M MA RI IN DO BR AS SI AR NH OB RA IL HA L AD D RE ET RI IA AD DE PO RT TO EC AS S IR TO EP OR OS OR SE CO DI OS ST TA

N NO MA SD AU UT ID DE MA RÍ ÍT OR AS TO DA EM AR TI RM DA OR AD IM AA RI MA A P PA AR RA AO OS SE ER RV VI IÇ ÇO OD DE EP PR RA AT TI IC CA AG GE EM M

NORMAM-12/DPC 1ª REVISÃO

-2 20 01 11 1-

NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM FOLHA DE REGISTRO DE MODIFICAÇÕES

NÚMERO DA MODIFICAÇÃO

EXPEDIENTE QUE A DETERMINOU E RESPECTIVA DATA

PÁGINAS AFETADAS

DATA DA ALTERAÇÃO RUBRICA

Mod 1

Folha de Rosto, Item 0109, 0210, Portaria nº 100/DPC, de 0212, 0223, 19 de maio de 2011 0231, 0248, Anexos: 2-I, 4-A, 4-B, 4-D, Portaria nº 206/DPC, de 30 de setembro de 2011 Portaria nº 95/DPC, de 23 de maio de 2012 -3-3-4-20201, 0202, 0205, 0207, 0208, 0213, 0214, 0215, 0216, 0217, 0218, 0219, 0220, 0222, 0223, 0224, 0404, An 2-F e An 2-I

20/05/2011

Mod 2 Mod 3

11/10/2011 30/05/2012

Mod 4

Portaria nº 202/DPC, de 5 de outubro de 2012

08/10/2012

- II -

NORMAM-12/DPC

ÍNDICE Páginas Folha de Rosto .............................................................................................................. I Registro de Modificações .............................................................................................. II Índice ............................................................................................................................. III CAPÍTULO 1 SEÇÃO I 0101 0102 0103 0104 SEÇÃO II 0105 0106 0107 0108 0109 0110 0111 0112 0113 0114 0115 0116 0117 0118 0119 0120 0121 0122 CAPÍTULO 2 SEÇÃO I 0201 0202 0203 0204 0205 0206 0207 0208 0209 0210 0211 0212 0213 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM INTRODUÇÃO PROPÓSITO...................................................................................... APLICAÇÃO....................................................................................... COMPETÊNCIA................................................................................. ABREVIATURAS ............................................................................... DEFINIÇÕES ATALAIA ............................................................................................ CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO ............................. CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA ................ ENTIDADE DE PRATICAGEM .......................................................... ENXÁRCIA......................................................................................... FAINA DE PRATICAGEM .................................................................. HABILITAÇÃO DE PRÁTICO............................................................. IMPRATICABILIDADE ....................................................................... LANCHA DE PRÁTICO...................................................................... MANOBRAS DE PRATICAGEM ........................................................ NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM...................................................... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO .................................................. PRATICANTE DE PRÁTICO.............................................................. PRÁTICO ........................................................................................... REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ......... SERVIÇO DE PRATICAGEM ............................................................ ZONA DE PRATICAGEM (ZP)........................................................... DOS PRÁTICOS DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ........................................................................................... REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO...... VAGAS............................................................................................... ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM...................................... INSCRIÇÕES..................................................................................... ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO............................................... PROVA ESCRITA (1ª ETAPA ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS, SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA - ELIMINATÓRIA) .. APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS ............................................. DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS........................................................... DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO. TÍTULOS ............................................................................................ SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) ...................................... - III -

1-1 1-1 1-1 1-1

1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-3 1-3 1-3 1-3 1-3

2-1 2-1 2-2 2-2 2-2 2-2 2-2 2-3 2-3 2-3 2-3 2-3 2-4

NORMAM-12/DPC Rev 1

0214 0215 0216 0217 0218 0219 0220 0221 SEÇÃO II 0222 0223 0224 SEÇÃO III 0225 0226 0227 -

TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA ..................................................... PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA - CLASSIFICATÓRIA) .................. PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA - ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... CLASSIFICAÇÃO FINAL ................................................................... DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM ................................................................ HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO.......................................................................................... CONVOCAÇÃO ................................................................................. VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO ...........................................

2-6 2-7 2-7 2-7 2-7 2-8 2-8 2-8

DA CERTIFICAÇÃO, DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO CERTIFICAÇÃO ................................................................................ 2-9 QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO............................ 2-10 EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO .................................... 2-10 DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ORGANIZAÇÃO................................................................................. 2-12 ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ............. 2-12 ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ..................................................................................... 2-13 DOS DEVERES DOS DEVERES DO PRÁTICO .......................................................... DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO ............................ DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO ................................................................... CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS ...................................................... DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE........................................ IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO ......................... IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO .................. RECUSA ............................................................................................

SEÇÃO IV 0228 0229 0230 0231 0232 0233 0234 0235 SEÇÃO V 0236 0237 SEÇÃO VI 0238 0239 0240 0241 SEÇÃO VII 0242 0243 0244 -

2-14 2-15 2-15 2-16 2-16 2-16 2-16 2-17

AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO DO PRÁTICO..................................................................................... 2-17 DO PRATICANTE DE PRÁTICO ....................................................... 2-18 DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS .. AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ RECUPERAÇÃO DE HABILITAÇÃO.................................................

2-18 2-18 2-19 2-19

HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO HABILITAÇÃO ................................................................................... 2-19 DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS ................................................. 2-19 PROCEDIMENTOS ........................................................................... 2-19 - IV NORMAM-12/DPC Rev 1

... SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS.... QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO .............................. LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM EMPREGO................... 3-1 3-1 3-1 3-2 3-2 3-2 3-2 3-3 3-3 3-3 3-3 3-3 ATALAIA ESTRUTURA OPERACIONAL ......................................... PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO ............ PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO .................................. EXTINÇÃO DE ZP .......... 5-1 -VNORMAM-12/DPC Rev 1 ..................................................................................SEÇÃO VIII 0245 0246 0247 SEÇÃO IX 0248 SEÇÃO X 0249 SEÇÃO XI 0250 CAPÍTULO 3 SEÇÃO I 0301 0302 0303 0304 0305 0306 0307 SEÇÃO II 0308 0309 0310 0311 0312 SEÇÃO III 0313 0314 0315 CAPÍTULO 4 0401 0402 0403 0404 0405 0406 - DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP......................................................................................................... 4-1 4-1 4-1 4-1 4-2 4-2 CAPÍTULO 5 0501 0502 - PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM FIXAÇÃO DOS PREÇOS...... EMPREGO............................................................................ 2-20 LOTAÇÃO E EFETIVO ........ 2-26 LANCHA DE PRÁTICO.................. QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO ........CONAPRA CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ................... LANCHA DE APOIO E ATALAIA LANCHA DE PRÁTICO CARACTERÍSTICAS ................................................. 2-20 EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO ...................................... RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM.............................................................................................................................................................. DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS..... IDENTIFICAÇÃO VISUAL..................................CONAPRA .............................................. 3-5 DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZONA DE PRATICAGEM.......................................................................................... IDENTIFICAÇÃO VISUAL. 5-1 NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ ............. DOTAÇÃO .... 2-26 DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS ......................................... 3-4 HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA.......................................................................................................................................... DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS.................... HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO ... 3-3 DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA ................................................................................................................................................................................................................................................................ 2-21 DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ........................... 2-20 ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM ...................... HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM.................

..... 2-G-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADAS POR COMANDANTE ................................. 4-A-1 PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO ..... 2-I-1 LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO...........VI - NORMAM-12/DPC Rev 1 ................................... 3-A-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO . 4-B-1 ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA..................................................................................................................................................................... 2-C-1 DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO .......................................... 2-D-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO...... 2-A-1 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ... 2-F-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM .... 4-E-1 ....................................... 3-B-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA....................................................... FRONTAL E DE TOPO ........................................ 2-B-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO ... 2-E-1 NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ........................................... 4-C-1 TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM...................... 2-H-1 LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ................ 2-J-1 LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL........ 3-C-1 RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM .............................................................. 4-D-1 QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ...........ANEXOS: 2-A - 2-B - 2-C 2-D 2-E 2-F 2-G 2-H 2-I 2-J 3-A 3-B 3-C 4-A 4-B 4-C 4-D 4-E - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ....

Agência da Capitania dos Portos ou Agente da Capitania dos Portos. 4) DPC . 0106 .APLICAÇÃO Estas Normas aplicam-se a todos os Serviços de Praticagem e. 5) NPCP .ABREVIATURAS Nestas Normas.Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos. controlar e apoiar o atendimento do Prático à embarcação em uma Zona de Praticagem (ZP).CAPÍTULO 1 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM SEÇÃO I INTRODUÇÃO 0101 .Diretoria de Portos e Costas ou Diretor de Portos e Costas.PROPÓSITO Estabelecer normas para o Serviço de Praticagem nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB). 2) CP . 0104 .CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Prático de uma determinada ZP. 0103 . aos Práticos. sem fins lucrativos. que congrega Práticos brasileiros.Normas e Procedimentos da Capitania Fluvial.Capitania dos Portos ou Capitão dos Portos.Delegacia da Capitania dos Portos ou Delegado da Capitania dos Portos.CONAPRA É uma associação profissional. 0108 . 6) NPCF . aos Praticantes de Prático e aos usuários do Serviço de Praticagem.COMPETÊNCIA Compete à Diretoria de Portos e Costas. coordenar.ATALAIA É a estrutura operacional e administrativa organizada de formar a prover. regulamentar o Serviço de Praticagem. de maneira especial. tendo por finalidade representá-los perante autoridades governamentais e -1-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . estabelecer as Zonas de Praticagem (ZP) em que a utilização do Serviço é obrigatória ou facultativa e especificar as embarcações dispensadas de utilizar o Serviço de Praticagem.CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Praticante de Prático em uma determinada ZP. como Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário. Também é denominada de Estação de Praticagem. 3) DL .CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . SEÇÃO II DEFINIÇÕES 0105 . 0107 . 0102 . as abreviaturas abaixo representam: 1) AG .

0109 . 0114 . É reconhecido pela Autoridade Marítima como Órgão de Representação Nacional de Praticagem. 0112 .Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). são as manobras de atracar/desatracar. -1-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . de 11/12/1997 .IMPRATICABILIDADE É a situação que se configura quando as condições meteorológicas. b) A manutenção da habilitação requer a execução de uma quantidade mínima. 0117 .MANOBRAS DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. 0111 .PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO É o ponto estabelecido em coordenadas geográficas na ZP.ENTIDADE DE PRATICAGEM Termo de uso geral empregado para designar cada organização que congrega Prático(s) na ZP.entidades representativas de setores do meio marítimo nas questões ligadas à Praticagem. 0116 . mensal e semestral. onde é efetuado o embarque/desembarque do Prático por ocasião do início ou fim de uma faina de praticagem.NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas.HABILITAÇÃO DE PRÁTICO a) É o nível mínimo de capacitação técnica exigida de um Prático. é a atividade que envolve a realização de manobra(s) de praticagem e/ou navegação de praticagem em uma ZP. para ser empregada no deslocamento e no transbordo do Prático para o embarque/desembarque na embarcação. é a navegação realizada no interior de uma ZP com assessoria de um ou mais Práticos embarcados. 0115 .LANCHA DE PRÁTICO É a embarcação homologada pelo CP com jurisdição sobre a ZP. o tráfego de embarcações e/ou o embarque/desembarque do Prático.ENXÁRCIA É a estrutura fixa instalada na proa da Lancha de Prático que tem como propósito auxiliar o embarque/desembarque do Prático na embarcação. o estado mar. amarrar à bóia/largar da bóia.537. de fainas de praticagem. estabelecida no Plano de Manutenção da Habilitação elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. 0110 .FAINA DE PRATICAGEM a) Para efeito destas Normas. fundear/suspender. acidentes ou fatos da navegação ou deficiências técnicas implicam em inaceitável risco à segurança da navegação. possuindo as tarefas específicas previstas nestas Normas e em outros documentos emitidos pela DPC. constituída sob qualquer das formas previstas no caput do art. 13 da Lei nº 9. b) A faina de praticagem é computada para efeito da manutenção da habilitação do Prático e do cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. entrar/sair de dique/carreira e alar ao cais. quando executadas com a assessoria de Prático. 0113 . desaconselhando a realização de fainas de praticagem.

de Lancha de Prático e de Atalaia.ZONA DE PRATICAGEM (ZP) É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações. Quando houver mais de uma Entidade de Praticagem em uma determinada ZP.PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante que presta Serviços de Praticagem embarcado. selecionado por meio de Processo Seletivo conduzido pela DPC. será aquele indicado por consenso entre as existentes. requeridas por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. É constituído de Prático. Não havendo consenso. 0121 . caberá à CP a sua designação. 0122 . -1-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Compete à DPC estabelecer as ZP. 0120 .0118 . portador do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático e aspirante à categoria de Prático. exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de Serviço de Praticagem para essa área. 0119 .SERVIÇO DE PRATICAGEM É o conjunto de atividades profissionais de assessoria ao Comandante.PRATICANTE DE PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante.REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM É o Prático dirigente da Entidade de Praticagem que reúne todo o efetivo de Práticos de uma ZP e que representa a Praticagem junto à CP.

do número de vagas previsto no seu Edital. Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC). o qual será regido pelas presentes normas e detalhado por Edital específico a ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) e na página da DPC na Internet. portanto. 37. O Processo Seletivo. 14º. tão somente. e) Estar em dia com as obrigações militares. o qual poderá incluir as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. b) Cabe à DPC. da Constituição Federal. Prático ou Praticante de Prático até data estabelecida no Edital. c) Ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4 (quatro). o número de vagas por ZP a ser preenchido. não sendo o concurso público de que trata o Art. Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas. determinar a época de realização. II. doravante denominado Processo Seletivo. c) O Praticante de Prático e o Prático não são militares ou servidores/empregados públicos. no mínimo na categoria de Mestre-Amador.Lei do Serviço Militar). § 1º. -2-1- NORMAM-12/DPC Mod 4 . 2º da Lei nº 4375/64 . e j) Cumprir as normas e instruções estabelecidas para o Processo Seletivo. f) Estar quite com as obrigações eleitorais (Art. por meio de Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático. até a data de encerramento das inscrições. assim como não exercem função pública. ou pertencer ao Grupo de Amadores. d) Não ser militar reformado por incapacidade definitiva ou civil aposentado por invalidez. incisos I e II da Constituição Federal). Ademais. elaborar e divulgar o Edital e executar o Processo Seletivo.CAPÍTULO 2 DOS PRÁTICOS SEÇÃO I DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO 0201 . inicial e exclusivamente. g) Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). i) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição. b) Possuir curso de graduação (nível superior) oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação e concluído até data estabelecida no Edital.PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO a) O preenchimento de vaga de Prático em Zona de Praticagem (ZP) dar-se-á. para candidatos do sexo masculino (Art.REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO a) Ser brasileiro (ambos os sexos). 0202 . h) Possuir documento oficial de identificação válido e com fotografia. não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. é um Processo Seletivo reservado ao preenchimento. com idade mínima de 18 (dezoito) anos completados até data estabelecida no Edital. inclusive conforme a correspondência com as categorias profissionais estabelecida nas “Normas da Autoridade Marítima para Amadores. na qualidade de Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário e no exercício da atribuição de regulamentar o Serviço de Praticagem.

c) A DPC publicará. 0205 .Prova Escrita (eliminatória e classificatória). -2-2NORMAM-12/DPC Mod 4 . não limitando ou esgotando os assuntos constantes do conteúdo programático.0203 .ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO a) O Processo Seletivo será constituído de quatro (4) etapas: 1) 1ª etapa . para efeito das provas escrita e prático-oral.PROVA ESCRITA (1ª ETAPA . assim como as relativas à apresentação na ZP para onde vier a ser distribuído e sua manutenção até a habilitação como Prático. poderá ser facultado ao candidato optar por concorrer para mais de uma ZP.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) A prova escrita versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A. c) Correrão por conta do candidato todas as despesas inerentes à participação no Processo Seletivo. 0206 .Apresentação de Documentos. podendo ser alterada no Edital.ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM No caso de oferecimento de vagas em mais de uma ZP em um mesmo Processo Seletivo. Caso seja facultado. serão consideradas. b) A divulgação do período de inscrições será feita por meio do Edital.VAGAS a) O Edital estabelecerá o número de vagas por ZP. 0207 . ser oferecida(s) vaga(s) decorrente(s) da seleção de candidato(s) que seja(m) Praticante(s) de Prático ou Prático(s). mas não se classificar entre o número de candidatos a serem convocados para a 2ª etapa do Processo Seletivo. d) Não integram o Processo Seletivo: a Qualificação do Praticante de Prático e o Exame de Habilitação para Prático. no entanto. b) O número de pontos ou o peso atribuído a cada uma das provas escrita. c) Embora essa bibliografia constitua apenas simples sugestão. as edições mencionadas no Edital ao lado de cada item relacionado. e) A prova escrita será realizada no(s) local(is) indicado(s) pela DPC. os resultados das 4 (quatro) etapas e a Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. servindo apenas como orientação para os candidatos. b) O Anexo 2-B contém a bibliografia sugerida.INSCRIÇÕES a) A inscrição será obrigatória para todos os candidatos. no transcorrer do Processo Seletivo. ou 2) Grau igual ou superior à metade do valor atribuído à prova. os quais. no DOU e na sua página na Internet. poderá(ão). f) Será eliminado do Processo Seletivo o candidato que na prova escrita obtiver: 1) Grau inferior à metade do valor atribuído à prova. considerando que o conhecimento da língua inglesa é imprescindível para a prestação do Serviço de Praticagem. b) A critério da DPC.Prova Prático-Oral (eliminatória e classificatória). e 4) 4ª etapa .Prova de Títulos (classificatória). alterados e/ou atualizados no Edital. tratados nos itens 0223 e 0224. respectivamente. de títulos e prático-oral será definido no Edital. as regras para a apresentação da(s) opção(ões) e os critérios para a distribuição dos candidatos classificados pelas ZP serão divulgados no Edital. 2) 2ª etapa . poderão ser acrescidos. d) A prova escrita poderá conter textos e/ou questões redigidos em português e/ou em inglês. 3) 3ª etapa . Seleção Psicofísica e Teste de Suficiência Física (eliminatória). 0204 .

conforme dispuser o Edital. 0210 .ELIMINATÓRIA) a) Somente os candidatos relacionados na classificação inicial serão convocados para realizar a 2ª etapa do Processo Seletivo. 2) Comprobatórios de atendimento aos requisitos para a participação no Processo Seletivo. b) A 2ª etapa do Processo Seletivo será composta das seguintes fases: 1) Apresentação de Documentos (eliminatória). 0209 .APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS. estabelecidos no item 0202.g) O Edital estabelecerá o número máximo de candidatos que serão convocados para a 2ª etapa do certame. c) Compete ao Diretor de Portos e Costas decidir pela eliminação do Processo Seletivo do candidato que. à vista dos documentos apresentados. e convocados para 2ª etapa do Processo Seletivo. SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA . b) Constará do Edital a relação dos documentos a serem apresentados pelo candidato. -2-3- NORMAM-12/DPC Mod 4 . h) Os candidatos não eliminados serão relacionados em ordem decrescente do grau obtido na prova escrita. assim como o(os) critério(s) de desempate no caso de graus iguais na prova escrita. constituindo a classificação inicial do certame. 0211 .APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS a) Esta fase incluirá a apresentação. e 3) Teste de Suficiência Física (eliminatória).DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS a) A apresentação de dados cíveis e criminais terá como propósito verificar se o candidato preenche os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. a data-limite de obtenção de cada um e a forma como deverão ser comprovados e apresentados. b) O Edital determinará os títulos. 0208 . não cabendo recurso contra essa decisão. obedecido(s) o(s) critério(s) de desempate. entenda não preencher os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. 2) Seleção Psicofísica (eliminatória). pelo candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo.TÍTULOS a) Será opcional a apresentação de títulos que não constituam exigência para participar do Processo Seletivo. 0212 .DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO a) Esta fase terá o propósito de verificar se o candidato satisfaz os requisitos exigidos para participar do Processo Seletivo. b) Será atendida mediante a apresentação de documentos pelo candidato. dos seguintes documentos: 1) Dados cíveis e criminais. e 3) Títulos. c) Os títulos serão analisados e avaliados pela DPC por ocasião da prova de títulos que constitui a 3ª etapa do Processo Seletivo.

0213 . metanfetaminas. hemoglobina glicosilada. a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos. observando-se as condições de inaptidão e os índices mínimos exigidos. dosagem de beta-HCG. d) Não caberá recurso contra o resultado dessa nova inspeção de saúde. abrangendo. lançar mão dos subsídios técnicos que julgar(em) necessários. O Teste de Cores (Ishihara) será realizado por médico(s) da(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. a DPC indicará a data para a realização da inspeção de saúde em grau de recurso. Fundoscopia. 9) Para candidatos do sexo feminino: Exame colpocitológico atualizado. também definida pela DPC. gamaGT. com base em procedimentos médico-periciais específicos e em exames de saúde complementares. requerer à DPC nova inspeção de saúde. mamografia (após os 35 anos) e atestado emitido por ginecologista. 8) Audiometria tonal e vocal sem uso de prótese. sendo o candidato que for considerado inapto eliminado do Processo Seletivo. em grau de recurso. anfetaminas. 10) Toxicológicos: com laudo. pelos ou raspas de unhas) doadas pelos candidato. Tonometria. com janela de detecção mínima de 90 (noventa) dias. b) A Seleção Psicofísica será realizada por Junta de Saúde da Marinha do Brasil definida pela DPC. f) Por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. pelo menos. podendo. e) Além das condições de inaptidão listadas na alínea i) abaixo. 4) Urina EAS. porém não ficará(ão) restrita(s) aos mesmos. creatinina. 7) Exame oftalmológico. que serão rigorosamente observadas durante a(s) inspeção(ões) de saúde. fosfatase alcalina. com base na autonomia da função pericial. no período previsto no Edital do Processo Seletivo. 6) Eletroencefalograma com laudo. No deferimento. A Audiometria deve ser realizada com repouso auditivo mínimo de 14 (quatorze) horas. TGO. VDRL e PSA (este último para candidatos do sexo masculino acima de 40 anos).SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) a) A Seleção Psicofísica é a perícia médica que visa verificar se o candidato preenche os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. 3) Sangue: hemograma completo. -2-4NORMAM-12/DPC Mod 4 . a(s) Junta(s) apreciará(ão) os resultados dos exames de saúde complementares e outros documentos pertinentes apresentados pelo candidato. uréia. os seguintes grupos de drogas: cocaína e derivados. implicarão em inaptidão quaisquer outras condições que possam resultar em incapacidade laboral precoce ou remota para a prestação do Serviço de Praticagem. maconha e derivados. 2) Teste Ergométrico. teste de tolerância oral à glicose. glicose. com laudo (não é necessário entregar ou enviar o filme). opiáceos e derivados. bilirrubina total e frações. c) O candidato considerado inapto na inspeção de saúde poderá. por Junta de Saúde da Marinha do Brasil de instância superior. TGP. g) O candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo deverá realizar os seguintes exames de saúde complementares: 1) Telerradiografia (Raio X) de tórax em PA. para a detecção de drogas de uso ilícito. 5) Vectoeletronistagmografia (VENG). no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis contados a partir da data em que lhe for formalmente comunicado o laudo pela Junta de Saúde. com identificação do profissional que a realizou. com descrição do exame físico realizado. e peniciclidina (PCP). com acuidade visual com e sem correção. ecstasy (MDMA e MDA). visando melhor avaliar a aptidão psicofísica do candidato para a prestação do Serviço de Praticagem.

desde que não impeçam a distinção de sons indicativos de apito. corrigíveis para. constar informações sobre a cadeia de custódia. gongo ou buzina utilizados por outra embarcação para indicar aproximação. varizes de membros inferiores com edema. 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55 dB. quantidades detectadas. pelo menos. (c)O laudo deverá registrar resultados. e cuja coleta de material biológico tenha sido realizada no prazo máximo estabelecido no Edital. 7) Doenças do sistema circulatório: passado de infarto do miocárdio. nutricionais e imunitárias. labirintopatias. arritmias. insuficiência venosa crônica. no mínimo. serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o “Índice de Reconhecimento da Fala” seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (a) Não ultrapassem os 55 dB. hipertensão arterial sem controle adequado. cardiopatia hipertensiva. 20/20 em um dos olhos e 20/30 no outro. Hepatopatias com repercussão clínica e/ou que requeiram tratamento. obrigatoriamente. 5) Neoplasias malignas. ou Teste Ergométrico com classe funcional de II a IV (New York Heart Association . duas testemunhas da coleta. metabólicas. 6) Doenças neurológicas ou que comprometam o equilíbrio. História de síncope. -2-5NORMAM-12/DPC Mod 4 . e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. 3) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas. Doenças infectocontagiosas. e 2) Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências de 500 a 3000 Hz serão aceitas ainda que bilaterais. presença de marca-passo. Perdas acima desse limite. Passado de Acidente Vascular Encefálico. sino. Dependência ou uso abusivo de álcool e de outras substâncias psicoativas. ainda que sem evidência de atividade. Obesidade mórbida. para cada grupo de drogas.(a) A(s) Junta(s) de Saúde somente aceitará(ão) laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção. bem como a avaliação estatística do padrão de consumo. ou (b) A média tritonal nas frequências de 500Hz. mínima de 90 (noventa) dias. em que o risco de descompensação súbita possa comprometer a capacidade laborativa. Diabetes descompensado ou que requeira insulina ou hipoglicemiante oral para controle. epilepsia ou síndrome convulsiva. no ato da inspeção de saúde. negativos ou positivos. História de neoplasia maligna já tratada. aceitos pela DPC. úlceras ou cicatrizes residuais. (b)No corpo do laudo do exame toxicológico. identificação e assinatura de. Transtornos de personalidade. 2) Doenças endócrinas. deverão. 3) História pregressa de doença psiquiátrica ou evidência da mesma. dos exames de saúde complementares e como deverão ser encaminhados à Junta de Saúde. confirmada por ocasião da avaliação psiquiátrica que poderá ser solicitada pela(s) Junta(s) de Saúde durante a(s) inspeção(ões) de saúde. ainda que sob controle. história de tromboembolia. h) O Edital estabelecerá os prazos máximos de validade. j) Serão condições de inaptidão: 1) Infecções agudas que comprometam a capacidade laborativa. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). critérios de cura.NYHA). i) Os índices mínimos exigidos serão os seguintes: 1) Acuidade visual mínima de 20/200 sem correção em cada olho. 4) Doenças hematológicas com repercussão clínica. só será admitida se apresentar. independente do controle. Uso de drogas ilegais. nessas frequências. doença valvares (sendo admitido prolapso de valva mitral sem regurgitação).

0215 . deverá realizar as demais fases e etapas. 2) Nadar 50 (cinquenta) metros em tempo igual ou inferior a 1 (um) minuto e 30 (trinta) segundos. f) Tornando o candidato a não lograr êxito em qualquer das provas. abaulamentos e protrusões discais. considerando os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. Ureterostomia. 14) Alterações da fala que comprometam a comunicação. as comprovadas qualificação e experiência profissionais do candidato no exercício da atividade marítima considerada pela DPC como diferencial para a prestação do Serviço de Praticagem. por meio de títulos. permitindo atender ao disposto nos itens 0217a 0220. a candidata grávida deverá encaminhar à Junta de Saúde apenas o resultado do exame de dosagem de beta-HCG. sem interrupção e sem apoio. Discromatopsia para as cores verde e vermelha. com intervalo entre as mesmas conforme dispuser o Edital. em qualquer estilo. e 17) Qualquer condição médica que implique em incapacidade súbita ou que requeira medicação e prejudique o tempo de reação ou julgamento. em água doce ou salgada. No entanto. 15) Glaucoma. poderão ser pontuados. subir escadas íngremes e de sustentação com os membros superiores. Amputação de membros no todo ou em partes. Com relação aos exames de saúde complementares relacionados na alínea g). hérnias de disco e radiculopatias. conforme dispuser o Edital. 10) Complicações do puerpério. 9) Patologias urológicas ou sistêmicas que comprometam a função renal.TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA a) Somente o candidato julgado apto na Seleção Psicofísica realizará o Teste de Suficiência Física. 13) Doenças gastrointestinais que comprometam a capacidade laborativa. Lombalgias. ainda que sob controle. para continuar participando do Processo Seletivo. avaliada por meio de testes específicos que poderão ser solicitados pela(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. sendo admitida rinite alérgica. d) As três provas serão realizadas em um mesmo dia. será eliminado do Processo Seletivo.CLASSIFICATÓRIA) a) Serão pontuadas. b) A suficiência física do candidato de ambos os sexos será avaliada por meio das seguintes provas. Ceratocone e doenças oftalmológicas crônicas. não é condição de inaptidão. na forma detalhada no Edital: 1) Execução de 4 (quatro) exercícios de barra completos. 0214 .8) Doenças do sistema respiratório. e 3) Permanência dentro d´água flutuando por 20 (vinte) minutos ininterruptos.PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA . b) A critério da DPC. 12) Doenças musculoesqueléticas ou do tecido conjuntivo que comprometam a capacidade de correr. 16) Presença de qualquer patologia física ou mental que possa afetar a capacidade laborativa. 11) Doenças da pele ou tecido celular subcutâneo que comprometam a capacidade laborativa. por si só. k) A gestação. cervicalgias. e) O candidato reprovado em uma ou mais provas terá uma segunda e última oportunidade de realizá-la(s). l) A candidata grávida não será submetida à Seleção Psicofísica e tampouco ao Teste de Suficiência Física. entre outros títulos: -2-6NORMAM-12/DPC Mod 4 .

preferencialmente. 2) número de dias de mar. b) Em algumas ZP. 0217 . de que trata o item 0223. b) A prova prático-oral versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A. -2-7NORMAM-12/DPC Mod 4 . para todos os candidatos selecionados para essas ZP. d) A candidata grávida que lograr distribuição para o primeiro grupo será remanejada para o grupo seguinte. c) O idioma a ser usado durante a realização da prova prático-oral será o inglês. de entidades públicas ou privadas. d) A prova será realizada. considerando-se a ordem decrescente da classificação final. ficando dependente da obtenção posterior do apto na Seleção Psicofísica e da aprovação no Teste de Suficiência Física. g) Não serão admitidas. a distribuição dos candidatos classificados poderá ser dividida em grupos distintos.RJ. incluindo as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. f) A seleção da candidata grávida dar-se-á de forma condicional. posto e graduação de aquaviários e militares da Marinha do Brasil. mesmo que passe a compô-lo isoladamente. podendo ser efetuada em outros simuladores. quaisquer trocas de ZP entre candidatos selecionados. assim como em embarcação(ões) ou. localizado no Rio de Janeiro . considerando-se os graus alcançados nas provas escrita. e) O Edital estabelecerá a avaliação que o candidato deverá alcançar na prova prático-oral para não ser eliminado do Processo Seletivo.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) Somente os candidatos não eliminados na 2ª etapa do Processo Seletivo serão convocados para realizar a prova prático-oral. devido à impossibilidade de realização concomitante do Programa de Qualificação do Praticante de Prático. b) Em caso de empate entre dois ou mais candidatos. em último caso.CLASSIFICAÇÃO FINAL a) Após concluídas as 4 (quatro) etapas do Processo Seletivo. e) Os candidatos classificados e distribuídos comporão o grupo de candidatos selecionados. os candidatos não eliminados serão classificados em ordem decrescente do grau/média final obtido conforme dispuser o Edital. em instalações outras preparadas para tal fim. objetivo do Processo Seletivo. no Centro de Simuladores do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA). o número de vagas estabelecido por ZP. c) O Edital do Processo Seletivo estabelecerá os títulos que serão pontuados e a pontuação correspondente a cada um. sob nenhuma circunstância. 0218 . de títulos e prático-oral. o desempate dar-se-á conforme dispuser o Edital. e a(s) opção(ões) efetuada(s) conforme previsto no item 0204.1) tempo de embarque efetivo em embarcação. 3) categoria. comando de embarcação e/ou prestação de serviços de praticagem.DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM a) Os candidatos classificados serão distribuídos pelas ZP conforme dispuser o Edital. c) A distribuição por grupos obedecerá à ordem decrescente da classificação final obtida pelo candidato selecionado. 0216 .PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA .

será convocada para receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. estabelecidos no Edital. a candidata grávida selecionada de forma condicional será submetida às provas do Teste de Suficiência Física. no DOU e na página da DPC na Internet. Por ocasião do comparecimento para a inspeção de saúde. 0221 . observando os prazos máximos de validade aceitos pela DPC. adicionalmente. podendo variar por ZP.VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO O certame encerrar-se-á na data da publicação do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. c) A data para a apresentação dos primeiros grupos será definida no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. A critério da DPC. b) Os primeiros grupos serão convocados completos. não ocorrendo. obedecido o mesmo prazo mínimo estabelecido na alínea c) para a apresentação. 0220 . no mínimo. com a finalidade de receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. sob qualquer circunstância. do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. a convocação dos candidatos selecionados que comporão os demais grupos poderá ser subdividida. g) Considerada apta na Seleção Psicofísica. sendo. observado o contido na alínea b). ocorrendo à medida que os Praticantes de Prático dos grupos precedentes forem sendo certificados como Práticos.0219 . para requerer ao DPC a realização da Seleção Psicofísica. convocação posterior de candidato não distribuído na forma do item 0218. e) O prazo para a apresentação do Prático e do Praticante de Prático selecionados está estabelecido na alínea h) do item 0222. Caso aprovada. Caso contrário. a convocação para recebimento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático (Anexo 2-C).CONVOCAÇÃO a) O candidato selecionado será convocado para apresentar-se na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. b) O Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo divulgará a relação dos candidatos selecionados e. obedecida a ordem decrescente da classificação final.HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO a) O resultado final do Processo Seletivo será oficializado por meio da publicação. contado da data da publicação no DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. a vaga na ZP para a qual foi distribuída não será ocupada. deverá apresentar os exames de saúde complementares relacionados na alínea g) do subitem 0213. -2-8- NORMAM-12/DPC Mod 4 . d) As convocações dos candidatos distribuídos para os demais grupos serão publicadas no DOU e na página da DPC na Internet. f) Será assegurado o prazo de até 12 (doze) meses à candidata grávida selecionada de forma condicional. 15 (quinze) dias corridos após a publicação desse Edital.

a DPC ou a CP/DL/AG informará. h) O Prático e o Praticante de Prático selecionados têm até 40 (quarenta) dias corridos. considerando o contido nas alíneas e) e f) abaixo. à alínea f). requerer. desde que atendido o contido na alínea e) ou f) dentro do prazo estabelecido. f) O Praticante de Prático selecionado deverá. deverá atender à alínea e). no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. em uma única ZP. autorização para realizar o Programa de Qualificação do Praticante de Prático cumulativamente como o exercício das atividades de Prático. o CP somente emitirá o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático após ser recebida a mensagem citada na alínea g). o seu afastamento temporário como Prático. na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. selecionado para primeiro grupo. à CP/DL/AG para onde o Prático ou Praticante de Prático foi distribuído. via CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. assim como realizar o Exame de Habilitação para Prático. g) Despachado requerimento estabelecido na alínea e) ou f). caso tenha se tornado Prático. mas a data de emissão será a da apresentação nas CP/DL/AG com jurisdição sobre as ZP para onde foram distribuídos. conforme disposto na alínea d) do item 0220. ou 2) Ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. que será a estabelecida. ou. -2-9NORMAM-12/DPC Mod 4 . d) Para o Prático e Praticante de Prático selecionados. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ao requerimento. sendo a data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático estabelecida na futura convocação a ser publicada no DOU e na página da DPC na Internet.CERTIFICAÇÃO a) O Prático e o Praticante de Prático somente poderão estar certificados. j) O Praticante de Prático selecionado. para se apresentar nas CP/DL/AG para onde foram distribuídos. ou da convocação prevista na alínea d) do item 0220. com informação para a CP/DL/AG de origem e para a DPC. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Prático ao requerimento. via CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. Quando convocado. no prazo de 20 (vinte) dias corridos contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. para a apresentação do candidato. o seu afastamento definitivo. nas respectivas categorias. caso ainda esteja certificado como Praticante de Prático. c) O prazo de validade será o mesmo para os candidatos selecionados para os demais grupos. requerer: 1) Ao DPC. i) Para Prático ou Praticante de Prático selecionado. contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo ou da futura convocação. b) O prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático será de 18 (dezoito) meses a contar da data de sua emissão. ao CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. enquanto não convocado. por mensagem e imediatamente. o prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante Prático será o mesmo. ou 3) Ao DPC. o seu afastamento definitivo como Prático.SEÇÃO II DA CERTIFICAÇÃO. DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO 0222 . respectivamente. poderá continuar se qualificando na sua ZP. no mesmo prazo estabelecido na alínea e). e) O Prático selecionado deverá.

pelo menos. no máximo. de 15 (quinze) meses. sendo seu cumprimento confiado a Entidade(s) de Praticagem existente(s) na ZP. independentemente da Entidade onde for apresentado. 12 (doze) meses e. mediante requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP. sobre: .2 . o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido para Prático da ZP. atuando como monitor. sendo a data de início e a programação comunicada ao Praticante de Prático por documento formal da CP. d) O Exame será realizado a bordo de embarcação. b) O prazo para a conclusão do Programa de Qualificação será de. c) O Exame deverá ser iniciado até 45 (quarenta e cinco) dias corridos após a data do protocolo do requerimento. terão a responsabilidade de transmitir aos Praticantes de Prático todo o conhecimento técnico que possuem. atendido o prazo 15 (quinze) meses previsto na alínea b) do item 0223. contados da data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. d) O Programa de Qualificação deverá ser dimensionado de forma que. indicada(s) pela CP. denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático. 0224 .QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) A qualificação do Praticante de Prático seguirá um programa de treinamento estabelecido pela CP com jurisdição sobre a ZP.0223 . por meio de seus componentes. a ser iniciado imediatamente após a Certificação. o Praticante de Prático continue a acompanhar. acompanhado da(s) Declaração(ões) de Avaliação Satisfatória em Programa de Qualificação de Praticante de Prático (Anexo 2-D). até a realização do Exame de Habilitação para Prático citado no item 0224.10 NORMAM-12/DPC Mod 4 . completadas as fainas de praticagem estipuladas pelo mesmo. o prazo mínimo para a conclusão do Programa de Qualificação poderá ser alterado pela DPC. g) O Praticante de Prático acompanhará os Práticos nas atividades de bordo relativas ao Programa de Qualificação. via CP.EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO a) O Exame de Habilitação para Prático e sua eventual repetição deverão ser realizados dentro do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. sendo recomendável que acompanhe fainas de praticagem de todos os Práticos da ZP. i) Caso haja divergência entre a Entidade de Praticagem e o Praticante de Prático no que se refere à avaliação acima mencionada. obrigatoriamente. j) O Praticante de Prático que não obtiver a avaliação satisfatória no cumprimento do Programa de Qualificação será afastado definitivamente e terá cancelado seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. o caso deve ser levado à decisão do DPC. em especial os Práticos. no mínimo. h) O Programa de Qualificação estará encerrado com a obtenção pelo Praticante de Prático de avaliação satisfatória por parte da(s) Entidade(s) de Praticagem que o ministrou(ram). Excepcionalmente. f) Cada Praticante de Prático terá um Prático em atividade para acompanhar o desenvolvimento do Programa de Qualificação. c) O prazo mínimo de 12 (doze) meses advém da necessidade do Praticante de Prático treinar durante todas as estações do ano. b) A solicitação para realizar o Exame será feita formalmente pelo Praticante de Prático. para uma ou mais ZP. e) As Entidades de Praticagem. observados os prazos mencionados na alínea b) do item 0223. até 90 (noventa) dias corridos antes do encerramento do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. versando.

assim como ao Praticante de Prático. será formalmente comunicado à DPC por meio de cópia da Ata e da Ordem de Serviço pertinente. O Prático que atuou como monitor do Praticante de Prático não pode fazer parte da Banca. desatracar e mudar de fundeadouro. Terá 40 (quarenta) dias corridos. e) O Exame consistirá na avaliação de uma ou mais fainas de praticagem. h) Não sendo possível contar na composição da Banca Examinadora com o Capitão de Longo Curso (ou o oficial da MB). p) No caso de comprovada inexequibilidade do cumprimento.11 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . no prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos a contar da data em que lhe foi comunicada a reprovação. deverá constar no verso do Certificado de Habilitação de Prático tal restrição. k) O Praticante de Prático reprovado no Exame poderá. um Prático da ZP como membro suplente. quando então será certificado como Prático. o seu afastamento definitivo.1) Navegação de praticagem. A Banca deverá ter. 3) Manobras com rebocadores. devendo ser cumpridos os mesmos procedimentos descritos nas alíneas d) a j). condição “sine qua non” para ser habilitado como Prático da nova ZP. qualquer que ele seja. m)Em caso de nova reprovação. para requerer ao DPC. da ativa ou da reserva remunerada. 2) Manobras de praticagem e serviços correlatos às fainas de fundeio. n) O Praticante de Prático aprovado no Exame de Habilitação para Prático será habilitado como Prático. a habilitação somente será oficializada após a concessão do afastamento definitivo da ZP de origem. a contar da mesma data da comunicação de aprovação. terminais e berços de uma ZP. não devendo exceder o prazo de 24 (vinte e quatro) meses. l) O novo Exame deverá ser marcado pela CP para ocorrer no prazo de até 30 (trinta) dias corridos a contar da data do protocolo de recebimento do requerimento. de alguma faina de praticagem típica da ZP. O Praticante de Prático terá até 20 (vinte) dias corridos. O CLC poderá ser substituído por um Oficial Superior. para se apresentar na sua nova ZP. pelo menos. suspender. e 5) Ordens de manobra e conversação técnica no idioma inglês. o Praticante de Prático será afastado definitivamente e terá seu Certificado de Habilitação de Prático cancelado. i) A Banca Examinadora somente poderá funcionar completa. . o) Caso o Praticante de Prático seja Prático em outra ZP. a cada um sendo destinada uma cópia. requerer ao CP a realização de um segundo e último Exame. atracar. f) Não há necessidade de ser realizado o Exame em todos os portos. j) O resultado do Exame. deverá ser designado um outro Prático da ZP. constará de Ata assinada pelos membros da Banca Examinadora. a contar da data em que lhe for comunicada oficialmente a aprovação no Exame de Habilitação. g) A Banca Examinadora do Exame de Habilitação para Prático será designada e presidida pelo CP e composta por um Prático da ZP e por um Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante (CLC). durante o período da qualificação.2 . que deverá ser superada tão logo as circunstâncias o permitam. a ser (em) escolhida (s) aleatoriamente pela CP e publicadas em Portaria. sendo tal ato formalizado por meio de Portaria e emissão do competente Certificado de Habilitação de Prático (Anexo 2-E) pela DPC. Ainda. 4) Serviço de amarração e desamarração. via CP com Jurisdição sobre a sua ZP. do Quadro de Oficiais da Armada da Marinha do Brasil.

SEÇÃO III DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM 0225 .ORGANIZAÇÃO a) Os Serviços de Praticagem serão organizados por estados. dentro do Período de Escala. contribui para a manutenção da habilitação do Prático. Adicionalmente. Esse período é subdividido em Período de Serviço e Período de Sobreaviso. constituindo-se segundo um dos tipos societários regulados no Código Civil. a bordo).2 . Nos casos em que houver mais de uma Atalaia. entre os seguintes grupos: 1) Práticos em Período de Escala.ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) É estabelecida especificamente para cada ZP e inclui todos os Práticos habilitados e aptos em atividade na ZP. sendo o contrato social inscrito no Registro Civil das Pessoas Jurídicas. tendo seus atos constitutivos inscritos na Junta Comercial. em termos de tempo. para atender às solicitações das embarcações. poderão: 1) utilizar sua própria Lancha de Prático. a partir do início do deslocamento da embarcação com o Prático a bordo. em função de suas particularidades. configurando-se como sociedade simples. c) Período de Escala é o número de horas ou de dias consecutivos durante os quais o Prático está à disposição para ser requisitado a realizar fainas de praticagem. d) Atalaia A Atalaia deverá ser estruturada para atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. por meio da qual os Práticos são divididos. prestando exclusivamente os Serviços de Praticagem. c) Lancha de Prático Os Práticos. e 3) Práticos em Período de Férias. A faina de praticagem começa a ser contada. devidamente homologada. . 2) Práticos em Período de Repouso. independentemente da sua forma de atuação. O tempo de espera do Prático a bordo. durante o qual o Prático está efetivamente em faina de praticagem. 0226 . 2) Sociedade Econômica Simples ou Empresária Nesta forma de atuação os práticos atuarão em sociedade. Em cada estado haverá uma ou mais ZP. Bacia Amazônica Oriental. ratificada pelo CP/DL/AG. obrigatoriamente. Poderão ainda atuar como sociedade empresária. com exceção da ZP-01 FAZENDINHA(AP)-ITACOATIARA(AM). que abrange mais de um estado. desde que devidamente acomodado. 3) Contratado por Empresa de Praticagem O Prático poderá ser contratado por sociedade econômica simples ou empresária. de modo que apenas uma das Atalaias atue como Estação de Praticagem da ZP. ou 2) contratar os serviços de Lancha de Prático homologada de outras Entidades. independentemente da sua forma de atuação. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. por qualquer motivo. será considerado sobreaviso (Prático à disposição do Armador.12 NORMAM-12/DPC Mod 4 . consoante a legislação trabalhista. b) Essa escala visa garantir a disponibilidade ininterrupta do Serviço de Praticagem e evitar a fadiga do Prático na execução das fainas de praticagem. b) Os Práticos poderão atuar dos seguintes modos: 1) Individualmente O Prático que assim optar deverá cumprir todas as exigências previstas para o Serviço de Praticagem. 1) Período de Serviço é aquele.

que não poderá ser inferior a duas horas. 3) Nas ZP com navegação de praticagem igual ou superior a trinta milhas. O Prático substituído nessa situação entra em Período de Sobreaviso. porém está à disposição para ser requisitado. doze horas. no máximo. deverá proporcionar o revezamento dos Práticos. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. d) Período de Repouso é o período de tempo ininterrupto. que antecede ou sucede a um Período de Escala. o Prático deverá permanecer. Consideradas as peculiaridades locais. Ao final do Período de Escala. cumpridas as regras acima. pelo menos. cada faina de praticagem será realizada por Prático(s) perfeitamente identificado(s) nessa Escala. 2) Nas ZP com navegação de praticagem inferior a trinta milhas. c) As seguintes regras deverão ser observadas para elaboração da Escala de Rodízio: 1) O Prático só poderá permanecer em Período de Serviço por. dentro do Período de Escala. 5) O Prático deverá concorrer mensalmente a. não ocorram falhas ou atrasos no atendimento às solicitações de fainas de praticagem.ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) A distribuição dos Práticos. quatorze dias. o Prático deverá permanecer. e) Período de Férias é o período. de modo a manter o atendimento das embarcações de forma contínua. b) O Representante Único do Serviço de Praticagem. um Período de Escala. exceto quando interferir no seu Período de Férias.2 . deverá ocorrer revezamento do Prático. a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático deverá ser elaborada pelo Representante Único do Serviço de Praticagem. designado conforme definido no item 0120. A cada 24 horas consecutivas. Na faina de praticagem de longa duração. levará em conta as peculiaridades locais de cada ZP para a elaboração da Escala. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem em quaisquer circunstâncias. no máximo. mesmo nos momentos de maior intensidade de movimentação de embarcações. 4) O Período de Serviço não pode exceder o limite de 120 horas a cada quatorze dias. d) Nas ZP onde existam duas ou mais Entidades de Praticagem. o Prático somente poderá permanecer em Período de Serviço por. nunca inferior a trinta dias em cada ano. por motivo de revezamento.13 NORMAM-12/DPC Mod 4 . um dia de Período de Repouso para cada quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. durante o qual o Prático não está atuando efetivamente em fainas de praticagem. ou seja.2) Período de Sobreaviso é aquele. 6) O número de Práticos em Período de Escala deve ser sempre suficiente para que. o período de descanso do Prático. consolidada somente na Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. devendo a referida . em Períodos de Serviço pré-estabelecidos. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. dos quais pelo menos quinze dias consecutivos. pelo menos. um dia em Período de Repouso para quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. também é considerado Período de Sobreaviso. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem. no máximo. ou 180 horas a cada 21 dias. no máximo. a não ser em caso de emergência ou na situação em que há risco para a vida humana. 21 dias. pelo menos. sob a supervisão da CP/DL/AG. 0227 . Caso a faina de praticagem demore mais do que seis horas. Ao final do Período de Escala. o CP/DL/AG poderá determinar o número mínimo de Práticos a bordo ou permitir uma tolerância para o período máximo de seis horas consecutivas de serviço. seis horas consecutivas.

2 . h) Manter-se atualizado quanto às alterações promovidas nos diversos documentos náuticos e nas características dos faróis. g) Manter-se atualizado quanto às particularidades do governo. b) Manter-se apto a prestar o Serviço de Praticagem em todos os tipos de embarcações e em toda a extensão da ZP. a fim de prestar com segurança e eficiência o Serviço de Praticagem. observada a restrição prevista na alínea p) do item 0224. com presteza e de forma eficiente. com. para ratificação da CP/DL/AG. assim como quaisquer outras informações de interesse à segurança do tráfego aquaviário. principalmente depois de fortes ventos. com as devidas justificativas. a existência de condições desfavoráveis ou insatisfatórias para a realização da faina de praticagem e que impliquem risco à segurança da navegação. o CP deverá submeter as modificações pretendidas à apreciação da DPC. j) Assessorar a CP/DL/AG nas fainas de assistência e salvamento marítimo. canais. em que for identificada a necessidade de alteração na sistemática de elaboração da Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. no mínimo. e) As trocas de serviço entre Práticos devem ser comunicadas. mesmo quando em divergência com a empresa de navegação ou seu representante legal. c) Estabelecer as comunicações que se fizerem necessárias com outras embarcações em trânsito na ZP. m)Executar as atividades do Serviço de Praticagem. quando designado pela DPC ou pela CP.14 NORMAM-12/DPC Mod 4 . grandes marés e chuvas prolongadas. cinco dias de antecedência da data de vigência. apresentando as respectivas razões. l) Integrar Bancas Examinadoras pertinentes ao Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático e ao Exame de Habilitação para Prático.Escala ser entregue. as exigências do Serviço de Praticagem. k) Manter atualizados seus dados pessoais junto à CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP. balizamentos e outros auxílios aos navegantes na ZP. e) Comunicar à CP/DL/AG qualquer alteração ou irregularidade observada na sinalização náutica. f) Comunicar. sem conhecimento da CP/DL/AG. atendendo. f) Em circunstâncias especiais. de modo a garantir a segurança do tráfego aquaviário. esta deverá ser informada oportunamente ou quando do término do Período de Escala. d) Comunicar à CP/DL/AG as variações de profundidade e de correnteza dos rios. quando solicitados pela CP/DL/AG. Caso haja troca de serviço ocorrida por motivo de força maior. para ratificação. com a maior brevidade possível. quando por esta solicitado. da propulsão e das condições gerais das embarcações.DOS DEVERES DO PRÁTICO Compete ao Prático no desempenho das suas funções: a) Assessorar o Comandante da embarcação na condução da faina de praticagem. devendo os . SEÇÃO IV DOS DEVERES 0228 . com a antecedência estabelecida pela CP/DL/AG. barras e portos. ao Comandante da embarcação e à CP/DL/AG. i) Cooperar nas atividades de busca e salvamento (SAR) e de levantamentos hidrográficos na sua ZP.

p) Submeter-se aos exames médicos e psicofísicos de rotina. formalmente. especialmente o tempo de reação e de julgamento. não tendo ingerido substâncias ou medicamentos que possam vir a comprometer o desempenho de suas atividades. à salvaguarda da vida humana nas águas e à prevenção da poluição hídrica serão dirimidas pela Autoridade Marítima. n) Cumprir a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático ratificada pela CP/DL/AG. conforme estabelecido pela CP. comunicando à CP/DL/AG qualquer anormalidade constatada. e v) Apresentar-se para a faina de praticagem em perfeitas condições de higidez física e mental. b) Compete ao Comandante da embarcação. u) Realizar o Curso de Atualização para Práticos (ATPR) de acordo com o item 0250 destas Normas. 5) Alojar o Prático a bordo em condições idênticas às oferecidas aos seus oficiais. um Prático substituto. no desempenho da função de Prático. Comunicar à CP/DL/AG. b) Não interromper o cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. devendo as ações do Prático serem monitoradas permanentemente. estabelecidos na Seção IX destas Normas. 0229 . 0230 . s) Manter-se em disponibilidade na ZP. observar o seu descumprimento. os deveres do Prático descritos no item anterior. r) Cumprir as Normas da Autoridade Marítima (NORMAM. c) Cumprir.questionamentos serem debatidos nos foros competentes. o) Cumprir o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido para manterse habilitado. q) Portar o colete salva-vidas na faina de transbordo lancha/embarcação/lancha. 4) Dispensar a assessoria do Prático quando convencido que o mesmo está orientando a faina de praticagem de forma perigosa. 3) Fiscalizar a execução do Serviço de Praticagem. NPCP/NPCF) e comunicar à CP/DL/AG sempre que.2 . . no que couber. exceto no caso de afastamento temporário previsto no item 0237.DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) Cumprir o Programa de Qualificação de Praticante de Prático estabelecido pela CP. Divergências relativas a assuntos técnico-operacionais referentes à segurança do tráfego aquaviário. o Prático deverá ser substituído na Escala e o fato informado à CP/DL/AG na primeira oportunidade. Em caso de necessidade de afastamento da ZP por motivo de força maior.15 NORMAM-12/DPC Mod 4 . solicitando. durante todo o Período de Escala. imediatamente. para atender a qualquer faina de praticagem. as razões de ordem técnica que o levaram a essa decisão.DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO a) A presença do Prático a bordo não desobriga o Comandante e sua tripulação dos seus deveres e obrigações para com a segurança da embarcação. sem qualquer prejuízo para a continuidade do Serviço. quando utilizando o Serviço de Praticagem: 1) Informar ao Prático sobre as condições de manobra da embarcação. t) Contribuir para a qualificação dos Praticantes de Prático da ZP. no prazo máximo de 24 horas após a ocorrência do fato. particularmente o calado de navegação. 2) Fornecer ao Prático todos os elementos materiais e as informações necessárias para o desempenho de seu serviço.

2) Meios de comunicação a serem utilizados para informar a impraticabilidade da ZP às embarcações. à CP/DL/AG qualquer fato ou ocorrência que implique em risco à segurança do tráfego aquaviário. tais como: a) Condições meteorológicas e estado do mar adversos. observando orientações transmitidas pelo Prático de bordo da Lancha de Prático.IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o desembarque do Prático com segurança.CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS O Prático deverá comunicar. 0232 . c) A impraticabilidade será parcial quando restrições à execução de fainas de praticagem se aplicarem tão somente a determinados locais. ou impedir a entrada e saída de embarcações. administrações dos portos e dos terminais e as Entidades de Praticagem. autorizar que o Serviço de Praticagem deixe de ser prestado. b) A impraticabilidade será total quando condições desfavoráveis desaconselharem a realização de quaisquer fainas de praticagem. 0231 . antecipadamente. para declaração de impraticabilidade da ZP. quando esta for de praticagem obrigatória. observado o contido nos itens 0233 e 0234. d) A NPCP/NPCF deverá conter procedimentos específicos de coordenação das ações entre a CP/DL/AG. pelo menos. poderá demandar a ZP até um local abrigado que permita o embarque do Prático. às administrações dos portos e dos terminais. em especial aquelas que tratam do embarque e do desembarque de Prático. b) Caso. e 7) Não dispensar o Prático antes do ponto de espera de Prático da respectiva ZP. o Comandante da embarcação. preferencialmente.6) Cumprir as regras nacionais e internacionais de segurança.DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE a) Compete à CP/DL/AG declarar a impraticabilidade da ZP. embarcações. aos Armadores e demais integrantes da Comunidade Marítima e interessados. b) A autorização da CP/DL/AG deverá ser solicitada. à preservação do meio ambiente ou à faina de praticagem na ZP. que ficará a bordo da Lancha de Prático.2 . o Comandante da embarcação. observando os sinais e orientações transmitidas pelo Prático. imediatamente. 0234 . poderá desembarcar o Prático em local abrigado e prosseguir a singradura. Essas informações subsidiarão o CP/DL/AG a declarar a impraticabiliddade na ZP. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização do CP/DL/AG. à salvaguarda da vida humana. Deverão constar nesses procedimentos.IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o embarque do Prático com segurança. às agências de navegação.16 NORMAM-12/DPC Mod 4 . b) Acidentes ou fatos da navegação. por intermédio da Atalaia. manobras e/ou navegação de praticagem. fique configurada a possibilidade de falta de segurança no desembarque do Prático e que a segurança da navegação desaconselhe o . ou c) Deficiências técnicas do navio ou da tripulação. os seguintes aspectos: 1) Definição dos parâmetros para declaração de impraticabilidade da ZP. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. 0233 .

etc. Tal fato deverá ser comunicado. em Período de Escala. caso seja a decisão do Comandante e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. devendo o Prático estar pronto para seguir viagem até o próximo porto. 2) Incapacidade psicofísica definitiva. se for o caso. para apurar responsabilidades e fundamentar as penalidades cabíveis. 5) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. 6) Deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação. 4) Imposição de medida administrativa de apreensão do Certificado de Habilitação. b) O afastamento temporário. c) Caso o Prático e o Comandante da embarcação sejam surpreendidos pela necessidade de seguir viagem. com documentos.seu desembarque antes do Ponto de Espera de Prático. à CP/DL/AG. 5) Por deixar de exercer a profissão por mais de 24 meses. especificando a razão e o prazo do afastamento. 0235 . 3) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. deixa de atender tempestivamente a embarcação que lhe é determinada. pela impossibilidade do desembarque do Prático com segurança. imediatamente. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. caracterizado quando igual ou inferior a 24 meses. 7) Deixar de realizar o Curso de Atualização para Práticos dentro da periodicidade estabelecida. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. ou 8) Por decisão do Prático em requerimento ao CP.DO PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o consequente cancelamento do Certificado de Habilitação de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. nos termos do disposto na Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). tal situação deverá ser apresentada ao Comandante da embarcação. SEÇÃO V AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO 0236 .17 - NORMAM-12/DPC Mod 4 .RECUSA a) É a situação em que o Prático. encaminhado via CP com jurisdição sobre a ZP. .2 . b) A CP/DL/AG deverá instaurar Inquérito Administrativo. 2) Deixar de apresentar o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático na época estabelecida. ou 6) Por decisão do Prático em requerimento ao DPC. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica. caberá ao Comandante da embarcação prover os meios necessários para a permanência a bordo do Prático e o seu retorno ao porto de sua ZP. 3) Por penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. passaporte. roupas. 4) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo.

o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido pela DPC no Anexo 2-F. conforme estabelecido na NPCP/NPCF. à disposição da CP/DL/AG. cada Prático deverá encaminhar à CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP uma declaração detalhando as fainas realizadas no semestre anterior. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. devidamente preenchido e assinado pelo Comandante da embarcação atendida. SEÇÃO VI DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO 0238 . 4) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP. 2) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. b) Para efeito do cumprimento do Plano de Manutenção da Habilitação. sem que tenha requerido a realização do Exame de Habilitação para Prático. para cada ZP. Os Práticos que atuam organizados em Sociedades poderão encaminhar as respectivas declarações por meio das mesmas. 0239 . 2) Incapacidade psicofísica definitiva.PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO a) O Plano de Manutenção da Habilitação será elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. 4) Decurso de prazo de 20 (vinte) meses da emissão de Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. devendo ser observado. b) O afastamento temporário. caracterizado quando igual ou inferior a 12 meses. um número igual ao mínimo de fainas de praticagem exigido por mês. b) O Comprovante de Faina de Praticagem. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. O detalhamento do Plano deverá constar nas NPCP/NPCF. . especificando a razão e o prazo do afastamento. respeitando a periodicidade prevista.COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS a) Semestralmente.2 . será deduzido. atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. do número mínimo de fainas de praticagem do semestre em que o Prático gozar suas férias. 3) Quando reprovado duas vezes em Exame de Habilitação para Prático. ou 5) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP. deverá ficar sob a guarda do respectivo Prático.0237 . modelo constante do Anexo 2-G. e 3) Imposição de medida administrativa de apreensão de certificado de habilitação.DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o conseqüente cancelamento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento.18 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . até o dia dez dos meses de janeiro e de julho. por um período de dois anos.

0240 - AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO O Prático que deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, previsto no item 0238, será afastado temporariamente do Serviço de Praticagem pela CP com jurisdição sobre a ZP, enquadrando na subalínea 6), alínea b), do item 0236, com o Plano de Recuperação de Habilitação em anexo à Ordem de Serviço de afastamento. 0241 - RECUPERAÇÃO DA HABILITAÇÃO A recuperação da habilitação é condicionada ao cumprimento de um Plano de Recuperação de Habilitação que considerará o período em que o Prático tiver deixado de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, conforme indicado: 1) Por um semestre - participar como assistente, no semestre seguinte, do número mínimo mensal de fainas de praticagem que deixou de cumprir, em acréscimo às exigências para o semestre. 2) Por um período superior a um semestre e inferior a dois anos - participar, como assistente de, pelo menos, número igual a três vezes o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido no plano de manutenção da habilitação. SEÇÃO VII HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO 0242 - HABILITAÇÃO a) A DPC pode habilitar Comandante de embarcação de bandeira brasileira a conduzir a embarcação sob seu comando no interior de uma ZP específica ou em parte dela, o qual será considerado como Prático nesta situação exclusiva, sendo-lhe atribuído, no que couber, os mesmos deveres do Prático definidos no item 0228. b) Nas ZP com navegação de praticagem superior a trinta milhas, situação que pode exigir a presença de dois Práticos a bordo, o Comandante devidamente habilitado pela DPC poderá substituir um dos Práticos no revezamento, de acordo com o previsto no item 0227. 0243 - DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS a) O Comandante, para ser habilitado pela DPC, de acordo com o item anterior, deve realizar, por dois semestres consecutivos, um número de fainas de praticagem, assistido por Prático(s) da respectiva ZP igual a duas vezes o número de fainas semestral exigidas para a manutenção da habilitação do Prático para aquela ZP, ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas de praticagem por semestre nunca poderá ser inferior a 36 fainas. b) O número mínimo de fainas/mês que um Comandante habilitado para dispensa de uso do Prático deve realizar semestralmente para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas/mês nunca poderá ser inferior a seis. 0244 - PROCEDIMENTOS a) Caso o Armador pretenda habilitar Comandantes, poderá encaminhar à CP responsável pela ZP pretendida requerimento endereçado ao DPC, indicando os Comandantes que deseja habilitar, para início do processo de habilitação para dispensa de uso do Prático, na situação exclusiva de Comandante da embarcação brasileira de sua empresa.

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b) A CP comunicará esta situação ao Serviço de Praticagem daquela ZP, para que inicie o acompanhamento das fainas de praticagem realizadas pelo Comandante da embarcação e o apóie no seu adestramento. c) A comprovação da frequência mensal do Comandante da embarcação será feita por meio do encaminhamento à CP, pelo Armador, dos Comprovantes de Fainas de Praticagem Realizadas por Comandante, cujo modelo consta no Anexo 2-H, devidamente preenchidos e assinados pelo(s) Prático(s) designado(s) para a assistir o Comandante. d) A CP deverá encaminhar a documentação recebida à DPC, para análise. e) Após comprovado o atendimento ao requisito de frequência mínima, o DPC constituirá uma Banca Examinadora, para verificar os conhecimentos teóricos do Comandante sobre as particularidades da ZP, parte da ZP ou do trecho específico, e conhecimentos práticos, por meio da realização de uma faina de praticagem de mais alta demanda. f) Caso aprovado, o DPC autorizará a dispensa de uso do Prático pela embarcação, exclusivamente enquanto a mesma estiver sob o comando do Comandante em questão. A CP dará conhecimento do fato às Praticagens locais. g) O número mínimo de fainas de praticagem que um Comandante habilitado para dispensa de uso de Prático deve realizar para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. h) Esta autorização terá validade de um ano, podendo ser revalidada, por solicitação do Armador, caso o Comandante comprove o cumprimento do número mínimo de fainas de praticagem para manutenção de habilitação. SEÇÃO VIII DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM 0245 - NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP a) A DPC estabelecerá a lotação de Práticos por ZP, considerando, dentre outros aspectos, o volume do tráfego de embarcações, o tempo despendido e o grau de dificuldade para a realização das fainas de praticagem, a necessidade de manutenção da habilitação e a carga máxima de trabalho do Prático, de acordo com o que estabelece a legislação trabalhista. b) Sempre que julgar necessário, a DPC elaborará estudos para corrigir eventuais distorções nas lotações, visando adequá-las às necessidades do Serviço de Praticagem. 0246 - LOTAÇÃO E EFETIVO a) Lotação é o número de Práticos necessário para uma ZP. Efetivo é o número de fato de Práticos, com menos de setenta anos de idade, em exercício na ZP. b) O efetivo de Práticos de uma ZP não deve ser inferior a três, tendo em vista que a Escala de Rodízio deverá observar o mínimo de um Prático de serviço, um Prático de sobreaviso e um Prático em repouso. c) Consta no Anexo 2-I a Lotação de Práticos por Zonas de Praticagem, elaborada para garantir a segurança da navegação, a permanente disponibilidade do Serviço e a manutenção da habilitação. 0247 - ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM A abertura de vaga em uma ZP dar-se-á quando o efetivo ficar menor do que a lotação por: 1) Afastamento definitivo de Prático por motivo descrito no item 0236; 2) Aumento de lotação; - 2 - 20 NORMAM-12/DPC Mod 4

3) Previamente, a critério da DPC, antes que o Prático atinja a idade de setenta anos; 4) Seleção de Prático ou Praticante de Prático para outra ZP, por meio de Processo Seletivo, a critério da DPC; ou 5) A critério da DPC em função de outros fatores. SEÇÃO IX EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS 0248 - EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO a) Controle Periódico 1) O exercício das atividades de Prático requer do aquaviário condições físicas e mentais dentro de um padrão mínimo de saúde e higidez física que permita máxima atenção em fainas de praticagen por longas horas, horários irregulares de trabalho, embarque e desembarque a bordo no mar em condições meteorológicas adversas e outras adversidades inerentes ao Serviço de Praticagem. 2) Para que o Prático possa desempenhar com segurança as suas atividades, deverá estar com sua aptidão física e mental em condições aceitáveis para o serviço, atestadas por um profissional médico, com especialização em Medicina do Trabalho ou em Medicina de Tráfego, e ser credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 3) Inexistindo médico com uma dessas especializações na localidade, o laudo poderá ser emitido por médico de outra especialidade, desde que credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 4) A aptidão do Prático deverá ser atestada por meio de emissão do Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). O médico credenciado deverá observar rigorosamente os parâmetros estabelecidos nesta Seção, sempre considerando as exigências das atividades do Serviço de Praticagem descritas no referido Anexo, sendo competente apenas para emissão de laudos de aptidão. 5) Na hipótese de identificação de condição médica que não atenda aos parâmetros estabelecidos e/ou implique em incapacidade para a atividade do Serviço de Praticagem, o médico credenciado deverá sugerir ao CP/DL/AG da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil, descrevendo os motivos que impediram a aptidão. 6) Caberá a cada Prático apresentar ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP, conforme previsto no item 0228 e na periodicidade na tabela abaixo, o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica. O Prático não poderá concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático quando deixar de apresentar o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica, devendo comunicar o fato, imediatamente, à CP/DL/AG e ao dirigente da respectiva Entidade de Praticagem, se for o caso. IDADE ATÉ 50 ANOS DE 51 A 70 ANOS MAIS DE 70 ANOS PERIODICIDADE TRIENAL BIANUAL ANUAL

b) Índices Mínimos e Condições Incapacitantes: 1) Biometria Não há índices rígidos a serem seguidos, porém a obesidade em grau que dificulte ou impeça a mobilidade, habilidade em subir e descer escadas ou qualquer outro deslocamento rápido é causa de incapacidade. A obesidade mórbida é incapacitante. - 2 - 21 NORMAM-12/DPC Mod 4

2) Visão A acuidade visual sem correção em ambos os olhos deve ser no mínimo 20/200, desde que ambos corrijam para, pelo menos, 20/30. O uso de lentes de correção é permitido, porém o Prático deve portar, no ato da avaliação médica, um par de lentes/óculos sobressalentes que deverá ser testado pelo médico que aplica o teste. A impossibilidade de discriminação das cores verde e vermelha é impeditiva ao Serviço de Praticagem, devendo ser avaliado inicialmente pelo Teste de Ishihara. Na hipótese de alteração desse teste, deverá ser aplicado o Teste da Lanterna (Farnsworth Lantern) ou equivalente. O uso de lentes coloridas para correção de daltonismo é proibido. Se o Prático for portador de glaucoma ou de outras patologias crônicas que degenerem a retina, deverá ser solicitado campimetria visual. O campo visual não pode ser menor que 100º em cada olho. 3) Aparelho Osteomioarticular A mobilidade de todas as articulações, principalmente do esqueleto apendicular e da coluna vertebral, deverá estar preservada. Doenças degenerativas da coluna vertebral que não causem restrição de movimentos e mobilidade não são incapacitantes. Qualquer doença ou condição clínica que prejudique a habilidade de correr, de andar ou de manter-se em equilíbrio e em ortostatismo prolongado, segurar ou escalar escadas íngremes é incapacitante. 4) Aparelho Cardiovascular O Prático deve ter boa aptidão cardiorrespiratória. A hipertensão arterial sistêmica controlada não é incapacitante, desde que os exames de função cardiovascular (ECG, ecocardiograma e teste ergométrico) não demonstrem lesões de órgãos alvo que gerem incapacidade ou evidenciem potencial de descompensação súbita. Para tanto, no ato da avaliação médica, tais exames devem acompanhar o Prático, bem como o receituário médico de seu cardiologista, com as medicações de que faz uso. A hipertensão arterial sistêmica mal controlada ou em início de tratamento deverá ser considerada como temporariamente incapacitante, somente podendo ser considerado apto após normalização dos níveis tensionais e adaptação às medicações. Cardiopatias que impliquem em baixa aptidão cardiorrespiratória comprovada por exames funcionais ou risco de descompensação súbita, fenômenos embólicos recorrentes, insuficiência venosa crônica não passível de controle por tratamento cirúrgico ou clínico, são incapacitantes. Os Práticos que apresentarem eventos cardiovasculares agudos serão considerados incapazes, temporariamente, para a atividade, podendo ser considerados, posteriormente, aptos, na dependência da condição funcional alcançada com o tratamento instituído. 5) Aparelho Auditivo (a) A audiometria deverá ser realizada com repouso auditivo mínimo de quatorze horas. Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências 500Hz a 3000Hz serão aceitas, mesmo que bilaterais. Perdas superiores, nessas frequências, serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (1) não ultrapassem os 55dB; ou (2) a média tritonal nas frequências de 500Hz, 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55dB. (b) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas desde que permitam a distinção de sons indicativos de apitos, sinos, gongos, ou buzinas utilizados por outras embarcações para indicar aproximação. A prótese auditiva é permitida desde que o limiar seja elevado em pelo menos 20dB em cada ouvido e o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja no mínimo de 90%. As labirintopatias são incapacitantes, desde que sejam recentemente diagnosticadas, não sejam passíveis de controle ou sejam recorrentes. - 2 - 22 NORMAM-12/DPC Mod 4

6) Aparelho Respiratório As condições crônicas do aparelho respiratório que impliquem em impossibilidade do desempenho de atividades de praticagem são incapacitantes. 8) Pele e Tecido Celular Subcutâneo Não há exclusões absolutas para as doenças de pele. 9) Gravidez A gravidez não é por si só causa de incapacidade. exceto se na opinião do médico avaliador a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. da condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. quando o médico avaliador. esta possa desempenhar as atividades de praticagem de forma segura. a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. são incapacitantes em caráter definitivo. .23 NORMAM-12/DPC Mod 4 . Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. desde que. no entendimento do médico avaliador. exceto no caso de doenças inflamatórias que não respondam ao tratamento ou se encontrem no período de exacerbação. 7) Sistema Nervoso Qualquer doença que implique em alteração da fala. 13) Tumores e Neoplasias As neoplasias malignas deverão ser avaliadas conforme o grau de limitação imposto pela doença e pelo tratamento na execução da atividade de praticagem. comprovado por dosagem de glicemia e hemoglobina glicosilada. Síndromes convulsivas de qualquer etiologia são causas de incapacidade definitiva. considerando as exigências da atividade de praticagem.2 . devendo ser posteriormente avaliadas. Neoplasias malignas metastáticas. As condições agudas implicarão em incapacidade temporária. com base no relatório do obstetra que atende a Prática. Diabetes mal controlado e/ou que requeira insulinoterapia implicam em incapacidade definitiva para a atividade. ou no caso. devem ser consideradas incapacitantes. na dependência das provas funcionais pertinentes. embarcação e carga. (b) Quaisquer outras patologias endócrino metabólicas. mesmo com sítio determinado e tratado. na opinião do médico avaliador. poderá considerá-la incapaz temporariamente. exceto nos casos de insuficiência renal com risco de descompensação súbita ou se. sem risco para a mãe e feto. do equilíbrio e da mobilidade é temporária ou definitivamente incapacitante na dependência da evolução e da etiologia. que no entendimento do médico examinador. Na vigência de uso de hipoglicemiante oral. o Prático deverá ser considerado incapaz temporariamente até que se obtenha o controle da glicemia. 11) Aparelho Geniturinário Não há exclusões absolutas para as doenças do aparelho geniturinário. interfiram na capacidade de desempenhar a atividade de praticagem. Atenção especial deve ser dada à gestante no último trimestre da gestação. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. temporária ou definitivamente. 12) Doenças Endócrinas e Metabólicas (a) Diabetes mellitus controlado apenas com medidas higieno-dietéticas não constituem causa de incapacidade. 10) Aparelho Gastrointestinal Não há exclusões absolutas para as doenças do trato gastrointestinal. e sem risco para a segurança da tripulação. e desde que os medicamentos e dosagens utilizados não impliquem em risco de descompensação súbita durante a atividade de praticagem.

quando: (a) Não forem considerados aptos pelos médicos credenciados. .24 - NORMAM-12/DPC Mod 4 .14) Sangue e Órgãos Hematopoiéticos: Doenças que impliquem em risco de fenômenos tromboembólico ou de sangramento espontâneo ou traumático são incapacitantes temporária ou definitivamente. considerando-se as exigências da atividade de praticagem descritas no Anexo 2-J. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. Dependência química de álcool e/ou substâncias ilícitas é incapacitante em caráter definitivo. A necessidade de utilização de medicação psicotrópica é sempre incapacitante em decorrência da interferência destas na capacidade de reação. os médicos peritos devem sempre estar atentos a este fato. Os padrões e critérios deverão ser avaliados de acordo com o diagnóstico da patologia em questão. na dependência da etiologia e da possibilidade de controle. O uso de terapia anticoagulante é incapacitante em caráter definitivo para a atividade do Serviço de Praticagem. 17) Outras Condições Patológicas Outras condições clínicas ou patologias não listadas acima poderão ser causa de incapacidade temporária ou definitiva. 2) Nesses casos. na dependência da etiologia e do potencial evolutivo. As despesas decorrentes da perícia médica por JS são de responsabilidade do Prático. O laudo deverá registrar resultados. para cada grupo de drogas solicitado. Somente serão aceitos laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção (mínima noventa dias) em que constem. patologias que possuem tratamento curativo. negativos ou positivos. até restabelecimento por completo. Por vezes. ou (c) Envolverem-se em acidentes em que sejam aventadas hipóteses de falha humana decorrente de problemas relacionados à saúde. informações sobre a cadeia de custódia. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). com janela de detecção mínima de noventa dias. quantidades detectadas. identificação e assinatura de. poderão ser solicitados exames toxicológicos a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos. obrigatoriamente. na dependência do impacto das mesmas sobre a capacidade laboral e dos efeitos colaterais da medicação utilizada. (b) Apresentarem diminuição de sua capacidade de trabalho no exercício do Serviço de Praticagem. Quaisquer patologias que impliquem incapacidade súbita ou debilidade prejudicando o tempo de reação ou julgamento às situações inerentes à atividade devem ser passíveis de afastamento. 15) Sistema Imunológico Doenças auto-imunes serão consideradas incapacitantes em caráter temporário ou definitivo. deverão ser apresentados à JRS da ZP da área para avaliação quando à deficiência funcional. substancialmente. o estado psíquico do inspecionado. estabilização e/ou controle em curto prazo podem alterar. 16) Doenças Psiquiátricas Qualquer doença psiquiátrica aguda é incapacitante para a atividade de Prático em caráter temporário ou definitivo.2 . pelos ou raspas de unhas). A critério do médico credenciado ou Junta de Saúde. Assim. duas testemunhas da coleta. no mínimo. c) Incapacidade durante a Prestação de Serviço de Praticagem 1) Os Práticos deverão ser encaminhados pela CP para avaliação médica por Junta Regular de Saúde da Marinha do Brasil (JRS). bem como avaliação estatística do padrão de consumo.

mantendo cópia na JRS para subsidiar posterior reavaliação. 3) Os inspecionados. As patologias que possam ser avaliadas segundo critérios funcionais complementares (provas funcionais) serão assim avaliadas. Os períodos em aberto entre uma IS que gerou incapacidade temporária e a reavaliação posterior deverão ser computados como períodos ininterruptos de incapacidade temporária para efeito de contagem total de tempo. 4) Os médicos peritos deverão avaliar o grau de interferência das patologias prévias e recentemente diagnosticadas sobre as atividades do Serviço de Praticagem. em prazo inferior a 24 meses. confidencial. comprometendo o bom desempenho da função. a contar da data de comunicação do laudo médico pericial recorrido. 2) É competente para determinar IS em grau de recurso o DPC. mesmo que ocasional. a ponto de permitir a exercer as atividades do Serviço de Praticagem em sua plenitude e com segurança. 5) Os laudos a serem utilizados para a finalidade VDF serão os contidos no campo “FORMAS DE CONCLUSÃO” destinado às JS. considerando os exames clínicos e complementares e os dados de anamnese contidos no Anexo 2-J recebido. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias reversíveis. e para realizá-las as JRS da Marinha do Brasil. a JRS deverá preencher novo Anexo 2-J e encaminhá-lo para a Autoridade solicitante. deverão comparecer à JRS em até cinco dias úteis para agendamento da IS portando documento oficial de identificação. A perda da agilidade. 6) Podem ser atribuídos dois graus de incapacidade para a prestação do Serviço de Praticagem: incapacidade temporária e incapacidade definitiva. de controle clínico ou cirúrgico e que. dentro do intervalo máximo de 24 meses de afastamento da atividade de praticagem por motivo de saúde. da capacidade de deslocamento rápido. e) Procedimentos 1) Os inspecionados serão apresentados às JRS da ZP de sua jurisdição por ofício no grau de sigilo confidencial. sendo esta a única instância recursal. O inspecionando deve estar física e mentalmente habilitado para tais atividades. por meio de ofício. Deverá constar. ou mesmo o uso de medicações.d) Competência 1) São competentes para determinar as Inspeção de Saúde (IS) com o propósito de Verificação Deficiência Funcional (VDF) os CP e o DPC. deverá ser avaliado. ainda que não tenha sido reavaliado durante este intervalo. 2) Por ocasião da IS para VDF. 7) Consideram-se incapazes temporariamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. mediante solicitação do Prático por requerimento formal com exposição dos motivos. . da capacidade de exercer atividades físicas. o Diretor-Geral de Navegação e o Comandante da Marinha. com as respectivas identificações e assinaturas dos membros. 3) São competentes para determinar IS em grau de revisão por Junta de Instância Superior o DPC. o expediente será encaminhado à Junta Superior Distrital (JSD) da área de jurisdição da ZP. no prazo máximo de 120 dias corridos. o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J) emitido pela JRS. visando primordialmente à segurança da navegação. a contar do período de incapacidade temporária inicial. contendo como anexo cópia autenticada do último Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). não sendo necessário emissão de laudo para regularizar o intervalo em aberto. 8) As JS poderão exarar laudos de incapacidade temporária por período mínimo de trinta e máximo de 180 dias por IS.2 . possam estar sanadas. como anexo do documento de apresentação. após devidamente apresentados à JRS. Uma vez deferido. sob pena de arquivamento da IS por não comparecimento justificado.25 NORMAM-12/DPC Mod 4 .

2) Nos casos de incapacidade temporária (exclusividade da JS): “Incapaz temporariamente para o Serviço de Praticagem. contados a partir de sua criação em janeiro de 2005.26 NORMAM-12/DPC Mod 4 . c) Cabe ao CONAPRA o controle. . No momento em que forem considerados aptos por JS. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias cujo potencial de reversibilidade seja remoto ou exijam mais de 24 meses para plena recuperação. por _____ dias.ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS a) A atualização do Prático consiste na realização do Curso de Atualização para Práticos (ATPR). e 2) Relação atualizada dos Práticos que realizaram o curso. SEÇÃO X DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . 10) Após o período de incapacidade temporária definido pela JS. este poderá ser apresentado pela CP para reavaliação. por motivo de saúde.2 . b) O Prático deve cursar o ATPR a cada ciclo de cinco anos. caso haja interesse do Prático.CONAPRA 0249 . não poderão ser avaliados por médico credenciado. até 15 de dezembro. suas reavaliações posteriores retornarão à esfera dos médicos credenciados. e 4) Homologar as atalaiais e as tripulações das Lanchas de Prático e realizar as inspeções e laudos periciais para homologação do serviço de Lancha de Prático.9) Uma vez completados 24 meses de afastamento consecutivos da atividade pelo Prático. anualmente. aprovado pela DPC para atender à Resolução A. Deverá prestar à DPC. Este laudo não demanda revisão ex-officio.” 3) Nos casos de incapacidade definitiva (exclusividade da JS): “Incapaz definitivamente para o Serviço de Praticagem”.960 (XXIII) da Organização Marítima Internacional. 2) Auxiliar no controle e fiscalização do exercício profissional das Entidades de Praticagem. sejam doenças cíclicas e sujeitas a períodos de exacerbação. com a finalidade de término da incapacidade. as JS deverão considerá-lo incapaz definitivamente para a atividade de praticagem.CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . 11) Consideram-se incapazes definitivamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. as seguintes informações: 1) Eventuais dificuldades e discrepâncias observadas na aplicação do ATPR. f) Formas de Conclusão 1) Nos casos de aptidão plena: “Apto para o Serviço de Praticagem”. atuará como: 1) Auxiliar no controle e na fiscalização do exercício profissional do Prático e na aplicação do Curso de Atualização de Práticos (ATPR). 3) Auxiliar como assessor/moderador nos acordos regionais sobre fixação de preços de praticagem nas diversas ZP. Se não forem apresentados para tal finalidade até receberem a aptidão plena por JS (“Apto para o Serviço de Praticagem”). SEÇÃO XI DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS 0250 .CONAPRA a) Quando determinado pela DPC. o gerenciamento e a coordenação do ATPR.

sendo afastado temporariamente da atividade.2 . o Prático que não realizou o ATPR fica impedido de concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático.27 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . . até que seja aprovado no curso.d) No final de cada ciclo de cinco anos.

LANCHA DE APOIO E ATALAIA SEÇÃO I LANCHA DE PRÁTICO 0301 . 2) Quadro de Regras de Governo e Navegação . 2) GPS . c) Publicações e Quadros: 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM) uma unidade.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) O casco da lancha deve ser pintado de vermelho e a superestrutura de branco.5 m.uma unidade de cada.uma unidade. em ambos os bordos. 6) Propulsão . a letra P.superior a 5.DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) Navegação: 1) Radar Banda X . e -3-1NORMAM-12/DPC Mod 2 .maior que 7 m. b) Deve ser pintada na superestrutura. 3) Quadro de Luzes e Marcas .uma unidade.CARACTERÍSTICAS a) A Lancha de Prático deve possuir características de manobrabilidade. 2) VHF fixo (com chamada seletiva digital opcional) .uma unidade. dois eixos e dois hélices. por ante a ré do acesso à cabine de governo.1.uma unidade (opcional).uma unidade. em substituição ao portátil. 4) Calado máximo . 5) Deslocamento . 170 Hp de potência cada um. d) As vistas de perfil.2 motores Diesel de.uma unidade.CAPÍTULO 3 LANCHA DE PRÁTICO. e 4) A lancha poderá ser dotada de outro VHF fixo. com sistema de alimentação independente. 0302 . 2) Comprimento entre perpendiculares .000 kg. de estabilidade e de potência de máquinas que a possibilite efetuar o transporte do Prático e a aproximação para transbordo (lancha-navio-lancha) com segurança. que significa Prático (“Pilot”). b) Comunicações: 1) HF multifrequencial . e 8) Binóculo . c) As Lanchas de Prático devem ter ainda as seguintes características: 1) Comprimento total . 3) VHF portátil . topo e arranjo geral da Lancha de Prático constam do Anexo 3-A.uma unidade. 3) Boca . As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). 0303 . 4) Ecobatímetro .uma unidade.uma unidade (opcional). b) velocidade de cruzeiro não deve ser inferior a 15 nós. 6) Cartas náuticas da área da ZP . 5) Agulha magnética .superior a 3 m.uma unidade.maior que 9 m. Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora.uma unidade de cada. no mínimo. 7) Régua paralela e compasso .uma unidade. 3) AIS .

uma unidade para lancha que opere em mar aberto (ou uso de aparelho flutuante. 2) Balsa inflável classe I ou II . b) A qualquer momento. c) Após as tripulações estarem adestradas. 3) cinto de segurança .uma unidade. realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais pertinentes à homologação da Lancha de Prático. que emitirá um Certificado de Homologação. 0306 .uma de cada bordo. deverão ser submetidas às inspeções necessárias à homologação pelo CONAPRA. 0304 .uma unidade. 2) croque . 0307 .EMPREGO A Lancha de Prático é de uso específico do Serviço de Praticagem. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário.total igual ao da lotação da lancha. 0305 . -3-2NORMAM-12/DPC Mod 2 . com a obrigatoriedade de estarem prontas para atender às solicitações permanentemente (24h p/dia).4) Quadro de Sinais Sonoros e Luminosos . a constatação do descumprimento de algum requisito poderá implicar em perda da homologação. c) A homologação será concedida por meio do Certificado de Homologação da Lancha de Prático.QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO a) Os tripulantes da Lanchas de Prático deverão receber treinamento para as fainas de embarque e desembarque do Prático. e 3) colete salva-vidas .DOTAÇÃO O número mínimo de Lanchas de Prático será o necessário de modo a manter o Serviço de Praticagem ininterrupto. d) O adestramento das tripulações nas fainas de embarque e desembarque deverá ser mantido pelos responsáveis das tripulações por meio de contínuo treinamento. com validade de quatro anos.uma unidade. de forma a aprimorar seus condicionamentos nas eventuais situações de emergência e na adoção de medidas preventivas de acidentes. e) Dispositivo para auxiliar nas fainas de embarque e desembarque de pessoal da lancha-embarcação-lancha: 1) enxárcia ou plataforma de embarque. Anexo 3-B. e 5) holofote para alcance de 300 a 500 jardas.uma unidade. para ser comandado de dentro da cabine com rotação de 360º horizontalmente e até 90º no sentido vertical . Entretanto. a Lancha de Prático que atender aos seguintes requisitos constantes dos itens 00301. O CP/DL/AG manterá o registro e arquivo da 2a via do Certificado concedido. d) O CONAPRA. com cópia para a CP/DL/AG. ou uma em cada bordo. d) Salvatagem: 1) Bóia salva-vidas com lanterna . com delegação de competência da DPC.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO a) O CP homologará. 4) defensas . desde que autorizado pela CP). dentro da sua jurisdição. 0302 e 0303.duas unidades colocadas na antepara por anteavante e ante a ré da cabine de governo. poderá ser empregada em outras atividades quando requisitada pela Autoridade Marítima. b) O Cartão de Tripulação de Segurança (CTS) da Lancha de Prático será composto de um Marinheiro de Convés (MNC) e de um Moço de Convés (MOC).

dentro da sua jurisdição. 0311 . 0312 .SEÇÃO II LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM 0308 . que significa Prático (“Pilot”). b) É obrigatória a dotação de ecobatímetro. devido às características da região. b) Deve ser pintada na superestrutura. com a delegação de competência do DPC.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) A Lancha de Apoio à Praticagem deverá ter o casco na cor vermelha e a superestrutura em branco.DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) A dotação exigida para essa Lancha deve ser igual à estabelecida para outras embarcações que naveguem em águas interiores. a letra “P”. Poderá ser empregada em outras atividades a critério da Entidade de Praticagem e quando requisitada pela Autoridade Marítima.EMPREGO a) As Entidades de Praticagem estão autorizadas a utilizar Lanchas de Apoio à Praticagem que possibilitem efetuar o transporte do Prático para navios atracados. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário.QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO A qualificação das tripulações e suas habilitações devem atender ao estabelecido no item 0306. Nas áreas em que. com rotação de 360° horizontalmente e até 90° no sentido vertical. em ambos os bordos. estas deverão -3-3NORMAM-12/DPC Mod 2 . em nenhuma condição. b) O CONAPRA. equipamento de VHF-Fixo e de holofote com alcance de 300 a 500 jardas para ser comandado de dentro da cabine.NORMAM02/DPC e com as regulamentações existentes nas NPCP/NPCF. o serviço da Lancha de Apoio à Praticagem. realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais necessários ao registro da Lancha de Apoio à Praticagem. a Lancha de Prático. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). não seja possível agrupar todas as partes de sua estrutura operacional num mesmo local. SEÇÃO III ATALAIA 0313 .HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM a) O CP homologará.ESTRUTURA OPERACIONAL a) A Atalaia deve ser estruturada de forma que possa atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. por ante a ré do acesso a cabine de governo. b) A Lancha de Apoio à Praticagem não substituirá. fundeados ou amarrados à bóia em águas abrigadas. 0309 . b) Deve fazer parte do conjunto de suas instalações a área para atracação das lanchas. 0310 . de acordo com as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior . Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora.

com chamada seletiva digital. 11) Avisos aos Navegantes. 12) Régua paralela e compasso para plotagem de posição.estar localizadas o mais próximo possível uma das outras e com meios de comunicação confiáveis e suficientes para garantir sua operação como se estivessem agrupadas. b) Equipamentos Meteorológicos 1) Anemômetro. áreas de quarentena e demais pontos notáveis. com os pontos que a delimitam. a comunicação não fique interrompida. pelos Comandantes das embarcações ou por seus prepostos. embarcação a ser praticada e rebocador. 13) Quadro com a carta náutica da ZP. 2) Possuir dois equipamentos em VHF marítimo. Os Serviços de Praticagem devem ser. 10) Cartas Náuticas de toda a ZP e as áreas adjacentes. com capacidade de comunicação com a Atalaia. 7) Tabela da Escala Beaufort. as instalações apropriadas para alojar os Práticos de serviço. pontos de fundeio. e) Nos casos em que há mais de uma Atalaia. ratificada pelo CP/DL/AG. 4) Operadores radiotelefonistas bilíngues (inglês-português) disponíveis 24 horas ininterruptas. 3) Tábuas das Marés. 5) Lista de Faróis. em caso de falta de energia na área. 14) Normas e Procedimentos da Capitania (NPCP/NPCF) com jurisdição sobre a ZP. uma delas acoplada a um aparelho de fac-símile. 9) Relação de Estações Costeiras da Embratel. c) Comporão também a sua estrutura operacional. de modo que apenas uma delas atue como Estação de Praticagem da ZP para atender às solicitações das embarcações. c) Publicações Disponíveis para Uso 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM). será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. 3) Equipamentos portáteis de VHF em quantidade correspondente ao número de Práticos e Praticantes de Prático em escala. de modo que. 4) Roteiro. d) A Atalaia deverá efetuar o controle dos navios que farão uso de seus serviços. obrigatoriamente. atualizadas. 0314 . 2) Almanaque Náutico. e 18) Normas da Autoridade Marítima (NORMAM).DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA a) Comunicações 1) Possuir linhas telefônicas em número suficiente a atender ao Serviço. e 5) Dispositivos de energia de emergência. -3-4NORMAM-12/DPC Mod 2 . bem como as tripulações das lanchas que estiverem de prontidão. Lancha de Prático. 17) Regulamentação da LESTA (RLESTA). 16) Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). 15) Normas Reguladoras da Autoridade Portuária. requisitados à Atalaia homologada da respectiva ZP. e 3) Barômetro. 6) Lista de Auxílio-Rádio. pontos de espera de Prático. 8) Código Internacional de Sinais (CIS). 2) Termômetro de máxima e mínima.

0315 . a constatação do descumprimento de algum item acima citado poderá implicar em perda da homologação.HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA a) O CONAPRA.d) Material de Salvatagem Deverá possuir a quantidade de coletes salva-vidas equivalente ao número de Práticos e de Praticantes de Práticos. com a delegação de competência da DPC. por decisão da CP/DL/AG. com cópia para a CP/DL/AG. por meio do Certificado de Homologação da Atalaia (Anexo 3-C). -3-5- NORMAM-12/DPC Mod 2 . realizará as inspeções necessárias e homologará a(s) Atalaia(s). b) A qualquer momento. acrescida de 20%.

desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. observadas as exceções para embarcações com determinadas características. encontram-se listados no anexo 4-D. e (d) Estar com o AIS ativo. propulsão azimutal ou similares. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. com os respectivos limites geográficos. 3) As de bandeira estrangeira com AB até 2000. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no país. 2) As de bandeira brasileira com AB até 2000. b) Os trechos hidroviários por ZP onde o Serviço de Praticagem é facultativo. alínea c) da RLESTA.4. desde que atendam aos requisitos listados no inciso 4) e que constem nominalmente em Portaria do Diretor de Portos e Costas. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. alínea c) da RLESTA. 4) As empregadas em navegação de apoio marítimo. 0402 .PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO As coordenadas geográficas dos Pontos de Espera de Prático encontram-se listadas no Anexo 4-B. exclusivamente. com AB maior que 3000 e menor ou igual a 5000. tais como: “bow thruster”. Se de bandeira estrangeira. inclusive especificando os portos válidos para essa concessão.CAPÍTULO 4 DAS ZONAS DE PRATICAGEM 0401 . 0403 .ZONA DE PRATICAGEM É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações.PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO a) Os trechos hidroviários.1 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 6) As embarcações com AB maior que 2000 engajadas em operação de dragagem. conforme definido no art. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. com AB até 3000. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e . de qualquer tipo. encontram-se listadas no Anexo 4A. e (b) Sejam comandadas por marítimo brasileiro. (c) Possuam DGPS. 5) As empregadas em navegação de apoio marítimo. 3º Inciso I. Se de bandeira estrangeira. para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. 0404 . c) As seguintes embarcações estão dispensadas do Serviço de Praticagem: 1) As classificadas. os portos e os terminais onde o Serviço de Praticagem é obrigatório encontram-se listados no Anexo 4-C. Compete à DPC estabelecer as ZP.RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM As ZP. 3º Inciso I. exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de um Serviço de Praticagem para essa área. “stern thruster”. conforme definido no art.

propulsão azimutal ou similares. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa.comandadas por marítimos brasileiros.4. os Práticos poderão ser designados para outra ZP. d) As embarcações com arqueação bruta (AB) maior que 500. cinco navegações de praticagem. e (d) Estejam com o AIS ativo. ficando sujeitos ao cumprimento de Programa de Qualificação do Praticante de Prático e posterior Exame de Habilitação para Prático. por Práticos de nacionalidade brasileira. obrigatoriamente. d) A utilização do Serviço de Praticagem será facultativa para as embarcações de bandeira peruana ou colombiana com AB menor ou igual a 2000 e com calado máximo compatível com os valores estabelecidos pela Autoridade Marítima Brasileira. nos trechos sob jurisdição nacional. “stern thruster”. (b) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo.SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS a) Todas as embarcações que trafegam em águas jurisdicionais brasileiras estão sujeitas à legislação brasileira. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. 7) As embarcações classificadas como Petroleiro. 0405 . e (d) Que seja efetuada consulta obrigatória à Estação de Praticagem quanto à sequência a ser observada nas manobras de entrada e saída do porto e dentro da ZP. c) As embarcações de bandeira peruana ou colombiana. (c) Possuam DGPS. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. com praticagem facultativa. 0406 . tais como: “bow thruster”. (c) Tenha sido realizado adestramento com Prático de. o Serviço de Praticagem brasileiro.EXTINÇÃO DE ZP Na eventualidade da extinção de uma ZP. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. e) O quadro constante do Anexo 4-E apresenta as circunstâncias onde a contratação do Serviço de Praticagem é obrigatória ou facultativa. com AB até 3000. a critério exclusivo do DPC. conforme previsto no Capítulo 2 destas Normas. . no mínimo. em função das condições de navegabilidade dos rios da região. Se de bandeira estrangeira. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no país e comandadas por marítimos brasileiros. exclusivamente. b) O Serviço de Praticagem nas águas jurisdicionais brasileiras é exercido. devem. e) O limite máximo a ser cobrado das embarcações de bandeira peruana ou colombiana que utilizarem o Serviço de Praticagem não excederá o maior valor cobrado pelos mesmos serviços prestados às embarcações brasileiras. visando o controle e a segurança do tráfego aquaviário. com AB superior a 2000. obrigatoriamente.2 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . utilizarão.

a Comissão buscará sempre um acordo entre as partes. o DPC instituirá uma Comissão para elaborar o estudo para cada caso específico. sempre com vistas a garantir a segurança da navegação. e) O DPC poderá. c) Durante o desenvolvimento do trabalho. Para esta Comissão. não contencioso e. devendo as partes buscarem um acordo quanto aos preços considerados satisfatórios para ambas. poderão ser convidados representantes de setores envolvidos. instituir uma Comissão para discussão dos assuntos afetos aos preços dos Serviços de Praticagem. buscando o aperfeiçoamento da sistemática empregada na fixação desses preços. ao final. antecipada e formalmente. emitirá um relatório circunstanciado que deverá conter as sugestões dos preços a serem fixados.FIXAÇÃO DOS PREÇOS a) Para assegurar a permanente disponibilidade do Serviço de Praticagem. d) Os preços fixados pelo DPC terão caráter temporário. mas tão somente garantir a prestação ininterrupta do Serviço de Praticagem. b) Para a fixação dos preços.CAPÍTULO 5 PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM 0501 . que é uma atividade essencial. para decisão final do DPC. -5-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 0502 .NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ a) A Marinha do Brasil adota. não se aplicando aos acordos em vigor ou que venham a ser estabelecidos. o critério da reciprocidade para oferecer facilidades aos navios de guerra e de estado estrangeiros em visita a portos brasileiros em tempo de paz. consultar o CP/DL/AG sobre o oferecimento de facilidades e isenções ao navio. Não obtido. a critério do DPC. em princípio. não engajados em visitas de caráter comercial. b) Quando a Entidade de Praticagem for designada para atender a navio de guerra ou de estado estrangeiro. deverá. a DPC poderá fixar os preços dos Serviços nos casos em que não houver acordo entre tomador e prestador. ainda. Não se pretende substituir as partes no estabelecimento dos preços a serem praticados. instruirá o processo administrativo interno.

para o perfeito entendimento da capacidade que o mesmo possa ter para executar uma dada manobra.Acelerações para vante e para ré em um navio.A ação de um propulsor parcialmente submerso. .Definição de propulsão. 1 .Geometria do hélice.Análise da habilidade de governo de uma embarcação.Efeitos e características da máquina e sua dinâmica na guinada.Resistências do Navio .Princípios do escoamento em torno do leme do navio. .Diferenças de atuação entre um leme de estrutura fixa e um do tipo “flap”. . .Influências da forma do casco na ação do leme. . 2 .A manobra de “rudder cycling”. .Os efeitos da variação de calado nas resistências do navio.Efeitos de águas rasas nas resistências do navio.Parar o navio.Manobras-padrão.Controlabilidade do Navio . . . É importante a compreensão das causas que levam ao movimento do navio.ANEXO 2-A CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I .Efeitos do meio ambiente: -2-A-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . . .Superfícies de Controle (lemes) . . .Estabilidade de governo.MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) Estuda o comportamento do casco e do(s) leme(s) interagindo com o(s) sistema(s) propulsor(es) em um dado meio ambiente.Equipamentos auxiliares para se parar um navio.Tipos de propulsores.Geometria do leme.Interação entre o casco e o propulsor. . . .Cavitação. .Influências da razão de aspecto do leme.Propulsão do Navio e Propulsores . . .A resistência ao ar e ao vento.Estabilidade e controle do navio. .Distâncias e relações entre tempos e velocidades para se parar um navio. . sendo desnecessário o perfeito conhecimento dos cálculos matemáticos inerentes ao assunto. . . . .Parar o navio com liberdade para guinar.A manobra de “coasting”. . .Teoria da propulsão.A resistência devido ao fenômeno “wave-breaking”. .Resistência friccional.A resistência adicional devido às ondas. . . 4 .Princípio de sustentação e arraste: forças e momentos do leme.Resistências relativas às perturbações nas linhas de corrente devido à forma do casco e seus apêndices. 3 . .Resistência a ondas.

6) Navegação com corrente. e) Interação do navio com: I) águas rasas. 12) Poleame. 15) Estabilidade. 9) Cabos. 18) Utilização de equipamentos do passadiço: a) Odômetro. 14) Embarque e desembarque de práticos. 4) Emprego de rebocador(es) na manobra. aparelhos de laborar e acessórios. amarrar à bóia e largar da bóia. “Teamwork”. 10) Trabalhos do marinheiro. 7) Navegação com mau tempo. 12) Manobra de embarcações em águas restritas (“Executing the Plan”. 11) Amarração. III)canais estreitos. 13) Navegação com o prático a bordo. 11) Planejamento de derrota em águas restritas (“Passage planning”). III .NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) Instrumentos náuticos e de navegação. 8) Navegação fluvial. 4) Navegação de praticagem. amarrar. rocegar. 8) Classificação dos navios. 3) Manobras de fundear. 17) Contingências.ARTE NAVAL 1) Governo dos navios de um ou mais hélices e um ou dois lemes. arqueação e deslocamento. 5) Troca de atracadouro (manobra de cabeços).ANEXO 2-A a) Ventos. 2) Manobras de atracação e desatracação. 13) Aparelho de governo. d) Estabilidade de governo com os efeitos do meio ambiente. 5) Navegação de segurança. 2) Cinemática naval (incluindo interpretação de dados oferecidos pelo ARPA). 3) Carta Náutica. II) bancos. 6) Reboque. b) Radar. 14) Aparelho de fundear e suspender. 15)Procedimentos operacionais do prático. considerando as correntes locais. e “Navigating with integrated bridge and electronic chart systems”). -2-A-2NORMAM-12/DPC Rev 1 . 16)Gerência de passadiço. b) Correntes. c) Ondas. c) Ecobatímetro. 9) Navegação batimétrica. 10) Marés e correntes de maré. e IV)outros navios. “Monitoring the ship´s progress”. II . 7) Nomenclatura do navio. suspender.

19) Cartas piloto. e) Barômetro. 5) Névoa úmida. 14) Cartas de correntes de marés. 13) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. 11) Cerimonial da Marinha Mercante. 13) Marés. 9) Sistemas frontais. 6) Regras especiais para evitar abalroamento na navegação interior. 7) Nuvens cúmulos-nimbus. 18) Climatologia. 4) Borda-livre e estabilidade intacta. 12) Estrutura da Autoridade Marítima Brasileira. 5) Regras internacionais para evitar abalroamento no mar. 16) Ondas.LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) LESTA e RLESTA . 10) Conhecimento e utilização de publicações náuticas da DHN. 14) Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS). 2) Circulação do ar. 11) Interpretação de cartas de pressão ao nível do mar.Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e o seu Decreto Regulamentador. 7) Tráfego e permanência de embarcações em águas jurisdicionais brasileiras. 10) Interpretação do boletim meteoromarinha. -2-A-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . i) “Automatic Identification System” (AIS).METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) Interação dos elementos meteorológicos. V .ANEXO 2-A d) Anemômetro e anemoscópio. 8) Serviço de Praticagem no Brasil. f) GPS e DGPS. 15) Correntes de densidade e correntes costeiras. 3) Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação. fluvial e lacustre. 9) Auxílios à Navegação. IV . e j) “Dynamic Positioning Systems” (noções e conceitos básicos). 8) Sistemas tropicais. 20) Navegação meteorológica. h) Doppler Sonar. 3) Célula de Hadley. 6) Nebulosidades. g) Carta Eletrônica e ECDIS. 2) Lei que dispõe sobre o Tribunal Marítimo e a regulamentação sobre comunicação e investigação de fatos e acidentes da navegação marítima. 12) Interpretação de imagens de satélite (IR). 21) Navegação de mau tempo. 17) Interpretação de áreas geradoras de vagas. 4) Visibilidade no mar.

3) Sistema Marítimo Global de Socorro e Segurança (GMDSS).ANEXO 2-A VI .COMUNICAÇÕES 1) Vocabulário padrão de navegação marítima. 2) Código Internacional de Sinais. -2-A-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

Wave-Making Resistance .12.MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) 1) CRENSHAW.5.Motion Stability . 7.10.Theory of Propeller Action .Other Components of Resistance Chapter VI –Propulsion– Sections 1. 2. – Principles of Naval Architecture.3.Stability and Control .Analysis of Turning Ability . SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol.  Influence of Hull Shape on Effective Aspect Ratio of All-Movable Control Surfaces  Influence of Fixed Structure and Flapped Control Surfaces -2-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 4. controllable-pitch propellers. Forces and Moments  Flow around a Ship’s Rudder  Scale Effects  Effect of Aspect Ratio  Free-stream Characteristics of All-Movable Low Aspect-Ratio Control Surfaces. 6. Chapter 2 – Forces Affecting the Ship 2) LEWIS.Powering of Ships . vertical-axis propellers.Hydrodynamics of Control Surfaces  Geometry.Introduction . tandem and contrarotating propellers.Analysis of Course Keeping and Controls-fixed Stability .6.Vessel Waterway Interactions . 13 e 14 .ANEXO 2-B BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I .Frictional Resistance .Geometry of the Screw Propeller . II & III.4.Other propulsion devices (jet propulsion. VOLUME II Chapter V – Resistance – Sections 1. super-cavitating propellers and overlapping propellers) VOLUME III Chapter IX – Controllability – Sections 1.Cavitation . 10 . 4 e 5 . Stopping and Backing . paddle wheels. 3. RUSSEL SYDNOR – Naval Shiphandling.Introduction . EDWARD V.Interaction between Hull and Propeller .Effects of the Environment .Accelerating.

THE NAUTICAL INSTITUTE. . OTÁVIO A.Rio de Janeiro. &MacELVERY.Navegação Estimada.Capítulo 11 .Nomenclatura do Navio. .Aparelhos de Fundear e Suspender. DANIEL E.Capítulo 14 . . ALTINEU PIRES .I .Capítulo 11 .Capítulo 2 .III . ..A Navegabilidade dos Rios. .Capítulo 10 .Capítulo 3 .Publicações de Auxílio à Navegação. CORNELL MARITIME PRESS. 2) MacELREVEY. Capt. Mastreação e Aparelhos de Carga.Capítulo 7 . VOLUME . (disponível em www. .A Posição no Mar: Navegação Costeira. Aparelhos de Laborar e Acessórios. .Capitulo 7 .Aparelho de Governo. Capt.Navegação Radar.Navegação por Satélites.mil. . VOLUME .Capítulo 8 . DHN .Capítulo 12 .Marés e Correntes de Maré. . Rio de Janeiro .O Problema Geral da Navegação.ARTE NAVAL (SHIPHANDLING) 1) FONSECA.Capítulo 8 . FNI . . HENK. DANIEL H. . .Outros Sistemas e Técnicas Modernas de Navegação.Capítulo 4 . . ..Capítulo 5 . III .Agulhas Náuticas: Conversões de Rumos e Marcações.br). II .Manobra do Navio.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) SWIFT.Capítulo 38 .Capítulo 2 .Projeções Cartográficas: A Carta Náutica.Trabalhos do Marinheiro. J.SDM. .Capítulo 42 .Capítulo 9 . . Capt. . .Capítulo 12 . A. a Practical Guide . FNI & BAILEY. 3) HENSEN.Instrumentos Náuticos.Emprego de Linhas de Posição de Segurança. -2-B-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Arte Naval. MARCELO . a Practical Guide .Bridge Team Management.Geometria do Navio.Volumes I e III.Cabos.Determinação da Posição por Marcações Sucessivas . 2) MIGUENS.THE NAUTICAL INSTITUTE.Capítulo 6 .Rebocadores Portuários CONAPRA.Navegação com Mau Tempo.Navegação: A Ciência e a Arte . 4) FRAGOSO.Tug use in Port.Capítulo 1 .Capítulo 10 . . FNI .Capítulo 1 . e CAJATY. . MAURÍLIO M.The Nautical Institute.Poleame.Shiphandling for the Mariner.Capítulo 40 .ANEXO 2-B 3) SQUAT INTERACTION MANOEUVERING .J. .mar. . . T. Correntes Oceânicas.dhn.Capítulo 37 .Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas.

Resolução No A.596. Cap7: Borda-livre e Estabilidade Intacta. 11) Brasil.Circular MSC/Circ.IMO . Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto. Cap.IMO .LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) NORMAM-01/DPC . IV . 6) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem.180. 8) NORMAM-26/DPC . 7) NORMAM-22/DPC . 4) NORMAM-09/DPC .ANEXO 2-B 3) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . de 05 de fevereiro de 1954. 645 Guidelines for Vessels with Dynamic Positioning Systems (DP-systems).11: Regras Especiais para Evitar Abalroamento na Navegação Interior. 5) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .IMO . Lei n° 9.817(19) Performance Standards for Electronic Chart Display and Information Systems (ECDIS).960(23) Recommendations on Training and Certification and Operational Procedures for Maritime Pilots other than Deep-sea Pilots.Normas da Autoridade Marítima Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação.889(21) Pilot Transfer Arrangements. Diretoria de Portos e Costas.Normas da Autoridade Marítima para o Cerimonial na Marinha Mercante. 7) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação. 4) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .537. Dispõe sobre o Tribunal Marítimo. 2) NORMAM-02/DPC . 10) Brasil. 3) NORMAM-08/DPC .Resolução No A.Resolução No A. Aprova o Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (RLESTA).Serviço de Tráfego de Embarcações.BRASIL.917(22) Guidelines for the Onboard Operational use of Shipborne Automatic Identification Systems (AIS). Dispõe sobre a Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (LESTA).Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras. 9) Brasil. para Inquéritos 5) NORMAM-12/DPC . Decreto no 2. Itens: 0701 a 0703 e 0710 a 0714. de 18 de maio de 1998. 6) NORMAM-17/DHN . de 11 de dezembro de 1997.IMO . Lei no 2.Resolução No A. -2-B-3NORMAM-12/DPC Rev 1 .IMO .Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior.

mar. (disponível em www.(disponível em www.000 (Símbolos. 3) INTERNACIONAL CODE OF SIGNALS .Rio de Janeiro .7 e 1.mar.br) V .Roteiro.ANEXO 2-B 12) BRASIL. XII. Resolução No A.IMO 14) Publicações Náuticas da Diretoria de Hidrografia relacionadas abaixo: .mil. .Unidade 3 . . XI. VII.1. de Direção Setorial e de outras Organizações Militares da Marinha para o exercício das atividades especificadas. Seções e Apêndices de interesse do Processo Seletivo relacionados abaixo: a) CAPÍTULOS I a V.10. 1972 . . MANUAL DO CURSO ESPECIAL DE RADIOPERADOR GERAL.Cartas de Correntes de Maré.10.4.10. Diretoria de Portos e Costas.8. 13) CONVENTION OF THE INTERNATIONAL REGULATIONS FOR THE PREVENTING COLLISIONS AT SEA.6).10.2.Distress . b) SEÇÃO GERAL I .8). .Avisos aos Navegantes. 1. X. .1 a 3.br): . Portaria no 156/MB. de 3 de julho de 2004.Rio de Janeiro .dpc. Capítulos. e Navegação (DHN) 15) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. PAULO ROBERTO VALGAS e SOARES.Princípios das Radiocomunicações Marítimas (1. Abreviaturas e Termos).International Maritime Organization IMO. Estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de DireçãoGeral.Cartas Náuticas.10. .salvamarbrasil.emergency  Abandon  Assistance  Distress  Search and Rescue -2-B-4NORMAM-12/DPC Rev 1 . 3. 3.COMUNICAÇÕES 1) IMO STANDARD MARINE COMMUNICATION PHRASES.Carta 12.GMDSS (3.Lista de Faróis. e . 3. .Tábuas das Marés.COLREG .Cartas Piloto.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) LOBO. 3.Lista de Auxílios-Rádio. 3. CARLOS ALBERTO Meteorologia e Oceanografia .1 a 1.mil.918(22) da International Maritime Organization . .International Maritime Organization . VI .DHN.4 e 3.6. 2) BRASIL.IMO. VIII. e .Unidade 1 .

Casulties – damages  Collision  Fire – explosion  Towing – tugs III .Request for Medical assistance .Chapter I d) APÊNDICES 1 .Manoeuvres V . servindo apenas como orientação para o candidato. -2-B-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Distress signals 2 .Radiotelephone procedures OBSERVAÇÕES: 1) A bibliografia sugerida não limita ou esgota os assuntos constantes do conteúdo programático.Table of signaling flags 4 .Miscellaneous  Pilot c) SEÇÃO MÉDICA (Instructions) I .Aids to navigation  Canal – channel – fairway  Dangers to navigation IV . a quem cabe a escolha daquela que julgue mais adequada para o estudo dos assuntos atinentes às provas escrita e prático-oral.ANEXO 2-B  Survivors II . 2) O Edital do Processo Seletivo indicará as edições dos itens relacionados nesta bibliografia sugerida.

ANEXO 2-C -2-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

____________________________________________________ Assinatura do Representante Legal da Entidade de Praticagem -2-D-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . que o Praticante de Prático _______________________________________________.ANEXO 2-D DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO Declaro. estando apto a solicitar o Exame de Habilitação para Prático. da ZP ________________________________________. em conformidade com o previsto nas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC e nas NPCP/NPCF. sendo seu desempenho avaliado como satisfatório. para fim de solicitação do Exame de Habilitação para Prático. CIR nº _________________. cumpriu junto a esta Entidade de Praticagem o Programa de Qualificação de Praticante de Prático.

ANEXO 2-E -2-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro. Rios.2-F-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . 2) Após a criação dos portos. Tubarão. acrescentados nas respectivas ZP. Praia Mole. Ilha Grande (TEBIG). oportunamente. o detalhamento do plano de manutenção de habilitação constará das NPCP/NPCF. 3) Outros portos serão.ANEXO 2-F NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO No MÍNIMO DE FAINAS POR PRÁTICO(1) MÊS SEMESTRE 1 10 2 15 5 35 7 45 9 50 1 6 3 15 2 15 8 45 6 35 2 10 1 10 8 50 6 50 PRATICAGEM Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo ZP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 ZP(3) Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde Itaqui. . Açu(2). Barra do Furado(2) e Macaé(2) Santos.: 1) Conforme a alínea a) do item 0238 desta Norma. incluindo as manobras necessárias para trechos. Portos e Terminais Interiores Rio de Janeiro 15 10 50 São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 16 17 18 21 22 19 20 10 10 7 7 4 10 2 50 50 40 40 25 50 12 OBS. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. portos e terminais. e Forno. Baixada Santista São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. Ilha Guaíba. Angra dos Reis. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. Niterói. Sepetiba.

Participating in the manoeuvers as assistants the following properly identified pilots: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Comments and additional remarks: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ I affirm the above are all true. LEAVING THE WHARF. que o navio __________________________________ IRIN ______________ foi atendido pelo Prático _______________________________________________________ que se identificou. to be used as a proof to the Brazilian Maritime Authority that the ship _____________IRIN _____________ was attended by the pilot _________________ ________________________________________ which identified himself. in manoeuvers of ________(BERTHING. SINGRADURA)_____ _____(discriminar trecho)_____.ANEXO 2-G MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM Declaro. DESATRACAÇÃO. ________________________________________ (Local e Data) ________________________________________ (COMANDANTE) BRAZILIAN NAVY HARBOURMASTER’S OF THE STATE OF ______________________ CONFIRMATION OF PILOTING MANOEUVER I declare. devidamente identificados: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Ocorrências e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. Participaram como assistentes os seguintes Práticos. no __________(PORTO OU TERMINAL)_________ em _____/_____/_____ no período de _______(HORA) a . ____________________________________ (Place and Date) ___________________________________ (MASTER) -2-G-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . GETTING UNDERWAY OR LEAVING THE HARBOUR)________. in the __________(HARBOUR PIER)_________ in ______/______/______ in the period of ___(TIME)___ to ____________. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. nas fainas de _____(ATRACAÇÃO.

SINGRADURA) (discriminar trecho) __________________________________________ em _____/_____/_____ no período (PORTO OU TERMINAL) de ___________________ a __________________ acompanhadas/realizadas pelo seu (DATA/HORA) Comandante __________________________________________________________ (CATEGORIA E NOME) com a assistência do(s) seguinte(s) Prático(s). para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. ______________________________________ (local e data) ______________________________________ (Prático) -2-H-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . que o navio _______________________________________ IRIN ____________________ teve suas fainas de ___________________________________________________. DESATRACAÇÃO. devidamente identificado(s): ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Avaliações e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade.ANEXO 2-H MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADA POR COMANDANTE Declaro. no (ATRACAÇÃO.

Ilha Guaíba. Baixada Santista. . Sepetiba. Açu(1).ANEXO 2-I LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ESTADO ZP ZP(2) LOTAÇÃO Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 21 22 19 20 Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaqui. Tubarão. Barra do Furado(1) e Macaé(1) Santos.2-I-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . 2) Outros portos serão. Angra dos Reis. Portos e Terminais Interiores 160 45 36 33 15 04 06 04 18 06 05 33 03 31 65 65 33 13 17 06 26 09 1) Após a criação dos portos. Ilha Grande (TEBIG). Rios. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. e Forno. oportunamente. Niterói. Praia Mole. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro. acrescentados nas respectivas ZP.

sino.RJ. telefones (021) 2104.5208 e Fax (021) 2104.5217. vindo de uma pequena lancha.Centro . poderá reportar-se à Diretoria de o Portos e Costas. muitas vezes. de maneira que esteja completamente ciente todo o tempo dos possíveis perigos à navegação que possa defrontar. INSTRUÇÕES PARA O MÉDICO CREDENCIADO OU JUNTA DE SAÚDE o A MARINHA DO BRASIL. 4. se livrando desses perigos. Estar apto a entrar em compartimentos. o médico deverá atestar que o Prático é capaz física e mentalmente de atender à demanda do serviço de praticagem. 3. em cumprimento à Lei n 9. de acordo com os parâmetros estabelecidos na NORMAM-12/DPC. Possuir capacidade auditiva adequada. regulamentada pelo Decreto nº 2. Rua Teófilo Otoni n 4 . Rotina a ser cumprida a partir das informações: (1) Este modelo torna-se parte do arquivo de avaliação como prova documental que os requisitos médicos e psicofísicos regulares foram satisfeitos e o profissional Prático é fisicamente habilitado a portar o Competente Certificado. com altura de 66 cm. Estar alerta para repentinos e inesperados perigos à navegação e possuir adequada destreza para reagir e manobrar. Ter agilidade suficiente. (2) Certificar que a avaliação médica seja conduzida por médico credenciado para verificar as informações necessárias. Ser capaz de escalar escadas verticais de degraus íngremes. que podem causar violento deslocamento da embarcação. Estar física e mentalmente apto a executar os serviços árduos e muitas vezes perigosos de maneira eficiente e segura. passando por portas apoiadas em soleiras. vindos de qualquer direção. observando os seguintes parâmetros: CONDIÇÕES A SEREM OBSERVADAS PELO MÉDICO: 1. regularmente. para guarnecer navios no mar.596. como o apito. 2. e ser capaz de ficar em pé. por longos períodos de tempo. 3. especialmente para perceber e distinguir sons indicadores de nevoeiro. Principais propósitos da informação: (1) Determinar se o profissional Prático avaliado atende aos requisitos mínimos e é capaz fisicamente de efetuar os serviços de Prático.5207/2104. de 18 de maio de 1998. (2) Esta informação torna-se parte documental e está sujeita à revisão pelos órgãos federais competentes. Ter a visão adequada em ambos os olhos. em variadas condições de tempo. bem como ter resistência e higidez. Nesta avaliação. muitas vezes da ordem de seis ou mais conveses para atingir o passadiço. 2. em média.537. gongo ou outro instrumento utilizado -2-J-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . de 11 de dezembro de 1997. 5. tem a obrigação de acompanhar a situação médica. Caso o médico queira obter maiores informações. do profissional certificado e habilitado como Prático. e pelas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO SIGILO RESERVADO APÓS PREENCHIDO DOCUMENTO EXIGIDO PELAS NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM NORMAM-12/DPC 1.

para executar uma rápida e correta decisão de manobra em visibilidade restrita. o médico credenciado deverá sugerir ao Capitão dos Portos da área de jurisdição da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil. 7. desde que não tenham subsidiado avaliação periódica anterior. _________________________________________ Assinatura do Médico e Carimbo com nº de registro no CRM -2-J-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . Os exames de análises clínicas terão validade de três (03) meses. para estabelecer as condições físicas e mentais do examinado. auxiliar o Comandante do navio na segurança e bem-estar da tripulação e passageiros. que possam vir a colocar em risco o navio e tripulação. Cada Prático deve ser avaliado individualmente.ANEXO 2-J pelos navios. As despesas decorrentes da avaliação médica ficam a cargo do Prático ou da empresa de praticagem a qual pertence. Não apresentar quaisquer condições que impliquem incapacidade súbita e que requeiram medicação que prejudique o tempo de reação ou julgamento. No entanto. como também. Demais exames. 9. A solicitação de exames complementares fica a critério do médico credenciado. de acordo com a anamnese e exame clínico. Durante a avaliação médica do Prático. problemas crônicos de saúde que foram deixados sem tratamento ou ignorados pelo Prático. 6. 10. serão observados os padrões e critérios definidos na Seção VIII da NORMAM-12/DPC. as exigências do serviço de praticagem e o estabelecido na NORMAM-12/DPC. terão validade a critério do médico avaliador. além das cargas e das embarcações. a faixa etária. 8. deverão ser considerados pelo médico examinador. É importante ressaltar que o Prático não só tem que zelar pela sua própria segurança. 11. Caso o prático avaliado não atenda os requisitos mínimos ou apresente condição médica que impeça o exercício da praticagem. durante todo o tempo em que permanecer a bordo. que terá liberdade para solicitar quaisquer exames que julgar necessários.

datada e assinada. Prático da ZP ____ declaro que todas as declarações acima. B) As informações abaixo serão prestadas pelo Prático e preenchidas de próprio punho. 1) Você faz uso regular (diariamente e prescrita por médico) ou ocasionalmente de alguma medicação para alguma condição de saúde que esteja em tratamento ou investigação? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 2) Você apresenta alguma doença ou condição que julga de importância para o conhecimento do médico avaliador visando a atividade para qual está proposto ou realizando (praticagem)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 3) Você está fazendo algum tratamento médico atualmente? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 4) Você faz uso regular de álcool ou outra substância psicoativa ilícita (drogas)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? ________________________________________________________________________ 5) Desde sua última avaliação médica. assim como todas as informações a serem por mim prestadas são completas e verdadeiras de acordo com o meu maior conhecimento.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO CAMPO I (a ser preenchido pelo Prático) IDENTIFICAÇÃO: Nome completo: ____________________________________________________________________ Nº da Carteira de Identidade: ___________________ Órgão emissor:__________________________ CPF: ______________ Data de Nascimento: ___/ ___/ ___ Local de Nascimento: ________________ Endereço completo: _________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: A) O presente Anexo não poderá conter rasuras e os campos não preenchidos deverão ser inutilizados. tem apresentando alguma dificuldade no desempenho na atividade de praticagem? ( ) Não ( ) Sim* 6) Informações adicionais que julgue de importância para o conhecimento médico considerando as exigências da atividade de praticagem: ________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Eu. _______________________________ Local e data _____________________________________________ Assinatura do Prático -2-J-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . __________________________________________________________________.

ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: BIOMETRIA: Peso: ___ (kg) Altura: _____ (cm) Cor dos Olhos: ___________ Cor dos cabelos: ___________ Índice de Massa Corporal (IMC): _______________________ (IMC= Peso/Altura2) Sinais de Identificação: __________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Pressão Arterial: _____________ (mmHg) Frequência cardíaca: ________ (bpm) VISÃO: Acuidade Visual: AV OD sem correção: _________ AV OE sem correção: _________ Uso de lentes corretivas: Par de lentes sobressalentes: ( ) Sim ( ) Sim ( ( ) Não ) Não AV OD com correção: _________ AV OE com correção: _________ Teste de discriminação de cores: ISHIRAHA Nº placas: ____ Nº acertos: ____ Nº erros: ____ Teste complementar de discriminação de cores: Teste utilizado: ___________________________ Resultado para as cores vermelha e verde: _________________ (discrimina/não discrimina) AUDIÇÃO Direita 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 Esquerda Orelha direita: V.A _______ dB V.O _______ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: _______ % ______ dB Dissil: _______ % ______ dB Limiar de Reconhecimento da Fala (LRF): OD: ______ dB Orelha esquerda: V.O ________ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: ______ % _____ dB Dissil: ______ % _____ dB Limiar do Reconhecimento da Fala (LRF): OE: ______ dB Profissional que realizou o exame com nº do Registro de Classe: ______________________ Data do exame: _____/_____/______ Local do exame: __________________________________________________________ -2-J-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 .A ________ dB V.

(**) se necessário para verificar controle metabólico adequado em diabético.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: ANAMNESE: História da Doença Atual (HDA): __________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ História da Patologia Pregressa (HPP): _____________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ MEDICAÇÕES EM USO E DOSES: _________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ EXAME CLÍNICO: Aparelho cardiovascular: __________________________________________________________ Aparelho respiratório: ____________________________________________________________ Abdome e genito-urinário: _________________________________________________________ Esqueleto apendicular: ___________________________________________________________ Neurológico: ____________________________________________________________________ Ginecológico: ___________________________________________________________________ Psiquiátrico: ____________________________________________________________________ Outros: ________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ EXAMES COMPLEMENTARES DE ANÁLISES CLÍNICAS: Hemograma completo com plaquetas: Elementos anormais e sedimentoscopia (EAS) ( ) Normal ( ) Normal ( ) Anormal* ( ) Anormal* Glicose: _________ Hemoglobina glicosilada**: ________ Uréia: _________ Creatinina: _________ Ácido úrico: _________ Colesterol total: _________ HDL colesterol: ________ LDL colesterol: _________ Triglicerídeos: __________ PSA: _________ Outros: ________________________________________________________________________________ (*) a anormalidade encontrada deverá ser anotada abaixo. _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ -2-J-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

( ) Deverá ser submetido a avaliação suplementar por JS da MB (declínio)*. (*) Motivo do declínio: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Nome completo do médico: Nº do Registro do CRM: UF: Telefone de contato: Endereço do consultório: _______________________________________________________ ____________________________________________________________________________ __________________________ Local e data Carimbo _________________________________ Assinatura do Médico -2-J-6- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _______________________________________________ OUTROS EXAMES E RESULTADOS JULGADOS NECESSÁRIOS PELO AVALIADOR: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente pelo médico credenciado): ( ) Apto para a atividade de praticagem.

por ______ dias. CONSIDERAÇÕES TÉCNICO-PERICIAIS A RESPEITO DO LAUDO EXARADO: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ _______________________________________________ Presidente da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) Local. data: ______________________________________________________________ -2-J-7- NORMAM-12/DPC Rev 1 . ( ) Incapaz definitivamente para o serviço de praticagem. JS. ( ) Incapaz temporariamente para o serviço de praticagem.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _____________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente por JS da MB): ( ) Apto para o serviço de praticagem.

FRONTAL E DE TOPO -3-A-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL.

ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM ARRANJO GERAL -3-A-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

na Zona de Praticagem ________________________________________.... DE ......................... REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO CERTIFICA-SE que a embarcação abaixo citada está homologada para o Serviço de Praticagem......ANEXO 3-B CERTIFICADO Nº ...... (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem. __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .......... DE ...... NOME: NÚMERO E PORTO DE INSCRIÇÃO: EMITIDO EM ..... ...

.................... NOME: DATA DE INÍCIO DE OPERAÇÃO: EMITIDO EM ......ANEXO 3-C CERTIFICADO Nº ......... __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 ...........DE ..... REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA CERTIFICA-SE que a Atalaia abaixo citada está homologada para operar em proveito do Serviço de Praticagem na Zona de Praticagem .............................. .............................. (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem..... DE .

Tocantins. A hidrovia básica da Zona de Praticagem é do través da cidade de Itacoatiara até o porto de Tabatinga. 2 . até o porto de Belém. Os serviços neste trecho da ZP são obrigatórios. até a cidade de Tabatinga. No trecho compreendido entre o acesso pela barra norte. Os rios Madeira. através da região das Ilhas. à navios nacionais e estrangeiros que não transportem carga perigosa.ZP-ITACOATIARA (AM) . portos e terminais. Os navios que demandam o porto de Itacoatiara-AM ou terminais existentes naquela cidade não necessitam trocar de prático. ou o acesso pela região dos estreitos a sudoeste da Ilha de Marajó. Entre o porto de Macapá-AP e a cidade de Itacoatiara-AM. bem como os rios Jarí. o Serviço de Praticagem está disponível ao navegante em caráter facultativo. nas proximidades da bóia nº 1. em demanda à foz do rio Amazonas. Somente os navios que estejam passando ao largo de Itacoatiara. tendo em vista a existência de balizamento (de acordo com o Aviso Permanente no 065/02 da DHN). Tapajós e Trombetas são considerados hidrovias extensivas desta ZP. Xingu. constituída de todas as suas hidrovias. os serviços de praticagem estão disponíveis ao navegante em caráter facultativo. Entre o porto de Belém-PA e o porto de Macapá-AP. o canal Sul e os acessos às regiões das Ilhas e Estreitos. aí incluídos os acessos pelo canal Sul até a cidade de Itacoatiara-AM. O segundo trecho está -4-A-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. exceto para o trecho considerado facultativo. Negro.ZP-BELÉM. 3 . a partir da bóia número 02 do canal Grande do Curuá até o paralelo 00º 03’S. a partir da Ilha de Mosqueiro-PA.ITACOATIARA (AM) Esta Zona de Praticagem está compreendida a partir do paralelo 00º 03´S (Fazendinha-AP) para o interior do rio Amazonas. Neste trecho. O canal do Quiriri (ou Marajó) é considerado facultativo. COMPLEXO PORTUÁRIO VILA DO CONDE E ADJACÊNCIAS (PA) Compreende o acesso pelo canal do Quiriri (ou Marajó). até a cidade de Itacoatiara-AM.ANEXO 4-A RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM 1 . necessitam apenas solicitar práticos da ZP Fazendinha-Itacoatiara. fundeadouro do Capim e o porto de Vila do Conde. Japurá. Juruá e Iça são considerados hidrovias extensivas desta zona de praticagem. ou pelo canal do Espadarte. pois ambas as praticagens estão habilitadas para as manobras necessárias. no rio Pará. devendo ser solicitado com antecedência. 4 . O canal Norte do rio Amazonas (do mar para o interior). deverão efetuar a troca de prático. que não forem atracar naquele porto ou terminal da Hermasa.ZP-ITAQUI. Entre o porto de Belém-PA e a cidade de Itacoatiara-AM. através da região das Ilhas. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 2. Purus. a partir dos pontos de espera de prático situados à jusante da extremidade externa do banco Xingu e Cabeço do Norte e do situado à jusante do Baixo Espadarte.TABATINGA (AM) Essa Zona de Praticagem está compreendida a partir do través da cidade de Itacoatiara à montante para o interior. Acre. e 3. As hidrovias principais de praticagem dessa ZP são: 1. ALUMAR E PONTA DA MADEIRA (MA) Esta ZP está dividida em dois trechos. Os navios que zarpam do porto de Itacoatiara-AM ou terminais. O primeiro trecho está compreendido entre o acesso ao canal varrido. até as proximidades da bóia nº 19.ZP-FAZENDINHA (AP) . Branco.

A praticagem nesta ZP é obrigatória. 6 . TEMADRE e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos. a praticagem é obrigatória a partir do ponto situado a 2. USIBA. 13 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. de qualquer arqueação bruta. 12 . A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-FORTALEZA e PECÉM (CE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Dow Química. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 11 . a área limitada por uma circunferência de uma milha de raio.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros.ZP-RECIFE E SUAPE (PE) Para Recife. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-CABEDELO (PB) Do ponto de espera do prático até o local de atracação. A praticagem é facultativa para as embarcações nacionais e estrangeiras. até o local de atracação.ZP-NATAL (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. 8 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. com centro no Farolete Sul do quebra-mar sobre o banco do Inglês a qualquer ponto do interior do porto. -4-A-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . 9 .ZP-AREIA BRANCA (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. São Roque. OBS: Para navios com TPB superior a 100.ZP-REDES E TERMINAL MARÍTIMO INÁCIO BARBOSA (TMIB) (SE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.3 milhas náuticas a NE da bóia nº 19. Para Suape.” 5 . a partir do alinhamento da ponta do quebra-mar e a ponta do Cabo de Santo Agostinho. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem é obrigatória nos terminais de Aratu.ANEXO 4-A compreendido entre as proximidades da bóia nº 19 e os terminais.ZP-MACEIÓ E TERMINAL QUÍMICO (AL) Do ponto de espera de Prático até o local da atracação. PORTOS E TERMINAIS DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS (BA) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.ZP-ILHÉUS (BA) Dos pontos de espera de prático até os locais de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-SALVADOR. 10 . que entrem na Baía de Todos os Santos em demanda ao fundeadouro de Monte Serrat ou que suspendam desse fundeadouro para sair em direção a barra. 7 . sendo o Serviço de Praticagem de caráter obrigatório.

ANEXO 4-A 14 . do alinhamento entre a Ilha das Palmas e a Ponta Grossa da Marambaia para o interior das Baías de Sepetiba e da Ilha Grande. 045º 21’ 18” W até os locais de atracação. Tubarão e Praia Mole Área compreendida entre os alinhamentos do meridiano 040º 14’ 00”W e paralelo 20º 20’ 00”S para o interior até os locais de atracação. 045º 20’ 12”W e Lat.ZP-PARANAGUÁ E ANTONINA (PR) Do ponto de espera de prático. 16 . 045º 28’ 00”W e Lat. Long. A praticagem nesta ZP é obrigatória. b) Sepetiba. para o interior da Baía da Ilha Grande. Pela entrada Oeste. SÃO SEBASTIÃO E TERMINAL MARÍTIMO ALMIRANTE BARROSO (TEBAR) (SP) a) Santos Do paralelo 24o 00’ 33”S até o local de atracação. demandando os portos de Paranaguá. Long. A praticagem no porto desse trecho é obrigatória. ILHA GRANDE (TEBIG). BARRA DO RIACHO E UBU (ES) a) Vitória.t 23º 53’ 36”S. Ilha Guaíba. -4-A-3NORMAM-12/DPC Mod 1 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. 23º 43’ 00”S. 23º 52’ 42”S. 17 . II) Pela entrada Sul Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas La.ZP-RIO DE JANEIRO. Ponta do Felix. b) Barra do Riacho Do ponto de espera de prático até o local de atracação. excetuando o fundeadouro no 4. b) São Sebastião e TEBAR I) Pela entrada Norte Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas Lat. A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória. Catalini e FOPAR pelo canais Sueste ou da Galheta até os locais de atracação. 23º 43’ 18”S. TUBARÃO. A praticagem nesta ZP é obrigatória. NITERÓI. BAIXADA SANTISTA. c) Forno Do alinhamento da Ilha dos Porcos com a parte central da Ilha de Cabo Frio até o local de atracação. ANGRA DOS REIS E FORNO (RJ) a) Rio de Janeiro e Niterói Dos alinhamentos da ponta de Copacabana com a Ilha do Pai.ZP-SÃO FRANCISCO DO SUL (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória.ZP-VITÓRIA.Ilha da Mãe e ponta de Itaipu para o interior da Baía de Guanabara. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Pela entrada Leste. ILHA GUAÍBA. 15 . Ilha do Pai . Terminais da PETROBRAS. 18 . PRAIA MOLE. 045º 29’ 00” W até os locais de atracação. Long. Long. do alinhamento entre a Ilha Deserta e o Lago do Jerônimo.ZP-SANTOS. c) Ubu Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Antonina. SEPETIBA. A praticagem nesta ZP é obrigatória.

ZP-LAGOA DOS PATOS. Navegantes.ZP-IMBITUBA (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.ANEXO 4-A 19 . e demais terminais no interior do Rio Itajaí-Açu (SC) até o local de atracação. em Rio Grande . A praticagem nesta ZP é obrigatória. 21 .ZP-RIO GRANDE (RS) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. demandando os portos de Itajaí. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Terminais da Shell. RIOS. Dow Química.RS. -4-A-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Liquigás. com destino ao porto de Porto Alegre e demais portos/terminais interiores. bem como para aqueles que vindos desses portos/terminais com destino ao Porto Novo. 20 . BRASKARNE. PORTOS E TERMINAIS INTERIORES (RS) Do ponto de espera de prático. estabelecido no ANEXO 4-B destas Normas. Para os navios que deixem o Porto Novo. até a atracação nos portos e terminais existentes.ZP-ITAJAÍ E NAVEGANTES (SC) Do ponto de espera de Prático. a Lagoa dos Patos e terminais interiores. A praticagem nesta ZP é obrigatória. as manobras de desatracação/atracação em Rio Grande (Porto Novo) poderão ser feitas pelos Práticos da Lagoa dos Patos. 22 .

nas proximidades da bóia nº 19. nas proximidades da Ponta do Pinheiro. na distância de 2. que demandem o Rio Pará. 00º 17´00“S 047º 49’ 00” W Ponto nº 01 – navios vindos das direções norte e oeste.ANEXO 4-B PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE LONGITUDE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Proximidades da Bóia no 2 do Canal Grande do Curuá . 3 Porto de Belém. 01º 06’ 00” S 048º 29’ 30” W MA 02º 28’ 54” S 044º 22’ 12” W 4 Itaqui. troca de práticos em Icoaraci. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. que demandem o Rio Pará.Praticagem facultativa. ao largo de Fazendinha nas proximidades da Igreja de Fazendinha marcando o Farolete Santana Leste aos 253o verdadeiros e na distância de 1.5 milhas. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. que não tenham recebido prático para o trecho facultativo. Ponto de desembarque para todos os navios. aos 146º verdadeiros. O prático deverá embarcar nas proximidade do porto de Itacoatiara. marcando o farol Ponta do Chapéu Virado. basicamente originários de portos brasileiros. recebem prático ao largo da Vila do Mosqueiro.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. Porto de Belém. 3 00º 24’ 30” S 047º 46’ 00” W Ponto nº 02 – navios vindos da direção leste. proximidades da bóia no 19. Navios provenientes de alto-mar. Ponto de embarque para navios com TPB superior a 100. Alumar e Ponta da Madeira MA 02º 26’ 00” S 044º 20’ 36” W MA 02º 31’ 30” S 044º 23’ 06” W -4-B-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 .2 milhas ou 0. Navios provenientes do alto-mar. Ponto de embarque para navios com calado inferior a onze metros.5 milha ao Sul da Igreja da Fazendinha. 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 01º 13’ 00” N 049º 34’ 30” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 04’ 00” S 051º 06’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 01’ 00” N 051º 01’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara Itacoatiara x Tabatinga AP - - 2 AM - - 3 Porto de Belém. Navios provenientes de Belém ou Vila do Conde. Navios que necessitem parar nas proximidades de Santana e Macapá e aqueles que devam permanecer fundeados mais do que o tempo necessário para receber visitas das autoridades e os práticos.

Canal do Sul de Recife. 14 ES 20º 20’ 00” S 040º 14’ 12” W Terminais de Tubarão e Praia Mole. Fortaleza . Praia Mole. Terminal (TMIB). Portos e Terminais da BA Baía de Todos os Santos Ilhéus Barra do Riacho BA ES 12º 59’ 00” S 038o 33’ 00” W 13 14 14º 45’ 53” S 19º 50’ 30” S 039º 01’ 28” W 040º 02’ 00” W Porto do Malhado. Praia Mole e seguintes terminais: Granéis líquidos.ANEXO 4-B ZP 5 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE CE 03º 40’ 18” S LONGITUDE 038º 29’ 30” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Para navios com calado superior a 9 metros. Marítimo Estaleiro no 11 SE 10º 51’ 00” S 036º 54’ 00” W Inácio Barbosa 12 Salvador. Carvão e produtos siderúrgicos. Suape. UBU Forno 20º 19’ 34” S 040º 15’ 16” W Porto de Vitória. 14 15 ES RJ 20º 46’ 24” S 22º 58’ 24” S 040º 32’ 33” W 041º 59’ 06” W -4-B-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Para navios com calado inferior a 9 metros. 11 SE 10º 58’ 54” S 036º 59’ 25” W Terminais. Vitória. cais do ES Paul e Capuaba. Tubarão. 14 Vitória.Porto do Mucuripe Fortaleza . Hidrovias e Estuário do Rio Sergipe. Tubarão.Porto do Mucuripe Porto do Pecém Areia Branca (Termisa) Natal Cabedelo Recife Recife Suape Maceió e Terminal Químico Aracajú e Barra dos Coqueiros Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 5 5 6 7 8 9 9 9 10 CE CE RN RN PB PE PE PE AL 03º 41’ 40” S 03º 28’ 30” S 04º 43’ 36” S 05º 44’ 48” S 06º 56’ 00” S 08º 02’ 17” S 08º 04’ 09” S 08º 23’ 03” S 09º 42’ 03” S 038º 29’ 52” W 038º 47’ 48” W 036º 55’ 36” W 035º 10’ 30” W 034º 48’ 00” W 034º 50’ 32” W 034º 50’ 56” W 034º 55’ 57” W 035º 44’ 22” W Canal de Olinda.

Armazens Gerais.Francisco. 15 Rio de Janeiro. Terminais: Codesp. Dow SP Química. Esso.Cargill. 16 SP 23º 53’ 30” S 045º 29’ 30” W Entrada Sul. Dow Química. Ilha Guaíba. Ilha d`Água e Redonda. Ultrafértil. Shell. 15 RJ 23º 08’ 36” S 044º 04’ 36” W Entrada Leste. 15 RJ 23º 11’ 24” S 044º 24’ 48” W Entrada Oeste. Libra. TECON. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Sepetiba. S. Ilha Guaíba (MBR). Liquigás SC e terminal da Braskarne e demais terminais do Rio Itajaí-Açu. RJ Manguinhos. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis São Sebastião e TEBAR São Sebastião e TEBAR 22º 59’ 48” S 043º 08’42” W Navios que demandam o canal de Contuduba. Niterói e seguintes terminais: Exxon. 26º 55’ 00” S 048º 34’ 30” W -4-B-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 . 16 SP 23º 42’ 00” S 045º 21’ 00” W Entrada Norte. ABTL e demais terminais da Baixada Santista Paranaguá. Ponte do Thun e Texaco Sepetiba. Shell. Navegantes. 16 Porto de Santos. Antonina e seguintes PR terminais: Petrobrás.ANEXO 4-B ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE 22º 56’ 30” S LONGITUDE 043º 08’ 24” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Navios que demandam o canal de Santa Cruz (calado inferior a 12. Teaçu. Catalini e Ponta do Felix São Francisco do Sul SC 24º 00’ 33” S 046º 20’ 12” W 17 25º 38’ 38” S 048º 15’ 06” W 18 26º 12’ 00” S 048º 28’ 06” W 21 Itajaí. Cutrale. Cosipa.5m).

ANEXO 4-B ZP 22 19 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE SC RS 28º 12’ 32” S 32º 14’ 02” S LONGITUDE 048º 38’ 44” W 051º 58’ 05” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Imbituba Portos e terminais do interior da ZP Lagoa dos Patos. Rios. Portos e Terminais Interiores 20 RS 32º 03’ 21” S 052º 03’ 12” W -4-B-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 .

ANEXO 4-C ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA ZP 1 2 3 Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaquí 4 Alumar Ponta da Madeira Fortaleza 5 Pecém 6 7 8 9 Suape Maceió 10 Terminal Químico Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 11 Redes Salvador Aratú São Roque 12 Usina Siderúrgica da Bahia (USIBA) Dow Química Alves Câmara (TEMADRE) e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos 13 Ilhéus BA SE AL Areia Branca (TERMISA) RN Natal Cabedelo Recife PE PB CE MA TRECHO/PORTO/TERMINAL Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Belém PA ESTADO AP/AM AM -4-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

ANEXO 4-C ZP TRECHO/PORTO/TERMINAL Vitória Tubarão 14 Ubu Barra do Riacho Praia Mole Rio de Janeiro Niterói 15 Forno Ilha Grande (TEBIG) Sepetiba/Ilha Guaíba/Angra dos Reis TEBAR 16 São Sebastião Santos e Baixada Santista Paranaguá e demais terminais 17 Ponta do Félix Antonina 18 São Francisco do Sul 0402 .Itajaí. Navegantes e demais terminais situados no interior do Rio Itajaí-Açu 21 Shell Dow Química Liquigás 22 19 Imbituba Rio Grande Santa Clara Canoas/Tergasul 20 Pelotas Porto Alegre RS SC PR SP RJ ES ESTADO -4-C-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

000 têm praticagem obrigatória a partir do ponto situado a 2. EXCEÇÕES 01 AP 03 PA Navios nacionais e estrangeiros que transportem carga perigosa têm praticagem obrigatória. de acordo com o Aviso Permanente nº 065/2002 da DHN.3 MN a NE da bóia nº 19. 12 BA Trecho de acesso à Baía de Todos os Santos vindo do mar. nas proximidades da bóia nº 1. tendo em vista a existência de balizamento. demandando o fundeadouro de Monte Serrat ou trecho inverso. conforme discriminado no Anexo 4-B. Navios com calado igual ou superior a 11 m ou TPB superior a 100. Trecho do Canal do Quiriri (ou Marajó). até as proximidades da bóia nº 19.ANEXO 4-D TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZP ESTADO TRECHO/PORTO/TERMINAL Trecho compreendido desde a Bóia nº 2 do Canal Grande do Curuá até o través da cidade de Fazendinha (AP) – Barra Norte. -4-D-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 . 04 MA Trecho compreendido entre o acesso ao canal varrido.

conforme previsto no item 0404. DGPS. de acordo com o preconizado no item 0406. no mínimo. e estar com o AIS ativo. obrigatoriamente. (6) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo e tenha sido realizado adestramento com Prático de. “stern thruster”. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. O F O O F Observações: (1) Este quadro não é aplicável às embarcações classificadas para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. Lagoa dos Patos e Bacia Amazônica O (constituída de todas as suas hidrovias e portos. Trechos facultativos de ZP obrigatória (ANEXO 4-D). conforme previsto no item 0404. (4) Possuam equipamento auxiliar de manobra. propulsão azimutal ou similares. Legenda: F . (2) As com praticagem facultativa devem. (exceto abrangendo os rios embarcação tributários e confluentes empregada na dos rios Amazonas e pesca) Solimões.ANEXO 4-E QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ARQUEAÇÃO BRUTA Até 2000 TIPO DE NAVIO Qualquer tipo Embarcação empregadas em navegação de apoio marítimo com AB até 3000 Embarcações engajadas em operação de dragagem ÁREA Qualquer BANDEIRA BRASILEIRA ESTRANGEIRA F(2) O (3) (5) Qualquer F(2) (4) O (2) (3) (4) Qualquer F (2) (6) O (2) (3) (6) Acima de 2000 Demais navios Rio Guaíba. tal como: “bow thruster”. (5) As embarcações de bandeira peruana e colombiana. em território nacional).OBRIGATÓRIO -4-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . Portos e terminais de ZP Obrigatória (ANEXO 4-C). (3) Exceto as contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. cinco navegações de praticagem.FACULTATIVO O .

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