Via Anchieta, pouco tempo de
estrada, coloquei minha mao sobre sua coxa e ela se arrepiou de novo, comecei alisar sua coxas e ela abriu um pouco suas pernas, minha
mao desceu ate sua xaninha e percebi sua calcinha ensopada, enfiei minha mao dentro da sua calcinha e passei o dedinho em sua grutinha,
uma delicia, que quentinho, que meladinho, tirei meu dedinho lambuzado daquele mel delicioso e lambi gostoso, ela vendo aquela cena,
pareceu u,a gata no cio, abriu meu ziper e tirou meu pau pra fora que ja estava muito duro, parecia uma estaca e começou a lamber a
cabeça, a engolir ele todo, passar a lingua ate meu saco, a chupar como se fizesse muito tempo que nao sentia uma rola encher a sua
boca, ela estava louca de tesao, gemia ja com o pau na boca, parei o carro numa estradinha proximo ao Riacho Grande e nao deu tempo
pra nada pois ela veio com uma vontade que parecia que a dias nao dava gostoso e agora ia dar como uma femea gosta, ia ser possuida
por um cacete gostoso e bem duro, se ajeitou em cima de mim e a esta hora meu pau ja doia de tao duro de tanta vontade de foder aquela
bucetinha, começou a cavalgar e conforme ia sentindo sua xaninha sendo penetrada, gritava, gemia, sua bucetinha era bem apertadinha e
ia sentindo meu pau entrar e preencher toda aquela xaninha e ia gritando, gemendo,rebolando, quando sentiu meu pau inteiro socado, ela
pulava, subia descia, rebolava pedia para eu foder mais, foder mais, pedia para que eu arrombasse aquela buceta que agora era minha, e
ela sentia meu pau rasgando e eu chupava seus seios durinhos que cabiam na minha boca e continuava socando e ela gritava para eu
come-la gostoso que fazia dias que ela nao metia, e eu ja ficando louco e socando e metendo e beijando sua boca e lambendo suas
tetinhas, ja nao sabia quantas vezes ela tinha gozado e meu pau inteiro socado, avisei que ia gozar e a mulher ficou mais louca de tesao,
subia , descia pedia para eu come-la gostoso, falava, me arromba, mete , mete , fode essa bucetinha, me fode , me fode, me fode que
tambem vou gozar , e entao cravei meu pau duro, inteiro , enterrei ate o talo, naquela grutinha ja toda encharcada, gozei, gozei muito,
sentia jatos inundando aquela bucetinha deliciosa, ficamos um pouquinho naquela posiçao, dai ela me contou que havia casado muito
novinha, que era do interior e que seu marido, preferia sair com amigos e jogar bola a sair com ela.Nos preparamos p ir embora e para
meu delirio no caminho todo da volta ela veio chupando meu pau, engolindo gostoso, como a muito nao tinha ganho uma chupeta daquela,
ela ia chupando a cabeço depois ia engolindo tudo bem devagarinho ate encostar no saco, fez isso ate eu nao aguentar mais e falar que ia
gozar , ai ela aumentou o ritimo, começou a chupar mais rapido, mais rapido , mais rapido e engoliu meu pau inteiro e gozei gostoso na
sua boca, ela engoliu, lambeu todo meu pau , sugou ate a ultima gota, fico de pau duro so de lembrar.Essa foi um conto, no proximo conto
como comi o cuzinho virgem dela.
Abraços
EMAILs p: alm.abcsa@yahoo.com.br

Desejo de ser Corno 1

Desejo de ser corno....

Bom tudo aconteceu quando passei a ler as revistas private, brasil e outras com contos eroticos revistas que guardo ate hoje em meu
armario afinal que não tem uma....rsrsrsrsrs.....e sempre lendo todos sempre lia os contos em que o marido gosta de ver outro homem
com sua esposa, foi ai que senti uma vontade de ver outro homem fudendo minha noiva, para pedir uma prova de amor e se ela me
amasse mesmo falei que por ser um homem liberal gostaria que ela escolhece um homem para fuder com ela bom ela não teve duvida foi
fuder com seu vizinho onde ele a fodeu de todas as formas mas dele ela não gostou por ter um pau pequeno...quando ela me falou que o
meu desejo de ser corno foi realizado fiquei feito um louco de pau duro acabei tocando punheta...e ela me falou que no final de semana
seguinte ia fuder com um ex..namorado de infancia dela que ela nunca tinha transado pois eu fui primeiro a ter aquele cabaço..bom mais
voltando ao que interessa ela foi sair com seu ex....de infancia foi a uma cachoeira e la eles estavam sozinho ela não perdeu tempo foi logo
se abaixando e colocando aquele pau do tamanho do meu de aproximadamente 21 cm na boca, chupava feito uma louca e ate engoliu a
porra depois foi a vez dele chupar sua bucetinha toda depilada que fica uma delicia ele a fez gozar ali mesmo...ela não perdeu tempo
colocou ele deitado em cima de uma pedra e sentou com sua buceta e foi subindo e descendo socando com muita força parecendo um bate
estaca e gozando varias vezes, depois ficou de quatro e foi fuder no seu cuzinho o seu ex...meteu tudo deixando ela louquinha de tezão
com aquele pau de 21 cm no seu cu, e ela adorando por eu ser um homem liberal e corno..nunca fui de esconder isso pra ela pois todos os
homens tem esse desejo de ser corno...e que disser que não esta mentindo, passou esses 2 finais de semana que fiquei sem ver minha
noiva falei que ela teria que vir ate minha casa na semana seguinte a recebi com um beijo na boca de homem apaixonado e amando a
mulher que tem, conversamos bastante onde ela me contou todos os detalhes e não deu outra fomos para a cama e fudemos bastante
onde eu chupei ela todinha na buceta onde aqueles machos a fuderam com vontade e a minha vontade foi maior do que a deles pois
enquando mais eu fazia amor com minha noiva mais ela me contava como foi com os dois caras que ela fudeu e os dois tinham o mesmo
nome Flavio o vizinho e o ex. namorado...ate hoje quando eu vou a casa dela eu passo por eles e eles sabem que foi eu que pedi para ela
fuder com eles....mas ninguem toca no assunto pois mesmo que tocassem ela não iria fuder com eles novamente....assim eu vou seguindo
minha vida de corno e sempre com desejos de ver ela fudendo com outros.....continua. Kasalmarfab

Desejo de Ser Corno 2

Continuando com Desejo de Ser Corno 2....

Depois de ter liberado minha noiva para fuder com outros e no final de semana seguinte eu mesmo fuder ele bem forte, decidimos
frequentar a praia de nudismo do rio...Praia do Abrico....passamos a frequentar todos os finais de semana mas o tempo sempre estava
nublado...tambem era o mes de janeiro e como sempre nesse mes o tempo nunca esta bom, mesmo assim sempre indo a praia e sempre
curtindo com minha noiva na praia o segurança é um cara maneiro tem muita gente legal, mas tem sempre um curioso e pela saco que fica
fazendo sinais e querendo fuder a mulher dos outros rsrsrsrsrs...bom depois de muitas indas e vindas nesta praia não deu em nada
ninguem interessante so algumas mulheres curiosas que queriam ver como era a praia...foi ai que conversando com minha noiva lembrei
de um amigo de infancia quando jogavamos futebol comentei com ela se ela toparia sair com ele os tres, ela topou na hora liguei para esse
meu amigo que atualmente mora ali perto do paris cafe e conversei com ele se ele toparia transar com minha noiva na minha frente e ele
disse que sim....marcamos o horaio e seguimos para lá, apos encontrar este amigo nosso come4amos a conversar e logo seguimos para a
casa dele...apos chegar conversa vai e conversa vem....dei um a cutucana na minha noiva e falei para ela tomar a iniciativa não deu outra
ela foi logo tirando a roupa dela ficando nuazinha e esse meu amigo tambem, ela partiu para cima dele e foi logo pagando um sexo oral
chupava tanto que por pouco o meu amigo não gozou....na cara dela pois deveria a putinha engole toda a porra, apos chupar bastante o
pau desse meu amigo chegou a vez dele ele colocou ela deitada na cama de pernas abertas e começou a chupa sua bucetinha depilada, ela
gemeu tanto enquanto ela gemia ele chupava mais ainda, a danada ficou em loucuras com a chupada no grelo e varias metidas de dedo na
buceta para ajudar....apos essa chupação toda chegou a vez dela sentar naquele cacete com vontade, meu amigo deitou-se na cama de
pau para cima e minha putinha colocou a camisinha nele sentou-se bem devagar na quele pau e começou a subir e descer bem devagar
depois foi almentando o ritimo das estocadas parecia ate que estava batendo estaca....enquanto isso eu so fotografando e olhando e
tambem aproveitava para dar uns beijos nela e botar meu pau para ela chupar ficou naquela posição ate ele gozar de tanto ela meter, apos
ele trocar de camisinha ela pediu para ele passar ky pois estava ficando ressecada, ela aproveitou para colocar ele sentado no sofá e
sentouse no pau dele virada de frente para mim e começou a fuder novamente nunca vi esse meu amigo fuder ela tando foi deitada, em
cima dele ele ajoelhado fudendo ela mas teve o melhor momento foi quando ela sentou no pau dele virada de frente para ele e eu fui meter
no cuzinho dela não acertei de primeira pois meu pau foi direto para a buceta dela que ja tinha o pau do meu amigo ela deu um grito de
dor e prazer que eu não fiz questão de tirar meti mais ainda foi uma dupla penetração vaginal, a bucetinha dela levou bastante pau como
não sou de pau pequeno são 21cm ela delirou de dor e prazer, e gozou feito uma doida não perdi tempo enquanto meu amigo continuava
na buceta eu fui enfiar no seu cuzinho para fazer uma dp nela cuzinho e buceta olha que a putinha adorou e pediu para meter com muita
força do jeito que ela gosta, deichamos ela toda arregaçada de tanto meter, quando eu gozei no seu cuzinho retirei meu pau e fui no
banheiro me lavar quando eu volto vejo minha putinha de quatro e meu amigo atras dela so fudendo seu cuzinho com força do jeito que ela
gosta e eu aproveitei e tirei as minhas preciosas fotos para sempre mostrar a ela o quando eu gosto de ver ela fuden do com outro, depois
dela ter fudido com esse meu amigo ela tomou um banho colocamos a roupa e fomos para a sua casa, apos chegar tomamos outro banho e
fomos nos deitar e olha o que deu começamos conversar e a ver as fotos na maquina digital sentimos o maior tesão e começamos a transar
novamente ela me chamando de corno e eu fudendo ela com a maior força e ela so gemendo...quando terminamos ja estava em bem
cansados eram aproximadamente umas 4 horas da manhã quando fomos dormir ....no dia seguinte nos arrumamos e fomos curtir o
sabado...ate hoje ela quer fuder novamente com esse meu amigo...so que ele quase não tem tempo.....enquanto isso continuo a arrumar
outros homens solteiros e casais para participar com agente.....só quem é corno para amar o que a sua esposa faz para te dar prazer......

Continua desejo de ser Corno 3....

Colega de Escola I

Bom, nunca tive coragem de escrever aqui, mais esses dias estou sem nada pra fazer em casa.
Meu nome e Bruno tenho 17 anos, não sou mais um destes lindos loiros e malhados que tem aki kkkkkkkkk, sou normal magro cabelo
castanho olhos castanhos.
Bom eu não sou assumido para minha família, mais quase todos meus amigos são gays coisa normal sabe vc sempre faz amizades assim
quando se é.
Eu agora to no terceiro ano , e foi no inico das aulas em fevereiro que eu conheci o Sergio, tipo ele era de outro colégio e mudou para o
meu so que eu já tinha visto ele antes , nessas baladinhas e tal ( Belo horizonte é uma roça grande fato ! ), ate aí eu achava ele gatinho e
tals.
Não era da sala dele mas a gente tinha laboratório e ed física juntos, quando encontrei com ele pessoalmente na aula de laboratório fiquei
com vontade de sentar perto dele mais sei la nem rolo fico mais dividido mesmo a sala dele de um lçado a minha do outro mais semficava
olhando ele, ate que na quinta feira a gente tee a primeira educação física pra quem não conhece eu estudo no Estadual Central ( tb
conhecido como Governador Milton Campos ) la e meio estranhu cada bimestre e um esporte e o primeiro era basquete ( como se eu
soubesse jogar isso ) so que foi jogando com ele que a gente começo a se falar mais e eu sempre tentava manter contato com ele no
intervalo ate q a gente fico podemos dizer amigos, ele não sabia de mim e nem sabia que eu sabia dele , daí a gente troco orkut MSN e
essas coisas todas convrsando com ele depois de quase 1 mês, chamaei ele pra sair, a gente foi na savassi e um lugar em bh onde povo da
nossa idade sai, de la a gente decidiu ir em uma boate a Mary in Hell, la a gente tava dançando bebendo etc e tal, a boate ´pe meio mix
gay, hetero etc e tal o.o.
Bom só lembro que a gente bebendo pacassss eu tava super tonto ele tb fui e soltei , hey vc ta gatinho hj viu, pesei q ele ia fazer algo
estranhu do tipo sai fora sou hetero tentando da uma de enrustido mas não ele viro e falo brigado vc tb ta gostosinho , daí a gente desceu
pra pista e começamos a dançar so sei que na verdade nem sei o que aconteceu mais eu bjei ele
E fui retribuído, tava bjando ele no canto da parede era meio escuro e tipo a gente tava quase entrando um no outro ate que eu pus a mão
dentro da calça dele o pau dele tava duro e melado daqueles que vc Poe e sente bem meladinho ele foi e pos a mão dentro na minha calça
mais pegandpo minha bunda e a gente fico assim mais um tempo ate q ele falo que tava com muito tesão e a gente subiu no banheiro de
cima que era mais vazio, a gente entro tranco a porta e ficamos se bjando ate que desabotoei a calça dele e abaxei ele, la mesmo eu
comecei a chupar ele com aquele pau meladooo dele ele fiava calado só bagunçando meu cabelo com a mão ate que e parei e comecei a
lamber as bolas dele
E ele começo a geme de leve depois desci a língua no pau dele e fui passando ela de leve na cabecinha dele , ai levantei e bjei ele e fiquei
punhetando ele com a mão, ele me viro de costas desceu minha calça e começo a morde minha bunda e a abri ela
Ficava colocando a lingüinha dele no meu cuzinhu e lambendo ate q não agüentei e pedi pra ele me comer, ele ate tentou la mais as
posiço3s não tava dando ele coloco so a cabecinha e fico me punhetando ate eu gozar, depois eu abaxei e chupei ele ate gozarrrrr na minha
bok, a gente saiu do banheirofikamos la mais uns 20 min e saímos da boate, ele foi cmg ate o mac donald’s que era la perto eu comi um
big mac ele tb depois peguei um táxi e fui pracasa isso era na sexta depois conto como foi segunda feira ...

Colega de Escola II

Bom dando continuidade ao 1 conto, cheguei na escola segunda feira, como nao tinha aula com ele esse dia fiquei meio esperançoso em vê
ele no intervalo ou algo do tipo, mais nada nem no começo nem no final da aula, e meus amigos ja tinham falado que ele tava na escola
mais meio dificil de ver ele ¬¬ .
Bom chegando emc asa como sempre almoçei e fiquei atoa na internet igual to aqui agoraaa atoa contando pra vocês :).
Eu cheguei entrei e fiquei mexendo no orkut e coisas do tipo, até que ele entro no msn, eu clickei no link dele , disse oi, e ai nem te vi na
aula hoje, ele falo poisé, tava ocupado, do tipo como se nada tivesse acontecido , aquele estilo ai eu tava bebado nao era eu vamos
esquecer isso ( mais ele nao falo isso se tivesse falado dava um murro nele kkkkkkk )
Conversei com ele e tal, mais nada de tocar no assunto , até que eu falei poxa gostei de ter saido com vc espero que a gente saia de novo,
aí ele falo poisé sexta ta chegando quem sabe a gente sai de novo.
Terça feira na escola eu cheguei um poco mais cedo fiqueido lado de fora da entrada pra ve se eu pegava ele no início da aula fiquei emf
rente ao carinha que vende bala , at´´e que ele chego e eu nemreparei ele veio e falo e ai ta me esperando , eu falei poxaaa to a gente
nem falo nada ontem nem te vi, ele falo vaum mata aula, eu falei ta mais tem que ser aqui por perto, a gente subiu e foi pra uma praça
aqui, praça da liberdade ficamos la sentados na grama conversando ai eu falei aqui vc nao falo nada sobre ontem , voce gosto, tipo vc é
gay tb ?
Ele respondeu gay nao sei se sou mais ja fiquei com outros meninos antes, eu nossa pensei q vc fosse falar pra gente esquecer isso e tal,
ele falo nao nada haver eu gostei foi legal ( foi legal foi otimo de falar ¬¬ ).
Bom tirando a melação toda eu vi ele na escola mais la a gente nem se falva comprimentava e tals, até que na sexta a gente marco de sair
e novo eu falei pra ele aqui vem aqui pra casa meus pais sairam com os amigos deles, ele falo blz 20:00 tp aí.
Ele chego , a gente eutava na internet como sempre ( vicio ), ele entro normal a gente foi pro meu quarto eu tava ate arrumado sop tava
descalço, falei pra ele que ja tava terminando, ele falo i pode fika tranquilo lá so abre 23:00 horas, ai a gente fico la ele vendo tv e zuando
e eu mexendo na net, ate que sentei do lado dele na cama e fiquei vendo tv, e foi aquilo eu querendo bja ele , ele tb e a gente comv
ergonha sei la , aquela sensação de vc tentar algo e a pessoa recusar , ate que eu virei e dei um selinho nele, e a gente fico se olando ate
que a gente começo a se bjar, nao sei se era carencia na epoca ou se eu gostava dele demais, mais so de bja ele eu ficava de pau duro, ai
deitei em cima dele e a gente fico se beijando ate q nao aguentei e tirei minha blusa e a dele
naqueçle bju eu coloquei a mao dentro da calça dele ele fico com a mão na minha bundatirei a calça dele a minha bermuda, ate que abaxei
e tirei o pau dele pra fora ele tava duraçõ fiquei la punhetando ele e ele olhando pra mim com aquela cara de me chupa vai, eu fui e
coloquei a ponta da minha lingua no pau dele e fiquei lambendo ele devagar descendo a mordiscando depois chupei ele enguli o pau dele
todo muito gostoso ele noa falava nada so passava a mao no meu cabelo fiquei assim um bom tempo ate que eu virei pra ele e falei q
terminar o que a gente nao conseguiu fazer, ele disse que sim
intaum eu fui e tirei minha cueca, e fiquei de frente pra ele , e tentei sentar no pau dele meio dificil a gente tava meio desengonçado mais
eu consegui e fui levantando e sentado e bjando ele
ate que ele me coloco de 4 e começo a meter mais forte e rapido puxando meu cabelo e me fudendo foi muito gostoso eu tava quase
gozado ja quando ele gozo dentro de mim e fico la assim mesmo depois de goza me punhetando e bjando meu pescoço ate eu gozar depois
a gente caiu na cama e ficamos la se bjando porum tempo nem fomos pra boate eu levantei e tranquei aporta do quarto e a gente durmiu
la no meio da noite a gente ainda gozo mais um vez dessa vez eu chupei ele ate goza na minha bok e ele me chupo ate eu goza na bok
dele.
dai a gente decidiu ficar mais serio tipo namorar .

Depois eu conto mais :)

eu e um casal

Esse conto aconteceu a uns 2 meses atras , eu estava no trabalho intediado sem nd pra faze dai entrei numa daquelas salas de bate papo e
vi la um nick que me chamo atenção casal procura . pense comigo vo fla um oi pra ver oq acontece

Dai dei um oi e me responderam achei que era zuera de alguem e a conversa foi indo e se desenrolando
ele me perguntou se eu estava afim de comer a mulher dele
não hora não pensei duas vezes flei que sim
dai ele me passou o n° do telefone eu liguei e ele me passo o indereço

Chegando na ksa dele , ele me levou até o quarto onde a sua mulher estava ja deitada na cama
eu todo timido sem saber oq faze , ele ja foi dizendo pra mim tira a minha roupa , eu não pensei duas vezes
eu ainda estava com o uniforme da empresa
Tirei rapidamente e ele começo a beijar a mulher dele
e eu comecei a passar o meu pau na bundinha gostosa dela ele foi tirando a calça dela e me mandando chupa aquela bucetinha carnuda .
que tesão de mulher eu comecei a sugar aquele grelinho dela que ja tava encharcado de tanto tesão
enquanto eu chupava ele flava pra mim isso fode com a lingua a xoxotinha da minha mulher vai e ela chemendo bem baixinho , nisso o
meu pau ja tava estralando de tesão
dai ele flo pra mim da o seu pau pra ela chupa
levei o meu pau até a sua boca dai ela começo a chupar os dois paus isso me deixou muito mais loco de tesão
então ele subiu por cima dela e começou a meter nela e ela chupando o meu pau , quando derrepenpe eui sinto mais uma boca no meu
pau eu olho e vejo ele tbm me chupando
na hora eu achei meio estranho um homem me chupando mais deixei pois estava muito gostoso e continuamos ali na hora que eu ia gosar
ele flo pra mim da leitinho pra minha mulher da
eu peguei gozei na boca dela e ela continuou chupando
e ele chupando junto , não demou muito e eu ja estava pronto pra outra e foi quando ela disse que queria que nos dois comecemos ela
dai eu comecei enfiando na xoxota dela que estava molhadinha e era bem apertinha mais como ja tava molhadinha foi facil de entrar
comecei a ir devagarsinho e depois comecei com toda força da ela me mandou deitar na cama e subiu em cima de mim e começou a
cavalgar e cavalgava gostoso enquando chupava o pau do seu marido dai ela pego e arrebito a bundinha ele veio por traz e começou a
por o seu pau no rabinho dela bem devagarzinho dai começou nois dois comendo ela . então ela disse que queria que eu arrobance o
seu rabinho , eu não pensei duas vezes e troquei de posição com o marido dela
ela fiko de 4 pra mim e dizia : fode o meu rabo fode
eu coloquei o meu pau naquele cuzinho rosinha e apertado e comecei , mais que delicia de mulher . depois de algum tempo eu gozei como
um loko e ela gemeu como uma loba no cio. Dai fikamos nos 3 deitado um poko na cama e eu fui embora
Gostaria de repetir essa aventura , se tiver algum casal afim de realizar essa fantasia comigo entre em contato - eut_kero @hotmail.com

MINHA ESPOSA PUTA POR UM DIA

MINHA ESPOSA PUTA POR UM DIA

Vou contar uma antiga fantasia que realizei com a minha


esposa na semana passada?

Foi tesão demais!

Combinamos de sair a noite, ela vestidinha como se fosse


uma puta: salto alto, vestidinho curto e colante, tanguinha
enfiada na bunda, bolsinha ao lado, meia 7/8.
Ela estava vestida como uma verdadeira e delicia puta safada.
Vestida ä caráter.
Muito gostosa.
Baton e unhas pintadas de vermelho.
Levando camisinhas e KY na bolsa.
Combinei com ela que iria deixar ela na rua, perto de um local
onde umas garotas de programas fazem ponto enquanto
ficaria num bar próximo observando. Se chegasse algum
cliente que ela agradasse ela poderia combinar o preço e ir
com ele a um motel que fica localizado ali próximo. Eu ficaria
no bar esperando ela retornar após o programa, caso pintasse
algum que fosse do agrado dela e se combinassem o preço.
Nao demorou mais do que 15 minutos, parou um cara de
carro próximo a ela e a chamou para perto do carro dele. Ela
aproximou da porta do lado do passageiro e ficaram
conversando um pouco. Notei que ela deu uma voltinha pra
ele ver todo o corpo dela, certamente atendendo ao pedido
dele.
Logo em seguida ela entrou no carro dele e eles saíram dali.
Deu para perceber, quando passaram perto de mim, que
estava no bar da esquina, que se tratava de um homem
grisalho, boa aparência e certamente com seus mais de 50
anos.
Passadas umas duas horas e meia, aproximadamente, ela
chegou com a cara de safada e toda feliz, com a pernas
bambas, quase tropeçando no solto alto que usava, dizendo
que tinha feito o programa com ele e que tinha recebido como
pagamento a quantia de 100 reais, me mostrando o dinheiro,
toda contente, feliz e cara de safada gostosa.
O meu tesão foi enorme na hora, paguei a conta e fomos para
um motel e meti nela a noite toda.
Percebi que a buceta dela tava ainda toda melada de tanto
gozar com o cara e com cheiro sexo e de motel. Ela me disse,
quando de nossa transa, que o cara foi muito carinhoso com
ela e ainda passou o fone dele para ela ligar depois e
marcarem um novo encontro. Disse ainda que era casado há
muito tempo com sua esposa, mas não tinha mais tesão por
ela, por isso achou a minha esposa muito gostosa, ficando
com o maior tesão por ela, querendo marcar novos encontros
com ela. Ela me disse que ele foi muito carinhoso com ela,
chupou os seios dela, a buceta, a bunda e o cuzinho dela, o
que deixou ela morrendo de tesão por ele, tendo ela
retribuído e chupado o cacete dele bem gostoso também.
Disse ainda que ele tem uma pica gostosa e parecida com a
minha, só que um pouco maior e mais grossa.
Pude notar do barzinho onde estava que, quando ele deixou
ela próximo ao local de onde saíram, deu um grande e
demorado beijo na boca dela. Aquela cena me matou ainda
mais de tesão, misturado com ciúmes.
Eu e ela adoramos a fantasia e foi tesão demais.
Já tínhamos vontade de realizar esta fantasia há anos,
mas só agora ela e eu tomamos coragem.
Foi tesão demais!
Adoro ser o corno dela e ela adora ser a minha puta safada.
Fiz até um log com fotos nuas dela:
www.sexlog.com.br/fernandaesposa

TRANZEI COM A COLEGA DA MINHA MÃE


Oi meu nome é Marcos tenho 18 anos 1,78 de altura.

Bom minha mãe tem uma amiga chamada Helena tem 40


anos ela é morena baixa deve ter uns 1,65 de altura por ai,
tem uns seios bem grandes só num tem uma bundona, bom
tem uma marido já velho de 56 anos, e ela de vez em quando
aparece lá em casa pra comprar uns produtos que minha mãe
vende perfume, cremes etc... e então percebia que ela me
olhava de um jeito diferente, ai teve um dia que ela foi lá em
casa ai quando eu abri o portão ela perguntou de mim, minha
sogra ta em casa eu fiquei rindo ela também ai disse que sim
ela entrou falou com minha mãe quando eu fui fechar o
portão pra ela sair ela sai e virou pra mim e deu uma piscada,
eu dei um sorriso pra ela ai ela foi embora, foi o bastante pra
mim ficar pensando nela o dia todo, desde desse dia comecei
a sentir um tezão por ela, eu ficava olhando pra bunda dela
pros peitos dela quando ela ia lá em casa ai meu pau
começava a ficar duro eu saia até de perto pra minha mãe e
nem ela ver que eu tava de pau duro, mas eu nunca tinha
falado pra ela que sentia tezão por ela e tinha vontade de
comer ela mas eu percebia nos olhos dela quando ela me
olhava que ela queria algo, ai como sempre eu ia deixar ela
no portão teve um dia que ela me chamou de gostoso
naquele momento meu pau ficou um ferro de duro, ai quando
eu saia de casa as vezes topava com ela na rua ela mexia
comigo perguntava se minha mãe tava em casa eu dizia que
sim. Certo dia como sempre meu pai ia pro trabalho cedinho
meu irmão ia pra aula tava só eu e minha mãe ai ela resolveu
sair pra resolver umas coisas e toda vez que ela sai demora
muito pra chegar, ai tava eu sozinho em casa era umas 9:36
quando o telefone toca era ela querendo falar com minha mãe
eu disse ela saiu ai ela desligou o telefone, num demorou
muito bate no portão fui lá ver era ela eu abri a porta e
perguntou pra onde minha mãe tinha saído eu disse pra ela.
Ai ela veio se chegando pra perto de mim e perguntou se eu
já tinha comido uma mulher mas velha eu disse não, meu pau
começou a ficar duro ela viu o volume no meu short e passou
a mão em cima fiquei louco que tezão, ai nos entramos pra
dentro de casa ficamos na sala eu fiquei em pé ela se abaixou
e começou a tirar meu short quando ela viu o tamanho do
meu pau ela ficou doida pra dar pra mim, meu pau tem
20cm, ela olhou e disse o teu pau da quase 2 do meu marido
ela disse que o dele era pequeno, ai ela caiu de boca começou
a chupar a cabeça as bolas ai eu comecei a tirar a roupa dela
tbm deixei ela nuazinha chupei os peitos dela, abri as pernas
dela e passei a língua na buceta dela eu cuspia no cuzinho
dela metia o dedo, ai ela disse mete na minha buceta eu
deitei ela veio por cima e começou a cavalgar no meu pau
fiquei doido, ela falou goza dentro da minha buceta quero
sentir teu jato de porra num demorou gozei pra caramba
dentro da buceta dela, ai eu aproveitei nos fudemos uns 35
minutos ela disse ai tabom minha buceta já ta ardendo eu
falei já só isso ela disse eu num to acostumada com um pau
desse tamanho né ai eu tirei eu chupou ai eu gozei dentro da
boca dela e ela engoliu tudinho. Pronto desde desse dia então
sempre transo com ela aqui em casa ai no fode muito, já comi
ela duas vezes na casa dela também.
E com diz o ditado” Panela velha que faz comida boa” e é
mesmo ela paga um boquete maravilhoso.
FIM...

Adulterio irresistível

Sou Ana e tenho muitas histórias pra contar sobre minhas


intimidades, iniciei minha vida sexual com 12 anos desejo
contar todas elas.Quero descrever com detalhes oque pra
mim foi uma das puladas de cerca mais enlouquecedoras
dentro de um vasto histórico de sexo gostoso.Bom, num dia
lindo de sol estava bem quente e eu usava um shorts e uma
regata bem simples, mas meus cabelos estavam brilhantes,
meus seios viçosos e em plena forma , sou morena meus
cabelos são negros lisos e tenho 1.70 com 65kg bem
distribuídos,quando um problema no carro do meu esposo
trouxe até o portão da minha casa uma voz bem grossa e
grave que me deixou curiosa, vi em frente ao carro um
homem de jeans limpo,unhas limpas um cavanhaque bem
feito com pêlos bem grossos e masculinos ele usava um
jaleco mas também não estava sujo, usava uma sandalia de
couro que passou uma imagem de extrema virilidade ele me
olhou e me cumprimentou segurando minha mão com
segurança fiquei impressionada com a voz dele era muito
masculo.Naquele dia ficou sob a miha responsabilidade
acompanhar o trabalho do mecanico que vou chamar de Jorge
pois meu esposo precisava se ausentar da cidade devido a
uma reuniao da empresa.No dia seguinte estive na oficina
quando o mecanico falou comigo a respeito do carro e que
derepente um carro novo precisaria de um tempo maior pra
verificar a situação do automovel nisto percebi na sua
intençao a vontade de me ver novamente.Fui pra casa e
naquela noite sozinha acordei as 2 horas da manha com
minha boceta molhada e muito excitada minha respiração
estava ofegante e eu fui pra sala com o meu travesseiro e
desejei aquele homem com o meu corpo todo, me
masturbava e pensava nele como uma tarada,estava pegando
fogo.No dia seguinte voltei pra oficina como ele havia pedido
coloquei um vestido azul com um decote cavado sem sutiã e
sem calcinha o dia estava bem quente e ele olhou e disse que
estava tudo bem com o carro não me conformei e sai de lá
liguei pra ele e disse que estava com o carro na rua precisava
da ajuda dele imediatamente. Ele veio bem rápido e mostrou
entender que eu o desejava. Saímos no carro pra fazer um
teste quando ele entrou numa rua deserta com muito mato
em volta sem casas e sem carros passando entrou numa rua
sem saída parou o carro e começamos a nos beijar
enlouquecidamente ele dizia chega não aguento mais molhou
sua mão na minha boceta que estava em chamas de tesão e
me pegou com força quando um carro se aproximou do nosso
e saimos de lá sem transar marcamos pra de tarde e nos
encontramos num motel onde aquele peito cabeludo aquela
voz grave me envolveu nos braços e enfiou aquela ferramenta
enorme na minha boceta, metemos em muitas posições ele
se encostou na parede e me colocou de quadro era quente
gemia gostoso e lambeu a minha boceta de um jeito que só
mesmo ele conseguiu dar uma chupada com mordidinhas
gostosas e sugadas suculentas sem me machucar, me
enlouqueceu... como ele tinha o pêlo do cavanhaque grosso
roçava na minha boceta e eu gozei e gritei como uma louca
ele ficou enlouquecido com minha desinibiçao, e pediu...
implorou... pra gozar na minha boceta.. eu deixei e ele me
esporreou gostoso e pos na minha boca aquele pauzão
delicioso que nunca mais esqueci.O ritmo das bombadas... a
espessura do seu pau.. enorme devia ter pelo menos
22cm,ele me levantava com o pau enfiado em mim!
Metemos muitas outras vezes em cima do carro,ele abria
muito minhas pernas e socava em mim com bombadas de
enlouquecer.Um dia enquanto transavamos atendi o celular
ligação do meu marido e meu macho gostoso metia por trás
na minha boceta.Aquelas loucuras me deixavam ainda mais
exitada.

Prazer com a prima da adolescência até hoje

O que irei relatar aqui é verídico entre mim e minha


prima,darei meu nome de Eduardo e dela de Priscila,
morávamos com uma família grande desde pequeno, mas
com o tempo fomos crescendo e observar mais as coisas no
mundo de modo diferente e foi daí que prestei mais atenção
no corpinho de minha prima que estava ficando bem
gostosinha a cada ano que se passava, razão essa inspirada
pelas revistas de sacanagens, filmes e leituras eróticas
conseguida com a turma da rua de casa, coisa de moleque.
Mas lá pelos 14 anos as coisas começaram a esquentar mais
e mais, pois fui tirando umas brincadeirinhas com ela e ao
mesmo tempo alimentando agora a minha fantasia sexual
com todo o material de sacanagem que eu continha pra ser
passado pra ela com o desejo que ela viesse a corresponder
aos meus anseios.Bom tudo começou num dia em que
estávamos tomando banho juntos fora de casa no chuveiro,
os dois com peças intímas, e foi ai que comecei a me esfregar
naquele delicioso corpo, peitinho pequeno, bucetinha
gordinha e um rabinho apetitoso e ela foi deixando, até que
de leve esfregava mais e mais o meu pau duro dentro da
sunga nela e ela deixando tudo correr, enfim foi o primeiro
passo pra um mundo totalmente de prazer entre ambos, já
que não passou de uns pequenos amassos minha primeira
investida isso tudo com muito sigilo para ninguém de nossa
família flagrar nós dois. Daí em diante eu não pensava em
outra coisa a não ser em fuder a minha prima, vivia batendo
punheta pensando nela no banheiro, e então comecei a trazer
revistas de sacanagens para ela ler e então e com isso já
começava a obter êxito em minhas conquistar como chupar
os seus seios, pois via que ela ficava excitada com as leituras
eróticas das revistas e depois com os filmes que assistíamos
escondidos já conseguia ficar num local que tínhamos
secretos ficar um bom tempo esfregando a minha pica dura já
por fora da cueca, nossa aquilo já era um bom sinal pra mim,
pois a Priscila gozava sentia um prazer enorme em roçar
aquele capu de fusca que ela sempre teve em minha pica e
eu gozava só com aquele tipo de prazer, as coisas foram
ficando mais quentes de modo em que um certo dia depois de
um filme eróticos ela resolveu me mostrar sua buceta, que
imagem mais linda era aquela, bucetinha rosada, cheirosa,
lábios grandes, pêlos crescidos em volta de sua vulva, aquela
coisa encharcada de melzinho pronta pra ser sugada e
pedindo pra minha boca explorar toda aquela gruta
inexplorada em plena adolescência, bom sei dizer que fiquei
apreciando cada detalhe daquela coisa linda que brotou bem
na minha frente, mas não demorei muito pra cair de boca na
buceta da Priscila antes que ela mudasse de idéia e foi daí
que eu escutei um ruído fascinante, era ela gemendo na
minha boca e delirando com cada investida que eu dava com
a língua na sua boneca, tentava enfiar o dedo, mas ela não
deixava, nessa altura já teria gozado umas duas vezes só
fazendo sexo oral nela, mas sempre ficávamos atentos pra
não sermos pegos por ninguém, e com o tempo passando e
muitos materiais eróticos mostrados a ela eu já fui colocando
a pica pra fora e deslizando em sua buceta, gozava como um
louco, ela me mostrava sua buceta aberta sem proteção da
calcinha e me provocava também, afinal adorava esse jogo,
as vezes ficava um bom tempo falando putaria com seu
namorado e tocando siririca e eu estava lá pra me aproveitar
de tal situação, transava com ela no banheiro de madrugada
nesse caso, primeiro eu ficava lambendo sua xoxota molhada
na banheira aonda ela estava e ela depois fazia uma cara de
safada no reflexo do espelho quando eu fudia sua buceta
encharcadaem pé e fazia cara de sorriso sacana, ao
dormirmos no mesmo quarto ela ficava me mostrando sua
buceta de sua cama e eu socando uma punheta na minha e
daí quando não agüentávamos mais procurávamos algum
local pra matar nossa vontade, quando minha avó viajava
então ela ficava sozinha e ai era mais motivo pra treparmos
na cama de nossa avó, as tardes quando não tinha nenhum
material de sacanagem pra mostrar eu ficava olhando a
buceta dela por um bom tempo e socando bronha até ela
entrar no meu jogo e deixar o seu short curto de lado e
mostrando sua princesa pra mim e de vez em quando em
meio ao perigo eu me aproximava rapidamente com a boca
pra chupar e como estava melada ela arreganhava as pernas
e se contorcia com seu quadril pra cima esfregando bem na
minha cara eu ficava com o rosto lambuzado com isso e curtia
isso, pegava a minha mão e abria sua gruta com dois dedos e
via ela brilhando e colocava a língua lá dentro e quando
puxava o seu melzinho vinha grudado em minha boca como
se fosse um fio de água, aquilo pra mim sempre foi precioso,
pois sempre gostei de chupar uma buceta e claro que já
recebi uma chupada dela em minha pica e quando não sua
mão me masturbando, chupava ela quase todo dia e quando
não fazia isso eu me acabava na punheta pra ela ficar logo
afim.Mas nesses amassos todos dentro de casa não
levantávamos muitas suspeitas dentro de casa e agíamos
normal pra não dar na vista e eu contente com toda a
situação, mas infelizmente e felizmente também eu não fui o
seu primeiro homem, não sei ao certo pra quem ela deu, mas
o que importou mesmo foi que eu me aproveitei por anos
dessa situação, minha primeira vez com ela foi numa tarde de
sábado, sempre tinha alguém tomando cerveja nesses dias
em casa, então aproveitávamos pra ir ao nosso lugarzinho do
prazer e foi numa dessas investidas que eu botei na bucetinha
dela e logo sentir que ela não era mais virgem e eu pouco
liguei também, só fiz curtir o momento, nossa que buceta
maravilhosa, apertada e deliciosa, eu enfim realizando o
começo do meu sonho sexual com ela.
Após a minha primeira transa com ela, comecei a me
armazenar com matérias cada vez mais eróticos pois isso
deixava ela excitada, e então começamos a transar em todos
os cantos da casa, nos banheiros, sala, cozinha, sala de
jantar, quartos, área de lavanderia e no quarto de
empregada, como estudávamos o resto do tempo tínhamos
que estudar e sempre que eu podia eu ir dar uma força no
estudo pra ela a sós, mas sempre com uma revista de
sacanagem pra ela ler e olha que as vezes ela não queria,
mas quando abria as primeiras paginas da revista sua buceta
ficava logo ensopada e não dava outra, uma bela trepada não
importando o lugar da casa e nem horário, eu adorava
quando ela mandava eu sentar na cama, isso depois que eu
chupava a buceta dela,e sentava na minha pica e eu via
aquela sua buceta enorme(apesar de ela ser baixinha) engolir
a minha pica e rebolando na minha vara, gemia gostoso e
mandava eu segurar os seus bicos rosados e médios que
cabia em toda palmda de minha não e eu apertava e escutava
o seu gemido acompanhado do seu gozo,sem falar ainda
tinha que reparar pra que ninguém aparecesse, e quando
não, tínhamos uma cadeira exclusiva no quarto secreto no
qual ela se apoiava com os braços e colocava uma das pernas
na cadeira e deixava exposta aquela linda buceta pronta pra
ser fudida e pra situação ficar mais perigosa as vezes ela
deitava-se na cama só de shortinho e deixava aquele delicioso
corpo estendido na cama pronto pra ser explorado com minha
mão, boca e pica, ai já era por minha conta então afastava a
sua calcinha pro lado e ajustava a minha pica bem na entrada
de sua buceta e ela sempre gostou de rejeitar a sua buceta
pra mim nas primeiras tentativas, parecia não deixar eu fazer
isso, mas com pouco tempo ela estava de 4 na cama e nós
dois correndo perigo, já que qualquer um podia pegar nós
dois em tal situação.O dia de sábado era meio que especial
pra mim, pois ela de manhã ia lavar roupa e ao mesmo tempo
pegar sol e ficava super apetitosa e daí eu ficava no quarto
esperando por ela que após lavar roupa ficava lendo alguma
revista minha de sacanagem sem o compromisso de dar-me
sua vulva,mas não dava outra, após algumas horas de sol, lá
vinha Priscila com os seus17 mais ou menos pro seu
priminho, seu corpo exalando o cheiro de bronzeador e sua
bucetinha tufada e salgada, e com uma marquinha que não
era pra colocar defeito algum, ela entregava a revista pra
mim e eu com um ar de como não soubesse da nada ficava
calado e esperando ela entrar, então ela afim de fuder vestida
com uma toalha de banho tirava o seu biquíni totalmente nua
pra mim e se olhava no espelho e então eu pedia pra chupar
sua buceta ou seu cuzinho, ela dizia que não, mas no
momento em que eu tocava no seu corpo ela não fazia
nenhuma rejeição então notava que o sinal estava verde e
pronto pra ser começado, melhor gozado, fora o momento de
sol dela aos sábadoo melhor vinha tambem de noite, pois ela
tinha um horário pra chegar em casa então eu ficava na rua
com a turma e antes da 23hs eu já estava em casa esperando
pra assistir um filme de sexo que passava todos os sábados
na bandeirante, certamente muito já devem ter visto esse
filme, e era ai que começava a minha outra jornada pra fuder
de novo aquela buceta, apesar de ela ter acabado de chegar
da rua, ou em festa ou mesmo namorando, transado ou sei lá
não me importava,pois depois que lavava a buceta pra mim
estava ok, não via limite em mim em ter a gruta de Priscila
mais uma vez, sendo que de noite o perigo era maior, os
cuidados eram redobrados, transanvamos no sofá, ela
sentava ao meu lado, jantava eu colocava no canal do filme e
alisava suas pernas e sempre ela não deixava, o filme rolando
e ela assistindo e mais uma vez tentava e daí ela ia deixando
eu passar a mão sobre sua perna, ela tinha uma camisola em
que deixava os seu lindos seios bem visíveis e sua calcinha
também, isso me deixava com um tesão louco, bom das
pernas eu me concentrava em massagear sua buceta por
cima de sua calcinha e pressionar bem de modo que ia
cededo e abria sua perna, mas não deixava eu colocar o
dedo, então implorava pra chupar e ela não deixava, só
afastava a calcinha e deixava eu vendo aquela buceta aberta
e eu socando punheta, mandava ela meter o dedo pra ver se
estava ensopada e prontamente ela deslizava o seu dedo
indicador e colocava na entrada da grutinha e com outro dedo
ela abria e fechava os dedos e eu vendo seu melzinho ali
grudado de uma ponta a outra em seus dedos, isso era pra
acabar, depois ela mandava eu chupar, daí ficava mais feliz,
nisso ela tinha que reparar a porta pra que ninguém
aparecesse, e perguntava pra ela se eu podia fuder ela e ela
dizia que não, que eu ficasse ali na mesma função, sem
brincar muito no seu clitóris porque ela dizia gozar rápido e
então eu afundava a minha língua mais e mais, na sua gruta
a ponto de fazer questão de morrer afogado ali, naquele
instante, depois de certo tempo ela ficava de 4 e mandava eu
fuder e controlava cada pombada que eu dava nela, ela
manipulava tudo, não queria que eu gozasse rápido e nem
dentro de sua buceta, mas confesso que não conseguia
segurar por muito tempo, pois com ela tudo me excitava e
era demais. Bom depois de um tempo ela se casou e mudou
de casa, mas nem por isso eu fiquei sem transar com ela,
uma vez ela veio ficar aqui em casa grávida passar o dia e eu
não pensei em outra coisa a não ser comer ela e não deu
outra, depois de uns sites de sacanagens na net fomos ao
nosso local secreto e ela mesmo com uns 8 meses me cedeu
sua buceta, estava maior e mais ensopada, parecia que não
transava desde quando havia ficado grávida, dessa vez não
foi muito difícil convence-la, nem chupei ela dessa vez, digo
sós os seios, mas cavalguei gostoso naquela buceta e gozei
toda a minha porra que estava guardada especialmente pra
ela, apesar de eu ter namorada, mas a sua buceta é sem
comparação o prazer com ela é maior sem dúvida.
Ultimamente com nossa maioridade, eu 29 e ela 27 foi
ficando cada vez mais difícil nossas aventuras, pois temos
certas responsabilidades, mas nem por isso deixei a nossa
relaçãoe esfriar, e daí que vem mais um relato, mesmo
casada já chupei os seus seios, masturbei sua buceta isso
tudo aqui em casa quando ela vem visitar e a minha última
coisa fantástica que eu fiz foi transar com ela na sua casa,
dentro da casa de seu marido, isso nunca vou esquecer o
prazer e o risco acho que combina tanto pra mim como pra
ela, então certa vez numa de suas visitas resolvir mostrar uns
sites de sacanagem pra ela e ela aos pouco amoleceu e
deixou eu sugar seus seios,toca-los e massagear a sua buceta
por cima de sua calça jeans, pra minha surpresa ela estava
com o fio dental preto que eu vi no meio de suas coisas na
mudança em que fiz de sua casa, daí em diante já não me
contive em somente acaria-la, queria mais foi quando ela
sentada e notando que eu estava desejando ver ela vestida
somente com sua calcinha enclinava o seu rabo em direção a
minha boca, pois nessa hora já estava de joelhos com a boca
pregada na sua bunda e passando a minha língua onde desse,
excitada se levantou e topou em somente em mostrar-me o
seu fio dental, mas não foi preciso pedir pois ela estava com a
calça arriada e eu lasquei um beijo na sua buceta e virei ela
de costa pra mim meter o dedo na sua buceta que já se
encontrava muito molhada e daí comecei a socar uma
punheta e colocar o dedo num vai e vem frenético na sua
vulva gostosa, que cheiro maravilhoso, cheiro do prazer e ela
correspondendo vindo de encontro ao meu dedo como se
quisesse engolir todos e soltar o seu melzinho, pena não ter
durado muito,pois corríamos grande risco já que a porta não
tinha fechadura onde estávamos.Bem passado esse fato e eu
já contente por ter ao menos ter visto aquela buceta a qual
tanto chupei, e fazia tempo que isso não ocorria, então
resolvir bolar um meio de fuder gostoso ela e numa dessas
tarde eu sozinho em casa liguei pra ela e por sorte ela estava
receptiva, contou pra mim que estava de calcinha pequena
preta, buceta raspada e que havia passado o dedo como eu
desejara, e contei meus desejos pra ela durante um bom
tempo sobre ela e como havia gostado de nossa última
aventura, até que em meio a nossa conversa ela pediu pra
mim deixar um objeto aqui de casa pra ela e topou somente
me mostrar sua buceta quando fosse lá, nada mais do que
isso. Para minha alegria não pensei duas vezes e me mandei
pra sua casa, era uma tarde chuvosa típica pra um bom sexo
quente, ao chegar lá bati e lá veio ela me atender, vestidinho
preto e curto, dava pra ver o realce dos seus seios,
conversamos um pouco e eu meio molhado me sentei na
cadeira, e muito entusiasmado chamei ela pra perto de mim,
e ela veio, abaixei o vestido delicadamente e seus seios
pularam pra fora como se quisessem sem mamados, seios
médios firmes,bicos rosados e apetitosos, foi quando eu
enconstei a minha língua no seus bicos com movimento
repentinos de um lado para o outro e aos poucos fui abrindo
cada vez minha boca pra colocar todo o seio nela e chupar
devagar, desci com a boca em direção em sua buceta, mas
queria ver a calcinha que estava vestida, e era uma preta
pequena que cobria bem a sua buceta na frente mas no rabo
era um pequeno fio, fiquei olhando aquele corpo, foi quando
ela prontamente me mostrou aquela flor rosada que eu tanto
queria matara a saudade, realmente ela estava sem nenhum
pêlo como ela disse e falou pra mim que era pra mim ver
somente, levantou o vestido puxou sua calcinha pela frente e
puxou de modo que seus lábios pubianos ficaram caídos em
meio a pequena tira que ela fez com a calcinha, depois
afastou pro lado e me ajoelhei em frente a sua vulva carnuda
e larguei a língua, como estava gostosa, melada, e com um
cheiro ótimo do seu melzinho, fiquei ali passando a língua de
baixo pra cima e cada vez que eu fazia isso sentia a contração
do seu corpo, coloquei ela sentada em sua cadeira de balanço
e ela se abriu toda pra mim apoiando as suas duas pernas na
cadeira e deixando o caminho totalmente livrepra mim fazer o
que bem quisesse, então mais uma vez me afoguei em sua
buceta, lambendo tudo o que tinha direito,com a mão direita
segurava um de seus seios e com a mão esquerda colocava
um dedo dentro de sua flor, cada investida parecia que ela iria
enterrar o meu dedo, depois ela se levantou e ficou em pé e
eu sentado na cadeira socando uma punheta,pois ela havia
cumprido o que prometerá, ela olhou na casa do vizinho ao
lado pra ver senão tinha ninguém olhando e tirou o seu
vestido e veio ao meu encontro, mandou que eu arriasse a
calça sentou na minha pica e eu lembrei que fazia dois anos
que não sentia aquele rebolado gostoso na minha vara, iria
fazer do mesmo jeito que ela gostava segurar os seus seios
enquanto ela rebolava em minha pica, mas isso quem fez foi
ela, ela sentava, rebolava, esfregava e eu abria o rabo dela
vendo o seu anel rosado, não acreditando naquela situação
que tanto desejei, como minha calça estava machucando ela,
então ela se levantou e se apoiou em sua cadeira na sala de
jantar toda nua e mandou eu fuder a buceta dela, ao chegar
perto da entrada de sua buceta ela inclinou os pés pra cima
de modo que sua buceta ficasse na direção de minha pica pra
que eu pudesse cavalgar gostoso como um cachorro louco,
ficava trepando aquela buceta e mexia em seus cabelos
curtindo cada momento, mas como a vontade era muita não
demorou muito pra mim chegar ao orgasmo, enfim o meu
desejo estava realizado, comi minha prima fofinha após um
bom período só na vontade. Espero que tenhamos cada vez
mais e mais oportunidades, pois já são uns 10 anos só de
transa escondida,rs.Apesar de nossas transas nenhuma vez
coloquei no seu lindo cuzinho , somente me esfreguei nele,
mas quando tiver oportunidade vou passar a língua da buceta
ao cuzinho e fica por horas brincando com seu anel pra depois
penetrar gostoso e sentir a verdadeira sensação do seu
rabinho, pois se comendo a sua buceta ela me deixou doido
até hoje nem consigo imaginar sentindo a minha pica
deslizando com um bom lubrificante para dentro do cuzinho
dela e ela engolindo cada centímetro do meu pau pra dentro
de si e mordendo todo o meu membro a cada engolida, nossa
como deverá ser bom realizaresse sonho também, enquanto
isso ficarei imaginando seu rebolado, suspiros e sua cara de
gozo até esse dia chegar, uma coisa eu sei, o seu cuzinho é
perfeitinho e não medirei esforço prate-lo. Quem sabe no
próximo conto eu não relato pra vocês.

Aventuras com a prima da adolescência a maioridade

O que irei relatar aqui é verídico entre mim e minha


prima,darei meu nome de Eduardo e dela de Priscila,
morávamos com uma família grande desde pequeno, mas
com o tempo fomos crescendo e observar mais as coisas no
mundo de modo diferente e foi daí que prestei mais atenção
no corpinho de minha prima que estava ficando bem
gostosinha a cada ano que se passava, razão essa inspirada
pelas revistas de sacanagens, filmes e leituras eróticas
conseguida com a turma da rua de casa, coisa de moleque.
Mas lá pelos 14 anos as coisas começaram a esquentar mais
e mais, pois fui tirando umas brincadeirinhas com ela e ao
mesmo tempo alimentando agora a minha fantasia sexual
com todo o material de sacanagem que eu continha pra ser
passado pra ela com o desejo que ela viesse a corresponder
aos meus anseios.Bom tudo começou num dia em que
estávamos tomando banho juntos fora de casa no chuveiro,
os dois com peças intímas, e foi ai que comecei a me esfregar
naquele delicioso corpo, peitinho pequeno, bucetinha
gordinha e um rabinho apetitoso e ela foi deixando, até que
de leve esfregava mais e mais o meu pau duro dentro da
sunga nela e ela deixando tudo correr, enfim foi o primeiro
passo pra um mundo totalmente de prazer entre ambos, já
que não passou de uns pequenos amassos minha primeira
investida isso tudo com muito sigilo para ninguém de nossa
família flagrar nós dois. Daí em diante eu não pensava em
outra coisa a não ser em fuder a minha prima, vivia batendo
punheta pensando nela no banheiro, e então comecei a trazer
revistas de sacanagens para ela ler e então já começava a
chupar os seus seios, pois via que ela ficava excitada com as
leituras eróticas das revistas e depois com os filmes que
assistíamos escondidos já conseguia ficar num local que
tínhamos secretos ficar um bom tempo esfregando a minha
pica dura já por fora da cueca, nossa aquilo já era um bom
sinal pra mim, pois a Priscila gozava sentia um prazer enorme
em roçar aquele capu de fusca que ela sempre teve em minha
pica e eu gozava só com aquele tipo de prazer, as coisas
foram ficando mais quentes de modo em que um certo dia
depois de um filme eróticos ela resolveu me mostrar sua
buceta, que imagem mais linda era aquela, bucetinha rosada,
cheirosa, lábios grandes, pêlos crescidos em volta de sua
vulva, aquela coisa encharcada de melzinho pronta pra ser
sugada e pedindo pra minha boca explorar toda aquela gruta
inexplorada em plena adolescência, bom sei dizer que fiquei
apreciando cada detalhe daquela coisa linda que brotou bem
na minha frente, mas não demorei muito pra cair de boca na
buceta da Priscila antes que ela mudasse de idéia e foi daí
que eu escutei um ruído fascinante, era ela gemendo na
minha boca e delirando com cada investida que eu dava com
a língua na sua boneca, tentava enfiar o dedo, mas ela não
deixava, nessa altura já teria gozado umas duas vezes só
fazendo sexo oral nela, mas sempre ficávamos atentos pra
não sermos pegos por ninguém, e com o tempo passando e
muitos materiais eróticos mostrados a ela eu já fui colocando
a pica pra fora e deslizando em sua buceta, gozava como um
louco, chupava ela quase todo dia e quando não fazia isso eu
me acabava na punheta pra ela ficar logo afim.Mas nesses
amassos todos dentro de casa não levantávamos muitas
suspeitas dentro de casa e agíamos normal pra não dar na
vista e eu contente com toda a situação, mas infelizmente e
felizmente também eu não fui o seu primeiro homem, não sei
ao certo pra quem ela deu, mas o que importou mesmo foi
que eu me aproveitei por anos dessa situação, minha primeira
vez com ela foi numa tarde de sábado, sempre tinha alguém
tomando cerveja nesses dias em casa, então aproveitávamos
pra ir ao nosso lugarzinho do prazer e foi numa dessas
investidas que eu botei na bucetinha dela e logo sentir que
ela não era mais virgem e eu pouco liguei também, só fiz
curtir o momento, nossa que buceta maravilhosa, apertada e
deliciosa, eu enfim realizando o começo do meu sonho sexual
com ela.
Após a minha primeira transa com ela, comecei a me
armazenar com matérias cada vez mais eróticos pois isso
deixava ela excitada, e então começamos a transar em todos
os cantos da casa, nos banheiros, sala, cozinha, sala de
jantar, quartos, área de lavanderia e no quarto de
empregada, como estudávamos o resto do tempo tínhamos
que estudar e sempre que eu podia eu ir dar uma força no
estudo pra ela a sós, mas sempre com uma revista de
sacanagem pra ela ler e olha que as vezes ela não queria,
mas quando abria as primeiras paginas da revista sua buceta
ficava logo ensopada e não dava outra, uma bela trepada não
importando o lugar da casa e nem horário, eu adorava
quando ela mandava eu sentar na cama, isso depois que eu
chupava a buceta dela,e sentava na minha pica e eu via
aquela sua buceta enorme(apesar de ela ser baixinha) engolir
a minha pica e rebolando na minha vara, gemia gostoso e
mandava eu segurar os seus bicos rosados e médios que
cabia em toda palmda de minha não e eu apertava e escutava
o seu gemido acompanhado do seu gozo,sem falar ainda
tinha que reparar pra que ninguém aparecesse, e quando não
tínhamos uma cadeira exclusiva no quarto em que ela se
apoiava com os braços e colocava uma das pernas na cadeira
e deixava exposta aquela linda buceta pronta pra ser fudida e
pra ficar mais perigoso ela deitava-se na cama só de
shortinho e deixava aquele delicioso corpo estendido na cama
pronto pra ser explorado com minha mão, boca e pica,
afastava a sua calcinha pro lado e ajustava a mnha pica bem
na entrada de sua buceta e ela parecia não deixar eu fazer
isso, mas com pouco tempo ela estava de 4 na cama e nós
dois correndo perigo, já que qualquer um podia pegar nós
dois em tal situação.O dia de sábado era meio que especial
pra mim, pois ela de manhã ia lavar roupa e ao mesmo
tempopegar sol e ficava superapetitosa e daí eu ficava no
quarto esperando ela e ela após lavar roupa ficava lendo
alguma revista minha de sacanagem sem o compromisso de
dar-me sua vulva,mas não dava outra, após algumas horas
de sol, lá vinha Priscila com os seus17 mais ou menos pro seu
priminho, seu corpo exalando o cheiro de bronzeador e sua
bucetinha tufada e salgada, e com uma marquinha que não
era pra colocar defeito algum, ela entregava a revista pra
mim e eu com um ar de como não soubesse da nada ficava
calado e esperando ela entrar, então ela afim de fuder vestida
com uma toalha de banho tirava o seu biquíni totalmente nua
pra mim e se olhava no espelho e então eu pedia pra chupar
sua buceta ou seu cuzinho, ela dizia que não, mas no
momento em que eu tocava no seu corpo ela não fazia
nenhuma rejeição então notava que o sinal estava verde e
pronto pra ser começado, melhor gozado, fora o momento de
sol dela aos sábado era de noite, pois ela tinha um horário
pra chegar então eu ficava na rua com a turma e antes da
23hs eu já estava em casa esperando pra assistir um filme de
sexo que passava todos os sábados na bandeirante,
certamente muito já devem ter visto esse filme, e era ai que
começava a minha outra jornada pra fuder de novo aquela
buceta, apesar de ela ter acabado de chegar da rua, ou em
festa ou mesmo namorando, transando ou sei lá, depois que
lavava a buceta pra mim estava ok, não via limite em mim
em ter a gruta de Priscila mais uma vez, sendo que de noite o
perigo era maior, os cuidados eram redobrados, transanvamos
no sofá, ela sentava ao meu lado, jantava eu colocava no
canal do filme e alisava suas pernas e sempre ela não
deixava, o filme rolando e ela assistindo e mais uma vez
tentava e daí ela ia deixando eu passar a mão sobre sua
perna, ela tinha uma camisola em que deixava os seu lindos
seios bem visíveis e sua calcinha também, isso me deixava
com um tesão louco, bom das pernas eu me concentrava em
massagear sua buceta por cima de sua calcinha e pressionar
bem de modo que ia cededo e abria sua perna, mas não
deixava eu colocar o dedo, então implorava pra chupar e ela
não deixava, só afastava a calcinha e deixava eu vendo
aquela buceta aberta e eu socando punheta, mandava ela
meter o dedo pra ver se estava ensopada e prontamente ela
deslizava o seu dedo indicador e colocava na entrada da
grutinha e com outro dedo ela abria e fechava os dedos e eu
vendo seu melzinho ali grudado de uma ponta a outra em
seus dedos, isso era pra acabar, depois ela mandava eu
chupar, daí ficava mais feliz, nisso ela tinha que reparar a
porta pra que ninguém aparecesse, e perguntava pra ela se
eu podia fuder ela e ela dizia que não, que eu ficasse ali na
mesma função, sem brincar muito no seu clitóris porque ela
dizia gozar rápido e então eu afundava a minha língua mais e
mais, na sua gruta a ponto de fazer questão de morrer
afogado ali, naquele instante, depois de certo tempo ela fica
de 4 e mandava eu fuder e controlava cada pombada que eu
dava nela, ela manipulava tudo, não queria que eu gozasse
rápido e nem dentro de sua buceta, mas confesso que não
conseguia segurar por muito tempo, pois com ela tudo me
excitava e era demais. Bom depois de um tempo ela se casou
e mudou de casa, mas nem por isso eu fiquei sem transar
com ela, uma vez ela veio ficar aqui em casa grávida passar o
dia e eu não pensei em outra coisa a não ser comer ela e não
deu outra, depois de uns sites de sacanagens na net fomos ao
nosso local secreto e ela mesmo com uns 8 meses me cedeu
sua buceta, estava maior e mais ensopada, parecia que não
transava desde quando havia ficado grávida, dessa vez não
foi muito difícil convence-la, nem chupei ela dessa vez, digo
sós os seios, mas cavalguei gostoso naquela buceta e gozei
toda a minha porra que estava guardada especialmente pra
ela, apesar de eu ter namorada, mas a sua buceta é sem
comparação o prazer com ela é maior sem dúvida.
Ultimamente com nossa maioridade, eu 29 e ela 27 fica difícil,
pois temos certas responsabilidades, mas nem por isso deixei
a nossa relaçãoe esfriar, mesmo casada já chupei os seus
seios, masturbei sua buceta isso tudo aqui em casa quando
ela vem visitar e a minha última coisa fantástica que eu fiz foi
transar com ela na sua casa, dentro da casa de seu marido,
isso nunca vou esquecer o prazer e o risco acho que combina
com o risco tanto pra mim como pra ela, mas essa será no
próximo conto, espero que gostem.

Sabado a noite

Naquela noite chuvosa de sabado,tinha decidido que iria ficar


em casa,queria relaxar,descansar um pouco da semana
agitada que tive.
La pelas 22:00,recebi uma ligação,uma amiga me
chamando,quase intimando,para sair,curtir a noite,falei que
não,mas ela insitiu,pensei por que não,afinal não tinha nada
melhor a fazer.As 23:00,vieram me pegar,no caminho ela
falou que os amigos do Rio,tinham chegado e ja estavam
dentro da boite.Entramos,nos apresentamos,todos muito
simpaticos,e só...percebi um cara muito interessante um
pouco afastado,perguntei a ela se ele fazia parte do grupo,ela
respondeu que sim,pra mim ele era o mais bonito,mais
charmoso,mais interessante,super na dele.Isso chamou
minha atenção.Lá pelas tantas comentei com a amiga se dava
para me aproximar,ela falou:Por que não?
Tava tocando um forrozinho gostoso,e eu ja tinha bebido um
pouco,fiquei cheia de coragem,me aproximei,toquei na sua
mão e o chamei pra dançar,ele aceitou de imediato.
Dançamos,pude sentir seu perfume,que delicia,ele era muito
cheiroso,adoro homem cheiroso.Terminada a
musica,conversamos um pouco,nada demais,até porque um
dos meninos,ficaram zoando,dizendo que ele tinha se dado
bem.
De repente ele saiu,o procurei e nada,que decepção!Mas ai
minha amiguinha que não é besta,viu pra onde ele tinha ido,e
me chamou para irmos para outro ambiente de musica
eletronica,ficamos no grupo dançando,ele me olhou,e o
chamei para dançar,ele falou: só se for com você,nós
dois!Nossaaaaaaaa,dançamos de forma sensual,ali todo
mundo olhando.Onde estava com a cabeça?Nossos corpos se
tocavam e se encaixavam perfeitamente,confesso que tava
excitadissima,sem esperar ele segura nos meus cabelos,vira
meu rosto pra ele e me beija,devagar,lentamente,no ritmo
dos nossos corpos,eu fiquei doida,a principio fiz
charminho,depois me entreguei,nos beijamos loucamente,que
lingua gostosa,que boca gostosa,não conseguia parar de
beija-lo.
Ele me puxou pelas mãos e me levou para o bar,e continuou
com a tortura,me beijando,sugando minha alma com sua
boca,naquele momento ja não pensava em nada,tocava
discretamente nos meus seios por cima da roupa,acariciava
minhas coxas,levantando um pouco a saia do meu
vestido,aquela sensação me deixava doida de desejo,alguem
poderia nos ver naquele momento,mas a forma como aquele
homem mexia comigo era demais para poder ter qualquer
racionio lógico.
No momento de lucidez,podemos conversar um pouco,até
então eu não sabia nem o seu nome,rsrs.Perguntei como iria
terminar a noite,ele disse:Eu sei o que quero,mas você
decide!Eu queria,e como queria.Mas eu pensava com posso
sair com esse cara,que acabei de conhecer,e ao mesmo
tempo pensava assim:é só hoje,não há mal.
E vocês sabem o pensamento do diabinho prevaleceu
né?Saimos dali com dia quase amanhecendo,ele me levou a
um dos melhores motéis da cidade,foi super gentil,sabe esses
caras que abrem a porta do carro?Que te dão passagem?
Mas quando entramos no quarto no tesão falou mais alto,ele
me jogou na cama,isso pra ele foi facil,tambem com seu
1,92cm,nada dificil,controlar uma mulher de 1,62cm,rsrs
Ele me beijava daquele jeito,devorando minha boca,meus
labios,minha língua...ora lentamente,ora avidamente.Suas
mãos percorriam meu corpo,meus seios,minha
barriga,minhas coxas,eu estava tão excitada,quase
implorando pra ele que arrancasse minha calcinha e me
possuisse.Ele ficou de joelhos,prendendo minhas pernas sob
as suas,me olhando com aquela cara de safado,e foi
levantando meu vestido lentamente,a cada toque de sua mão
meu corpo estremecia,fiquei completamente despida,naquela
posição,ele sugava meus seios com muita vontade,aquela
boca quente,aquela barba por fazer arranhando minha pele,as
mãos enormes,me acariciando,tentei desaboatar sua calça,ele
me ajudou,ele tava muito excitado,colocou seu pau pra fora e
pensei:Que coisa linda,perfeita!É serio,nunca havia visto um
pau tão lindo e perfeito,liso,coloração muito bonita,nem
escuro,nem claro,sem muitas veias,a cabecinha
rosada,lindooooooooo.Grosso e grande,muito grande,disse
pra mim:Me lasquei,não vou aguentar,rsrs
O deitei na cama e iniciei a melhor chupada que poderia
fazer,bem putinha...beijei sua boca,e falei no seu ouvido:você
quer uma chupada gostosa?Gemendo respondeu que
sim.Beijei-o na boca,fui deslizando com a lingua no seu
pescoço,peito,mamilos,beijando,mordiscando,lambendo,desce
ndo pela barriga,passei direito pelo pau,fui pra suas
coxas,suas pernas,e fiz o caminho inverso,ele segurou no
meu cabelo e pediu pra colocar seu pau na boca,sorri bem
safada e disse:Só se me chamar de putinha!
Ele:chupa minha putinha gostosaaaaa.Foi musica nos meus
ouvidos.Segurei delicamente,beijei a cabecinha,lambi,depois
coloquei toda cabecinha na boca e chupei,fazendo contornos
com a lingua.Parei e perguntei se podia continuar,ele
disse:sim!!sim!!
Deslizei a lingua nele todo,abri um pouco suas pernas,e
continuei deslizando a lingua molhadinha,ate na portinha do
cuzinho,ele ficou doido.Voltei para seu pau,dessa vez sem
pena,coloquei ele na boca e o devorei,chupava,sugava,dava
uma paradinha e fica fazendo movimentos com a lingua de
sucção na cabecinha,tinha vontade de engolir aquela rola
linda e deliciosa,mas não dava....rsrs.Ela latejava e pulsava
na minha boca,tava na hora.
Me encostei na cabeceira da cama de joelhos,e de costas o
chamei,ele colocou a camisinha,e veio por tras.Que
delicia,sentir ele me abrindo,seu pau na minha buceta e seu
dedinho tocando meu grelinho,não demorou muito,gozei,gozei
incontrolavelmente,meu corpo todo tremia,tava louca,quanto
mais ele bombava,mais eu queria.
Gritava:Fode!!!Fode com força essa
putinha,gostosooooooo.Perdi as forças,e cai na cama,ele ficou
por cima,sem tirar de dentro,continuou a tortura,perguntou
se não tava machucando,falei que não,ele não sabia que
adorava aquela posição de dominio,adoro ser dominada,ele
apertava meus seios,puxava meu cabelo,beijava minha
nuca,alucinada pedi pra ele me dar uns tapinhas na cara.Que
gostoso,tava realizada,ele falou no meu ouvido baixinho que
iria gozar,pedi pra ele gozar na bundinha.Ele tirou seu pau da
bucetinha e gozou na minha bunda,me lambuzando
toda.Adoro ficar assim.Estava realizada sem nenhum
sentimento de culpa ou arrependimento.Saimos do motel por
volta das 16:00,foi a melhor noite,manhã e inicio de tarde
que poderia ter na vida.

Do msn para o carro!

Mais uma vez,não resisti,rsrs!


Após seis meses de conversas no msn e no celular.Ele me
convenceu,aprendi a confiar,admirar,desejar,queria me
entregar.
Marcamos um encontro à beira-mar,uma noite perfeita,linda,o
mar calmo,lua cheia,praia tranquila sem muito
movimento,apenas alguns
\\\\\\\\\\\\\\\"atletas\\\\\\\\\\\\\\\"faziam seus exercicios,e
eu entre eles caminhava nervosa,excitada,indecisa,se deveria
ou não continuar com aquela loucura.
Perdida em pensamentos o celular toca,atendo ele avisa que
tinha chegado no local e estava me esperando.Falo que estou
chegando.Encosto num coqueiro,dou um suspiro e
penso:Melhor dar meia volta e desistir.Então o celular toca
mais uma vez:Cadê você?Tô aqui,o meu carro ta com o alerta
ligado,vem pra cá!Desliguei e fui ao seu encontro.
Quando me aproximei a porta abriu e entrei.Lá estava
ele:Lindo?-Não!Perfeito!
Como desejava,como sonhei,como imaginava.
Sorriso largo,olhos brilhantes,cheios de desejo.
Nos \\\\\\\\\\\\\\\"apresentamos\\\\\\\\\\\\\\\",ele perguntou
se queria ir pra outro lugar,falei que não.
Ele disse que iria dar uma volta assim poderiamos coversar e
eu relaxar,ele percebeu que eue estava tensa.Entrou numa
dessas lojas de conveniência e retornou com algumas
cervejas.Voltamos para beira-mar,uma música legal no toca
cd,cervejinha gelada,fiquei mais relaxada.Quando
percebi,estavamos nos beijando,suas mãos passeavam em
minhas coxas,sua língua brincava nos meus lábios,ficava
arrepiada,com cada toque,ele falava baixinho em meu ouvido
o queria fazer comigo,isso me excitava loucamente,abria
minhas pernas quase que involuntariamente para que ele me
tocasse mais e mais....
Ele não fazia e para piorar colocou minha mão no seu pau sob
o jeans,para que eu sentisse o tamanho da sua excitação.Meu
coração disparou,ele achou pouco e falou assim: Isso é por
você e pra você,quer?Falei que sim!sim!Quero!Abri o ziper de
sua calça e senti ele quente e pulsante.
Sua boca deslizava do pescoço para meus seios.
-Céus que tortura!Implorei me toque.
Quando seus dedos tocaram minha bucetinha molhada,acho
que naquele momento gozei.
Que delicia,seu polegar no meu grelinho e seu indicador no
movimento de vai e vem,dentro da minha bucetinha,sua boca
chupando meus seios.Me senti flutuar,que tesão,que
loucura.Ali naquele lugar,estava totalmente entregue.
Queria senti-lo,queria dar prazer,retribuir.
Toquei seu pau duro como pedra,cabecinha molhada,cai de
boca,precisava dele em minha boca.Lambi a cabecinha
devagar,chupei,deslizei a boca nele todo,lentamente,saboreiei
bem gostoso,sem pressa,depois o engoli todo,todinho,e iniciei
a tortura do vai e vem na minha boca,alternando devagar e
lentamente,as vezes ficava quietinha sentindo a cabecinha
pulsar no fundo da garganta.
Ele puxou meus cabelos e falou que se continuasse assim iria
gozar.Eu disse com a cara mais safada que tenho:A intenção
é essa!
Ele: é? Então pede!Pede cachorra!Tu gosta de leitinho?
Falei que sim,adoro leitinho!Quero leitinho na boca!
E assim foi:Senti ele entrando e saindo da minha boca cheio
de desejo,fazia movimentos,sincronizados,parecia que estava
dentro da minha buceta.Que gostoso!
Quando estava prestes a gozar,pediu para eu colocar a língua
pra fora,senti os jatos de leite quente.Bom demais!Tomei
leitinho,mas ele continuava durissimo.
Perdi o juizo de vez,levantei a saia,abri as pernas e sentei no
seu colo,iniciei uma cavalgada louca,já não me importava,se
tinha alguem vendo ou não,estava louca de tesão.
Tudo que queriaera senti-lo dentro de mim,assim: sua boca
ora nos meus seios,ora me beijando,ora falando
sacanagem,seu pau abrindo minha buceta e seu dedinho
enfiado no meu cuzinho.
Queria gritar,mas não podia,perdi as contas de quantos
orgasmos eu tive.
Foi muito bom!Acho que pela primeira vez,me senti
mulher,fêmea!
Marcamos um novo encontro,mas dessa vez num local,mais
seguro e reservado,rsrs.

A noviça, a esposinha depravada e o canalha

VIII
A jovem esposinha do assessor de prefeito, em uma pequena
mas próspera cidade do sul de Minas, lutava com seus anjos e
demônios íntimos. Estava casada apenas um ano e meio e já
traíra seu marido inúmeras vezes e não só com um, mas com
dois homens e uma mulher!
A sua dor na consciência era que tudo vinha acontecendo tão
rápido que fugia ao seu controle de prever as causas e evitá-
las.
Que era imoral, nojento e inconcebível ela deixar que outros
homens abusassem sexualmente de seu corpo, não havia
dúvidas disso.
Mas, a alegria dos múltiplos êxtases - ela tentava esconder
que sentia - que seus fornicadores lhe davam, a deixavam
sem força de vontade para negar tais abusos.

Jardel era de seus amantes. Outrora tinha sido um rico


pecuarista, mas perdera quase tudo quando sua mulher pediu
divórcio e casou-se com seu melhor amigo e advogado de
confiança!
O envolvimento Jardel com a jovem esposinha se deveu a
uma indiscrição que ele descobriu sobre ela e desde então a
vinha chantageando.
No momento, ele a fez vir ao seu apartamento e como
sempre ela atendia prontamente.

Como era de praxe, ele a fazia despir-se e chupava-lhe a


xaninha com sofreguidão ou ela era quem tinha de fazê-lo
gozar com a boquinha. Dependia do estado de espírito dele.
Dessa vez, ele a fez quase desmaiar com os seguidos
orgasmos que ele deu com a boca.
Quando voltou a sua respiração normal e desdobrando as
coxas que estavam escancaradas como um frango assado, ela
relaxa e escuta Jardel lhe falando.
- Escuta Nanete, vou precisar que você faça uma coisa pra
mim.

A jovem esposinha já se preparava pra ajoelhar entre as


pernas dele, quando levantou a cabeça encarando-o. Ela já
imaginava que ele iria envolvê-la em alguma tramóia em que
ela seria usada como moeda de troca sexual!
- Preciso que teu maridinho convença o meu genro assinar o
arrendamento das terras pra eu instalar o abatedouro. É
muito importante, pois vou criar empregos, embora nesse
contrato de arrendamento eu fique livre dos impostos por
trinta anos!

Nanete sabe o quanto isso é importante pra ele, pois isso


seria o recomeço depois da queda financeira que ele sofreu. O
problema é que ele queria ir rápido demais devido a sua
idade, por volta dos cinqüenta anos, e a estava usando para
que seu marido se tornasse cúmplice deste tráfico de
influencia, já que o genro dele era o prefeito da cidade.
- Não. Não farei isso. Você me torturar devido ao meu erro,
eu aceito. Mas meu marido nunca será jogado na lama por
minha causa. Além disso, tô adorando saber que você está
sem dinheiro pra começar qualquer coisa! Huuumm, acho que
nunca senti tanta alegria em chupar teu pau como agora,
sabendo que você está indo direto pro buraco!

E ante ao estupefato Jardel que não esperava aquela atitude


desafiadora de Nanete, ele vê as mãozinhas dela lhe abrindo
a barguilha e tirar sua imensa, mas amolecida rola de dentro
da cueca.
No segundo seguinte, Nanete já sente dificuldade em engolir
pelo menos metade dela, pois já lateja de tanta rigidez!
- Pára! Pára, sua putinha boqueteira! Estou falando sério! Me
escuta, porra! Ou você faz o que eu mando ou todo mundo
vai saber que você masturbou um cavalo até ele gozar!

Nanete pára o boquete e entre lambidas na arroxeada glande,


lhe responde.
- Pouco me importa, seu canalha! Mas, meu marido não será
atingido! Eu o amo demais pra ver sua carreira destruída, pra
me proteger de tua chantagem! Foda-se!

E Nanete, com seus belos olhos azuis encimados por


sobrancelhas negras, sorri candidamente, lhe perguntando.
- Você não quer que eu termine a chupada... como premio de
consolação!

Jardel dá um longo berro de ódio e por uma fração de


segundo perde o controle e esbofeteia o belo rosto da
esposinha infiel!
Nanete leva um susto com o impacto, mas na mesma fração
de segundo percebe que seu dominador está perdendo o
controle sobre ela. Então, ela se apruma de volta sentada
sobre as panturrilhas e levanta o rosto desafiadoramente.

Jardel já se prepara para dar outra tapa, quando se dá conta


do que está fazendo. Nanete percebe que os olhos dele lhe
pedem perdão. Ela se levanta, lhe dá as costas e caminha
para onde deixou as roupas.
- Espera, Nanete, espera! Você não pode negar que sempre
sentiu prazer. Você teve até seus lucros quando te apresentei
pro Rafer, não é mesmo?
- Tudo que aconteceu comigo poderia ter sido como se eu
fosse uma mulher honesta! E não uma puta rampeira que
vocês me transformaram! Vou sair daqui agora direto
confessar pro meu marido tudo o que eu fiz! Seja o que deus
quiser!

Jardel já acha que Nanete está histérica. Antes que ela dê


mais alguns passos ele a alcança e a esbofeteia novamente,
mas dessa vez consciente. Lágrimas aparecem nos olhos
dela. Ele a faz virar de costas e inclinar-se em cima de uma
mesa. Em seguida lhe aplicada rápidas palmadas na robusta
bunda, seu maior objeto de desejo!

Nanete volta à razão porque seus neurônios se deleitam


quando suas nádegas são acariciadas, mesmo que sejam
palmadas! Jardel interrompe as palmadas já que não acha
mais necessária tal terapia, mas se surpreende quando vê
Nanete levantar a parte superior do corpo do tampo da mesa
e dando um longo suspiro, exclama.
- Não pára, velho safado, não pára! Continua com teus
tapinhas! Pelo menos... bate com mais força, seu cretino!

Jardel se dá conta da tamanha dependência que Nanete


necessita agora para se satisfazer sexualmente. O marido
dela jamais a terá como Jardel e Rafer a tem. A não ser que
ele, o marido, venha se juntar a eles e dividi-la entre os três!

O cinquentão ignora o pedido de Nanete por mais palmadas e


lhe apalpa as nádegas fortemente separando as bandas. Parte
da xaninha aparece brilhando de melada e o rosado cusinho
parece piscar convidativamente!
A rombuda cabeça da sua tora pincela a entrada da xaninha e
logo e engolida por ela.
- Sabe de uma coisa, sua safada? Eu vou te engravidar! Te
engravidar, ouviu?
- Não! Isso não! Não seja tão cruel! Faz o que sempre você
gostou de fazer... me enrabar!
- Ah há! Aí está, ou você faz o que eu mando ou tu vai ter um
bacurinho meu!
- Eu me mato! Me mato, ouviu!? Nem uma coisa nem outra!
Se me engravidar, eu me mato, canalha!

A rola de Jardel já esta toda dentro do útero de Nanete. Todo


aquele falatório está excitando os dois cada vez mais. Jardel a
puxa pelos cabelos, torcendo sua cabeça para que sua boca
alcance a dele!
Antes que os lábios deles se toquem, a porta da suíte é
aberta. Uma bela e voluptuosa mulher pára na entrada com
os olhos arregalados de surpresa. Jardel e Nanete só se dão
conta da presença dela quando a porta é fechada com
estrondo e ela exclama.
- Jardel!

Ele fica estático por uns segundos, mesmo que Nanete


continue a rebolar sensualmente sua bunda com a rola dentro
da sua xotinha. Ela só pára quando seus belos olhos azuis se
abrem e vêem a bela mulher ao seu lado.
- Quem é esta, seu velho escroto? Virou pedófilo também?

Nanete pergunta em tom sarcástico ao notar agora que


embora tenha já um corpo totalmente formado de uma
mulher, o belo rosto da adolescente lhe diz que ela não deve
ter mais de quinze aninhos!
- Já tenho dezesseis anos, sua bruxa! E quem é você?
- Eu sou uma vítima desse cretino e sou forçada a dar o cu
pra ele... tal como você... eu acho...
- Não sou forçada coisa nenhuma!
- Calem a boca vocês duas! Nanete, esta é Fernanda, filha do
atual marido da minha ex. E você vai virar fêmea dela
também, escutou! Eu vou te degradar até você fazer
exatamente tudinho o que eu mandar!
- faça o que quiser fazer, seu cachorro! Eu não cederei nunca!
Nunca!

Fernanda escuta o diálogo dos dois sem entender nada. Mas,


aquela atmosfera de luxuria a deixa tremendamente excitada.
Ela nota que o pauzão de Jardel escapou da xaninha de
Nanete e agora repousa entre o rego da bunda dela.

Fernanda engole um seco, pois em outra situação já estaria


sugando com avidez a cabeçorra arroxeada! Ela desvia os
olhos quando escuta Nanete chamá-la.
- Pivetinha venha aqui! Vou mostrar pra esse velho safado,
que nem você fará eu mudar de opinião!

Fernanda como que hipnotizada pega na mão que Nanete lhe


estende e é puxada para bem perto dela. Sem que ela
esperasse, Nanete lhe passa o braço em volta do pescoço e
cola sua boca na da bela adolescente.

Fernanda, ao primeiro momento fica estática e com os olhos


fitando o vazio. Mas, o beijo, com a lingüinha de Nanete
procurando pela dela, é tão gostoso que ela fecha os olhos e
se entrega, dando uma última olhada para o rosto do seu, até
agora, único macho!
Jardel, gentilmente tenta separá-las, mas é Fernanda que,
colocando a mão em seu ombro, insinua para que ele se
afaste. Logo as duas estão se beijando apaixonadamente,
enroscando as coxas uma na outra, enquanto suas línguas
fazem a mesma coisa!

Nanete pára com o beijo e rasgando a parte da frente da


blusa da ninfeta, faz saltar os belos e cheios seios juvenis. Ela
volta a duelar língua com língua e pegando os mamilos entre
o indicador e o polegar, aperta-os o mais forte que pode.
Nandinha, pela segunda vez na vida, sente a dor como
prenúncio de um intenso prazer a seguir! Ela joga a cabeça
para trás, espalhando os loiros cabelos pelo rosto enquanto
grita longamente de gozo!
Nanete aperta mais forte ainda e Nandinha lhe dá um olhar
de súplica, pois, apesar da dor, ela não consegue terminar
seu gozo!
Então, Nanete sem deixar de apertar um mamilo, passa a
mão pela nuca de adolescente e traz seu rosto pra perto do
seu e volta a beijar-lhe loucamente!
Fernanda, quase desmaiando, deixa baba escorrer pelo canto
da boca. Nanete, mais uma vez, interrompe o beijo e com
mão livre esbofeteia a linda ninfeta.

Antes que Nandinha saiba o que está acontecendo, Nanete,


com uma das mãos na cabeça dela, a faz abaixar-se até ficar
na altura exata da bocetinha da infiel esposinha. Com a
mesma mão, Nanete força que o rosto da ninfeta se encaixe
entre suas coxas!

Fernanda sente pela primeira vêz o odor vaginal de uma


fêmea em pleno cio, intenso e libidinoso. Ela beija e chupa a
xaninha de Nanete como fosse a boca que ela tinha beijado
antes!
A adolescente sente a pressão mais intensa da mão da
depravada esposinha em sua cabeça enquanto a pélvis dela
dá solavancos de encontro em seu rosto!

Jardel escuta os últimos suspiros descompassados de Nanete,


que está caida de costas em cima da mesa, tendo suas coxas
amparadas pelos ombros de Fernanda, que continua
embevecidamente lhe chupando a xaninha.

Jardel se aproxima de ambas para levantar Fernanda. Esta se


vira ao sentir seu ombro tocado e nota a rígida rolona
despontando por entre a barguilha.
Sem sair da posição, ela consegue abocanhar parte da rola,
enquanto Jardel ampara a coxa de Nanete e passa por cima
da cabeça de Fernanda.
E espera que todo o gozo reprimido nos últimos minutos jorre
intensamente dentro da boquinha da ex-noviça!

Pecados de uma II
Bruninho mal dormira a noite passada. Seu pai tivera que
sacudi-lo para tirá-lo da cama. Quando chega a mesa pra
tomar café, sua mãe Joana lhe dá um beijo de bom dia e o
deixa conversando com o pai, alegando que tinha outras
coisas pra fazer. Ela tem uma entrevista com um homem que
vai arranjar um estágio para seu filho.

Joana estava com trinta e sete anos, mas era impossível


alguém acreditar nisso. Ela vencera diversos concursos de
beleza, não aqueles de miss Magreza, mas aqueles de “A Mais
Gostosa”, durante os anos de faculdade. Atualmente exibe a
mesma beleza física.

Na noite anterior ela revelou a Bruninho quem era seu


verdadeiro pai, numa discussão dramática.
Tudo devido a ele estar namorando Riana, uma belíssima
adolescente de quinze aninhos, que vinha a ser também filha
do verdadeiro pai dele, o professor Bruno.

Bruninho ouviu sua mãe confessar que era amante dele desde
os tempos de faculdade e daí ela lhe dera o mesmo nome. O
pior de tudo foi saber que ela era ainda amante do prof.
Bruno.
Mas, o que deixava tudo mais complicado foi a repentina
transformação que sofrera a cabeça de Bruninho ao ter visto,
sem querer, a nudez de Joana. Ele, agora, vivia numa
exasperante relação de amor e ódio por sua bela e adúltera
mãe. Aos dezoito anos, o senso moral dele perdia a batalha
para os efervescentes hormônios de sua libido.

Voltando no tempo.
Aos dezessete anos Joana entrava na faculdade e se tornara
amiga de Eliza, que viria a ser mais tarde, mãe de Riana.
Joana ficara sabendo que já algum tempo Eliza era amante do
prof. Bruno. A amizade entre as duas levou à confidencias
picantes por parte Eliza e isto só fez aguçar ainda mais a
luxuria que Joana trazia dentro si e de ter sido criada dentro
dos rígidos padrões da religião luterana.

Numa atitude que Joana pensava ser de independência, ela


aceitou namorar Jamil, dez anos mais velho e filho de rica
família libanesa. Ele vivia viajando devido aos negócios e
raras vezes compareceu aos eventos na faculdade da
namorada.

Joana não tinha paixão por Jamil, mas esperava que pelo
menos houvesse uma relação mais alegre e até apimentada
como era a de sua amiga Eliza. Jamil adorava Joana, mas
ficava intimidado por sua beleza e se excedia em respeito,
como também em presentes.

Certo dia, Joana deu um flagra em Eliza quando ela chupava


com entusiasmo o cacetão do prof. Bruno dentro do carro
dele. A imagem foi tão forte e excitante que ela adoeceu.
Antes da mãe dela vir de outro estado, Jamil já estava
removendo a namorada para uma clinica particular.
O que aconteceu a seguir só foi ser entendido por Jamil
tempos depois. Joana ainda sob efeito do alto grau de
excitação e provavelmente devido algum remédio que estava
tomando, simplesmente acariciou o pau de Jamil e este
respondeu no seu esplendor dos vinte e sete anos.

Quando a mãe de Joana abriu a porta do quarto, deu de cara


com Jamil entre as pernas de sua inocente filhinha, com as
calças arreadas até os tornozelos. A mancha no lençol e um
pequeno filete de sangue comprovaram que Joana tinha sido
deflorada por Jamil.
O que veio a seguir foi o arranjo para o casamento dos dois,
imediatamente. Jamil ficou radiante, mas Joana entrou em
desespero.

Uma semana depois, já no quarto que ambas moravam, Eliza


tentava animar a amiga. Conseguiu que ela fosse às aulas.
Coincidiu que uma das aulas era com o prof. Bruno e Eliza
tivera que fazer uma tarefa em outra ala da faculdade.
Antes da aula terminar, o prof. Bruno falou discretamente que
precisava falar com ela. Joana já adivinhava o que seria.

O sinal tocou e todos se retiraram menos Joana que ficou


esperando o prof. Bruno sentar-se ao lado dela.
- Venho falar em nome dos outros professores também. Você
falhou em todas as matérias desse período. Não tem jeito de
você ficar na dependência. Você terá que fazer tudo de novo e
ficará atrasada meio período em relação a sua turma.
Resumindo, você continuará caloura por mais um semestre.
- Eu sei, eu sei. Também estou pouco me importando...
minha vida está um merd... uma bagunça!
- Sim, realmente é isso, sua vida está uma merda! Pode se
expressar assim que não me incomodo. Mas não quer dizer
que ela acabou. Você terá que fazer adaptações que lhe
favoreçam e não deixar que devido a uma falha você seja um
exemplo punitivo para a moral hipócrita de seus pais.

Joana que já tinha certa atração física pelo professor desde


do dia que vira a piroca dele deslizar pra fora da boca de Eliza
e ser logo engolida até os bagos, ficou ainda mais
maravilhada com o apoio moral que ele estava lhe dando.
Na verdade, Bruno estava apaixonado por Joana. Ela se
parecia com uma amante que ele tivera anos atrás e que fora
um dos relacionamentos mais tórridos que tivera. Joana era
sem tirar nem pôr a própria Helga, quando tinha dezessete
anos. Assim, o charme e a vontade de Bruno se juntaram a
vontade de Joana.

Naquelas duas horas do período do almoço, Joana recebeu


todo o sexo que tinha esperado desde quando ela começou
timidamente a se masturbar.
Quando entraram na suíte do motel, Joana já estava sem
calcinha e Bruno a fizera gozar beijando-lhe a boca toda vez
que paravam num sinal e tendo o grelinho sido acariciado, ele
parava só pra trocar as marchas.
- Eu preciso tomar um banho...
- Espera, eu vou com você.
- Não, não Professor. Eu prefiro ir sozinha... e por favor,
apague algumas luzes...

Em poucos minutos Joana voltou enrolada numa toalha que


lhe apertava os volumosos seios e se sentou na beira da
cama. Bruno tinha uma toalha em volta da cintura e já se
preparava pra ir pro banho.
- Professor... venha aqui. Venha aqui pra perto. Não precisa ir
tomar banho...

Ao mesmo tempo em que falava, Joana levava as mãos à


cintura de Bruno e lhe despiu a toalha. Um longo suspiro de
admiração e de alegria saiu dos lábios da jovem futura
adúltera. Ali, pela primeira vez na vida, ela estava prestes a
possuir aquela coluna de músculos envolta por grossas veias
azuladas, que não lhe saía do pensamento! Como ela invejava
sua amiga Eliza!
Agora ela ia tomar posse daquele colosso, que seria só dela
nas próximas horas.

Bruno se deliciou com a surpreendente atitude de sua jovem


amante quando ela, desajeitadamente colocou a glande por
inteiro dentro da boca e não conseguia sugar e respirar ao
mesmo tempo.
A coisa ficou evidente quando o olhar desorientado de Joana
procurou pelos olhos de Bruno. Ele apenas mostrou um
sorriso cínico nos lábios e passou uma das mãos por trás da
cabeça dela.

Joana tentava fazer o vai e vem com a cabeça e por duas


vezes limpou a saliva que lhe escorria pelo queixo.
- Princesinha, não se incomode com o que lhe escorre pelo
queixinho. É assim mesmo. Mas, vamos lá! Feche os olhos e
antes de tirar a cabeça da boca, respire e aspire somente pelo
narizinho, entendeu? Assim... assim... vá devagar, não é pra
me agradar. Você é que tem que estar gostando. Você tendo
prazer, me dá prazer, entendeu? Isso, muito bom... muito
bom meeeessssmo! Que gostoso, princesinha! Está indo
bem...faz, faz... chupa mais...mais! Engula mais um pouco!
Assiiiim, queridinha...assiiiiiimmm!

Joana estava fascinada com a aveludada e morna rola que


cada vez mais ela estava sendo capaz de engolir. Agora já não
sufocava e se deliciava com a própria saliva que engolia,
imaginando que era o caldo do que chupava com tamanha
avidez!

Sem saber, uma mãozinha foi parar na xaninha e com os


dedos ela iniciou uma carícia no grelo, ritmando com o suave
entra e sai da rolona em sua boca. Com a outra mão, ela fazia
movimentos circulares no que sobrava da rola fora de seus
lábios.

Bruno se extasia em ser chupado pela bela namorada de


Jamil. Ele sente que em pouco vai inundar a boca da bela
estudante com seu esperma. Balbuciando ele lhe diz isso.

Joana parece despertar de um sonho. Ela tem dúvidas se vai


engasgar com o volume que ela julga que é proporcional ao
tamanho da piroca.
Ao mesmo tempo ela sente uma urgente necessidade de ser
preenchida na xaninha, pois ainda não descobrira as outras
partes de seu corpo que lhe dariam prazer.

Bruno dá uma leve inclinada pra trás quando sente a erupção


vindo de suas bolas. Neste exato momento a realidade a sua
volta desaparece e ele se sente flutuando. Por isso não
percebe quando Joana deixa escapar sua rola pra fora da
boquinha.
Ao mesmo tempo em que se deita e abre as pernas, Joana
puxa o corpo de Bruno para dentro de si com os dedos
enterrados em ambos os glúteos dele.

O professor se vê entre as pernas da curvilínea aluna e sua


poderosa torona sendo espremida pela apertada vagina dela.
É com o jorro de esperma que abre caminho para que a
torona deslize prazerosamente pra dentro da xaninha.

Agora é muito tarde para evitar a ejaculação dentro do útero.


Também, o morno recanto que lhe envolve a piroca só
permite que ele se abandone em gozo.
Joana ouve pela primeira vez urros de um macho dentro de si
e aquilo dispara o intenso orgasmo que ela vinha guardando
involuntariamente. Seus gritos se unem aos de Bruno e ela
sente toda a cavidade vaginal ser inundada pela gosma
quente que chega a escorrer pra fora da xaninha, lhe
molhando a bunda e o lençol!

Agora deitados lado a lado, Bruno está preocupado. Ele a


chama para irem tomar banho juntos. No caminho ele explica
que as preliminares devem ser longas pra ele gozar o máximo
fora da xaninha. Mas ele nota que Joana ainda está nas
nuvens.
,
Ele a banha e tenta enfiar suavemente os dedos na vagina
dela. Joana fecha as coxas apertando os dedos dele entre
elas. Ela diz que está muito sensível e pede pra ele não tocá-
la ali.
Quando voltam pro quarto, Bruno pensa em vestir-se e não
vê que Joana deitou-se na cama e acaricia o grelinho se
contorcendo suavemente. Os olhos dela estão fixos na imensa
rola que está sendo enxugada por ele.
- Jô, minha linda, vou te ensinar outro modo de gozarmos
sem que eu te penetre a xaninha. Você quer, não quer?

Bruno se senta na beira da cama e faz Joana vir e se ajoelhar


entre as coxas dele. Logo Joana está sentindo a rigidez da
quentura entre seus seios e sua boca está colada a dele com
sua língua sendo chupada.
Quando Bruno sente que está pra gozar novamente,
interrompe o beijo e joga o corpo pra trás se deitando por
completo. Uma cusparada de semem bate embaixo do queixo
de Joana. Instintivamente ela abaixa a cabeça e abocanha a
glande, mantendo o resto entre os seios, engolindo o resto de
esperma que ainda resta.

Antes que Bruno perceba, sua aluna vem se sentar em sua


virilha e a semi-endurecida rola se aconchega dentro da
xaninha dela.
Com movimentos cada vez mais frenéticos, Joana apóia as
duas mãos no tórax de seu professor enquanto o cavalga.
Bruno continua excitado e a visão da grossura das coxas e as
amplas curvas dos quadris fazem com que sua rola endureça
por completo.

Ele leva as duas mãos para as nádegas dela, enterrando os


dedos nas tenras carnes dos glúteos.
Talvez prevendo uma preliminar para a futura sodomização
nela, o professor vai enfiando suavemente seu dedo médio no
anus de sua bela aluna. Joana dá uma imperceptível parada
em seu rebolado ao sentir aquela nova e estranha sensação.

Ela sente quando o dedo de seu professor se esfrega na


própria rola, separada pela fino tecido de carne do reto anal.
De repente, Joana se vê completamente invadida.
Lembranças e visões do que Eliza contava ao ser enrabada,
lhe vem à cabeça. Em menos de dois minutos alcança seu
segundo e intenso orgasmo.
Naquele momento eles não sabiam que Joana iria engravidar.

Isto se passou vinte anos atrás. Agora Joana não consegue


evitar de se acariciar, mesmo sabendo que em poucas horas
irá se encontrar com um amigo do professor Bruno. Este
amigo vai arranjar um estágio pra Bruninho numa das filiais
da empresa que ele preside, fora do estado
Assim Joana afasta seu filho de Riana que é também filha do
professor Bruno e de si própria, pois acha que, tanto ele
quanto ela, estão desenvolvendo o perigoso complexo de
Édipus.

Pecados de uma mçae III

Para Bruninho, um rapagão de dezoito anos, o final de sua


adolescência estava sendo torturante. A garota de seus
sonhos, veio ele a saber, era também sua irmã. A mãe de
Riana teve um caso com o mesmo homem de quem sua
própria mãe engravidara. O pai de ambos era o professor
Bruno, daí que sua mãe lhe deu o mesmo nome do amante. A
mãe de Bruninho casara com outro, que até o momento ele
considerava como seu pai biológico.

O problema era que nessa idade ficava difícil para Bruninho


colocar a moral à frente da tesão. Ele sabia que Riana lhe
correspondia e que eles dariam muito bem juntos. Mas,
Joana, a mãe dele, vira o perigo do incesto e antes que algo
se consumasse entre eles, ela o impediu lhe contando sua
escorregada com o prof quando tinha dezessete aninhos.

Mas houve o episódio em que, primeiro, Bruno viu sua mãe


nua e segundo, no auge da discussão entre ele e a mãe a
respeito de Riana, os dois perderam o controle e xingando um
ao outro, Joana convenceu o filho que ele não era mais
virtuoso que ela, pois notara que ele se excitava ao vê-la nua.
E para provar isso, Joana obrigara o filho a se masturbar na
frente dela, no banco de trás do carro, onde tinham ido
conversar e acabara neste revelador episódio.

O fato agora era que Bruno se torturava por tentar não


desejar a própria mãe, ao mesmo tempo em que Joana sabia
que o filho a desejava. E ela não se sentia muito confortável
com isso. Aos trinta e sete anos, ela estava em plena
efevercencia sexual e como fêmea já fora de diversos machos
durante este casamento de vinte anos, sempre com a
aprovação e a proximidade do amante Bruno.
Bruninho resolveu que deveria falar às claras com a mãe,
antes que enlouquecesse. Determinado abriu a porta da suíte
e deparou com sua mãe, vestida apenas de calcinha e deitada
de bruços, falando ao telefone.
- Oh! Que é isso? Você está louco? Não sabe bater na porta?
- Mãe, mãezinha, me desculpe! Mas... mas eu preciso lhe
falar!
- Antes de dizer qualquer coisa, me passa o robe que está na
cadeira e se vira de costas!
- Mas... mas, é justamente sobre isso que vim falar!
- O que você quer dizer com isto? Me passe o robe, Bruno!
- Não! Você vai me escutar do jeito que está! Como você
espera que eu aja naturalmente se fico vendo você se expor
assim a todo momento!
- Eu não fico me expondo! Você é quem fica me espreitando e
entrando em meu quarto sem se anunciar! Tudo bem... o que
você quer?
- Mãe, eu preciso da Riana! Pouco me importa se ela é minha
meia-irmã! Se eu não posso ficar com ela... vou ficar doido! A
não ser...
- A não ser... o quê?
- A não ser que você... que você seja ela!

Joana ficou olhando pro vazio por alguns segundos


raciocinando sobre a situação. Seu filho, ali parado, com
expressão angustiada e desejando-a por todos os poros. Ela,
somente de calcinhas, exibindo seu belo corpo, que muitos já
saborearam.
- Senta ali, na poltrona. Faça o que quiser, menos chegar
perto de mim! Antes, tranca a porta!

Como um autômato, Bruninho obedeceu sem pestanejar e um


pouco relutante ameaçou baixar o zíper da calça sem tirar os
olhos do esplendido corpo de sua mãe que agora se levantava
da cama, exibindo toda sua luxuriante nudez. Em seguida ela
se ajoelhou e ficou de quatro deixando sua imensa e bela
bunda ofuscarem os olhos dele.
Bruninho inquietamente remexia no seu pau através do tecido
da calça. Joana saiu da posição e sentou-se de ladinho e sem
olhar pro filho, exclamou.
- Tira ele pra fora, filhinho! Tira, tira! Goza... goza me
olhando, seu safadinho da mamãe!
Foi preciso só duas ou três punhetadas para que o semem se
lançasse ao ar, quase atingindo as coxas de Joana que agora
estava sentada de pernas abertas, absorta em ver o vulcão
de esperma expelido do pênis de seu filho.
Bruninho arfava e se contorcia com o tremendo gozo que
estava tendo, ali na frente de sua mãe seminua. Quando sua
respiração voltou ao normal e levantou pra encarar sua mãe,
ela tinha sumido pro banheiro. Envergonhado, ele saiu da
suíte, limpando as mãos na calça.
Meia hora depois, Joana procura por seu filho e lhe diz que vai
se encontrar com alguém que vai ajudá-lo com o estágio dele.
Ele implora à mãe pra ir junto. Joana o encara novamente e
lhe diz
- Você está ficando obsessivo para comigo. Já não bastou o
que aconteceu ainda pouco?
- Não sei, não sei o que acontece comigo! Mas me deixa ir
junto, por favor?
- Talvez a tua presença vá atrapalhar... quer ir assim mesmo?
- Quero. Quero sim!

Eles chegaram à magnífica cobertura do Sr. Daniel. Joana


apresentou o filho a ele. Daniel os acomodou no amplo salão
depois de oferecer-lhes algo para beber, se dirigiu ao bar num
dos cantos do recinto.
- Bom... você já sabe onde estou. Agora você pode ir embora.
Pode pegar o carro que o Rafer me manda levar em casa.
- Não... não, mãe! Deixa eu ficar, deixa...
- De jeito nenhum!
- Mãe por favor, eu quero de qualquer maneira ficar aqui!

Joana encara o juvenil rosto daquele homenzarrão mais um


vez, adivinhando até que ponto ele vai agüentar aquela
situação.
- Você sabe o que vai acontecer, não sabe?
- Sei, sei sim! Deixa eu ficar, por favor... deixa eu ficar!
- Tudo bem. Você vai dizer que tem que ir. Eu vou te levar até
a porta, mas vou deixar somente encostada. Vou atrair Daniel
para a varanda. A suíte é aquela porta ali. Tem um closet
onde as portas são de treliça. Quando terminar teu drinque,
pode ir.

Joana começou a ser despida ainda no salão. De dentro do


armário, seu filho escutava seus risinhos e as exclamações de
admiração de Daniel. Bruninho se perguntava porque eles não
vinham logo, quando Daniel adentrou o quarto com sua mãe
abraçada a ele e com as coxas em volta da cintura dele.
O colossal caralho de Daniel ficava dando cabeçadas nas
polpas das amplas nádegas de Joana e o filho dela, por trás
da porta do closet, se assustou ao imaginar como ela iria
agüentar todo o membro.
- Que surpresa agradável, Jô! Você sempre recusou minhas
investidas!
- Você sabe que sou fiel ao Bruno. Só trepei com você porque
vocês dois estavam juntos! E agora... eu disse que precisava
falar com você sobre meu filho.
- Ele sabe que eu comer você?
- Ele acha que sim. Me pediu que não, mas disse que nada
iria te impedir, portanto não adiantava me dar conselhos!
- E você quer?
- Mais ou menos. É mais por meu filho. Quero um bom
estágio pra ele.

Bruninho parou de escutar o diálogo entre o amante e sua


mãe quando os dois passaram a procurar com a boca os
respectivos órgãos genitais. Joana, ardilosamente,
posicionou-se de jeito que seu filho tinha ampla visão dela
engolindo o enorme pau de Daniel!
Parece que isso a excitava tanto que ela tinha que parar o
sobe-desce da cabeça e dava longos suspiros sem tirar a
glande de dentro da boca e deixando grossos filetes saliva
escorrerem pra fora dos lábios. De repente, Joana deixa a
torona escapar de sua boca e dá um berro de gozo. Caindo ao
lado do amante, ela continua ofegante e dizendo coisas
desconexas enquanto os últimos espasmos do orgasmo vão
diminuindo.

Bruninho tem uma ligeira preocupação de como vai limpar o


esperma que ele lança na porta de treliça. Sua mãe se
contorce sensualmente com as alvas e grossas coxas se
esfregando uma na outra e as duas mãos entre elas.
Num dado momento, Daniel a faz virar-se deixando-a de
bruços. Joana parece uma marionete nas mãos dele. O filho
dela inveja o amante que lhe acaricia as aveludadas nádegas,
pra logo em seguida baixar a cabeça até o rosto se enfiar
entre elas.
- Aaaaaaaah, seu malvado! Sabia que você não ia se
esquecer de meu cusinho! Vai, vai...chupa! Chupa! Chupa
bastante! Enfia... enfia mais fundo! Enfia tua língua todinha
no meu cusinho, enfia!

A rola do filho de Joana se recusa a amolecer ao escutar e ver


o abandono dela à devassidão que o amante está começando
a submetê-la. Bruno não acredita que sua mãe vai dar a
bundinha! Logo ela que nunca deu mostras de ser tão
desinibida diante dos familiares. Ele sente pena do próprio pai
que nunca descobriu quantas vezes sua mãe o traiu e de
modo tão lascivo!

Uma confusão de sentimentos passa pela cabeça do filho de


Joana ao vê-la de lado com o amante à suas costas. Os olhos
de Bruno se arregalam e sua rola volta a se inchar na mão,
quando vê a mãe segurando a descomunal rola do amante e
guiá-la para a apertadinha abertura do cusinho rosado!
Bruno sente seus olhos arderem por não querer piscar um só
segundo para não perder cada momento da rola invadindo
lentamente o cusinho de sua mãe!

Quando tudo acaba, Daniel se levanta depois de um breve


descanso onde ele possuiu o anus dela mais duas vezes,
sendo que na última, Joana quis sentar na rola com ele
deitado de costas.
Bruno vê através das treliças ele passar para o banheiro. Sua
mãezinha está deitada meia de bruços, com as belas nádegas
viradas pra ele. Filetes de esperma do amante escorrem de
entre elas até as coxas abaixo.
Na mesma posição que está, Joana levanta a cabeça e fitando
o closet, faz sinal para que o filho vá embora agora. Bruno dá
um passo pra fora e fecha a porta no exato momento que o
amante de sua mãe aparece na suíte esfregando a toalha em
volta do rosto.

Mãe e filho ficam paralisados por segundos. Joana logo volta


a razão e num pulo corre em direção ao amante. Como se
fosse brincadeirinha, ela encobre a cabeça dele com a toalha
rindo quase que histericamente e faz ambos dar uma meia
volta.

Daniel a abraça e a toalha cai, descobrindo-lhe a cabeça.


Joana fingindo afastar-se do abraço, mas na verdade o
aprumando para que ele fique de costas pro filho.
Ela espera que Bruninho aproveite a oportunidade para
escapar. Para manter a atenção do amante fixa em si, Joana
se ajoelha e logo a rola dele está deslizando pra dentro da
boquinha dela.

O filho já está com a mão na maçaneta quando dá uma


última olhada pra trás. O desespero de sua mãe é evidente ao
vê-lo estático, observando enquanto ela chupa nervosamente
a rola do amante. Com o rabo do olho, Joana sinaliza para
que o filho vá embora.
Bruno está maravilhado com a imagem daquela formosíssima
mulher ajoelhada em frente a um macho, lhe sugando a
rolona com ardor. Ele só sai do quarto quando ouve o amante
dar um longo urro e sua tora expelir chuvas de esperma no
rosto e seios de sua mãezinha!

Transando pensando na mâe III

Daniel, apesar de sua boa aparência e juventude, nasceu pra


ser corno. Havia também sua tendência de se afeiçoar
sempre à mulheres mais velhas. Bem mais velhas.

Por exemplo, aos quatorze anos sua primeira mulher era vinte
anos mais velha que ele. Agora aos dezenove se apaixonara
por Lea, quinze anos mais velha.
Ambas estavam casadas quando os casos começaram. Helga,
sua primeira mulher e quem o inicou nos prazeres sexuais, já
estava no segundo marido.

Mas, as duas apesar de o terem com um perfeito amante, não


vacilaram em se encantarem por outros machos. Daniel sabia
que Helga, por exemplo, já tinha um amante quando
começaram a trepar.
Quanto a Lea, além do marido, até o momento ela era só
dele. Mas recentemente, ela começara a ter seu sangue
fervendo nas veias ao pensar em Jorjão, um amigo de Daniel.

Agora, Daniel estava ali, amaldiçoando o álbum de fotografias


que tinha nas mãos. Nele tinha fotos de Helga fazendo sexo
com ele e Lea tinha visto as essas fotos.
Certo dia, num impulso e no calor do excitamento, Daniel
convidou Lea e o marido, que era paraplégico, a passarem um
final de semana na pousada da mãe dele. Aí que aparecia o
problema.
A bela e voluptuosa morena, de pele muito clara e belos olhos
azuis, que aparecia nas fotos, trepando não só com Daniel,
mas as vezes com três jovens ao mesmo tempo, era ninguém
menos que a mãe dele, Helga!

Lea, que só diferenciava de Helga por ser uma loira genuína,


estava sentada diante de Daniel esperando que justificasse
porque a ultima hora ele lhe dissera que era impossível de
irem visitar sua mãe.

Foi quando ela remexeu na mochila dele e pegando o álbum,


atirou no rosto dele.
- É por isso? Ela mora lá, não é? E você não quer ser visto
comigo, não é, seu fedelho safado!
- Não! Não... não é bem isso. É que eu... eu... não sei, não
sei... não posso falar... é muito estranho! Você não vai
entender e talvez queira me deixar! E aí eu terei que te
chantagear novamente! Eu não quero que nossa relação seja
assim!
- Porra, Daniel! O que é tão estranho que você não possa me
dizer! Eu posso entender que você não consiga se desligar
dela, apesar de você ter mentido pra mim! Acho que você só
me quer porque eu pareço com ela! E também você me
forçou a fazer tudo o que você já fazia com ela! Parece que
eu sou o espelho dela na versão loira!

Realmente, quando Daniel tinha a rola sugada por sua


mãezinha, pensava em Lea.
E quando ele amassava as bandas das nádegas de Lea com
sua pirocona lhe preenchendo o cusinho, ele imaginava que
era a poposuda de sua mãe, Helga.

Mas como contar pra Lea que ele tinha essa relação
incestuosa com a própria mãe?
- Se vai ter que ser assim... se você não quer largá-la, então
eu não pretendo ser só sua... quero dizer... ser tão devotada
a você!
- O que você quer dizer com isso?
- Que eu passarei a me dedicar somente ao meu marido.
Deixarei de ser a depravada que você me obrigava a ser!
- Esta mulher da foto se chama Helga e... e é...minha mãe!
Minha mãe, escutou bem? Minha mãe!

Houve pelo menos uns dois minutos de absoluto silencio,


onde Lea fixava um ponto além da cabeça do jovem
incestuoso amante e tinha a respiração suspensa. Quando ela
relaxou notou o olhar amedrontado do garoto Daniel.
Não se sabe o que se passou pela cabeça de Lea pra ela
tomar aquela atitude. Ela se levantou com expressão
enraivecida e se dirigiu a passos firmes até Daniel. Tomou o
álbum que lhe estava nas mãos e novamente o jogou na face
do jovem amante.
- Saia! Saia daqui! Isso é imundice! Você e sua mãe! Meu
deus, onde fomos parar! Que horror! Vamos, saia, saia já
daqui! E não volte, nem tente mais me ver! Agora eu tenho
algo contra você!

Daniel apanha o álbum no chão e acabrunhado levanta seu


atlético corpo. Com a cabeça baixa, sai em direção à porta.
Com os olhos marejados, ele se afasta ao abrir a porta.
Antes que saia, seu corpo e empurrado pro lado e a porta é
fechada com estrondo pelo corpo de Lea que se posiciona a
sua frente.

Ela passa uma das mãos por trás da nuca dele e puxa sua
cabeça para que a beije violentamente.
Daniel abraça a infiel esposa do paraplégico, depois pousando
e apertando firmemente ambas as mãos nas nádegas dela,
quase a suspende do chão.

Lea consegue passar ambos os braços por cima dos braços de


Daniel e pegando a bainha do vestido justo que está usando,
ela o vai levantando enquanto rebola, fazendo com isso que a
rolona do jovem incestuoso seja amassada por sua coxas.
- Me chupa, meu filho! Me chupa!

No segundo seguinte, Daniel está com um dos joelhos no


chão e despedaçando o fino tecido da calcinha dela. Sua boca
cola à entrada da xaninha, sugando como se fosse uma fruta,
ao mesmo tempo em que sua experiente língua penetra por
entre os lábios da vagina já melada de tesão.

Não demorou muito e Lea acariciando os cabelos de Daniel,


curva seu corpo pra frente e depois dando um longo suspiro
se curva pra trás. Daniel sente o tremor da xana dela em sua
boca. Parece que ele saboreia o gosto do orgasmo da
depravada esposinha infiel.

Ainda arquejando fortemente, Lea afasta o rosto do atlético


amante da sua bocetinha e ternamente lhe diz.
- Sua mãezinha quer o mesmo carinho que você faz na Helga.

Assim falando, ela se vira devagar até sua robusta bunda ficar
cara a cara com o rosto de Daniel.
Ele espalma ambas as mãos na maciez dos glúteos e fica
alguns segundos com o olhar fixado no rosado cusinho
daquela esplendida mulher.
- Você é maravilhosa, Lea! Maravilhosa!
- Me chama de mãezinha, chama?!

Para uma pessoa adulta descendo as escada que dá no salão


onde Léa e Daniel estão, é impossível ver o que está
passando lá embaixo devido a parede do mezanino. Mas, para
quem está sentado, como é o caso, numa cadeira de rodas, a
visão é ampla.
Ivo, o paraplégico marido de Léa, ao sair do quarto e rodar
mais ou menos um metro, leva um choque. Lá embaixo, sua
bela esposinha está com o busto encostado a porta, o vestido
suspenso acima das formosas nádegas e as mesmas
exageradamente empinadas, rebolando lentamente com o
rosto do jovem Daniel enfiado entre elas.

Ivo tenta gritar de indignação, mas sua voz fica engasgada na


garganta. Uma pressão anormal acontece em seu peito. Ele
perde o controle das mãos e não consegue se mover pra lugar
algum.

Só lhe resta olhar para o jovem Daniel que agora faz uma
espécie de montinho com as mãos nas nádegas de sua
esposa e morde suavemente diversas vezes.
Pra desespero de Ivo, seu pênis se enrijece. Isso parece que
o acalma, pois automaticamente ele retoma o controle das
mãos e logo uma delas está espalmando a própria piroca.

Uma mistura de raiva e tesão toma conta do cormo Ivo.


Casado com aquela beldade vinte anos mais nova que neste
momento está se abaixando até ficar de cócoras com o rosto
a altura da virilha do ingrato estudante que ele acolheu em
sua casa.
Com os olhos esbugalhados e se masturbando violentamente,
Ivo vê sua cândida esposinha chupando a cabeçorra do penis
do estudante com tal vontade que rastros de saliva escorrem
pelo queixo dela. Por alguns segundos ele fecha os olhos e
quando os abre novamente, Léa engoliu inteiramente toda a
extensão da rígida piroca e seu queixinho está entre o saco
escrotal do rapaz.

Ivo, sem esperar, tem um grande gozo, mas praticamente


não ejacula. Ele fica arfando por uns momentos e quando sua
respiração volta ao normal, ele não sabe o que fazer. Mesmo
assim percebe quando Léa, puxando Daniel pela mão, se
dirige a algum canto da sala, desaparecendo de sua visão.A
pressão em seu peito volta a incomodar e ele resolve voltar
pra suíte e se deitar.

Meia hora depois quando Léa chega a suíte com a roupa


recomposta, mas sem calcinha e toda melada do esperma de
Daniel, encontra o marido deitado, mas tendo um ataque
cardíaco.

Ivan, o filho dele do casamento anterior, foi o primeiro a


chegar e não estranhou de encontrar Daniel por lá. Era sabido
que Daniel fora contratado para ajudar na hidroginástica para
recuperação do pai dele.
Ivo passou dois dias na UTI e não resistiu. O funeral foi
marcado pra manhã seguinte. Léa disse a todos que não se
preocupassem por ela e pedia que todos entendessem que
queria ficar sozinha.

Depois que todos se foram, ela subiu pra tomar um banho. Na


suíte, Daniel a estava esperando compadecidamente. Ele a
consolou e a banhou na mesma banheira, onde três meses
atrás ela chupou e engoliu esperma pela primeira vez na vida,
além de ter sido sodomizada diversas vezes naquele dia por
Daniel.
Agora ele apenas a ajuda a banhar-se e fica silencioso
escutando as lamúrias da jovem viúva. Daniel acomoda Léa
sob as cobertas e vai se retirando quando ela pede que ele
fique abraçado a ela até que durma.

Lea faz Daniel deitar-se de costas e se acomoda a seu lado


com a cabeça descansada no tórax dele. Daniel volta a
escutar os soluços e as lamúrias dela e consola beijando-lhe
os loiros cabelos.
Em dado momento, Lá levanta a cabeça e passa a limpar as
lágrimas e a saliva derramada no peito do jovem amante.
Quando termina, ela lhe dá um terno beijo nos lábios e depois
suaves beijinhos pelo tórax, em especial num dos mamilos.
Daniel se assusta quando a mão dela acaricia seu saco e
segura firmemente a grossura instantânea de sua torona. Ela
o beija longamente antes de procurar pela avermelhada
glande com a boca faminta.

Na manhã seguinte, todos se compadecem da jovem e


devotada viuvinha quando ela tira os óculos escuros para
limpar as lágrimas e notam as profundas olheiras em volta
dos olhos.

Léa faz de tudo

Eu descobri que meu marido tinha pelo menos uma amante e


freqüentava casas de travestis. Ele estava sempre viajando.
Ele era vinte anos mais velho que eu quando casamos. Ele
estava viúvo e tinha um filho de oito anos.
Cerca de dois anos atrás ele sofreu um acidente e ficou
paraplégico. Tivemos que contratar terapeutas e por fim um
jovem e atlético universitário foi contratado pra ajudá-lo nos
exercícios.

Daniel estava com dezenove anos quando entrou na nossa


casa e em todos meus orifícios e reentrâncias. Eu estava com
trinta e quatro anos quando pela primeira vez chupei e engoli
esperma e dei o cusinho pela primeira vez.

Durante uns dois meses fui dominada e submetida por Daniel


às suas demandas sexuais. Aconteceu de algumas vezes
Daniel estar me enrabando no banheiro enquanto meu marido
estava deitado inerte na cama de nossa suíte. Não era raro de
Daniel gozar entre meus seios ou na minha boquinha
enquanto meu marido estava assistindo televisão e
estávamos às suas costas.
Embora com remorso, eu gozava loucamente e ficava
inteiramente satisfeita..

Logo após ser sodomizada por Daniel, eu ainda amava meu


marido e desejei que ele me enrabasse também porque eu
não queria que um estranho fosse o único que tivesse me
dado esse prazer.
Foi quando ele me disse que esse tipo de sexo não deveria
ser praticado com a esposa, só com as profissionais do sexo.
Eu fiquei chocada. Se todo homem gosta dessas variações
sexuais, lógico que as mulheres também, onde meu marido ia
procurar?
Foi nessa época que eu fui descobrindo suas escapadas
sexuais e cada vez mais eu ficava viciada nas coisas que
Daniel fazia em mim.

É claro que eu vivia num doce estresse, pois o medo de ser


descoberta aumentava ainda mais a luxuria com que eu me
entregava ao meu jovem amante. Passava pela minha cabeça
o que um jovem quinze anos mais novo via em mim e o que
aconteceria quando eu chegasse aos quarenta ou mais.
Eu tinha descoberto nas coisas de Daniel um álbum de
fotografias onde tinha várias fotos dele trepando com uma
belíssima mulher que de acordo que disseram depois, era a
minha imagem e semelhança na versão de cabelos negros.
Descobri também que esta mulher participava de orgias e
junto com a noiva de meu enteado, Valéria.
A recente surpresa que Daniel me fez, foi confessar que a tal
mulher de esplendido corpo que aparecia sendo triplamente
penetrada nas fotos era... mãe dele!
A principio eu achei que aquilo era por demais nojento e era o
extremo da degradação humana. Eu tentei me apegar a isso
para dar um fim aquela aventura e voltar a ser fiel a meu
marido.
Mas, quem vai entender as mulheres? Um minuto após minha
indignação e até ter expulsado Daniel de casa, eu o estava
abraçando e procurando por sua rola freneticamente.
Enquanto ele me comia na sala e meu marido estava na suíte
esperando que eu fosse lhe dar banho, eu pedia que ele me
chamasse de mãe e eu o tratava por filho!
Neste mesmo dia meu marido teve um ataque cardíaco e
morreu dois dias depois.
Na noite anterior ao velório, eu pedi a todos os familiares que
me deixassem sozinha. Mas não fiquei surpresa quando
encontrei um solícito Daniel me esperando na suíte.
Ele parecia querer somente me consolar sem sexo.
Novamente, não sei o que aconteceu comigo. Eu iniciei um
boquete tão intenso que ele gozou duas vezes na minha boca
antes de eu fazê-lo deitar-se em cima de minhas costas e me
sodomizar até eu adormecer.

Durante o enterro os familiares me consolaram enquanto eu


derramava algumas lágrimas por aquele homem que eu tinha
amado tanto, mas que me decepcionara ainda mais. Não me
dera nenhum filho e me tratava como uma loira burra. Nunca
me fizera gozar também.
Meu enteado Ivan, que eu adorava como filho, e sua
depravada e infiel noiva me fizeram companhia ao me
levarem pra casa, no carro dirigido por Daniel. Foi consenso
geral que Daniel seria necessário para me levar a lugares e
que eu poderia contratá-lo como motorista particular.

Eu não pude evitar de meu enteado me fazer companhia bem


como alguns de meus parentes. Daniel aparecia para ver se
eu precisava de alguma coisa, mas era claro que meus
parentes se antecipavam a ele. Isto estava me enlouquecendo
e o olhar disfarçado de desejo de Daniel agravava mais ainda.
Por fim veio a missa de sétimo dia. Como é o costume, eu me
vesti toda de preto. Me vendo no espelho eu tentava não
parecer extremamente belo e sensual, mas era em vão. Eu
não tinha culpa que aquela roupa realçava ainda mais minhas
generosas curvas.

Ao final da missa, demonstrando consternamento, eu pedi a


todos que me deixassem só. Alguns acompanharam com os
olhos quando Daniel abriu a porta de trás do veículo e eu me
acomodei lá. O danado do Daniel, apenas deu partida no
motor e ficou observando enquanto todos iam embora. Eu
entendi sua jogada e o abracei mesmo com o encosto do
assento entre nós. Ele jogou seu braço direito para trás e
trouxe minha cabeça até nossas bocas se colarem.
Quando o estacionamento ficou semi vazio, Daniel pulou pro
banco de trás e abriu minha blusa soltando todos os botões
das casas. Meu sutiã preto foi puxado pra baixo de meus
amplos seios e seus lábios faziam sucção em meus túrgidos
mamilos.
- Me dá teu pau, filhinho, me dá!

A imensa cabeçorra me enchia quase que todo espaço dentro


de minha boca. Eu a apertava entre o céu da boca e minha
língua e acariciava com as mãos seu saco e a coluna
musculosa
ao mesmo tempo. Não demorou nem um minuto e aquele
moleque safado ejaculou com força em minha garganta que
quase engasguei. Mas não permiti que uma sequer gota
daquele líquido do amor me escapasse da boca e continuei
chupando com mais fervor ainda querendo secá-lo até a
última gota.
- Me dá a bunda, Léa! Me dá essa bunda maravilhosa!
- Oh! Não me trata assim. Você se aproveita de minha
fraqueza que não tem ninguém pra me proteger desse
assédio de tarado incestuoso!
- Pára Léa! Pára! Não fala de minha mãe! Você que é uma
viúva depravada! Teu marido ainda não tinha esfriado e você
estava com meu caralho na boca!

Eu me descontrolei com a petulância daquele pivete. Eu me


arriscava a ser difamada e repudiada por todos que
soubessem da minha relação com ele. Vinha sendo submetida
a todos seus caprichos sexuais e as vezes sendo até forçada,
estando meu falecido marido e outras pessoas por perto. Ele
que me viciara naquela degradação e era um incestuoso,
vinha agora me xingar?
Conseguir atingir-lhe o rosto com um soco que machucou
minha mão. Acho que tentei dar-lhe mais uns tapas e quando
ele segurou meus pulos, eu estava pronta a cravar-lhe as
unhas
Não sei como, mas eu estava com as pernas abertas sentada
em seu colo de frente pra ele. Minha calcinha tinha sido
rasgada e arrancada por aquele homem de mais de um metro
e oitenta e quase noventa quilos. Fui facilmente me
imobilizada com uma só mão, Daniel prendeu meus dois
pulsos atrás de minhas costas. Com a mão livre segurava o
próprio cacete, fuçando por entre minha bunda tremula.
A sensação da glande bolotuda sendo esfregada de cima a
baixo em meu rego acabou com qualquer resistência e
dignidade que me restava.

Fui eu mesma, que rebolando, achei com a boquinha de meu


anus a cabeçorra, engolindo-a inteiramente. Após uma pausa
de segundos para que ambos suspirarmos e nos deliciarmos,
cada um a seu modo, com o incomparável delírio da invasão
de meu anus pela rola dele!

A cabeça de Daniel estava entre meus seios e minha cabeça


balançava pra todos os lados descompassadamente com o
ritimado sobe e desce de minhas nádegas na rígida piroca
que penetrava meu cusinho.
- Me... me chama... me chama de mãezinha! Chama, chama!
- Sim, mamãe!

Eu dei um longo urro de gozo jogando minha cabeça pra trás


enquanto eu sentia minhas nádegas roçar as bolas de meu
amante menino e de seu amado cacetão, inteirinho em meu
cu.

Aventuras com a prima da adolescência a maioridade

O que irei relatar aqui é verídico entre mim e minha


prima,darei meu nome de Eduardo e dela de Priscila,
morávamos com uma família grande desde pequeno, mas
com o tempo fomos crescendo e observar mais as coisas no
mundo de modo diferente e foi daí que prestei mais atenção
no corpinho de minha prima que estava ficando bem
gostosinha a cada ano que se passava, razão essa inspirada
pelas revistas de sacanagens, filmes e leituras eróticas
conseguida com a turma da rua de casa, coisa de moleque.
Mas lá pelos 14 anos as coisas começaram a esquentar mais
e mais, pois fui tirando umas brincadeirinhas com ela e ao
mesmo tempo alimentando agora a minha fantasia sexual
com todo o material de sacanagem que eu continha pra ser
passado pra ela com o desejo que ela viesse a corresponder
aos meus anseios.Bom tudo começou num dia em que
estávamos tomando banho juntos fora de casa no chuveiro,
os dois com peças intímas, e foi ai que comecei a me esfregar
naquele delicioso corpo, peitinho pequeno, bucetinha
gordinha e um rabinho apetitoso e ela foi deixando, até que
de leve esfregava mais e mais o meu pau duro dentro da
sunga nela e ela deixando tudo correr, enfim foi o primeiro
passo pra um mundo totalmente de prazer entre ambos, já
que não passou de uns pequenos amassos minha primeira
investida isso tudo com muito sigilo para ninguém de nossa
família flagrar nós dois. Daí em diante eu não pensava em
outra coisa a não ser em fuder a minha prima, vivia batendo
punheta pensando nela no banheiro, e então comecei a trazer
revistas de sacanagens para ela ler e então já começava a
chupar os seus seios, pois via que ela ficava excitada com as
leituras eróticas das revistas e depois com os filmes que
assistíamos escondidos já conseguia ficar num local que
tínhamos secretos ficar um bom tempo esfregando a minha
pica dura já por fora da cueca, nossa aquilo já era um bom
sinal pra mim, pois a Priscila gozava sentia um prazer enorme
em roçar aquele capu de fusca que ela sempre teve em minha
pica e eu gozava só com aquele tipo de prazer, as coisas
foram ficando mais quentes de modo em que um certo dia
depois de um filme eróticos ela resolveu me mostrar sua
buceta, que imagem mais linda era aquela, bucetinha rosada,
cheirosa, lábios grandes, pêlos crescidos em volta de sua
vulva, aquela coisa encharcada de melzinho pronta pra ser
sugada e pedindo pra minha boca explorar toda aquela gruta
inexplorada em plena adolescência, bom sei dizer que fiquei
apreciando cada detalhe daquela coisa linda que brotou bem
na minha frente, mas não demorei muito pra cair de boca na
buceta da Priscila antes que ela mudasse de idéia e foi daí
que eu escutei um ruído fascinante, era ela gemendo na
minha boca e delirando com cada investida que eu dava com
a língua na sua boneca, tentava enfiar o dedo, mas ela não
deixava, nessa altura já teria gozado umas duas vezes só
fazendo sexo oral nela, mas sempre ficávamos atentos pra
não sermos pegos por ninguém, e com o tempo passando e
muitos materiais eróticos mostrados a ela eu já fui colocando
a pica pra fora e deslizando em sua buceta, gozava como um
louco, chupava ela quase todo dia e quando não fazia isso eu
me acabava na punheta pra ela ficar logo afim.Mas nesses
amassos todos dentro de casa não levantávamos muitas
suspeitas dentro de casa e agíamos normal pra não dar na
vista e eu contente com toda a situação, mas infelizmente e
felizmente também eu não fui o seu primeiro homem, não sei
ao certo pra quem ela deu, mas o que importou mesmo foi
que eu me aproveitei por anos dessa situação, minha primeira
vez com ela foi numa tarde de sábado, sempre tinha alguém
tomando cerveja nesses dias em casa, então aproveitávamos
pra ir ao nosso lugarzinho do prazer e foi numa dessas
investidas que eu botei na bucetinha dela e logo sentir que
ela não era mais virgem e eu pouco liguei também, só fiz
curtir o momento, nossa que buceta maravilhosa, apertada e
deliciosa, eu enfim realizando o começo do meu sonho sexual
com ela.
Após a minha primeira transa com ela, comecei a me
armazenar com matérias cada vez mais eróticos pois isso
deixava ela excitada, e então começamos a transar em todos
os cantos da casa, nos banheiros, sala, cozinha, sala de
jantar, quartos, área de lavanderia e no quarto de
empregada, como estudávamos o resto do tempo tínhamos
que estudar e sempre que eu podia eu ir dar uma força no
estudo pra ela a sós, mas sempre com uma revista de
sacanagem pra ela ler e olha que as vezes ela não queria,
mas quando abria as primeiras paginas da revista sua buceta
ficava logo ensopada e não dava outra, uma bela trepada não
importando o lugar da casa e nem horário, eu adorava
quando ela mandava eu sentar na cama, isso depois que eu
chupava a buceta dela,e sentava na minha pica e eu via
aquela sua buceta enorme(apesar de ela ser baixinha) engolir
a minha pica e rebolando na minha vara, gemia gostoso e
mandava eu segurar os seus bicos rosados e médios que
cabia em toda palmda de minha não e eu apertava e escutava
o seu gemido acompanhado do seu gozo,sem falar ainda
tinha que reparar pra que ninguém aparecesse, e quando não
tínhamos uma cadeira exclusiva no quarto em que ela se
apoiava com os braços e colocava uma das pernas na cadeira
e deixava exposta aquela linda buceta pronta pra ser fudida e
pra ficar mais perigoso ela deitava-se na cama só de
shortinho e deixava aquele delicioso corpo estendido na cama
pronto pra ser explorado com minha mão, boca e pica,
afastava a sua calcinha pro lado e ajustava a mnha pica bem
na entrada de sua buceta e ela parecia não deixar eu fazer
isso, mas com pouco tempo ela estava de 4 na cama e nós
dois correndo perigo, já que qualquer um podia pegar nós
dois em tal situação.O dia de sábado era meio que especial
pra mim, pois ela de manhã ia lavar roupa e ao mesmo
tempopegar sol e ficava superapetitosa e daí eu ficava no
quarto esperando ela e ela após lavar roupa ficava lendo
alguma revista minha de sacanagem sem o compromisso de
dar-me sua vulva,mas não dava outra, após algumas horas
de sol, lá vinha Priscila com os seus17 mais ou menos pro seu
priminho, seu corpo exalando o cheiro de bronzeador e sua
bucetinha tufada e salgada, e com uma marquinha que não
era pra colocar defeito algum, ela entregava a revista pra
mim e eu com um ar de como não soubesse da nada ficava
calado e esperando ela entrar, então ela afim de fuder vestida
com uma toalha de banho tirava o seu biquíni totalmente nua
pra mim e se olhava no espelho e então eu pedia pra chupar
sua buceta ou seu cuzinho, ela dizia que não, mas no
momento em que eu tocava no seu corpo ela não fazia
nenhuma rejeição então notava que o sinal estava verde e
pronto pra ser começado, melhor gozado, fora o momento de
sol dela aos sábado era de noite, pois ela tinha um horário
pra chegar então eu ficava na rua com a turma e antes da
23hs eu já estava em casa esperando pra assistir um filme de
sexo que passava todos os sábados na bandeirante,
certamente muito já devem ter visto esse filme, e era ai que
começava a minha outra jornada pra fuder de novo aquela
buceta, apesar de ela ter acabado de chegar da rua, ou em
festa ou mesmo namorando, transando ou sei lá, depois que
lavava a buceta pra mim estava ok, não via limite em mim
em ter a gruta de Priscila mais uma vez, sendo que de noite o
perigo era maior, os cuidados eram redobrados, transanvamos
no sofá, ela sentava ao meu lado, jantava eu colocava no
canal do filme e alisava suas pernas e sempre ela não
deixava, o filme rolando e ela assistindo e mais uma vez
tentava e daí ela ia deixando eu passar a mão sobre sua
perna, ela tinha uma camisola em que deixava os seu lindos
seios bem visíveis e sua calcinha também, isso me deixava
com um tesão louco, bom das pernas eu me concentrava em
massagear sua buceta por cima de sua calcinha e pressionar
bem de modo que ia cededo e abria sua perna, mas não
deixava eu colocar o dedo, então implorava pra chupar e ela
não deixava, só afastava a calcinha e deixava eu vendo
aquela buceta aberta e eu socando punheta, mandava ela
meter o dedo pra ver se estava ensopada e prontamente ela
deslizava o seu dedo indicador e colocava na entrada da
grutinha e com outro dedo ela abria e fechava os dedos e eu
vendo seu melzinho ali grudado de uma ponta a outra em
seus dedos, isso era pra acabar, depois ela mandava eu
chupar, daí ficava mais feliz, nisso ela tinha que reparar a
porta pra que ninguém aparecesse, e perguntava pra ela se
eu podia fuder ela e ela dizia que não, que eu ficasse ali na
mesma função, sem brincar muito no seu clitóris porque ela
dizia gozar rápido e então eu afundava a minha língua mais e
mais, na sua gruta a ponto de fazer questão de morrer
afogado ali, naquele instante, depois de certo tempo ela fica
de 4 e mandava eu fuder e controlava cada pombada que eu
dava nela, ela manipulava tudo, não queria que eu gozasse
rápido e nem dentro de sua buceta, mas confesso que não
conseguia segurar por muito tempo, pois com ela tudo me
excitava e era demais. Bom depois de um tempo ela se casou
e mudou de casa, mas nem por isso eu fiquei sem transar
com ela, uma vez ela veio ficar aqui em casa grávida passar o
dia e eu não pensei em outra coisa a não ser comer ela e não
deu outra, depois de uns sites de sacanagens na net fomos ao
nosso local secreto e ela mesmo com uns 8 meses me cedeu
sua buceta, estava maior e mais ensopada, parecia que não
transava desde quando havia ficado grávida, dessa vez não
foi muito difícil convence-la, nem chupei ela dessa vez, digo
sós os seios, mas cavalguei gostoso naquela buceta e gozei
toda a minha porra que estava guardada especialmente pra
ela, apesar de eu ter namorada, mas a sua buceta é sem
comparação o prazer com ela é maior sem dúvida.
Ultimamente com nossa maioridade, eu 29 e ela 27 fica difícil,
pois temos certas responsabilidades, mas nem por isso deixei
a nossa relaçãoe esfriar, mesmo casada já chupei os seus
seios, masturbei sua buceta isso tudo aqui em casa quando
ela vem visitar e a minha última coisa fantástica que eu fiz foi
transar com ela na sua casa, dentro da casa de seu marido,
isso nunca vou esquecer o prazer e o risco acho que combina
com o risco tanto pra mim como pra ela, mas essa será no
próximo conto, espero que gostem.

Suruba com a CUNHADA

FAZENDO SURUBA COM MINHA CUNHADA

Meu nome é Carlos, tenho 19 anos e gostaria de relatar um


conto muito \\\\\\\"interessante\\\\\\\" que aconteceu
comigo. Bom, sou alto, magro, de olhos e cabelos escuros,
nada que chame muita atenção, mas nunca reclamei ou
reclamaram de nada. Tenho uma namorada de tambem 19
anos, ela tem cabelos castanhos, olhos escuros, alta e
também magra. Nós namoramos já faz quase um ano e nos
damos super bem, sempre que posso dou um jeito de transar
com ela, já que moro em uma república com mais 2 colegas.
Ah, o nome dela é Gabriela. Ela tem uma irmã de 17 anos,
muito linda, na flor da idade. Ela é muito gostosa! A Gabi é
bem gostosinha sim, tem uma barriga perfeita que eu mais
adoro dela, uma bundinha bem normal e seios pequenos
porém muito durinhos. Essa é a a única frustração quanto a
ela. Mas a irmã , a Bruna, compensa o dela, são os peitos
mais gostosos da face da Terra. Tudo que falta em uma sobra
na outra, se fosse juntar as duas em um só corpo daria a
mulher perfeita. A barriguinha e a bunda da Gabi, mais os
peitos super gostosos da Bruna. Mas vamos ao que interessa.
Certa vez em uma noite de sexta, passei na casa da Gabi
para levá-la para sair. Quando chego, dou de cara com a irmã
dela, descendo para pegar o táxi e sair com as amigas. Ela
tava muito gostosa, com um vestido preto de alcinha, sem
sutiã, o que fazia balançar aqueles peitos fenomenais. De cair
o queixo. Eu a cumprimentei e subi para pegar a Gabi. Depois
dela terminar de se aprontar, quando íamos descendo, nos
damos de cara com a Bruna, subindo, com uma cara de
desapontamento. Antes de perguntarmos o que tinha
contecido, ela já veio nos dizendo para darmos meia volta,
tinha acabado de começar um toró que não parecia que ia
acabar tão cedo. Resolvemos subir e conversar um pouco.
Chegando, sentamos no sofá e começamos a papear e xingar
a bendita chuva. Estavamos muito putos, mas fazer o quê. Foi
aí que a Gabi deu a idéia de largarmos a mão de ser besta e
fazer a nossa própria noite, ali mesmo. Eu e a Bruna
concordamos, mas sem ter nenhuma idéia. Pensamos
bastante e resolvemos jogar cartas. Tiramos a mesinha q
ficava em frente ao sofá e sentamos no carpete. A Gabi deu a
idéia de jogar buraco, mas ninguém quis, além de ser
monótono, de 3 é bem ruim. Eu dei a idéia então, de
jogarmos Copo D\\\\\\\'água. Pra quem não conhece, é o
seguinte: cada jogador fica com 4 cartas na mão e o objetivo
é juntar as 4 iguais, por exemplo, rei-rei-rei-rei, 7-7-7-7, e aí
vai. Quem juntar as 4 iguais, discretamente coloco as cartas
na mesa e todos tem que colocar tambem. O último a descer
as cartas é obrigado a beber um copo de água num só gole. E
pra dificultar mais, um coringa fica rodando e quem tiver com
ele fica com 5 cartas e é obrigado a ficar com ela por pelo
menos uma rodada antes de passar para o outro. Bom, aí
todos concordamos e eu comecei a ajeitar as cartas. A Bruna
levantou de repente e disse q ia no quarto trocar de roupa,
porque ela queria ficar mais a vontade. Enquanto a Gabi
pegava o jarro com água e os copos, eu terminei de organizar
e embaralhar as cartas. Antes da Gabi voltar,me aparece a
Bruna, só vestindo uma camiseta grande e velha que ela
usava para dormir, calcinha e meias. Eu bem que achei ruim,
pois aquele vestido que ela tava usando era demais e ainda
dava pra ver a calcinha dela quando ela sentava no chão de
pernas cruzadas. No momento em que eu tava secando os
peitos dela que quase rasgavam a camiseta, chega a Gabi
com tudo. Sentamos todos e começamos a partida. O começo
a gente tava bem animado, eu já tinha tomado 2 copos e as
duas apenas 1 cada. Quando eu perdi a terceira, elas ficaram
rindo de mim, e não passou disso. Depois de uns 15 min,
estávamos todos meio q com tédio do jogo. Foi aí que Gabi
teve uma idéia, ela saiu pra cozinha e trouxe com ela uma
garrafa com conhaque. Toda alegre ela disse \\\\\\\"Vamos
dar uma animada nesse jogo!\\\\\\\" Eu e a bruna adoramos
a idéia! Perguntei se não problema para os pais delas. Elas
meio que riram da minha cara dizendo que eles tinham saído
para comemorar o aniversário de casamento e que quando
acontecia isso eles sempre dormiam fora. \\\\\\\"Adivinha
fazendo o quê!\\\\\\\" disse Bruna. Rimos juntos e
começamos a jogar. Foi aí que o jogo começou a ficar
gostoso. A primeira a tomar o gole de conhaque foi a Bruna,
ela virou o copinho duma vez só. Com um pouco de incentivo
nosso, é claro. Depois de vários copos, a gente ria de tudo,
cada um tinha tomado mais de 5 copos. Tava tudo tonto e
alegre. No último gole da garrafa, que já tava no fim, a Gabi
virou no bico e foi procurar para ver se tinha mais. Que nada!
Só tinha vinho caro do pai dela, e ela achou melhor não
pegarmos. Foi aí que se deu meu espanto. \\\\\\\"Vamos
esquentar mais ainda esse jogo! Vamos jogar Strip Copo
D\\\\\\\'água!\\\\\\\". Eu olhei pra cara dela assustado, mas
gostando da idéia. Ela tava convicta com a sugestão. Eu
pensei bem e concordei. \\\\\\\"Contanto que tua irmão
concorde, vamos lá!\\\\\\\" Eu olhei na cara da Bruna e ela já
tava contando as peças de roupa de cada um - \\\\\\\"Beleza!
Em vez de quem perder tomar um gole de conhaque, vai ter
que tira uma peça de roupa!\\\\\\\" Eu surpreso e ansioso em
ver aqueles peitos divinos já fui me concentrando!
Recapitulando a roupa de cada um, cada pessoa tinha 5 peças
de roupa. Eu - camisa de botão, calça jeans, meias, tênis e
cueca. Gabi - calça jeans daquelas coladinha que marca a
bunda certinho, blusinha sem manga também coladinha,
sandália, sutiã e calcinha. Bruna - camisetão, meia esquerda,
meia direita, calcinha e mais o meu relógio que eu emprestei
a ela para ficarmos tudo igual. Eu já tava de pau duro
pensando em ver as duas peladinhas na minha frente e já
fiquei muito mais animado que antes. Com todos em um
estado de bebida já bem alto começamos o jogo. Antes,
resolvemos que quem baixasse as cartas, diria qual peça de
roupa o que baixou a cartas por último vai tirar. Na primeira
rodada saí com duas cartas iguais, mas não adiantou muito e
foi a Gabi que desceu as cartas primeiro. A lerda e bêbada da
Bruna baixou por último e a Gabi pediu que ela tirasse o
relógio. Na segunda, comecei bem e já desci quase logo de
cara as minhas. De novo foi a Bruna que ficou por último
(para minha alegria) e pedi que ela tirasse a meia esquerda.
Tem que ir devagar para dar aquele gostinho! Na terceira
rodada adivinha quem foi a lerda! Pra minha alegria foia
Bruna de novo. A Gabi baixou primeiro e pediu para que
tirasse a outra meia. A Bruna meio que ficou esperta!
Ajoelhou no chão, sentou sobre seu calcanhar e deu uns
tapinha na cara \\\\\\\"Ah, não! Só tenho mais duas peças!
Vou reagir agora!\\\\\\\" Nossa! Eu nunca podia imaginar
aquela situação...tava muito bom! Atéme lembrava os jogos
de Strip Poker que eu tenho no computador. Só de estar
naquela situação eu já ficava muito excitado. Voltando... Na
quarta rodada eu que fui o feio, e perdi meus tênis. Na
próxima, a Bruna quem desceu as cartas e a Gabi quem teve
que tirar suas sandálias. Na outra, a Bruna tava com tudo,
desceu quente as cartas e eu quem fiquei sem tênis. Depois
de ficar só com duas peças a Bruna ficou muito mais ligada, o
que me dava mais tesão ainda. Na outra rodada eu perdi
minha meia e na próxima a Gabi perdeu a blusa, ficando só
de sutiã e calcinha. A Gabi tava um tesãozinho, com aqueles
peitinhos durinhos e aquela barriguinha perfeita aparecendo.
Eu já tava começando a ficar maluco. Acabou que na outra
rodada a Gabi desceu e eu que perdi, ficando somente de
calça e cueca. A Bruna tava na mesma situação minha, com a
camiseta e a calcinha e a Gabi tava de sutiã, calça e calcinha.
Começando a outra rodada, eu sai bem e já tava pensando
que eu ia descer primeiro. Mas a Bruna tava impossível e
desceu antes e foi a Gabi que ficou pra trás e perdeu a calça.
Aí que eu comecei a ficar louquinho. Ela tava só de calcinhae
sutiã, só com um olhar de malícia pro meu lado. A Bruna logo
percebeu isso e deu um sorrisinho. Naquela hora eu fiquei
convicto em ganhar aquele jogo e ver as duas irmãs
peladinhas. Na rodada seguinte, eu desci quente e por um triz
que a Bruna não fica por último. Mas foi a Gabi que perdeu e
o jogo começou a ficar interessante. Eu e a Bruna já
começamos a rir da cara dela. A Bruna só ficava gozando dela
\\\\\\\"Hum, vai ser a primeira a mostrar os peitinhos!\\\\\\\"
A Gabi colocou os braços para trás e soltou a fivela, deixando
cair seu sutiã. Os peitinho dela tavam durinho como nunca.
Os mamilos tavam já apontando, mostrando que ela estava
bem excitada. A Gabi que estava sentada com as pernas
cruzadas, tava só de calcinha. Aquela posição dela tava um
tesão só. Sua bucetinha tava marcadinha na calcinha. Eu não
tirava o olhos de lá. Percebendo isso a Bruna já foi logo
gozando da minha cara \\\\\\\"Ué, Carlos, a Gabi nunca
mostrou a bucetinha pra você não? É uma gracinha! Toda
aparadinha!\\\\\\\". Para revidar a Gabi já foi falando
\\\\\\\"Ih, ele conhece isso aqui como se fosse a palma da
mão dele!\\\\\\\". No estado alcólico que a gente tava tudo
era motivo para rir. Na outra rodada, eu pensei comigo
mesmo que tinha que ganhar aquele jogo! Eu dei as cartas e
me concentrei. Quando eu ia baixar minhas cartas, a Gabi
baixou quase que junto comigo, só um pouquinho antes.
Adivinha quem ficou por último? A Bruna! Eu já tava
esperando para ver aqueles seios incríveis, não tirava os
olhos deles. Mas pra minha surpresa a Gabi pediu para que
ela tirasse sua calcinha. Minha espectativa foi lá em baixo,
mas mesmo assim eu tava animado. A Bruna levantou, um
pouco vermelha, num sei se de vergonha ou de bêbada e
desceu sua calcinha. Mas como a blusa dela era bem longa
num deu pra ver nadinha! Eu até me torcia pra ver alguma
coisa! Com a calcinha no pé, ela jogou na minha cara,
cortando o meu barato. Eu até olhei pra Gabi pra ver se
estava brava, mas parecia que estava mais excitada que
antes, ela tava toda arrepiada. Aí que me senti mais tranquilo
em aproveitar aquela noite incrível. Na próxima rodada, eu
meio que fiquei destraído e perdi minha calça. Quando tirei e
fiquei só de cueca, estava nítido que meu pau tava duríssimo!
Olhei pra cara das duas e elas não tiravam o olho dele. Eu
sentei no chão com as pernas abertas e dobradas, apoiando
meus braços sobre o joelho, só para mostrar mais o quanto
estava duro. No começo da nova rodada, eu só vi a Gabi
piscando para Bruna combinando em me deixar sem nada
nessa rodada. E não foi que elas conseguiram! Tive que tirar,
fui o primeiro a ficar sem nada! Quando levantei para tirar a
cueca, não pude deixar de ver o sorriso na cara das duas.
Baixei a cueca de uma vez e meu pau saltou pra fora!
\\\\\\\"Viu como sou sortuda irmã!\\\\\\\" disse Gabi à Bruna.
A Bruna só deu um sorriso, mas não tirava o olho do meu
pau! Eu sentei de pernas cruzadas e meu pau ficou apontando
para o teto. As duas secavam meu pinto duro. Eu tava
adorando a situação. Foi aí que notei a inquietação de Bruna,
ela não parava quieta, divia tá molhadinha lá em baixo. Na
outra rodada, já que não tinha nada a perder, falei que se eu
perdesse agora, tinha que oferecer alguma parte de meu
corpo a elas. As duas concordaram na hora, dizendo que a
regra era essa agora. Na outra rodada eu tava com uma mão
ótima e consegui deixar a Bruna sem nada! Era o que eu
estava esperando a noite inteira. Ela tava ajoelhada no chão,
sentada em seu calcanhar. Ela começou a tirar a blusa pela
cabeça, foi uma visão perfeita. Quando a blusa passou pelos
peitos dela, os peitos balançaram de um jeito muito gostoso.
Eu quase gozei na hora! Até a Gabi tava excitada com a cena.
Já a Bruna tava morrendo de vergonha e colocou o braço
sobre seus seios. Ela tava linda. Os peitos escondidos, mas
perfeitos e aqueles cabelinho de seu grelinho aparecendo, já
que sua buceta não tava aparecendo, pois ela estava com as
pernas fechadas. Tava uma loucura. Na outra rodada,
coincidiu de a Gabi perder e todo mundo ficar na mesma
situação. Ela nem levantou para tirar a calcinha, já que não
tinha vergonha de ninguém que estava ali. Ela só esticou as
pernas e tirou tudo. Foi aí que percebi o tanto que ela tava
molhada! Quando ela tirou a calcinha, uma baba de gozo
ficou entre sua calcinha e sua buceta, formando um fio.
Aquela cena me deixou louco! Ela tava muito molhada. As
duas irmãs olharam uma para a cara da outra rindo. Cada um
secando mais o corpo do outro. Como tava combinado de
quem não tivesse nenhuma peça de roupa tinha que oferecer
alguma parte do corpo, ninguém mais ficou inibido. A Gabi já
tava sentada toda esculachada, com as pernas abertas,
mostrando o quanto ela tava molhada. Tava um tesão. Na
outra rodada, a Bruna que ia distribuir as cartas, então ela
sentou no chão abriu as pernas e começou a distribuir.
Quando ela abriu as pernas, sua buceta apareceu interinha.
Meu pau tava doendo de tão duro. Aquela bucetinha linda
dela e aqueles peitos fenomenais, agora já descobertos. Eu
tava louca em comer ela. Essa rodada foi fácil e eu quem
baixou primeiro e a Gabi que ficou por último. Como ela tinha
que oferecer algo do corpo dela, ela ofereceu seus seio. Na
hora eu voei neles. Comecei a chupar um enquanto
massageava o outro com a mão. Eles estavam mais duros
que nunca. Fiquei uns 2 minutos naquelas maravilhas e
voltamos a jogar. Na outra rodada foi eu quem perdi e tive
que oferecer algo de mim. A Gabi já veio abocanhar meu pau,
mas eu disse que não. Queria um beijo primeiro. Ela ficou
meio que desapontada, mas subiu em meu colo e me deu um
beijo maravilhoso. Quase gozei com esse beijo, as nossas
línguas se duelavam e meu pau ficava roçando em sua bunda,
me deixando cada vez mais louco. A Bruna já tava meio
impaciente e disse para continuarmos logo. Eu tava doido
para a Bruna perder e eu ganhar! Na próxima, foi a Gabi de
novo quem ganhou e a Bruna perdeu. Eu já tava pensando
que elas não iam fazer nada, já que eram irmãs. Mas que
nada! A Gabi foi de quatro engatinhando até a sua irmã e a
Bruna apontou a boca, dizendo que queria se beijada. As
duas se abraçaram e deram um beijo delicioso! Eu fiquei
pasmo! Nunca pensei que as duas eram disso, e pelo beijo,
não parecia que era a primeira. Mas tarde fui descobrir que
não era mesmo. Eu tava super excitado com a cena. As duas
abraçadas, se beijando, o peito delas estavam apertados um
contra os outro, um amasso de dar água na boca. A Gabi
ficou ajoelhada, mais alta que a Bruna, ela colocou seu joelho
entre as pernas da Bruna e levantou ela um pouco. As duas
ficaram com os joelhos cruzados, roçando a buceta de cada
uma na coxa da outra. Era uma cena de outro mundo. Eu não
aguentei e comecei a me mastrubar ali mesmo. As duas
pararam de se beijar e a Bruna começou a chupar os peitos
da Gabi. A Gabi tava com uma cara de tesão de dar inveja!
Dali a pouco ela abre os olhos e me vê tocando punheta. Na
mesma hora ela pede para Bruna para e fala \\\\\\\"Peraí!
Num vai gozar antes de a gente aproveitar de você
não!\\\\\\\" Ela veio em minha direção me deitou no chão e
ajoelhou com as pernas abertas sobre minha barriga. Ela
ficou passando a buceta dela na minha barriga, me deixando
meladinho. Eu pus as minhas mão nos peitos dela
massageando, ela tava loquinha, parecendo uma puta. Ela
agachou e começou a me beijar. No meio do beijo, ela para e
chama a irmã \\\\\\\"Ué Bruna, você num vem não?\\\\\\\" A
Bruna tava doidinha de tesão, massageando aqueles seios
incríveis e na mesma hora veio para cima de mim e agarrou
meu pau. Ela enfiou tudo na boca, chupando tudo! Eu fui a
loucura, num tava aguentando aquilo! Ela chupava delicioso,
com uma expeiência fora do comum. Enquanto isso, a Gabi
foi um pouco mais pra frente e me oferceu seu peito para eu
chupar. E como um bom namorado não recusei! Chupei tudo,
lambia aqueles mamilos durinho e esfregava na minha cara.
Enquanto a Bruna chupava meu pau, eu coloquei uma mão na
bunda de Gabi e fui escorregando para sua buceta. Ela tava
muito molhada. Enfiei um dedo e fiquei masturbando ela. Isso
sem parar de chupar seus peitos. Quando ela tava quase
gozando, a Bruna para de chupar meu pau e começa a lamber
o cuzinho de Gabi. Só de sentir a língua tocando o botãzinho
dela, ela se contorceu toda. A Bruna ficou com uma mão mão
em meu pau tocando pra mim. Tava um orgia só. A Gabi não
aguentou e gozou tudo em minha mão e na cara de sua irmã.
Depois de se recuperar, Gabi se levantou e falou \\\\\\\"Agora
é a vez de vocês!\\\\\\\" \\\\\\\"Vamos trocar de lugar,
Bruna.\\\\\\\" A Bruna sentou em meu peito e a Gabi
abocanhou me pinto. Ela chupava numa verocidade incrível. A
Bruna tava muito gostosa, com aqueles peitos na minha cara!
Ela ficava passsando eles na minha cara me deixando muito
doido. Não aguentei e comecei a chupar. Agarrava eles com
as mão, não desperdiçando nenhum centímetro. A Bruna
ficava roçando sua buceta em meu peito e logo começou a se
mastrubar, usando a mão dela. Ela ficava tocando uma sirica
deliciosa, cavalgando em seu dedo. Nessa hora não tava
aguentando e disse que ia gozar. Na hora que falei isso a Gabi
chamou a Bruna \\\\\\\"Vem cá, Bruna. Vem provar da porra
deliciosa que te falei. Ela virou de costas pra mim oferecendo
sua bunda gostosa. Fiquei acariciando e beijando aquela
bunda macia enquanto as duas se revezavam lambendo e
chupando meu pau. E não pude mais segurar, e gozei como
nunca. As duas lamberam tudinho, que nem duas putas.
Quando acabei de gozar, a Gabi vira pra mim e fala
\\\\\\\"Agora é a vez de sua cunhadinha! Vamos dar um trato
nela!\\\\\\\" Eu finalmente tinha a oportunidade de chupar ela
interinha! E melhor, com a autorização da Gabi. Eu levantei, e
a Gabi deitou Bruna. A Gabi lascou um beijo na boca dela e
começou a descer, passando pelos seios e pela barriga, até
chegar a bucetinha. Eu como estava sedento por aqueles
seios maravilhos comecei a chupar. Chupava que nem uma
criança. Ela ia nas alturas. Um chupando seus peitos e a outra
fazendo um boquete. A Bruna começou a gemer bem alto e
para calar a boca dela, dei meu pau para ela chupar, que já
tinha ficado totalmente duro de novo. Ela chupava meio que
sem jeito por causa do trato que ela estava levando. Mas tava
ótima. Foi aí que eu tirei o pinto da boca dela e comecei a
fazer uma espanhola naqueles seios perfeitos. Essa espanhola
era meu sonho de consumo. Coloquei meu pinto no meio dos
seios dela e fiquei indo pra frente e pra trás. Tava um delícia!
A Bruna tava quase gozando. A Gabi, vendo isso, parou e
disse \\\\\\\"Vem cá, Carlos, mete gostoso nela e faz ela
gozar como nunca.\\\\\\\" eu fui correndo! Eu abri bem as
pernas dela e ficava pincelando meu pau na buceta dela. Ela
me empurrava com as pernas para enfiar nela, mas apesar do
desejo, eu queria aproveitar e provocar ela. A Gabi, na hora,
fez uma coisa fantástica que me deixou mais louco ainda! Ela
abriu as pernas sobre o peito de Bruna, abrindo bem sua
buceta com os dedos, e começou a usar o mamilos durinho
de Bruna como um pequeno pênis. Ela ficava cavalgando em
cima da irmã, que estava mais tesuda ainda. Depois dessa
cena eu não aquentei mais e resolvi enfiar tudo. Hum! Tava
muito molhada. A Bruna deu um gemido mais alto e eu
comecei a ir pra frente e pra trás, bem devagar no começo.
Ao ver os peitos de Bruna todo melado com o líquido de Gabi,
não aguentei e comecei a ir mais rápido e mais forte. Como
tava muito forte, a Gabi saiu de cima dela e ficou se
masturbando ao lado. Eu deitei meu corpo sobre o de Bruna,
e fiquei bolininado e esfregando meu peito no dela. Ela me
abraçou e percebi que ela ia gozar. Ela me apertou mais forte
e eu pude até sentir a buceta dela se contraindo e apertando
meu pau. Ela gozou muito. Jorrava gozo da vagina dela. Gabi
sem querer desperdiçar nada começou a lamber a buceta
dela, logo após que tirei meu pau. A Gabi sentou em cima do
peito de Bruna de novo, ficando em posição de 69, chupando
a buceta dela. Quando Bruna abriu os olhos e viu a buceta da
irmã em sua cara, tentou enfiar a língua, mas estava
pletamente sem forças. Eu, como ainda tava de pau duro e
queira gozar, vi a Gabi de quatro e logo fui meter por trás
dela, sobre a cabeça de Bruna. Enfiei com tudo e comecei a
bolinar bem rápido. Enquanto Gabi chupava de novo, a buceta
de Bruna, a Bruna ficava chupando meu saco que tava na
cara dela. Aquela posição estava perfeita. Quando eu tava
quase gozando,escutei Gabi gemer bem alto. Ela tava
gozando antes de mim. Eu aproveitei e comecei a ir mais
rápido e gozei muito dentro dela. Era tanta porra que até
escorria na cara da Bruna. Depois disso, nós 3 desmontamos
um em cima do outro, todos pelados. Depois de descansar
um pouco a Bruna levanta e diz que vai tomar um banho. Eu
olhei pra cara da Gabi e disse \\\\\\\"Peraí, a tua irmão só
gozou um vez!\\\\\\\". Nós levantamos e fomos atrás dela
para empatar esse jogo, mas agora em baixo do chuveiro. Lá,
nós fizemos ela gozar mais uma vez, conquistando de vez a
nossa mais nova amante. Se gostou de meu conto, me
escreva dizendo. Ainda tenho mais contos a relatar. Um de
uma transa de nó três de novo e outra de como foi a inicação
de Gabi e Bruna quando elas eram mais novas, que mais
tarde elas vieram a me contar como foi. contato orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=7
406037699607136880
fiz sexo selvagem com minha prima loira rabudaa !!

Essa é uma história real , por isso vou usar nomes falsos,
vamos as apresentações . sou brenno, tenho 14 anos, alto,
tipo atlético , quadrados na barriga, pernas grossas ,e um pau
de dar inveja a mtos , segundo outras pessoas .. bem grande
e bem grosso . minha prima, Mayara, de 26 anos, é loira, com
seios médios, altura media, e um rabão de deixar qualquer
um louco. Vamos a história .
Um dia, fui a casa de minha vó , visita-la . minha vo não
estava , tinha viajado . Só tava minha prima. Ela estava em
seu quarto vendo um filme lá, nem lembro, qual . Então
sentei La conversei com ela e talzs, e acabei deitando na
cama junto com ela e fikando vendo filme .. minha mãe e
minha irmã qe tb estavam lá, disseram qe iam no shopping ,
e iam demorar, perguntaram se eu keria ir com elas ou fikar
vendo o filme depois buscavam eu .. ae eu kis fikar vendo
filme . ae passo o tempo, ae ela foi buscar um biscoitoo pra
gente .. quando ela estava voltando, ela tropeçou, e caiu com
a bunda dla na minha kra, ela tva com um shortinho branco,
meu pau endureceu na h , e eu acho qe ela percebeu o
volume qe apareceu de baixo do cobertor. Estávamos no
coberto pke fazia frio . mas ela n flo nda, e depois pra passa
pro lado da cama onde ela tava, ela passo por cima de mim ,
e sem querer, eu acho, rosso a bunda no meu pau, aee ele
fikoo mto duroo, depois , n houve nda, ae acabo o filme e eu
ainda tva de pau duro, então flei qe ia tomar um banho pra
esquentar .. lah toquei uma punheta gostosa pensando nela ..
na h qe acabei o banhoo, vi qe n tinha toalha, e pedi pra ela
pegar uma . ela pegou e abriu a porta pra me dar , soh qe
meu pau ainda tva meio duro, pois havia pouco tempo qe
tinha gozado, e ela viu e fecho rápido a porta . sai me vesti
depois sentamos pra ver TV, papo vai papo vem, ela começou
a flar eroticamente, primo, tem mo tempão qe eu n vejo um ,
n tocoo num .. vo entra em depressão .. n prima, vc soh n faz
pke n ker, te garanto qe tem um monte de homem atrás de
vc .. ah mais pra namorar .. haha, duvidoo, dvee ter um
monte de homem qe passa o dia por vc no banheiroo .. haha,
bobinhoo, ngm bate pensando em mim, eu soh feia, n soh
gostosa, ae eu disse vc \\\\!? Vc eh mo gostosaa, qualquer
um pensa em vc quando toca uma punhetaa ae ela boto a
Mao no meu pau e ao mesmo tempo disse, entao era em mim
qe vc tva pensando qndo toco uma no meu banheiro ? eu fikei
meio sem jeito, mas disse .. tah , era ,desculpa .. ae elaa, a
n, agora vc tah ferrado!, ela abriu minhas calças tiro meu pau
pra fora, e caiu de bocaa, começou a chupar qe nem loucaa,
eu fui ao delírio louco de tesaoo ! ela chupava qe nem uma
vadia profissional! Em pouco tempo esporrei tudoo, tudo na
kra dla, ela engoliu mta pohaa . ae ela floo, agora eh sua vez
,tiro akele shortinho , estava sem calcinha, eu vi a melhor
visão do mundo, uma bucetinha gorda, restinho de pelo,
deliciosa, apertadinhaa ..qee tesaoo ! ela disse, vem , lambe
seu cachorro ! chupaa tesudoo essa minha buceta gorda |! Eu
cai de boca na h, minha língua tremia mto rapidoo, ela gozou
mtooo ! ae ela floo , aiii seu viadoo ! n aguentoo mais, mete
essa pica gigante na minha bucetaa ! eu botei ela deitada ,
abri bem as pernas dla, e atolei meu pau todo nakela buceta,
ela gemia qe nem louca, eu bombava bem forte e rápido , ela
gemia qe nem uma cadelaa !,trocamos de posição ela
cavalgou mto gostosoo, e gosamos juntos . Estavamos
cansados, mas eu keria mais ,precisava de uma coisa ainda ..
pedi a ela, prima, vou comer seu cu agora, ela flo, vc sempre
quis neh, então vem ! botei ela de 4 ! ela disse atola esse pau
em mim, me rasga no meio seu puto ! eu botei na entrada, e
meti forte , sem piedade, ela deu um gritoo aiii gostosoooo,
metee safadoo, eu bombava ela rebolava, gemia eu gritava,
estávamos fzendo um sexo selvagem mtooooo deliciosoo ! ela
gozoo rapidoo, eu ainda bombei mais um pouco , e anunciei
qe ia gozaar, ela flo, vem , na minha kra, eu posicionei , ela
bateuuuuu, ae eu gozeii jatos e jatos na Kra dla, ela fiko toda
lambuzada e ainda lambeu meu pau , limpo ele .. nos
lavamos botamos uma roupa e esperamos minha mãe ! qe
foda, gozeii mtoo, foi uma delicia !

Minha linda e gostosa sobrinha

Minha linda e querida sobrinha


Morei algum tempo fora da nossa cidade e agora retornamos
definitivamente. Minha sobrinha, com a qual convivi desde
que nasceu, estava se tornando uma adolescente linda.
Quando ia passar as férias na minha casa no Rio eu nem
prestava muita atenção, pois ainda era muito criança, mas ela
sempre teve um carinho especial comigo e rolava muitos
abraços, sentava no meu colo me beijava e confesso que em
alguns momentos, como ela já estava crescidinha, o desejo
era inevitável. Procurava pensar em outras coisas e as ferais
acabavam e ela voltava para Minas.
Voltando para nossa cidade a convivência se estreitou muito
mais. Toda sexta feira ela ia para nosso apartamento e
dormia por lá. Às vezes ficava até no domingo, quando a
gente ia visitar a sogra e a levava de volta.
Moramos em uma pequena cobertura de dois andares. Fico a
maior parte do tempo no andar superior onde tenho um home
teather e o computador. Minha mulher quase nem sobe lá,
fica no quarto assistindo novela e acaba por adormecer. Ela
sempre dava um jeito de subir e ficar comigo lá. A gente
jogava vídeo game, assistia filmes e sempre lhe dava uns
abraços. Ela se soltava completamente, encostando aqueles
peitinhos durinhos em mim.
Numa das minhas idas para levá-la em casa coincidiu que o
meu cunhado, pai dela, estava fazendo um churrasco para
alguns amigos. Acabamos ficando por lá, bebendo cerveja,
jogando truco, enfim, fazendo a maior farra.
Nestas horas sempre alguém brinca um pouco mais e tiveram
a feliz idéia de dar um banho de mangueira em quem estava
jogando cartas. Tomei a mangueira do amigo do meu
cunhado e dei um banho nele e em outros também. Por
instinto ou não, mirei a mangueira na minha linda sobrinha e
lhe dei um banho caprichado. Ela estava usando uma
camisetinha de malha fina, sem nada por baixo. Ela ainda
tentou tomar a mangueira de mim, segurando numa das
pontas e virando-se de costas para mim. Foi inevitável. Ela
encostou aquela bundinha no meu pau e meus braços
resvalavam naqueles peitinhos pontudinhos. Eu a segurei com
força e meu pau estava duro demais para despistar. Ela fazia
que queria sair, mas algo estava acontecendo naquela
momento. Seu rosto queimava no meu. Eu a soltei, até
mesmo porque estava dando muita bandeira.
Não consegui tirar os olhos dos peitinhos pontiagudos dela.
Ela olhou para onde eu estava mirando e disse: - nossa tio!
Eu a abracei e senti aqueles bichinhos me cutucando. Disse
bestamente, ta frio, né... ela correu e foi se trocar. Voltou
com outra camisetinha. Os peitinhos continuavam
entumescidos, furando a camiseta.
Dali pra frente ficamos diferentes. A toda hora ela me
abraçava e se enroscava em mim a ponto do seu pai chamar
a atenção dela. Procurei evitá-la, mas sempre que podia me
encostava nela também. Deixava meu braço perto de forma
que ela sempre encostava aqueles biquinhos neles. Isso me
deixava doido. Ao sair ela ainda me disse: sexta Posso ir para
sua casa de novo tio... Quase beijei aquela boquinha.
Apesar de muito nova, Lara tem um corpinho lindo. Bundinha
empinadinha, grande sem exagero, na medida exata.
Petinhos lindos e desafiadores, uma pele morena bem
clarinha e um cheiro somente dela. Eu adorava abraçá-la,
beijar seu rostinho sentir aquele cheirinho juvenil. Era muito
gostosinha. Lábios carnudinhos, nariz atrevido um olhar
meigo. Linda. Linda.
Aquela sexta feira demorou muito para chegar. Fiquei igual a
um adolescente esperando o primeiro encontro. Naquela
semana transei com minha mulher várias vezes pensando
naqueles peitinhos, em como seria sua bucetinha. Deixava
entrar um pouquinho, tirava, fazendo de conta que estava lhe
tirando a virgindade novamente. Ela gostou muito das novas
brincadeiras que passei a praticar com ela. Foi até bom pra
gente esquentar um pouco mais.
Quando ela chegou, desta vez ficou muito mais tempo com a
tia, até que a novela terminou e com a tia dormindo ela subiu
pra gente conversar. Quando chegou tomou um banho e
vestiu uma camiseta grande que a tia usa como camisola. É
de malha, fininha, carimbando o contorno da calcinha. Posso
estar enganado, mas quando subiu seu olhar era outro, seus
peitinhos estavam durinhos.
Conversamos um pouco. Eu tomava vinho e ela subiu com um
suco de laranja. Conversamos e ficamos na mureta da
cobertura vendo a vista. A Lua Cheia criava um clima gostoso,
romântico.
Pediu e colocou o iPod que ela sempre trazia. Músicas que
gosto. Pink Floyd, Santana, Beatles, etc. Como eu e o pai dela
sempre gostamos deste tipo de música ela acabou
aprendendo a gostar também.
Fiquei com o braço sobre o ombro dela e a apertei levemente.
Ela encostou o rosto no meu ombro e fiquei ali sentindo seu
cheiro e ficando com o maior tesão. Mas não queria iniciar
nada. Eu estava de short, com cueca, e por isso o tesão não
aparecia tanto, pois ainda estava com uma camiseta por
cima.
Começou a tocar Santana ela iniciou um leve rebolado,
esbarrando em mim. Fui me afastando e ela foi ocupando o
espaço. Em pouco tempo ela estava na minha frente, de
costas para mim, encostando levemente aquela bundinha,
continuando rebolando lentamente. Meus braços já estavam
cruzados na sua barriginha, abaixo dos peitinhos, encostando
neles por baixo. Ela estava segurando minhas mãos, com os
braços cruzados sobre os meus. Na verdade a situação era de
domínio dela.
Não fiz nada, mas meu pau estava duro demais e já saindo a
cabeça por cima na cueca. Como não era baixa, seu reguinho
ficou exatamente no meu pau que estava colocado com a
cabeça pra cima. Não tinha mais como evitar. Ela começou a
rebolar passando uma nádega, parando no reguinho,
passando outra nádega, voltando e fazendo de novo.
Tentei ir um pouco mais adiante. Tentando levar minha mão
para o seu peitinho, mas ela segurou meus braços. Não
insisti. Parecia que ela queria que tudo ficasse como se fosse
por acaso. Meu rosto estava encostadinho no seu e eu roçava
minha barba levemente no seu pescocinho. Vi pelo vidro da
sala que ela estava com os olhinhos fechados, inclinando o
rosto para trás e empinando a bundinha em mim, se
apertando na mureta.
Vi também, pela contrações da sua bundinha, que ela estava
apertando as coxas uma na outra, enquanto dançava. Aquilo
me deixou louco. Comecei a descer meu corpo e subir
lentamente, levando a cabeça do meu pau na extensão do
reguinho. Ela facilitava e meu pau já estava fora da cueca e o
calor da bundinha dela era demais. Ela passou a se mexer
com mais entusiasmo, se estremeceu toda, apertou minhas
mãos sobre a barriginha dela e por acaso deixou minha mão
subir de encontro a um dos seios. Eu o espalmei lentamente
enquanto ela estremecia. Gozei também encostado nela.
Ela me beijou no rosto e desceu as escadas. Foi tomar outro
banho e aproveitei para também fazer o mesmo e colocar
outro short. Não falamos nada sobre aqueles momentos. Era
como se nada tivesse acontecido. Este era o nosso pacto e
estava apenas começando.
WagnerLizt@hotmail.com

SOBRINHA, LINDA, NINFETA, TE AMO

Seu nome, Lara. Casado com a irmã do pai eu a vi nascer e


crescer até que mudamos para outro estado. Mesmo assim,
nunca perdemos contato. As férias eram na minha casa, a
gente ia pra praia. Quando vi, um dia, ela estava já com tudo
em cima. Linda.

Acabamos por voltar para o nosso estado e estamos muito


felizes aqui. Ela vem quase todo fim de semana para nossa
casa. Nunca vi uma adolescente tão linda.

Alta, pernas roliças, coxas maravilhosas. Peitinhos


empinados, sempre furando a camiseta. Uma vez, no quintal
da casa da minha sogra, estávamos todos reunidos para fazer
churrasco e alguém pegou uma mangueira e jogou água em
todos, por brincadeira. Tomei a mangueira do imbecil e
distribui água nele e mirei nela, por brincadeira maldade, sei
lá.

Molhei o bastante para que seus seios aparecessem na


camiseta branca e fina que usava. Ela correu em minha
direção e rindo muito, tomou a mangueira das minhas mãos.
Nesta brincadeira, ela ficou de costas, lutando para tomar a
mangueira e encostando aquela bundinha em mim, ganhou e
acabou me deu um banho.

Ficamos ali, um rindo para o outro. Seus seios estavam


fotografados na camiseta que ficou transparente, lindos,
durinhos. Fiquei idiotamente fixado neles. Ela viu onde eu
estava olhando, deu um gritinho? - nossa tio! Os biquinhos
estavam durinhos, ela não estava usando nada. Ela os cobriu
com os braços, meio que envergonhada eu a abracei e disse,
meio que sem nada pra falar: - tá frio né?

Neste abraço eu encostei seus seios no meu peito e apertei


seu corpo contra o meu. Como estava sem camisa deu pra
sentir os biquinhos duros espetando minha pele. Aí notei que
também estava dando a maior bandeira. Meu pau estava
apontando para o teto dentro do short molhado por ela. Me
afastei, peguei meu copo pra despistar e sai rapidinho na
direção do banheiro pra botar uma camiseta e me aliviar com
uma punheta muito bem intencionada.

Fiquei peladão ali, no banheiro, vendo na minha imaginação,


seus peitinhos por fora daquela camisetinha. Sentia seus
mamilos encostando em mim, sua bundinha, sua.... gozei
jogando porra até no próprio espelho.

Durante todo o dia, aquela cena não me saia da cabeça.


Tenho certeza de que ela também me olhava de uma forma
diferente e isso me excitava. Vi que os mamilos estavam
durinhos, aparecendo por baixo da camiseta, continuava sem
soutien, parecia que estava excitada.

Sempre que podia, dava-lhe um abraço e seus seios se


amassavam no meu peito. Aquilo me deixava louco. Em
qualquer oportunidade, esbarrava o braço nos biquinhos,
levemente, e ela correspondia deixando-os encostados em
mim.

Ficou quase todo o tempo do meu lado, me abraçando. O


pessoal já estava olhando e me segurei um pouco até mesmo
me afastando às vezes. Ela entendeu.

Apesar da pouca idade, suas formas já eram de uma moça.


Sua bundinha era linda, também empinada, a barriguinha,
cintura, era tudo perfeito. Eu estava me apaixonando por
aquele corpinho, eu o desejava até mesmo enquanto transava
com minha esposa, a tia dela de verdade. Deixava entrar um
pouquinho, segurava, durava um tempão. Fazia de conta que
estava brincando com uma virgem. Minha mulher adorou.

A partir deste churrasco passei a esperar que ela viesse para


nossa casa como um adolescente com sua primeira
namorada. As horas das sexta feiras me pareciam uma
eternidade. Na primeira semana que veio, ela pareceu me
ignorar, ficou o tempo todo com a tia, conversando, vendo
novela e me abraçou poucas vezes, mas o pouco já era bom
demais, pois longe da tia, o abraço era sempre diferente.

Moramos em um apartamento duplex, uma pequena


cobertura, onde fico mais tempo trabalhando com no
computador, assistindo filme, enfim o segundo andar ficou
sendo o meu canto. Nas semanas seguintes ela passou a ficar
mais tempo comigo lá em cima, com a desculpa de mexer no
computador ou então assistir algum filme comigo. Minha
esposa sempre ficava na parte de baixo, assistindo novela e
logo dormia. Sempre teve um sono muito bom e com a
televisão no quarto, sempre que descia ela já estava
dormindo. Por ser insone, sempre me deitei tarde.

Estou próximo de completar 50 anos e a Lara já estava sendo


o meu presente antecipado, mesmo se não acontecesse mais
nada, além dos abraços e encostadas que lhe dava a cada
oportunidade que tinha já valia como presente.

Um mês depois do churrasco, nas semanas que vinha, ela já


ficava quase que direto comigo lá em cima. Chegava, dava
atenção a tia, assistia um pouco de novela e depois subia as
escadas.

Quando escutava seus passos, já me excitava. Não tinha jeito


e não fazia mais questão de esconder. Ficava de short e
camiseta e aí o tesão era sempre visível. Passei a usar cueca
com o short para não dar bandeira demais.

Ficamos jogando dominó na noite de sexta e as perguntas


foram inevitáveis, se tinha namorado, se já havia feito algo. A
resposta foi, namorei, beijei, mas não fiz nada. Quero me
casar virgem. Meu rosto ficou visivelmente vermelho pela
forma sensual que me respondeu com aquele “nunca fiz nada,
quero me casar virgem”. Levantei de pau duro para trocar o
CD que rolava e olhando para a imagem refletida na TV
desligada vi que ela estava olhando na direção dele. Ela notou
minha excitação, com certeza, pois o treco estava apontado
pra cima, querendo sair de qualquer jeito. Até puxei a
camiseta pra esconder, para não ficar sem graça, sei lá.
Quando me virei vi um leve sorriso. Que vontade de dar um
beijo naquela boquinha linda.
Falamos mais algumas besteiras e ela pediu para colocar o I
Pod com músicas que ela trouxera. Colocamos e ficamos na
varanda olhando a lua e escutando. Estava um pouco frio, eu
a abraçava com a mão sobre o seu ombro.
Gosto muito de música e acho bacana que a turminha que
está vindo agora, gosta do que gostamos sempre: Beatles,
Led Zepelin, Rolling Stones, Pink Floyd.

Estava tocando uma música do Pink Floyd que eu também


adoro. Ela deu um jeito de ir entrando na minha frente. Pegou
meus braços e cruzou em sua volta, naquela cinturinha
deliciosa. Estava com um vestido de malha que minha esposa
sempre usava como camisola e ela adorava vesti-la.

Não teve jeito. Meus braços ficaram abaixo dos seus


peitinhos, em cima da mureta e grudei nela por trás com
cuidado para não encostar meu pau naquela bundinha.

Eu queria, desejava, mas não podia tomar a iniciativa. Fiquei


ali, afastando meu pau duro daquela bundinha e como ela é
alta dava a altura certinha pra encostar e ser feliz.

No IPod começou a tocar Santana. Ela começou a rebolar


levemente encostando-se no meu pau. Ela encostou e deixei.
Fiz um pouco de pressão e ela continuou a dançar
esfregando-se nele. Não acreditava naquilo.

A cabeça do meu pau saiu da cueca, pela parte de cima, e o


calor que sentia da sua bundinha estava me fazendo suar. Ela
sentia, claro. Não tinha como ser diferente. Continuou
dançando, apertando minhas mãos na sua cintura com meu
pau passeando pela nádega direita, reguinho, nádega
esquerda, voltando....

Segurei bem firme na sua cinturinha e apertei mais o meu


pau contra aquela bundinha, mas bem de leve para ver se ela
saia ou fizesse algo que me deixasse notar que não estava
gostando. Comecei a fazer o mesmo movimento ao contrário.
Quando chegava no reguinho da bundinha dela, eu apertava
mais, descia meu corpo um pouco e subia naquele reguinho.
Pink Floyd rolava e ela continuou a dançar comigo levemente,
se esfregando lentamente. Meu pau estava posicionado
exatamente no meio daquela bundinha e eu sentia o seu
reguinho. Passava pra direita, voltava e deixava no meio,
passava para esquerda, enfim sentia suas nádegas passeando
sobre meu pau e aquilo estava me deixando louco.

Ela tinha a bundinha bem grandinha e gostosa demais.


Comecei a fazer mais pressão e pelo vidro da varanda eu a vi
com os olhinhos fechados, encostando de costas a sua cabeça
na minha, apertando minhas mãos e dançando lentamente.
Aquela visão nunca sairá da minha cabeça. Ela estava ficando
doida. Ela estava me usando. Se masturbando. Sem culpa.
Adorei.

Continuou dançando, mais rápido, mais intensamente. Eu já


estava apertando meu sexo contra sua bundinha com força,
não tinha nem como despistar. Mas nada era explícito. Vi que
ela estava roçando uma coxa contra outra enquanto se
esfregava no meu pau. Beijei seu pescocinho e a vi
estremecer. Suas coxas se comprimiram, ela parou de dançar,
ficou quietinha. Seu rostinho ficou vermelho, sua pele mais
quente. Ela tinha gozado.

Fiquei um tempão ali, encostado nela, quase gozando, me


segurando. Ela se afastou lentamente, me olhou com aqueles
olhos lindos e disse: te amo tio, vou dormir.

Notei após algum tempo que ela fora tomar outro banho
(tinha tomado um quando chegou). Esperei, quando ela foi
para o seu quarto passei no banheiro e vi que tinha duas
calcinhas lavadas. Uma foi quando chegou, a outra fora
lavada naquele banho. Bati uma punheta cheirando e me
esfregando naquela pecinha linda, ainda com cheiro dela.

Isso foi apenas o começo.

Massagista da irmã

Algum tempo atrás minha irmã costumava receber uma


amiga que vinha em casa duas vezes por semana pra fazer
uma massagem nela, e também pra minha irmã fazer o
mesmo pra ela. Elas ficavam sem roupa enquanto recebiam a
massagem, ficando apenas uma toalha cobrindo a bunda. Eu
costumava passar “distraidamente” dando só umas
olhadinhas de rabo-de-olho, torcendo pra que elas dessem
uma distraída que me permitisse ver os mamilos ou algo mais
enquanto elas mudavam de posição. Embora eu tenha dado
sorte umas poucas vezes, com o tempo elas foram ficando
mais espertas, na medida em que minha curiosidade
aumentava.

Eu lembro que uma vez a amiga dela bobeou e eu consegui


olhar ela de frente quando ela levantou pra se vestir. Ela se
cobriu com um roupão quase instantaneamente, mas aquela
fração de segundo foi o suficiente pra eu gravar a imagem
dos peitões e da buceta dela, coberta por uns pelinhos
formando um triângulo. Infelizmente, algumas semanas
depois ela mudou de cidade, o que acabou com a minha
alegria. A minha irmã também sentiu falta das sessões de
massagem, e começou a reclamar de dores que ela tinha por
todo o corpo sempre que chegava do trabalho. Eu pensei que
seria uma boa oportunidade de me oferecer pra substituir a
sua amiga, o que me garantiria uma chance de ver de perto e
ainda tocar aquele corpão delicioso.

Eu nem acreditei quando uma tarde eu sugeri a idéia e ela


imediatamente concordou. Ela pediu para eu armar a mesa
enquanto ela se preparava. Alguns minutos depois ela
apareceu de roupão e com duas toalhas. Ela estendeu uma
toalha sobre a mesa, virou de costas e enrolou uma toalha
em volta da cintura, e depois deitou de bruços, com os braços
esticados ao longo do corpo. Eu quase não vi nada, só um
pouco da lateral dos seios pelas costas. Eu comecei
massageando a cabeça, do jeito que eu tinha visto elas
fazerem e depois de alguns minutos eu fui descendo pela
cabeça, ombros, voltei para as costas e desci até a parte de
baixo da região lombar, até a linha da toalha. A maninha falou
que estava ótimo, e que eu tinha um grande potencial. Eu
passei para a parte de baixo e massageei seus pés. As pernas
delas estavam juntas, e não dava pra ver nada entre elas.
Depois de me dedicar em bom tempo aos pés, ela relaxou
bastante. Eu passei a massagear suas panturrilhas e ela não
resistiu quando eu afastei as pernas dela um pouco.

Eu dei bastante atenção à parte de trás dos joelhos dela. Eu


tinha ouvido ela falar pra amiga que adorava ser tocada lá, e
ela logo falou “Aí, aí... Nossa, você tem mesmo jeito pra isso,
mano.” Então eu fui pras coxas dela, apertando com firmeza e
de modo que afastasse as pernas dela um pouco mais. Como
recompensa eu consegui enxergar um pouco dos pêlos da
buceta dela, mas as pernas dela ainda estavam um pouco
fechadas e mesmo a toalha sendo fina, o que deixava um
pouco de luz passar, eu não conseguia ver muita coisa.
Mesmo assim, com dezesseis anos aquilo já me deixou louco.
Um pouco depois, ela se levantou, cobrindo os seios com a
toalha que estava embaixo dela, me agradeceu e pegou o
roupão, colocando ele de modo que de novo só vi as costas
dela.

Três dias depois, numa sexta-feira, logo que ela chegou do


trabalho eu disse que podia fazer outra massagem pra ela.
Ela sorriu e disse que só se fosse agora. Ela se preparou e
com o mesmo cuidado de antes se deitou na mesa, dessa vez
com os braços pra cima, colocando a cabeça sobre as mãos
estendidas uma sobre a outra. Depois que eu terminei com os
ombros, os braços e as costas, eu passei de novo para os pés.
Eu notei que as pernas não estavam tão juntas quanto da
outra vez, e enquanto eu subi e afastei-as um pouco mais, eu
consegui dar uma boa olhada na bucetinha dela, me
empolguei tanto que minha mão subiu pelas coxas dela até
debaixo da toalha, meus dedos já passando do meio das
coxas quando ela de repente se deu conta que tava com a
retaguarda exposta (decerto um vento frio que bateu lá), na
mesma hora fechou as pernas e levantou apressada e já
agradecendo, dizendo que já era o bastante e sumindo pra
dentro do quarto dela. Eu entrei em depressão, imaginando
que tinha estragado tudo, mas na segunda-feira ela já chegou
do trabalho perguntando se eu me importava de fazer outra
massagem pra ela.

Eu concordei na hora, e fui menos agressivo dessa vez e


durante mais um mês, com umas duas ou três sessões por
semana. Eu sempre conseguia ver a buceta dela enquanto
massageava suas coxas e ela foi ficando mais distraída, já
deixando às vezes eu ver os mamilos rosados dela quando ela
levantava.

Uma tarde ela chegou pra massagem e já na hora de deitar


não fez nenhum esforço pra esconder os seios, e depois de
deitar desenrolou a toalha que tava em volta da cintura,
deixando ela cobrindo a bunda, do jeito que ficava quando a
amiga dela fazia a massagem. Quando eu terminei as costas
dela, ela pediu pra eu massagear a bunda dela por cima da
toalha. Eu fiquei apertando aquela maravilha, babando em
cima dela por uns cinco minutos até ela pedir pra eu passar
pros pés. Ela ficou com as pernas bem abertas e enquanto eu
massageei os pés e as panturrilhas eu tinha uma visão
perfeita da buceta dela.

Enquanto eu esfregava as coxas dela, eu notei que quanto


mais eu subia mais eu fazia a xaninha dela mexer com os
apertões. Eu continuei subindo pela toalha e voltei a
massagear a bunda dela mas por debaixo da toalha. Dessa
vez, quando eu apertava eu abria bem a bunda e a buceta
dela, chegando a ver o cuzinho dela que deu uma piscadinha
pra mim. Logo ela falou que já tava bom, enrolou a toalha de
novo e levantou, sem pegar a toalha de baixo, cobrindo os
seios com a mão. Ela colocou o roupão e os bicos dos seios
dela ficaram aparecendo por baixo, os faróis acesos e o rosto
vermelho. Ela falou que era melhor parar, me deu um beijo no
rosto e foi pro quarto. Eu também corri pro meu quarto e bati
umas quatro punhetas até a hora de ir dormir.

Na vez seguinte a coisa foi ainda mais longe. Ela chegou de


roupão e me perguntou se eu podia fazer uma massagem. Eu
concordei imediatamente e, depois que eu montei a mesa ela
só tirou o roupão e deitou na mesa, completamente nua. Ela
pegou uma toalha, cobriu a bunda com uma toalha. Eu quase
fiquei louco com a visão dela quase de quatro, deitando na
mesa, e resolvi agradecer com uma massagem especial,
dando bastante atenção à nuca,as costas e os pés, levando
mais de meia hora pra chegar na bunda e nas coxas. Ela
deixou eu afastar bem as pernas dela, e a deu pra ver que a
xaninha dela tava bem molhada. Enquanto eu esfregava com
os dedões de baixo pra cima, abrindo a buceta e as nádegas
dela, o cuzinho dela piscava e a buceta dela dava uns
pulinhos. Daí eu tive uma idéia. Perguntei se ela queria que
eu massageasse a parte da frente das coxas dela, ela disse
que seria ótimo, se virou segurando a toalha e deixou ela em
cima da barriga dela, deixando os seios e a vulva
descobertos. Por um momento eu fiquei paralisado,
admirando aquela maravilha, e ela com os olhos fechados. Os
mamilos dela estavam super duros e enquanto eu
massageava logo acima dos joelhos ela arrepiava a todo
momento. Ela deixou as pernas bem abertas, e enquanto eu
subia, massageando a parte de cima de suas coxas, eu fazia a
buceta dela abrir e via o grelinho dela pra fora, mesmo
quando a buceta fechava

Logo eu já estava com meus dedões bem em cima dos seus


grandes lábios, delicadamente massageando as laterais da
sua vulva, que se abria exalando um cheiro maravilhoso,
enquanto seu néctar escorria até a mesa. Ela começou a
jogar sua pélvis para cima, e eu sincronizei meus movimentos
com os dela. Enquanto os movimentos dela aceleravam, sua
respiração também ficava mais forte e ela começou a soltar
uns gemidinhos e pediu pra eu continuar, que estava
maravilhoso. Alguns minutos depois ela gozou, contraindo seu
corpo e soltando um longo suspiro em seguida. Ela se
levantou, colocou o roupão e me deu um abraço apertado,
depois um beijo no rosto, disse obrigado e foi pro quarto.

Ela não fez nenhum comentário sobre o rumo que as nossas


sessões de massagem estavam tomando, mas depois desse
dia ela estava de ótimo humor. Me abraçava o tempo todo e
ficava passando a mão no meu cabelo quando a gente
sentava junto pra assistir tv. Um dia, logo depois de sair do
chuveiro, ela me chamou no quarto dela e me pediu pra fazer
uma massagem nela. Eu disse que iria armar a mesa, mas ela
disse que podia ser na cama dela mesmo, ela só desenrolou a
toalha que ela tinha em torno do corpo e, completamente
nua, ainda sentada na cama me disse que depois ia ser a
minha vez. Ela se deitou de bruços e falou que eu podia
começar pelos ombros, não precisando começar pela cabeça.

Eu tive uma grande idéia. Ela estava com as pernas bem


afastadas, e eu me ajoelhei entre elas. Eu estava só com um
short de nylon daqueles que já vem com uma tela por dentro,
como se fosse uma cueca, e me deitei sobre ela enquanto
massageava seus ombros e nuca. Meu pau estava como uma
pedra, e eu o encaixei bem no meio da bunda dela. Ela não
disse nada, mas assim que eu passei pra parte de baixo das
costas dela eu tive que me levantar e saí de cima dela.
Quando eu passei pra bunda dela, eu tive uma vista
panorâmica do seu rabo, me deu vontade de beijar aquele
cuzinho depiladinho e a buceta dela, deu pra ver que ela tinha
dado uma geral bem recentemente, porque estava tudo
completamente depilado, ela escorria já molhando a cama. Eu
logo continuei descendo até os pés dela, e um tempo depois
ela virou de lado e ficou de barriga pra cima. Quando ela se
virou, ela viu que meu pau apontava pra ela, mas disfarçou e
se ajeitou comigo ainda entre as suas pernas, deitando-se de
bruços com os pés apoiados na cama e os joelhos dobrados.
Com os olhos fechados, ela pediu pra eu massagear as coxas
dela.

Eu comecei pela parte de trás dos seus joelhos, levantando as


suas pernas e chegando junto com meu pau bem em cima da
racha. Eu lentamente baixei as pernas dela, afastando uma
da outra e aproximando as mão cada vez mais para o meio
delas. Ela começou a rebolar, como se buscasse minhas
mãos, até que com o dedão direito eu comecei a esfregar por
cima da buceta dela, enquanto com a outra mão eu
continuava massageando de lado e abrindo-a com o dedão.
Aos poucos o meu dedão direito foi entrando pra dentro, e
com as reboladas ela foi chegando mais em direção da minha
mão, enterrando o dedo todo dentro dela. De repente, ela
segurou a minha mão e disse que agora era minha vez. Ela se
levantou e, quase como um golpe de judô, me jogou deitado
de costas na cama e se sentou na minha barriga. Ela
começou massageando meus ombros e meu tórax, e
enquanto ela fazia isso, eu disfarçadamente alcancei meu
short e abaixei ele um pouco, tirando meu pau pra fora. Ela
sentiu a ponta dele cutucar o rabo dela, e deitou em cima de
mim, encostando aqueles peitões em mim e escorregando pra
baixo, encaixando meu pau na buceta dela que nem um hot-
dog.

O caldo dela me melou todo, e eu mesmo já tinha molhado o


meu calção há bastante tempo, em um momento propício eu
aproveitei uma levantada que ela deu e comecei a encaixar
meu pinto pra dentro da xaninha dela. Aquilo foi demais, eu
senti aquela gruta macia mas firme se abrindo pra acomodar
meu pau, mas mal ele tinha entrado pela metade ela levantou
e fez ele sair, voltando a deitar em cima dele. Ela disse que
era errado e que a gente não podia fazer aquilo sendo irmãos,
que a gente só podia brincar, mas sem chegar nos
finalmentes. Eu dei um beijo na boca dela, que ela retribuiu
de imediato, depois eu desci beijando o seu pescoço até
colocar um mamilo dela na boca e com aquele esfrega-
esfrega eu logo gozei, ficando prostrado enquanto ela
continuou esfregando a bucetinha em mim até ela gozar
também. Ela ainda ficou em cima de mim por uns minutos,
depois pegou uma caixa de lenços de papel, secou nossas
áreas de lazer e se deitou do meu lado, enroscando suas
pernas na minha e ficou com a xana encostada na minha
coxa. Daí deu um cochilo, enquanto eu fiquei alisando a sua
bunda. Uma meia hora depois ela acordou e disse que
precisava sair, entrou no banheiro e eu acabei pegando no
sono.

Uns três dias depois ela me chamou de novo no quarto dela,


e pediu para eu tirar a roupa e deitar de bruços. Ela
massageou um pouco minhas costas e pediu pra eu virar. Ao
mesmo tempo ela se deitou com a cabeça em cima do meu
peito, desceu a mão até chegar no meu pau e começou a
alisar meu pau e meu saco, esfregou a ponta dele com o
dedão, espalhando minha lubrificação pela glande antes de
começar uma punheta bem levinha. Pra minha surpresa, ela
desceu a cabeça dela e colocou meu pinto dentro da boca,
chupando meu pau enquanto passava a mão pelo meu saco e
minhas coxas. Ela continuou e não parou quando eu comecei
a gozar, engolindo até a última gota e ainda continuou
chupando por um bom tempo. Depois ela olhou pra mim,
sorriu e disse que eu merecia algo especial. Eu só fiquei
imaginando como eu poderia retribuir o favor.

Na próxima vez eu já sabia o que fazer e, numa sexta-feira


em que estávamos sós em casa, pois o pessoal tinha viajado
para o fim de semana, deixando a gente mais à vontade eu,
depois de massageá-la dos pés à cabeça pelas costas, pedi
pra ela se virar e, afastando as pernas dela com as mãos,
baixei a cabeça e comecei a beijar e lamber o prato pelas
beiradas, bem onde as pernas e a pelve se encontram. Eu
lambi e circulei várias vezes a buceta dela, provando o mel
que saía dela. Pra não perder um pouco que tinha escorrido,
eu lambi o cuzinho dela também, o que deixou ela louca,
cravando as unhas no colchão e soltando um gemido bem
alto. Eu terminei chupando o grelinho dela, enquanto enfiava
e tirava um dedo na bucetinha dela. Depois que ela gozou,
ela só virou de lado e disse que ia dormir um pouco, e pediu
pra eu não abusar dela. Sem esperar minha resposta, ela
fechou os olhos e eu a abracei por trás, encoxando ela
enquanto brincava com seus peitos. Com o pau esfregando no
rabo dela, eu o apontei na entrada da xaninha dela e
abraçando-a com força ele entrou todo. Ela respirava
regularmente e seus mamilos estavam duros que nem pedra.
Eu bombei devagar pra não acordar ela, mas hoje desconfio
que ela estava só fingindo. Ela começou a jogar a bunda pra
trás e a gente acertou o ritmo, eu segurei nos seus ombros e
acelerei um pouco, colocando até o talo e um pouco depois eu
gozei, enchendo ela com minha porra. Eu deixei meu pau lá
dentro mesmo, e dormi abraçado com ela.

No dia seguinte, sábado, ela não precisou ir trabalhar. Eu


acordei primeiro, louco pra dar uma mijada, e aproveitei pra
tomar um banho. Depois que eu estava todo ensaboado ela
abriu o box e entrou debaixo d’água, com um sorriso enorme
no rosto, e me pediu pra esfregar as costas dela. Depois que
eu me enxagüei eu passei o sabão nas suas costas e,
abraçando ela, passei também nos seus peitos, me
demorando um pouco neles, na buceta dela e, quando voltei
para a parte de trás, ela riu quando um dedo meu escorregou
para a porta do cuzinho dela e falou: “nossa, vou ter que
tomar cuidado, cê tá ficando abusaaado!” De todo jeito, ela
não pediu pra eu parar, eu a virei e, ainda com a ponta do
dedo no rabinho dela eu lhe dei um abraço. Ela fechou a
torneira e enquanto a gente secava um ao outro ela soltou
um bocejo e disse que ia cochilar mais um pouco. Acho que
era a desculpa que ela tinha arranjado depois que ela tinha
dito que seria errado irmão fazerem sexo. A gente se deitou
de lado, um de frente ao outro e, quando ela foi caindo no
sono, eu a deitei de costas e beijei seus seios e chupei seus
mamilos.
Quando sua respiração estava pesada, eu levantei seus
joelhos, apoiando seus pés na cama e afastando as pernas.
Me encaixei no meio, pincelei o pau na entrada pra dar uma
lubrificada e enterrei tudo. Ela reagiu na hora, levantando o
quadril e abrindo a boca. Eu soltei meu peso em cima dela e
ela me abraçou. Eu logo comecei a bombar com tudo e ela
também rebolava com força, nada mal pra uma “sonâmbula”.
Dessa vez eu não quis gozar logo, então parei de bombar e
ficamos só com o rebolado dela. Quando ela gozou ela me
abraçou mais forte, e depois deixou seus braços caírem de
lado. Daí eu abracei ela e fui bombando bem devagarinho no
início, acelerando sem pressa. Quando eu tava quase gozando
eu meti com força e ela quase abriu os olhos, suspendendo as
sobrancelhas e soltando um gemidinho. Eu continuei comendo
ela com força, e ela soltava seus gemidinhos toda vez que eu
acertava o fundo da buceta dela. Ela me abraçou de novo, e
quando eu gozei ela me segurou bem junto dela. Quando
parei, ela suspirou e continuou com os olhos fechados, mas
com um sorriso sem-vergonha estampado no rosto. Eu rolei
pro lado e fiquei admirando o corpo dela, passando a mão na
barriga e nos seios dela. Quando ela acordou, ela me disse
que tinha tido um sonho maravilhoso.

Isso aconteceu uns seis meses atrás. Depois disso eu passei a


fazer umas visitas noturnas pra ela quase toda noite. Eu ia
pro quarto dela mais tarde e depois voltada um pouco antes
dos nossos pais acordarem. Eles nunca desconfiaram de
nada, mesmo com umas brincadeirinhas que a gente vivia
fazendo, por debaixo da mesa, no sofá... Ela sempre fingiu
que estava dormindo quando a gente transa, mas dizia que
não gostava de dormir sozinha. Ela passou no vestibular e vai
precisar mudar pra outra cidade, mas disse pra eu estudar
bastante e passar na mesma cidade, que aí a gente pode
morar junto. De qualquer forma a cidade não é longe da
minha, e ela disse que vem pra cá todo fim-de-semana, que
ela não vai agüentar a saudade da cama e da comida daqui.

Eu e meu patrão

Meu nome é Lara, tenho 41 anos e sou casada a 8 anos. Sou


secretária de uma pequena empresa a 5 anos e desde que
comecei nesse emprego achei meu patrão um gato, mas
jamais pensei ter coragem de relatar o fato ocorrido abaixo.
Era apenas mais um dia de trabalho como outro qualquer até
o momento em que Eduardo, (assim é o nome do meu
patrão) vaio até minha mesa e me disse que teria que fazer
uma viajem de urgência no dia seguinte e que iria se
ausentar da empresa por uns 3 ou 4 dias. Com a voz forte e
segura de sempre falou bem próximo ao meu ouvido.
-Lara, você se incomoda de ficar um pouco além do seu
horário? Pois, preciso reorganizar minha agenda; Desmarcar
alguns compromissos e ramanejar outros para outros
diretores.
Respondi que não havia problemas, mas confesso que fiquei
um pouco desanimada, pois estava morta de cansaço e doida
pra chegar em casa e tomar meu delicioso banho. Enatão ele
foi pra sua sala e não demorou a retornar, pois já estávamos
nos aproximando do fim do expediente. Ele puxou uma
cadeira e sentou-se ao meu lado e fomos vendo cada
compromisso que havia.
O tempo foi passando até que o último funcionnário foi
embora e nós dois ali até meio descontraídos, o que não era
de costume, pois Eduardo sempre foi um homem bastante
sério dentro da empresa.
De repente ele se levantou e saiu da sala, eu continuei
digitando concentrada em meu serviço, tão concentrada que
me assustei ao sentir uma mão segurar meu ombro. Era
Eduardo que havia voltado trazendo-me um cafezinho. Nem
sei o que senti naquele momento, devo ter olhado pra ele
com uma cara de assustada e até gaguejei ao agradecer; Na
hora sentir minhas pernas tremerem e ele parecia perceber
isso em mim, pois olhava-me nos olhos com seu olhar
penetrante, com ar de dono da situação, o que era a mais
pura verdade, pois eu naquele momento já estava totalmente
entregue ao desejo. Ficamos nos olhando fixamente por
alguns segundos, que pra mim parecia uma eternidade.
Quando ouvi sua voz dizendo:
-Lara, seu café vai esfriar.
Ao dizer isso ele terminou a frase com um sorriso de cafajeste
que só fez aumentar meu desejo.
Peguei o café na mesa e ia bebendo olhando em seu olhos e
terminei dizendo...delícia.
Nesse instante eu já não controlava aquela coisa que me
queimava por dentro, e sentia que minha xaninha já estava
encharcada de tesão. Percebi também que um volume
apareceu em sua calça, já que ele estava de pé ao meu lado e
aquilo ficava bem próximo da minha visão.
Éramos dois vulcões prestes a entrar em erupção e os dois
sabiam disso.
Ele então acaricou meus cabelos e e colocou sua mão em
minha nuca. Foi me acariciando até me deixar completamente
mole, sem reação pra nada, e quando percebi me pegou pela
cintura e me pôs sentada em minha mesa dando-me um beijo
delicioso que roubou o que ainda poderia haver de racional
em mim, e alternando entre minha boca e meu pescoço, fez
com que eu me soltasse e o entrelaçasse a cintura com
minhas pernas. Ele ia me beijando o pescoço e desabotoando
meu vestido, e eu dasabotoando a sua blusa e beijando seu
peito delicioso. Logo eu já me encontrava completamente
despida em cima daquela mesa e ele sentou-se na cadeira e
ia lambendo minha xaninha enquanto tirava suas calças.
Como lambia bem aquele safado, eu ficava me contorcendo
de tesão naquela mesa enquanto ele delicadamente lambia e
passava os dentes em meu grelimho que parecia em brasa. Já
completamente louca de tesão escurregui pela mesa até ira
parar no chão de joelhos segurando aquele intrumento
enorme que eu tanto queria. Eu lambia e chupava aquele pau
duro ouvindo os “urros” de Eduardo que parecia não caber em
si. Cada frase que ele soltava parecia esquentar ainda mais o
meu desejo e sei que ele percibia isso pois ia falando pra eu
chupar sua pica e me chamava de piranha deliciosa. E eu agia
como uma mesmo, olhando aquela cara de homem safado
enquanto chupava e lábia seu pau inteirinho.
Então ele me pegou novamente pela cintura e me colocou
sobre a mesa e tratou de pôr aquele corpão em cima de mim.
Não estava acostumada com um instrumento tão grande e
tinha uma mistura de curiosidade e medo em mim; Mas eu
estava tão molhada que logo na primeira estocada ele enfiou
tudo de uma vez, arrancando-me um grito de prazer que eu
nunca havia dado. Ele tinha o completo controle da situação e
ia me conduzindo pra fazer exatamente o que ele queria, e
ele era maito mais gostosa do que qualquer fantasia que eu
já havia tido com ele. Logo tratei de ficar por cima, queria ver
seu rosto ao me ver sentar naquele monumento.
Ele fazia uma cara de safado que só me deixava mais
excitada e fazia com que eu rebolasse ainda mais rápido e fui
sentindo aquela coisa inchando dentro de mim e então me
entreguei ao prazer, gozamos juntos e eu acho que nunca
havia sido tão intenso pra mim. Ficamos ali abraçados
sentindo aquele momento.
Depois fomos para sua sala onde tem um sofazinho, ele me
pôs de quatro e começou a me penetrar novamente. Eu
sentia aquela coisa enorme em mim e me deliciava de tanto
prazer. Ele alisava minha bunda e dizia que era deliciosa
enquanto me fodia deliciosamente.
Em um determinado momento ele encostou o seu
instrumento em meu anus, mas tive medo por causa do
tamanho e recuei. Ele deu mais uma peincelada e eu pedi pra
que tivesse paciência comigo...
Então ficamos ali alguns minutos abraçados e fomos cada um
pra sua casa felizes e exaustos.
Desde então sempre que podemos, ficamos depois do horário
fazendo um cerãozinho.
Na segunda vez ele conseguiu o que queria, mas isso é uma
outra história que conto pra vocês depois...

Adoro trocar experiências com mulheres que me entendam e


tenham vivido alguma fantasia na vida real.
Me add no seu msn.
larinhafeliz@hotmail.com
A SECRETÁRIA E O PATRÃO

Meu nome é Lara, tenho 41 anos e sou casada a 8 anos. Sou


secretária de uma pequena empresa a 5 anos e desde que
comecei nesse emprego achei meu patrão um gato, mas
jamais pensei ter coragem de relatar o fato ocorrido abaixo.
Era apenas mais um dia de trabalho como outro qualquer até
o momento em que Eduardo, (assim é o nome do meu
patrão) vaio até minha mesa e me disse que teria que fazer
uma viajem de urgência no dia seguinte e que iria se
ausentar da empresa por uns 3 ou 4 dias. Com a voz forte e
segura de sempre falou bem próximo ao meu ouvido.
-Lara, você se incomoda de ficar um pouco além do seu
horário? Pois, preciso reorganizar minha agenda; Desmarcar
alguns compromissos e ramanejar outros para outros
diretores.
Respondi que não havia problemas, mas confesso que fiquei
um pouco desanimada, pois estava morta de cansaço e doida
pra chegar em casa e tomar meu delicioso banho. Enatão ele
foi pra sua sala e não demorou a retornar, pois já estávamos
nos aproximando do fim do expediente. Ele puxou uma
cadeira e sentou-se ao meu lado e fomos vendo cada
compromisso que havia.
O tempo foi passando até que o último funcionnário foi
embora e nós dois ali até meio descontraídos, o que não era
de costume, pois Eduardo sempre foi um homem bastante
sério dentro da empresa.
De repente ele se levantou e saiu da sala, eu continuei
digitando concentrada em meu serviço, tão concentrada que
me assustei ao sentir uma mão segurar meu ombro. Era
Eduardo que havia voltado trazendo-me um cafezinho. Nem
sei o que senti naquele momento, devo ter olhado pra ele
com uma cara de assustada e até gaguejei ao agradecer; Na
hora sentir minhas pernas tremerem e ele parecia perceber
isso em mim, pois olhava-me nos olhos com seu olhar
penetrante, com ar de dono da situação, o que era a mais
pura verdade, pois eu naquele momento já estava totalmente
entregue ao desejo. Ficamos nos olhando fixamente por
alguns segundos, que pra mim parecia uma eternidade.
Quando ouvi sua voz dizendo:
-Lara, seu café vai esfriar.
Ao dizer isso ele terminou a frase com um sorriso de cafajeste
que só fez aumentar meu desejo.
Peguei o café na mesa e ia bebendo olhando em seu olhos e
terminei dizendo...delícia.
Nesse instante eu já não controlava aquela coisa que me
queimava por dentro, e sentia que minha xaninha já estava
encharcada de tesão. Percebi também que um volume
apareceu em sua calça, já que ele estava de pé ao meu lado e
aquilo ficava bem próximo da minha visão.
Éramos dois vulcões prestes a entrar em erupção e os dois
sabiam disso.
Ele então acaricou meus cabelos e e colocou sua mão em
minha nuca. Foi me acariciando até me deixar completamente
mole, sem reação pra nada, e quando percebi me pegou pela
cintura e me pôs sentada em minha mesa dando-me um beijo
delicioso que roubou o que ainda poderia haver de racional
em mim, e alternando entre minha boca e meu pescoço, fez
com que eu me soltasse e o entrelaçasse a cintura com
minhas pernas. Ele ia me beijando o pescoço e desabotoando
meu vestido, e eu dasabotoando a sua blusa e beijando seu
peito delicioso. Logo eu já me encontrava completamente
despida em cima daquela mesa e ele sentou-se na cadeira e
ia lambendo minha xaninha enquanto tirava suas calças.
Como lambia bem aquele safado, eu ficava me contorcendo
de tesão naquela mesa enquanto ele delicadamente lambia e
passava os dentes em meu grelimho que parecia em brasa. Já
completamente louca de tesão escurregui pela mesa até ira
parar no chão de joelhos segurando aquele intrumento
enorme que eu tanto queria. Eu lambia e chupava aquele pau
duro ouvindo os “urros” de Eduardo que parecia não caber em
si. Cada frase que ele soltava parecia esquentar ainda mais o
meu desejo e sei que ele percibia isso pois ia falando pra eu
chupar sua pica e me chamava de piranha deliciosa. E eu agia
como uma mesmo, olhando aquela cara de homem safado
enquanto chupava e lábia seu pau inteirinho.
Então ele me pegou novamente pela cintura e me colocou
sobre a mesa e tratou de pôr aquele corpão em cima de mim.
Não estava acostumada com um instrumento tão grande e
tinha uma mistura de curiosidade e medo em mim; Mas eu
estava tão molhada que logo na primeira estocada ele enfiou
tudo de uma vez, arrancando-me um grito de prazer que eu
nunca havia dado. Ele tinha o completo controle da situação e
ia me conduzindo pra fazer exatamente o que ele queria, e
ele era maito mais gostosa do que qualquer fantasia que eu
já havia tido com ele. Logo tratei de ficar por cima, queria ver
seu rosto ao me ver sentar naquele monumento.
Ele fazia uma cara de safado que só me deixava mais
excitada e fazia com que eu rebolasse ainda mais rápido e fui
sentindo aquela coisa inchando dentro de mim e então me
entreguei ao prazer, gozamos juntos e eu acho que nunca
havia sido tão intenso pra mim. Ficamos ali abraçados
sentindo aquele momento.
Depois fomos para sua sala onde tem um sofazinho, ele me
pôs de quatro e começou a me penetrar novamente. Eu
sentia aquela coisa enorme em mim e me deliciava de tanto
prazer. Ele alisava minha bunda e dizia que era deliciosa
enquanto me fodia deliciosamente.
Em um determinado momento ele encostou o seu
instrumento em meu anus, mas tive medo por causa do
tamanho e recuei. Ele deu mais uma peincelada e eu pedi pra
que tivesse paciência comigo...
Então ficamos ali alguns minutos abraçados e fomos cada um
pra sua casa felizes e exaustos.
Desde então sempre que podemos, ficamos depois do horário
fazendo um cerãozinho.
Na segunda vez ele conseguiu o que queria, mas isso é uma
outra história que conto pra vocês depois...

Adoro trocar experiências com mulheres que me entendam e


tenham vivido alguma fantasia na vida real.
Me add no seu msn.

Incesto Descoberto

INCESTO DESCOBERTO (VERSÃO DA NORA)

...Essa minha experiência que passei,é real.Hoje tenho 32


anos,meu marido tem 38 anos e nunca soube dessa
passagem na minha vida.Isso aconteceu logo que me
casei,tinha 1 ano de casamento.Me casei com 20 anos e meu
marido Jonas tinha 26 anos.Desde nosso namoro sempre
nossa vida sexual foi intensa e as vezes Jonas reclamava
porque dizia que meu fogo era demais.Mas ele sempre estava
presente e dava conta do recado e me satisfazia plenamente.
Durante nosso namoro nossas famílias sempre se deram bem
e freqüentávamos a casa um do outro normalmente;a família
de Jonas se resumia nele,numa irmã Eduarda(Duda),meu
sogro (Seu Moacir) e minha sogra(D.Helen).Jonas, meu
marido era mais velho e sua irmã nasceu muito tempo depois
e nessa época de nosso namoro ela estava com 10 anos e era
uma menina toda mimada por ser a única menina da
família.Meus sogros faziam todos os gostos de Duda;o que ela
pedia eles davam pra n ver ela triste;mas eu notava que
Duda era mais agarrada a meu sogro Moacir,um coroa bem
conservado,na época com 42 anos,uma leve barriguinha de
chopp,mas com um tórax perfeito,muitos pélos e uma pernas
forte ,sutilmente alqueadas,que dava um charme de macho
nele.Minha sogra era bem conservada tbm,pois tinha um
academia montada em casa e sempre se cuidava nos seus 40
anos.
Todo final de semana íamos pra casa de praia do meu
sogro(Moacir),que era uma casa enorme,com tudo que tinha
direito uma casa de praia,um piscina maravilhosa que eu
adorava dar uns mergulhos...Quando íamos pra
lá,passávamos o dia na beira da piscina com a empregada
nos servindo o tempo todo...Mas algo me deixava intrigada
desde o início do meu namoro com Jonas,o contato muito
forte de Duda minha cunhada com meu sogro....Ela vivia
agarrada ao pescoço do pai,beijando o rosto, fazendo
carinhos;eu achava aquilo muito estranho e forte pra minha
simples formação familiar..Duda estava na época com 13
anos,uma mocinha,já com o corpinho formado e uns peitinhos
já bem pontiagudos...Numa dessas nossas idas a casa de
praia,notei que quando chegávamos na casa, ela corria logo
pra colocar o bikine fio dental que só usava na casa de
praia,voltava correndo,tomava uns mergulhos ,pegava um
refrigerante e sentava no colo do meu sogro...ficava ali e não
saia,só saia pra cai na piscina de novo..eu notava um
desconforto do meu sogro,mas não passava disso..Mas fiquei
com aquilo na mente e passei a observar com mais freqüência
a aproximação deles.
Um dia,marquei com Jonas pra irmos junto ao trabalho e
passei na casa dele antes;quando entrei minha sogra estava
na cozinha dando ordens aos empregados e me falou que
Jonas estava no quarto dele tomando banho...fui até o quarto
dele,mas quando passei no corredor que ficava na parte de
cima da casa,vi a porta do quarto dos meus sogros e me deu
vontade de abrir;quando abri tive uma surpresa,meu sogro
Moacir estava totalmente pelado dormindo com minha
cunhadinha Duda só de calçinha também dormindo;pela
penumbra vi que meu sogro estava um pouco excitado ,com o
pênis meio-bomba...de longe deu pra notar que era um belo
exemplar de cacete.Fechei a porta achando estranho aquela
cena.Quando entrei no quarto de Jonas,questionei com
ele.mas ele me falou que ela tinha tido pesadelos e meu
sogro tinha colocado ela na cama com eles.Falei que vi
porque a porta estava semi-aberta.
Mais uma vez,fiquei curiosa de ter visto aquela cena
excitante,pois fiquei tesuda só de ver o cacete do meu sogro
meio duro.Não comentei isso mais com Jonas e resolvi por
minha conta descobrir que relação era aquela que nem meu
noivo,nem minha sogra notava.
Quando fiz 20 anos,casamos e fomos morar num
apartamento no mesmo prédio que meus sogros
moravam;achei muito bom.Mas continuava intrigada com
aquela pegação daquela ninfeta,agora com 15 anos com meu
sogro.
Quando fez 1 ano de casamento, meu marido Jonas recebeu
uma promoção na empresa e precisava viajar com uma certa
freqüência e eu ficava muito com meus sogros e minha
cunhada pra não ficar sozinha.Numa dessas
viagens,marcamos pra irmos a casa de praia,já que Jonas
tava viajando...Numa sexta feira a tarde,fui na casa da minha
sogra pra irmos a casa de praia ,e quando cheguei no
apartamento deles a empregada falou que minha sogra foi
fazer uma feira pra levar pra o final de semana e meu sogro e
Duda tinham ido na frente pra casa de praia...Não perdi
tempo, peguei meu carro e corri pra lá.Cheguei na casa,o
caseiro veio abrir o portão e perguntei pelo meu sogro e
minha cunhada e ele me informou que tinham ido a
praia.Aproveitei ,fui na farmácia da comunidade pra comprar
uns mantimentos,quando retornei notei um silêncio na
casa,entrei pela lateral onde tinha umas janelas dos
quartos...escutei um chuveiro ligado.. abri a janela um pouco
e fiquei observando o quarto,de repente sai minha cunhada
toda molhada se enxugando,peladinha....uma coisa linda
,pele lisinha,bucetinha gordinha e quase
lisinha,fechadinha,peitinhos durinhos,excitados pela frieza da
água.Depois,sai meu sogro Moacir,totalmente pelado,se
enxugando na frente da filha; e pela primeira vez eu via
aquele cacete na claridade;um belo exemplar de macho era
meu sogro,fiquei totalmente lubrificada na hora que vi.Minha
cunhada Duda pergunta a meu sogro se estavam sozinhos e
ele respondeu positivamente,dizendo que dispensou os
empregados e que um deles tinha dito que eu tinha ido no
povoado fazer umas compras e ia demorar...Eles não tinha a
idéia que eu me encontrava ali...Foi quando vi meu sogro
Moacir se aproximar da filha e começou a enxugar a garota e
que logo se deitou na cama e se abriu;ele sentou ao lado dela
e começou a passar a toalha nas coxas dela,foi quando vi que
o pau do meu sogro estava em riste, duro e vi quando a a
cabeça saiu do prepúcio expondo a cabeça do pau toda pra
fora.Eu estava em êxtase,e quase gozando ali vendo aquele
incesto que eu estava descobrindo e me excitando.Meu sogro
,um homem garnde, uma barriguinha sensual com uns peitos
com pélos de macho,um bigode bem aparado com uma cara
de macho sedento por aquela ninfeta filha dele.Ele jogou a
toalha longe e começou a beijar a filha num beijo longo e a
garota só gemia e se abria pra ele,enquanto ele dedilhava a
bucetinha dela sem penetrar os dedos.Depois,aquele macho
maduro descia a língua e chupava os peitinhos dela,deixando
–os mais durinhos,desceu e caiu de língua na xaninha dela
que já se encontrava ensopada de tanto líquido,ele chupava e
ela gemia,tremendo toda...Eu já não agüentava mais,pois
estava há quase uma semana sem sexo, desde que Jonas
tinha viajado a trabalho.Eu estava em período fértil e num cio
louco.Iniciei uma masturbação vendo meu sogro chupando a
bucetinha da filha e perdi a noção do tempo e gemi alto num
gozo profundo....Eles se assustaram e me notaram na fresta
da janela;foi minha cunhada que falou:Pai, tem alguém na
janela; ele respondeu:Só pode ter sido a Taciana que voltou e
nos viu.Eu sai correndo pelo corredor lateral da casa e senti
que tinha molhado minha calçinha,foi quando olhei pra trás e
vi meu sogro com uma toalha na cintura parado olhando pra
mim.E me perguntou se fazia tempo que eu tinha chegado e
respondi que tinha acabado de chegar;ele se aproximou,olhou
nos meus olhos e disse:Mentira,sua safada! E deu um forte
tapa no meu rosto;e falou: Tira a roupa sua putinha!Obedeci
aquele macho raivoso e tirei minha blusa mostrando meus
seios duros e excitados,baixei minha saia e fiquei de
calcinha;foi quando ele falou: Chegou agora?Sua putinha
mentirosa,estou vendo sua calçinha molhada;tira,sua
cadela!Tirei e ele passou a mão e mandou eu lamber meu
líquido...depois que chupei os dedos dele, ele me pegou pelo
braço e me levou pra dentro do quarto onde minha
cunhadinha Duda se encontrava deitada na cama toda aberta
como se estivesse esperando ser penetrada.Ele entrou no
quarto falando que descobri o segredo deles e que ia me
foder ,enquanto eu chuparia minha cunhadinha,porque não ia
tirar o cabaço dela ainda...Ele me jogou na cama e me
mandou chupar a bucetinha da garota e cai de boca,pois
estava louca pra sentir o caralho do meu sogro na minha
buceta sedenta por sexo durante uma semana.Enquanto eu
linguava a bucetinha dela,ele se preparava pra me penetrar
com aquele caralho pesado,grosso e grande com um saco
cheio de porra pra me dá e me preencher.Ele pincelou a
cabeça do mastro na minha buceta que pingava e penetrou
cabeça e eu pedia forte e chupava a bucetinha da
cunhadinha;ele falou que quem mandava era ele e que eu ia
ser a puta dele junto com a filha.Meteu forte como pedi e
parava e sentia as contrações da minha buceta sedenta e
dizia: Vc e´uma putinha mesmo, sua buceta ta mordendo
meu pau de tanto tesão...vou te deixar aberta pra o cormo do
meu filho aprender como se trata uma mulher vadia.Essa
bucetinha nova agora é minha e vou encher ela de porra todo
dia....Foi quando escutei um grito da minha cunhadinha Duda
gozando e pedindo ao pai a rola dele,;saiu da minha
frente,tirou o pau do pai da minha buceta e chupou o meu
líquido na rola do pai,deixou limpo e pediu pra ele foder
ela....Sentei na cama pra ver a cena...Ela ficou de 4 e ele
falou que não ia tirar o cabacinho dela da buceta,mas ia tirar
o cabacinho do rabinho.Pegou um gel e untou o cuzinho da
filha e pediu pra ela chupar minha buceta. Me abri na frente
da garota e ela me chupava forte, e ele foi penetrando o
cuzinho virgem da filha.vi aqele cuzinho virgem engolir aquele
pau grande, pesado e vi as veias sumirem dentro do cuzinho
dela.Ela gritava e eu não sabia se era de dor ou
prazer,quando ela se acostumou,ele me pegou pelos cabelos e
me beijou na boca forte com a língua grossa dentro da minha
boca....louco de tesão...quando tava quase gozando,tirou ,me
mandou fivar de 4 e enfiou forte na minha buceta jorrando
aquele líquido quente dentro do meu útero;eu sentia cada
espirrada daquele macho dentro de mim.Gozou,e ordenou
que fossemos tomar banho.Quando voltamos do banho,ele
mandou nós duas sentarmos na cama e falou que nós duas
íamos ser suas putinhas e que ia nos foder todos os dias,mas
que não ia tirar o cabaço da Duda,por enquanto.Passamos o
final de semana recebendo aquele macho dentro da gente,e
ele passou todo o final de semana só esporrando dentro da
minha buceta e eu delirava.
Quando voltamos a vida normal,notava minha cunhada meio
ríspida comigo,sendo mal educada e grossa.Comentei com
Seu Moacir e ele me falou que achava que ela tava com
ciúmes;mas que daria um jeito nisso.Quando um dia a
encontrei no corredor do prédio, ela falou que se eu
continuasse a foder com o pai dela,ia contar pro irmão que eu
era uma puta e que acabaria com meu casamento.Falei pro
meu macho, meu sogro e ele resolveu de imediato,mandou
ela estudar no Estados Unidos...Pra mim foi muito
bom,quando Jonas viaja,Seu Moacir é só meu e minha sogra
nem desconfia...Jonas viaja, ele vem aqui no nosso
apartamento todos os dias e me dá o que preciso,um macho
bem sedento e que preenche minha buceta por inteira,tanto
de rola quanto de esperma que adoro e que acho que é a
força do macho.
Esse relacionamento já dura 10 anos...meu sogro me ama e
não quer deixar esse relacionamento morrer...nem meu
marido nem minha sogra desconfiam de nada, e quanto a
minha cunhada,ela casou com um americano e meu sogro a
ajuda financeiramente pra ela falar do nosso
relacionamento.No momento estou grávida e tenho certeza
que é do meu sogro,pois quando eu ia foder com meu marido
eu tomava pílula,mas quando eu ia foder com meu sogro
Moacir eu não tomava nada e sempre em dias férteis...
Amo meu sogro e na realidade,não estou casada com o filho
dele, e sim com ele.
Esse relato continua...
Sobrinha no Banheiro Masculino

Eu sou um verdadeiro cavalo, pelo tamanho da minha


benga...
Trabalho num Shopping em São Paulo, minha sobrinha Laura
mora bem perto, filha da irmã da minha esposa, estuda em
frente ao shopping no horario da tarde e cursava a oitava
quando aconteceu o que vou contar.

Fui ao banheiro, era uma quarta feira bem parada, quando


entrei tinha um jovem de calça bem larga, camiseta com
camisa aberta por cima de bone, estava ali de cabeça baixa
mijando ou com a mao na frente fazendo que estava mijando,
e como sabia que as vezes tinha alguns que fingiam mijar
para ficar olhando o pau do outro parei ddo lado tirei meu pau
ainda mole para fora que mesmo assim é enorme e comecei a
mijar, percebendo ja o olhar do individuo do lado, chacalhei,
arregacei o bicho, punhetei e ai o bicho ja duro, percebi que a
pessoa na tirava os olhos de cima, pensei entao em provocar
ainda mais pedindo para pegar um pedaço de papel para
enchugar meu pau, foi na hora que pedi que veio minha
surpresa.
Quando pedi a pessoa olhou para mim assustado, entao
pércebi que era a minha sobrinha, disfarçada de muleque.
Ela ficou sem jeito e pediu para nao contar para ninguem,
sem tirar os olhos do meu páu, falei que nao contava mas
teria que pegar no meu pau e assim o fez, chamei para
conversar fora dali pois poderia chegar alguem, entao levei
ela para o meu carro que estava estacionado no ultimo andar
do estacionamento que era bem vazio, meu carro filmado
com filme G5 ninguem enxerga nada dentro.
Entramos no banco de tras, fechei as portas e perguntei se
ela fazia isso sempre para ver os paus dos caras, e ela disse
que fez algumas vezes mas quando viu meu pau ficou
anestesiada, e que como estava olhando para baixo nao
percebeu que era eu.
Entao conforme conversa-mos, comecei a tirar a camisa, ela
ficou me olhando, tirei o sapato, a meia, tirei a calça e por fim
a cueca, ficando totalmente pelado, disse de bate pronta...
- chupa o pau do tio
Ela veio meia sem jeito mas sabendo que teria que fazer tudo
que eu queria e começou a chupar ou tentar melo menos pois
a cabeça mal entrava na boca dela. Ficou mamando por
alguns estantes e pedi para tirar tambem toda sua roupa, ela
com cara de choro tirou tudo, aquelles peitinhos
maravilhosos, lorinha deliciosa, bocetinha com pelinhos
lorinhos bem fininhos, bundinha arrebitada,, nao resisti e
beijei ela inteirinha, meti o dedo na bucetinha dela e percebi
que nao era mais virgem , chupei seu peitinhos com o dedo
cravado na bucetinha dela ja toda molhadinha, ai disse que ia
castigar ela porque era muito safada. Chupei sua bocetinha,
meti a lingua no cuzinho dela por mais de cinco minutos ela
ficou doidinha ai fui para cima e comecei a esfregar o pau na
bucetinha dela, e comeceia penetrar, ela gemia e eu comecei
a bombar com força entrando praticamente tudo, fodi ela no
carro de quatro, ela cavalgou na minha vara, e por fim
quando fui gozar disse que ela seria minha escrava e fiz ela
chupar o meu pau gozando na boquinha dela. Eu é que virei
escravo dela....
Com o tempo comi seu cuzinho tambem, mas isso é outra
historia, e a mãe dela comecou a me olhar atravessado
porque a filha contou para ela e tambem do tamnaho do meu
pau, e levou ferro tambem e o meu cunhado um par de
chifres do tamanho do meu pau.

Minha Nora levou Ferro

Ola meu nome é? Cavalo é melhor assim.


Sou um cinquentao, dotado de uma pica bem grande ( 21 cm
e bem grossa), e o que aconteceu comigo começa numa a
viagem a florianopolis onde meu filho trabalha e se casou.
Minha nora é uma tipica sulista, loira estatura mediana ,
magrinha do bumbum bem arrebitado, seios medios um
tesao. Estava na casa deles, fui a praia um dia e a noite tiva
uma indisposição tao grande que fui parar no hospital, so
retornado para casa no dia seguinte as 8;30 da manha.
Quando a ambulancia me deixou na casa deles, meu filho
estava saindo para o trabalho e eu estava vestido somente
com um roupao do hospital, aqueles que é aberto atras, e eu
mal conseguia andar. O pesssoal me deixou deitado no sofa e
a Keila assim vamos chama-la, cuidando de mim, eu disse
que iria tomar uma banho, ela me ajudou a levantar, estava
vestinho um vestidinho bem soltinho com uma calcinha
minuscula, pois dava para perceber, chegando ao banheiro eu
disse:
- Keila, como vou tomar banho se mal consigo parar em pe.
Ela entao sendo gentil e sem nenhuma malicia, me disse:
- Se o Sr. nao se incomodar, eu ajudo a tomar banho.
Eu entao confirmei com a cebeça, ela desatou o no do roupao
e tirou, quando ela viu o tamanho do meu pau, ficou
estaziada, e eu comecei a me excitar, ficando totalmente de
pau duro. Expliquei que fazia muito tempo que nao transava e
por isso fiquei excitado rapido e que podia me dar o banho
sem ploblema. ela entao me disse.
- O Tony, nao deve ter puxado para o Sr.
Eu entendi na mesma hora, e pedi para ela lavar o meu pau
tambem, que na hora comecou a enssaboar, quando
terminou, perguntei.
- Keila, conforme te disse faz muito tempo, e so entre nos,
seria pedir demasi para voçe fazer uma....
Nesse mmento fiquei quieto e ela estao me disse:
- O sr. quer que eu faça oque, pode pedir se o sr for melhorar
eu farei.
Eu entao tomei coragem e disse:
- Faz uma gulosa para mim, chupa meu pau bem gostoso
estou precisando disso.
Nisso seu vestido estava ja todo molhado eu ja enmendei.
- E tira sua roupa faz muito tempo que nao vejo uma mulher
pelada bem gostosa quando voçe.
Ela puxou seu vestido para cima e tirou sua calcinha e me
disse que so estava fazendo isso para minha melhora ( me
engana que eu gosto) e que o Tony nunca poderia saber.
Ajoelhou dianete de mim e começou a chupar
maravilhosamente, que em dois minutos e gozei na sua boca,
cara, peito e ficou muito brava que eu nao poderia fazer isso
com ela, pedi desculpar e me enxuguei, fomos para o quarto,
eu ainda estava de pau duro ela se enxugando eu disse que
queria fode-la pois fazia muito tempo que eu nao fazia isto, e
ela poderia me ajudar, ela com cara de dó, disse para eu ir
devagar, mais fui totalmente afoito e comecei a foder minha
nora de todas a formas. Fodi minha nora a manha todinha e
agora minhas visitas a Florianopolis ficou mais frequente que
ate na praia eu ja fodi minha nora vagabunda.

Sorte no Metro

Ola, meu nome é ? Cavalo, é melhor. Tava eu na estação da


Sé, sou moreno, tenho 1,72 de altura, sou bastante
avantajado (21 cm bem grosso) e tenho meus 51 anos bem
vivido.
Como estava dizendo estava em pé, na estação do metro Sé
em São Paulo, entra um menina com uma blusinha branca de
alcinha e saia até o tornozelo daquele tecido bem fininho,
entrou na minha frente, o metro chegou, foi aquele empurra,
empurra mas nao conseguimos entrar naquele vagao. Porem
naquele momento de muvuca meti a mao na bundinha
arrebitada dela e senti sua calcinha bem pequena enterrada
no rabo, fiquei com a mao nom mei da sua bunda ate chegar
o proximo metro. Como ela nao reagiu no momento de entra
empurrei ate a porta da frente e paramos. A porta se fechou,
Ficamos naparede do metro e do outro lado coloquei minha
bolsa a tira colo, ranquei meu pau para fora e encochei a
putinha que estava vindo da escola entandro no meu da sua
bunda. Ela estava com a muchila virado para frente, com a
mao esquerda eu meti o dedo por baixo da muchila e fiquei
alizando sua bocetinha. Ela ameaçou descer na estação
Penha, me recompus e descemos. Ela saiu da estação pela
rua lateral, que da na lateral de uma campo de futebol, e é
uma rua deserta, ela ia caminhao na frente, e eu atras, ela de
vez em quando dava uma olhada, quando chegou na parte
mais escura eu a chamei, ela se virou e eu ja estava com o
pau para fora, disse que queria conversar com ela, ela ,olhou
para meu pau meia desconsertada e disse o que queria com
ela, entao pequei ela pelo braço e puxei para traz de uma
arbustro no campo de futebol, e ela me perguntado o que eu
queria, eu fui logo dizendo, vamos chupa ea minha rola, ela
ajoelhou, mal cabia na sua boquinha, mas chupou gostoso, e
eu nao aguentando gozei na sua boquinha um goso de uma
semana, imagina ela engasgando com tanta porra, fui
fudendo sua boca bem gostoso que tava lizinha de tantra
porra, arranquei sua bluzinha, depois sua saia, sua calcinha,
ela pedindo por favor que nao ia aguentar e minha pica, pois
so tinha transado algumas vezes com o namoradinho dela, e
eu sem do coloquei a putinha no gramado de quatro e soquei
o trabuco na sua rachinha ela gemia se contorcia, fodi a
piranhinha ate ficar com o pau esfolado e gozei mais uma vez
na boquinha dela, e aguentou o trabuco com maestria
gozando varias vezes e pedindo qu

A moçinha do Cachorro dando pro Cavalo

Sou conhecido como Cavalo, porem o que cou contar


aconteceu a muito tempo, mas so estou contando agora
porque agora é que estou tendo contato com a internet.
Em 1998 eu morava no bairro da Penha-SP e sai num
domingo para dar uma volta, fui para o bairro do tatuapé
tomar uma cervejas, eram aproximadamente 11:30 da
manha sai do bar e me deu aquela vontade enorme de mijar,
então parei meu carro numa rua mais deserta, de um lado o
muro interminavel de uma linha de trem e do outro um muro
de um condominio, cheio de arvores centenarias. Desci
daminha Van, estava de bermuda com elastico, tirei o trabuco
e comecei a mijar ( medias do trabuco 23 x 5 ) entao para
minha surpresa me aparece uma mocinha que estava levando
o cachorrinha para volta matinal, os dois foram pego de
surpresa, porem a menina, kelly assim vamos chama-la deu
uma corrida de olho no meu pau com cara de bastante
espanto, e o cachoro vei cheirar e ela nao conseguia segura-
lo, pois era um labrador muito forte. balanguei o trabuco com
ela olhando e guardei na bermuda e puxei conversa, dizendo
que nao tive visto ela e tal, ela por sua vez disse nao ter
problema pois tambem estava distraida, mas o cachorro nao
sai de perto, entao perguntei a sua idade e ela disse ter feito
18 anos na noite anterior, perguntei se tinha recebido muitos
presentes e se tinha algum presente especial entao ela disse
que o presente do seu namorado ela nao recebeu pois o
mesmo bebeu ate cair e nao fez nada. Nesse momento disse
que ela era muito bonita e pedi para dar uma voltinha pois
estava usando um vestido muito bonito (vestido curtinho e o
tecido bem leve meio transparente) ela deu a voltinha sempre
olhando para o meu volume, eu percebendo ja dei uma
massageada no trabuco que começou crescer ate ficar em
ponto de bala ficando totalmente visivel pela bermuda, como
ela nao tirava o olho convidei para entrar na kombi que iria
mostrar para ela novamente, ela disse que entraria só se
fosse para ver e eu concoredei na hora. Minha Van era para
transporte de executivo com bancos confortaveis, bastante
espaço e totalmente filmada no mais escuro. Abri a van,
chamei o cachorro que ficou na parte de tras, eu e ela
ficamos no mei onde havia mais espaço, fechei a van, tirei
minha camiseta e arranquei minha bermuda deixando o meu
pau todo a mostra, ela ficou olhando alucinada, entao falei
que poderia ser seu presente de aniversario, ela pegou no
meu pau e disse que estava acostumada com o do namorado
que media aprox. 12 cm, nessa hora pegue na sua nuca
trouxe sua boca no meu pau e disse para chupar pois ela iria
saber como é uma foda de verdade, ela comecou a chupar
mesmo ser caber na sua boquinha, ja tirei o seu vestido, era
uma beldade, perfeita, bumbum delicioso, bucetinha
raspadinha, peitinhos maravilhosos, acho que com o tesao
que estava meu pau chegou a uns 28 cm, chupei gostoso sua
bucentinha, deitei a piranha na poltrona, coloquei a cabeça do
trabuco naquela bucetinha e comecei a forcar a entrada,
devagar a cabeça entrou, comecei um vai e vem cada vez
enfiando mais ela gemia de dor e prazer, mas nao aguentei e
vei o gozo, tirei e coloquei pra ela chupar chegou engasgar de
tanta porra. Comi a vagabundinha por duas horas, por tras,
de lado, cavalgando, enfiou o dedo no cuzinho da safada
tivemo momento prazerosos e sai dali com a perna bamba.
Eu comi o seu cu, mas foi em outro dia em seu apartamento
e tambem comi a sua mãem mas isso eu conto
depois!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Que vizinha deliciosa

Por motivos de segurança prefiro não me identificar, usarei


nomes fictícios porem historias verdadeiras. E incrível como
acontecem casos com pessoas que você menos imaginaria.
Tenho uma vizinha Márcia, coisa de parar o trânsito, mãe
solteira mora com os pais, um par de seios que faz inveja a
outras mulheres, morena do cabelo preto e curto, par de
pernas grossas, lábios carnudos, 27 aninhos, tudo de bom.
Depois de algum tempo que Márcia tinha se mudado para
minha quadra começamos a conversar e nos conhecer, sou
casado tenho 30 anos porem não tenho filhos. Então depois
de algum tempo de convivência ela me convenceu a fazer
inscrição para faculdade onde faz, então entrei em um curso
diferente. Para minha sorte ela não tem carro então comecei
dando carona a ela. Quando chegávamos à faculdade me
despedia dela dando um beijo no rosto que com o passar dos
dias foi ficando mais e mais perto da boca ate que um dia nos
estacionamento parei o carro e antes que abrisse a porta ela
me segurou e disse que precisava falar comigo, disse que
algo estava acontecendo entre nós mais que não sabia o que
fazer já que eu era casado e ela noiva. Foi quando cai pra
cima dela num beijo ardente, eu já estava ate sonhando com
ela, meu pau ficou duro quando ela apertou aqueles peitos
contra mim, comecei a acariciar sua barriga já com intenção
de subir ate aqueles pares de peitos maravilhosos quando de
repente ela começa a passar a mão sobre meu pau que já
devia estar todo melado então cai de boca em seus seios e ao
mesmo tempo comecei a enfiar a mão por baixo de sua saia,
a calcinha já estava toda melada, então ela começou a gemer
e eu comecei a passar o dedo na xoxota dela e morder seus
peitos ate que ela gozou, então não satisfeito meti a língua
chupando todo o gozo dela. Nessa altura do campeonato ela
se lembrou que estávamos no estacionamento do campus e
que era cheio de seguranças então abaixei o banco do carro e
fui para cima dela, abaixei minhas cueca e meti a pica nela
ate que ela gozou outra vez e eu também. Perdemos a aula e
claro, eu reprovei muitas matérias de tanto matar aula para
ficar com ela, essa foi nossa primeira vez, não acabou por ai,
contarei outras melhores

Levando chifre na academia

Bom... como relatei no conto passado, minha namorada


karol, até então santinha, havia me traido e prometido
continuar me traindo, e dessa vez com os professores da
academia.
Não levei muito a sério quando ela falou isso... mas isso foi só
até o outro dia...
Era umas 8 horas da noite quando a karol me ligou... disse
que estava na academia e queria que eu fosse buscar ela,
pois já estava tarde. Fui buscar, e quando cheguei lá, achei
estranho o silêncio. Não havia mais ninguem na academia. Já
devia estar fechando.
Fui entrando... e quando chego na área reservada para as
aulas de dança, vejo a karol se alongando, com as pernas
bem abertas no chão. Ela me olha e diz:
- Entra amor. Acabou a aula agora a pouco.
Pedi a ela o que ela estava fazendo, e se estava sozinha na
academia.
- Não estou sozinha não. O Bruno e o Paulo estão ajeitando
as coisas e fechando a academia, mas já devem estar vindo.
Eu estou me alongando bastante, preciso de bastante
alongamento hoje.
- Porque? Já não acabaram as aulas de hoje?
Nisso o Bruno e o Paulo, professores de axé, entram na sala.
- Ainda não. Falta a ultima aula do dia.
Achei estranho, mas comecei a entender o que estava
acontecendo quando os dois me seguraram e me amarraram
em uma cadeira, lá mesmo na sala.
O Bruno veio em minha direçao e disse:
- Hoje nós vamos ensinar como que se come uma gostosa
que nem a tua namorada. Tu vai aprender a não provocar
ninguem. Vamos ver se depois de hoje voce ainda vai chamar
alguem de viadinho.
Enquanto o Bruno falava, o Paulo chegou perto da minha
namorada, que ainda estava com as pernas abertas no chão.
Ela abaixou o calção dele e tirou um pinto grande, e ainda
meio mole.
- Olha meu amor, tá vendo esse pintão? Vou aproveitar
enquanto ainda está meio mole pra colocar ele inteirinho
dentro da boca.
A karol começou a chupar o pau do Paulo e o Bruno foi
chegando perto dos dois. Enquanto chupava, a karol tirou o
pau do Bruno pra fora, e ai eu pude ver que o estrago aquele
dia ia ser enorme.
- Nossa Bruno.... Que cacete enorme você tem. Já tinha visto
um pinto negro e grande ontem, mas o teu é mais preto e
ainda maior do que o que fez meu namorado virar corno.
Acho que vou ter que me alongar muito pra meter tudo isso
dentro de mim.
Falando isso a karol começou a revesar e chupar os dois
pintos, até que eles estivessem bem duros e a ponto de
comer ela.
Então a karol veio até um aparelho que estava bem na minha
frente, mandou o Paulo deitar e foi por cima dele.
- Conhece esse exercício amor? O professorzinho deita no
aparelho, e a aluninha vagabunda fica cavalgando nesse pinto
lindo que ele tem. Tudo isso enquanto ela chupa o cacete
gostoso do outro professor e faz o namorado corno assistir a
tudo bem quietinho.
Nisso a karol começou a pular feito uma vagabunda, e a
sugar todo o pinto do Bruno. Quando o Bruno já estava pra
gozar a karol parou e falou.
- Não goza não. Quero que você coloque esse pauzão e goze
tudo na minha bundinha.
- Será que essa bunda linda e gostosa que tu tem vai
aguentar meu pinto inteiro? - Disse o Bruno.
- Claro que vai. Eu quero que aguente. Nem que me
arrebente inteira, eu quero muito dar o cú pra você na frente
do meu corninho idiota. Ele vai ver que os professores de axé
da namoradinha dele, comem meu cú, e vao comer sempre
que quiserem daqui pra frente, enquanto ele nunca vai comer.
O Bruno começou a lamber o cuzinho da karol enquanto o
Paulo tirou o pau e botou pra ela chupar. Quando já estava
pronto, a karol ficou com a bunda bem na frente da minha
cara e pediu pro Bruno meter, sem dó.
- Vem Bruno. Me arrebenta inteira. Enfia tudo no meu cú, e
nao para, mesmo se estiver doendo.
Dito e feito. O Bruno arrebentou o cuzinho da minha
namorada. Enfiou tudo. Dava pra perceber a dor pelos gritos
da karol, que chegou até a chorar. Mas logo abafou os gritos
com o pau do Paulo entrando novamente na sua boca.
- Isso, mete Bruno. Fode essa vadia que sempre ficou
provocando voce quando vinha na academia e nunca deu pra
ti. Fode essa bundinha que voce tanto queria. Come que
daqui pra frente ela vai se sempre tua seu gostoso pauzudo...
- Dizia karol enquanto se jogava pra trás pra receber todo
cacete do Bruno.
Depois de um tempo, a karol falou:
- Vem Paulo. Quero os dois dentro de mim. Quero gozar com
os dois me comendo ao mesmo tempo.
Paulo sem perder tempo enfiou todo seu pau na bucetinha da
minha namorada. Que ficou um tempo parada pra acostumar
com os dois cacetes dentro dela.
- Viu meu amor. Todo mundo come tua putinha. Ainda acha
que meus professores de axé sao gays é?? hahaha.
Isso pareceu dar ainda mais tesao para os professores, que
comecaram a comer ela com muita violencia.
- Que rabo gostoso karolzinha. Rebola bem no meu pau que
eu quero gozar tudo no teu rabo, pra esse corno babaca ver a
bunda da namoradinha dele cheia de porra. - disse o Bruno
- Entao vem Bruninho, come com força que meu rabo é teu.
Goza bastante no meu cuzinho que já tá piscando pela tua
porra.
O Bruno nao se aguentou e gozou muito na bundinha da
minha namorada. Quando tirou, vi que estava toda aberta, e
sangrando um pouco.
O Paulo continuava só na bucetinha dela, até que ela pidiu:
- Vem Paulinho, mete no meu cú e goza nele também vai.
Na mesma hora o Paulo trocou o buraco e meteu tudo no rabo
da karol.
- Isso... come meu cuzinho seu gostoso, mete vai seu
pintudo. Goza bastante pra esse corno aprender como que se
fode uma puta.
E Paulo também gozou e encheu ainda mais a karol de porra.
Quando tirou o pau tinha muita porra derramando do rabinho
dela. Devia ser tesao acumulado pela bunda linda da karol.
- Karol. Acho que teu corno merece uma lição por chamar nós
de gays por tanto tempo, nao acha? - Disse o Bruno.
- Humm... o que você acha que ele merece?
- Acho que ele tinha que limpar você e sentir o gosto da
nossa porra, pra ver se nós somos homens ou nao. Pode ser?
- Hahahaha. Claro que pode. Tudo que você quiser. - Disse
karol levantando e recolhendo a porra que escorria pelas
pernas pra dentro do cuzinho dela.
- Toma meu amor. Lambe bem meu cuzinho e recolhe a porra
que tem nele. Deixa ele bem limpinho enquanto eu chupo e
limpo o pau dos dois.
- Eu não vou fazer isso karol. Nunca faria. É humilhaçao
demais pra mim.
Karol me deu um tapa na cara e disse:
- Cala a boca e limpa tudo logo. Se não limpar, vou mandar o
Bruno e o Paulo baterem em você. Limpa logo, corno otário.
Me senti obrigado a limpar e comecei a lamber toda porra e
sangue que saiam da bunda da minha namorada. Era um
gosto horrível, mas limpei tudo enquanto a karol chupava os
dois.
- Hummm... isso... é bom sentir meu corninho limpando meu
cuzinho cheio de porra. - Disse karol enquanto veio me beijar.
Senti um misto entre o gosto de porra com sangue que havia
engolido e o gosto de pinto na boca da karol.
- Viu corninho, agora teu par de chifres tá aumentando. E vai
continuar aumentado. É bom que voce se acostume. hahaha.
A karol me soltou e disse que ia de carona com os
professores, porque queria chupar eles no caminho pra casa,
e talvez dar mais um pouquinho pra eles. Mas disse que me
ligava de noite, se ainda tivesse com gosto de porra na boca,
pra mim pegar o que sobrou dela. E avisou:
- Se prepara porque gostei da brincadeira, e voce vai me verd
dando pra muitaaa gente ainda. Mas só vou dar pra pintudos,
pra ficar bem abertinha pra você, tá amor? - Nisso ela riu e
foi embora.
Eu me recuperei da humilhacao e sai da academia também.
De noite a karol me ligou e pediu pra mim ir falar com ela. Ela
só me beijou e pediu pra mim ir embora. Era só pra sentir o
gosto de porra que ela tinha na boca. Disse que tinha fodido
muito com os dois no caminho pra casa.
Agora me resta esperar ver o que vai acontecer. E se a karol
vai mudar, ou vai querer continuar me humilhando assim...

Minha namorada virou puta... e me fez de corno...

Bom, o que venho relatar aqui é um fato que me aconteceu a


um tempo atrás, quando eu já namorava a Karoline a um
ano, mais ou menos. Bom, ela é linda, tem 17 anos, 1,73 m
de altura, seios médios mas bem durinhos, uma barriguinha
sarada, ela é viciada em academia, e uma bunda enorme e
muito dura, resultado da malhação dela todo dia. A historia
aconteceu logo após ela passar no vestibular, pois ela ainda
fazia cursinho. Eu já trabalho em uma empresa de telefonia a
3 anos.
A Karol tem uma amiga, a Aline, que tem 19 anos, e eu
sempre achei ela muito safada, inclusive fazia questão de
falar isso na cara da Aline mesmo, mas nunca me preocupei
com a amizade delas, porque minha namorada sempre foi
muito comportada. Demorei muito tempo para conseguir
transar com ela, e até então, só havia conseguido 5 vezes.
Sempre fui muito carinhoso com ela, não gosto de sexo muito
agressivo, então sempre ficava num clima mais romântico.
Certo dia, fui para o trabalho a tarde, e lá pela 1:00 a Karol
me ligou, dizendo que ia para a academia e depois ia tomar
banho de piscina na casa da Aline. Eu concordei e falei que
passaria pegar ela lá pelas 6:30, hora que eu saio do
trabalho. Sabia que a Karol ia passar o dia fazendo aulas de
axé e aeróbica com os professores da academia, que sempre
chamei de gays.
O dia estava tranqüilo no trabalho, então meu chefe me
mandou fazer uma instalação perto da casa da Aline. Depois
do serviço feito, resolvi dar uma passada na casa dela para
dar um beijo na Karol. Estacionei o carro na frente da casa da
Aline e estranhei pois comecei a ouvir risadas vindas da
piscina. Pensei logo que eram elas, falando besteiras pra
variar. Porém, quando estava quase entrando na casa, escutei
uma voz masculina. Fiquei curioso e resolvi espiar antes de
entrar na casa dela, imaginei que fosse um dos vários
namorados que ela tem. Então subi no muro da casa dela e
fiquei escondido atrás das plantas que tem sobre o muro, pra
deixar a casa mais bonita. Quando vi estavam lá a Aline,
minha namorada e um homem negro. A Karol estava na
piscina, enquanto Aline tomava sol e o homem ficava na
borda da piscina, perto da minha namorada. Fiquei quieto e
resolvi escutar um pouco da conversa.
- E ai Karol, gostou do Pedrão? – Disse Aline
- Aham, ele é bem simpático e bonito, que nem você tinha
me dito.
- Bem melhor do que o viadinho do teu namorado ne?
- Ai Aline, não fala assim dele... tadinho...
- Tadinho mesmo. Você com um negão pintudo desse na
frente... da até pena dele. – Aline falou isso e as duas
começaram a rir.
- Olha, o pintudo eu não sei, mas que ele é bonito, isso é
mesmo.
- Então porque você não vai olhar pra ver se ele é pintudo
mesmo?
Minha, até então, santa namorada deu um sorriso, se
aproximou do Pedrão e abaixou um pouco sua sunga. Eu não
acreditava no que estava vendo, mas deixei só pra ver até
onde ia.
- Nossa Pedrão, que pinto grande e grosso você tem. – Falou
a Karol assustada com o tamanho.
- Hahaha. Eu sabia que você ia gostar. Muito melhor do que o
pintinho que teu namorado broxa deve ter ne? – Falava Aline
enquanto se aproximava dos dois.
- É, tenho que concordar que o pinto do Marcelo não chega
nem aos pés desse pintão.
- Então prova sua boba,e aproveita pra saber o que é sexo de
verdade.
- Ai Aline, eu tenho medo de trair o Marcelo... Ele sempre foi
carinhoso comigo, e eu nem transei muito com ele ainda...
- Também, com um viadinho daqueles em casa ninguém tem
vontade de transar. Alias, faz bem em não transar com ele.
Ele não te merece. Mas se eu fosse você, não dispensaria um
pauzão desses pelo bosta do teu namorado...
Eu tava ficando cada vez com mais raiva da Aline, mas queria
ver o que a Karol ia fazer.
- Humm. Ta bom, não custa nada experimentar só um
pouquinho desse pauzão né?
Karol falou isso e já ia dirigindo o pinto do negão até sua
boca. E foi colocando de pouquinho e lambendo o pau dele.
- Ta gostoso Karolzinha? – Falou Aline
- Uhum. – Falou a Karol sem tirar o pau do negão da boca.
- Então aproveita bem ele. Trata bem o Pedrão e se acostume
com pau grosso, com pau de verdade, que daqui pra frente
eu vou arranjar vários pra você.
A Karol começou a chupar feito uma vadia, enquanto o cara
se contorcia gemendo. A Aline se realizava e comemorava por
ter me feito de corno.
- Que lindo ver você fazer o Marcelinho de corno. Ele sempre
me chamou de puta e vadia, agora ele tem uma pra ele. Alem
de um par de chifres que eu ajudei você a colocar nele,
hahaha.
A Aline ria e a Karol também começou a rir das brincadeiras
comigo. Eu já tava puto e meio triste com a situação.
- Ah Karol, aproveita bem o pau do negão. Dexa ele mete em
você de tudo que é jeito. Você vai ter muito tempo ainda pra
chupar o pau dele e limpar tudo que vocês vão fazer.... –
Falava a Aline, sempre me ajudando a ser corno.
- Eu to com medo Aline, é muito grande. Ele vai me
arrebentar intera.
- Então dá só o cuzinho pra ele.
- Ah não. Nunca dei meu cuzinho pra ninguém, e não ia
agüentar tudo isso de primeira.
- E vai deixar todo esse pauzão lindo sem nenhuma
recompensa? Que desperdício... – Aline continuava apoiando
a Karol a me fazer cada vez mais corno. Tava até um pouco
feliz pela Karol não ter aceitado, mas.... a Aline conseguiu o
que queria.
- Ai, ta bom. Ele merece me comer. Vou dar pra ele só por
causa desse pintão que ele tem. Mas o cu eu não dou.
Não acreditava que a Karol tinha aceitado transar com ele.
Não ia aceitar isso nunca. Pra tentar salvar o namoro, resolvi
pular pra dentro da casa na hora em que o negão tava se
ajeitando pra comer ela.
- O que é isso Karol? – Falei tentando acabar com a situação.
- Isso é tua mulher dando pra outro seu corno. O Pedrão vai
ensinar como comer tua namorada com um pau de verdade,
não com essa bostinha que você tem. – Aline respondeu
antes que a Karol falasse qualquer coisa.
- Pegue suas roupas e vamos embora Karol.
A Karol olhou pra Aline sem saber o que fazer. Então Aline
tomou a frente da situação novamente...
- Vai querer ir com o froxo do teu namorado e desperdiçar
esse pintao lindo do pedrão?? Ainda mais que esse corno
devia ta vendo tudo até agora, e deixou você chupar todo o
pinto dele sem fazer nada. Você é quem sabe Karol...
- Olha amor, eu amo você, mas não posso fazer isso com o
Pedrão. Vou ter que recompensar ele por ele ter esse pinto
maravilhoso... me desculpa, mas agora não tem mais como
dizer q não...
- Pedrão, me come por favor? – Pidiu a Karol.
O cara então foi pra cima da minha namorada, colocando todo
o pau dele dentro dela. Enquanto isso eu olhava a situação,
espantado com o que estava acontecendo. E a Aline ria muito.
- Viu só seu bosta. Sua Karolzinha viro puta. Ta dando pro
negão na sua frente. E você tem que ficar bem quietinho e
aceitar tudo, seu corno otário. Vê como tua putinha rebola no
pau do negão hahahaha.
- E ai Karol, fala pro teu corninho como que é um pau de
verdade te comendo...
- É ótimo sentir esse pauzão me rasgando intera. Aprende
com ele como que se come uma mulher, seu corno... Fode
vem negão, mete com força, me arrebenta intera...
A Aline foi até o Pedrão, deu um beijo nele, saiu com a baba
dele, veio até mim, cuspiu na minha cara e me deu um tapa.
- Isso é pra você aprender a nunca mais me chamar de puta,
seu troxa. Eu dou pra quem eu quiser. E a partir de hoje, sua
Karolzinha também vai dar pra quem eu e ela quiser. E você
não vai poder fazer nada, porque é um corno manso.
Eu estava muito triste, e elas continuavam me humilhando,
até que o negão avisou que ia gozar.
- Goza na minha boca vai Pedrão. Dexa eu chupar todo o
liquido desse pau maravilhoso que você tem, dexa?
A Karol mal falou isso e já recebeu toda a porra do cara na
boca. E engoliu tudo. Ela nunca nem me deixou gozar na boca
dela. Acho que o pinto do cara tava dexando ela louca.
Depois disso, Karol veio até mim e me obrigou a beijá-la, com
a boca cheirando a porra do Pedrão.
- Toma seu corno. Você falou que ia me buscar as 6:30 e
ainda são 5:00. Se você não tivesse aqui, eu taria indo
embora bem feliz já, mas por você ter vindo até aqui, e não
se comportar direito, querendo me levar embora, axo que vou
dar uma recompensa pro meu macho....
Nisso Karol foi até o cara e falou pra ele:
- Seu pinto lindo e você me fizeram muito feliz. Acho que
vocês merecem uma recompensa...
Nisso ela começou a chupar o Pedrão de novo, e Aline veio
ate mim rindo novamente.
- Acho que a sua putinha realmente gostou da pica do negão
hahaha. Senta ai e assiste tudo que vai acontecer corno
idiota.
Levei outro tapa da Aline e me sentei sem saber o que iria
acontecer. Quando o pau do negão já tava duro novamente,
minha esposa ficou de 4 e disse:
- Toma seu presentinho meu negão lindo. Esse rabinho que
eu malho a 5 anos, e nunca dei pra ninguém, agora e teu.
Tentei reagir, não deixando que aquilo acontecesse, mas levei
outro tapa e fiquei imóvel.
- Se você não tivesse vindo, nada disso taria acontecendo.
Mas como você veio, e não se comportou, agora fica quietinho
e vê meu cuzinho sendo arrombado por esse pauzão.
Minha namorada estava completamente fora de controle, e
enquanto o Pedrão lambia e preparava seu cuzinho, a Aline foi
até lá, se abaixou na frente dela e disse:
- Humm... minha garotinha esta saindo muito melhor do que
eu esperava. – E deu um beijo demorado na minha
namorada, que aceitou e continuou me ofendendo.
- Muito obrigada Aline. Agora eu sei o que é sexo, e o que é
pinto. E é bom que o Marcelo também saiba o que é corno,
porque agora ele vai ser muitooo corno hahaha.
Elas riram e o negão se levantou, com o pau apontado intero
na bundinha da minha namorada. Ele começou a colocar
devagar, com jeitinho. Parou um pouco pra que ela se
acostumasse, e só continuou após a ordem dela...
- Vem negão, to pronta pra receber todo esse pau dentro do
meu cuzinho. Come ele vai, fode ele do jeito que você quiser,
me arrebenta intera seu gostoso.
Ele atendeu como se fosse uma ordem.
- Olha meu amor. Olha como que se come meu cuzinho. Esse
cu que você tanto quis, e que nunca vai ser seu. Você não
merece ele. Vou dar pra todos, menos pra você, seu corno.
A Aline se realizava com isso...
- Humm... é bom ver o cuzinho da tua namorada sendo
arregaçado por outro né? Vou lá dar uma forcinha pra ela,
porque adoro ver essa tua cara de troxa toda tristinha.
Aline foi lá e ficava cuspindo no pau do negão e na bunda da
minha mulher, e abrindo a bundinha dela pra entrar melhor. A
Karol deve ter gozado varias vezes, porque gritava muito.
- Vem negão, enche meu rabo de porra vai. Goza muito nesse
ex – cuzinho virgem. Quero toda a porra desse pauzão
maravilhoso dentro de mim.
O negão ouviu isso e encheu minha mulher de porra. Quando
saiu a porra ainda escorria no cuzinho dela, que agora já tava
todo inchado. A Aline foi lá e lambeu uma parte da porra que
saia, veio ate mim, abriu minha boca e cuspiu dentro,
mandando eu engolir. Eu imóvel, obedeci. Ela me deu outro
tapa e falou:
- Agora aprende a me tratar direito seu viadinho. Tua mulher
já é uma puta, e você vai levar corno todos os dias pra
aprender. A putinha aqui ensinou sua mulherzinha de família
a meter chifre em caras troxas que nem você, seu corno,
otário.
- É amor. Isso foi pra você aprender. E agora eu vou dar meu
cuzinho pra todo mundo que eu quiser, menos pra você, que
nunca vai comer ele. E os próximos vão ser os professores de
axé. Amanhã eu vou dar a tarde intera pra eles na academia.
Quero experimentar os dois “viadinhos”, como você chama
eles, me comendo ao mesmo tempo na academia. Os
viadinhos também vão fazer você de corno, seu troxa,
hahahaha.
Depois disso a Aline e a Karol se despediram do negão, e eu
fui embora. Fiquei pensando em toda a situação. Pensei que
ela tinha falado dos cara da academia só por falar, mas no
outro dia vi que não era brincadeira dela.... minha namorada
realmente virou uma puta... mas isso é pra outro conto....

For Rent (relato de um garoto de programa)

Atualmente com 28 anos, sou natural de Milão, região fria da


minha Itália. No Brasil desde 1.998, comecei estudar
publicidade, e nesta ocasião foi quando apareceu a primeira
oportunidade de fazer programas. Me dei bem, pois possuo
algumas características que me favoreceram. Deu tão certo
que acabei voltando para a Europa, e passei a viver desta
atividade.
Voltei ao Brasil em 2.006, e continuei com a função, pois a
vida é boa e prazerosa. Estou vivendo em um flat onde tbm
residem algumas garotas que fazem programas de alto nível,
foi lá que conheci a Raquel, e nos tornamos amigos. Foi
através dela que eu realizei o meu “serviço inesquecível”.
Leiam;

Uma quarta feira, encontrei a Raquel no elevador, ela disse-


me que precisava conversar comigo, pois um de seus clientes
queria preparar uma noite especial para sua esposa. Vamos
lá, fui ao escritório do cara, um baita escritório numa das
regiões mais badaladas de São Paulo, e ao chegar, eu
esperava encontrar um cara meio apático e diferente. Nada, o
cara se intitulou como Gonzáles, bem apessoado, fino de
verdade, e pediu que eu o aguardasse em uma sala.

Voltou rápido e pediu para uma copeira me servir água e café.


O cara foi direto ao assunto: “ Eu e minha mulher nos damos
muito bem sexualmente, e sinto que ela tem vontade de algo
diferente. Quero que vc participe de um jantar em casa, e daí
por diante as coisas vão acontecer da forma que tiverem que
ser. Só uma coisa que quero deixar claro, em hipótese alguma
vc poderá gozar na minha mulher. Ficamos entendido? Sexta
feira as 8:00 um táxi vai pegar vc no flat. “ Disse que sim, e
naturalmente achei a situação bastante estranha, pois o cara
não tinha pinta que era corno , nem tão pouco fraco de jogo,
mas to ganhando pra isso.

Pontualidade britânica, cheguei na casa do cara, uma


tremenda casa no planalto paulista. Na casa pouca
iluminação, fui atendido antes de tocar a campainha, era ele.
Convidou-me para entrar, e logo me apresentou a Simone.
Uma verdadeira jóia, de uns 40 anos, pele branca e contornos
bonitos de se ver, ela me estendeu a mão e me disse para
ficar a vontade. Conversamos um pouco, especialmente sobre
a Europa, pois ela já conhecera quase todos os países, enfim,
logo estávamos apreciando um jantar maravilhoso.

Após o jantar, nos sentamos em uma sala de tv, e ela me


perguntou sobre o que fazia da vida, antes que eu disse se
qualquer coisa, Gonzáles disse a ela que eu era um terapeuta
sexual. Logo em seguida ele me disse: Vê se é assim Dr, e
começou a beijá-la com potência. No decorrer do beijo, ele
fez sinal com a mão sugerindo que eu sente-se no mesmo
sofá que eles estavam, eu fiz.

Logo eles começaram a se despir, e eu perto comecei a me


excitar com aquela cena diferente de tudo que eu já havia
visto, pois realmente os dois eram feras no assunto. Logo ele
a virou de costas deixando-a de quatro, nesta hora ela já
estava só de calcinha, e começo a beijar sua bunda, e neste
momento ela começou a correr sua mão pelo meu corpo.
Passei a mão pelos seus cabelos e logo ela passou a mão
sobre meu pênis, neste momento ela começos a alterar sua
respiração, e veio na direção da minha boca. Ela era linda,
aceitei o beijo, e ela começou a abrir minha camisa e beijar
meu peito, logo já estava com a calça aberta, e ela com meu
membro na mão. Nestas alturas Gonzáles já esta penetrando
ela, e sem muitas cerimônias começou a me fazer um oral
com técnicas maravilhosas. O cara vendo a performance de
sua querida, recostou-se sobre ela, e ainda com meu pênis
em sua boca, o cara segurou firme nele e dizia “chupa
gostosa, não isso que vc gosta, dois paus em vc, então chupa
isso aqui, ambos gozaram quase que simultaneamente.
Quando ele tirou o pau de dentro dela pude ver que o cara
não era fraco não, contextualmente, que puta pau que o cara
tinha.

Ela continuou com uma masturbação em mim, e disse para


eu deitar sobre um grosso tapete, tentei me virar para
apanhar meu preservativo, e ela já estava com ele nas mãos,
e mais que depressa colocou delicadamente em meu pênis.
Ela montou sobre meu pau e me deu um galope fantástico,
Gonzáles por sua vez disse: “divirtam-se, já volto vou tomar
um banho”. Depois de uns dez minutos ele volta, e mesmo
com ela sobre mim, escuto um barulho de spray, ela dá uma
paradinha e logo solta um “ai meus deus, o que é isso?”. O
cara começa um anal nela, pude sentir nosso paus se
encostando dentro dela, mesmo com muito treino, eu estava
a ponto de explodir em gozo, a situação era muito gostosa.
Quem não agüentou foi ele, de novo encheu ela de esperma,
e saiu para um novo banho. A ordem dada para que eu não
gozasse nela não me saía da cabeça, não poderia estragar
tudo, a final fui contratado como um profissional. Ainda sobre
mim, ela pegou minha mão e passou pelo seu ânus, pude
sentir um orifício arrombado e todo escorrido de esperma,
nessas alturas eu só pensava nas piores coisas da vida para
tentar retardar meu gozo.

Foi aí que ela se levantou, virou de costas para mim e colocou


meu membro naquele orifício apaixonante. Começamos a
transar com bastante intensidade, quando o cara volta e diz,
para ela abrir bem suas pernas. Colocou seu pau novamente
nela e praticamos uma DP novamente, desta vez eu que
bombava nela. Essa mulher gozou de uma tal forma que eu
nunca vi nada igual em todo tempo que tenho nessa vida.
Diante daquele clima, não agüentei, gozei de não sentir
minhas pernas. Depois disso, fomos os três par a o chuveiro,
e lá, de novo, o cara voltou a penetrá-la. Depois desse dia,
essa vida perdeu um pouco o sentido, pois vivo na espera de
encontrar com a Raquel no elevador, e ela pedir par eu voltar
a procurar o Gonzalez. Já faz um ano que isso se passou.

MINHA INFANCIA

MINHA INFANCIA

DESDE OS MEUS 06 ANOS DE IDADE, PERIODO EM QUE EU


ME LEMBRO, EU SEMPRE FICAVA DURANTE A SEMANA, COM
O MEU TIO PADRINHO E A MINHA TIA, PORQUE OS MEUS
PAIS ESTAVAM PARA A FAZENDA QUE ERA UM POUCO
DISTANTE DA CIDADE.
OS MEUS TIOS NAO TINHAM FILHOS E EU ME LEMBRO QUE O
MEU TIO PADRINHO SEMPRE ERA MUITO CARINHOSO
COMIGO. ELE ME ABRAÇAVA E ME ACARICIAVA MUITO.
EU GOSTAVA POIS SEMPRE ELE ME DEFENDIA QUANDO O
MEU PAI CHAMAVA A MINHA ATENÇAO POR QUALQUER
MOTIVO.
O MEU TIO SEMPRE ME SENTAVA NO COLO DELE, MESMO NA
PRESENÇA DO MEUS PAIS, E EU ME LEMBRO QUE EU SENTIA
UMA COISA DURA, QUE FICAVA PULSANDO NA MINHA
BUNDA, MAS EU NAO SABIA O QUE ERA.
CERTO DIA EM QUE EU ESTAVA SOZINHA COM O MEU TIO,
POIS A MINHA TIA TINHA IDO AO MEDICO, ELE ME DISSE
QUE QUERIA VER SE EU TINHA PIOLHOS, PORQUE O MEU
CABELO ERA GRANDE.
ME SENTEI NO COLO DELE E SENTI NOVAMENTE A COISA
PULSANDO, E O MEU TIO PROCURAVA PIOLHOS NA MINHA
CABEÇA, E EU SENTIA ELE RESPIRANDO MUITO RAPIDO E
OUTRA COISA DIFERENTE ERA QUE ELE PROCURAVA
PIOLHOS MAS SEGURAVA NA MINHA CINTURA ESFREGANDO
A MINHA BUNDA NO COLO DELE.
ELE ME CHAMAVA DE MINHA LINDINHA, GOSTOSINHA E
EMPURRAVA A MINHA BUNDA PARA CIMA.
DE REPENTE ELE PARECIA TER PASSADO MAL, POIS ELE ME
APERTOU COM FORÇA E EU SENTI UM\\\\ COISA MOLHADA
NA BUNDA, JA QUE EU ESTAVA DE SHORT DE MALHA
FININHA, ENTÃO O MEU TIO PERGUNTOU SE EU QUERIA
FAZER ALGO MAIS GOSTOSO.
QUANDO EU FALEI QUE SIM ELE TIROU O MEU SHORT E
ABAIXOU A MINHA CALÇINHA E ABRIU A ROUPA DELE
COLOCANDO UMA COISA GRANDE E VERMELHA PARA FORA.
ELE COLOCOU A MINHA MAO NA COISA GRANDE E
VERMELHA QUE ESTAVA DURA E GROSSA E FALOU: SE VC
ALISAR A MINHA ROLA ELA VA SOLTAR UM LEITINHO.
EU FIQUEI CURIOSA E TENTEI ALISAR A ROLA DELE, MAS EU
NAO SABIA FAZER. ENTAO ELE ME ENSINOU.
NO INICIO, EU ME ATRAPALHEI TODA, POIS NUNCA TINHA
FEITO AQUILO, MAS ELE ME ENSINOU COMO FAZER E LOGO
EU JA A ESTAVA FAZENDO DE UMA MANEIRA QUE PARECIA
QUE ELE GOSTAVA,POIS ELE GEMIA MUITO.
ELE PEGOU A MINHA MAO E FAZIA MAIS RAPIDO E DISSE
QUE O LEITINHO IA SAIR E EMPURRAVA A MINHA BOCA PARA
A ROLA DELE, MANDANDO EU ABRIR A BOCA.
ABRI A BOCA E ELE COLOCOU A ROLA DENTRO DELA E O
LEITINHO SAIU.
EU ME ENGASGUEI COM A QUANTIDADE DE LEITINHO E PELO
FATO DE SER A PRIMEIRA VEZ.
ELE SE LEVANTOU COM AQUELA ROLA AGORA JA MOLE MAS
GRANDE AINDA E DISSE: A SUA TIA E OS SEUS PAIS PODEM
BRIGAR COM VC SE A GENTE FALAR SOBRE ISSO.
FIQUEI COM MEDO E DISSE QUE NUNCA FALARIA.
A MINHA TIA CHEGOU E NEM PERCEBEU NADA.
QUANDO O MEUS PAIS CHEGARAM DA FAZENDA, A NOITE
ESTAVAMOS TODOS NA CASA DO MEU PADRINHO E ELE ME
COLOCOU NO COLO NA FRENTE DE TODOS E A ROLA DELE
FICOU DURA DE NOVO, MAS NINGUEM PARECIA PERCEBER O
QUE ESTAVA ACONTECENDO.
ELE ME APERTAVA NO COLO DELE ENQUANTO PARECIA
BRINCAR COMIGO, E SOMENTE EU SENTI AQUELA ROLA
DURA SE ESFREGANDO NA MINHA BUNDA.
FOMOS EMBORA, EU E OS MEUS PAIS, E AO CHEGARMOS NA
NOSSA CASA O MEU PAI DISSE QUE PRECISAVA CONVERSAR
COMIGO.
SENTAMOS E ELE FALOU QUE AS CONDIÇOES ESTAVAM
DIFICEIS E QUE PRECISARIA FICAR MAIS TEMPO NA
FAZENDA E QUE EU MORARIA COM OS MEUS TIOS.
EU ACHEI EXCELENTE, POIS COMO EU FICAVA SEMPRE POR
LA SERIA NORMAL.
NO OUTRO DIA, UM DOMINGO OS MEUS PAIS ME LEVARAM
PARA A CASA DOS MEUS TIOS PADRINHOS.
O MEU TIO FICOU SUPRFELIZ E ME ABRAÇAVA MUITO,
MESMO NA FRENTE DOS MEUS PAIS.
ASSIM QUE OS MEUS PAIS FORAM EMBORA PARA A
FAZENDA, O MEU TIO FALOU AGORA VC ALEM DE MINHA
AFILHADA SERA A NOSSA FILHA. .
PARA MIM ERA COMUM, POIS EU JA FICAVA LA MESMO
DURANTE A SEMANA E NAO TINHA IDEIA DO QUE ESTAVA
ACONTECENDO.
NO OUTRO DIA PELA MANHA JA ACORDEI COM O MEU TIO
ME CHAMANDO DE MINHA FILHINHA GOSTOSINHA, O PAPAI
VEIO DEITAR COM VC.
ELE SE DEITOU COMIGO E EU SENTI QUE ELE ESTAVA COM A
ROLA NA CUECA, MAS DURA E EU PERGUNTEI PELA MINHA
TIA, NO QUE ELE RESPONDEU QUE ELA TINHA IDO PARA A
RUA POIS IRIA FAZER ALGO NO BANCO PARA ELE E QUE
DEMORARIA MUITO.
ELE TIROU A MINHA CALCINHA E FOI ALISANDO A MINHA
PERERECA LISINHA.
COMEÇOU A MOLHAR O DEDO ENFIAR NELA BEM DEVAGAR.
ERA MUITO GOSTOSO.
COLOCOU A ROLA PARA FORA DA CUECA E PEDIU PARA EU
PEGAR NELA DO MESMO JEITO DO OUTRO DIA, POIS TINHA
MAIS LEITINHO.
EU PEGUEI NA ROLA DELE QUE ESTAVA DURA NOVAMENTE E
PARECIA QUERER PULAR NA MINHA MAO.
ELE FOI VIRANDO NA CAMA E DE REPENTE EU SENTI A
LINGUA DELE NA MINHA PERERECA E ELE ENFIAVA ELA NA
BUCETINHA E ERA MUITO GOSTOSO, AO MESMO TEMPO ELE
COLOCOU A ROLA DELE NA MIMHA BOCA E EU CHUPAVA.
ELE EMPURRAVA MAIS RAPIDO NA MINHA BOCA E O
LEITINHO SAIU NOVAMENTE, SO QUE AGORA EU TOMEI
BASTANTE.
ELE SE DEITOU DO MEU LADO E CONTINUOU A ALISAR
AMINHA BUCETINHA ATE QUE EU SENTI UMA COISA MUITO
GOSTOSA, PARECIA QUE EU EWSTAVA ME DERRETENDO
TODA, UMA VONTADE DE FAZER XIXI, UMA MOLEZA
GOSTOSA, ERA O MEU PRIMEIRO ORGASMO.
ELE ME ENCOSTOU NO PEITO DELE E FALOU QUE EU PODIA
DESCANSAR MAS CONTINUOU A ALISAR A MINHA
BUCETINHA.
DE REPENTE EU PERCEBI QUE O QUE ALISAVA A MINHA
BUCETINHA ERA A ROLA DELE.
ELE FOI SE AJEITANDO E COLOCOU A CABEÇONA DA ROLA
DELE NA PORTA DA MINHA BUCETINHA.
ELE EMPURRAVA BEM DEVAGAR E COMEÇOU UMA
DORZINHA.
QUANDO EU RECLAMEI ELE PAROU E CHUPOU NOVAMENTE A
MINHA BUCETINHA.
TORNOU A DEITAR SOBRE MIM E TORNOU A COLOCAR A
ROLA DELE NA MINHA BUCETINHA.
EMPURROU OUTRA VEZ E A ROLA ESTAVA ENTRANDO, DOIA
MAS ERA GOSTOSO.
O TEMPO TODO ME CHAMAVA DE MINHA FILHINHA GOSTOSA
E ME BEIJAVA NA BOCA E CHUPAVA OS MEUS BICOS DOS
PEITOS.
ELE ENFIOU A ROLA TODA E FICOU COLOCANDO E TIRANDO
ATE FICAR MAIS RAPIDO.
A MINHA BUCETINHA ESTAVA ARDENDO, MAS ELE PARECIA
PASSAR MAL, POIS ELE RESPIRAVA COM DIFICULDADE,
PARECIA CANSADO E ME DISSE QUE IA GOZAR.
ELE TREMEU TODO E DISSE QUE ESTAVA GOZANDO.
EU SENTI A ROLA DELE MAIS GROSSA E CUSPINDO DENTRO
DA MINHA BUCETINHA.
QUANDO ELE TIROU A ROLA DELE DE DENTRO DA MINHA
BUCETINHA, SAIU UM POUCO DO LEITINHO QUE EU TINHA
TOMADO ANTES.
ELE FALOU QUE ERA PARA A GENTE TOMAR BANHO.
FOMOS TOMAR BANHO E AI EU VI A ROLA DELE TODINHA DE
PERTO.
ERA GRANDE MESMO MOLE E QUANDO EU ESTAVA OLHANDO
PARA ELA, A ROLA FOI FICANDO DURA E GRANDE OUTRA
VEZ.
ELE COLOCOU A ROLA NA MINHA MAO OUTRA VEZ.
A MINHA BUCETINHA ESTAVA DOENDO MUITO E ELE FOI
PEGAR UMA POMADINHA PARA PASSAR NELA.
QUANDO ELE PASSAVA A POMADINHA NA MINHA
BUCETINHA, EU SENTI QUE ELA PAROU DE DOER MAS
ESTAVA FICANDO QUENTINHA
ELE APROVEITOU E PASSOU A POMADINHA NO MEU
CUZINHO TAMBEM.
ME ENCOSTOU NA PAREDE DO BANHEIRO E COLOCOU A
ROLA NA MINHA BUNDA.
ABRIU A MINHA BUNDA E ENCOSTOU A CABECONA DA ROLA
NO MEU CUZINHO, QUE ESTAVA DIFERENTE, POIS EU NEM
SENTIA ELE MAIS.
ELE BEIJOU A MINHA BOCA E EMPURROU A ROLA NO MEU
CUZINHO.
ENTRAVA COM DIFICULDADE MAS ELE ME SEGURAVA FIRME
PELA CINTURA E SEMPRE EMPURRAVA.
DE REPENTE EU SENTI UMA VONTADE GRANDE DE CAGAR E
ELE FALOU QUE ESTAVA TODO DEMTRO DO MEU CUZINHO
DE FILHINHA GOSTOSA
ELE COLOCAVA E TIRAVA ATE QUE ME DISSE QUE IA GOZAR.
ELE ME EMPURRAVA NA PAREDE DO BANHEIRO E EU FICAVA
DE PE PORQUE ELE ME SEGURAVA PELA CINTURA E PELA
ROLA, QUE PARECIA UJMA ESTACA NA MINHA BUNDA.
ELE GOZOU E O LEITINHO ESCORREU PELAS MINHAS
PERNAS.

Psicóloga – Aventura no Elevador

Psicóloga – Aventura no Elevador

Olá, sou a Ana e após uma longa ausência, estou de volta


com mais um relato erótico. Agradeço aos meus fieis
leitores(as) o apoio que me têm dado via e-mail. Sei que
gostariam que publicasse mais contos, mas nem sempre o
tempo o permite. Espero que gostem tanto deste como dos
anteriores.
Sábado à tarde, dia calmo e tranquilo. Peguei o elevador
juntamente com um monte de gente e apertei o botão para o
15º, o meu andar. Ele foi parando em vários andares e as
pessoas foram saindo até ficarem apenas eu e um homem
que eu já tinha visto várias vezes no meu prédio. Era
bastante atraente e mais ou menos da minha idade, malhado
e vestindo um terno leve. Eu estava olhando, distraida, para
ele quando os nossos olhos se cruzaram e institivamente
desviamos o olhar. É normal, todo o mundo passa por isso.
De repente o elevador deu um solavanco e parou, a luz
apagando. Claro dei um gritinho de susto, mas logo a luz de
emergência se acendeu, embora o elevador continuasse
parado. Tinha falhado a luz. De imediato eu e o meu
companheiro do acaso, apertamos os botões tentando fazer
com que ele subisse ou descesse, ou as portas se abrissem,
mas nada aconteceu. O telefone de emergência também não
funcionava, estava mudo sem sinal. Peguei no meu celular
mas estava sem rede dentro do poço de elevador.
Ambos ficamos parados sem saber o que fazer. Eu nunca
gostei muito de lugares fechados, mesmo não sofrendo de
claustrofobia. Iniciamos as apresentações, cada um de nós
tentando acalmar o outro dizendo que logo a luz voltaria, que
concerteza deveria ser uma falha momentanea, etc. Ele se
chamava Márcio. Mas o certo é que o tempo foi passando e
nada. O calor dentro da cabine começou a ficar insuportável,
embora eu usasse roupa leva, apenas uma mini saia, uma
blusa leve e a respectiva lingerie. Ele despiu o paletó ficando
em mangas de camisa e tirando a gravata. Eu colada na
parede do elevador suspirando, queixando-me do calor,
queixando-me de estar ali presa. Aí ele passou o braço sobre
os meus ombros:
- Calma Ana. Tenho certeza que não demorará muito a
sairmos daqui! – e continuou abraçando-me e confesso que
me sentia bem, estar ali fechada estava acabando com os
meus nervos. Aí ele afagou os meus cabelos puxando-me
contra ele. Senti que ele estava excitado, seu pénis dentro da
calça pressionado contra minha barriga. Timidamente ele
começou a desabotoar os botões da minha blusa, soltando o
soutien e expondo os meus seios. Eu já estava por tudo. Ali
fechada, cheio de calor e sozinhos, também fiquei excitada e
deixei que ele continuasse. Então ele me beijou demoramente
na boca e eu correspondi, apertando-me contra ele, as
linguas enroladas.
Os beijos dele foram descendo para o meu pescoço e mais
abaixo, procurando os meus mamilos que chupou com força,
à vez. Eu despi a blusa e o soutien, ficando mais à vontade,
oferecendo os meus seios cheios e duros, os bicos bem
espetados. Ele chupava e mordiscava levemente e eu já louca
de tesão enfiava os meus dedos por entre seus cabelos,
puxando a cabeça contra o meu peito. A minha xota fervia de
tesão e eu levei uma mão até ela, acariciando-a. Ele notou o
meu gesto e doido de desejo, logo despiu a camisa
encharcado de suor e ajoelhando na minha frente, subiu a
minha mini saia expondo a calcinha já molhada. Com uma
mão afastou ela para o lado e sem perder tempo, sua lingua
procurou o meu clitoris que estava excitado, fervendo de
tesão. Com muita mestria, ele lambia e chupava. Seus lábios
pegavam o meu grelinho entre eles, segurando, enquanto a
lingua dentro da boca o acariciava. Eu gemia, atirava-me para
a frente:
- Mmmmm, vai querido, me chupa toda, enterra a lingua na
minha xota. – Então ele enfiou toda a lingua na minha racha,
enquanto acariciava o grelinho com o dedo. Não aguentei
mais. A minha xoxota explodiu em espasmos, senti o leitinho
correr forte e quente, num orgasmo intenso e demorado, sem
que a lingua parasse dentro de mim.
Aí pedi para ele parar e ele levantou. O volume dentro das
suas calças era assustador, ameaçava rebentar o ziper. Eu
ajoelhei na sua frente e sem demoras soltei o cinto, puxando
a calça e cueca tudo junto para baixo. O caralho dele saltou
feito mola. Nossa, era enorme, grande e grosso como eu
nunca tinha visto, com uma cabeçorra vermelha e palpitante.
Sem demoras comecei a chupar aquela tora, mas por mais
que eu tentasse, só conseguia engolir um pouco daquele
monstro. Engolia o mais que podia e recuava chupando forte,
para logo repetir. As minhas mãos apertavam sua bunda dura
e sarada. Ele estava delirando, gemendo sem parar. Eu queria
prolongar o mais possivel, então iniciei um lambe-lambe nos
lados do caralho, desde a cabecinha até as bolas e subindo
pelo outro lado, acima abaixo, sem parar. Aí demorei um
pouco mais nos seus testiculos, chupando um de cada vez.
Introduzi um braço entre as coxas dele para as afastar um
pouco, a mão acariciando seus gluteos atrás, as unhas
enterradas neles. A outra mão pegando firme o mastro
enquanto lambia e chupava suas bolas. A lingua um pouco
mais ousada acariciou o escroto dele, o espacinho entre as
bolas e seu ânus. Ele ao sentir a pontinha dura da minha
lingua nesse local tão sensivel, gemeu mais ainda e as mãos
dele enterradas na minha cabeça, forçaram um pouco mais,
empurrando a minha cabeça mais para entre suas pernas.
Então fiz com que a ponta da minha lingua tocasse na
entrada do seu ânus só ao de leve e logo recuasse de novo
para as bolas. Ele estremeceu como se tivesse apanhado um
choque eléctrico, acho que a sensação de prazer foi
demasiada para ele. (quem leu os meus anteriores contos
sabe que adoro comer um cuzinho de homem, então gostei
que ele não tivesse protestado com a minha caricia e até
gostado. Quem sabe mais tarde eu não poderia aproveitar?
Mas isso será outra história). Então puxei fora o braço que
mantinha entre as coxas dele, deixando que as pontas dos
dedos roçassem lentamente por entre seu rego, cm a cm,
acariciando cada pormenor até chegar ao saco.
Essa caricia acabou com ele. Ao sentir as minhas unhas
roçarem na entrada do seu cu, perdeu o controle. Sacou fora
a minha saia e pegando em mim ao colo, as costas coladas na
parede, enfiou duma só vez a vara na minha racha que
ansiosa já esperava. Os meus braços ao redor do seu
pescoço, suas mãos me pegando pelas minhas coxas...e eu
toda encaixada, sentindo o caralho todo dentro de mim, as
bolas forçando a entrada. Então ele iniciou um vai-vem
furioso, minhas costas batendo na parede do elevador,
compassadas. Estava sendo bom demais, era muito gostoso
sentir aquela tora enorme deslisar na minha racha, bater no
fundo com força.
De repente a porta do elevador se abriu. A luz tinha voltado e
ele subido para o andar seguinte e nem nos demos conta. Na
entrada estava um rapaz que olhava para nós de olhos
arregalados. Os dois nus, fodendo ali com gosto. Ele hesitou
um pouco, mas logo resolveu entrar, ficando num canto meio
sem jeito. Logo que o elevador começou a subir de novo, o
Márcio apertou o botão de stop, fazendo com que ele ficasse
parado entre dois andares. Não queria que mais ninguem nos
incomodasse. E continuou comendo minha xota com toda a
força.
Olhando para o outro rapaz, vi que ele já estava com todo o
tesão. Não tinha aguentado muito ao ver-nos e já tinha
baixado a calça iniciando uma punheta. Tadinho. Aí pedi ao
Márcio para parar e ajoelhando na frente do moço, comecei a
punhetar seu pau, logo o chupando também.
Assim de quatro, continuei à disposição do Márcio que sem
protestar ajoelhou atrás de mim e de novo senti sua lingua na
minha xota, lambendo ela abaixo e acima, até chegar no meu
cuzinho. Aí endurecendo a pontinha dela, enterrou-a o mais
possivel. Mmmmm, muito gostoso sentir uma lingua comendo
o meu cuzinho. Logo em seguida enfiou de novo o pau na
minha racha e continuou o vai-vem gostoso nela. Eu rebolava
nele, sem deixar de mamar no outro pau. Um caralho na boca
e outro na xota. Delicia. Não tardou que ambos começassem
a gemer forte, os movimentos mais rápidos e logo senti seus
leitinhos em mim, enchendo a xota e entrando pela minha
garganta, quente, gostoso...
O Márcio atrás, nem parou. Seu tesão era tanto que eu ainda
sentia a vara bem dura enterrada na minha racha. Logo
pegando nela na mão, acariciou as bordas da xota até chegar
no meu cuzinho. Senti a cabeça dele roçando na entrada e
empinei bem a bunda para cima, numa oferta. Ele nem
perguntou nada, o convite estava feito. Com as mãos, abriu
bem a minha bunda e lentamente enfiou a cabeça do caralho
no meu cuzinho, devagar, sem forçar, até chegar no meio do
pau. Aí tirou fora e de novo iniciou a manobra. Ele sabia como
fazer sem magoar. Desta vez ele entrou todo dentro, senti os
colhões dele baterem na entrada. Para mim não era novidade,
mas nunca sentido uma vara tão grande e grossa nele, então
pedi que ele fosse devagar. Com calma ele começou num vai-
vem. O pau quase saindo fora para logo bater no fundo. As
mãos dele na minha cintura, guiando-me, para a frente e
para trás. Eu estava amando, sendo enrabada assim.
Eu continuava de quatro, uma mão apoiando-me no chão, a
outra ainda pegando a vara do rapaz, que continuava dura,
punhetando...Aí pedi ao Márcio para esperar um pouco e
mandei ele deitar no chão. De costas para ele, sentei meu
cuzinho no seu caralho, até sentir que estava todo dentro e
inclinando-me para trás, para cima dele, as mãos apoiadas no
chão, comecei um sobe desce, fodendo-me no pau dele com
força. O outro rapaz entendeu a oferta, vendo ali a minha
racha á sua disposição, logo ajoelhou entre as minhas pernas
e enterrou sua vara nela. Mmmmm, um caralho no cu e outro
na racha, os dois fodendo bem rápido, eu ensanduichada
entre eles. Eu fervia de tesão e incentivava:
- Vai, me fode com força. Quero sentir o caralho me
enrabando toda, minha xoxota toda cheia, vai...- Eles gemiam
de prazer, cada um querendo me fazer sentir mais forte sua
vara. Meu cu todo apertado na vara de um, a racha engolindo
a outra toda. Não aguentei muito. Gemi forte deixando-me
cair no peito do Márcio e tive vários orgasmos seguidos,
fortes, intensos. Eles acompanharam-me. Enterrando os
membros o mais fundo possivel, explodiram dentro de mim.
Leitinho quente me enchendo toda, gostoso...
Um pouco depois, meio recuperados, cada um tratou de se
vestir, o elevador não podia ficar mais tempo bloqueado entre
andares. Apresentáveis, abrimos a porta e cada um seguiu na
sua direcção, eu ainda trémula das pernas, dando um tchau
para eles. Tinha gostado principalmente do Márcio por causa
daquela caricia extra que lhe fiz e na minha cabeça ficou a
ideia de, quem sabe, mais tarde poder dar seguimento à
minha fantasia secreta com ele. Vendo ele afastar-se de
costas, prometi a mim mesma que iria tentar.
Quem sabe mais tarde eu voltarei para contar se consegui ou
não?

Psicóloga – Aventura no Elevador – parte 2

Psicóloga – Aventura no Elevador – parte 2

Olá, sou a Ana e aqui estou de novo com uma história erótica.
Depois do meu último conto, Aventura no Elevador, recebi
centenas de e-mails querendo saber se realmente consegui
satisfazer a minha fantasia com o Márcio. O que mais me
espantou é que a maioria dos e-mails são de leitoras.
Safadinhas, hein? Viva a liberdade feminina que nos permite
extravazar as nossas emoções e desejos secretos. Então aqui
vai a segunda parte da história, principalmente dedicada às
leitoras. Os leitores também podem ler, claro, mas talvez não
apreciem tanto (!?) quanto as leitoras. Espero não
decepcionar ninguém, mas o que aconteceu foi isto mesmo:

Após o episódio com o Márcio, no elevador, passaram-se


várias semanas e confesso que quase me esqueci dele. Foi
uma aventura na hora, foi bom para os dois (no caso três) e
pronto, assunto arrumado.
No entanto, numa certa manhã em que descia no mesmo
elevador (elevadorzinho já muito intimo para mim) vai que
ele pára num dos andares para entrarem pessoas...e entra o
Márcio. Nesse andar tinha vários escritórios de advogados e
penso que ele vinha de um deles. O elevador estava meio
cheio, mas deu para encararmos um com o outro e logo um
sorriso se esboçou no rosto de cada um de nós. Parando ele
no primeiro andar, saímos e trocamos um daqueles beijos de
circunstância, tipo de tia, um em cada face:
- Oi como vai você? Tudo bem? – perguntei para ele.
- Tudo joia, mesmo. Sabe que nunca mais consegui esquecer
de você? – aí eu sorri. – Tem ali um barzinho na esquina,
você tem tempo para um drink? - Perguntou ele. Eu respondi
que sim, e para lá nos dirigimos. Tinha uns recantos mais ou
menos discretos e ocupamos um deles, para podermos
conversar à vontade. Na primeira vez não nos tinhamos
apresentado devidamente, as condições não foram as ideais,
mas agora ali deu para saber o que um e outro fazia, onde
morava, etc.
Ele era advogado e muitas vezes se deslocava ao prédio onde
eu vivia, para os escritórios de advogados, como eu tinha
depreendido. Quando eu falei que era psicóloga e sexóloga,
ele ficou muito interessado e quis logo saber de pormenores,
como era trabalhar nessa area, como eram os clientes, se
eram apenas femininos, etc.
Aos poucos eu fui levando a conversa para onde eu queria e
sem ele se dar conta, eu já o estava analisando. Aí lhe
perguntei se ele era homem de tabus enraizados, homem
muito apegado aos valores antigos, ou se pelo contrário era
liberal, sem tabus, aberto a todas as experiências. Eu sei
como os homens agem e respondem nessas circunstâncias.
Querem logo dar uma de machão moderno, que já
erradicaram todos os tabus, que isso é coisa das avós, que
estão sempre abertos a novas experiências, etc. e ele não foi
excepção, logo se declarou como homem moderno, aberto,
sem qualquer tabu ou preconceito.
Aí a conversa descambou para as preferências sexuais de
cada um. Ele confessou gostar de aventuras esporádicas, não
era comprometido com ninguém, que sempre que o momento
se proporcionava gostava de passar umas horas com uma
garota e não se recusava a nada. Claro, ambos lembravamos
de como tinha sido a nossa aventura no elevador. Tudo foi
válido.
Aí eu falei das minhas preferências, por influências da
profissão o sexo não tinha segredos para mim, tinha os meus
gostos pessoais, e da mesma forma que ele também não
recuava perante nada. Ele já antevendo uma nova aventura,
quis logo saber qual a minha preferência, se eu tinha alguma
tara secreta. Aí eu lhe disse: - Tem uma coisa que eu adoro
fazer, que me dá muito prazer, que sempre que posso, faço
com gosto. – Ele já excitado quis logo saber o que era.
- Uma das coisas que me dão muito prazer – continuei eu – é
a inversão de papeis, ser eu a mandar, ser eu a comer o
homem. – Acho que ele entendeu que o que eu falava era de
ser eu a ficar por cima, a comandar. – Mmmm muito gostoso
isso, respondeu ele. Por mim não tem qualquer problema.
- É isso mesmo, continuei eu, gosto de ser eu a mandar, usar
um artefacto e comer o cuzinho do homem. Isso me dá muita
tesão. Você quer?
Aí ele ficou sem palavras, gaguejou: - Errr, quer dizer, não
sei...nunca experimentei isso...não sei mesmo! – Tudo bem,
respondi eu já me levantando, não tem problema algum, mas
como você falou que era aberto a tudo, sem preconceitos e
tabus, poderia estar interessado...
Aí ele se deu conta que eu iria embora, que não iria ter
oportunidade para mais uma aventura comigo e me pegou
pelo braço: - Calma, Ana! Eu não falei que não queria, só fui
apanhado de surpresa, mas podemos tentar. Você gosta
mesmo? Acha que eu também irei gostar? – Como falei, eu
adoro – respondi – e acho que você também vai gostar
bastante.
A hora ia adiantada, perto do almoço e eu tinha um
compromisso. Então combinamos encontrarmo-nos ali mesmo
durante a tarde.
No meio da tarde, depois de passar em casa, dirigi-me para
lá, pensando se ele iria estar me esperando ou se teria
amarelado, desistido...mas lá estava ele. Convidou-me para
irmos para sua casa, que era num quarteirão perto. Ele vivia
numa cobertura enfiada no meio dos prédios. No terraço uma
pequena piscina insuflável, cadeiras e mesas apropriadas.
Sentamos nas cadeiras e iniciamos uma conversa para
descontrarir, com uma bebida pelo meio. Olhando em redor,
eu via muitas janelas voltadas para onde estavamos e não era
dificil imaginar que em algumas delas concerteza teria gente.
Mas isso nunca foi obstáculo para mim. Até gosto de ser
observada, mexe comigo...e sei que sou algo bonito de se ver.
Eu estava vestida com roupas leves, como normalmente – um
vestido simples, sandálias e calcinha. Ele tinha uns jeans e
uma camiseta. Logo ele começou a acariciar a minha perna,
enquanto procurava a minha boca, beijando ela com desejo.
Uma das mãos subia pela minha coxa enquanto a outra
apalpava os meus seios. Eu tenho um peito generoso, bem
firme e bem desenhado. Aí coloquei a minha mão na perna
dele e notei que seu pau já começava a crescer. Eu recordava
que ele era bem dotado, com um pauzão daqueles. Acariciei-o
por cima do jeans até notar que ele estava no máximo e a
respiração dele já começava a ficar mais rápida.
Ajoelhando na frente dele, rapidamente saquei fora seu jeans,
nem deixando a cueca no lugar...saiu tudo junto. Como da
outra vez, o caralho dele saltou como uma mola, duro, teso,
um palmo de caralho à frente dos meus olhos. Ele inclinou-se
para trás, na cadeira, oferecendo a vara. Sem demoras a
coloquei na boca, chupando com força, a mão punhetando em
conjunto, fazendo-o gemer de prazer, aquecendo-o...
Tinham vários colchonetes de piscina espalhados pelo chão e
mandei-o sentar num deles. Em pé, na sua frente, despi o
vestidinho pela cabeça, deixando ele ver o meu corpo
aparecendo...a calcinha dental e todo o resto nu. Sem falsas
modéstias, eu sei que tenho um corpo bem modelado, firme
graças às horas na academia, seios fartos e redondos, coxas
firmes, bumbum redondinho e bem proporcionado. Enfim,
guiando-me pelos comentários, sou um sonho de mulher. Ele
sentado na minha frente, olhava-me todo babado, guloso. Aí
pedi para ele tirar a minha calcinha apenas com os dentes...e
ele demonstrou alguma habilidade porque não teve grande
dificuldade...pegando ela de lado, foi descendo a cabeça
arrastando a calcinha junto, tirando-a pelos meus pés.
Pronto, eu estava ali totalmente nua na sua frente,
oferecendo a minha xoxota totalmente depilada aos seus
olhos e boca. Sem demora, ele enterrou o rosto entre as
minhas coxas, a lingua procurando o clitoris, as mãos
pegando com força o meu bumbum, puxando-me para
ele...senti a lingua quente e úmida acariciando o meu
grelinho e o tesão me invadiu...
Empurrei-o para baixo, para ficar deitado de costas e deitei-
me sobre ele, invertida, um joelho de cada lado dele, posição
69, oferecendo de novo a minha racha aos seus olhos e boca.
Mmmm de novo a lingua me explorou, acariciando a minha
xota de lés a lés, rolando no clitoris, indo até o meu cuzinho,
molhando e penetrando nele. Eu estava delirando de tesão e
pelo meu lado já estava agarrada ao seu caralho, uma mão
punhetando e a boca tentando engolir o mais possivel dele,
chupando sem parar.
Aí fui descendo a boca nele, pelos lados, até chegar no saco.
Reparei que ele tinha usado uma tesoura e aparado todos os
pêlos bem curtos, por todo o lado. Adorei o pormenor, pêlos
só atrapalham. A minha lingua brincou com as bolas, uma de
cada vez e fui descendo mais, pelo escroto, chegando na
entrada do cuzinho dele. Ao tocar com a lingua nele, foi como
se ele tivesse sentido um choque eléctrico. Gemeu bem alto e
atirou-se mais para a frente, facilitando, querendo sentir a
minha lingua entrar no cuzinho, penetrar bem fundo. Fiz
vários movimentos com a lingua, penetrando e tirando,
deixando o buraquinho todo molhado. Ele estava doido de
tesão. Acho que nunca pensou que gostasse tanto.
Então voltei de novo ao caralho dele, a boca engolindo de
novo o mais possível. Aí enterrei o meu dédio médio no
cuzinho dele, já preparado pela minha saliva. Lentamente, até
chegar no fim dele. Sentia o cu dele abrir-se e apertar-se no
meu dedo. Ele estava sem controle, doido de tesão. A minha
boca continuando a chupar o pau sem parar, o dedo
enrabando seu cu. Quando senti que o dedo deslisava fácil,
introduzi dois dedos juntos. Ele gemeu um pouco, era muito
apertado. Mas com cuidado e lentamente, lá consegui enfiar
os dois até o fundo, iniciando um vai-vem nele, abrindo-o. O
Márcio já estava por tudo. O controle já se tinha ido. Já
gemia:- Vai me fode o cuzinho, é muito gostoso...não para
não!
Então eu levantei e peguei a minha bolsa. Tinha trazido o que
iria necessitar e dela saquei um cinto com um dildo
acopulado. Tinha escolhido um que se aproximasse o máximo
do caralho do Márcio e este era bem grandão, uns 20 cm de
comprimento com uns 6 cm de diâmetro, com uma bolas bem
realisticas. Enfim, era um brinquedo muito gostoso. A cinta
tinha inclusive um afaga-clitoris, para aumentar o prazer de
quem o usa. Enfiei a cinta e mostrei-me para o Márcio. Ele ao
ver-me ali de pé na sua frente com um caralho bem teso,
bem realistico em formato e côr, cabecinha vermelha e
enorme, ficou meio assustado mas não era hora de recuar,
não. Tinha ajoelhado, tinha que rezar. Aí mandei ele ficar de
quatro no colchonete e posicionei-me atrás. Pegando num
tubinho de lubrificante, besuntei bem o brinquedo:
- Vai, empina bem a bunda – mandei eu. Com as mãos
separei bem as duas bandas expondo o cuzinho dele e
apontei nele a cabecinha do caralho. Ela não queria entrar,
era grande demais e o Márcio gemia. Lentamente, sem forçar,
fui metendo até que a cabeça entrou mesmo. Aí ele gemeu
alto – Ohhhhh. Tirei tudo fora e logo de seguida meti mais
uma vez. Agora foi mais fácil e o pau entrou até meio. De
novo recuei, deixando ele descansar para logo enfiar de
novo...lentamente, até chegar no fim. Agora estava todo
dentro, as bolas coladas na entrada dele. Deixei ele ali parado
para que o cuzinho do Márcio se acostumasse. Com a mão
procurei o caralho dele, que estava super teso e comecei a
punhetá-lo. Ele estava enlouquecido de tanto prazer e logo
começou a rebolar a bundinha no meu brinquedo. Coloquei as
mãos na cintura dele e comecei um vai-vem rápido. O meu
caralho quase saía fora para logo se enterrar todo até o
fundo. Eu delirava ver aquele pau entrar cm a cm até o fundo.
Isso me dava muita tesão. A minha racha fervia de tesão, o
afaga-clitoris roçando nele. Eu tirava fora o brinquedo e via
aquele cu ali aberto, pedindo para o enfiar de novo e logo
enterrava até o fundo, esfregando a minha barriga nas
nadegas dele. Não aguentei muito. A minha xota fervia como
um vulcão. Com um gemido alto, enterrei o caralho todo até
as bolas, a minha barriga roçando a bunda dele...e explodi
num orgasmo profundo, uma e outra vez, gemendo de
prazer...
Soltando as fivelas do meu cinto, tirei-o de mim deixando o
brinquedo ainda enterrado no cuzinho do Márcio e ficando de
quatro na frente dele, pedi: - Vem me fode agora, quero teu
pau na minha xana. Ele ajoelhou atrás de mim e tudo de uma
vez enfiou o caralho palpitante dentro de mim, começando a
foder a minha xoxota com toda a força. Com os movimentos,
atrás e à frente, ele sentia o seu cuzinho apertar-se no
brinquedo ainda enfiado nele e isso lhe dava ainda mais
prazer...
Não tardou a vir-se dentro de mim...senti um jacto de
esperma quente e forte me invadir e sem aguentar, explodi de
novo, melando o pau dele com o meu leitinho. Cansados,
cada um caiu para o seu lado, de costas. Olhando ao redor,
vimos que em muitas janelas tinha gente nos olhando,
algumas pessoas até com camaras fotográficas. Que se dane,
acho que muitos estavam fazendo uma siririca ao ver aquela
foda magistral. Imagino quanta inveja provocamos em muita
gente...
Fomos para dentro, tomar um banho e aí lhe perguntei se
tinha sido bom. Ele meio envergonhado, disse que sim, que
nunca tinha pensado que pudesse ser tão bom. Tinha gostado
tanto que ainda tinha o brinquedo enfiado no cu e pediu para
eu o tirar. Ajoelhando para fazer isso, reparei que o caralho
dele nem sequer tinha amolecido, continuava ali duro e teso.
Então nem pensei duas vezes e comecei a chupar com gosto.
Com uma mão punhetava e com a outra no dildo, fazia-o
deslisar no cu dele de novo, fodendo-o. Como falei, ele era
enorme, mas agora deslisava bem fácil...tirava-o fora e
metia-o de novo sem custo, até as bolas. A cabecinha dele
tocava no ponto G masculino, aumentando o parzer dele. Não
demorou muito. Ele continuava tão excitado que de imediato
explodiu na minha boca...acho que senti litros de leitinho
correr pela minha garganta, em espasmos que nunca mais
paravam...Aí sim, tirei o brinquedo e fomos para o chuveiro. A
hora já estava adiantada, eu tinha que me ir...
Acho que nesse dia fiz um homem muito feliz. Ele gozou e
fez-me gozar também. Aconteceram mais vezes depois
dessa? É segredo, não queiram saber tudo.

E pronto, foi assim que aconteceu. Espero que o desfecho da


história tenha sido do agrado das leitoras que me
escreveram...e dos leitores também. Já experimentaram?
anaxvarandas@gmail.com

PSICOLOGA – Eu, Buceta, me confesso

PSICOLOGA – Eu, Buceta, me confesso

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um conto, desta


vez uma fantasia. Aproveito para agradecer os montes de e-
mails que me têm enviado, dizendo que gostam dos meus
contos e a pedirem mais. Para aqueles que acham que não é
ético eu contar sobre casos de clientes, só posso dizer que só
transcrevo o que me autorizam a fazer e sempre alterando
nomes e locais. Então não há qualquer atropelo à ética.
Então aqui fica um novo conto que se calhar alguém irá achar
que não é ético porque a protagonista está a expor-se e eu
estou a usar o seu nome verdadeiro.

“Oi, eu sou a vagina, vulgarmente conhecida como buceta.


Não sou uma buceta qualquer, não, eu sou “A Buceta”. Nasci
como nascem todas as bucetas, no meio de um todo,
pequenina e sem ter uma importância por aí além. Com o
tempo fui crescendo e comecei a tomar mais consciência de
mim, comecei a ficar adulta, a sentir emoções fortes, a sentir
as interferências do mundo ao meu redor.
Normalmente visto-me com roupas aconchegantes, umas
vezes de algodão que é muito confortável, outras de rendas
vistosas. Como já era adulta, me cresceram pêlos, formando
um matagal ao meu redor. Comecei a ficar vaidosa e a querer
ir à depilação, para ficar mais apresentável e bonita. Lá me
depilavam todinha, deixando apenas um pequeno tufo de
pêlos na testa, um capricho meu. Chegando em casa me
olhava e revirava no espelho achando-me a mais bonita
buceta do mundo. E até que sou bem bonitinha, segundo me
fala o meu primo cuzinho, que mora logo ali, mais abaixo.
Tenho uma entrada apertadinha com umas preguinhas lindas,
como se fossem pregas da cortina numa janela e bem
escondido tenho o meu tesouro, entre umas preguinhas
especiais, tenho algo que gosta de ser tocado e acariciado.
Gosta tanto que embora fique vermelho de vergonha, sai para
fora da sua toca e deixa-se acariciar desde que seja com
carinho e meiguice. Ai, eu gosto tanto que mexam nele que
sempre acabo perdendo a cabeça e pareço um vulcão em
actividade, a lava jorrando com força. Desde que cresci que
tenho direito a ter umas caricias especiais, normalmente
feitas pelo senhor dedo que me afaga todinha, que percorre
todo o meu comprimento, entrando em mim com jeitinho
num vai-vem que acho muiiiito gostoso e que principalmente
procura sempre o meu tesouro para brincar com ele.
Mmmmm é muito gostoso e eu abro-me toda para ele e
transpiro por todos os poros, ficando toda molhadinha com a
excitação e acabo abrindo a torneira ficando alagada. Sou tão
expressiva nas emoções que o meu primo cuzinho, que é
muito invejoso, fica reclamando que também quer, que
também tem direitos. Coitado, eu tenho pena dele, ele não é
bonitinho como eu, é apenas redondinho e profundo, sem ter
qualquer tesouro escondido como eu. Então como tenho
pena, por vezes mando o senhor dedo ir lá abaixo fazer-lhe
uma visitinha e também lhe fazer alguns carinhos. Todo o
mundo tem direito a viver, né?
Uma vez estava meio adormecida, quando fui acordada pelo
dedo que me vinha fazer festas, mas estranhei que era um
dedo diferente do habitual, mas como era bom na mesma,
deixei que continuasse. Depois tive uma surpresa, o dedo foi
embora e veio uma personagem diferente, que nunca tinha
visto. Era mais ou menos da minha cor, com uma ponta que
ora ficava dura, ora ficava macia, mas sempre molhada.
Então começou a percorrer-me todinha, a entrar em mim o
mais que pôde, a brincar com o meu tesouro que estava louco
de tesão. Eu estava doida de prazer e só me interrogava
quem era aquela personagem que me veio visitar e porque
nunca tinha vindo antes. O meu primo ria-se de mim e aí me
esclareceu: - É a senhora lingua, sua ignorante!!! Eu fiquei
vermelha de vergonha, como raios ia saber que era a senhora
lingua? – Mas o importante é que era bom demais e
abandonei-me às suas caricias. Estava quase sentindo o meu
vulcão entrar em actividade quando ela se foi embora.
Rrrraggrrr, fiquei decepcionada e furiosa, mas logo tive uma
surpresa. Fui apresentada a uma irmã minha, outra
bucetinha. Eu olhei bem para ela, com surpresa, pensava que
era única, mas logo conclui que eu era bem mais bonita que
ela. Ela era loirita e tinha muitos mais pêlos que eu, embora
notasse que também ia à depilação. Aí ela me disse que
gostava que lhe deixassem um tufo maior de pêlos. Aí, depois
das apresentações iniciais, começamos a conversar, o que em
linguagem de vagina significa tocar, roçar. A conversa ficou
tão boa que logo estavamos numa conversa super animada e
aí era uma esfrega aqui, esfrega ali e ambas estavamos
cheias de calor, transpirando por todo o lado. Então não
aguentei mais e o vulcão que vive em mim se abriu e jorrou
toda a lava para dentro da minha irmã e logo ela me
agradeceu fazendo o mesmo. Senti sua lava entrar em mim,
quente e gostosa. Cansadas ficamos ali coladas uma na outra,
murmurando baixinho, ou seja, apenas roçando ao de leve.
Então ela me falou que estava com pressa e tinha que ir
embora, mas prometeu voltar um dia para conversarmos
mais. Eu fiquei triste e com pena, mas o que tem que ser,
acontece, né?
Ainda hoje espero por ela, mas não fiquei sozinha, não. O
senhor dedo sempre me veio fazer companhia e conversamos
longamente. Um dia a senhora lingua veio de novo me visitar
e conversa aqui, conversa ali, me fez ficar excitada, o meu
tesouro todo erecto, querendo conversar mais com ela. Aí ela
foi embora e eu fiquei na expectativa, agora viria de novo a
minha irmã, né? - Mas aí veio um sujeito que eu nunca tinha
visto, grandão, abrutalhado, com uma enorme cabeça careca,
e cheio de falinhas mansas. Logo começou a querer conversar
comigo, com muita calma, na nossa linguagem, né? – roçava
a cabeçorra por mim toda, ia de cima abaixo, acariciava as
minhas pregas, ia até o meu tesouro que também estava
meio assustado e roçava nele ... o meu primo lá embaixo nos
ouvia conversar e não cansava de perguntar: - Quem é, quem
é? Não conheço esse senhor! – Então o sujeito,
desavergonhado como é, tentou entrar em mim! Eu protestei,
me fechei. Como é que um brutamontes daqueles queria
entrar em mim, que sou tão apertadinha? - Mas não adiantou,
não. Ele era forte demais. Metendo a cabeça entre as minhas
pregas, foi empurrando, empurrando... eu senti-me morrer,
estava a ser literalmente rasgada, o meu corpo todo
aberto...e ele entrando, entrando, parecia que nunca mais
acabava de entrar. Eu já estava sem folego, dorida demais e
aí vejo que no fim daquele corpo enorme, tinha duas enormes
bolas cheias de pêlos e de aspecto ameaçador. Aí me rebelei!
Em mim elas não iam entrar não. Eu, hein! Logo eu que me
depilava quase todinha e ia deixar aqueles mamutes peludos
entrarem em mim. Então me apertei todinha e elas bateram
na minha entrada, ficando ali, roçando em mim. Aquele
monstro estava todo enterrado em mim e ficou ali parado por
um tempo, pensei que tivesse adormecido, mas aí ele recuou
e começou a subir, subir e pensei que ia embora, mas que
nada! A cabeça estava quase saindo quando ele avançou de
novo em mim, desta vez com toda a força e bateu no meu
fundo, ocupando todo o meu espaço, nem me deixando
respirar. De novo as balas de canhão bateram na minha
entrada, fazendo-me cocegas com toda aquela barba que elas
tinham. Bom, o sem-vergonha não parou mais, subia e
descia, quase saía fora para logo entrar todo em mim.
Abusado, hein? Mas aí, até tenho vergonha de confessar, eu
comecei a gostar de o sentir dentro de mim e aí não era só
ele quem conversava comigo, não. Eu também conversava
com ele, apertava-me todinha nele, acariciava-o...mmmmm
era algo gostoso demais, nunca tinha pensado sentir algo
assim. Então ele não parou mais. Subia e descia num vai-vem
ritmado e cada vez ficava mais vermelho, mais ofegante. De
repente enterrou-se todo em mim, as bolas bem coladas na
minha entrada e começou a vomitar em espasmos...e
vomitou, vomitou, parecia que nunca mais ia acabar. Eu já
esperava por algo assim. Com tanto balanço, com tanto
movimento, era natural que qualquer pessoa vomitasse, né?
Mas aí eu me senti bem. Os litros de liquido morno e espesso
que ele despejou em mim me fizeram bem e aí o meu vulcão
também explodiu. Minha lava quente e espessa encharcaram
o intruso que adorou aquele banho já esperado.
Aí ele ficou ali, cansado, sem folego, ainda dentro de mim,
até que foi saindo num estado lastimoso. Mole, sem forças,
pingando, as bolas que estavam tão altivas ficaram murchas e
caídas...e foi-se.
Eu fiquei quieta um tempo, recuperando as forças. Tinha sido
bom. Depois da dor inicial, tinha adorado conhecer aquele
senhor. O meu primo não se calava. Tinha estado a ouvir nós
a conversarmos todos animados, tinha ouvido eu rir e gemer
de prazer e estava cheio de curiosidade:
- E aí? Você não me apresentou ao senhor. Quem é ele?
Gostaria de ter conversado com ele também!
- Olha só, ele diz que se chama senhor caralho e que também
quer conhecer você, por isso quem sabe na próxima visita
dele, vocês não se vão conhecer?
- Ai é? E aí, ele tem um papo agradável?
- Tem sim, você vai ver. (aqui eu ria sozinha, estava a
imaginar como ia ser a conversa deles. Se eu que embora
apertadinha sou mais larga que meu primo e custou deixar
ele entrar pra caramba, como ia ser com ele? Acho que ele
vai gemer pra cacete, mas isso logo nós iamos ver)
Então a minha vida mudou. A partir desse dia, embora ainda
tivesse muitas conversas com o senhor dedo, as visitas do
senhor caralho ficaram mais assíduas e eu passei a ficar
ansiosa pelas suas visitas e procurava ter muitos assuntos
para a nossa conversa não ficar monotona ou enfadonha.
Confesso que por vezes ficava com ciúmes do meu primo
cuzinho, porque entretanto eles se conheceram e às vezes ele
queria monopolizar toda a conversa, deixando-me ali apenas
a conversar com o senhor dedo. Isso acontecia em certos dias
do mês em que eu nem sempre estava bem disposta e aí o
senhor caralho batia na porta do meu primo e ficavam ali uns
tempos em animada conversa, que eu bem ouvia.
E pronto, esta é minha história. Espero que todos os senhores
caralhos que me conheçam gostem de mim como eu sou,
porque eu sou bem bonitinha e sempre pronta a fazer novas
amizades”

PSICOLOGA – Amante de Sonho, Mulher Pesadelo

PSICOLOGA – Amante de Sonho, Mulher Pesadelo

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato, desta


vez contado por um cliente. Na minha gaveta não tenho só
histórias de mulher mas também de homem...e tem cada
uma!!!

“Me chamo Jair, 35 anos, casado faz uns 10. Durante os


primeiros anos de casados, tudo era bom no casamento, com
muita compreensão, amor e tudo o mais que veio no pacote.
Faziamos amor quase todos os dias e nenhum de nós tinha
algo de que reclamar, eu acho. Com o tempo, a minha mulher
começou a ficar rezinga. Reclamava por tudo e por nada. Ou
porque eu chegava tarde em casa, ou porque chegava cedo,
ou porque não tinha levado o lixo na rua, ou porque sentava
muito tempo no sofá vendo futebol... enfim, tudo era motivo
para reclamação. Reclamava mas tratava da casa como
sempre, as roupas sempre em ordem, a comida a horas na
mesa...
Aos poucos eu comecei a evitá-la. Se ela estava na cozinha
eu ia para a sala, se ela ficava na sala eu ia para o escritório
sentar no computador e navegar na internet. Era uma forma
de ter paz e sossego. Navegando na net, acabei entrando
num site de chat e comecei a teclar com esta ou aquela
pessoa.
Uma noite conheci a Vanessa. Palavra puxa palavra e logo
trocamos confidências. Ela tinha 30 anos, divorciada sem
filhos e morava na minha cidade. Aos poucos a nossa amizade
ficou colorida, com conversas mais quentes e sugestivas.
Acabei comprando uma webcam e ligar o som para podermos
nos ver enquanto conversavamos. Aí a coisa esquentou
mesmo. Logo na primeira olhada, ambos gostamos do que
vimos no outro. A Vanessa era uma morena de cabelos
negros e curtos, olhos sugestivos, boca bem desenhada e
com um sorriso lindo. Ela também me fez elogios, que eu era
homem bonito e charmoso, que me vendo em directo na
webcam o prazer de teclar comigo aumentava ainda mais. Eu
só a estava vendo sentada e aí só via mesmo a cabeça e
ombros, então pedi para ela se levantar e afastar um pouco
para a ver de corpo inteiro. Ela assim fez e fiquei sem
respiração. Ela tinha um corpo escultural, peito grande e
firme, cintura fina e anca bem proporcional com um bumbum
de levantar cacete só de olhar. Ela vendo o meu olhar babado,
com um piscar de olho perguntou:
- E aí, gostou? Sou como você imaginava?
- Mmmmm você é mais que imaginava, você é um sonho de
mulher!
Ela riu e com um sorriso maroto, continuou:
- Você gostaria de ver mais? Gostaria que tirasse a roupa?
- Oohhh gostava muito, vai, me faz aí um strip para eu ver
aqui.
- Ok, eu faço, mas com a condição de você aí fazer o mesmo.
Quero ver o que essas roupas escondem debaixo!
A noite já ia adiantada, minha mulher já dormia há horas,
como vinha acontecendo ultimamente. Ela se deitava cedo e
eu ficava na net navegando. Então concordei com a Vanessa e
falei que tudo bem, iria fazer como ela pedia. Então ela com
habilidade de dançarina começou a despir-se, mostrando
pouco a pouco seu corpo. Eu de olhos bem abertos babava.
Chegou apenas na calcinha e soutien e marota como era
perguntou se estava bem assim, se podia parar por ali:
- Nãããoooo, respondi eu apressado. Tira tudo, me deixa ver
esse corpão!
Ela riu alto e voltando as costas soltou o soutien, para depois
se voltar de frente com ele preso com as mãos no peito. Aí
lentamente deixou ele escorregar, fazendo aparecer os seios
lindos. Mmmmmm, maravilha...fiquei com vontade de meter
as mãos através da tela do computador para poder acariciar
aquelas montanhas redondas e de bicos durinhos. Então ela
mais uma vez se voltou de costas e lentamente baixou a
calcinha, deixando me ver o cofrinho aparecendo, as nadegas
lisas e bem firmes. Uauuuu, que rico bumbum, que desejo
despertou!!! De novo se voltou de frente, uma mão tapando o
sexo, mas que lentamente foi retirando mostrando uma
barriga lisinha, um púbis bem aparado, apenas com um
pequeno tufo de pêlos no topo e todo o resto depilado. Eu já
suava, o desejo me dominava, queria usar mão, lingua e
pau...queria poder comer aquela deusa...
Aí ela falou que era a minha vez, que também me queria ver
pelado, saber o que eu tinha escondido. O meu tesão já era
tanto que nem fiz fitas, nada de jogo de cintura. Rapidamente
saquei fora a camisa, a calça e a cueca seguiu o mesmo
caminho. O meu pau saltou fora como uma mola, teso, duro,
doendo de ter estado aprisionado dentro da roupa. Aí ela
também teve a mesma reação que eu tive ao ve-la:
- Uauuuu, que verga deliciosa você aí tem. Porque você tinha
esse tesouro aí escondido? - E ia acompanhando as palavras
com as mãos acariciando seu corpo, uma afagando os bicos
dos seios e a outra acariciando o clitoris, sempre me
desafiando com as palavras: - Gostaria de ter seu pau na
minha boca e chupar ele todo, enquanto você chupava a
minha racha, aqui mesmo, ohhh (e falava isso mexendo o
dedo no clitoris, enterrando na gruta)! Você quer comer a
minha bucetinha?
- Querooooo, gemi eu enquanto batia uma punheta no meu
pobre pau que sofria de desejo. Pegando ele na base, abanei-
o bem na frente da webcam, gemendo – Quero enterrar este
cacete todo em tua racha, fodê-la até te fazer chegar ao
sétimo céu.
Ela também gemia de prazer, os dedos se esfregando com
força na buceta: - Mmmmmm delícia, então punheta aí teu
caralho e imagine que tá me fodendo. Quero ver teu leite
explodir.
E continuamos, os dois batendo uma enquanto excitavamos o
outro com as palavras e a visão do que faziamos. Não tardou
muito que eu gozasse, minha esporra saindo disparada,
atingindo a lente da webcam. A Vanessa do lado de lá
também se veio com um gemido rouco, seus dedos se
enterrando todos na cona enquanto os espasmos duravam.
Em seguida cada um ficou sentado na sua cadeira, olhando e
sorrindo para o outro. Nem precisamos de perguntar se tinha
sido bom, ambos sabiamos o quanto tinhamos gozado com
aquela maneira nada convencional de fazer amor. Escusado
será dizer que a partir dali sempre que podiamos repetimos a
dose, gozando sempre intensamente.
Até que um dia resolvemos nos encontrar pessoalmente.
Combinamos um local publico e na hora marcada, lá
estavamos. Não foi surpresa para nenhum ver o outro, afinal
já nos conheciamos bem pela webcam e cada um
correspondia à expectativa do outro. Já sabiamos no que ia
dar o encontro e dali logo partimos para um hotel próximo.
A porta ainda estava batendo e já estavamos arrancando as
roupas do outro, a fome exigindo satisfação. Caimos na cama,
nus, e logo começamos o que tinhamos feito na primeira vez
virtual – um 69. A minha lingua se enrolou no clitoris dela,
úmido e túrgido, enquanto o meu dedo se enterrava na gruta
quente. Ao mesmo tempo sentia a boca dela chupando o meu
pau, enquanto a mão punhetava acima e abaixo, acariciando
as bolas duras e tesas. Estavamos no ponto certo, o desejo
na medida e saltando em cima dela, enterrei o meu caralho
todo de uma vez naquela buceta bem lubrificada e comecei a
fodê-la com gosto, incentivado pelos gemidos dela: - Vai,
meu garanhão, me fode toda, enterre essa verga até os
colhões, me enche de leitinho!
Eu estava louco de tesão, minha boca chupando os mamilos
duros e apetitosos sem deixar de mover as ancas, subindo e
descendo entre as pernas dela. Os dedos dela entrelaçados
nos meus cabelos, puxando a minha boca para o peito,
enquanto movia as ancas em sintonia comigo. Não durou
muito, não. O tesão era grande demais e com um gemido
rouco enterrei o meu caralho o mais fundo possivel e gozei
bem lá dentro, sentindo ela gemer em espasmos profundos,
gozando também.
Caimos de costas um ao lado do outro, continuando as
caricias com as mãos, trocando beijos e não tardou que o
meu pau se erguesse de novo. Queria mais! Eu tinha um
desejo ainda não satisfeito desde a primeira vez que ela se
despiu para mim na webcam. Eu queria comer seu cuzinho.
Ela tinha um bumbum redondinho e apetitoso demais e
muitas noites tinha sonhado com a hora de o foder. Falei isso
no ouvido dela, que logo se pôs de quatro, a bundinha bem
empinada: - Vai meu querido, o meu cuzinho é todo seu, fode
ele.
Coloquei-me em posição, a minha verga bem lubrificada,
apontei a cabecinha na entrada daquele buraquinho lindo e
lentamente fui introduzindo. Ela gemeu um pouco, o meu
caralho é bem grosso, mas com jeito consegui enfiar ele todo
até os meus colhões baterem na entrada, deixando ele um
pouco quieto para o cuzinho dela se acostumar. Aí ela
começou a rebolar, esfregando sua bunda na minha barriga.
Então com as mãos na cintura dela, comecei um vai-vem
deslisando o cacete naquele buraco quente e apertado. Tirava
fora e logo metia todo de uma assentada até o fundo. Estava
demais, eu sentia um imenso prazer. Ela com uma mão fazia
uma siririca na xoxota, duplicando o prazer e não tardou a
gozar, gemendo: -Mmmmmm gostoso demais, vai, não para
não, me dá leitinho no cu, enche ele! Eu não aguentei muito,
mesmo. Com movimentos rápidos senti o momento chegar e
aí enterrei o cacete todo, quase metendo os colhões dentro
também e gozei forte, minha esporra saindo em espamos,
enchendo ela de prazer.
No fim, cada um foi para sua casa e continuamos nos
encontrando quer pela internet quer pessoalmente, sempre
com fodas pelo meio.
A minha situação familiar degradava-se de dia para dia.
Minha mulher continuava mais rezinga e eu, claro, sempre a
evitá-la. Até um dia a bomba estourou. Depois de uma
discussão não aguentei mais e bati com a porta, indo para
casa da Vanessa. Já tinhamos conversado sobre o assunto e
estava acordado que se não desse mais lá em casa, as portas
dela estavam abertas para mim.
Ficamos juntos e nos primeiros dias era só amor, o paraíso
tinha aberto as portas para mim.
Até que um dia de manhã acordei com um berro alto: -
Jaiiiirrr! Que foi que você fez? – eu sem entender, levantei-me
e fui ter com ela. Estava no banheiro apontando para a
privada. Eu sem me dar conta, tinha urinado um pouco fora,
manchando o tapete. Ela estava furiosa e eu me desculpei,
que tal não ia acontecer de novo. Nessa mesma noite de novo
o chamado furioso: - Jaiiirrr! – Que raio aconteceu agora,
pensei eu? – Agora era na sala. Eu tinha estado a beber um
whisky e deixado o copo em cima da mesa envernizada: -
Olha só para isto!!! A minha mesa manchada do copo!!!
Nos dias seguintes a cena continuou. Ou era por causa da
tampa da privada que ficou levantada, ou porque deixei as
meias sujas num canto, ou por isto ou por aquilo.
Eu já começava a ficar farto e não tardou a estalar a
discussão: - Olha só, você é doida ou apenas não bate bem? -
perguntei. Ela em fúria como nunca a tinha visto, soltou os
cachorros: -Você é um porco desastrado, que me destroi a
casa. Nunca pensei que você fosse assim. Vocês homens são
todos iguais, já o meu ex-marido era a mesma merda.
Bom, aí o balde encheu. Como se não bastasse ser insultado
ainda era comparado ao ex dela. Aí mandando que ela se
fosse internar, bati com a porta e saí para não mais voltar.
Fui falar com a minha mulher e depois de uma conversa séria
e demorada em que cada um de nós expôs o que esteve
errado e que nos levou à separação, nos acertamos de novo e
voltei para casa.
Agora as coisas estavam bem de novo. O que tinha faltado no
nosso casamento foi diálogo. Conversando e compreendendo
as razões do outro e suas necessidades, conseguimos refazer
a nossa vida e hoje continuamos felizes como se nada se
tivesse passado.
A Vanessa tentou me ligar várias vezes. Me mandou e-mails,
deixava recados pedindo para voltar, mas eu tinha aprendido
a lição. Amante de sonho só à distância, por perto vira
demónio.”

O Jair me contou esta história na última vez que teve uma


consulta comigo. Agora com seu casamento indo bem, nunca
mais precisou voltar ao consultório.
anaxvarandas@gmail.com

PSICOLOGA – Quis Ver Um 69 e me Ferrei

PSICOLOGA – Quis Ver Um 69 e me Ferrei

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato.


Os meus leitores assíduos, certamente se recordarão dos
meus amigos Duda e Tó, que fizeram parte de uma história
anterior comigo “PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o
Filme”
Um outro episódio aconteceu, que passo a relatar:

“O Duda e o Tó eram amigos meus que estudavam numa


faculdade diferente da minha, mas volta e meia nos
encontravamos para sair em grupo. Inclusive entre nós rolou
uma cena que já descrevi noutra história, e depois disso
tempos se passaram sem fazermos alusão ao caso. Não
tinhamos ficado muito à vontade, aconteceu por acaso e não
era para ser comentado gratuitamente.
Uma noite em que meus pais tinham saído para uma festa,
estavamos sozinhos na minha casa vendo uns videos e
bebendo uns drinques. Como estavamos sós, os drinques
tinham mais alcool do que seria aconselhado e as nossas
mentes ficaram meio turbadas. Conversa vira conversa,
conversa fora e começamos a falar sobre nossas fantasias
secretas, o que em nossos pensamentos mais profundos
desejavamos fazer mas não tinhamos coragem. Como eu já
estava bastante turvada, a bebida me deu coragem e aí falei:
- A minha fantasia é ver dois homens se chupando e se
comendo!
Os meninos olharam para mim espantados, mas logo um
deles sugeriu que poderiamos ir juntos num show gay e aí eu
poderia satisfazer a minha curiosidade. Aí eu falei que minha
fantasia não era essa, que não queria ver dois profissionais. O
que gostava mesmo era ver dois homens hetero se
enrolando. Eles olharam um para o outro, a minha alusão era
por demais evidente, mas eles não estavam nem aí. Mais uns
drinques rolaram, mais alcool entrou nas nossas cabeças e foi
a vez do Duda falar sobre a sua fantasia secreta:
- Bom, o que eu gostava mesmo era sentir o prazer de ser
penetrado por uma mulher, com um consolo!
Nós rimos alto, o alcool nos descontraía e parecia natural
falarmos de coisas que em condições normais nunca
falariamos.
Era a vez do Tó. Olhamos para ele esperando, mas mesmo
muito bebido ele corava e não tinha coragem. E nós puxando
por ele, vá, é sua vez, nós já falamos sobre as nossas
fantasias. Então ele olhando o chão, meio murmurado contou:
- A minha fantasia secreta é estar com outro homem, só para
saber como é!
Silêncio na sala. Mesmo tão bebidos a revelação nos
surpreendeu. Mas no fundo estavamos excitados com as
fantasias dos outros e com as nossas próprias e aí eu propus:
- Então porque não aproveitamos estar aqui juntos e sozinhos
e realizar todas as fantasias? O Duda pode realizar a fantasia
do Tó e eu posso realizar a do Duda...e vocês dois realizar a
minha!
Eles ficaram hesitantes, o caso não era para menos. Nenhum
deles tinha tendências gay e para se enrolarem na minha
frente, ficavam sem jeito.
Mas eu já estava bastante bebida e eles também. Já que
tinhamos chegado até ali, se tinhamos tido coragem de abrir
o nosso intimo, nada mais fácil que ir em frente. Rapidamente
soltamos as roupas, ficando todos nus. Eles meio
envergonhado, os paus ainda moles. Mas eu fui comandando,
tinha a minha fantasia fervendo na cabeça. Então mandei que
cada um pegasse no pau do outro e o punhetasse. Logo eles
ficaram tesos, duros. Aí mandei o Tó se ajoelhar na frente do
Duda e chupar seu pau, para ele saber como era. Meio sem
jeito, ele começou a chupar, a lingua lambendo ele todo, a
mão punhetando. Eu deitada no sofá, me acariciava, o clitoris
crescendo, um dedo enterrado na racha, gozava vendo os
dois juntos, como eu fantasiava. Então mandei o Tó se deitar
no chão de costas e o Duda sobre ele, invertido, seu pau ao
alcance da boca do Tó que de novo iniciou a mamada nele.
Estava na hora de eu satisfazer a fantasia do Duda. Fui no
meu quarto e peguei um dos meus consolos, o mais comprido
e grosso que tinha e um tubo de lubrificante. Voltando à sala,
lambuzei um dedo com o lufricante e aproveitando que o
Duda estava com a bunda para o alto, enquanto o Tó o
chupava, meti o meu dedo médio em seu cu, todo de uma
vez até o fundo. Ele gemeu alto e se empinou mais, tinha
gostado da caricia. Num vai-vem, alarguei o orificio até o
dedo se deslocar fácil demais e aí meti dois, passando a três
dedos. Seu cuzinho ficou bem aberto e estava na hora de
usar o consolo. Apontando a cabeça na entrada, empurrei ele
devagar mas firme e ele foi entrando. Pudera, o cu tinha sido
bem aberto pelos meus 3 dedos. Bateu no fundo, todo
entalado. Colando a base do consolo no meu pubis com uma
mão, iniciei um vai-vem, fodendo aquele cu virgem e
apertado, a minha barriga roçando nas nadegas dele. O Duda
delirava de prazer. Sua fantasia estava a ser realizada. Sentia
tanto prazer que sem pensar duas vezes, também se atirou
ao pau do Tó chupando ele sem parar. Ele estava tendo a
melhor parte, invertido sobre o Tó que o chupava, enrabado
por mim e chupando o caralho do outro.
Continuamos assim durante um tempo, mas a minha fantasia
e a do Tó estavam incompletas. Então deixando o consolo
enterrado no cu do Duda, mandei que o Tó se pusesse de
quatro, a bunda empinada e o Duda se posicionou por trás,
logo enfiando a vara bem lufrificada no cu do outro. O Tó
gemeu alto, tinha perdido a virgindade anal, mas estava a
gozar sua fantasia. E eu também. Afastada via os dois se
fodendo e isso me dava um tesão enorme. De lado via o Tó
de quatro, a bunda bem no alto e o pau do Duda entrando e
saindo no cu dele e não aguentei mais. Gemendo alto gozei
forte, o leitinho correndo pelas minhas coxas e pelos
gemidos, notei que o Duda também tinha gozado, enchendo
as entranhas do Tó.
Só faltava o Tó gozar e endoidecido de tesão, logo saltou em
cima do Duda, sacando fora o consolo que ele ainda tinha
entalado no cu e enterrando a vara nele, que note-se bem,
era grande e grossa pra cacete e o fez gritar de dor, mas era
a vez do Tó gozar, então ele só tinha que aguentar e sentiu
seu cu bem cheio até que o pau explodiu e o encheu de porra
morna.
Em seguida fomos tomar banho, a agua arrefeceu nossas
cabeças e só aí tomamos consciência do que tinhamos feito.
Envergonhados olhamos uns para os outros e rapidamente
nos despedimos, os meninos indo cada um para sua casa.
Durante um tempo não nos falamos, não os vi. Até que ouvi
uns rumores sobre eles. Eles andavam envolvidos. A
experiência tinha sido boa para eles, e acharam o caminho
certo. No fundo eles tinham tendência homossexual sem
saber e aquela noite foi o despoletar dela.
É, me ferrei mesmo. Não perdi os amigos mas perdi um
possivel namorado entre eles. Nunca mais rolou nada entre
nós”

PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme

PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme


Olá, sou a Ana e estou de volta. Depois dos meu últimos
relatos, recebo montes de e-mails pedindo para publicar mais
contos, sem me importar com o que falam as más linguas.
Sim, porque por vezes os meus relatos são polémicos e
despudorados abrangendo todos os temas, desde o simples
casal, inversão de papeis e homossexualismo. Acredito que
cada tema tem o seu grupo de leitores que os lêm e gostam,
pelos e-mails que me enviam. Para aqueles que não gostam
de alguma variante, por a acharem forte demais, resta
sempre lerem os outros relatos onde talvez se enquadrem
melhor. Basta procurarem neste site os meus outros contos.
Falo sempre em relatos porque é disso que se trata, relatos e
não contos inventados. Algumas situações vividas por mim e
a maioria contadas pelos meus clientes que apenas me
pedem para alterar nomes e lugares. Então aqui fica mais
uma situação vivida por mim, quando mais jovem:

“Estava em férias da faculdade e como habitualmente saía


com o grupo de amigas e amigos para a boite, cinema, ou
onde nos desse na gana. Naquele sabado à noite, a maioria
se perdeu em outras actividades e apenas restamos eu, o
Duda e o Tó. Sem ter muito o que fazer, resolvemos ir ao
cinema. Chegados lá, vimos que as opções eram poucas,
alguns filmes antigos e massudos e outros que já tinhamos
visto. Acabamos por optar por um meio erótico e depois de
comprar as pipocas e as bebidas da praxe, lá entramos.
A sala estava quase vazia, meia duzia de casais espalhados
pelas cadeiras. Olhando em redor, acabamos por nos sentar
na ultima fila que estava deserta, eu no meio e cada menino
do meu lado. Como estava quente, eu usava um vestidinho
fino e curto, calcinha fio dental e um sapato leve. Os meninos
usavam bermuda, t´shirt e ténis.
O filme começa e logo começamos a roer as pipocas com
aquele barulho que irrita muitas pessoas, acompanhadas
pelas bebidas. Na verdade o ruido da trituração das pipocas
era tanto, que os poucos clientes que assistiam ao filme nas
cadeiras abaixo de nós, se fartaram e se deslocaram para as
filas mais abaixo, deixando nós isolados lá em cima.
Bom, nós não eramos muito sossegados, verdade seja dita, e
ao trocar entre nós as pipocas e as bebidas, um copo acabou
se derramando sobre mim, encharcando o meu vestido. O
Guaraná vazou o tecido e escorreu pelas minhas coxas. O
Duda que estava sentado à minha esquerda, logo pegou num
pacote de lenços de papel e tentou me limpar,
cuidadosamente enxugando o liquido. Enxuga aqui, enxuga
ali, a mão com o lenço logo estava limpando as minhas coxas,
subindo por elas até a minha calcinha, tambem encharcada
pela bebida. Cuidadosamente o lenço deslisava nela,
aparentemente apenas para a limpar, mas olhando de lado
para o rosto do Duda, vi que ele estava excitado, rosto
vermelho e respiração rápida. O Tó ao lado não estava
menos, e tambem pegando num lenço tentou ajudar a
“limpar-me”. O tesão também já me invadia e escorrendo
pela cadeira, de pernas entreabertas, deixei que eles
continuassem, até que eles abandonaram os lenços e aí eram
só mesmo as mãos que me acariciavam. Um deles acariciava
as minhas coxas e o outro a xota por cima da calcinha, toda
úmida não só do guaraná, mas também da excitação. Como
eles estavam de bermudas largas, meti uma mão por dentro
das pernas delas, uma em cada menino, e senti o caralho
deles bem teso, pulsantes. E comecei a acariciar eles,
deixando-os ainda mais loucos de tesão do que já estavam.
Aí fui mais longe. Abrindo o ziper da bermuda, saquei para
fora o pau de cada um, que como uma mola comprimida,
saltou para o alto. Eles endoidaram de tesão. Deixaram-se
escorregar na cadeira, atirando a verga para o alto. Então
iniciei uma punheta em cada, as minhas mãos num ritmo
certo, fechando-se sobre aquelas toras bem grossas,
deslisando desde a cabecinha vermelha e túrgida até os
colhões que estavam duros pelo tesão. Eles gemiam de
prazer, os olhos semicerrados, gozando a caricia...
Olhando para baixo, verifiquei que o restante público estava
atento ao filme e então fiz algo que sempre sonhei fazer.
Debruçando-me sobre o Duda, duma vez só engoli o caralho
dele, até chegar na garganta e então comecei a chupar com
força, enquanto a minha mão punhetava rápido. Ao lado, o Tó
ao deixar de ter a minha mão no seu pau, aproveitou a minha
posição, semideitada sobre o Duda, e ajoelhando no chão
começou a beijar a minha bunda. A calcinha era dental, então
bastou ele a afastar um pouco para ter acesso total. Senti sua
lingua percorrer o meu rego até a racha, que estava melada
do guaraná e dos fluidos que de dentro saíam. A combinação
de sabores devia ser muito saborosa, porque a lingua dele
não parava. Enterrava-se na xota para logo deslisar até o
meu cuzinho, lambendo ele sem parar. Claro, eu estava louca
de tesão. Minha boca chupando cada vez mais rápido o pau
do Duda, até que senti ele latejar. Apertando os colhões dele,
senti sua porra correr por eles, enchendo a minha boca, em
jatos quentes e fortes. Eu também não aguentei e gozei na
lingua do Tó, deixando ele sentir o meu leitinho. Sem parar
de chupar, engoli toda esporra que o Duda tinha para me dar,
até sentir que os tomates estavam secos.
Aí o Tó não estava pelos ajustes. Também queria caricia igual,
seu pau estava tão duro que até lhe doia. Com os olhos me
implorava. Aí eu me inclinei sobre ele e sem me fazer de
rogada, chupei sua rola tal como tinha feito com a outra.
Notei que o pau do Tó era bem maior e mais grosso que o de
Duda, uns cm a mais. O Duda encontrou-se na mesma
situação do Tó, tinha o meu traseiro à disposição e nem
pensou duas vezes. Logo senti sua lingua me percorrer as
entranhas, detendo-se mais no meu cuzinho, a ponta da
lingua afiada penetrando fundo nele, enquanto metia um
dedo na minha racha num vai-vem gostoso. O pau do Tó
latejava tanto que não precisei de o chupar muito para sentir
que ele ia gozar. Punhetando rápido e engolindo o mais
possivel, embora a maior parte do caralho ficasse de fora,
mamei e chupei até sentir o primeiro jacto de leitinho direto
na minha garganta. E outros se seguiram, parecia que ele
tinha acumulado sua porra por muito tempo. Só retirei a boca
depois de sentir que do seu pau não sairia mais nada. Atrás
de mim, o Duda continuava incansável, sua lingua e dedo me
explorando.
Como já tinhamos perdido a maior parte do filme, não fazia
sentido continuarmos ali e resolvemos voltar para o carro.
Tinhamos ido numa pick-up de caixa aberta que ficou
estacionada num local pouco iluminado do parque. Aliás, todo
o parque era pouco iluminado. Saidos do cinema dirigimo-nos
para o carro, eu no meio e um menino de cada lado. Olhando
para baixo reparei que eles caminhavam com dificuldade.
Seus paus iam tão tesos que na frente das bermudas parecia
levarem uma lança apontada para a frente. Roçando a mão
neles, por cima da roupa, notei todo aquele tesão, parecia
que levavam uma beringela ali escondida. Aí parei e corri o
ziper das bermudas deles, sacando as varas para fora e falei:-
Pronto, assim vocês podem caminhar mais fácil! Eles nem
sabiam o que falar. O tesão dominava suas cabeças. Por entre
os carros estacionados, fomos caminhando eu no meio com
uma mão em cada caralho, vez por outra punhetando,
puxando eles como se fosse uma trela.
Chegando à pick-up, vimos que ela estava semi escondida por
uma van. Então empurrei o Tó para a caixa dela, de costas, e
saquei fora sua bermuda deixando que seu pinto apontasse
para a lua. Rapidamente tirei meu vestido ainda encharcado
do guaraná, minha calcinha atirei-a para longe e assim nua,
um joelho de cada lado do Tó, encaixei-me nele fazendo o
pau entrar na minha xoxota quente e úmida. E comecei a
fodê-lo. Sim porque eu é que o estava fodendo e não o
contrário. Eles eram pouco experientes. Baixando e subindo
nele, sentia a verga me encher, esmagava seu tomates com
as minhas bordas. O Duda não quis só ficar a ver, rápido se
despiu e ajoelhando atrás de mim, começou a roçar a
cabecinha de seu caralho na minha bunda, no rego. No
cinema ele tinha melado bem meu cuzinho com a lingua bem
funda, então apontou a cabecinha na entrada dele e tentou
meter. Eu não era virgem, claro, já tinha tido minhas
aventuras, mas sexo oral e anal para mim eram novidades.
Então senti um desconforto no meu rabinho, a cabeçona não
entrava facil, não. Falei para ele ir devagar, porque doía. Com
muito cuidado, lentamente, ele lá conseguiu introduzir a
cabeça no meu cuzinho que se abriu. Depois da cabeça, todo
o resto é mais fácil e ele foi entrando, entrando, até bater no
fundo. Virando as mãos para trás, apertei-o contra mim, para
que ele não se movesse. Queria deixar que meu cuzinho se
acostumasse primeiro ao corpo estranho nele. E continuei
cavalgando o Tó, sua pika deslisando na minha racha. Então o
desconforto passou. Senti enorme prazer no meu cuzinho.
Soltando o Duda, intensifiquei os movimentos, agora não
apenas cavalgando o Tó, mas também movendo o traseiro na
piroca do Duda. Mmmmmm, delicioso! Sentir dois paus em
mim era o máximo e não tardei a gozar, melando ainda mais
o caralho do Tó. Aí o Duda quis trocar, também queria comer
minha racha e deitou-se de costas para eu cavalgar nele, o
que fiz sem demoras. Então foi a vez do Tó se posicionar por
trás e eu já antecipando o prazer de sentir sua vara entrar em
mim, empinei bem a bunda. Poxa, me ferrei. Como falei
atrás, o caralho do Tó era bem maior e mais grosso que o do
Duda e ao entrar foi como se eu ainda fosse virgem, senti
meu cu se alargar demais, como se fosse rebentar. E parecia
que aquela vara nunca mais ia chegar ao fim, entrava,
entrava, até que senti suas bolas baterem na minha entrada.
Então pedi para ele aguentar assim um pouco, porque estava
doendo demais. Mas não há dúvida que nossos corpos são
elásticos. Um pouco demais eu já estava acostumada e de
novo iniciei o vai-vem, fodendo aquelas duas varas. Uma na
xota e outra no cu. Os garotos estavam doidos de tesão, era
tudo novidade para eles e não tardou que gemessem bem
alto, e gozassem em mim, litros de porra me enchendo.
Cansados, caímos uns sobre os outros, eu ainda com os paus
enfiados em mim, emparedada no meio deles.
Depois nos vestimos para voltar a casa. Olhando para os
carros em redor, reparamos que nalguns tinha gente. Acho
que nessa noite fomos a inspiração para alguns homens
baterem punheta e casais darem uma foda.
A viagem até casa decorreu meio em silêncio, estavamos
envergonhados, entre nós nunca tinha rolado nada assim,
mas tinha sido gostoso.
Eles me deixaram na porta de casa e corri para ela. Depois de
um banho gostoso, enfiei-me na cama, a cabeça ainda
fervilhando de fantasias e não demorou que fizesse uma
siririca, enquanto imaginava se eles em casa fariam o mesmo,
uma punheta gostosa.”

Esta história decorreu vários anos atrás. Uma outra situação


aconteceu com aqueles dois meninos, mas depois eu conto.

PSICOLOGA – Violada na Kombi e Meu Corpo me Traiu

PSICOLOGA – Violada na Kombi e Meu Corpo me Traiu

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato, depois


dumas merecidas férias. Depois da publicação dos meus
anteriores contos, tenho recebido muitos e-mails de leitores
pedindo para publicar mais contos com mais assiduidade e
dando todo o apoio. Muitos leitores(as) pedem conselhos de
como agirem na sua vida face aos problemas do dia a dia e à
incompreensão da parceira(o). Conforme o tempo disponível,
vou respondendo directamente, via e-mail, e espero que de
alguma forma os meus conselhos os ajudem.
Agora apresento mais um relato duma situação vivida por
uma cliente que me autorizou a publicar, embora seu nome
seja fictício:

“Seu nome é Joyce, 22 anos, cabelos loiros naturais e


compridos, pele morena, olhos azuis, estatura mediana e com
boa apresentação anatómica.
Frequentemente ela se desloca ao centro da cidade
recorrendo aos transportes colectivos, ônibus ou kombis.
Neste último caso, ela sempre verifica primeiro o tipo de
passageiros na kombi antes de entrar, porque nem sempre os
utentes são o mais desejável. Então numa determinada tarde,
a Joyce teve que se deslocar ao centro da cidade e depois de
esperar muito tempo por um ônibus que nunca mais passava,
decidiu ir de kombi. Depois da verificação de rotina do tipo de
passageiros, não vendo nada de anormal entrou e sentou-se
num dos bancos traseiros da viatura. Como todo o mundo
sabe, neste tipo de transporte os passageiros entrem e saem
constantemente, tendo como resultado que de uma hora para
a outra a Joyce se viu sentada entre dois negões. Até aí tudo
certo, na kombi iam mais passageiros e ela não viu motivos
para alarme. Como o dia era de muito calor, ela vestia apenas
um vestido fino e curto, calcinha dental e sandália leve. No
ponto seguinte, todos os outros passageiros sairam excepto
ela e os dois negões. De repente ela sentiu que eles se
apertavam de encontro a ela, um de cada lado. Não tardou
que sentisse uma mão roçando na perna dela, na bunda ... Aí
ela fez o gesto de querer se levantar para passar para outro
banco, pensando em sair no próximo ponto, mas um deles
segurou seu braço e rosnou uma ameaça entre dentes. Cheia
de medo, ela deixou-se ficar e aí começou a festa.
Um de cada lado, parecia que tinham mais mãos que polvo
tem tentáculo. Era mão nas coxas, era na bunda, era mão nos
seios sem soutien. Os negões vestiam o traje tipico – T’shirt
sem mangas, bermuda e chinelo havaiano. De cueca nem se
via o rasto. Não tardou que um deles sacasse seu pau para
fora e obrigasse a Joyce a tocar nele com sua mão e a
punheta-lo. Rapidamente ele ficou teso e ela sentiu que era
de tamanho descomunal, uma vara apontada para o teto da
kombi. O negão pegando o braço dela pelo pulso, obrigava ela
a fazer o movimento descendente/ascendente, desde a
cabeçorra até as bolas e vice-versa, enquanto o outro metia
mão por todo o lado. Morta de medo, ela deixou de protestar,
até porque via o motorista olhar pelo espelho sem nada falar.
Aí o negão levou uma manzorra na nuca dela e a obrigou a
baixar a cabeça na direção do caralho teso, querendo que ela
o chupasse. Ela ficou enojada, a higiene não era coisa
conhecida dele, os colhões cheios de pelos negros e
retorcidos e o odor era de matar mosquito da dengue. Não
queria, mas não teve remédio, a mão forte obrigou ela abrir a
boca e engolir a vara até se engasgar, depois segurando ela
pelos cabelos compridos iniciar um vai-vem, acima abaixo
Assim inclinada sobre um, ficou à mercê do outro que logo
aproveitou para subir o vestidinho dela até os ombros e
afastar a calcinha dental para o lado. Aí ela sentiu uma lingua
aspera e dura começar a lambê-la toda, desde o clitoris até o
cuzinho, sem parar. Sem querer, mas sem conseguir se
controlar, começou a sentir prazer, a xoxota querendo sentir a
caricia da lingua, o clitoris crescendo por entre as pregas,
ansiando pelo contacto da lingua, por ser chupado.
Sentiu que a kombi se desviava da estrada e parava. Os dois
a arrastaram para fora e aí ela viu que o motorista tinha se
desviado para um descampado e até já tinha uma manta
estendida no chão. Ela se sentiu morrer de medo, o que eles
lhe iriam fazer? Olhando em redor à procura de socorro não
viu casa nem ninguem. Estava sozinha com eles!
Com toda a facilidade, eles a deixaram nua, de pé sobre a
manta e em segundos eles ficaram pelados, os três de vara
erguida e ameaçadora. Fazendo-a ajoelhar, ficaram de pé na
frente dela e à vez, obrigaram ela a chupar seus caralhos,
qual deles o mais comprido e mais nojento. O chupanço
durou vários minutos mas não tardou que um deles se
deitasse de costas sobre a manta e a puxasse para cima dele,
obrigando ela a enterrar sua xota no caralho, até as bordas
baterem nas bolas e começou a fodê-la com toda a força, as
mãos na bunda dela obrigando-a a descer e subir. Os outros
de pé batiam uma, mas não ficou por aí, não. O motorista se
ajoelhou atrás dela e apontou a vara no cuzinho dela,
querendo enraba-la. Ela se retorceu, apertou as nadegas,
mas de nada adiantou, o negão debaixo dela as abria bem
para os lados sem deixar de mover a vara na xota dela e aí o
cuzinho estava bem exposto para o outro. Ela sentiu a cabeça
do caralho forçar a entrada e lentamente entrar, rasgando
suas entranhas, até que sentiu a barriga do nego colar nas
sua bunda. Já não tinha remédio! Tinha uma pika fodendo a
racha e outra enterrada no cu. Começaram um movimento
ritmado, os dois paus deslisando cada um no seu buraco. Ela
nunca tinha sentido nada igual, parecia que os caralhos
chegavam ao estomago dela de tão grandes que eram. Pouco
a pouco a dor foi desaparecendo, seu cu se acostumou ao
corpo estranho e se relaxou. Mas aí a coisa complicou. O
negão restante, que estava de pé batendo uma, ajoelhou na
frente dela e a obrigou a chupar seu caralho.
Incrivel!!! Ela nunca pensou passar por algo assim na vida.
Estava a ser fodida colectivamente. Uma piroca na racha,
uma no cu e outra na boca. Não tinha nem tempo de respirar.
Então aconteceu o que acontece em muitas violações – ela
começou a sentir prazer. Já movia as ancas enterrando-se no
pau do negão debaixo dela e atirava a bunda para trás
facilitando a entrada da piroca em seu cu. No outro, para
além de chupar tambem punhetava em conjunto. Não tardou
a sentir eles a gemerem alto e cada um deles despejar litros
de porra no buraco que ocupava. Sem conseguir se controlar,
ela tambem gozou, sentindo seu leitinho jorrar em espasmos.
Mas não parou por aí, não. Eles trocaram de posição e a foda
recomeçou, uma e outra vez, até cada um ter gozado nos
buracos todos.
Por fim todos cairam no chão, sem forças para mais. Cada um
a tinha fodido na racha, no cu e na boca respectivamente e já
não aguentavam mais. Ela estava dorida, toda melada de
tanta porra, mas tinha gozado várias vezes também, a
contragosto porque tinha sido violada... mas o corpo nem
sempre faz o que queremos.
Então eles se vestiram e a deixaram vestir tambem e a
desovaram numa rua movimentada com o aviso que se ela
apresentasse queixa se iriam vingar.
Aí ela pegou um táxi e voltou para casa, correndo para o
chuveiro onde ficou horas para tirar o cheiro da porra e do
corpo deles.
Hoje, passado um mês, ela ainda tem a recordação bem viva
daquela tarde e embora traumatizada pela violação, tem
noites em que sente tesão de ter sentido três caralhos
enormes dentro dela ao mesmo tempo.
A Joyce nunca mais entrou numa kombi e mesmo nos ônibus
está sempre atento ao que se passa ao seu redor, pronta a
saltar se algo de anormal se apronta”.
O que se passou com ela, acontece com muita mulher que é
violada. Sem querer, acabam sentindo prazer e até
estabelecem uma ligação com o violador, o que dificulta o
apresentarem queixa.

anaxvarandas@gmail.com

Psicóloga – Meu Marido me Traiu e eu Adorei – 1ª p

Psicóloga – Meu Marido me Traiu e eu Adorei – 1ª parte

Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato (porque o


aqui posto são relatos e não contos). Depois dos meus
últimos “Uma lufada de ar no casamento” e “Psicóloga- Dupla
Penetração”, recebi montes de e-mails de leitoras e leitores
me felicitando e pedindo conselhos sobre como confessar
suas fantasias aos parceiros e qual a melhor forma de as
realizar.
Também recebi e-mails de leitores escandalizados, afirmando
que não é natural macho ter prazer em ser penetrado, que o
natural é serem eles a penetrar, que isso é coisa de gay.
Eu não quero entrar em polémicas, acho que cada um sabe
quais os seus limites, mas não posso deixar de dizer que
também não é natural que nós mulheres façamos oral e anal
e vocês morrem de desejo que o façamos. Se na volta
também gostamos de comer os vossos rabos, qual o
problema?
Ao longo da minha vida profissional, consultei inúmeros casos
de homens que confessam ter essa fantasia mas têm receio
de serem julgados homossexuais pelas companheiras. O que
sempre lhes digo é que a homossexualidade existe quando
dois seres do mesmo sexo sentem atração. Homem sentir
prazer no ânus, gostar que a companheira o toque ou
penetre, não tem nada a ver com o facto, é apenas uma zona
erogena que todos nós temos.

O relato que agora posto aqui, foi-me confidenciado por uma


cliente e que me autorizou a fazê-lo desde que altere locais e
nomes. Não estou a violar qualquer ética ao fazê-lo e achei
interessante. O relato é apresentado na primeira pessoa,
como gosto de o fazer.

“Oi gente, chamo-me Aline, 28 anos, casada faz 5. O meu


relacionamento com meu marido sempre foi bom, com optimo
sexo, sem problemas.
Tenho uma amiga intima de infância, a Patricia, com a qual
me relaciono no dia a dia e somos confidentes uma da outra.
Fisicamente somos ambas parecidas. Ambas temos um corpo
bem modelado, com tudo no lugar, cinturas bem definidas,
seios fartos, bundas bem proporcionadas, rostos bonitos,
cabelos pelos ombros, apenas diferentes na cor. O meu é
acobreado e o dela é castanho. Enfim, temos aquilo que os
homens gostam de ver, pelos olhares que nos deitam.
Meu marido é bem parecido, educado e sempre atencioso
comigo, muito delicado comigo na cama. Nunca se aventurou
em nenhuma fantasia e eu respeito sua opção.
Uma tarde em que minha amiga me visitou, depois de uma
conversa bota fora, me confidenciou que meu marido tem
dado em cima dela. Que a come com os olhos, que já lhe fez
algumas insinuações.
Eu fiquei arrasada, não esperava isso. Afinal o que ela tinha
que eu não tenho?
Como amiga que é, queria saber o que deveria fazer, se
deveria de deixar de frequentar a minha casa, porque a nossa
amizade era muito importante para ela e não queria criar
problemas entre nós.
Depois de pensar um pouco, eu lhe disse para dar corda a
ele, para ver até onde ele queria ir, quais as suas intenções.
Dias depois ela me liga contando que ele tinha marcado
sabado à noite com ela, que queria visitá-la em casa dela. A
Patricia no momento vive sozinha, depois de um
relacionamento falhado. Vive algumas quadras depois do
nosso apartamento.
Aí eu lhe disse para ela confirmar com ele, que o iria receber,
para deixar que ele fizesse o que queria.
A semana passou e meu marido continuava com a mesma
toada comigo, delicado, amigável, sem mostrar nada.
No sabado, ele durante uma conversa casual no almoço,
informou que de tarde iria sair com uns amigos, para ir ver
um jogo de futebol, que voltaria tarde, de noite. Ele sabe que
não gosto de futebol e que nunca o acompanho aos jogos,
então eu disse que estava bem, que iria aproveitar para ver
um video.
Oito horas da noite, batem à porta da Patricia, era meu
marido, com um ramo de flores e uma garrafa de vinho.
À média luz, conversa atrás de conversa, copo atrás de copo,
ele confessa que sempre se sentiu atraído por ela, que tinha
muitas fantasias com seu corpo, que sonhava o que poderiam
fazer juntos na cama. Aproveitava qualquer momento para a
acariciar e dava para notar o volume na calça, estava
excitado demais.
Aí a Patricia o levou para o quarto, que estava apenas
iluminado por uma ténue claridade e o ajudou a despir
sentindo seu pau bem duro de teso. Então ela pediu para ele
se deitar na cama e esperar, que iria se trocar, que voltava
logo.
Ele se deitou de costas na cama, o pau bem no alto e foi
acariciando ele, sonhando com o que iria fazer em seguida.
Viu ela na porta, voltando, e na obscuridade notou que ela já
vinha nua, os contornos bem definidos. Ela se deitou ao seu
lado e ele foi invadido pelo seu perfume, o que o deixou ainda
mais excitado. Começou a beijar seus seios, chupando os
mamilos bem duros, enquanto as mãos percorriam o corpo.
Sua boca foi descendo em beijos curtos, pelo peito,
barriga...até chegar ao clitoris dela. Delicadamente sua lingua
afagou ele, rodeando-o, molhando-o, sentindo ele se entesar,
surgir bem firme por entre as pregas. Como os lábios prendeu
ele, enquanto a lingua continuava acariciando. A Patricia
gemia de prazer, estava a ser muito gostoso. Ele não ficou por
ali, sua lingua desceu, percorrendo toda a racha dela,
descendo por um lado e subindo pelo outro...depois
penetrando na gruta úmida, profundamente. Aí desceu mais
um pouco, sua lingua foi até o ânus dela e com a ponta bem
dura penetrou-o, simulando uma cópula, um vai-vem.
Aproveitando o facto do cuzinho estar bem lubrificado,
introduziu o dedo médio nele, devagar até atingir o fundo,
enquanto a lingua retomava as caricias no clitoris. Lambia e
chupava a racha enquanto movia o dedo no cuzinho.
Ela estava louca de tesão, levantando as ancas, se
oferecendo, gemendo roucamente...a respiração bem rápida,
até que não aguentou mais e gozou forte, em espamos.
Aí, ele se deitou de costas e pediu para ela chupar seu pau.
Ela se encaixou entre as pernas dele e com a lingua acariciou
a cabecinha do membro, descendo por um lado e subindo
pelo outro, depois as bolas, chupando uma de cada vez. A
lingua subindo de novo pelo pau bem úmido, a boca abrindo-
se e engolindo ele o mais possivel, e logo iniciando um vai-
vem, chupando sempre, enquanto a mão se apertava na
base, punhetando.
Ele estava doido de tesão e deitando-a de costas, saltou-lhe
em cima, enterrando o pau todo de uma vez na racha úmida,
quente, apertada. Com flexões bem rápidas, o caralho dele
subia e descia, as bolas batendo na entrada da racha, para
logo quase sair fora, durante largos minutos. Não tardou para
que ambos gozassem. A respiração dele ficou rouca, os
movimentos mais rápidos e com um gemido profundo, se
enterrou todo nela e ejaculou forte, enchendo a xana dela de
nhanha, desencadeando a reação dela, que de novo gozou,
seu leitinho afogando o pau ele.
Ele caiu de costas, ao lado dela, cansado, retomando forças.
Não tardou que o tesão voltasse de novo. Aquela era a noite
da sua fantasia, com a qual tinha sonhado tanto. Estar ali
com a amiga da mulher, podendo fazer o que quisesse, era
demais, um sonho que pensou ser impossivel.
De novo começou a acariciar ela. Os seios, a xota bem
molhada. Aí murmurou baixinho: - Queria comer teu cuzinho,
posso? Ela num murmúrio rouco respondeu: - Pode, mas vai
devagar.
Ela se colocou de quatro, a bunda no alto. Ele se posicionando
por trás, acariciou aquelas nadegas tão desejadas, tão
olhadas através do tempo. De novo sua lingua se enterrou no
cuzinho dela, rodando, entrando. Depois introduziu um dedo.
O cuzinho já estava meio aberto pela caricia anterior e entrou
facilmente. Aí ele usou dois dedos, enterrando lentamente,
até sentir que o esfincter dela se abria e os rodou nele,
movendo, até sentir seu ânus bem aberto...
Estava na hora. De joelhos por trás dela, apontou a cabecinha
do caralho no cuzinho e lentamente a meteu. Ela gemeu, a
mão dela empurrando-o para trás, para ele ir devagar.
Cuidadosamente ele foi introduzindo, sempre atento aos
gemidos dela, até que seus colhões bateram na entrada.
Pronto, estava todo dentro, sua barriga colada, esfregando,
as nadegas macias dela. Aí deixou que ela se acostumasse ao
volume dentro dela, enquanto acariciava suas costas, os
seios.
Ela sentia seu cuzinho todo aberto, como se fosse rebentar,
mas lentamente o incomodo virou prazer. E foi ela mesmo
quem iniciou o vai-vem. Não era ele quem estava fodendo seu
cu. Seu cu é que estava fodendo o pau dele.
A tora dele deslisava bem, quase saindo fora, para logo se
enterrar todo. As mãos dele na cintura dela, ajudando os
movimentos. Os dois gemiam de prazer, cada um querendo
mais que o outro.
Aí ela saltou fora e fazendo ele ficar deitado de costas,
colocou-se sobre o pau, de costas para ele, e sentou-se nele,
até esmagar os colhões, iniciando um sobe e desce rápido,
seu cu fodendo aquela vara dura e tesa. As mãos dele nas
nadegas dela ajudavam o sobe e desce e bem ritmados, sem
parar, se fodiam mutuamente até que ele não aguentou mais
e explodiu, enchendo seu cuzinho de esporra quente, ao
mesmo tempo que a racha dela gozava de novo, sua nhanha
escorrendo por entre as coxas, encharcando os tomates dele.

Exaustos, cairam cada um para o seu lado, ofegantes.


Ele de lado, afagando seu seios, murmurou:
- Foi muito bom, você é incrivel! Podemos repetir noutro dia?
Ela respondeu:
- Ah, concerteza, basta que você queira! Porque não pediu
para fazermos assim mais cedo?
Aí acendeu a luz do quarto.
A Patricia estava de pé, encostada na ombreira da porta.
Quem estava deitada na cama com ele...era eu, a Aline, sua
esposa!
Ele saltou da cama num pulo acrobático, os olhos
arregalados, sem querer acreditar.
Tinha sido uma armação combinada entre eu e minha amiga
Patricia.
Ele envergonhado, me pediu perdão, que o que fizera fora o
realizar de fantasias, que me amava, que nunca imaginara
que eu fosse capaz de realizar todos seus desejos.
Eu perdoei ele. Era meu marido, de quem eu gostava, mas fui
logo avisando que não toleraria mais traições, mas que
também tinha adorado aquela noite, que tinha sido muito
bom.
Então voltamos para nossa casa, depois de eu agradecer à
Patricia, e lá voltamos a repetir o que fizeramos.”
E pronto, aqui fica a primeira parte deste relato.
Como psicóloga, o que constatei é que quase sempre
procuramos fora aquilo que temos em nossas casas...basta
saber chegar lá.
Breve voltarei com a segunda parte deste relato.
Até lá.

Psicóloga – Aline – 2ª parte

Psicóloga – Aline – 2ª parte

Olá, sou a Ana e aqui estou com a segunda parte da história


da Aline.
Tenho recebido muitos incentivos para continuar escrevendo
as histórias que me chegam às mãos, ou contar os meus
casos pessoais. Tenho a “gaveta” cheia de histórias mas tudo
depende do tempo que tenha para escrever.
Como esclarecimento a quem o pediu via e-mail, verdade,
sou descendente de portugueses, daí a minha escrita ser
diferente.
Continuando o relato:

“Oi gente, sou a Aline e estou de volta para contar a segunda


parte da minha história.
Depois do episódio da traição, meu marido ficou bem mais
calminho e cheio de atenções para comigo.
Tempos se passaram e uma noite que voltei a casa, de uma
visita a uma amiga, encontrei-o na sala vendo um filme
pornô, sobre lésbicas e sexo em grupo.
Não estranhei nem comentei nada, ele por vezes via filmes
pornôs e eu também gostava de dar a minha espiada, que
mal tem?
Na manhã seguinte, ao acordar, rolamos um pouco na cama e
em conversa ele confidenciou que uma fantasia dele era que
fizessemos amor a três, nós dois e outra mulher. Até sugeriu
que ela fosse a minha amiga Patricia.
Bom, depois do ultimo episódio em que ele cantou para ela,
eu fiquei de pé atrás, agora via que ele ainda não tinha
esquecido, que a fantasia de a comer ainda estava presente
na sua cabeça.
Convém esclarecer que a Patricia no momento vive só, depois
de alguns relacionamentos falhados, uns hetero e outros
homo. Sim, porque ela também tem tendências
homossexuais, como já tive ocasião de comprovar, mas isso é
outra história.
Então ele insistiu várias vezes nesse sexo a três com ela e eu
sempre me fiz de desentendida, até que não aguentei mais e
concordei:
- Tudo bem, vou falar com ela e vamos fazer, mas com uma
condição! Eu é que faço as regras e só será feito o que eu
mandar!
Ele concordou, sua cabeça já fantasiava o momento de estar
conosco, de poder comer as duas.
Falei com a Patricia e ela aceitou e marcamos para sexta-feira
à noite em casa dela. Chegados lá, conversamos, bebemos e
aos poucos o ambiente foi ficando propício para a nossa festa.
A Patricia foi colando em mim, me acariciando, e lentamente
fomos tirando a roupa, peça atrás de peça, até ficarmos nuas.
O Mauro, meu marido, já fervia de tesão e sem se fazer de
rogado já se despira e se masturbava vendo nós enroladas,
mãos e bocas explorando o corpo da outra.
Na posição de 69, cada uma lambia a xana da outra,
enquanto os dedos penetravam nela. Aí o Mauro se juntou a
nós e logo queria se atirar à Patricia, mas eu mandei que ele
ficasse de pé na minha frente. A Patricia se deitou de costas,
eu ajoelhei sobre sua cabeça, oferecendo minha xota à sua
lingua, que com saber e perícia logo se apoderou do meu
clitoris, lambendo ele, enquanto introduzia um dedo na racha.
O Mauro em pé na minha frente se masturbava e eu mandei
ele chegar perto. Pegando na vara dele, comecei a lambê-la,
desde a cabecinha até as bolas, molhando todo seu pau. Em
seguida engoli-o o mais possivel, chupando com força. Estava
morrendo de tesão, sentindo a lingua e mão da patricia na
minha racha e tanto chupei e masturbei que logo o Mauro
começou a gemer bem alto e sem aguentar mais, gozou na
minha boca. Senti seu leitinho quente e engoli ele até a
última gota, sem parar de mamar.
Aí fui em quem deitou de costas e mandei ele se encaixar
entre minhas pernas e lamber minha rata. Ele não gostou
muito, seu olhos gulosos ainda olhavam para a Patricia,
queria comer ela, mas eu insisti, quem fazia as regras era eu.
Então ele fez o que mandei. Ajoelhando entre minhas pernas,
baixou a cabeça até minha xota e sua lingua acariciou o
clitoris, lambendo e chupando. Ao mesmo tempo introduziu o
polegar na racha e o dedo médio no meu cuzinho, os dois em
conjunto, iniciando um vai-vem com eles, sem parar com a
lingua no clitoris. Eu delirava de prazer, estava a ser bom
demais.
Aí fiz sinal para a Patricia e ela já sabia o que fazer.
Ela tinha um bom sortido de consolos, dildos e coisas assim.
Então pegando num cinto com um consolo encaixado,
aproximou-se do Mauro. Ele na posição em que estava, de
joelhos, a bunda no alto, estava vulnerável e ela pegando no
consolo na mão roçou ele no rego dele, de cima abaixo,
detendo-se mais na entrada do cuzinho dele. Ele ao sentir o
corpo estranho roçando na sua bunda, queria levantar,
protestando, mas eu forcei a sua cabeça entre as minhas
pernas, apenas dizendo:
- Sou eu quem faz as regras, lembra?
Ele não gostou muito, mas tinha concordado com as
condições, então só tinha que aceitar o que ali viesse.
Aí a Patricia apontou o pau na entrada do cu dele e
lentamente foi empurrando. Ele gemeu, sua boca enterrada
na minha buceta. O consolo dela era bem grande, acho que
uns 18x4 cm, com cabeça vermelha, realistica. Quando a
cabeça entrou, ela recuou e de novo enfiou, agora mais um
pouco. Ela sabia como fazer, tinha experiência. O Mauro
suava e gemia, sentindo seu cu se alargar ao máximo. A
Patricia com calma e saber, conseguiu encaixar todo o pau no
cu dele, até sentir sua barriga colar na bunda dele, as bolas
do consolo batendo na entrada. Pronto, já estava. Deixando
ele ali parado, para a bunda dele se acostumar, roçou sua
barriga nela, fazendo ele ficar descontraido. Então começou
um vai-vem, o caralho dela quase saindo fora para logo bater
no fundo...por vezes tirando fora para logo meter duma
enfiada até o fundo.
Reparei que ele começou a gostar. Seus gemidos já eram de
prazer. Sua boca chupava minha buceta com mais força, seu
dedos fodiam ela e meu cu em conjunto, bem rápido. Eu via o
rosto da Patricia enquanto ela comia o cu dele. Ela estava
extasiada, gostava mesmo de fazer aquilo. A visão que ela
tinha ao ver seu pau deslisar no cu dele era gostosa demais
para ela e não tardou a gozar, com um gemido bem alto
enquanto enterrava o consolo todo até o fundo. Eu também
não aguentei mais. Ao ver ela gozar e com as caricias que
meu marido me fazia, gozei forte, sentindo meu leitinho
ejacular da minha racha direto à boca dele.
Caimos todos de costas, cansados, para retomar forças. O
Mauro só tinha gozado uma vez e queria mais. Começou a
acariciar a Patricia e preparava-se para a montar, mas eu
mandei ela ficar na mesma posição em que eu tinha estado e
ele fazer com ela o que tinha feito comigo. Mais uma vez ele
não gostou, queria mesmo enfiar seu pau nela, mas eu
relembrei as regras.
A Patricia ainda estava com o cinto e o consolo acopulados e
ele ajoelhou entre as pernas dela. Agora para além da xota
dela, tambem tinha um pau para mamar. E ele começou. A
lingua começou na racha e foi subindo até as bolas do consolo
e percorrendo ele todo até a cabecinha, mamando nele.
Entretanto eu tinha pegado noutro cinto-consolo da Patricia,
ela tinha vários, e o enfiei na minha cintura. Também queria
saber como era comer um cu de homem. Só depois de o
colocar é que reparei que aquele era bem maior que o que a
Patricia tinha usado, uns 22x6 cm. Mas já que estava
colocado, era hora de o usar. Vi que o Mauro continuava
chupando o consolo da Patricia e aí com as mãos abri sua
bunda, vendo que seu cuzinho estava bastante aberto,
embora não fosse o bastante para o meu consolo. Encostando
a cabecinha nele, fui empurrando, forçando. Ele urrou, o pau
era grosso demais, mas eu não estava nem aí. Lentamente fui
metendo até sentir a resistência diminuir. Pronto, estava
dentro e fui metendo, metendo, parecia que nunca mais
acabava de entrar, até que as bolas dele bateram na entrada
do cu. Aí parei, deixei ele acostumar.
Com a mão comecei a punhetar o pau dele, que estava duro
como nunca tinha sentido. Ele gemeu. Tinha uma mão
enrolada no consolo da Patricia e a boca enterrada na xota
dela. Aumentei o ritmo da punheta e ele começou a mover-
se, para trás e para a frente. Eu acompanhei o movimento,
meu pau deslisando em seu cu, fodendo ele sem parar. Tirava
fora e via que ele estava aberto demais e logo enfiava todinho
até o fundo. Agora eu entendia o extase da Patricia, entendia
o porquê da cara de gozo dela. Estar assim comendo um cu
nos torna poderosas, no controle da situação e a sensação
era boa demais. Aumentei o ritmo, cavalgando no cu dele
enquanto minha mão punhetava seu pau sem descanso.
Começamos os três a gemer bem alto, as respirações fortes.
Iamos gozar.
Eu senti minha rata explodir, meu leitinho escorrendo entre
minhas coxas e ouvi um gemido rouco da Patricia, de alivio.
Na minha mão senti o caralho do Mauro latejar, expelir seu
leite, duma forma intensa, parecia não acabar mais.
Cansado ele se deixou cair em cima da Patricia, eu
acompanhando ele, o pau ainda enterrado em seu cu. E
ficamos ali, ensanduichados, cansados.
Depois de algum tempo tomamos banho e preparamos para
voltar para nossa casa.
Aí perguntei para ele:
- Então, foi bom este sexo a três, esta orgia?
- Poxa, meu cu doi para cacete. Acho que está todo
rebentado!
- Pois é meu querido, tudo tem um preço. Você não queria
saber como é estar com duas mulheres? Agora já sabe!
E voltamos para casa, ele com certa dificuldade em caminhar.
Durante muito tempo ele não voltou a tocar no assunto, mas
depois...”

E aqui fica a conclusão deste relato.


Espero que tenham gostado, embora saiba que vai ter quem
critique, mas não se pode agradar a toda a gente, né?

Psicóloga – Dupla Penetração

Psicóloga – Dupla Penetração

Olá, quem leu meu anterior conto sabe que me chamo Ana e
sou psicóloga, sexóloga e conselheira matrimonial.
No último conto contei como venci todas as barreiras e passei
a ter uma vida sexual rica em pormenores e plena de
satisfação.
Aqui estou de novo para contar um outro episódio.

Num fim de semana quente, eu e meu marido resolvemos


fazer algo diferente e fizemos camping numa cachoeira. Lugar
maravilhoso com águas limpidas e tépidas, arvores e um
gramado lindo e mais importante, deserto, sem vizinhos
barulhentos ou poluidores.
Com toda essa liberdade, quase não usavamos roupas e
assim satisfizemos uma das nossas fantasias, nudismo ao ar
livre.

Na primeira tarde, depois de nos termos banhado nas águas


correntes, ficamos deitados na grama, meio adormecidos
sentindo as caricias do sol na pele molhada. Não tardou que
iniciassemos caricias, beijos...
Eu estava deitada de costas e aí meu marido se colocou sobre
mim, mas em posição invertida, vulgo 69. Aí senti sua lingua
tocar meu clitoris, primeiro ao de leve e depois mais rápido.
Eu levantava a anca me oferecendo a ele, minha xota
começando a fervilhar de tesão. Ele sem parar deslisava a
lingua pelos lábios dela e indo mais abaixo até meu cuzinho,
rodando a ponta da lingua na entrada dele, aos poucos
penetrando. Eu entrei em êxtase, gemendo de prazer.
Na posição que estavamos, ele invertido sobre mim, seu pénis
estava sobre meu rosto, teso, latejante. Comecei a acaricia-
lo, a mão punhetando enquanto a lingua se enrolava ao redor
da cabecinha e percorrendo todo ele até suas bolas, para logo
voltar à cabecinha, engolindo, chupando. De novo a lingua
percorreu toda a extensão do membro, detendo-se um pouco
nas bolas, para depois continuar o caminho pelo escroto até
seu cu. Tal como ele fazia comigo, minha lingua rodava na
entrada do dele, molhando, entrando o mais possivel. Ele ao
sentir minha lingua penetrando seu cu, gemeu de prazer e
aumentou o ritmo das caricias na minha racha, a lingua
penetrando profundamente nela. Com seu ânus molhado,
apontei e enterrei nele meu dedo médio, lentamente até
atingir o fundo, a boca de novo no pau, mamando com gosto.
Com ritmo, movia o dedo em seu cuzinho num vai-vem
certinho com o meu chupar. Ele gemia de prazer ao sentir a
dupla caricia. Mamada no pau e dedo no cu.
Ele não quis ficar para trás, lambia e chupava meu clitoris e
também enterrou seu dedo no meu cuzinho. Os dois loucos
de tesão, cada um procurando dar mais prazer ao outro
enquanto sentiamos também.
Não aguentamos muito esse prazer. Senti que ia gozar e
aumentei o ritmo das caricias nele. Meu dedo bem rápido
enrabando seu cu que se apertava forte, o pau tocando na
garganta enquanto chupava sem parar. Senti que ele também
aumentou o ritmo lá embaixo. De um dedo ele tinha passado
para dois dedos enfiados no meu cu e também me enrabava
sem parar, enquanto chupava meu clitoris duma forma
gostosa.
Gozei! Gozei uma, duas vezes seguidas..
Ao mesmo tempo senti o latejar mais forte do pau dele e logo
de seguida minha boca foi inundada de esperma quente e
saborosa, que engoli sem parar de chupar.
Cansados deixamo-nos cair lado a lado, trocando beijos e
caricias.

Não tardou que seu pau se entesasse de novo. Ele queria


mais, e eu também!
Então me coloquei de quatro, a bunda bem empinada,
oferecendo minha xota para ele, que duma só vez penetrou
até o fundo, iniciando um delicioso vai-vem nela.
Na minha cabeça surgiu uma fantasia que ainda não tinha
realizado.
Como já contei, nas nossas relações passou a ser frequente o
uso de consolos, que habitualmente eu uso para comer o
cuzinho dele. Muitas vezes ele também gozou no meu cu,
mas sempre com seu pau. Aí quis saber que prazer dá sentir
um consolo enfiado nele e pedi para ele fazer isso.
Então ele pegando no toy grandão que eu usava nele, melou
ele com lubrificante e apontou a cabecinha na entrada do
meu rabo, começando a introduzir. Nossa, ele era bem grosso
e doía pra caramba e pedi para ele ir bem devagar. Meu cu
estava meio aberto pelo uso dos dedos dele, mas o toy era
grosso demais, bem mais que o paude verdade dele. Ele não
me queria causar dor e foi muito carinhoso. Metia um pouco e
retirava fora, depois metendo de novo mais um pouco, até
que meu cu se acostumou a ele e senti ele entrar até meio.
Lentamente ele foi empurrando até que senti que estava todo
dentro. Senti meu cu esticado ao máximo, mas a sensação
era gostosa. Agora eu entendia porque ele gostava tanto que
eu penetrasse seu cu com aquele consolo. Era bem gostoso!
Com o toy todo enterrado na minha porta traseira, ele enfiou
seu pau de verdade na minha xota, até os colhões baterem
na entrada.
Já estava! Eu estava a ser duplamente penetrada e era bem
gostoso.
Meu marido segurando o toy com uma mão, a base colado na
barriga dele, começou a foder minha xota em ritmo rápido, e
claro, o consolo se movia junto.
Sentia os dois paus me penetrarem em conjunto, os dois
buracos bem preenchidos e gemia de tesão. A sensação era
boa demais e eu incentiva ele:- Vai meu querido, me fode!
Foda minha racha e enrabe meu cu sem parar.
Eu me movia junto com ele, indo à frente e recuando,
deixando que os paus se enterrasem bem fundo em mim.
Senti um calor me percorrendo. Sentindo que ia gozar,
aumentei o ritmo do meu vai-vem e não tardou que minha
xana explodisse em gozo. Enchi o pau dele com o meu
leitinho.
Ele arfava, gemia de prazer. Cada vez mais rápido me
penetrava. Os dois paus quase saiam fora para logo baterem
no fundo. E aí gozou também. Colando a barriga nas minhas
nadegas, gozou bem dentro de mim, o pau expelindo leitinho
em espamos. Eu apertei-me o mais possivel. Minha xana
apertando seu pau, não o querendo soltar. Meu cu todo
fechado sobre o toy enterrado nele até o anel.
Foi maravilhoso. Não sei porque ainda não tinhamos
experimentado assim, mas sabiamos que agora tinhamos
mais uma variante para o futuro.
Depois de tanto gozo, tantos fluidos correndo pelos nossos
corpos, a agua da cachoeira era convidativa demais e
mergulhamos nela, deixando que refrescasse nossos buracos
que ferviam.

Somos ambos heterossexuais, não queremos relações


homossexuais, nem grupais, mas sabemos fazer uso dos
nossos recursos e usamos eles ao máximo sem tabus ou
pudores.
Como conselheira matrimonial, sempre dou como conselho
aos meus clientes que dentro das paredes de uma relação
verdadeira, não existem limites para as fantasias. O limite
está no querer de cada um e sendo de comum acordo não há
nada que seja menos próprio ou vergonhoso.
Usem seus recursos e gozem.
Desejo de ser Corno 1

Desejo de ser corno....

Bom tudo aconteceu quando passei a ler as revistas private,


brasil e outras com contos eroticos revistas que guardo ate
hoje em meu armario afinal que não tem
uma....rsrsrsrsrs.....e sempre lendo todos sempre lia os
contos em que o marido gosta de ver outro homem com sua
esposa, foi ai que senti uma vontade de ver outro homem
fudendo minha noiva, para pedir uma prova de amor e se ela
me amasse mesmo falei que por ser um homem liberal
gostaria que ela escolhece um homem para fuder com ela
bom ela não teve duvida foi fuder com seu vizinho onde ele a
fodeu de todas as formas mas dele ela não gostou por ter um
pau pequeno...quando ela me falou que o meu desejo de ser
corno foi realizado fiquei feito um louco de pau duro acabei
tocando punheta...e ela me falou que no final de semana
seguinte ia fuder com um ex..namorado de infancia dela que
ela nunca tinha transado pois eu fui primeiro a ter aquele
cabaço..bom mais voltando ao que interessa ela foi sair com
seu ex....de infancia foi a uma cachoeira e la eles estavam
sozinho ela não perdeu tempo foi logo se abaixando e
colocando aquele pau do tamanho do meu de
aproximadamente 21 cm na boca, chupava feito uma louca e
ate engoliu a porra depois foi a vez dele chupar sua bucetinha
toda depilada que fica uma delicia ele a fez gozar ali
mesmo...ela não perdeu tempo colocou ele deitado em cima
de uma pedra e sentou com sua buceta e foi subindo e
descendo socando com muita força parecendo um bate estaca
e gozando varias vezes, depois ficou de quatro e foi fuder no
seu cuzinho o seu ex...meteu tudo deixando ela louquinha de
tezão com aquele pau de 21 cm no seu cu, e ela adorando por
eu ser um homem liberal e corno..nunca fui de esconder isso
pra ela pois todos os homens tem esse desejo de ser
corno...e que disser que não esta mentindo, passou esses 2
finais de semana que fiquei sem ver minha noiva falei que ela
teria que vir ate minha casa na semana seguinte a recebi com
um beijo na boca de homem apaixonado e amando a mulher
que tem, conversamos bastante onde ela me contou todos os
detalhes e não deu outra fomos para a cama e fudemos
bastante onde eu chupei ela todinha na buceta onde aqueles
machos a fuderam com vontade e a minha vontade foi maior
do que a deles pois enquando mais eu fazia amor com minha
noiva mais ela me contava como foi com os dois caras que ela
fudeu e os dois tinham o mesmo nome Flavio o vizinho e o
ex. namorado...ate hoje quando eu vou a casa dela eu passo
por eles e eles sabem que foi eu que pedi para ela fuder com
eles....mas ninguem toca no assunto pois mesmo que
tocassem ela não iria fuder com eles novamente....assim eu
vou seguindo minha vida de corno e sempre com desejos de
ver ela fudendo com outros.....continua. Kasalmarfab

Desejo de Ser Corno 2

Continuando com Desejo de Ser Corno 2....

Depois de ter liberado minha noiva para fuder com outros e


no final de semana seguinte eu mesmo fuder ele bem forte,
decidimos frequentar a praia de nudismo do rio...Praia do
Abrico....passamos a frequentar todos os finais de semana
mas o tempo sempre estava nublado...tambem era o mes de
janeiro e como sempre nesse mes o tempo nunca esta bom,
mesmo assim sempre indo a praia e sempre curtindo com
minha noiva na praia o segurança é um cara maneiro tem
muita gente legal, mas tem sempre um curioso e pela saco
que fica fazendo sinais e querendo fuder a mulher dos outros
rsrsrsrsrs...bom depois de muitas indas e vindas nesta praia
não deu em nada ninguem interessante so algumas mulheres
curiosas que queriam ver como era a praia...foi ai que
conversando com minha noiva lembrei de um amigo de
infancia quando jogavamos futebol comentei com ela se ela
toparia sair com ele os tres, ela topou na hora liguei para
esse meu amigo que atualmente mora ali perto do paris cafe
e conversei com ele se ele toparia transar com minha noiva
na minha frente e ele disse que sim....marcamos o horaio e
seguimos para lá, apos encontrar este amigo nosso
come4amos a conversar e logo seguimos para a casa
dele...apos chegar conversa vai e conversa vem....dei um a
cutucana na minha noiva e falei para ela tomar a iniciativa
não deu outra ela foi logo tirando a roupa dela ficando
nuazinha e esse meu amigo tambem, ela partiu para cima
dele e foi logo pagando um sexo oral chupava tanto que por
pouco o meu amigo não gozou....na cara dela pois deveria a
putinha engole toda a porra, apos chupar bastante o pau
desse meu amigo chegou a vez dele ele colocou ela deitada
na cama de pernas abertas e começou a chupa sua bucetinha
depilada, ela gemeu tanto enquanto ela gemia ele chupava
mais ainda, a danada ficou em loucuras com a chupada no
grelo e varias metidas de dedo na buceta para ajudar....apos
essa chupação toda chegou a vez dela sentar naquele cacete
com vontade, meu amigo deitou-se na cama de pau para
cima e minha putinha colocou a camisinha nele sentou-se
bem devagar na quele pau e começou a subir e descer bem
devagar depois foi almentando o ritimo das estocadas parecia
ate que estava batendo estaca....enquanto isso eu so
fotografando e olhando e tambem aproveitava para dar uns
beijos nela e botar meu pau para ela chupar ficou naquela
posição ate ele gozar de tanto ela meter, apos ele trocar de
camisinha ela pediu para ele passar ky pois estava ficando
ressecada, ela aproveitou para colocar ele sentado no sofá e
sentouse no pau dele virada de frente para mim e começou a
fuder novamente nunca vi esse meu amigo fuder ela tando foi
deitada, em cima dele ele ajoelhado fudendo ela mas teve o
melhor momento foi quando ela sentou no pau dele virada de
frente para ele e eu fui meter no cuzinho dela não acertei de
primeira pois meu pau foi direto para a buceta dela que ja
tinha o pau do meu amigo ela deu um grito de dor e prazer
que eu não fiz questão de tirar meti mais ainda foi uma dupla
penetração vaginal, a bucetinha dela levou bastante pau
como não sou de pau pequeno são 21cm ela delirou de dor e
prazer, e gozou feito uma doida não perdi tempo enquanto
meu amigo continuava na buceta eu fui enfiar no seu cuzinho
para fazer uma dp nela cuzinho e buceta olha que a putinha
adorou e pediu para meter com muita força do jeito que ela
gosta, deichamos ela toda arregaçada de tanto meter, quando
eu gozei no seu cuzinho retirei meu pau e fui no banheiro me
lavar quando eu volto vejo minha putinha de quatro e meu
amigo atras dela so fudendo seu cuzinho com força do jeito
que ela gosta e eu aproveitei e tirei as minhas preciosas fotos
para sempre mostrar a ela o quando eu gosto de ver ela
fuden do com outro, depois dela ter fudido com esse meu
amigo ela tomou um banho colocamos a roupa e fomos para
a sua casa, apos chegar tomamos outro banho e fomos nos
deitar e olha o que deu começamos conversar e a ver as fotos
na maquina digital sentimos o maior tesão e começamos a
transar novamente ela me chamando de corno e eu fudendo
ela com a maior força e ela so gemendo...quando terminamos
ja estava em bem cansados eram aproximadamente umas 4
horas da manhã quando fomos dormir ....no dia seguinte nos
arrumamos e fomos curtir o sabado...ate hoje ela quer fuder
novamente com esse meu amigo...so que ele quase não tem
tempo.....enquanto isso continuo a arrumar outros homens
solteiros e casais para participar com agente.....só quem é
corno para amar o que a sua esposa faz para te dar
prazer......

Continua desejo de ser Corno 3....

Descobrindo o que não queria 1

Tenho 35 anos sou simpatico e namoro desde os 16 e de lá


pra ca eu sempre tenho namorada, nunca fico sozinho por ser
bom papo, descolado, ser altão e de corpo definido e de ter
meu trampo pra sustentar as baladas que as namoradas
curtem. Na moral eu sou um cara comum sem problemas.
Semana passada eu estava num restaurante bem proximo do
shopping Vitória, aqui em Vitória capital do ES, e lá e um
casal muito interessante mandou um chope pra minha mesa.
Estranhei mas o garçom que levou o chope mostrou o casal e
eram bem simpaticões e a mulher era uma gataça fuderosa.
Notei que ela ja tinha passado dos 30 mas era uma lourona
bonita pra caraleo e o cara era mais jovem e meio franzino e
largadão, tipo baixinho e meio inofensivo.
Eu agredeci o chope de longe e depois que acertei a conta fui
na mesa deles fazer uma graça porque podia ser algum
conhecido ou cliente que eu não estava reconhecendo e eles
me convidaram pra sentar e levar um lero.
Sentei e fiquei de cara quando amulher falou na lata que eles
eram namorados e que ela tinha me achado um tesão e
queria saber se eu topava comer ela junto com o namorado.
Porra na hora eu achei que era sarro porque essas paradas a
gente lê em conto metido a erótico e nunca acontece mas
estava lá acontecendo comigo e eu vacilando e achando que
era suadouro ou armação dos dois.
Levei um papo pra sondar o terreno e eles eram bem
educados e o cara era tão fracote que na mão ele ia se dar
mal comigo então eu dei a doida e resolvi topar mas avisei
que ainda ia demorar duas horas pra eu sair.
Eles toparam esperar e eu achei que era garganta e eles iam
pular fora rindo da minha cara. Na hora marcada encontrei
com eles já estava no corredor, parados me esperando cheios
de bolsas.
Eu pensei fudeu, a parada é a sério. Ou é foda mesmo ou vou
ser assaltado e pensei em pular fora. Como não tinha mais
compromisso naquele dia eu pensei mais um pouco e resolvi
deixar rolar.

nós fomos pra garagem conversando e eu tentando fazer cara


de paisagem mas sem tirar os olhos do corpo da louraça que
era super gostosa,com um burrão e um sorrisão de dentes
perfeitos. O papo era casual e interessante e eu fui relaxando.
Na garagem o cara pegou um Mazda que eu nunca tinha visto
mas eu fingi que nem notei e nem elogiei o carrão dele nem
fiz comentário.
Ela botou as bolsas no banco de trás e sentou na frente com
o cara. O carro tocou pra zona nobre da cidade e o papo foi
ficando cada vez mais sacana e mais explicito. Ela virou pra
trás, abriu uma das bolsas e mostrou uma langerie que tinha
comprado espécial praquela noite e eu babei. Vermelha, super
tesuda e provocante.
Chegamos no motel e não tinha vaga e a mulher ficou uma
arara. O cara nem esquentou e tocou pra outro motel. Esse
era bem caro e tinha vaga e eles pegaram um puta suite. A
mulher estava cada vez mais safada nos papos e pronta pro
abate. O cara só dava risada e dizia pra eu não esquentar que
ela era ninfa mesmo e estava tudo certo.
Entramos na suite e como na área externa tinha uma
piscininha com mini cascata escorrendo ela já falou pra gente
tomar um banho ali mesmo já se conhecendo melhor. Eu
fiquei meio surpreso mas já tinha entregado a deus e liguei o
foda-se. A louraça, vou chamar de janaína pra facilitar, pegou
sobonete e toalha pra todos no banheiro e trouxe pra piscina.

Cara a Janaína tirou a roupa primeiro até meio na afobação e


sem muito estilo mas a filha da puta era muito da gostosa.
Toda branquinha, peitão com mamilo rosadino, uma bunda
linda, coxas e pernas maravilhosas e a buça era só uma
fendinha sem nenhum pentelo e nem aquelas carninhas
aparecendo. Era toda durinha e só o sorriso já me levantava o
pau.
O baixinho piscou o olho e perguntaou se ela estava aprovada
e eu nem respondio direito e fui tirando a roupa. Botei bem
longe deles tudo dobrado pra proteger a minha carteira e
meus documentos. Eu ainda estava desconfiado e resolvi não
dar mole.
Tirei a roupa e a muilher já na piscina se ensaboando na
maior farofada parou pra aplaudir. Dai o baixinho tirou a
roupa tambem e eu ja cismei logo com o pau do cara que era
maior que o meu e estava molão ainda. Já fiquei meio deprê
e tal mas tudo bem.
Entramos na piscina e o baixinho me passou a gata e ficamos
no maior amasso com ela me ensaboando, lambendo o meu
pescoço e passando a mão nos meus ovos e no meu pau.
Empinei facinho pra ela. O cara ficou se ensaboando,
mergulhou e depois sentou na borda da piscina, de perna
aberta se punhetando e olhando a gente.
É o seguinte, o meu pau tem 16 cm e o do cara ela daquele
que apontava pra cima e passava do umbigo dele. Tinha mais
de 20 cm na boa e a grossura era bem mais do que o meu
pau.
Numa hora lá que a Janaína estava lambendo o meu ombro e
me chamando de gostoso eu olhei pro baixinho e o cara
estava sentado de perna aberta, todo curvado com uma mão
puxando o pau pra cima, a outra abrindo o buraquinho do
mijo com os dedos e lambendo ali com a propria lingua. O
cara tinha pau comprido e espinha flexível suficiente pra se
chupar e eu me senti meio no prejú novamente. Mas foda-se
eu saquei que os dois eram realmente putos e a noite ia ser
daquelas de ficar na memoria pra sempre.
O cara me olhou, riu e perguntou se eu não estava
interessado em chupar a buça da Janaína. Ela sentou na
borda da piscina, abriu as pernas e eu chupei aquela micro
buceta toda babadinha com um creme cheiroso que me
deixou malucão com a pica quase estourando. Aquela buça
era fantástica. A porra da mulher nasceu pra dar aquela buça
e gemia gostoso com as minhas chupadas.
Eu olhei pra cima e o baixinho já tinha se chegado com a
toalha e estava enxugando a louraça. Ele começou a mamar
nos peitos dela e mandou eu lamber o grelo forte que ela
gostava. A gostosa gozou bonito de perder o folego.
Eu aproveitei pra sair da piscina e me enxugar porque o frio
estava pintando mas o pau não arriou nem assim. A safada
caiu de boca em mim e me pagou uma gulosa que eu quase
vi estrelas. Ela chupava bem babado com perfeição,
molhando os ovos e lambendo nas áreas sensíveis do saco e
da virilha.
Eu avisei que ia pagar mico de gozar e ela parou. O cara ficou
me zoando e a mulher foi no quarto e voltou com uma
camisinha. Eu so pensava que tinha que comer aquela puta
primeiro porque quando o baixinho enfiasse aquele caralhão
nela ia afrouxar a buça completamente e perder a graça.
Ela me deu a camisinha, eu encapei a pica mas ela foi
correndo pro quarto e nós fomos atras. Ela pegou a sacola e
vestiu a langerie sexy que tinha comprado e ver aquela
mulher toda gostosa vestindo a calcinha cavada e as meias de
seda me deu um tesão monstro. O pau babava sozinho dentro
da camisinha.
Ela deitou na cama e o baixinho mandou a letra tipo pode
fuder ela do jeito que vc quiser. Eu pulei nela, que se
arreganhou e eu puxei a calcinha pro lado e meti o pau na
pressão. Mesmo toda babada aquela micro buceta era um
aperto só e o pau entrava e saia bem cremoso numa
lubrificação grossa e perfumada.
Olhei pro cara pra saber se ele estava na dele ou aprontando
alguma. O baixinho estava sentado na poltrona de novo
arreganhado, olhando pra gente todo curvado e se chupando.
A gata estava meio aérea de tesão mas manjou que eu estava
de olho no cara e falou pra eu não me preocupar que o
namorado dela era bem puto e adorava ver ela entrando na
vara. Perguntou se eu tinha inveja da habilidade dele de tocar
bronha se chupando e eu confessei que era interessante e
que se todo homem pudesse fazer aquilo com certeza ia fazer.
O baixinho estava taradão, de olho ambaçado olhando pra
gente e se chupando pra valer numa posição meio
ginecológica. Ele curvou a espinha no encosto da poltrona,
puxou as pernas em direção aos ombros, botou os braços por
cima das coxas se agarrando nas pontas das braçadeiras da
poltrona e forçando o corpo a se curvar mais e se mexer pro
pau entrar e sair da boca.
Achei aquilo uma puta devassidão e depravação dele fazer
isso na frente de um estranho metendo o ferro na mulher
dele e mesmo aquela micro buça sendo uma delicia eu gozei
mais rápido so de tesão de comer a mulher com o baixinho
fazendo aquela sem vergonhice pra gente ver.
Dei-lhe uma gozada mara, bem demorada e enchi a
camisinha de porra. Tentei segurar pra ela gozar junto mais
não deu porque ver aquele cara se chupando era um levanta
tesão fuderoso, ainda mais que o cú dele estava virado pra
gente e dava pra ver ele dar umas piscadas fortes no cú de
trincar caroço de ameixa. Confesso que aquela depravação
toda do exibido me deixou loucão e apressou a minha
esporrada.
Virei pro lado pra voltar a respirar com meu pau meia bomba.
Tirei a camisinha e fui no banheiro jogar no vaso, qdo voltei
pra sala a mulher estava agachada com a cara na bunda do
baixinho lambendo o cuzão dele enquanto ele se chupava. O
safado revirava os olhos e a mulher enfiava os dedos no cú e
abria pra chupar por dentro do buraco que ficava.
Eu nunca tive problemas com isso e ja tive duas namoradas
que curtiam lamber o meu cú e eu sinto tesão mas nunca
tinha visto assim aquela cena íntima exposta pra eu ver sem
ser em video de putaria. O baixinho não estava nem aí pra
mim e a minha pica subiu de novo.

continua...

sobrinha saborosa

Olá, me chamo PAULO, tenho hoje 25 anos, a história que


vou contar ocorreu ha 5 anos , más só tive coragem de contar
agora, eu moro com minha mãe e tenho uma irmã casada e
ela tem uma filha com 15 aninhos hoje, e foi com essa minha
sobrinha que tive minha melhor transa até hoje, o nome dela
é GABRIELA, eu a chamo de GABI, na época ela tinha 10
aninhos, tudo ocorreu da seguinte maneira, em uma quarta
feira eu convidei minha mãe para visitar minha irmã a noite e
ela aceitou, então liguei pra minha irmã e disse que a noite
nós iriamos visita-las, ela disse que podiamos ir e que ia
esperar, então logo após a janta eu e minha mãe fomos , ao
chegar na casa da miha irmã ela nos recebeu entramos na
sala e conversamos um pouco , eu ainda não tinha visto a
GABI pois ela tinha ficado no quarto, eu então perguntei dela
pra minha irmã e ela disse : ela esta no quarto e foi chama-
la, então ela veio pra sala e pediu a bençao de minha mãe e a
minha também, e logo começamos a bater papo , minha mãe
com minha irmã e eu com GABIZINHA, eu perguntei a ela
oque ela estava fazendo, antes da gente chegar e ela disse
que estava jogando video game e me convidou pra jogar com
ela , eu aceitei e disse pra minha irmã que ia jogar com ela ,
então fomos pro seu quarto sentamos no carpete e
começamos a jogar um contra o outro , a GABI estava com
uma sainha pequena , más eu não tinha nem notado nesse
detalhe pois era minha sobrinha, até que certa vez ela foi se
levantar para trocar o cd do jogo e na inocencia ficou de
quatro então eu vi sua calcinha toda atolada em seu
reguinho, eu tentei desviar o pensamento , mas ela ja tinha
um corpinho desenvolvido , só não tinha seios formados ,
jogamos bastante e por varias vezes ela se debruçava em
mim sem saber que já estava me dado tesão, certa vez ela
sentou no meu colo e disse que eu era o tio mais bonito que
ela tinha, eu sem saber oque falar só disse que ela também
era uma gatinha, a partir dai ela começou a ficar meio
açanhadinha e me abraçava , nisso eu dei umas passadas de
mão nas sua perninhas, sempre disfarçando, e ela notou
certa hora que eu estava de pau duro, más continuava com
gracinha, más o tempo passou e minha mãe me chamou pra
ir embora , então eu me despedi dela e ela disse que gostou
muito de jogar comigo, despedi de minha irmã e fomos
embora, antes de dormir fui tomar banho e meus
pensamentos estava la na GABIZINHA, mas me segureie e
não bati punheta, meu corpo desejava, más segurei.
No outro dia cedo fui trabalhar e por volta das 9 horas a GABI
me ligou e disse: tio o sehor ta fazendo oque agora?Eu
respondi: o tio ta trabalhando, porque ? Ela disse , é que eu
queria jogar video game, más é chato jogar sozinha.eu então
perguntei, porque você não joga com sua mãe? Ela me
respondeu, minha mãe saiu, e só vai voltar a tarde.
Como eu trabalho por conta, eu respondi ,ta bom o tio so vai
terminar de atender um cliente e depois eu vou ai, ela
respondeu ta bom vem logo, nisso meu pau estava duro igual
uma pedra, então teraminei de atender o cliente e fui,
cheguei la nove e meia, toquei o interfone e ela abriu o
portão e eu entrei , quando eu a vi na cozinha ela estava com
uma camisolinha transparente que dava pra ver sua calcinha
amarela e os biquinhos de seus peitinhos começando a
despontar.Ela se fez de inocente mas percebeu que eu a
encarei diferente, e disse vamos lá GABI hoje tem ser valendo
alguma coisa, ela disse ta bom tio, e fomos pro quarto e
começamos a jogar e eu falei se eu ganhar eu posso te pedir
alguma coisa e se eu perder você me pede , ela disse tudo
bem, ela tava me matando de tesão toda açanhadinha, eu
percebi que ela tava com muito fogo e ganhei o jogo e disse
,agora posso te pedir oque quiser, tomei coragem e disse,
GABI oque eu quero é um beijinho seu , ela disse ta bom e
me deu um beijo no rosto, mas eu falei , GABI tem que ser na
boca, ela se assustou e disse, mas você é meu tio, e eu
respondi, eu sei mas ninguem ta vendo, vem cá senta no meu
colo que eu te ensino beijar, ela ficou meio sem jeito mas veio
e sentou no meu colo, eu tirei seus cabelos do rosto ela
fechou os olhos e eu dei um beijoem sua boquinha
pequenina, ela se soltou e retribuiu, eu alisei sua perninhas e
levei minha mão até sua bucetinha, ela então se levantou
rapido e disse para tio isso não podi, eu respondi desculpa
filha é que você esta me matando de tesão, vem cá me beija
mais , ela voltou eu fiz um carinho em seu rostinho e a beijei
de novo e comecei a esfregar sua bucetinha sem ela negar,
então pedi pra ela tirar a camisola e ela sem serimonia tirou e
ficou só de calcinha eu comecei esfregar minha mão
novamente na sua xotinha dando tesão nela e vi que ela
fechava os olhinhos de tesão então me sentei no chão e pedi
pra ela ficar em pé na minha frente, ela se aproximou eu eu
puxei sua calcinha de lado e comecei a sugar sua bucetinha,
levando ela ao delirio, nossa que xaninha saborosa, sem
nenhum pelinho , suguei com muita vontade por um bom
tempo até que ela derepente pro meu espanto explodiu num
gozo em minha boca, ela gemia baixinho e dizia ai tio isso é
muito gostoso, xupa mais , e eu a suguei sem parar levando
ela ao segundo gozo, então com o pau latejando de tesão me
levantei e pedi pra ela ficar de quatro, acabei de tirar sua
calcinhae a vi por trás , era a coisa mais linda, uma bundinha
branquinha e redondinha apesar de pequena e dava pra ver
seu rachinho virgem, logo comecei a esfregar meu pau ali ,
esfreguei do cusinho até o grilinho más fiquei só esfregando,
pois não queria quebrar seu cabacinho naquele dia, mas o
tesão era tanto que não foi nem dez minutos e eu enchi sua
bundinha de porra , gozei pra caramba e fiquei alisando meu
pau melado de porra na sua xotinha até ele amolecer depois
de um bom tempo, então limpei meu pau e sua bucetinha e
nos vestimos, eu então perguntei, gostou GABIZINHA?Ela
respondeu foi gostoso tio , e eu falei você é muito gostosinha,
sua xotinha é muito saborosa, quando você quiser é só me
telefonar, más ninguem pode saber disso ta bom , agora o tio
vai embora, era por volta do meio dia e na sala eu ainda dei
um delicioso beijo de despedida nela.
Este conto foi como eu xupei a bucetinha da GABI, um mes
depois eu quebrei seu cabacinho, e contarei no próximo conto
até mais, um abraço a todos!!!!!!!!!!!!!

Da sala de aula à foda

Bom, meu nome é Daniel, tenho 19 anos.


Tudo começou quando eu entrei pra um colégio novo no
primeiro ano. Tinha uma garota muito gostosa por lá, aliás,
várias. Quando chegou lá para o meio do ano a conversa foi
se aflorando com todos. Conheci dentre elas, uma garota
chamada Taíssa que era muito safada; ficava provocando
todos os homens, como o fato de estar conversando com ela
e sem mais nem menos ir passando o joelho, por exemplo, no
pau dos caras.
Sempre quando eu conversava com ela, ao invés de olhar
fixamente pro meu rosto, olhava muito pra minha calça
volumosa, como se quisesse ver meu pau. Esse duplo olhar,
com dois horizontes: olhos e pau, me deixou maluco. A partir
do primeiro dia que isso aconteceu, batia muita punheta para
ela. Até que não aguentei ficar só na punheta e quis fudê-la,
mas para isso precisava arranjar uma maneira.
Em um fim de semana, a turma combinou de ir em um rodízio
de pizza para comemorar o aiversário de um amigo da classe;
a turma toda foi. Ao chegar lá, sentei em uma cadeira
qualquer, e ela sentou em minha frente. Umas duas horas
depois da chegada, enquanto estávamos comendo as pizzas,
sinto pelo tato um toque no meu saco (Ela estava passando o
pé no meu saco, me enloquecendo e me deixando com pau
duro, duríssimo). Fora os olhares de rabo de olho ao se
espreguiçar, ficando em posições sensuais, mostrando a axila
de uma maneira muito sexy e provocante. Estava pronta para
eu traçá-la. No auge desse momento, todos já estavam se
levantando para ir embora, e eu com pau duro sem poder
levantar. Ela, a Taíssa, asbendo disso, me provocou mais
ainda falando: porque você não levanta? vamos embora!
Diante disso, deixei propositalmente uma moeda cairm, para
eles já irem indo e eu ganhar tempo. Depois de pegá-la
ajeitei a camisa mais pra frente, fazendo pose e consegui
chegar ao banheiro. Lá meu pau voltou ao normal e pude sair.
O resto deu tudo certo, e acabou o dia.
Nesse dia, à noite, quando eu cheguei em casa, não parava
de pensar nisso, e cheguei a conclusão de comer ela porra! já
estava puto de tantos provocamentos. No dia seguinte apoés
a aula, entrei no msn, mais precisamente à tarde, e falei que
queria comer ela e que a achava muito gostosa.
Surpreendentemente ela falou que queria botar sua buceta
em minha cara, chupar meu pau todo. Então eu me animei.
No dia posterior, já chegando nela, na classe, com vontades
fervorosas de comer, ela desconversa, como se não quisesse
fuder (Nessa hora meu pensamento gritou: PQP! Ela quer me
deixar louco). A partir desse dia eu comecei a bolar um plano.
Até que enfin, chegou o momento perfeito, o dia que estava
estava esperando chegar, como previsto o plano. Em um dia
de feriado, em uma aula adicional no sábado, pouquíssima
gente foi, e só tinha praticamente o primeiro ano na escola.
Vieram uns 7 alunos apenas para assistir a aula, incluindo ela.
Nesse momento eu esperei atenciosamente ela pedir ao
professor para ir ao banheiro. Não deu nem um minuto e eu
pedi também para sair. Como estava vazio, sabia que não
tinha ninguém no banheiro faminino, e por isso entrei logo.
Das três cabines, apenas uma estava ocupada, a do meio,
onde ela estava. Esperei ela dar descarga e quando abriu a
porta vendo seus cabeilos louros, botei meu pau pra fora e fui
indo em sua direção. Imediatamente ela caiu de boca,
chupando como profissional, deixando meu caralho
completamente babado, depois enfiei em sua buceta, com
uma tirinha de pêlos, chupei seus peitos grandes, volumosos
e beijei na boca dela. Po fim, gozei muito, na cara dela.
Porém o gozo escorreu no cabelo, na roupa e ela ficou toda
lambuzada, de maneira inviável a voltar a aula. Quando
íamos sair da cabine, a porta de abre do banheiro e entra a
faxineira. Como se passou mais de 10 minutos e a cabeine
ainda estava ocupada, a faxineira perguntou: tem alguém aí?
Taíssa dissesse que sim. E ela: Houve algum problema?
Taíssa: Não, só estou meio enjoada! Depois de uns 3 minutos
a faxineira saiu e assim saímos do banheiro, mas como ela
estava cheia de gozo, que secava ainda mais estava horrível.
Com isso dei o meu casaco à ela e saímos da escola,
entramos no meu carro que tinha e ela pediu que eu a
levasse para sua casa. Eu então peguei um caminho
diferente, sem ela perceber, até estarmos muito longe do
lugar. E ela perguntou: ué? onde nós estamos. Eu: Ou dá ou
desce! Ela: Que? Eu: Isso mesmo! Comi ela mais uma vez
loucamente, ela é muito gostosa, peguei nos peitos, na
buceta, comi muito bem comido, ela chupou meu pau mais
ainda, gozei de novo de beijei ela e falei: Sua puta gostosa!
Depois disso a levei para sua casa e ela, com medo nuca mais
quis sair comigo (hehehe), mas valeu a pena essas 2 transas
nesse dia. Nunca havia sentido tanto prazer e gozado tanto.

Sendo comido por dois amigos...

Ola!
Como ja falei no meu conto anterior não sou assumido... A
história que tenho pra conta aconteceu comigo esse fato é
veridico.
Na minha cidade, eu conhecir de vista dois rapazes muito
bonitos o primeiro é junior, moreno bonito um olhar sedutor
media 1e80cm. o outro é xandy media um 1 e 70 cm. ambos
21 e 22 anos, só que eles tinham fama de pegador de gatas.
eles andavam sempre juntos. Um dia quando estava indo
para a igreja um carro parou quando olhei era junior
perguntando se não queria uma carona:
Você não aceita uma carona Eduardo? sim aceito respondi
mais acho que ele já tinha sacado pois onde via eles não
parava de olhar para seu volume e seu corpo tesudo. Quando
o carro começou a anda ví xandy que estava abaixado e
sorrindo disse: Hoje vamos fazer uma baita de uma festa e
mata a curiosidade de um veadinho que morre de vontade de
ganha nossas varas no cuzim. Não é Junior?
Verdade hoje nós vamos fazer tudo que temos direito
veadinho gostoso, agora que sua bunda vai ficar grande
porque nossos paus vai te arrebentar.
Eu fiquei muito assustado e com medo e tesão, pedi para
descer mais foi inutil. eles riam e se divertiam. Quando
percebi para onde eles tavam mim levando, para fazenda do
pai do Junior que fica meio afastada da cidade não muito.
Derepente Xandy começa a tira a roupa primeiro a camisa e
depois a calça, ficando só de cueca.
Junior faz o mesmo para um pouco o carro e tira a camisa e a
cueca. quando olho aqueles dois machos grandes com as
pirocas durissimas e dizendo. é meu chapa hoje tu vai leva no
cúzim. kkkkkkkk, eles riam e eu intacto mais achando bom
aquela visão dois gatos de cueca na minha frente,
Quando vai entrando na fazenda ainda na pista onde passa
vários carros eles pararam o carro e disseram.
XANDY- vem meu gayzim chupa no meio da pista, anda
chupa gostoso essa vara.
Junior - isso veainho, putinha chupa minha rola e a do xandy
vem latindo cadelinha. putinha vem de quatro pé cadela do
cuzão.
Eu disse e se passa alguém e mim reconhecer, por favor não
faça isso. Mau quando terminei junior estava peladão e
colocou a pica na minha boca média 20 cm, grossa e xandy
veio junto e comecei um chupa gostoso, enquanto eles
diziam: cadelinha da lingua boa chupa veadinho, boiola,
delicia de putinha chupando dois paus e tiraram minha roupa
eu fiquei peladinho.
XANDY- bundona de rapariga gostosa vou meter nela todinha.
vou deixar só o talo e dava cada tapa nela.
enquanto isso Junior: Vamos deixar pra fazer o resto na
fazenda vamos comer esse veadinho só lá ta pertinho.
eles mim colocaram dentro do carro e mim levaram,
enquanto ele dirigia eu chupava xandy e revezava minha
boquinha na quelas duas rolas grossas uma de 20 e a outra
19 cm.
quando chegou lá junior amarrou minhas pernas num colchão
e meus braços. e sentou em cima de mim peladão e colocou a
piroca pra mim chupa enquanto xandy limpava meu cuzim
que é bem gostoso e dizia.
xandy - que gostoso vou lamber ele todinho e começou a
enfiar a lingua e eu gemia.
ahhhhhhhhhhhhhhhh.... q lingua gostosa meus machos
deliciosos. ele tá gostando veadinho, cadelinha agora vou
meter.
xandy- tommmmmmmmmmmmmmma no cuzim, junior é
apertadinho.
não entra é pequenino, ta na hora de duas rolonas grossas
entra em ação e colocaram pra mim chupa as duas eles
gemiam de uma só vez. Ah veadinho que chupa gostoso que
bocona deliciosa que maravilha.
eles levantaram minhas pernas e Junior que tinha a maior
ficou por baixo. tommmmmmmmmmma veadinho sente. eu
gritava. ta doendo para por favor, eu num guento. Xandy
falou ajoelhou tem que rezar. guenta cadelinha q agora é eu
toma rapariginha veadinha, toma pau no cuzim, junior
completou um não dois pois vc é putinha de junim e xandim.
ahhhhhhhhhh, tá doendo... socorro ai o tesão começou
aqueles dois homens mim comendo gostoso dois machos
maravilhosos e começaram bombar e mim comeram de várias
posições. tommmmmmmma safadinha quenguinha, nossa
quenguinha, gostosinha tommmmmmmmmmma duas rolonas
gostosas. ahhhhhhhh, que pauzão delicioso junior que pau
gostoso xandy mim fode.
quando terminaram nós estavamos suados meu cuzim tava
grande e quando dou fé eu amarrado xandy se a coca e
começa a fazer coco na minha frente junior faz a mesma
coisa eu vejo aqueles cuzão se abrindo e as merdas saindo.
junior mija e xandy também ai eles falam agora vamos gazar
e gozaram gostoso no meu corpo.
vem limpa nossa bundinha melada limpa eduzim nossa
putinha, que nós vamos te banha e deixar vc na igreja,
depois queremos mais putinha gostosa.

carlinha, safadinha

Olá, meu nome é pedro tenho 25 anos e a história que vou


contar foi há 3 anos, nas férias de final de ano eu fui passar
uns dias na casa de meu irmão, ele é casado e tem 2 filhos,
uma menina de 13 anos e um menino de 10 , o menina se
chama Carla e o menino Diogo, na época a Carla tinha 10
aninhos, eu cheguei na casa de meu irmão numa segunda
feira, e ele e minha cunhada me receberam com alegria, e
depois de conversarmos bastante ele foi me mostrar o quarto
que eu iria ficar , ele mora em um sobrado ,seu quato fica em
baixo e o que eu ia ficar na parte de cima, ao lado do quarto
da minha sobrinha Carla e do Diogo, os dois dormião no
mesmo quarto pois ainda eram crianças, mas em uma noite
após meu irmão e minha cunhada irem dormir, eu do meu
quarto percebi que a luz do quarto deles estava acesa, me
aproximei em silêncio e ouvi a Carla dizer: Diogo tira a cueca
pra tata ver seu pipi, ele não queria tirar, mas ela disse: vai
tira só um pouco , então ele tirou a cuequinha e mostrou o
pintinho pra ela, ela se aproximou dele e falou, deixa eu
pegar nele e começou a esfregá-lo até que ele cresceu, era
bem pequeno e ela começou a a chupalo , isso foi por uns
dois minutos depois ela tirou sua calcinha e pediu pra seu
irmão chupar sua xaninha mas ele não quiz, e ela falou ta
bom mas não fala nada pra mamãe, depois se vestiu e foi
dormir, nisso meu pau ficou igual uma pedra, apesar de ser
minha sobrinha de 10 aninhos, nos próximos dias eu
procurava um jeito de me aproximar mais dela e em algumas
brincadeiras dei umas forgadinhas pra ver o jeito dela e pra
meu espanto percebi que ela estava gostando , então em
uma sexta a noite eu estava ouvindo musica no quarto e ela
entrou e disse: tio brinca comigo, eu respondi claro filha ,
meu irmão estava na sala em baixo assistindo jornal com
minha cunhada e meu sobrinho, e eu pensei agora beleza vou
dar umas forgadinhas legal, a Carla estava com um vestidinho
azul, e sentou na cama, eu falei : você quer brincar doque,
ela me respondeu de qualquer coisa tio , então eu peguei
uma moeda de 1 real e disse , vamos brincar de achar a
moeda, eu vou tampar seus olhos com um pano e esconder a
moeda no meu corpo, depois é sua vez, ela topou e fechou os
olhinhos, então eu me deitei com a barriga pra cima e escondi
a moeda na minha cueca e disse pode procurar Carlinha, ela
começou pelas pernas e eu dizia ai não é , é mais pra cima,
ela foi subindo até chegar no meu pau, que estava duro, e eu
falei é por ai, ela percebeu que era meu pau mas continuou, e
falou ta muito difícil de achar tio, eu segurava sua mãozinha
no meu pau e falava é por aqui , depois falei ta bom vou te
mostrar, tirei o pano de seu rosto e na sua frente enfiei a mão
no meu shorte e tirei a moeda, e ela me falou também né tio
o senhor foi esconder logo ai, eu sorri e disse, agora é você
que esconde, coloquei o pano no meu olho e disse pode
esconder, ela escondeu e deitou na cama e disse pode
procurar tio, eu comecei por seus peitinhos que tinha só umas
pontinhas, depois fui descendo, passando pela barriguinha,
até chegar na bucetinha, então ela disse: ai não pode tio, e
eu perguntei porque? e ela respondeu porque não , então deci
minha mão nas perninhas, mas não aguentando voltei pra
bucetinha e fique esfragando um pouco e ela ficou quieta, e
eu faei ta difícil achar Carlinha, tirei o pano do rosto e disse
me mostra onde tava escondida, ela tirou sua meia e me
mostrou a moeda e disse tava fácil tio , ma´s eu estava
morrendo de tesão e disse : mas você gostou que eu procurei
naquele lugar né, e ela perguntou: onde? Eu levei minha mão
na sua xaninha e disse: aqui filha, ela ficou quieta e eu
comecei esfragar por cima da calcinha, mas ouvi a vinheta do
jornal que estava acabando e parei e ela foi pro seu quarto,
meu irmão veio no meu quarto e me viu só escutando música
e disse vou dormir PEDRO, fique a vontade, e foi dormir com
minha cunhada e mandou minha sobrinha e meu sobrinho pra
cama, eu estava ouvindo música já era umas onze e meia ,
meu irmão e minha cunhada já tinham agarrado no sono e
derrepente minha sobrinha abre a porta do meu quarto e
disse : tio posso ficar aqui com você? Eu respondi: claro filha
entra, mas sua mãe vai ficar brava se acordar, ela respondeu,
ah ela ja ta dormindo e meu pai também , e eu perguntei e
seu irmão, ela respondeu, tambem, e entrou, ela tava só de
camisolinha e calcinha, então comecei observar melhor seu
corpinho e seu rostinho lindo, conversamos um pouco e eu
comecei a passar a mão em sua bundinha, ela disse : para
tio! e eu falei: ahh eu sei que você gosta, ai ela disse ta bom
mas é só isso , e eu comecei também a passar a mão na
bucetinha e cima da calcinha, ela reclamou e disse: ai não
podi tio, e eu respondi: fica quietinha vai ser gostoso , tira a
camisolinha, ela aceitou e ficou só de calcinha , ela estava em
pé e eu me sentei no chão em sua frente, puchei sua calcinha
de lado e vi sua xotinha bem inchadinha, era a coisa mais
linda, então cai de boca ecomecei a sugar seu grilinho, era
um sabor delicioso , ai eu perei um pouco e perguntei, é
gostoso Carlinha?Ela balançou a cabeça fazendo sinal
positivo, então voltei a suga-la passando minha lingua bem
no fundo de sua xotinha e percebi ela começar a gemer
baixinho, era o tesão tomando conta dela, ela fechava os
olhinhos segurava minha cabeça e encostava na sua
bucetinha, era uma delícia, sua xaninha não tinha nenhum
pelinho, eu chupava que nem um louco, até que ela
derrepente pela primeira vez em sua vida gozou , e foi justo
na minha boca, seu sabor era incomparavel, eu suguei o
máximo que pude ,depoiseu pedi pra ela acabar de tirar a
calcinha, ela tirou e ficou totalmente peladinha, ai eu
perguntei se ela já tinha visto um pipi só pra ver o jeito dela,
pois eu tinha visto ela brincar com seu irmão, e ela respondeu
, só quandobrinco com o Digo de vez em quando, mas o dele
é pequeninho, e eu falei vou te mostrar o meu, tirei meu
shorte e minha cueca, e ela viu e disse: nossa tio é tão
grandão, e eu falei fica sentada na cama, e coloca ele na
boquinha que é gostoso, ela sento-se eu me aproximei e disse
abre a boquinha vai, ela abriu e eu coloquei meu pau na
boquinha dela, ela começou a chupar e logo tomou gosto,
mau cabia a cabeça em sua boca, as vezez ela se engasgava,
mas não parava de chupar, eu nunca podia imaginar fazer
aquilo com uma menina daquela idade, ainda mais com
minha sobrinha, mas dava pra ver o quanto ela queria aquilo,
ela babava em todo meu pau , seus cabelos as vezez pegava
na baba, e eu os tirava alisando seu rostinho, meu pau tinha
hora que escapava de sua boca mas a putinha rapidamente o
segurava e colocava na boca novamente, ate que depois de
uns vinte minutos ja não aguentando mais eu enchi sua
boquinha de porra, eu vi que as tres primeiras estocadas ela
engoliu, mas depois seu estomago repuguinou e eu terminei
de gozar em seu rostinho que ficou todo lambusado, foi uma
delicia, eu estava louco pra fuder sua xaninha, mas ela era
virgem e ia gemer alto e eu fiquei com medo de meu irmão
acordar , e sabia que ele e minha cunhada ia sair na parte da
tarde do outro dia , então perguntei pra Carlinha: gostou
filha?Ela respondeu: nossa tio é muito gostoso , e eu falei
então amanhã quando o papai e a mamãe sair a gente faz de
novo, e então fudi aquela bucetinha pequena e gostosinha, no
próximo conto e falo como foi, espero que tenham gostado do
conto.Quem gostou me mande um email para trocarmos
idéias ( jbrunodeoliveira@yahoo.com.br )

suruba teen

oi vou contar como aconteceu tenho 16 anos e tenho um


grupo de amigos com os quais jogamos bola todo o final de
semana um dia acabamos de jogar mais cedo e sentamos na
quadra para converssar ficamos ali eu o w de 16 anos o v de
14 anos o f de 15 anos o r de 14 anos o l de 14 anos o j de
13 anos eo g de 15 anos logo a converssa passou a ser sobre
sexo e eis q o w eo r que falan que eles nao se importarian de
comer um moleque logo o assunto começou poque que fulano
nao dava para outro e ai vae ate que o assunto virou de todos
fazerem um troca troca dai eu sugeri porque q a gente nao
fazia uma suruba dai eles questionaram onde a gente podia
fazer dae o g falou vamo faze na minha casa minha mae
trabalha e so volta de noite dae o j falou q ia arruma um
porno gay para a gente entra no clima o w so sugeriu que a
gente combinasse que os passivos fossen com uma pulseira
no braço direito os ativos com uma no esquerdo eo s
verssateis sem nada
vou descrever como eles sao o w e mulato magrinho p min e
o mais lindo ov tem o tom de pele bronzeado tbm e lindo
assim como o f o r ja e mulato o l e branco e loiro o j e
branco eo g tbm o j falou q ia levar 2 primos passivos de 14
ano s tudo bem 1 hora e meia depois o fomos para a casa do
g e estava assim os ativos eran o w o v o r eo f os verssateis
o l o g e os passivos eu o j e os 2 primos dele fomos para o
quarto dele q era um pequeno comodo fora da casa mas tinha
o espaço ideal para a gente fazer nossa suruba dai nos
sentamos um do lado do outro eu me sentei perto do w pois
estava afim d da para ele começamos a ver o filme e logo vi o
volume na bermuda do w e meti a mao dae ele me agarrou e
me deu um beijo e ae a suruba começou logoele ficou de pe e
eu comecei a tirar a blusa dele e ele a minha e nisoo a suruba
ja rolava solta vu relatar o que eu fiz comecei a chupar ele
ate a abaixar a bermuda dele e ver aquele pau duro nao ezitei
e comecei a chupar de repente o v vem por traz de mim tira a
minha bermuda e lubrifica meu cu e começa a meter uma
delicia depois o w me poe na posiçao de frango assado e
começa a meter enquanto eu chupo o pau do v e do g depois
o g se deita e eu sento no pau dele enquanto chupo o pau do
r e do f logo depois o f mete ne mim enquanto o chupo odo g
depois o r mete ne mim e eu chupo o do l depois eu chupo o
do l e do w e chega o v junto tbm enquanto o g mete ne min
dae eu gozo com o pau do g no meu cu e eles todos fazem
uma rodinha e gozam na minha cara foi uma delicia dae o w
me convidou para dormir na casa dele e eu topei fomos para
a casa dele mas vou contar o que aconteceu em outra
oprtunidade

minha sobrinha safadinha

MINHA SOBRINHA SAFADINHA

Esta história aconteceu já faz três anos, tudo ocorreu quando


eu fui passar férias na casa do meu irmão, ele é casado e tem
dois filhos, uma menina de onze que se chama ISABEL , hoje
com quatorze e um menino que hoje tem dez anos e se
chama DANIEL, minha sobrinha era branquinha, linda,
cabelos até os ombros e estava começando a se desenvolver,
certa vez meu irmão disse que ia sair com minha cunhada e
pediu pra mim cuidar dos dois filhos pra eles, eu disse que
tudo bem , que não tinha nenhum problema, então eles
foram e fiquei somente com os dois, no fundo da casa do meu
irmão tem um quartinho de brinquedos, onde as crianças
brincavam , então eu fui assistir tv e a ISABEL disse que ia
ficar brincando neste quartinho com o seu irmão, eu disse
que tudo bem pois eles eram apenas dois irmãos, comecei a
assistir tv e o tempo passou e eu notei que estava silêncio
demais pra duas crianças então resolvi espiá-los e pra minha
surpresa eu vi pela janela a ISABEL somente de calcinha e o
DANIEL ainda vestido, então eu ouvi a ISABEL dizer, vai DANI
tira sua roupa deixa eu ver seu pipi, o DANIEL com apenas
sete aninhos na inocência tirou seu shorte e ficou só de cueca
então a ISABEL disse , vamos brincar igual o papai e a
mamãe, e tirou sua calcinha ficando peladinha na frente de
seu irmão , eu ao vela pelada meu pau se levantou numa
reação imediata, mas eu me segurei, e fiquei quieto, então a
ISABEL disse: vem aqui passa a mão na minha quequeta e
chupa ela um pouco , e o DANIEL foi e começou a chupar a
xaninha de sua irmã foi rápido , depois a ISABEL tirou o
pintinho dele pra fora e começou a chupa-lo , nisso eu vi que
ela estava com tesão e o pintinho do DANIEL se endureceu na
boca dela, mas também foi rápido , então eles se vestiram e
eu rápido voltei pra sala pois eles iam sair do quartinho, eu
fiquei quieto e disfarcei, fazendo de conta que estava tudo
normal, e fiquei observando o comportamento dos dois,
percebi que o DANIEL ficou meio estranho, mas a ISABEL
estava contente, eu com muito tesão não agüentei e fui no
banheiro e bati uma pensando nela, pois vi que ela apesar de
novinha era safadinha. A partir daí comecei a me aproximar
mais dela e comecei a chamá-la apenas de BEL, ela aceitou e
também começou a se apegar em mim, e eu por muitas
vezes dava umas folgadinhas, disfarçada passando a mão em
sua bundinha , em uma sexta feira eu estava sentado no sofá
e o DANIEL tinha ido ao médico com meu irmão e eu fiquei
com a BEL e minha cunhada, que estava fazendo almoço, e a
BELL me disse: tio vamos lá no quartinho brincar comigo, eu
logo lembrei do que tinha visto e aceitei , minha cunhada
estava na cozinha e eu aproveitei, a BEL estava com uma
sainha verde meio curta, no quartinho eu perguntei , BEL do
que você gosta de brincar com o DANIEL? Ela me respondeu,
de tudo tio, eu disse: ta bom vamos brincar de qualquer
coisa, e como ela estava de saia toda hora eu via sua calcinha
que era bem pequena pra ela, até que ela me surpreendeu e
disse: tio me deixa ver seu pipi, eu respondi: ta doida
menina, não pode fazer isso, então ela falou : eu vejo do meu
irmão e ele me vê pelada, e eu falei não eu sou seu tio, e
você ainda é pequena , quem te ensinou isso? E ela me
respondeu: eu vejo meu pai e minha mãe fazerem de noite, e
disse vai tio me deixa ver o seu, eu disse não sua mãe ta ai
vamos pra cozinha, ela ficou quieta e saímos do quartinho, eu
estava morrendo de tesão mas segurei, pois era uma
garotinha e pior minha sobrinha, ela foi tomar um banho pra
ir pra escola e eu fiquei na sala, nisso minha cunhada
terminou o almoço e disse pra mim que tinha que sair pra
resolver uns problemas e me pediu pra cuidar da BEL, e levar
ela na escola, eu disse tudo bem e ela então saiu, então eu
fiquei sozinho com a BEL que estava terminando seu banho
quando ela terminou ela saiu enrolada em uma toalha, veio
até a sala e perguntou ,cadê a mamãe? Eu respondi, precisou
sair e ela então tirou a toalha e ficou peladinha na minha
frente e disse , vai tio brinca daquilo comigo vai, só ta a gente
aqui, eu fiquei paralisado, más não agüentei e a puxei e
comecei a xupar sua bucetinha que nem um louco e disse
nossa BEL que delicia sua xequinha, e enfiava minha língua
bem no fundo de seu grilinho levando ela ao delírio, até que
ela gozou na minha boca, foi a primeira gozada de sua vida,
então ela falou nossa tio foi tão gostoso, o senhor sabe
melhor que o DANIEL, e eu falei más ta bom agora chega, e
ela respondeu, ahha tio só mais um pouco , agora deixa eu
ver seu pipi e eu seu nenhuma resistência disse ta bom más
deixa eu ir lavar ele, ela ficou sentada no sofá e eu fui no
banheiro e lavei meu pau que tava melado com um
pouquinho de porra na cabeça, quando voltei me aproximei
dela , tirei meu shorte e minha cueca e ela se espantou e
disse nossa tio seu pipi é bem grandão , eu arregacei a
cabeça e disse vai gostosinha coloca ele na boca vai, ela
segurou ele com fonça e começou a xupar, mas só cabia a
cabeça em sua boquinha, nossa que tesão com aquilo , ela
estava de joelhos com meu pau na sua boca e olhava pra
mim com aquele rostinho mais lindo do mundo ela babava
tanto que escorria baba no seu queixo , então eu já não
estava mais agüentando e enchi sua boquinha de porra,
depois de gozar eu perguntei se meu pau era gostoso, ela
respondeu ai tio é uma delícia, descansei um pouco e ainda
pelados eu disse: vamos no seu quarto agora BELZINHA,
então coloquei ela de quatro em sua caminha e comecei
xupar sua bucetinha mais um pouco, ai fiquei em pé segurei
sua cinturinha, ela empinou sua bundinha, e eu comecei
esfregar meu pau na sua bundinha e na bucetinha até que
comecei a forçar em sua xaninha que estava muito apertada,
ela dizia vai tio coloca dentro e empinava toda, então dei
umas três forçadas e meu pau entrou quebrando seu
cabacinho, ela deu uma gemida de dor mas segurou o tranco,
e eu fui empurando até meu pau entrar inteiro , ela gemia e
dizia ai tio vai coloca tudo , ta muito gostoso, ai que gostoso
não para não e logo começou gozar, e eu também não
demorei muito e depois de dar varias estocadas na sua
xaninha, explodi numa gozada no fundo de sua xaninha e
dizia ai filha to gozando nu fundo de sua xequinha, ai que
delícia, você é muito gostosinha, depois fomos pro banheiro e
nos lavamos , na sala eu dei um delicioso beijo em sua
boquinha e ficamos abraçados até minha cunhada chegar,
nisso tinha passado a hora de ela ir a escola e minha cunhada
perguntou porque ela nãofoi , e eu disse que foi culpa minha,
que não prestei atenção na hora.Minha cunhada disse que
tudo bem, depois desse dia a BEL parou de brincar de papai e
mamãe com seu irmãnzinho e começou a dar sua bucetinha
pra mim quase toda semana, hoje com quatorze anos ela
mete pra caramba mas é só comigo e ninguém sabe disso.
OBRIGADO PELA ATENÇAO.

no onibus, com a coroa

ACONTECEU NUMA VIAGEM PRA SÃO PAULO, peguei o onibus


na rodoviaria novo rio, (RJ), atraz de mim na fila
uma coroa toda boa, bem bonita, e gostosa , ao entrar
no onibus começei a puxar assunto, tipo aqueles voce é
daqui ?!, vai pra onde ?!, ela correspondeu ao assunto e
quando o onibus saiu a poltrona do seu lado ficou vazia,
sem pedir licença sentei ao seu lado e continuamos a con-
versa, que nesta altura ja estava em assuntos profissionais,
Ela então puxou um cobertor, digo manta, destas que as
empresas de onibus tem devido ao frio do ar condicionado
do veiculo, e se cobriu, no decorrer da viagem com muito
pouco tempo após, eu tambem fui pegar o meu coberto só
que para minha surpresa ela levantou o su cobertor e me
ofereceu, eu nem pensei duas vezes, me cobri.
Então eu pensei, ninguem nesta idade vai dar um lugar
embaixo de seu cobertor se não quiser algo, ai eu fui bem
abusado, sem que ela percebesse tirei o pau pra fora que já
estava duro, e fui ate seu ouvido e perguntei; Quer um pre-
sente? (continuei) se não quiser me desculpe minha má
intenção, certo, eu vou me levantar e vou embora, tá bom ?
-perguntei e falei isto pra ela com medo do escandalo que
poderia provocar, ela concordou, então segurei sua mão e
levei até meu cacete que estava duro igual a pedra,a respos
ta dela foi positiva, agarrou e começou a punheta lo, eu
estava cheio de tesão, e começei então a massagear sua
boceta por cima da calça, até que tive coragem e abrir seu
botão e enfiei a mão até chegar em sua boceta que estava
molhada, toquei uma siririca nela e senti ela gozando com
o toque de meus dedos, enquanto ela pegava no meu pau,
eu ainda pedi pra ela chupar, mas se recusou devido estarmos
dentro de um onibus e tinha pessoas, ao lado e
tambem atraz de nós, pediu então que ao descermos do
onibus fossemos jantar e passariamos a noite juntos, eu não
havia gozado e tambem não estava coneguindo pois o local
cheio de gente me excitava mas tambem me inibia.
Chegamos em São Paulo, ela me levou até seu escritorio
que ficava na região central, como era sabado a noite e esta
va vazio o local, assim que chegamos ela me agarrou e
começou a me beijar e tirar minha roupa, e disse que iria
matar meus desejos e sem pestanejar chegou ate minha
pica que estava quase ecplodindo de tsnto tesão, afinal vim
do RJ sendo masturbado e não gozei, foi quando ela pegou
minha pica e levou até sua boca , deu umas chupadas e eu
não me aguentando de tesõa segurei sua cabeça com força
pra não deixar ela tirar da boca e começei a gozar ela tentou
tirar pra fora mas a sentir a resistencia, se rendeu e deixou
eu encher sua boca com meu esperma quente e viscoso,
depois ainda transamos mais duas vezes ms isto fica p´ra
outro dia.....foi muito bom eu quis repetir... mas não consegui

ENCONTRO COM UM GRUPO DE HOMENS (VERÍDICO)

Olá. Me chamo Claudia. Sou casada e resido em Porto


Alegre/RS. Sou morena, possuo 33 anos, 1,60m, 52 kg,
cabelos pretos e curtos, seios médios, bunda grande e
sempre uso a buceta e o cuzinho depilados. Meu marido é
moreno, 1,77m, 62 kg, cabelos curtos e preto, 37 anos e
pênis de 17x4,5cm.
Eu e o meu marido já tivemos algumas experiências em
swing e menage. Em certa ocasião transei com cinco homens
e em outra participamos de uma festinha onde havia quatro
mulheres e nove homens.
Bem, a história que passo a relatar é verídica. Ela teve inicio
no começo do mês de dezembro de 2008, após eu receber
um e-mail de um homem que havia visto o meu sex-log. Após
ver minhas fotos, ele me escreveu dizendo que fazia parte de
um grupo de homens bem dotados que faziam orgias com
mulheres e casais, se eu estava disposta a participar de uma
festinha e que eles possuíam um apartamento no centro de
Porto Alegre/RS, onde ocorriam os encontros.
Fiquei bastante interessada, sendo que conversei com meu
marido sobre a proposta. Meu marido disse que era eu quem
tinha que decidir e que por ele tudo bem.
Então, mandei um e-mail pedindo mais informações sobre os
componentes do grupo. Fui informada que eram oito
componentes, a maioria negros bem dotados, com membros
acima dos 20cm de comprimento. Após várias trocas de
mensagens por e-mail ou msn, resolvi marcar um encontro
com apenas três deles, os mais bem dotados, além, é claro
de meu marido. Confesso que fiquei com medo de transar
com o grupo todo, pois todos eram bem dotados e eu não
estava acostumada.
Tal encontro ocorreu no dia 19/12/08, uma sexta-feira, às
20h00min, no apartamento deles, onde teria um churrasco.
Estava um dia muito quente.
No mesmo dia, aproveitei o horário do almoço para ir ao salão
de beleza, onde fiz as unhas e depilei a buceta e o cuzinho
mais um pouco.
A tarde recebi uma ligação do meu contato informando que
um dos escolhidos por mim, justo o mais bem dotado, não
poderia comparecer na festinha, pois ele havia tido um
problema de família para resolver, sendo que ele perguntou
se poderia substituir tal pessoa. Disse que sim.
Por volta das 19h40min chegamos no apartamento deles.
Tratava-se de um apartamento pequeno, com dois quartos,
sala, cozinha, banheiro, área de serviço e uma sacada
fechada com vidros, onde estava a churrasqueira.
Eu estava vestindo um vestido florido, que ia quase até os
pés, uma calcinha fio dental preta e um tamanco de salto
alto.
Fomos atendidos por um negro alto, forte e bonito, sendo que
haviam outros quatro homens sentados no sofá, alguns deles
só de cueca. Eles eram bem brincalhões, me olharam e
dizeram que iam me deixar louquinha.
Eu e meu marido nos olhamos assustados, pois o combinado
eram apenas três homens do grupo, foi quando quem nos
atendeu disse que apenas dois daqueles homens seriam para
mim, sendo que os outros seriam para um outro casal que iria
chegar.
Bem, passado o susto, fomos aos cumprimentos. Alguns
deles, já meio bêbados pela cerveja ingerida (havia várias
latinhas vazias na mesinha de centro), foram bem ousados.
Me deram beijos na boca e pescoço, apertaram meios seios e
minha bunda. Me deixaram bem molhadinha.
Daí meu marido sentou-se em uma cadeira e eu me sentei no
sofá com três deles. Começamos a beber cervejas também.
Estavam ótimas: bem gelatinhas. Quando um deles, aquele
que havia tratado comigo, pediu para conferir se minha
buceta estava lisinha mesmo, foi ai que levantei o vestido até
a cintura e puxei a calcinha para o lado, mostrando minha
xaninha depilada pra eles, sendo que um deles aproveitou
para me dar umas lambidas e meter o dedo.
Também pedi para ver as ferramentas deles. Realmente,
todos eram bem dotados. Não medi, mas acho que todos
tinham o pênis acima dos 20cm, além de serem grossos.
Quando vi, já estava chupando três deles.
Fomos interrompidos pela campainha da porta. Era mais um
componente do grupo, outro negro alto e forte. Ele fazia parte
do grupo do outro casal. Quando ele viu que a festa já havia
começado, ele foi direto ao banheiro tomar um banho, para
entrar na “rodinha”. Antes dele retornar, novamente a
campainha tocou. Desta vez era o casal. Aqui cabe um
parênteses para a apresentação deles: ambos eram jovens,
bonitos e brancos. Ele era alto, moreno, magro e pênis não
muito grande. Ela era loira, alta (mais do que eu), cabelos
compridos, seios pequenos, bunda grande e buceta depilada
com pelinhos em cima. Ela é muito bonita e como os homens
diziam, muito gostosa também.
Quando tal casal chegou, a mulher ficou um pouco
constrangida em me ver chupando três homens, foi quando
eu parei para me apresentar a ela. Nisso o homem que havia
ido até o banheiro retornou pelado, com o pau já meio duro.
Pedi ajuda a ela para chupar os homens. Eu fiquei com dois e
ela com dois. Meu marido e o marido dela ficaram tirando
fotos da gente.
Logo a porta do apartamento abriu de novo. Eram mais dois
homens, desta vez brancos. Um deles era aquele que não
viria por causa do problema familiar. Porém , o mesmo
conseguiu vir na última hora, tanto que não avisou nada aos
amigos e encontrou o seu colega já no elevador. Só
lembrando, ele era o mais bem dotado da turma. Os dois
foram direto tomar banho, mas antes o mais bem dotado fez
questão de mostrar sua ferramenta, que mesmo mole, era
imensa. Ele a pegou na mão e disse: quero ver quem vai
agüentar isso tudo. Logo perguntou pra mim: Foi você quem
me escolheu né? Eu respondi que sim. Ai ele continuou: Então
agora você vai ter que agüentar tudo na buceta e no cuzinho.
Eu respondi positivamente com a cabeça, afinal não podia
falar pois estava com dois pintos na boca. E o homem
continuou: Vou te arrombar todinha querida. Percebi que a
loirinha assistiu a tudo espantada.
Como a sala estava pequena para todos, o outro casal foi
para um dos quartos com os quatro homens escolhidos por
eles, enquanto eu e meu marido fomos para o outro quarto
com os dois que sobraram, a espera dos outros dois que
estavam tomando banho.
No quarto, eu fiquei chupando um dos homens, enquanto o
outro chupava a minha buceta.
Logo chegou outro homem do banho e me ofereceu o pau
dele para eu chupar também.
Meu marido tirava foto de tudo.
Em seguida, o homem que faltava, aquele muito bem dotado,
também apareceu trazendo várias latinhas de cervejas e
colocou aquele pauzão na minha frente, enquanto bebia. Eu
apenas lambia ele, pois era muito grande para eu colocar na
boca, não cabia.
Nesse momento, o meu marido foi tomar um banho para
também entrar na festinha.
Eu já estava explodindo de tesão, quando um dos homens
que eu chupava resolveu meter na minha buceta. Aquele que
estava me chupando sentou-se em uma cadeira para assistir.
Quando o pau do outro homem que eu chupava ficou duro,
ele também quis comer minha buceta. Os dois ficavam se
revezando na minha xaninha.
Meu marido retornou do banho e colocou o seu “pintinho”
para eu chupar. Até era engraçado: De um lado eu tinha o
pau do meu marido, do outro tinha o pau do homem-cavalo
(como ele próprio se denominava) que era umas três vezes
maior do que o de meu marido.
Tão logo o pau do meu marido ficou duro, ele pediu que um
dos caras que estavam comendo minha buceta deitasse na
cama, para eu sentar em cima dele e cavalga-lo, sendo que o
meu marido aproveitou para estreiar o meu cuzinho naquela
noite. Após aplicar bastante ky no meu botãozinho, meu
marido meteu tudinho enquanto eu estava montada em um
negrão. Após o meu marido gozar, o rapaz que estava
esperando tomou o lugar dele no meu rabinho. Confesso que
doeu um pouco, pois o pau dele era bem maior e mais grosso
do que o de meu marido, além do que o outro pau na buceta
diminuía bastante o meu espaço interno, mas deu para
agüentar. Passado uns minutos, o cara que me enrabava
também gozou no meu rabinho.
Eu continuava lambendo o pau do homem-cavalo, que já
estava bem grande e duro. Só para se ter uma idéia do
tamanho daquela vara, ele pegou duas latinhas de cerveja e
colocou uma em cima da outra ao lado de seu pau. O
tamanho e a grossura era o mesmo.
O homem que estava comendo a minha buceta saiu de baixo
de mim para meter no meu cuzinho, foi ai que o homem-
cavalo meteu na minha “bucetinha”. Mesmo eu estando muito
excitada e lubrificada, o pau dele não entrava em mim. Foi ai
quando ele colocou um pouco de ky na cabeça de seu pau e
pediu que eu sentasse com calma. Parecia que não ia entrar,
mas aos poucos aquilo foi entrando, até que não sobrou nada
para fora. Meu marido nem acreditava. Ele dizia: Nossa você
engoliu tudo. Como que eu vou te comer agora sua cadela.
Eu cavalgava aquele pauzão até que gozei. Nesse momento, o
cara que antes estava comendo minha buceta aproveitou que
eu parei o movimento, aplicou um pouco de ky no meu
cuzinho, e meteu nele. Ficou bombando até gozar.
O cara que estava assistindo, resolveu entrar na festinha.
Primeiro ele me deu o seu pau para eu chupar, enquanto eu
cavalgava o homem-cavalo. Quando o pau dele ficou duro ele
me tirou de cima de seu amigo, me colocou de quatro e
meteu firme na minha buceta, agora bem arrombada. Ficou
bastante tempo ali, mas não gozou, até que o homem-cavalo
quis meter no meu rabinho. Confesso que fiquei com medo,
mas não pude impedi-lo. Ele aplicou ky no meu buraquinho e
no seu pau, segurou forte na minha cintura e começou a
meter. Parecia que eu ia ser rasgada no meio. Imaginem, se
agüentar aquilo tudo na buceta já era difícil, imaginem no
cuzinho. Mas dada a experiência dele, quando percebi, já
estava sentindo as bolas dele batendo na minha bunda. Ele
tirava e botava tudinho bem devagar. Todos ali ficaram
espantados com a facilidade que eu recebi o nosso amigão no
rabo. Confesso que até eu fiquei.
O homem que não havia gozado, entrou por baixo de mim e
meteu na minha buceta.
Os outros dois homens saíram para adiantar o churrasco.
O meu marido assistia a tudo e tirava fotos.
Passado alguns minutos, passamos a escutar gritos da outra
mulher. Não precisava ser gênio para saber o que estava
acontecendo. Ela estava sendo enrabada.
Meu marido foi até o outro quarto e acabou trazendo ela para
o nosso para eu ajuda-la.
Quando ela chegou, viu eu fazendo anal com o homem-
cavalo, com aquilo tudo dentro do meu cú. Ela deu uma
rissada, não sei se era de alegria ou de nervosa.
Um dos homens disse para eu ajudar a loira. Foi ai que eu
parei de dar, peguei o frasco de lubrificante e comecei a
passar no cuzinho dela. Ali eu percebi porque ela estava
gritando, pois estava muito seca, além é claro de ter o
cuzinho bem apertadinho.
Como ela estava de quatro, meu marido ofereceu o pau para
ela chupar. Logo outros homens fizeram a mesma coisa.
Passados alguns minutos, o cuzinho dela já estava pronto (eu
metia três dedos nele), sendo que eu pedi para o meu marido
foder ela primeiro, pois como o pau dele era mais fino,
ajudaria a levar o lubrificante para dentro. Meu marido comeu
ela até gozar. Quando ele acabou, um negrão pauzudo tomou
o seu lugar, sendo que ela parou de gritar, talvez, até, por
que estava chupando outros homens, que afinal estavam
todos ali. A cama de casal até ficou pequena.
Eu, por minha vez, fui colocada de quatro novamente pelo
homem-cavalo, ele passou lubrificante no meu cuzinho e
voltou a meter nele.
Mas logo o negrão que comia a loira acabou gozando, foi
quando o homem-cavalo disse que ia meter nela. Ele trocou a
camisinha e, primeiramente, meteu na buceta dela. Logo,
pegou o restante do ky, passou em seu pau, e passou a
introduzi-lo no cuzinho da loira.
Ela arregalava os olhos e tentava sair dali, mas como estava
bem segura teve que agüentar tudinho. Quando não tinha
mais nada para entrar, o homem começou o movimento de
entrada e saída.
Eu continuava de quatro. Só que desta vez recebendo na
buceta. Havia uma fila atrás de mim. Dois homens batiam
punheta e esperavam a vez deles.
Foi ai que percebi uma coisa. O marido da loira parecia estar
excitado, embora seu pau estivesse murcho, sendo que eu o
chamei para perto de mim e passei a chupá-lo. Seu pau
custou a endurecer.
Passado uns minutos, o homem que estava comendo a minha
buceta, retirou o pau, retirou a camisinha e gozou nas minhas
costas.
O próximo da fila resolveu comer o meu cuzinho. Ficou ali
pouco tempo, pois logo também gozou. Só que ele resolveu
gozar na minha cara, enquanto eu continuava a chupar o pau
do marido da loira. Engraçado que tal homem gostava de
carinho em suas bolas enquanto ele gozava. Então, enquanto
ele gozava, eu agarrei as bolas dele e as coloquei na minha
boca, sendo que ele urrava de prazer e gozava mais e mais.
Fiquei com o rosto todo melado.
Em seguida, o marido da loira também gozou, só que na
minha boca. Ele expeliu bastante “leitinho”.
Além de levar porra na cara, eu continuava a ser comida na
buceta pelo homem que estava na fila.
Ao olhar para o lado, percebi que a loira estava fazendo uma
DP, sendo que o homem-cavalo continuava comendo o
cuzinho dela, além disso, ela também estava suja de porra no
rosto, cabelos e nas tetas.
Logo o homem-cavalo saiu do cuzinho dela, tirou a camisinha
e gozou nas costas dela. Depois fez ela lamber o pau dele.
Enquanto a loira lambia o pau do homem-cavalo, ela
cavalgava o pau do negrão que estava embaixo, até que ele
também gozou.
Após, outro homem comeu a buceta dela de quatro.
Os homens foram deixando o quarto um a um, rumo ao
banheiro, onde tomaram banho, só ficando aquele que comia
a loira, eu, meu marido, a loira e o marido dela. Após o último
homem gozar, recolhemos as camisinhas usadas, cerca de
umas 20, e eu e a loira fomos tomar banho, pois estávamos
toda sujas de porra. Lá pude perceber o estragado na loira.
Seu cuzinho estava enorme e sua buceta arrombada. Não que
eu estivesse diferente, segundo a visão dela. Já eu me sentia
ótima e realizada como mulher.
Após o banho, enquanto os homens assavam a carne e
bebiam cervejas, eu e a loira descemos para ir a uma
farmácia comprar mais ky, pois o que eu tinha levado havia
terminado e sabe como é, depois do churrasco, tudo podia
acontecer, como realmente aconteceu. Rolou muito sexo, até
a madrugada.
Transamos todos juntos. Eu e a loira demos TUDO para
TODOS, inclusive o marido dela que mais gostava de tirar
fotos do que transar, acabou entrando na festa e me comeu.
Sabem que o safadinho era bem gostoso, até gozei na piroca
dele uma vez. Além disso, eu e ela tivemos relação
homossexual, apesar de que os homens não nos deram muita
trégua. Sempre que começávamos algo, aparecia um pau
para chuparmos ou nos comer. Mas, no final das contas, foi
tudo muito bom e esperamos em breve marcar outro
encontro.
Bem, vou parando por aqui, por que se não o conto vai ficar
muito extenso, se é que não dá.
Espero que tenham gostado. Caso queiram mais detalhes o
meu e-mail é claudinha.a.rs@gmail.com.
Já adianto: não envio fotos de nossas transas, pois já fiz isso
e me dei mal. As fotos pararam em mãos de conhecidos. Foi
difícil contornar a situação. Quase perdi o emprego...
com a tati novamente

Olá amigos , hoje quero contar uma deliciosa surpresa que


me aconteceu sexta feira dia dois, minha família alugou uma
chácara por cinco dias para passar o fim de ano , fomos na
quarta e iriamos voltar no domingo, más na sexta eu precisei
voltar em casa para pegar umas coisas , era umas dez horas
da manhã, entrei em casa , fui ao banheiro e escutei alguem
chamando pela minha sobrinha, quando sai pra ver quem era
, pra minha surpresa era a TATI , aquela garotinha na qual eu
tinha xupado sua xaninha atras da casinha de meu cachorro,
ela perguntou se minha sobrinha estava , eu respondi que
não, más que logo ela chegaria e perguntei se ela queria
esperar, isso foi uma maneira de fazer ela entrar e ficar
comigo, pois eu sabia que minha sobrinha não ia vir , ela
entrou e logo começou com umas frescurinhas dizendo que
queria um presente , pois não tinha ganhado no natal, então
perguntei oque ela queria ganhar , ela disse que queria um
vestido que viu no centro da cidade, eu então falei, se você
quiser eu te dou TATI, más eu também quero um , ela
perguntou , oque ? EU respondi , eu quero fazer aquilo de
novo com você, ela respondeu ta bom más só um pouquinho,
então eu fui la fora tranquei o portão e voltei , chamei ela pro
quarto e tirei meu pau pra fora, ela estava com um vestidinho
verde e sentou-se na cama , eu me aproximei e levei meu
pau próximo de sua boca e disse ,vai gostosinha xupa bem
gostoso, ela abriu a boca e começou a xupar, meu tesão era
tanto que em apenas cinco minutos enchi sua boquinha de
porra, depois falei ,nossa TATI você é a menininha mais
gostosinha que já vi, e sem perder tempo ela se levantou e
por iniciativa própria tirou seu vestido e disse vai xupa minha
xequinha, aquele dia foi tão gostoso , então eu me abaixei ,
tirei sua calcinha e cai de boca naquela xaninha deliciosa
passando minha língua o mais fundo possível, levando ela ao
delírio, ela gemia de tesão dizendo, vai tio, me xupa ,tá muito
gostoso, xupa mais , nossa que delícia de bucetinha, com
seus onze aninhos,tão fogozinha cheia de tesão, xupei sua
xaninha por uns dez minutos, até que ela ela gozou como
uma louquinha, após gozar ela disse, agora ta bom eu vou
embora , eu respondi, calma TATI , vamos fazer só mais um
pouco, segurei seu braço e falei, senta aqui no meu colo, ela
sentou e eu olhei nos seus olhos e dei um beijo em sua boca
e disse deixa eu fuder sua bucetinha, você vai gostar , ela
disse ta bom mas vai devagar, eu sabia que ia quebrar aquele
cabacinho, eu falei a ela, ta bom TATI eu vou bem de vagar,
se doer você me fala, ai coloquei ela de quatro na cama xupei
sua xotinha mais um pouco pra lubrificar, cuspi na cabeça de
meu pau e comecei a esfrega-lo em seu raxinho então ela
também começou a forçar sua xotinha contra meu pau, até
que ele se encaichou bem na entrada, eu dei uma forçada e a
cabeça entrou, ela disse , ai tio ta doendo e quis sair , mas eu
segurei sua cintura e falei calma falta pouco forcei mais e seu
cabacinho estourou, ai meu pau foi entrando por inteiro, ela
estava chorando de dor e tesão, e eu comecei a bombar
devagar levando ela a gozar umas duas vezes, sua xaninha é
muito apertada e meu pau estava doendo um pouco, más
fiquei fudendo por uns vinte minutos, até que não aguentei e
enxi sua xotinha de porra, e ainda dei umas jorradas em sua
bundinha, ai perguntei se ela tinha gostado , ela respondeu
que foi muito gostoso, então fomos nos lavar, e depois eu
disse a ela , agora pode ir embora TATI , más toma cuidado
pra ninguem te ver sair daqui , outro dia a gante fazemos
mais um pouco,ai dei um delicioso beijo em sua boca, e ainda
dei uma esfregada com a mão em sua xotinha, após ela ir
embora eu descansei um pouco e voltei pra chácara.Eu estou
bolando um esquema pra fuder aquela gostosinha de novo e
quero comer seu cusinho , assim que conseguir escreverei,
até mais , um abraço a todos.

dando pro meu patrão

Vou contar como tudo começou, eu me chamo “mel” (nome


fictício) e tenho 19 anos e um corpinho de dar inveja. Bom,
tudo começou quando eu fui trabalhar em uma loja de
roupas, logo de cara, conheci meu patrão, que é um homem
com 54 anos, mais em perfeita forma, a mulher dele (minha
patroa), sempre confiou muito em mim, por isso, sempre
viajava pra fazer compras e me deixava tomando conta da
loja, ela é meio doente, por isso fica dias sem ir a loja. Meu
patrão sempre foi muito assanhado pro meu lado, mais eu
nunca dei muita idéia pras cantadas dele. Até que certo dia
começou a brotar em mim um desejo incontrolável por ele
mais eu sempre me segurava em respeito a minha patroa,
mais tava ficando difícil.
Ele, seu Carlos(nome fictício) tava cada dia mais ousado,
quando a minha patroa não ia na loja, seu Carlos ficava me
falando umas sacanagens e no meio das conversas, ele ficava
com o pau duríssimo.
Um dia minha patroa teve que viajar, e só ele foi pra loja. Na
loja, tem um subsolo que não é usado, mais tem um colchão
que de vez em quando ele usa pra dormir lá em baixo e eu
almoço lá.
Nesse dia, na parte da manha, ele ficou me falando um
monte de sacanagens eu estava decidida a da pra ele aquele
dia, mais mesmo assim me fiz de rogada e não sei muita
idéia pra as cantadas dele. Na hora do almoço ele desceu
dizendo que ia almoçar, como ele tava demorando, eu fechei
a loja e desci pra almoçar, quando eu cheguei lá embaixo, ele
tava deitado no colchão, na mesma hora fiquei toda
molhadinha, ele me chamou pra deitar com ele, eu sem
responder fui até o colchão e sentei perto dele, ele começou a
passar a mão em mim, e foi tirando minha roupa, já não tava
mais agüentando de vontade de da pra ele logo estávamos
nus e nos beijando muito, então vi aquele pau enorme e não
me contive, cai de boca nele, chupei bem gostoso, até ele
gozar bem na minha boca. Depois ele me deitou no colchão e
começou a roçar aquele pau enorme bem na porta da minha
xaninha, ate que o pau ficou duro de novo e ele começou a
meter desesperadamente como um animal, gozamos juntos,
foi maravilhoso, agora sempre que da nos amamos gostoso.
Espero que gostem.

Sozinho em casa... e meu cao

Ola, esse é o meu primeiro conto espero que gostem, isso


aconteceu a uns 5 anos atras... Eu sou moreno claro, 1,90 m
de altura, corpo atletico sempre frequentei academia...
Bom para inicio de conto eu estava a alguns meses sem
emprego e minha namorada tinha me largado, sempre me
interessei por contos de zoofilia mas nunca tinha feito ou
realizado algo parecido, num sabado a tarde após ter dado
um banho me meu cachorro Pit, um pit-bull muito bem
cuidado e muito docil, apesar de algumas pessoas nao
acreditarem que essa raço pode ser docil, fui lavar o meu
carro, nessa epoca eu morava com alguns amigos e eles
estavam trabalhando naquela tarde, na hora de falvar os
pneus do meu carro tive que me agachar para lava-los, nesse
momento pit estava sentado por perto e solto, pois nao tinha
problema dele se sujar pois a casa era todo murada e com
grama, em questao de segundos o pit veio em minha direçao
como esta calro suava como um loko e toda hora jogava agua
no meu corpo para refrescar, tenho o costume de nao usar
cueca, entao so estava de shorts, pit começou a lamber o
meu suor misturado com agua, eu espantei ele e vi que ele
nao queria sair dali, o empurrei e vi que ele ficou quieto,como
se estivesse chateado por eu ter gritado com ele, nisso eu o
chamei de volta e brinquei um poko com ele, e depoois voltei
a lavar os pneus, mas foi so me abaixar e ele veio denovo em
minha direçao e começou a lamber as minhas costas e depois
desceu ate ao meio de minha bunda, a qual as meninas
sempre elogiavam, nessa hora me espantei e o empurrei
denovo, mas vi que ele nao saia, gritei com ele e ele latiu
para mim, pit nunca teve uma cachorra na vida dele, entao
era virgem ainda.
Nisso ele saiu um poko de perto de mim, qdo olhei para ele
denovo la estava ele sentado com a lingua de fora e com o
membro dele de fora, ou seja excitado, era um membro
enorme uns 22 cm e vermelho da cor sangue, nao pude parar
de reparar, o meu nao é muito menor que o dele, mas nunca
tinha visto algo parecido alem do meu, ai fiquei pensando q
se ele tinha ficado excitado comigo... e me lembrei de alguns
contos e me deu um tesao q nao sei explicar, mas nao o
chamei, pq nunca tinah feito isso com ninguem nem de algo
parecido, fui lavar o ultimo pneu parecia q ele sabia, fui me
abaixar e qdo dei conta pit ja estava ali atras de mim me
lambendo, fiquei com um poko de remorso, mas estava
ficando gostoso, entao deixei levar, pit nao se conteve e subiu
em mim, colocou suas patas da frente em cima dos meus
ombros e começava a estocar as minhas costas, tava com
medo q alguem chegasse mas estava ficando com tesao de
sentir aquilo nas minhas costas, nisso ele desceu e começou a
latir, fiquei com medo de algum vizinho escutar entao resolvi
fazer uma coisa diferente, como estava sem cueca, abaixei
meu shorts ate os joelhos e nisso ele começou a lamber as
minhas pernas, me abaixei e fiquei na posicao acrocado, ele
sentiu o meu cheiro, quer dizer o cheiro do meu reguinho e
começou a querer lamber, ai pensei, nao vai ter problema ele
so vai lamber e quero matar a minha curiosidade, fiquei de
quatro e deixei ele lamber, era uma sensaçao diferente nunca
tinha sentido aquilo, dava um frio na barriga, mas nao estava
ruim, estava ate gostando de sentir aquela lingua aspera
passando no meu reguinho, mas o q eu nao esperava
aconteceu sem q eu percebe-se pit pulou em cima de mim, e
tentava me penetrar, mas como ele nao tinha experiencia
batia em minha bunda, nisso eu tentei me sair daquela
posicao e ele começou a rosnar, parei pois ele ra muito forte,
nisso nao sei como ele acertou a entrada, pensei novamente
em sair mas ele nao deixava me apertando com suas patas e
rosnando, doeu um poko qdo entrou ate dei um berro com ele
mandando sair mas ele nao deixava, tbem pensei q os
vinzinhos poderiam vir e ver eu naquela situaçao, como
minha curiosidade era tanta resolvir deixar...
entao ele começou a bombar devagar e babava sobre as
minhas costas, derepente começou a estocar de uma forma
violenta e rapida, como um animal, como ele é, fiquei com
medo pois doia, mas ao mesmo tempo estava me dando
tesao e prazer, estava ficando cada vez melhor acho q fui me
adaptando a aquela pica enorme, mas como nos contos sabia
q algo enorme estava por vir, nisso sinto algo grande batendo
na entrada do meu reguinho, mas como estava bom nem dei
muta bola e pensei q nao iria entrar... mas como ele soltava
alguns jatos dentro de mim e como eu estava olhado o
inesperado aconteceu, a bola do pit entrou eu comecei a
chorar pois doia demais, mas nao adiantava pois ja estava
engatado com ele, e fui relaxando nisso eu comecei a sentir
um tesao enorme e gosei, pit ja havia gozado algumas vezes
dentro de mim sentia os jatos dele dentro de mim, ele
começou a bombar com mais força e derpente saiu muitos
jatos e muitos demorados.... nossa era bom aquela porra
quente dele dentro de mim, nunca pensei q iria fazer isso e
que era tao bom, fiquei aproveitando nisso ele tentou se
desvenciliar de mim,mas estavamos grudados ficamos igual a
um cachorro e sua cadela grudados bunda a bunda, ficava
pensando tomara q ninguem chega nessa hora, ficamos uns
10 minutos assim e cada poko eu ficava mais com medo q
alguem chegasse, derepente a bola dele murchou e saiu de
dentro de mim, nisso começou a escorer porra e um poko de
sangue por minhas pernas saindo do me reguinho, nisso pit
começou a lamber aquilo tudo e al lamber sua piroca enorme,
eu gozei novamente com a lambida dele. Me levantei e fui
tomar um banho, sai do banho e pit parecia q estava exausto
deitado na porta do meu quarto, mas engano foi so eu chegar
e ele ja levantou e ficou me olhando e balançando o rabo, e
seu membro estava para fora novamente, como estava de
toalha deixei ele me lamber novamente, pois havia gostado, e
com ele lambendo quase gosei... derepente ouço um barulho,
era meus amigos chegando, fechei a porta do meu quarto e
me troquei, pit me esperava na porta... nesse dia foi isso o q
aconteceu, foi assim q pit perdeu sua virgindade e assim q eu
perdi a minha virgindade anal...
espero q gostem... com certeza terei mais aventuras....
abraços a todos e se quiserem podem me responder....

Mãe puta , puta mãe

A historia que passo a contar aconteceu faz muito tempo , e é


a primeira vez que vou expor .
Sou alto 1.90 , magro , cabelos cstanhos cachedos e olhos
azuis, morava na zona norte de São Paulo , meu pai tinha
falecido ha uns cinco anos e meus irmãos tinham casado
naquele inicio de ano , ficando só eu e minha mãe em casa .
Ela era norma , seus 45 anos , forte , não gorda , branquinha
. descendente de italianos , seios fartos , bundão e um par de
coxas muito bonitas.
Eu trabalhava no centro da cidade e estudava no bairro
mesmo , eu havia acabadod e comprar meu primeiro carro , e
por isso não parava em casa , só ia comer , tomar banho e
me trocar .
Certo dia , um domingo para ser mais exato , eu notei que
minha mãe estava um pouco calada , e perguntei oqque tinha
acontecido , ela confessou que se sentia muito solitaria , e
que não fazia mais nada além de cuidar da casa, fiquei até
comovido e dissse que naquela noite eu a levaria para dar
umas voltas , ela mudou na hora , começou a fazer seus
afazeres cantando , perguntou oque eu ia querer para o
almoço , toda empolgada , até então eu naõ havia percebido
que mulher encantadora ela era , depois do almoço eu dissse
que iria na casa de uns amigos , mas que era para ela esatr
pronta as oito horas que eu ia pega-la em casa para irmos até
a serra da Cantareira tomar um chopp .
Disse isso e sai , quando voltei já passava ds oito , ao entrar
na sala eu a vi toda arrumadinha para sairmos , comi alguma
coisa e fomos saindo , então , não sei porque eu disse ,
___Bom já que vamos sair , acho bom A senhora não me
chamar de filho e eu não te chamar de mãe , também não
vou chama-la de senhora , tudo bem ?
___ Eu não espava outra coisa .
Começei em Santana , descemos em um dos barzinhos mais
agitados da região , e perguntei se ela estava gostando , no
que ela falou que preferia um lugar mais calmo , falei que
tudo bem , paguei a conta e fomos para a serra , que é da
zona norte se não conheçe já ouviu falar do bar do Pedrão ,
fica no meio do nada , cmo já tinhamos tomados umas no
outro barzinho ela começou a se soltar , já tinha abrido
alguns botôes da blusa , deixando aparecer aqueles lindos
seios , em dado momento , na estradinha com pouca
iluminação , ela disse ,
___Estamos parecendo um casalzinho , né ?
___Se focemos um casalzinho não estariamos tão longe um
do outro.
Ela riu e disse ,
__Tem razão! E ficou com o corpo colado ao meu lado a lado ,
para ficar mais a vontade pois estava dirigindo eu passei meu
braço ao redor de seu pescoço, colocando minha m]ão a uns
cinco centimetros dos seus seios , e como a estrada não é
boa , cada vez que eu passava em um buraco meus dedos
tocavom seus mamilos , que começaram a ficar durinhso
depois do terceiro buraco.
Quando chegamos , estava cheio para variar , e ficamos em
uma mesa bem na frente , ela adorando tudo, e bebendo
muito ,foi quando ela disse que queria ir ao banheiro , eu fui
com ela e notei que muitos caras a ficaram encarando , foi
quando eu parei de ve-la como mãe e começei a ver o
mulherão que eu tinha trazido para esse fim de mundo.
Mau entrou , ela saiu dizendo que não dava pra uzar , que era
um nojo , eu já com maldade disse ,
__Vamos pagar a conta , e você faz do lado do carro .
ela concordou , chegando no estacionamento , abri a porta do
motorista e la ficou atraz , com a desculpa de ficar vigiando
fiquei atraz dela, quando ela levantou o vestido , eu fiquei
pasmo , ela estava com um fio dental todo enfiado no cú ,
demorou para conseguir abaixar aquela peça tão pequena ,
quando abaixou e começou a mijar eu vi uma bunda
maravilhosa , que me deixou de pau duro na hora , tive que
me conter para não alisar aquele bunbão.
Quando ela acabou , levantou a calcinha e ficou de frente
para mim , ainda com o vestido levantado até a cintura , eu
devia estar com cara de bobo, pois ela olhou para mim e deu
uma risada .
Entramos no carro e ela veio de novo do meu lado , eu já
queria mesmo passar a mão naqueles peitôes , e nâo deu
outra , no primeiro buraco , ela deu pulo , minha mão ficou
colada naquele peito quentinho , ele estava todo na minha
mão , dava paa sentir o coração dela bater mais rapido , de
vez em quando eu alisava e apertava com os dedos os
mamilos e ela ia se abrindo e gemendo , quase chegando falei
para ela que era minha vez de mijar , parei o carro num canto
de onde tem uma vista muito bonita da cidade,
tive que ir pro lado do passageiro para não ficar com o pau
apontado para a estrada, por conta da situação o danado
ainda tava meio duro , minha mãe saiu do carro dizendo que
tinha tomado muitas cervejas e queria mijar também , eu
fiquei olhando ela de fio dental e ela me vendo segurar o pau
que depois do mijo já tava duro de novo.
__Sabe quanto tempo faz que não vejo um pau duro na
minha frente , quase na minha cara , desse jeito ?
__Não , mas se você quiser pode olhar , pode pegar , pode
tudo.
Tinha deixado claro que eu queria comer aquela mulher
maravilhosa , ela acabou de fazer xixi , tirou a calcinha
dizendo que estava machucando e abaixou o vestido , foi
chegando perto de mim , que ainda estava com o pau duro
para fora ,
__Eu posso mesmo pegar? Perguntou com a voz tremula , eu
fiz que sim com a cabeça.
Ela foi pegando como se meu pau fosse morder ela , não
demorou muito e ela já estava me punhetando com muito
carinho , falei que se ela continuasse assim eu iria gosar .
__Por mim tudo bem , faz tempo que quero beber um leitinho
quente , ficou de joelhos na minha frente e começou a mamar
, eu não acreditava que minha mãe estava chupando meu pau
, e como elça chupava gostoso , gozei como nunca tinha
gosado, ela bebeu tudo , depois ficou lambendo meu pau que
já estava quase duro de novo.
__Melhor a gente acabar em casa , né ? Falou isso e entrou
no carro .
Logo que me sentei ela abriu as pernas e levantou um puco o
vestido dizendo que estava com calor , eu começei a passar
as mãos nos seus joelhos e logo estava nas coxas , conforme
minha mão subia ela abria mais as pernas , fechou os olhos e
começou a gemer baixinho , pouco antes de chegar-mos em
casa eu já tinha enfiado os dois dedos na buceta dela , e ela
já tinha gosado duas vezes.
Logo que fechei a porta ela me agarrou dando um beijo de
lingua que me deixou tonto , fomos para sua cama , que
ainda era de casal , tiramos as roupas com muita pressa ,
coloquei ela de barridga para cima na cama e começei a
chupar aquela buceta molhada , cheirosa e para minha alegria
toda depilada , fiz ela gozar muito , depois fizemos um 69 ,
onde gozei naquela boquinha de novo.
Com menos de meia hora já esatva de pau duro e colocando
ela de quatro , e fui metendo bem devagar até ela gozar
gritando de prazer , nisso eu já estava socando que nem um
louco , foi quando eu parei e coloquei tudo de uma vez
naquele cuzinho.
Ela gritava , chorava , xingava , e gozava.
Já quase amanhecendo tomamos um banho juntos , onde eu
comi ela outra vez , durante o café , ficamos lembrando e
comentando os detalhes da noite anterior .
Ela me confessou que fazia muito tempo que ela se
masturbava pensando em mim , mas que nunca tinha tido
coragem de fazer uma aproximação nese sentido , e que
também nunca havia dado o cú , nem para meu pai.
Fiquei até orgulhoso , me arrumei para ir trabalhar , na sala
ela estava só de calcinha , uma igual a que estava usando na
outra noite e disse , quando você voltar vou estar assim te
esperando , demos um beijo molhado que durou quase meia
hora , ela sentiu que meu pau duro e disse , a noite um cuido
do meu Homem .
Fui até seu ouvido e sussurrei .
__Vou fazer minha puta gozar muito , nessa rola. E sai.
A noite ela disse que quando eu a chamei de puta ela gozou ,
só de ouvir , que daquele dia em diante ela ia fazer oque eu
tivesse vontade.
Mas isso é outra ou ouotras historias...

Frustração Arrasadora

Era o final da década de setenta. Fora admitida na empresa


em que trabalhava uma garota que me deixava com delírios
de prazer. Eu irei chamá-la de Gláucia. 19 anos, corpinho de
fada, seios médios durinhos e levemente empinados, lisos
cabelos pretos tipo chanel, olhos faiscantes da mesma cor, e
uma bundinha sutilmente arrebitada. Ah! Aquela bundinha!
Magnética! Razão de intensas e desvairadas masturbações
que tivera. Gláucia era uma menina alegre, simpática e
expansiva, porém, sem ser vulgar. Quando ela andava,
movimentava-se como em câmara lenta, derramando
sensualidade, parecendo levitar, etérea. Linda! E eu ficava
literalmente paralisado, derretido de desejo, suspirando.
Gláucia sabia que me provocava, pelos densos e tórridos
olhares de inconfundível desejo que, discretamente, eu lhe
lançava frequentemente.

Nessas situações, respondia-me com profundos e meigos


olhares de soslaio sob sorrisos inocentemente marotos,
oferecendo-me uma persuasiva cumplicidade e, talvez, uma
encorajante intimidade. Porém, arisca, sistematicamente
livrava-se das encoxadas que eu tentava lhe dar, quando
estrategicamente procurava prensá-la contra uma mesa
qualquer sob o pretexto de explicar-lhe algum serviço. Isso só
me fazia desejá-la cada dia mais, a ponto de me masturbar
duas até três vezes ao dia tamanho era a excitação que me
acometia, pois só assim conseguia alguma serenidade para
trabalhar. Minha esperança confundia-se na ilusão de um dia,
talvez, poder realizar com ela tudo o que havia de mais
exótico nas pungentes fantasias que ruminavam, pululavam
em minha mente.

Pairava no ar uma doce e perene fragrância de sexo que, pelo


menos para mim, era convincente demais. Atormentava-me o
fato de, às vezes, intuir uma real reciprocidade; bom, era isso
o que eu acreditava, ou melhor, tentava desesperadamente
acreditar. Com essa atitude, na verdade, eu lhe massageava o
ego alimentando sua vaidade, mas o que poderia fazer, tinha
de tentar. O problema, para minha angústia, era que ela só
falava do noivo. Dizia estar apaixonada e que iriam casar-se
logo. Era sempre o noivo isso, o noivo aquilo, e blábláblá... Só
que eu estava irremediavelmente apaixonado por aquela
bundinha, aliás, desde a primeira vez que a vi fiquei
enfeitiçado. Fustigava-me a imaginação visualizá-la rebolar,
de quatro, gemendo e choramingando, com todo o meu
cacete atolado no seu delicioso rabo. Mil desejos me
consumiam! Os meses foram passando, entre elétricos
olhares, conversas fúteis e sorrisinhos ambíguos. Meu
desespero aumentava diante de sua postura esquiva.

Então, comecei a perceber que Gláucia demorava no banheiro


mais que o normal. Em média de dois em dois dias, ia para o
toalete sempre por volta das cinco da tarde, e não saia de lá
antes de passada meia hora. O que fazia lá dentro para
demorar tanto? Lampejava-me internamente afogueadas
imaginações. Intrigado até o limite da paciência, resolvi
esclarecer minhas dúvidas. Certo dia, às cinco horas, fui até a
cozinha, a qual ficava ao lado dos banheiros, com o pretexto
de tomar um cafezinho. Logo, Gláucia entrou no toalete
feminino. Chegara à hora! Era difícil disfarçar minha atroz
ansiedade!
Aproveitando estar sozinho na cozinha, e após conferir se não
havia ninguém no banheiro masculino, sorrateiramente,
pisando em ovos, aproximei-me da cabine e encostei o ouvido
da porta escutando a confirmação do que já supunha. Para
meu tormento, ouvi um sussurro entrecortando, choroso e
abafado:
- A-ai! Me-meu Deus! Es... estou enta-la-da! Está... es-tá
saindo! Aaiii... Aaiiiiii... Oohhh...! (uma pausa) Ufa!
Aahhh... Que alívio!
Seguiu-se o maravilhoso rumorejar sibilante de urina
chocando-se contra a louça do vaso; um jorro forte e
encorpado que me invadia os ouvidos e entorpecia-me os
sentidos, como um doce e saboroso hino ao sexo. Quase
ponho a porta abaixo a pontapés, para sorver as últimas
gotas daquele verdadeiro néctar dos deuses e foder naquele
delicioso rabo cagado!
Chamuscado, afastei-me dali cambaleante e ofegante,
segurando-me nas paredes, o cacete a crepitar sob a calça.
Como ondas, incontroláveis frenesis de desejo percorriam
meu corpo. Vaguei pelos corredores assaltado por
incontroláveis e febris fantasias.

Ao sair do banheiro e passar pela minha mesa, notei alguma


coisa de vergonha imiscuída no tímido, delicado e
constrangido sorriso que me deu, sob duas covinhas lindas,
com seus olhos espelhando uma ternura indefinível, talvez de
um cúmplice consentimento. Mas algum instinto bizarro, uma
intuição qualquer, fez-me voltar ao banheiro mais rápido do
que imediatamente. Certifiquei-me de que ninguém estava
por perto e entrei na cabine das mulheres. Ao olhar para o
vaso sanitário, sentindo o frescor do vapor d’água da
descarga recente, fiquei pasmo, perplexo, quase tive uma
síncope cardíaca caindo fulminado: este havia regurgitado um
cagalhão grosso, bem grosso, duro e seco, salpicado de
sangue!

Ensandecido e em ebulição, saquei minha incandescente


piroca e bati uma ardente punheta ali mesmo, em pé, alheio
ao perigo de ser descoberto, hipnotizado pelo rejeito de
Gláucia. Logo inundei o vaso com golfadas e mais golfadas de
esperma fervente, viscoso, que mais parecia magma
flamejante. Caucinado pelo êxtase, lasso e arfante, encostei à
parede ao lado do vaso com o cacete pulsando, e fui por ela
lentamente escorregando até minha bunda encostar-se ao
chão, tremendo e suando muito, com os olhos semicerrados e
a boca entreaberta numa expressão de suave arrefecimento
após um abrasador prazer.

Realmente era impressionante o fato daquela tora de


tamanha espessura ter saído de um cuzinho que eu
imaginava tão delicado –- e, até prova em contrário,
apertado! Com certeza, Gláucia devia ter empolado as veias
do pescoço no esforço para expeli-la. Aquilo devia ter
dilacerado suas pregas rosadas. No dias seguintes, quando
íamos almoçar, a cada garfada sua, eu pensava: “Come,
gatinha, come bastante, pra depois cagar gostoso para eu
ver!”

Pouco tempo depois, Gláucia realmente casou com o


famigerado noivo e pediu demissão. Ah! Inesquecível Gláucia.
Poesia em movimento, criatura onírica! Por onde andará?

Num Banheiro Público

Por mais incrível que possa parecer, o que vou narrar


realmente aconteceu. Era um final de tarde, eu estava no
centro da cidade quando me deu uma enorme vontade de
mijar. Então me dirigi a um banheiro público e fui ao mijador
coletivo. Enquanto estava mijando entrou um homem, o qual
deveria ter uns 48 anos, encostando-se do meu lado
esquerdo.

Percebia, com o olhar de canto de olho, que o cara fitava o


meu cacete com expressão de desejo. Isso fez com que o
meu caralho começasse a endurecer. Assim que acabei de
mijar, ele pegou no meu pau e começou a punhetá-lo. Notei
que estávamos sozinhos, o que era uma raridade em se
tratando do horário. Ele fez um gesto com a cabeça
mostrando-me as cabines e foi andando para lá. Eu o
acompanhei.

Ele sentou na privada, arriou minha calça até os joelhos e


começou a dar uma bela chupada no meu cacete. Achei
ótimo, pois estava louco de tesão, já que momentos antes
havia cobiçado muitas bundas femininas. O cara chupava
deliciosamente! Ele abocanhava meu mastro todo, depois o
beijava e o lambia. De vez em quando chupava meu saco.

Depois parou de mamar e começou a colocar uma camisinha


no meu ferro com a boca. Minha piroca estava com a
capacidade máxima de ereção, bonita e vistosa. O estranho
se levantou, virou de costas para mim, abaixou a calça,
desceu a cueca, curvou-se para frente e, com as duas mãos,
abriu sua bunda branca, expondo-me um belo cu depilado.
Não tive dúvidas, fui forçando minha vara naquele rabo
convidativo e pulsante, até que começou a entrar. E acabou
entrando tudo na rosquinha dele.

O cara rebolava feito um louco e gemia. Após uns


movimentos de vaivém, não aguentei mais e despejei meu
quente e cremoso esperma dentro do cuzinho dele, urrando
muito. Ele sentou-se novamente na privada, retirou a
camisinha do meu soluçante caibro e, colocando a boca a
poucos centímetros dele, falou:
- Mija na minha boca, vai! Estou louquinho para sentir esse
líquido maravilhoso escorrer pela minha garganta.

Não me fiz de rogado e dei uma bela mijada na sua boca. Ele
bebeu tudo. Foi incrível! Depois disso, virou-me e começou a
chupar meu cu. Até me espantei com a volúpia que ele
lambia, chupava e enfiava a língua dentro do meu rabo, pois
havia dado uma cagada pela manhã e não tinha lavado o
cuzinho, só o tinha limpado com papel higiênico.

Foi então que o cara me pediu para cagar na boca dele. Eu,
envolvido pela situação, tentei, fiz muita força a acabei
fazendo um pouco. Acabei gozando de novo na punheta que
ele me socava enquanto cagava gostoso na boca dele. O
homem deixou o meu botãozinho limpinho. Saímos da cabine
e ele foi lavar a boca na pia. Ele me disse que era de São
Paulo (Capital) e que tinha vindo a Santos tratar de
compromissos profissionais. Despedimo-nos, e eu não
perguntei seu nome nem fone.

Quero repetir essa inesquecível experiência com outros


parceiros. Alguém interessado? Não precisa ser em banheiro
público; com local, melhor. Estou aguardando ansiosamente.
Podem me contatar no e-mail: netmail@ig.com.br

Rosquinha com Recheio de Chocolate

Excitantemente bizarro e insólito! Qualifico assim o incidente


que ocorreu comigo em um passado recente, o qual passo a
narrar a seguir. Pela manhã, estava num cinema pornô. Por
ter menos gente, gosto de ir a lugares como esse no período
matutino, pois me sinto mais estimulado a deixar aflorar
meus desejos homoeróticos.

Lá pelas tantas, fui ao banheiro. Aparentemente não havia


ninguém no local. Estava com muita vontade de usar meu
cuzinho para as necessidades naturais de qualquer ser
humano. Seguindo pelo corredor ladeado pelos reservados,
um de frente ao outro e todos de portas abertas, espantei-me
ao ver, no último reservado, à direita, um homem de meia-
idade, com a calça arriada, suando muito ao bater uma
nervosa punheta, com os olhos vidrados fitando a privada.

Estranhando o fato, fui dar uma olhadela dentro da própria


para ver o que estava causando tamanha sofreguidão naquele
homem, apesar de já supor mais ou menos o que seria.
Apenas essa ideia excitou-me instantaneamente. Assustado
ao ver-me, imediatamente parou a masturbação, ficando com
o cabeçudo cacete pulsando na mão. Um cagalhão muito
grosso e seco, de mais ou menos uns 30cm, era o objeto da
avidez dele.

Entreolhamo-nos e eu intuí o que ele queria, vindo a calhar


com a minha vontade de evacuar. Então fui para o reservado
em frente, deixando a porta aberta (é claro!), tirei a calca
toda, virei-me de frente para a parede encostando o rosto
nela, e coloquei os pés no chão, um de cada lado da privada;
prosseguindo, curvei-me até ficar com a bunda bem aberta,
deixando meu cuzinho totalmente à mostra, virei o pescoço
para olhar para ele e comecei a fazer muita força, até que
meu rabinho começou a expelir um único cagalhão, mais ou
menos das dimensões e solidez daquele referido.

O homem estava hipnotizado, com o olhar faminto e


sequioso, parecia que enlouquecera, pois reiniciou a punheta
com tanta força e tão rápido que fazia até um barulho
molhado, combinando com seu gemido angustiado. Acabado
meu ato de defecar, ele veio em minha direção com passos
miúdos, em razão da calça arriada, remetendo-me a imagem
de Carlitos, inesquecível personagem de Charles Chaplin. Tive
um ar de riso. Fazendo uma expressão de admiração,
gesticulava com as duas mãos em círculo mostrando-me a
grossura do meu cagalhão.

Arfando, eu estava aliviado. Comigo na mesma posição ele


olhou para dentro da privada, e um pingo de baba caiu de sua
boca. Na sequencia, num entra-e-sai frenético, apunhalava-
me fundo o rabinho com a língua, chegando mesmo a doer, e
tirando-me até os pés do chão. Delícia! Logo após ele
cheirava, beijava, lambia e chupava meu anelzinho com uma
ferocidade tal que me arrancava expressões e gemidos
aflitivos. Impressionante! Na verdade eu estava adorando
aquele verdadeiro estupro lingual.

Com os olhos fechados, em transe, eu rebolava sensualmente


e ele dizia, salivando e apaixonado:
- Hummm, como é deliciosa essa rosquinha com recheio de
chocolate!
Ato contínuo, colocou uma camisinha, deu umas cuspidas no
meu cu e no seu pau e iniciou um vaivém suave, mas de vez
em quando me dava estocadas profundas, as quais faziam até
meus pés, novamente, aos solavancos, suspenderem do chão.
A essa altura eu estava levitando, gemendo chorosamente,
rebolando e socando um punhetaço.

Até que ele jorrou sua alma em porra dentro do meu cuzinho.
Foi demais! Em seguida também explodi em gozo e esguichei
meu esperma na parede e na privada. Senti o cheiro e o
gosto do meu cuzinho na sua boca quando o beijei. Terminei
dando-lhe uma encorpada e refrescante mijada na boca.

Estou ansiosamente à procura de alguém para reviver comigo


esses e outros prazeres. Não tenho nenhum preconceito. Os
interessados devem entrar em contato no e-mail:
netmail@ig.com.br

- oOo

Raros Prazeres
Ansioso, estava eu em um barzinho na cidade de Praia
Grande, litoral de São Paulo, para encontrar um casal que
respondera a um anúncio meu numa revista masculina.
Pontuais, chegaram ao horário marcado entre sorrisos de
expectativa. A mulher era bonita e tinha um corpo sensual.

Na faixa dos quarenta anos, eram do interior do estado de


São Paulo e estavam passando o final de semana numa casa
de veraneio por eles alugada. Passado algum tempo, dentre
indiretas e insinuações discretas, convidaram-me para ir à
referida casa a qual ficava perto do barzinho. Hipótese de
uma noite inesquecível! Fomos para lá então.

Rasgando a escuridão da sala, havia um suave facho de luz


indireta vindo de outro cômodo. As paredes nuas combinavam
com o estilo miminalista da decoração. Uma delicada e
envolvente fragrância de jasmim perfumava o ar. Naquela
mágica penumbra, enquanto o marido fora colocar uma
música romântica, a mulher, com os olhos marejados,
sorrindo e já dançando sensualmente, fez um gesto com os
braços esticados chamando-me para acompanhá-la. Igual a
uma fada, ela parecia flutuar. Etérea!

Hesitante, fui, apesar da dança nunca fora uma das minhas


habilidades. Embalados pelo ritmo suave, a mulher beijou-me
docemente. Cintilavam expectativas! Em dado momento, a
esposa virou o corpo e continuou dançado eroticamente,
esfregando suavemente a bundinha no meu cacete que já
estava aos saltos. A seguir, guinando a cabeça para trás, ela
procurou meus lábios uma vez mais. Eu estava entorpecido
de excitação. Tudo ficara lento: o tempo, os movimentos...

Pouco depois, olhei de lado, e o marido, já sem roupa e


estirado numa poltrona, fitava-nos com o olhar embevecido a
masturbar-se lentamente. Seu caralho reluzia! Fomos para o
quarto então. De imediato, eu e a esposa tiramos nossas
roupas, ficando ela só de tanguinha bem cavadinha. Ato
contínuo, sentamos à cama lado a lado e concentramos nossa
atenção ao caralho do marido que ficara em pé à nossa
frente; enquanto ela o abocanhava, eu chupava-lhe os bagos.
Depois invertemos as chupações. Delícia!
Não sei o porquê, ajoelhamos os três em formação de um
triângulo. O marido, com a mão direita, acariciava minha
piroca, e com a esquerda simultaneamente bolinava minha
bundinha, meu reguinho, chegando ao meu afogueado
cuzinho. Sentia-me queimar por dentro. Eu acarinhava seu
pinto e alternava apalpando a bocetinha e o rabinho da sua
mulher. Eles se beijaram, seguido dela engolir-me com um
beijo. Em seguida, a mulher fora pegar um lubrificante que
estava em outro quarto e, quando retornou, encontrou-me
junto com o marido fazendo um suculento sessenta e nove.

Logo após, deitei-me à cama com a esposa sentando sobre


meu rosto, rebolando e oferecendo sua bocetinha e o rabinho
para serem chupados, cujo marido, por sua vez, caindo de
boca no meu cacete novamente. Continuei na mesma
posição, porém com ele ofertando seu cacete para eu mamar,
enquanto esposa abocanhava meu membro. Assim ficamos
por vários minutos. Antes que o marido fodesse a grutinha da
esposa, a qual ficou na posição de quatro, assaltei o cacete
dele com a boca e, simultânea e delicadamente, metia os
dedos na boceta dela; depois inverti, ou seja, sugava como
um desesperado a xoxota dela e masturbava o marido ao
mesmo tempo.

A boceta da esposa estava encharcada de tanto suco, quente


e viscoso. E, finalmente, peguei no pulsante caralho do
marido e o conduzi à xota da mulher. Quando ele tirava seu
mastro um pouco da vulva da esposa, eu lambia a parte do
cacete dele que estava para fora da cova. Chegava a babar de
tanto tesão! Aliás, essa foi uma das descobertas mais
prazerosas que jamais fiz. Adotei a mesma atitude quando ele
foi foder a pulsante rosquinha da esposa.

Um pouco mais tarde, vesti uma camisinha e enfiei com gosto


na bocetinha e no cuzinho da mulher a qual permanecera da
mesma posição. Ela gemia e choramingava. É claro que me
brindou prestando à mesma preparação prévia que fiz a ele.
O marido também nunca fizera aquelas práticas, e adorou
fazê-las! Na continuação, ele ficou de quatro com a mulher
lubrificando seu no rabo, falando:
- Rebola no pau dele, amor! Vai, quero ver você rebolar
gostoso!
Não rebolou muito, pois enchi o cu dele de porra, urrando
muito! A esposa olhou-me com cumplicidade e eu sabia o que
ela queria. Fiquei de quatro e ela besuntou meu cuzinho com
lubrificante, com o homem dando umas cuspidas no meu
guloso para garantir. A seguir, ela colocou uma camisinha no
nervo no marido.
- Agora você vai receber um cacete gostoso. Vai, amor, mete
nele, mete... – disse com ar ansioso e doce.

Ele meteu, e eu gemi e rebolei muito nos seus 18cm


enterrados até o fim no meu cuzinho. Até que o marido
estremeceu, urrou e gozou muito no meu rabinho. Algum
tempo depois, experimentamos dupla penetração na mulher e
fomos presenteados com um gozo profundo, aos berros, os
três juntos. Foi sensacional!

- oOo -

Ménage Borbulhante

Conheci Cláudia e Paulo (pseudônimos) em um barzinho.


Realmente casados, simpáticos, ambos deviam ter um trinta
e poucos anos. Cláudia era uma garota bonita, mignon, olhos
claros e um delicioso corpo. Paulo, mulato, alto e magro.
Conversando, ele me falou que eram do interior de São Paulo
e estavam hospedados em um apartamento emprestado de
um amigo.

Discretamente, Paulo parecia empurrar Cláudia para cima de


mim, mas em fingia não perceber. A noite transcorreu entre
risos, insinuações e olhares enlaçados entre eu e a gata.
Ficou acertado, por fim, que no final de semana seguinte eles
retornariam à cidade e voltaríamos a encontrar-nos naquele
mesmo barzinho.

Apreensão, ansiedade e excitação marcaram a semana. Fiquei


aliviado quando vi o casal chegar ao bar com um sincero
sorriso e ansiedade no olhar. Sentaram-se e começamos a
papear. Logo, Paulo me convidou a continuar o assunto no
apartamento, onde poderíamos ficar mais à vontade já que,
ali, havia muito barulho. Aceito no ato!

Encarei Cláudia e vi seu hipnótico olhar fervilhando de aflição


e expectativa. No ar, pairava uma excitante fragrância sensual
e a hipótese de uma noite de prazeres! Acariciando sua
bundinha, eu engolia Cláudia num beijo poucos instantes após
chegarmos ao apartamento, enquanto Paulo sacava meu
mastro e o mamava com sofreguidão, parecendo um bezerro
desmamado.

Às pressas, tiramos nossas roupas. Comigo em pé, Cláudia e


Paulo sentaram-se lado a lado, no sofá, e, alternando-se,
beijavam-se mutuamente, chupavam meu pau, meu saco e
meu cu. Troquei de posição com Paulo indo zelar do seu
vibrante caralho ao lado da esposa. Cláudia e Paulo fizeram
um suculento 69, com ela por cima.

Ao ter a visão da bundinha dela aberta, não tive dúvidas,


vorazmente atolei o rosto no seu rabinho, cheirando,
lambendo, chupando e enfiando toda a minha língua lá
dentro. Salivando, deixei-me provar do delicioso sabor
agridoce e sentir o delicado e excitante cheirinho de cuzinho
dela, o qual me entrava pelas narinas embriagando-me e
entorpecendo-me, deixando-me com o cacete parecendo uma
barra de aço.

Ato contínuo, pus uma camisinha e fui enfiando-me por


aquele latejante vale castanho, devagarzinho e com gosto. A
partir daí, passamos a revezar as parcerias no 69: eu por
cima com Cláudia, tendo meu rabo chupado e comido por
Paulo; Paulo por cima com Cláudia, com o cu dele chupado e
fodido por mim; e Cláudia por cima comido, tendo sua boceta
e seu rabinho chupados e comidos por Paulo. Ora um ora
outro, metia na grutinha e no cuzinho de Cláudia, numa
gostosa dupla penetração.

Paulo me comeu na posição de frango assado, enquanto


Cláudia sentava sobre meu rosto oferecendo a encharcada
xoxotinha e o ardente rabinho para eu sugar, ao mesmo que
beijava o marido com paixão. Depois, eu e Paulo invertamos
as posições.
Fizemos sanduíche, comigo, de início, como recheio: eu subi
em cima de Cláudia enterrando meu mastro no cu dela, e
Paulo subiu em cima de mim enfiando todo seu caralho no
meu rabo. A seguir, eu e ele nos alternamos, fazendo dele,
recheio. Era um prazer descomunal!

Enfim, foi um desfilar de raros prazeres e delícias, com


chupações, gemeções e comilanças de várias maneiras.
Cláudia gozou um sem-número de vezes; eu e Paulo duas
vezes cada. Mais tarde, quando fomos tomar uma ducha os
três juntos, Cláudia simplesmente começou a mijar. Os dois
me olharam buscando aprovação e acabamos sorrindo os
três.

Para não perder mais nenhuma gota, minha resposta foi um


ajoelhar rápido, para sentir o doce amargor daquele
verdadeiro néctar na minha boca, encantando-me o paladar, e
a escorrer pela minha garganta em sibilantes jatos
borbulhantes e mornos. Uma delícia! Logo após, eu mijei
sobre a bunda e o corpo de Cláudia e também sobre o de
Paulo. Eu e Cláudia recebemos a retribuição refrescante de
Paulo num belo jorro encorpado e demorado. Isso tudo foi
feito com o chuveiro aberto. Aliás, a água lava tudo, não
acham?!

- oOo –

Meu "Vovo", Minha Privada

Quando me dá vontade de variar das minhas práticas


heterossexuais, vou a um cinema pornô que freqüento há
algum tempo, sempre no início da noite. Lá, conheci S.
Antônio, o qual adorava cheirar, lamber, chupar e enfiar toda
sua língua dentro do meu cu, suave e demoradamente, e
depois salivar e penetrar um ou dois dedos nele (delícia!!!),
devagarinho, enquanto eu gozava gostoso na boca dele (“dá
leitinho dá, meu netinho”, ele falava); isso acontecia sempre
no banheiro dentro das cabines. De vez em quando pedia
para que eu o enrabasse. Na maioria das vezes, eu estava
com o cuzinho “batizado” só para sentir a reação dele, a qual,
aliás, não poderia ser melhor: açodado e com a boca cheia
d’água, ele cheirava e sugava o meu rabinho com uma
intensidade sem igual. Esfoliava-me o cu aquela áspera e
deliciosa língua. Às sextas-feiras que nossos encontros
aconteciam.

S. Antônio devia ter mais de 65 anos, mais ou menos 1.70m,


corpo normal (apesar da barriguinha), grisalho, meio calvo e
tinha um bigodinho estilo Clark Gable. Num bate-papo, disse-
me ser divorciado, aposentado, tendo um único filho casado,
morando sozinho em outra cidade da Baixada Santista
próxima a Santos, e inclusive me convidando para assistir o
futebol na TV qualquer domingo à tarde na casa dele. Ainda
falou que se eu aceitasse o convite, ele tinha idéia de me
fazer uma surpresa, mas para tal, eu era parte fundamental
para a realização dela, e não adiantaria eu perguntar o que
era porque ele não falaria, afinal, surpresa é surpresa! Então,
já que era assim, falei que iria no domingo a seguir e peguei
seu endereço. Intuía calorosos prazeres.

Cheguei à casa dele uma hora antes do jogo. Afetuoso, foi


logo preparar um café. Papo vai, papo vem, comentei sobre
algo interessante que estava na estante e levantei-me do sofá
indo até ela para ver mais de perto. Alguns instantes depois,
eu escuto o som de alguém fungando atrás de mim. Olhando
para trás, vejo o S. Antônio de quatro feito um cachorrinho a
fungar e farejar minha bunda. Aquilo me excitou
instantaneamente e meu cuzinho (“batizado”, é claro!)
começou a latejar incontrolavelmente. Antevendo e adorando
o que estava por vir, empinei a bundinha, rebolando, e abri as
pernas para facilitá-lo. A seguir, ele foi me escalando com o
seu corpo lambendo o meu e começou a me encoxar, roçando
e esfregando seu pinto duro na minha bunda abraçando-me
por trás. Eu pude sentir as vibrações molhadas de seu hálito
quente enquanto murmurava obscenidades e beijava minha
nuca, depois sofregamente a minha boca, arrepiando-me todo
a fazendo-me rebolar ainda mais.

Alternada e metodicamente, iniciou a nos despir. Sentou no


sofá e abocanhou meu cacete sugando-o com um fervor
tamanho que eu nunca vira igual, ao mesmo tempo em que
acarinhava meu pulsante botaõzinho. Virou-me e espetou a
cara na minha bunda, lançando-se com igual disposição e
uma volúpia tal a cheirar e sugar meu rabinho que chegava
até a doer.
- Ahhh,... esse cheirinho delicioso de cu me enfeitiça! Eu amo
de paixão seu cuzinho, meu netinho gostoso! – balbuciou com
a voz rouca e embriagada de desejo e prazer.
-
Delirado, eu me abri todo, afastando mais as pernas,
empinando mais a bundinha, e rebolando sensualmente. Ele
levantou-se e esquadrinhou meu corpo todo cheirando-o e
lambendo-o com frêmitos de tesão, frente e verso. Depois,
deitou-se ao chão e me pediu para sentar sobre o rosto dele,
suplicando num tom febril:
- Eu não agüento mais...! Caga gostoso na boca do vovô,
caga, meu netinho tesudo! Era essa a surpresa que eu tinha
para você. Espero que goste. Por favor, caga gostoso, vai...
eu preciso tanto...! Tenho essa fantasia há muito tempo,...
ser a privada de alguém,... ser a sua privada, meu netinho...
Por favor, vai...?! Faz pra mim um grande churro de
chocolate, faz... meu netinho,... heim,... faz...?!

Imediatamente e em desespero, ficou dando ávidas e fugazes


linguadas no meu rabinho, mordiscando e beijando
aflitivamente ao seu redor, e a seguir enfiou fundo a língua
dentro dele arrancando-me um solitário e surdo gemido. Com
a expressão crispada e me contorcendo todo, após dar um
longo peido em rajada, comecei a expelir um único cagalhão
grosso, muito grosso, seco e comprido, empurrando a língua
dele, que saiu arranhando minhas entranhas e deixando-me
com a rosquinha em chamas:
- A-ai,... tô cagan-do gos-to-so! Ca-gando gos-toso na boca
do v-vovô...! Come a m-minha merda, come,... a-ai...
vozinho! T-Tá gostosa a minha... m-mer...da, heim... vovô?
Hummm... aaiiii... de-lí-ci-a! – quase afônico, ante a
passagem daquele poste, disse num tom angustiado e
entrecortado.

Em transe, ludicamente ele se deliciava com a guloseima.


Com o olhar marejado, sobreveio-me um pungente gemido de
alívio e prazer ao acabar de colocar o imenso rejeito pra fora.
Ele engoliu grande parte dele, e depois fez da sua língua meu
papel higiênico. Ofegante e suado, sentei no sofá enquanto
ele ficara em pé na minha frente com minha boca a poucos
centímetros da sua salivante piroca. Eu babava ao sentir
aquele delicioso aroma do seu caibro. Meu sangue começou a
borbulhar! S. Antônio tinha um dote gostoso, não era muito
grande nem muito grosso, levemente arqueado para cima, e
tinha uma cabeçona que parecia um cogumelo. Era um belo
mastro.

Com ânsia, iniciei a punhetá-lo e minha boca deslizou naquele


caralho saboroso, sorvendo-o com ardor. Hipnotizado, parecia
uma eternidade os instantes em que fiquei chupando aquela
delícia. Logo após, com o coração aos saltos, coloquei-lhe
uma camisinha ficando de quatro no assento do sofá com as
pernas arregaladas, e ofereci meu bueiro sedento pra ele se
divertir, dizendo com inflexão infantil:
- Vem,... come o meu buraquinho de fazer cocô gostoso que
cagou na boca do vovô! Vem,... fode esse rabinho cagado,...
fode... fode o cuzinho do netinho,... fode... ai, delícia... tava
gostoso o meu cocô, tava? Viu como o seu netinho caga
grosso e gostoso,... vozinho? Vem,... vai... mete gostoso...
vai... ai,... vovô safado... vovô malvado...!

E ele veio! Ouvia os gritos de súplica das minhas pregas para


serem laceadas. Antes, para prepará-lo, lambeu e lambuzou
meu piscante orifício com umas três e quatro cuspidas,
recebendo um peidinho como agradecimento pela
preocupação. Eu suspirava de expectativa! Acomodou, então,
a cabeçorra à entrada do meu afogueado conduto, e forçou,
suave mas firmemente. Não deu. Escapou. Ajeitei-me abrindo
mais as pernas, curvando-me mais, e arreganhando mais a
bunda. Para relaxar o guloso, fiz força para fora como se
fosse cagar gostoso. Com vagar e destreza, comprimiu e
empurrou a graúda glande para dentro meu apertado ânus.

Ardeu um pouco e doeu, mas era uma dor deliciosa.


Avarenta, a minha cova engoliu todo o membro dele até eu
sentir seu saco encostar na minha bunda, e iniciar o lento,
macio e delicioso movimento de vaivém. Dali há pouco, senti
os indícios do orgasmo dele se aproximar de forma
avassaladora. Deu-me uma cravada profunda com a face
franzida de prazer e, num solitário e sonoro urro, revirou os
olhos seguido por um longo suspiro despejando seu esperma
em golfadas dentro do meu buraquinho, para depois
desfalecer-se ao chão! Meu “vovô” resfolegava. Eu fiquei na
mesma posição, arfando, todo arreganhado, como a arejar
meu chamuscado canalzinho salpicado de bosta.

Na seqüência, ele me colocou sentado no sofá e seqüestrou


minha vara implorando para eu gozar na sua boca. Sugava-a
com impaciência e agonia, enquanto impiedosamente varava
com dois dedos o meu fatigado e sofrido anelzinho. Doía, mas
eu adorava! Não demorou muito, e o visgo quente do meu
sêmen encheu sua boca, com meu furinho latejando
espasmodicamente quase decepando seus dois dedos socados
nele. Depois, para beber, dei-lhe uma gostosa, borbulhante,
espumosa e refrescante mijada na boca num jato forte e
encorpado que ele chegou até a engasgar, mas arrotando e
sorrindo-me saciado com os lábios colando quando terminei.
Um pouco mais tarde, fodi o rabo dele.

Nas outras vezes em que transamos, S. Antônio derramava


leite condensado no início do meu reguinho, escorrendo pelo
mesmo, depois aparava lambendo quando a iguaria chegava
ao meu doce lolozinho, e também besuntava-me todo com
calda de cerejas enfiando as mesmas no meu rabo,
alternadamente, para logo depois eu cagá-las na sua boca.
Delicioso!!!
Procuro “vovôs” que me dêem igual tratamento, sem
preconceitos de raça, aparência física, condição social etc., e
sem interesses financeiros e emocional, sinceramente! Aceito
propostas de homens mais jovens. Não sou afeminado e
tampouco tenho trejeitos afetados. Sou acima dos 40 anos.

Mais que uma hora extra!!

Trabalho num escritório de contabilidade em São Paulo e por


conta de fechamento mensal de folhas de pagamentos,
algumas vezes preciso ficar até mais tarde...

Geralmente ficamos eu e mais uma cuidando dessa parte,


mas minha colega de trabalho estava de férias e acabei
trabalhando sozinha em plena sexta-feira!!

Logo depois do expediente normal, fui comer algo na


lanchonete prédio, já que minha noite seria longa!!!

Ao voltar pro escritório, percebi que meu chefe estava lá,


compenetrado olhando pra tela do computador, mas pensei
que estava trabalhando, por isso nem dei muita atenção...

Depois de cerca de uma hora e meia, precisei de uma ajuda


pra concluir uma planilha e, ao entrar na sala do meu chefe, o
peguei tocando uma de frente pro computador e ele, todo
desconsertado foi logo se virando na cadeira...

Claro que eu fiquei extremamente sem graça e saí às pressas


da porta dele e fui tomar uma água, trêmula...

Alguns minutos depois ele veio até mim me pedindo um


monte de desculpas e eu nem sequer dei um pio!!
Quando voltamos ao trabalho, consegui pedir ajuda pra tal
planilha e ficamos os dois de frente pro meu computador
tentando resolver o tal problema...

Mas aquela imagem do meu chefe (que, diga-se de


passagem, é um cara extremamente charmoso e bonito) com
seu pau na mão não saía da minha cabeça!!

Fiquei pensando naquilo o tempo todo e mal conseguia me


concentrar mais no trabalho, minha libido já tinha alcançado
um nível incontrolável e meu chefe acabou percebendo minha
desatenção e me perguntou se tava tudo bem...

Não podia perder a chance de saber mais dele, porque ele já


habitava meus sonhos desde que entrei no escritório... Aí
soltei a pergunta: \"Me desculpa, mas o que de tão
interessante vc estava vendo???\".

Todo sem graça me levou até a sala dele e me mostrou uma


conversa que teve pelo msn, com direito a webcam e tudo
mais... Fiquei excitadíssima... Ele percebeu e logo se jogou
pra cima de mim, perguntando se eu gostava daquilo... claro
que eu gostava, quem é que não gosta de sexo, mas fiz uma
piada, bem pertinho do ouvido dele: \"Prefiro
pessoalmente....\"

Não deu outra... ele me pegou, me colocou na mesa de


começou a me beijar... era um sonho que se realizava!!!

Logo já colocou a mão por debaixo da minha blusa e começou


a alisar meus seios... Minha respiração já estava ofegante
com aquele homem louco de tesão beijando meu pescoço e
apertando meus seios!!!

Enquanto me apertava, já senti aquele pau endurecendo, e


me lembrei dele se masturbando, aí resolvi fazer uma
brincadeira...

O coloquei sentado na sua cadeira e sussurrei: \"Vc gosta de


olhar?\" Ele sorriu e eu me sentei na mesa dele de frente e
comecei e tirar a blusa passando uma mão pelos meus seios
enquanto a outra descia em direção a calça... Me levantei e
bem depressa tirei a calça, fiquei só de calcinha e me sentei
de volta na mesa...

Coloquei meus pés nos joelhos dele... Seus olhos não


paravam de olhar pra minha xaninha ainda coberta... Então
me curvei pra trás, afastei minha calcinha de lado e comecei
a me masturbar...

Nessa hora eu já tava toda encharcada... e fiquei passando


meu dedinho no meu clitóris, bem devagarzinho e meu chefe
doido... só se masturbando...

Depois de o meu dedo passear pelos meus lábios, fui enfiando


devagarzinho dois dedos e me curvando mais ainda pra trás...
Cada gemida minha era um suspiro dele... Tirei os dedos da
minha buceta e fui até ele... sentei no seu colo, beijei sua
boca e fui descendo até seu pescoço, passando com a língua
nos seus mamilos, rondando a barriga até chegar no seu
pau...

De joelhos, olhei pra ele e perguntei o que ele queria... Ele


não hesitou: - Me chupa!

Comecei a passar os lábios bem devagar só na cabecinha...


enquanto ele sentia o ar quente da minha boca, gemia e isso
me dava mais tesão!!

Passei a lamber a cabeça do pau dele que já brilhava de tanta


excitação... Enquanto isso, ia tocando uma punheta com uma
mão e com a outra, acariciando as bolas...

Então, de tanto ouvir os seus gemidos não agüentei... caí de


boca naquele pau gostoso e comecei a chupá-lo bem
devagar... mas com muita vontade!!

Enquanto ia chupando, ela ia dizendo o quanto minha boca


era quente e gostosa, com a mão ia tocando uma punheta...

Antes q ele gozasse na minha boca, ele me colocou de volta


na mesa, abriu minhas pernas e começou a me chupar e se
lambuzar no meu mel q escorria pelas minhas coxas de tanto
tesão!!!

Não agüentei... Acabei gozando na boca do meu chefe,


deitada em cima da mesa... Então me virei, fiquei de costas
pra ele, empinei a bunda e disse: - Me come!!!

Não precisei pedir duas vezes... ele veio por cima de mim e
colocou aquele pau enorme e duro na minha bucetinha, toda
encharcada...

Que delicia!!! Comecei a rebolar no pau dele e ele apertando


minha bunda, cada vez mais aumentando as estocadas!

Enquanto gemíamos de prazer, ele pegava nos meus peitos,


me apertava e enfiava com tudo em mim...

Quando estava quase pra gozar, ele tirou o pau da minha


xotinha e começou a roçar na minha bunda... ai diminuímos o
ritmo da brincadeira... Ele começou a brincar com meu
cuzinho... E eu, louca de tesão, só rebolando pra ele....

Ele foi colocando um dedo, enquanto ia passando outro na


minha buceta... Começou a chupar meu cuzinho e me
masturbando, nunca tive uma sensação tão louca.. Nem tinha
feito anal com ninguém, mas aquilo me excitava demais!!!

Um pouco relutante, dei risada e disse q não achava q seria


uma boa idéia e ele se levantou, me virou e começou a beijar
meus seios... passeando a língua nos meus mamilos e me
masturbando...

Quando dei por mim, ele tinha me colocado contra a parede,


sem parar de me beijar... me virou, beijou minha nuca e
voltou com a mão na minha buceta... Não fiz mais nada...

Abri minhas pernas e me entreguei!! Já estava


completamente molhada e lubrificada... então ele começou a
colocar a cabecinha bem na beirada do meu cuzinho,
enquanto beijava minha nuca...

Era um misto de dor e prazer... nunca tive uma sensação


como aquela... Ele foi me invadindo aos poucos, colocando
cada vem mais, e eu gemendo de tesão e de dor...

Parecia que isso o excitava mais, até que senti aquele pau
enorme todinho dentro de mim... E foi começando o
movimento de vai e vem... Como era bom senti aquele pau
no meu cu enquanto ele me masturbava e falava no meu
ouvido o quanto eu era gostosa!!

Ainda com o pau dentro de mim, ele me pegou e deitou seu


corpo.. fiquei sentada sobre ele, comecei a cavalgar e ele
pegando bem forte na minha bunda... Então virei de quatro e
ele veio por cima... parecíamos dois animais, ele começou a
dar estocadas cada vez mais fortes e agora eu que estava
com os dedos na minha xota...

Sabia q estava quase pra gozar e pedi que ele gozasse dentro
de mim... queria sentir toda a porra quente na minha
bunda... então gozei de novo, de uma forma inigualável e
nisso, ouvindo meu grito de prazer ele não agüentou e gozou
tbm enchendo meu cuzinho e ainda esporrou na minha bunda
toda!!!

Depois dessa loucura toda, deixamos o trabalho de lado e


terminamos a noite num motel e cada hora extra vem com
bônus!!

Gostava demaissss

caso veridico.

Gostava muitooo!!!!

O fato que vou relatar a voces aconteceu em 1988, na época


eu tinha 18 anos.
Bom vou me apresentar, Meu nome é Lino tenho 38 anos,
cabelos pretos, olhos verdes, tenho 85 kgs e 1.76 mt.
Digamos que não sou de se jogar fora.
Tenho uma amiga que começou a namorar um colega de
trabalho, logo ela levou esse namorado para morar com ela
em sua casa. Como eu era muito amigo e freqüentava sua
casa logo conheci seu namorado e ficamos amigos.
Não demorou muito e conheci toda a família do seu
namorado, e o mais interessante sua IRMÃ, uma bela
morena, alta e magra, olhos castanhos e cabelos até os
ombros pretos.
No dia que conheci sua Irma não imaginei que algo pudesse
acontecer entre nós, já que ela estava acompanhada de 3
filhos e era casada, ( mas fiquei sabendo depois que naquele
dia ela ficou com muito tesao a hora que me viu ).
Apresentações feitas, conversamos bastante, assuntos banais
do dia a dia como trabalho e essas coisas mais fúteis,
trocamos telefone, etc etc.......
Qual não foi minha surpresa no dia seguinte, ela começou a
ligar no meu trabalho e batíamos altos papos, percebi que ela
estava com segundas intenções, mas preferi ficar na
retaguarda, mais de uma semana e ela me ligava todos os
dias, até que acabei perguntando o porque ela me ligava, e
ela disse mas voce não percebeu ainda, como eu estava na
retaguarda pois ela era casada, disse percebi mas quero ouvir
de você.
A resposta não podia ser diferente, ela disse que tinha
gostado de mim e que tava afim de sair comigo e que
confiava em mim para manter segredo.
Eu não sabia mas minha amiga já sabia de tudo e ajudou a
cunhada para que ela pudesse sair.
Seu marido saiu para trabalhar a noite, ele era enfermeiro, e
minha amiga foi para sua casa para ficar com seus filhos.
No horário combinado passei para pegar aquela bela morena,
me dirigi para casa da minha amiga que havia me
emprestado a chave, e levei a Valeria para lá. Chegando La
não perdi muito tempo, já ataquei a Valeria dando beijos e já
logo tirando a sua roupa, já desci lambendo seu pescoço e fui
descendo até alcançar sua buceta, que a essa altura estava
super molhada, dei um banho de língua passando pelo seu
cuzinho e tudo.
Valeria não agüentava mais e queria rola, seu negocio era
rola,( fui descobrir e ela tinha 3 parceiros para sacia-la pois
ela era muito fogosa), ela me chupava dizendo vem coloca
logo essa rola em minha buceta que ta pegando fogo, fui me
posicionando em cima dela, coloquei suas pernas para cima,
posição de frango assado e fui pincelando sua buceta, e
enterrei com tudo, Valeria gemia de tesao e começou a dar
pequenos gritos, logo Valeria gozou, dei uma parada para
segurar a ejaculação pois não tinha muito tempo e queria
comer seu cuzinho......................................
Na mesma posição fui pincelando seu cuzinho e molhando
com a gozada que ela deu ( Valeria até hoje foi a mulher que
mais vi gozar, ela chegava a molhar o lençol ), e fui forçando
aquele rabo gostoso, ela começou a gemer e a dizer um
pouco mais devagar, mas eu não perdoei fui forçando
passagem e enterrei tudo com força, ela deu um pequeno
grito e disse calma, pode comer a vontade mas primeiro Poe
devagar. Logo comecei um vai e vem bem rápido e bem forte,
já estava quase gozando, Valeria percebendo disse mais um
pouco e eu comecei a dizer não vai dar vou gozarrrrrr, ela
mais um pouquinho e não deu eu gozeiiii, ela mais um pouco
e eu continuei bombando e uns 30 segundos depois valeria
gozou também , caímos um para cada lado na cama e fiquei
ali alisando o corpo daquela morena. Nos vestimos e fomos
embora, pois Valeria tinha que liberar minha amiga para vir
com seu irmão para casa.
Sai com essa morena quase 2 anos e em um próximo conto
direi como comi ela na praia e seu marido bêbado dormindo
na rede na varanda da casa.
Casais que tenham gostado do conto e queiram entrar em
contato para ver eu comendo sua mulher podem mandar
email aaonde@uol.com.br.

A Iniciação...

Minha afilhada tem apenas 14 anos mais tem corpo de


mulher bem formado, rosto bonito e chama atenção dos
meninos e dos marmanjos.
Nunca imaginei nada com ela afinal tenho muito carinho e
adoro ela mais ultima mente ela tem passado mais tempo na
minha casa.
Nada fora do normal, pelo menos até minha esposa falar que
ela vinha perguntando muito sobre assuntos voltados a sexo
para ela.

Falei que isso era normal pois minha tia, mãe dela era um
tanto fechada para esse tipo de assunto.
Falei pra ela falar tudo e abrir o jogo pois se ela está
perguntando é mais fácil ensinar que deixar ela descobrir com
qualquer um.
Passado duas semanas dessa conversa ela(Cristiane) mais
gosta de ser chamada de Cris e uma amiga(Luana) apelido
Lu, um aano mais velha e com o corpo um pouco mais
carnudo e com seios um pouco maiores que o de Cris
estavam na minha casa conversando com Mari no quarto
quando cheguei.

Cumprimentei as três e fui tomar banho pois tinha acabado


de chegar do treino de taekwondo e estava todo suado.
Nem entrei direito no banheiro e escutei elas rindo e logo
pensei, já tão falando besteira sobre sexo.
Tomei meu banho e fui pra cozinha comer um lanche e elas
vieram para lanchar tbm, conversamos e me bateu sono.
Falei que ia deitar um pouco e Mari perguntou por que eu não
tomava um calmante pra dormir melhor, falei que iria tomar
mesmo e fui no banheiro, depois fui pra cama mais esqueci
de tomar o calmante e logo estava cochilando.

Não demorou e elas entraram no quarto e foram para o


computador.
Cris já entrou falando:
-Mari mostra os videos que vc prometeu pra gente!
E a Lu:
-Isso to doida pra ver os videos desde que a Cris me falou.
-Calma meninas, vou mostrar mais tenho que ter certeza que
o Carlos está dormindo.
Ela então me chamou, fiz de conta que estava dormindo pra
ver até onde elas iriam, ela ainda mexeu no meu pé, mais
como continuei sem responder elas foram ver os videos.
Aproveitei que elas estavam de costas para mim e me
arrumei na cama de forma que conseguia ver um pouco o que
elas faziam.

Não conseguia ver o filme afinal tinha que fingir que estava
dormindo.
As duas estavam elétricas e riam bastante mais vidradas nos
videos.
Ai vieram os comentários:
-Nossa como é grande!
-Caramba, como ela faz isso!
-Nossa parece ser muito bom!
-Ai já to ficando molhadinha!
Ai Lu falou:
-Já coloquei a mão no pinto do Thiago, mais por cima da
calsa.
-e foi legal?
-E como, quase perdi a cabeça e meti a mão dentro da calça.
Ai riram bastante, e continuaram e ver o video, e fazendo
comentários, ai Cris perguntou se tinha algum video de
mulher com mulher.

Mari procurou e mostrou um que sei que ela adora onde três
mulheres transam usando vibradores em uma cena muito
louca.
Os comentários pararam, até Lu perguntar pra Mari.
-Mari fala serio agora, você já transou com outra mulher?
Mari parou por um segundo e falou:
-Já, já transei sim.
-Nossa e o Carlos sabe disso?
-Claro ele tava junto.
-Minha nossa e como foi?
Mari fez um resumo da vez que encontramos Aline e elas
ficaram só escutando, quando Lu falou que ela e Cris já
tinham se tocado umas vezes.
Mari falo que elas eram muito safadinhas.
Lu logo falou:
Mais a gente não sabe fazer direito vc podia ensinar a gente a
fazer direito né. Essa Lu é bem safada pensei.

Mari falou que até podia ensinar mais isso teria um preço.
Elas perguntaram qual seria esse preço.
Mari falou vou ensinar vcs aqui na minha cama e do lado do
Carlos.
As meninas pararam e falaram mais ele pode acordar e ver.
Mari continuou:
-Ele tem o sono pesado e não vai acordar, mais se acordar ele
vai entender e ai vcs vão ter mais uma aula, o que acham?
Lu olhou pra Cris e sorriram. Chegamos onde queriamos e
vamos até o fim.

E ai Lu pegou na mão da Cris e a puxou para um beijo,


demorado mais envergonhado pois Mari estava olhando.
Mari levantou abraçou as duas, ai elas perceberam que Mari
ia mesmo levar aquilo a serio.
Mari perguntou o que elas já tinham feito juntas.
Cris disse que elas ficavam se beijando e passando a mão no
corpo por cima da roupa, mais que um dia Lu colocou a mão
na sua bunda e vagina. Mari sorriu e falou tenho muito a
ensinar a vcs então.

Vamos começar tirando as roupas e sentando na cama.


Elas ficaram um pouco envergonhadas mais obedeceram e
pude ver o corpinho delas ali nuas na minha frente, lindas,
puras mais muito safadas.
Cris é loira de cabelos compridos e Lu é morena com cabelos
curtos, sentaram na cama e Mari começou a aula.

Se ajoelhou na frente da Cris e foi falando e mostrando como


se tocar.
-Ta vendo se vc tocar aqui vai sentir muito tesão, e Cris
começou a gemer, Lu ficava olhando com muita vontade de
receber o carinho tbm, Mari olhou pra ela e mandou ela fazer
igual ela tinha feito na Cris, ela obedeceu e começou a
acariciar o grelo da Cris e a beijar ela ao mesmo tempo.
Mari agora estava na bucetinha da Lu e mandou ela abrir
mais as pernas.
ela abriu e parou o beijo pra ver o que Mari ia fazer.

Mari tocou o grelinho dela com a lingua e a menina tremeu de


cima em baixo e falou:
-Caramba que coisa boa!
-Vai ficar ainda melhor, meninas.
Mari continuou a lamber o grelinho da Lu e Lu acariciava toda
a bucetinha da Cris.

Cris pediu pra Lu lamber a bucetinha dela pois queria sentir


uma lingua tbm, se ajeitaram na cama e ficaram bem do meu
lado, mais nem estavam mais preocupadas em me acordar, o
tesão era maior.
Lu começou a lamber Cris que de tanto tesão tremeu e
gozou, Mari disse é normal gozar rapido em uma situação
como essa.
Lu disse que queria gozar tbm e Mari aumentou as carícias.
Não demorou e ela gozou tbm.
-Ai deus como é bom.

Mari sentou-se na cama e ofereceu a boceta pra Cris lamber,


ela então começou sem jeito e logo estava fazendo bem
direitinho, ai Mari falou pra ela enfiar o dedo e ver como era
bom.
Cris colocou o dedo e começou a fazer movimentos de vai e
vem, e Lu começou a se masturbar vendo a cena.
Mari não se conteve e soltou o corpo em cima do meu, e
percebeu que eu estava de pau duro, disse:
-Meninas vamos para a próxima lição.

E já foi baixando meu shorts, meu pau agora estava ali na


frente delas, duro e pedindo uma chupada.
Cris ficou sem jeito e Lu perguntou se eu estava acordado e
Mari disse que eu ficava de pau duro durante o sono, nada
fora do normal para um homem.

Mari então pegou a mão de Cris e levou até meu pau já que
elas estavam apenas olhando pra ele.
-Viu Cris como é bom pegar num pau.
-Nossa é bem duro mesmo, mais é macio tbm.
Lu não resistiu e veio pegar tbm, lá estavam minha afilhada e
uma amiga agarrando meu pau.
Mari pegou e começou a passar a língua nele, elas olharam
uma pra outra e se aproximaram, Lu foi a primeira a passar a
língua nele tbm.
Cris logo tomou coragem e se entregou ao desejo.
Elas lambiam ele todo, ai suas línguas se esbarravam e se
beijavam.

Mari mostrou que podiam lamber o saco tbm pois dava muito
tesão ao homem.
Mari ficou se masturbando e vendo as meninas me chuparem,
Lu olhou pra Mari e perguntou se ela não transaria comigo pra
elas verem. Mari disse que sim e foi pra cima de mim,
arrumou meu pau e foi sentando, bem devagarzinho para as
meninas verem cada detalhe.

As meninas ficavam olhando e não tive como resistir e fiz de


conta que estava acordando.
Elas se a sustaram e tentaram se cobrir, mais Mari tirou o
cobertor delas e disse:
-Vcs disseram que iam até o final, não podem correr agora.
Olhei pra elas e disse:
-Não se preocupem eu não estava dormindo escutei e vi tudo,
vai se nosso segredo, peguei na mão da Cris e puxei ela e dei
um abraço.
Lu já se mostrava uma putinha e veio me beijar.

Mari agora sentava no meu pau de novo e começou a


cavalgar bem gostoso.
Lu sentou no meu peito e de frente pra Mari começou a beija-
la, Cris ainda estava com vergonha e só olhava, levantei a
bunda da Lu e comecei a lamber sua bucetinha virgem, ela
delirava e gemia.
Passei a língua no seu rabinho e ela tremeu e recolheu a
bunda.
Chamei a Cris e coloquei ela sentada ao meu lado e disse pra
ela lamber o rabinho da Lu.
Ela foi e meio com vergonha ainda começou a lamber o
rabinho e a bucetinha.

Mari chegou ao orgasmo e saiu de cima de mim.


Lu pegou meu pau e começou a chupar ele de novo.
Mari foi chupar tbm e eu virei Cris de modo que podia lamber
sua bucetinha e logico o rabinho tbm.
Cris gozou rapido de novo e eu estava quase gozando tbm.
Mari que já me conhece bem falou pras meninas que agora
teriam mais uma aula, de como limpar um homem.
Mari começou a punhetar meu pau e colocou Lu e Cris
prontas para receber meu liquido, avisei que ia gozar e Mari
disse:
-Linguas pra fora meninas seu premio está vindo.

Gozei e a porra voou no rosto das duas, Mari pegou a cabeça


da Lu e fez ela enfiar o pau na boca pra não desperdiçar
nada.
-Vamos meninas não quero uma gota na cama, tem que ficar
bem limpinho.
-Vem Cris deixa eu limpar seu rostinho lindo, e Mari lambeu
as gotas de porra que estavam no rosto da Cris, depois no da
Lu.
Deitamos os 4 na cama e combinamos de encinar mais coisas
sobre sexo para as meninas, mais isso conto outro dia.

Gata Maravilha
Gata Maravilha.

Essa garota é uma gracinha.


Tem um corpo bem legal, 30 anos de idade, morena. Na
realidade é uma menina que chama a atenção de qualquer
homem.
Mas o que mais impressiona nessa mulher é a sua adoração
por uma boa foda.
É daquelas mulheres que quando se vê diante de um pau, faz
de tudo para extrair o máximo de prazer.
Não tem qualquer preconceito com relação a qualquer tipo de
transa. Oral, vaginal, anal, tudo é muito bem recebido e mais,
é insaciável.
É capaz de ficar trepando por horas e horas, e gozando
multiplamente seguidamente nesse tempo todo.

Certa vez, convidei-a para ir comigo a uma dessas casas de


swing. A principio relutou um pouco, pois não sabia do que se
tratava realmente. Após alguns esclarecimentos acabou
concordando em ir, com a promessa de que se não gostasse,
viríamos embora.

A casa é uma espécie de boate, onde as pessoas sentam-se


em mesinhas, fazem os seus pedidos, tem uma pista de
dança, bastante legal. O swing mesmo fica nos fundos, ou
seja, só vai lá quem quer.

Chegamos lá, fizémos o nosso pedido e começamos a


bebericar. Convidei-a para dançar um pouco e comecei a
excitá-la, beijando-lhe o pescoço, fazendo carinhos nos seios,
lambendo a orelhinha, coisas que sei que ela gosta muito.
Nisso ela foi entrando no clima. De repente ela pergunta: Mas
e o swing, como é que é? Expliquei que isso acontecia
reservadamente e perguntei se ela gostaria de conhecer. Ela
aceitou prontamente.

Fomos para a área reservada, mas ainda estava um pouco


cedo, e com poucos swingers. Quando entramos, havia alguns
casais transando, se amassando e outros só observando.
Ficamos andando pelos vários ambientes para conhecer. Tinha
uma cabine, pequena, com um banco. Na parede lateral,
haviam diversos buracos onde os homens colocavam suas
rolas e a pessoa dentro poderia pegá-los ou chupá-los sem
ver de quem as rolas eram. Achamos engraçado e resolvemos
experimentar. Deixei-a na cabine, sózinha e fui do lado de
fora colocar o meu pau nesse buraco, rimos um pouco e ela
começou a me chupar. Estava uma delícia.

Nisso, algumas pessoas, começaram a chegar. Alguns homens


começaram a colocar as suas rolas nos demais buracos livres.
Como ela já estava bastante excitada, começou a segurar e
punhetar outras rolas, depois começou a chupar um pouco
cada uma... Devia ter aproximadamente umas 5 rolas nos
buracoes, e ela dando conta de todas.

Um casal mais um rapaz entraram na cabine e a viram dando


seu show. Ficaram excitados e o rapaz que estava sózinho
começou a acariciá-la. Ele a beijava, passava a mão em seu
corpo todo e, enquanto isso, ela dando conta dos demais
cacetes nos buracos... O casal que estava junto começou a se
despir e a foder deliciosamente. O pessoal dos cacetes no
buraco assistiam a tudo, o que nos dava grande excitação.

Até que ela resolve satisfazer o rapaz que a seduzia, deixou a


galera dos buracos na mão e começara a se amassar dentro
da cabine. O rapaz lhe tirou toda a roupa e ela a dele.
Ficaram os quatro nús na cabine e se fodendo. Aí começou
uma suruba legal. As duas garotas começaram a se beijar
enquanto cada um dos rapazes enrabava a sua na cabine, em
determinado instante, trocaram de parceiras, as duas sempre
se chupando. Ficaram numa foda alucinante por alguns
instantes e podíamos ver que as duas gozavem
incessantemente. Quando um dos rapazes começou a gozar, a
minha garota tirou-lhe a camisinha e chupou a sua porra
toda, para em seguida beijar a sua nova parceira. Vendo isso
o outro rapaz começou a gozar também e as duas se
prepararam para receber o seu gozo em suas bocas,
diretamente da pica. Depois que ele terminou de gozar,
ambas começaram a chupá-lo e, depois que lhe deixaram a
pica limpinha, começaram a se lamber, limpando uma a porra
da cara da outra.

A galera dos buracos vibrou e chegaram até a bater palmas


pela performance das garotas. Aí, como agradecimento, as
duas voltaram a chupar as picas dos buracos.

Quando sairam, formou se uma fila imensa do pessoal de fora


querendo foder as duas gatas insaciáveis. Foi uma maratona.
A minha garota recebeu várias roladas, ás vezes, mais de
uma simultâneamente, na boca, no rabo e na boceta.

Eu por minha vez, transei com a sua colega de cabine e ainda


com duas garotas gostosinhas que estavam chateadas por
que os demais rapazes só queriam saber das duas garotas da
cabine.

Saímos de lá por volta das 04:00 horas e tive de prometer


que a levaria novamente brevemente.

Se quizerem conhecê-la, enviem um e-mail. Poderei após nos


conhecermos, enviar fotos e até alguns vídeos caseiros que
fiz das nossas transas.

O endereço é: johnnie.walker@gmail.com.

Logo, logo, estarei escrevendo sobre novas aventuras da Gata


Maravilha.

Adoro engolir um pau no escritorio

Eu estava trabalhando no escritório, em uma manhã cheia de


relatórios, pendências e prazos...uma loucura. Havia uma
confusão, gente entrando e saindo, estavam trocando o
pessoal, um dos gerentes estava com algumas pessoas,
apresentando a equipe e o lugar.
Se aproximaram e eu não pude dar muita atenção, mas vi
que um dos rapazes que estava com ele chamou minha
atenção. Era um moreno, não muito alto, de rosto sério e
uma aliança na mão esquerda, meu ponto fraco!
Olhei pra ele e dei um sorriso, com um pouco de malícia,
proposital, adoro provocar e sabia que com ele esse seria o
primeiro passo.
Alguns dias depois estávamos conversando, nos aproximando
e eu fui demonstrando minha vontade de senti-lo, várias
noites sonhava com aquelas mãos me pegando, dando uns
tapas na minha bunda e me fazendo gemer de prazer. Fui
com cautela, me insinuando e deixando ele louco de
curiosidade. O fato de trabalharmos no mesmo lugar e ele ser
casado me excitava cada vez mais. Ele me comia com os
olhos, não desviava o olhar do meu decote. Nós dois
estávamos morrendo de vontade, só faltava o primeiro passo.
Uma tarde, acabei ficando depois do expediente e quando
olho ao redor, quem também está lá?!...meu adorado alvo!
Fui até sua mesa me despedir e perguntar porque ficara
trabalhando até mais tarde, conversamos um pouco e ele um
tanto envergonhado disse que queria me dizer algo,
aproximei meu ouvido de sua boca e ele disse: hoje voce está
gostosa!
Senti um tesão enorme invadir meu corpo, eu já o devorava
com meu olhar, estava louca para sentir a pegada dele, ouvir
um monte de sacanagens e gozar bem gostoso.
Dei uma risadinha e agradeci o elogio, disse que quando ele
quisesse era só falar, porque eu deixaria ele não só ver, como
pegar!
Ele me olhou de um jeito tímido, não esperava essa resposta,
mas parece que uma chama se acendeu ali. Dava pra sentir o
nosso tesão, um olhando o outro, morrendo de vontade. Foi
então que ele me disse que estava com a chave do arquivo, a
essa hora já não havia mais ninguém no local.
Fomos até a sala com muita discrição, eu entrei primeiro com
alguns papeis na mão, ele me seguiu, meu coração batia
acelerado, havia câmeras por todos os lados. Ele chegou,
trancou a porta e eu só tive tempo de olhar ao redor e
conferir se realmente não havia ninguém no local. Fui pra
cima dele, dando-lhe um beijo e jogando meu corpo contra o
dele.
Ele estava muito nervoso, mas aquilo era tão excitante...ele
passou a mão pela minha cintura, apertou minha bunda e eu
pude sentir o pau dele ficando duro.
Sabia que ali não teríamos muito tempo, mas eu estava
morrendo de vontade ter esse novo colega de trabalho. Me
ajoelhei na sua frente e como uma putinha pedi pra chupá-lo.
Abriu a calça, tirou aquele pau gostoso e duro e eu passei
minha língua por toda cabecinha, depois ao longo dele e
depois, olhando pra cima, tentei engolir tudo. Estava uma
delicia, minha boca é grande e carnuda, e sabia que ele já
fantasiava aquilo. Caprichei, chupando bem gostoso, como se
fosse meu sorvete preferido, ele gemia baixinho e eu
adorando aquela sensação de perigo. Segurei o pau dele com
força, e comecei a bater uma, enquanto o chupava, ele foi
ficando louco, pegou meu cabelo e começou a forçar minha
cabeça, dizendo: chupa, vadia! Engole tudo!
E eu obedeci...tava uma delicia!!! Adoro sentir isso, deixar o
cara louco. Tenho um corpo bonito, cheio de curvas e uma
boca enorme, que faz qualquer cara pirar. E o melhor de tudo
é que adoro chupar...eu queria aquele pau gostoso, fiz do
melhor jeito possível.
Após alguns minutos ele soltou um gemido mais forte e eu
senti aquele gozo quente espirrando na minha garganta, ele
olhou pra baixo e me viu engolindo tudo e ainda lambendo a
base do seu pau, para não perder nenhuma gotinha.
Foi uma delicia. Saímos rapidamente, sem levantar suspeitas
e sem deixar provas.
Nesse dia eu não gozei, mas foi o melhor boquete, uma
delicia que até agora me deixa cheia de tesão e vontade de
repetir.

Boquete no escritorio

Eu estava trabalhando no escritório, em uma manhã cheia de


relatórios, pendências e prazos...uma loucura. Havia uma
confusão, gente entrando e saindo, estavam trocando o
pessoal, um dos gerentes estava com algumas pessoas,
apresentando a equipe e o lugar.
Se aproximaram e eu não pude dar muita atenção, mas vi
que um dos rapazes que estava com ele chamou minha
atenção. Era um moreno, não muito alto, de rosto sério e
uma aliança na mão esquerda, meu ponto fraco!
Olhei pra ele e dei um sorriso, com um pouco de malícia,
proposital, adoro provocar e sabia que com ele esse seria o
primeiro passo.
Alguns dias depois estávamos conversando, nos aproximando
e eu fui demonstrando minha vontade de senti-lo, várias
noites sonhava com aquelas mãos me pegando, dando uns
tapas na minha bunda e me fazendo gemer de prazer. Fui
com cautela, me insinuando e deixando ele louco de
curiosidade. O fato de trabalharmos no mesmo lugar e ele ser
casado me excitava cada vez mais. Ele me comia com os
olhos, não desviava o olhar do meu decote. Nós dois
estávamos morrendo de vontade, só faltava o primeiro passo.
Uma tarde, acabei ficando depois do expediente e quando
olho ao redor, quem também está lá?!...meu adorado alvo!
Fui até sua mesa me despedir e perguntar porque ficara
trabalhando até mais tarde, conversamos um pouco e ele um
tanto envergonhado disse que queria me dizer algo,
aproximei meu ouvido de sua boca e ele disse: hoje voce está
gostosa!
Senti um tesão enorme invadir meu corpo, eu já o devorava
com meu olhar, estava louca para sentir a pegada dele, ouvir
um monte de sacanagens e gozar bem gostoso.
Dei uma risadinha e agradeci o elogio, disse que quando ele
quisesse era só falar, porque eu deixaria ele não só ver, como
pegar!
Ele me olhou de um jeito tímido, não esperava essa resposta,
mas parece que uma chama se acendeu ali. Dava pra sentir o
nosso tesão, um olhando o outro, morrendo de vontade. Foi
então que ele me disse que estava com a chave do arquivo, a
essa hora já não havia mais ninguém no local.
Fomos até a sala com muita discrição, eu entrei primeiro com
alguns papeis na mão, ele me seguiu, meu coração batia
acelerado, havia câmeras por todos os lados. Ele chegou,
trancou a porta e eu só tive tempo de olhar ao redor e
conferir se realmente não havia ninguém no local. Fui pra
cima dele, dando-lhe um beijo e jogando meu corpo contra o
dele.
Ele estava muito nervoso, mas aquilo era tão excitante...ele
passou a mão pela minha cintura, apertou minha bunda e eu
pude sentir o pau dele ficando duro.
Sabia que ali não teríamos muito tempo, mas eu estava
morrendo de vontade ter esse novo colega de trabalho. Me
ajoelhei na sua frente e como uma putinha pedi pra chupaá-
lo.
Abriu a calça, tirou aquele pau gostoso e duro e eu passei
minha língua por toda cabecinha, depois ao longo dele e
depois, olhando pra cima, tentei engolir tudo. Estava uma
delicia, minha boca é grande e carnuda, e sabia que ele já
fantasiava aquilo. Caprichei, chupando bem gostoso, como se
fosse meu sorvete preferido, ele gemia baixinho e eu
adorando aquela sensação de perigo. Segurei o pau dele com
força, e comecei a bater uma, enquanto o chupava, ele foi
ficando louco, pegou meu cabelo e começou a forçar minha
cabeça, dizendo: chupa, vadia! Engole tudo!
E eu obedeci...tava uma delicia!!! Adoro sentir isso, deixar o
cara louco. Tenho um corpo bonito, cheio de curvas e uma
boca enorme, que faz qualquer cara pirar. E o melhor de tudo
é que adoro chupar...eu queria aquele pau gostoso, fiz do
melhor jeito possível.
Após alguns minutos ele soltou um gemido mais forte e eu
senti aquele gozo quente espirrando na minha garganta, ele
olhou pra baixo e me viu engolindo tudo e ainda lambendo a
base do seu pau, para não perder nenhuma gotinha.
Foi uma delicia. Saímos rapidamente, sem levantar suspeitas
e sem deixar provas.
Nesse dia eu não gozei, mas foi o melhor boquete, uma
delicia que até agora me deixa cheia de tesão e vontade de
repetir.

Encoxando neguinha bunduda baixinha no trem

Olá. Deixe-me fazer uma breve introdução neste meu


primeiro conto.

Durante muitos anos fui Office-Boy e costumava pegar vários


ônibus todos os dias. Isso me fez ficar craque na arte das
encoxadas por muito tempo.

Infelizmente, esse tempo passou; mas não quer dizer que


não continue encoxando ocasionalmente. Trabalho de roupa
social todo dia, e costumo utilizar o transporte coletivo em
São Paulo por conveniência e por prazer ;)

Outro dia, por exemplo, estava pegando o trem lotado, sem


estar muito mal intencionado. Porém, o trem estava
realmente lotado, e fiquei na parte que menos atrapalharia
quem estivesse entrando: do lado da porta, mas não de
frente para ela. Existe um pequeno espaço nesse local, onde
estava eu e, do meu lado, uma mulher de jeans e virada de
lado e de costas para mim. Eu e ela segurávamos no cano
acima de nossas cabeças, e eventualmente ela dava alguns
esbarrõezinhos com sua bunda em minha coxa.

Porém, no começo do corredor, quase do meu lado, estava


uma neguinha meio gordinha, baixinha, com uma cara de
poucos amigos, mas com uma barriguinha deliciosa que dava
para ver o umbigo e uma bunda extremamente grande e
redonda para sua altura (eu não sou alto, mas ela era mais
baixa ainda!).

Fiquei secando demoradamente aquela barriguinha e aquela


bundinha deliciosa, mas em nenhum momento saí do meu
lugar inicial do trem. As pessoas é que iam passando para o
corredor ou saindo dele.

A baixinha neguinha vestia uma pequena blusa aberta e um


top, onde conseguia se ver sua barriguinha meio redonda com
peitões bem generosos. Do lado de baixo, uma daquelas
calças e moleton branca com figuras bem apertada. Uma
delícia para encoxar, pois ela sente seu pênis se esfregando, e
você sente a bunda dela, que no caso era um pouco mole
mas com muita \"sustância\", do jeito que eu gosto.

Mas não tínhamos encostado um no outro ainda. Um senhor


bem mais velho entrou em uma estação e resolveu encostar-
se bem atrás da neguinha. Enquanto isso, flertava levemente
com a outra mulher e sua bunda dentro do jeans.

Eis que entra mais uma mulher na jogada: uma negra de


altura mediana e vestido alaranjado, que vai do ombro aos
pés. Ela entra meio apressada naquela algazarra e eu deixo
um pequeno espaço para que ela fique do meu lado. Ela vem
com uma certa pressão e vai se colocando aos poucos na
minha frente. Como eu já estava esfregando minha coxa em
sua bunda, não grande, meio mole e que dava para ver o
\"meinho\", ela foi cada vez mais ficando perto de mim, até
que na próxima estação, que encheu mais ainda o trem, ela
se agarrou no cano, ficando perto dele mas um pouco
afastada, e eu fiquei bem atrás dela, já mirando meu pau
bem no meio da bundinha dela.

Fique então esfregando e ajeitando meu pau atrás dela. Ele


naquele dia estava mais virado pra direita, mas eu endireitei
ele com uma mão e deixei bem de frente para o meio da
bunda dela, pois minha posição estava bem \"privativa\"
naquele trem, com ela só pra mim, que, pelo jeito, estava
gostando muito.

Então eu comecei a empurrar levemente para a frente e para


trás, pros lados, no ritmo do trem, e ela foi levada junto
comigo. Parecia que já estava estocando no meio daquela
bunda que encaixada direitinho com minha altura.

Até que tive que dar licença para um monte de gente descer
em uma estação intermediária. Isso fez com que eu fosse
\"espirrado\" de volta do lado da negra mediana. Por outro
lado, a neguinha baixinha já estava meio irritada com o velho
atrás dela e se colocou na frente da negra de laranja, ficando
com sua enorme bunda agora do lado do cano, quase onde eu
estava.

Daí foi inevitável. Aos poucos parte da polpa de sua enorme


bundinha foi se alojando do lado da minha coxa, e pelo jeito
era exatamente isso que ela queria, pois estava indo cada vez
mais ao meu encontro. Meu pau estava a riste, e ela em uma
série de movimentos ajudados pelo trem, e eu, \"indefeso\" e
sendo jogado do lado dela, encostei brevemente, mas
deliciosamente, meu pau todo melado em volta de sua bunda
reconda e deliciosa, molinha como eu pude constatar dando
pequenas apertadas com a coxa.

A grande vantagem dessa vez foi que ela era bem baixinha,
de forma que conseguiu passar de baixo do braço da negra de
vestido, e se achegou mais perto de mim. Era uma neguinha
bem safada, pois fingia que estava irritada com a situação,
mas cada vez ia mais perto de mim.

Quando o trem saiu de uma estação e foi para a nossa, me


inclinei e virei para o lado da porta. Ela fez a mesma coisa,
quase se colocando na minha frente. Mas não foi dessa vez.
Já estava extasiado e valeu a experiência, para quem não
esperava nada naquele dia.
Foda no mato

29/05 último eu estava viajando de Guaratuba para Curitiba.


Retões de estrada e nos dois lados só mato, árvores bastante
altas, sem cidades, vilas ou pessoas.
De repente vi um andarilho andando pelo acostamento, +/-
um quilômetro depois deu um estalo na minha cabeça e um
pensamento malicioso que me deu uma tesão repentina.
Fiz meia volta no carro e votei pela estrada, parei no
acostamento a uns metros antes da direção em que o
andarilho estava seguindo e quando ele chegou perto
perguntei para onde que estava indo e ele disse, vivo
andando pelo mundo sem destino.
Corajosamente perguntei se ele queria fazer uma baguncinha
e ele perguntou que tipo.
Então respondi, está com vontade de comer um cuzinho?
Dou-te dez reais.
Ele me olhou como que incrédulo e perguntou, você está com
vontade?
Eu disse, estou louco para ser fodido.
Ele perguntou onde iríamos.
Eu disse, no meio do mato mesmo.
Ele disse, eu topo e com a mão direita mexeu no seu pau.
Tranquei o carro e fomos para o mato.
Baixei na frente dele enquanto ele abria a calça e tirava o pau
para fora e foi logo colocando na minha boca, comecei a
chupar com muita vontade e a rola foi crescendo, era enorme.
Quando o pau dele estava super duro, peguei no bolso da
minha calça uma camisinha, coloquei no pau dele e quase
implorando eu disse, me fode.
Baixei a minha calça, molhei o meu cuzinho com guspe, fiquei
de costas para ele com uma das mãos me apoiei em uma
árvore e sussurrando dizia, come o meu rabo, arrebenta o
meu cuzinho.
Ele botou aquela coisa enorme na entrada do meu rabo e
enfiou tudo de uma vez até o saco dele encostar no meu.
Segurando com as duas mãos no meu quadril ele tirava e
enfiava com bastante força.
Eu rebolava, arrebitava bem a bunda para que entrasse cada
vez mais e pedia para dar tapas com força na minha bunda e
ele surrava a minha bunda com bastante força.
Eu passava a minha mão direita por baixo do meu saco e com
dois dedos da minha mão sentia aquela rola enorme entrando
no meu rabo.
Ele começou a socar com bastante força, quando percebi que
ele ia gozar comecei a masturbar o meu pau e gozamos
juntos.
Apesar dele estar com camisinha senti o calor da sua porra
dentro do meu rabo.
Ele tirou a coisa enorme do meu cu, vesti a minha calça, dei-
lhe os dez reais e segui a minha viagem com o cu ardendo
mas muito feliz da vida.
Vocês não sabem do que sou capaz, sou casado, adoro buceta
mas também adoro ser possuído, a um mês atrás deu o meu
cu para dois, um após o outro no estado do Ceará em uma
casa abandonada na beira da estrada, também foi divino.
Gostaria de receber comentários através do e-mail
litlecamell@yahoo.com.br
Abs.

Mais uam vez dei o cu gostoso.

Quinta-feira 30/04, faz mais ou menos quatro meses que eu


não tinha uma aventura fora do casamento.
Sou homem normal, não afeminado, mas gosto muito de dar
o cu, não agüentava mais, precisava desesperadamente ser
enrabado, virar puta, ficar de quatro a disposição de uma
rola.
Entrei na internet e procurei por telefones de travestis, achei
um interessante com o nome de Alexia, liguei para ele e
combinamos em fazer um programa.
Fui até a casa dele, fica próxima a antiga rodoviária, no
centro de São José dos Campos.
Ele me atendeu na porta e foi me encaminhando para o seu
quarto, percebi que na casa havia mais um cômodo fechado
apenas por uma cortina e a luz estava acesa.
O quarto para onde o travesti me encaminhou estava
iluminado apenas pela imagem da TV que estava passando
um filme pornô.
Tiramos as roupas e deitamos na cama, eu comecei a chupar
o pau do travesti enquanto ele assistia ao filme, o seu pau
estava mole e não dava sinais de ficar duro, comecei a achar
que tinha feito um mal negocio aceitando o programa com
aquele travesti.
Já haviam se passado uns vinte minutos, eu chupava de todas
as maneiras e o pau dele não subia, já estava pensando em
colocar uma camisinha no meu pau e comer o cu dele apenas
para não perder o programa.
Comecei a chupar com mais força e o pau dele começou a dar
sinais, foi crescendo e finalmente ficou duro, até que não era
ruim, era do tipo cônico com a cabeça um pouco pequena e
muito grosso perto do saco, o comprimento também era
ótimo e curvado para cima.
Pedi a ele que colocasse a camisinha e enfiasse o seu pau no
meu cu.
Ele pediu que eu ficasse de quatro na beirada da cama, ele
queria ficar de pé ao lado da cama para me comer.
Eu fiquei de quatro olhando para trás para poder me deliciar
com a cena do travesti com o pau duro para ser enterrado no
meu cu.
A minha bunda estava bem empinada estava a sua disposição
para ser “penetrado”, “comido”, “fodido”, “enrabado”.
Estava me sentindo uma verdadeira puta, uma vagabunda,
uma baranga a disposição do macho (... momento delicioso...
sublime... incomparável...).
Passou um creme no meu cu e quando se preparava para
meter o seu celular tocou.
Ele atendeu e começou a falar ao telefone, era outra pessoa
combinando um programa.
Mesmo falando ao telefone tentava meter com força no meu
cu sem olhar onde estava metendo e não acertava a entrada.
O pau batia na minha bunda, no meu saco, nas minhas
pernas menos onde eu queria, pude sentir que estava duro
igual uma pedra, onde batia até doía muito.
Com uma das minhas mãos peguei o pau dele e coloquei no
meu buraquinho e pude sentir a coisa entrando e alargando o
meu cu.
Ele enfiou tudo de uma só vez até o saco, e eu soltei um
gemido de dor misturado com prazer porque da forma que ele
meteu doeu bastante, o pau entrou meio atravessado e se
ajeitou depois que estava dentro.
Para mim uma das melhores coisas quando dou o cu é sentir
muita dor, eu não tenho um mínimo pena do meu cu, adoro
quando um pau entra arrebentando.
Pelo que percebi a outra pessoa que estava ao telefone
escutou o meu gemido e deve ter perguntado ao travesti o
que estava acontecendo, ele respondeu que estava ocupada
no meio de um programa enquanto socava com vontade no
meu cu e eu gemia sem parar de tão gostoso que estavam as
estocadas que ele dava.
Falaram mais alguns segundos e ele desligou o telefone.
A dor da primeira estocada foi passando e comecei a sentir o
entra e sai do seu pau.
Levei a minha mão direita por baixo da minha barriga e com
dois dedos ao redor do pau dele eu sentia o pau dele
entrando e saindo e o seu saco encostando ao meu.
Cada vez que saia eu sentia as bordas do meu cu saltando
para fora quando o pau saia e as bordas entravam quando o
pau entrava.
Com os dedos eu sentia que o meu cu era um enorme buraco,
as metidas faziam barulho quando o seu quadril encostava-se
à minha bunda.
Ele estava com as duas mãos na minha cintura segurando
para que eu não escorregasse para frente.
Para mim estava sendo um imenso prazer de ser uma puta
toda arreganhada, de quatro na beirada da cama, sendo
comida por uma rola gostosa, sendo usada, sendo fodida.
Eu gemia alto e pedia para ele bater na minha bunda, ele
começou a dar tapas com tanta força que as marcas ficaram
visíveis por uns três dias.
Depois de uns cinco minutos que ele estava-me fodendo o
lubrificante da camisinha foi acabando comecei a sentir calor
no meu cu, então comecei a masturbar o meu pau e pedia
para ele bater com mais força na minha bunda e socar mais
forte.
Eu tive que me segurar com a outra mão para não ser
empurrado para frente porque ele socava com brutalidade
enquanto com uma das mãos dava tapas na minha bunda
com tanta força que a cada tapa escutava-se um forte estalo.
Eu olhava para trás e via ele “simplesmente” empurrando o
pau para dentro do meu cu com força e rapidez.
Por um instante olhei para a TV e vi uma mulher também de
quatro dando o cu para um cacete enorme, o meu corpo
começou a ser tomado por um calor e dormência.
Comecei a gozar e em tom bastante alto eu gritava: “come o
meu cu”, “me fode”, “mete mais”, enquanto o meu pau estava
soltando jatos de porra.
Quando ele percebeu que eu havia acabado de gozar foi
tirando o pau e pude sentir que o meu cu ficou vazio.
Botei três dedos no meu cu e senti que ele estava aberto,
arrombado.
Após vestir a roupa o travesti me conduziu a saída da casa e
só então é que pude notar que no outro cômodo fechado por
uma cortina havia outro travesti amigo do que me comeu.
Só então me dei conta que o outro travesti escutou todo o
escândalo que eu fiz.
Se eu soubesse disso teria combinado para os dois comerem
o meu cu.
Fui para casa, tomei uma cerveja e como estava achando
pouco o ardume no meu cu fui até a geladeira, peguei o
frasco de pimenta e passei no cu para arder mais,
normalmente eu fico insaciável quando bate a tesão no cu, o
meu cu é muito guloso, se tivesse mais uns dois ou três paus
naquela hora ele iria engolir todos.
No dia seguinte olhava com ironia para as mulheres gostosas
que trabalham na mesma empresa que eu e ficava pensando
que eu dou mais gostoso que elas, eu gostaria muito de
contar a elas que eu também gosto da fruta que elas podem
ter a hora que quiserem mas fazem cu doce achando que são
as tais.
Na ultima quinta-feira tudo não passou mais que uns
quarenta e cinco minutos, mas estava sublime, eu estava
precisando sair do cotidiano com a minha esposa.
Não sou novo, sou cinqüentão mas se alguém gostar de
comer um cuzinho safado, estou em São José dos Campos SP.
dellomec@hotmail.com

Dei o meu outra vez

Quinta-feira 21/05, faz mais ou menos quatro meses que eu


não tinha uma aventura fora do casamento.
Sou homem normal, não afeminado, mas gosto muito de dar
o cu, não agüentava mais, precisava desesperadamente ser
enrabado, virar puta, ficar de quatro a disposição de uma
rola.
Entrei na internet e procurei por telefones de travestis, achei
um interessante com o nome de Alexia, liguei para ele e
combinamos em fazer um programa.
Fui até a casa dele, fica próxima a antiga rodoviária, no
centro de São José dos Campos.
Ele me atendeu na porta e foi me encaminhando para o seu
quarto, percebi que na casa havia mais um cômodo fechado
apenas por uma cortina e a luz estava acesa.
O quarto para onde o travesti me encaminhou estava
iluminado apenas pela imagem da TV que estava passando
um filme pornô.
Tiramos as roupas e deitamos na cama, eu comecei a chupar
o pau do travesti enquanto ele assistia ao filme, o seu pau
estava mole e não dava sinais de ficar duro, comecei a achar
que tinha feito um mal negocio aceitando o programa com
aquele travesti.
Já haviam se passado uns vinte minutos, eu chupava de todas
as maneiras e o pau dele não subia, já estava pensando em
colocar uma camisinha no meu pau e comer o cu dele apenas
para não perder o programa.
Comecei a chupar com mais força e o pau dele começou a dar
sinais de vida, foi crescendo e finalmente ficou duro, até que
não era ruim, era do tipo cônico com a cabeça um pouco
pequena e muito grosso perto do saco, o comprimento
também era ótimo e curvado para cima.
Pedi a ele que colocasse a camisinha e enfiasse o seu pau no
meu cu.
Ele pediu que eu ficasse de quatro na beirada da cama, ele
queria ficar de pé ao lado da cama para me comer.
Eu fiquei de quatro olhando para trás para poder me deliciar
com a cena do travesti com o pau duro para ser enterrado no
meu cu.
A minha bunda estava bem empinada estava a sua disposição
para ser “penetrado”, “comido”, “fodido”, “enrabado”.
Estava me sentindo uma verdadeira puta, uma vagabunda,
uma baranga a disposição do macho (... momento delicioso...
sublime... incomparável...).
Passou um creme no meu cu e quando se preparava para
meter o seu celular tocou.
Ele atendeu e começou a falar ao telefone, era outra pessoa
combinando um programa.
Mesmo falando ao telefone tentava meter com força no meu
cu sem olhar onde estava metendo e não acertava a entrada.
O pau batia na minha bunda, no meu saco, nas minhas
pernas menos onde eu queria, pude sentir que estava duro
igual uma pedra, onde batia até doía muito.
Com uma das minhas mãos peguei o pau dele e coloquei no
meu buraquinho e pude sentir a coisa entrando e alargando o
meu cu.
Ele enfiou tudo de uma só vez até o saco, e eu soltei um
gemido de dor misturado com prazer porque da forma que ele
meteu doeu bastante, o pau entrou meio atravessado e se
ajeitou depois que estava dentro.
Para mim uma das melhores coisas quando dou o cu é sentir
muita dor, eu não tenho um mínimo pena do meu cu, adoro
quando um pau entra arrebentando.
Pelo que percebi a outra pessoa que estava ao telefone
escutou o meu gemido e deve ter perguntado ao travesti o
que estava acontecendo, ele respondeu que estava ocupada
no meio de um programa enquanto socava com vontade no
meu cu e eu gemia sem parar de tão gostoso que estavam as
estocadas que ele dava.
Falaram mais alguns segundos e ele desligou o telefone.
A dor da primeira estocada foi passando e comecei a sentir o
entra e sai do seu pau.
Levei a minha mão direita por baixo da minha barriga e com
dois dedos ao redor do pau dele eu sentia o pau dele
entrando e saindo e o seu saco encostando ao meu.
Cada vez que saia eu sentia as bordas do meu cu saltando
para fora quando o pau saia e as bordas entravam quando o
pau entrava.
Com os dedos eu sentia que o meu cu era um enorme buraco,
as metidas faziam barulho quando o seu quadril encostava-se
à minha bunda.
Ele estava com as duas mãos na minha cintura segurando
para que eu não escorregasse para frente.
Para mim estava sendo um imenso prazer de ser uma puta
toda arreganhada, de quatro na beirada da cama, sendo
comida por uma rola gostosa, sendo usada, sendo fodida.
Eu gemia alto e pedia para ele bater na minha bunda, ele
começou a dar tapas com tanta força que as marcas ficaram
visíveis por uns três dias.
Depois de uns cinco minutos que ele estava-me fudendo o
lubrificante da camisinha foi acabando comecei a sentir calor
no meu cu, então comecei a masturbar o meu pau e pedia
para ele bater com mais força na minha bunda e socar mais
forte.
Eu tive que me segurar com a outra mão para não ser
empurrado para frente porque ele socava com brutalidade
enquanto com uma das mãos dava tapas na minha bunda
com tanta força que a cada tapa escutava-se um forte estalo.
Eu olhava para trás e via ele “simplesmente” empurrando o
pau para dentro do meu cu com força e rapidez.
Por um instante olhei para a TV e vi uma mulher também de
quatro dando o cu para um cacete enorme, o meu corpo
começou a ser tomado por um calor e dormência.
Comecei a gozar e em tom bastante alto eu gritava: “come o
meu cu”, “me fode”, “mete mais”, enquanto o meu pau estava
soltando jatos de porra.
Quando ele percebeu que eu havia acabado de gozar foi
tirando o pau e pude sentir que o meu cu ficou vazio.
Botei três dedos no meu cu e senti que ele estava aberto,
arrombado.
Após vestir a roupa o travesti me conduziu a saída da casa e
só então é que pude notar que no outro cômodo fechado por
uma cortina havia outro travesti amigo do que me comeu.
Só então me dei conta que o outro travesti escutou todo o
escândalo que eu fiz.
Se eu soubesse disso teria combinado para os dois comerem
o meu cu.
Fui para casa, tomei uma cerveja e como estava achando
pouco o ardor no meu cu fui até a geladeira, peguei o frasco
de pimenta e passei no cu para arder mais, normalmente eu
fico insaciável quando bate a tesão no cu, o meu cu é muito
guloso, se tivesse mais uns dois ou três paus naquela hora ele
iria engolir todos.
No dia seguinte olhava com ironia para as mulheres gostosas
que trabalham na mesma empresa que eu e ficava pensando
que eu dou mais gostoso que elas, eu gostaria muito de
contar a elas que eu também gosto da fruta que elas podem
ter a hora que quiserem mas fazem cu doce achando que são
as tais.
Na ultima quinta-feira tudo não passou mais que uns
quarenta e cinco minutos, mas estava sublime, eu estava
precisando sair do cotidiano com a minha esposa.
Não sou novo, sou cinqüentão mas se alguém gostar de
comer um cuzinho safado estou em São José dos Campos SP.
dellomec@hotmail.com

Ser corno: Desejo ou fantasia??

É realmente inacreditável a enorme quantidade de contos


absurdos que existem neste site. É uma profusão de pintos
enormes ( Para quem não sabe a média do brasileiro é de
apenas 16 cm, contra os 19 dos americanos! Isso mesmo: Os
americanos são os campeões no tamanho do dito cujo ).
Acabo dando risada de determinadas situações, percebe-se
claramente a enorme quantidade de homens que escrevem
como se fossem mulheres. Aprecio os contos onde o autor já
diz que não tem paus monstruosos de 30 cm. Mesmo porquê
se uma mulher consegue gozar se masturbando com seu
dedo é sinal que decididamente tamanho não é documento.E
acredito, ainda, que o verdadeiro orgamo venha do cérebro.
Mas o que me traz aqui pela primeira vez é escrever algo para
os maridos de esposas fogosas e safadas. Toda mulher, sem
exceção, é uma puta em potencial. Só que pôr regras sociais
impostas, religião, ou simplesmente nossa cultura, faz com
que elas se retraiam. Eu sou um homem que adora
transformar qualquer mulher recatada em uma mulher
extremamente safada e liberal, pois o prazer sempre está
acima de qualquer coisa. Dizem que as mulheres não sabem
separar sexo de amor. Além de ser uma opinião terrivelmente
machista, ela geralmente é emitida pôr pessoas que
desconhecem a mulher que tem em casa. Não há mulher que
não goste de uma ótima sedução. De ser tratada como
rainha, como deusa. Amo poder ir revelando aos poucos a
fêmea que existe dentro de cada mulher. Pôr isso só saio com
mulheres casadas, noivas ou namorando, pois da mesma
forma que a mulher quer revelar esse seu lado, o
marido/noivo/namorado também tem desejos de ver sua
mulher com outro. Acabou-se o tempo de o homem dizer:
Minha mulher é uma santa, as outras é que são putas! É bem
melhor para o relacionamento que o homem tenha em casa a
sua própria puta. O fato é que quando tudo é compartilhado
pelo casal, sem neuras, sem traições, o sentimento entre
ambos torna-se muito mais intenso e de uma cumplicidade
ímpar. Pôr isso estou aqui. Me coloco a disposição de qualquer
homem que tenha desejo em transformar sua mulher, de
descobri-la, de revelá-la em uma tremenda puta, pronta a
saciar-lhe seus mais íntimos desejos. Exijo que a futura
pretendente a puta e seu respectivo companheiro ( não
costumo me referir ao homem como corno, porquê, além de
pejorativo não reflete a realidade,pois o verdadeiro corno o é,
sem jamais saber ) sejam submissos às minhas vontades no
começo. Explico porquê: Na verdade essa passagem tem que
ser feita como se fosse um ritual. Nesse sentido, não há,
portanto, lugar para ciúmes. E, vcs homens, tenham certeza:
Irão me agradecer pôr isso. Não irei revelar, é claro, o
segredo de pandora, pois a sedução é uma arte e a maioria
dos homens não sabem como seduzir a sua companheira,
pois já o fez um dia. Mas se vc homem compromissado tiver
uma mulher que vc pode até achar fria e distante e quiser
tranformá-la em um vulcão, entre em contato. E vc, mulher
casada, que acha que seu marido não suportará a idéia de
vê-la sendo compartilhada pôr outro homem, está
redondamente enganada. Todo homem, eu disse todo, tem
esse ideal de ver sua esposinha sendo seduzida. Mas não
pensem que já sairei com a mulher para o motel de imediato!
Como eu disse: Esse processo é um ritual e, nesse caso, a
sedução é fundamental. .Quero ir revelando essa mulher dia a
dia. Sem pressa! A cada dia ela irá se descobrir mais jovem,
mais sensual, mais fogosa. Esse é meu objetivo. Vou dar
apenas um exemplo: Essa mulher irá me ligar e ao mesmo
tempo que estiver louca de desejos ( porquê sou
extremamente bom nisso ) ela irá falar, ao mesmo tempo,
com seu marido no outro telefone ( celular, pôr exemplo ).
Pode nem ser o marido, mas um homem a quem deseja. Tudo
isso se chama sedução e é inerente a cada ser humano. Basta
apenas que acabemos com alguns valores tipicamente
ocidentais para deixar fluir tudo o que tem que ser vivido.
Meu grande desejo é tornar o relacionamento amoroso do
casal ainda mais prazeroso, principalmente se estiver naquela
fase morna e sem sentido que as vezes nos colocamos. Não
pensem que casamento é um elo eterno em que se coloca um
cabresto no respectivo parceiro. Deixem fluir sua
sensualidade e verão o quanto serão felizes nesse processo.
Quero apenas mulheres da região sul/sudeste, pois
atualmente não posso me ausentar de minha região pôr
motivos profissionais. Não direi, também, como sou. Cabe a
vocês terem a vontade de descobrir. Mas já digo de antemão
que não sou Brad Pitt e nem que tenho um pênis de 30 cm.
Sou um homem de 47 anos, casado, realizado em todos os
sentidos, que deseja apenas ser um anjo da guarda de seus
casamentos! Caso queiram falar comigo, meu e-mail é:
amantepaulistano2007@yahoo.com.br

Comendo a cabeleleira

Fala Galera...

Há tempos leio os contos desse site, hj vou relatar o q


aconteceu comigo há 8 meses atrás... sou solteiro, 28 anos.

Moro em BH há quase dois anos. Sempre cortei cabelo nesse


salão, pois é perto do meu trabalho, o referido salão localiza-
se em um bairro muito conhecido em BH (savassi), alem de
ser conhecido é tb muito nobre, sendo assim imagine o
\"naipe\" do salão.

Vai ficar um pouco grande, pois acho que todos os detalhes


são necessários para o entendimento de toda a história, que
por ser verídica, espero relatar e passar todo minha
sorte...hehehehe...

Pois bem, sempre marquei em horário logo após o almoço


aproveitando o horário. A cabeleira além de ser dona do
requintado salão, é uma mulher muito charmosa, cheirosa,
atraente e simpatica. Desde o primeiro dia q fui a esse salão,
só corto com ela, acho q dei uma puta sorte. Ela á casada,
aparentando seus 35 a 40 anos, mas bem conservados.

Nas ultimas vezes q cortei cabelo lá ela começou a me tratar


com muito carinho, foi notável a diferença das outras vezes,
achei estranho, mas deixei rolar.
Às vezes encontrava-a no restaurante, mas sempre
acompanhada das amigas de trabalho e eu tb, mas como
nunca imaginava algo a mais, sempre vi com outros olhos,
apesar de seus olhares aguçados p mim no restaurante e qd
eu passava em frente ao salão, ela quase se jogava na rua p
falar comigo.

Passaram-se alguns dias, sempre encontrava com ela no tal


restaurante e os olhares continuavam, até que chegou a
época de eu cortar o cabelo, maliciosmente, resolvi marcar no
ultimo horário, pois sentia algo me favorecendo.

A tarde se passou e enfim o horário marcado p eu cortar o


cabelo, 19:30hs, cheguei no salão estava ela lá, toda gostosa,
atendendo uma cliente, sentei na sala de espera e ela parou
de atender e veio falar comigo, me comprimentou com um
beijo no rosto (nunca havia me comprimentado assim) e falou
que já iria me atender.

Logo ela havia terminado de atender a cliente que me


antecedia.

Enfim, minha vez, ela foi até a sala de espera e me pegou


pela mão me levando até a cadeira, achei muito estranho,
mas gostei muito do atendimento, sentei ela me colocou a
tradicional capa e começou a cortar meu cabelo, logo ela
começou a dispensar as funcionarias, notei que ela estava
meio lenta do que era de costume, alem de repetidamente se
encostar em meus braços e aqueli me deixando de pau duro,
em poucos minutos percebi q estavamos sozinhos no salão.
Ela mais do que esperta trancou a porta de vidro do salão
alegando que como estavamos sozinhos e aquela hora queria
se previnir de assalto, percebi que ela fez questao de falar q
estavamos sozinhos.

Continuou a cortar meu cabelo e me elogiar, cabelo, pele,


rosto e eu percebendo que aquilo nao era comum vindo dela
tb comecei a elogiá-la, falando que era uma mulher muito
conservada, atraente e tal, ela sorriu falando que vindo de
mim, faria ela uma mulher muito feliz, essa conversa foi se
estendendo até que ela veio cortar a parte da frente do meu
cabelo, ela simplesmente pediu p eu fechar as pernas e se
posicionou deixando minhas pernas no meio das dela de
frente p mim, como ela é um pouco alta, se abaixou e deixou
seus seios volumosos quase todo livres, fiquei maluco,
comecei a suar e falei p ela que daquele jeito ela estava me
fazendo suar, logo ela respondeu, seus elogios sei q são
sinceros, mas te fazer suar acho demais.

Pediu para levantar para ela lavar minha cabeça, no caminho


até a outra cadeira pedi para ela aumentar o ar condicionado,
ela sorriu e começou a lavar minha cabeça, ao mesmo tempo
massageando-a, sempre quando ela fazia isso, me dava um
sono e tanto, mas dessa vez nao, me deu um tesão
incontrolável. Perguntei se ela era massoterapeuta tb, ela
respondeu que nao, falei q suas mãos eram perfeitas, ela
muito safada me falou: com tantos elogios, vc está
merecendo tratamento vip, nao sou massoterapeuta, mas se
vc quiser posso tentar fazer uma massagem para passar por
sua aprovação, mas do que ligeiro perguntei se seria naquela
hora, ela me falou se importaria com o horario pois demoraria
uns 40 minutos, pra mim, qt mais demorasse melhor, sua
fisionomia mudou para a \"safada\" nesse momento ela
termina de lavar minha cabeça, seca com todo carinho.

Pega minha mão com os dedos entrelaçados como namorados


e me leva para a sala de massagem, falando q passaria por
minha aprovação naquela hora, entramos na sala, ela tranca
e pede para eu tirar a camisa e deitar na cama, quando tirei
percebi ela me olhando da cabeça até aos pés e lançou essa:
ufa, nada melhor depois de um dia inteiro de trabalho, fechar
com chave de ouro. No ato lancei de volta: aproveite o
quanto for necessário.

Já deitado na cama e ela veio com os óleos de massagem


pegou um e falou: pode ser o afrodisíco, falei: pode ser, só
não me responsabilizo pelos meus atos.

Começou a bela massagem que por sinal, nem consegui me


concentrar na massagem e sim pensar naquela mulher
maravilhosa e imaginando o que poderia acontecer.

Ela se calou fazendo a massagem e sua respiração começou a


ficar um pouco ofegante, logo perguntei se ela gostaria de
receber minha massagem, ela se declarou falando que era o
que ela estava precisando, eu estava deitado, sentei na maca
para me levantar, quando coloquei os pés no chão me
apoiando para levantar, ela ficou no mesmo lugar, quando
levantei, nossos rostos quase se tocaram, olho no olho,
peguei na cintura dela, ela se esquivou e deitou na maca.

Estava com uma roupa tipo social, nao sei como se fala, mas
estava de saia até o joelho e uma blusa do mesmo tecido da
saia, tipo uniforme, pedi para ela tirar a parte de cima, senão
eu só poderia massagear suas pernas, ela nessa hora parecia
que queria voltar atrás e falou q eu poderia começar pelas
pernas mesmo e se ela gostasse, deixaria eu massageála nas
costas.

Peguei o óleo e passei um fio em casa perna, como se passar


azeite numa carne bem suculenta, comecei a massageá-la, de
leve, começando pelos pés, na sola, de dedo em dedo, não
economizei e fui tratando aquela mulher madura como se
fosse uma princesa, ela começou a elogiar falando que eu
tinha as mãos perfeitas para fazer massagens, fui subindo
pelas pernas, batata da perna e chegando nas coxas, no que
eu passava pela parte interna das pernas, sentia que ela tinha
uns espasmos e sua respiração voltou a ficar mais ofegante,
como nao tinha mais parte do seu corpo descoberto, já q a
saia ao deitar subiu um pouco para baixo das suas bundas
maravilhosas, perguntei se eu poderia subir mais ou era
melhor parar, só p saber qual seria sua reção, dali pra frente
eu tinha certeza que aquela gostosa estava nas minhas mãos.

Ela falou que poderia continuar subindo, logo fui despindo


aquela bunda maravilhosa, descobrindo sua calcinha
minuscula toda enterrada na bunda e aquela xana, igual um
pastel me olhando... nuuuuuuuuuuuuuu... só de pensar já fico
maluco.

Subi a saia até a cintura, aquela bunda toda despida, comeci


a tocá-las e ela me elogiando cada vez mais, estava eu lá,
apaupando aquilo tudo, quando comecei a massagear
novamente o lado interno, agora das coxas passando para a
bunda e dando aquelas encostadas na sua xana maravilhosa,
cada vez que eu passava, encostava mais naquela xana, logo
senti ela se mexer quando eu toacava nela, fiz algumas vezes
e ela pediu p eu parar, pois queria que massageasse suas
costas, sentou na maca e ficou só de sutiã e calcinha e voltou
a deitar na maca, falando que ela já tirado tudo que podia,
para ela tirar as outras duas peças que restavam, só dependia
de mim.

Naquele momento tive a plena certeza que era meu dia.

Deita-se aquele mulherão na maca novamente só para mim.


Voltei a massagea-la, começando novamente pelos pés,
passando elas pernas, chegando na xana, tocando-a algumas
vezes para deixar a todo tempo no grau, logo cheguei nos
suas costas, como seus braços estavam esticados ao lado da
maca e eu com o pau varando a calça, nao perdi tempo e fui
logo dando aquelas encostadas em seu braço enquanto eu
massageava suas costas e uma vez ou outra descendo até
suas pernas, voltando pelas bundas passando na sua xana
que a essa hora já batia palmas, ela sentindo meu mastro
ralando-a na reta do cotovelo, cada vez mais eu encostava.

Num certo momento fui massagear seus ombros e me


posiciono de frente p seu rosto para ela perceber o volume
em minha calça, ela olha e com um certo humor p
descontrair, pede para eu aumentar o ar condicionado pois
estava suando, demos boas risadas e voltei a massagear suas
costas e ralando meu pau em seu braço, até que ela começa
a mexer o braço que eu encostava, encostando com o
cotovelo no meu pau, fazendo movimentos, nao perdi tempo
e voltei p sua bunda já esquecendo a massagem e partindo
pro ataque de vez, pois já estava passando da hora, cheguei
na sua xana, sua calcinha estava encharcada, fico nela
massageando e ela já gemendo, logo chego de lado a
calcinha e sinto aquela xana quente, procurando seu grelo,
quando chego, ela quase pula de tanto tesão, seu gemidos
aumentando, ela procura com as mãos meu pau e me
posiciono até ela alcançá-los e tb fica ali me tocando, meus
dedos todos melados do sugo daquela xana já estavam
dentro dela, dando aquelas entoscadas, dois dedos, primeiro
de leve, depois com mais intensidade, tiro de dentro e vou
tirando sua calcinha, ela mais do que satisfeita com a minha
atitude, se empida toda facilitando eu retirá-la.

Aproveitando a parada desabotuei seu sutia, que ela mesmo


tira, ficando peladinha só pra mim, voltei a tocar sua xana e
ela a me tocar, abri sua bunda para ver e tocar seu cu,
abaixei para sentir o cheiro daquela xana me chamando,
como ela estava deitada de pernas fechadas, eu nao
conseguia chegar para dar aquelas linguada, logo pedi p ela
ficar de 4, ela não pensa duas vezes, vejo aquela bunda
gostosa duplicar de tamanho e aquela xana toda pra mim.

Comecei a chupar gostoso, minha lingua invadindo aquela


gruta, nesse momento seu gemido muda até de tonalidade de
tão forte que fica e ela começa a falar, pedindo p eu chupá-la,
que nunca tinha sido tão bem chupada, que seu marido nem
preliminar fazia mais direito, aquilo foi me deixando mais
maludo ainda, com meu pau doendo já de tão duro, passei a
dar umas linguadas em seu cú, enquando meus dois dedos
estavam de volta naquela gruta e ela cada vez mais maluca
com minhas chupadas e dedadas.

Depois de alguns minutos nessa excitante posição ela senta e


me puxa, me posiciono de frente p ela, logo ela pede um
beijo para sentir o gosto da sua xana, aquele beijo forte,
ardente, me abraçando, beijando, gemendo e falando ao
mesmo tempo, minhas mãos percorendo suas costas,
passando pelos seios volumosos e lindo por sinal, até que eu
travo uma das mãos nos cabelos pela nuca, puxando pra tras,
ela geme feito louca, falando q adorava o jeito que estava
sendo, carinhoso, ao mesmo tempo voraz.

Ela se apoia nos braços atrás do seu corpo, passo a lingua na


sua orelha, dou uma mordida no seu queixo, descendo, logo
beijo seu pescoço, chegando nos seios fartos daquela casada
safada, lindos e firmes pela sua idade, já com as mãos livres,
aperto com as duas mãos e vou chupando cada um deles,
dando umas mordidas, pegando de leve na auréula em volta
dos bicos, chegando com mais intensidade a mordida no bico,
mas de leve, a mulher nao estava se aguentando de tesão,
me empurra desce da maca e logo se abaixa tirando meu
cinto e baixando minha calça.
Logo eu tiro o sapato com os pés mesmo e ela tir