M MA RI IN DO BR AS SI AR NH OB RA IL HA L AD D RE ET RI IA AD DE PO RT TO EC AS S IR TO EP OR OS OR SE CO DI OS ST TA

N NO MA SD AU UT ID DE MA RÍ ÍT OR AS TO DA EM AR TI RM DA OR AD IM AA RI MA A P PA AR RA AO OS SE ER RV VI IÇ ÇO OD DE EP PR RA AT TI IC CA AG GE EM M

NORMAM-12/DPC 1ª REVISÃO

-2 20 01 11 1-

NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM FOLHA DE REGISTRO DE MODIFICAÇÕES

NÚMERO DA MODIFICAÇÃO

EXPEDIENTE QUE A DETERMINOU E RESPECTIVA DATA

PÁGINAS AFETADAS

DATA DA ALTERAÇÃO RUBRICA

Mod 1

Folha de Rosto, Item 0109, 0210, Portaria nº 100/DPC, de 0212, 0223, 19 de maio de 2011 0231, 0248, Anexos: 2-I, 4-A, 4-B, 4-D, Portaria nº 206/DPC, de 30 de setembro de 2011 Portaria nº 95/DPC, de 23 de maio de 2012 -3-3-4-20201, 0202, 0205, 0207, 0208, 0213, 0214, 0215, 0216, 0217, 0218, 0219, 0220, 0222, 0223, 0224, 0404, An 2-F e An 2-I

20/05/2011

Mod 2 Mod 3

11/10/2011 30/05/2012

Mod 4

Portaria nº 202/DPC, de 5 de outubro de 2012

08/10/2012

- II -

NORMAM-12/DPC

ÍNDICE Páginas Folha de Rosto .............................................................................................................. I Registro de Modificações .............................................................................................. II Índice ............................................................................................................................. III CAPÍTULO 1 SEÇÃO I 0101 0102 0103 0104 SEÇÃO II 0105 0106 0107 0108 0109 0110 0111 0112 0113 0114 0115 0116 0117 0118 0119 0120 0121 0122 CAPÍTULO 2 SEÇÃO I 0201 0202 0203 0204 0205 0206 0207 0208 0209 0210 0211 0212 0213 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM INTRODUÇÃO PROPÓSITO...................................................................................... APLICAÇÃO....................................................................................... COMPETÊNCIA................................................................................. ABREVIATURAS ............................................................................... DEFINIÇÕES ATALAIA ............................................................................................ CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO ............................. CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA ................ ENTIDADE DE PRATICAGEM .......................................................... ENXÁRCIA......................................................................................... FAINA DE PRATICAGEM .................................................................. HABILITAÇÃO DE PRÁTICO............................................................. IMPRATICABILIDADE ....................................................................... LANCHA DE PRÁTICO...................................................................... MANOBRAS DE PRATICAGEM ........................................................ NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM...................................................... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO .................................................. PRATICANTE DE PRÁTICO.............................................................. PRÁTICO ........................................................................................... REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ......... SERVIÇO DE PRATICAGEM ............................................................ ZONA DE PRATICAGEM (ZP)........................................................... DOS PRÁTICOS DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ........................................................................................... REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO...... VAGAS............................................................................................... ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM...................................... INSCRIÇÕES..................................................................................... ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO............................................... PROVA ESCRITA (1ª ETAPA ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS, SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA - ELIMINATÓRIA) .. APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS ............................................. DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS........................................................... DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO. TÍTULOS ............................................................................................ SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) ...................................... - III -

1-1 1-1 1-1 1-1

1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-3 1-3 1-3 1-3 1-3

2-1 2-1 2-2 2-2 2-2 2-2 2-2 2-3 2-3 2-3 2-3 2-3 2-4

NORMAM-12/DPC Rev 1

0214 0215 0216 0217 0218 0219 0220 0221 SEÇÃO II 0222 0223 0224 SEÇÃO III 0225 0226 0227 -

TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA ..................................................... PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA - CLASSIFICATÓRIA) .................. PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA - ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... CLASSIFICAÇÃO FINAL ................................................................... DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM ................................................................ HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO.......................................................................................... CONVOCAÇÃO ................................................................................. VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO ...........................................

2-6 2-7 2-7 2-7 2-7 2-8 2-8 2-8

DA CERTIFICAÇÃO, DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO CERTIFICAÇÃO ................................................................................ 2-9 QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO............................ 2-10 EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO .................................... 2-10 DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ORGANIZAÇÃO................................................................................. 2-12 ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ............. 2-12 ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ..................................................................................... 2-13 DOS DEVERES DOS DEVERES DO PRÁTICO .......................................................... DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO ............................ DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO ................................................................... CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS ...................................................... DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE........................................ IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO ......................... IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO .................. RECUSA ............................................................................................

SEÇÃO IV 0228 0229 0230 0231 0232 0233 0234 0235 SEÇÃO V 0236 0237 SEÇÃO VI 0238 0239 0240 0241 SEÇÃO VII 0242 0243 0244 -

2-14 2-15 2-15 2-16 2-16 2-16 2-16 2-17

AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO DO PRÁTICO..................................................................................... 2-17 DO PRATICANTE DE PRÁTICO ....................................................... 2-18 DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS .. AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ RECUPERAÇÃO DE HABILITAÇÃO.................................................

2-18 2-18 2-19 2-19

HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO HABILITAÇÃO ................................................................................... 2-19 DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS ................................................. 2-19 PROCEDIMENTOS ........................................................................... 2-19 - IV NORMAM-12/DPC Rev 1

..................................................................................................... RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM......................................................................................... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO ..... 3-4 HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA................................................................... LANCHA DE APOIO E ATALAIA LANCHA DE PRÁTICO CARACTERÍSTICAS ................................................................................................................................. 3-5 DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZONA DE PRATICAGEM...................... QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO ........................ PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO ............................................ IDENTIFICAÇÃO VISUAL................................................................................................................ DOTAÇÃO ............................ HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO .................. 4-1 4-1 4-1 4-1 4-2 4-2 CAPÍTULO 5 0501 0502 - PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM FIXAÇÃO DOS PREÇOS............................................... 3-3 DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA ................ LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM EMPREGO.............................................................................................. 2-20 EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO ................................................................................................... DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS......................................................................... 2-20 LOTAÇÃO E EFETIVO ...................... 2-26 DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS ....... 5-1 NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ .......................................................................... EXTINÇÃO DE ZP ............SEÇÃO VIII 0245 0246 0247 SEÇÃO IX 0248 SEÇÃO X 0249 SEÇÃO XI 0250 CAPÍTULO 3 SEÇÃO I 0301 0302 0303 0304 0305 0306 0307 SEÇÃO II 0308 0309 0310 0311 0312 SEÇÃO III 0313 0314 0315 CAPÍTULO 4 0401 0402 0403 0404 0405 0406 - DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP............ DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS........................ IDENTIFICAÇÃO VISUAL....................CONAPRA ............ 5-1 -VNORMAM-12/DPC Rev 1 .....................................................................CONAPRA CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ............ QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO ............... 2-21 DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ........................... EMPREGO....................................... 2-20 ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM ...................... 2-26 LANCHA DE PRÁTICO........ HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM. 3-1 3-1 3-1 3-2 3-2 3-2 3-2 3-3 3-3 3-3 3-3 3-3 ATALAIA ESTRUTURA OPERACIONAL ....... SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS......................................................................................

.... 4-D-1 QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM .......... FRONTAL E DE TOPO .................... 2-A-1 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ............ 4-E-1 ................... 4-C-1 TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM....... 4-A-1 PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO .................................................................. 3-A-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO .................................... 2-D-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO............................ 2-E-1 NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ........ 2-B-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO .........ANEXOS: 2-A - 2-B - 2-C 2-D 2-E 2-F 2-G 2-H 2-I 2-J 3-A 3-B 3-C 4-A 4-B 4-C 4-D 4-E - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ...........................................VI - NORMAM-12/DPC Rev 1 .. 2-J-1 LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL........ 2-C-1 DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO ............................................... 2-G-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADAS POR COMANDANTE .................... 3-C-1 RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM ........................ 2-F-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM ....................... 3-B-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA......... 4-B-1 ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA........................................................................... 2-I-1 LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO.................................................................................. 2-H-1 LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM .............................................................

SEÇÃO II DEFINIÇÕES 0105 . estabelecer as Zonas de Praticagem (ZP) em que a utilização do Serviço é obrigatória ou facultativa e especificar as embarcações dispensadas de utilizar o Serviço de Praticagem.APLICAÇÃO Estas Normas aplicam-se a todos os Serviços de Praticagem e.CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Praticante de Prático em uma determinada ZP. as abreviaturas abaixo representam: 1) AG .CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Prático de uma determinada ZP.CAPÍTULO 1 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM SEÇÃO I INTRODUÇÃO 0101 . Também é denominada de Estação de Praticagem.Diretoria de Portos e Costas ou Diretor de Portos e Costas. de maneira especial. 0104 . regulamentar o Serviço de Praticagem. que congrega Práticos brasileiros.Capitania dos Portos ou Capitão dos Portos. aos Práticos. 0107 .Agência da Capitania dos Portos ou Agente da Capitania dos Portos. como Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário.Normas e Procedimentos da Capitania Fluvial. controlar e apoiar o atendimento do Prático à embarcação em uma Zona de Praticagem (ZP).Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos. 0103 . sem fins lucrativos. 5) NPCP .COMPETÊNCIA Compete à Diretoria de Portos e Costas.ABREVIATURAS Nestas Normas. 0106 . coordenar. 0108 . 4) DPC .Delegacia da Capitania dos Portos ou Delegado da Capitania dos Portos. 0102 . 6) NPCF .ATALAIA É a estrutura operacional e administrativa organizada de formar a prover.CONAPRA É uma associação profissional. aos Praticantes de Prático e aos usuários do Serviço de Praticagem.PROPÓSITO Estabelecer normas para o Serviço de Praticagem nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB). 3) DL . tendo por finalidade representá-los perante autoridades governamentais e -1-1NORMAM-12/DPC Mod 1 .CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . 2) CP .

estabelecida no Plano de Manutenção da Habilitação elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. b) A manutenção da habilitação requer a execução de uma quantidade mínima. 0114 .HABILITAÇÃO DE PRÁTICO a) É o nível mínimo de capacitação técnica exigida de um Prático. É reconhecido pela Autoridade Marítima como Órgão de Representação Nacional de Praticagem. 0110 .NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. quando executadas com a assessoria de Prático. constituída sob qualquer das formas previstas no caput do art. entrar/sair de dique/carreira e alar ao cais. 0115 .Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). fundear/suspender.PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO É o ponto estabelecido em coordenadas geográficas na ZP.MANOBRAS DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. o estado mar. 0116 . de fainas de praticagem.FAINA DE PRATICAGEM a) Para efeito destas Normas. -1-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . mensal e semestral. 13 da Lei nº 9. o tráfego de embarcações e/ou o embarque/desembarque do Prático. possuindo as tarefas específicas previstas nestas Normas e em outros documentos emitidos pela DPC. 0113 . de 11/12/1997 .entidades representativas de setores do meio marítimo nas questões ligadas à Praticagem. para ser empregada no deslocamento e no transbordo do Prático para o embarque/desembarque na embarcação. onde é efetuado o embarque/desembarque do Prático por ocasião do início ou fim de uma faina de praticagem.ENTIDADE DE PRATICAGEM Termo de uso geral empregado para designar cada organização que congrega Prático(s) na ZP. desaconselhando a realização de fainas de praticagem. são as manobras de atracar/desatracar.ENXÁRCIA É a estrutura fixa instalada na proa da Lancha de Prático que tem como propósito auxiliar o embarque/desembarque do Prático na embarcação. acidentes ou fatos da navegação ou deficiências técnicas implicam em inaceitável risco à segurança da navegação. b) A faina de praticagem é computada para efeito da manutenção da habilitação do Prático e do cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. amarrar à bóia/largar da bóia. é a navegação realizada no interior de uma ZP com assessoria de um ou mais Práticos embarcados.537. 0117 .IMPRATICABILIDADE É a situação que se configura quando as condições meteorológicas. 0111 . é a atividade que envolve a realização de manobra(s) de praticagem e/ou navegação de praticagem em uma ZP.LANCHA DE PRÁTICO É a embarcação homologada pelo CP com jurisdição sobre a ZP. 0112 . 0109 .

0120 . 0121 . selecionado por meio de Processo Seletivo conduzido pela DPC.ZONA DE PRATICAGEM (ZP) É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações.0118 . requeridas por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. Compete à DPC estabelecer as ZP.PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante que presta Serviços de Praticagem embarcado. caberá à CP a sua designação. Quando houver mais de uma Entidade de Praticagem em uma determinada ZP. será aquele indicado por consenso entre as existentes. portador do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático e aspirante à categoria de Prático.PRATICANTE DE PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante. exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de Serviço de Praticagem para essa área. de Lancha de Prático e de Atalaia. 0122 . Não havendo consenso. -1-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 . 0119 .REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM É o Prático dirigente da Entidade de Praticagem que reúne todo o efetivo de Práticos de uma ZP e que representa a Praticagem junto à CP. É constituído de Prático.SERVIÇO DE PRATICAGEM É o conjunto de atividades profissionais de assessoria ao Comandante.

Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas. c) O Praticante de Prático e o Prático não são militares ou servidores/empregados públicos. g) Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). do número de vagas previsto no seu Edital. assim como não exercem função pública. na qualidade de Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário e no exercício da atribuição de regulamentar o Serviço de Praticagem. c) Ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4 (quatro). ou pertencer ao Grupo de Amadores. inicial e exclusivamente. Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC). § 1º. é um Processo Seletivo reservado ao preenchimento. tão somente. não sendo o concurso público de que trata o Art. incisos I e II da Constituição Federal).CAPÍTULO 2 DOS PRÁTICOS SEÇÃO I DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO 0201 . inclusive conforme a correspondência com as categorias profissionais estabelecida nas “Normas da Autoridade Marítima para Amadores. da Constituição Federal. i) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição. para candidatos do sexo masculino (Art. b) Possuir curso de graduação (nível superior) oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação e concluído até data estabelecida no Edital. 37. Ademais. h) Possuir documento oficial de identificação válido e com fotografia.REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO a) Ser brasileiro (ambos os sexos). o qual poderá incluir as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. f) Estar quite com as obrigações eleitorais (Art. elaborar e divulgar o Edital e executar o Processo Seletivo. d) Não ser militar reformado por incapacidade definitiva ou civil aposentado por invalidez. doravante denominado Processo Seletivo. por meio de Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático.Lei do Serviço Militar). não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. determinar a época de realização. e j) Cumprir as normas e instruções estabelecidas para o Processo Seletivo. Prático ou Praticante de Prático até data estabelecida no Edital. 0202 . no mínimo na categoria de Mestre-Amador.PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO a) O preenchimento de vaga de Prático em Zona de Praticagem (ZP) dar-se-á. O Processo Seletivo. 14º. b) Cabe à DPC. 2º da Lei nº 4375/64 . -2-1- NORMAM-12/DPC Mod 4 . o número de vagas por ZP a ser preenchido. portanto. II. o qual será regido pelas presentes normas e detalhado por Edital específico a ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) e na página da DPC na Internet. e) Estar em dia com as obrigações militares. até a data de encerramento das inscrições. com idade mínima de 18 (dezoito) anos completados até data estabelecida no Edital.

c) Correrão por conta do candidato todas as despesas inerentes à participação no Processo Seletivo. mas não se classificar entre o número de candidatos a serem convocados para a 2ª etapa do Processo Seletivo. c) Embora essa bibliografia constitua apenas simples sugestão. poderá ser facultado ao candidato optar por concorrer para mais de uma ZP. podendo ser alterada no Edital. 0206 . os resultados das 4 (quatro) etapas e a Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. para efeito das provas escrita e prático-oral. tratados nos itens 0223 e 0224. Seleção Psicofísica e Teste de Suficiência Física (eliminatória). ser oferecida(s) vaga(s) decorrente(s) da seleção de candidato(s) que seja(m) Praticante(s) de Prático ou Prático(s).VAGAS a) O Edital estabelecerá o número de vagas por ZP. e 4) 4ª etapa .ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO a) O Processo Seletivo será constituído de quatro (4) etapas: 1) 1ª etapa .0203 . poderão ser acrescidos.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) A prova escrita versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A. no transcorrer do Processo Seletivo. b) O Anexo 2-B contém a bibliografia sugerida. de títulos e prático-oral será definido no Edital. os quais. alterados e/ou atualizados no Edital. considerando que o conhecimento da língua inglesa é imprescindível para a prestação do Serviço de Praticagem. b) A critério da DPC. 3) 3ª etapa . poderá(ão). não limitando ou esgotando os assuntos constantes do conteúdo programático. Caso seja facultado. d) Não integram o Processo Seletivo: a Qualificação do Praticante de Prático e o Exame de Habilitação para Prático. serão consideradas. b) O número de pontos ou o peso atribuído a cada uma das provas escrita. f) Será eliminado do Processo Seletivo o candidato que na prova escrita obtiver: 1) Grau inferior à metade do valor atribuído à prova.INSCRIÇÕES a) A inscrição será obrigatória para todos os candidatos. respectivamente. no entanto. servindo apenas como orientação para os candidatos. no DOU e na sua página na Internet. 0207 .PROVA ESCRITA (1ª ETAPA . d) A prova escrita poderá conter textos e/ou questões redigidos em português e/ou em inglês. b) A divulgação do período de inscrições será feita por meio do Edital. ou 2) Grau igual ou superior à metade do valor atribuído à prova. as regras para a apresentação da(s) opção(ões) e os critérios para a distribuição dos candidatos classificados pelas ZP serão divulgados no Edital.Prova de Títulos (classificatória). assim como as relativas à apresentação na ZP para onde vier a ser distribuído e sua manutenção até a habilitação como Prático. e) A prova escrita será realizada no(s) local(is) indicado(s) pela DPC. c) A DPC publicará.ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM No caso de oferecimento de vagas em mais de uma ZP em um mesmo Processo Seletivo. as edições mencionadas no Edital ao lado de cada item relacionado. 0205 .Prova Prático-Oral (eliminatória e classificatória). 2) 2ª etapa . -2-2NORMAM-12/DPC Mod 4 . 0204 .Prova Escrita (eliminatória e classificatória).Apresentação de Documentos.

SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA . entenda não preencher os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. à vista dos documentos apresentados. h) Os candidatos não eliminados serão relacionados em ordem decrescente do grau obtido na prova escrita. dos seguintes documentos: 1) Dados cíveis e criminais. c) Compete ao Diretor de Portos e Costas decidir pela eliminação do Processo Seletivo do candidato que. 0210 . a data-limite de obtenção de cada um e a forma como deverão ser comprovados e apresentados.APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS a) Esta fase incluirá a apresentação. 0209 . c) Os títulos serão analisados e avaliados pela DPC por ocasião da prova de títulos que constitui a 3ª etapa do Processo Seletivo. 2) Seleção Psicofísica (eliminatória).DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO a) Esta fase terá o propósito de verificar se o candidato satisfaz os requisitos exigidos para participar do Processo Seletivo.ELIMINATÓRIA) a) Somente os candidatos relacionados na classificação inicial serão convocados para realizar a 2ª etapa do Processo Seletivo. não cabendo recurso contra essa decisão.g) O Edital estabelecerá o número máximo de candidatos que serão convocados para a 2ª etapa do certame. obedecido(s) o(s) critério(s) de desempate.APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS. 0212 . 0208 .TÍTULOS a) Será opcional a apresentação de títulos que não constituam exigência para participar do Processo Seletivo. assim como o(os) critério(s) de desempate no caso de graus iguais na prova escrita. constituindo a classificação inicial do certame.DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS a) A apresentação de dados cíveis e criminais terá como propósito verificar se o candidato preenche os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. b) Constará do Edital a relação dos documentos a serem apresentados pelo candidato. e 3) Teste de Suficiência Física (eliminatória). b) O Edital determinará os títulos. b) A 2ª etapa do Processo Seletivo será composta das seguintes fases: 1) Apresentação de Documentos (eliminatória). 0211 . b) Será atendida mediante a apresentação de documentos pelo candidato. -2-3- NORMAM-12/DPC Mod 4 . e convocados para 2ª etapa do Processo Seletivo. 2) Comprobatórios de atendimento aos requisitos para a participação no Processo Seletivo. pelo candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo. estabelecidos no item 0202. e 3) Títulos. conforme dispuser o Edital.

b) A Seleção Psicofísica será realizada por Junta de Saúde da Marinha do Brasil definida pela DPC. gamaGT. pelos ou raspas de unhas) doadas pelos candidato. metanfetaminas. 7) Exame oftalmológico. porém não ficará(ão) restrita(s) aos mesmos. no período previsto no Edital do Processo Seletivo. com identificação do profissional que a realizou. A Audiometria deve ser realizada com repouso auditivo mínimo de 14 (quatorze) horas. com descrição do exame físico realizado. TGO. 10) Toxicológicos: com laudo. creatinina. observando-se as condições de inaptidão e os índices mínimos exigidos. os seguintes grupos de drogas: cocaína e derivados. visando melhor avaliar a aptidão psicofísica do candidato para a prestação do Serviço de Praticagem. também definida pela DPC. 2) Teste Ergométrico. com acuidade visual com e sem correção. uréia. Tonometria. TGP. ecstasy (MDMA e MDA). que serão rigorosamente observadas durante a(s) inspeção(ões) de saúde. 5) Vectoeletronistagmografia (VENG). 9) Para candidatos do sexo feminino: Exame colpocitológico atualizado.SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) a) A Seleção Psicofísica é a perícia médica que visa verificar se o candidato preenche os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. e peniciclidina (PCP). implicarão em inaptidão quaisquer outras condições que possam resultar em incapacidade laboral precoce ou remota para a prestação do Serviço de Praticagem. a(s) Junta(s) apreciará(ão) os resultados dos exames de saúde complementares e outros documentos pertinentes apresentados pelo candidato. bilirrubina total e frações. VDRL e PSA (este último para candidatos do sexo masculino acima de 40 anos). Fundoscopia. com laudo (não é necessário entregar ou enviar o filme). glicose. e) Além das condições de inaptidão listadas na alínea i) abaixo. com janela de detecção mínima de 90 (noventa) dias. teste de tolerância oral à glicose. 8) Audiometria tonal e vocal sem uso de prótese. com base em procedimentos médico-periciais específicos e em exames de saúde complementares. lançar mão dos subsídios técnicos que julgar(em) necessários. g) O candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo deverá realizar os seguintes exames de saúde complementares: 1) Telerradiografia (Raio X) de tórax em PA. maconha e derivados. d) Não caberá recurso contra o resultado dessa nova inspeção de saúde. com base na autonomia da função pericial. mamografia (após os 35 anos) e atestado emitido por ginecologista. hemoglobina glicosilada. sendo o candidato que for considerado inapto eliminado do Processo Seletivo. requerer à DPC nova inspeção de saúde. anfetaminas. pelo menos. em grau de recurso. a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos. fosfatase alcalina. No deferimento. c) O candidato considerado inapto na inspeção de saúde poderá. f) Por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. abrangendo. O Teste de Cores (Ishihara) será realizado por médico(s) da(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. 6) Eletroencefalograma com laudo. -2-4NORMAM-12/DPC Mod 4 . 3) Sangue: hemograma completo.0213 . 4) Urina EAS. podendo. por Junta de Saúde da Marinha do Brasil de instância superior. para a detecção de drogas de uso ilícito. a DPC indicará a data para a realização da inspeção de saúde em grau de recurso. no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis contados a partir da data em que lhe for formalmente comunicado o laudo pela Junta de Saúde. opiáceos e derivados. dosagem de beta-HCG.

ainda que sem evidência de atividade. presença de marca-passo. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. Perdas acima desse limite. 3) História pregressa de doença psiquiátrica ou evidência da mesma. história de tromboembolia. História de neoplasia maligna já tratada. no mínimo.NYHA). nessas frequências. dos exames de saúde complementares e como deverão ser encaminhados à Junta de Saúde. j) Serão condições de inaptidão: 1) Infecções agudas que comprometam a capacidade laborativa. doença valvares (sendo admitido prolapso de valva mitral sem regurgitação). 4) Doenças hematológicas com repercussão clínica. obrigatoriamente. mínima de 90 (noventa) dias. (c)O laudo deverá registrar resultados. negativos ou positivos. metabólicas. para cada grupo de drogas. 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55 dB. Dependência ou uso abusivo de álcool e de outras substâncias psicoativas. cardiopatia hipertensiva. 20/20 em um dos olhos e 20/30 no outro. hipertensão arterial sem controle adequado. arritmias. corrigíveis para. 7) Doenças do sistema circulatório: passado de infarto do miocárdio. critérios de cura. Transtornos de personalidade. Passado de Acidente Vascular Encefálico. Diabetes descompensado ou que requeira insulina ou hipoglicemiante oral para controle. varizes de membros inferiores com edema. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). independente do controle. insuficiência venosa crônica. pelo menos. constar informações sobre a cadeia de custódia. labirintopatias. ainda que sob controle. gongo ou buzina utilizados por outra embarcação para indicar aproximação. i) Os índices mínimos exigidos serão os seguintes: 1) Acuidade visual mínima de 20/200 sem correção em cada olho. Uso de drogas ilegais. História de síncope. bem como a avaliação estatística do padrão de consumo. desde que não impeçam a distinção de sons indicativos de apito. 6) Doenças neurológicas ou que comprometam o equilíbrio. ou Teste Ergométrico com classe funcional de II a IV (New York Heart Association . deverão. ou (b) A média tritonal nas frequências de 500Hz. quantidades detectadas.(a) A(s) Junta(s) de Saúde somente aceitará(ão) laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção. 3) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas. duas testemunhas da coleta. e cuja coleta de material biológico tenha sido realizada no prazo máximo estabelecido no Edital. confirmada por ocasião da avaliação psiquiátrica que poderá ser solicitada pela(s) Junta(s) de Saúde durante a(s) inspeção(ões) de saúde. sino. identificação e assinatura de. e 2) Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências de 500 a 3000 Hz serão aceitas ainda que bilaterais. no ato da inspeção de saúde. -2-5NORMAM-12/DPC Mod 4 . h) O Edital estabelecerá os prazos máximos de validade. nutricionais e imunitárias. epilepsia ou síndrome convulsiva. em que o risco de descompensação súbita possa comprometer a capacidade laborativa. só será admitida se apresentar. 5) Neoplasias malignas. Hepatopatias com repercussão clínica e/ou que requeiram tratamento. Obesidade mórbida. úlceras ou cicatrizes residuais. Doenças infectocontagiosas. (b)No corpo do laudo do exame toxicológico. serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o “Índice de Reconhecimento da Fala” seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (a) Não ultrapassem os 55 dB. 2) Doenças endócrinas. aceitos pela DPC.

cervicalgias. com intervalo entre as mesmas conforme dispuser o Edital. entre outros títulos: -2-6NORMAM-12/DPC Mod 4 . será eliminado do Processo Seletivo. Ureterostomia. 13) Doenças gastrointestinais que comprometam a capacidade laborativa. por meio de títulos. abaulamentos e protrusões discais. conforme dispuser o Edital. sem interrupção e sem apoio. hérnias de disco e radiculopatias. l) A candidata grávida não será submetida à Seleção Psicofísica e tampouco ao Teste de Suficiência Física. 9) Patologias urológicas ou sistêmicas que comprometam a função renal. e 3) Permanência dentro d´água flutuando por 20 (vinte) minutos ininterruptos. Lombalgias. Com relação aos exames de saúde complementares relacionados na alínea g). permitindo atender ao disposto nos itens 0217a 0220. sendo admitida rinite alérgica. avaliada por meio de testes específicos que poderão ser solicitados pela(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. 11) Doenças da pele ou tecido celular subcutâneo que comprometam a capacidade laborativa. Discromatopsia para as cores verde e vermelha. 10) Complicações do puerpério.8) Doenças do sistema respiratório. para continuar participando do Processo Seletivo. 16) Presença de qualquer patologia física ou mental que possa afetar a capacidade laborativa. poderão ser pontuados. k) A gestação. 0214 . em água doce ou salgada.CLASSIFICATÓRIA) a) Serão pontuadas. não é condição de inaptidão. subir escadas íngremes e de sustentação com os membros superiores. na forma detalhada no Edital: 1) Execução de 4 (quatro) exercícios de barra completos. Ceratocone e doenças oftalmológicas crônicas.PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA . b) A critério da DPC. deverá realizar as demais fases e etapas. 12) Doenças musculoesqueléticas ou do tecido conjuntivo que comprometam a capacidade de correr. f) Tornando o candidato a não lograr êxito em qualquer das provas. d) As três provas serão realizadas em um mesmo dia. por si só. No entanto. b) A suficiência física do candidato de ambos os sexos será avaliada por meio das seguintes provas. 14) Alterações da fala que comprometam a comunicação. e 17) Qualquer condição médica que implique em incapacidade súbita ou que requeira medicação e prejudique o tempo de reação ou julgamento. 15) Glaucoma. e) O candidato reprovado em uma ou mais provas terá uma segunda e última oportunidade de realizá-la(s). em qualquer estilo.TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA a) Somente o candidato julgado apto na Seleção Psicofísica realizará o Teste de Suficiência Física. 0215 . a candidata grávida deverá encaminhar à Junta de Saúde apenas o resultado do exame de dosagem de beta-HCG. 2) Nadar 50 (cinquenta) metros em tempo igual ou inferior a 1 (um) minuto e 30 (trinta) segundos. ainda que sob controle. considerando os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. as comprovadas qualificação e experiência profissionais do candidato no exercício da atividade marítima considerada pela DPC como diferencial para a prestação do Serviço de Praticagem. Amputação de membros no todo ou em partes.

assim como em embarcação(ões) ou. localizado no Rio de Janeiro .1) tempo de embarque efetivo em embarcação.DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM a) Os candidatos classificados serão distribuídos pelas ZP conforme dispuser o Edital.RJ. em instalações outras preparadas para tal fim. 0216 . sob nenhuma circunstância. os candidatos não eliminados serão classificados em ordem decrescente do grau/média final obtido conforme dispuser o Edital. quaisquer trocas de ZP entre candidatos selecionados. considerando-se os graus alcançados nas provas escrita. 2) número de dias de mar. de entidades públicas ou privadas. o desempate dar-se-á conforme dispuser o Edital.CLASSIFICAÇÃO FINAL a) Após concluídas as 4 (quatro) etapas do Processo Seletivo. o número de vagas estabelecido por ZP. ficando dependente da obtenção posterior do apto na Seleção Psicofísica e da aprovação no Teste de Suficiência Física. b) Em algumas ZP. e) Os candidatos classificados e distribuídos comporão o grupo de candidatos selecionados. -2-7NORMAM-12/DPC Mod 4 . b) A prova prático-oral versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A.PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA .ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) Somente os candidatos não eliminados na 2ª etapa do Processo Seletivo serão convocados para realizar a prova prático-oral. a distribuição dos candidatos classificados poderá ser dividida em grupos distintos. considerando-se a ordem decrescente da classificação final. 0218 . comando de embarcação e/ou prestação de serviços de praticagem. g) Não serão admitidas. e a(s) opção(ões) efetuada(s) conforme previsto no item 0204. de títulos e prático-oral. 0217 . em último caso. no Centro de Simuladores do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA). devido à impossibilidade de realização concomitante do Programa de Qualificação do Praticante de Prático. objetivo do Processo Seletivo. preferencialmente. posto e graduação de aquaviários e militares da Marinha do Brasil. c) O idioma a ser usado durante a realização da prova prático-oral será o inglês. de que trata o item 0223. podendo ser efetuada em outros simuladores. 3) categoria. para todos os candidatos selecionados para essas ZP. c) O Edital do Processo Seletivo estabelecerá os títulos que serão pontuados e a pontuação correspondente a cada um. mesmo que passe a compô-lo isoladamente. f) A seleção da candidata grávida dar-se-á de forma condicional. d) A candidata grávida que lograr distribuição para o primeiro grupo será remanejada para o grupo seguinte. incluindo as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. b) Em caso de empate entre dois ou mais candidatos. e) O Edital estabelecerá a avaliação que o candidato deverá alcançar na prova prático-oral para não ser eliminado do Processo Seletivo. c) A distribuição por grupos obedecerá à ordem decrescente da classificação final obtida pelo candidato selecionado. d) A prova será realizada.

para requerer ao DPC a realização da Seleção Psicofísica. estabelecidos no Edital. obedecido o mesmo prazo mínimo estabelecido na alínea c) para a apresentação. -2-8- NORMAM-12/DPC Mod 4 . d) As convocações dos candidatos distribuídos para os demais grupos serão publicadas no DOU e na página da DPC na Internet. a candidata grávida selecionada de forma condicional será submetida às provas do Teste de Suficiência Física. não ocorrendo.0219 . ocorrendo à medida que os Praticantes de Prático dos grupos precedentes forem sendo certificados como Práticos. podendo variar por ZP. 0221 . a vaga na ZP para a qual foi distribuída não será ocupada. Caso aprovada. observando os prazos máximos de validade aceitos pela DPC. no mínimo.CONVOCAÇÃO a) O candidato selecionado será convocado para apresentar-se na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. e) O prazo para a apresentação do Prático e do Praticante de Prático selecionados está estabelecido na alínea h) do item 0222. sob qualquer circunstância. a convocação dos candidatos selecionados que comporão os demais grupos poderá ser subdividida. sendo. obedecida a ordem decrescente da classificação final. observado o contido na alínea b). 15 (quinze) dias corridos após a publicação desse Edital. convocação posterior de candidato não distribuído na forma do item 0218.VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO O certame encerrar-se-á na data da publicação do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. adicionalmente. 0220 . Caso contrário. A critério da DPC. Por ocasião do comparecimento para a inspeção de saúde. contado da data da publicação no DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. a convocação para recebimento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático (Anexo 2-C). g) Considerada apta na Seleção Psicofísica. deverá apresentar os exames de saúde complementares relacionados na alínea g) do subitem 0213. b) O Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo divulgará a relação dos candidatos selecionados e. com a finalidade de receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. será convocada para receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático.HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO a) O resultado final do Processo Seletivo será oficializado por meio da publicação. no DOU e na página da DPC na Internet. f) Será assegurado o prazo de até 12 (doze) meses à candidata grávida selecionada de forma condicional. b) Os primeiros grupos serão convocados completos. c) A data para a apresentação dos primeiros grupos será definida no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo.

g) Despachado requerimento estabelecido na alínea e) ou f). para a apresentação do candidato. à CP/DL/AG para onde o Prático ou Praticante de Prático foi distribuído. o seu afastamento definitivo como Prático. em uma única ZP. o seu afastamento temporário como Prático. Quando convocado. no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Prático ao requerimento. o CP somente emitirá o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático após ser recebida a mensagem citada na alínea g). ou da convocação prevista na alínea d) do item 0220. na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. por mensagem e imediatamente. respectivamente. requerer. e) O Prático selecionado deverá. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ao requerimento. c) O prazo de validade será o mesmo para os candidatos selecionados para os demais grupos. requerer: 1) Ao DPC. com informação para a CP/DL/AG de origem e para a DPC. o prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante Prático será o mesmo. a DPC ou a CP/DL/AG informará. assim como realizar o Exame de Habilitação para Prático. para se apresentar nas CP/DL/AG para onde foram distribuídos. b) O prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático será de 18 (dezoito) meses a contar da data de sua emissão. conforme disposto na alínea d) do item 0220. via CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP.CERTIFICAÇÃO a) O Prático e o Praticante de Prático somente poderão estar certificados. contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo ou da futura convocação. caso tenha se tornado Prático. j) O Praticante de Prático selecionado. selecionado para primeiro grupo. poderá continuar se qualificando na sua ZP. deverá atender à alínea e).SEÇÃO II DA CERTIFICAÇÃO. ou 2) Ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. ou 3) Ao DPC. sendo a data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático estabelecida na futura convocação a ser publicada no DOU e na página da DPC na Internet. desde que atendido o contido na alínea e) ou f) dentro do prazo estabelecido. nas respectivas categorias. -2-9NORMAM-12/DPC Mod 4 . caso ainda esteja certificado como Praticante de Prático. autorização para realizar o Programa de Qualificação do Praticante de Prático cumulativamente como o exercício das atividades de Prático. no mesmo prazo estabelecido na alínea e). o seu afastamento definitivo. no prazo de 20 (vinte) dias corridos contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. ou. à alínea f). DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO 0222 . que será a estabelecida. d) Para o Prático e Praticante de Prático selecionados. mas a data de emissão será a da apresentação nas CP/DL/AG com jurisdição sobre as ZP para onde foram distribuídos. h) O Prático e o Praticante de Prático selecionados têm até 40 (quarenta) dias corridos. enquanto não convocado. via CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. ao CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. i) Para Prático ou Praticante de Prático selecionado. f) O Praticante de Prático selecionado deverá. considerando o contido nas alíneas e) e f) abaixo.

contados da data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. no mínimo. até a realização do Exame de Habilitação para Prático citado no item 0224. sendo a data de início e a programação comunicada ao Praticante de Prático por documento formal da CP. acompanhado da(s) Declaração(ões) de Avaliação Satisfatória em Programa de Qualificação de Praticante de Prático (Anexo 2-D). 0224 . i) Caso haja divergência entre a Entidade de Praticagem e o Praticante de Prático no que se refere à avaliação acima mencionada. mediante requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP. 12 (doze) meses e. e) As Entidades de Praticagem. terão a responsabilidade de transmitir aos Praticantes de Prático todo o conhecimento técnico que possuem. atuando como monitor. completadas as fainas de praticagem estipuladas pelo mesmo. o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido para Prático da ZP. observados os prazos mencionados na alínea b) do item 0223. d) O Programa de Qualificação deverá ser dimensionado de forma que. o prazo mínimo para a conclusão do Programa de Qualificação poderá ser alterado pela DPC. c) O prazo mínimo de 12 (doze) meses advém da necessidade do Praticante de Prático treinar durante todas as estações do ano. sendo recomendável que acompanhe fainas de praticagem de todos os Práticos da ZP.10 NORMAM-12/DPC Mod 4 . no máximo. g) O Praticante de Prático acompanhará os Práticos nas atividades de bordo relativas ao Programa de Qualificação. via CP. sendo seu cumprimento confiado a Entidade(s) de Praticagem existente(s) na ZP. o Praticante de Prático continue a acompanhar. f) Cada Praticante de Prático terá um Prático em atividade para acompanhar o desenvolvimento do Programa de Qualificação. indicada(s) pela CP.EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO a) O Exame de Habilitação para Prático e sua eventual repetição deverão ser realizados dentro do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. versando. em especial os Práticos. denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático. pelo menos. b) O prazo para a conclusão do Programa de Qualificação será de. até 90 (noventa) dias corridos antes do encerramento do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. obrigatoriamente. Excepcionalmente.QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) A qualificação do Praticante de Prático seguirá um programa de treinamento estabelecido pela CP com jurisdição sobre a ZP. para uma ou mais ZP. sobre: . c) O Exame deverá ser iniciado até 45 (quarenta e cinco) dias corridos após a data do protocolo do requerimento. a ser iniciado imediatamente após a Certificação.2 . atendido o prazo 15 (quinze) meses previsto na alínea b) do item 0223. h) O Programa de Qualificação estará encerrado com a obtenção pelo Praticante de Prático de avaliação satisfatória por parte da(s) Entidade(s) de Praticagem que o ministrou(ram). o caso deve ser levado à decisão do DPC. j) O Praticante de Prático que não obtiver a avaliação satisfatória no cumprimento do Programa de Qualificação será afastado definitivamente e terá cancelado seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. por meio de seus componentes. independentemente da Entidade onde for apresentado. d) O Exame será realizado a bordo de embarcação. b) A solicitação para realizar o Exame será feita formalmente pelo Praticante de Prático. de 15 (quinze) meses.0223 .

não devendo exceder o prazo de 24 (vinte e quatro) meses. do Quadro de Oficiais da Armada da Marinha do Brasil. Terá 40 (quarenta) dias corridos.1) Navegação de praticagem. o seu afastamento definitivo. pelo menos. sendo tal ato formalizado por meio de Portaria e emissão do competente Certificado de Habilitação de Prático (Anexo 2-E) pela DPC. O Prático que atuou como monitor do Praticante de Prático não pode fazer parte da Banca. o Praticante de Prático será afastado definitivamente e terá seu Certificado de Habilitação de Prático cancelado. a contar da mesma data da comunicação de aprovação. para se apresentar na sua nova ZP. durante o período da qualificação. A Banca deverá ter. um Prático da ZP como membro suplente. desatracar e mudar de fundeadouro. f) Não há necessidade de ser realizado o Exame em todos os portos. da ativa ou da reserva remunerada. será formalmente comunicado à DPC por meio de cópia da Ata e da Ordem de Serviço pertinente. 4) Serviço de amarração e desamarração. h) Não sendo possível contar na composição da Banca Examinadora com o Capitão de Longo Curso (ou o oficial da MB). para requerer ao DPC. g) A Banca Examinadora do Exame de Habilitação para Prático será designada e presidida pelo CP e composta por um Prático da ZP e por um Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante (CLC). a ser (em) escolhida (s) aleatoriamente pela CP e publicadas em Portaria. terminais e berços de uma ZP. condição “sine qua non” para ser habilitado como Prático da nova ZP. deverá constar no verso do Certificado de Habilitação de Prático tal restrição. requerer ao CP a realização de um segundo e último Exame. atracar. de alguma faina de praticagem típica da ZP. 3) Manobras com rebocadores. deverá ser designado um outro Prático da ZP. m)Em caso de nova reprovação.2 . i) A Banca Examinadora somente poderá funcionar completa. no prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos a contar da data em que lhe foi comunicada a reprovação. l) O novo Exame deverá ser marcado pela CP para ocorrer no prazo de até 30 (trinta) dias corridos a contar da data do protocolo de recebimento do requerimento. suspender.11 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . quando então será certificado como Prático. qualquer que ele seja. p) No caso de comprovada inexequibilidade do cumprimento. . o) Caso o Praticante de Prático seja Prático em outra ZP. e) O Exame consistirá na avaliação de uma ou mais fainas de praticagem. constará de Ata assinada pelos membros da Banca Examinadora. j) O resultado do Exame. Ainda. O CLC poderá ser substituído por um Oficial Superior. via CP com Jurisdição sobre a sua ZP. devendo ser cumpridos os mesmos procedimentos descritos nas alíneas d) a j). que deverá ser superada tão logo as circunstâncias o permitam. a contar da data em que lhe for comunicada oficialmente a aprovação no Exame de Habilitação. a habilitação somente será oficializada após a concessão do afastamento definitivo da ZP de origem. e 5) Ordens de manobra e conversação técnica no idioma inglês. 2) Manobras de praticagem e serviços correlatos às fainas de fundeio. n) O Praticante de Prático aprovado no Exame de Habilitação para Prático será habilitado como Prático. assim como ao Praticante de Prático. a cada um sendo destinada uma cópia. k) O Praticante de Prático reprovado no Exame poderá. O Praticante de Prático terá até 20 (vinte) dias corridos.

constituindo-se segundo um dos tipos societários regulados no Código Civil. em termos de tempo. d) Atalaia A Atalaia deverá ser estruturada para atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. que abrange mais de um estado. c) Lancha de Prático Os Práticos. Bacia Amazônica Oriental. sendo o contrato social inscrito no Registro Civil das Pessoas Jurídicas. será considerado sobreaviso (Prático à disposição do Armador. O tempo de espera do Prático a bordo. desde que devidamente acomodado. Em cada estado haverá uma ou mais ZP.ORGANIZAÇÃO a) Os Serviços de Praticagem serão organizados por estados. poderão: 1) utilizar sua própria Lancha de Prático. por qualquer motivo. independentemente da sua forma de atuação. a bordo). com exceção da ZP-01 FAZENDINHA(AP)-ITACOATIARA(AM). 1) Período de Serviço é aquele.ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) É estabelecida especificamente para cada ZP e inclui todos os Práticos habilitados e aptos em atividade na ZP.12 NORMAM-12/DPC Mod 4 . devidamente homologada. . prestando exclusivamente os Serviços de Praticagem. b) Os Práticos poderão atuar dos seguintes modos: 1) Individualmente O Prático que assim optar deverá cumprir todas as exigências previstas para o Serviço de Praticagem. em função de suas particularidades. configurando-se como sociedade simples. de modo que apenas uma das Atalaias atue como Estação de Praticagem da ZP. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. 3) Contratado por Empresa de Praticagem O Prático poderá ser contratado por sociedade econômica simples ou empresária.SEÇÃO III DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM 0225 . 0226 . 2) Sociedade Econômica Simples ou Empresária Nesta forma de atuação os práticos atuarão em sociedade. contribui para a manutenção da habilitação do Prático.2 . durante o qual o Prático está efetivamente em faina de praticagem. consoante a legislação trabalhista. b) Essa escala visa garantir a disponibilidade ininterrupta do Serviço de Praticagem e evitar a fadiga do Prático na execução das fainas de praticagem. A faina de praticagem começa a ser contada. independentemente da sua forma de atuação. por meio da qual os Práticos são divididos. dentro do Período de Escala. obrigatoriamente. para atender às solicitações das embarcações. 2) Práticos em Período de Repouso. e 3) Práticos em Período de Férias. entre os seguintes grupos: 1) Práticos em Período de Escala. Nos casos em que houver mais de uma Atalaia. a partir do início do deslocamento da embarcação com o Prático a bordo. ou 2) contratar os serviços de Lancha de Prático homologada de outras Entidades. ratificada pelo CP/DL/AG. tendo seus atos constitutivos inscritos na Junta Comercial. Poderão ainda atuar como sociedade empresária. Adicionalmente. Esse período é subdividido em Período de Serviço e Período de Sobreaviso. c) Período de Escala é o número de horas ou de dias consecutivos durante os quais o Prático está à disposição para ser requisitado a realizar fainas de praticagem.

que não poderá ser inferior a duas horas. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. Caso a faina de praticagem demore mais do que seis horas. dentro do Período de Escala. a não ser em caso de emergência ou na situação em que há risco para a vida humana. cada faina de praticagem será realizada por Prático(s) perfeitamente identificado(s) nessa Escala. de modo a manter o atendimento das embarcações de forma contínua. a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático deverá ser elaborada pelo Representante Único do Serviço de Praticagem. o Prático somente poderá permanecer em Período de Serviço por. ou 180 horas a cada 21 dias. no máximo. o Prático deverá permanecer. 21 dias. seis horas consecutivas. devendo a referida . no máximo. durante o qual o Prático não está atuando efetivamente em fainas de praticagem. dos quais pelo menos quinze dias consecutivos. deverá proporcionar o revezamento dos Práticos. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem. mesmo nos momentos de maior intensidade de movimentação de embarcações. O Prático substituído nessa situação entra em Período de Sobreaviso. que antecede ou sucede a um Período de Escala. sob a supervisão da CP/DL/AG. ou seja. também é considerado Período de Sobreaviso. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por.2) Período de Sobreaviso é aquele. d) Período de Repouso é o período de tempo ininterrupto. Na faina de praticagem de longa duração. não ocorram falhas ou atrasos no atendimento às solicitações de fainas de praticagem. Ao final do Período de Escala. Ao final do Período de Escala. porém está à disposição para ser requisitado. nunca inferior a trinta dias em cada ano. o período de descanso do Prático. designado conforme definido no item 0120. no máximo.ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) A distribuição dos Práticos.13 NORMAM-12/DPC Mod 4 . b) O Representante Único do Serviço de Praticagem. cumpridas as regras acima. o Prático deverá permanecer. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem em quaisquer circunstâncias. um dia de Período de Repouso para cada quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. levará em conta as peculiaridades locais de cada ZP para a elaboração da Escala. 5) O Prático deverá concorrer mensalmente a. no máximo. doze horas. consolidada somente na Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. A cada 24 horas consecutivas. 0227 . quatorze dias. 3) Nas ZP com navegação de praticagem igual ou superior a trinta milhas. pelo menos. por motivo de revezamento. 6) O número de Práticos em Período de Escala deve ser sempre suficiente para que. deverá ocorrer revezamento do Prático. 4) O Período de Serviço não pode exceder o limite de 120 horas a cada quatorze dias. pelo menos. e) Período de Férias é o período. d) Nas ZP onde existam duas ou mais Entidades de Praticagem. o CP/DL/AG poderá determinar o número mínimo de Práticos a bordo ou permitir uma tolerância para o período máximo de seis horas consecutivas de serviço. Consideradas as peculiaridades locais. pelo menos. um Período de Escala. c) As seguintes regras deverão ser observadas para elaboração da Escala de Rodízio: 1) O Prático só poderá permanecer em Período de Serviço por.2 . um dia em Período de Repouso para quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. exceto quando interferir no seu Período de Férias. 2) Nas ZP com navegação de praticagem inferior a trinta milhas. em Períodos de Serviço pré-estabelecidos.

com a maior brevidade possível. ao Comandante da embarcação e à CP/DL/AG. quando por esta solicitado. no mínimo. principalmente depois de fortes ventos. devendo os . para ratificação da CP/DL/AG. f) Comunicar. e) Comunicar à CP/DL/AG qualquer alteração ou irregularidade observada na sinalização náutica. de modo a garantir a segurança do tráfego aquaviário. i) Cooperar nas atividades de busca e salvamento (SAR) e de levantamentos hidrográficos na sua ZP. com a antecedência estabelecida pela CP/DL/AG. mesmo quando em divergência com a empresa de navegação ou seu representante legal. balizamentos e outros auxílios aos navegantes na ZP.14 NORMAM-12/DPC Mod 4 . a fim de prestar com segurança e eficiência o Serviço de Praticagem. esta deverá ser informada oportunamente ou quando do término do Período de Escala. h) Manter-se atualizado quanto às alterações promovidas nos diversos documentos náuticos e nas características dos faróis. apresentando as respectivas razões. f) Em circunstâncias especiais. atendendo. g) Manter-se atualizado quanto às particularidades do governo. barras e portos. grandes marés e chuvas prolongadas. as exigências do Serviço de Praticagem. com. b) Manter-se apto a prestar o Serviço de Praticagem em todos os tipos de embarcações e em toda a extensão da ZP. Caso haja troca de serviço ocorrida por motivo de força maior. da propulsão e das condições gerais das embarcações. o CP deverá submeter as modificações pretendidas à apreciação da DPC. observada a restrição prevista na alínea p) do item 0224. j) Assessorar a CP/DL/AG nas fainas de assistência e salvamento marítimo. l) Integrar Bancas Examinadoras pertinentes ao Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático e ao Exame de Habilitação para Prático. quando solicitados pela CP/DL/AG. canais. assim como quaisquer outras informações de interesse à segurança do tráfego aquaviário. c) Estabelecer as comunicações que se fizerem necessárias com outras embarcações em trânsito na ZP. para ratificação.Escala ser entregue. cinco dias de antecedência da data de vigência. d) Comunicar à CP/DL/AG as variações de profundidade e de correnteza dos rios. a existência de condições desfavoráveis ou insatisfatórias para a realização da faina de praticagem e que impliquem risco à segurança da navegação. m)Executar as atividades do Serviço de Praticagem. com presteza e de forma eficiente.DOS DEVERES DO PRÁTICO Compete ao Prático no desempenho das suas funções: a) Assessorar o Comandante da embarcação na condução da faina de praticagem. e) As trocas de serviço entre Práticos devem ser comunicadas. k) Manter atualizados seus dados pessoais junto à CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP. quando designado pela DPC ou pela CP.2 . sem conhecimento da CP/DL/AG. com as devidas justificativas. SEÇÃO IV DOS DEVERES 0228 . em que for identificada a necessidade de alteração na sistemática de elaboração da Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático.

para atender a qualquer faina de praticagem. quando utilizando o Serviço de Praticagem: 1) Informar ao Prático sobre as condições de manobra da embarcação. comunicando à CP/DL/AG qualquer anormalidade constatada. n) Cumprir a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático ratificada pela CP/DL/AG.DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) Cumprir o Programa de Qualificação de Praticante de Prático estabelecido pela CP. Divergências relativas a assuntos técnico-operacionais referentes à segurança do tráfego aquaviário. um Prático substituto. no desempenho da função de Prático. devendo as ações do Prático serem monitoradas permanentemente. b) Não interromper o cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. 0230 . c) Cumprir. exceto no caso de afastamento temporário previsto no item 0237. imediatamente.DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO a) A presença do Prático a bordo não desobriga o Comandante e sua tripulação dos seus deveres e obrigações para com a segurança da embarcação. solicitando. s) Manter-se em disponibilidade na ZP. especialmente o tempo de reação e de julgamento. q) Portar o colete salva-vidas na faina de transbordo lancha/embarcação/lancha. conforme estabelecido pela CP. 3) Fiscalizar a execução do Serviço de Praticagem. sem qualquer prejuízo para a continuidade do Serviço. 0229 . os deveres do Prático descritos no item anterior. Comunicar à CP/DL/AG. NPCP/NPCF) e comunicar à CP/DL/AG sempre que.15 NORMAM-12/DPC Mod 4 . o Prático deverá ser substituído na Escala e o fato informado à CP/DL/AG na primeira oportunidade. b) Compete ao Comandante da embarcação.2 . no que couber. à salvaguarda da vida humana nas águas e à prevenção da poluição hídrica serão dirimidas pela Autoridade Marítima. 4) Dispensar a assessoria do Prático quando convencido que o mesmo está orientando a faina de praticagem de forma perigosa. no prazo máximo de 24 horas após a ocorrência do fato. formalmente. p) Submeter-se aos exames médicos e psicofísicos de rotina. . não tendo ingerido substâncias ou medicamentos que possam vir a comprometer o desempenho de suas atividades. t) Contribuir para a qualificação dos Praticantes de Prático da ZP. as razões de ordem técnica que o levaram a essa decisão. observar o seu descumprimento. durante todo o Período de Escala. u) Realizar o Curso de Atualização para Práticos (ATPR) de acordo com o item 0250 destas Normas. 5) Alojar o Prático a bordo em condições idênticas às oferecidas aos seus oficiais. particularmente o calado de navegação.questionamentos serem debatidos nos foros competentes. 2) Fornecer ao Prático todos os elementos materiais e as informações necessárias para o desempenho de seu serviço. r) Cumprir as Normas da Autoridade Marítima (NORMAM. estabelecidos na Seção IX destas Normas. e v) Apresentar-se para a faina de praticagem em perfeitas condições de higidez física e mental. o) Cumprir o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido para manterse habilitado. Em caso de necessidade de afastamento da ZP por motivo de força maior.

tais como: a) Condições meteorológicas e estado do mar adversos. preferencialmente. antecipadamente. poderá demandar a ZP até um local abrigado que permita o embarque do Prático. Deverão constar nesses procedimentos.16 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 2) Meios de comunicação a serem utilizados para informar a impraticabilidade da ZP às embarcações. b) Acidentes ou fatos da navegação. observado o contido nos itens 0233 e 0234. aos Armadores e demais integrantes da Comunidade Marítima e interessados.IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o desembarque do Prático com segurança. às agências de navegação. em especial aquelas que tratam do embarque e do desembarque de Prático. ou c) Deficiências técnicas do navio ou da tripulação. fique configurada a possibilidade de falta de segurança no desembarque do Prático e que a segurança da navegação desaconselhe o . sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização do CP/DL/AG. o Comandante da embarcação.IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o embarque do Prático com segurança. b) Caso. Essas informações subsidiarão o CP/DL/AG a declarar a impraticabiliddade na ZP. à preservação do meio ambiente ou à faina de praticagem na ZP. manobras e/ou navegação de praticagem. b) A impraticabilidade será total quando condições desfavoráveis desaconselharem a realização de quaisquer fainas de praticagem. por intermédio da Atalaia. o Comandante da embarcação. autorizar que o Serviço de Praticagem deixe de ser prestado. embarcações. ou impedir a entrada e saída de embarcações. b) A autorização da CP/DL/AG deverá ser solicitada. pelo menos. à CP/DL/AG qualquer fato ou ocorrência que implique em risco à segurança do tráfego aquaviário. observando orientações transmitidas pelo Prático de bordo da Lancha de Prático. e 7) Não dispensar o Prático antes do ponto de espera de Prático da respectiva ZP. d) A NPCP/NPCF deverá conter procedimentos específicos de coordenação das ações entre a CP/DL/AG.DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE a) Compete à CP/DL/AG declarar a impraticabilidade da ZP.2 . c) A impraticabilidade será parcial quando restrições à execução de fainas de praticagem se aplicarem tão somente a determinados locais.CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS O Prático deverá comunicar. para declaração de impraticabilidade da ZP. poderá desembarcar o Prático em local abrigado e prosseguir a singradura. imediatamente. à salvaguarda da vida humana. 0232 . 0234 . os seguintes aspectos: 1) Definição dos parâmetros para declaração de impraticabilidade da ZP. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. 0233 . administrações dos portos e dos terminais e as Entidades de Praticagem. observando os sinais e orientações transmitidas pelo Prático. 0231 . às administrações dos portos e dos terminais. que ficará a bordo da Lancha de Prático.6) Cumprir as regras nacionais e internacionais de segurança. quando esta for de praticagem obrigatória.

ou 6) Por decisão do Prático em requerimento ao DPC. SEÇÃO V AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO 0236 . pela impossibilidade do desembarque do Prático com segurança. passaporte. 7) Deixar de realizar o Curso de Atualização para Práticos dentro da periodicidade estabelecida.17 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica. 0235 . b) O afastamento temporário. com documentos. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. caracterizado quando igual ou inferior a 24 meses. etc. nos termos do disposto na Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). b) A CP/DL/AG deverá instaurar Inquérito Administrativo. deixa de atender tempestivamente a embarcação que lhe é determinada. 6) Deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação. à CP/DL/AG. c) Caso o Prático e o Comandante da embarcação sejam surpreendidos pela necessidade de seguir viagem. encaminhado via CP com jurisdição sobre a ZP. .RECUSA a) É a situação em que o Prático. especificando a razão e o prazo do afastamento. imediatamente. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil.seu desembarque antes do Ponto de Espera de Prático. tal situação deverá ser apresentada ao Comandante da embarcação. em Período de Escala.DO PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o consequente cancelamento do Certificado de Habilitação de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. 5) Por deixar de exercer a profissão por mais de 24 meses. para apurar responsabilidades e fundamentar as penalidades cabíveis. 5) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. roupas. devendo o Prático estar pronto para seguir viagem até o próximo porto. caso seja a decisão do Comandante e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. caberá ao Comandante da embarcação prover os meios necessários para a permanência a bordo do Prático e o seu retorno ao porto de sua ZP.2 . ou 8) Por decisão do Prático em requerimento ao CP. 4) Imposição de medida administrativa de apreensão do Certificado de Habilitação. 3) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. 2) Incapacidade psicofísica definitiva. 3) Por penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. 2) Deixar de apresentar o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático na época estabelecida. Tal fato deverá ser comunicado. se for o caso. 4) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo.

COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS a) Semestralmente. b) Para efeito do cumprimento do Plano de Manutenção da Habilitação. o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido pela DPC no Anexo 2-F. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. devidamente preenchido e assinado pelo Comandante da embarcação atendida. b) O afastamento temporário. à disposição da CP/DL/AG. para cada ZP. . 2) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. b) O Comprovante de Faina de Praticagem. caracterizado quando igual ou inferior a 12 meses. 2) Incapacidade psicofísica definitiva. sem que tenha requerido a realização do Exame de Habilitação para Prático.DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o conseqüente cancelamento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. por um período de dois anos. 4) Decurso de prazo de 20 (vinte) meses da emissão de Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. 3) Quando reprovado duas vezes em Exame de Habilitação para Prático. atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. até o dia dez dos meses de janeiro e de julho. um número igual ao mínimo de fainas de praticagem exigido por mês.0237 . 0239 .18 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . será deduzido. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. ou 5) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP.PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO a) O Plano de Manutenção da Habilitação será elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação. 4) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP. e 3) Imposição de medida administrativa de apreensão de certificado de habilitação. deverá ficar sob a guarda do respectivo Prático. especificando a razão e o prazo do afastamento. conforme estabelecido na NPCP/NPCF. do número mínimo de fainas de praticagem do semestre em que o Prático gozar suas férias. respeitando a periodicidade prevista. devendo ser observado. modelo constante do Anexo 2-G. Os Práticos que atuam organizados em Sociedades poderão encaminhar as respectivas declarações por meio das mesmas.2 . SEÇÃO VI DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO 0238 . cada Prático deverá encaminhar à CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP uma declaração detalhando as fainas realizadas no semestre anterior. O detalhamento do Plano deverá constar nas NPCP/NPCF.

0240 - AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO O Prático que deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, previsto no item 0238, será afastado temporariamente do Serviço de Praticagem pela CP com jurisdição sobre a ZP, enquadrando na subalínea 6), alínea b), do item 0236, com o Plano de Recuperação de Habilitação em anexo à Ordem de Serviço de afastamento. 0241 - RECUPERAÇÃO DA HABILITAÇÃO A recuperação da habilitação é condicionada ao cumprimento de um Plano de Recuperação de Habilitação que considerará o período em que o Prático tiver deixado de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, conforme indicado: 1) Por um semestre - participar como assistente, no semestre seguinte, do número mínimo mensal de fainas de praticagem que deixou de cumprir, em acréscimo às exigências para o semestre. 2) Por um período superior a um semestre e inferior a dois anos - participar, como assistente de, pelo menos, número igual a três vezes o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido no plano de manutenção da habilitação. SEÇÃO VII HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO 0242 - HABILITAÇÃO a) A DPC pode habilitar Comandante de embarcação de bandeira brasileira a conduzir a embarcação sob seu comando no interior de uma ZP específica ou em parte dela, o qual será considerado como Prático nesta situação exclusiva, sendo-lhe atribuído, no que couber, os mesmos deveres do Prático definidos no item 0228. b) Nas ZP com navegação de praticagem superior a trinta milhas, situação que pode exigir a presença de dois Práticos a bordo, o Comandante devidamente habilitado pela DPC poderá substituir um dos Práticos no revezamento, de acordo com o previsto no item 0227. 0243 - DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS a) O Comandante, para ser habilitado pela DPC, de acordo com o item anterior, deve realizar, por dois semestres consecutivos, um número de fainas de praticagem, assistido por Prático(s) da respectiva ZP igual a duas vezes o número de fainas semestral exigidas para a manutenção da habilitação do Prático para aquela ZP, ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas de praticagem por semestre nunca poderá ser inferior a 36 fainas. b) O número mínimo de fainas/mês que um Comandante habilitado para dispensa de uso do Prático deve realizar semestralmente para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas/mês nunca poderá ser inferior a seis. 0244 - PROCEDIMENTOS a) Caso o Armador pretenda habilitar Comandantes, poderá encaminhar à CP responsável pela ZP pretendida requerimento endereçado ao DPC, indicando os Comandantes que deseja habilitar, para início do processo de habilitação para dispensa de uso do Prático, na situação exclusiva de Comandante da embarcação brasileira de sua empresa.

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b) A CP comunicará esta situação ao Serviço de Praticagem daquela ZP, para que inicie o acompanhamento das fainas de praticagem realizadas pelo Comandante da embarcação e o apóie no seu adestramento. c) A comprovação da frequência mensal do Comandante da embarcação será feita por meio do encaminhamento à CP, pelo Armador, dos Comprovantes de Fainas de Praticagem Realizadas por Comandante, cujo modelo consta no Anexo 2-H, devidamente preenchidos e assinados pelo(s) Prático(s) designado(s) para a assistir o Comandante. d) A CP deverá encaminhar a documentação recebida à DPC, para análise. e) Após comprovado o atendimento ao requisito de frequência mínima, o DPC constituirá uma Banca Examinadora, para verificar os conhecimentos teóricos do Comandante sobre as particularidades da ZP, parte da ZP ou do trecho específico, e conhecimentos práticos, por meio da realização de uma faina de praticagem de mais alta demanda. f) Caso aprovado, o DPC autorizará a dispensa de uso do Prático pela embarcação, exclusivamente enquanto a mesma estiver sob o comando do Comandante em questão. A CP dará conhecimento do fato às Praticagens locais. g) O número mínimo de fainas de praticagem que um Comandante habilitado para dispensa de uso de Prático deve realizar para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. h) Esta autorização terá validade de um ano, podendo ser revalidada, por solicitação do Armador, caso o Comandante comprove o cumprimento do número mínimo de fainas de praticagem para manutenção de habilitação. SEÇÃO VIII DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM 0245 - NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP a) A DPC estabelecerá a lotação de Práticos por ZP, considerando, dentre outros aspectos, o volume do tráfego de embarcações, o tempo despendido e o grau de dificuldade para a realização das fainas de praticagem, a necessidade de manutenção da habilitação e a carga máxima de trabalho do Prático, de acordo com o que estabelece a legislação trabalhista. b) Sempre que julgar necessário, a DPC elaborará estudos para corrigir eventuais distorções nas lotações, visando adequá-las às necessidades do Serviço de Praticagem. 0246 - LOTAÇÃO E EFETIVO a) Lotação é o número de Práticos necessário para uma ZP. Efetivo é o número de fato de Práticos, com menos de setenta anos de idade, em exercício na ZP. b) O efetivo de Práticos de uma ZP não deve ser inferior a três, tendo em vista que a Escala de Rodízio deverá observar o mínimo de um Prático de serviço, um Prático de sobreaviso e um Prático em repouso. c) Consta no Anexo 2-I a Lotação de Práticos por Zonas de Praticagem, elaborada para garantir a segurança da navegação, a permanente disponibilidade do Serviço e a manutenção da habilitação. 0247 - ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM A abertura de vaga em uma ZP dar-se-á quando o efetivo ficar menor do que a lotação por: 1) Afastamento definitivo de Prático por motivo descrito no item 0236; 2) Aumento de lotação; - 2 - 20 NORMAM-12/DPC Mod 4

3) Previamente, a critério da DPC, antes que o Prático atinja a idade de setenta anos; 4) Seleção de Prático ou Praticante de Prático para outra ZP, por meio de Processo Seletivo, a critério da DPC; ou 5) A critério da DPC em função de outros fatores. SEÇÃO IX EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS 0248 - EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO a) Controle Periódico 1) O exercício das atividades de Prático requer do aquaviário condições físicas e mentais dentro de um padrão mínimo de saúde e higidez física que permita máxima atenção em fainas de praticagen por longas horas, horários irregulares de trabalho, embarque e desembarque a bordo no mar em condições meteorológicas adversas e outras adversidades inerentes ao Serviço de Praticagem. 2) Para que o Prático possa desempenhar com segurança as suas atividades, deverá estar com sua aptidão física e mental em condições aceitáveis para o serviço, atestadas por um profissional médico, com especialização em Medicina do Trabalho ou em Medicina de Tráfego, e ser credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 3) Inexistindo médico com uma dessas especializações na localidade, o laudo poderá ser emitido por médico de outra especialidade, desde que credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 4) A aptidão do Prático deverá ser atestada por meio de emissão do Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). O médico credenciado deverá observar rigorosamente os parâmetros estabelecidos nesta Seção, sempre considerando as exigências das atividades do Serviço de Praticagem descritas no referido Anexo, sendo competente apenas para emissão de laudos de aptidão. 5) Na hipótese de identificação de condição médica que não atenda aos parâmetros estabelecidos e/ou implique em incapacidade para a atividade do Serviço de Praticagem, o médico credenciado deverá sugerir ao CP/DL/AG da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil, descrevendo os motivos que impediram a aptidão. 6) Caberá a cada Prático apresentar ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP, conforme previsto no item 0228 e na periodicidade na tabela abaixo, o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica. O Prático não poderá concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático quando deixar de apresentar o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica, devendo comunicar o fato, imediatamente, à CP/DL/AG e ao dirigente da respectiva Entidade de Praticagem, se for o caso. IDADE ATÉ 50 ANOS DE 51 A 70 ANOS MAIS DE 70 ANOS PERIODICIDADE TRIENAL BIANUAL ANUAL

b) Índices Mínimos e Condições Incapacitantes: 1) Biometria Não há índices rígidos a serem seguidos, porém a obesidade em grau que dificulte ou impeça a mobilidade, habilidade em subir e descer escadas ou qualquer outro deslocamento rápido é causa de incapacidade. A obesidade mórbida é incapacitante. - 2 - 21 NORMAM-12/DPC Mod 4

2) Visão A acuidade visual sem correção em ambos os olhos deve ser no mínimo 20/200, desde que ambos corrijam para, pelo menos, 20/30. O uso de lentes de correção é permitido, porém o Prático deve portar, no ato da avaliação médica, um par de lentes/óculos sobressalentes que deverá ser testado pelo médico que aplica o teste. A impossibilidade de discriminação das cores verde e vermelha é impeditiva ao Serviço de Praticagem, devendo ser avaliado inicialmente pelo Teste de Ishihara. Na hipótese de alteração desse teste, deverá ser aplicado o Teste da Lanterna (Farnsworth Lantern) ou equivalente. O uso de lentes coloridas para correção de daltonismo é proibido. Se o Prático for portador de glaucoma ou de outras patologias crônicas que degenerem a retina, deverá ser solicitado campimetria visual. O campo visual não pode ser menor que 100º em cada olho. 3) Aparelho Osteomioarticular A mobilidade de todas as articulações, principalmente do esqueleto apendicular e da coluna vertebral, deverá estar preservada. Doenças degenerativas da coluna vertebral que não causem restrição de movimentos e mobilidade não são incapacitantes. Qualquer doença ou condição clínica que prejudique a habilidade de correr, de andar ou de manter-se em equilíbrio e em ortostatismo prolongado, segurar ou escalar escadas íngremes é incapacitante. 4) Aparelho Cardiovascular O Prático deve ter boa aptidão cardiorrespiratória. A hipertensão arterial sistêmica controlada não é incapacitante, desde que os exames de função cardiovascular (ECG, ecocardiograma e teste ergométrico) não demonstrem lesões de órgãos alvo que gerem incapacidade ou evidenciem potencial de descompensação súbita. Para tanto, no ato da avaliação médica, tais exames devem acompanhar o Prático, bem como o receituário médico de seu cardiologista, com as medicações de que faz uso. A hipertensão arterial sistêmica mal controlada ou em início de tratamento deverá ser considerada como temporariamente incapacitante, somente podendo ser considerado apto após normalização dos níveis tensionais e adaptação às medicações. Cardiopatias que impliquem em baixa aptidão cardiorrespiratória comprovada por exames funcionais ou risco de descompensação súbita, fenômenos embólicos recorrentes, insuficiência venosa crônica não passível de controle por tratamento cirúrgico ou clínico, são incapacitantes. Os Práticos que apresentarem eventos cardiovasculares agudos serão considerados incapazes, temporariamente, para a atividade, podendo ser considerados, posteriormente, aptos, na dependência da condição funcional alcançada com o tratamento instituído. 5) Aparelho Auditivo (a) A audiometria deverá ser realizada com repouso auditivo mínimo de quatorze horas. Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências 500Hz a 3000Hz serão aceitas, mesmo que bilaterais. Perdas superiores, nessas frequências, serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (1) não ultrapassem os 55dB; ou (2) a média tritonal nas frequências de 500Hz, 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55dB. (b) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas desde que permitam a distinção de sons indicativos de apitos, sinos, gongos, ou buzinas utilizados por outras embarcações para indicar aproximação. A prótese auditiva é permitida desde que o limiar seja elevado em pelo menos 20dB em cada ouvido e o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja no mínimo de 90%. As labirintopatias são incapacitantes, desde que sejam recentemente diagnosticadas, não sejam passíveis de controle ou sejam recorrentes. - 2 - 22 NORMAM-12/DPC Mod 4

As condições agudas implicarão em incapacidade temporária. comprovado por dosagem de glicemia e hemoglobina glicosilada. na opinião do médico avaliador. 11) Aparelho Geniturinário Não há exclusões absolutas para as doenças do aparelho geniturinário. considerando as exigências da atividade de praticagem. (b) Quaisquer outras patologias endócrino metabólicas. embarcação e carga.23 NORMAM-12/DPC Mod 4 . e desde que os medicamentos e dosagens utilizados não impliquem em risco de descompensação súbita durante a atividade de praticagem. Diabetes mal controlado e/ou que requeira insulinoterapia implicam em incapacidade definitiva para a atividade. e sem risco para a segurança da tripulação. na dependência das provas funcionais pertinentes. esta possa desempenhar as atividades de praticagem de forma segura. quando o médico avaliador. 7) Sistema Nervoso Qualquer doença que implique em alteração da fala. mesmo com sítio determinado e tratado. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. no entendimento do médico avaliador. com base no relatório do obstetra que atende a Prática. Atenção especial deve ser dada à gestante no último trimestre da gestação. o Prático deverá ser considerado incapaz temporariamente até que se obtenha o controle da glicemia.6) Aparelho Respiratório As condições crônicas do aparelho respiratório que impliquem em impossibilidade do desempenho de atividades de praticagem são incapacitantes. desde que. a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. são incapacitantes em caráter definitivo. . da condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. exceto no caso de doenças inflamatórias que não respondam ao tratamento ou se encontrem no período de exacerbação. devem ser consideradas incapacitantes. 9) Gravidez A gravidez não é por si só causa de incapacidade. 8) Pele e Tecido Celular Subcutâneo Não há exclusões absolutas para as doenças de pele. Neoplasias malignas metastáticas. Síndromes convulsivas de qualquer etiologia são causas de incapacidade definitiva. devendo ser posteriormente avaliadas. ou no caso. Na vigência de uso de hipoglicemiante oral. 12) Doenças Endócrinas e Metabólicas (a) Diabetes mellitus controlado apenas com medidas higieno-dietéticas não constituem causa de incapacidade. poderá considerá-la incapaz temporariamente. exceto se na opinião do médico avaliador a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. 10) Aparelho Gastrointestinal Não há exclusões absolutas para as doenças do trato gastrointestinal.2 . Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. do equilíbrio e da mobilidade é temporária ou definitivamente incapacitante na dependência da evolução e da etiologia. interfiram na capacidade de desempenhar a atividade de praticagem. que no entendimento do médico examinador. temporária ou definitivamente. sem risco para a mãe e feto. exceto nos casos de insuficiência renal com risco de descompensação súbita ou se. 13) Tumores e Neoplasias As neoplasias malignas deverão ser avaliadas conforme o grau de limitação imposto pela doença e pelo tratamento na execução da atividade de praticagem.

Dependência química de álcool e/ou substâncias ilícitas é incapacitante em caráter definitivo.14) Sangue e Órgãos Hematopoiéticos: Doenças que impliquem em risco de fenômenos tromboembólico ou de sangramento espontâneo ou traumático são incapacitantes temporária ou definitivamente. Somente serão aceitos laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção (mínima noventa dias) em que constem. 15) Sistema Imunológico Doenças auto-imunes serão consideradas incapacitantes em caráter temporário ou definitivo. 17) Outras Condições Patológicas Outras condições clínicas ou patologias não listadas acima poderão ser causa de incapacidade temporária ou definitiva. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). Os padrões e critérios deverão ser avaliados de acordo com o diagnóstico da patologia em questão. quantidades detectadas. negativos ou positivos. identificação e assinatura de. Assim. patologias que possuem tratamento curativo. para cada grupo de drogas solicitado. na dependência do impacto das mesmas sobre a capacidade laboral e dos efeitos colaterais da medicação utilizada. O uso de terapia anticoagulante é incapacitante em caráter definitivo para a atividade do Serviço de Praticagem. deverão ser apresentados à JRS da ZP da área para avaliação quando à deficiência funcional. na dependência da etiologia e do potencial evolutivo. . ou (c) Envolverem-se em acidentes em que sejam aventadas hipóteses de falha humana decorrente de problemas relacionados à saúde. os médicos peritos devem sempre estar atentos a este fato.24 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . informações sobre a cadeia de custódia. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. o estado psíquico do inspecionado. duas testemunhas da coleta. no mínimo. quando: (a) Não forem considerados aptos pelos médicos credenciados. Quaisquer patologias que impliquem incapacidade súbita ou debilidade prejudicando o tempo de reação ou julgamento às situações inerentes à atividade devem ser passíveis de afastamento. Por vezes. O laudo deverá registrar resultados. c) Incapacidade durante a Prestação de Serviço de Praticagem 1) Os Práticos deverão ser encaminhados pela CP para avaliação médica por Junta Regular de Saúde da Marinha do Brasil (JRS). pelos ou raspas de unhas). obrigatoriamente. A necessidade de utilização de medicação psicotrópica é sempre incapacitante em decorrência da interferência destas na capacidade de reação. (b) Apresentarem diminuição de sua capacidade de trabalho no exercício do Serviço de Praticagem. 16) Doenças Psiquiátricas Qualquer doença psiquiátrica aguda é incapacitante para a atividade de Prático em caráter temporário ou definitivo. A critério do médico credenciado ou Junta de Saúde. As despesas decorrentes da perícia médica por JS são de responsabilidade do Prático. com janela de detecção mínima de noventa dias. substancialmente. até restabelecimento por completo.2 . 2) Nesses casos. considerando-se as exigências da atividade de praticagem descritas no Anexo 2-J. bem como avaliação estatística do padrão de consumo. estabilização e/ou controle em curto prazo podem alterar. na dependência da etiologia e da possibilidade de controle. poderão ser solicitados exames toxicológicos a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos.

e para realizá-las as JRS da Marinha do Brasil. 3) Os inspecionados. a ponto de permitir a exercer as atividades do Serviço de Praticagem em sua plenitude e com segurança. após devidamente apresentados à JRS. sendo esta a única instância recursal. 6) Podem ser atribuídos dois graus de incapacidade para a prestação do Serviço de Praticagem: incapacidade temporária e incapacidade definitiva. em prazo inferior a 24 meses. por meio de ofício. mesmo que ocasional. considerando os exames clínicos e complementares e os dados de anamnese contidos no Anexo 2-J recebido. com as respectivas identificações e assinaturas dos membros.2 . comprometendo o bom desempenho da função. a contar da data de comunicação do laudo médico pericial recorrido. Os períodos em aberto entre uma IS que gerou incapacidade temporária e a reavaliação posterior deverão ser computados como períodos ininterruptos de incapacidade temporária para efeito de contagem total de tempo. As patologias que possam ser avaliadas segundo critérios funcionais complementares (provas funcionais) serão assim avaliadas. 2) É competente para determinar IS em grau de recurso o DPC.25 NORMAM-12/DPC Mod 4 . como anexo do documento de apresentação. 7) Consideram-se incapazes temporariamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. a JRS deverá preencher novo Anexo 2-J e encaminhá-lo para a Autoridade solicitante. A perda da agilidade. sob pena de arquivamento da IS por não comparecimento justificado. o expediente será encaminhado à Junta Superior Distrital (JSD) da área de jurisdição da ZP. . confidencial. da capacidade de deslocamento rápido. contendo como anexo cópia autenticada do último Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). 5) Os laudos a serem utilizados para a finalidade VDF serão os contidos no campo “FORMAS DE CONCLUSÃO” destinado às JS. ainda que não tenha sido reavaliado durante este intervalo. O inspecionando deve estar física e mentalmente habilitado para tais atividades. a contar do período de incapacidade temporária inicial. ou mesmo o uso de medicações. 8) As JS poderão exarar laudos de incapacidade temporária por período mínimo de trinta e máximo de 180 dias por IS. mediante solicitação do Prático por requerimento formal com exposição dos motivos. de controle clínico ou cirúrgico e que. deverá ser avaliado. Deverá constar. o Diretor-Geral de Navegação e o Comandante da Marinha.d) Competência 1) São competentes para determinar as Inspeção de Saúde (IS) com o propósito de Verificação Deficiência Funcional (VDF) os CP e o DPC. dentro do intervalo máximo de 24 meses de afastamento da atividade de praticagem por motivo de saúde. visando primordialmente à segurança da navegação. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias reversíveis. no prazo máximo de 120 dias corridos. 3) São competentes para determinar IS em grau de revisão por Junta de Instância Superior o DPC. e) Procedimentos 1) Os inspecionados serão apresentados às JRS da ZP de sua jurisdição por ofício no grau de sigilo confidencial. mantendo cópia na JRS para subsidiar posterior reavaliação. deverão comparecer à JRS em até cinco dias úteis para agendamento da IS portando documento oficial de identificação. Uma vez deferido. 4) Os médicos peritos deverão avaliar o grau de interferência das patologias prévias e recentemente diagnosticadas sobre as atividades do Serviço de Praticagem. possam estar sanadas. o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J) emitido pela JRS. não sendo necessário emissão de laudo para regularizar o intervalo em aberto. 2) Por ocasião da IS para VDF. da capacidade de exercer atividades físicas.

Se não forem apresentados para tal finalidade até receberem a aptidão plena por JS (“Apto para o Serviço de Praticagem”). suas reavaliações posteriores retornarão à esfera dos médicos credenciados. até 15 de dezembro. o gerenciamento e a coordenação do ATPR.CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . SEÇÃO XI DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS 0250 . sejam doenças cíclicas e sujeitas a períodos de exacerbação. 11) Consideram-se incapazes definitivamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais.” 3) Nos casos de incapacidade definitiva (exclusividade da JS): “Incapaz definitivamente para o Serviço de Praticagem”. contados a partir de sua criação em janeiro de 2005.CONAPRA a) Quando determinado pela DPC. e 4) Homologar as atalaiais e as tripulações das Lanchas de Prático e realizar as inspeções e laudos periciais para homologação do serviço de Lancha de Prático. 2) Nos casos de incapacidade temporária (exclusividade da JS): “Incapaz temporariamente para o Serviço de Praticagem.2 . 3) Auxiliar como assessor/moderador nos acordos regionais sobre fixação de preços de praticagem nas diversas ZP. No momento em que forem considerados aptos por JS.ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS a) A atualização do Prático consiste na realização do Curso de Atualização para Práticos (ATPR). aprovado pela DPC para atender à Resolução A. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias cujo potencial de reversibilidade seja remoto ou exijam mais de 24 meses para plena recuperação. Deverá prestar à DPC. 2) Auxiliar no controle e fiscalização do exercício profissional das Entidades de Praticagem. atuará como: 1) Auxiliar no controle e na fiscalização do exercício profissional do Prático e na aplicação do Curso de Atualização de Práticos (ATPR). . as seguintes informações: 1) Eventuais dificuldades e discrepâncias observadas na aplicação do ATPR.9) Uma vez completados 24 meses de afastamento consecutivos da atividade pelo Prático.960 (XXIII) da Organização Marítima Internacional. por motivo de saúde. 10) Após o período de incapacidade temporária definido pela JS. por _____ dias. c) Cabe ao CONAPRA o controle. não poderão ser avaliados por médico credenciado. com a finalidade de término da incapacidade.CONAPRA 0249 . este poderá ser apresentado pela CP para reavaliação. b) O Prático deve cursar o ATPR a cada ciclo de cinco anos. as JS deverão considerá-lo incapaz definitivamente para a atividade de praticagem. caso haja interesse do Prático. SEÇÃO X DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . anualmente. Este laudo não demanda revisão ex-officio. f) Formas de Conclusão 1) Nos casos de aptidão plena: “Apto para o Serviço de Praticagem”.26 NORMAM-12/DPC Mod 4 . e 2) Relação atualizada dos Práticos que realizaram o curso.

.27 - NORMAM-12/DPC Mod 4 .d) No final de cada ciclo de cinco anos. o Prático que não realizou o ATPR fica impedido de concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. sendo afastado temporariamente da atividade.2 . até que seja aprovado no curso.

6) Cartas náuticas da área da ZP .uma unidade.uma unidade. em ambos os bordos.superior a 5. 0303 . em substituição ao portátil. e 8) Binóculo .2 motores Diesel de. 3) Quadro de Luzes e Marcas . 3) VHF portátil . 7) Régua paralela e compasso . 3) Boca .CARACTERÍSTICAS a) A Lancha de Prático deve possuir características de manobrabilidade. que significa Prático (“Pilot”). 4) Calado máximo . a letra P.maior que 9 m.uma unidade de cada. 5) Deslocamento .1. b) velocidade de cruzeiro não deve ser inferior a 15 nós. de estabilidade e de potência de máquinas que a possibilite efetuar o transporte do Prático e a aproximação para transbordo (lancha-navio-lancha) com segurança. 4) Ecobatímetro . com sistema de alimentação independente. e -3-1NORMAM-12/DPC Mod 2 .uma unidade.uma unidade.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) O casco da lancha deve ser pintado de vermelho e a superestrutura de branco. LANCHA DE APOIO E ATALAIA SEÇÃO I LANCHA DE PRÁTICO 0301 .000 kg. topo e arranjo geral da Lancha de Prático constam do Anexo 3-A. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). e 4) A lancha poderá ser dotada de outro VHF fixo.uma unidade. b) Comunicações: 1) HF multifrequencial . no mínimo.uma unidade.uma unidade de cada. c) Publicações e Quadros: 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM) uma unidade. Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora.maior que 7 m.uma unidade. 5) Agulha magnética . 2) Quadro de Regras de Governo e Navegação . 0302 . 2) GPS . por ante a ré do acesso à cabine de governo.uma unidade (opcional). 170 Hp de potência cada um. 6) Propulsão .DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) Navegação: 1) Radar Banda X . dois eixos e dois hélices. 2) Comprimento entre perpendiculares . c) As Lanchas de Prático devem ter ainda as seguintes características: 1) Comprimento total . 3) AIS .uma unidade.superior a 3 m.CAPÍTULO 3 LANCHA DE PRÁTICO. 2) VHF fixo (com chamada seletiva digital opcional) .uma unidade (opcional).5 m. d) As vistas de perfil. b) Deve ser pintada na superestrutura.uma unidade.

DOTAÇÃO O número mínimo de Lanchas de Prático será o necessário de modo a manter o Serviço de Praticagem ininterrupto.EMPREGO A Lancha de Prático é de uso específico do Serviço de Praticagem.QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO a) Os tripulantes da Lanchas de Prático deverão receber treinamento para as fainas de embarque e desembarque do Prático. 2) croque .4) Quadro de Sinais Sonoros e Luminosos .uma unidade. desde que autorizado pela CP). deverão ser submetidas às inspeções necessárias à homologação pelo CONAPRA. b) A qualquer momento. e 5) holofote para alcance de 300 a 500 jardas. a constatação do descumprimento de algum requisito poderá implicar em perda da homologação. 0306 . dentro da sua jurisdição. com validade de quatro anos. 2) Balsa inflável classe I ou II .uma unidade. 3) cinto de segurança . b) O Cartão de Tripulação de Segurança (CTS) da Lancha de Prático será composto de um Marinheiro de Convés (MNC) e de um Moço de Convés (MOC). O CP/DL/AG manterá o registro e arquivo da 2a via do Certificado concedido. para ser comandado de dentro da cabine com rotação de 360º horizontalmente e até 90º no sentido vertical . c) A homologação será concedida por meio do Certificado de Homologação da Lancha de Prático. com delegação de competência da DPC.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO a) O CP homologará.uma unidade para lancha que opere em mar aberto (ou uso de aparelho flutuante. ou uma em cada bordo. com cópia para a CP/DL/AG. Anexo 3-B. d) O adestramento das tripulações nas fainas de embarque e desembarque deverá ser mantido pelos responsáveis das tripulações por meio de contínuo treinamento. que emitirá um Certificado de Homologação.uma unidade.duas unidades colocadas na antepara por anteavante e ante a ré da cabine de governo. poderá ser empregada em outras atividades quando requisitada pela Autoridade Marítima. d) O CONAPRA. c) Após as tripulações estarem adestradas. realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais pertinentes à homologação da Lancha de Prático. Entretanto. e) Dispositivo para auxiliar nas fainas de embarque e desembarque de pessoal da lancha-embarcação-lancha: 1) enxárcia ou plataforma de embarque. 4) defensas . 0302 e 0303. d) Salvatagem: 1) Bóia salva-vidas com lanterna .total igual ao da lotação da lancha.uma unidade. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário. e 3) colete salva-vidas .uma de cada bordo. de forma a aprimorar seus condicionamentos nas eventuais situações de emergência e na adoção de medidas preventivas de acidentes. 0305 . com a obrigatoriedade de estarem prontas para atender às solicitações permanentemente (24h p/dia). -3-2NORMAM-12/DPC Mod 2 . 0304 . a Lancha de Prático que atender aos seguintes requisitos constantes dos itens 00301. 0307 .

com a delegação de competência do DPC. estas deverão -3-3NORMAM-12/DPC Mod 2 . Nas áreas em que. b) O CONAPRA. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A). como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário. por ante a ré do acesso a cabine de governo. de acordo com as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior . 0311 .DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) A dotação exigida para essa Lancha deve ser igual à estabelecida para outras embarcações que naveguem em águas interiores. que significa Prático (“Pilot”).NORMAM02/DPC e com as regulamentações existentes nas NPCP/NPCF. com rotação de 360° horizontalmente e até 90° no sentido vertical.EMPREGO a) As Entidades de Praticagem estão autorizadas a utilizar Lanchas de Apoio à Praticagem que possibilitem efetuar o transporte do Prático para navios atracados. a Lancha de Prático. b) A Lancha de Apoio à Praticagem não substituirá.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM a) O CP homologará.QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO A qualificação das tripulações e suas habilitações devem atender ao estabelecido no item 0306. Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora. 0312 . b) Deve ser pintada na superestrutura. dentro da sua jurisdição. a letra “P”. realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais necessários ao registro da Lancha de Apoio à Praticagem.ESTRUTURA OPERACIONAL a) A Atalaia deve ser estruturada de forma que possa atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. fundeados ou amarrados à bóia em águas abrigadas. devido às características da região. em ambos os bordos. SEÇÃO III ATALAIA 0313 . equipamento de VHF-Fixo e de holofote com alcance de 300 a 500 jardas para ser comandado de dentro da cabine. em nenhuma condição.SEÇÃO II LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM 0308 . 0309 . não seja possível agrupar todas as partes de sua estrutura operacional num mesmo local. 0310 . o serviço da Lancha de Apoio à Praticagem. b) Deve fazer parte do conjunto de suas instalações a área para atracação das lanchas.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) A Lancha de Apoio à Praticagem deverá ter o casco na cor vermelha e a superestrutura em branco. b) É obrigatória a dotação de ecobatímetro. Poderá ser empregada em outras atividades a critério da Entidade de Praticagem e quando requisitada pela Autoridade Marítima.

Os Serviços de Praticagem devem ser. 2) Termômetro de máxima e mínima. 9) Relação de Estações Costeiras da Embratel.estar localizadas o mais próximo possível uma das outras e com meios de comunicação confiáveis e suficientes para garantir sua operação como se estivessem agrupadas. 2) Possuir dois equipamentos em VHF marítimo. Lancha de Prático. 0314 . ratificada pelo CP/DL/AG. bem como as tripulações das lanchas que estiverem de prontidão. 3) Tábuas das Marés. -3-4NORMAM-12/DPC Mod 2 . pontos de fundeio. e 18) Normas da Autoridade Marítima (NORMAM). 16) Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). 8) Código Internacional de Sinais (CIS). c) Publicações Disponíveis para Uso 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM). 14) Normas e Procedimentos da Capitania (NPCP/NPCF) com jurisdição sobre a ZP. pontos de espera de Prático. e) Nos casos em que há mais de uma Atalaia. embarcação a ser praticada e rebocador. 12) Régua paralela e compasso para plotagem de posição.DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA a) Comunicações 1) Possuir linhas telefônicas em número suficiente a atender ao Serviço. 15) Normas Reguladoras da Autoridade Portuária. 7) Tabela da Escala Beaufort. 5) Lista de Faróis. requisitados à Atalaia homologada da respectiva ZP. atualizadas. pelos Comandantes das embarcações ou por seus prepostos. a comunicação não fique interrompida. com chamada seletiva digital. áreas de quarentena e demais pontos notáveis. 3) Equipamentos portáteis de VHF em quantidade correspondente ao número de Práticos e Praticantes de Prático em escala. de modo que apenas uma delas atue como Estação de Praticagem da ZP para atender às solicitações das embarcações. as instalações apropriadas para alojar os Práticos de serviço. e 5) Dispositivos de energia de emergência. 4) Roteiro. uma delas acoplada a um aparelho de fac-símile. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. de modo que. e 3) Barômetro. em caso de falta de energia na área. com os pontos que a delimitam. obrigatoriamente. 10) Cartas Náuticas de toda a ZP e as áreas adjacentes. 11) Avisos aos Navegantes. d) A Atalaia deverá efetuar o controle dos navios que farão uso de seus serviços. com capacidade de comunicação com a Atalaia. 6) Lista de Auxílio-Rádio. 17) Regulamentação da LESTA (RLESTA). b) Equipamentos Meteorológicos 1) Anemômetro. 13) Quadro com a carta náutica da ZP. c) Comporão também a sua estrutura operacional. 2) Almanaque Náutico. 4) Operadores radiotelefonistas bilíngues (inglês-português) disponíveis 24 horas ininterruptas.

b) A qualquer momento. -3-5- NORMAM-12/DPC Mod 2 . por meio do Certificado de Homologação da Atalaia (Anexo 3-C). com cópia para a CP/DL/AG.d) Material de Salvatagem Deverá possuir a quantidade de coletes salva-vidas equivalente ao número de Práticos e de Praticantes de Práticos. 0315 . por decisão da CP/DL/AG.HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA a) O CONAPRA. com a delegação de competência da DPC. a constatação do descumprimento de algum item acima citado poderá implicar em perda da homologação. realizará as inspeções necessárias e homologará a(s) Atalaia(s). acrescida de 20%.

alínea c) da RLESTA. encontram-se listados no anexo 4-D. para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. “stern thruster”. alínea c) da RLESTA. exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de um Serviço de Praticagem para essa área. com AB maior que 3000 e menor ou igual a 5000. b) Os trechos hidroviários por ZP onde o Serviço de Praticagem é facultativo.CAPÍTULO 4 DAS ZONAS DE PRATICAGEM 0401 . 3º Inciso I. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. inclusive especificando os portos válidos para essa concessão. exclusivamente. 2) As de bandeira brasileira com AB até 2000.PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO As coordenadas geográficas dos Pontos de Espera de Prático encontram-se listadas no Anexo 4-B. com os respectivos limites geográficos. 0404 . 3) As de bandeira estrangeira com AB até 2000. 4) As empregadas em navegação de apoio marítimo. de qualquer tipo. Se de bandeira estrangeira. e (b) Sejam comandadas por marítimo brasileiro. Se de bandeira estrangeira. 0402 . desde que atendam aos requisitos listados no inciso 4) e que constem nominalmente em Portaria do Diretor de Portos e Costas. encontram-se listadas no Anexo 4A. e (d) Estar com o AIS ativo. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no país. propulsão azimutal ou similares. c) As seguintes embarcações estão dispensadas do Serviço de Praticagem: 1) As classificadas. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira.RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM As ZP. Compete à DPC estabelecer as ZP. 5) As empregadas em navegação de apoio marítimo. conforme definido no art. 0403 . tais como: “bow thruster”. 6) As embarcações com AB maior que 2000 engajadas em operação de dragagem. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. 3º Inciso I.PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO a) Os trechos hidroviários. (c) Possuam DGPS. os portos e os terminais onde o Serviço de Praticagem é obrigatório encontram-se listados no Anexo 4-C.1 NORMAM-12/DPC Mod 4 . desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e .ZONA DE PRATICAGEM É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações.4. conforme definido no art. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. com AB até 3000. observadas as exceções para embarcações com determinadas características.

. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. cinco navegações de praticagem. o Serviço de Praticagem brasileiro. d) A utilização do Serviço de Praticagem será facultativa para as embarcações de bandeira peruana ou colombiana com AB menor ou igual a 2000 e com calado máximo compatível com os valores estabelecidos pela Autoridade Marítima Brasileira. d) As embarcações com arqueação bruta (AB) maior que 500. obrigatoriamente. os Práticos poderão ser designados para outra ZP.2 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no país e comandadas por marítimos brasileiros. (c) Tenha sido realizado adestramento com Prático de. devem. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. exclusivamente. a critério exclusivo do DPC. c) As embarcações de bandeira peruana ou colombiana. conforme previsto no Capítulo 2 destas Normas. nos trechos sob jurisdição nacional. propulsão azimutal ou similares. com AB superior a 2000. tais como: “bow thruster”.4. (b) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo.SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS a) Todas as embarcações que trafegam em águas jurisdicionais brasileiras estão sujeitas à legislação brasileira. por Práticos de nacionalidade brasileira. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. 7) As embarcações classificadas como Petroleiro. em função das condições de navegabilidade dos rios da região. com praticagem facultativa. Se de bandeira estrangeira. e (d) Estejam com o AIS ativo. b) O Serviço de Praticagem nas águas jurisdicionais brasileiras é exercido. (c) Possuam DGPS. com AB até 3000. 0406 .comandadas por marítimos brasileiros. no mínimo. e) O limite máximo a ser cobrado das embarcações de bandeira peruana ou colombiana que utilizarem o Serviço de Praticagem não excederá o maior valor cobrado pelos mesmos serviços prestados às embarcações brasileiras. utilizarão. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. 0405 . “stern thruster”. ficando sujeitos ao cumprimento de Programa de Qualificação do Praticante de Prático e posterior Exame de Habilitação para Prático. e (d) Que seja efetuada consulta obrigatória à Estação de Praticagem quanto à sequência a ser observada nas manobras de entrada e saída do porto e dentro da ZP. obrigatoriamente. visando o controle e a segurança do tráfego aquaviário. e) O quadro constante do Anexo 4-E apresenta as circunstâncias onde a contratação do Serviço de Praticagem é obrigatória ou facultativa.EXTINÇÃO DE ZP Na eventualidade da extinção de uma ZP.

d) Os preços fixados pelo DPC terão caráter temporário. a Comissão buscará sempre um acordo entre as partes. sempre com vistas a garantir a segurança da navegação. a critério do DPC. não se aplicando aos acordos em vigor ou que venham a ser estabelecidos. instituir uma Comissão para discussão dos assuntos afetos aos preços dos Serviços de Praticagem. ainda. Não obtido. em princípio. b) Para a fixação dos preços. Para esta Comissão. buscando o aperfeiçoamento da sistemática empregada na fixação desses preços. devendo as partes buscarem um acordo quanto aos preços considerados satisfatórios para ambas. não contencioso e. consultar o CP/DL/AG sobre o oferecimento de facilidades e isenções ao navio. c) Durante o desenvolvimento do trabalho. deverá.NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ a) A Marinha do Brasil adota. a DPC poderá fixar os preços dos Serviços nos casos em que não houver acordo entre tomador e prestador. o critério da reciprocidade para oferecer facilidades aos navios de guerra e de estado estrangeiros em visita a portos brasileiros em tempo de paz. poderão ser convidados representantes de setores envolvidos. e) O DPC poderá.CAPÍTULO 5 PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM 0501 . ao final. mas tão somente garantir a prestação ininterrupta do Serviço de Praticagem. não engajados em visitas de caráter comercial. emitirá um relatório circunstanciado que deverá conter as sugestões dos preços a serem fixados. instruirá o processo administrativo interno. 0502 . que é uma atividade essencial. o DPC instituirá uma Comissão para elaborar o estudo para cada caso específico. b) Quando a Entidade de Praticagem for designada para atender a navio de guerra ou de estado estrangeiro. para decisão final do DPC. -5-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .FIXAÇÃO DOS PREÇOS a) Para assegurar a permanente disponibilidade do Serviço de Praticagem. Não se pretende substituir as partes no estabelecimento dos preços a serem praticados. antecipada e formalmente.

.Estabilidade de governo.Princípios do escoamento em torno do leme do navio.A resistência ao ar e ao vento. .Teoria da propulsão. . . .Cavitação.Controlabilidade do Navio .A resistência adicional devido às ondas. .Parar o navio. .Definição de propulsão.Geometria do leme.Resistência friccional. . para o perfeito entendimento da capacidade que o mesmo possa ter para executar uma dada manobra. .Equipamentos auxiliares para se parar um navio.Resistências do Navio . . .Efeitos e características da máquina e sua dinâmica na guinada. . sendo desnecessário o perfeito conhecimento dos cálculos matemáticos inerentes ao assunto.A ação de um propulsor parcialmente submerso.Efeitos do meio ambiente: -2-A-1NORMAM-12/DPC Rev 1 .Acelerações para vante e para ré em um navio. 3 .Superfícies de Controle (lemes) . . . .Manobras-padrão. . .Propulsão do Navio e Propulsores .Análise da habilidade de governo de uma embarcação. . . É importante a compreensão das causas que levam ao movimento do navio. 1 .Influências da forma do casco na ação do leme. .Diferenças de atuação entre um leme de estrutura fixa e um do tipo “flap”. .A resistência devido ao fenômeno “wave-breaking”.Estabilidade e controle do navio. . .A manobra de “rudder cycling”.Parar o navio com liberdade para guinar. .MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) Estuda o comportamento do casco e do(s) leme(s) interagindo com o(s) sistema(s) propulsor(es) em um dado meio ambiente.Resistências relativas às perturbações nas linhas de corrente devido à forma do casco e seus apêndices. .Geometria do hélice.Influências da razão de aspecto do leme. . 2 .Interação entre o casco e o propulsor.Tipos de propulsores. .Os efeitos da variação de calado nas resistências do navio. 4 .ANEXO 2-A CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I .Princípio de sustentação e arraste: forças e momentos do leme.Distâncias e relações entre tempos e velocidades para se parar um navio.Efeitos de águas rasas nas resistências do navio. .Resistência a ondas.A manobra de “coasting”. . .

18) Utilização de equipamentos do passadiço: a) Odômetro. II) bancos. III .ARTE NAVAL 1) Governo dos navios de um ou mais hélices e um ou dois lemes. 3) Manobras de fundear.ANEXO 2-A a) Ventos. 13) Aparelho de governo. amarrar à bóia e largar da bóia. 12) Manobra de embarcações em águas restritas (“Executing the Plan”. 4) Navegação de praticagem.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) Instrumentos náuticos e de navegação. 5) Navegação de segurança. aparelhos de laborar e acessórios. 14) Aparelho de fundear e suspender. 11) Amarração. III)canais estreitos. “Teamwork”. c) Ondas. suspender. b) Correntes. d) Estabilidade de governo com os efeitos do meio ambiente. 8) Classificação dos navios. 2) Cinemática naval (incluindo interpretação de dados oferecidos pelo ARPA). 9) Navegação batimétrica. 10) Marés e correntes de maré. 2) Manobras de atracação e desatracação. 7) Nomenclatura do navio. -2-A-2NORMAM-12/DPC Rev 1 . II . e) Interação do navio com: I) águas rasas. e IV)outros navios. 8) Navegação fluvial. 7) Navegação com mau tempo. 10) Trabalhos do marinheiro. b) Radar. amarrar. 11) Planejamento de derrota em águas restritas (“Passage planning”). arqueação e deslocamento. 3) Carta Náutica. considerando as correntes locais. 14) Embarque e desembarque de práticos. 6) Navegação com corrente. 13) Navegação com o prático a bordo. c) Ecobatímetro. “Monitoring the ship´s progress”. 15) Estabilidade. 12) Poleame. e “Navigating with integrated bridge and electronic chart systems”). 4) Emprego de rebocador(es) na manobra. 16)Gerência de passadiço. 5) Troca de atracadouro (manobra de cabeços). 6) Reboque. rocegar. 15)Procedimentos operacionais do prático. 9) Cabos. 17) Contingências.

6) Regras especiais para evitar abalroamento na navegação interior. 5) Regras internacionais para evitar abalroamento no mar. 19) Cartas piloto. 4) Borda-livre e estabilidade intacta. 4) Visibilidade no mar. 6) Nebulosidades. 11) Cerimonial da Marinha Mercante. V . 11) Interpretação de cartas de pressão ao nível do mar. 3) Célula de Hadley. 15) Correntes de densidade e correntes costeiras. 2) Lei que dispõe sobre o Tribunal Marítimo e a regulamentação sobre comunicação e investigação de fatos e acidentes da navegação marítima. 16) Ondas. g) Carta Eletrônica e ECDIS. 2) Circulação do ar. h) Doppler Sonar. e) Barômetro. -2-A-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 13) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. 20) Navegação meteorológica.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) Interação dos elementos meteorológicos. 17) Interpretação de áreas geradoras de vagas. 3) Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação. i) “Automatic Identification System” (AIS).Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e o seu Decreto Regulamentador. 10) Conhecimento e utilização de publicações náuticas da DHN. 9) Sistemas frontais. 7) Tráfego e permanência de embarcações em águas jurisdicionais brasileiras. 13) Marés. fluvial e lacustre. 7) Nuvens cúmulos-nimbus. 9) Auxílios à Navegação. 5) Névoa úmida. 21) Navegação de mau tempo. 14) Cartas de correntes de marés.ANEXO 2-A d) Anemômetro e anemoscópio.LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) LESTA e RLESTA . 8) Serviço de Praticagem no Brasil. 14) Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS). f) GPS e DGPS. 8) Sistemas tropicais. e j) “Dynamic Positioning Systems” (noções e conceitos básicos). 18) Climatologia. 12) Estrutura da Autoridade Marítima Brasileira. IV . 12) Interpretação de imagens de satélite (IR). 10) Interpretação do boletim meteoromarinha.

-2-A-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 3) Sistema Marítimo Global de Socorro e Segurança (GMDSS).COMUNICAÇÕES 1) Vocabulário padrão de navegação marítima.ANEXO 2-A VI . 2) Código Internacional de Sinais.

Wave-Making Resistance .Theory of Propeller Action .Cavitation .4. SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol. controllable-pitch propellers. 7. 4 e 5 . – Principles of Naval Architecture.Analysis of Turning Ability . II & III.5. 4.Accelerating. Chapter 2 – Forces Affecting the Ship 2) LEWIS.10. 10 .Geometry of the Screw Propeller .ANEXO 2-B BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I .3.Stability and Control .Frictional Resistance .Vessel Waterway Interactions . 13 e 14 .12.Analysis of Course Keeping and Controls-fixed Stability .Other Components of Resistance Chapter VI –Propulsion– Sections 1. 3. paddle wheels.Hydrodynamics of Control Surfaces  Geometry. 6.Introduction . 2. vertical-axis propellers. Forces and Moments  Flow around a Ship’s Rudder  Scale Effects  Effect of Aspect Ratio  Free-stream Characteristics of All-Movable Low Aspect-Ratio Control Surfaces.Other propulsion devices (jet propulsion. Stopping and Backing . EDWARD V.6.MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) 1) CRENSHAW.Motion Stability .Effects of the Environment .Introduction . super-cavitating propellers and overlapping propellers) VOLUME III Chapter IX – Controllability – Sections 1. tandem and contrarotating propellers.  Influence of Hull Shape on Effective Aspect Ratio of All-Movable Control Surfaces  Influence of Fixed Structure and Flapped Control Surfaces -2-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Powering of Ships . RUSSEL SYDNOR – Naval Shiphandling. VOLUME II Chapter V – Resistance – Sections 1.Interaction between Hull and Propeller .

VOLUME . FNI . .Poleame.Capítulo 11 . FNI . . .THE NAUTICAL INSTITUTE.Arte Naval.Capítulo 5 . HENK. .dhn.Capítulo 3 .Capítulo 7 .Capítulo 37 . &MacELVERY. (disponível em www.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) SWIFT.Volumes I e III. . .Capítulo 12 . FNI & BAILEY. . MAURÍLIO M. Capt.Determinação da Posição por Marcações Sucessivas .J.Instrumentos Náuticos.Capítulo 10 .III . Capt. . .Capítulo 12 . . .Capítulo 1 . .Trabalhos do Marinheiro.Navegação Estimada. J.Capítulo 9 .ARTE NAVAL (SHIPHANDLING) 1) FONSECA.Capítulo 8 .br).I .Navegação com Mau Tempo. MARCELO . Correntes Oceânicas. .Capítulo 1 .Capítulo 10 .SDM.Cabos. a Practical Guide . . Capt. 4) FRAGOSO.Projeções Cartográficas: A Carta Náutica.Capítulo 42 .Publicações de Auxílio à Navegação.Rebocadores Portuários CONAPRA. . a Practical Guide .. DANIEL H. . -2-B-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . DANIEL E. T. . Aparelhos de Laborar e Acessórios. III .Capítulo 4 . Mastreação e Aparelhos de Carga. 2) MIGUENS.Emprego de Linhas de Posição de Segurança.A Navegabilidade dos Rios.Rio de Janeiro.Aparelhos de Fundear e Suspender.Bridge Team Management.A Posição no Mar: Navegação Costeira. .Manobra do Navio.Capítulo 2 . OTÁVIO A.Navegação por Satélites.Capítulo 11 . . .Capítulo 40 .Capítulo 38 .Capítulo 6 .Capítulo 8 . 2) MacELREVEY. CORNELL MARITIME PRESS. II .Capítulo 2 .Outros Sistemas e Técnicas Modernas de Navegação. DHN .THE NAUTICAL INSTITUTE.Tug use in Port.Agulhas Náuticas: Conversões de Rumos e Marcações. Rio de Janeiro .Marés e Correntes de Maré..mar. e CAJATY.Capítulo 14 . 3) HENSEN.Nomenclatura do Navio.Navegação: A Ciência e a Arte .Shiphandling for the Mariner.The Nautical Institute.Aparelho de Governo.Geometria do Navio. . A.Navegação Radar.ANEXO 2-B 3) SQUAT INTERACTION MANOEUVERING . VOLUME . ALTINEU PIRES . .Capitulo 7 .O Problema Geral da Navegação.Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas.mil. .

10) Brasil. -2-B-3NORMAM-12/DPC Rev 1 . 6) NORMAM-17/DHN . 7) NORMAM-22/DPC . de 05 de fevereiro de 1954.889(21) Pilot Transfer Arrangements.LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) NORMAM-01/DPC . de 11 de dezembro de 1997.Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior. 5) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . 2) NORMAM-02/DPC .Resolução No A. Lei n° 9. 3) NORMAM-08/DPC . Decreto no 2.960(23) Recommendations on Training and Certification and Operational Procedures for Maritime Pilots other than Deep-sea Pilots.917(22) Guidelines for the Onboard Operational use of Shipborne Automatic Identification Systems (AIS).Serviço de Tráfego de Embarcações.596.Resolução No A.Normas da Autoridade Marítima Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação.817(19) Performance Standards for Electronic Chart Display and Information Systems (ECDIS).IMO . 4) NORMAM-09/DPC . 8) NORMAM-26/DPC .537. 11) Brasil.ANEXO 2-B 3) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . Itens: 0701 a 0703 e 0710 a 0714. Cap7: Borda-livre e Estabilidade Intacta. 6) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . de 18 de maio de 1998.BRASIL.Resolução No A.11: Regras Especiais para Evitar Abalroamento na Navegação Interior.Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação. para Inquéritos 5) NORMAM-12/DPC .IMO .IMO . Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto.Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras.180. 645 Guidelines for Vessels with Dynamic Positioning Systems (DP-systems). Cap. IV . Aprova o Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (RLESTA). 4) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . Diretoria de Portos e Costas. Lei no 2.Resolução No A.Circular MSC/Circ.Normas da Autoridade Marítima para o Cerimonial na Marinha Mercante.IMO . Dispõe sobre a Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (LESTA).Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem. Dispõe sobre o Tribunal Marítimo. 7) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . 9) Brasil.IMO .

.Rio de Janeiro . VI . 2) BRASIL. 3.mil.Avisos aos Navegantes.6.DHN.International Maritime Organization . VIII. .IMO 14) Publicações Náuticas da Diretoria de Hidrografia relacionadas abaixo: .Lista de Faróis. 13) CONVENTION OF THE INTERNATIONAL REGULATIONS FOR THE PREVENTING COLLISIONS AT SEA.Carta 12.1. . 3. e Navegação (DHN) 15) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil.8. .emergency  Abandon  Assistance  Distress  Search and Rescue -2-B-4NORMAM-12/DPC Rev 1 . XII.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) LOBO.Roteiro.000 (Símbolos. 3. de 3 de julho de 2004.International Maritime Organization IMO.4 e 3.(disponível em www.Unidade 1 . Resolução No A. .10. . 1972 .br) V . 3) INTERNACIONAL CODE OF SIGNALS .Unidade 3 .10.10. Seções e Apêndices de interesse do Processo Seletivo relacionados abaixo: a) CAPÍTULOS I a V. X. 3. . e . VII. PAULO ROBERTO VALGAS e SOARES.mar.Cartas Náuticas.1 a 3.10. 1.COMUNICAÇÕES 1) IMO STANDARD MARINE COMMUNICATION PHRASES.8).10.Distress .918(22) da International Maritime Organization .ANEXO 2-B 12) BRASIL.6).Cartas Piloto.2. CARLOS ALBERTO Meteorologia e Oceanografia .Rio de Janeiro . de Direção Setorial e de outras Organizações Militares da Marinha para o exercício das atividades especificadas.Tábuas das Marés. Estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de DireçãoGeral.Cartas de Correntes de Maré. 3.mil.mar. e .dpc. Capítulos. XI.GMDSS (3. MANUAL DO CURSO ESPECIAL DE RADIOPERADOR GERAL.br): . .Princípios das Radiocomunicações Marítimas (1.1 a 1.Lista de Auxílios-Rádio. Abreviaturas e Termos). b) SEÇÃO GERAL I . (disponível em www.salvamarbrasil. Portaria no 156/MB.IMO.COLREG .4.7 e 1. Diretoria de Portos e Costas.

Distress signals 2 .Manoeuvres V .Aids to navigation  Canal – channel – fairway  Dangers to navigation IV .ANEXO 2-B  Survivors II . a quem cabe a escolha daquela que julgue mais adequada para o estudo dos assuntos atinentes às provas escrita e prático-oral. servindo apenas como orientação para o candidato.Chapter I d) APÊNDICES 1 .Radiotelephone procedures OBSERVAÇÕES: 1) A bibliografia sugerida não limita ou esgota os assuntos constantes do conteúdo programático.Casulties – damages  Collision  Fire – explosion  Towing – tugs III . 2) O Edital do Processo Seletivo indicará as edições dos itens relacionados nesta bibliografia sugerida.Request for Medical assistance .Table of signaling flags 4 . -2-B-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 .Miscellaneous  Pilot c) SEÇÃO MÉDICA (Instructions) I .

ANEXO 2-C -2-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

que o Praticante de Prático _______________________________________________. da ZP ________________________________________. em conformidade com o previsto nas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC e nas NPCP/NPCF. sendo seu desempenho avaliado como satisfatório.ANEXO 2-D DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO Declaro. ____________________________________________________ Assinatura do Representante Legal da Entidade de Praticagem -2-D-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . cumpriu junto a esta Entidade de Praticagem o Programa de Qualificação de Praticante de Prático. para fim de solicitação do Exame de Habilitação para Prático. CIR nº _________________. estando apto a solicitar o Exame de Habilitação para Prático.

ANEXO 2-E -2-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

e Forno.2-F-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . Tubarão. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. Barra do Furado(2) e Macaé(2) Santos. Ilha Guaíba. portos e terminais. Sepetiba. Praia Mole. Portos e Terminais Interiores Rio de Janeiro 15 10 50 São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 16 17 18 21 22 19 20 10 10 7 7 4 10 2 50 50 40 40 25 50 12 OBS. 2) Após a criação dos portos. 3) Outros portos serão. Açu(2). Angra dos Reis. . oportunamente. o detalhamento do plano de manutenção de habilitação constará das NPCP/NPCF. acrescentados nas respectivas ZP. incluindo as manobras necessárias para trechos.ANEXO 2-F NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO No MÍNIMO DE FAINAS POR PRÁTICO(1) MÊS SEMESTRE 1 10 2 15 5 35 7 45 9 50 1 6 3 15 2 15 8 45 6 35 2 10 1 10 8 50 6 50 PRATICAGEM Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo ZP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 ZP(3) Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde Itaqui. Baixada Santista São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. Rios. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. Ilha Grande (TEBIG).: 1) Conforme a alínea a) do item 0238 desta Norma. Niterói. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro.

ANEXO 2-G MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM Declaro. SINGRADURA)_____ _____(discriminar trecho)_____. GETTING UNDERWAY OR LEAVING THE HARBOUR)________. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. nas fainas de _____(ATRACAÇÃO. in manoeuvers of ________(BERTHING. ____________________________________ (Place and Date) ___________________________________ (MASTER) -2-G-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . devidamente identificados: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Ocorrências e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. que o navio __________________________________ IRIN ______________ foi atendido pelo Prático _______________________________________________________ que se identificou. ________________________________________ (Local e Data) ________________________________________ (COMANDANTE) BRAZILIAN NAVY HARBOURMASTER’S OF THE STATE OF ______________________ CONFIRMATION OF PILOTING MANOEUVER I declare. in the __________(HARBOUR PIER)_________ in ______/______/______ in the period of ___(TIME)___ to ____________. no __________(PORTO OU TERMINAL)_________ em _____/_____/_____ no período de _______(HORA) a . Participating in the manoeuvers as assistants the following properly identified pilots: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Comments and additional remarks: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ I affirm the above are all true. DESATRACAÇÃO. LEAVING THE WHARF. to be used as a proof to the Brazilian Maritime Authority that the ship _____________IRIN _____________ was attended by the pilot _________________ ________________________________________ which identified himself. Participaram como assistentes os seguintes Práticos.

______________________________________ (local e data) ______________________________________ (Prático) -2-H-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . devidamente identificado(s): ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Avaliações e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. SINGRADURA) (discriminar trecho) __________________________________________ em _____/_____/_____ no período (PORTO OU TERMINAL) de ___________________ a __________________ acompanhadas/realizadas pelo seu (DATA/HORA) Comandante __________________________________________________________ (CATEGORIA E NOME) com a assistência do(s) seguinte(s) Prático(s). no (ATRACAÇÃO.ANEXO 2-H MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADA POR COMANDANTE Declaro. que o navio _______________________________________ IRIN ____________________ teve suas fainas de ___________________________________________________. DESATRACAÇÃO. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira.

Barra do Furado(1) e Macaé(1) Santos. Portos e Terminais Interiores 160 45 36 33 15 04 06 04 18 06 05 33 03 31 65 65 33 13 17 06 26 09 1) Após a criação dos portos.ANEXO 2-I LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ESTADO ZP ZP(2) LOTAÇÃO Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 21 22 19 20 Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaqui. Rios. Ilha Grande (TEBIG). 2) Outros portos serão. Angra dos Reis. Praia Mole. Ilha Guaíba. Niterói. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. acrescentados nas respectivas ZP. Tubarão. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro. Açu(1). e Forno. Baixada Santista. .2-I-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . oportunamente. Sepetiba.

como o apito. Rotina a ser cumprida a partir das informações: (1) Este modelo torna-se parte do arquivo de avaliação como prova documental que os requisitos médicos e psicofísicos regulares foram satisfeitos e o profissional Prático é fisicamente habilitado a portar o Competente Certificado. por longos períodos de tempo. vindos de qualquer direção. 4. Possuir capacidade auditiva adequada. de maneira que esteja completamente ciente todo o tempo dos possíveis perigos à navegação que possa defrontar. vindo de uma pequena lancha. sino. em variadas condições de tempo. passando por portas apoiadas em soleiras. o médico deverá atestar que o Prático é capaz física e mentalmente de atender à demanda do serviço de praticagem.RJ. Estar apto a entrar em compartimentos. com altura de 66 cm. regularmente. 2. especialmente para perceber e distinguir sons indicadores de nevoeiro.5207/2104. Nesta avaliação. (2) Esta informação torna-se parte documental e está sujeita à revisão pelos órgãos federais competentes. telefones (021) 2104. de acordo com os parâmetros estabelecidos na NORMAM-12/DPC. 3. regulamentada pelo Decreto nº 2. de 11 de dezembro de 1997. gongo ou outro instrumento utilizado -2-J-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . tem a obrigação de acompanhar a situação médica. Principais propósitos da informação: (1) Determinar se o profissional Prático avaliado atende aos requisitos mínimos e é capaz fisicamente de efetuar os serviços de Prático. em cumprimento à Lei n 9. 5. Ter a visão adequada em ambos os olhos. e ser capaz de ficar em pé. Caso o médico queira obter maiores informações. 3. Estar alerta para repentinos e inesperados perigos à navegação e possuir adequada destreza para reagir e manobrar. muitas vezes. Ter agilidade suficiente. INSTRUÇÕES PARA O MÉDICO CREDENCIADO OU JUNTA DE SAÚDE o A MARINHA DO BRASIL. bem como ter resistência e higidez.Centro .537. observando os seguintes parâmetros: CONDIÇÕES A SEREM OBSERVADAS PELO MÉDICO: 1. que podem causar violento deslocamento da embarcação. muitas vezes da ordem de seis ou mais conveses para atingir o passadiço. Ser capaz de escalar escadas verticais de degraus íngremes. 2. e pelas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC. para guarnecer navios no mar. poderá reportar-se à Diretoria de o Portos e Costas.596. se livrando desses perigos.5208 e Fax (021) 2104.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO SIGILO RESERVADO APÓS PREENCHIDO DOCUMENTO EXIGIDO PELAS NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM NORMAM-12/DPC 1. (2) Certificar que a avaliação médica seja conduzida por médico credenciado para verificar as informações necessárias. Estar física e mentalmente apto a executar os serviços árduos e muitas vezes perigosos de maneira eficiente e segura. Rua Teófilo Otoni n 4 .5217. em média. do profissional certificado e habilitado como Prático. de 18 de maio de 1998.

além das cargas e das embarcações. de acordo com a anamnese e exame clínico. Os exames de análises clínicas terão validade de três (03) meses. terão validade a critério do médico avaliador. para estabelecer as condições físicas e mentais do examinado. serão observados os padrões e critérios definidos na Seção VIII da NORMAM-12/DPC. como também. 6. 7. Caso o prático avaliado não atenda os requisitos mínimos ou apresente condição médica que impeça o exercício da praticagem. _________________________________________ Assinatura do Médico e Carimbo com nº de registro no CRM -2-J-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . auxiliar o Comandante do navio na segurança e bem-estar da tripulação e passageiros. 11. 8.ANEXO 2-J pelos navios. as exigências do serviço de praticagem e o estabelecido na NORMAM-12/DPC. para executar uma rápida e correta decisão de manobra em visibilidade restrita. Cada Prático deve ser avaliado individualmente. No entanto. o médico credenciado deverá sugerir ao Capitão dos Portos da área de jurisdição da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil. a faixa etária. desde que não tenham subsidiado avaliação periódica anterior. Não apresentar quaisquer condições que impliquem incapacidade súbita e que requeiram medicação que prejudique o tempo de reação ou julgamento. Demais exames. problemas crônicos de saúde que foram deixados sem tratamento ou ignorados pelo Prático. É importante ressaltar que o Prático não só tem que zelar pela sua própria segurança. 9. Durante a avaliação médica do Prático. que possam vir a colocar em risco o navio e tripulação. deverão ser considerados pelo médico examinador. que terá liberdade para solicitar quaisquer exames que julgar necessários. A solicitação de exames complementares fica a critério do médico credenciado. durante todo o tempo em que permanecer a bordo. 10. As despesas decorrentes da avaliação médica ficam a cargo do Prático ou da empresa de praticagem a qual pertence.

assim como todas as informações a serem por mim prestadas são completas e verdadeiras de acordo com o meu maior conhecimento. __________________________________________________________________. B) As informações abaixo serão prestadas pelo Prático e preenchidas de próprio punho. datada e assinada. tem apresentando alguma dificuldade no desempenho na atividade de praticagem? ( ) Não ( ) Sim* 6) Informações adicionais que julgue de importância para o conhecimento médico considerando as exigências da atividade de praticagem: ________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Eu. Prático da ZP ____ declaro que todas as declarações acima.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO CAMPO I (a ser preenchido pelo Prático) IDENTIFICAÇÃO: Nome completo: ____________________________________________________________________ Nº da Carteira de Identidade: ___________________ Órgão emissor:__________________________ CPF: ______________ Data de Nascimento: ___/ ___/ ___ Local de Nascimento: ________________ Endereço completo: _________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: A) O presente Anexo não poderá conter rasuras e os campos não preenchidos deverão ser inutilizados. _______________________________ Local e data _____________________________________________ Assinatura do Prático -2-J-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 1) Você faz uso regular (diariamente e prescrita por médico) ou ocasionalmente de alguma medicação para alguma condição de saúde que esteja em tratamento ou investigação? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 2) Você apresenta alguma doença ou condição que julga de importância para o conhecimento do médico avaliador visando a atividade para qual está proposto ou realizando (praticagem)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 3) Você está fazendo algum tratamento médico atualmente? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 4) Você faz uso regular de álcool ou outra substância psicoativa ilícita (drogas)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? ________________________________________________________________________ 5) Desde sua última avaliação médica.

A _______ dB V.O _______ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: _______ % ______ dB Dissil: _______ % ______ dB Limiar de Reconhecimento da Fala (LRF): OD: ______ dB Orelha esquerda: V.O ________ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: ______ % _____ dB Dissil: ______ % _____ dB Limiar do Reconhecimento da Fala (LRF): OE: ______ dB Profissional que realizou o exame com nº do Registro de Classe: ______________________ Data do exame: _____/_____/______ Local do exame: __________________________________________________________ -2-J-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: BIOMETRIA: Peso: ___ (kg) Altura: _____ (cm) Cor dos Olhos: ___________ Cor dos cabelos: ___________ Índice de Massa Corporal (IMC): _______________________ (IMC= Peso/Altura2) Sinais de Identificação: __________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Pressão Arterial: _____________ (mmHg) Frequência cardíaca: ________ (bpm) VISÃO: Acuidade Visual: AV OD sem correção: _________ AV OE sem correção: _________ Uso de lentes corretivas: Par de lentes sobressalentes: ( ) Sim ( ) Sim ( ( ) Não ) Não AV OD com correção: _________ AV OE com correção: _________ Teste de discriminação de cores: ISHIRAHA Nº placas: ____ Nº acertos: ____ Nº erros: ____ Teste complementar de discriminação de cores: Teste utilizado: ___________________________ Resultado para as cores vermelha e verde: _________________ (discrimina/não discrimina) AUDIÇÃO Direita 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 Esquerda Orelha direita: V.A ________ dB V.

ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: ANAMNESE: História da Doença Atual (HDA): __________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ História da Patologia Pregressa (HPP): _____________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ MEDICAÇÕES EM USO E DOSES: _________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ EXAME CLÍNICO: Aparelho cardiovascular: __________________________________________________________ Aparelho respiratório: ____________________________________________________________ Abdome e genito-urinário: _________________________________________________________ Esqueleto apendicular: ___________________________________________________________ Neurológico: ____________________________________________________________________ Ginecológico: ___________________________________________________________________ Psiquiátrico: ____________________________________________________________________ Outros: ________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ EXAMES COMPLEMENTARES DE ANÁLISES CLÍNICAS: Hemograma completo com plaquetas: Elementos anormais e sedimentoscopia (EAS) ( ) Normal ( ) Normal ( ) Anormal* ( ) Anormal* Glicose: _________ Hemoglobina glicosilada**: ________ Uréia: _________ Creatinina: _________ Ácido úrico: _________ Colesterol total: _________ HDL colesterol: ________ LDL colesterol: _________ Triglicerídeos: __________ PSA: _________ Outros: ________________________________________________________________________________ (*) a anormalidade encontrada deverá ser anotada abaixo. (**) se necessário para verificar controle metabólico adequado em diabético. _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ -2-J-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _______________________________________________ OUTROS EXAMES E RESULTADOS JULGADOS NECESSÁRIOS PELO AVALIADOR: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente pelo médico credenciado): ( ) Apto para a atividade de praticagem. (*) Motivo do declínio: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Nome completo do médico: Nº do Registro do CRM: UF: Telefone de contato: Endereço do consultório: _______________________________________________________ ____________________________________________________________________________ __________________________ Local e data Carimbo _________________________________ Assinatura do Médico -2-J-6- NORMAM-12/DPC Rev 1 . ( ) Deverá ser submetido a avaliação suplementar por JS da MB (declínio)*.

data: ______________________________________________________________ -2-J-7- NORMAM-12/DPC Rev 1 . ( ) Incapaz temporariamente para o serviço de praticagem. ( ) Incapaz definitivamente para o serviço de praticagem. JS. por ______ dias.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _____________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente por JS da MB): ( ) Apto para o serviço de praticagem. CONSIDERAÇÕES TÉCNICO-PERICIAIS A RESPEITO DO LAUDO EXARADO: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ _______________________________________________ Presidente da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) Local.

ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL. FRONTAL E DE TOPO -3-A-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM ARRANJO GERAL -3-A-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

. ... NOME: NÚMERO E PORTO DE INSCRIÇÃO: EMITIDO EM .... na Zona de Praticagem ________________________________________.......... REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO CERTIFICA-SE que a embarcação abaixo citada está homologada para o Serviço de Praticagem.............................. DE ...ANEXO 3-B CERTIFICADO Nº .. (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem..... DE .. __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 ......

. NOME: DATA DE INÍCIO DE OPERAÇÃO: EMITIDO EM ................................................................... REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA CERTIFICA-SE que a Atalaia abaixo citada está homologada para operar em proveito do Serviço de Praticagem na Zona de Praticagem ............. DE ... .............ANEXO 3-C CERTIFICADO Nº ..... (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem..... __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .DE .........

ITACOATIARA (AM) Esta Zona de Praticagem está compreendida a partir do paralelo 00º 03´S (Fazendinha-AP) para o interior do rio Amazonas. Neste trecho. fundeadouro do Capim e o porto de Vila do Conde. O canal Norte do rio Amazonas (do mar para o interior). A praticagem nesta ZP é obrigatória. Os serviços neste trecho da ZP são obrigatórios. Os rios Madeira. Tapajós e Trombetas são considerados hidrovias extensivas desta ZP. ou pelo canal do Espadarte. Acre. Tocantins.ZP-BELÉM. a partir dos pontos de espera de prático situados à jusante da extremidade externa do banco Xingu e Cabeço do Norte e do situado à jusante do Baixo Espadarte. até as proximidades da bóia nº 19. 2 . Purus. Japurá. deverão efetuar a troca de prático. necessitam apenas solicitar práticos da ZP Fazendinha-Itacoatiara. pois ambas as praticagens estão habilitadas para as manobras necessárias. portos e terminais. 2. e 3. constituída de todas as suas hidrovias. o canal Sul e os acessos às regiões das Ilhas e Estreitos. A hidrovia básica da Zona de Praticagem é do través da cidade de Itacoatiara até o porto de Tabatinga. Os navios que zarpam do porto de Itacoatiara-AM ou terminais. 4 . Entre o porto de Macapá-AP e a cidade de Itacoatiara-AM. Entre o porto de Belém-PA e o porto de Macapá-AP.ZP-FAZENDINHA (AP) . em demanda à foz do rio Amazonas. à navios nacionais e estrangeiros que não transportem carga perigosa. Branco. O segundo trecho está -4-A-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . ou o acesso pela região dos estreitos a sudoeste da Ilha de Marajó. devendo ser solicitado com antecedência. ALUMAR E PONTA DA MADEIRA (MA) Esta ZP está dividida em dois trechos. Juruá e Iça são considerados hidrovias extensivas desta zona de praticagem. Negro. que não forem atracar naquele porto ou terminal da Hermasa. bem como os rios Jarí. A praticagem nesta ZP é obrigatória. os serviços de praticagem estão disponíveis ao navegante em caráter facultativo. Somente os navios que estejam passando ao largo de Itacoatiara.ZP-ITAQUI. até a cidade de Itacoatiara-AM. nas proximidades da bóia nº 1. no rio Pará. até o porto de Belém. a partir da bóia número 02 do canal Grande do Curuá até o paralelo 00º 03’S.ANEXO 4-A RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM 1 . o Serviço de Praticagem está disponível ao navegante em caráter facultativo. através da região das Ilhas. através da região das Ilhas. O canal do Quiriri (ou Marajó) é considerado facultativo. Xingu. tendo em vista a existência de balizamento (de acordo com o Aviso Permanente no 065/02 da DHN).TABATINGA (AM) Essa Zona de Praticagem está compreendida a partir do través da cidade de Itacoatiara à montante para o interior. No trecho compreendido entre o acesso pela barra norte. As hidrovias principais de praticagem dessa ZP são: 1. a partir da Ilha de Mosqueiro-PA. 3 . exceto para o trecho considerado facultativo. COMPLEXO PORTUÁRIO VILA DO CONDE E ADJACÊNCIAS (PA) Compreende o acesso pelo canal do Quiriri (ou Marajó). Os navios que demandam o porto de Itacoatiara-AM ou terminais existentes naquela cidade não necessitam trocar de prático.ZP-ITACOATIARA (AM) . aí incluídos os acessos pelo canal Sul até a cidade de Itacoatiara-AM. O primeiro trecho está compreendido entre o acesso ao canal varrido. Entre o porto de Belém-PA e a cidade de Itacoatiara-AM. até a cidade de Tabatinga.

A praticagem nesta ZP é obrigatória. 8 . A praticagem nesta ZP é obrigatória.ANEXO 4-A compreendido entre as proximidades da bóia nº 19 e os terminais. São Roque. com centro no Farolete Sul do quebra-mar sobre o banco do Inglês a qualquer ponto do interior do porto.ZP-AREIA BRANCA (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. sendo o Serviço de Praticagem de caráter obrigatório. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Dow Química. 9 .ZP-MACEIÓ E TERMINAL QUÍMICO (AL) Do ponto de espera de Prático até o local da atracação. PORTOS E TERMINAIS DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS (BA) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem é obrigatória nos terminais de Aratu. A praticagem é facultativa para as embarcações nacionais e estrangeiras.3 milhas náuticas a NE da bóia nº 19.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. USIBA. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-RECIFE E SUAPE (PE) Para Recife. a praticagem é obrigatória a partir do ponto situado a 2. 10 .ZP-REDES E TERMINAL MARÍTIMO INÁCIO BARBOSA (TMIB) (SE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. até o local de atracação.ZP-CABEDELO (PB) Do ponto de espera do prático até o local de atracação. OBS: Para navios com TPB superior a 100. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 6 . -4-A-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . que entrem na Baía de Todos os Santos em demanda ao fundeadouro de Monte Serrat ou que suspendam desse fundeadouro para sair em direção a barra. 13 . TEMADRE e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos. Para Suape.ZP-NATAL (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 7 . a área limitada por uma circunferência de uma milha de raio.ZP-FORTALEZA e PECÉM (CE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. 12 .ZP-SALVADOR. 11 . a partir do alinhamento da ponta do quebra-mar e a ponta do Cabo de Santo Agostinho. A praticagem nesta ZP é obrigatória.” 5 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. de qualquer arqueação bruta.ZP-ILHÉUS (BA) Dos pontos de espera de prático até os locais de atracação.

23º 43’ 00”S. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Pela entrada Oeste.ANEXO 4-A 14 . Terminais da PETROBRAS. 045º 29’ 00” W até os locais de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 18 . Tubarão e Praia Mole Área compreendida entre os alinhamentos do meridiano 040º 14’ 00”W e paralelo 20º 20’ 00”S para o interior até os locais de atracação. BARRA DO RIACHO E UBU (ES) a) Vitória. 23º 52’ 42”S. Antonina. SÃO SEBASTIÃO E TERMINAL MARÍTIMO ALMIRANTE BARROSO (TEBAR) (SP) a) Santos Do paralelo 24o 00’ 33”S até o local de atracação. A praticagem no porto desse trecho é obrigatória. 23º 43’ 18”S. do alinhamento entre a Ilha das Palmas e a Ponta Grossa da Marambaia para o interior das Baías de Sepetiba e da Ilha Grande. TUBARÃO.ZP-PARANAGUÁ E ANTONINA (PR) Do ponto de espera de prático. c) Forno Do alinhamento da Ilha dos Porcos com a parte central da Ilha de Cabo Frio até o local de atracação.ZP-VITÓRIA. para o interior da Baía da Ilha Grande. do alinhamento entre a Ilha Deserta e o Lago do Jerônimo. Catalini e FOPAR pelo canais Sueste ou da Galheta até os locais de atracação. Long. b) Sepetiba.t 23º 53’ 36”S. 045º 20’ 12”W e Lat. Long.ZP-SANTOS. II) Pela entrada Sul Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas La. -4-A-3NORMAM-12/DPC Mod 1 . SEPETIBA. 045º 28’ 00”W e Lat. Long. Ilha Guaíba.Ilha da Mãe e ponta de Itaipu para o interior da Baía de Guanabara. A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória. PRAIA MOLE. 15 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. Long. excetuando o fundeadouro no 4. 16 . NITERÓI. 045º 21’ 18” W até os locais de atracação. BAIXADA SANTISTA. ILHA GUAÍBA. 17 . ANGRA DOS REIS E FORNO (RJ) a) Rio de Janeiro e Niterói Dos alinhamentos da ponta de Copacabana com a Ilha do Pai. c) Ubu Do ponto de espera de prático até o local de atracação. demandando os portos de Paranaguá. b) São Sebastião e TEBAR I) Pela entrada Norte Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas Lat. Ponta do Felix. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Pela entrada Leste. b) Barra do Riacho Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Ilha do Pai . ILHA GRANDE (TEBIG).ZP-SÃO FRANCISCO DO SUL (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória.ZP-RIO DE JANEIRO.

demandando os portos de Itajaí.ZP-RIO GRANDE (RS) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. com destino ao porto de Porto Alegre e demais portos/terminais interiores.ZP-ITAJAÍ E NAVEGANTES (SC) Do ponto de espera de Prático. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 22 . Liquigás. A praticagem nesta ZP é obrigatória. BRASKARNE. 21 . até a atracação nos portos e terminais existentes. 20 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. em Rio Grande . Terminais da Shell. -4-A-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 . PORTOS E TERMINAIS INTERIORES (RS) Do ponto de espera de prático. RIOS. as manobras de desatracação/atracação em Rio Grande (Porto Novo) poderão ser feitas pelos Práticos da Lagoa dos Patos. e demais terminais no interior do Rio Itajaí-Açu (SC) até o local de atracação.ZP-LAGOA DOS PATOS. a Lagoa dos Patos e terminais interiores. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Dow Química. Para os navios que deixem o Porto Novo.RS. estabelecido no ANEXO 4-B destas Normas. bem como para aqueles que vindos desses portos/terminais com destino ao Porto Novo.ZP-IMBITUBA (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.ANEXO 4-A 19 . Navegantes.

Ponto de desembarque para todos os navios.5 milha ao Sul da Igreja da Fazendinha. Ponto de embarque para navios com calado inferior a onze metros. 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 01º 13’ 00” N 049º 34’ 30” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 04’ 00” S 051º 06’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 01’ 00” N 051º 01’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara Itacoatiara x Tabatinga AP - - 2 AM - - 3 Porto de Belém. basicamente originários de portos brasileiros. nas proximidades da Ponta do Pinheiro. Navios que necessitem parar nas proximidades de Santana e Macapá e aqueles que devam permanecer fundeados mais do que o tempo necessário para receber visitas das autoridades e os práticos. Navios provenientes de alto-mar. ao largo de Fazendinha nas proximidades da Igreja de Fazendinha marcando o Farolete Santana Leste aos 253o verdadeiros e na distância de 1.2 milhas ou 0. que demandem o Rio Pará. aos 146º verdadeiros. troca de práticos em Icoaraci.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. O prático deverá embarcar nas proximidade do porto de Itacoatiara. Alumar e Ponta da Madeira MA 02º 26’ 00” S 044º 20’ 36” W MA 02º 31’ 30” S 044º 23’ 06” W -4-B-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 . recebem prático ao largo da Vila do Mosqueiro. 00º 17´00“S 047º 49’ 00” W Ponto nº 01 – navios vindos das direções norte e oeste. Porto de Belém. que não tenham recebido prático para o trecho facultativo. marcando o farol Ponta do Chapéu Virado. 01º 06’ 00” S 048º 29’ 30” W MA 02º 28’ 54” S 044º 22’ 12” W 4 Itaqui. nas proximidades da bóia nº 19. 3 Porto de Belém. 3 00º 24’ 30” S 047º 46’ 00” W Ponto nº 02 – navios vindos da direção leste.Praticagem facultativa. na distância de 2. Navios provenientes de Belém ou Vila do Conde. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. que demandem o Rio Pará.ANEXO 4-B PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE LONGITUDE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Proximidades da Bóia no 2 do Canal Grande do Curuá . proximidades da bóia no 19. Ponto de embarque para navios com TPB superior a 100. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves.5 milhas. Navios provenientes do alto-mar. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves.

Terminal (TMIB).ANEXO 4-B ZP 5 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE CE 03º 40’ 18” S LONGITUDE 038º 29’ 30” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Para navios com calado superior a 9 metros. Marítimo Estaleiro no 11 SE 10º 51’ 00” S 036º 54’ 00” W Inácio Barbosa 12 Salvador. 14 15 ES RJ 20º 46’ 24” S 22º 58’ 24” S 040º 32’ 33” W 041º 59’ 06” W -4-B-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Hidrovias e Estuário do Rio Sergipe. 14 ES 20º 20’ 00” S 040º 14’ 12” W Terminais de Tubarão e Praia Mole. Fortaleza . Canal do Sul de Recife. Vitória. 14 Vitória. Tubarão.Porto do Mucuripe Porto do Pecém Areia Branca (Termisa) Natal Cabedelo Recife Recife Suape Maceió e Terminal Químico Aracajú e Barra dos Coqueiros Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 5 5 6 7 8 9 9 9 10 CE CE RN RN PB PE PE PE AL 03º 41’ 40” S 03º 28’ 30” S 04º 43’ 36” S 05º 44’ 48” S 06º 56’ 00” S 08º 02’ 17” S 08º 04’ 09” S 08º 23’ 03” S 09º 42’ 03” S 038º 29’ 52” W 038º 47’ 48” W 036º 55’ 36” W 035º 10’ 30” W 034º 48’ 00” W 034º 50’ 32” W 034º 50’ 56” W 034º 55’ 57” W 035º 44’ 22” W Canal de Olinda.Porto do Mucuripe Fortaleza . UBU Forno 20º 19’ 34” S 040º 15’ 16” W Porto de Vitória. Tubarão. Praia Mole e seguintes terminais: Granéis líquidos. 11 SE 10º 58’ 54” S 036º 59’ 25” W Terminais. Suape. Carvão e produtos siderúrgicos. cais do ES Paul e Capuaba. Portos e Terminais da BA Baía de Todos os Santos Ilhéus Barra do Riacho BA ES 12º 59’ 00” S 038o 33’ 00” W 13 14 14º 45’ 53” S 19º 50’ 30” S 039º 01’ 28” W 040º 02’ 00” W Porto do Malhado. Praia Mole. Para navios com calado inferior a 9 metros.

ABTL e demais terminais da Baixada Santista Paranaguá. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis São Sebastião e TEBAR São Sebastião e TEBAR 22º 59’ 48” S 043º 08’42” W Navios que demandam o canal de Contuduba. 15 RJ 23º 08’ 36” S 044º 04’ 36” W Entrada Leste. Ultrafértil.Cargill. Esso. 15 Rio de Janeiro. 16 SP 23º 42’ 00” S 045º 21’ 00” W Entrada Norte. Ilha Guaíba (MBR). Catalini e Ponta do Felix São Francisco do Sul SC 24º 00’ 33” S 046º 20’ 12” W 17 25º 38’ 38” S 048º 15’ 06” W 18 26º 12’ 00” S 048º 28’ 06” W 21 Itajaí. 16 Porto de Santos. Shell. S. Terminais: Codesp. Teaçu. 16 SP 23º 53’ 30” S 045º 29’ 30” W Entrada Sul. Shell. Antonina e seguintes PR terminais: Petrobrás. Niterói e seguintes terminais: Exxon.5m). Liquigás SC e terminal da Braskarne e demais terminais do Rio Itajaí-Açu. Dow SP Química. 26º 55’ 00” S 048º 34’ 30” W -4-B-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 .Francisco. Armazens Gerais. TECON. Cosipa.ANEXO 4-B ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE 22º 56’ 30” S LONGITUDE 043º 08’ 24” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Navios que demandam o canal de Santa Cruz (calado inferior a 12. Navegantes. Ilha d`Água e Redonda. Dow Química. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Sepetiba. Ilha Guaíba. Cutrale. Libra. Ponte do Thun e Texaco Sepetiba. RJ Manguinhos. 15 RJ 23º 11’ 24” S 044º 24’ 48” W Entrada Oeste.

Portos e Terminais Interiores 20 RS 32º 03’ 21” S 052º 03’ 12” W -4-B-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 .ANEXO 4-B ZP 22 19 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE SC RS 28º 12’ 32” S 32º 14’ 02” S LONGITUDE 048º 38’ 44” W 051º 58’ 05” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Imbituba Portos e terminais do interior da ZP Lagoa dos Patos. Rios.

ANEXO 4-C ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA ZP 1 2 3 Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaquí 4 Alumar Ponta da Madeira Fortaleza 5 Pecém 6 7 8 9 Suape Maceió 10 Terminal Químico Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 11 Redes Salvador Aratú São Roque 12 Usina Siderúrgica da Bahia (USIBA) Dow Química Alves Câmara (TEMADRE) e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos 13 Ilhéus BA SE AL Areia Branca (TERMISA) RN Natal Cabedelo Recife PE PB CE MA TRECHO/PORTO/TERMINAL Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Belém PA ESTADO AP/AM AM -4-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

Itajaí.ANEXO 4-C ZP TRECHO/PORTO/TERMINAL Vitória Tubarão 14 Ubu Barra do Riacho Praia Mole Rio de Janeiro Niterói 15 Forno Ilha Grande (TEBIG) Sepetiba/Ilha Guaíba/Angra dos Reis TEBAR 16 São Sebastião Santos e Baixada Santista Paranaguá e demais terminais 17 Ponta do Félix Antonina 18 São Francisco do Sul 0402 . Navegantes e demais terminais situados no interior do Rio Itajaí-Açu 21 Shell Dow Química Liquigás 22 19 Imbituba Rio Grande Santa Clara Canoas/Tergasul 20 Pelotas Porto Alegre RS SC PR SP RJ ES ESTADO -4-C-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

Navios com calado igual ou superior a 11 m ou TPB superior a 100.ANEXO 4-D TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZP ESTADO TRECHO/PORTO/TERMINAL Trecho compreendido desde a Bóia nº 2 do Canal Grande do Curuá até o través da cidade de Fazendinha (AP) – Barra Norte. conforme discriminado no Anexo 4-B. 12 BA Trecho de acesso à Baía de Todos os Santos vindo do mar. até as proximidades da bóia nº 19. -4-D-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 . EXCEÇÕES 01 AP 03 PA Navios nacionais e estrangeiros que transportem carga perigosa têm praticagem obrigatória. demandando o fundeadouro de Monte Serrat ou trecho inverso. 04 MA Trecho compreendido entre o acesso ao canal varrido. Trecho do Canal do Quiriri (ou Marajó). nas proximidades da bóia nº 1.3 MN a NE da bóia nº 19.000 têm praticagem obrigatória a partir do ponto situado a 2. tendo em vista a existência de balizamento. de acordo com o Aviso Permanente nº 065/2002 da DHN.

Trechos facultativos de ZP obrigatória (ANEXO 4-D). tal como: “bow thruster”. de acordo com o preconizado no item 0406. (3) Exceto as contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. (6) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo e tenha sido realizado adestramento com Prático de.ANEXO 4-E QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ARQUEAÇÃO BRUTA Até 2000 TIPO DE NAVIO Qualquer tipo Embarcação empregadas em navegação de apoio marítimo com AB até 3000 Embarcações engajadas em operação de dragagem ÁREA Qualquer BANDEIRA BRASILEIRA ESTRANGEIRA F(2) O (3) (5) Qualquer F(2) (4) O (2) (3) (4) Qualquer F (2) (6) O (2) (3) (6) Acima de 2000 Demais navios Rio Guaíba. cinco navegações de praticagem.FACULTATIVO O . no mínimo. conforme previsto no item 0404. (2) As com praticagem facultativa devem. Legenda: F .OBRIGATÓRIO -4-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . Lagoa dos Patos e Bacia Amazônica O (constituída de todas as suas hidrovias e portos. conforme previsto no item 0404. (5) As embarcações de bandeira peruana e colombiana. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. “stern thruster”. obrigatoriamente. Portos e terminais de ZP Obrigatória (ANEXO 4-C). propulsão azimutal ou similares. DGPS. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. em território nacional). e estar com o AIS ativo. (exceto abrangendo os rios embarcação tributários e confluentes empregada na dos rios Amazonas e pesca) Solimões. (4) Possuam equipamento auxiliar de manobra. O F O O F Observações: (1) Este quadro não é aplicável às embarcações classificadas para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira.

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