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Norman 12

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NORMAM-12/DPC 1ª REVISÃO

-2 20 01 11 1-

NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM FOLHA DE REGISTRO DE MODIFICAÇÕES

NÚMERO DA MODIFICAÇÃO

EXPEDIENTE QUE A DETERMINOU E RESPECTIVA DATA

PÁGINAS AFETADAS

DATA DA ALTERAÇÃO RUBRICA

Mod 1

Folha de Rosto, Item 0109, 0210, Portaria nº 100/DPC, de 0212, 0223, 19 de maio de 2011 0231, 0248, Anexos: 2-I, 4-A, 4-B, 4-D, Portaria nº 206/DPC, de 30 de setembro de 2011 Portaria nº 95/DPC, de 23 de maio de 2012 -3-3-4-20201, 0202, 0205, 0207, 0208, 0213, 0214, 0215, 0216, 0217, 0218, 0219, 0220, 0222, 0223, 0224, 0404, An 2-F e An 2-I

20/05/2011

Mod 2 Mod 3

11/10/2011 30/05/2012

Mod 4

Portaria nº 202/DPC, de 5 de outubro de 2012

08/10/2012

- II -

NORMAM-12/DPC

ÍNDICE Páginas Folha de Rosto .............................................................................................................. I Registro de Modificações .............................................................................................. II Índice ............................................................................................................................. III CAPÍTULO 1 SEÇÃO I 0101 0102 0103 0104 SEÇÃO II 0105 0106 0107 0108 0109 0110 0111 0112 0113 0114 0115 0116 0117 0118 0119 0120 0121 0122 CAPÍTULO 2 SEÇÃO I 0201 0202 0203 0204 0205 0206 0207 0208 0209 0210 0211 0212 0213 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM INTRODUÇÃO PROPÓSITO...................................................................................... APLICAÇÃO....................................................................................... COMPETÊNCIA................................................................................. ABREVIATURAS ............................................................................... DEFINIÇÕES ATALAIA ............................................................................................ CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO ............................. CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM - CONAPRA ................ ENTIDADE DE PRATICAGEM .......................................................... ENXÁRCIA......................................................................................... FAINA DE PRATICAGEM .................................................................. HABILITAÇÃO DE PRÁTICO............................................................. IMPRATICABILIDADE ....................................................................... LANCHA DE PRÁTICO...................................................................... MANOBRAS DE PRATICAGEM ........................................................ NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM...................................................... PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO .................................................. PRATICANTE DE PRÁTICO.............................................................. PRÁTICO ........................................................................................... REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ......... SERVIÇO DE PRATICAGEM ............................................................ ZONA DE PRATICAGEM (ZP)........................................................... DOS PRÁTICOS DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ........................................................................................... REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO...... VAGAS............................................................................................... ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM...................................... INSCRIÇÕES..................................................................................... ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO............................................... PROVA ESCRITA (1ª ETAPA ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS, SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA - ELIMINATÓRIA) .. APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS ............................................. DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS........................................................... DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO. TÍTULOS ............................................................................................ SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) ...................................... - III -

1-1 1-1 1-1 1-1

1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-2 1-3 1-3 1-3 1-3 1-3

2-1 2-1 2-2 2-2 2-2 2-2 2-2 2-3 2-3 2-3 2-3 2-3 2-4

NORMAM-12/DPC Rev 1

0214 0215 0216 0217 0218 0219 0220 0221 SEÇÃO II 0222 0223 0224 SEÇÃO III 0225 0226 0227 -

TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA ..................................................... PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA - CLASSIFICATÓRIA) .................. PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA - ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) .......................................................................... CLASSIFICAÇÃO FINAL ................................................................... DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM ................................................................ HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO.......................................................................................... CONVOCAÇÃO ................................................................................. VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO ...........................................

2-6 2-7 2-7 2-7 2-7 2-8 2-8 2-8

DA CERTIFICAÇÃO, DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO CERTIFICAÇÃO ................................................................................ 2-9 QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO............................ 2-10 EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO .................................... 2-10 DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM ORGANIZAÇÃO................................................................................. 2-12 ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ............. 2-12 ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO ..................................................................................... 2-13 DOS DEVERES DOS DEVERES DO PRÁTICO .......................................................... DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO ............................ DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO ................................................................... CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS ...................................................... DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE........................................ IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO ......................... IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO .................. RECUSA ............................................................................................

SEÇÃO IV 0228 0229 0230 0231 0232 0233 0234 0235 SEÇÃO V 0236 0237 SEÇÃO VI 0238 0239 0240 0241 SEÇÃO VII 0242 0243 0244 -

2-14 2-15 2-15 2-16 2-16 2-16 2-16 2-17

AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO DO PRÁTICO..................................................................................... 2-17 DO PRATICANTE DE PRÁTICO ....................................................... 2-18 DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS .. AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO ................................ RECUPERAÇÃO DE HABILITAÇÃO.................................................

2-18 2-18 2-19 2-19

HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO HABILITAÇÃO ................................................................................... 2-19 DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS ................................................. 2-19 PROCEDIMENTOS ........................................................................... 2-19 - IV NORMAM-12/DPC Rev 1

............................. 2-26 DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS ..................... 2-20 LOTAÇÃO E EFETIVO ............ 3-1 3-1 3-1 3-2 3-2 3-2 3-2 3-3 3-3 3-3 3-3 3-3 ATALAIA ESTRUTURA OPERACIONAL ................................................................................................................................................. 3-5 DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZONA DE PRATICAGEM.....................SEÇÃO VIII 0245 0246 0247 SEÇÃO IX 0248 SEÇÃO X 0249 SEÇÃO XI 0250 CAPÍTULO 3 SEÇÃO I 0301 0302 0303 0304 0305 0306 0307 SEÇÃO II 0308 0309 0310 0311 0312 SEÇÃO III 0313 0314 0315 CAPÍTULO 4 0401 0402 0403 0404 0405 0406 - DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP....................... DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS.............. 2-20 EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO ................................................................. IDENTIFICAÇÃO VISUAL............................................................................................................................................... LANCHA DE APOIO E ATALAIA LANCHA DE PRÁTICO CARACTERÍSTICAS ............. 3-3 DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA ..... 5-1 -VNORMAM-12/DPC Rev 1 ........................... 2-26 LANCHA DE PRÁTICO................................CONAPRA CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ......................... 4-1 4-1 4-1 4-1 4-2 4-2 CAPÍTULO 5 0501 0502 - PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM FIXAÇÃO DOS PREÇOS................. LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM EMPREGO.................................................. DOTAÇÃO ............ PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO ...................................... QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO .................. HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO ..................................................................................................................................................................................CONAPRA ............................................ 3-4 HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA............. 2-20 ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM .............................................. 2-21 DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM ............................................................................ EXTINÇÃO DE ZP ........................................................................... HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM............. PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO ......................... EMPREGO..................... RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM... IDENTIFICAÇÃO VISUAL.......... SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS.......... QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO ..................................................................... DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS................................................................................. 5-1 NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ ...............................................................

..... FRONTAL E DE TOPO ...................................................... 4-D-1 QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ..............VI - NORMAM-12/DPC Rev 1 ..............ANEXOS: 2-A - 2-B - 2-C 2-D 2-E 2-F 2-G 2-H 2-I 2-J 3-A 3-B 3-C 4-A 4-B 4-C 4-D 4-E - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ......................................................................................................... 3-B-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA...................................................................... 2-A-1 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO ...................... 2-E-1 NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO .......................... 2-D-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO.................. 4-A-1 PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO ............................... 2-J-1 LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL..................................... 3-A-1 CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO ..................... 3-C-1 RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM . 2-B-1 CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO ......... 2-C-1 DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO ........................................... 2-H-1 LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ....... 4-B-1 ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA..... 4-E-1 ........................ 2-F-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM ......... 2-I-1 LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO............................................................................ 4-C-1 TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM. 2-G-1 COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADAS POR COMANDANTE .....................

Delegacia da Capitania dos Portos ou Delegado da Capitania dos Portos. 0103 . como Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário.Diretoria de Portos e Costas ou Diretor de Portos e Costas.CONAPRA É uma associação profissional.APLICAÇÃO Estas Normas aplicam-se a todos os Serviços de Praticagem e.Normas e Procedimentos da Capitania dos Portos. coordenar. SEÇÃO II DEFINIÇÕES 0105 . 0106 .Normas e Procedimentos da Capitania Fluvial. as abreviaturas abaixo representam: 1) AG . 6) NPCF . 4) DPC . 5) NPCP . regulamentar o Serviço de Praticagem. que congrega Práticos brasileiros. sem fins lucrativos.CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Prático de uma determinada ZP.ABREVIATURAS Nestas Normas. 0108 .Agência da Capitania dos Portos ou Agente da Capitania dos Portos.COMPETÊNCIA Compete à Diretoria de Portos e Costas.CAPÍTULO 1 DA ESTRUTURA DO SERVIÇO DE PRATICAGEM SEÇÃO I INTRODUÇÃO 0101 . 0102 .ATALAIA É a estrutura operacional e administrativa organizada de formar a prover. aos Praticantes de Prático e aos usuários do Serviço de Praticagem. estabelecer as Zonas de Praticagem (ZP) em que a utilização do Serviço é obrigatória ou facultativa e especificar as embarcações dispensadas de utilizar o Serviço de Praticagem.CERTIFICADO DE HABILITAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO É o documento que atesta a habilitação do portador como Praticante de Prático em uma determinada ZP. aos Práticos. tendo por finalidade representá-los perante autoridades governamentais e -1-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . de maneira especial. controlar e apoiar o atendimento do Prático à embarcação em uma Zona de Praticagem (ZP). 0104 . 3) DL . Também é denominada de Estação de Praticagem.Capitania dos Portos ou Capitão dos Portos. 2) CP .PROPÓSITO Estabelecer normas para o Serviço de Praticagem nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . 0107 .

onde é efetuado o embarque/desembarque do Prático por ocasião do início ou fim de uma faina de praticagem.HABILITAÇÃO DE PRÁTICO a) É o nível mínimo de capacitação técnica exigida de um Prático. quando executadas com a assessoria de Prático. 0109 .Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (Lesta). b) A faina de praticagem é computada para efeito da manutenção da habilitação do Prático e do cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. 0113 . 0115 .ENXÁRCIA É a estrutura fixa instalada na proa da Lancha de Prático que tem como propósito auxiliar o embarque/desembarque do Prático na embarcação. estabelecida no Plano de Manutenção da Habilitação elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP. o estado mar. é a atividade que envolve a realização de manobra(s) de praticagem e/ou navegação de praticagem em uma ZP.FAINA DE PRATICAGEM a) Para efeito destas Normas. b) A manutenção da habilitação requer a execução de uma quantidade mínima.MANOBRAS DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. 0111 . desaconselhando a realização de fainas de praticagem.537. 0117 .ENTIDADE DE PRATICAGEM Termo de uso geral empregado para designar cada organização que congrega Prático(s) na ZP.PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO É o ponto estabelecido em coordenadas geográficas na ZP.entidades representativas de setores do meio marítimo nas questões ligadas à Praticagem. para ser empregada no deslocamento e no transbordo do Prático para o embarque/desembarque na embarcação. 0114 . o tráfego de embarcações e/ou o embarque/desembarque do Prático. É reconhecido pela Autoridade Marítima como Órgão de Representação Nacional de Praticagem. 0110 . entrar/sair de dique/carreira e alar ao cais. são as manobras de atracar/desatracar.NAVEGAÇÃO DE PRATICAGEM Para efeito destas Normas. -1-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . 13 da Lei nº 9. fundear/suspender. possuindo as tarefas específicas previstas nestas Normas e em outros documentos emitidos pela DPC. de fainas de praticagem. acidentes ou fatos da navegação ou deficiências técnicas implicam em inaceitável risco à segurança da navegação. amarrar à bóia/largar da bóia. mensal e semestral. 0116 . de 11/12/1997 .LANCHA DE PRÁTICO É a embarcação homologada pelo CP com jurisdição sobre a ZP. constituída sob qualquer das formas previstas no caput do art. 0112 .IMPRATICABILIDADE É a situação que se configura quando as condições meteorológicas. é a navegação realizada no interior de uma ZP com assessoria de um ou mais Práticos embarcados.

0121 .REPRESENTANTE ÚNICO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM É o Prático dirigente da Entidade de Praticagem que reúne todo o efetivo de Práticos de uma ZP e que representa a Praticagem junto à CP. 0122 . 0119 . 0120 . requeridas por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação da embarcação. É constituído de Prático. será aquele indicado por consenso entre as existentes. -1-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 .PRATICANTE DE PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante. Não havendo consenso. selecionado por meio de Processo Seletivo conduzido pela DPC.PRÁTICO É o profissional aquaviário não tripulante que presta Serviços de Praticagem embarcado. Quando houver mais de uma Entidade de Praticagem em uma determinada ZP. Compete à DPC estabelecer as ZP. de Lancha de Prático e de Atalaia.0118 . exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de Serviço de Praticagem para essa área. caberá à CP a sua designação.ZONA DE PRATICAGEM (ZP) É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações.SERVIÇO DE PRATICAGEM É o conjunto de atividades profissionais de assessoria ao Comandante. portador do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático e aspirante à categoria de Prático.

-2-1- NORMAM-12/DPC Mod 4 . b) Possuir curso de graduação (nível superior) oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação e concluído até data estabelecida no Edital. por meio de Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático. não sendo o concurso público de que trata o Art. c) Ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4 (quatro). ou pertencer ao Grupo de Amadores. h) Possuir documento oficial de identificação válido e com fotografia. f) Estar quite com as obrigações eleitorais (Art. 2º da Lei nº 4375/64 . Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas. no mínimo na categoria de Mestre-Amador. inicial e exclusivamente. na qualidade de Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário e no exercício da atribuição de regulamentar o Serviço de Praticagem. 0202 . da Constituição Federal. 14º. b) Cabe à DPC. o qual será regido pelas presentes normas e detalhado por Edital específico a ser publicado no Diário Oficial da União (DOU) e na página da DPC na Internet. tão somente. e) Estar em dia com as obrigações militares. é um Processo Seletivo reservado ao preenchimento. inclusive conforme a correspondência com as categorias profissionais estabelecida nas “Normas da Autoridade Marítima para Amadores. O Processo Seletivo. elaborar e divulgar o Edital e executar o Processo Seletivo. c) O Praticante de Prático e o Prático não são militares ou servidores/empregados públicos. g) Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. 37. Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC). II. i) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição.REQUISITOS PARA PARTICIPAR DO PROCESSO SELETIVO a) Ser brasileiro (ambos os sexos). o número de vagas por ZP a ser preenchido. portanto. d) Não ser militar reformado por incapacidade definitiva ou civil aposentado por invalidez. o qual poderá incluir as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. até a data de encerramento das inscrições. do número de vagas previsto no seu Edital. com idade mínima de 18 (dezoito) anos completados até data estabelecida no Edital. Ademais. § 1º. doravante denominado Processo Seletivo. para candidatos do sexo masculino (Art.Lei do Serviço Militar). incisos I e II da Constituição Federal). Prático ou Praticante de Prático até data estabelecida no Edital.PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO a) O preenchimento de vaga de Prático em Zona de Praticagem (ZP) dar-se-á. e j) Cumprir as normas e instruções estabelecidas para o Processo Seletivo.CAPÍTULO 2 DOS PRÁTICOS SEÇÃO I DO ACESSO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO 0201 . determinar a época de realização. assim como não exercem função pública.

ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) A prova escrita versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A.Prova Escrita (eliminatória e classificatória). f) Será eliminado do Processo Seletivo o candidato que na prova escrita obtiver: 1) Grau inferior à metade do valor atribuído à prova. c) Correrão por conta do candidato todas as despesas inerentes à participação no Processo Seletivo. d) A prova escrita poderá conter textos e/ou questões redigidos em português e/ou em inglês.ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO a) O Processo Seletivo será constituído de quatro (4) etapas: 1) 1ª etapa . b) A divulgação do período de inscrições será feita por meio do Edital. 0205 . ou 2) Grau igual ou superior à metade do valor atribuído à prova.VAGAS a) O Edital estabelecerá o número de vagas por ZP. e 4) 4ª etapa . 2) 2ª etapa . para efeito das provas escrita e prático-oral. e) A prova escrita será realizada no(s) local(is) indicado(s) pela DPC. ser oferecida(s) vaga(s) decorrente(s) da seleção de candidato(s) que seja(m) Praticante(s) de Prático ou Prático(s). poderão ser acrescidos. 0206 . b) O Anexo 2-B contém a bibliografia sugerida. poderá ser facultado ao candidato optar por concorrer para mais de uma ZP. poderá(ão). 0204 .INSCRIÇÕES a) A inscrição será obrigatória para todos os candidatos. no DOU e na sua página na Internet.Apresentação de Documentos. podendo ser alterada no Edital. considerando que o conhecimento da língua inglesa é imprescindível para a prestação do Serviço de Praticagem. não limitando ou esgotando os assuntos constantes do conteúdo programático. os quais. 0207 . b) O número de pontos ou o peso atribuído a cada uma das provas escrita. c) Embora essa bibliografia constitua apenas simples sugestão.Prova Prático-Oral (eliminatória e classificatória).Prova de Títulos (classificatória). 3) 3ª etapa . servindo apenas como orientação para os candidatos.PROVA ESCRITA (1ª ETAPA .0203 . respectivamente.ESCOLHA DAS ZONAS DE PRATICAGEM No caso de oferecimento de vagas em mais de uma ZP em um mesmo Processo Seletivo. -2-2NORMAM-12/DPC Mod 4 . de títulos e prático-oral será definido no Edital. no transcorrer do Processo Seletivo. assim como as relativas à apresentação na ZP para onde vier a ser distribuído e sua manutenção até a habilitação como Prático. Caso seja facultado. as regras para a apresentação da(s) opção(ões) e os critérios para a distribuição dos candidatos classificados pelas ZP serão divulgados no Edital. d) Não integram o Processo Seletivo: a Qualificação do Praticante de Prático e o Exame de Habilitação para Prático. Seleção Psicofísica e Teste de Suficiência Física (eliminatória). b) A critério da DPC. os resultados das 4 (quatro) etapas e a Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. tratados nos itens 0223 e 0224. as edições mencionadas no Edital ao lado de cada item relacionado. no entanto. alterados e/ou atualizados no Edital. serão consideradas. mas não se classificar entre o número de candidatos a serem convocados para a 2ª etapa do Processo Seletivo. c) A DPC publicará.

c) Compete ao Diretor de Portos e Costas decidir pela eliminação do Processo Seletivo do candidato que. 0212 . SELEÇÃO PSICOFÍSICA E TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA (2ª ETAPA . obedecido(s) o(s) critério(s) de desempate. estabelecidos no item 0202. e 3) Teste de Suficiência Física (eliminatória).ELIMINATÓRIA) a) Somente os candidatos relacionados na classificação inicial serão convocados para realizar a 2ª etapa do Processo Seletivo. 0211 .g) O Edital estabelecerá o número máximo de candidatos que serão convocados para a 2ª etapa do certame.DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS DE ATENDIMENTO AOS REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO SELETIVO a) Esta fase terá o propósito de verificar se o candidato satisfaz os requisitos exigidos para participar do Processo Seletivo. dos seguintes documentos: 1) Dados cíveis e criminais. conforme dispuser o Edital. 0210 . 2) Comprobatórios de atendimento aos requisitos para a participação no Processo Seletivo. b) Será atendida mediante a apresentação de documentos pelo candidato.DADOS CÍVEIS E CRIMINAIS a) A apresentação de dados cíveis e criminais terá como propósito verificar se o candidato preenche os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. a data-limite de obtenção de cada um e a forma como deverão ser comprovados e apresentados. 0209 .APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS a) Esta fase incluirá a apresentação. e convocados para 2ª etapa do Processo Seletivo. b) Constará do Edital a relação dos documentos a serem apresentados pelo candidato. à vista dos documentos apresentados. 2) Seleção Psicofísica (eliminatória).APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS. b) A 2ª etapa do Processo Seletivo será composta das seguintes fases: 1) Apresentação de Documentos (eliminatória). -2-3- NORMAM-12/DPC Mod 4 .TÍTULOS a) Será opcional a apresentação de títulos que não constituam exigência para participar do Processo Seletivo. c) Os títulos serão analisados e avaliados pela DPC por ocasião da prova de títulos que constitui a 3ª etapa do Processo Seletivo. e 3) Títulos. 0208 . assim como o(os) critério(s) de desempate no caso de graus iguais na prova escrita. h) Os candidatos não eliminados serão relacionados em ordem decrescente do grau obtido na prova escrita. b) O Edital determinará os títulos. não cabendo recurso contra essa decisão. entenda não preencher os requisitos de idoneidade moral e de bons antecedentes de conduta para ingresso na categoria de Praticante de Prático. constituindo a classificação inicial do certame. pelo candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo.

com laudo (não é necessário entregar ou enviar o filme). Tonometria. 6) Eletroencefalograma com laudo. com identificação do profissional que a realizou. glicose. pelos ou raspas de unhas) doadas pelos candidato. a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos. a DPC indicará a data para a realização da inspeção de saúde em grau de recurso. no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis contados a partir da data em que lhe for formalmente comunicado o laudo pela Junta de Saúde. implicarão em inaptidão quaisquer outras condições que possam resultar em incapacidade laboral precoce ou remota para a prestação do Serviço de Praticagem. c) O candidato considerado inapto na inspeção de saúde poderá. abrangendo. uréia. observando-se as condições de inaptidão e os índices mínimos exigidos. com janela de detecção mínima de 90 (noventa) dias. opiáceos e derivados. f) Por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. por Junta de Saúde da Marinha do Brasil de instância superior. gamaGT. fosfatase alcalina. para a detecção de drogas de uso ilícito. a(s) Junta(s) apreciará(ão) os resultados dos exames de saúde complementares e outros documentos pertinentes apresentados pelo candidato. e peniciclidina (PCP). VDRL e PSA (este último para candidatos do sexo masculino acima de 40 anos). 9) Para candidatos do sexo feminino: Exame colpocitológico atualizado. metanfetaminas. 5) Vectoeletronistagmografia (VENG).SELEÇÃO PSICOFÍSICA (ELIMINATÓRIA) a) A Seleção Psicofísica é a perícia médica que visa verificar se o candidato preenche os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. requerer à DPC nova inspeção de saúde. 4) Urina EAS. no período previsto no Edital do Processo Seletivo. g) O candidato convocado para a 2ª etapa do Processo Seletivo deverá realizar os seguintes exames de saúde complementares: 1) Telerradiografia (Raio X) de tórax em PA. teste de tolerância oral à glicose. mamografia (após os 35 anos) e atestado emitido por ginecologista. os seguintes grupos de drogas: cocaína e derivados. hemoglobina glicosilada. 10) Toxicológicos: com laudo. bilirrubina total e frações. anfetaminas. 7) Exame oftalmológico. visando melhor avaliar a aptidão psicofísica do candidato para a prestação do Serviço de Praticagem. com base na autonomia da função pericial. ecstasy (MDMA e MDA).0213 . em grau de recurso. com acuidade visual com e sem correção. com descrição do exame físico realizado. d) Não caberá recurso contra o resultado dessa nova inspeção de saúde. que serão rigorosamente observadas durante a(s) inspeção(ões) de saúde. 2) Teste Ergométrico. maconha e derivados. No deferimento. b) A Seleção Psicofísica será realizada por Junta de Saúde da Marinha do Brasil definida pela DPC. TGO. podendo. pelo menos. 8) Audiometria tonal e vocal sem uso de prótese. 3) Sangue: hemograma completo. e) Além das condições de inaptidão listadas na alínea i) abaixo. A Audiometria deve ser realizada com repouso auditivo mínimo de 14 (quatorze) horas. -2-4NORMAM-12/DPC Mod 4 . lançar mão dos subsídios técnicos que julgar(em) necessários. dosagem de beta-HCG. porém não ficará(ão) restrita(s) aos mesmos. creatinina. também definida pela DPC. sendo o candidato que for considerado inapto eliminado do Processo Seletivo. Fundoscopia. TGP. com base em procedimentos médico-periciais específicos e em exames de saúde complementares. O Teste de Cores (Ishihara) será realizado por médico(s) da(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde.

doença valvares (sendo admitido prolapso de valva mitral sem regurgitação). nutricionais e imunitárias. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. no ato da inspeção de saúde. epilepsia ou síndrome convulsiva. cardiopatia hipertensiva. Hepatopatias com repercussão clínica e/ou que requeiram tratamento. sino. ou Teste Ergométrico com classe funcional de II a IV (New York Heart Association . gongo ou buzina utilizados por outra embarcação para indicar aproximação. ainda que sem evidência de atividade. história de tromboembolia. só será admitida se apresentar. Uso de drogas ilegais. identificação e assinatura de. ou (b) A média tritonal nas frequências de 500Hz. serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o “Índice de Reconhecimento da Fala” seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (a) Não ultrapassem os 55 dB. 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55 dB. Diabetes descompensado ou que requeira insulina ou hipoglicemiante oral para controle. no mínimo. duas testemunhas da coleta. -2-5NORMAM-12/DPC Mod 4 . metabólicas. aceitos pela DPC. h) O Edital estabelecerá os prazos máximos de validade. desde que não impeçam a distinção de sons indicativos de apito. independente do controle. quantidades detectadas. obrigatoriamente. bem como a avaliação estatística do padrão de consumo.(a) A(s) Junta(s) de Saúde somente aceitará(ão) laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção. em que o risco de descompensação súbita possa comprometer a capacidade laborativa. deverão. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). arritmias. negativos ou positivos. j) Serão condições de inaptidão: 1) Infecções agudas que comprometam a capacidade laborativa. 3) História pregressa de doença psiquiátrica ou evidência da mesma. dos exames de saúde complementares e como deverão ser encaminhados à Junta de Saúde. úlceras ou cicatrizes residuais. confirmada por ocasião da avaliação psiquiátrica que poderá ser solicitada pela(s) Junta(s) de Saúde durante a(s) inspeção(ões) de saúde. labirintopatias. 3) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas. corrigíveis para. Perdas acima desse limite. (b)No corpo do laudo do exame toxicológico. critérios de cura. varizes de membros inferiores com edema. constar informações sobre a cadeia de custódia. pelo menos. 2) Doenças endócrinas. hipertensão arterial sem controle adequado. presença de marca-passo. História de síncope. Dependência ou uso abusivo de álcool e de outras substâncias psicoativas. mínima de 90 (noventa) dias. i) Os índices mínimos exigidos serão os seguintes: 1) Acuidade visual mínima de 20/200 sem correção em cada olho. Passado de Acidente Vascular Encefálico. e 2) Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências de 500 a 3000 Hz serão aceitas ainda que bilaterais. para cada grupo de drogas. 5) Neoplasias malignas. 4) Doenças hematológicas com repercussão clínica.NYHA). e cuja coleta de material biológico tenha sido realizada no prazo máximo estabelecido no Edital. 20/20 em um dos olhos e 20/30 no outro. 6) Doenças neurológicas ou que comprometam o equilíbrio. 7) Doenças do sistema circulatório: passado de infarto do miocárdio. Obesidade mórbida. (c)O laudo deverá registrar resultados. ainda que sob controle. nessas frequências. Transtornos de personalidade. História de neoplasia maligna já tratada. Doenças infectocontagiosas. insuficiência venosa crônica.

Lombalgias. hérnias de disco e radiculopatias. k) A gestação. entre outros títulos: -2-6NORMAM-12/DPC Mod 4 . 15) Glaucoma. 11) Doenças da pele ou tecido celular subcutâneo que comprometam a capacidade laborativa. 10) Complicações do puerpério. l) A candidata grávida não será submetida à Seleção Psicofísica e tampouco ao Teste de Suficiência Física. 0214 . b) A suficiência física do candidato de ambos os sexos será avaliada por meio das seguintes provas. poderão ser pontuados. Ceratocone e doenças oftalmológicas crônicas. f) Tornando o candidato a não lograr êxito em qualquer das provas. 14) Alterações da fala que comprometam a comunicação. a candidata grávida deverá encaminhar à Junta de Saúde apenas o resultado do exame de dosagem de beta-HCG.TESTE DE SUFICIÊNCIA FÍSICA a) Somente o candidato julgado apto na Seleção Psicofísica realizará o Teste de Suficiência Física. abaulamentos e protrusões discais. as comprovadas qualificação e experiência profissionais do candidato no exercício da atividade marítima considerada pela DPC como diferencial para a prestação do Serviço de Praticagem. com intervalo entre as mesmas conforme dispuser o Edital. para continuar participando do Processo Seletivo. por meio de títulos. 0215 . Com relação aos exames de saúde complementares relacionados na alínea g).8) Doenças do sistema respiratório. avaliada por meio de testes específicos que poderão ser solicitados pela(s) Junta(s) de Saúde por ocasião da(s) inspeção(ões) de saúde. sendo admitida rinite alérgica. Ureterostomia. em qualquer estilo. e) O candidato reprovado em uma ou mais provas terá uma segunda e última oportunidade de realizá-la(s). por si só.CLASSIFICATÓRIA) a) Serão pontuadas. cervicalgias. 9) Patologias urológicas ou sistêmicas que comprometam a função renal. 16) Presença de qualquer patologia física ou mental que possa afetar a capacidade laborativa. 2) Nadar 50 (cinquenta) metros em tempo igual ou inferior a 1 (um) minuto e 30 (trinta) segundos. considerando os padrões de saúde exigidos para a prestação do Serviço de Praticagem. permitindo atender ao disposto nos itens 0217a 0220. ainda que sob controle. subir escadas íngremes e de sustentação com os membros superiores. No entanto. sem interrupção e sem apoio. em água doce ou salgada.PROVA DE TÍTULOS (3ª ETAPA . não é condição de inaptidão. d) As três provas serão realizadas em um mesmo dia. e 17) Qualquer condição médica que implique em incapacidade súbita ou que requeira medicação e prejudique o tempo de reação ou julgamento. deverá realizar as demais fases e etapas. Amputação de membros no todo ou em partes. será eliminado do Processo Seletivo. e 3) Permanência dentro d´água flutuando por 20 (vinte) minutos ininterruptos. na forma detalhada no Edital: 1) Execução de 4 (quatro) exercícios de barra completos. Discromatopsia para as cores verde e vermelha. 12) Doenças musculoesqueléticas ou do tecido conjuntivo que comprometam a capacidade de correr. conforme dispuser o Edital. 13) Doenças gastrointestinais que comprometam a capacidade laborativa. b) A critério da DPC.

assim como em embarcação(ões) ou. 3) categoria. 0217 .DISTRIBUIÇÃO DOS CANDIDATOS CLASSIFICADOS PELAS ZONAS DE PRATICAGEM a) Os candidatos classificados serão distribuídos pelas ZP conforme dispuser o Edital. 0218 . 0216 . quaisquer trocas de ZP entre candidatos selecionados. em instalações outras preparadas para tal fim.ELIMINATÓRIA E CLASSIFICATÓRIA) a) Somente os candidatos não eliminados na 2ª etapa do Processo Seletivo serão convocados para realizar a prova prático-oral. objetivo do Processo Seletivo. podendo ser efetuada em outros simuladores. ficando dependente da obtenção posterior do apto na Seleção Psicofísica e da aprovação no Teste de Suficiência Física. e a(s) opção(ões) efetuada(s) conforme previsto no item 0204. para todos os candidatos selecionados para essas ZP. 2) número de dias de mar. a distribuição dos candidatos classificados poderá ser dividida em grupos distintos. os candidatos não eliminados serão classificados em ordem decrescente do grau/média final obtido conforme dispuser o Edital. c) A distribuição por grupos obedecerá à ordem decrescente da classificação final obtida pelo candidato selecionado. de entidades públicas ou privadas. mesmo que passe a compô-lo isoladamente. comando de embarcação e/ou prestação de serviços de praticagem. e) Os candidatos classificados e distribuídos comporão o grupo de candidatos selecionados. g) Não serão admitidas.CLASSIFICAÇÃO FINAL a) Após concluídas as 4 (quatro) etapas do Processo Seletivo.PROVA PRÁTICO-ORAL (4ª ETAPA . posto e graduação de aquaviários e militares da Marinha do Brasil. sob nenhuma circunstância. em último caso. c) O Edital do Processo Seletivo estabelecerá os títulos que serão pontuados e a pontuação correspondente a cada um. -2-7NORMAM-12/DPC Mod 4 . d) A candidata grávida que lograr distribuição para o primeiro grupo será remanejada para o grupo seguinte. de títulos e prático-oral. de que trata o item 0223. considerando-se os graus alcançados nas provas escrita. incluindo as eventuais vagas mencionadas na alínea b) do item 0203. considerando-se a ordem decrescente da classificação final. devido à impossibilidade de realização concomitante do Programa de Qualificação do Praticante de Prático. preferencialmente. o número de vagas estabelecido por ZP. c) O idioma a ser usado durante a realização da prova prático-oral será o inglês.RJ. b) Em algumas ZP. d) A prova será realizada. b) Em caso de empate entre dois ou mais candidatos. localizado no Rio de Janeiro . b) A prova prático-oral versará sobre os assuntos do conteúdo programático relacionados no Anexo 2-A. f) A seleção da candidata grávida dar-se-á de forma condicional.1) tempo de embarque efetivo em embarcação. e) O Edital estabelecerá a avaliação que o candidato deverá alcançar na prova prático-oral para não ser eliminado do Processo Seletivo. o desempate dar-se-á conforme dispuser o Edital. no Centro de Simuladores do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA).

Caso contrário. c) A data para a apresentação dos primeiros grupos será definida no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. a vaga na ZP para a qual foi distribuída não será ocupada. a candidata grávida selecionada de forma condicional será submetida às provas do Teste de Suficiência Física. convocação posterior de candidato não distribuído na forma do item 0218. e) O prazo para a apresentação do Prático e do Praticante de Prático selecionados está estabelecido na alínea h) do item 0222. A critério da DPC. com a finalidade de receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. obedecida a ordem decrescente da classificação final. 0221 . 15 (quinze) dias corridos após a publicação desse Edital. do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. será convocada para receber o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. obedecido o mesmo prazo mínimo estabelecido na alínea c) para a apresentação. a convocação dos candidatos selecionados que comporão os demais grupos poderá ser subdividida. sendo. -2-8- NORMAM-12/DPC Mod 4 .CONVOCAÇÃO a) O candidato selecionado será convocado para apresentar-se na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído.0219 . a convocação para recebimento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático (Anexo 2-C). b) Os primeiros grupos serão convocados completos. deverá apresentar os exames de saúde complementares relacionados na alínea g) do subitem 0213.VALIDADE DO PROCESSO SELETIVO O certame encerrar-se-á na data da publicação do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. para requerer ao DPC a realização da Seleção Psicofísica. g) Considerada apta na Seleção Psicofísica. d) As convocações dos candidatos distribuídos para os demais grupos serão publicadas no DOU e na página da DPC na Internet. b) O Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo divulgará a relação dos candidatos selecionados e. estabelecidos no Edital. contado da data da publicação no DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. Por ocasião do comparecimento para a inspeção de saúde. observando os prazos máximos de validade aceitos pela DPC. observado o contido na alínea b). f) Será assegurado o prazo de até 12 (doze) meses à candidata grávida selecionada de forma condicional. 0220 . sob qualquer circunstância. não ocorrendo. podendo variar por ZP. adicionalmente. ocorrendo à medida que os Praticantes de Prático dos grupos precedentes forem sendo certificados como Práticos. Caso aprovada.HOMOLOGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DO PROCESSO SELETIVO a) O resultado final do Processo Seletivo será oficializado por meio da publicação. no mínimo. no DOU e na página da DPC na Internet.

no mesmo prazo estabelecido na alínea e). b) O prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático será de 18 (dezoito) meses a contar da data de sua emissão. mas a data de emissão será a da apresentação nas CP/DL/AG com jurisdição sobre as ZP para onde foram distribuídos. que será a estabelecida. no Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. nas respectivas categorias. o CP somente emitirá o Certificado de Habilitação de Praticante de Prático após ser recebida a mensagem citada na alínea g). desde que atendido o contido na alínea e) ou f) dentro do prazo estabelecido. Quando convocado. para se apresentar nas CP/DL/AG para onde foram distribuídos. requerer. à CP/DL/AG para onde o Prático ou Praticante de Prático foi distribuído. caso ainda esteja certificado como Praticante de Prático. e) O Prático selecionado deverá.SEÇÃO II DA CERTIFICAÇÃO. caso tenha se tornado Prático. h) O Prático e o Praticante de Prático selecionados têm até 40 (quarenta) dias corridos. assim como realizar o Exame de Habilitação para Prático. deverá atender à alínea e).CERTIFICAÇÃO a) O Prático e o Praticante de Prático somente poderão estar certificados. d) Para o Prático e Praticante de Prático selecionados. ou 2) Ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. requerer: 1) Ao DPC. sendo a data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático estabelecida na futura convocação a ser publicada no DOU e na página da DPC na Internet. o seu afastamento definitivo. o prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante Prático será o mesmo. j) O Praticante de Prático selecionado. para a apresentação do candidato. poderá continuar se qualificando na sua ZP. ou. -2-9NORMAM-12/DPC Mod 4 . contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo ou da futura convocação. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Prático ao requerimento. na CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP para onde foi distribuído. f) O Praticante de Prático selecionado deverá. conforme disposto na alínea d) do item 0220. ao CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. respectivamente. o seu afastamento temporário como Prático. considerando o contido nas alíneas e) e f) abaixo. via CP/DL/AG com jurisdição sobre a sua ZP. selecionado para primeiro grupo. DA QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO E DO EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO 0222 . ou 3) Ao DPC. no prazo de 20 (vinte) dias corridos contados da data da publicação em DOU do Edital de Homologação do Resultado Final do Processo Seletivo. à alínea f). a DPC ou a CP/DL/AG informará. via CP/DL/AG com jurisdição sobre sua ZP. c) O prazo de validade será o mesmo para os candidatos selecionados para os demais grupos. anexando o original do seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ao requerimento. por mensagem e imediatamente. com informação para a CP/DL/AG de origem e para a DPC. autorização para realizar o Programa de Qualificação do Praticante de Prático cumulativamente como o exercício das atividades de Prático. g) Despachado requerimento estabelecido na alínea e) ou f). o seu afastamento definitivo como Prático. ou da convocação prevista na alínea d) do item 0220. i) Para Prático ou Praticante de Prático selecionado. em uma única ZP. enquanto não convocado.

f) Cada Praticante de Prático terá um Prático em atividade para acompanhar o desenvolvimento do Programa de Qualificação. atuando como monitor. observados os prazos mencionados na alínea b) do item 0223. sobre: . obrigatoriamente. h) O Programa de Qualificação estará encerrado com a obtenção pelo Praticante de Prático de avaliação satisfatória por parte da(s) Entidade(s) de Praticagem que o ministrou(ram).10 NORMAM-12/DPC Mod 4 . j) O Praticante de Prático que não obtiver a avaliação satisfatória no cumprimento do Programa de Qualificação será afastado definitivamente e terá cancelado seu Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. completadas as fainas de praticagem estipuladas pelo mesmo. pelo menos.2 . d) O Programa de Qualificação deverá ser dimensionado de forma que. denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático. d) O Exame será realizado a bordo de embarcação. até a realização do Exame de Habilitação para Prático citado no item 0224. c) O Exame deverá ser iniciado até 45 (quarenta e cinco) dias corridos após a data do protocolo do requerimento. de 15 (quinze) meses. i) Caso haja divergência entre a Entidade de Praticagem e o Praticante de Prático no que se refere à avaliação acima mencionada.0223 .EXAME DE HABILITAÇÃO PARA PRÁTICO a) O Exame de Habilitação para Prático e sua eventual repetição deverão ser realizados dentro do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. para uma ou mais ZP. acompanhado da(s) Declaração(ões) de Avaliação Satisfatória em Programa de Qualificação de Praticante de Prático (Anexo 2-D). o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido para Prático da ZP. o Praticante de Prático continue a acompanhar. sendo a data de início e a programação comunicada ao Praticante de Prático por documento formal da CP.QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) A qualificação do Praticante de Prático seguirá um programa de treinamento estabelecido pela CP com jurisdição sobre a ZP. até 90 (noventa) dias corridos antes do encerramento do prazo de validade do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. c) O prazo mínimo de 12 (doze) meses advém da necessidade do Praticante de Prático treinar durante todas as estações do ano. 0224 . o caso deve ser levado à decisão do DPC. em especial os Práticos. mediante requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP. versando. indicada(s) pela CP. sendo recomendável que acompanhe fainas de praticagem de todos os Práticos da ZP. atendido o prazo 15 (quinze) meses previsto na alínea b) do item 0223. g) O Praticante de Prático acompanhará os Práticos nas atividades de bordo relativas ao Programa de Qualificação. contados da data de emissão do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático. no mínimo. b) O prazo para a conclusão do Programa de Qualificação será de. o prazo mínimo para a conclusão do Programa de Qualificação poderá ser alterado pela DPC. a ser iniciado imediatamente após a Certificação. Excepcionalmente. e) As Entidades de Praticagem. terão a responsabilidade de transmitir aos Praticantes de Prático todo o conhecimento técnico que possuem. por meio de seus componentes. 12 (doze) meses e. via CP. sendo seu cumprimento confiado a Entidade(s) de Praticagem existente(s) na ZP. b) A solicitação para realizar o Exame será feita formalmente pelo Praticante de Prático. independentemente da Entidade onde for apresentado. no máximo.

terminais e berços de uma ZP. no prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos a contar da data em que lhe foi comunicada a reprovação. o) Caso o Praticante de Prático seja Prático em outra ZP. condição “sine qua non” para ser habilitado como Prático da nova ZP. o seu afastamento definitivo. durante o período da qualificação. atracar. que deverá ser superada tão logo as circunstâncias o permitam. p) No caso de comprovada inexequibilidade do cumprimento. requerer ao CP a realização de um segundo e último Exame. l) O novo Exame deverá ser marcado pela CP para ocorrer no prazo de até 30 (trinta) dias corridos a contar da data do protocolo de recebimento do requerimento. sendo tal ato formalizado por meio de Portaria e emissão do competente Certificado de Habilitação de Prático (Anexo 2-E) pela DPC. a contar da mesma data da comunicação de aprovação. e 5) Ordens de manobra e conversação técnica no idioma inglês. devendo ser cumpridos os mesmos procedimentos descritos nas alíneas d) a j). j) O resultado do Exame. k) O Praticante de Prático reprovado no Exame poderá. pelo menos.11 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . n) O Praticante de Prático aprovado no Exame de Habilitação para Prático será habilitado como Prático. será formalmente comunicado à DPC por meio de cópia da Ata e da Ordem de Serviço pertinente. a habilitação somente será oficializada após a concessão do afastamento definitivo da ZP de origem. para requerer ao DPC. deverá ser designado um outro Prático da ZP. a contar da data em que lhe for comunicada oficialmente a aprovação no Exame de Habilitação. desatracar e mudar de fundeadouro. para se apresentar na sua nova ZP. 3) Manobras com rebocadores. da ativa ou da reserva remunerada. do Quadro de Oficiais da Armada da Marinha do Brasil. h) Não sendo possível contar na composição da Banca Examinadora com o Capitão de Longo Curso (ou o oficial da MB). A Banca deverá ter. i) A Banca Examinadora somente poderá funcionar completa. O Praticante de Prático terá até 20 (vinte) dias corridos. 2) Manobras de praticagem e serviços correlatos às fainas de fundeio. m)Em caso de nova reprovação. assim como ao Praticante de Prático. . f) Não há necessidade de ser realizado o Exame em todos os portos. Terá 40 (quarenta) dias corridos. um Prático da ZP como membro suplente. g) A Banca Examinadora do Exame de Habilitação para Prático será designada e presidida pelo CP e composta por um Prático da ZP e por um Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante (CLC). O CLC poderá ser substituído por um Oficial Superior. qualquer que ele seja. via CP com Jurisdição sobre a sua ZP. e) O Exame consistirá na avaliação de uma ou mais fainas de praticagem. Ainda. 4) Serviço de amarração e desamarração. constará de Ata assinada pelos membros da Banca Examinadora.2 . de alguma faina de praticagem típica da ZP.1) Navegação de praticagem. o Praticante de Prático será afastado definitivamente e terá seu Certificado de Habilitação de Prático cancelado. quando então será certificado como Prático. suspender. a ser (em) escolhida (s) aleatoriamente pela CP e publicadas em Portaria. não devendo exceder o prazo de 24 (vinte e quatro) meses. O Prático que atuou como monitor do Praticante de Prático não pode fazer parte da Banca. deverá constar no verso do Certificado de Habilitação de Prático tal restrição. a cada um sendo destinada uma cópia.

A faina de praticagem começa a ser contada. e 3) Práticos em Período de Férias. entre os seguintes grupos: 1) Práticos em Período de Escala. contribui para a manutenção da habilitação do Prático.ORGANIZAÇÃO a) Os Serviços de Praticagem serão organizados por estados. c) Lancha de Prático Os Práticos. sendo o contrato social inscrito no Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Esse período é subdividido em Período de Serviço e Período de Sobreaviso. desde que devidamente acomodado. . independentemente da sua forma de atuação. 2) Práticos em Período de Repouso. independentemente da sua forma de atuação. Em cada estado haverá uma ou mais ZP. a partir do início do deslocamento da embarcação com o Prático a bordo. durante o qual o Prático está efetivamente em faina de praticagem. em função de suas particularidades. 2) Sociedade Econômica Simples ou Empresária Nesta forma de atuação os práticos atuarão em sociedade. Adicionalmente. O tempo de espera do Prático a bordo.2 . por meio da qual os Práticos são divididos. devidamente homologada. para atender às solicitações das embarcações. dentro do Período de Escala. Bacia Amazônica Oriental.ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) É estabelecida especificamente para cada ZP e inclui todos os Práticos habilitados e aptos em atividade na ZP.SEÇÃO III DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO DE PRATICAGEM 0225 . prestando exclusivamente os Serviços de Praticagem. constituindo-se segundo um dos tipos societários regulados no Código Civil. a bordo). Poderão ainda atuar como sociedade empresária. 1) Período de Serviço é aquele. b) Os Práticos poderão atuar dos seguintes modos: 1) Individualmente O Prático que assim optar deverá cumprir todas as exigências previstas para o Serviço de Praticagem. ou 2) contratar os serviços de Lancha de Prático homologada de outras Entidades. consoante a legislação trabalhista.12 NORMAM-12/DPC Mod 4 . poderão: 1) utilizar sua própria Lancha de Prático. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. b) Essa escala visa garantir a disponibilidade ininterrupta do Serviço de Praticagem e evitar a fadiga do Prático na execução das fainas de praticagem. 3) Contratado por Empresa de Praticagem O Prático poderá ser contratado por sociedade econômica simples ou empresária. ratificada pelo CP/DL/AG. configurando-se como sociedade simples. que abrange mais de um estado. será considerado sobreaviso (Prático à disposição do Armador. em termos de tempo. c) Período de Escala é o número de horas ou de dias consecutivos durante os quais o Prático está à disposição para ser requisitado a realizar fainas de praticagem. por qualquer motivo. tendo seus atos constitutivos inscritos na Junta Comercial. d) Atalaia A Atalaia deverá ser estruturada para atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. de modo que apenas uma das Atalaias atue como Estação de Praticagem da ZP. com exceção da ZP-01 FAZENDINHA(AP)-ITACOATIARA(AM). 0226 . Nos casos em que houver mais de uma Atalaia. obrigatoriamente.

nunca inferior a trinta dias em cada ano. 4) O Período de Serviço não pode exceder o limite de 120 horas a cada quatorze dias. no máximo. que não poderá ser inferior a duas horas. sob a supervisão da CP/DL/AG.2) Período de Sobreaviso é aquele. durante o qual o Prático não está atuando efetivamente em fainas de praticagem. Ao final do Período de Escala. Ao final do Período de Escala. o CP/DL/AG poderá determinar o número mínimo de Práticos a bordo ou permitir uma tolerância para o período máximo de seis horas consecutivas de serviço. b) O Representante Único do Serviço de Praticagem. o período de descanso do Prático. que antecede ou sucede a um Período de Escala. em Períodos de Serviço pré-estabelecidos. o Prático deverá permanecer. 0227 . seis horas consecutivas. um Período de Escala. no máximo. ou 180 horas a cada 21 dias. exceto quando interferir no seu Período de Férias. 6) O número de Práticos em Período de Escala deve ser sempre suficiente para que. designado conforme definido no item 0120. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem. o Prático deverá permanecer. 21 dias. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. quatorze dias. d) Nas ZP onde existam duas ou mais Entidades de Praticagem. pelo menos. o Prático somente poderá permanecer em Período de Serviço por.ELABORAÇÃO DA ESCALA DE RODÍZIO ÚNICA DE SERVIÇO DE PRÁTICO a) A distribuição dos Práticos. cada faina de praticagem será realizada por Prático(s) perfeitamente identificado(s) nessa Escala. c) As seguintes regras deverão ser observadas para elaboração da Escala de Rodízio: 1) O Prático só poderá permanecer em Período de Serviço por. deverá ocorrer revezamento do Prático. mesmo nos momentos de maior intensidade de movimentação de embarcações. um dia em Período de Repouso para quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. no máximo. durante o qual o Prático não está disponível para ser requisitado a realizar faina de praticagem em quaisquer circunstâncias. O Prático substituído nessa situação entra em Período de Sobreaviso. 2) Nas ZP com navegação de praticagem inferior a trinta milhas. pelo menos. a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático deverá ser elaborada pelo Representante Único do Serviço de Praticagem. porém está à disposição para ser requisitado. doze horas. dentro do Período de Escala. Consideradas as peculiaridades locais. levará em conta as peculiaridades locais de cada ZP para a elaboração da Escala. ou seja. também é considerado Período de Sobreaviso. no máximo. Na faina de praticagem de longa duração. consolidada somente na Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. Caso a faina de praticagem demore mais do que seis horas. d) Período de Repouso é o período de tempo ininterrupto. cumpridas as regras acima. devendo a referida . 5) O Prático deverá concorrer mensalmente a. o Prático poderá permanecer em Período de Escala por. A cada 24 horas consecutivas. um dia de Período de Repouso para cada quatro dias que tenha figurado em Período de Escala. pelo menos. de modo a manter o atendimento das embarcações de forma contínua. não ocorram falhas ou atrasos no atendimento às solicitações de fainas de praticagem.2 . e) Período de Férias é o período. por motivo de revezamento. deverá proporcionar o revezamento dos Práticos.13 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 3) Nas ZP com navegação de praticagem igual ou superior a trinta milhas. a não ser em caso de emergência ou na situação em que há risco para a vida humana. dos quais pelo menos quinze dias consecutivos.

i) Cooperar nas atividades de busca e salvamento (SAR) e de levantamentos hidrográficos na sua ZP. canais. m)Executar as atividades do Serviço de Praticagem. cinco dias de antecedência da data de vigência. com presteza e de forma eficiente. quando solicitados pela CP/DL/AG. c) Estabelecer as comunicações que se fizerem necessárias com outras embarcações em trânsito na ZP. esta deverá ser informada oportunamente ou quando do término do Período de Escala. principalmente depois de fortes ventos. a fim de prestar com segurança e eficiência o Serviço de Praticagem. no mínimo. h) Manter-se atualizado quanto às alterações promovidas nos diversos documentos náuticos e nas características dos faróis. g) Manter-se atualizado quanto às particularidades do governo.2 . ao Comandante da embarcação e à CP/DL/AG. grandes marés e chuvas prolongadas. Caso haja troca de serviço ocorrida por motivo de força maior. sem conhecimento da CP/DL/AG. com a maior brevidade possível. com a antecedência estabelecida pela CP/DL/AG. com as devidas justificativas. mesmo quando em divergência com a empresa de navegação ou seu representante legal. f) Em circunstâncias especiais. f) Comunicar.DOS DEVERES DO PRÁTICO Compete ao Prático no desempenho das suas funções: a) Assessorar o Comandante da embarcação na condução da faina de praticagem. quando designado pela DPC ou pela CP. para ratificação. SEÇÃO IV DOS DEVERES 0228 .14 NORMAM-12/DPC Mod 4 . atendendo. com. l) Integrar Bancas Examinadoras pertinentes ao Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático e ao Exame de Habilitação para Prático. a existência de condições desfavoráveis ou insatisfatórias para a realização da faina de praticagem e que impliquem risco à segurança da navegação. j) Assessorar a CP/DL/AG nas fainas de assistência e salvamento marítimo. para ratificação da CP/DL/AG.Escala ser entregue. as exigências do Serviço de Praticagem. d) Comunicar à CP/DL/AG as variações de profundidade e de correnteza dos rios. de modo a garantir a segurança do tráfego aquaviário. barras e portos. da propulsão e das condições gerais das embarcações. observada a restrição prevista na alínea p) do item 0224. o CP deverá submeter as modificações pretendidas à apreciação da DPC. em que for identificada a necessidade de alteração na sistemática de elaboração da Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático. apresentando as respectivas razões. e) As trocas de serviço entre Práticos devem ser comunicadas. b) Manter-se apto a prestar o Serviço de Praticagem em todos os tipos de embarcações e em toda a extensão da ZP. balizamentos e outros auxílios aos navegantes na ZP. assim como quaisquer outras informações de interesse à segurança do tráfego aquaviário. devendo os . k) Manter atualizados seus dados pessoais junto à CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP. quando por esta solicitado. e) Comunicar à CP/DL/AG qualquer alteração ou irregularidade observada na sinalização náutica.

solicitando. o Prático deverá ser substituído na Escala e o fato informado à CP/DL/AG na primeira oportunidade. um Prático substituto.DOS DEVERES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO COM RELAÇÃO AO PRÁTICO a) A presença do Prático a bordo não desobriga o Comandante e sua tripulação dos seus deveres e obrigações para com a segurança da embarcação. não tendo ingerido substâncias ou medicamentos que possam vir a comprometer o desempenho de suas atividades. 4) Dispensar a assessoria do Prático quando convencido que o mesmo está orientando a faina de praticagem de forma perigosa. observar o seu descumprimento.15 NORMAM-12/DPC Mod 4 . no que couber. conforme estabelecido pela CP. exceto no caso de afastamento temporário previsto no item 0237. comunicando à CP/DL/AG qualquer anormalidade constatada. estabelecidos na Seção IX destas Normas. s) Manter-se em disponibilidade na ZP. no desempenho da função de Prático. sem qualquer prejuízo para a continuidade do Serviço. Em caso de necessidade de afastamento da ZP por motivo de força maior. 3) Fiscalizar a execução do Serviço de Praticagem. e v) Apresentar-se para a faina de praticagem em perfeitas condições de higidez física e mental.2 . . 5) Alojar o Prático a bordo em condições idênticas às oferecidas aos seus oficiais. b) Não interromper o cumprimento do Programa de Qualificação de Praticante de Prático. formalmente. u) Realizar o Curso de Atualização para Práticos (ATPR) de acordo com o item 0250 destas Normas. NPCP/NPCF) e comunicar à CP/DL/AG sempre que. Comunicar à CP/DL/AG. para atender a qualquer faina de praticagem. as razões de ordem técnica que o levaram a essa decisão. r) Cumprir as Normas da Autoridade Marítima (NORMAM. 0230 . especialmente o tempo de reação e de julgamento. 2) Fornecer ao Prático todos os elementos materiais e as informações necessárias para o desempenho de seu serviço. q) Portar o colete salva-vidas na faina de transbordo lancha/embarcação/lancha. n) Cumprir a Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático ratificada pela CP/DL/AG. imediatamente. à salvaguarda da vida humana nas águas e à prevenção da poluição hídrica serão dirimidas pela Autoridade Marítima. no prazo máximo de 24 horas após a ocorrência do fato. 0229 . quando utilizando o Serviço de Praticagem: 1) Informar ao Prático sobre as condições de manobra da embarcação. c) Cumprir. t) Contribuir para a qualificação dos Praticantes de Prático da ZP.DOS DEVERES DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) Cumprir o Programa de Qualificação de Praticante de Prático estabelecido pela CP. p) Submeter-se aos exames médicos e psicofísicos de rotina. Divergências relativas a assuntos técnico-operacionais referentes à segurança do tráfego aquaviário. o) Cumprir o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido para manterse habilitado. b) Compete ao Comandante da embarcação. durante todo o Período de Escala.questionamentos serem debatidos nos foros competentes. os deveres do Prático descritos no item anterior. devendo as ações do Prático serem monitoradas permanentemente. particularmente o calado de navegação.

o Comandante da embarcação. embarcações. às administrações dos portos e dos terminais. autorizar que o Serviço de Praticagem deixe de ser prestado. os seguintes aspectos: 1) Definição dos parâmetros para declaração de impraticabilidade da ZP.DECLARAÇÃO DE IMPRATICABILIDADE a) Compete à CP/DL/AG declarar a impraticabilidade da ZP. para declaração de impraticabilidade da ZP. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização do CP/DL/AG. às agências de navegação. 0232 . imediatamente. poderá desembarcar o Prático em local abrigado e prosseguir a singradura.6) Cumprir as regras nacionais e internacionais de segurança. pelo menos. à CP/DL/AG qualquer fato ou ocorrência que implique em risco à segurança do tráfego aquaviário. b) Acidentes ou fatos da navegação. o Comandante da embarcação. à salvaguarda da vida humana. ou impedir a entrada e saída de embarcações. observando os sinais e orientações transmitidas pelo Prático. administrações dos portos e dos terminais e as Entidades de Praticagem. 0234 .2 . quando esta for de praticagem obrigatória. antecipadamente. sob sua exclusiva responsabilidade e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. d) A NPCP/NPCF deverá conter procedimentos específicos de coordenação das ações entre a CP/DL/AG. fique configurada a possibilidade de falta de segurança no desembarque do Prático e que a segurança da navegação desaconselhe o . por intermédio da Atalaia. observando orientações transmitidas pelo Prático de bordo da Lancha de Prático. preferencialmente. b) A autorização da CP/DL/AG deverá ser solicitada.16 NORMAM-12/DPC Mod 4 . Deverão constar nesses procedimentos. 2) Meios de comunicação a serem utilizados para informar a impraticabilidade da ZP às embarcações. 0233 .IMPOSSIBILIDADE DE EMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o embarque do Prático com segurança. que ficará a bordo da Lancha de Prático. Essas informações subsidiarão o CP/DL/AG a declarar a impraticabiliddade na ZP. b) A impraticabilidade será total quando condições desfavoráveis desaconselharem a realização de quaisquer fainas de praticagem. observado o contido nos itens 0233 e 0234.IMPOSSIBILIDADE DE DESEMBARQUE DO PRÁTICO a) Quando as condições meteorológicas e/ou estado do mar impedirem o desembarque do Prático com segurança. aos Armadores e demais integrantes da Comunidade Marítima e interessados. 0231 . c) A impraticabilidade será parcial quando restrições à execução de fainas de praticagem se aplicarem tão somente a determinados locais. ou c) Deficiências técnicas do navio ou da tripulação. poderá demandar a ZP até um local abrigado que permita o embarque do Prático. tais como: a) Condições meteorológicas e estado do mar adversos. b) Caso. e 7) Não dispensar o Prático antes do ponto de espera de Prático da respectiva ZP.CONDIÇÕES DESFAVORÁVEIS O Prático deverá comunicar. manobras e/ou navegação de praticagem. à preservação do meio ambiente ou à faina de praticagem na ZP. em especial aquelas que tratam do embarque e do desembarque de Prático.

. SEÇÃO V AFASTAMENTO DO PRÁTICO E DO PRATICANTE DE PRÁTICO 0236 . com documentos. 6) Deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação. deixa de atender tempestivamente a embarcação que lhe é determinada. b) A CP/DL/AG deverá instaurar Inquérito Administrativo. caberá ao Comandante da embarcação prover os meios necessários para a permanência a bordo do Prático e o seu retorno ao porto de sua ZP. c) Caso o Prático e o Comandante da embarcação sejam surpreendidos pela necessidade de seguir viagem. ou 6) Por decisão do Prático em requerimento ao DPC. em Período de Escala. devendo o Prático estar pronto para seguir viagem até o próximo porto. roupas. Tal fato deverá ser comunicado. caracterizado quando igual ou inferior a 24 meses. para apurar responsabilidades e fundamentar as penalidades cabíveis. 7) Deixar de realizar o Curso de Atualização para Práticos dentro da periodicidade estabelecida. à CP/DL/AG. encaminhado via CP com jurisdição sobre a ZP. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. ou 8) Por decisão do Prático em requerimento ao CP. pela impossibilidade do desembarque do Prático com segurança. 0235 . 2) Deixar de apresentar o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático na época estabelecida. caso seja a decisão do Comandante e mediante prévia autorização da CP/DL/AG. 3) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo.2 . 4) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. especificando a razão e o prazo do afastamento. 5) Por deixar de exercer a profissão por mais de 24 meses.DO PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o consequente cancelamento do Certificado de Habilitação de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento.17 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . tal situação deverá ser apresentada ao Comandante da embarcação. 3) Por penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. passaporte. atestada por meio de laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. se for o caso. imediatamente. 4) Imposição de medida administrativa de apreensão do Certificado de Habilitação. etc. 5) Por decisão irrecorrível do Tribunal Marítimo. b) O afastamento temporário. nos termos do disposto na Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA).RECUSA a) É a situação em que o Prático.seu desembarque antes do Ponto de Espera de Prático. 2) Incapacidade psicofísica definitiva. e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica.

caracterizado quando igual ou inferior a 12 meses. b) O afastamento temporário. especificando a razão e o prazo do afastamento. sem que tenha requerido a realização do Exame de Habilitação para Prático. um número igual ao mínimo de fainas de praticagem exigido por mês. 2) Penalidade aplicada em decorrência de falta apurada em Inquérito Administrativo. para cada ZP. ou 5) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP com jurisdição sobre a ZP.PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO a) O Plano de Manutenção da Habilitação será elaborado pela CP com jurisdição sobre a ZP.DO PRATICANTE DE PRÁTICO a) O afastamento definitivo e o conseqüente cancelamento do Certificado de Habilitação de Praticante de Prático ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Falecimento. 4) Por decisão do Praticante de Prático em requerimento ao CP. do número mínimo de fainas de praticagem do semestre em que o Prático gozar suas férias. até o dia dez dos meses de janeiro e de julho. 3) Quando reprovado duas vezes em Exame de Habilitação para Prático. devidamente preenchido e assinado pelo Comandante da embarcação atendida. será deduzido. O detalhamento do Plano deverá constar nas NPCP/NPCF. A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação.COMPROVAÇÃO DAS FAINAS DE PRATICAGEM REALIZADAS a) Semestralmente. devendo ser observado. deverá ficar sob a guarda do respectivo Prático. 0239 . respeitando a periodicidade prevista.2 . modelo constante do Anexo 2-G. cada Prático deverá encaminhar à CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP uma declaração detalhando as fainas realizadas no semestre anterior. b) Para efeito do cumprimento do Plano de Manutenção da Habilitação. por um período de dois anos. b) O Comprovante de Faina de Praticagem. . A DPC deverá ser informada imediatamente dessa situação.0237 . e a consequente suspensão do exercício da atividade ocorrem pelos seguintes motivos: 1) Perda temporária da capacidade psicofísica atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. e 3) Imposição de medida administrativa de apreensão de certificado de habilitação. atestada por laudo exarado por Junta de Saúde da Marinha do Brasil. o número mínimo de fainas de praticagem estabelecido pela DPC no Anexo 2-F. à disposição da CP/DL/AG. SEÇÃO VI DA MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO 0238 . 2) Incapacidade psicofísica definitiva.18 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . conforme estabelecido na NPCP/NPCF. Os Práticos que atuam organizados em Sociedades poderão encaminhar as respectivas declarações por meio das mesmas. 4) Decurso de prazo de 20 (vinte) meses da emissão de Certificado de Habilitação de Praticante de Prático.

0240 - AFASTAMENTO DO PRÁTICO PELO DESCUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO O Prático que deixar de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, previsto no item 0238, será afastado temporariamente do Serviço de Praticagem pela CP com jurisdição sobre a ZP, enquadrando na subalínea 6), alínea b), do item 0236, com o Plano de Recuperação de Habilitação em anexo à Ordem de Serviço de afastamento. 0241 - RECUPERAÇÃO DA HABILITAÇÃO A recuperação da habilitação é condicionada ao cumprimento de um Plano de Recuperação de Habilitação que considerará o período em que o Prático tiver deixado de cumprir o Plano de Manutenção da Habilitação, conforme indicado: 1) Por um semestre - participar como assistente, no semestre seguinte, do número mínimo mensal de fainas de praticagem que deixou de cumprir, em acréscimo às exigências para o semestre. 2) Por um período superior a um semestre e inferior a dois anos - participar, como assistente de, pelo menos, número igual a três vezes o número mínimo mensal de fainas de praticagem estabelecido no plano de manutenção da habilitação. SEÇÃO VII HABILITAÇÃO DE COMANDANTE PARA DISPENSA DE USO DO PRÁTICO 0242 - HABILITAÇÃO a) A DPC pode habilitar Comandante de embarcação de bandeira brasileira a conduzir a embarcação sob seu comando no interior de uma ZP específica ou em parte dela, o qual será considerado como Prático nesta situação exclusiva, sendo-lhe atribuído, no que couber, os mesmos deveres do Prático definidos no item 0228. b) Nas ZP com navegação de praticagem superior a trinta milhas, situação que pode exigir a presença de dois Práticos a bordo, o Comandante devidamente habilitado pela DPC poderá substituir um dos Práticos no revezamento, de acordo com o previsto no item 0227. 0243 - DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS a) O Comandante, para ser habilitado pela DPC, de acordo com o item anterior, deve realizar, por dois semestres consecutivos, um número de fainas de praticagem, assistido por Prático(s) da respectiva ZP igual a duas vezes o número de fainas semestral exigidas para a manutenção da habilitação do Prático para aquela ZP, ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas de praticagem por semestre nunca poderá ser inferior a 36 fainas. b) O número mínimo de fainas/mês que um Comandante habilitado para dispensa de uso do Prático deve realizar semestralmente para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. O número mínimo de fainas/mês nunca poderá ser inferior a seis. 0244 - PROCEDIMENTOS a) Caso o Armador pretenda habilitar Comandantes, poderá encaminhar à CP responsável pela ZP pretendida requerimento endereçado ao DPC, indicando os Comandantes que deseja habilitar, para início do processo de habilitação para dispensa de uso do Prático, na situação exclusiva de Comandante da embarcação brasileira de sua empresa.

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b) A CP comunicará esta situação ao Serviço de Praticagem daquela ZP, para que inicie o acompanhamento das fainas de praticagem realizadas pelo Comandante da embarcação e o apóie no seu adestramento. c) A comprovação da frequência mensal do Comandante da embarcação será feita por meio do encaminhamento à CP, pelo Armador, dos Comprovantes de Fainas de Praticagem Realizadas por Comandante, cujo modelo consta no Anexo 2-H, devidamente preenchidos e assinados pelo(s) Prático(s) designado(s) para a assistir o Comandante. d) A CP deverá encaminhar a documentação recebida à DPC, para análise. e) Após comprovado o atendimento ao requisito de frequência mínima, o DPC constituirá uma Banca Examinadora, para verificar os conhecimentos teóricos do Comandante sobre as particularidades da ZP, parte da ZP ou do trecho específico, e conhecimentos práticos, por meio da realização de uma faina de praticagem de mais alta demanda. f) Caso aprovado, o DPC autorizará a dispensa de uso do Prático pela embarcação, exclusivamente enquanto a mesma estiver sob o comando do Comandante em questão. A CP dará conhecimento do fato às Praticagens locais. g) O número mínimo de fainas de praticagem que um Comandante habilitado para dispensa de uso de Prático deve realizar para manter-se habilitado é igual ao exigido para a manutenção da habilitação de Prático daquela ZP ou parte dela, conforme o caso. h) Esta autorização terá validade de um ano, podendo ser revalidada, por solicitação do Armador, caso o Comandante comprove o cumprimento do número mínimo de fainas de praticagem para manutenção de habilitação. SEÇÃO VIII DO NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZONA DE PRATICAGEM 0245 - NÚMERO DE PRÁTICOS POR ZP a) A DPC estabelecerá a lotação de Práticos por ZP, considerando, dentre outros aspectos, o volume do tráfego de embarcações, o tempo despendido e o grau de dificuldade para a realização das fainas de praticagem, a necessidade de manutenção da habilitação e a carga máxima de trabalho do Prático, de acordo com o que estabelece a legislação trabalhista. b) Sempre que julgar necessário, a DPC elaborará estudos para corrigir eventuais distorções nas lotações, visando adequá-las às necessidades do Serviço de Praticagem. 0246 - LOTAÇÃO E EFETIVO a) Lotação é o número de Práticos necessário para uma ZP. Efetivo é o número de fato de Práticos, com menos de setenta anos de idade, em exercício na ZP. b) O efetivo de Práticos de uma ZP não deve ser inferior a três, tendo em vista que a Escala de Rodízio deverá observar o mínimo de um Prático de serviço, um Prático de sobreaviso e um Prático em repouso. c) Consta no Anexo 2-I a Lotação de Práticos por Zonas de Praticagem, elaborada para garantir a segurança da navegação, a permanente disponibilidade do Serviço e a manutenção da habilitação. 0247 - ABERTURA DE VAGA NA ZONA DE PRATICAGEM A abertura de vaga em uma ZP dar-se-á quando o efetivo ficar menor do que a lotação por: 1) Afastamento definitivo de Prático por motivo descrito no item 0236; 2) Aumento de lotação; - 2 - 20 NORMAM-12/DPC Mod 4

3) Previamente, a critério da DPC, antes que o Prático atinja a idade de setenta anos; 4) Seleção de Prático ou Praticante de Prático para outra ZP, por meio de Processo Seletivo, a critério da DPC; ou 5) A critério da DPC em função de outros fatores. SEÇÃO IX EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO AFETOS AOS PRÁTICOS 0248 - EXAMES MÉDICO E PSICOFÍSICO a) Controle Periódico 1) O exercício das atividades de Prático requer do aquaviário condições físicas e mentais dentro de um padrão mínimo de saúde e higidez física que permita máxima atenção em fainas de praticagen por longas horas, horários irregulares de trabalho, embarque e desembarque a bordo no mar em condições meteorológicas adversas e outras adversidades inerentes ao Serviço de Praticagem. 2) Para que o Prático possa desempenhar com segurança as suas atividades, deverá estar com sua aptidão física e mental em condições aceitáveis para o serviço, atestadas por um profissional médico, com especialização em Medicina do Trabalho ou em Medicina de Tráfego, e ser credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 3) Inexistindo médico com uma dessas especializações na localidade, o laudo poderá ser emitido por médico de outra especialidade, desde que credenciado pela CP/DL/AG com jurisdição sobre ZP. 4) A aptidão do Prático deverá ser atestada por meio de emissão do Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). O médico credenciado deverá observar rigorosamente os parâmetros estabelecidos nesta Seção, sempre considerando as exigências das atividades do Serviço de Praticagem descritas no referido Anexo, sendo competente apenas para emissão de laudos de aptidão. 5) Na hipótese de identificação de condição médica que não atenda aos parâmetros estabelecidos e/ou implique em incapacidade para a atividade do Serviço de Praticagem, o médico credenciado deverá sugerir ao CP/DL/AG da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil, descrevendo os motivos que impediram a aptidão. 6) Caberá a cada Prático apresentar ao CP/DL/AG com jurisdição sobre a ZP, conforme previsto no item 0228 e na periodicidade na tabela abaixo, o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica. O Prático não poderá concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático quando deixar de apresentar o respectivo Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica, devendo comunicar o fato, imediatamente, à CP/DL/AG e ao dirigente da respectiva Entidade de Praticagem, se for o caso. IDADE ATÉ 50 ANOS DE 51 A 70 ANOS MAIS DE 70 ANOS PERIODICIDADE TRIENAL BIANUAL ANUAL

b) Índices Mínimos e Condições Incapacitantes: 1) Biometria Não há índices rígidos a serem seguidos, porém a obesidade em grau que dificulte ou impeça a mobilidade, habilidade em subir e descer escadas ou qualquer outro deslocamento rápido é causa de incapacidade. A obesidade mórbida é incapacitante. - 2 - 21 NORMAM-12/DPC Mod 4

2) Visão A acuidade visual sem correção em ambos os olhos deve ser no mínimo 20/200, desde que ambos corrijam para, pelo menos, 20/30. O uso de lentes de correção é permitido, porém o Prático deve portar, no ato da avaliação médica, um par de lentes/óculos sobressalentes que deverá ser testado pelo médico que aplica o teste. A impossibilidade de discriminação das cores verde e vermelha é impeditiva ao Serviço de Praticagem, devendo ser avaliado inicialmente pelo Teste de Ishihara. Na hipótese de alteração desse teste, deverá ser aplicado o Teste da Lanterna (Farnsworth Lantern) ou equivalente. O uso de lentes coloridas para correção de daltonismo é proibido. Se o Prático for portador de glaucoma ou de outras patologias crônicas que degenerem a retina, deverá ser solicitado campimetria visual. O campo visual não pode ser menor que 100º em cada olho. 3) Aparelho Osteomioarticular A mobilidade de todas as articulações, principalmente do esqueleto apendicular e da coluna vertebral, deverá estar preservada. Doenças degenerativas da coluna vertebral que não causem restrição de movimentos e mobilidade não são incapacitantes. Qualquer doença ou condição clínica que prejudique a habilidade de correr, de andar ou de manter-se em equilíbrio e em ortostatismo prolongado, segurar ou escalar escadas íngremes é incapacitante. 4) Aparelho Cardiovascular O Prático deve ter boa aptidão cardiorrespiratória. A hipertensão arterial sistêmica controlada não é incapacitante, desde que os exames de função cardiovascular (ECG, ecocardiograma e teste ergométrico) não demonstrem lesões de órgãos alvo que gerem incapacidade ou evidenciem potencial de descompensação súbita. Para tanto, no ato da avaliação médica, tais exames devem acompanhar o Prático, bem como o receituário médico de seu cardiologista, com as medicações de que faz uso. A hipertensão arterial sistêmica mal controlada ou em início de tratamento deverá ser considerada como temporariamente incapacitante, somente podendo ser considerado apto após normalização dos níveis tensionais e adaptação às medicações. Cardiopatias que impliquem em baixa aptidão cardiorrespiratória comprovada por exames funcionais ou risco de descompensação súbita, fenômenos embólicos recorrentes, insuficiência venosa crônica não passível de controle por tratamento cirúrgico ou clínico, são incapacitantes. Os Práticos que apresentarem eventos cardiovasculares agudos serão considerados incapazes, temporariamente, para a atividade, podendo ser considerados, posteriormente, aptos, na dependência da condição funcional alcançada com o tratamento instituído. 5) Aparelho Auditivo (a) A audiometria deverá ser realizada com repouso auditivo mínimo de quatorze horas. Perdas auditivas não superiores a 40dB nas frequências 500Hz a 3000Hz serão aceitas, mesmo que bilaterais. Perdas superiores, nessas frequências, serão aceitas caso se enquadrem em uma das condições abaixo e desde que o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja maior ou igual a 80% em qualquer das condições: (1) não ultrapassem os 55dB; ou (2) a média tritonal nas frequências de 500Hz, 1000Hz e 2000Hz não ultrapasse os 55dB. (b) Perdas auditivas nas frequências acima de 3000Hz serão aceitas desde que permitam a distinção de sons indicativos de apitos, sinos, gongos, ou buzinas utilizados por outras embarcações para indicar aproximação. A prótese auditiva é permitida desde que o limiar seja elevado em pelo menos 20dB em cada ouvido e o índice de reconhecimento da fala (IRF) seja no mínimo de 90%. As labirintopatias são incapacitantes, desde que sejam recentemente diagnosticadas, não sejam passíveis de controle ou sejam recorrentes. - 2 - 22 NORMAM-12/DPC Mod 4

da condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem.2 . do equilíbrio e da mobilidade é temporária ou definitivamente incapacitante na dependência da evolução e da etiologia. 13) Tumores e Neoplasias As neoplasias malignas deverão ser avaliadas conforme o grau de limitação imposto pela doença e pelo tratamento na execução da atividade de praticagem. Síndromes convulsivas de qualquer etiologia são causas de incapacidade definitiva. 11) Aparelho Geniturinário Não há exclusões absolutas para as doenças do aparelho geniturinário. poderá considerá-la incapaz temporariamente. no entendimento do médico avaliador. exceto no caso de doenças inflamatórias que não respondam ao tratamento ou se encontrem no período de exacerbação. 8) Pele e Tecido Celular Subcutâneo Não há exclusões absolutas para as doenças de pele. considerando as exigências da atividade de praticagem. esta possa desempenhar as atividades de praticagem de forma segura. devendo ser posteriormente avaliadas. Atenção especial deve ser dada à gestante no último trimestre da gestação. na opinião do médico avaliador. e sem risco para a segurança da tripulação. a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. quando o médico avaliador. comprovado por dosagem de glicemia e hemoglobina glicosilada. que no entendimento do médico examinador. exceto se na opinião do médico avaliador a condição apresentada interferir no desempenho da atividade de praticagem. temporária ou definitivamente. mesmo com sítio determinado e tratado.23 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 7) Sistema Nervoso Qualquer doença que implique em alteração da fala. As condições agudas implicarão em incapacidade temporária. e desde que os medicamentos e dosagens utilizados não impliquem em risco de descompensação súbita durante a atividade de praticagem. Diabetes mal controlado e/ou que requeira insulinoterapia implicam em incapacidade definitiva para a atividade. são incapacitantes em caráter definitivo. embarcação e carga. com base no relatório do obstetra que atende a Prática. exceto nos casos de insuficiência renal com risco de descompensação súbita ou se. 9) Gravidez A gravidez não é por si só causa de incapacidade. Neoplasias malignas metastáticas. na dependência das provas funcionais pertinentes. . 12) Doenças Endócrinas e Metabólicas (a) Diabetes mellitus controlado apenas com medidas higieno-dietéticas não constituem causa de incapacidade. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. devem ser consideradas incapacitantes. desde que. o Prático deverá ser considerado incapaz temporariamente até que se obtenha o controle da glicemia. Na vigência de uso de hipoglicemiante oral. Condições que necessitem tratamento cirúrgico deverão ser avaliadas após a recuperação plena da condição física. ou no caso. sem risco para a mãe e feto. interfiram na capacidade de desempenhar a atividade de praticagem. 10) Aparelho Gastrointestinal Não há exclusões absolutas para as doenças do trato gastrointestinal. (b) Quaisquer outras patologias endócrino metabólicas.6) Aparelho Respiratório As condições crônicas do aparelho respiratório que impliquem em impossibilidade do desempenho de atividades de praticagem são incapacitantes.

Quaisquer patologias que impliquem incapacidade súbita ou debilidade prejudicando o tempo de reação ou julgamento às situações inerentes à atividade devem ser passíveis de afastamento. deverão ser apresentados à JRS da ZP da área para avaliação quando à deficiência funcional. 15) Sistema Imunológico Doenças auto-imunes serão consideradas incapacitantes em caráter temporário ou definitivo. com janela de detecção mínima de noventa dias. obrigatoriamente. negativos ou positivos. poderão ser solicitados exames toxicológicos a partir de amostras de materiais biológicos (cabelos. e identificação e assinatura do responsável técnico pela emissão do laudo. Por vezes. pelos ou raspas de unhas). no mínimo. As despesas decorrentes da perícia médica por JS são de responsabilidade do Prático. com os seguintes campos: identificação completa e assinatura do doador (inclusive impressão digital). Dependência química de álcool e/ou substâncias ilícitas é incapacitante em caráter definitivo. A critério do médico credenciado ou Junta de Saúde. 2) Nesses casos. patologias que possuem tratamento curativo. ou (c) Envolverem-se em acidentes em que sejam aventadas hipóteses de falha humana decorrente de problemas relacionados à saúde. substancialmente. na dependência da etiologia e do potencial evolutivo. os médicos peritos devem sempre estar atentos a este fato. informações sobre a cadeia de custódia. até restabelecimento por completo. (b) Apresentarem diminuição de sua capacidade de trabalho no exercício do Serviço de Praticagem. . c) Incapacidade durante a Prestação de Serviço de Praticagem 1) Os Práticos deverão ser encaminhados pela CP para avaliação médica por Junta Regular de Saúde da Marinha do Brasil (JRS). 17) Outras Condições Patológicas Outras condições clínicas ou patologias não listadas acima poderão ser causa de incapacidade temporária ou definitiva. Somente serão aceitos laudos de exames toxicológicos de laboratórios que realizem o exame de larga janela de detecção (mínima noventa dias) em que constem. O uso de terapia anticoagulante é incapacitante em caráter definitivo para a atividade do Serviço de Praticagem.24 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . na dependência do impacto das mesmas sobre a capacidade laboral e dos efeitos colaterais da medicação utilizada.2 . 16) Doenças Psiquiátricas Qualquer doença psiquiátrica aguda é incapacitante para a atividade de Prático em caráter temporário ou definitivo. identificação e assinatura de. na dependência da etiologia e da possibilidade de controle. quando: (a) Não forem considerados aptos pelos médicos credenciados. estabilização e/ou controle em curto prazo podem alterar. considerando-se as exigências da atividade de praticagem descritas no Anexo 2-J. A necessidade de utilização de medicação psicotrópica é sempre incapacitante em decorrência da interferência destas na capacidade de reação. O laudo deverá registrar resultados. para cada grupo de drogas solicitado. bem como avaliação estatística do padrão de consumo. quantidades detectadas. o estado psíquico do inspecionado. duas testemunhas da coleta. Os padrões e critérios deverão ser avaliados de acordo com o diagnóstico da patologia em questão.14) Sangue e Órgãos Hematopoiéticos: Doenças que impliquem em risco de fenômenos tromboembólico ou de sangramento espontâneo ou traumático são incapacitantes temporária ou definitivamente. Assim.

ainda que não tenha sido reavaliado durante este intervalo. da capacidade de exercer atividades físicas. não sendo necessário emissão de laudo para regularizar o intervalo em aberto. 2) É competente para determinar IS em grau de recurso o DPC. As patologias que possam ser avaliadas segundo critérios funcionais complementares (provas funcionais) serão assim avaliadas. contendo como anexo cópia autenticada do último Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J). 3) Os inspecionados. mediante solicitação do Prático por requerimento formal com exposição dos motivos. . sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias reversíveis. em prazo inferior a 24 meses. confidencial. sendo esta a única instância recursal. o Laudo de Avaliação Médica e Psicofísica do Prático (Anexo 2-J) emitido pela JRS. visando primordialmente à segurança da navegação. a ponto de permitir a exercer as atividades do Serviço de Praticagem em sua plenitude e com segurança. comprometendo o bom desempenho da função. a JRS deverá preencher novo Anexo 2-J e encaminhá-lo para a Autoridade solicitante. de controle clínico ou cirúrgico e que. a contar da data de comunicação do laudo médico pericial recorrido. e para realizá-las as JRS da Marinha do Brasil. possam estar sanadas. mantendo cópia na JRS para subsidiar posterior reavaliação. ou mesmo o uso de medicações. e) Procedimentos 1) Os inspecionados serão apresentados às JRS da ZP de sua jurisdição por ofício no grau de sigilo confidencial. por meio de ofício. 6) Podem ser atribuídos dois graus de incapacidade para a prestação do Serviço de Praticagem: incapacidade temporária e incapacidade definitiva. Os períodos em aberto entre uma IS que gerou incapacidade temporária e a reavaliação posterior deverão ser computados como períodos ininterruptos de incapacidade temporária para efeito de contagem total de tempo. 7) Consideram-se incapazes temporariamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. sob pena de arquivamento da IS por não comparecimento justificado. 4) Os médicos peritos deverão avaliar o grau de interferência das patologias prévias e recentemente diagnosticadas sobre as atividades do Serviço de Praticagem. da capacidade de deslocamento rápido. deverá ser avaliado. o Diretor-Geral de Navegação e o Comandante da Marinha. com as respectivas identificações e assinaturas dos membros.2 . deverão comparecer à JRS em até cinco dias úteis para agendamento da IS portando documento oficial de identificação. Uma vez deferido.d) Competência 1) São competentes para determinar as Inspeção de Saúde (IS) com o propósito de Verificação Deficiência Funcional (VDF) os CP e o DPC. no prazo máximo de 120 dias corridos. Deverá constar. considerando os exames clínicos e complementares e os dados de anamnese contidos no Anexo 2-J recebido. o expediente será encaminhado à Junta Superior Distrital (JSD) da área de jurisdição da ZP. 2) Por ocasião da IS para VDF. dentro do intervalo máximo de 24 meses de afastamento da atividade de praticagem por motivo de saúde. A perda da agilidade. 8) As JS poderão exarar laudos de incapacidade temporária por período mínimo de trinta e máximo de 180 dias por IS. após devidamente apresentados à JRS. a contar do período de incapacidade temporária inicial. como anexo do documento de apresentação. 3) São competentes para determinar IS em grau de revisão por Junta de Instância Superior o DPC.25 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 5) Os laudos a serem utilizados para a finalidade VDF serão os contidos no campo “FORMAS DE CONCLUSÃO” destinado às JS. mesmo que ocasional. O inspecionando deve estar física e mentalmente habilitado para tais atividades.

e 4) Homologar as atalaiais e as tripulações das Lanchas de Prático e realizar as inspeções e laudos periciais para homologação do serviço de Lancha de Prático.26 NORMAM-12/DPC Mod 4 . o gerenciamento e a coordenação do ATPR.ATUALIZAÇÃO DOS PRÁTICOS a) A atualização do Prático consiste na realização do Curso de Atualização para Práticos (ATPR). aprovado pela DPC para atender à Resolução A. Este laudo não demanda revisão ex-officio. e 2) Relação atualizada dos Práticos que realizaram o curso.9) Uma vez completados 24 meses de afastamento consecutivos da atividade pelo Prático.CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . contados a partir de sua criação em janeiro de 2005. anualmente. Se não forem apresentados para tal finalidade até receberem a aptidão plena por JS (“Apto para o Serviço de Praticagem”). . caso haja interesse do Prático. 2) Auxiliar no controle e fiscalização do exercício profissional das Entidades de Praticagem. 2) Nos casos de incapacidade temporária (exclusividade da JS): “Incapaz temporariamente para o Serviço de Praticagem.” 3) Nos casos de incapacidade definitiva (exclusividade da JS): “Incapaz definitivamente para o Serviço de Praticagem”.CONAPRA a) Quando determinado pela DPC. até 15 de dezembro. SEÇÃO XI DO CURSO PARA ATUALIZAÇÃO DE PRÁTICOS 0250 . suas reavaliações posteriores retornarão à esfera dos médicos credenciados. não poderão ser avaliados por médico credenciado. SEÇÃO X DO CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM . f) Formas de Conclusão 1) Nos casos de aptidão plena: “Apto para o Serviço de Praticagem”. No momento em que forem considerados aptos por JS. 3) Auxiliar como assessor/moderador nos acordos regionais sobre fixação de preços de praticagem nas diversas ZP. b) O Prático deve cursar o ATPR a cada ciclo de cinco anos. por _____ dias. sejam doenças cíclicas e sujeitas a períodos de exacerbação. sintomas e/ou diagnósticos firmados de patologias cujo potencial de reversibilidade seja remoto ou exijam mais de 24 meses para plena recuperação.CONAPRA 0249 . as seguintes informações: 1) Eventuais dificuldades e discrepâncias observadas na aplicação do ATPR. Deverá prestar à DPC. por motivo de saúde. com a finalidade de término da incapacidade.960 (XXIII) da Organização Marítima Internacional. as JS deverão considerá-lo incapaz definitivamente para a atividade de praticagem. 10) Após o período de incapacidade temporária definido pela JS. atuará como: 1) Auxiliar no controle e na fiscalização do exercício profissional do Prático e na aplicação do Curso de Atualização de Práticos (ATPR). 11) Consideram-se incapazes definitivamente para o Serviço de Praticagem os inspecionados que apresentarem sinais. este poderá ser apresentado pela CP para reavaliação. c) Cabe ao CONAPRA o controle.2 .

.d) No final de cada ciclo de cinco anos.2 . até que seja aprovado no curso.27 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . sendo afastado temporariamente da atividade. o Prático que não realizou o ATPR fica impedido de concorrer à Escala de Rodízio Única de Serviço de Prático.

por ante a ré do acesso à cabine de governo. d) As vistas de perfil.uma unidade (opcional).2 motores Diesel de.uma unidade de cada.000 kg. 7) Régua paralela e compasso . 0302 . e -3-1NORMAM-12/DPC Mod 2 . LANCHA DE APOIO E ATALAIA SEÇÃO I LANCHA DE PRÁTICO 0301 . c) As Lanchas de Prático devem ter ainda as seguintes características: 1) Comprimento total .uma unidade.5 m.1. que significa Prático (“Pilot”). com sistema de alimentação independente.uma unidade.uma unidade.uma unidade (opcional). no mínimo. e 8) Binóculo . e 4) A lancha poderá ser dotada de outro VHF fixo.superior a 5. Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora. 6) Cartas náuticas da área da ZP . em substituição ao portátil.uma unidade. 0303 . 4) Ecobatímetro . 2) Comprimento entre perpendiculares . 3) AIS . b) Comunicações: 1) HF multifrequencial . 2) GPS .maior que 7 m.CARACTERÍSTICAS a) A Lancha de Prático deve possuir características de manobrabilidade. 6) Propulsão .CAPÍTULO 3 LANCHA DE PRÁTICO. c) Publicações e Quadros: 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM) uma unidade. 5) Agulha magnética . 170 Hp de potência cada um.uma unidade. 2) Quadro de Regras de Governo e Navegação .uma unidade.uma unidade. de estabilidade e de potência de máquinas que a possibilite efetuar o transporte do Prático e a aproximação para transbordo (lancha-navio-lancha) com segurança. topo e arranjo geral da Lancha de Prático constam do Anexo 3-A.uma unidade.IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) O casco da lancha deve ser pintado de vermelho e a superestrutura de branco. 3) VHF portátil .uma unidade de cada. em ambos os bordos. 3) Quadro de Luzes e Marcas . b) Deve ser pintada na superestrutura. 4) Calado máximo . a letra P. b) velocidade de cruzeiro não deve ser inferior a 15 nós. 2) VHF fixo (com chamada seletiva digital opcional) .uma unidade. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A).DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) Navegação: 1) Radar Banda X .superior a 3 m. dois eixos e dois hélices. 3) Boca . 5) Deslocamento .maior que 9 m.

EMPREGO A Lancha de Prático é de uso específico do Serviço de Praticagem.4) Quadro de Sinais Sonoros e Luminosos . 0305 . 4) defensas . ou uma em cada bordo. Entretanto. e) Dispositivo para auxiliar nas fainas de embarque e desembarque de pessoal da lancha-embarcação-lancha: 1) enxárcia ou plataforma de embarque. Anexo 3-B. c) Após as tripulações estarem adestradas. que emitirá um Certificado de Homologação. como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário. e 3) colete salva-vidas . b) O Cartão de Tripulação de Segurança (CTS) da Lancha de Prático será composto de um Marinheiro de Convés (MNC) e de um Moço de Convés (MOC).QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO a) Os tripulantes da Lanchas de Prático deverão receber treinamento para as fainas de embarque e desembarque do Prático. 0302 e 0303. com validade de quatro anos. a constatação do descumprimento de algum requisito poderá implicar em perda da homologação. poderá ser empregada em outras atividades quando requisitada pela Autoridade Marítima. desde que autorizado pela CP). d) O adestramento das tripulações nas fainas de embarque e desembarque deverá ser mantido pelos responsáveis das tripulações por meio de contínuo treinamento.uma unidade. dentro da sua jurisdição. 2) croque . de forma a aprimorar seus condicionamentos nas eventuais situações de emergência e na adoção de medidas preventivas de acidentes. para ser comandado de dentro da cabine com rotação de 360º horizontalmente e até 90º no sentido vertical . d) O CONAPRA. 0304 . a Lancha de Prático que atender aos seguintes requisitos constantes dos itens 00301. 3) cinto de segurança .uma de cada bordo. 0307 .duas unidades colocadas na antepara por anteavante e ante a ré da cabine de governo. com delegação de competência da DPC. deverão ser submetidas às inspeções necessárias à homologação pelo CONAPRA.uma unidade para lancha que opere em mar aberto (ou uso de aparelho flutuante.total igual ao da lotação da lancha. d) Salvatagem: 1) Bóia salva-vidas com lanterna . com cópia para a CP/DL/AG.HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO a) O CP homologará. e 5) holofote para alcance de 300 a 500 jardas. com a obrigatoriedade de estarem prontas para atender às solicitações permanentemente (24h p/dia).DOTAÇÃO O número mínimo de Lanchas de Prático será o necessário de modo a manter o Serviço de Praticagem ininterrupto. b) A qualquer momento. O CP/DL/AG manterá o registro e arquivo da 2a via do Certificado concedido. c) A homologação será concedida por meio do Certificado de Homologação da Lancha de Prático. realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais pertinentes à homologação da Lancha de Prático.uma unidade.uma unidade. -3-2NORMAM-12/DPC Mod 2 . 0306 . 2) Balsa inflável classe I ou II .uma unidade.

que significa Prático (“Pilot”). Deve ser utilizada tinta preta do tipo refletora. 0312 .QUALIFICAÇÃO DAS TRIPULAÇÕES E HABILITAÇÃO A qualificação das tripulações e suas habilitações devem atender ao estabelecido no item 0306. com a delegação de competência do DPC. o serviço da Lancha de Apoio à Praticagem. dentro da sua jurisdição. b) O CONAPRA. fundeados ou amarrados à bóia em águas abrigadas.SEÇÃO II LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM 0308 . b) Deve fazer parte do conjunto de suas instalações a área para atracação das lanchas. 0310 . como para emprego em ações de socorro e salvamento ou fiscalização do tráfego aquaviário. em ambos os bordos.EMPREGO a) As Entidades de Praticagem estão autorizadas a utilizar Lanchas de Apoio à Praticagem que possibilitem efetuar o transporte do Prático para navios atracados.NORMAM02/DPC e com as regulamentações existentes nas NPCP/NPCF. b) Deve ser pintada na superestrutura. SEÇÃO III ATALAIA 0313 . em nenhuma condição. não seja possível agrupar todas as partes de sua estrutura operacional num mesmo local. 0311 . 0309 .IDENTIFICAÇÃO VISUAL a) A Lancha de Apoio à Praticagem deverá ter o casco na cor vermelha e a superestrutura em branco. a letra “P”. estas deverão -3-3NORMAM-12/DPC Mod 2 .ESTRUTURA OPERACIONAL a) A Atalaia deve ser estruturada de forma que possa atender de maneira eficiente e ininterrupta às necessidades do Serviço de Praticagem. Nas áreas em que. b) A Lancha de Apoio à Praticagem não substituirá. As dimensões mínimas das letras devem ser: altura de 30 cm e largura de 15 cm (Anexo 3-A).HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE APOIO À PRATICAGEM a) O CP homologará. de acordo com as Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior . realizará as inspeções necessárias e emitirá os laudos periciais necessários ao registro da Lancha de Apoio à Praticagem. a Lancha de Prático. equipamento de VHF-Fixo e de holofote com alcance de 300 a 500 jardas para ser comandado de dentro da cabine. devido às características da região. Poderá ser empregada em outras atividades a critério da Entidade de Praticagem e quando requisitada pela Autoridade Marítima. b) É obrigatória a dotação de ecobatímetro.DOTAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DAS LANCHAS a) A dotação exigida para essa Lancha deve ser igual à estabelecida para outras embarcações que naveguem em águas interiores. com rotação de 360° horizontalmente e até 90° no sentido vertical. por ante a ré do acesso a cabine de governo.

atualizadas. -3-4NORMAM-12/DPC Mod 2 . 8) Código Internacional de Sinais (CIS). 4) Roteiro. 17) Regulamentação da LESTA (RLESTA). bem como as tripulações das lanchas que estiverem de prontidão. d) A Atalaia deverá efetuar o controle dos navios que farão uso de seus serviços. e 18) Normas da Autoridade Marítima (NORMAM). 4) Operadores radiotelefonistas bilíngues (inglês-português) disponíveis 24 horas ininterruptas.DOTAÇÃO MÍNIMA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA ATALAIA a) Comunicações 1) Possuir linhas telefônicas em número suficiente a atender ao Serviço.estar localizadas o mais próximo possível uma das outras e com meios de comunicação confiáveis e suficientes para garantir sua operação como se estivessem agrupadas. com capacidade de comunicação com a Atalaia. 12) Régua paralela e compasso para plotagem de posição. e 3) Barômetro. pontos de espera de Prático. com chamada seletiva digital. as instalações apropriadas para alojar os Práticos de serviço. 11) Avisos aos Navegantes. com os pontos que a delimitam. 9) Relação de Estações Costeiras da Embratel. e) Nos casos em que há mais de uma Atalaia. 5) Lista de Faróis. obrigatoriamente. 16) Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário (LESTA). áreas de quarentena e demais pontos notáveis. pelos Comandantes das embarcações ou por seus prepostos. ratificada pelo CP/DL/AG. Os Serviços de Praticagem devem ser. 3) Tábuas das Marés. 6) Lista de Auxílio-Rádio. 13) Quadro com a carta náutica da ZP. 14) Normas e Procedimentos da Capitania (NPCP/NPCF) com jurisdição sobre a ZP. 3) Equipamentos portáteis de VHF em quantidade correspondente ao número de Práticos e Praticantes de Prático em escala. 10) Cartas Náuticas de toda a ZP e as áreas adjacentes. c) Comporão também a sua estrutura operacional. em caso de falta de energia na área. 2) Possuir dois equipamentos em VHF marítimo. 2) Almanaque Náutico. de modo que. pontos de fundeio. 7) Tabela da Escala Beaufort. uma delas acoplada a um aparelho de fac-símile. a comunicação não fique interrompida. 2) Termômetro de máxima e mínima. será estabelecida uma coordenação entre as Entidades de Praticagem. Lancha de Prático. de modo que apenas uma delas atue como Estação de Praticagem da ZP para atender às solicitações das embarcações. 15) Normas Reguladoras da Autoridade Portuária. requisitados à Atalaia homologada da respectiva ZP. embarcação a ser praticada e rebocador. c) Publicações Disponíveis para Uso 1) Regulamento Internacional para Evitar Abalroamento no Mar (RIPEAM). 0314 . b) Equipamentos Meteorológicos 1) Anemômetro. e 5) Dispositivos de energia de emergência.

a constatação do descumprimento de algum item acima citado poderá implicar em perda da homologação. -3-5- NORMAM-12/DPC Mod 2 . acrescida de 20%.d) Material de Salvatagem Deverá possuir a quantidade de coletes salva-vidas equivalente ao número de Práticos e de Praticantes de Práticos. por meio do Certificado de Homologação da Atalaia (Anexo 3-C). por decisão da CP/DL/AG. realizará as inspeções necessárias e homologará a(s) Atalaia(s). 0315 . com a delegação de competência da DPC. b) A qualquer momento. com cópia para a CP/DL/AG.HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA a) O CONAPRA.

Se de bandeira estrangeira. observadas as exceções para embarcações com determinadas características.PRATICAGEM DE CARÁTER OBRIGATÓRIO OU FACULTATIVO a) Os trechos hidroviários. com AB até 3000. 5) As empregadas em navegação de apoio marítimo. 3º Inciso I. 6) As embarcações com AB maior que 2000 engajadas em operação de dragagem. alínea c) da RLESTA. Se de bandeira estrangeira. encontram-se listados no anexo 4-D. tais como: “bow thruster”. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. de qualquer tipo. (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra. os portos e os terminais onde o Serviço de Praticagem é obrigatório encontram-se listados no Anexo 4-C. encontram-se listadas no Anexo 4A. c) As seguintes embarcações estão dispensadas do Serviço de Praticagem: 1) As classificadas. 0402 .CAPÍTULO 4 DAS ZONAS DE PRATICAGEM 0401 .PONTO DE ESPERA DE PRÁTICO As coordenadas geográficas dos Pontos de Espera de Prático encontram-se listadas no Anexo 4-B. exclusivamente. 3º Inciso I. conforme definido no art. propulsão azimutal ou similares. com os respectivos limites geográficos.1 NORMAM-12/DPC Mod 4 . 4) As empregadas em navegação de apoio marítimo. e (d) Estar com o AIS ativo.ZONA DE PRATICAGEM É a área geográfica delimitada por força de peculiaridades locais que dificultem a livre e segura movimentação de embarcações. exigindo a constituição e funcionamento ininterrupto de um Serviço de Praticagem para essa área. com AB maior que 3000 e menor ou igual a 5000. 0404 . 0403 . “stern thruster”. inclusive especificando os portos válidos para essa concessão. e (b) Sejam comandadas por marítimo brasileiro. alínea c) da RLESTA. 3) As de bandeira estrangeira com AB até 2000. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e . b) Os trechos hidroviários por ZP onde o Serviço de Praticagem é facultativo. Compete à DPC estabelecer as ZP. desde que atendam aos requisitos listados no inciso 4) e que constem nominalmente em Portaria do Diretor de Portos e Costas. 2) As de bandeira brasileira com AB até 2000. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. (c) Possuam DGPS.4. para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. conforme definido no art.RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM As ZP. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no país.

SERVIÇO DE PRATICAGEM EM EMBARCAÇÕES DE BANDEIRA PERUANA E COLOMBIANA NAS ÁGUAS JURISDICIONAIS BRASILEIRAS a) Todas as embarcações que trafegam em águas jurisdicionais brasileiras estão sujeitas à legislação brasileira. ficando sujeitos ao cumprimento de Programa de Qualificação do Praticante de Prático e posterior Exame de Habilitação para Prático. “stern thruster”. propulsão azimutal ou similares. com AB superior a 2000.comandadas por marítimos brasileiros. 0405 . conforme previsto no Capítulo 2 destas Normas. e (d) Que seja efetuada consulta obrigatória à Estação de Praticagem quanto à sequência a ser observada nas manobras de entrada e saída do porto e dentro da ZP. exclusivamente. c) As embarcações de bandeira peruana ou colombiana. com AB até 3000. o Serviço de Praticagem brasileiro. e (d) Estejam com o AIS ativo. cinco navegações de praticagem. com praticagem facultativa. obrigatoriamente. desde que atendam aos seguintes requisitos: (a) Sejam de bandeira brasileira. a critério exclusivo do DPC. 7) As embarcações classificadas como Petroleiro. (c) Possuam DGPS. tais como: “bow thruster”. 0406 .EXTINÇÃO DE ZP Na eventualidade da extinção de uma ZP. e) O limite máximo a ser cobrado das embarcações de bandeira peruana ou colombiana que utilizarem o Serviço de Praticagem não excederá o maior valor cobrado pelos mesmos serviços prestados às embarcações brasileiras. d) As embarcações com arqueação bruta (AB) maior que 500. Se de bandeira estrangeira. . (b) Possuam equipamento auxiliar de manobra.2 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. devem.4. no mínimo. utilizarão. d) A utilização do Serviço de Praticagem será facultativa para as embarcações de bandeira peruana ou colombiana com AB menor ou igual a 2000 e com calado máximo compatível com os valores estabelecidos pela Autoridade Marítima Brasileira. nos trechos sob jurisdição nacional. (c) Tenha sido realizado adestramento com Prático de. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. desde que contratadas por empresa brasileira que tenha a sua sede e administração no país e comandadas por marítimos brasileiros. obrigatoriamente. visando o controle e a segurança do tráfego aquaviário. b) O Serviço de Praticagem nas águas jurisdicionais brasileiras é exercido. (b) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo. por Práticos de nacionalidade brasileira. em função das condições de navegabilidade dos rios da região. e) O quadro constante do Anexo 4-E apresenta as circunstâncias onde a contratação do Serviço de Praticagem é obrigatória ou facultativa. os Práticos poderão ser designados para outra ZP.

não contencioso e.FIXAÇÃO DOS PREÇOS a) Para assegurar a permanente disponibilidade do Serviço de Praticagem.NAVIOS DE GUERRA E DE ESTADO ESTRANGEIROS EM VISITA A PORTOS BRASILEIROS EM TEMPO DE PAZ a) A Marinha do Brasil adota. Para esta Comissão. instruirá o processo administrativo interno. c) Durante o desenvolvimento do trabalho.CAPÍTULO 5 PREÇOS DOS SERVIÇOS DE PRATICAGEM 0501 . não engajados em visitas de caráter comercial. emitirá um relatório circunstanciado que deverá conter as sugestões dos preços a serem fixados. em princípio. d) Os preços fixados pelo DPC terão caráter temporário. devendo as partes buscarem um acordo quanto aos preços considerados satisfatórios para ambas. -5-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . a critério do DPC. a Comissão buscará sempre um acordo entre as partes. para decisão final do DPC. o DPC instituirá uma Comissão para elaborar o estudo para cada caso específico. deverá. ao final. 0502 . Não obtido. Não se pretende substituir as partes no estabelecimento dos preços a serem praticados. instituir uma Comissão para discussão dos assuntos afetos aos preços dos Serviços de Praticagem. poderão ser convidados representantes de setores envolvidos. antecipada e formalmente. o critério da reciprocidade para oferecer facilidades aos navios de guerra e de estado estrangeiros em visita a portos brasileiros em tempo de paz. consultar o CP/DL/AG sobre o oferecimento de facilidades e isenções ao navio. que é uma atividade essencial. não se aplicando aos acordos em vigor ou que venham a ser estabelecidos. mas tão somente garantir a prestação ininterrupta do Serviço de Praticagem. e) O DPC poderá. b) Quando a Entidade de Praticagem for designada para atender a navio de guerra ou de estado estrangeiro. sempre com vistas a garantir a segurança da navegação. b) Para a fixação dos preços. ainda. a DPC poderá fixar os preços dos Serviços nos casos em que não houver acordo entre tomador e prestador. buscando o aperfeiçoamento da sistemática empregada na fixação desses preços.

. . .Teoria da propulsão.Princípio de sustentação e arraste: forças e momentos do leme. .Equipamentos auxiliares para se parar um navio. .Tipos de propulsores.Influências da razão de aspecto do leme. 2 .A resistência devido ao fenômeno “wave-breaking”.Estabilidade de governo.Acelerações para vante e para ré em um navio.Influências da forma do casco na ação do leme.Efeitos de águas rasas nas resistências do navio. .Superfícies de Controle (lemes) .Resistências relativas às perturbações nas linhas de corrente devido à forma do casco e seus apêndices. 4 .Efeitos do meio ambiente: -2-A-1NORMAM-12/DPC Rev 1 .Estabilidade e controle do navio.MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) Estuda o comportamento do casco e do(s) leme(s) interagindo com o(s) sistema(s) propulsor(es) em um dado meio ambiente. .Resistências do Navio .Análise da habilidade de governo de uma embarcação.Os efeitos da variação de calado nas resistências do navio.Definição de propulsão. .A manobra de “coasting”. . . .Controlabilidade do Navio .Resistência a ondas. .Interação entre o casco e o propulsor.Efeitos e características da máquina e sua dinâmica na guinada. para o perfeito entendimento da capacidade que o mesmo possa ter para executar uma dada manobra.A resistência ao ar e ao vento. .Manobras-padrão. . . . sendo desnecessário o perfeito conhecimento dos cálculos matemáticos inerentes ao assunto. . É importante a compreensão das causas que levam ao movimento do navio.Parar o navio.Propulsão do Navio e Propulsores . . . . 3 .Distâncias e relações entre tempos e velocidades para se parar um navio. .Resistência friccional.Diferenças de atuação entre um leme de estrutura fixa e um do tipo “flap”. .Geometria do leme. .Parar o navio com liberdade para guinar. .A resistência adicional devido às ondas. . .Princípios do escoamento em torno do leme do navio. .ANEXO 2-A CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I . .A manobra de “rudder cycling”.Geometria do hélice.A ação de um propulsor parcialmente submerso. . .Cavitação. 1 .

9) Cabos. 5) Navegação de segurança.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) Instrumentos náuticos e de navegação. 6) Reboque. II) bancos. II . 11) Amarração. III . 13) Navegação com o prático a bordo. arqueação e deslocamento. 7) Nomenclatura do navio. rocegar. e “Navigating with integrated bridge and electronic chart systems”). 8) Classificação dos navios. c) Ecobatímetro. 15)Procedimentos operacionais do prático. III)canais estreitos. e) Interação do navio com: I) águas rasas. 3) Carta Náutica. 3) Manobras de fundear. 13) Aparelho de governo. 8) Navegação fluvial. -2-A-2NORMAM-12/DPC Rev 1 . amarrar à bóia e largar da bóia. 17) Contingências. 16)Gerência de passadiço. 7) Navegação com mau tempo. 11) Planejamento de derrota em águas restritas (“Passage planning”). 9) Navegação batimétrica. amarrar.ANEXO 2-A a) Ventos. c) Ondas. b) Radar. 10) Marés e correntes de maré. 12) Manobra de embarcações em águas restritas (“Executing the Plan”. considerando as correntes locais. 2) Cinemática naval (incluindo interpretação de dados oferecidos pelo ARPA). 14) Embarque e desembarque de práticos. 6) Navegação com corrente. 2) Manobras de atracação e desatracação. 18) Utilização de equipamentos do passadiço: a) Odômetro. e IV)outros navios. d) Estabilidade de governo com os efeitos do meio ambiente. aparelhos de laborar e acessórios. “Monitoring the ship´s progress”. 4) Navegação de praticagem. 14) Aparelho de fundear e suspender. 5) Troca de atracadouro (manobra de cabeços).ARTE NAVAL 1) Governo dos navios de um ou mais hélices e um ou dois lemes. 12) Poleame. b) Correntes. 4) Emprego de rebocador(es) na manobra. suspender. “Teamwork”. 15) Estabilidade. 10) Trabalhos do marinheiro.

e j) “Dynamic Positioning Systems” (noções e conceitos básicos). 4) Borda-livre e estabilidade intacta.LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) LESTA e RLESTA . 11) Cerimonial da Marinha Mercante. 14) Cartas de correntes de marés. 4) Visibilidade no mar. 9) Sistemas frontais. 7) Tráfego e permanência de embarcações em águas jurisdicionais brasileiras. 17) Interpretação de áreas geradoras de vagas. 15) Correntes de densidade e correntes costeiras. e) Barômetro. 12) Interpretação de imagens de satélite (IR). V . i) “Automatic Identification System” (AIS). 19) Cartas piloto. 8) Sistemas tropicais. 6) Nebulosidades. 7) Nuvens cúmulos-nimbus. 3) Célula de Hadley. 12) Estrutura da Autoridade Marítima Brasileira. fluvial e lacustre. IV . 14) Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS).ANEXO 2-A d) Anemômetro e anemoscópio. 21) Navegação de mau tempo. -2-A-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 .METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) Interação dos elementos meteorológicos. 16) Ondas. 3) Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação. 10) Conhecimento e utilização de publicações náuticas da DHN. 2) Lei que dispõe sobre o Tribunal Marítimo e a regulamentação sobre comunicação e investigação de fatos e acidentes da navegação marítima. 6) Regras especiais para evitar abalroamento na navegação interior. 20) Navegação meteorológica. g) Carta Eletrônica e ECDIS. h) Doppler Sonar. 13) Marés.Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e o seu Decreto Regulamentador. 11) Interpretação de cartas de pressão ao nível do mar. f) GPS e DGPS. 8) Serviço de Praticagem no Brasil. 10) Interpretação do boletim meteoromarinha. 18) Climatologia. 13) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. 2) Circulação do ar. 5) Névoa úmida. 9) Auxílios à Navegação. 5) Regras internacionais para evitar abalroamento no mar.

2) Código Internacional de Sinais.ANEXO 2-A VI .COMUNICAÇÕES 1) Vocabulário padrão de navegação marítima. -2-A-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 3) Sistema Marítimo Global de Socorro e Segurança (GMDSS).

13 e 14 .Powering of Ships .MANOBRABILIDADE DO NAVIO (SHIP MANOEUVERABILITY) 1) CRENSHAW. tandem and contrarotating propellers. SNAME (The Society of Naval Architects and Marine Engineers) Vol.Geometry of the Screw Propeller .Wave-Making Resistance . Chapter 2 – Forces Affecting the Ship 2) LEWIS.Introduction .Interaction between Hull and Propeller . – Principles of Naval Architecture. RUSSEL SYDNOR – Naval Shiphandling.4. EDWARD V. 2. 4.Hydrodynamics of Control Surfaces  Geometry. paddle wheels.ANEXO 2-B BIBLIOGRAFIA SUGERIDA PARA AS PROVAS ESCRITA E PRÁTICO-ORAL DO PROCESSO SELETIVO À CATEGORIA DE PRATICANTE DE PRÁTICO I . vertical-axis propellers.10.Analysis of Course Keeping and Controls-fixed Stability . Forces and Moments  Flow around a Ship’s Rudder  Scale Effects  Effect of Aspect Ratio  Free-stream Characteristics of All-Movable Low Aspect-Ratio Control Surfaces.5.12. 10 .  Influence of Hull Shape on Effective Aspect Ratio of All-Movable Control Surfaces  Influence of Fixed Structure and Flapped Control Surfaces -2-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . super-cavitating propellers and overlapping propellers) VOLUME III Chapter IX – Controllability – Sections 1.Theory of Propeller Action . Stopping and Backing .Frictional Resistance .Analysis of Turning Ability . 4 e 5 . 3.3. II & III.Effects of the Environment . 6.Cavitation .Stability and Control .Other Components of Resistance Chapter VI –Propulsion– Sections 1.Accelerating.6.Vessel Waterway Interactions .Motion Stability . 7.Introduction . controllable-pitch propellers.Other propulsion devices (jet propulsion. VOLUME II Chapter V – Resistance – Sections 1.

a Practical Guide .O Problema Geral da Navegação. . . .Publicações de Auxílio à Navegação.br). .Geometria do Navio. VOLUME .Navegação: A Ciência e a Arte .Capítulo 11 .Rebocadores Portuários CONAPRA. -2-B-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . 3) HENSEN. FNI . &MacELVERY.Aparelho de Governo.I .A Navegabilidade dos Rios. HENK. .Capítulo 1 . (disponível em www. . Rio de Janeiro . Capt. .THE NAUTICAL INSTITUTE.Capítulo 40 .Instrumentos Náuticos.Aparelhos de Fundear e Suspender.Agulhas Náuticas: Conversões de Rumos e Marcações.Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas.Capítulo 10 . MAURÍLIO M. MARCELO .Capítulo 12 .Emprego de Linhas de Posição de Segurança. Correntes Oceânicas.Capítulo 5 .Navegação Estimada. FNI & BAILEY.NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS 1) SWIFT. . . 4) FRAGOSO.ARTE NAVAL (SHIPHANDLING) 1) FONSECA.Capítulo 2 . J. CORNELL MARITIME PRESS. . 2) MacELREVEY.Marés e Correntes de Maré.Outros Sistemas e Técnicas Modernas de Navegação. DANIEL H.mar. II . . . OTÁVIO A.Bridge Team Management.Capítulo 2 . T.Capítulo 9 .Capítulo 8 .Capítulo 7 .Manobra do Navio.Determinação da Posição por Marcações Sucessivas . Mastreação e Aparelhos de Carga.mil.Trabalhos do Marinheiro.Nomenclatura do Navio. .Capítulo 42 .Navegação com Mau Tempo.A Posição no Mar: Navegação Costeira.Capítulo 3 . .Capítulo 12 .SDM. Aparelhos de Laborar e Acessórios. . . ..Shiphandling for the Mariner. DHN .III .Navegação Radar.Capítulo 4 . III . VOLUME .Capítulo 1 .THE NAUTICAL INSTITUTE. Capt.Volumes I e III.Cabos.Poleame.Capítulo 14 ..Navegação por Satélites.Capitulo 7 . 2) MIGUENS. . .Capítulo 11 .dhn. e CAJATY. Capt.Capítulo 10 .Capítulo 37 .Arte Naval.Rio de Janeiro. DANIEL E.Capítulo 6 . .J. . .ANEXO 2-B 3) SQUAT INTERACTION MANOEUVERING . .Tug use in Port.Capítulo 38 .Projeções Cartográficas: A Carta Náutica. a Practical Guide . FNI .The Nautical Institute. ALTINEU PIRES .Capítulo 8 . A.

960(23) Recommendations on Training and Certification and Operational Procedures for Maritime Pilots other than Deep-sea Pilots.IMO .Resolução No A. 6) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .Resolução No A. de 18 de maio de 1998. Cap7: Borda-livre e Estabilidade Intacta.Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior. Decreto no 2.Circular MSC/Circ.LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO 1) NORMAM-01/DPC . 7) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . Dispõe sobre a Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (LESTA).180.537. IV . 11) Brasil. Cap. Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto. 8) NORMAM-26/DPC .11: Regras Especiais para Evitar Abalroamento na Navegação Interior.Resolução No A. 645 Guidelines for Vessels with Dynamic Positioning Systems (DP-systems). 10) Brasil. 2) NORMAM-02/DPC .Resolução No A. 5) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION .IMO . 9) Brasil. 4) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . de 11 de dezembro de 1997.596.Serviço de Tráfego de Embarcações. 6) NORMAM-17/DHN . Aprova o Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (RLESTA).IMO .Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras. 3) NORMAM-08/DPC . para Inquéritos 5) NORMAM-12/DPC .ANEXO 2-B 3) INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION . Lei n° 9.917(22) Guidelines for the Onboard Operational use of Shipborne Automatic Identification Systems (AIS).Normas da Autoridade Marítima Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação. Diretoria de Portos e Costas.Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem. -2-B-3NORMAM-12/DPC Rev 1 .Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação.889(21) Pilot Transfer Arrangements.BRASIL. 4) NORMAM-09/DPC . Itens: 0701 a 0703 e 0710 a 0714. Lei no 2.IMO .IMO . de 05 de fevereiro de 1954. Dispõe sobre o Tribunal Marítimo. 7) NORMAM-22/DPC .817(19) Performance Standards for Electronic Chart Display and Information Systems (ECDIS).Normas da Autoridade Marítima para o Cerimonial na Marinha Mercante.

4. 1972 . 3. . VI .IMO 14) Publicações Náuticas da Diretoria de Hidrografia relacionadas abaixo: .1.Rio de Janeiro . Capítulos.1 a 1.918(22) da International Maritime Organization . e . 3) INTERNACIONAL CODE OF SIGNALS .mil. . 3.2. Seções e Apêndices de interesse do Processo Seletivo relacionados abaixo: a) CAPÍTULOS I a V. Estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de DireçãoGeral.6).Unidade 3 . 3.Cartas Piloto.GMDSS (3. .emergency  Abandon  Assistance  Distress  Search and Rescue -2-B-4NORMAM-12/DPC Rev 1 .Avisos aos Navegantes.Rio de Janeiro . . 3.(disponível em www. Diretoria de Portos e Costas. VII.mil.ANEXO 2-B 12) BRASIL.8). (disponível em www. X. de 3 de julho de 2004.dpc.br) V .Tábuas das Marés.1 a 3. b) SEÇÃO GERAL I .6.COMUNICAÇÕES 1) IMO STANDARD MARINE COMMUNICATION PHRASES.10.10.000 (Símbolos.4 e 3. Resolução No A.Roteiro. .Distress .Cartas Náuticas. 2) BRASIL. XII. e Navegação (DHN) 15) Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil.METEOROLOGIA E OCEANOGRAFIA 1) LOBO. VIII.salvamarbrasil.8.Lista de Auxílios-Rádio.IMO.Princípios das Radiocomunicações Marítimas (1.br): . e .International Maritime Organization IMO.mar. .10. 13) CONVENTION OF THE INTERNATIONAL REGULATIONS FOR THE PREVENTING COLLISIONS AT SEA. Portaria no 156/MB.DHN. XI. MANUAL DO CURSO ESPECIAL DE RADIOPERADOR GERAL.Unidade 1 .mar. 3. CARLOS ALBERTO Meteorologia e Oceanografia .Lista de Faróis. Abreviaturas e Termos).Cartas de Correntes de Maré. PAULO ROBERTO VALGAS e SOARES.7 e 1. de Direção Setorial e de outras Organizações Militares da Marinha para o exercício das atividades especificadas.International Maritime Organization . .Carta 12.COLREG . 1. .10.10.

ANEXO 2-B  Survivors II . servindo apenas como orientação para o candidato.Radiotelephone procedures OBSERVAÇÕES: 1) A bibliografia sugerida não limita ou esgota os assuntos constantes do conteúdo programático.Chapter I d) APÊNDICES 1 . 2) O Edital do Processo Seletivo indicará as edições dos itens relacionados nesta bibliografia sugerida.Manoeuvres V . -2-B-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 . a quem cabe a escolha daquela que julgue mais adequada para o estudo dos assuntos atinentes às provas escrita e prático-oral.Miscellaneous  Pilot c) SEÇÃO MÉDICA (Instructions) I .Distress signals 2 .Table of signaling flags 4 .Aids to navigation  Canal – channel – fairway  Dangers to navigation IV .Casulties – damages  Collision  Fire – explosion  Towing – tugs III .Request for Medical assistance .

ANEXO 2-C -2-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

cumpriu junto a esta Entidade de Praticagem o Programa de Qualificação de Praticante de Prático.ANEXO 2-D DECLARAÇÃO DE AVALIAÇÃO SATISFATÓRIA EM PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PRATICANTE DE PRÁTICO Declaro. que o Praticante de Prático _______________________________________________. ____________________________________________________ Assinatura do Representante Legal da Entidade de Praticagem -2-D-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . CIR nº _________________. em conformidade com o previsto nas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC e nas NPCP/NPCF. para fim de solicitação do Exame de Habilitação para Prático. estando apto a solicitar o Exame de Habilitação para Prático. sendo seu desempenho avaliado como satisfatório. da ZP ________________________________________.

ANEXO 2-E -2-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

: 1) Conforme a alínea a) do item 0238 desta Norma. incluindo as manobras necessárias para trechos. Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. o detalhamento do plano de manutenção de habilitação constará das NPCP/NPCF. 3) Outros portos serão. Barra do Furado(2) e Macaé(2) Santos. 2) Após a criação dos portos. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. oportunamente. Angra dos Reis. Baixada Santista São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. Ilha Guaíba. acrescentados nas respectivas ZP.2-F-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . Tubarão. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro.ANEXO 2-F NÚMERO MÍNIMO DE FAINAS DE PRATICAGEM PARA A MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO No MÍNIMO DE FAINAS POR PRÁTICO(1) MÊS SEMESTRE 1 10 2 15 5 35 7 45 9 50 1 6 3 15 2 15 8 45 6 35 2 10 1 10 8 50 6 50 PRATICAGEM Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo ZP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 ZP(3) Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde Itaqui. Portos e Terminais Interiores Rio de Janeiro 15 10 50 São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 16 17 18 21 22 19 20 10 10 7 7 4 10 2 50 50 40 40 25 50 12 OBS. Ilha Grande (TEBIG). portos e terminais. Sepetiba. Açu(2). Praia Mole. Niterói. e Forno. Rios. .

to be used as a proof to the Brazilian Maritime Authority that the ship _____________IRIN _____________ was attended by the pilot _________________ ________________________________________ which identified himself. SINGRADURA)_____ _____(discriminar trecho)_____. GETTING UNDERWAY OR LEAVING THE HARBOUR)________. ________________________________________ (Local e Data) ________________________________________ (COMANDANTE) BRAZILIAN NAVY HARBOURMASTER’S OF THE STATE OF ______________________ CONFIRMATION OF PILOTING MANOEUVER I declare. ____________________________________ (Place and Date) ___________________________________ (MASTER) -2-G-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . in manoeuvers of ________(BERTHING. que o navio __________________________________ IRIN ______________ foi atendido pelo Prático _______________________________________________________ que se identificou. devidamente identificados: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Ocorrências e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. Participating in the manoeuvers as assistants the following properly identified pilots: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Comments and additional remarks: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ I affirm the above are all true. in the __________(HARBOUR PIER)_________ in ______/______/______ in the period of ___(TIME)___ to ____________. LEAVING THE WHARF. nas fainas de _____(ATRACAÇÃO. DESATRACAÇÃO. no __________(PORTO OU TERMINAL)_________ em _____/_____/_____ no período de _______(HORA) a .ANEXO 2-G MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM Declaro. para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. Participaram como assistentes os seguintes Práticos.

no (ATRACAÇÃO. DESATRACAÇÃO. devidamente identificado(s): ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ Avaliações e Observações: ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ A declaração acima é expressão da verdade. ______________________________________ (local e data) ______________________________________ (Prático) -2-H-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . SINGRADURA) (discriminar trecho) __________________________________________ em _____/_____/_____ no período (PORTO OU TERMINAL) de ___________________ a __________________ acompanhadas/realizadas pelo seu (DATA/HORA) Comandante __________________________________________________________ (CATEGORIA E NOME) com a assistência do(s) seguinte(s) Prático(s). para fim de comprovação junto à Autoridade Marítima Brasileira. que o navio _______________________________________ IRIN ____________________ teve suas fainas de ___________________________________________________.ANEXO 2-H MARINHA DO BRASIL NOME DA OM COMPROVANTE DE FAINA DE PRATICAGEM REALIZADA POR COMANDANTE Declaro.

ANEXO 2-I LOTAÇÃO DE PRÁTICOS POR ZONAS DE PRATICAGEM ESTADO ZP ZP(2) LOTAÇÃO Amapá Amazonas Pará Maranhão Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 21 22 19 20 Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) Belém e Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaqui. Ilha Guaíba. acrescentados nas respectivas ZP. Tubarão. Praia Mole. Barra do Riacho e Ubu Rio de Janeiro. Açu(1). Portos e Terminais Interiores 160 45 36 33 15 04 06 04 18 06 05 33 03 31 65 65 33 13 17 06 26 09 1) Após a criação dos portos. Ilha Grande (TEBIG).2-I-1 - NORMAM-12/DPC Mod 4 . Alumar e Ponta da Madeira Fortaleza e Pecém Areia Branca Natal Cabedelo Recife e Suape Maceió e Terminal Químico Redes e Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) Salvador. oportunamente. Angra dos Reis. . Barra do Furado(1) e Macaé(1) Santos. Baixada Santista. São Sebastião e TEBAR Paranaguá e Antonina São Francisco do Sul Itajaí e Navegantes Imbituba Rio Grande Lagoa dos Patos. Portos e Terminais da Baía de Todos os Santos Ilhéus Vitória. Niterói. Rios. 2) Outros portos serão. Sepetiba. e Forno.

596.5207/2104. como o apito. Nesta avaliação. INSTRUÇÕES PARA O MÉDICO CREDENCIADO OU JUNTA DE SAÚDE o A MARINHA DO BRASIL. especialmente para perceber e distinguir sons indicadores de nevoeiro. (2) Certificar que a avaliação médica seja conduzida por médico credenciado para verificar as informações necessárias. Estar apto a entrar em compartimentos. Principais propósitos da informação: (1) Determinar se o profissional Prático avaliado atende aos requisitos mínimos e é capaz fisicamente de efetuar os serviços de Prático. telefones (021) 2104. observando os seguintes parâmetros: CONDIÇÕES A SEREM OBSERVADAS PELO MÉDICO: 1. Ter agilidade suficiente. 3. de acordo com os parâmetros estabelecidos na NORMAM-12/DPC. tem a obrigação de acompanhar a situação médica.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA E PSICOFÍSICA DO PRÁTICO SIGILO RESERVADO APÓS PREENCHIDO DOCUMENTO EXIGIDO PELAS NORMAS DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM NORMAM-12/DPC 1. do profissional certificado e habilitado como Prático. gongo ou outro instrumento utilizado -2-J-1NORMAM-12/DPC Rev 1 . Rua Teófilo Otoni n 4 . com altura de 66 cm. para guarnecer navios no mar. vindo de uma pequena lancha. sino. de 18 de maio de 1998. em média. (2) Esta informação torna-se parte documental e está sujeita à revisão pelos órgãos federais competentes.537. bem como ter resistência e higidez. regularmente. 2.RJ. Rotina a ser cumprida a partir das informações: (1) Este modelo torna-se parte do arquivo de avaliação como prova documental que os requisitos médicos e psicofísicos regulares foram satisfeitos e o profissional Prático é fisicamente habilitado a portar o Competente Certificado. em cumprimento à Lei n 9. em variadas condições de tempo. e ser capaz de ficar em pé. de maneira que esteja completamente ciente todo o tempo dos possíveis perigos à navegação que possa defrontar. regulamentada pelo Decreto nº 2. 5. 2. de 11 de dezembro de 1997. e pelas Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem – NORMAM-12/DPC. o médico deverá atestar que o Prático é capaz física e mentalmente de atender à demanda do serviço de praticagem. se livrando desses perigos. muitas vezes da ordem de seis ou mais conveses para atingir o passadiço. vindos de qualquer direção. passando por portas apoiadas em soleiras. Ter a visão adequada em ambos os olhos. muitas vezes. 3.5208 e Fax (021) 2104. por longos períodos de tempo.Centro . que podem causar violento deslocamento da embarcação. Ser capaz de escalar escadas verticais de degraus íngremes. Estar alerta para repentinos e inesperados perigos à navegação e possuir adequada destreza para reagir e manobrar.5217. poderá reportar-se à Diretoria de o Portos e Costas. Estar física e mentalmente apto a executar os serviços árduos e muitas vezes perigosos de maneira eficiente e segura. 4. Caso o médico queira obter maiores informações. Possuir capacidade auditiva adequada.

Caso o prático avaliado não atenda os requisitos mínimos ou apresente condição médica que impeça o exercício da praticagem. para estabelecer as condições físicas e mentais do examinado. 9. 8. a faixa etária. As despesas decorrentes da avaliação médica ficam a cargo do Prático ou da empresa de praticagem a qual pertence. Cada Prático deve ser avaliado individualmente. problemas crônicos de saúde que foram deixados sem tratamento ou ignorados pelo Prático. além das cargas e das embarcações.ANEXO 2-J pelos navios. A solicitação de exames complementares fica a critério do médico credenciado. No entanto. que terá liberdade para solicitar quaisquer exames que julgar necessários. o médico credenciado deverá sugerir ao Capitão dos Portos da área de jurisdição da ZP o encaminhamento do Prático para Junta de Saúde da Marinha do Brasil. as exigências do serviço de praticagem e o estabelecido na NORMAM-12/DPC. deverão ser considerados pelo médico examinador. Os exames de análises clínicas terão validade de três (03) meses. 6. _________________________________________ Assinatura do Médico e Carimbo com nº de registro no CRM -2-J-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 . Demais exames. auxiliar o Comandante do navio na segurança e bem-estar da tripulação e passageiros. de acordo com a anamnese e exame clínico. terão validade a critério do médico avaliador. como também. que possam vir a colocar em risco o navio e tripulação. serão observados os padrões e critérios definidos na Seção VIII da NORMAM-12/DPC. 11. Não apresentar quaisquer condições que impliquem incapacidade súbita e que requeiram medicação que prejudique o tempo de reação ou julgamento. 10. durante todo o tempo em que permanecer a bordo. para executar uma rápida e correta decisão de manobra em visibilidade restrita. É importante ressaltar que o Prático não só tem que zelar pela sua própria segurança. Durante a avaliação médica do Prático. desde que não tenham subsidiado avaliação periódica anterior. 7.

datada e assinada. __________________________________________________________________. assim como todas as informações a serem por mim prestadas são completas e verdadeiras de acordo com o meu maior conhecimento. Prático da ZP ____ declaro que todas as declarações acima.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO CAMPO I (a ser preenchido pelo Prático) IDENTIFICAÇÃO: Nome completo: ____________________________________________________________________ Nº da Carteira de Identidade: ___________________ Órgão emissor:__________________________ CPF: ______________ Data de Nascimento: ___/ ___/ ___ Local de Nascimento: ________________ Endereço completo: _________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: A) O presente Anexo não poderá conter rasuras e os campos não preenchidos deverão ser inutilizados. 1) Você faz uso regular (diariamente e prescrita por médico) ou ocasionalmente de alguma medicação para alguma condição de saúde que esteja em tratamento ou investigação? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 2) Você apresenta alguma doença ou condição que julga de importância para o conhecimento do médico avaliador visando a atividade para qual está proposto ou realizando (praticagem)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 3) Você está fazendo algum tratamento médico atualmente? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? _________________________________________________________________________ 4) Você faz uso regular de álcool ou outra substância psicoativa ilícita (drogas)? ( ) Não ( ) Sim* Qual(is)? ________________________________________________________________________ 5) Desde sua última avaliação médica. tem apresentando alguma dificuldade no desempenho na atividade de praticagem? ( ) Não ( ) Sim* 6) Informações adicionais que julgue de importância para o conhecimento médico considerando as exigências da atividade de praticagem: ________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ Eu. _______________________________ Local e data _____________________________________________ Assinatura do Prático -2-J-3- NORMAM-12/DPC Rev 1 . B) As informações abaixo serão prestadas pelo Prático e preenchidas de próprio punho.

O ________ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: ______ % _____ dB Dissil: ______ % _____ dB Limiar do Reconhecimento da Fala (LRF): OE: ______ dB Profissional que realizou o exame com nº do Registro de Classe: ______________________ Data do exame: _____/_____/______ Local do exame: __________________________________________________________ -2-J-4- NORMAM-12/DPC Rev 1 .A ________ dB V.A _______ dB V.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: BIOMETRIA: Peso: ___ (kg) Altura: _____ (cm) Cor dos Olhos: ___________ Cor dos cabelos: ___________ Índice de Massa Corporal (IMC): _______________________ (IMC= Peso/Altura2) Sinais de Identificação: __________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Pressão Arterial: _____________ (mmHg) Frequência cardíaca: ________ (bpm) VISÃO: Acuidade Visual: AV OD sem correção: _________ AV OE sem correção: _________ Uso de lentes corretivas: Par de lentes sobressalentes: ( ) Sim ( ) Sim ( ( ) Não ) Não AV OD com correção: _________ AV OE com correção: _________ Teste de discriminação de cores: ISHIRAHA Nº placas: ____ Nº acertos: ____ Nº erros: ____ Teste complementar de discriminação de cores: Teste utilizado: ___________________________ Resultado para as cores vermelha e verde: _________________ (discrimina/não discrimina) AUDIÇÃO Direita 250 500 1000 2000 3000 4000 6000 8000 Esquerda Orelha direita: V.O _______ dB Índice de Reconhecimento da Fala (IRF): Mono: _______ % ______ dB Dissil: _______ % ______ dB Limiar de Reconhecimento da Fala (LRF): OD: ______ dB Orelha esquerda: V.

ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: ANAMNESE: História da Doença Atual (HDA): __________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ História da Patologia Pregressa (HPP): _____________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ MEDICAÇÕES EM USO E DOSES: _________________________________________________ ______________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ EXAME CLÍNICO: Aparelho cardiovascular: __________________________________________________________ Aparelho respiratório: ____________________________________________________________ Abdome e genito-urinário: _________________________________________________________ Esqueleto apendicular: ___________________________________________________________ Neurológico: ____________________________________________________________________ Ginecológico: ___________________________________________________________________ Psiquiátrico: ____________________________________________________________________ Outros: ________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ EXAMES COMPLEMENTARES DE ANÁLISES CLÍNICAS: Hemograma completo com plaquetas: Elementos anormais e sedimentoscopia (EAS) ( ) Normal ( ) Normal ( ) Anormal* ( ) Anormal* Glicose: _________ Hemoglobina glicosilada**: ________ Uréia: _________ Creatinina: _________ Ácido úrico: _________ Colesterol total: _________ HDL colesterol: ________ LDL colesterol: _________ Triglicerídeos: __________ PSA: _________ Outros: ________________________________________________________________________________ (*) a anormalidade encontrada deverá ser anotada abaixo. _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ -2-J-5- NORMAM-12/DPC Rev 1 . (**) se necessário para verificar controle metabólico adequado em diabético.

( ) Deverá ser submetido a avaliação suplementar por JS da MB (declínio)*. (*) Motivo do declínio: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Nome completo do médico: Nº do Registro do CRM: UF: Telefone de contato: Endereço do consultório: _______________________________________________________ ____________________________________________________________________________ __________________________ Local e data Carimbo _________________________________ Assinatura do Médico -2-J-6- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _______________________________________________ OUTROS EXAMES E RESULTADOS JULGADOS NECESSÁRIOS PELO AVALIADOR: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente pelo médico credenciado): ( ) Apto para a atividade de praticagem.

por ______ dias. data: ______________________________________________________________ -2-J-7- NORMAM-12/DPC Rev 1 . ( ) Incapaz temporariamente para o serviço de praticagem. CONSIDERAÇÕES TÉCNICO-PERICIAIS A RESPEITO DO LAUDO EXARADO: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ _______________________________________________ Presidente da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) _______________________________________________ Membro da JS (carimbo e assinatura) Local. JS. ( ) Incapaz definitivamente para o serviço de praticagem.ANEXO 2-J LAUDO DE AVALIAÇÃO MÉDICA DO PRÁTICO NOME COMPLETO DO PRÁTICO: _____________________________________________ RESULTADO DA AVALIAÇÃO (campo a ser preenchido exclusivamente por JS da MB): ( ) Apto para o serviço de praticagem.

FRONTAL E DE TOPO -3-A-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM VISTA LATERAL.

ANEXO 3-A LANCHA PADRÃO PARA O SERVIÇO DE PRATICAGEM ARRANJO GERAL -3-A-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

... na Zona de Praticagem ________________________________________.. REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA LANCHA DE PRÁTICO CERTIFICA-SE que a embarcação abaixo citada está homologada para o Serviço de Praticagem..... DE ... __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-B-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 ................. DE ........ANEXO 3-B CERTIFICADO Nº ....... (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem.......... ........ NOME: NÚMERO E PORTO DE INSCRIÇÃO: EMITIDO EM ...

........ __________________________________________ NOME e POSTO Capitão dos Portos -3-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 ................... (Nome da ZP) em conformidade com as Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem.......... ....... NOME: DATA DE INÍCIO DE OPERAÇÃO: EMITIDO EM ...........................................DE .ANEXO 3-C CERTIFICADO Nº ........... DE ...... REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS __________________________________________________________ (Nome da OM) CERTIFICADO DE HOMOLOGAÇÃO DA ATALAIA CERTIFICA-SE que a Atalaia abaixo citada está homologada para operar em proveito do Serviço de Praticagem na Zona de Praticagem ............

Os navios que demandam o porto de Itacoatiara-AM ou terminais existentes naquela cidade não necessitam trocar de prático. necessitam apenas solicitar práticos da ZP Fazendinha-Itacoatiara. Os navios que zarpam do porto de Itacoatiara-AM ou terminais. ALUMAR E PONTA DA MADEIRA (MA) Esta ZP está dividida em dois trechos. devendo ser solicitado com antecedência.ITACOATIARA (AM) Esta Zona de Praticagem está compreendida a partir do paralelo 00º 03´S (Fazendinha-AP) para o interior do rio Amazonas. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-FAZENDINHA (AP) . Neste trecho. através da região das Ilhas. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Entre o porto de Belém-PA e a cidade de Itacoatiara-AM. 3 . O canal do Quiriri (ou Marajó) é considerado facultativo. Japurá. ou pelo canal do Espadarte. pois ambas as praticagens estão habilitadas para as manobras necessárias. no rio Pará. exceto para o trecho considerado facultativo. aí incluídos os acessos pelo canal Sul até a cidade de Itacoatiara-AM.TABATINGA (AM) Essa Zona de Praticagem está compreendida a partir do través da cidade de Itacoatiara à montante para o interior. até o porto de Belém. COMPLEXO PORTUÁRIO VILA DO CONDE E ADJACÊNCIAS (PA) Compreende o acesso pelo canal do Quiriri (ou Marajó). a partir da Ilha de Mosqueiro-PA. em demanda à foz do rio Amazonas.ZP-ITACOATIARA (AM) . que não forem atracar naquele porto ou terminal da Hermasa. O segundo trecho está -4-A-1NORMAM-12/DPC Mod 1 . à navios nacionais e estrangeiros que não transportem carga perigosa. Entre o porto de Belém-PA e o porto de Macapá-AP. O canal Norte do rio Amazonas (do mar para o interior). deverão efetuar a troca de prático. Branco.ANEXO 4-A RELAÇÃO DAS ZONAS DE PRATICAGEM 1 . Entre o porto de Macapá-AP e a cidade de Itacoatiara-AM. ou o acesso pela região dos estreitos a sudoeste da Ilha de Marajó. bem como os rios Jarí. tendo em vista a existência de balizamento (de acordo com o Aviso Permanente no 065/02 da DHN). Somente os navios que estejam passando ao largo de Itacoatiara. Tapajós e Trombetas são considerados hidrovias extensivas desta ZP. até a cidade de Itacoatiara-AM. portos e terminais. Tocantins. Negro. No trecho compreendido entre o acesso pela barra norte. até a cidade de Tabatinga. até as proximidades da bóia nº 19. o canal Sul e os acessos às regiões das Ilhas e Estreitos. o Serviço de Praticagem está disponível ao navegante em caráter facultativo. Os serviços neste trecho da ZP são obrigatórios. Juruá e Iça são considerados hidrovias extensivas desta zona de praticagem. As hidrovias principais de praticagem dessa ZP são: 1. constituída de todas as suas hidrovias. através da região das Ilhas. 2 . Xingu. Purus. 4 . e 3. os serviços de praticagem estão disponíveis ao navegante em caráter facultativo. Os rios Madeira. 2. O primeiro trecho está compreendido entre o acesso ao canal varrido. Acre.ZP-BELÉM.ZP-ITAQUI. A hidrovia básica da Zona de Praticagem é do través da cidade de Itacoatiara até o porto de Tabatinga. a partir da bóia número 02 do canal Grande do Curuá até o paralelo 00º 03’S. fundeadouro do Capim e o porto de Vila do Conde. nas proximidades da bóia nº 1. a partir dos pontos de espera de prático situados à jusante da extremidade externa do banco Xingu e Cabeço do Norte e do situado à jusante do Baixo Espadarte.

PORTOS E TERMINAIS DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS (BA) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. 13 .ZP-SALVADOR. -4-A-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . que entrem na Baía de Todos os Santos em demanda ao fundeadouro de Monte Serrat ou que suspendam desse fundeadouro para sair em direção a barra. USIBA. 11 . 12 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. TEMADRE e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos. Dow Química. A praticagem é facultativa para as embarcações nacionais e estrangeiras.” 5 .ZP-MACEIÓ E TERMINAL QUÍMICO (AL) Do ponto de espera de Prático até o local da atracação.ZP-ILHÉUS (BA) Dos pontos de espera de prático até os locais de atracação. 9 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória. OBS: Para navios com TPB superior a 100.ZP-CABEDELO (PB) Do ponto de espera do prático até o local de atracação. A praticagem é obrigatória nos terminais de Aratu.ZP-NATAL (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. a área limitada por uma circunferência de uma milha de raio.ZP-FORTALEZA e PECÉM (CE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória.ZP-REDES E TERMINAL MARÍTIMO INÁCIO BARBOSA (TMIB) (SE) Do ponto de espera de prático até o local de atracação.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. de qualquer arqueação bruta. 8 . 7 . com centro no Farolete Sul do quebra-mar sobre o banco do Inglês a qualquer ponto do interior do porto. A praticagem nesta ZP é obrigatória. São Roque.ANEXO 4-A compreendido entre as proximidades da bóia nº 19 e os terminais. a partir do alinhamento da ponta do quebra-mar e a ponta do Cabo de Santo Agostinho.ZP-AREIA BRANCA (RN) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. A praticagem nesta ZP é obrigatória.3 milhas náuticas a NE da bóia nº 19.ZP-RECIFE E SUAPE (PE) Para Recife. Para Suape. A praticagem nesta ZP é obrigatória. a praticagem é obrigatória a partir do ponto situado a 2. 6 . sendo o Serviço de Praticagem de caráter obrigatório. 10 .

demandando os portos de Paranaguá. SEPETIBA. TUBARÃO.ANEXO 4-A 14 . 23º 52’ 42”S. PRAIA MOLE. 045º 21’ 18” W até os locais de atracação.ZP-SÃO FRANCISCO DO SUL (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Ilha do Pai . A praticagem nesta ZP é obrigatória. BAIXADA SANTISTA. ILHA GUAÍBA.ZP-VITÓRIA. Pela entrada Oeste. do alinhamento entre a Ilha Deserta e o Lago do Jerônimo. A praticagem nesta ZP é obrigatória. II) Pela entrada Sul Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas La. b) São Sebastião e TEBAR I) Pela entrada Norte Da interseção do canal de São Sebastião com o alinhamento dos pontos de coordenadas Lat. Ilha Guaíba. 045º 29’ 00” W até os locais de atracação.t 23º 53’ 36”S. SÃO SEBASTIÃO E TERMINAL MARÍTIMO ALMIRANTE BARROSO (TEBAR) (SP) a) Santos Do paralelo 24o 00’ 33”S até o local de atracação.ZP-PARANAGUÁ E ANTONINA (PR) Do ponto de espera de prático. b) Sepetiba. NITERÓI. 23º 43’ 00”S. 15 . Long. Catalini e FOPAR pelo canais Sueste ou da Galheta até os locais de atracação.ZP-RIO DE JANEIRO. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Pela entrada Leste. para o interior da Baía da Ilha Grande. A praticagem no porto desse trecho é obrigatória. do alinhamento entre a Ilha das Palmas e a Ponta Grossa da Marambaia para o interior das Baías de Sepetiba e da Ilha Grande. c) Forno Do alinhamento da Ilha dos Porcos com a parte central da Ilha de Cabo Frio até o local de atracação. A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória. Ponta do Felix. c) Ubu Do ponto de espera de prático até o local de atracação. Long.Ilha da Mãe e ponta de Itaipu para o interior da Baía de Guanabara. Antonina. excetuando o fundeadouro no 4. 16 . ANGRA DOS REIS E FORNO (RJ) a) Rio de Janeiro e Niterói Dos alinhamentos da ponta de Copacabana com a Ilha do Pai. -4-A-3NORMAM-12/DPC Mod 1 . 18 . b) Barra do Riacho Do ponto de espera de prático até o local de atracação. 23º 43’ 18”S. 17 . A praticagem nos portos e terminais desse trecho é obrigatória. A praticagem nesta ZP é obrigatória. 045º 20’ 12”W e Lat. A praticagem nesta ZP é obrigatória. ILHA GRANDE (TEBIG). BARRA DO RIACHO E UBU (ES) a) Vitória. Long.ZP-SANTOS. Long. Tubarão e Praia Mole Área compreendida entre os alinhamentos do meridiano 040º 14’ 00”W e paralelo 20º 20’ 00”S para o interior até os locais de atracação. Terminais da PETROBRAS. 045º 28’ 00”W e Lat.

Navegantes. 22 . A praticagem nesta ZP é obrigatória. Liquigás. estabelecido no ANEXO 4-B destas Normas. A praticagem nesta ZP é obrigatória. Para os navios que deixem o Porto Novo. a Lagoa dos Patos e terminais interiores.ZP-RIO GRANDE (RS) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. 21 .ANEXO 4-A 19 . com destino ao porto de Porto Alegre e demais portos/terminais interiores. Terminais da Shell. até a atracação nos portos e terminais existentes. -4-A-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 . demandando os portos de Itajaí.ZP-ITAJAÍ E NAVEGANTES (SC) Do ponto de espera de Prático. Dow Química.ZP-IMBITUBA (SC) Do ponto de espera de prático até o local de atracação. bem como para aqueles que vindos desses portos/terminais com destino ao Porto Novo. BRASKARNE. em Rio Grande .RS. as manobras de desatracação/atracação em Rio Grande (Porto Novo) poderão ser feitas pelos Práticos da Lagoa dos Patos. A praticagem nesta ZP é obrigatória. RIOS. A praticagem nesta ZP é obrigatória. e demais terminais no interior do Rio Itajaí-Açu (SC) até o local de atracação. PORTOS E TERMINAIS INTERIORES (RS) Do ponto de espera de prático.ZP-LAGOA DOS PATOS. 20 .

Praticagem facultativa. basicamente originários de portos brasileiros. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. Navios que necessitem parar nas proximidades de Santana e Macapá e aqueles que devam permanecer fundeados mais do que o tempo necessário para receber visitas das autoridades e os práticos.2 milhas ou 0. 01º 06’ 00” S 048º 29’ 30” W MA 02º 28’ 54” S 044º 22’ 12” W 4 Itaqui.5 milha ao Sul da Igreja da Fazendinha. ao largo de Fazendinha nas proximidades da Igreja de Fazendinha marcando o Farolete Santana Leste aos 253o verdadeiros e na distância de 1.5 milhas. 00º 17´00“S 047º 49’ 00” W Ponto nº 01 – navios vindos das direções norte e oeste. Ponto de embarque para navios com TPB superior a 100. proximidades da bóia no 19. aos 146º verdadeiros. Porto de Belém.000 ou com calado igual ou superior a 11 metros. que demandem o Rio Pará. que demandem o Rio Pará.ANEXO 4-B PONTOS DE ESPERA DE PRÁTICO ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE LONGITUDE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Proximidades da Bóia no 2 do Canal Grande do Curuá . recebem prático ao largo da Vila do Mosqueiro. nas proximidades da bóia nº 19. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. marcando o farol Ponta do Chapéu Virado. nas proximidades da Ponta do Pinheiro. Ponto de desembarque para todos os navios. que não tenham recebido prático para o trecho facultativo. Vila do Conde e PA Madeireira do estreito de Breves. 3 Porto de Belém. 3 00º 24’ 30” S 047º 46’ 00” W Ponto nº 02 – navios vindos da direção leste. Navios provenientes de alto-mar. Ponto de embarque para navios com calado inferior a onze metros. troca de práticos em Icoaraci. Navios provenientes de Belém ou Vila do Conde. O prático deverá embarcar nas proximidade do porto de Itacoatiara. na distância de 2. Alumar e Ponta da Madeira MA 02º 26’ 00” S 044º 20’ 36” W MA 02º 31’ 30” S 044º 23’ 06” W -4-B-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Navios provenientes do alto-mar. 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 01º 13’ 00” N 049º 34’ 30” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 04’ 00” S 051º 06’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara AP 00º 01’ 00” N 051º 01’ 00” W 1 Fazendinha x Itacoatiara Itacoatiara x Tabatinga AP - - 2 AM - - 3 Porto de Belém.

14 Vitória. Portos e Terminais da BA Baía de Todos os Santos Ilhéus Barra do Riacho BA ES 12º 59’ 00” S 038o 33’ 00” W 13 14 14º 45’ 53” S 19º 50’ 30” S 039º 01’ 28” W 040º 02’ 00” W Porto do Malhado. 14 15 ES RJ 20º 46’ 24” S 22º 58’ 24” S 040º 32’ 33” W 041º 59’ 06” W -4-B-2- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Terminal (TMIB). Praia Mole. Canal do Sul de Recife. Tubarão. Hidrovias e Estuário do Rio Sergipe. Carvão e produtos siderúrgicos. Vitória. 14 ES 20º 20’ 00” S 040º 14’ 12” W Terminais de Tubarão e Praia Mole. cais do ES Paul e Capuaba. 11 SE 10º 58’ 54” S 036º 59’ 25” W Terminais. Para navios com calado inferior a 9 metros.Porto do Mucuripe Fortaleza . Praia Mole e seguintes terminais: Granéis líquidos. UBU Forno 20º 19’ 34” S 040º 15’ 16” W Porto de Vitória. Tubarão.ANEXO 4-B ZP 5 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE CE 03º 40’ 18” S LONGITUDE 038º 29’ 30” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Para navios com calado superior a 9 metros. Fortaleza .Porto do Mucuripe Porto do Pecém Areia Branca (Termisa) Natal Cabedelo Recife Recife Suape Maceió e Terminal Químico Aracajú e Barra dos Coqueiros Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 5 5 6 7 8 9 9 9 10 CE CE RN RN PB PE PE PE AL 03º 41’ 40” S 03º 28’ 30” S 04º 43’ 36” S 05º 44’ 48” S 06º 56’ 00” S 08º 02’ 17” S 08º 04’ 09” S 08º 23’ 03” S 09º 42’ 03” S 038º 29’ 52” W 038º 47’ 48” W 036º 55’ 36” W 035º 10’ 30” W 034º 48’ 00” W 034º 50’ 32” W 034º 50’ 56” W 034º 55’ 57” W 035º 44’ 22” W Canal de Olinda. Suape. Marítimo Estaleiro no 11 SE 10º 51’ 00” S 036º 54’ 00” W Inácio Barbosa 12 Salvador.

ABTL e demais terminais da Baixada Santista Paranaguá. TECON. Dow Química. 15 RJ 23º 11’ 24” S 044º 24’ 48” W Entrada Oeste. Ilha Guaíba.Francisco. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis Sepetiba. Niterói e seguintes terminais: Exxon. S. Cutrale. Shell.5m). Ilha d`Água e Redonda. RJ Manguinhos. 16 SP 23º 42’ 00” S 045º 21’ 00” W Entrada Norte. Ilha Grande (TEBIG) e Angra dos Reis São Sebastião e TEBAR São Sebastião e TEBAR 22º 59’ 48” S 043º 08’42” W Navios que demandam o canal de Contuduba. Libra. Navegantes. Catalini e Ponta do Felix São Francisco do Sul SC 24º 00’ 33” S 046º 20’ 12” W 17 25º 38’ 38” S 048º 15’ 06” W 18 26º 12’ 00” S 048º 28’ 06” W 21 Itajaí. Ilha Guaíba (MBR).Cargill. Cosipa. Armazens Gerais. Ponte do Thun e Texaco Sepetiba. 16 SP 23º 53’ 30” S 045º 29’ 30” W Entrada Sul. 15 Rio de Janeiro. Dow SP Química. Antonina e seguintes PR terminais: Petrobrás. 26º 55’ 00” S 048º 34’ 30” W -4-B-3- NORMAM-12/DPC Mod 1 . Shell.ANEXO 4-B ZP PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE 22º 56’ 30” S LONGITUDE 043º 08’ 24” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Navios que demandam o canal de Santa Cruz (calado inferior a 12. Esso. Terminais: Codesp. Ultrafértil. Teaçu. Liquigás SC e terminal da Braskarne e demais terminais do Rio Itajaí-Açu. 15 RJ 23º 08’ 36” S 044º 04’ 36” W Entrada Leste. 16 Porto de Santos.

Rios.ANEXO 4-B ZP 22 19 PORTO/TERMINAL ESTADO LATITUDE SC RS 28º 12’ 32” S 32º 14’ 02” S LONGITUDE 048º 38’ 44” W 051º 58’ 05” W INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Imbituba Portos e terminais do interior da ZP Lagoa dos Patos. Portos e Terminais Interiores 20 RS 32º 03’ 21” S 052º 03’ 12” W -4-B-4- NORMAM-12/DPC Mod 1 .

ANEXO 4-C ZONAS DE PRATICAGEM OBRIGATÓRIA ZP 1 2 3 Complexo Portuário Vila do Conde e Adjacências Itaquí 4 Alumar Ponta da Madeira Fortaleza 5 Pecém 6 7 8 9 Suape Maceió 10 Terminal Químico Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) 11 Redes Salvador Aratú São Roque 12 Usina Siderúrgica da Bahia (USIBA) Dow Química Alves Câmara (TEMADRE) e demais terminais situados no interior da Baía de Todos os Santos 13 Ilhéus BA SE AL Areia Branca (TERMISA) RN Natal Cabedelo Recife PE PB CE MA TRECHO/PORTO/TERMINAL Fazendinha (AP)-Itacoatiara (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Itacoatiara (AM)-Tabatinga (AM) (demais portos e terminais inclusos neste trecho) Belém PA ESTADO AP/AM AM -4-C-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 .

Navegantes e demais terminais situados no interior do Rio Itajaí-Açu 21 Shell Dow Química Liquigás 22 19 Imbituba Rio Grande Santa Clara Canoas/Tergasul 20 Pelotas Porto Alegre RS SC PR SP RJ ES ESTADO -4-C-2- NORMAM-12/DPC Rev 1 .ANEXO 4-C ZP TRECHO/PORTO/TERMINAL Vitória Tubarão 14 Ubu Barra do Riacho Praia Mole Rio de Janeiro Niterói 15 Forno Ilha Grande (TEBIG) Sepetiba/Ilha Guaíba/Angra dos Reis TEBAR 16 São Sebastião Santos e Baixada Santista Paranaguá e demais terminais 17 Ponta do Félix Antonina 18 São Francisco do Sul 0402 .Itajaí.

000 têm praticagem obrigatória a partir do ponto situado a 2. conforme discriminado no Anexo 4-B. até as proximidades da bóia nº 19.3 MN a NE da bóia nº 19.ANEXO 4-D TRECHOS FACULTATIVOS DAS ZONAS DE PRATICAGEM ZP ESTADO TRECHO/PORTO/TERMINAL Trecho compreendido desde a Bóia nº 2 do Canal Grande do Curuá até o través da cidade de Fazendinha (AP) – Barra Norte. demandando o fundeadouro de Monte Serrat ou trecho inverso. de acordo com o Aviso Permanente nº 065/2002 da DHN. 04 MA Trecho compreendido entre o acesso ao canal varrido. Trecho do Canal do Quiriri (ou Marajó). 12 BA Trecho de acesso à Baía de Todos os Santos vindo do mar. Navios com calado igual ou superior a 11 m ou TPB superior a 100. nas proximidades da bóia nº 1. EXCEÇÕES 01 AP 03 PA Navios nacionais e estrangeiros que transportem carga perigosa têm praticagem obrigatória. tendo em vista a existência de balizamento. -4-D-1- NORMAM-12/DPC Mod 1 .

OBRIGATÓRIO -4-E-1- NORMAM-12/DPC Rev 1 . (6) O trajeto esteja compreendido entre a área de dragagem e a área de despejo e tenha sido realizado adestramento com Prático de. O F O O F Observações: (1) Este quadro não é aplicável às embarcações classificadas para operar na navegação interior e que arvorem bandeira brasileira. tal como: “bow thruster”. (exceto abrangendo os rios embarcação tributários e confluentes empregada na dos rios Amazonas e pesca) Solimões.ANEXO 4-E QUADRO RESUMO DE SERVIÇO DE PRATICAGEM ARQUEAÇÃO BRUTA Até 2000 TIPO DE NAVIO Qualquer tipo Embarcação empregadas em navegação de apoio marítimo com AB até 3000 Embarcações engajadas em operação de dragagem ÁREA Qualquer BANDEIRA BRASILEIRA ESTRANGEIRA F(2) O (3) (5) Qualquer F(2) (4) O (2) (3) (4) Qualquer F (2) (6) O (2) (3) (6) Acima de 2000 Demais navios Rio Guaíba. no mínimo. de acordo com o preconizado no item 0406. e estar com o AIS ativo.FACULTATIVO O . conforme previsto no item 0404. comunicar suas movimentações dentro da ZP à Estação de Praticagem. conforme previsto no item 0404. (5) As embarcações de bandeira peruana e colombiana. Trechos facultativos de ZP obrigatória (ANEXO 4-D). (2) As com praticagem facultativa devem. (4) Possuam equipamento auxiliar de manobra. “stern thruster”. em território nacional). (3) Exceto as contratadas por empresa brasileira que tenha sua sede e administração no País e comandadas por marítimos brasileiros. propulsão azimutal ou similares. Portos e terminais de ZP Obrigatória (ANEXO 4-C). Lagoa dos Patos e Bacia Amazônica O (constituída de todas as suas hidrovias e portos. Legenda: F . DGPS. no trajeto entre a área de dragagem e a área de despejo e vice-versa. cinco navegações de praticagem. obrigatoriamente.

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