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Novos contos

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Minha melhor amiga gostosa Ola me chamo Erika,tenho 18 anos,pele muito clara por pouco pegar

sol,1.70m de altura,olhos azuis,cabelos negros e seios fartos e um belo corpo. bom eu tinha la os meus 14 anos (perdi a virgindade com 12),enfim conhecia minha amiga,Jully que na época tinha 15 anos,olhos verdes,loira,muito atraente.Desde os 10 anos,nós eramos carne e unha,normal para melhores amigas,após eu ter perdido a virgindade,como normalmente acontece,fiquei muito safada,e ja tinha um certo interece por garotas,certo dia fui dormir na casa dessa minha amiga,seus pais estavam fora,tavamos fazendo um trabalho do colégio,sentadas no sofá,o assunto era sexualidade,então começamos a falar aquelas besteirinhas basicas,que sempre rola quando se estuda esse assunto,derrepente ela me olha com a maior cara de cachorra colocando a mão entre minhas pernas e disse \"você não sabe o quanto estou te desejando agora\",eu pensei que era mais uma daquelas pegadinhas que ela fazia comigo e disse para ela \"ta bom vamos continuar\",ela olhou fixamente para mim e me roubou um beijo,tentei recusar o beijo,mas quando ela começou a brincar com minha lingua,nossa eu fiquei louca...e quanto mais o beijo esquentava ela ia tirando minha roupa,massageando meus seios,passou a chupar minha nuca,mordiscar minha orelha,e foi descendo me beijando até chegar em meus seios,começou a chupa-los e dar mordiscadinhas,enquanto massageava o outro,ficou assim por um bom tempo,e meus bicos durinhos de tezão e eu gemendo baixo,toda arrepiada,ela começou descer,até chegar na minha xaninha,começou a lamber meu grelinho bem devagar,enfiou um dedo no meu rabinho,enfiou a lingua na minha xana,começou a chupar forte enquanto dava estocadas forte com o dedo no meu cuzinho,não demorou muito para mim gozar,me colocou de quatro,enfiou 3 dedos na minha buceta,começou a socar forte e rapido,enquanto dava tapas na minha bunda falando \"rebola pra mim minha putinha\",então comecei a rebolar bem gostoso,gemendo alto de tanto tezão que eu estava sentindo,almentou o ritimo ao maximo,gozei mais uma vez,me virei para ela a joguei a joguei no sofa,e tirei sua roupa de modo violento,sua respiração estava ofegante,a beijei loucamente,chupando sua lingua e brincando com ela,nossa que loucura de lingua a dela,enquanto a beijava,massageava seus seios,e ela me implorando \"me fode sua vadia,me fode gostoso\",sorri ironicamente para ela e disse \"quero brincar um pouco antes\",desci até a xaninha dela que estava encharcada,comecei a chupar,morder,lamber...até perceber que ela ia gozar,parei e ela me pedindo \"me faça gozar sua cachorra,tome meu gozo,vadia\",dei um tapa em sua coxa dizendo \"cale a boca cachorra,sou eu quem manda aqui\",a beijei novamente,chupei sua lingua,desci até seus seios,mamei gostoso neles,dando mordiscadinhas nos bicos,desci lentamente a mão por seu corpo até chegar na bucetinha dela,coloquei o dedo no grelinho dela e fiquei o massageando,a fazendo gemer de prazer,eu estava enlouquecendo com seus gemidos,fui descendo beijando seu corpo,mais uma vez cheguei na xaninha,enfiei a lingua nela e comecei a brincar com a lingua la dentro,enfei meu dedo em seu rabinho,ela rebolava,gemia,me chingava \"vai la sua vadia,me foda minha putinha\",e quanto mais ela gemia mais forte estocava o dedo em seu rabinho,a chupei até gozar 2 vezes em minha boca,e ainda com seu gosto na boca a beijei e depois passamos para um 69 bem gostoso...chupando a xaninha uma da outra no mesmo ritimo,até gozarmos juntas,fomos tomar um banho e la brincamos mais um pouco,no dia seguinte era como se nada entre nós havia acontecido,pouco tempo depois começamos a nos amaçar quando ficavamos sozinhas,e até hoje ela é minha amantezinha gostosa.

segunda vez de paulinha estou aqui uma puta gostosa de calcinha e sutian de oncinha para mais um conto tem ocasiões como agora que so penso nisso dar dar dar a bunda o rabo aiaiai levar muita pica ai não messo as consequencias vou ate o fim sai da casa da minha sogra vestido de mulher chamando a atenção das pessoas ninguem entendia nada que isso nossa fui andando sem dar bola so que precisava arranjar um lugar para trocar de roupa fui ate a feirinha ja estava fechada então tinha um canto la para eu trocar minhas roupinhas virar deniz so que quando comecei apareceu um segurança e falou QUE ROUBAR O QUE AI PO NADA NÕA SO ESTOU AQUI SO ISSSO ele po mais voce e um tezão nossa EU HEM ATE QUE NÃO HAHHAH E SIM VE CA VEM NOSS VAICOMEÇAR TUDO DE NOVO FUI ate ele falei OLHA ACABEI DE SER COMIDA DEVO ESTAR SUJA ELE NÃO VOCE ESTA LINDA OLHA VOU TE FUDER TODA fomos mais para o canto ele botou aquela piroca enorme pra fora delirei so de ver XUPA VAI PUTINHA XUPA TEU MACHO ouvinda iso aiaiaiain~~ao resisti cai de boca naquela coisa uiuiuixupa puta do caralho PUTA SIM MAIS SOU PAULINHA PA U LI NHA AIAIAI QUE BOCA AIAIUIUI XUPA VAIAIIA XUPA COME A SUA PUTINHA COME FODE MEU CU FODE FODE COMO ERA CEDO PASSAVAM PESSOA QUE FICAVAM BOBAS DE VER EU NEM LIGAVA ESTAVA LOUCA LOUCA HAHHAHAHAH AI QUE DELICIA ESCREVER CONTO DE CALCINHA E SUTIAN PINTA UM CLIMA DE TANTO TEZÃO AIAIIII ESTOU LINDA LINDA IAIUIIUI EU MAMAVA NAQUELA ROLA MARAVILHOSA QUANDO ELE FALOUAGORA NO CU EUEUEU AIAIAI TNHO ESSE ONOME DELE TONHO AIAII TONHÃO ME MATA COM ESSE PAUZÃO VAVAIA ME COME ME FODE TODA TODA AIAIAIIAI MEU MACHO ELE CRAVOU A QUILO NO MEU CU METEUMETEU AIAIAIIAIAI ENTROU TUDO TONHÃO AIAIAIAI ANTONIO ANTONIO AUUUUIIIIIIIIIIIIIBOTA VAI VAIIA BOTA TUDO AIAIAI QUE DELICIA AIAIAI GOSTOSO METE METE AIAIUIUIIU TO METENDO NESSE CU PIRANHA NÃO SOU PIRANHA SOU TRAVECO PELA PRIMEIRA VEZ ESTAVA DANDO O RABO ASSUMINDO QUE SOU TRAVECO SEN ENGANAR A MIM MESMO AIAIAIAIAI ME FODE SOU TRAVESTI SOU VIADO SOU BICHA AIAIAIIIA ME FODE PORRRA AIAIIIIA TO ETFUDENDO SEU VIADO GOSTOSO AIAIAIII ANTONIO FALA QUE MEU CU E GOSTOSO AIAIIAIEEEEEEEEEEEE DEMAIS PO MAIS FALA BAIXO TEM GENTE OLHANDO AIAIAIAIUIUIFODE AMOR OLHA SOU PAULINHA MAIS PRA VOCE VOU MUDAR DE NOME ME CHAMA DE VIVIA VIVIA AIIIIIIIIIII VIVIA SUA PIRA NHA VOU TE ARREGAÇAR TE ENCUEHRER DE PORRA AINDA BEM QUE E NO CU SENÃO EU IA TEBOTAR UM FILHO SUA PUTA BOTA QUERO PARIR UM FILHO SEU MEU MACHO MEU MACHO AIAIIAIITOMA NSSE CU SOU TEU MACHO VOCE TEM MARIDO EEUEUUEU TENHO VOCE TONHO AIIAIAIVOCE E MEU MARIDO ME FODE VAIIAIIII REBOLA NO PAU PUTINHA REBOLA QUE VOU GOZARARARAR GOZA TONHO VAIAI ME ENCHE DE PORRA A A A A A AAIIIIIIUIQUE BOM LEITE NO MEU RABO UI AI QUENTINHO UIIIIIIIII GOZEI TO GOZANDODODOODO HOOOOOOOOOOOO QUE BOM AMOR OLHA VOU SEMPRE PASSAR POR AQUI PARATE DAR O CU TA BOM AGORA DEIXA EU TROCAR DE ROUPA QUE PRECISO IR PARA CASA TA BOM MEU AMOR MEU MACHO QUERIDO BEIJINHO VAVAVAIAIIA UMUMUMUM DELICIA ESTOU TODO FUDIDO PORRA SAINDO PELO CU MAIS E ASSIM QUE EU GOSTO TA BOM TCHAU ATE O PROXIMO.

meu pai descobriu tudo e me botou pra fora fiquei sozinho e começou tudo de novo aquela vontade de dar o rabao então me montei como denize para entrar no clima e escrever mais um conto ta amores primeiro o cinto para fazer uma cinturinha fininha depois a calcinha vrrmelha o top para ficar gata bem jovem então vou para o banheiro sempre rebolando muito gostoso adodro boto a peruca e me maqueio baton sombra argola gargantilha uiuiui estou linda cada vaes mais linda uiuiuiaiai ai vou revesando vestidos saias blusas tudo aiaiai sou a mais gostosa do lugar hanannnnnn mais vou contar agora o dia que meu mundo caiu estava como agora linda sozinha deu aquela vontade de dar pensei quem quem ai flaei ja sei o homen da net vou pedir um reparo urgente so que ele demorou um pouco quando chegou ja era tarde falei RAPIDO RAPIDO MEUS PAIS JS VÃO CHEGAR RAPIDO ele não entendeu nada RAPIDO O QUE MOÇA CHEGUEI AGORA ELE ME OLHAVA DESCONFIADO não me conhecia eu linda pra e pra ca ele so me olhando então fui ate ele e falei VEM CA MOÇO VOU MOSTRARUM FIO SOLTO FUI ATE A TV E NOS ROÇAMOS eu muito esperta passei minha bunda no pau dele que ja estava duro de tezão falei NOSSA QUE PAUZÃO ele VOCE NÃO VIU NADA QUERO VER MOSTRA MOSTRA BEM ele tirou o pau pra fora que lindo enorme AIAIAIIAII VAI ME MACHUCAR TODA TODA BOTO SO ACABECINHA VEM VEM ABAIXEI E XUPAVA XUPAVA GOSTOSO APESAR DOS 13 ANOS JA SABIA PAGAR UM BOQUETE AIAIAIUIUI XUPA XUPA GATINHA GATINHA NÃO DENIZE PUTA PIRANHA ME XINGA VAIAIIIII PORRA SUA VAGABUNDA SHUPA PIRANHA VACA AIAIIAAI TO QUASE GOZANDO NESSA BOCA GOSTOSA GOZA NÃO QUERO NO CU NO CU EU QUERO EU QUERO QUE OQUE QUE VOCE COME MEU CUZINHO EU QUERO AAAAIIIIIII COME VAI bem devagar debrucei no sofa puxei a calcinha e fui guiando aquele monstro pra dentro de mim AIAIAIAI BOTA RUY AAIIAI RUYUYUYUYU AIAIIAITA BOM RUYUYUYU ESE O NOME DELE FODE EMEUUU CU VAI RUY TA BOM RUYYY TA BOM AIAIIAUIUI PARECIA QUE EU ESTAVA ENGOLINDO UMA PESSOA PELO CU AIIIIIIIIIUIRIUIRUIRUYYYYY lel metia como louco e falava GOSTOSA DIVINA BUNDINHA DE VELUDI AAIIAIAI QUERO GOZRAARRR METE RUY ME RASGA TODA TODA AIAIAIUIIUI MEU AMOR MEU MACHO VAIAIAAYYYYY RUY UIUIRUY GOZA GOZA GOZAAAAAAAAAA derrepente tragedia meu pai chegou PORRRAAAA QUE ISSO NA MINHA CASA BEM QUE OS FOFOQUEIROS FALAVAM PORRARARRAAAAA SEU VIADO DO CARALHO PUTO VAGABUNDO PAAPAAAAAAAAAAA TOMALHE PORRADA era ruy gozando agarrado no meu coco e meu pai batendo na minha cara gozeiiiiiiiiiiii aiaiiii aii bate porra bate papi papai na sua putinha sua bichinha ele mais nervoso ainda paaaaaaaaaa TOMA PORRA TOMA NA CARA VIADO TOMA PAAAAAAAAAAAA falou pro ruy SOME PORRA SOME SENÃO TE MATO ruy meteu o pe vazou nem me disse tchau foi um escandalo uma tristeza depois mais calmo meu pai falou

OLHA VAI PRA FAZENDA NÃO DA PRA VOCE FICAR AQUI FICA DEPOIS CONVERSAMOS TA BOM PAPAI TA BOM peguei minhas coisinhas e fui para minhas primeiras aveturas na fazenda procurem a faze das teras

agora sou paulinha aiiiii que loucura papai saiu mamãe saiu todos sairam parece combinado ainda resisto um pouco mais não adianta vou pro quarto e começo a me transformar primeiro prendo o pintinho ridiculo depois faço a cinturinha com o cinto bem apertado depois a calcinha hoje e vermelha com rendas depois o top que e pra aumentar os seios vou para o banheiro o espelho e melhor ai faço sombrancelha sombra baton uauuu volto para o quarto sempre rebolativa e faço um arranjo na cabeça hoje e dourado coloco as argolas a gargantilha e hoje tem mais uma coisa achei uma mecha de cabelo dela aplique sei la fiquei linda demais uiiiiiuauuauuau ai vou tirando e botando vestido saia tudo cada vez mais linda e triste porque logo tenho que tiat tudo e vlottar pro armario que orror nossa so que aiai o cu começa a piscar querendo que alguem veja poxa estou linda caramba então penso po vo arranjar alguem pra me ver e se der ate me comer ai tenho aquela ideia maluca de comprar alguma coisa ja sei piza ocara vem de longe não sabe de nada não preciso nem tirara roupa dito e feito logo ele estava no interfone ALO OLHA A PIZA PODE ENTRAR QUE O PORTÃO ESTA ABERTO chegou na porta eu de vestidinho branco uma coisinha quando abri a porta e ele me viu ja caiu o queixo HAANNN falei OLHA BOTA ALI NA MESA SIM SENHORA SENHORA NÃO ME ACHOU TÃO VELHA ASSIM NÃO ATE QUE NÃO quando lhe dei o dinheiro nossa mãos se tocaram ele chegou me fritar com os olhos ele era lindo como eu gosto negão aiaiaiaiuiuiui eles sempre tem pirocão falei ESPERA UM POUCO QUE VOU TE DAR UM PRESENTE virei decostas para que ele visse minhas formas fui andando como se fosse um desfile fui no quarto tirei o vestido voltei so de calcinha e top falei SOU SENHORA NÃO NÃO SOU PAULA PAULA SIM PAULA PAULINHA DIZ PAULINHA HOHOHOHO PAULINHA SIM SIM SIM PAULINHHA sentei no sofa ele louco me olhando deitei rolei mostrando meu eu mostrando pra ele o que queria mostrar pro mundo a gostosa que sou pulinha sim a mais gostosa do lugar a bunduda ELE ENTÃO NÃO REISTIU SE APROXIMOU e começou a me alisar depois me beijou com muito tesão hohohohoho QUERIDO ME BEIJA VAIAIAIHOHOOOH VOCE QUER ME COMER QUER SIM ESTOU LOUCO SIMSIMMSMIMMM ME MOSTRA ESSA PICA VAI NOSSSAAA QUE CRALHO ENORME E ASSIM QUE EU GOSTO AIAIAIHAHAH BOTA AQIUII BOTA NA MINHA BOCA HAHAHAHHHHHUIIII CHUPEI BABEI BABEI BABEI QUANDO ESTAVA BEM babado falei OLHA AGORA QUERO QUE GOSE NO MEU CU TA VIEREI DE BRUÇOS PUCHEI A CALCINHA DE LADO COLOQUEI COM MINHA MÃO BEM NA PORTINHA E ELE FOI METENDO METENDO NOSSA NUNCA ACBAVA DE ENTRAR ROLA NO MEU CU AIAIAIAI UIUIUIUIHHHAANNN quando entrou tudo ele deu uma parada respirou fundo dai começou um delicioso vai evem HOHOOHOOHO UIUIIII BOTA VAI BOTA ISSOO METE METE AIAIAIUIUIUIHOHOHOO GOSTOSO NEGÃO GOSTOSO AUAIAUIIUI FALA QUE TA BOM FALA HAHAHAHUIUIUII GOSTOSA FODE FODE AUAUIIAIAIVOU TE FUDER TODA TODA MINHA PUTINHA PAULINHA SOU PAULINHA HOHOHO SIM SIMSIM PAULINHA PUTA AIAIIAII DIZ QUE SOU GOSTOSA GOSTOSA LINDA LINDA PIRANHA ME CHAMA DE PIRANHA PUTA ARROMBADA HHHOHOHOUIUIUIAIAII GALINHA TUDO MAIS METE METE NÃO PARA AIAIAIUIUIUIQEU DELICIA FODE MEU CU FODE FODE EU TODA TODA VAIAIIII AAIIUIIII VOU GOZAR GOZARRRRR GOZA MEU GOSTOSO ENCHE SUA PUTINHA DE LEITE VAIAIAIAI HOOHOHOHHAHAHUI UI MEU MACHO GOSTOSO MEO CAVALO LINDODOOOO YUYUYUIIIIIIIAAAIII FLALA PROS SEUS AMIGOS QUE VOCE FUDEU A MULHER MAIS GOTOSA DE SUA VIDA HOJE FALA SIM GOSTOSA TOMA PORRA HOHOHOHO TO GOZANDO AUAUAUIIIHHHUUHUHUUMMM ME ARREBENTA PORRA PORRA GOZA TUDO NO MEU CU HHAHAHAHAHUUUIIIII GOZEIIIIIIIIIIIIII TMBEM HOOOOOOOOO AIIIIAII MEU MACHO MEU MACHOOOOOOOO gozamos tomamos um banho ficamos conversando so que lembrei que meu parentes ja deviam estar voltando fui ate o portão deilhe um beijo e tchau vai meu amor so que como sempre tem sempre um filho da puta que ve então um muleque da rua falou AI TAMBEM VOU ENTREGAR ALGUMA COISA AIAI TA LEGAL SENÃO A GALERA VAI SABER NENEM SO SE FOR O CU DA SUA MÃE SEU BABACA falei fechando o portão e entrando em casa depois fiquei deitadinha ate todos chegarem então fui para meu quarto e a paulinha foi embora.

denize quero dar quem sera o proximo estou arrumadinha saia justa calcinha cor de rosa sutian peruquinha loira aiaiai sandalia de salto gargantilha argolas uiuiuiui baton vermelho sombra aiaia estou um tezão vou pro espelho rebolo me aliso danço aiaia loucura me aliso aiaiai que vontade dedar dar dar tudotudotudo aiaiai quem quem sera os caras da rua não po ja estou muioto falada derrepente toca a campainha QUEM E pergunto uma vos rouca diz E O MATA MOSQUITO eu OLHA O PORTÃO ESTA ABERTO PODE ENTRAR caramba ganhei de presente um homem nossa vamos ver como ele e estava sozinho em casa como smpre então nem me prreocupei falei OLHA PODE COLOCAR O REMEDIO POR AI QUE EU ESTOU OCUPADA ele era um crioulo forte bonito notei que ele me olhou com desejo pensei ta no papo enterei botei uma saia mais curta prendi o pinto pra frente e botei uma calcinha be fofa pra não precisar tirar ele logo acabou e disse olha moça ja botei o remedio AGORA VOU EMBORA ABRE O PORTÃO falei FALTA COLOCAR REMEDIO EM UM LUGAR ele ONDE AQUI O AQUI NO MEU RABO SEU GOSTOSO ele ficou sem ação fui pra cima dele abracei ele me abraçou me beijou gostoso de lingua como se eu foss mulher agarrei no pau dele era enormr grosso estava uma rocha aiaiaiuiuiui me mete mete em mim mecome porra aiaiaiai mete mete mecome botei o pau dele na boca lambia engolia xupava aiaiaiai gostoso AIAIAIUIUIUI xupa vai vaiaiai xupa uiuiui aiaiaii QUE CARALHO GROSSO VAI ME MATAR AIAIAI VAI ME RASGAR MECOME MEU HOMEM MEU TUDOTUDOTUDO MEU AMOR ME CHAMA DE PUTA VAVAAIAIAIII PUTA GOSTOSA XUPA TUDO UIUIUIUIAIIAI VAIIA ENGOLE VARA VAIAIAI NÃO PARANÃOPARANÃO UIUIUIAIAI VEM METE METE METE VAIAI BEM E VAI BEM E AIAI METE DEITEI DE BRUÇOS NO SOFA MOSTERI O RABÃO PARA ELE ele veio montou em mim puxei a calcinha para o lado deixei o cu a mostra ele botu a cabeçeça aiaiai cabeçãooaoaoo empurrou empurrouuuuu AAIAIIAIII ME MATA PORRA ME MATA COM ESSE CARALHO UIUIUIAIAII ele socava fundo no meu cu fundo nomeu cuuuuuuuuu ai auuuuuuuiii fode essecu fode TOMA PORRA TOMA NESSE CU PIRANHA AIAIUIUIUITA DOENDO PARA PARA AIAIAIUIUIUIITOMA PORRA NÃO QUERIA ROLA TOMA GOSTOSA DIZ QUE SOU GOSTOSA GOSTOSA DIS QUE SOU PUTA PUTA GALINHA PIRANHA VAGABUNDA AIAIAIAIAIIIUIUIUII DIS QUE E MEU MACHO MEU MARIDO MEU CAVALO DIDIDI DIDSS SOU TEU MARIDO SUA VADIA SOU SEU CORNO TU DA PRA TODO MUNDO PORRARARARRAAAA AIAIAIITIRA TA ME MATANDO TIRAARAARARAAAAAAA NÃO SO DEPOIS QUE EU GOZAR ENTÃOGOZA LOGO PORRRA A AUAUAIIAIAIAIIAAIII GOZA GOZA ZAIAIAIAIIIIIIUIUIUI GOZA A AIAIAIUIUIITOGOZANDOODOOOO QUE DLEICIA QUE CU GOSTOSO AIAIAIIAIIIIII ME ENCHE ME ENCHE ME ENCHEEEEEE AIAAAIENCHEUUUUUUU AI MEU CU UII ESTA ESCORRENDO PORRA PELO MEU CU AIAIIAIII VOCE E O MELHOR QUE JA ME COMEU AIIAIMEU CU E SUE SEUEU EU nos beijamos ficamos ali jogados no sofa aquele cheiro de porrraaaa no arrr namoramos ate que começou a entardecer ele teve que ir embora leveio no portão nos beijamos e ele se foi so que uns putos de uns moleques da rua viram então ouvi um dizer HEEEE TAMBEM VOU QUERER SENÃO VOU FALAR PRA GERAL MOROROOOO fis um sinal de depois conversamos e enteri pois e mais na fila assim não vou mais poder ir narua depois conto mais tchau.

neu quarto homem-ray no mato uma india continuando meus contos do inicio da minha vida como traveco quase mulher vou contar agora de um passeio na região dos lagos fomos um grupo grande de amigos e familiares inclusive um amigo de copo do meu pai chamado raimundo tudo ia bem mais eu estava com aquela cosseira no rabo que so passa com rola então aproveitei que meu pai sumiu e falei SEU RAIMUNDO ESTOU PREOCUPADO ME AJUDE A ENCONTRAR PAPAI ele TA BOM VAMOS LA na quela epoca ali era tudo muito mato muitas entradas que acabavam no meio do mato fomos entrando conversando ate que ele perguntou DENIZ PORQUE VOCE NÃO LARGA ESSAMOXILA EUUUUUU HORA E PORQUE TEM COISAS IMPORTANTES AQUI POR ISSOOOO TA BOM MAIS AQUI E PRAIA O QUE TEM AII DE TÃO IMPORTANTE pensei comigo mesmo e agora OLHA SEU RAIMUNDO VIRE DE COSTAS QUE VOU MOSTRAR UMA COISA QUE DEVE FICAR SO ENTRE NOS TA VIRE PRA LA ele virou de costtas e eu virei denize botei um biquini fio dental branco soltei os cabelos e coloquei minhas argolas douradas ai falei PODE VIRAR SEU RAIMUNDO quando ele viroi e me viu falou CARAMBA VOCE E O DENIZ EU NÃO SOU A DENIZE GOSTOU NOSSA VOCE ESTA LINDO UO LINDA OUUU SEILA MAIS E SEU PEI NÃOO ELE NÃOSABE E VOCE E O TERCEIRO A SABER ATE AGORA SO DOIS PEDREIROS QUE TRABALHARAM LA EM CASA E QUE SABEM GOSTOU SIM MUITO MAIS OQUE VOCE QUER EUUUUEU ORA VOCE BOBINHO ESTOU APAIXONADA POR VOCE E QUERO TE DAR TUDO QUE VOCE QISER TE VI MIJANDO E ME APAIXONEI PELA SUA JEBE FALEI NA HORA ELE VAI SER MEU E TAIII VIU VEM CA E SO NÃO CONTAR PRA NINGUEM TA ele veio me abraçou me beijou como se eu fosse mulher aiaiaiaique bom era me terceiro homemmmaiaiiaiii amor meu amor me beija me abraça vaiaiai hohoohoohoo DENIZE VOCE E UMA GATINHA NUNCA

TIVE NINGUEMASSIMMMMHAHAHAHENTÃO AMOR APROVEIT VAIAIAIUII e ali no mato eu igual uma india linda estav amando aquele homem muito mais velho ate feio mais era o queeu gostava coroas gostosos ele botou aquele pausçao pra fora eu beijei lambi botei na boca e chupei gostoso hhha HAHHAHAHHAH CHHUPA MEU PAU DENIZE XUPA VAIAIAIAI HOOHOHO DELICIA eu tirava da boca alixava e falava meu macho querido ha como tequeria pra mim hoooo xupa deize xupa aaahahahohohoHOHOHOUIIIIXUPAPA agora seu raimundo SEU NÃO RAIMUNDO TATATATATBOM RAIMUNDO COME MEU CUZINHO COME cheguei obiquini pro lado deitei de bruços eLE pegou o pau todo babado e foi ennnfiaaaaod lentamente ate sumir no meu cu aiaiiiAIAIAIIAIIIHHHAHAHENTROU RAIMUNDO ENTROU MEU QUERIDO HAHAHAHAHHAHHQUE CU GOSTOSO DENIZE HAHAHHHAHHAH ESTOU AMANDO EU TAMBEM MEU AMOR VOCE ACEITA CASAR COMIGO SISISISMMMMM SIM DENIZE EU TAMBEM TE ACEITO HAHAHHOHOOHOO QUE BOM AGORA VOCE E MEU MARIDO TA VOCE AGORA E RAY TA BOM TATATATATAT DE TA DE E ELE METIA SEM PARAR O MEU CU HAHAHAHAH UIUIUI SUA PUTINHA TE AMO VOU TE ARRONBAR ESSE CU PORRA TOMA BOBOOOTA BOTA TUDO RAY TUDO VAVAIII HOHOHOHOGOTOSO ISSO ME FODE ME CHAMA DE PUTA VAIII DIZ QUE VAISER MEU CORNO QUE VAI ARRANJAR HOMENS PRA MIMM AHHAHHVAVAVAVIIIII VOUUU VVOU SUA PIRANHA VOUUVOUU AAHAHAHAHAHAAIAIAIAI AIIAI IA VOU GOZAR GOZAAA RAY ENCHE TUA PUTA DE PORRA VAIAIAI AIAIAIGOZAOAOAOAHAHAHAHAHAHAHAHAHGOZEI DANADA GOZEIEIIEIII HHAHAHAHAHAHAH QUE BOM HAHAHHAHAHQUE DELICIA UIUIUIUIHOHOHOHAHHAHH ME BEIJA ME ABRAÇA MEU MARIDO MEU MACHO HUIIIIAIIAAIHAHHAH SIM TE AMO TE AMO AHAHAHAHHUUIIII NOS LEVANTAMOS NOS BEIJAMOS MAIS UMA VEZ E FOMOS ANDANDO PELA MATA ACHAMOS UMA LAGOA E FICAMOS ALI NAMORANDO AS VEZES EU PRENDIA O PINTO PARA TRAZ TIRAVA O BIQINI E TPMAVA BANHO NUAZINHA ele ficava louco voltamos a tranzar ali no mato ate a noite acontaceram varias coiasas que depois eu conta voltamos acabou o passeio mais ele tinha uma casa morava sozinho então eu passei a ser amulher dele por um bom tempo entrava vestido de deniz la dentro ficava uma linda denize a de az vezes ele me levava narua como mllher a noite eu linda deixando ele tarado aiaiai meu cu que saudades tinha vez que falava PAI VOU NA CASA DO SEU RAIMUNDO POSSO FICAR LA SIMMM DA UM ABRAÇO NELE TATBOMBOMMM e ficava la uma semana sendo a mulher daquele macho gostoso depois bem depois conto mais.

a fazenda do sexo -mamãe virou minha mulher estava tudo indo bem eu e mamãe ficamos amigas saiamos juntas iamos aorio nadavamos nuas que loucura eu ela e marta a empregada varias transa que depois eu conto ate que os homens da fazenda foram viajar a negocios então nos ficamos sozinhas e eu comecei a ter uma recaida e reparar como mamãe era linda e o pir ela percebeu e começou a facilitar andando nua em casa fazendo pozes me enlouquecendo ate que um dia não resisti e falei MAMÃE VOCE E MUITO LINDA FOI VENDO VOCE TÃO GOSTOSA QUE FIQUEI ASSIM COM ESSE FOGO NO RABO ESSA VONTADE DE DAR OCU NÃO TIVE NEM TEMPO DE SABER O GOSTO DE UMA BOCETA VOCE QUER A BOCETA DA MAMÃE FILHO QUER QUERO SIM DA PA MIM DA ELA ENTÃO VEIO deitou ao meu lado e foi xupando meu pau ate então inutil xupou xupou aiaiaiaiai que delicia deniz e pequeno mais e tão gostoso XUPA XUPA MAMÃE AIAIAIAIAI IAIIAII XUPA MAIS VEM LOGO ME DA SUA BUCETA ela falou ta bom amor mais assim de quatro ta TA MÃE TA ELA FICOU DE QUATRO TAQUEI A PICA NELA QUE DELICIA AIAIAIIAIAIIIIIIIIIIAII METE AMOR METE NA MAMÃE VAI VIRA HOMEM PRA MIM VIRA AIAIAIAIAIAIAII MAMÃE COMO E BOM FUDER SUA BOCETA AAIAIAIIIIIII BOTA FILINHO BOTA NA BOCETA DA MAMÃE VAIIIIIIIIIVAI SEU FILHO DA PUTA AAIAIAIAIAI PUTA MESMO PIRANHA CADELA VOCE E A MAIS GOSTOSA DAS PUTAS AIAIAIAIAIAIIAI TO TE FUDENDO PORRA A CULPADA DE EU SER VIADO SUA GOSTOSA TOMA A A A AAIAIAIAIAIIII ME COME AMOR RR MEU MACHINHO AGORA TIRA E BOTA NO CU PRA VOCE VER COMO E E E UIIA UIAIAI AIA MAMÃE TO COMENDO SEU CU SUA PUTA AIAIAIAICOME COME AMOR COME O CU DA SUA MÃR SEU VIADO COME AAUAIAIAIAII AIAIAIAITO TE FUDENDO PIRANHA HAHAHHIIIIIIIIIIVOU VIRAR MACHO PRA TE FUDER TODO DIA SUA VACA TOMA TOTOTOMMAMAMAMAMAAIAIIAII GOZA AMOR GOZA NO CU DA MAMÃE VAVAAIIAIIII GOZA AIAIAIAIIAI MAMÃE GOZEI NOSEU CUCUUUUUUUU AIAIAIAIIAIGASEI AIAIIAI ela pegou o que pode de porra com as mãos e bebeu tudo tive uma recaida e durante um bom tempo fiquei comendo ela minha musa minha puta querida era acordar e rola nela ela virou minha mulher estou ate pensando em tirar os seios e ficar mais forte com jeito de homem mais isso e outro conto.

a fazenda do sexo- mamãe amiga e companheira como relatei anterormente eu fui flagrada transando com o sansão meu cavalo pelos caras da estrada e eles estavam me esperando a noite eu ja tinha dado paro o meu tio bebado ja tinha visto marta a empregada transando com o sansão tinha visto minha mãe denize engatada com o normando tinha acabado de dar para mwu pai quando me vinguei de tudo que ele me fez quando soube que eu era veado coitado foi embora arrasado estava deitada na cama onde meu pai me fudeu estava ainda toda esporrada fedendo quando mamãe entrou NOSSA QUE ISSO QUEM E VOCE eu PORRA NÃO ESTA ME RECONHECENDO ja estava tudo fudido mesmo joguei a ultima carta souEU PORRA ela DENIS VOCE SIM VIEREI MULHER AGORA SOU MULHER DO TIO PAULO SOU A DONA DA FAZENDA ela ESTA LOUCO ESTOU SIM MAIOS VOCE TAMBEM ESTA PORRA ela OQUE VOCE ESTA FALANDO euPENSA OQUE PORRA QUE NÃO SEI DAS SUAS TRANZAS ACABEIDE TE VER ENGATADA NO CACHORRO SUA CADELA ela O DENIS POR FAVOR eu favor e ocaralho FIQUEI ASSIM COM O CU COSSANDO DE TANTO TE VER DANDO ESSA BUNDA PORRA ela QUERIDO PERA AI VAMOS CONVERSAR PODENOS NOS AJUDAR estavamos nos entendendo quando derrepente os caras do caminho que tinham me abordado pularam a janela com mais dois HIHIIHIHICARALHO AGORA TEM DUAS PORRA VAMOS FUDER GERAL eu sujo da porra do meu pai minha MÃE fedendo a galinha os caras foram nos agarrando vesti a calcinha para que não vissem que sou traveco deitei estrategicamente de bruços mostrando a bundinha veio um pela frente e colocou o pau na minha boca outro começou a mamar nos peitões de mamãeo outro lambia meu cu o outro xupava a boceta da dona denize AIAIAIAIAIHAHAHAHAHAHCARALHO e falavam CARALHO QUE FEDOR DE PIRANHA CARALHO QUE TEZÃO E SE REVEZAVAM E XUPE TUDO PORRA XUPA PIRANHA EU HAHAHAHAHAH XUPAVA GOSTOSO MINHA MÃE XUPAVA E METIAM FODIAM HAHAHHAHAHHH TOMA PORRA ENTRAMOS NO CLIMA FODE PORRA METE TUDO TUDOVAIAIIAIIAII UIIUIUIHUM BOTARAM NA MINHA BUNDA UIUIUIHAHAHAHAHUM BOTA BOTA TUDO AIAIAIAIHUMM DERREPENTE um deles falou PARA PORRA VAMOS SO OS QUATRO BOTAR NA COROA DE UMA VEZ CARALHO OS QUATRO COMO dois deitaram no xão com as pernas entrelaçadas os paus ficaram juntinhos o cara falou SENTA PORRA SENTA VAGABUNDA minha mae sentou foi esgorregando as duas rola na buceta dela os otros dois um virado para cada lado tambem entrelaçaramas permas de lado os dois paus luntos foram por traz dela e foram metendo no cu dela porra caralho não e posivel quatro rolas numa mulher so nãoooo duas na boceta duas no cu NÃOOAOOAOOO EU VIREI pro canto aproveitei que me sequeceram e fui bater uma punheta caralho na encolha porra e ela urrava AIAIAIIIIII BOTA PORRA FODE GOSTOSO POR ISSO GOSTO DE SER PUTA HAHAHAHAHAHUIUI FODE PORRA PORRAAAAA METE ROLA METE ROLA META EM MIM VAIAIIAIII HAHHAHAH PORRA COROA VAGABUNDA GALINHA TOMA POLA SUA PUTA TOMA FODA SSE FODA SSE SOCA TUDO PORRA AIAIIAIAIIIA VOU GOZAR CARA VOU GOZAR NÃO PORRA OS QUATRO PORRA ESPERA ESPERAAAAAAAAAAESSSPEEERA OS QUATRO PORRA TUDO MUITO TUDO MUITO HAHAHAHAHUIUIUIUIHUIIAHAHGOOOOZZZEIEIEIIEIIIIII AHAHAHAHAHAHAHAHAHEU TAMBEMMMM EUUEUUUU SIMMMMMM HAHAHAHHAHTUDO TOMA TUDO TIRA PORRA QUERO VER ESSES PAUS QUE ME FUDERAM AAHAHAHAHAIAIAIIII CARALHO RANQUEI COCO DO CU DESSA PUTA AHAHAHAHHAHHH CARALHO UM RIO DE PORRA HAHHAHAIIAIAII E CARALHO QUE BARUKHO E ESSE PORRA eu la no cantinho falei DEVE SER MEU TIO CHEGANDO eles AIIIIAII NOS VAMOS EMBORA MAIS VAI TER MAIS PORRA NOS VOLTA ESPEPEPEPEPRA minha mae louca falou TA BEM VOLTA SIMMMMMM AAIAIAIUUUII pularam a janele sumiram no mato e eu fiquei ali com minha mãe toda gozada conversando agora eramos amigas e confidentes sabiamos coisas uma da outra viramos companheiras de tudu amigas ho que bom mais isso e outro conto tchau.

segunda vez no carnaval-maria batalhão como estava contando tive uma tarde de amor linda com o cabo julio no alojamento do quartel ate dormi agarrado com minha moxila onde levo minhas coisas pintura bijuterias sandalias tudo para me trocar na rua virar denize ou desvirar derrepente muitas vozes me acordaram eram os putros soldados que chegavam no alojamento VOU COMER ESSA BUNDA NÃO EU E QUE VOU NÃO EUE EU EU PORRA O BIFE NÃO PORRA OBIFE NÃO PORRA eu assustada de vestido ainda sem calcinha levei um susto caramba oque sera bife derrepente o cabo meu heroi chegou PORRA PERA AI A MINA E MINHA SAI FORA um negão grande parecendo o king kong falou SUA PORRA NENHUMA O DA PRA NOS OU O SARGENTO VAI SABER DE TUDO PORRA ocabo chegou perto de mim e falou E DENIZE TU VAI TER QUE DAR PRA ELES SENÃO EU TO

FUDIDO AI GENTE TA LEGAL PODEM FUDER ELA MAIS TEM UMA COISA CADAUM VAI TER QUE PAGAR 5 CONTOS eles PORRA MEU VIROU CAFETÃO DE TRAVECO PORRA julio OU E ASSIM OU NADA ELES TA BOM PORRA VAMOS ACABAR COM ESSA PORRA DE DISCUSSÃO e começaram eu xupei um depois ouutro e oprimeiro meteu no me cu e foram se revesando no meu cuzinho AIIAIIIIAIIeuestava louca de tezão uiuihaha e na minha boquinha hahahaiaiuihohoo ai um deitou no xão outro deitou ao cotrario ficando com as pernas entrelaçadas e os dois paus juntinhos ai o king falou SENTA NESSES DOIS PAUS QUE EU QUERO VOCE EM LARGUINHA NENEN FUI SENTNDO AIAIAIUIUIIIFOI ENTRANDO TUDO TUDO TUDO HAHAHAHAIAIIA DOIS PAU NO CU AIAIHAHAHAH BOTA BOTA MEU MACHOS QUERIDOS VVAIIIIIIAIIVAAAAIIIIII ai oking kong falou VOCE JUCA METE NELA POR TRAZ eu NÃO NÃO PARA NÃO CABE PARA TREZ NÃO mais foi inutil trez paus nocu de uma vez aiaiaiahhahahuuuuivvaaii eforamse revsando botando tudo no meu cu perdi a conta de quantos derrepente o king falou AGORA EU PORRA os outros PORRA VOCE VAI ESTRAGAR TUDO PORRA ele agora eu AGORA EU E VOCES SE ACABEM NA PUNHETA ele tirou o pau pra fora pra mimxupar ai eu vi oque era bife opau do king kong era tão grosso que dava pra tirar bife e que bife falei NÃO NÃOPOR FAVORSEU KING ele KING NÃO PORRA BIFE FALA BIFE eu SIM SIM BIFE NÃO VAI CABER ele VOCE JA LEVOU TREZ PAUS PORRA AGORA DA VEM CA botou o pau na minha cara so lambi não dava na boca lambia todo todo ate as bolasaahahahauauauiiele ISSO LAMBE LAMBUZA PRA ENTRAR TUDINHO AOIIAIIIA EU AIAIAIAIGORILÃO MACACO KING KONG GOSTOSO ele AORA VOU TE FUDER PUTINHA VEM CA DEITEI DE BRUÇOS ELE FALOU QUE ASSIM EU AGUENTARIA MELHOR ELE MONTOU EM MIM SUMI EMBAIXO DAQUELE MACACO AIAIAIAIAIHIIIHHAUI ele começou a forçar não dava ele forçando senti meu cu se abrindo se abrindo ele apontando com jeito segurando senti como deveria estar meu cu efoi abrindo abrindo e entrando entrando aiaiaihahahah uiui parecia uma pessoa me invadindo derrepente senti as bolas dele na minha bunda ele falou VIU NENEM NÃO FALEI ENTROU VIU TA TUDO AI HAHAHA GOSTOSA GOSTOSA HAHAHAHAHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAcomeçou e se mexer entrar sair bem devagar devagar hahah toma toma rola putiha toma toma eu HAIII NEGÃO VOCE ME ARROMBOU TODA TODA FEZ UMA BOCETA NOMEU CU PORRA HAHAHAHAAAAIIIIIIIIIII ele GOSTOSA PUTINHA EU DENIZE VAIAIAIAIAIAIDENIZE GOSTOSOPAUZUDO CAVALO ME CHAMA DE EGUA VAIAIAIIAI ELE MINHA EGUUA GOSTOSA MINHA PUTINHA EU AIIIIIIIIII FODE MEU CU PORRRA RASG AELE COM ESSE CARALHODE JEGUE AAAUIAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIII E OS OUTROS SE ACABANDO NA PUNHETA VENDO A CENA FALAVAM VOU GOZAR PORRA E EU FALAVA EM CIMA DE MIM EM MIM EGOZAVAM GOZAVAM RIOS DE PORR APORRA HAHAHAHAHAIIIIIIIIUI QUE BOM MUITOLEITE AIIIII MEMELAVAM TODA TODA TODA AI O BIFE FALOU AGORA EUEU EUE EUEU EUEU EUEU HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHAAAAAAAAAAAA E EU LOUCA COM O CU PEGANDO FOGO REBOLAVA PRA PORRA FICAR TODA NO MEU CU AHAHAHHAAAAAAAAIIIIIIIIII GOZA KING GOZA CAVALO AIIIIII MEU CUUUUUUUUUU AIHAUIUI HAHAH QUE DELICIA AIAIAI AIAIAI E ELE FOI SAINDO DE DENTRODE MIM AOS POUQUINHOS HAHAHAHAHAHUIUIUI FOI FICANDO UMVAZIO IMENSO EM MIM HAHAHAHAAHA BOTEI A MÃO PARA SENTIR OESTRAGO ELA ENTROU TODA NO EMMEU CU HAHAHAH AAAAAIIIICAI DE LADO eles foras se lavar depois eu fui me arrumei bonitinha denizinha efui embora jaia dar 5horas ja começava a escurecer e eu ainda não tinha visto o carnaval passei no portão falei com o julio trocamos telefone e ele me deu a minha parte no dinheiro 50contos então vi que tinha dado pra vinte homens AIIIIIIIII MEU CU UIIIIIIIIII TA ARDENDO 21COM ELE SAI olhei pros lados tudo bem fui curtir meu carnaval mais tem amsi ate o proximo conto tchau.

SEGUNDA VEZ NO CARNAVAL ficar sozinho em casa e fogo ela saiu ja fui pro quarto me montar uiiuiui aiiai tezão uiiii cacinha vermelha enchimento oiiuuuu fiquei com umas cadeiras enormes vestido comprido estampado arranjo de cabeça fiquei um tezão vou contar de uma vez no arnaval todos sairam fiquei sozinho olha que merda fui pro quarto me transformei fiquei linda então pensei alguem tem que me ver assim gostosa botei uma roupa por cima um bone um oculos pooorra se alguem conhecido ver porra e carnaval fui todo escabriado não sabia se ficava duro se rebolava uiuiiuiuiui adrenalina pura tomei o onibus e na altura da rodoviaria novo rio estava deserto desci fui ate um canto tierei as roupas de cima boina tudo ai apareceu aquelamulher linda gostosa uiiii que loucura aauauuaiiii andei feito uma miss desfilando pela calçada era a segunada vez aiaiiaaiiiaii loucura meu coração etava amil como agora aiaiuiuiui derrepente apareceram alguns mendigos começaram a me xingar jogar pedras corriii corri aiaiai estou perdido oiioiououooperdida parasempre eles me perseguiram VIADO BIXA MONA BAMBI XIBUNGO QUALIRA AIAIAI UIUIUI BAITOLA NOSSA QUE ORROR DERREPENTE UM QUARTEL gritei alto SOCORRO SOCORRO osentinela viu a situação abriu o poatão mandou eu entrar os mendigos ainda fizeram barulho mas logo foramm embora fiquei por um instante quuieta num canto quando derrpente vi osentinela me comendo com so olhos PO AI VOCE E UMA TETEIA ATE ENGANA QUE E MULHER PO AI PENSEI QUE ERA QUANDO ABRI O PORTÃO falei pPOXA MOÇO ME DEIXA AQUI SENÃO ELES ME MAATAM HOHOHOO ele então me pegou pela mão me levou pro domitoriodele e falou VOU BOTAR OUTRO LA NO PORTÃO E JA VOLTO TA MEU AMOR eu gelei NOSSA QUE DANADO TÃO GENTIL TA BOM VOLTA LOGO então ele voltou foi me beijando fundo de lingua com amor com carinho fui me entregando a ele como se fosse meu namorado aiaiai que gostoso ele falava TE SALVEI AGORA VOCE E MINHA eu HO QUERIDO SIMSIMSIMM AMOR SOU TUA TODA TODA TUA NOS BEIJA MOS NOS AMAMOS ele tirou a farda ficou nu que homem lindo masculo gostoso so pra mim falou XUPA GATINHA XUPA AMOR eu xupei gostoso tudo tudo tudo ate as bolas ele AIAIAIUIUII COMO VOCE CHUPA BEM AIAIOIUIUIOI eu TIRAVA DA BOCA E FOLAVA TA BOM TA MEU HEROI HOHOHO MEU HEROI TABOM ELE OTIMO HOOHOUIUIUI eu falei DENIZE TA DENIZE ele hhuiho EU SOU JULIO eu oi julio tudo bem ele me amava como nunca fui amada DENIZE GOSTOSA VOU TE FUDER AMOR DA O CUZINHO PRA MIM DA eu SOU TODA TODA SUA AMOR ME FODE VAIAII TEREI A CALCINHA SEM TIRAR O VESTIDO PARA NÃO QUEBRAR O CLIIMA ELE CRAVOU nomeu cu AIAIAIAHAHAHAIAIAI TUDO BOTA TUDO AMOR VAIAIAIAITUDO ele botava e falava GOSTOSA eu PIRANHA ME CHAMA DE PIRANHA ele PIRANHA PUTA GOSTOSA VOU GOZAR NO TEU CU eu GOZA AMOR GOZA MUITO TUDO HHUHIHIHIHAHAH fudemos meia hora sem para ele gosofundo no meu cu HHUHUHHAHAHUIIIIIITOMA TOMA eu AIAIAIAIAIAMOR ESPORRA TUDO NO MEU RABO VAAIIIAIAIIIIAI ELE GOSOU AUAUUAUUIIIIIIIIIIIHA DEPOIS NOS AMAMOS COMO DOIS NAMORADOS ELE VOLTOU PARA O PORTÃO e eu fiquei no alojamento dormido so apareceram outros soldados ai ficou brabo brabo não otimo mais isso e outro conto BEIJOS NAS NADIGAS.

Meti na porca Meu nome eh Renan, tenho 24 anos! Adoro zoofilia de qualquer tipo! Tenho loucura por qualquer animal, muito mais do que por mulheres ou homens! Ja meti em diversos tipos de animais. Mas hoje vou contar sobre a porquinha que comi! Minha familia tem um pequeno sitio em jundiai, la temos diversos tipos de animais. Em um verao, fomos eu e a minha familia passar 15 dias no sitio, apos 15 dias todos voltaram, e eu disse que ficaria por mais 4 dias, ate acabar minhas ferias. No meu primeiro dia sozinho, resolvi dar uma volta no sitio, e notei que o caseiro havia serapado uma das porcas dos machos, pq ela estava no cio! Aquilo me deixou louco,aquela porca, cheirando a sexo, sozinha. Logo o meu pau ficou duro, desesperado pra meter naquela bucetinha. A porca nao era muito grande, o que me deixava com mais tesao ainda porque eu ia meter numa bucetinha pequena, e ainda virgem! Dei um banho na porca, deixei ela pronta pra mim. Levei-a paa o antigo canil, onde haviam diversos portoes com espacos pequenos. Coloquei a porca ali, pra que ela nao fugisse. Comecei a acariciar aquela delicia de animal, passei a mao naquela vulva, cheia de secrecao, e logo cai de boca. Que suco delicioso, com um cheiro fortissmimo, me deixando louco pra fuder. Meu pau implorava por aquela porca, e a porca ja estava louca prra ser fodida. Dei um lambida na cara da porquinha, tirei meu pau, e logo comecei a esfregar naquela entradinha. Meu pau foi escorregando pra dentro, sentindo aquela bucetinha da virgem porca latejar. Comecei um gostoso vai e vem. Mas aquilo ja nao me bastava, comecei a bombar, dava umas estocadas cada vez mais fortes, ouvindo o barulho da porquinha delirando pelo meu pau. Comecei a foder aquela porca, como nunca havia fodido uma mulher. Minha intecao naquele momento nao era mais transar, era foder

aquela porquinha, deixar aquela xoxotinha esfolada... Minha intencao era praticamente estuprar aquela vadiazinha no cio! Depois de tanto estocar, senti que meu pau comecaria a cospir! Gozei. -huuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmm Gozei gostoso dentro daquela bucetinha. Quando terminei, lambi aquela buceta, peguei todo o suco, engoli um pouco, cospi na cara daquela vadiazinha, enquanto fazia carinho a sua cabeca. O gozo escorreu pelo seu nariz e cai no chao, e para a minha surpresa, ela lambeu o meu suco! Aquela cena me deixou louco para fude-la denovo. Mas no dia seguinte, resolvi foder outro animal! Se gostarem do e mail e quiserem entrar em contato, sintam-se a vontade, no meu e mail: renangranhao@yahoo.com.br

papai meu irmao (real)...2 Como ja contei no conto anterior, eu, meu pai, e meu irmao, sempre fomos muito abertos. E no ultimo conto, papai, me fez engolir a pica dele e a do meu irmao. Essa historia eh veridica, e tera muitas outras partes! Mas agora vou comecar a historia desde o comeco. Meu pai que na epoca tinha 28 anos, comecou ensinou Bruno (2 anos mais velho que eu) a lavar minha xoxotinha na hora do banho, e eu que na epoca tinha so 4 anos, aprendi a lavar o pipizinho do Bru com muito carinho. Papai, sempre adorou assistir aquilo! Sempre nos colocava para brincar de \"namorados\". Me lembro da primeira vez em que eu e Bruno brincamos de namorados. Eu tinha apenas 6 anos... Apos nosso banho, papai nos levou peladinhos pra cama de casal, onde sempre dormiamos juntos. E ele disse: -\"Hoje tenho uma brincadeira especial, Voces ja sabem lavar um ao outro. Mas hoje Bruno, vc vai aprender a lavar de um jeito diferente\" Papai colocou Bruno deitado com a cabeca na frente da minha pequena xoxotinha e disse: -\"Hoje vc vai limpar sua irmazinha com a boca, passando a lingua na xoxotinha com bastante carinho\" Entao Bruno comecou a lamber. mesmo tao novinha, eu ja sentia minha xoxotinha latejar. Papai sorria, e me dava aqueles inocentes selinhos... Papai, perguntava: -\"Ta gostoso Marininha?\" Eu respondia que sim com a cabeca. Papai, colocou a mao dentro da calca e comecou a banlancar o pau... Eu mal imaginava o que ele estava fazendo... Mas parecia estar gostando... Entao papai resolveu mudar a situacao, e pediu pra eu limpar o Bru... Disse: -\"Filhinha, agora vc faz que nem quando chupa pirulito\" E como tinha perdido meus dois dentes de leite na frente, papai disse pra eu ajudar com a parte que nao tinha os dentinhos! Ele dizia que pareciamos dois anjinhos. E continuava mexendo dentro da cueca balancando o pau... Entao dava aqueles inocentes selinhos no Bruno.. E me mandou limpar o bumbunzinho do Bru. E eu comecei a passar minha linguinha. Mas o gosto era amargo, entao quis parar. Entao a vez era do Bruno limpar meu cuzinho... Mas logo que Bruno comecou papai fez um som bem alto, e molhou a cueca... E disse que agora a brincadeira ja havia terminado, e que iamos dormir, e logico, todos juntos como sempre... Papai pediu para cheirarmos o pau dele, tirou a cueca, toda melada, e o pau tambem melado, e DEITOU todo sujo... E pediu pra ver um beijinho com a linguinha minha e do Bruno antes de adormecemos. Papai, foi otimo conosco quando eramos criancas, nos ensinou o mais puro e inocente prazer!

Cabacinho do titio Me chamo Bruninha e tinha 16 anos quando isso aconteceu... Minha tia tinha se casado a pouco tempo com uma cara que era um verdadeiro gato...Branco,olhos claros,corpo perfeito..um verdadeiro deus...Ele se chamava Paulo e era super simpático e me tratava muito bem...sempre muito carinhoso,me abraçava e dizia que tinha ganhado uma sobrinha linda... Eu com meus 16 aninhos tinha resolvido que só daria minha xaninha quando encontrasse alguem especial pra tirar meu cabacinho...ja tinha tido alguns namorinhos mas não deixava passar de uns amassos... Ele tinha uma casa na praia grande e em uma de minhas férias fui convidada a ir pra lá junto com eles e mais uns amigos deles...

A gente ficava a vontade lá...de shortinho,top,ou msm só de biquini..enquanto ele ficava quase o dia todo de sunga,o que me levou a olhar mais aquele deus grego...Já olhava pra ele com uma certa malícia pois ele me abraçava,alisava meus cabelos me chamando de sobrinha...Minha tia não percebia nada pois ela achava que era apenas carinho de tio e sobrinha... Num dos dias que fomos para a praia peguei sol d+,fiquei mt ardida e resolvi voltar pra casa mais cedo,pois queria sair logo do sol...aí voltar a pé mas aí minha tia disse:Não..seu tio vai te levar..não quero vc andando sozinha por aí! Ele prontamente se levantou e fomos pra casa os dois,sozinhos...fomos conversando pelo caminho e Paulo me perguntou pq eu não namorava,se era uma menina tão bonita e ele sempre me via sozinha...Então disse a ele que os meninos só queriam transar e como eu era virgem eles não queriam nada comigo...Ele começou a rir e disse:Voce é virgem?Tá brincando...Falei que não,que não tava..que tinha decidido que só daria minha xaninha quando achasse alguem especial digno de tirar meu cabacinho... Ele disse...nossa sortudo de quem for o escolhido... Chegamos em casa fui tomar um banho,e ele foi acertar uns praparativos pro churrasco que ia fazer... Dps do banho,meu corpo ardia do sol e resolvi deitar um pouco na minha cama,liguei o ar e deitei sem roupa pra ver se me refrescava um pouco...Acabei cochilando e quando acordei vi do lado da minha cama meu tio querido de pé me olhando...me assutei e tentei me cobrir com o lençol mas ele disse:fica calma só to olhando pra vc,não vou fazer nada...Podia ver o pau duro dele na sunga,e era bem grande...Tirei o lençol e falei:quer olhar..pode olhar... Ele ficou parado em pé do lado da minha cama me admirando e confesso que aquilo tava me dando um tesão enorme pois ele me olhava com desejo,com vontade... Então ele disse....ja que vc me deixou ver vc tb vou deixar vc me ver...e tirou seu pau duro pra fora da sunga e começou a alisa-lo...ele apontava pro teto de tão duro que estava...Então ele pediu...abre sua xaninha pra eu ver...nunca vi uma virgem antes...falei que ele podia olhar mas não mexer...então abri minhas pernas e afastei abri minha xaninha pra ele olhar...ele chegou pertinho e disse...Nossa é linda d+...e tá molhadinha...vc tá com tesão tá?Disse que tava sim...ele se levantou e ficou em pé do meu lado me pediu...alisa sua xaninha e seus peitinhos pra eu bater uma bem gostosa pra vc,vai... Paulo ficou ali em pé me olhando enquanto eu alisava minha xaninha molhada,já não aguentava mais de tesão vendo aquele homem delicioso se masturbando pra mim e disse:Vc pode só dar uma chupadinha nela?Lambe ela pra mim pra eu sentir como é...Ele disse..vc quer?eu faço isso pra vc e vai ver como é delicioso...Paulo se ajoelhou do lado da cama e abriu minhas pernas me deixando com mais tesão ainda,começou a lamber e chupar meu grelinho,soprava devagar e eu me contorcia de tesão,gemendo segurando a cabeça dele na minha xana...ele chupava deliciosamente minha xaninha que nem vimos minha tia chegar...quando olhei pra porta ela estava em pé olhando pra nós...mas o olhar não era de reprovação...Paulo se levantou meio sem jeito, e eu falei pra minha tia que eu que tinha pedido a ele pra fazer aquilo...Ela disse..tudo bem...ja tinha te falado que tava msm na hora de tirar este cabaço daí...ja que vc tá gostando tanto pq não deixa o Paulo fazer isso pra vc? Ela entrou e trancou a porta,foi na diração do Paulo e beijou sua boca dizendo...vai quero só assitir...mas faz com carinho pra não machucar tá? Minha tia me olhando disse:relaxa...vai ser mt gostoso eu garanto...tirou a roupa e sentou numa cadeira do quarto. Paulo voltou a me chupar gostoso,alisando meu corpo,meus seios dando mordinhas nos bicos o que me deixava maluca...Então ele disse..vou colocar bem devagar...Me colocou na beirada da cama,com um travesseiro nas minhas costas...Paulo colocou uma camisinha e esfregou seu pau duro na minha xaninha molhada,e começou a forçar..doía um pouco mas o tesão era maior que a dor...ele conseguiu colocar a cabeça do seu pau duro na minha xana,e começou um movimento gostoso de entra e sai,e quando colocava de novo forçava mais um pouco...minha xaninha foi cedendo com aquele pau duro e enorme..eu gemia muito e Paulo me beijava e dizia vai meu amor...dá seu cabacinho pro titio vai...titio vai tirar ele pra vc...Olhei pro lado e vi minha tia enfiando os dedos na xana molhada dela se masturbando gostoso... Ele foi metendo cada vez mais até entrar todo aquele pau na minha xaninha...ficou com ele enfiado lá por um tempo pra eu me acostumar...ele beijava meus peitinhos,minha boca,dps começou a meter gostoso,socando na minha xana até que acabou gozando deliciosamente, estremecendo todo e eu sentia uma sensação gostosa como nunca tinha sentido antes... Quando ele tirou o pau de dentro de mim vimos que tinha sangrado um pouco mas minha tia disse que era normal,que era só a comprovação de que eu era msm virgem... Paulo me beijou a boca e disse...Nunca vou esquecer que tirei o cabacinho da minha sobrinha querida...Obrigada por ter sido o sortudo escolhido... Minha tia disse que eu tomasse um banho e que dps ia conversar comigo... Tomei meu banho..minha xana doia um pouco mas tava feliz de ter tirado meu cabacinho com meu titio querido... Mas esta foi só a primeira de muitas outras...Dps acabamos na cama os tres...eu,Paulo e minha tia...Mas estas eu conto dps...

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE FUI DE UM HOMEM DE VERDADE Vou contar como foi minha vida como homem maduro, hoje cinqüentão, mas naquela época com cerca de 30 anos era um homem, simpático, bonito e conquistador de mulheres. Porem uma tarde fui com um amigo o Ricardo, ele conhecia muito bem uma sauna que existia em um hotel na Av. Brigadeiro Luiz Antonio, em são Paulo, o Hotel Danúbio, lá chegando fomos a sauna, fria e quente, etc., etc. e quando foi por volta das 17hs. Ricardo, disse que teria de ir embora, e saiu as pressas, porem eu fiquei mais um pouco na sala de repouso. Passado algum tempo, um senhor que estava ao meu lado, perguntou as horas e respondi porem ele começou a conversar sobre diversos assuntos, sobre São Paulo e sobre trabalho etc. ai entrou no assunto de sexo, e durante esta conversa me perguntou se já havia tido relações com outro homem, eu disse que não. (pois havia tido na infância e isto já era parte do passado, não interessaria a ele.) O senhor a quem vou dar o nome de Roberto, levantou-se e foi a ducha fria, quando voltou se enxugando, vi seu corpo que ficou exposto, era um lindo homem, pernas grossas, pau enorme, e bundinha durinha. Fiquei encantado com o macho, mas continuei na minha ele continuou nossa conversa e disse que a sauna vapor estava uma delicia, se não queria acompanhá-lo eu disse que sim e o segui, andando atrás dele. Ele um homem alto de 1,85 de altura, 80 quilos, cabelos loiros, malhado, um tesão de macho, estava louco para algo com ele mas não sabia como fazer ou o que poderia rolar, na sauna ele sentou-se a meu lado ambos pelados, e começou a massagear minhas costas e passar a mão em mim, sob a alegação que iríamos suar mais rápido, eu deixei e gostei. Ao olhar para seu pau, vi que estava duro como uma rocha, e era um pau enorme de mais de 20 cm. (fiquei sabendo depois que tinha 22 cm.). não consegui mais tirar os olhos dele, fiquei louco de tesão, e tambem fiquei exitado com meus 15cms. de pauzinho Ao voltar a sala de repouso ele me convidou para tomar algo em seu apto. pois estava hospedado no próprio Hotel Danúbio, aceitei e subimos para seu apto. Ao entrar em seu apto. tinha um pequeno sofá e uma cama de casal, frigo bar, etc., sentei no sofá e fiquei aguardando ele ficar a vontade, pois foi logo tirando a camisa e toda roupa, ficando somente de cueca, fiquei louco de tesão quando o vi de perto com aquele corpo lindo, se dirigindo a mim, sentou-se a meu lado me abraçando e me beijando na boca loucamente, correspondi e senti sua lingua deliciosa, explorando minha boca, fiquei louco de tesão e correspondi a todos os seus carinhos. Perguntou a mim se gostaria de ir a sua cama, eu disse que sim, e ele foi tirando minha roupa peça, por peça, camisa, calça, meias, cuecas, e ainda de pé fui lambido o corpo todo estava louco de tesão e quase gosando. Mas ele muito carinhosamente me deitou em sua cama, deitou-se a meu lado e chupou primeiro meus peitinhos, que ficaram exitados, depois foi lambendo minhas costas até chegar a minha bundinha, que lambeu a toda, e enfiando a lingua no meu cuzinho me fez ir às nuvens. E eu fui. Fiquei louco de tesão, pois havia dado a meus tios e meu pai quando criança, mas nunca depois de tantos anos.

Transformei-me em uma puta no cio, gritava e pedia para ele me amar de todas as maneiras, ele assim o fez e passando gel em mim e em seu pau me penetrou aos poucos eu gritando de dor e prazer, e ele enfiando cada vez mais e quase desmaiei de tanto prazer e senti seu pau crescer dentro de mim e ele gosar no meu cuzinho, gritando e gemendo junto comigo, foi maravilhoso. Depois do prazer, fui ao banho ele me acompanhou e juntos tomamos banho ele aproveitou para me lavar o cuzinho e eu lavei seu pau, e pediu-me para chupar eu enfiei o que coube na boca e chupava e lambia seu delicioso pau até sentir sua porra na garganta que eu engoli toda não perdendo nenhuma gota. (Antes de continuar com a historia vou dizer como era na época, tinha cerca de 30 anos, 1,74 alt. 75 quilos, em cima com o peso, e pernas grossas, bumbum grande e empinado, peitinhos durinhos, pois só saía com mulheres e raramente elas chupam ou mordem nossos seios, cabelos e olhos castanhos, enfim um homem normal e bonito segundo as mulheres diziam.) Fui para o quarto, comecei a me trocar e Roberto disse para eu esperar um pouco, pois queria falar um pouco comigo, eu sentei-me disposto a ouvir e ele falou: Sabe Sandro há tempos que procuro alguém como vc. para ser minha fêmea, e gostaria de ter oportunidade de poder conquistá-la para se portar como minha mulher na intimidade e em ocasiões especiais, eu fiquei passado pois ele estava me propondo um caso para novos encontros e eu na condição de sua mulher, fui eu quem pediu a seu amigo Ricardo para levá-lo a sauna para eu poder me aproximar de vc. Eu já o conhecia de alguns eventos em que vi vc atuar como profissional para uma de minhas empresas, fiquei louco por vc e Ricardo disse que achava que vc também gostaria de conhecer algum homem, pois já tinha observado vc. olhando para alguns homens na rua muito discretamente, mas nunca viu nada mais do que isto, eu pedi para ele por favor dar um jeito de eu me aproximar de vc., ele trouxe vc. ao Danúbio, e reservei um apto. com esperança de conseguir trazer vc. Não sabia o que dizer, e ele continuou, deixa eu tentar te conquistar, se não conseguir vc continua nesta sua vidinha de pegar mulheres e ser um homem frustrado, pois sei agora que não é o que vc gosta, pediu meu endereço e telefone e disse que eu não me arrependeria, pois iria me fazer sua mulher e com isto eu seria muito feliz também. Fui-me embora e me dirigi a minha residência, veja bem já era casado, tinha filhos e vivia com a família, tentando ser feliz como pai e marido, me aparece alguém me faz feliz como se eu fosse uma fêmea e eu adorei. Porem não sabia como proceder dáli para frente, pois havia experimentado a delicia de ser tratada como mulher. No dia seguinte recebi um cartão maravilhoso, acompanhado de um pacote enviado pelo então meu novo amigo Roberto, e dentro uma mensagem dirigida a Sandrinha dizendo que tinha adorado a noite anterior e que gostaria muito de me convidar para um jantar a luz de velas, e pediu-me para ir vestida com o presente que estava no pacote, com cuidado abri e vi um lindo conjunto de lingeries, pretas de cetim e rendas linda de morrer. No cartão constava o nome do restaurante dizendo que me aguardaria as 21h00, o entregador ficou aguardando a resposta escrevi um bilhete e coloquei no envelope, nele dizia que iria mas sem usar seu presente, pois iria devolve-lo e terminar tudo o que nem começou. No entardecer fui ficando morrendo de excitação, e terminei indo me banhar, depilando todo meu cuzinho e as pernas, peito tudo enfim, coloquei o lindo conjunto de lingerie e me tornei novamente a Sandrinha, me vesti com camisa e terno por cima e fui encontrar o homem maravilhoso que me esperava. Ao chegar Roberto estava me esperando logo no bar que tem na entrada do restaurante, cumprimentou-me e ofereceu uma bebida eu aceitei, pois estava precisando tomar algo, e nada melhor para me acalmar do que uma dose de bebida. Ficamos conversando amenidades sobre tudo, o dia, o tempo, nosso trabalho etc., fiquei sabendo que era um grande empresário, que mantinhas filiais por diversas capitais do Brasil e gostaria de visitar suas filiais em minha Cia., eu disse que não podia pois tinha muitos clientes e não poderia me ausentar de São Paulo, ele de pronto disse, já estou contratando seu escritório, para assessorar minhas empresas, e assim sendo vc poderá viajar sempre que precisar, não é mesmo, eu de pronto disse mas não vou aceitar, não posso, não tem como misturar isto com trabalho. Não vou aceitar e pronto, nosso relacionamento vai terminar neste jantar. Ele muito seguro de si, disse tudo bem, vamos sentar para jantar então. E o segui até a mesa previamente reservada para nos, tratava-se de uma mesa isolada, em um canto, com paredes de madeira, dos lados, só ficando uma abertura para o serviço de garçons, na mesa tinha um pequeno buque de flores com um cartão que dizia a única mulher da minha vida ¨Sandrinha¨. Fiquei emocionada e ele pegando minha mão muito discretamente a beijou e disse, pare de ficar na defensiva não é o que vc. Quer, vc também esta me querendo tanto quanto eu, vamos ser felizes. Eu fiquei estática e não respondi, apenas tomei um gole do vinho delicioso que ele me serviu, ele apertou minha mão e olhou me nos olhos e disse, vamos ter uma vida a dois, nas horas que for possível, vc será minha mulher sempre que puder, e eu serei seu homem também. Não sabia o que fazer tinha medo, mas estava adorando a oportunidade de realizar os sonhos escondidos desde criança, quando fui abusado por meu pai e por meu tio, como contei nas minhas historias de criança, todas publicadas. Jantamos um jantar delicioso, com musica ao vivo e violinos ao nosso redor, ele só olhava nos meus olhos, com aquele olhar pidão, e não sabia o que fazer resolvi falar tudo o que eu pensava e contei-lhe minhas historias com meu tio, com meu pai, etc., e disse que aquilo estava dentro de mim mas só que quando cresci eles me abandonaram até virem falecer e fiquei com a vontade de ser fêmea a mais de vinte anos e nunca mais tive oportunidade, somente ele me deu este prazer ontem e porisso não poderia iniciar algo que não saberia como terminaria, pois tinha mulher e filhos enfim família. Roberto, muito serio perguntou após meu desabafo, terminou, eu disse sim, então ele começou a falar, que eu já havia dito que era casado e tinha filhos, e isto não importava nada até ajudaria, pois ele também era casado e tinha filhos e não queria jamais mudar algo em sua vida também. O que se propunha era montar um apto. para nos dois, para usarmos quando pudéssemos, onde eu pudesse guardar minhas roupas femininas, roupas que compraríamos para a Sandrinha, e deixaríamos lá, roupas, perucas, sapatos, meias, lingeries etc., pois não tinha problemas de dinheiro. E que antes teríamos apenas de namorar para saber o que de fato cada um de nos quer do outro e se der certo, então daríamos este passo. Quando as nossas famílias a minha e a dele, administraríamos isto, e só estaríamos juntos, quando não fosse criar problemas com nossa família, ou quando fugíssemos do trabalho, ainda mais eu sendo assessora de suas empresas. Pedi um tempo para pensar no assunto e que no dia seguinte daria resposta, ele disse que não teria de ser na hora, vamos sair e passear de carro, enquanto isto vc pensa, querida, sai com ele ao meu lado, fomos para seu carro ele dispensou o motorista e foi para o volante e ao entrarmos disse, vá pensando querida, pois tem somente algumas horas para resolver nossa vida. Ao entrar na Marginal Pinheiros, eu já estava resolvida, e pedi a ele vamos a um motel, pois ficar andando assim pode ser perigoso, ele sorrindo disse tudo bem e entrou em um motel luxuosíssimo, era um homem lindo, educado maravilhoso, como dizer não?. Ao entrar ele abrindo os braços me abrasou e me beijou a boca com sua língua louca, me deixou doidinha de excitação, fui logo tirando a

roupa e ele a me ver de lingerie, disse não perguntei pelo presente, pois sabia que vc não iria resistir ao prazer de usar a lingerie que lhe dei amor. Beijando-me como louco, chupou meus peitos, lambeu cada mamilo, e mordiscou a pontinha dos bicos, fiquei doida de desejos, me beijou o corpo todo eu me virei e beijei aquele pau maravilhoso que seria meu a partir daquela noite, pois me transformaria em sua mulher, sua puta. Ele beijava meu cuzinho eu chupava seu pau até gozar em minha boca, derramando uma quantidade enorme de porra que não perdi nenhuma gotinha, depois enquanto pedia bebidas fui me banhar e ao voltar chupei novamente seu pausão e pedi para ele comer sua puta com bastante desejo, me virou de bruços me colocou de quatro, e enfiou aquela cabeça enorme no meu cuzinho, ainda dolorido da noite anterior, e gozei com o pau no cuzinho, como somente uma puta consegue gozar, ele gritou de prazer e encheu meu cuzinho de porra, muita porra. A partir daquele dia seria sua mulher, ele me deixou em casa, e pediu-me para ligar logo cedo para ele, mas ai é outra historia. Se vc gostou deste conto, escreva-me emails que eu conto o resto da historia, caso não receba correspondência paro por aqui. Sandrinha_611@msn.com

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE - parte 2 FUI DE UM HOMEM DE VERDADE – parte 2 Recebi inúmeros emails, porisso voltei a escrever, talvez seja um pouco longo, mas é que gosto de dar detalhes, para entenderem tudo o que senti. No dia seguinte logo que chequei ao trabalho, recebi um mensageiro de Roberto, entregando um envelope que continha uma chave e um cartão lindo, no qual me enviava beijos e o endereço de um apto. na região da avenida Angélica, pedia que se fosse possível eu me tirar a próxima sexta feira para mim, e ele chegaria de viagem por volta das 19h00 e me encontraria no apto. mas a partir das 8h00 da manhã sua amiga Sheila estaria me esperando para algumas surpresas. Passei a semana ansiosa, mas em minha casa tudo maravilhoso, continuava o homem normal, avisei que viajaria na sexta e que voltaria no sábado por volta do meio dia, ficou tudo bem. Na tal sexta feira, fui ao apto. o porteiro já sabia que eu iria, e autorizou minha entrada, dizendo que dona Sheila, já estava a minha espera, ao chegar toquei a campainha, abriu-me a porta uma Linda Loira, que disse ser a Sheila, pediu para entrar e me mostrou o apto., tudo maravilhoso, com muito bom gosto e cuidados, Sheila, disse que havia cuidado de todos os detalhes, mostrou o guarda roupas, estava com bastante roupas femininas, lingeries, meias, vestidinhos, blusas, calças, sapatos, sandálias, botas, ela disse que comprou tudo de acordo com a numeração que ele lhe passou e disse que se ficasse com algum problema era ajeitaria, trocando ou ajeitando todas elas pois ela tambem entendia de modas.(fiquei boquiaberto). Ai Sheila para me deixar mais a vontade disse ser travesti, tendo sido contratada por Roberto por indicação de Ricardo meu amigo, para cuidar de mim e de nosso apto. e que tinha marcado para mim, depilação, manicure, tratamento de pelo, banho, etcs, o completo dia da noiva, fiquei morrendo de vergonha, mas pensei já entrei nesta agora vou até o fim., Ela me disse coloque lingerie e moletom com uma camiseta bem solta, por cima e sandália que lá estava e fomos. Ao chegar em casa por volta das 14h00 estava uma perfeita mulher ela pediu-me para escolher a roupa que iria usar para ela me ajudar a me produzir, isto seria por volta das 17h00, antes era para eu descansar deite-me ela saiu do quarto e foi cuidar de seus afazeres. Pensei enquanto descansava, o que eu fiz, será que não vou me arrepender, mas estava tudo tão lindo e maravilhoso, que dormi um pouco, Sheila, me acordou por volta das 17h00 e disse vamos querida, vamos nos arrumar que tenho de sair e deixar o casal sozinho. Escolhi lingerie preto, acetinada, calcinha fio dental, meias calça, um tubinho preto básico, ela me maquiou e pintou meus lábios, colocamos uma peruca divina, da cor de meus cabelos castanhos, fiquei encantada com o que vi no espelho. Despediu-se de mim, dizendo que na próxima vez iríamos a um shoping, comprar roupas de meu gosto, agradeci e fiquei sozinha, esperando meu amor. Sheila tinha deixado tudo pronto, canapés, bebidas, que o Roberto teria dito que gostava, a comida se não fossemos ao restaurante tinha um cardápio de um restaurante do Flat, a disposição na mesa da cozinha. Quando deu 19h00 estava ansiosa aguardando, e ele não chegava, quando recebi um telefonema que o vôo havia atrasado, e pedia para eu ir com o seu motorista que estaria chegando ao apto. encontrá-lo no aeroporto, disse como vou assim, já me vesti pra vc. ele disse é assim que lhe quero no aeroporto a minha espera, fiquei desesperada, quando então o interfone diz que o motorista estava na garagem a minha espera, sem saber o que fazer fui............. Estava desesperada, nunca havia saído às ruas de mulher, e se alguém me conhecesse, o que faria, e se alguém souber como fazer, mas, o motorista seguindo as ordens de seu patrão disse dona Sandra, vamos direto a sala Vip onde o Sr. Roberto irá encontrar com a Senhora, fiquei aliviada, mas tambem preocupada, pois às vezes tambem tinham conhecidos e amigos na sala Vip., mas segui os conselhos de Sheila e fui esperar meu Homem. Por sorte àquela hora a sala tinha apenas dois executivos, e uma recepcionista, que me cumprimentou, pequei uma revista e fingi ficar lendo, os executivos ficaram me paquerando, sorrindo e olhando minhas pernas que na verdade são lindas, ainda mais de salto alto e meias de nylon, fingia não perceber nada,graças a deus Roberto chegou e me levantei e o abracei ele me abraçou beijou meus lábios enfiando aquela lingua deliciosa em minha boca, pedindo desculpas pelo transtornos e nos dirigimos ao seu veiculo, muitos homens me olhavam com olhar de desejos e tesao, Roberto todo cheio de si, disse viu como vc atrai os homens querida, abaixei a cabeça e continuei andando, apertando mais seu braço onde me apoiava. No carro ele me abraçou e me beijou alucinadamente, dizendo que hoje seria nossa lua de mel, foi passando as mãos nas minhas coxas e beijava meu pescoço, chupava meus lábios, abaixando o decote do vestido, começou a chupar meus seios, os biquinhos estavam duríssimos de tanto tesão, tesão por ele e pelos homens que me devoravam na rua e no aeroporto, olhando para frente vi que o motorista estava olhando pelo retrovisor e estava adorando o que via, mas Roberto não parava de me chupar, me lamber e passar a mão em todo meu corpo, fiquei louca de tesão, com um me olhando outro me chupando. Tão logo chegamos ao apto. quando íamos em direção ao elevador vi com o rabo de olho o motorista, morrendo de tesão, no elevador ele me beijava, acariciava e dizia que tinha ficado mais linda do que imaginava. Tão logo entramos no apto. me abraçou e disse vamos terminar o que começamos no carro não aquento mais de tesão, foi tirando o vestido, jogou no chão, tirei sua camisa, ele tirou minha meia calça, e sempre nos beijando, fomos deitando no chão em um tapete de 6 cms de altura, e sempre nos agarrando pediu-me para chupar seu pau, o que fiz imediatamente, aquela maravilha de 22 cms. Mal cabia na minha boca e o chupei, lambi, até ele gosar enchendo minha boca de porra, ai pediu para tomar um banho rápido, e pediu para preparar nossa cama. Corri para o quarto e rapidamente coloquei um novo conjunto de lingerie com um baby doll, vermelho ficou um tesão, arrumei a maquiagem e fiquei a espera de meu macho.

Assim que saiu do banheiro, com aquele pau duro, veio em minha direção, a cabeça parecia um cogumelo gigante, e me abraçou me elogiando, meu corpo, minha bundinha, meus seios e começou a chupar os biquinhos, dizendo pena que vc não pode tomar remédios ou fazer implante de silicone, mas assim mesmo estes seios são uma delicia, amor.Me virou de bruços de quatro e colocou a cabecinha no buraquinho, antes lambeu meu cuzinho para lubrificar e foi enfiando, centímetro por centímetro e eu gemendo, gritando e sendo a mulher mais feliz do mundo. Gozamos muito a noite toda, até sábado a tarde, quando tanto ele como eu teríamos de voltar a vida de homens casados, foi o que fizemos.Disse que na próxima semana tambem viajaria, mas se quisesse voltar ao apto. durante o dia Sheila estaria la com cartões de credito para eu comprar tudo o que quisesse, e o motorista, George tambem estaria a minha disposição bastaria ligar, imagine eu com um homem como este para mim, uma camareira travesti e um motorista negrão de pau grande, a minha disposição, mas sempre respeitei meu homem, Se vc gostou deste conto, escreva-me emails que eu conto o resto da historia, caso não receba correspondência paro por aqui, tenho ainda a historia com Sheila, com George e meu amigo Ricardo, como ficou nesta historia toda. Meu email - Sandrinha_611@msn.com

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE - parte 4 FUI DE UM HOMEM DE VERDADE – parte 4 No dia seguinte era uma terça feira e Roberto somente iria retornar na sexta, segundo ele pela manhã, trabalhei quase o dia todo, quando foi chegando a hora de ir para casa o velho tesão começou a bater e liguei para Sheila e disse, se ela poderia cuidar de mim, e ficar até mais tarde, comigo, pois estava me sentindo muito solitária., e ficou muito contente e disse venha Dona Sandrinha estarei lhe esperando e fico até a hora que a Sra. Quiser. Já estava por volta das 17 horas, fui chegar no apto. as 18hs., Hora de a Sheila ir para casa, mas me recebeu com um largo sorriso nos lábios e disse pensei que a Sra. não fosse vir,até a volta do Sr. Roberto, já estava com saudades, disse vou me trocar mas antes vou tomar aquele banho, tem algo para jantarmos, ela disse que sim e iria providenciar quando eu pedisse. Perguntei não vai tirar a roupa como combinamos, e me dirigi ao banheiro, ela mais que depressa veio atrás de mim, tirando toda a sua roupa jogando tudo pelo caminho, quando fui tirar minha roupa ela começou a me ajudar,mas eu não conseguia tirar os olhos daquele corpo divino, que seios lindos, que pau delicioso, e disse venha na banheira comigo amor, e me acaricie e faça tudo o que tenho direito. Ela mais que depressa, começou a me acariciar, chupar meus peitos, me esfregar, mas tomava cuidado para não encostar aquele pausão em mim, eu disse deixa eu sentir ele, fique a vontade, ela ficou louca, me beijou, enfiou sua língua em mim, lambeu meus biquinhos, depois me virou de bruços no tapete ao lado da banheira, pegou um tubo de ky e passou no seu monumental pau, e no meu cuzinho e tentou enfiar, mas não conseguiu era muito grande a cabeça era do tamanho de um tomate graúdo, mas ela foi tentando e conseguiu com muito grito de minha parte enfiar a cabeça, eu chorei e gritei pedindo para ela parar, mas ela continuou e enfiou a metade dele, eu chorando e gritando de dor, mas foi delicioso, ela disse por hoje vai só até aqui, e começou bombar até despejar um rio de porra no meu cuzinho, depois me banhou, pediu desculpas por eu estar chorando de dor, e passou pomadas analgésicas, e me levou para a sala e ficou me acariciando e me beijando. Até eu parar de chorar e gemer de dor. Eu disse Sheila vc não teve culpa eu que te provoquei e pedi, não faz mal, amanhã não vai doer mais, ela disse que se eu me queixar para o Dr. Roberto ele a manda embora e ela não quer perder o emprego nem o contato comigo, a tranqüilizei e disse calma não aconteceu nada que não tenha conserto. E ficamos nos beijando até as 22h00 horário que eu iria embora, ela disse que iria dormir ali, pois tinha cama no quarto de empregada, eu disse não durma na minha cama, e fui embora, não antes de cobri-la de beijos. No outro dia logo quarta feira, pela manhã ia a trabalhar mas resolvi antes ligar para Sheila, que ficou contente, pois disse esta preocupada comigo, perguntou se eu estava bem se tinha doido muito, eu disse tudo bem já estou me acostumando e talvez não vá ai hoje, vou ficar em casa, despedi-me dando beijos, ele ficou contente e disse se quiser eu fico o tempo todo a sua espera, diga o que vai precisar que providencio. Eu disse não hoje não irei mas a tarde telefono para vc antes de sair. Roberto logo em seguida ligou dizendo estar na Europa e disse que sexta feira chegaria por volta das 12h00 e que gostaria que eu fosse esperá-lo no aeroporto, mas confirmaria antes. Para eu aguardar noticia, enviou-me beijos e perguntou se Sheila e George estavam tratando b em de mim, queria saber se eu estava feliz eu disse que sim, não tinha ainda tido necessidade do George, mas Sheila estava cuidando bem de mim, ele reforçou o George também esta a sua disposição meu amor, eu agradeci. Ficou martelando em minha cabeça o que ele quis dizer com ambos está ai para satisfazê-la em tudo, mas me dediquei ao trabalho, pois alem dos meus ainda tinha o que tínhamos pegado das empresas do Roberto, era muito que fazer. Por volta das 13h00 eu já estava louca para me vestir de fêmea, andar a vontade no apto. mas como fazer isto com Sheila por lá, as 16h00 liquei para Sheila e disse que iria passar por lá mas gostaria que ela não estivesse, pois queria apenas descansar um pouco, ela começou a chorar e dizer que tinha estragado tudo, e que eu nunca mais a trataria com respeito e amor, e que seria despedida e que gostaria apenas de me servir o jantar, pois faria um prato especial para mim, me massagearia, e depois iria para seu quarto de empregada, etc., etc., eu disse tudo bem vou estar sem carro hoje portanto peça ao George para vir me buscar as 18h00. Na verdade queria apenas falar com o George, que as 18h00 em ponto estava me esperando, entrei no carro atrás, e ele olhando me no espelho disse para onde eu disse para o apto. ele se dirigiu para lá sem dizer uma palavra, até que eu disse, sei que vc e Sheila, já transaram ele disse sim, mas isto não vai acontecer mais, ela é louca para colocar aquele pau nas pessoas estou fora... Eu disse vc pode ficar me aguardando no prédio, talvez tenha necessidade de vc antes de ir para casa, ele disse tudo bem, ao descer do carro, com o paletó na mão, olhei para trás e vi os olhos dele cravados em minha bunda, pensei que cara atrevido, vou me queixar para o Roberto. Entrando no apto. Sheila correu me encontrar e toda preocupada, perguntou como eu estava, se havia me machucado muito, disse que depois do banho me faria novo curativo, etc, etc. eu disse Sheila, chega eu ganhei o que pedi, portanto para de se lamuriar e arrume meu banho e roupas bem sex pois estou pensando em ir a um boate gay, vc vai comigo, ela disse sim se a Sra. quiser vou sim, fomos nos arrumar, ela me vestiu com um conjunto de lingerie lindos, calcinha fio dental, meias de nylon mini-saia, blusinha com o ombro de fora, fiquei um tesão e ela também estava deliciosa. Nos maquiamos e fomos, George ficou louco ao me ver ficou o tempo todo olhando pelo retrovisor, eu levantava a saia mais ainda ele não conseguia prestar atenção no transito, passei a mão no local d pau de Sheila e não tinha nada ela disse que estava preso, para cima, com bastante esparadrapo, eu disse na volta vc solta todo ele quero lamber ele para George ver. Ao entrarmos na boate na Rua Augusta, todas ficaram nos olhando, paqueramos muito, tomamos alguma bebida, fui cantada, mas disse que tinha dono, e não fiquei com ninguém, nem Sheila, disse que estava no trabalho, com o amor da vida dela não queria ninguém, bebemos, namoramos, ela encostou minha cabeça em seu ombro, ouvimos musica e fomos embora, bem felizes e leves. No carro perguntei a Sheila se ela tinha feito o que a pedi, disse que sim que ele estava solto e livre, olhei e vi aquele pau enorme duro como pedra, baixei a blusa de Sheila e comecei a lamber seu biquinhos acariciando seus seios, George não aquentava mais, começou a gemer ao volante eu disse cuidado com o transito George, estamos em suas mãos, se vc quiser ver deixo vc subir e ver eu amar Sheila e

ela me possuir, vc quer, mas não pode participar, só olhar, ele disse sim, sim Sra. quero sim., continuei acariciando Sheila e ela a mim, lambia seu pau, e tentava por ele na boca mas era difícil, mas delicioso. Ao chegarmos em casa, George disse que iria guardar o carro e esperaria nos o chamarmos, eu disse pode subir direto, entramos nos agarrando eu e Sheila, ela tirou minhas roupas na sala, me deixando nuazinha e tirou as suas também, com o pau que parecia ainda mais grande, George entrou, sentou-se em uma poltrona e ficou olhando, perguntou se poderia se masturbar, eu disse que sim mas sem encostar em nos duas. Ele tirou aquele pau para fora era enorme, porem menor que o de Sheila deveria ter uns 20 cm, ela continuava me chupar ele ficou louco e disse pena que não posso participar a Sra. tem um corpo lindo, mas não deixe ela lhe penetrar pois vai estragar a Sra. para sempre, nem o patrão vai querer mais a Sra. eu disse ela lhe comeu George, ele disse tentou mas não conseguiu, nunca dei na vida e ela não conseguiu graças. Disse no ouvido de Sheila, querida na verdade hoje vc não vai nem tentar, estou toda machucada, ela disse eu sei a sra. vai gozar sem meu pau, so com minhas chupadas nos seus peitinhos e no seu cuzinho, e continuou a me amar, gozei feito louca gritando, ao olhar para George ele estava esporando rios de porra,gozado feito louco. Sheila me deu um banho, descansamos os três, fizemos um lanche e pedi para George me levar a minha casa, no caminho, perguntei o que significava para ele me satisfazer de todas as maneiras, ele disse que Roberto havia lhe dito que se eu quisesse foder com alguém na sua ausência, era para nos dois eu e Sheila, satisfazermos suas vontades, pois não queria que eu saísse com outras pessoas, e nos ele sabia, pois tínhamos feito exames médicos e tinha confiança em nos, e sabia que eu era uma mulher que gostava de sexo e ele so conseguia uma vez, embora caprichada por dia. Eu disse tudo bem George, gostaria que vc fosse discreto com o que viu, não quis que vc participasse, pois queria me manter para ser só de Roberto, mas se ele deixou porque não, qualquer dia destes quem sabe George, vou esperar ele disse estou louco pela Sra., mas nunca dê para Sheila ela não é normal. Tudo bem George, vc já disse, mal sabia ele que eu já havia tentado e estava ainda com o cuzinho ardendo, desde ontem à noite. Ao chegar a minha casa, ele parou um pouco antes e eu pedi para ele se virar para trás e o beijei na boca, enfiando a língua nele, e disse aguarde George. No outro dia, logo cedo liquei a Sheila e disse que teria de me preparar para sexta feira ir ao Aeroporto, esperar meu homem, ela disse a Sra. não quer comprar algumas roupas, ajeitar a depilação maqueagem etc. para sexta logo cedo eu deixar tudo de jeito, a sra. chega e eu lhe preparo, eu disse não já temos muita roupa, prepare aquele vestido lindo azul turquesa, sem costas, com o ombro de fora, bem curtinho, lingeries, da mesma cor, prepare uma sandália meia altura que combine com o vestido, bolsa etc.,hoje a noite verificamos tudo e se estiver de acordo, vc me ajuda não gosto de salões, prefiro seu toque no meu corpo. Ela disse obrigado amor, pensei que não viesse hoje, só amanhã, vou lhe esperar, quer o George também, eu disse que não seria necessário, pois vc me satisfaz e como, ela perguntou e ai esta doendo ainda, o patrão vai perceber, eu disse não amor, até amanhã já cicatrizou tudo, e não foi ele quem sugeriu eu dar para vcs. na sua ausência. Então não vai reclamar, será que um dia a senhora satisfaz o George ele esta louco pela senhora, e disse que faria qualquer coisa por uma noite com a Sra. eu disse quem sabe um dia, vc quer que eu faça isto Sheila, não é isto eu até tenho ciúmes, mas quem sou eu quem manda é a Sra. e o Sr. Roberto, quem sabe Sheila, quem sabe.. A Tarde fui correndo para o apto. e verificamos a roupa para o dia seguinte, as meias, lingeries, sandálias, se tinha maquiagem, batons, tudo o necessário, ela disse calma providenciei tudo não falta nada, é que estou nervosa sabe Sheila amo muito este homem, e como nos duas namoramos tenho medo de perde-lo, não disse ela ele é quem pediu para nos ajudarmos a Sra., pois teve de deixar a senhora, muito rápido não tiveram nem tempo de adaptar a nova vida de mulher, foi muito rápido a ausência dele, ele ama muito a Sra. e não quer que vc sofra de jeito nenhum, e nem se arrependa de ter sido transformada em mulher dele, e pense em deixá-lo. Sheila me levou para a sala de massagens e cuidou de mim de minha pele, unhas bem feitas, esmalte incolor, devido a minha outra vida, disse que no dia seguinte logo cedo iria passar esmalte vermelho, e batom também vermelho, eu ficaria divina, ela estava nua e seu pau estava meio mole, ela disse que era preocupação comigo, e com meu cuzinho, disse posso passar pomada nele, amanhã no banho tiramos tudo bem Sheila, vou para casa, amanhã vou ter de chegar tarde ou so no sábado, é bom fazer media com a família não é, antes deixa eu endurecer este seu pau grande, comecei a alisar ele, chupar ele, do lado pois não cabia na minha boca, lambia ele e pedi para ela gozar, ela disse posso passar a mão na senhora em seus peitinhos simem todo o meu corpo se quiser, menos no buraquinho, lambi chupei fui chupada ate ela gozar de novo feito louca aos gritos, e se despediu de mim, dizendo até amanhã meu amor, estava louca por Sheila sexualmente, eu disse ate quem sabe, diga ao George que não esqueci dele não.. Me dirigi para casa, morrendo preocupação, pois tinha entrado nesta vida por amor a Roberto, agora me envolvi com Sheila e me comprometi com George, mas estava apaixonada por Roberto, e não sabia o que fazer para resolver este dilema, a não ser que fale com ele abrindo o jogo e quem sabe arriscando a perde-lo. Tenho ainda a historia, com George e meu amigo Ricardo, como ficou nesta historia toda. Meu email - Sandrinha_611@msn.com

FUI DE UM HOMEM DE VERDADE - parte 4 FUI DE UM HOMEM DE VERDADE – parte 4 No dia seguinte era uma terça feira e Roberto somente iria retornar na sexta, segundo ele pela manhã, trabalhei quase o dia todo, quando foi chegando a hora de ir para casa o velho tesão começou a bater e liguei para Sheila e disse, se ela poderia cuidar de mim, e ficar até mais tarde, comigo, pois estava me sentindo muito solitária., e ficou muito contente e disse venha Dona Sandrinha estarei lhe esperando e fico até a hora que a Sra. Quiser. Já estava por volta das 17 horas, fui chegar no apto. as 18hs., Hora de a Sheila ir para casa, mas me recebeu com um largo sorriso nos lábios e disse pensei que a Sra. não fosse vir,até a volta do Sr. Roberto, já estava com saudades, disse vou me trocar mas antes vou tomar aquele banho, tem algo para jantarmos, ela disse que sim e iria providenciar quando eu pedisse. Perguntei não vai tirar a roupa como combinamos, e me dirigi ao banheiro, ela mais que depressa veio atrás de mim, tirando toda a sua roupa jogando tudo pelo caminho, quando fui tirar minha roupa ela começou a me ajudar,mas eu não conseguia tirar os olhos daquele corpo divino, que seios lindos, que pau delicioso, e disse venha na banheira comigo amor, e me acaricie e faça tudo o que tenho direito. Ela mais que depressa, começou a me acariciar, chupar meus peitos, me esfregar, mas tomava cuidado para não encostar aquele pausão em mim, eu disse deixa eu sentir ele, fique a vontade, ela ficou louca, me beijou, enfiou sua língua em mim, lambeu meus biquinhos, depois me virou de bruços no tapete ao lado da banheira, pegou um tubo de ky e passou no seu monumental pau, e no meu cuzinho e tentou enfiar, mas não conseguiu era muito grande a cabeça era do tamanho de um tomate graúdo, mas ela foi tentando e conseguiu com muito grito de minha parte enfiar a cabeça, eu chorei e gritei pedindo para ela parar, mas ela continuou e enfiou a metade dele, eu chorando e gritando de dor, mas foi delicioso, ela disse por hoje vai só até aqui, e começou bombar até despejar um rio de porra no meu cuzinho, depois me banhou, pediu desculpas por eu estar chorando de dor, e passou pomadas analgésicas, e me levou para a sala e ficou me

acariciando e me beijando. Até eu parar de chorar e gemer de dor. Eu disse Sheila vc não teve culpa eu que te provoquei e pedi, não faz mal, amanhã não vai doer mais, ela disse que se eu me queixar para o Dr. Roberto ele a manda embora e ela não quer perder o emprego nem o contato comigo, a tranqüilizei e disse calma não aconteceu nada que não tenha conserto. E ficamos nos beijando até as 22h00 horário que eu iria embora, ela disse que iria dormir ali, pois tinha cama no quarto de empregada, eu disse não durma na minha cama, e fui embora, não antes de cobri-la de beijos. No outro dia logo quarta feira, pela manhã ia a trabalhar mas resolvi antes ligar para Sheila, que ficou contente, pois disse esta preocupada comigo, perguntou se eu estava bem se tinha doido muito, eu disse tudo bem já estou me acostumando e talvez não vá ai hoje, vou ficar em casa, despedi-me dando beijos, ele ficou contente e disse se quiser eu fico o tempo todo a sua espera, diga o que vai precisar que providencio. Eu disse não hoje não irei mas a tarde telefono para vc antes de sair. Roberto logo em seguida ligou dizendo estar na Europa e disse que sexta feira chegaria por volta das 12h00 e que gostaria que eu fosse esperá-lo no aeroporto, mas confirmaria antes. Para eu aguardar noticia, enviou-me beijos e perguntou se Sheila e George estavam tratando b em de mim, queria saber se eu estava feliz eu disse que sim, não tinha ainda tido necessidade do George, mas Sheila estava cuidando bem de mim, ele reforçou o George também esta a sua disposição meu amor, eu agradeci. Ficou martelando em minha cabeça o que ele quis dizer com ambos está ai para satisfazê-la em tudo, mas me dediquei ao trabalho, pois alem dos meus ainda tinha o que tínhamos pegado das empresas do Roberto, era muito que fazer. Por volta das 13h00 eu já estava louca para me vestir de fêmea, andar a vontade no apto. mas como fazer isto com Sheila por lá, as 16h00 liquei para Sheila e disse que iria passar por lá mas gostaria que ela não estivesse, pois queria apenas descansar um pouco, ela começou a chorar e dizer que tinha estragado tudo, e que eu nunca mais a trataria com respeito e amor, e que seria despedida e que gostaria apenas de me servir o jantar, pois faria um prato especial para mim, me massagearia, e depois iria para seu quarto de empregada, etc., etc., eu disse tudo bem vou estar sem carro hoje portanto peça ao George para vir me buscar as 18h00. Na verdade queria apenas falar com o George, que as 18h00 em ponto estava me esperando, entrei no carro atrás, e ele olhando me no espelho disse para onde eu disse para o apto. ele se dirigiu para lá sem dizer uma palavra, até que eu disse, sei que vc e Sheila, já transaram ele disse sim, mas isto não vai acontecer mais, ela é louca para colocar aquele pau nas pessoas estou fora... Eu disse vc pode ficar me aguardando no prédio, talvez tenha necessidade de vc antes de ir para casa, ele disse tudo bem, ao descer do carro, com o paletó na mão, olhei para trás e vi os olhos dele cravados em minha bunda, pensei que cara atrevido, vou me queixar para o Roberto. Entrando no apto. Sheila correu me encontrar e toda preocupada, perguntou como eu estava, se havia me machucado muito, disse que depois do banho me faria novo curativo, etc, etc. eu disse Sheila, chega eu ganhei o que pedi, portanto para de se lamuriar e arrume meu banho e roupas bem sex pois estou pensando em ir a um boate gay, vc vai comigo, ela disse sim se a Sra. quiser vou sim, fomos nos arrumar, ela me vestiu com um conjunto de lingerie lindos, calcinha fio dental, meias de nylon mini-saia, blusinha com o ombro de fora, fiquei um tesão e ela também estava deliciosa. Nos maquiamos e fomos, George ficou louco ao me ver ficou o tempo todo olhando pelo retrovisor, eu levantava a saia mais ainda ele não conseguia prestar atenção no transito, passei a mão no local d pau de Sheila e não tinha nada ela disse que estava preso, para cima, com bastante esparadrapo, eu disse na volta vc solta todo ele quero lamber ele para George ver. Ao entrarmos na boate na Rua Augusta, todas ficaram nos olhando, paqueramos muito, tomamos alguma bebida, fui cantada, mas disse que tinha dono, e não fiquei com ninguém, nem Sheila, disse que estava no trabalho, com o amor da vida dela não queria ninguém, bebemos, namoramos, ela encostou minha cabeça em seu ombro, ouvimos musica e fomos embora, bem felizes e leves. No carro perguntei a Sheila se ela tinha feito o que a pedi, disse que sim que ele estava solto e livre, olhei e vi aquele pau enorme duro como pedra, baixei a blusa de Sheila e comecei a lamber seu biquinhos acariciando seus seios, George não aquentava mais, começou a gemer ao volante eu disse cuidado com o transito George, estamos em suas mãos, se vc quiser ver deixo vc subir e ver eu amar Sheila e ela me possuir, vc quer, mas não pode participar, só olhar, ele disse sim, sim Sra. quero sim., continuei acariciando Sheila e ela a mim, lambia seu pau, e tentava por ele na boca mas era difícil, mas delicioso. Ao chegarmos em casa, George disse que iria guardar o carro e esperaria nos o chamarmos, eu disse pode subir direto, entramos nos agarrando eu e Sheila, ela tirou minhas roupas na sala, me deixando nuazinha e tirou as suas também, com o pau que parecia ainda mais grande, George entrou, sentou-se em uma poltrona e ficou olhando, perguntou se poderia se masturbar, eu disse que sim mas sem encostar em nos duas. Ele tirou aquele pau para fora era enorme, porem menor que o de Sheila deveria ter uns 20 cm, ela continuava me chupar ele ficou louco e disse pena que não posso participar a Sra. tem um corpo lindo, mas não deixe ela lhe penetrar pois vai estragar a Sra. para sempre, nem o patrão vai querer mais a Sra. eu disse ela lhe comeu George, ele disse tentou mas não conseguiu, nunca dei na vida e ela não conseguiu graças. Disse no ouvido de Sheila, querida na verdade hoje vc não vai nem tentar, estou toda machucada, ela disse eu sei a sra. vai gozar sem meu pau, so com minhas chupadas nos seus peitinhos e no seu cuzinho, e continuou a me amar, gozei feito louca gritando, ao olhar para George ele estava esporando rios de porra,gozado feito louco. Sheila me deu um banho, descansamos os três, fizemos um lanche e pedi para George me levar a minha casa, no caminho, perguntei o que significava para ele me satisfazer de todas as maneiras, ele disse que Roberto havia lhe dito que se eu quisesse foder com alguém na sua ausência, era para nos dois eu e Sheila, satisfazermos suas vontades, pois não queria que eu saísse com outras pessoas, e nos ele sabia, pois tínhamos feito exames médicos e tinha confiança em nos, e sabia que eu era uma mulher que gostava de sexo e ele so conseguia uma vez, embora caprichada por dia. Eu disse tudo bem George, gostaria que vc fosse discreto com o que viu, não quis que vc participasse, pois queria me manter para ser só de Roberto, mas se ele deixou porque não, qualquer dia destes quem sabe George, vou esperar ele disse estou louco pela Sra., mas nunca dê para Sheila ela não é normal. Tudo bem George, vc já disse, mal sabia ele que eu já havia tentado e estava ainda com o cuzinho ardendo, desde ontem à noite. Ao chegar a minha casa, ele parou um pouco antes e eu pedi para ele se virar para trás e o beijei na boca, enfiando a língua nele, e disse aguarde George. No outro dia, logo cedo liquei a Sheila e disse que teria de me preparar para sexta feira ir ao Aeroporto, esperar meu homem, ela disse a Sra. não quer comprar algumas roupas, ajeitar a depilação maqueagem etc. para sexta logo cedo eu deixar tudo de jeito, a sra. chega e eu lhe preparo, eu disse não já temos muita roupa, prepare aquele vestido lindo azul turquesa, sem costas, com o ombro de fora, bem curtinho, lingeries, da mesma cor, prepare uma sandália meia altura que combine com o vestido, bolsa etc.,hoje a noite verificamos tudo e se estiver de acordo, vc me ajuda não gosto de salões, prefiro seu toque no meu corpo. Ela disse obrigado amor, pensei que não viesse hoje, só amanhã, vou lhe esperar, quer o George também, eu disse que não seria necessário, pois vc me satisfaz e como, ela perguntou e ai esta doendo ainda, o patrão vai perceber, eu disse não amor, até amanhã já cicatrizou tudo, e não foi ele quem sugeriu eu dar para vcs. na sua ausência.

Então não vai reclamar, será que um dia a senhora satisfaz o George ele esta louco pela senhora, e disse que faria qualquer coisa por uma noite com a Sra. eu disse quem sabe um dia, vc quer que eu faça isto Sheila, não é isto eu até tenho ciúmes, mas quem sou eu quem manda é a Sra. e o Sr. Roberto, quem sabe Sheila, quem sabe.. A Tarde fui correndo para o apto. e verificamos a roupa para o dia seguinte, as meias, lingeries, sandálias, se tinha maquiagem, batons, tudo o necessário, ela disse calma providenciei tudo não falta nada, é que estou nervosa sabe Sheila amo muito este homem, e como nos duas namoramos tenho medo de perde-lo, não disse ela ele é quem pediu para nos ajudarmos a Sra., pois teve de deixar a senhora, muito rápido não tiveram nem tempo de adaptar a nova vida de mulher, foi muito rápido a ausência dele, ele ama muito a Sra. e não quer que vc sofra de jeito nenhum, e nem se arrependa de ter sido transformada em mulher dele, e pense em deixá-lo. Sheila me levou para a sala de massagens e cuidou de mim de minha pele, unhas bem feitas, esmalte incolor, devido a minha outra vida, disse que no dia seguinte logo cedo iria passar esmalte vermelho, e batom também vermelho, eu ficaria divina, ela estava nua e seu pau estava meio mole, ela disse que era preocupação comigo, e com meu cuzinho, disse posso passar pomada nele, amanhã no banho tiramos tudo bem Sheila, vou para casa, amanhã vou ter de chegar tarde ou so no sábado, é bom fazer media com a família não é, antes deixa eu endurecer este seu pau grande, comecei a alisar ele, chupar ele, do lado pois não cabia na minha boca, lambia ele e pedi para ela gozar, ela disse posso passar a mão na senhora em seus peitinhos simem todo o meu corpo se quiser, menos no buraquinho, lambi chupei fui chupada ate ela gozar de novo feito louca aos gritos, e se despediu de mim, dizendo até amanhã meu amor, estava louca por Sheila sexualmente, eu disse ate quem sabe, diga ao George que não esqueci dele não.. Me dirigi para casa, morrendo preocupação, pois tinha entrado nesta vida por amor a Roberto, agora me envolvi com Sheila e me comprometi com George, mas estava apaixonada por Roberto, e não sabia o que fazer para resolver este dilema, a não ser que fale com ele abrindo o jogo e quem sabe arriscando a perde-lo. Tenho ainda a historia, com George e meu amigo Ricardo, como ficou nesta historia toda. Meu email - Sandrinha_611@msn.com

meu pai e meu tio se enfrentando MEU PAI E MEU TIO SE ENFRENTANDO Sou a Sandrinha vou lhes contar o que aconteceu na verdade quando meu pai descobriu que meu tio, tinha tirado minha virgindade, ele ficou louco de ódio, e embora eu tenha dito que eu havia gostado e procurado, ele alegava que criança de 10 anos não sabe o que esta fazendo, já marmanjos como meu tio sabem perfeitamente o que fazem, e devem ser responsabilizados por isto. Alegou que iria procurar meu tio e acertar as contas, eu pedi para ir junto, pois pensei em aliviar a tensão, uma vez que meu pai poderia ser violento. ã Fiquei preocupado, mas também curioso, será que meu pai esta bravo pelo filho ou de ciúmes, por meu tio ter tirado a virgindade, e não ele, mas não me atrevi a dizer nada. Meu pai, ligou para meu tio e pediu para ele ir a nossa casa, pois tinha um assunto para resolver com ele. Logo cedo, ouvi a campainha e me levantei assustado, meu pai foi atender a porta e pediu para ele entrar, estava em casa apenas meu pai e eu, minha mãe havia saído, papai mandou ele se sentar eu fiquei olhando através de uma fresta da porta, meu pai pediu para ele explicar como ele teve a coragem de comer seu filho meu tio não sabia o que dizer e começou a dizer que não era bem assim, que tinha sido apenas carinhos que ele fizera em mim, etc, etc. Ele meu pai deu um tapa no rosto de meu tio e disse já sei toda a verdade seu puto sem vergonha e sem moral. Como vc. Pode fazer isto com meu menino, vc sabia que eu o estava guardando para quando ficasse maior e pudesse agüentar meu pau, com 18 anos mais ou menos, e vc. Seu tarado foi comendo o menino logo aos 10 anos, vc não tem respeito nem pelas crianças nem pelo irmão mais velho. A então é isto, vc. O queria para você e esta bravo por eu ter comido antes de vc seu pai desnaturado. Mas acontece que foi num momento de necessidade, eu estava sozinho com ele no sitio minha mulher tinha viajado e ele com aquela bundinha deliciosa, seu corpinho de menina e peitinhos mesmo com 10 anos eu não agüentei e Comi mesmo, e ele adorou, adorou se vestir de mulher para mim, e por acaso, teve de dar para meu filhos e seu irmão também. São coisas que acontecem, pena que nunca mais tive oportunidade de ficar com ele, até hoje sonho e me masturbo pensando nele, naquela bundinha deliciosa, seu corpinho branquinho e seus peitinhos durinhos, morro de tesão por ele, gostaria de saber se ele ainda se lembra de tudo o que aconteceu. Meu pai estava roxo de nervoso e disse seu filho da puta, como vc. fez isto com meu filhinho, mas agora ele será so meu eu já estou mantendo relações com ele e ele já é minha fêmea de nome Sandrinha., vou fazer ela minha putinha de verdade e vc. Não vai mais nem olhar para ela, retire-se daqui seu tarado. Eu num momento de desespero, querendo intervir na discussão, gritei não pai não mande ele embora eu gosto dos dois, deixe ele ficar conosco aqui em são Paulo, estes dias. Ele ficou louco de raiva de mim e disse, vc. Não dê palpites, vc tem apenas 17 anos e estou salvando nossa honra, e portanto não diga nada, eu abracei meu pau e meu tio e disse vcs. São irmãos não devem brigar por minha causa, o que aconteceu, já é passado, vamos viver daqui para frente, e eu como mulher dou conta de vocês dois, quando o tio tiver tempo, eu serei dele, e todos os dias do meu pai, meu pai disse se é isto que vc. quer sua putinha, eu aceito. E pegou as malas de meu tio e disse para eu levar ao quarto de hospedes. E corri para o quarto e me arrumei como uma verdadeira mulher, coloquei um soutien e calcinha, um vestido bem curtinho, completei meus peitinhos com alguns enchimentos, (hoje eles são grandinhos naturalmente), naquela época não, me pintei, passei esmaltes, prendi o cabelo em um rabo de cavalo, não dava tempo de ir a cabeleira, coloquei umas sandálias bem altas de tirinhas e fui fazer minhas obrigações de mulher na casa, já que minha mãe estava ausente. Os homens ficaram na sala falando sobre diversos assuntos, negócios, casa, família, etc. etc. Preparei o jantar e o servi para meus dois homens, e sentei-me na frente dos dois, era uma mesa redonda, e os dois ficaram me admirando, meu tio disse vc. Se tornou uma mulher linda Sandra, espero que continue cada vez mais linda ainda, pois meu irmão tem necessidade de ter alguém, para cuidar de seu pau de 23centimetros. E começou a rir, eu de pronto dei a volta e dei um beijo em meu pai na boca com a língua dentro dele, ele adorou e disse, beije seu tio também meu amor, eu fui em direção ao meu tio e o beijei como se beija o homem amado, ele ficou louco de tesão, pude perceber que seu pau ficou duro na hora. Ambos me ajudaram a arrumar a cozinha, enquanto um lavava os pratos o outro enxugava, pensei será que esta gentileza toda é so por

minha causa. Eles disseram se ajudarmos a Sandrinha, podemos todos ir a sala ver TV ao mesmo tempo não é mesmo. Na sala não sabia como me portar, pois não sabia o que meu pai estava pensando, então fiquei na minha e deitei a cabeça no colo de meu pai, senti seu pau durão, por dentro da calça, ele disse a meu tio venha neste sofá e faça massagens nos pés de Sandrinha, afinal ela trabalhou o dia todo nesta casa. Quase morri de tesão, nesta hora, quer dizer que meu pai estava aprovando meu tio me acariciar, eu beijei o pau dele através da calça, ele em seguida o tirou para fora e eu comecei a chupá-lo meu tio acariciava não só os meus pés mas também minha perna e minhas coxas. Eu estava morrendo de tesão, meu pai em certo momento disse antes de eu gosar na sua boca, querida vá colocar um baby doll e se prepare para nossa noite, de sexo, com o titio que lhe ensinou a ser fêmea. Corri para meu quarto e me produzi, passei mais cremes hidratantes, perfumes e me vesti como meu pai mandou, e fomos os três para o quarto de papai, lá me deitei entre meus dois machos e comecei a beijar o pau de meu pai que já estava duro e nuzinho, e meu tio também estava completamente nu, dava preferência a meu pai para ele não ficar bravo de novo com titio. Chupando o pau de papai meu tio começou e beijar minha bunda e chupar meu cuzinho, quase morri de tesão, meu pai demorava a gosar e ficou olhando meu tio me lamber, e depois disse penetre vc. Primeiro que vou gosar na boquinha de minha menina, meu tio disse que saudades deste cuzinho, fazem mais de 6 anos e não esqueço ele nem um dia, mesmo quando como minha mulher, penso neste cuzinho delicioso. Papai gosou rios de porra na minha boca eu como boa filha engoli até o ultimo gole, e depois ele me beijou nos lábios, meu tio começou a bombar, cada vez mais rápido e me inundou com sua porra que eu tanto conhecia, afinal foram 30 dias seguidos de foda quando eu tinha 10 anos, e isto não se esquece. Após isto papai pediu para eu ir me banhar e voltar que a noite iria ser longa, assim eu fiz, quando voltei papai me colocou sentada no seu pau, mas ele era imenso, tinha mais de 23 centímetros e eu fui baixando o corpo ele e titio me ajudando e foi entrando, entrando e eu subia e decia, nele como se estivesse em um cavalo, e titio beijava minha boca e dizia, goze minha putinha, goze com este pausão no cu coze, e eu gozei, gozei muito, meu pai também me encheu o reto de porra e fodemos assim a noite toda, no outro dia não conseguia nem me levantar e doía tudo, inclusive meu cuzinho de tanto pau que levei. Meu tio ficou em são Paulo mais uns dias e sempre nesta sacanagem toda e depois foi embora, continuei a ser mulher de papai, até minha mãe voltar, ai dizíamos que íamos a um jogo ou coisa assim, e corríamos para um motel para eu continuar dando para meu pais. Esta foi a briga que acabou não acontecendo entre papai e meu querido tio. Espero que tenham gostado, isto foi na minha juventude, pena que hoje sou um homem bem maduro, e não tenho mais ninguém para me possuir, se quiserem falar comigo e saber algum detalhe escreva. Sandrinha_611@msn.com.

A DOCE TRANSFORMAÇÃO DE SANDRINHA A DOCE TRANSFORMAÇÃO DE SANDRINHA Vou tentar contar como foi meu inicio de minha vida como mulher, temo que o conto seja um pouco longo, (isto é um caso verídico) mas acho que vcs. Vão gostar, já publiquei outros contos de minha vida e todos são verídicos. Sou moreno, quarentão, 1,75 alt. 85 quilos, simpático, mas vamos ao que interessa quando me tornei rapaz de mais ou menos 18 anos, sempre que podia me vestia com lingeries, de minha irmã ou de minha mãe, tinha sido muito feliz como fêmea de meu pai e meus tios, no passado quando garotinho. Mas estava só e não me encontrava como homem e não tinha como ser mulher, pois tinha de trabalhar e não podia me depilar e nem tomar hormônios ou coisa parecida, era responsável por ajudar nas despesas da família, tinha pai aposentado, mãe ligeiramente doente e minha irmã que dependia de mim. Conversando com minha irmã certo dia ela me disse por que eu era tão tristonho e não sei como me abri com ela e contei que gostaria muito de ser mulher e me vestir como tal e que já tinha tido experiências quando garoto com o papai e meu tio, ela ficou horrorizada e disse que iria me ajudar, pois achava que eu tinha sido abusado por eles e que isto não poderia ficar assim, eu fui aos poucos expondo a ela que não eu tinha deixado e tinha adorado, mas meu tio faleceu, meu pai era um velho doente e eu fiquei sem ninguém, mas que isto já faziam mais de 8 anos eu tinha desejos de ser mulher, mas não podia devido as convenções sociais, ela disse que no dia seguinte Falaríamos sobre este assunto. Passado alguns dias minha irmã que vou chamar de Malu, me chamou e disse que tinha solução para meu caso, eu teria de viver duas vidas, da seguinte forma: ela iria me arrumando roupas intimas suas e eu sem que ninguém soubesse iria usar por baixo de meus ternos e me depilaria nos locais que não fosse visível, como coxas, braços, pois eu trabalhava de terno, corpo, bundinha, peito, etc. eu vibrei e aceitei suas idéias e comecei a viver meu paraíso escondido. Quando recebi o primeiro pagamento de salário, do mês seguinte, ela separou uma parte e disse que fariam economias na casa e foi comigo a uma loja de lingeries, e compramos soutiens, calcinhas, camisolas etc. Então sempre estava depilada e passei a me chamar quando na intimidade de Sandrinha, e todos os dias ia ao trabalho de calcinha e no inverno quando usava malhas, por baixo ia de soutiens tambem, mesmo sem ter os seios desenvolvidos (usava alguns enchimentos). Assim fui formando meu quarda roupa, e adorava estar depiladinha e de calcinhas, minha irmã vendo minha felicidade, resolveu falar com minha mãe tudo o acontecido comigo, e disse ela iria deixar eu me portar e me vestir como mulher em casa na intimidade, minha mãe ficou emocionada chorou muito, pois não sabia de meu passado com meu pai, e disse que sim que eu fizesse o que fosse melhor para mim e que iria obrigar meu pai aceitar tambem. Senti-me no paraíso, passei a me vestir com saias, corpetes, lingeries, meia calça, e tudo o que conseguia comprar com as sobras de meu salário, passei a ser a Sandrinha feliz daquela casa. Com o passar do tempo a vida que estava deliciosa, passou a ser uma coisa só minha embora com o incentivo de mãe e irmã, mas faltava algo, e minha irmã começou a procurar alguém para ser meu homem, e brincávamos muito com isto, ela perguntava e no trabalho não tem ninguém que te olha, eu dizia que não, pois me portava como machão, e no metro, no ônibus eu dizia nada querida Malu, ela disse vou continuar procurando, pois vc. Fica linda quando produzida, vai ter que ter alguém para lhe amar de verdade, não como os homens que vc. Teve na infância, mas como mulher de verdade. Um dia estava só em casa toda produzida e tocou a campainha eu não sabia o que fazer para atender, corri para meu quarto a procura de uma roupa de homem e não encontrava, pequei de qualquer jeito um roupão e fui atender a porta, era o Sr. Fernando dono da padaria, que foi entregar uma encomenda de minha mãe, ao apanhar o pacote o roupão abriu e ele viu meu soutiens e que eu estava depilada, mas nada falou, depois soube que viu tambem minhas meias de nylon.

Ele disse a minha irmã em um dia que ela foi à padaria que gostaria muito de conhecer sua irmã, ela disse que não tinha irmãs e sim um irmão, ele disse é ele mesmo gostaria de lhe conhecer e falar com ele, Malu ficou de falar comigo, mas eu recusei-me a recebê-lo, pois tinha vergonha e ele era muito conhecido no bairro. O Sr. Fernando era um homem maduro de uns 50 anos, forte, másculo, negro, com alguns fios de cabelos grisalhos, com 1,80 de altura, 80 quilos mais um menos, enfim um deus grego havia ficado viúvo há uns 10 anos e que se soubesse nunca mais tinha tido ninguém. Quando minha irmã chegou a casa estava esfuziante de alegria e disse Sandrinha, o Sr. Fernando que falar com vc. , eu fiquei assustado e contei para ela que ele havia me visto de soutiens e não sei mais o que, fiquei morrendo de medo que ele fosse depois espalhar pelo bairro que eu era mulher, quando todos me conheciam como homem. Um dia minha mãe foi as compras e o Sr. Fernando, falou se ele poderia vir visitar sua filha, ela pensando que fosse minha irmã disse pode sim e ele marcou que iria no próximo sábado por volta das 8h00 minha mãe disse tudo bem. Quando ela contou para minha irmã, ele disse mãe ele quer é visitar a Sandrinha, pois já havia perguntado sobre ela para mim, e tenho certeza que ele quer conversar com ela e não comigo. Ao me falarem eu fiquei apavorada, pois nunca tinha recebido visitas de homem, que estivesse interessado em mim, mas quando foi chegando o dia minha irmã disse, vamos fazer uma super produção em vc. e vai aparecer para ele como Sandra, e começamos a me arrumar, fazendo as unhas, me depilando todinha, escolhemos as roupas adequadas para a ocasião, calcinhas, soutiens, meia calça, mini saia, top e sandália de salto., segundo que me viu fiquei um tesão. Minha família, mãe, pai e irmã, estavam apreensivos, do que iria acontecer, quando chegou à visita, minha irmã o recebeu e pediu para entrar e aguardar na sala apareceu meu pai e mãe tambem, e ele disse e a sua irmã não vem, ela então foi me buscar. Quando entrei na sala todos ficaram deslumbrados com a visão proporcionada por mim, inclusive seu Fernando, ficou paralisado, e disse linda vc é nunca pensei que fosse tão linda. Entregou-me um ramalhete de rosas vermelhas e disse que eu era a rosa mais linda de todas e pediu para falar comigo a sos, ao ficarmos sozinhos, eu muito constrangida tentei explicar para ele porque me vestia e me portava assim na intimidade, ele de pronto respondeu, sou um negro, viúvo, não lindo para aspirar alguém como vc. mas gostaria de pedir vc. em namoro, e ai após nosso casamento eu lhe farei mulher, sempre quis alguém como vc. e pediu quer namorar comigo. Se vc. aceitar vou falar com seus pais, e aos poucos vc. poderá deixar de ser h na rua e será somente fêmea linda como agora, acho que posso lhe fazer feliz, de pronto muito emocionada falei, mas não sou mulher e vc. pode encontrar muitas mulheres completas e que o farão muito mais felizes do que eu que ainda quero me transformar em mulher, ele disse estou apaixonado por vc. desde o dia que lhe vi de roupão, vi que vc. é a mulher ideal para ser minha companheira pela vida toda, aceite, eu disse aceito. Falou com meus pais e todos ficaram contentíssimos, e minha mãe ainda alertou que seria muito difícil os vizinhos e conhecidos aceitarem a nossa situação, mas se era de gosto de nos dois ela daria a maior força. O NAMORO No dia seguinte Fernando como havia prometido, chegou logo após terminar seus afazeres e como havia prometido, me levou a um cinema, lá nos beijamos e fiquei encantada com seus carinhos, suas gentilezas etc., etc. após o cinema fomos jantar em uma cantina no centro de São Paulo, como dois namorados, pois eu estava linda completamente feminina, com um lindo vestido preto tubinho e lingeries da mesma cor, salto alto, meias enfim uma verdadeira dama, meus cabelos castanhos caiam sobre meu ombros escondendo o decote, que ia quase ate a cintura nas costas, enfim estava um tesão. Fernando disse que infelizmente não poderíamos passar a noite em um motel, pois só iria por ocasião de nosso casamento, eu estava louca para ser possuída, morrendo de tesão e ele tambem, pois sua calça quando ao volante do carro pude notar estava com o pau duríssimo e pela altura do monte, deveria ser enorme. Assim todo o dia chegava correndo em casa, me vestia me maquiava e ficava esperando meu namorado chegar, pois fechava seu estabelecimento por volta das 22h00 e namorávamos muito. Um dia ele me beijava me acariciava e eu com bastante tato, mas eu ao olhar para o seu pau, sabia que era para só o aliviar. Alisei seu pau, por cima da calça... Sentia o suave perfume do seu cacete atravessando o tecido da roupa. Esfreguei o rosto sobre o pau que endurecia, era a primeira que sentia o cheiro do pau do homem amado. Ainda por cima da cueca, fui mordiscando, beijando o pau dele, esfregando, pegando, apertando e sentindo a jeba ficar durona. Puxei a cueca dele e aquela tora, duraça, apareceu latejando na minha cara. quando vi o tamanho do pau dele, quase não acreditei era enorme com cerca de 23/24 cms de comprimento muito grosso, apesar de meio curvado prum lado, torto, era gostoso, as veias saltadas, que ia engrossando ainda mais na direção da base e com uma cabeçona respeitável. Abri bem a boca engolindo cada pedacinho daquela pica deliciosa. Beijei, lambi, engoli a baba que saia, desci lambendo todo aquele tronco grosso e cheio de veias, beijei e mordisquei as bolas, chupei a virilha e, dando um banho de língua, fui descendo pelas coxas, pernas e pés, até tirar a cueca por completo, deixando-o peladão ali deitado. Era uma visão do paraíso. Voltei a chupar a pica e ele gemia de prazer: - Ahhhh! Que boca gostosa! Chupa mais, chupa. Aaaaaaaaaiii, sua puta safada. Era isso que você queria, então toma. Tua boca parece uma buceta agasalhando meu cacete. Viado gostoso. Chupa meu cacete, chupa mais. Ele mexia os quadris enfiando o cacete na minha boca, me fodendo, segurando minha cabeça e empurrando ela na direção da sua vara. Remexia as pernas, se contorcia de tesão. Eu chupava e ele fodia. O pau chegava na minha garganta e eu quase perdia o fôlego de tanto levar vara na boca. Ele urrava de prazer e pedia mais: chupa, deixa ele duraço que eu vou te foder. Você vai ser minha puta. Esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu, quero este monumento dentro de mim e disse, não aquento mais quero ser sua, vou tentar agüentar esta maravilha, ele disse vamos ficar noivos logo ai poderá concretizar seu sonho.

O NOIVADO Fernando resolveu abrir de vez nosso relacionamento e quis fazer uma festa de noivado, e me apresentar para todos os parentes e amigos, e assim foi feito, convidou seus parentes eu os meus e seus amigos, junto comigo fomos escolher roupas para a festa, compramos varios conjuntos de lingeries, vestidos, saias, tops, sapatos, sandálias, perfumes, etc. Convidamos cerca de 100 pessoas, e alguns sabiam que algo não era normal no noivado do Fernando, algumas nem imaginavam qual o mistério de nosso noivado tão repentino, pensavam que a noiva poderia estar grávida ou coisa parecida. A festa iniciou com a chegada de convidados, eu fui ao salão de beleza, fiz o cabelo, maquiador, massagista, manicure, e por volta de 10h00, com quase todos os convidados presentes, Fernando foi me buscar no camarim do salão de festas, e entramos de mãos dadas, foi um frenesi geral, ninguém conhecia a noiva e fui apresentada a família de meu noivo, amigos, e todos ficaram encantados com minha beleza e performance. Quando a festa terminou após muito baile, e de muitas valsas com Fernando e com seus familiares, ele me beijou um delicioso beijo de língua e falou, a partir de hoje vc. vai se transformar em mulher realmente, vai a especialistas, vai tomar remédios para se feminilizar, hormônios, para crescerem seus seios, e tudo mais, tudo com acompanhamento medico, e vai pedir demissão do emprego, eu cuido de seus familiares, quando muito vc. Pode me ajudar em meus negócios, mas sempre a meu lado. Ele assumiu para seus parentes e amigos que eu era um homem e que iria virar mulher e quando isto o acontecesse iria casar comigo e viveríamos sempre juntos. Toda a noite esperava ansiosa por Fernando, para poder beijar e acariciar meu homem, e quase sempre terminava em uma chupada

deliciosa e ele me beijava inteirinha e todos os dias chupava meus peitinhos que começaram crescer com os hormônios e remédios que os médicos me receitaram e fui ficando mais mulher ainda. Ele me tirava a roupa e lambia meu corpo todo ia me beijando a boca, enfiando aquela língua deliciosa, e depois beijava minhas costas e lambia toda a minha bunda me fazendo gemer e gritar de tesão, quando ele enfiou sua língua em meu cuzinho, gosei tanto que até minha irmã, ouviu pois me perguntou como tinha sido, eu disse que não ainda, foi só a língua dele entrando em mim. Aproveitei e contei a minha irmã que tinha um pouco de medo pois o pau dele é muito grande e a muito tempo eu não recebia nada em meu cuzinho, ela disse tenha sempre a mão um tubo de ky, e eu passei a fazer isto deixando sempre em minha bolsa. Uma noite ao chupar seu pau, ele gosou muito em minha boca e eu engoli tudo, fazendo-o segundo ele o homem mais feliz do mundo ele então disse, vamos ao seu quarto, pois hoje vc vai ser minha mulher. Ao chegar à porta do quarto ele me pegou nos braços e levantou-me e beijando minha boca, enfiando sua língua dentro dela, entramos no quarto. Fez questão de tirar toda a minha roupa beijando cada parte que ficava exposta, depois chupou meus peitinhos durinhos, e lambeu minha nuca, pediu para eu me deitar de bruços e começou a lamber cada centímetro de minhas costas e foi baixando, até chegar as nadegas onde lambeu cada pedacinho e enfiou com bastante tesão a língua em meu cuzinho, eu estava nas nuvens fiquei louca e pedi por favor me come meu macho, come. Ele então com muito carinho colocou a cabeça no meu buraquinho, mas era muito grande eu disse peque o ky em minha bolsa amor, ele assim o fez, e com muito jeito conseguiu enfiar a cabeça de seu enorme pau em meu buraquinho eu gritava de dor e prazer ao mesmo tempo, ele continuou enfiando bem devagarzinho e conseguiu enfiar até o meio do pau e quase desmaiando de dor chorava e pedia para ele não parar, mas ele ficou com receio de me machucar e gosou com apenas a metade de seu pau dentro de meu cu, foi porra para todo o lado, delirei de prazer e desmaiei de dor. Cobrindo-me de beijos ele pediu desculpas, pois tinha cometido duas falhas, tentado me comer antes do casamento e me machucado, quando voltei a mim estava toda ardida e com o cu em brasa, e fiquei triste por não ter agüentado aquela jeba toda no cu.

Nos beijamos e prometi que da próxima vez eu agüentaria, ele muito feliz disse que eu era uma mulher maravilhosa, e que sabia que com o tempo eu acostumaria e nunca mais conseguiria viver sem este pau no cuzinho diariamente.portanto iria providenciar o casamento para o quanto antes. O casamento Ele me convenceu e a meus pais que deveríamos casar o quanto antes, pois queria me colocar em sua casa para cuidar dele e ajudá-lo em seus negócios. Portanto marcou o casamento para dali a um mês, não fazia nem um ano que nos conhecemos, o casamento consistia em uma festa, na qual assinaríamos um contrato de união estável, e um testamento me deixando como herdeira de todos os seus bens. Eu falei em seu ouvido não quero nada disso só quero o seu pau inteiro dentro de mim mais nada. Minha irmã me levou logo cedo ao salão de beleza, onde eu iria me preparar para casar, era o dia da noiva, fui logo cedo, tiraram a sobrancelha, cuidaram do cabelo, maquiagem depilação etc. A festa e a cerimônia foram divinas, eu estava contentíssima, afinal iria me casar com o garanhão do bairro, já conhecia o tamanho de seu pau, era cheirosinho e carinhoso, enfim iria me fazer a mulher mais feliz do mundo.Ele disse esse cu agora vai ser meu e de mais ninguém. Só meu, entendeu? Aquela era a primeira vez, a partir dali, de muitas que seria a mulher dele e estava gostando...Aquela pica era seu trunfo para mostrar quem mandava de nós dois... As minhas forças foram vencidas, a barreira masculina que havia, em mim, estava quebrada, meu espírito estava quebrado, e eu nada mais podia fazer, a não ser me entregar totalmente como mulher para seu homem. Fernando chegou como um conquistador de nações, foi se apoderando de mim, como se todo o corpo fosse dele... Ele ordenou que eu parasse, para a minha surpresa...Fernando colocou me de quatro e, depois me calçou a barriga com os travesseiros...Pelo espelho da cabeceira da cama, de quatro, via um homem nu preparando-se para possuí-me. Eu agora seria a mulher de Fernando, acolheria em meu corpo o pênis de um homem, que estava viril ao extremo. Por vezes olhei para meu próprio pênis que não manifestava sinal de vida, apenas ficava mole, inerte e melado. Aguardou então a decisão do homem de me invadir, o que não demorou muito. Paulo avidamente segurou-me pelas ancas, que bem definida, e começou a forçar a entrada. Paulo pediu para eu colaborar rebolando. Além de aceitar um homem dentro de mim, teria de colaborar? Assim o fez, e a cabeça começou a tomar conta de meu interior. Doía, mas nada mais podia ser feito. Fernando me segurava com força, e forçava cada vez mais, no que restou me, apenas, relaxar e rebolar, enquanto Fernando se regojizava ao ver seu pênis cada vez mais me invadir. Lágrimas brotavam de meus olhos e ele via isso pelo espelho. Após pelo menos quinze minutos, Paulo retirou seu mastro de mim, e mandou me virar de frente, pois queria que eu olhasse bem no rosto do homem que me tirou a minha masculinidade. Novamente fui possuído, vendo-se com as pernas erguidas nos ombros de Fernando, e meu traseiro totalmente livre para aquele homem se satisfazer. Após um tempo, Paulo gozou e me fez gozar junto, sem ereção, apenas sendo penetrado. Uma coisa eu sabia. Homem eu nunca mais seria. Senti seu caralho crescer, endurecer ainda mais, vibrando, e aí uma onda de energia sair da base da pica, descendo por dentro do meu cu, até explodir num jato de porra escaldante, plantando no meu âmago a sua semente. Era magnífico ter os genes do Fernando serem absorvidos pelo meu corpo e a misturar-se com os meus. Acabamos adormecendo, jamais irei esquecer como foi ser mulher de meu macho e até hoje parece estar vivendo cada momento.

EU MULHER DE MEU PAI EU MULHER DE MEU PAI

Vou falar de minha experiência com meu pai, que infelizmente terminou com seu falecimento a alguns anos atrás., Sou um homem experiente, maduro, 1,75 altura, pernas grossas, sempre tive poucos pelos no corpo, moreno claro, olhos e cabelos castanhos. Quando criança, tive experiência com meu tio e meu irmão como contei nos contos anteriores. Depois fiquei sozinho, morava em são Paulo, e meu irmão com meus avos no interior de SP. Minha mãe visitava sempre seus pais no interior para visitar seus pais e meu irmão que morava no interior com meus avos. Eu não podia acompanhá-la, pois estudava e quando chegava em casa cuidava da casa e fazia comida para meu pai que sempre chegava por volta das 18 horas, e assim que chegava ia tomar seu banho, numa destas noites ele pediu que eu levasse a toalha pois havia se esquecido de pegar. Ao entrar no banheiro, vi seu pau, um enorme pau duro como pedra e fiquei abismado, não conseguindo tirar os olhos dele, meu pai terminou o banho e vestiu uma cueca e eu fiquei olhando aquele homem sarado, delicioso se arrumando, se penteando; ele se dirigiu a cozinha e fomos jantar, após este dia sonhava com meu pai diariamente, fiquei apaixonado e louco de vontade de ter aquele homem para mim. Mas como fazer para me aproximar dele? Na noite seguinte fiquei olhando meu pai o tempo todo, mas não sabia como fazer para me aproximar, para dizer que já tinha sido de meu tio e meu irmão, mas que estava apaixonado por ele. Após o jantar ele foi ver tv. e eu deitei-me a seu lado no sofá e coloquei minha cabeça em seu colo, logo a seguir ele começou acariciar meus braços, passar a mão em meu corpo, bundinha e costas, e eu nada dizíamos fingia estar vendo tv., mas meu pauzinho ficou duro e ele logo notou e continuou suas caricias. Ai ele disse, sei que vc. Gostou de ver meu pau ontem, quer ver ele de novo, eu mais que depressa disse que sim, ele tirou o pau para fora e pediu para eu beijar, eu que já era experiente, chupei com o maior prazer que um homem pode ter. Chupei o ate gosar e gosou tanto que não consegui engolir tudo, ai ele quis saber como eu sabia chupar tão bem um pau e tive de contar

sobre minhas férias na fazenda de meu tio, ele ficou possesso, e ameaçou matar meu tio, mas eu implorei a ele dizendo que nunca fui forçado que eu adorei, mas que tinha acabado e que gostaria de continuar com ele, sendo meu homem. Meu pai me abraçou me beijou enfiando sua língua em minha boca e eu fui a nuvem, ele perguntou se gostaria de ser sua mulherzinha, sempre que estivéssemos a sozinhos, e disse que era o que mais queria. Então ele pediu para que enquanto minha mãe e irmã estivessem viajando eu deveria me vestir com roupas de minha irmã, soutiens, calcinhas, vestido e tudo o mais e quando ele chegasse a casa eu me portasse como sua mulher. Disse ainda que fosse esperar os dias vindouros para me fazer sua mulher, que antes iria me conquistar e somente depois teríamos nossa lua de mel, eu fiquei delirante e o beijei na boca e ficamos abraçadinhos conversando sobre nosso futuro. No outro dia me preparei com bastante cuidado, fiz um jantar especial, me produzi, com calcinha, soutiens um vestidinho rodado de cetim, que minha irmã usou para ir a uma festa e fiquei a espera de meu namorado como ele disse ser. Ao chegar a casa meu namorado, me beijou deliciosamente e me deu um buquê de flores vermelhas maravilhoso, eu fiquei molhadinha de tesão e ia acompanhá-lo ao banho, mas ele disse que não que iria só para eu aguardá-lo, pois não queria precipitar as coisas. Fiquei na sala morrendo de tesão, e curioso, pois pensava em logo dar para ele e todos os dias ser comido por ele de todas as formas, mas ele queria primeiro namorar comigo. Meu homem saiu do banho perfumado, colocou uma camiseta branca, e bermuda, estava lindo e tesudo, fiquei orgulhoso de meu pai meu futuro homem. Fomos jantar eu me comportei como mulher fiz tudo como minha mãe fazia e ele adorou o jantar, após jantarmos ele me ajudou arrumar a cozinha e fomos para a sala namorar, ele começou me beijar, com carinho, enfiava sua língua em minha boca enquanto passava as mãos pelo meu corpo, eu estava morrendo de tesão pedi para chupar seu pau, ele negou a principio mas depois não resistiu e deu aquela maravilha de 23 cm. Para eu chupar até ele gosar,. Enquanto ele enfiava o dedo em meu cuzinho, que delicia. Após ele gosar ele me levou para meu quarto e me vestiu um baby doll e me colocou na cama e me beijando inteirinha, prometeu que no dia seguinte eu seria sua mulher de verdade, uma vez que também não aquentava mais de tesão por mim. No outro dia logo cedo acordei e preparei o café para meu homem, e nos beijamos maravilhosamente, com a promessa de uma noite inesquecível, noite que ate hoje me recordo. Preparei-me durante toda a tarde, meu pai havia pedido para não fazer jantar pois iríamos comer fora, o esperei montadinha, com lingeries pretas, meia calça preta, mini-saia e uma camisa de cetim deliciosa, como tinha cabelos compridos, fiz escova e me preparei para minha noite, após me maquiar, morrendo de tesão. Ao chegar a noite meu pai após me beijar e me elogiar, correu para seu banho e disse, pegue uma bolsinha de sua irmã e vamos jantar em um delicioso restaurante italiano, aqui de São Paulo, eu disse mas pai e eu vou assim, ele disse vai sim vc. Esta uma perfeita mulher, vamos meu amor. Eu fui. Ao chegar ao tal restaurante, não sabia como andar, pois estava de salto alto, e não sabia como andar direito, mas meu pai me encorajou e disse vamos meu amor vc. Esta linda. Ao entrar no restaurante, muitos senhores e rapazes e também mulheres me olharam e eu não sabia como fazer, mas ele disse estão olhando para vc. Com cobiça, pois vc esta linda, tinha até pessoas que me encaravam ele disse podem olhar mas ela é só minha hoje e sempre.. Após o jantar que estava delicioso, fomos para casa, mas antes passamos numa floricultura e ganhei mas um buquê de flores vermelhas desta vez rosas.. Ao chegar em casa, ele me beijou, me acariciou e me pegando no colo me levou para o seu quarto de casal, e continuou a acariciar cada centímetro de meu corpo, fui ficando louca de tesão, mas ele antes me vestiu com uma linda camisola que havia comprado especialmente para esta noite divina, e me vestiu com ela ai disse: Sabe Sandrinha, vc. Hoje vai ser mulher, mas eu quero vc. Somente para mim, por toda vida nunca mais quero que vc. Tenha intimidades com outros homens, e como meu pau é muito grande, talvez hoje eu não consiga enfiar ele em vc. Inteiro. Mas vou tentar ser o mais carinhoso possível, eu adorei os cuidados que ele teve comigo, nos beijamos demoradamente eu chupei o seu pau e ele num 69 começou a lamber minha bundinha, meu cuzinho, eu adorava cada carinho dele, ele não quis gosar daquela forma Tirou minha calcinha, me colocou de quatro, e passou ky em mim e em seu pau, e foi colocando a cabeça de seu enorme pau em mim, doeu, mas eu aquentei, foi delicioso meu homem, muito carinhoso, colocou bem devagar, esperava me acoHoje sou um senhor de idade mais ou menos avançada, e nunca mais depois de homem feito tive oportunidade de servir de mulher para alguém, se alguém quiser me fazer mulher, escreva pois, sou moreno, casado, 1,74 altura, 80 quilos, simpático, maduro e morrendo de vontade de voltar a ser mulher. Sand

minha infancia (com meu tio) 2 Final MINHA INFANCIA (com meu tio – 2 –o final) Quando contei a primeira parte desta historia, disse que estavam na fazenda o meu primo filho do meu tio, e meu irmão, acontece que um dia meu primo entrou no quarto a noite e meu tio havia se esquecido de fechar a porta com chave, e nos pegou fazendo amor. Eu estava de calcinha branca de rendinhas de minha prima e camisola da mesma cor e meu tio estava me beijando apaixonadamente, pois estavamos iniciando mais um noite de amor. Meu tio tomou um susto e pediu para meu primo entrar, trancou a porta do quarto e explicou que como as mãe estava viajando ele pediume para ser sua mulherzinha enquanto isto e se ele quisesse também poderia me usar para saciar seus desejos ele deixaria. Meu primo topou logo e ficou me admirando com olhos de desejos, fiquei muito sem graça, mas meu tio disse que ninguém mais poderia saber, que ficaria somente entre nos tres. Ele estava em estase vi seu pau levantando o short parecia um pequeno circo, meu tio pediu-me que o chupasse para acalmar o garoto eu logo me dirigi aquele monumento e comecei acariciar, ainda por cima do short o priminho ficou louco e eu com muito jeito fui tirando ele para fora e comecei a lamber o lindo pau do Luizinho, que delicia. Era um pau que quando ele crescesse ficaria maior que o de meu tio, pois já tinha grande dimensão, e fui chupando ele enquanto meu tio acariciava minha bunda olhando minha chupada, fui a loucura e fiz meu primo gosar em minha boca e chupei todo o leitinho que saiu dele, ele se pos a gritar de prazer o que meu tio pediu para ele não fazer barulho, pois meu irmão Paulo, estava dormindo ao lado. Ele disse que queria me comer também, e eu fiz uma chupeta novamente ate o pau dele ficar duro novamente, ai meu tio tirou minha calcinha, beijando minha bundinha e me pos de barriga para baixo na cama e pediu para o filho, deitar em cima de mim, colocando o pau dele na portinha de meu cuzinho, e foi dar o pau para eu chupar enquanto ele me enfiava o pau. Foi uma delicia, ele foi enfiando devagarzinho, e como era menor que o do tio foi ficando cada vez mais gostoso e ele gosou um rio de porra e gritou como louco de prazer, meu tio também gosou na minha boca e eu fiquei louca de prazer também. Mas meu irmão acordou e assustado com os gritos de Luizinho, foi ao quarto onde nos estavamos e bateu na porta dizendo ao tio o que tinha acontecido, pois havia escutado gritos, meu tio tentou dizer que não era nada, mas ele quis saber do Luizinho e de mim, meu tio pediu para nos recompormos rapidamente e depois abriu a porta e deixou ele entrar. Ao entrar no quarto ele viu roupas de minha prima em cima da cômoda e sentiu o cheiro de sexo, e quis uma explicação do que havia acontecido, meu tio achou melhor contar a verdade a ele, e contou. Ai ele disse que também queria entrar na farra e pediu se eu poderia me vestir de mulher para ele ver e quis dormir comigo, então meu tio disse que então dormiríamos os quatro na cama de casal, mas somente meu irmão iria me comer aquela noite, pois senão poderia me machucar, pois já havia dado para os dois, pai e filho. Deitamos na cama eu fiquei entre meu tio, meu irmão e primo, meu irmão começou a passar a mão em minha camisola, de na minha bundinha e fiquei louca de tesão meu tio me beijou a boca, enfiando a lingua meu irmão então tirou minha calcinha e colocou a pontinha de seu pau em meu cuzinho, e começou a penetrar, foi uma delicia, e entrou tudo, meu primo me acariciava e beijava meu corpo eu chupava o pausão do tio, e ele comia meu cuzinho, enfiando sem dó, que delicia, tres homens para mim. Foram as melhores férias de minha vida, depois disso sempre que meu irmão, não tinha nenhuma mulher, para comer, vinha cedo para casa e pedia para eu ser a mulherzinha dele, e eu era. Hoje sou um senhor de idade mais ou menos avançada, e nunca mais depois de homem feito tive oportunidade de servir de mulher para alguém, se alguém quiser me fazer mulher, escreva pois, sou moreno, casado, 1,74 altura, 80 quilos, simpático, maduro e morrendo de vontade de voltar a ser mulher. Sandrinha_611@msn,com

A historia de Sandrinha HISTORIA DE SANDRINHA Vou lhe contar um pouco de minha vida, se lhe interessar vc. vai ler até o fim senão vc. para e deleta ok A muitos anos atrás eu era grande executivo de uma multinacional em São Paulo, e em algum momento foi necessário trocar de secretaria, por uma bilíngüe, o depto. Pessoal, selecionou algumas candidatas para eu escolher a que melhor se adequasse as minhas necessidades. Ao entrevistar uma loura de nome Karina, fiquei muito interessado em suas qualidades profissionais, e mandei que a contratassem. Karina era loura bem feminina, com 1,70 de altura, corpo bem feito, pernas grossas e lindas, seios mais para grandes, mas deliciosos. Mas a contratação deu-se exclusivamente levando em conta suas qualidades profissionais. Com o passar do tempo tive necessidade de levar Karina comigo, para uma viagem ao Rio de Janeiro, e pedi que ela reservasse passagens e hospedagens para nos dois. Ao chegar ao Rio, fomos direto para nossos compromissos profissionais, e a noite fomos nos instalar em um hotel para que pudéssemos nos preparar para um jantar de negócios. Qual não foi minha surpresa ao chegar ao hotel, saber que Karina havia reservado apenas um apartamento, para nos dois, eu perguntar porque e ela respondeu que era por medida de economia, disse isto rindo. Chegando lá vi que tinha apenas uma cama de casal, e não perguntei mais nada, nos preparamos e fomos ao tal compromisso. Ao chegar ao hotel para dormir, Karina, colocou uma maravilhosa camisola de cetim negra, com calcinha, bem cavadinha do mesmo tecido e ficou uma delicia, não tive como resistir e a amei como se ama uma mulher maravilhosa. Ela era insaciável em matéria de sexo, e fazia tudo o que um homem pode imaginar eu fui as nuvens a noite toda, porem quando estávamos quase dormindo, ela me perguntou se eu havia gostado eu disse que era o maior presente que eu tinha ganho até aquele momento da minha vida. Ela me disse que o presente dela eu iria dar nas noites seguintes, já que iríamos ficar lá por uma semana. Perguntei o que era ela disse que na próxima noite eu saberia. Durante o dia, fiquei pensando o que será que esta mulher maravilhosa, pode estar querendo como presente mas esperei. Ao terminar o dia de trabalho, fomos para o hotel, e tomamos um banho juntos, nos acariciando e nos beijando, eu a chupando e ela me chupando, enfim fazendo tudo o que pode-se fazer, quando fomos nos deitar eu completamente nu e ela também, ela me pediu o presente que ela tanto queria, pediu-me que vestisse sua calcinha e camisola pretas que tanto me haviam encantado, disse que a tinha comprado pensando em me ver com ela, eu após relutar acabei concordando pois como negar algo a uma mulher tão maravilhosa. Ao vestir as referidas peças ainda sem jeito, pois nunca tinha tido vontade de vestir roupas femininas, nem tido nenhuma tendência homossexual , não sabia como me portar, mas notei que o tamanho realmente servia em meu corpo sinal que a tinha comprado para mim mesmo. Fomos para a cama e ela ficou encantada dizendo que eu era tudo o que ela havia sonhado, e que queria me fazer sua mulher, eu não entendi nada e ela foi me beijando, me lambendo minhas tetinhas, chupando-as e começou a beijar minhas costas, eu comecei a achar suas caricias deliciosas e passei a gemer de prazer ela ficou louca e começou a lamber minhas nádegas e enfiar a sua deliciosa língua em meu cuzinho e delirava de tesão, que delicia, vcs. Não podem imaginar. Gozei com sua língua dentro de mim, sem sequer tocar em meu pau, foi uma sensação que jamais esqueci em minha vida, e só quem já passou por isso sabe o que estou dizendo. Depois ela me colocou de bruços e ficou esfregando sua testinha da buceta em minha bunda e gozou como nunca Depois de vários gosos seguidos eu dormi abraçado a ela que não me deixou tirar suas roupas e disse que sempre me queria assim, que iria comprar varias roupas femininas para mim, e que eu seria sua mulher, eu meio sem saber o que fazer concordei afinal foi a melhor coisa da minha vida. Ao chegar a São Paulo, após o trabalho íamos a algum motel e ela sempre levava uma maleta com varias roupas e acessórios femininos, e me vestia e eu era sua mulher, eu passei a adorar este papel, naquela época não sabia nem o que era CD ou TV. Mas achava ótimo ser sua fêmea e ela meu macho. Passado algum tempo, ela alugou um apto. e nos passamos a viver como marido e mulher, neste apto. (onde eu ficava até a hora de ir para minha casa onde sou casado e tipo machão) eu tinha meu quarda roupa feminino, fazia os serviços da mulher e ela apenas me ajudava de vez .em quando. Eu estava adorando este paraíso, ela tinha me comprado perucas, lingeries de todos os modelos, calcinhas de todos os tipos, seios postiços, maquiagem, não usava as dela, tinha as minhas próprias, assim que chegava ao apto. corria me produzir e preparava nossos jantar, depois nos amávamos até a hora de eu ir embora, as vezes dormíamos juntos eu sempre como mulher ela sempre como homem. Para me satisfazer mais comprou vários consolos, que prendia na cintura e me penetrava, com vibradores sem vibradores, de todos os tipos imagináveis. Tinha varias amiga suas que sabiam de nossa vida trocada e nos recebiam em festas ou jantares como eu sendo mulher e ela meu homem, se vestia nestas ocasiões bem masculina, em casa dormia de pijama masculino, Conheci outros homens que como eu faziam as vezes de fêmea, nestas festas e nos é que cuidávamos de servir, cozinha etc. era uma verdadeira delicia. Mas sempre tem um mas, um dia ela disse que eu teria que escolher ou ser sua mulher de uma vez, abandonando minha família e indo viver com ela como sua mulher, ou então terminaríamos tudo, como sou uma pessoa muito família, achei que por mais delicioso que fosse esta vida, tive de ficar com minha família, e ela me abandonou Sofri muito e nunca mais tive casos com mulher alguma, e nunca procurei um homem, pois achei que não era isso o que queria. Venho sofrendo de solidão desde que ela me deixou, uma vez a procurei, pois não aquentava mais de paixão e soube por ela que tinha se casado na igreja e tudo o mais e que era feliz, com sua nova mulher. Que eu fosse feliz com o que escolhi para mim. Quem quiser escrever ou trocar idéias, sobre o assunto me escreva meu e-mail é - Sandrinha_@msn.com

minha historia (com meu tio) Minha Infancia (com meu tio) Quando tinha apenas 10 anos de idade, fui juntamente com meu irmão Paulo, passar as férias na fazenda de um tio no interior de São Paulo, meu tio que chamarei de Sergio, tinha um casal de filhos, e era bem casado com tia Antonia, acontece que quando lá chequei, minha tia teve que vir correndo para São Paulo, e trouxe minha prima com ela, ficando lá apenas eu meu tio e meu irmão. Durante o dia passeamos bastante, andamos a cavalo, etc., etc., quando chegou à noite, meu tio colocou Paulo, para dormir na cama de minha prima, juntamente com meu primo e eu fui dormir com ele na cama de casal dele e de minha tia. Coloquei um short e camiseta, que usava como pijama, e meu tio deitou de cuecas, pois disse que como lá era muito quente não costumava usar roupas para dormir com minha tia. Eu sempre fui um garoto alto, pernas grossas, não tinha pelos no corpo, mesmo hoje não os tenho, bundinha redondinha e durinha, bem arrebitada, motivo de brincadeiras constantes no colégio, sobre o tamanho de minha bundinha. No meio da noite senti meu tio passar a mão sobre minha bundinha, mas fiquei quieto, pois pensei que ele estaria sonhando com minha tia, e deixei, naquela noite não passou disso. No outro dia corremos muito pela fazenda, passeamos etc. só sei que logo que escureceu me dirigi para o quarto, pois não aquentava mais de cansaço, deitei sozinho, pois os tres ficaram jogando baralho, e como estava muito quente deitei apenas de short, e dormi logo a seguir. No meio da noite, senti meu tio passando a mão em minha bundinha, e enfiava por baixo do elástico do short e acariciava, eu continuei a fingir que dormia, senti logo a seguir ele abaixando o short e encostando seu pau em minha bundinha, como estava de lado o senti tentar colocar aquele pausão de mais de 20 cm. Entre minhas coxas e não conseguia, fingi que me ajeitava na cama e abri as pernas, ele com o maior carinho enfiou no meio de minhas coxas e ficou bombando ate que gosou rios de porra. Continuei fingindo que dormia, e vi que ele correu e pegou toalhas e limpou a cama com bastante atenção e carinhos, sem fazer ruídos e

deitou-se novamente me beijando o pescoço dizendo boa noite Sandrinha (meu nome é Sandro). No dia seguinte não via a hora de chegar à noite para sentir novamente aquele macho delicioso me acariciando e gozando em mim, pois nunca tinha tido qualquer experiencias com ninguém até esta época, mas tinha adorado, sentir aquele pau grosso no meio de minhas pernas. Quando fui dormir, tão logo escureceu, vi que meu tio tinha deixado varias roupas de minha prima em cima da cama, mas achei que era, por não ter tido tempo de guardá-las, olhei todas, algumas calcinhas, com rendinhas, soutiens, blusas, e saias bem curtinhas, depois de olhá-las bem e sentir o cheiro delicioso de lavanda que provinha delas, coloquei onde estavam e fui dormir, mas meu pauzinho estava duro de tanto tesão, e não via a hora de meu tio vir dormir comigo, novamente. Logo que ele chegou no quarto, tirou todas as roupas, ficando nú com as luzes ainda acesas vi, na verdade o tamanho enorme de seu pau, fiquei louco, para pegar naquilo, e brincar com aquilo, até fazer ele gozar novamente, mas continuei fingir que dormia. Assim que deitou ao meu lado começou a passar a mão em minha bundinha e em meus peitinhos e me virando de barriga para cima me beijou com bastante tesão enfiando sua lingua em minha boca, eu não sabia o que fazer e ele disse sei que esta acordado, vamos brincar de verdade, Pois sua tia não esta em casa e eu não consigo, ficar sem fazer sexo toda a noite, tenha calma eu lhe ensino a ser uma mulherzinha, vc. quer, prontamente respondi que sim. Ele então me pediu para vestir as roupas de sua filha e eu obedeci, coloquei uma calcinha rosa de rendinha e soutiens também rosa, ficando um lindo conjuntinho, e coloquei apenas uma mini-saia branca, vi no espelho que estava uma verdadeira menina. Meu tio adorou e me abraçando beijou-me com bastante tesão e enfiando a lingua em minha boca foi me ensinando a beijar um homem. Logo após pediu para eu me ajoelhar e chupar seu pau, eu disse que não sabia como e ele pediu para eu chupar como se chupa um sorvete, só que quando fui tentar mal conseguia pois era muito grosso, mas fui lambendo e chupando aquela cabeçona, assim fiquei por quase 20 m até que ele gosou em minha boca pedindo para eu engolir tudo, eu tentei, mas não consegui engolir tudo, pois era muita porra. A seguir ele beijou meu corpo todo, meus peitinhos, minha bunda, passando a lingua no meu cuzinho ainda virgem e delirando de prazer disse vou enfiar meu pau aqui, mas não tenha medo que o farei com bastante carinho e amor. Pegou na cabeceira de sua cama uma lata de vaselina e passou em minha bundinha e no seu pau, enfiou um dedo dentro de meu cuzinho e gemi de dor, mas ele disse para eu ter paciência, que depois eu iria adorar. Me deitou de bruços e me acariciando as costas, lambendo cada centímetro de meu pescoço e costas, apontou aquele pausão, no meu cuzinho virgem e começou a penetrar, mas era muito grande e eu quis gritar e ele tapando minha boca para meu irmão e meu primo não ouvirem do outro quarto, enfiou a cabeça, que era enorme, pensei que iria desmaiar, mas entrou ai ele parou por alguns minutos e depois continuou sua marcha me fazendo perder o cabaço do cuzinho. Quando estava todo lá dentro, começou bombar com muito jeito, e eu começei a gostar foi uma delicia, mesmo após tantos anos ainda lembro da delicia que foi, e gosou enorme quantidade de sêmen, me deixando feliz, sem cabaço no cú, e sangrando, ele prontamente me deu um banho e passou uma pomada, para que não doesse muito dizendo que isto somente acontecia na primeira vez, e que de agora em diante não doeria mais. Assim, fui sua mulher durante todas as férias que passei na fazenda, mas um dia seu filho, nos pegou, mas esta e outra historia e conto em outra oportunidade de receber correspondências, comentando meu conto e algo mais. Hoje sou um senhor de idade mais ou menos avançada, e nunca mais depois de homem feito tive oportunidade de servir de mulher para alguém, se alguém quiser me fazer mulher, escreva pois, sou moreno, casado, 1,74 altura, 80 quilos, simpático, maduro e morrendo de vontade de voltar a ser mulher.sandrinha_611@.msn.com Exame Admissional Olá a todos, Recentemente entrei em uma nova empresa, e para tal, tive que fazer um exame médico admissional, que servia tanto para a empresa, como para eliminar a carência do novo plano de saúde. Depois de esperar alguns minutos numa salinha, fui chamado para o consultório onde uma médica me recebeu. Ela não era nenhuma deusa, mas tinha um corpo até que legal, e uns pezinhos maravilhosos. A sandália branca que ela usava contrastava lindamente com seus pezinhos morenos de sol, e as unhas pintadinhas de branco. Sempre fantasiei com cenas médicas, e ao ver que seria atendido por ela me causou uma ereção imediata, que acredito eu, imediatamente percebida. Muito simpatica, começou a preencher os formulários, me fazendo perguntas à respeito de meus hábitos e histórico familiar. Pediu que ficasse de cueca e sentasse na maca, para ser examinado. A proximidade da pele dela com a minha, manteve meu pau mais duro do que nunca, o que foi visto e confirmado com um belo sorriso. Mesmo assim, o exame continuou até que ela me pediu que ficasse em pé e abaixasse a cueca, para verificar a existência de varicoceles. Fiz o que ela mandou, e quase gozei quando ela tocou no meu saco, com as mãos devidamente calçadas com as luvas de látex. Ela segurou, levantou e massageou deliciosamente meu saco. Como disse que tinha histórico de câncer na família, ela me pediu para virar de costas e apoiar as mãos na maca. Já adivinhei o que vinha... quando senti o dedo, coberto de lubrificante, encostar no meu cuzinho, me arrepiei todo e soltei um gemido. Ela enfiou o dedo devagar, mas sem parar, até o talo, massageando minha próstata e se divertindo com aquilo. Eu já estava nas nuvens, e involuntariamente comecei a gozar como um cavalo. Parecia que tinha simplesmente aberto uma torneira no meu pau! Em meio aos meus gemidos, abaixei a cabeça e comecei a pedir desculpas pela sujeira que havia feito ali. Caiu porra até nos dedos de um dos pés da médica, e escorria por entre os dedos. Ela, vendo meu lado submisso se aproveitou e falou que não se importava, pois eu iria limpar tudo com a boca. fui obediente e me ajoelhei, sorvendo toda minha porra do chão do consultório. Quando acabei, tomei o pé da minha médica delicadamente com as mãos e o aproximei da minha boca. Lambi entre os dedos, e peguei o que pude com minha lingua, mas não consegui terminar o serviço. Ela tirou o pé das minhas mãos, me chamou de incompetente e me deu um chute bem no meio do saco. Nisso ela tirou a sandália e enfiou o pé inteiro na minha boca... os 5 dedos e me mandou chupar o restinho que tinha ficado, fazendo o mesmo com a sandália depois. Aproveitando que eu ainda estava de joelhos, levantou seu avental, seu vestido e tirou a calcinha, me mandando chupar aquela linda bocetinha. Apesar dse ser totalmente lisa, tinha um cheiro forte, que me levou às nuvens. Parecia que nunca limpava aquela bocetinha depois de uma mijada. Chupei e chupei... como era gostosa. Depois de um tempinho já começou a gozar, contraindo violentamente as coxas, quase me sufocando. O estranho é que juntamente com o final do seu gozo, veio uma enxurrada de xixi de sua bocetinha. Como ela me segurava com as coxas, não tive outra alternativa senão começar a engolir... ela amou minha dedicação e submissão! Depois de nos recopormos,me encaminhou ao seu banheiro privativo onde pude tomar uma boa ducha antes de voltar para casa. Hoje procuro mulheres, preferencialmente médicas, que curtam este tipo de fetiche e fantasia para repetir a dose e inventar coisas novas! Meu e-mail é hliberalsp@hotmail.com, assim como meu MSN. Até breve! HLiberal Inversão e Submissão - Como é gostoso! (Parte 1) Há alguns meses conheci através de um bate papo uma mulher que curtia dominar homens. Após este contato inicial, passamos alguns meses nos correspondendo por e-mail e também conversando por MSN, descobrindo tudo que tinhamos em comum. Nesta fase também, sempre que minha esposa estava fora de casa, que começamos a brincar com a Webcam, pela qual ela podia mandar em mim à vontade ver como eu obedecia direitinho do lado de cá. Essas \"sessões\" vistuais duravam sempre alumas horas, e incluíam feminização, onde eu era obrigado a vestir lingeries de minha mulher e adorar as usadas, podolatria, onde era obrigado a lamber e adorar botas e sandálias, CBT, pois manter meu pênis e saco amarrado eram vitais para que não gozasse antes da hora, estragando a brincadeira, e é claro, a inversão de papéis. Neste último ponto, ela tinha muito prazer em me ver inserir o que fosse em meu ânus, desde que fosse aumentado o diâmetro... Após inúmeras brincadeiras virtuais, resolvemos um dia nos encontrar, para tentar colocar na prática tudo que faziamos pelo MSN, ou Skype. O encontro aconteceu no estacionamento de um shopping aqui de São Paulo, onde deixei meu carro, e entrei no dela. Acho que agora é uma boa hora para descrever-nos, apesar de ser um pouco subjetivo... Ela, 35 anos, cabelos e olhos castanhos, 1,65m de altura, pezinhos 36 e um corpo bastante gostoso. Eu, 28 anos, cabelos e olhos castanhos, 1,75m e 70 kg. Continuando... Entrei no carro dela e me deparei com uma mulher maravilhosa, num vestido preto, de alças, e na altura das coxas. Para premiar a visão, lindas sandálias de salto fino altíssimo vestiam pezinhos lindos e bem cuidados, com as unhas pintadas em um tom rosa bem clarinho. Ao sentar no banco do passageiro, ela colocou ambos pés no meu colo, olhou nos meus olhos e fuzilou: \"Vamos para um motel, ou quer tomar aquele \"café\" que me prometeu?\".

confesso que fiquei sem palavras, e automaticamente passei a acariciar aquelas jóias que tinha no colo... Já me abaixava para beijá-las quando ela rindo falou que preferia ir ao motel também. Tirou os pés do meu colo, ligou o carro e me passou a primeira ordem. Tinha que antes de sair do estacionamento, trocar a cueca que usava por uma calcinha trazida por ela dentro de uma sacola. Como o carro tinha os vidros muito escuros, pude fazer a troca sem problemas, inclusive com liberdade para que ela pudesse verificar a depilação que tinha solicitado. Vestida a calcinha, um minúsculo fio dental, partimos ao motel. Lá chegando, enquanto a mulher da recepção preenchia o cadastro, ela perguntou em alto e bom tom se a calcinha que eu estava usando estava machucando, pois por se tratar de um fio dental deveria estar enterrada na minha bunda. Fiquei vermelho de vergonha ao ver a funcionária do motel com um sorriso no canto da boca. Entrando no quarto, ficou em pé e perguntou o que eu estava esperando para continuar o que tinha começado no carro, porém, vestindo apenas a tal calcinha preta. Me despi rapidamente e caí de joelhos, beijando os pezinhos lindos. Beijei e chupei cada dedo, colocando inclusive a lingua por debaixo deles, entre o pé e o couro da sandália. Depois fui obrigado a lamber a sandália em si, inclusive o salto, o qual tive que chupar como se fosse um pinto. Uma coisa que me levava à loucura era que cada vez que eu olhava para seus olhos, podia também ver sua calcinha branca, fio dental também, já dentro dos grandes lábios de sua vagina. A mancha úmida também era claramente visível. Eu apenas torcia para que essa fosse a minha mordaça durante a tarde. Depois de alguns minutos, sentou na cama e me ordenou que retirasse suas sandálias, claro que sem usar as mãos. Aviso que a tarefa não é fácil, mas após realizada, fui premiado ao poder beijar e colocar os pezinhos quase inteiros em minha boca. Segui com meus beijos subindo por seus calcanhares, tornozelos, até chegar em seus joelhos, que beijei e lambi demoradamente (acreditem, mulheres adoram lambidas atrás dos joelhos), ao mesmo tempo que ela retirava o vestido, exibindo um lindo soutien imitando couro negro e deixando a calcinha branca, já totalmente molhada bem diante dos meus olhos, boca e nariz. O perfume que emanava de sua vagina era deliciosamente inebriante, viciante. Colocando o pé na minha testa, me empurrou para trás me fazendo cair. Com isto, sentou-se sobre meu rosto, com a vagina bem sobre minha boca. Confesso que me sentí nas nuvens. Começou a esfregar os lábios vaginais devagar sobre meu queixo, lingua e nariz, porém à medida que sua excitação crescia, os movimentos ficavam mais bruscos, até que senti estar lambendo do clitóris ao seu cuzinho. Fazendo isso, gozou deliciosamentemolhando ainda mais a calcinha, que praticamente tinha desaparecido dentro de sua vagina e bunda. Os sucos vaginais escorriam em abundância, e eu sorvia o que podia. Meu pênis doia de tão duro, mas nem ousava encostar nele! Finalmente, o que esperava. Ela tirou sua calcinha e enfiou toda dentro de minha boca, vestindo outra preta, que combinava com o soutien que usava. Agora estava vestida literalmente para matar, pois calçou botas pretas, de cano bem alto. Da mesma sacola, puxou um plug anal relativamente pequeno. De maneira muito erótica, passou o mesmo sobre sua vagina para molhá-lo com seus sucos, me mandou ficar de quatro e o atolou em meu ânus de uma só vez, falando que puta precisa ficar com o rabo sempre pronto para levar vara. Caso este conto tenha boa aceitação continuarei com as outras partes, envolvendo muitos outros fetiches relacionados. Meu e-mail é hliberalsp@hotmail.com, que também é meu MSN. Até o próximo capítulo! HLiberal

CHUPEI O PAU DO POLICIAL NO CHURRASCO! Enfim chegou o dia do churrasco, eu já estava na casa do meu tio desde o dia anterior, numa ansiedade louca em ver akele PM gostoso de novo! Foram chegandoos convidados, na maioria éram policiais, derepente vejo ele chegar, junto c sua esposa e filho! Percebí de longe q ele estava tão ancioso qto eu. Eu vestia uma saia curtinha e uma blusa c decote grande, embora ainda fosse \"novinha\" já tinha peitões. Qdo ele me viu, veio em minha direção dizendo: \"oi menina bonita como vc está?\" e me beijou no rosto Eu retribui o bjo e disse no ouvido dele q estava louca de saudades dele e q mais tarde queria falar c ele. Ele me olhou c tesão, desfarçou p q a mulher dele não percebesse e disse: \"cuidado menina...quem brinca c fogo se queima\", eu apenas sorri maliciosamente e imagino q o pau dele tenha ficado duro naquela hora. O churrasco rolava solto, e a bebida tbém, minhas primas paqueravam os garotos da festa e eu os PMs mais velhos q estavam lá, e depois de algumas cervejas q eles tomavam, a maioria me deu bola, rolou até alguma \"esfregação\" calguns q éram solteiros, e isso bastou p deixar meu PM louco de ciúmes. O churrasco estava da metade p o fim qdo a esposa dele foi ajudar minha tia a lavar toda akela louça suja e arrumar a bagunça, e eu percebí q tinha chegado minha grande chance! Dei um sinal p ele e fui atrás da casa sem ninguém perceber e ele fez o mesmo, assim q chegou lá ele foi logo dizendo:\"o q vc quer de mim heim menina...tá querendo arrumar confusão p o meu lado, eu tenho idade p ser seu pai\" Eu coloquei a mão no pau dele em cima da calça, ví q estava duro....éra enorme e disse a ele: \"se fosse meu pai não estaria c o pau duro assim p mim!\" Agarrei no pescoço dele e mandei ver num bjo cheio de tesão, q ele (é claro) aceitou e retribuiu! Qdo acabamos de nos beijar ele foi logo subindo minha blusa e mamando nos meus peitos, mamava e gemia, eu quase gozei, minha bucetinha pulsava...ele meteu a mão na minha buceta por baixo da saia, abaixou minha calçinha e foi chupar minha bucetinha quente e virgem ainda! Chupou gostoso, lambia meu cú, gozei pela primeira vez com akele policial gostoso me fodendo c a lingua! Aí ele tirou akele pau q éra um monstro de grande p fora, eu enlouqueci ao ver akilo, caí de boca e mamei mto, ele gemia , me chamava de putinha, dizia q eu tirava completamente ele fora do seu juízo perfeito! Chupei akele mastro até ele encher minha boca de porra, engolí tudo e adorei o sabor daquele leitinho gostoso! Ele me beijou e me disse q ainda ia me comer um dia! e eu disse: \"um dia não....vc vai me comer hj!\" \"vou dizer p minha tia q não estou me sentindo bem e q quero ir dormir na minha casa, vc fika p perto e se oferece p me levar, afinal ninguém vai desconfiar de nós dois!\" E foi o q fiz, bem ao lado da mulher dele, ela ainda disse:\"coitadinha da menina, leva ela amor!\" rsrsrsrsrsr me diverti c akilo...dando o homem dela de bandeija p mim, uma inocente putinha! Entramos no carro e perto de casa paramos, éra tarde, cidade do interior, ninguém na rua, naquele tempo ainda dava p fazer isso! Ele foi logo dizendo: \"vc é virgem?\" e eu respondí: \"claro q sim....mas agora não serei mais!\" Então ele c cara de preocupado foi logo dizendo: \"sou umpolicial respeitado, casado e vc não pode contar p ninguém certo?\" e eu respondí: \"vc é um policial safado q tá louco de vontade de tirar o cabaço de uma menina novinha q te deixa louco de tesão!\" Ele tirou o pau p fora eu cai de boca de novo, aí ele tirou uma camisinha de debaixo do banco do carro e colocou, e me disse: \"vem aki no meu colinho putinha...vem!\" Eu fui bem depressa e fui sentando naquele cacete enorme, senti dor, disse q estava doendo, aí ele me sentou c toda força no seu pau, eu gritei de dor, e le me mandou calar a boca, disse q eu fiz p merecer e tinha provocado ele desde o primeiro momento!\" Fiquei doida c akelas palavras e p ele estar judiando de mim, qto mais ele judiava mais tesão eu sentia, cavalguei nakele pau bem gostoso , ele segurava minha bunda dos lados e me ensinou a rebolar sentada nakela vara deliciosa, eu gozei umas duas vezes, derepente percebi q ele ia gozar, aí rebolei mais gostoso ainda e dizia p ele: \"goza na buceta da sua putinha ....goza!\" Ele urrava enquanto gozava, puxava meu cabelo c força. Depois q eu saí de cima dakela rola deliciosa, ví q tinha sangue, ele tirou a camisinha jogou pela janela, e nem se preocupou em se limpar, eu tbém não, vesti minha calçinha e ele me levou embora, ficamos calados durante o caminho, qdo chegou no portão de casa, ele me segurou forte no braço, quase machucando, e me disse: \"daqui p diante vc será minha putinha, vc pode namorar garotos deixar eles meterem a mão na sua buceta, chupar esses peitões, mas te comer....só eu posso, vc entendeu?\" Eu disse q sim e achei o máximo virar a putinha dakele PM gostoso e safado! Ele me beijou de novo, apertou o bico do meu peito e eu desci

do carro, ele me chamou de volta e me disse q ia comer meu cú, mas seria lá na base da policia, eu sorri e disse a ele q não via a hora! Entrei fui tomar um banho, minha buceta ainda doía, estava toda suja de porra e sangue, lavei a calcinha no chuveiro p minha mãe não perceber e fui dormir c o sabor do pau dakele PM gostoso na minha boca! Q delícia!!!! Dois dias depois fui c minhas primas e c meu tio na base rodoviária e vcs nem imaginam o q aconteceu p lá............ Mas isso eu conto em outra história! Bjos e lambidas em todos os paus q ficaram duros ao ler minha história q diga-se de passagem.....É VERÍDICA! PQ SOU TARADA POR PMs Eu ainda éra menina qdo fui com meu tio q éra policial rodoviário até a base buscar um documento, qdo cheguei lá tinha um policial bonitão q deveria ter aproximadamente uns 40 anos, na época como eu tinha apenas 13 anos ele me parecia velho, hj sei q não éra rsrsrsrs Ele disse a meu tio q ele tinha uma linda sobrinha e qdo ele estava sentado supostamente ocupado com uns papéis me chamou p sentar no colo dele, algo inocente! Eu sentei e me lembro q adorei me sentir protegida no colo daquele homem fardado e cheio de mimos comigo, olhei p ele e disse q ele éra legal foi qdo eu senti o volume na sua calça crescer, me assustei e lembro q eu adorei sentir akilo na minha bunda já q estava sentada no colo dele, ele ficou mto sem graça e me tirou imediatamente do colo dele indo rapidinho ao banheiro; meu tio me chamou p ir embora e eu nem pude dar tchau p aquele homem gostoso q me pegou no colo. Chegando em casa fui tomar um banho e não me saia da cabeça o pau duro daquele homem encostado na minha bunda, coloquei a mão na minha bucetinha virgem na época e ví q estava toda molhadinha, senti vontade de enfiar o dedo dentro dela mas tive medo! Eu já sabia alguma coisa sobre sexo pois na escola já havia levado umas \"coxadas\" de alguns meninos (eu nunca fui fácil rsrsrs) e tbém sabia através de revistas pornôs q eu e minhas primas víamos na casa do meu tio , ele escondia , mas nós achamos e eu adorava akela putaria! éra aniversário da minha tia e meu tio marcou um churrasco e qdo o convite chegou em casa a primeira coisa q veio a minha cabeça foi: será q o homem do pau duro vai? Então perguntei o nome daquele policial q estava na base ao meu tio e ele me disse q éra João. Eu muito safada, algumas horas depois liguei na base e pedi p falar c ele, dei sorte pois ele estava lá, disse quem estava falando sem vergonha nenhuma e perguntei se ele iria ao churrasco, ele disse q sim, e eu disse a ele q queria mto vê-lo e q tinha algo p falar com ele, ele disse q tudo bem q nos veríamos no churrasco. Contei os dias, os minutos e até q chegou o dia..........bom, aí já é uma outra história q eu conto mto breve a vcs! Bjos cheios de tesão a todos q passarem p aki! A BUNDA DA MINHA CONCUNHADA II OLA EU DE NOVO AHMAD O SHEIKARABE COM UM NOVO CONTO VCS VOTARAMBEM EU ESTOU DE VOLTA DIAS DAS MÃES E MINHA CONCUNHADA É MÃE ELA ESTAVA COM UMA BLUSINHA E UMA SHORT DE COTON UMA CALCINHA BEM PEQUENA E ESTÁVAMOS EM UM CHURRASCO NA CSA DA MINHA SOGRA ELA APARECEU TODA GOSTOSA TINHA FEITO UM NOVO CORTE E FICOU COM CARA DE SAFADA ELA CHEGOU E ME DISSE -___ CUMPADRE TU TEM QUE IR LÁ EM CASA PRA VER A CAMERA NOVA POR QUE EU NÃO SEI MEXER NEM O OSCAR ,ENTÃO EU DISSE QUE DEPOIS DE COMER EU IA VER A CAMERA. DEPOIS DO ALMOÇO MEU CUNHADO FOI JOGAR BOLA NA PRAIA COM A FAMILIA EU DISSE QUE NÃO ERA MINHA PRAIA E FALEI PRA MINHA ESPOSA QUE IA NA CASA DELA VER A CAMERA A ESSA ALTURA MEU PAU JÁ ERA PEDRA E A XOTA DELA JÁ BABAVA POR MIM. CHEGANDO EU DISSE CADE A CAMERA ELA FOI BUSCAR E SE ABAIXOU DEIXANDO O SEU RABO BEM GRANDE EU ME APROXIMEI E DISSE ______NOSSA QUE BELA BUNDA NESSE SHORT,ENTÃO ELA RESPONDEU ______PENSEU QUE NÃO TINHA NOTADO SEU SAFADO E ELA JÁ VIORU E PEGOU MEU PAU POR CIMA DA ROUPA E COMEÇOU UMA PUNHETA E ME BEIJOU BEM SAFADO EU VIREI ELA DE COSTAS E COMECEI COM MINHA ROLA A ESFREGAR MEU PAU NO REGO _____CALMA CUMPADRE ESSE RABO É SÓ SEU ELA TIROU A BLUSA E O SHORT E A VISÃO QUE EU TIVE FOI GOSTOSA UMA BUNDA GRANDE UMA BUCSETA BEM GOSTOSA A CALCINHA JÁ MOLHADA DENUNCIAVA O TESÃO ENTÃO ELA SE AJOELHOU E COMEÇOU UMA CHUPADA DIGNA DE UMA ESTRELA PORNO CHUPAVA GEMIA BATIA O PAU NA CARA PASSA NA BUCETA E FICOU DE 4 NA CAMA E DISSE: _____ ME FODE VEM QUE HJ EU VOU FUDER MASI QUE VC HJ SOU EU QUE VOU DEMORAR A GOZAR EU QUERO ESSA ROLA , ENTÃO EU METI FUNDO EL GEMIA DIZIA_______ AHHHHHHHHHHH ME FODE NEGO MEU JUMENTO MEUCAVALO FODE SUA VADIA ENFIA COM FORÇA NÃO PÁRAMAIS RAPIDO MEU ANJO ISSO.BATE FUNDO NA MINHA BUCETA ,BATE NO MEU RABO ,PUXA MEU CABELO .ELA REBOLAVA E EU FICAVA MAIS LOUCO DE DESEJO ENTÃO EU SENTEI ELA FICOU DE COSTAS EM FRENTE AO ESPELHO E VIA A BUCETA SENDO ARROMBADA SEM TIRAR A CALCINHA É CLARO ESSE É MEU FETICHE FICAMOS FUDENDO ASSIM POR MINUTOS OU HORAS ENTÃO ELA PEDIU PRA EU GOZAR NA SUA BOCA TIREI O PAU E DISSE ____ TOMA MEU LEITE SUA VACA AHHHHHHHHH,TO GOZANDO AHHHHH QUE BOCA GOSTOSA VAI CHUPA CHUPA AHHHHHHH TA SAINDA AHHHHHHHHH,JORROU PORRA NA BOCA PEITO CABELO BARRIGAE BUCETA FOMOS TOMAR BANHO. ELA TIROU A CALCINHA E TOMAMOS UM SUPER BANHO ELA JÁ TINHA DEIXADO UMA FIO DENTAL DE RENDA NO BANHO COLOCOU E COMEÇOU A ME CHUPAR ____ME DA ESSA ROLA AHHHHH,QUE GOSTOSO TÁ BOM SEU SAFADO AGORA EU QUERO NO CÚ HUMMMMMMMMM,AHHHHHHHH QUE ROLA GOSTOSA ME FODE VAI HUMMMMMM,AHHHHHHHHH DELICIA NEM DEU TEMPO GOZEI NA BOCA DELA DE NOVO ENTÃO FOMOS PRO QUARTO E SEM PEDIR ELA PASSOU GEL E KY NO RABO FICOU DE 4 AFASTOU A CALCINHA GRUDOU NA CABECEIRA DA CAMA E PEDIU _____VEM MEU PRETO ME FODE SÓ COMO VC SABE MEU CÚ TÁ COM SAUDADE ISSO VAI ENFIA TUDO ISSO QUE DELICIA AHHHHH AI,AI,AI,AI,AI TA BEM GOSTOSO ISSO AHHHH COMO É BEM SER ARROMBADA ISSO NÃO PARA NÃO AHHHH AIIIIII,AIIIIIIII,AIIIIIII ELA DEITOU EU FUI POR CIMA EU MORDIA ELA PUXAVA SEU CABELO E BOMBAVA BEM FUNDO NO SEU RABO _____VAI ME APERTA ME AGARRA ME FODE NÃO PARA POR FAVOR ISSO BEM FUNDO NO MEU CÚ AHHHHHHHH,AIIIIIIII,AHHHHHHH,HUMMMMMMMM,QUE DELICIA ISSO TIRA DO CÚ PÕE NA BUCETA VOLTA PRO CÚ AHHHHHHHH,AIIIIIIIIIIIIII,ISSO FODE DEPOIS DE MUITO FODER EU GOZEI NA SUA CARA E PEITOS QUE MAMEI COMO UM LOUCO ELA NO FIM AINDA DISSE ___AGORA ESPERO O DIA DOS NAMORADOS TRENHO UMA SURPRESA PRA VC E CHUPANDO MEU PAU SORRIU VOLTAMOS PRA FESTA BEM NA HORA DO PESSOAL VOLTAR E MINHA ESPOSA ACORDAR BEM TENHO UM NOVO E-MAIL blackhorse.01@hotmail.com me add mulheres casais que gostam de uma rola de negão adoro sexo virtual voyeurismo e muito sexo na prática continuem votando que tem muito mais como a foda na csa de campo fica pra próxima mais votos mais estorias e tem da minha sobrinha mas fica pra próxima

Mãe safada Olá Meu nome é Lucas, tenho 19 anos, 1,70 metros tipo físico magro, moreno. O que vou contar pra vocês agora é um desabafo, algo que guardo comigo desde por volta dos meus dez anos, quando começou. É algo que me causa raiva e revolta e eu simplesmente não tive coragem de contar isso pra ninguem até agora. Por isso escrevo. Moro com a minha mãe desde sempre. Porque nunca conheci meu pai. Nós moramos no rio de janeiro, no bairro do Arpoador. Minha mãe, pelo que eu sei, sempre morou nessa região e deve ter engravidado do meu pai durante alguma baile que houve na época. Ela me teve muito cedo: com 16 anos. coisa normal pra uma menina sem educação. Acontece que mesmo pra uma menina que teve pouca educação, ela sempre foi mais assanhada que o resto das garotas. Se não acreditam prestem atenção no que eu passo todos os dias, aqui vai um exemplo:

A nossa casa é pequena (a gnt não tem muito dinheiro, ele trabalha de doméstica e me ajuda a vender os peixes que eu pesco) e a gnt só tem um banheiro. Segunda passada eu cheguei cansado em casa, todo suado, tinha jogado futebol até lá pelas 10 horas com os meus amigos e quando eu cheguei ela estava vendo tevê. Ela estava sentada no sofá, praticamente deitada, usando o assento como encosto para as costas e as pernas sobre o corpo, abertas o suficiente para que tivesse visão para a tv. Quando eu vi aquilo fiquei todo vermelho, apesar de que eu ja estava acostumado com essas atitudes sem noção dela. Mas eu não posso deixar de ter uma atitude dessas. Isso porque apessar de ela ser minha mãe ela ainda é muito nova e bonita: ela tem mais ou menos 1,65 metros, cabelos quase pretos, compridos e cacheados, uma pele mulata clara e bem bronzeada, peitos medios, barriguinha perfeita e uma bunda de quem aprendeu a sambar e dançar funk antes de saber andar. E ainda por cima como toda carioca não tem costume de usar mta roupa: tava só com uma camiseta e um shorte jeans. Quando ela me viu abriu aquele sorrizão e disse: \"oi gatinho!\" levantou, veio até mim me olhou nos olhos provocativamente durante um segundo, depois me deu um tapa na bunda e correu pro banheiro dando risada. Ela sempre faz isso! E me deixa mto puto! E o pior é que eu sempre cáio! Eu fui até lá e soquei a porta gritando: \"SÁI DAÍ CARAIO! EU QUERO TOMAR BANHO!\" e ela dando risada:\"vai ter que esperar!\" um tempo depois ela me sai do banheiro... enrolada na (minha) toalha e esfregando a dela na cabeça. ela disse: -\"pronto neguinho, pode tomar banho\" -\"ah! legal! agora que você molhou a minha toalha tudo!\" -\"iiiih! mas que estresse hein?! tó pega aki.\" nisso ela se desenrola e fica pelada . apesar de estar acostumado com essa atitude dela, eu tive que cruzar as pernas pra não deixar ela ver nada. -\"toma. pega aqui.\"-ela falou estendendo a toalha eu fiquei um tempo paralisado, e ia continuar ali mesmo, pq tava de pau duro e sabia que se eu chegasse perto ela ia me abraçar pra me molhar e ia me dar um soco no saco, coisa que ela sempre faz quando me pega de pau duro. só que: -\"que porra é essa aí?!\"- eu falei. Tava apontando pro lado direito da bunda dela... tinha uma tatuagem... e tava escrito \"sexo\" envolvido em um coração -\"hahaha! gostou? quer ver mais de perto como ficou bom?\" ela se aproximou rebolando de um jeito mto safado, deu pra eu sentir um poquinho de porra escapando do meu pau. -\"não, valeu! ME DÁ A MINHA TOALHA?!\"- tentei aproveitar que ela tinha se aproximado e tentei alcançar a toalha...mas não deu... e nessa hora ela fez uma coisa que eu nunca mais vou esquecer...aliás, foi por causa disso que eu resolvi escrever...não tava aguentando de tanto bater punheta pensando nisso: quando ela percebeu que eu ia pegar a toalha ela puxou rapidinho e disse: \"oléééé!\" e deu risada. dai ela me olhou com aquele sorriso safado que ela sempre faz antes de me aprontar uma... virou de costas, empinou a bunda e falou: \" ainda não me sequei direito\" dai ela colocou a toalha entre as pernas e segurando com uma mão em cada ponta começou a esfregar na xoxota. mano...ela tem a boceta mais gostosa que eu ja vi... é carnuda, gordinha, peladinha e bronzeada (porque ela faz questão de bronzear ela na laje). Eu vi a minha toalha esfregando naquele buraquinho todo molhadinho...aquela agüinha melecando a minha toalha! Aquele grelhinho indo e vindo na toalha! Nisso não deu: gozei na calça, melequei tudo! dai a filha da puta ainda me joga a toalha na cara, me dá um beijo no pescoço e fala: \"vai tomar banho negão, ve se não demora e lava direitinho ai embaixo\". FILHA DA PUTA! vocês me entendem agora não? nessas horas me dá vontade de botar ela de quatro e arrebentar de comer o cú dela! putaquepariu! Só que eu sei que isso é errado! O problema é que eu acho que algum dia eu não vou aguentar e vou acabar fazendo merda! chega...depois eu conto mais, agora eu tenho que sair daqui um ir bater uma punheta que eu não to me aguentando!...puts...só de lembrar daquilo.

Dando a um desconhecido. Meu nome é Nathaly, tenho 32a, sou morena clara, tenho 1,62 de altura e 60 k. Não sou uma mulher linda, mas tambem não sou de se jogar fora. O que vou contar a vcs hj foi uma experiencia muito boa em minha vida sexual. Estava eu saindo do trabalho as 18:00 hs em um edificio do centro de Belo Horizonte quando vi um homem lindo na portaria. Enquanto eu saía, olhava-o fixamente e ele a mim. Eu estava neste dia com uma micro saia branca e uma camiseta coladinha no corpo. Nos olhamos e a atração foi imediata. Ele é um homem negro, forte, corpo malhado e com um volume dentro da calça q vcs nem queiram saber. Bom, saí do predio e segui meu caminho. Foi grande a minha surpresa quando percebi que estava sendo seguida por aquele monumento. A certa altura ele me alcançou e me segurou pelo braço. Me virei e ele me beijou assim, sem falar nada. com um olhar que dizia tudo este homem me arrastou para o motel mais proximo. Já dentro do motel, subimos as escadas no maior amasso. Entramos no quarto e nem sequer fechamos a porta tamanha era a vontade de trepar bem gostoso. Eu fui a palpando aquele homem delicioso e fui descendo o beijando até alcançar o pau descomunal q se encontrava de uma forma a quaze rasgar a calça dele. quando tirei o pau dele pra fora caí de boca. Ele não coube em minha boca mas mesmo assim continuei mamando aquele pau até ele gozar na minha boca, gozo q engoli com gosto. Logo depois ele me colocou de 4 e foi penetrando minha xana devagar. No começo senti um pouco de dor mas a dor logo se transformou em prazer por sentir aquele pau enorme me arrombando. Sem trocarmos uma só palavra continuamos ali com os corpos suados e tremendo de prazer um pelo outro. Derrepente senti meu corpo extremecer de prazer e gozei naquele pau, quando ele sentiu q eu estava gozando, enfiou com força o pau na minha bucetinha quente me fazendo delirar de prazer. Ele tambem gozou dentro de mim e logo se jogou tamanho era o cansaço. Tomamos um banho demorado e gostoso,nos vestimos e saimos do motel. Ainda hoje, eu não sei o seu nome e nem ele o meu. Todos os dias saio do serviço com a esperança de reencontrar o negão gostoso daquele dia. tenho outras experiencias para partilhar com vcs mas fica pra uma outra vez.

SACANAGEM COM UM NEGÃO

Vou começar dizendo o quanto gosto de sexo , me sinto uma cachorrinha no cio quanto vejo homen mexendo no pau,sabe aquela coçadinha \"discreta”que eles dâo? Então essa mesmo fico louca toda arrepiada com a bucetinha piscando querendo eu estar ali. Eu estava dentro de um ônibus a caminho de casa depois de um longo dia de trabalho, estava cansada porém com muito tesao , foi quando olhei pra traz havia um homen muito simpático por sinal pois quando me virei pra olhar ele deu um sorriso com o canto da boca, nossa aquilo me deixou louca fiquei com vontade de ir mais para traz me sentar próxima a ele mas na tinha lugar então toda hora eu olhava até que vagou um lugar e eu sem pensar me levantei e sentei. Ele sorriu novamente e disse assim : conseguiu hein!!! E eu toda feliz balancei a cabeça, ele todo discreto colocou sua blusa sobre o colo e começou a mexer no seu pau ate que ele tirou a blusa e pra minha surpresa estava tão duro que marcava toda a calça. Eu nunca tinha saído com um negão daquele mas sempre tive vontade , pronto iria realizar mais essa vontade nem sabia qual era a intenção dele mas o desejava era uma sensação louca uma vontade imensa de estar de joelhos ali na frente dele , sabia que ali não conseguiríamos fazer nada pois tinha muita gente no ônibus, ele colocou minha mão embaixo da blusa e me fez sentir o quanto ele estava exitado nem sabia se era por minha causa mas o desejava assim mesmo. Ele começou a passar minha mão sobre seu pau , eu já estava louca não iria conseguir disfarçar por muito tempo não entendia o que estava acontecendo cmg tudo estava saindo do meu controle, foi quando pedi pra ele descer do ônibus cmg, ele me olhou , me encarou e perguntou vc quer mesmo? Respondi que sim na hora sem pensar, já estava toda molhadinha querendo aquela pica enorme na minha bucetinha. Descemos naquele ponto e só andamos um pouquinho até chegar em um motel que tinha ali pertinho pedimos um quarto e subimos. Nem deu tempo de nada ele foi direto me beijar que delicia não conseguia nem respirar sentir aquele homen me agarrando foi incrível sem palavras ele levantou minha blusinha e começou a mamar bem gostoso estava louca de tesao nem queria preliminares queria era rola na minha buceta, ele foi descendo com sua língua enorme ate chegar na onde eu queria nossa que delicia ele tirou minha calça e meteu sua boca na minha xaninha enxarcadinha deixando ela ainda mais molhadinha ele passava sua língua no meu grelinho hummmm eu gemia de tanto tesão pedindo mais pra ele , até que ele se levantou e me pediu pra meter a boca nele, fiz isso com todo prazer, não consegui engolir de tão grande que era o pau dele mas deixei ele todo meladinho prontinho pra sentir ele dentro de mim ele me puxou e me colocou de 4 empinou minha bundinha e sem dó enfiou sua rola enorme na minha bucetinha eu gritava de dor e tesão mas queria mais e mais aquela rola enorme entrava e saia que gostoso ele batia na minha bundinha me chamava de putinha perguntava se eu queria mais e eu dizia que sim ele começou a passar os dedos no meu grelinho e segurava firme na minha cintura com a outra mão , ele socava muito gostoso bem forte nossa gozei no pau dele que delicia rebolava pra sentir aquela sensação mais e mais ate que ele tirou da minha bucetinha e colocou na minha boca . Sente sua putinha sente o gosto do seu gozo ele dizia, foi quando consegui engolir todinha aquela pica gostosa e senti um jato quente na minha boca ,ele gozou e pediu pra não engolir ele queria ver sua porra na minha boquinha toda meladinha ele abriu minha boca e disse agora engole que eu quero ver rapidinho o fiz mas era tanto que escorreu no canto da minha boca ele passou o dedo e colocou na minha boca . Nossa que delicia foi a coisa mais gostosa e louca que já fiz ele se limpou colocou sua roupa e nos fomos embora .Fui embora tão feliz que nem perguntei seu nome ,nunca mais nos vimos de novo mas toda vez que volto pra casa de ônibus fico a procura daquele homen. SAUDADES DE TI MEU NEGÃO

Loira Casada + Roupa Sexy = Marido Corno Ela se chama Marcela Loira (29) e eu Julio (32) Tudo se iniciou quando vimos em uma revista que o Swing esquentava os relacionamentos ela ficou toda animada e eu não posso negar que tambem fiquei, um belo dia ela chegou com uma roupinha apertada e sexy, uma sainha curta e justa e uma blusinha daquelas que modelam o corpo, ela me perguntou se eu deixaria ela ir a um clube de swing vestida daquela maneira, falei logico entrando na brincadeira, ela então falou que tal a gente ligar e ir em uma hoje a noite, pensei pensei e falei que sim so para ver o que ela dizia e a safadinha já tinha ate o telefone, então liguei e perguntei como funcionava e o endereço e acabamos indo, ela me dizia que era so para olhar e nada mais, eu tambem achava isso. chegando lá ficamos em um canto bebendo uma cerveja e ela se abrindo toda, e me perguntando o que eu faria se um macho fosse para cima dela e tal, ela fazia questao de mostrar a pontinha da calcinha tinha uns 4 caras olhando para ela como loucos, e falando bem a verdade aquilo foi me deixando maluco ate que uma hora ela me perguntou de novo se eu deixaria ela sair com outro eu falei que sim mas eu teria de ver tudo, ela ficou meio que achando que era piada mas eu falei pode ir mesmo, elA sorriu e falou que iria dancar no meio da pista de danca eu falei que tudo bem mas nao era para sair da minha vista. e não é que a safadinha foi mesmo. ficou dançando dançando não deu um minuto tinham dois caras em cima dela conversando, eu lembro ate hoje, um era um negão destes fortoes e o outro era um cara normal moreno mas fisico normal, ela sorria sorria e so provocava então o cara menor foi no ouvido dela e falou algo, ela somente olhou para mim e fez uma carinha de duvida, eu fiz com a cabeca que sim e sorri e fiz com a mão VAI, ela falou algo para o cara que ja pegou no bracinho dela e foi levando ela pelo meio do povo dancando e o fortao foi atras, cheguei a perder eles de vista. levantei e fui andando procurando ate que achei os 3 em um sofa no maior amaço a sainha ja estava quASE que na barriguinha, um beijava ela e o outro passava a mão pelo corpinho dela. fiquei louco naquele momento sabia que seria corno em questão de minutos. Continua............................... Sendo Arrombado pelos meus tios! Olá , meu nome é Luis , tenho 30 anos , e a 17 anos atrás morava em Ribeirão Preto! Eu tinha dois tios , O Augusto e o Leandro , e sentia muito tesão por eles , pois eles erão bonitos e musculos ! Ambos tinhas 50 anos. Em um dia , nós três ficamos sozinhos , e decidimos alugar um filme pornô! Meus tios tiraram aquela rola gostosa dentro das calças e começaram a se masturbar , e eu olhando , De tio Augusto a rola era de 22 cm , e de tio Leandro era de 20 cm. Fiquei olhando aquela pica sendo masturbada , quase gozo sem encostar no meu pau! Eles perguntaram porque eu estava olhando , e eu disse que nao era nada! E eles deram risada. .Tio Leandro se levantou e bateu a pica na minha cara e disse: - Chupa! Eu com muita vergonha disse: - Melhor nao tio! .Tio Augusto segurou meu rosto , abriu a minha boca e Leandro enfiou a pica totalmente dura! Começei a engolir aquele cacete gostoso , sem menor dó! Eles me Colocaram na posição frango assado e Tio Augusto começou a me comer , enquanto Leandro enfiava a pica na minha boca. Eu quase gritava de dor e dava uns gemidinho dizendo: - Mete mais , enfia as bolas meu tio gostoso , eu sou sua puta! Ele metia mais e mais ... Tio Leandro ficou em baixo de mim e começou a meter , enquanto Augusto metia em mim também. Fiquei louco de prazer. Os dois anunciaram que iríam gozar , então gritei: - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! Tio Augusto gozou dentro do meu rabinho , já estourado Tio Leandro tirou o pau e gozou em minha boca. Nós ficamos parados ali , e , derepente , meu pai chega e abre a porta , pegando-nos no flagra.

Ele se entrete , tira a roupa e comça beijar o meu Tio Augusto. Depois de meia hora estava eu novamente , dando o rabo pro meu Tio Augusto e pro meu Tio Leandro , e chupando a rola do meu Papai. Foi Muito gostoso!

MAGRINHA DELICIOSA - VERIDICO Magrinha e muito Deliciosa - Verídico Por lukasto - grandelukas@gmail.com

Bom, meu nome é Lukas e estou muito feliz por ter decidido compartilhar com os leitores meu primeiro conto erótico. Este é um conto verídico, e somente o nome de alguns personagens foram alterados. Espero que gostem! Tenho hoje 35 anos, mas na época gozava dos meus mais deliciosos 23 anos. Com 1,87 de Altura, Moreno Claro, Cabelos e Olhos Castanhos e um corpo de jogador de vôlei, nunca tive qualquer receio em azarar as mulheres que me interessavam, fossem elas casadas ou solteiras. Afinal, com 23 anos não faltava energia e muito menos vontade de gastá-la. Desde os vinte mudei pra uma cidade no interior de minas, onde com o objetivo de estudar morei em pensionatos e posteriormente vim a morar sozinho. Começava aí uma serie de historias que estarei compartilhando a partir de hoje. Tinha um grande amigo chamado Emerson que sempre participava das festas que fazia em casa. Um belo dia recebi a visita de Emerson acompanhado de duas amigas que foram me convidar a tomar um chopinho na cidade. De cara não me interessei muito na amiga que parecia ser minha companhia, já que Emerson chegou atracado na outra garota (Rita). Emerson insistiu para que saíssemos e apresentoume Felina, uma garota bonita, mas meio magrinha, o que fugia um pouco ao meu tipo de garota. Não querendo sair e sem querer parecer indelicado, os convenci a ficarem em casa, onde prepararia umas caipirinhas e ouviríamos musica. Depois de algumas caipirinhas, muitos risos e musica, fiquei sem graça de ver Rita e Emerson pegando fogo na minha frente, e apesar do tesão que começava a me despertar, fui pra área dos fundos com a desculpa de recolher algumas roupas do varal pra não molharem. Pra minha surpresa Felina que parecia tímida, me seguiu em passos silenciosos e surgiu por trás de mim tampando meus olhos e oferecendo ajuda. Apesar de magra seu corpo era bem definido, com uma cinturinha de modelo. Felina tinha olhos grandes, imponentes e muito penetrantes, uma boca carnuda e seios deliciosamente grandes e incrivelmente empinados. Sua pele era morena e seus cabelos pretos e longos. Felina Tinha somente 19 anos mas toda certeza do que queria e gostava. Por perceber seu interesse por mim, a tratei como se não fizesse questão de me envolver com ela, o que resultou em um incontrolável interesse em me conquistar. Após alguns assuntos picantes e tentativas frustradas de Felina, observei que ela se mostrava desanimada com as investidas, pois eu sempre a tirava de campo. Nesse momento eu já me excitava com a possibilidade de transar com aquela magrinha deliciosa. Felina me deixou sozinho e foi caminhando para um corredor escuro que dava saída para frente da casa. Percebi então, que era hora de atacar. Sem que ela percebesse peguei com firmeza seu braço direito e sem qualquer explicação comecei a beijá-la freneticamente como se a desejasse a anos. Meus lábios corriam por toda a boca junto com minha língua molhada e quente. Felina mal teve tempo de respirar ou falar, e sem pensar beijei-a por todo pescoço e orelhas, enquanto minhas mãos encostavam sua cintura em meu membro duro e viril. Sem entender, felina tentou impedir que eu tocasse sua bundinha e sua delicada bucetinha. Foi quando percebi que eram dias inadequados para um bom sexo, pois felina estava naqueles dias. Isso me irritou muito e Felina logo deu um jeito de se desculpar. Percebendo sua vergonha, fiz com que ela pagasse caro por minha decepção. Continuei a beijar e ame esfregar em seu corpo soltando murmúrios e frases de muito tesão. Ela suspirava quando mordiscava sua orelha e dizia que um dia eu a chuparia todinha até gozar em minha cara. Nessa hora tirei meu pinto pra fora e pedi para que chupasse ali mesmo em pé no corredor. Felina pensou em relutar, mas não queria me decepcionar novamente e segurou meu mastro e colocando tudo que podia em sua boca, chupando como um picolé delicioso. Observando que tentava sair, segurei a cabeça de Felina em direção ao meu Cacete até que minha porra encheu sua boca e melou todo seu rosto. Não me dei por satisfeito e exigi de Felina que nos encontrássemos em outra ocasião. No fim de semana seguinte fui buscar Felina com um fusca emprestado, e lá chegando fui exibido a suas amigas como um troféu. Isso me fez bem e me provocou uma tremenda vontade de retribuir sua gratidão. Claro que ao meu modo. Saímos imediatamente dali e Felina queria passear primeiro, mas com a desculpa de não ter habilitação pedi para irmos direto pra minha casa. Ela mal sabia o que tinha preparado pra recebê-la. Em meu território, as coisas aconteciam sempre como eu planejava. Tomamos algumas caipirinhas e ao som de uma música romântica levei-a até a sala, onde tinha deixado um colchão preparado pra uma noite de muito sexo. Felina assustou-se com minha pretensão mas logo que apaguei as luzes e acendi as velas toda sua resistência foi embora, expulsada também pelo primeiro beijo da noite. Ela usava uma saia curta tipo colegial e uma blusinha do tipo tomara que caia. Peguei-a nos braços como em um momento de lua-de-mel e deitei-a no colchão da sala. Depois de beijar cada pedacinho do seu pescoço, tirei vagarosamente sua blusa e comecei a chupar seus arrepiados seios. Felina sussurrava uma mistura de para e continua. Continuei passando toda minha língua em sua barriguinha e mordiscando sua pele suavemente sem repetir lugar. Felina gemia como uma louca ao mesmo tempo que tentava se segurar pra não fazer escândalos. Suas pernas já estavam abertas e seus pés pareciam ganchos me puxando pra penetrá-la. Com a frieza de quem tinha pensado em tudo preferi judiar mais um pouco e saborear todo aquele tesão que também me dominava. Naquele momento eu parecia o mais experiente dos homens. Virei Felina bruscamente de costas pra cima e sem que ela percebesse peguei uma pedra de gelo que estava em um de nossos copos de caipirinha. Coloquei o gelo na boca deixando minha língua e lábios extremamente gelados. Passei a língua em sua nuca e fui descendo até o início de sua bundinha. Seus pelos arrepiavam a cada passada de língua gelada. Tirei então a saia de Felina juntamente com sua calcinha e comecei a passar minha língua gelada entre sua doce bucetinha e seu delicioso cuzinho. Senti nesse momento que faria o que quisesse sem ser proibido. Virei-a novamente de frente e chupei freneticamente sua bucetinha como se tivesse mel, e só parei quando Felina começou a tremer seu quadril como se me avisasse que estava prestes a gozar. Acelerei minhas chupadas passando minha língua em volta do seu grelinho enquanto lubrificava meu dedo em sua bucetinha. Quando parava meus lábios em seu grelinho e dava pequenos chupões, Felina cravava suas mãos em meus cabelos para que eu não me atrevesse a parar. Quando percebi que seu orgasmo seria inevitável, suguei toda sua bucetinha enfiando minha língua em sua xoxotinha molhada ao mesmo tempo que meu dedo lubrificado precionava a entrada devagarzinho no seu cuzinho. Senti a pele de Felina se arrepiar e ouvi um grito abafado pelo travesseiro e todo orgasmo delicioso queimando minha boca. Continuei a chupa-la mais intensamente passando minha língua em toda sua bucetinha e até a porta do seu maravilhoso cuzinho enquanto minhas mãos esfregavam seus seios e apertavam sua bundinha pra que ela ficasse mais próxima de minha boca. Felina sentiu orgasmos pausados com intervalos tão pequenos que pareciam um só gozo de tezão incontrolável. Uivava com uma fera descontrolada em gemidos que nem tinham palavras, exceto algo do tipo: “chupa tudo, ahhhh, me mataaaa!, não paraaaaaaaaaaa!!”. Ao recuperar o fôlego ouvi um murmúrio de Felina dizendo não agüentar mais de tanto gozar, mas isso pra mim era como um convite para que eu marcasse com muito prazer o que eu tinha certeza que ela nunca tinha experimentado. Então coloquei aquele corpinho magro e exausto de quatro com minhas duas mãos e sem que ela tivesse tempo de dizer algo coloque meu membro latejante de tezão naquela xoxotinha maravilhosa. Ouvi um “Ai eu não agüento mais”, “eu vou desmaiar”, “para que eu estou ficando louca”, mas sem dó nem piedade

soquei com facilidade meus 18 cm de cacete que num vai-e-vem louco me fez perder o controle e levantá-la bruscamente pra que suas costas grudassem no meu peito. Enquanto eu a comia por trás minhas mãos ora apertavam os seios ora entravam os dedos em seus longos cabelos que eram puxados de tesão. Percebi, então,i que Felina adorava um misto de prazer e dor, e logo juntei seus cabelos como um rabo de cavalo e mordia com tesão sua nuca enquanto meu cacete a socava sem parar. Eu a cavalgava como se ela fosse uma potranca em disparada. Comecei a percerber que meu auto controle estava indo embora. Senti arrepios como se estivessem dentro da pele puxando tudo pro meu cacete. Felina já não suportava mais e sem o travesseiro pra impedir, seu grito de prazer podia ser ouvido sem esforço pelos vizinhos. Tentei abafá-la com as mãos mas recebi uma mordida de prazer de Felina que se mostrava sem qualquer controle de si mesma. Nesta hora Felina caiu seu corpo para frente e na mudança brusca de posição meu cacete que estava prestes a encher aquela xoxotinha de pôrra escapoliu no vai-e-vem e penetrou aquele cuzinho virgem que não conseguiu segurar tanta tesão e um cacete todo lubrificado. Felina com a cara novamente no travesseiro deu um grito, cravou as unhas no colchão e pro meu espanto me pediu em voz de dor: “fode tudo, fode, fode sem parar, come minha bunda, que eu vou gozar ah ah ah ah ah ah!!!!”...e juntos gozamos como loucos animais ruminantes. Meu gozo era tanto e tão intenso que queimava Felina por dentro e eu me sentia sendo virado ao avesso com toda minha energia saindo com meu orgasmo. Logo com a diminuição do orgasmo, Felina pediu pra que eu tirasse pois a dor estava ficando maior. Depois de alguns minutos tranzamos novamente como um casal apaixonado, agora bem suave e sentindo cada milímetro de meu cacete entrando e saindo naquela posição de Papai-Mamãe. Ficamos assim enquanto nos beijávamos como apaixonados. Pra minha surpresa essa forma tão diferente ao que tínhamos acabado de fazer foi provocando um delicioso calor que nos fazia suar muito e grudava nossos corpos que pareciam um só. Era tão louco o que estávamos vivendo que um longo e sufocante beijo enquanto transávamos é que arrancou simultaneamente um delicioso e tão intenso orgasmo que ficamos sem forças pra nos desentrelaçar. Infelizmente esta foi a ultima vez que vi Felina. Descobri que estava somente de passeio na casa de uma prima e que voltara pra sua cidade. Despedimos com a certeza de que tinha sido a melhor transa que tivemos. Na verdade vivi outras maravilhosas transas, mas isso é um assunto para o próximo conto. Quem quiser se comunicar ou compartilhar novos contos, aqui vai meu e-mail: grandelukas@gmail.com. - Um grande abraço a todos!

MAGRINHA DELICIOSA - VERIDICO Magrinha e muito Deliciosa - Verídico Por lukasto - grandelukas@gmail.com

Bom, meu nome é Lukas e estou muito feliz por ter decidido compartilhar com os leitores meu primeiro conto erótico. Este é um conto verídico, e somente o nome de alguns personagens foram alterados. Espero que gostem! Tenho hoje 35 anos, mas na época gozava dos meus mais deliciosos 23 anos. Com 1,87 de Altura, Moreno Claro, Cabelos e Olhos Castanhos e um corpo de jogador de vôlei, nunca tive qualquer receio em azarar as mulheres que me interessavam, fossem elas casadas ou solteiras. Afinal, com 23 anos não faltava energia e muito menos vontade de gastá-la. Desde os vinte mudei pra uma cidade no interior de minas, onde com o objetivo de estudar morei em pensionatos e posteriormente vim a morar sozinho. Começava aí uma serie de historias que estarei compartilhando a partir de hoje. Tinha um grande amigo chamado Emerson que sempre participava das festas que fazia em casa. Um belo dia recebi a visita de Emerson acompanhado de duas amigas que foram me convidar a tomar um chopinho na cidade. De cara não me interessei muito na amiga que parecia ser minha companhia, já que Emerson chegou atracado na outra garota (Rita). Emerson insistiu para que saíssemos e apresentoume Felina, uma garota bonita, mas meio magrinha, o que fugia um pouco ao meu tipo de garota. Não querendo sair e sem querer parecer indelicado, os convenci a ficarem em casa, onde prepararia umas caipirinhas e ouviríamos musica. Depois de algumas caipirinhas, muitos risos e musica, fiquei sem graça de ver Rita e Emerson pegando fogo na minha frente, e apesar do tesão que começava a me despertar, fui pra área dos fundos com a desculpa de recolher algumas roupas do varal pra não molharem. Pra minha surpresa Felina que parecia tímida, me seguiu em passos silenciosos e surgiu por trás de mim tampando meus olhos e oferecendo ajuda. Apesar de magra seu corpo era bem definido, com uma cinturinha de modelo. Felina tinha olhos grandes, imponentes e muito penetrantes, uma boca carnuda e seios deliciosamente grandes e incrivelmente empinados. Sua pele era morena e seus cabelos pretos e longos. Felina Tinha somente 19 anos mas toda certeza do que queria e gostava. Por perceber seu interesse por mim, a tratei como se não fizesse questão de me envolver com ela, o que resultou em um incontrolável interesse em me conquistar. Após alguns assuntos picantes e tentativas frustradas de Felina, observei que ela se mostrava desanimada com as investidas, pois eu sempre a tirava de campo. Nesse momento eu já me excitava com a possibilidade de transar com aquela magrinha deliciosa. Felina me deixou sozinho e foi caminhando para um corredor escuro que dava saída para frente da casa. Percebi então, que era hora de atacar. Sem que ela percebesse peguei com firmeza seu braço direito e sem qualquer explicação comecei a beijá-la freneticamente como se a desejasse a anos. Meus lábios corriam por toda a boca junto com minha língua molhada e quente. Felina mal teve tempo de respirar ou falar, e sem pensar beijei-a por todo pescoço e orelhas, enquanto minhas mãos encostavam sua cintura em meu membro duro e viril. Sem entender, felina tentou impedir que eu tocasse sua bundinha e sua delicada bucetinha. Foi quando percebi que eram dias inadequados para um bom sexo, pois felina estava naqueles dias. Isso me irritou muito e Felina logo deu um jeito de se desculpar. Percebendo sua vergonha, fiz com que ela pagasse caro por minha decepção. Continuei a beijar e ame esfregar em seu corpo soltando murmúrios e frases de muito tesão. Ela suspirava quando mordiscava sua orelha e dizia que um dia eu a chuparia todinha até gozar em minha cara. Nessa hora tirei meu pinto pra fora e pedi para que chupasse ali mesmo em pé no corredor. Felina pensou em relutar, mas não queria me decepcionar novamente e segurou meu mastro e colocando tudo que podia em sua boca, chupando como um picolé delicioso. Observando que tentava sair, segurei a cabeça de Felina em direção ao meu Cacete até que minha porra encheu sua boca e melou todo seu rosto. Não me dei por satisfeito e exigi de Felina que nos encontrássemos em outra ocasião. No fim de semana seguinte fui buscar Felina com um fusca emprestado, e lá chegando fui exibido a suas amigas como um troféu. Isso me fez bem e me provocou uma tremenda vontade de retribuir sua gratidão. Claro que ao meu modo. Saímos imediatamente dali e Felina queria passear primeiro, mas com a desculpa de não ter habilitação pedi para irmos direto pra minha casa. Ela mal sabia o que tinha preparado pra recebê-la. Em meu território, as coisas aconteciam sempre como eu planejava. Tomamos algumas caipirinhas e ao som de uma música romântica levei-a até a sala, onde tinha deixado um colchão preparado pra uma noite de muito sexo. Felina assustou-se com minha pretensão mas logo que apaguei as luzes e acendi as velas toda sua resistência foi embora, expulsada também pelo primeiro beijo da noite. Ela usava uma saia curta tipo colegial e uma blusinha do tipo tomara que caia. Peguei-a nos braços como em um momento de lua-de-mel e deitei-a no colchão da sala. Depois de beijar cada pedacinho do seu pescoço, tirei vagarosamente sua blusa e comecei a chupar seus arrepiados seios. Felina sussurrava uma mistura de para e continua. Continuei passando toda minha língua em sua barriguinha e mordiscando sua pele suavemente sem repetir lugar. Felina gemia como uma louca ao mesmo tempo que tentava se segurar pra não fazer escândalos. Suas pernas já

estavam abertas e seus pés pareciam ganchos me puxando pra penetrá-la. Com a frieza de quem tinha pensado em tudo preferi judiar mais um pouco e saborear todo aquele tesão que também me dominava. Naquele momento eu parecia o mais experiente dos homens. Virei Felina bruscamente de costas pra cima e sem que ela percebesse peguei uma pedra de gelo que estava em um de nossos copos de caipirinha. Coloquei o gelo na boca deixando minha língua e lábios extremamente gelados. Passei a língua em sua nuca e fui descendo até o início de sua bundinha. Seus pelos arrepiavam a cada passada de língua gelada. Tirei então a saia de Felina juntamente com sua calcinha e comecei a passar minha língua gelada entre sua doce bucetinha e seu delicioso cuzinho. Senti nesse momento que faria o que quisesse sem ser proibido. Virei-a novamente de frente e chupei freneticamente sua bucetinha como se tivesse mel, e só parei quando Felina começou a tremer seu quadril como se me avisasse que estava prestes a gozar. Acelerei minhas chupadas passando minha língua em volta do seu grelinho enquanto lubrificava meu dedo em sua bucetinha. Quando parava meus lábios em seu grelinho e dava pequenos chupões, Felina cravava suas mãos em meus cabelos para que eu não me atrevesse a parar. Quando percebi que seu orgasmo seria inevitável, suguei toda sua bucetinha enfiando minha língua em sua xoxotinha molhada ao mesmo tempo que meu dedo lubrificado precionava a entrada devagarzinho no seu cuzinho. Senti a pele de Felina se arrepiar e ouvi um grito abafado pelo travesseiro e todo orgasmo delicioso queimando minha boca. Continuei a chupa-la mais intensamente passando minha língua em toda sua bucetinha e até a porta do seu maravilhoso cuzinho enquanto minhas mãos esfregavam seus seios e apertavam sua bundinha pra que ela ficasse mais próxima de minha boca. Felina sentiu orgasmos pausados com intervalos tão pequenos que pareciam um só gozo de tezão incontrolável. Uivava com uma fera descontrolada em gemidos que nem tinham palavras, exceto algo do tipo: “chupa tudo, ahhhh, me mataaaa!, não paraaaaaaaaaaa!!”. Ao recuperar o fôlego ouvi um murmúrio de Felina dizendo não agüentar mais de tanto gozar, mas isso pra mim era como um convite para que eu marcasse com muito prazer o que eu tinha certeza que ela nunca tinha experimentado. Então coloquei aquele corpinho magro e exausto de quatro com minhas duas mãos e sem que ela tivesse tempo de dizer algo coloque meu membro latejante de tezão naquela xoxotinha maravilhosa. Ouvi um “Ai eu não agüento mais”, “eu vou desmaiar”, “para que eu estou ficando louca”, mas sem dó nem piedade soquei com facilidade meus 18 cm de cacete que num vai-e-vem louco me fez perder o controle e levantá-la bruscamente pra que suas costas grudassem no meu peito. Enquanto eu a comia por trás minhas mãos ora apertavam os seios ora entravam os dedos em seus longos cabelos que eram puxados de tesão. Percebi, então,i que Felina adorava um misto de prazer e dor, e logo juntei seus cabelos como um rabo de cavalo e mordia com tesão sua nuca enquanto meu cacete a socava sem parar. Eu a cavalgava como se ela fosse uma potranca em disparada. Comecei a percerber que meu auto controle estava indo embora. Senti arrepios como se estivessem dentro da pele puxando tudo pro meu cacete. Felina já não suportava mais e sem o travesseiro pra impedir, seu grito de prazer podia ser ouvido sem esforço pelos vizinhos. Tentei abafá-la com as mãos mas recebi uma mordida de prazer de Felina que se mostrava sem qualquer controle de si mesma. Nesta hora Felina caiu seu corpo para frente e na mudança brusca de posição meu cacete que estava prestes a encher aquela xoxotinha de pôrra escapoliu no vai-e-vem e penetrou aquele cuzinho virgem que não conseguiu segurar tanta tesão e um cacete todo lubrificado. Felina com a cara novamente no travesseiro deu um grito, cravou as unhas no colchão e pro meu espanto me pediu em voz de dor: “fode tudo, fode, fode sem parar, come minha bunda, que eu vou gozar ah ah ah ah ah ah!!!!”...e juntos gozamos como loucos animais ruminantes. Meu gozo era tanto e tão intenso que queimava Felina por dentro e eu me sentia sendo virado ao avesso com toda minha energia saindo com meu orgasmo. Logo com a diminuição do orgasmo, Felina pediu pra que eu tirasse pois a dor estava ficando maior. Depois de alguns minutos tranzamos novamente como um casal apaixonado, agora bem suave e sentindo cada milímetro de meu cacete entrando e saindo naquela posição de Papai-Mamãe. Ficamos assim enquanto nos beijávamos como apaixonados. Pra minha surpresa essa forma tão diferente ao que tínhamos acabado de fazer foi provocando um delicioso calor que nos fazia suar muito e grudava nossos corpos que pareciam um só. Era tão louco o que estávamos vivendo que um longo e sufocante beijo enquanto transávamos é que arrancou simultaneamente um delicioso e tão intenso orgasmo que ficamos sem forças pra nos desentrelaçar. Infelizmente esta foi a ultima vez que vi Felina. Descobri que estava somente de passeio na casa de uma prima e que voltara pra sua cidade. Despedimos com a certeza de que tinha sido a melhor transa que tivemos. Na verdade vivi outras maravilhosas transas, mas isso é um assunto para o próximo conto. Quem quiser se comunicar ou compartilhar novos contos, aqui vai meu e-mail: grandelukas@gmail.com. - Um grande abraço a todos!

Comi casadinha e ganhei bouete na Via Anchieta Eu trabalho e moro na regiao do ABC e ela sempre passava nafrente da loja, morena, bonita 1,65 , seios redondinhos e durinhos, aquela mulher que todos olham quando passa ate que um dia começamos a conversar, sempre assuntos corriqueiros, mas reparei um certo interesse em mim.Sou grisalho, 46 anos 1,70, acho ate que sou um pouco charmoso, continuando, um dia estava no shopping proximo e vejo a Roberta passeando sozinha, era muito quente e ela estava com uma tomara que caia que denunciava os seus lindos seios e uma mini saia que deixava toda sua forma, pernas, coxas ainda mais lindas que que pareciam ser, me aproximei e começamos um bom bate papo ate o assunto tomar um rumo legal, perguntei se estava sozinha, se o maridao nao tinha ciumes de deixa-la andar sozinha e tao linda, ela respondeu que era o dia do futebol e que toda quarta feira ficava sozinha, ai foi um prato cheio para dizer a ela varias coisas, que eu nao trocaria um jogo para deixar uma mulher tao atraente sozinha, e aquelas coisas que nos gostamos falar e elas adoram ouvir, bom mais o assunto foi aprofundando e ela tambem perguntou o mesmo, disse que minha mulhjer viajara p o litoral para ver a mae dela, que tambem era uma pena eu estar sozinho.Quando ela disse isso, me aproximei dela e passei a mao em seu rosto e instantaneamente senti seu corpo arrepiar por completo, mais que depressa aproveitei o momento dei um selinho nela, o que fui correspondido de imediato, saimos do shopping pois temos muitos conhecidos por ali e fomos em direçao do meu carro. Saimos no sentido da Via Anchieta, pouco tempo de estrada, coloquei minha mao sobre sua coxa e ela se arrepiou de novo, comecei alisar sua coxas e ela abriu um pouco suas pernas, minha mao desceu ate sua xaninha e percebi sua calcinha ensopada, enfiei minha mao dentro da sua calcinha e passei o dedinho em sua grutinha, uma delicia, que quentinho, que meladinho, tirei meu dedinho lambuzado daquele mel delicioso e lambi gostoso, ela vendo aquela cena, pareceu u,a gata no cio, abriu meu ziper e tirou meu pau pra fora que ja estava muito duro, parecia uma estaca e começou a lamber a cabeça, a engolir ele todo, passar a lingua ate meu saco, a chupar como se fizesse muito tempo que nao sentia uma rola encher a sua boca, ela estava louca de tesao, gemia ja com o pau na boca, parei o carro numa estradinha proximo ao Riacho Grande e nao deu tempo pra nada pois ela veio com uma vontade que parecia que a dias nao dava gostoso e agora ia dar como uma femea gosta, ia ser possuida por um cacete gostoso e bem duro, se ajeitou em cima de mim e a esta hora meu pau ja doia de tao duro de tanta vontade de foder aquela bucetinha, começou a cavalgar e conforme ia sentindo sua xaninha sendo penetrada, gritava, gemia, sua bucetinha era bem apertadinha e ia sentindo meu pau entrar e preencher toda aquela xaninha e ia gritando, gemendo,rebolando, quando sentiu meu pau inteiro socado, ela pulava, subia descia, rebolava pedia para eu foder mais, foder mais, pedia para que eu arrombasse aquela buceta que agora era minha, e ela sentia meu pau rasgando e eu chupava seus seios durinhos que cabiam na minha boca e continuava socando e ela gritava para eu come-la gostoso que fazia dias que ela nao metia, e eu ja ficando louco e socando e metendo e beijando sua boca e lambendo suas tetinhas, ja nao sabia quantas vezes ela tinha gozado e meu pau inteiro socado, avisei que ia gozar e a mulher ficou mais louca de tesao, subia , descia pedia para eu come-la gostoso, falava, me arromba, mete , mete , fode essa bucetinha, me fode , me fode, me fode que tambem vou gozar , e entao cravei meu pau duro, inteiro , enterrei ate o talo, naquela grutinha ja toda encharcada, gozei, gozei muito, sentia jatos inundando aquela bucetinha deliciosa, ficamos um pouquinho naquela posiçao, dai ela me contou que havia casado muito novinha, que era do interior e que seu marido, preferia sair com amigos e jogar bola a sair com ela.Nos preparamos p ir embora e para meu delirio no caminho todo da volta ela veio chupando meu pau, engolindo gostoso, como a muito nao tinha ganho uma chupeta daquela, ela ia chupando a cabeço depois ia engolindo tudo bem devagarinho ate encostar no saco, fez isso ate eu nao aguentar mais e falar que ia gozar , ai ela aumentou o ritimo, começou a chupar mais rapido, mais rapido , mais rapido e engoliu meu pau inteiro e gozei gostoso na

sua boca, ela engoliu, lambeu todo meu pau , sugou ate a ultima gota, fico de pau duro so de lembrar.Essa foi um conto, no proximo conto como comi o cuzinho virgem dela. Abraços EMAILs p: alm.abcsa@yahoo.com.br

Desejo de ser Corno 1 Desejo de ser corno.... Bom tudo aconteceu quando passei a ler as revistas private, brasil e outras com contos eroticos revistas que guardo ate hoje em meu armario afinal que não tem uma....rsrsrsrsrs.....e sempre lendo todos sempre lia os contos em que o marido gosta de ver outro homem com sua esposa, foi ai que senti uma vontade de ver outro homem fudendo minha noiva, para pedir uma prova de amor e se ela me amasse mesmo falei que por ser um homem liberal gostaria que ela escolhece um homem para fuder com ela bom ela não teve duvida foi fuder com seu vizinho onde ele a fodeu de todas as formas mas dele ela não gostou por ter um pau pequeno...quando ela me falou que o meu desejo de ser corno foi realizado fiquei feito um louco de pau duro acabei tocando punheta...e ela me falou que no final de semana seguinte ia fuder com um ex..namorado de infancia dela que ela nunca tinha transado pois eu fui primeiro a ter aquele cabaço..bom mais voltando ao que interessa ela foi sair com seu ex....de infancia foi a uma cachoeira e la eles estavam sozinho ela não perdeu tempo foi logo se abaixando e colocando aquele pau do tamanho do meu de aproximadamente 21 cm na boca, chupava feito uma louca e ate engoliu a porra depois foi a vez dele chupar sua bucetinha toda depilada que fica uma delicia ele a fez gozar ali mesmo...ela não perdeu tempo colocou ele deitado em cima de uma pedra e sentou com sua buceta e foi subindo e descendo socando com muita força parecendo um bate estaca e gozando varias vezes, depois ficou de quatro e foi fuder no seu cuzinho o seu ex...meteu tudo deixando ela louquinha de tezão com aquele pau de 21 cm no seu cu, e ela adorando por eu ser um homem liberal e corno..nunca fui de esconder isso pra ela pois todos os homens tem esse desejo de ser corno...e que disser que não esta mentindo, passou esses 2 finais de semana que fiquei sem ver minha noiva falei que ela teria que vir ate minha casa na semana seguinte a recebi com um beijo na boca de homem apaixonado e amando a mulher que tem, conversamos bastante onde ela me contou todos os detalhes e não deu outra fomos para a cama e fudemos bastante onde eu chupei ela todinha na buceta onde aqueles machos a fuderam com vontade e a minha vontade foi maior do que a deles pois enquando mais eu fazia amor com minha noiva mais ela me contava como foi com os dois caras que ela fudeu e os dois tinham o mesmo nome Flavio o vizinho e o ex. namorado...ate hoje quando eu vou a casa dela eu passo por eles e eles sabem que foi eu que pedi para ela fuder com eles....mas ninguem toca no assunto pois mesmo que tocassem ela não iria fuder com eles novamente....assim eu vou seguindo minha vida de corno e sempre com desejos de ver ela fudendo com outros.....continua. Kasalmarfab

Desejo de Ser Corno 2 Continuando com Desejo de Ser Corno 2.... Depois de ter liberado minha noiva para fuder com outros e no final de semana seguinte eu mesmo fuder ele bem forte, decidimos frequentar a praia de nudismo do rio...Praia do Abrico....passamos a frequentar todos os finais de semana mas o tempo sempre estava nublado...tambem era o mes de janeiro e como sempre nesse mes o tempo nunca esta bom, mesmo assim sempre indo a praia e sempre curtindo com minha noiva na praia o segurança é um cara maneiro tem muita gente legal, mas tem sempre um curioso e pela saco que fica fazendo sinais e querendo fuder a mulher dos outros rsrsrsrsrs...bom depois de muitas indas e vindas nesta praia não deu em nada ninguem interessante so algumas mulheres curiosas que queriam ver como era a praia...foi ai que conversando com minha noiva lembrei de um amigo de infancia quando jogavamos futebol comentei com ela se ela toparia sair com ele os tres, ela topou na hora liguei para esse meu amigo que atualmente mora ali perto do paris cafe e conversei com ele se ele toparia transar com minha noiva na minha frente e ele disse que sim....marcamos o horaio e seguimos para lá, apos encontrar este amigo nosso come4amos a conversar e logo seguimos para a casa dele...apos chegar conversa vai e conversa vem....dei um a cutucana na minha noiva e falei para ela tomar a iniciativa não deu outra ela foi logo tirando a roupa dela ficando nuazinha e esse meu amigo tambem, ela partiu para cima dele e foi logo pagando um sexo oral chupava tanto que por pouco o meu amigo não gozou....na cara dela pois deveria a putinha engole toda a porra, apos chupar bastante o pau desse meu amigo chegou a vez dele ele colocou ela deitada na cama de pernas abertas e começou a chupa sua bucetinha depilada, ela gemeu tanto enquanto ela gemia ele chupava mais ainda, a danada ficou em loucuras com a chupada no grelo e varias metidas de dedo na buceta para ajudar....apos essa chupação toda chegou a vez dela sentar naquele cacete com vontade, meu amigo deitou-se na cama de pau para cima e minha putinha colocou a camisinha nele sentou-se bem devagar na quele pau e começou a subir e descer bem devagar depois foi almentando o ritimo das estocadas parecia ate que estava batendo estaca....enquanto isso eu so fotografando e olhando e tambem aproveitava para dar uns beijos nela e botar meu pau para ela chupar ficou naquela posição ate ele gozar de tanto ela meter, apos ele trocar de camisinha ela pediu para ele passar ky pois estava ficando ressecada, ela aproveitou para colocar ele sentado no sofá e sentouse no pau dele virada de frente para mim e começou a fuder novamente nunca vi esse meu amigo fuder ela tando foi deitada, em cima dele ele ajoelhado fudendo ela mas teve o melhor momento foi quando ela sentou no pau dele virada de frente para ele e eu fui meter no cuzinho dela não acertei de primeira pois meu pau foi direto para a buceta dela que ja tinha o pau do meu amigo ela deu um grito de dor e prazer que eu não fiz questão de tirar meti mais ainda foi uma dupla penetração vaginal, a bucetinha dela levou bastante pau como não sou de pau pequeno são 21cm ela delirou de dor e prazer, e gozou feito uma doida não perdi tempo enquanto meu amigo continuava na buceta eu fui enfiar no seu cuzinho para fazer uma dp nela cuzinho e buceta olha que a putinha adorou e pediu para meter com muita força do jeito que ela gosta, deichamos ela toda arregaçada de tanto meter, quando eu gozei no seu cuzinho retirei meu pau e fui no banheiro me lavar quando eu volto vejo minha putinha de quatro e meu amigo atras dela so fudendo seu cuzinho com força do jeito que ela gosta e eu aproveitei e tirei as minhas preciosas fotos para sempre mostrar a ela o quando eu gosto de ver ela fuden do com outro, depois dela ter fudido com esse meu amigo ela tomou um banho colocamos a roupa e fomos para a sua casa, apos chegar tomamos outro banho e fomos nos deitar e olha o que deu começamos conversar e a ver as fotos na maquina digital sentimos o maior tesão e começamos a transar novamente ela me chamando de corno e eu fudendo ela com a maior força e ela so gemendo...quando terminamos ja estava em bem cansados eram aproximadamente umas 4 horas da manhã quando fomos dormir ....no dia seguinte nos arrumamos e fomos curtir o sabado...ate hoje ela quer fuder novamente com esse meu amigo...so que ele quase não tem tempo.....enquanto isso continuo a arrumar outros homens solteiros e casais para participar com agente.....só quem é corno para amar o que a sua esposa faz para te dar prazer...... Continua desejo de ser Corno 3....

Colega de Escola I Bom, nunca tive coragem de escrever aqui, mais esses dias estou sem nada pra fazer em casa. Meu nome e Bruno tenho 17 anos, não sou mais um destes lindos loiros e malhados que tem aki kkkkkkkkk, sou normal magro cabelo castanho olhos castanhos. Bom eu não sou assumido para minha família, mais quase todos meus amigos são gays coisa normal sabe vc sempre faz amizades assim

quando se é. Eu agora to no terceiro ano , e foi no inico das aulas em fevereiro que eu conheci o Sergio, tipo ele era de outro colégio e mudou para o meu so que eu já tinha visto ele antes , nessas baladinhas e tal ( Belo horizonte é uma roça grande fato ! ), ate aí eu achava ele gatinho e tals. Não era da sala dele mas a gente tinha laboratório e ed física juntos, quando encontrei com ele pessoalmente na aula de laboratório fiquei com vontade de sentar perto dele mais sei la nem rolo fico mais dividido mesmo a sala dele de um lçado a minha do outro mais semficava olhando ele, ate que na quinta feira a gente tee a primeira educação física pra quem não conhece eu estudo no Estadual Central ( tb conhecido como Governador Milton Campos ) la e meio estranhu cada bimestre e um esporte e o primeiro era basquete ( como se eu soubesse jogar isso ) so que foi jogando com ele que a gente começo a se falar mais e eu sempre tentava manter contato com ele no intervalo ate q a gente fico podemos dizer amigos, ele não sabia de mim e nem sabia que eu sabia dele , daí a gente troco orkut MSN e essas coisas todas convrsando com ele depois de quase 1 mês, chamaei ele pra sair, a gente foi na savassi e um lugar em bh onde povo da nossa idade sai, de la a gente decidiu ir em uma boate a Mary in Hell, la a gente tava dançando bebendo etc e tal, a boate ´pe meio mix gay, hetero etc e tal o.o. Bom só lembro que a gente bebendo pacassss eu tava super tonto ele tb fui e soltei , hey vc ta gatinho hj viu, pesei q ele ia fazer algo estranhu do tipo sai fora sou hetero tentando da uma de enrustido mas não ele viro e falo brigado vc tb ta gostosinho , daí a gente desceu pra pista e começamos a dançar so sei que na verdade nem sei o que aconteceu mais eu bjei ele E fui retribuído, tava bjando ele no canto da parede era meio escuro e tipo a gente tava quase entrando um no outro ate que eu pus a mão dentro da calça dele o pau dele tava duro e melado daqueles que vc Poe e sente bem meladinho ele foi e pos a mão dentro na minha calça mais pegandpo minha bunda e a gente fico assim mais um tempo ate q ele falo que tava com muito tesão e a gente subiu no banheiro de cima que era mais vazio, a gente entro tranco a porta e ficamos se bjando ate que desabotoei a calça dele e abaxei ele, la mesmo eu comecei a chupar ele com aquele pau meladooo dele ele fiava calado só bagunçando meu cabelo com a mão ate que e parei e comecei a lamber as bolas dele E ele começo a geme de leve depois desci a língua no pau dele e fui passando ela de leve na cabecinha dele , ai levantei e bjei ele e fiquei punhetando ele com a mão, ele me viro de costas desceu minha calça e começo a morde minha bunda e a abri ela Ficava colocando a lingüinha dele no meu cuzinhu e lambendo ate q não agüentei e pedi pra ele me comer, ele ate tentou la mais as posiço3s não tava dando ele coloco so a cabecinha e fico me punhetando ate eu gozar, depois eu abaxei e chupei ele ate gozarrrrr na minha bok, a gente saiu do banheirofikamos la mais uns 20 min e saímos da boate, ele foi cmg ate o mac donald’s que era la perto eu comi um big mac ele tb depois peguei um táxi e fui pracasa isso era na sexta depois conto como foi segunda feira ...

Colega de Escola II Bom dando continuidade ao 1 conto, cheguei na escola segunda feira, como nao tinha aula com ele esse dia fiquei meio esperançoso em vê ele no intervalo ou algo do tipo, mais nada nem no começo nem no final da aula, e meus amigos ja tinham falado que ele tava na escola mais meio dificil de ver ele ¬¬ . Bom chegando emc asa como sempre almoçei e fiquei atoa na internet igual to aqui agoraaa atoa contando pra vocês :). Eu cheguei entrei e fiquei mexendo no orkut e coisas do tipo, até que ele entro no msn, eu clickei no link dele , disse oi, e ai nem te vi na aula hoje, ele falo poisé, tava ocupado, do tipo como se nada tivesse acontecido , aquele estilo ai eu tava bebado nao era eu vamos esquecer isso ( mais ele nao falo isso se tivesse falado dava um murro nele kkkkkkk ) Conversei com ele e tal, mais nada de tocar no assunto , até que eu falei poxa gostei de ter saido com vc espero que a gente saia de novo, aí ele falo poisé sexta ta chegando quem sabe a gente sai de novo. Terça feira na escola eu cheguei um poco mais cedo fiqueido lado de fora da entrada pra ve se eu pegava ele no início da aula fiquei emf rente ao carinha que vende bala , at´´e que ele chego e eu nemreparei ele veio e falo e ai ta me esperando , eu falei poxaaa to a gente nem falo nada ontem nem te vi, ele falo vaum mata aula, eu falei ta mais tem que ser aqui por perto, a gente subiu e foi pra uma praça aqui, praça da liberdade ficamos la sentados na grama conversando ai eu falei aqui vc nao falo nada sobre ontem , voce gosto, tipo vc é gay tb ? Ele respondeu gay nao sei se sou mais ja fiquei com outros meninos antes, eu nossa pensei q vc fosse falar pra gente esquecer isso e tal, ele falo nao nada haver eu gostei foi legal ( foi legal foi otimo de falar ¬¬ ). Bom tirando a melação toda eu vi ele na escola mais la a gente nem se falva comprimentava e tals, até que na sexta a gente marco de sair e novo eu falei pra ele aqui vem aqui pra casa meus pais sairam com os amigos deles, ele falo blz 20:00 tp aí. Ele chego , a gente eutava na internet como sempre ( vicio ), ele entro normal a gente foi pro meu quarto eu tava ate arrumado sop tava descalço, falei pra ele que ja tava terminando, ele falo i pode fika tranquilo lá so abre 23:00 horas, ai a gente fico la ele vendo tv e zuando e eu mexendo na net, ate que sentei do lado dele na cama e fiquei vendo tv, e foi aquilo eu querendo bja ele , ele tb e a gente comv ergonha sei la , aquela sensação de vc tentar algo e a pessoa recusar , ate que eu virei e dei um selinho nele, e a gente fico se olando ate que a gente começo a se bjar, nao sei se era carencia na epoca ou se eu gostava dele demais, mais so de bja ele eu ficava de pau duro, ai deitei em cima dele e a gente fico se beijando ate q nao aguentei e tirei minha blusa e a dele naqueçle bju eu coloquei a mao dentro da calça dele ele fico com a mão na minha bundatirei a calça dele a minha bermuda, ate que abaxei e tirei o pau dele pra fora ele tava duraçõ fiquei la punhetando ele e ele olhando pra mim com aquela cara de me chupa vai, eu fui e coloquei a ponta da minha lingua no pau dele e fiquei lambendo ele devagar descendo a mordiscando depois chupei ele enguli o pau dele todo muito gostoso ele noa falava nada so passava a mao no meu cabelo fiquei assim um bom tempo ate que eu virei pra ele e falei q terminar o que a gente nao conseguiu fazer, ele disse que sim intaum eu fui e tirei minha cueca, e fiquei de frente pra ele , e tentei sentar no pau dele meio dificil a gente tava meio desengonçado mais eu consegui e fui levantando e sentado e bjando ele ate que ele me coloco de 4 e começo a meter mais forte e rapido puxando meu cabelo e me fudendo foi muito gostoso eu tava quase gozado ja quando ele gozo dentro de mim e fico la assim mesmo depois de goza me punhetando e bjando meu pescoço ate eu gozar depois a gente caiu na cama e ficamos la se bjando porum tempo nem fomos pra boate eu levantei e tranquei aporta do quarto e a gente durmiu la no meio da noite a gente ainda gozo mais um vez dessa vez eu chupei ele ate goza na minha bok e ele me chupo ate eu goza na bok dele. dai a gente decidiu ficar mais serio tipo namorar . Depois eu conto mais :)

eu e um casal Esse conto aconteceu a uns 2 meses atras , eu estava no trabalho intediado sem nd pra faze dai entrei numa daquelas salas de bate papo e vi la um nick que me chamo atenção casal procura . pense comigo vo fla um oi pra ver oq acontece Dai dei um oi e me responderam achei que era zuera de alguem e a conversa foi indo e se desenrolando ele me perguntou se eu estava afim de comer a mulher dele não hora não pensei duas vezes flei que sim dai ele me passou o n° do telefone eu liguei e ele me passo o indereço Chegando na ksa dele , ele me levou até o quarto onde a sua mulher estava ja deitada na cama eu todo timido sem saber oq faze , ele ja foi dizendo pra mim tira a minha roupa , eu não pensei duas vezes eu ainda estava com o uniforme da empresa Tirei rapidamente e ele começo a beijar a mulher dele e eu comecei a passar o meu pau na bundinha gostosa dela ele foi tirando a calça dela e me mandando chupa aquela bucetinha carnuda . que tesão de mulher eu comecei a sugar aquele grelinho dela que ja tava encharcado de tanto tesão

enquanto eu chupava ele flava pra mim isso fode com a lingua a xoxotinha da minha mulher vai e ela chemendo bem baixinho , nisso o meu pau ja tava estralando de tesão dai ele flo pra mim da o seu pau pra ela chupa levei o meu pau até a sua boca dai ela começo a chupar os dois paus isso me deixou muito mais loco de tesão então ele subiu por cima dela e começou a meter nela e ela chupando o meu pau , quando derrepenpe eui sinto mais uma boca no meu pau eu olho e vejo ele tbm me chupando na hora eu achei meio estranho um homem me chupando mais deixei pois estava muito gostoso e continuamos ali na hora que eu ia gosar ele flo pra mim da leitinho pra minha mulher da eu peguei gozei na boca dela e ela continuou chupando e ele chupando junto , não demou muito e eu ja estava pronto pra outra e foi quando ela disse que queria que nos dois comecemos ela dai eu comecei enfiando na xoxota dela que estava molhadinha e era bem apertinha mais como ja tava molhadinha foi facil de entrar comecei a ir devagarsinho e depois comecei com toda força da ela me mandou deitar na cama e subiu em cima de mim e começou a cavalgar e cavalgava gostoso enquando chupava o pau do seu marido dai ela pego e arrebito a bundinha ele veio por traz e começou a por o seu pau no rabinho dela bem devagarzinho dai começou nois dois comendo ela . então ela disse que queria que eu arrobance o seu rabinho , eu não pensei duas vezes e troquei de posição com o marido dela ela fiko de 4 pra mim e dizia : fode o meu rabo fode eu coloquei o meu pau naquele cuzinho rosinha e apertado e comecei , mais que delicia de mulher . depois de algum tempo eu gozei como um loko e ela gemeu como uma loba no cio. Dai fikamos nos 3 deitado um poko na cama e eu fui embora Gostaria de repetir essa aventura , se tiver algum casal afim de realizar essa fantasia comigo entre em contato - eut_kero @hotmail.com

MINHA ESPOSA PUTA POR UM DIA MINHA ESPOSA PUTA POR UM DIA Vou contar uma antiga fantasia que realizei com a minha esposa na semana passada? Foi tesão demais! Combinamos de sair a noite, ela vestidinha como se fosse uma puta: salto alto, vestidinho curto e colante, tanguinha enfiada na bunda, bolsinha ao lado, meia 7/8. Ela estava vestida como uma verdadeira e delicia puta safada. Vestida ä caráter. Muito gostosa. Baton e unhas pintadas de vermelho. Levando camisinhas e KY na bolsa. Combinei com ela que iria deixar ela na rua, perto de um local onde umas garotas de programas fazem ponto enquanto ficaria num bar próximo observando. Se chegasse algum cliente que ela agradasse ela poderia combinar o preço e ir com ele a um motel que fica localizado ali próximo. Eu ficaria no bar esperando ela retornar após o programa, caso pintasse algum que fosse do agrado dela e se combinassem o preço. Nao demorou mais do que 15 minutos, parou um cara de carro próximo a ela e a chamou para perto do carro dele. Ela aproximou da porta do lado do passageiro e ficaram conversando um pouco. Notei que ela deu uma voltinha pra ele ver todo o corpo dela, certamente atendendo ao pedido dele. Logo em seguida ela entrou no carro dele e eles saíram dali.

Deu para perceber, quando passaram perto de mim, que estava no bar da esquina, que se tratava de um homem grisalho, boa aparência e certamente com seus mais de 50 anos. Passadas umas duas horas e meia, aproximadamente, ela chegou com a cara de safada e toda feliz, com a pernas bambas, quase tropeçando no solto alto que usava, dizendo que tinha feito o programa com ele e que tinha recebido como pagamento a quantia de 100 reais, me mostrando o dinheiro, toda contente, feliz e cara de safada gostosa. O meu tesão foi enorme na hora, paguei a conta e fomos para um motel e meti nela a noite toda. Percebi que a buceta dela tava ainda toda melada de tanto gozar com o cara e com cheiro sexo e de motel. Ela me disse, quando de nossa transa, que o cara foi muito carinhoso com ela e ainda passou o fone dele para ela ligar depois e marcarem um novo encontro. Disse ainda que era casado há muito tempo com sua esposa, mas não tinha mais tesão por ela, por isso achou a minha esposa muito gostosa, ficando com o maior tesão por ela, querendo marcar novos encontros com ela. Ela me disse que ele foi muito carinhoso com ela, chupou os seios dela, a buceta, a bunda e o cuzinho dela, o que deixou ela morrendo de tesão por ele, tendo ela retribuído e chupado o cacete dele bem gostoso também. Disse ainda que ele tem uma pica gostosa e parecida com a minha, só que um pouco maior e mais grossa. Pude notar do barzinho onde estava que, quando ele deixou ela próximo ao local de onde saíram, deu um grande e demorado beijo na boca dela. Aquela cena me matou ainda mais de tesão, misturado com ciúmes. Eu e ela adoramos a fantasia e foi tesão demais. Já tínhamos vontade de realizar esta fantasia há anos, mas só agora ela e eu tomamos coragem. Foi tesão demais! Adoro ser o corno dela e ela adora ser a minha puta safada. Fiz até um log com fotos nuas dela: www.sexlog.com.br/fernandaesposa

TRANZEI COM A COLEGA DA MINHA MÃE

Oi meu nome é Marcos tenho 18 anos 1,78 de altura. Bom minha mãe tem uma amiga chamada Helena tem 40 anos ela é morena baixa deve ter uns 1,65 de altura por ai, tem uns seios bem grandes só num tem uma bundona, bom tem uma marido já velho de 56 anos, e ela de vez em quando aparece lá em casa pra comprar uns produtos que minha mãe vende perfume, cremes etc... e então percebia que ela me olhava de um jeito diferente, ai teve um dia que ela foi lá em casa ai quando eu abri o portão ela perguntou de mim, minha sogra ta em casa eu fiquei rindo ela também ai disse que sim ela entrou falou com minha mãe quando eu fui fechar o portão pra ela sair ela sai e virou pra mim e deu uma piscada, eu dei um sorriso pra ela ai ela foi embora, foi o bastante pra mim ficar pensando nela o dia todo, desde desse dia comecei a sentir um tezão por ela, eu ficava olhando pra bunda dela pros peitos dela quando ela ia lá em casa ai meu pau começava a ficar duro eu saia até de perto pra minha mãe e nem ela ver que eu tava de pau duro, mas eu nunca tinha falado pra ela que sentia tezão por ela e tinha vontade de comer ela mas eu percebia nos olhos dela quando ela me olhava que ela queria algo, ai como sempre eu ia deixar ela no portão teve um dia que ela me chamou de gostoso naquele momento meu pau ficou um ferro de duro, ai quando eu saia de casa as vezes topava com ela na rua ela mexia comigo perguntava se minha mãe tava em casa eu dizia que sim. Certo dia como sempre meu pai ia pro trabalho cedinho meu irmão ia pra aula tava só eu e minha mãe ai ela resolveu sair pra resolver umas coisas e toda vez que ela sai demora muito pra chegar, ai tava eu sozinho em casa era umas 9:36 quando o telefone toca era ela querendo falar com minha mãe eu disse ela saiu ai ela desligou o telefone, num demorou muito bate no portão fui lá ver era ela eu abri a porta e perguntou pra onde minha mãe tinha saído eu disse pra ela. Ai ela veio se chegando pra perto de mim e perguntou se eu já tinha comido uma mulher mas velha eu disse não, meu pau começou a ficar duro ela viu o volume no meu short e passou a mão em cima fiquei louco que tezão, ai nos entramos pra dentro de casa ficamos na sala eu fiquei em pé ela se abaixou e começou a tirar meu short quando ela viu o tamanho do meu pau ela ficou doida pra dar pra mim, meu pau tem

20cm, ela olhou e disse o teu pau da quase 2 do meu marido ela disse que o dele era pequeno, ai ela caiu de boca começou a chupar a cabeça as bolas ai eu comecei a tirar a roupa dela tbm deixei ela nuazinha chupei os peitos dela, abri as pernas dela e passei a língua na buceta dela eu cuspia no cuzinho dela metia o dedo, ai ela disse mete na minha buceta eu deitei ela veio por cima e começou a cavalgar no meu pau fiquei doido, ela falou goza dentro da minha buceta quero sentir teu jato de porra num demorou gozei pra caramba dentro da buceta dela, ai eu aproveitei nos fudemos uns 35 minutos ela disse ai tabom minha buceta já ta ardendo eu falei já só isso ela disse eu num to acostumada com um pau desse tamanho né ai eu tirei eu chupou ai eu gozei dentro da boca dela e ela engoliu tudinho. Pronto desde desse dia então sempre transo com ela aqui em casa ai no fode muito, já comi ela duas vezes na casa dela também. E com diz o ditado” Panela velha que faz comida boa” e é mesmo ela paga um boquete maravilhoso. FIM...

Adulterio irresistível Sou Ana e tenho muitas histórias pra contar sobre minhas intimidades, iniciei minha vida sexual com 12 anos desejo contar todas elas.Quero descrever com detalhes oque pra mim foi uma das puladas de cerca mais enlouquecedoras dentro de um vasto histórico de sexo gostoso.Bom, num dia lindo de sol estava bem quente e eu usava um shorts e uma regata bem simples, mas meus cabelos estavam brilhantes, meus seios viçosos e em plena forma , sou morena meus cabelos são negros lisos e tenho 1.70 com 65kg bem distribuídos,quando um problema no carro do meu esposo trouxe até o portão da minha casa uma voz bem grossa e grave que me deixou curiosa, vi em frente ao carro um homem de jeans limpo,unhas limpas um cavanhaque bem feito com pêlos bem grossos e masculinos ele usava um jaleco mas também não estava sujo, usava uma sandalia de couro que passou uma imagem de extrema virilidade ele me olhou e me cumprimentou segurando minha mão com segurança fiquei impressionada com a voz dele era muito

masculo.Naquele dia ficou sob a miha responsabilidade acompanhar o trabalho do mecanico que vou chamar de Jorge pois meu esposo precisava se ausentar da cidade devido a uma reuniao da empresa.No dia seguinte estive na oficina quando o mecanico falou comigo a respeito do carro e que derepente um carro novo precisaria de um tempo maior pra verificar a situação do automovel nisto percebi na sua intençao a vontade de me ver novamente.Fui pra casa e naquela noite sozinha acordei as 2 horas da manha com minha boceta molhada e muito excitada minha respiração estava ofegante e eu fui pra sala com o meu travesseiro e desejei aquele homem com o meu corpo todo, me masturbava e pensava nele como uma tarada,estava pegando fogo.No dia seguinte voltei pra oficina como ele havia pedido coloquei um vestido azul com um decote cavado sem sutiã e sem calcinha o dia estava bem quente e ele olhou e disse que estava tudo bem com o carro não me conformei e sai de lá liguei pra ele e disse que estava com o carro na rua precisava da ajuda dele imediatamente. Ele veio bem rápido e mostrou entender que eu o desejava. Saímos no carro pra fazer um teste quando ele entrou numa rua deserta com muito mato em volta sem casas e sem carros passando entrou numa rua sem saída parou o carro e começamos a nos beijar enlouquecidamente ele dizia chega não aguento mais molhou sua mão na minha boceta que estava em chamas de tesão e me pegou com força quando um carro se aproximou do nosso e saimos de lá sem transar marcamos pra de tarde e nos encontramos num motel onde aquele peito cabeludo aquela voz grave me envolveu nos braços e enfiou aquela ferramenta enorme na minha boceta, metemos em muitas posições ele se encostou na parede e me colocou de quadro era quente gemia gostoso e lambeu a minha boceta de um jeito que só mesmo ele conseguiu dar uma chupada com mordidinhas gostosas e sugadas suculentas sem me machucar, me enlouqueceu... como ele tinha o pêlo do cavanhaque grosso roçava na minha boceta e eu gozei e gritei como uma louca ele ficou enlouquecido com minha desinibiçao, e pediu... implorou... pra gozar na minha boceta.. eu deixei e ele me esporreou gostoso e pos na minha boca aquele pauzão delicioso que nunca mais esqueci.O ritmo das bombadas... a espessura do seu pau.. enorme devia ter pelo menos 22cm,ele me levantava com o pau enfiado em mim!

Metemos muitas outras vezes em cima do carro,ele abria muito minhas pernas e socava em mim com bombadas de enlouquecer.Um dia enquanto transavamos atendi o celular ligação do meu marido e meu macho gostoso metia por trás na minha boceta.Aquelas loucuras me deixavam ainda mais exitada.

Prazer com a prima da adolescência até hoje O que irei relatar aqui é verídico entre mim e minha prima,darei meu nome de Eduardo e dela de Priscila, morávamos com uma família grande desde pequeno, mas com o tempo fomos crescendo e observar mais as coisas no mundo de modo diferente e foi daí que prestei mais atenção no corpinho de minha prima que estava ficando bem gostosinha a cada ano que se passava, razão essa inspirada pelas revistas de sacanagens, filmes e leituras eróticas conseguida com a turma da rua de casa, coisa de moleque. Mas lá pelos 14 anos as coisas começaram a esquentar mais e mais, pois fui tirando umas brincadeirinhas com ela e ao mesmo tempo alimentando agora a minha fantasia sexual com todo o material de sacanagem que eu continha pra ser passado pra ela com o desejo que ela viesse a corresponder aos meus anseios.Bom tudo começou num dia em que estávamos tomando banho juntos fora de casa no chuveiro, os dois com peças intímas, e foi ai que comecei a me esfregar naquele delicioso corpo, peitinho pequeno, bucetinha gordinha e um rabinho apetitoso e ela foi deixando, até que de leve esfregava mais e mais o meu pau duro dentro da sunga nela e ela deixando tudo correr, enfim foi o primeiro passo pra um mundo totalmente de prazer entre ambos, já que não passou de uns pequenos amassos minha primeira investida isso tudo com muito sigilo para ninguém de nossa família flagrar nós dois. Daí em diante eu não pensava em outra coisa a não ser em fuder a minha prima, vivia batendo punheta pensando nela no banheiro, e então comecei a trazer revistas de sacanagens para ela ler e então e com isso já começava a obter êxito em minhas conquistar como chupar os seus seios, pois via que ela ficava excitada com as leituras

eróticas das revistas e depois com os filmes que assistíamos escondidos já conseguia ficar num local que tínhamos secretos ficar um bom tempo esfregando a minha pica dura já por fora da cueca, nossa aquilo já era um bom sinal pra mim, pois a Priscila gozava sentia um prazer enorme em roçar aquele capu de fusca que ela sempre teve em minha pica e eu gozava só com aquele tipo de prazer, as coisas foram ficando mais quentes de modo em que um certo dia depois de um filme eróticos ela resolveu me mostrar sua buceta, que imagem mais linda era aquela, bucetinha rosada, cheirosa, lábios grandes, pêlos crescidos em volta de sua vulva, aquela coisa encharcada de melzinho pronta pra ser sugada e pedindo pra minha boca explorar toda aquela gruta inexplorada em plena adolescência, bom sei dizer que fiquei apreciando cada detalhe daquela coisa linda que brotou bem na minha frente, mas não demorei muito pra cair de boca na buceta da Priscila antes que ela mudasse de idéia e foi daí que eu escutei um ruído fascinante, era ela gemendo na minha boca e delirando com cada investida que eu dava com a língua na sua boneca, tentava enfiar o dedo, mas ela não deixava, nessa altura já teria gozado umas duas vezes só fazendo sexo oral nela, mas sempre ficávamos atentos pra não sermos pegos por ninguém, e com o tempo passando e muitos materiais eróticos mostrados a ela eu já fui colocando a pica pra fora e deslizando em sua buceta, gozava como um louco, ela me mostrava sua buceta aberta sem proteção da calcinha e me provocava também, afinal adorava esse jogo, as vezes ficava um bom tempo falando putaria com seu namorado e tocando siririca e eu estava lá pra me aproveitar de tal situação, transava com ela no banheiro de madrugada nesse caso, primeiro eu ficava lambendo sua xoxota molhada na banheira aonda ela estava e ela depois fazia uma cara de safada no reflexo do espelho quando eu fudia sua buceta encharcadaem pé e fazia cara de sorriso sacana, ao dormirmos no mesmo quarto ela ficava me mostrando sua buceta de sua cama e eu socando uma punheta na minha e daí quando não agüentávamos mais procurávamos algum local pra matar nossa vontade, quando minha avó viajava então ela ficava sozinha e ai era mais motivo pra treparmos na cama de nossa avó, as tardes quando não tinha nenhum material de sacanagem pra mostrar eu ficava olhando a buceta dela por um bom tempo e socando bronha até ela

entrar no meu jogo e deixar o seu short curto de lado e mostrando sua princesa pra mim e de vez em quando em meio ao perigo eu me aproximava rapidamente com a boca pra chupar e como estava melada ela arreganhava as pernas e se contorcia com seu quadril pra cima esfregando bem na minha cara eu ficava com o rosto lambuzado com isso e curtia isso, pegava a minha mão e abria sua gruta com dois dedos e via ela brilhando e colocava a língua lá dentro e quando puxava o seu melzinho vinha grudado em minha boca como se fosse um fio de água, aquilo pra mim sempre foi precioso, pois sempre gostei de chupar uma buceta e claro que já recebi uma chupada dela em minha pica e quando não sua mão me masturbando, chupava ela quase todo dia e quando não fazia isso eu me acabava na punheta pra ela ficar logo afim.Mas nesses amassos todos dentro de casa não levantávamos muitas suspeitas dentro de casa e agíamos normal pra não dar na vista e eu contente com toda a situação, mas infelizmente e felizmente também eu não fui o seu primeiro homem, não sei ao certo pra quem ela deu, mas o que importou mesmo foi que eu me aproveitei por anos dessa situação, minha primeira vez com ela foi numa tarde de sábado, sempre tinha alguém tomando cerveja nesses dias em casa, então aproveitávamos pra ir ao nosso lugarzinho do prazer e foi numa dessas investidas que eu botei na bucetinha dela e logo sentir que ela não era mais virgem e eu pouco liguei também, só fiz curtir o momento, nossa que buceta maravilhosa, apertada e deliciosa, eu enfim realizando o começo do meu sonho sexual com ela. Após a minha primeira transa com ela, comecei a me armazenar com matérias cada vez mais eróticos pois isso deixava ela excitada, e então começamos a transar em todos os cantos da casa, nos banheiros, sala, cozinha, sala de jantar, quartos, área de lavanderia e no quarto de empregada, como estudávamos o resto do tempo tínhamos que estudar e sempre que eu podia eu ir dar uma força no estudo pra ela a sós, mas sempre com uma revista de sacanagem pra ela ler e olha que as vezes ela não queria, mas quando abria as primeiras paginas da revista sua buceta ficava logo ensopada e não dava outra, uma bela trepada não importando o lugar da casa e nem horário, eu adorava quando ela mandava eu sentar na cama, isso depois que eu chupava a buceta dela,e sentava na minha pica e eu via

aquela sua buceta enorme(apesar de ela ser baixinha) engolir a minha pica e rebolando na minha vara, gemia gostoso e mandava eu segurar os seus bicos rosados e médios que cabia em toda palmda de minha não e eu apertava e escutava o seu gemido acompanhado do seu gozo,sem falar ainda tinha que reparar pra que ninguém aparecesse, e quando não, tínhamos uma cadeira exclusiva no quarto secreto no qual ela se apoiava com os braços e colocava uma das pernas na cadeira e deixava exposta aquela linda buceta pronta pra ser fudida e pra situação ficar mais perigosa as vezes ela deitava-se na cama só de shortinho e deixava aquele delicioso corpo estendido na cama pronto pra ser explorado com minha mão, boca e pica, ai já era por minha conta então afastava a sua calcinha pro lado e ajustava a minha pica bem na entrada de sua buceta e ela sempre gostou de rejeitar a sua buceta pra mim nas primeiras tentativas, parecia não deixar eu fazer isso, mas com pouco tempo ela estava de 4 na cama e nós dois correndo perigo, já que qualquer um podia pegar nós dois em tal situação.O dia de sábado era meio que especial pra mim, pois ela de manhã ia lavar roupa e ao mesmo tempo pegar sol e ficava super apetitosa e daí eu ficava no quarto esperando por ela que após lavar roupa ficava lendo alguma revista minha de sacanagem sem o compromisso de dar-me sua vulva,mas não dava outra, após algumas horas de sol, lá vinha Priscila com os seus17 mais ou menos pro seu priminho, seu corpo exalando o cheiro de bronzeador e sua bucetinha tufada e salgada, e com uma marquinha que não era pra colocar defeito algum, ela entregava a revista pra mim e eu com um ar de como não soubesse da nada ficava calado e esperando ela entrar, então ela afim de fuder vestida com uma toalha de banho tirava o seu biquíni totalmente nua pra mim e se olhava no espelho e então eu pedia pra chupar sua buceta ou seu cuzinho, ela dizia que não, mas no momento em que eu tocava no seu corpo ela não fazia nenhuma rejeição então notava que o sinal estava verde e pronto pra ser começado, melhor gozado, fora o momento de sol dela aos sábadoo melhor vinha tambem de noite, pois ela tinha um horário pra chegar em casa então eu ficava na rua com a turma e antes da 23hs eu já estava em casa esperando pra assistir um filme de sexo que passava todos os sábados na bandeirante, certamente muito já devem ter visto esse filme, e era ai que começava a minha outra jornada pra fuder

de novo aquela buceta, apesar de ela ter acabado de chegar da rua, ou em festa ou mesmo namorando, transado ou sei lá não me importava,pois depois que lavava a buceta pra mim estava ok, não via limite em mim em ter a gruta de Priscila mais uma vez, sendo que de noite o perigo era maior, os cuidados eram redobrados, transanvamos no sofá, ela sentava ao meu lado, jantava eu colocava no canal do filme e alisava suas pernas e sempre ela não deixava, o filme rolando e ela assistindo e mais uma vez tentava e daí ela ia deixando eu passar a mão sobre sua perna, ela tinha uma camisola em que deixava os seu lindos seios bem visíveis e sua calcinha também, isso me deixava com um tesão louco, bom das pernas eu me concentrava em massagear sua buceta por cima de sua calcinha e pressionar bem de modo que ia cededo e abria sua perna, mas não deixava eu colocar o dedo, então implorava pra chupar e ela não deixava, só afastava a calcinha e deixava eu vendo aquela buceta aberta e eu socando punheta, mandava ela meter o dedo pra ver se estava ensopada e prontamente ela deslizava o seu dedo indicador e colocava na entrada da grutinha e com outro dedo ela abria e fechava os dedos e eu vendo seu melzinho ali grudado de uma ponta a outra em seus dedos, isso era pra acabar, depois ela mandava eu chupar, daí ficava mais feliz, nisso ela tinha que reparar a porta pra que ninguém aparecesse, e perguntava pra ela se eu podia fuder ela e ela dizia que não, que eu ficasse ali na mesma função, sem brincar muito no seu clitóris porque ela dizia gozar rápido e então eu afundava a minha língua mais e mais, na sua gruta a ponto de fazer questão de morrer afogado ali, naquele instante, depois de certo tempo ela ficava de 4 e mandava eu fuder e controlava cada pombada que eu dava nela, ela manipulava tudo, não queria que eu gozasse rápido e nem dentro de sua buceta, mas confesso que não conseguia segurar por muito tempo, pois com ela tudo me excitava e era demais. Bom depois de um tempo ela se casou e mudou de casa, mas nem por isso eu fiquei sem transar com ela, uma vez ela veio ficar aqui em casa grávida passar o dia e eu não pensei em outra coisa a não ser comer ela e não deu outra, depois de uns sites de sacanagens na net fomos ao nosso local secreto e ela mesmo com uns 8 meses me cedeu sua buceta, estava maior e mais ensopada, parecia que não transava desde quando havia ficado grávida, dessa vez não

foi muito difícil convence-la, nem chupei ela dessa vez, digo sós os seios, mas cavalguei gostoso naquela buceta e gozei toda a minha porra que estava guardada especialmente pra ela, apesar de eu ter namorada, mas a sua buceta é sem comparação o prazer com ela é maior sem dúvida. Ultimamente com nossa maioridade, eu 29 e ela 27 foi ficando cada vez mais difícil nossas aventuras, pois temos certas responsabilidades, mas nem por isso deixei a nossa relaçãoe esfriar, e daí que vem mais um relato, mesmo casada já chupei os seus seios, masturbei sua buceta isso tudo aqui em casa quando ela vem visitar e a minha última coisa fantástica que eu fiz foi transar com ela na sua casa, dentro da casa de seu marido, isso nunca vou esquecer o prazer e o risco acho que combina tanto pra mim como pra ela, então certa vez numa de suas visitas resolvir mostrar uns sites de sacanagem pra ela e ela aos pouco amoleceu e deixou eu sugar seus seios,toca-los e massagear a sua buceta por cima de sua calça jeans, pra minha surpresa ela estava com o fio dental preto que eu vi no meio de suas coisas na mudança em que fiz de sua casa, daí em diante já não me contive em somente acaria-la, queria mais foi quando ela sentada e notando que eu estava desejando ver ela vestida somente com sua calcinha enclinava o seu rabo em direção a minha boca, pois nessa hora já estava de joelhos com a boca pregada na sua bunda e passando a minha língua onde desse, excitada se levantou e topou em somente em mostrar-me o seu fio dental, mas não foi preciso pedir pois ela estava com a calça arriada e eu lasquei um beijo na sua buceta e virei ela de costa pra mim meter o dedo na sua buceta que já se encontrava muito molhada e daí comecei a socar uma punheta e colocar o dedo num vai e vem frenético na sua vulva gostosa, que cheiro maravilhoso, cheiro do prazer e ela correspondendo vindo de encontro ao meu dedo como se quisesse engolir todos e soltar o seu melzinho, pena não ter durado muito,pois corríamos grande risco já que a porta não tinha fechadura onde estávamos.Bem passado esse fato e eu já contente por ter ao menos ter visto aquela buceta a qual tanto chupei, e fazia tempo que isso não ocorria, então resolvir bolar um meio de fuder gostoso ela e numa dessas tarde eu sozinho em casa liguei pra ela e por sorte ela estava receptiva, contou pra mim que estava de calcinha pequena preta, buceta raspada e que havia passado o dedo como eu

desejara, e contei meus desejos pra ela durante um bom tempo sobre ela e como havia gostado de nossa última aventura, até que em meio a nossa conversa ela pediu pra mim deixar um objeto aqui de casa pra ela e topou somente me mostrar sua buceta quando fosse lá, nada mais do que isso. Para minha alegria não pensei duas vezes e me mandei pra sua casa, era uma tarde chuvosa típica pra um bom sexo quente, ao chegar lá bati e lá veio ela me atender, vestidinho preto e curto, dava pra ver o realce dos seus seios, conversamos um pouco e eu meio molhado me sentei na cadeira, e muito entusiasmado chamei ela pra perto de mim, e ela veio, abaixei o vestido delicadamente e seus seios pularam pra fora como se quisessem sem mamados, seios médios firmes,bicos rosados e apetitosos, foi quando eu enconstei a minha língua no seus bicos com movimento repentinos de um lado para o outro e aos poucos fui abrindo cada vez minha boca pra colocar todo o seio nela e chupar devagar, desci com a boca em direção em sua buceta, mas queria ver a calcinha que estava vestida, e era uma preta pequena que cobria bem a sua buceta na frente mas no rabo era um pequeno fio, fiquei olhando aquele corpo, foi quando ela prontamente me mostrou aquela flor rosada que eu tanto queria matara a saudade, realmente ela estava sem nenhum pêlo como ela disse e falou pra mim que era pra mim ver somente, levantou o vestido puxou sua calcinha pela frente e puxou de modo que seus lábios pubianos ficaram caídos em meio a pequena tira que ela fez com a calcinha, depois afastou pro lado e me ajoelhei em frente a sua vulva carnuda e larguei a língua, como estava gostosa, melada, e com um cheiro ótimo do seu melzinho, fiquei ali passando a língua de baixo pra cima e cada vez que eu fazia isso sentia a contração do seu corpo, coloquei ela sentada em sua cadeira de balanço e ela se abriu toda pra mim apoiando as suas duas pernas na cadeira e deixando o caminho totalmente livrepra mim fazer o que bem quisesse, então mais uma vez me afoguei em sua buceta, lambendo tudo o que tinha direito,com a mão direita segurava um de seus seios e com a mão esquerda colocava um dedo dentro de sua flor, cada investida parecia que ela iria enterrar o meu dedo, depois ela se levantou e ficou em pé e eu sentado na cadeira socando uma punheta,pois ela havia cumprido o que prometerá, ela olhou na casa do vizinho ao lado pra ver senão tinha ninguém olhando e tirou o seu

vestido e veio ao meu encontro, mandou que eu arriasse a calça sentou na minha pica e eu lembrei que fazia dois anos que não sentia aquele rebolado gostoso na minha vara, iria fazer do mesmo jeito que ela gostava segurar os seus seios enquanto ela rebolava em minha pica, mas isso quem fez foi ela, ela sentava, rebolava, esfregava e eu abria o rabo dela vendo o seu anel rosado, não acreditando naquela situação que tanto desejei, como minha calça estava machucando ela, então ela se levantou e se apoiou em sua cadeira na sala de jantar toda nua e mandou eu fuder a buceta dela, ao chegar perto da entrada de sua buceta ela inclinou os pés pra cima de modo que sua buceta ficasse na direção de minha pica pra que eu pudesse cavalgar gostoso como um cachorro louco, ficava trepando aquela buceta e mexia em seus cabelos curtindo cada momento, mas como a vontade era muita não demorou muito pra mim chegar ao orgasmo, enfim o meu desejo estava realizado, comi minha prima fofinha após um bom período só na vontade. Espero que tenhamos cada vez mais e mais oportunidades, pois já são uns 10 anos só de transa escondida,rs.Apesar de nossas transas nenhuma vez coloquei no seu lindo cuzinho , somente me esfreguei nele, mas quando tiver oportunidade vou passar a língua da buceta ao cuzinho e fica por horas brincando com seu anel pra depois penetrar gostoso e sentir a verdadeira sensação do seu rabinho, pois se comendo a sua buceta ela me deixou doido até hoje nem consigo imaginar sentindo a minha pica deslizando com um bom lubrificante para dentro do cuzinho dela e ela engolindo cada centímetro do meu pau pra dentro de si e mordendo todo o meu membro a cada engolida, nossa como deverá ser bom realizaresse sonho também, enquanto isso ficarei imaginando seu rebolado, suspiros e sua cara de gozo até esse dia chegar, uma coisa eu sei, o seu cuzinho é perfeitinho e não medirei esforço prate-lo. Quem sabe no próximo conto eu não relato pra vocês.

Aventuras com a prima da adolescência a maioridade O que irei relatar aqui é verídico entre mim e minha prima,darei meu nome de Eduardo e dela de Priscila, morávamos com uma família grande desde pequeno, mas

com o tempo fomos crescendo e observar mais as coisas no mundo de modo diferente e foi daí que prestei mais atenção no corpinho de minha prima que estava ficando bem gostosinha a cada ano que se passava, razão essa inspirada pelas revistas de sacanagens, filmes e leituras eróticas conseguida com a turma da rua de casa, coisa de moleque. Mas lá pelos 14 anos as coisas começaram a esquentar mais e mais, pois fui tirando umas brincadeirinhas com ela e ao mesmo tempo alimentando agora a minha fantasia sexual com todo o material de sacanagem que eu continha pra ser passado pra ela com o desejo que ela viesse a corresponder aos meus anseios.Bom tudo começou num dia em que estávamos tomando banho juntos fora de casa no chuveiro, os dois com peças intímas, e foi ai que comecei a me esfregar naquele delicioso corpo, peitinho pequeno, bucetinha gordinha e um rabinho apetitoso e ela foi deixando, até que de leve esfregava mais e mais o meu pau duro dentro da sunga nela e ela deixando tudo correr, enfim foi o primeiro passo pra um mundo totalmente de prazer entre ambos, já que não passou de uns pequenos amassos minha primeira investida isso tudo com muito sigilo para ninguém de nossa família flagrar nós dois. Daí em diante eu não pensava em outra coisa a não ser em fuder a minha prima, vivia batendo punheta pensando nela no banheiro, e então comecei a trazer revistas de sacanagens para ela ler e então já começava a chupar os seus seios, pois via que ela ficava excitada com as leituras eróticas das revistas e depois com os filmes que assistíamos escondidos já conseguia ficar num local que tínhamos secretos ficar um bom tempo esfregando a minha pica dura já por fora da cueca, nossa aquilo já era um bom sinal pra mim, pois a Priscila gozava sentia um prazer enorme em roçar aquele capu de fusca que ela sempre teve em minha pica e eu gozava só com aquele tipo de prazer, as coisas foram ficando mais quentes de modo em que um certo dia depois de um filme eróticos ela resolveu me mostrar sua buceta, que imagem mais linda era aquela, bucetinha rosada, cheirosa, lábios grandes, pêlos crescidos em volta de sua vulva, aquela coisa encharcada de melzinho pronta pra ser sugada e pedindo pra minha boca explorar toda aquela gruta inexplorada em plena adolescência, bom sei dizer que fiquei apreciando cada detalhe daquela coisa linda que brotou bem na minha frente, mas não demorei muito pra cair de boca na

buceta da Priscila antes que ela mudasse de idéia e foi daí que eu escutei um ruído fascinante, era ela gemendo na minha boca e delirando com cada investida que eu dava com a língua na sua boneca, tentava enfiar o dedo, mas ela não deixava, nessa altura já teria gozado umas duas vezes só fazendo sexo oral nela, mas sempre ficávamos atentos pra não sermos pegos por ninguém, e com o tempo passando e muitos materiais eróticos mostrados a ela eu já fui colocando a pica pra fora e deslizando em sua buceta, gozava como um louco, chupava ela quase todo dia e quando não fazia isso eu me acabava na punheta pra ela ficar logo afim.Mas nesses amassos todos dentro de casa não levantávamos muitas suspeitas dentro de casa e agíamos normal pra não dar na vista e eu contente com toda a situação, mas infelizmente e felizmente também eu não fui o seu primeiro homem, não sei ao certo pra quem ela deu, mas o que importou mesmo foi que eu me aproveitei por anos dessa situação, minha primeira vez com ela foi numa tarde de sábado, sempre tinha alguém tomando cerveja nesses dias em casa, então aproveitávamos pra ir ao nosso lugarzinho do prazer e foi numa dessas investidas que eu botei na bucetinha dela e logo sentir que ela não era mais virgem e eu pouco liguei também, só fiz curtir o momento, nossa que buceta maravilhosa, apertada e deliciosa, eu enfim realizando o começo do meu sonho sexual com ela. Após a minha primeira transa com ela, comecei a me armazenar com matérias cada vez mais eróticos pois isso deixava ela excitada, e então começamos a transar em todos os cantos da casa, nos banheiros, sala, cozinha, sala de jantar, quartos, área de lavanderia e no quarto de empregada, como estudávamos o resto do tempo tínhamos que estudar e sempre que eu podia eu ir dar uma força no estudo pra ela a sós, mas sempre com uma revista de sacanagem pra ela ler e olha que as vezes ela não queria, mas quando abria as primeiras paginas da revista sua buceta ficava logo ensopada e não dava outra, uma bela trepada não importando o lugar da casa e nem horário, eu adorava quando ela mandava eu sentar na cama, isso depois que eu chupava a buceta dela,e sentava na minha pica e eu via aquela sua buceta enorme(apesar de ela ser baixinha) engolir a minha pica e rebolando na minha vara, gemia gostoso e mandava eu segurar os seus bicos rosados e médios que

cabia em toda palmda de minha não e eu apertava e escutava o seu gemido acompanhado do seu gozo,sem falar ainda tinha que reparar pra que ninguém aparecesse, e quando não tínhamos uma cadeira exclusiva no quarto em que ela se apoiava com os braços e colocava uma das pernas na cadeira e deixava exposta aquela linda buceta pronta pra ser fudida e pra ficar mais perigoso ela deitava-se na cama só de shortinho e deixava aquele delicioso corpo estendido na cama pronto pra ser explorado com minha mão, boca e pica, afastava a sua calcinha pro lado e ajustava a mnha pica bem na entrada de sua buceta e ela parecia não deixar eu fazer isso, mas com pouco tempo ela estava de 4 na cama e nós dois correndo perigo, já que qualquer um podia pegar nós dois em tal situação.O dia de sábado era meio que especial pra mim, pois ela de manhã ia lavar roupa e ao mesmo tempopegar sol e ficava superapetitosa e daí eu ficava no quarto esperando ela e ela após lavar roupa ficava lendo alguma revista minha de sacanagem sem o compromisso de dar-me sua vulva,mas não dava outra, após algumas horas de sol, lá vinha Priscila com os seus17 mais ou menos pro seu priminho, seu corpo exalando o cheiro de bronzeador e sua bucetinha tufada e salgada, e com uma marquinha que não era pra colocar defeito algum, ela entregava a revista pra mim e eu com um ar de como não soubesse da nada ficava calado e esperando ela entrar, então ela afim de fuder vestida com uma toalha de banho tirava o seu biquíni totalmente nua pra mim e se olhava no espelho e então eu pedia pra chupar sua buceta ou seu cuzinho, ela dizia que não, mas no momento em que eu tocava no seu corpo ela não fazia nenhuma rejeição então notava que o sinal estava verde e pronto pra ser começado, melhor gozado, fora o momento de sol dela aos sábado era de noite, pois ela tinha um horário pra chegar então eu ficava na rua com a turma e antes da 23hs eu já estava em casa esperando pra assistir um filme de sexo que passava todos os sábados na bandeirante, certamente muito já devem ter visto esse filme, e era ai que começava a minha outra jornada pra fuder de novo aquela buceta, apesar de ela ter acabado de chegar da rua, ou em festa ou mesmo namorando, transando ou sei lá, depois que lavava a buceta pra mim estava ok, não via limite em mim em ter a gruta de Priscila mais uma vez, sendo que de noite o perigo era maior, os cuidados eram redobrados, transanvamos

no sofá, ela sentava ao meu lado, jantava eu colocava no canal do filme e alisava suas pernas e sempre ela não deixava, o filme rolando e ela assistindo e mais uma vez tentava e daí ela ia deixando eu passar a mão sobre sua perna, ela tinha uma camisola em que deixava os seu lindos seios bem visíveis e sua calcinha também, isso me deixava com um tesão louco, bom das pernas eu me concentrava em massagear sua buceta por cima de sua calcinha e pressionar bem de modo que ia cededo e abria sua perna, mas não deixava eu colocar o dedo, então implorava pra chupar e ela não deixava, só afastava a calcinha e deixava eu vendo aquela buceta aberta e eu socando punheta, mandava ela meter o dedo pra ver se estava ensopada e prontamente ela deslizava o seu dedo indicador e colocava na entrada da grutinha e com outro dedo ela abria e fechava os dedos e eu vendo seu melzinho ali grudado de uma ponta a outra em seus dedos, isso era pra acabar, depois ela mandava eu chupar, daí ficava mais feliz, nisso ela tinha que reparar a porta pra que ninguém aparecesse, e perguntava pra ela se eu podia fuder ela e ela dizia que não, que eu ficasse ali na mesma função, sem brincar muito no seu clitóris porque ela dizia gozar rápido e então eu afundava a minha língua mais e mais, na sua gruta a ponto de fazer questão de morrer afogado ali, naquele instante, depois de certo tempo ela fica de 4 e mandava eu fuder e controlava cada pombada que eu dava nela, ela manipulava tudo, não queria que eu gozasse rápido e nem dentro de sua buceta, mas confesso que não conseguia segurar por muito tempo, pois com ela tudo me excitava e era demais. Bom depois de um tempo ela se casou e mudou de casa, mas nem por isso eu fiquei sem transar com ela, uma vez ela veio ficar aqui em casa grávida passar o dia e eu não pensei em outra coisa a não ser comer ela e não deu outra, depois de uns sites de sacanagens na net fomos ao nosso local secreto e ela mesmo com uns 8 meses me cedeu sua buceta, estava maior e mais ensopada, parecia que não transava desde quando havia ficado grávida, dessa vez não foi muito difícil convence-la, nem chupei ela dessa vez, digo sós os seios, mas cavalguei gostoso naquela buceta e gozei toda a minha porra que estava guardada especialmente pra ela, apesar de eu ter namorada, mas a sua buceta é sem comparação o prazer com ela é maior sem dúvida. Ultimamente com nossa maioridade, eu 29 e ela 27 fica difícil,

pois temos certas responsabilidades, mas nem por isso deixei a nossa relaçãoe esfriar, mesmo casada já chupei os seus seios, masturbei sua buceta isso tudo aqui em casa quando ela vem visitar e a minha última coisa fantástica que eu fiz foi transar com ela na sua casa, dentro da casa de seu marido, isso nunca vou esquecer o prazer e o risco acho que combina com o risco tanto pra mim como pra ela, mas essa será no próximo conto, espero que gostem.

Sabado a noite Naquela noite chuvosa de sabado,tinha decidido que iria ficar em casa,queria relaxar,descansar um pouco da semana agitada que tive. La pelas 22:00,recebi uma ligação,uma amiga me chamando,quase intimando,para sair,curtir a noite,falei que não,mas ela insitiu,pensei por que não,afinal não tinha nada melhor a fazer.As 23:00,vieram me pegar,no caminho ela falou que os amigos do Rio,tinham chegado e ja estavam dentro da boite.Entramos,nos apresentamos,todos muito simpaticos,e só...percebi um cara muito interessante um pouco afastado,perguntei a ela se ele fazia parte do grupo,ela respondeu que sim,pra mim ele era o mais bonito,mais charmoso,mais interessante,super na dele.Isso chamou minha atenção.Lá pelas tantas comentei com a amiga se dava para me aproximar,ela falou:Por que não? Tava tocando um forrozinho gostoso,e eu ja tinha bebido um pouco,fiquei cheia de coragem,me aproximei,toquei na sua mão e o chamei pra dançar,ele aceitou de imediato. Dançamos,pude sentir seu perfume,que delicia,ele era muito cheiroso,adoro homem cheiroso.Terminada a musica,conversamos um pouco,nada demais,até porque um dos meninos,ficaram zoando,dizendo que ele tinha se dado bem. De repente ele saiu,o procurei e nada,que decepção!Mas ai minha amiguinha que não é besta,viu pra onde ele tinha ido,e me chamou para irmos para outro ambiente de musica eletronica,ficamos no grupo dançando,ele me olhou,e o chamei para dançar,ele falou: só se for com você,nós dois!Nossaaaaaaaa,dançamos de forma sensual,ali todo mundo olhando.Onde estava com a cabeça?Nossos corpos se

tocavam e se encaixavam perfeitamente,confesso que tava excitadissima,sem esperar ele segura nos meus cabelos,vira meu rosto pra ele e me beija,devagar,lentamente,no ritmo dos nossos corpos,eu fiquei doida,a principio fiz charminho,depois me entreguei,nos beijamos loucamente,que lingua gostosa,que boca gostosa,não conseguia parar de beija-lo. Ele me puxou pelas mãos e me levou para o bar,e continuou com a tortura,me beijando,sugando minha alma com sua boca,naquele momento ja não pensava em nada,tocava discretamente nos meus seios por cima da roupa,acariciava minhas coxas,levantando um pouco a saia do meu vestido,aquela sensação me deixava doida de desejo,alguem poderia nos ver naquele momento,mas a forma como aquele homem mexia comigo era demais para poder ter qualquer racionio lógico. No momento de lucidez,podemos conversar um pouco,até então eu não sabia nem o seu nome,rsrs.Perguntei como iria terminar a noite,ele disse:Eu sei o que quero,mas você decide!Eu queria,e como queria.Mas eu pensava com posso sair com esse cara,que acabei de conhecer,e ao mesmo tempo pensava assim:é só hoje,não há mal. E vocês sabem o pensamento do diabinho prevaleceu né?Saimos dali com dia quase amanhecendo,ele me levou a um dos melhores motéis da cidade,foi super gentil,sabe esses caras que abrem a porta do carro?Que te dão passagem? Mas quando entramos no quarto no tesão falou mais alto,ele me jogou na cama,isso pra ele foi facil,tambem com seu 1,92cm,nada dificil,controlar uma mulher de 1,62cm,rsrs Ele me beijava daquele jeito,devorando minha boca,meus labios,minha língua...ora lentamente,ora avidamente.Suas mãos percorriam meu corpo,meus seios,minha barriga,minhas coxas,eu estava tão excitada,quase implorando pra ele que arrancasse minha calcinha e me possuisse.Ele ficou de joelhos,prendendo minhas pernas sob as suas,me olhando com aquela cara de safado,e foi levantando meu vestido lentamente,a cada toque de sua mão meu corpo estremecia,fiquei completamente despida,naquela posição,ele sugava meus seios com muita vontade,aquela boca quente,aquela barba por fazer arranhando minha pele,as mãos enormes,me acariciando,tentei desaboatar sua calça,ele me ajudou,ele tava muito excitado,colocou seu pau pra fora e

pensei:Que coisa linda,perfeita!É serio,nunca havia visto um pau tão lindo e perfeito,liso,coloração muito bonita,nem escuro,nem claro,sem muitas veias,a cabecinha rosada,lindooooooooo.Grosso e grande,muito grande,disse pra mim:Me lasquei,não vou aguentar,rsrs O deitei na cama e iniciei a melhor chupada que poderia fazer,bem putinha...beijei sua boca,e falei no seu ouvido:você quer uma chupada gostosa?Gemendo respondeu que sim.Beijei-o na boca,fui deslizando com a lingua no seu pescoço,peito,mamilos,beijando,mordiscando,lambendo,desce ndo pela barriga,passei direito pelo pau,fui pra suas coxas,suas pernas,e fiz o caminho inverso,ele segurou no meu cabelo e pediu pra colocar seu pau na boca,sorri bem safada e disse:Só se me chamar de putinha! Ele:chupa minha putinha gostosaaaaa.Foi musica nos meus ouvidos.Segurei delicamente,beijei a cabecinha,lambi,depois coloquei toda cabecinha na boca e chupei,fazendo contornos com a lingua.Parei e perguntei se podia continuar,ele disse:sim!!sim!! Deslizei a lingua nele todo,abri um pouco suas pernas,e continuei deslizando a lingua molhadinha,ate na portinha do cuzinho,ele ficou doido.Voltei para seu pau,dessa vez sem pena,coloquei ele na boca e o devorei,chupava,sugava,dava uma paradinha e fica fazendo movimentos com a lingua de sucção na cabecinha,tinha vontade de engolir aquela rola linda e deliciosa,mas não dava....rsrs.Ela latejava e pulsava na minha boca,tava na hora. Me encostei na cabeceira da cama de joelhos,e de costas o chamei,ele colocou a camisinha,e veio por tras.Que delicia,sentir ele me abrindo,seu pau na minha buceta e seu dedinho tocando meu grelinho,não demorou muito,gozei,gozei incontrolavelmente,meu corpo todo tremia,tava louca,quanto mais ele bombava,mais eu queria. Gritava:Fode!!!Fode com força essa putinha,gostosooooooo.Perdi as forças,e cai na cama,ele ficou por cima,sem tirar de dentro,continuou a tortura,perguntou se não tava machucando,falei que não,ele não sabia que adorava aquela posição de dominio,adoro ser dominada,ele apertava meus seios,puxava meu cabelo,beijava minha nuca,alucinada pedi pra ele me dar uns tapinhas na cara.Que gostoso,tava realizada,ele falou no meu ouvido baixinho que iria gozar,pedi pra ele gozar na bundinha.Ele tirou seu pau da

bucetinha e gozou na minha bunda,me lambuzando toda.Adoro ficar assim.Estava realizada sem nenhum sentimento de culpa ou arrependimento.Saimos do motel por volta das 16:00,foi a melhor noite,manhã e inicio de tarde que poderia ter na vida.

Do msn para o carro! Mais uma vez,não resisti,rsrs! Após seis meses de conversas no msn e no celular.Ele me convenceu,aprendi a confiar,admirar,desejar,queria me entregar. Marcamos um encontro à beira-mar,uma noite perfeita,linda,o mar calmo,lua cheia,praia tranquila sem muito movimento,apenas alguns \\\\\\\\\\\\\\\"atletas\\\\\\\\\\\\\\\"faziam seus exercicios,e eu entre eles caminhava nervosa,excitada,indecisa,se deveria ou não continuar com aquela loucura. Perdida em pensamentos o celular toca,atendo ele avisa que tinha chegado no local e estava me esperando.Falo que estou chegando.Encosto num coqueiro,dou um suspiro e penso:Melhor dar meia volta e desistir.Então o celular toca mais uma vez:Cadê você?Tô aqui,o meu carro ta com o alerta ligado,vem pra cá!Desliguei e fui ao seu encontro. Quando me aproximei a porta abriu e entrei.Lá estava ele:Lindo?-Não!Perfeito! Como desejava,como sonhei,como imaginava. Sorriso largo,olhos brilhantes,cheios de desejo. Nos \\\\\\\\\\\\\\\"apresentamos\\\\\\\\\\\\\\\",ele perguntou se queria ir pra outro lugar,falei que não. Ele disse que iria dar uma volta assim poderiamos coversar e eu relaxar,ele percebeu que eue estava tensa.Entrou numa dessas lojas de conveniência e retornou com algumas cervejas.Voltamos para beira-mar,uma música legal no toca cd,cervejinha gelada,fiquei mais relaxada.Quando percebi,estavamos nos beijando,suas mãos passeavam em minhas coxas,sua língua brincava nos meus lábios,ficava arrepiada,com cada toque,ele falava baixinho em meu ouvido o queria fazer comigo,isso me excitava loucamente,abria minhas pernas quase que involuntariamente para que ele me tocasse mais e mais....

Ele não fazia e para piorar colocou minha mão no seu pau sob o jeans,para que eu sentisse o tamanho da sua excitação.Meu coração disparou,ele achou pouco e falou assim: Isso é por você e pra você,quer?Falei que sim!sim!Quero!Abri o ziper de sua calça e senti ele quente e pulsante. Sua boca deslizava do pescoço para meus seios. -Céus que tortura!Implorei me toque. Quando seus dedos tocaram minha bucetinha molhada,acho que naquele momento gozei. Que delicia,seu polegar no meu grelinho e seu indicador no movimento de vai e vem,dentro da minha bucetinha,sua boca chupando meus seios.Me senti flutuar,que tesão,que loucura.Ali naquele lugar,estava totalmente entregue. Queria senti-lo,queria dar prazer,retribuir. Toquei seu pau duro como pedra,cabecinha molhada,cai de boca,precisava dele em minha boca.Lambi a cabecinha devagar,chupei,deslizei a boca nele todo,lentamente,saboreiei bem gostoso,sem pressa,depois o engoli todo,todinho,e iniciei a tortura do vai e vem na minha boca,alternando devagar e lentamente,as vezes ficava quietinha sentindo a cabecinha pulsar no fundo da garganta. Ele puxou meus cabelos e falou que se continuasse assim iria gozar.Eu disse com a cara mais safada que tenho:A intenção é essa! Ele: é? Então pede!Pede cachorra!Tu gosta de leitinho? Falei que sim,adoro leitinho!Quero leitinho na boca! E assim foi:Senti ele entrando e saindo da minha boca cheio de desejo,fazia movimentos,sincronizados,parecia que estava dentro da minha buceta.Que gostoso! Quando estava prestes a gozar,pediu para eu colocar a língua pra fora,senti os jatos de leite quente.Bom demais!Tomei leitinho,mas ele continuava durissimo. Perdi o juizo de vez,levantei a saia,abri as pernas e sentei no seu colo,iniciei uma cavalgada louca,já não me importava,se tinha alguem vendo ou não,estava louca de tesão. Tudo que queriaera senti-lo dentro de mim,assim: sua boca ora nos meus seios,ora me beijando,ora falando sacanagem,seu pau abrindo minha buceta e seu dedinho enfiado no meu cuzinho. Queria gritar,mas não podia,perdi as contas de quantos orgasmos eu tive. Foi muito bom!Acho que pela primeira vez,me senti

mulher,fêmea! Marcamos um novo encontro,mas dessa vez num local,mais seguro e reservado,rsrs. A noviça, a esposinha depravada e o canalha VIII A jovem esposinha do assessor de prefeito, em uma pequena mas próspera cidade do sul de Minas, lutava com seus anjos e demônios íntimos. Estava casada apenas um ano e meio e já traíra seu marido inúmeras vezes e não só com um, mas com dois homens e uma mulher! A sua dor na consciência era que tudo vinha acontecendo tão rápido que fugia ao seu controle de prever as causas e evitálas. Que era imoral, nojento e inconcebível ela deixar que outros homens abusassem sexualmente de seu corpo, não havia dúvidas disso. Mas, a alegria dos múltiplos êxtases - ela tentava esconder que sentia - que seus fornicadores lhe davam, a deixavam sem força de vontade para negar tais abusos. Jardel era de seus amantes. Outrora tinha sido um rico pecuarista, mas perdera quase tudo quando sua mulher pediu divórcio e casou-se com seu melhor amigo e advogado de confiança! O envolvimento Jardel com a jovem esposinha se deveu a uma indiscrição que ele descobriu sobre ela e desde então a vinha chantageando. No momento, ele a fez vir ao seu apartamento e como sempre ela atendia prontamente. Como era de praxe, ele a fazia despir-se e chupava-lhe a xaninha com sofreguidão ou ela era quem tinha de fazê-lo gozar com a boquinha. Dependia do estado de espírito dele. Dessa vez, ele a fez quase desmaiar com os seguidos orgasmos que ele deu com a boca. Quando voltou a sua respiração normal e desdobrando as coxas que estavam escancaradas como um frango assado, ela relaxa e escuta Jardel lhe falando. - Escuta Nanete, vou precisar que você faça uma coisa pra

mim. A jovem esposinha já se preparava pra ajoelhar entre as pernas dele, quando levantou a cabeça encarando-o. Ela já imaginava que ele iria envolvê-la em alguma tramóia em que ela seria usada como moeda de troca sexual! - Preciso que teu maridinho convença o meu genro assinar o arrendamento das terras pra eu instalar o abatedouro. É muito importante, pois vou criar empregos, embora nesse contrato de arrendamento eu fique livre dos impostos por trinta anos! Nanete sabe o quanto isso é importante pra ele, pois isso seria o recomeço depois da queda financeira que ele sofreu. O problema é que ele queria ir rápido demais devido a sua idade, por volta dos cinqüenta anos, e a estava usando para que seu marido se tornasse cúmplice deste tráfico de influencia, já que o genro dele era o prefeito da cidade. - Não. Não farei isso. Você me torturar devido ao meu erro, eu aceito. Mas meu marido nunca será jogado na lama por minha causa. Além disso, tô adorando saber que você está sem dinheiro pra começar qualquer coisa! Huuumm, acho que nunca senti tanta alegria em chupar teu pau como agora, sabendo que você está indo direto pro buraco! E ante ao estupefato Jardel que não esperava aquela atitude desafiadora de Nanete, ele vê as mãozinhas dela lhe abrindo a barguilha e tirar sua imensa, mas amolecida rola de dentro da cueca. No segundo seguinte, Nanete já sente dificuldade em engolir pelo menos metade dela, pois já lateja de tanta rigidez! - Pára! Pára, sua putinha boqueteira! Estou falando sério! Me escuta, porra! Ou você faz o que eu mando ou todo mundo vai saber que você masturbou um cavalo até ele gozar! Nanete pára o boquete e entre lambidas na arroxeada glande, lhe responde. - Pouco me importa, seu canalha! Mas, meu marido não será atingido! Eu o amo demais pra ver sua carreira destruída, pra me proteger de tua chantagem! Foda-se! E Nanete, com seus belos olhos azuis encimados por

sobrancelhas negras, sorri candidamente, lhe perguntando. - Você não quer que eu termine a chupada... como premio de consolação! Jardel dá um longo berro de ódio e por uma fração de segundo perde o controle e esbofeteia o belo rosto da esposinha infiel! Nanete leva um susto com o impacto, mas na mesma fração de segundo percebe que seu dominador está perdendo o controle sobre ela. Então, ela se apruma de volta sentada sobre as panturrilhas e levanta o rosto desafiadoramente. Jardel já se prepara para dar outra tapa, quando se dá conta do que está fazendo. Nanete percebe que os olhos dele lhe pedem perdão. Ela se levanta, lhe dá as costas e caminha para onde deixou as roupas. - Espera, Nanete, espera! Você não pode negar que sempre sentiu prazer. Você teve até seus lucros quando te apresentei pro Rafer, não é mesmo? - Tudo que aconteceu comigo poderia ter sido como se eu fosse uma mulher honesta! E não uma puta rampeira que vocês me transformaram! Vou sair daqui agora direto confessar pro meu marido tudo o que eu fiz! Seja o que deus quiser! Jardel já acha que Nanete está histérica. Antes que ela dê mais alguns passos ele a alcança e a esbofeteia novamente, mas dessa vez consciente. Lágrimas aparecem nos olhos dela. Ele a faz virar de costas e inclinar-se em cima de uma mesa. Em seguida lhe aplicada rápidas palmadas na robusta bunda, seu maior objeto de desejo! Nanete volta à razão porque seus neurônios se deleitam quando suas nádegas são acariciadas, mesmo que sejam palmadas! Jardel interrompe as palmadas já que não acha mais necessária tal terapia, mas se surpreende quando vê Nanete levantar a parte superior do corpo do tampo da mesa e dando um longo suspiro, exclama. - Não pára, velho safado, não pára! Continua com teus tapinhas! Pelo menos... bate com mais força, seu cretino! Jardel se dá conta da tamanha dependência que Nanete

necessita agora para se satisfazer sexualmente. O marido dela jamais a terá como Jardel e Rafer a tem. A não ser que ele, o marido, venha se juntar a eles e dividi-la entre os três! O cinquentão ignora o pedido de Nanete por mais palmadas e lhe apalpa as nádegas fortemente separando as bandas. Parte da xaninha aparece brilhando de melada e o rosado cusinho parece piscar convidativamente! A rombuda cabeça da sua tora pincela a entrada da xaninha e logo e engolida por ela. - Sabe de uma coisa, sua safada? Eu vou te engravidar! Te engravidar, ouviu? - Não! Isso não! Não seja tão cruel! Faz o que sempre você gostou de fazer... me enrabar! - Ah há! Aí está, ou você faz o que eu mando ou tu vai ter um bacurinho meu! - Eu me mato! Me mato, ouviu!? Nem uma coisa nem outra! Se me engravidar, eu me mato, canalha! A rola de Jardel já esta toda dentro do útero de Nanete. Todo aquele falatório está excitando os dois cada vez mais. Jardel a puxa pelos cabelos, torcendo sua cabeça para que sua boca alcance a dele! Antes que os lábios deles se toquem, a porta da suíte é aberta. Uma bela e voluptuosa mulher pára na entrada com os olhos arregalados de surpresa. Jardel e Nanete só se dão conta da presença dela quando a porta é fechada com estrondo e ela exclama. - Jardel! Ele fica estático por uns segundos, mesmo que Nanete continue a rebolar sensualmente sua bunda com a rola dentro da sua xotinha. Ela só pára quando seus belos olhos azuis se abrem e vêem a bela mulher ao seu lado. - Quem é esta, seu velho escroto? Virou pedófilo também? Nanete pergunta em tom sarcástico ao notar agora que embora tenha já um corpo totalmente formado de uma mulher, o belo rosto da adolescente lhe diz que ela não deve ter mais de quinze aninhos! - Já tenho dezesseis anos, sua bruxa! E quem é você? - Eu sou uma vítima desse cretino e sou forçada a dar o cu

pra ele... tal como você... eu acho... - Não sou forçada coisa nenhuma! - Calem a boca vocês duas! Nanete, esta é Fernanda, filha do atual marido da minha ex. E você vai virar fêmea dela também, escutou! Eu vou te degradar até você fazer exatamente tudinho o que eu mandar! - faça o que quiser fazer, seu cachorro! Eu não cederei nunca! Nunca! Fernanda escuta o diálogo dos dois sem entender nada. Mas, aquela atmosfera de luxuria a deixa tremendamente excitada. Ela nota que o pauzão de Jardel escapou da xaninha de Nanete e agora repousa entre o rego da bunda dela. Fernanda engole um seco, pois em outra situação já estaria sugando com avidez a cabeçorra arroxeada! Ela desvia os olhos quando escuta Nanete chamá-la. - Pivetinha venha aqui! Vou mostrar pra esse velho safado, que nem você fará eu mudar de opinião! Fernanda como que hipnotizada pega na mão que Nanete lhe estende e é puxada para bem perto dela. Sem que ela esperasse, Nanete lhe passa o braço em volta do pescoço e cola sua boca na da bela adolescente. Fernanda, ao primeiro momento fica estática e com os olhos fitando o vazio. Mas, o beijo, com a lingüinha de Nanete procurando pela dela, é tão gostoso que ela fecha os olhos e se entrega, dando uma última olhada para o rosto do seu, até agora, único macho! Jardel, gentilmente tenta separá-las, mas é Fernanda que, colocando a mão em seu ombro, insinua para que ele se afaste. Logo as duas estão se beijando apaixonadamente, enroscando as coxas uma na outra, enquanto suas línguas fazem a mesma coisa! Nanete pára com o beijo e rasgando a parte da frente da blusa da ninfeta, faz saltar os belos e cheios seios juvenis. Ela volta a duelar língua com língua e pegando os mamilos entre o indicador e o polegar, aperta-os o mais forte que pode. Nandinha, pela segunda vez na vida, sente a dor como prenúncio de um intenso prazer a seguir! Ela joga a cabeça

para trás, espalhando os loiros cabelos pelo rosto enquanto grita longamente de gozo! Nanete aperta mais forte ainda e Nandinha lhe dá um olhar de súplica, pois, apesar da dor, ela não consegue terminar seu gozo! Então, Nanete sem deixar de apertar um mamilo, passa a mão pela nuca de adolescente e traz seu rosto pra perto do seu e volta a beijar-lhe loucamente! Fernanda, quase desmaiando, deixa baba escorrer pelo canto da boca. Nanete, mais uma vez, interrompe o beijo e com mão livre esbofeteia a linda ninfeta. Antes que Nandinha saiba o que está acontecendo, Nanete, com uma das mãos na cabeça dela, a faz abaixar-se até ficar na altura exata da bocetinha da infiel esposinha. Com a mesma mão, Nanete força que o rosto da ninfeta se encaixe entre suas coxas! Fernanda sente pela primeira vêz o odor vaginal de uma fêmea em pleno cio, intenso e libidinoso. Ela beija e chupa a xaninha de Nanete como fosse a boca que ela tinha beijado antes! A adolescente sente a pressão mais intensa da mão da depravada esposinha em sua cabeça enquanto a pélvis dela dá solavancos de encontro em seu rosto! Jardel escuta os últimos suspiros descompassados de Nanete, que está caida de costas em cima da mesa, tendo suas coxas amparadas pelos ombros de Fernanda, que continua embevecidamente lhe chupando a xaninha. Jardel se aproxima de ambas para levantar Fernanda. Esta se vira ao sentir seu ombro tocado e nota a rígida rolona despontando por entre a barguilha. Sem sair da posição, ela consegue abocanhar parte da rola, enquanto Jardel ampara a coxa de Nanete e passa por cima da cabeça de Fernanda. E espera que todo o gozo reprimido nos últimos minutos jorre intensamente dentro da boquinha da ex-noviça! Pecados de uma II

Bruninho mal dormira a noite passada. Seu pai tivera que sacudi-lo para tirá-lo da cama. Quando chega a mesa pra tomar café, sua mãe Joana lhe dá um beijo de bom dia e o deixa conversando com o pai, alegando que tinha outras coisas pra fazer. Ela tem uma entrevista com um homem que vai arranjar um estágio para seu filho. Joana estava com trinta e sete anos, mas era impossível alguém acreditar nisso. Ela vencera diversos concursos de beleza, não aqueles de miss Magreza, mas aqueles de “A Mais Gostosa”, durante os anos de faculdade. Atualmente exibe a mesma beleza física. Na noite anterior ela revelou a Bruninho quem era seu verdadeiro pai, numa discussão dramática. Tudo devido a ele estar namorando Riana, uma belíssima adolescente de quinze aninhos, que vinha a ser também filha do verdadeiro pai dele, o professor Bruno. Bruninho ouviu sua mãe confessar que era amante dele desde os tempos de faculdade e daí ela lhe dera o mesmo nome. O pior de tudo foi saber que ela era ainda amante do prof. Bruno. Mas, o que deixava tudo mais complicado foi a repentina transformação que sofrera a cabeça de Bruninho ao ter visto, sem querer, a nudez de Joana. Ele, agora, vivia numa exasperante relação de amor e ódio por sua bela e adúltera mãe. Aos dezoito anos, o senso moral dele perdia a batalha para os efervescentes hormônios de sua libido. Voltando no tempo. Aos dezessete anos Joana entrava na faculdade e se tornara amiga de Eliza, que viria a ser mais tarde, mãe de Riana. Joana ficara sabendo que já algum tempo Eliza era amante do prof. Bruno. A amizade entre as duas levou à confidencias picantes por parte Eliza e isto só fez aguçar ainda mais a luxuria que Joana trazia dentro si e de ter sido criada dentro dos rígidos padrões da religião luterana. Numa atitude que Joana pensava ser de independência, ela aceitou namorar Jamil, dez anos mais velho e filho de rica

família libanesa. Ele vivia viajando devido aos negócios e raras vezes compareceu aos eventos na faculdade da namorada. Joana não tinha paixão por Jamil, mas esperava que pelo menos houvesse uma relação mais alegre e até apimentada como era a de sua amiga Eliza. Jamil adorava Joana, mas ficava intimidado por sua beleza e se excedia em respeito, como também em presentes. Certo dia, Joana deu um flagra em Eliza quando ela chupava com entusiasmo o cacetão do prof. Bruno dentro do carro dele. A imagem foi tão forte e excitante que ela adoeceu. Antes da mãe dela vir de outro estado, Jamil já estava removendo a namorada para uma clinica particular. O que aconteceu a seguir só foi ser entendido por Jamil tempos depois. Joana ainda sob efeito do alto grau de excitação e provavelmente devido algum remédio que estava tomando, simplesmente acariciou o pau de Jamil e este respondeu no seu esplendor dos vinte e sete anos. Quando a mãe de Joana abriu a porta do quarto, deu de cara com Jamil entre as pernas de sua inocente filhinha, com as calças arreadas até os tornozelos. A mancha no lençol e um pequeno filete de sangue comprovaram que Joana tinha sido deflorada por Jamil. O que veio a seguir foi o arranjo para o casamento dos dois, imediatamente. Jamil ficou radiante, mas Joana entrou em desespero. Uma semana depois, já no quarto que ambas moravam, Eliza tentava animar a amiga. Conseguiu que ela fosse às aulas. Coincidiu que uma das aulas era com o prof. Bruno e Eliza tivera que fazer uma tarefa em outra ala da faculdade. Antes da aula terminar, o prof. Bruno falou discretamente que precisava falar com ela. Joana já adivinhava o que seria. O sinal tocou e todos se retiraram menos Joana que ficou esperando o prof. Bruno sentar-se ao lado dela. - Venho falar em nome dos outros professores também. Você falhou em todas as matérias desse período. Não tem jeito de você ficar na dependência. Você terá que fazer tudo de novo e

ficará atrasada meio período em relação a sua turma. Resumindo, você continuará caloura por mais um semestre. - Eu sei, eu sei. Também estou pouco me importando... minha vida está um merd... uma bagunça! - Sim, realmente é isso, sua vida está uma merda! Pode se expressar assim que não me incomodo. Mas não quer dizer que ela acabou. Você terá que fazer adaptações que lhe favoreçam e não deixar que devido a uma falha você seja um exemplo punitivo para a moral hipócrita de seus pais. Joana que já tinha certa atração física pelo professor desde do dia que vira a piroca dele deslizar pra fora da boca de Eliza e ser logo engolida até os bagos, ficou ainda mais maravilhada com o apoio moral que ele estava lhe dando. Na verdade, Bruno estava apaixonado por Joana. Ela se parecia com uma amante que ele tivera anos atrás e que fora um dos relacionamentos mais tórridos que tivera. Joana era sem tirar nem pôr a própria Helga, quando tinha dezessete anos. Assim, o charme e a vontade de Bruno se juntaram a vontade de Joana. Naquelas duas horas do período do almoço, Joana recebeu todo o sexo que tinha esperado desde quando ela começou timidamente a se masturbar. Quando entraram na suíte do motel, Joana já estava sem calcinha e Bruno a fizera gozar beijando-lhe a boca toda vez que paravam num sinal e tendo o grelinho sido acariciado, ele parava só pra trocar as marchas. - Eu preciso tomar um banho... - Espera, eu vou com você. - Não, não Professor. Eu prefiro ir sozinha... e por favor, apague algumas luzes... Em poucos minutos Joana voltou enrolada numa toalha que lhe apertava os volumosos seios e se sentou na beira da cama. Bruno tinha uma toalha em volta da cintura e já se preparava pra ir pro banho. - Professor... venha aqui. Venha aqui pra perto. Não precisa ir tomar banho... Ao mesmo tempo em que falava, Joana levava as mãos à cintura de Bruno e lhe despiu a toalha. Um longo suspiro de

admiração e de alegria saiu dos lábios da jovem futura adúltera. Ali, pela primeira vez na vida, ela estava prestes a possuir aquela coluna de músculos envolta por grossas veias azuladas, que não lhe saía do pensamento! Como ela invejava sua amiga Eliza! Agora ela ia tomar posse daquele colosso, que seria só dela nas próximas horas. Bruno se deliciou com a surpreendente atitude de sua jovem amante quando ela, desajeitadamente colocou a glande por inteiro dentro da boca e não conseguia sugar e respirar ao mesmo tempo. A coisa ficou evidente quando o olhar desorientado de Joana procurou pelos olhos de Bruno. Ele apenas mostrou um sorriso cínico nos lábios e passou uma das mãos por trás da cabeça dela. Joana tentava fazer o vai e vem com a cabeça e por duas vezes limpou a saliva que lhe escorria pelo queixo. - Princesinha, não se incomode com o que lhe escorre pelo queixinho. É assim mesmo. Mas, vamos lá! Feche os olhos e antes de tirar a cabeça da boca, respire e aspire somente pelo narizinho, entendeu? Assim... assim... vá devagar, não é pra me agradar. Você é que tem que estar gostando. Você tendo prazer, me dá prazer, entendeu? Isso, muito bom... muito bom meeeessssmo! Que gostoso, princesinha! Está indo bem...faz, faz... chupa mais...mais! Engula mais um pouco! Assiiiim, queridinha...assiiiiiimmm! Joana estava fascinada com a aveludada e morna rola que cada vez mais ela estava sendo capaz de engolir. Agora já não sufocava e se deliciava com a própria saliva que engolia, imaginando que era o caldo do que chupava com tamanha avidez! Sem saber, uma mãozinha foi parar na xaninha e com os dedos ela iniciou uma carícia no grelo, ritmando com o suave entra e sai da rolona em sua boca. Com a outra mão, ela fazia movimentos circulares no que sobrava da rola fora de seus lábios. Bruno se extasia em ser chupado pela bela namorada de

Jamil. Ele sente que em pouco vai inundar a boca da bela estudante com seu esperma. Balbuciando ele lhe diz isso. Joana parece despertar de um sonho. Ela tem dúvidas se vai engasgar com o volume que ela julga que é proporcional ao tamanho da piroca. Ao mesmo tempo ela sente uma urgente necessidade de ser preenchida na xaninha, pois ainda não descobrira as outras partes de seu corpo que lhe dariam prazer. Bruno dá uma leve inclinada pra trás quando sente a erupção vindo de suas bolas. Neste exato momento a realidade a sua volta desaparece e ele se sente flutuando. Por isso não percebe quando Joana deixa escapar sua rola pra fora da boquinha. Ao mesmo tempo em que se deita e abre as pernas, Joana puxa o corpo de Bruno para dentro de si com os dedos enterrados em ambos os glúteos dele. O professor se vê entre as pernas da curvilínea aluna e sua poderosa torona sendo espremida pela apertada vagina dela. É com o jorro de esperma que abre caminho para que a torona deslize prazerosamente pra dentro da xaninha. Agora é muito tarde para evitar a ejaculação dentro do útero. Também, o morno recanto que lhe envolve a piroca só permite que ele se abandone em gozo. Joana ouve pela primeira vez urros de um macho dentro de si e aquilo dispara o intenso orgasmo que ela vinha guardando involuntariamente. Seus gritos se unem aos de Bruno e ela sente toda a cavidade vaginal ser inundada pela gosma quente que chega a escorrer pra fora da xaninha, lhe molhando a bunda e o lençol! Agora deitados lado a lado, Bruno está preocupado. Ele a chama para irem tomar banho juntos. No caminho ele explica que as preliminares devem ser longas pra ele gozar o máximo fora da xaninha. Mas ele nota que Joana ainda está nas nuvens. , Ele a banha e tenta enfiar suavemente os dedos na vagina dela. Joana fecha as coxas apertando os dedos dele entre

elas. Ela diz que está muito sensível e pede pra ele não tocála ali. Quando voltam pro quarto, Bruno pensa em vestir-se e não vê que Joana deitou-se na cama e acaricia o grelinho se contorcendo suavemente. Os olhos dela estão fixos na imensa rola que está sendo enxugada por ele. - Jô, minha linda, vou te ensinar outro modo de gozarmos sem que eu te penetre a xaninha. Você quer, não quer? Bruno se senta na beira da cama e faz Joana vir e se ajoelhar entre as coxas dele. Logo Joana está sentindo a rigidez da quentura entre seus seios e sua boca está colada a dele com sua língua sendo chupada. Quando Bruno sente que está pra gozar novamente, interrompe o beijo e joga o corpo pra trás se deitando por completo. Uma cusparada de semem bate embaixo do queixo de Joana. Instintivamente ela abaixa a cabeça e abocanha a glande, mantendo o resto entre os seios, engolindo o resto de esperma que ainda resta. Antes que Bruno perceba, sua aluna vem se sentar em sua virilha e a semi-endurecida rola se aconchega dentro da xaninha dela. Com movimentos cada vez mais frenéticos, Joana apóia as duas mãos no tórax de seu professor enquanto o cavalga. Bruno continua excitado e a visão da grossura das coxas e as amplas curvas dos quadris fazem com que sua rola endureça por completo. Ele leva as duas mãos para as nádegas dela, enterrando os dedos nas tenras carnes dos glúteos. Talvez prevendo uma preliminar para a futura sodomização nela, o professor vai enfiando suavemente seu dedo médio no anus de sua bela aluna. Joana dá uma imperceptível parada em seu rebolado ao sentir aquela nova e estranha sensação. Ela sente quando o dedo de seu professor se esfrega na própria rola, separada pela fino tecido de carne do reto anal. De repente, Joana se vê completamente invadida. Lembranças e visões do que Eliza contava ao ser enrabada, lhe vem à cabeça. Em menos de dois minutos alcança seu segundo e intenso orgasmo.

Naquele momento eles não sabiam que Joana iria engravidar. Isto se passou vinte anos atrás. Agora Joana não consegue evitar de se acariciar, mesmo sabendo que em poucas horas irá se encontrar com um amigo do professor Bruno. Este amigo vai arranjar um estágio pra Bruninho numa das filiais da empresa que ele preside, fora do estado Assim Joana afasta seu filho de Riana que é também filha do professor Bruno e de si própria, pois acha que, tanto ele quanto ela, estão desenvolvendo o perigoso complexo de Édipus.

Pecados de uma mçae III Para Bruninho, um rapagão de dezoito anos, o final de sua adolescência estava sendo torturante. A garota de seus sonhos, veio ele a saber, era também sua irmã. A mãe de Riana teve um caso com o mesmo homem de quem sua própria mãe engravidara. O pai de ambos era o professor Bruno, daí que sua mãe lhe deu o mesmo nome do amante. A mãe de Bruninho casara com outro, que até o momento ele considerava como seu pai biológico. O problema era que nessa idade ficava difícil para Bruninho colocar a moral à frente da tesão. Ele sabia que Riana lhe correspondia e que eles dariam muito bem juntos. Mas, Joana, a mãe dele, vira o perigo do incesto e antes que algo se consumasse entre eles, ela o impediu lhe contando sua escorregada com o prof quando tinha dezessete aninhos. Mas houve o episódio em que, primeiro, Bruno viu sua mãe nua e segundo, no auge da discussão entre ele e a mãe a respeito de Riana, os dois perderam o controle e xingando um ao outro, Joana convenceu o filho que ele não era mais virtuoso que ela, pois notara que ele se excitava ao vê-la nua. E para provar isso, Joana obrigara o filho a se masturbar na

frente dela, no banco de trás do carro, onde tinham ido conversar e acabara neste revelador episódio. O fato agora era que Bruno se torturava por tentar não desejar a própria mãe, ao mesmo tempo em que Joana sabia que o filho a desejava. E ela não se sentia muito confortável com isso. Aos trinta e sete anos, ela estava em plena efevercencia sexual e como fêmea já fora de diversos machos durante este casamento de vinte anos, sempre com a aprovação e a proximidade do amante Bruno. Bruninho resolveu que deveria falar às claras com a mãe, antes que enlouquecesse. Determinado abriu a porta da suíte e deparou com sua mãe, vestida apenas de calcinha e deitada de bruços, falando ao telefone. - Oh! Que é isso? Você está louco? Não sabe bater na porta? - Mãe, mãezinha, me desculpe! Mas... mas eu preciso lhe falar! - Antes de dizer qualquer coisa, me passa o robe que está na cadeira e se vira de costas! - Mas... mas, é justamente sobre isso que vim falar! - O que você quer dizer com isto? Me passe o robe, Bruno! - Não! Você vai me escutar do jeito que está! Como você espera que eu aja naturalmente se fico vendo você se expor assim a todo momento! - Eu não fico me expondo! Você é quem fica me espreitando e entrando em meu quarto sem se anunciar! Tudo bem... o que você quer? - Mãe, eu preciso da Riana! Pouco me importa se ela é minha meia-irmã! Se eu não posso ficar com ela... vou ficar doido! A não ser... - A não ser... o quê? - A não ser que você... que você seja ela! Joana ficou olhando pro vazio por alguns segundos raciocinando sobre a situação. Seu filho, ali parado, com expressão angustiada e desejando-a por todos os poros. Ela, somente de calcinhas, exibindo seu belo corpo, que muitos já

saborearam. - Senta ali, na poltrona. Faça o que quiser, menos chegar perto de mim! Antes, tranca a porta! Como um autômato, Bruninho obedeceu sem pestanejar e um pouco relutante ameaçou baixar o zíper da calça sem tirar os olhos do esplendido corpo de sua mãe que agora se levantava da cama, exibindo toda sua luxuriante nudez. Em seguida ela se ajoelhou e ficou de quatro deixando sua imensa e bela bunda ofuscarem os olhos dele. Bruninho inquietamente remexia no seu pau através do tecido da calça. Joana saiu da posição e sentou-se de ladinho e sem olhar pro filho, exclamou. - Tira ele pra fora, filhinho! Tira, tira! Goza... goza me olhando, seu safadinho da mamãe! Foi preciso só duas ou três punhetadas para que o semem se lançasse ao ar, quase atingindo as coxas de Joana que agora estava sentada de pernas abertas, absorta em ver o vulcão de esperma expelido do pênis de seu filho. Bruninho arfava e se contorcia com o tremendo gozo que estava tendo, ali na frente de sua mãe seminua. Quando sua respiração voltou ao normal e levantou pra encarar sua mãe, ela tinha sumido pro banheiro. Envergonhado, ele saiu da suíte, limpando as mãos na calça. Meia hora depois, Joana procura por seu filho e lhe diz que vai se encontrar com alguém que vai ajudá-lo com o estágio dele. Ele implora à mãe pra ir junto. Joana o encara novamente e lhe diz - Você está ficando obsessivo para comigo. Já não bastou o que aconteceu ainda pouco? - Não sei, não sei o que acontece comigo! Mas me deixa ir junto, por favor? - Talvez a tua presença vá atrapalhar... quer ir assim mesmo? - Quero. Quero sim! Eles chegaram à magnífica cobertura do Sr. Daniel. Joana apresentou o filho a ele. Daniel os acomodou no amplo salão

depois de oferecer-lhes algo para beber, se dirigiu ao bar num dos cantos do recinto. - Bom... você já sabe onde estou. Agora você pode ir embora. Pode pegar o carro que o Rafer me manda levar em casa. - Não... não, mãe! Deixa eu ficar, deixa... - De jeito nenhum! - Mãe por favor, eu quero de qualquer maneira ficar aqui! Joana encara o juvenil rosto daquele homenzarrão mais um vez, adivinhando até que ponto ele vai agüentar aquela situação. - Você sabe o que vai acontecer, não sabe? - Sei, sei sim! Deixa eu ficar, por favor... deixa eu ficar! - Tudo bem. Você vai dizer que tem que ir. Eu vou te levar até a porta, mas vou deixar somente encostada. Vou atrair Daniel para a varanda. A suíte é aquela porta ali. Tem um closet onde as portas são de treliça. Quando terminar teu drinque, pode ir. Joana começou a ser despida ainda no salão. De dentro do armário, seu filho escutava seus risinhos e as exclamações de admiração de Daniel. Bruninho se perguntava porque eles não vinham logo, quando Daniel adentrou o quarto com sua mãe abraçada a ele e com as coxas em volta da cintura dele. O colossal caralho de Daniel ficava dando cabeçadas nas polpas das amplas nádegas de Joana e o filho dela, por trás da porta do closet, se assustou ao imaginar como ela iria agüentar todo o membro. - Que surpresa agradável, Jô! Você sempre recusou minhas investidas! - Você sabe que sou fiel ao Bruno. Só trepei com você porque vocês dois estavam juntos! E agora... eu disse que precisava falar com você sobre meu filho. - Ele sabe que eu comer você? - Ele acha que sim. Me pediu que não, mas disse que nada iria te impedir, portanto não adiantava me dar conselhos! - E você quer?

- Mais ou menos. É mais por meu filho. Quero um bom estágio pra ele. Bruninho parou de escutar o diálogo entre o amante e sua mãe quando os dois passaram a procurar com a boca os respectivos órgãos genitais. Joana, ardilosamente, posicionou-se de jeito que seu filho tinha ampla visão dela engolindo o enorme pau de Daniel! Parece que isso a excitava tanto que ela tinha que parar o sobe-desce da cabeça e dava longos suspiros sem tirar a glande de dentro da boca e deixando grossos filetes saliva escorrerem pra fora dos lábios. De repente, Joana deixa a torona escapar de sua boca e dá um berro de gozo. Caindo ao lado do amante, ela continua ofegante e dizendo coisas desconexas enquanto os últimos espasmos do orgasmo vão diminuindo. Bruninho tem uma ligeira preocupação de como vai limpar o esperma que ele lança na porta de treliça. Sua mãe se contorce sensualmente com as alvas e grossas coxas se esfregando uma na outra e as duas mãos entre elas. Num dado momento, Daniel a faz virar-se deixando-a de bruços. Joana parece uma marionete nas mãos dele. O filho dela inveja o amante que lhe acaricia as aveludadas nádegas, pra logo em seguida baixar a cabeça até o rosto se enfiar entre elas. - Aaaaaaaah, seu malvado! Sabia que você não ia se esquecer de meu cusinho! Vai, vai...chupa! Chupa! Chupa bastante! Enfia... enfia mais fundo! Enfia tua língua todinha no meu cusinho, enfia! A rola do filho de Joana se recusa a amolecer ao escutar e ver o abandono dela à devassidão que o amante está começando a submetê-la. Bruno não acredita que sua mãe vai dar a bundinha! Logo ela que nunca deu mostras de ser tão desinibida diante dos familiares. Ele sente pena do próprio pai que nunca descobriu quantas vezes sua mãe o traiu e de

modo tão lascivo! Uma confusão de sentimentos passa pela cabeça do filho de Joana ao vê-la de lado com o amante à suas costas. Os olhos de Bruno se arregalam e sua rola volta a se inchar na mão, quando vê a mãe segurando a descomunal rola do amante e guiá-la para a apertadinha abertura do cusinho rosado! Bruno sente seus olhos arderem por não querer piscar um só segundo para não perder cada momento da rola invadindo lentamente o cusinho de sua mãe! Quando tudo acaba, Daniel se levanta depois de um breve descanso onde ele possuiu o anus dela mais duas vezes, sendo que na última, Joana quis sentar na rola com ele deitado de costas. Bruno vê através das treliças ele passar para o banheiro. Sua mãezinha está deitada meia de bruços, com as belas nádegas viradas pra ele. Filetes de esperma do amante escorrem de entre elas até as coxas abaixo. Na mesma posição que está, Joana levanta a cabeça e fitando o closet, faz sinal para que o filho vá embora agora. Bruno dá um passo pra fora e fecha a porta no exato momento que o amante de sua mãe aparece na suíte esfregando a toalha em volta do rosto. Mãe e filho ficam paralisados por segundos. Joana logo volta a razão e num pulo corre em direção ao amante. Como se fosse brincadeirinha, ela encobre a cabeça dele com a toalha rindo quase que histericamente e faz ambos dar uma meia volta. Daniel a abraça e a toalha cai, descobrindo-lhe a cabeça. Joana fingindo afastar-se do abraço, mas na verdade o aprumando para que ele fique de costas pro filho. Ela espera que Bruninho aproveite a oportunidade para escapar. Para manter a atenção do amante fixa em si, Joana se ajoelha e logo a rola dele está deslizando pra dentro da

boquinha dela. O filho já está com a mão na maçaneta quando dá uma última olhada pra trás. O desespero de sua mãe é evidente ao vê-lo estático, observando enquanto ela chupa nervosamente a rola do amante. Com o rabo do olho, Joana sinaliza para que o filho vá embora. Bruno está maravilhado com a imagem daquela formosíssima mulher ajoelhada em frente a um macho, lhe sugando a rolona com ardor. Ele só sai do quarto quando ouve o amante dar um longo urro e sua tora expelir chuvas de esperma no rosto e seios de sua mãezinha!

Transando pensando na mâe III Daniel, apesar de sua boa aparência e juventude, nasceu pra ser corno. Havia também sua tendência de se afeiçoar sempre à mulheres mais velhas. Bem mais velhas. Por exemplo, aos quatorze anos sua primeira mulher era vinte anos mais velha que ele. Agora aos dezenove se apaixonara por Lea, quinze anos mais velha. Ambas estavam casadas quando os casos começaram. Helga, sua primeira mulher e quem o inicou nos prazeres sexuais, já estava no segundo marido. Mas, as duas apesar de o terem com um perfeito amante, não vacilaram em se encantarem por outros machos. Daniel sabia que Helga, por exemplo, já tinha um amante quando começaram a trepar. Quanto a Lea, além do marido, até o momento ela era só dele. Mas recentemente, ela começara a ter seu sangue fervendo nas veias ao pensar em Jorjão, um amigo de Daniel. Agora, Daniel estava ali, amaldiçoando o álbum de fotografias que tinha nas mãos. Nele tinha fotos de Helga fazendo sexo com ele e Lea tinha visto as essas fotos.

Certo dia, num impulso e no calor do excitamento, Daniel convidou Lea e o marido, que era paraplégico, a passarem um final de semana na pousada da mãe dele. Aí que aparecia o problema. A bela e voluptuosa morena, de pele muito clara e belos olhos azuis, que aparecia nas fotos, trepando não só com Daniel, mas as vezes com três jovens ao mesmo tempo, era ninguém menos que a mãe dele, Helga! Lea, que só diferenciava de Helga por ser uma loira genuína, estava sentada diante de Daniel esperando que justificasse porque a ultima hora ele lhe dissera que era impossível de irem visitar sua mãe. Foi quando ela remexeu na mochila dele e pegando o álbum, atirou no rosto dele. - É por isso? Ela mora lá, não é? E você não quer ser visto comigo, não é, seu fedelho safado! - Não! Não... não é bem isso. É que eu... eu... não sei, não sei... não posso falar... é muito estranho! Você não vai entender e talvez queira me deixar! E aí eu terei que te chantagear novamente! Eu não quero que nossa relação seja assim! - Porra, Daniel! O que é tão estranho que você não possa me dizer! Eu posso entender que você não consiga se desligar dela, apesar de você ter mentido pra mim! Acho que você só me quer porque eu pareço com ela! E também você me forçou a fazer tudo o que você já fazia com ela! Parece que eu sou o espelho dela na versão loira! Realmente, quando Daniel tinha a rola sugada por sua mãezinha, pensava em Lea. E quando ele amassava as bandas das nádegas de Lea com sua pirocona lhe preenchendo o cusinho, ele imaginava que era a poposuda de sua mãe, Helga. Mas como contar pra Lea que ele tinha essa relação incestuosa com a própria mãe? - Se vai ter que ser assim... se você não quer largá-la, então eu não pretendo ser só sua... quero dizer... ser tão devotada a você! - O que você quer dizer com isso?

- Que eu passarei a me dedicar somente ao meu marido. Deixarei de ser a depravada que você me obrigava a ser! - Esta mulher da foto se chama Helga e... e é...minha mãe! Minha mãe, escutou bem? Minha mãe! Houve pelo menos uns dois minutos de absoluto silencio, onde Lea fixava um ponto além da cabeça do jovem incestuoso amante e tinha a respiração suspensa. Quando ela relaxou notou o olhar amedrontado do garoto Daniel. Não se sabe o que se passou pela cabeça de Lea pra ela tomar aquela atitude. Ela se levantou com expressão enraivecida e se dirigiu a passos firmes até Daniel. Tomou o álbum que lhe estava nas mãos e novamente o jogou na face do jovem amante. - Saia! Saia daqui! Isso é imundice! Você e sua mãe! Meu deus, onde fomos parar! Que horror! Vamos, saia, saia já daqui! E não volte, nem tente mais me ver! Agora eu tenho algo contra você! Daniel apanha o álbum no chão e acabrunhado levanta seu atlético corpo. Com a cabeça baixa, sai em direção à porta. Com os olhos marejados, ele se afasta ao abrir a porta. Antes que saia, seu corpo e empurrado pro lado e a porta é fechada com estrondo pelo corpo de Lea que se posiciona a sua frente. Ela passa uma das mãos por trás da nuca dele e puxa sua cabeça para que a beije violentamente. Daniel abraça a infiel esposa do paraplégico, depois pousando e apertando firmemente ambas as mãos nas nádegas dela, quase a suspende do chão. Lea consegue passar ambos os braços por cima dos braços de Daniel e pegando a bainha do vestido justo que está usando, ela o vai levantando enquanto rebola, fazendo com isso que a rolona do jovem incestuoso seja amassada por sua coxas. - Me chupa, meu filho! Me chupa! No segundo seguinte, Daniel está com um dos joelhos no chão e despedaçando o fino tecido da calcinha dela. Sua boca cola à entrada da xaninha, sugando como se fosse uma fruta, ao mesmo tempo em que sua experiente língua penetra por

entre os lábios da vagina já melada de tesão. Não demorou muito e Lea acariciando os cabelos de Daniel, curva seu corpo pra frente e depois dando um longo suspiro se curva pra trás. Daniel sente o tremor da xana dela em sua boca. Parece que ele saboreia o gosto do orgasmo da depravada esposinha infiel. Ainda arquejando fortemente, Lea afasta o rosto do atlético amante da sua bocetinha e ternamente lhe diz. - Sua mãezinha quer o mesmo carinho que você faz na Helga. Assim falando, ela se vira devagar até sua robusta bunda ficar cara a cara com o rosto de Daniel. Ele espalma ambas as mãos na maciez dos glúteos e fica alguns segundos com o olhar fixado no rosado cusinho daquela esplendida mulher. - Você é maravilhosa, Lea! Maravilhosa! - Me chama de mãezinha, chama?! Para uma pessoa adulta descendo as escada que dá no salão onde Léa e Daniel estão, é impossível ver o que está passando lá embaixo devido a parede do mezanino. Mas, para quem está sentado, como é o caso, numa cadeira de rodas, a visão é ampla. Ivo, o paraplégico marido de Léa, ao sair do quarto e rodar mais ou menos um metro, leva um choque. Lá embaixo, sua bela esposinha está com o busto encostado a porta, o vestido suspenso acima das formosas nádegas e as mesmas exageradamente empinadas, rebolando lentamente com o rosto do jovem Daniel enfiado entre elas. Ivo tenta gritar de indignação, mas sua voz fica engasgada na garganta. Uma pressão anormal acontece em seu peito. Ele perde o controle das mãos e não consegue se mover pra lugar algum. Só lhe resta olhar para o jovem Daniel que agora faz uma espécie de montinho com as mãos nas nádegas de sua esposa e morde suavemente diversas vezes. Pra desespero de Ivo, seu pênis se enrijece. Isso parece que o acalma, pois automaticamente ele retoma o controle das

mãos e logo uma delas está espalmando a própria piroca. Uma mistura de raiva e tesão toma conta do cormo Ivo. Casado com aquela beldade vinte anos mais nova que neste momento está se abaixando até ficar de cócoras com o rosto a altura da virilha do ingrato estudante que ele acolheu em sua casa. Com os olhos esbugalhados e se masturbando violentamente, Ivo vê sua cândida esposinha chupando a cabeçorra do penis do estudante com tal vontade que rastros de saliva escorrem pelo queixo dela. Por alguns segundos ele fecha os olhos e quando os abre novamente, Léa engoliu inteiramente toda a extensão da rígida piroca e seu queixinho está entre o saco escrotal do rapaz. Ivo, sem esperar, tem um grande gozo, mas praticamente não ejacula. Ele fica arfando por uns momentos e quando sua respiração volta ao normal, ele não sabe o que fazer. Mesmo assim percebe quando Léa, puxando Daniel pela mão, se dirige a algum canto da sala, desaparecendo de sua visão.A pressão em seu peito volta a incomodar e ele resolve voltar pra suíte e se deitar. Meia hora depois quando Léa chega a suíte com a roupa recomposta, mas sem calcinha e toda melada do esperma de Daniel, encontra o marido deitado, mas tendo um ataque cardíaco. Ivan, o filho dele do casamento anterior, foi o primeiro a chegar e não estranhou de encontrar Daniel por lá. Era sabido que Daniel fora contratado para ajudar na hidroginástica para recuperação do pai dele. Ivo passou dois dias na UTI e não resistiu. O funeral foi marcado pra manhã seguinte. Léa disse a todos que não se preocupassem por ela e pedia que todos entendessem que queria ficar sozinha. Depois que todos se foram, ela subiu pra tomar um banho. Na suíte, Daniel a estava esperando compadecidamente. Ele a consolou e a banhou na mesma banheira, onde três meses atrás ela chupou e engoliu esperma pela primeira vez na vida, além de ter sido sodomizada diversas vezes naquele dia por

Daniel. Agora ele apenas a ajuda a banhar-se e fica silencioso escutando as lamúrias da jovem viúva. Daniel acomoda Léa sob as cobertas e vai se retirando quando ela pede que ele fique abraçado a ela até que durma. Lea faz Daniel deitar-se de costas e se acomoda a seu lado com a cabeça descansada no tórax dele. Daniel volta a escutar os soluços e as lamúrias dela e consola beijando-lhe os loiros cabelos. Em dado momento, Lá levanta a cabeça e passa a limpar as lágrimas e a saliva derramada no peito do jovem amante. Quando termina, ela lhe dá um terno beijo nos lábios e depois suaves beijinhos pelo tórax, em especial num dos mamilos. Daniel se assusta quando a mão dela acaricia seu saco e segura firmemente a grossura instantânea de sua torona. Ela o beija longamente antes de procurar pela avermelhada glande com a boca faminta. Na manhã seguinte, todos se compadecem da jovem e devotada viuvinha quando ela tira os óculos escuros para limpar as lágrimas e notam as profundas olheiras em volta dos olhos.

Léa faz de tudo Eu descobri que meu marido tinha pelo menos uma amante e freqüentava casas de travestis. Ele estava sempre viajando. Ele era vinte anos mais velho que eu quando casamos. Ele estava viúvo e tinha um filho de oito anos. Cerca de dois anos atrás ele sofreu um acidente e ficou paraplégico. Tivemos que contratar terapeutas e por fim um jovem e atlético universitário foi contratado pra ajudá-lo nos exercícios. Daniel estava com dezenove anos quando entrou na nossa casa e em todos meus orifícios e reentrâncias. Eu estava com trinta e quatro anos quando pela primeira vez chupei e engoli

esperma e dei o cusinho pela primeira vez. Durante uns dois meses fui dominada e submetida por Daniel às suas demandas sexuais. Aconteceu de algumas vezes Daniel estar me enrabando no banheiro enquanto meu marido estava deitado inerte na cama de nossa suíte. Não era raro de Daniel gozar entre meus seios ou na minha boquinha enquanto meu marido estava assistindo televisão e estávamos às suas costas. Embora com remorso, eu gozava loucamente e ficava inteiramente satisfeita.. Logo após ser sodomizada por Daniel, eu ainda amava meu marido e desejei que ele me enrabasse também porque eu não queria que um estranho fosse o único que tivesse me dado esse prazer. Foi quando ele me disse que esse tipo de sexo não deveria ser praticado com a esposa, só com as profissionais do sexo. Eu fiquei chocada. Se todo homem gosta dessas variações sexuais, lógico que as mulheres também, onde meu marido ia procurar? Foi nessa época que eu fui descobrindo suas escapadas sexuais e cada vez mais eu ficava viciada nas coisas que Daniel fazia em mim. É claro que eu vivia num doce estresse, pois o medo de ser descoberta aumentava ainda mais a luxuria com que eu me entregava ao meu jovem amante. Passava pela minha cabeça o que um jovem quinze anos mais novo via em mim e o que aconteceria quando eu chegasse aos quarenta ou mais. Eu tinha descoberto nas coisas de Daniel um álbum de fotografias onde tinha várias fotos dele trepando com uma belíssima mulher que de acordo que disseram depois, era a minha imagem e semelhança na versão de cabelos negros. Descobri também que esta mulher participava de orgias e junto com a noiva de meu enteado, Valéria. A recente surpresa que Daniel me fez, foi confessar que a tal mulher de esplendido corpo que aparecia sendo triplamente penetrada nas fotos era... mãe dele! A principio eu achei que aquilo era por demais nojento e era o extremo da degradação humana. Eu tentei me apegar a isso para dar um fim aquela aventura e voltar a ser fiel a meu

marido. Mas, quem vai entender as mulheres? Um minuto após minha indignação e até ter expulsado Daniel de casa, eu o estava abraçando e procurando por sua rola freneticamente. Enquanto ele me comia na sala e meu marido estava na suíte esperando que eu fosse lhe dar banho, eu pedia que ele me chamasse de mãe e eu o tratava por filho! Neste mesmo dia meu marido teve um ataque cardíaco e morreu dois dias depois. Na noite anterior ao velório, eu pedi a todos os familiares que me deixassem sozinha. Mas não fiquei surpresa quando encontrei um solícito Daniel me esperando na suíte. Ele parecia querer somente me consolar sem sexo. Novamente, não sei o que aconteceu comigo. Eu iniciei um boquete tão intenso que ele gozou duas vezes na minha boca antes de eu fazê-lo deitar-se em cima de minhas costas e me sodomizar até eu adormecer. Durante o enterro os familiares me consolaram enquanto eu derramava algumas lágrimas por aquele homem que eu tinha amado tanto, mas que me decepcionara ainda mais. Não me dera nenhum filho e me tratava como uma loira burra. Nunca me fizera gozar também. Meu enteado Ivan, que eu adorava como filho, e sua depravada e infiel noiva me fizeram companhia ao me levarem pra casa, no carro dirigido por Daniel. Foi consenso geral que Daniel seria necessário para me levar a lugares e que eu poderia contratá-lo como motorista particular. Eu não pude evitar de meu enteado me fazer companhia bem como alguns de meus parentes. Daniel aparecia para ver se eu precisava de alguma coisa, mas era claro que meus parentes se antecipavam a ele. Isto estava me enlouquecendo e o olhar disfarçado de desejo de Daniel agravava mais ainda. Por fim veio a missa de sétimo dia. Como é o costume, eu me vesti toda de preto. Me vendo no espelho eu tentava não parecer extremamente belo e sensual, mas era em vão. Eu não tinha culpa que aquela roupa realçava ainda mais minhas generosas curvas. Ao final da missa, demonstrando consternamento, eu pedi a todos que me deixassem só. Alguns acompanharam com os

olhos quando Daniel abriu a porta de trás do veículo e eu me acomodei lá. O danado do Daniel, apenas deu partida no motor e ficou observando enquanto todos iam embora. Eu entendi sua jogada e o abracei mesmo com o encosto do assento entre nós. Ele jogou seu braço direito para trás e trouxe minha cabeça até nossas bocas se colarem. Quando o estacionamento ficou semi vazio, Daniel pulou pro banco de trás e abriu minha blusa soltando todos os botões das casas. Meu sutiã preto foi puxado pra baixo de meus amplos seios e seus lábios faziam sucção em meus túrgidos mamilos. - Me dá teu pau, filhinho, me dá! A imensa cabeçorra me enchia quase que todo espaço dentro de minha boca. Eu a apertava entre o céu da boca e minha língua e acariciava com as mãos seu saco e a coluna musculosa ao mesmo tempo. Não demorou nem um minuto e aquele moleque safado ejaculou com força em minha garganta que quase engasguei. Mas não permiti que uma sequer gota daquele líquido do amor me escapasse da boca e continuei chupando com mais fervor ainda querendo secá-lo até a última gota. - Me dá a bunda, Léa! Me dá essa bunda maravilhosa! - Oh! Não me trata assim. Você se aproveita de minha fraqueza que não tem ninguém pra me proteger desse assédio de tarado incestuoso! - Pára Léa! Pára! Não fala de minha mãe! Você que é uma viúva depravada! Teu marido ainda não tinha esfriado e você estava com meu caralho na boca! Eu me descontrolei com a petulância daquele pivete. Eu me arriscava a ser difamada e repudiada por todos que soubessem da minha relação com ele. Vinha sendo submetida a todos seus caprichos sexuais e as vezes sendo até forçada, estando meu falecido marido e outras pessoas por perto. Ele que me viciara naquela degradação e era um incestuoso, vinha agora me xingar? Conseguir atingir-lhe o rosto com um soco que machucou minha mão. Acho que tentei dar-lhe mais uns tapas e quando ele segurou meus pulos, eu estava pronta a cravar-lhe as unhas

Não sei como, mas eu estava com as pernas abertas sentada em seu colo de frente pra ele. Minha calcinha tinha sido rasgada e arrancada por aquele homem de mais de um metro e oitenta e quase noventa quilos. Fui facilmente me imobilizada com uma só mão, Daniel prendeu meus dois pulsos atrás de minhas costas. Com a mão livre segurava o próprio cacete, fuçando por entre minha bunda tremula. A sensação da glande bolotuda sendo esfregada de cima a baixo em meu rego acabou com qualquer resistência e dignidade que me restava. Fui eu mesma, que rebolando, achei com a boquinha de meu anus a cabeçorra, engolindo-a inteiramente. Após uma pausa de segundos para que ambos suspirarmos e nos deliciarmos, cada um a seu modo, com o incomparável delírio da invasão de meu anus pela rola dele! A cabeça de Daniel estava entre meus seios e minha cabeça balançava pra todos os lados descompassadamente com o ritimado sobe e desce de minhas nádegas na rígida piroca que penetrava meu cusinho. - Me... me chama... me chama de mãezinha! Chama, chama! - Sim, mamãe! Eu dei um longo urro de gozo jogando minha cabeça pra trás enquanto eu sentia minhas nádegas roçar as bolas de meu amante menino e de seu amado cacetão, inteirinho em meu cu.

Aventuras com a prima da adolescência a maioridade O que irei relatar aqui é verídico entre mim e minha prima,darei meu nome de Eduardo e dela de Priscila, morávamos com uma família grande desde pequeno, mas com o tempo fomos crescendo e observar mais as coisas no mundo de modo diferente e foi daí que prestei mais atenção no corpinho de minha prima que estava ficando bem gostosinha a cada ano que se passava, razão essa inspirada pelas revistas de sacanagens, filmes e leituras eróticas

conseguida com a turma da rua de casa, coisa de moleque. Mas lá pelos 14 anos as coisas começaram a esquentar mais e mais, pois fui tirando umas brincadeirinhas com ela e ao mesmo tempo alimentando agora a minha fantasia sexual com todo o material de sacanagem que eu continha pra ser passado pra ela com o desejo que ela viesse a corresponder aos meus anseios.Bom tudo começou num dia em que estávamos tomando banho juntos fora de casa no chuveiro, os dois com peças intímas, e foi ai que comecei a me esfregar naquele delicioso corpo, peitinho pequeno, bucetinha gordinha e um rabinho apetitoso e ela foi deixando, até que de leve esfregava mais e mais o meu pau duro dentro da sunga nela e ela deixando tudo correr, enfim foi o primeiro passo pra um mundo totalmente de prazer entre ambos, já que não passou de uns pequenos amassos minha primeira investida isso tudo com muito sigilo para ninguém de nossa família flagrar nós dois. Daí em diante eu não pensava em outra coisa a não ser em fuder a minha prima, vivia batendo punheta pensando nela no banheiro, e então comecei a trazer revistas de sacanagens para ela ler e então já começava a chupar os seus seios, pois via que ela ficava excitada com as leituras eróticas das revistas e depois com os filmes que assistíamos escondidos já conseguia ficar num local que tínhamos secretos ficar um bom tempo esfregando a minha pica dura já por fora da cueca, nossa aquilo já era um bom sinal pra mim, pois a Priscila gozava sentia um prazer enorme em roçar aquele capu de fusca que ela sempre teve em minha pica e eu gozava só com aquele tipo de prazer, as coisas foram ficando mais quentes de modo em que um certo dia depois de um filme eróticos ela resolveu me mostrar sua buceta, que imagem mais linda era aquela, bucetinha rosada, cheirosa, lábios grandes, pêlos crescidos em volta de sua vulva, aquela coisa encharcada de melzinho pronta pra ser sugada e pedindo pra minha boca explorar toda aquela gruta inexplorada em plena adolescência, bom sei dizer que fiquei apreciando cada detalhe daquela coisa linda que brotou bem na minha frente, mas não demorei muito pra cair de boca na buceta da Priscila antes que ela mudasse de idéia e foi daí que eu escutei um ruído fascinante, era ela gemendo na minha boca e delirando com cada investida que eu dava com a língua na sua boneca, tentava enfiar o dedo, mas ela não deixava, nessa altura já teria gozado umas duas vezes só

fazendo sexo oral nela, mas sempre ficávamos atentos pra não sermos pegos por ninguém, e com o tempo passando e muitos materiais eróticos mostrados a ela eu já fui colocando a pica pra fora e deslizando em sua buceta, gozava como um louco, chupava ela quase todo dia e quando não fazia isso eu me acabava na punheta pra ela ficar logo afim.Mas nesses amassos todos dentro de casa não levantávamos muitas suspeitas dentro de casa e agíamos normal pra não dar na vista e eu contente com toda a situação, mas infelizmente e felizmente também eu não fui o seu primeiro homem, não sei ao certo pra quem ela deu, mas o que importou mesmo foi que eu me aproveitei por anos dessa situação, minha primeira vez com ela foi numa tarde de sábado, sempre tinha alguém tomando cerveja nesses dias em casa, então aproveitávamos pra ir ao nosso lugarzinho do prazer e foi numa dessas investidas que eu botei na bucetinha dela e logo sentir que ela não era mais virgem e eu pouco liguei também, só fiz curtir o momento, nossa que buceta maravilhosa, apertada e deliciosa, eu enfim realizando o começo do meu sonho sexual com ela. Após a minha primeira transa com ela, comecei a me armazenar com matérias cada vez mais eróticos pois isso deixava ela excitada, e então começamos a transar em todos os cantos da casa, nos banheiros, sala, cozinha, sala de jantar, quartos, área de lavanderia e no quarto de empregada, como estudávamos o resto do tempo tínhamos que estudar e sempre que eu podia eu ir dar uma força no estudo pra ela a sós, mas sempre com uma revista de sacanagem pra ela ler e olha que as vezes ela não queria, mas quando abria as primeiras paginas da revista sua buceta ficava logo ensopada e não dava outra, uma bela trepada não importando o lugar da casa e nem horário, eu adorava quando ela mandava eu sentar na cama, isso depois que eu chupava a buceta dela,e sentava na minha pica e eu via aquela sua buceta enorme(apesar de ela ser baixinha) engolir a minha pica e rebolando na minha vara, gemia gostoso e mandava eu segurar os seus bicos rosados e médios que cabia em toda palmda de minha não e eu apertava e escutava o seu gemido acompanhado do seu gozo,sem falar ainda tinha que reparar pra que ninguém aparecesse, e quando não tínhamos uma cadeira exclusiva no quarto em que ela se apoiava com os braços e colocava uma das pernas na cadeira

e deixava exposta aquela linda buceta pronta pra ser fudida e pra ficar mais perigoso ela deitava-se na cama só de shortinho e deixava aquele delicioso corpo estendido na cama pronto pra ser explorado com minha mão, boca e pica, afastava a sua calcinha pro lado e ajustava a mnha pica bem na entrada de sua buceta e ela parecia não deixar eu fazer isso, mas com pouco tempo ela estava de 4 na cama e nós dois correndo perigo, já que qualquer um podia pegar nós dois em tal situação.O dia de sábado era meio que especial pra mim, pois ela de manhã ia lavar roupa e ao mesmo tempopegar sol e ficava superapetitosa e daí eu ficava no quarto esperando ela e ela após lavar roupa ficava lendo alguma revista minha de sacanagem sem o compromisso de dar-me sua vulva,mas não dava outra, após algumas horas de sol, lá vinha Priscila com os seus17 mais ou menos pro seu priminho, seu corpo exalando o cheiro de bronzeador e sua bucetinha tufada e salgada, e com uma marquinha que não era pra colocar defeito algum, ela entregava a revista pra mim e eu com um ar de como não soubesse da nada ficava calado e esperando ela entrar, então ela afim de fuder vestida com uma toalha de banho tirava o seu biquíni totalmente nua pra mim e se olhava no espelho e então eu pedia pra chupar sua buceta ou seu cuzinho, ela dizia que não, mas no momento em que eu tocava no seu corpo ela não fazia nenhuma rejeição então notava que o sinal estava verde e pronto pra ser começado, melhor gozado, fora o momento de sol dela aos sábado era de noite, pois ela tinha um horário pra chegar então eu ficava na rua com a turma e antes da 23hs eu já estava em casa esperando pra assistir um filme de sexo que passava todos os sábados na bandeirante, certamente muito já devem ter visto esse filme, e era ai que começava a minha outra jornada pra fuder de novo aquela buceta, apesar de ela ter acabado de chegar da rua, ou em festa ou mesmo namorando, transando ou sei lá, depois que lavava a buceta pra mim estava ok, não via limite em mim em ter a gruta de Priscila mais uma vez, sendo que de noite o perigo era maior, os cuidados eram redobrados, transanvamos no sofá, ela sentava ao meu lado, jantava eu colocava no canal do filme e alisava suas pernas e sempre ela não deixava, o filme rolando e ela assistindo e mais uma vez tentava e daí ela ia deixando eu passar a mão sobre sua perna, ela tinha uma camisola em que deixava os seu lindos

seios bem visíveis e sua calcinha também, isso me deixava com um tesão louco, bom das pernas eu me concentrava em massagear sua buceta por cima de sua calcinha e pressionar bem de modo que ia cededo e abria sua perna, mas não deixava eu colocar o dedo, então implorava pra chupar e ela não deixava, só afastava a calcinha e deixava eu vendo aquela buceta aberta e eu socando punheta, mandava ela meter o dedo pra ver se estava ensopada e prontamente ela deslizava o seu dedo indicador e colocava na entrada da grutinha e com outro dedo ela abria e fechava os dedos e eu vendo seu melzinho ali grudado de uma ponta a outra em seus dedos, isso era pra acabar, depois ela mandava eu chupar, daí ficava mais feliz, nisso ela tinha que reparar a porta pra que ninguém aparecesse, e perguntava pra ela se eu podia fuder ela e ela dizia que não, que eu ficasse ali na mesma função, sem brincar muito no seu clitóris porque ela dizia gozar rápido e então eu afundava a minha língua mais e mais, na sua gruta a ponto de fazer questão de morrer afogado ali, naquele instante, depois de certo tempo ela fica de 4 e mandava eu fuder e controlava cada pombada que eu dava nela, ela manipulava tudo, não queria que eu gozasse rápido e nem dentro de sua buceta, mas confesso que não conseguia segurar por muito tempo, pois com ela tudo me excitava e era demais. Bom depois de um tempo ela se casou e mudou de casa, mas nem por isso eu fiquei sem transar com ela, uma vez ela veio ficar aqui em casa grávida passar o dia e eu não pensei em outra coisa a não ser comer ela e não deu outra, depois de uns sites de sacanagens na net fomos ao nosso local secreto e ela mesmo com uns 8 meses me cedeu sua buceta, estava maior e mais ensopada, parecia que não transava desde quando havia ficado grávida, dessa vez não foi muito difícil convence-la, nem chupei ela dessa vez, digo sós os seios, mas cavalguei gostoso naquela buceta e gozei toda a minha porra que estava guardada especialmente pra ela, apesar de eu ter namorada, mas a sua buceta é sem comparação o prazer com ela é maior sem dúvida. Ultimamente com nossa maioridade, eu 29 e ela 27 fica difícil, pois temos certas responsabilidades, mas nem por isso deixei a nossa relaçãoe esfriar, mesmo casada já chupei os seus seios, masturbei sua buceta isso tudo aqui em casa quando ela vem visitar e a minha última coisa fantástica que eu fiz foi transar com ela na sua casa, dentro da casa de seu marido,

isso nunca vou esquecer o prazer e o risco acho que combina com o risco tanto pra mim como pra ela, mas essa será no próximo conto, espero que gostem.

Suruba com a CUNHADA FAZENDO SURUBA COM MINHA CUNHADA Meu nome é Carlos, tenho 19 anos e gostaria de relatar um conto muito \\\\\\\"interessante\\\\\\\" que aconteceu comigo. Bom, sou alto, magro, de olhos e cabelos escuros, nada que chame muita atenção, mas nunca reclamei ou reclamaram de nada. Tenho uma namorada de tambem 19 anos, ela tem cabelos castanhos, olhos escuros, alta e também magra. Nós namoramos já faz quase um ano e nos damos super bem, sempre que posso dou um jeito de transar com ela, já que moro em uma república com mais 2 colegas. Ah, o nome dela é Gabriela. Ela tem uma irmã de 17 anos, muito linda, na flor da idade. Ela é muito gostosa! A Gabi é bem gostosinha sim, tem uma barriga perfeita que eu mais adoro dela, uma bundinha bem normal e seios pequenos porém muito durinhos. Essa é a a única frustração quanto a ela. Mas a irmã , a Bruna, compensa o dela, são os peitos mais gostosos da face da Terra. Tudo que falta em uma sobra na outra, se fosse juntar as duas em um só corpo daria a mulher perfeita. A barriguinha e a bunda da Gabi, mais os peitos super gostosos da Bruna. Mas vamos ao que interessa. Certa vez em uma noite de sexta, passei na casa da Gabi para levá-la para sair. Quando chego, dou de cara com a irmã dela, descendo para pegar o táxi e sair com as amigas. Ela tava muito gostosa, com um vestido preto de alcinha, sem sutiã, o que fazia balançar aqueles peitos fenomenais. De cair o queixo. Eu a cumprimentei e subi para pegar a Gabi. Depois dela terminar de se aprontar, quando íamos descendo, nos damos de cara com a Bruna, subindo, com uma cara de desapontamento. Antes de perguntarmos o que tinha contecido, ela já veio nos dizendo para darmos meia volta, tinha acabado de começar um toró que não parecia que ia acabar tão cedo. Resolvemos subir e conversar um pouco.

Chegando, sentamos no sofá e começamos a papear e xingar a bendita chuva. Estavamos muito putos, mas fazer o quê. Foi aí que a Gabi deu a idéia de largarmos a mão de ser besta e fazer a nossa própria noite, ali mesmo. Eu e a Bruna concordamos, mas sem ter nenhuma idéia. Pensamos bastante e resolvemos jogar cartas. Tiramos a mesinha q ficava em frente ao sofá e sentamos no carpete. A Gabi deu a idéia de jogar buraco, mas ninguém quis, além de ser monótono, de 3 é bem ruim. Eu dei a idéia então, de jogarmos Copo D\\\\\\\'água. Pra quem não conhece, é o seguinte: cada jogador fica com 4 cartas na mão e o objetivo é juntar as 4 iguais, por exemplo, rei-rei-rei-rei, 7-7-7-7, e aí vai. Quem juntar as 4 iguais, discretamente coloco as cartas na mesa e todos tem que colocar tambem. O último a descer as cartas é obrigado a beber um copo de água num só gole. E pra dificultar mais, um coringa fica rodando e quem tiver com ele fica com 5 cartas e é obrigado a ficar com ela por pelo menos uma rodada antes de passar para o outro. Bom, aí todos concordamos e eu comecei a ajeitar as cartas. A Bruna levantou de repente e disse q ia no quarto trocar de roupa, porque ela queria ficar mais a vontade. Enquanto a Gabi pegava o jarro com água e os copos, eu terminei de organizar e embaralhar as cartas. Antes da Gabi voltar,me aparece a Bruna, só vestindo uma camiseta grande e velha que ela usava para dormir, calcinha e meias. Eu bem que achei ruim, pois aquele vestido que ela tava usando era demais e ainda dava pra ver a calcinha dela quando ela sentava no chão de pernas cruzadas. No momento em que eu tava secando os peitos dela que quase rasgavam a camiseta, chega a Gabi com tudo. Sentamos todos e começamos a partida. O começo a gente tava bem animado, eu já tinha tomado 2 copos e as duas apenas 1 cada. Quando eu perdi a terceira, elas ficaram rindo de mim, e não passou disso. Depois de uns 15 min, estávamos todos meio q com tédio do jogo. Foi aí que Gabi teve uma idéia, ela saiu pra cozinha e trouxe com ela uma garrafa com conhaque. Toda alegre ela disse \\\\\\\"Vamos dar uma animada nesse jogo!\\\\\\\" Eu e a bruna adoramos a idéia! Perguntei se não problema para os pais delas. Elas meio que riram da minha cara dizendo que eles tinham saído para comemorar o aniversário de casamento e que quando acontecia isso eles sempre dormiam fora. \\\\\\\"Adivinha fazendo o quê!\\\\\\\" disse Bruna. Rimos juntos e

começamos a jogar. Foi aí que o jogo começou a ficar gostoso. A primeira a tomar o gole de conhaque foi a Bruna, ela virou o copinho duma vez só. Com um pouco de incentivo nosso, é claro. Depois de vários copos, a gente ria de tudo, cada um tinha tomado mais de 5 copos. Tava tudo tonto e alegre. No último gole da garrafa, que já tava no fim, a Gabi virou no bico e foi procurar para ver se tinha mais. Que nada! Só tinha vinho caro do pai dela, e ela achou melhor não pegarmos. Foi aí que se deu meu espanto. \\\\\\\"Vamos esquentar mais ainda esse jogo! Vamos jogar Strip Copo D\\\\\\\'água!\\\\\\\". Eu olhei pra cara dela assustado, mas gostando da idéia. Ela tava convicta com a sugestão. Eu pensei bem e concordei. \\\\\\\"Contanto que tua irmão concorde, vamos lá!\\\\\\\" Eu olhei na cara da Bruna e ela já tava contando as peças de roupa de cada um - \\\\\\\"Beleza! Em vez de quem perder tomar um gole de conhaque, vai ter que tira uma peça de roupa!\\\\\\\" Eu surpreso e ansioso em ver aqueles peitos divinos já fui me concentrando! Recapitulando a roupa de cada um, cada pessoa tinha 5 peças de roupa. Eu - camisa de botão, calça jeans, meias, tênis e cueca. Gabi - calça jeans daquelas coladinha que marca a bunda certinho, blusinha sem manga também coladinha, sandália, sutiã e calcinha. Bruna - camisetão, meia esquerda, meia direita, calcinha e mais o meu relógio que eu emprestei a ela para ficarmos tudo igual. Eu já tava de pau duro pensando em ver as duas peladinhas na minha frente e já fiquei muito mais animado que antes. Com todos em um estado de bebida já bem alto começamos o jogo. Antes, resolvemos que quem baixasse as cartas, diria qual peça de roupa o que baixou a cartas por último vai tirar. Na primeira rodada saí com duas cartas iguais, mas não adiantou muito e foi a Gabi que desceu as cartas primeiro. A lerda e bêbada da Bruna baixou por último e a Gabi pediu que ela tirasse o relógio. Na segunda, comecei bem e já desci quase logo de cara as minhas. De novo foi a Bruna que ficou por último (para minha alegria) e pedi que ela tirasse a meia esquerda. Tem que ir devagar para dar aquele gostinho! Na terceira rodada adivinha quem foi a lerda! Pra minha alegria foia Bruna de novo. A Gabi baixou primeiro e pediu para que tirasse a outra meia. A Bruna meio que ficou esperta! Ajoelhou no chão, sentou sobre seu calcanhar e deu uns tapinha na cara \\\\\\\"Ah, não! Só tenho mais duas peças!

Vou reagir agora!\\\\\\\" Nossa! Eu nunca podia imaginar aquela situação...tava muito bom! Atéme lembrava os jogos de Strip Poker que eu tenho no computador. Só de estar naquela situação eu já ficava muito excitado. Voltando... Na quarta rodada eu que fui o feio, e perdi meus tênis. Na próxima, a Bruna quem desceu as cartas e a Gabi quem teve que tirar suas sandálias. Na outra, a Bruna tava com tudo, desceu quente as cartas e eu quem fiquei sem tênis. Depois de ficar só com duas peças a Bruna ficou muito mais ligada, o que me dava mais tesão ainda. Na outra rodada eu perdi minha meia e na próxima a Gabi perdeu a blusa, ficando só de sutiã e calcinha. A Gabi tava um tesãozinho, com aqueles peitinhos durinhos e aquela barriguinha perfeita aparecendo. Eu já tava começando a ficar maluco. Acabou que na outra rodada a Gabi desceu e eu que perdi, ficando somente de calça e cueca. A Bruna tava na mesma situação minha, com a camiseta e a calcinha e a Gabi tava de sutiã, calça e calcinha. Começando a outra rodada, eu sai bem e já tava pensando que eu ia descer primeiro. Mas a Bruna tava impossível e desceu antes e foi a Gabi que ficou pra trás e perdeu a calça. Aí que eu comecei a ficar louquinho. Ela tava só de calcinhae sutiã, só com um olhar de malícia pro meu lado. A Bruna logo percebeu isso e deu um sorrisinho. Naquela hora eu fiquei convicto em ganhar aquele jogo e ver as duas irmãs peladinhas. Na rodada seguinte, eu desci quente e por um triz que a Bruna não fica por último. Mas foi a Gabi que perdeu e o jogo começou a ficar interessante. Eu e a Bruna já começamos a rir da cara dela. A Bruna só ficava gozando dela \\\\\\\"Hum, vai ser a primeira a mostrar os peitinhos!\\\\\\\" A Gabi colocou os braços para trás e soltou a fivela, deixando cair seu sutiã. Os peitinho dela tavam durinho como nunca. Os mamilos tavam já apontando, mostrando que ela estava bem excitada. A Gabi que estava sentada com as pernas cruzadas, tava só de calcinha. Aquela posição dela tava um tesão só. Sua bucetinha tava marcadinha na calcinha. Eu não tirava o olhos de lá. Percebendo isso a Bruna já foi logo gozando da minha cara \\\\\\\"Ué, Carlos, a Gabi nunca mostrou a bucetinha pra você não? É uma gracinha! Toda aparadinha!\\\\\\\". Para revidar a Gabi já foi falando \\\\\\\"Ih, ele conhece isso aqui como se fosse a palma da mão dele!\\\\\\\". No estado alcólico que a gente tava tudo era motivo para rir. Na outra rodada, eu pensei comigo

mesmo que tinha que ganhar aquele jogo! Eu dei as cartas e me concentrei. Quando eu ia baixar minhas cartas, a Gabi baixou quase que junto comigo, só um pouquinho antes. Adivinha quem ficou por último? A Bruna! Eu já tava esperando para ver aqueles seios incríveis, não tirava os olhos deles. Mas pra minha surpresa a Gabi pediu para que ela tirasse sua calcinha. Minha espectativa foi lá em baixo, mas mesmo assim eu tava animado. A Bruna levantou, um pouco vermelha, num sei se de vergonha ou de bêbada e desceu sua calcinha. Mas como a blusa dela era bem longa num deu pra ver nadinha! Eu até me torcia pra ver alguma coisa! Com a calcinha no pé, ela jogou na minha cara, cortando o meu barato. Eu até olhei pra Gabi pra ver se estava brava, mas parecia que estava mais excitada que antes, ela tava toda arrepiada. Aí que me senti mais tranquilo em aproveitar aquela noite incrível. Na próxima rodada, eu meio que fiquei destraído e perdi minha calça. Quando tirei e fiquei só de cueca, estava nítido que meu pau tava duríssimo! Olhei pra cara das duas e elas não tiravam o olho dele. Eu sentei no chão com as pernas abertas e dobradas, apoiando meus braços sobre o joelho, só para mostrar mais o quanto estava duro. No começo da nova rodada, eu só vi a Gabi piscando para Bruna combinando em me deixar sem nada nessa rodada. E não foi que elas conseguiram! Tive que tirar, fui o primeiro a ficar sem nada! Quando levantei para tirar a cueca, não pude deixar de ver o sorriso na cara das duas. Baixei a cueca de uma vez e meu pau saltou pra fora! \\\\\\\"Viu como sou sortuda irmã!\\\\\\\" disse Gabi à Bruna. A Bruna só deu um sorriso, mas não tirava o olho do meu pau! Eu sentei de pernas cruzadas e meu pau ficou apontando para o teto. As duas secavam meu pinto duro. Eu tava adorando a situação. Foi aí que notei a inquietação de Bruna, ela não parava quieta, divia tá molhadinha lá em baixo. Na outra rodada, já que não tinha nada a perder, falei que se eu perdesse agora, tinha que oferecer alguma parte de meu corpo a elas. As duas concordaram na hora, dizendo que a regra era essa agora. Na outra rodada eu tava com uma mão ótima e consegui deixar a Bruna sem nada! Era o que eu estava esperando a noite inteira. Ela tava ajoelhada no chão, sentada em seu calcanhar. Ela começou a tirar a blusa pela cabeça, foi uma visão perfeita. Quando a blusa passou pelos peitos dela, os peitos balançaram de um jeito muito gostoso.

Eu quase gozei na hora! Até a Gabi tava excitada com a cena. Já a Bruna tava morrendo de vergonha e colocou o braço sobre seus seios. Ela tava linda. Os peitos escondidos, mas perfeitos e aqueles cabelinho de seu grelinho aparecendo, já que sua buceta não tava aparecendo, pois ela estava com as pernas fechadas. Tava uma loucura. Na outra rodada, coincidiu de a Gabi perder e todo mundo ficar na mesma situação. Ela nem levantou para tirar a calcinha, já que não tinha vergonha de ninguém que estava ali. Ela só esticou as pernas e tirou tudo. Foi aí que percebi o tanto que ela tava molhada! Quando ela tirou a calcinha, uma baba de gozo ficou entre sua calcinha e sua buceta, formando um fio. Aquela cena me deixou louco! Ela tava muito molhada. As duas irmãs olharam uma para a cara da outra rindo. Cada um secando mais o corpo do outro. Como tava combinado de quem não tivesse nenhuma peça de roupa tinha que oferecer alguma parte do corpo, ninguém mais ficou inibido. A Gabi já tava sentada toda esculachada, com as pernas abertas, mostrando o quanto ela tava molhada. Tava um tesão. Na outra rodada, a Bruna que ia distribuir as cartas, então ela sentou no chão abriu as pernas e começou a distribuir. Quando ela abriu as pernas, sua buceta apareceu interinha. Meu pau tava doendo de tão duro. Aquela bucetinha linda dela e aqueles peitos fenomenais, agora já descobertos. Eu tava louca em comer ela. Essa rodada foi fácil e eu quem baixou primeiro e a Gabi que ficou por último. Como ela tinha que oferecer algo do corpo dela, ela ofereceu seus seio. Na hora eu voei neles. Comecei a chupar um enquanto massageava o outro com a mão. Eles estavam mais duros que nunca. Fiquei uns 2 minutos naquelas maravilhas e voltamos a jogar. Na outra rodada foi eu quem perdi e tive que oferecer algo de mim. A Gabi já veio abocanhar meu pau, mas eu disse que não. Queria um beijo primeiro. Ela ficou meio que desapontada, mas subiu em meu colo e me deu um beijo maravilhoso. Quase gozei com esse beijo, as nossas línguas se duelavam e meu pau ficava roçando em sua bunda, me deixando cada vez mais louco. A Bruna já tava meio impaciente e disse para continuarmos logo. Eu tava doido para a Bruna perder e eu ganhar! Na próxima, foi a Gabi de novo quem ganhou e a Bruna perdeu. Eu já tava pensando que elas não iam fazer nada, já que eram irmãs. Mas que nada! A Gabi foi de quatro engatinhando até a sua irmã e a

Bruna apontou a boca, dizendo que queria se beijada. As duas se abraçaram e deram um beijo delicioso! Eu fiquei pasmo! Nunca pensei que as duas eram disso, e pelo beijo, não parecia que era a primeira. Mas tarde fui descobrir que não era mesmo. Eu tava super excitado com a cena. As duas abraçadas, se beijando, o peito delas estavam apertados um contra os outro, um amasso de dar água na boca. A Gabi ficou ajoelhada, mais alta que a Bruna, ela colocou seu joelho entre as pernas da Bruna e levantou ela um pouco. As duas ficaram com os joelhos cruzados, roçando a buceta de cada uma na coxa da outra. Era uma cena de outro mundo. Eu não aguentei e comecei a me mastrubar ali mesmo. As duas pararam de se beijar e a Bruna começou a chupar os peitos da Gabi. A Gabi tava com uma cara de tesão de dar inveja! Dali a pouco ela abre os olhos e me vê tocando punheta. Na mesma hora ela pede para Bruna para e fala \\\\\\\"Peraí! Num vai gozar antes de a gente aproveitar de você não!\\\\\\\" Ela veio em minha direção me deitou no chão e ajoelhou com as pernas abertas sobre minha barriga. Ela ficou passando a buceta dela na minha barriga, me deixando meladinho. Eu pus as minhas mão nos peitos dela massageando, ela tava loquinha, parecendo uma puta. Ela agachou e começou a me beijar. No meio do beijo, ela para e chama a irmã \\\\\\\"Ué Bruna, você num vem não?\\\\\\\" A Bruna tava doidinha de tesão, massageando aqueles seios incríveis e na mesma hora veio para cima de mim e agarrou meu pau. Ela enfiou tudo na boca, chupando tudo! Eu fui a loucura, num tava aguentando aquilo! Ela chupava delicioso, com uma expeiência fora do comum. Enquanto isso, a Gabi foi um pouco mais pra frente e me oferceu seu peito para eu chupar. E como um bom namorado não recusei! Chupei tudo, lambia aqueles mamilos durinho e esfregava na minha cara. Enquanto a Bruna chupava meu pau, eu coloquei uma mão na bunda de Gabi e fui escorregando para sua buceta. Ela tava muito molhada. Enfiei um dedo e fiquei masturbando ela. Isso sem parar de chupar seus peitos. Quando ela tava quase gozando, a Bruna para de chupar meu pau e começa a lamber o cuzinho de Gabi. Só de sentir a língua tocando o botãzinho dela, ela se contorceu toda. A Bruna ficou com uma mão mão em meu pau tocando pra mim. Tava um orgia só. A Gabi não aguentou e gozou tudo em minha mão e na cara de sua irmã. Depois de se recuperar, Gabi se levantou e falou \\\\\\\"Agora

é a vez de vocês!\\\\\\\" \\\\\\\"Vamos trocar de lugar, Bruna.\\\\\\\" A Bruna sentou em meu peito e a Gabi abocanhou me pinto. Ela chupava numa verocidade incrível. A Bruna tava muito gostosa, com aqueles peitos na minha cara! Ela ficava passsando eles na minha cara me deixando muito doido. Não aguentei e comecei a chupar. Agarrava eles com as mão, não desperdiçando nenhum centímetro. A Bruna ficava roçando sua buceta em meu peito e logo começou a se mastrubar, usando a mão dela. Ela ficava tocando uma sirica deliciosa, cavalgando em seu dedo. Nessa hora não tava aguentando e disse que ia gozar. Na hora que falei isso a Gabi chamou a Bruna \\\\\\\"Vem cá, Bruna. Vem provar da porra deliciosa que te falei. Ela virou de costas pra mim oferecendo sua bunda gostosa. Fiquei acariciando e beijando aquela bunda macia enquanto as duas se revezavam lambendo e chupando meu pau. E não pude mais segurar, e gozei como nunca. As duas lamberam tudinho, que nem duas putas. Quando acabei de gozar, a Gabi vira pra mim e fala \\\\\\\"Agora é a vez de sua cunhadinha! Vamos dar um trato nela!\\\\\\\" Eu finalmente tinha a oportunidade de chupar ela interinha! E melhor, com a autorização da Gabi. Eu levantei, e a Gabi deitou Bruna. A Gabi lascou um beijo na boca dela e começou a descer, passando pelos seios e pela barriga, até chegar a bucetinha. Eu como estava sedento por aqueles seios maravilhos comecei a chupar. Chupava que nem uma criança. Ela ia nas alturas. Um chupando seus peitos e a outra fazendo um boquete. A Bruna começou a gemer bem alto e para calar a boca dela, dei meu pau para ela chupar, que já tinha ficado totalmente duro de novo. Ela chupava meio que sem jeito por causa do trato que ela estava levando. Mas tava ótima. Foi aí que eu tirei o pinto da boca dela e comecei a fazer uma espanhola naqueles seios perfeitos. Essa espanhola era meu sonho de consumo. Coloquei meu pinto no meio dos seios dela e fiquei indo pra frente e pra trás. Tava um delícia! A Bruna tava quase gozando. A Gabi, vendo isso, parou e disse \\\\\\\"Vem cá, Carlos, mete gostoso nela e faz ela gozar como nunca.\\\\\\\" eu fui correndo! Eu abri bem as pernas dela e ficava pincelando meu pau na buceta dela. Ela me empurrava com as pernas para enfiar nela, mas apesar do desejo, eu queria aproveitar e provocar ela. A Gabi, na hora, fez uma coisa fantástica que me deixou mais louco ainda! Ela abriu as pernas sobre o peito de Bruna, abrindo bem sua

buceta com os dedos, e começou a usar o mamilos durinho de Bruna como um pequeno pênis. Ela ficava cavalgando em cima da irmã, que estava mais tesuda ainda. Depois dessa cena eu não aquentei mais e resolvi enfiar tudo. Hum! Tava muito molhada. A Bruna deu um gemido mais alto e eu comecei a ir pra frente e pra trás, bem devagar no começo. Ao ver os peitos de Bruna todo melado com o líquido de Gabi, não aguentei e comecei a ir mais rápido e mais forte. Como tava muito forte, a Gabi saiu de cima dela e ficou se masturbando ao lado. Eu deitei meu corpo sobre o de Bruna, e fiquei bolininado e esfregando meu peito no dela. Ela me abraçou e percebi que ela ia gozar. Ela me apertou mais forte e eu pude até sentir a buceta dela se contraindo e apertando meu pau. Ela gozou muito. Jorrava gozo da vagina dela. Gabi sem querer desperdiçar nada começou a lamber a buceta dela, logo após que tirei meu pau. A Gabi sentou em cima do peito de Bruna de novo, ficando em posição de 69, chupando a buceta dela. Quando Bruna abriu os olhos e viu a buceta da irmã em sua cara, tentou enfiar a língua, mas estava pletamente sem forças. Eu, como ainda tava de pau duro e queira gozar, vi a Gabi de quatro e logo fui meter por trás dela, sobre a cabeça de Bruna. Enfiei com tudo e comecei a bolinar bem rápido. Enquanto Gabi chupava de novo, a buceta de Bruna, a Bruna ficava chupando meu saco que tava na cara dela. Aquela posição estava perfeita. Quando eu tava quase gozando,escutei Gabi gemer bem alto. Ela tava gozando antes de mim. Eu aproveitei e comecei a ir mais rápido e gozei muito dentro dela. Era tanta porra que até escorria na cara da Bruna. Depois disso, nós 3 desmontamos um em cima do outro, todos pelados. Depois de descansar um pouco a Bruna levanta e diz que vai tomar um banho. Eu olhei pra cara da Gabi e disse \\\\\\\"Peraí, a tua irmão só gozou um vez!\\\\\\\". Nós levantamos e fomos atrás dela para empatar esse jogo, mas agora em baixo do chuveiro. Lá, nós fizemos ela gozar mais uma vez, conquistando de vez a nossa mais nova amante. Se gostou de meu conto, me escreva dizendo. Ainda tenho mais contos a relatar. Um de uma transa de nó três de novo e outra de como foi a inicação de Gabi e Bruna quando elas eram mais novas, que mais tarde elas vieram a me contar como foi. contato orkut http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=7 406037699607136880

fiz sexo selvagem com minha prima loira rabudaa !! Essa é uma história real , por isso vou usar nomes falsos, vamos as apresentações . sou brenno, tenho 14 anos, alto, tipo atlético , quadrados na barriga, pernas grossas ,e um pau de dar inveja a mtos , segundo outras pessoas .. bem grande e bem grosso . minha prima, Mayara, de 26 anos, é loira, com seios médios, altura media, e um rabão de deixar qualquer um louco. Vamos a história . Um dia, fui a casa de minha vó , visita-la . minha vo não estava , tinha viajado . Só tava minha prima. Ela estava em seu quarto vendo um filme lá, nem lembro, qual . Então sentei La conversei com ela e talzs, e acabei deitando na cama junto com ela e fikando vendo filme .. minha mãe e minha irmã qe tb estavam lá, disseram qe iam no shopping , e iam demorar, perguntaram se eu keria ir com elas ou fikar vendo o filme depois buscavam eu .. ae eu kis fikar vendo filme . ae passo o tempo, ae ela foi buscar um biscoitoo pra gente .. quando ela estava voltando, ela tropeçou, e caiu com a bunda dla na minha kra, ela tva com um shortinho branco, meu pau endureceu na h , e eu acho qe ela percebeu o volume qe apareceu de baixo do cobertor. Estávamos no coberto pke fazia frio . mas ela n flo nda, e depois pra passa pro lado da cama onde ela tava, ela passo por cima de mim , e sem querer, eu acho, rosso a bunda no meu pau, aee ele fikoo mto duroo, depois , n houve nda, ae acabo o filme e eu ainda tva de pau duro, então flei qe ia tomar um banho pra esquentar .. lah toquei uma punheta gostosa pensando nela .. na h qe acabei o banhoo, vi qe n tinha toalha, e pedi pra ela pegar uma . ela pegou e abriu a porta pra me dar , soh qe meu pau ainda tva meio duro, pois havia pouco tempo qe tinha gozado, e ela viu e fecho rápido a porta . sai me vesti depois sentamos pra ver TV, papo vai papo vem, ela começou a flar eroticamente, primo, tem mo tempão qe eu n vejo um , n tocoo num .. vo entra em depressão .. n prima, vc soh n faz pke n ker, te garanto qe tem um monte de homem atrás de vc .. ah mais pra namorar .. haha, duvidoo, dvee ter um monte de homem qe passa o dia por vc no banheiroo .. haha, bobinhoo, ngm bate pensando em mim, eu soh feia, n soh gostosa, ae eu disse vc \\\\!? Vc eh mo gostosaa, qualquer

um pensa em vc quando toca uma punhetaa ae ela boto a Mao no meu pau e ao mesmo tempo disse, entao era em mim qe vc tva pensando qndo toco uma no meu banheiro ? eu fikei meio sem jeito, mas disse .. tah , era ,desculpa .. ae elaa, a n, agora vc tah ferrado!, ela abriu minhas calças tiro meu pau pra fora, e caiu de bocaa, começou a chupar qe nem loucaa, eu fui ao delírio louco de tesaoo ! ela chupava qe nem uma vadia profissional! Em pouco tempo esporrei tudoo, tudo na kra dla, ela engoliu mta pohaa . ae ela floo, agora eh sua vez ,tiro akele shortinho , estava sem calcinha, eu vi a melhor visão do mundo, uma bucetinha gorda, restinho de pelo, deliciosa, apertadinhaa ..qee tesaoo ! ela disse, vem , lambe seu cachorro ! chupaa tesudoo essa minha buceta gorda |! Eu cai de boca na h, minha língua tremia mto rapidoo, ela gozou mtooo ! ae ela floo , aiii seu viadoo ! n aguentoo mais, mete essa pica gigante na minha bucetaa ! eu botei ela deitada , abri bem as pernas dla, e atolei meu pau todo nakela buceta, ela gemia qe nem louca, eu bombava bem forte e rápido , ela gemia qe nem uma cadelaa !,trocamos de posição ela cavalgou mto gostosoo, e gosamos juntos . Estavamos cansados, mas eu keria mais ,precisava de uma coisa ainda .. pedi a ela, prima, vou comer seu cu agora, ela flo, vc sempre quis neh, então vem ! botei ela de 4 ! ela disse atola esse pau em mim, me rasga no meio seu puto ! eu botei na entrada, e meti forte , sem piedade, ela deu um gritoo aiii gostosoooo, metee safadoo, eu bombava ela rebolava, gemia eu gritava, estávamos fzendo um sexo selvagem mtooooo deliciosoo ! ela gozoo rapidoo, eu ainda bombei mais um pouco , e anunciei qe ia gozaar, ela flo, vem , na minha kra, eu posicionei , ela bateuuuuu, ae eu gozeii jatos e jatos na Kra dla, ela fiko toda lambuzada e ainda lambeu meu pau , limpo ele .. nos lavamos botamos uma roupa e esperamos minha mãe ! qe foda, gozeii mtoo, foi uma delicia !

Minha linda e gostosa sobrinha Minha linda e querida sobrinha Morei algum tempo fora da nossa cidade e agora retornamos definitivamente. Minha sobrinha, com a qual convivi desde

que nasceu, estava se tornando uma adolescente linda. Quando ia passar as férias na minha casa no Rio eu nem prestava muita atenção, pois ainda era muito criança, mas ela sempre teve um carinho especial comigo e rolava muitos abraços, sentava no meu colo me beijava e confesso que em alguns momentos, como ela já estava crescidinha, o desejo era inevitável. Procurava pensar em outras coisas e as ferais acabavam e ela voltava para Minas. Voltando para nossa cidade a convivência se estreitou muito mais. Toda sexta feira ela ia para nosso apartamento e dormia por lá. Às vezes ficava até no domingo, quando a gente ia visitar a sogra e a levava de volta. Moramos em uma pequena cobertura de dois andares. Fico a maior parte do tempo no andar superior onde tenho um home teather e o computador. Minha mulher quase nem sobe lá, fica no quarto assistindo novela e acaba por adormecer. Ela sempre dava um jeito de subir e ficar comigo lá. A gente jogava vídeo game, assistia filmes e sempre lhe dava uns abraços. Ela se soltava completamente, encostando aqueles peitinhos durinhos em mim. Numa das minhas idas para levá-la em casa coincidiu que o meu cunhado, pai dela, estava fazendo um churrasco para alguns amigos. Acabamos ficando por lá, bebendo cerveja, jogando truco, enfim, fazendo a maior farra. Nestas horas sempre alguém brinca um pouco mais e tiveram a feliz idéia de dar um banho de mangueira em quem estava jogando cartas. Tomei a mangueira do amigo do meu cunhado e dei um banho nele e em outros também. Por instinto ou não, mirei a mangueira na minha linda sobrinha e lhe dei um banho caprichado. Ela estava usando uma camisetinha de malha fina, sem nada por baixo. Ela ainda tentou tomar a mangueira de mim, segurando numa das pontas e virando-se de costas para mim. Foi inevitável. Ela encostou aquela bundinha no meu pau e meus braços resvalavam naqueles peitinhos pontudinhos. Eu a segurei com força e meu pau estava duro demais para despistar. Ela fazia que queria sair, mas algo estava acontecendo naquela momento. Seu rosto queimava no meu. Eu a soltei, até mesmo porque estava dando muita bandeira. Não consegui tirar os olhos dos peitinhos pontiagudos dela. Ela olhou para onde eu estava mirando e disse: - nossa tio! Eu a abracei e senti aqueles bichinhos me cutucando. Disse

bestamente, ta frio, né... ela correu e foi se trocar. Voltou com outra camisetinha. Os peitinhos continuavam entumescidos, furando a camiseta. Dali pra frente ficamos diferentes. A toda hora ela me abraçava e se enroscava em mim a ponto do seu pai chamar a atenção dela. Procurei evitá-la, mas sempre que podia me encostava nela também. Deixava meu braço perto de forma que ela sempre encostava aqueles biquinhos neles. Isso me deixava doido. Ao sair ela ainda me disse: sexta Posso ir para sua casa de novo tio... Quase beijei aquela boquinha. Apesar de muito nova, Lara tem um corpinho lindo. Bundinha empinadinha, grande sem exagero, na medida exata. Petinhos lindos e desafiadores, uma pele morena bem clarinha e um cheiro somente dela. Eu adorava abraçá-la, beijar seu rostinho sentir aquele cheirinho juvenil. Era muito gostosinha. Lábios carnudinhos, nariz atrevido um olhar meigo. Linda. Linda. Aquela sexta feira demorou muito para chegar. Fiquei igual a um adolescente esperando o primeiro encontro. Naquela semana transei com minha mulher várias vezes pensando naqueles peitinhos, em como seria sua bucetinha. Deixava entrar um pouquinho, tirava, fazendo de conta que estava lhe tirando a virgindade novamente. Ela gostou muito das novas brincadeiras que passei a praticar com ela. Foi até bom pra gente esquentar um pouco mais. Quando ela chegou, desta vez ficou muito mais tempo com a tia, até que a novela terminou e com a tia dormindo ela subiu pra gente conversar. Quando chegou tomou um banho e vestiu uma camiseta grande que a tia usa como camisola. É de malha, fininha, carimbando o contorno da calcinha. Posso estar enganado, mas quando subiu seu olhar era outro, seus peitinhos estavam durinhos. Conversamos um pouco. Eu tomava vinho e ela subiu com um suco de laranja. Conversamos e ficamos na mureta da cobertura vendo a vista. A Lua Cheia criava um clima gostoso, romântico. Pediu e colocou o iPod que ela sempre trazia. Músicas que gosto. Pink Floyd, Santana, Beatles, etc. Como eu e o pai dela sempre gostamos deste tipo de música ela acabou aprendendo a gostar também. Fiquei com o braço sobre o ombro dela e a apertei levemente. Ela encostou o rosto no meu ombro e fiquei ali sentindo seu

cheiro e ficando com o maior tesão. Mas não queria iniciar nada. Eu estava de short, com cueca, e por isso o tesão não aparecia tanto, pois ainda estava com uma camiseta por cima. Começou a tocar Santana ela iniciou um leve rebolado, esbarrando em mim. Fui me afastando e ela foi ocupando o espaço. Em pouco tempo ela estava na minha frente, de costas para mim, encostando levemente aquela bundinha, continuando rebolando lentamente. Meus braços já estavam cruzados na sua barriginha, abaixo dos peitinhos, encostando neles por baixo. Ela estava segurando minhas mãos, com os braços cruzados sobre os meus. Na verdade a situação era de domínio dela. Não fiz nada, mas meu pau estava duro demais e já saindo a cabeça por cima na cueca. Como não era baixa, seu reguinho ficou exatamente no meu pau que estava colocado com a cabeça pra cima. Não tinha mais como evitar. Ela começou a rebolar passando uma nádega, parando no reguinho, passando outra nádega, voltando e fazendo de novo. Tentei ir um pouco mais adiante. Tentando levar minha mão para o seu peitinho, mas ela segurou meus braços. Não insisti. Parecia que ela queria que tudo ficasse como se fosse por acaso. Meu rosto estava encostadinho no seu e eu roçava minha barba levemente no seu pescocinho. Vi pelo vidro da sala que ela estava com os olhinhos fechados, inclinando o rosto para trás e empinando a bundinha em mim, se apertando na mureta. Vi também, pela contrações da sua bundinha, que ela estava apertando as coxas uma na outra, enquanto dançava. Aquilo me deixou louco. Comecei a descer meu corpo e subir lentamente, levando a cabeça do meu pau na extensão do reguinho. Ela facilitava e meu pau já estava fora da cueca e o calor da bundinha dela era demais. Ela passou a se mexer com mais entusiasmo, se estremeceu toda, apertou minhas mãos sobre a barriginha dela e por acaso deixou minha mão subir de encontro a um dos seios. Eu o espalmei lentamente enquanto ela estremecia. Gozei também encostado nela. Ela me beijou no rosto e desceu as escadas. Foi tomar outro banho e aproveitei para também fazer o mesmo e colocar outro short. Não falamos nada sobre aqueles momentos. Era como se nada tivesse acontecido. Este era o nosso pacto e estava apenas começando.

WagnerLizt@hotmail.com

SOBRINHA, LINDA, NINFETA, TE AMO Seu nome, Lara. Casado com a irmã do pai eu a vi nascer e crescer até que mudamos para outro estado. Mesmo assim, nunca perdemos contato. As férias eram na minha casa, a gente ia pra praia. Quando vi, um dia, ela estava já com tudo em cima. Linda. Acabamos por voltar para o nosso estado e estamos muito felizes aqui. Ela vem quase todo fim de semana para nossa casa. Nunca vi uma adolescente tão linda. Alta, pernas roliças, coxas maravilhosas. Peitinhos empinados, sempre furando a camiseta. Uma vez, no quintal da casa da minha sogra, estávamos todos reunidos para fazer churrasco e alguém pegou uma mangueira e jogou água em todos, por brincadeira. Tomei a mangueira do imbecil e distribui água nele e mirei nela, por brincadeira maldade, sei lá. Molhei o bastante para que seus seios aparecessem na camiseta branca e fina que usava. Ela correu em minha direção e rindo muito, tomou a mangueira das minhas mãos. Nesta brincadeira, ela ficou de costas, lutando para tomar a mangueira e encostando aquela bundinha em mim, ganhou e acabou me deu um banho. Ficamos ali, um rindo para o outro. Seus seios estavam fotografados na camiseta que ficou transparente, lindos, durinhos. Fiquei idiotamente fixado neles. Ela viu onde eu estava olhando, deu um gritinho? - nossa tio! Os biquinhos estavam durinhos, ela não estava usando nada. Ela os cobriu com os braços, meio que envergonhada eu a abracei e disse, meio que sem nada pra falar: - tá frio né? Neste abraço eu encostei seus seios no meu peito e apertei seu corpo contra o meu. Como estava sem camisa deu pra

sentir os biquinhos duros espetando minha pele. Aí notei que também estava dando a maior bandeira. Meu pau estava apontando para o teto dentro do short molhado por ela. Me afastei, peguei meu copo pra despistar e sai rapidinho na direção do banheiro pra botar uma camiseta e me aliviar com uma punheta muito bem intencionada. Fiquei peladão ali, no banheiro, vendo na minha imaginação, seus peitinhos por fora daquela camisetinha. Sentia seus mamilos encostando em mim, sua bundinha, sua.... gozei jogando porra até no próprio espelho. Durante todo o dia, aquela cena não me saia da cabeça. Tenho certeza de que ela também me olhava de uma forma diferente e isso me excitava. Vi que os mamilos estavam durinhos, aparecendo por baixo da camiseta, continuava sem soutien, parecia que estava excitada. Sempre que podia, dava-lhe um abraço e seus seios se amassavam no meu peito. Aquilo me deixava louco. Em qualquer oportunidade, esbarrava o braço nos biquinhos, levemente, e ela correspondia deixando-os encostados em mim. Ficou quase todo o tempo do meu lado, me abraçando. O pessoal já estava olhando e me segurei um pouco até mesmo me afastando às vezes. Ela entendeu. Apesar da pouca idade, suas formas já eram de uma moça. Sua bundinha era linda, também empinada, a barriguinha, cintura, era tudo perfeito. Eu estava me apaixonando por aquele corpinho, eu o desejava até mesmo enquanto transava com minha esposa, a tia dela de verdade. Deixava entrar um pouquinho, segurava, durava um tempão. Fazia de conta que estava brincando com uma virgem. Minha mulher adorou. A partir deste churrasco passei a esperar que ela viesse para nossa casa como um adolescente com sua primeira namorada. As horas das sexta feiras me pareciam uma eternidade. Na primeira semana que veio, ela pareceu me ignorar, ficou o tempo todo com a tia, conversando, vendo novela e me abraçou poucas vezes, mas o pouco já era bom

demais, pois longe da tia, o abraço era sempre diferente. Moramos em um apartamento duplex, uma pequena cobertura, onde fico mais tempo trabalhando com no computador, assistindo filme, enfim o segundo andar ficou sendo o meu canto. Nas semanas seguintes ela passou a ficar mais tempo comigo lá em cima, com a desculpa de mexer no computador ou então assistir algum filme comigo. Minha esposa sempre ficava na parte de baixo, assistindo novela e logo dormia. Sempre teve um sono muito bom e com a televisão no quarto, sempre que descia ela já estava dormindo. Por ser insone, sempre me deitei tarde. Estou próximo de completar 50 anos e a Lara já estava sendo o meu presente antecipado, mesmo se não acontecesse mais nada, além dos abraços e encostadas que lhe dava a cada oportunidade que tinha já valia como presente. Um mês depois do churrasco, nas semanas que vinha, ela já ficava quase que direto comigo lá em cima. Chegava, dava atenção a tia, assistia um pouco de novela e depois subia as escadas. Quando escutava seus passos, já me excitava. Não tinha jeito e não fazia mais questão de esconder. Ficava de short e camiseta e aí o tesão era sempre visível. Passei a usar cueca com o short para não dar bandeira demais. Ficamos jogando dominó na noite de sexta e as perguntas foram inevitáveis, se tinha namorado, se já havia feito algo. A resposta foi, namorei, beijei, mas não fiz nada. Quero me casar virgem. Meu rosto ficou visivelmente vermelho pela forma sensual que me respondeu com aquele “nunca fiz nada, quero me casar virgem”. Levantei de pau duro para trocar o CD que rolava e olhando para a imagem refletida na TV desligada vi que ela estava olhando na direção dele. Ela notou minha excitação, com certeza, pois o treco estava apontado pra cima, querendo sair de qualquer jeito. Até puxei a camiseta pra esconder, para não ficar sem graça, sei lá. Quando me virei vi um leve sorriso. Que vontade de dar um beijo naquela boquinha linda.

Falamos mais algumas besteiras e ela pediu para colocar o I Pod com músicas que ela trouxera. Colocamos e ficamos na varanda olhando a lua e escutando. Estava um pouco frio, eu a abraçava com a mão sobre o seu ombro. Gosto muito de música e acho bacana que a turminha que está vindo agora, gosta do que gostamos sempre: Beatles, Led Zepelin, Rolling Stones, Pink Floyd. Estava tocando uma música do Pink Floyd que eu também adoro. Ela deu um jeito de ir entrando na minha frente. Pegou meus braços e cruzou em sua volta, naquela cinturinha deliciosa. Estava com um vestido de malha que minha esposa sempre usava como camisola e ela adorava vesti-la. Não teve jeito. Meus braços ficaram abaixo dos seus peitinhos, em cima da mureta e grudei nela por trás com cuidado para não encostar meu pau naquela bundinha. Eu queria, desejava, mas não podia tomar a iniciativa. Fiquei ali, afastando meu pau duro daquela bundinha e como ela é alta dava a altura certinha pra encostar e ser feliz. No IPod começou a tocar Santana. Ela começou a rebolar levemente encostando-se no meu pau. Ela encostou e deixei. Fiz um pouco de pressão e ela continuou a dançar esfregando-se nele. Não acreditava naquilo. A cabeça do meu pau saiu da cueca, pela parte de cima, e o calor que sentia da sua bundinha estava me fazendo suar. Ela sentia, claro. Não tinha como ser diferente. Continuou dançando, apertando minhas mãos na sua cintura com meu pau passeando pela nádega direita, reguinho, nádega esquerda, voltando.... Segurei bem firme na sua cinturinha e apertei mais o meu pau contra aquela bundinha, mas bem de leve para ver se ela saia ou fizesse algo que me deixasse notar que não estava gostando. Comecei a fazer o mesmo movimento ao contrário. Quando chegava no reguinho da bundinha dela, eu apertava mais, descia meu corpo um pouco e subia naquele reguinho.

Pink Floyd rolava e ela continuou a dançar comigo levemente, se esfregando lentamente. Meu pau estava posicionado exatamente no meio daquela bundinha e eu sentia o seu reguinho. Passava pra direita, voltava e deixava no meio, passava para esquerda, enfim sentia suas nádegas passeando sobre meu pau e aquilo estava me deixando louco. Ela tinha a bundinha bem grandinha e gostosa demais. Comecei a fazer mais pressão e pelo vidro da varanda eu a vi com os olhinhos fechados, encostando de costas a sua cabeça na minha, apertando minhas mãos e dançando lentamente. Aquela visão nunca sairá da minha cabeça. Ela estava ficando doida. Ela estava me usando. Se masturbando. Sem culpa. Adorei. Continuou dançando, mais rápido, mais intensamente. Eu já estava apertando meu sexo contra sua bundinha com força, não tinha nem como despistar. Mas nada era explícito. Vi que ela estava roçando uma coxa contra outra enquanto se esfregava no meu pau. Beijei seu pescocinho e a vi estremecer. Suas coxas se comprimiram, ela parou de dançar, ficou quietinha. Seu rostinho ficou vermelho, sua pele mais quente. Ela tinha gozado. Fiquei um tempão ali, encostado nela, quase gozando, me segurando. Ela se afastou lentamente, me olhou com aqueles olhos lindos e disse: te amo tio, vou dormir. Notei após algum tempo que ela fora tomar outro banho (tinha tomado um quando chegou). Esperei, quando ela foi para o seu quarto passei no banheiro e vi que tinha duas calcinhas lavadas. Uma foi quando chegou, a outra fora lavada naquele banho. Bati uma punheta cheirando e me esfregando naquela pecinha linda, ainda com cheiro dela. Isso foi apenas o começo. Massagista da irmã Algum tempo atrás minha irmã costumava receber uma amiga que vinha em casa duas vezes por semana pra fazer

uma massagem nela, e também pra minha irmã fazer o mesmo pra ela. Elas ficavam sem roupa enquanto recebiam a massagem, ficando apenas uma toalha cobrindo a bunda. Eu costumava passar “distraidamente” dando só umas olhadinhas de rabo-de-olho, torcendo pra que elas dessem uma distraída que me permitisse ver os mamilos ou algo mais enquanto elas mudavam de posição. Embora eu tenha dado sorte umas poucas vezes, com o tempo elas foram ficando mais espertas, na medida em que minha curiosidade aumentava. Eu lembro que uma vez a amiga dela bobeou e eu consegui olhar ela de frente quando ela levantou pra se vestir. Ela se cobriu com um roupão quase instantaneamente, mas aquela fração de segundo foi o suficiente pra eu gravar a imagem dos peitões e da buceta dela, coberta por uns pelinhos formando um triângulo. Infelizmente, algumas semanas depois ela mudou de cidade, o que acabou com a minha alegria. A minha irmã também sentiu falta das sessões de massagem, e começou a reclamar de dores que ela tinha por todo o corpo sempre que chegava do trabalho. Eu pensei que seria uma boa oportunidade de me oferecer pra substituir a sua amiga, o que me garantiria uma chance de ver de perto e ainda tocar aquele corpão delicioso. Eu nem acreditei quando uma tarde eu sugeri a idéia e ela imediatamente concordou. Ela pediu para eu armar a mesa enquanto ela se preparava. Alguns minutos depois ela apareceu de roupão e com duas toalhas. Ela estendeu uma toalha sobre a mesa, virou de costas e enrolou uma toalha em volta da cintura, e depois deitou de bruços, com os braços esticados ao longo do corpo. Eu quase não vi nada, só um pouco da lateral dos seios pelas costas. Eu comecei massageando a cabeça, do jeito que eu tinha visto elas fazerem e depois de alguns minutos eu fui descendo pela cabeça, ombros, voltei para as costas e desci até a parte de baixo da região lombar, até a linha da toalha. A maninha falou que estava ótimo, e que eu tinha um grande potencial. Eu passei para a parte de baixo e massageei seus pés. As pernas delas estavam juntas, e não dava pra ver nada entre elas. Depois de me dedicar em bom tempo aos pés, ela relaxou bastante. Eu passei a massagear suas panturrilhas e ela não

resistiu quando eu afastei as pernas dela um pouco. Eu dei bastante atenção à parte de trás dos joelhos dela. Eu tinha ouvido ela falar pra amiga que adorava ser tocada lá, e ela logo falou “Aí, aí... Nossa, você tem mesmo jeito pra isso, mano.” Então eu fui pras coxas dela, apertando com firmeza e de modo que afastasse as pernas dela um pouco mais. Como recompensa eu consegui enxergar um pouco dos pêlos da buceta dela, mas as pernas dela ainda estavam um pouco fechadas e mesmo a toalha sendo fina, o que deixava um pouco de luz passar, eu não conseguia ver muita coisa. Mesmo assim, com dezesseis anos aquilo já me deixou louco. Um pouco depois, ela se levantou, cobrindo os seios com a toalha que estava embaixo dela, me agradeceu e pegou o roupão, colocando ele de modo que de novo só vi as costas dela. Três dias depois, numa sexta-feira, logo que ela chegou do trabalho eu disse que podia fazer outra massagem pra ela. Ela sorriu e disse que só se fosse agora. Ela se preparou e com o mesmo cuidado de antes se deitou na mesa, dessa vez com os braços pra cima, colocando a cabeça sobre as mãos estendidas uma sobre a outra. Depois que eu terminei com os ombros, os braços e as costas, eu passei de novo para os pés. Eu notei que as pernas não estavam tão juntas quanto da outra vez, e enquanto eu subi e afastei-as um pouco mais, eu consegui dar uma boa olhada na bucetinha dela, me empolguei tanto que minha mão subiu pelas coxas dela até debaixo da toalha, meus dedos já passando do meio das coxas quando ela de repente se deu conta que tava com a retaguarda exposta (decerto um vento frio que bateu lá), na mesma hora fechou as pernas e levantou apressada e já agradecendo, dizendo que já era o bastante e sumindo pra dentro do quarto dela. Eu entrei em depressão, imaginando que tinha estragado tudo, mas na segunda-feira ela já chegou do trabalho perguntando se eu me importava de fazer outra massagem pra ela. Eu concordei na hora, e fui menos agressivo dessa vez e durante mais um mês, com umas duas ou três sessões por semana. Eu sempre conseguia ver a buceta dela enquanto massageava suas coxas e ela foi ficando mais distraída, já

deixando às vezes eu ver os mamilos rosados dela quando ela levantava. Uma tarde ela chegou pra massagem e já na hora de deitar não fez nenhum esforço pra esconder os seios, e depois de deitar desenrolou a toalha que tava em volta da cintura, deixando ela cobrindo a bunda, do jeito que ficava quando a amiga dela fazia a massagem. Quando eu terminei as costas dela, ela pediu pra eu massagear a bunda dela por cima da toalha. Eu fiquei apertando aquela maravilha, babando em cima dela por uns cinco minutos até ela pedir pra eu passar pros pés. Ela ficou com as pernas bem abertas e enquanto eu massageei os pés e as panturrilhas eu tinha uma visão perfeita da buceta dela. Enquanto eu esfregava as coxas dela, eu notei que quanto mais eu subia mais eu fazia a xaninha dela mexer com os apertões. Eu continuei subindo pela toalha e voltei a massagear a bunda dela mas por debaixo da toalha. Dessa vez, quando eu apertava eu abria bem a bunda e a buceta dela, chegando a ver o cuzinho dela que deu uma piscadinha pra mim. Logo ela falou que já tava bom, enrolou a toalha de novo e levantou, sem pegar a toalha de baixo, cobrindo os seios com a mão. Ela colocou o roupão e os bicos dos seios dela ficaram aparecendo por baixo, os faróis acesos e o rosto vermelho. Ela falou que era melhor parar, me deu um beijo no rosto e foi pro quarto. Eu também corri pro meu quarto e bati umas quatro punhetas até a hora de ir dormir. Na vez seguinte a coisa foi ainda mais longe. Ela chegou de roupão e me perguntou se eu podia fazer uma massagem. Eu concordei imediatamente e, depois que eu montei a mesa ela só tirou o roupão e deitou na mesa, completamente nua. Ela pegou uma toalha, cobriu a bunda com uma toalha. Eu quase fiquei louco com a visão dela quase de quatro, deitando na mesa, e resolvi agradecer com uma massagem especial, dando bastante atenção à nuca,as costas e os pés, levando mais de meia hora pra chegar na bunda e nas coxas. Ela deixou eu afastar bem as pernas dela, e a deu pra ver que a xaninha dela tava bem molhada. Enquanto eu esfregava com os dedões de baixo pra cima, abrindo a buceta e as nádegas dela, o cuzinho dela piscava e a buceta dela dava uns

pulinhos. Daí eu tive uma idéia. Perguntei se ela queria que eu massageasse a parte da frente das coxas dela, ela disse que seria ótimo, se virou segurando a toalha e deixou ela em cima da barriga dela, deixando os seios e a vulva descobertos. Por um momento eu fiquei paralisado, admirando aquela maravilha, e ela com os olhos fechados. Os mamilos dela estavam super duros e enquanto eu massageava logo acima dos joelhos ela arrepiava a todo momento. Ela deixou as pernas bem abertas, e enquanto eu subia, massageando a parte de cima de suas coxas, eu fazia a buceta dela abrir e via o grelinho dela pra fora, mesmo quando a buceta fechava Logo eu já estava com meus dedões bem em cima dos seus grandes lábios, delicadamente massageando as laterais da sua vulva, que se abria exalando um cheiro maravilhoso, enquanto seu néctar escorria até a mesa. Ela começou a jogar sua pélvis para cima, e eu sincronizei meus movimentos com os dela. Enquanto os movimentos dela aceleravam, sua respiração também ficava mais forte e ela começou a soltar uns gemidinhos e pediu pra eu continuar, que estava maravilhoso. Alguns minutos depois ela gozou, contraindo seu corpo e soltando um longo suspiro em seguida. Ela se levantou, colocou o roupão e me deu um abraço apertado, depois um beijo no rosto, disse obrigado e foi pro quarto. Ela não fez nenhum comentário sobre o rumo que as nossas sessões de massagem estavam tomando, mas depois desse dia ela estava de ótimo humor. Me abraçava o tempo todo e ficava passando a mão no meu cabelo quando a gente sentava junto pra assistir tv. Um dia, logo depois de sair do chuveiro, ela me chamou no quarto dela e me pediu pra fazer uma massagem nela. Eu disse que iria armar a mesa, mas ela disse que podia ser na cama dela mesmo, ela só desenrolou a toalha que ela tinha em torno do corpo e, completamente nua, ainda sentada na cama me disse que depois ia ser a minha vez. Ela se deitou de bruços e falou que eu podia começar pelos ombros, não precisando começar pela cabeça. Eu tive uma grande idéia. Ela estava com as pernas bem afastadas, e eu me ajoelhei entre elas. Eu estava só com um short de nylon daqueles que já vem com uma tela por dentro,

como se fosse uma cueca, e me deitei sobre ela enquanto massageava seus ombros e nuca. Meu pau estava como uma pedra, e eu o encaixei bem no meio da bunda dela. Ela não disse nada, mas assim que eu passei pra parte de baixo das costas dela eu tive que me levantar e saí de cima dela. Quando eu passei pra bunda dela, eu tive uma vista panorâmica do seu rabo, me deu vontade de beijar aquele cuzinho depiladinho e a buceta dela, deu pra ver que ela tinha dado uma geral bem recentemente, porque estava tudo completamente depilado, ela escorria já molhando a cama. Eu logo continuei descendo até os pés dela, e um tempo depois ela virou de lado e ficou de barriga pra cima. Quando ela se virou, ela viu que meu pau apontava pra ela, mas disfarçou e se ajeitou comigo ainda entre as suas pernas, deitando-se de bruços com os pés apoiados na cama e os joelhos dobrados. Com os olhos fechados, ela pediu pra eu massagear as coxas dela. Eu comecei pela parte de trás dos seus joelhos, levantando as suas pernas e chegando junto com meu pau bem em cima da racha. Eu lentamente baixei as pernas dela, afastando uma da outra e aproximando as mão cada vez mais para o meio delas. Ela começou a rebolar, como se buscasse minhas mãos, até que com o dedão direito eu comecei a esfregar por cima da buceta dela, enquanto com a outra mão eu continuava massageando de lado e abrindo-a com o dedão. Aos poucos o meu dedão direito foi entrando pra dentro, e com as reboladas ela foi chegando mais em direção da minha mão, enterrando o dedo todo dentro dela. De repente, ela segurou a minha mão e disse que agora era minha vez. Ela se levantou e, quase como um golpe de judô, me jogou deitado de costas na cama e se sentou na minha barriga. Ela começou massageando meus ombros e meu tórax, e enquanto ela fazia isso, eu disfarçadamente alcancei meu short e abaixei ele um pouco, tirando meu pau pra fora. Ela sentiu a ponta dele cutucar o rabo dela, e deitou em cima de mim, encostando aqueles peitões em mim e escorregando pra baixo, encaixando meu pau na buceta dela que nem um hotdog. O caldo dela me melou todo, e eu mesmo já tinha molhado o meu calção há bastante tempo, em um momento propício eu

aproveitei uma levantada que ela deu e comecei a encaixar meu pinto pra dentro da xaninha dela. Aquilo foi demais, eu senti aquela gruta macia mas firme se abrindo pra acomodar meu pau, mas mal ele tinha entrado pela metade ela levantou e fez ele sair, voltando a deitar em cima dele. Ela disse que era errado e que a gente não podia fazer aquilo sendo irmãos, que a gente só podia brincar, mas sem chegar nos finalmentes. Eu dei um beijo na boca dela, que ela retribuiu de imediato, depois eu desci beijando o seu pescoço até colocar um mamilo dela na boca e com aquele esfregaesfrega eu logo gozei, ficando prostrado enquanto ela continuou esfregando a bucetinha em mim até ela gozar também. Ela ainda ficou em cima de mim por uns minutos, depois pegou uma caixa de lenços de papel, secou nossas áreas de lazer e se deitou do meu lado, enroscando suas pernas na minha e ficou com a xana encostada na minha coxa. Daí deu um cochilo, enquanto eu fiquei alisando a sua bunda. Uma meia hora depois ela acordou e disse que precisava sair, entrou no banheiro e eu acabei pegando no sono. Uns três dias depois ela me chamou de novo no quarto dela, e pediu para eu tirar a roupa e deitar de bruços. Ela massageou um pouco minhas costas e pediu pra eu virar. Ao mesmo tempo ela se deitou com a cabeça em cima do meu peito, desceu a mão até chegar no meu pau e começou a alisar meu pau e meu saco, esfregou a ponta dele com o dedão, espalhando minha lubrificação pela glande antes de começar uma punheta bem levinha. Pra minha surpresa, ela desceu a cabeça dela e colocou meu pinto dentro da boca, chupando meu pau enquanto passava a mão pelo meu saco e minhas coxas. Ela continuou e não parou quando eu comecei a gozar, engolindo até a última gota e ainda continuou chupando por um bom tempo. Depois ela olhou pra mim, sorriu e disse que eu merecia algo especial. Eu só fiquei imaginando como eu poderia retribuir o favor. Na próxima vez eu já sabia o que fazer e, numa sexta-feira em que estávamos sós em casa, pois o pessoal tinha viajado para o fim de semana, deixando a gente mais à vontade eu, depois de massageá-la dos pés à cabeça pelas costas, pedi pra ela se virar e, afastando as pernas dela com as mãos,

baixei a cabeça e comecei a beijar e lamber o prato pelas beiradas, bem onde as pernas e a pelve se encontram. Eu lambi e circulei várias vezes a buceta dela, provando o mel que saía dela. Pra não perder um pouco que tinha escorrido, eu lambi o cuzinho dela também, o que deixou ela louca, cravando as unhas no colchão e soltando um gemido bem alto. Eu terminei chupando o grelinho dela, enquanto enfiava e tirava um dedo na bucetinha dela. Depois que ela gozou, ela só virou de lado e disse que ia dormir um pouco, e pediu pra eu não abusar dela. Sem esperar minha resposta, ela fechou os olhos e eu a abracei por trás, encoxando ela enquanto brincava com seus peitos. Com o pau esfregando no rabo dela, eu o apontei na entrada da xaninha dela e abraçando-a com força ele entrou todo. Ela respirava regularmente e seus mamilos estavam duros que nem pedra. Eu bombei devagar pra não acordar ela, mas hoje desconfio que ela estava só fingindo. Ela começou a jogar a bunda pra trás e a gente acertou o ritmo, eu segurei nos seus ombros e acelerei um pouco, colocando até o talo e um pouco depois eu gozei, enchendo ela com minha porra. Eu deixei meu pau lá dentro mesmo, e dormi abraçado com ela. No dia seguinte, sábado, ela não precisou ir trabalhar. Eu acordei primeiro, louco pra dar uma mijada, e aproveitei pra tomar um banho. Depois que eu estava todo ensaboado ela abriu o box e entrou debaixo d’água, com um sorriso enorme no rosto, e me pediu pra esfregar as costas dela. Depois que eu me enxagüei eu passei o sabão nas suas costas e, abraçando ela, passei também nos seus peitos, me demorando um pouco neles, na buceta dela e, quando voltei para a parte de trás, ela riu quando um dedo meu escorregou para a porta do cuzinho dela e falou: “nossa, vou ter que tomar cuidado, cê tá ficando abusaaado!” De todo jeito, ela não pediu pra eu parar, eu a virei e, ainda com a ponta do dedo no rabinho dela eu lhe dei um abraço. Ela fechou a torneira e enquanto a gente secava um ao outro ela soltou um bocejo e disse que ia cochilar mais um pouco. Acho que era a desculpa que ela tinha arranjado depois que ela tinha dito que seria errado irmão fazerem sexo. A gente se deitou de lado, um de frente ao outro e, quando ela foi caindo no sono, eu a deitei de costas e beijei seus seios e chupei seus mamilos.

Quando sua respiração estava pesada, eu levantei seus joelhos, apoiando seus pés na cama e afastando as pernas. Me encaixei no meio, pincelei o pau na entrada pra dar uma lubrificada e enterrei tudo. Ela reagiu na hora, levantando o quadril e abrindo a boca. Eu soltei meu peso em cima dela e ela me abraçou. Eu logo comecei a bombar com tudo e ela também rebolava com força, nada mal pra uma “sonâmbula”. Dessa vez eu não quis gozar logo, então parei de bombar e ficamos só com o rebolado dela. Quando ela gozou ela me abraçou mais forte, e depois deixou seus braços caírem de lado. Daí eu abracei ela e fui bombando bem devagarinho no início, acelerando sem pressa. Quando eu tava quase gozando eu meti com força e ela quase abriu os olhos, suspendendo as sobrancelhas e soltando um gemidinho. Eu continuei comendo ela com força, e ela soltava seus gemidinhos toda vez que eu acertava o fundo da buceta dela. Ela me abraçou de novo, e quando eu gozei ela me segurou bem junto dela. Quando parei, ela suspirou e continuou com os olhos fechados, mas com um sorriso sem-vergonha estampado no rosto. Eu rolei pro lado e fiquei admirando o corpo dela, passando a mão na barriga e nos seios dela. Quando ela acordou, ela me disse que tinha tido um sonho maravilhoso. Isso aconteceu uns seis meses atrás. Depois disso eu passei a fazer umas visitas noturnas pra ela quase toda noite. Eu ia pro quarto dela mais tarde e depois voltada um pouco antes dos nossos pais acordarem. Eles nunca desconfiaram de nada, mesmo com umas brincadeirinhas que a gente vivia fazendo, por debaixo da mesa, no sofá... Ela sempre fingiu que estava dormindo quando a gente transa, mas dizia que não gostava de dormir sozinha. Ela passou no vestibular e vai precisar mudar pra outra cidade, mas disse pra eu estudar bastante e passar na mesma cidade, que aí a gente pode morar junto. De qualquer forma a cidade não é longe da minha, e ela disse que vem pra cá todo fim-de-semana, que ela não vai agüentar a saudade da cama e da comida daqui. Eu e meu patrão Meu nome é Lara, tenho 41 anos e sou casada a 8 anos. Sou

secretária de uma pequena empresa a 5 anos e desde que comecei nesse emprego achei meu patrão um gato, mas jamais pensei ter coragem de relatar o fato ocorrido abaixo. Era apenas mais um dia de trabalho como outro qualquer até o momento em que Eduardo, (assim é o nome do meu patrão) vaio até minha mesa e me disse que teria que fazer uma viajem de urgência no dia seguinte e que iria se ausentar da empresa por uns 3 ou 4 dias. Com a voz forte e segura de sempre falou bem próximo ao meu ouvido. -Lara, você se incomoda de ficar um pouco além do seu horário? Pois, preciso reorganizar minha agenda; Desmarcar alguns compromissos e ramanejar outros para outros diretores. Respondi que não havia problemas, mas confesso que fiquei um pouco desanimada, pois estava morta de cansaço e doida pra chegar em casa e tomar meu delicioso banho. Enatão ele foi pra sua sala e não demorou a retornar, pois já estávamos nos aproximando do fim do expediente. Ele puxou uma cadeira e sentou-se ao meu lado e fomos vendo cada compromisso que havia. O tempo foi passando até que o último funcionnário foi embora e nós dois ali até meio descontraídos, o que não era de costume, pois Eduardo sempre foi um homem bastante sério dentro da empresa. De repente ele se levantou e saiu da sala, eu continuei digitando concentrada em meu serviço, tão concentrada que me assustei ao sentir uma mão segurar meu ombro. Era Eduardo que havia voltado trazendo-me um cafezinho. Nem sei o que senti naquele momento, devo ter olhado pra ele com uma cara de assustada e até gaguejei ao agradecer; Na hora sentir minhas pernas tremerem e ele parecia perceber isso em mim, pois olhava-me nos olhos com seu olhar penetrante, com ar de dono da situação, o que era a mais pura verdade, pois eu naquele momento já estava totalmente entregue ao desejo. Ficamos nos olhando fixamente por alguns segundos, que pra mim parecia uma eternidade. Quando ouvi sua voz dizendo:

-Lara, seu café vai esfriar. Ao dizer isso ele terminou a frase com um sorriso de cafajeste que só fez aumentar meu desejo. Peguei o café na mesa e ia bebendo olhando em seu olhos e terminei dizendo...delícia. Nesse instante eu já não controlava aquela coisa que me queimava por dentro, e sentia que minha xaninha já estava encharcada de tesão. Percebi também que um volume apareceu em sua calça, já que ele estava de pé ao meu lado e aquilo ficava bem próximo da minha visão. Éramos dois vulcões prestes a entrar em erupção e os dois sabiam disso. Ele então acaricou meus cabelos e e colocou sua mão em minha nuca. Foi me acariciando até me deixar completamente mole, sem reação pra nada, e quando percebi me pegou pela cintura e me pôs sentada em minha mesa dando-me um beijo delicioso que roubou o que ainda poderia haver de racional em mim, e alternando entre minha boca e meu pescoço, fez com que eu me soltasse e o entrelaçasse a cintura com minhas pernas. Ele ia me beijando o pescoço e desabotoando meu vestido, e eu dasabotoando a sua blusa e beijando seu peito delicioso. Logo eu já me encontrava completamente despida em cima daquela mesa e ele sentou-se na cadeira e ia lambendo minha xaninha enquanto tirava suas calças. Como lambia bem aquele safado, eu ficava me contorcendo de tesão naquela mesa enquanto ele delicadamente lambia e passava os dentes em meu grelimho que parecia em brasa. Já completamente louca de tesão escurregui pela mesa até ira parar no chão de joelhos segurando aquele intrumento enorme que eu tanto queria. Eu lambia e chupava aquele pau duro ouvindo os “urros” de Eduardo que parecia não caber em si. Cada frase que ele soltava parecia esquentar ainda mais o meu desejo e sei que ele percibia isso pois ia falando pra eu chupar sua pica e me chamava de piranha deliciosa. E eu agia como uma mesmo, olhando aquela cara de homem safado enquanto chupava e lábia seu pau inteirinho. Então ele me pegou novamente pela cintura e me colocou

sobre a mesa e tratou de pôr aquele corpão em cima de mim. Não estava acostumada com um instrumento tão grande e tinha uma mistura de curiosidade e medo em mim; Mas eu estava tão molhada que logo na primeira estocada ele enfiou tudo de uma vez, arrancando-me um grito de prazer que eu nunca havia dado. Ele tinha o completo controle da situação e ia me conduzindo pra fazer exatamente o que ele queria, e ele era maito mais gostosa do que qualquer fantasia que eu já havia tido com ele. Logo tratei de ficar por cima, queria ver seu rosto ao me ver sentar naquele monumento. Ele fazia uma cara de safado que só me deixava mais excitada e fazia com que eu rebolasse ainda mais rápido e fui sentindo aquela coisa inchando dentro de mim e então me entreguei ao prazer, gozamos juntos e eu acho que nunca havia sido tão intenso pra mim. Ficamos ali abraçados sentindo aquele momento. Depois fomos para sua sala onde tem um sofazinho, ele me pôs de quatro e começou a me penetrar novamente. Eu sentia aquela coisa enorme em mim e me deliciava de tanto prazer. Ele alisava minha bunda e dizia que era deliciosa enquanto me fodia deliciosamente. Em um determinado momento ele encostou o seu instrumento em meu anus, mas tive medo por causa do tamanho e recuei. Ele deu mais uma peincelada e eu pedi pra que tivesse paciência comigo... Então ficamos ali alguns minutos abraçados e fomos cada um pra sua casa felizes e exaustos. Desde então sempre que podemos, ficamos depois do horário fazendo um cerãozinho. Na segunda vez ele conseguiu o que queria, mas isso é uma outra história que conto pra vocês depois... Adoro trocar experiências com mulheres que me entendam e tenham vivido alguma fantasia na vida real. Me add no seu msn. larinhafeliz@hotmail.com

A SECRETÁRIA E O PATRÃO Meu nome é Lara, tenho 41 anos e sou casada a 8 anos. Sou secretária de uma pequena empresa a 5 anos e desde que comecei nesse emprego achei meu patrão um gato, mas jamais pensei ter coragem de relatar o fato ocorrido abaixo. Era apenas mais um dia de trabalho como outro qualquer até o momento em que Eduardo, (assim é o nome do meu patrão) vaio até minha mesa e me disse que teria que fazer uma viajem de urgência no dia seguinte e que iria se ausentar da empresa por uns 3 ou 4 dias. Com a voz forte e segura de sempre falou bem próximo ao meu ouvido. -Lara, você se incomoda de ficar um pouco além do seu horário? Pois, preciso reorganizar minha agenda; Desmarcar alguns compromissos e ramanejar outros para outros diretores. Respondi que não havia problemas, mas confesso que fiquei um pouco desanimada, pois estava morta de cansaço e doida pra chegar em casa e tomar meu delicioso banho. Enatão ele foi pra sua sala e não demorou a retornar, pois já estávamos nos aproximando do fim do expediente. Ele puxou uma cadeira e sentou-se ao meu lado e fomos vendo cada compromisso que havia. O tempo foi passando até que o último funcionnário foi embora e nós dois ali até meio descontraídos, o que não era de costume, pois Eduardo sempre foi um homem bastante sério dentro da empresa. De repente ele se levantou e saiu da sala, eu continuei digitando concentrada em meu serviço, tão concentrada que me assustei ao sentir uma mão segurar meu ombro. Era Eduardo que havia voltado trazendo-me um cafezinho. Nem sei o que senti naquele momento, devo ter olhado pra ele com uma cara de assustada e até gaguejei ao agradecer; Na hora sentir minhas pernas tremerem e ele parecia perceber isso em mim, pois olhava-me nos olhos com seu olhar penetrante, com ar de dono da situação, o que era a mais pura verdade, pois eu naquele momento já estava totalmente entregue ao desejo. Ficamos nos olhando fixamente por alguns segundos, que pra mim parecia uma eternidade. Quando ouvi sua voz dizendo:

-Lara, seu café vai esfriar. Ao dizer isso ele terminou a frase com um sorriso de cafajeste que só fez aumentar meu desejo. Peguei o café na mesa e ia bebendo olhando em seu olhos e terminei dizendo...delícia. Nesse instante eu já não controlava aquela coisa que me queimava por dentro, e sentia que minha xaninha já estava encharcada de tesão. Percebi também que um volume apareceu em sua calça, já que ele estava de pé ao meu lado e aquilo ficava bem próximo da minha visão. Éramos dois vulcões prestes a entrar em erupção e os dois sabiam disso. Ele então acaricou meus cabelos e e colocou sua mão em minha nuca. Foi me acariciando até me deixar completamente mole, sem reação pra nada, e quando percebi me pegou pela cintura e me pôs sentada em minha mesa dando-me um beijo delicioso que roubou o que ainda poderia haver de racional em mim, e alternando entre minha boca e meu pescoço, fez com que eu me soltasse e o entrelaçasse a cintura com minhas pernas. Ele ia me beijando o pescoço e desabotoando meu vestido, e eu dasabotoando a sua blusa e beijando seu peito delicioso. Logo eu já me encontrava completamente despida em cima daquela mesa e ele sentou-se na cadeira e ia lambendo minha xaninha enquanto tirava suas calças. Como lambia bem aquele safado, eu ficava me contorcendo de tesão naquela mesa enquanto ele delicadamente lambia e passava os dentes em meu grelimho que parecia em brasa. Já completamente louca de tesão escurregui pela mesa até ira parar no chão de joelhos segurando aquele intrumento enorme que eu tanto queria. Eu lambia e chupava aquele pau duro ouvindo os “urros” de Eduardo que parecia não caber em si. Cada frase que ele soltava parecia esquentar ainda mais o meu desejo e sei que ele percibia isso pois ia falando pra eu chupar sua pica e me chamava de piranha deliciosa. E eu agia como uma mesmo, olhando aquela cara de homem safado enquanto chupava e lábia seu pau inteirinho. Então ele me pegou novamente pela cintura e me colocou sobre a mesa e tratou de pôr aquele corpão em cima de mim. Não estava acostumada com um instrumento tão grande e tinha uma mistura de curiosidade e medo em mim; Mas eu estava tão molhada que logo na primeira estocada ele enfiou tudo de uma vez, arrancando-me um grito de prazer que eu

nunca havia dado. Ele tinha o completo controle da situação e ia me conduzindo pra fazer exatamente o que ele queria, e ele era maito mais gostosa do que qualquer fantasia que eu já havia tido com ele. Logo tratei de ficar por cima, queria ver seu rosto ao me ver sentar naquele monumento. Ele fazia uma cara de safado que só me deixava mais excitada e fazia com que eu rebolasse ainda mais rápido e fui sentindo aquela coisa inchando dentro de mim e então me entreguei ao prazer, gozamos juntos e eu acho que nunca havia sido tão intenso pra mim. Ficamos ali abraçados sentindo aquele momento. Depois fomos para sua sala onde tem um sofazinho, ele me pôs de quatro e começou a me penetrar novamente. Eu sentia aquela coisa enorme em mim e me deliciava de tanto prazer. Ele alisava minha bunda e dizia que era deliciosa enquanto me fodia deliciosamente. Em um determinado momento ele encostou o seu instrumento em meu anus, mas tive medo por causa do tamanho e recuei. Ele deu mais uma peincelada e eu pedi pra que tivesse paciência comigo... Então ficamos ali alguns minutos abraçados e fomos cada um pra sua casa felizes e exaustos. Desde então sempre que podemos, ficamos depois do horário fazendo um cerãozinho. Na segunda vez ele conseguiu o que queria, mas isso é uma outra história que conto pra vocês depois... Adoro trocar experiências com mulheres que me entendam e tenham vivido alguma fantasia na vida real. Me add no seu msn.

Incesto Descoberto INCESTO DESCOBERTO (VERSÃO DA NORA) ...Essa minha experiência que passei,é real.Hoje tenho 32 anos,meu marido tem 38 anos e nunca soube dessa passagem na minha vida.Isso aconteceu logo que me casei,tinha 1 ano de casamento.Me casei com 20 anos e meu

marido Jonas tinha 26 anos.Desde nosso namoro sempre nossa vida sexual foi intensa e as vezes Jonas reclamava porque dizia que meu fogo era demais.Mas ele sempre estava presente e dava conta do recado e me satisfazia plenamente. Durante nosso namoro nossas famílias sempre se deram bem e freqüentávamos a casa um do outro normalmente;a família de Jonas se resumia nele,numa irmã Eduarda(Duda),meu sogro (Seu Moacir) e minha sogra(D.Helen).Jonas, meu marido era mais velho e sua irmã nasceu muito tempo depois e nessa época de nosso namoro ela estava com 10 anos e era uma menina toda mimada por ser a única menina da família.Meus sogros faziam todos os gostos de Duda;o que ela pedia eles davam pra n ver ela triste;mas eu notava que Duda era mais agarrada a meu sogro Moacir,um coroa bem conservado,na época com 42 anos,uma leve barriguinha de chopp,mas com um tórax perfeito,muitos pélos e uma pernas forte ,sutilmente alqueadas,que dava um charme de macho nele.Minha sogra era bem conservada tbm,pois tinha um academia montada em casa e sempre se cuidava nos seus 40 anos. Todo final de semana íamos pra casa de praia do meu sogro(Moacir),que era uma casa enorme,com tudo que tinha direito uma casa de praia,um piscina maravilhosa que eu adorava dar uns mergulhos...Quando íamos pra lá,passávamos o dia na beira da piscina com a empregada nos servindo o tempo todo...Mas algo me deixava intrigada desde o início do meu namoro com Jonas,o contato muito forte de Duda minha cunhada com meu sogro....Ela vivia agarrada ao pescoço do pai,beijando o rosto, fazendo carinhos;eu achava aquilo muito estranho e forte pra minha simples formação familiar..Duda estava na época com 13 anos,uma mocinha,já com o corpinho formado e uns peitinhos já bem pontiagudos...Numa dessas nossas idas a casa de praia,notei que quando chegávamos na casa, ela corria logo pra colocar o bikine fio dental que só usava na casa de praia,voltava correndo,tomava uns mergulhos ,pegava um refrigerante e sentava no colo do meu sogro...ficava ali e não saia,só saia pra cai na piscina de novo..eu notava um desconforto do meu sogro,mas não passava disso..Mas fiquei com aquilo na mente e passei a observar com mais freqüência a aproximação deles. Um dia,marquei com Jonas pra irmos junto ao trabalho e

passei na casa dele antes;quando entrei minha sogra estava na cozinha dando ordens aos empregados e me falou que Jonas estava no quarto dele tomando banho...fui até o quarto dele,mas quando passei no corredor que ficava na parte de cima da casa,vi a porta do quarto dos meus sogros e me deu vontade de abrir;quando abri tive uma surpresa,meu sogro Moacir estava totalmente pelado dormindo com minha cunhadinha Duda só de calçinha também dormindo;pela penumbra vi que meu sogro estava um pouco excitado ,com o pênis meio-bomba...de longe deu pra notar que era um belo exemplar de cacete.Fechei a porta achando estranho aquela cena.Quando entrei no quarto de Jonas,questionei com ele.mas ele me falou que ela tinha tido pesadelos e meu sogro tinha colocado ela na cama com eles.Falei que vi porque a porta estava semi-aberta. Mais uma vez,fiquei curiosa de ter visto aquela cena excitante,pois fiquei tesuda só de ver o cacete do meu sogro meio duro.Não comentei isso mais com Jonas e resolvi por minha conta descobrir que relação era aquela que nem meu noivo,nem minha sogra notava. Quando fiz 20 anos,casamos e fomos morar num apartamento no mesmo prédio que meus sogros moravam;achei muito bom.Mas continuava intrigada com aquela pegação daquela ninfeta,agora com 15 anos com meu sogro. Quando fez 1 ano de casamento, meu marido Jonas recebeu uma promoção na empresa e precisava viajar com uma certa freqüência e eu ficava muito com meus sogros e minha cunhada pra não ficar sozinha.Numa dessas viagens,marcamos pra irmos a casa de praia,já que Jonas tava viajando...Numa sexta feira a tarde,fui na casa da minha sogra pra irmos a casa de praia ,e quando cheguei no apartamento deles a empregada falou que minha sogra foi fazer uma feira pra levar pra o final de semana e meu sogro e Duda tinham ido na frente pra casa de praia...Não perdi tempo, peguei meu carro e corri pra lá.Cheguei na casa,o caseiro veio abrir o portão e perguntei pelo meu sogro e minha cunhada e ele me informou que tinham ido a praia.Aproveitei ,fui na farmácia da comunidade pra comprar uns mantimentos,quando retornei notei um silêncio na casa,entrei pela lateral onde tinha umas janelas dos quartos...escutei um chuveiro ligado.. abri a janela um pouco

e fiquei observando o quarto,de repente sai minha cunhada toda molhada se enxugando,peladinha....uma coisa linda ,pele lisinha,bucetinha gordinha e quase lisinha,fechadinha,peitinhos durinhos,excitados pela frieza da água.Depois,sai meu sogro Moacir,totalmente pelado,se enxugando na frente da filha; e pela primeira vez eu via aquele cacete na claridade;um belo exemplar de macho era meu sogro,fiquei totalmente lubrificada na hora que vi.Minha cunhada Duda pergunta a meu sogro se estavam sozinhos e ele respondeu positivamente,dizendo que dispensou os empregados e que um deles tinha dito que eu tinha ido no povoado fazer umas compras e ia demorar...Eles não tinha a idéia que eu me encontrava ali...Foi quando vi meu sogro Moacir se aproximar da filha e começou a enxugar a garota e que logo se deitou na cama e se abriu;ele sentou ao lado dela e começou a passar a toalha nas coxas dela,foi quando vi que o pau do meu sogro estava em riste, duro e vi quando a a cabeça saiu do prepúcio expondo a cabeça do pau toda pra fora.Eu estava em êxtase,e quase gozando ali vendo aquele incesto que eu estava descobrindo e me excitando.Meu sogro ,um homem garnde, uma barriguinha sensual com uns peitos com pélos de macho,um bigode bem aparado com uma cara de macho sedento por aquela ninfeta filha dele.Ele jogou a toalha longe e começou a beijar a filha num beijo longo e a garota só gemia e se abria pra ele,enquanto ele dedilhava a bucetinha dela sem penetrar os dedos.Depois,aquele macho maduro descia a língua e chupava os peitinhos dela,deixando –os mais durinhos,desceu e caiu de língua na xaninha dela que já se encontrava ensopada de tanto líquido,ele chupava e ela gemia,tremendo toda...Eu já não agüentava mais,pois estava há quase uma semana sem sexo, desde que Jonas tinha viajado a trabalho.Eu estava em período fértil e num cio louco.Iniciei uma masturbação vendo meu sogro chupando a bucetinha da filha e perdi a noção do tempo e gemi alto num gozo profundo....Eles se assustaram e me notaram na fresta da janela;foi minha cunhada que falou:Pai, tem alguém na janela; ele respondeu:Só pode ter sido a Taciana que voltou e nos viu.Eu sai correndo pelo corredor lateral da casa e senti que tinha molhado minha calçinha,foi quando olhei pra trás e vi meu sogro com uma toalha na cintura parado olhando pra mim.E me perguntou se fazia tempo que eu tinha chegado e respondi que tinha acabado de chegar;ele se aproximou,olhou

nos meus olhos e disse:Mentira,sua safada! E deu um forte tapa no meu rosto;e falou: Tira a roupa sua putinha!Obedeci aquele macho raivoso e tirei minha blusa mostrando meus seios duros e excitados,baixei minha saia e fiquei de calcinha;foi quando ele falou: Chegou agora?Sua putinha mentirosa,estou vendo sua calçinha molhada;tira,sua cadela!Tirei e ele passou a mão e mandou eu lamber meu líquido...depois que chupei os dedos dele, ele me pegou pelo braço e me levou pra dentro do quarto onde minha cunhadinha Duda se encontrava deitada na cama toda aberta como se estivesse esperando ser penetrada.Ele entrou no quarto falando que descobri o segredo deles e que ia me foder ,enquanto eu chuparia minha cunhadinha,porque não ia tirar o cabaço dela ainda...Ele me jogou na cama e me mandou chupar a bucetinha da garota e cai de boca,pois estava louca pra sentir o caralho do meu sogro na minha buceta sedenta por sexo durante uma semana.Enquanto eu linguava a bucetinha dela,ele se preparava pra me penetrar com aquele caralho pesado,grosso e grande com um saco cheio de porra pra me dá e me preencher.Ele pincelou a cabeça do mastro na minha buceta que pingava e penetrou cabeça e eu pedia forte e chupava a bucetinha da cunhadinha;ele falou que quem mandava era ele e que eu ia ser a puta dele junto com a filha.Meteu forte como pedi e parava e sentia as contrações da minha buceta sedenta e dizia: Vc e´uma putinha mesmo, sua buceta ta mordendo meu pau de tanto tesão...vou te deixar aberta pra o cormo do meu filho aprender como se trata uma mulher vadia.Essa bucetinha nova agora é minha e vou encher ela de porra todo dia....Foi quando escutei um grito da minha cunhadinha Duda gozando e pedindo ao pai a rola dele,;saiu da minha frente,tirou o pau do pai da minha buceta e chupou o meu líquido na rola do pai,deixou limpo e pediu pra ele foder ela....Sentei na cama pra ver a cena...Ela ficou de 4 e ele falou que não ia tirar o cabacinho dela da buceta,mas ia tirar o cabacinho do rabinho.Pegou um gel e untou o cuzinho da filha e pediu pra ela chupar minha buceta. Me abri na frente da garota e ela me chupava forte, e ele foi penetrando o cuzinho virgem da filha.vi aqele cuzinho virgem engolir aquele pau grande, pesado e vi as veias sumirem dentro do cuzinho dela.Ela gritava e eu não sabia se era de dor ou prazer,quando ela se acostumou,ele me pegou pelos cabelos e

me beijou na boca forte com a língua grossa dentro da minha boca....louco de tesão...quando tava quase gozando,tirou ,me mandou fivar de 4 e enfiou forte na minha buceta jorrando aquele líquido quente dentro do meu útero;eu sentia cada espirrada daquele macho dentro de mim.Gozou,e ordenou que fossemos tomar banho.Quando voltamos do banho,ele mandou nós duas sentarmos na cama e falou que nós duas íamos ser suas putinhas e que ia nos foder todos os dias,mas que não ia tirar o cabaço da Duda,por enquanto.Passamos o final de semana recebendo aquele macho dentro da gente,e ele passou todo o final de semana só esporrando dentro da minha buceta e eu delirava. Quando voltamos a vida normal,notava minha cunhada meio ríspida comigo,sendo mal educada e grossa.Comentei com Seu Moacir e ele me falou que achava que ela tava com ciúmes;mas que daria um jeito nisso.Quando um dia a encontrei no corredor do prédio, ela falou que se eu continuasse a foder com o pai dela,ia contar pro irmão que eu era uma puta e que acabaria com meu casamento.Falei pro meu macho, meu sogro e ele resolveu de imediato,mandou ela estudar no Estados Unidos...Pra mim foi muito bom,quando Jonas viaja,Seu Moacir é só meu e minha sogra nem desconfia...Jonas viaja, ele vem aqui no nosso apartamento todos os dias e me dá o que preciso,um macho bem sedento e que preenche minha buceta por inteira,tanto de rola quanto de esperma que adoro e que acho que é a força do macho. Esse relacionamento já dura 10 anos...meu sogro me ama e não quer deixar esse relacionamento morrer...nem meu marido nem minha sogra desconfiam de nada, e quanto a minha cunhada,ela casou com um americano e meu sogro a ajuda financeiramente pra ela falar do nosso relacionamento.No momento estou grávida e tenho certeza que é do meu sogro,pois quando eu ia foder com meu marido eu tomava pílula,mas quando eu ia foder com meu sogro Moacir eu não tomava nada e sempre em dias férteis... Amo meu sogro e na realidade,não estou casada com o filho dele, e sim com ele. Esse relato continua...

Sobrinha no Banheiro Masculino Eu sou um verdadeiro cavalo, pelo tamanho da minha benga... Trabalho num Shopping em São Paulo, minha sobrinha Laura mora bem perto, filha da irmã da minha esposa, estuda em frente ao shopping no horario da tarde e cursava a oitava quando aconteceu o que vou contar. Fui ao banheiro, era uma quarta feira bem parada, quando entrei tinha um jovem de calça bem larga, camiseta com camisa aberta por cima de bone, estava ali de cabeça baixa mijando ou com a mao na frente fazendo que estava mijando, e como sabia que as vezes tinha alguns que fingiam mijar para ficar olhando o pau do outro parei ddo lado tirei meu pau ainda mole para fora que mesmo assim é enorme e comecei a mijar, percebendo ja o olhar do individuo do lado, chacalhei, arregacei o bicho, punhetei e ai o bicho ja duro, percebi que a pessoa na tirava os olhos de cima, pensei entao em provocar ainda mais pedindo para pegar um pedaço de papel para enchugar meu pau, foi na hora que pedi que veio minha surpresa. Quando pedi a pessoa olhou para mim assustado, entao pércebi que era a minha sobrinha, disfarçada de muleque. Ela ficou sem jeito e pediu para nao contar para ninguem, sem tirar os olhos do meu páu, falei que nao contava mas teria que pegar no meu pau e assim o fez, chamei para conversar fora dali pois poderia chegar alguem, entao levei ela para o meu carro que estava estacionado no ultimo andar do estacionamento que era bem vazio, meu carro filmado com filme G5 ninguem enxerga nada dentro. Entramos no banco de tras, fechei as portas e perguntei se ela fazia isso sempre para ver os paus dos caras, e ela disse que fez algumas vezes mas quando viu meu pau ficou anestesiada, e que como estava olhando para baixo nao percebeu que era eu. Entao conforme conversa-mos, comecei a tirar a camisa, ela ficou me olhando, tirei o sapato, a meia, tirei a calça e por fim a cueca, ficando totalmente pelado, disse de bate pronta... - chupa o pau do tio Ela veio meia sem jeito mas sabendo que teria que fazer tudo

que eu queria e começou a chupar ou tentar melo menos pois a cabeça mal entrava na boca dela. Ficou mamando por alguns estantes e pedi para tirar tambem toda sua roupa, ela com cara de choro tirou tudo, aquelles peitinhos maravilhosos, lorinha deliciosa, bocetinha com pelinhos lorinhos bem fininhos, bundinha arrebitada,, nao resisti e beijei ela inteirinha, meti o dedo na bucetinha dela e percebi que nao era mais virgem , chupei seu peitinhos com o dedo cravado na bucetinha dela ja toda molhadinha, ai disse que ia castigar ela porque era muito safada. Chupei sua bocetinha, meti a lingua no cuzinho dela por mais de cinco minutos ela ficou doidinha ai fui para cima e comecei a esfregar o pau na bucetinha dela, e comeceia penetrar, ela gemia e eu comecei a bombar com força entrando praticamente tudo, fodi ela no carro de quatro, ela cavalgou na minha vara, e por fim quando fui gozar disse que ela seria minha escrava e fiz ela chupar o meu pau gozando na boquinha dela. Eu é que virei escravo dela.... Com o tempo comi seu cuzinho tambem, mas isso é outra historia, e a mãe dela comecou a me olhar atravessado porque a filha contou para ela e tambem do tamnaho do meu pau, e levou ferro tambem e o meu cunhado um par de chifres do tamanho do meu pau.

Minha Nora levou Ferro Ola meu nome é? Cavalo é melhor assim. Sou um cinquentao, dotado de uma pica bem grande ( 21 cm e bem grossa), e o que aconteceu comigo começa numa a viagem a florianopolis onde meu filho trabalha e se casou. Minha nora é uma tipica sulista, loira estatura mediana , magrinha do bumbum bem arrebitado, seios medios um tesao. Estava na casa deles, fui a praia um dia e a noite tiva uma indisposição tao grande que fui parar no hospital, so retornado para casa no dia seguinte as 8;30 da manha. Quando a ambulancia me deixou na casa deles, meu filho estava saindo para o trabalho e eu estava vestido somente com um roupao do hospital, aqueles que é aberto atras, e eu mal conseguia andar. O pesssoal me deixou deitado no sofa e

a Keila assim vamos chama-la, cuidando de mim, eu disse que iria tomar uma banho, ela me ajudou a levantar, estava vestinho um vestidinho bem soltinho com uma calcinha minuscula, pois dava para perceber, chegando ao banheiro eu disse: - Keila, como vou tomar banho se mal consigo parar em pe. Ela entao sendo gentil e sem nenhuma malicia, me disse: - Se o Sr. nao se incomodar, eu ajudo a tomar banho. Eu entao confirmei com a cebeça, ela desatou o no do roupao e tirou, quando ela viu o tamanho do meu pau, ficou estaziada, e eu comecei a me excitar, ficando totalmente de pau duro. Expliquei que fazia muito tempo que nao transava e por isso fiquei excitado rapido e que podia me dar o banho sem ploblema. ela entao me disse. - O Tony, nao deve ter puxado para o Sr. Eu entendi na mesma hora, e pedi para ela lavar o meu pau tambem, que na hora comecou a enssaboar, quando terminou, perguntei. - Keila, conforme te disse faz muito tempo, e so entre nos, seria pedir demasi para voçe fazer uma.... Nesse mmento fiquei quieto e ela estao me disse: - O sr. quer que eu faça oque, pode pedir se o sr for melhorar eu farei. Eu entao tomei coragem e disse: - Faz uma gulosa para mim, chupa meu pau bem gostoso estou precisando disso. Nisso seu vestido estava ja todo molhado eu ja enmendei. - E tira sua roupa faz muito tempo que nao vejo uma mulher pelada bem gostosa quando voçe. Ela puxou seu vestido para cima e tirou sua calcinha e me disse que so estava fazendo isso para minha melhora ( me engana que eu gosto) e que o Tony nunca poderia saber. Ajoelhou dianete de mim e começou a chupar maravilhosamente, que em dois minutos e gozei na sua boca, cara, peito e ficou muito brava que eu nao poderia fazer isso com ela, pedi desculpar e me enxuguei, fomos para o quarto, eu ainda estava de pau duro ela se enxugando eu disse que queria fode-la pois fazia muito tempo que eu nao fazia isto, e ela poderia me ajudar, ela com cara de dó, disse para eu ir devagar, mais fui totalmente afoito e comecei a foder minha nora de todas a formas. Fodi minha nora a manha todinha e agora minhas visitas a Florianopolis ficou mais frequente que

ate na praia eu ja fodi minha nora vagabunda.

Sorte no Metro Ola, meu nome é ? Cavalo, é melhor. Tava eu na estação da Sé, sou moreno, tenho 1,72 de altura, sou bastante avantajado (21 cm bem grosso) e tenho meus 51 anos bem vivido. Como estava dizendo estava em pé, na estação do metro Sé em São Paulo, entra um menina com uma blusinha branca de alcinha e saia até o tornozelo daquele tecido bem fininho, entrou na minha frente, o metro chegou, foi aquele empurra, empurra mas nao conseguimos entrar naquele vagao. Porem naquele momento de muvuca meti a mao na bundinha arrebitada dela e senti sua calcinha bem pequena enterrada no rabo, fiquei com a mao nom mei da sua bunda ate chegar o proximo metro. Como ela nao reagiu no momento de entra empurrei ate a porta da frente e paramos. A porta se fechou, Ficamos naparede do metro e do outro lado coloquei minha bolsa a tira colo, ranquei meu pau para fora e encochei a putinha que estava vindo da escola entandro no meu da sua bunda. Ela estava com a muchila virado para frente, com a mao esquerda eu meti o dedo por baixo da muchila e fiquei alizando sua bocetinha. Ela ameaçou descer na estação Penha, me recompus e descemos. Ela saiu da estação pela rua lateral, que da na lateral de uma campo de futebol, e é uma rua deserta, ela ia caminhao na frente, e eu atras, ela de vez em quando dava uma olhada, quando chegou na parte mais escura eu a chamei, ela se virou e eu ja estava com o pau para fora, disse que queria conversar com ela, ela ,olhou para meu pau meia desconsertada e disse o que queria com ela, entao pequei ela pelo braço e puxei para traz de uma arbustro no campo de futebol, e ela me perguntado o que eu queria, eu fui logo dizendo, vamos chupa ea minha rola, ela ajoelhou, mal cabia na sua boquinha, mas chupou gostoso, e eu nao aguentando gozei na sua boquinha um goso de uma

semana, imagina ela engasgando com tanta porra, fui fudendo sua boca bem gostoso que tava lizinha de tantra porra, arranquei sua bluzinha, depois sua saia, sua calcinha, ela pedindo por favor que nao ia aguentar e minha pica, pois so tinha transado algumas vezes com o namoradinho dela, e eu sem do coloquei a putinha no gramado de quatro e soquei o trabuco na sua rachinha ela gemia se contorcia, fodi a piranhinha ate ficar com o pau esfolado e gozei mais uma vez na boquinha dela, e aguentou o trabuco com maestria gozando varias vezes e pedindo qu

A moçinha do Cachorro dando pro Cavalo Sou conhecido como Cavalo, porem o que cou contar aconteceu a muito tempo, mas so estou contando agora porque agora é que estou tendo contato com a internet. Em 1998 eu morava no bairro da Penha-SP e sai num domingo para dar uma volta, fui para o bairro do tatuapé tomar uma cervejas, eram aproximadamente 11:30 da manha sai do bar e me deu aquela vontade enorme de mijar, então parei meu carro numa rua mais deserta, de um lado o muro interminavel de uma linha de trem e do outro um muro de um condominio, cheio de arvores centenarias. Desci daminha Van, estava de bermuda com elastico, tirei o trabuco e comecei a mijar ( medias do trabuco 23 x 5 ) entao para minha surpresa me aparece uma mocinha que estava levando o cachorrinha para volta matinal, os dois foram pego de surpresa, porem a menina, kelly assim vamos chama-la deu uma corrida de olho no meu pau com cara de bastante espanto, e o cachoro vei cheirar e ela nao conseguia seguralo, pois era um labrador muito forte. balanguei o trabuco com ela olhando e guardei na bermuda e puxei conversa, dizendo que nao tive visto ela e tal, ela por sua vez disse nao ter problema pois tambem estava distraida, mas o cachorro nao sai de perto, entao perguntei a sua idade e ela disse ter feito 18 anos na noite anterior, perguntei se tinha recebido muitos presentes e se tinha algum presente especial entao ela disse que o presente do seu namorado ela nao recebeu pois o mesmo bebeu ate cair e nao fez nada. Nesse momento disse

que ela era muito bonita e pedi para dar uma voltinha pois estava usando um vestido muito bonito (vestido curtinho e o tecido bem leve meio transparente) ela deu a voltinha sempre olhando para o meu volume, eu percebendo ja dei uma massageada no trabuco que começou crescer ate ficar em ponto de bala ficando totalmente visivel pela bermuda, como ela nao tirava o olho convidei para entrar na kombi que iria mostrar para ela novamente, ela disse que entraria só se fosse para ver e eu concoredei na hora. Minha Van era para transporte de executivo com bancos confortaveis, bastante espaço e totalmente filmada no mais escuro. Abri a van, chamei o cachorro que ficou na parte de tras, eu e ela ficamos no mei onde havia mais espaço, fechei a van, tirei minha camiseta e arranquei minha bermuda deixando o meu pau todo a mostra, ela ficou olhando alucinada, entao falei que poderia ser seu presente de aniversario, ela pegou no meu pau e disse que estava acostumada com o do namorado que media aprox. 12 cm, nessa hora pegue na sua nuca trouxe sua boca no meu pau e disse para chupar pois ela iria saber como é uma foda de verdade, ela comecou a chupar mesmo ser caber na sua boquinha, ja tirei o seu vestido, era uma beldade, perfeita, bumbum delicioso, bucetinha raspadinha, peitinhos maravilhosos, acho que com o tesao que estava meu pau chegou a uns 28 cm, chupei gostoso sua bucentinha, deitei a piranha na poltrona, coloquei a cabeça do trabuco naquela bucetinha e comecei a forcar a entrada, devagar a cabeça entrou, comecei um vai e vem cada vez enfiando mais ela gemia de dor e prazer, mas nao aguentei e vei o gozo, tirei e coloquei pra ela chupar chegou engasgar de tanta porra. Comi a vagabundinha por duas horas, por tras, de lado, cavalgando, enfiou o dedo no cuzinho da safada tivemo momento prazerosos e sai dali com a perna bamba. Eu comi o seu cu, mas foi em outro dia em seu apartamento e tambem comi a sua mãem mas isso eu conto depois!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Que vizinha deliciosa Por motivos de segurança prefiro não me identificar, usarei

nomes fictícios porem historias verdadeiras. E incrível como acontecem casos com pessoas que você menos imaginaria. Tenho uma vizinha Márcia, coisa de parar o trânsito, mãe solteira mora com os pais, um par de seios que faz inveja a outras mulheres, morena do cabelo preto e curto, par de pernas grossas, lábios carnudos, 27 aninhos, tudo de bom. Depois de algum tempo que Márcia tinha se mudado para minha quadra começamos a conversar e nos conhecer, sou casado tenho 30 anos porem não tenho filhos. Então depois de algum tempo de convivência ela me convenceu a fazer inscrição para faculdade onde faz, então entrei em um curso diferente. Para minha sorte ela não tem carro então comecei dando carona a ela. Quando chegávamos à faculdade me despedia dela dando um beijo no rosto que com o passar dos dias foi ficando mais e mais perto da boca ate que um dia nos estacionamento parei o carro e antes que abrisse a porta ela me segurou e disse que precisava falar comigo, disse que algo estava acontecendo entre nós mais que não sabia o que fazer já que eu era casado e ela noiva. Foi quando cai pra cima dela num beijo ardente, eu já estava ate sonhando com ela, meu pau ficou duro quando ela apertou aqueles peitos contra mim, comecei a acariciar sua barriga já com intenção de subir ate aqueles pares de peitos maravilhosos quando de repente ela começa a passar a mão sobre meu pau que já devia estar todo melado então cai de boca em seus seios e ao mesmo tempo comecei a enfiar a mão por baixo de sua saia, a calcinha já estava toda melada, então ela começou a gemer e eu comecei a passar o dedo na xoxota dela e morder seus peitos ate que ela gozou, então não satisfeito meti a língua chupando todo o gozo dela. Nessa altura do campeonato ela se lembrou que estávamos no estacionamento do campus e que era cheio de seguranças então abaixei o banco do carro e fui para cima dela, abaixei minhas cueca e meti a pica nela ate que ela gozou outra vez e eu também. Perdemos a aula e claro, eu reprovei muitas matérias de tanto matar aula para ficar com ela, essa foi nossa primeira vez, não acabou por ai, contarei outras melhores Levando chifre na academia Bom... como relatei no conto passado, minha namorada karol, até então santinha, havia me traido e prometido

continuar me traindo, e dessa vez com os professores da academia. Não levei muito a sério quando ela falou isso... mas isso foi só até o outro dia... Era umas 8 horas da noite quando a karol me ligou... disse que estava na academia e queria que eu fosse buscar ela, pois já estava tarde. Fui buscar, e quando cheguei lá, achei estranho o silêncio. Não havia mais ninguem na academia. Já devia estar fechando. Fui entrando... e quando chego na área reservada para as aulas de dança, vejo a karol se alongando, com as pernas bem abertas no chão. Ela me olha e diz: - Entra amor. Acabou a aula agora a pouco. Pedi a ela o que ela estava fazendo, e se estava sozinha na academia. - Não estou sozinha não. O Bruno e o Paulo estão ajeitando as coisas e fechando a academia, mas já devem estar vindo. Eu estou me alongando bastante, preciso de bastante alongamento hoje. - Porque? Já não acabaram as aulas de hoje? Nisso o Bruno e o Paulo, professores de axé, entram na sala. - Ainda não. Falta a ultima aula do dia. Achei estranho, mas comecei a entender o que estava acontecendo quando os dois me seguraram e me amarraram em uma cadeira, lá mesmo na sala. O Bruno veio em minha direçao e disse: - Hoje nós vamos ensinar como que se come uma gostosa que nem a tua namorada. Tu vai aprender a não provocar ninguem. Vamos ver se depois de hoje voce ainda vai chamar alguem de viadinho. Enquanto o Bruno falava, o Paulo chegou perto da minha namorada, que ainda estava com as pernas abertas no chão. Ela abaixou o calção dele e tirou um pinto grande, e ainda meio mole. - Olha meu amor, tá vendo esse pintão? Vou aproveitar enquanto ainda está meio mole pra colocar ele inteirinho dentro da boca. A karol começou a chupar o pau do Paulo e o Bruno foi chegando perto dos dois. Enquanto chupava, a karol tirou o pau do Bruno pra fora, e ai eu pude ver que o estrago aquele dia ia ser enorme. - Nossa Bruno.... Que cacete enorme você tem. Já tinha visto

um pinto negro e grande ontem, mas o teu é mais preto e ainda maior do que o que fez meu namorado virar corno. Acho que vou ter que me alongar muito pra meter tudo isso dentro de mim. Falando isso a karol começou a revesar e chupar os dois pintos, até que eles estivessem bem duros e a ponto de comer ela. Então a karol veio até um aparelho que estava bem na minha frente, mandou o Paulo deitar e foi por cima dele. - Conhece esse exercício amor? O professorzinho deita no aparelho, e a aluninha vagabunda fica cavalgando nesse pinto lindo que ele tem. Tudo isso enquanto ela chupa o cacete gostoso do outro professor e faz o namorado corno assistir a tudo bem quietinho. Nisso a karol começou a pular feito uma vagabunda, e a sugar todo o pinto do Bruno. Quando o Bruno já estava pra gozar a karol parou e falou. - Não goza não. Quero que você coloque esse pauzão e goze tudo na minha bundinha. - Será que essa bunda linda e gostosa que tu tem vai aguentar meu pinto inteiro? - Disse o Bruno. - Claro que vai. Eu quero que aguente. Nem que me arrebente inteira, eu quero muito dar o cú pra você na frente do meu corninho idiota. Ele vai ver que os professores de axé da namoradinha dele, comem meu cú, e vao comer sempre que quiserem daqui pra frente, enquanto ele nunca vai comer. O Bruno começou a lamber o cuzinho da karol enquanto o Paulo tirou o pau e botou pra ela chupar. Quando já estava pronto, a karol ficou com a bunda bem na frente da minha cara e pediu pro Bruno meter, sem dó. - Vem Bruno. Me arrebenta inteira. Enfia tudo no meu cú, e nao para, mesmo se estiver doendo. Dito e feito. O Bruno arrebentou o cuzinho da minha namorada. Enfiou tudo. Dava pra perceber a dor pelos gritos da karol, que chegou até a chorar. Mas logo abafou os gritos com o pau do Paulo entrando novamente na sua boca. - Isso, mete Bruno. Fode essa vadia que sempre ficou provocando voce quando vinha na academia e nunca deu pra ti. Fode essa bundinha que voce tanto queria. Come que daqui pra frente ela vai se sempre tua seu gostoso pauzudo... - Dizia karol enquanto se jogava pra trás pra receber todo cacete do Bruno.

Depois de um tempo, a karol falou: - Vem Paulo. Quero os dois dentro de mim. Quero gozar com os dois me comendo ao mesmo tempo. Paulo sem perder tempo enfiou todo seu pau na bucetinha da minha namorada. Que ficou um tempo parada pra acostumar com os dois cacetes dentro dela. - Viu meu amor. Todo mundo come tua putinha. Ainda acha que meus professores de axé sao gays é?? hahaha. Isso pareceu dar ainda mais tesao para os professores, que comecaram a comer ela com muita violencia. - Que rabo gostoso karolzinha. Rebola bem no meu pau que eu quero gozar tudo no teu rabo, pra esse corno babaca ver a bunda da namoradinha dele cheia de porra. - disse o Bruno - Entao vem Bruninho, come com força que meu rabo é teu. Goza bastante no meu cuzinho que já tá piscando pela tua porra. O Bruno nao se aguentou e gozou muito na bundinha da minha namorada. Quando tirou, vi que estava toda aberta, e sangrando um pouco. O Paulo continuava só na bucetinha dela, até que ela pidiu: - Vem Paulinho, mete no meu cú e goza nele também vai. Na mesma hora o Paulo trocou o buraco e meteu tudo no rabo da karol. - Isso... come meu cuzinho seu gostoso, mete vai seu pintudo. Goza bastante pra esse corno aprender como que se fode uma puta. E Paulo também gozou e encheu ainda mais a karol de porra. Quando tirou o pau tinha muita porra derramando do rabinho dela. Devia ser tesao acumulado pela bunda linda da karol. - Karol. Acho que teu corno merece uma lição por chamar nós de gays por tanto tempo, nao acha? - Disse o Bruno. - Humm... o que você acha que ele merece? - Acho que ele tinha que limpar você e sentir o gosto da nossa porra, pra ver se nós somos homens ou nao. Pode ser? - Hahahaha. Claro que pode. Tudo que você quiser. - Disse karol levantando e recolhendo a porra que escorria pelas pernas pra dentro do cuzinho dela. - Toma meu amor. Lambe bem meu cuzinho e recolhe a porra que tem nele. Deixa ele bem limpinho enquanto eu chupo e limpo o pau dos dois. - Eu não vou fazer isso karol. Nunca faria. É humilhaçao demais pra mim.

Karol me deu um tapa na cara e disse: - Cala a boca e limpa tudo logo. Se não limpar, vou mandar o Bruno e o Paulo baterem em você. Limpa logo, corno otário. Me senti obrigado a limpar e comecei a lamber toda porra e sangue que saiam da bunda da minha namorada. Era um gosto horrível, mas limpei tudo enquanto a karol chupava os dois. - Hummm... isso... é bom sentir meu corninho limpando meu cuzinho cheio de porra. - Disse karol enquanto veio me beijar. Senti um misto entre o gosto de porra com sangue que havia engolido e o gosto de pinto na boca da karol. - Viu corninho, agora teu par de chifres tá aumentando. E vai continuar aumentado. É bom que voce se acostume. hahaha. A karol me soltou e disse que ia de carona com os professores, porque queria chupar eles no caminho pra casa, e talvez dar mais um pouquinho pra eles. Mas disse que me ligava de noite, se ainda tivesse com gosto de porra na boca, pra mim pegar o que sobrou dela. E avisou: - Se prepara porque gostei da brincadeira, e voce vai me verd dando pra muitaaa gente ainda. Mas só vou dar pra pintudos, pra ficar bem abertinha pra você, tá amor? - Nisso ela riu e foi embora. Eu me recuperei da humilhacao e sai da academia também. De noite a karol me ligou e pediu pra mim ir falar com ela. Ela só me beijou e pediu pra mim ir embora. Era só pra sentir o gosto de porra que ela tinha na boca. Disse que tinha fodido muito com os dois no caminho pra casa. Agora me resta esperar ver o que vai acontecer. E se a karol vai mudar, ou vai querer continuar me humilhando assim...

Minha namorada virou puta... e me fez de corno... Bom, o que venho relatar aqui é um fato que me aconteceu a um tempo atrás, quando eu já namorava a Karoline a um ano, mais ou menos. Bom, ela é linda, tem 17 anos, 1,73 m de altura, seios médios mas bem durinhos, uma barriguinha sarada, ela é viciada em academia, e uma bunda enorme e muito dura, resultado da malhação dela todo dia. A historia aconteceu logo após ela passar no vestibular, pois ela ainda

fazia cursinho. Eu já trabalho em uma empresa de telefonia a 3 anos. A Karol tem uma amiga, a Aline, que tem 19 anos, e eu sempre achei ela muito safada, inclusive fazia questão de falar isso na cara da Aline mesmo, mas nunca me preocupei com a amizade delas, porque minha namorada sempre foi muito comportada. Demorei muito tempo para conseguir transar com ela, e até então, só havia conseguido 5 vezes. Sempre fui muito carinhoso com ela, não gosto de sexo muito agressivo, então sempre ficava num clima mais romântico. Certo dia, fui para o trabalho a tarde, e lá pela 1:00 a Karol me ligou, dizendo que ia para a academia e depois ia tomar banho de piscina na casa da Aline. Eu concordei e falei que passaria pegar ela lá pelas 6:30, hora que eu saio do trabalho. Sabia que a Karol ia passar o dia fazendo aulas de axé e aeróbica com os professores da academia, que sempre chamei de gays. O dia estava tranqüilo no trabalho, então meu chefe me mandou fazer uma instalação perto da casa da Aline. Depois do serviço feito, resolvi dar uma passada na casa dela para dar um beijo na Karol. Estacionei o carro na frente da casa da Aline e estranhei pois comecei a ouvir risadas vindas da piscina. Pensei logo que eram elas, falando besteiras pra variar. Porém, quando estava quase entrando na casa, escutei uma voz masculina. Fiquei curioso e resolvi espiar antes de entrar na casa dela, imaginei que fosse um dos vários namorados que ela tem. Então subi no muro da casa dela e fiquei escondido atrás das plantas que tem sobre o muro, pra deixar a casa mais bonita. Quando vi estavam lá a Aline, minha namorada e um homem negro. A Karol estava na piscina, enquanto Aline tomava sol e o homem ficava na borda da piscina, perto da minha namorada. Fiquei quieto e resolvi escutar um pouco da conversa. - E ai Karol, gostou do Pedrão? – Disse Aline - Aham, ele é bem simpático e bonito, que nem você tinha me dito. - Bem melhor do que o viadinho do teu namorado ne? - Ai Aline, não fala assim dele... tadinho... - Tadinho mesmo. Você com um negão pintudo desse na frente... da até pena dele. – Aline falou isso e as duas começaram a rir. - Olha, o pintudo eu não sei, mas que ele é bonito, isso é

mesmo. - Então porque você não vai olhar pra ver se ele é pintudo mesmo? Minha, até então, santa namorada deu um sorriso, se aproximou do Pedrão e abaixou um pouco sua sunga. Eu não acreditava no que estava vendo, mas deixei só pra ver até onde ia. - Nossa Pedrão, que pinto grande e grosso você tem. – Falou a Karol assustada com o tamanho. - Hahaha. Eu sabia que você ia gostar. Muito melhor do que o pintinho que teu namorado broxa deve ter ne? – Falava Aline enquanto se aproximava dos dois. - É, tenho que concordar que o pinto do Marcelo não chega nem aos pés desse pintão. - Então prova sua boba,e aproveita pra saber o que é sexo de verdade. - Ai Aline, eu tenho medo de trair o Marcelo... Ele sempre foi carinhoso comigo, e eu nem transei muito com ele ainda... - Também, com um viadinho daqueles em casa ninguém tem vontade de transar. Alias, faz bem em não transar com ele. Ele não te merece. Mas se eu fosse você, não dispensaria um pauzão desses pelo bosta do teu namorado... Eu tava ficando cada vez com mais raiva da Aline, mas queria ver o que a Karol ia fazer. - Humm. Ta bom, não custa nada experimentar só um pouquinho desse pauzão né? Karol falou isso e já ia dirigindo o pinto do negão até sua boca. E foi colocando de pouquinho e lambendo o pau dele. - Ta gostoso Karolzinha? – Falou Aline - Uhum. – Falou a Karol sem tirar o pau do negão da boca. - Então aproveita bem ele. Trata bem o Pedrão e se acostume com pau grosso, com pau de verdade, que daqui pra frente eu vou arranjar vários pra você. A Karol começou a chupar feito uma vadia, enquanto o cara se contorcia gemendo. A Aline se realizava e comemorava por ter me feito de corno. - Que lindo ver você fazer o Marcelinho de corno. Ele sempre me chamou de puta e vadia, agora ele tem uma pra ele. Alem de um par de chifres que eu ajudei você a colocar nele, hahaha. A Aline ria e a Karol também começou a rir das brincadeiras comigo. Eu já tava puto e meio triste com a situação.

- Ah Karol, aproveita bem o pau do negão. Dexa ele mete em você de tudo que é jeito. Você vai ter muito tempo ainda pra chupar o pau dele e limpar tudo que vocês vão fazer.... – Falava a Aline, sempre me ajudando a ser corno. - Eu to com medo Aline, é muito grande. Ele vai me arrebentar intera. - Então dá só o cuzinho pra ele. - Ah não. Nunca dei meu cuzinho pra ninguém, e não ia agüentar tudo isso de primeira. - E vai deixar todo esse pauzão lindo sem nenhuma recompensa? Que desperdício... – Aline continuava apoiando a Karol a me fazer cada vez mais corno. Tava até um pouco feliz pela Karol não ter aceitado, mas.... a Aline conseguiu o que queria. - Ai, ta bom. Ele merece me comer. Vou dar pra ele só por causa desse pintão que ele tem. Mas o cu eu não dou. Não acreditava que a Karol tinha aceitado transar com ele. Não ia aceitar isso nunca. Pra tentar salvar o namoro, resolvi pular pra dentro da casa na hora em que o negão tava se ajeitando pra comer ela. - O que é isso Karol? – Falei tentando acabar com a situação. - Isso é tua mulher dando pra outro seu corno. O Pedrão vai ensinar como comer tua namorada com um pau de verdade, não com essa bostinha que você tem. – Aline respondeu antes que a Karol falasse qualquer coisa. - Pegue suas roupas e vamos embora Karol. A Karol olhou pra Aline sem saber o que fazer. Então Aline tomou a frente da situação novamente... - Vai querer ir com o froxo do teu namorado e desperdiçar esse pintao lindo do pedrão?? Ainda mais que esse corno devia ta vendo tudo até agora, e deixou você chupar todo o pinto dele sem fazer nada. Você é quem sabe Karol... - Olha amor, eu amo você, mas não posso fazer isso com o Pedrão. Vou ter que recompensar ele por ele ter esse pinto maravilhoso... me desculpa, mas agora não tem mais como dizer q não... - Pedrão, me come por favor? – Pidiu a Karol. O cara então foi pra cima da minha namorada, colocando todo o pau dele dentro dela. Enquanto isso eu olhava a situação, espantado com o que estava acontecendo. E a Aline ria muito. - Viu só seu bosta. Sua Karolzinha viro puta. Ta dando pro negão na sua frente. E você tem que ficar bem quietinho e

aceitar tudo, seu corno otário. Vê como tua putinha rebola no pau do negão hahahaha. - E ai Karol, fala pro teu corninho como que é um pau de verdade te comendo... - É ótimo sentir esse pauzão me rasgando intera. Aprende com ele como que se come uma mulher, seu corno... Fode vem negão, mete com força, me arrebenta intera... A Aline foi até o Pedrão, deu um beijo nele, saiu com a baba dele, veio até mim, cuspiu na minha cara e me deu um tapa. - Isso é pra você aprender a nunca mais me chamar de puta, seu troxa. Eu dou pra quem eu quiser. E a partir de hoje, sua Karolzinha também vai dar pra quem eu e ela quiser. E você não vai poder fazer nada, porque é um corno manso. Eu estava muito triste, e elas continuavam me humilhando, até que o negão avisou que ia gozar. - Goza na minha boca vai Pedrão. Dexa eu chupar todo o liquido desse pau maravilhoso que você tem, dexa? A Karol mal falou isso e já recebeu toda a porra do cara na boca. E engoliu tudo. Ela nunca nem me deixou gozar na boca dela. Acho que o pinto do cara tava dexando ela louca. Depois disso, Karol veio até mim e me obrigou a beijá-la, com a boca cheirando a porra do Pedrão. - Toma seu corno. Você falou que ia me buscar as 6:30 e ainda são 5:00. Se você não tivesse aqui, eu taria indo embora bem feliz já, mas por você ter vindo até aqui, e não se comportar direito, querendo me levar embora, axo que vou dar uma recompensa pro meu macho.... Nisso Karol foi até o cara e falou pra ele: - Seu pinto lindo e você me fizeram muito feliz. Acho que vocês merecem uma recompensa... Nisso ela começou a chupar o Pedrão de novo, e Aline veio ate mim rindo novamente. - Acho que a sua putinha realmente gostou da pica do negão hahaha. Senta ai e assiste tudo que vai acontecer corno idiota. Levei outro tapa da Aline e me sentei sem saber o que iria acontecer. Quando o pau do negão já tava duro novamente, minha esposa ficou de 4 e disse: - Toma seu presentinho meu negão lindo. Esse rabinho que eu malho a 5 anos, e nunca dei pra ninguém, agora e teu. Tentei reagir, não deixando que aquilo acontecesse, mas levei outro tapa e fiquei imóvel.

- Se você não tivesse vindo, nada disso taria acontecendo. Mas como você veio, e não se comportou, agora fica quietinho e vê meu cuzinho sendo arrombado por esse pauzão. Minha namorada estava completamente fora de controle, e enquanto o Pedrão lambia e preparava seu cuzinho, a Aline foi até lá, se abaixou na frente dela e disse: - Humm... minha garotinha esta saindo muito melhor do que eu esperava. – E deu um beijo demorado na minha namorada, que aceitou e continuou me ofendendo. - Muito obrigada Aline. Agora eu sei o que é sexo, e o que é pinto. E é bom que o Marcelo também saiba o que é corno, porque agora ele vai ser muitooo corno hahaha. Elas riram e o negão se levantou, com o pau apontado intero na bundinha da minha namorada. Ele começou a colocar devagar, com jeitinho. Parou um pouco pra que ela se acostumasse, e só continuou após a ordem dela... - Vem negão, to pronta pra receber todo esse pau dentro do meu cuzinho. Come ele vai, fode ele do jeito que você quiser, me arrebenta intera seu gostoso. Ele atendeu como se fosse uma ordem. - Olha meu amor. Olha como que se come meu cuzinho. Esse cu que você tanto quis, e que nunca vai ser seu. Você não merece ele. Vou dar pra todos, menos pra você, seu corno. A Aline se realizava com isso... - Humm... é bom ver o cuzinho da tua namorada sendo arregaçado por outro né? Vou lá dar uma forcinha pra ela, porque adoro ver essa tua cara de troxa toda tristinha. Aline foi lá e ficava cuspindo no pau do negão e na bunda da minha mulher, e abrindo a bundinha dela pra entrar melhor. A Karol deve ter gozado varias vezes, porque gritava muito. - Vem negão, enche meu rabo de porra vai. Goza muito nesse ex – cuzinho virgem. Quero toda a porra desse pauzão maravilhoso dentro de mim. O negão ouviu isso e encheu minha mulher de porra. Quando saiu a porra ainda escorria no cuzinho dela, que agora já tava todo inchado. A Aline foi lá e lambeu uma parte da porra que saia, veio ate mim, abriu minha boca e cuspiu dentro, mandando eu engolir. Eu imóvel, obedeci. Ela me deu outro tapa e falou: - Agora aprende a me tratar direito seu viadinho. Tua mulher já é uma puta, e você vai levar corno todos os dias pra aprender. A putinha aqui ensinou sua mulherzinha de família

a meter chifre em caras troxas que nem você, seu corno, otário. - É amor. Isso foi pra você aprender. E agora eu vou dar meu cuzinho pra todo mundo que eu quiser, menos pra você, que nunca vai comer ele. E os próximos vão ser os professores de axé. Amanhã eu vou dar a tarde intera pra eles na academia. Quero experimentar os dois “viadinhos”, como você chama eles, me comendo ao mesmo tempo na academia. Os viadinhos também vão fazer você de corno, seu troxa, hahahaha. Depois disso a Aline e a Karol se despediram do negão, e eu fui embora. Fiquei pensando em toda a situação. Pensei que ela tinha falado dos cara da academia só por falar, mas no outro dia vi que não era brincadeira dela.... minha namorada realmente virou uma puta... mas isso é pra outro conto....

For Rent (relato de um garoto de programa) Atualmente com 28 anos, sou natural de Milão, região fria da minha Itália. No Brasil desde 1.998, comecei estudar publicidade, e nesta ocasião foi quando apareceu a primeira oportunidade de fazer programas. Me dei bem, pois possuo algumas características que me favoreceram. Deu tão certo que acabei voltando para a Europa, e passei a viver desta atividade. Voltei ao Brasil em 2.006, e continuei com a função, pois a vida é boa e prazerosa. Estou vivendo em um flat onde tbm residem algumas garotas que fazem programas de alto nível, foi lá que conheci a Raquel, e nos tornamos amigos. Foi através dela que eu realizei o meu “serviço inesquecível”. Leiam; Uma quarta feira, encontrei a Raquel no elevador, ela disseme que precisava conversar comigo, pois um de seus clientes queria preparar uma noite especial para sua esposa. Vamos lá, fui ao escritório do cara, um baita escritório numa das regiões mais badaladas de São Paulo, e ao chegar, eu

esperava encontrar um cara meio apático e diferente. Nada, o cara se intitulou como Gonzáles, bem apessoado, fino de verdade, e pediu que eu o aguardasse em uma sala. Voltou rápido e pediu para uma copeira me servir água e café. O cara foi direto ao assunto: “ Eu e minha mulher nos damos muito bem sexualmente, e sinto que ela tem vontade de algo diferente. Quero que vc participe de um jantar em casa, e daí por diante as coisas vão acontecer da forma que tiverem que ser. Só uma coisa que quero deixar claro, em hipótese alguma vc poderá gozar na minha mulher. Ficamos entendido? Sexta feira as 8:00 um táxi vai pegar vc no flat. “ Disse que sim, e naturalmente achei a situação bastante estranha, pois o cara não tinha pinta que era corno , nem tão pouco fraco de jogo, mas to ganhando pra isso. Pontualidade britânica, cheguei na casa do cara, uma tremenda casa no planalto paulista. Na casa pouca iluminação, fui atendido antes de tocar a campainha, era ele. Convidou-me para entrar, e logo me apresentou a Simone. Uma verdadeira jóia, de uns 40 anos, pele branca e contornos bonitos de se ver, ela me estendeu a mão e me disse para ficar a vontade. Conversamos um pouco, especialmente sobre a Europa, pois ela já conhecera quase todos os países, enfim, logo estávamos apreciando um jantar maravilhoso. Após o jantar, nos sentamos em uma sala de tv, e ela me perguntou sobre o que fazia da vida, antes que eu disse se qualquer coisa, Gonzáles disse a ela que eu era um terapeuta sexual. Logo em seguida ele me disse: Vê se é assim Dr, e começou a beijá-la com potência. No decorrer do beijo, ele fez sinal com a mão sugerindo que eu sente-se no mesmo sofá que eles estavam, eu fiz. Logo eles começaram a se despir, e eu perto comecei a me excitar com aquela cena diferente de tudo que eu já havia visto, pois realmente os dois eram feras no assunto. Logo ele

a virou de costas deixando-a de quatro, nesta hora ela já estava só de calcinha, e começo a beijar sua bunda, e neste momento ela começou a correr sua mão pelo meu corpo. Passei a mão pelos seus cabelos e logo ela passou a mão sobre meu pênis, neste momento ela começos a alterar sua respiração, e veio na direção da minha boca. Ela era linda, aceitei o beijo, e ela começou a abrir minha camisa e beijar meu peito, logo já estava com a calça aberta, e ela com meu membro na mão. Nestas alturas Gonzáles já esta penetrando ela, e sem muitas cerimônias começou a me fazer um oral com técnicas maravilhosas. O cara vendo a performance de sua querida, recostou-se sobre ela, e ainda com meu pênis em sua boca, o cara segurou firme nele e dizia “chupa gostosa, não isso que vc gosta, dois paus em vc, então chupa isso aqui, ambos gozaram quase que simultaneamente. Quando ele tirou o pau de dentro dela pude ver que o cara não era fraco não, contextualmente, que puta pau que o cara tinha. Ela continuou com uma masturbação em mim, e disse para eu deitar sobre um grosso tapete, tentei me virar para apanhar meu preservativo, e ela já estava com ele nas mãos, e mais que depressa colocou delicadamente em meu pênis. Ela montou sobre meu pau e me deu um galope fantástico, Gonzáles por sua vez disse: “divirtam-se, já volto vou tomar um banho”. Depois de uns dez minutos ele volta, e mesmo com ela sobre mim, escuto um barulho de spray, ela dá uma paradinha e logo solta um “ai meus deus, o que é isso?”. O cara começa um anal nela, pude sentir nosso paus se encostando dentro dela, mesmo com muito treino, eu estava a ponto de explodir em gozo, a situação era muito gostosa. Quem não agüentou foi ele, de novo encheu ela de esperma, e saiu para um novo banho. A ordem dada para que eu não gozasse nela não me saía da cabeça, não poderia estragar tudo, a final fui contratado como um profissional. Ainda sobre mim, ela pegou minha mão e passou pelo seu ânus, pude sentir um orifício arrombado e todo escorrido de esperma,

nessas alturas eu só pensava nas piores coisas da vida para tentar retardar meu gozo. Foi aí que ela se levantou, virou de costas para mim e colocou meu membro naquele orifício apaixonante. Começamos a transar com bastante intensidade, quando o cara volta e diz, para ela abrir bem suas pernas. Colocou seu pau novamente nela e praticamos uma DP novamente, desta vez eu que bombava nela. Essa mulher gozou de uma tal forma que eu nunca vi nada igual em todo tempo que tenho nessa vida. Diante daquele clima, não agüentei, gozei de não sentir minhas pernas. Depois disso, fomos os três par a o chuveiro, e lá, de novo, o cara voltou a penetrá-la. Depois desse dia, essa vida perdeu um pouco o sentido, pois vivo na espera de encontrar com a Raquel no elevador, e ela pedir par eu voltar a procurar o Gonzalez. Já faz um ano que isso se passou.

MINHA INFANCIA MINHA INFANCIA DESDE OS MEUS 06 ANOS DE IDADE, PERIODO EM QUE EU ME LEMBRO, EU SEMPRE FICAVA DURANTE A SEMANA, COM O MEU TIO PADRINHO E A MINHA TIA, PORQUE OS MEUS PAIS ESTAVAM PARA A FAZENDA QUE ERA UM POUCO DISTANTE DA CIDADE. OS MEUS TIOS NAO TINHAM FILHOS E EU ME LEMBRO QUE O MEU TIO PADRINHO SEMPRE ERA MUITO CARINHOSO COMIGO. ELE ME ABRAÇAVA E ME ACARICIAVA MUITO. EU GOSTAVA POIS SEMPRE ELE ME DEFENDIA QUANDO O MEU PAI CHAMAVA A MINHA ATENÇAO POR QUALQUER MOTIVO. O MEU TIO SEMPRE ME SENTAVA NO COLO DELE, MESMO NA PRESENÇA DO MEUS PAIS, E EU ME LEMBRO QUE EU SENTIA UMA COISA DURA, QUE FICAVA PULSANDO NA MINHA BUNDA, MAS EU NAO SABIA O QUE ERA. CERTO DIA EM QUE EU ESTAVA SOZINHA COM O MEU TIO, POIS A MINHA TIA TINHA IDO AO MEDICO, ELE ME DISSE

QUE QUERIA VER SE EU TINHA PIOLHOS, PORQUE O MEU CABELO ERA GRANDE. ME SENTEI NO COLO DELE E SENTI NOVAMENTE A COISA PULSANDO, E O MEU TIO PROCURAVA PIOLHOS NA MINHA CABEÇA, E EU SENTIA ELE RESPIRANDO MUITO RAPIDO E OUTRA COISA DIFERENTE ERA QUE ELE PROCURAVA PIOLHOS MAS SEGURAVA NA MINHA CINTURA ESFREGANDO A MINHA BUNDA NO COLO DELE. ELE ME CHAMAVA DE MINHA LINDINHA, GOSTOSINHA E EMPURRAVA A MINHA BUNDA PARA CIMA. DE REPENTE ELE PARECIA TER PASSADO MAL, POIS ELE ME APERTOU COM FORÇA E EU SENTI UM\\\\ COISA MOLHADA NA BUNDA, JA QUE EU ESTAVA DE SHORT DE MALHA FININHA, ENTÃO O MEU TIO PERGUNTOU SE EU QUERIA FAZER ALGO MAIS GOSTOSO. QUANDO EU FALEI QUE SIM ELE TIROU O MEU SHORT E ABAIXOU A MINHA CALÇINHA E ABRIU A ROUPA DELE COLOCANDO UMA COISA GRANDE E VERMELHA PARA FORA. ELE COLOCOU A MINHA MAO NA COISA GRANDE E VERMELHA QUE ESTAVA DURA E GROSSA E FALOU: SE VC ALISAR A MINHA ROLA ELA VA SOLTAR UM LEITINHO. EU FIQUEI CURIOSA E TENTEI ALISAR A ROLA DELE, MAS EU NAO SABIA FAZER. ENTAO ELE ME ENSINOU. NO INICIO, EU ME ATRAPALHEI TODA, POIS NUNCA TINHA FEITO AQUILO, MAS ELE ME ENSINOU COMO FAZER E LOGO EU JA A ESTAVA FAZENDO DE UMA MANEIRA QUE PARECIA QUE ELE GOSTAVA,POIS ELE GEMIA MUITO. ELE PEGOU A MINHA MAO E FAZIA MAIS RAPIDO E DISSE QUE O LEITINHO IA SAIR E EMPURRAVA A MINHA BOCA PARA A ROLA DELE, MANDANDO EU ABRIR A BOCA. ABRI A BOCA E ELE COLOCOU A ROLA DENTRO DELA E O LEITINHO SAIU. EU ME ENGASGUEI COM A QUANTIDADE DE LEITINHO E PELO FATO DE SER A PRIMEIRA VEZ. ELE SE LEVANTOU COM AQUELA ROLA AGORA JA MOLE MAS GRANDE AINDA E DISSE: A SUA TIA E OS SEUS PAIS PODEM BRIGAR COM VC SE A GENTE FALAR SOBRE ISSO. FIQUEI COM MEDO E DISSE QUE NUNCA FALARIA. A MINHA TIA CHEGOU E NEM PERCEBEU NADA. QUANDO O MEUS PAIS CHEGARAM DA FAZENDA, A NOITE ESTAVAMOS TODOS NA CASA DO MEU PADRINHO E ELE ME COLOCOU NO COLO NA FRENTE DE TODOS E A ROLA DELE

FICOU DURA DE NOVO, MAS NINGUEM PARECIA PERCEBER O QUE ESTAVA ACONTECENDO. ELE ME APERTAVA NO COLO DELE ENQUANTO PARECIA BRINCAR COMIGO, E SOMENTE EU SENTI AQUELA ROLA DURA SE ESFREGANDO NA MINHA BUNDA. FOMOS EMBORA, EU E OS MEUS PAIS, E AO CHEGARMOS NA NOSSA CASA O MEU PAI DISSE QUE PRECISAVA CONVERSAR COMIGO. SENTAMOS E ELE FALOU QUE AS CONDIÇOES ESTAVAM DIFICEIS E QUE PRECISARIA FICAR MAIS TEMPO NA FAZENDA E QUE EU MORARIA COM OS MEUS TIOS. EU ACHEI EXCELENTE, POIS COMO EU FICAVA SEMPRE POR LA SERIA NORMAL. NO OUTRO DIA, UM DOMINGO OS MEUS PAIS ME LEVARAM PARA A CASA DOS MEUS TIOS PADRINHOS. O MEU TIO FICOU SUPRFELIZ E ME ABRAÇAVA MUITO, MESMO NA FRENTE DOS MEUS PAIS. ASSIM QUE OS MEUS PAIS FORAM EMBORA PARA A FAZENDA, O MEU TIO FALOU AGORA VC ALEM DE MINHA AFILHADA SERA A NOSSA FILHA. . PARA MIM ERA COMUM, POIS EU JA FICAVA LA MESMO DURANTE A SEMANA E NAO TINHA IDEIA DO QUE ESTAVA ACONTECENDO. NO OUTRO DIA PELA MANHA JA ACORDEI COM O MEU TIO ME CHAMANDO DE MINHA FILHINHA GOSTOSINHA, O PAPAI VEIO DEITAR COM VC. ELE SE DEITOU COMIGO E EU SENTI QUE ELE ESTAVA COM A ROLA NA CUECA, MAS DURA E EU PERGUNTEI PELA MINHA TIA, NO QUE ELE RESPONDEU QUE ELA TINHA IDO PARA A RUA POIS IRIA FAZER ALGO NO BANCO PARA ELE E QUE DEMORARIA MUITO. ELE TIROU A MINHA CALCINHA E FOI ALISANDO A MINHA PERERECA LISINHA. COMEÇOU A MOLHAR O DEDO ENFIAR NELA BEM DEVAGAR. ERA MUITO GOSTOSO. COLOCOU A ROLA PARA FORA DA CUECA E PEDIU PARA EU PEGAR NELA DO MESMO JEITO DO OUTRO DIA, POIS TINHA MAIS LEITINHO. EU PEGUEI NA ROLA DELE QUE ESTAVA DURA NOVAMENTE E PARECIA QUERER PULAR NA MINHA MAO. ELE FOI VIRANDO NA CAMA E DE REPENTE EU SENTI A LINGUA DELE NA MINHA PERERECA E ELE ENFIAVA ELA NA

BUCETINHA E ERA MUITO GOSTOSO, AO MESMO TEMPO ELE COLOCOU A ROLA DELE NA MIMHA BOCA E EU CHUPAVA. ELE EMPURRAVA MAIS RAPIDO NA MINHA BOCA E O LEITINHO SAIU NOVAMENTE, SO QUE AGORA EU TOMEI BASTANTE. ELE SE DEITOU DO MEU LADO E CONTINUOU A ALISAR AMINHA BUCETINHA ATE QUE EU SENTI UMA COISA MUITO GOSTOSA, PARECIA QUE EU EWSTAVA ME DERRETENDO TODA, UMA VONTADE DE FAZER XIXI, UMA MOLEZA GOSTOSA, ERA O MEU PRIMEIRO ORGASMO. ELE ME ENCOSTOU NO PEITO DELE E FALOU QUE EU PODIA DESCANSAR MAS CONTINUOU A ALISAR A MINHA BUCETINHA. DE REPENTE EU PERCEBI QUE O QUE ALISAVA A MINHA BUCETINHA ERA A ROLA DELE. ELE FOI SE AJEITANDO E COLOCOU A CABEÇONA DA ROLA DELE NA PORTA DA MINHA BUCETINHA. ELE EMPURRAVA BEM DEVAGAR E COMEÇOU UMA DORZINHA. QUANDO EU RECLAMEI ELE PAROU E CHUPOU NOVAMENTE A MINHA BUCETINHA. TORNOU A DEITAR SOBRE MIM E TORNOU A COLOCAR A ROLA DELE NA MINHA BUCETINHA. EMPURROU OUTRA VEZ E A ROLA ESTAVA ENTRANDO, DOIA MAS ERA GOSTOSO. O TEMPO TODO ME CHAMAVA DE MINHA FILHINHA GOSTOSA E ME BEIJAVA NA BOCA E CHUPAVA OS MEUS BICOS DOS PEITOS. ELE ENFIOU A ROLA TODA E FICOU COLOCANDO E TIRANDO ATE FICAR MAIS RAPIDO. A MINHA BUCETINHA ESTAVA ARDENDO, MAS ELE PARECIA PASSAR MAL, POIS ELE RESPIRAVA COM DIFICULDADE, PARECIA CANSADO E ME DISSE QUE IA GOZAR. ELE TREMEU TODO E DISSE QUE ESTAVA GOZANDO. EU SENTI A ROLA DELE MAIS GROSSA E CUSPINDO DENTRO DA MINHA BUCETINHA. QUANDO ELE TIROU A ROLA DELE DE DENTRO DA MINHA BUCETINHA, SAIU UM POUCO DO LEITINHO QUE EU TINHA TOMADO ANTES. ELE FALOU QUE ERA PARA A GENTE TOMAR BANHO. FOMOS TOMAR BANHO E AI EU VI A ROLA DELE TODINHA DE PERTO.

ERA GRANDE MESMO MOLE E QUANDO EU ESTAVA OLHANDO PARA ELA, A ROLA FOI FICANDO DURA E GRANDE OUTRA VEZ. ELE COLOCOU A ROLA NA MINHA MAO OUTRA VEZ. A MINHA BUCETINHA ESTAVA DOENDO MUITO E ELE FOI PEGAR UMA POMADINHA PARA PASSAR NELA. QUANDO ELE PASSAVA A POMADINHA NA MINHA BUCETINHA, EU SENTI QUE ELA PAROU DE DOER MAS ESTAVA FICANDO QUENTINHA ELE APROVEITOU E PASSOU A POMADINHA NO MEU CUZINHO TAMBEM. ME ENCOSTOU NA PAREDE DO BANHEIRO E COLOCOU A ROLA NA MINHA BUNDA. ABRIU A MINHA BUNDA E ENCOSTOU A CABECONA DA ROLA NO MEU CUZINHO, QUE ESTAVA DIFERENTE, POIS EU NEM SENTIA ELE MAIS. ELE BEIJOU A MINHA BOCA E EMPURROU A ROLA NO MEU CUZINHO. ENTRAVA COM DIFICULDADE MAS ELE ME SEGURAVA FIRME PELA CINTURA E SEMPRE EMPURRAVA. DE REPENTE EU SENTI UMA VONTADE GRANDE DE CAGAR E ELE FALOU QUE ESTAVA TODO DEMTRO DO MEU CUZINHO DE FILHINHA GOSTOSA ELE COLOCAVA E TIRAVA ATE QUE ME DISSE QUE IA GOZAR. ELE ME EMPURRAVA NA PAREDE DO BANHEIRO E EU FICAVA DE PE PORQUE ELE ME SEGURAVA PELA CINTURA E PELA ROLA, QUE PARECIA UJMA ESTACA NA MINHA BUNDA. ELE GOZOU E O LEITINHO ESCORREU PELAS MINHAS PERNAS.

Psicóloga – Aventura no Elevador Psicóloga – Aventura no Elevador Olá, sou a Ana e após uma longa ausência, estou de volta com mais um relato erótico. Agradeço aos meus fieis leitores(as) o apoio que me têm dado via e-mail. Sei que gostariam que publicasse mais contos, mas nem sempre o tempo o permite. Espero que gostem tanto deste como dos anteriores.

Sábado à tarde, dia calmo e tranquilo. Peguei o elevador juntamente com um monte de gente e apertei o botão para o 15º, o meu andar. Ele foi parando em vários andares e as pessoas foram saindo até ficarem apenas eu e um homem que eu já tinha visto várias vezes no meu prédio. Era bastante atraente e mais ou menos da minha idade, malhado e vestindo um terno leve. Eu estava olhando, distraida, para ele quando os nossos olhos se cruzaram e institivamente desviamos o olhar. É normal, todo o mundo passa por isso. De repente o elevador deu um solavanco e parou, a luz apagando. Claro dei um gritinho de susto, mas logo a luz de emergência se acendeu, embora o elevador continuasse parado. Tinha falhado a luz. De imediato eu e o meu companheiro do acaso, apertamos os botões tentando fazer com que ele subisse ou descesse, ou as portas se abrissem, mas nada aconteceu. O telefone de emergência também não funcionava, estava mudo sem sinal. Peguei no meu celular mas estava sem rede dentro do poço de elevador. Ambos ficamos parados sem saber o que fazer. Eu nunca gostei muito de lugares fechados, mesmo não sofrendo de claustrofobia. Iniciamos as apresentações, cada um de nós tentando acalmar o outro dizendo que logo a luz voltaria, que concerteza deveria ser uma falha momentanea, etc. Ele se chamava Márcio. Mas o certo é que o tempo foi passando e nada. O calor dentro da cabine começou a ficar insuportável, embora eu usasse roupa leva, apenas uma mini saia, uma blusa leve e a respectiva lingerie. Ele despiu o paletó ficando em mangas de camisa e tirando a gravata. Eu colada na parede do elevador suspirando, queixando-me do calor, queixando-me de estar ali presa. Aí ele passou o braço sobre os meus ombros: - Calma Ana. Tenho certeza que não demorará muito a sairmos daqui! – e continuou abraçando-me e confesso que me sentia bem, estar ali fechada estava acabando com os meus nervos. Aí ele afagou os meus cabelos puxando-me contra ele. Senti que ele estava excitado, seu pénis dentro da calça pressionado contra minha barriga. Timidamente ele começou a desabotoar os botões da minha blusa, soltando o soutien e expondo os meus seios. Eu já estava por tudo. Ali fechada, cheio de calor e sozinhos, também fiquei excitada e deixei que ele continuasse. Então ele me beijou demoramente

na boca e eu correspondi, apertando-me contra ele, as linguas enroladas. Os beijos dele foram descendo para o meu pescoço e mais abaixo, procurando os meus mamilos que chupou com força, à vez. Eu despi a blusa e o soutien, ficando mais à vontade, oferecendo os meus seios cheios e duros, os bicos bem espetados. Ele chupava e mordiscava levemente e eu já louca de tesão enfiava os meus dedos por entre seus cabelos, puxando a cabeça contra o meu peito. A minha xota fervia de tesão e eu levei uma mão até ela, acariciando-a. Ele notou o meu gesto e doido de desejo, logo despiu a camisa encharcado de suor e ajoelhando na minha frente, subiu a minha mini saia expondo a calcinha já molhada. Com uma mão afastou ela para o lado e sem perder tempo, sua lingua procurou o meu clitoris que estava excitado, fervendo de tesão. Com muita mestria, ele lambia e chupava. Seus lábios pegavam o meu grelinho entre eles, segurando, enquanto a lingua dentro da boca o acariciava. Eu gemia, atirava-me para a frente: - Mmmmm, vai querido, me chupa toda, enterra a lingua na minha xota. – Então ele enfiou toda a lingua na minha racha, enquanto acariciava o grelinho com o dedo. Não aguentei mais. A minha xoxota explodiu em espasmos, senti o leitinho correr forte e quente, num orgasmo intenso e demorado, sem que a lingua parasse dentro de mim. Aí pedi para ele parar e ele levantou. O volume dentro das suas calças era assustador, ameaçava rebentar o ziper. Eu ajoelhei na sua frente e sem demoras soltei o cinto, puxando a calça e cueca tudo junto para baixo. O caralho dele saltou feito mola. Nossa, era enorme, grande e grosso como eu nunca tinha visto, com uma cabeçorra vermelha e palpitante. Sem demoras comecei a chupar aquela tora, mas por mais que eu tentasse, só conseguia engolir um pouco daquele monstro. Engolia o mais que podia e recuava chupando forte, para logo repetir. As minhas mãos apertavam sua bunda dura e sarada. Ele estava delirando, gemendo sem parar. Eu queria prolongar o mais possivel, então iniciei um lambe-lambe nos lados do caralho, desde a cabecinha até as bolas e subindo pelo outro lado, acima abaixo, sem parar. Aí demorei um pouco mais nos seus testiculos, chupando um de cada vez. Introduzi um braço entre as coxas dele para as afastar um pouco, a mão acariciando seus gluteos atrás, as unhas

enterradas neles. A outra mão pegando firme o mastro enquanto lambia e chupava suas bolas. A lingua um pouco mais ousada acariciou o escroto dele, o espacinho entre as bolas e seu ânus. Ele ao sentir a pontinha dura da minha lingua nesse local tão sensivel, gemeu mais ainda e as mãos dele enterradas na minha cabeça, forçaram um pouco mais, empurrando a minha cabeça mais para entre suas pernas. Então fiz com que a ponta da minha lingua tocasse na entrada do seu ânus só ao de leve e logo recuasse de novo para as bolas. Ele estremeceu como se tivesse apanhado um choque eléctrico, acho que a sensação de prazer foi demasiada para ele. (quem leu os meus anteriores contos sabe que adoro comer um cuzinho de homem, então gostei que ele não tivesse protestado com a minha caricia e até gostado. Quem sabe mais tarde eu não poderia aproveitar? Mas isso será outra história). Então puxei fora o braço que mantinha entre as coxas dele, deixando que as pontas dos dedos roçassem lentamente por entre seu rego, cm a cm, acariciando cada pormenor até chegar ao saco. Essa caricia acabou com ele. Ao sentir as minhas unhas roçarem na entrada do seu cu, perdeu o controle. Sacou fora a minha saia e pegando em mim ao colo, as costas coladas na parede, enfiou duma só vez a vara na minha racha que ansiosa já esperava. Os meus braços ao redor do seu pescoço, suas mãos me pegando pelas minhas coxas...e eu toda encaixada, sentindo o caralho todo dentro de mim, as bolas forçando a entrada. Então ele iniciou um vai-vem furioso, minhas costas batendo na parede do elevador, compassadas. Estava sendo bom demais, era muito gostoso sentir aquela tora enorme deslisar na minha racha, bater no fundo com força. De repente a porta do elevador se abriu. A luz tinha voltado e ele subido para o andar seguinte e nem nos demos conta. Na entrada estava um rapaz que olhava para nós de olhos arregalados. Os dois nus, fodendo ali com gosto. Ele hesitou um pouco, mas logo resolveu entrar, ficando num canto meio sem jeito. Logo que o elevador começou a subir de novo, o Márcio apertou o botão de stop, fazendo com que ele ficasse parado entre dois andares. Não queria que mais ninguem nos incomodasse. E continuou comendo minha xota com toda a força. Olhando para o outro rapaz, vi que ele já estava com todo o

tesão. Não tinha aguentado muito ao ver-nos e já tinha baixado a calça iniciando uma punheta. Tadinho. Aí pedi ao Márcio para parar e ajoelhando na frente do moço, comecei a punhetar seu pau, logo o chupando também. Assim de quatro, continuei à disposição do Márcio que sem protestar ajoelhou atrás de mim e de novo senti sua lingua na minha xota, lambendo ela abaixo e acima, até chegar no meu cuzinho. Aí endurecendo a pontinha dela, enterrou-a o mais possivel. Mmmmm, muito gostoso sentir uma lingua comendo o meu cuzinho. Logo em seguida enfiou de novo o pau na minha racha e continuou o vai-vem gostoso nela. Eu rebolava nele, sem deixar de mamar no outro pau. Um caralho na boca e outro na xota. Delicia. Não tardou que ambos começassem a gemer forte, os movimentos mais rápidos e logo senti seus leitinhos em mim, enchendo a xota e entrando pela minha garganta, quente, gostoso... O Márcio atrás, nem parou. Seu tesão era tanto que eu ainda sentia a vara bem dura enterrada na minha racha. Logo pegando nela na mão, acariciou as bordas da xota até chegar no meu cuzinho. Senti a cabeça dele roçando na entrada e empinei bem a bunda para cima, numa oferta. Ele nem perguntou nada, o convite estava feito. Com as mãos, abriu bem a minha bunda e lentamente enfiou a cabeça do caralho no meu cuzinho, devagar, sem forçar, até chegar no meio do pau. Aí tirou fora e de novo iniciou a manobra. Ele sabia como fazer sem magoar. Desta vez ele entrou todo dentro, senti os colhões dele baterem na entrada. Para mim não era novidade, mas nunca sentido uma vara tão grande e grossa nele, então pedi que ele fosse devagar. Com calma ele começou num vaivem. O pau quase saindo fora para logo bater no fundo. As mãos dele na minha cintura, guiando-me, para a frente e para trás. Eu estava amando, sendo enrabada assim. Eu continuava de quatro, uma mão apoiando-me no chão, a outra ainda pegando a vara do rapaz, que continuava dura, punhetando...Aí pedi ao Márcio para esperar um pouco e mandei ele deitar no chão. De costas para ele, sentei meu cuzinho no seu caralho, até sentir que estava todo dentro e inclinando-me para trás, para cima dele, as mãos apoiadas no chão, comecei um sobe desce, fodendo-me no pau dele com força. O outro rapaz entendeu a oferta, vendo ali a minha racha á sua disposição, logo ajoelhou entre as minhas pernas e enterrou sua vara nela. Mmmmm, um caralho no cu e outro

na racha, os dois fodendo bem rápido, eu ensanduichada entre eles. Eu fervia de tesão e incentivava: - Vai, me fode com força. Quero sentir o caralho me enrabando toda, minha xoxota toda cheia, vai...- Eles gemiam de prazer, cada um querendo me fazer sentir mais forte sua vara. Meu cu todo apertado na vara de um, a racha engolindo a outra toda. Não aguentei muito. Gemi forte deixando-me cair no peito do Márcio e tive vários orgasmos seguidos, fortes, intensos. Eles acompanharam-me. Enterrando os membros o mais fundo possivel, explodiram dentro de mim. Leitinho quente me enchendo toda, gostoso... Um pouco depois, meio recuperados, cada um tratou de se vestir, o elevador não podia ficar mais tempo bloqueado entre andares. Apresentáveis, abrimos a porta e cada um seguiu na sua direcção, eu ainda trémula das pernas, dando um tchau para eles. Tinha gostado principalmente do Márcio por causa daquela caricia extra que lhe fiz e na minha cabeça ficou a ideia de, quem sabe, mais tarde poder dar seguimento à minha fantasia secreta com ele. Vendo ele afastar-se de costas, prometi a mim mesma que iria tentar. Quem sabe mais tarde eu voltarei para contar se consegui ou não? Psicóloga – Aventura no Elevador – parte 2 Psicóloga – Aventura no Elevador – parte 2 Olá, sou a Ana e aqui estou de novo com uma história erótica. Depois do meu último conto, Aventura no Elevador, recebi centenas de e-mails querendo saber se realmente consegui satisfazer a minha fantasia com o Márcio. O que mais me espantou é que a maioria dos e-mails são de leitoras. Safadinhas, hein? Viva a liberdade feminina que nos permite extravazar as nossas emoções e desejos secretos. Então aqui vai a segunda parte da história, principalmente dedicada às leitoras. Os leitores também podem ler, claro, mas talvez não apreciem tanto (!?) quanto as leitoras. Espero não decepcionar ninguém, mas o que aconteceu foi isto mesmo: Após o episódio com o Márcio, no elevador, passaram-se várias semanas e confesso que quase me esqueci dele. Foi

uma aventura na hora, foi bom para os dois (no caso três) e pronto, assunto arrumado. No entanto, numa certa manhã em que descia no mesmo elevador (elevadorzinho já muito intimo para mim) vai que ele pára num dos andares para entrarem pessoas...e entra o Márcio. Nesse andar tinha vários escritórios de advogados e penso que ele vinha de um deles. O elevador estava meio cheio, mas deu para encararmos um com o outro e logo um sorriso se esboçou no rosto de cada um de nós. Parando ele no primeiro andar, saímos e trocamos um daqueles beijos de circunstância, tipo de tia, um em cada face: - Oi como vai você? Tudo bem? – perguntei para ele. - Tudo joia, mesmo. Sabe que nunca mais consegui esquecer de você? – aí eu sorri. – Tem ali um barzinho na esquina, você tem tempo para um drink? - Perguntou ele. Eu respondi que sim, e para lá nos dirigimos. Tinha uns recantos mais ou menos discretos e ocupamos um deles, para podermos conversar à vontade. Na primeira vez não nos tinhamos apresentado devidamente, as condições não foram as ideais, mas agora ali deu para saber o que um e outro fazia, onde morava, etc. Ele era advogado e muitas vezes se deslocava ao prédio onde eu vivia, para os escritórios de advogados, como eu tinha depreendido. Quando eu falei que era psicóloga e sexóloga, ele ficou muito interessado e quis logo saber de pormenores, como era trabalhar nessa area, como eram os clientes, se eram apenas femininos, etc. Aos poucos eu fui levando a conversa para onde eu queria e sem ele se dar conta, eu já o estava analisando. Aí lhe perguntei se ele era homem de tabus enraizados, homem muito apegado aos valores antigos, ou se pelo contrário era liberal, sem tabus, aberto a todas as experiências. Eu sei como os homens agem e respondem nessas circunstâncias. Querem logo dar uma de machão moderno, que já erradicaram todos os tabus, que isso é coisa das avós, que estão sempre abertos a novas experiências, etc. e ele não foi excepção, logo se declarou como homem moderno, aberto, sem qualquer tabu ou preconceito. Aí a conversa descambou para as preferências sexuais de cada um. Ele confessou gostar de aventuras esporádicas, não era comprometido com ninguém, que sempre que o momento se proporcionava gostava de passar umas horas com uma

garota e não se recusava a nada. Claro, ambos lembravamos de como tinha sido a nossa aventura no elevador. Tudo foi válido. Aí eu falei das minhas preferências, por influências da profissão o sexo não tinha segredos para mim, tinha os meus gostos pessoais, e da mesma forma que ele também não recuava perante nada. Ele já antevendo uma nova aventura, quis logo saber qual a minha preferência, se eu tinha alguma tara secreta. Aí eu lhe disse: - Tem uma coisa que eu adoro fazer, que me dá muito prazer, que sempre que posso, faço com gosto. – Ele já excitado quis logo saber o que era. - Uma das coisas que me dão muito prazer – continuei eu – é a inversão de papeis, ser eu a mandar, ser eu a comer o homem. – Acho que ele entendeu que o que eu falava era de ser eu a ficar por cima, a comandar. – Mmmm muito gostoso isso, respondeu ele. Por mim não tem qualquer problema. - É isso mesmo, continuei eu, gosto de ser eu a mandar, usar um artefacto e comer o cuzinho do homem. Isso me dá muita tesão. Você quer? Aí ele ficou sem palavras, gaguejou: - Errr, quer dizer, não sei...nunca experimentei isso...não sei mesmo! – Tudo bem, respondi eu já me levantando, não tem problema algum, mas como você falou que era aberto a tudo, sem preconceitos e tabus, poderia estar interessado... Aí ele se deu conta que eu iria embora, que não iria ter oportunidade para mais uma aventura comigo e me pegou pelo braço: - Calma, Ana! Eu não falei que não queria, só fui apanhado de surpresa, mas podemos tentar. Você gosta mesmo? Acha que eu também irei gostar? – Como falei, eu adoro – respondi – e acho que você também vai gostar bastante. A hora ia adiantada, perto do almoço e eu tinha um compromisso. Então combinamos encontrarmo-nos ali mesmo durante a tarde. No meio da tarde, depois de passar em casa, dirigi-me para lá, pensando se ele iria estar me esperando ou se teria amarelado, desistido...mas lá estava ele. Convidou-me para irmos para sua casa, que era num quarteirão perto. Ele vivia numa cobertura enfiada no meio dos prédios. No terraço uma pequena piscina insuflável, cadeiras e mesas apropriadas. Sentamos nas cadeiras e iniciamos uma conversa para descontrarir, com uma bebida pelo meio. Olhando em redor,

eu via muitas janelas voltadas para onde estavamos e não era dificil imaginar que em algumas delas concerteza teria gente. Mas isso nunca foi obstáculo para mim. Até gosto de ser observada, mexe comigo...e sei que sou algo bonito de se ver. Eu estava vestida com roupas leves, como normalmente – um vestido simples, sandálias e calcinha. Ele tinha uns jeans e uma camiseta. Logo ele começou a acariciar a minha perna, enquanto procurava a minha boca, beijando ela com desejo. Uma das mãos subia pela minha coxa enquanto a outra apalpava os meus seios. Eu tenho um peito generoso, bem firme e bem desenhado. Aí coloquei a minha mão na perna dele e notei que seu pau já começava a crescer. Eu recordava que ele era bem dotado, com um pauzão daqueles. Acariciei-o por cima do jeans até notar que ele estava no máximo e a respiração dele já começava a ficar mais rápida. Ajoelhando na frente dele, rapidamente saquei fora seu jeans, nem deixando a cueca no lugar...saiu tudo junto. Como da outra vez, o caralho dele saltou como uma mola, duro, teso, um palmo de caralho à frente dos meus olhos. Ele inclinou-se para trás, na cadeira, oferecendo a vara. Sem demoras a coloquei na boca, chupando com força, a mão punhetando em conjunto, fazendo-o gemer de prazer, aquecendo-o... Tinham vários colchonetes de piscina espalhados pelo chão e mandei-o sentar num deles. Em pé, na sua frente, despi o vestidinho pela cabeça, deixando ele ver o meu corpo aparecendo...a calcinha dental e todo o resto nu. Sem falsas modéstias, eu sei que tenho um corpo bem modelado, firme graças às horas na academia, seios fartos e redondos, coxas firmes, bumbum redondinho e bem proporcionado. Enfim, guiando-me pelos comentários, sou um sonho de mulher. Ele sentado na minha frente, olhava-me todo babado, guloso. Aí pedi para ele tirar a minha calcinha apenas com os dentes...e ele demonstrou alguma habilidade porque não teve grande dificuldade...pegando ela de lado, foi descendo a cabeça arrastando a calcinha junto, tirando-a pelos meus pés. Pronto, eu estava ali totalmente nua na sua frente, oferecendo a minha xoxota totalmente depilada aos seus olhos e boca. Sem demora, ele enterrou o rosto entre as minhas coxas, a lingua procurando o clitoris, as mãos pegando com força o meu bumbum, puxando-me para ele...senti a lingua quente e úmida acariciando o meu grelinho e o tesão me invadiu...

Empurrei-o para baixo, para ficar deitado de costas e deiteime sobre ele, invertida, um joelho de cada lado dele, posição 69, oferecendo de novo a minha racha aos seus olhos e boca. Mmmm de novo a lingua me explorou, acariciando a minha xota de lés a lés, rolando no clitoris, indo até o meu cuzinho, molhando e penetrando nele. Eu estava delirando de tesão e pelo meu lado já estava agarrada ao seu caralho, uma mão punhetando e a boca tentando engolir o mais possivel dele, chupando sem parar. Aí fui descendo a boca nele, pelos lados, até chegar no saco. Reparei que ele tinha usado uma tesoura e aparado todos os pêlos bem curtos, por todo o lado. Adorei o pormenor, pêlos só atrapalham. A minha lingua brincou com as bolas, uma de cada vez e fui descendo mais, pelo escroto, chegando na entrada do cuzinho dele. Ao tocar com a lingua nele, foi como se ele tivesse sentido um choque eléctrico. Gemeu bem alto e atirou-se mais para a frente, facilitando, querendo sentir a minha lingua entrar no cuzinho, penetrar bem fundo. Fiz vários movimentos com a lingua, penetrando e tirando, deixando o buraquinho todo molhado. Ele estava doido de tesão. Acho que nunca pensou que gostasse tanto. Então voltei de novo ao caralho dele, a boca engolindo de novo o mais possível. Aí enterrei o meu dédio médio no cuzinho dele, já preparado pela minha saliva. Lentamente, até chegar no fim dele. Sentia o cu dele abrir-se e apertar-se no meu dedo. Ele estava sem controle, doido de tesão. A minha boca continuando a chupar o pau sem parar, o dedo enrabando seu cu. Quando senti que o dedo deslisava fácil, introduzi dois dedos juntos. Ele gemeu um pouco, era muito apertado. Mas com cuidado e lentamente, lá consegui enfiar os dois até o fundo, iniciando um vai-vem nele, abrindo-o. O Márcio já estava por tudo. O controle já se tinha ido. Já gemia:- Vai me fode o cuzinho, é muito gostoso...não para não! Então eu levantei e peguei a minha bolsa. Tinha trazido o que iria necessitar e dela saquei um cinto com um dildo acopulado. Tinha escolhido um que se aproximasse o máximo do caralho do Márcio e este era bem grandão, uns 20 cm de comprimento com uns 6 cm de diâmetro, com uma bolas bem realisticas. Enfim, era um brinquedo muito gostoso. A cinta tinha inclusive um afaga-clitoris, para aumentar o prazer de quem o usa. Enfiei a cinta e mostrei-me para o Márcio. Ele ao

ver-me ali de pé na sua frente com um caralho bem teso, bem realistico em formato e côr, cabecinha vermelha e enorme, ficou meio assustado mas não era hora de recuar, não. Tinha ajoelhado, tinha que rezar. Aí mandei ele ficar de quatro no colchonete e posicionei-me atrás. Pegando num tubinho de lubrificante, besuntei bem o brinquedo: - Vai, empina bem a bunda – mandei eu. Com as mãos separei bem as duas bandas expondo o cuzinho dele e apontei nele a cabecinha do caralho. Ela não queria entrar, era grande demais e o Márcio gemia. Lentamente, sem forçar, fui metendo até que a cabeça entrou mesmo. Aí ele gemeu alto – Ohhhhh. Tirei tudo fora e logo de seguida meti mais uma vez. Agora foi mais fácil e o pau entrou até meio. De novo recuei, deixando ele descansar para logo enfiar de novo...lentamente, até chegar no fim. Agora estava todo dentro, as bolas coladas na entrada dele. Deixei ele ali parado para que o cuzinho do Márcio se acostumasse. Com a mão procurei o caralho dele, que estava super teso e comecei a punhetá-lo. Ele estava enlouquecido de tanto prazer e logo começou a rebolar a bundinha no meu brinquedo. Coloquei as mãos na cintura dele e comecei um vai-vem rápido. O meu caralho quase saía fora para logo se enterrar todo até o fundo. Eu delirava ver aquele pau entrar cm a cm até o fundo. Isso me dava muita tesão. A minha racha fervia de tesão, o afaga-clitoris roçando nele. Eu tirava fora o brinquedo e via aquele cu ali aberto, pedindo para o enfiar de novo e logo enterrava até o fundo, esfregando a minha barriga nas nadegas dele. Não aguentei muito. A minha xota fervia como um vulcão. Com um gemido alto, enterrei o caralho todo até as bolas, a minha barriga roçando a bunda dele...e explodi num orgasmo profundo, uma e outra vez, gemendo de prazer... Soltando as fivelas do meu cinto, tirei-o de mim deixando o brinquedo ainda enterrado no cuzinho do Márcio e ficando de quatro na frente dele, pedi: - Vem me fode agora, quero teu pau na minha xana. Ele ajoelhou atrás de mim e tudo de uma vez enfiou o caralho palpitante dentro de mim, começando a foder a minha xoxota com toda a força. Com os movimentos, atrás e à frente, ele sentia o seu cuzinho apertar-se no brinquedo ainda enfiado nele e isso lhe dava ainda mais prazer... Não tardou a vir-se dentro de mim...senti um jacto de

esperma quente e forte me invadir e sem aguentar, explodi de novo, melando o pau dele com o meu leitinho. Cansados, cada um caiu para o seu lado, de costas. Olhando ao redor, vimos que em muitas janelas tinha gente nos olhando, algumas pessoas até com camaras fotográficas. Que se dane, acho que muitos estavam fazendo uma siririca ao ver aquela foda magistral. Imagino quanta inveja provocamos em muita gente... Fomos para dentro, tomar um banho e aí lhe perguntei se tinha sido bom. Ele meio envergonhado, disse que sim, que nunca tinha pensado que pudesse ser tão bom. Tinha gostado tanto que ainda tinha o brinquedo enfiado no cu e pediu para eu o tirar. Ajoelhando para fazer isso, reparei que o caralho dele nem sequer tinha amolecido, continuava ali duro e teso. Então nem pensei duas vezes e comecei a chupar com gosto. Com uma mão punhetava e com a outra no dildo, fazia-o deslisar no cu dele de novo, fodendo-o. Como falei, ele era enorme, mas agora deslisava bem fácil...tirava-o fora e metia-o de novo sem custo, até as bolas. A cabecinha dele tocava no ponto G masculino, aumentando o parzer dele. Não demorou muito. Ele continuava tão excitado que de imediato explodiu na minha boca...acho que senti litros de leitinho correr pela minha garganta, em espasmos que nunca mais paravam...Aí sim, tirei o brinquedo e fomos para o chuveiro. A hora já estava adiantada, eu tinha que me ir... Acho que nesse dia fiz um homem muito feliz. Ele gozou e fez-me gozar também. Aconteceram mais vezes depois dessa? É segredo, não queiram saber tudo. E pronto, foi assim que aconteceu. Espero que o desfecho da história tenha sido do agrado das leitoras que me escreveram...e dos leitores também. Já experimentaram? anaxvarandas@gmail.com

PSICOLOGA – Eu, Buceta, me confesso PSICOLOGA – Eu, Buceta, me confesso Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um conto, desta

vez uma fantasia. Aproveito para agradecer os montes de emails que me têm enviado, dizendo que gostam dos meus contos e a pedirem mais. Para aqueles que acham que não é ético eu contar sobre casos de clientes, só posso dizer que só transcrevo o que me autorizam a fazer e sempre alterando nomes e locais. Então não há qualquer atropelo à ética. Então aqui fica um novo conto que se calhar alguém irá achar que não é ético porque a protagonista está a expor-se e eu estou a usar o seu nome verdadeiro. “Oi, eu sou a vagina, vulgarmente conhecida como buceta. Não sou uma buceta qualquer, não, eu sou “A Buceta”. Nasci como nascem todas as bucetas, no meio de um todo, pequenina e sem ter uma importância por aí além. Com o tempo fui crescendo e comecei a tomar mais consciência de mim, comecei a ficar adulta, a sentir emoções fortes, a sentir as interferências do mundo ao meu redor. Normalmente visto-me com roupas aconchegantes, umas vezes de algodão que é muito confortável, outras de rendas vistosas. Como já era adulta, me cresceram pêlos, formando um matagal ao meu redor. Comecei a ficar vaidosa e a querer ir à depilação, para ficar mais apresentável e bonita. Lá me depilavam todinha, deixando apenas um pequeno tufo de pêlos na testa, um capricho meu. Chegando em casa me olhava e revirava no espelho achando-me a mais bonita buceta do mundo. E até que sou bem bonitinha, segundo me fala o meu primo cuzinho, que mora logo ali, mais abaixo. Tenho uma entrada apertadinha com umas preguinhas lindas, como se fossem pregas da cortina numa janela e bem escondido tenho o meu tesouro, entre umas preguinhas especiais, tenho algo que gosta de ser tocado e acariciado. Gosta tanto que embora fique vermelho de vergonha, sai para fora da sua toca e deixa-se acariciar desde que seja com carinho e meiguice. Ai, eu gosto tanto que mexam nele que sempre acabo perdendo a cabeça e pareço um vulcão em actividade, a lava jorrando com força. Desde que cresci que tenho direito a ter umas caricias especiais, normalmente feitas pelo senhor dedo que me afaga todinha, que percorre todo o meu comprimento, entrando em mim com jeitinho num vai-vem que acho muiiiito gostoso e que principalmente procura sempre o meu tesouro para brincar com ele. Mmmmm é muito gostoso e eu abro-me toda para ele e

transpiro por todos os poros, ficando toda molhadinha com a excitação e acabo abrindo a torneira ficando alagada. Sou tão expressiva nas emoções que o meu primo cuzinho, que é muito invejoso, fica reclamando que também quer, que também tem direitos. Coitado, eu tenho pena dele, ele não é bonitinho como eu, é apenas redondinho e profundo, sem ter qualquer tesouro escondido como eu. Então como tenho pena, por vezes mando o senhor dedo ir lá abaixo fazer-lhe uma visitinha e também lhe fazer alguns carinhos. Todo o mundo tem direito a viver, né? Uma vez estava meio adormecida, quando fui acordada pelo dedo que me vinha fazer festas, mas estranhei que era um dedo diferente do habitual, mas como era bom na mesma, deixei que continuasse. Depois tive uma surpresa, o dedo foi embora e veio uma personagem diferente, que nunca tinha visto. Era mais ou menos da minha cor, com uma ponta que ora ficava dura, ora ficava macia, mas sempre molhada. Então começou a percorrer-me todinha, a entrar em mim o mais que pôde, a brincar com o meu tesouro que estava louco de tesão. Eu estava doida de prazer e só me interrogava quem era aquela personagem que me veio visitar e porque nunca tinha vindo antes. O meu primo ria-se de mim e aí me esclareceu: - É a senhora lingua, sua ignorante!!! Eu fiquei vermelha de vergonha, como raios ia saber que era a senhora lingua? – Mas o importante é que era bom demais e abandonei-me às suas caricias. Estava quase sentindo o meu vulcão entrar em actividade quando ela se foi embora. Rrrraggrrr, fiquei decepcionada e furiosa, mas logo tive uma surpresa. Fui apresentada a uma irmã minha, outra bucetinha. Eu olhei bem para ela, com surpresa, pensava que era única, mas logo conclui que eu era bem mais bonita que ela. Ela era loirita e tinha muitos mais pêlos que eu, embora notasse que também ia à depilação. Aí ela me disse que gostava que lhe deixassem um tufo maior de pêlos. Aí, depois das apresentações iniciais, começamos a conversar, o que em linguagem de vagina significa tocar, roçar. A conversa ficou tão boa que logo estavamos numa conversa super animada e aí era uma esfrega aqui, esfrega ali e ambas estavamos cheias de calor, transpirando por todo o lado. Então não aguentei mais e o vulcão que vive em mim se abriu e jorrou toda a lava para dentro da minha irmã e logo ela me agradeceu fazendo o mesmo. Senti sua lava entrar em mim,

quente e gostosa. Cansadas ficamos ali coladas uma na outra, murmurando baixinho, ou seja, apenas roçando ao de leve. Então ela me falou que estava com pressa e tinha que ir embora, mas prometeu voltar um dia para conversarmos mais. Eu fiquei triste e com pena, mas o que tem que ser, acontece, né? Ainda hoje espero por ela, mas não fiquei sozinha, não. O senhor dedo sempre me veio fazer companhia e conversamos longamente. Um dia a senhora lingua veio de novo me visitar e conversa aqui, conversa ali, me fez ficar excitada, o meu tesouro todo erecto, querendo conversar mais com ela. Aí ela foi embora e eu fiquei na expectativa, agora viria de novo a minha irmã, né? - Mas aí veio um sujeito que eu nunca tinha visto, grandão, abrutalhado, com uma enorme cabeça careca, e cheio de falinhas mansas. Logo começou a querer conversar comigo, com muita calma, na nossa linguagem, né? – roçava a cabeçorra por mim toda, ia de cima abaixo, acariciava as minhas pregas, ia até o meu tesouro que também estava meio assustado e roçava nele ... o meu primo lá embaixo nos ouvia conversar e não cansava de perguntar: - Quem é, quem é? Não conheço esse senhor! – Então o sujeito, desavergonhado como é, tentou entrar em mim! Eu protestei, me fechei. Como é que um brutamontes daqueles queria entrar em mim, que sou tão apertadinha? - Mas não adiantou, não. Ele era forte demais. Metendo a cabeça entre as minhas pregas, foi empurrando, empurrando... eu senti-me morrer, estava a ser literalmente rasgada, o meu corpo todo aberto...e ele entrando, entrando, parecia que nunca mais acabava de entrar. Eu já estava sem folego, dorida demais e aí vejo que no fim daquele corpo enorme, tinha duas enormes bolas cheias de pêlos e de aspecto ameaçador. Aí me rebelei! Em mim elas não iam entrar não. Eu, hein! Logo eu que me depilava quase todinha e ia deixar aqueles mamutes peludos entrarem em mim. Então me apertei todinha e elas bateram na minha entrada, ficando ali, roçando em mim. Aquele monstro estava todo enterrado em mim e ficou ali parado por um tempo, pensei que tivesse adormecido, mas aí ele recuou e começou a subir, subir e pensei que ia embora, mas que nada! A cabeça estava quase saindo quando ele avançou de novo em mim, desta vez com toda a força e bateu no meu fundo, ocupando todo o meu espaço, nem me deixando respirar. De novo as balas de canhão bateram na minha

entrada, fazendo-me cocegas com toda aquela barba que elas tinham. Bom, o sem-vergonha não parou mais, subia e descia, quase saía fora para logo entrar todo em mim. Abusado, hein? Mas aí, até tenho vergonha de confessar, eu comecei a gostar de o sentir dentro de mim e aí não era só ele quem conversava comigo, não. Eu também conversava com ele, apertava-me todinha nele, acariciava-o...mmmmm era algo gostoso demais, nunca tinha pensado sentir algo assim. Então ele não parou mais. Subia e descia num vai-vem ritmado e cada vez ficava mais vermelho, mais ofegante. De repente enterrou-se todo em mim, as bolas bem coladas na minha entrada e começou a vomitar em espasmos...e vomitou, vomitou, parecia que nunca mais ia acabar. Eu já esperava por algo assim. Com tanto balanço, com tanto movimento, era natural que qualquer pessoa vomitasse, né? Mas aí eu me senti bem. Os litros de liquido morno e espesso que ele despejou em mim me fizeram bem e aí o meu vulcão também explodiu. Minha lava quente e espessa encharcaram o intruso que adorou aquele banho já esperado. Aí ele ficou ali, cansado, sem folego, ainda dentro de mim, até que foi saindo num estado lastimoso. Mole, sem forças, pingando, as bolas que estavam tão altivas ficaram murchas e caídas...e foi-se. Eu fiquei quieta um tempo, recuperando as forças. Tinha sido bom. Depois da dor inicial, tinha adorado conhecer aquele senhor. O meu primo não se calava. Tinha estado a ouvir nós a conversarmos todos animados, tinha ouvido eu rir e gemer de prazer e estava cheio de curiosidade: - E aí? Você não me apresentou ao senhor. Quem é ele? Gostaria de ter conversado com ele também! - Olha só, ele diz que se chama senhor caralho e que também quer conhecer você, por isso quem sabe na próxima visita dele, vocês não se vão conhecer? - Ai é? E aí, ele tem um papo agradável? - Tem sim, você vai ver. (aqui eu ria sozinha, estava a imaginar como ia ser a conversa deles. Se eu que embora apertadinha sou mais larga que meu primo e custou deixar ele entrar pra caramba, como ia ser com ele? Acho que ele vai gemer pra cacete, mas isso logo nós iamos ver) Então a minha vida mudou. A partir desse dia, embora ainda tivesse muitas conversas com o senhor dedo, as visitas do senhor caralho ficaram mais assíduas e eu passei a ficar

ansiosa pelas suas visitas e procurava ter muitos assuntos para a nossa conversa não ficar monotona ou enfadonha. Confesso que por vezes ficava com ciúmes do meu primo cuzinho, porque entretanto eles se conheceram e às vezes ele queria monopolizar toda a conversa, deixando-me ali apenas a conversar com o senhor dedo. Isso acontecia em certos dias do mês em que eu nem sempre estava bem disposta e aí o senhor caralho batia na porta do meu primo e ficavam ali uns tempos em animada conversa, que eu bem ouvia. E pronto, esta é minha história. Espero que todos os senhores caralhos que me conheçam gostem de mim como eu sou, porque eu sou bem bonitinha e sempre pronta a fazer novas amizades”

PSICOLOGA – Amante de Sonho, Mulher Pesadelo PSICOLOGA – Amante de Sonho, Mulher Pesadelo Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato, desta vez contado por um cliente. Na minha gaveta não tenho só histórias de mulher mas também de homem...e tem cada uma!!! “Me chamo Jair, 35 anos, casado faz uns 10. Durante os primeiros anos de casados, tudo era bom no casamento, com muita compreensão, amor e tudo o mais que veio no pacote. Faziamos amor quase todos os dias e nenhum de nós tinha algo de que reclamar, eu acho. Com o tempo, a minha mulher começou a ficar rezinga. Reclamava por tudo e por nada. Ou porque eu chegava tarde em casa, ou porque chegava cedo, ou porque não tinha levado o lixo na rua, ou porque sentava muito tempo no sofá vendo futebol... enfim, tudo era motivo para reclamação. Reclamava mas tratava da casa como sempre, as roupas sempre em ordem, a comida a horas na mesa... Aos poucos eu comecei a evitá-la. Se ela estava na cozinha eu ia para a sala, se ela ficava na sala eu ia para o escritório sentar no computador e navegar na internet. Era uma forma de ter paz e sossego. Navegando na net, acabei entrando num site de chat e comecei a teclar com esta ou aquela

pessoa. Uma noite conheci a Vanessa. Palavra puxa palavra e logo trocamos confidências. Ela tinha 30 anos, divorciada sem filhos e morava na minha cidade. Aos poucos a nossa amizade ficou colorida, com conversas mais quentes e sugestivas. Acabei comprando uma webcam e ligar o som para podermos nos ver enquanto conversavamos. Aí a coisa esquentou mesmo. Logo na primeira olhada, ambos gostamos do que vimos no outro. A Vanessa era uma morena de cabelos negros e curtos, olhos sugestivos, boca bem desenhada e com um sorriso lindo. Ela também me fez elogios, que eu era homem bonito e charmoso, que me vendo em directo na webcam o prazer de teclar comigo aumentava ainda mais. Eu só a estava vendo sentada e aí só via mesmo a cabeça e ombros, então pedi para ela se levantar e afastar um pouco para a ver de corpo inteiro. Ela assim fez e fiquei sem respiração. Ela tinha um corpo escultural, peito grande e firme, cintura fina e anca bem proporcional com um bumbum de levantar cacete só de olhar. Ela vendo o meu olhar babado, com um piscar de olho perguntou: - E aí, gostou? Sou como você imaginava? - Mmmmm você é mais que imaginava, você é um sonho de mulher! Ela riu e com um sorriso maroto, continuou: - Você gostaria de ver mais? Gostaria que tirasse a roupa? - Oohhh gostava muito, vai, me faz aí um strip para eu ver aqui. - Ok, eu faço, mas com a condição de você aí fazer o mesmo. Quero ver o que essas roupas escondem debaixo! A noite já ia adiantada, minha mulher já dormia há horas, como vinha acontecendo ultimamente. Ela se deitava cedo e eu ficava na net navegando. Então concordei com a Vanessa e falei que tudo bem, iria fazer como ela pedia. Então ela com habilidade de dançarina começou a despir-se, mostrando pouco a pouco seu corpo. Eu de olhos bem abertos babava. Chegou apenas na calcinha e soutien e marota como era perguntou se estava bem assim, se podia parar por ali: - Nãããoooo, respondi eu apressado. Tira tudo, me deixa ver esse corpão! Ela riu alto e voltando as costas soltou o soutien, para depois se voltar de frente com ele preso com as mãos no peito. Aí lentamente deixou ele escorregar, fazendo aparecer os seios

lindos. Mmmmmm, maravilha...fiquei com vontade de meter as mãos através da tela do computador para poder acariciar aquelas montanhas redondas e de bicos durinhos. Então ela mais uma vez se voltou de costas e lentamente baixou a calcinha, deixando me ver o cofrinho aparecendo, as nadegas lisas e bem firmes. Uauuuu, que rico bumbum, que desejo despertou!!! De novo se voltou de frente, uma mão tapando o sexo, mas que lentamente foi retirando mostrando uma barriga lisinha, um púbis bem aparado, apenas com um pequeno tufo de pêlos no topo e todo o resto depilado. Eu já suava, o desejo me dominava, queria usar mão, lingua e pau...queria poder comer aquela deusa... Aí ela falou que era a minha vez, que também me queria ver pelado, saber o que eu tinha escondido. O meu tesão já era tanto que nem fiz fitas, nada de jogo de cintura. Rapidamente saquei fora a camisa, a calça e a cueca seguiu o mesmo caminho. O meu pau saltou fora como uma mola, teso, duro, doendo de ter estado aprisionado dentro da roupa. Aí ela também teve a mesma reação que eu tive ao ve-la: - Uauuuu, que verga deliciosa você aí tem. Porque você tinha esse tesouro aí escondido? - E ia acompanhando as palavras com as mãos acariciando seu corpo, uma afagando os bicos dos seios e a outra acariciando o clitoris, sempre me desafiando com as palavras: - Gostaria de ter seu pau na minha boca e chupar ele todo, enquanto você chupava a minha racha, aqui mesmo, ohhh (e falava isso mexendo o dedo no clitoris, enterrando na gruta)! Você quer comer a minha bucetinha? - Querooooo, gemi eu enquanto batia uma punheta no meu pobre pau que sofria de desejo. Pegando ele na base, abaneio bem na frente da webcam, gemendo – Quero enterrar este cacete todo em tua racha, fodê-la até te fazer chegar ao sétimo céu. Ela também gemia de prazer, os dedos se esfregando com força na buceta: - Mmmmmm delícia, então punheta aí teu caralho e imagine que tá me fodendo. Quero ver teu leite explodir. E continuamos, os dois batendo uma enquanto excitavamos o outro com as palavras e a visão do que faziamos. Não tardou muito que eu gozasse, minha esporra saindo disparada, atingindo a lente da webcam. A Vanessa do lado de lá também se veio com um gemido rouco, seus dedos se

enterrando todos na cona enquanto os espasmos duravam. Em seguida cada um ficou sentado na sua cadeira, olhando e sorrindo para o outro. Nem precisamos de perguntar se tinha sido bom, ambos sabiamos o quanto tinhamos gozado com aquela maneira nada convencional de fazer amor. Escusado será dizer que a partir dali sempre que podiamos repetimos a dose, gozando sempre intensamente. Até que um dia resolvemos nos encontrar pessoalmente. Combinamos um local publico e na hora marcada, lá estavamos. Não foi surpresa para nenhum ver o outro, afinal já nos conheciamos bem pela webcam e cada um correspondia à expectativa do outro. Já sabiamos no que ia dar o encontro e dali logo partimos para um hotel próximo. A porta ainda estava batendo e já estavamos arrancando as roupas do outro, a fome exigindo satisfação. Caimos na cama, nus, e logo começamos o que tinhamos feito na primeira vez virtual – um 69. A minha lingua se enrolou no clitoris dela, úmido e túrgido, enquanto o meu dedo se enterrava na gruta quente. Ao mesmo tempo sentia a boca dela chupando o meu pau, enquanto a mão punhetava acima e abaixo, acariciando as bolas duras e tesas. Estavamos no ponto certo, o desejo na medida e saltando em cima dela, enterrei o meu caralho todo de uma vez naquela buceta bem lubrificada e comecei a fodê-la com gosto, incentivado pelos gemidos dela: - Vai, meu garanhão, me fode toda, enterre essa verga até os colhões, me enche de leitinho! Eu estava louco de tesão, minha boca chupando os mamilos duros e apetitosos sem deixar de mover as ancas, subindo e descendo entre as pernas dela. Os dedos dela entrelaçados nos meus cabelos, puxando a minha boca para o peito, enquanto movia as ancas em sintonia comigo. Não durou muito, não. O tesão era grande demais e com um gemido rouco enterrei o meu caralho o mais fundo possivel e gozei bem lá dentro, sentindo ela gemer em espasmos profundos, gozando também. Caimos de costas um ao lado do outro, continuando as caricias com as mãos, trocando beijos e não tardou que o meu pau se erguesse de novo. Queria mais! Eu tinha um desejo ainda não satisfeito desde a primeira vez que ela se despiu para mim na webcam. Eu queria comer seu cuzinho. Ela tinha um bumbum redondinho e apetitoso demais e muitas noites tinha sonhado com a hora de o foder. Falei isso

no ouvido dela, que logo se pôs de quatro, a bundinha bem empinada: - Vai meu querido, o meu cuzinho é todo seu, fode ele. Coloquei-me em posição, a minha verga bem lubrificada, apontei a cabecinha na entrada daquele buraquinho lindo e lentamente fui introduzindo. Ela gemeu um pouco, o meu caralho é bem grosso, mas com jeito consegui enfiar ele todo até os meus colhões baterem na entrada, deixando ele um pouco quieto para o cuzinho dela se acostumar. Aí ela começou a rebolar, esfregando sua bunda na minha barriga. Então com as mãos na cintura dela, comecei um vai-vem deslisando o cacete naquele buraco quente e apertado. Tirava fora e logo metia todo de uma assentada até o fundo. Estava demais, eu sentia um imenso prazer. Ela com uma mão fazia uma siririca na xoxota, duplicando o prazer e não tardou a gozar, gemendo: -Mmmmmm gostoso demais, vai, não para não, me dá leitinho no cu, enche ele! Eu não aguentei muito, mesmo. Com movimentos rápidos senti o momento chegar e aí enterrei o cacete todo, quase metendo os colhões dentro também e gozei forte, minha esporra saindo em espamos, enchendo ela de prazer. No fim, cada um foi para sua casa e continuamos nos encontrando quer pela internet quer pessoalmente, sempre com fodas pelo meio. A minha situação familiar degradava-se de dia para dia. Minha mulher continuava mais rezinga e eu, claro, sempre a evitá-la. Até um dia a bomba estourou. Depois de uma discussão não aguentei mais e bati com a porta, indo para casa da Vanessa. Já tinhamos conversado sobre o assunto e estava acordado que se não desse mais lá em casa, as portas dela estavam abertas para mim. Ficamos juntos e nos primeiros dias era só amor, o paraíso tinha aberto as portas para mim. Até que um dia de manhã acordei com um berro alto: Jaiiiirrr! Que foi que você fez? – eu sem entender, levantei-me e fui ter com ela. Estava no banheiro apontando para a privada. Eu sem me dar conta, tinha urinado um pouco fora, manchando o tapete. Ela estava furiosa e eu me desculpei, que tal não ia acontecer de novo. Nessa mesma noite de novo o chamado furioso: - Jaiiirrr! – Que raio aconteceu agora, pensei eu? – Agora era na sala. Eu tinha estado a beber um whisky e deixado o copo em cima da mesa envernizada: -

Olha só para isto!!! A minha mesa manchada do copo!!! Nos dias seguintes a cena continuou. Ou era por causa da tampa da privada que ficou levantada, ou porque deixei as meias sujas num canto, ou por isto ou por aquilo. Eu já começava a ficar farto e não tardou a estalar a discussão: - Olha só, você é doida ou apenas não bate bem? perguntei. Ela em fúria como nunca a tinha visto, soltou os cachorros: -Você é um porco desastrado, que me destroi a casa. Nunca pensei que você fosse assim. Vocês homens são todos iguais, já o meu ex-marido era a mesma merda. Bom, aí o balde encheu. Como se não bastasse ser insultado ainda era comparado ao ex dela. Aí mandando que ela se fosse internar, bati com a porta e saí para não mais voltar. Fui falar com a minha mulher e depois de uma conversa séria e demorada em que cada um de nós expôs o que esteve errado e que nos levou à separação, nos acertamos de novo e voltei para casa. Agora as coisas estavam bem de novo. O que tinha faltado no nosso casamento foi diálogo. Conversando e compreendendo as razões do outro e suas necessidades, conseguimos refazer a nossa vida e hoje continuamos felizes como se nada se tivesse passado. A Vanessa tentou me ligar várias vezes. Me mandou e-mails, deixava recados pedindo para voltar, mas eu tinha aprendido a lição. Amante de sonho só à distância, por perto vira demónio.” O Jair me contou esta história na última vez que teve uma consulta comigo. Agora com seu casamento indo bem, nunca mais precisou voltar ao consultório. anaxvarandas@gmail.com

PSICOLOGA – Quis Ver Um 69 e me Ferrei PSICOLOGA – Quis Ver Um 69 e me Ferrei Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato. Os meus leitores assíduos, certamente se recordarão dos meus amigos Duda e Tó, que fizeram parte de uma história

anterior comigo “PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme” Um outro episódio aconteceu, que passo a relatar: “O Duda e o Tó eram amigos meus que estudavam numa faculdade diferente da minha, mas volta e meia nos encontravamos para sair em grupo. Inclusive entre nós rolou uma cena que já descrevi noutra história, e depois disso tempos se passaram sem fazermos alusão ao caso. Não tinhamos ficado muito à vontade, aconteceu por acaso e não era para ser comentado gratuitamente. Uma noite em que meus pais tinham saído para uma festa, estavamos sozinhos na minha casa vendo uns videos e bebendo uns drinques. Como estavamos sós, os drinques tinham mais alcool do que seria aconselhado e as nossas mentes ficaram meio turbadas. Conversa vira conversa, conversa fora e começamos a falar sobre nossas fantasias secretas, o que em nossos pensamentos mais profundos desejavamos fazer mas não tinhamos coragem. Como eu já estava bastante turvada, a bebida me deu coragem e aí falei: - A minha fantasia é ver dois homens se chupando e se comendo! Os meninos olharam para mim espantados, mas logo um deles sugeriu que poderiamos ir juntos num show gay e aí eu poderia satisfazer a minha curiosidade. Aí eu falei que minha fantasia não era essa, que não queria ver dois profissionais. O que gostava mesmo era ver dois homens hetero se enrolando. Eles olharam um para o outro, a minha alusão era por demais evidente, mas eles não estavam nem aí. Mais uns drinques rolaram, mais alcool entrou nas nossas cabeças e foi a vez do Duda falar sobre a sua fantasia secreta: - Bom, o que eu gostava mesmo era sentir o prazer de ser penetrado por uma mulher, com um consolo! Nós rimos alto, o alcool nos descontraía e parecia natural falarmos de coisas que em condições normais nunca falariamos. Era a vez do Tó. Olhamos para ele esperando, mas mesmo muito bebido ele corava e não tinha coragem. E nós puxando por ele, vá, é sua vez, nós já falamos sobre as nossas fantasias. Então ele olhando o chão, meio murmurado contou: - A minha fantasia secreta é estar com outro homem, só para saber como é!

Silêncio na sala. Mesmo tão bebidos a revelação nos surpreendeu. Mas no fundo estavamos excitados com as fantasias dos outros e com as nossas próprias e aí eu propus: - Então porque não aproveitamos estar aqui juntos e sozinhos e realizar todas as fantasias? O Duda pode realizar a fantasia do Tó e eu posso realizar a do Duda...e vocês dois realizar a minha! Eles ficaram hesitantes, o caso não era para menos. Nenhum deles tinha tendências gay e para se enrolarem na minha frente, ficavam sem jeito. Mas eu já estava bastante bebida e eles também. Já que tinhamos chegado até ali, se tinhamos tido coragem de abrir o nosso intimo, nada mais fácil que ir em frente. Rapidamente soltamos as roupas, ficando todos nus. Eles meio envergonhado, os paus ainda moles. Mas eu fui comandando, tinha a minha fantasia fervendo na cabeça. Então mandei que cada um pegasse no pau do outro e o punhetasse. Logo eles ficaram tesos, duros. Aí mandei o Tó se ajoelhar na frente do Duda e chupar seu pau, para ele saber como era. Meio sem jeito, ele começou a chupar, a lingua lambendo ele todo, a mão punhetando. Eu deitada no sofá, me acariciava, o clitoris crescendo, um dedo enterrado na racha, gozava vendo os dois juntos, como eu fantasiava. Então mandei o Tó se deitar no chão de costas e o Duda sobre ele, invertido, seu pau ao alcance da boca do Tó que de novo iniciou a mamada nele. Estava na hora de eu satisfazer a fantasia do Duda. Fui no meu quarto e peguei um dos meus consolos, o mais comprido e grosso que tinha e um tubo de lubrificante. Voltando à sala, lambuzei um dedo com o lufricante e aproveitando que o Duda estava com a bunda para o alto, enquanto o Tó o chupava, meti o meu dedo médio em seu cu, todo de uma vez até o fundo. Ele gemeu alto e se empinou mais, tinha gostado da caricia. Num vai-vem, alarguei o orificio até o dedo se deslocar fácil demais e aí meti dois, passando a três dedos. Seu cuzinho ficou bem aberto e estava na hora de usar o consolo. Apontando a cabeça na entrada, empurrei ele devagar mas firme e ele foi entrando. Pudera, o cu tinha sido bem aberto pelos meus 3 dedos. Bateu no fundo, todo entalado. Colando a base do consolo no meu pubis com uma mão, iniciei um vai-vem, fodendo aquele cu virgem e apertado, a minha barriga roçando nas nadegas dele. O Duda delirava de prazer. Sua fantasia estava a ser realizada. Sentia

tanto prazer que sem pensar duas vezes, também se atirou ao pau do Tó chupando ele sem parar. Ele estava tendo a melhor parte, invertido sobre o Tó que o chupava, enrabado por mim e chupando o caralho do outro. Continuamos assim durante um tempo, mas a minha fantasia e a do Tó estavam incompletas. Então deixando o consolo enterrado no cu do Duda, mandei que o Tó se pusesse de quatro, a bunda empinada e o Duda se posicionou por trás, logo enfiando a vara bem lufrificada no cu do outro. O Tó gemeu alto, tinha perdido a virgindade anal, mas estava a gozar sua fantasia. E eu também. Afastada via os dois se fodendo e isso me dava um tesão enorme. De lado via o Tó de quatro, a bunda bem no alto e o pau do Duda entrando e saindo no cu dele e não aguentei mais. Gemendo alto gozei forte, o leitinho correndo pelas minhas coxas e pelos gemidos, notei que o Duda também tinha gozado, enchendo as entranhas do Tó. Só faltava o Tó gozar e endoidecido de tesão, logo saltou em cima do Duda, sacando fora o consolo que ele ainda tinha entalado no cu e enterrando a vara nele, que note-se bem, era grande e grossa pra cacete e o fez gritar de dor, mas era a vez do Tó gozar, então ele só tinha que aguentar e sentiu seu cu bem cheio até que o pau explodiu e o encheu de porra morna. Em seguida fomos tomar banho, a agua arrefeceu nossas cabeças e só aí tomamos consciência do que tinhamos feito. Envergonhados olhamos uns para os outros e rapidamente nos despedimos, os meninos indo cada um para sua casa. Durante um tempo não nos falamos, não os vi. Até que ouvi uns rumores sobre eles. Eles andavam envolvidos. A experiência tinha sido boa para eles, e acharam o caminho certo. No fundo eles tinham tendência homossexual sem saber e aquela noite foi o despoletar dela. É, me ferrei mesmo. Não perdi os amigos mas perdi um possivel namorado entre eles. Nunca mais rolou nada entre nós”

PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme PSICOLOGA – Fui ao Cinema e Não Vi o Filme

Olá, sou a Ana e estou de volta. Depois dos meu últimos relatos, recebo montes de e-mails pedindo para publicar mais contos, sem me importar com o que falam as más linguas. Sim, porque por vezes os meus relatos são polémicos e despudorados abrangendo todos os temas, desde o simples casal, inversão de papeis e homossexualismo. Acredito que cada tema tem o seu grupo de leitores que os lêm e gostam, pelos e-mails que me enviam. Para aqueles que não gostam de alguma variante, por a acharem forte demais, resta sempre lerem os outros relatos onde talvez se enquadrem melhor. Basta procurarem neste site os meus outros contos. Falo sempre em relatos porque é disso que se trata, relatos e não contos inventados. Algumas situações vividas por mim e a maioria contadas pelos meus clientes que apenas me pedem para alterar nomes e lugares. Então aqui fica mais uma situação vivida por mim, quando mais jovem: “Estava em férias da faculdade e como habitualmente saía com o grupo de amigas e amigos para a boite, cinema, ou onde nos desse na gana. Naquele sabado à noite, a maioria se perdeu em outras actividades e apenas restamos eu, o Duda e o Tó. Sem ter muito o que fazer, resolvemos ir ao cinema. Chegados lá, vimos que as opções eram poucas, alguns filmes antigos e massudos e outros que já tinhamos visto. Acabamos por optar por um meio erótico e depois de comprar as pipocas e as bebidas da praxe, lá entramos. A sala estava quase vazia, meia duzia de casais espalhados pelas cadeiras. Olhando em redor, acabamos por nos sentar na ultima fila que estava deserta, eu no meio e cada menino do meu lado. Como estava quente, eu usava um vestidinho fino e curto, calcinha fio dental e um sapato leve. Os meninos usavam bermuda, t´shirt e ténis. O filme começa e logo começamos a roer as pipocas com aquele barulho que irrita muitas pessoas, acompanhadas pelas bebidas. Na verdade o ruido da trituração das pipocas era tanto, que os poucos clientes que assistiam ao filme nas cadeiras abaixo de nós, se fartaram e se deslocaram para as filas mais abaixo, deixando nós isolados lá em cima. Bom, nós não eramos muito sossegados, verdade seja dita, e ao trocar entre nós as pipocas e as bebidas, um copo acabou se derramando sobre mim, encharcando o meu vestido. O

Guaraná vazou o tecido e escorreu pelas minhas coxas. O Duda que estava sentado à minha esquerda, logo pegou num pacote de lenços de papel e tentou me limpar, cuidadosamente enxugando o liquido. Enxuga aqui, enxuga ali, a mão com o lenço logo estava limpando as minhas coxas, subindo por elas até a minha calcinha, tambem encharcada pela bebida. Cuidadosamente o lenço deslisava nela, aparentemente apenas para a limpar, mas olhando de lado para o rosto do Duda, vi que ele estava excitado, rosto vermelho e respiração rápida. O Tó ao lado não estava menos, e tambem pegando num lenço tentou ajudar a “limpar-me”. O tesão também já me invadia e escorrendo pela cadeira, de pernas entreabertas, deixei que eles continuassem, até que eles abandonaram os lenços e aí eram só mesmo as mãos que me acariciavam. Um deles acariciava as minhas coxas e o outro a xota por cima da calcinha, toda úmida não só do guaraná, mas também da excitação. Como eles estavam de bermudas largas, meti uma mão por dentro das pernas delas, uma em cada menino, e senti o caralho deles bem teso, pulsantes. E comecei a acariciar eles, deixando-os ainda mais loucos de tesão do que já estavam. Aí fui mais longe. Abrindo o ziper da bermuda, saquei para fora o pau de cada um, que como uma mola comprimida, saltou para o alto. Eles endoidaram de tesão. Deixaram-se escorregar na cadeira, atirando a verga para o alto. Então iniciei uma punheta em cada, as minhas mãos num ritmo certo, fechando-se sobre aquelas toras bem grossas, deslisando desde a cabecinha vermelha e túrgida até os colhões que estavam duros pelo tesão. Eles gemiam de prazer, os olhos semicerrados, gozando a caricia... Olhando para baixo, verifiquei que o restante público estava atento ao filme e então fiz algo que sempre sonhei fazer. Debruçando-me sobre o Duda, duma vez só engoli o caralho dele, até chegar na garganta e então comecei a chupar com força, enquanto a minha mão punhetava rápido. Ao lado, o Tó ao deixar de ter a minha mão no seu pau, aproveitou a minha posição, semideitada sobre o Duda, e ajoelhando no chão começou a beijar a minha bunda. A calcinha era dental, então bastou ele a afastar um pouco para ter acesso total. Senti sua lingua percorrer o meu rego até a racha, que estava melada do guaraná e dos fluidos que de dentro saíam. A combinação de sabores devia ser muito saborosa, porque a lingua dele

não parava. Enterrava-se na xota para logo deslisar até o meu cuzinho, lambendo ele sem parar. Claro, eu estava louca de tesão. Minha boca chupando cada vez mais rápido o pau do Duda, até que senti ele latejar. Apertando os colhões dele, senti sua porra correr por eles, enchendo a minha boca, em jatos quentes e fortes. Eu também não aguentei e gozei na lingua do Tó, deixando ele sentir o meu leitinho. Sem parar de chupar, engoli toda esporra que o Duda tinha para me dar, até sentir que os tomates estavam secos. Aí o Tó não estava pelos ajustes. Também queria caricia igual, seu pau estava tão duro que até lhe doia. Com os olhos me implorava. Aí eu me inclinei sobre ele e sem me fazer de rogada, chupei sua rola tal como tinha feito com a outra. Notei que o pau do Tó era bem maior e mais grosso que o de Duda, uns cm a mais. O Duda encontrou-se na mesma situação do Tó, tinha o meu traseiro à disposição e nem pensou duas vezes. Logo senti sua lingua me percorrer as entranhas, detendo-se mais no meu cuzinho, a ponta da lingua afiada penetrando fundo nele, enquanto metia um dedo na minha racha num vai-vem gostoso. O pau do Tó latejava tanto que não precisei de o chupar muito para sentir que ele ia gozar. Punhetando rápido e engolindo o mais possivel, embora a maior parte do caralho ficasse de fora, mamei e chupei até sentir o primeiro jacto de leitinho direto na minha garganta. E outros se seguiram, parecia que ele tinha acumulado sua porra por muito tempo. Só retirei a boca depois de sentir que do seu pau não sairia mais nada. Atrás de mim, o Duda continuava incansável, sua lingua e dedo me explorando. Como já tinhamos perdido a maior parte do filme, não fazia sentido continuarmos ali e resolvemos voltar para o carro. Tinhamos ido numa pick-up de caixa aberta que ficou estacionada num local pouco iluminado do parque. Aliás, todo o parque era pouco iluminado. Saidos do cinema dirigimo-nos para o carro, eu no meio e um menino de cada lado. Olhando para baixo reparei que eles caminhavam com dificuldade. Seus paus iam tão tesos que na frente das bermudas parecia levarem uma lança apontada para a frente. Roçando a mão neles, por cima da roupa, notei todo aquele tesão, parecia que levavam uma beringela ali escondida. Aí parei e corri o ziper das bermudas deles, sacando as varas para fora e falei:Pronto, assim vocês podem caminhar mais fácil! Eles nem

sabiam o que falar. O tesão dominava suas cabeças. Por entre os carros estacionados, fomos caminhando eu no meio com uma mão em cada caralho, vez por outra punhetando, puxando eles como se fosse uma trela. Chegando à pick-up, vimos que ela estava semi escondida por uma van. Então empurrei o Tó para a caixa dela, de costas, e saquei fora sua bermuda deixando que seu pinto apontasse para a lua. Rapidamente tirei meu vestido ainda encharcado do guaraná, minha calcinha atirei-a para longe e assim nua, um joelho de cada lado do Tó, encaixei-me nele fazendo o pau entrar na minha xoxota quente e úmida. E comecei a fodê-lo. Sim porque eu é que o estava fodendo e não o contrário. Eles eram pouco experientes. Baixando e subindo nele, sentia a verga me encher, esmagava seu tomates com as minhas bordas. O Duda não quis só ficar a ver, rápido se despiu e ajoelhando atrás de mim, começou a roçar a cabecinha de seu caralho na minha bunda, no rego. No cinema ele tinha melado bem meu cuzinho com a lingua bem funda, então apontou a cabecinha na entrada dele e tentou meter. Eu não era virgem, claro, já tinha tido minhas aventuras, mas sexo oral e anal para mim eram novidades. Então senti um desconforto no meu rabinho, a cabeçona não entrava facil, não. Falei para ele ir devagar, porque doía. Com muito cuidado, lentamente, ele lá conseguiu introduzir a cabeça no meu cuzinho que se abriu. Depois da cabeça, todo o resto é mais fácil e ele foi entrando, entrando, até bater no fundo. Virando as mãos para trás, apertei-o contra mim, para que ele não se movesse. Queria deixar que meu cuzinho se acostumasse primeiro ao corpo estranho nele. E continuei cavalgando o Tó, sua pika deslisando na minha racha. Então o desconforto passou. Senti enorme prazer no meu cuzinho. Soltando o Duda, intensifiquei os movimentos, agora não apenas cavalgando o Tó, mas também movendo o traseiro na piroca do Duda. Mmmmmm, delicioso! Sentir dois paus em mim era o máximo e não tardei a gozar, melando ainda mais o caralho do Tó. Aí o Duda quis trocar, também queria comer minha racha e deitou-se de costas para eu cavalgar nele, o que fiz sem demoras. Então foi a vez do Tó se posicionar por trás e eu já antecipando o prazer de sentir sua vara entrar em mim, empinei bem a bunda. Poxa, me ferrei. Como falei atrás, o caralho do Tó era bem maior e mais grosso que o do Duda e ao entrar foi como se eu ainda fosse virgem, senti

meu cu se alargar demais, como se fosse rebentar. E parecia que aquela vara nunca mais ia chegar ao fim, entrava, entrava, até que senti suas bolas baterem na minha entrada. Então pedi para ele aguentar assim um pouco, porque estava doendo demais. Mas não há dúvida que nossos corpos são elásticos. Um pouco demais eu já estava acostumada e de novo iniciei o vai-vem, fodendo aquelas duas varas. Uma na xota e outra no cu. Os garotos estavam doidos de tesão, era tudo novidade para eles e não tardou que gemessem bem alto, e gozassem em mim, litros de porra me enchendo. Cansados, caímos uns sobre os outros, eu ainda com os paus enfiados em mim, emparedada no meio deles. Depois nos vestimos para voltar a casa. Olhando para os carros em redor, reparamos que nalguns tinha gente. Acho que nessa noite fomos a inspiração para alguns homens baterem punheta e casais darem uma foda. A viagem até casa decorreu meio em silêncio, estavamos envergonhados, entre nós nunca tinha rolado nada assim, mas tinha sido gostoso. Eles me deixaram na porta de casa e corri para ela. Depois de um banho gostoso, enfiei-me na cama, a cabeça ainda fervilhando de fantasias e não demorou que fizesse uma siririca, enquanto imaginava se eles em casa fariam o mesmo, uma punheta gostosa.” Esta história decorreu vários anos atrás. Uma outra situação aconteceu com aqueles dois meninos, mas depois eu conto.

PSICOLOGA – Violada na Kombi e Meu Corpo me Traiu PSICOLOGA – Violada na Kombi e Meu Corpo me Traiu Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato, depois dumas merecidas férias. Depois da publicação dos meus anteriores contos, tenho recebido muitos e-mails de leitores pedindo para publicar mais contos com mais assiduidade e dando todo o apoio. Muitos leitores(as) pedem conselhos de como agirem na sua vida face aos problemas do dia a dia e à incompreensão da parceira(o). Conforme o tempo disponível, vou respondendo directamente, via e-mail, e espero que de alguma forma os meus conselhos os ajudem.

Agora apresento mais um relato duma situação vivida por uma cliente que me autorizou a publicar, embora seu nome seja fictício: “Seu nome é Joyce, 22 anos, cabelos loiros naturais e compridos, pele morena, olhos azuis, estatura mediana e com boa apresentação anatómica. Frequentemente ela se desloca ao centro da cidade recorrendo aos transportes colectivos, ônibus ou kombis. Neste último caso, ela sempre verifica primeiro o tipo de passageiros na kombi antes de entrar, porque nem sempre os utentes são o mais desejável. Então numa determinada tarde, a Joyce teve que se deslocar ao centro da cidade e depois de esperar muito tempo por um ônibus que nunca mais passava, decidiu ir de kombi. Depois da verificação de rotina do tipo de passageiros, não vendo nada de anormal entrou e sentou-se num dos bancos traseiros da viatura. Como todo o mundo sabe, neste tipo de transporte os passageiros entrem e saem constantemente, tendo como resultado que de uma hora para a outra a Joyce se viu sentada entre dois negões. Até aí tudo certo, na kombi iam mais passageiros e ela não viu motivos para alarme. Como o dia era de muito calor, ela vestia apenas um vestido fino e curto, calcinha dental e sandália leve. No ponto seguinte, todos os outros passageiros sairam excepto ela e os dois negões. De repente ela sentiu que eles se apertavam de encontro a ela, um de cada lado. Não tardou que sentisse uma mão roçando na perna dela, na bunda ... Aí ela fez o gesto de querer se levantar para passar para outro banco, pensando em sair no próximo ponto, mas um deles segurou seu braço e rosnou uma ameaça entre dentes. Cheia de medo, ela deixou-se ficar e aí começou a festa. Um de cada lado, parecia que tinham mais mãos que polvo tem tentáculo. Era mão nas coxas, era na bunda, era mão nos seios sem soutien. Os negões vestiam o traje tipico – T’shirt sem mangas, bermuda e chinelo havaiano. De cueca nem se via o rasto. Não tardou que um deles sacasse seu pau para fora e obrigasse a Joyce a tocar nele com sua mão e a punheta-lo. Rapidamente ele ficou teso e ela sentiu que era de tamanho descomunal, uma vara apontada para o teto da kombi. O negão pegando o braço dela pelo pulso, obrigava ela a fazer o movimento descendente/ascendente, desde a cabeçorra até as bolas e vice-versa, enquanto o outro metia

mão por todo o lado. Morta de medo, ela deixou de protestar, até porque via o motorista olhar pelo espelho sem nada falar. Aí o negão levou uma manzorra na nuca dela e a obrigou a baixar a cabeça na direção do caralho teso, querendo que ela o chupasse. Ela ficou enojada, a higiene não era coisa conhecida dele, os colhões cheios de pelos negros e retorcidos e o odor era de matar mosquito da dengue. Não queria, mas não teve remédio, a mão forte obrigou ela abrir a boca e engolir a vara até se engasgar, depois segurando ela pelos cabelos compridos iniciar um vai-vem, acima abaixo Assim inclinada sobre um, ficou à mercê do outro que logo aproveitou para subir o vestidinho dela até os ombros e afastar a calcinha dental para o lado. Aí ela sentiu uma lingua aspera e dura começar a lambê-la toda, desde o clitoris até o cuzinho, sem parar. Sem querer, mas sem conseguir se controlar, começou a sentir prazer, a xoxota querendo sentir a caricia da lingua, o clitoris crescendo por entre as pregas, ansiando pelo contacto da lingua, por ser chupado. Sentiu que a kombi se desviava da estrada e parava. Os dois a arrastaram para fora e aí ela viu que o motorista tinha se desviado para um descampado e até já tinha uma manta estendida no chão. Ela se sentiu morrer de medo, o que eles lhe iriam fazer? Olhando em redor à procura de socorro não viu casa nem ninguem. Estava sozinha com eles! Com toda a facilidade, eles a deixaram nua, de pé sobre a manta e em segundos eles ficaram pelados, os três de vara erguida e ameaçadora. Fazendo-a ajoelhar, ficaram de pé na frente dela e à vez, obrigaram ela a chupar seus caralhos, qual deles o mais comprido e mais nojento. O chupanço durou vários minutos mas não tardou que um deles se deitasse de costas sobre a manta e a puxasse para cima dele, obrigando ela a enterrar sua xota no caralho, até as bordas baterem nas bolas e começou a fodê-la com toda a força, as mãos na bunda dela obrigando-a a descer e subir. Os outros de pé batiam uma, mas não ficou por aí, não. O motorista se ajoelhou atrás dela e apontou a vara no cuzinho dela, querendo enraba-la. Ela se retorceu, apertou as nadegas, mas de nada adiantou, o negão debaixo dela as abria bem para os lados sem deixar de mover a vara na xota dela e aí o cuzinho estava bem exposto para o outro. Ela sentiu a cabeça do caralho forçar a entrada e lentamente entrar, rasgando suas entranhas, até que sentiu a barriga do nego colar nas

sua bunda. Já não tinha remédio! Tinha uma pika fodendo a racha e outra enterrada no cu. Começaram um movimento ritmado, os dois paus deslisando cada um no seu buraco. Ela nunca tinha sentido nada igual, parecia que os caralhos chegavam ao estomago dela de tão grandes que eram. Pouco a pouco a dor foi desaparecendo, seu cu se acostumou ao corpo estranho e se relaxou. Mas aí a coisa complicou. O negão restante, que estava de pé batendo uma, ajoelhou na frente dela e a obrigou a chupar seu caralho. Incrivel!!! Ela nunca pensou passar por algo assim na vida. Estava a ser fodida colectivamente. Uma piroca na racha, uma no cu e outra na boca. Não tinha nem tempo de respirar. Então aconteceu o que acontece em muitas violações – ela começou a sentir prazer. Já movia as ancas enterrando-se no pau do negão debaixo dela e atirava a bunda para trás facilitando a entrada da piroca em seu cu. No outro, para além de chupar tambem punhetava em conjunto. Não tardou a sentir eles a gemerem alto e cada um deles despejar litros de porra no buraco que ocupava. Sem conseguir se controlar, ela tambem gozou, sentindo seu leitinho jorrar em espasmos. Mas não parou por aí, não. Eles trocaram de posição e a foda recomeçou, uma e outra vez, até cada um ter gozado nos buracos todos. Por fim todos cairam no chão, sem forças para mais. Cada um a tinha fodido na racha, no cu e na boca respectivamente e já não aguentavam mais. Ela estava dorida, toda melada de tanta porra, mas tinha gozado várias vezes também, a contragosto porque tinha sido violada... mas o corpo nem sempre faz o que queremos. Então eles se vestiram e a deixaram vestir tambem e a desovaram numa rua movimentada com o aviso que se ela apresentasse queixa se iriam vingar. Aí ela pegou um táxi e voltou para casa, correndo para o chuveiro onde ficou horas para tirar o cheiro da porra e do corpo deles. Hoje, passado um mês, ela ainda tem a recordação bem viva daquela tarde e embora traumatizada pela violação, tem noites em que sente tesão de ter sentido três caralhos enormes dentro dela ao mesmo tempo. A Joyce nunca mais entrou numa kombi e mesmo nos ônibus está sempre atento ao que se passa ao seu redor, pronta a saltar se algo de anormal se apronta”.

O que se passou com ela, acontece com muita mulher que é violada. Sem querer, acabam sentindo prazer e até estabelecem uma ligação com o violador, o que dificulta o apresentarem queixa. anaxvarandas@gmail.com

Psicóloga – Meu Marido me Traiu e eu Adorei – 1ª p Psicóloga – Meu Marido me Traiu e eu Adorei – 1ª parte Olá, sou a Ana e estou de volta com mais um relato (porque o aqui posto são relatos e não contos). Depois dos meus últimos “Uma lufada de ar no casamento” e “Psicóloga- Dupla Penetração”, recebi montes de e-mails de leitoras e leitores me felicitando e pedindo conselhos sobre como confessar suas fantasias aos parceiros e qual a melhor forma de as realizar. Também recebi e-mails de leitores escandalizados, afirmando que não é natural macho ter prazer em ser penetrado, que o natural é serem eles a penetrar, que isso é coisa de gay. Eu não quero entrar em polémicas, acho que cada um sabe quais os seus limites, mas não posso deixar de dizer que também não é natural que nós mulheres façamos oral e anal e vocês morrem de desejo que o façamos. Se na volta também gostamos de comer os vossos rabos, qual o problema? Ao longo da minha vida profissional, consultei inúmeros casos de homens que confessam ter essa fantasia mas têm receio de serem julgados homossexuais pelas companheiras. O que sempre lhes digo é que a homossexualidade existe quando dois seres do mesmo sexo sentem atração. Homem sentir prazer no ânus, gostar que a companheira o toque ou penetre, não tem nada a ver com o facto, é apenas uma zona erogena que todos nós temos. O relato que agora posto aqui, foi-me confidenciado por uma cliente e que me autorizou a fazê-lo desde que altere locais e nomes. Não estou a violar qualquer ética ao fazê-lo e achei

interessante. O relato é apresentado na primeira pessoa, como gosto de o fazer. “Oi gente, chamo-me Aline, 28 anos, casada faz 5. O meu relacionamento com meu marido sempre foi bom, com optimo sexo, sem problemas. Tenho uma amiga intima de infância, a Patricia, com a qual me relaciono no dia a dia e somos confidentes uma da outra. Fisicamente somos ambas parecidas. Ambas temos um corpo bem modelado, com tudo no lugar, cinturas bem definidas, seios fartos, bundas bem proporcionadas, rostos bonitos, cabelos pelos ombros, apenas diferentes na cor. O meu é acobreado e o dela é castanho. Enfim, temos aquilo que os homens gostam de ver, pelos olhares que nos deitam. Meu marido é bem parecido, educado e sempre atencioso comigo, muito delicado comigo na cama. Nunca se aventurou em nenhuma fantasia e eu respeito sua opção. Uma tarde em que minha amiga me visitou, depois de uma conversa bota fora, me confidenciou que meu marido tem dado em cima dela. Que a come com os olhos, que já lhe fez algumas insinuações. Eu fiquei arrasada, não esperava isso. Afinal o que ela tinha que eu não tenho? Como amiga que é, queria saber o que deveria fazer, se deveria de deixar de frequentar a minha casa, porque a nossa amizade era muito importante para ela e não queria criar problemas entre nós. Depois de pensar um pouco, eu lhe disse para dar corda a ele, para ver até onde ele queria ir, quais as suas intenções. Dias depois ela me liga contando que ele tinha marcado sabado à noite com ela, que queria visitá-la em casa dela. A Patricia no momento vive sozinha, depois de um relacionamento falhado. Vive algumas quadras depois do nosso apartamento. Aí eu lhe disse para ela confirmar com ele, que o iria receber, para deixar que ele fizesse o que queria. A semana passou e meu marido continuava com a mesma toada comigo, delicado, amigável, sem mostrar nada. No sabado, ele durante uma conversa casual no almoço, informou que de tarde iria sair com uns amigos, para ir ver um jogo de futebol, que voltaria tarde, de noite. Ele sabe que não gosto de futebol e que nunca o acompanho aos jogos,

então eu disse que estava bem, que iria aproveitar para ver um video. Oito horas da noite, batem à porta da Patricia, era meu marido, com um ramo de flores e uma garrafa de vinho. À média luz, conversa atrás de conversa, copo atrás de copo, ele confessa que sempre se sentiu atraído por ela, que tinha muitas fantasias com seu corpo, que sonhava o que poderiam fazer juntos na cama. Aproveitava qualquer momento para a acariciar e dava para notar o volume na calça, estava excitado demais. Aí a Patricia o levou para o quarto, que estava apenas iluminado por uma ténue claridade e o ajudou a despir sentindo seu pau bem duro de teso. Então ela pediu para ele se deitar na cama e esperar, que iria se trocar, que voltava logo. Ele se deitou de costas na cama, o pau bem no alto e foi acariciando ele, sonhando com o que iria fazer em seguida. Viu ela na porta, voltando, e na obscuridade notou que ela já vinha nua, os contornos bem definidos. Ela se deitou ao seu lado e ele foi invadido pelo seu perfume, o que o deixou ainda mais excitado. Começou a beijar seus seios, chupando os mamilos bem duros, enquanto as mãos percorriam o corpo. Sua boca foi descendo em beijos curtos, pelo peito, barriga...até chegar ao clitoris dela. Delicadamente sua lingua afagou ele, rodeando-o, molhando-o, sentindo ele se entesar, surgir bem firme por entre as pregas. Como os lábios prendeu ele, enquanto a lingua continuava acariciando. A Patricia gemia de prazer, estava a ser muito gostoso. Ele não ficou por ali, sua lingua desceu, percorrendo toda a racha dela, descendo por um lado e subindo pelo outro...depois penetrando na gruta úmida, profundamente. Aí desceu mais um pouco, sua lingua foi até o ânus dela e com a ponta bem dura penetrou-o, simulando uma cópula, um vai-vem. Aproveitando o facto do cuzinho estar bem lubrificado, introduziu o dedo médio nele, devagar até atingir o fundo, enquanto a lingua retomava as caricias no clitoris. Lambia e chupava a racha enquanto movia o dedo no cuzinho. Ela estava louca de tesão, levantando as ancas, se oferecendo, gemendo roucamente...a respiração bem rápida, até que não aguentou mais e gozou forte, em espamos. Aí, ele se deitou de costas e pediu para ela chupar seu pau. Ela se encaixou entre as pernas dele e com a lingua acariciou

a cabecinha do membro, descendo por um lado e subindo pelo outro, depois as bolas, chupando uma de cada vez. A lingua subindo de novo pelo pau bem úmido, a boca abrindose e engolindo ele o mais possivel, e logo iniciando um vaivem, chupando sempre, enquanto a mão se apertava na base, punhetando. Ele estava doido de tesão e deitando-a de costas, saltou-lhe em cima, enterrando o pau todo de uma vez na racha úmida, quente, apertada. Com flexões bem rápidas, o caralho dele subia e descia, as bolas batendo na entrada da racha, para logo quase sair fora, durante largos minutos. Não tardou para que ambos gozassem. A respiração dele ficou rouca, os movimentos mais rápidos e com um gemido profundo, se enterrou todo nela e ejaculou forte, enchendo a xana dela de nhanha, desencadeando a reação dela, que de novo gozou, seu leitinho afogando o pau ele. Ele caiu de costas, ao lado dela, cansado, retomando forças. Não tardou que o tesão voltasse de novo. Aquela era a noite da sua fantasia, com a qual tinha sonhado tanto. Estar ali com a amiga da mulher, podendo fazer o que quisesse, era demais, um sonho que pensou ser impossivel. De novo começou a acariciar ela. Os seios, a xota bem molhada. Aí murmurou baixinho: - Queria comer teu cuzinho, posso? Ela num murmúrio rouco respondeu: - Pode, mas vai devagar. Ela se colocou de quatro, a bunda no alto. Ele se posicionando por trás, acariciou aquelas nadegas tão desejadas, tão olhadas através do tempo. De novo sua lingua se enterrou no cuzinho dela, rodando, entrando. Depois introduziu um dedo. O cuzinho já estava meio aberto pela caricia anterior e entrou facilmente. Aí ele usou dois dedos, enterrando lentamente, até sentir que o esfincter dela se abria e os rodou nele, movendo, até sentir seu ânus bem aberto... Estava na hora. De joelhos por trás dela, apontou a cabecinha do caralho no cuzinho e lentamente a meteu. Ela gemeu, a mão dela empurrando-o para trás, para ele ir devagar. Cuidadosamente ele foi introduzindo, sempre atento aos gemidos dela, até que seus colhões bateram na entrada. Pronto, estava todo dentro, sua barriga colada, esfregando, as nadegas macias dela. Aí deixou que ela se acostumasse ao volume dentro dela, enquanto acariciava suas costas, os seios.

Ela sentia seu cuzinho todo aberto, como se fosse rebentar, mas lentamente o incomodo virou prazer. E foi ela mesmo quem iniciou o vai-vem. Não era ele quem estava fodendo seu cu. Seu cu é que estava fodendo o pau dele. A tora dele deslisava bem, quase saindo fora, para logo se enterrar todo. As mãos dele na cintura dela, ajudando os movimentos. Os dois gemiam de prazer, cada um querendo mais que o outro. Aí ela saltou fora e fazendo ele ficar deitado de costas, colocou-se sobre o pau, de costas para ele, e sentou-se nele, até esmagar os colhões, iniciando um sobe e desce rápido, seu cu fodendo aquela vara dura e tesa. As mãos dele nas nadegas dela ajudavam o sobe e desce e bem ritmados, sem parar, se fodiam mutuamente até que ele não aguentou mais e explodiu, enchendo seu cuzinho de esporra quente, ao mesmo tempo que a racha dela gozava de novo, sua nhanha escorrendo por entre as coxas, encharcando os tomates dele. Exaustos, cairam cada um para o seu lado, ofegantes. Ele de lado, afagando seu seios, murmurou: - Foi muito bom, você é incrivel! Podemos repetir noutro dia? Ela respondeu: - Ah, concerteza, basta que você queira! Porque não pediu para fazermos assim mais cedo? Aí acendeu a luz do quarto. A Patricia estava de pé, encostada na ombreira da porta. Quem estava deitada na cama com ele...era eu, a Aline, sua esposa! Ele saltou da cama num pulo acrobático, os olhos arregalados, sem querer acreditar. Tinha sido uma armação combinada entre eu e minha amiga Patricia. Ele envergonhado, me pediu perdão, que o que fizera fora o realizar de fantasias, que me amava, que nunca imaginara que eu fosse capaz de realizar todos seus desejos. Eu perdoei ele. Era meu marido, de quem eu gostava, mas fui logo avisando que não toleraria mais traições, mas que também tinha adorado aquela noite, que tinha sido muito bom. Então voltamos para nossa casa, depois de eu agradecer à Patricia, e lá voltamos a repetir o que fizeramos.”

E pronto, aqui fica a primeira parte deste relato. Como psicóloga, o que constatei é que quase sempre procuramos fora aquilo que temos em nossas casas...basta saber chegar lá. Breve voltarei com a segunda parte deste relato. Até lá.

Psicóloga – Aline – 2ª parte Psicóloga – Aline – 2ª parte Olá, sou a Ana e aqui estou com a segunda parte da história da Aline. Tenho recebido muitos incentivos para continuar escrevendo as histórias que me chegam às mãos, ou contar os meus casos pessoais. Tenho a “gaveta” cheia de histórias mas tudo depende do tempo que tenha para escrever. Como esclarecimento a quem o pediu via e-mail, verdade, sou descendente de portugueses, daí a minha escrita ser diferente. Continuando o relato: “Oi gente, sou a Aline e estou de volta para contar a segunda parte da minha história. Depois do episódio da traição, meu marido ficou bem mais calminho e cheio de atenções para comigo. Tempos se passaram e uma noite que voltei a casa, de uma visita a uma amiga, encontrei-o na sala vendo um filme pornô, sobre lésbicas e sexo em grupo. Não estranhei nem comentei nada, ele por vezes via filmes pornôs e eu também gostava de dar a minha espiada, que mal tem? Na manhã seguinte, ao acordar, rolamos um pouco na cama e em conversa ele confidenciou que uma fantasia dele era que fizessemos amor a três, nós dois e outra mulher. Até sugeriu que ela fosse a minha amiga Patricia. Bom, depois do ultimo episódio em que ele cantou para ela, eu fiquei de pé atrás, agora via que ele ainda não tinha esquecido, que a fantasia de a comer ainda estava presente

na sua cabeça. Convém esclarecer que a Patricia no momento vive só, depois de alguns relacionamentos falhados, uns hetero e outros homo. Sim, porque ela também tem tendências homossexuais, como já tive ocasião de comprovar, mas isso é outra história. Então ele insistiu várias vezes nesse sexo a três com ela e eu sempre me fiz de desentendida, até que não aguentei mais e concordei: - Tudo bem, vou falar com ela e vamos fazer, mas com uma condição! Eu é que faço as regras e só será feito o que eu mandar! Ele concordou, sua cabeça já fantasiava o momento de estar conosco, de poder comer as duas. Falei com a Patricia e ela aceitou e marcamos para sexta-feira à noite em casa dela. Chegados lá, conversamos, bebemos e aos poucos o ambiente foi ficando propício para a nossa festa. A Patricia foi colando em mim, me acariciando, e lentamente fomos tirando a roupa, peça atrás de peça, até ficarmos nuas. O Mauro, meu marido, já fervia de tesão e sem se fazer de rogado já se despira e se masturbava vendo nós enroladas, mãos e bocas explorando o corpo da outra. Na posição de 69, cada uma lambia a xana da outra, enquanto os dedos penetravam nela. Aí o Mauro se juntou a nós e logo queria se atirar à Patricia, mas eu mandei que ele ficasse de pé na minha frente. A Patricia se deitou de costas, eu ajoelhei sobre sua cabeça, oferecendo minha xota à sua lingua, que com saber e perícia logo se apoderou do meu clitoris, lambendo ele, enquanto introduzia um dedo na racha. O Mauro em pé na minha frente se masturbava e eu mandei ele chegar perto. Pegando na vara dele, comecei a lambê-la, desde a cabecinha até as bolas, molhando todo seu pau. Em seguida engoli-o o mais possivel, chupando com força. Estava morrendo de tesão, sentindo a lingua e mão da patricia na minha racha e tanto chupei e masturbei que logo o Mauro começou a gemer bem alto e sem aguentar mais, gozou na minha boca. Senti seu leitinho quente e engoli ele até a última gota, sem parar de mamar. Aí fui em quem deitou de costas e mandei ele se encaixar entre minhas pernas e lamber minha rata. Ele não gostou muito, seu olhos gulosos ainda olhavam para a Patricia, queria comer ela, mas eu insisti, quem fazia as regras era eu.

Então ele fez o que mandei. Ajoelhando entre minhas pernas, baixou a cabeça até minha xota e sua lingua acariciou o clitoris, lambendo e chupando. Ao mesmo tempo introduziu o polegar na racha e o dedo médio no meu cuzinho, os dois em conjunto, iniciando um vai-vem com eles, sem parar com a lingua no clitoris. Eu delirava de prazer, estava a ser bom demais. Aí fiz sinal para a Patricia e ela já sabia o que fazer. Ela tinha um bom sortido de consolos, dildos e coisas assim. Então pegando num cinto com um consolo encaixado, aproximou-se do Mauro. Ele na posição em que estava, de joelhos, a bunda no alto, estava vulnerável e ela pegando no consolo na mão roçou ele no rego dele, de cima abaixo, detendo-se mais na entrada do cuzinho dele. Ele ao sentir o corpo estranho roçando na sua bunda, queria levantar, protestando, mas eu forcei a sua cabeça entre as minhas pernas, apenas dizendo: - Sou eu quem faz as regras, lembra? Ele não gostou muito, mas tinha concordado com as condições, então só tinha que aceitar o que ali viesse. Aí a Patricia apontou o pau na entrada do cu dele e lentamente foi empurrando. Ele gemeu, sua boca enterrada na minha buceta. O consolo dela era bem grande, acho que uns 18x4 cm, com cabeça vermelha, realistica. Quando a cabeça entrou, ela recuou e de novo enfiou, agora mais um pouco. Ela sabia como fazer, tinha experiência. O Mauro suava e gemia, sentindo seu cu se alargar ao máximo. A Patricia com calma e saber, conseguiu encaixar todo o pau no cu dele, até sentir sua barriga colar na bunda dele, as bolas do consolo batendo na entrada. Pronto, já estava. Deixando ele ali parado, para a bunda dele se acostumar, roçou sua barriga nela, fazendo ele ficar descontraido. Então começou um vai-vem, o caralho dela quase saindo fora para logo bater no fundo...por vezes tirando fora para logo meter duma enfiada até o fundo. Reparei que ele começou a gostar. Seus gemidos já eram de prazer. Sua boca chupava minha buceta com mais força, seu dedos fodiam ela e meu cu em conjunto, bem rápido. Eu via o rosto da Patricia enquanto ela comia o cu dele. Ela estava extasiada, gostava mesmo de fazer aquilo. A visão que ela tinha ao ver seu pau deslisar no cu dele era gostosa demais para ela e não tardou a gozar, com um gemido bem alto

enquanto enterrava o consolo todo até o fundo. Eu também não aguentei mais. Ao ver ela gozar e com as caricias que meu marido me fazia, gozei forte, sentindo meu leitinho ejacular da minha racha direto à boca dele. Caimos todos de costas, cansados, para retomar forças. O Mauro só tinha gozado uma vez e queria mais. Começou a acariciar a Patricia e preparava-se para a montar, mas eu mandei ela ficar na mesma posição em que eu tinha estado e ele fazer com ela o que tinha feito comigo. Mais uma vez ele não gostou, queria mesmo enfiar seu pau nela, mas eu relembrei as regras. A Patricia ainda estava com o cinto e o consolo acopulados e ele ajoelhou entre as pernas dela. Agora para além da xota dela, tambem tinha um pau para mamar. E ele começou. A lingua começou na racha e foi subindo até as bolas do consolo e percorrendo ele todo até a cabecinha, mamando nele. Entretanto eu tinha pegado noutro cinto-consolo da Patricia, ela tinha vários, e o enfiei na minha cintura. Também queria saber como era comer um cu de homem. Só depois de o colocar é que reparei que aquele era bem maior que o que a Patricia tinha usado, uns 22x6 cm. Mas já que estava colocado, era hora de o usar. Vi que o Mauro continuava chupando o consolo da Patricia e aí com as mãos abri sua bunda, vendo que seu cuzinho estava bastante aberto, embora não fosse o bastante para o meu consolo. Encostando a cabecinha nele, fui empurrando, forçando. Ele urrou, o pau era grosso demais, mas eu não estava nem aí. Lentamente fui metendo até sentir a resistência diminuir. Pronto, estava dentro e fui metendo, metendo, parecia que nunca mais acabava de entrar, até que as bolas dele bateram na entrada do cu. Aí parei, deixei ele acostumar. Com a mão comecei a punhetar o pau dele, que estava duro como nunca tinha sentido. Ele gemeu. Tinha uma mão enrolada no consolo da Patricia e a boca enterrada na xota dela. Aumentei o ritmo da punheta e ele começou a moverse, para trás e para a frente. Eu acompanhei o movimento, meu pau deslisando em seu cu, fodendo ele sem parar. Tirava fora e via que ele estava aberto demais e logo enfiava todinho até o fundo. Agora eu entendia o extase da Patricia, entendia o porquê da cara de gozo dela. Estar assim comendo um cu nos torna poderosas, no controle da situação e a sensação era boa demais. Aumentei o ritmo, cavalgando no cu dele

enquanto minha mão punhetava seu pau sem descanso. Começamos os três a gemer bem alto, as respirações fortes. Iamos gozar. Eu senti minha rata explodir, meu leitinho escorrendo entre minhas coxas e ouvi um gemido rouco da Patricia, de alivio. Na minha mão senti o caralho do Mauro latejar, expelir seu leite, duma forma intensa, parecia não acabar mais. Cansado ele se deixou cair em cima da Patricia, eu acompanhando ele, o pau ainda enterrado em seu cu. E ficamos ali, ensanduichados, cansados. Depois de algum tempo tomamos banho e preparamos para voltar para nossa casa. Aí perguntei para ele: - Então, foi bom este sexo a três, esta orgia? - Poxa, meu cu doi para cacete. Acho que está todo rebentado! - Pois é meu querido, tudo tem um preço. Você não queria saber como é estar com duas mulheres? Agora já sabe! E voltamos para casa, ele com certa dificuldade em caminhar. Durante muito tempo ele não voltou a tocar no assunto, mas depois...” E aqui fica a conclusão deste relato. Espero que tenham gostado, embora saiba que vai ter quem critique, mas não se pode agradar a toda a gente, né?

Psicóloga – Dupla Penetração Psicóloga – Dupla Penetração Olá, quem leu meu anterior conto sabe que me chamo Ana e sou psicóloga, sexóloga e conselheira matrimonial. No último conto contei como venci todas as barreiras e passei a ter uma vida sexual rica em pormenores e plena de satisfação. Aqui estou de novo para contar um outro episódio. Num fim de semana quente, eu e meu marido resolvemos fazer algo diferente e fizemos camping numa cachoeira. Lugar maravilhoso com águas limpidas e tépidas, arvores e um

gramado lindo e mais importante, deserto, sem vizinhos barulhentos ou poluidores. Com toda essa liberdade, quase não usavamos roupas e assim satisfizemos uma das nossas fantasias, nudismo ao ar livre. Na primeira tarde, depois de nos termos banhado nas águas correntes, ficamos deitados na grama, meio adormecidos sentindo as caricias do sol na pele molhada. Não tardou que iniciassemos caricias, beijos... Eu estava deitada de costas e aí meu marido se colocou sobre mim, mas em posição invertida, vulgo 69. Aí senti sua lingua tocar meu clitoris, primeiro ao de leve e depois mais rápido. Eu levantava a anca me oferecendo a ele, minha xota começando a fervilhar de tesão. Ele sem parar deslisava a lingua pelos lábios dela e indo mais abaixo até meu cuzinho, rodando a ponta da lingua na entrada dele, aos poucos penetrando. Eu entrei em êxtase, gemendo de prazer. Na posição que estavamos, ele invertido sobre mim, seu pénis estava sobre meu rosto, teso, latejante. Comecei a acaricialo, a mão punhetando enquanto a lingua se enrolava ao redor da cabecinha e percorrendo todo ele até suas bolas, para logo voltar à cabecinha, engolindo, chupando. De novo a lingua percorreu toda a extensão do membro, detendo-se um pouco nas bolas, para depois continuar o caminho pelo escroto até seu cu. Tal como ele fazia comigo, minha lingua rodava na entrada do dele, molhando, entrando o mais possivel. Ele ao sentir minha lingua penetrando seu cu, gemeu de prazer e aumentou o ritmo das caricias na minha racha, a lingua penetrando profundamente nela. Com seu ânus molhado, apontei e enterrei nele meu dedo médio, lentamente até atingir o fundo, a boca de novo no pau, mamando com gosto. Com ritmo, movia o dedo em seu cuzinho num vai-vem certinho com o meu chupar. Ele gemia de prazer ao sentir a dupla caricia. Mamada no pau e dedo no cu. Ele não quis ficar para trás, lambia e chupava meu clitoris e também enterrou seu dedo no meu cuzinho. Os dois loucos de tesão, cada um procurando dar mais prazer ao outro enquanto sentiamos também. Não aguentamos muito esse prazer. Senti que ia gozar e aumentei o ritmo das caricias nele. Meu dedo bem rápido enrabando seu cu que se apertava forte, o pau tocando na

garganta enquanto chupava sem parar. Senti que ele também aumentou o ritmo lá embaixo. De um dedo ele tinha passado para dois dedos enfiados no meu cu e também me enrabava sem parar, enquanto chupava meu clitoris duma forma gostosa. Gozei! Gozei uma, duas vezes seguidas.. Ao mesmo tempo senti o latejar mais forte do pau dele e logo de seguida minha boca foi inundada de esperma quente e saborosa, que engoli sem parar de chupar. Cansados deixamo-nos cair lado a lado, trocando beijos e caricias. Não tardou que seu pau se entesasse de novo. Ele queria mais, e eu também! Então me coloquei de quatro, a bunda bem empinada, oferecendo minha xota para ele, que duma só vez penetrou até o fundo, iniciando um delicioso vai-vem nela. Na minha cabeça surgiu uma fantasia que ainda não tinha realizado. Como já contei, nas nossas relações passou a ser frequente o uso de consolos, que habitualmente eu uso para comer o cuzinho dele. Muitas vezes ele também gozou no meu cu, mas sempre com seu pau. Aí quis saber que prazer dá sentir um consolo enfiado nele e pedi para ele fazer isso. Então ele pegando no toy grandão que eu usava nele, melou ele com lubrificante e apontou a cabecinha na entrada do meu rabo, começando a introduzir. Nossa, ele era bem grosso e doía pra caramba e pedi para ele ir bem devagar. Meu cu estava meio aberto pelo uso dos dedos dele, mas o toy era grosso demais, bem mais que o paude verdade dele. Ele não me queria causar dor e foi muito carinhoso. Metia um pouco e retirava fora, depois metendo de novo mais um pouco, até que meu cu se acostumou a ele e senti ele entrar até meio. Lentamente ele foi empurrando até que senti que estava todo dentro. Senti meu cu esticado ao máximo, mas a sensação era gostosa. Agora eu entendia porque ele gostava tanto que eu penetrasse seu cu com aquele consolo. Era bem gostoso! Com o toy todo enterrado na minha porta traseira, ele enfiou seu pau de verdade na minha xota, até os colhões baterem na entrada. Já estava! Eu estava a ser duplamente penetrada e era bem gostoso.

Meu marido segurando o toy com uma mão, a base colado na barriga dele, começou a foder minha xota em ritmo rápido, e claro, o consolo se movia junto. Sentia os dois paus me penetrarem em conjunto, os dois buracos bem preenchidos e gemia de tesão. A sensação era boa demais e eu incentiva ele:- Vai meu querido, me fode! Foda minha racha e enrabe meu cu sem parar. Eu me movia junto com ele, indo à frente e recuando, deixando que os paus se enterrasem bem fundo em mim. Senti um calor me percorrendo. Sentindo que ia gozar, aumentei o ritmo do meu vai-vem e não tardou que minha xana explodisse em gozo. Enchi o pau dele com o meu leitinho. Ele arfava, gemia de prazer. Cada vez mais rápido me penetrava. Os dois paus quase saiam fora para logo baterem no fundo. E aí gozou também. Colando a barriga nas minhas nadegas, gozou bem dentro de mim, o pau expelindo leitinho em espamos. Eu apertei-me o mais possivel. Minha xana apertando seu pau, não o querendo soltar. Meu cu todo fechado sobre o toy enterrado nele até o anel. Foi maravilhoso. Não sei porque ainda não tinhamos experimentado assim, mas sabiamos que agora tinhamos mais uma variante para o futuro. Depois de tanto gozo, tantos fluidos correndo pelos nossos corpos, a agua da cachoeira era convidativa demais e mergulhamos nela, deixando que refrescasse nossos buracos que ferviam. Somos ambos heterossexuais, não queremos relações homossexuais, nem grupais, mas sabemos fazer uso dos nossos recursos e usamos eles ao máximo sem tabus ou pudores. Como conselheira matrimonial, sempre dou como conselho aos meus clientes que dentro das paredes de uma relação verdadeira, não existem limites para as fantasias. O limite está no querer de cada um e sendo de comum acordo não há nada que seja menos próprio ou vergonhoso. Usem seus recursos e gozem.

Desejo de ser Corno 1 Desejo de ser corno.... Bom tudo aconteceu quando passei a ler as revistas private, brasil e outras com contos eroticos revistas que guardo ate hoje em meu armario afinal que não tem uma....rsrsrsrsrs.....e sempre lendo todos sempre lia os contos em que o marido gosta de ver outro homem com sua esposa, foi ai que senti uma vontade de ver outro homem fudendo minha noiva, para pedir uma prova de amor e se ela me amasse mesmo falei que por ser um homem liberal gostaria que ela escolhece um homem para fuder com ela bom ela não teve duvida foi fuder com seu vizinho onde ele a fodeu de todas as formas mas dele ela não gostou por ter um pau pequeno...quando ela me falou que o meu desejo de ser corno foi realizado fiquei feito um louco de pau duro acabei tocando punheta...e ela me falou que no final de semana seguinte ia fuder com um ex..namorado de infancia dela que ela nunca tinha transado pois eu fui primeiro a ter aquele cabaço..bom mais voltando ao que interessa ela foi sair com seu ex....de infancia foi a uma cachoeira e la eles estavam sozinho ela não perdeu tempo foi logo se abaixando e colocando aquele pau do tamanho do meu de aproximadamente 21 cm na boca, chupava feito uma louca e ate engoliu a porra depois foi a vez dele chupar sua bucetinha toda depilada que fica uma delicia ele a fez gozar ali mesmo...ela não perdeu tempo colocou ele deitado em cima de uma pedra e sentou com sua buceta e foi subindo e descendo socando com muita força parecendo um bate estaca e gozando varias vezes, depois ficou de quatro e foi fuder no seu cuzinho o seu ex...meteu tudo deixando ela louquinha de tezão com aquele pau de 21 cm no seu cu, e ela adorando por eu ser um homem liberal e corno..nunca fui de esconder isso pra ela pois todos os homens tem esse desejo de ser corno...e que disser que não esta mentindo, passou esses 2 finais de semana que fiquei sem ver minha noiva falei que ela

teria que vir ate minha casa na semana seguinte a recebi com um beijo na boca de homem apaixonado e amando a mulher que tem, conversamos bastante onde ela me contou todos os detalhes e não deu outra fomos para a cama e fudemos bastante onde eu chupei ela todinha na buceta onde aqueles machos a fuderam com vontade e a minha vontade foi maior do que a deles pois enquando mais eu fazia amor com minha noiva mais ela me contava como foi com os dois caras que ela fudeu e os dois tinham o mesmo nome Flavio o vizinho e o ex. namorado...ate hoje quando eu vou a casa dela eu passo por eles e eles sabem que foi eu que pedi para ela fuder com eles....mas ninguem toca no assunto pois mesmo que tocassem ela não iria fuder com eles novamente....assim eu vou seguindo minha vida de corno e sempre com desejos de ver ela fudendo com outros.....continua. Kasalmarfab

Desejo de Ser Corno 2 Continuando com Desejo de Ser Corno 2.... Depois de ter liberado minha noiva para fuder com outros e no final de semana seguinte eu mesmo fuder ele bem forte, decidimos frequentar a praia de nudismo do rio...Praia do Abrico....passamos a frequentar todos os finais de semana mas o tempo sempre estava nublado...tambem era o mes de janeiro e como sempre nesse mes o tempo nunca esta bom, mesmo assim sempre indo a praia e sempre curtindo com minha noiva na praia o segurança é um cara maneiro tem muita gente legal, mas tem sempre um curioso e pela saco que fica fazendo sinais e querendo fuder a mulher dos outros rsrsrsrsrs...bom depois de muitas indas e vindas nesta praia não deu em nada ninguem interessante so algumas mulheres curiosas que queriam ver como era a praia...foi ai que conversando com minha noiva lembrei de um amigo de infancia quando jogavamos futebol comentei com ela se ela toparia sair com ele os tres, ela topou na hora liguei para

esse meu amigo que atualmente mora ali perto do paris cafe e conversei com ele se ele toparia transar com minha noiva na minha frente e ele disse que sim....marcamos o horaio e seguimos para lá, apos encontrar este amigo nosso come4amos a conversar e logo seguimos para a casa dele...apos chegar conversa vai e conversa vem....dei um a cutucana na minha noiva e falei para ela tomar a iniciativa não deu outra ela foi logo tirando a roupa dela ficando nuazinha e esse meu amigo tambem, ela partiu para cima dele e foi logo pagando um sexo oral chupava tanto que por pouco o meu amigo não gozou....na cara dela pois deveria a putinha engole toda a porra, apos chupar bastante o pau desse meu amigo chegou a vez dele ele colocou ela deitada na cama de pernas abertas e começou a chupa sua bucetinha depilada, ela gemeu tanto enquanto ela gemia ele chupava mais ainda, a danada ficou em loucuras com a chupada no grelo e varias metidas de dedo na buceta para ajudar....apos essa chupação toda chegou a vez dela sentar naquele cacete com vontade, meu amigo deitou-se na cama de pau para cima e minha putinha colocou a camisinha nele sentou-se bem devagar na quele pau e começou a subir e descer bem devagar depois foi almentando o ritimo das estocadas parecia ate que estava batendo estaca....enquanto isso eu so fotografando e olhando e tambem aproveitava para dar uns beijos nela e botar meu pau para ela chupar ficou naquela posição ate ele gozar de tanto ela meter, apos ele trocar de camisinha ela pediu para ele passar ky pois estava ficando ressecada, ela aproveitou para colocar ele sentado no sofá e sentouse no pau dele virada de frente para mim e começou a fuder novamente nunca vi esse meu amigo fuder ela tando foi deitada, em cima dele ele ajoelhado fudendo ela mas teve o melhor momento foi quando ela sentou no pau dele virada de frente para ele e eu fui meter no cuzinho dela não acertei de primeira pois meu pau foi direto para a buceta dela que ja tinha o pau do meu amigo ela deu um grito de dor e prazer que eu não fiz questão de tirar meti mais ainda foi uma dupla penetração vaginal, a bucetinha dela levou bastante pau

como não sou de pau pequeno são 21cm ela delirou de dor e prazer, e gozou feito uma doida não perdi tempo enquanto meu amigo continuava na buceta eu fui enfiar no seu cuzinho para fazer uma dp nela cuzinho e buceta olha que a putinha adorou e pediu para meter com muita força do jeito que ela gosta, deichamos ela toda arregaçada de tanto meter, quando eu gozei no seu cuzinho retirei meu pau e fui no banheiro me lavar quando eu volto vejo minha putinha de quatro e meu amigo atras dela so fudendo seu cuzinho com força do jeito que ela gosta e eu aproveitei e tirei as minhas preciosas fotos para sempre mostrar a ela o quando eu gosto de ver ela fuden do com outro, depois dela ter fudido com esse meu amigo ela tomou um banho colocamos a roupa e fomos para a sua casa, apos chegar tomamos outro banho e fomos nos deitar e olha o que deu começamos conversar e a ver as fotos na maquina digital sentimos o maior tesão e começamos a transar novamente ela me chamando de corno e eu fudendo ela com a maior força e ela so gemendo...quando terminamos ja estava em bem cansados eram aproximadamente umas 4 horas da manhã quando fomos dormir ....no dia seguinte nos arrumamos e fomos curtir o sabado...ate hoje ela quer fuder novamente com esse meu amigo...so que ele quase não tem tempo.....enquanto isso continuo a arrumar outros homens solteiros e casais para participar com agente.....só quem é corno para amar o que a sua esposa faz para te dar prazer...... Continua desejo de ser Corno 3....

Descobrindo o que não queria 1 Tenho 35 anos sou simpatico e namoro desde os 16 e de lá pra ca eu sempre tenho namorada, nunca fico sozinho por ser bom papo, descolado, ser altão e de corpo definido e de ter meu trampo pra sustentar as baladas que as namoradas

curtem. Na moral eu sou um cara comum sem problemas. Semana passada eu estava num restaurante bem proximo do shopping Vitória, aqui em Vitória capital do ES, e lá e um casal muito interessante mandou um chope pra minha mesa. Estranhei mas o garçom que levou o chope mostrou o casal e eram bem simpaticões e a mulher era uma gataça fuderosa. Notei que ela ja tinha passado dos 30 mas era uma lourona bonita pra caraleo e o cara era mais jovem e meio franzino e largadão, tipo baixinho e meio inofensivo. Eu agredeci o chope de longe e depois que acertei a conta fui na mesa deles fazer uma graça porque podia ser algum conhecido ou cliente que eu não estava reconhecendo e eles me convidaram pra sentar e levar um lero. Sentei e fiquei de cara quando amulher falou na lata que eles eram namorados e que ela tinha me achado um tesão e queria saber se eu topava comer ela junto com o namorado. Porra na hora eu achei que era sarro porque essas paradas a gente lê em conto metido a erótico e nunca acontece mas estava lá acontecendo comigo e eu vacilando e achando que era suadouro ou armação dos dois. Levei um papo pra sondar o terreno e eles eram bem educados e o cara era tão fracote que na mão ele ia se dar mal comigo então eu dei a doida e resolvi topar mas avisei que ainda ia demorar duas horas pra eu sair. Eles toparam esperar e eu achei que era garganta e eles iam pular fora rindo da minha cara. Na hora marcada encontrei com eles já estava no corredor, parados me esperando cheios de bolsas. Eu pensei fudeu, a parada é a sério. Ou é foda mesmo ou vou ser assaltado e pensei em pular fora. Como não tinha mais compromisso naquele dia eu pensei mais um pouco e resolvi deixar rolar. nós fomos pra garagem conversando e eu tentando fazer cara de paisagem mas sem tirar os olhos do corpo da louraça que era super gostosa,com um burrão e um sorrisão de dentes perfeitos. O papo era casual e interessante e eu fui relaxando. Na garagem o cara pegou um Mazda que eu nunca tinha visto mas eu fingi que nem notei e nem elogiei o carrão dele nem fiz comentário. Ela botou as bolsas no banco de trás e sentou na frente com o cara. O carro tocou pra zona nobre da cidade e o papo foi

ficando cada vez mais sacana e mais explicito. Ela virou pra trás, abriu uma das bolsas e mostrou uma langerie que tinha comprado espécial praquela noite e eu babei. Vermelha, super tesuda e provocante. Chegamos no motel e não tinha vaga e a mulher ficou uma arara. O cara nem esquentou e tocou pra outro motel. Esse era bem caro e tinha vaga e eles pegaram um puta suite. A mulher estava cada vez mais safada nos papos e pronta pro abate. O cara só dava risada e dizia pra eu não esquentar que ela era ninfa mesmo e estava tudo certo. Entramos na suite e como na área externa tinha uma piscininha com mini cascata escorrendo ela já falou pra gente tomar um banho ali mesmo já se conhecendo melhor. Eu fiquei meio surpreso mas já tinha entregado a deus e liguei o foda-se. A louraça, vou chamar de janaína pra facilitar, pegou sobonete e toalha pra todos no banheiro e trouxe pra piscina. Cara a Janaína tirou a roupa primeiro até meio na afobação e sem muito estilo mas a filha da puta era muito da gostosa. Toda branquinha, peitão com mamilo rosadino, uma bunda linda, coxas e pernas maravilhosas e a buça era só uma fendinha sem nenhum pentelo e nem aquelas carninhas aparecendo. Era toda durinha e só o sorriso já me levantava o pau. O baixinho piscou o olho e perguntaou se ela estava aprovada e eu nem respondio direito e fui tirando a roupa. Botei bem longe deles tudo dobrado pra proteger a minha carteira e meus documentos. Eu ainda estava desconfiado e resolvi não dar mole. Tirei a roupa e a muilher já na piscina se ensaboando na maior farofada parou pra aplaudir. Dai o baixinho tirou a roupa tambem e eu ja cismei logo com o pau do cara que era maior que o meu e estava molão ainda. Já fiquei meio deprê e tal mas tudo bem. Entramos na piscina e o baixinho me passou a gata e ficamos no maior amasso com ela me ensaboando, lambendo o meu pescoço e passando a mão nos meus ovos e no meu pau. Empinei facinho pra ela. O cara ficou se ensaboando, mergulhou e depois sentou na borda da piscina, de perna aberta se punhetando e olhando a gente. É o seguinte, o meu pau tem 16 cm e o do cara ela daquele que apontava pra cima e passava do umbigo dele. Tinha mais

de 20 cm na boa e a grossura era bem mais do que o meu pau. Numa hora lá que a Janaína estava lambendo o meu ombro e me chamando de gostoso eu olhei pro baixinho e o cara estava sentado de perna aberta, todo curvado com uma mão puxando o pau pra cima, a outra abrindo o buraquinho do mijo com os dedos e lambendo ali com a propria lingua. O cara tinha pau comprido e espinha flexível suficiente pra se chupar e eu me senti meio no prejú novamente. Mas foda-se eu saquei que os dois eram realmente putos e a noite ia ser daquelas de ficar na memoria pra sempre. O cara me olhou, riu e perguntou se eu não estava interessado em chupar a buça da Janaína. Ela sentou na borda da piscina, abriu as pernas e eu chupei aquela micro buceta toda babadinha com um creme cheiroso que me deixou malucão com a pica quase estourando. Aquela buça era fantástica. A porra da mulher nasceu pra dar aquela buça e gemia gostoso com as minhas chupadas. Eu olhei pra cima e o baixinho já tinha se chegado com a toalha e estava enxugando a louraça. Ele começou a mamar nos peitos dela e mandou eu lamber o grelo forte que ela gostava. A gostosa gozou bonito de perder o folego. Eu aproveitei pra sair da piscina e me enxugar porque o frio estava pintando mas o pau não arriou nem assim. A safada caiu de boca em mim e me pagou uma gulosa que eu quase vi estrelas. Ela chupava bem babado com perfeição, molhando os ovos e lambendo nas áreas sensíveis do saco e da virilha. Eu avisei que ia pagar mico de gozar e ela parou. O cara ficou me zoando e a mulher foi no quarto e voltou com uma camisinha. Eu so pensava que tinha que comer aquela puta primeiro porque quando o baixinho enfiasse aquele caralhão nela ia afrouxar a buça completamente e perder a graça. Ela me deu a camisinha, eu encapei a pica mas ela foi correndo pro quarto e nós fomos atras. Ela pegou a sacola e vestiu a langerie sexy que tinha comprado e ver aquela mulher toda gostosa vestindo a calcinha cavada e as meias de seda me deu um tesão monstro. O pau babava sozinho dentro da camisinha. Ela deitou na cama e o baixinho mandou a letra tipo pode fuder ela do jeito que vc quiser. Eu pulei nela, que se arreganhou e eu puxei a calcinha pro lado e meti o pau na

pressão. Mesmo toda babada aquela micro buceta era um aperto só e o pau entrava e saia bem cremoso numa lubrificação grossa e perfumada. Olhei pro cara pra saber se ele estava na dele ou aprontando alguma. O baixinho estava sentado na poltrona de novo arreganhado, olhando pra gente todo curvado e se chupando. A gata estava meio aérea de tesão mas manjou que eu estava de olho no cara e falou pra eu não me preocupar que o namorado dela era bem puto e adorava ver ela entrando na vara. Perguntou se eu tinha inveja da habilidade dele de tocar bronha se chupando e eu confessei que era interessante e que se todo homem pudesse fazer aquilo com certeza ia fazer. O baixinho estava taradão, de olho ambaçado olhando pra gente e se chupando pra valer numa posição meio ginecológica. Ele curvou a espinha no encosto da poltrona, puxou as pernas em direção aos ombros, botou os braços por cima das coxas se agarrando nas pontas das braçadeiras da poltrona e forçando o corpo a se curvar mais e se mexer pro pau entrar e sair da boca. Achei aquilo uma puta devassidão e depravação dele fazer isso na frente de um estranho metendo o ferro na mulher dele e mesmo aquela micro buça sendo uma delicia eu gozei mais rápido so de tesão de comer a mulher com o baixinho fazendo aquela sem vergonhice pra gente ver. Dei-lhe uma gozada mara, bem demorada e enchi a camisinha de porra. Tentei segurar pra ela gozar junto mais não deu porque ver aquele cara se chupando era um levanta tesão fuderoso, ainda mais que o cú dele estava virado pra gente e dava pra ver ele dar umas piscadas fortes no cú de trincar caroço de ameixa. Confesso que aquela depravação toda do exibido me deixou loucão e apressou a minha esporrada. Virei pro lado pra voltar a respirar com meu pau meia bomba. Tirei a camisinha e fui no banheiro jogar no vaso, qdo voltei pra sala a mulher estava agachada com a cara na bunda do baixinho lambendo o cuzão dele enquanto ele se chupava. O safado revirava os olhos e a mulher enfiava os dedos no cú e abria pra chupar por dentro do buraco que ficava. Eu nunca tive problemas com isso e ja tive duas namoradas que curtiam lamber o meu cú e eu sinto tesão mas nunca tinha visto assim aquela cena íntima exposta pra eu ver sem ser em video de putaria. O baixinho não estava nem aí pra

mim e a minha pica subiu de novo. continua...

sobrinha saborosa Olá, me chamo PAULO, tenho hoje 25 anos, a história que vou contar ocorreu ha 5 anos , más só tive coragem de contar agora, eu moro com minha mãe e tenho uma irmã casada e ela tem uma filha com 15 aninhos hoje, e foi com essa minha sobrinha que tive minha melhor transa até hoje, o nome dela é GABRIELA, eu a chamo de GABI, na época ela tinha 10 aninhos, tudo ocorreu da seguinte maneira, em uma quarta feira eu convidei minha mãe para visitar minha irmã a noite e ela aceitou, então liguei pra minha irmã e disse que a noite nós iriamos visita-las, ela disse que podiamos ir e que ia esperar, então logo após a janta eu e minha mãe fomos , ao chegar na casa da miha irmã ela nos recebeu entramos na sala e conversamos um pouco , eu ainda não tinha visto a GABI pois ela tinha ficado no quarto, eu então perguntei dela pra minha irmã e ela disse : ela esta no quarto e foi chamala, então ela veio pra sala e pediu a bençao de minha mãe e a minha também, e logo começamos a bater papo , minha mãe com minha irmã e eu com GABIZINHA, eu perguntei a ela oque ela estava fazendo, antes da gente chegar e ela disse que estava jogando video game e me convidou pra jogar com ela , eu aceitei e disse pra minha irmã que ia jogar com ela , então fomos pro seu quarto sentamos no carpete e começamos a jogar um contra o outro , a GABI estava com uma sainha pequena , más eu não tinha nem notado nesse detalhe pois era minha sobrinha, até que certa vez ela foi se levantar para trocar o cd do jogo e na inocencia ficou de quatro então eu vi sua calcinha toda atolada em seu reguinho, eu tentei desviar o pensamento , mas ela ja tinha um corpinho desenvolvido , só não tinha seios formados , jogamos bastante e por varias vezes ela se debruçava em mim sem saber que já estava me dado tesão, certa vez ela sentou no meu colo e disse que eu era o tio mais bonito que ela tinha, eu sem saber oque falar só disse que ela também era uma gatinha, a partir dai ela começou a ficar meio

açanhadinha e me abraçava , nisso eu dei umas passadas de mão nas sua perninhas, sempre disfarçando, e ela notou certa hora que eu estava de pau duro, más continuava com gracinha, más o tempo passou e minha mãe me chamou pra ir embora , então eu me despedi dela e ela disse que gostou muito de jogar comigo, despedi de minha irmã e fomos embora, antes de dormir fui tomar banho e meus pensamentos estava la na GABIZINHA, mas me segureie e não bati punheta, meu corpo desejava, más segurei. No outro dia cedo fui trabalhar e por volta das 9 horas a GABI me ligou e disse: tio o sehor ta fazendo oque agora?Eu respondi: o tio ta trabalhando, porque ? Ela disse , é que eu queria jogar video game, más é chato jogar sozinha.eu então perguntei, porque você não joga com sua mãe? Ela me respondeu, minha mãe saiu, e só vai voltar a tarde. Como eu trabalho por conta, eu respondi ,ta bom o tio so vai terminar de atender um cliente e depois eu vou ai, ela respondeu ta bom vem logo, nisso meu pau estava duro igual uma pedra, então teraminei de atender o cliente e fui, cheguei la nove e meia, toquei o interfone e ela abriu o portão e eu entrei , quando eu a vi na cozinha ela estava com uma camisolinha transparente que dava pra ver sua calcinha amarela e os biquinhos de seus peitinhos começando a despontar.Ela se fez de inocente mas percebeu que eu a encarei diferente, e disse vamos lá GABI hoje tem ser valendo alguma coisa, ela disse ta bom tio, e fomos pro quarto e começamos a jogar e eu falei se eu ganhar eu posso te pedir alguma coisa e se eu perder você me pede , ela disse tudo bem, ela tava me matando de tesão toda açanhadinha, eu percebi que ela tava com muito fogo e ganhei o jogo e disse ,agora posso te pedir oque quiser, tomei coragem e disse, GABI oque eu quero é um beijinho seu , ela disse ta bom e me deu um beijo no rosto, mas eu falei , GABI tem que ser na boca, ela se assustou e disse, mas você é meu tio, e eu respondi, eu sei mas ninguem ta vendo, vem cá senta no meu colo que eu te ensino beijar, ela ficou meio sem jeito mas veio e sentou no meu colo, eu tirei seus cabelos do rosto ela fechou os olhos e eu dei um beijoem sua boquinha pequenina, ela se soltou e retribuiu, eu alisei sua perninhas e levei minha mão até sua bucetinha, ela então se levantou rapido e disse para tio isso não podi, eu respondi desculpa filha é que você esta me matando de tesão, vem cá me beija

mais , ela voltou eu fiz um carinho em seu rostinho e a beijei de novo e comecei a esfregar sua bucetinha sem ela negar, então pedi pra ela tirar a camisola e ela sem serimonia tirou e ficou só de calcinha eu comecei esfregar minha mão novamente na sua xotinha dando tesão nela e vi que ela fechava os olhinhos de tesão então me sentei no chão e pedi pra ela ficar em pé na minha frente, ela se aproximou eu eu puxei sua calcinha de lado e comecei a sugar sua bucetinha, levando ela ao delirio, nossa que xaninha saborosa, sem nenhum pelinho , suguei com muita vontade por um bom tempo até que ela derepente pro meu espanto explodiu num gozo em minha boca, ela gemia baixinho e dizia ai tio isso é muito gostoso, xupa mais , e eu a suguei sem parar levando ela ao segundo gozo, então com o pau latejando de tesão me levantei e pedi pra ela ficar de quatro, acabei de tirar sua calcinhae a vi por trás , era a coisa mais linda, uma bundinha branquinha e redondinha apesar de pequena e dava pra ver seu rachinho virgem, logo comecei a esfregar meu pau ali , esfreguei do cusinho até o grilinho más fiquei só esfregando, pois não queria quebrar seu cabacinho naquele dia, mas o tesão era tanto que não foi nem dez minutos e eu enchi sua bundinha de porra , gozei pra caramba e fiquei alisando meu pau melado de porra na sua xotinha até ele amolecer depois de um bom tempo, então limpei meu pau e sua bucetinha e nos vestimos, eu então perguntei, gostou GABIZINHA?Ela respondeu foi gostoso tio , e eu falei você é muito gostosinha, sua xotinha é muito saborosa, quando você quiser é só me telefonar, más ninguem pode saber disso ta bom , agora o tio vai embora, era por volta do meio dia e na sala eu ainda dei um delicioso beijo de despedida nela. Este conto foi como eu xupei a bucetinha da GABI, um mes depois eu quebrei seu cabacinho, e contarei no próximo conto até mais, um abraço a todos!!!!!!!!!!!!!

Da sala de aula à foda Bom, meu nome é Daniel, tenho 19 anos. Tudo começou quando eu entrei pra um colégio novo no primeiro ano. Tinha uma garota muito gostosa por lá, aliás, várias. Quando chegou lá para o meio do ano a conversa foi se aflorando com todos. Conheci dentre elas, uma garota

chamada Taíssa que era muito safada; ficava provocando todos os homens, como o fato de estar conversando com ela e sem mais nem menos ir passando o joelho, por exemplo, no pau dos caras. Sempre quando eu conversava com ela, ao invés de olhar fixamente pro meu rosto, olhava muito pra minha calça volumosa, como se quisesse ver meu pau. Esse duplo olhar, com dois horizontes: olhos e pau, me deixou maluco. A partir do primeiro dia que isso aconteceu, batia muita punheta para ela. Até que não aguentei ficar só na punheta e quis fudê-la, mas para isso precisava arranjar uma maneira. Em um fim de semana, a turma combinou de ir em um rodízio de pizza para comemorar o aiversário de um amigo da classe; a turma toda foi. Ao chegar lá, sentei em uma cadeira qualquer, e ela sentou em minha frente. Umas duas horas depois da chegada, enquanto estávamos comendo as pizzas, sinto pelo tato um toque no meu saco (Ela estava passando o pé no meu saco, me enloquecendo e me deixando com pau duro, duríssimo). Fora os olhares de rabo de olho ao se espreguiçar, ficando em posições sensuais, mostrando a axila de uma maneira muito sexy e provocante. Estava pronta para eu traçá-la. No auge desse momento, todos já estavam se levantando para ir embora, e eu com pau duro sem poder levantar. Ela, a Taíssa, asbendo disso, me provocou mais ainda falando: porque você não levanta? vamos embora! Diante disso, deixei propositalmente uma moeda cairm, para eles já irem indo e eu ganhar tempo. Depois de pegá-la ajeitei a camisa mais pra frente, fazendo pose e consegui chegar ao banheiro. Lá meu pau voltou ao normal e pude sair. O resto deu tudo certo, e acabou o dia. Nesse dia, à noite, quando eu cheguei em casa, não parava de pensar nisso, e cheguei a conclusão de comer ela porra! já estava puto de tantos provocamentos. No dia seguinte apoés a aula, entrei no msn, mais precisamente à tarde, e falei que queria comer ela e que a achava muito gostosa. Surpreendentemente ela falou que queria botar sua buceta em minha cara, chupar meu pau todo. Então eu me animei. No dia posterior, já chegando nela, na classe, com vontades fervorosas de comer, ela desconversa, como se não quisesse fuder (Nessa hora meu pensamento gritou: PQP! Ela quer me deixar louco). A partir desse dia eu comecei a bolar um plano. Até que enfin, chegou o momento perfeito, o dia que estava

estava esperando chegar, como previsto o plano. Em um dia de feriado, em uma aula adicional no sábado, pouquíssima gente foi, e só tinha praticamente o primeiro ano na escola. Vieram uns 7 alunos apenas para assistir a aula, incluindo ela. Nesse momento eu esperei atenciosamente ela pedir ao professor para ir ao banheiro. Não deu nem um minuto e eu pedi também para sair. Como estava vazio, sabia que não tinha ninguém no banheiro faminino, e por isso entrei logo. Das três cabines, apenas uma estava ocupada, a do meio, onde ela estava. Esperei ela dar descarga e quando abriu a porta vendo seus cabeilos louros, botei meu pau pra fora e fui indo em sua direção. Imediatamente ela caiu de boca, chupando como profissional, deixando meu caralho completamente babado, depois enfiei em sua buceta, com uma tirinha de pêlos, chupei seus peitos grandes, volumosos e beijei na boca dela. Po fim, gozei muito, na cara dela. Porém o gozo escorreu no cabelo, na roupa e ela ficou toda lambuzada, de maneira inviável a voltar a aula. Quando íamos sair da cabine, a porta de abre do banheiro e entra a faxineira. Como se passou mais de 10 minutos e a cabeine ainda estava ocupada, a faxineira perguntou: tem alguém aí? Taíssa dissesse que sim. E ela: Houve algum problema? Taíssa: Não, só estou meio enjoada! Depois de uns 3 minutos a faxineira saiu e assim saímos do banheiro, mas como ela estava cheia de gozo, que secava ainda mais estava horrível. Com isso dei o meu casaco à ela e saímos da escola, entramos no meu carro que tinha e ela pediu que eu a levasse para sua casa. Eu então peguei um caminho diferente, sem ela perceber, até estarmos muito longe do lugar. E ela perguntou: ué? onde nós estamos. Eu: Ou dá ou desce! Ela: Que? Eu: Isso mesmo! Comi ela mais uma vez loucamente, ela é muito gostosa, peguei nos peitos, na buceta, comi muito bem comido, ela chupou meu pau mais ainda, gozei de novo de beijei ela e falei: Sua puta gostosa! Depois disso a levei para sua casa e ela, com medo nuca mais quis sair comigo (hehehe), mas valeu a pena essas 2 transas nesse dia. Nunca havia sentido tanto prazer e gozado tanto. Sendo comido por dois amigos... Ola!

Como ja falei no meu conto anterior não sou assumido... A história que tenho pra conta aconteceu comigo esse fato é veridico. Na minha cidade, eu conhecir de vista dois rapazes muito bonitos o primeiro é junior, moreno bonito um olhar sedutor media 1e80cm. o outro é xandy media um 1 e 70 cm. ambos 21 e 22 anos, só que eles tinham fama de pegador de gatas. eles andavam sempre juntos. Um dia quando estava indo para a igreja um carro parou quando olhei era junior perguntando se não queria uma carona: Você não aceita uma carona Eduardo? sim aceito respondi mais acho que ele já tinha sacado pois onde via eles não parava de olhar para seu volume e seu corpo tesudo. Quando o carro começou a anda ví xandy que estava abaixado e sorrindo disse: Hoje vamos fazer uma baita de uma festa e mata a curiosidade de um veadinho que morre de vontade de ganha nossas varas no cuzim. Não é Junior? Verdade hoje nós vamos fazer tudo que temos direito veadinho gostoso, agora que sua bunda vai ficar grande porque nossos paus vai te arrebentar. Eu fiquei muito assustado e com medo e tesão, pedi para descer mais foi inutil. eles riam e se divertiam. Quando percebi para onde eles tavam mim levando, para fazenda do pai do Junior que fica meio afastada da cidade não muito. Derepente Xandy começa a tira a roupa primeiro a camisa e depois a calça, ficando só de cueca. Junior faz o mesmo para um pouco o carro e tira a camisa e a cueca. quando olho aqueles dois machos grandes com as pirocas durissimas e dizendo. é meu chapa hoje tu vai leva no cúzim. kkkkkkkk, eles riam e eu intacto mais achando bom aquela visão dois gatos de cueca na minha frente, Quando vai entrando na fazenda ainda na pista onde passa vários carros eles pararam o carro e disseram. XANDY- vem meu gayzim chupa no meio da pista, anda chupa gostoso essa vara. Junior - isso veainho, putinha chupa minha rola e a do xandy

vem latindo cadelinha. putinha vem de quatro pé cadela do cuzão. Eu disse e se passa alguém e mim reconhecer, por favor não faça isso. Mau quando terminei junior estava peladão e colocou a pica na minha boca média 20 cm, grossa e xandy veio junto e comecei um chupa gostoso, enquanto eles diziam: cadelinha da lingua boa chupa veadinho, boiola, delicia de putinha chupando dois paus e tiraram minha roupa eu fiquei peladinho. XANDY- bundona de rapariga gostosa vou meter nela todinha. vou deixar só o talo e dava cada tapa nela. enquanto isso Junior: Vamos deixar pra fazer o resto na fazenda vamos comer esse veadinho só lá ta pertinho. eles mim colocaram dentro do carro e mim levaram, enquanto ele dirigia eu chupava xandy e revezava minha boquinha na quelas duas rolas grossas uma de 20 e a outra 19 cm. quando chegou lá junior amarrou minhas pernas num colchão e meus braços. e sentou em cima de mim peladão e colocou a piroca pra mim chupa enquanto xandy limpava meu cuzim que é bem gostoso e dizia. xandy - que gostoso vou lamber ele todinho e começou a enfiar a lingua e eu gemia. ahhhhhhhhhhhhhhhh.... q lingua gostosa meus machos deliciosos. ele tá gostando veadinho, cadelinha agora vou meter. xandy- tommmmmmmmmmmmmmma no cuzim, junior é apertadinho. não entra é pequenino, ta na hora de duas rolonas grossas entra em ação e colocaram pra mim chupa as duas eles gemiam de uma só vez. Ah veadinho que chupa gostoso que bocona deliciosa que maravilha. eles levantaram minhas pernas e Junior que tinha a maior ficou por baixo. tommmmmmmmmmma veadinho sente. eu gritava. ta doendo para por favor, eu num guento. Xandy falou ajoelhou tem que rezar. guenta cadelinha q agora é eu toma rapariginha veadinha, toma pau no cuzim, junior

completou um não dois pois vc é putinha de junim e xandim. ahhhhhhhhhh, tá doendo... socorro ai o tesão começou aqueles dois homens mim comendo gostoso dois machos maravilhosos e começaram bombar e mim comeram de várias posições. tommmmmmmma safadinha quenguinha, nossa quenguinha, gostosinha tommmmmmmmmmma duas rolonas gostosas. ahhhhhhhh, que pauzão delicioso junior que pau gostoso xandy mim fode. quando terminaram nós estavamos suados meu cuzim tava grande e quando dou fé eu amarrado xandy se a coca e começa a fazer coco na minha frente junior faz a mesma coisa eu vejo aqueles cuzão se abrindo e as merdas saindo. junior mija e xandy também ai eles falam agora vamos gazar e gozaram gostoso no meu corpo. vem limpa nossa bundinha melada limpa eduzim nossa putinha, que nós vamos te banha e deixar vc na igreja, depois queremos mais putinha gostosa. carlinha, safadinha Olá, meu nome é pedro tenho 25 anos e a história que vou contar foi há 3 anos, nas férias de final de ano eu fui passar uns dias na casa de meu irmão, ele é casado e tem 2 filhos, uma menina de 13 anos e um menino de 10 , o menina se chama Carla e o menino Diogo, na época a Carla tinha 10 aninhos, eu cheguei na casa de meu irmão numa segunda feira, e ele e minha cunhada me receberam com alegria, e depois de conversarmos bastante ele foi me mostrar o quarto que eu iria ficar , ele mora em um sobrado ,seu quato fica em baixo e o que eu ia ficar na parte de cima, ao lado do quarto da minha sobrinha Carla e do Diogo, os dois dormião no mesmo quarto pois ainda eram crianças, mas em uma noite após meu irmão e minha cunhada irem dormir, eu do meu quarto percebi que a luz do quarto deles estava acesa, me aproximei em silêncio e ouvi a Carla dizer: Diogo tira a cueca pra tata ver seu pipi, ele não queria tirar, mas ela disse: vai tira só um pouco , então ele tirou a cuequinha e mostrou o pintinho pra ela, ela se aproximou dele e falou, deixa eu pegar nele e começou a esfregá-lo até que ele cresceu, era

bem pequeno e ela começou a a chupalo , isso foi por uns dois minutos depois ela tirou sua calcinha e pediu pra seu irmão chupar sua xaninha mas ele não quiz, e ela falou ta bom mas não fala nada pra mamãe, depois se vestiu e foi dormir, nisso meu pau ficou igual uma pedra, apesar de ser minha sobrinha de 10 aninhos, nos próximos dias eu procurava um jeito de me aproximar mais dela e em algumas brincadeiras dei umas forgadinhas pra ver o jeito dela e pra meu espanto percebi que ela estava gostando , então em uma sexta a noite eu estava ouvindo musica no quarto e ela entrou e disse: tio brinca comigo, eu respondi claro filha , meu irmão estava na sala em baixo assistindo jornal com minha cunhada e meu sobrinho, e eu pensei agora beleza vou dar umas forgadinhas legal, a Carla estava com um vestidinho azul, e sentou na cama, eu falei : você quer brincar doque, ela me respondeu de qualquer coisa tio , então eu peguei uma moeda de 1 real e disse , vamos brincar de achar a moeda, eu vou tampar seus olhos com um pano e esconder a moeda no meu corpo, depois é sua vez, ela topou e fechou os olhinhos, então eu me deitei com a barriga pra cima e escondi a moeda na minha cueca e disse pode procurar Carlinha, ela começou pelas pernas e eu dizia ai não é , é mais pra cima, ela foi subindo até chegar no meu pau, que estava duro, e eu falei é por ai, ela percebeu que era meu pau mas continuou, e falou ta muito difícil de achar tio, eu segurava sua mãozinha no meu pau e falava é por aqui , depois falei ta bom vou te mostrar, tirei o pano de seu rosto e na sua frente enfiei a mão no meu shorte e tirei a moeda, e ela me falou também né tio o senhor foi esconder logo ai, eu sorri e disse, agora é você que esconde, coloquei o pano no meu olho e disse pode esconder, ela escondeu e deitou na cama e disse pode procurar tio, eu comecei por seus peitinhos que tinha só umas pontinhas, depois fui descendo, passando pela barriguinha, até chegar na bucetinha, então ela disse: ai não pode tio, e eu perguntei porque? e ela respondeu porque não , então deci minha mão nas perninhas, mas não aguentando voltei pra bucetinha e fique esfragando um pouco e ela ficou quieta, e eu faei ta difícil achar Carlinha, tirei o pano do rosto e disse me mostra onde tava escondida, ela tirou sua meia e me mostrou a moeda e disse tava fácil tio , ma´s eu estava morrendo de tesão e disse : mas você gostou que eu procurei naquele lugar né, e ela perguntou: onde? Eu levei minha mão

na sua xaninha e disse: aqui filha, ela ficou quieta e eu comecei esfragar por cima da calcinha, mas ouvi a vinheta do jornal que estava acabando e parei e ela foi pro seu quarto, meu irmão veio no meu quarto e me viu só escutando música e disse vou dormir PEDRO, fique a vontade, e foi dormir com minha cunhada e mandou minha sobrinha e meu sobrinho pra cama, eu estava ouvindo música já era umas onze e meia , meu irmão e minha cunhada já tinham agarrado no sono e derrepente minha sobrinha abre a porta do meu quarto e disse : tio posso ficar aqui com você? Eu respondi: claro filha entra, mas sua mãe vai ficar brava se acordar, ela respondeu, ah ela ja ta dormindo e meu pai também , e eu perguntei e seu irmão, ela respondeu, tambem, e entrou, ela tava só de camisolinha e calcinha, então comecei observar melhor seu corpinho e seu rostinho lindo, conversamos um pouco e eu comecei a passar a mão em sua bundinha, ela disse : para tio! e eu falei: ahh eu sei que você gosta, ai ela disse ta bom mas é só isso , e eu comecei também a passar a mão na bucetinha e cima da calcinha, ela reclamou e disse: ai não podi tio, e eu respondi: fica quietinha vai ser gostoso , tira a camisolinha, ela aceitou e ficou só de calcinha , ela estava em pé e eu me sentei no chão em sua frente, puchei sua calcinha de lado e vi sua xotinha bem inchadinha, era a coisa mais linda, então cai de boca ecomecei a sugar seu grilinho, era um sabor delicioso , ai eu perei um pouco e perguntei, é gostoso Carlinha?Ela balançou a cabeça fazendo sinal positivo, então voltei a suga-la passando minha lingua bem no fundo de sua xotinha e percebi ela começar a gemer baixinho, era o tesão tomando conta dela, ela fechava os olhinhos segurava minha cabeça e encostava na sua bucetinha, era uma delícia, sua xaninha não tinha nenhum pelinho, eu chupava que nem um louco, até que ela derrepente pela primeira vez em sua vida gozou , e foi justo na minha boca, seu sabor era incomparavel, eu suguei o máximo que pude ,depoiseu pedi pra ela acabar de tirar a calcinha, ela tirou e ficou totalmente peladinha, ai eu perguntei se ela já tinha visto um pipi só pra ver o jeito dela, pois eu tinha visto ela brincar com seu irmão, e ela respondeu , só quandobrinco com o Digo de vez em quando, mas o dele é pequeninho, e eu falei vou te mostrar o meu, tirei meu shorte e minha cueca, e ela viu e disse: nossa tio é tão grandão, e eu falei fica sentada na cama, e coloca ele na

boquinha que é gostoso, ela sento-se eu me aproximei e disse abre a boquinha vai, ela abriu e eu coloquei meu pau na boquinha dela, ela começou a chupar e logo tomou gosto, mau cabia a cabeça em sua boca, as vezez ela se engasgava, mas não parava de chupar, eu nunca podia imaginar fazer aquilo com uma menina daquela idade, ainda mais com minha sobrinha, mas dava pra ver o quanto ela queria aquilo, ela babava em todo meu pau , seus cabelos as vezez pegava na baba, e eu os tirava alisando seu rostinho, meu pau tinha hora que escapava de sua boca mas a putinha rapidamente o segurava e colocava na boca novamente, ate que depois de uns vinte minutos ja não aguentando mais eu enchi sua boquinha de porra, eu vi que as tres primeiras estocadas ela engoliu, mas depois seu estomago repuguinou e eu terminei de gozar em seu rostinho que ficou todo lambusado, foi uma delicia, eu estava louco pra fuder sua xaninha, mas ela era virgem e ia gemer alto e eu fiquei com medo de meu irmão acordar , e sabia que ele e minha cunhada ia sair na parte da tarde do outro dia , então perguntei pra Carlinha: gostou filha?Ela respondeu: nossa tio é muito gostoso , e eu falei então amanhã quando o papai e a mamãe sair a gente faz de novo, e então fudi aquela bucetinha pequena e gostosinha, no próximo conto e falo como foi, espero que tenham gostado do conto.Quem gostou me mande um email para trocarmos idéias ( jbrunodeoliveira@yahoo.com.br )

suruba teen oi vou contar como aconteceu tenho 16 anos e tenho um grupo de amigos com os quais jogamos bola todo o final de semana um dia acabamos de jogar mais cedo e sentamos na quadra para converssar ficamos ali eu o w de 16 anos o v de 14 anos o f de 15 anos o r de 14 anos o l de 14 anos o j de 13 anos eo g de 15 anos logo a converssa passou a ser sobre sexo e eis q o w eo r que falan que eles nao se importarian de comer um moleque logo o assunto começou poque que fulano nao dava para outro e ai vae ate que o assunto virou de todos fazerem um troca troca dai eu sugeri porque q a gente nao fazia uma suruba dai eles questionaram onde a gente podia fazer dae o g falou vamo faze na minha casa minha mae trabalha e so volta de noite dae o j falou q ia arruma um

porno gay para a gente entra no clima o w so sugeriu que a gente combinasse que os passivos fossen com uma pulseira no braço direito os ativos com uma no esquerdo eo s verssateis sem nada vou descrever como eles sao o w e mulato magrinho p min e o mais lindo ov tem o tom de pele bronzeado tbm e lindo assim como o f o r ja e mulato o l e branco e loiro o j e branco eo g tbm o j falou q ia levar 2 primos passivos de 14 ano s tudo bem 1 hora e meia depois o fomos para a casa do g e estava assim os ativos eran o w o v o r eo f os verssateis o l o g e os passivos eu o j e os 2 primos dele fomos para o quarto dele q era um pequeno comodo fora da casa mas tinha o espaço ideal para a gente fazer nossa suruba dai nos sentamos um do lado do outro eu me sentei perto do w pois estava afim d da para ele começamos a ver o filme e logo vi o volume na bermuda do w e meti a mao dae ele me agarrou e me deu um beijo e ae a suruba começou logoele ficou de pe e eu comecei a tirar a blusa dele e ele a minha e nisoo a suruba ja rolava solta vu relatar o que eu fiz comecei a chupar ele ate a abaixar a bermuda dele e ver aquele pau duro nao ezitei e comecei a chupar de repente o v vem por traz de mim tira a minha bermuda e lubrifica meu cu e começa a meter uma delicia depois o w me poe na posiçao de frango assado e começa a meter enquanto eu chupo o pau do v e do g depois o g se deita e eu sento no pau dele enquanto chupo o pau do r e do f logo depois o f mete ne mim enquanto o chupo odo g depois o r mete ne mim e eu chupo o do l depois eu chupo o do l e do w e chega o v junto tbm enquanto o g mete ne min dae eu gozo com o pau do g no meu cu e eles todos fazem uma rodinha e gozam na minha cara foi uma delicia dae o w me convidou para dormir na casa dele e eu topei fomos para a casa dele mas vou contar o que aconteceu em outra oprtunidade

minha sobrinha safadinha MINHA SOBRINHA SAFADINHA Esta história aconteceu já faz três anos, tudo ocorreu quando eu fui passar férias na casa do meu irmão, ele é casado e tem

dois filhos, uma menina de onze que se chama ISABEL , hoje com quatorze e um menino que hoje tem dez anos e se chama DANIEL, minha sobrinha era branquinha, linda, cabelos até os ombros e estava começando a se desenvolver, certa vez meu irmão disse que ia sair com minha cunhada e pediu pra mim cuidar dos dois filhos pra eles, eu disse que tudo bem , que não tinha nenhum problema, então eles foram e fiquei somente com os dois, no fundo da casa do meu irmão tem um quartinho de brinquedos, onde as crianças brincavam , então eu fui assistir tv e a ISABEL disse que ia ficar brincando neste quartinho com o seu irmão, eu disse que tudo bem pois eles eram apenas dois irmãos, comecei a assistir tv e o tempo passou e eu notei que estava silêncio demais pra duas crianças então resolvi espiá-los e pra minha surpresa eu vi pela janela a ISABEL somente de calcinha e o DANIEL ainda vestido, então eu ouvi a ISABEL dizer, vai DANI tira sua roupa deixa eu ver seu pipi, o DANIEL com apenas sete aninhos na inocência tirou seu shorte e ficou só de cueca então a ISABEL disse , vamos brincar igual o papai e a mamãe, e tirou sua calcinha ficando peladinha na frente de seu irmão , eu ao vela pelada meu pau se levantou numa reação imediata, mas eu me segurei, e fiquei quieto, então a ISABEL disse: vem aqui passa a mão na minha quequeta e chupa ela um pouco , e o DANIEL foi e começou a chupar a xaninha de sua irmã foi rápido , depois a ISABEL tirou o pintinho dele pra fora e começou a chupa-lo , nisso eu vi que ela estava com tesão e o pintinho do DANIEL se endureceu na boca dela, mas também foi rápido , então eles se vestiram e eu rápido voltei pra sala pois eles iam sair do quartinho, eu fiquei quieto e disfarcei, fazendo de conta que estava tudo normal, e fiquei observando o comportamento dos dois, percebi que o DANIEL ficou meio estranho, mas a ISABEL estava contente, eu com muito tesão não agüentei e fui no banheiro e bati uma pensando nela, pois vi que ela apesar de novinha era safadinha. A partir daí comecei a me aproximar mais dela e comecei a chamá-la apenas de BEL, ela aceitou e também começou a se apegar em mim, e eu por muitas vezes dava umas folgadinhas, disfarçada passando a mão em sua bundinha , em uma sexta feira eu estava sentado no sofá e o DANIEL tinha ido ao médico com meu irmão e eu fiquei com a BEL e minha cunhada, que estava fazendo almoço, e a BELL me disse: tio vamos lá no quartinho brincar comigo, eu

logo lembrei do que tinha visto e aceitei , minha cunhada estava na cozinha e eu aproveitei, a BEL estava com uma sainha verde meio curta, no quartinho eu perguntei , BEL do que você gosta de brincar com o DANIEL? Ela me respondeu, de tudo tio, eu disse: ta bom vamos brincar de qualquer coisa, e como ela estava de saia toda hora eu via sua calcinha que era bem pequena pra ela, até que ela me surpreendeu e disse: tio me deixa ver seu pipi, eu respondi: ta doida menina, não pode fazer isso, então ela falou : eu vejo do meu irmão e ele me vê pelada, e eu falei não eu sou seu tio, e você ainda é pequena , quem te ensinou isso? E ela me respondeu: eu vejo meu pai e minha mãe fazerem de noite, e disse vai tio me deixa ver o seu, eu disse não sua mãe ta ai vamos pra cozinha, ela ficou quieta e saímos do quartinho, eu estava morrendo de tesão mas segurei, pois era uma garotinha e pior minha sobrinha, ela foi tomar um banho pra ir pra escola e eu fiquei na sala, nisso minha cunhada terminou o almoço e disse pra mim que tinha que sair pra resolver uns problemas e me pediu pra cuidar da BEL, e levar ela na escola, eu disse tudo bem e ela então saiu, então eu fiquei sozinho com a BEL que estava terminando seu banho quando ela terminou ela saiu enrolada em uma toalha, veio até a sala e perguntou ,cadê a mamãe? Eu respondi, precisou sair e ela então tirou a toalha e ficou peladinha na minha frente e disse , vai tio brinca daquilo comigo vai, só ta a gente aqui, eu fiquei paralisado, más não agüentei e a puxei e comecei a xupar sua bucetinha que nem um louco e disse nossa BEL que delicia sua xequinha, e enfiava minha língua bem no fundo de seu grilinho levando ela ao delírio, até que ela gozou na minha boca, foi a primeira gozada de sua vida, então ela falou nossa tio foi tão gostoso, o senhor sabe melhor que o DANIEL, e eu falei más ta bom agora chega, e ela respondeu, ahha tio só mais um pouco , agora deixa eu ver seu pipi e eu seu nenhuma resistência disse ta bom más deixa eu ir lavar ele, ela ficou sentada no sofá e eu fui no banheiro e lavei meu pau que tava melado com um pouquinho de porra na cabeça, quando voltei me aproximei dela , tirei meu shorte e minha cueca e ela se espantou e disse nossa tio seu pipi é bem grandão , eu arregacei a cabeça e disse vai gostosinha coloca ele na boca vai, ela segurou ele com fonça e começou a xupar, mas só cabia a cabeça em sua boquinha, nossa que tesão com aquilo , ela

estava de joelhos com meu pau na sua boca e olhava pra mim com aquele rostinho mais lindo do mundo ela babava tanto que escorria baba no seu queixo , então eu já não estava mais agüentando e enchi sua boquinha de porra, depois de gozar eu perguntei se meu pau era gostoso, ela respondeu ai tio é uma delícia, descansei um pouco e ainda pelados eu disse: vamos no seu quarto agora BELZINHA, então coloquei ela de quatro em sua caminha e comecei xupar sua bucetinha mais um pouco, ai fiquei em pé segurei sua cinturinha, ela empinou sua bundinha, e eu comecei esfregar meu pau na sua bundinha e na bucetinha até que comecei a forçar em sua xaninha que estava muito apertada, ela dizia vai tio coloca dentro e empinava toda, então dei umas três forçadas e meu pau entrou quebrando seu cabacinho, ela deu uma gemida de dor mas segurou o tranco, e eu fui empurando até meu pau entrar inteiro , ela gemia e dizia ai tio vai coloca tudo , ta muito gostoso, ai que gostoso não para não e logo começou gozar, e eu também não demorei muito e depois de dar varias estocadas na sua xaninha, explodi numa gozada no fundo de sua xaninha e dizia ai filha to gozando nu fundo de sua xequinha, ai que delícia, você é muito gostosinha, depois fomos pro banheiro e nos lavamos , na sala eu dei um delicioso beijo em sua boquinha e ficamos abraçados até minha cunhada chegar, nisso tinha passado a hora de ela ir a escola e minha cunhada perguntou porque ela nãofoi , e eu disse que foi culpa minha, que não prestei atenção na hora.Minha cunhada disse que tudo bem, depois desse dia a BEL parou de brincar de papai e mamãe com seu irmãnzinho e começou a dar sua bucetinha pra mim quase toda semana, hoje com quatorze anos ela mete pra caramba mas é só comigo e ninguém sabe disso. OBRIGADO PELA ATENÇAO.

no onibus, com a coroa ACONTECEU NUMA VIAGEM PRA SÃO PAULO, peguei o onibus na rodoviaria novo rio, (RJ), atraz de mim na fila uma coroa toda boa, bem bonita, e gostosa , ao entrar no onibus começei a puxar assunto, tipo aqueles voce é daqui ?!, vai pra onde ?!, ela correspondeu ao assunto e

quando o onibus saiu a poltrona do seu lado ficou vazia, sem pedir licença sentei ao seu lado e continuamos a conversa, que nesta altura ja estava em assuntos profissionais, Ela então puxou um cobertor, digo manta, destas que as empresas de onibus tem devido ao frio do ar condicionado do veiculo, e se cobriu, no decorrer da viagem com muito pouco tempo após, eu tambem fui pegar o meu coberto só que para minha surpresa ela levantou o su cobertor e me ofereceu, eu nem pensei duas vezes, me cobri. Então eu pensei, ninguem nesta idade vai dar um lugar embaixo de seu cobertor se não quiser algo, ai eu fui bem abusado, sem que ela percebesse tirei o pau pra fora que já estava duro, e fui ate seu ouvido e perguntei; Quer um presente? (continuei) se não quiser me desculpe minha má intenção, certo, eu vou me levantar e vou embora, tá bom ? -perguntei e falei isto pra ela com medo do escandalo que poderia provocar, ela concordou, então segurei sua mão e levei até meu cacete que estava duro igual a pedra,a respos ta dela foi positiva, agarrou e começou a punheta lo, eu estava cheio de tesão, e começei então a massagear sua boceta por cima da calça, até que tive coragem e abrir seu botão e enfiei a mão até chegar em sua boceta que estava molhada, toquei uma siririca nela e senti ela gozando com o toque de meus dedos, enquanto ela pegava no meu pau, eu ainda pedi pra ela chupar, mas se recusou devido estarmos dentro de um onibus e tinha pessoas, ao lado e tambem atraz de nós, pediu então que ao descermos do onibus fossemos jantar e passariamos a noite juntos, eu não havia gozado e tambem não estava coneguindo pois o local cheio de gente me excitava mas tambem me inibia. Chegamos em São Paulo, ela me levou até seu escritorio que ficava na região central, como era sabado a noite e esta va vazio o local, assim que chegamos ela me agarrou e começou a me beijar e tirar minha roupa, e disse que iria matar meus desejos e sem pestanejar chegou ate minha pica que estava quase ecplodindo de tsnto tesão, afinal vim do RJ sendo masturbado e não gozei, foi quando ela pegou minha pica e levou até sua boca , deu umas chupadas e eu não me aguentando de tesõa segurei sua cabeça com força pra não deixar ela tirar da boca e começei a gozar ela tentou tirar pra fora mas a sentir a resistencia, se rendeu e deixou eu encher sua boca com meu esperma quente e viscoso,

depois ainda transamos mais duas vezes ms isto fica p´ra outro dia.....foi muito bom eu quis repetir... mas não consegui

ENCONTRO COM UM GRUPO DE HOMENS (VERÍDICO) Olá. Me chamo Claudia. Sou casada e resido em Porto Alegre/RS. Sou morena, possuo 33 anos, 1,60m, 52 kg, cabelos pretos e curtos, seios médios, bunda grande e sempre uso a buceta e o cuzinho depilados. Meu marido é moreno, 1,77m, 62 kg, cabelos curtos e preto, 37 anos e pênis de 17x4,5cm. Eu e o meu marido já tivemos algumas experiências em swing e menage. Em certa ocasião transei com cinco homens e em outra participamos de uma festinha onde havia quatro mulheres e nove homens. Bem, a história que passo a relatar é verídica. Ela teve inicio no começo do mês de dezembro de 2008, após eu receber um e-mail de um homem que havia visto o meu sex-log. Após ver minhas fotos, ele me escreveu dizendo que fazia parte de um grupo de homens bem dotados que faziam orgias com mulheres e casais, se eu estava disposta a participar de uma festinha e que eles possuíam um apartamento no centro de Porto Alegre/RS, onde ocorriam os encontros. Fiquei bastante interessada, sendo que conversei com meu marido sobre a proposta. Meu marido disse que era eu quem tinha que decidir e que por ele tudo bem. Então, mandei um e-mail pedindo mais informações sobre os componentes do grupo. Fui informada que eram oito componentes, a maioria negros bem dotados, com membros acima dos 20cm de comprimento. Após várias trocas de mensagens por e-mail ou msn, resolvi marcar um encontro com apenas três deles, os mais bem dotados, além, é claro de meu marido. Confesso que fiquei com medo de transar com o grupo todo, pois todos eram bem dotados e eu não estava acostumada. Tal encontro ocorreu no dia 19/12/08, uma sexta-feira, às 20h00min, no apartamento deles, onde teria um churrasco. Estava um dia muito quente. No mesmo dia, aproveitei o horário do almoço para ir ao salão de beleza, onde fiz as unhas e depilei a buceta e o cuzinho

mais um pouco. A tarde recebi uma ligação do meu contato informando que um dos escolhidos por mim, justo o mais bem dotado, não poderia comparecer na festinha, pois ele havia tido um problema de família para resolver, sendo que ele perguntou se poderia substituir tal pessoa. Disse que sim. Por volta das 19h40min chegamos no apartamento deles. Tratava-se de um apartamento pequeno, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e uma sacada fechada com vidros, onde estava a churrasqueira. Eu estava vestindo um vestido florido, que ia quase até os pés, uma calcinha fio dental preta e um tamanco de salto alto. Fomos atendidos por um negro alto, forte e bonito, sendo que haviam outros quatro homens sentados no sofá, alguns deles só de cueca. Eles eram bem brincalhões, me olharam e dizeram que iam me deixar louquinha. Eu e meu marido nos olhamos assustados, pois o combinado eram apenas três homens do grupo, foi quando quem nos atendeu disse que apenas dois daqueles homens seriam para mim, sendo que os outros seriam para um outro casal que iria chegar. Bem, passado o susto, fomos aos cumprimentos. Alguns deles, já meio bêbados pela cerveja ingerida (havia várias latinhas vazias na mesinha de centro), foram bem ousados. Me deram beijos na boca e pescoço, apertaram meios seios e minha bunda. Me deixaram bem molhadinha. Daí meu marido sentou-se em uma cadeira e eu me sentei no sofá com três deles. Começamos a beber cervejas também. Estavam ótimas: bem gelatinhas. Quando um deles, aquele que havia tratado comigo, pediu para conferir se minha buceta estava lisinha mesmo, foi ai que levantei o vestido até a cintura e puxei a calcinha para o lado, mostrando minha xaninha depilada pra eles, sendo que um deles aproveitou para me dar umas lambidas e meter o dedo. Também pedi para ver as ferramentas deles. Realmente, todos eram bem dotados. Não medi, mas acho que todos tinham o pênis acima dos 20cm, além de serem grossos. Quando vi, já estava chupando três deles. Fomos interrompidos pela campainha da porta. Era mais um componente do grupo, outro negro alto e forte. Ele fazia parte do grupo do outro casal. Quando ele viu que a festa já havia

começado, ele foi direto ao banheiro tomar um banho, para entrar na “rodinha”. Antes dele retornar, novamente a campainha tocou. Desta vez era o casal. Aqui cabe um parênteses para a apresentação deles: ambos eram jovens, bonitos e brancos. Ele era alto, moreno, magro e pênis não muito grande. Ela era loira, alta (mais do que eu), cabelos compridos, seios pequenos, bunda grande e buceta depilada com pelinhos em cima. Ela é muito bonita e como os homens diziam, muito gostosa também. Quando tal casal chegou, a mulher ficou um pouco constrangida em me ver chupando três homens, foi quando eu parei para me apresentar a ela. Nisso o homem que havia ido até o banheiro retornou pelado, com o pau já meio duro. Pedi ajuda a ela para chupar os homens. Eu fiquei com dois e ela com dois. Meu marido e o marido dela ficaram tirando fotos da gente. Logo a porta do apartamento abriu de novo. Eram mais dois homens, desta vez brancos. Um deles era aquele que não viria por causa do problema familiar. Porém , o mesmo conseguiu vir na última hora, tanto que não avisou nada aos amigos e encontrou o seu colega já no elevador. Só lembrando, ele era o mais bem dotado da turma. Os dois foram direto tomar banho, mas antes o mais bem dotado fez questão de mostrar sua ferramenta, que mesmo mole, era imensa. Ele a pegou na mão e disse: quero ver quem vai agüentar isso tudo. Logo perguntou pra mim: Foi você quem me escolheu né? Eu respondi que sim. Ai ele continuou: Então agora você vai ter que agüentar tudo na buceta e no cuzinho. Eu respondi positivamente com a cabeça, afinal não podia falar pois estava com dois pintos na boca. E o homem continuou: Vou te arrombar todinha querida. Percebi que a loirinha assistiu a tudo espantada. Como a sala estava pequena para todos, o outro casal foi para um dos quartos com os quatro homens escolhidos por eles, enquanto eu e meu marido fomos para o outro quarto com os dois que sobraram, a espera dos outros dois que estavam tomando banho. No quarto, eu fiquei chupando um dos homens, enquanto o outro chupava a minha buceta. Logo chegou outro homem do banho e me ofereceu o pau dele para eu chupar também. Meu marido tirava foto de tudo.

Em seguida, o homem que faltava, aquele muito bem dotado, também apareceu trazendo várias latinhas de cervejas e colocou aquele pauzão na minha frente, enquanto bebia. Eu apenas lambia ele, pois era muito grande para eu colocar na boca, não cabia. Nesse momento, o meu marido foi tomar um banho para também entrar na festinha. Eu já estava explodindo de tesão, quando um dos homens que eu chupava resolveu meter na minha buceta. Aquele que estava me chupando sentou-se em uma cadeira para assistir. Quando o pau do outro homem que eu chupava ficou duro, ele também quis comer minha buceta. Os dois ficavam se revezando na minha xaninha. Meu marido retornou do banho e colocou o seu “pintinho” para eu chupar. Até era engraçado: De um lado eu tinha o pau do meu marido, do outro tinha o pau do homem-cavalo (como ele próprio se denominava) que era umas três vezes maior do que o de meu marido. Tão logo o pau do meu marido ficou duro, ele pediu que um dos caras que estavam comendo minha buceta deitasse na cama, para eu sentar em cima dele e cavalga-lo, sendo que o meu marido aproveitou para estreiar o meu cuzinho naquela noite. Após aplicar bastante ky no meu botãozinho, meu marido meteu tudinho enquanto eu estava montada em um negrão. Após o meu marido gozar, o rapaz que estava esperando tomou o lugar dele no meu rabinho. Confesso que doeu um pouco, pois o pau dele era bem maior e mais grosso do que o de meu marido, além do que o outro pau na buceta diminuía bastante o meu espaço interno, mas deu para agüentar. Passado uns minutos, o cara que me enrabava também gozou no meu rabinho. Eu continuava lambendo o pau do homem-cavalo, que já estava bem grande e duro. Só para se ter uma idéia do tamanho daquela vara, ele pegou duas latinhas de cerveja e colocou uma em cima da outra ao lado de seu pau. O tamanho e a grossura era o mesmo. O homem que estava comendo a minha buceta saiu de baixo de mim para meter no meu cuzinho, foi ai que o homemcavalo meteu na minha “bucetinha”. Mesmo eu estando muito excitada e lubrificada, o pau dele não entrava em mim. Foi ai quando ele colocou um pouco de ky na cabeça de seu pau e pediu que eu sentasse com calma. Parecia que não ia entrar,

mas aos poucos aquilo foi entrando, até que não sobrou nada para fora. Meu marido nem acreditava. Ele dizia: Nossa você engoliu tudo. Como que eu vou te comer agora sua cadela. Eu cavalgava aquele pauzão até que gozei. Nesse momento, o cara que antes estava comendo minha buceta aproveitou que eu parei o movimento, aplicou um pouco de ky no meu cuzinho, e meteu nele. Ficou bombando até gozar. O cara que estava assistindo, resolveu entrar na festinha. Primeiro ele me deu o seu pau para eu chupar, enquanto eu cavalgava o homem-cavalo. Quando o pau dele ficou duro ele me tirou de cima de seu amigo, me colocou de quatro e meteu firme na minha buceta, agora bem arrombada. Ficou bastante tempo ali, mas não gozou, até que o homem-cavalo quis meter no meu rabinho. Confesso que fiquei com medo, mas não pude impedi-lo. Ele aplicou ky no meu buraquinho e no seu pau, segurou forte na minha cintura e começou a meter. Parecia que eu ia ser rasgada no meio. Imaginem, se agüentar aquilo tudo na buceta já era difícil, imaginem no cuzinho. Mas dada a experiência dele, quando percebi, já estava sentindo as bolas dele batendo na minha bunda. Ele tirava e botava tudinho bem devagar. Todos ali ficaram espantados com a facilidade que eu recebi o nosso amigão no rabo. Confesso que até eu fiquei. O homem que não havia gozado, entrou por baixo de mim e meteu na minha buceta. Os outros dois homens saíram para adiantar o churrasco. O meu marido assistia a tudo e tirava fotos. Passado alguns minutos, passamos a escutar gritos da outra mulher. Não precisava ser gênio para saber o que estava acontecendo. Ela estava sendo enrabada. Meu marido foi até o outro quarto e acabou trazendo ela para o nosso para eu ajuda-la. Quando ela chegou, viu eu fazendo anal com o homemcavalo, com aquilo tudo dentro do meu cú. Ela deu uma rissada, não sei se era de alegria ou de nervosa. Um dos homens disse para eu ajudar a loira. Foi ai que eu parei de dar, peguei o frasco de lubrificante e comecei a passar no cuzinho dela. Ali eu percebi porque ela estava gritando, pois estava muito seca, além é claro de ter o cuzinho bem apertadinho. Como ela estava de quatro, meu marido ofereceu o pau para ela chupar. Logo outros homens fizeram a mesma coisa.

Passados alguns minutos, o cuzinho dela já estava pronto (eu metia três dedos nele), sendo que eu pedi para o meu marido foder ela primeiro, pois como o pau dele era mais fino, ajudaria a levar o lubrificante para dentro. Meu marido comeu ela até gozar. Quando ele acabou, um negrão pauzudo tomou o seu lugar, sendo que ela parou de gritar, talvez, até, por que estava chupando outros homens, que afinal estavam todos ali. A cama de casal até ficou pequena. Eu, por minha vez, fui colocada de quatro novamente pelo homem-cavalo, ele passou lubrificante no meu cuzinho e voltou a meter nele. Mas logo o negrão que comia a loira acabou gozando, foi quando o homem-cavalo disse que ia meter nela. Ele trocou a camisinha e, primeiramente, meteu na buceta dela. Logo, pegou o restante do ky, passou em seu pau, e passou a introduzi-lo no cuzinho da loira. Ela arregalava os olhos e tentava sair dali, mas como estava bem segura teve que agüentar tudinho. Quando não tinha mais nada para entrar, o homem começou o movimento de entrada e saída. Eu continuava de quatro. Só que desta vez recebendo na buceta. Havia uma fila atrás de mim. Dois homens batiam punheta e esperavam a vez deles. Foi ai que percebi uma coisa. O marido da loira parecia estar excitado, embora seu pau estivesse murcho, sendo que eu o chamei para perto de mim e passei a chupá-lo. Seu pau custou a endurecer. Passado uns minutos, o homem que estava comendo a minha buceta, retirou o pau, retirou a camisinha e gozou nas minhas costas. O próximo da fila resolveu comer o meu cuzinho. Ficou ali pouco tempo, pois logo também gozou. Só que ele resolveu gozar na minha cara, enquanto eu continuava a chupar o pau do marido da loira. Engraçado que tal homem gostava de carinho em suas bolas enquanto ele gozava. Então, enquanto ele gozava, eu agarrei as bolas dele e as coloquei na minha boca, sendo que ele urrava de prazer e gozava mais e mais. Fiquei com o rosto todo melado. Em seguida, o marido da loira também gozou, só que na minha boca. Ele expeliu bastante “leitinho”. Além de levar porra na cara, eu continuava a ser comida na buceta pelo homem que estava na fila.

Ao olhar para o lado, percebi que a loira estava fazendo uma DP, sendo que o homem-cavalo continuava comendo o cuzinho dela, além disso, ela também estava suja de porra no rosto, cabelos e nas tetas. Logo o homem-cavalo saiu do cuzinho dela, tirou a camisinha e gozou nas costas dela. Depois fez ela lamber o pau dele. Enquanto a loira lambia o pau do homem-cavalo, ela cavalgava o pau do negrão que estava embaixo, até que ele também gozou. Após, outro homem comeu a buceta dela de quatro. Os homens foram deixando o quarto um a um, rumo ao banheiro, onde tomaram banho, só ficando aquele que comia a loira, eu, meu marido, a loira e o marido dela. Após o último homem gozar, recolhemos as camisinhas usadas, cerca de umas 20, e eu e a loira fomos tomar banho, pois estávamos toda sujas de porra. Lá pude perceber o estragado na loira. Seu cuzinho estava enorme e sua buceta arrombada. Não que eu estivesse diferente, segundo a visão dela. Já eu me sentia ótima e realizada como mulher. Após o banho, enquanto os homens assavam a carne e bebiam cervejas, eu e a loira descemos para ir a uma farmácia comprar mais ky, pois o que eu tinha levado havia terminado e sabe como é, depois do churrasco, tudo podia acontecer, como realmente aconteceu. Rolou muito sexo, até a madrugada. Transamos todos juntos. Eu e a loira demos TUDO para TODOS, inclusive o marido dela que mais gostava de tirar fotos do que transar, acabou entrando na festa e me comeu. Sabem que o safadinho era bem gostoso, até gozei na piroca dele uma vez. Além disso, eu e ela tivemos relação homossexual, apesar de que os homens não nos deram muita trégua. Sempre que começávamos algo, aparecia um pau para chuparmos ou nos comer. Mas, no final das contas, foi tudo muito bom e esperamos em breve marcar outro encontro. Bem, vou parando por aqui, por que se não o conto vai ficar muito extenso, se é que não dá. Espero que tenham gostado. Caso queiram mais detalhes o meu e-mail é claudinha.a.rs@gmail.com. Já adianto: não envio fotos de nossas transas, pois já fiz isso e me dei mal. As fotos pararam em mãos de conhecidos. Foi difícil contornar a situação. Quase perdi o emprego...

com a tati novamente Olá amigos , hoje quero contar uma deliciosa surpresa que me aconteceu sexta feira dia dois, minha família alugou uma chácara por cinco dias para passar o fim de ano , fomos na quarta e iriamos voltar no domingo, más na sexta eu precisei voltar em casa para pegar umas coisas , era umas dez horas da manhã, entrei em casa , fui ao banheiro e escutei alguem chamando pela minha sobrinha, quando sai pra ver quem era , pra minha surpresa era a TATI , aquela garotinha na qual eu tinha xupado sua xaninha atras da casinha de meu cachorro, ela perguntou se minha sobrinha estava , eu respondi que não, más que logo ela chegaria e perguntei se ela queria esperar, isso foi uma maneira de fazer ela entrar e ficar comigo, pois eu sabia que minha sobrinha não ia vir , ela entrou e logo começou com umas frescurinhas dizendo que queria um presente , pois não tinha ganhado no natal, então perguntei oque ela queria ganhar , ela disse que queria um vestido que viu no centro da cidade, eu então falei, se você quiser eu te dou TATI, más eu também quero um , ela perguntou , oque ? EU respondi , eu quero fazer aquilo de novo com você, ela respondeu ta bom más só um pouquinho, então eu fui la fora tranquei o portão e voltei , chamei ela pro quarto e tirei meu pau pra fora, ela estava com um vestidinho verde e sentou-se na cama , eu me aproximei e levei meu pau próximo de sua boca e disse ,vai gostosinha xupa bem gostoso, ela abriu a boca e começou a xupar, meu tesão era tanto que em apenas cinco minutos enchi sua boquinha de porra, depois falei ,nossa TATI você é a menininha mais gostosinha que já vi, e sem perder tempo ela se levantou e por iniciativa própria tirou seu vestido e disse vai xupa minha xequinha, aquele dia foi tão gostoso , então eu me abaixei , tirei sua calcinha e cai de boca naquela xaninha deliciosa passando minha língua o mais fundo possível, levando ela ao delírio, ela gemia de tesão dizendo, vai tio, me xupa ,tá muito gostoso, xupa mais , nossa que delícia de bucetinha, com seus onze aninhos,tão fogozinha cheia de tesão, xupei sua xaninha por uns dez minutos, até que ela ela gozou como uma louquinha, após gozar ela disse, agora ta bom eu vou embora , eu respondi, calma TATI , vamos fazer só mais um

pouco, segurei seu braço e falei, senta aqui no meu colo, ela sentou e eu olhei nos seus olhos e dei um beijo em sua boca e disse deixa eu fuder sua bucetinha, você vai gostar , ela disse ta bom mas vai devagar, eu sabia que ia quebrar aquele cabacinho, eu falei a ela, ta bom TATI eu vou bem de vagar, se doer você me fala, ai coloquei ela de quatro na cama xupei sua xotinha mais um pouco pra lubrificar, cuspi na cabeça de meu pau e comecei a esfrega-lo em seu raxinho então ela também começou a forçar sua xotinha contra meu pau, até que ele se encaichou bem na entrada, eu dei uma forçada e a cabeça entrou, ela disse , ai tio ta doendo e quis sair , mas eu segurei sua cintura e falei calma falta pouco forcei mais e seu cabacinho estourou, ai meu pau foi entrando por inteiro, ela estava chorando de dor e tesão, e eu comecei a bombar devagar levando ela a gozar umas duas vezes, sua xaninha é muito apertada e meu pau estava doendo um pouco, más fiquei fudendo por uns vinte minutos, até que não aguentei e enxi sua xotinha de porra, e ainda dei umas jorradas em sua bundinha, ai perguntei se ela tinha gostado , ela respondeu que foi muito gostoso, então fomos nos lavar, e depois eu disse a ela , agora pode ir embora TATI , más toma cuidado pra ninguem te ver sair daqui , outro dia a gante fazemos mais um pouco,ai dei um delicioso beijo em sua boca, e ainda dei uma esfregada com a mão em sua xotinha, após ela ir embora eu descansei um pouco e voltei pra chácara.Eu estou bolando um esquema pra fuder aquela gostosinha de novo e quero comer seu cusinho , assim que conseguir escreverei, até mais , um abraço a todos. dando pro meu patrão Vou contar como tudo começou, eu me chamo “mel” (nome fictício) e tenho 19 anos e um corpinho de dar inveja. Bom, tudo começou quando eu fui trabalhar em uma loja de roupas, logo de cara, conheci meu patrão, que é um homem com 54 anos, mais em perfeita forma, a mulher dele (minha patroa), sempre confiou muito em mim, por isso, sempre viajava pra fazer compras e me deixava tomando conta da loja, ela é meio doente, por isso fica dias sem ir a loja. Meu patrão sempre foi muito assanhado pro meu lado, mais eu

nunca dei muita idéia pras cantadas dele. Até que certo dia começou a brotar em mim um desejo incontrolável por ele mais eu sempre me segurava em respeito a minha patroa, mais tava ficando difícil. Ele, seu Carlos(nome fictício) tava cada dia mais ousado, quando a minha patroa não ia na loja, seu Carlos ficava me falando umas sacanagens e no meio das conversas, ele ficava com o pau duríssimo. Um dia minha patroa teve que viajar, e só ele foi pra loja. Na loja, tem um subsolo que não é usado, mais tem um colchão que de vez em quando ele usa pra dormir lá em baixo e eu almoço lá. Nesse dia, na parte da manha, ele ficou me falando um monte de sacanagens eu estava decidida a da pra ele aquele dia, mais mesmo assim me fiz de rogada e não sei muita idéia pra as cantadas dele. Na hora do almoço ele desceu dizendo que ia almoçar, como ele tava demorando, eu fechei a loja e desci pra almoçar, quando eu cheguei lá embaixo, ele tava deitado no colchão, na mesma hora fiquei toda molhadinha, ele me chamou pra deitar com ele, eu sem responder fui até o colchão e sentei perto dele, ele começou a passar a mão em mim, e foi tirando minha roupa, já não tava mais agüentando de vontade de da pra ele logo estávamos nus e nos beijando muito, então vi aquele pau enorme e não me contive, cai de boca nele, chupei bem gostoso, até ele gozar bem na minha boca. Depois ele me deitou no colchão e começou a roçar aquele pau enorme bem na porta da minha xaninha, ate que o pau ficou duro de novo e ele começou a meter desesperadamente como um animal, gozamos juntos, foi maravilhoso, agora sempre que da nos amamos gostoso. Espero que gostem.

Sozinho em casa... e meu cao Ola, esse é o meu primeiro conto espero que gostem, isso

aconteceu a uns 5 anos atras... Eu sou moreno claro, 1,90 m de altura, corpo atletico sempre frequentei academia... Bom para inicio de conto eu estava a alguns meses sem emprego e minha namorada tinha me largado, sempre me interessei por contos de zoofilia mas nunca tinha feito ou realizado algo parecido, num sabado a tarde após ter dado um banho me meu cachorro Pit, um pit-bull muito bem cuidado e muito docil, apesar de algumas pessoas nao acreditarem que essa raço pode ser docil, fui lavar o meu carro, nessa epoca eu morava com alguns amigos e eles estavam trabalhando naquela tarde, na hora de falvar os pneus do meu carro tive que me agachar para lava-los, nesse momento pit estava sentado por perto e solto, pois nao tinha problema dele se sujar pois a casa era todo murada e com grama, em questao de segundos o pit veio em minha direçao como esta calro suava como um loko e toda hora jogava agua no meu corpo para refrescar, tenho o costume de nao usar cueca, entao so estava de shorts, pit começou a lamber o meu suor misturado com agua, eu espantei ele e vi que ele nao queria sair dali, o empurrei e vi que ele ficou quieto,como se estivesse chateado por eu ter gritado com ele, nisso eu o chamei de volta e brinquei um poko com ele, e depoois voltei a lavar os pneus, mas foi so me abaixar e ele veio denovo em minha direçao e começou a lamber as minhas costas e depois desceu ate ao meio de minha bunda, a qual as meninas sempre elogiavam, nessa hora me espantei e o empurrei denovo, mas vi que ele nao saia, gritei com ele e ele latiu para mim, pit nunca teve uma cachorra na vida dele, entao era virgem ainda. Nisso ele saiu um poko de perto de mim, qdo olhei para ele denovo la estava ele sentado com a lingua de fora e com o membro dele de fora, ou seja excitado, era um membro enorme uns 22 cm e vermelho da cor sangue, nao pude parar de reparar, o meu nao é muito menor que o dele, mas nunca tinha visto algo parecido alem do meu, ai fiquei pensando q se ele tinha ficado excitado comigo... e me lembrei de alguns contos e me deu um tesao q nao sei explicar, mas nao o chamei, pq nunca tinah feito isso com ninguem nem de algo parecido, fui lavar o ultimo pneu parecia q ele sabia, fui me abaixar e qdo dei conta pit ja estava ali atras de mim me lambendo, fiquei com um poko de remorso, mas estava ficando gostoso, entao deixei levar, pit nao se conteve e subiu

em mim, colocou suas patas da frente em cima dos meus ombros e começava a estocar as minhas costas, tava com medo q alguem chegasse mas estava ficando com tesao de sentir aquilo nas minhas costas, nisso ele desceu e começou a latir, fiquei com medo de algum vizinho escutar entao resolvi fazer uma coisa diferente, como estava sem cueca, abaixei meu shorts ate os joelhos e nisso ele começou a lamber as minhas pernas, me abaixei e fiquei na posicao acrocado, ele sentiu o meu cheiro, quer dizer o cheiro do meu reguinho e começou a querer lamber, ai pensei, nao vai ter problema ele so vai lamber e quero matar a minha curiosidade, fiquei de quatro e deixei ele lamber, era uma sensaçao diferente nunca tinha sentido aquilo, dava um frio na barriga, mas nao estava ruim, estava ate gostando de sentir aquela lingua aspera passando no meu reguinho, mas o q eu nao esperava aconteceu sem q eu percebe-se pit pulou em cima de mim, e tentava me penetrar, mas como ele nao tinha experiencia batia em minha bunda, nisso eu tentei me sair daquela posicao e ele começou a rosnar, parei pois ele ra muito forte, nisso nao sei como ele acertou a entrada, pensei novamente em sair mas ele nao deixava me apertando com suas patas e rosnando, doeu um poko qdo entrou ate dei um berro com ele mandando sair mas ele nao deixava, tbem pensei q os vinzinhos poderiam vir e ver eu naquela situaçao, como minha curiosidade era tanta resolvir deixar... entao ele começou a bombar devagar e babava sobre as minhas costas, derepente começou a estocar de uma forma violenta e rapida, como um animal, como ele é, fiquei com medo pois doia, mas ao mesmo tempo estava me dando tesao e prazer, estava ficando cada vez melhor acho q fui me adaptando a aquela pica enorme, mas como nos contos sabia q algo enorme estava por vir, nisso sinto algo grande batendo na entrada do meu reguinho, mas como estava bom nem dei muta bola e pensei q nao iria entrar... mas como ele soltava alguns jatos dentro de mim e como eu estava olhado o inesperado aconteceu, a bola do pit entrou eu comecei a chorar pois doia demais, mas nao adiantava pois ja estava engatado com ele, e fui relaxando nisso eu comecei a sentir um tesao enorme e gosei, pit ja havia gozado algumas vezes dentro de mim sentia os jatos dele dentro de mim, ele começou a bombar com mais força e derpente saiu muitos jatos e muitos demorados.... nossa era bom aquela porra

quente dele dentro de mim, nunca pensei q iria fazer isso e que era tao bom, fiquei aproveitando nisso ele tentou se desvenciliar de mim,mas estavamos grudados ficamos igual a um cachorro e sua cadela grudados bunda a bunda, ficava pensando tomara q ninguem chega nessa hora, ficamos uns 10 minutos assim e cada poko eu ficava mais com medo q alguem chegasse, derepente a bola dele murchou e saiu de dentro de mim, nisso começou a escorer porra e um poko de sangue por minhas pernas saindo do me reguinho, nisso pit começou a lamber aquilo tudo e al lamber sua piroca enorme, eu gozei novamente com a lambida dele. Me levantei e fui tomar um banho, sai do banho e pit parecia q estava exausto deitado na porta do meu quarto, mas engano foi so eu chegar e ele ja levantou e ficou me olhando e balançando o rabo, e seu membro estava para fora novamente, como estava de toalha deixei ele me lamber novamente, pois havia gostado, e com ele lambendo quase gosei... derepente ouço um barulho, era meus amigos chegando, fechei a porta do meu quarto e me troquei, pit me esperava na porta... nesse dia foi isso o q aconteceu, foi assim q pit perdeu sua virgindade e assim q eu perdi a minha virgindade anal... espero q gostem... com certeza terei mais aventuras.... abraços a todos e se quiserem podem me responder.... Mãe puta , puta mãe A historia que passo a contar aconteceu faz muito tempo , e é a primeira vez que vou expor . Sou alto 1.90 , magro , cabelos cstanhos cachedos e olhos azuis, morava na zona norte de São Paulo , meu pai tinha falecido ha uns cinco anos e meus irmãos tinham casado naquele inicio de ano , ficando só eu e minha mãe em casa . Ela era norma , seus 45 anos , forte , não gorda , branquinha . descendente de italianos , seios fartos , bundão e um par de coxas muito bonitas. Eu trabalhava no centro da cidade e estudava no bairro mesmo , eu havia acabadod e comprar meu primeiro carro , e por isso não parava em casa , só ia comer , tomar banho e me trocar . Certo dia , um domingo para ser mais exato , eu notei que minha mãe estava um pouco calada , e perguntei oqque tinha

acontecido , ela confessou que se sentia muito solitaria , e que não fazia mais nada além de cuidar da casa, fiquei até comovido e dissse que naquela noite eu a levaria para dar umas voltas , ela mudou na hora , começou a fazer seus afazeres cantando , perguntou oque eu ia querer para o almoço , toda empolgada , até então eu naõ havia percebido que mulher encantadora ela era , depois do almoço eu dissse que iria na casa de uns amigos , mas que era para ela esatr pronta as oito horas que eu ia pega-la em casa para irmos até a serra da Cantareira tomar um chopp . Disse isso e sai , quando voltei já passava ds oito , ao entrar na sala eu a vi toda arrumadinha para sairmos , comi alguma coisa e fomos saindo , então , não sei porque eu disse , ___Bom já que vamos sair , acho bom A senhora não me chamar de filho e eu não te chamar de mãe , também não vou chama-la de senhora , tudo bem ? ___ Eu não espava outra coisa . Começei em Santana , descemos em um dos barzinhos mais agitados da região , e perguntei se ela estava gostando , no que ela falou que preferia um lugar mais calmo , falei que tudo bem , paguei a conta e fomos para a serra , que é da zona norte se não conheçe já ouviu falar do bar do Pedrão , fica no meio do nada , cmo já tinhamos tomados umas no outro barzinho ela começou a se soltar , já tinha abrido alguns botôes da blusa , deixando aparecer aqueles lindos seios , em dado momento , na estradinha com pouca iluminação , ela disse , ___Estamos parecendo um casalzinho , né ? ___Se focemos um casalzinho não estariamos tão longe um do outro. Ela riu e disse , __Tem razão! E ficou com o corpo colado ao meu lado a lado , para ficar mais a vontade pois estava dirigindo eu passei meu braço ao redor de seu pescoço, colocando minha m]ão a uns cinco centimetros dos seus seios , e como a estrada não é boa , cada vez que eu passava em um buraco meus dedos tocavom seus mamilos , que começaram a ficar durinhso depois do terceiro buraco. Quando chegamos , estava cheio para variar , e ficamos em uma mesa bem na frente , ela adorando tudo, e bebendo muito ,foi quando ela disse que queria ir ao banheiro , eu fui com ela e notei que muitos caras a ficaram encarando , foi

quando eu parei de ve-la como mãe e começei a ver o mulherão que eu tinha trazido para esse fim de mundo. Mau entrou , ela saiu dizendo que não dava pra uzar , que era um nojo , eu já com maldade disse , __Vamos pagar a conta , e você faz do lado do carro . ela concordou , chegando no estacionamento , abri a porta do motorista e la ficou atraz , com a desculpa de ficar vigiando fiquei atraz dela, quando ela levantou o vestido , eu fiquei pasmo , ela estava com um fio dental todo enfiado no cú , demorou para conseguir abaixar aquela peça tão pequena , quando abaixou e começou a mijar eu vi uma bunda maravilhosa , que me deixou de pau duro na hora , tive que me conter para não alisar aquele bunbão. Quando ela acabou , levantou a calcinha e ficou de frente para mim , ainda com o vestido levantado até a cintura , eu devia estar com cara de bobo, pois ela olhou para mim e deu uma risada . Entramos no carro e ela veio de novo do meu lado , eu já queria mesmo passar a mão naqueles peitôes , e nâo deu outra , no primeiro buraco , ela deu pulo , minha mão ficou colada naquele peito quentinho , ele estava todo na minha mão , dava paa sentir o coração dela bater mais rapido , de vez em quando eu alisava e apertava com os dedos os mamilos e ela ia se abrindo e gemendo , quase chegando falei para ela que era minha vez de mijar , parei o carro num canto de onde tem uma vista muito bonita da cidade, tive que ir pro lado do passageiro para não ficar com o pau apontado para a estrada, por conta da situação o danado ainda tava meio duro , minha mãe saiu do carro dizendo que tinha tomado muitas cervejas e queria mijar também , eu fiquei olhando ela de fio dental e ela me vendo segurar o pau que depois do mijo já tava duro de novo. __Sabe quanto tempo faz que não vejo um pau duro na minha frente , quase na minha cara , desse jeito ? __Não , mas se você quiser pode olhar , pode pegar , pode tudo. Tinha deixado claro que eu queria comer aquela mulher maravilhosa , ela acabou de fazer xixi , tirou a calcinha dizendo que estava machucando e abaixou o vestido , foi chegando perto de mim , que ainda estava com o pau duro para fora , __Eu posso mesmo pegar? Perguntou com a voz tremula , eu

fiz que sim com a cabeça. Ela foi pegando como se meu pau fosse morder ela , não demorou muito e ela já estava me punhetando com muito carinho , falei que se ela continuasse assim eu iria gosar . __Por mim tudo bem , faz tempo que quero beber um leitinho quente , ficou de joelhos na minha frente e começou a mamar , eu não acreditava que minha mãe estava chupando meu pau , e como elça chupava gostoso , gozei como nunca tinha gosado, ela bebeu tudo , depois ficou lambendo meu pau que já estava quase duro de novo. __Melhor a gente acabar em casa , né ? Falou isso e entrou no carro . Logo que me sentei ela abriu as pernas e levantou um puco o vestido dizendo que estava com calor , eu começei a passar as mãos nos seus joelhos e logo estava nas coxas , conforme minha mão subia ela abria mais as pernas , fechou os olhos e começou a gemer baixinho , pouco antes de chegar-mos em casa eu já tinha enfiado os dois dedos na buceta dela , e ela já tinha gosado duas vezes. Logo que fechei a porta ela me agarrou dando um beijo de lingua que me deixou tonto , fomos para sua cama , que ainda era de casal , tiramos as roupas com muita pressa , coloquei ela de barridga para cima na cama e começei a chupar aquela buceta molhada , cheirosa e para minha alegria toda depilada , fiz ela gozar muito , depois fizemos um 69 , onde gozei naquela boquinha de novo. Com menos de meia hora já esatva de pau duro e colocando ela de quatro , e fui metendo bem devagar até ela gozar gritando de prazer , nisso eu já estava socando que nem um louco , foi quando eu parei e coloquei tudo de uma vez naquele cuzinho. Ela gritava , chorava , xingava , e gozava. Já quase amanhecendo tomamos um banho juntos , onde eu comi ela outra vez , durante o café , ficamos lembrando e comentando os detalhes da noite anterior . Ela me confessou que fazia muito tempo que ela se masturbava pensando em mim , mas que nunca tinha tido coragem de fazer uma aproximação nese sentido , e que também nunca havia dado o cú , nem para meu pai. Fiquei até orgulhoso , me arrumei para ir trabalhar , na sala ela estava só de calcinha , uma igual a que estava usando na outra noite e disse , quando você voltar vou estar assim te

esperando , demos um beijo molhado que durou quase meia hora , ela sentiu que meu pau duro e disse , a noite um cuido do meu Homem . Fui até seu ouvido e sussurrei . __Vou fazer minha puta gozar muito , nessa rola. E sai. A noite ela disse que quando eu a chamei de puta ela gozou , só de ouvir , que daquele dia em diante ela ia fazer oque eu tivesse vontade. Mas isso é outra ou ouotras historias...

Frustração Arrasadora Era o final da década de setenta. Fora admitida na empresa em que trabalhava uma garota que me deixava com delírios de prazer. Eu irei chamá-la de Gláucia. 19 anos, corpinho de fada, seios médios durinhos e levemente empinados, lisos cabelos pretos tipo chanel, olhos faiscantes da mesma cor, e uma bundinha sutilmente arrebitada. Ah! Aquela bundinha! Magnética! Razão de intensas e desvairadas masturbações que tivera. Gláucia era uma menina alegre, simpática e expansiva, porém, sem ser vulgar. Quando ela andava, movimentava-se como em câmara lenta, derramando sensualidade, parecendo levitar, etérea. Linda! E eu ficava literalmente paralisado, derretido de desejo, suspirando. Gláucia sabia que me provocava, pelos densos e tórridos olhares de inconfundível desejo que, discretamente, eu lhe lançava frequentemente. Nessas situações, respondia-me com profundos e meigos olhares de soslaio sob sorrisos inocentemente marotos, oferecendo-me uma persuasiva cumplicidade e, talvez, uma encorajante intimidade. Porém, arisca, sistematicamente livrava-se das encoxadas que eu tentava lhe dar, quando estrategicamente procurava prensá-la contra uma mesa qualquer sob o pretexto de explicar-lhe algum serviço. Isso só me fazia desejá-la cada dia mais, a ponto de me masturbar duas até três vezes ao dia tamanho era a excitação que me acometia, pois só assim conseguia alguma serenidade para trabalhar. Minha esperança confundia-se na ilusão de um dia,

talvez, poder realizar com ela tudo o que havia de mais exótico nas pungentes fantasias que ruminavam, pululavam em minha mente. Pairava no ar uma doce e perene fragrância de sexo que, pelo menos para mim, era convincente demais. Atormentava-me o fato de, às vezes, intuir uma real reciprocidade; bom, era isso o que eu acreditava, ou melhor, tentava desesperadamente acreditar. Com essa atitude, na verdade, eu lhe massageava o ego alimentando sua vaidade, mas o que poderia fazer, tinha de tentar. O problema, para minha angústia, era que ela só falava do noivo. Dizia estar apaixonada e que iriam casar-se logo. Era sempre o noivo isso, o noivo aquilo, e blábláblá... Só que eu estava irremediavelmente apaixonado por aquela bundinha, aliás, desde a primeira vez que a vi fiquei enfeitiçado. Fustigava-me a imaginação visualizá-la rebolar, de quatro, gemendo e choramingando, com todo o meu cacete atolado no seu delicioso rabo. Mil desejos me consumiam! Os meses foram passando, entre elétricos olhares, conversas fúteis e sorrisinhos ambíguos. Meu desespero aumentava diante de sua postura esquiva. Então, comecei a perceber que Gláucia demorava no banheiro mais que o normal. Em média de dois em dois dias, ia para o toalete sempre por volta das cinco da tarde, e não saia de lá antes de passada meia hora. O que fazia lá dentro para demorar tanto? Lampejava-me internamente afogueadas imaginações. Intrigado até o limite da paciência, resolvi esclarecer minhas dúvidas. Certo dia, às cinco horas, fui até a cozinha, a qual ficava ao lado dos banheiros, com o pretexto de tomar um cafezinho. Logo, Gláucia entrou no toalete feminino. Chegara à hora! Era difícil disfarçar minha atroz ansiedade! Aproveitando estar sozinho na cozinha, e após conferir se não havia ninguém no banheiro masculino, sorrateiramente, pisando em ovos, aproximei-me da cabine e encostei o ouvido da porta escutando a confirmação do que já supunha. Para meu tormento, ouvi um sussurro entrecortando, choroso e abafado: - A-ai! Me-meu Deus! Es... estou enta-la-da! Está... es-tá saindo! Aaiii... Aaiiiiii... Oohhh...! (uma pausa) Ufa! Aahhh... Que alívio!

Seguiu-se o maravilhoso rumorejar sibilante de urina chocando-se contra a louça do vaso; um jorro forte e encorpado que me invadia os ouvidos e entorpecia-me os sentidos, como um doce e saboroso hino ao sexo. Quase ponho a porta abaixo a pontapés, para sorver as últimas gotas daquele verdadeiro néctar dos deuses e foder naquele delicioso rabo cagado! Chamuscado, afastei-me dali cambaleante e ofegante, segurando-me nas paredes, o cacete a crepitar sob a calça. Como ondas, incontroláveis frenesis de desejo percorriam meu corpo. Vaguei pelos corredores assaltado por incontroláveis e febris fantasias. Ao sair do banheiro e passar pela minha mesa, notei alguma coisa de vergonha imiscuída no tímido, delicado e constrangido sorriso que me deu, sob duas covinhas lindas, com seus olhos espelhando uma ternura indefinível, talvez de um cúmplice consentimento. Mas algum instinto bizarro, uma intuição qualquer, fez-me voltar ao banheiro mais rápido do que imediatamente. Certifiquei-me de que ninguém estava por perto e entrei na cabine das mulheres. Ao olhar para o vaso sanitário, sentindo o frescor do vapor d’água da descarga recente, fiquei pasmo, perplexo, quase tive uma síncope cardíaca caindo fulminado: este havia regurgitado um cagalhão grosso, bem grosso, duro e seco, salpicado de sangue! Ensandecido e em ebulição, saquei minha incandescente piroca e bati uma ardente punheta ali mesmo, em pé, alheio ao perigo de ser descoberto, hipnotizado pelo rejeito de Gláucia. Logo inundei o vaso com golfadas e mais golfadas de esperma fervente, viscoso, que mais parecia magma flamejante. Caucinado pelo êxtase, lasso e arfante, encostei à parede ao lado do vaso com o cacete pulsando, e fui por ela lentamente escorregando até minha bunda encostar-se ao chão, tremendo e suando muito, com os olhos semicerrados e a boca entreaberta numa expressão de suave arrefecimento após um abrasador prazer. Realmente era impressionante o fato daquela tora de tamanha espessura ter saído de um cuzinho que eu

imaginava tão delicado –- e, até prova em contrário, apertado! Com certeza, Gláucia devia ter empolado as veias do pescoço no esforço para expeli-la. Aquilo devia ter dilacerado suas pregas rosadas. No dias seguintes, quando íamos almoçar, a cada garfada sua, eu pensava: “Come, gatinha, come bastante, pra depois cagar gostoso para eu ver!” Pouco tempo depois, Gláucia realmente casou com o famigerado noivo e pediu demissão. Ah! Inesquecível Gláucia. Poesia em movimento, criatura onírica! Por onde andará?

Num Banheiro Público Por mais incrível que possa parecer, o que vou narrar realmente aconteceu. Era um final de tarde, eu estava no centro da cidade quando me deu uma enorme vontade de mijar. Então me dirigi a um banheiro público e fui ao mijador coletivo. Enquanto estava mijando entrou um homem, o qual deveria ter uns 48 anos, encostando-se do meu lado esquerdo. Percebia, com o olhar de canto de olho, que o cara fitava o meu cacete com expressão de desejo. Isso fez com que o meu caralho começasse a endurecer. Assim que acabei de mijar, ele pegou no meu pau e começou a punhetá-lo. Notei que estávamos sozinhos, o que era uma raridade em se tratando do horário. Ele fez um gesto com a cabeça mostrando-me as cabines e foi andando para lá. Eu o acompanhei. Ele sentou na privada, arriou minha calça até os joelhos e começou a dar uma bela chupada no meu cacete. Achei ótimo, pois estava louco de tesão, já que momentos antes havia cobiçado muitas bundas femininas. O cara chupava deliciosamente! Ele abocanhava meu mastro todo, depois o beijava e o lambia. De vez em quando chupava meu saco. Depois parou de mamar e começou a colocar uma camisinha no meu ferro com a boca. Minha piroca estava com a capacidade máxima de ereção, bonita e vistosa. O estranho

se levantou, virou de costas para mim, abaixou a calça, desceu a cueca, curvou-se para frente e, com as duas mãos, abriu sua bunda branca, expondo-me um belo cu depilado. Não tive dúvidas, fui forçando minha vara naquele rabo convidativo e pulsante, até que começou a entrar. E acabou entrando tudo na rosquinha dele. O cara rebolava feito um louco e gemia. Após uns movimentos de vaivém, não aguentei mais e despejei meu quente e cremoso esperma dentro do cuzinho dele, urrando muito. Ele sentou-se novamente na privada, retirou a camisinha do meu soluçante caibro e, colocando a boca a poucos centímetros dele, falou: - Mija na minha boca, vai! Estou louquinho para sentir esse líquido maravilhoso escorrer pela minha garganta. Não me fiz de rogado e dei uma bela mijada na sua boca. Ele bebeu tudo. Foi incrível! Depois disso, virou-me e começou a chupar meu cu. Até me espantei com a volúpia que ele lambia, chupava e enfiava a língua dentro do meu rabo, pois havia dado uma cagada pela manhã e não tinha lavado o cuzinho, só o tinha limpado com papel higiênico. Foi então que o cara me pediu para cagar na boca dele. Eu, envolvido pela situação, tentei, fiz muita força a acabei fazendo um pouco. Acabei gozando de novo na punheta que ele me socava enquanto cagava gostoso na boca dele. O homem deixou o meu botãozinho limpinho. Saímos da cabine e ele foi lavar a boca na pia. Ele me disse que era de São Paulo (Capital) e que tinha vindo a Santos tratar de compromissos profissionais. Despedimo-nos, e eu não perguntei seu nome nem fone. Quero repetir essa inesquecível experiência com outros parceiros. Alguém interessado? Não precisa ser em banheiro público; com local, melhor. Estou aguardando ansiosamente. Podem me contatar no e-mail: netmail@ig.com.br

Rosquinha com Recheio de Chocolate Excitantemente bizarro e insólito! Qualifico assim o incidente

que ocorreu comigo em um passado recente, o qual passo a narrar a seguir. Pela manhã, estava num cinema pornô. Por ter menos gente, gosto de ir a lugares como esse no período matutino, pois me sinto mais estimulado a deixar aflorar meus desejos homoeróticos. Lá pelas tantas, fui ao banheiro. Aparentemente não havia ninguém no local. Estava com muita vontade de usar meu cuzinho para as necessidades naturais de qualquer ser humano. Seguindo pelo corredor ladeado pelos reservados, um de frente ao outro e todos de portas abertas, espantei-me ao ver, no último reservado, à direita, um homem de meiaidade, com a calça arriada, suando muito ao bater uma nervosa punheta, com os olhos vidrados fitando a privada. Estranhando o fato, fui dar uma olhadela dentro da própria para ver o que estava causando tamanha sofreguidão naquele homem, apesar de já supor mais ou menos o que seria. Apenas essa ideia excitou-me instantaneamente. Assustado ao ver-me, imediatamente parou a masturbação, ficando com o cabeçudo cacete pulsando na mão. Um cagalhão muito grosso e seco, de mais ou menos uns 30cm, era o objeto da avidez dele. Entreolhamo-nos e eu intuí o que ele queria, vindo a calhar com a minha vontade de evacuar. Então fui para o reservado em frente, deixando a porta aberta (é claro!), tirei a calca toda, virei-me de frente para a parede encostando o rosto nela, e coloquei os pés no chão, um de cada lado da privada; prosseguindo, curvei-me até ficar com a bunda bem aberta, deixando meu cuzinho totalmente à mostra, virei o pescoço para olhar para ele e comecei a fazer muita força, até que meu rabinho começou a expelir um único cagalhão, mais ou menos das dimensões e solidez daquele referido. O homem estava hipnotizado, com o olhar faminto e sequioso, parecia que enlouquecera, pois reiniciou a punheta com tanta força e tão rápido que fazia até um barulho molhado, combinando com seu gemido angustiado. Acabado meu ato de defecar, ele veio em minha direção com passos miúdos, em razão da calça arriada, remetendo-me a imagem de Carlitos, inesquecível personagem de Charles Chaplin. Tive

um ar de riso. Fazendo uma expressão de admiração, gesticulava com as duas mãos em círculo mostrando-me a grossura do meu cagalhão. Arfando, eu estava aliviado. Comigo na mesma posição ele olhou para dentro da privada, e um pingo de baba caiu de sua boca. Na sequencia, num entra-e-sai frenético, apunhalavame fundo o rabinho com a língua, chegando mesmo a doer, e tirando-me até os pés do chão. Delícia! Logo após ele cheirava, beijava, lambia e chupava meu anelzinho com uma ferocidade tal que me arrancava expressões e gemidos aflitivos. Impressionante! Na verdade eu estava adorando aquele verdadeiro estupro lingual. Com os olhos fechados, em transe, eu rebolava sensualmente e ele dizia, salivando e apaixonado: - Hummm, como é deliciosa essa rosquinha com recheio de chocolate! Ato contínuo, colocou uma camisinha, deu umas cuspidas no meu cu e no seu pau e iniciou um vaivém suave, mas de vez em quando me dava estocadas profundas, as quais faziam até meus pés, novamente, aos solavancos, suspenderem do chão. A essa altura eu estava levitando, gemendo chorosamente, rebolando e socando um punhetaço. Até que ele jorrou sua alma em porra dentro do meu cuzinho. Foi demais! Em seguida também explodi em gozo e esguichei meu esperma na parede e na privada. Senti o cheiro e o gosto do meu cuzinho na sua boca quando o beijei. Terminei dando-lhe uma encorpada e refrescante mijada na boca. Estou ansiosamente à procura de alguém para reviver comigo esses e outros prazeres. Não tenho nenhum preconceito. Os interessados devem entrar em contato no e-mail: netmail@ig.com.br - oOo

Raros Prazeres

Ansioso, estava eu em um barzinho na cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo, para encontrar um casal que respondera a um anúncio meu numa revista masculina. Pontuais, chegaram ao horário marcado entre sorrisos de expectativa. A mulher era bonita e tinha um corpo sensual. Na faixa dos quarenta anos, eram do interior do estado de São Paulo e estavam passando o final de semana numa casa de veraneio por eles alugada. Passado algum tempo, dentre indiretas e insinuações discretas, convidaram-me para ir à referida casa a qual ficava perto do barzinho. Hipótese de uma noite inesquecível! Fomos para lá então. Rasgando a escuridão da sala, havia um suave facho de luz indireta vindo de outro cômodo. As paredes nuas combinavam com o estilo miminalista da decoração. Uma delicada e envolvente fragrância de jasmim perfumava o ar. Naquela mágica penumbra, enquanto o marido fora colocar uma música romântica, a mulher, com os olhos marejados, sorrindo e já dançando sensualmente, fez um gesto com os braços esticados chamando-me para acompanhá-la. Igual a uma fada, ela parecia flutuar. Etérea! Hesitante, fui, apesar da dança nunca fora uma das minhas habilidades. Embalados pelo ritmo suave, a mulher beijou-me docemente. Cintilavam expectativas! Em dado momento, a esposa virou o corpo e continuou dançado eroticamente, esfregando suavemente a bundinha no meu cacete que já estava aos saltos. A seguir, guinando a cabeça para trás, ela procurou meus lábios uma vez mais. Eu estava entorpecido de excitação. Tudo ficara lento: o tempo, os movimentos... Pouco depois, olhei de lado, e o marido, já sem roupa e estirado numa poltrona, fitava-nos com o olhar embevecido a masturbar-se lentamente. Seu caralho reluzia! Fomos para o quarto então. De imediato, eu e a esposa tiramos nossas roupas, ficando ela só de tanguinha bem cavadinha. Ato contínuo, sentamos à cama lado a lado e concentramos nossa atenção ao caralho do marido que ficara em pé à nossa frente; enquanto ela o abocanhava, eu chupava-lhe os bagos. Depois invertemos as chupações. Delícia!

Não sei o porquê, ajoelhamos os três em formação de um triângulo. O marido, com a mão direita, acariciava minha piroca, e com a esquerda simultaneamente bolinava minha bundinha, meu reguinho, chegando ao meu afogueado cuzinho. Sentia-me queimar por dentro. Eu acarinhava seu pinto e alternava apalpando a bocetinha e o rabinho da sua mulher. Eles se beijaram, seguido dela engolir-me com um beijo. Em seguida, a mulher fora pegar um lubrificante que estava em outro quarto e, quando retornou, encontrou-me junto com o marido fazendo um suculento sessenta e nove. Logo após, deitei-me à cama com a esposa sentando sobre meu rosto, rebolando e oferecendo sua bocetinha e o rabinho para serem chupados, cujo marido, por sua vez, caindo de boca no meu cacete novamente. Continuei na mesma posição, porém com ele ofertando seu cacete para eu mamar, enquanto esposa abocanhava meu membro. Assim ficamos por vários minutos. Antes que o marido fodesse a grutinha da esposa, a qual ficou na posição de quatro, assaltei o cacete dele com a boca e, simultânea e delicadamente, metia os dedos na boceta dela; depois inverti, ou seja, sugava como um desesperado a xoxota dela e masturbava o marido ao mesmo tempo. A boceta da esposa estava encharcada de tanto suco, quente e viscoso. E, finalmente, peguei no pulsante caralho do marido e o conduzi à xota da mulher. Quando ele tirava seu mastro um pouco da vulva da esposa, eu lambia a parte do cacete dele que estava para fora da cova. Chegava a babar de tanto tesão! Aliás, essa foi uma das descobertas mais prazerosas que jamais fiz. Adotei a mesma atitude quando ele foi foder a pulsante rosquinha da esposa. Um pouco mais tarde, vesti uma camisinha e enfiei com gosto na bocetinha e no cuzinho da mulher a qual permanecera da mesma posição. Ela gemia e choramingava. É claro que me brindou prestando à mesma preparação prévia que fiz a ele. O marido também nunca fizera aquelas práticas, e adorou fazê-las! Na continuação, ele ficou de quatro com a mulher lubrificando seu no rabo, falando: - Rebola no pau dele, amor! Vai, quero ver você rebolar gostoso!

Não rebolou muito, pois enchi o cu dele de porra, urrando muito! A esposa olhou-me com cumplicidade e eu sabia o que ela queria. Fiquei de quatro e ela besuntou meu cuzinho com lubrificante, com o homem dando umas cuspidas no meu guloso para garantir. A seguir, ela colocou uma camisinha no nervo no marido. - Agora você vai receber um cacete gostoso. Vai, amor, mete nele, mete... – disse com ar ansioso e doce. Ele meteu, e eu gemi e rebolei muito nos seus 18cm enterrados até o fim no meu cuzinho. Até que o marido estremeceu, urrou e gozou muito no meu rabinho. Algum tempo depois, experimentamos dupla penetração na mulher e fomos presenteados com um gozo profundo, aos berros, os três juntos. Foi sensacional! - oOo -

Ménage Borbulhante Conheci Cláudia e Paulo (pseudônimos) em um barzinho. Realmente casados, simpáticos, ambos deviam ter um trinta e poucos anos. Cláudia era uma garota bonita, mignon, olhos claros e um delicioso corpo. Paulo, mulato, alto e magro. Conversando, ele me falou que eram do interior de São Paulo e estavam hospedados em um apartamento emprestado de um amigo. Discretamente, Paulo parecia empurrar Cláudia para cima de mim, mas em fingia não perceber. A noite transcorreu entre risos, insinuações e olhares enlaçados entre eu e a gata. Ficou acertado, por fim, que no final de semana seguinte eles retornariam à cidade e voltaríamos a encontrar-nos naquele mesmo barzinho. Apreensão, ansiedade e excitação marcaram a semana. Fiquei aliviado quando vi o casal chegar ao bar com um sincero sorriso e ansiedade no olhar. Sentaram-se e começamos a papear. Logo, Paulo me convidou a continuar o assunto no

apartamento, onde poderíamos ficar mais à vontade já que, ali, havia muito barulho. Aceito no ato! Encarei Cláudia e vi seu hipnótico olhar fervilhando de aflição e expectativa. No ar, pairava uma excitante fragrância sensual e a hipótese de uma noite de prazeres! Acariciando sua bundinha, eu engolia Cláudia num beijo poucos instantes após chegarmos ao apartamento, enquanto Paulo sacava meu mastro e o mamava com sofreguidão, parecendo um bezerro desmamado. Às pressas, tiramos nossas roupas. Comigo em pé, Cláudia e Paulo sentaram-se lado a lado, no sofá, e, alternando-se, beijavam-se mutuamente, chupavam meu pau, meu saco e meu cu. Troquei de posição com Paulo indo zelar do seu vibrante caralho ao lado da esposa. Cláudia e Paulo fizeram um suculento 69, com ela por cima. Ao ter a visão da bundinha dela aberta, não tive dúvidas, vorazmente atolei o rosto no seu rabinho, cheirando, lambendo, chupando e enfiando toda a minha língua lá dentro. Salivando, deixei-me provar do delicioso sabor agridoce e sentir o delicado e excitante cheirinho de cuzinho dela, o qual me entrava pelas narinas embriagando-me e entorpecendo-me, deixando-me com o cacete parecendo uma barra de aço. Ato contínuo, pus uma camisinha e fui enfiando-me por aquele latejante vale castanho, devagarzinho e com gosto. A partir daí, passamos a revezar as parcerias no 69: eu por cima com Cláudia, tendo meu rabo chupado e comido por Paulo; Paulo por cima com Cláudia, com o cu dele chupado e fodido por mim; e Cláudia por cima comido, tendo sua boceta e seu rabinho chupados e comidos por Paulo. Ora um ora outro, metia na grutinha e no cuzinho de Cláudia, numa gostosa dupla penetração. Paulo me comeu na posição de frango assado, enquanto Cláudia sentava sobre meu rosto oferecendo a encharcada xoxotinha e o ardente rabinho para eu sugar, ao mesmo que beijava o marido com paixão. Depois, eu e Paulo invertamos as posições.

Fizemos sanduíche, comigo, de início, como recheio: eu subi em cima de Cláudia enterrando meu mastro no cu dela, e Paulo subiu em cima de mim enfiando todo seu caralho no meu rabo. A seguir, eu e ele nos alternamos, fazendo dele, recheio. Era um prazer descomunal! Enfim, foi um desfilar de raros prazeres e delícias, com chupações, gemeções e comilanças de várias maneiras. Cláudia gozou um sem-número de vezes; eu e Paulo duas vezes cada. Mais tarde, quando fomos tomar uma ducha os três juntos, Cláudia simplesmente começou a mijar. Os dois me olharam buscando aprovação e acabamos sorrindo os três. Para não perder mais nenhuma gota, minha resposta foi um ajoelhar rápido, para sentir o doce amargor daquele verdadeiro néctar na minha boca, encantando-me o paladar, e a escorrer pela minha garganta em sibilantes jatos borbulhantes e mornos. Uma delícia! Logo após, eu mijei sobre a bunda e o corpo de Cláudia e também sobre o de Paulo. Eu e Cláudia recebemos a retribuição refrescante de Paulo num belo jorro encorpado e demorado. Isso tudo foi feito com o chuveiro aberto. Aliás, a água lava tudo, não acham?! - oOo –

Meu "Vovo", Minha Privada Quando me dá vontade de variar das minhas práticas heterossexuais, vou a um cinema pornô que freqüento há algum tempo, sempre no início da noite. Lá, conheci S. Antônio, o qual adorava cheirar, lamber, chupar e enfiar toda sua língua dentro do meu cu, suave e demoradamente, e depois salivar e penetrar um ou dois dedos nele (delícia!!!), devagarinho, enquanto eu gozava gostoso na boca dele (“dá leitinho dá, meu netinho”, ele falava); isso acontecia sempre no banheiro dentro das cabines. De vez em quando pedia para que eu o enrabasse. Na maioria das vezes, eu estava

com o cuzinho “batizado” só para sentir a reação dele, a qual, aliás, não poderia ser melhor: açodado e com a boca cheia d’água, ele cheirava e sugava o meu rabinho com uma intensidade sem igual. Esfoliava-me o cu aquela áspera e deliciosa língua. Às sextas-feiras que nossos encontros aconteciam. S. Antônio devia ter mais de 65 anos, mais ou menos 1.70m, corpo normal (apesar da barriguinha), grisalho, meio calvo e tinha um bigodinho estilo Clark Gable. Num bate-papo, disseme ser divorciado, aposentado, tendo um único filho casado, morando sozinho em outra cidade da Baixada Santista próxima a Santos, e inclusive me convidando para assistir o futebol na TV qualquer domingo à tarde na casa dele. Ainda falou que se eu aceitasse o convite, ele tinha idéia de me fazer uma surpresa, mas para tal, eu era parte fundamental para a realização dela, e não adiantaria eu perguntar o que era porque ele não falaria, afinal, surpresa é surpresa! Então, já que era assim, falei que iria no domingo a seguir e peguei seu endereço. Intuía calorosos prazeres. Cheguei à casa dele uma hora antes do jogo. Afetuoso, foi logo preparar um café. Papo vai, papo vem, comentei sobre algo interessante que estava na estante e levantei-me do sofá indo até ela para ver mais de perto. Alguns instantes depois, eu escuto o som de alguém fungando atrás de mim. Olhando para trás, vejo o S. Antônio de quatro feito um cachorrinho a fungar e farejar minha bunda. Aquilo me excitou instantaneamente e meu cuzinho (“batizado”, é claro!) começou a latejar incontrolavelmente. Antevendo e adorando o que estava por vir, empinei a bundinha, rebolando, e abri as pernas para facilitá-lo. A seguir, ele foi me escalando com o seu corpo lambendo o meu e começou a me encoxar, roçando e esfregando seu pinto duro na minha bunda abraçando-me por trás. Eu pude sentir as vibrações molhadas de seu hálito quente enquanto murmurava obscenidades e beijava minha nuca, depois sofregamente a minha boca, arrepiando-me todo

a fazendo-me rebolar ainda mais. Alternada e metodicamente, iniciou a nos despir. Sentou no sofá e abocanhou meu cacete sugando-o com um fervor tamanho que eu nunca vira igual, ao mesmo tempo em que acarinhava meu pulsante botaõzinho. Virou-me e espetou a cara na minha bunda, lançando-se com igual disposição e uma volúpia tal a cheirar e sugar meu rabinho que chegava até a doer. - Ahhh,... esse cheirinho delicioso de cu me enfeitiça! Eu amo de paixão seu cuzinho, meu netinho gostoso! – balbuciou com a voz rouca e embriagada de desejo e prazer. Delirado, eu me abri todo, afastando mais as pernas, empinando mais a bundinha, e rebolando sensualmente. Ele levantou-se e esquadrinhou meu corpo todo cheirando-o e lambendo-o com frêmitos de tesão, frente e verso. Depois, deitou-se ao chão e me pediu para sentar sobre o rosto dele, suplicando num tom febril: - Eu não agüento mais...! Caga gostoso na boca do vovô, caga, meu netinho tesudo! Era essa a surpresa que eu tinha para você. Espero que goste. Por favor, caga gostoso, vai... eu preciso tanto...! Tenho essa fantasia há muito tempo,... ser a privada de alguém,... ser a sua privada, meu netinho... Por favor, vai...?! Faz pra mim um grande churro de chocolate, faz... meu netinho,... heim,... faz...?! Imediatamente e em desespero, ficou dando ávidas e fugazes linguadas no meu rabinho, mordiscando e beijando aflitivamente ao seu redor, e a seguir enfiou fundo a língua dentro dele arrancando-me um solitário e surdo gemido. Com a expressão crispada e me contorcendo todo, após dar um longo peido em rajada, comecei a expelir um único cagalhão grosso, muito grosso, seco e comprido, empurrando a língua dele, que saiu arranhando minhas entranhas e deixando-me com a rosquinha em chamas: - A-ai,... tô cagan-do gos-to-so! Ca-gando gos-toso na boca

do v-vovô...! Come a m-minha merda, come,... a-ai... vozinho! T-Tá gostosa a minha... m-mer...da, heim... vovô? Hummm... aaiiii... de-lí-ci-a! – quase afônico, ante a passagem daquele poste, disse num tom angustiado e entrecortado. Em transe, ludicamente ele se deliciava com a guloseima. Com o olhar marejado, sobreveio-me um pungente gemido de alívio e prazer ao acabar de colocar o imenso rejeito pra fora. Ele engoliu grande parte dele, e depois fez da sua língua meu papel higiênico. Ofegante e suado, sentei no sofá enquanto ele ficara em pé na minha frente com minha boca a poucos centímetros da sua salivante piroca. Eu babava ao sentir aquele delicioso aroma do seu caibro. Meu sangue começou a borbulhar! S. Antônio tinha um dote gostoso, não era muito grande nem muito grosso, levemente arqueado para cima, e tinha uma cabeçona que parecia um cogumelo. Era um belo mastro. Com ânsia, iniciei a punhetá-lo e minha boca deslizou naquele caralho saboroso, sorvendo-o com ardor. Hipnotizado, parecia uma eternidade os instantes em que fiquei chupando aquela delícia. Logo após, com o coração aos saltos, coloquei-lhe uma camisinha ficando de quatro no assento do sofá com as pernas arregaladas, e ofereci meu bueiro sedento pra ele se divertir, dizendo com inflexão infantil: - Vem,... come o meu buraquinho de fazer cocô gostoso que cagou na boca do vovô! Vem,... fode esse rabinho cagado,... fode... fode o cuzinho do netinho,... fode... ai, delícia... tava gostoso o meu cocô, tava? Viu como o seu netinho caga grosso e gostoso,... vozinho? Vem,... vai... mete gostoso... vai... ai,... vovô safado... vovô malvado...! E ele veio! Ouvia os gritos de súplica das minhas pregas para serem laceadas. Antes, para prepará-lo, lambeu e lambuzou meu piscante orifício com umas três e quatro cuspidas, recebendo um peidinho como agradecimento pela

preocupação. Eu suspirava de expectativa! Acomodou, então, a cabeçorra à entrada do meu afogueado conduto, e forçou, suave mas firmemente. Não deu. Escapou. Ajeitei-me abrindo mais as pernas, curvando-me mais, e arreganhando mais a bunda. Para relaxar o guloso, fiz força para fora como se fosse cagar gostoso. Com vagar e destreza, comprimiu e empurrou a graúda glande para dentro meu apertado ânus. Ardeu um pouco e doeu, mas era uma dor deliciosa. Avarenta, a minha cova engoliu todo o membro dele até eu sentir seu saco encostar na minha bunda, e iniciar o lento, macio e delicioso movimento de vaivém. Dali há pouco, senti os indícios do orgasmo dele se aproximar de forma avassaladora. Deu-me uma cravada profunda com a face franzida de prazer e, num solitário e sonoro urro, revirou os olhos seguido por um longo suspiro despejando seu esperma em golfadas dentro do meu buraquinho, para depois desfalecer-se ao chão! Meu “vovô” resfolegava. Eu fiquei na mesma posição, arfando, todo arreganhado, como a arejar meu chamuscado canalzinho salpicado de bosta. Na seqüência, ele me colocou sentado no sofá e seqüestrou minha vara implorando para eu gozar na sua boca. Sugava-a com impaciência e agonia, enquanto impiedosamente varava com dois dedos o meu fatigado e sofrido anelzinho. Doía, mas eu adorava! Não demorou muito, e o visgo quente do meu sêmen encheu sua boca, com meu furinho latejando espasmodicamente quase decepando seus dois dedos socados nele. Depois, para beber, dei-lhe uma gostosa, borbulhante, espumosa e refrescante mijada na boca num jato forte e encorpado que ele chegou até a engasgar, mas arrotando e sorrindo-me saciado com os lábios colando quando terminei. Um pouco mais tarde, fodi o rabo dele. Nas outras vezes em que transamos, S. Antônio derramava leite condensado no início do meu reguinho, escorrendo pelo mesmo, depois aparava lambendo quando a iguaria chegava

ao meu doce lolozinho, e também besuntava-me todo com calda de cerejas enfiando as mesmas no meu rabo, alternadamente, para logo depois eu cagá-las na sua boca. Delicioso!!! Procuro “vovôs” que me dêem igual tratamento, sem preconceitos de raça, aparência física, condição social etc., e sem interesses financeiros e emocional, sinceramente! Aceito propostas de homens mais jovens. Não sou afeminado e tampouco tenho trejeitos afetados. Sou acima dos 40 anos.

Mais que uma hora extra!! Trabalho num escritório de contabilidade em São Paulo e por conta de fechamento mensal de folhas de pagamentos, algumas vezes preciso ficar até mais tarde... Geralmente ficamos eu e mais uma cuidando dessa parte, mas minha colega de trabalho estava de férias e acabei trabalhando sozinha em plena sexta-feira!! Logo depois do expediente normal, fui comer algo na lanchonete prédio, já que minha noite seria longa!!! Ao voltar pro escritório, percebi que meu chefe estava lá, compenetrado olhando pra tela do computador, mas pensei que estava trabalhando, por isso nem dei muita atenção... Depois de cerca de uma hora e meia, precisei de uma ajuda pra concluir uma planilha e, ao entrar na sala do meu chefe, o peguei tocando uma de frente pro computador e ele, todo desconsertado foi logo se virando na cadeira... Claro que eu fiquei extremamente sem graça e saí às pressas da porta dele e fui tomar uma água, trêmula... Alguns minutos depois ele veio até mim me pedindo um monte de desculpas e eu nem sequer dei um pio!!

Quando voltamos ao trabalho, consegui pedir ajuda pra tal planilha e ficamos os dois de frente pro meu computador tentando resolver o tal problema... Mas aquela imagem do meu chefe (que, diga-se de passagem, é um cara extremamente charmoso e bonito) com seu pau na mão não saía da minha cabeça!! Fiquei pensando naquilo o tempo todo e mal conseguia me concentrar mais no trabalho, minha libido já tinha alcançado um nível incontrolável e meu chefe acabou percebendo minha desatenção e me perguntou se tava tudo bem... Não podia perder a chance de saber mais dele, porque ele já habitava meus sonhos desde que entrei no escritório... Aí soltei a pergunta: \"Me desculpa, mas o que de tão interessante vc estava vendo???\". Todo sem graça me levou até a sala dele e me mostrou uma conversa que teve pelo msn, com direito a webcam e tudo mais... Fiquei excitadíssima... Ele percebeu e logo se jogou pra cima de mim, perguntando se eu gostava daquilo... claro que eu gostava, quem é que não gosta de sexo, mas fiz uma piada, bem pertinho do ouvido dele: \"Prefiro pessoalmente....\" Não deu outra... ele me pegou, me colocou na mesa de começou a me beijar... era um sonho que se realizava!!! Logo já colocou a mão por debaixo da minha blusa e começou a alisar meus seios... Minha respiração já estava ofegante com aquele homem louco de tesão beijando meu pescoço e apertando meus seios!!! Enquanto me apertava, já senti aquele pau endurecendo, e me lembrei dele se masturbando, aí resolvi fazer uma brincadeira... O coloquei sentado na sua cadeira e sussurrei: \"Vc gosta de olhar?\" Ele sorriu e eu me sentei na mesa dele de frente e

comecei e tirar a blusa passando uma mão pelos meus seios enquanto a outra descia em direção a calça... Me levantei e bem depressa tirei a calça, fiquei só de calcinha e me sentei de volta na mesa... Coloquei meus pés nos joelhos dele... Seus olhos não paravam de olhar pra minha xaninha ainda coberta... Então me curvei pra trás, afastei minha calcinha de lado e comecei a me masturbar... Nessa hora eu já tava toda encharcada... e fiquei passando meu dedinho no meu clitóris, bem devagarzinho e meu chefe doido... só se masturbando... Depois de o meu dedo passear pelos meus lábios, fui enfiando devagarzinho dois dedos e me curvando mais ainda pra trás... Cada gemida minha era um suspiro dele... Tirei os dedos da minha buceta e fui até ele... sentei no seu colo, beijei sua boca e fui descendo até seu pescoço, passando com a língua nos seus mamilos, rondando a barriga até chegar no seu pau... De joelhos, olhei pra ele e perguntei o que ele queria... Ele não hesitou: - Me chupa! Comecei a passar os lábios bem devagar só na cabecinha... enquanto ele sentia o ar quente da minha boca, gemia e isso me dava mais tesão!! Passei a lamber a cabeça do pau dele que já brilhava de tanta excitação... Enquanto isso, ia tocando uma punheta com uma mão e com a outra, acariciando as bolas... Então, de tanto ouvir os seus gemidos não agüentei... caí de boca naquele pau gostoso e comecei a chupá-lo bem devagar... mas com muita vontade!! Enquanto ia chupando, ela ia dizendo o quanto minha boca era quente e gostosa, com a mão ia tocando uma punheta... Antes q ele gozasse na minha boca, ele me colocou de volta

na mesa, abriu minhas pernas e começou a me chupar e se lambuzar no meu mel q escorria pelas minhas coxas de tanto tesão!!! Não agüentei... Acabei gozando na boca do meu chefe, deitada em cima da mesa... Então me virei, fiquei de costas pra ele, empinei a bunda e disse: - Me come!!! Não precisei pedir duas vezes... ele veio por cima de mim e colocou aquele pau enorme e duro na minha bucetinha, toda encharcada... Que delicia!!! Comecei a rebolar no pau dele e ele apertando minha bunda, cada vez mais aumentando as estocadas! Enquanto gemíamos de prazer, ele pegava nos meus peitos, me apertava e enfiava com tudo em mim... Quando estava quase pra gozar, ele tirou o pau da minha xotinha e começou a roçar na minha bunda... ai diminuímos o ritmo da brincadeira... Ele começou a brincar com meu cuzinho... E eu, louca de tesão, só rebolando pra ele.... Ele foi colocando um dedo, enquanto ia passando outro na minha buceta... Começou a chupar meu cuzinho e me masturbando, nunca tive uma sensação tão louca.. Nem tinha feito anal com ninguém, mas aquilo me excitava demais!!! Um pouco relutante, dei risada e disse q não achava q seria uma boa idéia e ele se levantou, me virou e começou a beijar meus seios... passeando a língua nos meus mamilos e me masturbando... Quando dei por mim, ele tinha me colocado contra a parede, sem parar de me beijar... me virou, beijou minha nuca e voltou com a mão na minha buceta... Não fiz mais nada... Abri minhas pernas e me entreguei!! Já estava completamente molhada e lubrificada... então ele começou a colocar a cabecinha bem na beirada do meu cuzinho,

enquanto beijava minha nuca... Era um misto de dor e prazer... nunca tive uma sensação como aquela... Ele foi me invadindo aos poucos, colocando cada vem mais, e eu gemendo de tesão e de dor... Parecia que isso o excitava mais, até que senti aquele pau enorme todinho dentro de mim... E foi começando o movimento de vai e vem... Como era bom senti aquele pau no meu cu enquanto ele me masturbava e falava no meu ouvido o quanto eu era gostosa!! Ainda com o pau dentro de mim, ele me pegou e deitou seu corpo.. fiquei sentada sobre ele, comecei a cavalgar e ele pegando bem forte na minha bunda... Então virei de quatro e ele veio por cima... parecíamos dois animais, ele começou a dar estocadas cada vez mais fortes e agora eu que estava com os dedos na minha xota... Sabia q estava quase pra gozar e pedi que ele gozasse dentro de mim... queria sentir toda a porra quente na minha bunda... então gozei de novo, de uma forma inigualável e nisso, ouvindo meu grito de prazer ele não agüentou e gozou tbm enchendo meu cuzinho e ainda esporrou na minha bunda toda!!! Depois dessa loucura toda, deixamos o trabalho de lado e terminamos a noite num motel e cada hora extra vem com bônus!!

Gostava demaissss caso veridico. Gostava muitooo!!!! O fato que vou relatar a voces aconteceu em 1988, na época eu tinha 18 anos.

Bom vou me apresentar, Meu nome é Lino tenho 38 anos, cabelos pretos, olhos verdes, tenho 85 kgs e 1.76 mt. Digamos que não sou de se jogar fora. Tenho uma amiga que começou a namorar um colega de trabalho, logo ela levou esse namorado para morar com ela em sua casa. Como eu era muito amigo e freqüentava sua casa logo conheci seu namorado e ficamos amigos. Não demorou muito e conheci toda a família do seu namorado, e o mais interessante sua IRMÃ, uma bela morena, alta e magra, olhos castanhos e cabelos até os ombros pretos. No dia que conheci sua Irma não imaginei que algo pudesse acontecer entre nós, já que ela estava acompanhada de 3 filhos e era casada, ( mas fiquei sabendo depois que naquele dia ela ficou com muito tesao a hora que me viu ). Apresentações feitas, conversamos bastante, assuntos banais do dia a dia como trabalho e essas coisas mais fúteis, trocamos telefone, etc etc....... Qual não foi minha surpresa no dia seguinte, ela começou a ligar no meu trabalho e batíamos altos papos, percebi que ela estava com segundas intenções, mas preferi ficar na retaguarda, mais de uma semana e ela me ligava todos os dias, até que acabei perguntando o porque ela me ligava, e ela disse mas voce não percebeu ainda, como eu estava na retaguarda pois ela era casada, disse percebi mas quero ouvir de você. A resposta não podia ser diferente, ela disse que tinha gostado de mim e que tava afim de sair comigo e que confiava em mim para manter segredo. Eu não sabia mas minha amiga já sabia de tudo e ajudou a cunhada para que ela pudesse sair. Seu marido saiu para trabalhar a noite, ele era enfermeiro, e minha amiga foi para sua casa para ficar com seus filhos. No horário combinado passei para pegar aquela bela morena, me dirigi para casa da minha amiga que havia me emprestado a chave, e levei a Valeria para lá. Chegando La não perdi muito tempo, já ataquei a Valeria dando beijos e já logo tirando a sua roupa, já desci lambendo seu pescoço e fui descendo até alcançar sua buceta, que a essa altura estava super molhada, dei um banho de língua passando pelo seu cuzinho e tudo. Valeria não agüentava mais e queria rola, seu negocio era

rola,( fui descobrir e ela tinha 3 parceiros para sacia-la pois ela era muito fogosa), ela me chupava dizendo vem coloca logo essa rola em minha buceta que ta pegando fogo, fui me posicionando em cima dela, coloquei suas pernas para cima, posição de frango assado e fui pincelando sua buceta, e enterrei com tudo, Valeria gemia de tesao e começou a dar pequenos gritos, logo Valeria gozou, dei uma parada para segurar a ejaculação pois não tinha muito tempo e queria comer seu cuzinho...................................... Na mesma posição fui pincelando seu cuzinho e molhando com a gozada que ela deu ( Valeria até hoje foi a mulher que mais vi gozar, ela chegava a molhar o lençol ), e fui forçando aquele rabo gostoso, ela começou a gemer e a dizer um pouco mais devagar, mas eu não perdoei fui forçando passagem e enterrei tudo com força, ela deu um pequeno grito e disse calma, pode comer a vontade mas primeiro Poe devagar. Logo comecei um vai e vem bem rápido e bem forte, já estava quase gozando, Valeria percebendo disse mais um pouco e eu comecei a dizer não vai dar vou gozarrrrrr, ela mais um pouquinho e não deu eu gozeiiii, ela mais um pouco e eu continuei bombando e uns 30 segundos depois valeria gozou também , caímos um para cada lado na cama e fiquei ali alisando o corpo daquela morena. Nos vestimos e fomos embora, pois Valeria tinha que liberar minha amiga para vir com seu irmão para casa. Sai com essa morena quase 2 anos e em um próximo conto direi como comi ela na praia e seu marido bêbado dormindo na rede na varanda da casa. Casais que tenham gostado do conto e queiram entrar em contato para ver eu comendo sua mulher podem mandar email aaonde@uol.com.br. A Iniciação... Minha afilhada tem apenas 14 anos mais tem corpo de mulher bem formado, rosto bonito e chama atenção dos meninos e dos marmanjos. Nunca imaginei nada com ela afinal tenho muito carinho e adoro ela mais ultima mente ela tem passado mais tempo na minha casa.

Nada fora do normal, pelo menos até minha esposa falar que ela vinha perguntando muito sobre assuntos voltados a sexo para ela. Falei que isso era normal pois minha tia, mãe dela era um tanto fechada para esse tipo de assunto. Falei pra ela falar tudo e abrir o jogo pois se ela está perguntando é mais fácil ensinar que deixar ela descobrir com qualquer um. Passado duas semanas dessa conversa ela(Cristiane) mais gosta de ser chamada de Cris e uma amiga(Luana) apelido Lu, um aano mais velha e com o corpo um pouco mais carnudo e com seios um pouco maiores que o de Cris estavam na minha casa conversando com Mari no quarto quando cheguei. Cumprimentei as três e fui tomar banho pois tinha acabado de chegar do treino de taekwondo e estava todo suado. Nem entrei direito no banheiro e escutei elas rindo e logo pensei, já tão falando besteira sobre sexo. Tomei meu banho e fui pra cozinha comer um lanche e elas vieram para lanchar tbm, conversamos e me bateu sono. Falei que ia deitar um pouco e Mari perguntou por que eu não tomava um calmante pra dormir melhor, falei que iria tomar mesmo e fui no banheiro, depois fui pra cama mais esqueci de tomar o calmante e logo estava cochilando. Não demorou e elas entraram no quarto e foram para o computador. Cris já entrou falando: -Mari mostra os videos que vc prometeu pra gente! E a Lu: -Isso to doida pra ver os videos desde que a Cris me falou. -Calma meninas, vou mostrar mais tenho que ter certeza que o Carlos está dormindo. Ela então me chamou, fiz de conta que estava dormindo pra ver até onde elas iriam, ela ainda mexeu no meu pé, mais

como continuei sem responder elas foram ver os videos. Aproveitei que elas estavam de costas para mim e me arrumei na cama de forma que conseguia ver um pouco o que elas faziam. Não conseguia ver o filme afinal tinha que fingir que estava dormindo. As duas estavam elétricas e riam bastante mais vidradas nos videos. Ai vieram os comentários: -Nossa como é grande! -Caramba, como ela faz isso! -Nossa parece ser muito bom! -Ai já to ficando molhadinha! Ai Lu falou: -Já coloquei a mão no pinto do Thiago, mais por cima da calsa. -e foi legal? -E como, quase perdi a cabeça e meti a mão dentro da calça. Ai riram bastante, e continuaram e ver o video, e fazendo comentários, ai Cris perguntou se tinha algum video de mulher com mulher. Mari procurou e mostrou um que sei que ela adora onde três mulheres transam usando vibradores em uma cena muito louca. Os comentários pararam, até Lu perguntar pra Mari. -Mari fala serio agora, você já transou com outra mulher? Mari parou por um segundo e falou: -Já, já transei sim. -Nossa e o Carlos sabe disso? -Claro ele tava junto. -Minha nossa e como foi? Mari fez um resumo da vez que encontramos Aline e elas ficaram só escutando, quando Lu falou que ela e Cris já tinham se tocado umas vezes. Mari falo que elas eram muito safadinhas.

Lu logo falou: Mais a gente não sabe fazer direito vc podia ensinar a gente a fazer direito né. Essa Lu é bem safada pensei. Mari falou que até podia ensinar mais isso teria um preço. Elas perguntaram qual seria esse preço. Mari falou vou ensinar vcs aqui na minha cama e do lado do Carlos. As meninas pararam e falaram mais ele pode acordar e ver. Mari continuou: -Ele tem o sono pesado e não vai acordar, mais se acordar ele vai entender e ai vcs vão ter mais uma aula, o que acham? Lu olhou pra Cris e sorriram. Chegamos onde queriamos e vamos até o fim. E ai Lu pegou na mão da Cris e a puxou para um beijo, demorado mais envergonhado pois Mari estava olhando. Mari levantou abraçou as duas, ai elas perceberam que Mari ia mesmo levar aquilo a serio. Mari perguntou o que elas já tinham feito juntas. Cris disse que elas ficavam se beijando e passando a mão no corpo por cima da roupa, mais que um dia Lu colocou a mão na sua bunda e vagina. Mari sorriu e falou tenho muito a ensinar a vcs então. Vamos começar tirando as roupas e sentando na cama. Elas ficaram um pouco envergonhadas mais obedeceram e pude ver o corpinho delas ali nuas na minha frente, lindas, puras mais muito safadas. Cris é loira de cabelos compridos e Lu é morena com cabelos curtos, sentaram na cama e Mari começou a aula. Se ajoelhou na frente da Cris e foi falando e mostrando como se tocar. -Ta vendo se vc tocar aqui vai sentir muito tesão, e Cris começou a gemer, Lu ficava olhando com muita vontade de receber o carinho tbm, Mari olhou pra ela e mandou ela fazer

igual ela tinha feito na Cris, ela obedeceu e começou a acariciar o grelo da Cris e a beijar ela ao mesmo tempo. Mari agora estava na bucetinha da Lu e mandou ela abrir mais as pernas. ela abriu e parou o beijo pra ver o que Mari ia fazer. Mari tocou o grelinho dela com a lingua e a menina tremeu de cima em baixo e falou: -Caramba que coisa boa! -Vai ficar ainda melhor, meninas. Mari continuou a lamber o grelinho da Lu e Lu acariciava toda a bucetinha da Cris. Cris pediu pra Lu lamber a bucetinha dela pois queria sentir uma lingua tbm, se ajeitaram na cama e ficaram bem do meu lado, mais nem estavam mais preocupadas em me acordar, o tesão era maior. Lu começou a lamber Cris que de tanto tesão tremeu e gozou, Mari disse é normal gozar rapido em uma situação como essa. Lu disse que queria gozar tbm e Mari aumentou as carícias. Não demorou e ela gozou tbm. -Ai deus como é bom. Mari sentou-se na cama e ofereceu a boceta pra Cris lamber, ela então começou sem jeito e logo estava fazendo bem direitinho, ai Mari falou pra ela enfiar o dedo e ver como era bom. Cris colocou o dedo e começou a fazer movimentos de vai e vem, e Lu começou a se masturbar vendo a cena. Mari não se conteve e soltou o corpo em cima do meu, e percebeu que eu estava de pau duro, disse: -Meninas vamos para a próxima lição. E já foi baixando meu shorts, meu pau agora estava ali na frente delas, duro e pedindo uma chupada. Cris ficou sem jeito e Lu perguntou se eu estava acordado e

Mari disse que eu ficava de pau duro durante o sono, nada fora do normal para um homem. Mari então pegou a mão de Cris e levou até meu pau já que elas estavam apenas olhando pra ele. -Viu Cris como é bom pegar num pau. -Nossa é bem duro mesmo, mais é macio tbm. Lu não resistiu e veio pegar tbm, lá estavam minha afilhada e uma amiga agarrando meu pau. Mari pegou e começou a passar a língua nele, elas olharam uma pra outra e se aproximaram, Lu foi a primeira a passar a língua nele tbm. Cris logo tomou coragem e se entregou ao desejo. Elas lambiam ele todo, ai suas línguas se esbarravam e se beijavam. Mari mostrou que podiam lamber o saco tbm pois dava muito tesão ao homem. Mari ficou se masturbando e vendo as meninas me chuparem, Lu olhou pra Mari e perguntou se ela não transaria comigo pra elas verem. Mari disse que sim e foi pra cima de mim, arrumou meu pau e foi sentando, bem devagarzinho para as meninas verem cada detalhe. As meninas ficavam olhando e não tive como resistir e fiz de conta que estava acordando. Elas se a sustaram e tentaram se cobrir, mais Mari tirou o cobertor delas e disse: -Vcs disseram que iam até o final, não podem correr agora. Olhei pra elas e disse: -Não se preocupem eu não estava dormindo escutei e vi tudo, vai se nosso segredo, peguei na mão da Cris e puxei ela e dei um abraço. Lu já se mostrava uma putinha e veio me beijar. Mari agora sentava no meu pau de novo e começou a cavalgar bem gostoso.

Lu sentou no meu peito e de frente pra Mari começou a beijala, Cris ainda estava com vergonha e só olhava, levantei a bunda da Lu e comecei a lamber sua bucetinha virgem, ela delirava e gemia. Passei a língua no seu rabinho e ela tremeu e recolheu a bunda. Chamei a Cris e coloquei ela sentada ao meu lado e disse pra ela lamber o rabinho da Lu. Ela foi e meio com vergonha ainda começou a lamber o rabinho e a bucetinha. Mari chegou ao orgasmo e saiu de cima de mim. Lu pegou meu pau e começou a chupar ele de novo. Mari foi chupar tbm e eu virei Cris de modo que podia lamber sua bucetinha e logico o rabinho tbm. Cris gozou rapido de novo e eu estava quase gozando tbm. Mari que já me conhece bem falou pras meninas que agora teriam mais uma aula, de como limpar um homem. Mari começou a punhetar meu pau e colocou Lu e Cris prontas para receber meu liquido, avisei que ia gozar e Mari disse: -Linguas pra fora meninas seu premio está vindo. Gozei e a porra voou no rosto das duas, Mari pegou a cabeça da Lu e fez ela enfiar o pau na boca pra não desperdiçar nada. -Vamos meninas não quero uma gota na cama, tem que ficar bem limpinho. -Vem Cris deixa eu limpar seu rostinho lindo, e Mari lambeu as gotas de porra que estavam no rosto da Cris, depois no da Lu. Deitamos os 4 na cama e combinamos de encinar mais coisas sobre sexo para as meninas, mais isso conto outro dia.

Gata Maravilha

Gata Maravilha. Essa garota é uma gracinha. Tem um corpo bem legal, 30 anos de idade, morena. Na realidade é uma menina que chama a atenção de qualquer homem. Mas o que mais impressiona nessa mulher é a sua adoração por uma boa foda. É daquelas mulheres que quando se vê diante de um pau, faz de tudo para extrair o máximo de prazer. Não tem qualquer preconceito com relação a qualquer tipo de transa. Oral, vaginal, anal, tudo é muito bem recebido e mais, é insaciável. É capaz de ficar trepando por horas e horas, e gozando multiplamente seguidamente nesse tempo todo. Certa vez, convidei-a para ir comigo a uma dessas casas de swing. A principio relutou um pouco, pois não sabia do que se tratava realmente. Após alguns esclarecimentos acabou concordando em ir, com a promessa de que se não gostasse, viríamos embora. A casa é uma espécie de boate, onde as pessoas sentam-se em mesinhas, fazem os seus pedidos, tem uma pista de dança, bastante legal. O swing mesmo fica nos fundos, ou seja, só vai lá quem quer. Chegamos lá, fizémos o nosso pedido e começamos a bebericar. Convidei-a para dançar um pouco e comecei a excitá-la, beijando-lhe o pescoço, fazendo carinhos nos seios, lambendo a orelhinha, coisas que sei que ela gosta muito. Nisso ela foi entrando no clima. De repente ela pergunta: Mas e o swing, como é que é? Expliquei que isso acontecia reservadamente e perguntei se ela gostaria de conhecer. Ela aceitou prontamente. Fomos para a área reservada, mas ainda estava um pouco cedo, e com poucos swingers. Quando entramos, havia alguns casais transando, se amassando e outros só observando. Ficamos andando pelos vários ambientes para conhecer. Tinha uma cabine, pequena, com um banco. Na parede lateral,

haviam diversos buracos onde os homens colocavam suas rolas e a pessoa dentro poderia pegá-los ou chupá-los sem ver de quem as rolas eram. Achamos engraçado e resolvemos experimentar. Deixei-a na cabine, sózinha e fui do lado de fora colocar o meu pau nesse buraco, rimos um pouco e ela começou a me chupar. Estava uma delícia. Nisso, algumas pessoas, começaram a chegar. Alguns homens começaram a colocar as suas rolas nos demais buracos livres. Como ela já estava bastante excitada, começou a segurar e punhetar outras rolas, depois começou a chupar um pouco cada uma... Devia ter aproximadamente umas 5 rolas nos buracoes, e ela dando conta de todas. Um casal mais um rapaz entraram na cabine e a viram dando seu show. Ficaram excitados e o rapaz que estava sózinho começou a acariciá-la. Ele a beijava, passava a mão em seu corpo todo e, enquanto isso, ela dando conta dos demais cacetes nos buracos... O casal que estava junto começou a se despir e a foder deliciosamente. O pessoal dos cacetes no buraco assistiam a tudo, o que nos dava grande excitação. Até que ela resolve satisfazer o rapaz que a seduzia, deixou a galera dos buracos na mão e começara a se amassar dentro da cabine. O rapaz lhe tirou toda a roupa e ela a dele. Ficaram os quatro nús na cabine e se fodendo. Aí começou uma suruba legal. As duas garotas começaram a se beijar enquanto cada um dos rapazes enrabava a sua na cabine, em determinado instante, trocaram de parceiras, as duas sempre se chupando. Ficaram numa foda alucinante por alguns instantes e podíamos ver que as duas gozavem incessantemente. Quando um dos rapazes começou a gozar, a minha garota tirou-lhe a camisinha e chupou a sua porra toda, para em seguida beijar a sua nova parceira. Vendo isso o outro rapaz começou a gozar também e as duas se prepararam para receber o seu gozo em suas bocas, diretamente da pica. Depois que ele terminou de gozar, ambas começaram a chupá-lo e, depois que lhe deixaram a pica limpinha, começaram a se lamber, limpando uma a porra da cara da outra. A galera dos buracos vibrou e chegaram até a bater palmas

pela performance das garotas. Aí, como agradecimento, as duas voltaram a chupar as picas dos buracos. Quando sairam, formou se uma fila imensa do pessoal de fora querendo foder as duas gatas insaciáveis. Foi uma maratona. A minha garota recebeu várias roladas, ás vezes, mais de uma simultâneamente, na boca, no rabo e na boceta. Eu por minha vez, transei com a sua colega de cabine e ainda com duas garotas gostosinhas que estavam chateadas por que os demais rapazes só queriam saber das duas garotas da cabine. Saímos de lá por volta das 04:00 horas e tive de prometer que a levaria novamente brevemente. Se quizerem conhecê-la, enviem um e-mail. Poderei após nos conhecermos, enviar fotos e até alguns vídeos caseiros que fiz das nossas transas. O endereço é: johnnie.walker@gmail.com. Logo, logo, estarei escrevendo sobre novas aventuras da Gata Maravilha.

Adoro engolir um pau no escritorio Eu estava trabalhando no escritório, em uma manhã cheia de relatórios, pendências e prazos...uma loucura. Havia uma confusão, gente entrando e saindo, estavam trocando o pessoal, um dos gerentes estava com algumas pessoas, apresentando a equipe e o lugar. Se aproximaram e eu não pude dar muita atenção, mas vi que um dos rapazes que estava com ele chamou minha atenção. Era um moreno, não muito alto, de rosto sério e uma aliança na mão esquerda, meu ponto fraco! Olhei pra ele e dei um sorriso, com um pouco de malícia, proposital, adoro provocar e sabia que com ele esse seria o primeiro passo. Alguns dias depois estávamos conversando, nos aproximando e eu fui demonstrando minha vontade de senti-lo, várias

noites sonhava com aquelas mãos me pegando, dando uns tapas na minha bunda e me fazendo gemer de prazer. Fui com cautela, me insinuando e deixando ele louco de curiosidade. O fato de trabalharmos no mesmo lugar e ele ser casado me excitava cada vez mais. Ele me comia com os olhos, não desviava o olhar do meu decote. Nós dois estávamos morrendo de vontade, só faltava o primeiro passo. Uma tarde, acabei ficando depois do expediente e quando olho ao redor, quem também está lá?!...meu adorado alvo! Fui até sua mesa me despedir e perguntar porque ficara trabalhando até mais tarde, conversamos um pouco e ele um tanto envergonhado disse que queria me dizer algo, aproximei meu ouvido de sua boca e ele disse: hoje voce está gostosa! Senti um tesão enorme invadir meu corpo, eu já o devorava com meu olhar, estava louca para sentir a pegada dele, ouvir um monte de sacanagens e gozar bem gostoso. Dei uma risadinha e agradeci o elogio, disse que quando ele quisesse era só falar, porque eu deixaria ele não só ver, como pegar! Ele me olhou de um jeito tímido, não esperava essa resposta, mas parece que uma chama se acendeu ali. Dava pra sentir o nosso tesão, um olhando o outro, morrendo de vontade. Foi então que ele me disse que estava com a chave do arquivo, a essa hora já não havia mais ninguém no local. Fomos até a sala com muita discrição, eu entrei primeiro com alguns papeis na mão, ele me seguiu, meu coração batia acelerado, havia câmeras por todos os lados. Ele chegou, trancou a porta e eu só tive tempo de olhar ao redor e conferir se realmente não havia ninguém no local. Fui pra cima dele, dando-lhe um beijo e jogando meu corpo contra o dele. Ele estava muito nervoso, mas aquilo era tão excitante...ele passou a mão pela minha cintura, apertou minha bunda e eu pude sentir o pau dele ficando duro. Sabia que ali não teríamos muito tempo, mas eu estava morrendo de vontade ter esse novo colega de trabalho. Me ajoelhei na sua frente e como uma putinha pedi pra chupá-lo. Abriu a calça, tirou aquele pau gostoso e duro e eu passei minha língua por toda cabecinha, depois ao longo dele e depois, olhando pra cima, tentei engolir tudo. Estava uma delicia, minha boca é grande e carnuda, e sabia que ele já

fantasiava aquilo. Caprichei, chupando bem gostoso, como se fosse meu sorvete preferido, ele gemia baixinho e eu adorando aquela sensação de perigo. Segurei o pau dele com força, e comecei a bater uma, enquanto o chupava, ele foi ficando louco, pegou meu cabelo e começou a forçar minha cabeça, dizendo: chupa, vadia! Engole tudo! E eu obedeci...tava uma delicia!!! Adoro sentir isso, deixar o cara louco. Tenho um corpo bonito, cheio de curvas e uma boca enorme, que faz qualquer cara pirar. E o melhor de tudo é que adoro chupar...eu queria aquele pau gostoso, fiz do melhor jeito possível. Após alguns minutos ele soltou um gemido mais forte e eu senti aquele gozo quente espirrando na minha garganta, ele olhou pra baixo e me viu engolindo tudo e ainda lambendo a base do seu pau, para não perder nenhuma gotinha. Foi uma delicia. Saímos rapidamente, sem levantar suspeitas e sem deixar provas. Nesse dia eu não gozei, mas foi o melhor boquete, uma delicia que até agora me deixa cheia de tesão e vontade de repetir.

Boquete no escritorio Eu estava trabalhando no escritório, em uma manhã cheia de relatórios, pendências e prazos...uma loucura. Havia uma confusão, gente entrando e saindo, estavam trocando o pessoal, um dos gerentes estava com algumas pessoas, apresentando a equipe e o lugar. Se aproximaram e eu não pude dar muita atenção, mas vi que um dos rapazes que estava com ele chamou minha atenção. Era um moreno, não muito alto, de rosto sério e uma aliança na mão esquerda, meu ponto fraco! Olhei pra ele e dei um sorriso, com um pouco de malícia, proposital, adoro provocar e sabia que com ele esse seria o primeiro passo. Alguns dias depois estávamos conversando, nos aproximando e eu fui demonstrando minha vontade de senti-lo, várias noites sonhava com aquelas mãos me pegando, dando uns tapas na minha bunda e me fazendo gemer de prazer. Fui com cautela, me insinuando e deixando ele louco de

curiosidade. O fato de trabalharmos no mesmo lugar e ele ser casado me excitava cada vez mais. Ele me comia com os olhos, não desviava o olhar do meu decote. Nós dois estávamos morrendo de vontade, só faltava o primeiro passo. Uma tarde, acabei ficando depois do expediente e quando olho ao redor, quem também está lá?!...meu adorado alvo! Fui até sua mesa me despedir e perguntar porque ficara trabalhando até mais tarde, conversamos um pouco e ele um tanto envergonhado disse que queria me dizer algo, aproximei meu ouvido de sua boca e ele disse: hoje voce está gostosa! Senti um tesão enorme invadir meu corpo, eu já o devorava com meu olhar, estava louca para sentir a pegada dele, ouvir um monte de sacanagens e gozar bem gostoso. Dei uma risadinha e agradeci o elogio, disse que quando ele quisesse era só falar, porque eu deixaria ele não só ver, como pegar! Ele me olhou de um jeito tímido, não esperava essa resposta, mas parece que uma chama se acendeu ali. Dava pra sentir o nosso tesão, um olhando o outro, morrendo de vontade. Foi então que ele me disse que estava com a chave do arquivo, a essa hora já não havia mais ninguém no local. Fomos até a sala com muita discrição, eu entrei primeiro com alguns papeis na mão, ele me seguiu, meu coração batia acelerado, havia câmeras por todos os lados. Ele chegou, trancou a porta e eu só tive tempo de olhar ao redor e conferir se realmente não havia ninguém no local. Fui pra cima dele, dando-lhe um beijo e jogando meu corpo contra o dele. Ele estava muito nervoso, mas aquilo era tão excitante...ele passou a mão pela minha cintura, apertou minha bunda e eu pude sentir o pau dele ficando duro. Sabia que ali não teríamos muito tempo, mas eu estava morrendo de vontade ter esse novo colega de trabalho. Me ajoelhei na sua frente e como uma putinha pedi pra chupaálo. Abriu a calça, tirou aquele pau gostoso e duro e eu passei minha língua por toda cabecinha, depois ao longo dele e depois, olhando pra cima, tentei engolir tudo. Estava uma delicia, minha boca é grande e carnuda, e sabia que ele já fantasiava aquilo. Caprichei, chupando bem gostoso, como se fosse meu sorvete preferido, ele gemia baixinho e eu

adorando aquela sensação de perigo. Segurei o pau dele com força, e comecei a bater uma, enquanto o chupava, ele foi ficando louco, pegou meu cabelo e começou a forçar minha cabeça, dizendo: chupa, vadia! Engole tudo! E eu obedeci...tava uma delicia!!! Adoro sentir isso, deixar o cara louco. Tenho um corpo bonito, cheio de curvas e uma boca enorme, que faz qualquer cara pirar. E o melhor de tudo é que adoro chupar...eu queria aquele pau gostoso, fiz do melhor jeito possível. Após alguns minutos ele soltou um gemido mais forte e eu senti aquele gozo quente espirrando na minha garganta, ele olhou pra baixo e me viu engolindo tudo e ainda lambendo a base do seu pau, para não perder nenhuma gotinha. Foi uma delicia. Saímos rapidamente, sem levantar suspeitas e sem deixar provas. Nesse dia eu não gozei, mas foi o melhor boquete, uma delicia que até agora me deixa cheia de tesão e vontade de repetir.

Encoxando neguinha bunduda baixinha no trem Olá. Deixe-me fazer uma breve introdução neste meu primeiro conto. Durante muitos anos fui Office-Boy e costumava pegar vários ônibus todos os dias. Isso me fez ficar craque na arte das encoxadas por muito tempo. Infelizmente, esse tempo passou; mas não quer dizer que não continue encoxando ocasionalmente. Trabalho de roupa social todo dia, e costumo utilizar o transporte coletivo em São Paulo por conveniência e por prazer ;) Outro dia, por exemplo, estava pegando o trem lotado, sem estar muito mal intencionado. Porém, o trem estava realmente lotado, e fiquei na parte que menos atrapalharia quem estivesse entrando: do lado da porta, mas não de frente para ela. Existe um pequeno espaço nesse local, onde estava eu e, do meu lado, uma mulher de jeans e virada de lado e de costas para mim. Eu e ela segurávamos no cano

acima de nossas cabeças, e eventualmente ela dava alguns esbarrõezinhos com sua bunda em minha coxa. Porém, no começo do corredor, quase do meu lado, estava uma neguinha meio gordinha, baixinha, com uma cara de poucos amigos, mas com uma barriguinha deliciosa que dava para ver o umbigo e uma bunda extremamente grande e redonda para sua altura (eu não sou alto, mas ela era mais baixa ainda!). Fiquei secando demoradamente aquela barriguinha e aquela bundinha deliciosa, mas em nenhum momento saí do meu lugar inicial do trem. As pessoas é que iam passando para o corredor ou saindo dele. A baixinha neguinha vestia uma pequena blusa aberta e um top, onde conseguia se ver sua barriguinha meio redonda com peitões bem generosos. Do lado de baixo, uma daquelas calças e moleton branca com figuras bem apertada. Uma delícia para encoxar, pois ela sente seu pênis se esfregando, e você sente a bunda dela, que no caso era um pouco mole mas com muita \"sustância\", do jeito que eu gosto. Mas não tínhamos encostado um no outro ainda. Um senhor bem mais velho entrou em uma estação e resolveu encostarse bem atrás da neguinha. Enquanto isso, flertava levemente com a outra mulher e sua bunda dentro do jeans. Eis que entra mais uma mulher na jogada: uma negra de altura mediana e vestido alaranjado, que vai do ombro aos pés. Ela entra meio apressada naquela algazarra e eu deixo um pequeno espaço para que ela fique do meu lado. Ela vem com uma certa pressão e vai se colocando aos poucos na minha frente. Como eu já estava esfregando minha coxa em sua bunda, não grande, meio mole e que dava para ver o \"meinho\", ela foi cada vez mais ficando perto de mim, até que na próxima estação, que encheu mais ainda o trem, ela se agarrou no cano, ficando perto dele mas um pouco afastada, e eu fiquei bem atrás dela, já mirando meu pau bem no meio da bundinha dela. Fique então esfregando e ajeitando meu pau atrás dela. Ele

naquele dia estava mais virado pra direita, mas eu endireitei ele com uma mão e deixei bem de frente para o meio da bunda dela, pois minha posição estava bem \"privativa\" naquele trem, com ela só pra mim, que, pelo jeito, estava gostando muito. Então eu comecei a empurrar levemente para a frente e para trás, pros lados, no ritmo do trem, e ela foi levada junto comigo. Parecia que já estava estocando no meio daquela bunda que encaixada direitinho com minha altura. Até que tive que dar licença para um monte de gente descer em uma estação intermediária. Isso fez com que eu fosse \"espirrado\" de volta do lado da negra mediana. Por outro lado, a neguinha baixinha já estava meio irritada com o velho atrás dela e se colocou na frente da negra de laranja, ficando com sua enorme bunda agora do lado do cano, quase onde eu estava. Daí foi inevitável. Aos poucos parte da polpa de sua enorme bundinha foi se alojando do lado da minha coxa, e pelo jeito era exatamente isso que ela queria, pois estava indo cada vez mais ao meu encontro. Meu pau estava a riste, e ela em uma série de movimentos ajudados pelo trem, e eu, \"indefeso\" e sendo jogado do lado dela, encostei brevemente, mas deliciosamente, meu pau todo melado em volta de sua bunda reconda e deliciosa, molinha como eu pude constatar dando pequenas apertadas com a coxa. A grande vantagem dessa vez foi que ela era bem baixinha, de forma que conseguiu passar de baixo do braço da negra de vestido, e se achegou mais perto de mim. Era uma neguinha bem safada, pois fingia que estava irritada com a situação, mas cada vez ia mais perto de mim. Quando o trem saiu de uma estação e foi para a nossa, me inclinei e virei para o lado da porta. Ela fez a mesma coisa, quase se colocando na minha frente. Mas não foi dessa vez. Já estava extasiado e valeu a experiência, para quem não esperava nada naquele dia.

Foda no mato 29/05 último eu estava viajando de Guaratuba para Curitiba. Retões de estrada e nos dois lados só mato, árvores bastante altas, sem cidades, vilas ou pessoas. De repente vi um andarilho andando pelo acostamento, +/um quilômetro depois deu um estalo na minha cabeça e um pensamento malicioso que me deu uma tesão repentina. Fiz meia volta no carro e votei pela estrada, parei no acostamento a uns metros antes da direção em que o andarilho estava seguindo e quando ele chegou perto perguntei para onde que estava indo e ele disse, vivo andando pelo mundo sem destino. Corajosamente perguntei se ele queria fazer uma baguncinha e ele perguntou que tipo. Então respondi, está com vontade de comer um cuzinho? Dou-te dez reais. Ele me olhou como que incrédulo e perguntou, você está com vontade? Eu disse, estou louco para ser fodido. Ele perguntou onde iríamos. Eu disse, no meio do mato mesmo. Ele disse, eu topo e com a mão direita mexeu no seu pau. Tranquei o carro e fomos para o mato. Baixei na frente dele enquanto ele abria a calça e tirava o pau para fora e foi logo colocando na minha boca, comecei a chupar com muita vontade e a rola foi crescendo, era enorme. Quando o pau dele estava super duro, peguei no bolso da minha calça uma camisinha, coloquei no pau dele e quase implorando eu disse, me fode. Baixei a minha calça, molhei o meu cuzinho com guspe, fiquei de costas para ele com uma das mãos me apoiei em uma árvore e sussurrando dizia, come o meu rabo, arrebenta o meu cuzinho. Ele botou aquela coisa enorme na entrada do meu rabo e enfiou tudo de uma vez até o saco dele encostar no meu. Segurando com as duas mãos no meu quadril ele tirava e enfiava com bastante força. Eu rebolava, arrebitava bem a bunda para que entrasse cada vez mais e pedia para dar tapas com força na minha bunda e ele surrava a minha bunda com bastante força.

Eu passava a minha mão direita por baixo do meu saco e com dois dedos da minha mão sentia aquela rola enorme entrando no meu rabo. Ele começou a socar com bastante força, quando percebi que ele ia gozar comecei a masturbar o meu pau e gozamos juntos. Apesar dele estar com camisinha senti o calor da sua porra dentro do meu rabo. Ele tirou a coisa enorme do meu cu, vesti a minha calça, deilhe os dez reais e segui a minha viagem com o cu ardendo mas muito feliz da vida. Vocês não sabem do que sou capaz, sou casado, adoro buceta mas também adoro ser possuído, a um mês atrás deu o meu cu para dois, um após o outro no estado do Ceará em uma casa abandonada na beira da estrada, também foi divino. Gostaria de receber comentários através do e-mail litlecamell@yahoo.com.br Abs.

Mais uam vez dei o cu gostoso. Quinta-feira 30/04, faz mais ou menos quatro meses que eu não tinha uma aventura fora do casamento. Sou homem normal, não afeminado, mas gosto muito de dar o cu, não agüentava mais, precisava desesperadamente ser enrabado, virar puta, ficar de quatro a disposição de uma rola. Entrei na internet e procurei por telefones de travestis, achei um interessante com o nome de Alexia, liguei para ele e combinamos em fazer um programa. Fui até a casa dele, fica próxima a antiga rodoviária, no centro de São José dos Campos. Ele me atendeu na porta e foi me encaminhando para o seu quarto, percebi que na casa havia mais um cômodo fechado apenas por uma cortina e a luz estava acesa. O quarto para onde o travesti me encaminhou estava iluminado apenas pela imagem da TV que estava passando

um filme pornô. Tiramos as roupas e deitamos na cama, eu comecei a chupar o pau do travesti enquanto ele assistia ao filme, o seu pau estava mole e não dava sinais de ficar duro, comecei a achar que tinha feito um mal negocio aceitando o programa com aquele travesti. Já haviam se passado uns vinte minutos, eu chupava de todas as maneiras e o pau dele não subia, já estava pensando em colocar uma camisinha no meu pau e comer o cu dele apenas para não perder o programa. Comecei a chupar com mais força e o pau dele começou a dar sinais, foi crescendo e finalmente ficou duro, até que não era ruim, era do tipo cônico com a cabeça um pouco pequena e muito grosso perto do saco, o comprimento também era ótimo e curvado para cima. Pedi a ele que colocasse a camisinha e enfiasse o seu pau no meu cu. Ele pediu que eu ficasse de quatro na beirada da cama, ele queria ficar de pé ao lado da cama para me comer. Eu fiquei de quatro olhando para trás para poder me deliciar com a cena do travesti com o pau duro para ser enterrado no meu cu. A minha bunda estava bem empinada estava a sua disposição para ser “penetrado”, “comido”, “fodido”, “enrabado”. Estava me sentindo uma verdadeira puta, uma vagabunda, uma baranga a disposição do macho (... momento delicioso... sublime... incomparável...). Passou um creme no meu cu e quando se preparava para meter o seu celular tocou. Ele atendeu e começou a falar ao telefone, era outra pessoa combinando um programa. Mesmo falando ao telefone tentava meter com força no meu cu sem olhar onde estava metendo e não acertava a entrada. O pau batia na minha bunda, no meu saco, nas minhas pernas menos onde eu queria, pude sentir que estava duro igual uma pedra, onde batia até doía muito. Com uma das minhas mãos peguei o pau dele e coloquei no meu buraquinho e pude sentir a coisa entrando e alargando o meu cu. Ele enfiou tudo de uma só vez até o saco, e eu soltei um gemido de dor misturado com prazer porque da forma que ele meteu doeu bastante, o pau entrou meio atravessado e se

ajeitou depois que estava dentro. Para mim uma das melhores coisas quando dou o cu é sentir muita dor, eu não tenho um mínimo pena do meu cu, adoro quando um pau entra arrebentando. Pelo que percebi a outra pessoa que estava ao telefone escutou o meu gemido e deve ter perguntado ao travesti o que estava acontecendo, ele respondeu que estava ocupada no meio de um programa enquanto socava com vontade no meu cu e eu gemia sem parar de tão gostoso que estavam as estocadas que ele dava. Falaram mais alguns segundos e ele desligou o telefone. A dor da primeira estocada foi passando e comecei a sentir o entra e sai do seu pau. Levei a minha mão direita por baixo da minha barriga e com dois dedos ao redor do pau dele eu sentia o pau dele entrando e saindo e o seu saco encostando ao meu. Cada vez que saia eu sentia as bordas do meu cu saltando para fora quando o pau saia e as bordas entravam quando o pau entrava. Com os dedos eu sentia que o meu cu era um enorme buraco, as metidas faziam barulho quando o seu quadril encostava-se à minha bunda. Ele estava com as duas mãos na minha cintura segurando para que eu não escorregasse para frente. Para mim estava sendo um imenso prazer de ser uma puta toda arreganhada, de quatro na beirada da cama, sendo comida por uma rola gostosa, sendo usada, sendo fodida. Eu gemia alto e pedia para ele bater na minha bunda, ele começou a dar tapas com tanta força que as marcas ficaram visíveis por uns três dias. Depois de uns cinco minutos que ele estava-me fodendo o lubrificante da camisinha foi acabando comecei a sentir calor no meu cu, então comecei a masturbar o meu pau e pedia para ele bater com mais força na minha bunda e socar mais forte. Eu tive que me segurar com a outra mão para não ser empurrado para frente porque ele socava com brutalidade enquanto com uma das mãos dava tapas na minha bunda com tanta força que a cada tapa escutava-se um forte estalo. Eu olhava para trás e via ele “simplesmente” empurrando o pau para dentro do meu cu com força e rapidez. Por um instante olhei para a TV e vi uma mulher também de

quatro dando o cu para um cacete enorme, o meu corpo começou a ser tomado por um calor e dormência. Comecei a gozar e em tom bastante alto eu gritava: “come o meu cu”, “me fode”, “mete mais”, enquanto o meu pau estava soltando jatos de porra. Quando ele percebeu que eu havia acabado de gozar foi tirando o pau e pude sentir que o meu cu ficou vazio. Botei três dedos no meu cu e senti que ele estava aberto, arrombado. Após vestir a roupa o travesti me conduziu a saída da casa e só então é que pude notar que no outro cômodo fechado por uma cortina havia outro travesti amigo do que me comeu. Só então me dei conta que o outro travesti escutou todo o escândalo que eu fiz. Se eu soubesse disso teria combinado para os dois comerem o meu cu. Fui para casa, tomei uma cerveja e como estava achando pouco o ardume no meu cu fui até a geladeira, peguei o frasco de pimenta e passei no cu para arder mais, normalmente eu fico insaciável quando bate a tesão no cu, o meu cu é muito guloso, se tivesse mais uns dois ou três paus naquela hora ele iria engolir todos. No dia seguinte olhava com ironia para as mulheres gostosas que trabalham na mesma empresa que eu e ficava pensando que eu dou mais gostoso que elas, eu gostaria muito de contar a elas que eu também gosto da fruta que elas podem ter a hora que quiserem mas fazem cu doce achando que são as tais. Na ultima quinta-feira tudo não passou mais que uns quarenta e cinco minutos, mas estava sublime, eu estava precisando sair do cotidiano com a minha esposa. Não sou novo, sou cinqüentão mas se alguém gostar de comer um cuzinho safado, estou em São José dos Campos SP. dellomec@hotmail.com

Dei o meu outra vez Quinta-feira 21/05, faz mais ou menos quatro meses que eu não tinha uma aventura fora do casamento.

Sou homem normal, não afeminado, mas gosto muito de dar o cu, não agüentava mais, precisava desesperadamente ser enrabado, virar puta, ficar de quatro a disposição de uma rola. Entrei na internet e procurei por telefones de travestis, achei um interessante com o nome de Alexia, liguei para ele e combinamos em fazer um programa. Fui até a casa dele, fica próxima a antiga rodoviária, no centro de São José dos Campos. Ele me atendeu na porta e foi me encaminhando para o seu quarto, percebi que na casa havia mais um cômodo fechado apenas por uma cortina e a luz estava acesa. O quarto para onde o travesti me encaminhou estava iluminado apenas pela imagem da TV que estava passando um filme pornô. Tiramos as roupas e deitamos na cama, eu comecei a chupar o pau do travesti enquanto ele assistia ao filme, o seu pau estava mole e não dava sinais de ficar duro, comecei a achar que tinha feito um mal negocio aceitando o programa com aquele travesti. Já haviam se passado uns vinte minutos, eu chupava de todas as maneiras e o pau dele não subia, já estava pensando em colocar uma camisinha no meu pau e comer o cu dele apenas para não perder o programa. Comecei a chupar com mais força e o pau dele começou a dar sinais de vida, foi crescendo e finalmente ficou duro, até que não era ruim, era do tipo cônico com a cabeça um pouco pequena e muito grosso perto do saco, o comprimento também era ótimo e curvado para cima. Pedi a ele que colocasse a camisinha e enfiasse o seu pau no meu cu. Ele pediu que eu ficasse de quatro na beirada da cama, ele queria ficar de pé ao lado da cama para me comer. Eu fiquei de quatro olhando para trás para poder me deliciar com a cena do travesti com o pau duro para ser enterrado no meu cu. A minha bunda estava bem empinada estava a sua disposição para ser “penetrado”, “comido”, “fodido”, “enrabado”. Estava me sentindo uma verdadeira puta, uma vagabunda, uma baranga a disposição do macho (... momento delicioso... sublime... incomparável...). Passou um creme no meu cu e quando se preparava para

meter o seu celular tocou. Ele atendeu e começou a falar ao telefone, era outra pessoa combinando um programa. Mesmo falando ao telefone tentava meter com força no meu cu sem olhar onde estava metendo e não acertava a entrada. O pau batia na minha bunda, no meu saco, nas minhas pernas menos onde eu queria, pude sentir que estava duro igual uma pedra, onde batia até doía muito. Com uma das minhas mãos peguei o pau dele e coloquei no meu buraquinho e pude sentir a coisa entrando e alargando o meu cu. Ele enfiou tudo de uma só vez até o saco, e eu soltei um gemido de dor misturado com prazer porque da forma que ele meteu doeu bastante, o pau entrou meio atravessado e se ajeitou depois que estava dentro. Para mim uma das melhores coisas quando dou o cu é sentir muita dor, eu não tenho um mínimo pena do meu cu, adoro quando um pau entra arrebentando. Pelo que percebi a outra pessoa que estava ao telefone escutou o meu gemido e deve ter perguntado ao travesti o que estava acontecendo, ele respondeu que estava ocupada no meio de um programa enquanto socava com vontade no meu cu e eu gemia sem parar de tão gostoso que estavam as estocadas que ele dava. Falaram mais alguns segundos e ele desligou o telefone. A dor da primeira estocada foi passando e comecei a sentir o entra e sai do seu pau. Levei a minha mão direita por baixo da minha barriga e com dois dedos ao redor do pau dele eu sentia o pau dele entrando e saindo e o seu saco encostando ao meu. Cada vez que saia eu sentia as bordas do meu cu saltando para fora quando o pau saia e as bordas entravam quando o pau entrava. Com os dedos eu sentia que o meu cu era um enorme buraco, as metidas faziam barulho quando o seu quadril encostava-se à minha bunda. Ele estava com as duas mãos na minha cintura segurando para que eu não escorregasse para frente. Para mim estava sendo um imenso prazer de ser uma puta toda arreganhada, de quatro na beirada da cama, sendo comida por uma rola gostosa, sendo usada, sendo fodida. Eu gemia alto e pedia para ele bater na minha bunda, ele

começou a dar tapas com tanta força que as marcas ficaram visíveis por uns três dias. Depois de uns cinco minutos que ele estava-me fudendo o lubrificante da camisinha foi acabando comecei a sentir calor no meu cu, então comecei a masturbar o meu pau e pedia para ele bater com mais força na minha bunda e socar mais forte. Eu tive que me segurar com a outra mão para não ser empurrado para frente porque ele socava com brutalidade enquanto com uma das mãos dava tapas na minha bunda com tanta força que a cada tapa escutava-se um forte estalo. Eu olhava para trás e via ele “simplesmente” empurrando o pau para dentro do meu cu com força e rapidez. Por um instante olhei para a TV e vi uma mulher também de quatro dando o cu para um cacete enorme, o meu corpo começou a ser tomado por um calor e dormência. Comecei a gozar e em tom bastante alto eu gritava: “come o meu cu”, “me fode”, “mete mais”, enquanto o meu pau estava soltando jatos de porra. Quando ele percebeu que eu havia acabado de gozar foi tirando o pau e pude sentir que o meu cu ficou vazio. Botei três dedos no meu cu e senti que ele estava aberto, arrombado. Após vestir a roupa o travesti me conduziu a saída da casa e só então é que pude notar que no outro cômodo fechado por uma cortina havia outro travesti amigo do que me comeu. Só então me dei conta que o outro travesti escutou todo o escândalo que eu fiz. Se eu soubesse disso teria combinado para os dois comerem o meu cu. Fui para casa, tomei uma cerveja e como estava achando pouco o ardor no meu cu fui até a geladeira, peguei o frasco de pimenta e passei no cu para arder mais, normalmente eu fico insaciável quando bate a tesão no cu, o meu cu é muito guloso, se tivesse mais uns dois ou três paus naquela hora ele iria engolir todos. No dia seguinte olhava com ironia para as mulheres gostosas que trabalham na mesma empresa que eu e ficava pensando que eu dou mais gostoso que elas, eu gostaria muito de contar a elas que eu também gosto da fruta que elas podem ter a hora que quiserem mas fazem cu doce achando que são as tais.

Na ultima quinta-feira tudo não passou mais que uns quarenta e cinco minutos, mas estava sublime, eu estava precisando sair do cotidiano com a minha esposa. Não sou novo, sou cinqüentão mas se alguém gostar de comer um cuzinho safado estou em São José dos Campos SP. dellomec@hotmail.com

Ser corno: Desejo ou fantasia?? É realmente inacreditável a enorme quantidade de contos absurdos que existem neste site. É uma profusão de pintos enormes ( Para quem não sabe a média do brasileiro é de apenas 16 cm, contra os 19 dos americanos! Isso mesmo: Os americanos são os campeões no tamanho do dito cujo ). Acabo dando risada de determinadas situações, percebe-se claramente a enorme quantidade de homens que escrevem como se fossem mulheres. Aprecio os contos onde o autor já diz que não tem paus monstruosos de 30 cm. Mesmo porquê se uma mulher consegue gozar se masturbando com seu dedo é sinal que decididamente tamanho não é documento.E acredito, ainda, que o verdadeiro orgamo venha do cérebro. Mas o que me traz aqui pela primeira vez é escrever algo para os maridos de esposas fogosas e safadas. Toda mulher, sem exceção, é uma puta em potencial. Só que pôr regras sociais impostas, religião, ou simplesmente nossa cultura, faz com que elas se retraiam. Eu sou um homem que adora transformar qualquer mulher recatada em uma mulher extremamente safada e liberal, pois o prazer sempre está acima de qualquer coisa. Dizem que as mulheres não sabem separar sexo de amor. Além de ser uma opinião terrivelmente machista, ela geralmente é emitida pôr pessoas que desconhecem a mulher que tem em casa. Não há mulher que não goste de uma ótima sedução. De ser tratada como rainha, como deusa. Amo poder ir revelando aos poucos a fêmea que existe dentro de cada mulher. Pôr isso só saio com mulheres casadas, noivas ou namorando, pois da mesma forma que a mulher quer revelar esse seu lado, o marido/noivo/namorado também tem desejos de ver sua mulher com outro. Acabou-se o tempo de o homem dizer: Minha mulher é uma santa, as outras é que são putas! É bem

melhor para o relacionamento que o homem tenha em casa a sua própria puta. O fato é que quando tudo é compartilhado pelo casal, sem neuras, sem traições, o sentimento entre ambos torna-se muito mais intenso e de uma cumplicidade ímpar. Pôr isso estou aqui. Me coloco a disposição de qualquer homem que tenha desejo em transformar sua mulher, de descobri-la, de revelá-la em uma tremenda puta, pronta a saciar-lhe seus mais íntimos desejos. Exijo que a futura pretendente a puta e seu respectivo companheiro ( não costumo me referir ao homem como corno, porquê, além de pejorativo não reflete a realidade,pois o verdadeiro corno o é, sem jamais saber ) sejam submissos às minhas vontades no começo. Explico porquê: Na verdade essa passagem tem que ser feita como se fosse um ritual. Nesse sentido, não há, portanto, lugar para ciúmes. E, vcs homens, tenham certeza: Irão me agradecer pôr isso. Não irei revelar, é claro, o segredo de pandora, pois a sedução é uma arte e a maioria dos homens não sabem como seduzir a sua companheira, pois já o fez um dia. Mas se vc homem compromissado tiver uma mulher que vc pode até achar fria e distante e quiser tranformá-la em um vulcão, entre em contato. E vc, mulher casada, que acha que seu marido não suportará a idéia de vê-la sendo compartilhada pôr outro homem, está redondamente enganada. Todo homem, eu disse todo, tem esse ideal de ver sua esposinha sendo seduzida. Mas não pensem que já sairei com a mulher para o motel de imediato! Como eu disse: Esse processo é um ritual e, nesse caso, a sedução é fundamental. .Quero ir revelando essa mulher dia a dia. Sem pressa! A cada dia ela irá se descobrir mais jovem, mais sensual, mais fogosa. Esse é meu objetivo. Vou dar apenas um exemplo: Essa mulher irá me ligar e ao mesmo tempo que estiver louca de desejos ( porquê sou extremamente bom nisso ) ela irá falar, ao mesmo tempo, com seu marido no outro telefone ( celular, pôr exemplo ). Pode nem ser o marido, mas um homem a quem deseja. Tudo isso se chama sedução e é inerente a cada ser humano. Basta apenas que acabemos com alguns valores tipicamente ocidentais para deixar fluir tudo o que tem que ser vivido. Meu grande desejo é tornar o relacionamento amoroso do casal ainda mais prazeroso, principalmente se estiver naquela fase morna e sem sentido que as vezes nos colocamos. Não pensem que casamento é um elo eterno em que se coloca um

cabresto no respectivo parceiro. Deixem fluir sua sensualidade e verão o quanto serão felizes nesse processo. Quero apenas mulheres da região sul/sudeste, pois atualmente não posso me ausentar de minha região pôr motivos profissionais. Não direi, também, como sou. Cabe a vocês terem a vontade de descobrir. Mas já digo de antemão que não sou Brad Pitt e nem que tenho um pênis de 30 cm. Sou um homem de 47 anos, casado, realizado em todos os sentidos, que deseja apenas ser um anjo da guarda de seus casamentos! Caso queiram falar comigo, meu e-mail é: amantepaulistano2007@yahoo.com.br

Comendo a cabeleleira Fala Galera... Há tempos leio os contos desse site, hj vou relatar o q aconteceu comigo há 8 meses atrás... sou solteiro, 28 anos. Moro em BH há quase dois anos. Sempre cortei cabelo nesse salão, pois é perto do meu trabalho, o referido salão localizase em um bairro muito conhecido em BH (savassi), alem de ser conhecido é tb muito nobre, sendo assim imagine o \"naipe\" do salão. Vai ficar um pouco grande, pois acho que todos os detalhes são necessários para o entendimento de toda a história, que por ser verídica, espero relatar e passar todo minha sorte...hehehehe... Pois bem, sempre marquei em horário logo após o almoço aproveitando o horário. A cabeleira além de ser dona do requintado salão, é uma mulher muito charmosa, cheirosa, atraente e simpatica. Desde o primeiro dia q fui a esse salão, só corto com ela, acho q dei uma puta sorte. Ela á casada, aparentando seus 35 a 40 anos, mas bem conservados. Nas ultimas vezes q cortei cabelo lá ela começou a me tratar com muito carinho, foi notável a diferença das outras vezes, achei estranho, mas deixei rolar.

Às vezes encontrava-a no restaurante, mas sempre acompanhada das amigas de trabalho e eu tb, mas como nunca imaginava algo a mais, sempre vi com outros olhos, apesar de seus olhares aguçados p mim no restaurante e qd eu passava em frente ao salão, ela quase se jogava na rua p falar comigo. Passaram-se alguns dias, sempre encontrava com ela no tal restaurante e os olhares continuavam, até que chegou a época de eu cortar o cabelo, maliciosmente, resolvi marcar no ultimo horário, pois sentia algo me favorecendo. A tarde se passou e enfim o horário marcado p eu cortar o cabelo, 19:30hs, cheguei no salão estava ela lá, toda gostosa, atendendo uma cliente, sentei na sala de espera e ela parou de atender e veio falar comigo, me comprimentou com um beijo no rosto (nunca havia me comprimentado assim) e falou que já iria me atender. Logo ela havia terminado de atender a cliente que me antecedia. Enfim, minha vez, ela foi até a sala de espera e me pegou pela mão me levando até a cadeira, achei muito estranho, mas gostei muito do atendimento, sentei ela me colocou a tradicional capa e começou a cortar meu cabelo, logo ela começou a dispensar as funcionarias, notei que ela estava meio lenta do que era de costume, alem de repetidamente se encostar em meus braços e aqueli me deixando de pau duro, em poucos minutos percebi q estavamos sozinhos no salão. Ela mais do que esperta trancou a porta de vidro do salão alegando que como estavamos sozinhos e aquela hora queria se previnir de assalto, percebi que ela fez questao de falar q estavamos sozinhos. Continuou a cortar meu cabelo e me elogiar, cabelo, pele, rosto e eu percebendo que aquilo nao era comum vindo dela tb comecei a elogiá-la, falando que era uma mulher muito conservada, atraente e tal, ela sorriu falando que vindo de mim, faria ela uma mulher muito feliz, essa conversa foi se estendendo até que ela veio cortar a parte da frente do meu

cabelo, ela simplesmente pediu p eu fechar as pernas e se posicionou deixando minhas pernas no meio das dela de frente p mim, como ela é um pouco alta, se abaixou e deixou seus seios volumosos quase todo livres, fiquei maluco, comecei a suar e falei p ela que daquele jeito ela estava me fazendo suar, logo ela respondeu, seus elogios sei q são sinceros, mas te fazer suar acho demais. Pediu para levantar para ela lavar minha cabeça, no caminho até a outra cadeira pedi para ela aumentar o ar condicionado, ela sorriu e começou a lavar minha cabeça, ao mesmo tempo massageando-a, sempre quando ela fazia isso, me dava um sono e tanto, mas dessa vez nao, me deu um tesão incontrolável. Perguntei se ela era massoterapeuta tb, ela respondeu que nao, falei q suas mãos eram perfeitas, ela muito safada me falou: com tantos elogios, vc está merecendo tratamento vip, nao sou massoterapeuta, mas se vc quiser posso tentar fazer uma massagem para passar por sua aprovação, mas do que ligeiro perguntei se seria naquela hora, ela me falou se importaria com o horario pois demoraria uns 40 minutos, pra mim, qt mais demorasse melhor, sua fisionomia mudou para a \"safada\" nesse momento ela termina de lavar minha cabeça, seca com todo carinho. Pega minha mão com os dedos entrelaçados como namorados e me leva para a sala de massagem, falando q passaria por minha aprovação naquela hora, entramos na sala, ela tranca e pede para eu tirar a camisa e deitar na cama, quando tirei percebi ela me olhando da cabeça até aos pés e lançou essa: ufa, nada melhor depois de um dia inteiro de trabalho, fechar com chave de ouro. No ato lancei de volta: aproveite o quanto for necessário. Já deitado na cama e ela veio com os óleos de massagem pegou um e falou: pode ser o afrodisíco, falei: pode ser, só não me responsabilizo pelos meus atos. Começou a bela massagem que por sinal, nem consegui me concentrar na massagem e sim pensar naquela mulher maravilhosa e imaginando o que poderia acontecer. Ela se calou fazendo a massagem e sua respiração começou a

ficar um pouco ofegante, logo perguntei se ela gostaria de receber minha massagem, ela se declarou falando que era o que ela estava precisando, eu estava deitado, sentei na maca para me levantar, quando coloquei os pés no chão me apoiando para levantar, ela ficou no mesmo lugar, quando levantei, nossos rostos quase se tocaram, olho no olho, peguei na cintura dela, ela se esquivou e deitou na maca. Estava com uma roupa tipo social, nao sei como se fala, mas estava de saia até o joelho e uma blusa do mesmo tecido da saia, tipo uniforme, pedi para ela tirar a parte de cima, senão eu só poderia massagear suas pernas, ela nessa hora parecia que queria voltar atrás e falou q eu poderia começar pelas pernas mesmo e se ela gostasse, deixaria eu massageála nas costas. Peguei o óleo e passei um fio em casa perna, como se passar azeite numa carne bem suculenta, comecei a massageá-la, de leve, começando pelos pés, na sola, de dedo em dedo, não economizei e fui tratando aquela mulher madura como se fosse uma princesa, ela começou a elogiar falando que eu tinha as mãos perfeitas para fazer massagens, fui subindo pelas pernas, batata da perna e chegando nas coxas, no que eu passava pela parte interna das pernas, sentia que ela tinha uns espasmos e sua respiração voltou a ficar mais ofegante, como nao tinha mais parte do seu corpo descoberto, já q a saia ao deitar subiu um pouco para baixo das suas bundas maravilhosas, perguntei se eu poderia subir mais ou era melhor parar, só p saber qual seria sua reção, dali pra frente eu tinha certeza que aquela gostosa estava nas minhas mãos. Ela falou que poderia continuar subindo, logo fui despindo aquela bunda maravilhosa, descobrindo sua calcinha minuscula toda enterrada na bunda e aquela xana, igual um pastel me olhando... nuuuuuuuuuuuuuu... só de pensar já fico maluco. Subi a saia até a cintura, aquela bunda toda despida, comeci a tocá-las e ela me elogiando cada vez mais, estava eu lá, apaupando aquilo tudo, quando comecei a massagear novamente o lado interno, agora das coxas passando para a

bunda e dando aquelas encostadas na sua xana maravilhosa, cada vez que eu passava, encostava mais naquela xana, logo senti ela se mexer quando eu toacava nela, fiz algumas vezes e ela pediu p eu parar, pois queria que massageasse suas costas, sentou na maca e ficou só de sutiã e calcinha e voltou a deitar na maca, falando que ela já tirado tudo que podia, para ela tirar as outras duas peças que restavam, só dependia de mim. Naquele momento tive a plena certeza que era meu dia. Deita-se aquele mulherão na maca novamente só para mim. Voltei a massagea-la, começando novamente pelos pés, passando elas pernas, chegando na xana, tocando-a algumas vezes para deixar a todo tempo no grau, logo cheguei nos suas costas, como seus braços estavam esticados ao lado da maca e eu com o pau varando a calça, nao perdi tempo e fui logo dando aquelas encostadas em seu braço enquanto eu massageava suas costas e uma vez ou outra descendo até suas pernas, voltando pelas bundas passando na sua xana que a essa hora já batia palmas, ela sentindo meu mastro ralando-a na reta do cotovelo, cada vez mais eu encostava. Num certo momento fui massagear seus ombros e me posiciono de frente p seu rosto para ela perceber o volume em minha calça, ela olha e com um certo humor p descontrair, pede para eu aumentar o ar condicionado pois estava suando, demos boas risadas e voltei a massagear suas costas e ralando meu pau em seu braço, até que ela começa a mexer o braço que eu encostava, encostando com o cotovelo no meu pau, fazendo movimentos, nao perdi tempo e voltei p sua bunda já esquecendo a massagem e partindo pro ataque de vez, pois já estava passando da hora, cheguei na sua xana, sua calcinha estava encharcada, fico nela massageando e ela já gemendo, logo chego de lado a calcinha e sinto aquela xana quente, procurando seu grelo, quando chego, ela quase pula de tanto tesão, seu gemidos aumentando, ela procura com as mãos meu pau e me posiciono até ela alcançá-los e tb fica ali me tocando, meus dedos todos melados do sugo daquela xana já estavam dentro dela, dando aquelas entoscadas, dois dedos, primeiro de leve, depois com mais intensidade, tiro de dentro e vou

tirando sua calcinha, ela mais do que satisfeita com a minha atitude, se empida toda facilitando eu retirá-la. Aproveitando a parada desabotuei seu sutia, que ela mesmo tira, ficando peladinha só pra mim, voltei a tocar sua xana e ela a me tocar, abri sua bunda para ver e tocar seu cu, abaixei para sentir o cheiro daquela xana me chamando, como ela estava deitada de pernas fechadas, eu nao conseguia chegar para dar aquelas linguada, logo pedi p ela ficar de 4, ela não pensa duas vezes, vejo aquela bunda gostosa duplicar de tamanho e aquela xana toda pra mim. Comecei a chupar gostoso, minha lingua invadindo aquela gruta, nesse momento seu gemido muda até de tonalidade de tão forte que fica e ela começa a falar, pedindo p eu chupá-la, que nunca tinha sido tão bem chupada, que seu marido nem preliminar fazia mais direito, aquilo foi me deixando mais maludo ainda, com meu pau doendo já de tão duro, passei a dar umas linguadas em seu cú, enquando meus dois dedos estavam de volta naquela gruta e ela cada vez mais maluca com minhas chupadas e dedadas. Depois de alguns minutos nessa excitante posição ela senta e me puxa, me posiciono de frente p ela, logo ela pede um beijo para sentir o gosto da sua xana, aquele beijo forte, ardente, me abraçando, beijando, gemendo e falando ao mesmo tempo, minhas mãos percorendo suas costas, passando pelos seios volumosos e lindo por sinal, até que eu travo uma das mãos nos cabelos pela nuca, puxando pra tras, ela geme feito louca, falando q adorava o jeito que estava sendo, carinhoso, ao mesmo tempo voraz. Ela se apoia nos braços atrás do seu corpo, passo a lingua na sua orelha, dou uma mordida no seu queixo, descendo, logo beijo seu pescoço, chegando nos seios fartos daquela casada safada, lindos e firmes pela sua idade, já com as mãos livres, aperto com as duas mãos e vou chupando cada um deles, dando umas mordidas, pegando de leve na auréula em volta dos bicos, chegando com mais intensidade a mordida no bico, mas de leve, a mulher nao estava se aguentando de tesão, me empurra desce da maca e logo se abaixa tirando meu cinto e baixando minha calça.

Logo eu tiro o sapato com os pés mesmo e ela tira toda minha calça e meia, me deixando só de cueca, volta lambendo minhas pernas, chegando no meu saco, por cima mesmo da cueca, dá uma mordidas de leve e vai subindo acompanhando meu mastro, nuuuuuu, q tesão q dá a mulher morder o pau por cima da cueca, logo ela abaixa e decobre meu pau de tão duro chega a pular e bater em seu rosto, todo melado já a essa hora, ela pega com todo carinho, enche a mão começa uma punheta de leve e para na cabeça do pau, alisando com o dedão aquele melado, falando quanto ela estava desejando aquele momento, começa com um beijo nele, logo estava todo enterrado na sua boca, que chupadaaaaaaaaaaaaa...... profissional, me seguro p nao gozar, ela faz um boquete magistral, engolindo tudo olhando pra cima com a cara de safada. Naquele momento, ela percebe que estou com o nervo à flor da pele de tanto tesão, ela tira meu pau da boca e fala: sei q nao está aguentando de tesão, mas antes de mais nada, quero engolir seu leitinho e volta a chupar, acho que não aguentei nem mais 10 segundos, explodo num gozo forte enchendo sua boca, ela mais do que profissional, nao deixa escapar nenhuna gota, engole tudo, ficou ali brincando até eu me recompor um pouco, chupando meu saco. Logo levanto ela e pego uma cadeira no canto da sala e peço p ela colocar um pé somente em cima da cadeira e volto a chupar aquela xana gostosa, em poucos minutos ela já estava gemendo com toda intensidade, fico um tempo e meu pau já estava em ponto de atacar aquela xana, mando ela ficado de quatro, apoiando-se na maca, minha pica já novamente latenjando direciono na boca da sua xana, quando ela sente meu pau encostando nela, ela mesmo forçou pra trás e meu pau logo estava sendo engolido por aquela xana, começo a bombar gostoso num vai e vem forte, meu saco batendo, com uma mão seguro sua cintura e com a outra puxo os cabelos dando aquela pressão nas bombadas, ela gemia, gritava feito louca. Não se aguentando de tesão, me pede p dar uns tapas na bunda, com vontade minha mão que estava na cintura,

começa a dar aqueles tapas estalados e falando que ela era gostosa e tinha a \"mãnha\" de fuder gostoso, fico naquela gostosa posição até q ela pede p eu sentar na cadeira que peguei no canto da sala, mais do que depressa obedeci suas ordens. Ela sente virada de frente pra mim se encaixa e começa a cavalgar gostoso e eu chupado aqueles seios, novamente minha mão se entrelaça nos seus cabelos na nuca, puxo pra trás e começo a dar tapas na cara dela, putz, nunca vi uma ficar ficar tão excitada, ela gritava, socava com força, quase que pulava para sentar com mais pressão, depois de um tempinho, peço p ela sentar de costas, falo q é minha posição preferida, sentada de costas com as mãos apoiadas nos joelhos, mas nao imaginava que seria tão perfeita, ela sentava engolindo meu pau, parecia puta profissional, uma sintonia perfeita, começa a sentar com pressão, sinto ela gozando, me excito e não conseguindo me segurar aviso q vou gozar novamente, ela levanta, fica de joelho e posicionase com meu pau na cara dela e pede p eu gozar, ela fica na punheta gostosa e começa a soprar meu pau, putzzzzzzz.... que delicia, ela punhetando e soprando e intercalando com a boca e a lingua pra fora encostando no pau, não aguentando mais, jorro aquele gozo gostoso na cara dela, o q foi na boca, ela engoliu tudo e lambeu em volta da boca para sugar cada gota e o resto que foi nos olhos, nariz, bochecha, ela ficou com o meu pau lambuzando-a cada vez mais, até que na gozada fui na lua e voltei. Ela levanta e pega uma toalha, se limpa e senta no meu colo, me abraçando e me dando beijos gostoso e falou que eu era muito mais do que ela pensava... Nos recompomos, vestimos e saimos, esperei ela fechar todo o salão, saindo ela me ofereceu uma carona, chegando no seu carro, ela pede para eu ir dirigindo, fomos indo em direção a minha casa como namorados, ela me beijando e logo fiquei excitado de novo, ela faz aquele boquete no carro, mas não chego a gozar, chegando ao meu destino nos despedimos com um beijo gostoso. No outro dia quando eu saí p almoçar, como de praxe, passei

em frente ao salão e vejo ela sentada no lugar da menina que recebe o dinheiro dos clientes, mexendo no computador, pois parecia que estava esperando a secretária voltar do almoço, ela nao percebeu que eu entrei, qd se assusta com o meu Bom Dia, qd ela levanta dá de cara comigo, fica sem graça e eu falei baixo para ela: Vim pagar o corte de ontem, ela tb responde baixo falando, vc tem crédito por mais ou menos 5 anos aki, rimos e eu sai.... Depois disso, já comi essa safada mais três vezes, até seu cú me liberou, mas esses contos ficam pra depois, se esse for bem aceito, já que é o primeiro q posto. Então foi essa minha aventura galera, muheres interessadas que gostaram da minha aventura e queira se aventurar comigo, meu email é: kriok_mg@yahoo.com.br Valeu... Na cachoeira, não resisti.

Eu estava sentado em uma pedra, um pouco acima do nível onde caia a água da cachoeira. Com filete de água batendo nas costas, eu relaxava enquanto observava os outros turistas que visitavam o local. Logo notei a chegada de duas lindas jovens que ficaram por ali tirando fotos e conhecendo o lugar. Uma delas ajeitou-se tomando sol em um gramado a frente e a outra entrou na piscina natural que se formava à frente da cachoeira em que eu estava sentado. Nadou, saiu, conversou com a outra jovem e entrou novamente e veio nadando em minha direção forçando contra a correnteza. Desistiu e fez sinal perguntando se eu a ajudaria a escalar a pedra. Fiz sinal que sim. Ela veio novamente e segurando-me em uma fresta da pedra estendi meu outro braço até ela. Logo ela já estava em cima da pedra. Obrigada! Agradeceu gentilmente.

Sentou-se ao meu lado e pude então observá-la detalhadamente. Devia ter uns 25 anos (20 anos mais nova que eu) cabelos negros abaixo dos ombros, pele morena clara, peitos durinhos e bem formados, pernas bem cuidadas, usava um biquini verde, com uma calcinha fio-dental que deixava vem à mostra seu bumbum de academia. Puxei conversa, com aqueles argumentos de sempre, de onde era, o que fazia etc etc... Falei um pouco sobre mim também. Seu nome era Jany. Então ela perguntou: E onde está sua esposa? Lá está ela dormindo àquela sombra, tomou um coquetel de remédios para enxaqueca e está apagada. Respondi. Pôxa, casados assim a tanto tempo deve ser difícil resistir às tentações que tem por aí né? Dando um risinho malicioso. Realmente é difícil, mas até hoje resisti. Apesar de que também não foram tantas assim, acrescentei, rindo. Você já conhecia esta cachoeira? Perguntei. Sabia que dá para subir lá em cima por um acesso lateral? Tem uma vista linda! Não sabia não, você sabe como ir até lá? Sim, é pouco conhecido, aliás tem dois acessos, um é ao lado daquela roda d\'agua, está vendo? E o outro é segredo meu. Vamos lá, você me ajuda a chegar lá? ela me perguntou de pronto. Sim, mas creio que minha esposa não iria gostar. Antes tenho que confirmar se ela realmente está apagada e temos que subir separadamente, você entende né! Ok! Espero você subir e logo depois vou até lá. Descemos das pedras e ela foi conversar com a amiga. Passei perto de minha esposa e confirmei que estava dopada, pelo que conhecia ela deveria ficar naquele estado por pelo menos uma hora. Sem que outras pessoas percebessem subi a pequena trilha e fiquei esperando a jovem no meio do caminho em uma posição que conseguia entre as folhagens ver a minha esposa e o acesso à trilha. Assustei-me quando vi que as duas foram em direção à roda d\'agua. Logo que chegaram as encaminhei até o topo da

cachoeira. No caminho Jany me apresentou a amiga Tatá que aparentemente tinha a mesma idade e a mesma beleza jovem, só que era loira e muito bem bronzeada. Ambas se sentaram em uma pedra e pediram para que eu tirasse algumas fotos, fizeram várias poses. Eu procurei uma posição de modo que eu o tempo todo pudesse dar uma olhada na minha esposa. De repente as poses começaram a ficar mais sensuais entre as duas. Mãos tocando coxas, pernas entrelaçando-se. Lábios quase se encontrando. Quando se abraçaram e começaram a se beijar delicadamente, somente uns selinhos. A cena era linda, duas gatas lindas, só de biquini, ao fundo uma paisagem paradisíaca. Ambas eram muito delicadas e femininas, aumentando ainda mais a beleza. Quando a Jany olhou para mim com um olhar penetrante e disse: A duas você resiste? Fazendo sinal para me aproximar. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Não estava acreditando no que estava ouvindo e vendo. Ficando em pé voltaram a beijar-se acariciando uma o cabelo da outra. Não tive como disfarçar meu nervosismo e a ereção muito evidente na sunga. Vieram até mim e Jany me beijou lançando seus braços atrás da minha cabeça, apertando seus peitos contra o meu. Senti o meu pênis duro apertado bem na sua calcinha. Enquanto isso, a Tatá me abraçou por trás me beijando as minhas costas e pescoço. Correu sua mão pela lateral do meu tronco e enfiou a mão entre eu e a Jany e foi logo massageando as minhas “coisas”. De súbito me desvencilhei delas e disse que não concordava com a situação, explicando-me e pedindo desculpas. Sem me darem ouvidos, tiraram seus sutiãs e me agarraram novamente. Não teve jeito. Embora demonstrando estar contrariado, me entreguei àquela dupla tentação. Seus peitos eram muito durinhos e quando me tocavam a sensação era maravilhosa. A Jany me abraçou novamente me beijando e foi se abaixando e puxando a minha sunga para baixo, começando um boquete delicioso. A Tatá por sua vez pegou uma toalha e esticou no chão e me convidou para deitar-me.

Antes dei uma conferida na minha esposa. Deitado a Jany continuou o que tinha começado, tão delicadamente e gostoso ao mesmo tempo, que eu não queria que acabasse nunca. A Tatá olhou para mim e perguntou: O que você sugere? Acenei e pedi para ela se ajoelhar trazendo a sua buceta na minha boca. Ela de pronto fez menção de tirar a calcinha e eu disse que não. Ela ajoelhou-se, e olhando para cima vi um corpo perfeito, com dois peitos grandes e duros e ela a olhar para mim, como que pedindo para começar logo. Comecei a mordiscar a sua bucetinha por cima da calcinha. Senti como ela era carnuda e gostosa. Ela não conseguiu conter a vontade de mexer o quadril rebolando lentamente. Estendi meus braços e acariciei seus seios, primeiro passando a mão levemente e depois apertando-os cada vez mais forte, ao mesmo tempo em que mordia um pouco mais forte e forçava a língua sobre o biquini como que se tentando achar seu clitóris, ela gemeu gostoso. Até que não aguentou, como eu já previa, e arredou o seu biquini apertando sua buceta contra a minha boca. Senti seu cheiro gostoso e o seu calor, isso me deixou ainda mais excitado. Perdi o controle e gozei na boca da Jany que muito experiente continuou me acariciando. Eu disse para a Tatá: Vou colocar a minha lingua para fora e deixá-la bem durinha e você faz o que quiser com ela. Nisso a Jany levantou-se e veio beijar os peitos da Tatá. Como prometido, pus minha língua para fora e a Tatá começou a movimentar a sua buceta contra ela, lentamente, do clitóris até a vagina, e voltava. Quando chegava no clitóris, eu vibrava minha língua o mais rápido que podia. Ela foi se empolgando e esfregou a sua buceta na minha cara loucamente. Senti ela inchada e muito molhada. Levantou-se e foi em direção ao meu pau que ainda estava duro e falou: Jany peça para ele fazer o mesmo com você, é uma delícia.

Da mesma forma a Jany se ajoelhou e repeti da mesma forma primeiro por cima da calcinha e logo após ao invés de somente arredá-la, a Jany desamarrou o biquini e o tirou todo. Enquanto isso, eu senti que a Tatá se agachou sobre o meu pau. Ela foi ajeitando com a mão o meu pau na sua vagina e começou a forçar a penetração. O calor de sua buceta, o endureceu ainda mais. Ela foi forçando, forçando até que senti ele deslizando gostosamente para dentro dela. Ela subia e descia lentamente curtindo bastante. A Jany da mesma forma que a Tatá também adorou a brincadeira de fazer o que quisesse com a minha língua. Só que quando chegava na vagina senti que ela tentava enfiar a minha língua nela, percebendo isso eu mexi a minha língua em círculos tentando abri-la e ela abaixou-se ainda mais e eu consegui enfiar a língua na sua vagina. Ela gemeu muito. E começou o movimento entre clitóris-vagina, percebendo as sensações diferentes, quando ela trouxe o clitóris até mim, juntei meus lábios e fiz uma forte sucção chupando-o, senti ele entrar entre meus lábios. Ela gemeu muito gostoso e ficou assim por alguns instantes aprisionada pelo clitóris. Jany levantou-se e ajoelhou-se novamente, só que agora de frente para a Tatá e começaram a beijar-se. Pedi para a Tatá parar de mexer porque senão eu iria gozar logo e eu queria curtir aquele tesão por muito mais tempo. Assim ela fez, sentou-se sobre o meu pau, enterrando tudo, até eu sentir o seu clitóris me apertando e ficou quietinha, só rebolado suavemente. Chupando a Jany, tendo como vista a sua bunda redonda, esculpida, com uma marquinha de biquini fio-dental, eu estava para perder os sentidos de tanto prazer. As duas se beijavam e se acariciavam mutuamente. O tesão chegou a um nível insuportável e elas falaram, vamos gozar todos juntos e cada um pediu para que o outro fizesse o carinho que o faria gozar. Jany, pediu para chupá-la com muita força, enfiar a língua como que para rasgá-la, Tatá pediu para Jany acariciar seu clitóris enquanto começou o movimento de entra e sai no meu pau. Eu disse que não precisava de mais nada. Nós três ao mesmo tempo fomos acelerando, mas eu percebi que a Jany ainda não gozaria, estiquei meus braços e

consegui alcançar seus mamilos e apertei com cuidado. Quando louco de tesão e já querendo gozar eu estendi a minha língua até seu cuzinho. Aí sim senti as suas pernas tremerem. Ela descontrolou-se esfregava-se na minha lingua quase como que em convulsão e gozou. Tatá, pediu para eu mexer muito e eu a atendi mexendo o mais rápido quanto podia. Claro que não aguentei por muito tempo gozando logo em seguida. Ela sentindo isso masturbou-se pedindo para Jany chupar seus peitos com mais força, mexendo tanto que quase me machucou. Foi um gozo muito explosivo. As duas vieram e deitaram-se comigo apertando seu corpos contra o meu. Por instinto, embora quase não conseguindo me movimentar, levantei-me para conferir se minha esposa estava deitada. E voltei para junto delas. A Jany me provocou: Sabe aquela hora na cachoeira em que você disse que sempre tinha resistido? Pois é, naquela hora você sem querer me desafiou e eu jamais perco. E eu lhe disse: Pois é, vou demorar a superar isto. Ficamos mais uns instantes, quando vi que minha esposa não estava deitada, procurei por ela e ela estava me procurando entre as pessoas na cachoeira. Disse: Preciso ir. Dei um beijo em cada uma e desci rapidamente pela trilha, só que por um caminho que saía junto aos banheiros. Entrei em uma ducha, e aguardei que minha esposa viesse me procurar por aqueles lados e saí ao seu encontro. Ela estranhou meu estado e me perguntou o que estava acontecendo. Eu prontamente disse que tinha passado mal e ido ao banheiro. Disse ainda que poderíamos ir embora porque não estava bem. Ela porém, sugeriu que entrássemos na água um pouco, já

que ela ainda não o tinha feito. Concordei. Entramos na piscina natural junto a outras pessoas. Eu aguardando ansioso o retorno de Jany e Tatá disfarçadamente não tirava os olhos da entrada da trilha. Depois de uns 10 minutos as duas aparecem, aos meus olhos mais lindas do que nunca, disfarcei olhando para um lado oposto. Quando minha mulher me chama, apontando para elas com o olhar: Amor, olha que moças mais bonitas. A loira é linda e aquela morena é perfeita. Nem tanto amor. Menos, menos. Dissimulei. Uma senhora que estava ao lado, comentou com ela. A senhora não tem ciúmes não? Claro que não! Aquilo é para quem pode! Sorrindo e desdenhando, respondeu ela. Entrei na brincadeira e falei: Quê isso minha filha, alí é só eu “querê”. Coitaaado! Mas sonha mesmo. Ela exclamou. Olhei para elas ainda uma última vez antes de irmos embora, levando comigo a certeza de que às vezes, é muito bom perder.

minha esposa exibicionista I Sempre tive a fantasia de que minha esposa se exibi-se para outros homens, já que ela é uma mulher muito discreta inclusive na forma de se vestir. Conversamos até que um dia de surpresa ela resolveu realizá-la, gostou e de vez em quando acontece. Segue o relato da primeira vez: Estávamos em nosso último dia de férias na praia. Eu ainda estava dormindo, quando ela me acordou mordendo a minha orelha. Ao abrir os olhos ela me disse:

- acorda amor, vamos tomar café? Já fui à padaria. Olhei para ela e estranhei a sua roupa. Estava usando um blusinha branca de malha bem fininha, sem sutiã, onde dava para ver os mamilos perfeitamente. Usava uma mini-saia preta rodada que na frente devia estar a uns dois dedos da calcinha e atrás mostrava a beirada da bunda. - Foi vestida assim? Perguntei. - Claro, lembra das suas fantasias de que me falou? Então, disse ela. Fui assim à padaria para fazer um teste, e posso te confessar uma coisa... foi muito gostoso, nunca imaginei que daria tanto tesão. Aconteceu alguma coisa diferente? perguntei. Lógico que na rua alguns caras mexeram comigo, ela respondeu, mas na padaria é que foi gostoso. Eu entrei meio sem graça. Fiquei enrolando olhando algumas coisas nas prateleiras até que em um dos corredores chegou um funcionário que agachou-se para organizar umas coisas. Eu percebi que ele estava ali por causa de mim para olhar minhas pernas. Fingindo não estar vendo nada, virei-me discretamente de costas para ele, mostrando a beirada da minha bunda. Estava nervosa, criei coragem e inclinei-me para frente como se estivesse olhando alguma coisa, empinando a minha bunda. Senti a saia subir, abri um pouco as penas para lhe mostrar minha bucetinha demorei um pouquinho nesta posição. Virei-me novamente e fiquei de frente a ele, fingi pegar alguma coisa no alto, senti a saia subir novamente, agora na frente. Olhei para ele e sorri. Ele levantou-se e pediu meu telefone. Eu lhe dei um falso é claro e saí. Adorei. Concluiu. Chamei-a então para perto de mim e ela me beijou muito gostoso e disse: - você não quer ver com qual calcinha eu estava? é bem sexy!

Claro respondi. Ela me beijou novamente enquanto eu levantei a sua saia. Quase morri de tesão de ver que ela estava sem calcinha. Confirmei: - você foi assim? - hum hum, respondeu. Passe a mão nela, ela ordenou. Ao tocá-la senti o quanto estava molhadinha. Me empurrou para a cama e disse: - vai ter mais..., só que dá próxima vez você vai ver tudinho. Transamos muito gostoso ela estava com muito tesão.

minha esposa exibicionista II Este é uma continuação do primeiro já publicado neste site. Sempre tive a fantasia de que minha esposa se exibi-se para outros homens, já que ela é uma mulher muito discreta inclusive na forma de se vestir. Conversamos até que um dia de surpresa ela resolveu realizá-la, gostou e de vez em quando acontece. No dia seguinte ela me chamou para irmos ao supermercado, disse que queria se exibir para mim. Colocou a parte de cima do biquini, uma minisaia de cós baixo com duas fileiras de babado, bem curtinha e disse: - a calcinha é você que escolhe! Me apresentando umas micro calcinhas, uma mais indecente que a outra. - você não está exagerando não! Onde arrumou isto! Perguntei. - comprei num sexshop.Você escolhe, ou uma destas ou nenhuma. Escolhi uma amarelinha bem clarinha, toda transparente(sem aquele fundinho de algodão),

fio-dental que tampava somente a sua xaninha. Quando ela a colocou ví o quanto era pequena e apertadinha. Já fui ficando com tesão. Antes de sairmos ela falou: - Eu desço do carro e vou na frente, depois você vai. Faz de conta que não nos conhecemos. Chegando ao estacionamento ela me beijou muito gostoso, desceu do carro e seguiu para o supermercado. Estava linda, a minisaia valorizava muito suas pernas grossas e bronzeadas. Esperei um pouco e entrei para procurá-la, era domingo de manhã, e havia pouca gente. Quando a ví no setor de frios, de costas para a peixaria onde dois vendedores a observavam. Ela curvou-se para frente como que buscando alguma coisa no fundo da \\\"pista\\\" de frios, demorando-se nesta posição. De longe observei a agitação dos balconistas e resolvi ir até eles para ter a mesma visão. Chegando mais perto vi que a sua saia estava no meio da bunda. Quando fui passar por ela, ela levantou-se com uma bandeja na mão fingindo olhar a etiqueta. Olhou para mim, sorriu e deu uma piscada sacana. No balcão escutei os comentários: Cara! Que gostosa. Você viu? Reparou que ela está de aliança? Estas turistas estão longe de casa e aprontam de tudo... Eu achei que ela tava de biquini... Não é não, é calcinha! É transparente, cara!

Quando ela viu que cheguei ao balcão repetiu a cena,

procurando outra coisa na pista. Ao curvar-se a sua saia subiu, mostrando generosamente a sua bunda. Por entre suas pernas aparecia aquele \\\"capô de fusca\\\" formado pela sua calcinha cobrindo a bucetinha carnuda. Repetiu a cena algumas vezes, pegou o carrinho e seguiu pelos corredores com o bumbum empinado. Por estar com salto, quando se inclinava por qualquer motivo a beirada da bunda aparecia. Uma delícia. Toda vez que ia colocar alguma coisa no carrinho, ela inclinava-se bastante, de pernas entre-abertas mostrando assim a sua calcinha. Ela fazia isto sempre que tinha algum homem por perto, mesmo que tivesse acompanhado. Só para ver a reação de ciúmes das mulheres. No último corredor que estava vazio ela sinalizou que ia fazer um showzinho para mim. Ficou de frente pra mim, enfiou as mãos debaixo da saia e em um movimento rápido, retirou a calcinha e colocou na bolsa. Puxou a saia deixando aparecer a ponta da bucetinha. Deixou o carrinho e veio caminhando sensualmente pelo corredor até mim e perguntou: - O que você acha de eu dar uma volta assim pelos corredores? - Acho muito arriscado, falei. Isto pode dar processo. Acho melhor você voltar a sua saia para o lugar. Ela voltou a saia, mas deixou-a rente ao fundo da sua bucetinha. Pegou o carrinho e continou a caminhar pelos corredores. Quando chegou em um que tinha um jovem sozinho. Ela continuou até que ele ficasse entre eu e ela. Neste momento vi que ela puxou a saia para cima novamente.Ela então deixou o carrinho e veio caminhando em direção a nós. A pontinha da sua bucetinha branquinha, depilada, linda, destacava-se entre as suas coxas bronzeadas. Ela é claro fingia não perceber

isto. Quando ela caminhava vi o rapaz que não tirava o olhar do meio de suas pernas. Louca! Pensei comigo. Ao chegar perto de nós fingiu procurar alguma coisa em algumas prateleiras, virou-se de costas e voltando ao carrinho, curvou-se como que pegando alguma coisa no fundo dele. Abriu as pernas e sua bucetinha apareceu inteira e ficou assim se mostrando. O jovem comentou comigo: - cara! a Dona aí é doida! Eu chupo ela inteirinha. - Eu disse: gostosa ela é. Olhou para nós e deu um sorriso. Ajeitou a saia no lugar e foi para a fila do caixa. Saí direto e fui esperá-la no carro. Ela veio empurrando o carrinho normalmente. Quando chegou perto do carro sinalizou para eu abrir o porta-malas. Para colocar as compras no portamalas,novamente ela se exibiu, empinando a bunda e abrindo as pernas para quem estivesse passando. Entrou no carro e disse: - E aí, gostou? - Acho que a cada dia você está exagerando mais, mas estou gostando. - Pois esta putinha aqui vai ser sempre só sua! Acredite. Abrindo o meu ziper e pegando no meu pau. Mudei o carro mais para o fundo do estacionamento e transamos alí mesmo...

Minha esposa exibicionista III Eu já estava de saco cheio de esperar minha esposa que estava em uma loja de departamentos de um shopping escolhendo roupas. Então eu ficava por ali de bobeira matando o tempo. De repente vejo uma morena muito sexy mais ao fundo, disfarcei e fui para próximo das \"araras\" de roupas onde ela estava. Ela era muito bonita e estava usando uma calça \"leg\" coladíssima no corpo, socada no rêgo, e que deixava bem evidente sua calcinha fio-dental, usava um \"top\" com a barriga de fora. Tinha também um piercing no umbigo. Fiquei vidrado naquela bunda gostosa. Ela percebeu e então trocamos olhares. Ela sorriu. De repente ouço a voz da minha esposa atrás de mim: - Gostou hein!?! Não tive como disfarçar. Minha esposa não falou mais nada. Passado algum tempo disse-me que iria provar algumas roupas e queria que eu visse. Chegando ao provador ela pegou um bem em frente à entrada. Como era um provador feminino eu não podia entrar. Fiquei esperando junto ao funcionário que controlava a entrada. Ao entrar no provador ela não puxou a cortina totalmente, de modo que ficou uma fresta generosa que dava para vê-la inteira. Ela tirou a roupa e a vimos só de calcinha. Seus peitos durinhos e com umas lindas marquinhas de sol. O funcionário da loja viu, ficou meio sem jeito e virou-se. Depois de alguns minutos ela abriu a cortina para me mostrar a roupa... ela estava vestindo um pijamas de malha bem fina, blusinha e short, rosa bem clarinho, sem sutiã e dava para ver a sombra dos bicos dos peitos, o short parece que ela tinha pego uns dois números a menor, super apertado na frente estava marcando a sua bucetinha, dividindo-a no meio,

dava para ver perfeitamente os detalhes da calcinha de renda que vestia. Dando uma voltinha perguntou: - O que acha deste? O short estava totalmente enfiado na bunda, mostrando a beirada das nádegas. - O short está um pouco apertado. Reclamou ela. Veio até o funcionário, e, abrindo a perna e apontando para sua xaninha perguntou: - Será que tem um número maior? Tá vendo! Esta muito apertado. Tá marcando! O funcionário constrangido disse a ela que ela mesmo teria que procurar na loja. Eu sabia que ela estava fazendo aquilo só para me provocar, chamei-a e disse que ela estava exagerando. Voltou ao provador e saiu após alguns minutos vestindo uma saida de piscina, tipo vestidinho transparente, que deixava ver nitidamente sua calcinha. Chamei-a e disse que achava que ela estava exagerando. - Que isso! Você está vendo coisas. Ela disse. - Então eu respondi ironizando: Tá bom, eu acredito! Vou te esperar alí no quiosque de chopp. - Tudo bem! Ela respondeu. Depois de vários minutos ela chega com uma sacola de compras e convida para dar uma volta no shopping e precisava de comprar uma sandália. Antes porém ela disse que precisaria ir ao sanitário. No corredor fiquei aguardando sentado em um banco. Nem reparei que ela tinha levado a sacola de compras. Quando ela saiu quase não a reconhecí. Tinha trocado de roupas. Havia trocado de blusa e de saia, colocou uma blusinha de alcinha, de seda e bem decotada, sem sutiã, que

com o seu andar deixavam os seus peitos balançarem deliciosamente. A saia era na verdade uma mini-saia de brim rosa, curtíssima, deixando as suas coxas ainda mais bonitas. Perguntei: - O que aconteceu? Porque mudou de roupa? - Você não gostou do estilo daquela morena? Então... eu estou tentando te agradar. Respondeu. - Vamos passear e \"ai de você\", se você reclamar de alguma coisa daqui para frente. Completou. Entregou-me a sacola que estava com ela e continuamos a circular pelo shopping. Ela estava chamando muito a atenção. Estava muito gostosa. Ao pararmos frente a uma vitrine de calçados olhamos alguns modelos, e ela disse: - Amor, eu queria experimentar aquelas sandálias alí. - Claro, vai lá e experimenta, eu disse. Ela chamou um vendedor (um homem por coincidência) mostrou os modelos que queria e sentou em uma cadeira perto do espelho para esperar. Ela pediu para eu sentar em um banco em frente a ela. Ela sentou-se bem na ponta da cadeira e olhando fixamente para mim abriu as pernas mostrando a sua calcinha. Ela tinha trocado a calcinha também. Tinha colocado uma branca e transparente muito fininha que mal tampava sua xaninha. Assim que o vendedor chegou ela colocou a sandália em um pé e pediu para ele abotoar a fivela. Ele estava vendo perfeitamete a sua xaninha. Através da calcinha transparente aparecia os lábios depiladinhos e entre eles o seu clitóris levantava um pouquinho a calcinha. Ela fingia que não estava acontecendo nada. - Disse ao vendedor: Gostei desta, mas vou dar uma pensadinha e se for o caso eu volto.

O vendedor agredeceu, deu seu nome e pediu para que se ela volta-se ela o procura-se. Saímos da loja e a caminho do carro ela exibiu-se ainda na escada rolante. Quando estavamos nos aproximando dela, ela correu para ficar na frente de dois rapazes e eu fiquei para trás. No meio da escada ela abaixou-se para ajeitar a sandália, sem dobrar os joelhos. A sua bunda, com os fundos da sua bucetinha mal coberta pela calcinha, ficaram bem na cara dos rapazes que se cutucaram. No caminho de casa desviamos e fomos para um motel e transamos muito gostoso.

Amiga da minha irma Uma certa noite eu lindão,vou me chamar assim estava em casa no meu quarto acessando a internet olhando uns sites porno,quanto meu celular tocou.era samara uma amiga de minha irma,uma gostosona que trabalhava com ela,samara perguntou por aline minha irma,eu disse;ela esta dorminto o que aconteceu,fiquei asustado pois ja era tarde,nada so queria conversar estou sem sono e estou so.se eu puder lhe ajudar estou aqui,estou sem sono tambem,voce poderia vir pra ca,meus pais estam viajando e aline esta dorminto,pois me espera estou chegando.logo deixei a porta aberta quanto ela chegar ela vai logo entrando,domei um banho coloquei so um ropao,continuei no computador,samara nao demorou ela estava me observanto da porta do quarto eu ainda estava olhanto os sites porno,ouvi um barulho na porta era ela,fiquei um pouco invergonhado,ai tirei coloquei musica bem baixinho para nos conversase.samara tinha belos seios,uma bumbum de dar inveja a qualquer mulher,cintura fina,eu nao consequir prestar atencao em nada que ela falava,ela estava com vestido azul,curto bem coladinho,ela estava sentada na minha cama,so pasava pela minha cabeça as imagem que eu tinha

acabado de ver no computador,ela percebeu que eu estava ficanto de pau duro de tanto olhar pra ela,samara perguntou se eu estava namoranto?eu estou a tres meses sem ter contado com uma mulher.nossa tudo isso voce teve se mastubar muito,nao tenho me controlado,e difisio mais consigo.foi ai que ela me chamou e pedio que eu relaxase,ela começou a me beijar e foi decendo tirou meu ropao começou a xupar meu pau que ja estava mais que duro,xupou,xupou ate que eu gozei lambuzanto ela todinha.vamus tomar um banho,ela tirou o vestido e entrou no banheiro quanto avi nua nao acreditei,so poderia ser um sonho,samara era dona do corpo mais sensual que eu ja vi,nao perdi tempo puxei ela e comecei a beija-la,xupei os seios dela mordento os bicos,que de mediato ficou bem durinhos,sua xana ja estava bem molhadinha,coloca todo esse pau aqui dentro de mim,coloquei ela de quatro e comecei o vai e vem,ela gemia de tanto tezao,e eu mais ainda pois ja vasia tres meses que eu nao comia ninguem,nos gozamus juntos.tomamus banhos e ela se vestiu e foi embora.depois daquela noite samara passou a frequentar mais la em casa.esse foi o primeiro de muitos contos,espero que voces tenham gostado.

Fodida pro minha mãe...de surpresa. Aconteceu segunda-feira passada. Relutei em contar, porque fiquei uns dias pensativa..mas, vejam só. Não lembro de meu pai viajando a serviço.. só de férias conosco. Mas, semana passada ele viajou pela primeira vez para fazer um treinamento em São Paulo. Minha mãe tem 40 anos, um corpo de fazer inveja.. seios pequenos..cabelos castanhos.. chama atenção no club quando está de biquini..meu pai viajou e à noite minha mãe me chamou para dormir com ela..disse que se sentia só.. pegamos uma garrafa de vinho e começamos a beber.. tomamos duas garrafas e já estávamos meio bêbadas...depois, ficamos deitadas ao lado uma da

outra. Eu vestia uma camisola curta branca e calcinha amarela...minha mãe uma camisola vermelha e calcinha preta...conversamos sobre tudo até que minha mãe disse que sentia falta de sexo..meu pai não transava com ela há mais de ano..não acreditei..aquele corpo?? meu pai não queria?? perguntei o que ela fazia.. ela disse: me masturbo no banheiro com a ducha.. nossa..minha mãe? eu, institivamente a abraçei e ficamos assim um tempo...apagamos o abajur e assim ficamos abraçadas para dormir.. senti que a boca de minha mãe estava muto próxima da minha..sentia sua respiração nos meus lábios.. pouco depois minha mãe encostou mais em mim...sua boca estava sobre a minha...sentia todo seu corpo grudado no meu.. levei um susto quando senti a língua da minha mãe procurar minha boca..minha mãe? como podia? devia ser efeito vinho e fiquei estática e surpresa quando senti os dedos da minha mãe entrando por baixo da minha calcinha e procurando minha bucetinha.. ouvi minha mãe sussurrar: -não fique com medo..fecha os olhos... assim fiz.. de olhos fechados senti minha mãe tirar minha roupa e começar a chupar minha bucetinha... começei a chorar e gritar...mãeee... chupa, mãezinha...chupa gostoso.. eu já estava entregue a ela... abri minhas pernas e senti a língua e os dedos entrarem na minha xana... minha mãe falava.. filhinha linda... gostosa... deixa eu te foder...e eu gritava: FODE MÃE... FODE TUA FILHA PUTINHA...FODE... senti que ia gozar e gritei..vou gozar mãe... e gozei na boca da minha mãe.. aí ela tirou sua calcinha e disse: é sua vez de me chupar.. e sentou em cima da minha boca...senti sua buceta toda enxarcada.. e começei a chupar e ela a esfregar a buceta na minha boca... ah... me fode, filha gostosa.. faz que teu pai não quer...me fode muito.. quero foder contigo... ela pegou meu dedo e me fez enfiar no seu cuzinho.. estava com minha língua na buceta e o dedo no cú da minha mãe.. ela começou a gritar ..AIIIII....FIIILHA....FODE TUA MÃE VADIA....FODE... VOU GOZAR, CARALHO.. e senti o gozo da minha mãe na mnha boca... ela estremeceu toda... e eu gozei de novo..gozamos

juntas... ela saiu de cima de mim e me abraçou..e assim dormimos.. de manhã levantamos como se nada tivesse acontecido... mas, nas três noites que meu pai ficou fora dormimos juntas e fodemos demais.. agora estou esperando outra oportunidade para foder com minha mãe de novo..somos cúmplices e companheiras.. se quserem mais detalhes escrevam.. suzy-gostosinha@hotomail.com

Fodida no camarote do show No sábado fui com meus pais assistir um show de uma dupla sertaneja. Fomos para um camarote. Lá etavam umas trinta pessoas. Estava também o Ruy, um primo que era doido prá me comer. Eu já tinha deixado ele me encostar na parede em casa e passado a mão nos meus peitos... enfiado o dedo na minha buceta..mas nunca deixei ele me comer..gostava de provocar...Ruy, quando me viu veio logo para o meu lado. Eu estava de saia preta e blusa tomara que caia azul.. ficamos conversando e bebendo.. estávamos atrás de todo mundo..quando o show começou as luzes apagaram e ficou tudo escuro.. foi aí que o Ruy encostou em mim.. ele veio por trás e me abraçou...senti seus músculos e senti também que ele estava de pau duro encostando na minha bunda... começei a ficar com tesão...sentindo aquele pau roçando na minha bundinha... ele foi mais ousado...lentamente senti que ele levantava a barra da minha saia...até que já dava para sentir ela toda acima deixando a calcinha aparecer (preta).. nosssa..começei a suar e olhando para os lados..mas ninguem olhava para nós..todos assistiam o show.. então resolvi... devagar puxei o zíper da calça do Ruy e fiz ele colocar o pau para fora...duro como pedra..abri as pernas e deixei ele colocar o pau entre as minhas coxas...começei a dançar... maravilha.. mas não parei aí... pedi baixinho para ele...\"tira minha calcinha\".. ele, devagar foi baixando minha

calcinha até que suspendi os pés e fiquei nua por baixo da saia... me eoscorei numa cadeira...abri minhas pernas e peguei aquele cacete lindo e fui colocando devagar na minha xaninha.. até que num movimento mais brusco senti ele entrando todo... foi uma loucura... as pessoas na minha frente cantando e eu atrás fodendo com o Ruy.. sentia o pau entrar e sair.. e eu pedia...mete Ruy...e gritava como se estivesse acompanhando a música.. até que senti o gozo chegar... estremeci...e gozei..... então fiz mais... puxei o Ruy para o fim do camarote.. escuro demais... me abaixei e começei a chupar aquele caralho gostoso...até que senti um jorro de gala dentro da minha boca...engoli tudo... depois ficamos juntos até o fim do show.. ele ficou com minha calcinha.. no domingo fomos para um motel e passamos a manhã fodendo... dei o meu cuzinho para o Ruy e ele gritava que era o cuzinho mais lindo do mundo... suzy-gostosinha@hotmail.com Fodida no provador Oi, depois de muito tempo resolvi escrever novamente para contar algo interessante que aconteceu comigo. Este fato ocorreu no sábado à tarde, em uma loja no centro. Eu precisava comprar um biquíni para ir à piscina no domingo e, como estava mais perto do centro do que do shopping (que fica quase fora da cidade), resolvi entrar numa loja que vendia peças de praia. Ao entrar, uma vendedora chamada Joana veio me atender.Era uma morena bonita, não muito alta e de cabelos castanhos e olhos negros. Disse o que eu queria e ela então foi buscar várias peças de vários modelos. Entrei para experimentar e ela perguntou se eu queria ajuda. Disse que sim. Entramos no provador e ela disse para a colega atender os clientes que iria demorar. Tinha muitas peças para eu experimentar. No provador, tinha um espelho grande e uma cadeira. Ela ficou por trás e disse: deixa eu ajudar você a tirar sua roupa. Não estranhei e ela me ajudou com o sutiã e com a saia. Fiquei só de calcinha e ela disse: tem de tirar para ver o modelo. Ela sentou-se na cadeira e eu fiquei em pé de frente para ela. Ela então foi abaixando

minha calcinha até no chão. A princípio fiquei com vergonha, mas logo passou quando ela disse: você tem o corpo muito lindo.. deve dar um tesão nos homens, né? Eu sorri. Experimentei uns dois modelos, sem que nada acontecesse. Foi num modelo que eu gostei..ao usar a parte de cima ela passou a mão por baixo para ajustar a peça e seus dedos tocaram meus seios. Senti uma leve pressão nos biquinhos e eles ficaram durinhos. Ela notou e sorriu. Disse que não me preocupasse. Era normal... depois disse:está bom.. agora vamos para a parte de baixo. Em seguida tirou a parte de cima e olhando meus seios, falou: seus seios são lindos, posso tocá-los? Aquilo me pegou de surpresa, e como nada falei, ela passou lentamente os dedos sobre os biquinhos já duros. Senti um leve estremecimento e comecei a ficar de tesão. Eu estava entregue e parada enquanto ela começou a beijar meus peitinhos.... nossa... que tesão.. ficou melhor quando ela começou a passar a língua pela minha barriga e foi descendo até o umbigo.. comecei a gemer.. ela disse: não faz barulho... Trinquei os dentes, pois aquela língua estava se aproximando da minha bucetinha que já estava toda melada... ela levantou da cadeira, fez eu sentar e abriu minhas pernas. Fiquei toda exposta... ela se ajoelhou e começou a série de chupadas como eu nunca tinha sentido. Coloquei minha calcinha na boca para não gritar de prazer.. ela enfiava a língua e apertava meu grelinho... e eu apertava com as coxas a cabeça dela... minha vontade era de gritar adoidada... comecei a gozar quando senti seu dedo entrar no meu cuzinho.. a sensação era maravilhosa...deliciosa...uma língua na buceta, dedos no meu grelinho e dedo no meu cú.. não agüentei e comecei a gozar e me contorcer toda...me faltava ar...gozei muito na boca dela...depois ficamos paradas e ofegantes....ela levantou e enfiou a língua melada na minha boca... senti meu próprio gosto na língua dela. Loucura...levantamos.. eu nua e ela ficou me acariciando toda e disse: você é muito gostosa. Apetitosa. Nunca chupei uma buceta tão gostosa. Nesse momento ela levantou a saia, pegou minha mão e colocou em cima da calcinha dela. Pude sentir que a calcinha estava toda molhada. Afastei a calcinha e meti o dedo na buceta dela... e comecei a enfiar e tirar...senti que ela ia gozar e enfiei mais dois dedos... ela se agarrou em mim e colocou a boca na minha e senti que ela estremecia toda... gozou nos meus dedos..tirei os dedos e

coloquei na sua boca...ela chupou meus dedos e depois me beijou..Eu estava totalmente louca, mas tudo foi maravilhoso. Ela pediu minha calcinha...esfregou na minha buceta... e disse: vou ficar como lembrança... saímos (eu sem calcinha) e comprei duas peças... estou com o cartão da Joana.. qualquer dia ligo para sairmos... em casa, deitei na cama e me masturbei pensando na minha aventura na loja... foi delicioso.. não sabia que uma mulher podia chupar tão gostoso.. Se alguém já teve essa experiência, por favor, escreva para mim suzy-gostosinha@hotmail.com

Dei o cú para o pai de minha amiga Depois que dei o cabaço para o namorado da minha tia, já transamos um montão de vezes. O bom é que aprendi a chupar uma pica e um bocado de posições, além de dar o meu cuzinho (coisa que adorei e adoro). Mas, o problema é que eu quero provar outros sabores (leia-se outras picas), pois depois que briguei com meu namorado resolvi que só vou dar para homens maduros, e que eu escolha. Pensei e lembrei do pai da minha amiga Mayara. Fernando. Devia ter a idade do meu pai – uns 40 anos. Moreno, alto e com pose de atleta. Lembrei que ele ia para a academia toda noite depois do trabalho. Seria ele o meu segundo. Liguei para Mayara e marquei passar à tarde para batermos um papo. Ela mora num condomínio distante do Centro. Cheguei por volta das 16:30 e ficamos na sala conversando. Ansiosa eu esperava a chegada do Fernando. Ele chegou depois das 18, nos cumprimentou e subiu para trocar de roupa. Eu tinha de sair de carona com ele. Quando ele desceu – nossa, parecia um atleta. Minha buceta ficou arrepiada e toda molhada. Eu falei que já ia porque precisa passar no shopping. Ele ouviu e disse que me levava pois era caminho. Aceitei e fomos para garagem. O carro dele é um Pajero, vidros escuros que não dá pra ver o interior. Bom. Ele abriu a porta e quando eu subi minha saia (eu vestia uma mini-saia amarela) abriu e eu tenho certeza que ele viu minha calcinha (beje). Saímos. Eu tinha uns 40 minutos para realizar meu plano. Ele facilitou

quando perguntou se eu ia no shopping encontrar meu namorado. Respondi que tinha terminado. Porquê? Ele perguntou. Eu disse que ele tinha feito uma coisa ruim comigo, mas que não queria falar. E disse que ia no shopping namorar um vestido, lindo. Ele disse: como, namorar um vestido? Eu falei que não tinha dinheiro para comprar, pois já tinha gasto quase toda a minha mesada e não podia mais pedir para o meu pai. Passou um pouco ele falou: não tem jeito de arrumar? Quanto falta? Eu disse, eu tenho R$100 e o vestido custa R$300. Ele disse: eu dou para você mais R$100. Eu recusei: não vou poder pagar. O carro parou num farol e ele virou para mim e disse: se você fizer uma coisa para mim eu lhe dou os 100. Eu disse: que coisa? Ele disse>: um carinho. Eu falei, como? Ele pegou minha mão, colocou em cima do seu short e disse: aqui! Nossa, o cara estava de pau duro. Olhei assustada e disse: sou amiga da Mayara. Ele disse: melhor. Ninguém vai saber. Perguntei: é só isso? Ele disse, não. Você tem que beijar ele e colocá-lo na boca. Falei que nunca tinha feito isso (safadinha, eu adorava chupar um pau). Ele disse que ensinava. Topei. Ele parou em frente a uma farmácia com caixa eletrônico e disse que ia sacar o $$. Antes de sair ele falou: tenho uma proposta. Se você deixar eu colocar na bundinha eu te dou mais R$100. Nossa tudo que eu queria, mas me fiz de ingênua. Disse que devia doer. Ele falou: pensa e me diz quando eu voltar. Ele voltou, sentou do meu lado e me mostrou com uma das mãos duas notas de R$100 e com a outra um caixa de camisinha. Então? Perguntou. Falei, tá bom. Peguei as duas notas. Saímos e ele entrou num drive in. Era a primeira vez que entrava em um. Fomos para um box..de paredes e com um portão tipo sanfona. Ele desceu, fechou o portão e pediu para eu sair. Eu saí, ele foi tirando minha roupa e me deixou nuinha...ele disse: você é linda! Chupou meus peitinhos... mordia... eu já estava toda molhada.. doida para sentir um pau no meu cuzinho...Ele tirou a camisa e o short.. ficou nú..lindo, parecia um atleta... entramos no banco traseiro. Sentei e ele ficou de frente e mandou eu chupar.. o pau era preto.. comprido.. chupei um pouco e ele pegou uma camisinha e colocou na minha boca..na medida que o pau entrava na minha boca a camisinha ia entrando. Isso era o máximo...Ele mandou eu ficar de joelhos no banco.. fiquei com a bunda pra cima e ele em pé por trás de mim... senti a cabeça da pica forçar meu

cuzinho.. entrou um pouquinho e ele perguntou.. está doendo? Eu disse não. Ele enfiou mais um pouco.. acho que a metade e aí eu comecei a fazer meu papel de menina ingênua.. comecei a gemer alto: Aii, Fernando! Dói! Dói! Ele disse, é a primeira vez.. depois fica bom. E enfiou mais um pouco.. Eu adorava aquilo, mas comecei a gritar mais... TÁ DOENDO! AÍII! DÓI! TIRA, FERNANDO! Ele se excitava mais com meus gemidos.. e enfiou de vez.. eu gritei... AIIIIIII.....AIIIII.. daí ele começou a bombar... dizia.. cuzinho gostoso.. maravilha... eu sempre quis comer este cuzinho... TOMA...PUTINHA...eu gemia de prazer e dizia... METE, FERNANDO...ENFIA... comecei a sentir minhas pernas tremerem... meu coração disparou e comecei a gozar... senti um puxão para trás e ele grudou em mim e disse: TÔ GOZANDO NESTE CÚ MARAVILHA....e deu mais uma estocada forte e parou... mandou eu sentar de frente, tirou a camisinha e mandou eu chupar. O pau estava todo lambuzado de gala e eu senti na boca, pela primeira vez o gosto meio salgado da gala.. lambia e engolia aquela gala... ele pegou minha calcinha e limpou o pau com ela. Perguntou: você gostou? Eu disse que sim. Nos vestimos e pedi que ele me deixasse em casa. Antes, ele perguntou o que meu namorado tinha feito.. eu inventei que ele tinha me dado bebida e me desvirginou contra a minha vontade. Ele falou: você não é mais virgem? Eu disse que não, mas que não tinha gostado. Ele falou: vamos nos encontrar domingo que eu tiro essa sensação de você. Eu disse para ele ligar. No domingo ele me comeu de novo. Mas, isso é outra história que depois eu conto, pois ne domingo eu fodi de manhã com o Fernando e à tarde com o namorado da minha tia. Tive dois homens num mesmo dia... meu cú e minha buceta ficaram ardidos e doídos, mas valeu à pena. nandinharm1@hotmail.com

Dei meu cabaço para o namorado da minha tia Meu nome é Suzyane (fictício), mas este conto é verdadeiro. Esperei completar 18 anos para contar como perdi meu cabaço. Descobri o contos eróticos no quarto do meu irmão e sempre lia escondida. Eu queria dar meu cabaço, mas queria

que fosse especial. Meu namorado era doido prá me comer, mas muito novo (19). Depois de muito pensar escolhi o Walter, namorado de minha tia (mais de 40 anos). Nós saíamos todo domingo para almoçar e eu percebia que de vez em quando ele passava a mão na minha bunda, encostava no meu seio.. seria ele... sou alta..1,65.. branca.. pernas grossas.. sou o que chamam de gostosa. Agora: onde - como e quando eu daria minha bocetinha pro Walter? Onde: no apartamento dele. Ele morava sozinho. Como: a oportunidade veio no domingo passado. Depois de almoçarmos deixei minha carteirinha do curso de inglês caída no banco traseiro do carro. Na segunda eu tenho aula de inglês das 16 às 17. De manhã liguei pro Walter e pedi que ele olhasse se minha carteirinha estava no carro. Depois ele ligou e disse ter encontrado e que iria deixar em casa. Eu disse que estava na rua e que passaria depois das 12 no apto dele. Fui no shoping, comprei uma calcinha vermelha de renda... linda. Tomei banho, coloquei uma mini saia - coloquei uma calça jeans na bolsa para vestir depois. Estava tão ansiosa que tomei um táxi. Cheguei no ap. e Walter abriu a porta.. me beijou e, como sempre encostou a mão na minha bunda. Eu tremia toda. Ele foi apanhar a carteira. Perguntei se podia ficar lá até às 15, pois estava na rua desde de manhã. Ele disse que sim e perguntou se eu queria tomar um banho. Eu aceitei e fui para a suíte. Olhei a cama e pensei: é aqui que deixo o meu cabaço!- No banheiro lavei bem minha bucetinha...o tesão era tão grande que minha buceta latejava.. pedi uma camisa para vestir. Ele me deu uma de mangas compridas..Vesti e vi que quando eu andava minha calcinha aparecia. Ele disse que eu podia ficar no quarto que ele iria para a sala, mas eu pedi que ele ficasse.. deitamos e eu coloquei um lençol só em cima da calcinha, com as coxas de fora... a coisa começou quando ele perguntou se eu tinha namorado. Eu disse que estava gostando dum carinha mas que eu nem sabia beijar direito. Não tinha experiência. Ele, se aproximou e disse: fecha os olhos e aprende. Fechei os olhos e senti a boca dele passear pela minha... a língua começou a tocar na minha boca. Ele falou: abre a boca e me dá sua língua.Fiz e senti minha língua ser chupada..nossa.. começei a saber o que era um verdadeiro beijo de língua... eu quase não respirava e senti que ele acariciava meus seios.. então desabotoei a camisa e tirei o lençol... sua mão desceu pela

minha barriga até encontrar minha calcinha.. minha buceta já estava molhada e minha calcinha encharcada.. senti ele tirar minha calcinha, enquanto continuava me beijando.. Estava acontecendo.. Meu Deus... eu ia ser comida pela primeira vez..meu corpo todo tremia... meu coração disparava. ele tirou a bermuda, abriu minhas pernas e se ajoelhou entre elas.. abri os olhos e vi, pela primeira vez um pau duro na minha frente... achei lindo... passei a mão nele e pedi: Walter, sou virgem, não me machuca! Ele ficou surpreso.. e disse: - Virgem? Não se preocupe.. vou ser carinhoso.. fechei os olhos... abri minhas pernas.. senti o pau dele passar sobre minha buceta... ele colocava a cabeça e tirava...eu começei a gemer, cada vez mais alto.. e pedi.. Walter, tira meu cabaço! Eu já não aguentava de tesão... senti a cabeça do pau procurar minha buceta... ele acariciava meu grelo e eu estava perdendo a noção...começei a gritar e senti meu corpo estremeçer todo.. senti que ia gozar.. peguei o pau dele, coloquei na minha buceta e empurrei...gritei AIII!!AIII! Senti uma dorzinha e gritei mais alto quando senti o pau entrar de uma vez... daí para a frente não sei mais... eu gritava... chorava.. batia nas costas dele e não parava de gozar... até que ele disse vou gozar... eu disse: - não tira.. goza dentro de mim..(eu não estava no período fértil).. ele gozou.. lindo.. ficamos deitados.. ele em cima de mim.. pela primeira vez eu tinha um homem em cima de mim... nunca esqueço o que ele disse nesse momento. - este foi o meu primeiro cabaço. E você agora é uma mulher e a mais gostosa que eu comi. Agora temos um segredo e você será minha sempre que quiser. Me senti linda. Levantei e vi que tinha sangue nas minhas coxas, no lençol e no pau dele. Fomos tomar banho e depois ele me deixou no curso de inglês. Na aula eu não cansava de lembrar aquele momento delicioso. Me sentia mulher. Poderosa. Sabia que sou gostosa e vou saber trepar como mulher. Começei a olhar para o meu professor de inglês e pensei em como seria foder com ele. O resultado disso tudo é que o Paulo, meu namorado quando veio me buscar eu pedi para irmos para um motel. Queria mostrar o que tinha aprendido e sentir outro pau na minha buseta.Mas, deu tudo errado.Quando eu começei a fazer o que tinha aprendido ele queria saber como eu sabia daquilo... foi só briga e terminamos.. agora eu quero foder meu professor... e vou conseguir.. perdi meu cabaço de forma maravilhosa e foi

delicioso.. devia ter dado antes.. não sabia que foder era tão bom e descobri que tenho orgamos múltiplos. Beijo para vocês Me adicionem suzy-gostosinha@hotmail.com

Protituta Linda Eu trabalhalhava em um setor publico aqui de Curitiba e quando saia ia tomar uma cerveja em um buteco perto de casa mas fui conversando com o pessoal do buteco e fiquei sabendo que ali pertinho tinha uma Zona e quando eu injuriei do buteco foi pra lá que eu fui chegando lá a pé olhei os preços e pedi uma cerveja lá era legal poi tava cheio de mulher e eu tinha fixação em uma loirinha que tinha uma bundinha que era uma delicia de se ver. Eu gostava de lá pois dava pra você falar de tudo. Um dia fui com meu carro e pedi para o pessoal chamar a Dani pois o meu negócio era com ela. Ela veio e me pediu um valor x eu dei 2x e falei que ela valia muito mais, ai ela entrou no carro e fomos pra um motel quando eu tirei a roupa dela eu fiquei doidinho pois ela era Linda e gostosa. Ai eu peguei tirei toda a minha roupa e pulei pra cima dela eu coloquei uma camisinha e coloquei gostoso naquela bucetinha não demorou muito e eu gozei bem gostoso. Depois disso ela pegou e pos a roupa eu dei uma dura e pedi pra ela ficar abraçadinha comigo um pouco. Ela ficou e eu fiz um monte de carinho nela e ela gostou. Depois disso nós voltamos e eu a deixei na Zoninha e fui pra casa depois de guardar o carro eu peguei e voltei pra lá. Quando eu cheguei tinha um carro parado na frente e um cara conversando com ela eu peguei passei por ela e tudo bem qual a minha surpresa que conversando com as outas mulheres eles falaram tudo de mim até o tamanho do meu pau que num é pequeno tem 28 x 10 . Eu saquei que ela

tinha falado tudo, mas ela pegou e saiu com o outro cara quando ela voltou ela veio na minha direção e falou que gostou muito de transar comigo isso foi algo muito bom pra mim. Depois de ficar bastante tempo conversando eu peguei e fui embora chegando em casa eu bati uma punheta pra ela. Ai eu fiquei indo na zona todo dia e conversando muito com ela e com as outras mulheres eu comecei a levar bombons e flores pra ela até que um dia eu perguntei se ela queria namorar comigo onde ela falou que o ganha pão dela era aquele se eu não interferisse tudo bem. Eu prometi que não ia interferir pois eu queria uma mulher que separasse as coisas sexo é sexo e amor é amor se eu saisse para transar com alguma amiga dela dali não ia ter problema, ela disse que tudo bem ai o nosso namoro começou eu levava ela pra tudo quanto é lugar em casa então nem te conto. Um dia eu recebi um convite pra uma festa de swing e eu perguntei pra ela se a gente ia ai ela falou que tudo bem no outro dia eu fui no centro na hora do almoço e comprei duas calças de cotton uma amarelinha e a outra branca as duas quase transparentes e duas camisetinhas bem curta pra ela mostrar o umbiguinho e um tenis bem legal combinando com tudo isso uma das vezes que eu fui no centra no outro dia fui numa loja de lingerie e comprei uma tanguinha bem sensual vermelha dai eu sai dee férias do trabalho e entreguei tudo pra ela qual não foi a minha surpresa quando ela veio e falou que queria passar o final de semana em casa. No final de semana eu fui lá busca-la e em casa qual a minha surpresa quando eu tiro a calça dela ela estava com a calcinha que eu dei ai a gente fez sexo bem gostoso e dormiu juntinho. Na segunda agente pegou o carro e estavamos indo pra SP pois a festa era lá. Eu falai pra ela por a calcinha gostosa que atras era só um fiozinho e a callça de cotom amarela além de uma blusinha bem curta daquelas que eu dei e o tennis que era bem bonito. Ela se arrumou e nós fomos antes eu dei uma olhada e vi a calcinha dela a tras dava pra ver a bundinha toda e na frente a gente via a calcinha bem gostosa

meu pau ficou duro nessa hora ela passou a mão e deu um beijinho por cima da minha roupa na estrada já há algum tempo ela pegou abriu minha calça e chupou meu pau bem gostoso eu num aguentei e gozei gostoso naquela boca ela fazia questão de pegar o que num foi na boca dela e engolir. A gente passou na frente de um posto eu falei pra ela que se tivesse bastante gente no proximo a gente parava deu certo e a gente parou o posto tava cheio e a gente foi no banheiro depois de mãzinha dada nós entramos quando a gente entrou num tinha quem num olhava pra bucetinha e pro bumbum dela a gente ficou em pé e eu dei uma olhada pra ver se tinha criança atraz da gente e como num tinha eu peguei e passei a mão na bundinha dela fomos atendidos e eu pedi um café expresso e ela também depois disso nós nos beijamos bem gostoso. O café veio e nós tomamos na saida eu escolhi um caixa homem e falei pra ela dar uma piscadinha pro cara na hora que ela fez isso o cara se embananou todo. Depois de pago o posto seguimos viagem. Chegando em SP fomos para um hotel legal e nos aconcegamos em um quarto de casal essa noite nós fizenos muito sexo e depois eu e ela durmimos abraçados e peladinhos. Chegou o dia da festa ai eu falei pra ela por a calça de cotton branca e sem calcinha. Ela pronta nós fomos para a festa uma boiate lega e na entrada perguntaram se a gente era casado eu disse que isso pra mim era um sonho ela pegou e riu. Entramos e pegamos uma mesa bem no centro não demorou muito e um cara com uma mulher chegaram na mesa, conversa vai conversa vem e descobrimos que os dois eram novinhos ela ainda era estudante de direito e ele já trampava. Ela se levantou pra ir até o banheiro e o cara ficou olhando aquela bundinha linda eu peguei e falei pra mulher dele que eu namorava com ela pois onde eu morava não tinha mulher mais linda mas isso não serve para todo o Brasil pois ali na minha frente estava a mulher mais linda que eu já vi. Assim que ela voltou nós fomos para o escurinho lá eu peguei a mulher do cara e beijei na boca depoi eu fui para os

peitinhos dela que quase cabiam na minha boca e a minha mulher tava de costas para o cara e o cara só fazendo carinho naquela bundinha gostosa eu já tava pra lá de excitado e fiquei mais ainda quando vi ela (minha namorada) tirar a rupinha eu também abrir minhas calças e a mulher quando viu ficou impressionada ai eu peguei e tirei a roupa dela coloquei ela de costas e meu pau entrou gostoso naquela bucetinha eu vi o cara fazendo o mesmo e então ela pegou e falou que gozou bem gostoso no meu pau eu como ainda não tinha gozado e estava sem camisinha peguei meu pau e enfiei no cuzinho dela e gozei gostoso naquele cuzinho apertadinho. Quando todos terminaram ela pegou e falou pra mim que nunca tinha dado o cuzinho mas que foi muito bom e ela até gozou. Dai nós trocamos telefones e fomos embora lá no hotel depois do banho eu num aguentei e coloquei meu pau no cuzinho dela ela de 4 e eu metendo gostoso ela gemia e me xingava deu ter posto meu pau lá aquilo me dava mais tesão e como eu tava sem camisinha eu sentia aquele cuzinho me apertar bem gostoso depois disso eu dei um abaço e um beijo nela e disse que ela era a mulher da minha vida ai dorminos bem juntinhos.

Se você gostou desse conto escreva para: contatoconto@gmail.com Vai ser um motivo pra eu continuar escrevendo

Crossdresser Linda.... Uma vez eu fui trabalhar em uma empresa e durante a seleção eu já fiquei impresionado com a beleza de uma secretária, no primeiro dia falaram que ela era chamada de Bia e ela era uma crossdresser com o nome de Carlos

Eduardo Ramirez aquilo me deixou louco pois eu tinha me apaixonado por ela e pediram respeito para com ela. No outro dia lá vou eu trabalhar e durante o trabalho vi que ela era secretária do chefe o tempo passou e ela colocou sua agenda na minha mesa eu não aguentei e a hora que ela foi atender o telefone coloquei um bilhetinho lhe pedindo o endereço e o telefone dela na agenda. Qual não foi minha surpresa que na hora de ir embora ela me devolveu o recadinho com tudo respondido e foi embora. Eu sai um pouco depois dela e peguei meu celular e liguei de um lugar com pouca gente e falei se eu podia ir na casa dela e ela me disse que sim então peguei meu carro e fui chegando lá eu liguei de novo pois ela morava em um prédio e depois eu vi o porteiro atendendo o telefone ai eu sai do carro fui até a portaria me identifiquei e o porteiro disse que eu podia ficar a vontade que ela já tinha falado com ele eu fui até o AP e ao bater na porta fui surpreendido com ela em um shortinho bem curto deixando aquele bumbum lindo bem a vista. Depois de entrar a gente conversou um pouco e eu não aguentei e elogiei ela. Ela me perguntou se eu sabia a história dela e eu disse que sim nesse momento eu não aguentei e dei um beijo nela ela não resistiu e depois me chamou pro quarto dela onde tinha uma cama de casal bem boa. Eu fiquei impressionado quando coloquei a mão na bundinha dela e senti uma calcinha bem gostosa ela pegou se afastou de mim e tirou o sortinho exibindo aquela bunda linda com uma calcinha bem gostosa toda enfiadinha meu pau já tava bem duro ai eu resolvi mostrar ele pra ela ela ficou impressionada e caiu de boca eu fiquei doidinho ai puxei ela pra cama e dei uma cuspida naquele cuzinho gostoso e tirei aquela calcinha que ela estava e enfiei meu dedinho do meio lá. Eu num aguentei muito e gozei naquela boca maravilhosa enquanto eu gozava eu sentia ela gozando no meu peito ela ficou toda lambuzada com a minha porra ai ela começou a recolher tudo com a lingua e engoliu tudo. Nós deitamos na cama e eu a abracei e meu pau foi ficando duro ai eu num aguentei e ela ficou de quatro pra mim eu perguntei se naquela posição num machucava e ela disse que não ai eu coloquei meu pau naquele cuzinho gostoso e apertadinho fiquei pra fente e pra tras só ouvindo aquele gemidinho gostoso. Eu fiquei um tempo bom ali e na hora que

tava tudo a mil maravilhas eu gozei e ela também. Depois disso nós dormimos gostoso bem abraçadinhos. Hoje nós moramos juntos e fazemos sexo quase toda noite. Ela é muito linda e eu a amo demais, andamos de mãozinha dada por ai e eu nem ligo se os outros ficam olhando

Trepando com meu irmão no meu noivado I

Resolvi aproveitar a comemoração dos meus 20 anos para ficar noiva. Toda família já estaria reunida e a família de Renato se resume na sua mãe e uma tia. Já eram quase 8 horas, todos haviam chegado menos meu irmão mais velho, o Paulo, que estava vindo pela ponte aérea de São Paulo, e eu já estava ansiosa. Minha ansiedade era notória e eu justificava com a ausência do meu irmão, que eu não via a nove anos, mera desculpa. Eu pretendia comemorar meu noivado em um motel e Renato nem sabia o que eu reservara para ele. Naquela noite eu decidi oferecer-lhe a minha virgindade – seria uma grande noite. Paulo finalmente chegou e foi um alvoroço. Ele fora estudar em São Paulo aos 15 anos, eu tinha 11, e nunca mais nos vimos. Aos 24 anos ele já era gerente industrial de uma empresa grande de São Paulo e isso não lhe deixava muito tempo livre. O mais comum era ele pagar as passagens de meus pais para matar a saudade. Paulo cumprimentou carinhosamente a todos, um por um e o penúltimo foi o Renato que apresentei a ele como meu futuro marido. Não entendi o que aconteceu, mas Renato encolheu, sumiu, diante de Paulo que o cumprimentava, parecia um

adolescente diante do pai de sua primeira namorada. Quando eu reparava a postura de Paulo, que irradiava liderança e carisma, recebi seu forte abraço e logo ele me punha no colo como se fosse eu aquela garotinha de 11 anos. Como aquilo me emocionou. Minhas lágrimas correram descontroladas pela face. Meu coração trepidava quase estourando de alegria. Ele beijou carinhosamente a face sugando minhas lágrimas enquanto me devolvia à realidade. Já no chão disse ao meu ouvido: - Antes do noivado quero conversar a sós, primeiro com Renato e depois com você. Mais uma vez chorei, agora de tristeza, recordando a recente morte de meu pai. Paulo fazia às vezes dele provavelmente querendo mostrar o apoio paterno, que tanto me fazia falta. A alegria contagiante de Paulo foi inflamando a todos e agora, depois de sua chegada, não se via uma única pessoa que não estivesse cantando, balançando ou dançando no terraço de nossa casa. Paulo interrompeu a música e assumindo o papel de “chefe da casa”, ao lado de minha mãe, promoveu um verdadeiro discurso: - Obrigado a todos, a cada um, pela presença em um dia tão importante para nossa família. Hoje comemoramos meu retorno ao lar depois de nove longos anos e desta vez para ficar. - A empresa está abrindo uma filial no Rio e eu vou dirigi-la. - Minha irmã caçula já desabrochou numa linda mulher e hoje completa seus 20 anos. - Tem um carinha aí, um tal de Renatinho, que mais tarde vai tentar conquistar nossa aprovação para casar-se com ela, mal sabe ele o que lhe espera...

- Como um bom democrata, vou colocar o pedido em votação, e ele só leva se conquistar 100% dos votos de vocês. Enquanto os risos ainda soavam ele completou. - Agora me perdoem, vou tomar um banho e me vestir oficialmente para a festa. Enquanto isso, por favor, dancem, riam, brinquem e cantem conosco, festejem comigo estas alegrias. Obrigado! Durante todo discurso pude perceber seu grande carisma. Nenhuma conversa paralela, todos estavam atentos às suas palavras e participavam de cada etapa com palmas e até com gritos e assovios. Paulo foi deixando a festa. Passou por mim e Renato e agendou nosso encontro na sala em 20 minutos. Primeiro ele e sozinho. Quando ele subisse seria a minha vez. Não sei por que minha ansiedade, que já estava dispersa com a festa, voltou. Será que Paulo percebeu algo? Será que sou tão transparente assim? Pouco tempo depois percebo a mesma mudança em Renato e ele me avisa que está na hora e que ele estava descendo. Ele estava trêmulo. Ele voltou branco, lívido, trêmulo. Corri para ele. - Algum problema Renato? Ele foi rude com você? - Não Flávia! Foi um perfeito cavalheiro, quis saber mais sobre mim como quem tenta conhecer alguém profundamente em alguns minutos. Isso foi me deixando tenso, inseguro. - Então lá vou eu falar com o meu novo papai! – disse rindo. Paulo tem cada uma, vai ser formal assim lá em São Paulo!

Ele já estava no corredor quando entrei e sorrindo estendeu os braços: - Que saudade “minha inha”! Sorri lembrando que só Paulo me chamava assim, como se fosse uma única palavra “minhainha”. Ele dizia que era uma mistura de Flavinha, irmãzinha, maninha, chatinha, bobinha e tudo mais que termine em “inha”. Abraçamos-nos no corredor e lá estava eu no colo mais uma vez. Eu me sentia ainda a menininha de 11 anos chorando na janela enquanto ele ia para o ponto do ônibus, de mãos dadas com mamãe, com papai pouco mais a frente tentando esconder as emoções e conter as lágrimas. Ali no colo trocamos abraços apertados, mil beijos de saudades e, sem perceber, sem como, sem porque, nossas bocas se encontraram se beijaram acanhadas e se abriram para um beijo franco de casal apaixonado. Paulo entrou em meu quarto, comigo no colo. Trancou a porta e entre beijos e carícias fomos ficando nus e cada vez mais excitados, mais desnorteados, mais velozes e logo eu estava deixando escorrer minhas lubrificações em seus lábios, extasiada com os beijos que minha vagina experimentava. Imediatamente um orgasmo violento tomou conta do meu corpo. Era uma reação inusitada. Eu nunca experimentara um gozo tão medonho, tão intenso e aquele foi o pior gozo da noite. Os outros iriam superá-lo. Arfando e ainda sob a influência daquele prazer desconhecido percebo ele se levantar. Vejo pela primeira vez seu sexo. Como se estivesse encantada vou me sentando sem conseguir afastar o olhar daquela maravilha que passara a desejar dentro de mim à primeira vista.

Era grosso. Era grande comparado ao do Roberto, mas não era nada assustador nem descomunal, era até bastante proporcional ao lindo corpo de Paulo que eu agora, enquanto tomava nos lábios aquela pica, acariciava. Com ele nos lábios pude perceber a grande maciez daquele membro duro e a sua virilidade forçando o céu de minha boca para erguer-se aos saltos. Ele pulsava em minha boca. Pulava a cada beijo recebido, era cheiroso. Completava minha boca que se abria ao máximo para recebê-lo e não conseguia engolir muito mais do que a cabeça daquela piroca deliciosa que babava em minha língua. Pega de surpresa fui lançada de volta a cama recebendo Paulo entre minhas pernas e enquanto lembrava nossas brincadeiras de criança naquela mesma cama fui transportada para um mundo de prazer e dor deliciosa. Paulo tomara meus seios em sua boca e mãos e eles correspondiam a cada estímulo intumescendo e arrepiando-se intensamente. Enquanto eu sentia a língua áspera de Paulo brincando em meus sugados mamilos percebi que aquela piroca deliciosa se alojara no ponto máximo de resistência do meu hímen que aos poucos se rompia com uma pontada de dor desejada. Era a abertura da porta de um prazer só sonhado em masturbações e em brincadeiras com Renato. O prazer me entorpecia e minha mente brincava de saborear o prazer e divagar perdida entre os verbetes brincar e Renato. Tudo que eu experimentara até agora fora brincadeiras infantis com Renato. Só o prazer que se anunciava era maior, mais intenso e formidável do que o resultado final de minhas brincadeiras sexuais com Renato. Brincadeiras infantis. Eu e Paulo. Pulávamos na cama que

rangia com o nosso peso como está rangendo agora. Os lábios de Paulo em meu seio fazem com que eu veja que para Renato meus seios eram pirulitos que ele chupava com prazer infantil. Aquilo sim arrancava fisgadas internas e profundas de prazer que pareciam vir de minha alma. - Aaaiiiiihhhhhhhhhh! Estou gozando Paulinho! Obrigado maninho! Estou... Tão logo pacientemente vencida a resistência de meu hímen a pica dura de Paulo se alojara profundamente dentro de mim e aflorara, junto com uma dor lancinante e profunda, um orgasmo que turbilhonava meus músculos vaginais em contrações desconexas, intensas e involuntárias. Perdi as palavras, o fôlego, o juízo. Queria gritar, sorrir, gargalhar, pular na cama como criança. Queria chamar todos da festa para verem a minha felicidade, para me verem gozando com meu irmão, maravilhoso irmão. Queria abraçálo, beijá-lo, envolvê-lo. Queria retribuir cada instante de prazer eterno que experimentava ali, com ele, naquele instante que se eternizava. Experimento, então, meu sangue fervilhar como a larva de um vulcão quando sem dó nem piedade aquela piroca sai velozmente de minhas entranhas para voltar a atacá-la impiedosa e imediatamente. Cada curso, cada choque profundo, cada ausência despejavam ondas de prazer no centro do meu corpo que se espalhavam até as pontas do cabelo. Ele estava furioso, violento e me olhava doce e carinhosamente com aquele olhar injetado. Bufava, arfava, parecia querer penetrar cada vez mais fundo em mim. Sua imagem vai se embaçando, o quarto se enfumaçando e num clima de sonho chego ao meu delírio e solto meu mais forte grito de prazer que sai como um simples chiado pela ausência

de ar. Quero gritar e respirar ao mesmo tempo e me desespero num gozo que vai fazendo-me desfalecer. Sinto jatos quentes preenchendo ainda mais minha vagina deliciosos como um banho bem morno numa tarde de inverno intenso. A velocidade das estocadas facilitadas pelo fluído que a cada jato mais me enlouquece se aceleram a uma velocidade inconcebível e desfaleço assim que sinto todo o peso do corpo de meu irmão sobre o meu corpo me acobertando deliciosamente. Volto a mim e encontro um irmão preocupado ao meu lado, esfregando meus pulsos. Imediatamente puxo seu rosto para mim e demonstro minha realização e satisfação plena com um beijo carinhoso que aos poucos se transforma num embate de paixão. - Você entendeu tudo que eu queria te dizer? Perguntou Paulo me olhando nos olhos. Respondi com a surpresa em meu olhar. - Você pode casar, pode fazer o que bem entender, mas você é minha! Só minha! De mais ninguém. Você pode ficar com seu futuro marido, pode ficar com seus namorados e amantes, você pode sair com quem você quiser. Mas nunca vai deixar de ser exclusivamente minha e sempre que eu te chamar ou mandar você fazer qualquer coisa nada nem ninguém poderá ser mais importante nem atrapalhar os meus desejos. Eu te amo “minhainha”! Pude sentir desespero, sinceridade, afeto fraternal e amor, paixão e desejo. Abracei-me àquele homem e me entreguei inteira naquele abraço garantindo assim minha promessa de devoção fraterna e conjugal. Enquanto me recompunha ele foi para seu quarto e juntos,

com ele agora de terno e gravata, subimos ao terraço. Assim que chegamos a música parou. Ele se aproximou da mesa principal e chamou o Renato com um simples olhar. Renato aproximou-se, me deu a mão, comentou minha demora. - Foi uma conversa deliciosa. Você ia aprender muito se estivesse lá. - falei, sinceramente e sorrindo para o Paulo que estava atrás do Renato e ouvira minhas palavras. Renato achou que eu estava sorrindo para ele e abriu um lindo sorriso e enquanto ele se aproximava para me dar um selinho na boca Paulo comentava para ouvirmos. - Um dia, quem sabe, ele possa participar de uma de nossas conversas. Poderá ser muito útil para nós três. A imagem me estremeceu por dentro, fez minha buceta se contrair e acendeu minha libido outra vez. Acho que estou ficando doente por sexo... Renato pediu minha mão em casamento. Paulo discursou aceitando. Cantaram parabéns para mim e quando Paulo me abraçou cumprimentando-me pelo meu aniversário me disse que já havia me dado meu presente pelo noivado, mas que íamos levar o Renato em casa para depois irmos a um motel onde ele iria comer meu cuzinho como presente de aniversário. A partir de então tudo que eu queria era que a festa acabasse. Longo tempo depois entreguei meu carro para o Renato dirigir e levamos ele, sua mãe e sua tia para casa. Eu fui no banco de trás, no lado do passageiro, ao lado de Paulo que ia no meio e a tia de Renato que já estava dormindo na festa e dormiu em todo trajeto. Estava conversando com Renato pelo retrovisor enquanto a

mão de meu irmão entrou embaixo de mim, foi levantando minha saia até me encontrar sem calcinha para surpreendêlo. Sorriu para mim confirmando que gostara da surpresa. Lenta e cuidadosamente um dedo foi-se infiltrando em minha bucetinha. Eu até já gaguejava quando outro dedo invadiu meu cuzinho virgem. Eu estava tensa naquela deliciosa situação. Falava com Renato sem parar temendo que ele ou seus parentes percebesse o que se passava. Meu irmão não perdoava. Ia introduzindo lentamente seus dedos até que senti sua mão espalmada entre minha bunda e minha vagina com os dedos totalmente enterrados e se movimentando e me agitando. Aquilo estava perigosamente delicioso e me segurei no banco da frente puxando assunto com a sogra. A posição facilitou a desenvoltura das mãos de meu irmão mais velho e ele logo estava trocando o dedo fino pelo polegar e na buceta enfioume dois dedos que me levavam ao desespero de tão delicioso que tudo ficou. De repente meu corpo foi invadido por ondas de prazer e me calei agarrada ao banco de minha sogra. Paulo e Renato continuaram a conversa que só foi interrompida por um gemido incontido meu. Desperta e assustada inventei no improviso uma pontada no peito que Paulo logo diagnosticou: - São gazes. São muito comuns em meninas gulosas como você! - Eu não sou gulosa! Ele respondeu com uma ação frenética dos seus dedos dentro de mim que me levaram a um orgasmo contido, mas tão delicioso e imediato que mal entendi sua frase de efeito.

- Se eu bobear com você por perto é capaz de ver você morrer de prazer em engolir três dos meus cinco dedos. Falou e soltou uma gargalhada que contagiou a todos menos a mim que gozava francamente agarrando, apertando e unhando seu delicioso braço em cima do qual eu estava literalmente sentada. Assim que me aquietei ele retirou seus dedos e limpou-os num lenço. Eu estava encharcada. Despejamos meu noivo e seus familiares e em minutos estávamos entrando em um motel com meu coração aos pulos. (Continua...)carteiro.rj@gmail.com

Meu Filho me Ofereceu sua Esposa! Aos vinte anos meu filho resolveu se casar com a namorada de 18 anos. Minha distância da família não me deixava confortável para interferir. Eu estava me divorciando letigiosamente e preferi ficar por aqui, em Recife, não comparecendo nem mesmo ao casamento. Todavia, os fortes vínculos existentes entre eu e meu filho fez com que ele optasse pelas paradisíacas praias de Pernambuco para, em outubro, virem curtir as férias ao meu lado. Meu primeiro encontro com o casal foi marcante. Havia muitas saudades e curiosidade por conhecer a mulher que meu filho escolhera como esposa. Minha atenção se voltou totalmente para a menina que vinha agarrada a ele, sim, uma menina.

Surpreso com sua beleza passei a reparar nela com atenção. Os pés pequenos e perfeitamente ajustados à alta sandália que desenhavam pernas longas, bem torneadas que se uniam através dos joelhos a um grosso e belo par de coxas quase totalmente desnudo. A pele bronzeada se via realçada pela saia-short amarela curtíssima e justa. Seu sexo podia-se adivinhar carnudo, daqueles que merecem ser mordiscados com dedicação. A barriga era um monumento de dar inveja a qualquer mulher. O top largo, rodado e curto permitia a visão de toda barriga bem traçada como se fosse uma escultura renascentista, com o umbigo realçado por um delicado e discreto pircing formado por um diamante muito pequeno, mas de brilho intenso. Os seios soltos por baixo daquele top faia com que todos os homens que cruzaram com ela desejassem uma rufada de vento. Percebiam-se volumosos seus seios, mas sem exageros. Rijos e apontavam para o alto como um nariz empinado. Nesta altura eu já estava imaginando que toda aquela sensualidade era demais para um homem, jovem e inexperiente como meu filho, dar conta e imaginei-o \"brincando\" desajeitado com tudo aquilo. Eu devia estar com uma expressão facial muito sacana e com um olhar bem cafajeste quando fitei aquele rosto de perto pela primeira vez e me diverti, sem tentar disfarçar, com a reação que provocava naquela menina, tão linda, tão simpática e tão sensual. Ela transpirava sexo. Seu tesão lhe afligia e eu a provocava mais e mais. Vi-me envolvido naquele clima e minha ereção se anunciou quando concluí que meu filho seria, mais dia, menos dia, um corno. Corno por absoluta incompetência de dar conta de tanto tesão, de tamanha libido. Ele me apresentava a Bruna que me ofertava, com seus

penetrantes olhos negros, o mais expressivo e sensual olhar dos últimos anos enquanto sua aflição sexual a fazia enrubescer ao mesmo tempo em que se arrepiava aos meus mais sutis toques e contatos. Resolvi chamar para mim a tarefa de relatar o epílogo da estada no Recife para que você, que até agora acompanhou nossa história (Meu Sogro, Meu amante) e a sua continuação) possa vê-la sob novo prisma, novo ponto de vista. Como vocês já sabem (relato Marido Seduzido a me Entregar a meu Sogro seu Pai) ao voltar da praia encontrei meu filho possuindo sua esposa em plena sala e me sentei nas costas da poltrona para mostrar-me e chama sua atenção. Ele estava transtornado pelo fato de sua esposa ter me beijado a boca, nua, na sua presença. Ali estava o animal homem, só instinto, sexo pelo sexo, tentativa de dominação plena de sua fêmea ou de marcar seu território, ejaculando em seu corpo. Ao mesmo tempo uma demonstração de segurança ao se fazer passar por mim. As cenas que se sucederam eram fortes; belas; marcantes e sensuais em demasia. Assim o macho que existe em mim se viu provocado e convocado. Ao rolar por cima dela que cavalgava seu corpo ele arrancou de mim aquele olhar provocativo da Bruninha em pleno gozo. Em seqüência, dominando-a, submetendo-a, arreganhou-lhe ao máximo as pernas, ergueu-lhe o corpo expondo para mim toda sua bunda e vulva, para, em seguida, enterrar sua pica profundamente, conquistando-a fisicamente e dizendo ser eu pretendia conquistá-la, também, psicologicamente. Ele usava aquele corpo sem qualquer carícia, sem qualquer carinho, em um verdadeiro estupro ao qual ela só se submetia pela sensação de culpa e por amor. Eu sabia que ela o amava, só não estava sexualmente satisfeita e tanto eu

como ela sabíamos disso. Seu tesão reprimido era tanto que ela alcançava com facilidade os mais diversos orgasmos em pouco tempo de sexo. Quando meu filho acreditava ter alçado o status de macho alfa perante sua esposa minha paixão foi mais veloz que a razão e para firmar minha posição dominante humilhei meu filho comandando seus atos. Marquei, também, meu terreno ejaculando no rosto de Bruninha, sua esposa, e o submeti a minha liderança fazendo-o lamber meu esperma por simples sugestão. Passado o episódio evitei o casal e, mesmo eles almoçando bem mais tarde do que o normal, só desci para almoçar quando ele já havia saído da casa e ela se recolhido ao quarto. Estava na cozinha, já terminando meu almoço, quando Bruna, com sua pele bronzeada, seus lindos cabelos negros e longos, coberta por uma simples e fina bata rodada entrou no cômodo me procurando. Calada, olhando-me com encantamento, esperou eu acabar, pôs meu prato sobre a pia, sentou-se no meu colo provocando imediata ereção, e começou a conversar comigo. A posição não lhe agradou, ela levantou-se, sentou sobre a mesa, pernas cruzadas, cabeça virada para o lado, sem se importar com seu sexo exposto ou com a posição convidativa a um longo e delicioso beijo e continuou sua explanação. As notícias me agradavam. - Pedro finalmente concordou. Não imagine que foi por vontade própria. Eu o seduzi a isso e ele nem percebeu. Já instalada na mesa, me oferecendo uma visão tentadora e

despudorada, ela continuou: - Ele vai me entregar a você amanhã pela manhã. Por favor, evite torturá-lo. Ele ao mesmo tempo em que se mostra feliz por ter tomado esta decisão que lhe tirou um grande peso, está muito inseguro. - Ele teme tantas coisas... - O que, por exemplo? Quis saber. - Principalmente perder o seu respeito. Ele precisa saber que você o ama, respeita, admira e, mais importante, se orgulha dele. - Teme perder o meu respeito. - continuou ela - Mas isso não vai acontecer. Eu amo o Pedro mais do que você possa imaginar. Você é maravilhoso, gostosíssimo, lindo, mas o que eu quero com você é fazer sexo e mais sexo. Falando, sem se interromper, com grande ansiedade... - Mesmo agora, não fosse a seriedade da nossa conversa, eu a teria com você dentro de mim. Pode verificar que minha bucetinha viciada está encharcada e piscando pela sua presença com essa pica dura tão perto dela. - Eu sou uma puta tão depravada ao seu lado que até merecia perder o respeito de seu filho. E você tão ridiculamente gostoso que por vezes me arrependo de ter casado com Pedro, o que tornou nossa união impossível. Mas meu corpo clama por sexo com você, mas na companhia dele. Estou louca! - Mas se é só isso... Não pude completar, Bruna me cortava. - Tem mais. Ele teme não resistir ao ciúme e isso pôr por

terra nosso casamento. Teme que eu me apaixone por você devido a sua experiência sexual que é muito superior a dele que, sem ser comigo, fez sexo, desagradável, uma única vez. Meu corninho é tão babaca e confia tanto em nós que ainda não percebeu que somos praticamente amantes e que o estamos forçando a me oferecer a você. - Ele teme as reações de cada um de nós, atores desta trama, durante o desenrolar dos fatos irreversíveis. - Por fim, ele está num poço sem fundo de inseguranças e desejos. Durante nossa conversa estávamos atentos e compenetrados. Olhos profundamente mergulhados nos olhos do outro. Mas nada disso impediu que Bruna, sem se dar conta começasse a acariciar meus cabelos. Envolvido e da mesma forma, naturalmente, passei a acariciar aquelas deliciosas coxas adolescentes. Quando ela terminou sua exposição garanti que seria cuidadoso, interrompi a conversa e ela, percebendo a mudança em meu olhar, exibiu sua expressão mais safada e me pediu enquanto apoiava os pés na ponta da mesa, arreganhando-as bem e chegando a bunda para o mais próximo que pode da beirada. - Seja rápido mas delicioso, tenho que dar forças ao nosso querido corninho! Antes de começar qualquer coisa e falando de forma que meu hálito varresse toda sua vulva, perguntei: - Por falar nisso onde está o \"seu corninho\"? - Meu não, nosso! Ele foi trocar as passagens. Ele comprou para domingo à noite e com apenas quatro horas de vôo vamos chegar à plena madrugada no Rio de Janeiro...

- Ele foi... trocar o horário para as três... horas da tarde... Assim chegamos... às dezenove horas e... po-podemos descansar, pois... volta...mmooossssss... aaaaaaa... tratrabalhar... chupa logo, porra... já nesta... segunda mete essa língua nela... feira. Eu começara a brincar com ela enquanto ela matraqueava. Eu já sabia que ele não estava em casa e era só o que eu queria saber! Minha língua já passeava nas laterais de sua buceta e quando muito se encostava à beirinha de seus lábios vaginais. Eu descia até o cuzinho e ali brincava diretamente, mas quando voltava à buceta ficava só no entorno. Durante a brincadeira seu clitóris foi intumescendo. A cada instante ficava mais durinho e mais grosso. Eu fiquei brincando enquanto ela me puxava pelos cabelos e movimentava a bunda sobre a mesa. Só quando o clitóris já estava vermelho como pimentão, duríssimo e suas pernas arreganhadas para o alto é que, de surpresa, prendi aquele micro piruzinho em meus lábios, sugando severamente, e arrastando velozmente a pontinha da língua na pontinha daquela carne sedenta. Ela soltou um delicioso gritinho de alívio e prazer. Sua vagina deixou escapar um grande fluxo de lubrificação, parecia estar ejaculando, ela chegou a se peidar de prazer e entrou em um violento e saboroso orgasmo, gemendo freneticamente, sibilando ao respirar. Eu me concentrei naquele feixe nervoso até ter certeza que ela estava explodindo, no auge do prazer. Neste momento levantei da cadeira e prometi continuar na manhã do dia seguinte. Uma fera saltou sobre mim. Arrancou meu short, pulou sobre meu corpo e conseguiu me fazer penetrá-la ainda antes de me deitar com ela no chão da cozinha. Se meu filho a

estuprara há poucas horas agora era ela quem me estuprava e saboreava minha ejaculação como se fora um troféu de honra ao mérito. Mesmo passado o furor e com meu pênis meio flácido, ela se manteve sobre mim, retendo em seu corpo minha pica amolecida. Acariciava meu peito, meus cabelos. Eu me permitia um total abandono. Parecia termos trocado de sexo. Só a chegada do carro trazendo Pedro de volta a casa a fezela acordar do fascínio de ficar me olhando como se fosse uma difícil presa conquistada. Saí pela porta dos fundos. Só cheguei a casa quando o casal já estava vendo televisão, confortavelmente instalados, Bruna com a cabeça no colo do marido, uma das pernas no encosto do sofá, me oferecendo a visão de toda sua intimidade. Só então lembrei que ela estava proibida de usar calcinha naquela casa. Menina obediente. Cumprimentei o casal e anunciei que iria me recolher. Bruna permaneceu na mesma posição e Pedro pediu que sentasse na poltrona ao seu lado por que queria ter uma conversa séria comigo. Esta ia ser a conversa mais difícil para nós dois. - Pai, você bem sabe que eu sempre preferi aprender sobre a vida com as suas experiências do que me aventurando. Claro que nem tudo pode ser assim, mas sempre que agi diferente sofri sérias conseqüências. - Espero que tenha sido bom para você. - retruquei. - Nada tenho a reclamar. Só que estou precisando aprender algo mais. Preciso saber mais sobre sexo... - o silêncio foi marcante e forçou a Pedro continuar o que queria falar. - Eu tenho uma fantasia sexual incomum e você pode até pensar que sou um maníaco...

Estava com pena dele e interrompi, rindo! - Que nada, certamente você puxou a mim. Sua mãe é muito conservadora. Em sexo eu já fiz de tudo sem nunca poder contar com a participação dela. Quem me dera ter escolhido para esposa uma mulher que comprasse minhas fantasias sexuais. - Bruna! - chamei mudando o foca da conversa e introduzindo a Bruninha naquele dificultoso diálogo. - Você acompanharia seu marido nas fantasias dele? Ela, levantado do \"colinho\", já foi soltando a \"matraquinha\". - Acho que é justamente sobre isso que o Pedro quer lhe falar. Ele tem uma fantasia e quer que eu participe. Mas a minha presença impõe que não seja qualquer um... Pedro retoma a conversa, decidido. - Eu queria saber como seria ver a Bruninha com outro homem, como eu reagiria. Quando penso nisso, fantasiando, a idéia muito me agrada. Mas não quero oferecê-la a um homem qualquer que não vai saber respeitá-la antes, durante e depois. Foi a minha deixa, e rindo muito, para descontrair o ambiente, fui falando: - Se eu fosse o privilegiado escolhido só não a respeitaria durante, pois ainda não aprendi a conciliar sexo com respeito na acepção da palavra. Ainda assim a respeitaria como mulher, mas não como sua esposa, disso eu até esqueceria. Agora; antes e depois ela seria, é e será sempre sua esposa.

- Mas como você vai selecionar este parceiro. Ele não pode ser promiscuo pelo perigo de doenças. Tem que ser discreto. É sobre isso que você quer minha opinião. - Você é burro, Afonso? Perguntou Bruna já se respondendo. Não vê que por conta disso ele não encontrou ninguém! Pedro, cortando: - Ninguém não! Só encontrei você. Se não for com você não realizarei minha fantasia com mais ninguém! Agora eu falava sério: - Você tem certeza disso? Não vai adiantar se arrepender depois nem ficar cobrando de mim ou dela qualquer atitude, pois, pelo que estamos todos aqui vendo, a iniciativa está sendo totalmente sua. Bruna arremata: - Realmente, eu jamais me imaginei com nenhum outro homem, não ia ser com seu pai que eu iria me imaginar. Eu completei: - Muito menos eu pensaria em possuir uma mulher tão mais jovem que eu. É claro que por você eu faço qualquer coisa e vou fazer com prazer, afinal a Bruna é uma mulher linda e sensual. Mas só farei se for por você, a seu pedido. Não sinto nenhuma atração por ela. - Seria, assim, tão difícil pai?! - Claro que não, você não me entendeu. Seria um grande prazer. Só que a idéia jamais me passou ou passaria pela cabeça. EU não me permitiria desejar a esposa de meu filho por mais linda que fosse. A questão, fora de ser um pedido seu, não seria ética nem moral. A seu pedido, será uma honra para eu passar-lhe o pouco que sei sobre sexo tendo a sua esposa como companheira. - Então está feito. Esse assunto falado demais está me

desnorteando. Amanhã, pela manhã, lhe espero no nosso quarto para uma aula sexual! Está combinado?!?! - Como você não quer mais falar sobre isso, até amanhã. Vou me recolher e amanhã atendo seu pedido com muita honra e prazer! Boa noite. - Durma bem. - completou Bruninha com os olhos faiscando de tanto tesão. Essa mulher é um vulcão, acho que nem eu daria conta dela. Ela realmente precisa de um homem com o fôlego da juventude e a experiência da maturidade, segui pensando. Pedro, por sua vez, parecia aliviado como quem cumpriu uma árdua e extenuante tarefa. Enquanto eu subia as escadas os dois se entregavam aos beijos e carícias. Mas ainda ouvi bruna comentar que aquela noite seria de jejum em preparação para o dia seguinte. Dormi mal fazendo mil planos para o dia seguinte. Eles acordavam naturalmente cedo e eu cheguei ao quarto com uma mesa de cama levando um farto café. Tinha café, leite, pão (quentinho), manteiga, geléias. Armei a mesa sobre o corpo de Bruna que ao se levantar deixou os seios se descobrir com naturalidade, sem demonstrar qualquer falso pudor. Aquele simples ato acendeu meu filho. Pedro, que já devia estar tenso, agora estava com tensão e tesão. Saí do quarto e em minutos voltava com outra bandeja, também mesa de cama, agora com frutas, queijos, chantili e coberturas de chocolate e morango. Tudo já descascado ou fatiado, pronto para consumir. Saí mais uma vez do quarto recomendando que após o café tomassem banho juntos.

Quando ouvi ruídos de banho voltei ao quarto e recolhi quase tudo. Eles brincavam sob a água e só deixei no quarto as geléias, as coberturas e o chantili. Quando voltei estava também de banho tomado, vestindo apenas um roupão de toalha, com uma caixa de sapatos na mão e interrompi um beijo do casal. Eles estavam deitados e cobertos. Assim que me viu Pedro levantou-se e, nu, sentou-se na poltrona. Optei pelo tom didático: - Pedro, sexo não se resume ao ato sexual. o homem na sua idade acredita que só porque ele gozou que a mulher também está satisfeita. - continuei minha aula. - Acredita que cumprida a tarefa \"trepar\" nada mais resta a fazer e, por isso, vira para o lado e dorme. É quando elas dizem que ele dormiu \"feito um porco\". Sempre que uma esposa falar isso de um marido saiba que ela está sendo mal amada. - ainda sendo didático - Muito se fala de preliminares e hoje todo homem segue a receita \"filme pornô\" na seguinte ordem: Ela faz sexo oral; Eu faço sexo oral; Arrumo uma posição confortável sem ser papai-mamãe e enfio a pica nela; Seguro o máximo que eu puder a ejaculação; Ejaculo; Deito ao lado dela; Pergunto se foi bom; Espero cinco minutos calado (ou fumando um cigarro); E durmo feito um porco. - Estes logo logo serão chifrudos. - arrematei. - Mulher gosta de homem limpo, bem asseado e sempre que possível de banho recém tomado. Não acredite nesta história de feromônio. Use um perfume másculo e discreto. Esteja com a barba sempre bem feita ou bem raspada. Aquela cara de mal barbeado pode até compor visual, mas a barba deve estar macia, ninguém gosta de ser arranhado - com raras exceções.

Enquanto eu falava a curiosidade deles estava sendo atiçada pelo abrir da caixa de sapatos de onde tirei, uma a uma, cinco gravatas de seda. - E preliminar é o uso da criatividade, a eterna fuga da rotina que desafia todos os casais. Por exemplo. Bruninha vai ser nossa prisioneira. Amarre uma grava em cada pulso e em cada tornozelo. Pedro se apresentou entusiasmado, pênis ereto e mãos dedicadas ao trabalho. - Não toque nele, não a beije. Só amarre suas mãos e pés e prenda na cama com ela bem arreganhada. Não precisa esticar a gravata que vai ficar desconfortável. Deixe-as um pouco frouxa. - Esta última e mais larga gravata vai vendar os olhos dela. Pedro seguia a risca as orientações. Com o pênis cada vez mais excitado. Bruninha se entregava nas mãos dele com olhos vidrados já antegozando o que estava por vir. - Agora Pedrinho. Senta e assiste. A aula teórica acabou agora é só parte prática. Pedi, ao ouvido dele, que me trouxesse uma única pedra de gelo. Enquanto ele prontamente me atendia fui descobrindo lentamente o corpo de Bruninha, puxando o lençol de baixo para cima e quando ele chegou com o gelo os seios dela estavam surgindo de sob o pano, arrepiados. Ao seu ouvido pedi que ele beijasse chupando um mamilo e acariciasse o outro com o gelo alternativamente sem se demorar em nenhum deles. Aos poucos os seios dela foram como que se petrificando. Sua aréola desaparecera por completo. Quando o arrepio era total pedi que ela passasse

bem na beirada da buceta o que restara da pedra de gelo sem jamais tocar no grelo. Após cada passada o encostasse diretamente no cuzinho até ele ficar bem geladinho. Voltando a passar na beirada da buceta enquanto tocava exclusivamente com a pontinha da língua a entradinha do cuzinho aquecendo-o. A brincadeira deveria durar enquanto durasse o gelo. Bruna chorava e ria quando ele pela primeira vez tocou seu cuzinho com a pontinha da língua. Estava em gozo, queria um orgasmo, mas este não vinha, não acontecia, não se manifestava. Enquanto com estas carícias Pedro torturava sua esposa eu passava por todo seu corpo, bem de leve uma pena. A pele onde era tocada se arrepiava e provocava um movimento estremecido. Ela gargalhava cheia de lágrimas. Peguei um vibrador clitorial, tipo borboleta com controle remoto e ensinei a Pedro a fixá-lo bem sobre o grelinho. Entreguei o controle remoto na mão dela e ela logo aprendeu a comandar as vibrações. Esfreguei espalhando a cobertura de chocolate sobre um dos mamilos e a de morango no outro e mais uma vez sussurrei no ouvido de Pedro que queria tudo muito bem limpinho, sem que ele tocasse qualquer outra parte do corpo dela. Ela estava louca. Ficava dizendo para Pedro aprender aquelas delícias com seu pai. Que eu chupava maravilhosamente, que estava quase gozando. Pedia mais força, mordidas e sempre acreditando que era eu o autor de cada ato e fato experimentado. A pena ainda castigava seu corpo, mas Bruninha agora já não mais perdia os arrepios e fui juntando as partes arrepiadas aos poucos até conseguir manter todo seu corpo arrepiado.

Ela estava pronta para o orgasmo, mas a penas fazendo cócegas tirava a concentração e ela não conseguia atingir o clímax. Orientado Pedro sobe o corpo da sua esposa e a penetra apenas na portinha, entrando e saindo só com a cabeçorra da pica e eu fazia cócegas com a pena no cuzinho dela. Quando sinalizei para ele peguei um vibrador fininho e enfiei em seu cuzinho no mesmo instante que Pedro a penetrava. O orgasmo se apresentou instantaneamente e o corpo da Bruninha estremecia todo, por inteiro, era tanto orgasmo que ela quicava na cama, toda arrepiada, seios totalmente intumescidos, boca ressecada, gemidos secos, gritos inaudíveis, falta de fôlego. Pedro a cada instante, abusando de sua juventude, acelerava mais. Aquietou-se alojado profundamente dentro dela e ejaculou calado. Mas não parou, voltou à carga ainda mais forte e mais veloz. Bruninha por vezes praticamente desfalecia para num delicioso suspiro voltar a si puxando o ar com a força de quem está se afogando. Quando todo seu corpo se contraiu numa plenitude que nem eu arrancara daquele corpo, puxo-lhe a venda! A revelação de que estava sendo possuída por seu marido trouxe o amor para aquela relação que estava sendo, pelo menos para ela, puramente sexual. Um novo brilho tomou conta de seu olhar, um sorriso belo se estampou em seus lábios. Pedro percebeu o novo encantamento e começou a fazer juras de amor enquanto castigava aquele corpo com todo seu vigor juvenil. Duas lágrimas desceram pela face de Bruna quando um orgasmo ainda mais forte se apresentou. Seus olhos viravam e voltavam para se encontrar com os dele, novo clímax foi

atingido e ela reagiu à contração interna e externa de seu corpo às gargalhadas de felicidade. Ela estava se libertando de mim e todos nós naquele quarto sabíamos disso. Fui soltando suas pernas, uma a uma iam se agarrando ao corpo de Pedro. Cada braço que se soltava buscava uma parte de Pedro para acariciar. Eram seus cabelos, suas costas sendo lanhadas, seu rosto sendo espremidos pelas duas mãos que puxavam seus lábios para um sedento beijo. Feliz e admirado vi novo orgasmo se anunciando em Bruninha e chegando muito rápido para explodir junto com a segunda ejaculação de Pedro naquela manhã. Quanta inveja daquele vigor, daquela juventude. Só fui possuir Bruninha bem mais tarde, mas quem vai contar isso é o Pedrinho. Eu fico por aqui tendo devidamente cumprido meu papel de pai.

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Marido Seduzido a me Entregar ao meu Sogro e seu Pai

A saudade de Recife começou na noite de quinta-feira enquanto eu e meu marido discutíamos os preparativos. Compraríamos as passagens na sexta-feira para no domingo à noite embarcarmos de volta ao Rio de Janeiro. Foi difícil conciliar o sono. As lembranças mais marcantes eram as mais distantes: a inesquecível atração nascida no exato momento que conheci meu sogro e o meu primeiro orgasmo com ele dançando lambada com ele e meu marido ao mesmo tempo. Eu lembrava cada detalhe dos dias que se passaram e até da humilhação na cozinha, quando me ofereci por inteiro ao meu sogro com meu marido sentado na sala a poucos metros de nós e ele me desdenhou - sentia saudade e felicidade de ter vivido tudo isso. Meu sogro, que já era meu amante, queria de despedida que seu filho me entregasse a ele para, na sua frente, me possuir. Ele queria me fazer gozar diante de seu filho! Meu maior desespero era sair de Pernambuco sem mais experimentar aquele delicioso homem que como um cafajeste me dominava sexualmente me viciando através dos meus melhores orgasmos. Acordei naquela manhã de sexta-feira sem me dar conta de que havia dormido. Estava estranhamente feliz apesar de um tanto melancólica. Meu marido, de barba feita, saiu do banheiro, me beijou displicentemente, e desceu para o café da manhã. Fiquei um pouco mais na cama, relaxada, me espreguiçando e quase que cochilando até que o lençol voou para longe de mim. Fora decisivamente arrancado e não sei como contive meu grito de susto. Todos já sabem que durmo sem roupas e lá estava o Afonso, sem se incomodar se o filho estava tão

perto, me descobrindo, me pegando no colo, sorrindo para mim com seu hálito fresco, me conduzindo para a banheira, beijando-me os lábios, a boca, e... Fechando o box atrás de si me mandando tomar meu banho. Largou-me ali para tomar café com o filho. Abri o chuveiro e me banhei feliz com a abordagem da manhã. Aquele homem tinha o dom de me deixar de bom humor e sedenta por sexo a qualquer hora. Minhas mãos deslizavam pelo meu corpo acendendo fantasias enquanto eu preguiçosamente me banhava. Sai do devaneio ao escutar o barulho de um motor diferente. Ainda estava tentando descobrir a origem daquela máquina quando Afonso entrou no banheiro. Ele abriu o box e vestido (apenas de short) entrou na banheira, me tomou a esponja macia, fechou o chuveiro, pegou bastante sabonete líquido na esponja e passou a me ensaboar gerando grande quantidade de espuma. Quando todo o corpo estava literalmente ensaboado, meu tesão exacerbado e a pica dele enorme fiquei em estado de alerta pronta para ser sexualmente arrebatada. Por isso não entendi quando ele pegou o xampu e despejou nos meus cabelos passando a lavá-los com desenvoltura. Seus dedos me deliciavam com as carícias promovidas no me couro cabeludo. Alguns minutos depois ele pegou o chuveiro de mão e começou, de baixo para cima, a me enxaguar, com a outra mão esfregando meu corpo onde a água atingia. Meu corpo reagia com arrepios marcantes a cada ponto erógeno tocado. Ele, de pênis ereto, parecia não perceber, concentrando-se no delicioso carinho que proporcionava a toda minha pele. Finalmente enxaguou meus cabelos. Aplicou creme condicionador. Massageou mais uma vez minha cabeça.

Enxaguou retirando todo o excesso como se fosse um profissional. Saiu da banheira pingando. Mandou eu me ajoelhar e minha boca, literalmente, se encheu d\'água já antecipando a chupada que eu daria naquele homem para retribuir tantas carícias. Ajoelhada no fundo da banheira recebi uma toalha como véu e Afonso me enxugava a longa cabeleira castanha. Finalmente me estendeu a mão me auxiliando a levantar e sair da banheira. Outra toalha, macia, cheirosa, foi enxugando, pelas mãos de Afonso, todo meu corpo. Eu era só excitação. Meu corpo estremecia. O arrepio na pele era constante. Enxuta, ele se enxugou, me sentou no vaso sanitário aberto, passou espuma de barbear, raspou todos os cantos e recantos de meu sexo deixando-o lisinho. Aplicou um creme hidratante por todo corpo com especial atenção nas partes raspadas. Pegou mais uma toalha, me enrolou no corpo escondendo minha nudez. Pegou-me no colo e, com ardentes beijos em minha boca me levou para a janela. Abriu a janela e só depois escancarou a cortina acenando para seu filho que desligou o cortador de grama para ser informado que eu o estava procurando ansiosamente. Ao meu ouvido segredou que esta era a minha oportunidade de convencer meu maridinho a me entregar a ele. E, me deixando acessa, aflita, louca para fazer sexo com ele, desceu indo encontrar Pedro no jardim, substituindo-o no afã de aparar a grama. Vi Pedro rindo e jubiloso correr para casa e ouvi seus passos largos pulando degraus para alcançar nosso quarto. Fui até o centro do quarto para recebê-lo e deixei a toalha cair aos meus pés assim que ele entrou. Estive evitando o sexo com Pedro, pois era impossível continuar ficando com ele e tendo orgasmos com Afonso no pensamento. Assim recebi sobre mim um marido sedento

beijando-me, lambendo-me, jogando-me na cama em nítido contraste com o pai. Não consegui perceber nenhum carinho, nenhuma dedicação a mim. Ele estava, em seu egoísmo sexual, pensando apenas em si, na sua satisfação. Deu menos de dez lambidas no meu sexo, me virou de costas na cama e, pelas costas, me possuiu selvagemente. A porta estava escancarada, estávamos de frente para ela, e eu lembrava Afonso nos observando e apenas isso estava me excitando naquela cópula. Lembrei das recomendações de Afonso e fiquei maquinando uma forma de atingir meus objetivos, ou melhor, os objetivos de meu sogro. Como fazer Pedro me oferecer ao seu pai e participar, como simples expectador, de nossa apaixonada relação sexual? O corpo de Pedro anunciava a chegada de sua ejaculação e eu quase gritei: - Agora não! Segura um pouco mais. Mudei de posição e iniciamos um papai mamãe menos intenso. Eu, olhando nos olhos de meu marido, me sentindo uma puta hipócrita, uma safada, uma vadia, iniciei a minha interpretação artística pondo em andamento minha estratégia. - Pedro, você está delicioso! Quer fantasiar outro homem me possuindo? Você gosta? Pedro levou uma pedrada, foi pego de repente. Sua pica anunciou positivamente que gostara da idéia, mas eu sabia que sua mente estava em conflito. - Ou se preferir você não quer imaginar seu pai ali na porta que você deixou, mais uma vez, escancarada? Pedro ainda não se manifestara, mas seu pênis ganhara corpo e sua ofegância aumentava apesar de manter ritmo lento nas estocadas. Finalmente ele conseguiu alcançar algum equilíbrio e começou a se manifestar:

- Por que você está perguntando isso? - É porque, como você, eu também tenho minhas fantasias. Não de estar com outro homem, isso eu abomino! (Safada, hipócrita) - Eu adoraria fazê-lo ejacular sem nem me tocar e sem se tocar. Só me olhando. Queria arrancar de você um gozo totalmente psicológico. Para satisfazer minha fantasia eu pensei em recorrer às suas! As estocadas estavam mais longas e, apesar de lentas, mais fortes. Batendo fundo e forte dentro de mim. Mantive meu olhar olhando profundamente nos olhos dele. Ele começou a confessar sua fantasia e seus medos. - Só por fantasia eu admitiria você nas mãos de outro homem (Seu pênis se agitou e as estocadas se aceleravam lenta e imperceptivelmente). Mas quando penso nisso ou quando você fala que está sendo possuída por outro homem meu tesão aumenta demais. Comecei a me mexer sob seu corpo, a estimular seu tesão. - Eu nem me imagino com outro homem, falo para lhe agradar, a idéia não me agrada (Quanta falsidade! Sou uma puta escravizada pelo orgasmo que Afonso me proporciona). - Mas por que você não pensa em realizar sua fantasia? Fiquei curiosa! (E me mexi ainda mais sob ele) - Temo não suportar o ciúme. Temo perdê-la para um homem melhor que eu! - Você é louco. O que existe entre nós é uma relação de amor e não uma relação sexual. Se houvesse uma relação sexual

para satisfazer suas fantasias eu estaria transando com outro para você. Estaria fazendo sexo com você através de outro homem. Numa relação estritamente sexual, jamais sentimental. Eu não penso, não desejo, não me vejo sendo acariciada por outro homem a não ser para satisfazê-lo. (Depravada - eu continuava me sentindo culpada, errada, uma devassa total, uma puta despudorada) - Não, eu gosto muito de imaginar a cena, mas não iria expôla a um estranho. Suas estocadas estão rápidas, longas, vigorosas e o gozo se anuncia. - E se não fosse qualquer um, se fosse alguém da nossa confiança mesmo não sendo de nossa convivência? Como seu pai, por exemplo? Ele gozou. Não conseguiu controlar, conter. Os espasmos e a ejaculação vieram sem avisos, se anteciparam. Ele enlouqueceu entregando-se totalmente a seu gozo e, no auge do prazer pediu: - Finge, diz que ele está te comendo! Foi minha deixa: - Isso mesmo Afonso. Mete gostoso. Ensina também isso a teu filhinho. Mostra a seu filhinho como fazer para a putinha dele delirar de prazer. Faz a esposinha do teu filho gozar como uma puta. Mete fundo Afonso, me arromba toda. Faz teu filho virar teu c_o_r_n_i_n_h_o! Eu não frisei a palavra propositalmente, entrei em gozo, meu orgasmo me arrebatou dificultando as palavras e ao falar \"corninho\" a palavra ganhou ênfase tão especial como as

estocadas que me foram deferidas no fim do gozo de Pedro, meu marido, que demonstrava o quanto fantasiava ser um corninho lhe agradava. Caiu ao meu lado exausto, respirando com dificuldade, mas assim que recuperou o fôlego disse que seria impossível envolver seu pai em seus devaneios. Levantei-me imediatamente, me fazendo de ofendida: - Quer dizer que seu pai não me acha atraente! Que eu sou tão \"baranga\"! Que seu pai não aceitaria me possuir para agradar ao seu filho! Enquanto eu falava me enrolava na toalha que ficara caída no chão e fingindo estar chorando desci para tomar meu café. Era muito cinismo, pensava comigo mesmo. Como eu conseguia fazer com aquele homem o que eu bem entendia. Só podia ser muito amor. Estava já no fim do meu café da manhã quando Pedro, já vestido, desceu calado, cabeça baixa, e tentou se explicar. - Eu não quis insinuar... - Não fala mais nada, tentar consertar o que ocorreu pode piorar ainda mais a situação. Eu querendo te oferecer a sua fantasia. Querendo satisfazer minha fantasia fazendo você ejacular apenas psicologicamente por minha causa e você acreditando que seu pai jamais me desejaria e não faria parte de nossa felicidade sexual! Chega! Não fala mais nada. Vou te provar que você está totalmente enganado! Pedro sentou, ainda mais cabisbaixo, na poltrona ao meu lado, de frente para a porta de entrada. Parecia combinado. Eu acabei de tomar café, estava já de pé ajeitando a toalha que me vestia quando um suado Afonso abriu a porta. Certamente havia completado sua tarefa com a grama do jardim.

Corri para ele, fiz a toalha cair a poucos centímetros dele e me joguei sobre ele em um abraço, agarrada ao seu pescoço, confessando a saudade que já sentia. Fingia não perceber que a toalha caíra. Foi um Pedro excitado e revoltado que passou por nós dois abraçados resmungando que estava indo comprar as passagens. Aproveitei que ele batera a porta e beijei profundamente o seu pai. Mas Pedro voltou para pegar a chave do carro e eu não deixei Afonso interromper nosso beijo. Fiquei beijando a boca de Afonso até que Pedro saiu da casa. Premeditava como agir e assim que ele saiu me enrolei na toalha e corri até ele que já estava dentro do carro. Pedindo perdão convincentemente e beijando sua boca através da janela me mantive até que ele, sem qualquer palavra ou pelo menos um aviso, pois o carro em movimento. Ele se foi! Eu gritava que o amava. Ali, sim, eu estava sendo sincera. Estava sexualmente apaixonada por seu pai, mas não tinha qualquer dúvida em relação ao meu amor que aumentava cada dia mais. Eu antevia que logo logo eu ganharia esta batalha e que finalmente Pedro pediria a seu pai para me possuir na sua frente. Corri para Afonso. Estaríamos sozinhos por longo tempo. Quando entrei na casa já pensando em agarrar definitivamente aquele homem ele passou por mim, de calção de banho, em direção à praia e me avisando que não gostou do meu ato e que não queria minha companhia. Pedro, na volta, ainda me encontrou nua e sozinha no sofá e chorando (por seu pai), me encheu de beijos me perdoando por tudo e até confessando que gostou da minha iniciativa sabendo que tudo aquilo que eu fiz foi por causa dele mesmo. Babaca!

Acabamos fazendo amor ali mesmo. Em suas fantasias ele trouxe seu pai para comer a norinha. Começou sussurrando em meu ouvido que ele era o Afonso, que estava ali para me dar prazer. Aos poucos seus gemidos já me pediam para gozar com seu pai. Quase aos gritos fez questão de sair de dentro de mim e ejacular em meu corpo para não “engravidar a esposa de seu filho”. Eu estava nas alturas! Meu gozo já se anunciava intenso, envolvida que estava nas fantasias de Pedro. Ele sucumbira à minha sedução. Mas a chegada de Afonso me levou ao delírio. Ele sentou-se nas costas da poltrona, com os pés no assento, observando os nossos últimos momentos. Comigo de frente para ele cavalgando em Pedro. Sabendo-me detalhadamente observada quando Pedro rola sobre mim, me jogando no sofá, e erguendo e abrindo minhas pernas para facilitar suas últimas estocadas, gemendo e gritando que ele era o Afonso, seu pai, fazendo sexo com a norinha. Vendo Pedro propositalmente espalhar porra por todo meu corpo “para não me engravidar” meu orgasmo fora de tal forma arrebatador que meu arrepio, mesmo depois de Pedro deixar meu corpo não cedia. Eu estava em semiconsciência, sentia-me desmaiada de prazer enquanto participava de tudo que se desenrolava ao meu redor. Afonso aplaudiu o desempenho do filho que, embasbacado e atônito ficou sem palavras olhando para o pai. Afonso mostrava a ele, literalmente, expondo sua pica enorme, o quanto ficara excitado durante nosso sexo. Tocou minha buceta com a mão em concha elogiando a lisura da pele e a beleza da vulva. Tocou meus seios elogiando sua consistência e perfeição. Mostrou sua satisfação de perceber que eu ainda estava em pleno gozo denunciado pelos bicos dos seios extremamente intumescidos e pelo corpo totalmente arrepiado. E mandou, comandando o ato, que Pedro me chupasse a vagina para que pudesse terminar de gozar, começando a masturbar-se. Pedro

aturdido, com a pica novamente endurecida, obedeceu ao seu pai me fazendo estremecer com sua língua penetrando fundo em minha buceta enquanto meus orgasmos sacudiam-me a cada jato de porra que Afonso direcionava ao meu rosto. Pedro, olhos esbugalhados, a tudo assistia e demonstrava adorar com o esforço que sua língua fazia para me satisfazer. Cara e corpo repletos de esperma, sinto meu corpo e meu orgasmo relaxarem enquanto Afonso se retira recomendando que Pedro limpe, com a língua, todo meu corpo. Como bom filho Pedro começa a lamber meu rosto limpando primeiro o esperma de seu pai. Seu corpo estava trêmulo, ele suava abundantemente e antes de acabar de me limpar com lambidas experimentou nova ejaculação, intensa e espontânea, manchando o sofá. (ainda continua... aguardem o epílogo no próximo relato)

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Meu Sogro! Meu Amante! ((continuação) Recém casada, em passeio por Recife, conheci um homem que me atraiu instantaneamente, ...meu sogro! Os simples

toques daquele homem me acediam. Naquela mesma noite meu marido me entregou ao seu pai para dançarmos lambada. Seu magnetismo e minhas fantasias iam me levando ao orgasmo. Ele percebendo isso me girou e colado na minha bunda chamou seu filho para fazer um sanduíche comigo. Eu gozei intensamente com aquele homem, e agarrada ao meu marido que nada, absolutamente nada notou! A noite foi de um maravilhoso sexo com meu marido onde fiz questão de deixar toda casa (meu sogro) perceber o quanto meu marido me completava, mas quando o gozo me dominou fiquei calada e durante todo orgasmo só pensei em Afonso, pai de Pedro, meu marido! Na praia Afonso, adivinhando minhas fantasias, me arranca dois orgasmos simplesmente com seus dedos, primeiro o polegar invadindo minha buceta e, em seguida, dois de seus dedos invadem meu cuzinho me fazendo gozar de frente para meu marido que nadava a poucos metros de nós. Eu estava em um dilema. Arrependida, perturbada psicologicamente, apaixonada sexualmente pelo pai de meu marido, chateada e irritada com o cego de meu marido, que nada percebia, nada notava, e já não conseguia me agradar sempre me fazendo sonhar e querer o seu pai. Na volta da praia, enquanto Pedro assistia televisão, Afonso entra na cozinha, me faz implorar para ser fudida, e me desdenhando me abandona desesperada de tesão e frustração. Acabo o almoço de qualquer maneira e fujo para o quarto no andar de cima para, chorando, me consolar de toda frustração que o cafajeste do meu sogro me impôs. Pedro me busca no quarto para ir fazer compras, digo que não vou e ele sem notar nada de errado sai, pega o carro e vai às compras. O carro ainda estava saindo do terreno e eu já estava no colo de Afonso batendo nele com toda minha força acabando por ser levada ao quarto do meu sogro e ali possuída deliciosamente por ele. Os orgasmos se multiplicam enquanto

Pedro chama por mim, me procura, sem nem imaginar que seu pai esta me estocando sua deliciosa pica. Afonso, antes de sair com Pedro \"para me procurar\", me orienta onde devo ser encontrada. Lá, dormindo, meus dois homens me encontraram. Mas isso tudo quem leu \"Meu Sogro - Meu Amante!\" já sabia. Foi um mês maravilhoso em realização sexual, mas também foi uma loucura conviver com arrependimentos, atormentada com meus sentimentos, sedenta por Afonso, revoltada e evitando Pedro, meu marido, a quem amo muito! Na última semana alguns fatos foram ocorrendo e nossas relações foram se modificando. O cafajeste do Afonso me desdenhava, não dava a mínima para mim, mal me olhava. Levava meu marido para bares e me deixava sozinha em casa. Quanto mais ele me esnobava mais eu desejava aquele homem. Em meus momentos de solidão me dava conta de quanto eu amava Pedro, gostava de estar com ele, conversar com ele, passear com ele. Mas para fazer sexo quem me interessava era Afonso, meu sogro. Numa tarde, no entanto, subi ao quarto para tomar banho e Afonso pediu a Pedro para comprar algo. Enquanto Pedro saia, mais uma vez o babaca ia fazer compras e me entregar à gula de seu pai, Afonso entrou no banheiro e ficou observando todo meu banho. Quando eu comecei a me enxaguar, ele tirou toda roupa me revelando aquela pica deliciosamente ereta, macia, apetitosa e lentamente abriu o Box e entrou na banheira comigo. Era um cafajeste, sem dúvida. Mas que homem carinhoso. Nos seus braços, apesar de preocupada com o retorno de Pedro, eu me sentia protegida, segura. Em seus olhos eu me via desejada. Seus lábios enalteciam com sinceridade os destaques mais belos de meu corpo contemplando cada um deles com suas carícias apaixonantes, sedutoras, excitantes. Naquele enlevo esqueci-me de tudo, de cada mágoa, cada lágrima. Estava exultante. Havia recuperado o macho mais delicioso de minha vida. Seus lábios percorriam meu corpo. Arrancaram arrepios nas minhas orelhas, na nuca, no

pescoço. Endoidecera-me ao sugar meus seios com tal desenvoltura que parecia sugar os dois ao mesmo tempo tais as sensações que me provocava. Fizera-me rir com cócegas na barriga, mas tanto que cheguei a me urinar toda recuperando quase que imediatamente todo tesão disperso nas gargalhadas. Enquanto eu urinava, ele acariciava, sem qualquer reserva, minha vagina fazendo o fluxo se interromper e eu urinava aos jatos sentindo seus lábios se aproximando de meu clitóris que intumescera só com a proximidade daquela boca. A vagina entra em descontroladas contrações quando um beijo de língua ataca meu grelinho e o arrepio toma conta de meu corpo inteiro. Ele se diverte acariciando minha pele arrepiada e castiga meu clitóris aumentando os arrepios e as contrações. Minha ânsia de ser possuída por aquele homem é medonha. Nunca desejei tanto ser possuída por alguém como quando senti sua língua se insinuar tentando penetrar minha buceta. Aquela língua era doida e me enlouquecia mais e mais. Ele passeava com sua língua de meu ânus ao grelo cuidando de cada pedacinho do caminho, aspero, veloz, carinhoso. Quando suas mãos não estavam me arreganhando as entranhas para o trabalho de sua língua, cuidavam de meus seios, ou acariciavam meu rosto onde seus olhos se fixavam exprimindo devoção. Repentinamente ele se ergue e com certa brutalidade me faz ajoelhar e receber seu caralho na minha boca. Penetra, com dificuldade e profundamente, minha boca como se minha boceta fosse. Estocando seguidas vezes. Para e deixa que eu passe a comandar o espetáculo. Que dilema. Era adorável chupar aquele membro rígido e macio. A pica do meu sogro era perfeita, uma obra de arte. Cabeça forte, bem desenhada, imponente. Deixava um rebaixo entre o corpo e cabeça da pica. Isso aumentava a sensação de perda quando ele aos poucos se retirava de minha boca. E eu sentia o reflexo daquela saída na minha buceta vazia, oca, aflita. Ainda não decidira se levava meu macho à ejaculação em minha boca sugando todo seu semem, seu precioso leite, ou se interrompia e implorava, como ele tanto gostava, para ser

possuída. A buceta falou mais alto. Levantei, escancarei minhas pernas para ele deixando minha buceta totalmente exposta e implorava humildemente para ser arrombada, possuída e dominada pelo meu macho. Ele me desequilibrou com uma das mãos e me manter de pé dependia exclusivamente da mão que me segurava escancarada. Com a outra mão se masturbou violentamente e enquanto eu desabava lentamente para o chão da banheira recebia um banho de porra no cabelo, rosto e peito. Ele se abaixou, limpou as últimas gotas na minha vagina e sentenciou que só me possuiria a pedido de meu marido. Dito isso, levantou-se, pegou no chão o seu short e seguiu para o seu quarto trancando a porta atrás de si. Eu, espalhada no chão da banheira, toda esporrada, nem tenho tempo para me sentir ultrajada, tenho que me recuperar e me limpar rápido porque já ouço os passos pesados de Pedro escada acima. Passei a mão pela porra espalhada e não resisti, levei à boca e fui engolindo porra enquanto o chuveiro jogava água sobre mim espalhando aquele esperma delicioso. Como uma criança faz com leite condensado, guardei parte da porra na boca e fui engolindo vagarosamente a porra do meu macho, do meu homem, de meu sogro enquanto agora quem me apreciava era seu filho que lavava o rosto. Fui surpreendida por Pedro que, após enxugar o rosto, abriu a porta do box e puxou minha cabeça para um beijo em minha boca. Tentei engolir tudo, mas quem já bebeu porra sabe o quanto aquilo é gosmento. Não teve jeito. Pedro bebeu a porra de seu pai e me beijou ainda mais duas vezes dizendo que meu beijo estava delicioso, deixava claro que eu queria sexo. Quando sai do banheiro enrolada na toalha Pedro me jogou na cama e me possuiu com fúria desconhecida. Eu estava sedenta, ele estava desnorteado pelo jejum que vinha experimentando. Aquilo estava ficando gostoso, mas meu orgasmo não se anunciava. De repente o orgasmo se anunciou e explodiu e eu feito louca fiquei falando no ouvido de Pedro o nome do seu pai. Pedro ainda não percebera, mas

Afonso estava na porta nos observando e me fazendo gozar instantaneamente. Quanto mais eu falava o nome de Afonso mais fundo e mais rápido Pedro me estocava e explodiu dentro de mim me pedindo para gritar. Eu gritei, mas meu grito marcou meu clímax e a brochidão imediata de Pedro: - Afonso esta na nossa porta! Gritei, nos mais perfeitos estertores orgásmico fazendo Pedro brochar e olhar para a porta vendo seu pai se afastar dizendo entre risos. - Tomem cuidados e tranque a porta, eu posso enfartar com estas cenas. Eu estava perdoada, mas Pedro não. Ele me perguntou se era por isso que eu fiquei repetindo o nome do seu pai e eu mentindo e sendo franca disse que sim. Mentia, pois estava falando o nome de Afonso não par avisá-lo que ele estava na porta, mas porque a visão de Afonso me vendo nos braços de Pedro me levara imediatamente ao orgasmo, à luxúria... e eu estava vingada! Pedro, todavia, não teve explicação quando perguntei por que ele, ao invés de parar quando tentei avisar da presença do pai, intensificou seus movimentos e gozou me pedindo para gritar o nome do pai dele. Ele tentou escapar, sair pela tangente, mas acabou confessando que foi pego de surpresa por eu estar em seus braços, gozando e falando o nome de outro homem, justo o seu pai. Mais surpreso ainda ficara quando isso aumentou seu tesão e fez explodir dentro dele uma ejaculação maravilhosa que como um vulcão, abrira erupção jorrando toda larva para dentro dela.

O namorado da minha filha me fez de puta e infiel Estávamos passando um fim de semana prolongado no nosso sítio e resolvemos fazer um churrasco para a família e uns poucos convidados. Só por volta das cinco horas de uma tarde ensolarada é que minha filha chegou, muito sorridente, com um novo namorado. Ainda tinha comida, mas o

churrasco mesmo já havia acabado. Meu marido foi até a piscina e me comunicou o fato e eu, a contragosto, saí da piscina e fui ajeitar as coisas para minha filha e seu namoradinho. Namoradinho que nada! Minha filha estava acompanhada e um homem simpático, corpo perfeito, voz forte e, ainda por cima, muito atraente. Fiquei surpresa com a minha reação àquele homem. Vi os dois na sala e fui me aproximando sem conseguir desviar o olhar daquele exemplar masculino. Quando ela apresentou ao Marquinhos ele não deu nem tempo para que eu esticasse a mão lhe cumprimentando. Abraçou-me com grande entusiasmo, beijou minhas faces e confessou, sem me soltar, que eu era a sogra mais fascinante de sua vida! Eu estava só de biquíni e aquele abraço me envolvia inteira. Sentia meus seios carinhosamente amassados naquele peito viril sentindo uma das mãos dando quase toda volta no meu corpo. A outra mão, um pouco abaixo da cintura, tocando bastante da parte superior da minha bunda desnuda por não coberta pelo biquíni, forçava pélvis contra pélvis e eu podia sentir sua pica encostada no meu corpo me permitindo perceber a ereção que se desencadeava. Enquanto minha filha subia as escadas para mudar de roupa, o Marquinhos, descarada e facilmente, rodou meu corpo me abraçando de costas para ele. Manteve o abraço forte só que desta vez uma das mãos estava espalmada, pressionando e acariciando meu seio e a outra pressionava a parte de baixo de meu corpo me fazendo sentir, na bunda, sua pica já ereta. Falou em um sussurro ao meu ouvido que estava cheio de fome. Mudou de ouvido e me disse que eu era o motivo de seu apetite. Virou-me de frente para ele, pegou minha mão, deposito-a sobre seu membro fazendo-a apertá-lo com a sua

mão sobre a minha e disse no meu ouvido que eu batera um recorde, ele nunca ficara excitado tão rápido com nenhuma mulher. Na seqüência disse que me comeria ainda naquele dia e que eu iria adorar ser sua sogra e sua puta. Mais uma vez rodou meu corpo, me colocando de costas para ele, me deu uma forte palmada e, com voz de comando falou: - Agora, minha putinha, vai lá colocar uma comidinha para mim e sua gostosa filha, ela tinha bem a quem puxar. E eu, calada, fui. Eu mesma não me reconhecia. Estava trêmula, arrepiada, tesuda, excitada, encharcada, submissa, e louca para ser possuída por aquele homem que desrespeitara minha casa, minha família – meu marido e minha filha, e me tratara como uma vagabunda qualquer. Eu fiquei imaginando tudo que eu deveria fazer para colocar aquele homem em seu lugar e ao mesmo tempo em tudo que eu estava desejando fazer. Distraída com meus pensamentos não percebi que ele se aproximara. Quando notei, ele estava pegando minha mão e forçando-a a segurar sua pica, dizendo que queria me comer ali e agora para em seguida beijar minha boca com sofreguidão sendo plenamente correspondido e tendo sua pica acariciada apesar de sua mão não mais estar sobre a minha. Quando acabou de me beijar, me deixando com as pernas bambas, virou meu corpo – com que facilidade ele fazia aquilo – e deu outra palmada no outro lado de minha bunda recomendando que eu vestisse uma saia senão iam ver os dedos dele marcados na minha deliciosa bunda. Desta vez olhei para ele fingindo raiva e já pensando em revidar, mas ele me deu outro delicioso beijo e ao acabar prometeu que nem a minha bundinha iria escapar. Saiu da cozinha e subiu aos pulos a escada para encontrar minha filha que lhe chamava.

Fiquei aflita. Nunca sentira tanto tesão. Eu estava ansiosa para trepar com aquele homem. Estava me sentindo uma puta. Mais de vinte anos de casamento sem nem pensar em trair meu marido que eu tanto amava e aquele homem chega, de repente, e esculhamba todos meus alicerces, minhas arquiteturas de casamento, de família... Como eu estava querendo trepar com ele, como estava odiando (e amando) tudo isso. Lembrei do que ele disse e coloquei a carne no microondas para esquentar e subi correndo para meu quarto para colocar uma saia. Entrei no quarto, abri o guarda-roupa e olhei no espelho as marcas que ele deixara na minha bundinha. Encostei o dedo e senti um arrepio sair da minha buceta e se espalhar no meu corpo. Eu estava doida. Vi-me escolhendo uma saia rodada, tipo estudante, e vesti por sobre o biquíni. Desci correndo para servir o almoço para o casal e ver aquele homem de perto outra vez! Na cozinha minha filha terminara meu trabalho e os dois estavam comendo. Marquinhos perguntou se podia me falar um segredo sobre o churrasco e minha filha sorrindo (e inocente) disse que sim. Ele, fingindo segredo, levantou-se e veio me ordenar falando sério, mas baixinho em meu ouvido. Tira esse biquíni aqui e agora, quero você sem calcinha enquanto eu estiver aqui. Se não me obedecer vou embora agora. Quando se afastou perguntou a minha filha quem era o churrasqueiro. Ela disse que era o pai e ele rindo disse que eu podia contar a ele o elogio que fizera. Enquanto eu ria, trêmula, dizendo que ele achara maravilhoso como o das mais famosas churrascarias, soltei os laços do biquíni que eram mais alto que a saia e puxei o biquíni por trás para espanto da minha filha. Ela ficou tão espantada que dei uma desculpa para sair correndo dali e disse, ao final, que estaria tomando um banho no meu quarto. Não sei se colou, mas eu tinha que obedecer àquele homem.

Neste momento os amigos saíram praticamente todos juntos, meu marido foi para sala ver televisão, e já tinha bebido tanto que adormeceu rapidamente. A noite caia e eu fui molhar as plantas ao redor da varanda dos fundos. Marquinhos sentou na varanda, próximo a janela, e ficou ora vendo televisão ora conversando com minha filha, que estava na sala e ora olhando descaradamente para mim. Minha filha me chamou para ver um trecho interessante do repórter e eu encostei-me à janela. Assim que eu encostei-me à bendita – ou maldita – janela a mão do Marquinhos subiu pelo interior das minhas coxas e passaram a acariciar toda a vulva tão deliciosamente que sem perceber escancarei as pernas para facilitar as carícias. Eu tentava manter os comentários sobre a notícia com minha filha enquanto seus dedos entravam por dentro de mim no cu e na buceta e ainda conseguiam dedilhar meu clitóris me enchendo de excitação e de prazer. As pernas tremiam, o corpo se arrepiava e eu queria mais e mais. Meu marido (dormindo) e minha filha cara a cara comigo só faziam estimular ainda mais a minha libido e toda minha vergonha, meu acanhamento, não existiam naquele delicioso momento. Eu estava quase ofegante. O orgasmo se aproximava. Eles iam notar e veio um desespero enlouquecedor. Eu não queria sair dali. Eu não podia continuar ali. Veio o intervalo minha filha levantou e veio até a janela dizendo que ia dormir e chamando o Marquinhos. Sem parar de me tocar ele levantou dizendo que ia ficar mais um pouco me fazendo companhia e vendo a TV. Quando ela se aproximou ele deu-lhe um beijo maravilhoso e apaixonado pela janela. Durante o beijo ele se dedicou exclusivamente a minha vagina movendo dois dedos dentro de mim deliciosamente fazendo o orgasmo se anunciar premente. Que loucura! Ele beijando minha filha enquanto fazia sua mãe

gozar como adolescente. Ela me deu um beijinho no rosto e me pediu para não abusar da companhia dele, rindo! Será que ela notara algo! Ela, espreguiçando, subiu para o quarto. Assim que a porta do quarto se fechou eu não resisti e deixei o orgasmo se instalar, mas Marquinhos tirou sua mão e, por trás de mim, invadiu, com seu caralho potente, minha vagina inteira. Eu me senti totalmente preenchida, minhas carnes sendo forçadas para se adaptar ao tamanho daquela pica, maior, mais dura e mais grossa que a do meu marido. Eu estava indo do paraíso ao inferno e voltava ao paraíso, foi indescritível o conflito de sentimentos e sensações. Eu ofegava, a respiração perdera todo ritmo. O louco do Marquinhos tirou tudo, quando eu tentei fugir ele me manteve na janela e enfiou novamente aquilo tudo vagina adentro passando a bombear feito louco. Gozei imediatamente. Foi um orgasmo delirante. Mordia minha mão para suportar tudo aquilo sem emitir nenhum som comprometedor. Que vontade de gemer, gozar, me liberar e curtir aquilo tudo por inteiro. Assim que Marquinhos percebeu que eu já tivera meu orgasmo disse no meu ouvido que era só o começo, que ele ia me deixar assada de tanto fuder. Arrumou o short e voltou a sentar. Eu não tinha condições de dizer uma só palavra, meu corpo inteiro ainda era só prazer e medo, muita adrenalina e orgasmo juntos. Arrumei a mangueira e quando entrava em casa Marquinhos me estendeu sua mão, pegou a minha, me levantou e me levou até a mesa. Afastou a cadeira da cabeceira, me fez sentar na mesa e começou a me beijar todo o rosto com muito afeto. Eu fingia tentar resistir. Logo estávamos nos beijando na boca e ele descia para o pescoço, lambia minha orelha e eu estava preocupada com meu marido ali tão perto,

mas não conseguia conter minha respiração acelerada pelo tesão. Num lampejo de arrependimento eu realmente esbocei uma reação de fugir daquele homem, mas um beijo na boca sentido aquele pênis roçando entre minhas pernas me dissuadiram de qualquer tentativa eficaz. Meus seios foram sugados com maestria e eu estava experimentando um prazer já esquecido. Estava em devaneio. Todos os homens que namorei na adolescência voltavam a minha mente, eu estava namorando. Ele desceu um pouco mais e eu já sentia sua respiração na minha virilha quando ele tomou meus pés chupando cada dedo e se dedicando em me acariciar inteira. Foi subindo por minhas pernas, sentou na cadeira de frente para o meu corpo e continuou me beijando e me levou ao delírio, um sublime delírio, ao beijar meu clitóris, brincando com a língua sobre ele por longo momento. O delírio foi se transformando lentamente num orgasmo que se anunciou e foi chegando devagar e foi se instalando e intensificando na medida em que aquela boca deliciosa passeava pela minha vulva, pelo rego, tentando invadir meu cu e minha buceta. Deixei meu corpo deitar totalmente na mesa, ergui e arreganhei minhas pernas mantendo-me assim até que o clímax me desnorteou me fazendo perder a noção dos fatos e só percebi a mudança de situação quando aquela pica lentamente passou a rasgar minhas carnes lenta e decididamente. Meu marido dormia a menos de dois metros, mas não resisti e, baixinho, comecei a gemer e arfar. De repente meu marido parou de roncar e aquilo me assustou, mas Marquinhos não perdoou e movimentava-se deliciosamente dentro de mim

quase me levando a um orgasmo. Peguei-me gemendo e resmungando desnorteada: - Dorme meu corninho. - Me deixa curtir esse gozo com meu macho, corninho. - Volta a roncar, corninho filho da puta! - Corno babaca, para de me atormentar e ronca. Parece que meu marido ouviu minhas súplicas e voltou a roncar, mas eu perdi definitivamente aquele gozo que prometia ser divino. Marquinhos decidiu mudar as coisas e saiu nu, caralho ereto, em direção à cozinha voltando com a pica brilhando e com um copo de água. Bebeu um gole, me ofereceu um gole, pôs o copo no aparador, encostou-se ao meu rabo e com uma pressão decidida alojou aquela cabeçorra no meu cu. Instantes depois eu estava gemendo, sentindo meu cu rasgando, ardendo e querendo mais. Era um prazer inusitado. Dar o cu sempre me incomodara, mas com esse macho estava confortável e prazeroso. Mais uma vez eu não me continha e os gemidos aconteciam baixinhos, mas a vontade era gritar de prazer. O orgasmo já se anunciava, meus músculos vaginais e anis se contraiam e relaxavam a minha revelia. Puxei Marquinhos para junto de mim e pedi: - Me faz gozar como uma verdadeira puta. Ele balançou a cabeça afirmativamente e tirou o caralho de dentro de mim indo deitar com a pica ereta no tapete ao lado do sofá onde marido dormia. Dali me chamou e eu sabia que não ia negar e nem tentei fazer charme. Fui até ele e ele me fez cavalgar naquela pica de frente para o meu marido. Quando eu já estava com a pica toda dentro da minha vagina ele surgiu, não sei de onde, com um vibrador grosso, ligou o bicho, e foi enfiando cu adentro, levantou um pouco meu corpo e bombeou numa velocidade alucinadora fazendo instantaneamente um alucinante e delicioso orgasmo se

alojar nas minhas entranhas. Eu gozando e ele pedindo em sussurros que eu acariciasse meu marido, beijasse a boca do corninho, agradecesse ao corninho por ele deixar que eu virasse uma puta na frente dele. Eu pensava que aquele homem maravilhoso já me dera meu melhor gozo, mas estava enganada. O orgasmo que eu experimentava agora era lancinante, permanente, medonho, se espalhava por todo meu corpo como uma onda de calor, frio, arrepio, me tirava o juízo e eu comecei a cariciar meu marido agradecendo sem fôlego: - Obrigado corninho, muito obrigado amor! Sem criatividade por conta daquelas arrebatadoras e inusitadas sensações eu me entregava a todos os caprichos daquele homem. Quando o gozo estava arrefecendo ele começou a fustigar o vibrador no meu cu em compasso com seu caralho alojado na vagina e me excitava humilhando-me com palavras: - Puta hipócrita. Você goza comigo, namorado da sua filha, e proíbe que ela faça sexo nesta casa em respeito a você a ao seu marido. Safada, vagabunda, que respeito você tem pelo seu marido. Trepou com o primeiro homem que tentou te comer, na casa do seu marido, na frente do seu marido bêbado, acariciando ele. - Tem mais, se você quiser continuar a ser minha puta vai acordar este corno e fazer trepar contigo agora, logo depois de eu esporrar em você. Vai fazer ele te chupar, comer essa buceta arrobada e eu vou assistir tudo ali da cozinha. Acabou de falar e me levou ao delírio gozando na minha buceta, deixando-me encharcada, repleta de porra quente. Quando saiu de dentro de mim me fez limpar aquela piroca com a boca – e eu limpei com extremo prazer. Ele levantou me jogando para o lado, pegou as roupas e foi para a cozinha sendo seguido por mim. Na cozinha voltou a

me namorar, a acariciar meu corpo e mais uma vez eu estava com apetite para o sexo. Cruzes, eu raramente transava com meu marido e naquela tarde e noite eu trepei mais do que nos meus últimos meses e estava querendo mais. Quando ele percebeu que eu estava totalmente pronta e entregue para o sexo me orientou: - Acorde seu marido, diga que teve um pesadelo e conte a ele, como se fosse o seu pesadelo, tudo que aconteceu entre nós desde que eu cheguei – com detalhes, não esqueça. Depois confesse que o pesadelo te deixou excitada e comece a comê-lo ali mesmo, no sofá. Vou assistir tudo daqui, que vê-lo realizado com a putinha que ele tem em casa. Mas isso vai ficar para outro relato. SOS - A Sociedade Secreta Eu e Beto formamos aquilo que as pessoas chamam de casal feliz! Realmente sempre fomos felizes, estamos sempre alegres, sorridentes e prontos para participar de qualquer programa que julguemos legal. Mas nossa vida mudou muito nos últimos meses, e mudou para melhor! Há pouco mais de seis meses Beto foi convidado a ingressar em uma sociedade secreta sobre a qual eu não posso falar nada, pois participei de sua iniciação e também assumi o compromisso de manter segredo. Mas como calar o que foi tão maravilhoso? Depois de muito pensar decidi que se eu contasse tudo a todo mundo sem que ninguém pudesse nos identificar e se não citasse qualquer particularidade da Sociedade Secreta (que vou chamar apenas de SOS) e apenas os fatos estaria realizada. De que adiantaria ganhar um grande prêmio, uma medalha de ouro ou o carro mais lindo do mundo se ninguém pudesse saber? Vamos ao que realmente interessa. Beto foi convidado a

conhecer a SOS porque depois de sermos pesquisados o grupo descobriu que tivemos formação rígida, com forte base religiosa e conceitos tradicionalíssimos de família. Não sei como, mas eles levantaram até que a sinceridade e fidelidade absolutas eram nossos votos e que nenhum de nós dois toleraríamos falhas nestes propósitos. Durante longos seis meses eu me ruía de curiosidades e o Beto nada comentava. Ele limitava-se a me lembrar que antes de assumir este compromisso fizemos um pacto e que, até o momento não podíamos reclamar de nada. Beto tinha mudado de emprego ganhando mais que o dobro do que ganhava, estava seguindo sua profissão (ele é engenheiro) e existia uma grande possibilidade dele passar a viajar por todo o mundo na função de auditor. Passados os seis meses foi marcada a iniciação e durante uma semana inteira ficaríamos reclusos em algum lugar de uso exclusivo da SOS sem qualquer contato com o mundo exterior. Nesta oportunidade nós dois seríamos iniciados e se aprovados não mais poderíamos deixar a sociedade e nossos votos de segredo são irrevogáveis sob pena de morte. Se não fôssemos aprovados em menos de 48hs estaríamos em casa e deveríamos esquecer a SOS. Pedi férias no meu emprego, fui ao salão tratar dos cabelos, mãos, pés etc. Meu marido é o único homem que me vê de cabelos soltos, mas nem por isso eu relaxo nos cuidados que minha cabeleira merece. Preparei as malas com meus vestidos, saias e blusas e minhas comportadas roupas de baixo. Sou religiosa assumida e na minha vida em primeiro lugar esta o meu deus e os dogmas da minha religião. Sempre evito os produtos e fatos mundanos e abomino os profanos. Eram exatamente 7hs da manhã quando um grande carro, com uns dez lugares na parte traseira, veio nos buscar. Antes de entrarmos recebemos grandes óculos escuros com a recomendação que não tirássemos do rosto em nenhum momento, só quando fosse permitido. Ao colocar os óculos me senti quase cega. A luz que entrava só me permitia ver a lente negra e opaca restando apenas mínimos espaços para a

visão periférica. Fomos conduzidos ao veículo e pude perceber que ao meu lado já tinha alguém sentado, nada mais. Quando o carro entrou em movimento pediram que ficássemos em prece sem trocar palavras com os demais passageiros. O carro parou e ficou alguns minutos parado para em seguida se locomover parando mais a frente para receber mais passageiros e, pelo que pude perceber, devíamos ser 4 casais de iniciantes e um casal de apoio na parte traseira. O carro finalmente parou e teve seu motor desligado, eu já tinha perdido totalmente a noção de tempo e espaço. Ajudaram-me a descer e me encaminharam para uma porta que ficava acima do nível de onde estávamos com cinco degraus de acesso. Fecharam a porta e fui autorizada a retirar os óculos. Levei um susto. Eu estava numa saleta sem móveis acompanhada de duas mulheres despidas, totalmente nuas. Ao perceberem meu susto me explicaram que durante os dois primeiros dias da iniciação elas seriam minhas acompanhantes permanentes, que não teríamos contato direto com mais ninguém e que não usaríamos qualquer veste. Questionei, nunca ficara nua em toda minha vida na frente de ninguém. Só mesmo quando bebe. Disseram-me que fazia parte das cerimônias de purificação do corpo que deveria em dois dias estar preparado para as bênçãos divinas e, por isso, eu deveria estar diante de deus como vim ao mundo, sem qualquer pertence adquirido com dinheiro. Aquilo me pareceu belo. Vou resumir, é claro. Também não estou preocupada com os detalhes até agora, qualquer sociedade secreta poderia praticar este ritual até o momento exposto. Se alguém reconhecer as partes secretas é porque faz parte da SOS e, como eu, tem o dever do silêncio e os demais não terão condição de reconhecer o que era ritualístico e o que era simplesmente mundano. Naquele dia fiquei em um quarto com três camas grandes de solteiro, ligado a uma ante-sala. Deram-me uma bíblia e uma apostila onde algumas passagens eram recomendadas para

leitura. Percebi que eram histórias dos principais personagens bíblicos e aquilo me acalmou ainda mais. O ambiente era sereno, existia um fundo musical baixo e orquestrado e os horários deste dia foram ocupados entre a leitura da bíblia, refeições, exercícios simples e orações livre. Caiu a noite, as luzes foram apagadas e as luzes externas ofereciam uma leve penumbra que permitia ver tudo ao redor. Cada uma de nós ocupou um leito e o meu foi em um dos cantos. Ouvi movimentação no quarto e sai do leve sono que me encontrava. Na cama ao lado, sem ruídos, as duas mulheres se beijavam. Pensei em protestar, mas estava em ambiente estranho, não sabia o que podia nem o que não podia e fingi dormir. A idéia de ver duas mulheres juntas nunca me agradara, era uma aberração! As duas se tratavam com muito carinho. Eu me encolhi no meu canto e tinha certeza de que elas não perceberam que eu estava acordada. Uma assumiu a ofensiva ficando sobre sua companheira e beijava todo seu rosto fazendo muito carinho em seu corpo. Carinhos retribuídos. Quando ela foi descendo com a boca sua companheira começou a ofegar e gemeu profunda e acanhadamente quando teve o bico de seu seio aprisionado pela mulher que a dominava. Entusiasmada, pela reação da outra, passou a tocar com a boca e sugar ambos os seios e a mão ficava acariciando o que não era beijado enquanto a outra mão distribuía carinho por todo corpo. Se ela fosse um homem seria um homem maravilhoso, me surpreendi pensando para em seguida descobrir que aquelas cenas estavam me excitando. Fechei meus olhos e tentei dormir, mas como? Meu corpo vencia o meu cérebro e me fazia abrir os olhos e participar como testemunha daquela orgia que tão próxima a mim se desenrolava. A boca foi descendo lentamente e eu podia perceber o prazer que isso provocava. A expressão no rosto, os suspiros contidos, os gemidos abafados, os arrepios exagerados me davam toda percepção do prazer que a boca da outra lhe proporcionava. O corpo inteiro se retesou formando um arco

na cama quando o rosto da outra sumiu entre suas pernas. Em seguida ela parecia ter enlouquecido. Ora apertava o rosto da outra com as pernas tentando sufocá-la apertando sua cabeça contra seu sexo, ora perdia o controle de seus membros sem saber o que fazer com as mãos e pernas. Logo em seguida com a ajuda das mãos escancarava ao máximo suas intimidades para depois estremecendo voltar a contrair todo o corpo. A outra não sossegava, acariciava seus pés, seu rosto, puxava seu cabelo, aprisionava entre os dedos os bicos dos seios, enfiava dedos boca adentro e sua boca não largava o sexo da outra. Eu me vi imaginando o que sua língua estava fazendo e um arrepio cobriu meu corpo. Comecei a rezar, mas não conseguia me concentrar na prece, meu corpo agonizava de desejo. Eu me sentia encharcada. Nem percebi como, mas meus dedos já estavam tocando a minha vagina. Eu nunca me masturbara. “- Isso é uma aberração!” Esse grito, que saiu arranhando minha garganta seca, denunciou meu intenso gozo, minha participação como assistente daquela orgia e me vi cercada de mãos, bocas, línguas. Por toda parte de meu corpo existia algo me tocando, me acariciando e um novo gozo se avizinhava e anunciava-se mais intenso que o anterior. Chegou e se instalou, derramando-se na boca que sugava meu clitóris, espalhandose na língua que tentava me penetrar. Em agonia, num orgasmo nunca experimentado eu via, como se distante estivesse, meu corpo rolando na cama como propriedade daquelas mulheres que, a meu racional contragosto, arrancavam prazer de minhas entranhas. O que é pior eu estava adorando, estava participando intensamente e já estava tomando iniciativas em retribuição a tanto carinho, tanto afeto, tanto prazer. Veio mais um orgasmo e me dei conta que tinha dedos em todas as minhas intimidades. Ao meu ouvido, causando-me arrepios, além de beijos e lambidas, elogios com palavras de baixo galão, adjetivos pejorativos, xingamentos, e a tudo eu retribuía em igual atitude e intensidade. O sol nos alcançou derrotadas, as três em uma só cama, eu entre as duas mulheres deliciosas que eram perfeitas estranhas para mim.

Chorei! Até hoje não sei se por estar plenamente satisfeita em meu apetite sexual, se por ter descoberto a possibilidade de tanto prazer, se por estar me sentindo liberta de grande parte dos meus milhares de tabus, se por ter me descoberto uma verdadeira puta, insaciável, volúvel, descontrolada cristã. Elas já acordaram me acariciando. Levaram-me ao chuveiro, me banharam e me fizeram gozar até voltar para cama molhada e amolecida. Pensei que iam me deixar dormir e já estava com a mente longe dali quando me levaram para tomar café. Na mesa, além de pratos, bules, talheres diversos objetos que eu não conhecia e uns dois ou três objetos que reproduziam perfeitamente um pênis em total ereção. Enquanto tomávamos o café eu era beliscada, acariciada, beijada. Estava me sentindo uma rainha. Acabamos o café, estávamos todas com muita fome, e tiraram tudo da mesa me deitando sobre ela e eu me senti uma verdadeira sobremesa, sendo chupada, lambida, mordida, experimentada. Sentia alguns aromas. A vagina inteira começou a arder, desde o clitóris inchando as minhas entranhas queimando, logo depois o ânus. Aquele ardor me levava à loucura e renovou meu apetite sexual. O que elas enfiaram em mim? Sentindo tudo queimar e sendo acariciada eu comecei a desejar ser possuída, mas éramos três mulheres quem me possuiria? Eu só pensava na pica do meu marido quando senti uma intensa vibração no clitóris que me fez gritar de prazer: - Que delííííccccccciiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Eu não sei descrever com palavras o prazer que estava experimentando. Em poucos minutos senti meu cu totalmente preenchido sem qualquer dor, minha vagina totalmente preenchida com uma pica dura, grande e grossa que massageava todo meu útero e tudo, até meu clitóris vibrando intensamente. O negócio que estava na minha buceta se contorcia lá por dentro em movimentos que me levavam a loucura. Tudo que eu queria agora era um orgasmo intenso, mas ele não chegava e a tensão aumentava.

Eu era beijada, mordida, mal conseguia respirar de tão ofegante, meu corpo estremecia de prazer. Todos os meus poros estavam arrepiados, extremamente arrepiados, mas o alívio do orgasmo, apesar de anunciado, simplesmente não acontecia. Elas estavam estocando aqueles caralhões dentro de mim e eu não alcançava o abençoado, o divino gozo. Enquanto ele não vinha, eu gritava descaradamente. Que se fôda se alguém me ouvisse. Eu dizia claramente que era puta. Gritava que queria gozar. Gritava o nome do Beto o chamando para me fuder. Gritava que ele estava sendo corno de duas mulheres maravilhosas. Xingava as putas que me acariciavam e faziam os caralhões pulsarem dentro de mim. Eu estava despudorada, endiabrada. Ansiava pelo orgasmo que não chegava, não ia embora, não acontecia. Meu prazer estava como numa barreira se avolumando para aflorar como numa cachoeira e quando estava totalmente repleta a barreira e quando o gozo era praticamente certo elas tiraram tudo que me mantinha acessa. Foram-se as carícias, os beijos, os caralhões, a vibração no clitóris, acabou tudo, parou tudo, só aquele ardor por toda vagina, o ardor no ânus, com meu cu em brasa e meus dedos tentando numa masturbação desesperada me proporcionar o prazer que me fora prometido. Justo nesta hora entra um negão completamente nu, com uma pica descomunal, eu praticamente sentada na mesa, ele se aproximando e eu sem saber como reagir, envergonhada, sedenta de sexo, com a buceta molhada e escancarada, dedos maltratando meu clitóris, literalmente babando e o negão e aquela picona se aproximando. Ele encosta-se à mesa onde eu estou entre sentada e deitada. A pica linda, brilhante sobre a mesa. Eu ansiosa pelo meu orgasmo, tudo ardendo, aquele troféu se oferecendo a curta distância. Perdi a noção de tudo, pulei sobre o negão me agarrando em seu pescoço e senti aquela pica descomunal, como já disse, me rasgando a vagina até tocar minhas entranhas forçando uma acomodação impossível. Sinto seus pelos tocarem os meus e ele erguer minha bunda até quase sair totalmente para em seguida largar meu peso a fazendoela tornar a entrar me rasgando outra vez.

Quando ele volta a me erguer faço questão de ficar olhando para assistir aquela cena grotesca para muitos, mas maravilhosa para mim naquele momento. Depois de umas cinco vezes repetindo esta cerimônia ele joga meu corpo na mesa e começa a me estocar ao ritmo do samba orquestrado que nos serve de fundo musical. Entro num esplêndido orgasmo que me arrebata, invade todo meu ser, distribui choques de prazer pelo meu corpo, me faz perder a lucidez e ouço minha voz clamando em alto em bom som, chamando pelo Beto, pedindo que ele me acuda, me salve do meu primeiro e verdadeiro macho. Peço que o Beto se apresse, pois estou me viciando a corneá-lo e que é delicioso! Meu corpo estremece e se entrega totalmente ao prazer, minha consciência se apaga, eu viro meu próprio orgasmo quando Beto entra, levanta minha cabeça e me beija a boca. Teria sido um sonho? Quando volto a mim estou no quarto, na minha cama arrumada, estou coberta, ainda nua, e as duas mulheres, cada uma em sua cama, estão dormindo comportadamente. Meu corpo está dolorido, saciado, mas limpo como se nada tivesse acontecido. Porém meu cu mantém um delicioso ardor, já mais ameno e estou me sentindo arrombada, minha vagina está limpa, mas assada, arranhada por dentro. Estou feliz. Volto a dormir para só acordar no meio da noite diante do mesmo quadro. Eu perdi a noção do tempo, mas sempre que acordava as mulheres me preparavam sexualmente para receber um novo macho. Parei de desmaiar, mas o prazer sempre foi muito intenso. Não vi mais meu marido. Aprendi a dar o cu. Aprendi a fazer mulher gozar. Aprendia a chupar uma pica e fazê-la gozar em minha boca. Aprendi a fazer sexo com dois homens ao mesmo tempo. Aprendi a dar o cu e a boceta ao mesmo tempo. A dar a boceta a dois homens juntos. A usar vibradores, plugs, bolinhas japonesas. Aprendi a me masturbar para homens e mulheres. A fazer show erótico. Em fim, a fazer sexo de todas as formas. Passei a me sentir como ninfomaníaca, só pensava em sexo, em orgasmo, em prazer, em brincadeiras sexuais. Não faltava aprender mais nada.

Certa manhã o negão veio me buscar e me levou de colo para outro aposento com uma grande cortina. Algemou minhas mãos e prendeu as algemas em uma corrente erguendo minhas mãos. Me fez arreganhar as pernas colocando cada uma sobre uma base de cimento e prendeu também minhas pernas em correntes. Depois de tudo abriu a cortina. Sentados em frente a mim estavam muitos homens de máscara e, de frente, na cadeira mais próxima, estava meu marido, sem máscara e com binóculos e câmera fotográfica nas mãos. Entre nós apenas um vidro em meia altura. O suficiente para não permitir que eles acessassem aquele ambiente. Foi anunciada a iniciação do casal. Para sermos aceitos eu tinha que provar que jamais trairia a SOS, mas isso é a outra parte da história. Ali eu seria estimulada a trair meu marido. Apesar de estar podendo ver cada um deles foi dito que eu não podia vê-los e que só eles podiam me ver e que deviam manter silêncio para que eu não soubesse da presença deles. Nas laterais entraram e se sentaram todos os homens que eu já experimentara sexualmente naqueles dias e eu reconhecia cada um e recordava o prazer que cada um me proporcionou. Entraram minhas acompanhantes. Acariciaram-me, me beijaram, me lamberam, me morderam, me acenderam, enfiaram no meu ânus aquele líquido maravilhoso. Sem que ninguém notasse me enfiaram um plug com vibrador no cu que foi me acendendo ainda mais. Aquele ardor com um plug vibrando no cu era de fazer qualquer um perder o controle. Aos poucos os homens foram levantando e se substituíam em carícias. Do outro lado eu escutava o locutor irradiar cada um dos movimentos. Uma das meninas enfiou alguma coisa na minha vagina e esguichou o líquido maravilhoso lá dentro e ele escorreu queimando tudo, quando ele chegou à porta da vagina mãos experientes espalharam o líquido pelos lábios e clitóris me levando a loucura. Até aquele momento ninguém poderia dizer que eu estava traindo meu marido. Eu estava presa ao teto e nas laterais de concreto e nada podia fazer para resistir. Todos eles se

afastaram e veio um de cada vez me acariciar sem tocar qualquer área mais sensível. Acariciavam meu rosto, meu ombro, meus braços, meus tornozelos, meus pés. O plug vibrando dentro de mim. A deliciosa queimação do líquido milagroso. A audiência babava assistindo a tudo. Os toques que não me satisfaziam faziam com que eu ficasse pingando lubrificação e o locutor realçava minha reação chamando a atenção do meu marido para a poça que meu prazer criava abaixo de mim e de quanto eu estava gostando de tudo aquilo. Em determinado momento as meninas enfiaram um grosso ovo vibrador na buceta e ele, não sei como, se prendeu nas paredes vaginais. Enquanto os homens me faziam carinhos leves elas controlavam a intensidade do vibrador por controle remoto e logo eu estava olhando constrangida para o meu marido e experimentando meu primeiro orgasmo da noite. Durante o orgasmo eu pingava fluentemente e aumentava a poça abaixo de mim. Elas devem ter colocado algum produto que estimulava minha lubrificação. A coisa foi ficando mais luxuriosa. Novamente eu estava sendo “atacada” por muitas mãos e bocas. Alguém tirou o plug do meu cu que já alargado não ofereceu qualquer resistência à penetração. Com uma pica enterrada no cu liberaram minhas pernas e rodaram meu corpo para que todos apreciassem meu cu sendo comido por uma pica cumprida que com facilidade entrava e saia inteira do meu cuzinho até pouco tempo totalmente virgem. Aquela penetração, aquele ambiente, aquelas bocas e mãos me acariciando me fizeram gozar escandalosamente. Eu não conseguia conter meus gemidos, meus arrepios, minhas contrações que tentava reter aquela pica dentro de mim. Beto utilizava os binóculos para verificar os detalhes e não se cansava de fotografar as cenas. Colocaram-me de costas para a platéia, mãos presas, pernas soltas. Que alívio, assim eu não podia ver meu marido me encarando assustado (mas nitidamente satisfeito). O negão começou a dançar na minha frente, a me tocar, e sua pica foi crescendo lentamente para mim e ficou, mais uma vez,

enorme. Ele sentou-se numa cadeira especial ficando com o caralhão em destaque, pronto para consumo. Eu senti as correntes descerem. Eu precisava daquela pica, eu precisava ser penetrada na buceta em chama, eu precisava daquele orgasmo que só o negão me proporcionara. A primeira mão foi libertada. Em seguida a última mão. Todos voltaram à lateral. Era uma enorme platéia, mas no alcance da minha visão só estava o negão. A luz foi sendo reduzida e um foco foi acesso sobre o negão com aquela pica enorme se destacando pela posição que a cadeira oferecia. Percebi que já não estava com o vibrador dentro de mim, mas o orgasmo se anunciava só em olhar, só em lembrar o caralhão do negão me consumindo. A razão foi me abandonado, o instinto me dominando, a fêmea foi substituindo a esposa e companheira. Percebi que minha buceta estava pingando, agora de puro e exclusivo tesão no Negão. Percebi meus seios intumescidos pelo olhar do Negão. Percebi os arrepios que a visão do negão estava me provocando. Virei um animal, insaciável animal! Pulei sobre a pica do Negão e deixei ela me consumir de vez. Quando ela terminou de me penetrar, toda, inteira, total, me rasgando, me arreganhando, me fazendo ser total e simplesmente mulher, senti as contrações vaginais descontroladas assumir todo meu corpo provocando movimentos leves, descadenciados e gulosos. O orgasmo começando a explodir dentro de mim, mas sem acontecer. Comecei a pular naquela deliciosa pica e entrei em profundo gozo quando o negão deu uma palmada forte em cada lado das nádegas, quase simultâneas e assumiu o controle da ação passando a controlar a cadência das estocadas que iam da profunda penetração a um vazio total. Eu gemia! Eu gritava! Eu arfava! Eu gozava! Aninhava-me naquele corpo experimentando simultâneas sensações de prazer, em puro êxtase. Em meus gritos não me contive e passei a humilhar meu marido que a tudo assistia. A base da cadeira girava lentamente e eu percebia a reação da minha platéia. Quando meus olhos batiam nos olhos do meu marido eu gritava ainda mais alto:

-

Corno; Babaca; Frouxo; Imbecil; Bicha;

Logo que saia do seu olhar eu exaltava meu macho: - Aprende corninho, isso é que é macho! - Vem ver sua bucetinha ser arreganhada por um verdadeiro caralhão - Depois eu vou dar meu cu pro Negão seu babaca. Só pro Negão! - Corninho saiba que meu cu nunca será seu você não sabe me fazer gozar! - Olha corninho como o Negão me dá palmadas! - Veja meu peitinho pedindo pra ser mordido pelo negão! O gozo parecia não ter fim. Quando, finalmente, meu corpo se sentiu extasiado e satisfeito o Negão me colocou praticamente cu a cara com o Beto, permitindo plena visão da penetração que se anunciava. Me pôs de quatro. E arrombou meu cuzinho com fortes estocadas. Eu senti! Palavra que senti! A pica foi engrossando, engrossando, engrossando e explodiu numa ejaculação tão forte que eu quase desabei com o orgasmo imediato que tomou conta de meu corpo inteiro, e disse pro meu maridinho: - Betinho eu gozei, outra vez, gostoso, muito, to gozando, pede pro Negão não parar de esporrar no meu cuzinho, tá maravilhoso meu corninho, veja como estou sem forças, to tremendo toda, to toda arrepiada meu corninho, que caralho bom, não deixa ele parar Betinho, leva ela lá pra casa, pra ele eu dou todo dia, nunca vou ter dor de cabeça, que pica, que delicia, que gostosura meu corninho, vou gozar outra vez, mete rápido, mete forte, vou goza de novo, vem me ajudar meu corninho, não deixa ele parar agoooorrrrrrrraaaaaaaaa! - Beto, Betinho, tá muito bom, gozei de novo, duas vezes, pelo cu meu corninho, acho que vou desmair! Não posso contar mais detalhes do que aconteceu depois, a SOS não perdoa, mata! Mas saibam: 1. Meu marido está feliz, e eu também! 2. Estamos muito bem financeiramente!

3. Continuamos com os nossos padrões de comportamento! 4. Princípios religiosos mantidos. 5. Vida familiar tradicional. Eu me sinto falsa (e ansiosa) durante grande parte do mês, mas a cada mês eu posso comparecer as cerimônias por um fim de semana inteiro, nestas oportunidades a falsa dá lugar à puta e meu marido adora! No meu blog “www.contosensuais.blogspot.com” você pode conhecer e comentar outros contos. Se preferir envie um email com suas observações.

Minha Irmãzinha: Aninha Ela tinha, na época, completado 18 anos e com isso uma maior liberdade. Eram quase duas horas da manhã quando ela me encontrou numa festa da vizinhança com uma namoradinha que ela não conhecia. Eu estava no maior amasso na poltrona e a menina já estava se rendendo, prontinha para fazer sexo ali mesmo. Aninha chegou e ficou com um olhar triste me encarando encostada na porta. A menina me acariciava por cima da calça e minha ereção até já incomodava quando Aninha veio em nossa direção e sentou no meu colo quase prendendo, com seu corpo, a mão da menina que levou o maior susto. Apresentei minha irmã a ela e o clima acabou imediatamente, pelo menos para minha namorada. Aninha estava irrequieta e incomodada sobre minha pica dura e não parava de se mexer. Aquilo estava me incomodando, mas a pressão da bunda e pernas da Aninha sobre meu pênis mantinha a pica dura mesmo a contragosto. Aninha, ao mesmo tempo em que me perturbava sentada no meu colo, conseguia perturbar meu namoro insistindo para irmos embora. Empurrei de leve o seu corpo para afastá-lo de meu pênis e ela caiu, desajeitada, sentada no chão fazendo as pessoas ao redor rirem dela. A reação de Aninha foi de se abraçar na minha cintura e esconder o rosto no meu colo enquanto chorava convulsivamente. Eu sentia as lágrimas

molhando minha calça e de repente a senti mordiscar meu pênis tentando me machucar \\\"carinhosamente\\\". Eu sentia que ela queria morder com força, mas parava para logo depois morder novamente. Eu tinha que proteger minha irmã daquela ridícula situação. Dei um rápido selinho na namoradinha, levantei levantando comigo a Aninha. Abracei seu corpo e sai com ela da festa. Ela estava agarrada ao meu corpo com o rosto escondido no meu peito e permaneceu assim até os sons da festa estar bem disperso. Ela então parou bem na minha frente, socou meu peito diversas vezes e saiu correndo para casa. Fiquei indeciso se voltava à festa ou se ia para casa, mas resolvi conversar com minha irmã e entender tudo que se passara. Cheguei a casa e fui procurando por ela em todos os cômodos sem sucesso. Ela devia estar no quarto de nossos pais e resolvi ir dormir. Entrei no meu quarto, tranquei a porta, tirei minha roupa e fui pegar um short no guarda roupa. Ao abrir a porta do armário levei um grande susto. Aninha estava encolhida sobre o gaveteiro. A me ver saiu lentamente do seu cantinho e me abraçou soluçando discretamente. Ela estivera chorando, e agora me pedia desculpas baixinho no meu ouvido, acariciando minha nuca e se apertando contra o meu corpo nu sob a camisola. Eu tentava afastá-la e ela mais se agarrava. Quando fui mais enfático ela pulou no meu colo se agarrando com as pernas ao redor da minha cintura. Ela estava de camisola curta e decotada e mesmo na penumbra do quarto pude ver todo seu corpo, seus seios, seus pelos pubianos aparados. Ela começou a beijar meu rosto repetindo, baixinho, seus pedidos de desculpas. Eram os olhos, o nariz, as orelhas, os lábios e num arroubo inesperado colou seus lábios aos meus, sugando e buscando abrir meus lábios com a língua. Era a minha irmã, estava só com 18 anos, menina-moça, provavelmente virgem, certamente inocente, ora menina, ora mulher, linda, carinhosa, amável, terna, e eu, por mais que evitasse e resistisse, percebi minha ereção tocando suas intimidades. Pedi que ela parasse com aquilo. Ela se manteve em meu colo segurando todo seu peso com apenas uma das

mãos em volta do meu pescoço e as pernas agarradas em minha cintura e, com a mão livre, pegou e guiou meu pênis para sua vagina, tentando provocar uma penetração. A cabeça de minha pica se alojou na entrada da vagina dela. Este simples fato provocou em Aninha um arrepio intenso por todo corpo e ela imediatamente ficou ofegante dizendo ao meu ouvido que estava gozando para em seguida buscar beijar minha boca com sofreguidão. Ela roçava os lábios nos meus, me lambia e roçava sua vagina tentando aumentar a penetração de meu pênis em sua vagina encharcada. Tomada pela volúpia ela ergue o corpo e com uma das mãos acaba por conseguir fazer o pênis entrar um pouco mais no seu corpo virgem. Novo arrepio, um leve gemido, um estremecimento do corpo que se agarra fortemente ao meu e um pedido: - Faz este gozo ser eterno, está muito bom! Estou gozando outra vez e é uma delícia! Entra em mim, me faz mulher! Me arromba seu filho da puta. Me come. Me transforma na sua puta. Tapei-lhe a boca com a mão, ela estava louca, a voz estava aumentando de volume. Caminhei até a cama e cai com ela por baixo agarrada a mim. Ela, ao se sentir deitada, ajeitou seu corpo e num jogo de cintura conseguiu, quando a pica já estava quase escapando, me fazer penetrá-la ainda mais um pouco. Seus movimentos eram intuitivos e cadenciados. Eu estava fudendo com a minha irmã e não conseguia resistir, estava delicioso, devo confessar. A minha sensibilidade já estava desperta pela namoradinha mas eu estava experimentando uma fornalha que apertava, em ondas desencontradas, minha pica. Ela cada vez mais endurecia e crescia dentro daquele corpo ainda jovem e virginal. Quando dei por mim eu estava, ainda tapando sua boca, socando profundamente a pica naquela buceta encharcada de lubrificação. Eu estava maravilhado percebendo a intensidade do seu primeiro e verdadeiro gozo, deixando os anteriores na sua insignificância. O orgasmo a fazia perder por longos períodos o fôlego. Seus olhos

reviravam para em seguida se esbugalhar como pedindo mais e mais. E eu descontrolado dava mais. Quando ela largou seu corpo na cama, exaurida pelo orgasmo, eu tinha virado só instinto, eu era o animal homem com uma mulher no cio sob meu corpo. Virei Aninha de costas para mim e novamente lhe penetrei, agora por trás e prendendo-a pelos seios, acariciando os bicos intumescidos e mordendo sua nuca e costas. Ela parecia uma prostituta. Rebolava aquela bunda enquanto cadenciava movimentos que me faziam penetrá-la cada vez mais fundo enquanto me xingava, me provocava, e, para meu desespero, não parava de me chamar de “maninho tesudo”! Aos poucos ela foi falando mais baixo e menos até que se calou e pareceu concentrada exclusivamente no prazer que experimentava. Seu corpo era só sexo, cada movimento, cada contração, era busca insana de prazer e, ao sentir meu esperma explodir dentro dela, soltou um forte jato de mijo e desabou desacordada se mijando toda. Assustando virei seu corpo na cama e ao ficar frente a frente comigo ela inspirou grande quantidade de ar e, em seguida, um gemido de alívio e abrindo lentamente os olhos sorriu para mim. Levantou os braços e os prendeu em torno do meu pescoço, levantou seu corpo e me beijou a boca sendo totalmente correspondida. Ouvimos passos. Era nossa mãe. Ela bateu na porta. Perguntou por Aninha. Meu coração acelerou tanto que parecia que ia parar. Respirei fundo. Disse que ela estava na porta com um namoradinho. Que era bom conversar com ela. Que estava ficando muito assanhada. Nossa mãe, rindo das minhas observações, para alívio geral, seguiu escada abaixo para chamar Aninha que aproveitou a oportunidade e correu para o seu quarto enquanto eu vestia um short e deitava na minha cama “mijada” e me cobria. Escutei minha mãe falando alguma coisa com Aninha e em seguida ela veio ao meu quarto, bateu na porta. Mandei abrir. Então ela me disse, com um sorriso nos lábios, que Aninha já

estava deitada, indo para seu quarto em seguida. Se ela adivinhasse... Sentei na cama olhando o entorno e respirando fundo imaginando se minha mãe percebera alguma coisa ou algum odor. Aninha voltou o meu quarto com uma garrafa de álcool, jogou as cinzas do cinzeiro sobre a área mijada, jogou álcool sobre tudo. Esperou um pouco, tirou o lençol e mandou-me virar o colchão, saindo do quarto. Voltou com minha mãe e um lençol limpo e enquanto Aninha forrava minha cama minha mãe, sorrindo, me chamou de burrinho. Mais uma vez me aconselhou a parar de fumar e voltou ao seu quarto fechando a porta atrás de si. Fiquei observando Aninha que, enquanto forrava a minha cama, deixava exposta suas lindas intimidades. Não sei se pelo perigo, se pelo belo corpo ali exposto, ou se por ser ela minha irmã e, por isso, um fruto proibido, minha ereção se anunciou instantânea e plena erguendo uma barraca no meu short. Enquanto eu arrancava o short, com a porta do quarto escancarada, Aninha, que acabara de forrar a cama, tentou escapar para o corredor e eu só consegui retê-la pelos longos cabelos. Ela quase caiu e voltou-se para mim com a fúria estampada no rosto e tentou me agredir. Joguei seu corpo no chão, tranquei a porta e quando me voltei estávamos frente a frente e ela tentava uma bofetada no meu rosto. Ao mesmo tempo em que me defendi do tapa agarrei mais uma vez seus cabelos e beijei-lhe a boca. Ela tentou resistir, fingiu tentar me morder, mas seus dentes mais acariciavam meus lábios do que me mordia. Minha outra mão fazia a camisola cair corpo abaixo e ao mesmo tempo em que ficou nua cedeu às minhas carícias beijando-me com sofreguidão. Enquanto ela me pedia que parasse dizendo que tudo que estávamos fazendo era errado, que ela era minha irmã e não podia ser ao mesmo tempo minha mulher, que eu conseguia transformá-la em uma verdadeira puta, que eu estava endemoniado e que era a tentação dela, que eu fazia ela

pecar, e tantas outras coisas, eu estava progredindo nas minhas carícias. Eu acariciava aquele corpo percebia o tesão que dominava minha irmãzinha. Ele estremecia com leves tremores intermitentes. Toda sua pele estava arrepiada. Peguei aquela menininha maravilhosamente linda e deitei ela de bruços. Esquecendo do perigo ou curtindo a sua presença fui bejando todo seu corpo. Por vezes, principalmente nas áreas mais sensíveis, eu arrastava minha língua aumentando os arrepios que se sucediam. Ela respirava forte, ofegante. Quando cheguei a seus pés virei seu corpo de frente e fui subindo lentamente. Ela continuava reclamando e seus queixumes eram um verdadeiro pedido de carícias. Fiz questão de evitar os principais pontos, mas as redondezas mereceram tratamento diferenciado e ela estava ansiosa, perdida, enlouquecida de tesão. Quando as carícias chegaram ao seu rosto ela já falava palavras desconexas, gaguejava e o tremor de seu corpo quase fazia ela trepidar na cama. Quando finalmente suguei, de surpresa seu seio ela revirava a cabeça de um lado para outro rindo ou rizinho nervoso e puxava o ar entre os dentes em verdadeiro transe orgásmico. Tempos depois, cheguei ao seu umbigo ela erguia o corpo da cama ficando apoiada apenas na cabeça e nos pés. Conforme fui descendo e lambendo as redondezas da vagina ela arreganhou o mais que pode as pernas e novo espasmo a fez erguer novamente o corpo. Foi quando seus lábios vaginais experimentaram um beijo apaixonado onde a língua insistia em acariciar o clitóris. Ela mesma tapou seu rosto com o travesseiro e gritava alto aproveitando o abafamento que o travesseiro proporcionava. Ela me xingava, pedia pica, tremia, soluçava em pranto. As pernas perderam a coordenação ora cada uma delas tentava me abraçar e a outra tentava arreganhar toda sua intimidade até que todo seu corpo se contraiu e suas pernas se fecharam ao redor de minha cabeça tentando me esmagar e sufocar. Fiz aquilo durar o máximo possível intercalando ataques vibrantes de língua no clitóris com leves penetrações de

língua na vagina. Mas quando já passava a fúria do orgasmo que minha cabeça experimentou uma leve liberdade pude tocar se ânus com a pontinha da língua que passeou ao redor daquele anel e Aninha, me chamando de “maninho filho da puta”, “maninho taradão”, esguichou lubrificação parecendo estar ejaculando. Aproveitei aquele estado e levei as mãos de Ana para tocaram seu cu e sua vagina e seus dedos começaram a preparar aquele botãozinho rosado e lindo para experimentar sua primeira penetração. Peguei um lubrificante, encharquei minha pica e fiquei pingando no cuzinho da minha irmãzinha que já conseguia enfiar até três dedinhos dentro dele. Ao seu ouvido ordenei que levantasse aquela bunda e preparasse o cuzinho para ser arrombado e ela obedeceu instantaneamente. De bruços, rosto colado ao travesseiro e as duas mãos tentando arreganhar ao máximo a abertura para facilitar minha entrada. Pica lubrificada, cu encharcado de lubrificante, encostei e forcei o caralho duro. Lentamente, muito lentamente, a cabeçorra foi penetrando naquele buraquinho que se alargava com dificuldade. Quando o cuzinho engoliu a cabeça da pica Aninha afundou a cabeça no travesseiro gritando um palavrão. Esperei um pouco, o cuzinho piscava, a lubrificação da minha irmã escorria pelas pernas, mas fiquei com pena e fui forçando lentamente a retirada da pica. Só quando o ânus começou a ceder é que Aninha percebeu minha intenção e num desesperado grito de NÃO, no travesseiro, forçou o corpo para trás forçando o retorno da pica em uma penetração um pouco maior. Gozando intensamente, ela rebolava desesperadamente fazendo seu cuzinho ir me engolindo aos poucos. Ela enlouqueceu num intenso orgasmo quando verificou com seus dedos que mais nada sobrara fora de seu cu. Só alguns instantes depois comecei a retirar a pica para iniciar as estocadas e percebi que ela pensava que eu ia tirar tudo quando puxava a pica para fora e passava

desesperadamente a tentar enfiá-la toda de volta. Passei a brincar com o desespero dela tirando tudo só deixando a cabecinha e a tarefa de enfiar a pica novamente era totalmente dela. Quando passei a bombear fortemente naquele cuzinho puxando ela pelo ombro ela experimentou um orgasmo tão intenso que parecia que ia me esmagar dentro dela. O curso das estocadas chegou a máximo e a pica quase saia para novamente penetrar profundamente naquele cu que me esmagava e não tive como resistir por mais tempo. Gozei intensamente e os jatos de porra grossa facilitava ainda mais as estocadas que alcançaram uma velocidade inusitada. Minha irmã estava irremediavelmente arrobada e minha pica esfolada. Caímos exaustos na cama. Ela adormeceu ao meu lado, olhando para mim com um sorriso nos lábios e todo seu corpo demonstrando total satisfação. Sem que ela acordasse vesti seu corpo com a camisola, peguei-a no colo e silenciosamente levei-a para seu quarto sendo surpreendido por minha mãe quando já cobria seu corpo carinhosamente. Minha mãe ainda estava sorrindo na porta quando saí do quarto e fechei a porta. Pensei rápido e disse que ela teve um pesadelo e foi para meu quarto porque ficou com vergonha de, aos 18 anos, ir dormir cm os pais por medo de pesadelo. Voltei ao meu quarto preocupado. Tinha que falar logo pela manhã com minha putinha, ou melhor, minha irmãzinha, melhor ainda, minha futura escrava sexual, para ela confirmar minha história.

A Presença do Primo Rafael A Presença do Primo Rafael Meu marido tinha uma fixação que ele chamava de fantasia:

me ver fazendo sexo com outro homem. Ele não queria entender que isso era pura perversão maligna. Por mais que eu explicasse a ele que o sexo, na verdade, só deveria ser feito com fins de procriação ele insistia. Eu só cedia aos seus caprichos porque o meu pastor me orientou a cumprir os deveres de esposa e me provou com trechos bíblicos que eu deveria me submeter a fazer sexo com meu marido toda vez que ele assim o exigisse. O que é pior, meu pastor afirmou que se eu me negasse a fornicar e meu marido buscasse outra mulher para com ela fornicar eu é que seria adúltera, pois teria levado meu marido ao pecado. Mas dentro da obediência matrimonial não cabia outro homem. Isso jamais! Na época eu tinha 22 anos e ele 24, estávamos casados há dois anos e eu já não me permitia ter orgasmo durante nossas relações. Ele era mesmo pervertido. Queria que eu tirasse toda minha roupa, que fizéssemos sexo em qualquer lugar e em qualquer horário. Queria até usar meu ânus. Eu explicava a ele que tudo isso era pecado mas à noite, trancados em nosso quarto, com a luz apagada eu tinha que permitir que ele tirasse minha calcinha e usasse meu corpo para o seu prazer. Também não tinha como calar sua voz que insistia em dizer que ele era joaquins, fernandos, alfredos, a cada dia um novo nome que ele inventava como um personagem que me possuía ao invés dele. Como ele queria que eu alcançasse o orgasmo com tanta besteira? Mas, para acabar mais rápido com aquele suplício eu aprendera a simular (será que eu estava pecando ao agir assim?) gemia e fingia estar gozando para acelerar o prazer dele. Ele sempre se esforçou para alcançarmos os prazeres sexuais juntos e acreditava piamente que estávamos em sintonia sexual como se eu fosse me corromper para o prazer dele. Nosso casamento, sem que ele soubesse, estava em ruínas. Ele fazia questão de me ligar pelo menos uma vez por dia e ficava falando safadezas por telefone e eu, apesar de ficar enojada, a tudo ouvia, mas isso me atrapalhava nos afazeres domésticos. Comprei um telefone com viva voz e assim eu podia continuar minhas atividades e fingir estar ouvindo todas aquelas besteiras.

A vida dá muitas voltas, e como eu mudei poucos dias depois! Hoje, recordando tudo isso, resolvi contar minha história. Talvez alguém esteja vivendo um momento semelhante e... Sou do interior de São Paulo e vim para o Rio de Janeiro com meus pais quando tinha 17 anos. Meu pai foi promovido e o Rio de Janeiro até hoje é o meu lar, a minha cidade. Adoro viver aqui. Quando estava vivendo esta crise conjugal meu primo Rafael me ligou e perguntou se podia passar uns dias na minha casa, pois ele se inscrevera para fazer vestibular no Rio de Janeiro. Na nossa cidade não existem faculdades ou universidades. Eu não podia negar. Fomos criados juntos, eu adorava Rafael como a um irmão e não nos víamos a alguns anos. Mas, como estou casada, pedi que ele ligasse no dia seguinte que eu iria conversar com meu marido, apenas para comunicar, mas seria melhor assim. Meu pastor sempre disse que a obediência é dever da esposa cristã. Celso já conhecia o Rafael. Quando visitávamos minha cidade natal nos hospedávamos na casa de seus pais, por isso eu tinha certeza de que Celso aceitaria bem a idéia. Assim que Celso chegou do trabalho conversei sobre o telefonema e ele imediatamente ligou para o Rafael e disse que ele viesse imediatamente deixando-o muito à vontade. As noites, porém, passaram a ser um suplício para mim. Celso passou a só se chamar Rafael em nossa cama e inventava mil histórias ao meu ouvido. Isso me deixava cada dia menos apta ao sexo e agradar ao Celso era uma tortura. Finalmente Rafael chegou! Pensei que, com sua presença em nossa casa, o Celso fosse sossegar. Que nada... Rafael chegou num sábado pela manhã e Celso o acomodou no quarto de TV e com sua ajuda passou a TV para a sala. Rafael iria dormir na poltrona que virava uma cama de casal. Mandou meu primo tomar um banho para darem uma volta pelo bairro antes do almoço. Celso era um verdadeiro anfitrião.

Quando eles voltaram do passeio o almoço estava pronto e Celso foi ao quarto pegar alguma coisa e, é claro, me chamou, pois ele nunca acha nada. Assim que entrei no quarto ele trancou a porta e tentou me forçar a fazer sexo com ele. Eu estava de vestido e foi fácil para ele tirar minha calcinha, mas deve ter percebido o quanto eu estava aborrecida e me levantou da cama me jogando, sem calcinha, para fora do quarto fechando a porta. Eu é que não ia voltar lá. Desta vez quem me chamou foi o Rafael enquanto brincava com o passarinho na área de serviço ao lado da cozinha. Eu estava desconfortável enquanto conversava com o Rafael. Embora ele não soubesse, eu sabia que estava falando com ele sem calcinha, sem sutiã, só com um vestido fininho sobre minha pele. Esta percepção me arrepiava e os bicos de meus seios intumesceram ridiculamente e ficaram apontando para ele que não conseguia desviar o olhar, embora tentasse. Não sei o que estava se passando comigo, mas talvez por reação àqueles olhares insinuantes acabasse por olhar para suas calças percebendo a existência de um pênis enorme, grosso e duro se destacando no short curto que ele usava. Ficou claro para mim que ele também estava sem cuecas. Foi um susto em nós dois ouvir a voz de Celso, estávamos como que hipnotizados olhando um o corpo do outro e o Celso perguntado se ele gostava de pássaros assustou ao Rafael e me fez estremecer. Piorou quando ele me abraçou por trás encostando seu piru duro em minha bunda e por sob seus braços os dedos aprisionaram meus intumescidos bicos. Rafael, desconcertado com sua ereção, despistou falando que gostava de pássaros soltos e se encaminhou apressadamente para cozinha e então Celso sussurrou em meu ouvido: - Ele é bem dotado, você notou aquele picão duro? Sem me largar ele pode perceber meu rosto se avermelhar, meu corpo estremecer colado ao dele, e com uma velocidade impressionante subiu a mão pelas minhas coxas e esfregou

seus dedos em minha vagina voltando com os dedos molhados e enfiando-os, um a um em minha boca. Eu tremia e ficava ainda mais molhada. Afastei-me, voltei ao meu almoço, Celso foi encontrar o Rafael já na sala, ligou a televisão e, juntos, ficaram assistindo a um programa qualquer. Eu estava desnorteada e precisava da minha calcinha, talvez assim me estabilizasse. Fui ao quarto e a porta estava trancada. Senti meu corpo estremecer de medo só de imaginar tudo que o Celso seria capaz. Chamei os dois para a cozinha, para almoçarem e o Celso, sem qualquer cerimônia entrou na cozinha e passou, descaradamente, a mão na minha bunda enquanto perguntava ao Rafael se eu não era maravilhosa. Meu primo deixou escapar um resmungado sim e Celso ainda acariciando minha bunda me expôs ainda mais me fazendo mais uma vez enrubescer: - Você já viu uma bundinha mais bonitinha que essa? Falou me virando o corpo. Pegou por baixo meus peitinhos empinando-os e perguntou: - E peitinhos mais macios, firmes e deliciosos? Ele me soltou e sentou à mesa me deixando trêmula, muda e vermelha como um tomate maduro. Recompus-me como pude e servi o almoço, mas confesso que almoçar sem calcinha entre dois homens foi desconcertante demais. Eu nunca fiquei sem calcinha a não ser no banheiro e a noite Celso só abriu o quarto já quase na hora de dormir corri para me vestir, mas não encontrei em nenhum lugar no guarda roupa uma cacinha se quer. Até meus sutiãs tinham sumido. Eu nunca usei short, por isso não tinha nenhum, eu sempre usei ou vestido ou saia e blusa, nem calça cumprida eu usava. Estava condenada a ficar sem calcinha pelo menos até segunda-feira quando as lojas abrissem. Conformei-me, mas fiquei desconfortável todo fim de semana. Na noite vocês já sabem. Celso me forçou a fazer sexo dizendo ser o Rafael. Bem... Tenho que confessar. Depois de

muito tempo eu não tive que fingir, eu tive mesmo um orgasmo rápido, fulminante e... Bem... Sensacional, não tenho porque esconder, afinal foi com meu marido. Foi difícil, no dia seguinte, encarar o Rafael sem lembrar aquele orgasmo. Eu estava ficando doente. A perversão do Celso me contaminara. Sob meu vestido cumprido, sem calcinha nem sutiã, assim que fiquei frente a frente com Rafael percebi um olhar lascivo, avaliando todo meu corpo. Baixei meus olhos, mas meus seios me denunciaram intumescendo imediatamente e eu nunca experimentara, em toda minha vida, um encharcamento tão grande e tão imediato na minha vagina, cheguei a sentir uma gota correr por minhas coxas perna abaixo e me dirigi imediatamente para o banheiro. O pior estava por vir, quando minha mão tocou na minha vagina para enxugá-la não resisti e pela primeira vez me toquei de forma lasciva. Senti meu grelo se avantajar, minha vagina pulsava e eu me acariciei até, em fortes espasmos e contendo meus gemidos e, ai meu Deus, meus gritos de prazer, ter um orgasmo diferente de todos que eu já experimentara. Aquele domingo estava sendo inusitado, tudo era novidade e meu corpo me impunha um castigo, o castigo do desejo que crescia avassalador dentro de mim. E eu não conseguia conter estas novas sensações, estes agulhões que me excitavam. Celso pediu ao Rafael para me levar à Igreja e tomar conta de mim. Ele sumiu por todo domingo me deixando nas mãos daquele homem que era agora não apenas meu primo, mas minha tentação. Rafael era um cavalheiro. Tudo exprimia carinho, atenção, preocupação, cuidado... Eu não estava acostumada a ser tão bem tratada, a ser o centro das atenções. O pior é que estas atenções envolviam pequenos toques que arrepiavam o local tocado, minhas intimidades e minhas coxas e se espalhava pelo corpo num incomodo desejo que eu orava para reprimir. Domingo a noite mais uma vez o Celso me fez sentir prazer dizendo ser o Rafael. O orgasmo veio logo, mas insistia em

não ir embora, acabava um e imediatamente chegava outro e, para prazer de Celso, eu gemi. Sentindo meu prazer intenso ele estocava mais e mais forte me pedindo para gritar o nome do Rafael bem alto e no auge do prazer a primeira sílaba do nome do meu primo escapou gritada, \"-Ra...\" E num esforço me contive e gemi o resto: \"Fael...\" e Celso explodiu ejaculando forte e me chamando de \"- Minha puta! Minha putinha!\" Pedindo mais: \"- Goza minha putinha! Goza com o Rafael!\" E eu gozei intensamente e me larguei sem forças, extasiada, sendo consumida por meu marido que, mesmo tendo gozado intensamente, se esbaldava no meu interior totalmente entregue a ele em espasmos contínuos num orgasmo que parecia eterno. Celso pegou quase imediatamente no sono. Como somos diferentes. Eu rolava na cama e resolvi ir à cozinha para desanuviar. Não me toquei, não lembrei mesmo, da presença de Rafael, nem que estava sem calcinha só com um camisolão. Estava batendo um bolo de chocolate e levei um susto com a respiração pesada de Rafael quase ao meu lado. Percebi de imediato o quanto estava perturbado e sua ereção forçava o short sem cueca e parecia ainda maior que a anterior. Quando encarei com ele imediatamente baixou os olhos, me pediu desculpas e disse que ia embora pela manhã pois não estava conseguindo resistir aos meus encantos, aos seus desejos. Enquanto falava pegou carinhosamente a minha mão e completou: - Veja como você me deixa, estou assim praticamente todo o tempo, exceto na presença do Celso. Quando o Celso chega parece que ele se inibe (falou olhando para o pênis duro e guiando minha mão até ele). Quando Rafael roçou minha mão pelo seu pênis meu corpo inteiro reagiu. Ele foi virando minha mão de forma que a palma roçasse totalmente naquilo e não resisti. Peguei aquilo levemente e a pressão de meus dedos foi aumentando e me vi, logo depois, acariciando aquilo tudo por sobre o short que ele vagarosamente foi arriando até fazer o pênis ereto saltar como que escapando de minha mão que rapidamente, como se temesse que ele fosse cair, o agarrou.

O que meu pastor vai pensar de mim. Sou uma devassa. Pecadora. Sou uma puta. Uma piranha. Uma infiel. Estou traindo meu marido, na cozinha da nossa casa. Isso é incesto! Ele é meu primo. Tenho que fugir desta tentação. Tenho que escapar desta armadilha demoníaca. Meu cérebro estava em curto. Pensamentos rápidos e condenatórios surgiam em flash e se repetiam. Vozes gritavam aos meus ouvidos me xingando de todos os impropérios que eu nem tinha coragem de confessar conhecer. Enquanto isso... Meu corpo tremia aos pedacinhos, não era um temor de febre, era um frenessi. Com toda tensão, em meio aquela agonia mental, eu me desacanhara e não me reconhecia. Olhos grudados naquela preciosidade e as duas mãos se revezando em carícias. Rafael puxou meu rosto e me beijou a boca com sua língua invadindo meu ser. A língua que passeava em minha boca parecia me lamber o sexo. Para fugir da sensação passei a beijar seu pescoço, seu peito maravilhoso - Rafael tinha um corpo másculo - e ele guiava minha boca por todo seu corpo e eu me envolvia cada vez mais com o carinho que eu lhe proporcionava e que era, por ele, correspondido. Puta! Piranha! Pérfida! Traidora! Adúltera! A voz gritava em meu ouvido cada vez mais forte e cada vez eu mais me entregava à sacanagem! As mãos de Rafael acariciavam meus cabelos, meu rosto, meu ombro, sem me tocar em nenhuma parte mais sensível, mas me guiando cada vez mais para baixo e quando dei por mim eu estava ajoelhada e pela primeira vez, instintivamente, eu chupava uma pica, estava pervertida, virara uma puta como meu marido tanto desejara. E estava adorando tudo aquilo... Dei por mim. Estava na cozinha do meu lar. O que eu estava fazendo? Parei instantaneamente tudo e corri para o banheiro trancando a porta atrás de mim. Meu corpo já não tremia, trepidava. Minha pele arrepiava aos pedaços, arranquei a camisola e mais uma vez, pela segunda vez na vida, me toquei até atingir mais um orgasmo. Este era o quinto ou

sexto orgasmo do domingo. Quando sai do banheiro, quase recomposta, Rafael estava colocando o tabuleiro no forno. Ele terminara a massa do bolo de chocolate. Sorriu para mim, caminhou em minha direção com aquele pênis já guardado e crescendo na minha presença. Rafael me beija profundamente colando seu corpo ao meu num abraço maravilhoso e aconchegante. Seu pênis me incomodando e, por incrível que pareça me acendendo. Ele se retira para o quarto, fecha a porta atrás de si. Eu fico rodando na cozinha tentando entender o que se passava comigo. Logo o bolo ficou pronto, coloquei sobre a pedra mármore e voltei ao meu quarto... E acordei o Celso. Não teve jeito. Ele acordou, sorriu, me perguntou se eu estava voltando do quarto do Rafael e quando me mostrei ofendida ele levantou da cama, me arrancou as vestes, me jogou deitada e caiu sobre mim já me penetrando num papai mamãe que aliado as safadezas que ele dizia no meu ouvido e as lembranças do recém ocorrido me fizeram gemer alto, gozar (sétima vez) intensamente e, aos gritos, satisfazer meu macho como eu nunca fizera. Depois de gozar ele dormiu me dando beijinhos e me agradecendo. Eu estava, além de tudo, descobrindo em meu marido, outro homem! Mas, lá no fundo, apesar de sete orgasmos num só dia, apesar de minha liberação na relação sexual com meu marido, eu estava totalmente insatisfeita. Meu corpo clamava pelo de Rafael e foi difícil conciliar o sono. Certamente, mesmo dormindo, a ansiedade por aquele homem se manteve acesa e cedo acordei bem disposta e sedenta de sexo. Segunda-feira. E eu estava sorridente e alegre, eu mesma me desconhecia. Fui ao banho e colocar a roupa sem calcinha nem estava mais me incomodando. Percebi que tinha escolhido uma saia rodada e uma camisa branca que marcava bem meus seios. Eu estava mesmo endiabrada. Sai do banheiro a tempo de servir o café para o Celso que se preparava para ir ao trabalho. Levei-o até a porta, dei um

beijinho de despedida e me assustei ao perceber que há muito eu já não fazia isso. Fiquei preocupada. Ele certamente estava percebendo todas as mudanças que eu, meu corpo, minha mente estavam experimentando numa acelerada avalanche. Canalha! Ele era o grande arquiteto de tudo isso. Devia estar feliz e triunfante de estar me vencendo, me levando a pecar. Ele era o meu demônio! Voltei aos meus afazeres e uma hora depois, como o Rafael ainda dormindo, Celso me liga e como de hábito, esquecendo que tínhamos visita, atendi no viva-voz e me afastei até a pia. Já na primeira pergunta eu corri para o telefone. Enquanto Celso perguntava se Rafael já estava acordado me acariciando eu tentava tirar o fone do aparelho interrompendo a transmissão pelo viva-voz e era contida pelo Rafael que acordara e estava, naquele exato momento entrando na cozinha e me puxava para um delicioso beijo na boca com gosto de creme dental. Celso do outro lado insistia como se estivesse vendo: - Ele está beijando sua boquinha não é? E continuou falando sozinho já que eu não tinha como responder enquanto era beijada. - Como ele resistiria a esta sainha rodada? Você já contou a ele que está prontinha para o sexo? - Já disse a ele que está sem calcinha nem sutiã? Enquanto Celso falava o Rafael foi conferir sentando na banqueta e levantando minha saia totalmente e me vendo nua em plena luz do dia abriu um lindo sorriso levantando imediatamente da banqueta. Do outro lado Celso continua: - Não precisa responder. Eu sei que ele vai te colocar sobre a mesa, sentar e chupar esta buceta deliciosa que você nunca me deixou nem encostar a língua. Rafael segue as orientações recebidas, me ergue e deposita

meu corpo sobre a mesa sentando de frente para mim, se ajeita e solta seu bafo na minha vagina enquanto esfrega a língua aos seu redor sem tocá-la. - Você hoje vai saber o que é prazer supremo quando tiver seu clitóris sugado pela primeira vez. Rafael me olha espantado, eu confirmo balançando afirmativamente a cabeça e sinto meu clitóris ser tomado por seus lábios e sugado fortemente enquanto sua língua se arrasta sobre ele, beijando-me e arrancando um gemido alto e incontido. Do outro lado Celso, que certamente ouviu meu gemido, continua... - Eu sabia que um dia você se renderia ao sexo pelo telefone... ou o Rafael está mesmo aí? Eu quase gritei que não desesperada que ele percebesse o que se passava na sua cozinha. - Que pena, porque se ele estivesse ai iria arrancar ainda mais gemido quando seu cuzinho recebesse a primeira linguada. Novo gemido e um arrepio por todo meu corpo quando aquela língua áspera rodopiou em volta do meu anel anal para em seguida subir e quase se introduzir na minha vagina. - Geme minha putinha e se prepara porque quando eu chegar ai vou te oferecer sem pudores para o nosso visitante. Ele já saiu? Confirmei ofegante. - Então vamos continuar para você saber o que está perdendo. Enquanto ele suga e lambe esta bucetinha e esse cuzinho virgem vai tirando toda sua roupa fazendo você ficar nua pela primeira vez fora do banheiro. Ele nem sabe que você nunca fez sexo à luz do dia, se soubesse estaria lisonjeado.

Mais uma vez Rafael olha nos meus olhos e gemendo, ofegante e envergonhada me vejo compelida, obrigada a confirmar com a cabeça. Em seguida minhas roupas voam sentido aquele membro quente encostando-se em minha vagina e aquela boca, aquela mão e todos os dedos tomarem meus seios sugando-os e brincado com eles me arrancando novos arrepios e gemidos. Do outro lado Celso ouve todos os ruídos, mas parece não perceber a presença do Rafael. - Vai minha putinha, pede para ele colocar só a cabecinha dentro de você, pede! Rafael fica roçando a pica dura no meu clitóris, em toda minha vagina, me levando a loucura. Eu quero sentir ele dentro de mim e do outro lado Celso insiste. - Peça a ele, eu tô mandando putinha. Faz-me o corno mais feliz do mundo, pede para ele enfiar só cabecinha. Sucumbo e peço, acanhada, que ele enfie só a cabecinha e ele só se posiciona, mas não me penetra. Celso insiste. - Peça como uma puta, sem acanhamentos. Lembra de todos os orgasmos de ontem e peça que ele enfie a cabecinha. Eu me senti uma verdadeira puta pedindo para o Rafael enfiar a cabecinha daquele caralhão na minha vagina e, quando ele atende, eu sinto o orgasmo se anunciar forte. Do outro lado, não sei como, mas Celso percebeu alguma mudança e registrou: - O orgasmo está chegando não minha putinha. Você está cheia de vontade de gozar com outro macho e me transformar no seu corninho. Confessa depravada! Confessa que ele enfia todo o resto de uma só vez e este gozo acontece logo. Mais uma vez sucumbi e confessei que estava louca para dar

para aquele macho e fazer de meu marido um corninho. Sinto a estocada profunda e entro num orgasmo intenso gritando o nome do Rafael e dizendo ao Celso que ele conseguiu. Eu estava dando para o Rafael e que ele agora era um corninho. Mas eu falava isso com muita dificuldade, ora gritando, ora gemendo, ofegante. O ritmo de minhas palavras determinava o ritmo das estocadas de Rafael me levando a loucura, num orgasmo inacabável, que não me satisfazia, pelo contrário, fazia eu querer mais e mais. Do outro lado o Celso disse que seu chefe estava chegando, que eu me masturbasse que ele ligaria mais tarde e desligou imediatamente. Livre da voz de Celso, o Rafael se revelou um macho completo. Ali, sobre a mesa, arrancou-me um orgasmo intenso formado com estacadas cada vez mais fortes e mais velozes. Meu corpo inteiro estremeceu, enrijeceu, prendendo ele dentro de mim e, quando senti sua ejaculação inundando meu útero, fui ao delírio num novo e imediato orgasmo que como um relâmpago me arrebatou e esvaiu-se deixando uma sensação de plena realização. As coisas estavam só começando e eu não sabia. Rafael saiu de dentro de mim, me levou, em seu colo, para o banheiro e meu deu um delicioso banho. A cada instante eu percebia tudo que perdera ao conter meu marido. Cada toque, cada carinho me acendia e aos poucos eu ia me incendiando de desejo. Rafael já me enxugava quando Celso entrou banheiro adentro perguntando ao Rafael se ele queria ajuda ou preferia que ele só assistisse. Atônito Rafael foi se recuperando e logo já estava dizendo que adoraria que o Celso tivesse, a princípio, uma participação passiva só atendendo a um pedido ou outro. Celso disse que adoraria se assim fosse e ele mandou Celso arrumar a cama para sua putinha dar para seu macho. Celso de pau duro e sorridente correu para o quarto. Rafael acabou de me enxugar e chamou o Celso. Ele veio correndo e recebeu a incumbência de me deixar totalmente depilada.

Com muito carinho Celso pegou a espuma de barba e espalhou em meus pentelhos e carinhosamente foi passando seu barbeador e aos poucos fui me sentindo uma menina com suas intimidades expostas. Cuidadoso ele passava os dedos úmidos em toda área retirando os pelos mais resistentes e escondidinhos. Pediu então ajuda ao Rafael que sem qualquer explicação sentou-se no vaso sanitário me fazendo deitar de bruços no seu colo com minha bunda e ânus totalmente expostos. Arrepiando-me sinto a espuma se espalhar e Celso, paciente e carinhosamente continua seu meticuloso trabalho. Confesso... Eu estava encharcada. Celso, então, comemorou seu excelente serviço dando uma palmada bem forte em cada lado de minha bundinha deixando-a ardida. E a cada palmada sentenciou: - Minha puta! - Minha piranha! Em seguida me ajudou a levantar e me entregou ao Rafael, como quem entrega uma noiva no altar, profetizando: - Vai, mais uma vez, me transformar em corno gozando com seu priminho, vai! E eu gostei, de todo ritual e a cada segundo ficava mais excitada. Rafael me pegou no colo e me levou para o quarto me beijando a boca. Quando chegou no quarto me mandou beijar ao Celso em agradecimento por ele nos ter preparado a cama, meu corpo e tudo mais. Beijar meu marido no colo de outro homem me incendiou de vez e eu era só desejo de sexo, de penetração, de gozo, de orgasmo. Rafael me fez ficar de quatro na cama e mandou Celso vir ao contrário, por baixo de mim e sugar meus seios. Celso começou a chupar e acariciar meus seios enquanto Rafael me lambia, sugava, mordia e invadia bunda e buceta com sua língua, lábios e dentes experientes. Tive um grande

orgasmo, mas eles nem ligaram e não paravam. Rafael, então, pediu que Celso: - Coloca minha pica na portinha da buceta de sua esposinha e fica acariciando seu clitóris e seio enquanto eu arrancava um novo orgasmo dela. Celso guiou a pica de outro macho para dentro de mim, sua esposa, e me chamando de puta pra baixo disse que eu ia experimentar o prazer de servir a dois machos a um só tempo. Aquilo era uma loucura, os orgasmos se sucediam, incontíveis, intensos e eu, eu queria mais e mais. Eu sentia dedos penetrando meu ânus, mãos ou lábios acariciando meus seios, meu clitóris, pica dançando dentro da minha vagina e naquela dança vertiginosa senti o membro de Rafael forçar e colocar toda cabeça dentro do meu cu. Gritei, doeu, e ele parou e ficou parado enquanto Celso me enchia de beijos, lambidas e carinho. Quando eu dei por mim estava rebolando e forçando aquela pica imensa para dentro de mim e ficava a cada instante mais louca para senti-la totalmente dentro do meu cu. Eu descobrira que o orgasmo clitorial era totalmente diferente do vaginal e agora descobria mais um tipo de orgasmo, o anal. Intenso, forte, oferecendo um sentimento de poder sobre a pica que me adentrava, sentindo cada centímetro, prendendo-a, soltando-a, fazendo-a socar-se dentro de mim. Eu estava me realizando de uma forma que nunca julguei possível. Celso saíra da posição anterior e se posicionara sob o meu corpo. Rafael saiu de dentro de mim e eu, imediatamente, senti minha vagina ser penetrada pelo meu marido que maravilhado assistia meu desvairado comportamento. Agora eu me permitia gritar, gemer, falar obscenidades. Era uma mulher buscando prazer sem escrúpulos, acanhamentos ou reservas. Quando o prazer de estar na posse do meu homem, do meu marido, se mostrava maravilhoso e eu estava pensando que seria impossível prazer maior que aquele. Quando senti meu macho colaborando com meu marido e penetrando

novamente meu ânus me fazendo entrar em transe e em gozo imediato. Um gozo que não passava. Comecei a gritar feito doida, palavras desconexas e passei a receber palmadas que eu não sabia quem estava dando, mas que ardiam e me davam um novo e inusitado prazer. Celso começa a me dar carinhosas tapas na cara. Rafael dá tapinhas nos meus seios. A leve sensação de dor só era interrompida pela dor ardida das palmadas me levando a intensidades diferentes de prazer. Minha vagina piscava tentando esmagar a pica do Celso. Meu ânus piscava tentando evitar a saída de Rafael e eles tornavam a entrar juntos, compassadamente, para logo depois em perfeito descompasso um entrar enquanto o outro saía e eu enlouquecia na verdadeira agonia de um orgasmo inacabado. O orgasmo era intenso, constante, permanente. O clímax se desfazia e voltava arrebatador e a satisfação plena não se apresentava. Era só agonia, busca intensa de três parceiros pelo prazer, mas eu agonizava e gozava para voltar a gozar e gozar, acabando por desfalecer ao sentir os jatos de esperma de Rafael lubrificando meu ânus com sua abundância. Acordei com meu marido lambendo minha vagina, meu ânus arrobado por outro homem antes mesmo que ele o possuísse enquanto Rafael me dava beijos por todo corpo com especial atenção aos meus lábios, face, orelhas, pescoço e seios. Só fomos almoçar quase oito da noite para dormimos, os três abraçadinhos, saciados. Rafael ficou conosco por três meses sendo convocado a voltar para casa pelos seus pais e sua noiva. Mas prometeu voltar logo!

A História de Thais Vou começar este conto na origem dos fatos. Quando conheci Thais ela tinha 15 anos. Era uma menina sem graça, é verdade! Meus amigos até gozavam minha cara. Mas ela era a mulher ideal para se casar. Sem maiores atrativos, sempre com os cabelos longos e negros presos em um \"rabo de

cavalo\" ou em tranças. Rosto sardento onde se destacava seus olhos maravilhosos que ampliados pela lente \"fundo de garrafa\" de seus óculos ficavam disformes e enormes. Saias retas e longas ou calças largas e camisetões. No namoro era só resistência. Raramente conseguia tocar seus seios e apenas uma vez consegui tocar sua bucetinha apesar dos muitos anos de namoro. Eu, Roberto, sou um conquistador nato. Como todas. Meus amigos me temiam, pois na adolescência não escapavam as primas, as irmãs, as mães nem as namoradas. Thais era a minha garantia de que eles não conseguiriam ir às forras. Thais não possuía atributos visuais nem atrativos que agradassem meus amigos. Mas era linda por dentro, uma grande companheira, sexualmente limitada, mas parceira em todas as horas. O único amigo que conversava com Thais era o Marcelo. Saíamos juntos, os três, e Marcelo passava horas conversando conosco. Gostava muito de Thais, mas não perdia a oportunidade de escarnecer da minha opção. Ele dizia que a Thais era a mulher mais sem graça da vizinhança apesar de maravilhosa... enquanto pessoa, ser humano. Ele também costumava dizer que Thais era quase um anjo: maravilhosa, mas assexuada; sem sal, mas divina. Thais era quase beata e excelente estudante. Quando não estávamos juntos ou ela estava na escola, ou estudando em casa ou na igreja. Na igreja ela participava de tudo: quermesse, grupo jovem, teatro, campanhas... O padre me olhava como se eu fosse a encarnação do pecado. Confessor de Thais ele devia saber das minhas frustradas tentativas de submetê-la aos meus desejos sexuais. Ele só não sabia que eu tinha que testá-la constantemente, pois a queria como esposa e, para isso, ela tinha que ser fiel e resistir a toda e qualquer tentação futura. Na adolescência eu me preocupava muito com a fidelidade plena. Jamais casaria com uma mulher que não fosse 99% virgem. Sim tinha 1% que eu perdoava representado por abraçar e beijar na boca. Mulher para ser minha esposa só

poderia ter abraçado e beijado outro homem, qualquer fato além desses em um namoro qualquer desabilitava a pretendente a minha esposa. Por isso Thais era perfeita. Ela era 100% virgem, nunca namorara qualquer outra pessoa. O único namorado que confessava ter tido foi aquela paixão platônica onde apenas um sabe que namora o outro e não conseguem nem se falar tal o acanhamento. Cinco anos de namoro sem qualquer sucesso e ela com 20 anos e eu com 22 entramos na igreja. Ela de véu, grinalda, tudo que tinha direito por ser pura e intocada. Nem na véspera eu consegui convencê-la, ela era a perfeição em moral - sexo e intimidade só após o casamento. Depois de casados a minha vida sexual com Thais não mudou muito. Ela exigia luz apagada, não tirava o camisolão, as preliminares eram mínimas e durante o sexo ela permanecia quieta e calada aguardando pacientemente eu me satisfazer. Eu tentei continuar sendo o garanhão de sempre, mas as coisas não eram tão fáceis. Toda a minha roda de amigos sabia que eu estava casado o que reduzia o número de pretendentes. A maré financeira me obrigava a fazer horas extras para bancar aluguel e demais despesas da vida de casado. Em uma sexta-feira que cheguei mais tarde a casa estava vazia. Liguei para a mãe de Thais e ela mesma me atendeu dizendo que eu ia ser pai, mas que jamais veria meu filho, pois ela não aceitava infidelidade. Marcelo me salvou. Foi comigo buscá-la na casa dos pais e garantiu que eu estava apenas numa roda de amigos tomando cerveja. Thais fingiu aceitar, voltamos para casa e fui castigado com jejum de mais de um mês. Como eu amava Thais e não queria nem o fim do meu casamento nem perder a chance de criar meu filho num lar em harmonia fiz, comigo mesmo, voto de monogamia. O sexo começava a melhorar. Ela já aceitava me proporcionar sexo oral embora não aceitasse ser chupada. Mas quando nosso filho nasceu foi mais jejum (resguardo longo) e percebi uma crescente queda no seu interesse. Fiz de Marcelo meu confidente e compadre. No dia do batizado tomei um porre na

casa dos pais dela, mas mesmo assim ela fez questão de voltar para casa comigo. Só exigiu que eu não dirigisse. Pedi ao Marcelo para nos levar e foi a sorte, pois apaguei de tal forma que só dei por mim no dia seguinte deitado nu no quarto de empregada. O batizado foi uma benção para o nosso casamento. Thais mudou. Passou a se cuidar. Aproveitou o plano de saúde e fez uma cirurgia que a livrou definitivamente dos óculos. O guarda roupa foi mudando aos poucos das roupas largas e retas para decotes, tecidos leves, saias curtas, vestidos marcantes. Nossa relação sexual também mudou. Ela já aceitava que eu lhe tirasse a roupa, lhe sugasse os seios. Não foi uma mudança completa. Ela nem me permitia pensar em comer seu cuzinho. Mas já gemia de vez em quando e muito raramente me permitia perceber que gozara. O padre que me detestava agora freqüentava nossa casa, fora ele só recebíamos visita de nossos pais e do Marcelo. Por falar em Marcelo, ele começou a implicar com o padre. Vivia reclamando comigo que aquele padre só queria saber de filar a bóia, e passeava com meu filho só para conquistar mais donativos especiais tipo \"quem meu filho beija minha boca adoça\". Um dia ao chegar a casa encontro a maior gritaria e confusão, era uma briga entre Marcelo e o padre Afonso. O padre passou correndo pela porta que eu abria e segurei o Marcelo para não sair correndo atrás dele. Marcelo, sem fôlego, resmungava impropérios contra o padre Afonso. Depois, mais calmo, me disse que pegara o safado tentando abrir a porta do banheiro para ver Thais tomando banho. Só então percebi que Thais estava com os cabelos molhados enrolada no roupão. Estava linda. Foi assim, de repente, em meio a um grande tumultuo, que percebi o quanto minha mulher estava mais bela, mais sensual, mais mulher. Ela nunca estivera tão deliciosa. Estava chorando... Passado algum tempo com todos mais calmos resolvi ir

buscar umas cervejas para desanuviar o clima. Quando voltei Thais esta outra vez chorando pedindo ao Marcelo que a perdoasse. Ela estancou quando me viu. Perguntei o que estava acontecendo e Marcelo me revelou que Thais estava se achando culpada por toda confusão, achando que ela é quem provocara aquilo tudo e que não conseguia fazê-la entender que o safado do padre Afonso é que era um crápula. Tomamos algumas cervejas e quando Marcelo se foi já estávamos todos rindo da situação. Mas a situação mexeu muito com Thais, tanto que naquela noite ela estava maravilhosa, era só tesão e gozou pela primeira vez intensamente. Foi um enorme prazer para eu descobrir em um só dia o quanto minha esposa era bela e quanto podia ser tesuda. Percebi que se sentir exposta, observada podia ter ativado seu tesão e passado alguns minutos, já recuperado e percebendo a possibilidade de ereção comecei a falar baixinho no ouvido de Thais que o padre Afonso deve ter ficado muito excitado ao abrir a porta do banheiro e vê-la nua, tomando banho, com a água do chuveiro correndo por seu maravilhoso corpo. No início ela resistiu, mas enquanto eu falava meu membro intumescido tocava sua deliciosa bundinha e ela se encostava e fazia-oele roçar nela. Fiquei insistindo na visão do padre Afonso e ela abriu as pernas e pela primeira vez em anos consegui uma penetração por traz. Ela ajeitava o corpo, facilitava a penetração e eu já não tinha mais o que inventar com o danado do padre Afonso. Inventei. O Marcelo morreu de ciúmes, mas ele também adorou vê-la nua. Acho que ele sempre quis te comer todinha. Foi batata. Enquanto eu falava do Marcelo minha cama se revolucionou. Thais assumiu o comando rolando na cama e acabou sentada de costas para mim cavalgando alucinadamente enquanto eu sugeria que o Marcelo adoraria estar no meu lugar, dando prazer a uma mulher tão maravilhosa, tão gostosa como ela. Ele adoraria arrancar esse camisolão, eu falava e agia. Acariciar seus seios, minha mão seguia a minha voz. Percebi o corpo de Thais se arrepiar e emendei: Arrancar arrepios desse seu corpo. Se o Marcelo fosse eu ele estaria encantado

em poder penetrá-la tão profundamente. Thais cavalgava profunda e velozmente. Ele desejaria enlouquecê-la fazendo-a gemer e gritar de tesão. Thais começou a gemer, seu corpo estremecia e eu alimentava seu tesão com a imagem de Marcelo possuindo-a, ela entra em frenesi e começa um inusitado gozo, pleno completo e para minha surpresa, em pleno gozo, ela sai de cima de mim, fica de quatro e me pede para penetrá-la, arrobá-la, fazê-la mulher. Ela então geme, perde o fôlego, solta pequenos grunhidos e gritinhos, grita que está maravilhoso, grita que está gozando. E mais uma vez me surpreende: Isso me faz gozar pela primeira vez intensamente meu... meu... meu... As palavras vão virando gritos, a cada \"meu\" sua voz fica mais alta e entrecorta tal seu gozo. Soltando o corpo sobre a cama e me levando junto ela completa: \"MEU CORNINHO!\" Agora sou eu quem perde o controle e gozo profundamente. Meu corpo fica retesado e me sinto totalmente tragado por aquele corpo de mulher que até aquele dia eu desconhecia. Sinto um prazer estranho e peço a Thais para repetir e ela feito louca repete diversas vezes seguidas sentindo meus jatos em seu corpo: \"Meu corninho... Meu corninho... Meu corninho...\" Passado o transe sexual Thais recolhe seu camisolão e sai correndo para o banheiro de onde só volta quase uma hora depois. Fingido dormir, entre os cílios, percebo que ela esteve chorando. Ela deita ao meu lado. Parece constrangida. Finjo me movimentar dormindo e minha mão cai sobre o corpo dela com uma leve carícia que ela, calada, aceita. Era sábado, acordamos radiante e Thais foi tomar banho enquanto eu fui à cozinha preparar nosso café da manhã e assim que ela saiu do banheiro segui com a bandeja em sua direção levando-a de volta ao quarto. Ela senta no meio da cama e coloco a bandeja com as pernas abertas sobre as pernas daquela mulher cada dia mais linda, mais gostosa. Valeu à pena esperar sem trair aquela mulher desabrochar. Dou a volta, sento na cama com as pernas abertas de forma a envolver as dela e encosto por traz em seu corpo.

Beijo sua nuca, seus ouvidos e ela ri arrepiada. Vou afastando o roupão e revelando seu corpo que raramente vislumbrei inteiramente nu. Prometo: Vou te dar mais uma surra como a de ontem. Vai ser o seu castigo. Thais está rindo, entra na brincadeira: Castigo por quê? Respondo em sussurros ao seu ouvido: Por confessar que eu, marido fiel, sou um corno. Isso não é coisa que se conte assim, justo quando estou gozando. Ela: E você gostou de ficar sabendo que o Marcelo me come quase todo dia? A brincadeira está esquentando e para ter aquela mulher deliciosa como na noite passada eu só dou corda: Não só gostei como estou pensando em convidá-lo para te comer na minha frente. A mulher ficou doida. Era, novamente, a Thais dominadora da noite anterior. O tesão a acende repentinamente, parece que uma puta toma conta de seu corpo. Ela põe a bandeja no chão. Arranca o roupão. Arranca meu short. Coloca-se entre as minhas pernas e me chupa como nunca havia chupado. Enquanto chupa me pergunta se eu vou gostar de vê-la chupando o Marcelo daquele jeito. Eu digo que vou segurar a pica dele par oferecê-la a ela. E me pede para prometer. Eu prometo. Ela deita de costas na cama e pede para, pela primeira vez na vida, ser chupada por mim. Enquanto eu chupo aquela deliciosa fruta ela me pergunta já quase gozando se eu não vou ficar triste por saber que o Marcelo já chupou aquela buceta varias vezes e bem melhor do que eu estou chupando. Eu digo que não e intensifico minha chupada. Ela pergunta se eu não fico triste de saber que o Marcelo a fazela gozar em sua boca quase que imediatamente e não para enquanto ela não goza pelo menos três vezes e intensamente. Eu digo que não e que vou pedir para ele me ensinar. Ela mais uma vez pergunta se eu prometo. É claro que eu prometo. Thais está gozando e eu saboreando seu orgasmo em minha boca, em minha língua. Ela pede para eu passar a língua rápida e ocasionalmente em seu cuzinho e, cada vez que a

língua passa, ela dá um gritinho safado e mais uma vez entra em estado de prazer gozando toda arrepiada. Mais uma vez, em pleno gozo, ela grita: \"Meu... Meu... Meu... Meu corninho!\" A tudo isso eu suporto feliz por ter meu casamento em um prisma nunca experimentado. Agora eu sei que minha esposa é bela, sensual e fogosa, eu é que não sabia ativar sua libido. As emoções são fortes, o intenso prazer que ela demonstrou sentir teve efeito direto em mim, em meu corpo e estou experimentando uma ereção adolescente, isto é, meu pau está intensamente duro e chega a doer esticando as peles. Já fazia alguns anos que eu não experimentava uma ereção tão intensa, um tesão tão completo. E é com todo esse tesão que eu parto para um papai mamãe a fim de levar minha esposa à loucura. Vou penetrando, centímetro a centímetro, vagarosamente, prolongando ao máximo aquele prazer. Thais parece uma alucinada, me pede que enfie tudo, penetre sua buceta profundamente. Mas me contenho, controlo meus movimentos impedindo que os movimentos dela provoquem uma penetração mais rápida. Ela então me diz que arrombála como o Marcelo eu não posso porque meu pau é muito menor e que pelo menos enfie tudo para que ela experimente alguma sensação. Enfio tudo tomado pela raiva ou pela recordação de que, embora ela não saiba, o Marcelo é realmente avantajado. Isso sempre me incomodou e estoco-a furiosamente, mas incrivelmente com mais tesão. Minha dedicação é tal que ela entre em frenesi em pouco tempo e o gozo já se anuncia. Frio e calculista preparo minha vingança para aquela humilhação. Eu sei que ela não queria me humilhar, mas tocou num tema nevrálgico para mim. Talvez se ela soubesse que o Marcelo é bem maior que eu, que seu pau é também mais grosso, não teria feito aquele comentário. Entretanto não consigo perdoá-la e para constrangê-la pego na cabeceira o celular enquanto acelero ao máximo meus movimentos.

Encontro o Marcelo entre os telefones de minha lista e meu pau quase sai da buceta de Thais para aprofundar-se totalmente na sua intimidade a fazendoela assoviar enquanto puxa o ar entre os dentes cerrados. Ligo para o Marcelo e, quando ele atende, eu digo que a Thais quer falar com ele e passo o telefone para uma surpresa esposa. Mar... Mar..., ela gagueja para finalmente, em gozo intenso conseguir pronunciar: - Marcelo! É um grito que sai de suas profundezas. Não sei o que ele diz a ela, mas, quando ela responde, eu gozo profundamente: Vem rápido me comer que o corninho prometeu participar e até te ajudar. Vem logo que eu quero gozar o dia inteiro! Eu gozava intensamente, meu subconsciente estava em perfeito transe orgásmico, mas o consciente brigava para me trazer à realidade tentando entender aquelas palavras. Ele me devolve o telefone após dizer ao Marcelo: Combina tudo com o Corninho e me deixa curtir esse gozinho mixuruca. Roberto! Ouço a voz do Marcelo. Sim! Respondo monossilábico. Perdoa-me Roberto, mas foi mais forte que eu. Que bom que você entendeu. Que bom que você é tão meu amigo e aceitou compartilhar sua esposa comigo. Você só não pode perdoar o padre Afonso, ele fez chantagem para comer a nossa mulher! E eu já não agüentava mais manter isso em segredo. Tombei na cama, calado, ao lado de Thais. Eu era corno e não entendia se estava feliz, perplexo, extenuado, rendido ou arrasado, só sei que respondi num sussurro. Vem logo que ela está com muito tesão!

tratado clitoriano O tratado clitorianao! Sentir-me na obrigação de escrever esse documento, visando

elucidar os desavisados que acham que conhecem tudo de mulher, os que pesam ter, conhecimento pleno da anatomia feminina, os que contam vantagens em mesa de bar. Eu também já tive os meus dias de machão alienado! Foi quando sai com uma mulher de verdade, decidida, destemida, objetiva na sua prática de gozo. Foi aí, que descobri a coisa! Ela – oooo, cara vai devagar, eu não sou uma laranja pra você me chupar assim! Eu – nem aí, só preocupado com meu gozo, crente que tava abafando. Ela – esse cara deve ta achando, que eu sou um frango do rio da prata. Eu – o chupador incansável, amarradão. Ela – cara uma buceta é constituída de lábios superiores, inferiores. Tem uma coisa, que não sei se você reparou o não atentou, ou o curso que você fez de anatomia foi por correspondência? Estou falando de uma coisa chamada CLITORIS. Essa é a chave meu irmão, é a onde tudo acontece, sacou idiota! Depois de ter pagado todo esse mico, reparei que não era um bom chupador de buceta, alias nunca tinha chupado uma buceta com propriedade, tão pouco com conhecimento de causa, que vergonha! Foi aí, que comecei meus estudos apurados, sobre a multiplicidade clitoriana, dicotomias, variedades, descontinuidades. Até Wittgenstein eu estudei; disseram-me que o cara é bom em linguagem. Observações minuciosas, árduo trabalho a custa de muito dinheiro gasto em locadores de filmes pornográficos. Cheguei a varias conclusões, eu diria até, pré-projeto, tese, antítese. Meu estudo das variedades clitorianas, me remeteu a diversidade da anatomia feminina. Tão e qual complexa se apresenta essa disciplina. Enumerei cada caso, inclusive os empíricos. Classificarei os tipos mais intereçantes clitorianos que pude observar. Tipo clitóris; estou aqui – muito suntuoso e presente. Ele mede de 1 a 2 centímetros dependendo de sua ereção. Revestido com uma pele grossa, que vai te dar a localização exata, sem que precise usar uma bússola para localizá-lo, já que esse é um dos maiores problemas, para os chupadores.

Tipo clitóris – pau de cachorro puldou, quando manipulado ele atinge uma rigidez, e uma desenvoltura que até espanta. Fique preparado para não se impressionar! Tipo clitóris – aquele que vem do umbigo. A sua extensão e tanta, que ele não acaba, parece que vem do umbigo. Esse não tem explicação. Tipo clitóris – eu chamaria o mistério da sexualidade. É do tipo difícil de manipular, ele some e aparece, sem que você consiga mante-lo em seu poder. É fugidio, rebelde, e não é, de ficar de bobeira, ele some e aparece, sem que você encontre uma maneira de mante-lo no seu campo de visão. Quando pensa que esta tudo sobre controle, ele escapa. Sua pele escorregadia, silueta quase imperceptível. Eu definiria como um cadarço de short, ex: quando o cadarço de seu short desaparece entre o elástico e aquele buraquinho, aí você tenta puxar o cadarço, ele chega à pontinha e desaparece. Trabalho árduo e estafante, mas paciência você consegue, muita calma nessa hora! Tipo clitóris – cheinho, obeso, aquele redondinho, macio e sutil, parece bola de encher de aniversario. Vou explicar: sabe bola de aniversario quando estoura. Aí a gente faz outra bolinha com os pedacinhos que sobraram, você pega o pedacinho; põem na boca, e começa a sugar, aí surge outra bolinha pequena. Tem gente que até esfrega ela para dar nervoso. É isso, você tem um clitóris perfeito para treinar, e pode até, cantar parabéns no fim. Fala serio! A explicação da bolinha de aniversario foi o máximo, não acham? Graças à ciência e a observação incansável, recebo muitos elogios. Embora não tenha tido nenhum incentivo financeiro, nenhum tipo de bolsa de estudo, nada. Rejeitado até pela universidade Sorbonne e proibido de exibir minha tese em público, chacota para os órgãos de pesquisa internacional, risos dos Doutos empossados. Cinco internações no Engenho de Dento, uso abusivo de psicotrópicos como; Rivotril, Lexotan, Valiun. Hoje posso dizer que sou o melhor chupador de buceta do meu bairro, e pretendo expandir minhas habilidades pelo mundo, vou inventar uma nova prática; degustador bucetal, você chupa, faz um bochecho e diz; que venha outra buceta! Questões da Arquitetura Clitoriana;

Sei que vocês vão dizer que é loucura! Observei que, do ponto de vista da arquitetura clitoriana, existem incríveis paradigmas. E dando uma olhadinha nas obras maravilhosas do mestre, dinossauro e incontestável Oscar Niemayer. Tive uma revelação epistemológica. Se você por um momento, vislumbrar a Igreja da Pampulha, de uma visão aérea e ampla, se dará conta, que está em frente a um colossal, apoteótico e gigantesco clitóris. Os religiosos que me perdoem, mas aquilo não é uma igreja, e sim, um clitóris maravilhoso. Como tudo que permeia a obra do mestre, as curvas se transformam em clitóris, que vão se formando em cada arcada de cimento. Bem, só me resta agradecer meus colaboradores independentes. Alcancei esse patamar com muito esforço e dedicação e exponho os meus agradecimentos aos meus colaboradores; Beco das Putas Praça Tiradentes, Vila Mimosa, Babilônia, Casarão, Noite Queen, Tim Maia. Sem eles, nunca concluiria essa tese. E boas chupações bucetais para todos.

uma relação pra lá de erótica. Uma relação pra lá de erótica. Em uma selva na America do Sul, Jereba e Lady Kidman desfrutam seus gostos mais exóticos. Como febre, a cada carícia, um comprometimento. Suas animalidades vão aflorando pouco a pouco. - Jereba; com lascívia acaricia os mamilos botões e corpo de Kidman. Suas ancas robustas, seu olhar fugidio, uma fêmea encantadora - Lady Kidman; em seu leito de alcova, os amantes inundados de líquido mágicos, um suor ardente, sua buceta em êxtase implorava sucções mais ágeis. A volúpia hera a maior virtude deles, eles se esparramavam e se arreganhavam; como num circo. Eram contorcionistas agora, uivavam e fudião-se sem medo. - Lady Kidman; salta feito um lençol nos braços do desejo que ar rodopia, celerava a umidade de sexo leguminoso e lepadiforme - Jereba; que puxava seus quadris elétricos, enquanto suas nádegas singelas espancavam sua virilha,

como revés saco batia-lhe consentindo essa ginástica sexual. Com certo priapismo adentra naquela racha, mergulha seu membro ereto, banha-se em seu ventre - Lady Kidman; com seus lábios ternos, trêmulos, implora por doses maciças de sêmen – enquanto Jereba esguicha esse bem que tanto faz a ela. Seu monte de Venus fiel ao trajeto do anjo torto que a penetra e explora sua buça – coita ela implora sussurra e grita seus desejos mais íntimos – Lady Kidman; chinelando os culhões centrados em sua colcheta no ponto da cumba, e cirandava no colosso erguido de Jereba – enquanto as ancas dela vão se adequando feito chinguiço naquele mastro íngreme, e o vai-e-vem incessante celeríssimo tomou conta de seus sexos. Então de tanto suor e tantas promessas, iam e vinham sem parar. Foi quando no ménage frenético. - Lady Kidman; se ergue e pede-lhe um prazer ainda mais repugnante. E De pé, ela se empina mostrando-lhe suas nádegas sombreadas, a silueta de seu cu, dançando defronte a cabeça do pau de Jereba - Jereba; arregaçando a cabeça do pau, penetra cuidadosamente o cu de Lady Kidman, enfindolhe com destreza a geba envernizada, o que ela mais queria – Lady Kidman, implorava e pedia-lhe para enterrar até o talo – Jereba seguiu as instruções, fazendo o combinado, enterroulhe até o talo, ela pedia com força, ele agarrou em seus quadris e a imprensou de um jeito, que só a soltaria com trovoada. Fustigando seu cu, que piscava feita alerta – Lady Kidman, chorava de prazer e dizia para ele não parar nunca, aquele prazer, fez dela, uma espécie de animal, onde perdera toda a sua consciência – Ela, como rainha de bateria, rebolava na geba em riste de Jereba, que sofria a cada estocada violenta, seu pau arregaçado e a cabeça feito um caqui, adentrava aquele cu, sedoso aveludado de Kidman. Ficaram horas xingando, cuspindo um no outro, até que veio vindo o gozo, compulsivamente e... – Lady K, goza na minha boca, quero beber essa porra até engasgar – e de novo Jereba cumpriu o combinado, colocando a cabeça do pau em sua língua. Esguichou varias vezes – Ela sedenta, bebia aquele leite quente e lambia a cabeça do pau na esperança de sempre ter mais uma gota de porra para sua sede louca – Jereba suava e gemia, seu caralho palpitava, como se uma espécie de larva sais-se de seu corpo – Ela punhetava ele e bebia sua porra, chupava e revirava a língua

com porra. Foi um espetáculo deslumbrante, ver no coliseu da libertinagem a batalha das genitais, onde os guerreiros fortes e saudáveis usam como armas, seu próprio corpo. E como era de se esperar, esses gladiadores incansáveis, fuderiam até não agüentarem mais.

MATANDO AS SAUDADES COM PAPY OLA! MEU NOME EH JULIANE E EU TENHO 16 ANOS, SOU MORENA TENHO 1,65 DE ALTURA SEIOS FARTOS E BUMBUM GRANDE. QUANDO EU TINHA 4 ANOS MEUS PAIS SE SEPARARAM, E EU FIQUEI COM MINHA MAE AQUI NO RIO E MEU PAI FOI MORA NO CANADA. OS TEMPOS PASSARAM MEU CORPO JÁ ESTAVA PRATICAMENTE FORMADO E EU COMECEI A DESCOBRIR OS PRAZERES DA VIDA SEXUAL COM 13 ANOS COM O NAMORADINHO DA ESCOLA........MINHA MAE RECEBE UM TELEFONEMA E EH O MEU PAI DIZENDO QUE QUER ME VER, POIS DESDE OS MEUS QUATRO ANOS ELE NÃO ME VIA; MINHA MAE VEIO ME CONTAR E PERGUNTOU SE EU QUERIA VER MEU PAI, EU TAMBEM COM SAUDADE POIS AH MUITO TEMPO EU NÃO O VIA RESOLVI ACEITAR. MAMAE MARCOU DE EU IR PARA O APARTAMENTO DELE EM SÃO PAULO, NA SEMANA SEGUINTE EU FUI. AO ENCONTRA O MEU PAI EU TOMEI UM SUSTO DE COMO ELE ERA BONITO APESAR DE TER 35 ANOS. ELE EH ALTO SARADO DE CABELOS GRISALHOS... ELE MEDEU UM FORTE ABRAÇO E UM BEIJO NO ROSTO E ME DISSE DE COMO EU HAVIA CRESIDO, EU NO MESMO INSTANTE CORRESPONDI SEU ABRAÇO. ERA UMA ALEGRIA ESTA ALI COM O MEU PAI, EU CONTEI MUITAS COISAS QUE ME ACONTECEU DURANTE ESSES 9 ANOS QUE ELE VIVEU

FORA. AGENTE SE APEGOU MUITO.ATE Q NUM CERTO DIA PAPAI FOI ATE MEU QUARTO ONDE EU ESTAVA MEIO Q DORMINDO E ME DISSE Q IA AO MERCADO FAZER UMAS COMPRINHAS EU LHE DISSE: - TUDO BEM PAPAI VAI TRANQUILO.... DORMI POR MAIS UNS 30 MINUTOS E FUI TOMAR BANHO, O BOX DO BANHEIRO DO PAPAI ERA TODO DE VIDRO E DAR PRA VER QUEM ESTA TOMANDO BANHO. COMO DE COSTUME EU COMEÇEI A TOCAR UMA SIRIRICA PENSANDO NO MEU EX, SEM EU PERCEBER PAPAI CHEGA DAS COMPRAS E ENTRA NO BANHEIRO E NOS DOIS TOMA UM SUSTO EU ESTAVA NO CHAO DO BOX TOCANDO UMA E DE REPENTE MEU ROSTO FICA VERMELHO: -DESCULPA PAPAI EU NÃO SABIA Q O SENHOR HAVIA CHEGADO-FALEI PRA ELE MEIO ENVERGONHADA. -MINHA QUERIDA ISSO EH NORMAL NA SUA IDADERESPONDEU ELE FAZENDO KRA DE PAISAGEM. ELE CHEGOU PERTO DO BOX E VIU Q EU ESTAVA TODA MELADA E ME PERGUNTOU SE ELE PODIA ENTRA PRA ME DA BANHO, EU TODA SEM GRAÇA NÃO SABIA OQ DIZER ENTAO ELE PEGOU A BUCHA E COMEÇOU A PASSAR POR TODO MEU CORPO, PASSOU NOS MEUS SEIOS E DISSE COM EU HAVIA CRESCIDO, E DECEU PRA MINHA BUCETA ELE SOUTOU A BUCHA E COMEÇOU A MASSAGEAR MINHA BOCETINHA Q JÁ TAVA FICANDO TODA MOLHADINHA, VENDO Q EU NÃO TOMEI NENHUMA REAÇAO CAIU DE BOCA NOS MEUS PEITOS AQUILO TAVA DELICIOSO: -A PAPAI CHUPA SUA FILHINHA TESUDA CHUPA!AHHHHHHHHHH........UIUIUI CHUPA. -VC TA GOSTANDO NE PUTINHA ENTAO VENHA CA. ELE ME TIROU DO BOX E ME LEVOU PRO QUARTO DELE E ME JOGOU NA CAMA E CAIU DE BOCA NA MINHA BUCETA:

ELE TIROU SEU CASETAO PRA FORA (EU TOMEI UM SUSTO DEVIA TER UNS 23CM.)E COMEÇOU A SOCAR NA MINHA BUCETA AQUILO TAVA UM TESAO. AI ELE ME COLOCOU DE 4 E COLOCOU AQUELE CASETAO BEM NA ENTRADA DO MEU BURAQUINHO E FORÇOU ENTRADA PUXANDO MINHA CINTURA E AQUELA COISA ENTROU TODA EM MIM SENTI MAS PRAZER DO QUE DOR. DESDE ESSE DIA A GENTE TRANZA TODO DIA SEM FOLGA...

OS GAROTOS PERVERTIDOS MINHA HISTÓRIA É INTERESSANTE,MAS ANTES DE MAIS NADA VOU ME DESCREVER ...SOU MORENA,18 ANOS,CABELOS CURTOS,1.60. EU ESTAVA EM MINHA CASA,SOZINHA,QUANDO CHEGA O MEU EX CUNHADO LINDO E GOSTOSO DE 15 ANOS.EU LEVEI NUMA BOA ATÉ PORQUE AGENTE FICA ÁS VEZES.MAS DESSA VEZ FOI DIFERENTE:ELE VEIO COM UM AMIGO(QUE DIGA-SE DE PASSAGEM ERA UMA DELÍCIA,14 ANOS) POIS BEM MEU,EX CUNHADINHO GOSTOSO PEDIU ÁGUA E NÃO PENSEI DUAS VEZES,ENTREI PARA PEGAR A GARRAFA.PORÉM ELE ENTROU COMIGO E COMEÇOU A ME AGARRAR NA SALA...ME BEIJOU,COMEÇOU A CHUPAR GOSTOSO MEUS SEIOS E QUANDO DEI POR MIM ESTAVA COM A MÃO NO PAU DELE.E ELE DIZIA QUE SEMPRE ME VIA TRANSANDO COM SEU IRMÃO E QUE TINHA VONTADE DE FAZER O MESMO.E O AMIGO DELE NO PORTÃO...ELE ME CHUPAVA..EU GEMIA DE TANTO TESÃO DE VER AQUELE GAROTO FAZENDO AQUILO...ELE PAROU,ABAIXOU MEU SHORT E COMEÇOU A ME CHUPAR...FOI UMA DELÍCIA!ELE SE DEITOU NO CHÃO E ME PUXOU COM ELE E QUANDO ELE IA ME PENETRAR(EU MAL CONSEGUIA ESPERAR AQUELE MOMENTO) O AMIGO DELE CHAMOU E ELE DISSE PRO OUTRO GAROTO ENTRAR.O AMIGO DELE OLHA E DIZ QUE SE EU QUIZESSE ELE AUMENTERIA MEU TESÃO...NA HORA ME LEVANTEI E OS DOIS COMEÇARAM A CHUPAR MEUS SEIOS E FORAM DESCENDO...E EU LOUCA DE TESÃO.QUANDO

CHEGOU NA MINHA BUCETINHA,UM CHUPAVA ELA E O OUTRO ME BEIJAVA...ELES REVESAVAM...EU ESTAVA NO CÉU;MEU EX CUNHADO ME PEGA NO COLO,ME LEVA PRO QUARTO E TIRA O RESTO DA MINHA ROUPA ENQUANTO O AMIGO DELE COLOCAVA O SEU PAU NA MINHA BOCA E SOCAVA ATÉ A GARGANTA...ENTÃO MEU CUNHADINHO ME PENETROU DEVAGAR,ENFIANDO BEM GOSTOSO NA MINHA BUCETINHA E QUANDO COLOCOU TUDO,CHAMOU O AMIGO PRA COLOCAR NO MEU CUZINHO...ELE ME ENRABOU SEM DÓ.E MAL COLOCOU O PAU NO MEU CUZINHO E GOZOU ME LAMBUZANDO DE PORRA!E MEU CUNHADO VENDO AQUELA CENA NÃO SE CONTEVE E GOZOU TAMBÉM...LOGO FIZEMOS DE NOVO E BRINCAMOS O DIA INTEIRO.AGORA,SEMPRE VAMOS FAZER ISSO E ESPERO QUE ELE TRAGA NOVOS AMIGOS PRA GENTE SE CONHECER!!! BEM...POR ENQUANTO É SÓ,CAROS LEITORES...MAS TENHO MUITAS HISTÓRIAS PARA CONTAR,APESAR DE SER APENAS UMA NINFETINHA!

Chupei meu colega e dei pro cara q tava olhando Sou morena clara, tenho cabelos crespos compridos, até altura da cintura. Sou magra e toda pequenina. Tenho 21 anos mas quem me vê acha que tenho uns 14 aninhos. Sou gaúcha e combinei de encontrar um colega na pracinha que fica próxima a uma estação do trensurb, a princípio o encontro seria para eu devolver um caderno que peguei emprestado. Como de costume me arrumei toda, porque não gosto de sair com qualquer roupa, coloquei um perfume gostoso, passei um creme no meu corpinho, coloquei uma blusinha branca de alcinha e uma sainha jeans curtinha e salto plataforma bem alto. Cheguei na pracinha e ele já estava lá, levantou e foi me encontrar. Me deu um beijo no rosto e disse que eu estava

cheirosa. Ele vestia uma calça de abrigo verde do exército (mas ele nem chegou a servir o Exército) e uma camiseta preta. Caminhamos um pouquinho e sentamos em um banco da praça. Conversa vai conversa vem, ele colocou a mão na minha cintura e me puxou pra perto dele e me beijou. Que beijo bem gostoso, cada movimento da língua dele me excitava. Perdi a vergonha na cara e coloquei uma perna em cima da coxa dele, como já estava escuro pois era umas 20 horas, nem liguei pro fato de estar de saia, mas ele aproveitou e passou a mão pela minha coxa, apertando, depois subiu até minha calcinha e ficou mexendo por cima dela. Como sou magrinha a minissaia que eu vestia ficava meio folgada quando eu sentava e ele viu que a calcinha que eu vestia era de amarrar do lado, foi ai que ele desamarrou, guardou ela na minha bolsa e começou a me masturbar, primeiro enfiando um dedo, depois dois e ficou ali me enlouquecendo e me matando de tesão. Ele queria me ter ali mas eu não aceitei pq tinha criança perto, convidei ele pra dar uma caminhada porque sabia que por ali tinha umas garagens de prédios que dava pra gente se agarrar a vontade. Caminhamos até a outra rua e eu fui só de sainha sem nada por baixo, sentindo minha bucetinha enxarcada de tesão...encontramos uma porta de garagem e eu disse: \"-É aqui!\" E comecei a beijar ele. Me ajoelhei na frente dele, baixei parte do abrigo, e depois a cueca e comecei a chupar ele, apesar da minha boca ser pequena, enfiava quase todo pau. Passava a língua na cabeça e punhetava ao mesmo tempo. Enquanto eu estava ali chupando aquele pau gostoso do meu

colega, olhei pro prédio em frente a garagem e vi que tinha um cara na sala de um dos apartamentos que estava nos olhando, com as mão por trás do corpo do meu colega fiz sinal que depois seria ele. Continuei chupando até que meu colega gozou, e nossa, quanta porra!!!! Me recompuz e disse pra ele que tinha que ir embora, ele me deu tchau e foi pra estação. Fiquei ali na frente do prédio olhando pro cara e fiz sinal pra ele descer. E é obvio que ele tava com muito tesão e desceu, abriu a porta do prédio e entrei com ele. Pegamos o elevador e subi beijando ele, que era um coroa, achei que ele devia ter uns 45 anos, magro de cabelos grisalhos. Entrei no apartamento e ele me abraçou por trás, começou a beijar meu pescoço e apertar meu peitinhos. Sem virar eu abri o zíper da calça jeans dele e tirei o pau pra fora. Levantei a minha saia e caminhei com ele até a poltrona e fiquei de quatro. Falei pra ele: \"-Mete com vontade!\" Não deu outra, ele meteu todo aquele pau de uma vez e eu falei que tava gostoso, e o coroa começou a meter mais rápido e mais forte, parece que tava na seca fazia muito tempo. O coroa ficou muito louco, fora da casinha com o que tava acontecendo e eu me soltei de vez. Comecei a gemer e a falar que era delicioso. E como estava bom mesmo. Ele parecia uma criança feliz. O coroa continuou ali bombando minha bucetinha novinha e começou a puxar meu cabelo a cada bombada que dava e eu gozei. Enquanto gozava ele dizia: \"-Ta gozando sua puta! Ta bom? Te fiz gozar vagabunda?! Hein vagabunda?\". nisso o cara me deu um tapão da cara e falou:\"Puta, tu é muito puta mesmo, tu até gosta de apanhar!\" Não posso negar que adorei, e ele continuou, sem gozar. Me puxou e me deixou de frente pra ele, chupou meu

peitinhos e depois enfiou de novo na minha buceta, e meteu com força até que gozou. Depois que passou aquela loucura do coroa ele me pediu desculpas e perguntou se tinha me machucado. Falei que tinha doido mas que tava legal. Ele me encheu de beijos e agradeceu a foda maravilhos que eu tinha proporcionado a ele. Trocamos e-mail e ficamos amigos, ele é advogado e é separado a 5 meses, a idade exata dele é 44 anos. Isso aconteceu em março deste ano, quando faziam 4 meses de separação. Virei lanchinho dele, quando ele ta afim eu dou um jeito de fazer uma visitinha. Me apresentou para dois amigos dele, mas isso eu conto depois. Sempre fui tarada, e adoro sexo, quando for possível deixo meu e-mail pra marcar alguma coisa com os gaúchos! Bjos

O caso com minha mãe(parte 1) O que vou contar a vocês agora aconteceu quando tinha 16 anos.Já tive desejos com varias mulheres,inclusive com minha vó,mas a única mulher que nunca tinha tido desejo sexual foi minha mãe,por que pra mim mãe é sagrada.Mas de um tempos pra cá as coisas começaram a mudar.Minha mãe me teve cedo e tinha na época 34 anos.Minha mãe se separou de meu pai a três anos.Eu fiquei morando com minha mãe,enquanto minha irmã foi morar com meu pai.Em poucas palavras,eu ficava com minha mãe sozinho na casa.Como disse minha mãe tem 34 anos,é morena,meio baixa,tem 1 metro e 60 de altura,é magra,peitudinha,e uma bunda sensacional!Como vinha dizendo nunca tinha sentido atração pela minha mãe,mas algo me fez mudar.Certo dia,era sábado,estávamos eu e minha mãe sozinhos em casa.Minha mãe estava fazendo faxina lá em casa.Fui ao quarto dela pra pegar uma roupa para mim,pois minhas roupas ficam no

quarto.Quando chego lá tenho uma bela surpresa.Minha mãe estava de quatro,com uma calça colada,limpando o chão do quarto.Diante daquela visão não consegui não ficar de pau duro.Mas eu não queria ficar assim,então sai do quarto.Fiquei o resto do dia pensando como eu era um cara horrível por ter tesão pela própria mãe,Minha mãe sempre foi carinhosa comigo, e sempre de noite antas de dormir ela vinha me dar boa noite.Aquela noite não foi diferente.Ela me deu boa noite,e eu acabei esquecendo a situação que eu tive mais cedo.Chegou segunda feira,estava chegando da escola,era meio dia e alguma coisa,e minha mãe estava terminando o almoço.Quando entro na cozinha tenho outra visão maravilhosa:minha mãe estava abaixada,procurando algo na gaveta de baixo.O bundão da minha mãe estava bem na minha frente,e como ela estava com uma calça de lycra,dava pra ver bem os contornos de sua bunda,até um pouco de sua buceta.Que visão do paraiso.Meu pau ficou duro na hora.Minha mãe falou:-tudo bem peter? Eu estava mudo com a visão de sua bunda,só fui responder alguns segundos depois.Falei pra ela que estava distraido.E tive tambem de esconder meu pau duro.Depois do almoço fui triste para o meu quarto,pois me achava o pior cara do mundo por ficar de pau duro olhando a bunda da minha mãe.O pior é que meu pau continuava duro,e eu estava quase batendo punheta.Mas consegui resisti,e meu pau amoleceu.Pensei que fosse resistir a tentação,mas eis que chega a terça feira.Já era umas 8 da noite e minha mãe me chamou pra jantar.Quando cheguei na cozinha vi que minha mãe estava usando uma blusa com um decote enorme.Os peitos da minha mãe pareciam que iam sair pra fora.Minha mãe estava muito gostosa.Como estava calor ela estava de short bem curtinho,mostrando suas lindas pernas morenas.Mas eu não parava de olhar para o seu decote.Eu só pensava em agarrar e chupar aqueles peitos.Mas ao mesmo tempo ficava enojado de sentir tesão pela minha mãe.De qualquer maneira fiquei de pau duro.Minha mãe foi pra sala ver a novela das nove,e eu fiquei terminando de jantar.Pensei que aquilo ia passar.Mas depois foi pior.Minha mãe estava sentada de um lado do sofá,e eu sentei do outro para evitar que eu continuasse me excitando.mas daí minha mãe pediu para mim colocar minha cabeça no seu colo.Eu falei:-pra que mãe? -pra mim faze um carinho no teu cabelo.O que que tem menino? -tá bom...

Deitei minha cabeça em seu colo e ela começou a fazer carinho no meu cabelo,pois ela fazia isso quando eu era criança.Mas como eu já não era mais criança nem bobo,e em aproveitando que ela estava sem short,comecei a passar a mão na perna da minha mãe.Ela,inocente nem ligou,pensou que eu estava retribuindo seu carinho.Sua pele parecia veludo.Passava a mão nas pernas e nas coxas de minha mãe,mas não me cansava disso.Sua pele era tão macia,bem depilada.Meu pau estava duro e eu estava nos céus.Mas me sentia mal por ser minha mãe.Mesmo assim continuei.Depois que acabou a novela,minha mãe foi acabar de lavar a louça.E eu fui correndo pro meu quarto.tentei me segurar mas não consegui.Estava me masturbando pensando na minha mãe.Pensava em chupar seus peitos e suas pernas,e em comer sua bunda.Depois de uns minutos,não agüentei mais e gozei.Minha primeira gozada pensando na minha mãe.E eu fui dormir com a consciência pesada de fazer aquilo.Mas eu fiz.Nos outros dias da semana tentei ver minha mãe o menos possível,pra evitar que acontecesse aquilo de novo.Mas eis que chega sábado.Eu e minha mãe sozinhos em casa o dia inteiro.E esse era o dia de minha mãe fazer faxina em casa.As coisas começaram logo quando eu acordei.Fui na cozinha pra tomar café,e quando chego lá uma visão maravilhosa:Minha mãe estava abaixada pegando alguma coisa,com a mesma calça lycra daquela terça-feira.Que bunda linda tinha minha mãe.O pior que veio de dentro de mim uma vontade impressionante de encoxar minha mãe.Estava indo em direção dela.Tentava voltar ,mas o tesão era maior.Aquela bunda tinha me hipnotizado.Dei uma encoxada de leve na minha mãe.E por sorte ela nem notou.Fui pro meu quarto não acreditando que fiz aquilo,mas mesmo assim,bati uma punheta.Minha consciência não estava tão forte assim.Eu estava começando a pensar na possibilidade de comer a minha mãe.Chega a tarde,chego na sala e vejo minha mãe deitada no sofá.Ela então diz:-filho,deita aqui com a mamãe.eu acho melhor não mãe -por que não filho -é que...sei lá... -não tem por que,vem aqui deitar com a mamãe,deita aqui atrás de mim. Tive que fazer isso.Deitei atrás de minha mãe,e já fui quase a encoxando.Tinha aquela maravilha de bundão bem perto de mim,mas ao mesmo tempo tão longe...minha mãe então perguntou:-você esta estranho comigo essa semana,pet.Aconteceu alguma coisa?-nada!É que eu to

cansado!To tendo muitas provas no colégio!-ta então faz carinho na mamãe.Passa a mão na minha barriga. Comecei a passar a mão na barriga da minha mãe.Que barriga macia tinha minha mãe.Era morena,e tinha uns pelinhos brancos que davam um charme.E um umbigo bem bonitinho.Estava de pau duro total.Ele estava até latejando!Mas uma coisa boa ac