M MA RI IN DO BR AS SI AR NH OB RA IL HA L AD D RE ET RI IA AD DE PO RT TO EC AS S IR TO EP OR OS OR SE CO DI OS ST TA

N NO MA SD AU UT ID DE MA RÍ ÍT OR AS TO DA EM AR TI RM DA OR AD IM AA RI MA A P PA AR RA AO OS SE ER RV VI IÇ ÇO OD DE EP PR RA AT TI IC CA AG GE EM M

NORMAM-12/DPC 1ª REVISÃO

-2 20 01 11 1-

NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM FOLHA DE REGISTRO DE MODIFICAÇÕES

NÚMERO DA MODIFICAÇÃO

EXPEDIENTE QUE A DETERMINOU E RESPECTIVA DATA

PÁGINAS AFETADAS

DATA DA ALTERAÇÃO RUBRICA

Mod 1

Folha de Rosto, Item 0109, 0210, Portaria nº 100/DPC, de 0212, 0223, 19 de maio de 2011 0231, 0248, Anexos: 2-I, 4-A, 4-B, 4-D, Portaria nº 206/DPC, de 30 de setembro de 2011 Portaria nº 95/DPC, de 23 de maio de 2012 -3-3-4-20201, 0202, 0205, 0207, 0208, 0213, 0214, 0215, 0216, 0217, 0218, 0219, 0220, 0222, 0223, 0224, 0404, An 2-F e An 2-I

20/05/2011

Mod 2 Mod 3

11/10/2011 30/05/2012

Mod 4

Portaria nº 202/DPC, de 5 de outubro de 2012

08/10/2012

- II -

NORMAM-12/DPC

ÍNDICE Páginas Folha de Rosto .............................................................................................................. I Registro de Modificações .............................................................................................. II Índice ............................................................................................................................. III CAPÍTULO 1 SEÇÃO I 0101 0102 0103 0104 SEÇÃO II 0105 0106 0107 0108 0109 0110 0111 0112 0113 0114 0115 0116 0117 0118 0119 0120 0121 0122 CAPÍTULO 2 SEÇÃO I 0201 0202 0203 0204 0205 0206 0207 0208 0209 0210 0211 0212 0213 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM INTRODUÇÃO PROPÓSITO...................................................................................... APLICAÇÃO....................................................................................... COMPETÊNCIA................................................................................. ABREVIATURAS ............................................................................... DEFINIÇÕES ATALAIA ............................................................................................ CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO ............................. CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA ................ ENTIDADE DE PRATICAGEM .......................................................... ENXÁRCIA......................................................................................... FAINA DE PRATICAGEM .................................................................. HABILITAÇÃO DE PRÁTICO............................................................. IMPRATICABILIDADE ....................................................................... LANCHA DE PRÁTICO...................................................................... MANOBRAS DE PRATICAGEM ........................................................ NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM...................................................... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO .................................................. PRATICANTE DE PRÁTICO.............................................................. PRÁTICO ........................................................................................... REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ......... SERVIÇO DE PRATICAGEM ............................................................ ZONA DE PRATICAGEM (ZP)........................................................... DOS PRÁTICOS DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ........................................................................................... REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO...... VAGAS............................................................................................... ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM...................................... INSCRIÇÕES..................................................................................... ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO............................................... PROVA ESCRITA (1ª ETAPA ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS, SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA - ELIMINATÓRIA) .. APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS ............................................. DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS........................................................... DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO. TÍTULOS ............................................................................................ SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) ...................................... - III -

1-1 1-1 1-1 1-1

1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-3 1-3 1-3 1-3 1-3

2-1 2-1 2-2 2-2 2-2 2-2 2-2 2-3 2-3 2-3 2-3 2-3 2-4

NORMAM-12/DPC Rev 1

0214 0215 0216 0217 0218 0219 0220 0221 SEÇÃO II 0222 0223 0224 SEÇÃO III 0225 0226 0227 -

TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA ..................................................... PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA - CLASSIFICATÓRIA) .................. PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA - ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... CLASSIFICAÇÃO FINAL ................................................................... DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM ................................................................ HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO.......................................................................................... CONVOCAÇÃO ................................................................................. VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO ...........................................

2-6 2-7 2-7 2-7 2-7 2-8 2-8 2-8

DA CERTIFICAÇÃO, DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO CERTIFICAÇÃO ................................................................................ 2-9 QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO............................ 2-10 EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO .................................... 2-10 DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ORGANIZAÇÃO................................................................................. 2-12 ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ............. 2-12 ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ..................................................................................... 2-13 DOS DEVERES DOS DEVERES DO PRÁTICO .......................................................... DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO ............................ DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO ................................................................... CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS ...................................................... DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE........................................ IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO ......................... IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO .................. RECUSA ............................................................................................

SEÇÃO IV 0228 0229 0230 0231 0232 0233 0234 0235 SEÇÃO V 0236 0237 SEÇÃO VI 0238 0239 0240 0241 SEÇÃO VII 0242 0243 0244 -

2-14 2-15 2-15 2-16 2-16 2-16 2-16 2-17

AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO DO PRÁTICO..................................................................................... 2-17 DO PRATICANTE DE PRÁTICO ....................................................... 2-18 DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS .. AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ RECUPERAÇÃO DE HABILITAÇÃO.................................................

2-18 2-18 2-19 2-19

HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO HABILITAÇÃO ................................................................................... 2-19 DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS ................................................. 2-19 PROCEDIMENTOS ........................................................................... 2-19 - IV NORMAM-12/DPC Rev 1

................................................ RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM....................................................... LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM EMPREGO..................................... EXTINÇÃO DE ZP ...................... 2-21 DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ......... 2-26 DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS ................................................................ IDENTIFICAÇÃO VISUAL........CONAPRA CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ..................................................... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO ........................... 4-1 4-1 4-1 4-1 4-2 4-2 CAPÍTULO 5 0501 0502 - PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM FIXAÇÃO DOS PREÇOS...................................................................... DOTAÇÃO ....................................... IDENTIFICAÇÃO VISUAL..... SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS........................................................................................................................... 5-1 -VNORMAM-12/DPC Rev 1 ..... 2-20 LOTAÇÃO E EFETIVO ................................ 3-3 DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA ................................................................. DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS...... 3-5 DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZONA DE PRATICAGEM........ QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO ............................... LANCHA DE APOIO E ATALAIA LANCHA DE PRÁTICO CARACTERÍSTICAS ........SEÇÃO VIII 0245 0246 0247 SEÇÃO IX 0248 SEÇÃO X 0249 SEÇÃO XI 0250 CAPÍTULO 3 SEÇÃO I 0301 0302 0303 0304 0305 0306 0307 SEÇÃO II 0308 0309 0310 0311 0312 SEÇÃO III 0313 0314 0315 CAPÍTULO 4 0401 0402 0403 0404 0405 0406 - DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP...... 2-20 ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM ............................ 5-1 NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ ................................................................................................... 2-26 LANCHA DE PRÁTICO........ HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM..................................................................................................................................................................................................................................................... PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO ..................................................................................................................... HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO ....................... EMPREGO............................................ QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO .................................................. 3-4 HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA........ DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS..... 2-20 EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO ..................................CONAPRA ..................................................... 3-1 3-1 3-1 3-2 3-2 3-2 3-2 3-3 3-3 3-3 3-3 3-3 ATALAIA ESTRUTURA OPERACIONAL ..

...................... 4-D-1 QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ................................................. 2-A-1 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO .................................. 2-F-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM ................................... 2-H-1 LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ............... 2-B-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO ........................................................... 3-A-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO ....................................................... 2-D-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO.ANEXOS: 2-A - 2-B - 2-C 2-D 2-E 2-F 2-G 2-H 2-I 2-J 3-A 3-B 3-C 4-A 4-B 4-C 4-D 4-E - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ... FRONTAL E DE TOPO ...... 4-E-1 ........................................... 4-C-1 TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM... 3-C-1 RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM .............................................. 4-A-1 PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO .................. 2-J-1 LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL.................. 2-C-1 DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO ..........................VI - NORMAM-12/DPC Rev 1 ......................................................................................................................................... 2-E-1 NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO .. 2-G-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADAS POR COMANDANTE .................. 2-I-1 LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO..... 4-B-1 ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA................ 3-B-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA..

0108 . aos Práticos. controlar e apoiar o atendimento do Prático à embarcação em uma Zona de Praticagem (ZP). 6) NPCF . 3) DL .CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Prático de uma determinada ZP. 5) NPCP . que congrega Práticos brasileiros.Capitania dos Portos ou Capitão dos Portos.PROPÓSITO Estabelecer normas para o Serviço de Praticagem nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM .CAPÍTULO 1 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM SEÇÃO I INTRODUÇÃO 0101 . aos Praticantes de Prático e aos usuários do Serviço de Praticagem. como Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário.CONAPRA É uma associação profissional. tendo por finalidade representá-los perante autoridades governamentais e -1-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . de maneira especial.Diretoria de Portos e Costas ou Diretor de Portos e Costas. as abreviaturas abaixo representam: 1) AG .Normas e Procedimentos da Capitania Fluvial. regulamentar o Serviço de Praticagem. 0104 . 0107 . SEÇÃO II DEFINIÇÕES 0105 . 0102 . 0103 .Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos.CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Praticante de Prático em uma determinada ZP. 2) CP . 0106 .APLICAÇÃO Estas Normas aplicam-se a todos os Serviços de Praticagem e. Também é denominada de Estação de Praticagem.Delegacia da Capitania dos Portos ou Delegado da Capitania dos Portos. sem fins lucrativos. estabelecer as Zonas de Praticagem (ZP) em que a utilização do Serviço é obrigatória ou facultativa e especificar as embarcações dispensadas de utilizar o Serviço de Praticagem.ABREVIATURAS Nestas Normas.COMPETÊNCIA Compete à Diretoria de Portos e Costas.ATALAIA É a estrutura operacional e administrativa organizada de formar a prover.Agência da Capitania dos Portos ou Agente da Capitania dos Portos. coordenar. 4) DPC .

NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas.ENXÁRCIA É a estrutura fixa instalada na proa da Lancha de Prático que tem como propósito auxiliar o embarque/desembarque do Prático na embarcação. para ser empregada no deslocamento e no transbordo do Prático para o embarque/desembarque na embarcação.IMPRATICABILIDADE É a situação que se configura quando as condições meteorológicas.MANOBRAS DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. acidentes ou fatos da navegação ou deficiências técnicas implicam em inaceitável risco à segurança da navegação. são as manobras de atracar/desatracar. 0114 . é a navegação realizada no interior de uma ZP com assessoria de um ou mais Práticos embarcados. 0117 .537. o tráfego de embarcações e/ou o embarque/desembarque do Prático. possuindo as tarefas específicas previstas nestas Normas e em outros documentos emitidos pela DPC. 0112 . É reconhecido pela Autoridade Marítima como Órgão de Representação Nacional de Praticagem. 0109 .PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO É o ponto estabelecido em coordenadas geográficas na ZP. 0111 . -1-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . onde é efetuado o embarque/desembarque do Prático por ocasião do início ou fim de uma faina de praticagem. 0116 .Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). fundear/suspender.entidades representativas de setores do meio marítimo nas questões ligadas à Praticagem. 0113 . é a atividade que envolve a realização de manobra(s) de praticagem e/ou navegação de praticagem em uma ZP.FAINA DE PRATICAGEM a) Para efeito destas Normas. de fainas de praticagem.LANCHA DE PRÁTICO É a embarcação homologada pelo CP com jurisdição sobre a ZP. mensal e semestral. 13 da Lei nº 9.ENTIDADE DE PRATICAGEM Termo de uso geral empregado para designar cada organização que congrega Prático(s) na ZP. 0110 . 0115 . o estado mar. desaconselhando a realização de fainas de praticagem. amarrar à bóia/largar da bóia. constituída sob qualquer das formas previstas no caput do art.HABILITAÇÃO DE PRÁTICO a) É o nível mínimo de capacitação técnica exigida de um Prático. de 11/12/1997 . quando executadas com a assessoria de Prático. estabelecida no Plano de Manutenção da Habilitação elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. entrar/sair de dique/carreira e alar ao cais. b) A faina de praticagem é computada para efeito da manutenção da habilitação do Prático e do cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. b) A manutenção da habilitação requer a execução de uma quantidade mínima.

requeridas por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. portador do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático e aspirante à categoria de Prático.REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM É o Prático dirigente da Entidade de Praticagem que reúne todo o efetivo de Práticos de uma ZP e que representa a Praticagem junto à CP. selecionado por meio de Processo Seletivo conduzido pela DPC. Não havendo consenso. 0121 . Quando houver mais de uma Entidade de Praticagem em uma determinada ZP.PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante que presta Serviços de Praticagem embarcado. É constituído de Prático. será aquele indicado por consenso entre as existentes.SERVIÇO DE PRATICAGEM É o conjunto de atividades profissionais de assessoria ao Comandante. 0122 . 0120 .ZONA DE PRATICAGEM (ZP) É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações. -1-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Compete à DPC estabelecer as ZP. 0119 . exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de Serviço de Praticagem para essa área. caberá à CP a sua designação. de Lancha de Prático e de Atalaia.0118 .PRATICANTE DE PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante.

o qual poderá incluir as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. é um Processo Seletivo reservado ao preenchimento. incisos I e II da Constituição Federal). e) Estar em dia com as obrigações militares. h) Possuir documento oficial de identificação válido e com fotografia. Prático ou Praticante de Prático até data estabelecida no Edital. não sendo o concurso público de que trata o Art. o qual será regido pelas presentes normas e detalhado por Edital específico a ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) e na página da DPC na Internet. § 1º. da Constituição Federal. Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC). b) Possuir curso de graduação (nível superior) oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação e concluído até data estabelecida no Edital. 14º.Lei do Serviço Militar). II. g) Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). 2º da Lei nº 4375/64 . portanto. do número de vagas previsto no seu Edital. com idade mínima de 18 (dezoito) anos completados até data estabelecida no Edital. b) Cabe à DPC. por meio de Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático. Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas. 37. para candidatos do sexo masculino (Art.PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO a) O preenchimento de vaga de Prático em Zona de Praticagem (ZP) dar-se-á. tão somente. c) Ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4 (quatro). elaborar e divulgar o Edital e executar o Processo Seletivo. e j) Cumprir as normas e instruções estabelecidas para o Processo Seletivo. 0202 . doravante denominado Processo Seletivo. até a data de encerramento das inscrições. O Processo Seletivo. Ademais. -2-1- NORMAM-12/DPC Mod 4 . f) Estar quite com as obrigações eleitorais (Art. inclusive conforme a correspondência com as categorias profissionais estabelecida nas “Normas da Autoridade Marítima para Amadores. não se destina ao provimento de cargo ou emprego público.CAPÍTULO 2 DOS PRÁTICOS SEÇÃO I DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO 0201 . no mínimo na categoria de Mestre-Amador. inicial e exclusivamente. o número de vagas por ZP a ser preenchido. c) O Praticante de Prático e o Prático não são militares ou servidores/empregados públicos. assim como não exercem função pública. i) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição. na qualidade de Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário e no exercício da atribuição de regulamentar o Serviço de Praticagem. determinar a época de realização. ou pertencer ao Grupo de Amadores. d) Não ser militar reformado por incapacidade definitiva ou civil aposentado por invalidez.REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO a) Ser brasileiro (ambos os sexos).

PROVA ESCRITA (1ª ETAPA . ser oferecida(s) vaga(s) decorrente(s) da seleção de candidato(s) que seja(m) Praticante(s) de Prático ou Prático(s). 2) 2ª etapa . e 4) 4ª etapa .ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM No caso de oferecimento de vagas em mais de uma ZP em um mesmo Processo Seletivo. -2-2NORMAM-12/DPC Mod 4 . podendo ser alterada no Edital. e) A prova escrita será realizada no(s) local(is) indicado(s) pela DPC. os quais. ou 2) Grau igual ou superior à metade do valor atribuído à prova. 3) 3ª etapa . d) A prova escrita poderá conter textos e/ou questões redigidos em português e/ou em inglês. no entanto. serão consideradas. poderá ser facultado ao candidato optar por concorrer para mais de uma ZP. b) A divulgação do período de inscrições será feita por meio do Edital. 0204 . b) A critério da DPC. poderá(ão). Seleção Psicofísica e Teste de Suficiência Física (eliminatória).ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO a) O Processo Seletivo será constituído de quatro (4) etapas: 1) 1ª etapa .INSCRIÇÕES a) A inscrição será obrigatória para todos os candidatos. os resultados das 4 (quatro) etapas e a Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. poderão ser acrescidos. no DOU e na sua página na Internet. Caso seja facultado. assim como as relativas à apresentação na ZP para onde vier a ser distribuído e sua manutenção até a habilitação como Prático.VAGAS a) O Edital estabelecerá o número de vagas por ZP. c) A DPC publicará. servindo apenas como orientação para os candidatos. 0207 . d) Não integram o Processo Seletivo: a Qualificação do Praticante de Prático e o Exame de Habilitação para Prático. 0205 . c) Correrão por conta do candidato todas as despesas inerentes à participação no Processo Seletivo. para efeito das provas escrita e prático-oral. tratados nos itens 0223 e 0224. mas não se classificar entre o número de candidatos a serem convocados para a 2ª etapa do Processo Seletivo. f) Será eliminado do Processo Seletivo o candidato que na prova escrita obtiver: 1) Grau inferior à metade do valor atribuído à prova.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) A prova escrita versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A.Apresentação de Documentos. alterados e/ou atualizados no Edital.Prova Escrita (eliminatória e classificatória). considerando que o conhecimento da língua inglesa é imprescindível para a prestação do Serviço de Praticagem. c) Embora essa bibliografia constitua apenas simples sugestão.0203 .Prova de Títulos (classificatória). de títulos e prático-oral será definido no Edital.Prova Prático-Oral (eliminatória e classificatória). não limitando ou esgotando os assuntos constantes do conteúdo programático. no transcorrer do Processo Seletivo. b) O número de pontos ou o peso atribuído a cada uma das provas escrita. 0206 . as edições mencionadas no Edital ao lado de cada item relacionado. b) O Anexo 2-B contém a bibliografia sugerida. respectivamente. as regras para a apresentação da(s) opção(ões) e os critérios para a distribuição dos candidatos classificados pelas ZP serão divulgados no Edital.

0211 .TÍTULOS a) Será opcional a apresentação de títulos que não constituam exigência para participar do Processo Seletivo. 0209 . estabelecidos no item 0202. constituindo a classificação inicial do certame. e 3) Teste de Suficiência Física (eliminatória). dos seguintes documentos: 1) Dados cíveis e criminais. h) Os candidatos não eliminados serão relacionados em ordem decrescente do grau obtido na prova escrita.DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO a) Esta fase terá o propósito de verificar se o candidato satisfaz os requisitos exigidos para participar do Processo Seletivo. 0208 . c) Os títulos serão analisados e avaliados pela DPC por ocasião da prova de títulos que constitui a 3ª etapa do Processo Seletivo.ELIMINATÓRIA) a) Somente os candidatos relacionados na classificação inicial serão convocados para realizar a 2ª etapa do Processo Seletivo. a data-limite de obtenção de cada um e a forma como deverão ser comprovados e apresentados.APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS a) Esta fase incluirá a apresentação. b) Será atendida mediante a apresentação de documentos pelo candidato. e 3) Títulos. b) A 2ª etapa do Processo Seletivo será composta das seguintes fases: 1) Apresentação de Documentos (eliminatória). -2-3- NORMAM-12/DPC Mod 4 . não cabendo recurso contra essa decisão. obedecido(s) o(s) critério(s) de desempate.APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS. à vista dos documentos apresentados. 0210 . entenda não preencher os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático.g) O Edital estabelecerá o número máximo de candidatos que serão convocados para a 2ª etapa do certame. b) Constará do Edital a relação dos documentos a serem apresentados pelo candidato. 2) Seleção Psicofísica (eliminatória). b) O Edital determinará os títulos. conforme dispuser o Edital. pelo candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo. SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA .DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS a) A apresentação de dados cíveis e criminais terá como propósito verificar se o candidato preenche os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. e convocados para 2ª etapa do Processo Seletivo. assim como o(os) critério(s) de desempate no caso de graus iguais na prova escrita. c) Compete ao Diretor de Portos e Costas decidir pela eliminação do Processo Seletivo do candidato que. 0212 . 2) Comprobatórios de atendimento aos requisitos para a participação no Processo Seletivo.

observando-se as condições de inaptidão e os índices mínimos exigidos. -2-4NORMAM-12/DPC Mod 4 . 3) Sangue: hemograma completo. metanfetaminas.SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) a) A Seleção Psicofísica é a perícia médica que visa verificar se o candidato preenche os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. gamaGT. por Junta de Saúde da Marinha do Brasil de instância superior. TGP. com acuidade visual com e sem correção. anfetaminas. bilirrubina total e frações. com laudo (não é necessário entregar ou enviar o filme). opiáceos e derivados. 10) Toxicológicos: com laudo.0213 . teste de tolerância oral à glicose. que serão rigorosamente observadas durante a(s) inspeção(ões) de saúde. no período previsto no Edital do Processo Seletivo. hemoglobina glicosilada. O Teste de Cores (Ishihara) será realizado por médico(s) da(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. c) O candidato considerado inapto na inspeção de saúde poderá. 9) Para candidatos do sexo feminino: Exame colpocitológico atualizado. lançar mão dos subsídios técnicos que julgar(em) necessários. creatinina. glicose. com descrição do exame físico realizado. abrangendo. e) Além das condições de inaptidão listadas na alínea i) abaixo. visando melhor avaliar a aptidão psicofísica do candidato para a prestação do Serviço de Praticagem. 8) Audiometria tonal e vocal sem uso de prótese. g) O candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo deverá realizar os seguintes exames de saúde complementares: 1) Telerradiografia (Raio X) de tórax em PA. Tonometria. VDRL e PSA (este último para candidatos do sexo masculino acima de 40 anos). pelos ou raspas de unhas) doadas pelos candidato. dosagem de beta-HCG. em grau de recurso. com base em procedimentos médico-periciais específicos e em exames de saúde complementares. maconha e derivados. pelo menos. a DPC indicará a data para a realização da inspeção de saúde em grau de recurso. requerer à DPC nova inspeção de saúde. 5) Vectoeletronistagmografia (VENG). também definida pela DPC. f) Por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. podendo. 6) Eletroencefalograma com laudo. os seguintes grupos de drogas: cocaína e derivados. no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis contados a partir da data em que lhe for formalmente comunicado o laudo pela Junta de Saúde. sendo o candidato que for considerado inapto eliminado do Processo Seletivo. uréia. 2) Teste Ergométrico. d) Não caberá recurso contra o resultado dessa nova inspeção de saúde. 7) Exame oftalmológico. a(s) Junta(s) apreciará(ão) os resultados dos exames de saúde complementares e outros documentos pertinentes apresentados pelo candidato. porém não ficará(ão) restrita(s) aos mesmos. com identificação do profissional que a realizou. TGO. A Audiometria deve ser realizada com repouso auditivo mínimo de 14 (quatorze) horas. ecstasy (MDMA e MDA). mamografia (após os 35 anos) e atestado emitido por ginecologista. e peniciclidina (PCP). para a detecção de drogas de uso ilícito. implicarão em inaptidão quaisquer outras condições que possam resultar em incapacidade laboral precoce ou remota para a prestação do Serviço de Praticagem. fosfatase alcalina. Fundoscopia. com base na autonomia da função pericial. No deferimento. com janela de detecção mínima de 90 (noventa) dias. b) A Seleção Psicofísica será realizada por Junta de Saúde da Marinha do Brasil definida pela DPC. 4) Urina EAS. a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos.

1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55 dB. arritmias. h) O Edital estabelecerá os prazos máximos de validade. duas testemunhas da coleta. 5) Neoplasias malignas. deverão. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. hipertensão arterial sem controle adequado. varizes de membros inferiores com edema. confirmada por ocasião da avaliação psiquiátrica que poderá ser solicitada pela(s) Junta(s) de Saúde durante a(s) inspeção(ões) de saúde. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). Transtornos de personalidade. cardiopatia hipertensiva. (b)No corpo do laudo do exame toxicológico. Uso de drogas ilegais. História de síncope. Diabetes descompensado ou que requeira insulina ou hipoglicemiante oral para controle. metabólicas. ainda que sem evidência de atividade. bem como a avaliação estatística do padrão de consumo. critérios de cura. em que o risco de descompensação súbita possa comprometer a capacidade laborativa. nessas frequências. Perdas acima desse limite. no mínimo. Obesidade mórbida. 3) História pregressa de doença psiquiátrica ou evidência da mesma. nutricionais e imunitárias. i) Os índices mínimos exigidos serão os seguintes: 1) Acuidade visual mínima de 20/200 sem correção em cada olho. 4) Doenças hematológicas com repercussão clínica. 7) Doenças do sistema circulatório: passado de infarto do miocárdio. identificação e assinatura de. história de tromboembolia. -2-5NORMAM-12/DPC Mod 4 . aceitos pela DPC.(a) A(s) Junta(s) de Saúde somente aceitará(ão) laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção. quantidades detectadas. no ato da inspeção de saúde. mínima de 90 (noventa) dias. negativos ou positivos. e cuja coleta de material biológico tenha sido realizada no prazo máximo estabelecido no Edital. insuficiência venosa crônica. obrigatoriamente. pelo menos. e 2) Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências de 500 a 3000 Hz serão aceitas ainda que bilaterais.NYHA). 20/20 em um dos olhos e 20/30 no outro. doença valvares (sendo admitido prolapso de valva mitral sem regurgitação). desde que não impeçam a distinção de sons indicativos de apito. só será admitida se apresentar. gongo ou buzina utilizados por outra embarcação para indicar aproximação. ainda que sob controle. ou Teste Ergométrico com classe funcional de II a IV (New York Heart Association . labirintopatias. (c)O laudo deverá registrar resultados. sino. para cada grupo de drogas. corrigíveis para. 3) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas. presença de marca-passo. Doenças infectocontagiosas. Passado de Acidente Vascular Encefálico. ou (b) A média tritonal nas frequências de 500Hz. j) Serão condições de inaptidão: 1) Infecções agudas que comprometam a capacidade laborativa. Dependência ou uso abusivo de álcool e de outras substâncias psicoativas. independente do controle. constar informações sobre a cadeia de custódia. dos exames de saúde complementares e como deverão ser encaminhados à Junta de Saúde. úlceras ou cicatrizes residuais. História de neoplasia maligna já tratada. 6) Doenças neurológicas ou que comprometam o equilíbrio. serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o “Índice de Reconhecimento da Fala” seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (a) Não ultrapassem os 55 dB. epilepsia ou síndrome convulsiva. Hepatopatias com repercussão clínica e/ou que requeiram tratamento. 2) Doenças endócrinas.

não é condição de inaptidão. permitindo atender ao disposto nos itens 0217a 0220. e 17) Qualquer condição médica que implique em incapacidade súbita ou que requeira medicação e prejudique o tempo de reação ou julgamento. as comprovadas qualificação e experiência profissionais do candidato no exercício da atividade marítima considerada pela DPC como diferencial para a prestação do Serviço de Praticagem. k) A gestação. para continuar participando do Processo Seletivo. por si só. 13) Doenças gastrointestinais que comprometam a capacidade laborativa. Lombalgias. subir escadas íngremes e de sustentação com os membros superiores. Ureterostomia. Com relação aos exames de saúde complementares relacionados na alínea g). a candidata grávida deverá encaminhar à Junta de Saúde apenas o resultado do exame de dosagem de beta-HCG. 16) Presença de qualquer patologia física ou mental que possa afetar a capacidade laborativa. abaulamentos e protrusões discais. cervicalgias. d) As três provas serão realizadas em um mesmo dia. Discromatopsia para as cores verde e vermelha. 2) Nadar 50 (cinquenta) metros em tempo igual ou inferior a 1 (um) minuto e 30 (trinta) segundos. deverá realizar as demais fases e etapas.TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA a) Somente o candidato julgado apto na Seleção Psicofísica realizará o Teste de Suficiência Física. 9) Patologias urológicas ou sistêmicas que comprometam a função renal. 10) Complicações do puerpério. avaliada por meio de testes específicos que poderão ser solicitados pela(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. e) O candidato reprovado em uma ou mais provas terá uma segunda e última oportunidade de realizá-la(s). b) A suficiência física do candidato de ambos os sexos será avaliada por meio das seguintes provas. sendo admitida rinite alérgica. em água doce ou salgada. será eliminado do Processo Seletivo. considerando os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. conforme dispuser o Edital. 14) Alterações da fala que comprometam a comunicação. 0214 .8) Doenças do sistema respiratório. e 3) Permanência dentro d´água flutuando por 20 (vinte) minutos ininterruptos. sem interrupção e sem apoio. na forma detalhada no Edital: 1) Execução de 4 (quatro) exercícios de barra completos. em qualquer estilo. entre outros títulos: -2-6NORMAM-12/DPC Mod 4 .PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA . No entanto. 15) Glaucoma. Amputação de membros no todo ou em partes. Ceratocone e doenças oftalmológicas crônicas. 11) Doenças da pele ou tecido celular subcutâneo que comprometam a capacidade laborativa.CLASSIFICATÓRIA) a) Serão pontuadas. com intervalo entre as mesmas conforme dispuser o Edital. l) A candidata grávida não será submetida à Seleção Psicofísica e tampouco ao Teste de Suficiência Física. 0215 . 12) Doenças musculoesqueléticas ou do tecido conjuntivo que comprometam a capacidade de correr. poderão ser pontuados. b) A critério da DPC. hérnias de disco e radiculopatias. por meio de títulos. f) Tornando o candidato a não lograr êxito em qualquer das provas. ainda que sob controle.

a distribuição dos candidatos classificados poderá ser dividida em grupos distintos. d) A prova será realizada.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) Somente os candidatos não eliminados na 2ª etapa do Processo Seletivo serão convocados para realizar a prova prático-oral. mesmo que passe a compô-lo isoladamente. localizado no Rio de Janeiro . preferencialmente. 0216 . ficando dependente da obtenção posterior do apto na Seleção Psicofísica e da aprovação no Teste de Suficiência Física.1) tempo de embarque efetivo em embarcação. posto e graduação de aquaviários e militares da Marinha do Brasil. para todos os candidatos selecionados para essas ZP. em instalações outras preparadas para tal fim. devido à impossibilidade de realização concomitante do Programa de Qualificação do Praticante de Prático.RJ. 0217 . 0218 . os candidatos não eliminados serão classificados em ordem decrescente do grau/média final obtido conforme dispuser o Edital. g) Não serão admitidas.CLASSIFICAÇÃO FINAL a) Após concluídas as 4 (quatro) etapas do Processo Seletivo. quaisquer trocas de ZP entre candidatos selecionados. f) A seleção da candidata grávida dar-se-á de forma condicional.PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA . considerando-se a ordem decrescente da classificação final. de entidades públicas ou privadas. podendo ser efetuada em outros simuladores. e a(s) opção(ões) efetuada(s) conforme previsto no item 0204. e) O Edital estabelecerá a avaliação que o candidato deverá alcançar na prova prático-oral para não ser eliminado do Processo Seletivo. b) A prova prático-oral versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A. considerando-se os graus alcançados nas provas escrita. incluindo as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. d) A candidata grávida que lograr distribuição para o primeiro grupo será remanejada para o grupo seguinte. no Centro de Simuladores do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA). e) Os candidatos classificados e distribuídos comporão o grupo de candidatos selecionados. 3) categoria.DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM a) Os candidatos classificados serão distribuídos pelas ZP conforme dispuser o Edital. o número de vagas estabelecido por ZP. de que trata o item 0223. c) O Edital do Processo Seletivo estabelecerá os títulos que serão pontuados e a pontuação correspondente a cada um. b) Em algumas ZP. de títulos e prático-oral. c) O idioma a ser usado durante a realização da prova prático-oral será o inglês. o desempate dar-se-á conforme dispuser o Edital. b) Em caso de empate entre dois ou mais candidatos. sob nenhuma circunstância. 2) número de dias de mar. c) A distribuição por grupos obedecerá à ordem decrescente da classificação final obtida pelo candidato selecionado. -2-7NORMAM-12/DPC Mod 4 . assim como em embarcação(ões) ou. em último caso. objetivo do Processo Seletivo. comando de embarcação e/ou prestação de serviços de praticagem.

CONVOCAÇÃO a) O candidato selecionado será convocado para apresentar-se na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. g) Considerada apta na Seleção Psicofísica. adicionalmente. d) As convocações dos candidatos distribuídos para os demais grupos serão publicadas no DOU e na página da DPC na Internet. -2-8- NORMAM-12/DPC Mod 4 . a convocação para recebimento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático (Anexo 2-C). Caso aprovada. 0221 .VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO O certame encerrar-se-á na data da publicação do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. no mínimo. com a finalidade de receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. obedecido o mesmo prazo mínimo estabelecido na alínea c) para a apresentação. do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. ocorrendo à medida que os Praticantes de Prático dos grupos precedentes forem sendo certificados como Práticos. a vaga na ZP para a qual foi distribuída não será ocupada. contado da data da publicação no DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. c) A data para a apresentação dos primeiros grupos será definida no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. deverá apresentar os exames de saúde complementares relacionados na alínea g) do subitem 0213. observado o contido na alínea b). podendo variar por ZP. a convocação dos candidatos selecionados que comporão os demais grupos poderá ser subdividida. sendo. b) O Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo divulgará a relação dos candidatos selecionados e. não ocorrendo. b) Os primeiros grupos serão convocados completos. convocação posterior de candidato não distribuído na forma do item 0218. f) Será assegurado o prazo de até 12 (doze) meses à candidata grávida selecionada de forma condicional.HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO a) O resultado final do Processo Seletivo será oficializado por meio da publicação. a candidata grávida selecionada de forma condicional será submetida às provas do Teste de Suficiência Física. e) O prazo para a apresentação do Prático e do Praticante de Prático selecionados está estabelecido na alínea h) do item 0222. observando os prazos máximos de validade aceitos pela DPC. A critério da DPC. estabelecidos no Edital. sob qualquer circunstância. 0220 . 15 (quinze) dias corridos após a publicação desse Edital. no DOU e na página da DPC na Internet.0219 . obedecida a ordem decrescente da classificação final. Por ocasião do comparecimento para a inspeção de saúde. será convocada para receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. para requerer ao DPC a realização da Seleção Psicofísica. Caso contrário.

para se apresentar nas CP/DL/AG para onde foram distribuídos. o seu afastamento definitivo como Prático. deverá atender à alínea e). à CP/DL/AG para onde o Prático ou Praticante de Prático foi distribuído. à alínea f). por mensagem e imediatamente. respectivamente. f) O Praticante de Prático selecionado deverá. na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. via CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. para a apresentação do candidato. em uma única ZP. b) O prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático será de 18 (dezoito) meses a contar da data de sua emissão. o CP somente emitirá o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático após ser recebida a mensagem citada na alínea g). DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO 0222 . c) O prazo de validade será o mesmo para os candidatos selecionados para os demais grupos. conforme disposto na alínea d) do item 0220. mas a data de emissão será a da apresentação nas CP/DL/AG com jurisdição sobre as ZP para onde foram distribuídos. poderá continuar se qualificando na sua ZP. -2-9NORMAM-12/DPC Mod 4 . nas respectivas categorias. requerer. requerer: 1) Ao DPC. contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo ou da futura convocação. d) Para o Prático e Praticante de Prático selecionados. e) O Prático selecionado deverá. via CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. Quando convocado. selecionado para primeiro grupo. com informação para a CP/DL/AG de origem e para a DPC. ao CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. desde que atendido o contido na alínea e) ou f) dentro do prazo estabelecido. ou 2) Ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. enquanto não convocado. a DPC ou a CP/DL/AG informará. no prazo de 20 (vinte) dias corridos contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. no mesmo prazo estabelecido na alínea e). o seu afastamento definitivo.SEÇÃO II DA CERTIFICAÇÃO. j) O Praticante de Prático selecionado. g) Despachado requerimento estabelecido na alínea e) ou f). considerando o contido nas alíneas e) e f) abaixo. que será a estabelecida. ou da convocação prevista na alínea d) do item 0220. o prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante Prático será o mesmo. assim como realizar o Exame de Habilitação para Prático. sendo a data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático estabelecida na futura convocação a ser publicada no DOU e na página da DPC na Internet. autorização para realizar o Programa de Qualificação do Praticante de Prático cumulativamente como o exercício das atividades de Prático. o seu afastamento temporário como Prático. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Prático ao requerimento. ou 3) Ao DPC. h) O Prático e o Praticante de Prático selecionados têm até 40 (quarenta) dias corridos. ou.CERTIFICAÇÃO a) O Prático e o Praticante de Prático somente poderão estar certificados. caso ainda esteja certificado como Praticante de Prático. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ao requerimento. i) Para Prático ou Praticante de Prático selecionado. caso tenha se tornado Prático.

denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático. b) O prazo para a conclusão do Programa de Qualificação será de. e) As Entidades de Praticagem. mediante requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP. sendo seu cumprimento confiado a Entidade(s) de Praticagem existente(s) na ZP. c) O prazo mínimo de 12 (doze) meses advém da necessidade do Praticante de Prático treinar durante todas as estações do ano. para uma ou mais ZP. por meio de seus componentes. a ser iniciado imediatamente após a Certificação. versando.EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO a) O Exame de Habilitação para Prático e sua eventual repetição deverão ser realizados dentro do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. terão a responsabilidade de transmitir aos Praticantes de Prático todo o conhecimento técnico que possuem.QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) A qualificação do Praticante de Prático seguirá um programa de treinamento estabelecido pela CP com jurisdição sobre a ZP. c) O Exame deverá ser iniciado até 45 (quarenta e cinco) dias corridos após a data do protocolo do requerimento. sendo a data de início e a programação comunicada ao Praticante de Prático por documento formal da CP. o Praticante de Prático continue a acompanhar.0223 . g) O Praticante de Prático acompanhará os Práticos nas atividades de bordo relativas ao Programa de Qualificação. h) O Programa de Qualificação estará encerrado com a obtenção pelo Praticante de Prático de avaliação satisfatória por parte da(s) Entidade(s) de Praticagem que o ministrou(ram). j) O Praticante de Prático que não obtiver a avaliação satisfatória no cumprimento do Programa de Qualificação será afastado definitivamente e terá cancelado seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. 0224 . indicada(s) pela CP. via CP. pelo menos. no máximo. em especial os Práticos.2 . o caso deve ser levado à decisão do DPC. sobre: . d) O Exame será realizado a bordo de embarcação. Excepcionalmente. independentemente da Entidade onde for apresentado. até a realização do Exame de Habilitação para Prático citado no item 0224. b) A solicitação para realizar o Exame será feita formalmente pelo Praticante de Prático. de 15 (quinze) meses.10 NORMAM-12/DPC Mod 4 . atuando como monitor. f) Cada Praticante de Prático terá um Prático em atividade para acompanhar o desenvolvimento do Programa de Qualificação. sendo recomendável que acompanhe fainas de praticagem de todos os Práticos da ZP. acompanhado da(s) Declaração(ões) de Avaliação Satisfatória em Programa de Qualificação de Praticante de Prático (Anexo 2-D). o prazo mínimo para a conclusão do Programa de Qualificação poderá ser alterado pela DPC. 12 (doze) meses e. até 90 (noventa) dias corridos antes do encerramento do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. d) O Programa de Qualificação deverá ser dimensionado de forma que. observados os prazos mencionados na alínea b) do item 0223. o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido para Prático da ZP. contados da data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. atendido o prazo 15 (quinze) meses previsto na alínea b) do item 0223. completadas as fainas de praticagem estipuladas pelo mesmo. i) Caso haja divergência entre a Entidade de Praticagem e o Praticante de Prático no que se refere à avaliação acima mencionada. no mínimo. obrigatoriamente.

O Praticante de Prático terá até 20 (vinte) dias corridos. O CLC poderá ser substituído por um Oficial Superior. deverá constar no verso do Certificado de Habilitação de Prático tal restrição. n) O Praticante de Prático aprovado no Exame de Habilitação para Prático será habilitado como Prático. pelo menos. 2) Manobras de praticagem e serviços correlatos às fainas de fundeio. h) Não sendo possível contar na composição da Banca Examinadora com o Capitão de Longo Curso (ou o oficial da MB). de alguma faina de praticagem típica da ZP. terminais e berços de uma ZP. e) O Exame consistirá na avaliação de uma ou mais fainas de praticagem. sendo tal ato formalizado por meio de Portaria e emissão do competente Certificado de Habilitação de Prático (Anexo 2-E) pela DPC.2 . 3) Manobras com rebocadores. f) Não há necessidade de ser realizado o Exame em todos os portos. constará de Ata assinada pelos membros da Banca Examinadora. devendo ser cumpridos os mesmos procedimentos descritos nas alíneas d) a j). g) A Banca Examinadora do Exame de Habilitação para Prático será designada e presidida pelo CP e composta por um Prático da ZP e por um Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante (CLC). requerer ao CP a realização de um segundo e último Exame. m)Em caso de nova reprovação. k) O Praticante de Prático reprovado no Exame poderá. o) Caso o Praticante de Prático seja Prático em outra ZP. não devendo exceder o prazo de 24 (vinte e quatro) meses. para se apresentar na sua nova ZP. qualquer que ele seja. desatracar e mudar de fundeadouro. durante o período da qualificação. A Banca deverá ter. o seu afastamento definitivo. o Praticante de Prático será afastado definitivamente e terá seu Certificado de Habilitação de Prático cancelado. para requerer ao DPC. deverá ser designado um outro Prático da ZP. que deverá ser superada tão logo as circunstâncias o permitam. atracar. 4) Serviço de amarração e desamarração. do Quadro de Oficiais da Armada da Marinha do Brasil. Terá 40 (quarenta) dias corridos. l) O novo Exame deverá ser marcado pela CP para ocorrer no prazo de até 30 (trinta) dias corridos a contar da data do protocolo de recebimento do requerimento. a contar da data em que lhe for comunicada oficialmente a aprovação no Exame de Habilitação. a habilitação somente será oficializada após a concessão do afastamento definitivo da ZP de origem. um Prático da ZP como membro suplente. no prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos a contar da data em que lhe foi comunicada a reprovação. p) No caso de comprovada inexequibilidade do cumprimento. a contar da mesma data da comunicação de aprovação. da ativa ou da reserva remunerada. . e 5) Ordens de manobra e conversação técnica no idioma inglês. quando então será certificado como Prático. via CP com Jurisdição sobre a sua ZP. assim como ao Praticante de Prático. O Prático que atuou como monitor do Praticante de Prático não pode fazer parte da Banca. a cada um sendo destinada uma cópia. a ser (em) escolhida (s) aleatoriamente pela CP e publicadas em Portaria. condição “sine qua non” para ser habilitado como Prático da nova ZP. Ainda. j) O resultado do Exame. suspender.11 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . será formalmente comunicado à DPC por meio de cópia da Ata e da Ordem de Serviço pertinente. i) A Banca Examinadora somente poderá funcionar completa.1) Navegação de praticagem.

configurando-se como sociedade simples. entre os seguintes grupos: 1) Práticos em Período de Escala. Em cada estado haverá uma ou mais ZP. de modo que apenas uma das Atalaias atue como Estação de Praticagem da ZP. independentemente da sua forma de atuação. obrigatoriamente. será considerado sobreaviso (Prático à disposição do Armador. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. . A faina de praticagem começa a ser contada. b) Essa escala visa garantir a disponibilidade ininterrupta do Serviço de Praticagem e evitar a fadiga do Prático na execução das fainas de praticagem. por meio da qual os Práticos são divididos.2 . Nos casos em que houver mais de uma Atalaia. a bordo). que abrange mais de um estado. Esse período é subdividido em Período de Serviço e Período de Sobreaviso. 2) Práticos em Período de Repouso. consoante a legislação trabalhista. a partir do início do deslocamento da embarcação com o Prático a bordo. com exceção da ZP-01 FAZENDINHA(AP)-ITACOATIARA(AM). por qualquer motivo.12 NORMAM-12/DPC Mod 4 . tendo seus atos constitutivos inscritos na Junta Comercial. 2) Sociedade Econômica Simples ou Empresária Nesta forma de atuação os práticos atuarão em sociedade. em função de suas particularidades.ORGANIZAÇÃO a) Os Serviços de Praticagem serão organizados por estados. durante o qual o Prático está efetivamente em faina de praticagem. ratificada pelo CP/DL/AG. b) Os Práticos poderão atuar dos seguintes modos: 1) Individualmente O Prático que assim optar deverá cumprir todas as exigências previstas para o Serviço de Praticagem.ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) É estabelecida especificamente para cada ZP e inclui todos os Práticos habilitados e aptos em atividade na ZP. Bacia Amazônica Oriental. 0226 . Poderão ainda atuar como sociedade empresária. O tempo de espera do Prático a bordo. devidamente homologada. desde que devidamente acomodado. contribui para a manutenção da habilitação do Prático. dentro do Período de Escala. Adicionalmente. em termos de tempo. c) Período de Escala é o número de horas ou de dias consecutivos durante os quais o Prático está à disposição para ser requisitado a realizar fainas de praticagem. independentemente da sua forma de atuação. c) Lancha de Prático Os Práticos. 3) Contratado por Empresa de Praticagem O Prático poderá ser contratado por sociedade econômica simples ou empresária. poderão: 1) utilizar sua própria Lancha de Prático. para atender às solicitações das embarcações. 1) Período de Serviço é aquele. sendo o contrato social inscrito no Registro Civil das Pessoas Jurídicas.SEÇÃO III DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM 0225 . prestando exclusivamente os Serviços de Praticagem. e 3) Práticos em Período de Férias. ou 2) contratar os serviços de Lancha de Prático homologada de outras Entidades. constituindo-se segundo um dos tipos societários regulados no Código Civil. d) Atalaia A Atalaia deverá ser estruturada para atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem.

6) O número de Práticos em Período de Escala deve ser sempre suficiente para que. ou seja. Na faina de praticagem de longa duração. devendo a referida . durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem. d) Período de Repouso é o período de tempo ininterrupto.ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) A distribuição dos Práticos. também é considerado Período de Sobreaviso. por motivo de revezamento. b) O Representante Único do Serviço de Praticagem. mesmo nos momentos de maior intensidade de movimentação de embarcações. levará em conta as peculiaridades locais de cada ZP para a elaboração da Escala. que antecede ou sucede a um Período de Escala. o Prático deverá permanecer. pelo menos. Consideradas as peculiaridades locais. e) Período de Férias é o período.2) Período de Sobreaviso é aquele. 4) O Período de Serviço não pode exceder o limite de 120 horas a cada quatorze dias.13 NORMAM-12/DPC Mod 4 . não ocorram falhas ou atrasos no atendimento às solicitações de fainas de praticagem. de modo a manter o atendimento das embarcações de forma contínua. nunca inferior a trinta dias em cada ano. deverá ocorrer revezamento do Prático. no máximo. 2) Nas ZP com navegação de praticagem inferior a trinta milhas. dos quais pelo menos quinze dias consecutivos. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. o Prático somente poderá permanecer em Período de Serviço por. Ao final do Período de Escala. durante o qual o Prático não está atuando efetivamente em fainas de praticagem. 5) O Prático deverá concorrer mensalmente a. deverá proporcionar o revezamento dos Práticos. pelo menos. Caso a faina de praticagem demore mais do que seis horas. cumpridas as regras acima. sob a supervisão da CP/DL/AG. c) As seguintes regras deverão ser observadas para elaboração da Escala de Rodízio: 1) O Prático só poderá permanecer em Período de Serviço por. que não poderá ser inferior a duas horas. 3) Nas ZP com navegação de praticagem igual ou superior a trinta milhas. no máximo. em Períodos de Serviço pré-estabelecidos. cada faina de praticagem será realizada por Prático(s) perfeitamente identificado(s) nessa Escala. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. 21 dias. no máximo. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem em quaisquer circunstâncias. consolidada somente na Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. quatorze dias. o CP/DL/AG poderá determinar o número mínimo de Práticos a bordo ou permitir uma tolerância para o período máximo de seis horas consecutivas de serviço. d) Nas ZP onde existam duas ou mais Entidades de Praticagem. Ao final do Período de Escala. a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático deverá ser elaborada pelo Representante Único do Serviço de Praticagem. o período de descanso do Prático. pelo menos. seis horas consecutivas. no máximo. exceto quando interferir no seu Período de Férias. um dia de Período de Repouso para cada quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. 0227 . a não ser em caso de emergência ou na situação em que há risco para a vida humana. doze horas. um Período de Escala. porém está à disposição para ser requisitado.2 . ou 180 horas a cada 21 dias. A cada 24 horas consecutivas. O Prático substituído nessa situação entra em Período de Sobreaviso. o Prático deverá permanecer. dentro do Período de Escala. um dia em Período de Repouso para quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. designado conforme definido no item 0120.

barras e portos. SEÇÃO IV DOS DEVERES 0228 . com a maior brevidade possível. de modo a garantir a segurança do tráfego aquaviário. ao Comandante da embarcação e à CP/DL/AG.DOS DEVERES DO PRÁTICO Compete ao Prático no desempenho das suas funções: a) Assessorar o Comandante da embarcação na condução da faina de praticagem. m)Executar as atividades do Serviço de Praticagem. i) Cooperar nas atividades de busca e salvamento (SAR) e de levantamentos hidrográficos na sua ZP. canais. balizamentos e outros auxílios aos navegantes na ZP. sem conhecimento da CP/DL/AG. c) Estabelecer as comunicações que se fizerem necessárias com outras embarcações em trânsito na ZP. assim como quaisquer outras informações de interesse à segurança do tráfego aquaviário. com. as exigências do Serviço de Praticagem. no mínimo. Caso haja troca de serviço ocorrida por motivo de força maior. esta deverá ser informada oportunamente ou quando do término do Período de Escala. e) As trocas de serviço entre Práticos devem ser comunicadas. com as devidas justificativas. principalmente depois de fortes ventos. em que for identificada a necessidade de alteração na sistemática de elaboração da Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. a fim de prestar com segurança e eficiência o Serviço de Praticagem. apresentando as respectivas razões. quando por esta solicitado. quando designado pela DPC ou pela CP.14 NORMAM-12/DPC Mod 4 . h) Manter-se atualizado quanto às alterações promovidas nos diversos documentos náuticos e nas características dos faróis. com a antecedência estabelecida pela CP/DL/AG. k) Manter atualizados seus dados pessoais junto à CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP. grandes marés e chuvas prolongadas. com presteza e de forma eficiente. para ratificação da CP/DL/AG. devendo os . d) Comunicar à CP/DL/AG as variações de profundidade e de correnteza dos rios. o CP deverá submeter as modificações pretendidas à apreciação da DPC.Escala ser entregue. f) Comunicar. b) Manter-se apto a prestar o Serviço de Praticagem em todos os tipos de embarcações e em toda a extensão da ZP. atendendo. mesmo quando em divergência com a empresa de navegação ou seu representante legal. e) Comunicar à CP/DL/AG qualquer alteração ou irregularidade observada na sinalização náutica. f) Em circunstâncias especiais. observada a restrição prevista na alínea p) do item 0224.2 . para ratificação. cinco dias de antecedência da data de vigência. da propulsão e das condições gerais das embarcações. g) Manter-se atualizado quanto às particularidades do governo. quando solicitados pela CP/DL/AG. l) Integrar Bancas Examinadoras pertinentes ao Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático e ao Exame de Habilitação para Prático. j) Assessorar a CP/DL/AG nas fainas de assistência e salvamento marítimo. a existência de condições desfavoráveis ou insatisfatórias para a realização da faina de praticagem e que impliquem risco à segurança da navegação.

durante todo o Período de Escala. especialmente o tempo de reação e de julgamento. NPCP/NPCF) e comunicar à CP/DL/AG sempre que. 5) Alojar o Prático a bordo em condições idênticas às oferecidas aos seus oficiais. quando utilizando o Serviço de Praticagem: 1) Informar ao Prático sobre as condições de manobra da embarcação. 0229 .DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) Cumprir o Programa de Qualificação de Praticante de Prático estabelecido pela CP. c) Cumprir. particularmente o calado de navegação. r) Cumprir as Normas da Autoridade Marítima (NORMAM. b) Não interromper o cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. no que couber.2 . t) Contribuir para a qualificação dos Praticantes de Prático da ZP.questionamentos serem debatidos nos foros competentes. solicitando. 2) Fornecer ao Prático todos os elementos materiais e as informações necessárias para o desempenho de seu serviço. 0230 . devendo as ações do Prático serem monitoradas permanentemente. q) Portar o colete salva-vidas na faina de transbordo lancha/embarcação/lancha. os deveres do Prático descritos no item anterior. no desempenho da função de Prático. n) Cumprir a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático ratificada pela CP/DL/AG. Divergências relativas a assuntos técnico-operacionais referentes à segurança do tráfego aquaviário. Comunicar à CP/DL/AG. o) Cumprir o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido para manterse habilitado. exceto no caso de afastamento temporário previsto no item 0237. p) Submeter-se aos exames médicos e psicofísicos de rotina.15 NORMAM-12/DPC Mod 4 . observar o seu descumprimento. o Prático deverá ser substituído na Escala e o fato informado à CP/DL/AG na primeira oportunidade. b) Compete ao Comandante da embarcação. conforme estabelecido pela CP. um Prático substituto. no prazo máximo de 24 horas após a ocorrência do fato.DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO a) A presença do Prático a bordo não desobriga o Comandante e sua tripulação dos seus deveres e obrigações para com a segurança da embarcação. à salvaguarda da vida humana nas águas e à prevenção da poluição hídrica serão dirimidas pela Autoridade Marítima. 3) Fiscalizar a execução do Serviço de Praticagem. imediatamente. não tendo ingerido substâncias ou medicamentos que possam vir a comprometer o desempenho de suas atividades. formalmente. s) Manter-se em disponibilidade na ZP. para atender a qualquer faina de praticagem. e v) Apresentar-se para a faina de praticagem em perfeitas condições de higidez física e mental. as razões de ordem técnica que o levaram a essa decisão. u) Realizar o Curso de Atualização para Práticos (ATPR) de acordo com o item 0250 destas Normas. . sem qualquer prejuízo para a continuidade do Serviço. Em caso de necessidade de afastamento da ZP por motivo de força maior. comunicando à CP/DL/AG qualquer anormalidade constatada. estabelecidos na Seção IX destas Normas. 4) Dispensar a assessoria do Prático quando convencido que o mesmo está orientando a faina de praticagem de forma perigosa.

pelo menos.16 NORMAM-12/DPC Mod 4 . quando esta for de praticagem obrigatória. às administrações dos portos e dos terminais. o Comandante da embarcação. observando os sinais e orientações transmitidas pelo Prático. c) A impraticabilidade será parcial quando restrições à execução de fainas de praticagem se aplicarem tão somente a determinados locais. antecipadamente. à CP/DL/AG qualquer fato ou ocorrência que implique em risco à segurança do tráfego aquaviário.DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE a) Compete à CP/DL/AG declarar a impraticabilidade da ZP. ou impedir a entrada e saída de embarcações. b) Caso. em especial aquelas que tratam do embarque e do desembarque de Prático. d) A NPCP/NPCF deverá conter procedimentos específicos de coordenação das ações entre a CP/DL/AG. tais como: a) Condições meteorológicas e estado do mar adversos.6) Cumprir as regras nacionais e internacionais de segurança. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. manobras e/ou navegação de praticagem. administrações dos portos e dos terminais e as Entidades de Praticagem. à salvaguarda da vida humana. observando orientações transmitidas pelo Prático de bordo da Lancha de Prático. 0232 . poderá desembarcar o Prático em local abrigado e prosseguir a singradura. o Comandante da embarcação. b) Acidentes ou fatos da navegação. ou c) Deficiências técnicas do navio ou da tripulação. e 7) Não dispensar o Prático antes do ponto de espera de Prático da respectiva ZP. imediatamente. 2) Meios de comunicação a serem utilizados para informar a impraticabilidade da ZP às embarcações. observado o contido nos itens 0233 e 0234.CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS O Prático deverá comunicar.IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o desembarque do Prático com segurança. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização do CP/DL/AG. 0231 . os seguintes aspectos: 1) Definição dos parâmetros para declaração de impraticabilidade da ZP. fique configurada a possibilidade de falta de segurança no desembarque do Prático e que a segurança da navegação desaconselhe o .IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o embarque do Prático com segurança. Deverão constar nesses procedimentos. b) A impraticabilidade será total quando condições desfavoráveis desaconselharem a realização de quaisquer fainas de praticagem. que ficará a bordo da Lancha de Prático. autorizar que o Serviço de Praticagem deixe de ser prestado. por intermédio da Atalaia. às agências de navegação. embarcações. Essas informações subsidiarão o CP/DL/AG a declarar a impraticabiliddade na ZP. 0233 . b) A autorização da CP/DL/AG deverá ser solicitada.2 . à preservação do meio ambiente ou à faina de praticagem na ZP. aos Armadores e demais integrantes da Comunidade Marítima e interessados. poderá demandar a ZP até um local abrigado que permita o embarque do Prático. preferencialmente. 0234 . para declaração de impraticabilidade da ZP.

em Período de Escala. Tal fato deverá ser comunicado. 0235 .2 . passaporte. encaminhado via CP com jurisdição sobre a ZP.seu desembarque antes do Ponto de Espera de Prático. . c) Caso o Prático e o Comandante da embarcação sejam surpreendidos pela necessidade de seguir viagem. ou 6) Por decisão do Prático em requerimento ao DPC. roupas. 5) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. 3) Por penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. tal situação deverá ser apresentada ao Comandante da embarcação.RECUSA a) É a situação em que o Prático. à CP/DL/AG. 4) Imposição de medida administrativa de apreensão do Certificado de Habilitação. 5) Por deixar de exercer a profissão por mais de 24 meses. SEÇÃO V AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO 0236 . b) O afastamento temporário. caracterizado quando igual ou inferior a 24 meses. ou 8) Por decisão do Prático em requerimento ao CP. 2) Incapacidade psicofísica definitiva. b) A CP/DL/AG deverá instaurar Inquérito Administrativo. 3) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. 2) Deixar de apresentar o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático na época estabelecida.DO PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o consequente cancelamento do Certificado de Habilitação de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. devendo o Prático estar pronto para seguir viagem até o próximo porto.17 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . para apurar responsabilidades e fundamentar as penalidades cabíveis. se for o caso. 6) Deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. 7) Deixar de realizar o Curso de Atualização para Práticos dentro da periodicidade estabelecida. deixa de atender tempestivamente a embarcação que lhe é determinada. etc. caso seja a decisão do Comandante e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. imediatamente. com documentos. especificando a razão e o prazo do afastamento. caberá ao Comandante da embarcação prover os meios necessários para a permanência a bordo do Prático e o seu retorno ao porto de sua ZP. 4) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica. pela impossibilidade do desembarque do Prático com segurança. nos termos do disposto na Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA).

até o dia dez dos meses de janeiro e de julho. deverá ficar sob a guarda do respectivo Prático. 4) Decurso de prazo de 20 (vinte) meses da emissão de Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. cada Prático deverá encaminhar à CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP uma declaração detalhando as fainas realizadas no semestre anterior.COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS a) Semestralmente. . b) O Comprovante de Faina de Praticagem. caracterizado quando igual ou inferior a 12 meses. ou 5) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP. Os Práticos que atuam organizados em Sociedades poderão encaminhar as respectivas declarações por meio das mesmas. SEÇÃO VI DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO 0238 . respeitando a periodicidade prevista. atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. à disposição da CP/DL/AG. 2) Incapacidade psicofísica definitiva. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. do número mínimo de fainas de praticagem do semestre em que o Prático gozar suas férias. especificando a razão e o prazo do afastamento.18 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido pela DPC no Anexo 2-F. sem que tenha requerido a realização do Exame de Habilitação para Prático. 0239 .0237 . e 3) Imposição de medida administrativa de apreensão de certificado de habilitação. para cada ZP. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil.2 . 3) Quando reprovado duas vezes em Exame de Habilitação para Prático. 2) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. um número igual ao mínimo de fainas de praticagem exigido por mês. conforme estabelecido na NPCP/NPCF.DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o conseqüente cancelamento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. 4) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP. O detalhamento do Plano deverá constar nas NPCP/NPCF. será deduzido. devidamente preenchido e assinado pelo Comandante da embarcação atendida. b) Para efeito do cumprimento do Plano de Manutenção da Habilitação. b) O afastamento temporário. por um período de dois anos.PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO a) O Plano de Manutenção da Habilitação será elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. modelo constante do Anexo 2-G. devendo ser observado.

0240 - AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO O Prático que deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, previsto no item 0238, será afastado temporariamente do Serviço de Praticagem pela CP com jurisdição sobre a ZP, enquadrando na subalínea 6), alínea b), do item 0236, com o Plano de Recuperação de Habilitação em anexo à Ordem de Serviço de afastamento. 0241 - RECUPERAÇÃO DA HABILITAÇÃO A recuperação da habilitação é condicionada ao cumprimento de um Plano de Recuperação de Habilitação que considerará o período em que o Prático tiver deixado de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, conforme indicado: 1) Por um semestre - participar como assistente, no semestre seguinte, do número mínimo mensal de fainas de praticagem que deixou de cumprir, em acréscimo às exigências para o semestre. 2) Por um período superior a um semestre e inferior a dois anos - participar, como assistente de, pelo menos, número igual a três vezes o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido no plano de manutenção da habilitação. SEÇÃO VII HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO 0242 - HABILITAÇÃO a) A DPC pode habilitar Comandante de embarcação de bandeira brasileira a conduzir a embarcação sob seu comando no interior de uma ZP específica ou em parte dela, o qual será considerado como Prático nesta situação exclusiva, sendo-lhe atribuído, no que couber, os mesmos deveres do Prático definidos no item 0228. b) Nas ZP com navegação de praticagem superior a trinta milhas, situação que pode exigir a presença de dois Práticos a bordo, o Comandante devidamente habilitado pela DPC poderá substituir um dos Práticos no revezamento, de acordo com o previsto no item 0227. 0243 - DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS a) O Comandante, para ser habilitado pela DPC, de acordo com o item anterior, deve realizar, por dois semestres consecutivos, um número de fainas de praticagem, assistido por Prático(s) da respectiva ZP igual a duas vezes o número de fainas semestral exigidas para a manutenção da habilitação do Prático para aquela ZP, ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas de praticagem por semestre nunca poderá ser inferior a 36 fainas. b) O número mínimo de fainas/mês que um Comandante habilitado para dispensa de uso do Prático deve realizar semestralmente para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas/mês nunca poderá ser inferior a seis. 0244 - PROCEDIMENTOS a) Caso o Armador pretenda habilitar Comandantes, poderá encaminhar à CP responsável pela ZP pretendida requerimento endereçado ao DPC, indicando os Comandantes que deseja habilitar, para início do processo de habilitação para dispensa de uso do Prático, na situação exclusiva de Comandante da embarcação brasileira de sua empresa.

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b) A CP comunicará esta situação ao Serviço de Praticagem daquela ZP, para que inicie o acompanhamento das fainas de praticagem realizadas pelo Comandante da embarcação e o apóie no seu adestramento. c) A comprovação da frequência mensal do Comandante da embarcação será feita por meio do encaminhamento à CP, pelo Armador, dos Comprovantes de Fainas de Praticagem Realizadas por Comandante, cujo modelo consta no Anexo 2-H, devidamente preenchidos e assinados pelo(s) Prático(s) designado(s) para a assistir o Comandante. d) A CP deverá encaminhar a documentação recebida à DPC, para análise. e) Após comprovado o atendimento ao requisito de frequência mínima, o DPC constituirá uma Banca Examinadora, para verificar os conhecimentos teóricos do Comandante sobre as particularidades da ZP, parte da ZP ou do trecho específico, e conhecimentos práticos, por meio da realização de uma faina de praticagem de mais alta demanda. f) Caso aprovado, o DPC autorizará a dispensa de uso do Prático pela embarcação, exclusivamente enquanto a mesma estiver sob o comando do Comandante em questão. A CP dará conhecimento do fato às Praticagens locais. g) O número mínimo de fainas de praticagem que um Comandante habilitado para dispensa de uso de Prático deve realizar para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. h) Esta autorização terá validade de um ano, podendo ser revalidada, por solicitação do Armador, caso o Comandante comprove o cumprimento do número mínimo de fainas de praticagem para manutenção de habilitação. SEÇÃO VIII DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM 0245 - NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP a) A DPC estabelecerá a lotação de Práticos por ZP, considerando, dentre outros aspectos, o volume do tráfego de embarcações, o tempo despendido e o grau de dificuldade para a realização das fainas de praticagem, a necessidade de manutenção da habilitação e a carga máxima de trabalho do Prático, de acordo com o que estabelece a legislação trabalhista. b) Sempre que julgar necessário, a DPC elaborará estudos para corrigir eventuais distorções nas lotações, visando adequá-las às necessidades do Serviço de Praticagem. 0246 - LOTAÇÃO E EFETIVO a) Lotação é o número de Práticos necessário para uma ZP. Efetivo é o número de fato de Práticos, com menos de setenta anos de idade, em exercício na ZP. b) O efetivo de Práticos de uma ZP não deve ser inferior a três, tendo em vista que a Escala de Rodízio deverá observar o mínimo de um Prático de serviço, um Prático de sobreaviso e um Prático em repouso. c) Consta no Anexo 2-I a Lotação de Práticos por Zonas de Praticagem, elaborada para garantir a segurança da navegação, a permanente disponibilidade do Serviço e a manutenção da habilitação. 0247 - ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM A abertura de vaga em uma ZP dar-se-á quando o efetivo ficar menor do que a lotação por: 1) Afastamento definitivo de Prático por motivo descrito no item 0236; 2) Aumento de lotação; - 2 - 20 NORMAM-12/DPC Mod 4

3) Previamente, a critério da DPC, antes que o Prático atinja a idade de setenta anos; 4) Seleção de Prático ou Praticante de Prático para outra ZP, por meio de Processo Seletivo, a critério da DPC; ou 5) A critério da DPC em função de outros fatores. SEÇÃO IX EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS 0248 - EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO a) Controle Periódico 1) O exercício das atividades de Prático requer do aquaviário condições físicas e mentais dentro de um padrão mínimo de saúde e higidez física que permita máxima atenção em fainas de praticagen por longas horas, horários irregulares de trabalho, embarque e desembarque a bordo no mar em condições meteorológicas adversas e outras adversidades inerentes ao Serviço de Praticagem. 2) Para que o Prático possa desempenhar com segurança as suas atividades, deverá estar com sua aptidão física e mental em condições aceitáveis para o serviço, atestadas por um profissional médico, com especialização em Medicina do Trabalho ou em Medicina de Tráfego, e ser credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 3) Inexistindo médico com uma dessas especializações na localidade, o laudo poderá ser emitido por médico de outra especialidade, desde que credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 4) A aptidão do Prático deverá ser atestada por meio de emissão do Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). O médico credenciado deverá observar rigorosamente os parâmetros estabelecidos nesta Seção, sempre considerando as exigências das atividades do Serviço de Praticagem descritas no referido Anexo, sendo competente apenas para emissão de laudos de aptidão. 5) Na hipótese de identificação de condição médica que não atenda aos parâmetros estabelecidos e/ou implique em incapacidade para a atividade do Serviço de Praticagem, o médico credenciado deverá sugerir ao CP/DL/AG da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil, descrevendo os motivos que impediram a aptidão. 6) Caberá a cada Prático apresentar ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP, conforme previsto no item 0228 e na periodicidade na tabela abaixo, o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica. O Prático não poderá concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático quando deixar de apresentar o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica, devendo comunicar o fato, imediatamente, à CP/DL/AG e ao dirigente da respectiva Entidade de Praticagem, se for o caso. IDADE ATÉ 50 ANOS DE 51 A 70 ANOS MAIS DE 70 ANOS PERIODICIDADE TRIENAL BIANUAL ANUAL

b) Índices Mínimos e Condições Incapacitantes: 1) Biometria Não há índices rígidos a serem seguidos, porém a obesidade em grau que dificulte ou impeça a mobilidade, habilidade em subir e descer escadas ou qualquer outro deslocamento rápido é causa de incapacidade. A obesidade mórbida é incapacitante. - 2 - 21 NORMAM-12/DPC Mod 4

2) Visão A acuidade visual sem correção em ambos os olhos deve ser no mínimo 20/200, desde que ambos corrijam para, pelo menos, 20/30. O uso de lentes de correção é permitido, porém o Prático deve portar, no ato da avaliação médica, um par de lentes/óculos sobressalentes que deverá ser testado pelo médico que aplica o teste. A impossibilidade de discriminação das cores verde e vermelha é impeditiva ao Serviço de Praticagem, devendo ser avaliado inicialmente pelo Teste de Ishihara. Na hipótese de alteração desse teste, deverá ser aplicado o Teste da Lanterna (Farnsworth Lantern) ou equivalente. O uso de lentes coloridas para correção de daltonismo é proibido. Se o Prático for portador de glaucoma ou de outras patologias crônicas que degenerem a retina, deverá ser solicitado campimetria visual. O campo visual não pode ser menor que 100º em cada olho. 3) Aparelho Osteomioarticular A mobilidade de todas as articulações, principalmente do esqueleto apendicular e da coluna vertebral, deverá estar preservada. Doenças degenerativas da coluna vertebral que não causem restrição de movimentos e mobilidade não são incapacitantes. Qualquer doença ou condição clínica que prejudique a habilidade de correr, de andar ou de manter-se em equilíbrio e em ortostatismo prolongado, segurar ou escalar escadas íngremes é incapacitante. 4) Aparelho Cardiovascular O Prático deve ter boa aptidão cardiorrespiratória. A hipertensão arterial sistêmica controlada não é incapacitante, desde que os exames de função cardiovascular (ECG, ecocardiograma e teste ergométrico) não demonstrem lesões de órgãos alvo que gerem incapacidade ou evidenciem potencial de descompensação súbita. Para tanto, no ato da avaliação médica, tais exames devem acompanhar o Prático, bem como o receituário médico de seu cardiologista, com as medicações de que faz uso. A hipertensão arterial sistêmica mal controlada ou em início de tratamento deverá ser considerada como temporariamente incapacitante, somente podendo ser considerado apto após normalização dos níveis tensionais e adaptação às medicações. Cardiopatias que impliquem em baixa aptidão cardiorrespiratória comprovada por exames funcionais ou risco de descompensação súbita, fenômenos embólicos recorrentes, insuficiência venosa crônica não passível de controle por tratamento cirúrgico ou clínico, são incapacitantes. Os Práticos que apresentarem eventos cardiovasculares agudos serão considerados incapazes, temporariamente, para a atividade, podendo ser considerados, posteriormente, aptos, na dependência da condição funcional alcançada com o tratamento instituído. 5) Aparelho Auditivo (a) A audiometria deverá ser realizada com repouso auditivo mínimo de quatorze horas. Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências 500Hz a 3000Hz serão aceitas, mesmo que bilaterais. Perdas superiores, nessas frequências, serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (1) não ultrapassem os 55dB; ou (2) a média tritonal nas frequências de 500Hz, 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55dB. (b) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas desde que permitam a distinção de sons indicativos de apitos, sinos, gongos, ou buzinas utilizados por outras embarcações para indicar aproximação. A prótese auditiva é permitida desde que o limiar seja elevado em pelo menos 20dB em cada ouvido e o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja no mínimo de 90%. As labirintopatias são incapacitantes, desde que sejam recentemente diagnosticadas, não sejam passíveis de controle ou sejam recorrentes. - 2 - 22 NORMAM-12/DPC Mod 4

11) Aparelho Geniturinário Não há exclusões absolutas para as doenças do aparelho geniturinário. As condições agudas implicarão em incapacidade temporária.23 NORMAM-12/DPC Mod 4 . exceto se na opinião do médico avaliador a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. Síndromes convulsivas de qualquer etiologia são causas de incapacidade definitiva. são incapacitantes em caráter definitivo. devendo ser posteriormente avaliadas. embarcação e carga. ou no caso. temporária ou definitivamente. que no entendimento do médico examinador. exceto nos casos de insuficiência renal com risco de descompensação súbita ou se. considerando as exigências da atividade de praticagem. desde que. 7) Sistema Nervoso Qualquer doença que implique em alteração da fala. na dependência das provas funcionais pertinentes.2 . na opinião do médico avaliador. mesmo com sítio determinado e tratado. 13) Tumores e Neoplasias As neoplasias malignas deverão ser avaliadas conforme o grau de limitação imposto pela doença e pelo tratamento na execução da atividade de praticagem. poderá considerá-la incapaz temporariamente. 12) Doenças Endócrinas e Metabólicas (a) Diabetes mellitus controlado apenas com medidas higieno-dietéticas não constituem causa de incapacidade. e sem risco para a segurança da tripulação. devem ser consideradas incapacitantes. sem risco para a mãe e feto. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. Na vigência de uso de hipoglicemiante oral. quando o médico avaliador. e desde que os medicamentos e dosagens utilizados não impliquem em risco de descompensação súbita durante a atividade de praticagem. do equilíbrio e da mobilidade é temporária ou definitivamente incapacitante na dependência da evolução e da etiologia. no entendimento do médico avaliador. Neoplasias malignas metastáticas.6) Aparelho Respiratório As condições crônicas do aparelho respiratório que impliquem em impossibilidade do desempenho de atividades de praticagem são incapacitantes. esta possa desempenhar as atividades de praticagem de forma segura. o Prático deverá ser considerado incapaz temporariamente até que se obtenha o controle da glicemia. interfiram na capacidade de desempenhar a atividade de praticagem. . 10) Aparelho Gastrointestinal Não há exclusões absolutas para as doenças do trato gastrointestinal. Diabetes mal controlado e/ou que requeira insulinoterapia implicam em incapacidade definitiva para a atividade. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. exceto no caso de doenças inflamatórias que não respondam ao tratamento ou se encontrem no período de exacerbação. a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. 8) Pele e Tecido Celular Subcutâneo Não há exclusões absolutas para as doenças de pele. Atenção especial deve ser dada à gestante no último trimestre da gestação. 9) Gravidez A gravidez não é por si só causa de incapacidade. (b) Quaisquer outras patologias endócrino metabólicas. com base no relatório do obstetra que atende a Prática. comprovado por dosagem de glicemia e hemoglobina glicosilada. da condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem.

14) Sangue e Órgãos Hematopoiéticos: Doenças que impliquem em risco de fenômenos tromboembólico ou de sangramento espontâneo ou traumático são incapacitantes temporária ou definitivamente. bem como avaliação estatística do padrão de consumo. até restabelecimento por completo. para cada grupo de drogas solicitado.2 . As despesas decorrentes da perícia médica por JS são de responsabilidade do Prático. obrigatoriamente. Somente serão aceitos laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção (mínima noventa dias) em que constem. Assim. na dependência da etiologia e do potencial evolutivo. O uso de terapia anticoagulante é incapacitante em caráter definitivo para a atividade do Serviço de Praticagem. negativos ou positivos. no mínimo. ou (c) Envolverem-se em acidentes em que sejam aventadas hipóteses de falha humana decorrente de problemas relacionados à saúde. O laudo deverá registrar resultados. informações sobre a cadeia de custódia. duas testemunhas da coleta. 2) Nesses casos. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). 16) Doenças Psiquiátricas Qualquer doença psiquiátrica aguda é incapacitante para a atividade de Prático em caráter temporário ou definitivo. o estado psíquico do inspecionado. (b) Apresentarem diminuição de sua capacidade de trabalho no exercício do Serviço de Praticagem. Dependência química de álcool e/ou substâncias ilícitas é incapacitante em caráter definitivo. substancialmente.24 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . poderão ser solicitados exames toxicológicos a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos. quando: (a) Não forem considerados aptos pelos médicos credenciados. Os padrões e critérios deverão ser avaliados de acordo com o diagnóstico da patologia em questão. A critério do médico credenciado ou Junta de Saúde. estabilização e/ou controle em curto prazo podem alterar. identificação e assinatura de. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. 17) Outras Condições Patológicas Outras condições clínicas ou patologias não listadas acima poderão ser causa de incapacidade temporária ou definitiva. Por vezes. c) Incapacidade durante a Prestação de Serviço de Praticagem 1) Os Práticos deverão ser encaminhados pela CP para avaliação médica por Junta Regular de Saúde da Marinha do Brasil (JRS). deverão ser apresentados à JRS da ZP da área para avaliação quando à deficiência funcional. A necessidade de utilização de medicação psicotrópica é sempre incapacitante em decorrência da interferência destas na capacidade de reação. quantidades detectadas. na dependência do impacto das mesmas sobre a capacidade laboral e dos efeitos colaterais da medicação utilizada. patologias que possuem tratamento curativo. . Quaisquer patologias que impliquem incapacidade súbita ou debilidade prejudicando o tempo de reação ou julgamento às situações inerentes à atividade devem ser passíveis de afastamento. na dependência da etiologia e da possibilidade de controle. considerando-se as exigências da atividade de praticagem descritas no Anexo 2-J. pelos ou raspas de unhas). os médicos peritos devem sempre estar atentos a este fato. com janela de detecção mínima de noventa dias. 15) Sistema Imunológico Doenças auto-imunes serão consideradas incapacitantes em caráter temporário ou definitivo.

contendo como anexo cópia autenticada do último Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). e para realizá-las as JRS da Marinha do Brasil. 3) Os inspecionados. de controle clínico ou cirúrgico e que. a contar do período de incapacidade temporária inicial. no prazo máximo de 120 dias corridos. O inspecionando deve estar física e mentalmente habilitado para tais atividades. possam estar sanadas. o Diretor-Geral de Navegação e o Comandante da Marinha. o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J) emitido pela JRS. confidencial. A perda da agilidade. 8) As JS poderão exarar laudos de incapacidade temporária por período mínimo de trinta e máximo de 180 dias por IS. dentro do intervalo máximo de 24 meses de afastamento da atividade de praticagem por motivo de saúde. a ponto de permitir a exercer as atividades do Serviço de Praticagem em sua plenitude e com segurança. 7) Consideram-se incapazes temporariamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. da capacidade de deslocamento rápido. mediante solicitação do Prático por requerimento formal com exposição dos motivos. após devidamente apresentados à JRS. não sendo necessário emissão de laudo para regularizar o intervalo em aberto. As patologias que possam ser avaliadas segundo critérios funcionais complementares (provas funcionais) serão assim avaliadas. 6) Podem ser atribuídos dois graus de incapacidade para a prestação do Serviço de Praticagem: incapacidade temporária e incapacidade definitiva. 2) É competente para determinar IS em grau de recurso o DPC. por meio de ofício. ainda que não tenha sido reavaliado durante este intervalo. em prazo inferior a 24 meses. sendo esta a única instância recursal.25 NORMAM-12/DPC Mod 4 . a contar da data de comunicação do laudo médico pericial recorrido. sob pena de arquivamento da IS por não comparecimento justificado. Uma vez deferido. deverão comparecer à JRS em até cinco dias úteis para agendamento da IS portando documento oficial de identificação. a JRS deverá preencher novo Anexo 2-J e encaminhá-lo para a Autoridade solicitante. considerando os exames clínicos e complementares e os dados de anamnese contidos no Anexo 2-J recebido. e) Procedimentos 1) Os inspecionados serão apresentados às JRS da ZP de sua jurisdição por ofício no grau de sigilo confidencial. com as respectivas identificações e assinaturas dos membros. mesmo que ocasional. Deverá constar. 2) Por ocasião da IS para VDF.2 .d) Competência 1) São competentes para determinar as Inspeção de Saúde (IS) com o propósito de Verificação Deficiência Funcional (VDF) os CP e o DPC. 4) Os médicos peritos deverão avaliar o grau de interferência das patologias prévias e recentemente diagnosticadas sobre as atividades do Serviço de Praticagem. o expediente será encaminhado à Junta Superior Distrital (JSD) da área de jurisdição da ZP. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias reversíveis. 5) Os laudos a serem utilizados para a finalidade VDF serão os contidos no campo “FORMAS DE CONCLUSÃO” destinado às JS. visando primordialmente à segurança da navegação. como anexo do documento de apresentação. comprometendo o bom desempenho da função. 3) São competentes para determinar IS em grau de revisão por Junta de Instância Superior o DPC. ou mesmo o uso de medicações. mantendo cópia na JRS para subsidiar posterior reavaliação. Os períodos em aberto entre uma IS que gerou incapacidade temporária e a reavaliação posterior deverão ser computados como períodos ininterruptos de incapacidade temporária para efeito de contagem total de tempo. deverá ser avaliado. . da capacidade de exercer atividades físicas.

as JS deverão considerá-lo incapaz definitivamente para a atividade de praticagem. anualmente. e 2) Relação atualizada dos Práticos que realizaram o curso. por _____ dias. .CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . com a finalidade de término da incapacidade.9) Uma vez completados 24 meses de afastamento consecutivos da atividade pelo Prático. atuará como: 1) Auxiliar no controle e na fiscalização do exercício profissional do Prático e na aplicação do Curso de Atualização de Práticos (ATPR).26 NORMAM-12/DPC Mod 4 . f) Formas de Conclusão 1) Nos casos de aptidão plena: “Apto para o Serviço de Praticagem”. SEÇÃO X DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . Este laudo não demanda revisão ex-officio. 2) Nos casos de incapacidade temporária (exclusividade da JS): “Incapaz temporariamente para o Serviço de Praticagem.960 (XXIII) da Organização Marítima Internacional. o gerenciamento e a coordenação do ATPR. No momento em que forem considerados aptos por JS. sejam doenças cíclicas e sujeitas a períodos de exacerbação.2 . 10) Após o período de incapacidade temporária definido pela JS. este poderá ser apresentado pela CP para reavaliação. até 15 de dezembro. SEÇÃO XI DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS 0250 .ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS a) A atualização do Prático consiste na realização do Curso de Atualização para Práticos (ATPR). Deverá prestar à DPC. 2) Auxiliar no controle e fiscalização do exercício profissional das Entidades de Praticagem.” 3) Nos casos de incapacidade definitiva (exclusividade da JS): “Incapaz definitivamente para o Serviço de Praticagem”. b) O Prático deve cursar o ATPR a cada ciclo de cinco anos. contados a partir de sua criação em janeiro de 2005. 3) Auxiliar como assessor/moderador nos acordos regionais sobre fixação de preços de praticagem nas diversas ZP.CONAPRA a) Quando determinado pela DPC. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias cujo potencial de reversibilidade seja remoto ou exijam mais de 24 meses para plena recuperação. suas reavaliações posteriores retornarão à esfera dos médicos credenciados. Se não forem apresentados para tal finalidade até receberem a aptidão plena por JS (“Apto para o Serviço de Praticagem”). as seguintes informações: 1) Eventuais dificuldades e discrepâncias observadas na aplicação do ATPR. e 4) Homologar as atalaiais e as tripulações das Lanchas de Prático e realizar as inspeções e laudos periciais para homologação do serviço de Lancha de Prático. c) Cabe ao CONAPRA o controle. não poderão ser avaliados por médico credenciado. aprovado pela DPC para atender à Resolução A. caso haja interesse do Prático.CONAPRA 0249 . 11) Consideram-se incapazes definitivamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. por motivo de saúde.

2 . o Prático que não realizou o ATPR fica impedido de concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. . até que seja aprovado no curso.d) No final de cada ciclo de cinco anos.27 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . sendo afastado temporariamente da atividade.

c) As Lanchas de Prático devem ter ainda as seguintes características: 1) Comprimento total . 0303 . 0302 . em substituição ao portátil. b) Comunicações: 1) HF multifrequencial . 4) Calado máximo .uma unidade (opcional).uma unidade (opcional).uma unidade. 3) VHF portátil .uma unidade. 2) VHF fixo (com chamada seletiva digital opcional) .DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) Navegação: 1) Radar Banda X .5 m. e 8) Binóculo .1.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) O casco da lancha deve ser pintado de vermelho e a superestrutura de branco. LANCHA DE APOIO E ATALAIA SEÇÃO I LANCHA DE PRÁTICO 0301 .CARACTERÍSTICAS a) A Lancha de Prático deve possuir características de manobrabilidade. c) Publicações e Quadros: 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM) uma unidade. Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora. de estabilidade e de potência de máquinas que a possibilite efetuar o transporte do Prático e a aproximação para transbordo (lancha-navio-lancha) com segurança. que significa Prático (“Pilot”). 3) Quadro de Luzes e Marcas .2 motores Diesel de. 170 Hp de potência cada um. d) As vistas de perfil. b) velocidade de cruzeiro não deve ser inferior a 15 nós. 4) Ecobatímetro .uma unidade. e 4) A lancha poderá ser dotada de outro VHF fixo. 6) Cartas náuticas da área da ZP . 5) Deslocamento . 7) Régua paralela e compasso .uma unidade. dois eixos e dois hélices. e -3-1NORMAM-12/DPC Mod 2 . por ante a ré do acesso à cabine de governo.maior que 7 m.000 kg.uma unidade de cada.uma unidade. em ambos os bordos. no mínimo.CAPÍTULO 3 LANCHA DE PRÁTICO.superior a 5. 3) Boca . topo e arranjo geral da Lancha de Prático constam do Anexo 3-A. 3) AIS . As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). a letra P.uma unidade.uma unidade de cada. b) Deve ser pintada na superestrutura.uma unidade. 6) Propulsão .maior que 9 m. 5) Agulha magnética .uma unidade. 2) GPS .uma unidade. com sistema de alimentação independente.superior a 3 m. 2) Quadro de Regras de Governo e Navegação . 2) Comprimento entre perpendiculares .

0304 . a constatação do descumprimento de algum requisito poderá implicar em perda da homologação. -3-2NORMAM-12/DPC Mod 2 . d) Salvatagem: 1) Bóia salva-vidas com lanterna . 2) Balsa inflável classe I ou II . 0302 e 0303.uma unidade para lancha que opere em mar aberto (ou uso de aparelho flutuante. com a obrigatoriedade de estarem prontas para atender às solicitações permanentemente (24h p/dia).total igual ao da lotação da lancha. 2) croque .DOTAÇÃO O número mínimo de Lanchas de Prático será o necessário de modo a manter o Serviço de Praticagem ininterrupto. de forma a aprimorar seus condicionamentos nas eventuais situações de emergência e na adoção de medidas preventivas de acidentes.EMPREGO A Lancha de Prático é de uso específico do Serviço de Praticagem. com cópia para a CP/DL/AG. deverão ser submetidas às inspeções necessárias à homologação pelo CONAPRA.QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO a) Os tripulantes da Lanchas de Prático deverão receber treinamento para as fainas de embarque e desembarque do Prático.4) Quadro de Sinais Sonoros e Luminosos . ou uma em cada bordo. e 5) holofote para alcance de 300 a 500 jardas. d) O adestramento das tripulações nas fainas de embarque e desembarque deverá ser mantido pelos responsáveis das tripulações por meio de contínuo treinamento. c) Após as tripulações estarem adestradas. com validade de quatro anos. desde que autorizado pela CP).duas unidades colocadas na antepara por anteavante e ante a ré da cabine de governo. poderá ser empregada em outras atividades quando requisitada pela Autoridade Marítima. c) A homologação será concedida por meio do Certificado de Homologação da Lancha de Prático. b) A qualquer momento. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário.uma unidade. Anexo 3-B. b) O Cartão de Tripulação de Segurança (CTS) da Lancha de Prático será composto de um Marinheiro de Convés (MNC) e de um Moço de Convés (MOC). e) Dispositivo para auxiliar nas fainas de embarque e desembarque de pessoal da lancha-embarcação-lancha: 1) enxárcia ou plataforma de embarque. e 3) colete salva-vidas . a Lancha de Prático que atender aos seguintes requisitos constantes dos itens 00301. 0307 . 0305 . Entretanto. realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais pertinentes à homologação da Lancha de Prático.uma unidade.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO a) O CP homologará.uma de cada bordo.uma unidade. O CP/DL/AG manterá o registro e arquivo da 2a via do Certificado concedido. para ser comandado de dentro da cabine com rotação de 360º horizontalmente e até 90º no sentido vertical . 0306 . com delegação de competência da DPC. 3) cinto de segurança . dentro da sua jurisdição.uma unidade. 4) defensas . que emitirá um Certificado de Homologação. d) O CONAPRA.

DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) A dotação exigida para essa Lancha deve ser igual à estabelecida para outras embarcações que naveguem em águas interiores. a Lancha de Prático. b) É obrigatória a dotação de ecobatímetro. 0309 .EMPREGO a) As Entidades de Praticagem estão autorizadas a utilizar Lanchas de Apoio à Praticagem que possibilitem efetuar o transporte do Prático para navios atracados. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). de acordo com as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior .NORMAM02/DPC e com as regulamentações existentes nas NPCP/NPCF. dentro da sua jurisdição.SEÇÃO II LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM 0308 . 0312 . por ante a ré do acesso a cabine de governo. não seja possível agrupar todas as partes de sua estrutura operacional num mesmo local. estas deverão -3-3NORMAM-12/DPC Mod 2 . Nas áreas em que. com rotação de 360° horizontalmente e até 90° no sentido vertical. fundeados ou amarrados à bóia em águas abrigadas. equipamento de VHF-Fixo e de holofote com alcance de 300 a 500 jardas para ser comandado de dentro da cabine.ESTRUTURA OPERACIONAL a) A Atalaia deve ser estruturada de forma que possa atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. b) O CONAPRA. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário. que significa Prático (“Pilot”). a letra “P”. Poderá ser empregada em outras atividades a critério da Entidade de Praticagem e quando requisitada pela Autoridade Marítima. o serviço da Lancha de Apoio à Praticagem.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM a) O CP homologará. b) A Lancha de Apoio à Praticagem não substituirá. em nenhuma condição. com a delegação de competência do DPC. Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora. 0311 .QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO A qualificação das tripulações e suas habilitações devem atender ao estabelecido no item 0306. b) Deve fazer parte do conjunto de suas instalações a área para atracação das lanchas.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) A Lancha de Apoio à Praticagem deverá ter o casco na cor vermelha e a superestrutura em branco. b) Deve ser pintada na superestrutura. 0310 . realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais necessários ao registro da Lancha de Apoio à Praticagem. devido às características da região. em ambos os bordos. SEÇÃO III ATALAIA 0313 .

e) Nos casos em que há mais de uma Atalaia. em caso de falta de energia na área. uma delas acoplada a um aparelho de fac-símile. Lancha de Prático. de modo que apenas uma delas atue como Estação de Praticagem da ZP para atender às solicitações das embarcações. 0314 . 13) Quadro com a carta náutica da ZP. 10) Cartas Náuticas de toda a ZP e as áreas adjacentes. 11) Avisos aos Navegantes. 12) Régua paralela e compasso para plotagem de posição. Os Serviços de Praticagem devem ser. 7) Tabela da Escala Beaufort. 9) Relação de Estações Costeiras da Embratel. 17) Regulamentação da LESTA (RLESTA). atualizadas. pontos de espera de Prático. áreas de quarentena e demais pontos notáveis. ratificada pelo CP/DL/AG. c) Comporão também a sua estrutura operacional. -3-4NORMAM-12/DPC Mod 2 . 4) Operadores radiotelefonistas bilíngues (inglês-português) disponíveis 24 horas ininterruptas.DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA a) Comunicações 1) Possuir linhas telefônicas em número suficiente a atender ao Serviço. 5) Lista de Faróis. 4) Roteiro. bem como as tripulações das lanchas que estiverem de prontidão. e 18) Normas da Autoridade Marítima (NORMAM). e 3) Barômetro. a comunicação não fique interrompida. e 5) Dispositivos de energia de emergência. obrigatoriamente. 3) Tábuas das Marés. 16) Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). pontos de fundeio. com chamada seletiva digital. embarcação a ser praticada e rebocador.estar localizadas o mais próximo possível uma das outras e com meios de comunicação confiáveis e suficientes para garantir sua operação como se estivessem agrupadas. com capacidade de comunicação com a Atalaia. 15) Normas Reguladoras da Autoridade Portuária. com os pontos que a delimitam. 3) Equipamentos portáteis de VHF em quantidade correspondente ao número de Práticos e Praticantes de Prático em escala. 2) Termômetro de máxima e mínima. de modo que. c) Publicações Disponíveis para Uso 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM). 2) Almanaque Náutico. 14) Normas e Procedimentos da Capitania (NPCP/NPCF) com jurisdição sobre a ZP. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. d) A Atalaia deverá efetuar o controle dos navios que farão uso de seus serviços. 6) Lista de Auxílio-Rádio. b) Equipamentos Meteorológicos 1) Anemômetro. requisitados à Atalaia homologada da respectiva ZP. pelos Comandantes das embarcações ou por seus prepostos. 8) Código Internacional de Sinais (CIS). 2) Possuir dois equipamentos em VHF marítimo. as instalações apropriadas para alojar os Práticos de serviço.

por decisão da CP/DL/AG. acrescida de 20%.HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA a) O CONAPRA. -3-5- NORMAM-12/DPC Mod 2 . realizará as inspeções necessárias e homologará a(s) Atalaia(s). com a delegação de competência da DPC. 0315 .d) Material de Salvatagem Deverá possuir a quantidade de coletes salva-vidas equivalente ao número de Práticos e de Praticantes de Práticos. com cópia para a CP/DL/AG. por meio do Certificado de Homologação da Atalaia (Anexo 3-C). b) A qualquer momento. a constatação do descumprimento de algum item acima citado poderá implicar em perda da homologação.

(c) Possuam DGPS. com AB maior que 3000 e menor ou igual a 5000. conforme definido no art. Se de bandeira estrangeira. c) As seguintes embarcações estão dispensadas do Serviço de Praticagem: 1) As classificadas. encontram-se listados no anexo 4-D. Se de bandeira estrangeira. exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de um Serviço de Praticagem para essa área. para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira.1 NORMAM-12/DPC Mod 4 . com os respectivos limites geográficos.PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO As coordenadas geográficas dos Pontos de Espera de Prático encontram-se listadas no Anexo 4-B. b) Os trechos hidroviários por ZP onde o Serviço de Praticagem é facultativo. 6) As embarcações com AB maior que 2000 engajadas em operação de dragagem. os portos e os terminais onde o Serviço de Praticagem é obrigatório encontram-se listados no Anexo 4-C.PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO a) Os trechos hidroviários. 3) As de bandeira estrangeira com AB até 2000. e (d) Estar com o AIS ativo. tais como: “bow thruster”. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e . observadas as exceções para embarcações com determinadas características. conforme definido no art.CAPÍTULO 4 DAS ZONAS DE PRATICAGEM 0401 . 0403 . desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. alínea c) da RLESTA.4. 5) As empregadas em navegação de apoio marítimo. desde que atendam aos requisitos listados no inciso 4) e que constem nominalmente em Portaria do Diretor de Portos e Costas. exclusivamente. 0404 . alínea c) da RLESTA. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. encontram-se listadas no Anexo 4A. inclusive especificando os portos válidos para essa concessão. com AB até 3000. e (b) Sejam comandadas por marítimo brasileiro. “stern thruster”. 3º Inciso I. 4) As empregadas em navegação de apoio marítimo. 2) As de bandeira brasileira com AB até 2000. 3º Inciso I.ZONA DE PRATICAGEM É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações. 0402 . desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros.RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM As ZP. propulsão azimutal ou similares. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no país. de qualquer tipo. Compete à DPC estabelecer as ZP.

desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. d) A utilização do Serviço de Praticagem será facultativa para as embarcações de bandeira peruana ou colombiana com AB menor ou igual a 2000 e com calado máximo compatível com os valores estabelecidos pela Autoridade Marítima Brasileira. exclusivamente. obrigatoriamente. c) As embarcações de bandeira peruana ou colombiana. e) O quadro constante do Anexo 4-E apresenta as circunstâncias onde a contratação do Serviço de Praticagem é obrigatória ou facultativa. visando o controle e a segurança do tráfego aquaviário. Se de bandeira estrangeira. 7) As embarcações classificadas como Petroleiro. e (d) Estejam com o AIS ativo. por Práticos de nacionalidade brasileira. 0406 . no mínimo. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. 0405 . e (d) Que seja efetuada consulta obrigatória à Estação de Praticagem quanto à sequência a ser observada nas manobras de entrada e saída do porto e dentro da ZP. cinco navegações de praticagem. (c) Tenha sido realizado adestramento com Prático de. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. e) O limite máximo a ser cobrado das embarcações de bandeira peruana ou colombiana que utilizarem o Serviço de Praticagem não excederá o maior valor cobrado pelos mesmos serviços prestados às embarcações brasileiras. propulsão azimutal ou similares. com AB até 3000. (b) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo.comandadas por marítimos brasileiros. . devem. b) O Serviço de Praticagem nas águas jurisdicionais brasileiras é exercido. com AB superior a 2000. obrigatoriamente. a critério exclusivo do DPC.SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS a) Todas as embarcações que trafegam em águas jurisdicionais brasileiras estão sujeitas à legislação brasileira. o Serviço de Praticagem brasileiro. os Práticos poderão ser designados para outra ZP. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no país e comandadas por marítimos brasileiros. em função das condições de navegabilidade dos rios da região. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra.EXTINÇÃO DE ZP Na eventualidade da extinção de uma ZP. d) As embarcações com arqueação bruta (AB) maior que 500.4. utilizarão. “stern thruster”.2 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . (c) Possuam DGPS. tais como: “bow thruster”. nos trechos sob jurisdição nacional. com praticagem facultativa. ficando sujeitos ao cumprimento de Programa de Qualificação do Praticante de Prático e posterior Exame de Habilitação para Prático. conforme previsto no Capítulo 2 destas Normas.

para decisão final do DPC. b) Quando a Entidade de Praticagem for designada para atender a navio de guerra ou de estado estrangeiro. Não obtido. poderão ser convidados representantes de setores envolvidos.FIXAÇÃO DOS PREÇOS a) Para assegurar a permanente disponibilidade do Serviço de Praticagem. não contencioso e. ao final. d) Os preços fixados pelo DPC terão caráter temporário. Para esta Comissão. não engajados em visitas de caráter comercial. Não se pretende substituir as partes no estabelecimento dos preços a serem praticados. buscando o aperfeiçoamento da sistemática empregada na fixação desses preços. -5-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . mas tão somente garantir a prestação ininterrupta do Serviço de Praticagem. emitirá um relatório circunstanciado que deverá conter as sugestões dos preços a serem fixados. antecipada e formalmente. o DPC instituirá uma Comissão para elaborar o estudo para cada caso específico. sempre com vistas a garantir a segurança da navegação. instruirá o processo administrativo interno. instituir uma Comissão para discussão dos assuntos afetos aos preços dos Serviços de Praticagem. ainda. que é uma atividade essencial. em princípio. deverá. b) Para a fixação dos preços. não se aplicando aos acordos em vigor ou que venham a ser estabelecidos. 0502 . consultar o CP/DL/AG sobre o oferecimento de facilidades e isenções ao navio. c) Durante o desenvolvimento do trabalho. o critério da reciprocidade para oferecer facilidades aos navios de guerra e de estado estrangeiros em visita a portos brasileiros em tempo de paz. a Comissão buscará sempre um acordo entre as partes. a DPC poderá fixar os preços dos Serviços nos casos em que não houver acordo entre tomador e prestador. devendo as partes buscarem um acordo quanto aos preços considerados satisfatórios para ambas.CAPÍTULO 5 PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM 0501 . e) O DPC poderá.NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ a) A Marinha do Brasil adota. a critério do DPC.

Estabilidade de governo.Cavitação. . .Propulsão do Navio e Propulsores . . .A manobra de “coasting”.Resistências do Navio . .Resistência a ondas. . .Os efeitos da variação de calado nas resistências do navio. É importante a compreensão das causas que levam ao movimento do navio. .A resistência ao ar e ao vento. . .A resistência adicional devido às ondas.Estabilidade e controle do navio.Definição de propulsão.Superfícies de Controle (lemes) . .Resistências relativas às perturbações nas linhas de corrente devido à forma do casco e seus apêndices.Distâncias e relações entre tempos e velocidades para se parar um navio. 4 . .Tipos de propulsores. . . . . 3 .Interação entre o casco e o propulsor.Equipamentos auxiliares para se parar um navio. .Efeitos e características da máquina e sua dinâmica na guinada. .Acelerações para vante e para ré em um navio. . . sendo desnecessário o perfeito conhecimento dos cálculos matemáticos inerentes ao assunto.A ação de um propulsor parcialmente submerso.Efeitos de águas rasas nas resistências do navio.Efeitos do meio ambiente: -2-A-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . 1 . 2 .Manobras-padrão.MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) Estuda o comportamento do casco e do(s) leme(s) interagindo com o(s) sistema(s) propulsor(es) em um dado meio ambiente. .Influências da forma do casco na ação do leme.Controlabilidade do Navio .Parar o navio com liberdade para guinar.Resistência friccional.A manobra de “rudder cycling”.Diferenças de atuação entre um leme de estrutura fixa e um do tipo “flap”. para o perfeito entendimento da capacidade que o mesmo possa ter para executar uma dada manobra. . .Princípio de sustentação e arraste: forças e momentos do leme. .Princípios do escoamento em torno do leme do navio.Influências da razão de aspecto do leme. .A resistência devido ao fenômeno “wave-breaking”. .Parar o navio.Geometria do hélice.Geometria do leme. . .Análise da habilidade de governo de uma embarcação.Teoria da propulsão.ANEXO 2-A CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I . . .

8) Navegação fluvial. 12) Manobra de embarcações em águas restritas (“Executing the Plan”. b) Correntes. 7) Navegação com mau tempo. II .ARTE NAVAL 1) Governo dos navios de um ou mais hélices e um ou dois lemes. -2-A-2NORMAM-12/DPC Rev 1 . 5) Navegação de segurança. 2) Cinemática naval (incluindo interpretação de dados oferecidos pelo ARPA). 5) Troca de atracadouro (manobra de cabeços). 6) Reboque. 18) Utilização de equipamentos do passadiço: a) Odômetro. rocegar. 10) Trabalhos do marinheiro. 13) Aparelho de governo. e) Interação do navio com: I) águas rasas. 12) Poleame. 10) Marés e correntes de maré.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) Instrumentos náuticos e de navegação. 11) Planejamento de derrota em águas restritas (“Passage planning”). e “Navigating with integrated bridge and electronic chart systems”). 3) Carta Náutica. c) Ondas. 14) Aparelho de fundear e suspender. aparelhos de laborar e acessórios. 4) Navegação de praticagem. 15) Estabilidade. 7) Nomenclatura do navio. 13) Navegação com o prático a bordo. amarrar à bóia e largar da bóia. 11) Amarração. arqueação e deslocamento. 16)Gerência de passadiço. 15)Procedimentos operacionais do prático. considerando as correntes locais. 2) Manobras de atracação e desatracação. c) Ecobatímetro. d) Estabilidade de governo com os efeitos do meio ambiente. 8) Classificação dos navios. 3) Manobras de fundear. II) bancos. 9) Navegação batimétrica. amarrar. “Teamwork”. 14) Embarque e desembarque de práticos. “Monitoring the ship´s progress”. III)canais estreitos. suspender. III . 4) Emprego de rebocador(es) na manobra. 9) Cabos. 17) Contingências. e IV)outros navios.ANEXO 2-A a) Ventos. b) Radar. 6) Navegação com corrente.

6) Regras especiais para evitar abalroamento na navegação interior. -2-A-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . g) Carta Eletrônica e ECDIS. fluvial e lacustre. 15) Correntes de densidade e correntes costeiras. 10) Conhecimento e utilização de publicações náuticas da DHN.LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) LESTA e RLESTA . 5) Névoa úmida. 20) Navegação meteorológica. 8) Serviço de Praticagem no Brasil. 19) Cartas piloto. 11) Interpretação de cartas de pressão ao nível do mar.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) Interação dos elementos meteorológicos.Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e o seu Decreto Regulamentador. 11) Cerimonial da Marinha Mercante. 14) Cartas de correntes de marés. 13) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. 12) Interpretação de imagens de satélite (IR). 4) Borda-livre e estabilidade intacta. f) GPS e DGPS. h) Doppler Sonar. e) Barômetro. 3) Célula de Hadley. i) “Automatic Identification System” (AIS).ANEXO 2-A d) Anemômetro e anemoscópio. 21) Navegação de mau tempo. IV . 4) Visibilidade no mar. 16) Ondas. 7) Tráfego e permanência de embarcações em águas jurisdicionais brasileiras. 6) Nebulosidades. 9) Sistemas frontais. 9) Auxílios à Navegação. 14) Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS). 17) Interpretação de áreas geradoras de vagas. 8) Sistemas tropicais. 5) Regras internacionais para evitar abalroamento no mar. 7) Nuvens cúmulos-nimbus. e j) “Dynamic Positioning Systems” (noções e conceitos básicos). 13) Marés. 12) Estrutura da Autoridade Marítima Brasileira. 10) Interpretação do boletim meteoromarinha. 3) Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação. 18) Climatologia. 2) Circulação do ar. 2) Lei que dispõe sobre o Tribunal Marítimo e a regulamentação sobre comunicação e investigação de fatos e acidentes da navegação marítima. V .

ANEXO 2-A VI .COMUNICAÇÕES 1) Vocabulário padrão de navegação marítima. 3) Sistema Marítimo Global de Socorro e Segurança (GMDSS). -2-A-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 2) Código Internacional de Sinais.

VOLUME II Chapter V – Resistance – Sections 1. 4 e 5 . Forces and Moments  Flow around a Ship’s Rudder  Scale Effects  Effect of Aspect Ratio  Free-stream Characteristics of All-Movable Low Aspect-Ratio Control Surfaces.6. 3.ANEXO 2-B BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I . vertical-axis propellers. 4.Frictional Resistance .Analysis of Turning Ability .  Influence of Hull Shape on Effective Aspect Ratio of All-Movable Control Surfaces  Influence of Fixed Structure and Flapped Control Surfaces -2-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Interaction between Hull and Propeller .3.Vessel Waterway Interactions . 13 e 14 . RUSSEL SYDNOR – Naval Shiphandling.Motion Stability . Chapter 2 – Forces Affecting the Ship 2) LEWIS.Hydrodynamics of Control Surfaces  Geometry.Effects of the Environment .Geometry of the Screw Propeller . – Principles of Naval Architecture.10.12.Stability and Control . SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol. 7.4.5.Wave-Making Resistance .Powering of Ships .Introduction .Cavitation .Accelerating. 6.MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) 1) CRENSHAW. controllable-pitch propellers.Analysis of Course Keeping and Controls-fixed Stability . tandem and contrarotating propellers. super-cavitating propellers and overlapping propellers) VOLUME III Chapter IX – Controllability – Sections 1.Theory of Propeller Action . 10 . II & III.Other propulsion devices (jet propulsion. 2.Introduction .Other Components of Resistance Chapter VI –Propulsion– Sections 1. EDWARD V. paddle wheels. Stopping and Backing .

Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas. .Capítulo 7 . .Navegação: A Ciência e a Arte .Geometria do Navio. . e CAJATY. DHN . 2) MIGUENS.Capítulo 5 .Navegação Estimada.Rio de Janeiro. A.Poleame. HENK.Arte Naval.Capítulo 38 . . T.Capítulo 1 .Bridge Team Management. DANIEL E.Capítulo 37 . MARCELO . III . FNI . J.THE NAUTICAL INSTITUTE. . -2-B-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . VOLUME .Trabalhos do Marinheiro. . FNI . 3) HENSEN.Capítulo 12 . .Capítulo 6 . .Capítulo 2 . .Rebocadores Portuários CONAPRA. II . Capt. Capt.Publicações de Auxílio à Navegação. CORNELL MARITIME PRESS.Capítulo 42 . . MAURÍLIO M.III .Capítulo 1 . . .O Problema Geral da Navegação. VOLUME .Aparelhos de Fundear e Suspender.Emprego de Linhas de Posição de Segurança.A Posição no Mar: Navegação Costeira.J.THE NAUTICAL INSTITUTE.Determinação da Posição por Marcações Sucessivas .SDM. Rio de Janeiro . Capt.Capítulo 10 . 2) MacELREVEY.Volumes I e III.Capítulo 8 .Navegação por Satélites.Agulhas Náuticas: Conversões de Rumos e Marcações.Capítulo 40 .Tug use in Port.Capítulo 9 .Instrumentos Náuticos.Projeções Cartográficas: A Carta Náutica. a Practical Guide . . .mil.Capítulo 11 . .Navegação Radar.Cabos. ALTINEU PIRES .Capítulo 11 .NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) SWIFT. .Capítulo 10 . . Aparelhos de Laborar e Acessórios.Capítulo 8 . (disponível em www. .ANEXO 2-B 3) SQUAT INTERACTION MANOEUVERING . Correntes Oceânicas.Shiphandling for the Mariner.Capitulo 7 . FNI & BAILEY. .mar.br).Marés e Correntes de Maré.I .Capítulo 4 . 4) FRAGOSO.ARTE NAVAL (SHIPHANDLING) 1) FONSECA.Capítulo 14 . DANIEL H. .dhn. .Nomenclatura do Navio. a Practical Guide . .Outros Sistemas e Técnicas Modernas de Navegação..Capítulo 12 .Aparelho de Governo.A Navegabilidade dos Rios. .Manobra do Navio. &MacELVERY.The Nautical Institute. OTÁVIO A.Capítulo 3 .Capítulo 2 ..Navegação com Mau Tempo. Mastreação e Aparelhos de Carga.

IMO .Resolução No A.Resolução No A. Cap. Dispõe sobre a Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (LESTA). Diretoria de Portos e Costas.IMO .ANEXO 2-B 3) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . 7) NORMAM-22/DPC .11: Regras Especiais para Evitar Abalroamento na Navegação Interior.IMO . Aprova o Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (RLESTA).Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior.889(21) Pilot Transfer Arrangements. 2) NORMAM-02/DPC . 645 Guidelines for Vessels with Dynamic Positioning Systems (DP-systems). 6) NORMAM-17/DHN . de 11 de dezembro de 1997. -2-B-3NORMAM-12/DPC Rev 1 .Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem.IMO .Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação.Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras. 4) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . Lei no 2. Itens: 0701 a 0703 e 0710 a 0714.180. para Inquéritos 5) NORMAM-12/DPC . IV . de 05 de fevereiro de 1954. Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto.Normas da Autoridade Marítima Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação.IMO . Dispõe sobre o Tribunal Marítimo.960(23) Recommendations on Training and Certification and Operational Procedures for Maritime Pilots other than Deep-sea Pilots.817(19) Performance Standards for Electronic Chart Display and Information Systems (ECDIS). 3) NORMAM-08/DPC . 6) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .917(22) Guidelines for the Onboard Operational use of Shipborne Automatic Identification Systems (AIS). 5) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .Resolução No A. Lei n° 9. 9) Brasil. 11) Brasil. 4) NORMAM-09/DPC .537.596. 8) NORMAM-26/DPC . Decreto no 2. 10) Brasil.LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) NORMAM-01/DPC . de 18 de maio de 1998.BRASIL.Normas da Autoridade Marítima para o Cerimonial na Marinha Mercante. Cap7: Borda-livre e Estabilidade Intacta.Resolução No A.Serviço de Tráfego de Embarcações. 7) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .Circular MSC/Circ.

XI.Rio de Janeiro . . de Direção Setorial e de outras Organizações Militares da Marinha para o exercício das atividades especificadas.IMO. b) SEÇÃO GERAL I . Resolução No A. 1972 . VIII.7 e 1. .Distress . 13) CONVENTION OF THE INTERNATIONAL REGULATIONS FOR THE PREVENTING COLLISIONS AT SEA.1. 3.COMUNICAÇÕES 1) IMO STANDARD MARINE COMMUNICATION PHRASES.mar.Avisos aos Navegantes.dpc.10. VI .1 a 1. Estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de DireçãoGeral.8. 3.6.GMDSS (3.mil.10.4.IMO 14) Publicações Náuticas da Diretoria de Hidrografia relacionadas abaixo: .Lista de Faróis.COLREG .Cartas Piloto.6). .Unidade 1 . .Lista de Auxílios-Rádio.Unidade 3 .4 e 3. . . VII.Carta 12.salvamarbrasil. 3. 3) INTERNACIONAL CODE OF SIGNALS .Cartas de Correntes de Maré. Abreviaturas e Termos).10.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) LOBO.2.Cartas Náuticas.mar. PAULO ROBERTO VALGAS e SOARES. Portaria no 156/MB. Seções e Apêndices de interesse do Processo Seletivo relacionados abaixo: a) CAPÍTULOS I a V. e . XII. CARLOS ALBERTO Meteorologia e Oceanografia .br) V .International Maritime Organization IMO. e Navegação (DHN) 15) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. . e .mil.Princípios das Radiocomunicações Marítimas (1. de 3 de julho de 2004.ANEXO 2-B 12) BRASIL.10.918(22) da International Maritime Organization . (disponível em www. X. MANUAL DO CURSO ESPECIAL DE RADIOPERADOR GERAL.(disponível em www. 3.000 (Símbolos. Capítulos. 3.8). . 2) BRASIL. 1. Diretoria de Portos e Costas.Tábuas das Marés.1 a 3.emergency  Abandon  Assistance  Distress  Search and Rescue -2-B-4NORMAM-12/DPC Rev 1 .International Maritime Organization .Rio de Janeiro .10.DHN.Roteiro.br): .

Chapter I d) APÊNDICES 1 .Distress signals 2 .Miscellaneous  Pilot c) SEÇÃO MÉDICA (Instructions) I .Radiotelephone procedures OBSERVAÇÕES: 1) A bibliografia sugerida não limita ou esgota os assuntos constantes do conteúdo programático. 2) O Edital do Processo Seletivo indicará as edições dos itens relacionados nesta bibliografia sugerida. servindo apenas como orientação para o candidato.Aids to navigation  Canal – channel – fairway  Dangers to navigation IV .Table of signaling flags 4 . a quem cabe a escolha daquela que julgue mais adequada para o estudo dos assuntos atinentes às provas escrita e prático-oral.Manoeuvres V .Request for Medical assistance .Casulties – damages  Collision  Fire – explosion  Towing – tugs III . -2-B-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 2-B  Survivors II .

ANEXO 2-C -2-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

para fim de solicitação do Exame de Habilitação para Prático. sendo seu desempenho avaliado como satisfatório. CIR nº _________________. ____________________________________________________ Assinatura do Representante Legal da Entidade de Praticagem -2-D-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . da ZP ________________________________________. em conformidade com o previsto nas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC e nas NPCP/NPCF. cumpriu junto a esta Entidade de Praticagem o Programa de Qualificação de Praticante de Prático. estando apto a solicitar o Exame de Habilitação para Prático. que o Praticante de Prático _______________________________________________.ANEXO 2-D DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO Declaro.

ANEXO 2-E -2-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

incluindo as manobras necessárias para trechos. Rios. Sepetiba. acrescentados nas respectivas ZP. Portos e Terminais Interiores Rio de Janeiro 15 10 50 São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 16 17 18 21 22 19 20 10 10 7 7 4 10 2 50 50 40 40 25 50 12 OBS. 3) Outros portos serão. 2) Após a criação dos portos. Ilha Guaíba. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. Açu(2).2-F-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . Niterói. e Forno.: 1) Conforme a alínea a) do item 0238 desta Norma. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. Tubarão. Barra do Furado(2) e Macaé(2) Santos. Angra dos Reis. Baixada Santista São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. . o detalhamento do plano de manutenção de habilitação constará das NPCP/NPCF.ANEXO 2-F NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO No MÍNIMO DE FAINAS POR PRÁTICO(1) MÊS SEMESTRE 1 10 2 15 5 35 7 45 9 50 1 6 3 15 2 15 8 45 6 35 2 10 1 10 8 50 6 50 PRATICAGEM Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo ZP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 ZP(3) Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde Itaqui. portos e terminais. Praia Mole. Ilha Grande (TEBIG). Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro. oportunamente.

no __________(PORTO OU TERMINAL)_________ em _____/_____/_____ no período de _______(HORA) a . in the __________(HARBOUR PIER)_________ in ______/______/______ in the period of ___(TIME)___ to ____________. Participating in the manoeuvers as assistants the following properly identified pilots: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Comments and additional remarks: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ I affirm the above are all true. LEAVING THE WHARF. ____________________________________ (Place and Date) ___________________________________ (MASTER) -2-G-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . nas fainas de _____(ATRACAÇÃO. DESATRACAÇÃO. ________________________________________ (Local e Data) ________________________________________ (COMANDANTE) BRAZILIAN NAVY HARBOURMASTER’S OF THE STATE OF ______________________ CONFIRMATION OF PILOTING MANOEUVER I declare. in manoeuvers of ________(BERTHING. devidamente identificados: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Ocorrências e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. GETTING UNDERWAY OR LEAVING THE HARBOUR)________. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. to be used as a proof to the Brazilian Maritime Authority that the ship _____________IRIN _____________ was attended by the pilot _________________ ________________________________________ which identified himself. SINGRADURA)_____ _____(discriminar trecho)_____. Participaram como assistentes os seguintes Práticos.ANEXO 2-G MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM Declaro. que o navio __________________________________ IRIN ______________ foi atendido pelo Prático _______________________________________________________ que se identificou.

devidamente identificado(s): ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Avaliações e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. DESATRACAÇÃO. no (ATRACAÇÃO.ANEXO 2-H MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADA POR COMANDANTE Declaro. SINGRADURA) (discriminar trecho) __________________________________________ em _____/_____/_____ no período (PORTO OU TERMINAL) de ___________________ a __________________ acompanhadas/realizadas pelo seu (DATA/HORA) Comandante __________________________________________________________ (CATEGORIA E NOME) com a assistência do(s) seguinte(s) Prático(s). que o navio _______________________________________ IRIN ____________________ teve suas fainas de ___________________________________________________. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. ______________________________________ (local e data) ______________________________________ (Prático) -2-H-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

. Sepetiba.2-I-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . Rios.ANEXO 2-I LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ESTADO ZP ZP(2) LOTAÇÃO Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 21 22 19 20 Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaqui. Açu(1). acrescentados nas respectivas ZP. Portos e Terminais Interiores 160 45 36 33 15 04 06 04 18 06 05 33 03 31 65 65 33 13 17 06 26 09 1) Após a criação dos portos. 2) Outros portos serão. Praia Mole. Baixada Santista. Angra dos Reis. e Forno. Niterói. Barra do Furado(1) e Macaé(1) Santos. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. oportunamente. Ilha Grande (TEBIG). Ilha Guaíba. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro. Tubarão. São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos.

como o apito. (2) Esta informação torna-se parte documental e está sujeita à revisão pelos órgãos federais competentes. 4. Ter agilidade suficiente. que podem causar violento deslocamento da embarcação.5207/2104. de 11 de dezembro de 1997. Possuir capacidade auditiva adequada.537.596. 2. regulamentada pelo Decreto nº 2. 3. por longos períodos de tempo. Ser capaz de escalar escadas verticais de degraus íngremes. em variadas condições de tempo.5217. bem como ter resistência e higidez. se livrando desses perigos. 5. e pelas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC. telefones (021) 2104. poderá reportar-se à Diretoria de o Portos e Costas. regularmente. 2. gongo ou outro instrumento utilizado -2-J-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . Principais propósitos da informação: (1) Determinar se o profissional Prático avaliado atende aos requisitos mínimos e é capaz fisicamente de efetuar os serviços de Prático. muitas vezes da ordem de seis ou mais conveses para atingir o passadiço. Estar física e mentalmente apto a executar os serviços árduos e muitas vezes perigosos de maneira eficiente e segura. para guarnecer navios no mar.Centro . o médico deverá atestar que o Prático é capaz física e mentalmente de atender à demanda do serviço de praticagem. e ser capaz de ficar em pé. Rua Teófilo Otoni n 4 .RJ. observando os seguintes parâmetros: CONDIÇÕES A SEREM OBSERVADAS PELO MÉDICO: 1. Nesta avaliação. INSTRUÇÕES PARA O MÉDICO CREDENCIADO OU JUNTA DE SAÚDE o A MARINHA DO BRASIL. Ter a visão adequada em ambos os olhos. Estar alerta para repentinos e inesperados perigos à navegação e possuir adequada destreza para reagir e manobrar. (2) Certificar que a avaliação médica seja conduzida por médico credenciado para verificar as informações necessárias. em cumprimento à Lei n 9. com altura de 66 cm. sino. muitas vezes. Caso o médico queira obter maiores informações. vindos de qualquer direção. do profissional certificado e habilitado como Prático. passando por portas apoiadas em soleiras. de maneira que esteja completamente ciente todo o tempo dos possíveis perigos à navegação que possa defrontar. 3. em média. de acordo com os parâmetros estabelecidos na NORMAM-12/DPC. vindo de uma pequena lancha. Rotina a ser cumprida a partir das informações: (1) Este modelo torna-se parte do arquivo de avaliação como prova documental que os requisitos médicos e psicofísicos regulares foram satisfeitos e o profissional Prático é fisicamente habilitado a portar o Competente Certificado.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO SIGILO RESERVADO APÓS PREENCHIDO DOCUMENTO EXIGIDO PELAS NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM NORMAM-12/DPC 1. Estar apto a entrar em compartimentos.5208 e Fax (021) 2104. tem a obrigação de acompanhar a situação médica. especialmente para perceber e distinguir sons indicadores de nevoeiro. de 18 de maio de 1998.

6. Caso o prático avaliado não atenda os requisitos mínimos ou apresente condição médica que impeça o exercício da praticagem. problemas crônicos de saúde que foram deixados sem tratamento ou ignorados pelo Prático. que possam vir a colocar em risco o navio e tripulação. Não apresentar quaisquer condições que impliquem incapacidade súbita e que requeiram medicação que prejudique o tempo de reação ou julgamento. Os exames de análises clínicas terão validade de três (03) meses. que terá liberdade para solicitar quaisquer exames que julgar necessários. 8. para executar uma rápida e correta decisão de manobra em visibilidade restrita. auxiliar o Comandante do navio na segurança e bem-estar da tripulação e passageiros. a faixa etária. o médico credenciado deverá sugerir ao Capitão dos Portos da área de jurisdição da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil. 10. Durante a avaliação médica do Prático. É importante ressaltar que o Prático não só tem que zelar pela sua própria segurança. de acordo com a anamnese e exame clínico. 9. as exigências do serviço de praticagem e o estabelecido na NORMAM-12/DPC. como também. A solicitação de exames complementares fica a critério do médico credenciado. durante todo o tempo em que permanecer a bordo. para estabelecer as condições físicas e mentais do examinado.ANEXO 2-J pelos navios. deverão ser considerados pelo médico examinador. Demais exames. 7. 11. serão observados os padrões e critérios definidos na Seção VIII da NORMAM-12/DPC. desde que não tenham subsidiado avaliação periódica anterior. terão validade a critério do médico avaliador. _________________________________________ Assinatura do Médico e Carimbo com nº de registro no CRM -2-J-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . Cada Prático deve ser avaliado individualmente. As despesas decorrentes da avaliação médica ficam a cargo do Prático ou da empresa de praticagem a qual pertence. além das cargas e das embarcações. No entanto.

assim como todas as informações a serem por mim prestadas são completas e verdadeiras de acordo com o meu maior conhecimento. __________________________________________________________________.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO CAMPO I (a ser preenchido pelo Prático) IDENTIFICAÇÃO: Nome completo: ____________________________________________________________________ Nº da Carteira de Identidade: ___________________ Órgão emissor:__________________________ CPF: ______________ Data de Nascimento: ___/ ___/ ___ Local de Nascimento: ________________ Endereço completo: _________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: A) O presente Anexo não poderá conter rasuras e os campos não preenchidos deverão ser inutilizados. Prático da ZP ____ declaro que todas as declarações acima. 1) Você faz uso regular (diariamente e prescrita por médico) ou ocasionalmente de alguma medicação para alguma condição de saúde que esteja em tratamento ou investigação? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 2) Você apresenta alguma doença ou condição que julga de importância para o conhecimento do médico avaliador visando a atividade para qual está proposto ou realizando (praticagem)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 3) Você está fazendo algum tratamento médico atualmente? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 4) Você faz uso regular de álcool ou outra substância psicoativa ilícita (drogas)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? ________________________________________________________________________ 5) Desde sua última avaliação médica. _______________________________ Local e data _____________________________________________ Assinatura do Prático -2-J-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . tem apresentando alguma dificuldade no desempenho na atividade de praticagem? ( ) Não ( ) Sim* 6) Informações adicionais que julgue de importância para o conhecimento médico considerando as exigências da atividade de praticagem: ________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Eu. B) As informações abaixo serão prestadas pelo Prático e preenchidas de próprio punho. datada e assinada.

A _______ dB V.O _______ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: _______ % ______ dB Dissil: _______ % ______ dB Limiar de Reconhecimento da Fala (LRF): OD: ______ dB Orelha esquerda: V.O ________ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: ______ % _____ dB Dissil: ______ % _____ dB Limiar do Reconhecimento da Fala (LRF): OE: ______ dB Profissional que realizou o exame com nº do Registro de Classe: ______________________ Data do exame: _____/_____/______ Local do exame: __________________________________________________________ -2-J-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 .A ________ dB V.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: BIOMETRIA: Peso: ___ (kg) Altura: _____ (cm) Cor dos Olhos: ___________ Cor dos cabelos: ___________ Índice de Massa Corporal (IMC): _______________________ (IMC= Peso/Altura2) Sinais de Identificação: __________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Pressão Arterial: _____________ (mmHg) Frequência cardíaca: ________ (bpm) VISÃO: Acuidade Visual: AV OD sem correção: _________ AV OE sem correção: _________ Uso de lentes corretivas: Par de lentes sobressalentes: ( ) Sim ( ) Sim ( ( ) Não ) Não AV OD com correção: _________ AV OE com correção: _________ Teste de discriminação de cores: ISHIRAHA Nº placas: ____ Nº acertos: ____ Nº erros: ____ Teste complementar de discriminação de cores: Teste utilizado: ___________________________ Resultado para as cores vermelha e verde: _________________ (discrimina/não discrimina) AUDIÇÃO Direita 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 Esquerda Orelha direita: V.

(**) se necessário para verificar controle metabólico adequado em diabético.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: ANAMNESE: História da Doença Atual (HDA): __________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ História da Patologia Pregressa (HPP): _____________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ MEDICAÇÕES EM USO E DOSES: _________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ EXAME CLÍNICO: Aparelho cardiovascular: __________________________________________________________ Aparelho respiratório: ____________________________________________________________ Abdome e genito-urinário: _________________________________________________________ Esqueleto apendicular: ___________________________________________________________ Neurológico: ____________________________________________________________________ Ginecológico: ___________________________________________________________________ Psiquiátrico: ____________________________________________________________________ Outros: ________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ EXAMES COMPLEMENTARES DE ANÁLISES CLÍNICAS: Hemograma completo com plaquetas: Elementos anormais e sedimentoscopia (EAS) ( ) Normal ( ) Normal ( ) Anormal* ( ) Anormal* Glicose: _________ Hemoglobina glicosilada**: ________ Uréia: _________ Creatinina: _________ Ácido úrico: _________ Colesterol total: _________ HDL colesterol: ________ LDL colesterol: _________ Triglicerídeos: __________ PSA: _________ Outros: ________________________________________________________________________________ (*) a anormalidade encontrada deverá ser anotada abaixo. _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ -2-J-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _______________________________________________ OUTROS EXAMES E RESULTADOS JULGADOS NECESSÁRIOS PELO AVALIADOR: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente pelo médico credenciado): ( ) Apto para a atividade de praticagem. (*) Motivo do declínio: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Nome completo do médico: Nº do Registro do CRM: UF: Telefone de contato: Endereço do consultório: _______________________________________________________ ____________________________________________________________________________ __________________________ Local e data Carimbo _________________________________ Assinatura do Médico -2-J-6- NORMAM-12/DPC Rev 1 . ( ) Deverá ser submetido a avaliação suplementar por JS da MB (declínio)*.

JS. ( ) Incapaz temporariamente para o serviço de praticagem. por ______ dias. ( ) Incapaz definitivamente para o serviço de praticagem.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _____________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente por JS da MB): ( ) Apto para o serviço de praticagem. data: ______________________________________________________________ -2-J-7- NORMAM-12/DPC Rev 1 . CONSIDERAÇÕES TÉCNICO-PERICIAIS A RESPEITO DO LAUDO EXARADO: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ _______________________________________________ Presidente da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) Local.

ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL. FRONTAL E DE TOPO -3-A-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM ARRANJO GERAL -3-A-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

............. REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO CERTIFICA-SE que a embarcação abaixo citada está homologada para o Serviço de Praticagem..........ANEXO 3-B CERTIFICADO Nº ......... DE . ... na Zona de Praticagem ________________________________________........ (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem...... __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 ... NOME: NÚMERO E PORTO DE INSCRIÇÃO: EMITIDO EM .... DE .........

. NOME: DATA DE INÍCIO DE OPERAÇÃO: EMITIDO EM ............ (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem............. REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA CERTIFICA-SE que a Atalaia abaixo citada está homologada para operar em proveito do Serviço de Praticagem na Zona de Praticagem .................... DE ..ANEXO 3-C CERTIFICADO Nº ............. ......DE ...................................... __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 ............

Os navios que demandam o porto de Itacoatiara-AM ou terminais existentes naquela cidade não necessitam trocar de prático.ZP-ITACOATIARA (AM) . até a cidade de Tabatinga. Entre o porto de Belém-PA e a cidade de Itacoatiara-AM.ANEXO 4-A RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM 1 . exceto para o trecho considerado facultativo. à navios nacionais e estrangeiros que não transportem carga perigosa. Tocantins. O canal Norte do rio Amazonas (do mar para o interior). o canal Sul e os acessos às regiões das Ilhas e Estreitos.TABATINGA (AM) Essa Zona de Praticagem está compreendida a partir do través da cidade de Itacoatiara à montante para o interior. Neste trecho. os serviços de praticagem estão disponíveis ao navegante em caráter facultativo. até o porto de Belém. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 2. portos e terminais. tendo em vista a existência de balizamento (de acordo com o Aviso Permanente no 065/02 da DHN). Negro. Somente os navios que estejam passando ao largo de Itacoatiara. a partir da Ilha de Mosqueiro-PA.ZP-BELÉM. através da região das Ilhas. O segundo trecho está -4-A-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . necessitam apenas solicitar práticos da ZP Fazendinha-Itacoatiara. a partir da bóia número 02 do canal Grande do Curuá até o paralelo 00º 03’S. pois ambas as praticagens estão habilitadas para as manobras necessárias. no rio Pará. Japurá. COMPLEXO PORTUÁRIO VILA DO CONDE E ADJACÊNCIAS (PA) Compreende o acesso pelo canal do Quiriri (ou Marajó). deverão efetuar a troca de prático. Tapajós e Trombetas são considerados hidrovias extensivas desta ZP. devendo ser solicitado com antecedência. até as proximidades da bóia nº 19. Xingu. Purus. que não forem atracar naquele porto ou terminal da Hermasa.ZP-FAZENDINHA (AP) . aí incluídos os acessos pelo canal Sul até a cidade de Itacoatiara-AM. o Serviço de Praticagem está disponível ao navegante em caráter facultativo. ALUMAR E PONTA DA MADEIRA (MA) Esta ZP está dividida em dois trechos. 3 . ou o acesso pela região dos estreitos a sudoeste da Ilha de Marajó. bem como os rios Jarí. 4 . até a cidade de Itacoatiara-AM. A hidrovia básica da Zona de Praticagem é do través da cidade de Itacoatiara até o porto de Tabatinga. A praticagem nesta ZP é obrigatória. constituída de todas as suas hidrovias. fundeadouro do Capim e o porto de Vila do Conde. Juruá e Iça são considerados hidrovias extensivas desta zona de praticagem. 2 .ITACOATIARA (AM) Esta Zona de Praticagem está compreendida a partir do paralelo 00º 03´S (Fazendinha-AP) para o interior do rio Amazonas. nas proximidades da bóia nº 1. Os navios que zarpam do porto de Itacoatiara-AM ou terminais.ZP-ITAQUI. Branco. em demanda à foz do rio Amazonas. As hidrovias principais de praticagem dessa ZP são: 1. ou pelo canal do Espadarte. Entre o porto de Macapá-AP e a cidade de Itacoatiara-AM. e 3. através da região das Ilhas. Entre o porto de Belém-PA e o porto de Macapá-AP. a partir dos pontos de espera de prático situados à jusante da extremidade externa do banco Xingu e Cabeço do Norte e do situado à jusante do Baixo Espadarte. O canal do Quiriri (ou Marajó) é considerado facultativo. Acre. O primeiro trecho está compreendido entre o acesso ao canal varrido. Os serviços neste trecho da ZP são obrigatórios. Os rios Madeira. No trecho compreendido entre o acesso pela barra norte.

A praticagem nesta ZP é obrigatória. 13 .ZP-NATAL (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. PORTOS E TERMINAIS DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS (BA) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.ZP-ILHÉUS (BA) Dos pontos de espera de prático até os locais de atracação. A praticagem é facultativa para as embarcações nacionais e estrangeiras. Dow Química.3 milhas náuticas a NE da bóia nº 19. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 8 . -4-A-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . sendo o Serviço de Praticagem de caráter obrigatório. São Roque.” 5 .ZP-RECIFE E SUAPE (PE) Para Recife. a praticagem é obrigatória a partir do ponto situado a 2. 7 .ZP-CABEDELO (PB) Do ponto de espera do prático até o local de atracação.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros.ZP-AREIA BRANCA (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Para Suape. com centro no Farolete Sul do quebra-mar sobre o banco do Inglês a qualquer ponto do interior do porto. a partir do alinhamento da ponta do quebra-mar e a ponta do Cabo de Santo Agostinho. 6 . a área limitada por uma circunferência de uma milha de raio. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-MACEIÓ E TERMINAL QUÍMICO (AL) Do ponto de espera de Prático até o local da atracação. 10 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. OBS: Para navios com TPB superior a 100. A praticagem é obrigatória nos terminais de Aratu. de qualquer arqueação bruta. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-FORTALEZA e PECÉM (CE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. que entrem na Baía de Todos os Santos em demanda ao fundeadouro de Monte Serrat ou que suspendam desse fundeadouro para sair em direção a barra.ANEXO 4-A compreendido entre as proximidades da bóia nº 19 e os terminais.ZP-REDES E TERMINAL MARÍTIMO INÁCIO BARBOSA (TMIB) (SE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.ZP-SALVADOR. 9 . 12 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. USIBA. 11 . TEMADRE e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos. A praticagem nesta ZP é obrigatória. até o local de atracação.

ZP-RIO DE JANEIRO.ZP-SÃO FRANCISCO DO SUL (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória. ANGRA DOS REIS E FORNO (RJ) a) Rio de Janeiro e Niterói Dos alinhamentos da ponta de Copacabana com a Ilha do Pai. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 045º 29’ 00” W até os locais de atracação.Ilha da Mãe e ponta de Itaipu para o interior da Baía de Guanabara.t 23º 53’ 36”S. 16 . BARRA DO RIACHO E UBU (ES) a) Vitória. Tubarão e Praia Mole Área compreendida entre os alinhamentos do meridiano 040º 14’ 00”W e paralelo 20º 20’ 00”S para o interior até os locais de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ANEXO 4-A 14 . NITERÓI. BAIXADA SANTISTA. 15 . A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória. do alinhamento entre a Ilha Deserta e o Lago do Jerônimo. Antonina. Ponta do Felix. Catalini e FOPAR pelo canais Sueste ou da Galheta até os locais de atracação. Long. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 23º 43’ 18”S. SÃO SEBASTIÃO E TERMINAL MARÍTIMO ALMIRANTE BARROSO (TEBAR) (SP) a) Santos Do paralelo 24o 00’ 33”S até o local de atracação. ILHA GUAÍBA. excetuando o fundeadouro no 4. 045º 20’ 12”W e Lat. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Pela entrada Oeste. c) Ubu Do ponto de espera de prático até o local de atracação. ILHA GRANDE (TEBIG). 18 . demandando os portos de Paranaguá.ZP-SANTOS. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Pela entrada Leste. b) São Sebastião e TEBAR I) Pela entrada Norte Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas Lat. 045º 28’ 00”W e Lat. c) Forno Do alinhamento da Ilha dos Porcos com a parte central da Ilha de Cabo Frio até o local de atracação. 17 . 23º 52’ 42”S.ZP-VITÓRIA. 23º 43’ 00”S. Long. Ilha do Pai . Terminais da PETROBRAS. Ilha Guaíba. Long. PRAIA MOLE. 045º 21’ 18” W até os locais de atracação. do alinhamento entre a Ilha das Palmas e a Ponta Grossa da Marambaia para o interior das Baías de Sepetiba e da Ilha Grande. b) Barra do Riacho Do ponto de espera de prático até o local de atracação. TUBARÃO.ZP-PARANAGUÁ E ANTONINA (PR) Do ponto de espera de prático. para o interior da Baía da Ilha Grande. -4-A-3NORMAM-12/DPC Mod 1 . II) Pela entrada Sul Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas La. A praticagem no porto desse trecho é obrigatória. Long. b) Sepetiba. SEPETIBA.

A praticagem nesta ZP é obrigatória. estabelecido no ANEXO 4-B destas Normas. bem como para aqueles que vindos desses portos/terminais com destino ao Porto Novo. Para os navios que deixem o Porto Novo.ZP-RIO GRANDE (RS) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. e demais terminais no interior do Rio Itajaí-Açu (SC) até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória. as manobras de desatracação/atracação em Rio Grande (Porto Novo) poderão ser feitas pelos Práticos da Lagoa dos Patos.ZP-LAGOA DOS PATOS. demandando os portos de Itajaí.ZP-ITAJAÍ E NAVEGANTES (SC) Do ponto de espera de Prático. PORTOS E TERMINAIS INTERIORES (RS) Do ponto de espera de prático. -4-A-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 . 21 . com destino ao porto de Porto Alegre e demais portos/terminais interiores. Terminais da Shell. em Rio Grande . RIOS. Navegantes. BRASKARNE.ANEXO 4-A 19 . 20 . Liquigás. a Lagoa dos Patos e terminais interiores. A praticagem nesta ZP é obrigatória. até a atracação nos portos e terminais existentes.RS. 22 .ZP-IMBITUBA (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Dow Química.

Navios provenientes de alto-mar. Ponto de embarque para navios com TPB superior a 100. 3 00º 24’ 30” S 047º 46’ 00” W Ponto nº 02 – navios vindos da direção leste. Porto de Belém. aos 146º verdadeiros. 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 01º 13’ 00” N 049º 34’ 30” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 04’ 00” S 051º 06’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 01’ 00” N 051º 01’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara Itacoatiara x Tabatinga AP - - 2 AM - - 3 Porto de Belém. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. 01º 06’ 00” S 048º 29’ 30” W MA 02º 28’ 54” S 044º 22’ 12” W 4 Itaqui. 00º 17´00“S 047º 49’ 00” W Ponto nº 01 – navios vindos das direções norte e oeste. recebem prático ao largo da Vila do Mosqueiro. basicamente originários de portos brasileiros. 3 Porto de Belém. nas proximidades da Ponta do Pinheiro. proximidades da bóia no 19. Navios provenientes do alto-mar.5 milha ao Sul da Igreja da Fazendinha. Ponto de embarque para navios com calado inferior a onze metros. que demandem o Rio Pará. Alumar e Ponta da Madeira MA 02º 26’ 00” S 044º 20’ 36” W MA 02º 31’ 30” S 044º 23’ 06” W -4-B-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. que não tenham recebido prático para o trecho facultativo. O prático deverá embarcar nas proximidade do porto de Itacoatiara. marcando o farol Ponta do Chapéu Virado. ao largo de Fazendinha nas proximidades da Igreja de Fazendinha marcando o Farolete Santana Leste aos 253o verdadeiros e na distância de 1. nas proximidades da bóia nº 19. que demandem o Rio Pará.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. Navios provenientes de Belém ou Vila do Conde.2 milhas ou 0.ANEXO 4-B PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE LONGITUDE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Proximidades da Bóia no 2 do Canal Grande do Curuá . Navios que necessitem parar nas proximidades de Santana e Macapá e aqueles que devam permanecer fundeados mais do que o tempo necessário para receber visitas das autoridades e os práticos.5 milhas. Ponto de desembarque para todos os navios. troca de práticos em Icoaraci. na distância de 2.Praticagem facultativa.

Tubarão. Terminal (TMIB). Fortaleza . Tubarão. Hidrovias e Estuário do Rio Sergipe. 14 Vitória. Para navios com calado inferior a 9 metros.Porto do Mucuripe Porto do Pecém Areia Branca (Termisa) Natal Cabedelo Recife Recife Suape Maceió e Terminal Químico Aracajú e Barra dos Coqueiros Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 5 5 6 7 8 9 9 9 10 CE CE RN RN PB PE PE PE AL 03º 41’ 40” S 03º 28’ 30” S 04º 43’ 36” S 05º 44’ 48” S 06º 56’ 00” S 08º 02’ 17” S 08º 04’ 09” S 08º 23’ 03” S 09º 42’ 03” S 038º 29’ 52” W 038º 47’ 48” W 036º 55’ 36” W 035º 10’ 30” W 034º 48’ 00” W 034º 50’ 32” W 034º 50’ 56” W 034º 55’ 57” W 035º 44’ 22” W Canal de Olinda. Carvão e produtos siderúrgicos. Marítimo Estaleiro no 11 SE 10º 51’ 00” S 036º 54’ 00” W Inácio Barbosa 12 Salvador. 11 SE 10º 58’ 54” S 036º 59’ 25” W Terminais. Praia Mole. Suape. Canal do Sul de Recife.Porto do Mucuripe Fortaleza .ANEXO 4-B ZP 5 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE CE 03º 40’ 18” S LONGITUDE 038º 29’ 30” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Para navios com calado superior a 9 metros. Vitória. Praia Mole e seguintes terminais: Granéis líquidos. cais do ES Paul e Capuaba. 14 ES 20º 20’ 00” S 040º 14’ 12” W Terminais de Tubarão e Praia Mole. 14 15 ES RJ 20º 46’ 24” S 22º 58’ 24” S 040º 32’ 33” W 041º 59’ 06” W -4-B-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . UBU Forno 20º 19’ 34” S 040º 15’ 16” W Porto de Vitória. Portos e Terminais da BA Baía de Todos os Santos Ilhéus Barra do Riacho BA ES 12º 59’ 00” S 038o 33’ 00” W 13 14 14º 45’ 53” S 19º 50’ 30” S 039º 01’ 28” W 040º 02’ 00” W Porto do Malhado.

16 SP 23º 53’ 30” S 045º 29’ 30” W Entrada Sul. Ilha Guaíba (MBR). Teaçu. Liquigás SC e terminal da Braskarne e demais terminais do Rio Itajaí-Açu. ABTL e demais terminais da Baixada Santista Paranaguá. Niterói e seguintes terminais: Exxon. Catalini e Ponta do Felix São Francisco do Sul SC 24º 00’ 33” S 046º 20’ 12” W 17 25º 38’ 38” S 048º 15’ 06” W 18 26º 12’ 00” S 048º 28’ 06” W 21 Itajaí. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis São Sebastião e TEBAR São Sebastião e TEBAR 22º 59’ 48” S 043º 08’42” W Navios que demandam o canal de Contuduba. Antonina e seguintes PR terminais: Petrobrás. Cosipa. Shell. Ilha Guaíba.5m). Ilha d`Água e Redonda. 15 RJ 23º 08’ 36” S 044º 04’ 36” W Entrada Leste. 16 SP 23º 42’ 00” S 045º 21’ 00” W Entrada Norte. Esso. Ponte do Thun e Texaco Sepetiba. Terminais: Codesp. RJ Manguinhos. 26º 55’ 00” S 048º 34’ 30” W -4-B-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Ultrafértil. 15 Rio de Janeiro. Libra. Armazens Gerais. 15 RJ 23º 11’ 24” S 044º 24’ 48” W Entrada Oeste.Cargill. Dow SP Química. 16 Porto de Santos. Navegantes. Shell.ANEXO 4-B ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE 22º 56’ 30” S LONGITUDE 043º 08’ 24” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Navios que demandam o canal de Santa Cruz (calado inferior a 12. S. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Sepetiba.Francisco. Cutrale. Dow Química. TECON.

Portos e Terminais Interiores 20 RS 32º 03’ 21” S 052º 03’ 12” W -4-B-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 .ANEXO 4-B ZP 22 19 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE SC RS 28º 12’ 32” S 32º 14’ 02” S LONGITUDE 048º 38’ 44” W 051º 58’ 05” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Imbituba Portos e terminais do interior da ZP Lagoa dos Patos. Rios.

ANEXO 4-C ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA ZP 1 2 3 Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaquí 4 Alumar Ponta da Madeira Fortaleza 5 Pecém 6 7 8 9 Suape Maceió 10 Terminal Químico Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 11 Redes Salvador Aratú São Roque 12 Usina Siderúrgica da Bahia (USIBA) Dow Química Alves Câmara (TEMADRE) e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos 13 Ilhéus BA SE AL Areia Branca (TERMISA) RN Natal Cabedelo Recife PE PB CE MA TRECHO/PORTO/TERMINAL Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Belém PA ESTADO AP/AM AM -4-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

ANEXO 4-C ZP TRECHO/PORTO/TERMINAL Vitória Tubarão 14 Ubu Barra do Riacho Praia Mole Rio de Janeiro Niterói 15 Forno Ilha Grande (TEBIG) Sepetiba/Ilha Guaíba/Angra dos Reis TEBAR 16 São Sebastião Santos e Baixada Santista Paranaguá e demais terminais 17 Ponta do Félix Antonina 18 São Francisco do Sul 0402 .Itajaí. Navegantes e demais terminais situados no interior do Rio Itajaí-Açu 21 Shell Dow Química Liquigás 22 19 Imbituba Rio Grande Santa Clara Canoas/Tergasul 20 Pelotas Porto Alegre RS SC PR SP RJ ES ESTADO -4-C-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

Trecho do Canal do Quiriri (ou Marajó). de acordo com o Aviso Permanente nº 065/2002 da DHN. demandando o fundeadouro de Monte Serrat ou trecho inverso. até as proximidades da bóia nº 19. conforme discriminado no Anexo 4-B.000 têm praticagem obrigatória a partir do ponto situado a 2.ANEXO 4-D TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZP ESTADO TRECHO/PORTO/TERMINAL Trecho compreendido desde a Bóia nº 2 do Canal Grande do Curuá até o través da cidade de Fazendinha (AP) – Barra Norte. nas proximidades da bóia nº 1. EXCEÇÕES 01 AP 03 PA Navios nacionais e estrangeiros que transportem carga perigosa têm praticagem obrigatória. 04 MA Trecho compreendido entre o acesso ao canal varrido. tendo em vista a existência de balizamento. Navios com calado igual ou superior a 11 m ou TPB superior a 100.3 MN a NE da bóia nº 19. 12 BA Trecho de acesso à Baía de Todos os Santos vindo do mar. -4-D-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 .

O F O O F Observações: (1) Este quadro não é aplicável às embarcações classificadas para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. DGPS. tal como: “bow thruster”. (3) Exceto as contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. Lagoa dos Patos e Bacia Amazônica O (constituída de todas as suas hidrovias e portos. Portos e terminais de ZP Obrigatória (ANEXO 4-C). em território nacional). (exceto abrangendo os rios embarcação tributários e confluentes empregada na dos rios Amazonas e pesca) Solimões. no mínimo. Legenda: F . e estar com o AIS ativo. “stern thruster”.FACULTATIVO O . Trechos facultativos de ZP obrigatória (ANEXO 4-D). de acordo com o preconizado no item 0406.ANEXO 4-E QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ARQUEAÇÃO BRUTA Até 2000 TIPO DE NAVIO Qualquer tipo Embarcação empregadas em navegação de apoio marítimo com AB até 3000 Embarcações engajadas em operação de dragagem ÁREA Qualquer BANDEIRA BRASILEIRA ESTRANGEIRA F(2) O (3) (5) Qualquer F(2) (4) O (2) (3) (4) Qualquer F (2) (6) O (2) (3) (6) Acima de 2000 Demais navios Rio Guaíba. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. (6) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo e tenha sido realizado adestramento com Prático de. (2) As com praticagem facultativa devem. conforme previsto no item 0404. (5) As embarcações de bandeira peruana e colombiana.OBRIGATÓRIO -4-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . conforme previsto no item 0404. (4) Possuam equipamento auxiliar de manobra. cinco navegações de praticagem. obrigatoriamente. propulsão azimutal ou similares.