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PROJETO PEDAGÓGICO - INDIOS

PROJETO PEDAGÓGICO - INDIOS

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PROJETO PEDAGÓGICO - ÍNDIOS - EXECUTADO EM UMA CRECHE NO MUNICÍPIO DE CAMPO ALEGRE DE LOURDES - BA.
PROJETO PEDAGÓGICO - ÍNDIOS - EXECUTADO EM UMA CRECHE NO MUNICÍPIO DE CAMPO ALEGRE DE LOURDES - BA.

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EDITADO POR: JAMES PEREIRA DOS SANTOS

ENTREVISTA E ESTÁGIO DE OBSERCAÇÃO DO ESTÁGIO II
Aluna: Maria Vera Lucia Dias Passos Instituição de Ensino/Local do Estágio: Creche Municipal Manoel de Macedo e Silva Estado: Bahia Município: Campo Alegre de Lourdes

Nível/Ano/Turma de estagio e faixa etária dos alunos: Estágio II, Módulo 08, estágio nível ensino infantil/03-04/2009, alunos com idade de 04 a 05 anos. Relato e analises das atividades de entrevistas e observações realizadas na turma de estágios

ENTREVISTA
Professora/aluna: Maria Vera Lucia Dias Passos Auxiliar: Leidiane Antunes A integração e inclusão são trabalhadas por mim, de forma ampla onde envolve todos os alunos, fazendo a junção daqueles que tem mais facilidade de aprendizagem com o que tem menos, formando grupos, debatendo entre os mesmos, roda de conversa. Criando algo para que todos trabalhem em parceria. Os discursos trabalhados a respeito das diferenças: Etnias – demonstro para as crianças que os povos são diferentes e por isso possuem culturas e costumes diferentes. Mas nem por isso uns são melhores do que os outros. Raça – no dia-a-dia através de conversas sempre é explicado de forma, bem clara, que todos somos iguais e temos os mesmos direitos de termos uma família, freqüentar escola, as instituições religiosas, respeitar e ser respeitado sem distinção de cor. Gênero – Conscientizo os alunos que tanto faz menino com meninas todos tem os mesmos direitos de freqüentar a escola participando das aulas, das brincadeiras, ambos podem ser escolhidos pelo professor para recolher os brinquedos após a recreação, abordando que todos estamos juntos pelos mesmos objetivos, sem distinção de gênero. Crianças especiais – Apesar das escolas públicas da nossa cidade não oferecer professores capacitados, para solucionar este problema para com as crianças a escola faz o seu papel, recebe os mesmos com muito carinho, tratando-os de igual para igual, sempre ajustando alguns detalhes pra que eles se sintam a vontade, participando das

aulas, das mesmas brincadeiras. E essa educação especial não traz desigualdades entre as crianças, por essas serem especiais. Para que haja mais integração entre os alunos utilizo os jogos que a escola oferece como: quebra-cabeça, massa de modelar e emborrachados. Cada qual forma seu grupo ao receber o jogo começam o seu trabalho de encaixar as peças no lugar certo, manuseando a massa de modelar, fazendo muito objetos, criando varias brincadeiras, logo após fazem suas exposições e trocas entre os grupos. A minha prática pedagógica alicerçada é o apriorismo. Entre os demais teóricos se sugere o Piaget porque seu método é caracterizado no construtivismo trabalhando em grupo, pela a descoberta, pelo conhecimento do aluno, pelo contato direto com o objeto do conhecimento (colega, professor e outros). Esse método preocupa-se em garantir a seus alunos as possibilidades de um completo desenvolvimento intelectual e sócioemocional. Sua metodologia de Educação visa por fazer apelo às atividades espontâneas das crianças, objetivando a construção das estruturas cognitivas. O aluno é diferenciado e avaliado como pessoa, os aspectos objetivos são determinantes na construção da personalidade e eles se revelam de forma explicita. As atividades realizadas em campos: caracterizam e valorizam mais conhecimentos aos alunos, pois no momento em que o professor está expondo o assunto, os alunos estão vivenciando de perto a própria realidade sugere que os mesmo se sintam realizados. As palestras são sempre freqüentes, inclusive nas datas comemorativas, como por exemplo: dia do índio, de Tiradentes, páscoa, funcionário publico, etc. Oficina em sala de aula é formada entre professor e aluno. O professor organiza os brinquedos da própria escola e os alunos sempre trazem seus brinquedos de casa formando uma oficina para suas próprias brincadeiras.

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ESTÁGIO DE OBSERVAÇÃO
Instituição de Ensino/Local do Estágio: Creche Municipal Manoel de Macedo e Silva Professora/aluna: Maria Vera Lucia Dias Passos Auxiliar: Leidiane Antunes

Nível/Ano/ Turma de estágio e faixa etária dos alunos: 4 a 5 anos. O presente relatório configura-se como um documento descritivo e pretende apresentar as experiências vivenciadas no campo de estágio, referente á disciplina Estágio de Observação exigido pela ULBRA. O qual se realiza na Creche Municipal Manoel de Macedo Silva de Campo Alegre de Lourdes, BA na sala de Terceiro período, composta por 31 alunos contando com uma professora e uma auxiliar por turma. Posso constatar que a sala tem ótimas instalações sendo bem arejada com espaço amplo e boa iluminação para realização de todas as atividades dispondo de várias informações nas paredes da mesma, como varal das atividades, mural das novidades; cartazes informativos sobre onde jogar o lixo e ainda cartazes com dicas de higiene pessoal como: aluno escovando os dentes e outros... A sala dispõe ainda de um armário e uma estante onde é formado o cantinho da leitura com livros de historinhas e contos dos quais faço uso com os alunos tanto em sala de aula como para levarem para casa. As carteiras são todas adequadas para o tamanho de cada criança estando todas em ótimo estado de conservação. A escola oferece um pátio para realização de jogos e brincadeiras, dispõe também de uma sala de TV e DVD onde os professores podem realizar tarefas diversas. Eu e a auxiliar iniciamos as aulas ás 07h30min, com as seguintes atividades: colocamos todas as crianças em fileiras para tomar café, retornando a sala, colocamos os alunos para rezar e cantar um bom-dia! Logo após inicio um assunto de português: as vogais usando como estimulo cara redondinha, explorando bem o canto, chamávamos cada criança para escrever na lousa as vogais, e seguindo, distribuiu uma atividade, quando os mesmos terminam a atividade, levei-os para a aula de recreação no parquinho, em seguida voltaram para a sala de aula para assistir historinhas, ás 11h00min foram para o almoço, e ás 11h40min foram dormir.

Na aula seguinte abordei as vogais com gravuras e outros materiais enriquecedores. As crianças estavam curiosas e espontâneas, chamava os mesmos na lousa despertando a curiosidade dos mesmos. Na quarta-feira, expliquei a letrinha (A) maiúscula e minúscula (a) chamando as crianças na lousa para escrever as duas letrinhas dizendo os mesmos onde usamos a letrinha maiúscula. Na quinta-feira revisei as duas letrinhas a e A explorando com palavras escritas na lousa. Na sexta-feira, fui um pouco extrovertida fazendo com que eles aprendessem de maneira simultaneamente varias disciplinas (português, matemática, ciências e religião), abordei um tema de religião “A arca de Noé”, usei como motivação gravuras com desenhos religiosos e a própria bíblia. Eu e minha auxiliar tivemos que conscientizar as crianças sobre a palavra de Deus. Logo após - Ás 11h00min, levamos os alunos para o almoço e às 11h40min h foram dormir. Durante o estagio posso afirmar que fui muito comprometida com a aprendizagem de meus alunos realizando várias atividades em grupo e individual sempre preocupada com a diversidade em sala tanto na exposição do conteúdo quanto no tratamento dado a cada um. A disposição das carteiras em círculo desenvolve a segurança, promove á educação participativa, melhora a concentração, diminui conflitos em sala de aula e ainda as conversas paralelas. Durante as atividades os alunos dispõem de livros de alfabetização e de cadernos específicos para cada matéria sendo sempre utilizados com auxilio da professora e da auxiliar. Os alunos sempre estão realizando atividades extras de pesquisas. Nas atividades os alunos demonstram-se sempre interessados e fazem varias perguntas. Ao serem questionados sobre os assuntos trabalhados os mesmos se mostram comprometidos e interessados. Tenho sempre demonstrado segurança e passo muita confiança aos alunos desenvolvendo a criatividade dos mesmos com atividades prazerosas e desafiadoras, levando os a pensar sobre o que aprenderam e também sobre o que ainda precisam aprender. Esse Estágio tem como objetivo favorecer a descoberta de um processo dinâmico de

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aprendizagem, possibilitando-me como educador uma nova visão e compreensão da atuação do papel do pedagogo na educação, dentro das situações reais, de forma que o mesmo pode aumentar o nível de conhecimento e aplicá-lo numa realidade próxima a união da teoria com a prática. Este processo visa um importante meio de crescimento profissional, proporcionando a oportunidade de aplicação dos conhecimentos adquiridos, bem como a incorporação de novos conhecimentos e o pensamento reflexivo do saber, possibilitando consolidar a profissionalização.

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL – ULBRA

LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA.

Tema: ÍNDIOS

PROJETO DE DOCÊNCIA DO ESTAGIO II
Maria Vera Lucia Dias Passos

CAMPO ALEGRE DE LOURDES – BA, MARÇO 2009

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL – ULBRA LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA.

EDITADO POR: JAMES PEREIRA DOS SANTOS

Tema: ÍNDIOS
PROJETO DE DOCÊNCIA DO ESTAGIO II
ALUNO (A): MARIA VERA LUCIA DIAS PASSOS ORIENTADOR: EVERALDO MENDES DOS SANTOS TUTOR: ANA MARIA RUBEM
PROJETO DE DOCÊNCIA DO ESTAGIO II DO MODULO 08 DO CURSO DE PEDAGOGIA.

TÍTULO DO PROJETO

Índio

Subtítulo: A importância da cultura dos índios para a Educação no Brasil.

JUSTIFICATIVAS:
Baseado no livro de Eunice Dias de Paula et. al., História dos povos indígenas: 500 anos de luta no Brasil, Petrópolis - VOZES/ CIMI 1986, entre outras fontes. Alguns historiadores afirmam que antes da chegada dos europeus á América havia aproximadamente 100 milhões de índio no continente. Só em território brasileiro esse número chegava a 05 milhões de nativos aproximadamente. Estes índios brasileiros estavam divididos em tribos, de acordo com o tronco lingüístico ao qual pertencia tupi-guaranis (região do litoral); macro-jê ou tapuias (região do planalto central); aruaques e caraíbas (amazonas). Atualmente calcula-se que apenas 400 mil índios ocupam o território brasileiro, principalmente em reservas indígenas demarcadas e protegidas pelo governo. São cerca de 200 indígenas e 170 línguas. Porém muitas delas não vivem mais como antes da chegada dos portugueses. O contato com o homem branco, fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural. Observando os alunos da Creche Municipal Manoel de Macedo e Silva, percebi a dificuldade que eles possuem em relação á história do índio no Brasil. Em virtude disso o projeto índio será desenvolvido na própria creche, na cidade de Campo Alegre de Lourdes, Bahia. Com a turma do 3° período. Composta por 30 alunos com a idade de 04 a 05 anos. Visando para que as crianças tenham mais conhecimentos da história dos mesmos. Exemplos dos hábitos indígenas influente na nossa cultura. A história do índio expressa curiosidade e criatividade nas crianças, tornando-as motivadas e interessadas, podem despertar e propiciar nas crianças a vontade de cada dia à professora levar para a sala de aula muitas novidades a respeito dessa raça e como eles vivem hoje no Brasil. O conhecimento das crianças em relação aos índios e sua história, desperta nos mesmos sentimentos que servem para valorizar cada vez mais o índio e sua cultura.

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OBJETIVOS GERAIS
• • • Conhecer a história dos índios brasileiros; Saber identificar os costumes indígenas; Reconhecer as influencia dos índios em nossa cultura;

• •

Relatar como os índios vivem atualmente no Brasil; Citar o que é e qual o objetivo da FUNAI.

OBJETIVOS ESPECIFICOS
• • • • • • Estimular nos alunos o interesse de conhecer a história dos índios; Valorizar a história dos índios; Conscientizar as crianças como vivem os índios hoje no Brasil; Explicar aos alunos que alguns índios têm sua própria constituição Conversa informativa com as crianças sobre a importância da cultura dos índios na nossa cultura; Saber a valorização do índio aqui no Brasil.

CONTEÚDO
• • Dia do índio; Comidas típicas do índio;

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Armas do índio; Alguns costumes dos índios; O Deus dos índios; O trabalho indígena Historia da índia (A flauta Luanda) Pesquisa sobre os índios brasileiros; Vestuários dos índios; O chefe da tribo indígena.

METODOLOGIA
Trabalhar atividades interdisciplinares utilizando jornais, revistas, livros analises e debate sobre o índio, pinturas, exposição de objetos indígenas, pesquisa de noticiários

atuais sobre as tribos indígenas do Brasil, confecções de cartazes em grupos sobre objetos indígenas. A metodologia está alicerçada nas teorias de Piaget - Entre os demais teóricos, sugerir Piaget porque seu método é caracterizado no construtivismo trabalhando em grupo, pela a descoberta, pelo conhecimento do aluno, pelo contato direto com o objeto do conhecimento (colega, professor e outros). Esse método preocupa-se em garantir a seus alunos as possibilidades de um completo desenvolvimento intelectual e sócio emocional. Sua metodologia de Educação visa por fazer apelo às atividades espontâneas das crianças, objetivando a construção das estruturas cognitivas. O aluno é diferenciado e avaliado como pessoa, os aspectos objetivos são determinantes na construção da personalidade e eles se revelam de forma explicita.

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AVALIAÇÃO
Será feita em coletividade, oral e escrita, colagem, pintura, quebra-cabeça, leitura individual e em grupo, conversas informais. • • Sugestões dos próprios alunos; Trabalho com atividades interdisciplinares.

REFERÊNCIAS
• • • A biblioteca da própria escola; Contos de lendas; RELIGIÃO: A Bíblia Sagrada;

AMARANTE, E. A. R.; PAULA, E. D. ; PAULA, L. G. . História dos Povos Indígenas - 500 anos de luta no Brasil. 1. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 1982. v. 1. 168 p. Isabella Carpaneda & Angiolina D. Bragança: Porta Aberta para Matemática Alfabetização, Ed. FTD, vol. 1, São Paulo, 2003, 248 pag.

MEIRELES, Cecília. Obra completa. Nova Aguilar, 3ª edição. Rio de Janeiro, 1977. PASSOS, Lucina Maria Marinho: Alegria de Saber: Estudos Sociais e Ciências - Vol. 2, Editora Scipione, ISBN: 852624841. 96 pag. VESENTINI, José William ; SILVA, Dora Martins Dias & PÉCORA, Marlene. História – Vivencia e construção: 1ª série: ÁTICA, São Paulo, 2005, 136 p. ISBN 8508093551 http://www.cimi.org.br/?action=read&eid=194&id=3069&system=ne ws, em 26/03/2009 às 18h25min http://www.saa.com.br/eventos/500anos/indios.htm, em 26/03/2009 às 22h44min

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PLANILHA DO REGISTRO DE ATIVIDADES DO ESTÁGIO II

Aluno (a): Maria Vera Lucia Dias Passos Instituição de Ensino Local do Estágio: Creche Municipal Manoel de Macedo e Silva Estado: Bahia Município Campo Alegre de Lourdes – Bahia Nível 1 Ano: 2009 Turma de estagio

Faixa etária dos alunos: 04 a 05 anos

Relato e análises das atividades semanais de docência. Atividades realizadas na semana de 23/03/09 a 27/03/09

As atividades realizadas durante esse período envolveram as disciplinas: MATEMÁTICA: trabalhei com os números naturais 1, 2, 3 - Usei como motivação: músicas indígenas foram utilizadas as armas dos índios, tais como: arco, flecha e tacape. Realizei perguntas orais sobre a quantidade e quais foram às armas dos índios e eles responderam corretamente. Como avaliação – eles desenvolveram recortes e colagem com as armas indígenas. PORTUGUÊS: Foram trabalhadas as vogais, abordei as letrinhas: a, e, i no primeiro dia, usando como motivação a música: cara redondinha. Logo após pedi para que eles circulassem as vogais da palavra “índio”. No dia seguinte abordei o restante das vogais, perguntando a eles quais as vogais que se tem na palavra flecha, responderam corretamente. Como avaliação: salada de letras, formando algumas palavras indígenas. HISTÓRIA: contei a História dos índios – e como estimulo, cantamos músicas indígenas. Enfatizei que os indígenas foram os primeiros habitantes do Brasil, mas, com o tempo foram perdendo suas terras. Hoje são poucos índios que vivem no Brasil. No dia 19 de abril comemora-se o dia do índio, eles vivem em grupos chamados tribos. Moram em cabanas chamadas ocas. Para sua alimentação utilizam caça, pesca, frutas, raízes, batata-doce, pipoca, milho e etc. Como avaliação, debate: vida de índio no Brasil.

RELIGIÃO: realizei uma conversa informal sobre os deuses dos índios. E como motivação, eu mostrei cartazes com gravuras dos deuses que eles adoravam. Comentei que os mesmo foram catequizados pelos jesuítas. Como avaliação, fiz varias perguntas sobre a conversa que houve em aula e todos responderam corretamente. PLANILHA DO REGISTRO DE ATIVIDADES DO ESTÁGIO II Aluna: Maria Vera Lucia Dias Passos Instituição de Ensino Local do Estágio: Creche Municipal Manoel de Macedo e Silva Estado: Bahia Município Campo Alegre de Lourdes – Bahia Nível 1 Ano: 2009 Turma de estagio

Faixa etária dos alunos: 04 a 05 anos Relato e análises das atividades semanais de docência. Atividades realizadas na semana de 30/03/09 a 04/04/09 As atividades realizadas durante esse período envolveram as disciplinas:

MATEMÁTICA: Revisei os números dados anteriormente (1,2,3). Continuando com os números naturais trabalhei os números 4, 5, 6. E como motivações cantaram a música com os próprios números, foram abordadas algumas comidas típicas dos índios. Como por exemplo: a caça, a pesca, a raiz, milho, frutas e verduras, etc. Explicitei que os índios utilizavam esses e outros produtos para a sua alimentação. Como avaliação – foram usados livros e revistas contendo comidas típicas indígenas, eles recortaram e fizeram colagens em figuras que retratavam comidas típicas dos mesmos. PORTUGUÊS: Na semana seguinte houve a revisão de todas as letras das vogais. Como motivações, cantamos o canto “cinco amiguinhos”. Expliquei para os mesmos a importância de aprendermos as vogais. Entre as mesmas temos duas letrinhas e uma repetição (i) que está contida na palavra “índio”. Essa mesma palavra foi explorada, sendo que os alunos tiveram que reconhecer as vogais contidas na mesma. Avaliação – alguns alunos foram chamados na lousa para reconhecerem as vogais existentes no nome índio. HISTÓRIA: dei continuação da aula anterior - da história do índio no Brasil. E como estimulo utilizei musicas do próprio índio. Trabalhei falando sobre a vida dos índios ianomâmis. No aspecto de sobrevivência – como eles vivem hoje no Brasil, foi

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comentado que vida de uma criança ianomâmi até os 03 anos de idade. Expliquei como era as limitações e os gostos dos mesmos. Avaliação: recorte e colagem de noticias atual sobre as tribos indígenas no Brasil. RELIGIÃO: fiz a revisão da conversa abordada sobre os deuses dos índios, acrescentando que assim como o homem branco buscava seus direitos e formas de civilizações, os índios também tiveram o privilegio de ser catequizada especialmente por o jesuíta padre Jose de Anchieta em missão pelo interior do Brasil. Como avaliação, colagem com alguns deuses e catequizadores dos índios.

PLANILHA DO REGISTRO DE ATIVIDADES DO ESTÁGIO II Aluna: Maria Vera Lucia Dias Passos Instituição de Ensino Local do Estágio: Creche Municipal Manoel de Macedo e Silva Estado: Bahia Município Campo Alegre de Lourdes – Bahia Nível 1 Ano: 2009 Turma de estagio

Faixa etária dos alunos: 04 a 05 anos Relato e análises das atividades semanais de docência. Atividades realizadas na semana de 06/04/09 a 14/04/09 As atividades realizadas durante esse período envolveram as disciplinas:

MATEMÁTICA: trabalhei a comparação de dois números naturais, como estimulo, fiz uma comparação entre os próprios alunos. Abordei o tema que muitos índios não vivem como antigamente e que o contato com o homem branco, fez com que muitas tribos perdessem sua identidade cultural. Avaliação - pedi que os alunos fizessem comparações entre os índios de antigamente em relação aos atuais. PORTUGUÊS: abordei as vogais maiúsculas. Como motivação, cantamos a músicas com as próprias letras. Expliquei que o nome de um índio pode ser escrito com letras maiúsculas. Foi escrito o nome índio com vogal maiúscula na lousa. Todos conheceram as vogais maiúsculas contidas na mesma. Avaliação – pedi que circulassem as vogais maiúsculas do nome índio. Foi um sucesso! HISTÓRIA: trabalhei com a afirmação dos historiadores, de que antes da chegada dos

europeus na America, havia índios em grandes quantidades no continente. Já aqui em terras brasileiras havia índios em pequenas quantidades, os mesmos estavam divididos em tribos. Como estimulo, utilizei músicas indígenas. E através da musica os alunos tiveram certo interesse de ouvir a historia dos índios. Avaliação – realizei através de perguntas orais sobre a chegada dos índios á America, a quantidade de índios no continente, a quantidade de índios em terras brasileiras e como estavam divididos os mesmos no Brasil. RELIGIÃO: abordei a religião indígena. A motivação foi dada através de cantos indígenas. Explicitei que cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos, diferentes, e que todas as tribos acreditavam na força da natureza, nos espíritos dos antepassados e que para certos deuses e espíritos se fazia necessário e obrigatório a realização de rituais envolvendo cerimônias e festas. Avaliação: pesquisa sobre a religião indígena.

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RELATÓRIO FINAL DO ESTÁGIO II
Aluna: Maria Vera Lucia Dias Passos Instituição de Ensino/ Local do Estágio: Creche Municipal Manoel de Macedo e Silva, Campo Alegre de Lourdes – BA Nível (ano) turma de estágio e faixa etária dos alunos: 3° período: 04 a 05 anos.

Durante esses trintas dias que estive em convívio com o corpo docente e discente da creche para executar o estagio II na minha sala de aula, foi possível sentir o quanto é satisfatório estar em constante ato de aprendizagem e desenvolvimento de estratégias que faz alcançar os objetivos propostos a esse período, e assim somos a interação e a troca de experiências, que resultou numa oportunidade de estar desenvolvendo na prática como docente. Ao ver o interesse e a vontade dos alunos no decorrer desse período foi possível avaliar que os objetivos propostos foram alcançados no desenvolver do projeto de um cantinho informativo da cultura dos índios, com os tipos de comida, armas, Deuses, casas e transportes indígenas e ao ver a participação e interação dos alunos com o assunto conseqüentemente os fazendo-os se sentirem capazes de dar significado e elaborar suas próprias estratégias dando significação à aprendizagem. Esta experiência adquirida durante o período do estagio proporcionou a alegria de ver todos os alunos interagindo interessados cada vez mais, ao saber a história do índio no Brasil e como eles vivem hoje. Na execução do projeto índio, houve uma grande empolgação e curiosidade por parte dos alunos com os instrumentos musicais que os próprios índios fabricam e que os próprios têm muita satisfação de usarem em caças, colheita de frutas, na pescaria. Enfim na utilização para encontrarem seu alimento etc. Através de pesquisas recortes de jornais, relatos, revistas, fotos de índios e suas habitações, seus costumes e exposições feitas durante o desenvolvimento do projeto foi possível ter consciência que os alunos ficaram preparados e interessados de ir buscar a fundo a história dos índios aqui no Brasil.

Durante o processo de desenvolvimento do projeto usei como base o apriorismo que é caracterizado por Piaget, que acredita no construtivismo, por orientar execuções de trabalhos em grupo, para uma maior aprendizagem do aluno, pelo contato direto com o componente de aprendizagem. Essa metodologia preocupa-se em garantir a seus alunos as possibilidades de uma completa ampliação intelectual e sócio-emocional. O processo avaliativo foi feito com a participação dos alunos, como: vestuário e armas indígenas, exposição das comidas típicas dos índios. E demais colaboradores do projeto. Finalizando com uma salva de palmas dos docentes e funcionários daquela creche para os idealizadores e realizadores daquele projeto – índio.

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