M MA RI IN DO BR AS SI AR NH OB RA IL HA L AD D RE ET RI IA AD DE PO RT TO EC AS S IR TO EP OR OS OR SE CO DI OS ST TA

N NO MA SD AU UT ID DE MA RÍ ÍT OR AS TO DA EM AR TI RM DA OR AD IM AA RI MA A P PA AR RA AO OS SE ER RV VI IÇ ÇO OD DE EP PR RA AT TI IC CA AG GE EM M

NORMAM-12/DPC 1ª REVISÃO

-2 20 01 11 1-

NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM FOLHA DE REGISTRO DE MODIFICAÇÕES

NÚMERO DA MODIFICAÇÃO

EXPEDIENTE QUE A DETERMINOU E RESPECTIVA DATA

PÁGINAS AFETADAS

DATA DA ALTERAÇÃO RUBRICA

Mod 1

Folha de Rosto, Item 0109, 0210, Portaria nº 100/DPC, de 0212, 0223, 19 de maio de 2011 0231, 0248, Anexos: 2-I, 4-A, 4-B, 4-D, Portaria nº 206/DPC, de 30 de setembro de 2011 Portaria nº 95/DPC, de 23 de maio de 2012 -3-3-4-20201, 0202, 0205, 0207, 0208, 0213, 0214, 0215, 0216, 0217, 0218, 0219, 0220, 0222, 0223, 0224, 0404, An 2-F e An 2-I

20/05/2011

Mod 2 Mod 3

11/10/2011 30/05/2012

Mod 4

Portaria nº 202/DPC, de 5 de outubro de 2012

08/10/2012

- II -

NORMAM-12/DPC

ÍNDICE Páginas Folha de Rosto .............................................................................................................. I Registro de Modificações .............................................................................................. II Índice ............................................................................................................................. III CAPÍTULO 1 SEÇÃO I 0101 0102 0103 0104 SEÇÃO II 0105 0106 0107 0108 0109 0110 0111 0112 0113 0114 0115 0116 0117 0118 0119 0120 0121 0122 CAPÍTULO 2 SEÇÃO I 0201 0202 0203 0204 0205 0206 0207 0208 0209 0210 0211 0212 0213 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM INTRODUÇÃO PROPÓSITO...................................................................................... APLICAÇÃO....................................................................................... COMPETÊNCIA................................................................................. ABREVIATURAS ............................................................................... DEFINIÇÕES ATALAIA ............................................................................................ CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO ............................. CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA ................ ENTIDADE DE PRATICAGEM .......................................................... ENXÁRCIA......................................................................................... FAINA DE PRATICAGEM .................................................................. HABILITAÇÃO DE PRÁTICO............................................................. IMPRATICABILIDADE ....................................................................... LANCHA DE PRÁTICO...................................................................... MANOBRAS DE PRATICAGEM ........................................................ NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM...................................................... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO .................................................. PRATICANTE DE PRÁTICO.............................................................. PRÁTICO ........................................................................................... REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ......... SERVIÇO DE PRATICAGEM ............................................................ ZONA DE PRATICAGEM (ZP)........................................................... DOS PRÁTICOS DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ........................................................................................... REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO...... VAGAS............................................................................................... ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM...................................... INSCRIÇÕES..................................................................................... ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO............................................... PROVA ESCRITA (1ª ETAPA ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS, SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA - ELIMINATÓRIA) .. APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS ............................................. DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS........................................................... DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO. TÍTULOS ............................................................................................ SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) ...................................... - III -

1-1 1-1 1-1 1-1

1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-3 1-3 1-3 1-3 1-3

2-1 2-1 2-2 2-2 2-2 2-2 2-2 2-3 2-3 2-3 2-3 2-3 2-4

NORMAM-12/DPC Rev 1

0214 0215 0216 0217 0218 0219 0220 0221 SEÇÃO II 0222 0223 0224 SEÇÃO III 0225 0226 0227 -

TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA ..................................................... PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA - CLASSIFICATÓRIA) .................. PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA - ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... CLASSIFICAÇÃO FINAL ................................................................... DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM ................................................................ HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO.......................................................................................... CONVOCAÇÃO ................................................................................. VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO ...........................................

2-6 2-7 2-7 2-7 2-7 2-8 2-8 2-8

DA CERTIFICAÇÃO, DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO CERTIFICAÇÃO ................................................................................ 2-9 QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO............................ 2-10 EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO .................................... 2-10 DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ORGANIZAÇÃO................................................................................. 2-12 ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ............. 2-12 ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ..................................................................................... 2-13 DOS DEVERES DOS DEVERES DO PRÁTICO .......................................................... DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO ............................ DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO ................................................................... CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS ...................................................... DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE........................................ IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO ......................... IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO .................. RECUSA ............................................................................................

SEÇÃO IV 0228 0229 0230 0231 0232 0233 0234 0235 SEÇÃO V 0236 0237 SEÇÃO VI 0238 0239 0240 0241 SEÇÃO VII 0242 0243 0244 -

2-14 2-15 2-15 2-16 2-16 2-16 2-16 2-17

AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO DO PRÁTICO..................................................................................... 2-17 DO PRATICANTE DE PRÁTICO ....................................................... 2-18 DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS .. AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ RECUPERAÇÃO DE HABILITAÇÃO.................................................

2-18 2-18 2-19 2-19

HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO HABILITAÇÃO ................................................................................... 2-19 DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS ................................................. 2-19 PROCEDIMENTOS ........................................................................... 2-19 - IV NORMAM-12/DPC Rev 1

............................................................................................................ 2-26 LANCHA DE PRÁTICO. LANCHA DE APOIO E ATALAIA LANCHA DE PRÁTICO CARACTERÍSTICAS ........ 2-20 ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM ......SEÇÃO VIII 0245 0246 0247 SEÇÃO IX 0248 SEÇÃO X 0249 SEÇÃO XI 0250 CAPÍTULO 3 SEÇÃO I 0301 0302 0303 0304 0305 0306 0307 SEÇÃO II 0308 0309 0310 0311 0312 SEÇÃO III 0313 0314 0315 CAPÍTULO 4 0401 0402 0403 0404 0405 0406 - DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP................................................... RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM................................................................ 2-20 EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO ................................................. 2-20 LOTAÇÃO E EFETIVO ..................................................................................... QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO .............. 2-21 DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ...................................... EXTINÇÃO DE ZP ................................................................... IDENTIFICAÇÃO VISUAL......................................................................................... 3-3 DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA .......................................................................................................................CONAPRA ............ SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS.................................... 4-1 4-1 4-1 4-1 4-2 4-2 CAPÍTULO 5 0501 0502 - PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM FIXAÇÃO DOS PREÇOS................................ 3-5 DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZONA DE PRATICAGEM.......................................................................................................... DOTAÇÃO ............... HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM.... IDENTIFICAÇÃO VISUAL......................................... PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO .................. 3-1 3-1 3-1 3-2 3-2 3-2 3-2 3-3 3-3 3-3 3-3 3-3 ATALAIA ESTRUTURA OPERACIONAL ................... QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO ................................. DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS............ 3-4 HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA........................CONAPRA CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM .......... 5-1 -VNORMAM-12/DPC Rev 1 ................. 5-1 NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ ...... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO .................................. HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO ......................................................................................................................................................................... LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM EMPREGO........ DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS....... 2-26 DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS .............................................................................. EMPREGO.........................................................

...... 2-C-1 DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO .......................................VI - NORMAM-12/DPC Rev 1 ................... 4-B-1 ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA...................... 4-D-1 QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ...................... 2-B-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO ....... 4-E-1 ..........ANEXOS: 2-A - 2-B - 2-C 2-D 2-E 2-F 2-G 2-H 2-I 2-J 3-A 3-B 3-C 4-A 4-B 4-C 4-D 4-E - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ............................................... 2-F-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM ....................... 2-J-1 LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL................................ 3-C-1 RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM ..... 2-I-1 LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO.............. 4-A-1 PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO .............................................. FRONTAL E DE TOPO ............... 3-B-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA........... 4-C-1 TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM................ 2-D-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO................................................................................................. 2-A-1 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ............. 3-A-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO ............................................ 2-H-1 LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ....... 2-E-1 NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO .......................................................................... 2-G-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADAS POR COMANDANTE ............................................

Delegacia da Capitania dos Portos ou Delegado da Capitania dos Portos. 5) NPCP . sem fins lucrativos.COMPETÊNCIA Compete à Diretoria de Portos e Costas. 3) DL .Diretoria de Portos e Costas ou Diretor de Portos e Costas.CONAPRA É uma associação profissional. 0108 . 0103 . como Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário. controlar e apoiar o atendimento do Prático à embarcação em uma Zona de Praticagem (ZP). de maneira especial.CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . aos Praticantes de Prático e aos usuários do Serviço de Praticagem.APLICAÇÃO Estas Normas aplicam-se a todos os Serviços de Praticagem e.PROPÓSITO Estabelecer normas para o Serviço de Praticagem nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB). tendo por finalidade representá-los perante autoridades governamentais e -1-1NORMAM-12/DPC Mod 1 .Normas e Procedimentos da Capitania Fluvial. 4) DPC . 0106 .Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos.CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Prático de uma determinada ZP.ATALAIA É a estrutura operacional e administrativa organizada de formar a prover. que congrega Práticos brasileiros.ABREVIATURAS Nestas Normas. 2) CP .Capitania dos Portos ou Capitão dos Portos. as abreviaturas abaixo representam: 1) AG . SEÇÃO II DEFINIÇÕES 0105 . coordenar. 0107 . Também é denominada de Estação de Praticagem.CAPÍTULO 1 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM SEÇÃO I INTRODUÇÃO 0101 .CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Praticante de Prático em uma determinada ZP. aos Práticos.Agência da Capitania dos Portos ou Agente da Capitania dos Portos. 0104 . regulamentar o Serviço de Praticagem. estabelecer as Zonas de Praticagem (ZP) em que a utilização do Serviço é obrigatória ou facultativa e especificar as embarcações dispensadas de utilizar o Serviço de Praticagem. 0102 . 6) NPCF .

0110 . fundear/suspender.537. é a atividade que envolve a realização de manobra(s) de praticagem e/ou navegação de praticagem em uma ZP. mensal e semestral. b) A manutenção da habilitação requer a execução de uma quantidade mínima. 0112 . é a navegação realizada no interior de uma ZP com assessoria de um ou mais Práticos embarcados.PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO É o ponto estabelecido em coordenadas geográficas na ZP. de 11/12/1997 . são as manobras de atracar/desatracar. 0109 . entrar/sair de dique/carreira e alar ao cais.IMPRATICABILIDADE É a situação que se configura quando as condições meteorológicas. desaconselhando a realização de fainas de praticagem. 13 da Lei nº 9.HABILITAÇÃO DE PRÁTICO a) É o nível mínimo de capacitação técnica exigida de um Prático.ENXÁRCIA É a estrutura fixa instalada na proa da Lancha de Prático que tem como propósito auxiliar o embarque/desembarque do Prático na embarcação.entidades representativas de setores do meio marítimo nas questões ligadas à Praticagem. amarrar à bóia/largar da bóia. o tráfego de embarcações e/ou o embarque/desembarque do Prático. o estado mar. possuindo as tarefas específicas previstas nestas Normas e em outros documentos emitidos pela DPC.FAINA DE PRATICAGEM a) Para efeito destas Normas. 0117 .MANOBRAS DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. para ser empregada no deslocamento e no transbordo do Prático para o embarque/desembarque na embarcação.NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. b) A faina de praticagem é computada para efeito da manutenção da habilitação do Prático e do cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. quando executadas com a assessoria de Prático. 0116 .Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). acidentes ou fatos da navegação ou deficiências técnicas implicam em inaceitável risco à segurança da navegação.LANCHA DE PRÁTICO É a embarcação homologada pelo CP com jurisdição sobre a ZP. 0114 . -1-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . 0115 . onde é efetuado o embarque/desembarque do Prático por ocasião do início ou fim de uma faina de praticagem. 0113 . de fainas de praticagem. É reconhecido pela Autoridade Marítima como Órgão de Representação Nacional de Praticagem. constituída sob qualquer das formas previstas no caput do art. estabelecida no Plano de Manutenção da Habilitação elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. 0111 .ENTIDADE DE PRATICAGEM Termo de uso geral empregado para designar cada organização que congrega Prático(s) na ZP.

SERVIÇO DE PRATICAGEM É o conjunto de atividades profissionais de assessoria ao Comandante. portador do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático e aspirante à categoria de Prático. caberá à CP a sua designação. 0121 . será aquele indicado por consenso entre as existentes.REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM É o Prático dirigente da Entidade de Praticagem que reúne todo o efetivo de Práticos de uma ZP e que representa a Praticagem junto à CP. Quando houver mais de uma Entidade de Praticagem em uma determinada ZP. requeridas por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. 0120 .0118 . 0122 .PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante que presta Serviços de Praticagem embarcado. É constituído de Prático. 0119 .ZONA DE PRATICAGEM (ZP) É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações. Não havendo consenso. Compete à DPC estabelecer as ZP. de Lancha de Prático e de Atalaia. exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de Serviço de Praticagem para essa área.PRATICANTE DE PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante. selecionado por meio de Processo Seletivo conduzido pela DPC. -1-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 .

com idade mínima de 18 (dezoito) anos completados até data estabelecida no Edital.PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO a) O preenchimento de vaga de Prático em Zona de Praticagem (ZP) dar-se-á. 14º. inicial e exclusivamente. Ademais. portanto. assim como não exercem função pública. f) Estar quite com as obrigações eleitorais (Art. h) Possuir documento oficial de identificação válido e com fotografia. 37. no mínimo na categoria de Mestre-Amador.REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO a) Ser brasileiro (ambos os sexos). na qualidade de Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário e no exercício da atribuição de regulamentar o Serviço de Praticagem. o número de vagas por ZP a ser preenchido. por meio de Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático. não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. e) Estar em dia com as obrigações militares. Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC). II.CAPÍTULO 2 DOS PRÁTICOS SEÇÃO I DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO 0201 . b) Possuir curso de graduação (nível superior) oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação e concluído até data estabelecida no Edital. do número de vagas previsto no seu Edital. g) Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). é um Processo Seletivo reservado ao preenchimento.Lei do Serviço Militar). i) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição. Prático ou Praticante de Prático até data estabelecida no Edital. o qual poderá incluir as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. incisos I e II da Constituição Federal). da Constituição Federal. não sendo o concurso público de que trata o Art. determinar a época de realização. O Processo Seletivo. o qual será regido pelas presentes normas e detalhado por Edital específico a ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) e na página da DPC na Internet. 0202 . -2-1- NORMAM-12/DPC Mod 4 . 2º da Lei nº 4375/64 . § 1º. elaborar e divulgar o Edital e executar o Processo Seletivo. tão somente. doravante denominado Processo Seletivo. até a data de encerramento das inscrições. ou pertencer ao Grupo de Amadores. d) Não ser militar reformado por incapacidade definitiva ou civil aposentado por invalidez. para candidatos do sexo masculino (Art. b) Cabe à DPC. c) O Praticante de Prático e o Prático não são militares ou servidores/empregados públicos. Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas. e j) Cumprir as normas e instruções estabelecidas para o Processo Seletivo. inclusive conforme a correspondência com as categorias profissionais estabelecida nas “Normas da Autoridade Marítima para Amadores. c) Ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4 (quatro).

serão consideradas.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) A prova escrita versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A. para efeito das provas escrita e prático-oral. não limitando ou esgotando os assuntos constantes do conteúdo programático. c) A DPC publicará.INSCRIÇÕES a) A inscrição será obrigatória para todos os candidatos.Prova Prático-Oral (eliminatória e classificatória).Prova Escrita (eliminatória e classificatória). as edições mencionadas no Edital ao lado de cada item relacionado.0203 . os quais. 2) 2ª etapa . as regras para a apresentação da(s) opção(ões) e os critérios para a distribuição dos candidatos classificados pelas ZP serão divulgados no Edital. c) Embora essa bibliografia constitua apenas simples sugestão. 0204 . ou 2) Grau igual ou superior à metade do valor atribuído à prova. b) A divulgação do período de inscrições será feita por meio do Edital. respectivamente. assim como as relativas à apresentação na ZP para onde vier a ser distribuído e sua manutenção até a habilitação como Prático. Seleção Psicofísica e Teste de Suficiência Física (eliminatória).Apresentação de Documentos. 0205 . d) Não integram o Processo Seletivo: a Qualificação do Praticante de Prático e o Exame de Habilitação para Prático. considerando que o conhecimento da língua inglesa é imprescindível para a prestação do Serviço de Praticagem. servindo apenas como orientação para os candidatos. -2-2NORMAM-12/DPC Mod 4 . tratados nos itens 0223 e 0224. Caso seja facultado.PROVA ESCRITA (1ª ETAPA .ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM No caso de oferecimento de vagas em mais de uma ZP em um mesmo Processo Seletivo. podendo ser alterada no Edital. b) O Anexo 2-B contém a bibliografia sugerida. poderá ser facultado ao candidato optar por concorrer para mais de uma ZP.Prova de Títulos (classificatória). e) A prova escrita será realizada no(s) local(is) indicado(s) pela DPC. de títulos e prático-oral será definido no Edital. poderão ser acrescidos. poderá(ão). f) Será eliminado do Processo Seletivo o candidato que na prova escrita obtiver: 1) Grau inferior à metade do valor atribuído à prova. mas não se classificar entre o número de candidatos a serem convocados para a 2ª etapa do Processo Seletivo. 0207 . os resultados das 4 (quatro) etapas e a Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. no transcorrer do Processo Seletivo. alterados e/ou atualizados no Edital. d) A prova escrita poderá conter textos e/ou questões redigidos em português e/ou em inglês. 0206 . no entanto.ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO a) O Processo Seletivo será constituído de quatro (4) etapas: 1) 1ª etapa . e 4) 4ª etapa .VAGAS a) O Edital estabelecerá o número de vagas por ZP. b) A critério da DPC. b) O número de pontos ou o peso atribuído a cada uma das provas escrita. no DOU e na sua página na Internet. c) Correrão por conta do candidato todas as despesas inerentes à participação no Processo Seletivo. ser oferecida(s) vaga(s) decorrente(s) da seleção de candidato(s) que seja(m) Praticante(s) de Prático ou Prático(s). 3) 3ª etapa .

b) A 2ª etapa do Processo Seletivo será composta das seguintes fases: 1) Apresentação de Documentos (eliminatória). b) Constará do Edital a relação dos documentos a serem apresentados pelo candidato. conforme dispuser o Edital.DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS a) A apresentação de dados cíveis e criminais terá como propósito verificar se o candidato preenche os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. 0211 . h) Os candidatos não eliminados serão relacionados em ordem decrescente do grau obtido na prova escrita. 0209 .ELIMINATÓRIA) a) Somente os candidatos relacionados na classificação inicial serão convocados para realizar a 2ª etapa do Processo Seletivo. assim como o(os) critério(s) de desempate no caso de graus iguais na prova escrita. b) O Edital determinará os títulos. 2) Comprobatórios de atendimento aos requisitos para a participação no Processo Seletivo. 2) Seleção Psicofísica (eliminatória).TÍTULOS a) Será opcional a apresentação de títulos que não constituam exigência para participar do Processo Seletivo. estabelecidos no item 0202. 0210 .DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO a) Esta fase terá o propósito de verificar se o candidato satisfaz os requisitos exigidos para participar do Processo Seletivo. e convocados para 2ª etapa do Processo Seletivo. 0212 . não cabendo recurso contra essa decisão. à vista dos documentos apresentados. e 3) Títulos. obedecido(s) o(s) critério(s) de desempate. SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA . e 3) Teste de Suficiência Física (eliminatória).APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS. c) Compete ao Diretor de Portos e Costas decidir pela eliminação do Processo Seletivo do candidato que. entenda não preencher os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. c) Os títulos serão analisados e avaliados pela DPC por ocasião da prova de títulos que constitui a 3ª etapa do Processo Seletivo. constituindo a classificação inicial do certame. pelo candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo. -2-3- NORMAM-12/DPC Mod 4 . b) Será atendida mediante a apresentação de documentos pelo candidato. 0208 . a data-limite de obtenção de cada um e a forma como deverão ser comprovados e apresentados. dos seguintes documentos: 1) Dados cíveis e criminais.g) O Edital estabelecerá o número máximo de candidatos que serão convocados para a 2ª etapa do certame.APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS a) Esta fase incluirá a apresentação.

b) A Seleção Psicofísica será realizada por Junta de Saúde da Marinha do Brasil definida pela DPC. c) O candidato considerado inapto na inspeção de saúde poderá. lançar mão dos subsídios técnicos que julgar(em) necessários. com laudo (não é necessário entregar ou enviar o filme). os seguintes grupos de drogas: cocaína e derivados. observando-se as condições de inaptidão e os índices mínimos exigidos. TGP. No deferimento. podendo. implicarão em inaptidão quaisquer outras condições que possam resultar em incapacidade laboral precoce ou remota para a prestação do Serviço de Praticagem. d) Não caberá recurso contra o resultado dessa nova inspeção de saúde. com descrição do exame físico realizado. com base na autonomia da função pericial. bilirrubina total e frações.SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) a) A Seleção Psicofísica é a perícia médica que visa verificar se o candidato preenche os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. 2) Teste Ergométrico. -2-4NORMAM-12/DPC Mod 4 . opiáceos e derivados. a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos.0213 . maconha e derivados. uréia. anfetaminas. 9) Para candidatos do sexo feminino: Exame colpocitológico atualizado. f) Por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. fosfatase alcalina. 6) Eletroencefalograma com laudo. abrangendo. ecstasy (MDMA e MDA). 10) Toxicológicos: com laudo. a(s) Junta(s) apreciará(ão) os resultados dos exames de saúde complementares e outros documentos pertinentes apresentados pelo candidato. com acuidade visual com e sem correção. 4) Urina EAS. 7) Exame oftalmológico. pelos ou raspas de unhas) doadas pelos candidato. gamaGT. VDRL e PSA (este último para candidatos do sexo masculino acima de 40 anos). glicose. pelo menos. g) O candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo deverá realizar os seguintes exames de saúde complementares: 1) Telerradiografia (Raio X) de tórax em PA. metanfetaminas. e) Além das condições de inaptidão listadas na alínea i) abaixo. TGO. também definida pela DPC. dosagem de beta-HCG. por Junta de Saúde da Marinha do Brasil de instância superior. que serão rigorosamente observadas durante a(s) inspeção(ões) de saúde. 3) Sangue: hemograma completo. com identificação do profissional que a realizou. O Teste de Cores (Ishihara) será realizado por médico(s) da(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. sendo o candidato que for considerado inapto eliminado do Processo Seletivo. porém não ficará(ão) restrita(s) aos mesmos. para a detecção de drogas de uso ilícito. requerer à DPC nova inspeção de saúde. 5) Vectoeletronistagmografia (VENG). Tonometria. visando melhor avaliar a aptidão psicofísica do candidato para a prestação do Serviço de Praticagem. com base em procedimentos médico-periciais específicos e em exames de saúde complementares. A Audiometria deve ser realizada com repouso auditivo mínimo de 14 (quatorze) horas. a DPC indicará a data para a realização da inspeção de saúde em grau de recurso. hemoglobina glicosilada. Fundoscopia. mamografia (após os 35 anos) e atestado emitido por ginecologista. no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis contados a partir da data em que lhe for formalmente comunicado o laudo pela Junta de Saúde. com janela de detecção mínima de 90 (noventa) dias. em grau de recurso. e peniciclidina (PCP). no período previsto no Edital do Processo Seletivo. teste de tolerância oral à glicose. 8) Audiometria tonal e vocal sem uso de prótese. creatinina.

i) Os índices mínimos exigidos serão os seguintes: 1) Acuidade visual mínima de 20/200 sem correção em cada olho. dos exames de saúde complementares e como deverão ser encaminhados à Junta de Saúde. hipertensão arterial sem controle adequado. 5) Neoplasias malignas. Transtornos de personalidade. labirintopatias. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. e cuja coleta de material biológico tenha sido realizada no prazo máximo estabelecido no Edital. arritmias. metabólicas. para cada grupo de drogas. aceitos pela DPC. ou (b) A média tritonal nas frequências de 500Hz. doença valvares (sendo admitido prolapso de valva mitral sem regurgitação). h) O Edital estabelecerá os prazos máximos de validade. critérios de cura. 3) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas. 7) Doenças do sistema circulatório: passado de infarto do miocárdio. obrigatoriamente. História de síncope. duas testemunhas da coleta. ainda que sob controle. 4) Doenças hematológicas com repercussão clínica. negativos ou positivos. Doenças infectocontagiosas. j) Serão condições de inaptidão: 1) Infecções agudas que comprometam a capacidade laborativa. Hepatopatias com repercussão clínica e/ou que requeiram tratamento. insuficiência venosa crônica. epilepsia ou síndrome convulsiva. serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o “Índice de Reconhecimento da Fala” seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (a) Não ultrapassem os 55 dB. presença de marca-passo. história de tromboembolia. úlceras ou cicatrizes residuais. ainda que sem evidência de atividade.(a) A(s) Junta(s) de Saúde somente aceitará(ão) laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção. 2) Doenças endócrinas. 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55 dB. pelo menos. corrigíveis para. (b)No corpo do laudo do exame toxicológico. Passado de Acidente Vascular Encefálico. constar informações sobre a cadeia de custódia. bem como a avaliação estatística do padrão de consumo. no mínimo. só será admitida se apresentar. nessas frequências. mínima de 90 (noventa) dias. História de neoplasia maligna já tratada. gongo ou buzina utilizados por outra embarcação para indicar aproximação. 6) Doenças neurológicas ou que comprometam o equilíbrio. independente do controle. em que o risco de descompensação súbita possa comprometer a capacidade laborativa. (c)O laudo deverá registrar resultados. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). sino. Obesidade mórbida. 3) História pregressa de doença psiquiátrica ou evidência da mesma. Uso de drogas ilegais. -2-5NORMAM-12/DPC Mod 4 . nutricionais e imunitárias. ou Teste Ergométrico com classe funcional de II a IV (New York Heart Association . confirmada por ocasião da avaliação psiquiátrica que poderá ser solicitada pela(s) Junta(s) de Saúde durante a(s) inspeção(ões) de saúde. 20/20 em um dos olhos e 20/30 no outro. deverão. Perdas acima desse limite. identificação e assinatura de. e 2) Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências de 500 a 3000 Hz serão aceitas ainda que bilaterais. Dependência ou uso abusivo de álcool e de outras substâncias psicoativas. varizes de membros inferiores com edema. desde que não impeçam a distinção de sons indicativos de apito. Diabetes descompensado ou que requeira insulina ou hipoglicemiante oral para controle. quantidades detectadas.NYHA). no ato da inspeção de saúde. cardiopatia hipertensiva.

sendo admitida rinite alérgica. e 3) Permanência dentro d´água flutuando por 20 (vinte) minutos ininterruptos. na forma detalhada no Edital: 1) Execução de 4 (quatro) exercícios de barra completos. considerando os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. 16) Presença de qualquer patologia física ou mental que possa afetar a capacidade laborativa. 0215 . deverá realizar as demais fases e etapas. avaliada por meio de testes específicos que poderão ser solicitados pela(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. 10) Complicações do puerpério. por si só. 9) Patologias urológicas ou sistêmicas que comprometam a função renal. hérnias de disco e radiculopatias. e 17) Qualquer condição médica que implique em incapacidade súbita ou que requeira medicação e prejudique o tempo de reação ou julgamento. conforme dispuser o Edital. cervicalgias.PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA . subir escadas íngremes e de sustentação com os membros superiores.8) Doenças do sistema respiratório. Discromatopsia para as cores verde e vermelha. abaulamentos e protrusões discais. 0214 . k) A gestação. 14) Alterações da fala que comprometam a comunicação. b) A critério da DPC. em qualquer estilo. em água doce ou salgada. com intervalo entre as mesmas conforme dispuser o Edital. f) Tornando o candidato a não lograr êxito em qualquer das provas. poderão ser pontuados. d) As três provas serão realizadas em um mesmo dia. No entanto. sem interrupção e sem apoio. 12) Doenças musculoesqueléticas ou do tecido conjuntivo que comprometam a capacidade de correr. a candidata grávida deverá encaminhar à Junta de Saúde apenas o resultado do exame de dosagem de beta-HCG. Amputação de membros no todo ou em partes. 13) Doenças gastrointestinais que comprometam a capacidade laborativa. b) A suficiência física do candidato de ambos os sexos será avaliada por meio das seguintes provas. 15) Glaucoma. Com relação aos exames de saúde complementares relacionados na alínea g). será eliminado do Processo Seletivo. Ureterostomia. 2) Nadar 50 (cinquenta) metros em tempo igual ou inferior a 1 (um) minuto e 30 (trinta) segundos. ainda que sob controle. permitindo atender ao disposto nos itens 0217a 0220. l) A candidata grávida não será submetida à Seleção Psicofísica e tampouco ao Teste de Suficiência Física. não é condição de inaptidão. para continuar participando do Processo Seletivo. entre outros títulos: -2-6NORMAM-12/DPC Mod 4 .TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA a) Somente o candidato julgado apto na Seleção Psicofísica realizará o Teste de Suficiência Física. e) O candidato reprovado em uma ou mais provas terá uma segunda e última oportunidade de realizá-la(s). as comprovadas qualificação e experiência profissionais do candidato no exercício da atividade marítima considerada pela DPC como diferencial para a prestação do Serviço de Praticagem. 11) Doenças da pele ou tecido celular subcutâneo que comprometam a capacidade laborativa. Lombalgias.CLASSIFICATÓRIA) a) Serão pontuadas. por meio de títulos. Ceratocone e doenças oftalmológicas crônicas.

d) A candidata grávida que lograr distribuição para o primeiro grupo será remanejada para o grupo seguinte. 0216 . e) O Edital estabelecerá a avaliação que o candidato deverá alcançar na prova prático-oral para não ser eliminado do Processo Seletivo. em instalações outras preparadas para tal fim. b) Em caso de empate entre dois ou mais candidatos. os candidatos não eliminados serão classificados em ordem decrescente do grau/média final obtido conforme dispuser o Edital. objetivo do Processo Seletivo.RJ. posto e graduação de aquaviários e militares da Marinha do Brasil. 2) número de dias de mar. mesmo que passe a compô-lo isoladamente. o número de vagas estabelecido por ZP. quaisquer trocas de ZP entre candidatos selecionados. a distribuição dos candidatos classificados poderá ser dividida em grupos distintos. c) O idioma a ser usado durante a realização da prova prático-oral será o inglês. incluindo as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. e) Os candidatos classificados e distribuídos comporão o grupo de candidatos selecionados. considerando-se os graus alcançados nas provas escrita. de que trata o item 0223. preferencialmente. 3) categoria. f) A seleção da candidata grávida dar-se-á de forma condicional. d) A prova será realizada. 0218 . c) O Edital do Processo Seletivo estabelecerá os títulos que serão pontuados e a pontuação correspondente a cada um. b) Em algumas ZP.DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM a) Os candidatos classificados serão distribuídos pelas ZP conforme dispuser o Edital. g) Não serão admitidas. devido à impossibilidade de realização concomitante do Programa de Qualificação do Praticante de Prático.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) Somente os candidatos não eliminados na 2ª etapa do Processo Seletivo serão convocados para realizar a prova prático-oral. comando de embarcação e/ou prestação de serviços de praticagem.1) tempo de embarque efetivo em embarcação. para todos os candidatos selecionados para essas ZP. o desempate dar-se-á conforme dispuser o Edital.PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA . considerando-se a ordem decrescente da classificação final. assim como em embarcação(ões) ou. sob nenhuma circunstância. -2-7NORMAM-12/DPC Mod 4 . no Centro de Simuladores do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA). em último caso. localizado no Rio de Janeiro . e a(s) opção(ões) efetuada(s) conforme previsto no item 0204. c) A distribuição por grupos obedecerá à ordem decrescente da classificação final obtida pelo candidato selecionado. podendo ser efetuada em outros simuladores. de entidades públicas ou privadas. b) A prova prático-oral versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A.CLASSIFICAÇÃO FINAL a) Após concluídas as 4 (quatro) etapas do Processo Seletivo. de títulos e prático-oral. 0217 . ficando dependente da obtenção posterior do apto na Seleção Psicofísica e da aprovação no Teste de Suficiência Física.

do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. g) Considerada apta na Seleção Psicofísica. Caso contrário.HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO a) O resultado final do Processo Seletivo será oficializado por meio da publicação. 0220 . d) As convocações dos candidatos distribuídos para os demais grupos serão publicadas no DOU e na página da DPC na Internet. convocação posterior de candidato não distribuído na forma do item 0218. f) Será assegurado o prazo de até 12 (doze) meses à candidata grávida selecionada de forma condicional. a candidata grávida selecionada de forma condicional será submetida às provas do Teste de Suficiência Física. Caso aprovada. b) O Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo divulgará a relação dos candidatos selecionados e. observado o contido na alínea b). c) A data para a apresentação dos primeiros grupos será definida no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo.CONVOCAÇÃO a) O candidato selecionado será convocado para apresentar-se na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. obedecido o mesmo prazo mínimo estabelecido na alínea c) para a apresentação. não ocorrendo. para requerer ao DPC a realização da Seleção Psicofísica. deverá apresentar os exames de saúde complementares relacionados na alínea g) do subitem 0213. ocorrendo à medida que os Praticantes de Prático dos grupos precedentes forem sendo certificados como Práticos. sob qualquer circunstância. Por ocasião do comparecimento para a inspeção de saúde.VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO O certame encerrar-se-á na data da publicação do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. a convocação dos candidatos selecionados que comporão os demais grupos poderá ser subdividida.0219 . 0221 . estabelecidos no Edital. com a finalidade de receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. A critério da DPC. a vaga na ZP para a qual foi distribuída não será ocupada. e) O prazo para a apresentação do Prático e do Praticante de Prático selecionados está estabelecido na alínea h) do item 0222. adicionalmente. b) Os primeiros grupos serão convocados completos. a convocação para recebimento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático (Anexo 2-C). no mínimo. será convocada para receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. observando os prazos máximos de validade aceitos pela DPC. -2-8- NORMAM-12/DPC Mod 4 . sendo. contado da data da publicação no DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. podendo variar por ZP. no DOU e na página da DPC na Internet. obedecida a ordem decrescente da classificação final. 15 (quinze) dias corridos após a publicação desse Edital.

autorização para realizar o Programa de Qualificação do Praticante de Prático cumulativamente como o exercício das atividades de Prático. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ao requerimento. por mensagem e imediatamente. assim como realizar o Exame de Habilitação para Prático. g) Despachado requerimento estabelecido na alínea e) ou f). à CP/DL/AG para onde o Prático ou Praticante de Prático foi distribuído. requerer. o seu afastamento definitivo. conforme disposto na alínea d) do item 0220. ao CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. nas respectivas categorias. ou da convocação prevista na alínea d) do item 0220. na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. o seu afastamento definitivo como Prático. ou 3) Ao DPC. requerer: 1) Ao DPC. que será a estabelecida.SEÇÃO II DA CERTIFICAÇÃO. e) O Prático selecionado deverá. Quando convocado. respectivamente. b) O prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático será de 18 (dezoito) meses a contar da data de sua emissão. sendo a data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático estabelecida na futura convocação a ser publicada no DOU e na página da DPC na Internet. contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo ou da futura convocação. o prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante Prático será o mesmo. o CP somente emitirá o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático após ser recebida a mensagem citada na alínea g). ou 2) Ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. poderá continuar se qualificando na sua ZP. considerando o contido nas alíneas e) e f) abaixo. f) O Praticante de Prático selecionado deverá. enquanto não convocado. para a apresentação do candidato. a DPC ou a CP/DL/AG informará. -2-9NORMAM-12/DPC Mod 4 . selecionado para primeiro grupo. ou. caso ainda esteja certificado como Praticante de Prático. deverá atender à alínea e). no prazo de 20 (vinte) dias corridos contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. caso tenha se tornado Prático. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Prático ao requerimento. via CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. para se apresentar nas CP/DL/AG para onde foram distribuídos. i) Para Prático ou Praticante de Prático selecionado. c) O prazo de validade será o mesmo para os candidatos selecionados para os demais grupos. d) Para o Prático e Praticante de Prático selecionados. j) O Praticante de Prático selecionado. desde que atendido o contido na alínea e) ou f) dentro do prazo estabelecido. via CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO 0222 .CERTIFICAÇÃO a) O Prático e o Praticante de Prático somente poderão estar certificados. no mesmo prazo estabelecido na alínea e). mas a data de emissão será a da apresentação nas CP/DL/AG com jurisdição sobre as ZP para onde foram distribuídos. à alínea f). com informação para a CP/DL/AG de origem e para a DPC. no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. h) O Prático e o Praticante de Prático selecionados têm até 40 (quarenta) dias corridos. o seu afastamento temporário como Prático. em uma única ZP.

b) O prazo para a conclusão do Programa de Qualificação será de. o prazo mínimo para a conclusão do Programa de Qualificação poderá ser alterado pela DPC. por meio de seus componentes.2 . completadas as fainas de praticagem estipuladas pelo mesmo. denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático. pelo menos. independentemente da Entidade onde for apresentado. d) O Exame será realizado a bordo de embarcação. atuando como monitor. c) O prazo mínimo de 12 (doze) meses advém da necessidade do Praticante de Prático treinar durante todas as estações do ano.10 NORMAM-12/DPC Mod 4 . acompanhado da(s) Declaração(ões) de Avaliação Satisfatória em Programa de Qualificação de Praticante de Prático (Anexo 2-D). g) O Praticante de Prático acompanhará os Práticos nas atividades de bordo relativas ao Programa de Qualificação. sobre: . observados os prazos mencionados na alínea b) do item 0223. j) O Praticante de Prático que não obtiver a avaliação satisfatória no cumprimento do Programa de Qualificação será afastado definitivamente e terá cancelado seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. indicada(s) pela CP. 12 (doze) meses e. para uma ou mais ZP. b) A solicitação para realizar o Exame será feita formalmente pelo Praticante de Prático. sendo a data de início e a programação comunicada ao Praticante de Prático por documento formal da CP. obrigatoriamente. i) Caso haja divergência entre a Entidade de Praticagem e o Praticante de Prático no que se refere à avaliação acima mencionada. o Praticante de Prático continue a acompanhar. no máximo. a ser iniciado imediatamente após a Certificação. mediante requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP. o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido para Prático da ZP. sendo recomendável que acompanhe fainas de praticagem de todos os Práticos da ZP. 0224 . via CP. terão a responsabilidade de transmitir aos Praticantes de Prático todo o conhecimento técnico que possuem. f) Cada Praticante de Prático terá um Prático em atividade para acompanhar o desenvolvimento do Programa de Qualificação. de 15 (quinze) meses. em especial os Práticos. Excepcionalmente. até 90 (noventa) dias corridos antes do encerramento do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. h) O Programa de Qualificação estará encerrado com a obtenção pelo Praticante de Prático de avaliação satisfatória por parte da(s) Entidade(s) de Praticagem que o ministrou(ram). versando. c) O Exame deverá ser iniciado até 45 (quarenta e cinco) dias corridos após a data do protocolo do requerimento. d) O Programa de Qualificação deverá ser dimensionado de forma que.0223 .EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO a) O Exame de Habilitação para Prático e sua eventual repetição deverão ser realizados dentro do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. e) As Entidades de Praticagem. atendido o prazo 15 (quinze) meses previsto na alínea b) do item 0223. o caso deve ser levado à decisão do DPC. no mínimo. até a realização do Exame de Habilitação para Prático citado no item 0224. contados da data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático.QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) A qualificação do Praticante de Prático seguirá um programa de treinamento estabelecido pela CP com jurisdição sobre a ZP. sendo seu cumprimento confiado a Entidade(s) de Praticagem existente(s) na ZP.

terminais e berços de uma ZP.11 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . f) Não há necessidade de ser realizado o Exame em todos os portos. que deverá ser superada tão logo as circunstâncias o permitam. a cada um sendo destinada uma cópia. via CP com Jurisdição sobre a sua ZP. sendo tal ato formalizado por meio de Portaria e emissão do competente Certificado de Habilitação de Prático (Anexo 2-E) pela DPC. O CLC poderá ser substituído por um Oficial Superior. e) O Exame consistirá na avaliação de uma ou mais fainas de praticagem. m)Em caso de nova reprovação. devendo ser cumpridos os mesmos procedimentos descritos nas alíneas d) a j). Ainda. condição “sine qua non” para ser habilitado como Prático da nova ZP. e 5) Ordens de manobra e conversação técnica no idioma inglês. durante o período da qualificação. desatracar e mudar de fundeadouro. quando então será certificado como Prático. 4) Serviço de amarração e desamarração. no prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos a contar da data em que lhe foi comunicada a reprovação. i) A Banca Examinadora somente poderá funcionar completa. assim como ao Praticante de Prático. constará de Ata assinada pelos membros da Banca Examinadora. a contar da data em que lhe for comunicada oficialmente a aprovação no Exame de Habilitação. para requerer ao DPC. de alguma faina de praticagem típica da ZP. deverá constar no verso do Certificado de Habilitação de Prático tal restrição. o seu afastamento definitivo. g) A Banca Examinadora do Exame de Habilitação para Prático será designada e presidida pelo CP e composta por um Prático da ZP e por um Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante (CLC). 3) Manobras com rebocadores. 2) Manobras de praticagem e serviços correlatos às fainas de fundeio. p) No caso de comprovada inexequibilidade do cumprimento. deverá ser designado um outro Prático da ZP. o) Caso o Praticante de Prático seja Prático em outra ZP. um Prático da ZP como membro suplente. do Quadro de Oficiais da Armada da Marinha do Brasil. atracar. a ser (em) escolhida (s) aleatoriamente pela CP e publicadas em Portaria. n) O Praticante de Prático aprovado no Exame de Habilitação para Prático será habilitado como Prático. k) O Praticante de Prático reprovado no Exame poderá. pelo menos. l) O novo Exame deverá ser marcado pela CP para ocorrer no prazo de até 30 (trinta) dias corridos a contar da data do protocolo de recebimento do requerimento. para se apresentar na sua nova ZP. O Prático que atuou como monitor do Praticante de Prático não pode fazer parte da Banca. j) O resultado do Exame. requerer ao CP a realização de um segundo e último Exame. a habilitação somente será oficializada após a concessão do afastamento definitivo da ZP de origem. da ativa ou da reserva remunerada. O Praticante de Prático terá até 20 (vinte) dias corridos. h) Não sendo possível contar na composição da Banca Examinadora com o Capitão de Longo Curso (ou o oficial da MB). qualquer que ele seja. será formalmente comunicado à DPC por meio de cópia da Ata e da Ordem de Serviço pertinente.1) Navegação de praticagem. suspender. não devendo exceder o prazo de 24 (vinte e quatro) meses. Terá 40 (quarenta) dias corridos. A Banca deverá ter. o Praticante de Prático será afastado definitivamente e terá seu Certificado de Habilitação de Prático cancelado. a contar da mesma data da comunicação de aprovação. .2 .

ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) É estabelecida especificamente para cada ZP e inclui todos os Práticos habilitados e aptos em atividade na ZP. Adicionalmente. independentemente da sua forma de atuação. durante o qual o Prático está efetivamente em faina de praticagem. em termos de tempo. contribui para a manutenção da habilitação do Prático. em função de suas particularidades. ratificada pelo CP/DL/AG. por qualquer motivo. prestando exclusivamente os Serviços de Praticagem. 1) Período de Serviço é aquele. entre os seguintes grupos: 1) Práticos em Período de Escala. independentemente da sua forma de atuação. desde que devidamente acomodado. consoante a legislação trabalhista.2 . por meio da qual os Práticos são divididos. constituindo-se segundo um dos tipos societários regulados no Código Civil. . tendo seus atos constitutivos inscritos na Junta Comercial. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. a bordo).ORGANIZAÇÃO a) Os Serviços de Praticagem serão organizados por estados. Poderão ainda atuar como sociedade empresária. O tempo de espera do Prático a bordo. devidamente homologada. para atender às solicitações das embarcações. Nos casos em que houver mais de uma Atalaia. Bacia Amazônica Oriental. 0226 . b) Os Práticos poderão atuar dos seguintes modos: 1) Individualmente O Prático que assim optar deverá cumprir todas as exigências previstas para o Serviço de Praticagem. c) Lancha de Prático Os Práticos. c) Período de Escala é o número de horas ou de dias consecutivos durante os quais o Prático está à disposição para ser requisitado a realizar fainas de praticagem. configurando-se como sociedade simples. Em cada estado haverá uma ou mais ZP. 3) Contratado por Empresa de Praticagem O Prático poderá ser contratado por sociedade econômica simples ou empresária. sendo o contrato social inscrito no Registro Civil das Pessoas Jurídicas. de modo que apenas uma das Atalaias atue como Estação de Praticagem da ZP.SEÇÃO III DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM 0225 . 2) Práticos em Período de Repouso. 2) Sociedade Econômica Simples ou Empresária Nesta forma de atuação os práticos atuarão em sociedade. dentro do Período de Escala. obrigatoriamente. ou 2) contratar os serviços de Lancha de Prático homologada de outras Entidades. com exceção da ZP-01 FAZENDINHA(AP)-ITACOATIARA(AM). poderão: 1) utilizar sua própria Lancha de Prático.12 NORMAM-12/DPC Mod 4 . Esse período é subdividido em Período de Serviço e Período de Sobreaviso. b) Essa escala visa garantir a disponibilidade ininterrupta do Serviço de Praticagem e evitar a fadiga do Prático na execução das fainas de praticagem. d) Atalaia A Atalaia deverá ser estruturada para atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. a partir do início do deslocamento da embarcação com o Prático a bordo. será considerado sobreaviso (Prático à disposição do Armador. que abrange mais de um estado. e 3) Práticos em Período de Férias. A faina de praticagem começa a ser contada.

5) O Prático deverá concorrer mensalmente a.2) Período de Sobreaviso é aquele. um dia em Período de Repouso para quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. também é considerado Período de Sobreaviso. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. sob a supervisão da CP/DL/AG. cumpridas as regras acima. 2) Nas ZP com navegação de praticagem inferior a trinta milhas. o Prático deverá permanecer. a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático deverá ser elaborada pelo Representante Único do Serviço de Praticagem. o período de descanso do Prático. dos quais pelo menos quinze dias consecutivos.2 . levará em conta as peculiaridades locais de cada ZP para a elaboração da Escala. no máximo. o Prático somente poderá permanecer em Período de Serviço por. não ocorram falhas ou atrasos no atendimento às solicitações de fainas de praticagem. Na faina de praticagem de longa duração. porém está à disposição para ser requisitado. exceto quando interferir no seu Período de Férias. um dia de Período de Repouso para cada quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. Caso a faina de praticagem demore mais do que seis horas. 4) O Período de Serviço não pode exceder o limite de 120 horas a cada quatorze dias. nunca inferior a trinta dias em cada ano. o CP/DL/AG poderá determinar o número mínimo de Práticos a bordo ou permitir uma tolerância para o período máximo de seis horas consecutivas de serviço. que não poderá ser inferior a duas horas. pelo menos. Consideradas as peculiaridades locais. d) Período de Repouso é o período de tempo ininterrupto. consolidada somente na Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. seis horas consecutivas. deverá proporcionar o revezamento dos Práticos. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem. b) O Representante Único do Serviço de Praticagem. 3) Nas ZP com navegação de praticagem igual ou superior a trinta milhas. 0227 . O Prático substituído nessa situação entra em Período de Sobreaviso. ou seja. em Períodos de Serviço pré-estabelecidos. mesmo nos momentos de maior intensidade de movimentação de embarcações. devendo a referida . doze horas. c) As seguintes regras deverão ser observadas para elaboração da Escala de Rodízio: 1) O Prático só poderá permanecer em Período de Serviço por. Ao final do Período de Escala. que antecede ou sucede a um Período de Escala. e) Período de Férias é o período. deverá ocorrer revezamento do Prático. no máximo. dentro do Período de Escala. d) Nas ZP onde existam duas ou mais Entidades de Praticagem. por motivo de revezamento. pelo menos.13 NORMAM-12/DPC Mod 4 . quatorze dias. um Período de Escala. a não ser em caso de emergência ou na situação em que há risco para a vida humana. pelo menos. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. 6) O número de Práticos em Período de Escala deve ser sempre suficiente para que. cada faina de praticagem será realizada por Prático(s) perfeitamente identificado(s) nessa Escala. A cada 24 horas consecutivas. no máximo. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem em quaisquer circunstâncias. 21 dias. ou 180 horas a cada 21 dias. no máximo.ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) A distribuição dos Práticos. de modo a manter o atendimento das embarcações de forma contínua. designado conforme definido no item 0120. o Prático deverá permanecer. durante o qual o Prático não está atuando efetivamente em fainas de praticagem. Ao final do Período de Escala.

e) Comunicar à CP/DL/AG qualquer alteração ou irregularidade observada na sinalização náutica.2 . quando por esta solicitado. com presteza e de forma eficiente. principalmente depois de fortes ventos. devendo os . cinco dias de antecedência da data de vigência. apresentando as respectivas razões. em que for identificada a necessidade de alteração na sistemática de elaboração da Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. com a maior brevidade possível. b) Manter-se apto a prestar o Serviço de Praticagem em todos os tipos de embarcações e em toda a extensão da ZP. para ratificação da CP/DL/AG. l) Integrar Bancas Examinadoras pertinentes ao Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático e ao Exame de Habilitação para Prático. a fim de prestar com segurança e eficiência o Serviço de Praticagem. quando solicitados pela CP/DL/AG. e) As trocas de serviço entre Práticos devem ser comunicadas. j) Assessorar a CP/DL/AG nas fainas de assistência e salvamento marítimo.Escala ser entregue. com as devidas justificativas.14 NORMAM-12/DPC Mod 4 . canais. barras e portos. para ratificação. esta deverá ser informada oportunamente ou quando do término do Período de Escala. com a antecedência estabelecida pela CP/DL/AG. atendendo. Caso haja troca de serviço ocorrida por motivo de força maior. f) Em circunstâncias especiais. ao Comandante da embarcação e à CP/DL/AG.DOS DEVERES DO PRÁTICO Compete ao Prático no desempenho das suas funções: a) Assessorar o Comandante da embarcação na condução da faina de praticagem. f) Comunicar. da propulsão e das condições gerais das embarcações. assim como quaisquer outras informações de interesse à segurança do tráfego aquaviário. quando designado pela DPC ou pela CP. o CP deverá submeter as modificações pretendidas à apreciação da DPC. SEÇÃO IV DOS DEVERES 0228 . de modo a garantir a segurança do tráfego aquaviário. mesmo quando em divergência com a empresa de navegação ou seu representante legal. as exigências do Serviço de Praticagem. i) Cooperar nas atividades de busca e salvamento (SAR) e de levantamentos hidrográficos na sua ZP. balizamentos e outros auxílios aos navegantes na ZP. com. g) Manter-se atualizado quanto às particularidades do governo. no mínimo. c) Estabelecer as comunicações que se fizerem necessárias com outras embarcações em trânsito na ZP. observada a restrição prevista na alínea p) do item 0224. grandes marés e chuvas prolongadas. h) Manter-se atualizado quanto às alterações promovidas nos diversos documentos náuticos e nas características dos faróis. a existência de condições desfavoráveis ou insatisfatórias para a realização da faina de praticagem e que impliquem risco à segurança da navegação. d) Comunicar à CP/DL/AG as variações de profundidade e de correnteza dos rios. k) Manter atualizados seus dados pessoais junto à CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP. m)Executar as atividades do Serviço de Praticagem. sem conhecimento da CP/DL/AG.

particularmente o calado de navegação. n) Cumprir a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático ratificada pela CP/DL/AG. 2) Fornecer ao Prático todos os elementos materiais e as informações necessárias para o desempenho de seu serviço. s) Manter-se em disponibilidade na ZP. para atender a qualquer faina de praticagem. 3) Fiscalizar a execução do Serviço de Praticagem. u) Realizar o Curso de Atualização para Práticos (ATPR) de acordo com o item 0250 destas Normas. q) Portar o colete salva-vidas na faina de transbordo lancha/embarcação/lancha. comunicando à CP/DL/AG qualquer anormalidade constatada. devendo as ações do Prático serem monitoradas permanentemente. estabelecidos na Seção IX destas Normas. o) Cumprir o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido para manterse habilitado. um Prático substituto. Em caso de necessidade de afastamento da ZP por motivo de força maior. r) Cumprir as Normas da Autoridade Marítima (NORMAM.questionamentos serem debatidos nos foros competentes. Divergências relativas a assuntos técnico-operacionais referentes à segurança do tráfego aquaviário.2 .DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO a) A presença do Prático a bordo não desobriga o Comandante e sua tripulação dos seus deveres e obrigações para com a segurança da embarcação. não tendo ingerido substâncias ou medicamentos que possam vir a comprometer o desempenho de suas atividades. c) Cumprir. Comunicar à CP/DL/AG. à salvaguarda da vida humana nas águas e à prevenção da poluição hídrica serão dirimidas pela Autoridade Marítima. durante todo o Período de Escala. 0230 . sem qualquer prejuízo para a continuidade do Serviço. conforme estabelecido pela CP. no que couber. p) Submeter-se aos exames médicos e psicofísicos de rotina. no desempenho da função de Prático. observar o seu descumprimento. NPCP/NPCF) e comunicar à CP/DL/AG sempre que. formalmente. b) Não interromper o cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. o Prático deverá ser substituído na Escala e o fato informado à CP/DL/AG na primeira oportunidade. 4) Dispensar a assessoria do Prático quando convencido que o mesmo está orientando a faina de praticagem de forma perigosa. especialmente o tempo de reação e de julgamento. no prazo máximo de 24 horas após a ocorrência do fato. os deveres do Prático descritos no item anterior. imediatamente. e v) Apresentar-se para a faina de praticagem em perfeitas condições de higidez física e mental. t) Contribuir para a qualificação dos Praticantes de Prático da ZP. solicitando. quando utilizando o Serviço de Praticagem: 1) Informar ao Prático sobre as condições de manobra da embarcação. 5) Alojar o Prático a bordo em condições idênticas às oferecidas aos seus oficiais.DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) Cumprir o Programa de Qualificação de Praticante de Prático estabelecido pela CP. exceto no caso de afastamento temporário previsto no item 0237. b) Compete ao Comandante da embarcação.15 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 0229 . as razões de ordem técnica que o levaram a essa decisão. .

por intermédio da Atalaia. à salvaguarda da vida humana. 0233 . poderá demandar a ZP até um local abrigado que permita o embarque do Prático. b) A autorização da CP/DL/AG deverá ser solicitada.16 NORMAM-12/DPC Mod 4 . Deverão constar nesses procedimentos. às administrações dos portos e dos terminais. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. Essas informações subsidiarão o CP/DL/AG a declarar a impraticabiliddade na ZP. b) Acidentes ou fatos da navegação. c) A impraticabilidade será parcial quando restrições à execução de fainas de praticagem se aplicarem tão somente a determinados locais. poderá desembarcar o Prático em local abrigado e prosseguir a singradura. que ficará a bordo da Lancha de Prático. preferencialmente.CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS O Prático deverá comunicar. fique configurada a possibilidade de falta de segurança no desembarque do Prático e que a segurança da navegação desaconselhe o . administrações dos portos e dos terminais e as Entidades de Praticagem. à CP/DL/AG qualquer fato ou ocorrência que implique em risco à segurança do tráfego aquaviário. manobras e/ou navegação de praticagem. 0231 . imediatamente. em especial aquelas que tratam do embarque e do desembarque de Prático. à preservação do meio ambiente ou à faina de praticagem na ZP. os seguintes aspectos: 1) Definição dos parâmetros para declaração de impraticabilidade da ZP. observando os sinais e orientações transmitidas pelo Prático. tais como: a) Condições meteorológicas e estado do mar adversos. embarcações. pelo menos. autorizar que o Serviço de Praticagem deixe de ser prestado. d) A NPCP/NPCF deverá conter procedimentos específicos de coordenação das ações entre a CP/DL/AG. o Comandante da embarcação. quando esta for de praticagem obrigatória. e 7) Não dispensar o Prático antes do ponto de espera de Prático da respectiva ZP. aos Armadores e demais integrantes da Comunidade Marítima e interessados. 2) Meios de comunicação a serem utilizados para informar a impraticabilidade da ZP às embarcações. 0234 .IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o embarque do Prático com segurança. observado o contido nos itens 0233 e 0234.2 . b) Caso. ou impedir a entrada e saída de embarcações. b) A impraticabilidade será total quando condições desfavoráveis desaconselharem a realização de quaisquer fainas de praticagem.IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o desembarque do Prático com segurança. 0232 . observando orientações transmitidas pelo Prático de bordo da Lancha de Prático. antecipadamente. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização do CP/DL/AG. o Comandante da embarcação.DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE a) Compete à CP/DL/AG declarar a impraticabilidade da ZP.6) Cumprir as regras nacionais e internacionais de segurança. às agências de navegação. para declaração de impraticabilidade da ZP. ou c) Deficiências técnicas do navio ou da tripulação.

especificando a razão e o prazo do afastamento. c) Caso o Prático e o Comandante da embarcação sejam surpreendidos pela necessidade de seguir viagem.DO PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o consequente cancelamento do Certificado de Habilitação de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. 0235 . pela impossibilidade do desembarque do Prático com segurança. em Período de Escala. ou 8) Por decisão do Prático em requerimento ao CP.seu desembarque antes do Ponto de Espera de Prático. 3) Por penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo.2 . para apurar responsabilidades e fundamentar as penalidades cabíveis. caso seja a decisão do Comandante e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. etc. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica. 4) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. b) A CP/DL/AG deverá instaurar Inquérito Administrativo. passaporte. com documentos. caberá ao Comandante da embarcação prover os meios necessários para a permanência a bordo do Prático e o seu retorno ao porto de sua ZP. 5) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. caracterizado quando igual ou inferior a 24 meses. devendo o Prático estar pronto para seguir viagem até o próximo porto.17 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . 6) Deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação. imediatamente. nos termos do disposto na Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. 2) Deixar de apresentar o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático na época estabelecida. ou 6) Por decisão do Prático em requerimento ao DPC. 5) Por deixar de exercer a profissão por mais de 24 meses. 4) Imposição de medida administrativa de apreensão do Certificado de Habilitação. roupas. SEÇÃO V AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO 0236 . 2) Incapacidade psicofísica definitiva. tal situação deverá ser apresentada ao Comandante da embarcação. deixa de atender tempestivamente a embarcação que lhe é determinada. encaminhado via CP com jurisdição sobre a ZP. se for o caso. b) O afastamento temporário.RECUSA a) É a situação em que o Prático. à CP/DL/AG. 3) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. . 7) Deixar de realizar o Curso de Atualização para Práticos dentro da periodicidade estabelecida. Tal fato deverá ser comunicado.

caracterizado quando igual ou inferior a 12 meses. atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. 2) Incapacidade psicofísica definitiva. até o dia dez dos meses de janeiro e de julho. conforme estabelecido na NPCP/NPCF.2 . . A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. b) Para efeito do cumprimento do Plano de Manutenção da Habilitação.COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS a) Semestralmente. o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido pela DPC no Anexo 2-F. Os Práticos que atuam organizados em Sociedades poderão encaminhar as respectivas declarações por meio das mesmas. um número igual ao mínimo de fainas de praticagem exigido por mês. será deduzido. 4) Decurso de prazo de 20 (vinte) meses da emissão de Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. devidamente preenchido e assinado pelo Comandante da embarcação atendida. SEÇÃO VI DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO 0238 . sem que tenha requerido a realização do Exame de Habilitação para Prático. devendo ser observado.DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o conseqüente cancelamento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. especificando a razão e o prazo do afastamento. b) O Comprovante de Faina de Praticagem. para cada ZP. 2) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo.18 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . e 3) Imposição de medida administrativa de apreensão de certificado de habilitação. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. 0239 . deverá ficar sob a guarda do respectivo Prático. b) O afastamento temporário. respeitando a periodicidade prevista. modelo constante do Anexo 2-G. ou 5) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP.PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO a) O Plano de Manutenção da Habilitação será elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. do número mínimo de fainas de praticagem do semestre em que o Prático gozar suas férias. por um período de dois anos. cada Prático deverá encaminhar à CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP uma declaração detalhando as fainas realizadas no semestre anterior. à disposição da CP/DL/AG. 3) Quando reprovado duas vezes em Exame de Habilitação para Prático. 4) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP.0237 . O detalhamento do Plano deverá constar nas NPCP/NPCF.

0240 - AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO O Prático que deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, previsto no item 0238, será afastado temporariamente do Serviço de Praticagem pela CP com jurisdição sobre a ZP, enquadrando na subalínea 6), alínea b), do item 0236, com o Plano de Recuperação de Habilitação em anexo à Ordem de Serviço de afastamento. 0241 - RECUPERAÇÃO DA HABILITAÇÃO A recuperação da habilitação é condicionada ao cumprimento de um Plano de Recuperação de Habilitação que considerará o período em que o Prático tiver deixado de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, conforme indicado: 1) Por um semestre - participar como assistente, no semestre seguinte, do número mínimo mensal de fainas de praticagem que deixou de cumprir, em acréscimo às exigências para o semestre. 2) Por um período superior a um semestre e inferior a dois anos - participar, como assistente de, pelo menos, número igual a três vezes o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido no plano de manutenção da habilitação. SEÇÃO VII HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO 0242 - HABILITAÇÃO a) A DPC pode habilitar Comandante de embarcação de bandeira brasileira a conduzir a embarcação sob seu comando no interior de uma ZP específica ou em parte dela, o qual será considerado como Prático nesta situação exclusiva, sendo-lhe atribuído, no que couber, os mesmos deveres do Prático definidos no item 0228. b) Nas ZP com navegação de praticagem superior a trinta milhas, situação que pode exigir a presença de dois Práticos a bordo, o Comandante devidamente habilitado pela DPC poderá substituir um dos Práticos no revezamento, de acordo com o previsto no item 0227. 0243 - DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS a) O Comandante, para ser habilitado pela DPC, de acordo com o item anterior, deve realizar, por dois semestres consecutivos, um número de fainas de praticagem, assistido por Prático(s) da respectiva ZP igual a duas vezes o número de fainas semestral exigidas para a manutenção da habilitação do Prático para aquela ZP, ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas de praticagem por semestre nunca poderá ser inferior a 36 fainas. b) O número mínimo de fainas/mês que um Comandante habilitado para dispensa de uso do Prático deve realizar semestralmente para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas/mês nunca poderá ser inferior a seis. 0244 - PROCEDIMENTOS a) Caso o Armador pretenda habilitar Comandantes, poderá encaminhar à CP responsável pela ZP pretendida requerimento endereçado ao DPC, indicando os Comandantes que deseja habilitar, para início do processo de habilitação para dispensa de uso do Prático, na situação exclusiva de Comandante da embarcação brasileira de sua empresa.

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b) A CP comunicará esta situação ao Serviço de Praticagem daquela ZP, para que inicie o acompanhamento das fainas de praticagem realizadas pelo Comandante da embarcação e o apóie no seu adestramento. c) A comprovação da frequência mensal do Comandante da embarcação será feita por meio do encaminhamento à CP, pelo Armador, dos Comprovantes de Fainas de Praticagem Realizadas por Comandante, cujo modelo consta no Anexo 2-H, devidamente preenchidos e assinados pelo(s) Prático(s) designado(s) para a assistir o Comandante. d) A CP deverá encaminhar a documentação recebida à DPC, para análise. e) Após comprovado o atendimento ao requisito de frequência mínima, o DPC constituirá uma Banca Examinadora, para verificar os conhecimentos teóricos do Comandante sobre as particularidades da ZP, parte da ZP ou do trecho específico, e conhecimentos práticos, por meio da realização de uma faina de praticagem de mais alta demanda. f) Caso aprovado, o DPC autorizará a dispensa de uso do Prático pela embarcação, exclusivamente enquanto a mesma estiver sob o comando do Comandante em questão. A CP dará conhecimento do fato às Praticagens locais. g) O número mínimo de fainas de praticagem que um Comandante habilitado para dispensa de uso de Prático deve realizar para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. h) Esta autorização terá validade de um ano, podendo ser revalidada, por solicitação do Armador, caso o Comandante comprove o cumprimento do número mínimo de fainas de praticagem para manutenção de habilitação. SEÇÃO VIII DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM 0245 - NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP a) A DPC estabelecerá a lotação de Práticos por ZP, considerando, dentre outros aspectos, o volume do tráfego de embarcações, o tempo despendido e o grau de dificuldade para a realização das fainas de praticagem, a necessidade de manutenção da habilitação e a carga máxima de trabalho do Prático, de acordo com o que estabelece a legislação trabalhista. b) Sempre que julgar necessário, a DPC elaborará estudos para corrigir eventuais distorções nas lotações, visando adequá-las às necessidades do Serviço de Praticagem. 0246 - LOTAÇÃO E EFETIVO a) Lotação é o número de Práticos necessário para uma ZP. Efetivo é o número de fato de Práticos, com menos de setenta anos de idade, em exercício na ZP. b) O efetivo de Práticos de uma ZP não deve ser inferior a três, tendo em vista que a Escala de Rodízio deverá observar o mínimo de um Prático de serviço, um Prático de sobreaviso e um Prático em repouso. c) Consta no Anexo 2-I a Lotação de Práticos por Zonas de Praticagem, elaborada para garantir a segurança da navegação, a permanente disponibilidade do Serviço e a manutenção da habilitação. 0247 - ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM A abertura de vaga em uma ZP dar-se-á quando o efetivo ficar menor do que a lotação por: 1) Afastamento definitivo de Prático por motivo descrito no item 0236; 2) Aumento de lotação; - 2 - 20 NORMAM-12/DPC Mod 4

3) Previamente, a critério da DPC, antes que o Prático atinja a idade de setenta anos; 4) Seleção de Prático ou Praticante de Prático para outra ZP, por meio de Processo Seletivo, a critério da DPC; ou 5) A critério da DPC em função de outros fatores. SEÇÃO IX EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS 0248 - EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO a) Controle Periódico 1) O exercício das atividades de Prático requer do aquaviário condições físicas e mentais dentro de um padrão mínimo de saúde e higidez física que permita máxima atenção em fainas de praticagen por longas horas, horários irregulares de trabalho, embarque e desembarque a bordo no mar em condições meteorológicas adversas e outras adversidades inerentes ao Serviço de Praticagem. 2) Para que o Prático possa desempenhar com segurança as suas atividades, deverá estar com sua aptidão física e mental em condições aceitáveis para o serviço, atestadas por um profissional médico, com especialização em Medicina do Trabalho ou em Medicina de Tráfego, e ser credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 3) Inexistindo médico com uma dessas especializações na localidade, o laudo poderá ser emitido por médico de outra especialidade, desde que credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 4) A aptidão do Prático deverá ser atestada por meio de emissão do Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). O médico credenciado deverá observar rigorosamente os parâmetros estabelecidos nesta Seção, sempre considerando as exigências das atividades do Serviço de Praticagem descritas no referido Anexo, sendo competente apenas para emissão de laudos de aptidão. 5) Na hipótese de identificação de condição médica que não atenda aos parâmetros estabelecidos e/ou implique em incapacidade para a atividade do Serviço de Praticagem, o médico credenciado deverá sugerir ao CP/DL/AG da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil, descrevendo os motivos que impediram a aptidão. 6) Caberá a cada Prático apresentar ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP, conforme previsto no item 0228 e na periodicidade na tabela abaixo, o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica. O Prático não poderá concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático quando deixar de apresentar o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica, devendo comunicar o fato, imediatamente, à CP/DL/AG e ao dirigente da respectiva Entidade de Praticagem, se for o caso. IDADE ATÉ 50 ANOS DE 51 A 70 ANOS MAIS DE 70 ANOS PERIODICIDADE TRIENAL BIANUAL ANUAL

b) Índices Mínimos e Condições Incapacitantes: 1) Biometria Não há índices rígidos a serem seguidos, porém a obesidade em grau que dificulte ou impeça a mobilidade, habilidade em subir e descer escadas ou qualquer outro deslocamento rápido é causa de incapacidade. A obesidade mórbida é incapacitante. - 2 - 21 NORMAM-12/DPC Mod 4

2) Visão A acuidade visual sem correção em ambos os olhos deve ser no mínimo 20/200, desde que ambos corrijam para, pelo menos, 20/30. O uso de lentes de correção é permitido, porém o Prático deve portar, no ato da avaliação médica, um par de lentes/óculos sobressalentes que deverá ser testado pelo médico que aplica o teste. A impossibilidade de discriminação das cores verde e vermelha é impeditiva ao Serviço de Praticagem, devendo ser avaliado inicialmente pelo Teste de Ishihara. Na hipótese de alteração desse teste, deverá ser aplicado o Teste da Lanterna (Farnsworth Lantern) ou equivalente. O uso de lentes coloridas para correção de daltonismo é proibido. Se o Prático for portador de glaucoma ou de outras patologias crônicas que degenerem a retina, deverá ser solicitado campimetria visual. O campo visual não pode ser menor que 100º em cada olho. 3) Aparelho Osteomioarticular A mobilidade de todas as articulações, principalmente do esqueleto apendicular e da coluna vertebral, deverá estar preservada. Doenças degenerativas da coluna vertebral que não causem restrição de movimentos e mobilidade não são incapacitantes. Qualquer doença ou condição clínica que prejudique a habilidade de correr, de andar ou de manter-se em equilíbrio e em ortostatismo prolongado, segurar ou escalar escadas íngremes é incapacitante. 4) Aparelho Cardiovascular O Prático deve ter boa aptidão cardiorrespiratória. A hipertensão arterial sistêmica controlada não é incapacitante, desde que os exames de função cardiovascular (ECG, ecocardiograma e teste ergométrico) não demonstrem lesões de órgãos alvo que gerem incapacidade ou evidenciem potencial de descompensação súbita. Para tanto, no ato da avaliação médica, tais exames devem acompanhar o Prático, bem como o receituário médico de seu cardiologista, com as medicações de que faz uso. A hipertensão arterial sistêmica mal controlada ou em início de tratamento deverá ser considerada como temporariamente incapacitante, somente podendo ser considerado apto após normalização dos níveis tensionais e adaptação às medicações. Cardiopatias que impliquem em baixa aptidão cardiorrespiratória comprovada por exames funcionais ou risco de descompensação súbita, fenômenos embólicos recorrentes, insuficiência venosa crônica não passível de controle por tratamento cirúrgico ou clínico, são incapacitantes. Os Práticos que apresentarem eventos cardiovasculares agudos serão considerados incapazes, temporariamente, para a atividade, podendo ser considerados, posteriormente, aptos, na dependência da condição funcional alcançada com o tratamento instituído. 5) Aparelho Auditivo (a) A audiometria deverá ser realizada com repouso auditivo mínimo de quatorze horas. Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências 500Hz a 3000Hz serão aceitas, mesmo que bilaterais. Perdas superiores, nessas frequências, serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (1) não ultrapassem os 55dB; ou (2) a média tritonal nas frequências de 500Hz, 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55dB. (b) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas desde que permitam a distinção de sons indicativos de apitos, sinos, gongos, ou buzinas utilizados por outras embarcações para indicar aproximação. A prótese auditiva é permitida desde que o limiar seja elevado em pelo menos 20dB em cada ouvido e o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja no mínimo de 90%. As labirintopatias são incapacitantes, desde que sejam recentemente diagnosticadas, não sejam passíveis de controle ou sejam recorrentes. - 2 - 22 NORMAM-12/DPC Mod 4

devendo ser posteriormente avaliadas. o Prático deverá ser considerado incapaz temporariamente até que se obtenha o controle da glicemia. Atenção especial deve ser dada à gestante no último trimestre da gestação. (b) Quaisquer outras patologias endócrino metabólicas. 13) Tumores e Neoplasias As neoplasias malignas deverão ser avaliadas conforme o grau de limitação imposto pela doença e pelo tratamento na execução da atividade de praticagem. temporária ou definitivamente. comprovado por dosagem de glicemia e hemoglobina glicosilada. Diabetes mal controlado e/ou que requeira insulinoterapia implicam em incapacidade definitiva para a atividade. poderá considerá-la incapaz temporariamente.6) Aparelho Respiratório As condições crônicas do aparelho respiratório que impliquem em impossibilidade do desempenho de atividades de praticagem são incapacitantes. e desde que os medicamentos e dosagens utilizados não impliquem em risco de descompensação súbita durante a atividade de praticagem. desde que. a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. quando o médico avaliador. na dependência das provas funcionais pertinentes. mesmo com sítio determinado e tratado. com base no relatório do obstetra que atende a Prática. 8) Pele e Tecido Celular Subcutâneo Não há exclusões absolutas para as doenças de pele. exceto no caso de doenças inflamatórias que não respondam ao tratamento ou se encontrem no período de exacerbação. 7) Sistema Nervoso Qualquer doença que implique em alteração da fala. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. ou no caso. do equilíbrio e da mobilidade é temporária ou definitivamente incapacitante na dependência da evolução e da etiologia. considerando as exigências da atividade de praticagem. exceto nos casos de insuficiência renal com risco de descompensação súbita ou se. da condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. 9) Gravidez A gravidez não é por si só causa de incapacidade. na opinião do médico avaliador. 11) Aparelho Geniturinário Não há exclusões absolutas para as doenças do aparelho geniturinário. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. 12) Doenças Endócrinas e Metabólicas (a) Diabetes mellitus controlado apenas com medidas higieno-dietéticas não constituem causa de incapacidade. interfiram na capacidade de desempenhar a atividade de praticagem. esta possa desempenhar as atividades de praticagem de forma segura. no entendimento do médico avaliador. 10) Aparelho Gastrointestinal Não há exclusões absolutas para as doenças do trato gastrointestinal. Síndromes convulsivas de qualquer etiologia são causas de incapacidade definitiva. exceto se na opinião do médico avaliador a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. sem risco para a mãe e feto. Neoplasias malignas metastáticas. são incapacitantes em caráter definitivo. e sem risco para a segurança da tripulação. . devem ser consideradas incapacitantes. que no entendimento do médico examinador.2 . embarcação e carga.23 NORMAM-12/DPC Mod 4 . As condições agudas implicarão em incapacidade temporária. Na vigência de uso de hipoglicemiante oral.

Quaisquer patologias que impliquem incapacidade súbita ou debilidade prejudicando o tempo de reação ou julgamento às situações inerentes à atividade devem ser passíveis de afastamento. na dependência do impacto das mesmas sobre a capacidade laboral e dos efeitos colaterais da medicação utilizada. A critério do médico credenciado ou Junta de Saúde. bem como avaliação estatística do padrão de consumo. patologias que possuem tratamento curativo. os médicos peritos devem sempre estar atentos a este fato. na dependência da etiologia e do potencial evolutivo. 15) Sistema Imunológico Doenças auto-imunes serão consideradas incapacitantes em caráter temporário ou definitivo. deverão ser apresentados à JRS da ZP da área para avaliação quando à deficiência funcional. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). o estado psíquico do inspecionado. negativos ou positivos. Assim. 16) Doenças Psiquiátricas Qualquer doença psiquiátrica aguda é incapacitante para a atividade de Prático em caráter temporário ou definitivo. pelos ou raspas de unhas). para cada grupo de drogas solicitado. 2) Nesses casos. O uso de terapia anticoagulante é incapacitante em caráter definitivo para a atividade do Serviço de Praticagem.24 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . até restabelecimento por completo. quando: (a) Não forem considerados aptos pelos médicos credenciados. no mínimo.2 . (b) Apresentarem diminuição de sua capacidade de trabalho no exercício do Serviço de Praticagem. duas testemunhas da coleta. com janela de detecção mínima de noventa dias. identificação e assinatura de. Os padrões e critérios deverão ser avaliados de acordo com o diagnóstico da patologia em questão. considerando-se as exigências da atividade de praticagem descritas no Anexo 2-J. A necessidade de utilização de medicação psicotrópica é sempre incapacitante em decorrência da interferência destas na capacidade de reação. As despesas decorrentes da perícia médica por JS são de responsabilidade do Prático. . quantidades detectadas. Somente serão aceitos laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção (mínima noventa dias) em que constem. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. c) Incapacidade durante a Prestação de Serviço de Praticagem 1) Os Práticos deverão ser encaminhados pela CP para avaliação médica por Junta Regular de Saúde da Marinha do Brasil (JRS). na dependência da etiologia e da possibilidade de controle. ou (c) Envolverem-se em acidentes em que sejam aventadas hipóteses de falha humana decorrente de problemas relacionados à saúde. obrigatoriamente. substancialmente.14) Sangue e Órgãos Hematopoiéticos: Doenças que impliquem em risco de fenômenos tromboembólico ou de sangramento espontâneo ou traumático são incapacitantes temporária ou definitivamente. Por vezes. estabilização e/ou controle em curto prazo podem alterar. poderão ser solicitados exames toxicológicos a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos. informações sobre a cadeia de custódia. Dependência química de álcool e/ou substâncias ilícitas é incapacitante em caráter definitivo. 17) Outras Condições Patológicas Outras condições clínicas ou patologias não listadas acima poderão ser causa de incapacidade temporária ou definitiva. O laudo deverá registrar resultados.

a JRS deverá preencher novo Anexo 2-J e encaminhá-lo para a Autoridade solicitante. ou mesmo o uso de medicações. a ponto de permitir a exercer as atividades do Serviço de Praticagem em sua plenitude e com segurança. A perda da agilidade. 2) Por ocasião da IS para VDF. deverá ser avaliado. sob pena de arquivamento da IS por não comparecimento justificado. em prazo inferior a 24 meses. com as respectivas identificações e assinaturas dos membros. As patologias que possam ser avaliadas segundo critérios funcionais complementares (provas funcionais) serão assim avaliadas. a contar da data de comunicação do laudo médico pericial recorrido. mediante solicitação do Prático por requerimento formal com exposição dos motivos. 8) As JS poderão exarar laudos de incapacidade temporária por período mínimo de trinta e máximo de 180 dias por IS. Uma vez deferido. 3) São competentes para determinar IS em grau de revisão por Junta de Instância Superior o DPC.2 . como anexo do documento de apresentação. mesmo que ocasional. 6) Podem ser atribuídos dois graus de incapacidade para a prestação do Serviço de Praticagem: incapacidade temporária e incapacidade definitiva. 5) Os laudos a serem utilizados para a finalidade VDF serão os contidos no campo “FORMAS DE CONCLUSÃO” destinado às JS. a contar do período de incapacidade temporária inicial. . da capacidade de exercer atividades físicas. Os períodos em aberto entre uma IS que gerou incapacidade temporária e a reavaliação posterior deverão ser computados como períodos ininterruptos de incapacidade temporária para efeito de contagem total de tempo. Deverá constar.25 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 7) Consideram-se incapazes temporariamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. ainda que não tenha sido reavaliado durante este intervalo. e para realizá-las as JRS da Marinha do Brasil.d) Competência 1) São competentes para determinar as Inspeção de Saúde (IS) com o propósito de Verificação Deficiência Funcional (VDF) os CP e o DPC. visando primordialmente à segurança da navegação. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias reversíveis. o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J) emitido pela JRS. após devidamente apresentados à JRS. não sendo necessário emissão de laudo para regularizar o intervalo em aberto. da capacidade de deslocamento rápido. confidencial. O inspecionando deve estar física e mentalmente habilitado para tais atividades. contendo como anexo cópia autenticada do último Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). sendo esta a única instância recursal. deverão comparecer à JRS em até cinco dias úteis para agendamento da IS portando documento oficial de identificação. 2) É competente para determinar IS em grau de recurso o DPC. comprometendo o bom desempenho da função. de controle clínico ou cirúrgico e que. dentro do intervalo máximo de 24 meses de afastamento da atividade de praticagem por motivo de saúde. por meio de ofício. 3) Os inspecionados. no prazo máximo de 120 dias corridos. considerando os exames clínicos e complementares e os dados de anamnese contidos no Anexo 2-J recebido. possam estar sanadas. mantendo cópia na JRS para subsidiar posterior reavaliação. 4) Os médicos peritos deverão avaliar o grau de interferência das patologias prévias e recentemente diagnosticadas sobre as atividades do Serviço de Praticagem. o Diretor-Geral de Navegação e o Comandante da Marinha. e) Procedimentos 1) Os inspecionados serão apresentados às JRS da ZP de sua jurisdição por ofício no grau de sigilo confidencial. o expediente será encaminhado à Junta Superior Distrital (JSD) da área de jurisdição da ZP.

aprovado pela DPC para atender à Resolução A. . contados a partir de sua criação em janeiro de 2005.960 (XXIII) da Organização Marítima Internacional. até 15 de dezembro. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias cujo potencial de reversibilidade seja remoto ou exijam mais de 24 meses para plena recuperação.CONAPRA 0249 . b) O Prático deve cursar o ATPR a cada ciclo de cinco anos. anualmente. Se não forem apresentados para tal finalidade até receberem a aptidão plena por JS (“Apto para o Serviço de Praticagem”). por motivo de saúde. caso haja interesse do Prático. No momento em que forem considerados aptos por JS. 2) Auxiliar no controle e fiscalização do exercício profissional das Entidades de Praticagem. 11) Consideram-se incapazes definitivamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. Este laudo não demanda revisão ex-officio. este poderá ser apresentado pela CP para reavaliação. sejam doenças cíclicas e sujeitas a períodos de exacerbação.ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS a) A atualização do Prático consiste na realização do Curso de Atualização para Práticos (ATPR). não poderão ser avaliados por médico credenciado. com a finalidade de término da incapacidade. f) Formas de Conclusão 1) Nos casos de aptidão plena: “Apto para o Serviço de Praticagem”. por _____ dias. c) Cabe ao CONAPRA o controle.2 . as JS deverão considerá-lo incapaz definitivamente para a atividade de praticagem. e 2) Relação atualizada dos Práticos que realizaram o curso. 3) Auxiliar como assessor/moderador nos acordos regionais sobre fixação de preços de praticagem nas diversas ZP. o gerenciamento e a coordenação do ATPR.CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . e 4) Homologar as atalaiais e as tripulações das Lanchas de Prático e realizar as inspeções e laudos periciais para homologação do serviço de Lancha de Prático. suas reavaliações posteriores retornarão à esfera dos médicos credenciados. 2) Nos casos de incapacidade temporária (exclusividade da JS): “Incapaz temporariamente para o Serviço de Praticagem.CONAPRA a) Quando determinado pela DPC. SEÇÃO X DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . atuará como: 1) Auxiliar no controle e na fiscalização do exercício profissional do Prático e na aplicação do Curso de Atualização de Práticos (ATPR).” 3) Nos casos de incapacidade definitiva (exclusividade da JS): “Incapaz definitivamente para o Serviço de Praticagem”.26 NORMAM-12/DPC Mod 4 . as seguintes informações: 1) Eventuais dificuldades e discrepâncias observadas na aplicação do ATPR. SEÇÃO XI DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS 0250 .9) Uma vez completados 24 meses de afastamento consecutivos da atividade pelo Prático. Deverá prestar à DPC. 10) Após o período de incapacidade temporária definido pela JS.

2 .d) No final de cada ciclo de cinco anos. o Prático que não realizou o ATPR fica impedido de concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. sendo afastado temporariamente da atividade. . até que seja aprovado no curso.27 - NORMAM-12/DPC Mod 4 .

170 Hp de potência cada um. dois eixos e dois hélices.1.CARACTERÍSTICAS a) A Lancha de Prático deve possuir características de manobrabilidade.uma unidade. b) velocidade de cruzeiro não deve ser inferior a 15 nós.2 motores Diesel de. e 8) Binóculo . Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora. 3) AIS . 0302 .uma unidade. e 4) A lancha poderá ser dotada de outro VHF fixo.uma unidade de cada. 4) Calado máximo . 3) Boca .uma unidade. c) Publicações e Quadros: 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM) uma unidade. e -3-1NORMAM-12/DPC Mod 2 . em ambos os bordos. em substituição ao portátil.uma unidade. 3) Quadro de Luzes e Marcas . 6) Propulsão . LANCHA DE APOIO E ATALAIA SEÇÃO I LANCHA DE PRÁTICO 0301 .uma unidade. no mínimo.superior a 5. por ante a ré do acesso à cabine de governo. d) As vistas de perfil.uma unidade (opcional).CAPÍTULO 3 LANCHA DE PRÁTICO. topo e arranjo geral da Lancha de Prático constam do Anexo 3-A.000 kg. c) As Lanchas de Prático devem ter ainda as seguintes características: 1) Comprimento total .DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) Navegação: 1) Radar Banda X . b) Deve ser pintada na superestrutura.maior que 7 m.superior a 3 m. 4) Ecobatímetro .5 m.uma unidade. 6) Cartas náuticas da área da ZP . 2) GPS .uma unidade (opcional).uma unidade de cada. com sistema de alimentação independente. 2) Comprimento entre perpendiculares .uma unidade. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). 5) Agulha magnética . a letra P. de estabilidade e de potência de máquinas que a possibilite efetuar o transporte do Prático e a aproximação para transbordo (lancha-navio-lancha) com segurança. 7) Régua paralela e compasso . 3) VHF portátil . 2) Quadro de Regras de Governo e Navegação .uma unidade. 5) Deslocamento . 2) VHF fixo (com chamada seletiva digital opcional) .uma unidade.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) O casco da lancha deve ser pintado de vermelho e a superestrutura de branco. b) Comunicações: 1) HF multifrequencial .maior que 9 m. que significa Prático (“Pilot”). 0303 .

uma unidade. b) A qualquer momento. e 3) colete salva-vidas . 0302 e 0303.EMPREGO A Lancha de Prático é de uso específico do Serviço de Praticagem. dentro da sua jurisdição. a constatação do descumprimento de algum requisito poderá implicar em perda da homologação.4) Quadro de Sinais Sonoros e Luminosos . com a obrigatoriedade de estarem prontas para atender às solicitações permanentemente (24h p/dia).uma unidade. d) Salvatagem: 1) Bóia salva-vidas com lanterna .uma unidade para lancha que opere em mar aberto (ou uso de aparelho flutuante. poderá ser empregada em outras atividades quando requisitada pela Autoridade Marítima. 3) cinto de segurança . a Lancha de Prático que atender aos seguintes requisitos constantes dos itens 00301. com validade de quatro anos. 4) defensas . realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais pertinentes à homologação da Lancha de Prático. deverão ser submetidas às inspeções necessárias à homologação pelo CONAPRA. que emitirá um Certificado de Homologação. e 5) holofote para alcance de 300 a 500 jardas. com cópia para a CP/DL/AG.uma unidade.DOTAÇÃO O número mínimo de Lanchas de Prático será o necessário de modo a manter o Serviço de Praticagem ininterrupto.total igual ao da lotação da lancha. de forma a aprimorar seus condicionamentos nas eventuais situações de emergência e na adoção de medidas preventivas de acidentes. e) Dispositivo para auxiliar nas fainas de embarque e desembarque de pessoal da lancha-embarcação-lancha: 1) enxárcia ou plataforma de embarque. c) Após as tripulações estarem adestradas.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO a) O CP homologará.uma unidade. b) O Cartão de Tripulação de Segurança (CTS) da Lancha de Prático será composto de um Marinheiro de Convés (MNC) e de um Moço de Convés (MOC). para ser comandado de dentro da cabine com rotação de 360º horizontalmente e até 90º no sentido vertical . d) O adestramento das tripulações nas fainas de embarque e desembarque deverá ser mantido pelos responsáveis das tripulações por meio de contínuo treinamento.duas unidades colocadas na antepara por anteavante e ante a ré da cabine de governo. c) A homologação será concedida por meio do Certificado de Homologação da Lancha de Prático. 2) croque . 0307 . ou uma em cada bordo. Entretanto. com delegação de competência da DPC. O CP/DL/AG manterá o registro e arquivo da 2a via do Certificado concedido. desde que autorizado pela CP).uma de cada bordo. 0306 . 2) Balsa inflável classe I ou II . 0304 . d) O CONAPRA. 0305 . -3-2NORMAM-12/DPC Mod 2 .QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO a) Os tripulantes da Lanchas de Prático deverão receber treinamento para as fainas de embarque e desembarque do Prático. Anexo 3-B. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário.

DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) A dotação exigida para essa Lancha deve ser igual à estabelecida para outras embarcações que naveguem em águas interiores. realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais necessários ao registro da Lancha de Apoio à Praticagem. 0310 .IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) A Lancha de Apoio à Praticagem deverá ter o casco na cor vermelha e a superestrutura em branco. estas deverão -3-3NORMAM-12/DPC Mod 2 . Poderá ser empregada em outras atividades a critério da Entidade de Praticagem e quando requisitada pela Autoridade Marítima. SEÇÃO III ATALAIA 0313 . equipamento de VHF-Fixo e de holofote com alcance de 300 a 500 jardas para ser comandado de dentro da cabine.SEÇÃO II LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM 0308 . com rotação de 360° horizontalmente e até 90° no sentido vertical. b) O CONAPRA. b) Deve ser pintada na superestrutura. 0311 . Nas áreas em que.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM a) O CP homologará. por ante a ré do acesso a cabine de governo. que significa Prático (“Pilot”). 0309 . não seja possível agrupar todas as partes de sua estrutura operacional num mesmo local. em ambos os bordos. Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). b) Deve fazer parte do conjunto de suas instalações a área para atracação das lanchas. b) É obrigatória a dotação de ecobatímetro. devido às características da região. 0312 . b) A Lancha de Apoio à Praticagem não substituirá.ESTRUTURA OPERACIONAL a) A Atalaia deve ser estruturada de forma que possa atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. o serviço da Lancha de Apoio à Praticagem. com a delegação de competência do DPC. a Lancha de Prático. de acordo com as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior . fundeados ou amarrados à bóia em águas abrigadas. dentro da sua jurisdição.EMPREGO a) As Entidades de Praticagem estão autorizadas a utilizar Lanchas de Apoio à Praticagem que possibilitem efetuar o transporte do Prático para navios atracados. em nenhuma condição. a letra “P”.NORMAM02/DPC e com as regulamentações existentes nas NPCP/NPCF.QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO A qualificação das tripulações e suas habilitações devem atender ao estabelecido no item 0306. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário.

8) Código Internacional de Sinais (CIS). e) Nos casos em que há mais de uma Atalaia. as instalações apropriadas para alojar os Práticos de serviço. c) Comporão também a sua estrutura operacional. 17) Regulamentação da LESTA (RLESTA). de modo que. 12) Régua paralela e compasso para plotagem de posição. embarcação a ser praticada e rebocador. 9) Relação de Estações Costeiras da Embratel. 2) Almanaque Náutico. em caso de falta de energia na área.DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA a) Comunicações 1) Possuir linhas telefônicas em número suficiente a atender ao Serviço. pelos Comandantes das embarcações ou por seus prepostos. c) Publicações Disponíveis para Uso 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM). e 3) Barômetro. atualizadas. 10) Cartas Náuticas de toda a ZP e as áreas adjacentes. a comunicação não fique interrompida. -3-4NORMAM-12/DPC Mod 2 . 3) Tábuas das Marés. bem como as tripulações das lanchas que estiverem de prontidão. 6) Lista de Auxílio-Rádio. 13) Quadro com a carta náutica da ZP. e 5) Dispositivos de energia de emergência. d) A Atalaia deverá efetuar o controle dos navios que farão uso de seus serviços. pontos de fundeio. 11) Avisos aos Navegantes.estar localizadas o mais próximo possível uma das outras e com meios de comunicação confiáveis e suficientes para garantir sua operação como se estivessem agrupadas. uma delas acoplada a um aparelho de fac-símile. 5) Lista de Faróis. 16) Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). com capacidade de comunicação com a Atalaia. com chamada seletiva digital. com os pontos que a delimitam. 0314 . ratificada pelo CP/DL/AG. b) Equipamentos Meteorológicos 1) Anemômetro. 14) Normas e Procedimentos da Capitania (NPCP/NPCF) com jurisdição sobre a ZP. áreas de quarentena e demais pontos notáveis. 4) Roteiro. Lancha de Prático. 15) Normas Reguladoras da Autoridade Portuária. 2) Termômetro de máxima e mínima. pontos de espera de Prático. 3) Equipamentos portáteis de VHF em quantidade correspondente ao número de Práticos e Praticantes de Prático em escala. 2) Possuir dois equipamentos em VHF marítimo. Os Serviços de Praticagem devem ser. requisitados à Atalaia homologada da respectiva ZP. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. obrigatoriamente. e 18) Normas da Autoridade Marítima (NORMAM). 4) Operadores radiotelefonistas bilíngues (inglês-português) disponíveis 24 horas ininterruptas. de modo que apenas uma delas atue como Estação de Praticagem da ZP para atender às solicitações das embarcações. 7) Tabela da Escala Beaufort.

HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA a) O CONAPRA. -3-5- NORMAM-12/DPC Mod 2 . por meio do Certificado de Homologação da Atalaia (Anexo 3-C). com cópia para a CP/DL/AG. 0315 . com a delegação de competência da DPC. realizará as inspeções necessárias e homologará a(s) Atalaia(s). a constatação do descumprimento de algum item acima citado poderá implicar em perda da homologação. b) A qualquer momento.d) Material de Salvatagem Deverá possuir a quantidade de coletes salva-vidas equivalente ao número de Práticos e de Praticantes de Práticos. por decisão da CP/DL/AG. acrescida de 20%.

3º Inciso I. para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. e (d) Estar com o AIS ativo. desde que atendam aos requisitos listados no inciso 4) e que constem nominalmente em Portaria do Diretor de Portos e Costas. conforme definido no art.PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO a) Os trechos hidroviários. Compete à DPC estabelecer as ZP. com AB maior que 3000 e menor ou igual a 5000. alínea c) da RLESTA. 4) As empregadas em navegação de apoio marítimo. com AB até 3000. de qualquer tipo. (c) Possuam DGPS.PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO As coordenadas geográficas dos Pontos de Espera de Prático encontram-se listadas no Anexo 4-B. e (b) Sejam comandadas por marítimo brasileiro. “stern thruster”.ZONA DE PRATICAGEM É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. 0403 . b) Os trechos hidroviários por ZP onde o Serviço de Praticagem é facultativo. Se de bandeira estrangeira. 5) As empregadas em navegação de apoio marítimo. 3º Inciso I. 2) As de bandeira brasileira com AB até 2000.1 NORMAM-12/DPC Mod 4 . desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. propulsão azimutal ou similares. observadas as exceções para embarcações com determinadas características. conforme definido no art. 0402 . exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de um Serviço de Praticagem para essa área. alínea c) da RLESTA. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no país. 6) As embarcações com AB maior que 2000 engajadas em operação de dragagem.RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM As ZP. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. Se de bandeira estrangeira. tais como: “bow thruster”. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e . encontram-se listadas no Anexo 4A. os portos e os terminais onde o Serviço de Praticagem é obrigatório encontram-se listados no Anexo 4-C. inclusive especificando os portos válidos para essa concessão. exclusivamente. 0404 . c) As seguintes embarcações estão dispensadas do Serviço de Praticagem: 1) As classificadas. 3) As de bandeira estrangeira com AB até 2000. encontram-se listados no anexo 4-D. com os respectivos limites geográficos.4.CAPÍTULO 4 DAS ZONAS DE PRATICAGEM 0401 .

obrigatoriamente. propulsão azimutal ou similares. 0406 .SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS a) Todas as embarcações que trafegam em águas jurisdicionais brasileiras estão sujeitas à legislação brasileira. por Práticos de nacionalidade brasileira.4. em função das condições de navegabilidade dos rios da região. devem. e) O quadro constante do Anexo 4-E apresenta as circunstâncias onde a contratação do Serviço de Praticagem é obrigatória ou facultativa. os Práticos poderão ser designados para outra ZP. obrigatoriamente. e) O limite máximo a ser cobrado das embarcações de bandeira peruana ou colombiana que utilizarem o Serviço de Praticagem não excederá o maior valor cobrado pelos mesmos serviços prestados às embarcações brasileiras. no mínimo. com AB até 3000. “stern thruster”.EXTINÇÃO DE ZP Na eventualidade da extinção de uma ZP. d) As embarcações com arqueação bruta (AB) maior que 500. ficando sujeitos ao cumprimento de Programa de Qualificação do Praticante de Prático e posterior Exame de Habilitação para Prático. o Serviço de Praticagem brasileiro. c) As embarcações de bandeira peruana ou colombiana. (c) Tenha sido realizado adestramento com Prático de. (c) Possuam DGPS.2 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . . e (d) Que seja efetuada consulta obrigatória à Estação de Praticagem quanto à sequência a ser observada nas manobras de entrada e saída do porto e dentro da ZP. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. visando o controle e a segurança do tráfego aquaviário. d) A utilização do Serviço de Praticagem será facultativa para as embarcações de bandeira peruana ou colombiana com AB menor ou igual a 2000 e com calado máximo compatível com os valores estabelecidos pela Autoridade Marítima Brasileira.comandadas por marítimos brasileiros. (b) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo. Se de bandeira estrangeira. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. com AB superior a 2000. conforme previsto no Capítulo 2 destas Normas. tais como: “bow thruster”. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no país e comandadas por marítimos brasileiros. utilizarão. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. exclusivamente. 0405 . (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. b) O Serviço de Praticagem nas águas jurisdicionais brasileiras é exercido. cinco navegações de praticagem. e (d) Estejam com o AIS ativo. 7) As embarcações classificadas como Petroleiro. com praticagem facultativa. nos trechos sob jurisdição nacional. a critério exclusivo do DPC.

ainda. instruirá o processo administrativo interno. a Comissão buscará sempre um acordo entre as partes. Não obtido. não engajados em visitas de caráter comercial. b) Quando a Entidade de Praticagem for designada para atender a navio de guerra ou de estado estrangeiro. em princípio. sempre com vistas a garantir a segurança da navegação.FIXAÇÃO DOS PREÇOS a) Para assegurar a permanente disponibilidade do Serviço de Praticagem. que é uma atividade essencial. buscando o aperfeiçoamento da sistemática empregada na fixação desses preços. deverá. -5-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . ao final. a DPC poderá fixar os preços dos Serviços nos casos em que não houver acordo entre tomador e prestador.NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ a) A Marinha do Brasil adota. o critério da reciprocidade para oferecer facilidades aos navios de guerra e de estado estrangeiros em visita a portos brasileiros em tempo de paz. Para esta Comissão. 0502 . consultar o CP/DL/AG sobre o oferecimento de facilidades e isenções ao navio. devendo as partes buscarem um acordo quanto aos preços considerados satisfatórios para ambas. emitirá um relatório circunstanciado que deverá conter as sugestões dos preços a serem fixados. mas tão somente garantir a prestação ininterrupta do Serviço de Praticagem. não contencioso e. Não se pretende substituir as partes no estabelecimento dos preços a serem praticados. instituir uma Comissão para discussão dos assuntos afetos aos preços dos Serviços de Praticagem. b) Para a fixação dos preços.CAPÍTULO 5 PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM 0501 . o DPC instituirá uma Comissão para elaborar o estudo para cada caso específico. para decisão final do DPC. a critério do DPC. poderão ser convidados representantes de setores envolvidos. e) O DPC poderá. antecipada e formalmente. d) Os preços fixados pelo DPC terão caráter temporário. c) Durante o desenvolvimento do trabalho. não se aplicando aos acordos em vigor ou que venham a ser estabelecidos.

2 .A resistência ao ar e ao vento. . . . . . . . . .A resistência devido ao fenômeno “wave-breaking”.Manobras-padrão. . . .Estabilidade de governo. . 1 .MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) Estuda o comportamento do casco e do(s) leme(s) interagindo com o(s) sistema(s) propulsor(es) em um dado meio ambiente. .A manobra de “rudder cycling”.Influências da razão de aspecto do leme.Parar o navio com liberdade para guinar.Os efeitos da variação de calado nas resistências do navio.Resistência a ondas. . .Propulsão do Navio e Propulsores .Princípio de sustentação e arraste: forças e momentos do leme.Cavitação.Acelerações para vante e para ré em um navio.Resistências do Navio .A resistência adicional devido às ondas. . 3 . .Diferenças de atuação entre um leme de estrutura fixa e um do tipo “flap”.A ação de um propulsor parcialmente submerso.Superfícies de Controle (lemes) . sendo desnecessário o perfeito conhecimento dos cálculos matemáticos inerentes ao assunto.Efeitos de águas rasas nas resistências do navio.Controlabilidade do Navio . .Influências da forma do casco na ação do leme. .Análise da habilidade de governo de uma embarcação.ANEXO 2-A CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I .Geometria do leme.Equipamentos auxiliares para se parar um navio.Teoria da propulsão.A manobra de “coasting”. . . . .Efeitos e características da máquina e sua dinâmica na guinada. É importante a compreensão das causas que levam ao movimento do navio.Interação entre o casco e o propulsor. .Efeitos do meio ambiente: -2-A-1NORMAM-12/DPC Rev 1 .Princípios do escoamento em torno do leme do navio.Tipos de propulsores. .Parar o navio.Geometria do hélice. . .Resistências relativas às perturbações nas linhas de corrente devido à forma do casco e seus apêndices.Estabilidade e controle do navio.Resistência friccional.Distâncias e relações entre tempos e velocidades para se parar um navio. para o perfeito entendimento da capacidade que o mesmo possa ter para executar uma dada manobra.Definição de propulsão. . . 4 .

6) Navegação com corrente. 13) Navegação com o prático a bordo. 11) Planejamento de derrota em águas restritas (“Passage planning”). b) Correntes. 14) Embarque e desembarque de práticos. “Monitoring the ship´s progress”. “Teamwork”. II) bancos. considerando as correntes locais.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) Instrumentos náuticos e de navegação. amarrar à bóia e largar da bóia. 7) Nomenclatura do navio. 3) Manobras de fundear. e “Navigating with integrated bridge and electronic chart systems”). 3) Carta Náutica. 5) Navegação de segurança. d) Estabilidade de governo com os efeitos do meio ambiente. 13) Aparelho de governo. 6) Reboque. 7) Navegação com mau tempo. e IV)outros navios. 8) Classificação dos navios. 10) Trabalhos do marinheiro. 11) Amarração. 2) Cinemática naval (incluindo interpretação de dados oferecidos pelo ARPA). amarrar. b) Radar. rocegar. c) Ecobatímetro. 12) Manobra de embarcações em águas restritas (“Executing the Plan”. 12) Poleame.ARTE NAVAL 1) Governo dos navios de um ou mais hélices e um ou dois lemes. II . c) Ondas. e) Interação do navio com: I) águas rasas.ANEXO 2-A a) Ventos. 15) Estabilidade. 9) Cabos. aparelhos de laborar e acessórios. 4) Navegação de praticagem. III . 2) Manobras de atracação e desatracação. 17) Contingências. 5) Troca de atracadouro (manobra de cabeços). 9) Navegação batimétrica. III)canais estreitos. suspender. 8) Navegação fluvial. 18) Utilização de equipamentos do passadiço: a) Odômetro. 14) Aparelho de fundear e suspender. arqueação e deslocamento. 16)Gerência de passadiço. 15)Procedimentos operacionais do prático. 4) Emprego de rebocador(es) na manobra. 10) Marés e correntes de maré. -2-A-2NORMAM-12/DPC Rev 1 .

20) Navegação meteorológica. 7) Nuvens cúmulos-nimbus. 16) Ondas. 19) Cartas piloto. 11) Interpretação de cartas de pressão ao nível do mar. 3) Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação. 6) Regras especiais para evitar abalroamento na navegação interior. 17) Interpretação de áreas geradoras de vagas. 10) Interpretação do boletim meteoromarinha. 11) Cerimonial da Marinha Mercante. 14) Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS). 7) Tráfego e permanência de embarcações em águas jurisdicionais brasileiras. 5) Névoa úmida. f) GPS e DGPS. 10) Conhecimento e utilização de publicações náuticas da DHN. 8) Serviço de Praticagem no Brasil. 12) Interpretação de imagens de satélite (IR). 8) Sistemas tropicais. -2-A-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 6) Nebulosidades. e) Barômetro. IV .LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) LESTA e RLESTA . 9) Sistemas frontais. 4) Visibilidade no mar. 13) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. 18) Climatologia. 5) Regras internacionais para evitar abalroamento no mar. 2) Circulação do ar. 14) Cartas de correntes de marés. 3) Célula de Hadley.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) Interação dos elementos meteorológicos. h) Doppler Sonar. 2) Lei que dispõe sobre o Tribunal Marítimo e a regulamentação sobre comunicação e investigação de fatos e acidentes da navegação marítima. 12) Estrutura da Autoridade Marítima Brasileira. e j) “Dynamic Positioning Systems” (noções e conceitos básicos). V .Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e o seu Decreto Regulamentador.ANEXO 2-A d) Anemômetro e anemoscópio. 13) Marés. g) Carta Eletrônica e ECDIS. 21) Navegação de mau tempo. i) “Automatic Identification System” (AIS). 9) Auxílios à Navegação. 15) Correntes de densidade e correntes costeiras. 4) Borda-livre e estabilidade intacta. fluvial e lacustre.

2) Código Internacional de Sinais. 3) Sistema Marítimo Global de Socorro e Segurança (GMDSS).COMUNICAÇÕES 1) Vocabulário padrão de navegação marítima.ANEXO 2-A VI . -2-A-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

3. vertical-axis propellers. Forces and Moments  Flow around a Ship’s Rudder  Scale Effects  Effect of Aspect Ratio  Free-stream Characteristics of All-Movable Low Aspect-Ratio Control Surfaces.  Influence of Hull Shape on Effective Aspect Ratio of All-Movable Control Surfaces  Influence of Fixed Structure and Flapped Control Surfaces -2-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Frictional Resistance . SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol.Analysis of Turning Ability .Hydrodynamics of Control Surfaces  Geometry. Chapter 2 – Forces Affecting the Ship 2) LEWIS. 10 .5. paddle wheels. 2.4.Introduction . II & III.Accelerating. controllable-pitch propellers.Interaction between Hull and Propeller . – Principles of Naval Architecture. 7. 4. EDWARD V.Theory of Propeller Action . 13 e 14 . RUSSEL SYDNOR – Naval Shiphandling. tandem and contrarotating propellers.Other Components of Resistance Chapter VI –Propulsion– Sections 1.Other propulsion devices (jet propulsion. super-cavitating propellers and overlapping propellers) VOLUME III Chapter IX – Controllability – Sections 1.Geometry of the Screw Propeller .Vessel Waterway Interactions .6.MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) 1) CRENSHAW. VOLUME II Chapter V – Resistance – Sections 1.Effects of the Environment .Analysis of Course Keeping and Controls-fixed Stability .Introduction .Wave-Making Resistance .12. 4 e 5 . Stopping and Backing . 6.10.Cavitation .ANEXO 2-B BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I .3.Stability and Control .Motion Stability .Powering of Ships .

HENK. .mar. .br). Capt.Projeções Cartográficas: A Carta Náutica.Navegação por Satélites.Navegação: A Ciência e a Arte . .III .Shiphandling for the Mariner.ANEXO 2-B 3) SQUAT INTERACTION MANOEUVERING .Capítulo 4 . FNI & BAILEY.Rebocadores Portuários CONAPRA.Tug use in Port. . .Outros Sistemas e Técnicas Modernas de Navegação.Capítulo 10 . -2-B-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Determinação da Posição por Marcações Sucessivas .Nomenclatura do Navio.Agulhas Náuticas: Conversões de Rumos e Marcações.Capítulo 12 . ALTINEU PIRES .Capítulo 14 .Capítulo 8 . DHN .I .Volumes I e III. . . A. DANIEL H. OTÁVIO A.A Posição no Mar: Navegação Costeira.Marés e Correntes de Maré. Correntes Oceânicas. .Capítulo 2 . .Arte Naval.Capítulo 12 .SDM.Capítulo 7 . .Trabalhos do Marinheiro.dhn. .THE NAUTICAL INSTITUTE.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) SWIFT.Capítulo 9 .ARTE NAVAL (SHIPHANDLING) 1) FONSECA..Capítulo 3 .Bridge Team Management. 4) FRAGOSO.Poleame. MAURÍLIO M.A Navegabilidade dos Rios. 2) MIGUENS.Manobra do Navio.Capítulo 10 .Capítulo 6 . Rio de Janeiro .Capítulo 42 .Capítulo 2 .Capítulo 11 . a Practical Guide .. DANIEL E.Capítulo 1 .The Nautical Institute.O Problema Geral da Navegação. Capt.Capítulo 8 .Cabos.Geometria do Navio.Navegação Radar. FNI . e CAJATY. . . CORNELL MARITIME PRESS. III .Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas. (disponível em www. 2) MacELREVEY. &MacELVERY. 3) HENSEN. a Practical Guide . Mastreação e Aparelhos de Carga.Capítulo 38 .Navegação com Mau Tempo.Aparelho de Governo.Emprego de Linhas de Posição de Segurança. . .J. .mil. II . VOLUME .Instrumentos Náuticos. Aparelhos de Laborar e Acessórios.Capitulo 7 . MARCELO .Publicações de Auxílio à Navegação. . .Rio de Janeiro. .THE NAUTICAL INSTITUTE. .Navegação Estimada. J.Capítulo 5 .Capítulo 37 .Capítulo 11 . Capt. .Capítulo 1 .Capítulo 40 . VOLUME .Aparelhos de Fundear e Suspender. T. FNI . . .

Lei n° 9.Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação. 4) NORMAM-09/DPC . Dispõe sobre a Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (LESTA). 6) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . Lei no 2.IMO .537. Decreto no 2. 10) Brasil. 7) NORMAM-22/DPC . Itens: 0701 a 0703 e 0710 a 0714.11: Regras Especiais para Evitar Abalroamento na Navegação Interior. Dispõe sobre o Tribunal Marítimo. Cap7: Borda-livre e Estabilidade Intacta.Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem. 4) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .Resolução No A.889(21) Pilot Transfer Arrangements.IMO . de 11 de dezembro de 1997.Normas da Autoridade Marítima Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação.817(19) Performance Standards for Electronic Chart Display and Information Systems (ECDIS). IV .Normas da Autoridade Marítima para o Cerimonial na Marinha Mercante. 6) NORMAM-17/DHN . de 05 de fevereiro de 1954.917(22) Guidelines for the Onboard Operational use of Shipborne Automatic Identification Systems (AIS).Circular MSC/Circ. Diretoria de Portos e Costas.180. 11) Brasil.960(23) Recommendations on Training and Certification and Operational Procedures for Maritime Pilots other than Deep-sea Pilots.IMO . 645 Guidelines for Vessels with Dynamic Positioning Systems (DP-systems).Serviço de Tráfego de Embarcações. Aprova o Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (RLESTA). 9) Brasil. 3) NORMAM-08/DPC . Cap. 7) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .ANEXO 2-B 3) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .596. 8) NORMAM-26/DPC .LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) NORMAM-01/DPC .Resolução No A.Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras. para Inquéritos 5) NORMAM-12/DPC . de 18 de maio de 1998.IMO .Resolução No A.IMO . -2-B-3NORMAM-12/DPC Rev 1 . 2) NORMAM-02/DPC . Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto. 5) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior.BRASIL.Resolução No A.

Resolução No A.Carta 12.Avisos aos Navegantes.6. . Estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de DireçãoGeral. .1 a 3.IMO 14) Publicações Náuticas da Diretoria de Hidrografia relacionadas abaixo: .Cartas Piloto.ANEXO 2-B 12) BRASIL. 3. VI .dpc.8). 3.DHN.salvamarbrasil.Distress .10. e Navegação (DHN) 15) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil.000 (Símbolos.GMDSS (3. (disponível em www.COLREG . 13) CONVENTION OF THE INTERNATIONAL REGULATIONS FOR THE PREVENTING COLLISIONS AT SEA.br) V .International Maritime Organization IMO.Tábuas das Marés. PAULO ROBERTO VALGAS e SOARES.1 a 1.Lista de Faróis.IMO. Abreviaturas e Termos). CARLOS ALBERTO Meteorologia e Oceanografia .Cartas Náuticas.br): .10. 3.Unidade 1 .10. e .7 e 1.Rio de Janeiro .10.mil.Rio de Janeiro .4 e 3. X.emergency  Abandon  Assistance  Distress  Search and Rescue -2-B-4NORMAM-12/DPC Rev 1 .mar. .Unidade 3 .10. 1.Roteiro.1. de Direção Setorial e de outras Organizações Militares da Marinha para o exercício das atividades especificadas.COMUNICAÇÕES 1) IMO STANDARD MARINE COMMUNICATION PHRASES. Seções e Apêndices de interesse do Processo Seletivo relacionados abaixo: a) CAPÍTULOS I a V. . VIII. . XI.918(22) da International Maritime Organization . VII.8. 1972 . 2) BRASIL.Cartas de Correntes de Maré. XII.International Maritime Organization . 3.Princípios das Radiocomunicações Marítimas (1. .4. Diretoria de Portos e Costas.6). Portaria no 156/MB. b) SEÇÃO GERAL I .2.mar. 3. de 3 de julho de 2004.(disponível em www. Capítulos.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) LOBO. e .Lista de Auxílios-Rádio.mil. 3) INTERNACIONAL CODE OF SIGNALS . . MANUAL DO CURSO ESPECIAL DE RADIOPERADOR GERAL. .

a quem cabe a escolha daquela que julgue mais adequada para o estudo dos assuntos atinentes às provas escrita e prático-oral. -2-B-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Chapter I d) APÊNDICES 1 .Casulties – damages  Collision  Fire – explosion  Towing – tugs III .Miscellaneous  Pilot c) SEÇÃO MÉDICA (Instructions) I .Manoeuvres V .Distress signals 2 .Request for Medical assistance . servindo apenas como orientação para o candidato. 2) O Edital do Processo Seletivo indicará as edições dos itens relacionados nesta bibliografia sugerida.Table of signaling flags 4 .ANEXO 2-B  Survivors II .Aids to navigation  Canal – channel – fairway  Dangers to navigation IV .Radiotelephone procedures OBSERVAÇÕES: 1) A bibliografia sugerida não limita ou esgota os assuntos constantes do conteúdo programático.

ANEXO 2-C -2-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

ANEXO 2-D DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO Declaro. para fim de solicitação do Exame de Habilitação para Prático. CIR nº _________________. estando apto a solicitar o Exame de Habilitação para Prático. da ZP ________________________________________. cumpriu junto a esta Entidade de Praticagem o Programa de Qualificação de Praticante de Prático. que o Praticante de Prático _______________________________________________. ____________________________________________________ Assinatura do Representante Legal da Entidade de Praticagem -2-D-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . em conformidade com o previsto nas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC e nas NPCP/NPCF. sendo seu desempenho avaliado como satisfatório.

ANEXO 2-E -2-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

oportunamente. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória.2-F-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. . 2) Após a criação dos portos. Portos e Terminais Interiores Rio de Janeiro 15 10 50 São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 16 17 18 21 22 19 20 10 10 7 7 4 10 2 50 50 40 40 25 50 12 OBS. portos e terminais. Niterói. Sepetiba.: 1) Conforme a alínea a) do item 0238 desta Norma. e Forno. Baixada Santista São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. Ilha Guaíba. 3) Outros portos serão. Tubarão. Açu(2). Rios. Angra dos Reis. Ilha Grande (TEBIG). Praia Mole. acrescentados nas respectivas ZP. incluindo as manobras necessárias para trechos. Barra do Furado(2) e Macaé(2) Santos. o detalhamento do plano de manutenção de habilitação constará das NPCP/NPCF. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro.ANEXO 2-F NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO No MÍNIMO DE FAINAS POR PRÁTICO(1) MÊS SEMESTRE 1 10 2 15 5 35 7 45 9 50 1 6 3 15 2 15 8 45 6 35 2 10 1 10 8 50 6 50 PRATICAGEM Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo ZP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 ZP(3) Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde Itaqui.

in manoeuvers of ________(BERTHING. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. SINGRADURA)_____ _____(discriminar trecho)_____. devidamente identificados: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Ocorrências e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. LEAVING THE WHARF. to be used as a proof to the Brazilian Maritime Authority that the ship _____________IRIN _____________ was attended by the pilot _________________ ________________________________________ which identified himself. ____________________________________ (Place and Date) ___________________________________ (MASTER) -2-G-1NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 2-G MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM Declaro. que o navio __________________________________ IRIN ______________ foi atendido pelo Prático _______________________________________________________ que se identificou. nas fainas de _____(ATRACAÇÃO. Participating in the manoeuvers as assistants the following properly identified pilots: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Comments and additional remarks: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ I affirm the above are all true. ________________________________________ (Local e Data) ________________________________________ (COMANDANTE) BRAZILIAN NAVY HARBOURMASTER’S OF THE STATE OF ______________________ CONFIRMATION OF PILOTING MANOEUVER I declare. no __________(PORTO OU TERMINAL)_________ em _____/_____/_____ no período de _______(HORA) a . DESATRACAÇÃO. Participaram como assistentes os seguintes Práticos. GETTING UNDERWAY OR LEAVING THE HARBOUR)________. in the __________(HARBOUR PIER)_________ in ______/______/______ in the period of ___(TIME)___ to ____________.

no (ATRACAÇÃO. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. ______________________________________ (local e data) ______________________________________ (Prático) -2-H-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . SINGRADURA) (discriminar trecho) __________________________________________ em _____/_____/_____ no período (PORTO OU TERMINAL) de ___________________ a __________________ acompanhadas/realizadas pelo seu (DATA/HORA) Comandante __________________________________________________________ (CATEGORIA E NOME) com a assistência do(s) seguinte(s) Prático(s). devidamente identificado(s): ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Avaliações e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. que o navio _______________________________________ IRIN ____________________ teve suas fainas de ___________________________________________________. DESATRACAÇÃO.ANEXO 2-H MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADA POR COMANDANTE Declaro.

São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. Açu(1). Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória.ANEXO 2-I LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ESTADO ZP ZP(2) LOTAÇÃO Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 21 22 19 20 Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaqui. Sepetiba. Tubarão. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro.2-I-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . . Portos e Terminais Interiores 160 45 36 33 15 04 06 04 18 06 05 33 03 31 65 65 33 13 17 06 26 09 1) Após a criação dos portos. Praia Mole. Barra do Furado(1) e Macaé(1) Santos. oportunamente. e Forno. Ilha Guaíba. Angra dos Reis. Baixada Santista. acrescentados nas respectivas ZP. Niterói. Ilha Grande (TEBIG). 2) Outros portos serão. Rios.

Principais propósitos da informação: (1) Determinar se o profissional Prático avaliado atende aos requisitos mínimos e é capaz fisicamente de efetuar os serviços de Prático. vindo de uma pequena lancha. tem a obrigação de acompanhar a situação médica. por longos períodos de tempo. regularmente.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO SIGILO RESERVADO APÓS PREENCHIDO DOCUMENTO EXIGIDO PELAS NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM NORMAM-12/DPC 1. Caso o médico queira obter maiores informações. Ter agilidade suficiente. muitas vezes. o médico deverá atestar que o Prático é capaz física e mentalmente de atender à demanda do serviço de praticagem. 2.5217. 4. de 11 de dezembro de 1997. observando os seguintes parâmetros: CONDIÇÕES A SEREM OBSERVADAS PELO MÉDICO: 1. Possuir capacidade auditiva adequada. Estar alerta para repentinos e inesperados perigos à navegação e possuir adequada destreza para reagir e manobrar. Rua Teófilo Otoni n 4 . com altura de 66 cm. 3. Rotina a ser cumprida a partir das informações: (1) Este modelo torna-se parte do arquivo de avaliação como prova documental que os requisitos médicos e psicofísicos regulares foram satisfeitos e o profissional Prático é fisicamente habilitado a portar o Competente Certificado. bem como ter resistência e higidez. poderá reportar-se à Diretoria de o Portos e Costas. de maneira que esteja completamente ciente todo o tempo dos possíveis perigos à navegação que possa defrontar. Ser capaz de escalar escadas verticais de degraus íngremes. sino.RJ.Centro . INSTRUÇÕES PARA O MÉDICO CREDENCIADO OU JUNTA DE SAÚDE o A MARINHA DO BRASIL. e ser capaz de ficar em pé. muitas vezes da ordem de seis ou mais conveses para atingir o passadiço. Nesta avaliação. (2) Esta informação torna-se parte documental e está sujeita à revisão pelos órgãos federais competentes. de 18 de maio de 1998. 2. (2) Certificar que a avaliação médica seja conduzida por médico credenciado para verificar as informações necessárias.5208 e Fax (021) 2104.596. gongo ou outro instrumento utilizado -2-J-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . Estar física e mentalmente apto a executar os serviços árduos e muitas vezes perigosos de maneira eficiente e segura. especialmente para perceber e distinguir sons indicadores de nevoeiro. em variadas condições de tempo. passando por portas apoiadas em soleiras. em cumprimento à Lei n 9. e pelas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC. telefones (021) 2104. regulamentada pelo Decreto nº 2. como o apito.5207/2104. 5. para guarnecer navios no mar. vindos de qualquer direção. que podem causar violento deslocamento da embarcação. em média. Ter a visão adequada em ambos os olhos. Estar apto a entrar em compartimentos. de acordo com os parâmetros estabelecidos na NORMAM-12/DPC. do profissional certificado e habilitado como Prático. 3. se livrando desses perigos.537.

de acordo com a anamnese e exame clínico. deverão ser considerados pelo médico examinador. durante todo o tempo em que permanecer a bordo. problemas crônicos de saúde que foram deixados sem tratamento ou ignorados pelo Prático. _________________________________________ Assinatura do Médico e Carimbo com nº de registro no CRM -2-J-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . Durante a avaliação médica do Prático. o médico credenciado deverá sugerir ao Capitão dos Portos da área de jurisdição da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil. 10. que terá liberdade para solicitar quaisquer exames que julgar necessários. É importante ressaltar que o Prático não só tem que zelar pela sua própria segurança. 7. 9. 11. a faixa etária. Caso o prático avaliado não atenda os requisitos mínimos ou apresente condição médica que impeça o exercício da praticagem. Os exames de análises clínicas terão validade de três (03) meses. auxiliar o Comandante do navio na segurança e bem-estar da tripulação e passageiros. desde que não tenham subsidiado avaliação periódica anterior. 6. como também.ANEXO 2-J pelos navios. Não apresentar quaisquer condições que impliquem incapacidade súbita e que requeiram medicação que prejudique o tempo de reação ou julgamento. 8. que possam vir a colocar em risco o navio e tripulação. além das cargas e das embarcações. A solicitação de exames complementares fica a critério do médico credenciado. as exigências do serviço de praticagem e o estabelecido na NORMAM-12/DPC. para estabelecer as condições físicas e mentais do examinado. Cada Prático deve ser avaliado individualmente. As despesas decorrentes da avaliação médica ficam a cargo do Prático ou da empresa de praticagem a qual pertence. Demais exames. para executar uma rápida e correta decisão de manobra em visibilidade restrita. serão observados os padrões e critérios definidos na Seção VIII da NORMAM-12/DPC. No entanto. terão validade a critério do médico avaliador.

ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO CAMPO I (a ser preenchido pelo Prático) IDENTIFICAÇÃO: Nome completo: ____________________________________________________________________ Nº da Carteira de Identidade: ___________________ Órgão emissor:__________________________ CPF: ______________ Data de Nascimento: ___/ ___/ ___ Local de Nascimento: ________________ Endereço completo: _________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: A) O presente Anexo não poderá conter rasuras e os campos não preenchidos deverão ser inutilizados. B) As informações abaixo serão prestadas pelo Prático e preenchidas de próprio punho. datada e assinada. assim como todas as informações a serem por mim prestadas são completas e verdadeiras de acordo com o meu maior conhecimento. tem apresentando alguma dificuldade no desempenho na atividade de praticagem? ( ) Não ( ) Sim* 6) Informações adicionais que julgue de importância para o conhecimento médico considerando as exigências da atividade de praticagem: ________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Eu. __________________________________________________________________. _______________________________ Local e data _____________________________________________ Assinatura do Prático -2-J-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 1) Você faz uso regular (diariamente e prescrita por médico) ou ocasionalmente de alguma medicação para alguma condição de saúde que esteja em tratamento ou investigação? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 2) Você apresenta alguma doença ou condição que julga de importância para o conhecimento do médico avaliador visando a atividade para qual está proposto ou realizando (praticagem)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 3) Você está fazendo algum tratamento médico atualmente? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 4) Você faz uso regular de álcool ou outra substância psicoativa ilícita (drogas)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? ________________________________________________________________________ 5) Desde sua última avaliação médica. Prático da ZP ____ declaro que todas as declarações acima.

O ________ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: ______ % _____ dB Dissil: ______ % _____ dB Limiar do Reconhecimento da Fala (LRF): OE: ______ dB Profissional que realizou o exame com nº do Registro de Classe: ______________________ Data do exame: _____/_____/______ Local do exame: __________________________________________________________ -2-J-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 .O _______ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: _______ % ______ dB Dissil: _______ % ______ dB Limiar de Reconhecimento da Fala (LRF): OD: ______ dB Orelha esquerda: V.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: BIOMETRIA: Peso: ___ (kg) Altura: _____ (cm) Cor dos Olhos: ___________ Cor dos cabelos: ___________ Índice de Massa Corporal (IMC): _______________________ (IMC= Peso/Altura2) Sinais de Identificação: __________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Pressão Arterial: _____________ (mmHg) Frequência cardíaca: ________ (bpm) VISÃO: Acuidade Visual: AV OD sem correção: _________ AV OE sem correção: _________ Uso de lentes corretivas: Par de lentes sobressalentes: ( ) Sim ( ) Sim ( ( ) Não ) Não AV OD com correção: _________ AV OE com correção: _________ Teste de discriminação de cores: ISHIRAHA Nº placas: ____ Nº acertos: ____ Nº erros: ____ Teste complementar de discriminação de cores: Teste utilizado: ___________________________ Resultado para as cores vermelha e verde: _________________ (discrimina/não discrimina) AUDIÇÃO Direita 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 Esquerda Orelha direita: V.A _______ dB V.A ________ dB V.

_____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ -2-J-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 . (**) se necessário para verificar controle metabólico adequado em diabético.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: ANAMNESE: História da Doença Atual (HDA): __________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ História da Patologia Pregressa (HPP): _____________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ MEDICAÇÕES EM USO E DOSES: _________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ EXAME CLÍNICO: Aparelho cardiovascular: __________________________________________________________ Aparelho respiratório: ____________________________________________________________ Abdome e genito-urinário: _________________________________________________________ Esqueleto apendicular: ___________________________________________________________ Neurológico: ____________________________________________________________________ Ginecológico: ___________________________________________________________________ Psiquiátrico: ____________________________________________________________________ Outros: ________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ EXAMES COMPLEMENTARES DE ANÁLISES CLÍNICAS: Hemograma completo com plaquetas: Elementos anormais e sedimentoscopia (EAS) ( ) Normal ( ) Normal ( ) Anormal* ( ) Anormal* Glicose: _________ Hemoglobina glicosilada**: ________ Uréia: _________ Creatinina: _________ Ácido úrico: _________ Colesterol total: _________ HDL colesterol: ________ LDL colesterol: _________ Triglicerídeos: __________ PSA: _________ Outros: ________________________________________________________________________________ (*) a anormalidade encontrada deverá ser anotada abaixo.

ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _______________________________________________ OUTROS EXAMES E RESULTADOS JULGADOS NECESSÁRIOS PELO AVALIADOR: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente pelo médico credenciado): ( ) Apto para a atividade de praticagem. (*) Motivo do declínio: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Nome completo do médico: Nº do Registro do CRM: UF: Telefone de contato: Endereço do consultório: _______________________________________________________ ____________________________________________________________________________ __________________________ Local e data Carimbo _________________________________ Assinatura do Médico -2-J-6- NORMAM-12/DPC Rev 1 . ( ) Deverá ser submetido a avaliação suplementar por JS da MB (declínio)*.

data: ______________________________________________________________ -2-J-7- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _____________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente por JS da MB): ( ) Apto para o serviço de praticagem. ( ) Incapaz temporariamente para o serviço de praticagem. por ______ dias. JS. ( ) Incapaz definitivamente para o serviço de praticagem. CONSIDERAÇÕES TÉCNICO-PERICIAIS A RESPEITO DO LAUDO EXARADO: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ _______________________________________________ Presidente da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) Local.

FRONTAL E DE TOPO -3-A-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL.

ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM ARRANJO GERAL -3-A-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

. __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .. DE ... REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO CERTIFICA-SE que a embarcação abaixo citada está homologada para o Serviço de Praticagem. NOME: NÚMERO E PORTO DE INSCRIÇÃO: EMITIDO EM ... ..............ANEXO 3-B CERTIFICADO Nº ......... na Zona de Praticagem ________________________________________......... (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem....................... DE .

. REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA CERTIFICA-SE que a Atalaia abaixo citada está homologada para operar em proveito do Serviço de Praticagem na Zona de Praticagem .. (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem.... .... DE ......................... __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .. NOME: DATA DE INÍCIO DE OPERAÇÃO: EMITIDO EM ..................................................ANEXO 3-C CERTIFICADO Nº ..............DE ...............

exceto para o trecho considerado facultativo. necessitam apenas solicitar práticos da ZP Fazendinha-Itacoatiara. no rio Pará. Entre o porto de Belém-PA e o porto de Macapá-AP. A praticagem nesta ZP é obrigatória. O canal do Quiriri (ou Marajó) é considerado facultativo.ZP-BELÉM. 2.ZP-FAZENDINHA (AP) . Branco. até a cidade de Tabatinga.ITACOATIARA (AM) Esta Zona de Praticagem está compreendida a partir do paralelo 00º 03´S (Fazendinha-AP) para o interior do rio Amazonas. à navios nacionais e estrangeiros que não transportem carga perigosa. 2 . até as proximidades da bóia nº 19. devendo ser solicitado com antecedência. Negro. O segundo trecho está -4-A-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . O primeiro trecho está compreendido entre o acesso ao canal varrido. Juruá e Iça são considerados hidrovias extensivas desta zona de praticagem. através da região das Ilhas. constituída de todas as suas hidrovias. pois ambas as praticagens estão habilitadas para as manobras necessárias. o canal Sul e os acessos às regiões das Ilhas e Estreitos. tendo em vista a existência de balizamento (de acordo com o Aviso Permanente no 065/02 da DHN). Japurá. portos e terminais. Entre o porto de Macapá-AP e a cidade de Itacoatiara-AM. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Neste trecho. Os rios Madeira. Acre. O canal Norte do rio Amazonas (do mar para o interior). Os navios que zarpam do porto de Itacoatiara-AM ou terminais. A hidrovia básica da Zona de Praticagem é do través da cidade de Itacoatiara até o porto de Tabatinga. a partir da Ilha de Mosqueiro-PA. ou pelo canal do Espadarte.ANEXO 4-A RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM 1 . Os serviços neste trecho da ZP são obrigatórios. bem como os rios Jarí. fundeadouro do Capim e o porto de Vila do Conde. As hidrovias principais de praticagem dessa ZP são: 1. Xingu. em demanda à foz do rio Amazonas. Entre o porto de Belém-PA e a cidade de Itacoatiara-AM. e 3. o Serviço de Praticagem está disponível ao navegante em caráter facultativo.TABATINGA (AM) Essa Zona de Praticagem está compreendida a partir do través da cidade de Itacoatiara à montante para o interior. deverão efetuar a troca de prático. 3 . Tocantins. a partir da bóia número 02 do canal Grande do Curuá até o paralelo 00º 03’S. nas proximidades da bóia nº 1. Purus. No trecho compreendido entre o acesso pela barra norte. Somente os navios que estejam passando ao largo de Itacoatiara. ou o acesso pela região dos estreitos a sudoeste da Ilha de Marajó. Os navios que demandam o porto de Itacoatiara-AM ou terminais existentes naquela cidade não necessitam trocar de prático. a partir dos pontos de espera de prático situados à jusante da extremidade externa do banco Xingu e Cabeço do Norte e do situado à jusante do Baixo Espadarte. através da região das Ilhas. até o porto de Belém. até a cidade de Itacoatiara-AM. os serviços de praticagem estão disponíveis ao navegante em caráter facultativo. Tapajós e Trombetas são considerados hidrovias extensivas desta ZP. COMPLEXO PORTUÁRIO VILA DO CONDE E ADJACÊNCIAS (PA) Compreende o acesso pelo canal do Quiriri (ou Marajó). ALUMAR E PONTA DA MADEIRA (MA) Esta ZP está dividida em dois trechos. aí incluídos os acessos pelo canal Sul até a cidade de Itacoatiara-AM.ZP-ITACOATIARA (AM) . que não forem atracar naquele porto ou terminal da Hermasa. 4 .ZP-ITAQUI.

até o local de atracação.3 milhas náuticas a NE da bóia nº 19. com centro no Farolete Sul do quebra-mar sobre o banco do Inglês a qualquer ponto do interior do porto. 11 . Para Suape.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. PORTOS E TERMINAIS DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS (BA) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. TEMADRE e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos.ANEXO 4-A compreendido entre as proximidades da bóia nº 19 e os terminais. USIBA.ZP-REDES E TERMINAL MARÍTIMO INÁCIO BARBOSA (TMIB) (SE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.ZP-RECIFE E SUAPE (PE) Para Recife. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem é facultativa para as embarcações nacionais e estrangeiras.ZP-ILHÉUS (BA) Dos pontos de espera de prático até os locais de atracação. que entrem na Baía de Todos os Santos em demanda ao fundeadouro de Monte Serrat ou que suspendam desse fundeadouro para sair em direção a barra.ZP-MACEIÓ E TERMINAL QUÍMICO (AL) Do ponto de espera de Prático até o local da atracação. a praticagem é obrigatória a partir do ponto situado a 2. 7 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. 10 . -4-A-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . a área limitada por uma circunferência de uma milha de raio. 6 . 13 .ZP-SALVADOR. 12 . 8 . São Roque.ZP-NATAL (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem é obrigatória nos terminais de Aratu. 9 . A praticagem nesta ZP é obrigatória.” 5 . Dow Química. de qualquer arqueação bruta. OBS: Para navios com TPB superior a 100.ZP-AREIA BRANCA (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. a partir do alinhamento da ponta do quebra-mar e a ponta do Cabo de Santo Agostinho. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória. sendo o Serviço de Praticagem de caráter obrigatório. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-CABEDELO (PB) Do ponto de espera do prático até o local de atracação.ZP-FORTALEZA e PECÉM (CE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória.

ANEXO 4-A 14 . A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória. demandando os portos de Paranaguá. Terminais da PETROBRAS. PRAIA MOLE. Catalini e FOPAR pelo canais Sueste ou da Galheta até os locais de atracação. NITERÓI. SÃO SEBASTIÃO E TERMINAL MARÍTIMO ALMIRANTE BARROSO (TEBAR) (SP) a) Santos Do paralelo 24o 00’ 33”S até o local de atracação. Ponta do Felix. b) São Sebastião e TEBAR I) Pela entrada Norte Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas Lat. 15 . Long. Pela entrada Oeste. A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória.ZP-SÃO FRANCISCO DO SUL (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Pela entrada Leste.ZP-VITÓRIA. ILHA GUAÍBA. 23º 43’ 18”S. b) Sepetiba. do alinhamento entre a Ilha Deserta e o Lago do Jerônimo. SEPETIBA. b) Barra do Riacho Do ponto de espera de prático até o local de atracação.Ilha da Mãe e ponta de Itaipu para o interior da Baía de Guanabara. BAIXADA SANTISTA. A praticagem nesta ZP é obrigatória. c) Forno Do alinhamento da Ilha dos Porcos com a parte central da Ilha de Cabo Frio até o local de atracação.t 23º 53’ 36”S. II) Pela entrada Sul Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas La. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Antonina. 045º 21’ 18” W até os locais de atracação.ZP-PARANAGUÁ E ANTONINA (PR) Do ponto de espera de prático. 045º 20’ 12”W e Lat. Ilha Guaíba. A praticagem no porto desse trecho é obrigatória. ILHA GRANDE (TEBIG). 045º 29’ 00” W até os locais de atracação. 18 .ZP-RIO DE JANEIRO. BARRA DO RIACHO E UBU (ES) a) Vitória. 045º 28’ 00”W e Lat. TUBARÃO. 17 . Long. c) Ubu Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Tubarão e Praia Mole Área compreendida entre os alinhamentos do meridiano 040º 14’ 00”W e paralelo 20º 20’ 00”S para o interior até os locais de atracação. 23º 43’ 00”S. A praticagem nesta ZP é obrigatória. do alinhamento entre a Ilha das Palmas e a Ponta Grossa da Marambaia para o interior das Baías de Sepetiba e da Ilha Grande. 23º 52’ 42”S. para o interior da Baía da Ilha Grande.ZP-SANTOS. Long. A praticagem nesta ZP é obrigatória. ANGRA DOS REIS E FORNO (RJ) a) Rio de Janeiro e Niterói Dos alinhamentos da ponta de Copacabana com a Ilha do Pai. excetuando o fundeadouro no 4. 16 . Long. -4-A-3NORMAM-12/DPC Mod 1 . Ilha do Pai .

ZP-ITAJAÍ E NAVEGANTES (SC) Do ponto de espera de Prático. demandando os portos de Itajaí. 22 . Dow Química. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-LAGOA DOS PATOS.RS. bem como para aqueles que vindos desses portos/terminais com destino ao Porto Novo. Para os navios que deixem o Porto Novo. PORTOS E TERMINAIS INTERIORES (RS) Do ponto de espera de prático. Navegantes. as manobras de desatracação/atracação em Rio Grande (Porto Novo) poderão ser feitas pelos Práticos da Lagoa dos Patos. a Lagoa dos Patos e terminais interiores. em Rio Grande . com destino ao porto de Porto Alegre e demais portos/terminais interiores.ANEXO 4-A 19 . e demais terminais no interior do Rio Itajaí-Açu (SC) até o local de atracação. -4-A-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Terminais da Shell.ZP-RIO GRANDE (RS) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Liquigás. 20 .ZP-IMBITUBA (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. até a atracação nos portos e terminais existentes. BRASKARNE. RIOS. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 21 . estabelecido no ANEXO 4-B destas Normas.

que demandem o Rio Pará. 3 Porto de Belém. que demandem o Rio Pará. basicamente originários de portos brasileiros. Ponto de embarque para navios com TPB superior a 100. 01º 06’ 00” S 048º 29’ 30” W MA 02º 28’ 54” S 044º 22’ 12” W 4 Itaqui. 00º 17´00“S 047º 49’ 00” W Ponto nº 01 – navios vindos das direções norte e oeste. nas proximidades da bóia nº 19. Porto de Belém. Navios provenientes de alto-mar. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. que não tenham recebido prático para o trecho facultativo.5 milhas. recebem prático ao largo da Vila do Mosqueiro. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. Ponto de embarque para navios com calado inferior a onze metros. 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 01º 13’ 00” N 049º 34’ 30” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 04’ 00” S 051º 06’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 01’ 00” N 051º 01’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara Itacoatiara x Tabatinga AP - - 2 AM - - 3 Porto de Belém. troca de práticos em Icoaraci.Praticagem facultativa. aos 146º verdadeiros.ANEXO 4-B PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE LONGITUDE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Proximidades da Bóia no 2 do Canal Grande do Curuá . ao largo de Fazendinha nas proximidades da Igreja de Fazendinha marcando o Farolete Santana Leste aos 253o verdadeiros e na distância de 1. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. proximidades da bóia no 19. 3 00º 24’ 30” S 047º 46’ 00” W Ponto nº 02 – navios vindos da direção leste.5 milha ao Sul da Igreja da Fazendinha. Ponto de desembarque para todos os navios. Navios provenientes do alto-mar. Navios que necessitem parar nas proximidades de Santana e Macapá e aqueles que devam permanecer fundeados mais do que o tempo necessário para receber visitas das autoridades e os práticos.2 milhas ou 0. Alumar e Ponta da Madeira MA 02º 26’ 00” S 044º 20’ 36” W MA 02º 31’ 30” S 044º 23’ 06” W -4-B-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 . O prático deverá embarcar nas proximidade do porto de Itacoatiara. Navios provenientes de Belém ou Vila do Conde. nas proximidades da Ponta do Pinheiro. marcando o farol Ponta do Chapéu Virado. na distância de 2.

Tubarão. 14 Vitória. Para navios com calado inferior a 9 metros.ANEXO 4-B ZP 5 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE CE 03º 40’ 18” S LONGITUDE 038º 29’ 30” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Para navios com calado superior a 9 metros. Vitória. Tubarão. Terminal (TMIB).Porto do Mucuripe Fortaleza . Marítimo Estaleiro no 11 SE 10º 51’ 00” S 036º 54’ 00” W Inácio Barbosa 12 Salvador. 14 15 ES RJ 20º 46’ 24” S 22º 58’ 24” S 040º 32’ 33” W 041º 59’ 06” W -4-B-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Fortaleza . Praia Mole e seguintes terminais: Granéis líquidos. cais do ES Paul e Capuaba.Porto do Mucuripe Porto do Pecém Areia Branca (Termisa) Natal Cabedelo Recife Recife Suape Maceió e Terminal Químico Aracajú e Barra dos Coqueiros Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 5 5 6 7 8 9 9 9 10 CE CE RN RN PB PE PE PE AL 03º 41’ 40” S 03º 28’ 30” S 04º 43’ 36” S 05º 44’ 48” S 06º 56’ 00” S 08º 02’ 17” S 08º 04’ 09” S 08º 23’ 03” S 09º 42’ 03” S 038º 29’ 52” W 038º 47’ 48” W 036º 55’ 36” W 035º 10’ 30” W 034º 48’ 00” W 034º 50’ 32” W 034º 50’ 56” W 034º 55’ 57” W 035º 44’ 22” W Canal de Olinda. UBU Forno 20º 19’ 34” S 040º 15’ 16” W Porto de Vitória. 11 SE 10º 58’ 54” S 036º 59’ 25” W Terminais. Canal do Sul de Recife. Carvão e produtos siderúrgicos. Praia Mole. Hidrovias e Estuário do Rio Sergipe. Portos e Terminais da BA Baía de Todos os Santos Ilhéus Barra do Riacho BA ES 12º 59’ 00” S 038o 33’ 00” W 13 14 14º 45’ 53” S 19º 50’ 30” S 039º 01’ 28” W 040º 02’ 00” W Porto do Malhado. Suape. 14 ES 20º 20’ 00” S 040º 14’ 12” W Terminais de Tubarão e Praia Mole.

TECON. 15 Rio de Janeiro. 16 SP 23º 42’ 00” S 045º 21’ 00” W Entrada Norte.Francisco. 26º 55’ 00” S 048º 34’ 30” W -4-B-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Ponte do Thun e Texaco Sepetiba. Niterói e seguintes terminais: Exxon. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Sepetiba. 16 SP 23º 53’ 30” S 045º 29’ 30” W Entrada Sul. Catalini e Ponta do Felix São Francisco do Sul SC 24º 00’ 33” S 046º 20’ 12” W 17 25º 38’ 38” S 048º 15’ 06” W 18 26º 12’ 00” S 048º 28’ 06” W 21 Itajaí.ANEXO 4-B ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE 22º 56’ 30” S LONGITUDE 043º 08’ 24” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Navios que demandam o canal de Santa Cruz (calado inferior a 12. Dow Química. Shell. RJ Manguinhos. Shell. Dow SP Química.5m). Antonina e seguintes PR terminais: Petrobrás. Navegantes. 16 Porto de Santos. Ilha Guaíba (MBR). S. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis São Sebastião e TEBAR São Sebastião e TEBAR 22º 59’ 48” S 043º 08’42” W Navios que demandam o canal de Contuduba. Teaçu. Terminais: Codesp. Libra. Liquigás SC e terminal da Braskarne e demais terminais do Rio Itajaí-Açu. Esso. Cutrale. Cosipa. Ilha d`Água e Redonda.Cargill. ABTL e demais terminais da Baixada Santista Paranaguá. Armazens Gerais. Ilha Guaíba. 15 RJ 23º 08’ 36” S 044º 04’ 36” W Entrada Leste. Ultrafértil. 15 RJ 23º 11’ 24” S 044º 24’ 48” W Entrada Oeste.

ANEXO 4-B ZP 22 19 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE SC RS 28º 12’ 32” S 32º 14’ 02” S LONGITUDE 048º 38’ 44” W 051º 58’ 05” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Imbituba Portos e terminais do interior da ZP Lagoa dos Patos. Portos e Terminais Interiores 20 RS 32º 03’ 21” S 052º 03’ 12” W -4-B-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Rios.

ANEXO 4-C ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA ZP 1 2 3 Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaquí 4 Alumar Ponta da Madeira Fortaleza 5 Pecém 6 7 8 9 Suape Maceió 10 Terminal Químico Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 11 Redes Salvador Aratú São Roque 12 Usina Siderúrgica da Bahia (USIBA) Dow Química Alves Câmara (TEMADRE) e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos 13 Ilhéus BA SE AL Areia Branca (TERMISA) RN Natal Cabedelo Recife PE PB CE MA TRECHO/PORTO/TERMINAL Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Belém PA ESTADO AP/AM AM -4-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

Itajaí.ANEXO 4-C ZP TRECHO/PORTO/TERMINAL Vitória Tubarão 14 Ubu Barra do Riacho Praia Mole Rio de Janeiro Niterói 15 Forno Ilha Grande (TEBIG) Sepetiba/Ilha Guaíba/Angra dos Reis TEBAR 16 São Sebastião Santos e Baixada Santista Paranaguá e demais terminais 17 Ponta do Félix Antonina 18 São Francisco do Sul 0402 . Navegantes e demais terminais situados no interior do Rio Itajaí-Açu 21 Shell Dow Química Liquigás 22 19 Imbituba Rio Grande Santa Clara Canoas/Tergasul 20 Pelotas Porto Alegre RS SC PR SP RJ ES ESTADO -4-C-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

de acordo com o Aviso Permanente nº 065/2002 da DHN. EXCEÇÕES 01 AP 03 PA Navios nacionais e estrangeiros que transportem carga perigosa têm praticagem obrigatória. Trecho do Canal do Quiriri (ou Marajó). 12 BA Trecho de acesso à Baía de Todos os Santos vindo do mar.ANEXO 4-D TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZP ESTADO TRECHO/PORTO/TERMINAL Trecho compreendido desde a Bóia nº 2 do Canal Grande do Curuá até o través da cidade de Fazendinha (AP) – Barra Norte. -4-D-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 . até as proximidades da bóia nº 19. Navios com calado igual ou superior a 11 m ou TPB superior a 100.3 MN a NE da bóia nº 19. 04 MA Trecho compreendido entre o acesso ao canal varrido.000 têm praticagem obrigatória a partir do ponto situado a 2. tendo em vista a existência de balizamento. conforme discriminado no Anexo 4-B. nas proximidades da bóia nº 1. demandando o fundeadouro de Monte Serrat ou trecho inverso.

de acordo com o preconizado no item 0406. no mínimo. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem.FACULTATIVO O . DGPS. Lagoa dos Patos e Bacia Amazônica O (constituída de todas as suas hidrovias e portos. Legenda: F . conforme previsto no item 0404. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. e estar com o AIS ativo. obrigatoriamente. (5) As embarcações de bandeira peruana e colombiana. (exceto abrangendo os rios embarcação tributários e confluentes empregada na dos rios Amazonas e pesca) Solimões. (6) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo e tenha sido realizado adestramento com Prático de. O F O O F Observações: (1) Este quadro não é aplicável às embarcações classificadas para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. (3) Exceto as contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros.ANEXO 4-E QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ARQUEAÇÃO BRUTA Até 2000 TIPO DE NAVIO Qualquer tipo Embarcação empregadas em navegação de apoio marítimo com AB até 3000 Embarcações engajadas em operação de dragagem ÁREA Qualquer BANDEIRA BRASILEIRA ESTRANGEIRA F(2) O (3) (5) Qualquer F(2) (4) O (2) (3) (4) Qualquer F (2) (6) O (2) (3) (6) Acima de 2000 Demais navios Rio Guaíba. propulsão azimutal ou similares. cinco navegações de praticagem.OBRIGATÓRIO -4-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . (4) Possuam equipamento auxiliar de manobra. Trechos facultativos de ZP obrigatória (ANEXO 4-D). em território nacional). “stern thruster”. conforme previsto no item 0404. (2) As com praticagem facultativa devem. tal como: “bow thruster”. Portos e terminais de ZP Obrigatória (ANEXO 4-C).

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