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Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco Programa co – financiado pelo FSE e Estado

Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco

Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco Programa co – financiado pelo FSE e Estado Português.

Programa co financiado pelo FSE e Estado Português. Ministério da Segurança Social e do Trabalho.

Branco Programa co – financiado pelo FSE e Estado Português. Ministério da Segurança Social e do
Branco Programa co – financiado pelo FSE e Estado Português. Ministério da Segurança Social e do
Branco Programa co – financiado pelo FSE e Estado Português. Ministério da Segurança Social e do

2010

Branco Programa co – financiado pelo FSE e Estado Português. Ministério da Segurança Social e do

Programa Rede Social

Programa Rede Social Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco Nome da Equipa: Conselho Local de

Diagnóstico Social do Concelho de Castelo Branco

Nome da Equipa:

Conselho Local de Acção Social de Castelo Branco Ana Bela de Almeida Marques (Compiladora de dados)

ÍNDICE

ÍNDICE I. Introdução - O Programa Rede Social: conceito e objectivos 16 1.1 A história da

I. Introdução - O Programa Rede Social: conceito e objectivos

16

1.1

A história da cidade de Castelo Branco

21

II.

Caracterização socioeconómica do distrito de Castelo Branco

23

2.1

Enquadramento territorial

23

2.2População

26

2.3

Estrutura etária

27

2.3.1 População residente em Castelo Branco

28

2.3.2 Indicadores da População no concelho de Castelo Branco

29

2.4

Caracterização do concelho de Castelo Branco e das suas freguesias

31

III.

Protecção Social

116

3.1

Equipamentos e Serviços de Apoio à População

117

3.1.2 Equipamentos de Apoio à Infância e Juventude

119

3.1.3 Equipamentos de Apoio à População Idosa

121

3.2

Rendimento Social de Inserção

125

3.3

Complemento Solidário para Idoso

126

3.4

Pensões

126

IV.

Saúde

128

4.1

Organização dos Cuidados

128

4.2

Equipamentos de saúde existentes

129

4.3

Unidades hospitalares

130

4.4

Cuidados Continuados

132

4.5

Unidades Privadas

132

4.6

Utilizadores Cuidados Primários

133

4.7

Recursos Humanos

135

4.8

Indicadores de Execução

139

4.9

Vacinação

140

4.10 Consultas Externas

144

4.11 Serviços de Urgência

145

4.12 Indicadores de Qualidade

147

4.13 Indicadores de Impacto

153

4.14 Doenças de Notificação Obrigatória

163

4.15 VHI/Sida

165

V.

Educação

166

5.1

Caracterização e Evolução do Sistema Educativo

166

5.1.1 Número de alunos por nível de ensino e por tipo de rede

166

5.1.2 Caracterização da Rede Educativa

170

5.1.3 Caracterização dos Agrupamentos Verticais e Escolas do Concelho de Castelo 172 Branco 5.1.4

5.1.3

Caracterização dos Agrupamentos Verticais e Escolas do Concelho de Castelo

172

Branco

5.1.4

Distribuição etária dos alunos do Ensino Pré-escolar por escola (rede pública e

176

privada) 5.1.4.1 Distribuição etária dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico nas escolas dos agrupamentos ao nível da rede pública

179

5.1.4.2Distribuição etária dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico pelas escolas da

181

rede privada 5.1.4.3 Distribuição etária dos alunos dos 2º Ciclo e 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário nas escolas do concelho

182

5.1.5

Caracterização dos diferentes níveis de ensino presentes no concelho

183

5.1.5.1 Caracterização do Ensino Pré-escolar

183

5.2 Os Recursos Humanos

185

5.2.1 Os Recursos Humanos afectos ao Ensino Pré-escolar na rede Pública

185

5.2.2 Os Recursos Humanos afectos ao Ensino Pré-escolar na rede Privada

186

5.3

Os Recursos Físicos existentes nos jardins de Infância da Rede Pública

188

5.3.1

Os Recursos físicos existentes nos Jardins de Infância do sector privado

189

5.4

Os Rácios (aluno/educador, alunos/sala de aula e educadores/sala de aula) do

190

Ensino Pré-escolar Público

5.4.1

Os Rácios (aluno/educador, alunos/sala de aula e educadores/sala de aula) do

191

Ensino Pré-escolar Privado

5.5

Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (Rede Pública)

192

5.5.1

Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (Rede Privada)

193

5.6

Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede pública)

194

5.6.1 Necessidades educativas especiais e transporte escolar sector privado

195

5.6.2 Necessidades educativas especiais e transporte escolar por agrupamento

196

(1ºciclo)

5.7

Caracterização do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário

198

5.7.1 Estabelecimentos do 2ºciclo do ensino básico por freguesia e tipo de rede

198

5.7.2 Estabelecimentos do 3ºciclo do ensino básico por freguesia e tipo de rede

199

5.7.3 Estabelecimentos do Ensino Secundário por freguesia e tipo de rede

199

5.7.4 Evolução da população 2º ciclo do ensino básico nas diferentes escolas

201

5.7.5 Evolução dos alunos do 2º ciclo do ensino básico ( valores totais)

201

5.7.6 Evolução da população 3ºciclo do ensino básico nas diferentes escolas

203

5.7.7 Evolução dos alunos do 3º ciclo do ensino básico (valores totais)

204

5.7.8 Evolução da população do ensino secundário por agrupamento de escolas e

205

escola

5.7.9

Evolução dos alunos do ensino secundário

206

5.8 Recursos humanos das escolas do concelho (total)

207

5.9 Recursos físicos das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino

211

Secundário

5.9.1 Rácios das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

213

5.9.2 Taxas de ocupação das escolas dos 2º,3º ciclos do Ensino Básico e Ensino

214

Secundário

5.9.3

Instalações desportivas das escolas dos 2º,3º Ciclos e Secundário

215

5.10 Alunos com necessidades educativas especiais

215

5.11 Ensino Profissional no concelho de Castelo Branco

217

5.11.1 Estabelecimentos de Ensino Profissional por freguesia e tipo de rede

217

5.11.2 Número de alunos a frequentar o Ensino Profissional por escola e tipo de 217

5.11.2

Número de alunos a frequentar o Ensino Profissional por escola e tipo de

217

rede

5.12

O Centro de formação Profissional de Castelo Branco

218

5.12.1 Modalidades de formação, habilitações de acesso e equivalência escolar

218

5.12.2 Distribuição do nº de alunos por curso e escalão etário em cada modalidade

219

 

de formação

5.12.3

Distribuição do número de alunos por modalidade de formação e respectivo

221

escalão etário

5.12.4 Relação entre os recursos físicos e a população escolar

223

5.12.5 Oficinais do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco

223

5.12.6 Rácios e taxa de ocupação

224

5.13

Escola Profissional Agostinho Roseta

224

5.13.1 Evolução da população escolar

224

5.13.2 Nº de alunos da idade por idade

225

5.13.3 Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas

225

5.13.4 Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso

226

5.13.5 Relação entre os recursos físicos e a população escolar

227

5.13.6 Rácios e taxa de ocupação

227

5.14

Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense (ETEPA)

228

5.14.1 Evolução da população escolar

228

5.14.2 Nº de alunos da idade por idade

228

5.14.3 Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas

229

5.14.4 Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso

229

5.14.5 Relação entre os recursos físicos e a população escolar

230

5.14.6 Rácios e taxa de ocupação

230

5.15

Instituto de Educação Técnica de Seguros (INETESE)

231

5.15.1 Evolução da população escolar

231

5.15.2 Nº de alunos da idade por idade

231

5.15.3 Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas

232

5.15.4 Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso

232

5.15.5 Relação entre os recursos físicos e a população escolar

233

5.15.6 Rácios e taxa de ocupação

233

5.16

O Centro de Novas Oportunidades em Castelo Branco

234

5.16.1Número de alunos inscritos e certificados por ano na Escola Secundária Nuno Álvares

234

5.16.2

Ofertas formativas na Escola Secundária Nuno Álvares e o número de

235

Adultos e CEFs

5.17

Evolução dos Principais Indicadores da actividade Formativa no Instituto de

236

Emprego e formação Profissional de Castelo Branco

5.17.1

Evolução dos Principais Indicadores do Centro de Novas Oportunidades do

237

IEFP de Castelo Branco

5.18 Outras entidades formadoras de Castelo Branco

237

5.19 Evolução da taxa de alfabetismo no concelho e na Beira Interior Sul (1991-

238

2001)

5.20

O Instituto Politécnico de Castelo Branco

239

5.20.1 Missão

239

5.20.2 Número total de alunos matriculados no IPCB no ano de 2009

241

5.20.3 Recursos Humanos 244 VI. Emprego 244 6.1 Número de Pessoas Inscritas no Centro de

5.20.3

Recursos Humanos

244

VI. Emprego

244

6.1 Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego Ano de 2008

244

6.2 Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego Ano de 2009

244

6.3 Dados dos beneficiários de desemprego do Ano de 2009 (Dados Distritais)

245

6.4 Número de Pessoas Inscritas no Centro de Emprego ano de 2010

245

6.5 O Gabinete de Inserção Profissional (GIP) de Castelo Branco

246

VII. Crianças e Jovens em Risco

249

7.1

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Castelo Branco análise de

249

dados do ano de 2009

7.1.1

CARACTERIZAÇÃO PROCESSUAL - Nº Total de Processos / Nº de

249

Crianças / Jovens Abrangidos

7.1.2

CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Transitados do

250

sexo masculino e sexo feminino

7.1.3

CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos Instaurados do

251

sexo masculino e feminino

7.1.4

CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do

253

sexo masculino e feminino

7.1.5

CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de crianças/jovens em

254

situação de incapacidade ou deficiência 7.1.6 MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo

255

feminino entre os 0 aos 15 anos

7.1.7

MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino entre

256

os 0 aos 15 ANOS

7.1.8

CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

258

CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive

7.1.9

CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

259

CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino

7.1.10

CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

260

CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação Perante o Trabalho do Agregado

Familiar do sexo feminino

7.1.11

CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

261

CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino

7.1.12

CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

262

CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino

7.1.13

CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

263

CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento

7.2 Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global

264

7.3 Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino

265

VIII. Imigração

268

8.1

A história da Imigração em Castelo Branco

268

8.2 Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes (CLAII)

268

8.2.1 Número de Atendimentos do CLAII 269 IX. Toxicodependência 271 9.1 Prevenção da

8.2.1 Número de Atendimentos do CLAII

269

IX.

Toxicodependência

271

9.1 Prevenção da Toxicodependência no Concelho de Castelo Branco

271

X. Violência Doméstica

273

10.1

As mulheres vítimas de violência em Portugal

273

10.2 Os números de crimes por violência doméstica registados no concelho de

273

Castelo Branco

10.3

Gabinete de Apoio a vítimas de violência - Amato Lusitano Associação de

274

Desenvolvimento de Castelo Branco

XI.

Deficiência

277

11.1

População residente deficiente segundo o tipo de deficiência por grau de

277

incapacidade atribuído

11.2

As respostas sociais directas existentes em Castelo Branco

279

11.3 O objectivo/Missão da APPACDM de Castelo Branco

280

11.4 Zona de intervenção da APPACDM de Castelo Branco

280

11.5 ÁREAS DE INTERVENÇÃO

280

11.6 O objectivo/Missão da Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo

281

Branco

XII.

Turismo

283

XIII. Acessibilidades

286

13.1Sistema de Transporte

286

13.2

Distribuição Postal

288

13.3Telecomunicações

289

XIV. Metodologia

290

Análise SWOT do concelho de Castelo Branco e suas respectivas freguesias

292

XV.

Conclusão

320

XVI. Referências Bibliográficas

324

Lista de Figuras

Lista de Figuras Fig.1 – Distrito de Castelo Branco 23 Fig. 2 – As Freguesias do

Fig.1 Distrito de Castelo Branco

23

Fig. 2 As Freguesias do concelho de Castelo Branco

25

Fig.3 Análise Swot

291

Fig.4 Diagrama Swot

291

Lista de Gráficos

156

Gráfico 1 Evolução da mortalidade infantil no distrito de Castelo Branco

Gráfico 2 Evolução quinquenal da mortalidade do grupo etário dos 1 aos 4 anos Gráfico 3 - Evolução dos alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico (valores totais) Gráfico 4. Evolução dos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico (valores totais)

Gráfico 5. Evolução dos alunos do Ensino Secundário (valores totais) 206

204

201

157

Gráfico 6 - Caracterização Processual nº de processos/nº de crianças/jovens

249

abrangidos

Gráfico 7 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos

250

Transitados do sexo masculino e sexo feminino Gráfico 8 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos

252

Instaurados do sexo masculino e feminino

Gráfico 9- CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos

253

do sexo masculino e feminino Gráfico 10- CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de

254

crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência Gráfico 11 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo

255

feminino entre os 0 aos 15 anos

Gráfico 12 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino

257

entre os 0 aos 15 ANOS Gráfico 13 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

258

CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive Gráfico 14 - - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

258

CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino Gráfico 15 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

259

CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino

Gráfico 16 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

261

CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino

Gráfico 17 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE RIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino

262

Gráfico 18 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM – Tipo de Alojamento

Gráfico 18 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento Gráfico 19 - Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global 264 Gráfico 20- - Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino 265

263

Gráfico 21 - Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas no sexo feminino 266

Gráfico 23 - nº de clientes atendidos pela Instituição - APPACDM

283

Lista de Tabelas

 

28

Tabela 1 População Residente em Castelo Branco, segundo os grupos etários e o sexo, 31/12/2007 Tabela 2 -Indicadores de População do Município de Castelo Branco

29

Tabela 3 Empresas por Sector de Actividade

32

Tabela 4: População residente Sarzedas (Censos,2001)

60

Tabela 5: Actividade de emprego Santo André das Tojeiras - Indicadores (Censos de

113

2001)

Tabela 6: Respostas Sociais por freguesias

117

Tabela 7: Total de Acordos de Cooperação

118

Tabela 8: Equipamentos/Resposta Social Creche

120

Tabela 9: Equipamentos /Respostas Sociais de Apoio a Crianças e Jovens em

121

Situação de Risco Tabela 10 : Indicadores de População Idosa do Município de Castelo Branco 121 Tabela 11: Respostas sociais no concelho de Castelo Branco 122

Tabela 12: Pensionistas activos

126

Tabela 13: Unidades de prestação de cuidados personalizados (UCSP)

128

Tabela 14 Valências e lotação do Hospital Amato Lusitano 131

133

Tabela 15 Utentes (inscritos e utilizadores) por centro de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco (2008)

134

Tabela 16 Total de utentes (inscritos e utilizadores) nos centros de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco em 2008

Tabela 17 - Organização dos Recursos Assistenciais no Centro de Saúde de Castelo

Branco

135

Tabela 18 Rácios de médicos de clínica geral e enfermeiros por população residente e por população inscrita por centro de saúde da área de influência da ULS de Castelo Branco (Janeiro 2008)

Tabela 19 Recursos humanos do Hospital Amato Lusitano, por grupos profissionais

136

137

(31/12/2007)

(31/12/2007) Tabela 20 – Médicos do Hospital Amato lusitano, por especialidades (31/12/2007) Tabela 21 –

Tabela 20 Médicos do Hospital Amato lusitano, por especialidades (31/12/2007)

Tabela 21 Produção de consultas durante o ano de 2009 na ACES BIS Tabela 22 - Cobertura do Programa Nacional de Vacinação por coortes vacinais

(2007)

138

139

141

Tabela 23 Indicadores de produção do Hospital Amato Lusitano (2006 e 2007)

Tabela 24 Consultas urgentes no Hospital Amato Lusitano (2006)

Tabela 25 Lista de inscritos para cirurgia e tempos de espera (meses) em

31/12/2007

143

146

148

Tabela 26 Principais patologias dos doentes residentes no distrito de Castelo Branco e do total de doentes tratados nos hospitais da Região Centro

Tabela 27 Doentes em diálise * residentes na área de influência da ULS de Castelo Branco, por concelho e por unidade de diálise (08/07/2008)

Tabela 28 N.º de doentes tratados em 2007, residentes na área de influência da ULS Castelo Branco (excepto Mação)

Tabela 29 Taxa de mortalidade padronizada pela população europeia (todas as causas e ambos os sexos) em 2005 (óbitos/ 100 000 habitantes).

149

151

152

153

Tabela 30 -Taxas de mortalidade por localização geográfica (2005) 155

Tabela 31 Mortalidade padronizada pela população-padrão europeia para as

principais causas (2003-2005): Continente, Região Centro e Distrito de Castelo

Branco

Tabela 32 Mortalidade antes dos 65 anos padronizada pela população-padrão europeia para as principais causas (2003-2005) Continente, Região Centro e Distrito de Castelo Branco

159

160

160

Tabela 33 Anos de vida potencialmente perdidos antes dos 70 anos de idade (2003- 2005) no Continente, Região Centro e distrito de Castelo Branco

161

Tabela 34 – Prevalência (%) das principais patologias na população adulta (≥18 anos) em 2005

164

Tabela 35 Evolução das principais doenças de declaração obrigatória no distrito de Castelo Branco, de 2000 a 2006

165

Tabela 36 VIH/SIDA: Distribuição dos casos e mortes segundo a residência, de 01/01/1983 a 31/12/2007 (residência à data da notificação)

Tabela 37. Número de alunos por nível de ensino e por tipo de rede 166

Tabela 38. Alunos a frequentar os vários níveis de ensino por idades 168 Tabela 39

Tabela 38. Alunos a frequentar os vários níveis de ensino por idades

168

Tabela 39 . Taxas de escolarização por grupos etários

169

Tabela 40 . Distribuição dos estabelecimentos de ensino por nível de ensino e freguesia

170

Tabela 41 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas José Sanches de Alcains

172

Tabela 42. Escolas e Freguesias do Agrupamento da Escola A. F. Faria de Vasconcelos

173

Tabela 43 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas Afonso de Paiva

173

Tabela 44 Escolas e Freguesias do Agrupamento Vertical da Escola Cidade de Castelo Branco

174

Tabela 45

Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas João Roiz

174

Tabela 46 Escolas e Freguesias do Agrupamento de Escolas de S. Vicente da Beira

175

Tabela 47. Distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola de cada agrupamento (rede pública)

176

Tabela 48. Distribuição etária dos alunos do Pré-escolar por cada escola ao nível da rede privada

178

Tabela 49. Distribuição etária dos alunos do 1º C. E. B. por cada escola de cada agrupamento (rede pública)

179

Tabela 50. Distribuição dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico por cada agrupamento (rede pública)

180

Tabela 51. Distribuição dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico por escola (rede privada)

181

Tabela 52. Distribuição etária dos alunos dos 2º e 3º C. E. B. e Secundário nas escolas do concelho

182

Tabela 53. Estabelecimentos de ensino Pré-escolar por freguesia e tipo de rede

184

Tabela 54. Recursos humanos afectos aos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede pública)

185

Tabela 55. Recursos humanos afectos aos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede privada)

186

Tabela 56. Recursos físicos dos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede pública)

188

Tabela 57. Recursos físicos dos equipamentos de ensino Pré-escolar (rede privada)

189

Tabela 58. Rácios do ensino Pré-escolar público

190

Tabela 59 Rácios do ensino Pré-escolar privado

191

Tabela 60 Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (rede pública) 192 Tabela 61.

Tabela 60 Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (rede pública) 192

Tabela 61. Taxas de ocupação das escolas do ensino Pré-escolar (rede privada) 193

Tabela 62 Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede pública) 194

Tabela 63. Necessidades educativas especiais e transporte escolar (rede privada) 195

Tabela 64. Necessidades educativas especiais e transporte escolar

196

198

Tabela 65. Estabelecimentos do 2º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede

Tabela 66. Estabelecimentos do 3º Ciclo do Ensino Básico por freguesia e tipo de rede

199

Tabela 67. Estabelecimentos do Ensino Secundário por freguesia e tipo de rede 199

Tabela 68. Evolução da população 2º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas

201

Tabela 69. Evolução da população 3º Ciclo do Ensino Básico nas diferentes escolas

203

Tabela 70. Evolução da população do Ensino Secundário por agrupamento de escolas e escola

205

Tabela 71. Recursos humanos das escolas do concelho (total) 207

Tabela 72. Recursos físicos das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

211

Tabela 73. Rácios das escolas do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

213

Tabela 74. Taxas de ocupação das escolas dos 2º, 3º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário

214

Tabela 75.Instalações desportivas das escolas do 2º, 3º Ciclos e Secundário 215

Tabela 76. Alunos com necessidades educativas especiais 216

Tabela 77. Estabelecimentos de Ensino Profissional por freguesia e tipo de rede 216

Tabela 78. Número de Alunos a frequentar o Ensino Profissional por escola e tipo de rede

Tabela 79. Modalidades de formação, habilitações de acesso e equivalência escolar 218

217

Tabela 80. Distribuição do nº de alunos por curso e escalão etário em cada modalidade de formação

220

Tabela 81 Distribuição do número de alunos por curso e respectivo escalão etário em cada uma das modalidades de formação. (continuação)

221

Tabela 82 Distribuição do número de alunos por modalidade de formação e 222

respectivo escalão etário.

respectivo escalão etário. Tabela 83. Relação entre os recursos físicos e a população escolar 223 Tabela

Tabela 83. Relação entre os recursos físicos e a população escolar

223

Tabela 84 Secções oficinais do Centro de Formação Profissional de Castelo Branco

223

Tabela 85. Rácios e taxa de ocupação

224

Tabela 86. Evolução da população escolar

224

Tabela 87. Nº de alunos da escola por idade

225

Tabela 88 Nº de Turmas, alunos e recursos humanos das escolas

225

Tabela 89 Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso

226

Tabela 90. Relação entre os recursos físicos e a população escolar

227

Tabela 91. Rácios e taxa de ocupação

227

Tabela 92. Evolução da população escolar

228

Tabela 93. Nº de alunos da escola por idade

228

Tabela 94 Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas

229

Tabela 95. Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso.

229

Tabela 96 Relação entre os recursos físicos e a população escolar

230

Tabela 97. Rácios e taxa de ocupação

230

Tabela 98. Evolução da população escolar

231

Tabela 99. Nº de alunos das escolas por idade

231

Tabela 100. Nº de turmas, alunos e recursos humanos das escolas

232

Tabela 101. Distribuição do número de alunos, turmas e professores por curso.

232

Tabela 102. Relação entre os recursos físicos e a população escolar

233

Tabela 103. Rácios e taxa de ocupação

233

Tabela 104. Número de Adultos Inscritos e Certificados por Ano na Escola Secundária Nuno Álvares (2006-2010)

235

Tabela 105.Ofertas Formativas na Escola Secundária Nuno Álvares e o número de

235

Adultos e CEFs Tabela 106. Actividade Formativa no Instituto de Emprego e Formação Profissional

236

de Castelo Branco (IEFP) (2007-2010) Tabela 107. Evolução dos Principais Indicadores do Centro de Novas Oportunidades

237

do IEFP de Castelo Branco Tabela 108. Evolução da taxa de analfabetismo, no concelho e na Beira Interior Sul,

238

entre 1991 e 2001 Tabela 109: Pessoal não docente do IPCB por unidade orgânica e por categoria Relativamente ao pessoal docente, a situação em 31 e Dezembro de 2009 era a que

242

consta na tabela seguinte. Tabela 110: Pessoal docente do IPCB por unidade orgânica e por

consta na tabela seguinte. Tabela 110: Pessoal docente do IPCB por unidade orgânica e por categoria

242

Tabela 111Número de pessoas inscritas no centro de emprego no ano de 2008

244

Tabela 112 Os beneficiários de desemprego no ano de 2009

245

Tabela 113: O número de pessoas contabilizadas no Gip por actividade desde Junho

248

de 2009 até Agosto de 2010.

Tabela 114 Caracterização Processual nº de processos/nº de crianças/jovens abrangidos

249

Tabela 115 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos

250

Transitados do sexo masculino e sexo feminino Tabela 116 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos

251

Instaurados do sexo masculino e feminino

Tabela 117 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Processos reabertos do sexo masculino e feminino

253

Tabela 118 - CARACTERIZAÇÃO DA CRIANÇA / JOVEM Nº de

254

crianças/jovens em situação de incapacidade ou deficiência Tabela 119 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO Crianças do sexo masculino e sexo

255

feminino entre os 0 aos 15 anos

Tabela 120 - MOTIVOS DE INTERVENÇÃO - Crianças e jovens do sexo feminino

Tabela 122 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

256

entre os 0 aos 15 ANOS Tabela 121 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

258

CRIANÇA/JOVEM Agregado com quem a criança vive

259

CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação perante o Trabalho do Agregado Familiar das crianças do sexo masculino Tabela 123 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Rendimentos/Situação Perante o Trabalho do Agregado Familiar do sexo feminino

260

Tabela 124-CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A

261

CRIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo Masculino

Tabela 125 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE

262

RIANÇA/JOVEM - Saúde do Agregado Familiar em relação ao sexo feminino Tabela 126 - CARACTERIZAÇÃO DO AGREGADO COM QUEM VIVE A CRIANÇA/JOVEM Tipo de Alojamento

263

Tabela 127 - Intervenção - Medidas de Promoção/Protecção Aplicadas no global

264

265

Tabela 128 - Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas ao sexo masculino

Tabela 129- Medidas de Promoção / Protecção Aplicadas no sexo feminino

266

Tabela 130 - Número total de Atendimentos do CLAII de Castelo Branco no ano de

Tabela 130 - Número total de Atendimentos do CLAII de Castelo Branco no ano de

2009

Tabela 131 - Os números de crimes por violência doméstica registados no concelho

de Castelo Branco

Tabela 132 - População Residente Deficiente, segundo o tipo de Deficiência por grau de Incapacidade atribuído

Tabela 133- As respostas sociais directas existentes em Castelo Branco

272

277

280

281

I.INTRODUÇÃO

I.INTRODUÇÃO A Resolução do Conselho de Ministros nº197/97, de 18 de Novembro, perspectiva O Programa da

A Resolução do Conselho de Ministros nº197/97, de 18 de Novembro, perspectiva O Programa da rede social como um fórum de articulação e congregação de esforços baseados na adesão livre por parte das autarquias e entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos que nela queiram participar. Estas entidades deverão concertar os seus esforços com vista à erradicação ou atenuação da pobreza e da exclusão social e à promoção do desenvolvimento social. Trata-se de uma estratégia para abordar a intervenção social baseada num trabalho planeado, feito em parceria, visando racionalizar e trazer maior eficácia à acção das entidades públicas e privadas que actuam numa mesma unidade territorial. O principal objectivo do Programa Rede Social é combater a pobreza e exclusão social e promover o desenvolvimento local. Os objectivos estratégicos são: o desenvolvimento de uma parceria efectiva e dinâmica que articule a intervenção social dos diferentes agentes locais; promover um planeamento integrado e sistemático, potenciando sinergias, competências e recursos a nível local. Os objectivos específicos visam induzir o diagnóstico e o planeamento participados; promover a coordenação das intervenções ao nível concelhio e de freguesia; procurar soluções para os problemas das famílias e pessoas em situação de pobreza e exclusão social; formar e qualificar agentes envolvidos nos processos de desenvolvimento local, promover uma cobertura adequada do concelho por serviços e equipamentos e potenciar e divulgar o conhecimento sobre as realidades concelhias. Segundo a publicação “Coimbra A., (1990), Redes Sociais: Apresentação de um Instrumento de Investigação”, uma rede social pode ser vista como um conjunto de nós e um conjunto de laços de ligação entre esses nós, em que os nós podem ser pessoas, grupos, empresas ou outras instituições. Por outro lado, a rede social de uma pessoa é o conjunto de unidades e relações sociais que têm um impacto duradouro na vida de uma pessoa. Estas podem ser directas ou indirectas e concretizadas através de cadeias de dimensão variável. As unidades sociais podem ser indivíduos, ou grupos de indivíduos, informais ou formais. As relações entre os elementos da rede podem configurar diversos tipos (transacções monetárias, troca de bens e serviços, transmissão de informação, etc.), podem envolver

interacção face a face ou não podem ser permanentes. A rede social poderá contribuir decisivamente

interacção face a face ou não podem ser permanentes. A rede social poderá contribuir decisivamente para a consciência pessoal e colectiva dos problemas sociais, para a

activação dos meios e agentes de resposta, para as inovações recomendáveis nos modos

de agir e ainda, para promover o desenvolvimento social local. Outro conceito importante é o da Acção Social desempenhada pelas instituições.

A acção social tem como objectivo o bem-estar das pessoas e das populações, tendo

como finalidade proteger e apoiar aqueles que são mais vulneráveis às dificuldades económicas e sociais. As suas principais fontes de financiamento são as transferências do Orçamento do Estado e da União Europeia. A acção social exerce-se através de iniciativas de natureza pública concretizadas pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social ou ONG sem fins lucrativos que são apoiados pelo Estado. A sua ajuda caracteriza-se por assistência económica, apoio individualizado e assistência sócio-familiar e sócio-comunitária. A abordagem destes temas reveste-se de particular importância nos dias de hoje. Por um lado, é conhecido que a acção social se caracteriza pela actividade de instituições, associações, cooperativas, entre outras, que recebem do Estado uma comparticipação financeira: por outro lado existe uma parte da população excluída desses meios de protecção social, continuando assim, com carências sociais. Assim, a Rede Social, deve permitir a sinalização de casos a descoberto na área de acção social e criar condições para a sua resolução a partir dos recursos locais ou, caso não seja possível, para o seu encaminhamento para as estruturas adequadas. Neste sentido, a Rede Social deve ser capaz de articular a intervenção social dos diferentes agentes locais e das várias parcerias, promovendo um planeamento integrado e sistemático, baseado em diagnósticos sociais locais participados, envolvendo todos os parceiros e a própria população. O Programa rede social é baseado nos seguintes princípios:

1) Integração/Conjugação de instrumentos e medidas económicas e sociais, através de acções planificadas, executadas e avaliadas de uma forma conjunta;

2) Articulação complementaridade entre os vários sectores; conjugação de esforços; Construção de parceiros em torno de um objectivo comum, equacionando os contributos

de cada um;

3) Subsidiariedade: proximidade aos problemas e ás populações – Intervenção Territorial com respostas ao nível

3) Subsidiariedade: proximidade aos problemas e ás populações Intervenção Territorial com respostas ao nível local de responsabilidade colectiva, local regional e nacional;

4) Inovação: multidisciplinaridade, Inter-institucionalidade; desburocratização;

5) Participação: a promoção do desenvolvimento social é mais efectivo se resultar de um processo participado.

6) Igualdade de Género: o planeamento e intervenção integram a dimensão de género quer nas medidas e acções quer na avaliação do impacto.

O processo de implementação e consolidação da Rede Social comporta duas

fases essenciais, uma de lançamento e uma outra de execução. A primeira foi concretizada através da constituição do Conselho Local de Acção Social (CLAS) e

Núcleo Executivo.

O CLAS é a denominação dada à estrutura concelhia de funcionamento do

Programa em causa, baseando-se num fórum de articulação e congregação de esforços, abrindo-se à participação de entidades públicas e privadas sem fins lucrativos. O núcleo

executivo do Conselho é constituído pela (o):

Câmara Municipal de Castelo Branco;

Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social de Castelo Branco;

APPACDM Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental

Centro Social de Santo André das Tojeiras;

Direcção Regional e Educação;

Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco;

ULS Castelo Branco;

O plenário é constituído por entidades públicas, entidades privadas e algumas

Juntas de Freguesia do Concelho de Castelo Branco.

Entidades Públicas:

Entidades Públicas:  Centro Distrital de Castelo Branco do Instituto de Segurança Social, I.P.;  Direcção

Centro Distrital de Castelo Branco do Instituto de Segurança Social, I.P.;

Direcção Regional do Instituto Português da Juventude;

Direcção Regional de Educação do Centro;

Instituto da Droga e da Toxicodependência - CRI;

Delegação Regional do SEF;

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens;

Câmara Municipal de Castelo Branco;

Rede Europeia Anti Pobreza;

Unidade Local de Saúde de Castelo Branco;

Entidades Privadas:

Associação de Apoio Social Freixial do Campo;

Associação Tinalhense de Apoio Social de Tinalhas;

Centro de Dia de S. João Batista Monforte da Beira;

Centro de Dia de S. Pedro Escalos de Cima;

Centro de Dia de S. Sebastião Sobral do Campo;

Centro Social do Salgueiro do Campo;

Centro Social de Santo André das Tojeiras;

Centro de Dia de Santa Margarida Mata;

Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco;

A.P.P.A.C.D.M. Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental;

Centro Social Paroquial Póvoa de Rio de Moinhos;

Amato Lusitano Associação de Desenvolvimento;

Centro Social Amigos da Lardosa.

Juntas de Freguesia:

Juntas de Freguesia:  Presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco;  Presidente da Junta

Presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco;

Presidente da Junta de Freguesia de Freixial do Campo;

Presidente da Junta de Freguesia do Ninho do Açor;

Presidente da Junta de Freguesia do Retaxo;

Presidente da Junta de Freguesia de S. Vicente da Beira;

Presidente da Junta de Freguesia das Sarzedas;

Presidente da Junta de Freguesia de Tinalhas;

Presidente da Junta de Freguesia de Sobral do Campo;

Presidente da Junta de Freguesia de Malpica do Tejo;

O Conselho é constituído por trinta e uma entidades com objectivo de planear um

trabalho integrado, de modo a garantir a implementação de iniciativas de

desenvolvimento social local com vista a uma maior eficácia e racionalização de meios

na erradição da pobreza e exclusão social.

A fase de execução do Programa de Rede Social no Concelho de Castelo Branco têm

como principal objectivo, nesta fase, realizar as seguintes acções:

-Diagnóstico social com a actualização dos dados de 2 em 2 anos;

-Consolidação de uma cultura de parceria;

-Sistema de informação;

-Plano de desenvolvimento social;

- Plano de Acção;

- Processo de avaliação.

Neste contexto, o presente diagnóstico, pretende ser um instrumento que resulte da participação dos diversos parceiros, facilitador da interacção entre os mesmos, tornando-se parte integrante do processo de intervenção, criando as condições sociais e institucionais para o sucesso.

1.1 A HISTÓRIA DA CIDADE DE CASTELO BRANCO A cidade de Castelo Branco encontra-se numa

1.1 A HISTÓRIA DA CIDADE DE CASTELO BRANCO

A cidade de Castelo Branco encontra-se numa zona de grandes planaltos, distinguindo- se pela sua variedade geográfica e climática. Castelo Branco nasceu no alto do monte de um outeiro isolado, o monte Cardosa, e estende-se pela vertente oriental até à planura onde se alarga. Apesar da região possuir vestígios de algumas povoações do período pré-histórico, é difícil marcar a exactidão desde quando existe a cidade, de tal forma que vários historiadores tentaram já nomear Castelo Branco como herdeira da célebre povoação de Castraleuca, mas em vão devido à falta de elementos sólidos de tal facto. Da história antes de 1182 pouco se sabe. É a partir desta data que apareceu um documento de doação aos templários de uma herdade designada de Vila Franca da Cardosa, provinda por um nobre nome de D. Fernandes Sanches. Mais tarde em 1213 é- lhe concebido o primeiro foral de Pedro Alvito cedido pelos templários em que aparece a dominação de Castel-Branco. Em 1215 o Papa Inocêncio vem confirmar esta posse e dá-lhe o nome Castelo Branco. No entanto, em 1510 é D. Manuel que concede o novo Foral à Vila de Castelo Branco, adquirindo mais tarde o título de notável com a carta de D. João III, em 1535. Em 1642 torna-se assim a Vila de Castelo Branco cabeça de comarca notável e das melhores da Beira Baixa. Mais tarde em 1771, D. José I eleva-a a cidade e também neste ano o Papa Clemente XVI cria a diocese de Castelo Branco que viria a ser extinta em 1881. O diploma da cidadania entrou em vigor pela Carta Régia de 15 de Abril do ano seguinte e o Breve Apostólio teve a data de 19 de Junho do mesmo ano. No dia 16 de Agosto de 1858 foi inaugurada a linha telegráfica Abrantes Castelo Branco e em 14 de Dezembro de 1860 a cidade inaugurou a sua iluminação pública. Este foi um grande passo para o desenvolvimento de Castelo Branco, tornando-se a partir daí centro destacado da Beira. Desde esse reconhecimento, as estruturas económicas, sociais e políticas foram evoluindo com a criação do Círculo Judicial, a instalação de unidades militares, a construção de vários estabelecimentos de ensino, a implantação de novos serviços, enfim, todo um conjunto de estruturas que permitiram a esta cidade ter um desenvolvimento acentuado e declarar-se como Capital do Distrito da Beira Baixa em

1959.

Como cidade fortaleza, guardiã de populações e haveres, Castelo Branco conheceu a construção de monumentos

Como cidade fortaleza, guardiã de populações e haveres, Castelo Branco conheceu a construção de monumentos no interior e no exterior da muralha, sendo a grande maioria visível nos nossos dias. A partir do momento que foi elevada a cidade, regressaram a Castelo Branco elementos abastados da burguesia e alguma nobreza, o que permitiu a construção dos palácios e dos solares, sendo actualmente estas as construções que constituem o melhor do património cultural. O Paço Episcopal (Museu Tavares Proença Júnior) é um dos melhores exemplos. Foi mandado construir pelo Bispo da Guarda, D. Nuno Noronha, entre 1596 e 1598, foi o paço de residência dos Bispos de Castelo Branco a partir de 1771. No século XX, de 1911 até 1946, serviu de Liceu Central, tendo aberto as portas como Museu Tavares Proença Júnior em 1971, e assim se mantendo até ao momento. O castelo e as muralhas de Castelo Branco foram edificados pelos Templários entre 1214 e

1230. No recinto desta fortaleza encontra-se a Igreja de Santa Maria do Castelo, antiga sede da freguesia. Era no seu adro que se reuniam a Assembleia dos Homens Bons e

as

autoridades monástico-militares, até ao séc. XIV.

O

território onde, nos nossos dias, se estende a cidade de Castelo Branco e, de modo

geral, uma vasta área circundante foi, desde idade longínqua, zona preferencial de habitação. Quanto aos núcleos populacionais está hoje confirmado que existem três topologicamente distintos: um, na colina onde hoje ainda subsiste a chamada “cidade velha”, outro no triângulo compreendido entre os limites da Ermidas de S. Martinho, Senhora de Santana e Senhora de Mércules, o terceiro núcleo situado em S. Bartolomeu, a 4 ou 5 km da cidade. A terra, o passado e o presente, fundem-se na história, na arte, na vivência dos seus agentes, na sua cultura, na riqueza do seu artesanato, na culinária, na doçaria, na mística das suas festa e romarias, nas feiras e mercados, tudo fundido por uma paisagem aglutinante e definidora.

II - CARACTERIZAÇÃO SÓCIO-ECONÓMICA DO DISTRITO DE CASTELO BRANCO 2.1 ENQUADRAMENTO TERRITORIAL Fig.1 –

II - CARACTERIZAÇÃO SÓCIO-ECONÓMICA DO DISTRITO DE

CASTELO BRANCO

2.1 ENQUADRAMENTO TERRITORIAL

DISTRITO DE CASTELO BRANCO 2.1 ENQUADRAMENTO TERRITORIAL Fig.1 – Distrito de Castelo Branco ((Beira Interior Sul

Fig.1 Distrito de Castelo Branco ((Beira Interior Sul Vila Velha de Ródão, Idanha-a- Nova, Penamacor, Castelo Branco);( Pinhal Sul Oleiros, Sertã, Vila de Rei, Proença- a-Nova); (Cova da Beira Covilhã, Fundão e Belmonte)).

Segundo o INE (2001), o Distrito de Castelo Branco ocupa uma área de 6 674,6,7 Km²

(cerca de 9.5% da área total de Portugal continental), e localiza-se no interior do país

sendo esse formado pelos seguintes concelhos (ver figura 1), nomeadamente: Belmonte,

Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha

Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão. Estes concelhos são compostos por 159

freguesias na totalidade. A delimitação geográfica do distrito é feita a Norte pelo distrito

da Guarda, a Sul pelo distrito de Portalegre, a Oeste pelos distritos de Santarém, Leiria e

Coimbra, a Leste pelas fronteiras com Espanha. Os 201 983 habitantes residentes actualmente no distrito distribuem-se pelos concelhos referenciados atrás, com especial destaque para os principais centros urbanos como a Covilhã, o Fundão e Castelo Branco, onde residem aproximadamente dois terços da população (INE, 2005). Geograficamente o distrito é caracterizado pelas várias serras que o atravessam, com parte das serras da Estrela e da Lousã e com as serras da Gardunha, Malcata, Alvelos, e Muradal. Nos seus vales correm os rios Erges, Ponsul, Ocreza e o Zêzere, afluentes da margem direita do Rio Tejo, o qual delimita o distrito a sul.

O distrito de Castelo Branco insere-se na área de intervenção da Comissão de

Coordenação da Região Centro (Corresponde a NUTS II), agrupando-se os seus concelhos segundo as NUTS III da Beira Interior Sul (Castelo Branco, Idanha-a Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão), da Cova da Beira (Belmonte, Covilhã, Fundão), e

do Pinhal Interior Sul (que, para além, dos concelhos de Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã

e Vila de Rei, incluí ainda o concelho de Mação pertencente ao distrito de Santarém.

Fig. 2 – As freguesias do concelho de Castelo Branco O concelho de Castelo Branco

Fig. 2 As freguesias do concelho de Castelo Branco

O concelho de Castelo Branco tem 54. 254 habitantes (INE, 2007) que se distribuem pelas 25 freguesias: Alcains, Almaceda, Benquerenças, Caféde, Castelo Branco, Cebolais de Cima, Escalos de Baixo, Escalos de Cima, Freixial do Campo, Juncal do Campo, Lardosa, Louriçal do Campo, Lousa, Malpica do Tejo, Mata, Monforte da Beira, Ninho do Açor, Póvoa de Rio-de-Moinhos, Retaxo, Salgueiro do Campo, Santo André das Tojeiras, São Vicente da Beira, Sarzedas, Sobral do Campo e Tinalhas, totalizando uma área aproximadamente de 1 439,9 Km². A parte mais rural do concelho sobrevive da agricultura e transformação primária dos produtos agrícolas e pecuários, no entanto, nos centros urbanos de maior índice populacional este sector deu lugar a modernas indústrias de ramos diversificados.

2. 2 POPULAÇÃO

2. 2 POPULAÇÃO O distrito de Castelo Branco foi, nos anos 60 e 70, afectado pelo

O distrito de Castelo Branco foi, nos anos 60 e 70, afectado pelo êxodo rural e emigração. Nesse sentido, a evolução demográfica é desfavorável e expressa-se pela redução e envelhecimento populacional em qualquer das sub-regiões. As alterações demográficas são responsáveis pela concentração populacional em três principais

concelhos urbanos (Castelo Branco, Fundão e Covilhã) que somam cerca de 69% do total da população do distrito (a concentração populacional nos maiores aglomerados justificou a melhoria das ligações rodoviárias entre Covilhã - Fundão Castelo Branco). Há população residente deverá acrescentar-se, no caso da Covilhã e Castelo Branco, uma população estudantil durante os anos lectivos.

O fenómeno migratório, que atingiu o distrito, abrangeu, na maioria, indivíduos na faixa

etária dos 15 49 anos resultando numa forte diminuição dos escalões da população em idade fértil activa. As elevadas taxas de mortalidade e baixas taxas de natalidade

assumem, deste modo, um saldo fisiológico negativo. No entanto, a variação da população residente mostra um processo de repulsão por um conjunto de causas estruturais que tem tornado o distrito de Castelo Branco um território de baixa densidade populacional (30.3 enquanto que em Portugal Continental o valor da densidade populacional é de 119,0).

Existe uma baixa proporção de jovens nos concelhos da Raia (Castelo Branco, Idanha- a-Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão) e do Pinhal Interior Sul (Oleiros, Proença -

a - Nova, Sertã e Vila de Rei), o que demonstra uma situação de não retorna da

população jovem. O distrito de Castelo Branco tem registado uma profunda desertificação humana, provocada por fortes movimentos migratórios para os grandes centros urbanos e para o estrangeiro, atingindo a população mais jovem e em idade activa. Esta evolução populacional não só tem reflexos na quantidade de mão-de-obra disponível actualmente, como põe em causa a capacidade da renovação geracional.

2.3 Estrutura Etária

2.3 Estrutura Etária Em termos demográficos, os 201 983 habitantes existentes no distrito de Castelo Branco

Em termos demográficos, os 201 983 habitantes existentes no distrito de Castelo Branco dividem-se pelos 11 concelhos. A Cova da Beira é a sub-região do distrito com maior população residente (92 160), seguida da sub-região da Beira Interior Sul (75 282) e, por último, a sub-região do Pinhal Interior Sul (34 541). É de salientar que a concentração da população ocorre nos principais núcleos do distrito (Castelo Branco, Covilhã e Fundão), em oposição a dinâmicas recessivas como Penamacor, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.

2.3.1 População Residente em Castelo Branco

2.3.1 População Residente em Castelo Branco Estatísticas   Total   0 a 14 Anos    

Estatísticas

 

Total

 

0 a 14 Anos

   

15 a 24Anos

 

25 a 64 anos

Demográficas

HM

H

 

M

HM

 

H

M

 

HM

H

M

HM

H

M

Castelo

54 254

26 059

28 195

7 067

 

3 605

3 462

 

5 564

2 867

2 697

29 266

14 393

14 873

Branco

   

Estatísticas

 

65 e mais anos

 

Demográficas

 

Total

 

75 e mais anos

 
 

HM

 

H

 

M

 

HM

 

H

M

Castelo Branco

 

12 357

 

5 194

 

7 163

6 313

2 535

3 778

Tabela 1 População Residente em Castelo Branco, segundo os grupos etários e o sexo, 31/12/2007

2.3.2 Indicadores de População do Município de Castelo Branco

Indicadores de População do Município de Castelo Branco Estatísticas Densidade Taxa de Taxa d e

Estatísticas

Densidade

Taxa de

Taxa d e crescimento natural

Taxa bruta

Taxa de

Taxa bruta de nupcionalidade

Taxa de

Nados

demográficas

Populacional

crescimento

de

mortalidade

fecundidade

vivos fora

efectivo

natalidade

 

geral

do

 

casamento

Hab/Km²

%

 

%

Castelo

37.7

-0.59

-0.51

8.7

13.8

4.3

38.3

25.2

Branco

Estatísticas

População estrangeira que solicitou estatuto de residência por habitante(Po)

Índice de

Índice de

Índice de longevidade

Relação de

demográficas

envelhecimento

dependência de

masculinidade

idosos

%

 

N.º

 

2007

Castelo Branco

0.70

174.9

35.5

51.1

92.4

Tabela 2 Indicadores de População do Município de Castelo Branco

De acordo com os dados do anuário estatístico da região centro (2007), a população residente no concelho de Castelo Branco é de 54. 254 habitantes (26.059 homens e 28.195 mulheres), no entanto, o grupo etário de “≥ 65 anos” é quase o dobro do grupo etário de “≤ 14 anos” . Sendo assim, pode afirmar-se que o índice de envelhecimento tem vindo a aumentar no concelho de Castelo Branco. A taxa de crescimento efectivo 1 e a taxa de crescimento natural 2 são negativas ao contrário do que acontece no País. A taxa bruta de natalidade 3 apresenta um valor baixo (8.7%) e é inferior á taxa de mortalidade 4 . A taxa de mortalidade nacional é inferior aos valores verificados em todos os concelhos do distrito de Castelo Branco. A taxa de fecundidade 5 é inferior ao valor nacional no concelho de Castelo Branco. Em Portugal o índice de envelhecimento 6 é de 1101.1, ou seja, existem 110 idosos por cada jovem com menos de 15 anos. Daí se percebe o quanto o distrito é envelhecido e a quantidade de idosos que existem em relação aos jovens. O índice de envelhecimento no concelho de Castelo Branco ronda os 174.9. O índice de dependência de idosos 7 a nível nacional é de 25.4, no entanto, o valor no concelho de Castelo Branco é maior (35.5). O índice de longevidade 8 é de 25.4 em Portugal mas em todos os concelhos do distrito o valor é maior, por exemplo, em Castelo Branco é de 51.1. Este indicador demonstra mais uma vez, o envelhecimento da população.

1 Contabilização dos indivíduos que nascem e que morrem, que entram e que saem num dado país num período de tempo.

2 Diferença entre o número de nascimentos e o número de óbitos por cada 1000 habitantes numa dada população num dado período de tempo.

3 Número de crianças que nascem anualmente por cada 1000 habitantes.

4 Número de óbitos anuais por 1000 habitantes.

5 Número de nascimentos por cada 1000 mulheres em idade de procriar num determinado período de tempo.

6 Relação existente entre o número de idosos e a população jovem por cada 100 residentes.

7 Quociente entre a população com mais de 65 anos e a população dos 15 aos 64 anos. 8 Relação entre a população de 75 e mais anos e a população de 65 e mais anos.

22 44

CCAASSTTEELLOO BBRRAANNCCOO

CCaarraacctteerriizzaaççããoo ddoo ccoonncceellhhoo ddee CCaasstteelloo BBrraannccoo ee ssuuaass ffrreegguueessiiaass

TERRITÓRIO

Área

170,18 km²

Densidade Populacional

183,57 Hab/km²

Anexas

Taberna Seca; Lentiscais

Concelho

Castelo Branco

DEMOGRAFIA

População Residente

Censos:

Recenseamento 1991: 27004

Recenseamento 2001: 31240

Taxa Variação: 15,69%

Censos 2001

Castelo Branco: 30449

Lentiscais: 669

Taberna Seca: 122

590

100

Indicadores (Censos de 2001)

Índice de Envelhecimento: 84,8%

Proporção de Idosos: 13,7%

Proporção de Jovens: 16,2%

ACTIVIDADE E EMPREGO

Indicadores (Censos de 2001):

Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 61,4%

Homens 67,2%

Mulheres 56,2%;

Proporção dos empregados por conta de outrem: 84,7%

Proporção de empregados no sector terciário: 71,7%

Proporção dos Reformados: 15,6%

Desempregados: 1689 (Fonte: IEFP, Novembro de 2007)

TECIDO EMPRESARIAL

Agricultura

180

Indústria

244

Construção

460

Comércio

1395

Alojamento e Restauração

457

Transporte, Armazenamento e Comunicações

91

Actividades imobiliárias, aluguer e serviços prestados às empresas

453

Educação

20

Saúde e Acção Social

57

Outras actividades e serviços colectivos, sociais e pessoais

185

Total

3242

Tabela

3:

Empresas

por

Sector

de

Actividade

(Fonte:

Base

de

Belém,

INE,

2003)

CCAASSTTEELLOO BBRRAANNCCOO

APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO

O O B B R R A A N N C C O O APOIO SOCIAL,

Apoio a Idosos

Centro de Dia de Lentiscais;

Centro de Dia da Taberna Seca;

Centro Social Ribeiro das Perdizes;

Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco, englobando o Centro

Comunitário João Carlos d’Abrunhosa; Centro de Dia de São João de Deus;

Centro de Dia de Santo António; Centro Social Dr. Adriano Godinho;

Apoio a Crianças e Jovensde Dia de Santo António; Centro Social Dr. Adriano Godinho;  Associação de Apoio à Criança

Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco;

Associação Jardim-de-infância Dr. Alfredo Mota;

Casa da Infância e Juventude CIJE;

Centro Social dos Padres Redentoristas;

Centro Social Paroquial da Paróquia de S. Miguel da Sé de Castelo Branco;

APPACDM de Castelo Branco - Associação Portuguesa de Pais e

Amigos do Cidadão Deficiente Mental;

Obra de Santa Zita;

Saúdedo Cidadão Deficiente Mental;  Obra de Santa Zita;  Hospital Amato Lusitano, com atendimento 24

Hospital Amato Lusitano, com atendimento 24 horas/dia;

2 Centros de Saúde, com atendimento médico e enfermeiro todos os dias úteis da semana, das 08:00 ás 20:00;

Associativismo C C A A S S T T E E L L O O

Associativismo

CCAASSTTEELLOO BBRRAANNCCOO

Associações de Caça e Pesca

Associação de Caça e Pesca da Taberna Seca

Associação Desportiva Albipesca

MarDoce

Associação de Caçadores de Castelo Branco

Albicaça - Associação de Caça e Pesca

Associação de Caça e Pesca do Monte Silveira

Associação Recreativa do Bairro da Boa Esperança

Associação de Caçadores do Alagão

Centro Cultura e Desporto da Câmara Municipal de Castelo Branco

Organizações de Apoio à Comunidade, de Voluntariado e Religiosa

UDIPSS - União Distrital das Instituições de Solidariedade Social de Castelo Branco

CRI - Centro de Respostas Integradas

Núcleo Distrital da Droga e da Toxicodependência

ACAPO - Associação de Cegos e Ambliopes de Portugal

APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Deficiente Mental

ADFA - Associação dos Deficientes das Forças Armadas

Associação de Apoio à Criança

ERID - Associação Educar, Reabilitar, Incluir Diferenças

Associação Jardim-de-Infância Dr. Alfredo Mota

CIJE - Casa de Infância e Juventude de Castelo Branco

Cruz Vermelha de Castelo Branco

Centro Local de Apoio ao Imigrante

Liga de Combatentes - Núcleo de Castelo Branco

Grupo de Abstinentes de Alcoólicos de Castelo Branco

Liga dos Amigos do Hospital Amato Lusitano

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castelo Branco

CCAASSTTEELLOO BBRRAANNCCOO

Associações Sócio-Culturais, Recreativas, Desportivas e de Entretenimento

Orfeão de Castelo Branco

Orquestra de Típica Albicastrense

Cancioneiro de Castelo Branco

Conservatório Regional de Música

Centro Artístico Albicastrense

Grupo de Teatro VÁATÃO

Grupo de Teatro Pais e Companhia

Filarmónica da Cidade de Castelo Branco

Associação do Bairro do Cansado

Associação Cultural e Recreativa "As Palmeiras"

Associação Recreativa do Bairro da Boa Esperança

Associação Cultural e Recreativa do Bairro do Valongo

Associação Cultural e Desportiva da Carapalha

Associação Desportiva e Cultural da Quinta das Violetas

Grupo de Intervenção Recreativa da Quinta das Pedras

Associação de Melhoramentos de Lentiscais

Grupo Juvenil de Lentiscais

Associação de Escoteiros de Portugal - Grupo 67

Agrupamento, n.º 160 do C.N.E. - Castelo Branco

ARCA VELHA - Associação Juvenil de Dinamização Sócio-Cultural de Castelo Branco

Associação Clube Raia Aventura

Juventude Albicastrense

Associação de Ciclismo da Beira Interior

Associação de Futebol de Castelo Branco

Associação de Ténis de Castelo Branco

Academia de Judo de Castelo Branco

Escudaria de Castelo Branco

Albi Sport Clube

Sport Benfica e Castelo Branco

CCAASSTTEELLOO BBRRAANNCCOO

Desportivo de Castelo Branco

Clube de Automóveis Antigos de Castelo Branco

Slot Mega Racing - Associação de Slot de Castelo Branco

Associação de Andebol de Castelo Branco

Associação de Atletismo de Castelo Branco

Associação de Cicloturismo de Castelo Branco

Associação de Clubes de Canoagem da Beira Baixa

Associação Desportiva Albicastrense

Associação Distrital de Judo de Castelo Branco

Aéreo Clube de Castelo Branco

Clube de Campismo e Caravanismo

Clube Náutico de Castelo Branco

Casa do Benfica de Castelo Branco

Centro de Desporto, Cultura e Recreio dos CTT Clube de Paintball de Castelo Branco

Federação dos Clubes Juvenis dos Clubes de Canoagem, Vela e Remo do Centro

Moto Club de Castelo Branco

Associação de Xadrez de Castelo Branco

Sector Agrícola, Agro-pecuário e Agro-Alimentar CAP - Confedaração dos

Agricultores de Portugal

BIO-ANA - Associação Nacional de Agricultores Biológicos

ARAB Associação Regional de Agricultores Biológicos da Beira Interior APT -

Associação de Produtores de Tabaco

Agrupamento de Produtores Ovinos, Caprinos e Bovinos BEIRAGADO

COSABE - Cooperativa Silvo-Agrícola da Beira, SA

MONTE DO CARREGAL - Cooperativas Agro-Pecuária, CRL

CAPINE - Cooperativa Agro Pecuária Industrial Nova Esperança,

CRL OVIBEIRA - Associação de Produtores de Ovinos do Sul da Beira;

CCAASSTTEELLOO BBRRAANNCCOO

MELTAGUS - Associação de Apicultores do Parque Natural do Tejo Internacional Sector Florestal

AFAF - Associação de Formação Ambiental e Florestal

AFLOBEI - Associação de Produtores Florestais da Beira Interior

COOPFLORESTAL - Cooperativa de Produção Florestal

CRL Associação de Produtores Florestais e Agrícolas da Beira Tejo Sector Olivícola

APABI - Associação de Produtores de Azeite da Beira Interior

LENTISCOOP - Cooperativa Agrícola de Lentiscais

Associações Empresariais, Comerciais, Industriais e Profissionais

AECOPS -Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas

NERCAB - Associação Empresarial da Região de Castelo Branco

ACICB - Associação Comercial, Industrial e de Serviços de C. Branco, Idanha- a-Nova e Vª. Vª de Ródão

CIEBI - Centro de Inovação Empresarial da Beira Interior

Associação de Municípios de Raia -Pinhal Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas

Associação Nacional de Professores Sociedade Portuguesa de Autores

CRL Ordem dos Médicos

ASPP - Associação Sócio-Profissional da Polícia

Associações de Desenvolvimento, Protecção Ambiental, Animal, Patrimonial e Cultural

AMATO LUSITANO - Associação de Desenvolvimento

BEIRA LUSA - Agência de Desenvolvimento Regional para a Beira Interior Sul e Cova da Beira

Associação Cultural OUTREM

Associação Belgais

APAAE - Associação de Protecção e Apoio ao Animal Errante

ECOGERMINAR - Assoc. de Desenv .do Interior, de Promoção do Comércio Solidário, do Ecoturismo e da Luta à Desertificação

QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza

CERAS - Centro de Estudos e Recuperação de Animais Selvagem

Equipamentos DesportivosC C A A S S T T E E L L O O B

CCAASSTTEELLOO BBRRAANNCCOO

6 Campos de Futebol Estádio Municipal Vale do Romeiro, Estádio da

Associação R. C. Valongo, Estádio da Escola Superior Agrária, Campo n.º 1 da Zona de

lazer, Campo n.º 2 da Zona de lazer, Campo n.º 3 da Zona de lazer

Campo n.º 2 da Zona de lazer, Campo n.º 3 da Zona de lazer  7

7 Gimnodesportivos Pavilhão Municipal, Pavilhão Municipal da Boa

Esperança, Pavilhão Escola Afonso de Paiva, Pavilhão Escola Superior de Educação,

Pavilhão da Escola Faria de Vasconcelos, Pavilhão da Escola Faria de Vasconcelos,

Pavilhão da Escola Dr. João Roiz, Pavilhão da Escola Cidade de Castelo Branco

3 Ginásios Ginásio da Escola Secundária Nuno Alvares, Ginásio da Escola

Secundária Amato Lusitano, Ginásio dos Bombeiros

13 Polidesportivos Polidesportivo da Carapalha, Polidesportivo de S. Tiago,

Polidesportivo da Quinta Pires Marques, Polidesportivo da Quinta das Pedras,

Polidesportivo Escola Secundária Nuno Alvares, Polidesportivo Escola Sec. Amato

Lusitano, Polidesportivo Escola Afonso de Paiva, Polidesportivo Escola Sec. Amato

Lusitano, Polidesportivo Escola Secundária Nuno Alvares, Polidesportivo Escola Dr.

João Roiz, Polidesportivo Escola Cidade Castelo Branco, Polidesportivo Escola Cidade

Castelo Branco, Polidesportivo Escola Faria de Vasconcelos

4 Campos de Ténis Campos de Ténis do Albi Sport Clube, Campos de Ténis

do Hotel Colina do Castelo, Campo de Ténis da Quinta Dr. Beirão, Campo de Ténis do

Albi Sport Clube

3 Pistas de Atletismo Estádio da Associação R. C. Valongo, Estádio da Escola

Superior Agrária, Campo n.º 3 da Zona de lazer

4 Piscinas Cobertas Piscina do Centro Social Redentoristas, Tanque de

aprendizagem, Piscina Hotel Colina do Castelo, Piscina Municipal

Piscina Praia Municipal

3 Pistas de Automobilismo Eurocircuito de Autocross, Pista de Kartcross,

Pista de Ralicross

Circuito de Manutenção da Feiteira

TERRITÓRIO

CCAAFFÉÉDDEE

Área

15,52 km2

Densidade Populacional (2001)

18,6 Hab/km2

Concelho

Castelo Branco

Distância à sede de Concelho

10 km

DEMOGRAFIA

População Residente Censos

Recenseamento 1991: 365

Recenseamento 2001: 289

Taxa Variação: -26,3% Estimativa actual: 245

Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 344,4% Proporção de Idosos: 32,2% Proporção de Jovens: 9,3%

ACTIVIDADE E EMPREGO

População em idade activa

Total dos activos: cerca de 170 pessoas

Principal Sector de Actividade Económica dos Activos: Indústria e Construção Civil

Número de Activos a trabalhar fora da Freguesia: 40 a 50 pessoas, maioritariamente em Castelo Branco

Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: ocasionalmente na construção civil

Indicadores (Censos de 2001)

CCAAFFÉÉDDEE

Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 50,8%

Homens 64,7% , Mulheres 35,7%

Proporção dos empregados por conta de outrem: 74,2%

Proporção de empregados no sector terciário: 33,6%

Proporção dos Reformados: Total 31,8%

Desempregados: 11 *

* Fonte: IEFP, Novembro de 2007

TECIDO EMPRESARIAL

Comércio e Serviços

1 Mercearia

Cafés

Micro-Empresas

1 Empresário de Construção Civil

1 Fábrica de Mármores

APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO

Apoio a Idosos 1 Fábrica de Mármores APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO  Associação de Apoio a Idosos

Associação de Apoio a Idosos de Caféde (Constituída, mas não activa)

Actualmente os idosos de Caféde recorrem aos serviços de apoio domiciliário do

Centro Social Paroquial Padre Campos da freguesia de Póvoa de Rio de

Moinhos

SaúdePadre Campos da freguesia de Póvoa de Rio de Moinhos  Sub-Extensão de Saúde, com atendimento

Sub-Extensão de Saúde, com atendimento de médico e enfermeiro 1 vez por semana

AssociativismoC C A A F F É É D D E E  Associação Desportiva,

CCAAFFÉÉDDEE

Associação Desportiva, Cultural e Recreativa de Caféde

Associação de Caça e Pesca de Caféde

Equipamentosde Caféde  Associação de Caça e Pesca de Caféde  Polidesportivo  Recinto de festas

Polidesportivo

Recinto de festas

Salão polivalente

TERRITÓRIO

AALLCCAAIINNSS

Área 36,98 Km 2 133 Densidade Populacional (2001) Hab/Km 2 Castelo Concelho Branco Distância à
Área
36,98 Km 2
133
Densidade Populacional (2001)
Hab/Km 2
Castelo
Concelho
Branco
Distância à sede de Concelho
12 Km
DEMOGRAFIA
População Residente
Censos:
 Recenseamento 1991: 4534
 Recenseamento 2001: 4929
Taxa Variação: 8,7%
Indicadores (Censos de 2001)
Índice de Envelhecimento: 136,7%
Proporção de Idosos: 19,1%

ACTIVIDADE E EMPREGO

Indicadores (Censos de 2001)

Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 55,4%

Homens 63,8% Mulheres 47,8%

Proporção dos empregados por conta de outrem: 79,4%

Proporção de empregados no sector terciário: 48,5%

Proporção dos Reformados: Total 20,3%

Desempregados: 186 *

Nota: Fonte: IEFP, Novembro de 2007

TECIDO EMPRESARIAL

Comércio e Serviços

Mercearias / minimercado

Supermercados

Talhos

Peixarias

Adega / Garrafeira

Prontos-a-Vestir

Sapataria / Malas / Chapéus

Retrosarias/ Lãs / Linhas

1 Perfumaria

2 Ourivesarias

Bijutarias

1 Oculista / Óptica

1 Ervanária / Produtos Dietéticos

Próteses Dentárias

Farmácia

Lojas de Móveis e Decorações

Drogaria

Car wash

Churrascarias

Pizzaria

Cabeleireiras

Barbeiros

Institutos de Beleza /Calista / Esteticista

Lavandaria

Agências Funerárias

Papelarias / Tabacarias

Bombas de Gasolina

Instituições Bancárias

AALLCCAAIINNSS

Micro, Pequenas e Médias Empresas

AALLCCAAIINNSS

Empresários de Construção Civil não quantificado 1 Indústria de Produtos

Alimentares

1 Indústria de Betão

1 Empresa de Distribuição de Bebidas

1 Padaria Industrial

1 Sucata

Grandes-Empresas

1Indústria de Confecções

1 Matadouro

1 Indústria de Farinhas

APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO

Apoio a Idosos1 Indústria de Farinhas APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO  Lar Major Rato – valências de

Lar Major Rato valências de centro de dia, apoio domiciliário, lar de idosos,

voluntariado e 2 centros de convívio

Saúdelar de idosos, voluntariado e 2 centros de convívio  Sub-Extensão de Saúde, com atendimento médico

Sub-Extensão de Saúde, com atendimento médico e enfermeiro todos os dias da semana

Associativismocom atendimento médico e enfermeiro todos os dias da semana  A Carroça  Associação Alzine

A Carroça

Associação Alzine

Associação Recreativa de Caça e Pesca Alcainense

Cães à Solta

Clube Desportivo de Alcains

Associação Papa Léguas

Mega Jovem

Associação Recreativa e Cultural de Alcains

AALLCCAAIINNSS

Agrupamento 175 de Escutismo

Moto Clube Dogsland

Núcleo Sportinguista de Alcains

Núcleo Benfiquista de Alcains

Clube Recreativo Alcainense

Associação de Caça e Pesca do Ribeiro da Azinheira

Associação de Pais da Escola Secundária

Associação de Dadores de Sangue

Alcaténis

 Associação de Dadores de Sangue  Alcaténis Equipamentos  Campo Trigueiros de Aragão 

Equipamentos

Campo Trigueiros de Aragão

Polidesportivo

Pavilhões Desportivos Piscina Coberta e Descoberta Pistas de Atletismo

TERRITÓRIO

AALLMMAACCEEDDAA

Área

72,18 km 2

Densidade Populacional

 

(2001)

13,10 Hab/km 2

 

Ingarnal; Lameirinha; Martim Branco; Padrão; Paiágua; Ribeira D'Eiras;

Anexas

Rochas de Baixo; Rochas de Cima; Valbom.

Concelho

Castelo Branco

Distância à sede de Concelho

33 km

DEMOGRAFIA

População Residente

Censos:

Recenseamento 1991: 1216

Recenseamento 2001: 943 Taxa Variação: -22,5% Estimativa actual: 690

Lugar:

Censos 2001

Estimativa Setembro de 2007

Almaceda

319

300

Ingarnal

45

17

Lameirinha

16

10

Martim Branco

38

30

Padrão

42

28

Paiágua

114

90

Ribeira D'Eiras

37

30

Rochas de Baixo

133

105

Rochas de Cima

115

60

Valbom

54

30

Indicadores (Censos de 2001) Índice de Envelhecimento: 662,9% Proporção de Idosos: 43,6% Proporção de Jovens: 6,6% População em idade activa

Total dos activos: 120

ACTIVIDADE E EMPREGO

AALLMMAACCEEDDAA

Principal Sector de Actividade Económica dos Activos:

Construção Civil e Serviços (Centro de Dia)

Números de Activos a trabalharem fora da Freguesia: 50

Activos de outras localidades a trabalharem na Freguesia: 0

Indicadores (Censos de 2001)

Taxa de Actividade da População em idade Activa: Total 34,1% Homens 41,9 % Mulheres 27% Proporção dos empregados por conta de outrem: 54,2% Proporção de empregados no sector terciário: 30,5% Proporção dos Reformados: Total 48,9% Desempregados: 17

TECIDO EMPRESARIAL

Reformados: Total 48,9% Desempregados: 17 TECIDO EMPRESARIAL Comércio e Serviços  5 Mercearias – 2 Almaceda,

Comércio e Serviços

5 Mercearias 2 Almaceda, 1 Rochas de Cima, 1 Rochas de Baixo, 1 Padrão

9 Cafés 2 Almaceda, 3 Rochas de Cima, 1 Rochas de Baixo, 1

Ribeira D' Eiras, 1 Paiágua, 1 Padrão 1 Restaurante Lameirinha

1 Cabeleireiro Almaceda

1 Materiais de Construção Almaceda

1 Loja de Electrodomésticos - Almaceda

1 Loja de Material Eléctrico Almaceda

1 Padaria Almaceda

1 Oficina Auto Lameirinha

Padaria – Almaceda  1 Oficina Auto – Lameirinha Micro-Empresas  Empresas de Construção Civil 

Micro-Empresas

Empresas de Construção Civil

Empresários Florestais

1 Lagar Industrial

AALLMMAACCEEDDAA

APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO

Apoio a IdososL L M M A A C C E E D D A A APOIO SOCIAL,

E D D A A APOIO SOCIAL, CULTURA E RECREIO Apoio a Idosos  Centro Social

Centro Social e Paroquial de Almaceda valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário. Saúde

Extensão de Saúde, com atendimento médico e de enfermeiro 3 vezes por semana.

AssociativismoA A L L M M A A C C E E D D A

AALLMMAACCEEDDAA

Associação Cultural e Recreativa Bombos de Almaceda

Associação Cultural e Recreativa de Ribeiro d' Eiras

Associação Cultural e Recreativa de Almaceda

Associação de Caça e pesca de Almaceda

Grupo Desportivo "Águias das Rochas de Cima"

Produtores de Regadio tradicional de Rochas de Baixo

Grupo Cultural e Recreativo da Paiágua

Associação dos Produtores Florestais de Espadana e Gardunha

Espadana Associação de produtores florestais

Clube Desportivo de Rochas de Baixo

Equipamentosflorestais  Clube Desportivo de Rochas de Baixo  Polidesportivo – Almaceda  Campos de Futebol

Polidesportivo Almaceda