CINQÜENTA ANOS DE MEDICAMENTOS ANTIPSICÓTICOS EM PSIQUIATRIA

1. FENOTIAZINAS 2.TIOXANTENOS 3. BUTIROFENONAS 4. DIFENILBUTILPIPERIDINAS/ PIPERAZINAS 5. INDÓIS 6. BENZAMIDAS 7. DIBENZOXAZEPINAS 8. DIBENZOXEPINAS 9. DIBENZAZEPINAS 10. DIBENZODIAZEPINAS 11. TIENOBENZODIAZEPINAS 12. DIBENZOTIAZEPINAS 13. DIBENZOTIEPINAS 14. BENZO-HETEROEPINAS OUTRAS 15. BENZISOXAZÓIS 16. BENZISOTIAZÓIS 17. QUINOLINONAS 18. OUTROS ANTIPSICÓTICOS
REVISÃO ORTOGRÁFICA: Profa. Maria Beatriz Torres Frota Colégio Pedro II

LEOPOLDO HUGO FROTA

2

Aos meus pais Eduardo e Mary; Aos meus filhos Eduardo Hugo, Lia e Camille; Aos meus irmãos, colegas, funcionários, pacientes e familiares do IPUB; À Tibá.

LEOPOLDO HUGO FROTA, M.D.
leopoldo.frota@uol.com.br MÉDICO PSIQUIATRA & PSICOTERAPEUTA Professor Adjunto do DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA E MEDICINA LEGAL da Faculdade de Medicina da UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ). co-HEAD, WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO) COLLABORATING CENTRE IN MENTAL HEALTH - INSTITUTO DE PSIQUIATRIA IPUB/UFRJ. Preceptor do PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA do Instituto de Psiquiatria IPUB/UFRJ. Membro do COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISAS do Instituto de Psiquiatria – IPUB/UFRJ. Coordenador da DISCIPLINA DE PSICOPATOLOGIA GERAL ministrada pelo DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA E MEDICINA LEGAL para alunos de graduação do INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA UFRJ.

REVISÃO ORTOGRÁFICA Profa. Maria Beatriz Torres Frota Colégio Pedro II – Rio de Janeiro

3

4

PREFÁCIO

SUMÁRIO - I

11 12 13
16

INTRODUÇÃO HISTÓRICO
REFERÊNCIAS

I. FENOTIAZINAS

17

CARFENAZINA CICLOFENAZINA CLORIMPIFENINA DIXIRAZINA FLUFENAZINA METOFENAZINA OXAFLUMAZINA PERAZINA PERFENAZINA PROCLORPERAZINA TIETILPERAZINA TIOPROPAZATO TIOPROPERAZINA TRIFLUPERAZINA REFERÊNCIAS

38 39 39 39 40 44 45 45 46 48 49 49 50 51 52

C. PIPERIDÍNICAS
A-124 MEPAZINA MESORIDAZINA NORTIORIDAZINA PERIMETAZINA PIPAMAZINA PIPERACETAZINA PIPOTIAZINA PROPERICIAZINA SULFORIDAZINA TIORIDAZINA REFERÊNCIAS 60 61 61 62 63 63 64 64 65 66 67 71

A) ALQUILAMÍNICAS OU COM CADEIA LATERAL ALIFÁTICA
ACEPROMAZINA ALIMEMAZINA AMINOPROMAZINA CIAMEMAZINA CLORPROMAZINA ETIMEMAZINA LEVOMEPROMAZINA METIOMEPRAZINA METOPROMAZINA PROMAZINA PROMETAZINA TRIFLUPROMAZINA REFERÊNCIAS 19 20 21 22 22 26 27 28 29 29 30 32 32

D. OUTROS COMPOSTOS
CLOMACRAM DUOPERONA ESPICLOMAZINA FLUOTRACENO HOMOFENAZINA OXIPENDIL PROTIPENDIL REFERÊNCIAS 78 79 80 80 81 81 82 83

II. TIOXANTENOS
CLORPROTIXENO CLOTIXAMIDA FLUPENTIXOL PIFLUTIXOL 5

85
86 88 88 92

B) PIPERAZÍNICAS
ACETOFENAZINA BUTAPERAZINA 37 37

TEFLUTIXOL TIOTIXENO ZUCLOPENTIXOL REFERÊNCIAS

93 93 95 99

CINUPERONA FENAPERONA FG-5803 FLUANISONA REFERÊNCIAS

138 138 139 139 140

III. BUTIROFENONAS 108
INTRODUÇÃO 108

C) BUTIROFENONAS 4-PIPERIDILPIPERIDÍNICAS & PIPERIDÍNICAS OUTRAS
AL-449 BROMPERIDOL CARPERONA CLOFLUPEROL CLOROPERONA ID-4708 LEMPERONA MELPERONA MOPERONA PIPAMPERONA PIREMPERONA PROPIPERONA TRIFLUPERIDOL W-6123 REFERÊNCIAS 141 142 143 143 144 144 144 145 148 149 150 151 151 152 153

A) O HALOPERIDOL E AS BUTIROFENONAS 4-ANILINOPIPERIDÍNICAS
BEMPERIDOL BROMOSPIPERONA DROPERIDOL ESPIPERONA FLUSPIPERONA HALOPERIDOL IODOSPIPERONA TIMIPERONA REFERÊNCIAS 112 113 113 115 116 116 123 123 124

D) OUTRAS BUTIROFENONAS
AHR-1900 NONAPERONA U-25927 REFERÊNCIAS 158 159 159 159

B) BUTIROFENONAS 4-ARILPIPERAZÍNICAS
AZABUPERONA AZAPERONA BIRIPERONA BUTROPIPAZONA CENTPIRAQUIM 135 135 136 137 137

IV.DIFENILBUTILPIPER IDINAS / PIPERAZINAS 160
AMPEROZIDA CLOPIMOZIDA FLUSPIRILENO PENFLURIDOL PIMOZIDA REFERÊNCIAS 160 161 162 163 165 168

6

V. INDÓIS
INTRODUÇÃO
REFERÊNCIAS

175
175
178

VI. BENZAMIDAS
BROMOPRIDA 205 METOCLOPRAMIDA 206 TIAPRIDA 207 REFERÊNCIAS 208

201

A) DERIVADOS AMINO-ETIL

B) DERIVADOS 4-PIPERIDINIL
CISAPRIDA CLEBOPRIDA PRIDEPERONA REFERÊNCIAS 211 212 213 213

A) A RESERPINA & OS ALCALÓIDES DA RAUWOLFIA
DESERPIDINA RESCINAMINA RESERPINA REFERÊNCIAS 179 179 180 183

C) DERIVADOS 2PIRROLIDINIL
ALPIROPRIDA AMISSULPRIDA LUR 2366 PROSSULPRIDA RACLOPRIDA REMOXIPRIDA SULMEPRIDA SULPIRIDA SULTOPRIDA VERALIPRIDA REFERÊNCIAS 215 215 218 219 219 220 222 223 226 227 228

B) OUTROS INDÓLICOS
AL-1612 CARBIDINA FLUTROLINA MILIPERTINA MOLINDONA OXIPERTINA PIQUINDONA ROXINDOL SOLIPERTINA TEPIRINDOL REFERÊNCIAS 184 185 185 186 187 188 189 189 190 190 191

D) DERIVADOS 3PIRROLIDINIL
NEMONAPRIDA REFERÊNCIAS 236 237

E) OUTRAS BENZAMIDAS
5-Ome-BPAT BRL 34778 BW-1192U90 DAZOPRIDA HALOPEMIDA Y 20024 REFERÊNCIAS 7 239 240 240 241 241 242 242

C) O SERTINDOL E AS 2IMIDAZOLIDINONAS
AL-1965 SERTINDOL ZETIDOLINA REFERÊNCIAS 195 195 197 198

SUMÁRIO - II
INTRODUÇÃO ÀS BENZOHETEROEPINAS 244
REFERÊNCIAS 245

XII. DIBENZOTIAZEPINAS
CLOTIAPINA METIAPINA QUETIAPINA REFERÊNCIAS 318 319 320 329

VII. DIBENZOXAZEPINAS
AMOXAPINA LOXAPINA REFERÊNCIAS 246 247 250

XIII. DIBENZOTIEPINAS
CITATEPINA CLOFLUMIDA CLOROTEPINA DOCLOXITEPINA ISOFLOXITEPINA METITEPINA OXIPROTEPINA PERATIEPINA ZOTEPINA REFERÊNCIAS 335 336 336 337 338 338 339 340 340 343

VIII. DIBENZOXEPINAS
ASENAPINA CIPAZOXAPINA MAROXEPINA METOXEPINA RMI 61140 RMI 61280 REFERÊNCIAS 255 256 256 257 257 258 258

XIV. OUTRAS BENZOHETEROEPINAS
SCH 23390 SCH 24518 SKF 38393 SKF 83566 SKF 83692 TREPIPAM REFERÊNCIAS 347 348 348 348 349 349 349

IX. DIBENZAZEPINAS
CARPIPRAMINA CLOCAPRAMINA ERESEPINA FLUPERLAPINA MOSAPRAMINA PERLAPINA RMI 81582 REFERÊNCIAS 260 262 263 263 265 266 266 267

XV. BENZISOXAZÓIS
ABAPERIDONA ILOPERIDONA NEFLUMOZIDA OCAPERIDONA RISPERIDONA REFERÊNCIAS 352 353 355 355 356 379

X. DIBENZODIAZEPINAS
CLOZAPINA REFERÊNCIAS 267 288

XI. TIENOBENZODIAZEPINAS
FLUMEZAPINA OLANZAPINA REFERÊNCIAS 297 298 308 8

XVI. BENZISOTIAZÓIS
PEROSPIRONA SUPIDIMIDA TIOSPIRONA ZIPRASIDONA 396 397 398 399

REFERÊNCIAS

405

XVII. QUINOLINONAS
ARIPIPRAZOL OPC-4392 REFERÊNCIAS 410 416 417

XVIII. OUTROS ANTIPSICÓTICOS
2-Daodp 420 3-Fbpt 421 8-NLE-CER(4,10) 421 74-637 421 ALENTAMOL 422 ALTANSERINA 422 AMPACINA CX516 423 APREPIPANTO 424 AXAMOZIDA 424 BALAPERIDONA 425 BATELAPINA 425 BERUPIPAM 426 BIFEPRUNOX 426 BLONANSERINA 427 BMY-13980-1 428 BRL 20596 428 BROFOXINA 429 BROMERGURIDA 429 BUTACLAMOL 430 CARVOTROLINA 430 CI-943 431 CICLINDOL 431 CICLOTIZOLAM 432 CLOPIPAZAM 432 CLORMETILSILATRANO 432 DAPIPRAZOL 433 DN 1417 433 Dup 734 434 ECOPIPAM 434 FANANSERINA 435 FLUCINDOL 435 GEVOTROLINA 436 HP 236 436 IB-503 436 JINKO-HEREMOL 437

KC-5944 L-741,626 L-745,870 LEK 8829 LINTITRIPT M-100907 MANASSANTINA A MAZAPERTINA MEZILAMINA MILACEMIDA MILEMPERONA NAFADOTRIDA NE-100 ODAPIPAM OXIPEROMIDA PALINDOR PD-112488 PD-143168 PENTIAPINA PINOXEPINA PNU-96415E QM 7184 SCS 100 SDZ HDC-912 SETOPERONA SONEPIPRAZOL SR 31742A SR-141716A TEFLUDAZINA THE-JL-13 TILOZEPINA TIMELOTEM TRABOXOPINA TREBENZOMINA UMESPIRONA XANOMELINA ZOLOPERONA REFERÊNCIAS

438 438 438 439 439 440 440 441 442 442 443 443 444 444 445 445 446 446 447 447 448 448 448 449 449 450 451 451 452 452 453 453 454 454 455 455 456 456

OUTROS COMPOSTOS COM POTENCIAL UTILIDADE NA ESQUIZOFRENIA 456 ÍNDICE REMISSIVO DE ANTIPSICÓTICOS 469

9

10 .

por bom tempo. destacar a produção científica nacional e dos autores de países da Língua Portuguesa mas. sobretudo. da qual estão selecionadas cerca de 5500 referências bibliográficas. sempre que possível. permanentemente atualizados. O estudo pretende abarcar os 250 compostos mais relevantes obtidos nestes cinqüenta anos. estudados por 18 capítulos com 36 seções ou subseções. Rio de Janeiro. o que fica evidente quando tratarmos de certos compostos.nada mais conveniente para dar-nos a correta perspectiva e melhor calçar avanços futuros. úteis consultas e boa leitura. um recurso indispensável para a precisa e abrangente localização das referências nos bancos de dados químicos. consagram-se os novos medicamentos e acaba de ser mapeado o genoma humano -que espera-se. ostentando grande experiência clínica e ainda gozando de ampla aceitação social. importante papel. quando simultaneamente são completados 50 anos da introdução dos neurolépticos ou antipsicóticos típicos. Entretanto. entre outros. bioquímicos. fórmulas moleculares. foi incluído um Índice Remissivo com quase 2000 verbetes. de nova e revolucionária série de antipsicóticos: os atípicos de segunda geração. leopoldo.Prefácio Vive a Psiquiatria o limiar de nova era na História da terapêutica das psicoses com a reabilitação da clozapina e o desenvolvimento. fortuitamente e ainda que com importantes exceções. acerca do maior número possível de substâncias introduzidas como potenciais antipsicóticos. profissinais. de padronização e uniformização da nomenclatura técnica em idioma Português na Área da Saúde possam em breve nos dispensar dos estrangeirismos que insistem em povoar nossos textos. independentemente de terem alcançado. neurologistas e outros especialistas. dadas as habituais dificuldades de registro e intercâmbio entre nós. fornecendo fórmulas estruturais. 13 de abril de 2003 Leopoldo Hugo Frota. que foram identificados a partir de uma ampla revisão da literatura. aguardamos que esforços. Finalmente. como recursos eficazes e razoavelmente seguros se utilizados de forma racional e. não somente para o psiquiatra clínico como para investigadores. os capítulos sobre os derivados indólicos (V) ou o das benzamidas (VI).com. para a esquizofrenia. farmacólogos. à distinção em grupos químicos tradicionais (parte I) e grupos químicos recentes (parte II). sem prejuízo da clara e precisa comunicação científica. como veremos. A todos. contendo não somente nomes genéricos. como nomes de marca e nomes codificados. no país ou no exterior. do que um amplo olhar retrospectivo a fim de inventariar o alcançado até aqui. médicos legistas e toxicologistas. Por outro lado. Na intenção de facilitar consultas. nomenclatura e sinonímia. Esperamos contar com os leitores para melhor saná-las em futuras revisões. toxicológicos e bibliográficos hoje disponibilizados na Internet. estamos certos de que foram cometidas importantes omissões. além de informações técnicas pré-clínicas e clínicas. inédito em nosso idioma. pelos quais cada composto tornou-se inicialmente conhecido nas publicações de fases pré-clínicas ou clínicas pré-licenciamento. dando fecho a esta dura etapa de conquistas e realizações. como por exemplo. medicamentos convencionais e novos. planejadores e gerenciadores da Área da Saúde e da indústria farmacêutica. venha em futuro não muito distante permitir o desenvolvimento de terapêuticas revolucionárias. certamente continuarão a desempenhar.br 11 . além de estudantes de graduação e pós-graduação. Esta divisão acabou obedecendo. Procuramos. com graus intermediários. Pretendeu-se uma obra completa. especialmente quando se considera que muitos ensaios abertos ou relevantes observações clínicas assistemáticas não chegam a alcançar publicação. economicamente viáveis para serem disponibilizados em grande escala na maioria dos países do mundo. de referência. Nossa intenção foi a de realizar um levantamento químico sistemático. licenciamento e comercialização no presente ou no passado. ou não.frota@uol. nos últimos anos. o leitor deve estar advertido de que haverá capítulos onde são simultaneamente examinados antipsicóticos típicos e atípicos. Entendemos também que deva ser concebida uma gradação de “atipicidade”. não-farmacológicas. incluindo possíveis variações. estamos convencidos de que os medicamentos tradicionais. A extensão do tema obrigou-nos à divisão da matéria em duas partes. Neste momento.

Tudo indica que. de forma radical. Milhares de substâncias de diferentes grupos químicos foram sintetizadas em resposta ao interesse despertado na época pelo novo recurso terapêutico e em pouco mais de duas décadas. Seguindo a ordem de introdução. das benzamidas. Em seguida. Henri Laborit. A partir deste momento histórico. Terapêuticas invasivas e rudimentares como a lobotomia. Com a entrada em cena do LARGACTIL e. não só a inédita amplitude de eficácia da substância. quinolinônicos e. a contínua busca por compostos tão ou mais eficazes. e sua substituição por ambulatórios e serviços assistenciais mais ágeis e menos estigmatizantes. piperazínicas. finalmente. dibenzotiazepinas. 12 . ansiolíticos. comprovar para a surpreendida comunidade científica internacional. Os novos antipsicóticos vieram decretar assim. tienobenzodiazepinas. Este movimento logo tomou dimensões mundiais. eficazes e seguras. privados. No final da década de 80. superadas as atuais barreiras de custo. dando-se nas décadas seguintes. dando partida à intensa busca recente por novos antipsicóticos atípicos sem o risco de discrasias da clozapina. amissulprida. mas sobretudo melhor tolerados. após sistemática investigação da clozapina em esquizofrênicos refratários. o primeiro medicamento antipsicótico sintético: o “neuroléptico” clorpromazina (AMPLICTIL. logo de outros medicamentos similares. olanzapina. até então. LARGACTIL). passaria a viver a Psiquiatria inédita euforia terapêutica. ziprasidona e o aripiprazol. curiosamente. de compostos remanescentes com estrutura química singular ou ainda em desenvolvimento. dibenzodiazepinas. assumindo um caráter irreversível. pela primeira vez na História. pelas mãos de um cirurgião. impondo desafios inéditos no desenvolvimento de novos fármacos. ocupamonos das butirofenonas. com renovação do prestígio das técnicas de reabilitação psicossocial e psicoterapias de modo geral. os chamados “atípicos de segunda geração”. a superação dos antigos paradigmas. Na segunda parte daremos continuação ao exame com os diferentes subgrupos de benzoheteroepinas (dibenzoxazepinas. assim. substituídos por alternativas mais humanas. e. nos Estados Unidos. consideradas. estaríamos por ingressar em um novo período de euforia terapêutica. dar-se-ia o licenciamento e comercialização de quase uma centena de diferentes antipsicóticos em todo o mundo. de modo algum. difenilbutilpiperidinas/ piperazinas. os tioxantenos. hipnoindutores. com hospitalização parcial ou de curta duração. que limitavam o emprego clínico dos novos medicamentos. vistos até então como inevitáveis. indóis. coloca hoje à disposição do especialista. Transtornos de Déficit de Atenção. no entanto. não eram. o eletrochoque. alguns irreversíveis ou potencialmente danosos. como abordagens psicodinâmicas de insight ou de base analítica.Introdução Em fevereiro de 1952. benzisotiazólicos. estabilizadores do humor e novíssimos medicamentos utilizados nas Demências. etc. muitas vezes com descobertas casuais. que tantos outros grupos de medicamentos. estimulando. Como produto deste esforço de pesquisa já foram introduzidas a risperidona. a partir da clorpromazina. dibenzazepinas. iniciamos este parte I pela clorpromazina e demais fenotiazinas (alifáticas. caberia a John Kane. puderam ser. a insulinoterapia e a malarioterapia. pôde iniciar-se gradual desativação dos asilos e antigos hospícios. dibenzotiepinas e outras) além de compostos benzisoxazólicos. até aqui. como improdutivas ou inaplicáveis a estes pacientes. piperidínicas e outras) e também pela similaridade estrutural. não só de modelo cognitivo-comportamental. Mal se vislumbrava. na época. o choque cardiazólico. além da contenção física como único recurso no manejo das agitações psicomotoras graves. dibenzoxepinas. indissociáveis das ações terapêuticas. sob a forma de antidepressivos. servindo até para nomear os neurolépticos. além serem rapidamente ampliados os esforços para a reabilitação de milhares de esquizofrênicos crônicos. precoces e tardios. logo tornaram-se evidentes efeitos neuroendócrinos e neuromotores indesejáveis. a mais espetacular reforma assistencial de que se tem notícia na Era Moderna desde que Phillipe Pinel introduzira o "tratamento moral". Com o acúmulo da experiência clínica. que os neurolépticos na verdade inauguravam nova disciplina que se mostraria extraordinariamente profícua: a moderna Psicofarmacologia. como também demonstrar que os efeitos motores extrapiramidais. em Transtornos Alimentares. de um mínimo convívio social e familiar. finalmente. quetiapina. seria clinicamente introduzido na França.

afora a insulino e a eletroconvulsoterapia e mais excepcionalmente o choque cardiazólico. Como derivado sintético. mostravam uma inédita ação sedativa seletiva. porém. Suíça. dois anos após a introdução da clorpromazina na França. etc) -planta descoberta e pioneiramente empregada na Europa por Leonhard Rauwolf no século XVI mas. dotados de forte e inespecífica ação depressora em todo o sistema nervoso central (SNC). após seu emprego experimental nos psicóticos conduzido por Nathan S Kline (06) em Nova Iorque. Em doses terapêuticas. tanto a clorpromazina como a reserpina. já havia sido registrada na literatura médica pelos médicos hindus Ganneth Sen & Katrick Bose em 1931 (01). ervas e ópio. O reconhecimento do potencial terapêutico antipsicótico da reserpina. sem induzir a narcose ou coma como se observava então. espécie de tranqüilização ou "indiferença emocional" aos estímulos.na hipertensão arterial. Thomas Sydenham. o célebre neurologista inglês do século XVII. como os alcalóides da Rauwolfia. como o Laudanum. o amital sódico (introduzido por Bleckwenn em 1929). desde muito conhecida da medicina tradicional hindusomente viriam a ser considerados para emprego em psiquiatria com a síntese da reserpina pelos laboratórios da Ciba na Basiléia. a malarioterapia e a lobotomia frontal. 13 . As substâncias mais empregadas eram o hidrato de cloral. Com isto inaugurava-se a nova era das substâncias "líticas" ou "neurolíticas". Fase Maníaca da Psicose ManíacoDepressiva e Psicoses Orgânicas). os recursos terapêuticos biológicos de que se dispunha para o tratamento de estados psicóticos agudos (Esquizofrenia. a clorpromazina foi consagrada nas décadas seguintes como o primeiro antipsicótico moderno (01). com doses maiores de barbitúricos. opiáceos ou com o hidrato de cloral. e que em doses altas determinavam coma profundo com inibição dos centros respiratórios do tronco cerebral. em razão da grande latência de ação. o brometo de sódio (usado em sonoterapia desde o 1897). (reserpina. reserpidina. com ação direta de bloqueio dopaminérgico e não por depleção dos depósitos centrais de monoaminas. (abandonado aliás. depressão com risco de suicídio. amparada pelo prestígio de seu introdutor. e uma mistura à base dos ácidos dietil e dipropenil-barbitúrico que se tornaria conhecida em todo o mundo como SOMNIFEN. considerada muito eficaz. A utilidade de extratos brutos obtidos a partir de raízes da planta conhecida na Índia como “Pagla-KaDawa”. sais de bromo. Os alcalóides da Rauwolfia serpentina. beberagem composta de vermute.Histórico Até a metade do século XX. Também se recorria a preparados à base de ópio. no início da década de 50. introduzida por Kläsi nos anos 20. limitavam-se a medicamentos sedativos e hipnóticos. somente se daria. rescinamina. intensa sedação e hipotensão).

por gotejamento endovenoso. em Paris. a clorpromazina (4568 RP) foi sintetizada no dia 11 de dezembro de 1950 pelo químico Paul Charpentier. esta solução composta tornar-se-ia mais conhecida como Coquetel Lítico de Laborit. Vem deste inédito efeito por eles observado. Dela foram extraídos compostos em grande número. O crédito pela confirmação da utilidade da clorpromazina em psicóticos e o delineamento de propriedades farmacológicas únicas. " tranqüilizantes maiores" ou como agora se denominam: "antipsicóticos". pelo equilíbrio e moderação na escolha dos prazeres sensíveis e espirituais. e mais tarde. foi atribuído aos autores franceses Jean Delay e seu assistente. servindo também de base no preparo de soluções conservantes de madeira. independentemente de suas propriedades sedativas e analgésicas. Contudo. sem narcose. a denominação "ataráxicos" para a nova classe de fármacos. a dietazina aproveitada como medicamento antiparkinsoniano e a prometazina. o uso pioneiro em psiquiatria (caso de agitação maníaca). Na clínica. Eles haviam encomendado aos químicos da Rhône Poulenc-Spécia uma substância com ação depressora central ainda maior que a da prometazina que já empregavam. A fenotiazina ou tiodifenilamina já era conhecida desde o início do século e empregada em agricultura e medicina humana e veterinária por suas propriedades anti-helmínticas (nematódios). inicialmente alguns corantes com emprego em medicina como o azul de metileno. caberia a eles relatar pela primeira vez o emprego isolado da substância em cerca de 40 pacientes (03). foi pioneiramente empregada pelo cirurgião francês nascido em Hanói. 09). já trabalhando de volta a Paris com o anestesista Pierre Huguenard (08. consagrando a técnica anestésica precursora da moderna neuroleptanalgesia por eles criada. estado em que a alma. Laborit & Huguenard não deixaram de notar a propriedade da nova substância em causar uma espécie de "indiferença emocional à dor". além de ser adotada como medicamento antialérgico no final da década de 40. Seguindo este caminho. Mais tarde. A descoberta casual e o desenvolvimento destes novos agentes terapêuticos se devem. atinge o ideal supremo da felicidade: a imperturbabilidade."neurolépticas". e denominada de "hibernação artificial". Em seis publicações de maio a julho de 1952. Ataraxia em grego significa. um coquetel para ser utilizado em préindução anestésica de cirurgias. com a sugestão em 1955 de uma nova classe de fármacos. para compor ao lado da dietazina e da petidina (opiáceo sintético). e chegaram a sugerir sua possível utilidade em doentes mentais. com os primeiros estudos pré-clínicos desenvolvidos por Simone Courvoisier. Henri Laborit (19141995). Pierre Deniker (04). Vietnam. A primeira foi preterida por ser anti-histamínico muito débil. as primeiras substâncias com propriedades anti-histamínicas nos laboratórios da Rhone Poulanc-Spécia. 14 . em associação a pentotal. na verdade. ao intenso trabalho de investigação químico-farmacêutica desenvolvido na França após a II Guerra Mundial em busca de antihistamínicos a partir de derivados da fenotiazina. nos vocabulários céptico e estóico. "ataráxicas". despertou interesse por seus efeitos sedativos e hipnóticos e passou a servir de base para a síntese de novos compostos. a dietazina e a prometazina (3277 RP). deve-se. como a promazina (3276 RP). já no final da primeira metade do século. petidina e eletroconvulsoterapia.

as butirofenonas (fenilbutilpiperidinas) e difenilbutilpiperidinas por Paul Janssen e equipe. 1956. embora com brandos ou ausentes efeitos motores extrapiramidais. 12). consagrados os tioxantenos. 1954 e de Krinsky e cols. nos Estados Unidos. defendida pelos norte-americanos. ao bloqueio dopaminérgico D2 central. O termo “neuroléptico” foi concebido em contraposição a “neuroplégico” (plegia = paralisia. para os quais. novos compostos neurolépticos. igualmente merecem menção (02. Fora da Europa. a introdução dos atípicos. e em geral. 1955. 11. Estes “neurolépticos” especiais. clinicamente eficazes. são dignos de registro os trabalhos pioneiros do berlinense Heinz Lehmann (19111999) com a clorpromazina no Douglas Hospital ligado à Universidade McGill em Montreal. em maior ou menor grau.. no Recife. introduzidos por Povl Viggo Petersen e equipe em Copenhagen na Dinamarca. precursores dos modernos atípicos. clotiapina. hipercinesia). sulpirida. contenção). só que em distintas áreas cerebrais (estriatais e límbicas. ação curarizante) e guarda origem grega: “neuro” refere-se a nervo e “leptic” é sufixo derivado de “leptomai” que significa controle. Jean Paraire e Jean Velluz no mês de fevereiro de 1952. recentemente. o padrão típico de neuroléptico nos testes considerados definidores desta classe de fármacos. Os efeitos motores (mais conhecidos na época como "sintomas de impregnação" e freqüentemente utilizados como indicativos da obtenção de concentrações terapêuticas na falta de exames laboratoriais) chegaram a ser considerados como necessários para a melhora sintomatológica da psicose. em laboratório. 2 a 3 vezes maiores que as terapêuticas). os artigos nacionais de Campos e cols. veio estabelecer novo padrão terapêutico mínimo a ser alcançado. de fato. emesis) e a anfetamina (estereotipias. não reproduziam. tanto eles quanto os efeitos terapêuticos sobre sintomas positivos esquizofrênicos devem-se. Desde então foram desenvolvidos ainda nos anos 50 e nas décadas seguintes. No Brasil. aos psiquiatras do Hospital militar de Val de Grâce. com estrutura tricíclica ou não. Continuaram então a surgir novos grupos de neurolépticos até que. com ênfase na sedação inespecífica ou na sua principal indicação. mostravam-se incapazes de provocar a típica reação cataléptica – que tanto influenciara Jean Delay na escolha do nome. Originalmente cunhado por Jean Delay. a denominação foi aprovada pelos especialistas. A adjetivação "atípico" teve suas origens ainda nos anos 60 e 70 na experimentação animal. com a reserpina. em Salvador e de Vizzotto e cols.. em Turnhoult.rigorosamente. de Sampaio. Assim seriam a seguir. na França. em votação realizada durante o II Congresso Mundial de Psiquiatria em 1955.. A escolha seria confirmada na maior parte do mundo. 07) por sua quase simultaneidade às publicações de Kline nos EUA. na Bélgica. são históricos os artigos com a clorpromazina de Lucena e cols. protipendil. ambos publicados no ano de 1954. bloquear as respostas condicionadas de alarme sem interferir na reação de fuga nãocondicionada. Joseph Hamon. Como hoje se sabe. com exceção dos Estados Unidos e parte anglófona do Canadá. 1955. Os “neurolépticos atípicos” mostravam-se capazes de induzir a ptose palpebral de origem central. 15 . Entretanto. posteriormente. antagonizar os efeitos clássicos de agonistas dopaminérgicos como a apomorfina (estereotipias. superando os concorrentes “tranqüilizante”. Relativamente ao uso pioneiro da reserpina em psiquiatria. em Paris. onde seriam consagradas as denominações “tranqüilizantes maiores” ou “antipsicóticos”.nas faixas de doses esperadas (em média.1955. loxapina. testemunhando a atualidade de nossa psiquiatria. Canadá. quando certos compostos. reduzir a motilidade espontânea dos animais. captura. em São Paulo (10. respectivamente). bem como as benzamidas modificadas por Louis Justin-Besançon e colaboradores. mas só registrado em publicação (05) treze dias após o artigo original de Laborit & Huguenard (08). cederiam a plena adjetivação (tioridazina. e “ataráxico”.. além dos de Nathan Kline (1916-1982) (06). como veremos em continuação. movimentos de roer. flupentixol e tantos outros como a melperona e a molindona) ainda hoje são eventualmente denominados de "antipsicóticos mais ou menos atípicos" ("somewhat atypical antipsychotics").

5:199. 59. 21:234. 21:5-19. quetiapina e ziprasidona). Sabemos hoje. 110:364. Caldwell AE. 60. 206-208. Dados preliminares sobre os resultados obtidos com a clorpromazina em Psiquiatria (71 casos). Laborit H. Trad esp. Ann Méd Psychol 1952. 03. 38 cas de psychoses traités par la cure prolongée et continué de 4568 RP. 110(2): 331-335. Neurobiologia 1956. ao atuarem de forma inédita. atuando também em receptores dopaminérgicos présinápticos além dos pós-sinápticos. Huguenard P. risperidona. Bol Inst Vital Brasil 1954. Arq Dep Assist Psicop Est S Paulo. deixaram claro pela primeira vez de modo insofismável. La Prensa Medica Mexicana. Lucena J. Bol Hosp Jul Mor 1955. Utilisation en thérapeutique psychiatrique d’une phénothiazine d’action centrale élective. Presse Méd 1952. Algumas observações sobre o emprego da Rauwolfia sello “wu” em psiquiatria. mais importante. 19(12): 1-20. já provaram ser isto. Considerações preliminares. tanto a clozapina como alguns dos atípicos atuais. Sobre o emprego da reserpina em psiquiatria. 02. In: Clark WG & del Giudice J. Hamon J. 08. Ann Méd Psychol 1952. Kline NS. 59: 1329. A clorpromazina em psiquiatria. Mexico. Krinsky S et al. cognitivos e afetivos secundários da Esquizofrenia. Campos JS et al. Já algumas benzamidas de perfil atípico ou semi-atípico (sulpirida. amissulprida. Ann of N. Arq Dep Assist Psicop Esta S Paulo 1955.O fato é que. 16 . seja por ligação mais frouxa aos receptores D2 com preferência pelos neurônios dopaminérgicos mesolímbicos e mesocorticais (sintomatologia psicótica) em detrimento dos nigro-estriatais (efeitos motores) e túbero-infundibulares (liberação de prolactina). ser possível a obtenção de resultados terapêuticos na ausência dos efeitos neuroendócrinos e extrapiramidais. 107-132. Delay J. 4:5. embora não possuam afinidade serotoninérgica. 12. perfeitamente possível. 06.Y. 11. Historia de la Psicofarmacologia. Delay J & Deniker P. Deniker P & Harl JM. 1955. Loreto G & Costa AS. remoxiprida). Ann Méd Psychol 1952. L’Hibernation artificielle para moyens pharmacodynamiques et physiques. Paraire J & Velluz J. 05. Huguenard P & Alluaume R. 09. Tomchinsky RB.vieram reformular prognósticos desfavoráveis e. Principios De Psicofarmacologia. graças aos atípicos. sobre sintomas considerados refratários – sintomas negativos. Referências Bibliográficas (Histórico) 01. 10. 110(2). Use of Rauwolfia Serpentina Benth in neuropsychiatric conditions. Un nouveau stabilisateur végètatif (le 4560 RP). olanzapina. A maioria dos novos antipsicóticos (clozapina. mostram seletividade límbica e agem como agonistas dopaminérgicos quando usadas nas faixas menores de dose. Acad of Sci 1954. seja por suas propriedades antisserotoninérgicas simultâneas (antagonismo em receptores 5Ht2A no striatum e no córtex e agonismo 5Ht1A) que lhes confere abrandamento dos efeitos motores e ampliação de suas ações terapêuticas. Remarques sur l’action du 4560 RP sur l’agitation maniaque. Laborit H. Goes JF & Fiore LJ. que efeitos adversos e terapêuticos podem ser inteiramente dissociados. 07. Sampaio N. Press Méd 1951. 04. 1975. Resultados do tratamento de doentes mentais pelo Amplictil. 112-117. Vizzotto S.

Os principais derivados fenotiazínicos com interesse para o psiquiatra. Carfenazina. Alimemazina. de acordo com a estrutura da cadeia lateral que se soma à estrutura tricíclica básica. Clorpromazina. Perazina. Com cadeia lateral piperazínica: Acetofenazina. Adicionalmente. ace. Butaperazina. II. dimetilamínicos ou com cadeia lateral alifática (não-cíclica). 5) a localização crucial da substituição A no carbono 2 (45). Metiomeprazina. Levomepromazina. Clorimpifenina. em todas as quatro grandes vias dopaminérgicas cerebrais. É interessante notar em sua fórmula que as interações espaciais entre a cadeia lateral amino e a substituição na posição 2 no anel A produzem uma configuração molecular que imita a da dopamina. e efeitos antipsicóticos e eventuais efeitos adversos cognitivos ao bloqueio mesolímbico e mesocortical. a elevação da prolactina e outros efeitos neuroendócrinos à sua ação na via túbero-infundibular. Com cadeia lateral piperidínica. Oxaflumazina. Fenotiazinas As fenotiazinas com ação antipsicótica são agentes bloqueadores centrais da dopamina e exercem esta ação. Metofenazina. explicam: 1) a maior potência das fenotiazinas com substituição trifluorometil em posição 2 sobre as com substituição cloro. Com cadeia lateral piperazínica e 3. Com cadeia lateral alifática: Acepromazina. em maior ou menor grau. são classificados em três grandes sub-grupos com potência antipsicótica e perfis de efeitos adversos diferentes: 1. Seus efeitos extrapiramidais são vinculados à via nigro-estriatal. 4) a maior potência dos isômeros cis sobre os trans entre os derivados tioxantênicos finalmente. Aminopromazina. respectivamente. 2. Prometazina e Triflupromazina. Os derivados fenotiazínicos. Etimemazina. 17 . classificadas por sub-grupo. Promazina. 3) a maior potência das hidroxietilpiperazinas sobre as piperazinas. Flufenazina. permitindo assim que elas se liguem fortemente a seus receptores. Metopromazina. seriam: I. 2) a maior atividade das fenotiazinas com cadeia lateral piperazínica sobre as com cadeias alquilamínicas. Perfenazina. Alquilamínicos.I. Dixirazina. Proclorperazina. Ciclofenazina.

por exemplo. A escolha terá de se nortear mais pelo perfil de efeitos adversos de cada subgrupo e de cada substância com relação ao perfil de risco de um dado paciente. PHENOCTYL) e propionilpromazina (CB 1497. Outros compostos não-tioxantênicos estruturalmente aparentados às fenotiazinas: Clomacram. dioxoprometazina (PROTANON). com seu forte perfil sedativo. serão igualmente eficientes no tratamento dos sintomas positivos da Esquizofrenia (alucinações. PRAZIN. ao se evitar o metabolismo de primeira passagem. São muito lipofílicas. PRIMALAN. antiemética. alcança-se potência 3 a 4 vezes maior. IV. um anti-histamínico com forte ação adicional sobre os receptores muscarínicos. PARSODIL) aproveitadas como antiparkinsonianos.Tietilperazina. As fenotiazinas exercem também em maior ou menor grau. clorfenetazina (ELROQUIL. anti-histamínica ou parassimpaticolítica. Pipotiazina. das aceprometazina (1664 CB). COMBILEN). Tioproperazina e Trifluperazina. Entre os dimetilamínicos. A promazina (RP 3276. dandose preferência ao horário noturno para as substâncias com maior poder sedativo-hipnótico. porém. Oxipendil e Protipendil. empregadas como medicação sedativo-hipnótica. INSTOTAL. que só será examinada em maior detalhe nesta revisão. com os necessários ajustes de dose de acordo com a potência relativa. que como metabólitos da tioridazina são ainda mais poderosos em suas ações de bloqueio dopaminérgico e alfadrenérgico que a droga-mãe. sendo aproveitados em outras indicações. por seu habitual emprego nos hospitais psiquiátricos brasileiros como medicação anticolinérgica no alívio das distonias agudas ocasionadas pelos antipsicóticos típicos. Fluotraceno. III. Têm meia-vida longa. tendo sido aproveitada apenas como broncodilatador.já que o efeito antipsicótico é necessariamente gradual e o risco de efeitos adversos locais e sistêmicos consideravelmente maior. A mequitazina (LM-209. Sulforidazina e Tioridazina. tais como adrenérgicos. Espiclomazina. Por via parenteral. dificilmente encontra-se justificativa para recorrer-se à via endovenosa -excetuando-se graves agitações psicomotoras quando se deve dar preferência a benzodiazepínicos com ou sem o concurso de antipsicóticos de alta potência . além de serem menos eficazes. Mesoridazina. da fluoracizina (fluacizina. com picos plasmáticos entre 15 a 30 minutos. ações de bloqueio em outros receptores. também é o caso da dietazina (Fourneau 2987. em clínica psiquiátrica. antivertiginosa. LODIBON) e etopropazina (RP 3356. Pipamazina. As fenotiazinas são bem absorvidas por via oral sofrendo intenso metabolismo hepático de primeira passagem e atingindo picos plasmáticos entre 2 a 4 horas. Com cadeia lateral piperidínica: A124. como se verá em detalhes em cada seção. Mepazina. Piperacetazina. Todas as fenotiazinas com ação de bloqueio dopaminérgico mesolímbico e mesocortical significativo têm eficácia antipsicótica e. MAROPHEN). Aliás. Nortioridazina. é o caso da prometazina. Tiopropazato. anticolinérgico e antiadrenérgico e pacientes idosos. impondo-se redução nas doses administradas. CASANTIN. Nem todos os derivados fenotiazínicos apresentam ação antipsicótica relevante. MIRCOL. Homofenazina. tem eficácia reconhecidamente inferior à da clorpromazina. VIGIGAN. Farmacologia A maioria dos pacientes psicóticos responde ao equivalente a 300 a 500mg/dia de clorpromazina com as doses mais altas trazendo maior risco de efeitos adversos imediatos e tardios. Mas. SPARINE) será examinada mais por interesse histórico. Duoperona. fisicamente debilitados ou virgens de tratamento. DOSEGRAN). especialmente tratando-se das fenotiazinas de baixa potência. propiomazina (CB 1678. Propericiazina. delírios. muscarínicos. central e perifericamente. serotoninérgicos e outros. 18 . PHTORACIZINE) como antidepressivo. o que permite a administração única diária. oxomemazina (RP 6847. muitas vezes uma outra fenotiazina. PARKIN. VIRGINAN) é uma fenotiazina em que a cadeia lateral alifática é modificada pela presença de dois átomos de nitrogênio e um grupo aromático substituído e que também não apresenta propriedades antipsicóticas. pois embora ainda esteja em uso em alguns países da Europa como antipsicótico. A grande maioria dos metabólitos é farmacologicamente inativa mas há importantes exceções como a mesoridazina e a sulforidazina. penetrando com facilidade a barreira hematoencefálica e acumulando-se no sistema nervoso central (SNC). METAPLEXAN. hipercinesia).

menos efeitos extrapiramidais. seja pelo desenvolvimento prévio de tolerância. como era descrita na 3ª edição alemã do manual de Benkert & Hippius de 1980 (07). não-cíclica. ACEPROMIZINA. Aliás. secundariamente. e assim inaugurando a era dos atípicos na clínica. além das vantagens em grande escala representadas por seu baixo custo. ao mostrarem um risco menor de efeitos extrapiramidais. "(.. fortuitamente redundou. ACETILPROMAZINA. trazem a vantagem de dispensar o uso de medicação coadjuvante hipno-sedativa e anticolinérgica. uma fenotiazina piperidínica com tolerabilidade extrapiramidal superior. ACETYLPROMAZINE. teria sido a causa do melhor reconhecimento da intensidade que efeitos adversos motores podem alcançar. Como antipsicóticos têm baixa potência. ACEPROMAZINA (ACEPROMAZINE. propriedades anti-histamínicas. doses mais altas que as demais fenotiazinas piperazínicas e piperidínicas. mas demonstrando. como a cadeia alquil-dimetilamínica aqui representada. A exceção fica com a tioridazina. à mesma época.A) Fenotiazinas Alquilamínicas. especialmente em megadoses. fôra sintetizada originalmente no ano de 1958 na mesma linha de derivados tricíclicos inaugurada pela clorpromazina e que. Distonia. recorde-se que a clozapina. As alifáticas estão mais indicadas quando se deseja um antipsicótico sedativo-hipnótico com menor risco de extrapiramidalismo e não haja razões maiores para temer a hipotensão ortostática. Não é sem razão que a clorpromazina figura ainda. mais do que com outros fenotiazínicos ou butirofenonas. As fenotiazinas alifáticas são substâncias com forte perfil sedativo. há evidências de que talvez seja precipitado pensar numa retirada radical dos antipsicóticos fenotiazínicos de baixa potência que.. hipotensor e anticolinérgico.) neuroléptico tricíclico com cadeia lateral piperazoínica (. seja pela possibilidade de esquema posológico oral gradual na presença de uma boa higidez cardiovascular. A síntese desta substância. ACETOPROMAZINA) 19 . sejam precoces (Síndrome Neuroléptica Maligna. Distonias Agudas graves.)". compartilha muitas de suas propriedades com a clorpromazina e outras fenotiazinas alifáticas. Acatisias com grande propensão ao suicídio). que possuem estruturas muito próximas à da clozapina e outros antipsicóticos dibenzo-heteroepínicos como veremos. mostrava-se incapaz de ocasionar efeitos extrapiramidais nos animais de experimentação (catalepsia). Estes eles figuram a imipramina e a dibenzepina. com grande destaque. como piperazínicos e butirofenônicos. Catatonia Medicamentosa. uma propriedade vista até então. Acatisia Tardia). na descoberta dos primeiros antidepressivos tri e tetracíclicos. exigindo em geral. que três décadas mais tarde viria ser reabilitada na Esquizofrenia Refratária por John Kane e equipe (78) nos Estados Unidos.. há evidências de que. ACETAZINE. no afã terapêutico. Trata-se do subgrupo original dos antipsicóticos fenotiazínicos ao qual pertence a clorpromazina e do qual foram derivados por substituição os compostos que deram origem aos subgrupos com cadeias laterais cíclicas ou “aromáticas” (piperazínicas ou piperidínicas). como fundamental na confirmação do poder terapêutico de novos potenciais antipsicóticos. antieméticas e analgésicas em graus variados. O termo “alifáticos” refere-se a compostos orgânicos (alcanos) com estrutura linear. Antes do advento dos novos antipsicóticos. uma vez respeitadas as necessárias gradualidade e parcimonialidade nas doses. a preferência generalizada pelos compostos de maior potência. Também apresentam. proporcionalmente. Hoje. ACETHYLPROMAZIN. Dimetilamínicas ou Com Cadeia Lateral Alifática. como se sabe.. A clozapina. sejam tardios eirreversíveis (Discinesia. embora comprovando eficácia na clínica. na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde.

N.05mg/kg de peso. emprega-se na faixa de dose de 0.maleato de. PLEGICYL. NOCTRAN. NOTENSIL. (www. etc).N.5 a 9mg VO. SOPRONTIN(Knoll).cfm). A posologia da farmacopéia francesa para o maleato (v. A hipotensão e taquicardia são bem menos acentuadas do que com a clorpromazina.6 microgramas/mililitro no sangue. dotada de atividade antipsicótica. 20 a 30mg Intramuscular (IM)(143). PLIVAFEN. recentemente foi descrito na literatura um caso de êxito letal por suicídio em que se encontraram concentrações de 0. Muito assemelhada estruturalmente à levomepromazina (metotrimeprazina). ALIMEMAZINA (LEVOPROMAZINA. Tem literatura muito escassa com poucas referências farmacocinéticas mas. SUPPONIZINE(França) . 4. NOTENQUIL. 132). N. 10-(3-(dimetilamino)-2-metilpropil)ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina. É antagonista H1 com forte afinidade pelos receptores muscarínicos como a prometazina (87).5mg. FM: C18-H22-N2-S DD: 10 a 75mg VO (07).supositórios. TRIMEPRAZINA.org/InfoMedicaments/home. o que para um homem de 70kg. VETRANQUIL. 50 a 300mg VO (25). Nos anos 60 foi introduzida na França em associação com o 2metil-2-propil-1. PLEGICIL (França) . PLEGICIN.betatrimetil. mas usada em alguns países apenas na medicina veterinária. Como ilustração. acima). TRIMEPRAZINE) 10-[3-(dimetilamino)-2-metilpropil] fenotiazina ou: Fenotiazina. PLEGECYL. 1-(10-(3-(dimetilamino)propil)-10Hfenotiazin-2-il).ou: N.5 mcg/mL na bile com resíduo estomacal de 2. No Exterior: ANATRAN. Em alguns países da Europa também está licenciada para uso em seres humanos como antipsicótico ou hipno-sedativo mas os manuais e compêndios discordam muito acerca das faixas de dose. Mostra marcantes efeitos sedativos e forte ação anti-histamínica associados à ação neuroléptica. apenas como referência. representaria algo em torno de 3. METILPROMAZINA. está mais condizente com as faixas de doses utilizadas na experimentação animal mas o colocaria como antipsicótico de alta potência o que é estranhável. como pré-anestésico ou como componente do esquema anestésico por inalação mais empregado em animais. 3 mcg/mL no fígado. pôneis. (CAS RN 84-96-8). Como outras fenotiazinas.5mg (148).ou: Cetona. 10-(3-(dimetilamino)propil)fenotiazin-2-il metil ou: 2-Acetil-10-(3-dimetilaminopropil)fenotiazina ou: 10-(3-Dimetilaminopropil)fenotiazina-3-etilona ou: 10-(3-Dimetilaminopropil)fenotiazin-3-il metil cetona ou: 1-(10-(3-(Dimetilamino)propil)-10H-fenotiazin-2il)etanona ou: (AY-57062)(WY-1172) (SV-1522)(1522-CB).theriaque. SOPRINTIN(Knoll). pelas propriedades sedativas da acepromazina (94. 99). tratando-se de uma fenotiazina dimetilamínica. Fórmula Molecular (FM): C19-H22-N2-O-S Doses Diárias (DD): 75 a 150mg Via Oral (VO) (25. Não disponível comercialmente no Brasil. (CAS RN 61-00-7). 30 a 80mg VO. do tiopental e do halotano.3-propanodiil-dicarbamato formando um preparado farmacêutico denominado mepronizina (FH 040-3) proposto como hipnótico não-barbitúrico. solução oral 3mg/ml. Este valor discorda muito das faixas de doses terapêuticas sugeridas em alguns manuais. 6. ANERGAN. ATRAVET. MEPRONIZINE. LISERGAN. ATSETOZIN (RÚSSIA). liga-se às proteínas plasmáticas numa proporção em torno de 90% 20 .10-[3-(dimetilamino) propil]-fenotiazin-2-il-metilcetona ou: Etanona. ao lado do butorfanol. Também é comercializada isoladamente sob a forma de maleato (PLEGICIL). como componente do esquema anestésico para uso animal (cães.beta-Trimetil-10H-fenotiazina-10propanamina ou: (RP 6549)(Bayer 1219). Empregada na clínica desde os anos 60.

além de emprego como antipsicótico (140). também foi empregada com êxito no tratamento de curto prazo da Dissonia do Freqüente Despertar. VALLERGAN (Noruega)(Índia). AMINOPROMAZINA (AMINOPROMAZIN. Rhodia. no tratamento da fase aguda da dependência pela cocaína e como alternativa aos hipnóticos tradicionais (79. associada ao risco de desenvolvimento de tireoidite auto-imune (157). Também tem sido usada (na dose de 3mg/k de peso) em associação com a metadona como esquema sedativo oral preparatório da préanestesia local em pequenas cirurgias em odontopediatria e cirurgia infantil e na profilaxia dos vômitos do pós-operatório (125). PANECTYL.butenedioato) ou: (RP 3828). Teria propriedades neurolépticas brandas. Não mais disponível comercialmente no Brasil. Foi confirmado adicionalmente que a alimemazina como diversas outras fenotiazinas. mas foi posteriormente descontinuada. Seus principais metabólitos são o sulfóxido de trimeprazina. comp 5mg. REPETIN. na atualidade. Não disponível comercialmente no Brasil. formando derivados iodados (tanto a droga-mãe como os principais metabólitos. com grande redução de T3 e T4 livres e aumento de TSH. PROQUAMEZINE) 10-(2. Em psiquiatria. mas marcantes propriedades anticolinérgicas que acabaram por suscitar seu aproveitamento como espasmolítico na colite e na dismenorréia durante parte das décadas seguintes (98. No Exterior: NEDELTRAN. exerce ação bactericida e bacteriostática em várias cepas de bacterias Gram negativas e Gram positivas in vitro (30).(descontinuado).(70). 21 . por ter grande afinidade pelo iodo. introduzida nos anos 60. É também empregada como medicação antipruriginosa. em crianças pequenas na faixa de 1 a 3 anos (146). Age sobre a tireóide de ratos. 2. Por seu efeito sedativo e boa tolerabilidade. foi proposta.xarope.xarope. REPELTIN. disponível comercialmente no Brasil (TERALENE. Disponível na França na forma de tartarato (THERALENE). com a exceção do derivado hidroxilado) em concentrações na glândula bem superiores as encontradas no soro (136). 25mg/5ml sol inj. 40mg/ml frs c/ 100ml. É empregada na clínica desde a década de 60 e já esteve. a tioridazina e a periciazina. AMINOPROMAZINE. ao menos teoricamente. do mesmo modo que sulpirida. TERALEN(Antiga União Soviética). No homem já foi responsabilizada pela formação de antígenos (MHC classe II) em células epiteliais tireoidianas estando assim. 171). VARIALGIL (Espanha). sendo muito usada com esta indicação. a alimemazina já esteve implicada em casos de hipertermia maligna (108) e depressão respiratória profunda (18). Antigo TERALENE(Rhodia)(Farmitália). 170.Tartarato de. THERALENE PECTORAL . Embora ainda continue. Como pré-anestésico. TEMARIL. 40mg/ml frs c/ 30ml. no passado.5mg/5ml . (CAS RN 58-37-7) FM: C19-H25-N3-S É uma fenotiazina com cadeia lateral alifática ramificada com estrutura dimetilamínica dupla. a associação mencionada parece determinar maior indução de sono que o esquema alternativo composto por midazolam e cetamina (130). THERALENE (Alemanha) (França) .3-Bis(dimetilamino)propil)fenotiazina ou: 10-[2. 3-bis(dimetilamino)propil]fenotiazina fumarato (E. 115). No Exterior: LISPAMOL® (Specia)( França) . Farmitália). a N-desmetil-trimeprazina e a 3hidróxi-trimeprazina.

126. 122). em caso de intoxicação fatal relatado. 10-(3(dimetilamino)-2-metilpropil). foram encontrados níveis plasmáticos em torno de 9. 10-(3(dimetilamino)-2-metilpropil). ultimamente. FM: C19-H21-N3-S DD: 50 a 300mg VO (www. 150 a 600mg VO (143). 30 a 500 ng/mL (80).CYAMEPROMAZINE. É usada em associação com dexametasona no controle das náuseas e vômitos dos tratamentos rádio e quimioterápicos em oncologia mas.ou: (7204 RP) (RP 7204) (TH 2602). tendo como o lorazepam poder de reduzir as convulsões da abstinência (provavelmente pelo bloqueio 5Ht3 (110). 150 a 1000mg VO (122). Não disponível comercialmente no Brasil. assim como sedativo em pré-anestesia e medicação profilática da emesis do pósoperatório.tartarato ácido.ou: Cloro-3 (dimetilamino-3 propil)-10 fenotiazina [França] ou: 2-Cloro-10-(3-(dimetilamino)propil)fenotiazina ou: 3-Cloro-10-(3-dimetilaminopropil)fenotiazina ou: 2-Cloro-10 (3-dimetilaminopropil)fenotiazina [Itália] ou: N-(3-Dimetilaminopropil)-3-clorofenotiazina ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina. No Exterior: CIANATIL TERCIAN( França) . 150 a 500mg VO (07). 2-cloro-10-(3-(dimetilamino)propil)ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina. (CAS RN 50-53-3). do mesmo modo que o haloperidol. não teria suas concentrações elevadas pela administração concomitante de fluvoxamina (164). NSC 167745.8 microgramas/mililitro (161). Já foi implicada em hepatite medicamentosa aguda (13. Já foi comprovado que as fenotiazinas. SKF 2601-A).theriaque. já demonstrou eficácia no controle da dependência ao álcool induzida laboratorialmente em ratos. (CAS RN 3546-03-0).ou: Fenotiazina-2-carbonitrilo. sol oral 40mg/ml frs c/ 30ml. granisetrona e outros antagonistas 5Ht3 seletivos (11. Fenotiazina. 50 a 1200mg VO (27). 152). Fenotiazina estruturalmente aparentada à clorpromazina. 128) e nefropatia granulomatosa intersticial aguda (131). KYAMEPROMAZIN) CLORPROMAZINA (AMINAZINE. comp 25 e 100mg. Não se dispõe de dados acerca das concentrações terapêuticas mas.Ndimetil. 25 a 200mg IM (07). 50mg/5ml sol inj. 2-cloro-N. Níveis Terapêuticos (NT): 30 a 100 ng/mL (102. Farmacologia É ainda hoje o mais estudado dos antipsicóticos que se encontram no mercado e utilizado não somente em psiquiatria como também como antiemético e anti-histamínico.org/InfoMedicaments/home. ao contrário de diversos outros antipsicóticos. CHLORPROMAZINE. 2-cloro-N. esta associação vem perdendo terreno para a ondansetrona.CIAMEMAZINA (CYAMEMAZINE. CPZ) 10-(3-(Dimetilamino)-2-metilpropil)fenotiazina-2carbonitrilo ou: 10H-Fenotiazina-2-carbonitrilo. são 22 .Ndimetil-ou: (RP 4560. Do mesmo modo que a levomepromazina e. 200 a 1600mg VO (102).cfm). utilizada como antipsicótico na França. 30 a 800mg VO (80). HL 5746. 25 a 300mg VO. FM: C17-H19-Cl-N2-S DD: 100 a 1000mg VO (74).

a maioria excretada pela urina. São considerados também antipsicóticos de baixa potência todas as demais drogas que guardem equivalência de doses aproximada com a clorpromazina iguais ou até 4 vezes menos em mg. foi confirmado recentemente em nosso meio por Da Costa e colaboradores (28) no serviço de emergências da Santa Casa de São Paulo. Os antipsicóticos de alta potência (como o haloperidol. sulpirida. sistema nigro-estriatal (efeitos extrapiramidais) e sistema túberoinfundibular (efeitos neuroendócrinos). A clorpromazina in vivo inibe a produção do fator necrotizante de tumores (09) e demonstra ação antioxidante. A calmodulina é uma proteína sensora de íons Ca++ presente em todas as células eucariotas. já tendo revelado utilidade como componente de soluções conservantes de órgãos humanos para transplante (150. sendo sugerido como parâmetro clínico na ausência de exames laboratoriais. Tokunaga e colaboradores (159) encontraram concentrações variando entre 21. o protótipo do antipsicótico de baixa potência. em receptores muscarínicos-colinérgicos (M1). Como todo antipsicótico típico. e nitidamente superior à alcançada com a amissulprida. bromperidol e oxipertina.8 a 92. pode redundar em graves acidentes de hipotensão. idosos ou com a administração endovenosa (EV). 55) ao lado da ciproeptadina.4 ng/mL. Como antipsicótico é considerada droga de referência.antagonistas da calmodulina. embora somente em doses altas. O intenso metabolismo de primeira passagem e a formação de numerosos metabólitos tornam de pouca utilidade clínica a quantificação laboratorial das concentrações plasmáticas. A via parenteral (IM). mesocortical (efeitos adversos cognitivos e agravamento dos sintomas negativos). em forma conjugada ou não. mas não sendo o caso da tioridazina. os receptores 5Ht2A corticais. 155). o que explica a maior parte de seus numerosos efeitos adversos. por exemplo (162).7mg/kg de CPZ até um máximo de 50mg e em nunca menos que 60 minutos). Sua meia-vida oscila em torno de 30 h. possuindo também atividade citotóxica antineoplásica (51. É bem absorvida por via oral (início de ação em 30 a 60 minutos) mas tem considerável metabolismo de primeira passagem. Menos de 1% é excretado em forma nãomodificada gerando pelo menos 12 diferentes metabólitos bem identificados. Outro recente estudo mostrou uma interessante e constante correlação entre o efeito adverso "tremores das mãos" e níveis plasmáticos superiores a 46ng/mL de CPZ (23). o que se confirmaria também para outros antipsicóticos incluídos neste levantamento: levomepromazina. tendo constatado correlação com as faixas de doses orais. Liga-se intensamente às proteínas plasmáticas (90%). em proporção equivalente à clozapina em qualquer faixa de dose. exerce ação de antagonismo nos receptores dopaminérgicos D2 centrais: sistemas mesolímbico (efeitos antipsicóticos). histamínicos (H1) e alfadrenérgicos (alfa-1). em levantamento hospitalar no Japão. A absorção por via oral não parece ser influenciada por alimentos. a trifluoperazina ou o tiotixeno) teriam a mesma eficácia clínica em doses até 20 vezes menores e o trifluoperidol e o bemperidol até 100 vezes menores. 54. no tratamento da Síndrome Serotoninérgica (53. com início de ação em 15 a 30 minutos. Os riscos são consideravelmente maiores nos pacientes virgens de tratamento. Também atua como bloqueador de receptores 5Ht2 o que lhe confere utilidade. Uma linha de pesquisa recente interessante é a que procura relacionar alguns efeitos dos antipsicóticos a sua ação sobre os receptores NMDA (N-metil-D-aspartato). sem os cuidados descritos. Suas propriedades analgésicas são historicamente bem conhecidas e seu uso por dripping endovenoso em cefaléias agudas primárias (soluto glicosado a 5% com 0. zotepina e haloperidol. Já demonstrou ocupar maciçamente. sultoprida. não sendo dialisável. a levomepromazina e a tioridazina. especialmente albumina. O glutamato é o principal aminoácido excitatório do SNC e por esta linha de pesquisa surgiram tentativas de uso da glicina (aminoácido não-essencial potencializador do glutamato endógeno como coagonista obrigatório dos receptores NMDA) no papel de coadjuvante no tratamento da 23 . um subtipo de receptor glutamatérgico. como a promazina. a flufenazina. enovela-se em alfa-hélice e torna-se ativa para ligar-se a outras proteínas e assim modificar-lhes a atividade funcional respectiva. com excelente eficácia e boa tolerabilidade. assim como outros antagonistas serotoninérgicos não-específicos como os benzodiazepínicos (19). Entretanto. alcança concentrações bem maiores exatamente por esta razão e sua utilização. agindo também. tendo a capacidade de aumentar a resposta imunológica in vivo por estímulo da atividade linfocitária. 95) ainda sem a adequada exploração deste último potencial terapêutico (113). que ao ter seus quatro sítios de ligação ocupados. em menor grau. por exigir as mais altas doses expressas em miligramas. entre os estudados.

Estas reações fototóxicas em geral remitem com a suspensão da CPZ e não costumam reaparecer com outros antipsicóticos fenotiazínicos ou não (90). icterícia colestática dose-independente. estaria entre os antipsicóticos que. remoxiprida. A CPZ também já demonstrou possuir eficácia comparável à olanzapina na Esquizofrenia Refratária. embora com tolerabilidade pior (26). sintomas extrapiramidais (inclusive Discinesia Tardia) e talvez Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) em comparação com os antipsicóticos de alta potência. em doses baixas. talvez do haloperidol. 24 . ou com fraca ação antipsicótica como a promazina. Contudo.Esquizofrenia. intensa sensação de cansaço e/ou sonolência e os pacientes devem ser aconselhados a absterem-se de dirigir veículos ou operar máquinas e equipamentos que exijam pleno estado de alerta e rapidez de reflexos. tentativas estas que teriam resultado em redução significativa adicional de sintomas negativos sem agravamento dos positivos (67). Por isto a presença de resíduos na córnea de doadores pode problematizar transplantes (14). G-CSF). hoje também empregado em casos semelhantes com a clozapina (81). Foi recentemente implicada em caso de SNM em nosso país (63). É droga considerada segura na porfiria aguda intermitente. apesar da baixa potência. facilmente deslocável (do mesmo modo aliás que outros atípicos ou semiatípicos como olanzapina. Como medicação sedativa.3/1000 dos pacientes com registro de hepatite medicamentosa. elevação da temperatura corporal e ganho de peso. pela exposição à radiação ultravioleta (144). Tanto a clorpromazina como a tioridazina funcionam em doses baixas nestes receptores. perlapina. Deve ser lembrado. Aliás. ao contrário de barbitúricos e fenitoína e. mostram menor risco de agravamento dos sintomas negativos. ligam-se fortemente aos receptores dopaminérgicos D2 estriatais (como já confirmado in loco para trifluperazina. provavelmente pela formação de polímeros com ação inflamatória. e não regride. visão embaçada. recente levantamento no Reino Unido por Derby e colaboradores (40) não logrou encontrar mais do que 1. sulpirida e sertindol) (139). Tais efeitos não foram observados com drogas desprovidas de. quetiapina. e em paciente que também viria apresentar a mesma reação até com a olanzapina. mas neste caso em particular. Este paciente respondeu bem ao emprego de bromocriptina e dantrolene sódico em unidade de terapia intensiva (52). Do Chile tem-se outro relato recente da síndrome após 2 aplicações de 50mg IM num paciente bipolar que vinha em uso clonazepam. diazepam e imipramina (158). São comuns queixas de boca seca. congestão nasal. comprovadamente. Excepcionalmente ocasiona retinopatia pigmentar (107). Já foi relacionada ao Lupus Erythematosus desencadeado por medicamentos (124). bem como hepatite medicamentosa com reação inflamatória do sistema porta (168). mas opacificação precoce do cristalino não é de modo algum achado raro em pacientes tratados por várias décadas. Mais raramente. como agonistas e passam a exercer papel antagonista em doses altas. haloperidol. Estudo comparativo recente com clozapina (até 300mg e CPZ até 600mg) em esquizofrênicos crônicos de idade avançada mostrou redução equiparável dos escores da PANSS (Positive and Negative Symptoms Scale) com tolerabilidade similar no curto prazo (69). molindona. melperona. alterações do paladar. associada a haloperidol. ouvido interno e substância negra pode ser constatada por muito tempo após uma única dose. constipação. ao lado do lítio e da prometazina. agranulocitose. a CPZ tem efeitos adversos predominantemente sedativos e hipotensores (pelo forte bloqueio alfadrenérgico) e anticolinérgicos (exercem um moderado bloqueio muscarínico) e. porém. costuma apresentar. ao contrário da clozapina que se ligaria de modo débil. flufenazina. retina. Como todos os demais antipsicóticos de baixa potência. no início do tratamento. anemia e trombose. freqüência bem menor do que a verificada com isoniazida (4/1000). racloprida e risperidona). lítio e de ácido valpróico (lembre-se que as duas últimas substâncias costumam elevar respectivamente a neurotoxicidade e as concentrações plasmáticas dos antipsicóticos e que a presença de Transtorno Afetivo Bipolar aumenta o risco de complicações extrapiramidais). que o risco de Discinesia Tardia aumenta com a idade e o uso prolongado de antipsicóticos típicos (75) e que a CPZ. Não são raras manifestações cutâneas precoces que podem se agravar com exposição à luz solar (173). a metoclopramida e a sulpirida (96). Estes efeitos seriam explicados por sua afinidade tanto pela eumelanina como pela neuromelanina e a presença da CPZ nas células nervosas pigmentares da pele. foi em dois casos de agranulocitose causada por clorpromazina que se inaugurou o uso terapêutico do "fator estimulante das colônias de granulócitos" ("Agranulocyte colony stimulating factor".

usado em Psiquiatria como estabilizador do humor. flufenazina. tratando-se de pacientes idosos e/ou com história prévia de enfermidade somática. prolactina. fenilcetonina e bilirrubina urinárias. com esta finalidade. Já esteve relacionada à ocorrência de priapismo (73. reciprocamente. levando a aumento de sintomas extrapiramidais. pela ordem. tem o poder de inibir a atividade da isoenzima 2D6 do citocromo P 450. particularmente em crianças. inclusive CPZ. quer em estudos animais. Eleva os níveis plasmáticos de ácido valpróico. além de barbitúricos (102).Também foi relacionada a quadros de Delirium. Como outras drogas que reduzem o limiar convulsivante. Aumenta os níveis plasmáticos de fenitoína por inibir seu metabolismo. colesterol. as medidas dos níveis plasmáticos são de pouco significado terapêutico. bilirrubina. sendo preferível a associação deste antiepiléptico. drogas antimaláricas e valproato (recomenda-se substituição por haloperidol) e diminui de cimetidina (usar ranitidina). como com outras fenotiazinas. glicemia. 17-hidróxi-córticosteróides (80). abuso de álcool ou drogas. Diminui o efeito de anticoagulantes orais e determina aumento dos níveis séricos de propranolol. aumentar os intervalos QT e PR e pode causar alterações na condução AV (27). ao haloperidol. Aumenta os testes de função hepática. quer em acompanhamento clínico de 819 mulheres no Canadá e Grã-Bretanha. drogas hipno-sedativas e álcool com risco de indução de coma com depressão respiratória. Alguns exames laboratoriais prévios (eventualmente repetidos ao longo do tratamento) são recomendáveis. risperidona e clozapina (145). Laboratório Pode determinar falso-positivo para gravidez . todos os compostos fenotiazínicos. não devem ser administrados 48 a 72 horas antes e 24 horas após a utilização da metrizamida. ao haloperidol. Antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina (ISRSs) podem inibir o metabolismo dos antipsicóticos. aumenta as concentrações e a neurotoxicidade do lítio e por ele tem. antidepressivos tricíclicos. A CPZ aumenta os efeitos depressores no SNC de barbitúricos. que mais freqüentemente se inicia entre a 40 e a 100 semana). ou enfermos somáticos debilitados. Os antiácidos diminuem a absorção da CPZ. Propanolol aumenta e sofre aumento em seus níveis de concentração sérica quando em associação (24). 25 . Tricíclicos têm os níveis aumentados pela clorpromazina e por sua vez aumentam níveis dos antipsicóticos em geral (127). iodo ligado a proteínas. provas de função hepática e eletrocardiograma. Diminui taxas de hormônios no sangue e na urina. Não houve verificação de teratogenicidade. Já foi relatado achado de hipogamaglobulinemia reversível sem expressão clínica (01). Interfere com a ação da insulina e hipoglicemiantes (redução) e com os níveis de glicemia (aumentando ou diminuindo). Nas superdosagens. I-131. usuários de drogas e/ou álcool. Como rotina mínima sugere-se: hemograma completo (para agranulocitose ou leucopenia. Associações com carbamazepina. mas reduz o da guanetidina e pode ocasionar hipertensão quando associada à metildopa. Associações com outro antipsicótico costumam elevar os níveis de ambos por inibição metabólica enzimática. níveis de enzimas cardíacas. as concentrações plasmáticas e efeitos extrapiramidais acentuados. Potencializa o efeito hipotensor do propranolol e do pindolol (101). opiáceos. alguns com significativa atividade farmacológica. Reduz o efeito antiparkinsoniano da L-Dopa. Produz resultado falso negativo para esteróides urinários. TSH e cortisol (172). idosos. que por sua vez elevaria discretamente (6%) os níveis da CPZ. Esta inibição se dá em menor grau que a determinada pela tioridazina e pela perfenazina. como é de praxe na mielografia. Interações Como a maioria dos medicamentos antipsicóticos. a diálise carece de utilidade. com risco maior de efeitos anticolinérgicos (122). mas em grau superior. o que não foi constatado apenas com citalopram (156). colinesterase. Por se desdobrar em mais de 100 metabólitos finais. 109) e colite aguda (47). No EKG costuma deprimir ST. A cimetidina reduz inicialmente seus níveis (33%) mas inibe o metabolismo a médio prazo. fenitoína ou fenobarbital costumam reduzir níveis plasmáticos dos antipsicóticos em cerca de 50% pela poderosa indução do metabolismo por parte destas substâncias.

cxs. de. comp 25 e 100mg. além de reações fotocutâneas. renal. c/ 20 envel 10 comps. Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.beta-trimetil-10H-fenotiazina-10propilamina monocloridrato ou: Fenotiazina. Instituto Vital Brazil S. Doença de Parkinson. epilepsia. de. amp de 5ml c/ 25mg. THORAZINE-SUPPOSITORIES TORAZINA WINTERMIN ETIMEMAZINA (ETHYLISOBUTRAZINE. sol oral 40mg/ml frs c/ 30 e 125ml. 10-(3-(dimetilamino)-2-metilpropil)2-etil-. c/ 5. CLORPROMAZINA (Vital Brasil) . 33150-87-7) FM: C20-H26-N2-S. caixas (cxs. ansiedade e agitação (98). RJ (021)711-0012 /711-3131.) de. comp 25mg. dependentes de outras substâncias) podem desencadear convulsões. gravidez no 11 trimestre ou amamentação. cxs c/ 50. Av. 50. sol inj 25mg/ml. 100 ou 200. No Exterior: AMINAZIN CHLORDERAZIN CHLORPROMANYL CHLOR-PZ CONTOMIN ELMARIN ESMIND FENACTIL FENAKTYL FRACTION AB HIBANIL HIBERNAL. sol oral.(019) 863-9580. Esta fenotiazina é descrita pelo banco de dados do Instituto Lundbeck como um “neuroléptico atípico” com propriedades analgésicas e que já foi empregado para tratamento de dores severas. LARGACTYL LARGATREX(França) maleato ácido + heptaminol (dilatador coronariano) + trihexifenidil (antiparkinsoniano) comp 25 e 100mg. Rhodia Farma Ltda. glaucoma. ampolas (amps. comp 100mg. cardíaca ou respiratória. Paoletti 363 (13970000) Itapira São Paulo (019)863-9500 (98)7026.) com (c/) 20. c/ 100. solução (sol) oral a 4%. Diabetes. de 25 e 100mg. Pode ser incompatível com o uso de lentes de contato por diminuição da secreção lacrimal. comps. c/ 25mg. alcoolistas. 26 . Rua Vital Brazil Filho 64 (24230340) Niterói.(021)38-551 (021)7143198.Cloridrato (Clor.cxs.) de 5ml c/ 25mg. das Nações Unidas 22428 (04795916) São Paulo SP (011) 546-6822 (011) 523-6391.50 ou 100. No Brasil: AMPLICTIL (Rhodia Farma) . hipertrofia de próstata.Contra-Indicações Câncer de mama prolactino-dependente (1/3 dos casos de neoplasia mamária). LARGACTIL(Canadá) (França) cloridrato de. Exposição à radiação solar e/ou altas temperaturas traz o risco de insolação ou intermação.A. solução injetável (sol inj) 5mg/ml. comps 100mg.25. frs 20ml c/ 40mg/ml. insuficiência hepática. MEGAPHEN PHENACTYL PLEGOMASINE PRAZIL PRAZILPROMACTILPROMPROMACTILP ROMAZILPROPAPHENINPROZILPROZIN  PSYCHOZINESANOPRON THORAZINE (Canadá)(USA) (SmithKline Beecham) clorid. monocloridrato ou: 2-Etil-10-(3-dimetilamino-2metilpropil)fenotiazina cloridrato ou: (RP 6484) (CAS RNs 3737-33-5. com arteriosclerose ou virgens de tratamento estão sujeitos à hipotensão ortostática que pode ser acentuada. cxs. União Química Farmacêutica Nacional S.Clor de. embal 5.N... dos Bandeirantes 5386 (04071900) São Paulo SP (011) 5586-2000 (011) 5585-9755. cxs. LONGACTIL (Cristália) . amps.N. CLORPROMAZINA (União Química)  .A. hipertensos. depressão da medula óssea. Discinesia Tardia. comprimidos (comp) de 25mg e 100mg.Cl-H DD: 40 mg (98). ETYMEMAZINE) 10-(3-(Dimetilamino)-2-metilpropil)-2etilfenotiazina. antecedentes de discrasia sanguínea ou hipersensibilidade.beta-trimetil-.Clor. Av. c/ 20. Pacientes com lesão cerebral e/ou baixo limiar convulsivante (epilépticos. cloridrato ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina. íleo paralítico.15. Av. Cuidados Especiais Pacientes cardiopatas.Clor.10. É o derivado etil da alimemazina. frascos (frs) c/ 20ml (1 gota = 1mg). monocloridrato (9CI) ou: 2-Etil-N. 2-etilN. estados précomatosos.

Por sua ação anticolinérgica. Outras aplicações clínicas incluem síndrome carcinóide. Mostra-se superior à petidina no tratamento da dor do infarto agudo do miocárdio com evolução significativamente mais favorável. na asma brônquica grave com bronco-espasmo histaminérgico (100. NT: 32 a 160 ng/ml (159). METHOTRIMEPRAZINE) Fenotiazina. alguns dos quais só haviam respondido à zotepina (64. na hipersensibilidade às fenotiazinas e nas discrasias sanguíneas. além de grandes queimados (117.beta-trimetil-. 112). determina pouca inibição respiratória e tem sido usada como medicação pré-analgésica e através de inalação. já comprovada em estudo nacional (48). mas responde ainda por grande número das prescrições no Japão (172). Foi equivalente à meperidina na enxaqueca grave sem o inconveniente da farmacodependência induzida pelos opiáceos (147). neuralgia do trigêmio. antiemética e fraca ação extrapiramidal. febre e infecções de repetição (03. 2-metóxiN.ou: (-)-10-(3-(Dimetilamino)-2-metilpropil)-2metóxifenotiazina ou: (RP 7044)(Bayer 1213)(CL 36467)(CL 39743) (CL 53212). Também é empregada em doses médias orais acima de 250mg. Também encontra aplicação como anestésico em obstetrícia. Tem utilidade na insônia sem risco de induzir dependência como hipnóticos barbitúricos e hipnoindutores. FM: C19-H24-N2-O-S DD: 100 a 1000mg VO.ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina. no tratamento da abstinência de heroína (137).ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina.Como outras fenotiazinas e butirofenonas com forte perfil sedativo.beta-trimetil-. (R). 5 a 20mg IM (143). tais como: estomatite e glossite ulcerosa. Antipsicótico de baixa potência. 20 a 140 ng/ml (05). A levomepromazina não é comercializada nos EUA. aparentada estruturalmente à alimemazina e à prometazina. com intensa ação anti-histamínica. 2-metóxiN. Tem sido empregada juntamente com prometazina e barbitúricos no tratamento da dependência da heroína e da morfina (38.N. hipotensora (particularmente acentuada por via parenteral em pacientes idosos e/ou virgens de tratamento). Como com clorpromazina. moderada ação anticolinérgica (5 a 30 vezes maior que a da flufenazina ou perfenazina) (60). dores crônicas em geral e do canceroso terminal em particular (153). com boa tolerabilidade. antiálgica (comparável à dos opiáceos) (119) e hipotermizante (cerca de 3 vezes mais potente que a da clorpromazina). além de Grã-Bretanha. Apesar do marcante efeito sedativo. tanto no curto como no médio prazo (32. 121). insuficiência hepática. tem contra-indicação relativa no glaucoma e na 27 . Canadá (onde é mais conhecida como metotrimeprazina) e do Brasil. (Retirado) LEVOMEPROMAZINA (LAEVOMEPROMAZINE. sedativa. 50). diversos países da Europa continental como a Suíça (167). Em psiquiatria começou a ser utilizada inicialmente apenas nos pacientes com intolerabilidade à clorpromazina mas já demonstrou maior eficiência que todos os outros antipsicóticos convencionais em casos de Esquizofrenia Refratária. registrada por autores nacionais (114). recomenda-se a realização de hemograma e provas de função hepática regularmente no primeiro ano de tratamento com a imediata suspensão da droga a qualquer sinal de icterícia ou de agranulocitose. No Exterior: Antigos NUITAL® (Vaillant-Defresne) (França) – comps 5mg. 10-(3-(dimetilamino)-2-metilpropil)2-metóxi-. 120). neuralgia intercostal. (CAS RN 60-99-1). (Retirado) e SERGETYL® (VaillantDefresne) (França) – comps 10mg. (-).N. Não disponível comercialmente no Brasil. possui ação bacteriostática (86). 116. 92). Contra-indicada no coma. também foi aproveitada em Medicina Veterinária como medicação préanestésica (93). Demonstrou grande afinidade pelos receptores alfa-1 adrenérgicos e serotoninérgicos 5Ht2 mais intensamente que clozapina e clorpromazina com afinidade alfa-2 superior à da clorpromazina (92). 90. 165). Como outros fenotiazínicos. (-). herpes-zoster (56) e Síndrome do Membro Fantasma. ciatalgia.

Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. em pacientes com reações fotocutâneas e oculares (10. NOZINAN (França)-maleato. ao contrário do derivado desmetilado N-mono-desmetillevomepromazina mas. Sofre intenso metabolismo de primeira passagem com apenas cerca de 1% da droga sendo eliminada não-modificada pela urina. Av.hipertrofia prostática. sol inj 25mg/ml. 25 e 100mg. aliás. pois ocorre rápido agravamento desta. Reações cutâneas por fotossensibilidade ou alergia são extremamente raras e estudos in vitro não confirmaram fototoxicidade como ocorre com a imensa maioria dos antipsicóticos fenotiazínicos e tioxantênicos (no que tem a companhia. com hipotensão em primeiro plano. Av.Maleato. como este. amp 5ml c/ 25mg. sol oral 40mg/ml fr c/30 e 125ml. flupentixol e zuclopentixol) (42). METIOMEPRAZINA (LEVOMETIOMEPRAZIN. Já foi evidenciado que tem efeito inibidor intenso da isoenzima CYP 2D6. Cristália) . Contudo. ainda mostrando os mesmos efeitos autonômicos da droga-mãe (29). há autores que estabelecem os níveis terapêuticos na faixa de 32 a 160ng/ml (159). 90). cxs c/ 5. não se deve empregar a epinefrina. Os restantes 90% são eliminados sob a forma de pelo menos 10 metabólitos polares com local de hidroxilação incerto. LEVOMETHIOMEPRAZINE. sol inj 5mg/ml. solução oral a 4% (1mg/ml). metabólito que carece de atividade antipsicótica. comps de 25 e 100mg. No Brasil: LEVOZINE (Lab. cx c/ 1 e 10 fr. Já foi implicada em lesões oculares da mácula (39) mas tem substituído a clorpromazina com sucesso. Exige cuidados especiais em cardiopatas. isoladamente (12) ou em associação com haloperidol (43). amp 1ml. Não costuma alterar o eletrocardiograma.Clor. comp 2. NOZINANE SINOGAN SINOGAN TISERCIN(Rússia) (Romênia) VERACTIL (Noruega) TISERCINETTA (Hungria). Já esteve implicada em íleo paralítico fatal (169) e em priapismo. fr 20ml c/ 40mg/ml. interferindo no metabolismo do citalopram. Como ocorre com a clorpromazina. METHIOMEPRAZINE) 28 . embora não se tenha podido confirmar um aumento nas concentrações plasmáticas da levomepromazina quando em associação com este antidepressivo (164). Cerca de 10% o são na forma sulfóxido. Cabe fazer aos pacientes advertência quanto à direção de veículos e operação de máquinas e equipamentos que exijam pleno estado de alerta. NEOZINE(Rhodia Farma) . Superdosagem fatal já foi descrita com níveis da droga-mãe em torno de 410ng/ml e da desmetilmetotrimeprazina e do sulfóxido de metotrimeprazina em 200 e 180ng/ml. devendo recorrer-se à hidratação com solução salina e administração de norepinefrina ou fenilefrina. alguns farmacologicamente ativos e seus níveis séricos não constituem parâmetro confiável para finalidades terapêuticas. nos casos de superdosagem. a ocorrência de convulsões em associação com fluvoxamina (58). apenas. LEVOMETIOMEPRAZINA. A respeito da interação com outros ISRS também já foi registrada em pelo menos um caso. Paoletti 363 (13970000) Itapira SÃO PAULO (019) 863-9500 (98) 7026 (019) 863-9580. (05). mediada por esta enzima: de desmetilcitalopram para didesmetilcitalopram (57). da tioridazina. das Nações Unidas 22428 (04795916) São Paulo SÃO PAULO (011) 546-6822 (011) 5236391. Do mesmo modo que com a clorpromazina e os outros fenotiazínicos bloqueadores alfa1-adrenérgicos. tem numerosos metabólitos. comp 25mg (cx c/ 200) e 100mg (cx c/ 100). No Exterior: DEBIL DEDORAN HIRNAMIN HIRNAMINE LEVIUM LEVOMEPRAZINE LEVOMEPROMAZINLEVOPROMAZIONI LEVOPROME LEVOPROMETAZINE LEVOTOMIN LEVOZIN MEPROMAZINE MILEZIN MINOZINAN NEUROCIL (Alemanha) NIRNAMINE NIRVAN NOCINAN NOMIZAN NORZINAN NOVOMEPRAZINE NOZINAN(Itália) (Polônia) (Canadá) (França) clorid. fr 20ml. Rhodia Farma Ltda. pacientes com arterioesclerose ou epilepsia. em uma de suas fases. cxs c/ 20.

(+-)-10-(3-Dimetilamino-2-metilpropil)-2(metiltio)fenotiazina ou: 2-Metiltio-10-(2-metil-3dimetilaminopropil)fenotiazina ou: (-)-10-(3-Dimetilamino-2-metilpropil)-2(metiltio)fenothiazina ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina. perfenazina e metiomeprazina) (71). tem até hoje muito poucas referências na literatura quanto a seu emprego clínico como antipsicótico e não antecipa nenhuma espécie de vantagem ou especificidade com relação a outras fenotiazinas dismetilamínicas amplamente utilizadas e melhor conhecidas. já foi relacionada a reações de fotossensibilidade. propericiazina. Como outras fenotiazinas.betatrimetil-2-(metiltio)Fenotiazina. por desclorinação (141). 10 a 200mg VO (25). 10-(3-(dimetilamino)-2-metilpropil)2-(metiltio)-. METHOXYPROMAZINE) N-Dimetilamino-1-metiletil tiodifenilamina ou: N-(3-Dimetilaminopropil)fenotiazina ou: 10-(3-(Dimetilamino)propil)fenotiazina ou: (RP 3276)(WY 1094)(NSC 31447)(HSDB 3172). 1759-09-) FM: C19-H24-N2-S2 Derivado fenotiazínico dimetilamínico com um radical metiltio. N. entre diversas outras fenotiazinas (de maior para menor hiperplasia: tioridazina. classificado no ChemidPlus como antiemético e antipsicótico (22). prometazina. (CAS RN 61-01-8). Foi introduzido na década de 70 por pesquisadores japoneses (72) e teria demonstrado o menor potencial de indução de hiperplasia mamária em ratas. Tem a fórmula estrutural da clorpromazina sem o átomo de cloro. uma medida indireta da liberação de prolactina. Não consta da literatura o relato de ensaios clínicos para pleno desenvolvimento como antipsicótico. 13405-77-1. Não disponível comercialmente no Brasil. 100 a 600mg VO (07. FM: C18-H22-N2-O-S Embora já conhecida desde a década de 60. diferentemente do observado nos pequenos animais de experimentação. (CAS RN 58-40-2). PROMAZINA (PROMAZINE) METOPROMAZINA (METHOPROMAZINE. No Exterior: MOPAZIN MOPAZINE NEOPROMA TENTONE TENTON. 75 a 1000mg VO (143). constitui-se a promazina. no principal metabólito da clorpromazina.N. FM: C17-H20-N2-S DD: 25 a 1000mg VO (74).ou: (10584 RP) (RP 10584) (SKF 6270) (CAS RNs 7009-43-0. Foi demonstrado que em esquizofrênicos crônicos. 10-(3-(dimetilamino)propil)-2-metóxi ou: 29 . Não disponível comercialmente no Brasil. É um neuroléptico muito débil com pouca ação de 10-(3-Dimetilaminopropil)-2-metóxifenotiazina ou: enotiazina. além de opacificação do cristalino (105. quando era submetida no Japão a ensaios farmacêuticos preliminares ao lado da levomepromazina (49). 99). 106). No Exterior: PHENACEDA® (Japão) 2-Metóxi-10-(3'-dimetilaminopropil)fenotiazina ou: (RP 4632) (CL-22373). clorpromazina. (+-).

embora ele mesmo não mostre ação antipsicótica. Embora menos freqüentemente que com a clorpromazina. PROMETHAZINE. 50 e 100mg. e como medicação antipruriginosa e sedativa (pré-anestésico e hipnótico) em 30 . Como outras fenotiazinas. adrenolítica e anticolinérgica. 10-(2-dimetilaminopropil). perazina. gastrointestinais ou sedativos opcionais.alfa-trimetilou: Dimetilamino-isopropil-fenotiazina ou: N-Dimetilamino-2-metiletil tiodifenilamina ou: (2-Dimetilamino-2-metil)etil-Ndibenzoparatiazina ou: N-(2'-Dimetilamino-2'-metil)etilfenotiazina ou: 10-(2-(Dimetilamino)-2-metiletil)fenotiazina ou: 10-(2-(Dimetilamino)propil)fenotiazina ou: N. oxomemazina. N. (CAS RN 60-87-7) FM: C17-H20-N2-S DD: 25 a 100mg (como antialérgico) Disponível para prescrição desde 1946. em comparação com 98% da clorpromazina.N. etopropazina. Demonstrou citotoxicidade menor que a clorpromazina em estudos com hepatócitos de rato in vitro (133).N-alfa-Trimetil-10H-fenotiazina-10-etanamina ou: (3277 RP) (3389 RP) (4182 RP) (BRN 0088554) (A-91033) (Lilly 01516) (Lilly 1516) (SKF 1498) (WY 509). Do mesmo modo que clorpromazina e outros antipsicóticos. No Exterior: SPARINE(CANADA)( Reino Unido) (USA)(Wyeth-Ayerst) . trifluoperazina.bloqueio D2. particularmente da primeira. além da prevenção das náuseas ocasionada por movimento (embarcadiços. ISOPROMETHAZINE) 10-[3-(dimetilamino)-2-metil-propil]-fenotiazina ou: Fenotiazina. deve ter preferência em seguida à levomepromazina na escolha do fenotiazínico. como aceprometazina. Não obstante. transporte rodoviário e até astronautas em viagens espaciais (33). do mesmo modo que sulpirida e metoclopramida e inversamente à tioridazina e clorpromazina (96).cloridrato de. AMPAZINE BEROPHEN ESPARIN LIRANOL NEO-HIBERNEX PRAZIN PRAZINE PROMANYL PROZINE (USA) PROMAZIONON PROMWILL PROPAZINUM PROTACTYL ROMTIAZIN SINOPHENIN TALOFEN TOMIL VEROPHEN PROMETAZINA (FENETAZINA. clorprotixeno e 84% da flufenazina e ainda menor que a da prometazina (25%) (42) por isto.ou: 10H-Fenotiazina-10-etanamina. marcantes efeitos antieméticos e anti-histamínicos. quando se tenha razões para temer reações fotocutâneas. propiomazina e propionilpromazina. No rato a administração concomitante de carbamazepina (potente indutor enzimático) inicialmente eleva seus níveis (10s 3 horas) para depois (a partir da 30 à 60 hora) gradualmente reduzí-los significativamente (154). mas virtualmente sem ação nos receptores glutamatérgicos do subtipo NMDA. que tem. o que parece característica geral dos tricíclicos. Tem as concentrações cerebrais aumentadas. do mesmo modo que diversas outras alquilaminas empregadas como medicamentos anti-histamínicos. na Austrália. reciprocamente. Não disponível comercialmente no Brasil. perfenazina. assim como as de seus metabólitos principais (sulfóxido e derivado desmetilado) pela administração concomitante de amitriptilina e imipramina. dietazina. dioxoprometazina. Empregada como antiemético na hiperemesis gravidarum e no pósoperatório. anticolinérgicos (com ação antiparkinsoniana). foi o derivado fenotiazínico a partir do qual os cientistas franceses chegaram casualmente aos primeiros antipsicóticos sintéticos como a promazina e a clorpromazina. 100% da dixiridazina. comp 25. Possui ação anti-histamínica (H1). elevadas as concentrações plasmáticas (155). possui atividade antimicrobiana (31) e de sua estrutura básica foram desenvolvidos compostos com ação antiprotozoária (anti-Trypanossoma e antiLeishmania) (20). pode determinar hipotensão e taquicardia. pode causar agranulocitose (02). o uso em parturientes foi relacionado a maior ocorrência de icterícia neonatal (76). Tem fototoxicidade bem mais baixa (16% de hemólise induzida por radiação ultravioleta A in vitro.

com utilidade inclusive na tuberculose e como droga citotóxica (77).1056. No Brasil: FENERGAN(Rhodia Farma) . Carlo Mario Gardano 450 (09720470) S. inclusive reações inflamatórias alérgicas por mordeduras de animais peçonhentos e picadas de insetos. Reações extrapiramidais foram descritas mesmo com a administração por via oral (138). Comp. (98) 7026. recentemente foi envolvida em Síndrome Neuroléptica Maligna na Filadélfia (21). das Nações Unidas 22428 (04795916) São Paulo. SÃO PAULO.clorid. comp 25mg. da osteoporose (83. cx c/ 50. amp 2ml c/ 50mg. cx c/ 200 e com 2000 comp. (011) 523-6391. c/50 e 100 de 2ml c/50mg cada. Confirmou-se recentemente que. frs c/ 25. antibactericida (85). do Campo. é um medicamento de venda livre. inj. (011) 55053536. por várias semanas. 163). A este respeito. PAMERGAN(Cristália) . cx c/ 20. CLORIDRATO DE PROMETAZINA (Instituto Biochimico) . Paoletti 363 (13970000) Itapira . como outros antipsicóticos fenotiazínicos. Rua Luigi Galvani 70 7 andar (04575020) São Paulo. SÃO PAULO. c/20. c/50 e 100 de 2ml.. apesar dela própria estar eventualmente implicada em dermatite alérgica de contato (04.clorid. mas a livre comercialização de preparados contendo prometazina (GOODNIGHT). Rua Com. cx. amp. Seu marcante efeito anticolinérgico central consagrou-a como droga mais usada no tratamento das manifestações extrapiramidais distônicas agudas. ao menos como coadjuvante. como em muitos outros países. No Exterior: APROBIT ATOSIL AVOMINE DIMAPP DIPHERGAN DIPRAZINE DIPROZIN FARGANFENAZILHIBERNA HISTARGAN IERGIGAN ISOPHENERGAN LERCIGAN LERGIGAN FENAZIL PHARGAN PHENARGAN PHENSEDYL PILPOPHEN PIPOLPHEN* PROAZAIMINE PROCITPROMAZINAMIDE PROMETASIN PROMETAZINPROMETHAZINSYNALGOS  TANIDIL THIERGAN VALERGINE VALLERGINE. mas que tudo indica ter sido determinado pelo uso prévio. de acordo com recente estudo (103). amp 2ml c/ 50mg. blister c/ 20. cx.medicina humana e veterinária. porque de fato é uma fenotiazina com cadeia lateral alifática e mostra pronunciado efeito sedativo. no tratamento da eritroblastose fetal 59). como preparados hipnóticos populares. Farmacêutica Ltda. No Brasil. (011) 546-6822. 129.SÃO PAULO (019) 863-9500. ataxia e alucinações eventualmente foram registrados com preparados para uso tópico (142). Tem demonstrado utilidade. na maioria dos hospitais psiquiátricos brasileiros. registre-se que há relato recente na literatura de boa resposta ao flumazenil (antagonista benzodiazepínico) em caso de coma pela prometazina (123). 104). 31 . reações anafilactóides (06) e agranulocitose (44). c/20 e 200 de 25mg. amp. apressadamente atribuído a um único dia de tratamento com paroxetina. Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. Por outro lado. de interferir no rendimento cognitivo. Carece de efeitos antipsicóticos. seu uso continuado nesta última indicação.. (019) 863-9580. É muito utilizada em crianças como medicamento estimulador do apetite e como hipnótico mas. Há um outro caso na literatura. 118). sol. Av. Nos idosos teria o inconveniente. Rhodia Farma Ltda. poderia envolver importante risco de apnéia e Síndrome da Morte Súbita Infantil ao reduzir movimentos espontâneos necessários à garantia da desobstrução das vias aéreas superiores durante o sono. mas ainda assim é classificada como neuroléptico tricíclico em muitos manuais. (011) 448-1677 R.B. Instituto Biochimico Ltda. de prometazina (66). SÃO PAULO. cx. como poderosa droga anticolinérgica periférica e central que é. foi severamente criticada na Nova Zelândia pelo aumento significativo de casos de intoxicações por superdosagens após sua liberação (08). comp 25mg. além de ter suficientemente comprovada sua ação como tripanomicida (46). assim como o fazem outros anti-histamínicos (61).. superando o biperideno (AKINETON). Av. (011) 448-1297. É comercializada no Brasil primariamente para o tratamento das diversas manifestações da alergia.clorid. assim como quadros tóxicos com agitação. da enxaqueca em particular (65) e da dor crônica em geral. PROMETAZINA (EMS) . EMS Ind.comp. revest. em pelo menos um caso (41) e reação distônica aguda em adolescente (35). efeito já comprovado experimentalmente em adultos saudáveis (68. (011) 5505-3540. é principalmente metabolizada pela enzima CYP 2D6 do complexo P 450 (111) isoenzima cuja atividade inibiria. Já esteve implicada no desenvolvimento de hipertermia com alucinações em criança.

FM: C18-H19-F3-N2-S. 41(6):10801. Benkert O & Hippius H. Bloom D. 11. 11(4):451-3. Thavundayil JX.ou: N.N-dimetil-2(trifluorometil). 87(2):209-15. Abe S. 1(17):1161. Cazier A.79(2):217-9. Suzuki T. Rio de Janeiro. o átomo de cloro é substituído por um grupo trifluorometila. Hori T. No Exterior: 32 . Cyamamezine-induced acute hepatitis after unique massive intake: a case report. Pamplona. Persistent chlorpromazine deposits in donor corneal tissue after corneal transplantation. Mem Inst Oswaldo Cruz 1992. Campos JS et al. Algumas observações sobre o emprego da Rauwolfia sello “wu” em psiquiatria. Krishnan B. 15. 1975. Trad Esp 3 ed alemã. Biochem Med 1984. Bol Inst Vital Brasil 1954. In vitro diagnosis and studies on the mechanism(s) of anaphylactoid reactions to muscle relaxant drugs. 102(12):12867. A fatal case of methotrimeprazine overdose. TRIFLUPROMAZINE) FLUMAZIN FLUOROFEN NEOPRIN NIVOMAN PSYQUIL VESPRIN(USA) VETAME SIQUIL Referências Bibliográficas (Fenotiazinas Alifáticas): 01. Seu efeito in vitro anti-Trypanosoma cruzi. 10-(3-(dimetilamino)propil)-2(trifluorometil). Baba A. 32(2):151-60. Como a prometazina.TRIFLUPROMAZINA (TRIFLUOPROMAZINE. 09. N. 10. Harle DG. Cadranel JF. mostrou-se uma opção inferior à metoclopramida tanto em eficácia quanto em tolerabilidade (134). Introduzida na década de 60 e substituída em grande parte pela levomepromazina. Bourgeois M. Avni I. 111(1069):246-8. Can Med Assoc J 1970. 05. 04. Angelini G. (99).Nouv Presse Med 1972. 12(5):263-9. Ondansetron versus chlorpromazine for preventing emesis in bone marrow transplant recipients: a double-blind randomized study. Lehmann HE. Saccardi R. ActaPsychiatr Scand 1993. 4(2):13945. 17. o que acentua o efeito sedativo em 2 a 3 vezes. Agranulocytosis associated with methotrimeprazine (Nozinan) administration: a report of three cases. 02. Ananth JV. Chen V. 52(1):115-7. Cornea 1997. Ban TA. Eur J Gastroenterol Hepatol 1999. La Prensa Medica Mexicana. 5(3):191-6. Soeiro MN. 08. (07). Contact Dermatitis 1985. Castro SL. Delgado R. cloridrato). Mexico. tem sido usada também como medicação sedativa antes e durante o trabalho de parto. Psychiatry Clin Neurosci 1998. (73. Meneghini CL. Priapisms during neuroleptic drug administration (3 cases).ou: 10-[3-dimetilamino-propil]-2-trifluorometilfenotiazina ou: 10H-Fenotiazina-10-propanamina. (CAS RN 1098-60-8. Wallman P. (CAS RN 146-54-3. Akintonwa DA. seu uso se limitou à medicina geral como pré-anestésico e antiemético. Bertini R. base). 1981. 12.Cl-H DD: 20 a 150mg. Lal S. Lombardini L. 16(5):588-9. Principios De Psicofarmacologia. De Meirelles M de N. Devergie B. Fenotiazina. Vena GA. Allergic contact dermatitis to some medicaments. Cahane M. Rossi-Ferrini P. Historia de la Psicofarmacologia. EUNSA. Fanci R.N-Dimetil-2-(trifluorometil)-10H-fenotiazina10-propanamina ou: (SKF 4648) (MC 4703) (NSC 14959) (NSC 17473) (HSDB 3407). Trad esp. A new concept in the relationship between biochemical reaction mechanisms and molecular basis of agranulocytosis. Shiraishi H. Pharmacological activities of chlorpromazine involved in the inhibition of tumour necrosis factor production in vivo in mice. Tem os mesmos efeitos cardiocirculatórios da clorpromazina com maior propensão a sintomas extrapiramidais. 07. Hypogammaglobulinemia during antipsychotic therapy. Na molécula da clorpromazina. juntamente com o da clorpromazina. Antipsicótico de potência intermediária. 16. Fisher MM. 50 a 150mg. Farmacoterapia Psiquiatrica. 143). Biour M . Bosi A. Pras V. 03. 87(3):223-4. 20 a 200mg. 13. Garattini S. Guidi S. Bonnard P. Caldwell AE. 06. Baldo BA. Ghezzi P. Holzbecher MD. Promethazine overdose: is it a "Goodnight" after all? N Z Med J 1998. Trypanosoma cruzi: effect of phenothiazines on the parasite and its interaction with host cells. Bergman J. Immunology 1993 Jun. In: Clark WG & del Giudice J. muito embora seu aproveitamento seja limitado pela citotoxicidade das doses necessárias para observação do efeito (34). foi experimentalmente confirmado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) em Manguinhos. Nesta última indicação. 5:199. Resolution of chlorpromazine-induced cutaneous pigmentation following substitution with levomepromazine or other neuroleptics. Avis SP. J Forensic Sci 1996. Messori A. Vannucchi AM. Ann Fr Anesth Reanim 1985. J Chemother 1993. 14. di Martino V. Não disponível comercialmente no Brasil.

21. Phenothiazine-induced acute colitis: a positive rechallenge case report. Derby LE. Allergic agranulocytosis due to promethazine. 40. Fernandez AR. Pediatr Emerg Care 1987. Gusdon JP Jr. Priapism in neuroleptic therapy. 46. Muscarinic cholinergic and histamine H1 receptor binding of phenothiazine drug metabolites. Lindeneg O. Psychopharmacology (Berl) 1981. Ciraulo DA. 72(5):1899-903. The treatment of erythroblastosis with promethazine hydrochloride. 56. Pharmaceutical studies on phenothiazine derivatives. J Psychopharmacol 1999. Miller R & Moodley SV. Med J Aust 1996. 41. Lacuara JL. Pharmacotherapy 1993. Dastidar SG. Weizman A. Acta Paediatr Scand 1989. Analgesic treatment with levomepromazine in acute myocardial infarction. The serotonin syndrome and its treatment. Dahl SG. Principios De Psicofarmacologia. 1995. 61. 27. Engel H. Aviat Space Environ Med 1993. 37. Delay J. Simon JE. Burti L. Gareca N. Phototoxic properties of neuroleptic drugs. Hallucinations and hyperthermia after promethazine ingestion. Hurvitz H. Eberlein-Konig B. medical-psychiatric approach. Tansella M. Overo KF. South Med J 1999. De Meirelles M de N Trypanosoma cruzi: effect of phenothiazines on the parasite and its interaction with host cells. 92(10):1017-8. Hansen MG. Acta Microbiol Immunol Hung 1997. Gobel H. 165(6):345-6. Jick H. 194(2):131-5. 9(12):77-82. Hals PA. In vitro characterization of cytochrome P450 2D6 inhibition by classic histamine H1 receptor antagonists. Whyte IM. 8(1):61-2. 33 . Kawabata S. Bagian JP. Int Clin Psychopharmacol 1993. Br J Psychiatry 1976. 15(1):18-24. 30. Chan C. 112-117. Grinshpoon A. 43. and its sulfoxide. 56(3B):565-8. A randomized clinical trial. Consulta rápida. Chakrabarty AN. 24. Delay J & Deniker P. Studies on the existence of synergism between different antibiotics and a phenothiazine tranquilizer. 28. 7(5):435-40. Mem Inst Oswaldo Cruz 87(2):209-15. Dtsch Med Wochenschr 1976. Cordioli AV (ed) .html. 13(1):100-9. Dollberg S. Chambon P. Maculopathy and levomepromazine. Navon P. Przybilla B. 45. Neuroleptic malignant syndrome due to promethazine. Fretes R. Love R. Denber HCB. 26. De Castro SL. 53. 36. Artes Médicas. 22(4): 244-5. 41(1):41-9. 50. Ensaio microbiológico de alguns derivados fenotiazínicos usando diferentes cepas de Bacillus subtilis. Rev Bras Pesqui Med Biol 1976. 3(2):91-2. 74(2):101-4. Liver disorders in patients receiving chlorpromazine or isoniazid. Flynn NM. Drugs 1997. 49. The use of a side effect as a qualitative indicator of phlasma chlorpromazine levels. 1975. La Prensa Medica Mexicana. Braitberg G & Duggin GG. Ther Drug Monit 1993. 44. 1980. Promethazine-induced dystonic reaction. Beck BG. Davidsen O. Manual de Psicofarmacologia Clinica. Studies on antimicrobial effect of the antihistaminic phenothiazine trimeprazine tartrate. Sindrup SH. Chambers FA. Delayed profound respiratory depression after premedication with trimeprazine. 44(3):241-7.sis. 58. 33. Sanvito WL. Lingle J. Gormley PK. Acta Microbiol Immunol Hung 1994. Chan-Tack KM. J Reprod Med 1981. Treatment efficacy of intramuscular promethazine for space motion sickness. 1992. Mookerjee M. Gouws E. 129:443-5. Davis JR. Anaesthesia 1992. 19. 2000. Chakrabarty AN. 47(7):585-6. Hamelin BA. Monzillo PH. 110:364. Dastidar SG. 39. 32. 48. Croft SL. Richardson C. Douglas KT. 35. Berg Y. 2nd ed. Nervenarzt 1987. Brosen K. Uso da clorpromazina no tratamento da cefaléia num serviço de emergências. Eur Neuropsychopharmacol 1999. levomepromazine. Tamminga CA. 51. Treatment of post-herpes zoster pain with tramadol. Stadler T. 64(3 Pt 1):230-3. Chan BS. Serotonin syndrome resulting from drug interactions. 60. De Carvalho MH. Walsh M. Kerem E. Yin H. 53 Suppl 2:34-9. 57. Med J Aust 1998. DeGrandi T. Proc Natl Acad Sci U S A 1975. Speers P. Filloux MC et al. Mookerjee M. Bindl A. 29. promazine. possessing antimicrobial property. VI. Jennings RT. Hall H. A fatal case of pancytopenia due to levomepromazine. Andresen M. Mozes T. Malignant neuroleptic syndrome. Disponível em: http://chem. 34. McKie JH.18. Feinberg AP. Arne JL. Trad esp. Baltimore. Clark WG & del Giudice J. Fundam Clin Pharmacol 1998. Acta Med Scand 1979. Successful treatment of serotonin syndrome with chlorpromazine. Gutthann SP. Photodegradation of methopromazine. 41(2):148-56. Ann Méd Psychol 1952. 26(9):4548. Bec P.nih. Poulsen JH. 26(6):536-9. Clin Neuropharmacol 1999. 155(7):914-20. Chakraborty P. Gillman PK. Yardley V. Hegerty J. Aaes-Jorgensen T. Deodati F. 22. Olanzapine compared with chlorpromazine in treatmentresistant schizophrenia. Drug Metab Dispos 1998. Garforth J. Dougnac A. Chattopadhyay U. Dermatology 1997. 54. Mexico. Da Costa AR. Conley RR. 110(2). Deniker P & Harl JM. Gram LF. Giacaman P. Zaremba S. Graudins A. Shader RI. 38 cas de psychoses traités par la cure prolongée et continué de 4568 RP. Gounaris C. 13(4):353-8. Labro JB. 52. In Vivo 1993. 43(5):405-12. Results of an open pilot study versus clomipramine with or without levomepromazine. Bitran J. 59. Trypanocidal effects of promethazine. O'Leary E. imipramine. Yakugaku Zasshi 1966. PagliniOliva P. 78(1):131-2. Bull Mem Soc Fr Ophtalmol 1973. Gillman PK. 169(10):523-5. 205(3):191405. Am J Psychiatry 1998. Bartko JJ. 12(5):482-91. Drolet B. 57(1):59-63. Fairlamb AH. Chetty M. 42. Turgeon J. CHEMIDPLUS DATABASE. Life Sci 1988. Enhancement of immune response by phenothiazine administration in vivo. 101(30):1128-31. Mester R. Arq Neuropsiquiatr 1998. 2ª ed. Serotonin syndrome: history and risk. Trad esp. Buenos Aires. 23. Greenblatt DJ & Creelman W. 9(4):183-6. Medicina (B Aires) 1997. Eikmeier G. Ganguly M. 55. 25. Gillman PK. Dean AD. Citalopram: interaction studies with levomepromazine. 47. 86(6):514-21. Rock PJ. Drug interactions in psychiatry. Rev Med Chil 1997. Jairaj J. Dahl SG. Dawson AH. Rubiales S.nlm. Garzotto N. Ann Méd Psychol 1952.Psicofármacos. 20. Jaouhari R. Branski D. Paidos. Binding affinity of levomepromazine and two of its major metabolites of central dopamine and alphaadrenergic receptors in the rat. 38. Fortes ZB. Seizures induced by combined levomepromazine-fluvoxamine treatment. Phenothiazine drugs: structureactivity relationships explained by a conformation that mimics dopamine. 86(0):191-7. Peszke M. Gravel A. 125(2):195-9. Porto Alegre. and lithium. Soeiro MN. Hall H. J Med Chem 1998. Phenothiazine inhibitors of trypanothione reductase as potential antitrypanosomal and antileishmanial drugs. Utilisation en thérapeutique psychiatrique d’une phénothiazine d’action centrale élective. 58(12):771-2. Snyder SH. Ghosh N. Fujisawa S. 31. Bouayad A. Williams & Wilkins.gov/ chemidplus/cmplxqry.

1968 Jul. Clozapine for the treatment-resistant schizophrenic: A double blind comparison with Chlorpromazine. Interactions between antipsychotic and antihypertensive drugs. 91. Mosby. Arq Dep Assist Psicop Esta S Paulo 1955. Arch Gen Psychiat 1988. J Med Bord 1967. 102.Y. Br J Clin Pharmacol 1999. nonbarbituric agent. Shirakawa O. Contact Dermatitis 1975. Presse Méd 1952. Pharmacopsychiatry 1987. Jpn J Pharmacol. 90. FH 040-3 in sleep disorders. Kranich M. 78. Ann Méd Psychol 1952. 107-132. 92. Hamon J. McKelvey GM. Med J Aust 1975. Hanel RA. 69(817):885-7. 60. First use of G-CSF in chlorpromazineinduced agranulocytosis: a report of two cases. Rosetzsky A. Lichtenstein M. Lialiaris T. Decuyper J. Yablonsky-Alter E. Sandmann MC. Zuck LG. The Efficacy and Safety of Clozapine versus Chlorpromazine in Geriatric Schizophrenia. J Clin Psychiatry 1999. Krishnan B. Hermes G. Silipo G. 104. 764(1-2):46-52. Kane JM. Krinsky S et al. 1998. 105.luinst. Sato M. Louis. J Toxicol Sci. loratadine and promethazine on cognitive and psychomotor function. 56(1):29-36. Lal S. Ehrlich M. Efficacy of high-dose glycine in the treatment of enduring symptoms of schizophrenia. Replacement of chlorpromazine with other neuroleptics: effect on abnormal skin pigmentation and ocular changes. Lidsky TI. placebo-controlled investigation of the effects of fexofenadine. Kristiansen JE. 48(2):2006. Kocian J. Jeste DV. Kline NS. Honigfeld G. Palmer B. Rockwell E. 100. Antibacterial effect of four phenothiazines. 86. Use of Rauwolfia Serpentina Benth in neuropsychiatric conditions. Curry SH. Assion HJ. 81. Loreto G & Costa AS. Am J Emerg Med 1991.org. Psicofarmacologia Clínica Básica. Lal S. 84. 69. 103. Desjardins B.24(0):s:39. 1999. Gfeller E. 64. 93. Hu OY. 43(3):277-82. Singer J. Successful cancer therapy with promethazine: the rationale. 20(1 Spec No):47-51. J Psychiatry Neurosci 1993. 72. Lundbeck Institute. Perrin JH. Bloom D. 89. Javitt DC. Nair NP. 60(1): 41-4. Relative bioavailability of trimeprazine tablets investigated in man using HPLC with electrochemical detection. Vnitr Lek 1995. Fukuda K. Ando F. Psychotropic Drugs. Harden RN. Jones GR. Pharmacol Toxicol 1987. Einsenstein N. 65. Fairweather DB. Jeffery HE. Advances in the pharmacotherapy of osteoporosis. Phototoxicity of phenothiazine derivatives. 67. Madsen F. J Pharm Pharmacol 1986. Lacro JP. 1997. 206-208. 88. Promazine and neonatal hyperbilirubinaemia. 59: 1329. São Paulo. 80. 1975. Eur J Clin Pharmacol 1977. Faurschou P. Rugman FP. Sjogren P. Otsuki S. II. Remarques sur l’action du 4560 RP sur l’agitation maniaque. Laborit H. Lucena J. The protective effect of inhaled levomepromazine (Nozinan) on histamine-induced bronchial constriction. Laborit H. Elastotic and citrine skin following an allergic photo-contact dermatitis in a child. Mutat Res 1992. Le Borgne Y. Handbook of Psychopharmacotherapy. 50(2):507-9. Aust Vet J. Silver B. Kashihara K. 19(12): 1-20. Calberg-Bacq CM. 1974. Neurology 1998. 41(3):207-9. Hindmarch I. Caligiuri MP. 34 . Stern RG & Losonczy MS.3(2):147-52. Postgrad Med J 1993. 68(8):664-6. van de Vorst A. Nervenarzt 1997. 87(6):380-3. Harada T. Lamberth JL. Banerjee SP. 9(2):171-5. 68. Sivridis E. 71.Database. 76. Porto Alegre. Is levomepromazine a useful drug in treatment-resistant schizophrenia? Acta Psychiatr Scand 1992. Thompson T. Sedation with promethazine profoundly affects spontaneous airway protection in sleeping neonatal piglets. 59. Paroxetine-induced neuroleptic malignant syndrome. Lal S. 46(1):25-9. Pulm Pharmacol 1993. Meltzerd HY & the Clozaril Collaborative Study Group. 1(5):301-5. Harris MJ. PG. 85(3):243-5. Thavundayil J. Psicotrópicos. Jpn J Pharmacol 1987. Neuroléptico Maligno: relato de caso com recorrência associada com o uso de olanzapina. Wells BG. 11(3):163-7. Flaherty TA. Smelson DA. Archives of General Psychiatry 1999. Fundo Editorial Byk-procienx. Disponível em www. 101. Filadélfia. Itoh T. Markowitz JS. Fink K. Merville MP. 94(6):393-8. Carson WH. Ann Pharmacother 1995. Un nouveau stabilisateur végètatif (le 4560 RP). Howanitz E. Antipsychotic drug effects on glutamatergic activity. Vergmann B. Cecyre D. Post EJ. Arq Neuropsiquiatr 1998. 144(9):1356-8. Stanley N. Ermilov M. Acta Pathol Microbiol Immunol Scand [B] 1986. 156(2):309-11. Nakaya S. Fujiwara Y. 73. On the effects of a new hypno-sedating. Brain Res 1997. Huguenard P. Madalena JC. Heresco-Levy U. Engel AM. Kuno T. 60(2):100-3. Jackson SC. 82. Clin Exp Pharmacol Physiol 1999. Kubo N. 56(4):833-7. Horsfield N. De Bittencourt PR. Chlorpromazine-induced damage on nucleic acids: a combined cytogenetic and biochemical study. Shamsi Z. Lippincott Williams & Wilkins. 66. L’Hibernation artificielle para moyens pharmacodynamiques et physiques. Effectivity of zotepine in refractory psychoses: possible relationship between zotepine and nondopamine psychosis. Meneghini CL. Mortensen I. Self-administered intraurethral chlorpromazine: an unusual cause of priapism. The antibacterial effect of selected phenothiazines and thioxanthenes on slow-growing mycobacteria. 77. Piette J. Saka M. ethyl isobutrazine and pethedine as premedicants for weaner pigs. 45:789-796. 110(2): 331-335. 21:5-19. Med Hypotheses 1996.62.Proceedings: Acute and subacute toxicities of levomethiomeprazine. Quirion R. Huguenard P & Alluaume R. 1978 May. 75. 38(3):172-6. Russell L. 70. Consulta Rápida. Dose-related response of mouse mamma to some phenothiazine drugs. 2(9):342-4. A double-blind. Acta Psychiatr Scand 1993. Kristiansen JE. 94. Droperidol. Engelhart C. 2nd ed. Nair NP. Mourelatos D. Wood AK. 95. Paraire J & Velluz J. Myers A. 87. Neurobiologia 1956. Godtlibsen OB. Acad of Sci 1954. Koseki Y. 26(11):920-6. Ann of N. Maxmen JS & Ward NG. Controlled trial of ketorolac in tension-type headache. Kayed K. Kendra JR. 99. Incidence of tardive dyskinesia in early stages of low-dose treatment with typical neuroleptics in older patients. Angelini G. St. Press Méd 1951. 97. 96. Mordel C. Ito T. Barton A. Pantazaki A. Rogers D. 74. Janicak. 6(2):129-36. Gracely RH. Walker JS. Sobre o emprego da reserpina em psiquiatria. Controlled clinical investigation of trimeprazine as a sleep-inducer in normal subjects. 29(6):603-9. 63. 85.44(7):333-4. John E. Levomepromazine receptor binding profile in human brain--implications for treatment-resistant schizophrenia. 18(4):173-7. Banning AM. Antimuscarinic effects of antihistamines: quantitative evaluation by receptorbinding assay. Trad 2ed. Wake A. Tanaka C. 265(2):155-63. Heinemann F. Artes Médicas. Am J Psychiatry 1999. Keltner NL & Folks DG. Considerações preliminares. Pardo M. 83. Resultados do tratamento de doentes mentais pelo Amplictil. 98. Hansen T. 79.

92(4):513-9. Oftsti E. 109. 121. Schanda H. Rasheed A. 1995. Mepronizine and insomnia. 126. Royer P. Fillastre JP. Benefit and risk of high-dose metoclopramide in comparison to high-dose haloperidol or triflupromazine in cisplatin-induced vomiting. Joly P. Tallerico T. 44(10):233-4. Raby C. Larrey D. 147. Int J Clin Pract 1999. Anesth Prog 1998. 108.Drug-induced lupus. Peters WJ. Kakegawa H. Anaesth Intensive Care 1987. 9(7):44653. 344(8929):1095-6. Venables PJ. Landau M. 95(31):1796-7. Seco C. Price EJ. Shepherd M. Stiell IG. Merville MP. Gomez M. 117. Experiência clínica com o uso de uma clorofenotiazinilescopina-levomepromazina-metilbutifereniodipirona no trabalho de parto. 137. 125. 128(8):894. Inflammatory activity of polymeric photoproducts of chlorpromazine. 151(32):2048. 145.130(11):1460-1 143. Shigehara N. Drug Saf 12(4):283-90. Invest Ophthalmol Vis Sci 1984. Shawn DH. Drug Saf 1995. Valoti M. Gokalp A. Roelofse JA. 139. Inhalation of levomepromazine in severe acute asthma. Shin JG. Plant JR. Soukhova N & Flockhart DA. JPMA J Pak Med Assoc 1994. Nephrologie 1994. Revilla M. Alimemazine (Vallergan) an alternative to traditional hypnotic drugs. A double blind randomized comparison of oral trimeprazine-methadone and ketamine-midazolam for sedation of pediatric dental patients for oral surgical procedures. 94(2):43-8. Venables PJ . Fenig E. Piette J. Biochem Pharmacol 1999. Neurol Neurochir Psychiatr Pol 1966. Moyes DG. Price EJ. 15(2):158-62. Patt RB. Dormagen C. 45(11):1163-4. 141. Rousseau A. Ramos J. Matern Infanc (Sao Paulo) 1970. Tidsskr Nor Laegeforen 1975. Neme B. Roy S. 27(9):1078-84. Toxicol Appl Pharmacol 1999. Van der Walt JH. The neuroleptics as adjuvant analgesics. Menegoci JC. Antipsychotic drugs which elicit little or no parkinsonism bind more loosely than dopamine to brain D2 receptors. Priapism induced by chlorpromazine. Extrapyramidal reaction secondary to oral promethazine. Della Corte L. 6(5):449-57. Mutlu N. Puttick N. 62(3):253-7. scopolamine and cinnarizine: comparative time course of psychological performance effects. Klin Wochenschr 1985. Drug Metab Dispos 1986. Turkan S. Salhab AS. 140. 24(5):97982. 140(4):421-8. Rodnight R. Promazine. Louw LR. Yokoi T. 63(9):428-32. Lancet 1994. 897. Dumeirain F. Satoh T. Andreoli V. Knudsen F. In vitro and in vivo study of the antithyroid side effects of trimeprazine. 112. Seeman P. Calcif Tissue Int 1999. Theralene as an antipsychotic drug in the light of our clinical observations. 58(8):1229-36. Matsumoto H. Toxicity of promazine and chlorpromazine to isolated rat hepatocytes and its modification by liposome entrapment. Villa LF. 113. Poisoning from dermal absorption of promethazine. 3(1):83-5. Gonzalez-Riola J. Wien Klin Wochenschr 1982. Br J Anaesth 1973. 16(6):576-8. Isobe A. Weizman A. Noblet C. Gervas JJ. Daoust M . Br J Psychiatry 1995. Wesnes K. Lyngborg K. surgery. Inoue K. Psychopharmacology (Berl) 1987. A major plasma metabolite of chlorpromazine in a population of chronic schizophrenics. Effect of antipsychotic drugs on human liver cytochrome P-450 (CYP) isoforms in vitro: preferential inhibition of CYP2D6. Treatment of pain in burn patients. 134. Remy AJ. Khawaja O. In vitro cross-linking of bovine lens proteins photosensitized by promazines. 12(31):1941. Acute interstitial granulomatous nephropathy secondary to the administration of a phenothiazine: cyamemazine. 120. Beilby WJ. 123. Moneti G. Simonoff EA. 130. Hermann P. 132. 118. Saragoça. Michel H. Lachatre G. 144. Calberg-Bacq CM. Hellenbrecht D. Saller R. 158(2):125-31. Pharmacology 1986. Balsamo SB. Clin Pharm 1984. 7(4):373-6. Nardini M. Pies RW. Javed MA. Ninci R. Decuyper J. Ohashi N. Psychopharmacology (Berl) 1998. Galland S. Case report. Juhl RP. Roelofse PG. Kume T. Sgaragli G. Yen M. Santo-Domingo CJ. 53(2):152-3. 15(3):265-6.Photosensitized cross-linking of erythrocyte membrane proteins. Drug Metab Dispos 1999. Presslich O. Eur J Gastroenterol Hepatol 1995. 133. Stores G. 4:5. Kroboth FJ. CYP2D6 is the principal cytochrome P450 responsible for metabolism of the histamine H1 antagonist promethazine in human liver microsomes. 128. Levomepromazine (Nozinan) and pain therapy in acute myocardial infarction. 129. American Psychiatric Press. A clorpromazina em psiquiatria. Lauret P. 119. Ann Med Nancy 1965. 35. Rico H. Rager P.N. 65(4):272-5. Controlled trial of trimeprazine tartrate for night waking. Can Med Assoc J 1983. Weizman R. Cosculluela D. Ed Acribia. Pharmacogenetics 1996. Sauvage MF. MacLeod DB. 16(10):1173-7. Possible role of cyamemazine Presse Med 1983. Trad espan. Shimada N. Walcher R. Bol Hosp Jul Mor 1955. d'Alche-Biree F. Malignant hyperpyrexia caused by trimeprazine. Dujovne CA. Nielsen FE. Brown KW. Sep-Kowalik B. densitometric. 25(5):573-80. 114. Psicofarmacologia Clinica. Biol Pharm Bull 1993. Chem Biol Interact 1983. 116. 14(2):263-6. 12(4):28390. 136. Sampaio N. 142. Arch Dis Child 1987. Ortiz MFB. Ribstein J. 45(1):3-11. Inpatient withdrawal treatment of heroin addicts with neuroleptics. Mitchell AC. McGuigan MA. Hemet J. Novo JL. J Pain Symptom Manage 1994. Inhalation of levopromazine (Nozinan) in the treatment of status asthmaticus. Washington. Cross hepatotoxicity between tricyclic antidepressants and phenothiazines. 107. 29(4):425-9. Dufour DG. Friedman J. 47(2):73-84. 135. 127. Nazir S. 4:650-7. Francois A. 106. 115. Ozkurkcugil C. 110. 1972. and histomorphometric experimental study. Cyamemazine decreases ethanol intake in rats and convulsions during ethanol withdrawal syndrome in mice. Marquet P. Ugeskr Laeger 1995. Van de Vorst A. Rozas A. Ann Emerg Med 1994. Culha M. Miyataka H. The effect of premedication on the incidence of postoperative vomiting in children after E. 124. Tonnel M. Interaction of chlorpromazine with tricyclic anti-depressants in schizophrenic patients. Lader M. Promethazine. yet occupy high levels of these receptors. Deviers D. 146. Pedersen JE. Kamataki T. 122. Mol Psychiatry 1998. Banning A. Nielsen SL. Reddy S. Olsen AK. 138. Ugeskr Laeger 1989. 44(3):275-87. Godin M. Drug hepatitis. Moher D. Olsen A. Schwinghammer TL. Legrand E. Effects of promethazine on bone mass and on bone remodeling in ovariectomized rats: A morphometric. Smith NA. Nordenberg J. Pedersen JE. Can Med Assoc J 1984. Hernandez ER. Effects of psychotropic drugs on cell proliferation and differentiation. Methotrimeprazine for burn patients. Proper G. 157(26):3770-1. 1998. 166(6):822-3. Banning AM. Drug-induced lupus. Chlorpromazine-induced retinopathy. Parrott AC. 3(2):123-34. Methotrimeprazine versus meperidine and dimenhydrinate in the treatment of severe migraine: a 35 . 131. Pageaux GP. Handbook of Essential Psychopharmacology. 111. Naassila M. Nakamura K. Arch Neurobiol (Madr) 1984. 33(6):311-21. Response of a promethazineinduced coma to flumazenil.T.

Cheng NY. Vilalta J.. J Intern Med 1993. Dados preliminares sobre os resultados obtidos com a clorpromazina em Psiquiatria (71 casos). Wasfy A. Baumann P. clomipramine and neuroleptics in phenotyped patients. Effects of neuroleptic treatment on cortisol and 3methoxy-4-hydroxyphenylethyl glycol levels in blood. Tokunaga Y. Richer S. Bertschy G. Nippon Hoigaku Zasshi 1997.Life Sci 1999. 32(1):29-37. Ban TA. ciclofenazina. Recassens C. Effect of promethazine on lumbar vertebral bone mass in postmenopausal women. A survey of drug utilization in psychiatric hospitals in Japan: the basic analysis of the current status of prescription patterns. 174. 88(17):674-6. Mosnaim AD. and amisulpride in schizophrenic patients. 96(15):1112-3. Wojcikowski J. Taiminen T. Kao Hsiung I Hsueh Ko Hsueh Tsa Chih 1995. 149. Transplant Proc 1990. J Anal Toxicol 1998. Wolf ME. Attempt at a study of the effect of aminopromazine (3828 RP) on uterine cervix dilation. Psychotropic drug prescription in a psychiatric university hospital. Wicomb WN. Can Med Assoc J 1967. Study of a non-barbiturate hypnotic "FH 040-3" (mepronizine) in a psychiatric setting. 164. Nakazato P. 153. Causam menos sedação e hipotensão. 156. Oliver DJ. randomised study to assess efficacy. Ikegami N. B) Fenotiazinas Piperazínicas A piperazina é substância ainda hoje empregada como um eficaz vermífugo que age por bloqueio da atividade neuromuscular no Ascaris lumbricoides e Enterobius vermicularis. 22(2):166-8. Successful 20-hour rat liver preservation with chlorpromazine in sodium lactobionate sucrose solution. 154. Citalopram causes no significant alterations in plasma neuroleptic levels in schizophrenic patients. Tishler PV. Drug-induced liver disease--a review of 14 cases. Paillere-Martinot ML. Garcia-Giralt M. Subra G. Kamijima K. Raby C. Improved liver preservation with UW solution by chlorpromazine donor pretreatment. Trichard C. Lehmann HE. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol 1993. Wik G. Takorabet L. Suicide with the veterinary drug acepromazine. Voirol P. 111(2):415-21. Cirera E. 167. 17(6):386-8. Sundberg R. Niemi H. Miyaoka H. 173. 48(6):601-8. Support Care Cancer 1997. Pharmacol Res 1995. clozapine. 163. 171. 165. clonidine and levomepromazine in the treatment of opiate abstinence syndrome: double-blind clinical trial in heroin-addicted patients admitted to a general hospital for organic pathology. Ahola V. Lancet 1987. European Neuropsychopharmacology 1997. Ropars A. Vandel S. 155(4):505-8. Wasfy A. Sykes NP. Baba K. Vizzotto S. dixirazina. 110(1):80-6. 31(6):347-53. 5(6):500-3. J Int Med Res 1997. Berk MA. Jitsufuchi N. 49(6):453-62. controlled trial. 234(2):143-8. 169. Bonin B. 20(11):1201-5. metofenazina. 51(6):417-22. 162. Baumann P. 100(1):51-68. Bouquet S. Yamauchi K. Syrek M. 168. 155. Phenothiazine-induced increasein thyroid autoantigens and costimulatory molecules on thyroid cells: a pathophysiological mechanism for drug-induced autoimmunity? Clin Exp Immunol 1998. Tomchinsky RB. Siauw CP. dois parasistas comuns nas infestações por nematóides em nosso meio. Monnet F. Fluvoxamine and fluoxetine: interaction studies with amitriptyline. Noyer J. Liu JD. 65(2):207-14. Ahren B. 56(5):469-79. Nesta seção serão examinadas dezesseis substâncias pertencentes a este grupo com ação antipsicótica: acetofenazina. Martinot J. Ann Emerg Med 1991. 144(3):425-9. 166. Legros P. cost effectiveness and quality of life following single-fraction radiotherapy. 150. Imamura T. As fenotiazinas piperazínicas têm um perfil de efeitos adversos diferente das alifáticas. the enzyme that is deficient in intermittent acute porphyria. 31(8):365-7. Tracqui A. Gynecol Obstet (Paris). Concepcion W. Plasma concentrations of antipsychotic drugs in psychiatric inpatients. 151. J Endocrinol 1995. 1967 Sep-Oct. 157. com ação antipsicótica e efeitos extrapiramidais acentuados. J Anal Toxicol 1993. Med Clin (Barc) 1987. Binding of antipsychotic drugs to cortical 5-Ht2A receptors: a PET study of chlorpromazine. Gynecol Obstet (Paris). Liao LY. 1955. Syrek M. Ondansetron versus a chlorpromazine and dexamethasone combination for the prevention of nausea and vomiting: a prospective. Seishin Shinkeigaku Zasshi 1998. Goes JF & Fiore LJ. Saarijarvi S. Stasiuk L.67(5):553-8. Toxicological data in a fatality involving cyamemazine. Pol J Pharmacol 1996. Isotonic methotrimeprazine by continuous infusion in terminal cancer care.66(4):483-8. 11(4):213-9. Stowell LI. 25(1):24-32. Meister P. Sechter D. Garcia-Esteve L. Mangin P. Ohtsuka Y. Sykes AJ. Francois T. Wojcikowski J. Jamey C. perazina. Salokangas RK. Syvalahti EK. Lehto H. Esquivel CO. Robert PA. Lin SY. Warnes H. Surgery 1991. Arq Dep Assist Psicop Est S Paulo. Methadone. 21:234. Ar'Rajab A. 152. Dahl ML. O perfil do grupo assemelha-se muito ao de butirofenonas com fraca ação alfadrenérgica e muscarínica. perfenazina. 159. butaperazina. carfenazina. mas são potentes bloqueadores dopaminérgicos centrais (de potência intermediária a alta). Attar-Levy D. Promazine pharmacokinetics during concurrent treatment with tricyclic antidepressants. 1968 Nov-Dec. 161. Svenson KA. 160. Ikeda N. Adynamic ileus during psychoactive medication: a report of three fatal and five severe cases. The effect of therapeutic drugs and other pharmacologic agents on activityof porphobilinogen deaminase. Treserra J. Cutaneous and ocular changes associated with the use of chlorpromazine. oxaflumazina. Wang CK. têm efeitos anticolinérgicos muito fracos. flufenazina. Encephale 1967. Tokunaga H. Kiltie AE. 170. Oros L. 172. Pharmacopsychiatry 1999. Tyan ML. Kudo K. Combination in perfusion of a spasmolytic phenothiazine derivative (aminopromazine) and oxytocics in hemorrhage from low insertion of the placenta. 36 . Effect of carbamazepine on the pharmacokinetics of promazine. Pol J Pharmacol 1997.randomized. clorimpifenina. Charreire J. 22(2):508. Daniel W. Bizouard P. Chen PH. Daniel WA. 148. Wang CS. 7(1002):S121-S122. Pharmacological characterization of dopamine D3 and D4 receptor ligands. Am J Psychiatry 1998. Stewart AL. Collins GM. 158. Kintz P. 1(8529):393-4.

10-(3-(4-(2-hidroxietil)-1piperazinil)propil)fenotiazin-2-il metil. ACETOFENAZINA (ACEPHENAZINE. 3-n-Butiril-10-(3'-N-metil-piperazino-N'propil)fenotiazina ou: 2-Butiril-10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil)fenotiazina ou: N-(gama-(4'-Metil-1'-piperazinil)propil)-3butirilfenotiazina ou: 1-(10-(3-(4-Metil-1-piperazinil)-propil)-10Hfenotiazin-2-il)-. ACETOPERFENAZINA. sonolência. maleato (1:2) (sal) ou: (SCH 6673). apenas encontram-se em comercialização como antipsicóticos no Brasil a flufenazina (cloridrato para uso oral e enantato. MUTABON) e a tioproperazina (MAJEPTIL). ACETOPHENAZINE.dimaleato de.nona ou: 37 . inquietude. Destas. (CAS RN 2751-68-0. 122). No Exterior: TINDAL (Canadá) . tiopropazato.2C4-H4-O4. dimaleato). 10-(3-(4-(2-hidroxietil)-1piperazinil)propil)fenotiazin-2-il metil. 262). 5714-00-1. como medicação coadjuvante nas depressões ansiosas (123) além do clássico emprego como antipsicótico (40. para uso oral: STELAZINE). tioproperazina e trifluperazina. Do mesmo modo que a perfenazina e a trifluoperazina.ou: 2-Acetil-10-(3-(4-(2hidroxietil)piperazinil)propil)-10H-fenot-iazina dimaleato ou: Cetona. 40 a 80mg (53.1-butanona ou: 1-(10-(3-(4-Metil-1-piperazinil)propil)fenotiazin2-il)-1-buta. 1-(10-(3-(4-(2-hidroxietil)-1piperazinil)propil)-10H-fenotiaz-in-2-il).(Z)-2butenodioato(1:2)(sal) ou: Etanona. base.1-(10-(3-(4-(2-hidroxietil)-1piperazinil)propil)-10H-fenotiaz-in-2-il)-. para aplicações intramusculares de depósito: ANATENSOL. Não disponível comercialmente no Brasil. convulsões. No passado já foram aqui comercializadas a perfenazina (em associação com a amitriptilina. Foi muito utilizada no Canadá. onde até recentemente permanecia licenciada para uso humano. incluem fadiga. ganho de peso. Os efeitos adversos mais comuns. dimaleato: C23-H29-N3-O2S. Antipsicótico típico de potência intermediária com poucos efeitos autonômicos e perfil muito semelhante ao da perfenazina. dimaleato ou: Cetona. tietilperazina. tremores e efeitos extrapiramidais em geral. FLUFENAN e ANATENSOL DÉPÔT. Na antiga classificação dos neurolépticos da escola francesa. DD: 20 a 40mg. foi sugerida em doses baixas.proclorperazina. como quase todos os demais derivados fenotiazínicos piperazínicos. PHENTOXATE) BUTAPERAZINA (BUTAPERAZINE) 10-{3-[4-(2-hidroxietil)-1-piperazinil]-propil}fenotiazin-2-il maleato de metilcetona ou: Etanona. era incluída entre os neurolépticos “ativadores” e chegou a ser sugerida para uso em crianças e adolescentes autistas mas nunca se chegou a confirmar uma utilidade diferencial nesta indicação (53). FLUFENAN DÉPÔT) e trifluoperazina (dicloridrato. comp 20mg. FM: C23-H29-N3-O2-S. este último um potente neuroléptico recomendado exclusivamente para uso hospitalar.

não só na Polônia (133. PROQUETAZINA) 4-[3-(2-propionil-10-fenotiazinil)-propil]-1piperazina etanol maleato ou: (WY-2445). Também foi com ensaios utilizando a butaperazina que Garver e colaboradores demonstraram que as concentrações da droga nos eritrócitos sanguíneos poderiam constituir um parâmetro mais confiável do que as concentrações plasmáticas. Seus achados foram confirmados por Kolbe e sua equipe que constataram altos níveis estriatais e mesolímbicos de ácido homovanílico e ácido 3. Como outras fenotiazinas piperazínicas.ou: 1-Butanona 1-(10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil)fenotiazin-2-il). Eles explicaram as reações distônicas. FM: C24-H31-N3-O-S Introduzida na década de 60 como boa parte dos antipsicóticos fenotiazínicos mais recentes.ou: (AHR-712)(Bayer 1362) (CAS RN 653-03-2 ). 52. 91). as fenotiazinas piperazínicas costumam causar efeitos extrapiramidais muito mais freqüentes e intensos que as alquilamínicas e possuem menor ação anticolinérgica que estas. MEGALECTIL. RANDOLECTIL. REPOISE. 222. como resultado da exposição de receptores normais ou supersensibilizados a uma liberação sináptica aumentada de dopamina (157). 50 a 400mg (63). 24 a 48 horas após a administração de uma única dose de butaperazina a ratos (40mg/kg de peso). 121. 89. 147). além do emprego como antipsicótico tanto na Esquizofrenia Crônica quanto Aguda (31. 51. que ocorriam na maioria das vezes no período crítico de 20 a 28 horas. TYRYLEN (Alemanha) . RIKER 595. não teve sua experimentação clínica sistemática ampliada (25). Não disponível comercialmente no Brasil. Fenotiazina de potência intermediária. (CAS RN 2622-30-2 ) FM: C24-H31-N3-O2-S. Até recentemente encontrava-se licenciada como antipsicótico no Canadá (PROKETAZIN). Entretanto. 278). que durante o “boom” das substâncias neurolépticas.maleato de. 234. confirmando um aumento do "turn-over" da dopamina. DD: 25 a 400mg (53). 38 . desde o final dos anos 60. Não disponível comercialmente no Brasil. 95.1-Butanona. A constatação de que as reações distônicas com a butaperazina ocorriam na fase declinante das concentrações plasmáticas levou Garver e seus colegas a sugerirem que tais reações seriam conseqüência da perda do balanço dopamino-colinérgico em drogas com potência diferente nas duas ações de bloqueio (90). 152) e na antiga Checoslováquia (306) como também nos países ocidentais (58. chegou a ser bastante ensaiada em pacientes esquizofrênicos. Como já foi dito. A butaperazina aumenta a liberação de prolactina por bloqueio dopaminérgico túberoinfundibular como todos os demais antipsicóticos típicos (106). RIKER 59S. também foi aplicada em baixas doses como medicação ansiolítica alternativa (260). No Exterior: PROKETAZIN(Wyeth)(Canadá)(USA) maleato de carfenazina. CARFENAZINA (CARFENAZINE.4dihidroxifenilacético. No Exterior: EMEREX. PROKETAZINE. 100 a 400mg (262) . 111. 1-(10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil)-10H-fenotiazin-2-il). correlacionando-se melhor com a eficácia terapêutica (43.

2Cl-H (dicloridrato) Fenotiazina com um radical terminal imidazolidinônico (imidazolidona ou etilenouréia. CHLORIMPIPHENINE. 186). embora neste caso não vinculada a uma estrutura tricíclica como nesta fenotiazina e com anel piperidínico ao invés de piperazínico no caso do atípico.1-(2-(4-(3-(2-cloro-10Hfenotiazin-10-il)propil)-1-piperazinil. situam-se artigos nacionais com seu emprego na Esquizofrenia Crônica (190) e até como ansiolítico em quadros não-psicóticos (189.l)-3-metil-2-imidazolidinona ou: (ASTA P 4241) (NSC 113426). Tem destacado efeito ansiolítico com atividades 39 . Alemanha. DIXIRAZINA (DIXIRIDAZINE. 2-(2-(4-(2-metil-3-fenotiazin-10-ilpropil)1-piperazinil)etox-i).)etil)-3-metil-2-imidazolidinona ou: 1-(2-(4-(3-(2-Clorofenotiazin-10-il)propil)-1piperazinil)eti. Trata-se de um neuroléptico fenotiazínico com estrutura ciclopiperazínica que não alcançou pleno desenvolvimento clínico como antipsicótico sendo utilizado exclusivamente como agente antidopaminérgico central em ensaios laboratoriais (86). É citada na revisão de Caruso Madalena (186). do sertindol (antipsicótico atípico do grupo imidazolidinônico). com relato de sua experimentação clínica. Entre as raras referências da literatura. Não disponível comercialmente no Brasil.iazina ou: (2-Metil-3-(1-hidroxietoxietil-4piperazinil)propil)-10-fenot-iazina ou: 2-(2-(4-(2-Metil-3-fenotiazin-10-ilpropil)-1piperazinil) etóx-i) etanol ou: (UCB 3412)(BRN 0768050). IMICLOPAZINE) 2-Imidazolidinona.)etil)-3metil-.dicloridrato ou: 2-Imidazolidinona. dicloridrato ou: 1-(2-(4-(3-(2-Cloro-10H-fenotiazin-10-il)propil)1-piperazinil. Não disponível comercialmente. (CAS RN 7224-08-0) FM: C25-H32-Cl-N5-O-S.C25-H32-Cl-N5-O-S.ou: 10-{12-metil-3[4-(hidroxietoxi-etil)-1piperazinil]-propil}-fenotiazina ou: 10-(2-Metil-3-(1-hidroxietoxietil-4piperazinil)propil)fenot-iazina ou: 2-(2-(4-(2-Metil-3-(10H-fenotiazin-10il)propil)piperazin-1-il-)etóxi)etanol ou: 10-(3-(4-Hidroxietoxietil-1-piperazinil)-2metilpropil)fenot. Introduzida nos anos 60 na Europa (Bélgica.l)-3-metil-. Itália e países escandinavos). C3H6N2O) em sua cadeia lateral piperazínica. 25 a 150mg (262). Cite-se também o artigo alemão de Reimer & Christiani (241) de 1967.CICLOFENAZINA (CYCLOPHENAZINE) 10-[3-(4-ciclopropil-1-piperazinil)-propil]-2trifluorometil)-10H-fenotiazina. No Exterior: Antigo PONSITAL (Alemanha). DIXYRAZINE) CLORIMPIFENINA (CHLORIMIPHENE. Sua estrutura lateral assemelha-se à Etanol. 305). 1-(2-(4-(3-(2-clorofenotiazin10-il)propil)-1-piperazinil)eti. mas na verdade foi muito pouco estudada. (CAS RN 2470-73-7) FM: C24-H33-N3-O2-S DD: 30 a 150mg (16. Chegou a alcançar comercialização na Europa. CHLORIMIPIPHENINE. dicloridrato ou: (Lilly 60284).

É tão fototóxica quanto à perfenazina. 1 a 3ng/mL (72). No Exterior: ESUCOS . 1 a 15mg VO e 12. ao contrário do haloperidol e da perfenazina. 2 a 15mg VO (262). mostrou ser mais eficaz e melhor tolerada do que clomipramina isoladamente no Transtorno do Pânico em estudo norueguês recente (80). acima de 1ng/mL (175). clorprotixeno e clorpromazina e pelo menos 4 vezes mais que a prometazina e 7 vezes mais do que a promazina (75).ou: 1-Piperazinoetanol. 2. Utilizada na Itália em associação com a amitriptilina no tratamento da Depressão Ansiosa (185). por exemplo. por exemplo.5 a 20mg VO. é dotada de ações citotóxicas (255) e antimicrobianas in vitro (27). perazina. ainda que reversível com 2 meses de interrupção do tratamento. desde que foi proposta a hipótese de uma “up-regulation” desbalanceada dos receptores D2 no striatum na a etiologia da Discinesia Tardia.nol ou: (SQ 4918) (SQ 16144)(SK&F 7172-A2). trifluoperazina. É um antipsicótico de alta potência com ação de antagonismo em receptores dopaminérgicos de subtipo D2 e D1.ou: 1-Piperazinoetanol.antipsicótica e extrapiramidal fracas.13 a 2. alopécia e despigmentação capilar. com o uso de antagonistas D2 potentes e exclusivos. PHTHORPHENAZINE) 1-Piperazinoetanol. 1 a 2.ometilfenotiazina ou: 1-(2-Hidroxietil)-4-(3-(trifluorometil-10fenotiazinil)propil. 5 a 60mg VO e 12. 4-(3-(2-(trifluorometil)-10Hfenotiazin-10-il)propil).ol ou: 4-(3-(2-Trifluorometil-10-fenotiazil)-propil)-1piperazinoeta. (198). o poder de simultâneo bloqueio de D1 como tipicamente se constata.2 a 3ng/mL (198). determinada.iazina ou: 10-(3'-(4"-(beta-Hidroxietil)-1"-piperazinil)propil)-3-trifluor. mas registrada somente com o uso de altas doses (237). 2 a 20mg VO (232). 5 a 40mg VO (135). Em outro estudo a associação com imipramina alcançou melhores resultados do que imipramina/placebo ou imipramina/diazepam em pacientes ambulatoriais com Depressão Maior primária não-agitada (81). passou a ser vista como propriedade desejável para um antipsicótico. com a clozapina.l). a flufenazina. blefaro-conjuntivite.5 a 40mg VO (146).5 a 100mg IM 3/3 semanas (decanoato) (258). 0. Por via oral alcança baixa biodisponibilidade que pode ser aumentada com a ingestão de alimentos (176).5 a 50mg IM. como outras fenotiazinas. Como se sabe. Já esteve implicada em agranulocitose (254) e em pelo menos 4 casos de grave reação dermatológica com ictiose. Também demonstrou a propriedade. com notável potência entre outros neurolépticos. 0.ou: 40 .8ng/mL (136).comps de 10 e 25mg.2 a 2ng/mL (232). Níveis Terapêuticos (NT): 0. Tem potente ação antiemética e. 4-(3-(2-(trifluorometil)-10Hfenotiazin-10-il)propil). (CAS RN 69-23-8) FM: C22-H26-F3-N3-O-S DD: 0.ou: 2-(Trifluorometil)-10-(3-(1-(beta-hidroxietil)-4piperazinil)propil)fenotiazina ou: 4-(3-(2-(Trifluorometil)-10H-fenotiazin-10il)propil)-1-pipera. 10-(3-(4-(2-hidroxietil)-1piperazinil)propil)-2-(trifluorometi.)-piperazina ou: Fenotiazina. por esta propriedade. A associação dixiridazina/clomipramina. bloqueadores seletivos D2-like (100). Não disponível comercialmente no Brasil.25mg/k VO (175).20 a 0. 4-(3-(2(trifluorometil)fenotiazin-10-il)propil). drogas com ação praticamente desprezível em D1 (143) ou da sulpirida e outras benzamidas. Tem menos efeitos adversos que a clorpromazina mas a sensação de fadiga é uma queixa comum no início do tratamento. vem sendo empregada por via endovenosa na Escandinávia na profilaxia das náuseas e vômitos do pósoperatório (155) e da quimioterapia (286) em crianças e adultos. Além das propriedades antipsicóticas em seres humanos. 10-{3[4-(2-hidroxietil)-1-piperazinil]-propil}-2trifluormetil-fenotiazina ou: 10-(3-(2-Hidroxietil)piperazinopropil)-2(trifluorometil)fenot.8ng/mL (146). 0.zinoetanol ou: 4-(3-(-Trifluorometil-10-fenotiazil)-propil)-1piperazinoetan. em inibir a formação de úlceras de stress nos animais de FLUFENAZINA (FLUPHENAZINE.

esta fórmula. com meia-vida terminal de eliminação de 33.comps nortriptilina 10mg + flufenazina 0. além de contornar problemas de absorção gastrintestinal (pequena proporção de pacientes) e do intenso metabolismo de primeira passagem que sofrem todas as fenotiazinas. Em associação com a amitriptilina ou nortriptilina. O uso de preparados dépôt pode dar a eles a oportunidade de fazer do seu tratamento uma questão mais pessoal. sentindo-se protegida e concretamente atendida. 250. a não obediência às prescrições orais por parte dos pacientes e os graves e repetidos conflitos entre familiares que o fato costuma gerar. 295). Quanto a sua ação na atividade das isoenzimas do citocromo P 450. nunca alcançaria comercialização em nosso país. ao contrário das fenotiazinas alquilamínicas ou alifáticas (110). a CYP 1A2 (264).1 +/. estudo recente demonstrou que contribuem com apenas 1% para a ação de bloqueio dopaminérgico final. como o primeiro neuroléptico a ser apresentado na forma do sal enantato em preparação de depósito ("dépôt"). embora muito pouca nos receptores muscarínicos colinérgicos e histaminérgicos H1. A utilização do dépôt garante a continuidade do tratamento em pacientes com baixa adesão. para muitos pacientes esquizofrênicos.5h. 41 . e o próprio médico encarregando-se de aplicar o medicamento.experimentação (doses eficazes até 100 vezes menores que a clorpromazina. com a conseqüente redução das reinternações. como medicação ansiolítica em doses baixas (49. Talvez por isto lhes tenham sido atribuídas pela escola francesa propriedades “ativadoras” que os tornaria particularmente úteis nos pacientes crônicos com sintomas negativos. registrandose apenas maiores efeitos extrapiramidais (55). porém. objetivo primordial a médio e longo prazo do tratamento da Esquizofrenia.8 +/. 243. além de garantir maior eficiência e menor chance de falhas e/ou complicações ao tratamento. Os antipsicóticos de alta potência costumam ser menos sedativos e causar menos hipotensão e efeitos atropínicos que os de baixa potência. Celebrizou-se. Os principais metabólitos ativos (hidróxido e derivado N-desmetilado. especialmente nos “metabolizadores rápidos”. 101. 316). razão do agravamento da enfermidade com freqüentes rehospitalizações. portanto. Entretanto. relativizando a utilidade absoluta do contrôle das concentrações plasmáticas da drogamãe e dos metabólitos mais comuns (119. também foi sugerida. embora represente inequívocas vantagens em termos de duração de ação e tolerabilidade. foi muito ensaiada e utilizada como coadjuvante no tratamento das depressões ansiosas (168. Também foi considerada opção superior ao haloperidol no tratamento dos "tics" na Síndrome de Gilles de La Tourette (269) e. com o paciente trazendo as ampolas à consulta. Estas vantagens. inclusive no Brasil (MOTIVAL. transforma-se. Também tem sido preconizada para a tensão pré-menstrual (223) e dos quadros ansiosos do climatério feminino (56).0. que costumam se correlacionar bem com suas concentrações cerebrais (09). a mensuração dos níveis plasmáticos da lipofílica flufenazina (128). Na abordagem conhecida como "neuroleptização rápida”. assim. mostram forte ação em D2 e receptores alfa1adrenérgicos (109). Por via oral. do mesmo modo que a grande parte dos antipsicóticos. além do emprego como antipsicótico (320). com ação prolongada a ser renovada por aplicações intramusculares quinzenais. Em nossa experiência. propiciando níveis mais estáveis de concentrações plasmáticas. colaborando para sua reabilitação psicossocial. à semelhança de outras fenotiazinas piperazínicas. 299).5mg) (227. que logo foi ensaiada no Brasil (183. a administração parenteral do cloridrato não demonstra vantagens em termos de rapidez ou intensidade da eficácia antipsicótica. Na fase de manutenção em regime ambulatorial. estimulando uma participação mais responsável do último e. 307). inibe a atividade da isoenzima CYP 2D6 do citocromo P 450.8. alternativa para esquizofrênicos com alucinações refratárias (15). 202. mas não o sulfóxido). Há evidências de que seu metabolismo possa sofrer considerável variação interindividual dando lugar à formação de diferentes metabólitos com graus variáveis de atividade. A maioria dos pacientes costuma reagir positivamente a esta alternativa. 301). sugerida na terapêutica dos quadros agudos graves. além de neuropatia diabética (13. mas também. apenas entre ele e seu médico. 298). costuma ser um fator extremamente poderoso para fortalecimento da relação médicopaciente. têm sido ressaltadas. a tioridazina e a espiperona) (112). 206) e Síndrome do Cólon Irritável (163). bastando.1h (205). em menor proporção. Após a ingestão de uma dose oral única do cloridrato de flufenazina por voluntários adultos saudáveis verifica-se pico plasmático em torno de 2. possivelmente. embora somente em doses baixas (134. Mais tarde seria introduzida a forma decanoato (159) que. o que pode explicar diferenças de resposta clínica nos indivíduos com doses iguais.

48. Embora não haja evidência da superioridade em eficácia antipsicótica de um preparado sobre outro (28. como já foi dito. Com a forma decanoato. Recente levantamento nos 21 hospitais sob a responsabilidade do Escritório Regional de Saúde Mental do Estado de Nova Iorque revelou que preparados dépôt ocupavam de 12 a 39% das prescrições de neurolépticos para pacientes hospitalizados (50). que estas formulações exigem um período em torno de 3 meses para a obtenção de concentrações plasmáticas estáveis ("steady state"). ou ao contexto sócio-familiar (277. 318) ou as aplicações espaçadas (42) de forma gradual. flufenazina. As doses de dépôt são em geral calculadas em torno de 10 a 15 vezes a dose oral diária eficaz. à personalidade pré-mórbida. parece ter abandonado a iniciativa (150. Entretanto. Heresco-Levy e sua equipe de Jerusalém. 314). planta rica em lecitina. comodidade e segurança. calcula-se que para uma dose oral diária de 2. seriam necessários aproximadamente 25mg quinzenais de enantato. inclusive em nosso meio (14. 113.. flupentixol. perfenazina. 118. as doses médias utilizadas podem ser significativamente reduzidas (116. Hungria. É sabido que as melhores preparações dépôt são obtidas com os ésteres do ácido decanóico. dissolvidos em viscóleo ou óleo de sésamo (óleo extraído das sementes da Sesamum indicum L. bastante investigado desde 1964 (227). nunca chegou a ser por aqui comercializado.6 dias após uma única injeção (137). e contribuindo para reduzir muito o risco de Discinesia Tardia. Mais recentemente. constata-se grande subutilização do dépôt. 194. É preciso lembrar. palmitatos e undecilinatos: pipotiazina). mas o Institute for Drug Research de Bupapeste. A periodicidade das aplicações situa-se entre 1/2 (enantatos e fluspirileno) ou 3/4 semanas (decanoatos: bromperidol. 296. 171). sendo preterido pelo enantato de flufenazina. de até 6. há notícias de pacientes mantidos livres de sintomas com doses muito menores.repetida e enfaticamente.5mg de cloridrato. na literatura especializada (64. Estes ácidos de longas cadeias moleculares. o pico plasmático com o enantato é obtido em 2 a 3 dias e a meia-vida aparente de eliminação alcança de 3. apesar de originalmente experimentado no Brasil ainda na década de 70 por Caruso Madalena (187) e da comodidade de aplicação representada. considerando todas as suas vantagens em termo de custo. o decanoato além da comodidade de maior intervalo nas aplicações. Não faltam defensores para a utilização do dépôt nas reagudizações da Esquizofrenia e não somente na fase de manutenção (04) e este parece ser um fato consumado aqui e alhures. até que se possa estabelecer com segurança a dose ótima de manutenção. 289). porém. o que representa eficácia mais constante além de melhor tolerabilidade diante de maior oscilação das concentrações com a preparação enantato (153). 130. Estudos recentes têm demonstrado que as recidivas nestes pacientes. embora nem sempre considerada ou investigada. 240).8 a 9. sem justificativas racionais para o fato. Por este motivo. houve tentativa de introdução internacional do éster isobutírico da flufenazina ou isobutirato de flufenazina (composto GYKI22441 ou Flufenazina-4-clorofenoxi-isobutirato éster). com propriedades antioxidantes) são absorvidos lentamente do tecido muscular para sofrer rápida hidrólise. propicia curvas de concentração mais aplainadas. 173. Após uma única aplicação. sem aumento das chances de recaídas. estariam ligados a fatores próprios da enfermidade. 29). especialmente quando se leva em conta a inexistência de preparados semelhantes com os novos antipsicóticos. 131.25mg (1/4 de ampola). No caso da flufenazina. zuclopentixol. eficácia. o pico plasmático é obtido já no primeiro dia e a meia-vida aparente de eliminação alcança 6. mais do que à continuidade ou o emprego de maiores doses de antipsicóticos. encontraram três fatores significativamente preditores de recaída num grupo de pacientes ambulatoriais submetidos à redução de doses 42 . palmítico ou undecilênico que permitem aplicações mais espaçadas que os ésteres do ácido enantóico (enantatos).5 a 4 dias. haloperidol. 297. 281) além dos concomitantes abuso de álcool e drogas ilícitas (94. é necessário recorrer-se à complementação oral no início do tratamento. responsável por seu desenvolvimento. 259. 169. Contudo. comorbidade freqüente. Já nesta fase. O decanoato de flufenazina.

além de redução nas doses e espaçamento das aplicações. requerendo. Também seria uma medida a considerar na Esquizofrenia Refratária em altas doses (244). além do fluspirileno (REDEPTIN. compressas mornas podendo também fazer-se necessário o uso de analgésicos e antiinflamatórios. mas foram sugeridas a desipramina (120) e mais recentemente fluoxetina. com ou sem o concurso da medicação oral e do controle plasmático (mais útil no caso do decanoato) (193) propiciando. evitando assim as complicações da administração endovenosa ou endoarterial acidental. não é apresentado como éster. do decanoato de zuclopentixol (CLOPIXOL). pelo menos uma grande parcela de pacientes que poderiam se beneficiar muito do tateamento de uma dose mínima eficaz de dépôt (143) e que. A fim de evitar reações locais de inflamação. para ser com este injetado profundamente no músculo. Também deve se evitar massagear com vigor o local após a aplicação. correspondente ajuste de doses (98). Recorde-se que esta última tem a capacidade de elevar significativamente as concentrações plasmáticas dos antipsicóticos fenotiazínicos. 267). assim. rara tomando-se os cuidados descritos. tais refluxos são responsáveis por irritação e inflamação local. com moderação. Nos casos de reação inflamatória. Previamente à compressão do êmbulo. Convém. mas como um preparado galênico micronizado. ao longo do tempo. eventualmente relacionadas aos efeitos adversos dos preparados dépôt. eram contornadas com o uso coadjuvante de antidepressivos e/ou se necessário. No Brasil. uma difenilbutilpiperidina com longa meia-vida. todos para aplicações mensais. 2) sexo masculino e 3) curta duração dos episódios (117). lembrar que há ressalvas para o emprego de preparados dépôt em crianças menores de 12 anos e. a médio prazo. é indispensável aspirar-se algum ar para o interior da seringa (até 0. encontra-se disponível. propiciando uma lenta absorção do princípio ativo. seguramente. o decanoato de haloperidol (HALDOL DECANOATO). No exterior estão disponíveis também o decanoato de flupentixol ( DEPIXOL) (tioxanteno) e os decanoatos de flufenazina (MODECATE DÉPÔT. nas Américas. as depressões pós-psicóticas.(10mg versus 35mg de decanoato de flufenazina de 4 em 4 semanas por 2 anos). Na apresentação dépôt a flufenazina tem sido utilizada não somente no tratamento ambulatorial de manutenção de esquizofrênicos com baixa adesão (184. formando um êmbolo aéreo com a finalidade de impedir qualquer refluxo da solução. PROLIXIN DECANOATE) (com duração de ação de 3 a 4 semanas) e perfenazina (TRILAFON DECANOATE). tratando-se de preparados para uso dépôt. das hipercinesias subagudas de psicóticos maníacos. Também deve ter-se o cuidado antes de pressionar o êmbolo da seringa em certificar-se. 38) e. uma butirofenona. do que com antibióticos por via sistêmica. contribuindo para a gradual formação da espessa e dolorosa massa de fibrose observada em alguns pacientes com aplicações repetidas. o lançamento do primeiro atípico na apresentação preparado parenteral de depósito. com tecnologia de formulação inovadora: a risperidona dépôt 43 . e mais recentemente. porém. direitos e esquerdos). além do enantato de flufenazina para aplicações em intervalos quinzenais. há que se ter alguns cuidados. Este deve ser considerado o grupo com maior risco. Tradicionalmente emprega-se a imipramina nesta indicação (271). em ordem de importância: 1) história de psicose crônica. embora se tenha verificado que estas medidas não chegam a modificar a farmacocinética da preparação. menos efeitos adversos neurocognitivos e afetivos e menor risco de extrapiramidalismo (156).5 cc além do conteúdo da ampola do medicamento). como também se constitui em recurso para controle. 1. eletroconvulsoterapia. como se verá. do palmitato de pipotiazina (PIPORTIL) uma fenotiazina piperidínica. um tioxanteno. mesmo tratando-se de adultos.5 semana em média). justifica após a remissão da fase aguda uma prática generalizada de cuidadosa redução. até no manejo da conduta sexual desviante (12). esquizofrênicos (304. não podendo ser identificada a priori. de que não foi puncionado nenhum vaso. com 1 a 2 semanas. recomenda-se estrita assepsia além de uso alternado de pelo menos quatro grupos musculares (deltóides e glúteos. serão melhor tratados com punção e curativos renovados. Espera-se para breve. Além das perdas em princípio ativo. que. enduração e fibrose. O fato é que há. Abscessos eventuais que ainda assim ocorram. através de pequena aspiração adicional. Antes do advento dos antipsicóticos atípicos. 313) e deficientes mentais (10. deve-se empregar. ao contrário dos demais.

distonias agudas e tardias e Discinesia Tardia) (11.Enantato de. 201. registrando-se uma maior impulsividade suicida estreitamente relacionada à acatisia em alguns pacientes (70). 3 em 3 ou 4 em 4 semanas. comps de 25 e 100mg.5mg em associação com cloridrato de nortriptilina 10mg. sol inj. de dicloridrato de flufenazina 0. 92. Paoletti 363 (13970000) Itapira SÃO PAULO (019) 863-9500 (98) 7026 (019) 863-9580. 273). 5 e 10mg.5. VALAMINA. ANATENSOL DÉPÔT (Bristol-Myers Squibb) . como agente inibidor seletivo 44 . sol inj 25mg/ml. priapismo (83) e transtornos da coagulação (322). figura entre os antipsicóticos menos propensos a desencadear convulsões (196). 210). PROLIXIN (Canadá)(USA) (Apothecon) cloridrato de. 217. Como outros fenotiazínicos. METOFENAZINA (METOFENAZATE. 2-(4-(3-(2clorofenotiazin-10-il)propil)-1-piperazinil) etil éster ou: 2-(4-(3-(2-Clorofenotiazin-10-il)propil)-1piperazinil)etil 3. Ainda que raramente. Também foram apontadas Reações Catatoniformes (44. PROLIXINE. MODITEN ACTION PROLONGÉE (França) – enantato de flufenazina. MOTIVAL (França) dicloridrato de flufenazina. No Brasil: ANATENSOL (Bristol-Myers Squibb) .5-trimetóxibenzoato. embora na Alemanha e antiga Checoslováquia também como antipsicótico (215. PERMITIL (Canadá)(USA) (Schering/White) cloridrato de. ao lado da molindona e do haloperidol. FM: C31-H36-Cl-N3-O5-S (CAS RN 388-51-2) Parente estrutural das benzamidas. 61. para uso IM. 36).4.ou: (BRN 0773134)(T 5) . amps de 1ml c/ 25mg. além de redução do desempenho cognitivo (252). Além disso. hipertermia e Síndrome Neuroléptica Maligna (41. de.A. nas náuseas e vômitos do pós-operatório (310). 164. particularmente na forma dépôt. MODITEN (Reino Unido). para aplicações IM de 2 em 2 ou de 3 em 3 semanas. DECANOATE (Canadá).5-trimetóxibenzoato ou: 1-Piperazinoetanol. assim como o haloperidol e grande parte das fenotiazinas piperazínicas. 231). OMCA. eventualmente fatais (11. Mais recentemente vem sendo utilizado preferencialmente. ELINOL. Todavia. amp de 1ml c/ 25mg. embs c/ 25 e 50. de. 3. foi ensaiada desde os anos 60. Estes antipsicóticos. Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. 2. Bristol-Myers Squibb Brasil S. No Exterior: DAPOTUM. amp 1 e 5ml. FLUFENAN DÉPÔT (Cristália) .4. já foi implicada em retinopatia (151. tem a flufenazina tem sido responsabilizada por disfunção sexual e/ou amenorréia/galactorréia causada pela hiperprolactinemia (08. 276). amps de 1ml c/ 25mg. MODITEN (França) dicloridrato de flufenazina. na Hungria. drágeas de 1mg. SIQUALINE. comp 10mg. 216). cxs c/ 25. sol oral 4%. comps.Clor. 197. comp 1. comps de 5mg. bem como intermação.4. como regra para a quase totalidade dos antipsicóticos típicos. Depressão (60). LYOGEN. METOFENAZATO. PROLIXIN ENANTHATE. Av. Convém porém lembrar que. c/ 20 e 200. 238) e também mostra fototoxicidade alta (75). Rua Carlos Gomes 924 (04743903) São Paulo SÃO PAULO (011) 8822000 /882-2516 (011) 247-1258. PACINOL. possuem maior risco de efeitos extrapiramidais (acatisia. sol inj. TENSOFIN TRANCIN. pode também determinar icterícia colestática (125. a flufenazina é antipsicótico de alta potência.5-trimetóxi-. cxs c/ 20.decanoato de flufenazina. 96. amp de 4ml c/ 100mg. para tratamento da Depressão Maior. MODECATE DÉPÔT (França) . VESPAZINE. 107. SIQUALON. SEVINOL. 268). 93. além de ganho ponderal (139. FLUFENAN (Cristália) . 4-(3-(2-clorofenotiazin-10il)propil)-. frs. 102.Clor. 166). METHOPHENAZINE) Ácido Benzóico.enantato de.(RISPERDAL CONSTATM) já licenciada na maioria dos países europeus e países da Ásia. 3. MODECATE (Reino Unido). 47.

(16) . No Exterior: FRENOLON. 126.da calmodulina. É uma fenotiazina piperazínica trifluorada como a flufenazina. Uma pretensa pequena ação antidepressiva nunca pôde ser satisfatoriamente confirmada. hepatite aguda. PERAZINA (PERAZINE) OXAFLUMAZINA (OSSAFLUMAZINA.ou: Fenotiazina. com rápido início de ação. exigindo doses orais 2 a 3 vezes superiores às parenterais. O que não impediu. Não disponível comercialmente no Brasil ou no Exterior. Como as demais fenotiazinas. na pesquisa da fisiologia cardiovascular. logo no início da década seguinte pelo próprio Deniker e colaboradores (66. Achados. 200 a 800mg (30) NT: 100 a 230ng/mL. rabdomiólise e pancitopenia (226). Não disponível comercialmente no Brasil. com efeitos extrapiramidais talvez um pouco mais acentuados (14%) mas muito menores que os observados com haloperidol (56%) de acordo com o grande levantamento de Grohmann e colaboradores (104). Também já foi responsabilizada por casos de agranulocitose (105. Efeitos colaterais semelhantes aos da clorpromazina. mas com ação antipsicótica em potência intermediária. confirmados em outros estudos comparativos com estas duas substâncias (211. Antipsicótico de baixa a intermediária potência. investigado desde a década de 60 e muito utilizado na Alemanha desde então (256. embora com boa tolerabilidade cardiovascular. Foi introduzida no final dos anos 60 por Boissier e colaboradores (21) e clinicamente ensaiada (ensaios abertos nãocontrolados) em comprimidos de 10 e 100mg para uso oral e ampolas com 25mg para uso intramuscular. 50 a 150mg IM. mas com propriedades secundárias analgésicas. teria uma ação desinibitória ou ativadora nas faixas de dose inferiores (20 a 80mg/dia) mas nas doses superiores (150 a 300mg) um perfil completo de efeitos extrapiramidais e sedação. (CAS RN 84-97-9) FM: C20-H25-N3-S DD: 75 a 600mg.OXAFLUMAZINE) 10-(3-(4-(2-m-Dioxaniletil)-1-piperazinil)propil)2-(trifluorome-til) fenotiazina (CAS RN 16498-21-8) FM: C26-H32-F3-N3-O2-S DD: 150 a 350mg VO. 10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil). Alta taxa de ligação às proteínas do plasma (95%) como todas as drogas psicoativas com estrutura tricíclica. Seu perfil foi situado como intermediário entre a “sedativa” proclorperazina e a “incisiva” flufenazina nos termos classificatórios da antiga escola francesa. Há ensaios que encontraram eficácia equivalente e tolerabilidade extrapiramidal ligeiramente superior ao antipsicótico atípico zotepina (69). o que costuma ser mais freqüente entre fenotiazinas alifáticas (266). Tem elevada fototoxicidade. Não consta comercialização ou desenvolvimento atual. porém. anti-histamínicas e espasmolíticas. mas sofre intenso metabolismo de primeira passagem.10-(3-(4-metil-1-piperazinil)propil) ou: N-Metil-piperazinil-N'-propil-fenotiazina ou: N-(3-(4-Metil-1-piperazinil)propil)fenotiazina ou: (P 725). 311). 257). 209). Segundo observações clínicas naturalísticas. 67). 45 . que já tenha sido implicada em caso de Distonia Tardia com blefaroespasmo em paciente virgem de tratamento com antipsicóticos (181). 10-[3-(4-metil-1-piperazinil)-propil]-fenotiazina ou: 10-(3-(4-Metilpiperazin-1-il)propil)fenotiazina difendizoato ou: 10H-Fenotiazina. é bem absorvida pelo trato digestivo (22).

ETHAPERAZINE. 165). a perfenazina foi introduzida na forma dépôt (enantato) para o tratamento de longo prazo na Esquizofrenia (108) e goza ainda de prestígio na Europa. CHLORPIPRAZINE. nos países escandinavos. PSYTOMIN. Recentes comparações com a sulpirida e com zuclopentixol oral. pela Schering. 6 a 24mg (262). foram estabelecidas por Omerov (221) em 1 a 5 nmol/L e Larsen & Hansen (165) em 2 a 6 nmol/L. Tem metabolismo de primeira passagem acentuado e seu principal metabólito é o derivado sulfóxido.ou: 2-Cloro-10-3-(1-(2-hidroxietil)-4piperazinil)propil fenotiazina ou: 1-(2-Hidroxietil)-4-(3-(2-cloro-10fenotiazinil)propil)pipera-zina ou: gama-(4-(beta-Hidroxietil)piperazin-1-il)propil-2clorofenot-iazina ou: '. mas a risperidona demonstra superioridade no tratamento de reagudizações em esquizofrênicos crônicos (127). Calcula-se que até 10% dos pacientes mais idosos (por redução de hepatócitos e/ou fluxo sanguíneo hepático acentuando eventuais defeitos genéticos) seriam carentes da isoenzima CYP 2D6 (debrisoquina/ esparteina-hidroxilase). 8 a 30mg. Ainda na década de 60. mas ainda assim gozando da reputação de possuir propriedades "ativadoras" para alguns autores (191). Mais recentemente. a preparação decanoato confirmou ser mais eficaz e melhor tolerada. 8 a 20mg (16). mostrou uma eficácia e tolerabilidade muito próximas destas substâncias (172. potente inibidor da atividade desta enzima e em grau menor também da CYP 1A2 (236. A 2 vida terminal média após dose única de 5 a 6mg por via endovenosa é de 9. entre os pacientes deficientes da CYP 2D6 ("metabolizadores pobres") (179). PERPHENAZINE) 10-{3-[4-(2-hidroxietil)-1-piperazinil]-propil}2clor-fenotiazina ou: 1-Piperazinoetanol. As concentrações plasmáticas relacionadas com atividade antipsicótica sem efeitos adversos importantes. PERFENAZINA (CHLORPERPHENAZINE. No Exterior: PERNAZINE. (186) NT: 1 a 5nmol/L (221). em 46 .5 horas. embora nunca tenha sido licenciada no Brasil. o que aumenta muito o risco de efeitos adversos e interações com os medicamentos psicoativos mais usados nesta população. propiciando níveis plasmáticos mais estáveis (TRILAFON DECANOATE) (154. Em que pese haver grande discordância de outros autores sobre a confiabilidade e utilidade clínica das mensurações das concentrações plasmáticas para os fenotiazínicos em geral. em média. 242). Este é particularmente o caso da perfenazina.3-(2-cloro-10fenotiazil)propilpiperazina [Itália] ou: (SCH 3940)(NSC 150866) (HSDB 3379). 2 a 16mg (53) . ETAPERAZINA. a principal enzima hepática responsável pelo metabolismo da maioria dos antidepressivos e antipsicóticos tricíclicos..1-(2-Idrossietil)-4. cumulativos e duradouros (293). Thomsen e colegas demonstraram a utilidade que este procedimento pode ter em casos de resposta insatisfatória ao tratamento por via parenteral. 2 a 6nmol/L (165). no país. Antipsicótico de alta potência com mais efeitos extrapiramidais e menos hipotensão do que a clorpromazina. Até passado recente limitou-se a ser comercializada. virtualmente não teria ação nos receptores dopaminérgicos do subtipo D1 (79). Possui meia-vida plasmática relativamente curta (8 a 12 h) para o padrão de uma fenotiazina piperazínica. ou pelo alto risco de efeitos adversos com preparados dépôt que costumam propiciar níveis mais altos. tanto em tolerabilidade quanto em eficácia (65). quando administrados por via oral. em estudos multicêntricos duplo-cegos com psicóticos agudos. TAXILAN. Estudo multicêntrico duplo-cego comprovou equivalência com o decanoato de haloperidol.Não disponível comercialmente no Brasil. (CAS RN 58-39-9) FM: C21-H26-Cl-N3-O-S DD: 2 a 60mg (135). Foram verificadas concentrações de perfenazina duas vezes maiores. 264). Ao contrário da flufenazina e do mesmo modo que a sulpirida. 4-(3-(2-cloro-10H-fenotiazin10il)propil)-ou: 4-(3-(2-Cloro-10H-fenotiazin-10-il)propil)-1piperazinoetanol.

292) e soluços ("hiccups"). no tratamento das Coréias de Sydenham e de Huntington e pela ação analgésica. TRIPHENOT. pela CYP 2D6 (178). com o emprêgo de instrumentos clínicos padronizados. ETAPERAZIN. Do mesmo modo que outras fenotiazinas.comp c/ 4mg em associação com 10mg de cloridrato de amitriptilina. TRILIFAN (França) . como outros neurolépticos. 2/25. quando grave e persistente costuma ser tratado preferencialmente por neurolépticos (207). ao menos em parte. com o zuclopentixol. mas as doses necessárias costumam ser mal toleradas por seus efeitos extrapiramidais. de 0. Tem potencial fototóxico elevado (180) e já esteve implicada em Diabetes Insipidus transitório (23). já foi registrado o desencadeamento de comportamento cleptomaníaco (90). a potencialização da amitriptilina. PERATSIN. na Neuralgia Pós-Herpética crônica. é preferível associar-se o citalopram. fato que costuma problematizar o tratamento das complicações psiquiátricas amiúde observadas. 4/10.comp 4 e 16mg. mas a associação com a paroxetina (potente inibidor da CYP 2D6) costuma aumentar de 2 a 13 vezes as concentrações de perfenazina (225). vem sendo gradualmente substituída nesta indicação por antieméticos novos como granisetrona e ondansetrona (85). recentemente se demonstrou que a associação da perfenazina com a fluoxetina poderia ser tão eficaz como com a amitriptilina com a vantagem adicional de ser melhor tolerada (245) mas por outro lado. embora também metabolizado. EMESINAL. mais intensos do que os de outros bloqueadores dopaminérgicos como a metoclopramida ou mesmo as fenotiazinas alifáticas. TRIFARON. ETRAFON( Canada). Embora continue confirmando superioridade sobre as duas drogas usadas isoladamente na Depressão com Sintomas Psicóticos (279). sem febre (174). com o qual não revelou interação significativa (290). No Exterior: DECENTAN. TRILAFON (Canada)(USA)(Schering) . poderia ter sua instalação evitada ou sua gravidade reduzida pelo monitoramento de sinais precoces ainda nos primeiros dias de tratamento. 4/25 e 4/50. Celebrizou-se também em preparados antieméticos. TRILIFAN RETARD(França) . também já foi relacionada a casos de Lupus Erythematosus de origem medicamentosa (99. Também foi responsabilizada por Síndrome Neuroléptica Maligna tanto na forma clássica.sol inj de 100mg/ml. Também é empregada em neurologia. 47 . É importante frisar que outras associações de antipsicóticos com antidepressivos também já demonstraram eficácia na Depressão com Sintomas Psicóticos (315). exigindo hemodiálise (218) como atípica. algum respaldo às observações naturalísticas dos antigos clínicos. 280) e.comp c/ 2mg em associação com 25mg de clor.associação com a amitriptilina para tratamento de depressões ansiosas e/ou com sintomas psicóticos: os antigos MUTABON A e MUTABON D. como a Escala de Simpson ("Simpson Extrapyramidal Side Effect Scale") conforme demonstrado por Sweet (287). Esta associação que data dos anos 60 com o nome comercial de ETRAFON em países da Europa (274).comp 4mg. MUTASPLINE (França) . por elevação das concentrações de nortriptilina (principal metabólito ativo) não se verifica. 309). No caso de recorrer-se a um outro inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Não disponível comercialmente no Brasil. um sintoma que. Com relação a outros efeitos adversos. observada com a perfenazina. imipramina). à temível Anemia Aplástica (pancitopenia e depressão da medula óssea na ausência de células sanguíneas anormais) (224). Eleva a prolactina como todos os antipsicóticos típicos. MUTANXION (França) . A associação perfenazina/ amitriptilina também já esteve implicada em caso de hipertermia com rabdomiólise e insuficiência renal com seqüelas cerebelares (provavelmente caso de Síndrome Neuroléptica Maligna) (168). THILATAZIN.5 a 3ml de 2 em 2 ou de 4 em 4 semanas. Também demonstra utilidade no alívio de algias cicatriciais severas do pós-operatório (54. A Discinesia Tardia. sempre gozou de muito sucesso entre os clínicos e ainda hoje está disponível nos Estados Unidos (TRIAVIL-Merck) em cinco apresentações: comprimidos com 2/10 (2mg de perfenazina/10mg de amitriptilina). de amitriptilina. para uso IM. FENTAZIN( Reino Unido). uma condição freqüentemente desencadeada ou agravada por barbitúricos e outros medicamentos psicoativos (diazepam. Mostrou ser eficaz e bem tolerada em psicótico portador de Porfiria Intermitente Aguda (282). por exemplo. um risco grande em pacientes de mais idade e/ou com doses superiores a 8mg. TRANQUISAN. ainda bem recentemente. conferindo assim. De qualquer modo. priapismo (45. TRIPTAFEN.

mostrou ser uma opção segura e eficaz no tratamento emergencial de enxaquecas agudas graves (141. Seu emprego repetido pode elevar a meia-vida para algo em torno de 18h e fazendo surgir ação anti-histamínica. ondansetrona e dexametasona por via endovenosa (114). Já foi demonstrado que a farmacocinética pode variar bastante. 53). com ação mais específica e menor ação sedativa central (19. CLORPERAZINA. e. como terapia antiemética em paciente com idade avançada e disfunção cerebral prévia. simultaneamente.cfm). 15 a 100mg (262). entre os quais os compostos do grupo da ondansetrona já mencionados. sob a forma do sal edisilato. 312). a proclorperazina por via endovenosa. após lenta absorção gastrintestinal e intenso metabolismo de primeira passagem. PROCHLOROPERAZINE. 2-cloro-10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil). Tem-se recorrido com êxito. ou em associação com a proclorperazina (233). 39.ou: Cloro-3 (N-metilpiperazinIl-3 propil)-10 fenotiazina [França] ou: 2-Cloro-10-(3-(1-metil-4-piperazinil)propil)fenotiazina ou: (RP 6140)(SKF 4657)(Bayer A 173). logo celebrizou-se como medicamento antiemético.PROCLORPERAZINA (CAPAZINE. lorazepam. 284) e reações distônicas foram observadas (20) no uso repetido ou prolongado. com menores riscos de regurgitação no paciente com náuseas e/ou vômitos (24. pelo menos nos pacientes pediátricos em quimioterapia para câncer (214). só esporadicamente é empregada nesta indicação (82). também. 261). Parece possuir efeitos cardiovasculares mínimos (apenas taquicardia postural). PROCLORPEMAZINA) 2-cloro-10-[3-(4-metil-1-piperazinil)-propil]fenotiazina ou: 10H-Fenotiazina. 2-cloro-10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil). Há. provocou uma síndrome extrapiramidal severa permanente (parkinsonismo acrescido de Distonia Tardia). implicando talvez mais tarde. marijuana). Nos vômitos da quimioterapia do câncer. especialmente quando se tratar de pacientes 48 . especialmente em crianças. proclorperazina. embora não haja ainda total unanimidade nesta superioridade (46) e os custos destes novos medicamentos sejam proibitivos para alguns pacientes. Existem preparados para uso oral. um registro de Discinesia diafragmática (“flutter”) com comprometimento da dinâmica respiratória (37). Por outro lado. mas deve ser lembrado que compartilha com outras fenotiazinas a capacidade em ocasionar opacificação do cristalino (142). Uma associação com a metoclopramida. (CAS RN 58-38-8) FM: C20-H24-Cl-N3-S DD: 25 a 250mg (Rhodia. mais rapidamente absorvidos pela circulação sistêmica e melhor tolerados. alcançando baixa biodisponibilidade. até mesmo ao tetra-hidrocanabinol (dronabinol) principal alcalóide da Cannabis (maconha. Como outras fenotiazinas tende a ser superada nesta indicação por novas substâncias. em particular na radioterapia e quimioterapia do câncer e na prevenção de vômitos do pós-operatório. Casos como esse. 160. escopolamina. provavelmente por formação de metabólito(s) ativo(s) já que em dose única. 239.org/InfoMedicaments/home. METERAZINE. Ainda empregada no Reino Unido como antiemético. Embora possua atividade antipsicótica. e com maior segurança e menores doses em associação com diidroergotamina (248). na literatura. sua morte (77). ainda que apenas como antiemético. associações com múltiplas drogas. chega-se a sugerir no manejo desta extrema e consternante situação. 68. isoladamente (103). por via oral.theriaque. CHLORMEPRAZINE. O MARINOL foi recentemente licenciado no Canadá para pacientes aidéticos nesta indicação. 30 a 250mg (www. Em dose única tem uma meia-vida de 8h. por exemplo. em forma de "patch" cutâneo. atualmente. aproximadamente. vêm reforçar a recomendação de cautela no emprego da associação de bloqueadores dopaminérgicos. além de antivertiginoso na Síndrome de Menière. não se observa esta propriedade (132). havendo registro de casos de Discinesia Tardia (03).ou: Fenotiazina. diga-se de passagem. 308). como. 235. Mesmo em doses únicas. CHLORPERAZINE. a acatisia é freqüente (69. Introduzida em 1956.

Não disponível comercialmente no Brasil. não faltando na literatura. 10 e 25mg.idosos e/ou com suspeita de lesão cerebral.ou: Fenotiazina. . KRONOCIN. 40mg/ml sol oral. TIETILPERAZINA (ETHYLTHIOPERAZINE. 2-(etiltio)-10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil). 457) negar sua utilidade na prevenção das vertigens ou náuseas ligadas ao movimento (transporte rodoviário. Também é citado como neuroléptico por Niemegeers (219). TORESTEN (Japão). comp 25mg. Mencionado como antipsicótico também por Schaller-Clostre & Dunant (253). embarcações) embora classificando-a como antagonista dopaminérgico com utilidade como antiemético na anestesia ou quimioterapia do câncer . COMPAZINE EXPANSULE (USA)(Smith-Kline Beecham) cáps 10 e 15mg. No Exterior: TORECAN (Sandoz)(Europa)(Israel)(Paquistão). Foi recentemente implicada em caso de Lupus medicamentoso (294).dimaleato.mesilato de. 285). Como outras fenotiazinas. TEMENTIL (França) . No Exterior: COMPAZINE (USA)(Smith-Kline Beecham) comp 5. apesar do anuário de avaliação de medicamentos da Associação Médica Americana (AMA Drug Evaluations Annual. pág. 2-(etiltio)-10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil). THIETHYLPERAZINE) Classicamente um antiemético fenotiazínico (246) mas que foi ensaiado como antipsicótico de potência intermediária na antiga Checoslováquia (302) (3 vezes mais potência que a clorpromazina). edição de 1994. METERAZIN. Não disponível comercialmente no Brasil. EMELENT. (CAS RN 1420-55-9) FM: C22-H29-N3-S2 DD: 50 a 300mg. hemidistonia crônica seguindo-se a reação distônica aguda (138). TIOPROPAZATO (THIOPROPAZATE) 10H-Fenotiazina. NIPODAL. 1mg/gt. acatisia (02. relatos de reações extrapiramidais distônicas agudas (62. 229). 40gts/ml. Há registro de Síndrome Neuroléptica Maligna atribuída à associação de proclorperazina com droperidol (18). mas também com a fenotiazina empregada isoladamente (192.ou: 3-Etilmercapto-10-(1'-metilpiperazinil-4'propil)fenotiazina ou: 2-(Etiltio)-10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil)fenotiazina ou: (GS 95. NOVAMIN. Discinesia Tardia (73. também já foi implicada em colestase crônica (182) e demonstra potencial fototóxico (220). maleato de) (HSDB 3400). frs c/ 20 e 250 comps. 76). e até mesmo Síndrome Neuroléptica Maligna (35). Antigo TEMENTIL (Rhodia) . 149. Possui fraca ação antiadrenérgica como o pimozida em contraposição à tioridazina e propericiazina (158). Há também diversas referências na literatura a seu uso como antivertiginoso. até mesmo em paciente submetido a cirurgia para transplante de medula óssea (88). 87). STEMETIL. 49 .

MAZEPTYL. inclusive em casos de Esquizofrenia Catatônica (228). N. Comercializado no passado no Brasil. Antipsicótico de alta potência.pil) piperazina ou: 1-(2-Acetoxietil)-4-(3-(2-cloro-10fenotiazinil)propil) pipera. acetato (éster) ou: (SC 7105)(HSDB 3401).zina ou: 2-Cloro-10-(3-(1-(2-acetoxietil)-4piperazinil)propil)fenotia.sol oral 4% (1 gota = 1mg). 4-(3-(2-clorofenotiazin-10il)propil)-. Há registro na literatura de melhoras dramáticas na reto-colite ulcerativa (167).4-[3-(2-clorofenotian-10-il)-propil]-1piperazinetil ou: 1-Piperazinoetanol.org/InfoMedicaments/home. no fim da década de 60 (303). THIOPERAZINE. Antigo MAJEPTIL (Rhodia) . MEGEPTIL. 59. após ser aqui inicialmente experimentado ainda na década de 60 (227). MAJEPTYL. acetato (éster) ou: N-(beta-Acetoxietil)-N'-(gama-(2'-cloro-10'fenotiazinil)pro.N-dimetil-10(3-(4-metil-1-piperazinil)propil)-ou: Fenotiazina-2-sulfonamida. Segundo Benkert & Hippius (16). Foi-lhe atribuída ação desinibidora e/ou timoanaléptica.theriaque. comp 100mg. Não disponível comercialmente no Brasil. a maioria dos ensaios relatados na literatura tratam de seu emprego apenas na Discinesia Tardia (como diversos outros antipsicóticos o foram antes de descobrir-se que a melhora observada era passageira e seguida de piora do quadro a médio e longo prazo).zina ou: 4-(3-(2-Clorofenotiazin-10-il)propil)-1piperazinoetanol acetato ou: 1-Piperazinoetanol. 4-(3-(2-clorofenotiazin-10il)propil)-. Foi também empregada no controle dos vômitos pós-operatórios (177). 144. que deveria ter uso limitado ao ambiente hospitalar. com freqüentes e intensos efeitos extrapiramidais.N-dimetil-10-(3-(4metil-1-piperazinil)propil). 161. N. porém. No Exterior: MAJEPTIL (França) . 199. fr 10ml.cfm).zina ou: 10-(3-(1-(2-Acetoxietil)-4-piperazinil)propil)-2clorofenotia. também foi proposto nasCoréias. Mesmo após a reabilitação da clozapina. 3 a 30mg (186). CEPHALMIN. 5 a 40mg (Rhodia). TIOPROFERAZINA) 50 .ou: 2-dimetilsulfamida-(10-(3-1-metilpiperazinil-4)propil)-fenotiazina ou: (RP 7843)(SKF 5883) (CAS RN 316-81-4) FM: C22-H30-N4-O2-S2 DD: 5 a 30mg (16). 270. Desde então. sol oral 40mg/ml. 140) e até sintomas obsessivos da Síndrome PósEncefalítica em altas doses (162). 275). Pelas mesmas razões. 5 a 40mg (www. 4-(3-(2-cloro-10H-fenotiazin10-il)propil)-. foi sugerida em associação com haloperidol para a Esquizofrenia Refratária (300). do mesmo modo que à carpipramina e à sulpirida (204. o mais potente do grupo das fenotiazinas. frs conta-gotas 10ml e 125ml. 4-(3-(2-cloro-10H-fenotiazin10-il)propil)-.dimesilato. 230). 30 a 60mg (262). 34. (CAS RN 84-06-0) FM: C23-H28-Cl-N3-O2-S DD: 15 a 30mg (262). Não mais disponível comercialmente no Brasil. TIOPROPERAZINA (THIOPROPERAZINE. acetato (éster) ou: 1-Piperazinoetanol. No Exterior: DARTALAN. Teve iniciada sua experimentação como antipsicótico na Europa. DARTAL. acetato (éster) ou: 1-Piperazinoetanol. SULFENAZIN. VONTIL. na Coréia (33. 10-[3-(4-metil-1-piperazinil)-propil]-fenotiazina2-dimetilamida sulfonato ou: 10H-Fenotiazina-2-sulfonamida. córeo-atetose e até mesmo na acatisia (06.

ainda sem aplicação clínica em toda a sua extensão. Outra verificação interessante. TRIFLUOROMETHYLPERAZINE. TRIPHTHAZINE.na ou: 2-Trifluorometil-10-(3'-(1-metil-4piperazinil)propil)fenotia. 1 a 2. Demonstrou utilidade também em associação com a amitriptilina. 6 a 50mg (198). e não demonstrou mutagenicidade em estudos com a Drosophila melanogaster (148). Uma enquete entre psiquiatras norte-americanos publicada em 1975 dava conta de ser. e até recentemente. Não houve verificação de teratogenicidade quer em estudos animais quer no grande acompanhamento de 819 mulheres no Canadá e Grã-Bretanha. No Brasil. que desde o início da década de 60 foi investigada em nosso meio como antipsicótico (227).5ng/mL (232). comercializada pelo laboratório Enila com o nome fantasia de STELAPAR Nº 1 (10mg de tranilcipromina + 1mg de trifluoperazina) e STELAPAR Nº 2 (10mg de tranilcipromina + 2mg de trifluoperazina). Largamente empregado como antipsicótico por via oral.3ng/mL (136. em coelhos alimentados com dietas aterogênicas acrescida de administração de adrenalina (208). Isto é possível por sua propriedade de inibir fortemente a calmodulina. do haloperidol e da clorpromazina (317). por outro lado.TRIFLUPERAZINA (FLUOPERAZINE. calculando-se em cerca de 3% da dose diária materna a percentagem ingerida pelo lactente (321). sem reduzir a hiperlipidemia. isoladamente. 232). à época. 6 a 15mg (16). supõe-se implicada na opacificação do cristalino observada com as fenotiazinas (142. TRIPERAZINE) 10-[3-(4-metil-1-piperazinil)-propil]-2trifluormetil-fenotiazina ou: 10H-Fenotiazina. no manejo da dor intratável (74). tanto miocárdicas quanto cerebrais (17. MODALINA. no tratamento de curto prazo do distúrbio de ansiedade generalizada com perfil de efeitos adversos comparável nos dois grupos (203). TRIFTAZINA. 51 . 198). Figura como o 4° antipsicótico mais utilizado nos Estados Unidos de 1976 a 1985. (CAS RN 117-89-5) FM: C21-H24-F3-N3-S DD: 2 a 60mg (135). Atualmente ao que parece. 213). do mesmo modo que a clorpromazina. demonstra utilidade sintomatológica na Coréia (283) e na Síndrome de Gilles de la Tourette (26). a associação foi originalmente investigada por Caruso Madalena ainda na segunda metade da década de 60 (188). ação que. 5 a 25mg (262). Mais conhecido na Rússia e países da antiga União Soviética como triftazina (“triphtazine”). 5 a 30mg (57.ou: 10-(gama-(N'-Metilpiperazino)propil)-2trifluorometilfenotia.zina ou: 10-(3-(4-Metil-1-piperazinil)propil)-2(trifluorometil)fenoti. O laboratório também disponibiliza a substância pura (STELAZINE). com marcantes efeitos extrapiramidais como de praxe nestes casos.zina ou: (RP 7623)(SKF 5019)(HSDB 3195). quando se optava por associar neurolépticos (263). Atualmente. Já foi demonstrado que exerceria uma ação tissular protetora nas isquemias. um efeito "ativador" ou desinibidor quando em pequenas doses (134). atrás apenas da tioridazina.ou: Fenotiazina.azina ou: Trifluorometil-10-(3'-(1-metil-4piperazinil)propil)fenotiazi. 5 a80mg (146). NT: 1 a 2. mas sua presença no leite humano foi constatada. a droga preferida para fazer par com a clorpromazina. Sua citotoxicidade in vitro é inferior apenas à da tioridazina e clorpromazina (212) tendo demonstrado potencial utilidade quimioterápica no câncer (78. 251). Como outros neurolépticos. tem-se atribuído a esta e outras fenotiazinas potentes. é a de que inibe significativamente a formação de placas de ateromas tanto nas coronárias quanto na aorta. seria útil na conservação de órgãos para transplante (05). ainda é usada em vários países apenas em associação com a tranilcipromina (antidepressivo do grupo IMAO) para tratamento de quadros depressivo-ansiosos. nas fases aguda e crônica da Esquizofrenia. há problemas em sua distribuição comercial. Antipsicótico de alta potência. Embora com um respaldo experimental incerto e sem maior base farmacodinâmica. 323) e. 10-(3-(4-metil-1piperazinil)propil)-2-(trifluorometil). entre outros efeitos adversos. 10-(3-(4-metil-1-piperazinil)propil)2-(trifluorometil). 3 a 30mg (186). Recente estudo multicêntrico duplo-cego com placebo demonstrou a eficácia em doses de 2 a 6mg/dia.

Clinical trial of amitriptyline and fluphenazine in diabetic peripheral neuropathy. 52 . Beresewicz A. algumas distintas. Não parece induzir crises na Porfiria Intermitente Aguda como fazem alguns outros medicamentos psicoativos.dicloridrato. Rua Viúva Cláudio. 17. Aravagiri M. Battla H. 73(1):124-6. An uncontrolled study with thiopropazate in the treatment of persistent dyskinesia. Waltimo O. comp 2mg. 129). McCarthy D. não costuma causar hipotensão importante e nas superdosagens. 18. Waltzer WC. Protective effects of trifluoperazine on the microcirculation of cold stored livers. 15. agranulocitose em associação com a levomepromazina (319) e com a clozapina (01). com baixas doses da tranilcipromina. 32(4):455-8. 13. a diálise mostra-se sem utilidade. leucopenia reversível (288). 13(3):235-47. 355 . Fluphenazine decanoate in acute and maintenance therapy of schizophrenia. South Med J 1996. Barnes TR. EUNSA. (021)582-2000. cxs c/ 20. Stohr M. Neurolépticos de ação prolongada (NAP) no tratamento ambulatorial de esquizofrênicos. Fogelholm R. South Med J 1981. Bechelli LPC. Ananth JV. Farmacoterapia Psiquiatrica. Is there a special indication for fluphenazine in therapy refractory hallucinations. ao contrário da imipramina. 13(3):9. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1987. 75. Altamura AC. blefarospasmo (249) e pseudotétano (265). Bartels M. 53(11):674-6. 50(6):933-9. Marder SR. TERFLUZINE (França) . de. 04. Hirsch SR. 19. Uma de nossas pacientes. 07. Arato M. Sonoda K. Já esteve envolvida na ocorrência de icterícia (195). Bernstein WB. Poole MA. Ban TA. 02. STELAZINE (Canada)(USA) (SmithKline Beecham) . Polgar M. 06. Harris D. doxepina. Benkert O & Hippius H. J Bras Psiq 1984. Mauri MC. Madariaga J. McIntire MS. Transplantation 1990. Anti-ischemic and membrane stabilizing activity of calmodulin inhibitors. Possui fototoxicidade elevada entre os fenotiazínicos (32. não compartilhadas por outros bloqueadores dopaminérgicos mais seletivos como o haloperidol e a sulpirida. Nervenarzt 1994. Acta Neurol Scand 1986. Shabtai M. Adams CE. Riffel B.Não demonstra nenhuma próarritmicidade miocárdica em condições hipocalêmicas in vitro. Kula NS. Silverblatt CW. 08. Trad Esp 3ª ed alemã. sol oral 40mg/ml frs c/ 30 e 100ml. Betts T. Guercetti G. uma senhora na faixa dos 70 anos. TRIFLURIN. comp 2 e 5mg. Fluphenazine ("anatensol") in the treatment of disturbed mentally retarded children. 10. Basic Res Cardiol 1989. Maginn DW. 14. Neuropsychopharmacology 1995. Duodecim 1971. Gadd E. Am J Psychiatry 1968. para tratamento de Depressão Ansiosa. Anaise D. de intensidade moderada. Bechter K. o que parece indicar mecanismos específicos (247). Arnold E. 73(6):636-7. The effects of two anti-vertigo drugs (betahistine and prochlorperazine) on driving skills. 11. Laboratório Enila S/A. 12(6):426-31. pela alta taxa de ligação protêica. 1981. Pharmakopsychiatr Neuropsychopharmakol 1979. íleo paralítico fatal (97). Referências Bibliográficas (Fenotiazinas Piperazínicas): 01. Lane B. TRIFTAZIN. Alberts VA. 09. (Austrália). Ishimaru M. 87(7):5114. Neuroleptic malignant syndrome in a patient with acquired immunodeficiency syndrome. Como outras fenotiazinas piperazínicas. Scherokman B. Preparo da alta hospitalar e aspectos sócio-econômicos. Irisawa A. 12. apenas com o uso desta associação. Nervenarzt 1982. J Pediatr 1968. TRISEDYL. Br J Clin Pharmacol 1991. 11(5):613-23. Distribution of fluphenazine and its metabolites in brain regions and other tissues of the rat. Endocrinological changes in patients with sexual dysfunction under long-term neuroleptic treatment. Psychopharmacol Bull 1977. Rapaport FT. Catalano G. 03. amitriptilina.dicloridr. PARSTELIN. (021)581-5832.Rio de Janeiro. Cazzullo CL. chegando a demonstrar um efeito cardioprotetor antiarrítmico superior ao verapamil em animais de experimentação (200). Tardive dystonia: a rare side effect after long-term neuroleptic treatment. Zeidan B. A long-acting phenothiazine as a possible agent to control deviant sexual behavior. 84(6):631-45. JATROSOME (Alemanha). particularmente barbitúricos. Erdos A. 05.cloridrato de. Agranulocytosis induced by clozapine with the early addition of trifluoperazine: a case report. Tardive dyskinesia as a result of long-term prochlorperazine use. 5(4):287-90. No Brasil: STELAZINE (Brasil) . imipramina e diazepam (124). 124(7):917-23. Teria propriedades imunossupressoras do mesmo modo que a clorpromazina. 74(4):417-8. Baldessarini RJ. Riccio M. 16. Midha KK. Pamplona. Med J Aust 1967. Hyperkinetic syndromes during antivertiginous treatment. Angle CR. Int Clin Psychopharmacol 1990. sol inj 2mg/ml amp 5ml. No Exterior: JATRONEURAL. Síndrome Neuroléptica Maligna (272). 89(10):989-91. tioridazina e clorpromazina (284) além de vários outros antipsicóticos. Persistent dystonia in a braindamaged child after ingestion of phenothiazine.20970-030 . Lehmann HE. distonia persistente em criança com lesão cerebral (07). Bartholomew AA. comp de 100 e de 10mg. 1(15):758-60. veio a desenvolver quadro discinético oral tardio permanente. 65(11):798-801. As reações extrapiramidais só não são comuns nas doses até 6mg. Aho K. Yuwiler A.33(1):56-9. MODALINA.

Harris D. 139(30):1789-91. Muzekari LH. 118(10):576-8. Thérapie. 1967. Boissier JR. 44. Cape G. Brinkschulte M. Comparison of buccal and oral prochlorperazine in the treatment of dizziness associated with nausea and/or vomiting. 52. 23. Nasrallah HA. Burn DJ. 1980. DICP 1990. Butaperazine in chronic schizophrenic 32. Cordioli AV (ed). Bullock RJ. 35. Mov Disord 1998 Jan. Fluphenazine ("anatensol") in the treatment of disturbed mentally retarded children. Sonne LM. Arch Gen Psychiatry 1980. A randomized clinical trial of haloperidol decanoate and fluphenazine decanoate in the outpatient treatment of schizophrenia. 13(2):161-6. Brotman RK. Norden T. Moriconi W. 22. Boureau H. Fitts D. 2000. 2(2):85. 18(13):728-33. Hamilton WJ. La Prensa Medica Mexicana. Breier AF. 36(2):210-2. Frame DG. 25. Allingham B. Bourlioux P. 51(7):895-9. Ryan T. Gerardin A. Ang L. 130(8):925-7. Porto Alegre. Efficacy and Safety of Oral Granisetron versus Oral Prochlorperazine in Preventing Nausea and Emesis in Patients Receiving Moderately Emetogenic Chemotherapy. double-blind. Cowley LM. 164(1):120-2. 39. Lombardi M. Annable L. 48. Chan J. 29. Carpenter WT Jr. Lann HD. 21. Bhopale S. Dunner FJ. Ramsey HR. 45(5 Pt 2):22-7. 40(1):19-23. comparative trial. Casper R. 63. Dencker SJ. 1975. Cartlidge NE. Dumont C. 24. 9(6):757-64. Kaplan CL. Bransgrove LL. McEvoy JP. Su WJ. Ratouis R. De UJ. Paidos. Manual De Psicofarmacologia Clinica. Treatment approaches in Gilles de la Tourette syndrome. Baskin LS. The risk/benefit ratio of dépôt neuroleptics: a Scandinavian perspective. Summerfelt AT. 55. Prakash SS. Fluphenazine in states of anxiety. Prediction and evaluation criteria in perazine therapy of acute schizophrenics. Diamond BI. Burness FR. 56. Christensen TB. J Clin Psychopharmacol 1989. Med J Aust 1972. Persson R. Rustin MH. Coffman JA. 33. 29(10):695-7. 24(15):583-4. Borison RL. Phenothiazine levels in plasma and red blood cells. J Clin Psychiatry 1984. Neuroleptic malignant syndrome--a cautionary tale and a surprising outcome. 3(670):564-7. Treatment of the climacterium and of the pre-menstrual syndrome with an association of fluphenazaine and bendroflumethiazide. Stockman O. 26. Nord Psykiatr Tidsskr 1968. 35(1):32-5. Movement disorders in patients treated with long-acting injectable antipsychotic drugs. Simeon J. Clin Exp Dermatol 1994. 62.30(12):851-860. Gios I. Stelazine-induced pigmentation. Nyberg G. 30(2):234-6. Dis Nerv Syst 1968. An often missed diagnosis: the hysteriform neurodysleptic crisis. Svard KO. J Bras Psiq 1980. Burke MA. 46. Curr Med Res Opin 1998. Neurol Psihiatr Neurochir 1968. Connolly S. Torecan poisoning. Lewin J. Utilization of dépôt neuroleptic medication in psychiatric inpatients. 11(2):205-8. Dekirmenjian H. Am J Psychiatry 1999. Principios De Psicofarmacologia. Management of tardive dyskinesia with thiopropazate. Etude pharmacologique préliminaire de nouvelles phénothiazines. Boissier JR. 158(19):2124-8. Biol Psychiatry 1994. The neuroleptic malignant syndrome: an Indian experience. 47. 61. Minerva Ginecol 1966. McCalleyWhitters M. Colla G. 8(3):71-2. 42. Georgescu M. De Alarcon R. Ray TS. A long-term cross-over pharmacokinetic study comparing perphenazine 53 . 43. Am J Hosp Pharm 1994. Clinical effectiveness of oral and parenteral rapid neuroleptization. Alldredge BK. Bojholm S. Moreaux JM. Métabolisme de l’oxaflumazine. Psicofármacos. Pharmacokinetic data. Rein W. Dencker SJ. 29(2):91-8. Br J Psychiatry 1973. 32(3):321-6. Efficacy of ondansetron and prochlorperazine for the prevention of postoperative nausea and vomiting after total hip replacement or total knee replacement procedures: a randomized. Torecan-induced neuroleptic malignant syndrome. Rev Med Liege 1969. Compr Psychiatry 1999. Chouinard G. Seidel JS.20. Hesketh P. Demaret A. Schied HW. Ugeskr Laeger 1977. Forest J. Campbell W. Dystonic reaction to a phenothiazine presenting as Bell's palsy. Coulthard A. Denber HCB. White TJ. Burris H. 41. 59. Kelly MW. Chopra MP. J Clin Psychiatry 1987. Buenos Aires. Their relationship to clinical improvement in schizophrenia. Raguram R. 50. Demoulin C. Dumitrescu I. Davis JM.13(1):190-2. Cancer J Sci Am 1996. 156(3):412-8. Bulandra R. 11(2):57-63. Willis D. 34. Clarke IM. Severe depressive mood changes following slow-release intramuscular fluphenazine injection. 31. Huber WK. Comparative effectiveness of fluphenazine decanoate injections every 2 weeks versus every 6 weeks. 122(567):240-1. 37(3):301-5.30:40-3. Annales Phramaceutiques Françaises 1972. In vitro antimicrobial activity of 18 phenothiazine derivatives: structure-activity relationship. Curr Ther Res Clin Exp 1969. Perphenazine-induced priapism. Brasil MAA. Pharmacopsychiatria 1983. Bond CM. Liquid butaperazine in the treatment of chronic psychosis in a mental health clinic. 65. A pilot study of a structured interview addressing sexual function in men with schizophrenia. Buckley C. Vantagens e desvantagens do uso prolongado de neurolépticos. Br J Psychiatry 1994. 2(6):314-6. 46(7):288-9. Artes Médicas. Arch Intern Med 1998. 16(5):160-5. Comparison of dosage ranges of carphenazine and trifluoperazine in elderly chronic schizophrenics. Trad esp. 64. Amitriptyline and perphenazine (Triptafen DA) in chronic pain. 37. 28(2):126-30. Perphenazine induced transient diabetes insipidus. Davis JM. Cohn J. Psychopharmacol Bull 1996. Dumont C. 49. Clin Pharmacol Ther 1968. patients: a doubledblind study. Macchioni B. J Clin Psychiatry 1985. Castellani S. Br Med J 1969. Curr Ther Res Clin Exp 1969. Mexico. Buchanan RW. Tardive diaphragmatic flutter. Evaluation of carphenazine in hospitalized schizophrenic women. Bora G. Am J Psychiatry 1973. Lyskowski J. Catatonia associated with phenylpropanolamine overdose and fluphenazine treatment: case report. 9(4):247-53. Catatonis from fluphenazine. Dis Nerv Syst 1967. Cahan RB. Trad esp. Clark ML. 11(1):5-8. Friedman C. Efficacy of thiopropazate dihydrochloride (Dartalan) in treating persisting phenothiazine-induced choreo-athetosis and akathisia. Shimoni Z. Ann Emerg Med 1997. 57. 22(1):76-7. Consulta rápida. Levine J. Evaluation of butaperazine in chronic schizophrenia. 58. Thomas V. 19(2):149-51. Curran JP. Straube E. 14(4):20312. Fink M. 1(6):241. 24(3):246-9. Kirkpatrick B. Clare G. Bertrand J. Roman G. Martensson E. 36. Thioproperazine (Majeptil) in choreic syndromes. 48(1):20-4. 30. 22:375-382. Bulvik S. Citrome L. Clark WG & del Giudice J. Carney MW. 53. 54. Chen JJ. 51. 2ª ed. Garver DL. Ritchie JC. 38. Breyer-Pfaff U. Brain Res Bull 1983. 45. Shanken PM. Chang S. 27. 28. 40. APMIS Suppl 1992. West Med Med J West 1967. 60. Anaesthesia 1981. Med J Aust 1968. Harefuah 1990. Acetophenazine for office treatment of paranoid symptoms.

75. Canter JW. Goldstein M. 68(3):351-3. Goff DC. Neuroleptic malignant syndrome following autologous peripheral blood stem cell transplantation. 87. Sarid-Segal O. Mandel MR. Kuga S. Vinson D. Midha KK.Dystonia and pyramidal signs after thiethylperazine overdose. Koch R. 85. 74. 69. Risk factors for spontaneous dyskinesia in schizophrenia. 96. Frantz A. Merlo MC. Davis JM. 91. Aguilar CA. Persistent extrapyramidal syndrome with dystonia and rigidity caused by combined metoclopramide and prochlorperazine therapy. Acuteextrapyramidal reactions with fluphenazine hydrochloride and fluphenazine decanoate. efficacy of butaperazine and chlorpromazine in acute schizophrenia. Dermatology 1997.Central dopamine receptors mediating pergolide-induced elevation of serum corticosterone in rats. 38(3):280-2. 14(5):311-4. 101. 76. Garver DL. Deniker P. 84(5):626-8. Walsh D. 99. 117(4):417-23. 78. Sedvall G. Baumgartner R. 92. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1983. 3 cases after treatment with thiethylperazine. Langer G. 27(4):525-9. 83. 14(4):270-2. Psychopharmacology (Berl) 1989. Suicide attempts associated with akathisia. 80. Choza R. Feet PO. 14(6):600-2. Haraszti J. Schooler NR. Psychopharmacology (Berl) 1999. Toyooka H. Sachar EJ. Effectiveness and tolerance of zotepine in a double-blind comparison with perazine in schizophrenic patients. Nordstrom AL. Garrido SM. Alcohol dependence and hospitalization in schizophrenia. Casper R. sa place parmi les neuroleptiques. Halpern FS. Rios JM. Robak OH. Dudley J. Arch Med Res 1996. 166(6):442-5. Arch Gen Psychiatry 1978. Ericksen S. 59 Suppl 1:18-22. 88. Adv Exp Med Biol 1986. 89. J Pain Symptom Manage 1997.J Nerv Ment Dis 1978. The neuroleptics: a historical survey. Anti-emetic efficacy of prophylactic granisetron compared with perphenazine for the prevention of post-operative vomiting in children. Reza A. Meller E. 82 (Suppl. 86(45):1323. Emery P. 97. Acta Psychiatr Scand 1985. S Afr Med J 1977. Priapism resulting from fluphenazine hydrochloride treatment reversed bydiphenhydramine. Gold MS. Ehrlich J. 142(4):499-501. Larsen S.and D2-dopamine receptor occupancy during treatment with conventional and atypical neuroleptics. 51(8):643-50. 70. 136(2):217-9. Schmidt LG. Grohmann R. Mieske M. 38(1):71-5. Nord Med 1971. Gotestam KG. Arch Gen Psychiatry 1976. Prochlorperazine induces akathisia in emergency patients. Dupont E. Dekirmenjian H. 7(4-6):791-5. 134(3):304-7. Nortriptyline-fluphenazine vs. 26: 227-233. Measom MO. Rauw G. Ugeskr Laeger 1972. Neuroleptic malignant syndrome during low dosed neuroleptic medication in first-episode psychosis: a case report. 54 . Ackenheil M. Kleptomanic behavior response to perphenazine-amitriptyline HCL combination. 81. The use of phenothiazines and tricyclic antidepressants in the treatment of intractable pain. Dekirmenjian H. 134(31):1613-5. Leifer M. Neuropharmacology. 90. Psychopharmacology (Berl) 1989. Fan X. McGlashan TH. Agents Actions 1990. 72. Action of calmodulin antagonist on the proliferation and cytoskeleton of A549 lung cancer cells. South Med J 1975. Fatal paralytic ileus complicating phenothiazine therapy. Pharmacokinetics of red blood cell phenothiazine and clinical effects.Extrapyramidal symptoms in neuroleptic recipients. Hubbard JW. Bone Marrow Transplant 1998 Feb. Curr Ther Res Clin Exp 1970. diazepam or dixyrazine. Ekbom K. Gosenfeld L. 51(8):246-7. 100. Schmidt LG . Rheumatology (Oxford) 1999. Sweeney DR. Thérapie 1971. Altman N. Deniker P. Keegan DL. Lancet 1969. 84. Am J Psychiatry 1977. Characterization by the use of antagonists. Drotts DL. Arch Gen Psychiatry 1977. Late dyskinesias. 66. Neuroleptic drug levels and therapeutic response: preliminary observations with red blood cell bound butaperazine. Gardner-Medwin D. Dépôt injections and tardive dyskinesia. 79. A double blind study in outpatients with primary non-agitated depression treated with imipramine in combination with placebo. 133:361-5. Etude Clinique de l’oxaflumazine. Pierre. The pathophysiological functions mediated by D1 dopamine receptors. 99 Suppl:S109-12. Labbate LA. Przybilla B. Ann Emerg Med 1999. Ericksen S. Arch Gen Psychiatry 1994. 33(7):862-6. Eur J Anaesthesiol 1999 May. Dekirmenjian H. Colonna L e Loo H. Ann Emerg Med 1985. Increased antipanic efficacy in combined treatment with clomipramine and dixyrazine. Jones FD. Gibson AC. Doller JC. 144(4):416-8. Saitoh Y. Acta Psychiatr Scand 1990. carbamazepine in the symptomatic treatment of diabetic neuropathy. Midha KK. Amico E. 35(1):108-16. Gruen PH. Acta Psychiatr Scand 1994. Psychopharmacology (Berl) 1994. Farde L. Gonzalez-Rosales F. Giordano J. 94. Psychopharmacology (Berl) 1995. Chung Hua Chung Liu Tsa Chih 1992.decanoate and haloperidol decanoate in schizophrenic patients. Mandel MR. Psychopharmacologia 1976. 73. Duthie AM. 89(4):230-4. Fujii Y. 71. Wagstaff K. Haraszti J. Devlin J. Ginestet D. 103. Agranulocytosis and significant leucopenia with neuroleptic drugs: results from the AMUP program. Arana GW. Gomez-Perez FJ.Magnan P. 33(3):241-2. 98. Granisetron (Kytril) suppresses methotrexate-induced nausea and vomiting among patients with inflammatory arthritis and is superior to prochlorperazine (Stemetil). Hawes EM. 99 Suppl:S28-31. Fishbain DA. Davis JM. Fortschr Neurol Psychiatr 1991. 47(2):199-201. Ekstrand T. 102. Suppl 29:71-82. Santos AB. Catatonic reactions to highpotency neuroleptic drugs. D1. Factor SA. Dieterle DM.358):83-87 67. Davis DM. Fishbain DA. Gerding LB. 72(4):334-40. Feet PO. Huerta E. Gelenberg AJ. Drake RE. 1971 68. 204:189-95.23(12A):1389-94. Wyatt RJ. 93. Shimizu Y. Chronic hyperkinesis caused by Torecan administration. Acute dystonic reactions. Rull JA. Am J Psychiatry 1979. Can J Psychiatry 1988. Br J Psychiatry 1978. Fuller RW. Wynne NA . Gelenberg AJ. Arthur V. Grohmann R. Spiess-Kiefer C. 82. Muller-Spahn F. 106. Tanaka H. 105. Phototoxic properties of neuroleptic drugs. 114(1):24-30.21(4):427-8. Garver DL. 1984 Dec. 34(4 Pt 1):46975. Schupbach D. Dystonic reactions following neuroleptics: time course and proposed mechanisms. Eberlein-Konig B. Prolactin responses to neuroleptics in normal and schizophrenic subjects. 86. 12(12):810-8. Snoddy HD. Wiesel FA. Correlation of fluphenazine plasma levels versus clinical response in patients: a pilot study. 95. Intractable nausea and vomiting due to gastrointestinal mucosal metastases relieved by tetrahydrocannabinol (dronabinol). Perphenazine-induced systemic lupus erythematosus-like syndrome. Am J Psychiatry 1985. Fenton WS. 34(8):947-50. 77. A placebo-controlled trial of fluoxetine added to neuroleptic in patients with schizophrenia. Bindl A.16(5):304-7. South Med J 1991. Ruther E. Huang A. Garver DL. Chauncey TR. Casper R. Severe J. 104. 194(2):131-5. 2(7619):548. Gonner F. Matthews MK. Schizophr Res 1999.

12(1):23-4. Bennett JL. Rosen PB. 24(3):273-8. Lehmann E. Hollister LE. Preskorn SH. Neurol Neurochir Psychiatr Pol 1965. Shillcutt SD. Joncev V. estimated from a pulse dose of a stable isotopomer in dogs at steady state. 118. Janicak. 28(1):37-47. 116. 120. 54(6):562. Holroyd S. Hubbard JW. Itil TM. 38(5):831-6. Isah AO. II. The relationship between properties of antipsychotic drugs and cataract formation. 1996. Hull DS. 38(4):425-8. 8(2):24955. Biochem Pharmacol 1989. 88(6):395-402. Pharmacotherapy 1984. 151(12):1753-9. Br J Clin Pharmacol 1991. Isr J Psychiatry Relat Sci 1995. Chien C. Fluphenazine decanoate: a clinical problem? Am J Psychiatry 1989. 261(8):1174-6. Holden JM. White W. 136. Short-term efficacy of dopamine-blocking agents haloperidol and thiopropazate. Jones J. Gaertner HJ. Hall H. Kimbell I Jr. Bateman DN. 110. Salvesen I. 40(2):99-100. a highly lipophilic drug. Treatment of tardive dyskinesia. 146(1):88-91. J Pharm Sci 1999. 133. Hano J. 127. Swofford CD. Anticancer Res 1992. Clinical pharmacology of prochlorperazine in healthy young males. 109. 112. Mitkov V. 141. Total control of chemotherapy induced emesis. Grunhaus L. chlorpromazine and placebo in chronic schizophrenics. Specific therapeutic actions of acetophenazine. 52(1):29. 147. Munetz MR. 3(4):332-6. Vidanagama BP. Psychiatr Prax 1985. Cooley S. Dougherty J. 54(2):59-62. 140. Jakubik A. Heresco-Levy U. Perel J. Itil TM. 2nd ed. 79(29):1350. Green K. Lerer B. 111. Egan GJ. Janicak PG. Holt RJ. Arch Gen Psychiatry 1972.107. 135. Hogarty GE. Dasberg H. Acta Psychiatr Belg 1981. Ulrich RF. Ehninger G. 113. Eur J Pharmacol 1986. 22(4):358-60. Overall JE. Todt N. 66(3):3235. Lerer B. Pharmacokinetics of fluphenazine. Hall H. Scheller-Gilkey G. Carphenazine in the intensive care of chronically ill psychotics. 43(5):405-12. Rimon R. 144. Jimenez-Jimenez FJ. SlothNielsen M. Pharmacologic approach to negative symptoms in schizophrenia. Cole JO. Luo JP. The mutagenic and toxic effects of bleomycin and trifluoperazine in Drosophila melanogaster. Int J Neuropsychiatry 1967. Bugajski J. 1997. 10(4):315-33. Phenothiazine drug metabolites: dopamine D2 receptor. Serum neuroleptic levels during reduced dose fluphenazine decanoate maintenance therapy. Gloersen BA. 88(9):918-21. Brown WA. 143. 128. Heresco-Levy U. Lewine RR. Hollister LE. 142. Hanenson I. Trial of maintenance neuroleptic dose reduction in schizophrenic outpatients: two-year outcome. 139. 134. Louis. A comparative study of butaperazine. and benzquinamide in newly admitted schizophrenic patients. Risperidone versus perphenazine in the treatment of chronic schizophrenic patients with acute exacerbations. 9(4):528-32. Remvig J. Fluphenazine decanoate-induced cholestatic jaundice and thrombocytopenia. Heresco-Levy U. Davis JM. Folia Med (Plovdiv) 1971. Jann MW. Bourgeois M. J Clin Psychiatry 1993. J Clin Psychiatry 1979. 22(2):389-400. alpha 1. A double-blind dose-reduction trial of fluphenazine decanoate for chronic. Low dose medication strategies in the maintenance treatment of schizophrenia. Brown WA. Arch Gen Psychiatry 1995. Perphenazine enantate in long-term therapy of psychoses. Presse Med 1971. Henry P. McKay G. 148. De Seijas EV. Chronic hemidystonia following acute dystonic reaction to thiethylperazine. 130. Behavioral pharmacological investigation and clinical consideration of the inhibitory potencies of psychotropic drugs against the D-1 and D-2 dopamine receptors. Saklad SR. Greenberg D. Neuroleptic malignant syndrome due to dépôt fluphenazine. 137. Waternaux C. Khabour OF. 6(3):327-37. 131. Inderbitzin LB. Gloersen BA. Shelton J. Hals PA. Arch Gen Psychiatry 1971. Lerer B. 55 . Psychosomatics 1970. Pharmacotherapy of impaired affect in recovering schizophrenic patients. Princípios E Práticas Em Psicofarmacoterapia. Hoffman DW. Keskiner A. Garcia-Ruiz P. Ptock WD. 27(1):100-3. Kane JM. Rawlins MD. Kazamatsuri H. Filadélfia. 145. Yakubutsu Seishin Kodo 1986. Medsi. 125(3):373-81. Rio de Janeiro.and alpha 2adrenoceptor binding. Mosby. Sadiq MF. Pokorny AD. Sklar D. Wantuch C. Jalenques I. Schizophr Bull 1983. Midha KK. Lippincott Williams & Wilkins. Handbook of Psychopharmacotherapy. Shelton J. 11(2):120-6. Johnson DA. 117. Seward RL. Photochem Photobiol 1983. Barat M. Ereshefsky L. Hals PA. 119. St. Danek L. 122. Proketazine in the treatment of schizophrenia. Pol J Pharmacol Pharm 1976. Encephale 1995. 108. Kazawa T. Hammill K. 138. 32(6):677-84. Measurement of blood levels of neuroleptics and metabolites by combined high performance liquid chromatography-radioreceptor assay for D2 and sigma sites. Sancovici S. Tegeler J. Psychotropic Drugs. 13(6):33944. Helson L. Brown WA. Acta Psychiatr Scand 1993. The treatment of lobotomized schizophrenic patients with butaperazine. Biol Pharm Bull 1994. Greenberg D. Breen M. 12(6B):2243-4. Keskiner A. Randomized double-blind trial of intravenous prochlorperazine for the treatment of acute headache. Dasberg H. Drug Chem Toxicol 1999. 129. Curr Ther Res Clin Exp 1969. Haring C. Bartone P. Clin Pharmacokinet 1985. 21 Spec No 3:3540. Inderbitzin LB. Perazine-induced agranulocytosis--case report and discussion. Am J Psychiatry 1994. Weight changes with dépôt neuroleptic maintenance therapy. Acta Psychiatr Scand 1979. Ayd Jr FJ. 125. Muscarinic cholinergic and histamine H1 receptor binding of phenothiazine drug metabolites. JAMA 1989. Aleksandrowicz J. Hadad S. Treatment of choreic hyperkinesias with thioproperazine. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1991. Keltner NL & Folks DG. Greenberg D. Fatal malignant syndromes following direct injection of fluphenazine onanthate. 114. Psychotropic drugs in acute intermittent porphyria. Two-year trial of maintenance neuroleptic dose reduction in schizophrenic out-patients: predictors of relapse. 123. DiBarry AL. PG. 126. unstable schizophrenic patients. The effect of neuroleptics on the development of gastric ulcers in rats exposed to restraint-cold stress. Dahl SG. 4(4):227-9. Hoyberg OJ. Carter M. Horner W. Tignol P. Vidanagama BP. Acetophenazine and diazepam in anxious depressions. 115. Gunby B. Social aspects of therapy with dépôt neuroleptics in the Federal Republic of Germany. Kamei A. Edkins RD. Fensbo C. 17(2):237-42. Trad Português. 1999. Isr J Psychiatry Relat Sci 1997. Trifluoperazine: corneal endothelial phototoxicity. 11(7):418-28. 34(4):281-9. 32(4):268-75. Lewine RR. Csukas S. 132. Javitt DC. 124. Clinical pharmacokinetics of the dépôt antipsychotics. Clin Pharmacol Ther 1999. McEvoy JP. Mizumoto Y. 81(2):189202. Life Sci 1988. Nord Psykiatr Tidsskr 1968. perphenazine. Dahl SG. Overall JE. Clin Pharmacol Ther 1967. 121. Takehana M. Vazquez A. McDonald SC. 146. Lingjaerde O. GarciaUrra D. 15(4):639-45. 59(5):525-8.

1(1):69-71. Lambert P. 152. Morais MLS. Tay WK. Lo ES. 85(3):269-75. 43(2):191-5. Linnet K. 47(104): 1219-24. Wierzbicki T. Conduta no primeiro estágio do trabalho de parto. Insausti CL. Auken G. 162.Rev Ginecol Obstet (Sao Paulo) 1965. Madalena JC. 180. Neurology 1981. Rasky K. 12(2):63-8. Larsen NE. Neuroleptic malignant syndrome presenting without fever: case report and review of the literature. Salo H. Kolbe H. 17(3):308-11. Lesch OM. Retinopathy associated with phenothiazine administration. 156. efficacy. 173. Azevedo OF. Kwong WJ. 30(5):436-40. Stephanos MJ. Lepola U. Morais MLS. a new long-acting neuroleptic phenothiazine. Berkowitz R. 151. 19(1):28-41. São Paulo. Exp Clin Endocrinol 1985. Ther Drug Monit 1989. Differential effects of some predominantly antiadrenergic and antidopaminergic neuroleptics on the preovulatory surge of FSH. Mattos HG. Fluphenazine plasma levels. 1975. 322:51-75. Ljunggren B. 63(1):131-8. Acta Derm Venereol 1977. Prediction of the optimal perphenazine decanoate dose based on blood samples drawn within the first three weeks. McHenry LC Jr. Clark RF. 20(3):208-20. Midenet J. Comparison of the kinetic interactions of the neuroleptics perphenazine and zuclopenthixol with tricyclic antidepressives. Control of postoperative vomiting with thioproperazine. 169. Fritze J. Linnet K. 158. Kuipers L. Kokinsky E. 155. Drug Nutr Interact 1985. Proketazine in the treatment of psychotic syndromes. Albonetti G. Louro E. Ardern M. 1(594):770. Leff J. Acta Psychiatr Scand Suppl 1985. Madalena JC . Singh H. Musalek M. Gordin A. Koskinen T. 31(4):434-9. Fundo Editorial BYK-PROCIENX. Borsy J. Ledererova E. Br Med J 1968. 25:57. 9(4):320-7. Hojholdt K. Biol Psychiatry 1986. 186. Influence of drug treatment on the irritable bowel syndrome and its interaction with psychoneurotic morbidity. Madalena JC. 6(2):183-5. fluphenazineenanthate and fluphenazine-decanoate. Cost-effectiveness analysis of oral ondansetron and prochlorperazine for preventing nausea and vomiting after moderately emetogenic chemotherapy. Lechin F. Lazarus A. Schiff AA. Treatment with high-dose thioproperazine of pseudoobsessional manifestations of encephalitic origin. Treatment of ulcerative colitis with thioproperazine. Lind B. 172. 187. 60(1):41-7. Toldy L. 170. Melander A. 7(4):361-3. 191. 19(6):2002. Gill RC. 168. Cooper TB. 159. Am J Psychiatry 1995. The use of Stelapar nº 2 in schizophrenia. Hansen LB. Reveley MA. 166. Liedholm H. Wong KE. Acta Psychiatr Scand 1989. 45(5 Pt 2):43-9. R Bras Clin Terap 1971. Kroon L. 153. Rajna P. Pinto T. Ensaios clínicos preliminares com o decanoato de flufenazina. 185. Clinical evaluation of amitriptyline and dixyrazine on the basis of 3 years of experience on 600 cases. Kief HK. Rustembegovich A. . Ettigi P. Simionescu L. A comparative study of pipothiazine palmitate and fluphenazine decanoate in the maintenance of remission of schizophrenia. Richardson JH. 1(1):53-4. Makela S. Social integration of long-term paraphrenic patients with low-dose dépôt neuroleptic medication. and side effects. Klosinska B. Ensaio clínico com a clorimpifenina nos estados neuróticos. Yadalam K. 164. Levinson DF. J Clin Psychiatry 1984. Steady-state serum concentrations of the neuroleptic perphenazine in relation to CYP2D6 genetic polymorphism. Heatstroke in a chronic schizophrenic patient treated with high-potency neuroleptics.Psicofarmacologia Clínica Básica. 80(1):92-6. A comparative study of two long acting phenothiazine preparations. (Orientational comparison with chlorpromazine in an intensive double-blind study. Phenothiazine phototoxicity: an experimental study on chlorpromazine and related tricyclic drugs. Value of their association in the therapy of anxiety depressions. Lev R. 157. Lal S. Cerebellar syndrome following neuroleptic induced heat stroke. Waehrens J. 174. J Clin Gastroenterol 1982. Jenner P. 160. Roland P. 62(4):254-60. F Med 1967. Larsen NE. 3(2):87-92. Hansen LB. Kiraly I. J Med Lyon 1966. 116(5):244-52. Acta Psychiatr Scand 1985. Wahlin-Boll E. Larsson LE. Knudsen P. Gen Hosp Psychiatry 1985. J Hepatol 1988. Kjaer GC. Psychosocial relevance and benefit of neuroleptic maintenance: experience in the United Kingdom. Liden A. Wiborg O. Kurland AA. Neurolepticinduced acute dystonic reactions may be due to enhanced dopamine release on to supersensitive postsynaptic receptors. Eberlein-Fries R. Schjerve M. 184. Singapore Med J 1989. Madalena JC. Dyskinesia tarda caused by long-term administration of thiethylperazine (Torecan) prescribed for "dizziness". 29(5):316-9. Clow A. Losonczy S. A double-blind clinical trial. 176. comparative study of 50 drug monitored psychotic patients. Maccagnani G. Lancaster-Smith MJ. 179. 75 Suppl:171-2. Clin Pharmacol Ther 1996. 123(34):1460-3. Sulpiride and perphenazine in schizophrenia. Marsden CD. Ford CS. 11(6):6426. Prochlorperazine-induced chronic cholestasis. Thornberg E. 56 . 182. Madalena JC. 90(2):443-71. Lanczik M. Preclinical studies with compound GYKI-22441. Sturgeon D.Ned Tijdschr Geneeskd 1979. J Emerg Med 1994. Ebel H. Azevedo OF. 16(9):990-7. Postoperative nausea and vomiting in children using patientcontrolled analgesia: the effect of prophylactic intravenous dixyrazine. Acta Anaesthesiol Scand 1999. 165. Lok AS. Psychiatr Prax 1992. Neuroleptic malignant syndrome--a case report. Anderson JA. Williams AO. 190. Mattos HG. Kolakowska T. Prout BJ. Rimon R. 21(2):161-9. Dietzel-Rogan M. Tardive dyskinesia in schizophrenics under 60 years of age. Nord Psykiatr Tidsskr 1966. Leong OK. 177. Rev. Knudsen P. Feszt G. Moller H. Anaesthesist 1970. Biller J. Suppl 322:15-28. Oprescu M. Nilsson K. Rich C. improved by food intake. 152(5):765-71.a double blind study. Cesk Psychiatr 1966. Primeiros ensaios com a clorimpifenina na esquizofrenia crônica. 161. Toman M. 175. 57(4):325-9. Lefkowitz D. Fluphenazine enanthate in the maintenance treatment of schizophrenia. Walter H. Grof P. 66(1):33-41. 167. perphenazine enanthate: efficacy and side effects in a 6 week double-blind. 150. Lowther J. Tapfer M. Psychopharmacologia 1966. 154. 189. Acta Psychiatr Scand 1982. A unique case of tardive dystonia induced by short-term therapy with perazin. 183. Dis Nerv Syst 1968. 12(1):49-55. 171. Perphenazine decanoate vs. van der Dijs B. Lohmann T. 28(6):263-5. Riv Sper Freniatr Med Leg Alien Ment 1966. 55(6):1069-73. Ng IO. Simpson GM. 6(3):369-73. Gomez F. Toth I. 181.Psychiatr Prax 1985. 19(3):84-6. F Med 1971. Ferbert A. LH and prolactin in rat. Comparison of thiopropazate and trifluoperazine on oral dyskinesia . Psiq 1974. Curr Ther Res Clin Exp 1974. Pharmacopsychiatry 1995. Bouchardy M. Midenet M. Kun I. Perphenazine as an activating phenothiazine.149. Ferri G. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1983. 188. Parasuraman TV. Ther Drug Monit 1995. 4(5):445-9. 163. 178. Clinical and pharmacokinetic aspects with a particular view to dépôt preparations. dosage. Chemotherapy with neuroleptics. Acta Physiol Hung 1990. Pharmacokinetics of dixyrazine: low bioavailability. Pharm Pract Manag Q 1999. Experience with fluphenazine in the treatment of anxiety in endogenous depressions. Grimeland J. Psychiatr Pol 1967.

Acquired aplastic anemia secondary to perphenazine. Platz AR. Margulies AI. Schulze HA. 51(9):704-14. 215. Mosley CA Jr. 173(4):788-96. 232. Karam JH. Results of an open and a double-blind controlled trial. Freeman H. Plosker GL. Lane M. Salo R. Cancer Chemother Pharmacol 1991. Johnson RH. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1989. 41(11):1025-9. Kinetics of oral fluphenazine disposition in humans by GC-MS. 48:2634-7. 17(2):121-3. Bolvig-Hansen L. Herrmann N. Porto Alegre. 233. Malyshev IIu. South Med J 1990. Markowitz JC. Diabetic neuropathic pain: control by amitriptyline and fluphenazine in renal insufficiency. Prevention of adrenaline-induced arrhythmia by a calmodulin blocker. Dollfus S. Granisetron. Chalmers RJ. Psychopharmacological experiences with methophenazine with particular reference to Leonhard's classification of endogenous psychoses. The role of dosage and plasma levels in neuroleptic relapse prevention. 14(6):727-9. 221. Schless A. 209. 255(5):637-9. Krajewski TF. 219. Indian J Med Res 1989. Trad 2ed. Arch Gen Psychiatry 1982. Sellers EM. Villela Jr. 18(1):11-7. 218. 226. 40(3):695-700. 6(3):169-71. Cançado WL. 225. J Clin Pharm Ther 1992. Nakra BR. Eur J Clin Pharmacol 1983. Hiep A. Ozdemir V. Is monochromatic irradiation testing useful in the differentiation of drug-induced photosensitivity from chronic actinic dermatitis? Clin Exp Dermatol 1999. Nielsen D. Meerson FZ. Plasse TF. 76(4):462-3. Svestka J. 13(1-2):159-66. Nahunek K. Mendels J. Kornetsky C. O'Reilly FM. 223. Kalow W. Korchinski ED. Folia Med (Napoli) 1968. Naranjo CA. 382:25-7. Van Putten T. hyperpyrexia and coma following fluphenazine enanthate. Larsen NE. 57 . 228. Dépôt fluphenazine maintenance treatment and associated weight changes. Rigidity. Pantel J. Drugs 1991. Is it possible to predict experimentally the anti-inhibitory action of some neuroleptics? C R Seances Soc Biol Fil 1979. Petrilowitsch N. 212. Bibliografia Brasileira de Psicofarmacoterapia 1954-1984. Mukherjee S. South Med J 1983. Pharmacol Toxicol 1987. Aunsholt NA. 29(4):337-46. Med Welt 1966. Edom R. Groismann M. 467. Selective drug action related to chronic schizophrenic subtype. Wadleigh RG. A controlled study. 196. Caffey EM Jr. Costs and benefits of two doses of fluphenazine. 217. Melmed AS. Pharmacopsychiatry 1999. 235. Recent clinical experience with dronabinol. 98(22):1063-4. 206. thiopropazate. Pies RW. JAMA 1986. 194. 202. Manser TJ. Ford C. J Clin Psychiatry 1986. 91(2):182-8. et al. Wistedt B. 1(7848):104-7. McLellan DL. Lavin TN. Gertz BJ. 203. Briones DF. McKenna D. Meltzer HY. Paprocki J. and drug history variables. Mintz J. Karpov RS. Acute hepatitis. Psychopharmacologia 1973. Ruymann FB. 216. Lancet 1974. 9(2):135-41. Muller-Spahn F. Maxmen JS & Ward NG. Clinical effectiveness of zotepine in treatment of negative schizophrenic symptoms. 197. 198. Pansa M. Reed K. Sobre um caso de esquizofrenia catatônica tratada pela thioproperazina. Schroder J. 28(9):601-5. Goa KL. 222. The effects of daily administration of carphenazine on attention in the schizophrenic patient. Nahata MC. J Emerg Med 1996. 17(4):241-5. Krasnow SH. Pharmacol Biochem Behav 1991. Washington. Marder SR. 62(3):334-47. Gorter RW. A double-blind trial of tetrabenazine. 234. Consulta Rápida. 448. Dieterle D. Mitas JA 2d. 1987. 227. trifluoroperazine. 47(4):170-4. Pharmacopsychiatry 1996. 214. 220. Dessaigne S. Sebastian JA. Lebell M. Act Nerv Super (Praha) 1967. Rosen AM. Antiemetic specificity of dopamine antagonists. 11(1):318. Gen Hosp Psychiatry 1987. Huffer V. 208. Grunfeld C. Marder SR. 204. The relationship between perphenazine plasma levels and clinical response in acute schizophrenia. Brown RP . Dis Nerv Syst 1967. Artes Médicas. May PR.9(4):404-5. Omerov M. 230. Secunda S. Durr MJ. Effects on the photomyoclonic threshold. Murphy GM. Quinto C. Mendel CM. Drager AM. Pharmacopsychiatric experiences with methophenazine. Yefenof E. Can J Clin Pharmacol 1999. 201. Kukreja RS. A trial of amitriptyline and fluphenazine in the treatment of painful diabetic neuropathy. Hall K.192. Marriott P. 1998. Mohindroo A. 229. Beneficial effects of treatment with bendroflumethiazide and fluphenazine. Munyon WH. Psychopharmacologia 1967. Compr Psychiatry 1981. Fortschr Neurol Psychiatr 59 Suppl 1991. Dere WH. Perazine-induced agranulocytosis--case report Z Kinder Jugendpsychiatr 1988. Hawes EM. Taylor RJ. Pesola GR. 224. Acta Psychiatr Scand Suppl 1994. Neuroleptic malignant syndrome during perphenazine treatment. Tardive dyskinesia in psychiatric outpatients: a study of prevalence and association with demographic. 207. 213. Psychopharmacology (Berl)1987. and placebo in patients with chorea. Paroxetine potentiates the central nervous system side effects of perphenazine: contribution of cytochrome P4502D6 inhibition in vivo. 1998. Pharmacokinetics and safety of prochlorperazine in paediatric patients receiving cancer chemotherapy. 13(4):509-12. 29(1):43. Orzack MH. 25(5):70911. 108(7):59-62. Effective short-term treatment of generalized anxiety disorder with trifluoperazine. Rio de Janeiro: Ed Cient Nacional (ECN). Ackenheil M. 90:215-9. rhabdomyolisis and pancytopenia associated with perazine therapy. Olarte S. Premenstrual tension and absenteeism. 193. Shepard KV. clinical. Arch Gen Psychiatry 1984. chlorpromazine. Handbook of Essential Psychopharmacology. Encephale 1991. 28(5):384-90. Eilam Y. Klein RF. Ottaviano I. Cytotoxic effects of neuroleptic drugs. Scotto AM. Prochlorperazine-induced neuroleptic malignant syndrome. Psychosomatics 1982. Lima WL. Misurec J. Faltico G. Mollering M. Clin Pharmacol Ther 1997. Perphenazine-induced hiccups. 1:30-5. Chappell DA. Kamijima K. 32(2):81. Can Med Assoc J 1968. Semchyshyn G. Antitumor effects of ketoconazole and trifluoperazine in murine T-cell lymphomas. American Psychiatric Press. and trifluoperazine). Klett CJ. Parente G. Glossário de Psicofármacos. 24(2):118-21. 42(5):805-24. 23(7):769-70. 205. Warner JF. Rocha FL. Hwu HG. McKay G. Varia V. 78(3):210-3. Preventive effect of trifluoperazine on atherosclerosis induced by cholesterol & adrenaline in rabbits. Neuroleptic malignant syndrome associated with prochlorperazine. Oyewumi LK. Petit M. Jaundice associated with the administration of trifluoperazine. Biull Eksp Biol Med 1989. Andersen PT. (A comparative study of carphenazine. Berris B. Neumann J. Naftalovich S. 199. 22(3):320-5. J Bras Psiquiatr 1964. 210. A review of its pharmacological properties and therapeutic use as an antiemetic. Niemegeers CJ. Clinical comparison of methophenazine and perphenazine in schizophrenia. 16(1):27-30. Psychopharmacology (Berl) 1982. Miyaoka H. Kaul D. Midha KK. Psicotrópicos. 211. 60(3):221-2. Chemotherapies of negative schizophrenia. Mercier J. Larionov NP. GF. 195. Catatonic-like syndrome during neuroleptic therapy.Seizures with neuroleptics and antidepressants. 39(4):4669. 200. 83(1):73-4. McKenzie J. Cardenas C. Psychiatr Neurol Med Psychol (Leipz) 1966. 231.

79(1):103-11. Reed P. A controlled evaluation of butaperazine in the neurotic anxiety syndrome. Merlis S. Br Med J 1971. 12(2):71-4. 249. 59(2):221-2. physiological functioning and psychological test scores in 58 . 245. 238. Prevalence of obesity in patients receiving dépôt antipsychotics. 99(1-2):19-21. 68(7):876-80. Silverman M. 270. Flockhart DA. Calmodulin antagonists induce changes in lens permeability and transparency. Abortive headache therapy in the office with intravenous dihydroergotamine plus prochlorperazine. Pharmacopsychiatry 1987. Schattner A. Roudebush RE. 247. Reinstitution of neuroleptic treatment with molindone in a patient with a history of neuroleptic malignant syndrome. Gammon K. Psicofarmacologia Clinica. Smith G. Quaskey S. 1(593):707. Stockel M. Lopes WP. Larsen H. Headache 1992. Arch Gen Psychiatry 1971. 29(3):125-35. Wilmanns W. 20 (3-4):367-374. Power WJ. clinical antipsychotic efficacy and correlation with potency in predictive systems. Srithran S. Neuropsychobiology 1994. 20(4):147-54. Sachdev PS. Kubota K. March JA. 243. Raskin NH . 5(6):573-6 262. Maintenance imipramine therapy for secondary depression in schizophrenia. Raab E. Singer HS. Report of a case. Prospective cytochrome P450 phenotyping for neuroleptic treatment in dementia. Psychopharmacologia 1968. Grunberger J. Rickels K. Gordon PE. 75(7):433-5. Hair loss. 278. Muller-Oerlinghausen B. 13(7):961-8. Clinical experience with the new phenothiazine derivative chlorimpiphenine.Radioimmunoassay for a new phenothiazine derivative and its application. Angrist BM. Hesbacher P. Acta Physiol Hung 1992. 277. 2 239. Antipsychotic drugs depress acetylcholine release in the Torpedo electric organ. Mooney DJ. 274. Recent trends in prescribing psychotropic drugs at a psychiatric university hospital (1981-84). A controlled trial. Am J Gastroenterol 1980. Poupier G. 261. Snyder S. depigmentation of hair. 8(4):857-65. Saragoça. 272. Haloperidol. Factors affecting rehospitalisation rates of chronic schizophrenic patients living in the community. 17(2):31124. Gruen P. Foldes P. Dunn KA. Fluphenazine jaundice. a purely cholinergic system. Gershon S. Arch Gen Psychiatry 1978.Modern pharmacotherapy of migrain. 16(2):35-42. Stoudemire A. Smego RA Jr. Med J Aust 1989. Schmidt LG. Schaller-Clostre F. 241. 142(6):1183-5. Silverstone T. Shin JG. 21(3):126-30. Rask P. Schmidt LG. Poulsen J. Moan E. Lader M. trifluoperazine and chlorpromazine on ward behavior. Perel JM. 13(3):219-24. 252. Saadah HA. Br J Psychiatry 1988. Reimer F. 4(778):22-5. Ed Acribia. 263. Schleuning M. Smith e Incas J. Comparative survey of psychiatrists' prescription preferences: New York and Texas. Blinking-blepharospasm after long-term neuroleptic treatment. 242. J Clin Psychiatry 1993. Acta Derm Venereol 1981. Drug Metab Dispos 1999. Welding arc maculopathy and fluphenazine. Drug prescribing pattern of a psychiatric university hospital in Germany. Rifkin A. Shepherd M. DeSilverio RV. Rasky K. Six month evaluation of thiopropazate hydrochloride in tardive dyskinesia. Pharmacopsychiatry 1988. 268. Quitkin F. Fracchia J. 256. Neurol Clin 1990. 266. Thiethylperazine. Psychopharmacol Bull 1995. Beyel V. Skov S. Saletu B. Med Klin 1967. Anticancer Res 1993. Spiegel DE. and blepharoconjunctivitis produced by dixyrazine. 9(9):492-5. 25(5):398-403. The neuroleptic malignant syndrome. Singer K. J Natl Med Assoc 1965. Samson JA. Curr Ther Res Clin Exp 1967. Cheng MN. Aronson M. Int J Immunopharmacol 1991. Patfalusi M . Gaskell K. 73(4):336-40. Dunant Y. Br J Ophthalmol 1991. Sawaguchi T. 275. Sachar EJ. 42(6):576-9. 1972. Growth inhibition of human leukemic cell lines by the phenothiazine derivative fluphenazine. Shuwall MA. Goodall E. Rodnight R. Sheppard C. 248. 271. 51(2):109-15. Schizophr Bull 1991. Hendron M. Travers SP. Curr Eye Res 1994. 273. Matsumura M. Maintenance medication for schizophrenia: strategies for dose reduction. Pharmakopsychiatr Neuropsychopharmakol 1976. Pediatr Neurosci 1985-86. Rothschild AJ. Kufferle B. Levy R. 240. Slack T. 237. 57(4):284-6. Acute agranulocytosis during therapy with an analgesic containing dixyrazine. The effects of carphenazine. Very high dosage fluphenazine for nonchronic treatment-refractory patients. Rosen J. Smith JS. 13(3):599-602. Ulster Med J 1990. Fluphenazine enanthate in the maintenance treatment of schizophrenia. Soukhova N. Berrebi E. South Med J 1975. Effect of antipsychotic drugs on human liver cytochrome P-450 (CYP) isoforms in vitro: preferential inhibition of CYP2D6. Rotrosen J. Mulsant BH. Butler LD. Brumme V. Bishop MP. Duncan G. 31(2):327-31. Christiani K. 27(9):1078-84. Stanley M. Eur J Pharmacol 1985. Zuclopenthixol and perphenazine in patients with acute psychotic states. 12(2):169-77. Harefuah 1980. Pseudo-tetanus following trifluoperazine. Wilk S. Intravenous ketorolac vs intravenous prochlorperazine for the treatment of migraine headaches. 246. Dissociation of immunosuppression by chlorpromazine and trifluoperazine from pharmacologic activities as dopamine antagonists. Schooler NR. Soni SD. Levine J. Pollock BG. 253. Stromgren LS. 267. 62(39):1515-6. 254. Klein DF. Laquer KG. 258. Sanderson J. EEG mapping and psychometric studies in negative schizophrenia: comparative trials with amisulpride and fluphenazine. Bermanzohn PC. Anderer P. Gandolfi SA.236. Losonczy S. Trad espan. ichthyosis. 276. Arch Intern Med 1982. 112(1):2737. 153:214-7. Skausig OB. Keith-Spiegel P. Altieri LP. Seim MB. Niemeyer R. 9(4):15969. The initiation of long-term pharmacotherapy in schizophrenia: dosage and side effect comparisons between oral and dépôt fluphenazine. Gallant DM. Remvig J. 265. Hornsby L. 259. Mason SE. Shorten GD. Sichel J-P. 251. Bryant HU. Revue de Neuropsychiatrie Infantile 1972. Dopamine enhances the neuronal activity of spatial short-term memory task in the primate prefrontal cortex. 35(9):1112-8. 5(5):465-73. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1979. 32(3):143-6. Differential effects of chlordiazepoxide and fluphenazine in two anxious patient populations. Efficacy of the combination of fluoxetine and perphenazine in the treatment of psychotic depression. Carrillo C. Lammers V. 264. Sweet RA. 255. Durack DT. 257. Kiloh LG. 54(9):338-42. Clinical. 11(5):365-7. A double-blind multicentre study. Denning RK. Bessette MP. Arch Gen Psychiatry 1994. Scrignar CB. Acad Emerg Med 1998. Schooler NR. Topitz A. 250. Combined amitriptyline and perphenazine (etrafon) in the treatment of severe emotional disorders. 12(3):181-92. 260. Pharmacopsychiatria 1983. Thiopropazate hydrochloride in persistent dyskinesia. Experimentation du disuccinate acide d’oxaflumazine sur 24 cas d’enfants psychotiques en milieu pedo-psychiatrique. 61(1):85-8. Siris SG. Gen Hosp Psychiatry 1989. Br Med J 1968. Carter-Campbell JT. 150(6):341-3. Neurosci Res 1988. Berry PL. 269. MullerOerlinghausen B. Schizophr Res 1994. Matthysse S. fluphenazine and clonidine in Tourette syndrome: controversies in treatment. 244. Layman NK.

7(2):113-8. Neuropsychobiology 1994. Fluphenazine for the treatment of patients with anxiety. Goldberg HL. Ramos-Lorenzi JR. Velloso FM. Dealy RS. 78(4):1147-53. Wintrob RM. 59 . J Geriatr Psychiatry Neurol 1994. Herrero C. Comparison of efficacies of ondansetron and dixyrazine for prophylaxis of emesis during induction treatment in acute myelogenous leukemia. spontaneously beating guinea-pig Purkinje fibers. 1976-1985. Neuroleptic plasma levels. A study of the pharmacologic treatment of medication-compliant schizophrenics who relapse. 288. Proarrhythmic effects of antidepressants and neuroleptic drugs on isolated. Arch Gen Psychiatry 1975. Wirshing WC. Yoshida K. 23(2):13742. Scheller-Gilkey G. Acta Oncol 1997. Antipsychotic drug use in the United States. et al. Swett C Jr. Soloff PH. Paranoid psychosis in acute intermittent porphyria treated with perphenazine. Pharmacotherapy of delusional depression: experience with combinations of antidepressants with the neuroleptics zotepine and haloperidol. 308. Fine S. 49(9):346-8. 160(45):6529-31. 298. Wallerstein E. Wistedt B. Poulsen JH. Chabert N. 287. 284. Sundstrom GM. Saarijarvi S. 25(1):24-32. J Int Med Res 1997. Act Nerv Super (Praha) 1967. Ensaios clínicos com um neuroléptico fenotiazínico de ação prolongada: enantato de flufenazina (SQ 16144). 279. Lecha M. Pollock BG. 78(4):301-4. 28(5):323-4. Konig F. Jorgensen A. 17(4):235-40. Swofford CD. 315. 301. Psychol Med1998. The effect of serum monitoring on concentration of perphenazine and zuclopenthixole. 293. 316. 280. F Med 1972. Rossi AJ. von Bardeleben U. 297. Osoba D. Outpatient phenothiazine use and bone marrow depression. 70(5):369-72. Toll A. Steingard S. Campo-Pisa P. 312. Stibolt O. 65(1):163-8. Marder SR. 291. Vencovsky E. 47 Suppl:12-6. Peterova E. Rusthoven J. Dis Nerv Syst 1975. Wysowski DK. Griffin SJ. Vanelle JM. Wilson K. Cesk Psychiatr 1967. 307. Use of thiopropazate (Dartalan) in psychotic patients. Allen M. Fortschr Neurol Psychiatr 1991. 155(32):2443-8. Perel JM. 290. 46(10):929-32. Thomsen K. Benkert O. Craggs M. Weintraub M. Paprocki J. Psychopharmacology (Berl) 1982. S Afr Med J 1982. Yorke ET. Ruzicka S. 32(11):1416-8. J Clin Psychiatry 1986. Sriwatanakul K. Azon A. Encephale 1991. Dis Nerv Syst 1967. Wahlin A. 83(16):1169-73. Studenik C. Smith M. Olesen OV. J Natl Cancer Inst 1991. Ramsey-Goldman R. Carphenazine in the treatment of schizophrenic psychoses. Treatment of postherpetic neuralgia and acute herpetic pain with amitriptyline and perphenazine. 29(4):189-93. The antipsychotic effect of thiethylperazine and the clinical experience with its application in psychiatry. Trifluoroperazine for the symptomatic treatment of chorea. Rosen J. Bateman DN. Perel JM. 28(10):667-70. Salokangas RK. 305. 34(4):343-8. Methophenazine (Frenolon) in the prevention of postanesthetic nausea and vomiting. Schizophr Bull 1991. 285. Use of a long-acting phenothiazine in acute manic states. 36(2):229-30. J Indiana State Med Assoc 1966. Wolfersdorf M. Agranulocytosis in the course of phenothiazine therapy: case reports. 13(3):107-9. Spiker DG. Am J Psychiatry 1967. Van Putten T. Tejera CA. Nodine JH. 300. 31(7):923-6. A dépôt neuroleptic withdrawal study. J Clin Psychiatry 1985. Controlled clinical trial. Taussigova D. Hosp Community Psychiatry 1983. Vieira JCS. Hospital (Rio J) 1965. Taiminen T. Ahola V. 22 Spec No 2:33-9. 292. 144(2):111-6. Niemi H. Eur J Anaesthesiol 1999. 309. 63(1):1-8. 311. Marder SR. 318. Hanin I. 124(3):397-8. Arch Gen Psychiatry 1989. Worley JP. Dykyj R. 306. Vencovsky E. Thunell S. 16(9):638-45. Kumar R. 281. 41(4):83-4. Laberge F. Loloum T. Kasckow JW. A pilot study. Dis Nerv Syst 1967. Low-dose treatment strategies. 17(2):197-216. Vanelle JM. Subacute cutaneous lupus erythematosus associated with cinnarizine and thiethylperazine therapy. Syvalahti EK. Davis A. Dvorakova M. Fluphenazine and amitriptyline in the anxious depressed patient. O Hospital 1970. Sulkava R. 283. 282. Altieri LP.Ther Hung 1965. Mulsant BH. 7(5):364-6. Act Nerv Super (Praha) 1970. Smith B. CampoVoegeli A. Holsboer F. A clinical evaluation of an injectable phenothiazine in the management of acute psychotic patients. Neuroleptic drugs in breast-milk: a study of pharmacokinetics and of possible adverse effects in breast-fed infants. Acta Neurol Scand 1984. S Afr Med J 1967. Use of oral and injectable phenothiazines in treatment of psychotic patients. Br J Clin Pharmacol 1987. Neil JF. 62(9):274-5. Encephale 1996. Profile of the action of neuroleptics in deficit schizophrenia. Phenothiazine-induced systemic lupus erythematosus with superior vena cava syndrome: case report and review of the literature. Priapism in a patient receiving perphenazine. Dahl ML. Schizophr Res 1996. Early detection of neuroleptic-induced parkinsonism in elderly patients with dementia. Wiles D. Wetzel H. Weiss JC. Van Putten T. Erlichman C. 142(4):430-6. 302. Observação clínica de um novo ansiolítico derivado da fenotiazina. 320. Substance use: a powerful predictor of relapse in schizophrenia. J Clin Psychiatry 1988. 59 Suppl 1:239. Vinar O. 12(6):448-9. 12(1):59-60. Arthritis Rheum 1988. Ugeskr Laeger 1993. 296. van der Kolk BA. Lemmens-Gruber R. A report from the drug epidemiology unit and the Boston collaborative drug surveillance program. Ugeskr Laeger 1998. Am J Psychiatry 1985. 68(1):71-81. 59(8):902-5. Aftercare of schizophrenic patients: pharmacotherapy and consistency of therapists. Traldi S. Heistracher P. Iranzo P. 321. Lehto H. J Nerv Ment Dis 1967. Baum C. Zotepine versus perazine in patients with paranoid schizophrenia: a double-blind controlled trial of its effectiveness. Superiority of granisetron to dexamethasone plus prochlorperazine in the prevention of chemotherapy-induced emesis. Schooler NR. Willan A. J Clin Psychiatry 1994. Changing from oral to dépôt fluphenazine. Yassa R. 310. Eur J Pharm Sci 1999. Straub R. 299. Thiethylperazine and tardive dyskinesi. Williams PI. 314. Plasma concentration of fluphenazine and flupenthixol and relapse frequency. Simpson GM. 294. 286. 7(4):251-3. 304. 46(8):341-3. 313. Formankova M. 20(1-2):145-151. Baudis P. Steen VD. Stokes HB. Inderbitzin LB. J Clin Psychopharmacol 1992. The pharmacological treatment of delusional depression. An assessment of prochlorperazine buccal for the prevention of nausea and vomiting during intravenous patient-controlled analgesia with morphine following abdominal hysterectomy. Wenzel KP. 295. 289. Verster JP. Taylor WB. Lofters W. Principles of chemotherapy of paranoid schizophrenia. Aravagiri M. 317. 303. Yadalam KG. 9(4):353-5. Warr D. Gonzalez-Castro J. Estudo clínico com a associação flufenazinanortriptilina (Motival). Weis O. Citalopram causes no significant alterations in plasma neuroleptic levels in schizophrenic patients. 319. Lupus 1998. 36(3):102-5. 55(11):470-2.chronic schizophrenic patients. 28(1):81-91. Preliminary studies of the pharmacokinetics and pharmacodynamics of prochlorperazine in healthy volunteers. Sweet RA.

autonômicos (atropínicos) e cardiovasculares (hipotensão. mostra perfil de efeitos adversos considerado transicional entre as alifáticas e as piperazínicas. Phenothiazines reduce ischemic damage to the central nervous system. (http:// www. piperacetazina. Zivin JA. Tem pequeno registro na sítio do Instituto Lundbeck na Internet (55). A mesoridazina e a sulforidazina. onde é descrito como neuroléptico com leves propriedades antidepressivas que teria demonstrado eficácia em psicóticos na faixa de doses diárias médias de 300mg (55). com sede na Alemanha. Saitoh T. Serão examinadas a seguir onze substâncias.ch/). 60 .322. pipotiazina. O composto A-124. Os direitos da substância pertencem à Siegfried Chemicals.a tioridazina. Não disponível comercialmente. Kochhar A. A nortioridazina merece exame mais detido por ser o terceiro metabólito mais importante da tioridazina. perimetazina. nortioridazina e pipamazina foram incluídos mais por interesse histórico e/ou farmacológico. apenas encontramse em comercialização no Brasil: . mas não há notícias de novos experimentos desde então e muito menos lançamento comercial. porém. A mepazina é uma fenotiazina piperidínica com fraca ação de bloqueio D2 mas com papel equivalente à promazina entre os derivados alifáticos e à perazina entre os piperazínicos.a pipotiazina. ao contrário. aproximando-se talvez mais das primeiras. PIPERIDINA FENOTIAZINA também seus metabólitos. sulforidazina e tioridazina . Neuroleptic drug-induced coagulopathy: mechanism of reaction and duration of effect. Tem pouquíssimas referências na literatura e não consta do banco de dados ChemidPlus mantido pelo governo norteamericano. Holt RJ.a propericiazina (ou periciazina como também é conhecida) e . assim como mepazina. A-124 C) Fenotiazinas Piperidínicas Este subgrupo de fenotiazinas de potência intermediária. 47(1):35-7. embora sem suscitar desenvolvimento. chegaram a suscitá-lo e pelo menos a primeira foi licenciada em países da Europa como antipsicótico. 10-[3-(4-metóxipiperidino)propil]fenotiazin-2-il metil-cetona ou: (A124) (A 124) DD: 300mg (55) Antipsicótico fenotiazínico piperidinometilcetônico introduzido no ano de 1970 na Alemanha (49). Estados Unidos e Taiwan. . em experimento clínico em epilépticos conduzido por Canton e colaboradores ainda no mesmo ano da introdução (30). 482(1):189-93. mesmo na Europa. distúrbios da repolarização miocárdica) que as últimas. Zengotita HE. J Clin Psychiatry 1986. Um dos poucos países a ensaiá-lo fora da Europa foi justamente o Brasil. Inc. Suíça. Brain Res 1989. De todas elas.siegfried. por menor propensão a efeitos extrapiramidais e maiores efeitos sedativos. 323. das quais sete com utilidade já comprovada como antipsicóticos: mesoridazina. propericiazina.

10-((1-metil-3piperazinil)metil). PAKATAL. PACATAL. FM: C19-H22-N2-S DD: 75 a 400mg (57. Não demonstrou. FM: C21-H26-N2-O-S2 DD: 20 a 200mg (126). Por sua fraca ação de bloqueio dopaminérgico D2 com acentuada ação anticolinérgica. 290). mas brandos efeitos sedativos. onde. 10-[2-(1-metil-2-piperidil)-etil]-2-metilsulfonilfenotiazina ou: 10H-Fenotiazina. propriedade que levou a seu aproveitamento em alguns países da Europa. e a sulforidazina o derivado sulfona formado por ação da CYP 2C19 (79). 10-((1-metil-3-piperidil)metil). sem participação da CYP 3A4 (31). sendo os outros a sulforidazina e a nortioridazina. 10-(2-(1-metil-2-piperidil)etil)-2(metilsulfinil)-ou: 10-(2-(1-Metil-2-piperidinil)etil)-2-(metilsulfinil)10H-feno. encontra-se 61 . com perfil semelhante à tioridazina da qual é um dos três principais metabólitos ativos. Foi licenciada para os Estados Unidos e Canadá. Introduzido na Europa nos anos 60. uma grande variação interindividual nas concentrações dos metabólitos observadas com a administração oral do cloridrato de tioridazina (54. 163). 10-(2--metil-2-piperidinil)etil)2-(metilsulfinil). 25 a 100mg (251). PECATAL. foi comparada à prometazina como fenotiazina sem ação antipsicótica (116). NOTHIAZINE. (CAS RN 60-89-9). Não disponível comercialmente no Brasil. no entanto.a ou: Tioridazina-2-sulfoxido ou: (NC-123) (TPS-23) (CAS RN 5588-33-0). É antipsicótico de intermediária a baixa potência.ou: Fenotiazina. PAXITAL. a mesoridazina e a sulforidazina.(201). tendo apenas apresentado menor ação nos receptores muscarínicos (43). 15 a 30mg (163).ou: (N-Metil-3-piperidil)metilfenotiazina ou: 10-(1-Metilpiperidil-3-metil)fenotiazina ou: (P 391). 150 a 300mg (26). 50 a 300mg. -mais potente que clozapina e tioridazina. sendo a mesoridazina o derivado sulfóxido formado por ação da CYP 2D6.tiazina ou: 10-(2(1-Metil-2-piperidil)etil)-2-(metilsulfinil)fenotiazin. A maior afinidade dopaminérgica estriatal foi mais tarde confirmada por Niedzwiecki (192.MEPAZINA (PECAZINE) MESORIDAZINA (MESORIDAZINE) 10-[(1-metil-3-piperidil) metil]-fenotiazina ou: 10H-Fenotiazina. capacidade em inibir a hipermotilidade determinada pela apomorfina em animais como o fazem todos os neurolépticos ou antipsicóticos típicos (156). Segundo o estudo de Bylund. MEPRAZINE. in vitro. ainda hoje. 193). exerceriam ações muito mais poderosas nos receptores alfadrenérgicos e dopaminérgicos que a droga-mãe. porém.ou: Fenotiazina. No Exterior: LACUMIN. Deve ser registrada. Tanto a mesoridazina quanto a sulforidazina formam-se pela S-oxidação do grupo 2-metiltio da tioridazina. Em psiquiatria tem interesse apenas histórico.

especialmente nos idosos. devem ser evitadas. 25 e 50mg. em mulher jovem. ao contrário. nem se dispõe de informações mais detalhadas sobre o comportamento farmacocinético ou perfil farmacodinâmico desta substância. juntamente com a amitriptilina. similares aos da tioridazina. potencial utilidade nos esquizofrênicos refratários à clorpromazina e outros antipsicóticos tradicionais (197. atingindo altas concentrações circulantes. a mesoridazina é substância potencialmente cardiotóxica. 287). a fluvoxamina-. estando relativamente contra-indicada na presença de transtornos do ritmo cardíaco (56. 76. mas estima-se.comercialmente disponível. Tem efeito cataléptico moderado. um outro relatando arritmias graves culminando em parada cardíaca. Hipotensão e boca seca são efeitos adversos comuns. e. não só pelo maior risco próprio da faixa etária para transtornos cardiovasculares. possivelmente pelo bloqueio serotoninérgico (29). 10-(2-(2-piperidil)-etil)-2-metiltioou: 10-(2-(2-Piperidil)-etil)-2-metiltiofenotiazina ou: (TPD 6). após tentativa de suicídio com ingestão de 3. 154). entre os medicamentos psicoativos mais envolvidos em ganho ponderal a médio prazo. também. que as concentrações cerebrais seriam cerca de 20 a 30 vezes menores que as alcançadas com a flufenazina e com o haloperidol e. duas vezes menores que as obtidas com a tioridazina (269). A associação com a sertralina. reduziria suas concentrações (65). foi sugerido como medicação hipno-sedativa (01). obviamente. -como o fazem ISRSs como a fluoxetina (em até 13 vezes!). alargamento do complexo QRS e taquicardia ventricular (286). A mesoridazina também foi relacionada. comp 10mg. 194). como também por atingirem concentrações 1. na ausência de dados equivalentes sobre o citalopram e a nefazodona. Não disponível comercialmente. aquelas que causem elevação acentuada das concentrações da tioridazina e seus metabólitos por inibição do citocromo P-450. NORTIORIDAZINA (NORTHIORIDAZINE) Fenotiazina. 172). com picos plasmáticos em 4h. 62 .1 gramas (168). Por esta razão. como antipsicótico (18. FM: C20-H24-N2-S2 Um dos três principais metabólitos da tioridazina ao lado da mesoridazina e da sulforidazina (270). além de Transtornos de Personalidade (20). Mostrou como a tioridazina. Não consta ter sido licenciada ou desenvolvida farmacologicamente como antipsicótico. ainda. além de. diante da necessidade de utilização coadjuvante.5 a 2 vezes maiores que indivíduos jovens. Há. clorpromazina. ainda. LIDANIL (HOLANDA). comp 10. ao menos in vivo. Não disponível comercialmente no Brasil. opção mais segura de antidepressivo. Grande cautela se impõe com idosos. mas nunca o seria no Brasil. antecedida por hipotensão. (CAS RN 10538-32-6). não mostrando definidas vantagens em relação à ela. Por seu perfil sedativo e curta meia-vida. É bem absorvida por via oral. Mais ainda do que a droga-mãe.besilato de. com menor intensidade. as associações com drogas potencialmente cardiotóxicas como lítio (232) ou antidepressivos tricíclicos ou. por estudos com animais. Na literatura há registro de caso de superdosagem com níveis de até 16 microgramas/ml evoluindo rapidamente para o óbito por fibrilação ventricular refratária à cárdioversão. SERENTIL (USA)(Boehringer Ingelheim) . Recomenda-se cautela nas doses a partir da meia-idade (56). mas efeitos adversos vegetativos pronunciados.besilato de. tioridazina e lítio. SERENTIL(Canadá)(Sandoz) . e como tranqüilizante nas Aneuroses@ (152. No Exterior: LIDANAR. LIDANOR (Países Escandinavos). ou cuidadosamente monitoradas. mostrando-se assim.

ou: 1-[3-(2-clorofenotiazin-10-il)propil]piperidino-4carboxamida (cloridrato) ou: 10-[3-(4-carbamoilpiperidinol)propil]-2clorofenotiazina (HCl) ou: (SC-8016) (SC-9387). 1-(3-(2-clorofenotiazin-10il)propil). Não disponível comercialmente no Brasil. poucos efeitos extrapiramidais. Sua ação relaxante sobre a musculatura lisa. antiadrenérgicas e antisserotoninérgicas (186). (CAS RN 84-04-8) FM: C21-H24-Cl-N3-O-S É uma fenotiazina piperidínica com insignificantes propriedades neurolépticas. miorrelaxantes e hipotermizantes semelhantes às da clorpromazina. não despertaria maior interesse da indústria. foi introduzida na França como um novo neuroléptico no início da década de 70 (211. Provavelmente por seus potenciais efeitos adversos autonômicos e inexistência de comprovação de superioridade em eficácia e segurança sobre outros fenotiazínicos. Não disponível comercialmente no Brasil. PERIMETHAZINE) PIPAMAZINA (PIPAMAZINE) 1-(3-(2-Metóxifenotiazin-10-il)-2-metilpropil)-4piperidinol (1317 AN) (CAS RN 13093-88-4) 1-(3-(3-Clorofenotiazin-10-il)propil)isonipecotamida ou: 10-(3-(4-Carbamoilpiperidino)propil)-2clorofenotiazina ou: Isonipecotamida. mostrou-se intensa e inespecífica com a confirmação adicional de propriedades antihistamínicas. porém. No Exterior: Antigo MORNIDINE® (Searle) (USA) – comps 5mg. Há muito poucas informações técnicas disponíveis e apenas referências de passagem na literatura especializada. sendo descontinuada (55). Foi melhor investigada em animais. mas acabou. mas não chegou a ser clinicamente desenvolvida na indicação.PERIMETAZINA (PERIMETAZINE. No Exterior: LEPTRYL® (França) 63 . 289). amp 5mg/ml. no Japão (123) quando pôde confirmar propriedades sedativas. Foi introduzida ainda no ano de 1958 nos Estados Unidos como medicamento antiemético em apresentações oral e parenteral pela Searle (MORNIDINE®). potentes efeitos antieméticos e moderados efeitos hipotensores. (retirados) MOMETINE® NAUSIDOL® (Gremy-Longuet) (França) (retirado) NOMETINE® FM: C22-H28-N2-O2-S Fenotiazina piperidínica de síntese mais recente. mais tarde.

Teria comprovado por estudos laboratoriais com animais de experimentação. metoclopramida. A piperacetazina também é empregada em medicina veterinária para controle do comportamento animal em pequenas intervenções ou para permitir seu adequado transporte (165.ou: 1-(10-(3-(4-(2-Hidroxietil)-1-piperidinil)propil)10H-fenotiaz. em doses baixas ou moderadas. e contrariamente à flufenazina. e incontinência urinária (161). foi empregado como medicação tranqüilizante ou coadjuvante aos antidepressivos. A pipotiazina parece ocasionar menos efeitos extrapiramidais e sedação que a flufenazina. como na manutenção (08. com uma ação anticolinérgica equivalente.idinil)propil)-N. haloperidol.552 R.) (19. No Exterior: ETHAN. ações estimulantes comportamentais. Seu emprego foi preconizado nos transtornos de comportamento de deficientes mentais leves institucionalizados (149).PIPERACETAZINA (PIPERACETAZINE) PIPOTIAZINA (PIPOTHIAZINE) Etanona. Como muitos outros antipsicóticos de potência alta a intermediária.P. undecilênico).366 R. insuficientes para um pleno bloqueio dopaminérgico pós-sináptico. (CAS RN 39860-99-6 ) FM: C24-H33-N3-O3-S2 DD: 10 a 20mg VO (Via Oral) e 100mg/mês IM (Via Intramuscular)(média de 3. (CAS RN 3819-00-9 ) FM: C24-H30-N2-O2-S 20 a 160mg (126). 173).33 mg/dia). tioperazina e clorpromazina (52). 93. anemia aplástica fatal (298).P. demonstrou ser tão eficaz quanto a tioridazina. transtornos da ejaculação (127). PSYMOD. 243). 209). 10-(3-(4-(2hidroxietil)piperidino)propil)fenotiazin-2-il metil ou: 2-Acetil-10-(3-(4-(betahidroxietil)piperidino)propil)fenotiaz.551 R. palmítico) (19. porém. 25 a 250mg/mês IM (palmitato) e 100mg/quinzena IM (undecilenato) (26).N-dimetilou: 10-[3-4-(2-hidroxietil)-1-piperidinil)-propil]-N. 10H-Fenotiazina-2-sulfonamida. QUIDE. 1-(10-(3-(4-(2-hidroxietil)-1piperidinil)propil)-10H-fenotiaz. Não disponível comercialmente no Brasil. 147.. 10 a 40mg/dia VO. Em estudo duplo-cego. Já foi responsabilizada por Discinesia Tardia. A hipotensão inicial e os demais efeitos cardiovasculares. em pacientes “neuróticos” nos anos 60 e 70 (155). aproximam-na da clorpromazina (23). pelas propriedades “ativadoras” (92). sulpirida e amissulprida.Ndimetil-10H-fenotiazina-2-sulfonamida palmitato undecilenato ou: (19. assim como a significativas reduções nos escores do fator Aanergia@ na BPRS 64 . do mesmo modo que pimozida.in-2-il)etanona ou: Quetona.in-2-il). mesmo em doses baixas (75).P.10-(3-(4-(2hidroxietil)-1-piper. Antipsicótico com potência intermediária utilizado tanto no tratamento da fase aguda da Esquizofrenia (135. 40 a 100mg (251)..ina ou: 10-(3-(4-(2Hidroxietil)piperidino)propil)fenotiazin-2-il metil quetona ou: (PC-1421)(SC 9794). 58. Isto coincide com as observações clínicas impressionistas de Aeuforia@ em esquizofrênicos acompanhando a melhora com o emprego da pipotiazina (244). com melhor tolerabilidade em pacientes geriátricos com lesão cerebral (101).

e nos escores da SANS. até há pouco. só mais recentemente vindo a ser disponibilizado o decanoato de haloperidol. e envolveu tanto pacientes psicóticos hospitalizados (96. também encontra-se disponível o decanoato de zuclopentixol (v. situando-se pouco abaixo do dobro das de haloperidol em miligramas (24). 234).comps de 10mg. com picos plasmáticos (1. foi feito para um paciente de 90 anos após a aplicação do palmitato de pipotiazina (182). PROPERICIAZINA (PERICIAZINA. constatou eficácia e tolerabilidade equivalente entre as duas substâncias. flupentixol e clozapina (125. envolvendo a ocorrência de Catatonia Medicamentosa. não parece constituir a melhor escolha nos pacientes agudos. No Exterior: PIPORTIL (Reino Unido) PIPORTIL (França) . PIPORTIL M2 (França) .palmitato de pipotiazina. pela demora de no mínimo 3 a 4 dias para que sejam obtidos os primeiros efeitos clínicos (94). atingindo pico plasmático em 1 a 2 horas. realizado no Brasil no início dos anos 80 por Bechelli e equipe. nos ensaios clínicos utilizando estas escalas de avaliação (203). Tioxantênicos).undecilenato pipotiazina. Em estudo duplo-cego controlado comparativo com decanoato de flupentixol envolvendo o controle de pacientes psicóticos por até 12 meses. Um quarto registro. Na atualidade. Contudo. Síndrome Neuroléptica Maligna já foi registrada pela literatura (130) e pelo menos um caso frustro em associação com droperidol (217). Rhodia Farma Ltda. com grande variação interindividual. com tolerabilidade semelhante (269). para injeções quinzenais (em média 100 a 200mg/mês). tão populares na Europa. Benzisotiazóis). aguardando-se para breve a introdução do primeiro preparado de depósito com atípico (v. amp de 1 e 4 ml. sendo a meia-vida média de eliminação de 11. ao lado da flufenazina e da trifluperazina além de outros compostos como trifluperidol. XV. Muito embora o palmitato de pipotiazina seja considerado o preparado dépôt com menor freqüência de efeitos extrapiramidais (40). No Brasil: PIPORTIL (Rhodia Farma)(Brasil) . 284). Estudo duplo-cego comparativo controlado com placebo e haloperidol.9 ng/ml) sendo obtidos durante a 20 semana e estabilização (Asteadystate@) ao redor do 21 mês (99). A pipotiazina foi relacionada pelos autores da escola francesa entre os neurolépticos Adesinibidores@. PIPEROCYANOMAZINE) 10-[3-(4-hidróxi-1-piperidil)-propil]-2-ciano- 65 . com doses médias de pipotiazina. comp 10mg. A apresentação oral é bem absorvida. Há um terceiro caso registrado de transtorno motor duradouro (122). remontam à década de 70 no exterior. já que nunca lograram alcançar comercialização no país o decanoato de flufenazina ou o decanoato de flupentixol.pipotiazina base.palmitato de. tanto na forma palmitato (73. Em que pese ter demonstrado esta eficácia. envolvendo pacientes esquizofrênicos agudos. PIPORTIL L4 (Rhodia Farma)(Brasil) . amps de 1ml (25mg) e de 4ml (100mg). 224. No Brasil. c/ 25 e 100mg. pimozida.2 horas e os efeitos corticais máximos observados somente de 24 a 36 horas após a ingestão de dose única de 25mg (70). os primeiros ensaios clínicos das preparações de depósito. Estudos farmacocinéticos demonstram que a administração intramuscular do palmitato de pipotiazina somente gera concentrações terapêuticas a partir do 31 dia. sol inj 5mg/ml amp 2ml para uso IM diário de 1 a 2 amp. amp de 1 e 4 ml. 109). sulpirida. como os demais preparados dépôt. Encontra-se disponível em alguns países europeus. respectivamente. c/ 25 e 100mg para uso IM de 4 em 4 semanas. amissulprida. o palmitato se constituía na única opção de preparado dépôt para uso mensal. Av. das Nações Unidas 22428 (04795916) SÃO PAULO (011) 546-6822 (011) 523-6391. quanto atendidos em unidades de emergência (83).PERICYAZINE. estojos com 3 e 1. 146). o palmitato de pipotiazina mostrou superioridade estatisticamente significativa nos escores da BPRS ao final do estudo. risperidona. preparados de depósitos também na forma do sal undecilinato. sol oral (gotas) 40mg/ml. tiotixeno. como undecilenato (02.7+/-0. estojo c/ 20. risperidona no Cap. PIPORTIL L4 (França)( Reino Unido) .

solução oral frasco com 1mg/gota c/ 20ml. Foi também empregado no controle do prurido primário de origem psicogênica (34). No exterior e no Brasil. mostrou. oral de 0. Esta substância chegou a ser testada em ensaios clínicos europeus dos anos 70 como antipsicótico (236). NEULACTIL. 10-(3-(4hidroxipiperidino)propil). 6145) (IC 6002) (SKF 20. cxs c/ 20. comp 25mg. NEULACTIL (Reino Unido). Av. 226). consagrou-se no tratamento de distúrbios dos impulsos e do comportamento em crianças e adolescentes (04. 77. Como a tioridazina e a mesoridazina. no Transtorno dos “tics” (177). No Brasil: NEULEPTIL (Rhodia Farma)(Brasil) . 229. Como seu emprego em crianças não deva constituir-se em prática generalizada nesta faixa etária recomendam-se doses que não ultrapassassem 1mg por ano de idade/dia. NEULEPTIL (França) .716)(WH 7508). É bloqueador dopaminérgico ainda mais potente que a mesoridazina. das Nações Unidas 22428 (04795916) São Paulo (011) 546-6822 (011) 5236391. além da forte afinidade pelos receptores dopaminérgicos D1 e D2 (131). 86.ou: Ciano-3 ((hidróxi-4 piperidil-1)-3 propil)-10 fenotiazina [França] ou: 2-Ciano-10-(3-(4hidroxipiperidino)propil)fenotiazina ou: 2-Ciano-10-(3-(4-hidróxi-1piperidil)propil)fenotiazina ou: 4-Piperidinol.5 a 90mg (251).frasco de sol. NEULEPTIL GOTAS PEDIÁTRICO (Rhodia Farma)( Brasil) . Empregada na Esquizofrenia desde os anos 60 na Europa (74.theriaque. com marcantes efeitos sedativos. hipotensores e anticolinérgicos. como medicação pré-anestésica (205. 97. 212. SOLFORIDAZINA) 10-(2-(1-Metil-2-piperidil)etil)-2metilsulfonilfenotiazina ou: Fenotiazina. 88. mas não alcançaria pleno desenvolvimento por apresentar nítida desvantagem extrapiramidal em relação à drogamãe.fenotiazina ou: 10-(3-(4-Hidroxipiperidino)propil)fenotiazina-2carbonitrilo ou: Fenotiazina-2-carbonitrilo. 7. embora sem grande embasamento experimental para esta especificidade terapêutica. 244).org/InfoMedicaments/home. sol oral 40mg/ml frs 30 e 125ml. isto é.ou: 10-(2-(1-Metil-2-piperidil)etil)-2metilsulfonilfenotiazina ou: (TPN-12).cáps 10mg. também foi aproveitada em associações com clomipramina em altas doses (até 150mg/dia vs 300mg/dia. foi encontrada em concentrações anormalmente elevadas em pacientes tratados com tioridazina que desenvolveram Discinesia Tardia (128).25mg/gota c/ 20ml. Antipsicótico de média potência. Rhodia Farma Ltda. o outro metabólito ativo da tioridazina. (CAS RN 14759-06-9) FM: C21-H26-N2-O2-S2 Constitui o metabólito sulfona da tioridazina (106).ou: (8909 RP) (6909 RP) (RP 8908) (Bayer 1409) (F. 206).comps de 10mg. 1-(3-(2-ciano-10fenotiazinil)propil).cfm). No Exterior: NEMACTIL. maior potência sobre os receptores dopaminérgicos e alfadrenérgicos que ela. e em estados de agitação psicomotora pós-traumatismo craniano (230). 129. (CAS RN 2622-26-6) FM: C21-H23-N3-O-S DD: 15 a 75mg (60). tem padrão de efeitos adversos similar ao da tioridazina. 10-(2-(1-metil-2-piperidil)etil)-2metilsulfonil. 193).I. 192. De forma significativa. Do mesmo modo que a mesoridazina. sol inj 10mg/ml. 30 a 80mg (26). in vitro. respectivamente) no tratamento do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (26). 188. 5 a 200mg (www. SULFORIDAZINA (SULPHORIDAZINE. com menor afinidade apenas pelos muscarínicos (43. a sulforidazina também tem suas concentrações 66 .

conforme a proposta de Meltzer.theriaque. nos anos 70 era. tanto em nível de 5Ht2A quanto de 5Ht2C. do mesmo modo aliás. Antes da difusão dos atípicos de segunda geração. risperidona. como estes.5ng/mL (169). 202). mais recentemente. ainda era o antipsicótico mais administrado em enfermarias de crônicos (81). TIORIDAZINA (THIORIDAZINE) 10-[2-(1-metil-2-piperidil)etil]-2-metiltiofenotiazina ou: 10H-Fenotiazina. nos dois subtipos de receptores).org/InfoMedicaments/home. Introduzida no início da década de 60. segundo o levantamento de Wysowski & Baun (296). aliás. 100 a 500mg (251). em grau um pouco menor. quetiapina e iloperidona e. a Food and Drug Administration impôs a Novartis Pharmaceuticals. apresentou-se nos estudos farmacodinâmicos como um potente bloqueador serotoninérgico (5Ht2A) (245).de bloqueio dopaminérgico D1 e D2. 300 a 1200mg (60). aumentando o “turn-over” de histamina no cérebro (181). com risco de indução de arritmias ventriculares graves. 100 a 800mg (204). a inclusão no rótulo. a flufenazina e o haloperidol (48. em julho de 2000. 10-(2-(1-metil-2-piperidil)etil)-2(metilthio)-ou: (TP-21)(HSDB 3189)(AI3-51923). 200 a 800mg (www. entre os cinco subtipos destes receptores dentre os neurolépticos (33). de uma advertência aos médicos de que o produto só deveria ser usado em caso de refratariedade ou efeitos adversos intoleráveis aos antipsicóticos de primeira linha. a fluvoxamina) (53. Não disponível comercialmente. talvez um pouco maior que a daquela. 10-((1-metil-2-piperidil)etil)-2(metilthio)-ou: 2-Metilmercapto-10-(2-(N-metil-2piperidil)etil)fenotiazina ou: 3-Metilmercapto-N-(2'-(N-metil-2piperidil)etil)fenotiazina ou: 10-(2-(1-Metil-2-piperidil)etil)-2(metilthio)fenotiazina ou: Fenotiazina. nunca gozou da popularidade que sempre desfrutou na América do Norte. 10-(2-(1-metil-2piperidinil)etil)-2-(metilthio)-ou: Fenotiazina. 65). No Brasil. disputando espaço entre as fenotiazinas piperidínicas com a propericiazina e. e por alguns antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina (particularmente fluoxetina e. teria evidenciado alguma superioridade no tratamento de pacientes esquizofrênicos refratários (287). com pipotiazina. 75 a 500mg (163). sobre a qual. com virtual ausência de bloqueio H2 (06). como veremos em capítulos subseqüentes. não-seletiva. olanzapina. onde também atuam comprovadamente. o neuroléptico mais empregado do grupo das fenotiazinas piperidínicas conforme nos asseguram Benkert & Hippius (26). somente superado pela clorpromazina (com tendência de baixa) e pelo haloperidol (em alta). Níveis Terapêuticos (NT): 1 a 1. gozava de ampla prescrição no Canadá e nos Estados Unidos onde se manteve como o 3º antipsicótico mais prescrito de 1976 a 1985.cfm). que diversos atípicos como a clozapina. 67 . Antipsicótico de baixa potência como a clorpromazina. A questão estaria mais num melhor balanceamento entre os bloqueios dopaminérgicos e serotoninérgicos (Razão D2/5Ht2A) do que no valor absoluto de bloqueio 5Ht2. 75 a 300mg (26). 200 a 600mg (169).plasmáticas elevadas pelo propranolol (105). mas reduzidas pela carbamazepina (64). com fracas ações extrapiramidais e antieméticas e acentuada ação anticolinérgica. Além do potente bloqueio muscarínico -a mais forte afinidade muscarínica geral. Em países árabes no início dos anos 90. condição freqüentemente fatal. (CAS RN 50-52-2) FM: C21-H26-N2-S2 DD: 50 a 800mg (57). 228). e do acentuado bloqueio alfa1 -adrenérgico e H1 -histaminérgico (117). a clorpromazina (mais intensamente aliás que a tioridazina. Embora aprovado e com ampla aceitação nos Estados Unidos desde o ano de 1959. potente indutor enzimático. Ressalte-se que bloqueio serotoninérgico relevante não é exclusividade da tioridazina entre os antipsicóticos tradicionais. 150 a 800mg (133). embora tendo sido ensaiada na clínica logo após sua introdução (22. na Europa. por comprovada ação dose-dependente sobre a repolarização ventricular (alargamento do intervalo QTc).

inclusive. a sulpirida e isômeros da carbidina . em baixas doses e como medicação coadjuvante. Estudo aberto sugeriu alguma utilidade no Transtorno “borderline” de Personalidade (277). nos pacientes esquizofrênicos com sintomas afetivos secundários (69. 198. não disponibilizado no Brasil) (233). sulforidazina) são farmacologicamente ativos com propriedades de bloqueio alfadrenérgico e dopaminérgico. atingindo picos plasmáticos em 2 a 4 h. 246) e em outros áreas do SNC (111). Sua biodisponibilidade sistêmica média é de 60%. por exemplo. 214) e efeitos adversos autonômicos e. sem posterior declínio pelo desenvolvimento gradual de tolerância ao bloqueio D2 túbero-infundibular como se vê. Também se utiliza no manejo e prevenção das agudizações psicóticas da hiperatividade colinérgica ocasionada pela suspensão abrupta da clozapina (264). clozapina e em parte. A própria retirada da tioridazina ocasionaria reações de abstinência mas. loxapina). É metabolizada no fígado e dois dos principais metabólitos (mesoridazina. in vitro. 192. pré e pós-sináptico. Ainda assim. antes do surgimento dos atípicos. retenção urinária (pela hipertrofia prostática). como a clozapina. Em doses baixas teria ação antidepressiva auxiliar. 267). nesta (139. 179. na Dependência do propoxifeno (um analgésico narcótico. efeito não observado com haloperidol. 136. Possui. Tem sido empregada no tratamento da Síndrome De Abstinência e na fase de manutenção da Dependência de Opiáceos (184. um agonista/antagonista alfadrenérgico útil na hipertensão e na enxaqueca (259). com o haloperidol (213. 210. 215). com freqüência. A literatura registra emprego com êxito. com sintomas ligados à hiperatividade adrenérgica. 225. 240). contornável pela administração de clonidina. 137). Por seu perfil de efeitos adversos extrapiramidais menos intensos. 78). na retomada do tratamento em pacientes que tivessem apresentado Síndrome Neuroléptica Maligna com outros antipsicóticos (183. todos muito temidos nesta população. O bloqueio dos receptores muscarínicosdetermina nos idosos. 221). É difícil estabelecer uma consistente correlação entre as concentrações plasmáticas da droga-mãe e o efeito terapêutico e assim estas mensurações carecem de utilidade clínico-terapêutica (63). o risco de hipotensão ortostática e transtornos cardiovasculares (61. bem demonstradas. responsável pelas alterações enzimáticas hepáticas. agranulocitose e efeitos miocardiotóxicos) (32. com alta taxa de ligação às proteínas plasmáticas (95%). ações bactericida e antiprotozoária (07. 238. era o preferido entre os antipsicóticos tradicionais. além de propriedades fotoprotetoras (em baixas doses) e fototóxicas (faixas mais altas) (28. sendo também proposta. 120. Ainda hoje é classificado por clínicos e investigadores.Outra verficação interessante é que a tioridazina -assim como vários atípicos ou tradicionais com perfil atípico. mas nem sempre com sucesso (257). por sua incapacidade em induzir catalepsia nos animais de experimentação (de modo semelhante à sulpirida. ou cautela nas doses (222). finalmente. 268). aumento da pressão intraocular (podendo desencadear crises glaucomatosas) e constipação intestinal (induzindo formação de 68 . Sua excreção se dá majoritariamente através das fezes (50%) mas também por via renal (um pouco menos de 4% como substância não-modificada e cerca de 30% sob a forma de metabólitos). a racloprida. provavelmente. Por sua melhor tolerabilidade extrapiramidal. trifluoperazina e outras benzamidas sem ação antipsicótica em primeiro plano como a tiaprida e a metoclopramida (91). além da sedação com risco de quedas e fraturas (160) e da forte ação anticolinérgica com agravamento do déficit cognitivo (80. 271). tornam-se fatores limitantes a seu uso (37. entre os “antipsicóticos mais ou menos atípicos” pelo fraco bloqueio dopaminérgico estriatal e com menor indução de hipersensibilidade dopaminérgica. Contudo. Atravessa a barreira placentária e é.aumenta a liberação de dopamina no striatum. Tem meia-vida de eliminação de 10h. seu uso continuado faz elevar as taxas de prolactina como qualquer neuroléptico e mesmo. 193). mas útil. também. hipotermia por falência dos mecanismos da termo-regulação (143). no tratamento da inquietude e heteroagressividade de crianças com hiperatividade (35). 185. superiores às da droga-mãe (43. 281). A tioridazina é rápida e completamente absorvida por via oral. apenas. excretada no leite materno. estruturalmente relacionado a metadona. a remoxiprida. possui propriedades citotóxicas (com aplicação potencial como coadjuvante na quimioterapia do câncer e. 256). ao contrário dos antipsicóticos típicos convencionais. 164. tem sido preconizada para pacientes idosos (218. Como já demonstrado para outras fenotiazinas. Foi um dos primeiros antipsicóticos a ser denominado de “atípico” por investigadores da pesquisa neuropsicofarmacológica.

62. 231. Esteve também implicada em Síndrome Neuroléptica Maligna. pela menor propensão a efeitos motores extrapiramidais (189). 121. um deficiente mental já na meia idade. Também foram descritas reações distônicas agudas (84). 249. Um recente levantamento das necropsias por morte súbita na Finlândia num período de 3 anos encontrou 18 homens e 31 mulheres com média de idade respectivamente de 40 e 44 anos. 241) e. 145. priapismo (16. 11. felizmente contornado com amplo suporte clínico em hospital geral após imediata suspensão do medicamento. a realização regular de hemograma e provas de função hepática. Efeitos adversos mais perturbadores incluem: agranulocitose e trombocitopenia (86. como isoladamente. Esta atividade arritmogênica da tioridazina pode dever-se a seu generalizado bloqueio colinérgico muscarínico. 265). foi a terceira droga responsabilizada por desordens motoras iatrogênicas entre 125 pacientes encaminhados a uma clínica especializada em Houston. impotência no homem e amenorréia com galactorréia na mulher (39). transtornos da acomodação visual. 142. 190. Síndrome de Meige (blefaroespasmo com distonia oro-mandibular) (294) e sintomas da Síndrome de Gilles de La Tourette (150). seu metabólito. em perfil clínico entre as fenotiazinas. 272). Um de nossos pacientes. 171). propriedade ausente. retardo da ejaculação e ejaculação retrógrada (03. não somente em associação com flufenazina (170. especialmente nos tratamentos prolongados. achatamento da onda T e surgimento de uma onda U) em pacientes jovens e hígidos costumam ser benignas. Também registrou-se opacificação do cristalino (107). pacientes com septicemia (276) e Transtorno Afetivo Bipolar (283). 175. entre outros. 17. por exemplo. 258). 216. Este fato poderia explicar por que estes pacientes desde sempre se constituíram em grupo de maior risco (191. que estavam em uso de antidepressivos e/ou antipsicóticos e a tioridazina estava presente em mais da metade dos casos (174). Casos de retinite pigmentar foram observados com altas doses. redução da libido. ainda que alguns tenham ocorrido em pacientes com lesão orgânico-cerebral e/ou convulsões. mesmo em doses baixas e em tratamentos breves. não deve ser tratada com epinefrina pois pode ser agravada. 158). 253. na clozapina que demonstra afinidade pelos receptores colinérgicos M1 (situados no cérebro). 46. 227. É o antipsicótico convencional que mais determina ganho de peso. Entretanto. os receptores M2 situados no coração. 153. boca seca. Alterações do eletrocardiograma (lentificação na repolarização com aumento do intervalo QTc. no Texas. Foram relatados óbitos súbitos e inexplicados atribuídos a arritimias ou parada cardíaca (102. 200. 254. Nos pacientes idosos ou de meia-idade é aconselhável uma prévia avaliação cardiovascular com eletrocardiograma (118). distonia tardia (100). 41. mas de quem aliás mais se aproxima. 207. 272). Em levantamento publicado em 1990. como acontece com outras fenotiazinas dotadas de forte ação de bloqueio alfa1-adrenérgico (alfa 1A e alfa 1B). 103. ensaios comparativos controlados envolvendo pacientes idosos revelaram vantagens em termos de tolerabilidade. Não obstante mostrar efeitos extrapiramidais mais brandos. Também foi relacionada entre antipsicóticos com risco relevante no desencadeamento de convulsões (196). em criança (195). só sendo superado neste efeito pelos antipsicóticos atípicos clozapina e olanzapina (05. 112. com casos extremos de parotidite medicamentosa (279). 69 . mas também há registros de retinopatia em doses mais baixas (45. hiponatremia por inadequada secreção do hormônio antidiurético (10. 282. Deve também ser evitada a co-administração de substâncias arritmogênicas durante o tratamento com tioridazina (56). dose-dependentes ou ocorrerem apenas na vigência de hipocalemia. respondendo por 27% dos casos.fecalomas) (178). 138. apresentou íleo paralítico grave com doses medianas. já foi responsabilizada por rabdomiólise (187) e hipertermia maligna (108. 98. 114) e suas concentrações costumam estar mais elevadas em alcoólatras (13). 293). 67. 280. 36). A mesoridazina. 29. 151. colestase e hepatoxidez (19. 124). córeoatetose (51). A cardiotoxidez não demorou a ser constatada (14. Costuma causar sensação de fadiga. freqüentemente acima do limite recomendável de 800mg diários. parece ser o maior responsável pela miocardiotoxicidade da tioridazina (110. 89. superando a clorpromazina (20%) e só sendo superada pelo haloperidol (37%) e pela associação amitriptilina/perfenazina (30%) (176). 21. Discinesia Tardia (113). É recomendável. 250). mas também podem se manifestar como alterações de maior gravidade (199). com eficácia equivalente ao clormetiazol (12. 219). que incluiria. 278). 285). e com sinais de encefalopatia crônica não-progressiva. 220). ginecomastia. em adulto. a hipotensão freqüente no início do tratamento (148). 132. incontinência (09. anorgasmia feminina (248.

já que a arritmia ventricular costuma se mostrar refratária à lidocaína. 195). 255). 260. assim. 167. Já se comprovou que sua administração aumenta as concentrações da trazodona e de seu metabólito ativo m-clorofenilpiperazina respectivamente. 76. Além dessas interações metabólicas por via enzimática. esses dois ISRS. A diurese deve ser forçada pela administração de solução salina parenteral (alcalinização) e manitol. A prevalência geral de disfunção sexual masculina pode chegar a 60% de pacientes em tratamento com a tioridazina (141). Deve. a tioridazina e os antidepressivos (tanto ISRS quanto tricíclicos). 119. administração de carvão ativado dentro das 4 primeiras horas após a ingestão. nos seres humanos. potente inibidor enzimático da CYP2D6 pode elevar as concentrações de tioridazina e metabólitos em até 13 vezes. 90. 20 vezes mais que a risperidona e quase 40 vezes mais que a clozapina (252). especialmente tratando-se de antidepressivos tricíclicos. 263). especial atenção deve ser dada à função cardíaca com monitoramento permanente prolongado (38. pulmões. 68) sendo cerca de 5 vezes mais potente que a clorpromazina. CYP2E1 e CYP3A. Também pode se lançar mão de lavagem gástrica e quando houver preservação dos reflexos da faringe e da laringe. medidas heróicas como cardioversão além de marca-passo transitório (estimulação atrial) não devem ser proteladas. fígado. tende a reduzi-las discretamente (65). na presença de arritmia ventricular maligna ou fibrilação ventricular. Como ocorre com outras fenotiazinas. quando necessário. A administração de tioridazina a pacientes em uso de fenitoína não parece determinar modificações importantes das concentrações do anticonvulsivante (237) mas mostrou reduzir as concentrações de fenobarbital (95) e ter suas próprias concentrações por ele reduzidas (82). A maioria dos antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina agem como inibidores enzimáticos elevando as concentração de diversas substâncias. reduzindo seu conteúdo total. provavelmente via inibição de CYP2C19 e/ou CYP1A2 (53). interfere com as enzimas do citocromo P450 (CYP). aliás. Pela sua alta taxa de ligação protêica tem alto potencial para interações medicamentosas e conforme estudos farmacocinéticos em roedores. 50. neurotoxidez foi freqüentemente descrita na associação com lítio (15. além de inibir a CYP2C11. ao contrário. a administração de ácido valpróico aumenta as concentrações de tioridazina. Contrariamente. ocasionando menos eficácia e maiores riscos de efeitos cardiovasculares (66). diferentemente da CPZ que induz CYP2B e CYP3A sem aumentar o conteúdo total (275). um potente inibidor da CYP2D6. A administração simultânea de carbamazepina pode reduzir as concentrações de tioridazina e metabólitos por indução do metabolismo enzimático hepático com repercussão clínico-terapêutica e necessidade de ajustes nas doses do antipsicótico (64). enzima pela qual é metabolizada (31. A fluvoxamina aumenta em cerca de 3 vezes as concentrações. Nas superdosagens. isto é. enquanto que o citalopram não parece alterá-las (273) e a sertralina. ao contrário do que ocorre com as outras fenotiazinas. 242) e. 42. já se destacou a obtenção de uma resposta terapêutica mais rápida à desipramina quando se acrescenta a tioridazina ao esquema antidepressivo (27). inibem-se reciprocamente em sua absorção tissular pelos lisossomas sendo conseqüentemente reduzidas as quantidades de tioridazina nos órgãos para os quais apresenta lisossomotropismo (cérebro. 261. agiriam o propranolol e o pindolol. 159. ser empregada apenas com o paciente ainda plenamente lúcido. 208. 291) e anasarca (166). Nas ingestões acima de 2 gramas. O paciente deve ser mantido em ventilação mecânica assistida e hidratação endovenosa com correção de eventual desequilíbrio hidroeletrolítico. 262. tanto a diálise peritonial quanto a hemodiálise são ineficazes em função das altas taxas de ligação às proteínas do plasma. como os efeitos antieméticos são fracos. nas melhores opções diante da necessidade de associação. drogas potencialmente também miocardiotóxicas (115. Finalmente. Do mesmo modo. como também ocorre na interação destes betabloqueadores com a clorpromazina (104. a utilização do 70 . A literatura tem registrado relatos da utilidade da associação em esquizofrênicos terapeuticamente refratários (180. No paciente comatoso a lavagem só poderá ser feita após entubação endotraqueal para prevenir o risco de aspiração de lavado gástrico e suas graves complicações pulmonares. elevando as concentrações de tioridazina e tendo as suas próprias também moderadamente aumentadas. porém. A tioridazina é também por sua vez. Na impossibilidade de estimulação atrial imediata. A fluoxetina. em 30% e 50% (297). Constituem-se. a provocação de vômitos por estimulação mecânica da oro-faringe poderá ser obtida com facilidade. rins e músculos) com maiores concentrações sendo atingidas no tecido adiposo e coração. sendo neste caso procedimento útil. Não obstante isto tudo. 292).megacólon e íleo-adinâmico (223.

Bazire S. 100. and thioridazine. Cappelleri JC. no presente. Apropos of a case. Lehmann HE.comp 10. Garver DL. JAMA 1967. Ruffino-Netto A. 33(8):529-34. MELLERIL( Reino Unido). 150 e 200mg. SIADH: a serious side effect of psychotropic drugs.551 R. Barancik M. 29. chlorpromazine. No Brasil: MELLERIL (Brasil)(Novartis) . 183(6):543-7. Casos graves costumam evoluir para colapso vascular periférico com edema pulmonar e insuficiência renal. Psychotropic Drug Directory 1999. Am Heart J 1965. Albion MJ. Chauchot F. Serum concentration and protein binding of thioridazine and its metabolites in patients with chronic alcoholism. The effect of neuroleptics on electrocardiograms. Int J Psychiatry Med 1986-87. 20. 38(4):258-64. Carruthers-Jones I. 07. Cesarino AC. 48(5):216. Bastos F de O. 11. Ban TA. Ban TA. Am J Psychiatry 1999. Stoker MJ. 1999. Thurman DN. Ahlfors UG. J Clin Psychiatry 1987. Neuleptil (propericiazine)--an correcting drug in behavior disorders. Alapin B. Arch De Vecchi Anat Patol 1965. Como em altas doses a tioridazina apresenta bloqueio betadrenérgico e bloqueio dos canais de cálcio. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973. Weizman A. Lowdose imipramine for thioridazine-induced male orgasmic disorder. 16(4):4017. Snow Hill. 26. A tioridazina no tratamento das desordens mentais. Adam K. Aizenberg D. Hetem G. A comparison of chlormethiazole and thioridazine in agitated confusional states of the elderly. 03. 71 . Bailine SH. haloperidol and placebo in recently-hospitalized acute schizophrenic patients. SONAPAX. Referências Bibliográficas (Fenotiazinas Piperidínicas) 01. Amin MM. MALLORYL. Av.. 14(6):431-5.). Berger H. 50. Millett W. Oswald I. Galindo A. Eur J Clin Pharmacol 1982. Preliminary report. 46(2):451-63. Balon R. 10. Methods Find Exp Clin Pharmacol. sol oral 40mg/ml. THIORIDAZIN.Clor. A pilot study with pipotiazine undecylenate (19. Priapism associated with thiothixene. Br J Clin Pract 1985. Psychopharmacology (Berl) 1984. 3(1):157-63. 23(4):359-63. Braz J Med Biol Res 1983. 200(1):69-70. Ensaio terapêutico. 16(10):1167-71. Ball-like edema of the sinusoidal pole of human hepatocytes. 11 Suppl 1:S194-206. Ananth JV. o verapamil e betabloqueadores estarão contraindicados (157). Mark Allen. 17. Arch Dermatol 1969. Benkert O & Hippius H. somente disponível em associação para uso oral) (25. 239). 39(10):400-1. Dis Nerv Syst 1972. 21. MELLERETTE. Clinical evaluation of a new dépôt neuroleptic. Neurotoxicity induced by combined lithium-thioridazine treatment. Heo M. Axelsson R. 05. MELERIL. Ather SA. Tigano F. 16. Dis Nerv Syst 1977. Neurol Neurochir Psychiatr Pol 1966. Urinary incontinence associated with thioridazine administration. Acta Psychiatr Scand Suppl 1986. 15. Carrozza G. Hyponatremia of therapeutic origin. Inhibition of the respiration of multi-drug resistant clinical isolates of Mycobacterium tuberculosis by thioridazine: potential use for initial therapy of freshly diagnosed tuberculosis. 50. Thioridazineinduced cholestasis. Allen S. Para o controle dos efeitos anticolinérgicos periféricos e centrais devem ser administradas a neostigmina ou fisostigmina (no Brasil. não está comercialmente disponível no Brasil. Can Med Assoc J 1971. Brandborg LL. Assal F. Alling C. St Jean A. Physostigmine as an antidote for poisoning by combination of thioridazine and trihexyphenidyl. Martensson E. Psychopharmacol Bull 1977. Katila O. 25. Abebe LS. 19. Backman H. Br J Clin Pharmacol 1976. Shaw SH. Bennett JA. Martins C. Inferrera C. Chandler LP. Zemlan F. 22(3):225-9. Vicente Rao 90 (04706900) São Paulo (011) 532-7122 (011) 5327942. 13. 28. Ananth J. Hospital (Rio de Janeiro) 1966. de. 16(4):305-11. Infante MC. 70(4):575-6. comp 10. Amaral L. um agonista betadrenérgico demonstrou ser uma medida emergencial alternativa (134) mas. Allison DB. Hirschowitz J. 04. Ban TA. Spence M. Jaundice during treatment with thioridazine. EUNSA. Antipsychotic-induced weight gain: a comprehensive research synthesis.P. An uncontrolled clinical study with piperacetazine in the maintenance treatment of chronic schizophrenic patients.A. A double-blind controlled trial of pipotiazine. 38(6):1049-53. embs. 18. 25. 23. Weiden PJ. 100 e 200mg (retard). Vatashsky E. Encephale 1994. frs c. 12. sol inj 2mg/ml. 25. Novartis Biociências S. 27. Elosuo R. MELLERIL (França) . Lehmann HE. 09. Acta Med Scand 1968. Stanczak T. J Sex Marital Ther 1996.gotas c/ 30 e 50ml. Trad Esp 3 ed alemã. Kristiansen JE. 241:43-9. 08.Clor. MELLERETTEN. Bernstein JG. Weinstock M. Velasco A. Carvalho HM de. c/ 20. Zemishlany Z. Solução oral de 30mg/ml c/ 50ml. Mathewson FA. Pamplona. Beilin B. Psychotropic drug induced weight gain: mechanisms and management. No Exterior: MALLOROL. Lin KM. Mesoridazine and human sleep. Han H. 50 e 100mg. Barone P. 02. Electrocardiographic changes induced by phenothiazine drugs. 14. 13(3):10-1. 156(11):1686-96. 104(4):326 passim. drgs de 10. Pigmentation after thioridazine. Berchou R. Doft M. Alvarez FJ. Bechelli LP. 100(4):487. MELLARILS. 22. Combined thioridazine and desipramine: early antidepressant response. Clin Neuropharmacol 1988. Biol Psychiatry 1986. 329:81-91. 1981. 15. J Antimicrob Chemother 1996. Barnes RJ. 21(89):834-7. amp c/ 5ml (10mg). Mentore JL. Bankier RG. 20(5):527-9. 70(3):679-90. 06. A clinical study of mesoridazine and chlorpromazine in relapsed schizophrenic patients. 24. MELLARIL (Canadá) (USA) (Sandoz) . Mesoridazine (Serentil) in personality disorders--a controlled trial in adolescent patients. Effect of psychotropic drugs on histamine H2-receptors in rat isolated uterus.isoproterenol. Prof. Brahm E. Shiloh R. Farmacoterapia Psiquiatrica. 82(3):263-5.

Psychiatr Med 1988. 42. 144(3):164-5. 6(3):52-8. Lawrence JM. pp 10-36. 2 ed. Petri H. J Med Lyon 1968. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973. Frankenberg K. Cardiotoxic effects of Mellaril. Metabolism of thioridazine in the elderly. 47. Soxidation of thioridazine to psychoactive metabolites: an oral dose-proportionality study in healthy volunteers. Acta Psychiatr Scand 1976. 29(7):1056-62. Canton OE. Crittenden FM Jr. Wojcikowski J. Value of propericiazine in the treatment of certain primary pruritus of psychogenic origin. Daniel WA. 181(1-2):65-8. 8(8):735-7. 46. Historia de la Psicofarmacologia. Jefferis RW. 69. Burch EA Jr. Clin Pharm 1987. 1970 Jul. 112-117. Ann Méd Psychol. 34. 5:199. Clinical utility. Evaluation of results at 6 and 12 months' trial. J Clin Psychopharmacol 1999. Bolden C. Haduch A. Wojcikowski J. Pharmacokinetic interaction of fluvoxamine and thioridazine in schizophrenic tients. 7(1):65-9. Thioridazine pigmentary retinopathy. A controlled one-year study of pipotiazine palmitate and fluphenazine decanoate in chronic schizophrenic syndromes. Arch Ophthalmol 1973. Cell Biol Toxicol 1987. 37. 45. 73. Dayer P. Bull Soc Fr Dermatol Syphiligr 1967. Recognition and treatment of attention deficit disorder. administration in man. Verbeeck R. Clark WG & del Giudice J. Blake BL. Dahl SG. Xenobiotica 1995. 158(2):115-24. Cardiotoxicity more common in thioridazine overdose than with other neuroleptics. Olrich JG. Choc MG. Dawson AH. 44(7):242-7. McKay G. 74(4):490. 19(6):494-9. Simon P. 1975. 43. Schiffter R. Donatsch P. Herraiz AG. Mexico. Van den Berghe ML.Clinical evaluation of a group of epileptics treated with A124. 3(9):14 passim. Campbell JM. Performance deficit induced by low doses of dopamine agonists in rats. Syrek M. Carnoy P. Dépôt pipotiazine 1970-1982: a review. 62. 67.20(7):949-52. 55. 2000. Brain Inj 1994. Cameron ME. 80(1):147. Chatelain R. J Toxicol Clin Toxicol 1995. Hippius H. Levi PE. Bond WS. Buckley NA. Artes Médicas. 6(8):617-24. Can Med Assoc J 1978. Hodgson E. 54. Chouinard G. Behav Neuropsychiatry 1971. Drug Metabol Drug Interact 1988. Lundbeck Institute CNS Forum. 38 cas de psychoses traités par la cure prolongée et continué de 4568 RP. 241:101-18. 31. Piret JM. Richelson E. Canton H. La Prensa Medica Mexicana. Cohen BM. Stevenson IF. Ruehter VL. Wojcikowski J. Malm U. 63. 71. Benitez J. Encephalopathy with lithium and thioridazine in combination. Bylund DB. 39. J Pharmacol Exp Ther 1981. 3(3):231-50. Pol J Pharmacol 1998. Whyte IM. Choreoathetosis associated with thioridazine: three case reports and literature review. 90(3):251-5. Bouis P. Daniel WA. 6(3-4):425-37. Algumas observações sobre o emprego da Rauwolfia sello Awu@ em psiquiatria. Disponível em http://www. Plasma level monitoring of antipsychotic drugs. Med J Aust 1979. 260(2):57680. Hypotensive effects of thioridazine in an elderly patient with traumatic brain injury. JAMA 1978. 59. 51. The influence of selective serotonin reuptake inhibitors (SSRIs) on the pharmacokinetics of thioridazine and its metabolites: in vivo and in vitro studies. Competitive antagonism of serotonin (5-Ht)2C and 5-Ht2A receptor-mediated phosphoinositide (PI) turnover by clozapine in the rat: a comparison to other antipsychotics. Desmeules J. Branchey MH. Neurosci Lett 1994. Gralnick A. Eur J Drug Metab Pharmacokinet 1992. Duran M. Attenuation of antipsychotic-induced hyperprolactinemia with clozapine. 53(4):271-6. Cowen TD. 49. De Schepper PJ. de Jonghe FE. 119(7):729-30. Haduch A. 239(18):1860-2. Bittelli A Jr. Bol Inst Vital Brasil.o. Duek D. 219(2):217. Clinical studies with a new piperidyl-phenothiazine derivative (A 124). Ghadirian AM. 11(1):36-61. 41. 1975. Burgess KR. Pipotiazine pharmacokinetics after p. Principios De Psicofarmacologia. Thioridazine (Melleril) retinopathy. Lee JH. JFMA 1972. Carrillo JA. Caldwell AE. Simpson GM. 68. Jones BD. Delay J. Bunker MT. Marken PA. In vitro forecasting of drugs that may interfere with codeine bioactivation. 1952. 36. Am Heart J 1970. Antagonism by antimuscarinic and neuroleptic compounds at the five loned human muscarinic cholinergic receptors expressed in Chinese hamster ovary cells. 59(3):33. 48. Deniker P & Harl JM. Cantor CH. Berecz R. Cordioli AV (ed). 72 .org/ cp/en/CNSforum/treatment/psychotropics). 33. J Pharmacol Exp Ther 1992. Sommer BR. Schalken HF. Hospital (Rio J). Berzewski H. 50. The role of lysosomes in the cellular distribution of thioridazine and potential drug interactions.30. Billett B. 2(4):177-8.78(4):1115-25. Llerena A. 1952. Syrek M. 44. Relative cytotoxicity of psychotropic drugs in cultured rat hepatocytes. Pigmentary retinopathy associated with thioridazine administration. 35. 110:364. 64. JAMA 1972. Amin R. Med J Aust 1986. High. 110(2). Interactions of neuroleptic metabolites with dopaminergic. La Prensa Medica Mexicana. 51(45):309-14. Br J Ophthalmol 1972. Meythaler JM. 56. Korchinski ED.schizophrenia.v. and i. 217(1):816. Mexico. 17(2):115-20. 49(138):409-10 passim. Porto Alegre. Metabolism of thioridazine by microsomal monooxygenases: relative roles of P450 and flavin-containing monooxygenase. Utilisation en thérapeutique psychiatrique d’une phénothiazine d’action centrale élective. Fatal thioridazine cardiotoxicity. Ramos SI. 1954. Boelsterli UA. Puech AJ. Bolgert M. Thioridazine incontinence. Delay J & Deniker P. Clin Pharmacokinet 1986. Exp Toxicol Pathol 1999. 56(2):131-4. 40. Carlson RJ. In: Clark WG & del Giudice J. 32. 60. Pharmacokinetics of phenothiazine neuroleptics after chronic coadministration of carbamazepine. Trad esp. Chakraborty BS. 70. Boucharlat J. 33(3):199-204. Consulta Rápida. Striberni. Psicofármacos. Thioridazine in the treatment of depressive patients. 58. 66. Climo HJ. Ayd FJ Jr. 53. Colletti EB. 57. Agundez JA. Rose RL. Death attributed to ventricular arrhythmia induced by thioridazine in combination with a single Contac C capsule. van der Helm HJ. Alphabetical List. Mailman RB. Arzneimittelforschung. Toxicol Appl Pharmacol 1999. J Clin Psychiatry 1983. Campos JS et al. Schneiderhan ME. J Child Adolesc Psychopharmacol 1997. Hubbard JW. Zell B. Soubrie P. Toward a model for approaching the neurobiology of negative schizophrenic symptomatology? Biol Psychiatry 1986. An exceptional therapeutic accident: diabetes insipidus due to thioridazine. Trad esp. Millan MJ. Ann Méd Psychol. 65. alpha adrenergic and muscarinic cholinergic receptors.luinst. Cusack B. Scalet NV. 38. 50(6):431-42. Midha KK. Principios de Psicofarmacologia. Dencker SJ. Arzneimittelforschung 1979.and low-potency neuroleptics in elderly psychiatric patients. Correlation between blood levels and effect on the handwriting area. 8(5):336-9. 72. Hawes EM. 1970 Oct. 52. 61. Davidorf FH. 25(4):377-93. Piperacetazine in chronic. Robinson WT. Vranckx C. Burda CD. Daniel WA. 21(1):11-22. Verriele L. J Clin Psychopharmacol 1988.

78. Tardive dyskinesia following low doses of piperacetazine. 87. Pipotiazine palmitate: an evaluation of a new long acting intramuscular antipsychotic agent in severely ill schizophrenic patients. Young M. Ban TA. Goldstein SE. 13(6):353-8. 26(10):823-4. Am J Psychiatry 1968. 99.552 R. Davis KL.) used on patients in an acute reception ward. Ellenor GL. Modlin RK. Am J Psychiatry 1980. Acta Psychiatr Scand 1992. Tardive dystonia after a short course of thioridazine. 241:75-82. Giles TD. Life Sci 1983. Gerlach J. 78(1):135-8. Mielke D. Union Med Can 1967. Piperacetazine versus thioridazine in the treatment of organic brain disease: a controlled double-blind study. 34(8):955-7. Al Haddad MK. 52(3-4):397-9. 114(7):47-9. 105. Rev Neuropsychiatr Infant 1966. 76. A clinical study with propericiazine in chronic psychotic patients. Guerin JJ Jr. Minerva Med 1967. Piperacetazine (Quide): a controlled evaluation of the elixir in chronic schizophrenic patients. 93. Levin Y. 79. 82. Clinical evaluation of pipotiazine palmitate (19. 69(3):311. Guimond M. Hoyer J. 137(12):1617. Curr Ther Res Clin Exp 1971. 108. Rev Neuropsychiatr Infant 1969. Res Commun Chem Pathol Pharmacol 1978. Ben-Artzi E. Galambos M. Sudden unexplained death in a psychiatric patient taking thioridazine. Pilot trials with long-acting pipotiazine injections. 32(3):640-2. 205(2):108-10. 36(4):193-6. Lecuyer R. 7(3):178-82. 138(5):800-1. Am J Psychiatry 1975. Letter: Energizing effects of piperacetazine. Hakola A.P. GuerreroFigueroa R. 75. 241:31-42. Phenobarbital-thioridazine interaction in man. 1(3):203-6. Litkenhous EE Jr. Initial results of a pharmacokinetic study of pipothiazine and its palmitic ester (Piportil L4) in a schizophrenic population. Gay PE. Petersen JH. 77. Kass DJ. General evaluation of pipotiazine palmitate (19. J Clin Psychiatry 1988. Kovalev GI. Thalhammer G. South Med J 1977. Donlon PT. Granier F. Forycki Z. Oelsner T. Lee H. Jeste DV. Giron LT Jr. 114. Cotonat J. J Am Acad Child Adolesc Psychiatry 1993. Kazamias TM. Greenberg HR. 10(2):221-5. Successful suicides with thioridazine and mesoridazine: a result of probable cardiotoxicity. Pol Tyg Lek 1982. Antagonism of central histamine H1 receptors by antipsychotic drugs. 28(1):87-92. 17(3):165-71. Psychopharmacol Bull 1993. Caligiuri MP. Nyeborg O. Guentert TW. Plasma levels of the in poor and extensive metabolizers of dextromethorphan and mephenytoin. 70(1):110-1. 132(12):1333-4. 139(9):1178-80. 98. Bishop G. 96(4):448-9. Interaction between phenobarbital and thioridazine. 27(2):100-5. Recurrent ventricular flutter after thioridazine poisoning. Stabl M. Gualtieri CT. Arch Intern Med 1978. 115. propericiazine (Neuleptil). Antipsychotic drugs and dopamine-mediated responses in Aplysia neurons. haloperidol. Hodges GR. Thioridazine retinopathy within the upper dosage limit. Chronic administration of three neuroleptics: effects of behavioral supersensitivity mediated by two different brain regions in the rat. Ban TA. Neurology 1983. Phenothiazine drugs: structureactivity relationships explained by a conformation that mimics dopamine. 81. Toxicol Appl Pharmacol 1986. Poklis A. Ernst M. Dufresne RL. Ferguson RL. High incidence of tardive dyskinesia in older outpatients on low doses of neuroleptics. 49(3):105-7. 113. Neumann M. 165(2):139-43. Panton D. Levy A. Hamilton JD. Thioridazinehydrochloride-associated agranulocytosis. Am Heart J 1969. Dis Nerv Syst 1975. Ananth JV. 111. 110. 14(7):617-24. Heiman EM. Goodson WH Jr. 84. Proc Natl Acad Sci U S A 1975. Clinical experimentation with a new phenothiazine derivative. Haberman ML. 39(3):187-208. 89. Corneal and lenticular opacities in mentally retarded young adults treated with thioridazine and chlorpromazine. Beuthin FC. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973. Bourcier G. Raevskii KS. 33(12):1631-2. 97. Heiss W D. JAMA 1968. 106. J Clin Psychopharmacol 1987. Koupernik C. Halperin R. J Nerv Ment Dis 1977. 24(4):405-6. and phenobarbital. Gruenke LD. Psychosomatics 1985. 107. 92. 37(18):527-9. Craig JC. TranJohnson TK. 83. 104. Malignant hyperthermia. Swica P. Hill SJ. El Hefny F. Schaublin-Loidl M. Krull AJ. 103. Powell K. Dominguez RA. 29(2):249-55. Feinberg AP. Res Commun Chem Pathol Pharmacol 1975. 112. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973. 315. 12(6):387-9. phenytoin. 109. 33(6):585-92. 94. Filipe-Lourenço A. Effects of antipsychotic drugs on memory functions of schizophrenic patients. 90. Cardiac toxicity with thioridazine-tricyclic antidepressant combination. Different effects of typical and atypical neuroleptics on K+-stimulated dopamine release from isolated rat striatum. Eur J Pharmacol 1978. 59(3):322-31. Curr Ther Res Clin Exp 1970. Lefler WH. Gainetdinov RR. Plasma propranolol levels and their effect on plasma thioridazine and haloperidol concentrations. 86(1):44-55. 24(8):355-8. 320. Effect of pindolol administration on serum levels of thioridazine. Carrillo C. 10(4):171-6. 116. Prieto R. 102. Pharmacoeconomics 1992. Heath A. Gonzalez NM. Am J Psychiatry 1982. Biull Eksp Biol Med 1992. 100. Schmitt L. Birnbom F. Greendyke RM. Mathur V. Escande M. Contribution to the treatment of character and behavior disorders by propericiazine as compared with earlier treatments. Thioridazine toxicity--an experimental cardiovascular study of thioridazine and its major metabolites in overdose. on a group of patients affected by schizophrenia and deliriant psychoses.P. Ferguson K. 96. 58(6):131-41. A comparative study of propericiazine in the management of antisocial behavior. 117. Deutsch M. 241:69-74. Madsen JA. Eap CB. Ghedini G. Musa MN.74. Psychopharmacol Bull 1992. Greendyke RM. 80. Valentino D. South Med J 1976. Utilisation of psychotropic drugs in patients of the long stay ward. 86. 88. 95. Koeb L. Bogner PJ. Gallant DM. Cardiotoxic effects of Mellaril: conduction disturbances and supraventricular arrhythmias. Death associated with ventricular arrhythmia and thioridazine hydrochloride. 124(7):991-3. An allergic reaction to thioridazine therapy. Gulya A. Martensson E. 85. Thioridazine improves affective symptoms in schizophrenic patients. Acute dystonic reaction with low-dose pimozide. 91. Duche DJ. Budygin EA. Blanc M. Baumann P. Hale PW Jr. Identification of a metabolite of thioridazine and mesoridazine from human plasma. Kanter DR. Clin Pharmacol Ther 1996. J Am Geriatr Soc 1976. Encephale 1984. 85(1):74-6. Staye JI.552 R. Arch Gen Psychiatry 1977. J Fam Pract 1987. Lehmann HE. Bishop MP. Campbell M. Cardiotoxicity of thioridazine and two stereoisomeric forms of thioridazine 5-sulfoxide in the isolated perfused rat heart. 73 . Elley JH. Gallant DM.) in hospitalized schizophrenic patients. Harris MJ. Contribution to the study of the effect of propericiazine on character and behavior disorders observed in children and adolescents. Kudrin VS. 21(1):185-8. 101. Tupin JP. 72(5):1899-903. Vet Hum Toxicol 1985. Fletcher GF. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973. J Neural Transm 1976. Eitan N. Girard M. Snyder SH. Thioridazine-induced inhibition of masturbatory ejaculation in an adolescent. Svensson C.

Handbook of Psychopharmacotherapy. Letter: Piperacetazine-induced failure to ejaculate. 144. Bell GE. Lassen JB. Jirgl M. Malignant neuroleptic syndrome or neuroleptic overdose (pipothiazine). Sapezhinskii II. 1986. Fundo Editorial BYK-PROCIENX. Hakola A. Pigmentary retinopathy associated with low-dose thioridazine treatment. Robak OH. 19(3):322-3. Tetreault L. Toxicol Appl Pharmacol 1986. JAMA 1975. 142. 241:51-6. 147. Elley J. Finance F. Jeffries JJ. Cepelak J. 234(13):1321. 145. Biol Psychiatry 1987. Lee M . 1954. Lipscomb PA. Nomura S. 151. 198(1):134-8. Can J Neurol Sci 1986. Kozy D. Hulisz DT. 12(12):798-804. Murayama S. 12(2):134-5. Sobre o emprego da reserpina em psiquiatria.) in Nordic countries. 138. 160. Breese GR.[Article in Russian]. Lozovskaia EL. Liu YJ. 29(5):316-9. Report of 1 case. 249(21):2931-4. J Am Geriatr Soc 1998. Asai M. 1997. Dunlap R. 19(4):265-9. Remick RA. Knight DL. Case report. Adv Biochem Psychopharmacol 1974. Kilts CD. JAMA 1983. Salvesen C. Kristjansen P. Kulkarni AS. Louis. 125. Nippon Yakurigaku Zasshi 1976. 135. 159.Y. 1999. Kristensen O. Katahara S. Complete heart block and torsade de pointes associated with thioridazine poisoning. Loreto G & Costa AS. Singer L. Pietro DA. Ann Med Psychol (Paris) 1972. Lippincott Williams & Wilkins. Curr Ther Res Clin Exp 1970. Thioridazine-induced hyperpyrexia--a case report. Nakaki T.101(8):1509-12. 127. Vet Hum Toxicol 1993. 4(4):253-6. Janicak. 140. Electrocardiographic screening in psychiatric patients. Arch Intern Med 1989. Postgrad Med 1980. 163. Evaluation of piperacetazine (Quide) injection in acute schizophrenics. 18(2):173. indeed: a case report. Biofizika 1998. 87(2):90-4. 131. Am J Hosp Pharm 1979. Union Med Can 1972. Cardiovascular side effects of phenothiazines and tricyclic antidepressants. Mesoridazine therapy in neurotics-clinical trial. Can Psychiatr Assoc J 1969. Life Sci 38(19):1707-14. Dasa SL. São Paulo. 128. Tetreault L. Black LD. 9(0):691-9. and sudden deaths during treatment with phenothiazine drugs. Mui K. Doft BH. 121. Am J Psychiatry 1976. 20(1):61-6. Encephale 1995. 119.Tidsskr Nor Laegeforen 1967. Serum neuroleptic concentrations and tardive dyskinesia. 129. Pharmacologic approach to negative symptoms in schizophrenia. Guclu B. Inhibition and potentiation of apomorphineinduced hypermotility in rats by neuroleptics. 149. 59. Can Psychiatr Assoc J 1975. Lockwood TD. Lapierre YD. 153. 67(3):189-92. Ann of N. 146. Keltner NL & Folks DG. Can J Psychiatry 1985. Kawakita Y. Vaksdal K. Lapierre YD. Mortality in elderly patients with thermoregulatory failure. Lam RW. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973.118. 156. Tempe JD. Kammerer T. Report of a multicentre investigation. Kurland AA. Nummular thioridazine retinopathy. Pharmacotherapy 1994. Eur J Pharmacol 1976. 2nd ed. Maeda Y. Rey G. Walden JG. 149(7):1521-3. Wilbert DE. Nelson D. Successful therapy with isoproterenol. 123. Donatini B. Kotin J. Dis Nerv Syst 1968. Lucena J. Neuropharmacological studies of perimetazine. Kramer MR. Iatrogenic torsade de pointes induced by thioridazine. Lavallee J. Electrocardiographic changes. Can Psychiatr Assoc J 1974. 136. Bordeleau JM. Soldinger SM. J Clin Psychiatry 1995. Clinical effectiveness of piperacetazine injection in schizophrenic patients: a controlled study. Nishiwaki S. 107-132. Klawans HL. Lowenstein H. 162. 148. Krinsky S et al. 120. 2(4):550-4. Lapointe L. Letter: Acute hypotension from thioridazine. Considerações preliminares. JAMA 1966. Resultados do tratamento de doentes mentais pelo Amplictil. Can Psychiatr Assoc J 1973.The effect of thioridazine on haloperidol induced behavioral hypersensitivity. Kjaer GC. 133(1):82-5. Malm U. Psychotropic Drugs. AlAnsari E. 137. 19(1-2): 1-20. Tourette-like syndrome following low dose short-term neuroleptic treatment. Arq Dep Assist Psicop Esta S Paulo 1955. Makareeva EN. Lal S. 21:5-19. Verburg D. Piperacetazine (Quide) in the management of behavioral disorders in mildly retarded institutionalized boys. 150. Psychopharmacology (Berl) 1982. 132(7):737. Use of Rauwolfia Serpentina Benth in neuropsychiatric conditions. Jacknowitz AI. Krupp P. Goldberg JB. Phenothiazine treatment and electrocardiographic abnormalities. 134. Phenothiazine drugs as photosensitizers and photoprotectors]. Kemper AJ. Retina 1984. 21 Spec No 3:3540. 1976. 231(2):334-42. 74 . Can Med Assoc J 1985. 56(1):26-9. 36(5):674-8. Tanner CM. Clinical experience with pipotiazine palmitate (19. Patris M.Piperacetazine in the treatment of mixed neurotics. 14(7):376-80. 130. St. Affinity of neuroleptics for D1 receptor of human brain striatum. 155. J Psychiatry Neurosci 1994. Widerlov E. 46(4):431-7. 64(5):573. 158. Huston JR. Wyatt RJ. Kane FJ Jr. 86(2):308-24. 133. Stagni G. Takeda T.72(1):113-26. Le Blaye I. 139. 1975. 157. 22(1):99-103. Evaluation des effets secondaires chez les nevrotiques-un essai avec la mesoridazine et le placebo. Carvey PM. Lipkowitz J. Suzuki E. Psicofarmacologia Clínica Básica. a long acting drug. 35(2):147-50. Wagner RL. 14(5):517-23. Lapierre YD. Takeuchi K. Kulkarni AS.552 R. Icterus induced by thioridazine (Melleril). Goetz CG . Lingjaerde O. Yagi G. 14(2):239-45. Kiev A. Acute overdosage with thioridazine: a review of the available clinical exposure. Acad of Sci. 36(2):385-93. Heshe J. Filadélfia. 164. 126. 76(4):377-80. The effect of thioridazine hydrochloride and chlorpromazine on the electrocardiogram. A review with precautionary measures. 13(2):125-8. Madalena JC. Izumiya Y. Thioridazine and sexual dysfunction. Linnoila M. Thioridazine-induced torsade de pointes. Curr Ther Res Clin Exp 1972. disturbances of cardiac rhythm. Hyrman V. Jeste DV. J Pharmacol Exp Ther 1984. 141. Pipotiazine palmitate. 124. Drtil J. 30(3):221-2. 143. Vandijk J. Rosin AJ. Shepherd AM. Mosby. Incontinence after piperacetazine treatment. Neurobiologia 1956. Hollister LE. Thioridazine dose-related effects on biomechanical force platform measures of sway in young and old men. 154. Mailman RB. Retinopathy associated with phenothiazine administration. Kumar BB. Moore LP. PG. Richelson E. South Med J 1971. Heiselman DE. 161. Hull BE. Kiriike N. Hall M. Toxic cardiomyopathy: the effect of antipsychotic-antidepressant drugs and calcium on myocardial protein degradation and structural integrity. 43(2):181-5. Influence of propericiazine on the behavior of difficult delinquents. 195-6. Tidsskr Nor Laegeforen 1975. Ikeda S. Hepatotoxicity occurring with thioridazine therapy. 152. Lapierre YD. Dencker SJ. Act Nerv Super (Praha) 1970. Kanba S. 122. Effects of thioridazine and its metabolites on dopaminergic function: drug metabolism as a determinant of the antidopaminergic actions of thioridazine. 132.P. Lichtenstein M. Kline NS. Nishikimi T. 95(33):1910-1. Jalenques I. Curr Ther Res Clin Exp 19(1):105-9.

179. Markowitz JS. 228(3):636-9. Porati U. 250(1):117-25. Curr Ther Res Clin Exp 1974. Sahm UG. Artes Médicas. 31:Suppl:177-87. Ventricular dysrhythmias and thioridazine in alcohol withdrawal. American Psychiatric Press. 210. Bentley RG. Arch Gen Psychiatry 1982. 202. McIndoo MV. Agostinis G. Munyon WH. J Am Geriatr Soc 1972. 167. 16(2):124-9. Everitt DE. Rhabdomyolysis induced by thioridazine. McLaughlin B. Pearl J Spilker BA. Chemotherapies of negative schizophrenia. Neuropharmacology 1991. 199. Ann Emerg Med 1981. 188. Ciliberti D. Trad 2ed. 174. 155(6):417-9. 17(4):241-5. Nelson A. 187. 1971. An in vitro technique for assessing relative risk. 189. 181. Neurologic approach to druginduced movement disorders: a study of 125 patients. 43(9):381-2. Selectivity of action of propericiazine in behavior disorders. Nankivell BJ. 4(894):738. Gamerman G. 183. Mailman RB. 11(5):328-30. 177. Treatment of resistant schizophrenia with valproate and neuroleptic drugs. Willerson WD. Dis Nerv Syst 1968. on striatal dopamine autoreceptors. Piperacetazine in ambulatory chronic schizophrenic patients. Bhandari PK. McCarron MM. Iatrogenic torsade de pointes induced by thioridazine. 309 (6951):378. Anticholinergic activity of antipsychotic drugs in relation to their extrapyramidal effects. 168. Consulta Rápida. 197. Treatment of narcotic withdrawal symptoms with thioridazine. Morisset S. 288(2):590-6. Potts AM. Capone P. Richelson E. Woodward WA. Assayag P.Encephale 1991. J Pharmacol Exp Ther 1984. 84(1):58-64. Med J Aust 1991. Albert LG. Porto Alegre. Pharmacological analysis of effects of perimetazine on isolated smooth muscle. Anisete LV. Vapaatalo H. 190. Jankovic J. 175. Experiência com a tioridazina num serviço de agudos. 192. Wells BG. 194. Pies RW. 203. 14(2):243-8. Stanford CF. Mongan ES. thioridazine. Mehtonen OP. Dos Santos MG. Petit M. 91(2):182-8. Hillside J Clin Psychiatry 1989. 193. 182. 20(12):593-4. Greater potency of mesoridazine and sulforidazine compared with the parent compound. Ventricular arrhythmia following thioridazine poisoning. 83(5):525-32. 96(1):215-22. Rada RT. 186. G Psichiatr Neuropatol 1968. Mateo I. 201. Hospital (Rio J) 1967. Mutagenesis 1999. Riv Sper Freniatr 1967. Clinical use of piperacetazine to modify behavior in dogs and cats: a practitioner's viewpoint. Cubeddu LX. Koller LJ. 196. Valere PE. Kendzierski DL. Comparative antidopaminergic properties of thioridazine. Ann Emerg Med 17(10):1074-8. Dis Nerv Syst 1966. 30(5):527-9. Dollfus S. Agranulocytosis due to thioridazine hydrochloride. Kulkarni AS. Ganguly M. J Pharmacol Exp Ther 1989. Jones BD. Violante A. Cubeddu LX. Moysa GD. Dragt H. 204. Acta Anaesthesiol 1970. Extensive chorioretinopathy associated with very low dose thioridazine. 31(4):339-41. Monane M. Jordon K. Psychosomatics 1973. Psychopharmacology (Berl) 1987. Quieffin J. Vet Med Small Anim Clin 1979. Martin J. 14(4):220-1. Niemann JT. 1988. Miller LG. Mandelker L. A controlled study of mesoridazine: an effective treatment for schizophrenia. Psicotrópicos. O'Connor H. South Med J 64(5):592-6. A combined biochemical and cytogenetic study of thioridazine-induced damage to nucleic acids. Cytotoxic effects of neuroleptic drugs. Avorn J. Neves MS. Neuroleptic malignant syndrome in children. BMJ 1994. Chakrabarty AN. Laks MM. Patton RD. Peck JJ. 180. Minerva Cardioangiol 1992. Acta Psychiatr Scand 1991. Boettger ML. DICP 1989. Dastidar SG. 185. 191. Mailman RB. Carson WH. Zimerman DE. 18(2):85-8. Ganguly K. 166. Mulvaney RB. Anticholinergic drug use and bowel function in nursing home patients. Arch Intern Med 1993. 171. 96(7):1172-6. Luchins DJ. Nardini L. Preliminary notes on the therapeutic action of propericiazine in tics. Mironi F. 23(9):712-3. N Y State J Med 1968. 68(8):10724. 206. J Pharmacol Exp Ther 1999. 40(4):199-201. John SM. Numa A. Cardiac conduction and rhythm disturbances following suicidal ingestion of mesoridazine. 74(4):505-9. Marrs-Simon PA. Aaberg TM. J Clin Psychopharmacol 1991. Wyatt RJ. Propericiazine as a preanesthetic drug for adenotonsillectomy operations in children. Progressive chorioretinopathy after receiving thioridazine. 178. Blasi N. 40(6):245-9. 1998. Salo R. 169. Ann Pharmacother 1995. Neeper R. Banno V. A case of neuroleptic malignant syndrome successfully treated with amantadine. 152:865-6.72(8):1013-23. Minerva Otorinolaringol 1968. Catatonia in a 90-year-old patient after dépôt pipothiazine injection. Leikin JB. 153(5):633-8. Kuga T. Propericiazine as a preanesthetic drug in general surgery. Neuroleptic-induced seizures. Schwartz JC. Arrang JM. Newton RW. Interactions between antipsychotic and antihypertensive drugs. Can J Psychiatry 1986. Neuroleptic malignant syndrome: successful rechallenge with thioridazine. Margolis J. 10(11):585-8. 1998. Br J Psychiatry 1988. 207. Nippon Yakurigaku Zasshi 1976 Nov. 27(5):329-30. 28(4):302-4. Ann Cardiol Angeiol (Paris) 1991. Comparative evaluation of injectable chlorpromazine and piperacetazine. J Pharm Pharmacol 1976. Pantazaki AA. Handbook of Essential Psychopharmacology. Porati U. 208. Osser DN. Morinigo A. 195. McCafferty FG. Arch Ophthalmol 1978. Meredith TA.165. Pechansky I. The influence of chlormethiazole in comparison to thioridazine on body temperature and postural hypotension in healthy adults and healthy elderly volunteers. Cardiotoxic manifestations of mesoridazine overdose. Chronic central anticholinergic toxicity in manic depressive illness mimicking dementia. Washington. A survey of sudden death associated with the use of antipsychotic or antidepressant drugs: 49 cases in Finland. Paoloni P. Figueiredo S. 172. Br Med J 1973. J Clin Psychiatry 1982. South Med J 1990. mesoridazine and sulforidazine on the corpus striatum. Zell-Kanter M. Stapczynski JS. Niedzwiecki DM. Radhakrishnan V. 209. 29(6):603-9. 11(2):199-207. Traiffort E. 170. Carmichael WG. Niedzwiecki DM. Mesoridazine in neuroleptic-resistant psychoses. Rothstein RJ. Naito J. Neuroleptic binding to muscarinic M2 receptors of normal human heart in vitro and comparison with binding to M1 and dopamine D2 receptors of brain. Acta Psychiatr Scand Suppl 1986. McCarthy ST. Agents which cause pigmentary retinopathy. 176. Vieira EE. Massive edema induced by thioridazine (Mellaril): an unusual complication. Oliver AP. Wollner L. Morrison PJ. Brochet E. Lialiaris TS. Pistoni A. Tardivel-Lacombe J. Potentiality of tricyclic compound thioridazine as an effective antibacterial and antiplasmid 75 . Maxmen JS & Ward NG. 173. Aranko K. 184. Antony I. 4 ( Pt 5):767-70. 200. Beers MH. McCarthy GL. Gonzalez S. 39(2):206-9. Agostinis G. Moreau A. Barden Y. Sarpellon M. 198. 205. 329:40-4. Atypical neuroleptics enhance histamine turnover in brain via 5-Hydroxytryptamine2A receptor blockade. Eye 1990. Malkonen L. Briones DF. 91(2):569-75. Donlon PT. 29(3):Suppl:16-8. 71(3):727-32.

Treatment of propoxyphene dependence with thioridazine. Thioridazine (mellaril)-induced ventricular tachycardia controlled with an artificial pacemaker. Nordstrom AL. Seebandt G. A controlled trial of propericiazine and chlorpromazine in "behaviour disorders". 244. 248. Cowey L. Scott DW. Sata LS. 32(1):22-9. 121(33):1003-8. Vaksdal K. Rosenthal DS. The use of neuroleptics in treating opiate dependence]. 239Schurch F. Risse SC.N. 227. 215. 252. Meier PJ. 2(8296):499-500. Psicofarmacologia Clinica. 69(6):723 p. Franssen E. Inhibited female orgasm resulting from psychotropic drugs. Lader M. Union Med Can 1966. Storey WF. Muniz CE. Use of high doses of a major neuroleptic. Ratnakar P. Schneider LS. Ed Acribia. Complete heart block associated with mesoridazine and lithium combination. St Jean A. 236. 229. Influence of pipotiazine on schizophrenia. Shin JG. Suggestive evidence of hepatotoxicity concomitant with thioridazine hydrochloride use. Nyberg S. clinical review. 254. Neurolepticinduced striatal dopamine receptor supersensitivity in mice: relationship to dose and drug. 222. 218. Robinson JD. Robak OH. Pharmakopsychiatr Neuropsychopharmakol 1977. Sriramarao P. J Urol 1997. Inhibited female orgasm resulting from psychotropic drugs. Bouyssou V. Sacerdote I. Experiences with propericiazine in the treatment of functional psychomotor disorders and states of restlessness in childhood. Efficacy of treatment for geropsychiatric patients with severe mental illness. 107 (4):353-61 212. Structure-antitubercular activity relationship of phenothiazinetype calmodulin antagonists. Pauli S. 238.) in the long-term treatment of chronic psychoses. updated. Binding of typical and atypical antipsychotic agents to transiently expressed 5-Ht1C receptors. 8(4):219. Sands CD. Indian J Exp Biol 1999. Curr Ther Res Clin Exp 1966. 38(2):94-105. Salob SP. Shen WW. Simpson GM. Benson RM. Psychopharmacology (Berl) 1984. Burki HR. Life-threatening dysrhythmias in severe thioridazine poisoning treated with physostigmine and transient atrial pacing. 243. Lang K. Trad espan. JAMA 1967. 223. 139(10):595-6. Salvesen C. Psychopharmacol Bull 1993. 48 Suppl:9-15. Savchenkov VA. 253. 97(2):351-6. 234. Encephale 1970. 48(5):207-8. 41(5):179-81. 95(12):1441-2. Cubberley L. Giard N. 1(7592):470. Raskind MA. Possibilities in psychiatric treatment with a new phenothiazine: perimetazine or 1317 A. Ferguson K. 76 . Roth BL. Electrocardiographic changes with a neuroleptic: thioridazine. 28(7):497-9. Georgotas A. Brauninger W. Sampaio N.and long-term treatment of schizophrenic patients. 1972. 99(6):29-34. Sayers AC. A controlled trial on in-patients. 29(4):501-24. 65(5):1076-8. A five-year. 48 Suppl:16-8. 249. 251.N. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973. 218(5):738. Ann Intern Med 1966. Am J Psychiatry 1986. Psychopharmacology (Berl) 1987. IdanpaanHeikkila JE. 241:83-94. 197(10):767-9. Murthy PS. 35(1):11-4. Flockhart DA.P. Rohrborn W. Thioridazine-induced inhibition of female orgasm. JAMA 1971. Sanchez E. Recent developments in PET scan imaging of neuroreceptors in schizophrenia. Drug Metab Dispos 27(9):1078-84. 20(7):937-9. J Clin Psychiatry 1987. Behavioral symptoms in Alzheimer's disease: phenomenology and treatment. Sevestre P. Sedvall G. Sata LS. 1999. Arzneimittelforschung 1970. A clorpromazina em psiquiatria. Kwass SK. 214. Nivoli GC. Ruch W. Rao SP. 143(10):1290-2. Rainaut J. Acute poisoning with thioridazine]. Lancet 1982. General evaluation of pipotiazine palmitate in hospitalized and open ward patients with functional psychosis. Study of 1317-A. Shen WW. Risse SC. Greenfield JC Jr. 17(4):241. Tetreault L. Rumbach L. Neuvonen PJ. Thioridazine is not specific for limbic dopamine receptors. 21(3):267-72. Brown WA. 237. Crit Care Med 1997. Rev Neuropsiquiatr 1975. Leptryl. Osteen RT. Effect of antipsychotic drugs on human liver cytochrome P-450 (CYP) isoforms in vitro: preferential inhibition of CYP2D6.[Article in Russian]. 37(7):671-5. 95(5):554-7.552 R. 200(1):81-2. Bol Hosp Jul Mor 1955. 228.agent. Effect of thioridazine on phenytoin serum concentration: a retrospective study. 219. 216. 10(5):2915. 242. Desautels S. Ciaranello RD. 59(5):460-78. Lancet 1969. Sivolap IuP. Thioridazine agranulocytosis. Psychiatr J Univ Ott 1982. Mars Med 1970. 241. Collard M. Ban TA. Roy PB. Treatment of acute schizophrenia with sulforidazine. 247. Yudofsky SC. Reinhart MJ. Schmidt W. 230. 10(1):39-43. Levy L. Intracorporeal phenylephrine reduces thioridazine (Mellaril) induced priapism in a child. Very low-dose neuroleptic treatment in two patients with agitation associated with Alzheimer's disease. Stein GF. 48(3):123. propericiazine. G Psichiatr Neuropatol 1969. 7(4):249-51. J Clin Psychiatry 1987. Katz BL. Propericiazine in the control of anti-social behavior. 25(11):1925-30. Lagrange J. Ritama V. Renshaw DC. Acta Psychiatr Scand Suppl 1973. Silberstein P. 8(4):166-74. Aust Paediatr J 1972. Dementia and antipsychotic drugs. Siegel JF. Nunez H. Ropert R. A clinical review. 4:5. Rennie IG. Clinical observations on the use of propericiazine in states of post-traumatic psychomotor agitation. 246. Elevation of thioridazine plasma levels by propranolol. Reda E. Rajotte P. 231. 232. 235. 211. J Clin Psychiatry 1987. Rev Neurol (Paris) 1983. 224. Meltzer HY. Union Med Can 1966. Santos JC.[Article in German]. 225. Severson JA. Felten P. Reis J. Ferris SH. in the treatment of psychotic syndromes. 226. Hyperthermia with acute rhabdomyolysis in a psychotic treated with neuroleptics. 213. 221. Animal models for tardive dyskinesia: effects of thioridazine. Saint-Jean A. Robinson HE. 4(1):61-70. Pipotiazine palmitate (19. 240. Reynolds GP. Vet Med Small Anim Clin 1974. 217. J Reprod Med 1990. 93(2):237-42. Lee H. Clinical use of piperacetazine in dogs and cats. J Reprod Med 1983. Silver JM. Drug Intell Clin Pharm 1987. Soukhova N. Salama AA. Thioridazine and incontinence. 241:57-67. Rodnight R.. J Pharmacol Exp Ther 1992. Ropert M. Park S. 255. Phenothiazines and intestinal dilatation. Rao ML. 233. Asper H. Melleril and thrombocytopenia. J Clin Psychiatry 1980. Stability of serum neuroleptic and prolactin concentrations during short. Medina E. 256. 260(3):1361-5. Drug Saf 1993. Stewart RB. Contact Dermatitis 1987. Salem RB. Shepherd M. 9(3):196-211. Ning JL. Zh Nevrol Psikhiatr Im S S Korsakova 1999. J Clin Psychiatry 1987. Lampe TH. 250. Wyss PA. Coloni F. Isr J Psychiatry Relat Sci 1995. JAMA 1966. Kogan M. Salem RS. Int Clin Psychopharmacol 1995. Reisberg B. Schoonmaker FW. 239. Thioridazine photoallergy. Vapaatalo HI. Karlsson P. Shen WW. 245. Muniz C. Dtsch Med Wochenschr 1996. Saragoça. Borenstein J. Lampe TH. 84(1):115-9. 157(2):648. Iversen LL. Clinically important ocular reactions to systemic drug therapy. Encephale 1978. Farde L. 220. Rossor MN.

25(1):24-32. 144(6):827-8. 5(5):373-84. Open assessment of the safety and efficacy of thioridazine in the treatment of patients with borderline personality disorder. Vanelle JM. Pharmacol Toxicol 1999. 289. Cole JO. Antipsychotic drug use in the United States. J Clin Psychiatry 1997. Movin G. 285. 295. Salokangas RK. Niemi H. 1(8327):771. 140(9):1257-8. 263. Siebel G. Watson DJ. 269. 29(1):65-7. Thioridazine toxicity. 21:234. HammarlundUdenaes M. Peterson VA. 50(17):5399405. 280. 96(15):1112-3. Weiden PL. 13(1):15-21. Stein PM. Otani K. Kirkwood KL. Profile of the action of neuroleptics in deficit schizophrenia. Simpson GM. Standish-Barry HM. Tiplady B. Psychiatry Res 1987. A comparative trial of dépôt pipothiazine. Single dose pharmacodynamics of thioridazine and remoxipride in healthy younger and older volunteers. Tateishi T. 17(4):333-5. 270. Hedberg A. Watanabe M. Gerbino L. Lukert BP. Thioridazine withdrawal-induced behavioral deterioration treated with clonidine: two case reports. Goes JF & Fiore LJ. Heart Lung 1991. Nordin C. Bryant S. 261. Syvalahti EK. Dahl ML. 296. Clin Pharm 1986. Velek M. 46(10):929-32. 267. Contact Dermatitis 1976. Plasma levels of thioridazine and metabolites are influenced by the debrisoquin hydroxylation phenotype. Kobayashi S. Tanaka M. 276. Lancet 1983. 292. Vital-Herne J.N. Yisak W. Lardet C. Inhibition of human breast cancer cell proliferation in tissue culture by the neuroleptic agents pimozide and thioridazine. 20(4):299-305. de Leon J. Singapore Med J 1994. Neder A. Toxic neurological reaction to lithium/thioridazine. Arq Dep Assist Psicop Est S Paulo 1955. Kay SR. Slack T. Lewine MA. Kurume Med J 1966. J Int Med Res 1997. Marco L. Hopkins TT. JAMA 1973. 2(3):179. Bair GO. Lam KN. Vizzotto S. Rapid death resulting from mesoridazine overdose. Casendino M. Shirakura K. 108(8):929-31. Steinert J. Tuma I. 287. Blood to brain distribution of neuroleptics. 85(5):2526. Encephale 1996. The treatment of neuroleptic malignant syndrome using dantrolene sodium.). Swift CG. Thioridazine photosensitivity. 291. 9(1):45-8. Kaneko S. 260. 138(6):818-21. 77 . Concentration and distribution of thioridazine and metabolites in schizophrenic post-mortem brain tissue. Teglia MQ. Psychosomatics 1990. Cunha BA. Am J Psychiatry 1983. Svendsen CN. Gunter PA. Sunderland T. 13(2):159-65. 293. 266. Kondo T. 52(4):433-8. 14(2):72-7. Br Med J 1973. 33(4):221-5.223(21):1083-6 290. Psychiatry Res 1988. 297. 268. Ann Intern Med 1974. Erba E. 265. Vet Hum Toxicol 1987. 81(3):411. A fulminant case of neuroleptic malignant syndrome. Am J Psychiatry 1987. 259. Tomchinsky RB. Ahola V. Frankel M. 25(4):535-49. Hassanein RS. Aaronson ST. Frairot A. Neuroleptic malignant syndrome and Escherichia coli urosepsis. Glod CA. von Bahr C. Glantz RH. 294. 284. Cesk Psychiatr 1985. 4(890):467. Mesoridazine and thioridazine: clinical effects and blood levels in refractory schizophrenics. 281. Ther Drug Monit 1995. Opler LA. Agranulocytosis and hepatitis with encephalopathy. J Clin Pharm Ther 1993. Teo SK. A case of agranulocytosis during treatment with thioridazine. Baum C. Am J Psychiatry 1981. Teicher MH. Fukushima Y. Jackson SH. Gen Hosp Psychiatry 1989. Cohen BM. 18(4):255-8. Nausieda PA. Corn M. Wysowski DK. Sugawara K. Baudinot J. Liden A. Stanford GK. Association with thioridazine hydrochloride in a manic depressive patient. 58(6):252-5. Suhonen R. 277. Priest RG. Stoudemire A. 81(2):106-9. J Clin Psychiatry 1979. Spring GK. Talbert RL. Ventricular tachycardia associated with desipramine and thioridazine. 274. Yamamoto K. Strobl JS. Spring G. Flack J. Chew WL. 49(3):234-40. 275. Ment Retard 1995. 286. Yasui N. Mihara K. Sovner R. Pugh CR. J Clin Psychopharmacol 1989. 47(7):375-9. Zapletalek M. Dados preliminares sobre os resultados obtidos com a clorpromazina em Psiquiatria (71 casos). 279. 273. Katz IR. Hrbek CC. Lee DR. 262. 31(1):100-3. Psychopharmacol Bull 1989. Hata S. Drug-induced parotitis. 35(1):110-1. Can Med Assoc J 1967. Saarijarvi S. 271. Shelly MA. 264. Thompson DF. Ring H. A comparison of the effect of five phenothiazines on hepatic CYP isoenzymes in rats. 34(10):2039-44. Lehto H. New data on lithium and haloperidol incompatibility. Toth J. Sjoqvist F. Sydney MA. Matsuura S. Maskrey VL. 282. 40(3):135-8. Reinstitution of neuroleptic treatment with molindone in a patient with a history of neuroleptic malignant syndrome. Bird ED. Adynamic ileus during psychoactive medication: a report of three fatal and five severe cases. Sakai M. Electron microscopic observation of thioridazine-induced hepatitis. 20(2):202-5. Letter: Fatal aplastic anemia with piperacetazine therapy. J Int Med Res 1986. Lyon Med 1970 May 24.257. 278. J Clin Psychiatry 1986. Ishida M. Citalopram causes no significant alterations in plasma neuroleptic levels in schizophrenic patients. 11(5):365-7. Sexual dysfunction with antihypertensive and antipsychotic agents. Agranulocytosis following prolonged treatment with Mellaril. Clozapine withdrawal resulting in delirium with psychosis: a report of three cases. Predicting weight loss success among obese clients in a hospital nutrition clinic. Tanikawa K. Spring GK. Delirium associated with lithium and thioridazine. 288. Yeung KY. 23(1):1-10. Arch Gen Psychiatry 1989. 272. 31(12):1555-6. Worley JF 3d. Priapism associated with concurrent use of thioridazine and metoclopramide. Union Med Can 1979. Kumai T. Smith PJ. Schatzberg AF. 224(4):518-20. Taiminen T. J Kans Med Soc 1983. 22 Spec No 2:33-9. Neuroleptic-valproic acid combination in treatment of psychotic symptoms: a three-case report. Osanai T. Stanilla JK. 84(10):523-5. Wilens TE. Study of a new neuroleptic in a department of general medicine of adults: perimetazine (1317 A. Buckner CD. 283. Neuroleptic malignant syndrome. Twemlow SW. Vertrees JE. Wassef A. Morrison P. Ban TA. Clin Pharmacol Ther 1991. 33. Tsutsumi Y. J Psychopharmacol 1999. Robinson C. Cancer Res 1990. Stern TA. Neurotoxicity with combined use of lithium and thioridazine. Warnes H. Meige syndrome (blepharospasm-oromandibular dystonia) after long-term neuroleptic therapy. Nichols RD. 298. Ohkubo T. 258. Psychiatry Clin Neurosci 1998. 1976-1985. Tanaka M. Am J Clin Nutr 1981. Volle L. Weiner WJ. Ventricular arrhythmias associated with use of thioridazine hydrochloride in alcohol withdrawal. Inhibition of trazodone metabolism by thioridazine in humans. Lehmann HE. Neurology 1981. Lantz TK.

com as exceções da homofenazina e do protipendil. fluotraceno. inclusive dibenzoepínica. A acridina. (CAS RN Numbers: 5310-55-4. na qual se incluem os tioxantenos. é substância derivada do antraceno (ou paranaftaleno. 22270-46-8 (fosfato nãoespecificado)) FM: C18-H21-Cl-N2 DD: 150 a 600mg VO . 25. apenas interesse teórico ou histórico. é um heterocíclico derivado da acridina. CLOMACRAN. levando à casual descoberta dos antidepressivos tricíclicos (mais precisamente tricíclicos heterocíclicos). já que não mais são comercializadas na maioria dos países. 11. espiclomazina. CLOMACRAM (CHLOMACRAN. 50 a 300mg IM (07) Classificado entre os acridanos.Ndimetil. 33. com uma cadeia lateral dietilamínica. nortriptilina e desipramina. 48). bem como de novos antipsicóticos com estrutura benzo-heteroepínica. 27). homefenazina. SK&F 14336 ).336. a estrutura da fenotiazina serviria de base para a busca de novos compostos (04. partindo da conformação heterocíclica da dibenzepina. foi grande a importância da fenotiazina na origem e no desenvolvimento não só de antipsicóticos típicos e atípicos mas. um antipsicótico do grupo das dibenzoxazepinas. foram introduzidas a imipramina. e também da própria clozapina. 44. também classificada entre os chamados antidepressivos “tricíclicos”. 10. classificada entre as dibenzodiazepinas. como clozapina. seriam a seguir extraídos novos derivados. Têm todas. Além dos tioxantenos. Nos deteremos nesta seção em examinar sete substâncias: clomacram. por sua vez.ou: 2-cloro-9-(3-dimetilaminopropil)acridam ou: (SK&F 14. de vários medicamentos muito utilizados na clínica psiquiátrica. Como variação desta linha de substâncias originalmente tricíclicas. loxapina e outros. A fenotiazina forma-se pela substituição adicional de outro grupo metila do mesmo anel tricíclico do antraceno por um átomo 78 . de modo geral. 22199-46-8 (fosfato[1:1]). substância extraída do alcatrão da hulha).D) Outros Compostos NãoTioxantênicos Aparentados às Fenotiazinas Simultaneamente à confirmação das propriedades antipsicóticas da reserpina e da clorpromazina no início dos anos 50 (05. é estruturalmente muito próxima da loxapina. grupo que inclui ainda carpipramina e clocapramina. ainda no presente. oxipendil e protipendil. SK&F-14336. duoperona. 2-cloro-9. amitriptilina. CLOMACRÃO) No primeiro grupo de antidepressivos a ser revelado após a descoberta das propriedades antidepressivas da iproniazida e outros inibidores da monoaminoxidase. além da própria dibenzepina (ainda hoje comercializada na Alemanha e outros países europeus como antidepressivo). A amoxapina.10-diidro-N. Nenhuma destas substâncias foi licenciada ou consta ter sido ensaiada em nosso país. até recentemente ainda disponíveis na Alemanha. outros antipsicóticos guardam parentesco estrutural com as fenotiazinas. 9-acridinopropanamina. Como se vê. com substituição de um dos grupos metila centrais por um átomo de nitrogênio [acridina: C13H9N].

no final da década de 60 (01. 79 . (CAS RN Number 62030-88-0) FM: C28-H26-F4-N2-O-S É um composto interessante que possui simultaneamente subestrutura fenotiazínica piperidínica trifluorada e um radical pfluorobutirofenona. Foi introduzida em 1979 (24) mas só veio ter nova menção na literatura cerca de dez anos depois. provavelmente.)propil)-4-piperidinil). ao invés de no nitrogênio trivalente como se vê em derivados fenotiazínicos. Tem início e duração de ação bastante prolongados com forte ação cataléptica nos animais de experimentação. Do mesmo modo que a fenotiazina. componente estrutural típico dos neurolépticos butirofenônicos. causada. marcaram o lançamento clínico do clomacram como antipsicótico. DUOPERONA (DUOPERONE) Metanona. Todavia. É considerado um antipsicótico de baixa potência (maior dose em mg). a acridina também serviu de base para a síntese de numerosos corantes. por fototoxicidade (26. foi preterida por outros compostos da série. 18. 37). na Esquizofrenia. Apesar de recebida com algum entusiasmo e com sua ação antipsicótica comprovada na clínica. outros estudos não confirmariam.de enxofre. e em psicóticos orgânicos e crônicos. provavelmente. com potência similar à da clorpromazina e com marcantes efeitos sedativos e anticolinérgicos. Chamaria a atenção na maioria deles grande fototoxicidade. Também foi preconizada em doses menores. descrevendo método para mesuração de suas concentrações plasmáticas através de cromatografia líquida de alta resolução (performance) (41). na Mania Aguda. Ensaios clínicos com preparações orais e parenterais. Note-se que a fórmula do clomacram é muito semelhante à da clorpromazina. usados inclusive em histopatologia. não há menções na literatura a desenvolvimento clínico. seu desenvolvimento foi interrompido pela má tolerabilidade nos ensaios iniciais. Não disponível comercialmente. ainda que por prazos tão longos quanto doze meses (03). embora já fossem registrados. (4-fluorofenil)(1-(3-(2-(trifluorometil)10H-fenotiazin-10-il. 14. faixas das doses preconizadas para seres humanos. Não disponível comercialmente. freqüentes relatos de opacificação do cristalino. Apesar do ensaio antecipar o início de ensaios. motivos pelos quais. neutropenia além de moderada hepatoxicidade (30). 17. 20. muitos outros neurolépticos foram empregados como ansiolíticos alternativos ou medicamentos coadjuvantes aos antidepressivos nas depressões ansiosas (43). 40). Na mesma época foi comparado à clorpromazina em estudo controlado (06) e logo a seguir à trifluoperazina (42) demonstrando eficácia equivalente. ainda que sem o devido destaque. para pacientes “neuróticos” do mesmo modo que. à época. sua ocorrência quando se usavam esquemas posológicos mais brandos.ou: (AHR-6646). na mesma proporção e intensidade. nem notícias de eventual comercialização. efeitos adversos como a erupção cutânea observada em quase metade dos pacientes no ensaio de Needham & Blignault. sem a substituição por enxofre no anel tricíclico e com a cadeia lateral inserindo-se no carbono remanescente.

constando apenas menção de experimentação clínico-terapêutica e estudos farmacocinéticos em uma série de 3 artigos japoneses da década de 70 (21. sem continuidade posterior no desenvolvimento como antipsicótico em nível mundial.8diazaspiro(4. O banco de dados ChemID da Internet Grateful Med (http://igm. de alto peso molecular . 22) quanto como antipsicótico (32).N.5)decan-3-ona.nlm. De fato. a literatura registra. com inibição da resposta de evitação no rato. (CAS RN Numbers 24527-27-3. além de ensaios in vitro. na década seguinte. Nos ensaios com animais.-5)decan-3-ona ou: 1-Tia-4. Não disponível comercialmente. Os direitos do composto ainda pertencem à empresa farmacêutica SmithKline Beecham norte-americana. 38. de modo muito semelhante a propericiazina e a tioridazina (29). 27007-85-8. ensaios clínicos tanto como antidepressivo na Depressão Maior (16.nih. 8-(3-(2clorofenotiazin-10-il)propil)-. 39). e quando muito apenas na experimentação animal.10-diidro-N. seja por ações anticolinérgicas seja extrapiramidais por bloqueio estriatal. N.Cl-H (cloridrato) Pode ser considerado um derivado fenotiazínico (45) com cadeia lateral complexa. 10-diidro-N. 9-Antracenopropanamina. por razões que se desconhece. 9.8diazaspiro(4.10trimetil-2-(trifluorometil)-. Não disponível comercialmente. cis-(+-). Mostrou-se um neuroléptico ativador de poucos efeitos adversos. cloridrato) FM: C22-H24-Cl-N3-O-S2 ou C22-H24-Cl-N3-O-S2.-5)decan-3-ona cloridrato ou: (APY-606)(NSC 290956). É substância muito pouco referida na literatura mundial. FLUOTRACENE) 8-(3-(2-Cloro-10-fenotiazinil)propil)-1-tia-4.8-diazaspiro(4. 8-(3-(2clorofenotiazin-10-il)propil)-.175) (CAS RN 35764-73-9) FM: C21-H24-D3-N DD: 100 a 400mg (34) Derivado antracênico introduzido no final dos anos 70 (28) que embora figure como antidepressivo no ChemidPlus teria comprovado propriedades neurolépticas (19) e iniciado desenvolvimento como medicamento antipsicótico que mais tarde. cloridrato ou: 1-Tia-4. apresenta padrão de ação típico dos antipsicóticos.gov/) fornece dois nomes-fantasia com origem em registros em países não informados: DICEPLON e DISEPRON. base.ou: (+/-)-cis-9. foi interrompido. 80 .5)decan-3-ona. monocloridrato ou: 8-(3-(2-Clorofenotiazin-10-il)propil)-1-tia-4. 10-trimetil-2(trifluorometil)-9-antracenopropilamina ou: (SKF 28. SPICLOMAZINE) FLUOTRACENO (FLUOTRACEN.8-diazaspiro(4.ESPICLOMAZINA (CLOSPIRAZINE.

)-. butaperazina e carfenazina mas.4-diazepina ou: 1H-1.4-diazepina ou: (NSC 169880). (CAS RN Number 1256-01-5) FM: C23-H28-F3-N3-O-S. OXYPENDYL. O oxipendil ou pertipendil. o protótipo de referência dos antipsicóticos de baixa potência. só teria mostrado ações terapêuticas com doses diárias superiores a 1g.2-b)(1. é o registro de um ensaio de experimentação animal num teste-padrão para neurolépticos. A única referência na literatura encontrada em periódicos especializados. hexaidro-1-(2-hidroxietil)-4(3-((2-trifluorometilfenotiazin. como também se tornou conhecido. hexaidro-4-(3-(2(trifluorometil)fenotiazin-10-il)propil)-.dihidrocloridrato ou: Hexaidro-4-(3-(2-(trifluorometil)-10H-fenotiazin10-il)propil-)-1H-1.4-Diazepina. HOMOPHENAZINE) clínica como medicação hipno-sedativa: OLDAGEN.4)benzotiazin-10il)propil)piperazin-1-il)etanol. Não há registro de outros ensaios clínicos ou desenvolvimentos posteriores Não disponível no Brasil. hexaidro-4-(3-(2(trifluorometil)-10H-fenotiazin-10-il)propil.4-diazepina-1-etanol dihidrocloridrato ou: 1-(beta-hidroxietil)-4-{3'-[2"-trifluormetilfenotiazinil(10")]-propil}-hexaidro-1. É um antipsicótico com potência ainda menor que a da clorpromazina.4)(benzotiazin-10il)propil)-1-piperazinil)etanol ou: 4-(3-(10H-Pirido(3. Só apresentaria os clássicos efeitos extrapiramidais em doses muito altas (02).2-b)(1. PERTIPENDIL) 1-(beta-hidroxietil)-4-{3'-[2'-trifluormetilfenotiazinil(10')]-propil}-hexaidro-1. PERTHIPENDYL. a partir da década de 60. dicloridrato ou: (CAS RN 5585-93-3) FM: C20-H26-N4-O-S DD: acima de 1g (34).4-Diazepina-1-etanol. embora seja rigorosamente um neuroléptico tricíclico. dihdrocloridrato ou: 1H-1. sua ação antipsicótica seria muito débil. PASADEN (Alemanha). Teria mostrado propriedades sedativas com mínimos efeitos comportamentais. Segundo o manual de Benkert e Hippius. Não disponível comercialmente. Chegou a alcançar licenciamento na Alemanha mas acabaria sendo descontinuado. logo a seguir (46).4-Diazepina-1-etanol.il)-10)-propil)-. de quem difere apenas por não possuir um anel piperazínico ao ter acrescentado um átomo de carbono e dois de hidrogênio.2Cl-H DD: 6 a 18mg. tendo sido apenas introduzido na 4-(3-(1-azafenotiazin-10-il)propil)-1piperazinoetanol ou: 2-(4-(3-(1-Aza-10-fenotiazinil)propil)-1piperazinil)etanol ou: 2-(4-(3-(10H-Pirido(3. formando um anel binitrogenado heptagonal (C5N2) ao invés de hexagonal (piperazínico) na cadeia lateral. 81 . dihidrocloridrato ou: 1H-1. OXIPENDIL (OXIPENDILO. (02) Tem fórmula estrutural próxima à duoperona e antipsicóticos fenotiazínicos piperazínicos como a acetofenazina. comparativo com a clorpromazina (23).HOMOFENAZINA (HOMOFENAZINE. Segundo o Instituto Lundbeck (34) é uma azafenotiazina que foi introduzida na década de 60 e ensaiada no tratamento de esquizofrênicos crônicos por Simpson e colaboradores. sobretudo à da trifluorada flufenazina.

Na década de 80. PROTIPENDIL (PROTHIPENDYL. foi relatada uma superdosagem com 3. a remoxiprida. Já foi implicada em Síndrome 82 . comercializada em países da Europa Central. cardiopatas. era.4)benzotiazina. verificando-se no fígado e nos rins (49). A maioria dos efeitos adversos observados é de natureza vegetativa. doses iniciais maiores que 80mg 3 vezes ao dia eram recomendadas. ainda hoje. padrão oposto aos neurolépticos clássicos (08). a racloprida. utilizando o “paw-test”.4)benzotiazina-10propanamina.2-b)(1. uma dibenzoxazepina) demonstrando. na maior parte das vezes.5g de protipendil acrescidos de 2. doses superiores a 4 gramas foram fatais. mas.5g de doxepina com desenvolvimento de graves arritmias contornadas com êxito. Foi uma das substâncias a ser proposta para o tratamento da enxaqueca de origem medicamentosa (51). ação preferencial no tubérculo olfatório com menor ação no núcleo accumbens.ou: 10H-Pirido(3. sertindol.N-dimetil-ou: Dimetilamino-n-propil-tiofenilpiridilamina ou: 10-(3-dimetilamino-propil)-10H-pirido[3. ficando a manutenção. 10-(3(dimetilamino)propil). envolvendo associação com zolpidem e álcool (09). Em recente caso de intoxicação voluntária. 30mg. encontramse também disponíveis preparados farmacêuticos com solução parenteral para uso intramuscular. Nos ensaios de experimentação animal. THIOPHENYLPYRIDYLAMINE) 10H-Pirido(3. Ainda mais recentemente. considerado “ um neuroléptico débil” com ação antipsicótica inferior à da clorpromazina mas com bom efeito indutor do sono e com alguma utilidade em psicóticos senis e na fase de manutenção na Esquizofrenia (02). é. só devem ser empregadas em pacientes hospitalizados. Nas tentativas de suicídio. intoxicações agudas por substâncias depressoras do sistema nervoso central. Na insônia. como estes.No Exterior: Antigo PERVETRAL® . a tioridazina. 25mg/ml). comportou-se como um antipsicótico atípico (do mesmo modo que a clozapina. não demonstrou alterações eletrocardiográficas quando comparado à clorpromazina (que produz taquicardia) e à tioridazina (que produz alargamento do complexo QRS) (50).4]benzotiazina. Recomenda-se cuidado especial em pacientes orgânicos.2-b)(1.(Homburg) (Alemanha) (retirado. N. utilizam-se doses de 40 a 80mg. olanzapina e o composto experimental ORG-5222 . pela administração de bicarbonato de sódio (12). Em alguns países da Europa. até 1000mg/dia.supos. é muito similar no restante à estrutura molecular da clorpromazina. Também em animais.2b][1. observou-se depressão respiratória contornada com o emprego de flumazenil (antagonista benzodiazepínico) (no Brasil: LANEXAT). Doses superiores. antes do reconhecimento das qualidades terapêuticas especiais da clozapina e da busca por outras substâncias de perfil atípico. (02) É o principal representante do subgrupo das benzotiazinas ou azafenotiazinas que abarca ainda os análogos isotipendil (anti-histamínico) e oxipendil. Introduzido nos anos 60. O protipendil é considerado um antipsicótico de baixa potência com estrutura tricíclica azofenotiazínica que. PERVETRAL® (Wallace) (USA) (não licenciado). Como antipsicótico. recentemente.ou: (BRN 0259865) (LG 206) (MH 05101). vem ganhando novo interesse ao demonstrar propriedades farmacodinâmicas atípicas como antipsicótico. segundo o manual de Benkert e Hippius. fora a substituição do anel benzólico por um piridínico. Preliminarmente foi ensaiado na Esquizofrenia Crônica (47) e distúrbios comportamentais dos deficientes mentais (35). com as maiores concentrações no exame post-mortem. a risperidona. entre 240 e 480mg/dia. doentes com insuficiência hepática ou renal. amp. comp 25mg . (CAS RN Number 303-69-5) FM: C16-H19-N3-S DD: 240 a 1000mg.

Feldmann HS. et al: Antipsychotic efficacy of fluotracen: a clinical trial. Adverse effects with clomacran. Psychopharmacologia 1968. 14.1(1):13-8. Não disponível comercialmente no Brasil. Kostenbauder HB. Ellenbroek BA. Benkert O & Hippius H. Também esteve implicada em priapismo (36). Coffin CB. Ann Méd Psychol. Halperin R. long-acting neuroleptic. Hekimian LJ. Chien CP. Bishop MP. La Prensa Medica Mexicana. Alphabetical List. Hubloue I. Spapen HD. Neurobiologia 1956. 110(2). Snyder SH. Mexico. Effects of chlorpromazine and homofenazine upon a passive avoidance response in rats. Tadokoro S. Oktem MR. 18. 10. Trad Esp 3ª ed alemã. J Clin Psychopharmacol 1983. 1954. Principios De Psicofarmacologia. Goldstein BJ. 22:8394. Br J Psychiatry 1966. 3(1):52-5. A trial of clomacran phosphate (SK&F 14.13(6):337-43. Eberlein-Konig B. A controlled trial of prothipendyl (tolnate) in mentally subnormal patients. Psychopharmacology (Berl) 1995. Baccari S. Digenis GA. et al: Antidepressant effects of fluotracen. Ther. a long-acting potent thymoleptic. Eur J Emerg Med 1996. Johnson DN. prothipendyl. McKenzie ME. Kulik FA. 21:5-19. Michael ST.org/ cp/en/CNSforum/treatment/psychotropics. 23. Angus JW. Bishop G. 1952. 07. Rickels K Clomacran and chlorpromazine in psychotic outpatients: a controlled study. Simpson GM. na associação com flufenazina e contornada com a suspensão destes antipsicóticos (31). Campos JS et al. 15. Cools AR.3(5-6):559-61. Deniker P & Harl JM. 72(5):1899-903. A double-blind comparison of the acridane derivative. Leonard CA. 1983 Aug 8. 107-132. Floyd A. Dis Nerv Syst 1969 Jan. Correlation between antiavoidance activities of antipsychotic drugs in rats and daily clinical doses. Turley BG. 20. pp 10-36. Kruckeberg M. 1980. Ther. Considerações preliminares. J Anal Toxicol 1991. 34. Proc Natl Acad Sci U S A 1975. Sobre o emprego da reserpina em psiquiatria. 59. 15(1):35-7. À semelhança de neurolépticos de outros grupos e da maioria das fenotiazinas. Dubiel GC. 14. Deutsch LJ. Feinberg AP. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Mar. Kendler KS. 05. Kuribara H. Historia de la Psicofarmacologia. AHR-6646: a new. Res Jul 1969. 14(2):181-92.336) in mania. Maes V. 31. Clin.30(1):37-41. 1952. Bol Inst Vital Brasil. 110:364. Algumas observações sobre o emprego da Rauwolfia sello “wu” em psiquiatria. Roswell-Harris D. Mason LB. Simpson GM. 194(2):131-5. 19(12): 1-20. 04.Fluotracen (SKF 28. 28. Sah M. Resultados do tratamento de doentes mentais pelo Amplictil. Dhopeshwarkar VP. Chem Feb 1971. 22. Jones MR. SK&F 14336. Arq Dep Assist Psicop Esta S Paulo 1955. distribution. Iwahara S. VII. 35. Trad esp. Absorption. 09. 11.336) in male schizophrenics. Krinsky S et al. J. Pharmacol Biochem Behav 1981. Funderburk WH.luinst. Curr Ther Res Clin Exp 1967 Jan. HPLC quantification of zolpidem and prothipendyl in a voluntary intoxication. Jacobson S. 02. Phototoxic properties of neuroleptic drugs. 30. sertindole and olanzapine. Farmacoterapia Psiquiatrica.11(3):115-7. 3: 189-192. Use of Rauwolfia Serpentina Benth in neuropsychiatric conditions. 35: 10141032. Pharmacol. Lundbeck Institute CNS Forum.3(5-6):51320. demonstrou in vitro.9(1):17-23. Pamplona. Double-blind study with amitriptyline. Gershon S. Double-blind study comparing the intramuscular usage of an acridan derivative. Chronic administration of three neuroleptics: effects of behavioral supersensitivity mediated by two different brain regions in the rat. 11:447-455. Acad of Sci. 13(4):320-31. 19. One-year trial of the antipsychotic acridan compound. Phenothiazine drugs: structureactivity relationships explained by a conformation that mimics dopamine. Utilisation en thérapeutique psychiatrique d’une phénothiazine d’action centrale élective. Ann of N. Curr. Loreto G & Costa AS. 21. 1975. Ryder BL. Huyghens LP. 5:199.Y. Edwards JG. 08. Davis KL. to chlorpromazine Curr.8(8):395-9. Psychiatr Prax 1992. Wilbur R. 29. Pereira-Ogan JA. Ann Méd Psychol. Denber HC. 16. Itil TM. Mathe A. Hasegawa Y. Khalil FA. SK&F 14336. Guerin JJ Jr. 12. (2). 24. Neuroleptic malignant syndrome--a case report. Diltoer MW. Curr Ther Res Clin Exp 1966 Aug. 17. 25. Disponível em http://www. ORG 5222. Tranquilizing effects of SKF 14336 in chronic schizophrenic patients. Lanczik M. Lucena J. Yakugaku Zasshi 1970. Kline NS. 112(482):95-100. Curr Ther Res 1984. Dermatology 1997. Prog Neuropsychopharmacol 1979. Gallant DM. 06. Lampe WT II. Imamura H. Lu L. Przybilla B. Clinical evaluation of SKF14336 in the treatment of psychosis associated with organic brain syndrome. Behav Neuropsychiatry 1969 Apr. Res Jan 1970. Iwasaki T. 1979. Photochemical reactions in presence of surfactants and macromolecules.4(1):51-6.33(6):585-92. Clinical experience with fluotracen HCL: report of a case. Curr Ther Res Clin Exp 1971 Jun. 1981. 112-117. New Drugs May-Jun 1970. Levy MI. 13. Metabolic fate of APY-606. Referências Bibliográficas (Outras Compostos) 01. 03. 27. 12:52-56. No exterior: DOMINAL (Alemanha) LARGOPHREN TIMOVAL TIMOVAN TOLNATE (Reino Unido). Delay J. 32. 1954. Sung P-L. 83 . Case WG. EUNSA. Combined intoxication with a tricyclic antidepressive agent and a neuroleptic. J. Bindl A. A double-blind controlled trial. alto índice de fototoxicidade (13). Studies on psychotropic drugs. 10:171-174. Debailleul G. Prinssen EP. 26. Clinical trial of an acridane derivative (SKF No. 38 cas de psychoses traités par la cure prolongée et continué de 4568 RP. Prog Neuropsychopharmacol. Soc. Cosmet. 119(4):428-39. Jawad MJ. The olfactory tubercle as a site of action of neuroleptics with an atypical profile in the paw test: effect of risperidone.Neuroléptica Maligna acompanhada de retenção urinária. Delay J & Deniker P. 175): a new antidepressant. Life Sci. Kato Y. Freeman H. Edwards JG. excretion and metabolism of tritiated APY-606. 33. Caldwell AE. In: Clark WG & del Giudice J. Fritze J. Okada T. 90(7):813-7. Lheureux P. Poelmans LW. Matsui E. 19(3):84-6. clomacran phosphate and trifluoperazine in schizophrenia. Prog Neuropsychopharmacol.

50.36. Prothipendylhydrochloride-induced priapism: case report. 21:234. Rickels K. (1). Loewen PS. Kato Y. Nair KC. Clinical trial of clomacran phosphate (SKF-14336) in chronic psychotic male patients. Suicide with prothipendyl. Bachmann E. Curr Ther Res 9: 225228. Schmitt G. Pecknold JC. 90(7):808-12. Simpson GM. 84 . 90(7):800-7. Chen CH.12(6):394-401. Zed PJ. Wright GJ. Perez LA. Vizzotto S. 1967. 42. Wu M. Needham RFH. Med. Hattori H. Tomchinsky RB. High performance liquid chromatography/electrospray tandem mass spectrometry for phenothiazines with heavy side chains in whole blood. Simpson GM. 49. Yakugaku Zasshi 1970. Okada T. A clorpromazina em psiquiatria. 43. Rapid Commun Mass Spectrom 1999. Braeckman J. Angus JWS: A preliminary study of oxypendyl in chronic schizophrenia. 30(10):1709-15. Tsumagari T. Bol Hosp Jul Mor 1955. 13(23):2394-2398. 39. Sep1969. 48. Nakanishi M. Metabolic fate of APY-606. 46. 9(5):265-8. Angus JW. De Boe V. Determination of duoperone in plasma by high-performance liquid chromatography. Yakugaku Zasshi 1970. A preliminary study of prothipendyl in chronic schizophrenia.12(1):46-53. Suzuki O. 40. Okada T. Keuppens F.5) decan-3-one hydrochloride (APY-606). Dados preliminares sobre os resultados obtidos com a clorpromazina em Psiquiatria (71 casos). Ettlin R. 33(1):61-72. Medication-induced headache: overview and systematic review of therapeutic approaches. Blignault WJ. 47. Hesbacher PT Clomacran in anxious neurotic outpatients: a controlled study. Osman MA. 41. J Chromatogr 1987 Aug 7. Curr Ther Res Clin Exp 1970 Jun. Comparison of an acridan derivative (SK&F 14336) and trifluoperazine in the treatment of chronic schizophrenia. Ann Pharmacother 1999. Arq Dep Assist Psicop Est S Paulo 1955.8-diazaspiro(4. Ban TA. 37. Sampaio N. Studies on psychotropic drugs. 65(4):43-4. 38. Nakanishi M. Aust. V.419:452-7. Curr Ther Res Clin Exp 1967. VI. Studies on psychotropic drugs. Lehmann HE. Arzneimittelforschung 1980. Arch Kriminol 1994. Watanabe-Suzuki K. J Clin Pharmacol New Drugs 1972 Jan. Lamberts G. 4:5. 45. Pharmacological effects of 8-(3-(2chloro-10-phenothiazinyl)propyl)-1-thia-4. Goes JF & Fiore LJ. A standard(trifluoperazine) controlled clinical study with clomacran in newly admitted schizophrenic patients.13(3):14-5. 44. 51. 193(5-6):158-62. Excretion and metabolism in rats. Seno H. J. Mattern R . Cheng LK. Perloff M. Robinson G. Electrocardiographic changes in rats during chronic treatment with antidepressant and neuroleptic drugs. Acta Urol Belg 1997. Pinchbeck FM. Zbinden G. 2:550. Kumazawa T. Bhavnagri VP. Pereira-Ogan JA. Michielsen D. Psychopharmacol Bull 1977 Jul. Ishii A. Kelly EA.

o clopentixol (i. alfa) dos derivados tioxantênicos serem ativos farmacologicamente como antipsicóticos. piperazínicos (clotixamida. o tioxanteno pela substituição do oxigênio do anel central do xanteno por átomo de enxofre. derivam-se do antraceno (ou paranaftaleno). Das substâncias sintetizadas inicialmente. é sintetizado como isômero cis (Z) do clopentixol. Apesar de apenas os isômeros cis (Z. O xanteno e o tioxanteno. substituindo-se o anel fenotiazínico por um anel tioxantênico. os compostos somente se ligam aos receptores dopaminérgicos quando na forma isomérica cis. diferindo deste apenas pelo acréscimo de átomo de cloro. tiotixeno.e. durante os anos 60 em Aarhus. alfa) e E (trans. com o recente desenvolvimento de métodos que permitem direcionar o processo de síntese para obter apenas o isômero desejado. um antipsicótico originalmente introduzido ainda nos anos 60 como mistura racêmica da forma cloridrato para uso oral em doses por estas razões. assim como a acridina (composto básico para corantes dos ácidos nuclêicos usados em histologia) e a fenotiazina. em relação às fenotiazinas. O clorprotixeno guarda grande semelhança estrutural com o protixeno. em estudo sistemático. a reputação inicial do clorprotixeno em se constituir em neuroléptico com propriedades 85 . em busca de substâncias com ação antipsicótica equivalente à das fenotiazinas.como ocorre com as fenotiazinas. propiciando a formação de dois isômeros geométricos estáveis: Z (cis. é conferir rigidez à estrutura molecular pela dupla ligação. zuclopentixol) da perfenazina e o tiotixeno da tioproperazina. por não reproduzir a exata conformação do neurotransmissor. teflutixol. beta). porém. talvez. Desta estreita relação estrutural com o protixeno explique-se. aliás.II. os derivados tioxantênicos também podem ser subdivididos em alifáticos (clorprotixeno). A única exceção é o zuclopentixol que. exatamente o dobro das propostas no presente para o zuclopentixol. a formulação comumente empregada para estes medicamentos consiste em misturas racêmicas compostas por 50% de cada isômero. com melhor tolerabilidade. sendo esta. zuclopentixol) e piperidínicos (piflutixol) tomando-se como referência a cadeia lateral agregada ao anel tricíclico. Adicionalmente. na Dinamarca. substância classificada como antidepressivo tricíclico tioxantênico em muitos bancos de dados de compostos orgânicos. Tioxantenos Este grupo de compostos foi originalmente desenvolvido por Povl Viggo Petersen e equipe. flupentixol. de modo semelhante ao que ocorre entre clorpromazina e promazina no caso dos compostos fenotiazínicos. À semelhança dos fenotiazínicos. a única substituição verificada no caso da acridina (aza-antraceno). Como no caso das fenotiazinas. costumase reconhecer que o clorprotixeno seria o análogo da clorpromazina. já que a forma trans não permite seu perfeito acoplamento.ao invés de um grupo N-CH2. substância extraída do alcatrão da hulha. Observe-se que conseqüência importante da manutenção de um grupo C=CH. diferentemente da fenotiazina quando ocorre uma adicional substituição de um dos grupos metila do anel central do antraceno por átomo de nitrogênio.

do tipo muscarínico. (CAS RN 113-59-7) FM: C18-H18-Cl-N-S DD: 10 a 600mg Via Oral (VO) (139). É comercializado no país como medicamento antialérgico. 2-cloroN.N-dimetiltioxanteno-delta(sup 9). apesar de seu conhecido perfil sedativo. e da qual se diferencia estruturalmente apenas pela 86 .antidepressivas secundárias. além do tiotixeno oral. que não chegaram a alcançar efetiva comercialização: clotixamida. CHLOROPROTHIXENE. 50 a 500mg VO (31).gama-propilamina ou 2-Cloro-N. 1-Propanamina.N-dimetil-. O pimetixeno (MURICALM.N-dimetil-. não-isomérica. 30 a 60mg Via Endovenosa (EV) e 120 a 180mg VO (176). Substância original do grupo dos antipsicóticos tioxantênicos. depois da suspensão da comercialização do clorprotixeno (antigo TACTARAN) e do tiotixeno (antigo NAVANE). embora mostre bloqueio histamínico. Serão também brevemente revistos aqui três derivados tioxantênicos menos conhecidos.N-dimetiltioxanteno-delta(sup 9. é considerado o tioxanteno alifático com papel equiparável ao da clorpromazina entre os alifáticos fenotiazínicos. SANTUSSAL. SONIN) é tipo estruturalmente diferente de derivado tioxantênico. 2cloro-N. contém apenas o isômero cis da mistura racêmica original do clopentixol. são preparados de depósito contendo flupentixol e o (Z)-clopentixol ou zuclopentixol. (Z). (Z). 3-(2-cloro-9H-tioxanten-9ilideno)-N.ou: (alfa-2-Cloro-9-omega-dimetilaminopropilamino)tioxanteno ou: alfa-2-Cloro-10-(3-dimetilaminopropilideno)tiaxanteno ou: trans-2-Cloro-9-(3dimetilaminopropilideno)tiaxanteno ou: (Z)-2-Cloro-9-(omegadimetilaminopropilideno)tioxanteno ou: 2-Cloro-9-(omega(dimetilamino)propilideno)tioxanteno ou: cis-2-Cloro-9-(3dimetilaminopropilideno)tioxanteno ou: (Z)-2-Cloro-N. Atualmente os derivados tioxantênicos mais prescritos em todo o mundo.gama)-propilamina ou: 2-Cloro-N. CLORPROTISENE. serotoninérgico e colinérgico. Este último. não será considerado nesta revisão por não possuir propriedades antipsicóticas nem antagonismo dopaminérgico central. (Z). gama-propilamino. CPX) É interessante notar que sua configuração molecular é tal que um grupo piperidina é acoplado diretamente à dupla ligação do carbono do anel tricíclico sem dar lugar à isomeria. 25 a 300mg VO (285). 90 a 150mg Via Intramuscular (IM).N-dimetil-. CLORPROTIXENO (CHLORPROTHIXENE. piflutixol e teflutixol.N-dimetil1-propanamina ou: (Ro 4-0403)(MK 184)(N 714C)(NSC 18720). que não possui propriedades antipsicóticas. tanto na forma oral (dicloridrato) como também em apresentações (acetato e decanoato).ou: Tioxanteno-delta9. antitussígeno e sedativo pediátrico. como já mencionamos.N-dimetil-3-tioxanten-9ilidenepropilamina ou: 3-(2-Cloro-9H-tioxanten-9-ilideno)-N. Introduzido recentemente. CPT. Embora figure em alguns bancos de dados como tranqüilizante. CHLORPROTHIXEN. é o único derivado do grupo que nos consta estar ainda em comercialização no Brasil. gama-propilamina.ou: Tioxanteno-delta(sup 9). CHLOTHIXEN. para uso parenteral.

190.ausência de substituição de um dos grupos metila do anel tricíclico central original do antraceno pelo átomo de nitrogênio como no anel tricíclico da fenotiazina. antileishmania (267. 195). somente o isômero cis (configuração Z. O reconhecimento das propriedades neurolépticas levou a tentativas de aproveitamento em outras indicações. na neuralgia pós-herpética (169. É secretada no leite materno (a droga-mãe mais o metabólito sulfóxido). Foi incluído entre os neurolépticos com propriedades antidepressivas juntamente com a levomepromazina e a tioridazina. superioridade definida sobre o haloperidol na Esquizofrenia Crônica (99). tanto pré (muito potente). Tem perfil predominantemente sedativo com uma possível ação antidepressiva adicional. muscarínicos. adrenérgicos. beta) farmacologicamente inativo neste aspecto. polineuropatia periférica reversível dose-dependente (186). Além de bloqueador dopaminérgico (D1. Também demonstrou alta afinidade pelos receptores GABA de modo semelhante à clozapina. dermatite por contato (179). Em psiquiatria. 227) e manipulado como substância análoga aos antidepressivos tricíclicos em experimentos laboratoriais (194) mas não preencheu inteiramente o perfil nos testes com animais (110). foi empregado nos distúrbios de comportamento (120. Lupus Erythematosus medicamentoso (205). demonstra muito pouca tendência a efeitos adversos extrapiramidais (104). Ocasiona elevações da prolactina embora com desenvolvimento de tolerância (21). a freqüência de reações extrapiramidais ficou em 1. Tem meia-vida de 24h. em neuroleptanalgesia. 302) e antiameba (250)]. tornando-o também conveniente. de 1980 na Alemanha. durante anos nas décadas de 60 e 70 com o nome fantasia de TACTARAN. Chegou a ser clinicamente ensaiado em pacientes deprimidos hospitalizados (87. Já esteve relacionado a ocorrência de priapismo (68). na Alemanha. particularmente útil em pacientes psiquiátricos com co-morbidade com gota idiopática. com biodisponibilidade oral de cerca de 60% (20). à semelhança de outras fenotiazinas e butirofenonas. Eleva o pH do suco gástrico na metade da potência da pirenzepina. hipertermia maligna (63) e Síndrome Neuroléptica 87 . O clorprotixeno é também antagonista dos receptores alfadrenérgicos. ao contrário do estéreoisômero trans (configuração E.1% da dose materna em mg/k (197). podendo induzir secundariamente hiperatividade betadrenérgica central e periférica. além de antipsicótico em adultos. Como outras substâncias psicoativas de estrutura tricíclica. Embora com este perfil sugestivo e considerável atividade bloqueadora dopaminérgica em D1 (a qual foi atribuída à baixa propensão à Discinesia Tardia). menos eficaz que o tiotixeno ou mesmo a clorpromazina. foram publicados estudos e ensaios clínicos envolvendo pacientes psicóticos hospitalizados ou ambulatoriais. Como os outros tioxantenos. próxima à da probenecida.05% (239). de baixa potência. especialmente em receptores do subtipo 5Ht1A (293). 217) e na pré-anestesia de cirurgias infantis por suas propriedades sedativo-analgésicas e antieméticas (243). mas a dose total de clorprotixeno absorvida pelos lactentes não costuma ultrapassar a 0. em média. tioproperazina. 48. Foi introduzido comercialmente no ano de 1959. mostrou-se superior ao placebo e tão bem tolerado quanto o bromazepam. cobrindo mais de 11. 189. Em estudo duplo-cego envolvendo pacientes com Transtorno de Ansiedade Generalizada. embora com bloqueio dopaminérgico mais intenso (91) e razão 5Ht2/D2 menor quando em comparação com o atípico). tiotixeno. clopipazam e sulforidazina (270).02% e a de Discinesia Tardia em 0. responsável pela eficácia antipsicótica (276). ainda na década de 60. em estudo duplo-cego controlado. do mesmo modo que à clozapina. ação preferencial na via dopaminérgica mesolímbica (17). 47. e apenas ligeiramente inferior em eficácia (diferença estatisticamente não-significativa) (168). No Brasil. atingindo reduções de 50% com relação aos níveis prévios de ácido úrico (255. também demonstrando agir como inibidor da calmodulina (177). conhecida droga antiúlcera. Possui uma interessante atividade uricosúrica. 297).000 pacientes. alfa) mostra atividade antidopaminérgica central. Entretanto. Atribuiu-se ao clorprotixeno. Comporta-se como um antipsicótico débil. como pós-sinápticos (231). 256). inclusive maníaco-depressivos (16. Tem adicional afinidade por receptores histamínicos. com ação anticolinérgica intensa (comparável à da clozapina. na síndrome hipercinética (116) e em Esquizofrenia Infantil (78). em pacientes com esta condição (273). na metanálise de Ravn e seus colaboradores. De fato. Chegou a ser comercializado no Brasil como neuroléptico. 187. não teria demonstrado. D2) é também potente bloqueador serotoninérgico. apresenta atividade antiprotozoária in vitro [antiplasmídica (211).

potencial hepatoxicidade (06) e cardiotoxicidade (238) e. em associação com haloperidol em altas doses (65mg/dia) (246). às técnicas de lavagem gastrintestinal. na literatura.5g) em tentativa de suicídio (249). são comuns: grave síndrome anticolinérgica central. em crianças. Não registra qualquer publicação recente nem ensaios clínicos controlados. curiosamente. Possui.Maligna em paciente politraumatizado. P 4385 B. No Exterior: IARACTANPAXYLRENTOVET TARACTAN (Alemanha) (Canadá) (USA) (Roche) . a diálise costuma ser ineficaz. 25. sol oral 20mg/ml. é tioxantênico com fototoxicidade relativamente alta. sempre se comportou como uma substância mais tóxica do que a clorpromazina com uma DL (dose letal) proporcionalmente menor. ao contrário do isômero trans ou (E). Dispõe de breve registro no sítio do Instituto Lundbeck na Internet (www. Nas superdosagens. pelo menos in vitro (77).org).ou: 88 .comp 5. Não disponível comercialmente. o relato de melhoras substanciais. como ocorre com outros antipsicóticos. cujo desenvolvimento como potencial medicamento antipsicótico chegou a ser iniciado pela Pfizer na forma dos sais cloridrato e dimaleato do estéreo-isômero cis ou (Z) (composto P 4385 B). 15 e 50 mg. inexplicadas. 50 e 10mg. sol inj amp 2ml c/ 30mg e 1ml c/ 50mg. representada na fórmula como diamaleato. apesar destes procedimentos só terem conseguido remover 1. sol oral 2. ao contrário do tiotixeno. Por suas propriedades antieméticas. base livre. P 4385 A. precocemente. pelo risco de aspiração traqueobrônquica com todas as complicações daí decorrentes. devendo recorrer-se. Há grande escassez de informações na literatura especializada e nos bancos de dados disponíveis sobre este composto.comp 10. já foram descritos casos com doses inferiores a 5mg/k (98). teria mostrado bem definidas propriedades neurolépticas. não se recomenda o recurso a vômitos forçados por manobras de estimulação ou induzidos por substâncias com esta finalidade. FLUPENTIXOL (FLUPENTHIXOL) 1-Piperazinoetanol. TARASAN TRAQUILAN TRICTAL TRUXAL (Alemanha) (Tropon) . após o emprego de hemodiálise em combinação com hemoperfusão. TRUXALETTEN TRUXIL VETACALM CLOTIXAMIDA (CLOTHIXAMIDE) (Z)-4-[3-(2-cloro-9H-tioxanten-9-ilideno)propil]N-metil-1-piperazinopropanamida 2-butenedioato ou: (P 4385. Não mais disponível no Brasil: Antigo TACTARAN. A forma (Z).luinst. hipotensão severa com isquemia periférica levando à insuficiência renal além de transtornos cardiovasculares. Doses em torno de 2g costumam causar severa intoxicação em adultos e. em paciente que ingerira 10g como tentativa de suicídio. mas que acabaria sendo preterido pelo tioxanteno. isômero (Z)).5mg/ml. FM: C24-H24-Cl-N3-O-S Composto tioxantênico com estrutura quiral da mesma série do tioxanteno (ou composto P-4657 B). Recorde-se mais uma vez que a provocação de vômitos fica absolutamente contra-indicada nos pacientes com sinais de sedação intensa. Também já foi registrada nefrite intersticial aguda com oligúria em caso de superdosagem (1.6% da dose ingerida (167). Nos experimentos toxicológicos preliminares com animais. 4-(3-(2(trifluorometil)tioxanten-9-ilideno)propil). isômero (E). Há. reconhecidamente. Por sua alta taxa de ligação às proteínas do plasma.

comparativo com o decanoato de haloperidol.8nmol/l (160. Seu principal metabólito de primeira fase presente na bile e no plasma de ratos. 40 a 80mg IM 4/4 semanas (29). chegou a ser ensaiado no início da década de 70 (264.razinoetanol ou: 4-(3-(2-(Trifluorometil)tioxanten-9ilideno)propil)-1-piperazi. as concentrações plasmáticas correlacionaram-se erraticamente com doses administradas. mas a quantidade total por dia ingerida pelo lactente é muito pequena. Embora nunca tenha sido comercializado no Brasil. embora não tenha sedativo. É antipsicótico tioxantênico com cadeia lateral piperazínica.lideno)tioxanteno ou: 4-(3-(2-(Trifluorometil)-9H-tioxanten-9ilideno)propil)-1-pipe. nos receptores D1 com afinidade apenas um pouco menor que a da clozapina (85. se não tomadas as medidas necessárias na formulação e conservação do produto. É um potente bloqueador D2. 92). é o derivado sulfóxido (258). alfa2adrenoreceptores (pós-sinápticos) (229) e H1. 114). 216. Estudo duplo-cego cruzado. como todo antipsicótico típico. Este perfil farmacodinâmico tem levado alguns autores a classificá-lo como um antipsicótico “parcialmente atípico” (174). Estudo mais recente mostrou. 162. Teria efeitos ativadores em baixas doses (29) mas. só se recomendando cautela em tratamentos de longa duração (160. e podem comprometer a eficiência da substância pura. Não se encontra disponível nas Américas. como ocorre com outros preparados dépôt. Os primeiros ensaios clínicos com formulações para uso oral foram realizados nos anos 60 na Alemanha. pico em 4 a 7 dias e costuma levar de 10 a 12 semanas para alcançar concentrações plenamente estáveis. 284). 1 a 6mg VO (188). mas com efeitos extrapiramidais um pouco menores de que o haloperidol e maior tendência a ocasionar hipotensão arterial. porém que este risco seria mais relevante tratando-se da tioridazina e seus metabólitos ativos. somente o isômero cis mostrou relevante ação antipsicótica. Apesar de algumas propriedades sugestivas de alguma atipicidade em termos extrapiramidais. É secretado no leite materno em concentrações 30% superiores às plasmáticas. Também demonstrou afinidade pelos receptores serotoninérgicos 5Ht2 (15).  60mg 2/2 semanas (162). 86. 83. 4-(3-(2-(trifluorometil)-9Htioxanten-9-ilideno)propil). sofre intenso metabolismo de primeira passagem o que reduz sua biodisponibilidade com esta via de administração. A ação antipsicótica é bem definida. 147. 7. sua meia-vida é de cerca de 24 horas com eliminação renal pequena. Holanda e países escandinavos. Tem propriedades adrenolíticas adicionais (acentuadas) e analgésicas (286). induz a elevação da prolactina no plasma (80. pela ação de bloqueio dopaminérgico túberoinfundibular. 206). Esta formulação de depósito mostra duração de ação de 3 a 4 semanas. Tem grande volume de distribuição.1-Piperazinoetanol. IM 2/2 ou 3/3 semanas (31). agitação ou hiperatividade. terapêuticos e adversos. É bem absorvido por via oral atingindo picos plasmáticos entre 3 a 8h mas. embora em menor proporção. afora as exceções do clorprotixeno e do piflutixol. 184. NT: em torno de 2ng/ml (23). com menor ação em D3 (74. ex.noetanol ou: (LC 44) (N 7009). sendo aparentemente desprovida de conseqüências. do que do flupentixol (75). 282. como a maioria dos antipsicóticos. Isomerização ocorre rapidamente na presença de fotoirradiação ou oxigênio (181) (p. efeitos clínicos. pode ocasionar depressão farmacogênica (31. Não produz metabólitos ativos. 199. nas doses plenas. Tem sido empregado na manutenção de esquizofrênicos crônicos sem sintomas de excitação. carecendo de justificativa pelo menos em rotinas assistenciais (71. Atua também. 133. É. o preparado dépôt (decanoato de flupentixol) mais utilizado no Reino Unido (29). 93). Constitui o derivado trifluorado do clopentixol. Apesar deste perfil farmacocinético favorável (22). (CAS RN 2709-56-0) FM: C23-H25-F3-N2-O-S DD: 3 a 12mg VO (31). Como ocorre com as demais substâncias do grupo. 89 . 12 a 24mg VO (55). Licenciado para apresentação oral e dépôt no Reino Unido e em países da Europa continental. potente como os demais componentes do grupo. (dépôt.ou: 2-Trifluorometil-9-(3-(4-(2-hidroxietil)piperazin1-il)propilid. 236). exposição à luz solar ou ao ar). Atravessa a barreira placentária atingindo no feto concentrações inferiores às encontradas no útero e na placenta (69). ainda hoje. 269).eno)tioxanteno ou: 2-Trifluorometil-9-(3-(4-(beta-hidroxietil)-1piperazinil)propi. 162). 198). decanoato): 20 a 40mg ou mais. mas as duas formas isoméricas (alfa e beta ou cis e trans ou Z e E) agem ambas como potente inibidores da calmodulina (84.

Apesar da popularidade. ganho adicional na profilaxia da Mania recorrente ao tratamento com lítio.8mg) o flupentixol por via oral (dose final diária média de 20mg) foi tão eficaz e bem tolerado quanto aquele. Deve ser destacado o estudo duplo-cego. Z) e limitada a sintomas positivos. responderam bem à substituição pelo decanoato de flupentixol e com melhor tolerabilidade. amitriptilina. Max Hamilton e sua equipe também encontraram eficácia e tolerabilidade equivalentes entre os decanoatos de flupentixol e de flufenazina em esquizofrênicos crônicos. Isto poderia explicar a não superioridade em estudos de menor duração e assim confirmando as observações impressionistas dos clínicos feitas. em ensaio aberto. Eficácia sobre sintomas negativos também teria sido sugerida pelos achados de Pach e colaboradores (230) com decanoato de flupentixol durante 12 meses em esquizofrênicos crônicos. contraditoriamente. Já a comparação duplo-cega de Freeeman entre a amissulprida (1000mg/dia) e flupentixol oral (25mg/dia) mostrou que ambos atuavam em sintomas negativos. sua eficácia e tolerabilidade não diferiram das do palmitato de pipotiazina (271) assim como do decanoato de flufenazina em estudos duplo-cegos (121. achados confirmados mais tarde. na forma de flupentixol decanoato. mianserin. pacientes com formas periódicas de Depressão Maior. não havendo justificativa para esta associação nestes pacientes (266). 165). envolvendo esquizofrênicos no primeiro surto. em doses de 12 a 24mg/dia. Todavia. a julgar 90 . anteriormente mantidos com lítio. mostrou que na faixa de dose de 2mg. estudo comparativo mais recente do flupentixol oral com dois benzodiazepínicos (diazepam e lorazepam). houve superioridade para o flupentixol tanto sobre os sintomas esquizofrênicos quanto sobre os depressivos. cruzado com placebo (82). randomizado. na Esquizofrenia Refratária com bons resultados (55). A freqüência de suicídio durante o tratamento com flupentixol não foi superior à observada com outros antidepressivos conhecidos como dotiepina.trouxe evidências porém de que sua cobertura em intervalos de 4 semanas não seria tão garantida quanto a obtida com o primeiro preparado. porém. segundo a experiência de Kielholz e seus colaboradores (156). há na literatura. com duração de cinco semanas. teria uma ação deletéria dose-dependente sobre as funções cognitivas. do mesmo modo como foi também indiferenciável do penfluridol em procedimento duplo-cego utilizando doses equivalentes (103). no curso de tratamentos de longo prazo. Em estudo duplo-cego. da maproptilina e da amitriptilina (212). porém. imipramina. Apesar do ceticismo nas conclusões dos estudos já mencionados. trazodone e lofepramina (143). Encontra-se freqüentemente na literatura a noção de que o flupentixol seria uma droga particularmente indicada nos pacientes com alto risco de suicídio ao contrário. mas sendo ambas as substâncias ineficazes quanto a sintomas negativos (280). doxepina. fluoxetina. em linhas gerais. Johnstone. Por tudo isto deveria ser o antipsicótico dépôt de escolha na manutenção de pacientes esquizoafetivos e de fato. observável mesmo em voluntários sadios em pequenas doses (a partir de 2mg) por via oral. sugerindo sua utilização somente por curtos períodos de tempo e nos pacientes com baixa adesão ou refratariedade a antidepressivos convencionais (278). comparativo dos decanoatos de flufenazina e flupentixol com esquizofrênicos crônicos de longa duração. Com um ano de tratamento. inclusive as propaladas vantagens sobre sintomas deficitários ou negativos (150). em geral. Achados semelhantes foram registrados por Pinto e demais colaboradores (235). clomipramina. confirmaram eficácia apenas do isômero alfa (cis. inclusive com presença de sintomas afetivos no início do estudo correlacionando-se a uma menor resposta (146). mas somente até os 6 meses. por exemplo. Também foi experimentado em apresentação oral. Não demonstrou. ficando a sugestão de adoção de intervalos menores para o decanoato de flupentixol (76). na comparação com a pimozida (dose final diária média de 18. quando os preparados foram equivalentes. em estudo duplo-cego. estes efeitos seriam bem menos pronunciados do que os observados com estes ansiolíticos (200). Como antipsicótico típico potente. Crow e seus colaboradores. 145. com superioridade para a amissulprida (94). o decanoato de flupentixol (10 a 30mg 14/14 dias) foi tão eficaz quanto a amitriptilina por via oral (75 a 225mg/dia) no tratamento de pacientes com depressão embora. associado à eletroconvulsoterapia. com ligeira superioridade para o flupentixol na melhora de sintomas afetivos (118). conduzido por Wistedt & Ranta (296). por Wetzel e sua equipe utilizando a mesma comparação (294). abundantes registros de boa utilidade em distúrbios afetivos (115) mesmo na apresentação dépôt (45). em ensaio duplo-cego com os dois isômeros do flupentixol. Por outro lado. com os autores cautelosamente. (244). Em estudo duplocego. randomizado.

à reação cutânea de fotossensibilidade (44). Mais recentemente confirmou esta superioridade contra placebo e um novo betabloqueador (CGP 361A) ensaiado nesta indicação (37). A carbamazepina administrada concomitantemente induz seu metabolismo. No entanto. Há também menções na literatura a seu emprego no comportamento repetido de automutilação mas. a experimentação animal. Outro estudo com estes animais. com base em experiência aberta. não pôde comprovar propriedades específicas (219). quando alcança 75% de resultados favoráveis nestes pacientes. Também mostrou. sistematicamente conduzida com esta finalidade em macacos rhesus dependentes. tratamento promissor no abuso de cocaína. semelhante. esta indicação também careceria de maior confirmação através de ensaios controlados (122). justificando assim. A forma oral. Em outros ensaios também duplocegos. segundo Benkert & Hippius (31).ex. Por via oral. mesmo em pequenas doses. Comparação mais recentemente conduzida com a fluvoxamina também foi favorável ao flupentixol não só em eficácia quanto em tolerabilidade (117). mostrando boa tolerabilidade (preparado Lu 7410 com 10mg de amitriptilina e 0. Há registro na literatura de pelo menos um caso em que a associação do decanotato de flupentixol com imipramina não foi bem tolerada. Estas propriedades juntamente com as que veremos a seguir. contra diazepam (113). com base em observações clínicas apenas. Fujiwara e colaboradores. Mycobacterium tuberculosis) superior à do clopentixol que. em doses baixas. ao contrário de outros antipsicóticos tricíclicos (fenotiazínicos e tioxantênicos) já foi relacionada na clínica. Há também registro de boa resposta em caso de alcoolismo associado a Esquizofrenia (268) assim como mostrou utilidade em ensaio com esquizofrênicos com abuso de cocaína (180).também por resultados como os de Singh (262). em tolerabilidade e rapidez de ação em deprimidos idosos (129). 241). duplo-cego. merece menção o registro de pelo menos um caso de Mania atribuído ao flupentixol dépôt (277). já foi ensaiada em associação com a amitriptilina no tratamento da depressão. Também foi mencionado como recurso terapêutico nas desordens de personalidade do tipo “borderline” (175. a associação do penflutixol com a quadazocina (um antagonista de opióides) mostrou-se eficaz. verificaram uma particular utilidade nos pacientes deprimidos com inibição psicomotora acentuada. 102. quando essas mesmas substâncias empregadas isoladamente assim não tenham se comportado (206). 158. por sua pequena ação sedativa. por sua vez. dependentes da mistura endovenosa de heroína e cocaína (Aspeed-ball@) e conduzido pela mesma equipe do Alcohol and Drug Abuse Research Center da Escola de Medicina de Harvard.5mg de flupentixol) (247). já seria cerca de duas vezes maior que a da clorpromazina e cerca de 4 vezes a da levomepromazina. Com relação a esta sua ação nos distúrbios do humor. Foi verificada a ocorrência de interação medicamentosa com a fluoxetina com surgimento de sintomas psicóticos e extrapiramidais (225). Apesar de não ter sido observada fototoxicidade acentuada in vitro. 213) mas há escassez de estudos controlados nesta indicação. como antipsicótico típico potente. o flupentixol potencializa o efeito de medicamentos citotóxicos utilizados na quimioterapia do câncer (84). in vitro. podendo reduzir as concentrações plasmáticas (105). atividade antimicobacteriana (p. traz o risco de Discinesia Tardia e outros efeitos extrapiramidais (95). demonstrou superioridade contra placebo no manejo de quadros depressivo-ansiosos na clínica geral (224) do mesmo modo que em estudo multicêntrico. inclusive na forma de Acrack@ (101. fluspirileno) não apresenta sinais de 91 . Já foi empregado na forma oral com sucesso em distúrbios graves do comportamento em crianças (67) e em associação com lítio nas desordens invasivas do desenvolvimento (254). tornam o flupentixol particularmente indicado na melhoria da qualidade de vida de pacientes cancerosos terminais com depressão (185). Mostrou-se. Como outros preparados dépôt ou antipsicóticos de ação prolongada (decanoato de flufenazina. teria pouca utilidade no tratamento da Mania Aguda e deve ser lembrado que. com as concentrações do tricíclico atingindo níveis muito altos (57). embora só o tenham recomendado como coadjuvante (97). ação protetora sobre a mucosa gástrica (291). Como outros inibidores da calmodulina. uma exploração do potencial terapêutico deste composto (173). Demonstrou como o clorprotixeno. envolvendo pacientes deprimidos ambulatoriais. Apresentação para administração oral (cloridrato) está licenciada em alguns países europeus para tratamento de depressão associada a desordens dos impulsos mas. foi equivalente à mianserina (191) e até mesmo superior à amitriptilina (302) inclusive.5 a 2mg/dia). em estudo duplo-cego cruzado com doses baixas (0.

FLUANXOL DÉPÔT (decanoato) (Alemanha) . As afinidades por estes últimos receptores são altas. 237) e ganho ponderal (144). Há também registros na literatura. no metabolismo dopaminérgico. como marcador destes receptores em pesquisas farmacológicas e fisiológicas sendo. Além dos dopaminérgicos. mais recentemente. muito embora tenha demonstrado fraca afinidade histamínica. 1-(3-(6-fluoro-2(trifluorometil)-9H-tioxanten-9-ilideno)propi. FM: C24-H25-F4-N-O-S Introduzido na segunda metade da década de 1970. numa razão equivalente à do cis-clorprotixeno. à semelhança de outros antipsicóticos. substituído por antagonistas D1 mais seletivos como o composto benzazepínico SCH-23390 (35). Há o registro de um caso de discinesia laringéia com grave dispnéia secundária. embora com ação duas vezes maior. bem como de SNM ligado à secreção inadequada de hormônio diurético com hiponatremia severa (100). (CAS RN 60756-96-9) (CAS RN 54341-02-5 (isômero Z)).drg 0. com ação prolongada e perfil sedativo bastante acentuado. Não disponível no Brasil. Por sua acentuada ação em D1.ou: (Lu 12-331).5 e 5mg. Na época de sua introdução era o mais potente inibidor da adenilato-ciclase no striatum do rato que então se conhecia (220). mas na mesma freqüência do decanoato de flufenazina. (Z). Já esteve na forma dépôt associado à ocorrência de Síndrome Neuroléptica Maligna fatal em mais de uma ocasião (10. só contornado pela administração local de toxina botulínica. a tioridazina e a clorpromazina (133. É antipsicótico típico. em paciente tratado com flupentixol por dois anos (90). mesmo em tratamentos prolongados (221) e em discordância com achados de estudos de toxicologia animal in vivo e in vitro com o flupentixol base (07). Tem ação tanto em receptores dopaminérgicos D2 quanto em D1. 134). de morte súbita durante tratamento com flupentixol (66. por exemplo. demonstrou aumentar tanto o “turn-over” de dopamina quanto o de noradrenalina. 4-Piperidinoetanol. No exterior: DEPIXOL (decanoato) (Reino Unido) EMERGIL FLUANXOL (Alemanha) .l)-. 204). FLUXANXOL. com afinidade muscarínica virtualmente inexistente (91. PIFLUTIXOL 6-fluoro-9-[3-(4-(2hidroxietil)piperidino)propilideno]-2trifluorometil-tioxanteno ou: 1-(3-(6-Fluoro-2-(trifluorometil)tioxanten-9ilideno)propil)-4. muito potente como antagonista dopaminérgico. SIPLARIL SIPLAROL. é um dos mais recentes derivados tioxantênicos não constando. em outros antipsicóticos sedativos como o clorprotixeno e a clozapina. vinha sendo utilizado na forma de [3H]-piflutixol. Não disponível comercialmente. o cis-clopentixol. 106. porém. como o cis-flupentixol. revelou ação também em receptores serotoninérgicos e noradrenérgicos (91). Recentemente foi publicada a ocorrência de caso de hepatite aguda atribuída ao flupentixol (70). clorpromazina e da pimozida (135). seu aproveitamento na clínica.amp 1ml c/ 20mg.hepatoxicidade significativa. 283). Nos animais de experimentação. Foi implicado em Discinesia Tardia (65.-piperidinoetanol ou: 92 . 135).

É de desenvolvimento relativamente recente entre os antipsicóticos tioxantênicos. Tioxanteno-2-sulfonamida.N-Dimetil-9-(3-(4-metilpiperazin-1il)propilideno)-9H-tioxan-teno-2-sulfonamida ou: Tioxanteno-2-sulfonamida.N-dimetil-9-(3(4-metil-1-piperazinil)propilideno ou: 2-(Dimetilsulfamoil)-(9-(4-metil-1piperazinil)propilidene)tio-xanteno ou: N. considerado o análogo da tioproperazina entre os tioxantenos (31).N-dimetil-9-(3-(4metil-1-piperazinil)propilideno) ou: 9H-Tioxanteno-2-sulfonamida.N-Dimetil-9-(3-(4-metil-1piperazinil)propilideno)tioxanten. Bélgica) em meados da década de 70 (132).razinoetanol ou: (Lu 10-022). 10 a 30mg (31). 234). tanto no exterior quanto no país. (151). 260. foi posteriormente descontinuado. 279. tendo sido introduzido na Europa (Alemanha. Derivado tioxantênico trifluorado e com cadeia lateral piperazínica como o penflutixol. 53542-42-0 (di-HCl)) FM: C23-H26-F4-N2-O-S DD: 3 a 20mg (40). Apesar de. N. 218. 0. (Z).e-2sulfonamida ou: (p-4657-b) (P-4657B) (CP-12. com pacientes esquizofrênicos adultos. NT: 2 a 15ng/mL (141. Com intenso bloqueio em D2. Os ensaios clínicos foram iniciados na década de 60. N. 289). (CAS RN s 55837-23-5. no ensaio aberto não controlado por placebo conduzido por Botte (43) na década seguinte. THIOTHIXENE. 196. Não disponível comercialmente. N. 6 a 60mg (139). É um antipsicótico típico de alta à intermediária potência. terem sido sugeridas faixas de doses maiores. Situou-se na 50 posição entre os seis medicamentos antipsicóticos mais prescritos 93 . 8 a 30mg.N-Dimetil-9-(3-(4-metil-1piperazinil)propilideno)tioxan. Nos Estados Unidos é comercializado pela Roerig em cápsulas para uso oral de 1. adolescentes e crianças (26. inicialmente. THIOTHIXINE) 4-(3-(6-Fluoro-2-(trifluorometil)tioxanten-9il)propil)-1-pipe. Lançado no Brasil pela Pfizer com o nome comercial de NAVANE.252-1) (NSC 108165). de quem se diferencia apenas pela presença de mais um átomo de fluor no anel oposto ao anel trifluorado da estrutura tioxantênica tricíclica e do piflutixol pela núcleo piperazínico ao invés de um piperidínico na cadeia lateral.TEFLUTIXOL TIOTIXENO (TIOTIXENE. 5.5 a 4mg (43). 233. 259. 195. mostrou-se eficaz em pacientes esquizofrênicos e com Transtorno Obsessivo-Compulsivo mesmo nas doses diárias entre 0. 281) e continuados na década seguinte (89. (CAS RN 5591-45-7) (CAS RN 3313-26-6 (Z)) FM: C23-H29-N3-O2-S2 DD: 6 a 30mg (202). 112. 10 e 20mg.ou: cis-N. CISTHIOTHIXENE. Não foi farmacologicamente desenvolvido desde então. tem baixa afinidade pelos receptores serotoninérgicos (245).teno-2sulfonamida ou: N. com o mesmo nome-fantasia. 201.5 e 4mg apenas.N-dimetil-9-(3-(4metil-1-piperazinil)propilideno)-. 2 a 20ng/mL (202).

Aliás. a respeito do limite superior das concentrações terapêuticas parece muito alto o valor de 57ng/ml citado por Keltner & Folks (151). contrariamente. Também demonstrou equivalência com a associação trifluperazina/ clorpromazina em ensaio duplo-cego com esquizofrênicos crônicos (164) do mesmo modo que em ensaios também duplo-cegos com a clorpromazina isoladamente (46. Quase não ocasiona sedação nem hipotermia e seus efeitos hipotensores e hemodinâmicos são mais brandos que os da clorpromazina (49). como a flufenazina.(140). fenobarbital) ou reduzido pelos inibidores como a cimetidina (81) com redução de eficácia terapêutica ou incremento da toxicidade. 261) e desordens do comportamento. clorpromazina. provavelmente. 108. como o penfluridol. flufenazina e risperidona (257). Foi mesmo superior ao haloperidol no tratamento comunitário de esquizofrênicos crônicos no estudo duplo-cego de Engerlhardt e colaboradores (79). no Transtorno “borderline” de Personalidade (107. 252). haloperidol. grupo com 90% do total das prescrições) (299). 161. que o tornariam uma opção melhor que a associação clorpromazina/imipramina no tratamento de esquizofrênicos deprimidos segundo dados do ensaio duplo-cego de Becker de 1983 (30). tioridazina. mas doses diárias superiores a 60mg. teria propriedades antidepressivas adicionais. a perfenazina e a sulpirida (22. 130). Como o trifluperidol e a flufenazina reduz a pressão intraocular através do uso tópico (119). e considerado. Como outros bloqueadores dopaminérgicos D2. Além do perfil de efeitos adversos favoráveis (pouca sedação e hipotensão) em pacientes idosos (27. tendo sido feito. Possui similaridades químicas e farmacológicas com as pipotiazinas piperazínicas em oposição ao clorprotixeno que teria com as alifáticas. Estaria indicado. gerando concentrações plasmáticas em torno de 26ng/ml. nas desordens invasivas do desenvolvimento (209). Embora muito menos sedativo. Comparado a outros antipsicóticos típicos e atípicos na ação inibidora sobre as isoenzimas do citocromo P 450. tiotixeno e flufenazina. 94 . tendo em vista que a literatura já registra quadros agudos de intoxicação a partir de 52ng/ml (153). confirmando estudos anteriores (152) e contradizendo a antiga convicção da sua ineficácia nestes quadros por seu perfil Aativador@ (31). mas este potencial terapêutico não consta ter sido aproveitado farmaceuticamente. é um dos mais fracos inibidores da CYP 2D6. Possui ação anticolinérgica moderada com efeito antiemético comprovado em animais. por exemplo. clorpromazina. trifluperazina. Como outros tioxantenos. ao menos inicialmente. à perfenazina. Mais recentemente. 52). onde ainda assim seriam temerários. Como outros antipsicóticos tioxantênicos ou não. como ocorre com poucos antipsicóticos. tem sido mencionada sua utilidade. Foi tão útil quanto o haloperidol no tratamento das síndromes orgânico-cerebrais agudas no hospital geral. conforme resultados obtidos no ensaio cego de Peterson & Bongar (232). poderiam ser temporariamente necessárias para obtenção de resultados clínicos na Esquizofrenia Refratária conforme a experiência de Leo Hollister e seu grupo (128. nas décadas de 60 e 70 (297). Foi tão eficaz quanto a melperona em ensaio duplo-cego com mulheres esquizofrênicas paranóides sendo apenas superado na tolerabilidade (36). embora não se possa nada afirmar sobre esta melhora a médio e longo prazo (253). foi utilizado com algum sucesso na Síndrome de Gilles de la Tourette (208). foi tão eficaz quanto a clorpromazina no tratamento da Mania Aguda em ensaio duplo-cego conduzido por Janicak e cols. também em doses médias menores do que as utilizadas como antipsicótico e pelo menos para uma parcela dos casos. 242) e com o haloperidol parenteral nas formas agudas (272). 201). Tem o seu clearence hepático significativamente aumentado pelos indutores enzimáticos (fenitoína.naquele país no período de 1976 a 1985 (pela ordem: tioridazina. com base em dados anteriores da equipe Hollister para casos refratários (157). carbamazepina. mostrou-se superior ao oxazepam e à difenidramina no manejo dos comportamentos rebeldes eventualmente observados na Demência moderada a grave (125). respectivamente. Níveis permanentemente altos foram correlacionados positivamente a maiores riscos de Discinesia Tardia (301). foi empregado em doses baixas como terapia coadjuvante nas depressões e/ou Transtornos de Ansiedade em pacientes ambulatoriais (109. 62. haloperidol. como o flupentixol. em sintomas negativos de esquizofrênicos crônicos. O monitoramento das concentrações plasmáticas tem demonstrado certa confiabilidade e utilidade clínicas. Parece atuar também. um antipsicótico que poderia trazer melhoras adicionais no manejo destes pacientes (138).

No Exterior: NAVANE (Canada)(USA)(Roerig) . Como os demais antipsicóticos típicos. devendo dar-se preferência à norepinefrina ou à fenilefrina. convulsões e. Já foi implicado em leucopenia (59). CLOPENTHIXOL cis-(Z)-. já foram registradas alterações eletrocardiográficas. Pode eventualmente determinar lesões por fotossensibilidade.ol ou: 4-(3-(2-Clorotioxanten-9-ilideno)propil)-1piperazinoetanol ou: 1-Piperazinoetanol.em dois dos oito episódios de trombocitopenia apresentados por uma paciente esquizofrênica de 59 anos de idade conforme relato de caso na literatura (25). NSC 78203. CISORDINOL. e flufenazina (215).ou: 1-Piperazinoetanol.comps de 2 e 10mg. ginecomastia e impotência numa pequena proporção de casos. Não se tem confirmação da utilidade das técnicas de diálise. 95 . em paciente apresentando episódios repetidos deste transtorno com o uso do derivado fenotiazínico (54). edema periférico (251). supostamente responsável por agranulocitose e por hepatoxicidade) é tão alta quanto a observada com tioridazina. (Z). polidipsia e hiponatremia (09). e cerca de 1/3 menor que as do clorprotixeno (77). 60. 10 e 20mg. 5. NAVAN. retinopatia pigmentar e pigmentação lenticular (opacificação do cristalino). NAVARON. já foi envolvido na ocorrência de hipertermia (203) e Síndrome Neuroléptica Maligna (41). Como ocorre em casos de superdosagem por fenotiazínicos.tanol dicloridrato ou: (Z)-4-(3-(2-Cloro-9H-tioxanten-9-ilideno)propil)1-piperazinoe.comp 1. NSC 169185)(FDA 0199) (W 2304) (N-746)(AY-62021). As elevações das transaminases séricas e fosfatase alcalina foram geralmente benignas e transitórias além de infreqüentes. galactorréia. Também pode estar relacionada a ganho de peso (73). Eleva os níveis de prolactina (19). em alguns casos de tratamento prolongado.Assim como com outros antipsicóticos. cxs c/ 20. ORBINAMON (Pfizer)(Alemanha) . além de Discinesia Tardia (14. ZUCLOPENTIXOL (CHLORPENTHIXOL. 4-(3-(2-clorotioxanten-9ilideno)propil). SORDINOL) (Z)-4-(3-(2-Clorotioxanteno-9-ilideno)propil)-1piperazinetan-ol ou: 1-Piperazinoetanol. mas só causa amenorréia. fraqueza e fadiga. trifluperazina. 4-(3-(2-cloro-9H-tioxanten-9ilideno)propil). especialmente no início do tratamento. mas substituiu com sucesso a perfenazina. clorpromazina. e juntamente com haloperidol e clorpromazina -três antipsicóticos de diferentes grupos químicos. Estudos in vitro mostraram porém que a citotoxicidade (um fator pelo menos em parte. Não há registro de icterícia nem de dermatite esfoliativa ou de contato como eventualmente ocorre com as fenotiazinas. Foi relacionada a priapismo em associação com tioridazina e clorpromazina (24).ou: 4-(3-(2-Cloro-9H-tioxanten-9-ilideno)propil)-1piperazinoetan. dicloridrato. 4-(3-(2-cloro-9H-tioxanten-9ilideno)propil)-. Já foi implicada em associação com benztropina em caso de atonia esofagiana com dilatação (298). 300). CHLORPERPHENTHIXENE. parkinsonismo medicamentoso e acatisia (288).tanol dicloridrato ou: (NSC 64087.comp 10mg. muito embora as propriedades fototóxicas in vitro tenham sido das menores entre numerosos antipsicóticos testados.ou: (Z)-4-(3-(2-Cloro-9H-tioxanten-9ilideno)propil)piperazino-1-e. No Brasil: Antigo NAVANE (Pfizer) . reações distônicas agudas. com tioxantenos a epinefrina também não deve ser empregada por acentuar a hipotensão diante de bloqueio adrenérgico parcial.

mas é preciso lembrar que os picos de concentração ocorrem num intervalo entre 24 a 48h devendo. em média de 15 a 90 minutos (53). o paciente passar para o uso oral ou para o uso dépôt de acordo com sua adesão e a conveniência de seu tratamento. Teve iniciada sua experimentação clínica na Europa na década de 60. Na década seguinte viria a ser inicialmente utilizada a forma conjugada do zuclopentixol com ácido decanóico (decanoato) (72). e exigindo o dobro das doses agora recomendadas. 100 a 1000mg. Parenteral Dépôt (decanoato): 100 a 600mg. assim como o tiotixeno seria o da tioproperazina (fenotiazinas piperazínicas) e o clorprotixeno seria da clorpromazina (alifáticas ou dimetilamínicas). 2/2. zuclopentixol): 10 a 150mg VO (34). 100 a 200 mg VO (56). Clopixol) (CAS RN 633-59-0. para o zuclopentixol ou cis (Z)-clopentixol (CISORDINOL. A duração da ação é de 2 a 3 dias podendo. farmacologicamente ativo como antipsicótico. mas podendo levar algumas horas para se fazer sentir em alguns pacientes. constituía mistura racêmica dos isômeros cis e trans. cis(z)/trans(E): 30 a 350mg VO (248). atualmente. O clopentixol. como o flupentixol (18) com ação de bloqueio alfa-1adrenérgico moderada. não é imediata. com o pico das concentrações plasmáticas só sendo alcançado por volta de 36h (41ng/ml em média. formas graves de agitação psicomotora podem exigir medidas mais drásticas que permitam sedação imediata e vigorosa como droperidol e/ou benzodiazepínicos por via endovenosa. 2/2 semanas IM (265). tendo ação mais lenta. Parenteral (acetato): 50 a 150mg. Zuclopentixol (Z)) (CAS RN 5804523-1. ocasionando menos sedação que o primeiro e menos efeitos extrapiramidais que o segundo (31). 31). Sordinol) FM: C22-H25-Cl-N2-O-S (clopentixol) FM: C22-H25-Cl-N2-O-S. Ambos os conjugados vêm em solução de óleo vegetal com lenta absorção (viscóleo). mas requer aplicações com intervalos inferiores ao decanoato. idealmente. do clopentixol. A dose mais recomendada está entre 50 a 150mg (1 a 3 ml) IM. como na agitação psicomotora. 5 a 15nmol/l (163). Há. exaltação maníaca ou hostilidade paranóide (13). Na conversão do acetato para o cloridrato. após 1 aplicação de 100mg) (02) e caindo para menos da metade (em média 15ng/ml) ao final de 72h após a aplicação (12). 148. 28). 200mg. passou a ser. para uso intramuscular de depósito. como já mencionado. CLOPIXOL) (01. A sedação. a serem iniciados 2 a 3 dias após a última aplicação do acetato. Por outro lado. e no final dos anos 80 foi apresentada a forma conjugada com ácido acético (acetato) (13). 2/2 ou 3/3 dias IM (13). porém. 3/3 ou 4/4 sem IM (50). quando inicialmente introduzido nos anos 60 (SORDINOL. Com a retirada do tiotixeno (NAVANE) anos atrás e seu recente lançamento comercial. expressas em mg. D1/D2. 30 a 150mg VO (188. 228). DD (cis(Z)-clopentixol. como foi sugerido em recente revisão (88). CIATYL). Aliás o viscóleo é o veículo oleoso de melhor tolerabilidade local entre os utilizados em preparados dépôt (275). necessidade de estudos controlados melhor desenhados para a avaliação de seus efeitos sedativos antes da adoção generalizada irrestrita do acetato de zuclopentixol nas emergências psiquiátricas. foi conceituado como o tioxanteno análogo da perfenazina. inicialmente sob a forma de dicloridrato de clopentixol para uso oral (11. com menor sedação e efeitos extrapiramidais que o dicloridrato de cis (Z)clopentixol para uso parenteral que era disponibilizado em solução aquosa (05. as aplicações ser espaçadas por 2 dias no mínimo. em seguida. Após a 310h a taxa de ocupação dos receptores D2 centrais situa-se em torno de 80% ou mais (222). 3/3 ou 4/4 sem IM (51). gradual e prolongada (meia-vida de 4 a 5 dias de eliminação da droga ativa e cerca de 19 dias para a absorção do depósito oleoso). permitindo no caso do decanoato aplicações até de 4 em 4 semanas. O clopentixol. NST: 16 a 21nmol/l (183). 04).  22nmol/l (265).(CAS RN 982-24-1.2Cl-H (dicloridrato de clopentixol) DD (clopentixol. embora rápida. O zuclopentixol é o isômero cis (Z). O efeito sedativo máximo ocorre em torno de 8h. Clopentixol) (CAS RN 53772-83-1. sugere-se uma proporção de 20mg do preparado oral (2 comp de 10mg) para cada 50mg (1 amp 1ml) da dose de preparado parenteral que vem sendo aplicada. 96 . É bloqueador dopaminérgico misto. Situa-se intermediariamente entre o clorprotixeno e a perfenazina. o único antipsicótico tioxantênico e mais uma opção em preparados dépôt (além de flufenazina. O acetato deve ser usado quando se deseja um rápido início de ação e/ou não se possa contar com a cooperação inicial do paciente. pipotiazina e haloperidol) a ser disponibilizada no Brasil. Em alguns casos pode ser necessário repetir a aplicação do acetato.

com doses médias finais de 38 versus 8mg (131). a ser juntada à última aplicação do acetato e repetida 2 semanas após. 1985 (193). nas doses médias finais nos 3 estudos. 34). no interior do organismo. podem ser colocadas na mesma seringa sem risco de precipitação ou incompatibilidade. aos do decanoato de flufenazina em estudo duplo-cego com 24 semanas de duração com esquizofrênicos crônicos ambulatoriais. Em estudos duplo-cegos comparativos com haloperidol tanto com esquizofrênicos crônicos (124) como deficientes mentais (149) e dementes senis (111) com duração de 12 semanas. em estudos semelhantes.5 versus 10. não em eficácia mas em rapidez de ação e menor índice de efeitos extrapiramidais. de 40mg versus 10mg. 100 a 600mg 4/4 semanas) com ligeiras vantagens em eficácia para o tioxanteno dépôt a partir do 61 mês (295). Uma ampla revisão de estudos duplo-cegos comparativos do decanoato de zuclopentixol com outros preparado dépôt acaba de ser publicada por Evandro 97 . Também foi equivalente à associação haloperidol/ levomepromazina em estudo duplo-cego na agitação e agressividade de pacientes senis. o zuclopentixol (cis(Z)-clopentixol) foi. 3 ou até 4 semanas. O pico de concentração com a forma dépôt ocorre em uma semana. Nas duas formas conjugadas para uso parenteral (acetato e decanoato). com aplicações de 200mg de decanoato de zuclopentixol se equiparando a 25mg de decanoato de flufenazina (292). uma menor duração dos efeitos extrapiramidais e maior redução dos escores do fator ansiedade-depressão da BPRS. com eficácia e tolerabilidade globais semelhantes com base em estudo duplo-cego comparativo com haloperidol (doses finais médias de 33. Em outros ensaios abertos. também envolvendo esquizofrênicos crônicos. nas fases aguda e subaguda das psicoses. Os metabólitos são farmacologicamente inativos e sua eliminação se faz predominantemente pelas fezes. respectivamente. e a dose habitual situa-se entre 200 a 400mg (de 1 a 2ml) a cada aplicação. a serem feitas em intervalos de 2. com doses flexíveis. Foi superado pela risperidona. equivalente ao derivado butirofenônico. no mínimo. Também foi especificamente preconizado seu uso no manejo das psicoses fármaco-iatrogênicas observadas durante o tratamento de pacientes com formas avançadas da Doença de Parkinson (64). especialmente na forma oral (dicloridrato) e parenteral (acetato). 34mg versus 5mg e. Já no estudo aberto de Mann e colaboradores.5mg. Já o decanoato de zuclopentixol demonstrou eficácia e tolerabilidade equivalentes às do enantato de perfenazina em estudo duplocego com pacientes esquizofrênicos (08). 5mg versus 0. com meiavida de cerca de 3 semanas. por hidrólise. em média) com pacientes em estados psicóticos agudos (240). sendo do mesmo modo metabolizado por desalquilização da cadeia lateral e pela formação dos derivados S-óxido e N-óxido (05). foram destacados por Heikkila e colaboradores (123). Também alcançou resultados equivalentes. Também em estudo duplo-cego comparativo com o melperone nos distúrbios de comportamento de pacientes senis. em estudo duplo-cego comparativo em pacientes com quadros esquizofreniformes e esquizofrênicos agudos. a primeira das quais deverá ser cumprida ainda mantendo-se a administração oral quando só então deverá ser suspensa. Os mesmos resultados globais ocorreram em estudo duplo-cego comparativo com a perfenazina (37mg de zuclopentixol versus 30mg. tem as mesmas características farmacocinéticas do clopentixol administrado por via oral (dicloridrato). Um outro estudo duplo-cego com decanoato de haloperidol (38 a 200mg 4/4 semanas) por 9 meses. A conversão da forma oral para dépôt se fará multiplicando a dose diária por 8 e repetindo a aplicação em duas semanas. o clopentixol que então se forma.3mg) envolvendo pacientes com estados psicóticos agudos. com a vantagem de uma ação mais rápida (96). Leva de 10 a 12 semanas para alcançar concentrações estáveis (29). não controlados. os dois antipsicóticos foram equivalentes (223). 80% dos pacientes com episódios psicóticos agudos melhoraram dentro de 5 semanas com doses de 75mg ou menos. incluindo pacientes maníacos mostrou resultados em doses de 75mg/dia por via oral ou 25mg/dia por via intramuscular num prazo de 2 a 4 semanas (39) ou de 10 a 160mg/dia por via oral ou endovenosa com boa tolerabilidade (166). divididas em 3 tomadas diárias. Como ambas as soluções são em viscóleo. encontrou equivalência dos tratamentos (decanoato de zuclopentixol.Já na conversão para o dépôt (decanoato) a proporção seria o dobro da dose em mg de acetato que vem sendo administrada em cada aplicação. A ação sedativa do zuclopentixol o torna um composto bastante útil. tanto em eficácia quanto em tolerabilidade. Esta maior rapidez de ação. em eficácia e tolerabilidade. o que está mais ou menos de acordo com os resultados de Bereen e Bhattacharyya e suas equipes (32.

taquicardia.5 a 5 microgramas por dia. com conseqüência clínica importante. Mas. No caso do zuclopentixol são encontradas concentrações plasmáticas 60 a 100% maiores nestes indivíduos (142. o que permite dose única diária (01. o zuclopentixol não exerceria qualquer efeito sobre elas (182). 04).1mg (03). também observaram que melhoras evidentes podiam ocorrer seis meses ou mais após o início do tratamento. Sua biodisponibilidade situase em torno de 44% e a concentração sérica máxima é alcançada em aproximadamente 4 horas após a administração. mas que deve ser parcelada quando se deseja usufruir o efeito sedativo ao longo de todo o dia. o isômero trans(E) do clopentixol carece da atividade de bloqueio dopaminérgico. O zuclopentixol atravessa a barreira placentária e passa para o leite materno em quantidades muito pequenas o que leva o lactente a ingerir.Coutinho e colaboradores da Fundação Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro (58). 214. Em estudo aberto. Em seu longo seguimento de cinco anos com 23 esquizofrênicos crônicos. no manejo de comportamento hostil e heteroagressivo em pacientes senis (159). A utilidade de doses quinzenais de 100mg na fase de consolidação do tratamento em alcoólatras crônicos foi defendida por (127). distúrbios da micção. adolescentes e idosos as faixas de doses devem ser menores. 172. mas mantém a atividade antibacteriana e antiprotozoária in vitro (170. propriedade também observada com o isômero cis e diversos outros antipsicóticos fenotiazínicos já mencionados. assim como também nos distúrbios de comportamento em deficientes mentais (210).01 a 0. Como outros antipsicóticos. reduzindo as concentrações plasmáticas de ácido úrico em cerca de 30% (38).5% de afro-americanos e 2 a 10 % de asiáticos (29). em média. Os efeitos adversos mais comuns. As melhoras clínicas observadas se estenderam também a sintomas negativos como apatia e isolamento social. Deve ser recordado que com qualquer 98 . Por mais de uma vez. em seu ensaio aberto. 267). Borsetti e colaboradores (42). especialmente quando utilizados preparados de depósito (33. O dicloridrato de cis(Z)-clopentixol é bem absorvido por via oral sem sofrer a influência de ingestão com alimentos. Como ocorre com outros tioxantenos. 171. Também possui propriedades uricosúricas (hipouricemiantes) como o clorprotixeno. Não deve nunca ser esquecida a possibilidade de o paciente ser constitucionalmente um Ametabolizador pobre@ da debrisoquina (deficientes na isoenzima 2D6 do complexo enzimático do citocromo P 450). com esquizofrênicos crônicos. particularmente freqüentes em pacientes idosos com doses altas da forma acetato. Carney pôde observar melhoras significativas graduais ocorrendo durante todo o período (50). o que equivale a uma dose para o adulto de 0. As conclusões desse estudo indicariam algumas possíveis vantagens para o zuclopentixol mas os autores sugerem a realização de ensaios com maior duração. Deve ser usado com cautela em pacientes sujeitos a convulsões e com doenças sistêmicas graves (insuficiência hepática ou cardíaca. e requerendo redução das doses. 263) e foi superior ao haloperidol nesta indicação em estudo duplo-cego (192). Além de quadros psicóticos agudos e crônicos. distúrbios da acomodação visual. hipotensão ortostática e vertigens. Como com outros antipsicóticos. e que implicará meia-vidas bem mais longas da maioria dos antipsicóticos. mostra-se um medicamento tão eficaz e seguro quanto a tioridazina. especialmente). além dos extrapiramidais. em estudos duplo-cegos. Não demonstrou possuir as propriedades fototóxicas comuns em outros antipsicóticos. tendo meia-vida de pouco menos que 24 h. mas é preciso lembrar do risco de potencialização dos efeitos depressores sobre o SNC em caso de ingestão simultânea de álcool. o que ocorre com cerca de 5 a 8% de caucasianos. particularmente em pacientes com passado de hepatite ou história de abuso de álcool. Viswanathan & Rajhkowa (290) alcançaram boa tolerabilidade e eficácia. em aplicações de semanais a quinzenais. podem ocorrer alterações transitórias das funções hepáticas no início do tratamento. inclusive tioxantênicos (77). boca seca. Com crianças. são sonolência. 8. em aplicações de 2 a 4 semanas. 0. geralmente ficando entre 2 e 20mg/dia. Pode ter seu metabolismo induzido com redução das concentrações plasmáticas pelo uso concomitante de carbamazepina (105). um risco sempre presente nestes pacientes. apesar de substrato para a isoenzima CYP 2D6. como a maioria dos antipsicóticos e ao contrário de muitos deles que aumentam as concentrações dos antidepressivos tricíclicos. teve a superioridade em relação ao placebo demonstrada nestes pacientes (137. 183). em doses entre 200 a 400mg. de acordo com as observações de Carney & Rutherford (51). com qualquer tempo de abstinência já alcançado. 61). constipação intestinal. reduz o efeito hipotensor da guanetidina e a ação antiparkinsoniana da levodopa. com doses flexíveis entre 100 a 600mg.

emb 1 amp de 1ml com 50mg. Mikuni M. Neuroleptic inhibition of 6. em óleo vegetal (viscoleo). 90(1):47-55. The neuroleptic malignant syndrome. 90(3):417-8. Aaes-Jorgensen T. Nord Psykiatr Tidsskr 1965. Cholestatic effects of cis-chlorprothixene on the perfused rat liver. An open Nordic multicentre study of zuclopenthixol acetate in Viscoleo in patients with acute psychoses including mania and exacerbation of chronic psychoses. Há também o registro de priapismo recorrente com a forma dépôt (287). Tures JF. Abernathy CO. Psychopharmacology (Berl) 1986. Aaes-Jorgensen T. Clopenthixol decanoate and perphenazine enanthate in schizophrenic patients. Gunby B. Clopenthixol in the treatment of psychoses. Zuclopenthixol acetate in Viscoleo--a new drug formulation. Arnt J. por sua pequena excreção renal e pelo seu alto índice de ligação às proteínas do plasma. 178. Serum concentrations and clinical effect of zuclopenthixol in acutely disturbed. Ajlouni K. Zuclopenthixol levels in serum and breast milk. serão ineficazes medidas para forçar a diurese ou mesmo as técnicas de diálise.A. Allsop P. Alnaes R.CLOPIXOL DÉPÔT (Brasil) (Schering & Plough) . 16. em paciente esquizofrênico crônico idoso (66 anos) (126) e há algum tempo em ocorrência de granulocitopenia em associação com a clomipramina (230). Esteve envolvido recentemente em caso de neutropenia e trombocitopenia. amp 1ml c/ 25mg. Rua Alexandre Dumas 2220 8 andar (04717004) São Paulo São Paulo (011) 5181-7505 (011) 5242984 No Exterior: CIATYL (Alemanha) (clopentixol) (Tropon)comp 10 e 25mg. 294:70-7. Jorgensen A. Serum levels of the isomers of clopenthixol in patients given cis(Z)clopenthixol or cis(Z)/trans(E)-clopenthixol. Jorgensen A. 279:77-91. Acta Psychiatr Scand Suppl 1981. Tong CY. Acta Psychiatr Scand Suppl 1981. 234(2):193-204. para uso IM.. Anaesthesia 1987. Fensbo C. 06. Nos casos de superdosagem. Hagen TC. Anjos ES. Acta Psychiatr Scand Suppl 1980. Aaes-Jorgensen T. SORDINOL (clopentixol). 17. 05. Zimmerman HJ. Aaes-Jorgensen T. Ahlfors UG. Thomsen NJ. maior com preparados dépôt. et al. Nielsen MS. 11. Case report with a review of the literature. O Hospital (Rio de Janeiro) 1962. Specificity and comparison with other models. Costin A. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1989. Abernathy CO. SORDENAC. Schering Plough S. Pharmacology 1978. Gravem A. 08. 12. Twigley AJ. Arnt J. Como todos os antipsicóticos típicos. Amdisen A. psychotic patients treated with zuclopenthixol acetate in Viscoleo. um risco como se supõe. Bogeso KP. Koenig JI. 07. Overo KF. Am J Psychiatry 1977. Gravem A. Arch Int Pharmacodyn Ther 1978. 274). Remvig J.Acetato. Meltzer HY. Ananth J. Serum concentrations of cis(Z). Para a hipotensão não se deve empregar a epinefrina que pode acentuá-la na presença de bloqueio adrenérgico parcial.7-ADTN-induced hyperactivity after injection into the nucleus accumbens. Preliminary clinical evaluation. Dencker SJ. 41(2):103-20. Baastrup PC. Theil GB. evitando acentuar a sedação com o uso de outros anticolinérgicos mais sedativos.Decanoato. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1977. A double-blind Nordic multicentre trial. Convulsões devem ser tratadas com diazepam e as reações extrapiramidais com biperideno. CLOPIXOL ACUPHASE (Brasil) (Schering & Plough) . Madsen VT. Bjerkenstedt L. Nielsen MS. Na superdosagem com o preparado oral deve-se recorrer à lavagem gastrintestinal e uso de carvão ativado. J Neurochem 1986 Jan. como ocorre com as fenotiazinas e a maioria dos antipsicóticos. 13(1-2):77-85. Ind. 04. Andree TH. Ahlfors UG. 17(2):69-78. 294:64-9. Kern MW. Pharmacokinetic studies on clopenthixol decanoate. 134(6):1103-5.and trans(E)-clopenthixol after administration of cis(Z)clopenthixol and clopenthixol to human volunteers. emb 1 amp de 1ml com 200mg. Amdisen A. 90(3):412-6. em óleo vegetal (viscoleo). 14. 18. Química e Farm. comp de 10 e 25mg. Acta Psychiatr Scand 1987. O clorprotixeno em psiquiatria de ambulatório. 15. CISORDINOL (zuclopentixol) CLOPIXOL (Reino Unido) (Brasil) (zuclopentixol). 134(6):689-90.antipsicótico típico. Como um antipsicótico de perfil sedativo. Aaes-Jorgensen T. CLOPIXOL ACUTARD (França) (Dinamarca) (zuclopentixol acetato). 75(1):99-107. rapidamente reversíveis. Dyskinesia with thiothixene. 02. já foi responsabilizado por Síndrome Neuroléptica Maligna (154. 62(4):125-31. Psychopharmacology (Berl) 1986. Eur J Pharmacol 1983. Pharmacokinetics of three different injectable zuclopenthixol preparations. Bjorndal F. Aaes-Jorgensen T. Ezekiel M. o uso concomitante de metoclopramida e piperazina aumenta o risco de reações extrapiramidais. Arch Intern Med 1974. Gravem A. devendo se dar preferência ao levarterenol ou fenilefrina. a comparison with clopenthixol in dogs and rats. 13. 46(1):191-7. Wiesel FA. Thiothixene-induced hyponatremia. Ezekiel M. cxs c/ 20. Differential effect of subchronic treatment with various neuroleptic agents on serotonin2 receptors in rat cerebral cortex. 155. Differential inhibition by dopamine D-1 and D-2 antagonists of circling behaviour induced by 99 . Dencker SJ. 09. No Brasil: CLOPIXOL (Brasil) (Schering & Plough) Dicloridrato. 10. potencializa os efeitos do álcool e outros depressores do SNC. para uso IM. Effects of some thioxanthenes on bile formation and organic anion clearance in the perfused rat liver. Hyttel J. Zimmerman HJ. 42(1):49-53. 03. Referências Bibliográficas (Tioxantenos): 01. 19(4):364-72. Bartels U.

Pharmatherapeutica 1984. Kasper S. 1999. Johnsson G. Melperone in the treatment of schizophrenia. Bourrain JL. Short-term effect of combined ECT and neuroleptic therapy in treatment-resistant schizophrenia. Rutherford P. Sharma SK. Aeschlimann JM. Pharmatherapeutica 1987. Clinical pharmacokinetics of potential candidates for plasma concentration monitoring. Coutinho E. DICP 1990. chlorpromazine. Cook PE. A pilot study. 1(1):52-9. Borsetti G. in rat striatum. Disposition of the neuroleptics perphenazine. Han H. 56. 33. 25(5):229-32. Garrone G. haloperidol and thiothixene: a case report. A doubleblind controlled trial. Volterra V. O Hospital (Rio de Janeiro) 1964: 66(6):1363-4. Halstead N. 8(12):581-4. 15(2):129-39. Burnett GB. Bech P. Launer MA. 37. La Prensa Medica Mexicana. Bjerkenstedt L. 16(5):677-89. 109(3):377-8. 36. 43. Quadflieg R. Balant-Gorgia AE. Grimby G. 40. Chakrabhand ML. 21. Delgado JAC. Jakobsen K. 47. Pharmatherapeutica 1987. Muthu A. 54. Dermer SW. Selection of the appropriate agent. 140(2):208-11.38(8):534-5. Rao ML. Hoflich G. Haggendal J. The use of oral zuclopenthixol in the treatment of functional psychotic illness. Imipramineflupenthixol decanoate interaction. 55. Campos JS. Cutler NR. Kempeneers JL. Troisfontaines B. Preliminary note on the antiautistic. Mexico. 24. Bazire S. 4(1):57-63. Barlage U. Antipsychotic drugs. Hypouricemic effect of zuclopenthixol: a potential marker of drug compliance? Psychopharmacology (Berl) 1992. Pedersen V. Gilson H. 77(8):153-7. 38. Bobon J. Acta Psychiatr Belg 1986. 35(18):1885-93. Clinical studies with clopenthixol (sordinol) on chronic psychiatric patients. Navarro ES. Thunedborg K. Singh AN. 58. 70(5):1185-202. 27. Curr Med Res Opin 1981. Cochrane Database Syst Rev 2000. EUNSA. Maguire J.dopamine agonists in rats with unilateral 6-hydroxydopamine lesions. 102(2):349-54. Leukopenia following treatment with thiothixene and haloperidol. Bertilsson L. Techakasem P. 1975. Eur J Pharmacol 1984. Naik P. and placebo. Characterization of the binding of 3H-SCH 23390. Can J Psychiatry 1987. Life Sci 1984. The assessment of thiothixene in chronic schizophrenia. Am J Psychiatry 1983. Ghoshal J. Shalev AY. Priapism associated with thiothixene. Bereen FJ. 29. Benkert O & Hippius H. Bourdouxhe S. Jaumoulle F. Clin Pharm 1984. Heiser JF. Pamplona. Psychiatric emergencies. Kongsakon R. Kasper S. Clark WG & del Giudice J. Dencker SJ. O Hospital (Rio de Janeiro) 1968. Treatment of generalized anxiety disorder: comparison of a new beta-blocking drug (CGP 361 A). 46. Baskin LS. 45. Curr Ther Res Clin Exp 1966. Iorio LC. 51. Thrombocytopenia associated with chlorpromazine. Baptistete E. antidelusional and hallucinolytic effect of teflutixol. 13(4):262-8. Zuclopenthixol decanoate for schizophrenia and other serious mental illnesses. Allerup P. Chanpattana W. Graham N. Trad esp. Carney MW. 42. 7(4):205-11. Sobre o emprego de um novo tioxanteno em psiquiatria. Mark Allen. Bouma D. Langer M. Carlsson C. J Clin Psychiatry 1987. 48(5):216. 13(2):65-90. Botte L. Acute functional psychoses: treatment with zuclopenthixol dihydrochloride ('Clopixol') tablets. JAMA 1979. Harte FB. Psychotropic Drug Directory 1999. Billard W. Lehmann HE. Arzneimittelforschung 1996 Mar. Quraishi S. Ban TA. Eisele R. Frangiamone L. Diagnosis of photosensitivity to flupenthixol by photoprick testing. Pharmatherapeutica 1984. 1981. Beneke M. J Pharmacol Exp Ther 1999. Gur E. Plasma flupentixol concentrations and clinical response in acute schizophrenia. Acta Psychiatr Belg 1977 Jul-Aug. Langer M. Suverkrup R.77(4):530-46. Ther Drug Monit 1985. Alldredge BK. Cavanaugh SV. Rocco P. Balon R. Arch Neurol 1981. Clin Pharmacokinet 1987. J ECT 1999. Buppanharun W. 30. Balon R. Bobon DP. Spilimbergo PG. 86(2):152-76. Zigmond AS. Berchou R. Int J Clin Pharmacol Biopharm 1976. Beccaceci A. von Frenckell R. Moller HJ. Crosby G. 10:230-7. Ruperto V. Bond WS. 26. Berchou R. 57. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1992. 160-2.83(4):397-406 44. 3(3):302-7. and haloperidol cosegregates with polymorphic debrisoquine hydroxylation. Ekqvist B. 4(1):53-6.) 41. Pharmacokineticpharmacodynamic modeling of tolerance to the prolactinsecreting effect of chlorprothixene after different modes of drug administration. Efficacy and tolerability of flupenthixol decanoate in the treatment of depression and psychosomatic disorders: a multicenter trial in general practice. Psychotropic drugs in the elderly. Toussaint C. Carney MW. Muthu PK. Perphenazine-induced priapism. Suverkrup R. Long-term treatment of chronic schizophrenics with clopenthixol decanoate. A 5-year follow-up study of chronic schizophrenics treated with clopenthixol decanoate. 25. 100 . Med Clin North Am 1986. 7(4):411-4. Bartolucci G. Hoflich G. Llerena A. 32. Chan J. 50. Dis Nerv Syst 1975. Detection and management of the neuroleptic malignant syndrome. Pharmacokinetics of chlorprothixene after single intravenous and oral administration of three galenic preparations. Curr Med Res Opin 1990. Beani JC. 2:CD001164. Becker RE. Fenton M. Emprego do tiotixene em crianças e adolescentes esquizofrênicos: avaliação clínica. 39. John B. a selective D-1 receptor antagonist ligand. Can J Psychiatry 1986. Giavedoni A. Campos JS. Acta Psychiatr Belg 1983 Jul-Aug. Snow Hill. Zuclopenthixol acetate (5% in 'Viscoleo'): single-dose treatment for acutely disturbed psychotic patients. 46(3):247-50. 13(4):159-61. Bagli M. 28. 352:35-9. 23. 32(2):149-50. Martins C. Fonseca CA. 36(11):625-9. Open multicentre trial of zuclopenthixol in mania and schizophrenia based on the AMDP scales.Moller HJ. Woodward C. Amblard P. Principios de Psicofarmacologia. 49. 48. Mirel J. Judice A. 35. Dahl ML. 24(3):246-9. Trad Esp 3 ed alemã. 53. Bloch M. zuclopenthixol. Forrest AD. Lee H. Hemodynamic effects of thiothixene and chlorpromazine in schizophrenic patients at rest and during exercise. Cardamone J. Penna JMR. Balant-Gorgia AE. Bjerrum H. Bhattacharyya SN. Exaggerated hyperprolactinemia in response to thiothixene. Barclay AM. Postgrad Med 1985. Mukherjee PK. Budde G. R Bras Psiq (São Paulo) 1967. 31(3):235-7. Rao ML. D Agostinho ED. Cisternino M. Acta Psychiatr Scand Suppl 1989. 5(1):1-8. Balant LP. low-dose neuroleptic (flupenthixol). Pinto RT. 5(1):62-8. Teflutixol (Lu 10-022): a new thioxanthene derivative with antipsychotic properties. Zethelius M. Barlage U. 73(5):1619-25. Xhenseval B. 12(1):58-65. 19. 34. 291(2):54754. 52. 31. Bagli M. 242(26):28723. and thioridazine. 22. Balant L. O Tactaran em psiquiatria. Implications of the efficacy of thiothixene and a chlorpromazine-imipramine combination for depression in schizophrenia. Photodermatol Photoimmunol Photomed 1997. Ash PR. Psychopharmacol Ser 1993. Clopenthixol decanoate in schizophrenia. 20. Little SR. Farmacoterapia Psiquiatrica. Pharmacopsychiatry 1992. 59. Paillet C. Chakravarti SK. Barnett A. Bobon D.

Schillinger A. 1997. Phototoxic properties of neuroleptic drugs. Marwood R. The use of flupenthixol ('Fluanxol') in the management of behavioural disorders in disturbed and psychotic children. Serum concentration of dépôt neuroleptics in tardive dyskinesia. Lenz K. Cutler NR. Artifacts in the analysis of thioridazine and other neuroleptics. Bindl A. Hassanyeh F. Schar V. Spreda I. Antipsychotic regulation of dopamine D1. Belstad BE. J New Drugs 1965. Fritze J. Pfeffer RI. Hopwood SE. An uncontrolled pilot study with 45 patients. 25(11):1807-9. Kordon C. Zermati L. 74(3):255-62. Eap CB.11(6):451-7. Heiser JF. Disposition of the neuroleptic zuclopenthixol cosegregates with the polymorphic hydroxylation of debrisoquine in humans. 81. Bertilsson L. Psychopharmacology (Berl) 1987. Neuropharmacology 1997. PET analysis indicates atypical central dopamine receptor occupancy in clozapine-treated patients. 64. 148:723-5. J Pharm Biomed Anal 1993. Maintenance treatment of chronic schizophrenic patients. 87. and Taractan especially. Rudorfer L. Hanaoka M. Grand J. 8(2):217-9. Dahl ML. Sasaki K. 194(2):131-5. Watanabe MD. Jann MW. Denis A. Engelhardt DM. Tidsskr Nor Laegeforen 1978. Priam M. 65. Sedvall G. J Clin Psychopharmacol 1991. 93. Agelink MW. Schweiz Arch Neurol Neurochir Psychiatr 1977. Clyne RK. Uchoa DM. Tolerability of low dose neuroleptics: a case control study of flupenthixol. 76. Br J Psychiatry 1983. Br J Psychiatry 1986. Tardive dyskinesia after long-term treatment with flupenthixol. 96. Farde L. Rowell FJ. Logak M. Fjalland B. Postneuroleptic laryngeal dyskinesias: a cause of upper airway obstructive syndrome improved by local injections of botulinum toxin. 36(11-12):1689-96. Sudden death of a volunteer. Baba O. Postoperative priapism : possible etiology in anesthesia generally. Demuth N. 63. 68. 94. van Hest T. 90. 136(7):995-6. Clopenthixol and flupenthixol dépôt preparations in outpatient schizophrenics. Arzneimittelforschung 1975. 24(3-4):147-61. cis(Z)-clopenthixol decanoate-sordinol dépôt. Eberhard G. Chu NS. 88. 62. Neuroendocrinology 1977. 98. 83. Dermatology 1997. 84. Kolloori J. Dencker SJ. Effect of flupenthixol on depression with special reference to combination use with tricyclic antidepressants. 57(4):299-304. 5:34-46. Earnest LE. The effect of antipsychotic drugs on body weight: a retrospective review. Fuhrmann M. Auvert J. J Clin Psychiatry 1978. Pharmatherapeutica 1982. Serum levels and clinical outcome. Floru L. Neuroleptic blockade of the effect of various neurotransmitter substances. J Urol Nephrol (Paris) 1973. Am J Psychiatry 1979. Knowles MR. Pharmacokinetics of neuroleptic drugs and the utility of plasma level monitoring. Haloperidol decanoate and flupenthixol decanoate in schizophrenia. 42(3):206-11. 89. 92. 69. Seabrook GR. 23(1):152-3. 61. Treatment of pharmacotoxic psychoses with clopenthixol in patients with Parkinson's disease. McGuffin P. Fenton M. 97. Baumann P. Pharmatherapeutica 1989. 10(4):230-9. Robinson AJ. Acta Psychiatr Scand 1978. 40(12):528-30. Ereshefsky L. Danielczyk W. Ensaio duplo-cego cojm um novo tioxanteno em pacientes psicóticos. Gastroenterol Clin Biol 1999. Fujiwara J. Korninger C. 3(3):209-14.7(4):261-6. Thiothixeneinduced tardive dyskinesia. 54(2):99-105. 91. Brick I. 39(12):834-40. 78. Rosen B. 93(15):500-1. 92(3):278-84. Hui SM. Darragh A. Freedman SB. Comparison of the prophylactic action of flupenthixol with placebo in lithium treated manic-depressive patients. Zuclopenthixol acetate in the treatment of acute schizophrenia and similar serious mental illnesses. 98(25):12045. 71. Ishino H. Dtsch Med Wochenschr 1995. Mov Disord 1993. Hellbom E. Enjalbert A. van den Broucke M. Doss FW. Eur Neuropsychopharmacol 1997. Br J Psychiatry Suppl 1992. Dahl SG. Chichmanian RM. Seid C. Saklad SR. 70. Boeck V. 279:55-63. A study with the long-acting thioxanthene derivative. Acta Psychiatr Scand Suppl 1980. Fan D. De Mesmaecker L. Ekqvist B. 142:579-83. Prolactin inhibiting activity of dopamine-free subcellular fractions from rat mediobasal hypothalamus. Koeb L.3(2):41-6. (17):30-3. 5(5):285-91. multi-centre study.79(12 Pt 2):502-4. 95. J Pharmacol Exp Ther 1994. and demographic variables. Malm U. Flupentixol-induced acute hepatitis. Feve A. Angelard B.120(2):205-15. IV. D'Souza U. 66. Fairbairn AF. Therapy of childhood schizophrenia. Davis CM. Wien Klin Wochenschr 1981. Hruby K. Acta Psychiatr Scand 1991. Wien Klin 101 . A long-term doubleblind cross-over comparison. Danielsen B. Eccleston D. Emms F. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1978. Int Pharmacopsychiatry 1975. Buckland PR. Invest New Drugs 1994. Schulstad B. Bolet Psiq (São Paulo) 1970. PET analysis of human dopamine receptor subtypes using 11C-SCH 23390 and 11C-raclopride. D2 and D3 receptor mRNA. Bull T. Saint-Paul MC. Widen J. Naylor GJ. McAllister G. Patel S. Felger HL. Zeit T. Guillard A. Eberlein-Konig B. Haloperidol and thiothixene in the long-term treatment of chronic schizophrenic outpatients in an urban community: social and vocational adjustment. Nordstrom AL. Moos F. Hastier P. Kamp R. 86. Zuclopenthixol and haloperidol/levomepromazine in the treatment of elderly patients with symptoms of aggressiveness and agitation: a double-blind. Levy MJ. Fidler IJ. Dammers S. Thiothixene pharmacokinetic interactions: a study of hepatic enzyme inducers. 67. 85. Deburge JP. Leonhardt M. Eggers C. Reversal of multidrug resistance in murine fibrosarcoma cells by thioxanthene flupentixol. Heinrich K. Placental transfer of psychotherapeutics of the thioxanthene type. Acta Psychiatr Scand 1976. Esparon J. Acta Psychiatr Scand 1986. Muller KJ. Stone-Elander S. Dell HD. Delmont JP. 84(1):99-102. Lacau Saint-Guily J. The neuroleptic malignant syndrome. Andersen JB. 74. Fuglum E. de Coninck G. 12(3):185-95. Coutinho ES. Kyrle PA. Carbonell L. 77. 5(4):240-8. Jorgensen A. Amisulpride compared with standard neuroleptics in acute exacerbations of schizophrenia: three efficacy studies. Halldin C. Cochrane Database Syst Rev 2000. 82. Dom R. Baro F. Przybilla B. 72. New aspects of chlorprothixen-poisoning. Lancet 1985. 268(1):417-26. Depressed hospitalized psychiatric patients treated with chlorprothixene concentrate. 1(8420):93-4. Kenny M. Long-term studies with fluspirilene and penfluridol and single-blind trial with fluphenazine-decanoate and flupenthixol-decanoate.60. Psychopharmacol Ser 1988. Campbell C. J Clin Psychiatry 1979. 2:CD000525. Jensen D. Ferraz MPT. Smith AH. 80. 11(5):296-301. Poste G. 75. Elgen K. Overo KF. Wittek F. Lambe R. The problem of postpsychotic schizophrenic depressions and their pharmacological induction. Expression and pharmacological characterization of the human D3 dopamine receptor. 120(50):1739-42. Muller F. Int Clin Psychopharmacol Suppl 2:S11-7. McHarg AM. clearance inhibitors. 73. Fenelon G. 79. Freeman HL. Farde L.

and placebo on parkinsonism. Vartiainen H. 106. 119. 51(2):92-100. Zuclopenthixol and haloperidol in patients with acute psychotic states. 4(3):145-52. 130. 107. 258(1):118-23. Ofsti E. Wallis GG. Vartiainen H. 114. 108. 117. 110. 109. Lombrozo L. 125. 43(7):680-6. 18:157-64. Hazell P. 103. Neurotic depression accompanied by somatic symptoms: a double-blind comparison of flupenthixol and diazepam in general practice. 81(2):121-7. Arch Psychiatr Nervenkr 1968. Br J Psychiatry 1978. 2(1):69-75. Arch Gen Psychiatry 1986. Pharmatherapeutica 1986. 99.406. Flupentixolinduced aversion to crack cocaine. 94(6):150-3. Kristjansen P. Skotte T. Rasmussen PT. Hoda AN. Townsend E. Ross V. Cohen M. Prediction of change in borderline personality disorder. Clopentixol decanoate in the treatment of chronic alcoholism. Outpatient treatment of 'crack' cocaine smoking with flupenthixol decanoate. 211(1):23-37. Cole JO. Turunen M. A controlled comparative study of chlorprothixene vs. haloperidol in chronic schizophrenia. 17(5-6):427-35. Effect of G 31. Goldberg SC. Schiff AA. multi-centre study of flupenthixol ('Fluanxol') and sustained-release amitriptyline. Effects of neuroleptics displaying antidepressant activity on behavior of rats in the forced swimming test. Lauritsen B. Ocular hypotension induced by topical dopaminergic drugs and phosphodiesterase inhibitors. Caraco Y. Fux M. Kristjansen P. Fjellheim J. Anticholinergic drugs potentiate dopamine D1 but not D2 antagonists on a conditioned avoidance task in rats. Gunnell D. Zaidi SI. J Neural Transm Suppl 1983. Goldstein BJ. 52(2):132-44. Agents Actions 1986. Brauzer B. Psychopharmacol Bull 1989. orphenadrine. 2(1):77-82. Gural A. 115. Hyttel J. 132. Hollister L. Garcia Escrig M. Hollister LE. Pedersen V. Eliander H. A preliminary report. Haslam MT. Hariton C. Grabowski JR. Hansen L. Allen D. 258(1-2):85-94. Schulz SC. Kim DY. Winn DA. Dépôt injections and tardive dyskinesia. 28(5):563-9. van Heeringen K. 43(7):720-4.Wochenschr 1982. 126. Acta Psychiatr Scand Suppl 1981. 129.34(6):740-2. Coffin VL. 131. Gerlach J. Humblestone B. Nyholm R. Pharmatherapeutica 1989. Khalsa-Denison ME. Psychopharmacology (Berl) 1979. 2(1):72-7. Gruber AJ. Jatlow P. 28(1):37-40. Huang CC. A comparative study. Heikkila L. Asskilt O.294:30-8. Austad SG. A comparative trial of the decanoates of flupenthixol and fluphenazine. Hyttel J. Estudo comparativo entre as butirofenonas e o tiotixene. Curr Med Res Opin 1989. 105. Acta Psychiatr Scand Suppl 1981. Gibson AC. Owens D. 294:46-53. 23(2):203-6. Effect of calmidazolium (R24571) on histamine release from isolated rat mast cells. N Engl J Med 1996. Janus K. Risperidone versus zuclopenthixol in the treatment of acute schizophrenic episodes: a double-blind parallel-group trial. Huang CC. Borderline and schizotypal personality disorders treated with low-dose thiothixene vs placebo. Resnick RJ. Gex-Fabry M. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1977. Curr Med Res Opin 1992. depression and anxiety. Antidepressant effects of flupenthixol. 5(5):292-7. Mahmoud MR. Isr J Psychiatry Relat Sci 1991. Antiparkinsonian agents and long-term neuroleptic treatment. 112. Olsson B. 135. 102 . 101. Arensman E. Rantanen H. Gerhardstein RP. Volicer L. 64(2):225-9. Hostmaelingen HJ. Balant-Gorgia AE.25(5):681-6 133. Int J Neuropsychiatry 1966 Feb. Hamilton M. Cis(Z)-clopenthixol and haloperidol in chronic schizophrenic patients--a doubleblind clinical multicentre investigation. multi-centre study. Lledo A. Luhdorf K. Eur J Pharmacol 1994. Clinical experience with chlorprothixene in disturbed children. 111.BMJ 1998. J Pharmacol Exp Ther 1991. Hawton K. A comparative trail of fluphenazine decanoate and flupenthixol decanoate. Kristiansen PH. A double-blind. Hirshberg B. Gawin FH. Soto Tellez O. 41(5):449-57. Acta Psychiatr Scand 1977. 128. Raitasuo V. Ljunghall S. Majid I. 11(9):593-9. J Neurochem 1975 Nov. 46(4):322-5. Neuroleptic malignant syndrome associated with the inadequate antidiuretic hormone secretion syndrome. Similarities between the binding of 3H-piflutixol and 3H-flupentixol to rat striatal dopamine receptors in vitro. Therapeutic drug monitoring databases for postmarketing surveillance of drug-drug interactions: evaluation of a paired approach for psychotropic medication. Sakinofsky I. Plasma concentrations of thiothixene and clinical response in treatment-resistant schizophrenics. Olsen TI. Arch Gen Psychiatry 1989. 118. Huttunen MO. 121. 124. 104. A double-blind comparison of the effects of haloperidol and cis(Z)clopenthixol in senile dementia. 134. 25(4):5505. Flupenthixol and fluvoxamine in mild to moderate depression: a comparison in general practice. 19(1):1-10. Acta Psychiatr Scand 1975. Grillage M. schizophrenic symptoms. J Clin Pharmacol New Drugs 1973. Long-term effects of teflutixol on the synthesis and endogenous levels of mouse brain catecholamines. Piepponen T. Bermejo Pareja F. Deliberate self harm: systematic review of efficacy of psychosocial and pharmacological treatments in preventing repetition. Effect of piflutixol on turnover of catecholamines in mouse brain and rat corpus striatum. Hostmaelingen EA. Laitinen J. Munkvad I. Diaz Guzman J. Harman C. 122. Effects of chlorprothixen on learning and visuomotorperformance with agitated "problem-children". Gawin FH. Traskman-Bendz L. Keane PM. Balant LP. 91(4):271-7. Arch Neurobiol (Madr) 1992. Primary care treatment of depression in the elderly: a double-blind. 100. Friedel RO. Goldberg SC. Hamilton BA. Gerlach J. Goldney R. Schulz PM. Hochenegg L. Acta Psychiatr Belg 1981. Biochemical and pharmacological differentiation of neuroleptic effect on dopamine D-1 and D-2 receptors. 102. Peroral and parenteral administration of longacting neuroleptics: a double-blind study of penfluridol compared to flupenthixol decanoate in the treatment of schizophrenia. Gorka Z. 55(2):75-8. Herz LR. Larmo I. Grunewald G. 55(4):251-60. Acta Psychiatr Scand 1975. Hyttel J. Jones PG. Zuclopenthixolassociated neutropenia and thrombocytopenia. Heikkila L. Card IR. 317(7156):441-7. 113. Rode I. 4(9):561-70. Hamer RM. Int Clin Psychopharmacol 1987. Ann Pharmacother 2000 Jun. Bromham BM. 13(4):167-73. Pharmacotherapy 1991. 116. Iorio LC. Pharmacol Biochem Behav 1985.133:361-5. Treatment-resistant schizophrenia: controlled study of moderate. 120.and high-dose thiothixene. Life Sci 1981. Acta Psychiatr Scand 1995. Hyttel J. House A. Rheaume Y. 334(20):1340-1. 11(6):450-9. 123. Thiothixene in the treatment of mixed anxiety and depression. Belmaker RH. R Bras Psiq (São Paulo 1970. Grosman N. 136. Int Clin Psychopharmacol 1987. Bremner S. Kramp P. A single-casestudy method for treating resistiveness in patients with Alzheimer's disease Hosp Community Psychiatry 1992. Gotestam KG. Christensen AV. Grunewald-Zuberbier E. Ther Drug Monit 1997. 127. 12(9):594-603. Feldman E.

89(634):302-4. 158. Jerling M. Carney MW. [Flupenthixol--a partial atypical neuroleptic]? [Article in German]. Schirop T. Continuous or intermittent cocaine administration: effects of flupenthixol treatment during withdrawal. 59(4):423-8. Acta Pathol Microbiol Scand [B] 1981. J Clin Psychopharmacol 1988. Papatheodorou G. Mosby. 4(1):32-5. Ellinwood EH Jr. Bourne RC. 156. Acta Psychiatr Scand Suppl 1980. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1984. 161. 14(6):305-9. Kivimaki T. 72(1):107-8. Sjoqvist F. King GR. Ciba Found Symp 1979. 55(3):92-7. 51(4):257-67. Serum levels at the minimum effective dose. Perphenazine decanoate and cis(z)-flupentixol decanoate in maintenance treatment of schizophrenic outpatients. Perris C. 154. Harrison A. Antidepressants and suicide. Frith CD. 105(1):42-8. Harvey RJ Thioridazine for dementia. Rio de Janeiro. Aberg-Wistedt A. 173. A double-blind clinical multicentre trial of cis(Z)-clopenthixol and haloperidol. Janicak PG. Freeman HL. Johnstone EC. 12(1):54-64. 1999. The antibacterial effect of selected neuroleptics on Vibrio cholerae. 142. Preskorn SH. Malik NA. 171. 157. 8(1):33-7. Kumarajeewa DI. Kristiansen JE. 144. Terzani S. Clinical and social comparison of fluphenazine decanoate and flupenthixol decanoate in the community maintenance therapy of schizophrenia. Reiter S. Psychopharmacology (Berl) 1990. 146. J Anal Toxicol 1985 Mar-Apr. Olesen OV. and milk. Kashyap UB. 94(6):393-8. 100(3):383-6. Kelly C A. 138. Handbook of Psychopharmacotherapy. 2:CD000464. Bresnahan DB. 172. Lippincott Williams & Wilkins. Robinson JD. The CYP2D6 genotype predicts the oral clearance of the neuroleptic agents perphenazine and zuclopenthixol. Eur Neuropsychopharmacol 1990. 89(6):437-8. Depressive and extrapyramidal symptoms and clinical effects: a trial of fluphenazine versus flupenthixol in maintenance of schizophrenic out-patients. Search for a therapeutic range for serum zuclopenthixol concentrations in schizophrenic patients. 160. 162. Hemoperfusion in severe chlorprothixene overdose. Pharmatherapeutica 1988. Stereo-isomeric dissociation of the antibacterial and the neuroleptic effect of clopenthixol. Gerlach J. Laborit HM. 49(4):883-9. Neuroleptic treatment of oligophrenic patients. Louis. Farmacologia de Outras 103 . Cochrane Database Syst Rev 2000. Hollister LE. Zuclopenthixol-induced neuroleptic malignant syndrome at rechallenge and its extrapyramidal effects. Vergmann B. 163. Veall RM. 13(5):358-60. 170. Psychopharmacology (Berl) 1991. 164. Kirk L. Konig P. Psychotropic drugs. 152. Fynboe C. Mechanism of the antipsychotic effect in the treatment of acute schizophrenia. Clin Pharmacol Ther 1996. Johnson DA. Turunen S. 141. Price JS. 54(2):113-24. Mattsson B. 159. Kjolbye M. Larsen NE. Koppel C. Ehrenburg J. Serum levels. Thomsen K. Rapp W. Rapid tranquilization: a comparative study of thiothixene and haloperidol. Acta Psychiatr Scand 1976. Von Knorring L. A comparison of thiothixene with chlorpromazine in the treatment of mania. BMJ 1995. Randomized. Sharma R. Pharmacol Biochem Behav 1994. Banning B. Jorgensen A.310(6974):215-8. Malinick C. Ayd Jr Fj. Jick H. Holm P. Knight RG. Shivanathan S. Davis JM. Kemperman CJ. Medsi. Izmeth MG. Breen M. Kristiansen JE. Psychopharmacology (Berl) 1980. Aaes-Jorgensen T. Zuclopenthixol decanoate in the management of behavioural disorders in mentally handicapped patients.and trans(E)-clopenthixol. 167. Surg Neurol 1981. Rehfelt E. (74):99-114. The successful pharmacological treatment of adolescents and young adults with borderline personality disorder: a preliminary open trial of flupenthixol. 149.68 Suppl 1:S38-41. Davis JM. Kristiansen JE. A double blind comparison of thiothixene and a trifluoperazine/ chlorpromazine composite in the treatment of chronic schizophrenia. Dean AD. Crow TJ. Blood levels of flupenthixol in patients with acute and chronic schizophrenia. Edenius B. Acute thiothixene overdose. Kramer PW. Liljenberg B. The antibacterial effect of selected phenothiazines and thioxanthenes on slow. Knights A. Kishore B. Trad Português. Meyer K. Jorgensen A. Lancet 1978. Kuhn KU. 1996. St. The susceptibility of Plasmodium falciparum in vitro to chlorpromazine and the stereo-isomeric compounds cis(Z). Owen F. Bertilsson L. Overo KF. Jepsen S. Pichard J. Imami RH. Kragh-Sorensen P. J Psychiatry Neurosci 1995. 1997. Khan SY. 174. Concentrations of Cis(Z)flupentixol in maternal serum. Ban TA. Kielholz P. 151. Clopenthixol and flupenthixol dépôt preparations in outpatient schizophrenics.growing mycobacteria. Bech P. 8(1):77-83. Wilson WH. 279:41-54. Kemal M. Kelly HB. Joyner C. Gayer J. Andersen B. Hirsch SR. Okasha MS. Ferrier IN. A pilot study of thiothixene in anxiety neurosis. Acta Psychiatr Scand Suppl 1981. Poldinger W. Acta Psychiatr Scand 1975. Jacobsson L. Kim DY. Eberhardt G. 148. Bromazepam in generalized anxiety. 145. Johnson DA. Keltner NL & Folks DG. Int Pharmacopsychiatry 1977. Comaty JE. Magnusson KE. Gardner D. 19(6):424-8. 9(2):94-5. amniotic fluid. 150.137. Acta Psychiatr Scand 1979. Acta Pathol Microbiol Immunol Scand [B] 1985. 139. Dahl ML. Tenczer J. 155. Schaumburg E. 15(2):102-4. Pharmacopsychiatry 1986. Karsten D. Br J Psychiatry 1979. Landell NE. Wiley YV. 166. Kirchner V. 93(1):49-51. 154:562-3. Sanseigne A. Janicak PG. Ibe K. Johnstone EC. van den Hoofdakker RH. umbilical cord serum. 93(3):24951. 175. Kristiansen JE. Crow TJ. 143. Maier W. 169. Br J Psychiatry 1989. Kelwala S.135:515-23. III. Seifert T. Mortensen I. Schiff AA. Gaarslev K. Weight changes with dépôt neuroleptic maintenance therapy. Int Pharmacopsychiatry 1979. Intensive Care Med 1987. J Indian Med Assoc 1970 Aug 1. 16(6):541-7. Findings with cis-Zclopenthixol in the treatment of acute mania and schizophrenia. 20(2):113-8. 176. The management of postherpetic neuralgia with chlorprothixene. N Z Med J 1979. Pollari L. Jick SS. 165. J Clin Psychopharmacol 1984. 168. 59(5):525-8. Villemoes P. Kettner B. Kutcher S. Controlled trial of penfluridol and thiothixene in the maintenance treatment of chronic schizophrenic syndromes. Jain SL. 5(4):217-27. Salih MA. Fortschr Neurol Psychiatr 2000 Apr. 1(1):67-9. Neuroleptic malignant syndrome (NMS): challenge with zuclopenthixol and follow-up--a case report. 2nd ed. Drug-refractory chronic schizophrenics: doses and plasma concentrations of thiothixene. 1(8069):848-51.294:39-45. multi-practice comparisons with both chlorprothixene and placebo. Kemperman CJ. A double-blind comparison of fluphenazine decanoate and flupenthixol decanoate in the treatment of acute schizophrenia. 153. Kistrup K. 147. Janicak PG. Linna SL. Ther Drug Monit 1994. Rogne T. Cotes PM. 140. The long-term treatment of periodical and cyclic depressions with flupenthixol decanoate. Acta Pathol Microbiol Immunol Scand [B] 1985. Berney SA. Princípios e práticas em psicofarmacoterapia. Acta Pathol Microbiol Immunol Scand [B]1986.

and hypertension with acute catatonic schizophrenia. A clinical assessment of zuclopenthixol dihydrochloride (Clopixol tablets) in the treatment of psychotic illness. Br J Psychiatry 1995. Schulz KH. 26(9):1359-65. 207. Petersen RC. Linnet K. Am J Drug Alcohol Abuse 1998. 3(3):133-4. Loh TG. The photochemical stability of cis. Lepp U. 1975. Efficacy of neuroleptic medication in pervasive developmental disorders of childhood.17(3):308-11. Nystad R. 180. 199. 82(14):707-12. Characteristics of 3H-cis-flupenthixol binding in rat striatum. Contact dermatitis to chlorprothixene. 32(1):25-9. 196. Mello NK. 194. Eur J Cancer Care(Engl) 1994. Coomaraswammy S.Ro 40403. Matheson I. Negus SS. Syversen G. Briones DF. Mann BS. 4(7):405-10. Neuropsychopharmacology 1999. Martins C. Matheson I. 208. 27(5):611-3. Maehlum E. Clopenthixol decanoate in the management of aggressive mentally handicapped patients. Thomasson B. Chlorprothixene (taractan) in post-herpetic neuralgia and other severe chronic pains. 182. Welbel L. Br J Psychiatry 1986. Fatal recurrence of neuroleptic malignant syndrome. Milk concentrations of flupenthixol. Kleber HD. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1967. O emprego do clorprotixeno (Ro 40403)na psicose maníaco-depressiva. Antiplasmid activity of tricyclic compounds. Radioreceptor assay in checking serum concentration in longterm treatment with cis(z)-flupenthixol decanoate. Linkola A. Schlaak M. Penfluridol. O Hospital (Rio de Janeiro) 1970. Lipska B. Ferreira SC. 138(7):1154-6. Wiborg O. nortriptyline and zuclopenthixol and betweenbreast differences in two patients. Ther Drug Monit 1995. 209. Vaddadi KS. Cytotoxic effects of neuroleptic drugs. Zachariassen P. Efeitos do tiotixene (P 4657) em crianças e adolescentes psicóticos. Regent N. 190. São Paulo. Mattila M. Ann N Y Acad Sci 1997.Drogas Antipsicóticas. Skjaeraasen J. Ensaio clínico com um novo psicotrópico (P 4657) em pacientes hospitalizados. A study on the pharmacological properties of atypical antipsychotic drugs: in vivo dopamine and serotonin receptor occupancy by atypical antipsychotic drugs in the rat brain. 197. 1998. 211. 24(3):343-60. Br J Psychiatry 1988. Clinical relevance of thiothixene plasma levels. Paul SM. J Clin Psychopharmacol 1984. Levin FR. 836:329-38. 218. Solberg KO. Montgomery SA. Bourke S. Mavroidis ML. 37(12):1828-33. Manninen K. 53(7):718-9. Comparison of the kinetic interactions of the neuroleptics perphenazine and zuclopenthixol with tricyclic antidepressives. 206. Med J Malaysia 1992. Fahy J. The inhibiting effect of amitriptyline. Madalena JC. 61 (2):381-2. J Bras Psiq 1961. 68(4):570-82. Pharmatherapeutica 1985. Ther Drug Monit 1996. 214. Effect of flupenthixol and butaclamol isomers on prolactin secretion in rats. 186. Psychopharmacology (Berl)1987. Ong SB. Psicofarmacologia Clínica Básica. 200. Salo R. 183. 185. Luisto M. Madalena JC. Influence of Cyp2D6 genetic polymorphism on ratios of steady-state serum concentration to dose of the neuroleptic zuclopenthixol. Suicide and antidepressants. Trad esp. Negus SS. Christensen AV. Irwin WJ. Meltzer HY. Wiley YV. Batista E. Psychopharmacology (Berl) 1988. 198. Arq Neuro Psiq (São Paulo) 1968. 191. 215. Noren O. Mortensen I. Leppo K. Thiaxanthene derivatives in the therapy of mentally retarded patients. Tonseth S. Montgomery SA. Szukalski B. Collins ED. practice-based experience in a predominantly adult population. Porto Alegre. 187. 178. Neurology 1987. 8(2):320-32. 4(6):387-92. Eur J Clin Pharmacol 1988. McCarthy A. Fever. 203. McAllister RG Jr. Evang A. 212. Effectiveness of zuclopenthixol compared with haloperidol in the treatment of behavioural disturbances in learning disabled patients. Nathan PW. Mexico. Presence of chlorprothixene and its metabolites in breast milk. Act Nerv Super (Praha) 1987. La Prensa Medica Mexicana. Evans SM. pp 292-302.25:Suppl 4:16-7 195. 51(2):181-3. Eur J Clin Pharmacol 1984. Allergy 1998. Navarro ES. Mattila MJ. J Clin Psychopharmacol 1982. tachycardia. McNevin S. Flupenthixol treatment for cocaine abusers with schizophrenia: a pilot study. Acute and 104 . Life Sci 1983. 85(3):246-8. 216. Li Wan Po A. 47(3):200-7. Effects of flupenthixol and quadazocine on self-administration of speedball combinations of cocaine and heroin by rhesus monkeys. Schizophr Bull 1982. Hirschowitz J. Polyneuropathy caused by chlorprothixene. Observações preliminares com um derivado do tioxanteno . Fitzgerald MX. 4(3):155-7. Lloyd-Williams M. 219. 202. Overo KF. Hvidberg EF. 29(4):270-3. 21(4):575-88. 204. Neuroleptic malignant syndrome in Malaysia: a university hospital experience. Munyon WH. 205. Madalena JC. Psychopharmacology (Berl) 1977. Sjaastad M. Kanter DR. 177. chlorprothixene and haloperidol block fast axonal transport in an order of potency consistent with a mechanism related to inhibition of calmodulin. Fundo Editorial Byk-procienx. The antibacterial effect of some neuroleptics on strains isolated from patients with meningitis. Lydecken K. 184. Santos CC. Fonseca CA. Lee MK.35(2):217-20. Hokkaido Igaku Zasshi 1993. 217. Estudo de um novo derivado tioxanteno no tratamento das psicoses. Fang VS. Moslehuddin KS. Aranko K. Pharmacol Toxicol 1992. 149:373-6. Kristiansen JE. Psicotrópicos. Treatment of depression with flupenthixol in terminally ill patients. 188. consulta rápida. Tan CT. Rohatgi KK. Binchy I. Mariz F. 18(6):629-34. 33(22):2179-86. Lavoie PA. Artes Médicas. Duodecim 1966. Penna JMR. 87(3):260-6. Pekkarinen A. In: Clark WG & del Giudice J – Principios De Psicofarmacologia. Pharmatherapeutica 1986. Pain 1978. 2(6):411-2. Mikkelsen EJ. 179. Nurowska K. Malt UF. Molnar J. Mesulam MM. 201. Acta Psychiatr Scand 1992. Chlorprothixene-induced systemic lupus erythematosus. Garver DL. J Pharm Pharmacol 1980. Mariz P. 152:558-9. Majid I. 189.10(7):467-74. The psychopharmacology of borderline personality disorders Acta Psychiatr Belg 1987. O Hospital (Rio de Janeiro) 1962. 78 (3):883-9. Neuropharmacology 1987. Murrin LC. MacKay M. Sud P. 181. Saldanha MV. 95(3):323-8. Arch Intern Med 1978.26(4):363-9. 71(6):449-51. Maxmen JS & Ward NG. 1975. 213. Lamas X. Owen RT. 166(3):374-7. A double-blind comparison of once-daily flupenthixol and mianserin in depressed hospital out-patients. Methods Find Exp Clin Pharmacol 1988. Mlele TJ. Linnet K. 192. Santos LMP. bamipin and chlorprothixene on the content of adrenaline and noradrenaline in the adrenal vein of dogs and their adrenomedullary secretion caused by acetylcholine. Clayton AR. Bache T. 5(4):367-71. Mello NK. 193. Matsubara R. 210. Treatment of Gilles de la Tourette's syndrome: eight-year. Trad 2ed. Mendelson JH.25(2). Arq Neuro Psiq (São Paulo) 1967. 10(1):70-80. Objective and subjective assessments of the effects of flupentixol and benzodiazepines on human psychomotor performance.and trans-isomers of tricyclic neuroleptic drugs. 91(2):182-8.

238. Fortschr Neurol Psychiatr 1998. Cis-flupentixol metabolites in rat plasma and bile. 224. 69(4):399-405. 11(4):199-204. Monteiro OMF. Halldin C. 45(6):612-8. Hermesh H. Ulrich W. Washington. 40(4):482-90. McKay G.50. A single injection of either flupenthixol decanoate or haloperidol decanoate produces long-term changes in cocaine self-administration in rats. Siegel S. Picanço PEG. Saletu B. Pre. Gattenlohner. Grunberger J. Haug J. (+). Dan Med Bull 1987. Navane versus Haldol. Nygaard H. 248. 15(3):145. 222. multi-centre study. Pharmacopsychiatry 1987. 244. Hermesh H. Stromgren LS. J Eukaryot Microbiol 1998. Elgen K. Treatment of acute organic mental syndromes in the general hospital. Stieglitz RD. Pharmatherapeutica 1988. Double-blind trial of thiothixene and chlorpromazine in acute schizophrenia. Brudvik E. 25(2):1249. controlled. Hansen NE. Tegeler J. J Psychiatr Res 1967. 1998. 242. Int Pharmacopsychiatry 1976. Psychiatr Med 1986. Hyttel J. 220. Martins C. Byrdy H. Gift TE. Postel W. Larsen H. Hewer W. J Clin Psychiatry 1992. Pedersen V. 240. Response of negative symptoms of schizophrenia to neuroleptic treatment. Nephron 1988. U'Prichard DC. Smith AM. Bakke K. Am J Psychiatry 1984. 235. Chlorprothixene-induced hypouricemia: a biologic indicator of drug compliance. a dépôt neuroleptic. Christensen AV. Rickels K. Age Ageing 1986. The first proof of glutathione conjugation at the exocyclic double bond. Clin Pharmacol Ther 1987. J Clin Psychiatry 1989 Nov. J Pharmacol Exp Ther 1992. 294:20-4. 5(3):152-8. Med Klin 1976. Hawes EM. Plantje JF. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1977. Loveland JP. R Bras Psiq (São Paulo) 1971. Effect of antipsychotic drugs on human liver cytochrome P-450 (CYP) isoforms in vitro: preferential inhibition of CYP2D6. The hypouricemic effect of chlorprothixene. 141(11):1455-8. Nervenarzt 1992. Caillard V. Ribeiro MS. 36(1):23-5. 10(4):221-7. Skov S. Tricyclic psychotropic drugs: complications and therapy of Choloprothixen-intoxication. 143(5):681. Ghosh N. A double-blind comparison of flupenthixol decanoate and fluphenazine decanoate in the treatment of chronic schizophrenia. 42(5):562-6. 4(3):249-52. Rothia dentocariosa septicaemia in a patient with chronic lymphocytic leukaemia and toxic granulocytopenia. Pedersen V. 11(2):109-28. Root B. Meltzer HY. Norstad N. J Clin Pharmacol New Drugs 197. Pinto R. 105 . Ribeiro I.50(11):424-7. Gen Hosp Psychiatry 1989. 5(4):162-8. Acta Psychiatr Scand Suppl 1981. Visvesvara GS. Eur J Pharmacol 1981. Siegel S. Kristiansen JE. Aaskoven O. The pharmacology of a new potent. Rask P. Birger M. 19(1):154-62. 5(4):273-80. Scuderi S. Pharmacology of cis(Z)-clopenthixol decanoate. Pharmakopsychiatr Neuropsychopharmakol 1978. 30(7):455-7. 13(1):50-7. The treatment of endomorphous and psychogenic depressions with a fixed combination of amitriptyline/flupenthixol (Lu 7410). Serban G. Ciaranello RD. Boeck V. 243. Moe TJ. Acute oliguria associated with chlorprothixene overdosage. Nolen WA. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1977. 34(6):322-3. Polytrauma and malignant neuroleptic syndrome. Serban G. 27(9):1078-84. Lien GK. Daus FJ. 41(4):36983. Downing R. 11(6):412-7. 13(1):34-40. 234. Glaser T. Positive and negative symptoms in chronic schizophrenic patients under maintenance therapy with flupenthixol decanoate for a twelve month perioid. Scheithauer W. Binding of typical and atypical antipsychotic agents to transiently expressed 5HT1C receptors. Rasenack U. Soukhova N & Flockhart DA. Petersen EN. Jonsson V. Bender HJ. 247. 252. Tiotixene em esquizofrenia. Stummvoll HK. Bannerjee A. 48(1):71-3. Svendsen O. Eur J Pharmacol 1984. long acting neuroleptic. Nielsen IM. Cruz JS. Rother J. Roth BL. Bartfai A. Arq Neuro Psiq (São Paulo) 1967. Signorini J. 225. Efficacy of novel antimicrobials against clinical isolates of opportunistic amebas. DanneskioldSamsoe P. 60(4):313-22. 255. 245. 63(9):575-6. Farde L.and (-)-3-PPP and some classical neuroleptics on D-1 and D-2 receptors in rat neostriatum in vitro. 239. 53(7):229-34. A double-blind multicentre study. The direct comparison of antidepressants: imipramine and chlorprothixene. Am J Psychiatry 1986. Simon PR. Skausig OB. 278(2):879-90. YM 09151-2. Stoof JC. Ramsay FM. Pach J. A comparative evaluation of chlorprothixene and secobarbital for pediatric premedication. Hansen HA. Pharmakopsychiatr Neuropsychopharmakol 1980. 226. A case of acute adverse effect of fluoxetine and flupenthixol. 228. Peterson LG. Langeland J. 16(1):27-36. Boeck V. Roberts DC. Rosler F. Disturbances of liver function of long acting neuroleptic drugs. Case presentation with diagnostic problems. 236. Nielsen IM. Portela JM. Ravn J. Ponte HML. Pitt BM. Int Pharmacopsychiatry 1978. 253. 241. Ensaio clínico com um novo psicotrópico (P 4657) em pacientes hospitalizados. Svendsen O. Pies RW. Borger J. 254. Estudo comparativo entre o tiotixene e o haloperidol em ensaio duplocego. 230. 258. Hubbard JW. Flupentixolhydrochloride in low dosages: effects on perceptual and psychomotor performance in emotionally stable and emotionally labile healthy subjects. 221. 4(2):144-50. Munitz H. American Psychiatric Press. 260(3):1361-5. Shafey H. 232. A double-blind study of flupenthixol ('Fluanxol') in general practice. Osterheider M. 250. Perry BD. 259. Danneskiold-Samsoe P. 20(4):147-54. Bongar B. Response of borderline and schizotypal patients to small doses of thiothixene and haloperidol. Pach J. Open clinical study of cis(Z)-clopenthixol. 256. Sechter D. Ovhed I. 223. 257. 66(10):442-9. Scharff A. Remvig J. Use of lithium and flupenthixol in a patient with pervasive developmental disorder. Handbook of essential psychopharmacology. Pharmacotoxic psychosis and extrapyramidal motor syndrome.chronic effects of flupenthixol on the discriminative stimulus and reinforcing effects of cocaine in rhesus monkeys. Anasthesiol Intensivmed Notfallmed Schmerzther 1995. 95(34):315-8. 11(1):56-68. Munitz H. Yeo YM. Drug Metab Dispos 1991. Gaffney M. 249. Schuster FL. Drug Alcohol Depend 1994.and postsynaptic alpha-adrenoceptor antagonism by neuroleptics in vivo. Kovarik J. Deniker P. 229. Eur J Pharmacol 1983. Neuropsychobiology 1986. 231. 71(12):507-12. Manzey D. The effects of SCH 23390. Millard PH. Int Clin Psychopharmacol 1995. Interactions of neuroleptic compounds at alpha 2-adrenergic receptor affinity states in bovine caudate nucleus. Valentine J. Schanda H. Curr Med Res Opin 1976. Tardive dyskinesia in the elderly. Shalev A. Patch IC. Zuclopenthixol and melperon in the treatment of elderly patients: a double-blind. 260. Zuclopenthixol and perphenazine in patients with acute psychotic states. Vieira WC. Assis LM. Silva AR. Drug Metab Dispos 1999. 105(1-2):73-83. Shalev A. 20 years experience with chlorprothixene. piflutixol. Acta Psychiatr Scand 1979. 227. J Pharmacol Exp Ther 1996. 246. R Bras Psiq (São Paulo) 1969. Central D2 receptor occupancy and effects of zuclopenthixol acetate in humans. 233. Jakob J. Cuche H. Richardson NR. Thiothixene induced edema. Nyberg S. 251. Finkbeiner T. 237. Shu YZ. Midha KK. Pers C. Shin JG.

261. 150:3348. 264. Aust N Z J Psychiatry 1987. Thiothixene and chlorprothixene in behavior disorders. electrocardiogram abnormalities and six-month outcome. Molbjerg C. 3(2):93-9. van den Driessche J. J Pharm Sci 1991. Esophageal atony and dilatation as a side effect of thiothixene and benztropine. Pedersen V. Godhwani JL. Woodring JH. 28(2):64-5. Keefer B. Gattaz WF. Priest RG. Thelander S. 286. Therapeutic efficacy of flupenthixol decanoate in schizoaffective disorder: a clinical evaluation. R Bras Psiq 1971. A double-blind comparative trial of the decanoates of clopenthixol and fluphenazine in the treatment of chronic schizophrenic out-patients. Fagundes DM. Sullivan CF. 169(5):618-21. White L. Quintos A. Solomon DA. Clopenthixol decanoate in the treatment of chronic schizophrenic in-patients. Bueno JR.and trans(E)-chlorprothixene. Zuclopenthixol decanoate and haloperidol decanoate in chronic schizophrenia: a doubleblind multicentre study. Young JP. Okazaki H. 262. 283. Nelson A. Sorensen AL. 268. Wistedt B. 284. Szabo CP. Minimum effective dose and corresponding serum levels. J Int Med Res 1986. Smeeton WM. J Int Med Res 1984. J Intellect Disabil Res 1992. Relative efficacy of parenteral haloperidol and thiothixene for the emergency treatment of acutely excited and agitated patients. Singh AN. Br J Psychiatry 1996. Wysowski DK. A possible variant of the neuroleptic malignant syndrome.140:287-91. Thioxanthenes inhibit multiplication of Leishmania major and its attachment to human monocytes in vitro. 299. Sheikh JI. 265. 5(3):111-6. Neder A. Polypharmacy in bipolar I disorder. Successful treatment with flupenthixol decanoate of a patient with both schizophrenia and alcoholism. 46(4):151. 32(4):579-87. 14(2):72-7. Yassa R. 26(1):48-52. 290. Keitner GI. Owino WJ. R Bras Psiq (São Paulo) 1972. In: Clark WG & del Giudice J . 137(3):223-32. La Prensa Medica Mexicana. 143(2):279-82. 288. 84(1):1421. A double-blind comparison of zuclopenthixol tablets with placebo in the treatment of mentally handicapped in-patients with associated behavioural disorders. Rein W & Benkert O. Solgaard T. 38(12):967-73. Ensaio clínico com um neuroléptico da série dos tioxantenos: o flupentixol. Schroder J. Yesavage JA. Amisulpride versus flupentixol in schizophrenia with predominantly positive symptomatology -. Koskinen T. Philipp M. 271. 44(7):686-8. The Scottish Schizophrenia Research Group. Erba E. Gastroenterol J 1991. 21(3):327-38. Neurochem Res 1998.Principios De Psicofarmacologia. Kropman RF. Mexico. Pugh CR.a double-blind controlled study comparing a selective D2-like antagonist to a mixed D1-/D2-like antagonist. 10(11):566-9 298. Lader MH. Kistrup K. 151:689-90. J Clin Psychiatry 1985. Richelson E. 46(10):929-32. Ensaio clínico com um neuroléptico (Tiotixene). Tardive dyskinesia in thiothixene treatment. 267. estudo comparativo com um derivado butirofenônico. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1983. Tuninger E. Teste preliminar de um neuroléptico da série dos tioxantenos: o flupentixol.3(3):160-70. A comparative trial of dépôt pipothiazine. Local muscle damage and oily vehicles: a study on local reactions in rabbits after intramuscular injection of neuroleptic drugs in aqueous or oily vehicles. Marder SR. Indian J Physiol Pharmacol 1977. Moehadjir D. Arq Neuro Psiq (São Paulo) 1968. Stotsky BA. Br J Psychiatry 1987. Saederup E. Br J Psychiatry 1982 Mar. Steinert J. Arch Gen Psychiatry 1987. Hunter L. 53(1):73-7. A controlled comparison of flupenthixol decanoate injections and oral amitriptyline in depressed out-patients. 83(6):442. Antipsychotic drug use in the United States. The Amisulpride Study Group. Akathisia with haloperidol and thiothixene. Squires RF. Turbott J. Br J Psychiatry 1987. Nikolovski OT. Singh I. Walker CA. 294. Soyka M. Tanke ED. Trad esp. Arch Gen Psychiatry 1989. Ryan CE. Three-dimensional structure and molecular dynamics of cis(Z). 272. Int Clin Psychopharmacol 1995. Vyas DS. Pharmacopsychiatry 1995. Dépôt neuroleptic medication and serum levels by radioreceptor assay: prolactin concentration. Hosp Community Psychiatry 1993. 301. Usdin E. Van Putten T. Pharmacopsychiatry 1994. Recurrent priapism as a side effect of zuclopenthixol decanoate. Contribution to the pharmacology of a novel neuroleptic drug: flupenthixol. Aaes-Jorgensen T. Acta Psychiatr Scand 1983. Svendsen O. Kharazmi A. Young JP. 295. Adler G. 12(6):369-76. Campos JBM. Grammatte T. 266. Terra SO. 277. Curr Ther Res Clin Exp 1968. Lader MH. Mohelsky HE. Squilassi G. 36 ( Pt 6):541-9. Nerdrum T. Viana UF. Turbott J. 73(5):561-6. Arzneimittelforschung 1977. Pharmatherapeutica 1983. 51(2):62-5. 291. Dépôt flupenthixol-induced mania. Tam W. pp 228-261. Spero M. 302. Bentivegna PR. The effect of various non-ulcer pharmaceuticals on nocturnal gastric pH in healthy subjects. Ranta J. Wolpert A. Sylte I. 4(3):136-45. 269. Grunder G. 80(8):735-40. Psychopharmacol Bull 1996. Dahl SG. 263. 278. 67(6):378-88. 3(5):289-93. Sauer H. Comparative double-blind study of flupenthixol decanoate and fluphenazine decanoate in the treatment of patients relapsing in a schizophrenic symptomatology. van Hemert AM. 285. 287. R Bras Psiq 1970. Schentke KU. 279. a new thioxanthene derivative in rats. 297. 41(11):1036-9. Sand P. 275. Traldi S. 289. Eur J Pharmacol 1987 Nov. Clozapine and several other antipsychotic/antidepressant drugs preferentially block the same 'core' fraction of GABA(A) receptors. Pharmatherapeutica 1982. Acta Trop 1993. 27(11):2121-5. Wander TJ. Arch Gen Psychiatry 1984. 21(1):78-80. 12(1):17-22. 23(10):1283-90. 300. Wistedt B. 10(3):199-200. 293. Bilezikjian J. 282. Zuclopenthixol decanoate in maintenance treatment of schizophrenic outpatients. Merlis S. Levander S. Curr Ther Res Clin Exp 1970. Aust N Z J Psychiatry 1984. Gerlach J. Ensaio clínico comparativo e duplo-cego com succinato de loxapine e tiotixene no tratamento da esquizofrenia. Dis Nerv Syst 1977. 273. Psychopharmacology (Berl) 1998. 281. 296. Bruscky SB. Thiothixene in the treatment of anxiety and depression in outpatients. Martin CA. Hughes WC. Treatment: pimozide versus flupenthixol. The Scottish First Episode Schizophrenia Study. 292. Meinhardt W. Tardive dyskinesia and steady-state serum levels of thiothixene. Hillert A. Acta Psychiatr Scand 1991. Simeon J. Baum C. Robinson C. 280. Villiger J. Muniz AF. Viswanathan R. Bueno JR. II. May PR. 276. Large variations of plasma levels during maintenance treatment with dépôt neuroleptics. Antagonism by neuroleptics of serotonin 5-Ht1A and 5-Ht2 receptors of normal human brain in vitro. Strohbach C. F Med (Rio de Janeiro) 1976. A controlled comparison of flupenthixol and amitriptyline in depressed 106 . Rajhkowa S. Wetzel H. 52(4):298-304. Gastric responses to flupenthixol. Versiani M. 274. Miller IW. Sokolovski A. S Afr Med J 1993. 44(10):913-5. 1975. Correia RS. Sudden death and flupenthixol decanoate. Avaliação da eficácia do tiotixene face à sintomatologia esquizofrênica. Sharma VN. Nielsen H. John G. 18(1):91-4. 5(1):23-31. Litvac A. Clasificación de los psicofármacos. 270. 27(3):119-23. 1976-1985. Vianna UF.

Liveanu V. Biochem Pharmacol 1990. 303. 39(5):935-40. 107 . Tricyclic drugs reduce proton motive force in Leishmania donovani promastigotes. Zilberstein D. 1(6018):1116-8. Gepstein A. Br Med J 1976.outpatients.

LOMOTIL . conhecido como difenoxilato (COLESTASE . AD50 e midríase. as duas famílias de neurolépticos então já conhecidas.Neo Química). Enila).difenilpropil) diisopropil metil-).culminariam na introdução de dois grupos completamente novos de neurolépticos: as butirofenonas e as difenilbutilpiperidinas (153).3. Os recursos obtidos com a comercialização da isopropamida e do 108 . os novos compostos não guardavam parentesco estrutural direto com os tricíclicos (fenotiazinas e tioxantenos) e tampouco com reserpina e demais alcalóides da Rauwolfia. em pequeno laboratório de 20 m2 montado na empresa de importação de medicamentos de seu pai. por parte do composto R 1187. que a princípio pretendia apenas a síntese de novos narcoanalgésicos morfinomiméticos a partir de modificações na fórmula da meperidina (DEMEROL. Butirofenonas Introdução Em 1953. ORNATROL SPANSULE. Janssen. MD50) resolveu redirecionar a pesquisa (182). com capital inicial de 1000 US$ por ele cedido. atividade de placa quente. a partir de 1957 -já com instalações maiores e PAUL JANSSEN cerca de 150 empregados. aqui e no exterior): o composto R 1132. DOLANTINA Hoechst. DOLOSAL Cristália). na cidade de Beerse. na Bélgica. (recentemente submetida a controle especial. MAGNOSTASE . (3-carbamoil3.Pharmacia Brasil. como os dois mais importantes grupos de antipsicóticos sintéticos introduzidos após os fenotiazínicos e tioxantênicos. Paul Janssen e dois jovens colaboradores iniciariam em Turnhout. novas substâncias foram sintetizadas em sistemática e numerosa série de derivados da 4-fenilpiperidina e da difenilpropilamina.III. Durante estes trabalhos iniciais de síntese. De forma revolucionária. A isopropamida (Amonia. Os recursos obtidos com a patente da primeira substância da série com aplicação terapêutica e comercialização. a equipe chegaria a outra substância sem aproveitamento como analgésico mas com utilidade como antidiarreico em associação com atropina. o clínico Constant Janssen. a isopropamida ou composto R 79 (R de "research" e 79 como número de ordem de síntese) viabilizaram a continuação dos estudos. (respectivamente.Sanofi-Synthelabo. conforme relato do próprio Janssen (183) . A partir da acidental descoberta. nos testes preliminares de atividade analgésica e anticolinérgica em animais. como um popular descongestionante das vias aéreas (DESCON AP Aventis Pharma. foi aproveitada como agente parassimpaticolítico e anticolinérgico e logo se tornaria bastante empregada. Ainda hoje encontra-se em comercialização no mundo todo. Elas não demorariam a ser consagradas nas décadas seguintes na clínica. inclusive no Brasil. ao constatar resultados semelhantes às da clorpromazina e reserpina. os primeiros estudos químicos que. sem propriedades narcoanalgésicas.

Apesar das diferenças moleculares com respeito às fenotiazinas. chegar-se-ia a derivados da 4-anilinopiperidina (bemperidol. com ação ligeiramente mais rápida. podem ser citados os compostos AL-499. especialmente por via parenteral. era um componente essencial. O haloperidol. o baixo potencial para interações medicamentosas e. não possui o radical p-fluorobutirofenona. FONZYLANE. AHR1900. Tornar-se-ia ele o composto básico a partir do qual seriam obtidos todos os demais componentes do grupo e permanece sendo. sintetizado em 15 fevereiro de 1958. De saída. sem tolerância desenvolvida para efeitos sedativos e hipotensores.6'-trimetóxi-4-(pirrolidin-1-il)butirofenona) (BUFEDIL . recurso particularmente útil diante da necessidade de tratar. liga-se a uma amina terciária (amônia com os três átomos de hidrogênio substituídos) através de cadeia alifática com três átomos de carbono. Para não mencionar a baixa fototoxidez. U-25. Na Europa: BUFLOMEDIL. pelo menos. LOFTYL).difenoxilato sustentaram os passos seguintes do grupo em direção aos novos antipsicóticos. Com a modificação dos substitutos na posição 4 do anel piperidínico (ou piperazínico). Percebendo o efeito depressor sobre o sistema nervoso central e as propriedades neurolépticas inequívocas por parte de alguns dos derivados. o antipsicótico butirofenônico mais conhecido e empregado. embora considerado butirofenona pirrolídínica. foi registrado no departamento de patentes da Grã-Bretanha em abril seguinte. Janssen e seus colaboradores resolveram melhor explorá-las. a grande conveniência e comodidade propiciadas pela solução para uso oral (gotas). três anos depois. logo alcançando definida preferência sobre a clorpromazina por parte dos psiquiatras brasileiros. A maioria dos compostos com utilidade clínica além desta cadeia possui ao menos um anel piperidínico ligado ao grupo amina terciária. em 1961. Estruturalmente as butirofenonas se caracterizam por um grupo fenila substituído ligado a grupamento carbonila divalente (=C=O) que. No Brasil. pacientes paranóides ou maníacos agudos.927 além de muitos outros. por sua vez. sendo desprovido de ação antipsicótica. seria deflagrado processo tão rápido que. além da ausência da temível hipotensão e dos problemáticos efeitos autonômicos observados com o emprego de antipsicóticos de baixa potência. 109 . Fenômeno semelhante ocorre com a aceperona ou acetabutona (R 3248). A partir da síntese do haloperidol (composto R 1625) em fevereiro de 1958. quando da incorporação da Janssen Pharmaceutica pela empresa norteamericana Johnson & Johnson. sobretudo. e diversos outros neurolépticos potentes foram sintetizados. inodora e insípida. o que não deixava de surpreender colegas norte-americanos e europeus em visita ao país.Abbott. Encontra aplicação clínica apenas como vasodilatador pela preservação das propriedades alfadrenolíticas. a pesquisa já havia revelado cerca de dez novos neurolépticos comercialmente viáveis. sem recorrer a preparações injetáveis ou eletroconvulsoterapia. com baixa adesão ou franca recusa ao tratamento. incolor. no Brasil. 4-arilpiperazina (azaperona e fluanisona) e 4-piperidilpiperidina (pipamperona ou floropipamida). pelo menos na clínica psiquiátrica. Primeiro a partir do composto R 951 e depois de sucessivos derivados do R 1187 e do R 1472.4'. Janssen foi capaz de estabelecer interessantes relações de estruturaatividade para as butirofenonas (367). tornara-se claro para Janssen e equipe que o radical p-fluorobutirofenona. virgens de tratamento. que reproduz a conformação molecular da dopamina. Outros derivados sem atividade antipsicótica. nos quais um ou outros destes requisitos estruturais deixaram de ser preenchidos. nos pacientes idosos e nos mais jovens. sua comercialização foi iniciada em 1963 pela Divisão Farmacêutica local da Johnson & Johnson. droperidol e espiperona). Note-se que o buflomedil (cloridrato de 2'. Esta preferência baseava-se na inédita potência antipsicótica da nova droga (menor sobrecarga metabólica ao permitir menores doses diárias em mg).

No Brasil. desempenhou importante papel como uma espécie de elo perdido entre os antipsicóticos típicos butirofenônicos e os atípicos deles desenvolvidos (nos grupos benzisoxazólico e benzisotiazólico). A pipamperona (R 3345) seria sintetizada em janeiro de 1960. ao das difenilbutilpiperidinas (pimozida penfluridol e outros. Dentre as substâncias não examinadas formalmente neste capítulo. a ser examinado a seguir). Em continuação. Dos antipsicóticos butirofenônicos já descobertos. apesar de não ter alcançado desenvolvimento como antipsicótico. verificando-se nas décadas seguintes a completa exploração dopotencial farmacológico das butirofenonas com o desenvolvimento de outros compostos. a espiperona (R 5147). atualmente estão em comercialização no país apenas o haloperidol 110 . no Rio. os investigadores. muitos deles em centros de pesquisa fora da Europa. introduzido em 1974 por pesquisadores japoneses (Sumitomo) como potencial antipsicótico. como ocorre com a reserpina e a tetrabenazina. dar-se-ia o desenvolvimento pela equipe de Janssen de novo grupo de antipsicóticos estruturalmente aparentado. os primeiros relatos de experimentação clínica com o grupo (haloperidol) devem-se à Caruso Madalena e colaboradores (235) no Rio. Com mais alguns anos de diferença. Muitas das novas butirofenonas não chegaram a se firmar na clínica como medicamentos antipsicóticos mas algumas estão relacionadas neste livro por seu interesse farmacológico e/ou histórico. os dois ensaios inaugurais do triperidol. conduzidos independentemente por Romildo Bueno (46) e Caruso Madalena (234).Com o caminho já traçado. e Velloso & Paprocki (424) em Belo Horizonte. do que ao antagonismo dopaminérgico pós-sináptico clássico. foi finalmente introduzido o bromperidol (R 11333). mas que merecem ao menos citação. em abril de 1966. a curiosa butirofenona U 32. em dezembro. em junho o droperidol (R 4749) e. obtiveram o metilperidol (moperona) (R 1658). Pretendemos voltar à setoperona no capítulo final deste livro. além da ampliação do grupo das butirofenonas. seguindo-se. como bloqueadores serotonino/dopaminérgicos. ambos publicados em 1963. no ano de 1961 em abril. alcançando a azaperona (R 1929) e a fluanisona (R 2028) em junho e agosto seguintes e o trifluperidol (R 2498) em março de 1959. figura a setoperona (R 52245). cujas propriedades neurolépticas se devem mais à depleção de monoaminas. ainda no mesmo mês de síntese do haloperidol (fevereiro de 1958). o bemperidol (R 4584). Outro composto que merece ser citado é o ID 4708 (2'-amino-4'-fluoro-4-[4-(mtrifluorometil)fenil]-4-hidróxi-piperidino) butirofenona) um derivado amino substituído do triperidol. Forte bloqueador serotoninérgico 5Ht2 e fraco bloqueador dopaminérgico D2 e um dos últimos compostos da série original de Janssen. No ano seguinte também seria relatado ensaio clínico do grupo do Recife (163) e.802A (cloridrato de 4'-fluoro4-[[4-(p-fluorofenil)-3-ciclohexen -1-il]-amino]butirofenona) surgida no mesmo ano. Do mesmo modo.

a partir da estrutura bicíclica da anilinopiperidina.3mg) em comprimidos. metilespiperona e iodospiperona). foi muito utilizado. este último. considerarmos os compostos remanescentes em outras butirofenonas. em doses baixas nesta indicação. sintetizado em 1958.2 difenil4-hexametilenoimino-butiramida (0.3mg). Curiosamente. muitos anos antes da consagração da hipótese dopaminérgica na etiologia da Esquizofrenia. hoje apenas usados como marcadores biológicos de receptores dopaminérgicos em estudos de neuroimagem.e o droperidol. ele foi inspirado pela constatação feita nos velódromos belgas.3mg) e metil-iodeto de 2. e que não chegou a ser desenvolvida em nível mundial provavelmente por conta da saturação do mercado em termos de opções já disponíveis. fluspiperona. já que não conseguiam parar de pedalar terminada a prova. e que serviu de referência na síntese dos demais componentes. droperidol e espiperona. composto prototípico básico do grupo das butirofenonas. só empregado por anestesistas em procedimentos de neuroleptanalgesia. No passado já tivemos a comercialização do trifluperidol (TRIPERIDOL . no Japão). inclusive por generalistas. Antes de ser retirado. tratando-se de antipsicóticos típicos. praticamente. e as butirofenonas 4anilinopiperidínicas. durante os anos em que era comum o uso de neurolépticos 4-arilpiperazínicos. ergotamina (0. A) O Haloperidol e As Butirofenonas 4-Anilinopiperidínicas (N-Fenil-4-Piperidinaminas) Afora o haloperidol. o haloperidol. para finalmente. A timiperona é uma butirofenona de síntese mais recente (final dos anos 70. Em seguida do subgrupo de derivados 111 . na forma de isótopos radioativos (bromospiperona. como o antagonismo (bloqueio da hipercinesia e das estereotipias) da anfetamina e da apomorfina. que necessitavam ser imobilizados à força. O conhecido tranqüilizante VESALIUM (Johnson & Johnson) consistia numa associação de haloperidol (0. examinamos o subgrupo das 4-piperidilpiperidinas e outras butirofenonas piperidínicas. È de interesse ressaltar que foi durante o processo de busca por novos neurolépticos butirofenônicos a partir do haloperidol que Janssen intuitivamente conceberia testes animais que se tornariam paradigmáticos da ação antipsicótica. Aqui estão também relacionados derivados da espiperona posteriormente desenvolvidos. os derivados mais importantes do subgrupo 4-anilinopiperidínicos. de que os ciclistas sob doping de anfetamina (então comum à época. Iniciamos a seguir o exame das butirofenonas pelo. São eles o bemperidol. neste esporte) por vezes desenvolviam uma hipercinesia tal. em terceiro lugar.Johnson & Johnson) que foi posteriormente descontinuado pelo fabricante. foram todos alcançados no profícuo ano de 1961.

270). O bemperidol tem uma meia-vida curta.1%) ocorrendo o desencadeamento de distonia aguda em dois dos indivíduos (117). e até mesmo superior aos opiáceos clássicos como a meperidina e o propoxifeno (79). tendo instauração de efeito muito rápida. Como todos os antipsicóticos conhecidos. Segundo o manual de Benkert. é antipsicótico útil no tratamento emergencial das psicoses agudas com intensa agitação psicomotora. isótopos de derivados seus também vêm sendo utilizados como marcadores de receptores dopaminérgicos D2. Contudo. com rápido início de ação e meia-vida curta. FM: C22-H24-F-N3-O2 DD: 1. dados muito significativos para a escolha da apresentação. 87.ou: 1. inclusive nos distúrbios do comportamento de crianças com deficiência mental grave (348) e no Delirium Tremens (392).ou: 2H-Benzimidazol-2-ona. BENZOPERIDOL. no entanto. 83. demonstrou uma rápida absorção (1:30 a 3:30h). Em outro estudo com doses únicas de 6mg em pacientes esquizofrênicos. boa resposta sobre a sintomatologia paranóide e catatônica. em estudos com tomografia por emissão de pósitrons (268. nunca chegou a ser lançado em muitos países. com altos níveis deste hormônio sendo rapidamente atingidos no plasma (354). 1-(1-(3fluorobenzoil)propil)-4-(piperidil). respectivamente) (355). 1-(1-(4-(4-fluorofenil)-4oxobutil)-4-piperidinil)-1. já foi possível demonstrar que concentrações plasmáticas tão baixas de bemperidol quanto 2 a 3ng/ml seriam capazes de depletar rápida e completamente os estoques hipofisários de prolactina. Além de específico bloqueio dopaminérgico D2 (267.2 e 7.3-diidro-1-benzimidazolil)piperidil]-butirofenona ou: 2-Benzimidazolinona. em 5 voluntários sadios do sexo masculino. num padrão que lembra o droperidol. 10. Os ensaios para uso clínico em psiquiatria foram continuados a seguir na Alemanha (352. BENPERIDOLO. de modo semelhante ao pimozida. 269). Estudo de farmacocinética do preparado oral utilizando dose única fixa de 4mg. não recomendariam seu emprego em pacientes idosos ou esquizofrênicos com sintomatologia afetiva secundária (27). especialmente os de alta potência. Embora seu emprego psiquiátrico tenha sido consagrado em países europeus continentais e no Reino Unido como o neuroléptico preferencial no tratamento de graves desvios de conduta sexual (onde está licenciada na indicação desde 1974) (71. Ensaiado inicialmente como antipsicótico por Haase e colaboradores em 1964 (144). GLIANIMONE) 4'fluor-4-[4-(2-oxo-2. e particular utilidade nas emergências. com excreção renal muito pequena (0. tratando-se de medicação com utilidade em emergências. 359.6 a 20mg (27).33 versus 1.5 a 3mg (Lundbeck Institute Database). inclusive no Brasil. o preparado líquido para uso oral foi absorvido mais rapidamente. 426).1h. Sintetizado em abril de 1961 (poucos meses antes de outros derivados da 4-anilinopiperidina como droperidol e espiperona).3-diidro. Por razões comerciais. principalmente de custo.BEMPERIDOL (BENPERIDOL. além do grande risco de depressão.3ng/ml e 48. a propensão a reações extrapiramidais e hipotensão. 1 a 4mg . 452) e França (23. Antipsicótico da mais alta potência. BENZERIDOL. 309. Mais recentemente. até mesmo por via endovenosa.6% versus 40. BENZPERIDOL. já 112 .(410). produziu concentrações plasmáticas maiores e alcançou biodisponibilidade significativamente superior aos comprimidos (0. (CAS RN 2062-84-2).2%. viria a ser introduzido na clínica somente em 1965. como o droperidol. 107. 0. era nos anos 80 o neuroléptico mais potente então disponível. meia-vida entre 5 e 10h. De qualquer modo. 408.1-(3-(p-Fluorobenzoil)propil)-4-piperidil -2benzimidazolinona ou: (R 4584) (8089 CB) (McN-JR-4584) (NSC 170982). 148. Esta sua propriedade farmacodinâmica poderia estar relacionada aos propalados efeitos comportamentais antilibido. 396) demonstra grande afinidade pelos receptores opiáceos. esta cara butirofenona ainda não teve sua especificidade categoricamente estabelecida. Segundo o mesmo autor. 9 a 15mg (347).

É uma butirofenona com ação curta (meia-vida de 1 a 2h). 1-(1-(4-(4-fluorofenil)-4oxobutil)-1.2. 3. conforme já demonstraram entre nós. pela alta afinidade demonstrada por estes receptores em estudos de imagem por raios gamma (113.2. GLIANIMON (Alemanha) comp 2mg. possui também ação significativa de bloqueio alfadrenérgico (441).5 a 38mg VO (143). nem referência a preparações farmacêuticas ou faixa de doses diárias. com efeitos sedativos maiores que o haloperidol e cuja hipersensibilidade dopaminérgica central após o uso continuado parece ter características peculiares.6-tetraidro-4-piridil)ou: 2H-Benzimidazol-2-ona.)-2-benzimidazolinona ou: (R 4749)(R 7481)(BRN 0579168) (HSDB 3320) (NSC 1698740) (McN-JR-4749).3. viria a ser proposto como um novo marcador biológico dos receptores dopaminérgicos centrais D2 na forma de isótopos radioativos (75Br. por Andrade e seus colaboradores (09). Além de bloqueador dopaminérgico D2 pós-sináptico relativamente seletivo. FRENACTYL. Sintetizado em junho de 1961 mas só introduzido em 1963. amp 2mg/1 ml. 391). 292) e. 76Br ou 77 Br-p-bromospiperona) que logo ganharam notoriedade. Não disponível comercialmente no Brasil.2. Vários anos depois (1976) viria a ser ensaiado no Brasil em emergências psiquiátricas.benzimidazolinona ou: 1-(1-(4-(p-Fluorofenil)-4-oxobutil)-1. não alcançando desenvolvimento clínico muito provavelmente por não apresentar vantagens sobre outras butirofenonas já bem consagradas como agentes antipsicóticos.3diidro. Frussa Filho & Palermo Neto da Escola Paulista de Medicina (115).2. 8-triazaspiro [4. BROMOSPIROPERIDOL) 1-(p-bromofenil)-8-[3-(p-fluorobenzoil)propil]-1. 201. CONCILIUM. IM. 113 . logo a seguir.3. FM: C23-H25-Br-F-N3-O2 Trata-se do derivado bromado da espiperona (p-bromospiperona) que foi sintetizado já no início da década de 80. (CAS RN 548-73-2) FM: C22-H22-F-N3-O2 DD: 18. in vivo.5 a 10mg. DHBP) BROMOSPIPERONA (BROMOSPIPERONE. Não disponível comercialmente no Brasil. 1-(1-(3-(pfluorobenzoil)propil)-1. 2.3.il)-1. Logo no ano seguinte à sua introdução. em estudos com animais (146) e com seres humanos. No Exterior: ANQUIL (Reino Unido). 266).3. a partir da reação da espiperona com a bromina na tentativa de obtenção de um novo composto antipsicótico (157). 249.5]decan-4-ona. 205. sol 2mg/ml (20gts).teve seu emprego relacionado à Síndrome Neuroléptica Maligna e rabdomiólise (82. Derivado da 4-anilinopiperidina como o bemperidol e a espiperona. 245.6tetraidro-4-piridil. 2-Benzimidazolinona.6tetraidro-4-piridil)-2-. com tomografia por emissão de pósitrons (PET-Scan)(56.6-tetraidro-4-piridin. PSYCHOBEN (Itália). Sua patente pertence à empresa norteamericana Argonne National Laboratories. GLIANIMONMITE. DROPERIDOL (DEHIDROBENZPERIDOL. FRENACTIL (França) – 2mg/ml sol oral.ou: 1-(1-(3-(p-Fluorobenzoil)propil)-1. Não há notícias de seu aproveitamento como medicamento antipsicótico.

434). 157. com doses iguais. como neuroleptanalgésico. hipertermia maligna (111. Nos anos 70. 61. permanece discutível (312. foi implicado em Síndrome Neuroléptica Maligna (30. 353. 324. Interfere com a repolarização cardíaca de forma dose-dependente (97. 143). Assim. automutilação e heteroagressividade de deficientes mentais. 432) e como medicação antivertiginosa em casos refratários da Síndrome de Menière (19. 431). até 7g numa criança de 12 anos!). demonstrou utilidade no manejo de formas graves de estado maníaco. 371. 417) apesar de resultados insatisfatórios no Delirium Tremens (142). 326). 259). foi empregada em quatro crianças comatosas. 42) mas. 439). quando foi enfatizada a necessidade de maiores estudos e experiência clínica com esta indicação. aliás. na França. parkinsonismo persistente (331). 286). 94. 299. por enquanto. 137) e intermação (“heat stroke”)(108). 398). em alguns casos. 166. 382). registros semelhantes. e por via oral em pré-cirurgia infantil (210). no manejo do choque vascular periférico e no infarto do miocárdio (13. o droperidol já fora significativamente superior ao placebo no estudo duplo-cego de van Leeuwen e colaboradores (420) com pacientes agudos agitados. 122). Foi proposta como a potencial medicação de escolha. os resultados foram parciais (50). Em recente levantamento conduzido por investigadores britânicos em pacientes psiquiátricos. 284. Mas. na faixa de 10 a 80mg/dia. endoscópicos e radiológicos. 77. além de outras reações extrapiramidais na vigência de infusão epidural contínua em adultos (12. tem ganhado crescente interesse no tratamento do Delirium. quando a via utilizada foi a EV (325. 278).5mg) (327) e endovenosa (336. por exemplo. por via intramuscular no tratamento das emergências psiquiátricas com agitação psicomotora. De fato. como um antipsicótico correlacionado a maiores riscos de registro de prolongamento do intervalo QTc (323). em neuroleptanalgesia de atos cirúrgicos. uma forma de préfibrilação ventricular (141. preferencialmente em associação com fentanil [No Brasil: INOVAL Cilag) e NILPERIDOL (Cristália)]. Também foi responsabilizado por indução de hipertensão arterial em portadores de feocromocitoma (41. O uso endovenoso do droperidol. 230). por via oral (34. 366. Também tem sido utilizada como medicação coadjuvante pré-anestésica e na profilaxia das náuseas e vômitos do pós-operatório por via endovenosa (47. até atingir altas doses (no prazo de 2 1/2 meses. 313. 285. Em ensaios clínicos. Foi usado com êxito no tratamento das enxaquecas severas por via intramuscular (2. acatisia. já que a maioria dos relatos deste emprego de que se dispõe serviu-se da via endovenosa (33. na dose inicial de 10mg. bem como Edema de Quincke (295) e outras reações anafilactóides (04. 197). tanto em adultos quanto em crianças (116. gradualmente. 48. com surpreendente eficácia e segurança (51). por via oral. embora nem sempre tenha tido sua eficácia como antiemético confirmada (177). ou em crianças e adolescentes em associação analgésica com morfina (98. Estudos laboratoriais com animais (porcos) não foram capazes. fora dos episódios agudos de agitação. também confirmou superioridade sobre o lorazepam no tratamento da intoxicação aguda por metanfetamina (120. disforia e tentativas de suicídio como reação tardia. 276) ou epidural (172). no Instituto de Psiquiatria de Londres (310). 99. parece ser ainda generalizada a preferência pelo diazepam. no controle a longo prazo da hiperatividade. isoladamente ou em associação com haloperidol por via endovenosa na maior parte dos serviços psiquiátricos de emergência. superioridade aliás. Usado isoladamente. 66. o droperidol por via intramuscular já demonstrou. 412). Recente metanálise da Cochrane conduzida por Cure & Carpenter chamou atenção para a escassez de sólidas evidências experimentais que possam consubstanciar a proposição de um uso preferencial do droperidol nas psicoses agudas com agitação e/ou comportamento violento (80). tanto no estudo de Resnick & Burton quanto no de Thomas e sua equipe. distonias agudas (302). como ocorre. distonia supraglótica com disfonia (435). apareceu ao lado da tioridazina. só não confirmada no estudo de Thomas. sistemática superioridade sobre o haloperidol. porém. 118. arritmias do tipo “Torsade de Pointes”. também o seu emprego isolado como antipsicótico oral rotineiro. 438. por via parenteral. Por via endovenosa. 320. embora tais resultados devam ser tomados com reserva visto não haver. tem sido primordialmente empregada. agitação em pacientes orgânico-cerebrais e tem sido. de confirmar miocardiotoxicidade 114 . na literatura. especialmente quando em associação com outras agentes miocardiotóxicos. Em psiquiatria. 63. ainda que controversamente. prolongando o espaço QT e determinando.Desde sua introdução. empregado em associação com o midazolam no manejo dos estados de agitação pós-ECT (154. em tentativa heróica de controle da instabilidade autonômica observada em lesões traumáticas do tronco cerebral.

THALAMONAL. THALAMANOL. INOPSIN.25 a 5mg/k) como marcador biológico de receptores dopaminérgicos centrais (D2-like) e serotoninérgicos (5Ht1A/D e 5Ht2A) (351) em estudos autorradiográficos. No Brasil: DROPERDAL (Cristália) – amp (2. INOVAL. É um derivado butirofenônico da 4anilinopiperidina do mesmo modo que o droperidol e o bemperidol. pelo próprio fabricante (DROLEPTAN.8triazaspiro(4. foi também utilizado como antipsicótico em outros países europeus (298) mas. amp. VETKALM. DROLEPTAN (Reino Unido)(França). por apresentar afinidade pelos receptores dopaminérgicos estriatais muito superior à do haloperidol. a presença de cirrose (insuficiente metabolização hepática levando a concentrações mais altas). SINTODRIL.ou: 8-(3-p-Fluorobenzoil-1-propil)-4-oxo-1-fenil1. 20mg/ml Sol Oral. LEPTOFEN. portanto. 171. PROPERIDOL. 212. HALKAN. No Brasil. Apesar destas recomendações tranqüilizadoras. determinou que a Aknor Farmaceuticals incluísse advertência explícita na bula do INAPSINE quanto ao risco cardiovascular. 69. SINTOSIAN.5)deca-n-4-ona ou: (R 5147) (E 525) (BRN 0632204).5)decan-4-one.3.ou: Butirofenona. 8-(3-(pfluorobenzoil)propil)-1-fenil. 115 .3. na tomografia por emissão de pósitrons (PET-Scan) com numerosas referências em publicações especializadas (44. p. Sol inj amp de 2ml. 159. -intervalo QTc maior que 440 msec.significativa para o uso veterinário. c/25 de 10ml com conservante. No Exterior: DRIDOL. 4'-fluoro-4-(4-oxo-1-fenil-1. SPIPERONE. na linha de produtos da Cristália. INNOVAN. (CAS RN 749-02-0) FM: C23-H26-F-N3-O2 DD: a partir de 0. Secundariamente mostra afinidade pelos receptores serotoninérgicos subtipo 5Ht2. 264. Passou. emb.5)decano ou: 8-(3-(p-Fluorobenzoil)propil)-1-fenil-1. mesmo em altas doses como 0. e um dos mais potentes antagonistas dopaminérgico D2 que se conhece.2. SPIROPERIDOL) 1.. sem a necessidade de suspensão do droperidol quando o prolongamento do intervalo QTc vai apenas até 25% do basal (219). com grande potencial para efeitos extrapiramidais. Sintetizado pela equipe de Janssen em dezembro de 1961.8-triazaspiro(4-. Fco.ou: 1. 211. a ser muito utilizado na experimentação animal (na faixa de 0. Av. Paoletti 363 (13970000) Itapira SÃO PAULO (019) 863-9500 (98) 7026 (019) 8639580. mas a substância continua disponível isoladamente (DROPERDAL) ou em associação com a fentanila (NILPERIDOL). -presença de distúrbios hidroeletrolíticos (especialmente potássio e magnésio). a FDA em dezembro de 2001. LEPTANAL.8-Triazaspiro(4. a JanssenCilag o retirou de sua linha de comercialização desde 1999. 390. 60. INAPPIN. NILPERIDOL (Cristália) – associação: 2. cintilográficos e mais recentemente. voluntariamente. ESPIPERONA (ESPIROPERIDOL. -doses superiores a 50mg/dia e -uso simultâneo de outras drogas arritmogênicas ou antiarrítmicas. Em três casos descritos por Faigel e colaboradores (104).4mg (144). e o medicamento acabou sendo retirado em alguns países. 281. sim. no Reino Unido e na França no início de 2001). ex.8-Triazaspiro(4. mas somente introduzido comercialmente em 1969.5)decan-4-ona.5mg/ml) emb c/50 de 1ml. cx c/ 25 e 50 amp. 8-(4-(4fluorophenyl)-4-oxobutyl)-1-phenyl.8triazaspiro(4. sob a forma do isótopo [11C] Nmetilespiperona. INNOVAR. Após ensaios clínicos pilotos alemães (144).3.5mg/ml IV Sol Inj. INAPSINE.5)decan-8-il). 305. virtualmente desapareceram da vasta literatura a seu respeito menções a eventual utilização terapêutica.6mg/k (52) e ampla revisão da literatura apenas recomenda cautela no uso em seres humanos diante de pacientes com: -doença cardíaca prévia. 50mg/10ml Sol Inj.3.5mg de droperidol + 50 µg de fentanil/ml.3. 5mg/2ml IM Sol Inj. hipocalemia e hipomagnesemia e concomitante uso de vasopressina reforçam estas recomendações. atuando como agonista inverso em 5Ht1A. 440). Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.

clorpromazina e haloperidol mantinham-se. não havendo. 4-(4-(4-clorofenil)-4-hidróxi-1piperidinil)-1-(4-fluorofenil)-. HALOPERIDOL (GALOPERIDOL) 1-Butanona. ainda recentemente.Não disponível comercialmente no Brasil. 1 a 15mg VO. inicialmente nome-fantasia.5]decan-4-ona ou: (R 28. FLUSPIPERONE) 8-[3-(p-Fluorobenzoil)propil]-1-(p-fluorofenil)1. a clorpromazina (413. no cômputo geral.-1-butanona ou: 116 . 182). Não consta ter passado por sistemático desenvolvimento farmacêutico.a ou: 4-(4-Hidróxi-4'-cloro-4-fenilpiperidino)-4'fluorbutirofenona ou: (R 1625) (BRN 0331267) (HSDB 3093) (McN-JR1625) (NSC 170973) (CAS RN 52-86-8). 448). de sua eficácia em estados de agitação psicomotora.ou: Butirofenona. viria a ser confirmado pelos psiquiatras da escola francesa no hospital Sainte-Anne (134. 4'-fluoro-4-(4-(p-clorofenil)-4hidroxipiperidino).930). ambos. em 28 de outubro de 1958. figurando com destaque. 5 a 20ng/mL (191). o advento da risperidona e outros atípicos. Nos últimos anos. referências a eventual emprego clínico experimental como antipsicótico. Sintetizado em 11 de fevereiro de 1958 por Bert Hermans no laboratório liderado por Janssen e sua equipe. Não disponível comercialmente no Brasil. o perfil de neuroléptico. 4 a 17ng/mL (179). a partir dos primeiros ensaios clínicos por Divry. Esclareça-se que a denominação galoperidol. embora perdendo em número de prescrições. muito menos. Desde então é certamente o antipsicótico de alta potência mais prescrito no mundo inteiro. (191).66mg/dia). tendo ultrapassado na maioria dos países. 2 a 40mg VO (248. inclusive por via oral.3. Bobon e Collard. psiquiatras do Hospital de Liege. 3 a 12ng/mL (248). (CAS RN 54965-22-9) FM: C23H25F2N3O2 À semelhança da bromospirona e iodospirona é mais um derivado p-halogenado da espiperona. na Bélgica no ano seguinte. como os antipsicóticos mais utilizados em todo o mundo. conforme a definição por Delay e Deniker (89.ou: Butirofenona.ou: gama-(4-(p-Clorofenil)-4-hidroxipiperidino)-pfluorbutirofeno. 308). 4-(4-(p-clorofenil)-4hidroxipiperidino)-4'-fluoro. 2 a 12ng/mL (308). e introduzido comercialmente em 1959.a ou: 4'-Fluoro-4-(4-hidróxi-4-pclorofenilpiperidino)butirofenona ou: 4'-Fluoro-4-(4-hidróxi-4-(4'clorofenil)piperidino)butirofenon.8-triazaspiro[4.na ou: 4-(4-(p-Clorofenil)-4-hidroxipiperidino)-4'fluorobutirofenona ou: 4-(4-(4-Clorofenil)-4-hidróxi-1-piperidinil)-1-(4fluorofenil). No Exterior (como antipsicótico): SPIROPITAN (Bélgica)(Alemanha). NT: 4 a 26ng/mL (287). 90) de 1955. O primeiro artigo publicado dava conta. FM: C21-H23-Cl-F-N-O2 DD: 1 a 15mg Via Oral (VO) e Intramuscular (IM) e 25 a 200mg/mês IM-Dépôt (média máxima de 6. FLUSPIPERONA (FLUOROSPIROPERIDOL. 1-(3-p-Fluorobenzoilpropil)-4-p-clorofenil-4hidroxipiperidina ou: 4'-Fluoro-4-(4-(p-clorofenil)-4hidroxipiperidinil)butirofenon. Posteriormente. com a redescoberta da clozapina. em todas as últimas revisões da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde. foi empregada apenas em países da antiga União Soviética. e nos Estados Unidos em 1960. Foi inicialmente registrado no Departamento de Patentes da Grã-Bretanha em abril de 1958.

p8. de 10 a 30 vezes maiores que as plasmáticas. 335. na clínica. quando um mês de haloperidol duplica a densidade deste subtipo de receptores no striatum. implica menos efeitos adversos extrapiramidais. inclusive a clozapina. Na clozapina esta razão é estimada em 2. no subtipo D3. Há evidências. atuariam como agonistas inversos nos receptores D1A (54). colocam o haloperidol entre os antipsicóticos com maior seletividade D2 em relação a D4. alcançando biodisponibilidade de cerca de 70%. onde se distribui uniformemente.3. O haloperidol age nos receptores opióides sigma.034) e racloprida (0. indicando forte desbalanceamento em favor do bloqueio dopaminérgico D2. só sendo superado em valores ainda menores. 2000.022. Note-se a baixa afinidade em D1 (item 1) e H1 (item 8) e baixíssima em 5Ht2C (item 6) e Ach (item 9). Lahti e equipe (213). recentemente robustecidas. segundo o estudo de Kusumi e colaboradores (209). Sua ação nos receptores dopaminérgicos D1-like (D1 e D5) é proporcionalmente muito mais fraca (162. 185. É também antagonista relativamente potente em D4 . enquanto esse seu efeito nos receptores D2 e D3 não passa de 20%. Quando usado em doses terapêuticas atinge concentrações no cérebro. O histograma a seguir (Sequência 1) (modificado de Arana GW & Rosenbaum JF. com muito pouca ação em outros receptores (serotoninérgicos.001).12. cerca de 2 a 4 vezes menor. 303. situando sua razão D4/D2 em 0. trifluoperazina (0. Williams & Wildins. 248). de que ele e outros antagonistas dopaminérgicos. menor a afinidade e. 361) e pequenas ações alfa1 (1A e 1B) e alfa2-adrenérgica (307). 326). 4th ed. com uma excreção renal em torno de 40% (156. o que permite sua administração em dose única diária. 170. com ação mais acentuada no striatum. Lippincott. muscarínicos e histamínicos). D3 e D4). (49. 233).) contém o grau de afinidade do haloperidol pelos diferentes tipos de receptores centrais (quanto maiores as concentrações necessárias para saturação. Todo este quadro lhe confere baixo perfil de efeitos vegetativos autonômicos e moderado efeito sedativo. quanto menor a constante de dissociação. 81. Tal efeito não pôde ser comprovado nos receptores D4 do córtex frontal desses animais. 152. neuroendócrinos e cognitivos.084).5h).8 e na melperona (uma butirofenona 4piperidilpiperidínica com características de atipicidade) em 1.31. onde predomina o subtipo D2 propriamente dito. com uma taxa de ligação às proteínas plasmáticas em torno de 90%. no caso do haloperidol a razão seria da ordem de 0. além de eficácia sobre os sintomas negativos dos pacientes esquizofrênicos (321). Ao contrário de outros 117 . Philadelphia. pela clorpromazina (0. com grande potência antipsicótica e acentuados efeitos motores extrapiramidais. Handbook of Psychiatric Drug Therapy. com sua meia-vida de eliminação no órgão chegando a 6. aproximadamente (349). sugerindo excreções proporcionais na urina (46%) e fezes (53%) (263). predominante no cerebelo (227). Sua farmacocinética não se diferencia em voluntários sadios da encontrada nos pacientes psiquiátricos (67). foi sugerida como critério farmacodinâmico para caracterização de atipicidade que. Há estudos em animais. não nos foi possível encontrar na literatura relatos de seu emprego clínico no manejo da farmacodependência em seres humanos.Farmacodinâmica Potente antagonista dopaminérgico D2like (D2. 433). Proporção entre as ações de bloqueio 5Ht2 e D2 (Razão de Meltzer) igual ou superior a 1. Tem meia-vida de 18h (+/-6.8 dias em média (198). Foi sugerido que o haloperidol atuaria como agonista parcial nos receptores alfa1adrenérgicos cerebrais (37). maior a afinidade). porém. Embora tenha sido confirmada sua capacidade em antagonizar a hipersensibilidade dopaminérgica determinada pela metanfetamina (base do preparado ilícito “ecstasy”) em animais de experimentação (208). Farmacocinética É bem absorvido por via oral. e menor ação. ao contrário de seu congênere droperidol (120. Apenas para ilustração. entre os antipsicóticos estudados. a julgar por estudos no rato. considerados importantes moduladores dos receptores glutamatérgicos subtipo NMDA (Nmetil-D-aspartato) (28.

124. entre os típicos. deve-se a Jorge Alberto Costa e Silva e seus colaboradores em 1984 (376). entre os quais a clorpromazina. a taxa de ocupação D2. 332. atingindo concentrações plasmáticas equivalentes a uma dose oral diária de 10mg já na terceira semana e concentrações estáveis já no final do 1º mês. fato que se inverte nas doses mais baixas (RH/H < 1). que alguns metabólitos piridínicos do haloperidol (HPP+. 369. situa as concentrações ideais na faixa entre 4 a 26ng/ml (287). e risperidona e sertindol entre os atípicos. a tioridazina e o zuclopentixol. O haloperidol é metabolizado principalmente por glicuronidação através da isoenzima (CYP 450) 3A4 (uridino-difosfoglicoseglicuronosil transferase). a perfenazina. uma semana após uma aplicação de 50mg de decanoato de haloperidol. Foi verificado que a administração de altas doses de haloperidol levam a uma proporção maior de haloperidol reduzido (RH) em relação à drogamãe(H). o haloperidol teria também uma terceira via metabólica. envolvendo pacientes esquizofrênicos. Após uma única aplicação. após a passagem da preparação oral para parenteral de depósito. A maioria dos estudos comparativos com preparados dépôt indica uma eficácia equivalente das diversas substâncias mas. As concentrações plasmáticas de seu principal metabólito. já se encontram níveis plasmáticos detectáveis dentro de 1 hora. 421). com aplicações parceladas nas duas primeiras semanas. Já Ereshefsky e colaboradores haviam obtido bom resultado. Finalmente. com concentrações plasmáticas ainda detectáveis até 13 semanas após a suspensão (64). uma vez na fase de manutenção. na prevenção de recaídas. Recomendam-se doses mensais de decanoato de 10 a 15 vezes maiores em mg que a dose oral diária eficaz (423). foi possível estabelecer uma janela terapêutica para o haloperidol.5% de afro-americanos e em 2 a 10 % dos asiáticos da raça amarela (25). Já se reuniram evidências. 32. podendo mostrar-se deficiente em 5 a 8% de indivíduos caucasianos. correspondeu àquela obtida com 4. é comercializado também sob a forma de preparados para uso parenteral: solução injetável para uso IM ou EV (ampolas de 1ml c/ 5mg) e sob a forma dépôt (decanoato de haloperidol) em ampolas de 1ml com 50mg para aplicações mensais (50 a 150mg). 189). explicando o fenômeno da janela terapêutica (65).antipsicóticos com numerosos metabólitos e com concentrações mais ou menos erráticas. A forma decanoato atinge seus picos plasmáticos em 7 dias.4 ± 8. a maioria dos pacientes. por oxidação. Doses inferiores ou superiores a estas estariam relacionadas à redução da eficácia e/ou tolerabilidade. mas o verdadeiro significado deste achado no emprego clínico em seres humanos ainda não está inteiramente esclarecido (02. Recente e ampla revisão metaanalítica da literatura. totalizando 20 vezes a dose oral diária (103). 126mg/mês de decanoato de haloperidol versus 106mg de decanoato de flufenazina). 8. não obstante a utilização de doses significativamente menores (239. Sua presença pode sofrer grande variação inter e intrarracial. em estudos animais. porém. mas também em menor proporção por redução pela (CYP 450) 2D6 (carbonil-reductase). RHPP+ e outros) têm ação neurotóxica. muito embora propiciando concentrações plasmáticas e níveis de prolactina menos erráticos que a flufenazina. no estudo de McKane e colaboradores (em média. permanece bem. mas os picos de concentração só são alcançados em 3 a 7 dias. após o mesmo período (346). Wei e seus colaboradores propuseram uma neuroleptização intensa com 100mg/semana nas primeiras 4 semanas. A primeira publicação sobre o uso experimental do decanoato no Brasil em pacientes esquizofrênicos. 419). mesmo com uma redução de até dez vezes a dose oral no curso de 3 a 4 meses.6 dias. realizada por Irismar de Oliveira e colaboradores do Departamento de Farmacologia e Fisiologia da Universidade Federal da Bahia. O fato de não ser majoritariamente metabolizado pela CYP 2D6 faz do haloperidol e outras butirofenonas como o bromperidol. apresentou uma menor eficiência quanto à prevenção das recaídas (250). não parecem exercer nenhuma influência na ação antipsicótica e nos efeitos extrapiramidais da droga-mãe (418). 296. e solução oral). 386). Num dos estudos mostrou uma meia-vida de eliminação de 27. lembrar que o risco de Síndrome Neuroléptica Maligna e de outros efeitos adversos extrapiramidais aumenta muito com o uso de preparados dépôt em altas doses. Esta última é a principal enzima no metabolismo de muitos outros antipsicóticos. o haloperidol reduzido. No ensaio de Scherer e equipe. sugerindo inatividade farmacológica. em média (114. antipsicóticos mais seguros nestes sub-grupos populacionais (291. Convém. segundo eles (436). o haloperidol. Por outro lado.5mg do preparado oral diário. Além de apresentações para uso oral (comprimidos de 1 e 5mg. com boa tolerabilidade. Leblanc e sua equipe 118 . sua meiavida de eliminação é de cerca de 3 semanas com concentrações plasmáticas estáveis (“steadystate”) não sendo obtidas senão após 3 meses.

porém. no tratamento de síndromes psicóticas com sintomas depressivos (274) e equivalente à zotepina em associação com antidepressivos tri e tetracíclicos na Depressão Delirante (445). ao garantir menor incidência de distonias e acatisia (255). utilizando via intramuscular. Na Esquizofrenia iniciada ainda na infância. É interessante notar que em associação com a amitriptilina. 341. 289. Apesar do maior risco de efeitos extrapiramidais e de neurotoxidez na associação com lítio. já demonstrou eficácia até mesmo no tratamento de um caso de Delirium induzido por clozapina (387). Em esquemas mais prolongados. 384. após as 12 primeiras semanas de acompanhamento. na abstinência de opiáceos (379) e na intoxicação por cannabis (muito embora com maiores efeitos adversos que a olanzapina. na melhoria dos sintomas depressivos de esquizofrênicos. É consagrada a associação de haloperidol (5mg) e lorazepam (2 a 4mg) IM. 232. Mostrou-se superior à clorpromazina (127) e ao clonazepam (70) nesta indicação em ensaios duplo-cegos. usada isoladamente. mas a utilização repetida de haloperidol por via endovenosa não costuma se fazer sem o risco de desordens motoras quando da retirada (329) ou mesmo desenvolvimento de encefalopatia tóxica (247) e transtornos cardiovasculares (200. 216. a cada 4 semanas. o mapeamento pelo EEG quantitativo (aumento significativo da potência do ritmo alfa em todas as áreas e do teta nas temporoparietais) bem como a redução nos escores da BPRS em 2 semanas. isoladamente ou em associação com hipnossedativos benzodiazepínicos ou não. 345). 443. foi sugerida a utilização do haloperidol por dripping endovenoso em formas graves e refratárias de agitação em doses de até 600mg/dia (!!) (106) mas deve ser lembrado que a via endovenosa (mesmo em doses menores) só excepcionalmente estaria justificada pela potencial iatrogenicidade arritmogênica. 121). com benefícios sobre escores de sintomas negativos. 412). permanecia ainda recentemente como o antipsicótico mais empregado. 385) o que mais tarde não seria de todo confirmado em trabalhos do mesmo grupo (76.sugerem. 357). embora superada em eficácia pela clozapina. 59. em psicoses desencadeadas pela corticoterapia (05). pela ausência de ação anticolinérgica significativa. por sua maior rapidez de ação. 129. o haloperidol mostrou-se superior em eficácia à risperidona. Lowe & Batchelor também registraram respostas dramáticas. induzido ou não por substâncias psicoativas (06. geralmente por via oral. piora mínima da psicopatologia e possibilidade de identificar a Discinesia Tardia ainda em fase precoce (224). Curiosamente. 186. nos países que disponibilizam a preparação parenteral deste benzodiazepínico (24. Apesar de bons resultados recentes também com o droperidol. para a agitação psicótica. Também aqui a associação com benzodiazepínicos traz bom resultado. 449). ainda é a medicação mais usada no Delirium. Schellenberg e colaboradores demonstraram de modo interessante que. inclusive Cicladores Rápidos (231). 377). especialmente em pacientes idosos e/ou físicamente debilitados. De qualquer forma parece que o decanoato teria menor incidência de efeitos extrapiramidais a médio prazo que doses correspondentes do haloperidol oral (84). já na fase de manutenção. Também foi empregado isoladamente no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (283) e como coadjuvante à fluvoxamina no tratamento da comorbidade com a Síndrome de Gilles de La Tourette (TOC mais “tics”) (276). com boa tolerabilidade. Ainda recentemente. nos pacientes bipolares com Mania Aguda. bem toleradas.na Psicose Pós-Ictal do Epiléptico (314). uma redução de 10% do haloperidol. tanto sobre sintomas negativos quanto positivos. Também é usada a associação de haloperidol (20mg) com o diazepam (20mg) (279). superado pela olanzapina de modo estatisticamente significativo. Indicações Há muito o haloperidol costuma ser utilizado no controle da agitação psicomotora por via intramuscular (105. controlados. nesta última indicação) (29). Mania e Transtorno Esquizoafetivo (21. 178. Transtorno “border-line” de Personalidade (358. com grande redução nas recidivas. o haloperidol por via endovenosa em doses moderadas. até uma redução final de pelo menos 50%. além da Esquizofrenia. na dúvida. para os pacientes tratados na fase aguda com altas doses. pelo mesmo motivo sendo superado pelo droperidol. mas. seja pelo risco particularmente alto de 119 . na mesma dose e mesma via de administração (325. 375) ou endovenosa. podem servir como parâmetros para a otimização das doses futuras (344. 383). Em estudo multicêntrico coordenado por Tollefson de 1998 (414) foi. 112. teria mostrado alguma utilidade no Transtorno Esquizofreniforme (253). 31. após a aplicação inicial de 100mg de decanoato.

311. 317. 96.leucopenia. 364) -agora já com propostas de substituição pela associação baclofen (agonista GABAB) + toxina botulínica tipo-A (16. quando este típico antipsicótico de alta potência. encontraram taxa mais baixa de mortalidade na Síndrome Neuroléptica Maligna ocasionada pelo haloperidol do que por outros antipsicóticos. 228. também se mostrou superior ao placebo neste tipo de sintomatologia (226) o que. isoladamente ou em associação com outros antipsicóticos (10. Shalev e seus colaboradores em sua revisão de 1989. Parkinsonismo Medicamentoso (58). 330. com boa eficácia e tolerabilidade. 437). 363. 273. 409. transtornos metabólicos e convulsões nesta faixa etária (207) seja pelo alto custo de outros atípicos como a risperidona. 406. ganho ponderal. 271. contrariando todas as expectativas. Acatisia Tardia (215). 237. na Síndrome de Gilles de La Tourette (38. na agitação de pacientes com Demência (embora com maior perfil de efeitos adversos que outras substâncias como a trazodona (397). aliás. por uma recente metanálise de estudos randomizados envolvendo os novos atípicos. e até poderia agravar sintomas negativos esquizofrênicos. a risperidona). Há um relato interessante na literatura. à semelhança de antipsicóticos fenotiazínicos. inclusive Acatisia Aguda com Disforia e Risco de Suicídio (55. já há tanto tempo descrita pela escola francesa. 394. Admite-se que o haloperidol não teria efeito. 135) e Síndrome Neuroléptica Maligna. Não obstante. 334. na Síndrome de Meige (blefarospasmo com distonia oromandibular) (88. que o haloperidol inibiria a liberação de citoquinas inflamatórias (1betainterleucina) e do fator-alfa necrotizante do tumor o que poderia explicar a ação benéfica casualmente verificada sobre a artrite reumatóide (272). esta potencial utilidade terapêutica no glaucoma já havia sido clinicamente refutada em estudo anterior envolvendo o uso tópico da substância (218). No entanto. já havia sido registrado por Palao e equipe. e agora. Efeitos Adversos Na condição de protótipo de antipsicótico de alta potência. 91. 356. 429. com resposta duradoura ao decanoato de haloperidol. Discinesia Tardia (20 a 50%). fato que pode também explicar a ação “ativadora” de alguns neurolépticos. 301). 169. 333). por estudos in vitro. no Hemibalismo (405). 351. de modo até mais intenso que o timolol e a pilocarpina (430). 149. 442). Como antipsicótico de alta potência. 222. 62. Read & Batchelor (322) também descreveram bons resultados do decanoato de haloperidol. na Tartamudez (mais recentemente preterido pela risperidona e olanzapina) (217. 243) mas também há relato na literatura de um caso completo após uma única aplicação de haloperidol (195). 155. 425) e nos vômitos do pós-operatório (446). 254). 229. 48. 378. 193). como antiemético equivalente a proclorperazina na quimio e radioterapia (73. 260) e até nas crises de soluço crônico. nos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (08. no entanto. com base nos resultados de serviço de emergência canadense (109). Sydenham e Gravídica (128. 158. 315. 399. de difícil tratamento (173. 39) ou pelo pimozida (256)-. em sintomas psicóticos em lesões cerebrais anteriores (206). complicada ou não por Insuficiência Renal Aguda com mioglobinúria (100) e Coagulação Intravascular Disseminada (244). o haloperidol. 337. 138. 368). 300. 136. 20. com um risco maior para os pacientes com Síndrome Orgânico-Cerebral preexistente (362). 220. Isto não foi confirmado. Já se constatou sua capacidade em reduzir a pressão intraocular (68. em doses até 300mg/mês na auto e heteroagressividade severas de deficientes mentais eréticos graves. Recentemente foi confirmado. 293. 262). 78. Provavelmente isto se deve á ausência de distinção de sintomas negativos e cognitivos agudos (precoces. 246. Reações Catatoniformes (126. em um caso grave refratário da Síndrome de Gilles de La Tourette (72). 223). primários e duradouros). hipertermia maligna (18. o haloperidol apresenta grande risco de Acatisia e Distonias Agudas (50 a 90% dos pacientes). Distonia Faringo-Laringéia (110. 30. Também já demonstrou utilidade nas Coréias de Huntington. Recente artigo sugere seu aproveitamento nas crises agudas severas de enxaqueca em “dripping” endovenoso. 415). 318. 416. em sintomas psicóticos da Síndrome de Apert em caso de agenesia parcial do corpo caloso (140). não há registro na literatura de outros ensaios semelhantes nesta indicação. secundários e transitórios) dos crônicos (tardios. na Oligofrenia Erética (133. 240. além de menos efeitos 120 . em seu ensaio desenhado especificamente com este objetivo (294). 290. Já esteve relacionado à ocorrência de rabdomiólise na ausência da Síndrome Neuroléptica Maligna completa (241.

fenobarbital. algumas com causalidade pelo haloperidol em grau indeterminado. fenitoína. fato que pode ter maior significado em países de clima tropical e nos pacientes de faixa etária mais avançada. ou apenas o prolongamento do intervalo QTc (intervalo QT corrigido) no eletrocardiograma (EEG) (14). já foi também responsabilizado por Síndrome de Secreção Inadequada do Hormônio Antidiurético (168. costuma elevar as taxas de prolactina. Já substituiu. em doses altas. Anemia Falciforme (395). 282. seria inferior que da atípica risperidona (242). Apresenta ação citotóxica in vitro. 35. À semelhança de. 175. Isto foi especialmente registrado em superdosagens ou nas aplicações endovenosas repetidas em pacientes debilitados ou com doença cardíaca prévia (306. ao contrário da clozapina (261. ainda que por via oral. Pneumonitis Medicamentosa (342). 265). antipsicóticos fenotiazínicos (clorpromazina e flufenazina) que haviam anteriormente induzido coagulopatias no decurso do tratamento em alguns pacientes (450). sendo recomendado algum controle laboratorial nestas circunstâncias. o haloperidol é substrato da CYP 3A4 o que pode levar a interações medicamentosas com certas substâncias. ainda que em intensidade bem menor que algumas fenotiazinas e tioxantenos (tioridazina. como a tioridazina (45). 119) ainda que com menor intensidade do que o observado com antipsicóticos típicos de baixa potência e os atípicos clozapina e olanzapina (53. 275). mas as clinicamente mais relevantes se dão com carbamazepina. como a clorpromazina. estão a hipotermia severa (147). 258. assim ocasionando impotência. 444). tiotixeno) (26. desequilíbrio hidroeletrolítico (hipocalemia e hipomagnesemia). causaria menos hipotensão e efeitos anticolinérgicos que os antipsicóticos de baixa potência. por exemplo. particularmente hiponatremia. Íleo Paralítico (236) e morte súbita com exame necroscópico negativo (102. clorpromazina. rifampicina e quinidina. por bloqueio D2 túberoinfundibular. neurotoxicidade na vigência de Hipertireoidismo (214. Entre as reações pouco comuns registradas na literatura. 199. 427). Também já se comprovou que o haloperidol reduziria seletivamente os níveis plasmáticos de magnésio sem interferir com os de cálcio e fósforo (176). Não demonstra propriedades próconvulsivantes. Uma 121 . 192. à exceção da molindona e da loxapina entre os antigos e quetiapina e ziprasidona entre os novos. 365). o propalado efeito deletério dos antipsicóticos típicos de alta potência sobre o desempenho cognitivo não foi inteiramente confirmado com o haloperidol.sedativos. embora ainda grande. 163. mas a relação deste fenômeno com o potencial de induzir estas arritmias não foi estabelecida. 180. pode estar ainda mais presente com o uso de outros antipsicóticos. em torno de 50% dos pacientes (328). Alopecia Areata (201). 92). bronco-espasmo (360). Já há evidências –embora não inteiramente confirmadas por estudos sistemáticos com grandes amostras e incluindo outras preparações. seu uso continuado pode determinar ganho ponderal (95. Também confirmou menor tendência que a clozapina em elevar as taxas dos triglicerídeos. todos os outros antipsicóticos. seja tratando-se de doses únicas em voluntários sadios (194) seja como uso continuado nos pacientes esquizofrênicos (101).de que o haloperidol decanoato poderia promover desequilíbrios eletrolíticos por alterações do balanço hídrico. 219. durante o tratamento. praticamente. Foram observadas reduções nas taxas plasmáticas de haloperidol em torno de 40 a 60% dentro de 2 a 3 semanas após a introdução de carbamazepina (11. A freqüência de distúrbios sexuais. diferença melhor observada em pacientes do sexo masculino (123). ou em uso simultâneo de vasopressina (104. Seja como for. 288) e outros antipsicóticos típicos. com antecedentes de alcoolismo. 449). porém. 167. Icterícia Colestática Crônica (93). 188. Como outros antipsicóticos. neutropenia (187). 304). 150. já foi relacionado à ocorrência de distúrbios na repolarização do miocárdio com taquicardia ventricular do tipo “Torsade de Pointes” (200. Como inibidor da calmodulina e bloqueador de canais de cálcio. 193). redução da libido e ginecomastia no homem e amenorréia ou oligomenorréia. galactorréia com falsa gravidez e anorgasmia na mulher. 443. Discinesia Tardia agravada por Doença de Joseph-Machado (43). Interações Medicamentosas Como vimos. o que explicaria tais achados. intermação (221). com sucesso. em pelo menos um estudo foi equivalente à observada com a clozapina (164) e a intensidade na elevação das taxas de prolactina. Esta possibilidade porém. Como a quase totalidade dos antipsicóticos.

381. frasco conta-gotas de 20ml. ao esquema terapêutico de esquizofrênicos sem depressão. 57. Ela seria menor do que a observada com a perfenazina e a tioridazina (203. Isto se daria. seguida de oxcarbazepina. com um perfil muito superior de tolerabilidade (380). tendo observado um aumento médio de apenas 20% nas concentrações de haloperidol. Também não teriam sido observadas interações farmacocinéticas importantes do haloperidol com buspirona (161) nem tampouco com zolpidem (339). e haja autores com casuísticas negativas relativamente extensas (17). cxs c/ 20 e 200. Confirmou-se também que a associação do decanoato de haloperidol com indutores enzimáticos leva a concentrações plasmáticas mais baixas e mais oscilantes. amp de 1ml c/ 5mg. tais efeitos não foram observados com o citalopram (400) nem nefazodona (22) e a fluvoxamina também parece ter um efeito mais moderado (422). 411). também substrato da 3A4. 343. É bem reconhecido. Também foram observadas grandes reduções das taxas de haloperidol em pacientes psiquiátricos recebendo tratamento concomitante para tuberculose com rifampicina assim como aumento com o uso de isoniazida (404). que não sendo fatais. mas principalmente ao encurtamento na duração dos efeitos terapêuticos por maior velocidade de absorção.amp de 1ml c/ 50mg. porém. 74. devendo ser a droga de escolha. o que no final redundaria em leve inibição da enzima. cxs c/ 2. 428). podem elevar acentuadamente (de 40 a 100%). que vinham há pelo menos seis meses em uso de antipsicóticos de depósito (flufenazina e haloperidol). que o haloperidol aumenta a neurotoxidez do lítio podendo desencadear quadros de intoxicação aguda. 184. Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. diante da necessidade de associar medicação antiepiléptica ou estabilizador do humor diferente do lítio (151). devendo somente ser feita com cuidados especiais. 350. No Brasil: HALDOL (BRASIL) (Jansen-Cilag) . Não foram observadas reduções das taxas de antipsicóticos. mas não as de prolactina como se chegou a antecipar (225). 340. cxs c/ 20 e 100. A associação com ciproheptadina reduz efeitos extrapiramidais e as concentrações de cortisol. 389. sol oral frasco de 20ml c/ 2mg/ml. 451) com possível prejuízo terapêutico. 373. simultaneamente. 374). até maiores confirmações.comp de 1mg. 132. o valproato não apresenta interação significativa (potencializadora ou inibidora) como o haloperidol. aparentemente. O próprio haloperidol age. c/ 3. como potencialmente danosa. inclusive haloperidol. sem o registro de aumento nos escores dos efeitos extrapiramidais (131). 388. emb. Tem sido repetidamente confirmado que o tabagismo reduz significativamente as concentrações plasmáticas do haloperidol (181. podem deixar seqüelas neurológicas cerebelares e neuropáticas periféricas importantes (07. Também já foi demonstrado que a fluoxetina e outros antidepresssivos ISRS. Ao contrário da carbamazepina. 393). impondo-se assim compensação através de aplicações mais freqüentes e não com aumento das doses de cada aplicação (316). 204. Av. reportaram melhoras significativas de sintomas negativos com a introdução de 20mg ao dia de fluoxetina. medicamento empregado no tratamento do Mal de Alzheimer (252). Também parece haver potencial neurotoxidez na associação de haloperidol com tacrina. particularmente em pacientes jovens do sexo masculino com quadros psicóticos agudos que habitualmente não dispensarão o uso de antipsicóticos de alta potência em altas doses. 36. HALDOL DECANOATO (BRASIL)(Jansen-Cilag) .potencial cardiotoxidez da associação também foi sugerida (174). é somente inibidor da CYP 2D6. Entretanto. sol inj amps de 1ml c/ 5mg. a associação de lítio com a carbamazepina mostrouse tão eficaz quanto com o haloperidol. cxs c/ 50. mais através de mecanismos farmacodinâmicos do que farmacocinéticos (40. 122 . comp de 5mg. porém. como inibidor e ativador da isoenzima 2D6 mas o haloperidol reduzido. Goff e colaboradores. ao mesmo tempo em que mostram maior propensão às Distonias Agudas e ao Parkinsonismo Medicamentoso. cxs c/ 20. por exemplo. Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. com a oxcarbazepina (análogo da carbamazepina com grupo cetônico em posição 10) (319). 297. por exemplo. 238. HALOPERIDOL (Cristália)  . deve-se tê-la. 75. No tratamento da Mania.comp de 1 e 5mg. A associação com medicamentos anticolinérgicos como prevenção ou atenuação de efeitos adversos motores extrapiramidais é extremamente utilizada em todo o mundo. das Nações Unidas 12995 29º andar (04578000) São Paulo SÃO PAULO (011) 5503-4700 (011) 5505-5371. também potentes inibidores da isoenzima 2D6. como controle pelo EEG por exemplo (03). 130. Ainda que não se possa estimar precisamente a freqüência de tais interações tóxicas com esta associação. as concentrações de haloperidol (15.

4-(4-(2. Paoletti 363 (13970000) Itapira SÃO PAULO (019) 863-9500 (98) 7026 (019) 863-9580. 2.5. 1-(1-(3-(pfluorobenzoil)propil)-4-piperidil). 8-triazaspiro [4. 338). (CAS RN 57648-21-2) FM: C22-H24-F-N3-O-S DD: 6 a 15mg (Lundbeck Institute Database. VESADOL (França). lundbeckpsychiatry. LEALGIN COMPOSITUM. BROTOPON. 20mg. LINTON. SERNAS.sol. introduzido no final dos anos 70 e estudado e empregado como antipsicótico apenas no Japão. PERNOX. ALOPERIDOLO (Itália). IODOSPIROPERIDOL) 1-Butanona.amp de 1ml c/ 50mg.org/) NS: 2 a 10ng/ml. (estimativa com base em Shimoda e colaboradores (372)) Potente antipsicótico butirofenônico de síntese recente.ou: 1-(1-(3-(p-Fluorobenzoil)propil)-4-piperidil)-2benzimidazolinet-iona ou: (DD 3480). Sua patente pertence à empresa japonesa Daiichi. DOZIC. HALOPERIDOL BASE (França) comp 1. fr. PELUCES. HALOPERIDOL DECANOATE (França).1mg/k de peso por via oral. c/50 (5mg/ml).3-diidro-2-tioxo-1Hbenzimidazol-1-il)-1-piperidinil)-1. SERENACE (Reino Unido). Não disponível comercialmente no Brasil. Não há referência a aproveitamento clínico como antipsicótico. SERNEL. cerebrais e miocárdicos (139. c/20ml (2mg/ml). ALOPERIDIN. 5. não obstante as potentes propriedades neurolépticas. cx. SERENELFI. EINALON S. cx. SERENACE.ou: Butirofenona. Instituto Vital Brazil S. na forma dos isótopos radioativos (123I. as doses de 0.5mg/ml frs 15ml. HALOL. inj. Instituto Biochimico Ltda.na ou: 2-Benzimidazolinetiona. 5. ou [123I]2'-ISP e [125I]2'-ISP) desenvolvidos logo em seguida ao reconhecimento da utilidade da 123 . MIXIDOL.03mg/k por via endovenosa ocasionaram 1-(p-iodofenil)-8-[3-(p-fluorobenzoil)propil]-1. amp 5ml c/ 1mg. GALOPERIDOL (RUSSIA). TIMIPERONA (TIMIPERONE) IODOSPIPERONA (IODOSPIPERONE. 4'-fluoro-4-(4-(2tioxobenzimidazol-1-il)piperidino).ou: -(4-(2. 0. Rua Luigi Galvani 70 7º andar (04575020) São Paulo SÃO PAULO (011) 5505-3536 (011) 5505-3540. THERAPLIX (França). sol inj 2mg/ml. ALOPERIDON. sol oral 20mg/ml. ALOPERIDOL. 5mg/1ml.oral 2mg/ml.3-Diidro-2-tioxo-1H-benzimidazol-1-il)-1piperidinil)-1. SERENASE (Itália).e 125I-Iodospiperona. HALOPERIDOL (Biochimico) Sol. HALOPOIDOL. 3. Comp. HALOPERIDOL (Vital Brasil) .HALOJUST. No Exterior: ALDO.5]decan-4-ona. Demonstra afinidade pelos receptores dopaminérgicos do striatum quase tão grande quanto à da espiperona (60%) e muito superior às do haloperidol (5x) e clorpromazina (30x). bromospiperona. No rato revelou típico perfil de neuroléptico em doses a partir de 0. FM: C23H25-I-F-N3-O2 Usado apenas como mais um marcador biológico dos receptores dopaminérgicos. FORTUNAN. 10 e 20mg. ULCOLIND ULIOLIND. com doses de 10mg/k em coelhos determinando leve hipotermia. HALDOL (USA)(McNeil Pharmaceutical) . cxs c/ 20 envelopes de 10.-(4-fluorofenil)-1-butanona ou: 4'-Fluoro-4-(4-(2-tioxo-1benzimidazolinil)piperidino)butirofeno. Em cães. HALOPAL. 1.comp 0.A.Av.comps de 1 e 5mg. disponível em http://www. VESALIUM. amp. KESELAN. EUKYSTOL. HALDOL DECANOATE (USA)(McNeil Pharmaceutical) . c/200 (1 e 5mg). embora seus metabólitos não tenham comprovado propriedades equivalentes (401). Rua Vital Brazil Filho 64 (24230340) Niterói RIO DE JANEIRO (021) 711-0012 /7113131 (021) 38-551 (021) 714-3198. Gts.-(4fluorofenil).

Oomori N. Aubry U. 09. Athanassiadis C. Jude JP. 12. Battaglia J. Perry R. Zuccaro P. R Psiq Clin 1976. Haloperidol. 08.5 a 6mg/dia (407). 236(23):2645-6. 15. 25. No Exterior: TOLOPELON (Japão). Baba A. 13(3):263-71. Macedo JO. 4(5):390-2. em doses de 2. 19. Ferlito M. Am J Emerg Med 1999. Ahmad M. Neuroleptanalgesia with fentanyl-droperidol: an appreciation based on more than 1000 anaesthetics for major surgery. 23. Em ensaio clínico duplo-cego comparativo com perfenazina em mais de duzentos pacientes esquizofrênicos acompanhados por 12 semanas. entretanto. 07. 76(10):1271-2. Neuroleptic malignant syndrome presenting as hyperosmolar non-ketotic diabetic coma. prospective. Br J Psychiatry 1992. Lavallee JP. Andrade OM. e atividade antiapomorfina ligeiramente mais intensa que aquele.125(4):568-72. Akechi T. Acta Psychiatr Scand 1989. Aunsholt NA. 161:257-8. Perucca E. Abe S. Pharmacol Res 1997. 141(10):1195-202. Schou M. Haloperidol-associated hyperthermia. Schubert DS. Risk factors for neuroleptic malignant syndrome. 17. Charette D. o que parece ter sido feito com sucesso (01). Ban TA. 124 . Biol Psychiatry 1986. Awaad Y. 05. Psychotropic Drug Directory 1999. Tics in Tourette syndrome: new treatment options. Does carbamazepine-induced reduction of plasma haloperidol levels worsen psychotic symptoms? Am J Psychiatry 1986. Saran AS. Karamanis A. Droperidol em emergências psiquiátricas. Akpaffiong MJ. 24. Bach DS. Suzuki T. Uchitomi Y. 17(7):735. Midha KK. Goff DC. Casas Vila C. Basset J. 10. Usage of haloperidol for delirium in cancer patients. Small AM. não lhe foi favorável (280). Poncelet PF. Borne RF. Yamawaki S. 143(5):650-1. McGlynn C. Shukla UA. Kang J. 1999. South Med J 1983. Caputi AP. Mahon P. Anderson LT. 35(4):335-9.19(3):211. Campbell M. 22. Rev Esp Anestesiol Reanim 1984. Adverse reactions in treatment with lithium carbonate and haloperidol. J Natl Med Assoc 1992. Can Anaesth Soc J 1966. Hypogammaglobulinemia during antipsychotic therapy. 47(6):320-1. Fukue M. Barbhaiya RH. 11(5):284-8. 52(1):115-7. Support Care Cancer 1996. Hollnagel P. Franck G. 31(6):249-52. Aguilera Celorrio L. Campello P. Goodman L. Dresse AE. Detection of a neurotoxic quaternary pyridinium metabolite in the liver of haloperidoltreated rats. J Clin Psychiatry 1986. Moss S. lorazepam. 02. or both for psychotic agitation? A multicenter. Dubin W. 21(2):170-6. Leedom L. Addy RO. Vouin P. Haloperidol in the treatment of infantile autism: effects on learning and behavioral symptoms. EEG observations during combined haloperidol-lithium treatment. Interaction between fluoxetine and haloperidol: pharmacokinetic and clinical implications. Okamura H. Anaphylactic reaction to droperidol. Curr Ther Res Clin Exp 1969. Arana GW. Nishida A. 20. 21. Steroid-induced psychosis treated with haloperidol in a patient with active chronic obstructive pulmonary disease. Reynolds CF 3d. 06. Rybak MJ. 16. Droperidol in the treatment of vertigo. Rush J. Pharmacol Biochem Behav 1993. Ornsteen M. Em primatas tem metabolismo semelhante ao haloperidol (redução e N-desalquilação) e em três dias. Green WH. 50(2):203-4. Black B. Ablordeppey SY. Spina E. Cacciottolo JM. Am J Psychiatry 1984. Facciola G. Balzan M. Baastrup PC. Ansseau M. 46(3):739-44.5 a 10mg/k (370). J Clin Psychopharmacol 1996. embora de mais curta duração. tendo mostrado atividade cataleptogênica equivalente. 04. Greene DS. cerca de 54 % de uma única dose são eliminados pela urina com o resíduo restante pelas fezes (402). Shader RI. Baldwin RL. Kupfer DJ. Também foi relatada sua utilização para substituir a clorpromazina em paciente que desenvolvera hipogamaglobulinemia com esta última. Mendoza R. Use of benperidol in the psychiatric hospital environment. 14(5):316-9. J Child Neurol 1999. Breul HP. 18. Ann Med Psychol (Paris) 1967 Apr. Pain 1992. Central dopaminergic and noradrenergic receptor blockade in a patient with neuroleptic malignant syndrome. mostrou-se ligeiramente superior a esta com tolerabilidade equivalente (403). emergency department study. Drug Intell Clin Pharm 1985. 5(1):23-32. 11. JAMA 1976. Psychiatry Clin Neurosci 1998. 84(9):800-2. Grega DM. Comparações semelhantes conduzidas com o haloperidol (190) e clocapramina (277) também atribuíram-lhe eficácia e tolerabilidade equivalentes ou ligeiramente superiores a estas substâncias. double-blind.aumentos transitórios da freqüência respiratória e hipotensão arterial um pouco mais pronunciada que aquela causada pelo haloperidol (447). Shiraishi H. Delcroix A. Kagaya A. Avenoso A. Investigation of pharmacokinetic and pharmacodynamic interactions after coadministration of nefazodone and haloperidol. Não disponível comercialmente no Brasil. Foliart RH. Sorensen R. Friedman H. Bazire S. Quevedo Arechederra MA. Treatment of acute and chronic psychoses with haloperidol: review of clinical results. Am J Emerg Med 1997. A comparação com a sulpirida na manutenção e profilaxia de esquizofrênicos assintomáticos em estudo duplo-cego controlado com placebo. Rasul FM. 03. Mark Allen. Prolonged Q-T interval and hypokalemia caused by haloperidol. Demonstrou utilidade como antiemético na quimioterapia do câncer em doses de 4. 15(4):335-40. 14. Reznik M. Hori T. inclusive sobre sintomas negativos o que não deixa de ser surpreendente por sua forte ação bloqueadora dopaminérgica em nível estriatal. Snow Hill. Referências Bibliográficas (Haloperidol e Butirofenonas 4-Anilinopiperidínicas): 01. 13. Keeri-Szanto M. Campo G. Akathisia after long-term epidural use of droperidol: a case report. Carignan G. 16(1):26-34. 79(4):4112. Greenblatt DJ.

72(6):617-32. Boris M. Hammond L. Ho CT. Juang DJ. EUNSA. 56. Am J Psychiatry 1996. Lam YW. Psychopharmacology (Berl) 1997. Very-high-dose droperidol and brain stem injuries. Lerner Y. 47. 32. J Clin Psychiatry 1982. Castellano J. Neuroleptic malignant syndrome in a trauma patient. 30. Baron JC. Pinchard A. J Neural Transm 1989. Leoni D. Bornstein RA. Eriksson SO. 47(6):315-6. Droperidol in the interim management of severe mania: case reports and literature review. Boulenger JP. Zarifian E. Le Gulluche Y. Irish D. Gordon T. 61(4):246-50. Camargos ST. Jann MW. Shieh YS. Acta Psychiatr Belg 1972. management and prevention. Jenkins RL. Feher J. Bowers TC. Clin Neuropharmacol 1998. Cheng YF. 153(6):817-9. Gurdal H. 3(3):231-50. Oxidative stress-resistant cells are protected against haloperidol toxicity. Bruning G. 9(1):35-40. Artico M. Schneider U. Trandafir AI. 14(3):177-80. Droperidol: efficacy and side effects in psychiatric emergencies. Kimura K. 51. 48. Cardoso F. 77(1):22-8. Godard JP. 31. J Pharmacol Exp Ther 1994. Ann Fr Anesth Reanim 1987. Biederman J. Haloperidolmediated phosphoinositide hydrolysis via direct activation of alpha1-adrenoceptors in frontal cerebral rat cortex. Bonsignour JP. J Toxicol Clin Toxicol 1995. Schizophr Res 1993. Trad esp 3ª ed alemã. 15(4):291-301. O Hospital 1964. 54. Donatsch P. Castagnoli N Jr. 73(2):531-40. 42. Bustamante R. Breier A. 45. Lin SK. Lindberg A. Jann MW. Bueno JR. Dawson AH. Chen LC. Chen CP. J Clin Psychiatry 1986. Widmann M. Borda TG. Bouis P. Rozitis A. Whyte IM. 717(1-2):193-5. 50. Effects of low and high doses of selective sigma ligands: further evidence suggesting the existence of different subtypes of sigma receptors. 27. Plasma reduced haloperidol/haloperidol ratios in schizophrenic patients treated with high dosages of haloperidol. Chang WH. 16(4):406-11. 270(2):822-30. McGowan S. Breulet M. 63. Bond WS. Chapel JL. Gilles de la Tourette's syndrome: remission with haloperidol. Hu WH. Tourette's disease: control of symptoms and its clinical course. Bussiere G.26.151:824-30 57. Positron tomography in humans. Wright A. 44. Incidence. 1981. Loc'h C. Wang HY. -2A and -2C receptor gene expression and serotonin metabolism in the rat forebrain. Benkert O & Hippius H. Cambon H. Challas G. Collard J. Cremaschi G. 35. Am J Psychiatry 1979 136(9):1216-7. Pamplona. Buckley NA. Chang WK. Polinsky RJ. Differential effect of clozapine on weight: a controlled study. Dagnino J. Eriksson K. Am J Psychiatry 1985. Cardiotoxicity more common in thioridazine overdose than with other neuroleptics. Foulks EF. Br J Psychiatry 1987 Dec. Acta Neurol Psychiatr Belg 1968. Present treatment of manic states. Maziere B. 58. Mol Pharmacol 1999. Dopamine metabolites and catalepsy after lithium and haloperidol. Emergency treatment of agitation: droperidol. Gajardo A. Harrison PJ. Caine ED. Burnet PW. 4(2):119-26. Pharmacokinetics 125 . Chien CP. The effects of clozapine and haloperidol on serotonin-1A. Buffat JJ. 46. Droperidol in the management of hyperactivity. 65. Boelsterli UA. 129(3):215-24. 56(5):98996. 2(3):275-81. Baumgarten HG. Eur Neuropsychopharmacol 1994. 3:Suppl 1:95-109. Philip Y. Sterin-Borda L. Bernstein WB. JAMA 1968. 62. Bustillo JR. Dilsaver SC. Etiology of parkinsonism in a Brazilian movement disorders clinic. 68(2):103-15. Brinquin L. Scherokman B. 29. Hart RR. 26(1):101-8. Brain Res 1996. Druss BG. Combination of lithium carbonate and haloperidol in schizo-affective disorder: a controlled study. 43. 142(3):364-5. Can J Physiol Pharmacol 1999. Neuroscience 1996. Buchanan RW. Bowers MB Jr. Liu HC. Hypertensive crisis after the administration of droperidol. 56(2):171-5. 1-Methyl-4-phenylpyridiniumlike neurotoxicity of a pyridinium metabolite derived from haloperidol: cell culture and neurotransmitter uptake studies. Lopert R. Bondesson U. 37. Carter GL. Bergeron R. Drug-induced delirium. Neuroleptoanalgesia: suas indicações. 34. Bobon J. 49. Exacerbation of tardive dyskinesia by Joseph disease. Kaulen P. 60(10):664-7. 52. A comparison of olanzapine with haloperidol in cannabis-induced psychotic disorder: a double-blind randomized controlled trial. Iron pigment in the brain of a man with tardive dyskinesia. 60. self-mutilation and aggression in mentally handicapped patients. Arch Gen Psychiatry 1979. Int Clin Psychopharmacol 1999.43(6):2567. Silva Junior GA. Cavallotti C. Colinet M. Stefl ME. 205(9):648-9. Rev Bras Anestesiol 1966. Acta Neurol Scand 1986. 41. Br J Anaesth 1999. Friedman E. Holsboer F. 73(6):636-7. Lezoulac'h F. Lee TY. Drug Saf 1996. Behl C. 36. 40. Ann Anesthesiol Fr 1976. Paalzow LK. 78(2):131-44. Ekblom B. 33(3):199-204. Valverde A. 28. Shaw CM. Debonnel G. 6(3):204-6. 17(10):1185-7. Neuroleptic malignant syndrome in a patient with acquired immunodeficiency syndrome. Arq Neuropsiquiatr 1998. J Int Med Res 1980. Inverse agonist properties of dopaminergic antagonists at the D(1A) dopamine receptor: uncoupling of the D(1A) dopamine receptor from G(s) protein. Burke C. 83(5):813-4. Brook S. Bobon J. A survey of Tourette syndrome patients and their families: the 1987 Ohio Tourette Survey. 39. Belmaker RH. Chen WB. Lindstrom L. Can J Vet Res 1997. Bloomquist J. Castagnoli K. Chien CP. Campbell WG. Devroye A. King E. Droperidolinduced hypertensive crisis in a patient with undiagnosed pheochromocytoma--a case report. Ma Tsui Hsueh Tsa Chi 1988. 31. Ceraso OL. 39(4):796-8. Eur J Pharmacol 1982. Carvalho M. 59. Farmacoterapia Psiquiatrica. Cornea 1999. Relative cytotoxicity of psychotropic drugs in cultured rat hepatocytes. 66. Swann AC. J Clin Psychiatry 1999. Pescosolido N. 21(5):316-8. Persistent dysarthria with apraxia associated with a combination of lithium carbonate and haloperidol. 8(1):31-3. Berk M. Int J Neuropsychiatry 1967. Fulda GJ. 36(3):327-33. Rupprecht R. Determination of a sedative dose and influence of droperidol and midazolam on cardiovascular function in pigs. Mytilineou C. Avaliação terapêutica do R 2498 (Triperidol) em pacientes esquizofrênicos hospitalizados. Bobon DP. Gonzalez J. Cell Biol Toxicol 1987. 55. Burns ME. Raskind MA. 78(1):113-5. Haloperidol-induced dysphoria in patients with Tourette syndrome. Ondansetron and droperidol in the prevention of postoperative nausea and vomiting. Prolonged haloperidol and reduced haloperidol plasma concentrations after decanoate withdrawal. Brown ES. 33. Localization of dopamine receptors in the rabbit cornea. Browne JL. 38. J Neuropsychiatry Clin Neurosci 1990. 53. In vivo assay for neuroleptic receptor binding in the striatum. J Trauma 1995. Franklin M. Quantitative autoradiographic distribution and pharmacological characterization of (3H)buspirone binding to sections from rat. Chang WH. 61. Asenjo C. bovine and marmoset brain. 18(6):721-8. Anesthesia for the surgery of malignant pheochromocytoma. De la Cuadra JC. Yang CH. Dawson AH. 67. Munoz H. Cai G. 67(5):1035-43. Castillo L. 64. Bugedo G. Smith C. Chambers RA.

of haloperidol in psychotic patients. Psychopharmacology (Berl) 1987; 91(4):410-4. 68. Chiou GC. Ocular hypotensive actions of haloperidol, a dopaminergic antagonist. Arch Ophthalmol 1984; 102(1):1435. 69. Chivers JK, Reavill C, Jenner P, Marsden CD. Definition of the in-vivo accumulation of [3H]spiperone in brain using haloperidol and sulpiride to determine functional dopamine receptor occupation. J Pharm Pharmacol 1988; 40(9):613-9. 70. Chouinard G, Annable L, Turnier L, Holobow N, Szkrumelak N. A double-blind randomized clinical trial of rapid tranquilization with I.M. clonazepam and I.M. haloperidol in agitated psychotic patients with manic symptoms. Can J Psychiatry 1993; 38 Suppl 4:S114-21. 71. Clarke DJ. Antilibidinal drugs and mental retardation: a review. Med Sci Law 1989; 29(2):136-46. 72. Clarke DJ, Ford R. Treatment of refractory Tourette syndrome with haloperidol decanoate. Acta Psychiatr Scand 1988; 77(4):495-6. 73. Climent MA, Palau J, Ruiz A, Soriano V, Aznar E, Olmos T, Guillem V. The antiemetic efficacy of granisetron plus dexamethasone, haloperidol and loracepam in breast cancer patients treated with high-dose chemotherapy with peripheral blood stem-cell support. Support Care Cancer 1998; 6(3):28790. 74. Coffey CE, Ross DR. Treatment of lithium/neuroleptic neurotoxicity during lithium maintenance. Am J Psychiatry 1980; 137(6):736-7. 75. Cohen WJ, Cohen NH. Lithium carbonate, haloperidol, and irreversible brain damage. JAMA 1974; 230(9):1283-7. 76. Cornelius JR, Soloff PH, Perel JM, Ulrich RF. Continuation pharmacotherapy of borderline personality disorder with haloperidol and phenelzine. Am J Psychiatry 1993; 150(12):1843-8. 77. Corssen G, Chodoff P. Clinical management of the patient in shock. Neuroleptanalgesia. Clin Anesth 1965; 2:137-49. 78. Craven EM. Gilles de la Tourette syndrome treated with haloperidol. JAMA 1969; 210(1):134. 79. Creese I, Feinberg AP, Snyder SH. Butyrophenone influences on the opiate receptor. Eur J Pharmacol 1976; 36(1):231-5. 80. Cure S, Carpenter S. Droperidol for acute psychosis (Cochrane Review) Cochrane Database Syst Rev 2001;2:CD002830. 81. Czyrak A, Jaros T, Moryl E, Maj J. Pharmacological effects of zotepine and other antipsychotics on the central 5Ht2 receptors. Pharmacopsychiatry 1993; 26(2):53-8. 82. Dammers S, Zeit T, Leonhardt M, Schar V & Agelink MW. The neuroleptic malignant syndrome. Dtsch Med Wochenschr 1995; 120(50):1739-42. 83. Darcourt G, Valery B, Lavagna J, Cazac A, Ollier A, Boucebci M, Cossa P. The treatment of states of psycho-motor agitation and delirious syndromes with C.B. 8098 (benperidol). Sem Ther 1965; 41(9):533-9. 84. De Cuyper H, Bollen J, van Praag HM, Verstraeten D. Pharmacokinetics and therapeutic efficacy of haloperidol decanoate after loading dose administration. Br J Psychiatry 1986; 148:560-6. 85. De Cuyper H, van Praag HM, Verstraeten D.The effect of milenperone on the aggressive behavior of psychogeriatric patients. A double-blind placebo-controlled study. Neuropsychobiology 1985;13(1-2):1-6. 86. De Cuyper H, van Praag HM, Verstraeten D. The effect of milenperone on the aggressive behavior of oligophrenic patients. A double-blind placebo-controlled study. Neuropsychobiology 1985;13(3):101-5. 87. Deberdt R. Benperidol (R4584) in the treatment of sexual offenders. Acta Psychiatr Belg 1971; 11(5):396-413. 88. Defazio G, Lamberti P, Lepore V, Livrea P, Ferrari E. Facial dystonia: clinical features, prognosis and

pharmacology in 31 patients. Ital J Neurol Sci 1989; 10(6):553-60. 89. Delay J & Deniker P. 38 cas de psychoses traités par la cure prolongée et continué de 4568 RP. Ann Méd Psychol, 1952; 110:364. 90. Delay J, Deniker P & Harl JM. Utilisation en thérapeutique psychiatrique d’une phénothiazine d’action centrale élective. Ann Méd Psychol, 1952; 110(2), 112-117. 91. Delerue O, Destee A. Protracted recurrent neuroleptic malignant syndrome. Rev Neurol (Paris) 1990; 146(8-9):5157. 92. Di Salvo TG, O'Gara PT. Torsade de pointes caused by high-dose intravenous haloperidol in cardiac patients. Clin Cardiol 1995; 18(5):285-90. 93. Dincsoy HP, Saelinger DA. Haloperidol-induced chronic cholestatic liver disease. Gastroenterology 1982; 83(3):694700. 94. Doenicke A, Kugler J, Schellenberger A, Gurtner T, Spiess W. The recovery period after anesthesia with droperidol and phentanyl. Arzneimittelforschung 1965; 15(3):269-71. 95. Doss FW. The effect of antipsychotic drugs on body weight: a retrospective review. J Clin Psychiatry 1979; 40(12):528-30. 96. Drake RE, Ehrlich J. Suicide attempts associated with akathisia. Am J Psychiatry 1985; 142(4):499-501. 97. Drolet B, Zhang S, Deschenes D, Rail J, Nadeau S, Zhou Z, January CT, Turgeon J. Droperidol lengthens cardiac repolarization due to block of the rapid component of the delayed rectifier potassium current. J Cardiovasc Electrophysiol 1999; 10(12):1597-604. 98. Dupre LJ, Stieglitz P. Extrapyramidal syndromes after premedication with droperidol in children. Br J Anaesth 1980; 52(8):831-3. 99. Edgar J. Droperidol-induced neuroleptic malignant syndrome. Hosp Med 1999; 60(6):448-9. 100. Eiser AR, Neff MS, Slifkin RF. Acute myoglobinuric renal failure. A consequence of the neuroleptic malignant syndrome. Arch Intern Med 1982; 142(3):601-3. 101. Eitan N, Levin Y, Ben-Artzi E, Levy A, Neumann M. Effects of antipsychotic drugs on memory functions of schizophrenic patients. Acta Psychiatr Scand 1992; 85(1):746. 102. Ellman JP. Sudden death. Can J Psychiatry 1982; 27(4):331-3. 103. Ereshefsky L, Toney G, Saklad SR, Anderson C, Seidel D. A loading-dose strategy for converting from oral to dépôt haloperidol. Hosp Community Psychiatry 1993; 44(12):115561. 104. Faigel DO, Metz DC, Kochman ML. Torsade de pointes complicating the treatment of bleeding esophageal varices: association with neuroleptics, vasopressin, and electrolyte imbalance. Am J Gastroenterol 1995; 90(5):822-4. 105. Feldman PE, Bay AP, Baser AN, Bhasker KN, Kennedy LL. Parenteral haloperidol in controlling patient behavior during acute psychotic episodes. Curr Ther Res Clin Exp 1969; 11(6):362-6. 106. Fernandez F, Holmes VF, Adams F, Kavanaugh JJ. Treatment of severe, refractory agitation with a haloperidol drip. J Clin Psychiatry 1988; 49(6):239-41. 107. Field LH. Benperidol in the treatment of sexual offenders. Med Sci Law 1973;13(3):195-6. 108. Fijnheer R, van de Ven PJ, Erkelens DW. Psychiatric drugs as risk factor in fatal heat stroke. Ned Tijdschr Geneeskd 1995; 139(27):1391-3. 109. Fisher H. A new approach to emergency department therapy of migraine headache with intravenous haloperidol: a case series. J Emerg Med 1995; 13(1):119-22. 110. Flaherty JA, Lahmeyer HW. Laryngeal-pharyngeal dystonia as a possible cause of asphyxia with haloperidol treatment. Am J Psychiatry 1978; 135(11):1414-5.

126

111. Fletcher R, Ranklev E, Olsson AK, Leander S. Malignant hyperthermia syndrome in naanxious patient. Br J Anaesth 1981; 53(9):993-5. 112. Foster S, Kessel J, Berman ME, Simpson GM. Efficacy of lorazepam and haloperidol for rapid tranquilization in a psychiatric emergency room setting. Int Clin Psychopharmacol 1997; 12(3):175-9. 113. Friedman AM, Huang CC, Kulmala HA, Dinerstein R, Navone J, Brunsden B, Gawlas D, Cooper M. The use of radiobrominated p-bromospiroperidol for gamma-ray imaging of dopamine receptors. Int J Nucl Med Biol 1982;9(1):57-61 114. Froemming JS, Lam YW, Jann MW, Davis CM. Pharmacokinetics of haloperidol. Clin Pharmacokinet 1989; 17(6):396-423. 115. Frussa-Filho R, Palermo-Neto J. Effects of single and long-term droperidol administration on open-field and stereotyped behavior of rats. Physiol Behav 1991; 50(4):82530. 116. Frye MA, Coudreaut MF, Hakeman SM, Shah BG, Strouse TB, Skotzko CE. Continuous droperidol infusion for management of agitated delirium in an intensive care unit. Psychosomatics 1995; 36(3):301-5. 117. Furlanut M, Benetello P, Perosa A, Colombo G, Gallo F, Forgione A. Pharmacokinetics of benperidol in volunteers after oral administration. Int J Clin Pharmacol Res 1988; 8(1):13-6. 118. Gaal DG, Rice LJ, Hannallah RS. Droperidol-induced extrapyramidal symptoms in an adolescent following strabismus surgery. Middle East J Anesthesiol 1990; 10(5):527-31. 119. Ganguli R. Weight gain associated with antipsychotic drugs. J Clin Psychiatry 1999; 60 Suppl 21:20-4. 120. Gary NE, Saidi P. Methamphetamine intoxication. A speedy new treatment. Am J Med 1978; 64(3):537-40. 121. Garza-Trevino ES, Hollister LE, Overall JE, Alexander WF. Efficacy of combinations of intramuscular antipsychotics and sedative-hypnotics for control of psychotic agitation.Am J Psychiatry 1989; 146(12):1598-601. 122. Gates GA. Innovar treatment for Meniere's disease. Acta Otolaryngol 1999; 119(2):189-93. 123. Gaulin BD, Markowitz JS, Caley CF, Nesbitt LA, Dufresne RL. Clozapine-associated elevation in serum triglycerides. Am J Psychiatry 1999; 156(8):1270-2. 124. Gelders YG. Pharmacology, pharmacokinetics and clinical development of haloperidol decanoate. Int Clin Psychopharmacol 1986; 1 Suppl 1:1-11. 125. Gelders YG, Reyntjens AJ, Aerts TJ. Milenperone. A selective drug for the control of behavioral disorders in epileptic and alcoholic patients. Acta Psychiatr Belg 1984 Mar-Apr;84(2):151-9. 126. Gelenberg AJ, Mandel MR. Catatonic reactions to highpotency neuroleptic drugs. Arch Gen Psychiatry 1977; 34(8):947-50. 127. Gerstenzang ML, Krulisky TV. Parenteral haloperidol in psychiatric emergencies. Double-blind comparison with chlorpromazine. Dis Nerv Syst 1977; 38(8):581-3. 128. Ghram N, Allani C, Oudali B, Fitouri Z, Ben Becher S. Sydenham's chorea in children. Arch Pediatr 1999; 6(10):1048-52. 129. Giannini AJ, Price WA, Loiselle RH, Malone DW. Treatment of phenylcyclohexylpyrrolidine (PHP) psychosis with haloperidol. J Toxicol Clin Toxicol 1985; 23(2-3):185-9. 130. Gille M, Ghariani S, Pieret F, Delbecq J, Depre A, Saussu F, de Barsy T. Acute encephalomyopathy and persistent cerebellar syndrome after lithium salt and haloperidol poisoning. Rev Neurol (Paris)1997; 153(4):26870. 131. Goff DC, Midha KK, Sarid-Segal O, Hubbard JW, Amico E. A placebo-controlled trial of fluoxetine added to

neuroleptic in patients with schizophrenia. Psychopharmacology (Berl) 1995;117(4):417-23. 132. Goldman SA. Lithium and neuroleptics in combination: is there enhancement of neurotoxicity leading to permanent sequelae? J Clin Pharmacol 1996; 36(10):951-62. 133. Grabowski SW. Safety and effectiveness of haloperidol for mentally retarded behaviorallydisordered and hyperkinetic patients. Curr Ther Res Clin Exp 1973; 15(11):856-61. 134. Granger B. The discovery of haloperidol. Encephale 1999; 25(1):59-66. 135. Greenblatt DJ, Harmatz JS, Gouthro TA, Locke J, Shader RI. Distinguishing a benzodiazepine agonist (triazolam) from a nonagonist anxiolytic (buspirone) by electroencephalography: kinetic-dynamic studies. Clin Pharmacol Ther 1994; 56(1):100-11. 136. Grohmann R, Koch R, Schmidt LG. Extrapyramidal symptoms in neuroleptic recipients. Agents Actions Suppl 1990; 29:71-82. 137. Gronert GA. Malignant hyperthermia. Anesthesiology 1980; 53(5):395-423. 138. Guadagnucci A, Tornaboni D, Vignali G, Mariotti M, Cincinelli A, Vignale L. Neurolepticmalignant syndrome. A case report. Minerva Med 1995; 86(7-8):327-30. 139. Gundlach AL, Largent BL, Snyder SH. 125I-Spiperone: a novel ligand for D2 dopamine receptors. Life Sci 1984 Nov 5;35(19):1981-8 140. Gupta S, Popli A. Psychosis in Apert's syndrome with partial agenesis of the corpus callosum. J Psychiatry Neurosci 1995; 20(4):307-9. 141. Guy JM, Andre-Fouet X, Porte J, Bertrand M, Lamaud M, Verneyre H. Torsades de pointes and prolongation of the duration of QT interval after injection of droperidol. Ann Cardiol Angeiol (Paris) 1991; 40(9):541-5. 142. Haas S, Beckmann H. Delirium tremens: unsatisfactory treatment results with dehydrobenzperidol. Nervenarzt 1981; 52(3):181-3. 143. Haase HJ, Kaumeier S, Schwarz S, Gundel A, Linde OK, von Bomhard RH, Rauwolf ER, Scheel R, Seyfferth H, Stripf A, Stripf L. Clinical trial of droperidol for the determination of the neuroleptic threshold and the neuroleptic-therapeutic range. Int Pharmacopsychiatry 1980; 15(1):74-80. 144. Haase HJ, Mattke D, Schonbeck M. Clinical neuroleptic tests in the case of the butyrophenone derivatives benzperidol and spiroperidol. Psychopharmacologia 1964; 6(6):435-52. 145. Habre W, Wilson D, Johnson CM. Extrapyramidal sideeffects from droperidol mixed with morphine for patientcontrolled analgesia in two children. Paediatr Anaesth 1999; 9(4):362-4. 146. Hantraye P, Maziere B, Maziere M, Fukuda H, Naquet R. Dopaminergic and benzodiazepine receptors studied in vivo by PET. J Physiol (Paris) 1986;81(4):278-82. 147. Harada H, Igarashi M, Sugae S, Okamoto K, Tsuji M, Nakajima T. A schizophrenic patient who developed extreme hypothermia after an increase in the dose of haloperidol: a case report. Jpn J Psychiatry Neurol 1994; 48(3):595-8. 148. Haumonte MT, Wurtz D, Brenet, Jacquot MP. Action of fluphenazine and benzperidol on psychologic tests (Rorschach) of psychotic patients. Ann Med Psychol (Paris) 1970; 1(1):121-34. 149. Heird SB, Rhoads JE Jr, Agarwal NN. Neuroleptic malignant syndrome in a trauma patient: case report. J Trauma 1989; 29(11):1595-7. 150. Henderson RA, Lane S, Henry JA. Life-threatening ventricular arrhythmia (torsades de pointes) after haloperidol overdose. Hum Exp Toxicol 1991; 10(1):59-62. 151. Hesslinger B, Normann C, Langosch JM, Klose P, Berger M, Walden J. Effects of carbamazepine and valproate on haloperidol plasma levels and on psychopathologic outcome in schizophrenic patients. J Clin Psychopharmacol 1999; 19(4):310-5.

127

152. Hill SJ, Young M. Antagonism of central histamine H1 receptors by antipsychotic drugs. Eur J Pharmacol 1978; 52(3-4):397-9. 153. HISTÓRIA DA JANSSEN-CILAG. (http://www.cilag.com.br/main/empresa_frame.htm). 154. Hines AH, Labbate LA. Combination midazolam and droperidol for severe post-ECT agitation. Convuls Ther 1997; 13(2):113-4. 155. Hoffman AS, Schwartz HI, Novick RM. Catatonic reaction to accidental haloperidol overdose: an unrecognized drug abuse risk. J Nerv Ment Dis 1986; 174(7):428-30. 156. Holley FO, Magliozzi JR, Stanski DR, Lombrozo L, Hollister LE. Haloperidol kinetics after oral and intravenous doses. Clin Pharmacol Ther 1983; 33(4):477-84. 157. Hooper JF, Minter G. Droperidol in the management of psychiatric emergencies. J Clin Psychopharmacol 1983; 3(4):262-3. 158. Hoshino Y, Yashima Y, Ishige K, Kaneko M, Kumashiro H. Effects of small doses ofhaloperidol on autistic children. Fukushima J Med Sci 1979, 26(1-2):43-54. 159. Howlett DR, Nahorski SR. A comparative study of [3H]haloperidol and [3H]spiroperidol binding to receptors on rat cerebral membranes. FEBS Lett 1978 Mar 1;87(1):152-6. 160. Huang CC, Friedman AM, So R, Simonovic M, Meltzer HY. Synthesis and biological evaluation of p-bromospiperone as potential neuroleptic drug. J Pharm Sci 1980 Aug;69(8):984-6. 161. Huang HF, Jann MW, Wei FC, Chang TP, Chen JS, Juang DJ, Lin SK, Lam YW, Chien CP, Chang WH. Lack of pharmacokinetic interaction between buspirone and haloperidol in patients with schizophrenia. J Clin Pharmacol 1996; 36(10):963-9. 162. Huang N, Ase AR, Hebert C, van Gelder NM, Reader TA. Effects of chronic neuroleptic treatments on dopamine D1 and D2 receptors: homogenate binding and autoradiographic studies. Neurochem Int 1997; 30(3):277-90. 163. Hulak S. Ensaio de aplicação clínica do R-1626. Neurobiologia 1964; 27(2):170-83. 164. Hummer M, Kemmler G, Kurz M, Kurzthaler I, Oberbauer H, Fleischhacker WW. Weight gain induced by clozapine. Eur Neuropsychopharmacol 1995; 5(4):437-40. 165. Hummer M, Kemmler G, Kurz M, Kurzthaler I, Oberbauer H, Fleischhacker WW. Sexual disturbances during clozapine and haloperidol treatment for schizophrenia. Am J Psychiatry 1999; 156(4):631-3. 166. Hung YC, Ho YY, Shen CL. Delayed akathisia and suicidal attempts following epidural droperidol infusion--a case report. Acta Anaesthesiol Sin 1999; 37(3):151-4. 102. 167. Hunt N, Stern TA. The association between intravenous haloperidol and Torsades de Pointes. Three cases and a literature review. Psychosomatics 1995; 36(6):541-9. 168. Husband C, Mai FM, Carruthers G. Syndrome of inappropriate secretion of anti-diuretic hormone in a patient treated with haloperidol. Can J Psychiatry 1981; 26(3):196-7. 169. Hynes AF, Vickar EL. Case study: neuroleptic malignant syndrome without pyrexia. J AmAcad Child Adolesc Psychiatry 1996; 35(7):959-62. 170. Ishikane T, Kusumi I, Matsubara R, Matsubara S, Koyama T. Effects of serotonergic agents on the up-regulation of dopamine D2 receptors induced by haloperidol in rat striatum. Eur J Pharmacol 1997; 321(2):163-9. 171. Ishiwata K, Hayakawa N, Ogi N, Oda K, Toyama H, Endo K, Tanaka A, Senda M. Comparison of three PET dopamine D2-like receptor ligands, [11C]raclopride, [11C]nemonapride and [11C]N-methylspiperone, in rats. Ann Nucl Med 1999; 13(3):161-7. 172. Isosu T, Katoh M, Okuaki A. Continuous epidural droperidol for postoperative pain. Masui 1995; 44(7):1014-7.

173. Ives TJ, Fleming MF, Weart CW, Bloch D. Treatment of intractable hiccups with intramuscular haloperidol. Am J Psychiatry 1985; 142(11):1368-9. 174. Iwahashi K. Significantly higher plasma haloperidol level during cotreatment with carbamazepine may herald cardiac change. Clin Neuropharmacol 1996; 19(3):267-70. 175. Iwahashi K, Miyatake R, Suwaki H, Hosokawa K, Ichikawa Y. The drug-drug interaction effects of haloperidol on plasma carbamazepine levels. Clin Neuropharmacol 1995; 18(3):233-6. 176. Jabotinsky-Rubin K, Durst R, Levitin LA, Moscovich DG, Silver H, Lerner J, Van Praag H, Gardner EL. Effects of haloperidol on human plasma magnesium. J Psychiatr Res 1993; 27(2):155-9. 177. Jackson M, Bozzino J, Prasad V, Warenius H. Ineffectiveness of droperidol as antiemetic. Drug Intell Clin Pharm 1985; 19(11):841-2. 178. Jacobson S, Schreibman B. Behavioral and pharmacologic treatment of delirium. Am Fam Physician 1997; 56(8):2005-12. 179. Janicak PG, Davis JM, Preskorn SH, Ayd Jr FJ. Princípios e práticas em psicofarmacoterapia. Trad Português. Medsi, Rio de Janeiro, 1996. 180. Jann MW, Ereshefsky L, Saklad SR, Seidel DR, Davis CM, Burch NR, Bowden CL. Effects of carbamazepine on plasma haloperidol levels. J Clin Psychopharmacol 1985; 5(2):106-9. 181. Jann MW, Saklad SR, Ereshefsky L, Richards AL, Harrington CA, Davis CM. Effects of smoking on haloperidol and reduced haloperidol plasma concentrations and haloperidol clearance. Psychopharmacology (Berl) 1986; 90(4):468-70. 182. Janssen PA. The evolution of the butyrophenones, haloperidol and trifluperidol, from meperidine-like 4phenylpiperidines. Int Rev Neurobiol 1965; 8:221-63. 183. Janssen PAJ, Tollenaere JP. The Discovery of Butyrophenone Neuroleptics. In: Bindra J, Lednicer D (eds). Chronicles of Drug Discoveries. Wiley-Interscience, New York, 1981. 184. Jeffries J, Remington G, Wilkins J. The question of lithium/neuroleptic toxicity. Can J Psychiatry 1984; 29(7):601-4. 185. Jenkins TA, Chai SY, Mendelsohn FA. Upregulation of angiotensin II AT1 receptors in the mouse nucleus accumbens by chronic haloperidol treatment. Brain Res 1997; 748(12):137-42. 186. Johnson JC. Delirium in the elderly. Emerg Med Clin North Am 1990; 8(2):255-65. 187. Jurivich DA, Hanlon J, Andolsek K. Neuroleptic-induced neutropenia in the elderly. J Am Geriatr Soc 1987; 35(3):24850. 188. Kahn EM, Schulz SC, Perel JM, Alexander JE. Change in haloperidol level due to carbamazepine--a complicating factor in combined medication for schizophrenia. J Clin Psychopharmacol 1990; 10(1):54-7. 189. Kane JM. Dosage strategies with long-acting injectable neuroleptics, including haloperidol decanoate. J Clin Psychopharmacol 1986; 6(1 Suppl):20S-23S. 190. Kariya T, Shimazono Y, Itoh H, Mori A, Murasaki M, Sugano K, Toru M, Yamashita I. Acomparison of the clinical effects of timiperone, a new butyrophenone derivative, and haloperidol on schizophrenia using a double-blind technique. J Int Med Res 1983; 11(2):66-77. 191. Keltner NL & Folks DG. Psychotropic Drugs. 2nd ed, Mosby, St. Louis, 1997. 192. Ketai R, Matthews J, Mozdzen JJ Jr. Sudden death in a patient taking haloperidol. Am J Psychiatry 1979; 136(1):1123. 193. Kidron R, Averbuch I, Klein E, Belmaker RH. Carbamazepine-induced reduction of blood levels of

128

haloperidol in chronic schizophrenia. Biol Psychiatry 1985; 20(2):219-22. 194. King DJ, Burke M, Lucas RA. Antipsychotic druginduced dysphoria. Br J Psychiatry 1995; 167(4):480-2. 195. King DJ, Henry G. The effect of neuroleptics on cognitive and psychomotor function. A preliminary study in healthy volunteers. Br J Psychiatry 1992; 160:647-53. 196. Konikoff F, Kuritzky A, Jerushalmi Y, Theodor E. Neuroleptic malignant syndrome induced by a single injection of haloperidol. Br Med J (Clin Res Ed) 1984; 289(6453):12289. 197. Koo JY, Chien CP. Coma following ECT and intravenous droperidol: case report. J Clin Psychiatry 1986; 47(2):94-5. 198. Kornhuber J, Schultz A, Wiltfang J, Meineke I, Gleiter CH, Zochling R, Boissl KW, Leblhuber F, Riederer P. Persistence of haloperidol in human brain tissue. Am J Psychiatry 1999; 156(6):885-90. 199. Kraus T, Haack M, Schuld A, Hinze-Selch D, Kuhn M, Uhr M, Pollmacher T. Body weight and leptin plasma levels during treatment with antipsychotic drugs. Am J Psychiatry 1999; 156(2):312-4. 200. Kriwisky M, Perry GY, Tarchitsky D, Gutman Y, Kishon Y. Haloperidol-induced torsades de pointes. Chest 1990; 98(2):482-4. 201. Krull F, Risse A. A case of malignant neuroleptic syndrome with rhabdomyolysis and therapeutic trial using physostigmine Fortschr Neurol Psychiatr 1986; 54(12):398401. 202. Kubota T, Ishikura T, Jibiki I. Alopecia areata associated with haloperidol. Jpn J Psychiatry Neurol 1994; 48(3):579-81. 203. Kudo S, Ishizaki T. Pharmacokinetics of haloperidol: an update. Clin Pharmacokinet 1999;37(6):435-56. 204. Kudo S, Odomi M. Involvement of human cytochrome P450 3A4 in reduced haloperidol oxidation. Eur J Clin Pharmacol 1998; 54(3):253-9. 205. Kulmala HK, Huang CC, Dinerstein RJ, Friedman AM. Specific in vivo binding of 77Br-p-bromospiroperidol in rat brain: a potential tool for gamma ray imaging. Life Sci 1981 Apr 27;28(17):1911-6. 206. Kume M, Imai H, Motegi M, Miura AB, Namura I. Sneddon's syndrome (livedo racemosa and cerebral infarction) presenting psychiatric disturbance and shortening of fingers and toes. Intern Med 1996; 35(8):668-73. 207. Kumra S, Frazier JA, Jacobsen LK, McKenna K, Gordon CT, Lenane MC, Hamburger SD, Smith AK, Albus KE, Alaghband-Rad J, Rapoport JL. Childhood-onset schizophrenia. A double-blind clozapine-haloperidol comparison. Arch Gen Psychiatry 1996; 53(12):1090-7. 208. Kuribara H. Inhibition of methamphetamine sensitization by post-methamphetamine treatment with SCH 23390 or haloperidol. Psychopharmacology (Berl) 1995; 119(1):34-8. 209. Kusumi I, Ishikane T, Matsubara S, Koyama T. Longterm treatment with haloperidol or clozapine does not affect dopamine D4 receptors in rat frontal cortex. J Neural Transm Gen Sect 1995; 101(1-3):231-5. 210. Kymer PJ, Brown RE Jr, Lawhorn CD, Jones E, Pearce L. The effects of oral droperidol versus oral metoclopramide versus both oral droperidol and metoclopramide on postoperative vomiting when used as a premedicant for strabismus surgery. J Clin Anesth 1995; 7(1):35-9. 211. Laduron PM, Janssen PF, Leysen JE. Spiperone: a ligand of choice for neuroleptic receptors. 2. Regional distribution and in vivo displacement of neuroleptic drugs. Biochem Pharmacol 1978a; 27(3):317-21. 212. Laduron PM, Janssen PF, Leysen JE - Spiperone: a ligand of choice for neuroleptic receptors. 3. Subcellular distribution of neuroleptic drugs and their receptors in various rat brain areas. Biochem Pharmacol 1978b; 27(3):323-8. 213. Lahti RA, Evans DL, Stratman NC, Figur LM. Dopamine D4 versus D2 receptor selectivity of dopamine receptor

antagonists: possible therapeutic implications. Eur J Pharmacol 1993; 236(3):483-6. 214. Lake CR, Fann WE. Possible potentiation of haloperidol neurotoxicity in acute hyperthyroidism. Br J Psychiatry 1973; 123(576):523-5. 215. Lang AE. Withdrawal akathisia: case reports and a proposed classification of chronic akathisia. Mov Disord 1994; 9(2):188-92. 216. Lapolla A. Clinical efficacy of haloperidol in chronic psychotic patients. Int J Neuropsychiatry 1967; 3:Suppl l:6877. 217. Lavid N, Franklin DL, Maguire GA. Management of child and adolescent stuttering with olanzapine: three case reports. Ann Clin Psychiatry 1999; 11(4):233-6. 218. Lavin MJ, Andrews V. Is topical haloperidol a useful glaucoma treatment? Br J Ophthalmol 1986; 70(6):448-50. 219. Lawrence KR, Nasraway SA. Conduction disturbances associated with administration of butyrophenone antipsychotics in the critically ill: a review of the literature. Pharmacotherapy 1997; 17(3):531-7. 220. Lawrence M, Barclay DM 3rd. Stuttering: a brief review. Am Fam Physician 1998; 57(9):2175-8. 221. Lazarus A. Heatstroke in a chronic schizophrenic patient treated with high-potency neuroleptics. Gen Hosp Psychiatry 1985; 7(4):361-3. 222. Lazzarin M, Benati F, Cesario V. Rhabdomyolysis and acute renal failure caused by haloperidol-decanoate. Recenti Prog Med 1996; 87(9):422-4. 223. Le Vann LJ. Clinical comparison of haloperidol with chlorpromazine in mentally retarded children. Am J Ment Defic 1971; 75(6):719-23. 224. Leblanc G, Cormier H, Gagne MA, Vaillancourt S. Effects of neuroleptic reduction in schizophrenic outpatients receiving high doses. Can J Psychiatry 1994; 39(4):223-9. 225. Lee HS, Song DH, Kim JH, Lee YM, Han ES, Yoo KJ. Cyproheptadine augmentation of haloperidol in chronic schizophrenic patients: a double-blind placebo-controlled study. Int Clin Psychopharmacol 1995; 10(2):67-72. 226. Leucht S, Pitschel-Walz G, Abraham D, Kissling W. Efficacy and extrapyramidal side-effects of the new antipsychotics olanzapine, quetiapine, risperidone, and sertindole compared to conventional antipsychotics and placebo. A meta-analysis of randomized controlled trials. Schizophr Res 1999; 35(1):51-68. 227. Levant B, Grigoriadis DE, De Souza EB. Relative affinities of dopaminergic drugs at dopamine D2 and D3 receptors. Eur J Pharmacol 1995; 278(3):243-7. 228. Levitt AJ, Midha R, Craven JL. Neuroleptic malignant syndrome with intravenous haloperidol. Can J Psychiatry 1990; 35(9):789. 229. Liam CK, Ong SB. Neuroleptic malignant syndrome with renal and respiratory complications--a case report. Singapore Med J 1990; 31(2):182-4. 230. Lischke V, Behne M, Doelken P, Schledt U, Probst S, Vettermann J. Droperidol causes a dose-dependent prolongation of the QT interval. Anesth Analg 1994; 79(5):983-6. 231. Lowe MR, Batchelor DH. Dépôt neuroleptics and manic depressive psychosis. Int Clin Psychopharmacol 1986; 1 Suppl 1:53-62. 232. Luckey WT, Schiele BC. A comparison of haloperidol and Trifluoperazine. (A double-blind, controlled study on chronic schizophrenic outpatients). Dis Nerv Syst 1967; 28(3):181-6. 233. Lynch DR, Gallagher MJ. Inhibition of N-methyl-Daspartate receptors by haloperidol: developmental and pharmacological characterization in native and recombinant receptors. J Pharmacol Exp Ther 1996; 279(1):154-61. 234. Madalena JC. Neurodisleptic therapy: Clinical trial in chronic Schizophrenia with a new Butyrophenone derivative R

129

2498. O Hospital 1964; 66(6):69-87. 235. Madalena JC, Ferreira LR, Bello H. O emprego de um neuroléptico butirofenônico (Haloperidol) nas psicoses agudas e crônicas. R Assoc Med Bras 1963; 9(11/12):375-86. 236. Maltbie AA, Varia IG, Thomas NU. Ileus complicating haloperidol therapy. Psychosomatics 1981; 22(2):158-9. 237. Mann SC, Cohen MM, Boger WP. The danger of laryngeal dystonia. Am J Psychiatry 1979; 136(10):1344-5. 238. Mann SC, Greenstein RA, Eilers R. Early onset of severe dyskinesia following lithium-haloperidol treatment. Am J Psychiatry 1983; 140(10):1385-6. 239. Marder SR. Dépôt neuroleptics: side effects and safety. J Clin Psychopharmacol 1986; 6(1 Suppl):24S-29S. 240. Marelli A, Bodini P, Dizioli P, Chiodelli G, Guarneri M, Boldori L. The neuroleptic malignant syndrome (NMS). A report of a clinical case with a protracted and recurrent course. A review of the literature. Minerva Med 1996; 87(12):45-51. 241. Marinella MA. Rhabdomyolysis associated with haloperidol without evidence of NMS. Ann Pharmacother 1997; 31(7-8):927-8. 242. Markianos M, Hatzimanolis J, Lykouras L. Gonadal axis hormones in male schizophrenic patients during treatment with haloperidol and after switch to risperidone. Psychopharmacology (Berl) 1999; 143(3):270-2. 243. Marsh SJ, Dolson GM. Rhabdomyolysis and acute renal failure during high-dose haloperidol therapy. Ren Fail 1995; 17(4):475-8. 244. Martin ML, Lucid EJ, Walker RW. Neuroleptic malignant syndrome. Ann Emerg Med 1985; 14(4):354-8. 245. Martinot JL, Huret JD, Peron-Magnan P, Mazoyer BM, Baron JC, Caillard V, Syrota A, Loo H. Striatal D2 dopaminergic receptor status ascertained in vivo by positron emission tomography and 76Br-bromospiperone in untreated schizophrenics. Psychiatry Res 1989 Sep;29(3):357-8. 246. Mattos JP, Rosso AL. Tics e Síndrome de Gilles de la Tourette. Arq Neuropsiquiatr 1995; 53(1):141-6. 247. Maxa JL, Taleghani AM, Ogu CC, Tanzi M. Possible toxic encephalopathy following high-dose intravenous haloperidol. Ann Pharmacother 1997 Jun;31(6):736-7. 248. Maxmen JS & Ward NG. Psicotrópicos. Consulta Rápida. Trad 2ed, Artes Médicas, Porto Alegre, 1998. 249. Maziere B, Loc'h C, Baron JC, Sgouropoulos P, Duquesnoy N, D'Antona R, Cambon H. In vivo quantitative imaging of dopamine receptors in human brain using positron emission tomography and [76Br]bromospiperone. Eur J Pharmacol 1985 Aug 27;114(3):267-72. 250. McKane JP, Robinson AD, Wiles DH, McCreadie RG, Stirling GS. Haloperidol decanoate v. fluphenazine decanoate as maintenance therapy in chronic schizophrenic in-patients. Br J Psychiatry 1987; 151:333-6. 251. McLaren S, Cookson JC, Silverstone T. Positive and negative symptoms, depression and social disability in chronic schizophrenia: a comparative trial of bromperidol and fluphenazine decanoate. Int Clin Psychopharmacol 1992; 7(2):67-72. 252. McSwain ML, Forman LM. Severe parkinsonian symptom development on combination treatment with tacrine and haloperidol. J Clin Psychopharmacol 1995; 15(4):284. 253. Meco G, Casacchia M, Attenni M, Iafrate A, Castellana F, Ecari U. Haloperidol decanoate in schizophreniform disorders. Clinical and neuroendocrine aspects. Acta Psychiatr Belg1983; 83(1):57-68. 254. Menuck M. Laryngeal-pharyngeal dystonia and haloperidol. Am J Psychiatry 1981; 138(3):394-5. 255. Menza MA, Murray GB, Holmes VF, Rafuls WA. Controlled study of extrapyramidal reactions in the management of delirious, medically ill patients: intravenous haloperidol versus intravenous haloperidol plus benzodiazepines. Heart Lung 1988; 17(3):238-41.

256. Messiha FS. Differential modulation of mouse brain biogenic amines by haloperidol and pimozide: implications in Tourette's syndrome. Comp Biochem Physiol C 1990; 97(1):43-7. 257. Metwally KA, Dukat M, Egan CT, Smith C, DuPre A, Gauthier CB, Herrick-Davis K, Teitler M, Glennon RA. Spiperone: influence of spiro ring substituents on 5-Ht2A serotonin receptor binding. J Med Chem 1998; 41(25):508493. 258. Metzger E, Friedman R. Prolongation of the corrected QT and torsades de pointes cardiac arrhythmia associated with intravenous haloperidol in the medically ill. J Clin Psychopharmacol 1993; 13(2):128-32. 259. Michalets EL, Smith LK, Van Tassel ED. Torsade de pointes resulting from the addition of droperidol to an existing cytochrome P450 drug interaction. Ann Pharmacother 1998; 32(7-8):761-5. 260. Mikkelsen EJ. Efficacy of neuroleptic medication in pervasive developmental disorders of childhood. Schizophr Bull 1982; 8(2):320-32. 261. Minabe Y, Watanabe K, Nishimura T, Ashby CR Jr. Acute and chronic administration of clozapine produces greater proconvulsant actions than haloperidol on focal hippocampal seizures in freely moving rats. Synapse 1998; 29(3):272-8. 262. Miyaoka H, Kamijima K. Perphenazine-induced hiccups. Pharmacopsychiatry 1999; 32(2):81. 263. Miyazaki H, Matsunaga Y, Nambu K, Oh-e Y, Yoshida K, Hashimoto M. Disposition and metabolism of [14C]haloperidol in rats. Arzneimittelforschung 1986; 36(3):443-52. 264. Mize AL, Alper RH. Serotonin 5-Ht(1B/1D) agoniststimulated [(35)S]GTPgammaS binding in rat and guinea pig striatal membranes. Brain Res 1999; 836(1-2):229-36. 265. Modestin J, Krapf R, Boker W. A fatality during haloperidol treatment: mechanism of sudden death. Am J Psychiatry 1981; 138(12):1616-7. 266. Moerlein SM, Laufer P, Stocklin G, Pawlik G, Wienhard K, Heiss WD. Evaluation of 75Br-labelled butyrophenone neuroleptics for imaging cerebral dopaminergic receptor areas using positron emission tomography. Eur J Nucl Med 1986;12(4):211-6. 267. Moerlein SM, Perlmutter JS. Specific binding of 3N-(2'[18F]fluoroethyl)benperidol to primate cerebral dopaminergic D2 receptors demonstrated in vivo by PET. Neurosci Lett 1992; 148(1-2):97-100. 268. Moerlein SM, Perlmutter JS, Welch MJ. Specific, reversible binding of [18F]benperidol tobaboon D2 receptors: PET evaluation of an improved 18F-labeled ligand. Nucl Med Biol 1995; 22(6):809-15. 269. Moerlein SM, Perlmutter JS, Markham J, Welch MJ. In vivo kinetics of [18F](N-methyl)benperidol: a novel PET tracer for assessment of dopaminergic D2-like receptor binding. J Cereb Blood Flow Metab 1997; 17(8):833-45. 270. Monroy M, Teboul R, Calfayan J, Ave M, Pottier N. Report of the prolonged use of benperidol in a psychiatric unit. Ann M ed Psychol (Paris) 1967; 125(4):562-8. 271. Moore DP. Neuropsychiatric aspects of Sydenham's chorea: a comprehensive review. J Clin Psychiatry 1996; 57(9):407-14. 272. Moots RJ, Al-Saffar Z, Hutchinson D, Golding SP, Young SP, Bacon PA, McLaughlin PJ. Old drug, new tricks: haloperidol inhibits secretion of proinflammatory cytokines. Ann Rheum Dis 1999; 58(9):585-7. 273. Mowatt KS, Peters LJ. Haloperidol in radiotherapy. Med J Aust 1972; 1(4):196. 274. Muller-Siecheneder F, Muller MJ, Hillert A, Szegedi A, Wetzel H, Benkert O. Risperidone versus haloperidol and amitriptyline in the treatment of patients with a combined psychotic and depressive syndrome. J Clin Psychopharmacol 1998; 18(2):111-20.

130

275. Munyon WH, Salo R, Briones DF. Cytotoxic effects of neuroleptic drugs. Psychopharmacology (Berl)1987; 91(2):182-8. 276. Nageotte MP, Briggs GG, Towers CV, Asrat T. Droperidol and diphenhydramine in themanagement of hyperemesis gravidarum. Am J Obstet Gynecol 1996; 174(6):1801-5;discussion 1805-6. 277. Nakazawa T, Ohara K, Sawa Y, Edakubo T, Matsui H, Sawa J, Kawaguchi K, Hattori S, Nakajima M. Comparison of efficacy of timiperone, a new butyrophenone derivative, and clocapramine in schizophrenia: a multiclinic double-blind study. J Int Med Res 1983;11(5):247-58. 278. Neff KE, Denney D, Blachly PH. Control of severe agitation with droperidol. Dis Nerv Syst 1972; 33(9):594-7. 279. Nielssen O, Buhrich N, Finlay-Jones R. Intravenous sedation of involuntary psychiatric patients in New South Wales. Aust N Z J Psychiatry 1997; 31(2):273-8. 280. Nishikawa T, Tanaka M, Tsuda A, Koga I, Uchida Y. Prophylactic effects of neuroleptics in symptom-free schizophrenics: a comparative dose-response study of timiperone and sulpiride. Biol Psychiatry 1989; 25(7):861-6. 281. Nyberg S, Eriksson B, Oxenstierna G, Halldin C, Farde L. Suggested minimal effective dose of risperidone based on PET-measured D2 and 5-Ht2A receptor occupancy in schizophrenic patients. Am J Psychiatry 1999; 156(6):869-75. 282. O'Brien JM, Rockwood RP, Suh KI. Haloperidol-induced torsade de pointes. Ann Pharmacother 1999; 33(10):1046-50. 283. O'Regan JB. Treatment of obsessive--compulsive neurosis with haloperidol. Can Med Assoc J 1970; 103(2):167-8. 284. Occelli G, Saban Y, Pruneta RM, Pourcher N, Michel AM, Maestracci P. 2 cases of anaphylaxis from droperidol. Ann Fr Anesth Reanim 1984; 3(6):440-2. 285. Oh TE, Turner CW, Ilett KF, Waterson JG, Paterson JW. Mechanism of the hypertensive effect of droperidol in pheochromocytoma. Anaesth Intensive Care 1978; 6(4):322-7. 286. Ohkubo T, Toyoda m, Wakayama S, Matsuki A, Oyama T. Anaphylactic shock caused by Droperidol and Pentazocine. Masui 1980; 29(5):489-93. 287. Oliveira IR, Sena EP, Pereira EL, Miranda AM, Oliveira NF, Ribeiro MG, Castro-e-Silva E, Dardennes RM, SamuelLajeunesse B, Marcilio C. Haloperidol blood levels and clinical outcome: a meta-analysis of studies relevant to testing the therapeutic window hypothesis. J Clin Pharm Ther 1996; 21(4):229-36. 288. Oliver AP, Luchins DJ, Wyatt RJ. Neuroleptic-induced seizures. An in vitro technique for assessing relative risk. Arch Gen Psychiatry 1982; 39(2):206-9. 289. Olofsson SM, Weitzner MA, Valentine AD, Baile WF, Meyers CA. A retrospective study of the psychiatric management and outcome of delirium in the cancer patient. Support Care Cancer 1996; 4(5):351-7. 290. Ortiz A. Neuropharmacological profile of Meige's disease: overview and a case report. Clin Neuropharmacol 1983; 6(4):297-304. 291. Otani K, Aoshima T. Pharmacogenetics of classical and new antipsychotic drugs. Ther Drug Monit 2000; 22(1):11821. 292. Owen F, Poulter M, Mashal RD, Crow TJ, Veall N, Zanelli GD. 77Br-p-bromospiperone: a ligand for in vivo labelling of dopamine receptors. Life Sci 1983 Aug 22;33(8):765-8. 293. Owens NJ, Schauer AR, Nightingale CH, Golub GR, Martin RS, Williams HM, Schauer PK. Antiemetic efficacy of prochlorperazine, haloperidol, and droperidol in cisplatininduced emesis. Clin Pharm 1984; 3(2):167-70. 294. Palao DJ, Arauxo A, Brunet M, Marquez M, Bernardo M, Ferrer J, Gonzalez-Monclus E. Positive versus negative symptoms in schizophrenia: response to haloperidol. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1994; 18(1):155-64.

295. Palombaro JF, Klingelberger CE. Angioedema associated with droperidol administration. Ann Emerg Med 1996; 27(3):379-81. 296. Pan L, Belpaire FM. In vitro study on the involvement of CYP1A2, CYP2D6 and CYP3A4 in the metabolism of haloperidol and reduced haloperidol. Eur J Clin Pharmacol 1999; 55(8):599-604. 297. Pan L, Vander Stichele R, Rosseel MT, Berlo JA, De Schepper N, Belpaire FM. Effects of smoking, CYP2D6 genotype, and concomitant drug intake on the steady state plasma concentrations of haloperidol and reduced haloperidol in schizophrenic inpatients. Ther Drug Monit 1999; 21(5):48997. 298. Paquay J, Arnould F, Burton P, Tinant M. Spiroperidol (R 5147) in a psychiatric hospital. Acta Neurol Psychiatr Belg 1965; 65(9):720-6. 299. Patel P, Bristow G. Postoperative neuroleptic malignant syndrome. A case report. Can J Anaesth 1987; 34(5):515-8. 300. Patkar AA, Shah LP. Neuroleptic malignant syndrome (a case report). J Postgrad Med 1991; 37(3):168-70. 301. Patterson JF. Treatment of chorea gravidarum with haloperidol. South Med J 1979; 72(9):1220-1. 302. Patton CM Jr. Rapid induction of acute dyskinesia by droperidol. Anesthesiology 1975; 43(1):126-7. 303. Pearl J, Spilker BA, Woodward WA, Bentley RG. Anticholinergic activity of antipsychotic drugs in relation to their extrapyramidal effects. J Pharm Pharmacol 1976; 28(4):302-4. 304. Peck V, Shenkman L. Haloperidol-induced syndrome of inappropriate secretion of antidiuretic hormone. Clin Pharmacol Ther 1979; 26(4):442-4. 305. Perlmutter JS, Stambuk MK, Markham J, Black KJ, McGee-Minnich L, Jankovic J, Moerlein SM. Decreased [18F]spiperone binding in putamen in dystonia. Adv Neurol 1998; 78:161-8. 306. Perrault LP, Denault AY, Carrier M, Cartier R, Belisle S. Torsades de pointes secondary to intravenous haloperidol after coronary bypass grafting surgery. Can J Anaesth 2000; 47(3):251-4. 307. Perry BD, Simon PR, U'Prichard DC. Interactions of neuroleptic compounds at alpha 2-adrenergic receptor affinity states in bovine caudate nucleus. Eur J Pharmacol 1983; 95(34):315-8. 308. Pies RW. Handbook of Essential Psychopharmacology. American Psychiatric Press, Washington, 1998. 309. Pietrantonio C. Possibilities of drug treatment in some sex behavior anomalies. Ateneo Parmense [Acta Biomed] 1976; 47(5):613-33. 310. Pilowsky LS, Ring H, Shine PJ, Battersby M, Lader M. Rapid tranquillisation. A survey of emergency prescribing in a general psychiatric hospital. Br J Psychiatry 1992; 160:831-5. 44. 311. Plotkin DA, Plotkin D, Okun R. Haloperidol in the treatment of nausea and vomiting due to cytotoxic drug administration. Curr Ther Res Clin Exp 1973; 15(9):599-602. 312. Pocher G, Schott G. Intensive neuroleptic treatment in schizophrenias. Psychiatr Neurol Med Psychol Beih 1977; 2223:171-4. 313. Portel L, Hilbert G, Gruson D, Favier JC, GbikpiBenissan G, Cardinaud JP. Malignant hyperthermia and neuroleptic malignant syndrome in a patient during treatment for acute asthma. Acta Anaesthesiol Scand 1999; 43(1):10710. 314. Prendergast J, Spira P, Schnieden V. Post-ictal psychosis: an unusual clinical entity. Aust N Z J Psychiatry 1999; 33(3):433-5. 315. Price DK, Turnbull GJ, Gregory RP, Stevens DG. Neuroleptic malignant syndrome in a case of post-partum psychosis. Br J Psychiatry 1989; 155:849-52.

131

316. Pupeschi G, Agenet C, Levron JC, Barges-Bertocchio MH. Do enzyme inducers modify haloperidol decanoate rate of release? Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1994; 18(8):1323-32. 317. Quinn DE, Goodman MA. Neuroleptic malignant syndrome in the multiple trauma patient. J Orthop Trauma 1989; 3(1):68-70. 318. Quinn PT, Peachey C. Stuttering. An investigation of haloperidol. Med J Aust 1973; 2(17):809-11. 319. Raitasuo V, Lehtovaara R, Huttunen MO. Effect of switching carbamazepine to oxcarbazepine on the plasma levels of neuroleptics. A case report. Psychopharmacology (Berl) 1994; 116(1):115-6. 320. Ratan DA, Smith AH. Neuroleptic malignant syndrome secondary to droperidol. Biol Psychiatry 1993; 34(6):421-2. 321. Ravina E, Fueyo J, Masaguer CF, Negreira J, Cid J, Loza I, Honrubia A, Tristan H, G-Ferreiro T, Fontenla JA, Rosa E, Calleja JM, De Ceballos ML. Synthesis and affinities for dopamine (D2) and 5-hydroxytryptamine (5-Ht2A) receptors of 1-(benzoylpropyl)-4-(1-oxocycloalkyl-2-ethyl)-piperazines as cyclic butyrophenone derivatives. Chem Pharm Bull (Tokyo) 1996; 44(3):534-41. 322. Read SG, Batchelor DH. Violent and self-injurious behaviour in mentally handicapped patients-psychopharmacological control. Int Clin Psychopharmacol 1986; 1 Suppl 1:63-74. 323. Reilly JG, Ayis AS, Ferrier IN, Jones SJ, Thomas SH. QTc-Interval abnormalities and psychotropic drug therapy in psychiatric patients. Lancet 2000; 355(9209):1048-52. 324. Reis J, Felten P, Rumbach L, Collard M. Hyperthermia with acute rhabdomyolysis in a psychotic treated with neuroleptics. Rev Neurol (Paris) 1983; 139(10):595-6. 325. Resnick M, Burton BT. Droperidol vs. haloperidol in the initial management of acutely agitated patients. J Clin Psychiatry 1984; 45(7):298-9. 326. Richards JR, Derlet RW, Duncan DR. Methamphetamine toxicity: treatment with a benzodiazepine versus a butyrophenone. Eur J Emerg Med 1997; 4(3):130-5. 327. Richman PB, Reischel U, Ostrow A, Irving C, Ritter A, Allegra J, Eskin B, Szucs P, Nashed AH. Droperidol for acute migraine headache. Am J Emerg Med 1999; 17(4):398-400. 328. Rider JM, Mauger TF, Jameson JP, Notman DD. Water handling in patients receiving haloperidol decanoate. Ann Pharmacother 1995; 29(7-8):663-6. 329. Riker RR, Fraser GL, Richen P. Movement disorders associated with withdrawal from high-dose intravenous haloperidol therapy in delirious ICU patients. Chest 1997; 111(6):1778-81. 330. Rivera JM, Garcia-Bragado F, Iriarte LM, Lozano Gutierrez F, Salgado V, Andreu J, Morinigo A. Neuroleptic malignant syndrome. Analysis of 9 cases. Med Clin (Barc) 1990; 94(4):121-5. 331. Rivera VM, Keichian AH, Oliver RE. Persistent parkinsonism following neuroleptanalgesia. Anesthesiology 1975; 42(5):635-7. 332. Rollema H, Skolnik M, D'Engelbronner J, Igarashi K, Usuki E, Castagnoli N Jr. MPP(+)-like neurotoxicity of a pyridinium metabolite derived from haloperidol: in vivo microdialysis and in vitro mitochondrial studies. Pharmacol Exp Ther 1994; 268(1):380-7. 333. Rosenberger PB, Wheelden JA, Kalotkin M. The effect of haloperidol on stuttering. Am J Psychiatry 1976; 133(3):3314. 334. Rosenquist PB, Bodfish JW, Thompson R. Tourette syndrome associated with mental retardation: a single-subject treatment study with haloperidol. Am J Ment Retard 1997; 101(5):497-504. 335. Roth BL, Ciaranello RD, Meltzer HY. Binding of typical and atypical antipsychotic agents to transiently expressed 5Ht1C receptors. J Pharmacol Exp Ther 1992; 260(3):1361-5.

336. Rothrock JF. Treatment of acute migraine with intravenous droperidol. Headache 1997; 37(4):256-7. 337. Ryken TC, Merrell AN. Haloperidol-induced neuroleptic malignant syndrome in a 67-year-old woman with parkinsonism. West J Med 1989; 151(3):326-8. 338. Saji H, Yonekura Y, Tanahashi K, Iida Y, Iwasaki Y, Magata Y, Konishi J, Yokoyama A. Myocardial accumulation of a dopamine D2 receptor-binding radioligand, 2'iodospiperone. Ann Nucl Med 1993 Aug;7(3):153-6 339. Salva P, Costa J. Clinical pharmacokinetics and pharmacodynamics of zolpidem. Therapeutic implications. Clin Pharmacokinet 1995; 29(3):142-53. 340. Sandyk R, Hurwitz MD. Toxic irreversible encephalopathy induced by lithium carbonate and haloperidol. A report of 2 cases. S Afr Med J 1983; 64(22):875-6. 341. Sangiovanni F, Taylor MA, Abrams R, Gaztanaga P. Rapid control of psychotic excitement states with intramuscular haloperidol. Am J Psychiatry 1973; 130(10):1155-6. 342. Sato T, Takeichi M. Drug-induced pneumonitis associated with haloperidol. A case report. Gen Hosp Psychiatry 1990; 12(5):341-3. 343. Sawas AH, Gilbert JC. Lipid peroxidation as a possible mechanism for the neurotoxic and nephrotoxic effects of a combination of lithium carbonate and haloperidol. Arch Int Pharmacodyn Ther 1985; 276(2):301-12. 344. Schellenberg R, Milch W, Schwarz A, Schober F, Dimpfel W. Quantitative EEG and BPRS data following HaldolDecanoate administration in schizophrenics. Int Clin Psychopharmacol 1994; 9(1):17-24. 345. Schellenberg R, Schwarz A, Knorr W, Haufe C. EEGbrain mapping. A method to optimize therapy in schizophrenics using absolute power and center frequency values. Schizophr Res 1992; 8(1):21-9. 346. Scherer J, Tatsch K, Albus M, Schwarz J, Mager T, Oertel WH. D2-dopamine-receptor occupancy during treatment with haloperidol decanoate. Eur Arch Psychiatry Clin Neurosci 1997; 247(2):104-6. 347. Schlosser R, Schlegel S, Hiemke C, Nickel O, Bockisch A, Rao ML, Hahn K - [123I]IBZM SPECT in patients treated with typical and atypical neuroleptics: relationship to drug plasma levels and extrapyramidal side effects. Psychiatry Res 75(2):103-14, 1997. 348. Schmidt M, Daudet G. Action of benzperidol (8089 CB oral solution, at doses of 0.2 mg-ml) on behavior disorders in a group of children followed in a service for profound deficiency. Ann Med Psychol (Paris) 1968; 1(1):113-9. 349. Schoots O, Seeman P, Guan HC, Paterson AD, Van Tol HH. Long-term haloperidol elevates dopamine D4 receptors by 2-fold in rats. Eur J Pharmacol 1995; 289(1):67-72. 350. Schou M. Long-lasting neurological sequelae after lithium intoxication. Acta Psychiatr Scand 1984; 70(6):594602. 351. Schwabe MJ, Konkol RJ. Treating Tourette syndrome with haloperidol: predictors of success. Wis Med J 1989; 88(10):23-7. 352. Schwarz H. On the clinicoppsychiatric treatment with Benperidol. Med Welt 1966; 48:2642-3. 353. Segovia R, Sheriff ML, Uriarte E, Bermejo PM, Madrid Arias JL. Pressor effect of droperidol in a patient with pheochromocytoma. Rev Esp Anestesiol Reanim 1986; 33(3):184-6. 354. Seiler W, Wetzel H, Hillert A, Schollnhammer G, Benkert O, Hiemke C. Plasma levels of benperidol, prolactin, and homovanillic acid after intravenous versus two different kinds of oral application of the neuroleptic in schizophrenic patients. Exp Clin Endocrinol 1994; 102(4):326-33. 355. Seiler W, Wetzel H, Hillert A, Schollnhammer G, Langer M, Barlage U, Hiemke C. Pharmacokinetics and bioavailability of benperidol in schizophrenic patients after

132

intravenous and two different kinds of ora application. Psychopharmacology (Berl) 1994; 116(4):457-63. 356. Seki Y, Takahashi H, Aizawa Y. Hemostatic evaluation of a patient with haloperidol-induced neuroleptic malignant syndrome associated with disseminated intravascular coagulation. Rinsho Ketsueki 1998; 39(5):374-8. 357. Seneff MG, Mathews RA. Use of haloperidol infusions to control delirium in critically ill adults. Ann Pharmacother 1995; 29(7-8):690-3. 358. Serban G, Siegel S. Response of borderline and schizotypal patients to small doses of thiothixene and haloperidol. Am J Psychiatry 1984; 141(11):1455-8. 359. Servais JF. Pharmacologic inhibition of the libido: therapy or repression? II. Clinical aspects. Acta Psychiatr Belg 1982; 82(5):520-46. 360. Sethna R, Notkin R - Haloperidol-induced bronchospasm. Can J Psychiatry 36(7):525-6, 1991. 361. Sethy VH, Ellerbrock BR, Wu H. Comparative dopaminergic and muscarinic antagonist activity of clozapine and haloperidol. Life Sci 1996; 58(7):585-90. 362. Shalev A, Hermesh H, Munitz H. Mortality from neuroleptic malignant syndrome. J Clin Psychiatry 1989; 50(1):18-25. 363. Shalev A, Munitz H. The neuroleptic malignant syndrome: agent and host interaction. Acta Psychiatr Scand 1986; 73(4):337-47. 364. Shapiro E, Shapiro AK, Fulop G, Hubbard M, Mandeli J, Nordlie J, Phillips RA. Controlled study of haloperidol, pimozide and placebo for the treatment of Gilles de la Tourette's syndrome. Arch Gen Psychiatry 1989; 46(8):72230. 365. Sharma ND, Rosman HS, Padhi ID, Tisdale JE. Torsades de Pointes associated with intravenous haloperidol in critically ill patients. Am J Cardiol 1998; 81(2):238-40. 366. Shaw A, Matthews EE. Postoperative neuroleptic malignant syndrome. Anaesthesia 1995; 50(3):246-7. 367. Shepherd M, Lader M, Rodnight R. Psicofarmacologia Clínica. Ed Acribia, Saragoça, 1972. 368. Sheppard JD, Schaid DJ. Oral haloperidol lowers human intraocular pressure. J Ocul Pharmacol 1986; 2(3):215-24. 369. Shibata N, Ohnuma T, Baba H, Shimada H, Takahashi T, Arai H. Genetic associationbetween cytochrome P-450 2D6 gene polymorphism and plasma concentration of haloperidol in Japanese schizophrenics. Psychiatr Genet 1999; 9(3):145-8. 370. Shibuya T, Nishimori T, Matsuda H, Chen PC. Behavioral pharmacologic studies in the monkey with DD3480. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol 1982; 20(6):251-4. 371. Shimada J, Akama Y, Tase C, Okuaki A. Problems of epidural droperidol administration. Masui 1994; 43(8):124850. 372. Shimoda K, Someya T, Morita S, Hirokane G, Yokono A, Shibasaki M, Takahashi S. Plasma concentrations of timiperone and its reduced metabolite in the patients on timiperone. Psychiatry Clin Neurosci 1998 Oct;52(5):535-40. 373. Shimoda K, Someya T, Morita S, Hirokane G, Noguchi T, Yokono A, Shibasaki M, Takahashi S. Lower plasma levels of haloperidol in smoking than in nonsmoking schizophrenic patients. Ther Drug Monit 1999; 21(3):293-6. 374. Shin JG, Soukhova N, Flockhart DA. Effect of antipsychotic drugs on human liver cytochrome P-450 (CYP) isoforms in vitro: preferential inhibition of CYP2D6. Drug Metab Dispos 1999; 27(9):1078-84. 375. Shopsin B, Hekimian LJ, Gershon S, Floyd A. A controlled evaluation of haloperidol, chlorpromazine, and sodium amobarbital: intramuscular short-term use in acute psychotic patients. Curr Ther Res Clin Exp 1969; 11(9):56173. 376. Silva JAC, Borges RVS & Ruschel SI. Decanoato de haloperidol - um novo neuroléptico de ação prolongada no

tratamento de manutenção de pacientes esquizofrênicos. J Bras Psiq 1984; 33(6):447-50. 377. Simpson GM, Angus JW, Edwards JG. A controlled study of haloperidol in chronic schizophrenia. Curr Ther Res Clin Exp 1967; 9(8):407-12. 378. Sing RF, Branas CC, Marino PL. Neuroleptic malignant syndrome in the intensive care unit. J Am Osteopath Assoc 1993; 93(5):615-8. 379. Sivolap IuP, Savchenkov VA. The use of neuroleptics in treating opiate dependence. ZhNevrol Psikhiatr Im S S Korsakova 1999; 99(6):29-34. 380. Small JG, Klapper MH, Milstein V, Marhenke JD, Small IF. Comparison of therapeutic modalities for mania. Psychopharmacol Bull 1996; 32(4):623-7. 381. Smith DF, Shimizu M, Schou M. Lithium absorption, distribution and clearance and bodytemperature in rats given lithium plus haloperidol. Pharmacology 1977; 15(4):337-40. 382. So PC. Neuroleptic malignant syndrome induced by droperidol. Hong Kong Med J 2001 Mar;7(1):101-3 383. Soloff PH, Cornelius J, George A, Nathan S, Perel JM, Ulrich RF. Efficacy of phenelzine and haloperidol in borderline personality disorder. Arch Gen Psychiatry 1993; 50(5):377-85. 384. Soloff PH, George A, Nathan S, Schulz PM, Cornelius JR, Herring J, Perel JM. Amitriptyline versus haloperidol in borderlines: final outcomes and predictors of response. J Clin Psychopharmacol 1989; 9(4):238-46. 385. Soloff PH, George A, Nathan RS, Schulz PM, Ulrich RF, Perel JM. Progress in pharmacotherapy of borderline disorders. A double-blind study of amitriptyline, haloperidol, and placebo. Arch Gen Psychiatry 1986; 43(7):691-7. 386. Someya T, Suzuki Y, Shimoda K, Hirokane G, Morita S, Yokono A, Inoue Y, Takahashi S. The effect of cytochrome P450 2D6 genotypes on haloperidol metabolism: a preliminary study in a psychiatric population. Psychiatry Clin Neurosci 1999; 53(5):593-7. 387. Spisla C, Bunter M. Treatment with haloperidol of clozapine-triggered drug-induced delirium. Psychiatr Prax 1997; 24(6):308. 388. Spring G, Frankel M. New data on lithium and haloperidol incompatibility. Am J Psychiatry 1981; 138(6):818-21. 389. Sproule BA, Naranjo CA, Brenmer KE, Hassan PC. Selective serotonin reuptake inhibitors and CNS drug interactions. A critical review of the evidence. Clin Pharmacokinet 1997; 33(6):454-71. 390. Srikiatkhachorn A, Tarasub N, Govitrapong P. Acetaminophen-induced antinociception via central 5-Ht(2A) receptors. Neurochem Int 1999; 34(6):491-8. 391. Staud L & Pflug B. Neuroleptic malignant syndrome--a case report on diagnosis, differential diagnosis and therapy of a life threatening complication of treatment with neuroleptics. Psychiatr Prax 1992; 19(4):114-8. 392. Steinebach G. Treatment of alcohol withdrawal delirium from the internal medicine viewpoint. Experiences with the neuroleptic agent glianimone. Med Welt 1979; 30(33):1193-7. 393. Sternberg DE, Bowers MB Jr, Heninger GR, Charney DS. Lithium prevents adaptation of brain dopamine systems to haloperidol in schizophrenic patients. Psychiatry Res 1983; 10(2):79-86. 394. Still J, Friedman B, Law E, Deppe S, Epperly N, Orlet H. Neuroleptic malignant syndrome in a burn patient. Burns 1998; 24(6):573-5. 395. Stilwell AD. Haloperidol (Haldol) and possible association with fatal sickle cell disease (Hgb S-C). Am J Forensic Med Pathol 1984; 5(3):286-7. 396. Suehiro M, Dannals RF, Scheffel U, Stathis M, Wilson AA, Ravert HT, Villemagne VL, Sanchez-Roa PM, Wagner HN Jr. In vivo labeling of the dopamine D2 receptor with N-11Cmethyl-benperidol. J Nucl Med 1990; 31(12):2015-21.

133

397. Sultzer DL, Gray KF, Gunay I, Berisford MA, Mahler ME. A double-blind comparison of trazodone and haloperidol for treatment of agitation in patients with dementia. Am J Geriatr Psychiatry 1997; 5 (1):60-9. 398. Sumikawa K, Amakata Y. The pressor effect of droperidol on a patient with pheochromocytoma. Anesthesiology 1977; 46(5):359-61. 399. Surmont DW, Colardyn F, De Reuck J. Fatal complications of neuroleptic drugs. A clinico-pathological study of three cases. Acta Neurol Belg 1984; 84(2):75-83. 400. Symoens J, Van Den Brande M. Prevention and cure of aggressiveness in pigs using the sedative azaperone. Vet Rec 1969; 85(3):64-7. 401. Tachizawa H, Sudo K, Sano M. Effect of timiperone on 3H-spiroperidol binding to rat striatal dopamine receptors. Eur J Pharmacol 1979; 59(3-4):245-51. 402. Tachizawa H, Sudo K, Sasano H, Sano M. Disposition and metabolism of timiperone in the rat, dog, and monkey. Drug Metab Dispos 1981; 9(5):442-8. 403. Takahashi R, Inanaga K, Samejima K, Sarai K, Asada S, Otsuki S, Nakano S. Comparison of efficacy of a new butyrophenone derivative, timiperone and perphenazine in schizophrenia by a multicentre controlled study. J Int Med Res 1982; 10(4):257-67. 404. Takeda M, Nishinuma K, Yamashita S, Matsubayashi T, Tanino S, Nishimura T. Serum haloperidol levels of schizophrenics receiving treatment for tuberculosis. Clin Neuropharmacol 1986; 9(4):386-97. 405. Tam LS, Cohen MG, Li EK. Hemiballismus in systemic lupus erythematosus: possible association with antiphospholipid antibodies. Lupus 1995; 4(1):67-9. 406. Tanaka K, Akechi T, Yamazaki M, Hayashi R, Nishiwaki Y, Uchitomi Y. Neuroleptic malignant syndrome during haloperidol treatment in a cancer patient. A case report. Support Care Cancer 1998; 6(6):536-8. 407. Tari K, Satake I, Kojima S, Owada F. Antiemetic therapy with timiperone in cisplatin-induced vomiting. Gan To Kagaku Ryoho 1986; 13(9):2848-52. 408. Tennent G, Bancroft J, Cass J. The control of deviant sexual behavior by drugs: a double-blind controlled study of benperidol, chlorpromazine, and placebo. Arch Sex Behav 1974; 3(3):261-71. 409. Teo SK, Lam KN, Chew WL. A fulminant case of neuroleptic malignant syndrome. Singapore Med J 1994; 35(1):110-1. 410. THERIAQUE INFO MEDICAMENTS.. (www.theriaque.org/InfoMedicaments/home.cfm). 411. Thomas CJ. Brain damage with lithium/haloperidol. Br J Psychiatry 1979; 134:552. 412. Thomas H Jr, Schwartz E, Petrilli R. Droperidol versus haloperidol for chemical restraint of agitated and combative patients. Ann Emerg Med 1992; 21(4):407-13. 413. Tognoni G. Pharmacoepidemiology of psychotropic drugs in patients with severe mental disorders in Italy. Italian Collaborative Study Group on the Outcome of Severe Mental Disorders. Eur J Clin Pharmacol 1999; 55(9):685-90. 414. Tollefson GD, Sanger TM, Lu Y, Thieme ME. Depressive signs and symptoms in schizophrenia: a prospective blinded trial of olanzapine and haloperidol. Arch Gen Psychiatry 1998; 55(3):250-8. 415. Tolosa ES, Lai C. Meige disease: striatal dopaminergic preponderance. Neurology 1979; 29(8):1126-30. 416. Trasmonte J, Dayner J, Barron TF. Neuroleptic malignant syndrome in an adolescent head trauma patient. Clin Pediatr (Phila)1999; 38(10):611-3. 417. Trzepacz PT. Delirium. Advances in diagnosis, pathophysiology, and treatment. Psychiatr Clin North Am 1996; 19(3):429-48. 418. Ulrich S, Neuhof S, Braun V, Meyer FP. Reduced haloperidol does not interfere with the antipsychotic activity of

haloperidol in the treatment of acute schizophrenia. Int Clin Psychopharmacol 1999; 14(4):219-28. 419. Van der Schyf CJ, Castagnoli K, Usuki E, Fouda HG, Rimoldi JM, Castagnoli N Jr. Metabolic studies on haloperidol and its tetrahydropyridine analog in C57BL/6 mice. Chem Res Toxicol 1994; 7(3):281-5. 420. van Leeuwen AM, Molders J, Sterkmans P, Mielants P, Martens C, Toussaint C, Hovent AM, Desseilles MF, Koch H, Devroye A, Parent M. Droperidol in acutely agitated patients. A double-blind placebo-controlled study. J Nerv Ment Dis 1977; 164(4):280-3. 421. Van Putten T, Marder SR. Low-dose treatment strategies. J Clin Psychiatry 1986; 47 Suppl:12-6. 422. Vandel S, Bertschy G, Baumann P, Bouquet S, Bonin B, Francois T, Sechter D, Bizouard P. Fluvoxamine and fluoxetine: interaction studies with amitriptyline, clomipramine and neuroleptics in phenotyped patients. Pharmacol Res 1995; 31(6):347-53. 423. Vasavan Nair NP, Suranyi-Cadotte B, Schwartz G, Thavundayil JX, Achim A, Lizondo E, Nayak R. A clinical trial comparing intramuscular haloperidol decanoate and oral haloperidol in chronic schizophrenic patients: efficacy, safety, and dosage equivalence. J Clin Psychopharmacol 1986; 6(1 Suppl):30S-37S. 424. Velloso FM, Paprocki J. Ensaios clínicos em torno de um novo neuroléptico do grupo das butirofenonas (Haloperidol). O Hospital 1963; 63(6);1427-34. 425. Ventafridda V, Ripamonti C, Caraceni A, Spoldi E, Messina L, De Conno F. The management of inoperable gastrointestinal obstruction in terminal cancer patients. Tumori 1990; 76(4):389-93. 426. Vereecken JL. Value of benperidol in the treatment of sexual aberrations in psychiatry. Encephale 1972; 61(3):26574. 427. Verzin E, Kaplan B, Ashley JV. Thyrotoxicosis and neurotoxic reaction to haloperidol. Am Fam Physician 1994; 49(5):1077, 1080. 428. Viala A, Aymard N, Leyris A, Caroli F. Pharmacoclinical correlations during fluoxetine administration in patients with depressive schizophrenia treated with haloperidol decanoate. Therapie 1996; 51(1):19-25. 429. Vincent FM, Zimmerman JE, Van Haren J. Neuroleptic malignant syndrome complicating closed head injury. Neurosurgery 1986; 18(2):190-3. 430. Xia XP. An experimental study of the ocular hypotensive action of dopaminergic antagonists. Chung Hua Yen Ko Tsa Chih 1989; 25(3):171-4. 431. Walker R, McIntyre JW. Clinical experiences with a combination of fentanyl and droperidol. Can Anaesth Soc J 1965; 12(4):361-6. 432. Wang SJ, Silberstein SD, Young WB. Droperidol treatment of status migrainosus and refractory migraine. Headache 1997; 37(6):377-82. 433. Wang W, Hahn KH, Bishop JF, Gao DQ, Jose PA, Mouradian MM. Up-regulation of D3 dopamine receptor mRNA by neuroleptics. Synapse 1996; 23(3):232-5. 434. Ward NG. Akathisia associated with droperidol during epidural anesthesia. Anesthesiology 1989; 71(5):786-7 435. Warren J, Thompson P - Drug-induced supraglottic dystonia and spasmodic dysphonia. Mov Disord 1998; 13(6):978-9. 436. Wei FC, Jann MW, Lin HN, Piao-Chien C, Chang WH. A practical loading dose method for converting schizophrenic patients from oral to dépôt haloperidol therapy. J Clin Psychiatry 1996; 57(7):298-302. 437. Weinberger DR, Kelly MJ. Catatonia and malignant syndrome: a possible complication of neuroleptic administration. Report of a case involving haloperidol. J Nerv Ment Dis 1977; 165(4):263-8.

134

Pharmacological studies on timiperone. 31(2):17688. Neuropsychobiology 1994. 25(11):1845-8. Ann Intern Med 1985. Kysar L. Drug interactions with tobacco smoking. 447. A survey of drug utilization in psychiatric hospitals in Japan: the basic analysis of the current status of prescription patterns. Straub R. Torsade de pointes associated with the use of intravenous haloperidol. Johnson RF. Gibbs HR. 439. Marder SR. 31(4):707-15.ou: Butirofenona. 452. Ann Intern Med 1993. Watanabe K. Clin Pharmacokinet 1999. AZAPERONA (AZAPERON. Kasai Y. 60(6):358-63. Akashi A. 448. Landarzt1967. Mesdag MJ. Naunyn Schmiedebergs Arch Pharmacol 1988. Neuroleptic drug-induced coagulopathy: mechanism of reaction and duration of effect. Wien Z Nervenheilkd Grenzgeb 1973. Mintz J. 100(1):51-68. AZABUPERONE) 4'-Fluoro-4-(hexaidropirrolo(1. J Clin Psychiatry 1986. 1970. Strobel G. Baba K. Weiser G. Rosenblum AM. Tanaka M. Wirshing DA. 36(6):425-38. 29(4):189-93. Meyer H. Novel antipsychotics: comparison of weight gain liabilities. Tahedl A. Pashdag J. Lionarons HB. Initial treatment of schizophrenia using droperidol. The acute cardiovascular changes and adrenergic blockade by droperidol in man. Arzneimittelforschung 1981. 1-(4-fluorofenil)-4-(4-(2-piridinil)-1piperazinil). Há menções a ensaios laboratoriais na antiga União Soviética. Reisecker F. nos anos 70 (32. Werle E. 13(12):1025-31. Weicker H. 33). 102(3):418. Russell WJ.and 4-Osulfoconjugated and methylated dopamine: highly reduced binding affinity to dopamine D2 receptors in rat striatal membranes. Lenz T.22(4):259-63. 444. 43(6):581-91. (CAS RN 2856-81-7) FM: C17-H23-F-N2-O Butirofenona dotada de propriedades antipsicóticas. 440. 443. Miyaoka H. Guin-Renfroe S. An update. Arch Chir Neerl 1970. embora a literatura não registre sua experimentação clínica. 449. Mueller CE. 47(1):35-7. Yamauchi K. Wilt JL. Br J Anaesth 1971. Kojima H. B) Butirofenonas 4-Arilpiperazínicas AZABUPERONA (AZABUPERON. 22(4):25963. Goldstein D. Seifert CF. 43(21):102731. Holt RJ. Zengotita HE. 119(5):391-4. 4'-fluoro-4-(4-(2-piridil)-1piperazinil)-ou: 1-(3-(4-Fluorobenzoil)propil)-4-(2piridil)piperazina ou: 4'-Fluoro-4-(4-(2-piridil)-1piperazinil)butirofenona ou: (R-1929) (BRN 0565491) (NSC 170976). 338(1):28-34. Minnema AM. 450. Wolff JD. Konig F. Wolfersdorf M. Pharmacotherapy of delusional depression: experience with combinations of antidepressants with the neuroleptics zotepine and haloperidol. Experience with benperidol in clinical treatment of psychotic syndromes. Aibara S. Tsubokawa M. Benowitz NL. Zee-Cheng CS. 442. Zick WH. 445. 441. AZAPERONE. 3. Kamijima K. segundo o banco de dados ChemID da Internet Grateful Med (09).a.438. FLUOPERIDOL) 1-Butanona. a new neuroleptic drug Part II: General pharmacological properties. (CAS RN 1649-18-9) 135 . Berisford MA.Seishin Shinkeigaku Zasshi 1998. Wilkinson R. Haloperidol and torsades de pointes. Advantages of the initial therapy of acute schizophrenia with large doses of droperidol/A comparative study. Neuroleptic malignant syndrome induced by haloperidol following traumatic brain injury. Meythaler JM. AZEPERONE. 446. Não disponível comercialmente. nem conste registro de licenciamento terapêutico. Hirohashi M. Yamasaki T. The effect of haloperidol with promethazine on postoperative vomiting. J Clin Psychiatry 1999. Ikegami N. Whitwam JG. sem notícias de aproveitamento farmacêutico. Zevin S. 451. Weiser G. Wirshing WC.2-a)pirazin2(1H)-il)butirofenon. Brain Inj 1999.Arzneimittelforschung 1975.

das quais a mais conhecida é a buspirona. CENTBUTINDOLE) Butirofenona. como eresepina. tendo sido já experimentado em mais de 350 pacientes esquizofrênicos em estudo multicêntrico.6. em alguns bancos de dados figura entre os antipsicóticos tetracíclicos. aliás. FM : C24-H26-F-N3-O DD: 3 a 4. com demonstração de equivalência com a trifluperazina em ensaio duplo-cego. Seu maior interesse para a psicofarmacologia é mais de ordem histórica. 15. 4'-fluor-4-(1. Teve os primeiros experimentos clínicos como medicamento antipsicótico naquele país.3.12.7. citatepina e maroxepina. na extremidade da molécula oposta ao grupo p-fluorbutirofenona. A azaperona é um composto heterocíclico arilpiperazínico como a fluanisona e também como oxipertina. 56.12ahexaidropirazino(1'. 10) e em mistura tranqüilizante imobilizadora associado ao fentanil para facilitação do transporte de animais. empiprazol.7. 35.6)pirid-o(3. Sintetizado em junho de 1958. SUICALM (Reino Unido). SEDAPERONE VET. No Exterior: EUCALMYL. STRESNIL.5mg. apresenta bloqueio alfa e betadrenérgico (20). seu emprego clínico sistemático como antipsicótico. nos anos 80. 41. É muito usada como medicação préanestésica em medicina veterinária em associação com cetamina ou metomidato na dose de até 8mg/k de peso (07. 19.2':1. 50. alfa-(4-fluorofenil)-4-(2piridinil ). No controle da agressividade em porcos. mas só introduzido em 1968. entre 136 . (11) Descoberto e desenvolvido pelo Central Drug Research Institute de Lucknow na India (www.FM: C19-H22-F-N3-O DD: 1 a 8mg/k de peso IM (07).com/cdri/centbutindole. Mostrou rápido início de ação com baixo perfil de efeitos extrapiramidais.4-b)indol2(1H)-il)butirofenona ou: (NSC 143691) (CAS RN 41510-23-0). sendo introduzido no final da década de 70. envolvendo casos agudos (11. Por esta configuração molecular. FLUOPERIDOL. porém. foi inferior à amperozida (17). (CAS RN 2804-05-9). BIRIPERONA (CENTBUTINDOL. na qual o anel piperazínico encontra-se fundido a um anel ciclo-hexano e um grupamento indol. Fenotiazinas Alifáticas). sua farmacocinética foi muito estudada em animais de corte. Não disponível comercialmente para uso humano no Brasil. e que.2.12aoctahidropirazino(1'. (21).4. pequenas cirurgias ou isoladamente no controle de sua agressividade (06. para permitir o controle pelas autoridades sanitárias da permanência de eventuais resíduos na carne comercializada para o consumo humano (14.12.4-b)indol-2il). 52). dapiprazol e antrafenina (05). Determinou inibição da ejaculação induzida por eletroestimulação em primatas (34) e já foi responsabilizada por dermatite alérgica de contato por manipulação (04).ou alfa-(4-Fluorofenil)-4-(2-piridinil)1-piperazinobutanol. É um composto butirofenônico com estrutura inédita mista. ocorre com outras fenotiazinas. controlado.lucknowonline. formando assim uma grande estrutura tetracíclica. não-benzodiazepínicas. aliás.6.4. Não consta na literatura. Cap I. Seu principal metabólito é o composto reduzido azaperol (39) também dotado de atividade antipsicótica (1Piperazinobutanol. do mesmo modo.ou: (+-)-4'-Fluoro-4-(3. como. além do baixo a moderado bloqueio dopaminérgico D2. 12). FM: C19-H24-F-N3-O). 57). Por causa deste difundido emprego veterinário. milipertina. que outros neurolépticos como a acepromazina e a propionilpromazina (v. zolertina.htm). por ter dado origem a outros derivados que inauguraram um novo grupo de drogas ansiolíticas. com intensa ação sedativa.6)piri-do(3.2':1.

em doses de 0. o uso continuado do centbutindole promove uma marcada hipersensibilidade seletiva 5Ht2. nunca alcançou desenvolvimento farmacêutico. BUTROPIPAZON.2-a)quinolina.e (-)centbutindol demonstraram. por via oral em ratos (23). ainda do ano de 91 (36).outros. Não disponível comercialmente. seu desenvolvimento farmacêutico foi descontinuado desde então.2a)quinolina HCl ou: 137 . 1-(4-fluorofenil)-4-(4-fenil-1piperazinil). envolvendo esquizofrênicos agudos.6hexaidro-1(H)-pirazino(1. quando comparada com ele. demonstrou uma menor propensão à catalepsia e uma ação mais pronunciada nos receptores serotoninérgicos corticais do que nos dopaminérgicos estriatais. não consta ter sido licenciado em outros países. CENTPIRAQUIM (CENTPYRAQUIN) 1H-Pirazino(1.4a. dexclamol e isobutaclamol. cujo uso crônico não costuma ter qualquer influência nas populações de receptores 5Ht1 e 5Ht2. Apesar do interessante e promissor perfil farmacodinâmico. Embora disponível para desenvolvimento. com eficácia clínica equivalente (11) mas não se tem notícia de estudos posteriores com replicação desses resultados. foi registrado o desenvolvimento de método para mensuração das concentrações plasmáticas da droga-mãe e seus principais metabólitos com potencial aplicação nos ensaios clínicos (27). nas doses de 3 a 4. possivelmente por razões de segurança desinteresse comercial. mas ainda superior à octoclotepina (43). Embora tenha perfil farmacológico próximo ao do haloperidol. Ao contrário do haloperidol. respectivamente.3. Também está estruturalmente relacionada aos neurolépticos pentacíclicos não-indólicos. Ainda recentemente. conforme demonstra estudo com roedores (22). diidrocloridrato ou: 3-(gama-(p-Fluorbenzoil)propil)-2. característica dos atípicos. mostrou ser um antipsicótico de maior potência. com a última referência na literatura dos últimos 10 anos sendo um ensaio cromatográfico de alta precisão para a determinação das concentrações plasmáticas da substância e seu metabólito hidróxi.(9CI) ou: Butirofenona. FM: C20-H23-F-N2-O Considerado um potencial neuroléptico. em janeiro de 2002. hexaidro-3-(3-(pfluorbenzoil)propil)-.5. por exemplo. Embora introduzido dentro da primeira leva de compostos butirofenônicos. 4'-fluor-4-(4-fenil-1-piperazinil)ou: 4'-fluor-4-(4-fenil-1-piperazinil)butirofenona ou: (R 1892) (NSC 170975) (CAS RN 2354-61-2). 08). Apresenta dois isômeros dos quais apenas um se mostra quimicamente estável. Em ensaio clínico comparativo controlado com trifluoperazina. BUTYROPIPAZONE.5mg/k de peso (centbutindole) e 1mg/k de peso (haloperidol). nos receptores dopaminérgicos do núcleo caudatum. estruturalmente aparentado à fluanisona mas com efeitos comportamentais um pouco diferentes. In vitro. Não disponível comercialmente.5mg/dia. com alta razão 5Ht2/D2. estereosseletividade inferior ao butaclamol. exceto como agente farmacológico para experimentação laboratorial na busca por novos compostos (01. GALVANISONE) 4'-Fluor-4-(1-(4 fenil) piperazino) butirofenona ou: gama-(4-fenilpiperazino)-4-fluorbutirofenona ou: 1-Butanona.5mg/dia contra 15 a 22. como o butaclamol e o dexclamol. BUTROPIPAZONA (BUTROPIPAZONE. seus enantiômeros (+).4.

diidrocloridrato ou: (69/183) (CAS RNs: base 26049-76-3.2-a)quinolin-3-il)-butirofenona 2HCl ou: 1H-Pirazino(1. 53) Tem perfil atípico com as propriedades de bloqueio 5Ht2A superando o bloqueio dopaminérgico.4-(4-(4-fluorfenil)4-oxobutil)-. 49). Apesar deste promissor perfil.Cl-H Butirofenona introduzida na década de 80.cloridrato ou: Ciclohexil 4-(4-(4-fluorfenil)-4-oxobutil)-1piperazinocarboxilato HCl ou: 4-(4-(4-Fluorfenil)-4-oxobutil)-ácido1piperazinocarboxílico ciclohexilester. FENAPERONA (FENAPERONE) CINUPERONA (CINUPERONE) 4'-fluor-4-[4-(3-isoquinolil)-1-piperazinil] butirofenona ou: 1-Butanona. provavelmente pelos acentuados efeitos cardiovasculares (hipotensão ortostática) além da queda no interesse pela pesquisa de antagonistas sigma como potenciais antipsicóticos. assim como a remoxiprida.monohidrocloreto ou: 3-(4-(3-(4-Fluorbenzoil)propil)-1piperazinil)isoquinolina hcl ou: 3-(4-(3-(4-fluorbenzoil)-propil-piperazino-1-ilisoquinolino+ ++-cloridrato ou: (HR 375) (CAS RN 82117-51-9) FM: C23H24FN3O. considerada um agente antagonista dos receptores opióides sigma (51) mais do que um bloqueador D2 clássico. 1-(4-fluorfenil)-4-(4-(3-iso quinolinil)-1-piperazinil)-. Não disponível comercialmente. Desde então. antidepressivas e miorrelaxantes.cloridrato ou: (67332 MD) (CAS RN 26964-71-6) FM: C21-H29-F-N2-O3. 47. 29.Cl-H Trata-se de butirofenona desenvolvida pela companhia farmacêutica Synthelabo.3. 46.4.5. 2.4a.5. Mostrou-se um potencial agente neuroléptico com meia-vida bastante curta (em torno de 2 horas) (25).6hexaidro-3-(2-(p-fluorfenacil)etil)-. figura ocasionalmente na literatura como um agente antagonista sigma utilizado em ensaios laboratoriais com os novos compostos (54).6-hexaidro-3Hpiranzino(1. responsável também pela introdução da sulpirida e demais benzamidas modificadas além de outros compostos com estrutura mista.2-a)quinolina.utan-1-ona cloridrato ou: Ácido1-piperazinocarboxílico.2. rincazol e outros potenciais 4-[3-(p-fluorbenzil)propil]piperazino-1ciclohexilcarboxilato ou: 1-(4'-Fluorfenil)-4-(ciclohexil-1'-piperazinil-4'carboxilato)b. Embora dotado de inequívocas propriedades neurolépticas despertou interesse também como potencial medicamento antihipertensivo pelo acentuado poder de bloqueio adrenérgico que demonstra (45. Não disponível comercialmente. 39. dicloridrato 2711411-0) FM: C22-H25-F-N2-O. 138 .4a.4. Mostrou propriedades ansiolíticas. antipsicóticos com baixo perfil de extrapiramidalismo (28.ciclohexilester. C23-H24-F-N3-O. Sua patente pertence à Hoescht.2Cl-H DD: 2 a 4mg/kg peso (estimativa) (47) Faz parte da série de butirofenonas desenvolvidas na India como a biriperona (centbutindol) e introduzidas somente a partir dos anos 70 (44). seu desenvolvimento foi descontinuado ainda nos anos 90.4'-Fluor-4-(1. mas não há notícias de seu desenvolvimento ou aproveitamento farmacêutico.

Há o registro de um ensaio aberto francês da década de 70 contra sultoprida com pacientes psicóticos. Entretanto. também empregado em medicina veterinária. (CAS RN 1480-19-9) FM: C21-H25-F-N2-O2 DD: 2 a 6. Suécia. Está classificado em alguns bancos de dados como atípico. no qual teria sido superado na eficácia antipsicótica. de fato. Cl H Outro composto introduzido como potencial antipsicótico atípico durante os anos 80 e 90.ou: 4'-Fluor-4-(4-(o-metóxifenil)-1piperazinil)butirofenona ou: 4-(4-(o-Metóxifenil)-1-piperazinil)-pfluorobutirofenona ou: (R 2028) (R 2167) (MD 2028) (BRN 0707524). 18). uma difenilbutilpiperazina. na mesma série de compostos da amperozida (FG-5606). Seus efeitos hipotensores e sedativos acentuados fizeram com que fosse empregado também como ansiolítico e/ou espasmolítico em doses menores. Não consta haver. pela presença do radical p-fluorbutirofenona com cadeia alifática de três átomos de carbono. embora não em potência sedativa (42) Usado em neuroleptanalgesia de animais em associação com fentanila e midazolam (HYPNORM) (13. HALOANISON. mas desenvolvida independentemente. 48). pode determinar efeitos adversos cardiovasculares importantes. parece apresentar um baixo risco para Discinesia Tardia. 1-Butanona. Estruturalmente é uma butirofenona piperazínica. ao contrário do haloperidol. rareiam desde então novas menções a respeito na literatura (30). N-ciclohexil-4-(4-(4fluorofenil)-4-oxobutil)-. 4'-fluor-4-(4-(o-metóxifenil)-1piperazinil). FLUANISONA (FLUANISON. responsáveis por sua obtenção (03). como antipsicótico: 20 a 80mg. como esta. como sedativo: 2.introduzido no ano de 1973 (16. porém provoca hiperprolactinemia e efeitos extrapiramidais de forma dose-dependente. (31) Mais uma butirofenona da série inicial de Janssen. Não disponível comercialmente. em andamento. 1-(4-fluorofenil)-4-(4-(2metóxifenil)-1-piperazinil). Foi este o promissor perfil com que o composto foi apresentado no ano de 1994.5mg. Não induz catalepsia e elevação apenas transitória da prolactina no plasma. 139 . É um derivado 4-arilpiperazínico do mesmo modo que a azaperona e. clínico ou pré-clínico. sintetizada poucos meses (agosto) depois da síntese do haloperidol (fevereiro de 1958). Figura ainda no banco de dados ChemidPlus (08) como agente antipsicótico. com forte afinidade pelos auto-receptores dopaminérgicos pré-sinápticos e potente bloqueio serotoninérgico 5Ht2A. FLUANISONE. 37. mas cujo desenvolvimento não alcançou continuidade. O uso prolongado está relacionado a ganho de peso mas. cloridrato ou: (FG 5803) (CAS RN 119978-03-9). 26. em Malmo. qualquer desenvolvimento. 38. HALOANISONE) FG-5803 1-Piperazinocarboxamida. 24. Não se tem notícias de desenvolvimento posterior. A literatura é muito escassa em ensaios clínicos em clínica psiquiátrica.ou: Butirofenona. atualmente. Não disponível comercialmente. embora só introduzida em 1960.5mg (02). FM: C21 H30 F N3 O2 .5 a 7. por Bjork e colaboradores do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Kabi Pharmacia Therapeutics. Comporta-se como um neuroléptico sedativo com potencial utilidade na agitação psicomotora (42) mas. Foi apresentado como um antagonista D2 pós-sináptico débil. monocloridrato ou: 4-(3-(4-Fluorobenzoil)propil)-N-ciclohexil-1piperazinocarboxamida.

07. Largent BL. Residues of some veterinary drugs in animals and foods. Lab Anim 2002 Apr. Velschow S. Gunne LM. Doongaji DR. Koks S.Preconizado para a ansiedade. Kiebooms S. Effects of amperozide and azaperone on aggression and productivity of growing-finishing pigs. 12. Andren PE. 02.78:126-33. metabolites resulting from side-chain cleavage of (4substituted aryl-1-piperazinyl)alkyl heterocyclic derivatives in rat plasma and brain. Hansen AK. Gouthro TA.123(3):223-3O. Svartengren J. Gouret C. Paul T. Apte JS. 5-Piperazinylalkyl2(3H)-oxazolones with neuroleptic activity. 1977 26. FAO Food Nutr Pap 41(4):1-136. Degroodt JM. Notarnicola A. Trad esp 3ª ed alemã. Hessevik I. Gulati A. FAO. Satoskar RS. Desai NK.25mg/ml e sol. J Vet Pharmacol Ther 1986.gov/) 10. Schiele BC: A double-blind comparison of AL-1021 and chlorpromazine in hospitalized schizophrenics. Mishra B.75(3-4):222-7. a 1-piperazinecarboxamide derivative. Pharmacological comparison of antipsychotic drugs and sigma-antagonists in rodents. Shader RI. Indian J Med Res 1983 Jul. Chasseaud LF. Clin Pharmacol Ther 1994. EUNSA. et al: Novel antipsychotic drugs share high affinity for sigma receptors. 92(11):284-7. oral (gôtas) 6. Psychotropic effects of fenaperone and its comparison with several neuroleptics in mice and rats. 283:211-21. Pettersson G. Pamplona. Tsilikas K. 66(11):2856-64. Thon R. J Chromatogr 1984. Não disponível comercialmente no Brasil. 29. Greenblatt DJ. 11. et al: Polymorphisme des butyrophenones: la butropipazone. 1981. Govaert Y. Volke V. Pharm Acta Helvet 56: 325-327. 25. Referências Bibliográficas (4-Arilpiperazínicas): 01. Anderson DB. In the search for a novel class of antipsychotic drugs: preclinical pharmacology of FG5803.167(10):136670 19. Clinical trials with analgesia in the swine using the neuroleptic Azaperone and the hypnotic Metomidate. J Anim Sci 1988. Parfet KA. Srebrnik S.271(3):1338-47. Callear JF.nih. 18. Contact Dermatitis 1991.27(1-2):347-53. 1973. 09. J Med Chem 1989 Oct. Batjoens P. Vet Rec 1971. Psychopharmacology (Berl) 1996 Feb. Moore DR. insônia e agitação em gerontopsiquiatria a despeito dos efeitos hipotensores ortostáticos já mencionados (55). Differential alteration in striatal dopaminergic and cortical serotonergic receptors induced by repeated administration of haloperidol or centbutindole in rats. com 4ml) 5mg/ml.K. Na Europa: HALOANISON. Pettersson E. Doongaji DR. Pharmacol Toxicol 1994 Sep-Oct. 20.32(10):2241-7. 05. Effect of melanotropin release inhibiting factor on changes by haloperidol and centbutindole in cerebral cortical 5-hydroxytryptamine receptors. Fong MH. Hexeberg S. Sheth AS. 03. Benfenati E. and Ireland with the sedative neuroleptic azaperone.nlm. Bhargava HN. Apte JS. An analysis of the results of field experiments in pigs in the U. Lang A. Gustafsson B. 23. Hexeberg E. Gendron JL. Tierarztl Prax 1984.12(3):391-402. 27. Curr Ther Res 15: 333-336. 1991.744(1):139-47. Brasch J. A sensitive LC assay for the simultaneous determination of centbutindole and its metabolite in rat serum using fluorescence detection. azaperol and carazolol in pig tissues by liquid chromatography-tandem mass spectrometry. Dubois M.K. Hawkins DR. Monographs prepared by the thirty-eighth meeting of the Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives. High frequency oral movements induced by long-term administration of amperozide but not FG5803 in rats. Fosse RT. Bouch. Identification and quantitation of 1-arylpiperazines. Satoskar RS. Bouvet P. Azibi M. Determination of a method for detecting and quantifying azaperone. METORIN. Callear JF. Olson RD. SEDALANDE (Synthélabo) (Delalande) (Itália) (Bélgica) 20mg/4 ml sol inj. Srimal RC. 14. Assessment of the postoperative discomfort of intra-auricularly hypophysectomized rats. Erhardt W. 17. J Pharmacol Exp Ther 1994 Dec. 89(17):453-8. 9(2):164-70. Fluchard D. Lab Anim 1995. Issar M. 30. Singh SK. Gulati A. Analyst 1998. Christophers E. Benkert O & Hippius H. 16. Christoffersen LB. 29(4):400-6. Cascio G. Vet Rec 1973. 21. Liminga U. Xenobiotica 7: 315-325. Vahora SA. Encontra-se licenciado comercialmente para uso humano em alguns países da Europa. Soosaar A. 77(18):470-3. Anesthesia procedures in the rabbit. Dtsch Tierarztl Wochenschr 1970. Gonyou HW. 06. Albinsson A. 08. Eur J Pharmacology 155: 345-347. 1981. 123(12):2507-12. Andersson G. 22. J Pharm Biomed Anal 2002 Jan. Dimigen J. 1988. 140 . Parikh RM. Harmatz JS. 35(1):3-8. Gregory NG. Raynaud G. Manghisi E. Pharmacology 1990. et al: The metabolism of the neuroleptic agent 1-(4'-fluorophenyl)-4(cyclohexyl-1'-piperazinyl-4'-carboxylate)-butan-1-one hydrochloride in rats and man. CHEMID DATABASE (http://igm. Christensson E. J Postgrad Med 1989. 25(4):258-9. Farmacoterapia Psiquiatrica. 41(2):98-106.36(2):144-52. Van Gestel JF. Occupational (photo)allergic contact dermatitis from azaperone in a piglet dealer. 13. Reetz I. Centbutindole vs trifluoperazine: a double-blind controlled clinical study in acute schizophrenia. Hessler HJ. Midazolam in combination with fentanyl/fluanisone and nitrous oxide as anaesthesia in rabbits--cardiovascular parameters. Gupta RC. Caccia S. Dhawan BN. Hejgaard KC. Bradwejn J. Draguet-Brughmans M. Ohlund LS. 36(6):396-404. J Chromatogr B Biomed Sci Appl 2000 Jul 7. Distinguishing a benzodiazepine agonist (triazolam) from a nonagonist anxiolytic (buspirone) by electroencephalography: kinetic-dynamic studies. An analysis of the results of field experiments in pigs in the U. 28. Bourin M. Upadhaya AK. C R Seances Soc Biol Fil 1973. 56(1):100-11. Multi-residue analysis of tranquillizers in meat: confirmatory assays using mass spectrometry. Locke J.(Alemanha) (Suíça) – sol. 6. Delahaut P. 24. mas não teve emprego clínico como antipsicótico consagrado e foi descontinuado do mercado francês. HYPNORM (associação com fentanila). Vasar E. and Eire with the combination-anaesthetic azaperone and metomidate. Snowman AM. 04.25mg/ml sol oral. Desai AB. injet (amp. Wikst. Zimmermann RL. Sheth AS. Shah BR. Pharmacology 1988. Wilkins LJ. Fregnan G. Clinical evaluation of centbutindole as an anti-psychotic agent. Effect of azaperone on cardiovascular responsiveness in stress-sensitive pigs. 15. Bjork A.

Pharmacological studies on 3-[gamma-(pfluorobenzoyl)propyl]-2. Dirven H. Rao VA. Seeman P. Tonnessen TI. Neurosci Lett 1986 Nov 11. The suppression of electro-ejaculation in thechacma baboon (Papio ursinus) by azaperone. Jain PC. 56.28(7):1092-5.4a. Tolmacheva NS. Masaguer CF & al: Synthesis and affinities for dopamine (D2) and 5-hydroxytryptamine (5Ht2A) receptors of 1-(benzoylpropyl)-4-(1-oxocycloalkyl-2ethyl)-piperazines as cyclic butyrophenone derivatives. com exceção da melperona. Olivier A. Dhawan BN.33(2):163-5. Dhawan BN. Syvalahti EK. Lehto H. Sandalov IuG. Distribution of cardiac output during pentobarbital versus midazolam/fentanyl/fluanisone anaesthesia in the rat. Humber L. rats. Part I: Hypotensive activity. 56(3):247-51. Midtvedt T. Ravina E. Mirtaheri P. 46. World Health Organ Tech Rep Ser 855:1-59.4. J S Afr Vet Assoc 1988. 50. 53. Singh GB. Jain PC. Lab Anim 1990. Abyholm FE. Dhawan BN. Srimal RC. 35. Nityanand S. ao contrário dos demais representantes deste grupo com utilidade como antipsicóticos. J Int Med Res 1997. Lane E. Antihypertensive and central nervous system depressant properties of 3-(gamma-p-fluorobenzoyl propyl) 2. 45. Arzneimittelforschung 1978. 81(1):45-7 33.2-a) quinoline (compound 69/183). Evaluation of certain veterinary drug residues in food. 1995.6hexahydro-1-(H)-pyrazino ]1. 572(1-2):219-25. Protiva M. Bornman MS. Asthana OP. 141 . Singh GB. 24(11):1798-1806. 49. Parkes MJ. 57.2-a) quinoline hydrochloride (compound 69/183). Rectal prolapse associated with a healed pelvic fracture in a pregnant free-ranging African black rhinoceros (Diceros bicornis). 121(22):512-4. Fueyo J. J Zoo Wildl Med 2002 Jun. 42.luinst.6-hexahydro-1(H)-pyrazino(1. J Chromatogr 1991.31.4a.5. PCO(2) in the large intestine of mice.2-a)quinoline hydrochloride (compound 69/183). Taiminen T.4. 183) Constitui uma butirofenona com molécula muito curta e básica.5.92(1):219-24. 55. Arzneimittelforschung 1974. Pharmacological studies on 3-]gamma-(p-fluorobenzoyl)propyl]-2.28(7):1087-91. Rasmussen H. a sedative neuroleptic of the butyrophenone series with pronounced anti-aggressive and anti-shock activity in animals. Kvarstein G.6-hexahydro-1-(H)-pyrazino (1. Volkmann DH. Srimal RC. Part IV: other CNS effects and acute toxicity. Grong K.5.5. Maisov NI. 35(2):333-9. Taylor DP. 34. Singh GB. 40. Stegmann GF. year of experimentation with haloanisone. 39(5):517-20. 43. 48. Essman WD. 37. Forty-third report of the Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives. Nityanand S. 59(1):53. Srimal RC. Westman K. Paliwal JK.2-a] quinoline hydrochloride (compound 69/183). J Pharmacol Exp Ther 1998 Jan. centpyraquin). Johnsen H. Raevskii KS. Arzneimittelforschung 1978. Dhawan BN. Salokangas RK.28(8):1403-6. (63. Srimal RC. 25(1):24-32.71(2):224-8. Gupta RC. Evaluation of certain veterinary drug residues in food. Anand N. Azaperol. 24(3):221-7. Woods JH. and dogs and effects of the dietary substrate.284(1):1-9. McCorkell RB.28(9):1641-4. Taylor DP. Pharmacological studies on 3-[gamma-(p-fluorobenzoyl)propyl]-2.29(12):1529-30. Jilek J. Niemi H. 1999. Janssen PA. Biull Eksp Biol Med 1976. Vet Rec 1987. Vanecek SA. Rauws AG. C) Butirofenonas 4-PiperidilPiperidínicas & Piperidínicas Outras AL-449 4'-fluoro-4-(p-hidroxipiperidino)butirofenona. Ten Ham M. Pharmacological studies on 3-[gamma-(p-fluorobenzoyl)propyl]-2.3.3. Discriminative stimulus characteristics of BMY 14802 in the pigeon. Azaperone. WHO. van Vuuren M.4a. Eur J Pharmacol 1979. Freudenthal J. 1-95. Glebov RN.4. J Appl Physiol 2002 Jan. World Health Organ Tech Rep Ser 888:ivii. Philipp A.KATPase.2-a) quinoline hydrochloride (compound 69-183. Grover PK.5. Maisov NI. 1992. Neuroleptic receptors: stereoselectivity for neuroleptic enantiomers. Raven Press Ltd. Experientia 1973 Dec. a new metabolite of the veterinary butyrophenone tranquilizer azaperone. 47. Part 1: anaesthesia. Raevskii KS.4a. Skolleborg KC. 51. Arzneimittelforschung 1978. Dhawan BN. Anaesthesia in the pregnant guinea pig.4a. Arzneimittelforschung 1978. Meltzer DG. Gronbech JE. LUNDBECK INSTITUTE DATABASE (www.6hexahydro-1-(H)-pyrazino(1. Olling M. Dahl ML. Villa JL. Part II: Effect on cardiac dynamics. 1996. Srimal RC. Chem Pharm Bull 44/3: 534-541. Simultaneous determination ofcentbutindole and its hydroxy metabolite in serum by high-performance liquid chromatography. WHO.3. Citalopram causes no significant alterations in plasma neuroleptic levels in schizophrenic patients. Use of azaperone and zuclopenthixol acetate to facilitate translocation of whitetailed deer (Odocoileus virginianus).4. Comparative trials on sultopride and fluanisone. 36. 38. Part III: Assessment of tranquillising activity. 55(2):46-9. Singh GB. HR 375: a potential antipsychotic drug that interacts with dopamine D2 receptors and sigma-receptors in the brain. J S Afr Vet Assoc 2001 Dec. Hofmeyr M. Praxis 1966. Schlemmer Jr RF: Sigma "antagonists"potential antipsychotics? Novel Antipsychotic Drugs: 189-201. Niemegeers CJ. Farmakol Toksikol 1976. Fiftieth report of the joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives. 41. Su TP. Lekven J. Ahola V. 39Read MR. Van Nueten JM.3. Robert G. MD 2028.3. Encephale 1978. Nityanand S. Saarijarvi S.72(4):239-41. 54. 39. 44. 52. FM: C16-H21-F-N-O2 DD: 500 a 1000mg. Mason DF.org/cp/en/ CNSforum/treatment/psychotropics/) 32.6hexahydro-1 (H)-pyrazino(1. Saxena AK. 4(2):145-161. New York. The effect of psychotropic substances on synaptosomal uptake of gamma-aminobutyric H3-acid and the activity of Na.4. Pasini W. in geronto-psychiatry. Liberation of H3-GABA from isolated nerve endings of the cerebral cortex of rats under the effect of psychotropic drugs. Toxicol Appl Pharmacol 1976. guinea pigs.

Boa parte da literatura sobre esta substância é de origem japonesa. fato que pode estar ligado a baixa lipofilicidade do composto e conseqüente baixa penetração do sistema nervoso central. mas não se pode afastar a possibilidade de ser apenas a ausência de efeitos sedativos na presença de rápido alívio dos sintomas positivos.7% em 2º. 53).5% (sintomas negativos) e 49. É um neuroléptico de alta potência (forte ação de bloqueio D2 com fraca ação em D1). Foi-lhe atribuída uma suposta atividade ativadora. embora conhecido nos Estados Unidos e empregado na Europa. Entretanto datam de 1978 ensaios preliminares nos Estados Unidos (66). moperona). Foi confirmado que tanto a substância original quanto sua forma reduzida são amplamente metabolizadas pela CYP 3A4. figurava como o 4º antipsicótico mais prescrito. o que permite seu uso em doses muito pequenas (até cerca de 100 vezes menores às da clorpromazina). com poucas exceções de potência intermediária (lemperona. Sua ação adrenolítica pode ser considerada desprezível. Como se sabe. no ano de 1993. R 46541.ou: Butirofenona.2 ± 4. Sua patente está registrada em nome da empresa Bristol norteamericana. BROMPERIDOL (BROMOPERIDOL) 4-(4-(4-Bromofenil)-4-hidroxipiperidino)-4'fluorobutirofenona ou: 4-(4-(p-Bromofenil)-4-hidroxipiperidinol)-4'fluorobutirofenona ou: 1-Butanona. somente seria introduzida formalmente para emprego clínico em 1981. As únicas referências na literatura são ensaios clínicos abertos dos anos 60 (63. Dépôt (decanoato): 75 a 225mg/mês IM. (CAS RN 10457-90-6) FM: C21-H23-Br-F-N-O2 DD: 5 a 35mg. entre os primeiros estudos clínicos mundiais. com meia-vida de 24 a 36h que permite administração em dose única diária. 64. início rápido de ação.1 ± 46.da qual aliás. Sintetizada em abril de 1966. melperona.2% (escore total).3% em 5º) (204). ao contrário da intensidade de melhoras iniciais nas dimensões “sintomas positivos” e “ansiedade-depressão” (205). perfazendo 18. figuram estudos sul-americanos em Buenos Aires (15.2% em 1º. tratando essencialmente de seu metabolismo e interações medicamentosas (138. 12 e 18mg/dia.8 ± 29. Atualmente.7% do total de prescrições (haloperidol com 53. decanoato) (C-C 2489/21)(BRN 1552256).7ng/ml (205).8% em 3º. Não há notícias de desenvolvimento posterior da substância. é apenas em grande escala utilizado no Japão.6 ± 46. Apesar de registrarem alguns resultados promissores em esquizofrênicos crônicos. as butirofenonas são. eficaz nos sintomas positivos. Níveis Terapêuticos (VO): 8.2 ± 45. 183). com 30 esquizofrênicos agudos. do mesmo modo que o haloperidol de quem é estruturalmente muito próxima (199). Uma das últimas butirofenonas desenvolvidas pelo grupo original de Janssen.5% (sintomas cognitivos). Não disponível comercialmente. país onde. 4-(4-(p-bromofenil)-4hidroxipiperidino)-4'-fluoro-ou: 4-(4-(4-Bromofenil)-4-hidróxi-1-piperidinil)-1-(4fluorofenil)-. se mostra dose-dependente e menos acentuada que a do haloperidol. A elevação da prolactina pelo bromperidol.5% (sintomas positivos).7% (excitação). mencionam doses surpreendentemente altas para uma butirofenona. Neste estudo a mensuração das taxas de prolactina e concentrações plasmáticas de bromperidol tiveram uma correlação e poder de previsão desprezíveis em relação à melhora sintomatológica final. 73. difere estruturalmente apenas pela substituição de um dos átomos de hidrogênio por uma hidroxila no grupo metila terminal ligado ao anel piperidínico. levomepromazina com 48. em geral. entre 500 a 1000mg/dia. aliás. 80. Na década de 80.8% (dimensão ansiedade-depressão). e zotepina com 18. 4-(4-(4-bromofenil)-4-hidróxi-1piperidinil)-1-(4-fluorofenil). foram respectivamente de 59. 178). antipsicóticos de alta potência. De qualquer forma as melhoras observadas nos escores globais e escores dos cinco subgrupos sintomatológicos da BPRS no ensaio aberto recém publicado de Yasui-Furukori e colaboradores. segundo um outro estudo (17).1-butanona ou: (R 11333.3 ± 33.6 ± 37. clorpromazina com 24. Não forma 142 . aleatoriamente alocados em 3 grupos de doses fixas de 6. 43.

LUNAPRON. sendo. 69). gts. Bélgica) . No Exterior: AZUREN (nome provisório para alguns países). Holanda) . SEPERIDOL) CARPERONA (CARPERON. 5mg. antiparkinsonianos trihexifenidil e biperideno (142).amps. reconhecidamente um potente indutor das enzimas hepáticas. Holanda) .amps. IMPROMEN (Japão).gts. 50mg/ml (já retirado). mas. gts. seria originário da expressão inglesa “Improve man. Itália) . CARPERONE) 4-[4-[p-cloro-m-(trifluorometil)fenil]-4hidroxipiperidino]-4'-fluorobutirofenona . simultaneamente. 5mg. CLOFLUPEROL (SEPEROL. 5mg. 50mg/ml. 2mg/ml. IMPROMEN. Itália e na Inglaterra em esquizofrênicos residuais com tolerabilidade e eficácia satisfatórias (106.comps. 184) quanto agudos (68. 17230-87-4 (monocloridrato)) DD: 3 a 30mg (108) FM: C22-H22-Cl-F4-N-O2 Estruturalmente é uma butirofenona que reúne em sua molécula. 2mg/ml.comps. isopropil-. mas pode ser considerado um derivado 4-piperidilpiperidínico com o segundo anel piperidínico aberto. BROMIDOL (Janssen Cilag. ao contrário. ampolas com 50mg para aplicações de 4 em 4 semanas) já foi empregada na América Latina. Bélgica) . Introduzido no final da década de 60 por Bobon e colaboradores.” Não disponível comercialmente no Brasil. ROPEL. A preparação dépôt (bromperidol decanoato. ERODIUM. Como demonstração de sua boa tolerabilidade metabólica. 1mg. 176. IMPROMEN (Janssen Cilag.comps. TESOPREL (Thiemann. as substituições distintivas do haloperidol (átomo de cloro) e trifluperidol (grupamento trifluormetil). 2mg/ml. PRINDIL. Foi introduzido no final da década de 60 (62. 1-(3-(pfluorobenzoil)propil)piperid-4-il éster ou: (AL 1021) (CAS RN 20977-50-8) FM: C19-H27-F-N2-O3 Figura no banco de dados stofflistLizenznehmer como neuroléptico e derivado butirofenônico. 1-(4-(4fluorofenil)-4-oxobutil)-4-piperidinil éster ou: 1-[3-(p-fluorbenzil)propil]-4-piperidilisopropilcarbamato ou: Ácido carbâmico. 5mg.comps.metabólitos ativos. 182) e equiparáveis às do decanoato de flufenazina (116). reduzidos pela carbamazepina (141).HCl ou: 4-(4-(4-Cloro-3-(trifluorometil)fenil)-4-hidróxi-1piperidinil)-1-(4-fluorofenil)-1-butanona (R 9298) (CAS RNs 10457-91-7 (base). 1%. IMPROMEN (Janssen Cilag. mas com hipotensão e ganho de peso. Estruturalmente é um composto piperidilpropilcarbamato. BROMIDOL DÉPÔT (Janssen Cilag. IMPROMEN DECANOAS (Janssen Cilag. 5mg .amps. Não disponível comercialmente. 5mg .comps. Dinamarca) . Alemanha) . BRIDEL. Alemanha) . com pouca propensão a extrapiramidalismo. 50mg/ml. IMPROMEN (Janssen Cilag. o bromperidol já foi empregado no Delirium Tremens com sucesso (167). 10mg. Ácido carbâmico (1-Metiletil).gts. Apenas uma curiosidade: o nome comercial pelo qual é mais conhecida. Dinamarca) .comps.tanto em esquizofrênicos crônicos (11. 76) e logo ensaiado -doses de 200 a 300mg/dia. IMPROMEN DECANOAS (Janssen Cilag. o mesmo grupo responsável pela introdução clínica do Ácido isopropilcarbâmico éster com 4'-fluoro-4(4-hidroxipiperidino) butirofenona ou: 1-(3-(4-Fluorobenzoil)propil)-4-piperidil Nisopropilcarbamato ou: 143 . nem pelo antidepressivo desipramina (185). IMPROMEN (Formenti. Tem seus níveis plasmáticos aumentados pela levomepromazina porém não pela tioridazina (186).

(34). monocloridrato ou: 1-Butanona. Sua patente é detida pela Sumitomo. 1-Butanona. Não disponível comercialmente.HCl ou: (AHR 6134) (A. É um derivado amino-substituído do trifluperidol com o grupamento amina modificando de forma inédita. 02. grande parte das escassas citações na literatura vem de artigos japoneses com experimentação animal.H. como um novo neuroléptico com ação prolongada (48 horas) (21). 56). 05).haloperidol. (CAS RN 42048-72-6) FM: C22-H24-F4-N2-O2 Introduzido em 1974 por pesquisadores da empresa farmacêutica japonesa Sumitomo como um potencial novo antipsicótico. Foi introduzido como um neuroléptico com propriedades ansiolíticas no final da década de 70 (50. 04. CLOROPERONE) 2'-amino-4'-fluoro-4-[4-(m-trifluorometil)fenil]-4hidroxipiperidino)butirofenona ou: 1-(2-Amino-4-fluorofenil)-4-(4-hidróxi-4-(3(trifluorometil)fe-nil)-1-piperidinil)-1-butanona. 4-(4-(4-clorobenzoil)-1-piperidinil)1-(4-fluorofenil). 55695-56-2 (cloridrato)) FM: C22-H23-Cl-F-N-O2 DD: 1 a 10mg (108).ou: 4-(4-(p-clorobenzoil)piperidino)-4'fluorobutirofenona ou: 4-[4-(p-clorobenzoil)piperidino] -4'fluorobutirofenona . não havendo registro de desenvolvimento posterior. 86. inclusive clofluperol. entre antipsicóticos butirofenônicos. 03. LEMPERONA (LENPERON. Além deste e do artigo do próprio Janssen tratando dos aspectos farmacocinéticos de sua distribuição e de outras butirofenonas (93). Apesar do relato de propriedades neurolépticas em estudos preliminares (85. mas os estudos clínicos não passariam de fases preliminares. Robins) (USA). ID-4708 (ID 4708) CLOROPERONA (CLOROPERON. 1-(2-amino-4-fluorofenil)-4-(4hidróxi-4-(3-(trifluorometil)fe-nil)-1-piperidinil)ou: 1-(3-(2-Amino-4-fluorobenzoil)propil)-4-hidróxi4-(3-trifluoromet-ilfenil)piperidina. o grupo pfluorbutirofenona. Há também um artigo de Chiou de 1984 sobre a redução da pressão intraocular observada com algumas butirofenonas. (RMI 9901) (Richardson-Merrell) (Itália) (CAS RNs 61764-61-2. tratando de efeitos neuroendócrinos nas ações sobre o eixo hipofisário-adrenocortical (01. não há notícias de desenvolvimento posterior com ensaios clínicos nem uma faixa de doses terapêuticas. Não disponível comercialmente. Teria demonstrado algumas características metabólicas distintivas entre as butirofenonas (61). Não disponível comercialmente. 87) e de constar ainda hoje do banco de dados ChemID Plus (32) como um antipsicótico (neuroléptico butirofenônico). LENPERONE) 144 . como os de Aimoto e colaboradores dos anos de 1979 a 1981.

um primata com reações muito semelhantes às do homem neste aspecto (145). Por via endovenosa e em doses altas. como muitos outros antipsicóticos chegou a ser ensaiado em quadros ansiosos não-psicóticos (55) mas não despertou o interesse da indústria farmacêutica para desenvolvimento em escala comercial para uso humano. além de procedimentos clínicocirúrgicos da medicina veterinária. parece determinar importante hipotensão e taquicardia. (FG 5111) (CAS RNs 1622-79-3. (111). foi gradualmente sendo identificado como um neuroléptico com potência intermediária. embora mais fraca que a do haloperidol. como tranqüilizante. 133. MELPERON. seria ainda superior à do timolol (34. 10 a 300mg (37). seguramente. Mas. Foi muito utilizado na tranqüilização de animais (1 a 1. embora tenha demonstrado brandas propriedades de antagonismo D2. 145 . IM) (39. USA) MELPERONA (FLUBUPERONE. 175. moperona e trifluoperidol. 30 a 90mg (202).Cl-H DD: 75 a 200mg (16). 164) com fins de experimentação laboratorial em pesquisa básica. 3575-80-2). 35). foi proposto como um substituto para quadros ansiosos e confusionais de pacientes geriátricos. introduzida na segunda metade da década de 70 (101). 4'-fluoro-4-(4-metilpiperidino)-. teria também potencial aplicação terapêutica no glaucoma. É uma butirofenona relativamente recente. por apresentar ação hipotensora intraocular que. Um padrão típico de efeitos distônicos com faixa de doses antipsicóticas também foi registrado por Casey em seu estudo com primatas não-humanos (30). Introduzido no ano de 1971 como novo agente psicotrópico (82). 203). neuroendócrinos (04) e motores (49). usados como modelo animal da Discinesia Tardia em humanos (78). cloridrato ou: 4'-Fluoro-4-(4-metilpiperidino)butirofenona cloridrato ou: gama-(4-Metilpiperidino)-p-fluorobutirofenona cloridrato. entre os precursores dos atípicos. 80 a 120mg (108). 1-(4-fluorofenil)-4-(4-metil-1piperidinil)-. Não disponível comercialmente no Brasil. 4-(4-(4-fluorobenzoil)-1-piperidinil)1-(4-fluorofenil). Robins. 15 a 800mg (98). 124. não determina aumento dos movimentos orais (“vacuous chewing movements”). em doses menores. 121). No Exterior: ELANOL. METHYLPERONE) 4'-fluor-4-(4-metil-piperidino)-butirofenona ou: 4’-fluoro-4-(p-metilpiperidino) butirofenona ou: Butirofenona. com animais de experimentação. porém. Como aconteceu com outros neurolépticos. exatamente por seu pequeno efeito sedativo e baixo potencial para efeitos adversos motores. que seu uso prolongado ao contrário do observado com o haloperidol. MELPERONE. Nos anos 70. Do mesmo modo que o haloperidol. é um antipsicótico com perfil muito interessante e que figura no mínimo. cloridrato ou: 1-Butanona. 164.ou: 4-(4-(4-Fluorobenzoil)-1-piperidinil)-1-(4fluorofenil)-1-butano. a literatura registra seu emprego. indubitavelmente. Comprovou-se. ELANONE (A. ao lado de outras butirofenonas com forte bloqueio serotoninérgico como a pipamperona e a piremperona. H.4mg/k. Antipsicótico atípico para a maioria (38. pela da clozapina nos macacos Cebus. típico com potência intermediária a baixa para outros. Foi inicialmente ensaiado no Brasil como antipsicótico em pacientes esquizofrênicos por J Caruso Madalena e seus colaboradores (112. 50 a 400mg (108). 113) e Correa & Bastos (43).1-Butanona. espiperona. moderadamente sedativo e com poucos efeitos autonômicos (82. METHYLPERON. FM: C16-H22-F-N-O ou C16-H22-F-N-O.na ou: 4'-Fluoro-4-(4-(pfluorobenzoil)piperidino)butirofenona ou: (AHR 2277) (BRN 1554429) (CAS RN 24678-13-5) FM: C22-H23-F2-N-O2 DD: 30 a 60mg. inferior ao do haloperidol. A boa tolerabilidade extrapiramidal seria suplantada. Seja como for. inclusive butirofenônicos.

tem meia-vida de cerca de 3 horas que. facilmente deslocável aos receptores D2 no striatum (171) muito embora com taxas cerebrais de ocupação D2 superiores a 70% (202). No rato. revelou atividade de bloqueio alfadrenérgico (148). fluperlapina. que dificilmente eram deslocados de seus sítios de ligação (170. hoje se sabe. aumentam a dopamina extracelular e a liberação de dopamina induzida pela Danfetamina em nível estriatal (89). Na dose de 1mg/k em animais de experimentação (ratos). como pode ser demonstrado em pacientes psicóticos do sexo feminino (19). Teria mais efeitos sedativos do que cataleptogênicos. 171). no máximo. amperozida e clozapina. porém. perlapina e sertindol. molindona.Desde o início foi considerado antipsicótico sedativo. Nesta mesma pesquisa verificou-se que dos dois principais metabólitos da melperona. É bem absorvida por via oral. sulpirida. a melperona também demonstrou afinidade por receptores serotoninérgicos 5Ht2 (13. 5Ht1C (158) e 5Ht6 e 5Ht7 (159). Estes autores também reuniram evidências de que estas propriedades seriam adicionalmente compartilhadas por tenilapina. Como a clozapina e a maioria dos atípicos. na mesma direção. além do potencial antipsicótico atípico FG-5803 (monocloridrato de N-ciclohexil-4-(4-(4fluorofenil)-4-oxobutil)-1piperazinocarboxamida). pode chegar. De fato. pela elevação dos níveis de ácido homovanílico no líquor mais moderada e com tendência a se reduzir pelo gradual desenvolvimento de tolerância. eleva as concentrações do 3-metóxi-4hidróxi-feniletileno glicol (metabolismo noradrenérgico) e. ao contrário do tiotixeno (sem ação). além de clozapina e melperona. olanzapina. entre numerosos outros antipsicóticos licenciados. Também distingue-se do tiotixeno. inibe a hipercinesia determinada pela apomorfina de modo parcial e dose-dependente de modo semelhante à clorpromazina e a tioridazina e diferente do antagonismo completo determinado pela perfenazina com doses mais altas (104). Um menor bloqueio D2 estriatal também foi registrado. tem maior intensidade de ação como antagonista 5Ht2 do que D2. embora com menor intensidade que a droga-mãe (201). a melperona é cerca de 10 vezes menos potente que o tiotixeno na elevação das taxas de prolactina e cerca de 5 vezes menos potente e com ação menos duradoura na elevação das concentrações de ácido homovanílico e diidróxi-fenilacético (indicadores do metabolismo dopaminérgico) mas. Aliás. remoxiprida. não teria ação sobre as concentrações de ácido hidróxi-indolacético (metabolismo serotoninérgico). Verificou-se também que a administração crônica da melperona. a 8 horas (108). flufenazina. propriedade aliás compartilhada pela melperona. 75. mesoridazina e tioridazina além da ausência em outros antipsicóticos. mas sem nenhuma afinidade pelos subtipos 5Ht1A (114). seu perfil de efeitos comportamentais se aproxima muito da 146 . com doses repetidas. como este. como a clozapina e alguns dos atípicos com baixo perfil de efeitos extrapiramidais. Na experimentação animal com cães. 119. Seeman & Tallerico puderam verificar que a melperona estava entre antipsicóticos que se ligam de modo débil. não sofrendo influência da ingestão de alimentos sobre sua biodisponibilidade (118). clorpromazina. olanzapina. A melperona não demonstrou afinidade relevante por receptores muscarínicos como se observa com clozapina e tioridazina (22). Compartilha com a clozapina elevação apenas transitória das taxas de prolactina. após um agudo aumento da ação dos neurônios dopaminérgicos da via túbero-infundibular e a elevação nas concentrações séricas de corticosterona (74. 160) . Do mesmo modo andou sendo sugerida recentemente importância à ação de agonismo inverso em 5Ht2C como uma característica diferencial dos atípicos. Em ratos. inteiramente ao contrário do haloperidol. 134). para quetiapina. trifluperazina. haloperidol. flufenazina e risperidona. Foi também inferior à clozapina na afinidade pelos dopaminérgicos D4 (102. ao bloqueio deste último subtipo de receptor dopaminérgico chegou a ser atribuída importante função no perfil de atipicidade da clozapina e alguns atípicos como a risperidona. apenas um era farmacologicamente ativo. com poucos efeitos autonômicos. 57. na intensidade do bloqueio D4 (108). 115. zotepina e tiosperona o que vem sendo refutado pela constatação de sua ocorrência em nível alto entre antipsicóticos típicos como clorpromazina. mas que logo se verificaria ocorrer com vários antipsicóticos típicos assim como se mostrava ausente em antipsicóticos reconhecidamente atípicos (154). satisfazendo assim o principal critério farmacodinâmico de atipicidade (119). indubitavelmente atípicos como quetiapina. 121). Após dose única. em oposição a outros antipsicóticos como trifluperazina. fluperlapina e tenilapina. Só perde para a clozapina. 120. o que o distinguiria das fenotiazinas de baixa potência. loxapina. racloprida.

depressão. 130). em ensaio aberto. porém.tioridazina e da clorpromazina mas com duração de ação bem menor. freqüentemente idosos) (12). antagoniza. com uso diário da melperona entre 15 a 800mg. oftalmológico e laboratorial. Em pacientes com Demência. uma difenilbutilpiperazina (83). na faixa etária de 33 a 97 anos. a amperozida. A melperona está classificada no banco de dados ChemID (32) como agente antiarrítmico. Em longo seguimento clínico. em torno de 4 horas (101). 126. eletrocardiográfico. Em estudo duplo-cego com mulheres psicóticas foi tão eficaz quanto o tiotixeno. 125. Um relato clínico muito interessante. ansiedade. assim como superior em eficácia ao placebo nas mesmas condições (81). a melperona demonstrou eficácia equivalente no controle da inquietude e agressividade. irritabilidade. além de antipsicótico. propriedades também partilhadas por um outro antipsicótico recente. 149. esteve associada. demonstrou utilidade no tratamento de alcoólatras com ação sobre insônia. mas com eficácia controversa sobre o desejo pela bebida (28. Em estudo duplo-cego controlado com placebo. proveniente da Turquia. foi tão eficaz quanto esta nestes pacientes com uma tolerabilidade ligeiramente melhor (79). por períodos de 1 a 15 anos. Foi recentemente confirmada sua ação antiarrítmica em seres humanos com taquicardia ventricular sintomática. com tolerabilidade muito boa de ambas as substâncias (137). devendo ser classificado como agente antiarrítmico com propriedades classes I e III de acordo com a classificação de Vaughan Williams (90. tendo sido sugerido como uma verdadeira alternativa aos benzodiazepínicos (153) com a vantagem de não envolver risco de farmacodependência. controlados por placebo. com menos efeitos extrapiramidais e menor elevação das taxas de prolactina (17). no estudo de Borg e colaboradores com alcóolatras em abstinência. a uma incidência maior de convulsões que o oxazepam ou o amobarbital (24). novo levantamento desta casuística. Pela via intramuscular tem meia-vida de até 6 horas alcançando biodisponibilidade de 60% pela via endovenosa. como a maioria dos antipsicóticos. ansiedade e insociabilidade e o único efeito adverso observado foi a sedação (58) e em estudo duplo-cego multicêntrico randomizado. então aumentada para 50 casos e com a média de idade de 81 anos. comparativo com o tiotixeno (30mg/dia) com 30 pacientes esquizofrênicas. provavelmente por saturação do sistema hepático de eliminação (25 . realizado na Suécia. em doses de 1 a 5mg/k. em doses iniciais de 75mg. Já demonstrou possuir propriedades ansiolíticas em voluntários saudáveis na faixa de 50mg. sem hipotensão significativa. Em pacientes psicogeriátricos num estudo duplocego comparativo com zuclopentixol (4mg). de 37 pacientes psiquiátricos e psicogeriátricos dos dois sexos. 147 . através da mesma sistemática. com duração de 4 semanas. 29). com menos efeitos adversos extrapiramidais (20). Também mostrou-se mais eficaz que o diazepam como medicação ansiolítica no pré-operatório de catarata em pacientes geriátricos. em pacientes ambulatoriais não-psicóticos. piorava seus sintomas psicóticos quando se recorria à bromocriptina (179). equivalentes a doses de 10mg de diazepam e 50mg de clorpromazina (129). Por outro lado. Em estudo duplo-cego. Kirgekaard e colegas não foram capazes de identificar efeitos adversos de magnitude atribuíveis ao medicamento (98). Uma curiosa indicação psiquiátrica adicional foi recentemente revelada na Síndrome de Charles Bonnet (pseudo-alucinações visuais em deficientes visuais. foi eficaz na redução de agitação. labilidade emocional. comparativo com a tiaprida. Cinco anos depois. foi ainda eficaz em faixas menores de 10 e 25mg. Também se mostrou eficaz e bem tolerada. Nas doses acima de 100mg sua farmacocinética perde linearidade. dá conta do absoluto sucesso de seu emprego em uma paciente com quadro delirante orgânico associado à hiperprolactinemia não-medicamentosa. a arritmia induzida pela adrenalina de modo até mais intenso do que a clorpromazina. confirmou sua boa tolerabilidade a longo prazo (37). 146. a melperona (300mg/dia) revelou-se um antipsicótico tão eficaz quanto aquele. Já demonstrou utilidade na taquicardia ventricular do infarto agudo do miocárdio em ensaio duplo-cego controlado com placebo (128) e na falência ventricular esquerda experimental em cães (177). o propranolol e a quinidina. na psicose iatrogênica induzida pela medicação dopaminérgica em pacientes com Doença de Parkinson (09). e que tivera sua condição endocrinológica agravada com antipsicóticos convencionais mas que. com muito boa tolerabilidade. Este perfil não permite o emprego da melperona em dose única diária. Em estudos duplo-cegos. embora com maior tendência à hipotensão (139). 151. por outro lado. 155). Embora inativo na arritmia cardíaca induzida pela aconitina. ideação paranóide.

comps. 25mg.mas seu aproveitamento foi desaconselhado pela ocorrência de efeitos adversos. Não disponível comercialmente no Brasil. 100mg. Alemanha) comps. Embora amplamente disponibilizada na Europa. Uma apresentação oral (cloridrato) de liberação prolongada chegou a ser testada na Alemanha com bons resultados em termos de eficácia e segurança (109). Alemanha) . Noruega. 50mg – mixt. Tem padrão de efeitos adversos muito semelhante ao do haloperidol (por bloqueio dopaminérgico estriatal) mas com maior potência na ação de bloqueio alfadrenérgico central (embora ainda muito menor que outros antipsicóticos como a clocapramina. 25mg. 25mg.comps. previamente administrados. Portugal). Finlândia) . no mesmo mês do haloperidol mas. principalmente neurológicos. 25mg. clofuperol e triperidol (os mais potentes) e a floropipamida (o menos potente) (04). 100mg. 50mg. 25mg. cloridrato ou: Butirofenona. MELPAX (Orion. GEMERIL (Medipolar. 100mg. 100mg. diferindo destes apenas pela falta do átomo de halogênio na extremidade oposta ao radical pfluorbutirofenona (cloro na molécula haloperidol e bromo na do bromperidol). o que só foi feito no ano de 1963. 100. A) . alcoólatras e dementes senis (70. explicam a falta de um adequado desenvolvimento clínico-farmacêutico. em mais de 70% deste subgrupo de pacientes (88. ao contrário deste.Cl-H. Provavelmente. 195). METHYLPERIDOL. cloridrato) FM: C22-H26-F-N-O2. MELNEURIN (Hexal/Neuro Hexal. MELPEROMERCK (Merck dura. BURONON (Knoll. 25mg. 25mg. 1-Butanona. BUNIL (Lundbeck. cloridrato.comps. MOPERONE) 4'-Fluor-4-(4-(4-metilfenil)-4-hidróxi-1-piperidil)butirofenona ou: 4'-Fluoro-4-(4-hidróxi-4-ptolilpiperidino)butirofenona ou: 148 . 156. Sintetizado em fevereiro de 1958. a perfenazina. Suécia) . 25mg. 1-(4-fluorofenil)-4-(4-hidróxi-4-(4metilfenil)-1-piperidinil). No Exterior: BURONIL (Lundbeck. Finlândia) mesma apresentação do BURONIL. 10mg. Por suas propriedades de antagonismo pós-sináptico seletivo alfadrenérgico (147) com ação vasodilatadora (148). DD: Iniciar com 10 a 30mg (16). NEURIL (Schoeller Pharma. Como outros antipsicóticos butirofenônicos. a espiperona. acentuariam alguns de seus efeitos. Na mesma época também foi experimentado na Oceania (97). Alemanha) . nem mesmo ensaiada clinicamente nas Américas. Foi bastante ensaiado nos anos sessenta e início dos setenta. razões puramente mercadológicas. o MOPERONA (METILPERIDOL. em países da Europa Oriental (187. 95). base. Alemanha) comps. 1560 a 300mg (108). Dinamarca. custou a ser introduzido. TK) . a carpipramina. 100mg. 196). 10mg. MEL-PUREN (Isis-Puren. 50mg-amps. base. 107. EUNERPAN (Knoll. HARMOSIN (Hormosan.comps. cloridrato ou: 1-(3-(p-Fluorobenzoil)propil)-4-hidróxi-4-(ptolil)piperidinium cloreto ou: 4-(p-Tolil)-1-(3'-(p-fluorobenzoil)propil)piperidinol-(4) cloridrato ou: 4'-Fluoro-4-[4-hidróxi-4-(p-tolil)piperidino] butirofenona ou: (R 1658) (NSC 170974). 197). propriedade esta que pode significar efeito antidepressivo ou ativador maior que o do haloperidol (189). deve-se também ter em conta uma possível interação farmacodinâmica com betabloqueadores que. 25mg. na Itália (123. em pacientes esquizofrênicos.comps. atua no eixo hipófise/supra-renal elevando as taxas de corticosterona.-.comps. nunca foi lançada comercialmente. a flufenazina. Finlândia. 152. países ibéricos (105). com o aumento da refratariedade ventricular e sobretudo atrial (150). 84. o flupentixol e a propericiazina). situando-se nesta ação entre o haloperidol. À semelhança de outros antagonistas dopaminérgicos sem ação anticolinérgica (entre as butirofenonas nomeadamente. Alemanha) . C22-H26-F-N-O2. 3871-82-7. 100mg. (CAS RNs 1050-79-9. e Escandinávia. Estruturalmente é muito semelhante ao haloperidol e ao bromperidol. 4'-fluoro-4-(4-hidróxi-4-ptolilpiperidino)-. com maior interesse da indústria na risperidona.comps.

da ordem da clozapina e da quetiapina e inferior à do sertindol e olanzapina. Também demonstrou afinidade in vitro por receptores serotoninérgicos 5Ht2B (198) e alfa1-adrenérgicos. durante 8 semanas com boa tolerabilidade (191). PIPAMPERONA (FLOROPIPAMIDE. ação benéfica em sintomas negativos como retraimento social e ação reguladora no ciclo sono/vigília (94. Sintetizado em janeiro de 1960 pela equipe de Janssen e colaboradores e introduzido no ano seguinte. No Exterior: LUVATREN (Cilag. Em estudo multicêntrico europeu. 135. 60) e com pacientes psiquiátricos por Caruso Madalena no Rio de Janeiro (110).ou: (R 3345) (McN-JR-3345) (BRN 0496532) (CAS RNs 1893-33-0. mas também. derivada da 4piperidilpiperidina ou benzoilpiperidina. Os primeiros ensaios no Brasil foram realizados no Rio de Janeiro por J. do tipo ensaio aberto. na faixa de 30/180mg/dia.comps. (Alemanha) comp 5mg. Não disponível comercialmente no Brasil. base. mostrou um risco equivalente para risperidona.ou: 1'-[3-(p-fluorbenzil)propil]-[1. 1'-(4-(4fluorofenil)-4-oxobutil). 169). 1'-(3-(pfluorobenzoil)propil). ainda com maior potência. 36). mostrando-se superior ao placebo em doses de 80 a 160mg/dia. Pode ser considerado o precursor da risperidona. Clinicamente tem baixa propensão a reações extrapiramidais. foi empregado na Europa em distúrbios do comportamento de deficientes mentais. conduzido por Schillevoort e colaboradores do Departamento de Farmacoepidemiologia e Farmacoterapia da Universidade de Utrect. Sampaio e Alves Garcia e colaboradores (10. seguidos por diversos ensaios clínicos não só como antipsicótico. como a piremperona (classificado como antipsicótico bicíclico no banco de dados do Lundbeck Institute) e a cetanserina (ou ketanserin. no manejo da insônia por Othon Bastos. inclusive com propensão a determinar hipotermia como alguns antipsicóticos atípicos com acentuada ação de antagonismo serotoninérgico neste subtipo de receptor (52.4'-bipiperidina]-4'carboxamida. tioridazina e pipamperona (166). 1-(3-(p-fluorobenzoil)propil)-4piperidino. ocaperidona e demais antipsicóticos benzisoxazólicos (antagonistas serotoninodopaminérgicos) que viriam a ser desenvolvidos pela equipe de Janssen na década de 80. 11. PIPAMPERONE) (1. embora não tão intensa quanto o sertindol e a clozapina (168). retard 20mg. 5mg . Recente e amplo levantamento. 64. (cloridrato). Pode ser considerada butirofenona de primeira geração. 162). no curso de seis semanas (190) e de crianças.ou: (1. Caruso Madalena (110) ainda no ano de 1967. 192). sol oral (gts) 5mg/ml. por seu pronunciado efeito sedativo. voltou a mostrar utilidade em distúrbios do comportamento associados ou não a deficiência mental (46). revelou potencial utilidade no glaucoma por reduzir a pressão intraocular sem os efeitos adversos de drogas como a pilocarpina e o timolol (35.4'-Bipiperidino)-4'-carboxamida.4'-Bipiperidino)-4'-carboxamida. SEDALIUM (França) – comps. um bloqueador 5Ht2A. A seguir. Esses estudos iniciais parecem ter 149 . MELDOL. com afinidade diferencial por D4 superior à da clozapina (168) é. Tem o perfil clínico e farmacodinâmico de um atípico. dicloridrato) FM: C21-H30-F-N3-O2 DD: 120 a 360mg. na Holanda. 5mg. 65. Além de fraco bloqueador dopaminérgico D2 (afinidade in vitro reduzida.trifluperidol e a lemperona). antiga Checoslováquia) comps. Inicialmente foi ensaiado nas desordens caracterológicas do comportamento por Fouks e colaboradores. em Paris (59. acerca da ocorrência de extrapiramidalismo em pacientes em uso de antipsicóticos típicos de alta e baixa potência e risperidona. um antagonista serotoninérgico utilizado como medicamento anti-hipertensivo) (198). 2448-68-2. dicloridrato 4'-Fluoro-4-(4-N-piperidino-4carbamidopiperidino)butirofenona ou: p-Fluoro-gama-(4-piperidino-4carbamoilpiperidino)butirofenona ou: Isonipacotamida. não controlado. (110) 20 a 120mg.

da hipotermia e das estereotipias 150 . Meltzer e colaboradores já haviam demonstrado.ou: (R 47.1mg/kg de peso nos animais de experimentação) mostrava propriedades típicas de bloqueio dopaminérgico central dos neurolépticos como antagonismo da hipercinesia. No banco de dados do Lundbeck Institute. 136). secundariamente. 2-a] pirimidin-4-ona ou: 4H-Pirido(1. com experimentos in vitro e in vivo em roedores que. (108) Repare-se que a cadeia alifática em sua molécula possui apenas dois átomos de carbono e não três. Também foi ensaiado como indutor do sono em pacientes deprimidos.sido satisfatoriamente confirmados em continuação (80. em doses médias de 80mg/dia (07). sendo relacionada na ampla seção dos compostos antipsicóticos ao lado de compostos benzisoxazólicos. não possui ação antipsicótica. perospirona e outros. Introduzida na década de 80 pela equipe de Janssen como um antagonista da substância psicotomimética ou alucinógena LSD (dietilamida do ácido lisérgico) (40. à qual estaria quimicamente relacionada. PYRENEPYRON) 3-[2-[4-(p-fluorobenzoil)piperidino]etil]-2-metil4H-pirido[1. benzisotiazólicos e de outros grupos. Não disponível comercialmente no Brasil. metisergida e mianserina (71. pioneiramente por Ansseau e colaboradores em 1983. mas apenas em caso de intoxicação (23). PIRENPERONE. propriedades características das substâncias com antagonismo D2 túberoinfundibular e típica dos neurolépticos (122). Substituiu com sucesso (eficiência e boa tolerabilidade) a associação de neurolépticos incisivos e medicação sedativa em esquizofrênicos com distúrbios dos impulsos e do comportamento. a administração de piremperona induzia acentuadamente a secreção de prolactina mesmo em pequenas doses. ziprasidona.465). 40mg/ml sol frs 195ml. Pawlowski e colaboradores (144) puderam em seguida confirmar que a piremperona em doses mais altas (superiores a 0. PIPERONYL (Holanda). (CAS RN 75444-65-4) FM: C23-H24-F-N3-O2 DD: 15 a 150mg. Assim como o droperidol e a tioridazina. redução em escores em alguns itens da escala de Hamilton para depressão. com as doses ótimas variando entre 160 e 320mg/dia e melhora mais acentuada nos pacientes com distúrbios do sono e agitação (181). esta substância não figura entre as butirofenonas. comprovadamente. (108). No ano seguinte à sua introdução. DIPIPERON (Alemanha) (Bélgica) (Holanda) (Suíça) (França) . já foi relacionada a distúrbios da repolarização miocárdica (“Torsade de Pointes”). A própria cetanserina poderia ser considerada quimicamente uma butirofenona. Colpaert & Janssen reconheceriam capacidade de bloqueio alfa1-adrenérgico (41). cetanserina. PIREMPERONA (PIRENPERON. 42). 3-(2-(4-(4fluorobenzoil)-1-piperidinil)etil)-2-metil. como a risperidona. PIPERONIL. ao contrário de outros antagonistas serotoninérgicos como a cetanserina. ocaperidona. 40mg/ml sol frs 30ml. em experimento aberto com doses de 15 a 60mg/dia. DIPIPERON. muito utilizado em experimentação animal. ritanserina. Desde então tem figurado na literatura como um antagonista serotoninérgico. sendo adicionalmente capaz de antagonizar a ação inibidora da dopamina.2-a)pirimidin-4-ona. Anteriormente. 91) com seletividade para o subtipo de receptores 5Ht2A (72). ao lado da pipamperona. 40mg comp. iloperidona. mas só mostrou modestos resultados apesar da boa tolerabilidade (08). blonanserina. Em função das predominantes propriedades antisserotoninérgicas.dicloridrato de pipamperona. demonstrando inclusive. como se verifica em todas as butirofenonas com ação antipsicótica nítida (bloqueio dopaminérgico central D2). em estudo controlado com placebo. a piremperona foi ensaiada como um potencial tranqüilizante. No Exterior: DIPIPERAL. não fosse a cadeia alifática com apenas dois átomos de carbono mas.

a grande contribuição da piremperona e todos os demais. 4bipiperin]-1-il]-1-butanona ou: 4’-fluor-4-(4-piperidino-4propionilpiperidino)butirofenona ou: 1-Butanona.alfa. a equipe de Janssen alcançaria nos anos 80 a síntese da risperidona.enona ou: 4'-Fluoro-4-(4-hidróxi-4-(alfa. por exemplo. -este último também classificado pela Lundbeck como antipsicótico bicíclico. 2062-77-3. 1-(4-fluorofenil)-4-(4-hidróxi-4-(3(trifluorometil)fenil)-1-p-iperidinil). (CAS RN 3781-28-0) FM: C23-H33-F-N2-O2 É um composto butirofenônico sem maiores referências ou citações na literatura especializada. como a pipamperona e a setoperona. 161). TRIPERIDOL) PROPIPERONA (FLOROPIPETON. embora desenvolvido na mesma série pela equipe de Janssen (31). com ação adicional sobre os sintomas negativos e afetivos secundários. Sintetizado em março de 1959 e introduzido em 1961. parece ter sido a de reforçar a idéia que então já começava a se fazer nítida para os pesquisadores. fato que o 151 .4'-bipiperidin)-1'-il). por exemplo. Desconhece-se experimentação como antipsicótico. cloridrato) DD: 2. com acentuadas ações simultâneas de bloqueio D2 (dose-dependentes) e 5Ht2 (117. PROPYPERON. 16).ocasionadas pela administração de apomorfina e a hiperatividade motora e estereotipias induzidas pela d-anfetamina.alfa. 192).ou: (R 4082). FLOROPIPETONE.5 a 5mg VO (111). É um antipsicótico praticamente sem ação sedativa mas até três vezes mais potente que o haloperidol (16).eridino). além da obtenção de maior amplitude terapêutica. (CAS RNs 749-13-3. Por sua fraca ação de bloqueio dopaminérgico e duvidosa eficácia antipsicótica. TRIFLUPERIDOL (FLUMOPERONE. Não disponível comercialmente no Brasil.4-idrossi-4-(m-trifluorometil-fenil)piperidino-butirr. PROPYPERONE) 1-(4-fluorfenil)-4-[4’-(1-oxopropil)[1. 0. embora como tal figure no banco de dados de psicotrópicos do Instituto Lundbeck (108). 4'-fluoro-4-(4-hidróxi-4(alfa.enona cloridrato ou: (R 2498)(P 459) (NSC 169875) (BRN 1556208) (McN-JR-2498).ofenone [Itália] ou: 4'-Fluoro-4-(4-hidróxi-4trifluorometilfenilpiperidino)butirof. Deste modo. base. cloridrato) FM: C22-H23-F4-N-O2. Butirofenona. base.ClH. 1/2 a 3mg VO (108). C22-H23-F4-N-O2. Não disponível comercialmente. 4'-fluor-4-(4-piperidino-4propionilpiperidino).alfa-trifluoro-m-tolil)pip. habitualmente refratários ou agravados pelos bloqueadores dopaminérgicos clássicos (31.alfa-trifluorom-tolil)pip.5 a 8mg VO (13.(9CI) ou: 4-[4-(m-(trifluorometil)fenil]-4hidroxipiperidino)-4'-fluoro butirofenona ou: 1-Butanona.eridino)butirofenona ou: 4-Fluoro-4. um antipsicótico considerado atípico ou semiatípico. da importância que uma ação antisserotoninérgica 5Ht2 complementar ao bloqueio dopaminérgico D2 poderia ter na atenuação dos efeitos adversos motores extrapiramidais e cognitivos dos antipsicóticos. 1-(4-fluorfenil)-4-(4'-(1oxopropil)(1.ou: 4'-Fluoro-4-(4-hidróxi-4trifluorometilfenilpiperidino)butirof. Do mesmo modo que outras butirofenonas e compostos relacionados com propriedades de bloqueio misto dopamino/serotoninérgico (D2/5Ht2). foi preterida em função de novas substâncias propiciadas por esta linha de investigação.ou: Butirofenona.

200). foi comercializado com a denominação TRIPERIDOL sendo descontinuado pelo fabricante por razões de mercado. sol oral 1mg/ml. Reino Unido) . com forte antagonismo nos receptores glutamatérgicos tipo NMDA (N-metil-D-aspartato) (44. Uma medida de sua acentuada tendência a efeitos motores extrapiramidais pode ser dada pelo fato de ter sido o antipsicótico mais freqüentemente associado ao uso de anticolinérgicos.comp . além da Esquizofrenia. 1mg. ½ mg. diferenciava-se da clorpromazina. Alemanha (73.s-c comps. Há um caso na literatura em que esteve. 143). como bloqueador dopaminérgico estriatal pré-sináptico. pipotiazina. 103) e América do Norte (33). No Exterior: PSICOPERIDOL (Lusofarmaco) (Itália) . Itália (14. foi muito estudado no Brasil onde já em 1965 era ensaiado pioneiramente no Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro por João Romildo Bueno (26. 152 . Tem padrões farmacocinético e de tolerabilidade semelhantes aos do haloperidol com a meia-vida de 15 a 20h (108) o que permite dose única diária. 131. 0. a experimentação clínica foi estendida ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (114). ao se comportar. adicionalmente a suas conhecidas ações póssinápticas. risperidona. 132). 2 ½ mg. Escandinávia (77). Nos países em que ainda está licenciado. 54.5mg/ml. embora não costumeiramente com butirofenonas (140). Bélgica. uma complicação vista com alguma freqüência com o uso prolongado de alguns fenotiazínicos. W-6123 (W 6123) 4'-fluoro-4-(4. TRISEDIL. relacionado à opacificação do cristalino (“catarata”). com potencial utilidade na quimioterapia do câncer (51.5mg. quando injeção intraestriatal no rato foi capaz de abolir as estereotipias determinadas por administração intraperitonial prévia de atropina. completamente desprovida deste tipo de ação (48). ½ mg -amps. BRASIL) . Foi relacionada por Jalenques (92).comps.2%. Composto cujo desenvolvimento foi abandonado após ensaios preliminares revelarem atividade neuroléptica fraca com efeitos extrapiramidais só se manifestando nas doses diárias superiores a 375mg (174). De fato. 99. in vitro.comps. pimozida. Sua patente é detida pela empresa norte-americana Wyeth (108). apresenta propriedades citotóxicas in vitro. 127. Do mesmo modo que outros antipsicóticos butirofenônicos e fenotiazínicos. entre os “neurolépticos ativadores” (tiotixeno. segundo levantamento feito na província de Roma. 1mg . Alemanha) (Lagap.5mg/ml para uso parenteral. Mais tarde. não se tornam recomendáveis aplicações por via endovenosa. Sua potência de bloqueio D2 central pode ser comprovada diretamente. em ampolas de 1ml. Houve referências a uma curiosa capacidade de reduzir as taxas séricas de colesterol. Ensaios clínicos japoneses surgiriam na década seguinte (173). Não disponível comercialmente. 67. trifluoperazina. No Brasil. Em função de sua potência e baixo poder de sedação. 172. Hungria) . sol inj 2. 194). Richter. 4-dimetilpiperidino)butirofenona. possivelmente. TRISEDYL (G.sol.0.torna eficaz mesmo em doses muito baixas nos tratamentos de manutenção (157). 193). Teria maior afinidade ainda que o próprio haloperidol pelos receptores sigma. A seguir viriam ensaios em países do leste europeu (45. 27) além de outras instituições nacionais (163. flufenazina. frs 20ml. Não mais disponível comercialmente no Brasil. Antigo TRIPERIDOL (Johnson & Johnson. no passado. Itália no período de 1986 a 1989 (180) Logo após sua introdução. França. provocando perda do equilíbrio colinérgico-dopaminérgico no striatum com surgimento da hiperatividade dopaminérgica relativa (47). sulpirida e amissulprida) com potencial utilidade terapêutica nos sintomas negativos da Esquizofrenia. costuma ser disponibilizado em solução com 1mg/ml (20 gotas) para uso oral e solução de 2. amp 1ml. PSYCHOPERIDOL TRIPERIDOL (Janssen Cilag. mas que não chegou a provocar desenvolvimento farmacêutico na indicação.

Chien C. Murata T. 28. Clinical trial of triperidol. Kvande H. Gullberg B. Monoamine metabolite levels in cerebrospinal fluid of psychotic women treated with melperone or thiothixene. Carlsson C.sis. 17. 17(8):341-5. Sedvall G.Referências Bibliográficas (Butirofenonas Piperidínicas): 01. 67(5):1035-43. Korn M. Backer-Dierick GD. Aimoto T. Farmacoterapia Psiquiatrica. Masuda C. Trials of the association of trimeproprimine and triperidol in the therapy of depression with concomitant inhibitory symptoms. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Dec. Kaida M. Melperone in the treatment of iatrogenic psychosis in Parkinson's disease. Hoppenbrouwers ML. 55(2):116-22. 21. 40. Ophthalmic Res 1986. Arzneimittelforschung 1986 May. Ensaio clínico com o R-3345. Vet Med Small Anim Clin 1973. Borg S. Goffioul F. Bianchi A. Mark Allen.22(8):1001-5. J Bras Psiq 1970. 16. Pilot study on the use of AL-1021 in the treatment of chronic schizophrenia. 13(6):481-4. 27. Masuda Y. Hostery U. 15. 22. Pilot study of a specific serotonergic antagonist. Hospital (Rio J) 1965. Acta Psychiatr Scand Suppl 1989. Extrapyramidal syndromes in nonhuman primates: typical and atypical neuroleptics. 08. Sex differences in the disposition of clofluperol in the rat. Funct Neurol 1996. Bazire S. Christensen I. Molander L. Yan HY. Psychopharmacology (Berl) 1985. Cusack B. Acta Psychiatr Belg 1983 SepOct. Sleep disorders in patients with severe mental depression: doubleblind placebo-controlled evaluation of the value of pipamperone (Dipiperon). Unno K. 78(1):69-82. Go SH. Doumont A. Kaida M.68(2):128-36.) 09. Sato M. Bastos O. 18(5):265-9. Hayashi H. Arch Psychiatr Nervenkr 1977. Aimoto T. 03. Gullberg B. cats and swine. 19. Aimoto T. Bedina GE. 19 (3/4):251-6.Riv Sper Freniatr 1966. Chiou GC. J Pharmacol Exp Ther 1992. 34. Wormstall H. 12. 14. Curr Ther Res Clin Exp 1967.4(11):827-32. Devroye A. 11(4):201-7. 18. Effects of neuroleptic butyrophenones on pituitary-adrenal activity in rats. Murata T. Kirkegaard A. Neuropharmacology 1983 Aug. 352:35-9. 30. 10. 11. Int J Clin Pharmacol Biopharm 1978. Vereecken JL. Geismar L. 24. Christensson E. 1965. Gullberg B. Grimm V. Antagonism by antimuscarinic and neuroleptic compounds at the five cloned human muscarinic cholinergic receptors expressed in Chinese hamster ovary cells. Carpiniello B & Scapagnini U. Chung Kuo Yao Li Hsueh Pao 1992. Arch Psychiatr Nervenkr 1978. Neuroendocrine effects of bromperidol. 1999. J Pharm Soc Jap 1979. Improvement of ocular blood flow with dopamine antagonists on ocular-hypertensive rabbit eyes. Trad esp 3ª ed alemã. pirenperone. Therapeutic options in Charles Bonnet syndrome. 29. Kimura R. J Pharmacobiodyn 1981 Nov. 23(2):173-6. Aimoto T. Psychotropic Drug Directory 1999. Acta Psychiatr Scand 1977. 3(1):46-52. Carlsson C. Murata T.99(8):851-4. I.nih. Bueno JR. Acta Psiquiatr Psicol Am Lat 1988. Sedvall G. Clinical conditions and central dopamine metabolism in alcoholics during acute withdrawal under treatment with different pharmacological agents. Bobon DP. Colpaert FC. in the treatment of anxiety disorders. Int J Clin Pharmacol Biopharm 1979. Chiou GC. Masuda C. Janssen PA. Pamplona. Kirkegaard G.11(12):779-83. Bellomo LE. 05. Brus F. 25. 68(4):344 passim. A double-blind study of melperone and placebo in hospitalized chronic alcoholics in postintoxication phase. Valverius P. 36. Aimoto T. Bolden C. EUNSA. Pharmacokinetics of parenteral and oral melperone in man. Ansseau M. the CPRS. Bueno JR. 260(2):57680. Psychopharmacology (Berl) 1986. Snow Hill. Pharmacological data of the atypical neuroleptic compound melperone (Buronil). Treatment of ocular hypertension and glaucoma with dopamine antagonists. 99: 576-582. Larsson H. Stocchi F. a new tranquilizer for dogs. Dose calibration studies of lenperone. 33. Pinchard A. Christensson EG. Nordera G. Murata T: Biopharmaceutical studies on neuroleptic butyrophenones. Acta Psychiatr Scand Suppl 1989. 07. 16(7):331-2. 352:7-15. Richelson E. Bont L. Bobon J. Bartels M. IV. Bjerkenstedt L. [Long-acting neuroleptics. Psychopharmacol Bull 1991. Bastos O. Pharm World Sci 1998. 77(5):1667-71. DiMascio A. Thiry D. Ansoms C. 90(6):1584-94. A characterization of LSDantagonist effects of pirenperone in the rat. 39. Additional studies on side effects of melperone in long-term therapy for 1-20 years in psychiatric patients. Murata T. 26. Gelders Y. A double blind study with melperone and placebo in the treatment of chronic alcoholics. 04. Yska JP. 35. Biopharmaceutical studies on neuroleptic butyrophenones. Effect of serotonin antagonism in schizophrenia: a pilot study with setoperone. Yakugaku Zasshi 1979 Aug.83(5):517-24. Batra A. Carvalho RG. CHEMID PLUS DATABASE (http://chem. 13. Reyntjens AJ. Gilbert DL. Borgstrom L. Carvalho RG. Bosch FH.nlm. Pilot study of clofluperol (R9298)] Acta Neurol Psychiatr Belg 1968 Feb. Gelders YG. 226(3):157-72. Acta Psychiatr Belg 1978.85(3):329-32. Avaliação terapêutica do R 2498 (triperidol) em pacientes esquizofrênicos hospitalizados. Rosset N. Biopharmaceutical studies on neuroleptic butyrophenones. Numazaki K. 88(1):12-7. Melperone in the treatment of schizophrenia. Eur J Clin Pharmacol 1982. Janssen PA. Angus JW. 02. Ensaios clínicos com o R 3345. Ewalt JR. Canonico PL. Bjerkenstedt L. Ceulemans DL. 27(1):47-50. Gullberg B. 32. Simpson GM. Acta Psychiatr Scand 1997. 31. Ophthalmic Res 1984. 06. Barbato L. Clinical experience with bromperidol in chronic psychoses. Bjerkenstedt L. Avaliação terapêutica do R 2498 (triperidol) em pacientes esquizofrênicos hospitalizados. Drago F. 1981.36(5):855-60 38. Effects of chronic treatment on adrenal and hepatic drugmetabolizing enzyme system in rats Yakugaku Zasshi 1979 Oct. J Pharmacobiodyn 1980. Chen YJ.gov/chemidplus/). Effects of antiglaucoma drugs on the blood flow in rabbit eyes. Sato M. O Hospital (Rio de J) 1970. Bosker HA. Monge A. Chiou GC. Benkert O & Hippius H. 20. 96(2):129-33. 16(3):129-34. Torsade de pointes after pipamperone intoxication. Tellarini L & Forconesi N. 20(3):137. Harnryd C. 37. Guarcello V. A double-blind comparison of melperone and thiothixene in psychotic women using a new rating scale. Cloyd GD. Harnryd C. 34(3):230-6. 224(2):107-18. 23.99(10):1014-20. 153 . V. Development of tolerance to the stimulatory effect of neuroleptic butyrophenones on pituitary-adrenal activity in rats. J Bras Psiquiatr 14(1):81-91. 9(11):544-50. Casey DE.

Driscoll JS. Wien Med Wochenschr 1966. 3345 or pipamperone. a LSDantagonist. Meltzer HY. Ezhkov AA. Rosekrans PC. Activation of tuberoinfundibular dopamine neurons following the acute administration of atypical antipsychotics. Feldmann H. Ann Med Psychol (Paris) 1966. 1973. 53. Schiele BC: A pilot study on the use of AL1021 in the treatment of acute schizophrenics.22(5):657-60. Gudelsky GA. Mathis. Melnick NR. 47. Michalek H. 81. A retrospective evaluation of pipamperone (Dipiperon) in the treatment of behavioural deviations in severely mentally handicapped. Psychopharmacol Bull 1989. Feldmann H. Neuropsychopharmacology 1989. 352:40-7. 62. 36(10):1463-9. 78. Prog Neuropsychopharmacol 1978. AHR 6134--a new anxiolytic drug with unusual clinical properties. 70. Gross H. Molendijk W. Kaltenback E. Effect of neuroleptics and of combinations of d-amphetamine and neuroleptics on 3Hdopamine uptake by homogenates from rat striatum. Curr Ther Res 10: 244-247. 44. J Pharmacol Exp Ther 1997. Fiorella D. Kanowski S. Congleton G. An open dose finding study of melperone in treatment of agitation and irritability associated with dementia. Gacs E. 86(14):1048-51. Triperidol. Gallant DM. Bishop MP.11(3):121-33. Pharmacopsychiatry 1997. The initial US clinical experience in the management of schizophrenic patients with bromperidol. Pilot open-label study of lenperone (AHR 2277).41. 73. 43. 76(1):157-66. et al: Identification of basic metabolites of 4. Gullberg B. 78(1):134-46. Rabin RA. 76(1):78-86. Quinn FR. 72. Correa ACO. Johnson P. 22(3):249-62. Gendron JL. Psychiatr Pol 1968. Acta Psychiatr Scand Suppl 1989. Gatti G. Curr Ther Res Clin Exp 1976. Schiele BC: A double-blind comparison of AL-1021 and chlorpromazine in hospitalized schizophrenics. 64. Denber HC. AL-1021. Helsley S. Ned Tijdschr Geneeskd 1997. Gallant DM. 2(6):62732. Colpaert FC. 1976. Pipamperone (Dipiperon) in the treatment of behaviour disorders. Fabre LF. Houssalt. Dudeck L. Pol J Pharmacol Pharm 1979. Griebel G. 58(6):857-72. Atropine stereotypy and its inhibition by intracaudate triperidol in the rat. 45. 68. Guerrero-Figueroa R. 154 . Curr Ther Res 13: 169-173. Psychotropic drugs as potential antitumor agents: a selective screening study. Nimgaonkar VL. 34(4):335-40. 80. Zambo K. 54. 60.11(7):456-9 63. Drug Metab Dispos 4: 562-567. 55. J Pharmacol Exp Ther 1982 Apr. Deberdt R. 39(2):267-74. Ing R. 71. Blair M. Measuring the efficacy of psychopharmacological treatment of psychomotoric restlessness in dementia: clinical evaluation of tiapride. 28(3):193-6. 30(1):6-11. Fusaro GA. Clinical evaluation of a neuroleptic agent of the butyrophenone series: triperidol. Haegeman J. Bastos IJ. 1976. Acta Psychiatr Scand Suppl 1989. Garteiz DA.2(2):269-79. Lomax N. Guerrero-Figueroa R: AL-449. Denber HC. A large-scale multicentre evaluation. 46. Morse CL. Gutzmann H. Curr Ther Res 15: 333-336. Character disorders and their treatment by pipamperone. Zimmermann RL. Characterization of haloperidol and trifluperidol as subtype-selective N-methyl-Daspartate (NMDA) receptor antagonists using [3H]TCP and [3H]ifenprodil binding in rat brain membranes. O problema terapêutico da insônia II. 50. Ensaios clínicos com a lenperona. A possible alpha 2-adrenergic component in the in vivo activity of pirenperone. Gunby B. Effect of triperidol on glucose and pyruvic acid metabolism in rat cerebral cortex slices. 49. Gunne LM. 116(47):998-1001. Jung A. 78(2):392-8. Shedletsky R. Bishop MP. Blanchard RJ. Bjerkenstedt L. O Hospital (Rio de J) 1969. Therapeutic effect of triperidol. Napoliello M. 19(3):328-31.(4-(p-chlorobenzoyl) piperidino)-4'- flurobutyrophenone. Acta PsychiatrBelg 1978. Del Rio J. Morais TM. Colpaert FC. Garcia JA. Gardner E. Meltzer HY. O problema terapêutico da insônia. 1(2):255-8. Fouks. 1(1):131-8. Fouks. Chan KY. 58. a butyrophenone.51(2-3):235-44. 52. Actions of typical and atypical antipsychotics on tuberoinfundibular dopamine neurons. 75. Moreira MS. 79. Nascimento GJ. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Jul. AHR-2277: a new major neuroleptic with minimal neurological side-effects. Kuhl KP. Lundell A. O'Meallie L. Houssait. 5(7):285-90. 68(9):1394-400. Eur J Pharmacol 1984 Aug 3. Steenfeldt-Foss OW. Steinberg S. Fisher R. Janssen PA. a new psychopharmacon in the treatment of psychoses. Tidsskr Nor Laegeforen 1966. Eikenboom HC. Neuropharmacology 1997. Rye MM. Pocchiari F. Cordon JJ. 65. 62(1):45-74. Zh Nevropatol Psikhiatr 1968. Cwynar S. Ellerman LA. [AHR 6134: a new tranquilizer with unexpected results]. Acta Psiquiatr Psicol Am Lat 1988. 1971. Gendron JL. Rezende MA. Johansson P. Green AR. 69. Effects of a new butyrophenone compound (AL-1021) on subcortical and cortical nervous system structures in the cat. Pharmacol Biochem Behav 1995 Jun-Jul.103(1-2):169-71. 76. Duyck F. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Mar. 67. Neuropharmacology 1983 May. F Med (Rio de J) 1969. 2(2):277-86. Ann Med Psychol (Paris) 1968. Acta Psychiatr Belg 1978. novo neuroléptico do grupo das butirofenonas. Eur J Pharmacol 1976. Pionkowski J. Tomczak W. Perivier. 56. Ann Med Psychol (Paris) 1976 Jul. 1968. 66. an experimental neuroleptic agent. Ann Ist Super Sanita 1966. Decsi L. Chronic melperone administration does not enhance oral movements in rats.5-dimethoxy-4-methylamphetamine (DOM) discriminative stimulus. Tyszka E. Masuda CK. Berry SA. 280(2):584-92. Blanchard DC. 61. Treatment with bromperidol in schizophrenic patients. 57. Ferragu. 74. Winter JC. Guerrero-Figueroa R. Ferragu. 51.221(1):206-14. Gilbert. Gudelsky GA. A drug discrimination analysis of lysergic acid diethylamide (LSD): in vivo agonist and antagonist effects of purported 5hydroxytryptamine antagonists and of pirenperone. 25(3):377-82. Gilbert. in anxiety. Rev Bras Clin Terap 1976. A new butyrophenone derivative. Niemegeers CJ. Nord Psykiatr Tidsskr 1968. 42. 5-Ht1A agonists modulate mouse antipredator defensive behavior differently from the 5-Ht2A antagonist pirenperone. Harnryd C. Treatment of schizophrenic patients with triperidol. 124(5):677-81. Interactions of beta-adrenoceptor agonists and antagonists with the 5hydroxytryptamine2 (5-Ht2) receptor. Lerno.2(1):117-22. Davignon JP. Further investigations of the interactions of antipsychotics with the ()2. Treatment of character disorders with a new butyrophenone: R. Ensaio clínico com um novo sono-regulador butirofenônico. 48. Abott BJ. Gottfries CG. 141(6):301-3.. 77. Gallant DM. 59. a preliminary evaluation of a new butyrophenone derivative in chronic schizophrenic patients. 2(1):45-51. Nagy J. novo butirofenônico hipno-regulador. Khan-Boluki J. Janssens AR. Garcia JA. Coughenour LL. A clinical comparison of melperone and placebo in schizophrenic women on a milieu therapeutic ward. Harris RT. Janssen PA. Acta Psychiatr Belg 1976. 352:48-50. Can J Psychiatry 1983. Haloperidol and methylperidol. Madronal J. 31(4):277-81. Cancer Treat Rep 1978. Hypothermia during use of pipamperone. Ann Med Psychol (Paris) 1973. Denber HC.

Madalena JC. Int Clin Psychopharmacol 1992. 4(1):143-7.org/) 109. Meert TF. Duff HJ. 3(2):64-75. Arzneimittelforschung 1981. 94(4):1063-8. Psychiatr Neurol Med Psychol (Leipz) 1968. Wyse DG. Cormak Z. Nord Psykiatr Tidsskr 1966. Meltzer HY. Selective alpha-adrenoceptor blocking action of melperone. Buckle R. 236(3):483-6. 115. 45(15):1397-406. 108. Meltzer HY. 91. Arzneimittelforschung 1994. Harris M. Kirkegaard G. 15: 601-607. 111. Schweiz Arch NeurolNeurochir Psychiatr 1977. 101. 95. Kirkegaard A. 97. Allewijn FT. 3(5):337-51. 104. Neuropharmacology 1976. 92 8181. Fukushima H: Correlation between catalepsy and DA decrease in striatum induced by neuroleptics. Meltzer HY. 20(1):73-80. Arzneimittelforschung 1976. Lydecken K. R Psiq (Rio de J) 1975b. 38(11):861-3. Gudelsky GA. Gudelsky GA. Ilien B. 40(3):418-29. Pharmacologic approach to negative symptoms in schizophrenia. Tingsgaard P. Hashimoto S. LUNDBECK INSTITUTE (http://www. 352:249. 105. 33(1):51-5. Pikler N. Silverstone T.22(2):243-9.82. 114. Figur LM. perphenazine. 120(1):75-82. Kitagawa S. Melperone: electrophysiologic and antiarrhythmic activity in humans. Life Sci 1989. Nord Psykiatr Tidsskr 1969. Luban-Plozza B. Souza C. Otto J. 112. Brain Res 1992. Santos JD. and clofluperol in rats. Report on the clinical testing of the delayedaction form of the neuroleptic agent moperone hydrochloride in 20 chronic psychotic patients. Hoglund P. o lenperone. Janssen PA. Vaz AMM. Effects of pirenperone and ketanserin on rat prolactin secretion in vivo and in vitro. 96.97(2):206-12. 118. Jones IH. 83. Hanna WH. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1977. Madalena JC. 15(23):187-90. 100. ID-4708. DN. J Pharm Pharmacol 1986. Kawai C. Souza CV. 9(4):316-20. Laduron PM. 20(6):202-7. J Clin Pharmacol 1975. 27:19-24. Grossi JC. Br J Pharmacol 1988. Santos JD. 574(12):98-104. Mol Pharmacol 1982 Sep. a novel psychotropic compound with class III antiarrhythmic properties. Simonovic M.Um novo derivado butirofenônico -o lenperone. Awouters FH. Marques AG. Worstmann W. Teschendorf HJ. 155 . Gorissen H. 93. 120. 107. Koluch J. Additional studies on side effects of melperone in long-term therapy for 1 to 15 years in psychiatric patients. Madalena JC. Christensen I. Ward JW.no tratamento da esquizofrenia (Nota prévia). 7(2):67-72. Marques A. Arzneimittelforschung 1969 Feb.Treatment of senile dementia with methylperidol. 110.15(1):144-9. Treatment of acute schizophrenia with a new butyrophenone-lenperone. Bastani B. 31(4):737-40. Jalenques I. On the position of butyrophenone derivative Triperidol in psychiatric treatment. 44(3):269-77. Psicofarmacologia Clínica Básica. Evans DL. Psychopharmacology (Berl) 1989.92(1-2):83-9. 87. 98. The distribution of the butyrophenones haloperidol. Risperidone (R 64 766). 122. Meltzer HY. Matta M. depression and social disability in chronic schizophrenia: a comparative trial of bromperidol and fluphenazine decanoate. 84. underactive schizophrenic patients. Effect of typical and atypical antipsychotic drugs on 5-Ht2 receptor density in rat cerebral cortex. Effects of minor tranquilizers and neuroleptics on open-field behavior in rats (author's transl) Nippon Yakurigaku Zasshi 1977 Apr. a potent and complete LSD antagonist in drug discrimination by rats. Jiang ZW. on digoxin-induced arrhythmias in the guinea-pig. Psychiatr Pol 1973. Stratman NC. 106. J Cardiovasc Pharmacol 1990 Jan. Masiak M. 102. Grossi C. Characterization of solubilized serotonin (S2) receptors in rat brain. Kramp JL . Chung Kuo Yao Li Hsueh Pao 1988. Clin Pharmacokinet 1978. Experiences in the treatment of schizophrenic patients with methylperidol. Holberg F. Koenig JI. 89. Arch Int Pharmacodyn Ther 1971. Eriksson M. Electrophysiological effects of melperone on isolated rabbit heart muscles. Meltzer HY. Influence of food on the bioavailability of drugs. Olivo GE. Cormak Z. Hribal R. Olivo G. Vaz A. Ramirez L. Lassen JB. Konishi T. 88. Cookson JC. 116. Inhibition of apomorphine-induced hypermotility in rats by chlorpromazine. Hascewicz-Rzecka M. Lange E. Kadoya M. 7(3):252-3. Eur J Pharmacol 1983 Aug 19. The effect of chronic atypical antipsychotic drugs and haloperidol on amphetamine-induced dopamine release in vivo. Neuropharmacologic analysis of AHR-2277 a new psychotherapeutic agent. Clin Neurosci 1995. 24: 1248-1256. Use of Triperidol in the treatment of obsessive-compulsive syndromes. 1975. Honma T. Nash JF. Mrna B. Christensson EG. Encephale 1995. trifluperidol. 26(6):1073-6. Evaluation of effectiveness and tolerance of the long-term treatment with bromoperidol decanoate in psychotic disorders. 194(1):197-208. Kretzschmar R. no tratamento da esquizofrenia. Janssen PA. São Paulo. Psychosomatic perspectives in therapy with methylperidol. Matsubara S. Minerva Psichiatr 1992. Scholz V. Dopamine D4 versus D2 receptor selectivity of dopamine receptor antagonists: possible therapeutic implications. Is it possible to predict the clinical effects of neuroleptics from animal data? Part V: From haloperidol and pipamperone to risperidone. 21 Spec No 3:3540. 7(6):683-4. Sasajima T. Meltzer HY. Levi MA. Honma T. Positive and negative symptoms. R Bras Clin Terap 1975a. Arzneim Forsch 1974. Matsubara S. Role of serotonin in the action of atypical antipsychotic drugs. Manyari DE. Kitagawa S: Synthesis and preliminary pharmacology of a novel butyrophenone derivative. Comparison of methylperidol and trifluoperazine in the treatment of chronic. 90. 86. and its relationship with their neuroleptic activity. Eur J Pharmacol 1993. 119. Um novo derivado butirofenônico. Act Nerv Super (Praha) 1965. Olajossy M. Fundo Editorial Byk-procienx. Liu TP. Melperone and clozapine: neuroendocrine effects of atypical neuroleptic drugs. Funderburk WH. 103. 113.lundbeckpsychiatry. de Haes P. Ichikawa J. Mitchell LB. Gillis AM. 4(1):35-8. Acta Psychiatr Scand Suppl 1989b. Hospital (Rio J) 1967. Madalena JC. 23(1):20-3. Honma T. Janssen PA. Triperidol in psychiatry. Nord Psykiatr Tidsskr 196923(1):18-20. Melander A. 117. Pharmacological investigations of 4'-fluoro-4-(4-methylpeperidono)-butyrophenone with respect to its sedative and sleep-inducing properties. Clozapine: new research on efficacy and mechanism of action. Hui WK. Kavanagh KM. Aust N Z J Psychiatry 1970. Ikeguchi S. McLaren S. 28(4):299-305. 94. Antiarrhythmic effect of amperozide. Observações clínicas preliminares com um novo derivado butirofenônico: Dipiperon ou Pipamperone (R 3345). 121. 71(1):73-8. Eur Arch Psychiatry Neurol Sci 1989a. 238(5-6):332-9. thioridazine and melperone. Lahti RA. Laviani M. 99. Davies J. 85. Psychodynamic and sociodynamic changes produced by methylperidol Actas Luso Esp Neurol Psiquiatr 1969.73(3):337-45. moperone.19(2):199-208. Leal R. Geismar L. Horie M.

Amlie JP. Antiarrhythmic action of melperone in the dog heart in situ. Petersen EN. 129. Poldinger W. Ishida M. J Pharmacol Exp Ther 2001 Oct. J Pharmacol Exp Ther 1994. 150. Roth BL. Nippon Ganka Gakkai Zasshi 1978. a neuroleptic butyrophenone. 135. 23(1):9-13. 161. 49(3):285-93. Nord Psykiatr Tidsskr 1969.Potent serotonin (5-Ht)(2A) receptor antagonists completely prevent the development of hyperthermia in an animal model of the 5-Ht syndrome. A double-blind placebo-controlled clinical study. Mihara K. Bermoser K. A double-blind trial. Can J Physiol Pharmacol 1986. Borgstrom L. Binding of typical and atypical antipsychotic agents to 5-hydroxytryptamine-6 and 5hydroxytryptamine-7 receptors. Millar JS. Pharmacological mapping of regional effects in the rabbit heart of some new antiarrhythmic drugs. Acta Med Scand 1980. 151(3):463-9. Selectivity of action of 2 butyrophenone neuroleptics: methylperidol and floropipamide. 133. chlorpromazine. 160. 132. 141. Kaneko S. Ogura C. Petersen EN. Indications for neuroleptic therapy with especial reference to methylperidol. Eur J Pharmacol 1988. 260(3):1361-5. Olsson SO. multi-centre study. 91(3):802-17.123. Melperon premedication for cataract surgery.5(3):152-8. Psychopharmacology (Berl) 1982. D4 dopamine receptor binding affinity does not distinguish between typical and atypical antipsychotic drugs. mosapride using multivariate analysis of variance. Millar JS. 4(8):529-34. Influence of beta-adrenergic and cholinergic blockade on the electrophysiological effects of melperone in the dog heart in situ. 14(4):632-43. New and old antipsychotics versus clozapine in a monkey model: adverse effects and antiamphetamine effects. Refsum H. 120(3):365-8. Vanysek J. Refsum H. Czupryna J. Brain Res 2001 Jan 26. 152. 126. 148. 77(2):109-13. Nygaard H. 149. 157. Eur J Clin Pharmacol 1997. Konig L. Curr Med Res Opin 1977. Pharmatherapeutica 1988. Pawlowski L. Ohta I. Gallant DM. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1978. Nahunek K.). Clin Ter 1967. Comparison of the therapeutic effect of triperidol with perphenazine in schizophrenia. 128. Amlie JP. Treating severe maladjustment with pipamperone (Dipiperon). Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1982. Gudelsky GA. a bradycardic agent delaying repolarization: effects of hypoxia. 136. Svestka J. Central antiserotonergic and antidopaminergic action of pirenperone. Purkinje cell and ventricular potentials of melperone.890(1):23-31. Refsum H. 146. Meltzer HY. Majumdar AK. Landmark K. Riv Sper Freniatr 1967. 15(3):137-43. in the treatment of acute schizophrenia. Otani K. Binding of typical and atypical antipsychotic agents to transiently expressed 5Ht1C receptors. Meltzer HY. Folke PE. Comparison of the electrophysiological effects of two neuroleptics. haloperidol. Poldinger WJ. 145. nemonapride. Hadlik J. Gerlach J. Meltzer HY. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1979. Ikeda K. Eur Neuropsychopharmacol 6(suppl. 140. Bakke K. Okamoto S. 139. Rossner M. 44(2):158-60. Amlie JP. 64(10):1286-90. Katoh S. J Pharmacol Exp Ther 1992. Antiarrhythmic properties of a neuroleptic butyrophenone. Roth BL. Furukori H. Jones CJ. Cesk Psychiatr 1969. Noordhuizen GJ. Riv Neurobiol 1968. Sibley DR. atrial. in acute myocardial infarction. 1996. Kessler C. Landmark K. 130. Spadaro P. Nishimura N: Prediction of clinical efficacy of antipsychotic bromperidol. A comparison with diazepam. Molander L. Pol J Pharmacol Pharm 1985 Mar-Apr. Meltzer HY. Monsma FJ Jr. Pastena L. Lenperone: a controlled evaluation in chronic schizophrenic patients. Choudhary MS. 23(1):3. Lien GK. Alpha-adrenoceptor blockade and class III antiarrhythmic activity combined: hemodynamic and electrophysiological effects of melperone in the dog. Psychopharmacology (Berl) 1995. Roth BL. 155. 20-21:161-4. 142. Nisijima K. 144. Peacock L. Refsum H. Rodova A. Oikkonen M. melperone and thioridazine. Neuroleptic long term care with extremely low doses in psychotic syndromes of paranoidhallucination type. Acta Psychiatr Belg 1977. Vaughan Williams EM. Inoue Y. Nash JF. Platou ES. Cardiovasc Res 1981. Landmark K. Neuropsychobiology 1984. 52(3):219-22. Ciaranello RD. 131. Mihara K. 208(1-2):61-4. Nakra BR. Utsumi H. Messini P. Ricci G. Kondo T. The mode of antiarrhythmic action of melperone. 153. 125. Eur J Pharmacol 1981. Myhre ES. 124. Curr Ther Res Clin Exp 1975. Hanner M. Moe TJ. Meltzer HY. 158. melperone. Br J Pharmacol 1982. 42(5):388-94. Psychopharmacology (Berl) 1999. Molander L. 69(4):399-405. Therapeutic results obtained with triperidol in a group of chronic schizophrenics. a putative 5-Ht2 receptor antagonist. Roth BL. 137. Yui K. Shibata M. 127. 38(3):211-3. Roos BE. Yasui N. Gaind R.and postsynaptic alpha-adrenoceptor antagonism by neuroleptics in vivo. 11(3):181-6. Rauser L. Pre. Nord Psykiatr Tidsskr 1969. lenperone. 268(3):1403-10. 50(2):108-12.Acta Anaesthesiol Scand 1994. Saller CF. Antagonism of serotonin receptor mediated neuroendocrine and temperature responses by atypical neuroleptics in the rat.299(1):83-9. Mogelvang JC. Eur J Pharmacol 1978. 43(6):591-606. Salama AI: 5-Ht2 receptor blockade by ICI 169. Shen Y. Br J Pharmacol 1983. Morphological aspects of the association of triperidol and thioridazine. Kaneko S. 35(51):16871-8. Burgess LH. Savage JE. Myhre ES. Elgen K. 147. Przegalinski E. 134. Melperone in low doses in anxious neurotic patients. Yeast sterol C8-C7 isomerase: identification and characterization of a high-affinity binding site for enzyme inhibitors. 75(1):109-21. 151. Uluer A. Inoue Y. Reiter RJ. Otani K. Glossmann H. Passwal M. Preliminary evaluation of a new psychotropic drug. 369 and other 5-Ht antagonists 156 . Psychopharmacology (Berl) 1983. Tandra S. 19(2):165-8. Ranzato FP. 159. 77(6):754-60. Experimental anti-arrhythmic properties of melperone. 138. Psychiatr Neurol Med Psychol Beih 1975. Platou ES. 156. Sibley DR. Brudvik E. Ovesen L. Vaughan Williams EM.37(2):179-96. Differential actions on rabbit nodal. Interaction between carbamazepine and bromperidol. No effect of the anticholinergic drugs trihexyphenidyl and biperiden on the plasma concentrations of bromperidol and its reduced metabolite. Yasui N. Roniger JJ. Motta E. 154. 65(5):281-9. Inverse agonist actions of typical and atypical antipsychotic drugs at the human 5-hydroxytryptamine(2C) receptor. Siwanowicz J. Refsum H. Suzuki A. Petersen EN. 79(3):701-9. Kondo T. controlled. Pharmacology of the butyrophenones with special reference to methylperidol. Zuclopenthixol and melperon in the treatment of elderly patients: a double-blind. 143. on isolated rat atria. 82(6):415-7. Moebius FF. and diazepam on experimental anxiety in normal subjects. Suzuki A. 18(5):636-40. Effect of melperone. Platou ES. Fujiwara H. Ishida M. Sedative effects and prolactin response to single oral doses of melperone. Craigo SC. Total cataract formation after triperidol therapy. 79(2-3):142-7. Biochemistry 1996. 144(3):189-97. Yoshino T. P-22-10). Platou ES. Mielke DH. Bigajska K. Ther Drug Monit 1997. 3): 201 (abst.

Pipamperone (Dipiperon. Mjos OD. 198. Otani K.8: 223-226. Kondo T. 195. 193. Curr Ther Res Clin Exp 1974. Sampaio A. Corapcioglu D. Lucaites VL. Velloso FM. Refsum H. 164. Heylen SL. Phillips N.Risperidone compared with new and reference antipsychotic drugs: in vitro and in vivo receptor binding. Seeman P. van Hemert JC. Role of CYP3A in bromperidol metabolism in rat in vitro and in vivo. Acta Psiquiatr Psicol Am Lat 1985. J Neurosci 1995. Chronic treatment of schizophrenia with injectable bromperidol decanoate. Character neuroses and behavioural disorders in children: their treatment with pipamperone (Dipiperon). Van Gompel P. de Boer A. Shim SS. A clinical study.Cardiovasc Res 1981. Development of new antipsychotic drugs. Kaneko S. Roos RA. Ensaio do dipiperon na esquizofrenia crônica. 31(3):222-8. methylperidol. Kondo T. 188. J Pharmacol Exp Ther 1990. Leysen JE. Functional and morphological changes in the eccrine sweat gland with heat acclimation. Nelson DL. Hasegawa K. Clinical evaluation of a butyrophenone derivative. 163. Eur Neuropsychopharmacol 1997. 124(1-2):57-73. Schillevoort I. 7(3):250-2. Pipamperone (Dipiperon). Psychopharmacologia 1965. 196. Watts TPS: A new butyrophenone in the treatment of chronic schizophrenia. Yasui N. Hirokane G & al: Inter individual variation in bromperidol metabolism and relationship to therapeutic effects.11(12):775-8 185. 4(1):24-7. 69(1):2326. 199. Herings RM. Problems of epidural droperidol administration. in chronic schizophrenia. Diana G. 162. a useful sedative neuroleptic drug in troublesome chronic psychotic patients. An early clinical trial of lenperone (AHR 2277). 165. 16(2):93111-35. Sato F. Marchetti FP. Watanabe M. meio de aproximação para a psicoterapia de esquizofrênicos crônicos. Asakura M. Platou ES. Sathanathan GL. Spila-Alegiani S. Ishida M. in 40 cases of schizophrenia and other psychoses. Inoue Y. Cocconcelli C. Janssen PF. 174. Acta Psiquiatr Psicol Am Lat 1990. 175. Clinical experience with methylperidol. 37(1):39-44. Mihara K. 29(8):839-46 157 . No interaction between desipramine and bromperidol. 15(1 Pt 1):117-34. Acta Psychiatr Belg 1978. Umberto L. 7(2):161-3. Vilner BJ. J Appl Physiol 1990. 16(8):844-7. Eur J Clin Pharmacol 1995. 170. 181. Act Nerv Super (Praha) 1965. Pharmacologic characterization of the human 5hydroxytryptamine2B receptor: evidence for species differences. a butyrophenone. Osp Psichiatr 1971. 48(6):513-7. 21(6):344-6. R3345) in troublesome mental retardates: a double-blind placebo controlled cross-over study with long-term follow-up. Vinci M. Neuropsychopharmacology 1997. Yasui N. Rapisarda V. 276(2):720-7. Schmatolla E. 15(12):724-30. Interim report: high dosage bromperidol therapy of delirium tremens. Grant ER. Tase C. Akama Y. Erdogan G. Palaoglu O. 172. 19(9):1283-91. 23(1):24-9. Interaction of neuroleptics and antidepressants with rat brain alpha 2-receptors: a possible relationship between alpha 2-receptor antagonism and antidepressant action. Okuaki A. Sato K. Wainscott DB. Matthes R. Imafuku J. Gisolfi CV. Matsui H. Acta Psychiatr Belg 1977. Mariani G. Antipsychotic drugs which elicit little or no parkinsonism bind bind more loosely than dopamine to brain D2 receptors. 183. Mol Psychiatry 1998. Altinors N. Kumai T. Otani K. 169. Leufkens HG. 76(4):688-95. 2000. Shimada J. Anticholinergic antiparkinsonian therapy in outpatients treated with neuroleptic drugs: a prescription survey. Cardoso A. 168. 166. Ensaios clínicos com um novo neuroléptico do grupo das butirofenonas: Triperidol (R 2498). Curr Ther Res Clin Exp 1974. Eur J Clin Pharmacol 2001 Jul. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Dec. Lesage AS. 68(1):47-55. 39(2):399-407 197. Schwab S. Smeraldi E. Schotte A. Jansen PA. Saravia J. Voina S. Corbett R. Simpson GM. Hacke W. 167.57(4):327-31. Sugerman AA. 179. Ther Drug Monit 1997. 189. 184. 20(7):1265-71. Sugerman AA: A pilot study of AL-449 in chronic schizophrenic patients. Neurochem Int 1999. Gelders YG. Acta Psychiatr Scand 1975. Owen M. 191. Santaella A. Ikeda K. 173. 34(2):167-75. Act Nerv Super (Praha) 1970. 176. 177. Schroder M. Antipsychotic-induced extrapyramidal syndromes. 78(1):180-7. 19(3):261-4. Raschetti R. Melperone treatment in an organic delusional syndrome induced by hyperprolactinemia: a case report. Someya T. Hirata N. Gallagher MJ. Assessment of antipsychotic activity of a butyrophenone analogue. Ayhan IH. Haemodynamic and metabolic effects of the antiarrhythmic drug melperone during acute left ventricular failure in dogs. 10: 533-536. lenperone (AHR 2277). Van Renynghe de Voxvrie G. Increased plasma concentrations of bromperidol and its reduced metabolite with levomepromazine. Rev Bras Psiq 1970. yet occupy high levels of these receptors. Tateishi T. Muratake T. Suzuki A. Actions of butyrophenones and other antipsychotic agents at NMDA receptors: relationship with clinical effects and structural considerations. Tsukamoto T. A terapêutica pelo triperidol. Acta Psychiatr Belg 1976. 180. Atypical neuroleptics have low affinity for dopamine D2 receptors or are selective for D4 receptors. Cruz R. Soygur H. 36(1-2):13-25. Symoens J. Hypothermia induced by atypical neuroleptics. A pilot study of AL-1021 in chronic schizophrenic patients. Varga V. De Loore K. 253: 1162-1170. Schwaninger M. Bowen WD. Suarez RM. Angrist BM.and high-potency conventional antipsychotic drugs. Luyten WH. Faravelli C.Prevention and cure of aggressiveness in pigs using the sedative azaperone. 12(1):57-8. 50(5):313-7. Vanden Bussche G. 52(4):237-45. Bromperidol decanoate in the residual phase of schizophrenia. Seeman P. Controlled comparative study of methylperidol and perphenazine in schizoprenic psychoses. Experiences in the treatment of alcoholics with methylperidol (Luvatren). 43(8):124850. Lynch DR. but not with thioridazine. 3(2):123-34. 194. Baez M. Mihara K. Hospital (Rio J) 1965. Inoue Y. Tanaka M. Svestka J. Gershon S. Tallerico T. Kursar JD. J Pharmacol Exp Ther 1996. Canova L. Van Den Brande M. 192. Biol Psychiatry 1984. Suzuki A. 16(5):477-82. Smiseth OA. Kobayashi S. Menniti-Ippolito F. Masui 1994. Weisbrod M. Risperidone compared with low. Cytotoxic effects of sigma ligands: sigma receptor-mediated alterations in cellular morphology and viability. Clin Neuropharmacol 1998. Kaneko S. Squelart P.modulates the effects of D-2 dopamine receptor blockade. Nahunek K. Gommeren W. Taussigova D. 186. 187. Ishida M.85(3):64-7. de Costa BR. Minerva Psichiatr 1996. Kunz E. Van Tol HH. Simpson GM. Paprocki J. Xenobiotica 1999. 190. Vet Rec 1969 Jul 19. 171. Nord Psykiatr Tidsskr 1969. Lopes R. 77(2):284-93 182. Curr Ther Res 1968. De Bie M. Psychopharmacology (Berl) 1996. Shibata M. J Clin Psychopharmacol 20/2: 175-180. Tenório L. Vinar O. Singh S. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1996. 178. Folha Med 1965.

Baba K. Inoue M. Seishin Shinkeigaku Zasshi 1998. Suzuki A. Kamijima K. 282(1):326-38. 352:30-4. Antagonism of N-methyl-D-aspartate receptors sigma site ligands: potency. Ishida M. 08. 4'-fluoro-4-(3-(2-metóxifenoxi)-1pirrolidinil)-. 4'-Fluoro-4-(3-(2 metóxifenoxi)-1pirrolidinil)butirofenona. Halldin C. Clp-FP-OB-thp (1-Butanone. JPharmacol Exp Ther 1997. Yasui-Furukori NT. mecanismo pelo qual agem outros neurolépticos depletores catecolaminérgicos. Bjerkenstedt L.777A (4'-Fluoro-4((4-(p-fluorofenil)-4-metóxiciclohexil) amino)butiro. Prog Neuro-Psychopharmacol Biol Psychiatry. Skett P. Antipsychoticeffects. 10). embora comportando-se como neurolépticos nos testes laboratoriais preliminares. outras quatro butirofenonas podem ser apenas mencionadas. 04. 202. Woodward RM. mas que desde então não voltou a receber referências na literatura nem logrou obter registro nos bancos de dados especializados (01. o anel piperidínico presente na maioria das butirofenonas com ação antipsicótica foi substituído por um pirrolidínico. 2002 jan. 05). 205. side effects and effective dosis of the butyrophenone lenperone (AHR 2277). 43(2):129-36. 09. 07. Furukori H. Kaneko S. -o derivado CI-601 que suscitou pequena seqüência de ensaios clínicos em esquizofrênicos crônicos ainda na década de 60 contando com a participação dos conhecidos psicofarmacologistas Thomas Ban e Heinz Lehman. 11) AHR-1900 D) Outras Butirofenonas Nesta seção concluímos o exame do grupo das butirofenonas pelos compostos remanescentes com estrutura molecular incomum. Além dos três compostos examinados a seguir.802A (cloridrato de 4'-fluoro-4[[4-(p-fluorofenil)-3-ciclohexen -1-il]-amino]butirofenona) cujo maior interesse no final da década de 70 deveu-se à ação neuroléptica por depleção de monoaminas (02. cloridrato ou: Butirofenona. como reserpina e tetrabenazina. Ilyin VI. Athen D. 4-(4-(4chlorophenyl)-3. 204.6-dihydro-1(2H)-pyridinyl)-1-(4fluorophenyl)-) e FPMPP (1-(3-(4-Fluorobenzoil) propil)3-metil-4-fenil-4-propionoxipiper. No caso. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1978. 26(1):53-57. Farde L. Int Pharmacopsychiatry 1977. 12(2):113-26. 158 . Wiesel FA. Ruether E. Angst J. ainda assim sem alcançar comercialização ampla.idina) que. Miyaoka H. 201. finalmente. A survey of drug utilization in psychiatric hospitals in Japan: the basic analysis of the current status of prescription patterns. subtype-selectivity and mechanisms of inhibition. Yamauchi K. Clinical melperone treatment blocks D2-dopamine receptors in the human brain as determined by PET. two of its metabolites and thiothixene on central monoamine metabolism and prolactin levels in rodents.fenona. situado na extremidade da cadeia alifática ligada ao radical para-fluorobutirofenona pode implicar a abolição das propriedades neurolépticas. em função da escassez de registros: -o U 32.200. cloridrato). Hucker H. Eles não apresentaram um perfil neuroléptico clássico e o único a ser desenvolvido como antipsicótico foi a nonaperona. Este composto não foi desenvolvido como medicamento antipsicótico nem consta ter sido aproveitado em outra indicação (03. Franke A. cloridrato. Acta Psychiatr Scand Suppl 1989. não classificáveis entre os derivados piperidínicos e piperazínicos já examinados. Effect of melperone. 203. Ikegami N. Wiesel FA. Não disponível comercialmente. Kondo T. Otani K. 100(1):51-68. São aqui estudados por seu interesse histórico e farmacológico. Whittemore ER.Cl-H Butirofenona introduzida ainda no final da década de 60 e cujo maior interesse foi o de constituir um bom exemplo de como a ausência ou adulteração do anel hexagonal nitrogenado. ainda não suscitaram desenvolvimento clínico e. piperidínico ou piperazínico. Therapeutic effects of bromperidol on the five dimensions of schizophrenic symptoms. Sobre eles há muito pouco registro na literatura e nos bancos de dados.: -os compostos U-35. (CAS RN 21492-45-5) FM: C21-H24-F-N-O3. e não pelo antagonismo póssináptico clássico da quase totalidade dos antipsicótico. Woggon B. Hippius H.

2. Edwards JG. No mais. Herrmann J. CI-601.12(4):234-6. Nos experimentos farmacológicos utilizando os paradigmas clássicos. No exterior: TAOMEX (Ciba Geigy) (Índia).10(10):529-32. todavia.5. Rubin RT. U-25927 (U 25927) 4'-Fluoro-4-(1. 02.luinst.9(9):486-91. 11.67(1):115-22.5-b)indol-3(2H)-il).4.2]non-3-il)-4'fluorobutirofenona ou: 4-(3-Azabiciclo[3. Lahti RA. de publicações com resultados clínicos e pré-clínicos na literatura internacional nem maiores informações sobre esta substância. in chronic schizophrenic patients. 04.12(4):223-9. Ban TA. a butyrophenone derivative.2]non-3-il)-4'fluorbutirofenona ou: (Go 3315 A). Sugerman AA. chegou a sofrer ensaios clínicos como antipsicótico quando teria revelado propriedades ansiolíticas.23(12):1701-5. pela presença do anel azabicíclico no lugar do piperidínico ou piperazínico.6-tetraidroazepino(4. Simpson GM. Hays SE.NONAPERONA (NONAPERON. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Dec. Vogt M. Curr Ther Res Clin Exp 1968 Oct.org/). Curr Ther Res Clin Exp 1970 Apr. LUNDBECK INSTITUTE DATABASE – CNS Forum (Disponível em:http://www. U-32. Herrmann J. A pilot study of AHR-1900 in chronic schizophrenic patients. Poland RE. Lehmann HE. Wilk S. Edwards JG. Fuenmayor LD. Prolactin releasing potencies of antipsychotic and related nonantipsychotic compounds in female rats: relation to clinical potencies. Effect of a butyrophenone derivative. Bishop MP. J Pharmacol Exp Ther 1980 Aug.5-b)indol-3(2H)-il). Não há qualquer registro.(9CI) ou: 159 . Segundo o banco de dados do Lundbeck Institute. 10. Não disponível comercialmente. in the treatment of chronically withdrawn schizophrenic patients. A preliminary study of CI-601 in chronic schizophrenia. Curr Ther Res Clin Exp 1968 Oct.10(10):520-8.4. Stanley M. 4-(3-azabiciclo[3. O'Hara M. Gallant DM. é composto virtualmente desconhecido pela escassez de referências técnicas e científicas na literatura e nos bancos de dados especializados. Br J Pharmacol 1979 Sep. Referências Bibliográficas (Outras Butirofenonas) 01.5-b)indol3(2H)-il)butirofenona ou: 1-Butanona. Production of catalepsy and depletion of brain monoamines by a butyrophenone derivative.44(4):293-302.214(2):362-7. 05.5. AHR-1900: a butyrophenone derivative. Sua patente pertence à Ciba Geigy. com sede na India (06). A pilot study of CI601 in chronic schizophrenics. (CAS RN 15997-76-9) FM: C18-H24-F-N-O É uma butirofenona com estrutura molecular inédita. Biochem Pharmacol 1974 Jun 15. não havendo confirmação de propriedades antipsicóticas. Angus JW. Curr Ther Res Clin Exp 1970 Apr. NONAPERONE) tetraidroazepino(4.6tetraidroazepino(4. O'Hara M.11(12):793-5.802A.2. Further studies of the butyrophenone.ou: (CAS RN Number 23712-07-4) FM: C22-H23-F-N2-O Butirofenona com estrutura indólica e com poder de elevar as taxas de prolactina menor que o da clozapina (04). 07. Não disponível comercialmente no Brasil. 08. The effect of antipsychotic drugs and their clinically inactive analogs on dopamine metabolism. on brain biogenic amines. 06. Sugerman AA. ter-se-ia comportado como neuroléptico. 09. CI-601. Ananth JV. Villeneuve C. Eur J Pharmacol 1977 Aug 15. Simpson GM. 1-(4-fluorofenil)-4-(1. Curr Ther Res Clin Exp 1967 Sep. Lednicer D. 03.

(225). não foi aqui relacionado mas registre-se sua importância no desenvolvimento e seu parentesco estrutural com o fluspirileno.3. 5Ht6 e 5Ht7 (199) com atividade virtualmente ausente nos demais subtipos de receptores dopaminérgicos adrenérgicos.5) decan-4-ona ou 1. 179. ao contrário desta. não constando seu desenvolvimento como medicamento antipsicótico. introduzido na década de 80 e classificado como agente antipsicótico e antisserotoninérgico pelo banco de dados ChemidPlus (27).8Triazaspiro(4. quetiapina. As relações estruturaatividade dos dois grupos são muito semelhantes. contudo. mas não possui estrutura difenílica. ziprasidona. Difenilbutilpiperidinas/piperazinas São substâncias estrutural e farmacologicamente muito próximas das butirofenonas (ou fenilbutilpiperidinas). com ação seletiva límbica.3. Tanto as butirofenonas como as difenilbutilpiperidinas foram desenvolvidas originalmente a partir da meperidina. foi inferior. pela mesma equipe de colaboradores de Janssen na Bélgica.155. moderada pelos alfa1-adrenérgicos (226) e fraca atividade em 5Ht1C (198). com as difenilbutilpiperidinas se caracterizando por grande afinidade pelos receptores dopaminérgicos D2. serotoninérgicos. A literatura registra muito poucas referências.4-Bis(p-fluorofenil)butil)-N-etil-1piperazinocarboxamida ou: N-etil-4-[4'. Está classificado entre as difenilbutilpiperidinas no banco de dados do antigo site do Instituto Lundbeck (138). substituído por um segundo grupamento fluor-fenil. AMPEROZIDA (AMPEROZIDE) 4-(4. Exerce efeito de inibição da recaptação da dopamina em nível estriatal in vitro (57) mas seu emprego crônico nos roedores foi relacionado a um inesperado aumento. 244) mas. Considerado um potencial antipsicótico atípico com fraca afinidade pelos receptores dopaminérgicos D2 estriatais. As últimas referências na literatura dão conta apenas de seu uso como agente antidopaminérgico e antisserotoninérgico em ensaios farmacológicos animais in vivo e in vitro. sertindol.8triazaspiro(4. A amperozida figura nesta seção como o único composto difenilbutilpiperazínico. Esta seletividade. 224).4'-bis(p-fluorofenil)butil]-1piperazinocarboximida ou: (FG 5606) (CAS RN 75558-90-6 base. 126. de movimentos bucolinguais 160 .5) decan-4-ona. alta potência antipsicótica e longa duração de ação (99). olanzapina. O espirileno (8-(4-(p-Fluorofenil)-3pentenil)-1-fenil1. Demonstra forte afinidade pelos receptores 5Ht2A (83. 86. FM: C24H28FN3O) é um neuroléptico introduzido na década de 80 (138) e considerado análogo da espiperona (140. de acordo com os dados revisados por Arnt & Skarsfeldt (11). 75529-73-6 cloridrato) FM: C23-H29-F2-N3-O DD: 10-20mg/d (155) Composto difenilbutilpiperazínico. muscarínicos e histamínergicos.ou composto R 6109. Por todas estas razões. embora seu desenvolvimento clínico tenha sido descontinuado provavelmente pelo potencial cardiotóxico. remoxiprida. 124.IV. não apresenta o grupamento p-fluorbutirofenona. sendo o átomo de oxigênio do grupo carbonil no radical pfluorbutirofenona. estatisticamente significativo. 171. na ordem à da clozapina. 8(4-(fluorofenil)3-pentenil)-1fenil.

(134). é comercializado apenas como medicamento veterinário. Suécia.3-dihidro. não foi aproveitado. 165) com superioridade sobre a naltrexona (164). determinou importante prolongamento do intervalo QT e “Torsade de Pointes” nos experimentos com coelhos (26). Por outro lado. 4-bis(4-fluorofenil) butil)-4-piperidil] 5cloro-2. Provavelmente pelo potencial cardiotóxico. Sua patente pertence originalmente. com duração de ação extremamente longa. 06).benzimidazolinona ou: (R 29 764) (BRN 0904611). Em seres humanos. confirmaram alterações na onda T e prolongamento do intervalo QTc (12). de alta potência por via oral. em estudo com 30 pacientes esquizofrênicas das quais 161 . início de ação em 4h e pico em torno de 24h.4-bis(4fluorofenil)butil)-4-piperidinil)-5-cloro-1. Lars. 1-(1-(4. Universidade de Lund. Também demonstrou potencial utilidade no manejo do “craving” em dependentes de cocaína e álcool. na literatura. Um estudo controlado com placebo demonstrou inequivocamente sua superioridade com a revelação de que doses diárias de 2. Alemanha. 1. Estruturalmente. Não disponibilizado para uso humano. Reino Unido e outros países.ou: 2H-Benzimidazol-2-ona. Seu principal metabólito (FG-5620) é farmacológicamente ativo. pela Pharmacia & Upjohn Animal Health (HOGPAX). Também. CLOPIMOZIDA (CLOPIMOZIDE) 2H-Benzimidazol-2-ona. mostrou ser um potente redutor do consumo (153. à companhia sueca Kabi Pharmacia. Apresenta efeito estimulador indireto (central) dos neurônios dopaminérgicos túberoinfundibulares com redução aguda das concentrações plasmáticas de prolactina e posterior normalização (não causa elevação) (04.5 a 9mg (138). (110). discinesia) observados com as doses únicas semanais (120). pelo ensaio de Steinpress e cols.repetitivos considerados preditores de Discinesia Tardia em seres humanos ao menos no ensaio de Liminga e cols. Floru & Tegeler.5 a 25mg (19). 10 a 25mg (138). nada mais representa do que a pimozida (o composto R 6238 introduzido na década anterior) acrescida de um átomo de cloro em posição 5. com potencial aplicação no manejo de arritmias induzidas pela digoxina (98).4-bis(p-fluorofenil)butil)-4piperidil)-2-benzi.3-diidro-1-(1-(4. em design aberto de 4 semanas. com estes mesmos animais (221).cloroou: 5-Cloro-1-(4-(4. nesta indicação. Doses Semanais (DS): 7. em esquizofrênicos (DSM-III). resultados não confirmados. Chegou a ser proposto como potencial ansiolítico após ser inicialmente aproveitado como sedativo e agente antiagressividade em medicina veterinária do mesmo modo que a azaperona e derivados como a buspirona e gepirona. Ensaio aberto piloto com apenas 10 pacientes sugeriu utilidade em tratamentos de manutenção e boa tolerabilidade em doses semanais de 7.5mg eram igualmente eficazes com menor propensão aos efeitos adversos extrapiramidais (acatisia. A meia-vida plasmática alcança uma média de 100h (39).4bis(4-fluorofenil)butil)-4-piperidinil)-5-. Em experimentos animais com ratos dependentes de álcool e cocaína. mas com potência 5 a 10 vezes menor (225). só consta ter sido ensaiada uma vez. Demonstrou ação como antiarrítmico classe III equivalente à melperona. com doses máximas de 20mg/dia.midazolinona ou: 1-[1-(4. Neste estudo as avaliações eletrocardiográficas. introduzido em meados da década de 70 como o composto R 29764 da série original de Janssen e cols. Antipsicótico típico. porém. (CAS RN 53179-12-7) FM: C28-H28-Cl-F2-N3-O DD: 2.5 a 25mg (19). na Itália. por pesquisadores do Depto de Psiquiatria e Neuroquímica do Hospital St. 1978.

porém. Ao contrário dos demais preparados dépôt. não comprovou superioridade em esquizofrênicos crônicos (n = 40). 231). É bloqueador D2 seletivo.8triazaspiro-(4. como se sabe. 8-(4. (CAS RN 1841-19-6) FM: C29-H31-F2-N3-O DS: 6 a 20mg. 142). Caruso Madalena ainda nos anos de 1968 e 1969 (141. que a dose semanal ótima situou-se em 20. talvez com alguma atividade pré-sináptica (245).25mg (67). decanóico ou palmítico.2 a 1.8-triazaspiro. como observado em casos relatados na literatura (118. utilizando doses semanais entre 5 e 35mg. a mesma aceitação obtida. foi utilizado em doses baixas como ansiolítico em quadros depressivo-ansiosos (1 a 1. (218) Um antipsicótico típico injetável de longa duração (111).3. Fonseca & Cardo.4-Bis(p-fluorofenil)butil)-1-fenil-1. dos ácidos enantóico.(4. embora não tenha o perfil de um antipsicótico sedativo ou hipnoindutor.. para o fluspirileno (133). 91. 185).5)decan-4-one.3. 174. Como outros antipsicóticos. A polêmica ainda persistia nos anos noventa (125. Foi durante um bom tempo. 205). Como os demais antipsicóticos deste grupo. desde então. 85. Já na época de sua introdução foram iniciados os primeiros ensaios clínicos não só na terapia de manutenção de pacientes esquizofrênicos (31. não é apresentado sob a forma esterificada de longa cadeia. o que foi atribuído à alta dose diária média utilizada (13.5mg IM) com o bromazepam (6mg). 230) com alguns autores defendendo a indicação com a identificação 162 . Um estudo duplo-cego. além dos efeitos adversos extrapiramidais que.4bis(flurofenil)butil)-1-fenil. comparativo do fluspirileno (1. não é de aceitação unânime pelo freqüente aparecimento ou agravamento de sintomas depressivos prévios. Esta indicação. em termos de eficácia. 128. podem ocorrer mesmo na utilização de baixas doses de antipsicóticos típicos (113. Apesar de promissoramente ensaiado.3. não há menções a adicionais ensaios clínicos na literatura nem registro de nomes-fantasia ou efetiva comercialização em qualquer país. com significativa vantagem. antes da disponibilização do decanoato de haloperidol. não podendo alcançar. 1970. viriam os estudos de Traldi. em sua casuística. 56. mas com capacidade de induzir catalepsia nos animais de experimentação. o único antipsicótico não-fenotiazínico e não-tioxantênico injetável de longa duração (17). a ser administrado em intervalos de 7 a 10 dias.8-Triazaspiro(4. em muitos países europeus. do mesmo modo que o haloperidol (206). 1971 e Guimarães e cols. No Brasil foi pioneiramente ensaiado por J. muito embora baseada em evidência clínica inssuficiente como demonstrou revisão sistemática. 195). 112) com a vantagem de não acarretar risco de abuso. Seu desenvolvimento foi descontinuado ainda nos anos 80 e. 194. que até hoje perdura. Não disponível comercialmente no país ou no exterior. apresenta propriedades de potente antagonismo dos canais de cálcio (82. verificou.95mg) neste ensaio (40). como também em distúrbios do comportamento de deficientes mentais (253) e pacientes com demência senil (177). introduzido ainda no final da década de 60 a partir do espirileno (composto R 6109). FLUSPIRILENO (FLUSPIRILENE) 1.5mg/semana) (175) e ansioso-hipocondríacos (1.4-bis(4-fluorofenil)butil)1.decan-4-ona ou: 1-Fenil-4-oxo-8-(4.10 completaram o estudo. portanto. porém. mas como preparado galênico micronizado para lenta absorção. Não tem comprovação de nenhuma ação de bloqueio serotoninérgico 5Ht2. foi capaz de confirmar estas primeiras observações. para uso exclusivamente intramuscular.5). da Cochrane (187). com metanálise. 1971 (01. 1971. bem menor (215).ou: 8-(4. Um outro estudo duplo-cego controlado com placebo. 242). nunca foi por aqui comercializado.5mg IM/semana) (79. Accioli & Mendes. 69. Logo a seguir.5)decano ou: (R 6218)(McN-JR-6218)(IMAP-7).

as aplicações podem ser eventualmente.ou: 1-(4. se por um lado tem a vantagem das aplicações dépôt quais sejam as de: -garantir a administração do medicamento em doses corretas e regularmente.4-Bis(p-fluorofenil)butil)-4-(4-cloroalfa. ao contrário de outros antipsicóticos com reconhecida atividade epileptogênica. quanto o decanoato de flufenazina (71. Entretanto.orofenil)butil). Como outros antipsicóticos. já tendo sido relacionada à ocorrência de arritimia do tipo Torsade de Pointes. Sua propriedade de inibição glutamatérgica foi aventada recentemente para explicar a inibição da atividade epileptiforme in vitro que o fluspirileno determina (76. porque tem sido demonstrado que esses são os mesmos que não apresentarão boa resposta ao tratamento (97. 200) e também quanto o enantato de perfenazina (229).precoce e descontinuação dos pacientes que toleram mal as primeiras doses de fluspirileno. De qualquer forma. em estudos duplo-cegos. o fluspirileno exerce potente ação antagonista nos receptores opióides sigma (35).ou: 4-Piperidinol. -não sofrer o metabolismo de primeira passagem que em alguns pacientes pode ser causa de baixas concentrações e ineficácia na administração oral. permitindo estabelecer níveis terapêuticos ótimos (227). foi desenvolvida metodologia confiável para a mensuração das concentrações plasmáticas.341) (BRN 1558826). 82).alfa-trifluorom-tolil)-1-(4. 1-(4. Disponível em países da Europa continental e também no Reino Unido como preparado dépôt. embora neste último. utilizadas em tratamentos de longa duração. -concentrações plasmáticas mais estáveis com menor risco de efeitos adversos. Como outras difenilpiperidinas e alguns antipsicóticos dos outros grupos. Também foi demonstrado que. 4-(4-cloro-alfa. mostrou possuir propriedades de potente antagonismo nos canais de cálcio com inibição da liberação de glutamato (246) e potencial aplicação terapêutica em certos transtornos cardiovasculares (55. para pacientes com Discinesia Tardia desenvolvida pela flufenazina ou flupentixol dépôt (81). necessita dos mesmos cuidados que se tem com os outros preparados. Demonstrou ser tão eficaz e tolerado.4-bis(4-fluorofenil)butil)-4-(4cloro-3-(trifluorometil)f-enil). (CAS RN 26864-56-2) FM: C28-H27-Cl-F5-N-O 163 . porém menor freqüência de efeitos autonômicos e vegetativos (30). Uma preocupação procedente. É bem tolerado do ponto de vista hepático (170). mostraram. 245). 250. Também mostrou-se uma alternativa válida de substituição. tratando-se de substâncias com efeitos cumulativos.. por exemplo. o que se deve sempre evitar.alfa.4-bis(p-flu. só recentemente. 74. permitindo uma gradual redução da dose até encontrar uma dose mínima eficaz. como a alternância dos grupos musculares (deltóides e glúteos) além da correta técnica de aplicação. como aliás o são as demais preparações dépôt. Como Borger e cols. espaçadas para intervalos maiores (aplicações quinzenais) sem prejuízo do controle obtido no tratamento de manutenção em pacientes esquizofrênicos (20). do mesmo modo que o haloperidol. O fluspirileno já foi responsabilizado por necrose tóxica na administração prolongada (148). Estudo comparativo com a clorpromazina revelou uma maior freqüência de efeitos extrapiramidais.ifluoro-m-tolil)-4-piperidinol ou: (R 16341) (TLP-607) (McN-JR-16. Na Europa: REDEPTIN (Reino Unido)(Bélgica)(Alemanha) IMAP PENFLURIDOL 4-Piperidinol. bem como a baixa ocorrência de convulsões nos ensaios clínicos. também atua nos canais de potássio podendo induzir prolongamento do intervalo QTc no eletrocardiograma.alfa-tr. 1978. mas as reações de fibrose com enduração no local da aplicação estavam significativamente correlacionadas à utilização de grandes volumes por aplicação (3ml ou mais) (150). assim como a pimozida. Não disponível no Brasil. 251). com risco maior para o sexo feminino (214). como a clozapina.alfa. por importação da Bélgica (16).

e não há razão para se supor que o risco 164 . tendo como principal indicação o tratamento de manutenção na Esquizofrenia e nos Transtornos Delirantes (18. fluspirileno (228). abertos ou comparativos com outros antipsicóticos de ação prolongada como pimozida (14). de onde só lentamente é liberado. Em estudo duplo-cego comparativo com o decanoato de flufenazina (0. 1979. 235). 210). 78. palmitato de pipotiazina (75). muscarínicos e adrenérgicos. 1974 (216). 1974 (87). alcançou eficácia e tolerabilidade comparáveis aos preparados dépôt para uso parenteral. Mostrou muito pouca ação autonômica nos experimentos com animais (101). As concentrações plasmáticas. Como é extremamente lipofílico.. seguidos por um ano. além do decanoato de flupentixol (66. propiciou taxas de recidiva menores (7% contra 10%) e significativamente inferiores às observadas com placebo (68%) (186). 169). recém-admitidos a uma unidade de permanência breve (três semanas). Primariamente indicado para o tratamento de manutenção da Esquizofrenia e outras psicoses crônicas. É excretado nos seres humanos majoritariamente pelas fezes. é potente bloqueador dos canais de cálcio do tipo T (204) com presumido potencial terapêutico em certos transtornos cardiocirculatórios (82). o penfluridol. alcançando picos plasmáticos em 8 a 12 horas e. Resultados muito semelhantes aos de Claghorn e cols. hipotensão. Accioli e cols. Chouinard & Annable. também pela urina (84). em 1976. embora passe periódicamente por problemas de distribuição. carecendo de utilidade como parâmetro clínicoterapêutico. receptores 5Ht6 e 5Ht7 (199). suas concentrações caem suavemente durante vários dias. Foi sugerido. recémdescobertos. durante os ensaios clínicos (213). como antipsicótico oral com potência intermediária e longa duração (uma semana). após rápido declínio. com essa mesma comparação (33). Tem perfil de antipsicótico típico atuando praticamente somente em receptores dopaminérgicos (172) com acentuadas e persistentes elevações das taxas de prolactina nos roedores (08). 90. 1974 (02). aliás como acontece com a maioria dos antipsicóticos. O penfluridol é bem absorvido por via oral. 1973 (143). 20 a 160mg VO (186). sendo possível detectar concentrações até cerca de 170 horas (7 dias) após uma única dose (37). um deles relacionado à combinação com sulpirida (137). Bastos. em doses de 20 a 160mg/semana. como diversos outros antipsicóticos. com inibição dos vômitos determinados pela administração de apomorfina no cão (132). Interessante alternativa terapêutica. 240). todos ensaios controlados envolvendo pacientes crônicos. mas em menor proporção. decanoato de flufenazina e enantato de perfenazina (07). 117) e ao cloridrato de flufenazina (127). propiciando assim. realizados por Madalena & Botana. efeito dépôt. Há na literatura o registro de casos de Síndrome Neuroléptica Maligna (219. Introduzido no início da década de 70 (108) com a deflagração de uma numerosa série de ensaios clínicos europeus. inibição da motilidade gastrintestinal ou vésico-urinária. ainda encontra-se disponível em nosso país (SEMAP). Seus metabólitos. Como a pimozida. mostram-se muito variáveis interindividualmente (156).5 a 2 ml a cada 2 semanas) com pacientes psicóticos estabilizados. 10 a 120mg VO (17). examinaram sua eficácia e tolerabilidade contra às observadas com doses diárias de clorpromazina em pacientes novos. provavelmente por fenômenos de redistribuição tissular. como outras substâncias deste grupo. Também mostrou-se equivalente em eficácia como antipsicótico ao tiotixeno (103). confirmando assim virtual ausência de bloqueio serotoninérgico -inclusive nos. alcançando. as doses semanais de penfluridol. Na maioria dos ensaios. eficácia equivalente com menor sedação embora com efeitos extrapiramidais mais freqüentes (29). a trifluperazina (50. Teve os primeiros estudos clínicos no Brasil. 20 a 120mg VO (51). Também foi experimentado na mesma época em psicoses agudas (239) e em distúrbios do comportamento de deficientes mentais (252) e de pacientes idosos com Demência (23). especialmente os de ação mais prolongada. Tem propriedades antieméticas. com ausência de efeitos adversos como sedação. seu uso repetido induz a hipersensibilidade (up-regulation) dos receptores dopaminérgicos no núcleo accumbens e no striatum (102). na Síndrome de Gilles de La Tourette (208. 1974 (15) e por Guz & Rigonatti.ou receptores histamínicos. 196. são inativos farmacologicamente. formados por Ndealquilação betaoxidativa.DS: 20 a 60mg VO (38). Típicamente. seguidos por Costa e Silva. 154. deposita-se intensamente no tecido adiposo. É um composto extremamente lipofílico cuja molécula foi sistematicamente desenvolvida a partir do haloperidol e da pimozida para alcançar este resultado (156). como a pimozida.

4-Bis(p-fluorofenil)butil)-4-(2-oxo-1benzimidazolinil)pipe. de estudos comparativos com a flufenazina (115. exceto maiores efeitos extrapiramidais (acatisia e hipercinesia) não vendo.ona ou: 1-[1-4. não forneceram ainda amplos e sistemáticos levantamentos de médio e longo prazo. 68). 10 a 12mg (146). racionalidade no emprego de doses acima de 3mg (64). não mostra afinidade pelo subtipo 5Ht1C (198) nem pelo 5Ht1A (167). nos distúrbios do comportamento na infância e adolescência (58. com estimativas precisas destes riscos. 1987. Sua meia-vida é muito longa. Logo viriam relatos de ensaios abertos na Esquizofrenia Crônica (32. Apenas o uso do penfluridol não se generalizando como previsto. 1-(1-(4. NST: 1 a 15ng/ml (116). 1-(1-(4. (CAS RN 2062-78-4) FM: C28-H29-F2-N3-O DD: 1 a 10mg (114. Sallee e cols. Apresentado no ano de 1968 por Janssen e sua equipe (105.3-diidro.4-bis(4-fluorofenil) butil]-4-piperidinil]1. não encontrou diferenças em eficácia entre os grupos com 3mg e com 8mg. PIMOZIDA (PIMOZIDE) 2-Benzimidazolinona. têm. pela 1A2 sendo ele mesmo um potente inibidor da 2D6 (48) e. 104). blisters c/ 6. No Exterior: CYPERON. mas mostrou alta afinidade pelo subtipo recém descoberto 5Ht7 (199). 211. Av.. Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. havendo até sugestões de 12 a 40mg/dia para os casos agudos (77).3-diidro-2h-benzimidazol-2-ona ou: (R 6238) (NSC 170984). tem eficácia comprovada nos sintomas positivos mas. em menor intensidade da 3A4. 80) e virtualmente sem ação em receptores adrenérgicos. 217. 61. 2 a 12mg (180. As doses sugeridas por muitos autores. ao final de 4 semanas. FLUPIDOL.comps de 20mg. em seu estudo com esquizofrênicos crônicos. muscarínicos e histaminérgicos. em menor proporção. antagonista dopaminérgico D2 com pouca ação em D1 (62. apesar das vantagens propaladas em casos crônicos. É majoritariamente metabolizado por Ndealquilação pela isoenzima 3A4 do citocromo P 450 e. é um antipsicótico de alta potência. pela conveniência e economia que representa.4-bis(4fluorofenil)butil)-4-piperidinil)-1. Considerado o antipsicótico prototípico do grupo. 191).ou: 1-(4. Todavia deve ser lembrado que Fleischhauer. 1978. 100). No Brasil é até hoje o antipsicótico do grupo 165 . introduzido ainda durante a década de 60 como o composto R 6238 da série original. Como todo bloqueador D2 central. SEMAP. Nos serotoninérgicos. sua ação nos negativos ainda é matéria polêmica (49. nos Transtornos não-psicóticos de Ansiedade (192) ou na Coréia de Huntington (10. de seu emprego nas desordens de personalidade (190). 159). entre os pacientes com Síndrome de Gilles de la Tourette (202). Esta característica torna possível a sua administração apenas duas vezes por semana constituindo-se assim em alternativa às doses semanais do penfluridol como antipsicótico oral de ação prolongada. um limite superior a 10mg/dia. 107) quando se iniciaram as publicações dos primeiros ensaios clínicos multicêntricos (21).(freqüência e gravidade) dos efeitos extrapiramidais tardios possam ser inferiores aos de outros antipsicóticos típicos de potência intermediária.4-Bis(p-fluorofenil)butil)-4-piperidil)-2benzimidazolin.ridina ou: 1-(1-(4. o autor. assim gerando elevação nas concentrações das substâncias metabolizadas por esta enzima. freqüentemente. podendo alcançar vários dias. 248). das Nações Unidas 12995 29 andar (04578000) São Paulo. ORALEPTIN. (011) 5505-5371. 147. Não obstante sua divulgação comercial no Brasil ter se baseado à época de seu lançamento em propalada ação ativadora e “ressocializante”. (011) 5503-4700. mas em média pelo menos 55h (16). No Brasil: SEMAP (Janssen-Cilag) . 238. 106.4-bis(pfluorofenil)butil)-4-piperidil). Janssen-Cilag).ou: 2H-Benzimidazol-2-one. encontraram valores médios de 66h para crianças e 111h para adultos.

181). mas ainda assim com risco de Discinesia Tardia (10% neste estudo) (64). 163. Como outros antipsicóticos. mal definidos (34).6mg). seguida de recaída com a redução para 1mg após um ano assintomático. 1996 (184). 135. encontrou equivalência com o decanoato de flufenazina a longo prazo com alguma superioridade em medidas de ajustamento social (211). em ensaio aberto de longa duração. Pseudociese Delirante (41) e Paranóia Litigiosa-Querelante (236). com melhor tolerabilidade (209). é dotado de propriedades citotóxicas e como tal demonstrou utilidade potencial como medicação coadjuvante no tratamento do melanoma metastático (166). 157. com os primeiros estudos com pacientes esquizofrênicos realizados ainda no ano de 1970 (13. os resultados obtidos tanto em eficácia quanto em tolerabilidade. que adicionalmente constatou a ocorrência de discinesia mastigatória bucolingual em 25% dos pacientes. Esses estudos das décadas de 70 e 80 já haviam dado base a sua aprovação pela agência governamental americana Food and Drug Administration (FDA) nesta indicação (70) em acréscimo ao haloperidol. muito embora tenha sido tão eficaz quanto o haloperidol. Delírio Erotomaníaco (152. Apesar de equivalente no curto prazo foi superior no efeito adverso “letargia” e na manutenção da melhora no follow-up de 4 a 20 meses no estudo de Ross & Moldofsky.. um com flufenazina (dose média diária de 12. do Instituto de Psiquiatria de Londres.. 160. em caso de Transtorno de Gênero com travestismo e idéia prevalente de mudança de sexo. Há também na literatura registro de seu emprego na Síndrome de Capgras (176. Shapiro e cols. em deficiente mental limítrofe por Puri & Singh. Também foi empregado no alívio dos sintomas da neuralgia pós-herpética (54) e com sucesso em formas graves de neuralgia trigeminal e superando a carbamazepina em ensaio duplo-cego (129. 237). Foi tão eficaz quanto a clorpromazina e a tioridazina em pacientes maníacos (36. tendo sido testado em mais de duas dezenas de ensaios clínicos nas décadas de 70 e 80. foram novamente iguais (49). 139. por Debray-Ritzen & Dubois em 1980. Esses e outros autores também registraram boa resposta em casos de Delírio de Ciúmes (22. Seus resultados foram confirmados por McCreadie e cols. Mais recentemente foi publicada uma resposta dramática num caso de co-morbidade da 166 . 1982 (178). com o respaldo do acompanhamento clínico de 93 crianças com a síndrome (42). em estudo duplo-cego de quatro semanas com doses flexíveis e médias finais de 30 e 900mg/dia (28) o que foi confirmado em outro estudo semelhante com as duas substâncias por Pecknold e cols. 1982 (88). Do mesmo modo ocorreu com a comparação com a clorpromazina em estudo semelhante com a mesma duração (248). seu emprego em esquizofrênicos crônicos em estudo duplo-cego comparativo com a flufenazina não demonstrou propriedades Aativadoras@ de nenhuma das duas substâncias (217). 234) e no ADelírio de Infestação@ ou ADelírio de Parasitose@ ou ainda Síndrome de Ekbom (93. 233). Em um outro estudo duplocego de longa duração (52 semanas) com esquizofrênicos crônicos em uso de diversos antipsicóticos por mais de 4 anos e que foram randomizados entre dois grupos. com base em ensaio duplo-cego com 31 pacientes.das difenilbutilpiperidinas mais estudado. nova remissão com a reinstituição da dose anterior. 94. 144. 1978 (197). Como a maioria dos antipsicóticos. 188. ao lado do Ndipropilacetato. 182) mas mostrou menos eficácia que a clorpromazina em esquizofrênicos agudos. envolvendo crianças e adolescentes. 1980. ambos em doses fixas de 40 a 60mg/dia durante quatro semanas em esquizofrênicos agudos no estudo de Haas & Beckmann. demonstrou utilidade no controle da inquietude e hostilidade de pacientes não-psicóticos senis em doses inferiores. entre os experimentos controlados. Transtorno Factício (183) e um interessante relato de eficácia prolongada com 2mg diárias de pimozida. 193. de 1 a 4mg/dia. neuroblastoma (151). Foi recomendado como uma das terapias de escolha. astrocitoma (131) e outras formas de câncer (223). 161. Mas Shepherd. Foi descrita uma particular utilidade em pacientes com quadros limítrofes. foi nitidamente superior ao haloperidol (201). 130). 95.5mg) e outro com pimozida (9. envolvendo sintomas psicóticos crônicos de feitio hipocondríaco sob um fundo de Transtorno de Personalidade. 189. 1983. 145). também o consideraram superior ao haloperidol nesta indicação por seu perfil de bloqueador dopaminérgico quase exclusivo. Um estudo duplo-cego comparativo com clordiazepóxido em pacientes com Transtornos de Ansiedade constatou efeitos terapêuticos e adversos indistinguíveis entre as duas substâncias (52). Na Síndrome de Gilles de la Tourette em ensaio duplo-cego comparativo controlado com duração de 24 meses. 162). Na literatura internacional. em estudo com duração de 9 meses (147). como na chamada APsicose Hipocondríaca Monossintomática@ (92..

Síndrome de Tourette com Transtorno ObsessivoCompulsivo (TOC) à associação pimozida/fluvoxamina (45). NORIZAL. ERIBIOTIC. flufenazina e butaclamol (173). PANTOMICINA. CETONIL. DILACORON. CETONAX. o antiviral ritonavir (NORVIR) e suco de toranja (“grapefruit juice”) (53). foi registrada a ocorrência da grave arritmia ventricular conhecida como “Torsade de Pointes”. NOVACORT. ERYACNEN. 1993. CETOZAN. em ensaio aberto. outra condição do espectro do TOC. o antibiótico eritromicina (BAKNYL. Está entre os antipsicóticos que demonstram menos capacidade in vitro de induzir convulsões como molindona. A Dismorfofobia. o intervalo QTc no eletrocardiograma (73) e. entre diversos outros e também parece não determinar ganho de peso com o uso prolongado (149) o que não o tornaria o antipsicótico mais indicado como coadjuvante à psicoterapia comportamental em casos de anorexia nervosa (241). Embora também possua propriedades antieméticas. CANDORAL. registrase na literatura seu emprego com sucesso em caso refratário da Coréia de Sydenham (96). Embora não esteja relacionado a transtornos cardiovasculares clínicos importantes. cartelas c/ 20. O mesmo risco estaria presente na associação com outras substâncias reconhecidas como potentes inibidoras da atividade desta isoenzima como o antifúngico itraconazol (ITRANAX. Discinesia Tardia (158). é um potente inibidor dos canais de cálcio (55. LAGUR UD. Também foram descritos dois óbitos em pacientes em uso concomitante de pimozida e do antibiótico claritromicina (CLAMICIN. do mesmo modo que o haloperidol.comps de 1 e 4mg. NORIDERM. NIZORAL. Num caso de tentativa de suicídio com a ingestão de 800mg. FUNGORAL. também possivelmente deste espectro.(47). 82) numa ação próxima ao verapamil (CRONOVERA. não teve o uso consagrado nesta indicação como outros antipsicóticos fenotiazínicos e butirofenônicos (168). ERITROFAR. Faltus. CANDICORT. hiponatremia (121). ILOSONE. CETOCORT. DILACOR. 249). ERITROSIMA. mais do que o haloperidol. Já esteve envolvida em Síndrome Neuroléptica Maligna em associação com a nomifensina (09). embora ainda superior a algumas butirofenonas (haloperidol. ETILDOPANAN. o antimicótico cetoconazol (ARCOLAN. impotência (05). CETOCONAZOL. metilperidol) (232). em associação com a fluoxetina. um potente inibidor enzimático que costuma aumentar as concentrações plasmáticas de antipsicóticos. já mostrou resposta à pimozida. Além da elevação das taxas de prolactina no plasma parece também. CLORIDRATO DE CLONIDINA) e da alfametildopa (ALDOMET. CLONIDIN. TIRACASPA). o efeito hipotensor da clonidina (ATENSINA. podendo determinar erros na interpretação de achados laboratorais. ITRAZOL. o pimozida reduz de forma significativa a ingestão de água e alimento do mesmo modo que a domperidona (MOTILIUM). um Transtorno de Ansiedade. KLARICID. ILOCIN. KETOCON. uma substância inibidora da isoenzima CYP 3A. TRANAZOL). MICONAN. PLENOMICINA. com o intervalo QT se normalizando 5 dias após o tratamento feito com êxito pela administração endovenosa de lidocaína e magnésio (122). Seis de sete casos refratários de Tricotilomania. CANDIDERM. CLATORIN. ERIFLOGIN. Além da Coréia de Huntington. estimular a secreção de TSH em seres humanos (46). o antidepressivo nefazodone (SERZONE). também responderam muito bem à adição de pimozida ao esquema prévio com inibidores da recaptação de serotonina. HYDROMET. STIEMYCIN). METILDOPA) (254) como fazem muitos outros antipsicóticos com atividade bloqueadora alfadrenérgica acentuada. CIFRANTIL. VERAPAMIL) medicamento muito utilizado em cardiologia como vasodilatador e hipotensor. não reduziria. RESPRAX. LAGUR). De fato. como estabilizador do humor de 3ª ou 4ª linha. Como todos as demais difenilbutilpiperidinas. ERITROMICINA. um antagonista dopaminérgico com ação exclusivamente periférica (247. Como possui atividade alfadrenérgica fraca. com os autores destacando a necessidade de ensaios controlados nesta indicação (220). com persistência da anorexia e sintomas depressivos e ansiosos associados (59). já esteve relacionada à bradicardia sinusal importante (03. só encontrou utilidade nos episódios bulímicos e vômitos. além dos inibidores de recaptação da serotonina (63). costuma prolongar. MICORAL. CAPEL. VERACORON. KETONAN. além da psiquiatria. TRACONAL. ERITREX. 72). SPORANOX. INFECTOSS. enurese (207). CETOZOL. No Brasil: ORAP (BRASIL)(Janssen-Cilag) . em experiências com animais. Janssen-Cilag Farmacêutica 167 .

Parent M. 32. Folha Med 1971. Iudice A. 104(3):287-92. Acta Psychiatr Belg 1978. 23. Double-blind comparative clinical trial of pimozide and chlorpromazine in mania. Pimozide in the treatment of chronic schizophrenic patients. 70(4):523-51. Almgren O. 155:249-51. Mathew RJ.nlm. 05. Acta Psychiatr Scand 1981. 1981. 69(3):367-9. 20. ORAP (França) . Skarsfeldt T. Mormont C. Pettersson G. OPIRAN (França) . 33. A test of the dopamine hypothesis. 14.5mg/ml. A multidisciplinary approach. Arzneimittelforschung 1975. penfluridol. in schizophrenic patients with acute exacerbation. Borger J. 30. Mirabi M. Curr Ther Res Clin Exp 1970. 29. Christensson E. 31. Pinchard A. Av. Fontenelle E. La Prensa Medica Mexicana. Campos JS et al. Dekkers A. 76(1):13-9. Trad Esp 3 ed alemã. Do novel antipsychotics have similar pharmacological characteristics? A review of the evidence.comp 1 e 4mg. Tratamento ambulatorial de psicóticos com fluspirilene . Historia de la Psicofarmacologia. Ensaios clínicos com um novo neuroléptico incisivo de ação prolongada. pp 10-36. 04. Comparison of effective profiles of fluphenazinedecanoate. Baro F. Neuropsychopharmacology 1998 Feb. 08. Wuerthele SM. J Clin Psychiatry 1979. Diesfeldt HF. das Nações Unidas 12995 291 andar (04578000) São Paulo. Cahn LA. J Cardiovasc Pharmacol 1990 Aug. 12(9):598-603. De Mesmaecker L. 24. Claghorn JL. Mark Allen. Psychiatr Neurol Neurochir 1973. A critical analysis with reference to an analysis with reference to an experiment with a long-acting oral neuroleptic (penfluridol Janssen). 133(7):850-3. Albinsson A. Virgili P. 68(12):875-87. Pharmacol Toxicol 1990. 50(3):187-92. Preliminary study of clopimozide. 1975. Menchetti G. 18. A multicentric clinical evaluation of pimozide. 13. Comparative effects of penfluridol on circling behavior and striatal DOPAC and serum prolactin concentrations in the rat. Psychopharmacology (Berl) 1982. Curr Ther Res Clin Exp 1970. 1954. Duker G. No Exterior: ORAP (Reino Unido)(Alemanha) . Bobon J. ORAP (USA)(Gate) . Van Lommel R. EUNSA. IV. 15. Miller LG. Melon J. Bobon J. Pimozide (R 6238).Ltda. Dagincourt PG. 6(1):21-6. Byrne A.nih. 12(9):604-8. Eriksson E. Chouinard G. Arnt J. Moretti P. Ansseau M. 168 . Acta Neurol Psychiatr Belg 1968.comp 2mg. Acta Psychiatr Belg 1976. Long-acting neuroleptics. Preliminary report.sis. Shader RI. 64(5):381-97. Ban TA. Carlsson L. Pimozide in the treatment of newly admitted schizophrenic patients. 1999. 06. Effects of amperozide in schizophrenia. Bremer ME. Lehmann HE. Ban TA. 25(2):267-70. Andersson G. R Bras Psiq 1970. 63(3):401-12. 21. Contreras PC. Penfluridol in the treatment of newly admitted schizophrenic patients in a brief therapy unit. QTU-prolongation and torsades de pointes induced by putative class III antiarrhythmic agents in the rabbit: etiology and interventions. Albinsson A. Yatham LN. The use of neuroleptics in the treatment of dementia in old age. Woggon B.gov/chemidplus). Am J Psychiatry 1982. Collard J. Huntington's disease: clinical effects of a short-term treatment with pimozide. 47(22):PL133-7. Clinical study on five dépôt neuroleptics. 24:5735. A controlled clinical trial of fluspirilene. Pimozide in pathological jealousy. Acta Psychiatr Belg 1970. 09. 4(4):189-93. 3. 36. Accioli A. Algumas observações sobre o emprego da Rauwolfia sello wu em psiquiatria. Accioli A. Caldwell AE. Nilsson A. Toussaint C. 40(2):107-9. Dom R. F Med 1974. 16. Chouinard G. 28.16(2):276-85.comp 5mg. Pimozide in the treatment of some "social maladjustments" in "personality disorders". Grisar T. GBR-12909 and fluspirilene potently inhibited binding of [3H] (+)3-PPP to sigma receptors in rat brain. A long-acting neuroleptic. Steinberg S. 76(1):138-43. Annunziato LA. Bazire S. CHEMIDPLUS DATABSE (disponível em http:// chem. Acta Psychiatr Belg 1980. Farmacoterapia Psiquiatrica. Psychopharmacol 1986. Angst J. Andersson G. Penfluridol: a long acting oral antipsychotic drug. Pamplona. Psychopharmacology (Berl) 1991. Pimozide treatment of chronic schizophrenics as compared with haloperidol and penfluridol maintenance treatment. Annable L. 27. Diricq S. 02. In: Clark WG & del Giudice J. An open study of a potent 5-Ht2 receptor antagonist. Dias VS. 38(1):62-3. Mendes LL. Acta Psychiatr Belg 1972. sol oral (gotas) 2. Axelsson R. 80(5):600-6. 5:199.R 6218. 139(10):1374. (011) 5505-5371.40(3):237-9 07. (011) 5503-4700. 72(2):199-214. 17. Snow Hill.18(2):63-101. Ananth JV.comp 1 e 4mg. Bjork A. Amperozide--effect on prolactin release in the rat. perphenazine-enanthate and pipothiazinepalmitate. Rao TS. 03. Impotence associated with pimozide. Resultados preliminares com o penfluridol (R 16341) no tratamento de pacientes esquizofrênicos Comunicação preliminar. Tratamento ambulatorial de pacientes esquizofrênicos com um novo neuroléptico oral de ação prolongada: o penfluridol (R 16341). Arena R. Trad esp. Silverstone T. Pinchard A. Lehmann HE. Mexico. 10. Br J Psychiatry 1989. Chouinard G. 11. A double-blind clinical evaluation of different dose intervals with fluspirilene (IMAP). Bastos O. Chouinard G. 79(6):686-703. Possible interaction between fluoxetine and pimozide causing sinus bradycardia. 35. 76(6):411-20. 68(2): 183-6. Wells B. fluspirilene.66 Suppl 1:49-51. J Clin. Life Sci 1990. Botana HJP. 12. Moore KE. Fluspirilene in the treatment of chronic schizophrenic patients. Van Epen JH. 34. Chouinard G. Biochemical and neuroendocrine approaches to a malignant syndrome of neuroleptics. Brugmans J. 19. Arzneimittelforschung 1990 Mar. Baggio MA. Principios De Psicofarmacologia. Annable L. Effect of amperozide on the dopamine synthesis activity in the tuberoinfundibular neurons. Am J Psychiatry 1976. Referências Bibliográficas (Difenilbutilpiperidinas/ Piperazinas): 01. Acta Psychiatr Belg 1979. Annable L. Cookson J. Dufrasne M. Bol Inst Vital Brasil. 25. a long-acting injectable neuroleptic. Can J Psychiatry 1993. 26. Collard J. Adv Biochem Psychopharmacol 1980. Ananth J. F Med 1974. Benkert O & Hippius H. Eur J Pharmacol 1978. Pilot study of penfluridol. Ahmed I. 22. Psychotropic Drug Directory 1999. 78(2):383-91.

Flockhart DA. Acta Neurol Scand 1970. Dirksen RT. 8(6):845-50. 19(2):211-7. Munkvad I. 66. ECG changes during haloperidol and pimozide treatment of Tourette's disorder. 77. Mol Pharmacol 1990. Dose-effect relations. 98(4):521-7. Pharmacol Biochem Behav 1983. Eriksson E. Cooper SF. Price LH. Lazdunski M. 53. 46(2):249-51. 42. Ernst M. Phenothiazine drugs: structureactivity relationships explained by a conformation that mimics dopamine. Identification and characterization of human cytochrome P450 isoforms interacting with pimozide. 46. 55. Fog R. Delay J. Parikh MD. Clinical experience with pimozide: emphasis on its use in postherpetic neuralgia. 43. Debray-Ritzen P. Donlon PT. Filteau MJ. Clin Pharmacol Ther 1999. Meyer JE. 5(10):799-806. 70. 285(2):428-37. Neuroleptics of the diphenylbutylpiperidine series are potent calcium channel inhibitors. Fluspirilene no tratamento dos esquizofrênicos . 65(1):10-20. Van Praag HM. Spence JD. a long-acting neuroleptic. Acta Endocrinol (Copenh) 1981. Locascio JJ. Floru L. 47. Vincent P. Sharma U. 65. Ko JW. Feinberg AP. 14(3):24-5. 1952. The effect of amperozide on uptake and release of [3H]-dopamine in vitro from perfused rat striatal and limbic brain areas. Acta Psychiatr Scand 1978. Proc Natl Acad Sci U S A 1986. Swaback DO. 59(5):561-74. Lauritsen B. Epen JH van. Therapeutical significance of clopimozide in the treatment of chronic psychotic patients. Silverstone T. 44. Williford DJ.contribuição clínica. 110(2). Utilisation en thérapeutique psychiatrique d’une phénothiazine d’action centrale élective.51. Can J Psychiatry 1994. Heninger GR. Canessa A. 56. Potential value of penfluridol and pipothiazine palmitate. Osborne ML. Delay J & Deniker P. 144(5):673-5. 74. Faltus F. Pimozide versus fluphenazine in ambulatory schizophrenics: A 12-month comparison study. 28(9):1491-2.04. Luhdorf K. Simple tic disease in children. Diamantas N. Cordioli AV (ed) . Effects of agonists and antagonists of D1 and D2 dopamine receptors on self-stimulation of the medial prefrontal cortex in the rat. Feinberg SS. 68. Clin Pharmacokinet 2000. Curr Med Res Opin 1979. Psychopharmacol Bull 1992.11(1):112. Doongaji DR. Fulop G. Richard E. 41. 1952. 57. A case of monosymptomatic delusional pseudocyesis responding to pimozide. Zarattini F. F Med 1971. Donlon PT. Double-blind therapeutic evaluation of fluspirilene compared with fluphenazine decanoate in chronic schizophrenics. 51. 28(2):187-91. 58. Campbell M. Desta Z. Kristjansen P. Sharma VK. The problem of postpsychotic schizophrenic depressions and their pharmacological induction. Shapiro AK. Tegeler J. 64. Psychiatr Neurol Neurochir 1970.66 Suppl 1:45-8. 1981. Goodman WK. De Cuyper HJ. Ca2+ channel blockers prevent seizures induced by a class of K+ channel inhibitors. 57(5):436-46. Pakkenberg H. D'Asta F. 60. Consulta rápida. Christensson E. Gottesmann C. 62. 45. Floru L. 38. Doubleblind study on two different doses of pimozide. Ann Méd Psychol. Experience with fluspirilene (R 6218). 78. 2ª ed. An open study. Vives F. Sheth AS. Bertrand M. 37(5):752-7. Ravindranath P. Friedman EH. 9(6):332-6. Pourcher E. Penfluridol in chronic schizophrenia. FDA Drug Bull 1984 Dec. Nordlie JW. Gomes JA. 160(1):173-7. 28(2):341-4. Fiszbein A. 49. Acta Psychiatr Belg 1976. 2000. Peroral and parenteral administration of longacting neuroleptics: a double-blind study of penfluridol compared to flupenthixol decanoate in the treatment of schizophrenia. Ratnaparkhi S. Cardo WN. Elijovich LR. 71. Duke EE. Dis Nerv Syst 1977. 89(1):24-6.136(1):15-8. 72. Long-term studies with fluspirilene and penfluridol and single-blind trial with fluphenazine-decanoate and flupenthixol-decanoate.Psicofármacos. Leontopoulos I. Gallant DM. Opler LA. Wittek F. 18(3):325-9. 49(6):235-8. Tsolis K. Delitala G. Albert JM. Kramp P. Gandolfo G. 61. Tsitouridis S. Neuropharmacol 20: 1299-1302. Lazdunski M. Acta Psychiatr Scand 1979. Ferrer JM. 52. Rev Neurol (Paris) 1980. Dubois H. 39(10):634. Rosenberg CR. 10(4):230-9. Arzneimittelforschung 1978. 73(4):277-84. Deniker P & Harl JM. Dresser GK. Can J Psychiatry 1992. Dugal R. 76(4):632-43. 59. 157:762-5. Sanguinetti AM. Effect of clarithromycin on the pharmacokinetics and pharmacodynamics of pimozide in healthy poor and extensive metabolizers of cytochrome P450 2D6 (CYP2D6). Dahl SG: Pharmacokinetic aspects of new antipsychotic drugs. Gerlach J. Pimozide approved for Tourette's syndrome. Porto Alegre. Datta MR. New long-acting treatment of 169 . 54. Apte JS. de Pauw KW. Lakdawalla PD. Snyder SH. 63(4):527. Kerbusch T. Fleischhauer J.37. Acta Psychiatr Scand 1975. Pharmacol Toxicol 1990. Shapiro E. Doongaji DR. J Clin Psychiatry 1978. Ramesh SP. 686-8. 76. Pimozide treatment of the negative schizophrenic syndrome: an open trial. J Pharmacol Exp Ther 1998. Fosset M. 83(19):7513-7. 81(4):40715. Flockhart DA. 39. Kerbusch T. Desta Z. Combined nitoman-pimozide treatment of Huntington's chorea and other hyperkinetic syndromes. Mora F. Ann Méd Psychol. Pimozide in acute schizophrenia: a pilot study. 69. Devilla L. 50. Baruch P. Delgado PL. 75. Pharmakopsychiatr Neuropsychopharmakol 1976. 48. Giannelli A. 73. Bailey DG. Enyeart JJ. Re: Bradycardia and somnolence after adding fluoxetine to pimozide regimen. Zissis NP. Kay SR. Pimozide in non-psychotic elderly patients with behavioural disturbances. Garton D. Artes Médicas. Eur J Pharmacol 1989. J Clin Psychiatry 1988. Soukhova N. Clinical experiments with the new oral long-acting neuroleptic clopimozide (R 29 764). Galizzi JP. Pimozide in autistic children. Bouchard RH. Br J Psychiatry 1990. Am J Psychiatry 1987. Psychopharmacol Bull 1975. Bidard JN. 112-117. 110:364. Mulder WR. Laduron P. 52(2):132-44. Gavriil I. On the role of dopamine receptors in the central regulation of human TSH. 72(5):1899-903. Dysmorphophobia. Acta Psychiatr Belg 1981. 37(7):503-9. Sheth AS. 38(1):41-57. Pimozide in the treatment of psychogenic eating disorders. Romey G. 40. A twelve month comparison of penfluridol and trifluoperazine in chronic schizophrenic outpatients. J Am Acad Dermatol 1983. A report on 93 cases. Gonzalez NM. Sheu SS. Food And Drug Administration. 39(6):582-3. Int Pharmacopsychiatry 1975. Fluvoxamine/pimozide treatment of concurrent Tourette's and obsessive-compulsive disorder. 63. A double blind study of pimozide versus chlordiazepoxide in anxiety neuroses. Three thousand days of pregnancy. Clin Pharmacol Ther 1975. Magee HJ. Fleischlauer J. 79. Jeste DV. Pharmacokineticpharmacodynamic consequences and clinical relevance of cytochrome P450 3A4 inhibition. 67. 38 cas de psychoses traités par la cure prolongée et continué de 4568 RP. Proc Natl Acad Sci U S A 1975. Penfluridol steady-state kinetics in psychiatric patients. Fonseca CSS. Arzneimittelforschung 1978. Br J Psychiatry 1990 Dec.157:924-8. Phillips RA. Frangos H. Heinrich K. Charney DS. Antipsychotic pimozide is a potent Ca2+ channel blocker in heart. 38(2):119-23. Cesk Psychiatr 1993.

A double blind controlled study. Menges C. Pimozide versus Haloperidol in acute schizophrenia. 114. Janssen PA. Schaper WK. Jacobsson L. on rat midbrain dopamine neurons recorded in vivo. Knaack M. Huber W. 80(16):5122-5. Allewijn FT. haloperidol and trifluperidol. Marsboom RH. Tese de Doutorado. 72(5):501-17. Jackson DM. 11(4):304-9. Effects of amperozide. Severe "late" dystonia after neuroleptic anxiolysis with fluspirilene. Minerva Med 1983. Pradhan PV. Horiuchi M. Kenway AK. Proc Natl Acad Sci U S A 1983. Pimozide. Verbruggen FJ. 112. Haase HJ. Soukhova NV. 16(2):135-43. Controlled trial of penfluridol and thiothixene in the maintenance treatment of chronic schizophrenic syndromes. Kalis D. Gibson JG. Eur J Pharmacol 1970. Haas S. Janssen PA. highly potent and orally longacting neuroleptic drug. Janssen PA. PG. 18(3):282-7. Comparison of chlorpromazine. Wauquier A. 88. Lehnhardt C. Tung CS. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1992. 92. Perris C. Knaack M. Niemegeers CJ. Richter. 3. Soudijn W. The comparative pharmacology of pimozide. 1999. 102. Clopimozide (R 29 764). a new highly potent and orally long-acting neuroleptic of the diphenylbutylpiperidine series. Nervenarzt 1968. a chemically novel. highly potent and orally long-acting neuroleptic drug. a potent. 94.penfluridol (R 16341). Serafetinides EA. The evolution of the butyrophenones. Christensson E. Niemegeers CJ. 101. Grenhoff J. Br J Clin Pract 1971. The pharmacology of fluspirilene (R 6218). J Pharm Pharmacol 1986 Nov. Haas S. 103. Fischer D. Loiselle RH. 86. Schellekens KH. 68(1):87-94. 99. The pharmacology of penfluridol (R 16341) a new potent and orally long-acting neuroleptic drug. Nueten JM van. Nervenarzt 1994. Suvarna B. 25(2):69-72. Fluspirilene (Imap) in the treatment of psychosomatic complaints in hypochondriacal patients. Clinical testing of a new long-term neuroleptic (Fluspirilene) with special reference to the neuroleptic threshold. Kerbusch T. The effect of long-term penfluridol treatment on the sensitivity of the dopamine receptors in the nucleus accumbens and in the corpus striatum. 115. Low dose neuroleptanxiolysis in anxiety states. 74(13):727-33. 42(12):632-7.Verbruggen FJ. Psychopharmacologia 1975. Beckmann H. Magnusson KE. Walterbusch G. dog. Migdalof BH. Handbook of Psychopharmacotherapy. Rapp W. Acta Derm Venereol 1982. a chemically novel. Ten Oever GH. 65(1):66-8. 20(11):1689-98. Ochiai T. Van Nueten JM. Pimozide versus Haloperidol in acute schizophrenia. Hamann K. on digoxin-induced arrhythmias in the guinea-pig. Desta Z. Christensson EG. haloperidol and pimozide in the treatment of phencyclidine psychosis: DA-2 receptor specificity. Schellekens KH. Flockhart DA. 22(6):573-9. Nueten JM van. Ensaios com um novo neuroléptico oral de ação prolongada . Antischizophrenic drugs of the diphenylbutylpiperidine type act as calcium channel antagonists. Janssen PA. Schaper WK. Nageotte C. Delusions of infestation treated by pimozide: a double-blind crossover clinical study. 83. J Toxicol Clin Toxicol 1984-85. Wahl G. A double blind controlled study. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1985. 8:221-63. I. Successful treatment of refractory Sydenham's chorea with pimozide. 82. Masheter HC. a chemically novel. Long term neuroleptic therapy using fluspirilene and penfluridol. and man. 113. Villemoes P. a putative antipsychotic drug. 93. Arzneimittelforschung 1968. Lenaerts FM. 62(4):364-6. Lenaerts FM. Joseph K. Psychotropic Drugs. Snyder SH. Delusional infestation associated with post-herpetic neuralgia and EEG abnormalities. Nervenarzt 1971. penfluridol. 15(2):70-4. Svensson TH. Gould RJ. Schaper WK. St. Hamann K. 81. Drug Metab Dispos 1979. Regional distribution of pimozide and of haloperidol in the dog brain. Arzneimittelforschung 1968. 54(2):113-24. 62(1):55-8. Filadélfia. and chlorpromazine. rabbit. 87. 161:411-2. Dresse A Pimozide. Haase HJ. Harper R. Kappler J. 2. General pharmacological properties. Frank T. Nippon Yakurigaku Zasshi 1976.66 Suppl 1:12-7. The Medicinal Chemistry of 2-Aminotetralinderived Benzamides. Homan EJ.38(11):861-3. Br J Psychiatry 1978. 111. Reynolds IJ. 106. F Med 1971. Acta Derm Venereol 1982. Lenaerts FM. 85. 96. Zurborn R.anxiety and its different forms of somatization: low-dose fluspirilene. Arzneimittelforschung 1975. 39(6):275-9. Delusional parasitosis--study of 3 cases. Ito K. Verbruggen FJ. Heinrich K. Erdmann JF. A novel class of potential atypical antipsychotic agents. 104. Thacker D. 91. Lenaerts FM. Keltner NL & Folks DG. Frank T. Edenius B. long-acting and injectable neuroleptic drug. 15(2):70-4. Mattsson B. 80. and blood of the Wistar rat. 18(3):261-79. Dépôt injections and tardive dyskinesia.Peill H. Harries-Jones R. Steuer A. a novel psychotropic compound with class III antiarrhythmic properties. 108. Antiarrhythmic effect of amperozide. 97. Hanumantha K. 100. Nurimoto S. Ugedo L. Hoglund P. 40(4): 222-4. 7(5):325-9. Pharmacological studies of antipsychotic drug. outubro de 1998. Mohr W. Suzuki S. F Med 1974. The comparative metabolism and disposition of penfluridol-3H in the rat. Groningen University. Sartori M & Correia AC. 89. Murphy KM. Arzneimittelforschung 1968. Beckmann H. Sensitive assay for pimozide in human plasma using high-performance liquid chromatography with 170 . Guimarães MC. 45(2):151-5. 11(2):139-54. Giannini AJ. 133:361-5. 110. Niemegeers CJ. Amperozide--a new putatively antipsychotic drug with a limbic mode of action on dopamine mediated behaviour. Janssen PA. 116. Pharmacopsychiatria 1982. 25(8):1287-94. Acta Psychiatr Scand 1976. Price WA. Wijngaarden I van. Janssen PA. Acta Psychiatr Belg 1980. Pharmacopsychiatria 1982. Louis. Br J Psychiatry 1992. Kinetic study of the distribution of pimozide and metabolites in brain. Moss G. Pharmacol Toxicol 1990. Cressman WA. Grindel JM. Janssen PA. Herin VV. Floru L. Kettner B. Colmore JP. Anden NE.acting neuroleptic drug. Richter-Peill H. Liljequist S. highly potent and orally long. liver. 109. J Clin Pharmacol New Drugs 1971. haloperidol. Lippincott Williams & Wilkins. Pimozide. Schellekens KH. 1997. J Postgrad Med 1994. 107. Dresse A. Pimozide compared with fluphenazine in schizophrenia. 95. Avnstorp C. 62(2):211-20. Janicak. Gibson AC. Ferbert A. Ensaios clínicos com um novo neuroléptico de ação prolongada: fluspirilene (R 6218). from meperidine-like 4phenylpiperidines. Gustafsson B. Pharmacol Toxicol 1990. Int Rev Neurobiol 1965. Schellekens KH. Mosby. 90. Lehmann E. 2nd ed. Onychotillomania treated with pimozide (Orap). Niemegeers CJ. Pimozide in chronic schizophrenic patients. Pinchard A. 48(4):390. Guz I & Rigonatti SP. Engel J. II. 98. Malone DA. 105. 18(3):279-82. 80(3):321-8. Clark M. 84. Ebel H. Arzneimittelforschung 1970. Von Knorring L.66 Suppl1:29-33. Eriksson M.

Delusions of infestation treated with pimozide: a follow-up study. Hassel P. 9(2):281-99. McCreadie RG. No To Hattatsu 1991. 46(9):960-3. 135(8):956-9. Kruse A. 155:556-7. Controlled double-blind evaluation of fluspirilene versus bromazepam. 127. 148. 76(4):644-57. Lee GL. Masheter HC. Syvalahti E. van der Dijs B. Life Sci 1985. Seeman MV. Uchoa DM. Welter F. Akuffo E. 141. Koide H. Kuroki T. 107-132.13(2):139-50. F Med 1973. Effects of antipsychotic drugs on extracellular dopamine levels in rat medial prefrontal cortex and nucleus accumbens. Acta Psychiatr Belg 1976.o penfluridol (R16341) . 123. Gunne LM. J Pharmacol Exp Ther 1984 May. 153. Consulta Rápida. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1998. Somatic sexual hallucinations and erotomanic delusions in a mentally handicapped woman. Sobre o emprego da reserpina em psiquiatria. Fortschr Med 1984. Porto Alegre. 158. Trad 2ªed.org/ cp/en/CNSforum/ treatment/psychotropics). Maeda K. Heykants JJ. 132. Loreto G & Costa AS. Hietala J. Lechin ME. Monteiro LM. Jimenez V. et al. 137:510-7. 122. J Intellect Disabil Res 1994. 309(6):315-6. Heykants JJ. Severe late-onset dystonia while on fluspirilene. Arocha L. 156. Stollak JS. Williams HL. a 5-Ht2 antagonist. Villa S. 140:280-6. 159. 19(3-4):243-56. 124. 32(4):293-8. 135. Inhibition of murine neuroblastoma growth by dopamine antagonists. 143. Treatment of chronic psychoses with oral clopimozide. Kuoppamaki M. Wiles DH. Kiltz RR. Fluspirilene neuroleptic dépôt injections and indurations. Intermittent pimozide versus fluphenazine decanoate as maintenance therapy in chronic schizophrenia. Madalena JC & Botana HJP. 28(5):379-81. Cabrera A. Three cases of hyponatremia during administration of pimozide. 121. Brugmanns J. Palvimaki EP. Khorana AB. High frequency oral movements induced by long-term administration of amperozide but not FG5803 in rats. 65(3):267-70.140. Case report: reversible QT prolongation with torsades de pointes in a patient with pimozide intoxication. Am J Med Sci 1995. Comparative short-term evaluation of penfluridol and trifluoperazine in chronic schizophrenia. attenuates craving for cocaine by rats. Maxmen JS & Ward NG. Arq Dep Assist Psicop Esta S Paulo 1955. 11(5):414-25. Mitchell C. 151. Indian J Physiol Pharmacol 1988. 129. Ishii K. 134. 133. McGrath PC. Gomez F. Schulz V. 57(6):943-58. J Pharmacol Exp Ther 1999 Feb. 118. Venner RM. 59(4):609-18. B Psiq 1970. Neurobiologia 1956. e o controle dos seus efeitos extrapiramidais com um novo agente antiparkinsoniano. Effect of amperozide on rat cortical 5-Ht2 and striatal and limbic dopamine D2 receptor occupancy: implications for antipsychotic action. Um novo ataráxico de ação prolongada. 155. O Hosp (Rio de J) 1968. Madalena JC. Am J Psychiatry 1978. 53(1):29-38. Acad of Sci. McCreadie R. Lechin F. 137. van der Dijs B.Fluspirilene. Successful treatment of chronic delusional parasitosis. Br Med J 1979 Feb 24. Morrison D. Patel Y. 36(4):347-54. 68(6):528. Gunreben G. Denholm RB. Janssen PA. 5Hydroxytryptamine receptor in rabbit aorta: characterization by butyrophenone analogs. Fluspirilene-safe weekly tranquilizer? Nervenarzt 1997. Amat J. 146. Forlenza ON. Can J Psychiatry 1983. Considerações preliminares.5 mg.1(6162):523-4. A neurolepsia retard com um novo derivado difenilbutilpiperidínico . Once weekly pimozide versus fluphenazine decanoate as maintenance therapy in chronic schizophrenia. o R-4929. Psicotrópicos. 123(15):611-2. Chung PM. Probable toxic necrosis after prolonged fluspirilene administration. 8(4):3726. 75(3):335-6. neurophysiological and neuroendocrinological findings. Wilkinson CW. A controlled study of penfluridol in the treatment of chronic schizophrenia.na esquizofrenia. Morris PA. 59. Drug Metab Rev 1979. Karrass W. 150. Luz CSL. Grindel JM. J Surg Res 1984. Acta Psychiatr Belg 1971. Muller T. Baadsgaard O. 149. MMW Munch Med Wochenschr 1981. Pimozide therapy for trigeminal neuralgia. Br J Psychiatry 1982. 131. Krahenbuhl S. Inhibition of growth of C6 astrocytoma cells by inhibitors of calmodulin. 102(40):1033-6. Sauter B. 22(1):243-8.Y. Br J Psychiatry 1989. 116(25):977-80. Neuropsychopharmacology 1995 Oct. Lee HK. Luhdorf K. Liminga U. 119. 117. Arch Neurol 1989. 130. 126. Mackie M.229(2):346-50. Some neurochemical. Maayani S. Lechin ME. Choon GL. 19(1-2): 1-20. Bollen J. Resultados do tratamento de doentes mentais pelo Amplictil. McMillen BA. Deck JH. J Med 1988. Lechin AE. Gomez F.luinst. Alternative therapy concept for the treatment of psychosomatic disorders. R Bras Psiq 1970.216(1):67-71. J Chromatogr B Biomed Sci Appl 1997. Amat J. McGuire BE. Penfluridol: a neuroleptic drug designed for long duration of action. Migdalof BH. Acosta E. Use of Rauwolfia Serpentina Benth in neuropsychiatric conditions. Kidd J. Artes Médicas. Dtsch Med Wochenschr 1991. Acta Derm Venereol 1985. A comparative double blind trial of pimozide and fluphenazine in 171 . Yasuda M. Hait WN. 1998. 142. Yamamoto Y. Kupferschmidt H. Wang SC. Clin Neuropharmacol 1985. Meier PJ. 3(2):1930. 154.288(2):774-81.46(1):125-9. 139. Bjork A. Cabrera A. Lechin AE. Kline NS. F Med 1969. Amperozide. Jones EA. 1954. Knapen J. 36(5):413-9. Definite and sustained improvement with pimozide of two patients with severe trigeminal neuralgia. 120. 694(1):163-8. Zhang Y. Stockmeier CA. Lindskov R. Myers RD. Kuhn W. McCreadie RG. Kiernan WE.fluorescence detection: application to pharmacokinetic studies. Wyss PA. Wohrle M. 125. 138. Arocha L. 66(1):177-85. Delusions of oral parasitosis. Lehmann E. 157. Ichikawa J. Neuroleptic malignant syndrome due to combination of penfluridol and sulpiride? Acta Psychiatr Scand 1987. Depression following use of Imap 1. Comunicação preliminar sobre o tratamento de casos de esquizofrenia com um novo neuroléptico de ação duradoura: Pimozide (R 6238). Thorner GW. 152. Ohlund LS. 136. Two cases of erotomania treated with penfluridol. Pharmacol Biochem Behav 1993 Sep. 23(5):502-5. Laux G. Krause M. Lundbeck Institute Database (www. Tardive dyskinesia controlled by anticholinergic agents. Martins C. Andren PE. Madalena JC & Bello H. 145. Lucena J. Hill LJ. o R-6218. Estudo EEgráfico do R6218. Neifeld JP. Experimentação com o pimozide em pacientes crônicos. Ann of N. chlorpromazine and three putative atypical antipsychotic drugs. 21:5-19. Eur J Pharmacol 1978. 147. Mechanism of antiemetic action of penfluridol in the dog. Krinsky S et al. Eur J Pharmacol 1992 May 27. 4(2):69-77. Br J Psychiatry 1980.123(3):223-3O. Meltzer HY. 38 ( Pt 1):79-83. MacKenzie DH. Meltzer HY. 144. Lapierre YD. Lechin F. McGee HM. Rombaut N. Melon J. Psychopharmacology (Berl) 1996 Feb. Differential regulation of rat 5-Ht2A and 5-Ht2C receptors after chronic treatment with clozapine. 128. Dingwall JM.

Experience with a dépôt neuroleptic agent in the ambulatory treatment of senile dementia. Psychopharmacology (Berl) 1994Jun. Arzneimittelforschung 1976. Pach J. Ross D. 167. Binding of typical and atypical antipsychotic agents to 5-hydroxytryptamine-6 and 5hydroxytryptamine-7 receptors. Klar HM. 191.Puri BK. Goodwin FK. Kruger H. Two cases of "pure" or "primary" erotomania successfully treated with pimozide. Borger J. 42(12):474-6. Severe "late" dystonia after neuroleptic anxiolysis with fluspirilene. Acta Psychiatr Belg 1972c. A series of multicentric pilot trials with pimozide in psychiatric practice. Taub RN. Marano V. Pimozide in the treatment of Capgras' syndrome. Neuroleptic-induced seizures. Kimura K. Br J Dermatol 1978. Ramos. 67(3):297-305. Acta Psychiatr Scand 1975. Can J Psychiatry 1997. Quitkin F. Binding of typical and atypical antipsychotic agents to transiently expressed 5HT1C receptors. 171. 21(A):57-62. Lankford MF.chronic schizophrenia. 39(2):206-9. Acta Psychiatr Scand 1974.45(3):741-7. Phase II trial of the dopaminergic inhibitor pimozide in previously treated melanoma patients. Craigo SC. Penfluridol (R 16341) as a maintenance therapy in chronic psychotic patients: a double-blind clinical evaluation. Roth BL. Ciaranello RD. Psychosomatics 1991. Pecknold JC. 195. II. cardiac. Singh I. Passer KM. Niemegeers CJ. Onkenhout LA. 161. Allan T. Clinical study of an injectable long-acting neuroleptic agent: fluspirilene (R 6218). Pehek EA. Waniek W. Prior TI. 65(9):647. A description of four cases successfuly treated with pimozide. Luchins DJ. 176. David A. American Psychiatric Press. Uluer A. 198. Arch Gen Psychiatry 1978. Munro A. Acta Psychiatr Belg 1972a. Monosymptomatic hypochondriacal psychosis manifesting as delusions of parasitosis. 268(3):1403-10. Bunney WE Jr. 30(8):619-22. Acta Psychiatr Belg 1972b. Dépôt fluspirilene for schizophrenia. Comparison of pimozide and chlorpromazine in acute schizophrenia. 30(3):422-5. Pimozide in the treatment of personality disorders. Shen Y. 160. 199. J Pharmacol Exp Ther 1994. 116(42): 1613. 150:403-5. Landmark J. 186. 162. Pies RW. Systemic administration of amperozide. I. Audinot V. Steegmanns-Schwarz I. Successful treatment with pimozide of delusional parasitosis. Sibley DR. 184. 177. Munro A. A doubleblind comparison of fluspirilene and fluphenazine decanoate in schizophrenia. Ragozzine D. Bjork A. 178. A case report. Disturbances of liver function of long acting neuroleptic drugs. 189. 188. A comparative study of penfluridol and flupentixol in the treatment of chronic schizophrenia. 173. Rittmann M. Newman-Tancredi A. Nervenarzt 1994. 35(7):889-92. Jimerson DC. Psychiatr Neurol Neurochir 1970. 183. Neuropsychopharmacology 1996 Feb. 72(6):662-70. J Clin Psychiatry 1981. 27(1):86-7. Amery W. Klein DF. 31(2):351-9. Conte C. Receptors for diphenylbutylpiperidine neuroleptics in brain. Long-acting oral vs injectable antipsychotic drugs in schizophrenics: a one-year double-blind comparison in multiple episode schizophrenics. Cochrane Database Syst Rev 2000. 172 . Monsma FJ Jr. Munro A. 197. Andersson JL.(2):CD001718. Psychopharmacology (Berl) 1982. 5-Ht2 receptor blockade by amperozide suppresses ethanol drinking in genetically preferring rats. Wyatt RJ.4-dihydropyridines and phenylalkylamines and with Ca2+ channel blockade. Rifkin A. 168. Reyntjens AM . Pimozide in the treatment of monosymptomatic hypochondriacal psychosis. Meyskens FL Jr.14(8):476-82 170. Treatment of factitious disorder with pimozide.14(2):139-49. Iurlo M. Pollock BG Successful treatment of pathological jealousy with pimozide. Relationship with receptors for 1. Pollock B. 26(6):1189-90. Takemoto H. Scheffer W. 114(6):940-3. J Clin Pharmacol 1974 Aug-Sep. Can J Psychiatry 1982. 32(4):446-8. Neifeld JP. Reilly TM. Pimozide in the treatment of stress-induced psychic and functional disorders. 141(2):2618. Am J Psychiatry 1978. Dtsch Med Wochenschr 1991. 1998. and smooth muscle membranes. Wrzesinski L. Eur J Pharmacol 1975. Excellent response of pathologic jealousy to pimozide. Myers RD. Handbook of Essential Psychopharmacology. Post RM. 181. 190. 72(6):653-61. Rittmann M. Washington. Can Med Assoc J 1984. Touzard M. Qar J. O'Brien JV. 164. preferentially increases dopamine release in the rat medial prefrontal cortex. 166. McClure DJ. Gavaudan S. Can J Psychiatry 1985. Quraishi S.Lorenzi JR. Russell N. Agressologie 1980.131(8):852-3. Svensson TH. Myers RD. A series of multicentric pilot trials with pimozide in psychiatric practice. Oliver AP. 78(3):210-3. 42(5):532. 182. Riding J. Baker MA. Verriele L. Fosset M. Meltzer HY. Eur J Pharmacol 1998. Beard AW. Paur R. An in vitro technique for assessing relative risk. a new atypical antipsychotic drug. Pharmakopsychiatr Neuropsychopharmakol 1978. Munro A. 163. Pimozide in the treatment of behavioural disorders in childhood and adolescence. 73(4):285-91. 72(6):671-6. Nomikos GG.240(1):107-9. Reyntjens AM. 27(3):208-12. Arch Dermatol 1978. Gordon A. Eur J Pharmacol 1993 Aug 10. Nolen WA. Cancer Treat Rep 1983. Jopling WH. 135(5):585-7. Roth BL. The atypical antipsychotic drug amperozide enhances rat cortical and striatal dopamine efflux. 67(2):155-7. Warnock JK. A comparison of pimozide and haloperidol in the treatment of Gilles de la Tourette's syndrome. The effect of penfluridol and some psychotropic drugs on monoamine metabolism in central nervous system. Agonist and antagonist actions of antipsychotic agents at 5-Ht1A receptors: a [35S] GTPgammaS binding study. 117(541):683-4.A series of multicentric pilot trials with pimozide in psychiatric practice III. Monosymptomatic psychoses which progress to schizophrenia. Can J Psychiatry 1982. 98(4):457-9. 185.an alternative in medical practice. 187. 169. Aust N Z J Psychiatry 1996. Kent J. Can J Psychiatry 1982. Lazdunski M. Dopamine and mania: behavioral and biochemical effects of the dopamine receptor blocker pimozide. 115(1-2):147-56 172. Yamamoto BK. Meltzer HY. 200. 355(2-3):245-56. 193. Kane J. Tormey DC. Antiemetic specificity of dopamine antagonists. Br J Psychiatry 1987. Psychopharmacology (Berl) 1980. 27(7):593-6. J Pharmacol Exp Ther 1992. 50(2):219-24. Millan MJ. 192. Br J Psychiatry 1970. Moldofsky H. The successful treatment of a gender dysphoric patient with pimozide. Meltzer HY. 52(1):23-30. Nistico G. Choudhary MS. Kanowski S. Delusional infestation and dementia: a case report. Munro A. Renvoize EB. 179. Pharmacol Biochem Behav 1993 Jul. 194. Severe late dystonia due to fluspirilen. Nose T. Ross MS. Reyntjens AM. Eur J Pharmacol 1987. 174. 165. Long-term tranquilizers . 175. Suppression of alcohol preference in high alcohol drinking rats: efficacy of amperozide versus naltrexone. Roelofs GA. 196. Turpin T. Lankford MF. Merskey H. Arch Gen Psychiatry 1982. 180. Galizzi JP. Chaput C. 260(3):13615. 11(4):199-204.

Sampaio N. Receptor binding properties of amperozide. Medico-social evaluation of the long-term pharmacotherapy of schizophrenia. Kennie DC. 207. A comparative double-blind trial in residual schizophrenia. Safety of long-term neuroleptanxiolysis with fluspirilene 1. Relative efficacy of haloperidol and pimozide in children and adolescents with Tourette's disorder. Sine L. 5(2):161-4. Hundt HK. 219. Am J Psychiatry 1981. 38(1):4-8. 35:383-6. Eisenkraft GJ. Silva JAC. A double-blind placebo-controlled cross-over study. 173 . Panos J. Can J Psychiatry 1993. van Essen GH. Pimozide-induced enuresis. 124(1-2):57-73. Stones M. 23(6):259-64. 203.201. Acta Psychiatr Scand 1974.55(2):157-64. Bol Hosp Jul Mor 1955. 138(1):123-4. Utilization and safety of fluspirilene in nonpsychotic outpatients. Tueth MJ. 204. Sims AC. Vandereycken W. 218. Rutell E. Degtiar VE. Celander M. Simonsson P. Activity in chronic schizophrenic patients: comparison of pimozide with fluphenazine in a double blind trial. Treatment of Tourette disorder with penfluridol. Act Nerv Super (Praha) 1986. Pierloot R. Lesage AS. Psychopharmacology (Berl) 1998 Jul. Tsukamoto T. 828(12):219-27. 222. Asakura M. Testosterone-mediated modulation of HERG blockade by proarrhythmic agents. Lewine MA. J Clin Pharmacol 1987. 209. Selzer G. Malas KL. Hirata N. Mezeyova J. Worley JF 3d. Cancer Res 1990. 154(8):1057-62. Fluspirilene in the treatment of nonhospitalized schizophrenic patients. Interaction of the novel antipsychotic drug amperozide and its metabolite FG5620 with central nervous system receptors and monoamine uptake sites: relation to behavioral and clinical effects. The role of the genotype in the cataleptogenic effect of neuroleptics. BMJ 1990. Luyten WH. 4(2): 61-8. 301(6753):668-9. Eisenkraft GJ. Jackson C. 68(6): 599-604. Shopsin B. Shapiro E. Klein H. 20(3):120-1. Sutton KG. Heinrich K. Eur J Pharmacol 1994 Mar11. Controlled trial of penfluridol in acute psychosis. 227. Acta Psychiatr Scand 1972. van Kammen DP.62(1):41-9. Matsui H. Leysen JE. J Geriatr Psychiatry Neurol 1992. Janssen PF. Fulton JD. Tegeler J. 233. Svartengren J. De Loore K.5 mg per week. Interaction of neuroleptics and antidepressants with rat brain alpha 2-receptors: a possible relationship between alpha 2-receptor antagonism and antidepressant action.22(2):396-403 205. 216.42(4):247-59. Stein DJ. Schut T. Sethuraman G. Dystonic dysphagia associated with fluspirilene. Stull S. A comparative study of the longacting neuroleptics perphenazin-enanthate and fluspirilene. Hollokoi RI. Pharmacopsychiatry 1987. 12(5):35765. 214. Spivak B. Shapiro AK. Saragoça. van Praag HM. 140(9):1183-6. Prog Neuropsychopharmacol 1979. 50(3):346-53. Neuroleptic malignant syndrome associated with abrupt withdrawal of anticholinergic agents. 4(789):710-3. Acta Psychiatr Scand 1982. an oral long-acting. Ensaio clínico com um novo neuroléptico de ação prolongada: a Fluspirilene (R-6218). Penfluridol: an open phase III study in acute newly admitted hospitalized schizophrenic patients. Fluspirilene. Hommer DW. Treatment of Gilles de la Tourette syndrome with pimozide. Ungvari G. 28(2):103-7.66 Suppl 1:8-11. 230. Peterson VA. 53(4):123-6. Successful treatment with pimozide of Capgras syndrome in an elderly male. 202. Shapiro AK. Snutch TP. Averbuch E. Parker D. Ungvari GA. 19(9):128391. Lantz TK. Everett G. 4(9):645-9. Biol Psychiatry 1984.138(2):107-13. Naidenov VG. Rodnight R. Vladar K. Pettersson E. 11(3):207-9. Van Gompel P. an injectable. Pharmacopsychiatry 1989.254(1-2):73-81. and penfluridol. Hamming KS. Curr Med Res Opin 1977. Mester R. and clonidine in the treatment of tourette syndrome. J Clin Psychiatry 1992. Stiller RL. Low-dose pimozide augmentation of serotonin reuptake blockers in the treatment of trichotillomania. 235. Comparative study of fluphenazine and pimozide. Shepherd M. 238. 66(6):445-50. Adlersberg S. Sallee FR. 232. 5(4):217-9. Shepherd M. Psychol Med 1975. Dols L. Gonen N. Pharmakopsychiatr/Neuropsychopharmakol 1979. Cayabyab FS. Floru L. Swart KJ. Santi CM. R Bras Psiq 1970. Pharmacokinetics of pimozide in adults and children with Tourette's syndrome. Schilfgaarden R van. 4:5. 229. Vereecken JL. Kirkwood KL. Pimozide treatment for delusion of infestation. Schmidt LG. Gommeren W. Effect of pimozide on positive and negative symptoms in schizophrenic patients: are negative symptoms state dependent? Neuropsychobiology 1987. Weizman A. Traldi S. McRory JE. 226. Perel JM. pimozide. Determination of fluspirilene in human plasma by liquid chromatography-tandem mass spectrometry with electrospray ionisation. Am J Psychiatry 1983. Stea A. Shapiro E. Adv Neurol 1982. 18(3):113-7. Pimozide combined with behavior therapy in the short-term treatment of anorexia nervosa. Steinpreis RE. Soni SD. The effects of the atypical antipsychotic amperozide on vacuous jaw movements in rats: a novel dose response profile. Biochem Pharmacol 2001 Jul 1. 220. Shapiro AK. 22(5):188-91. Shapiro E. Lehmann E. neuroleptic. Psychopharmacology (Berl) 1996. Pollock BG. Woosley RL. Sallee FR. Ed Acribia. 234. Am J Psychiatry 1997. 221. 223. J Neurosci 2002 Jan 15. 213. Sutherland FC. Treatment of neuroleptic malignant syndrome with dopamine hydrochloride: a case report. 215. Clinical efficacy of haloperidol. 206. Compr Psychiatry 1983. 208. Schotte A. Int Clin Psychopharmacol 1996. O emprego do penfluridol (R 16341) em esquizofrênicos crônicos. A clorpromazina em psiquiatria. Gerbino L. Psicofarmacologia Clínica. 210. Lader M. 48(4):315-31. Imafuku J. Shapiro AK. Vandecasteele AJ. Risperidone compared with new and reference antipsychotic drugs: in vitro and in vivo receptor binding. 211. Shuba YM. 240. 224. Nesbitt L. 217. Nikulina EM. 237. Parret F.3(4):383-9 212. 239. 228. 27(10):776-81. Br Med J 1971. Bjork A. Cheong JA. penfluridol. 236. Ungvari GS. Differential inhibition of T-type calcium channels by neuroleptics. Svartengren J. Popova NK. Psychopharmacology (Berl) 1977 Dec 19. Eksp Klin Farmakol 1992. 55(6):7-9. Ulzen TP. Hollander E. Pharmacopsychiatry 1990. A double-blind clinical evaluation of penfluridol (R 16341) as a maintenance therapy in schizophrenia. Tegeler J. Pharmacol Toxicol 1990. Biol Psychiatry 1997 Aug 15. The limbic functional selectivity of amperozide is not mediated by dopamine D2 receptors as assessed by in vitro and in vivo binding. Moser L. 1972. Hundt AF. 38(2):153-4. Pimozide-responsive monosymptomatic hypochondriacal psychosis in an adolescent. 24(4):327-31. J Chromatogr A 1998. 241. 50(17):5399405. Inhibition of human breast cancer cell proliferation in tissue culture by the neuroleptic agents pimozide and thioridazine. Strobl JS. Burnside IG. Successful treatment of litigious paranoia with pimozide. Weiher A. Svartengren J. Can J Psychiatry 1993. Hasegawa K. Skrinskaia IuA. F Med 1974. Osipenko VN. Tanghe A. 231. Vereecken JL. 225.

47(3):334-48. fluspirilene. 21:234. 19(6):1049-60. Psychopharmacology (Berl) 1984. 174 . Johnson MH. Arq Dep Assist Psicop Est S Paulo 1955. Pester U. Zwanikken GJ. Penfluridol (R 16341). Acta Psychiatr Scand 1971. A placebo-controlled doubleblind trial. Life Sci 1989. Smith GC. Synapse 2002 Apr. 244. Inhibition of glutamate release by fluspirilene in cerebrocortical nerve terminals (synaptosomes). Clinical evaluation of the long-acting injectable neuroleptic. Wang SJ. Nelson DL. 76(2):83-92. Amery W. Dewulf P. Klieser E. Inhibition of synaptic transmission and epileptiform activity in central neurones by fluspirilene.242. Tomchinsky RB. J Clin Psychiatry 1982. Wang SJ. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1995. Wurthmann C. Pimozide attenuates free feeding: best scores analysis reveals a motivational deficit. 21(4):601-9. A controlled study of fluspirilene in chronic schizophrenia. as maintenance therapy for schizophrenic and mentally retarded patients. 248. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1997. 243. Curr Ther Res Clin Exp 1970. 3:411s-413s. Gerber CJ. Klieser E. 12(12):819-27. Pimozide versus chlorpromazine in chronic schizophrenia: a 52 week double-blind study of maintenance therapy. Willis GL. Characterization of a [3H]-5hydroxytryptamine binding site in rabbit caudate nucleus that differs from the 5-Ht1A. in the treatment of schizophrenic and mentally retarded patients. Clin Sci Mol Med Suppl 1976. Proulx C. Roberts RW. 43(2):62-5. Xiong WC. 5-Ht1B.44(1):36-41. Reduction of the hypotensive effect of clonidine and alpha-methyldopa by various psychotropic drugs. 249. 252.45(16):1433-42. Br J Pharmacol 1997. 11(1):21-4. 245. Colle LM. 5-Ht1C and 5-Ht1D subtypes. Test therapy in the treatment of generalized anxiety disorders with low dose fluspirilene. 246. Wurthmann C. 251. Wilson LG. Zwanikken GJ. 253. 250. Wise RA. Side effects of low dose neuroleptics and their impact on clinical outcome in generalized anxiety disorder. Lachance R. A long-acting oral neuroleptic. Psychiatr Neurol Neurochir 1973. 120(6):1114-8. 254. Villeneuve A. Vizzotto S. Neuroleptic-like anorexia produced by an extra-cerebral DA antagonist. Kinchington PC. Lu KT. Brain Res Bull 1983. Dados preliminares sobre os resultados obtidos com a clorpromazina em Psiquiatria (71 casos). 247. Gean PW. Remans B. Lehmann E. 84(4):446-51. Zwieten PA. Dogan K. Goes JF & Fiore LJ. Lehmann E.

piperidínicos (cocaína. Recorde-se que alcalóide é uma denominação que abrange todas as substâncias básicas nitrogenadas de origem vegetal com estrutura molecular complexa. é prontamente absorvido através da mucosa intestinal para sofrer destoxificação hepática com transformação em indoxila. reserpina) e 175 . mas altamente solúveis em álcool. conduzido por Nathan S. em geral heterocíclica. comentando trabalho premiado do médico hindu R. amarelada. Na Índia. a dimetiltriptamina. morfina. ioimbina. De acordo com sua estrutura molecular os alcalóides podem ser classificados em: pirrolidínicos (higrina. com a confirmação de propriedades sedativas e extrapiramidais semelhantes às da clorpromazina por H. quinolínicos (quinina. o que só se tornou possível com o isolamento e síntese do principal alcalóide da planta por Mueller. portanto. nativo da Ásia (India. Sião) com cerca de um metro de altura. Ceilão. seria publicado o ensaio clínico pioneiro com esquizofrênicos. importante grupo de aminas biogênicas que inclui a bufotenina. vincristina. no ano de 1952 (10). tratando de plantas medicinais nativas com utilidade nas doenças mentais (01. cuscohigrina). 08). Indóis Introdução O indol (2. com odor pútrido. alcalóide presente nas raízes da Rauwolfia serpentina. com seu aminoácido precursor. psilocibina. despertando a partir de então. Steck. Schlittler & Bein. seria outro exemplo de indolalquilamina. quinidina). Suíça. Tem ocorrência natural no intestino humano como produto da degradação do triptofano por ação das bactérias saprófitas sobre as proteínas da dieta. Esta planta é um arbusto da família das apocináceas. escopolamina).3-benzopirrol) (C8H7N) é substância cristalina. papaverina). e com importantes funções no sono. heroína. O nome genérico presta tributo a seu descobridor e introdutor na Europa no século XVI. C13H16N202). isoquinolínicos (codeína. cujo interesse fora despertado por matéria do New York Times de março de 1953. No início da década de 30. Quando ingerido. flores vermelhas e brancas. Também são derivados indólicos. em 1954 (16). o LSD (dietilamida do ácido lisérgico ou lisergida) e a serotonina (5hidroxitriptamina ou 3-(2-aminoetil) indol-5-ol). esteróides (solanidina. apresentado em conferência médica regional na Índia. ergotamina. O uso da reserpina em psiquiatria somente se consolidaria. Kline (07). estricnina. o triptofano (Ácido 2-amino-3-(lH-indol-3-il)-propanóico). Hakim. nicotinamida). no mesmo ano do artigo de H.V. nos laboratórios da companhia farmacêutica Ciba na Basiléia. O primeiro indólico a ser utilizado como antipsicótico foi a reserpina. veratridina. LSD. atropina. ibogaína. harmina. tem suas raízes utilizadas como medicamentos populares para doenças nervosas e circulatórias. conessina). na maturação sexual e humor. Indonésia. indólicos (fisostigmina. de baixa solubilidade em água. trabalhando a partir da 18-hidróxi-ioimbina. onde é mais conhecida como “Pagla-Ka-Dawa” (“erva da loucura”) ou “Sarpghanda” (em sânscrito). encontrada no alcatrão e muito usada como reagente químico e composto de síntese. as indolalquilaminas. piridínicos (nicotina. porém. Consta que o próprio Mahatma Ghandi costumava usar chá de Rauwolfia como calmante (18). o médico e botânico bávaro Leonhard Rauwolf (05). Dois anos depois. enquanto o nome específico completo faz referência à utilização das raízes da planta pela medicina tradicional hindu nas picadas de serpentes. hormônio produzido pela pineal a partir da N-acetil-serotonina. Steck. foi fornecida a primeira comprovação científica da utilidade dos primeiros extratos padronizados das raízes na hipertensão arterial e nas doenças mentais. forma soluções de aroma agradável utilizadas pela indústria de perfumes. interesse no Ocidente (13). A melatonina (N-acetil-5 metóxi triptamina. Em baixa diluição. Burma. e potencialmente tóxicas pela intensa atividade farmacológica.

A carbidina e a oxipertina. mas guarda o mesmo risco de desenvolver depressão grave da reserpina. tanto na pesquisa psicofarmacológica quanto na fisiológica (animais reserpinizados).4. examinadas em detalhe na segunda seção deste capítulo (Outros Compostos Indólicos). não encontraram aproveitamento como antipsicóticos. outros alcalóides ioimbanos da Rauwolfia. Foi também o responsável pela confirmação de que o efeito antipsicótico dos neurolépticos se devia ao bloqueio dopaminérgico central.11b-hexaidro-9. Boa revisão dos alcalóides foi organizada e editada entre nós. por isto. ou ainda. Pelo conjunto de sua magnífica obra científica. Passam de 2000 os alcalóides indólicos identificados nas diferentes espécies vegetais. merecem menção os derivados da benzoquinolizina: -tetrabenazina (1. além de ter tido participação decisiva no desenvolvimento dos novos antidepressivos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs). ergotamina (vasoconstritor). Afora a reserpina. pela Profa.com outras estruturas (cafeína. Deve ser lembrado. foram consideradas na época de sua introdução promissores neurolépticos. Diga-se sobre a tetrabenazina. Os efeitos hipotensores e sobre a motilidade gastrintestinal são mais brandos. de estrutura indólica ou não. Como antipsicótico. são exemplos do primeiro tipo. é utilizada em doses de 75 a 150mg/dia.7. em publicação das editoras da Universidade Federal de Santa Catarina e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (15). sendo preteridas por antagonistas dopaminérgicos mais seletivos. Entre os depletores não indólicos. Cláudia Simões e colaboradores. mescalina). O interessante é que o mecanismo antidopaminérgico da reserpina difere do clássico bloqueio pós-sináptico. bem como derivados sintéticos da reserpina com propriedades antidopaminérgicas centrais. Não se firmariam.10-dimetóxi-2Hbenzo(a)quinolizina -3-carboxamida) (QUANTRIL) que alcançaram licenciamento farmacêutico. Com a elucidação deste mecanismo de ação. foi recentemente agraciado. Com isso consegue alcançar um início de ação mais rápido. contudo. além da própria reserpina (hipotensor). Carlsson foi pioneiro ao revelar que a dopamina era um neurotransmissor e não apenas o precursor metabólico da noradrenalina.11b-Hexaidro3-isobutil-9. foram encontrados novos depletores monoaminérgicos centrais com propriedades neurolépticas. Ela age por depleção dos depósitos centrais de catecolaminas e. A maioria não tem aplicação em Psiquiatria. com o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina de 2000 pela Academia de Ciências de Estocolmo.3. em função de eficácia lenta e/ou insuficiente com efeitos autonômicos acentuados. Como não possuem estrutura indólica. repartindo o prêmio com os nova-iorquinos Paul Greengard e Eric Kandell pelos estudos dos três envolvendo a transdução de sinais nas neurossinapses. como ocorre com a quase totalidade dos neurolépticos. ao elucidar a fisiopatogênese da Doença de Parkinson e ao revelar a utilidade terapêutica da L-Dopa. entre outras. desde que desempenhou um papel fundamental nos estudos de Arvid Carlsson na Suécia. Agindo por mecanismo semelhante e com toxicidade cerca de 10 vezes menor que a reserpina.7. embora possam alcançar outras indicações. recentemente. não foram incluídas neste capítulo.6. todavia. ioimbina (disfunção erétil). na década de 50 e subseqüentes. tem ação gradual embora potente.Ndietil-1. mas de duração bem menor.10-dimetóxi-2H-benzo(a) quinolizin2-ona) (NITOMAN) e -benzquinamida (2-(Acetiloxi)-N.3. como a fisostigmina (antídoto anticolinérgico). vincristina (antineoplásico). mas com eficácia reconhecidamente inferior à das 176 . que a importância da reserpina permanece grande.4.6. estruturalmente aparentada aos alcalóides da ipecacuanha (Cephaelis ipecacuanha). que conjuga ação depletora (10 a 20 vezes menor que a da reserpina) com a ação de bloqueio dopaminérgico pós-sináptico clássico dos neurolépticos. dos riscos sempre presentes de indução de Depressão Maior com grave tendência ao suicídio.

17). o composto SB277. será estudado à parte juntamente com a perospirona (1H-Isoindol-1.2-benzisotiazol-3-il)-1-piperazinil) butil) hexaidro) e a tiospirona (8-Azaspiro(4. 177 . o SB-200.1. A ziprasidona (2H-Indol-2-ona. a seguir. de acordo com resultados preliminares de testes laboratorais. Possui. Os demais compostos descritos a seguir incluem derivados naturais e sintéticos que. que pode ser considerado um derivado benzisotiazolil-indolônico guardando alguma similaridade estrutural com o sertindol. AHR 1771 ou 1-[2-(2-metil-3-indolil)etil]-4-fenil-3.3. Outros Antipsicóticos).9-diona.2-benzisotiazol-3-il)-1-piperazinil)etil)-6-cloro1. Já licenciado em muitos países da Europa. que chegam a lembrar os dos barbitúricos (14). quanto estudos clínicos com esquizofrênicos no Rio de Janeiro (09). mas descontinuado mais tarde por problemas de tolerabilidade.2. Esta série de derivados foi introduzida no início dos anos 80 (04). Gevotrolina. a denominação genérica de indóis ou indolaminas. a presença do grupamento indol. o que mais desperta interesse é a molindona. um derivado da mesma série 2. têm em comum. Mencione-se para finalizar. algumas indolonas e diidroindolonas e vários outros tipos de derivados de origem indólica com aplicação consagrada ou potencial como medicamentos antipsicóticos (v. O composto indólico cis-8-OH-PBZI (benz[e]indol cis-8-hidróxi-3-(n-propil) ]. Introduzida ainda na década de 60 e em uso há muitos na América do Norte (no Canadá LIDONE. formando o recente grupo de antipsicóticos benzisotiazólicos. tanto em experimentos laboratoriais em São Paulo (02.5. no capítulo XVIII. Por não ter sido relacionada à Discinesia Tardia.3. e nos Estados Unidos MOBAN. Outro indólico recente. PD 112488. Coréias e Tics. Du Pont).3a. por somente determinar depleção monoaminérgica em doses muito altas.3-diidro-). por outro lado. Ambos foram incluídos porque fazem parte do mesmo grupo químico do sertindol.6-tetraidropiridina. foi retirado voluntariamente pelo fabricante em função de mortes súbitas atribuídas a efeitos arritmogênicos como veremos em detalhe. como um novo e promissor antagonista D3 seletivo com baixa propensão à catalepsia encontrando-se no momento em fase de experimentação animal (11. no entanto. Ressalte-se que figuram neste capítulo.2. efeitos sedativos e hipnoindutores acentuados. como também não nos consta ter passado por experimentação clínica conduzida por investigadores nacionais. Tanto pela relativa atipicidade quanto pela rara capacidade para um antipsicótico de não induzir ganho de peso e. teve iniciado o desenvolvimento pela Smith Kline Beecham. de todos os derivados indólicos examinados a seguir. como potenciais “atípicos” com seletividade mesolímbica. Não há registro de ensaios com a substância no país. Carvotrolina.pirrolidina. a molindona nunca foi comercializada no Brasil. L-741.2-benzisotiazol-3-il)-1piperazinil)butil)-).5)decane7. não houve notícias de eventual aproveitamento clínico. a tetrabenazina foi empregada no tratamento desta condição bem como de outras síndromes extrapiramidais como Distonia Tardia.3-diidro-1H-isoindol. introduzido no final dos anos 90 na Europa (06). porém. que a literatura registra ensaios nacionais com a substância na década de 60. recebendo.3(2H)-diona. podendo ter efeito oposto. 6-tetraidropiridina e AHR 1709 ou 1-[2(3-indolil)etil]-4-fenil. por isso.4. entretanto. Desde então.4-dehidropiperidina. é outro atípico recentemente introduzido. Mais recentemente. não antecipando utilidade como antipsicótico (12). Ciclindol. além de compartilharem propriedades neurolépticas e/ou antidopaminérgicas centrais. também ainda não teve divulgado qualquer desenvolvimento clínico. dois compostos não-indólicos. e antes de ser lançado no Brasil.9b-hexaidro-1H-benz[e]indol) agonista seletivo D3. até mesmo.626. 03). com ações antidopaminérgicas centrais e clinicamente ensaiados como antipsicóticos. AHR 1858 ou 1-[2-(3-indolil)etil]-4-(4. como logo se verá. Outro conjunto de substâncias aparentadas é o constituído pelas indolalquilaminas AHR 1229 ou 3-[2-(3-indolil)etil]-butilamino-1-fenil.4dehidropiperidina. Também serão estudadas neste capítulo.fluorfenil)1. A benzquinamida. Lintitript. não possui utilidade como antipsicótico. uma imidazolidinona esta sim com estrutura indólica. N-(1-metil-1H-indol-5-il)-N’-3-piridinil-) mostrou agir apenas como potente antagonista serotoninérgico seletivo (5Ht2C). 8-(4-(4-(1. introduzida nos anos 90 como um atípico muito promissor. Palindor. porém. 2-(4-(4(1. mas que não alcançaram licenciamento: a zetidolina e o AL1965.646A (Urea.fenotiazinas (14). Flucindol.2. 5-(2-(4(1. AHR 1806 ou 1-[2-(5-cloro-3indolil)-etil]-4-fenil-3. também CI-943. Abstraindo-se do interesse histórico da reserpina e do abandono do roxindol como potencial antipsicótico bem como da polêmica que ainda cerca a descontinuação do sertindol. Pela importância já adquirida.011.

06. Millan MJ. Mueller JM. Psicofarmacologia Clinica. 48(5):263-71. 03. Carlini EA. Curr Opin Investig Drugs 2001 Jul. Harvard University Press. Scheideler MA. Acad of Sci 1954 59. 11. Gardner EL.chatlink. FARMACOGNOSIA. alcalóides do subgrupo ioimbano. J Pharm Pharmacol 1983 Apr. SB-277011 GlaxoSmithKline. Gosmann G. 18:184. J Neurosci 2002 Nov 1. . 1975. A Rauwolfia serpentina já teve identificados mais de 50 diferentes alcalóides. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 05. Hansen L. D1 antagonists and 5-Ht1A agonists. 16. Historia de la Psicofarmacologia. Trad esp. Ciência e Cultura (São Paulo) 1966. Carlini EA. Saragoça. Cambridge. na esquizofrenia crônica. DA PLANTA AO MEDICAMENTO.11:194–201. Reserpin. Influence of histamine on the catatonia induced in mice by tetrabenazine and reserpine.342(2-3):153-61.42:152–162.Y. Experientia 1952. Shepherd M. Schlittler E. Madalena JC. 09. Cesare LC. Ann Med Psychol 1954. Caldwell AE. Kapur S. Como exemplo. Mentz LA. Kline NS. 178 . Costall B. Le syndrome extrapyramidal et diencephalique au Largactil et au Serpasil. La Prensa Medica Mexicana. Middlemiss DN.273(1):101-12. (1-(2. Indóis . Ban TA. Lader M. Liu X. Indian Medical World 1931. 02. Rodnight R. Nielsen EB. Sen G. Leonhard Rauwolf: Sixteenth-Century Physician.htm A) A Reserpina & Os Alcalóides da Rauwolfia Há diversas espécies do gênero Rauwolfia com variações em sua composição de alcalóides. Audinot V. Gobert A. Steck H. 1972. Mello JCP. Can J Psychiatry 1997.Potênciação dos efeitos da farmacológicos da histamina pela reserpina e tetrabenazina. da rescinamina ou da reserpina.22(21):9595-603 18.2(7):946-9 12. 08.8:338–9. Johnson DN. o RO 46451. Petrovick PR (orgs). Eur J Pharmacol 1998 Jan 26. Vorel SR.com/~herbseed/Rauwolfia. Bein HJ. Arch Int Pharmacodyn Ther 1967 Sep. 107-132. Hayes R. Simões CMO. 14. Dannenburg WN. Trad espan. Aminoalkylindoles: atypical dopamine antagonists. Paul M. 07. Dopamine D3 receptor antagonism inhibits cocaine-seeking and cocaine-enhanced brain reward in rats. Ann of N. Behavioral and neurochemical effects of the preferential dopamine D3 receptor agonist cis-8-OH-PBZI. Stemp G. In: Clark WG & del Giudice J. The History of the Psychopharmacology of Schizophrenia. Remington G. sendo usadas apenas em cardiologia como agentes antiarrítmicos em testes diagnósticos e tratamento da Síndrome de Wolff-ParkinsonWhite (15). 348 pp. Hagan JJ. 13.169(1):2634. www. Porto Alegre.Referências Bibliográficas (V. Brocco M. Mexico. Lehmann HE. Ashby CR Jr. Fink-Jensen A. der sedative wirkstoff aus Rauwolfia Serpentina Benth. 10. 17. MA.5-dimethoxy-4 iodophenyl)-2 aminopropane)induced head-twitches in the rat are mediated by 5hydroxytryptamine (5-Ht) 2A receptors: modulation by novel 5-Ht2A/2C antagonists. dois alcalóides diidro-indólicos bem conhecidos da Rauwolfia. Dannenfeldt KH. a ajmalina e a ajmalicina não as possuem. Rauwolfia serpentina: a new Indian drug for insanity and high blood pressure. Schreiber R. Veiga S. Naylor RJ. Carlini GR. Schenkel EP. 1999.Introdução) 01. Cesare LC. 04.112:737–43. Botanist and Traveler. Avaliação de um novo derivado benzoquinozolínico. embora nem todos com estrutura indólica ou com as propriedades neurolépticas da deserpidina. Ed Acribia. 15. J Pharmacol Exp Ther 1995 Apr. Use of Rauwolfia Serpentina Benth in neuropsychiatric conditions. 1999.35(4):229-33. Principios De Psicofarmacologia. Bose KC. F Med 1964.

HARMONYL. As ações clínicas seriam muito semelhantes às da reserpina. nos anos 70. RESERPIDINE. TRANQUINIL.5-trimetóxibenzoato ou: Metil 18beta-hidróxi-17alfa-metóxi-3beta. CANESCINE. Na literatura costuma ser mencionado. 35) e o composto CD-3400 (metil O-(4-hidróxi-3metóxicinamoil) reserpato.20alfaioimban-16beta-carb. FM: C32-H38-N2-O8 DD: Fase Intensiva: 8 a 15mg. 3. para melhor tolerabilidade gástrica (08) e menor ação central que a reserpina (41). Não disponível no Brasil. metil éster. aliás. DESERPIDINE. C35H42N2O9 ) desenvolvido a partir de pequena modificação na fórmula da rescinamina.20-alf-a-ioimban-16beta-carboxilato ou: 3-beta. RAUNORMINE. difere estruturalmente muito pouco. Ltda. Rareiam referências a seu emprego como antipsicótico.4. No Exterior: CANESCIN. não foi submetido a uma ampla testagem clínica como a reserpina na indicação.4. apesar de depletores monoaminérgicos centrais em diferentes graus. mais como um agente adrenérgico e anti-hipertensivo com ação central. e isto apenas até os anos 70.4. Embora utilizado na prática clínica européia dos anos 50 e 60 como medicamento antipsicótico e como tal considerado pelos consagrados psicofarmacólogos Thomas Ban e Heinz Lehman (26). da qual. despertaria interesse como potencial antipsicótico. 3.5trimetóxibenzoil)oxi)-3beta. além de figurar nas farmacopéias como “neuroléptico”. SERPIDINE) RESCINAMINA (RESCINNAMINE) Metil 17-alfa-metóxi-18-beta-((3.5-trimetóxibenzoato do ácido deserpídico. 18-beta-hidróxi-17-alfa-metóxi-. Nenhum destes compostos. Manutenção: 1 a 5mg. mas apenas em busca de antihipertensivos mais eficazes e seguros. 14. 30). a deserpidina completa o grupo dos três principais alcalóides ioimbanos da Rauwolfia com interesse psicofarmacológico e como esta última. TENSIBAR. RAUNORMINE. 23. França) (22. DESMETOXHYRESERPINE. Ao lado da reserpina e da rescinamina. 1 a 2 tomadas diárias VO (26). sirosingopina (Ocarbetoxi siringoil-metilreserpato) (06. RAUNORMIN. DESERPIDINA (DESEPRIDINE. 18-((3-(4-hidróxi3-metóxifenil)-1-oxo-2-propenil)óxi)-11. preterida por não demonstrar vantagens em segurança ou eficácia sobre a reserpina.5trimetóxibenzoato (éster) ou: Éster metílico 3. apenas por ausência de um grupo metoxila na ampla estrutura heterocíclica do alcalóide. como novo anti-hipertensivo pela Nippon Chemiphar Co.oxilato. 3 tomadas diárias. Poderiam ser citados: bietaserpina (1-(2 (Dietilamino) etil) reserpina.4. 24. (A 11025) (Lilly 22641) (CAS RN 131-01-1) Ácido ioimban-16-carboxilico.Foram desenvolvidos derivados sintéticos da reserpina. 34.20-alfa-ioimban-16-beta-acidocarboxílico. RECANESCIN.17-di- 179 .

RESERPINA (RESERPINE) metil-18-O-(3. É menos potente perifericamente do que esta (40) e. No Exterior: ANAPRAL. Foi ensaiada no Rio de Janeiro nos anos 60. Sen & K.4. Bose (05). É responsável por cerca de 50% da atividade farmacológica do extrato bruto das raízes (25). RECINNAMINE. Schlittler & 180 .4. pequenos fragmentos sólidos ou pó da raiz bruta são vendidos nos bazares como medicamento popular para epilepsia.17-dimetóxi-18((3. ao que se saiba. (10) Difere da reserpina pela presença de 2 átomos de carbono adicionais em dupla ligação com seus respectivos átomos de hidrogênio na grande estrutura heterocíclica.17-dimetóxi-18-((1oxo-3-(3.18beta.5trimetoxicinâmico ou: Éster de metil reserpato do ácido 3.4.metil éster. Alcalóide indólico monoterpênico. 3. Não disponível no Brasil. 18beta-hidróxi-11. ANAPREL (Servier).4.5-trimetóxicinamato (éster) ou: Éster metílico do acido 11. (3beta.16-beta. CINAMINE.4. RESCAMIN. vomitoria e outras. extraído da Rauwolfia serpentina.17-alfa. metil éster.18beta.20-alfa). como antipsicótico. metil éster. mas a reserpina foi considerada o principal princípio ativo da apocinácea.5-trimetóxi-benzoil) reserpato ou: Metilreserpato 3. Foram identificados vários alcalóides com participação nos efeitos hipotensores e sedativos do extrato bruto das raízes.20alfa).5-trimetoxibenzoil)óxi)-. NORMORESCINA. fornecida pelos médicos hindus G. quanto à ação depletora dopaminérgica em nível cerebral.5 a 12mg (40). TENAMINE. RAURESCINE. 1407-38-1.17alfa-dimetóxi-.ou: 3-beta.5-trimetóxifenil)-2-propenil)óxi)-3.metóxi-. RESIPAL. Com o isolamento e síntese deste alcalóide por Mueller.5-trimetilcinamoil metil reserpato ou: Trimetóxicinamoil metil reserpato ou: (CAS RNs 35440-49-4.5-ácido trimetóxibenzoico ou: Ioinban-16-ácido carboxílico.20alfa-ioimban-16beta-carboxílico. 11. metil éster. mordeduras de cobras e doenças mentais (03). ainda que experimental. MODERIL (Pfizer).5trimetoxIcinâmico ou: Metil 18-o-(3. mas também encontrado em outras espécies. Apesar de ter as propriedades neurolépticas reconhecidas por farmacopéias e livros-texto de Farmacologia. TUAREG.17-alfa-dimetóxi-.4.4. 24815-24-5) FM: C33-H38-N2-O8 DD: 5 a 15mg. RESCIDAN. SCINNAMINA. mas apenas como um medicamento hipotensor com ação central (38). do subtipo ioimbano. CINATABS. RESERPININ.5-trimetóxibenzoato (éster) ou: (NCI-C50157).ou: Ácido 3beta. Ainda hoje.17alfa. RESERPINENE. 8048-25-7) FM: C33-H40-N2-O9 DD: 3 a 9mg (09).acido carboxílico. RESKINNAMIN. É dotado de propriedades hipotensoras e antipsicóticas. (3-beta. não há registro de emprego clínico. na Índia.20ioimban-16-carboxílico ou: Éster metil reserpato do ácido 3. RESCIN. 141099-49-2. RESCISAN (Pharmacia).4. A primeira comprovação científica da eficácia hipotensora de extratos padronizados dos alcalóides das raízes da Rauwolfia remonta ao ano de 1931. RECITENSINA.4.16beta. RESCALOID. RESCINPAL. RAUPYROL. agindo por depleção dos depósitos centrais das monoaminas cerebrais (catecolaminas e indolalquilaminas). 18-beta-hidróxi-11.5-trimetóxicinamoil) reserpato ou: Metil o-(4-hidróxi-3-metóxicinamoil)reserpato ou: 3. RESCITENS. como R.20-alfa-Ioimban-16-beta. 1. 3.4. (CAS RNs 50-55-5. situa-se numa posição intermediária em relação à reserpina (mais potente) e à sirosingopina (menos potente das três e mais seletiva sobre norepinefrina e serotonina) (14).

Uma promissora ação modulatora da reserpina sobre a atividade de liberação de peróxido por macrófagos. quadros de Depressão Maior com grave impulsividade suicida. em 1954 (07). Williams & W. por exemplo. Igualmente merecem menção as publicações do grupo de Recife. continua a ser internacionalmente empregada como medicamento de primeira linha no tratamento da hipertensão arterial (45). além de transtornos na função sexual (12. seguindo-se cerca de seis meses depois. bromocriptina e dantrolene (04). no entanto. determina. 42. 29). O emprego terapêutico da reserpina. então. sobretudo.25mg). a reserpina não era capaz de prevenir as lesões estriatais neurotóxicas a ela 181 . D. Pierre Deniker. (21) e o de Alves Garcia & Ferreira. Krinsky e cols. na década de 50 e 60. com freqüência. 27. na Esquizofrenia Refratária em associação com a clozapina (17) ou com risperidona (44). Tardieu & T. ainda no presente utilizados. finalmente. mesmo em pequenas doses orais como hipotensor. o interesse pela reserpina na clínica psiquiátrica passou a ser predominantemente histórico e teórico. para o desenvolvimento de medicamentos para estas enfermidades (02. grandemente inalterado. em 1955 (16). mais eficazes e com ação terapêutica mais rápida e intensa. apesar de prevenir a hipertermia da intoxicação pela metanfetamina em ratos. bem como forneceram os primeiros modelos neuroquímicos paradigmáticos. Recentemente se verificou que. que contribuiriam fundamentalmente para a elucidação dos mecanismos fisiopatológicos da Doença de Parkinson. freqüentemente precedida por um período de excitação. na 11ª edição da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde. da Depressão e da Esquizofrenia. 50). liderado por Lucena. como os de Campos e cols. A literatura atual ainda registra seu emprego como antipsicótico embora em geral de forma anedótica como na associação com tiroxina em caso de Catatonia Periódica Maligna (20). Com o desenvolvimento de novos medicamentos antipsicóticos de síntese. Seu papel na pesquisa neurofisiológica e no desenvolvimento de novos medicamentos com ação central também permanece. 39. Entretanto. importante etapa da resposta imunológica tissular foi. em 1954. recém-descritas para a clorpromazina (46). As doses requeridas (de 1. o que praticamente inviabiliza o uso dos preparados orais atualmente disponíveis para esta indicação (comprimidos de 0.5 a 12mg/dia) são muito superiores às utilizadas na hipertensão arterial. 37. Todavia. e R. recente revisão com oito ensaios duplo-cegos reuniu evidências para sugerir um uso mais freqüente nas formas refratárias de Esquizofrenia (09). Como antipsicótico. Também pode determinar em alguns pacientes. propriedades neurolépticas como aquelas. Noce. nesta indicação. letargia. São históricos alguns artigos de psiquiatras brasileiros. replicações por Jean Delay. Parece guardar também uma limitada mas relevante utilidade na Distonia Tardia (11. Y. recentemente identificada em animais de experimentação por Moreira e seus colaboradores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual Paulista. Mas. Comprovadamente reduz o limiar epileptógeno nos animais de experimentação à semelhança da clorpromazina (18) e o uso simultâneo com eletroconvulsoterapia não é recomendável na clínica por já terem sido registrados óbitos relacionados à associação (40). foi possível iniciarem-se testes laboratoriais e clínicos nos quais seriam confirmadas por H. logo a seguir (28. Kline (19) em Nova Iorque no mesmo ano. com excitação. além de menores efeitos adversos cardiovasculares e sobre o humor. em paciente refratário a antipsicóticos típicos. em Araraquara. figurando com destaque. Weber na Suíça (49). 48). lorazepam. 36. O primeiro teste clínico em psiquiatria seria conduzido por Nathan S. E. Rapaport (33) também nos Estados Unidos. insônia. a reserpina costuma ter ação muito lenta e gradual. Segundo a descrição de Kline. praticamente simultâneos aos de Kline e Delay. Steck. São Paulo (31). Na atualidade não se encontram disponíveis no Brasil preparados para uso parenteral. Lemperiere na França (13). 43). pesadelos e crises convulsivas. sua ação clínico-terapêutica pode ser dividida em tres fases: uma primeira com duração de alguns dias em que predomina a sedação com o paciente mostrando-se sonolento e inativo. ansiedade e inquietude com o recrusdecimento de sintomas produtivos como alucinações e delírios que pode durar até três semanas e. foram estudos laboratoriais com esta substância em animais de experimentação. uma segunda fase de turbulência.Bein na Europa em 1952 (32). um período de acalmia com o paciente mostrando-se mais confiante e cooperativo (fase integrativa).

ao contrário dos antagonistas dopaminérgicos centrais convencionais (01). em associação com clortalidona. 0. As principais etapas deste processo estão esquematicamente representadas na ilustração que se segue. ação então que é específicamente inibida pela reserpina. 0. Acredita-se que a permanência de minúsculas quantidades do alcalóide no órgão. por um mecanismo diferente do clássico bloqueio dos receptores pós-sinápticos D2 da quase totalidade dos neurolépticos sintéticos.1mg por comp. efeitos motores extrapiramidais (comuns nas doses acima de 5mg/dia).. A reserpina. HIGROTON-RESERPINA (Novartis) . Sintetizada a partir de seu aminoácido precursor (etapa 1). No Brasil: ADELFAN-ESIDREX (Novartis) . a excitação inicial observada nos pacientes.como hipotensor.(47).. indetectáveis mas suficientes para bloquear o transporte das monoaminas recém sintetizadas para o interior das vesículas de armazenamento. do bloqueio catecolaminérgico pós-sináptico (etapa 4). dos transportadores da membrana citoplasmática ao utilizar um gradiente H+ ao invés de gradientes Na+/Cl. estão a elevação da prolactina no plasma. bradicardia. em associação com ácido gama-aminobutírico. sintetizadas a partir de seus respectivos aminoácidos precursores. tremores. O decréscimo da atividade dopaminérgica central se faz. discrasias sanguíneas e hepatoxicidade seriam ocorrências excepcionais. sofrem imediata degradação e neutralização pela enzima monoaminoxidase (MAO). Mecanismo de Ação As monoaminas cerebrais. Reações cutâneas. sedação. bem como boa parte dos efeitos adversos mais limitantes como a hipotensão arterial e os episódios de Depressão Maior com risco de suicídio.associadas. hipotensão. Entretanto. sua limitada eficácia antipsicótica. A penetração da reserpina no cérebro. determinando a precoce degradação intracelular do neurotransmissor por ação da MAO (etapa 7). em seguida. O excesso em catecolaminas é reabsorvido pelos receptores pré-sinápticos e ao penetrarem livremente no citoplasma celular de origem. quando comparada a outros órgãos. sialorréia. os efeitos de uma única dose costumam persistir em média. são armazenadas nas vesículas sinápticas de onde normalmente só são liberadas para o exterior da célula. é o que explicaria a intensificação e o prolongamento observado na redução da neurotransmissão muito tempo após o desaparecimento de concentrações detectáveis da reserpina neste órgão (40).1%). ao bloquear a formação dos depósitos e precocemente desencadear a ação da MAO. portanto. congestão nasal. quando atravessam a fenda sináptica e vão se ligar aos receptores póssinápticos. carreada e armazenada pelo transportador vesicular de monoaminas (etapa 2). por até 48 horas depois de atingir um máximo de atividade 8 horas após a aplicação. Atualmente sabe-se que a reserpina age por inibição do agente transportador vesicular das monoaminas. hipermotilidade e hiper-secreção gástrica. ID-SEDIN (Nikkho) . hipotermia.como tranqüilizante.25mg por comp. bradipnéia. é muito pequena (menos de 0. desaparecendo rapidamente (2 a 3 horas).como hipotensor. Mecanismo diferente. Esta protéina é um transportador que se distingue. a catecolamina é. Entre os efeitos adversos mais comuns. 0. em associação com sulfato de diidralazina e hidroclorotiazida. portanto. Estas propriedades farmacodinâmicas e farmacocinéticas explicariam a latência na obtenção dos efeitos terapêuticos.. não só estrutural quanto funcionalmente. Os efeitos digestivos podem determinar a reativação ou agravamento de úlceras péptidas preexistentes com sangramento e/ou perfuração. miose. NOVOSEX 182 . determina uma redução na atividade neurotransmissora.2mg por comp.

Mexico. em associação com dietilestilbestrol. Trad esp. 24. Strumia E.hydroxy-3-methoxycinnamoyl) reserpate (CD-3400) and reserpine derivatives.25mg. 19. Principios De Psicofarmacologia. Bol Inst Vital Brasil 1954. J Pharmacol Toxicol Methods 1996 Feb. In: Clark WG & del Giudice J. 05.comp 0. Sano T. Loreto G.72(8):969-78. Fuller M.como hipotensor. 20(1):51-5. 13. Selective depleting effect of syrosingopine on brain catecholamine levels with relation to morphine analgesia in the rat. Usui C. Planta Med. Use of Rauwolfia Serpentina Benth in neuropsychiatric conditions. Caldwell AE. sulfato de estricnina e outras substâncias.9(2-3):211-23. Paudel BH. Lippincott Williams & Wilkins Co. Canad J Psychiatry 1997. Pharmacol Biochem Behav 1976 Apr. In: Clark WG & del Giudice J. Am J Psychiatry 1997 Jul. Arq Dep Assist Psicop Esta S Paulo 1955. Rai PK. Prolactin secretion during reserpine and syrosingopine treatment. Lucena J. Empleo Clínico de Otros Fármacos Antipsicóticos. 0. RESERPINA CRISTALIZADA (Gross) . Deniker P. alcaloide nouveau de la Rauwolfia Serpentina CR 52. amp 1 e 2.154(7):894. Gupta S. Thyroid hormone and reserpine abolished periods of periodic catatonia: a case report. Ban TA. 23. 16. Nomura M. Mexico. 161(12):2461-5.59:107– 32. 04. Wolf SS. Ban TA. Healy DJ. When symptoms persist: choosing among alternative somatic treatments for schizophrenia. Pharmacotherapy of depression: a historical analysis. 42:152-62. 12:279. Tardieu Y. Gao S.836–41. 1954. Schizophr Bull 1991. Clin Auton Res 2000 Oct. Narang R. Mexico. Acta Psychiatr Scand 1997Aug. Findings in the gastric mucosa and gastric secretion in rats treated with methyl O-(4. J Pharmacol Exp Ther 1995 Dec.68(10):906-11. Congrès des alienistes et neurol de Langue Française. Nippon Yakurigaku Zasshi 1976 Nov. Trad esp. Ban TA. Does reserpine induce parkinsonian rigidity? J Neural Transm Park Dis Dement Sect 1995. In: Sadock BJ.6 .10(5):313-5. 02. J Bras Psiq 1955. Ferreira LR. Neurobiologia 1957. C R Seances Soc Biol Fil 1967.35(1):25-9. Principios De Psicofarmacologia. Meador-Woodruff JH. Mar-Apr. La Prensa Medica Mexicana.. Images in psychiatry.15(3):232-6. 1975. Wyatt R. CD-Rom. Methamphetamine-induced hyperthermia and dopaminergic neurotoxicity in mice: pharmacological profile of protective and nonprotective agents. Neuoleptic-Induced Tardive Dyskinesia. Trad esp.96(2):155-6. 18. 03. 28. syrosingopine and bietaserpine on the behavior of mice. 09. Sonsalla PK. Autonomic studies in hypertensive patient with unusual sexual dysfunction: response to reserpine. Daniel DG. antigo SERPASOL (Ciba-Geigy) . Malignant catatoniainduced respiratory failure with response to ECT. Lafille C.18:217–45. Considerações preliminares. Bhatara VS. Furukawa T. 25.25mg por comp. A newly-detected reductase from Rauvolfia closes a gap in the biosynthesis of the antiarrhythmic alkaloid ajmaline. 10. Increasing-current electroshock seizure test: a new method for assessment of anti. 5:199. Boyarsky BK. Takigawa M. 7th ed. 1975. Egan MF. Campos JS et al. von Schumann G. Historia de la Psicofarmacologia. Sobre o emprego da reserpina em psiquiatria. Garcia JA. Lehnert S. Principios De Psicofarmacologia. pp 683-687. 08. Christison GW. Sadock VA. Folium Infobase.20(5):347-9. Hirohashi M. Tamada T. 2002 Oct. Okabe S. 183 . Molinatti GM. Lehman HE. Lemperiere T. Stockigt J. The History of Psychopharmacology of Schizophrenia. 22.como medicamento para o climatério.and pro-convulsant activities of drugs in mice.4(4):419-25. Saxena S. Komori T. Algumas observações sobre o emprego da Rauwolfia sello Awu@ em psiquiatria. 1999. Eur J Clin Pharmacol 1981. 20.5mg. Fujimoto Y. Kodama S. 27.(Brasmedica) . Krinsky S et al. Gupta YK.108(6):707-16. Premiers essais en thérapeutique psychiatrique de la réserpine. Nomaguchi M. Kirch DG. 14. 11. Investigações terapêuticas com um dos alcalóides da Rauwolfia serpentina. Toxicity of diethylaminoreserpine to tumor cells: effects of drug alone and in combination with radiation. 21.10 e 0. Dalack GW. La Prensa Medica Mexicana. La Prensa Medica Mexicana. Albers DS.25(3):259-60. Lehman HE. Bhargava B. Lorenc-Koci E.275(3):1104-14. Wolfarth S. Rauwolfia serpentina: the first herbal antipsychotic. Deepak KK. 26. Schizophr Res 1997 Jun 20. Chiba M. J ECT 1999 Sep. Koga M.Neuropsychiatric Aspects of Moviment Disorders. Ossowska K. 17.8(3-4):505-9. Camanni E.41(Suppl 4):222-5. Kline NS. Portaleone P. J Neural Transm 2001. Clark WG & del Giudice J. 1975. 07. Takasuna K. No Exterior: APOPLON BIOSERPINE CRYSTOSERPINE DEMI-REGROTON DIUPRES DIUTENSEN-R ELSERPINE ESCASPERE ESERPINE ESKASERP HYDROPRES KITINE KLIMANOSID LEMISERP LOWESERP MAYSERPINE METATENSIN NAQUIVAL QUIESCIN RAUCAP RAULEN RAUNERVIL RAUPASIL RAURINE RAUSAN RAUSED RAUSEDIL RAUSEDYL RAUSERPOLRAUSINGLE REGROTON RENESE R RESEDRILRESE-LAR RESERCEN RESERPAMED RESERPEX SALUTENSIN SER-AP-ES SERPASIL (USA) SERPASOL UNIPRES Referências Bibliográficas (A Reserpina & Os Alcalóides da Rauwolfia) 01. Int J Radiat Oncol Biol Phys 1982. Kitano Y. Nagasaki N. Kaplan and Sadock’s Comprehensive Textbook of Psychiatry. Comparison of the sedative effects of reserpine. Br J Cancer Suppl 1980 Apr. Toxicity to tumour cells of diethylaminoreserpine. Ann N Y Acad Sci 1954. 2. Miyake N. Costa AS. Nomura J. Delay J. Wardas J. 12. Sharma JN. Early T. Traitement de la schizophrenie par la reserpine. 06. 15. 21:5-19. Lehnert S. metiltestosterona. Kohno Y. Clozapinereserpine combination for refractory psychosis.

JAMA 1954. Release of intermediate reactive hydrogen peroxide by macrophage cells activated by natural products. Reserpine treatment of comorbid Tourette's disorder and tardive dystonia. Experientia 1952. etc.ou: 4H-Indol-4-ona. Collaborative work to evaluate toxicity on male reproductive organs by repeated dose studies in rats 7).5)dec-8-ilmetil)-3-etil-2-metil.112:737–43. indolônica. pirido-indólica.29. In: Sadock BJ.4-dioxa-8-azaspiro(4. 40. Crossman AR. de ensaios clínicos e referências na literatura desde então. Ed Acribia. Curr Treat Options Neurol 2000 May. Carlsson A. Fuh JL. propil-indólica. discussion 17-8. 4-dioxa-8 azaspiro[4. Saragoça. Kushiku K. Costa AS. McGrath JJ. O Hospital 1957. 5-(1. dioxilindólica.169(2):400-6. Shepherd M. Moreira RR.61(9):545-50. Maeda Y. Sadock VA. não foi formalmente relacionado pela ausência de registros nos bancos de dados especializados bem como. 1973 Jul. 30. Resultados do tratamento de doentes mentais pela reserpina. Nakatsuji S.25 Spec No:79-85. Trad espan. Weber E. Yamauchi K. McInnes A. Effects of reserpine in 2.5.104(10):8836. Takaura Y. Inhibitory effects of methyl o-(4-hydroxy-3-methoxycinnamoyl) reserpate (CD-3400) on the central nervous system.44:968–70. 44. Schlittler E. O composto isoquinolinônico HR-375 (3(4-(3-(4-fluorobenzoil)-propil-piperazino-1-ilisoquinolino+ ++-cloridrato) da mesma série de síntese do tepirindol (HR-592) e lançado nos anos 80 como antagonista dos receptores opióides sigma e potencial antipsicótico (109). Nakata C. J Clin Psychiatry 1999 Oct. Lucena J.ou: 3-Etil-6. Brotchie JM. 7-diidro-2-metil-5-[(1.. Fujimoto Y. Solon EN. 42. Ein Rauwolfia Alkaloid in der psychiatrie: Seine wirkungsachnlichkeit mit chlorpromazin.74(5):1701-6. 35. Hospital (Rio J) 1968 Nov. Reserpine (Serpasil) in the management of the mentally ill and the mentally retarded. Seixas A.24(2):201-4. McGuire S.5)dec8-ilmetil)-3-etil-1.19(1):57-72. 33. Psicofarmacologia Clinica. Shan DE. Ogura M.2(3):205-214. Biol Pharm Bull 2001 Feb. Utley JD. Shika K. Risperidone-reserpine combination in refractory psychosis. 50. Controle da hipertensão arterial pelo sinergismo de um hipotensor central com um medicamento vasotrópico (trimetazidina).5)dec-8-ilmetil)-3-etil-6. Rodnight R. 41. 49. iso-quinolinônica. 32. 1972.73(7):717-34.11(5):585-7. 47. Santana MA. Saegusa T. 7th ed. Exp Neurol 2001 Jun. Managing antipsychotic-induced acute and tardive dystonia. 48. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1965. Folium Infobase.39(1):1-16. Silverdale MA. Striatal cannabinoid CB1 receptor mRNA expression is decreased in the reserpine-treated rat model of Parkinson’s disease. Carlos IZ.5]decil)metil] indol-4 (5H)-ona ou: 3-Etil-5-(4. Marriq J.69(4):499-521. Davies RK. AL-1612 3-etil-6. Toshio OM. 5-(1. Vilega W. Noto T. Tashima F. Tarsy D.91(2 Pt 2):163-72. Palfai T.4-etilenodióxipiperidino-1-metil)-6.7diidro-2-metilindol-4(5H)-ona ou: Indol-4(5H)-ona. Tardive Dyskinesia. Bein HJ.4-dioxa-8azaspiro(4. Kaplan and Sadock’s Comprehensive Textbook of Psychiatry.7-diidro-2metil. Schizophr Res 1996 Dec 15.23(2):189-93.4 – Monoamine Neurotransmitters. der sedative wirkstoff aus Ravwolfia Serpentina Benth. Hypertension clinical guideline 2000. 34. Noce RN. Central and other pharmacological actions of syrosingopine (O-carbethoxysyringoyl methylreserpate) Nippon Yakurigaku Zasshi.7-tetraidro-5-(1. Schizophr Res 1999 Aug 23. Drug Saf 1998 Jul. Le syndrome extrapyramidal et diencephalique au Largactil et au Serpasil. diferentes compostos sintéticos indólicos com potencial utilidade como antipsicóticos com subestrutura metil-indólica. 1. Tecott LH. Kuroda M. 45.22(3):265-6.8:338–9. 38. Nippon Yakurigaku Zasshi 1977 Oct.ou: 184 . Ann Med Psychol 1954.Williams DB.6. Clinical trials of a new reserpine derivative: bietaserpine. Kawasaki H.6. The treatment of tardive dyskinesia—a systematic review and meta-analysis. 1999. Steck H. Liao KK. Santana ET. Pharmacol Biochem Behav 1979 Nov. Comparison of the long-term cumulative effects of reserpine and syrosingopine on general activity. Chung Hua I Hsueh Tsa Chih (Taipei) 1998 Sep. Lader M. Soares KV. Rojas VM. Southern African Hypertension Society Executive Committee 2000. Reserpin. 31. Mars Med 1967. Tamada T. J Toxicol Sci 2000 Oct.60(10):709-10.and 4-weeks studies. RapaportW. 39. Raja M. Loreto G. B) Outros Indólicos Aqui foram reunidos de forma assistemática. Mueller JM. 46. Walsh TJ. Lippincott Williams & Wilkins Co. Schweiz Med Wochenschr 1954.5. S Afr Med J 2001 Feb.7-tetraidro-2-metil.4-dioxa-8azaspiro(4. Ohishi Y. Relative effects of L-DOPA and its methyl ester given orally or intraperitoneally to reserpine-treated mice. 51(4):85-108. 43. Ono N.7-diidro-2-metil-5-(4. de Freitas Z. 37.156:821–4. 36. Clinical manifestations of tardive truncal dystonia--abdominal movements: report of two cases.4etilenodióxipiperidinometil)indol-4(5H)-ona ou: 4H-Indol-4-ona 1. CD-Rom.

4a. (CAS RNs 17411-19-7. juntamente com o AL-1965 (ver 2-imidazolidinonas).3-b) indol.(Al 1612). nos Transtornos de Ansiedade (19).4a.9b-Hexaidro-2.2Cl-H DD: 40 a 160mg. Suas propriedades neurolépticas são mais pronunciadas na forma isomérica trans do que na cis (33).5-b]indol) com potentes propriedades tranqüilizantes e antipsicóticas típicas.4. antimutagênico e antioxidante.ou: 2.4. também foi ensaiado.9b-hexaidro2. não figurando por isto em alguns dos bancos de dados especializados.3-b) indol dicloridrato ou: (DH-1011). aumentando o “turn-over” de dopamina seletivamente no córtex frontal em relação ao striatum e núcleo accumbens e demonstrando uma ação serotoninérgica (5Ht2) importante. do haloperidol (75) bloqueadores dopaminérgicos D2-like seletivos.5mg/kg de peso) tratandose de animais de experimentação (35). seu desenvolvimento farmacêutico foi direcionado apenas para as últimas indicações.4a.10boctaidroazepino-[4. foi desenvolvido um análogo da carbidina (1.4.5. Derivado pirido-indólico da gamacarbolina.8-dimetil-1Hpirido(4. em doses menores.2. introduzido na década de 70 somente em países da antiga União Soviética (Rússia.6. características que o distinguem da sulpirida ou.8-dimetil.8-Dimetil-1.3-b)indol ou: 1H-Pirido(4.4a. provavelmente pela ausência de vantagens terapêuticas definidas frente aos congêneres já consagrados.3-b) indol ou: 1. que seria responsável pelas propriedades antiulcerogênicas observadas (26. denominado de carazedine ou karazedin (11). Foi proposto na década seguinte como “neuroléptico atípico” (73). STOBADINE) 5H-Pirido(4.5.8-dimetil-.5. Não despertou maior interesse como antipsicótico.3. C13-H18-N2.8-dimetil-5Hpirido(4. DICARBINE.2. Também possui uma ação antihistamínica não-seletiva (H1 e H2).2.2 a 0.5.4a.8-dimetil-1Hpirido(4.4.3-b) indol.3.3.5a. 33162-17-3) 185 .9b-hexaidro2. Não disponível comercialmente.4.4.3. Exerce adicionalmente um efeito estimulador da biossíntese de dopamina por ação de bloqueio dos auto-receptores (34) só determinando catalepsia em doses 100 vezes maiores (25mg/kg de peso) do que as necessárias para a obtenção do efeito de depleção dopaminérgica (0.3. KARBIDIN. Apesar do promissor lançamento. antiga Checoslováquia) (12). dicloridrato ou: 2.2. além de agente antiarrítmico (69). 110) .3. de um grupo de derivados indólicos desenvolvidos pela Bristol norte-americana na década de 70. 76). Durante os anos 90.9b-Hexaidro-2. CARBIDINE. (CAS RN 25331-92-4) FM: C19-H28-N2-O3 DD: 200 a 400mg (27) Faz parte.4. Não disponível no Brasil.9b-Hexaidro-2. 2.3. não havendo registro de ensaios clínicos como antipsicótico. Suas propriedades antieméticas mostramse aparentemente muito inferiores às da metoclopramida e mesmo às do haloperidol (47). Como era praxe na época. No Exterior: KARBIDIN STOBADIN CARBIDINA (CARBIDIN. por exemplo. como potenciais antipsicóticos (27. mas cujo desenvolvimento não foi retomado. FM : C13-H18-N2.4a. e pelo nítido perfil de efeitos adversos extrapiramidais. Atua como um depletor de monoaminas (07). 96. 1.9b-hexaidro-gamacarbolino dicloridrato ou: 2.

no início da década de 70 com esquizofrênicos refratários.irido(4. FLUTROLINO) MILIPERTINA (MILIPERTINE) 2H-Pirido(4. Estes ensaios teriam revelado razoável tolerabilidade. (CAS RNs 70801-02-4. Tem uma única menção de experimentação clínica.3-b)indol-2-butanol. 72). Revelou acentuados efeitos extrapiramidais com tendência à perda ponderal durante o tratamento à semelhança do observado com a molindona. hemitartarate ou: (WIN 18935). Foi introduzido no início dos anos 80 (30).. Sua patente pertence à Pfizer.5.ou: 5.4a.4-tetraidro-gama-carbolina ou: (CP-36.6-Dimetóxi-3-(2-(4-(o-metóxifenil)-1piperazinil)etil)-2-me.5bis(4-fluorofenil)-1.9b-hexaidro-1Hpirido(4. Mais recentemente. 62655-22-5 – cloridrato) FM: C27-H25-F3-N2-O DD: 20 a 100mg (62.5-tetraidro-. (74) sem menção a qualquer ensaio novo ou desenvolvimento posterior.584).5-bis(p-fluorofenil)-1.4. quando também teriam sido observadas elevações mais acentuadas das taxas de prolactina (62. Não consta seu licenciamento ou aproveitamento comercial em qualquer país. Não disponível comercialmente. (CAS RN 24360-55-2) FM: C24-H31-N3-O3 DD: 200 a 400mg (64) Heterocíclico aril-piperazínico metil-indólico com estrutura molecular quase idêntica à da oxipertina.5.3. no início da década de 90.-2. diferindo desta apenas pelo acréscimo de um grupo carbonil no anel fenílico terminal. é considerado um derivado gama-carbolínico de estrutura indólica com propriedades neurolépticas e ação antipsicótica.3-b)indol-2-butanol ou: 8-Fluor-5-(4-fluorofenil)-2-(4-(4-fluorofenil)-4hidroxibutil).5tetraidro-2H-p. foram desenvolvidos alguns derivados com menor ação antidopaminérgica mas cujo desenvolvimento também parece ter sido abandonado (48).tilindol.2.FLUTROLINA (FLUTROLINE. (+-)-ou: (+-)-8-Fluor-alfa. A literatura registra apenas dois ensaios abertos em 1980 e1982 com doses fixas únicas diárias envolvendo respectivamente 25 e 48 pacientes esquizofrênicos hospitalizados.4. com maior eficácia das doses entre 20 e 100mg/dia .3. 72) Como a carbidina. 186 .4.6-dimetóxi-3-(2-(4-(2-metóxifenil)-1piperazinil)etil)-2-me-til. mas não há referências a seu exato mecanismo de ação. 63. 8-fluor-alfa. Sua patente está originalmente registrada em nome da Winthrop norte-americana.3-b)indol cloridrato ou: (2Parafluorofenil-4-hidroxibutil)-5-parafluorofenil8-fluor-1. Não disponível comercialmente.3.3. Constam registros nos bancos de dados do Instituto Lundbeck (64) como neuroléptico e do ChemID Plus (18) como antipsicótico e tranqüilizante. 1H-Indol.

ou: 3-Etil-6. Por ser fracamente hidrofílico e ter efeito sedativo moderado.7-diidro-2-metil-5-(morfolinometil)indol4(5H)-ona ou: 3-Etil-1.ou: 4H-Indol-4-ona. Tem meia-vida curta de 1. olanzapina. não encontrou suficiente respaldo nos dados levantados por ampla metanálise dos ensaios clínicos disponíveis (08). é um antipsicótico com perfil muito interessante e com diversas características distintas dos neurolépticos convencionais. inclusive atípicos. perlapina e remoxiprida). 100).dol-4-ona ou: (HSDB 3131)(En-1733A) (CAS RN 7416-34-4) FM: C16-H24-N2-O2 DD: 40 a 225mg (64).7-diidro-2-metil-5(morfolinometil). mas efeitos prolongados com uma única dose diária sugerem a formação de metabólitos ativos (20). tem em comum com as butirofenonas a presença de um grupo carbonil adjacente a anel aromático. Em ratos. Teria também uma importante ação sobre os auto-receptores dopaminérgicos (01. 53) e proporcionalmente maior ação sobre as vias dopaminérgicas mesocortical e mesolímbica do que nigro-estriatal. 36. portanto. embora análises laboratoriais comparativas com outros antipsicóticos tenham demonstrado citotoxicidade significativamente mais baixa que a dos fenotiazínicos e até mesmo 187 . sendo freqüentemente considerado um atípico por seu comportamento nas provas laboratoriais com experimentação animal (05.MOLINDONA (INDOL-4(5H)-ONE. 90). particularmente os de alta potência. sertindol. Também se registra seu emprego com sucesso numa paciente que invariavelmente desenvolvia polidipsia com hiponatremia com outros antipsicóticos típicos (41). 51).7-tetraidro-2-metil-5-(4morfolinilmetil)-4H-in. Porém somente com doses altas se observa diminuição dos receptores de triptamina por bloqueio da monoaminooxidase do tipo A (86). sulpirida. derivado indólico. 20 a 225mg (91). Há pelo menos um caso descrito de hepatoxicidade em paciente adolescente (15). 28. ação comprovada tanto in vivo como in vitro (10). quetiapina. Tem também.6. embora seja um derivado indólico. 92.7-tetraidro-2-metil5-(4-morfolinilmetil). porém. 50 a 225mg (58). menor tendência a ocasionar convulsões do que outros antipsicóticos (88. Tem potência intermediária e baixo perfil de efeitos extrapiramidais e anticolinérgicos. não parece interferir com a ação hipotensora da guanetidina (39. Ao contrário da clorpromazina. é que seu emprego costuma estar relacionado a perda ao invés de ganho de peso (03. sem nenhuma influência sobre 5Ht1 e 5Ht2. Embora ocupe grande parte dos receptores D2. Talvez sua característica mais marcante. 106). Esta suposta atipicidade laboratorial. a administração em regimes prolongados com altas (40mg/kg de peso) e baixas (5mg/kg) doses ocasiona igualmente aumento do número de receptores de dopamina no striatum. não age como depletor e sim como bloqueador D2 com afinidade menor por D1. A esta característica se deve o baixo registro de efeitos extrapiramidais com os atípicos -e não aos baixos percentuais de ocupação D2 . sendo facilmente deslocado pela dopamina endógena (ao contrário dos antipsicóticos convencionais ou típicos. experimentalmente. MOLINDONE) Indol-4(5H)-ona. contrariamente a grande maioria dos antipsicóticos. Do ponto de vista estrutural.5 horas. Demonstra baixa a moderada afinidade por receptores colinérgicos e alfadrenérgicos. da mesma forma que clozapina. Embora uma diidroindolona. 78). foi proposto ainda recentemente como neuroléptico preferencial na gravidez (93). o faz de modo débil. 3-etil-6.5.6. como pretendem ter cabalmente demonstrado Seeman & Tallerico (97). Comportou-se.5. quando os pacientes com sintomas psicóticos (Delirium) costumam apresentar importante sensibilidade extrapiramidal (29. melperona. Introduzido como antipsicótico ainda na década de 60 (111). 3-etil-1. 06. 50 a 100mg (70). a esse respeito aliás. Já foi empregado com boa tolerabilidade e boa resposta terapêutica na encefalopatia da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida do vírus HIV. 37.

em que pese o limitado número de ensaios controlados arrolados e a maior parte de curta duração. inclusive atípicos. 108). fato observado com outros neurolépticos. como toda substância antipsicótica conhecida. 25. 59. não costuma ocasionar depressão como a reserpina e demais alcalóides da Rauwolfia (14). Romildo Bueno. 5. Age como depletor de monoaminas como a reserpina e não por bloqueio de receptores póssinápticos. porém. sugere um risco de Discinesia menor por parte da molindona (40) e foi empregada em paciente com história prévia de SNM por tioridazina e trifluperazina.4ng/ml (114) Antipsicótico com potência intermediária introduzido na década de 60 na Europa e no Japão. 94. mepiprazol. seria um antipsicótico menos eficaz que a clorpromazina (42. o paciente fizera uso. de clozapina (38). com estrutura arilpiperazínica muito semelhante a outros compostos indólicos (milipertina. 84 . Recente metanálise porém. 5. ainda que com menor risco de efeitos extrapiramidais e alguma utilidade em pacientes com predomínio de anergia e falta de iniciativa (17. antrafenina. mas.6-dimetóxi-2-metil-3-(2-(4-fenil-1piperazinil)etil)-ou: 5. com boa tolerabilidade (102). WIN 18501-2) (CAS RN 153-87-7) FM: C23-H29-N3-O2 188 . Ulysses Vianna Filho e outros pesquisadores no Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (82). a norepinefrina. embora possua efeito hipotensor. 118). Entretanto. ou mesmo desaparecer ao longo do tempo (104). teria identificado níveis significativos de eficácia para oxipertina na OXIPERTINA (OXYPERTINE) 1-[2-(5. por Caruso Madalena (66) e por Sérgio Terra. Também foi responsabilizada por Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) (44. sol oral 20mg/ml. 80. Estudo comparativo com haloperidol.501. já esteve implicada no desencadeamento de galactorréia por elevação das concentrações de prolactina (122). comp 5.clorid. depleta seletivamente a dopamina e. 120). No Exterior: LIDONE (Canadá). Não obstante sua propalada atipicidade. 119). dapiprazol. Quimicamente é um derivado heterocíclico metilindólico. 49.6-dimetóxi-2-metil-3-indol)-4fenilpiperidina ou: 1H-Indol. 57. 121). 105). 20 a 160mg (16). quase não mostrando ação sobre os depósitos de serotonina (09. Foi experimentado na mesma época no Brasil. 95.6-dimetóxi-2-metil-3-(2-(4-fenil-1piperazinil)etil).6-Dimetóxi-2-metil-3-(2-(4-fenil-1piperazinil)etil)indol ou: Indol. 101. No caso de agranulocitose em que foi implicado. tendo sido inicialmente bastante ensaiado nesta indicação (02. 81). mas estudos mais prolongados vieram revelar que as melhoras observadas tendiam a se reduzir. e por mais tempo. Aril é denominação genérica para os grupos químicos formados a partir da substituição de um dos hidrogênios de um hidrocarboneto aromático.6 metil-2((fenil-4 piperazinil-1)-2 etil)3 indol ou: (WIN 18. 50 e 100mg. MOBAN (USA)(Du Pont) .loxapina (83). NT: 29. em grau menor. 79). empiprazol.ou: dimetóxi-5. coadjuvante de tricíclicos na Depressão Maior (99) e como medicação pré-anestésica oral e analgesia do pós-operatório (25.9-80. solipertina) e com parentesco com os não indólicos zolertina. 80 a 300mg (64). no Rio de Janeiro. Não disponível comercialmente no Brasil. 115. DD: 60 a 120mg (65). 113. 10. 56). Chegou a ser estudada e proposta como alternativa terapêutica na Discinesia Tardia com base em ensaios de curta duração (31. caso grave de rabdomiólise (54) e casos de Discinesia Tardia (04. piribedil e azaperona). Foi também inicialmente proposta nas décadas de 60 e 70 como ansiolítico alternativo (71. Muito provavelmente por conta destas características farmacodinâmicas distintas.

Não consta seu licenciamento ou comercialização na atualidade. a elevação nas concentrações de prolactina observada com a piquindona foi tão intensa quanto a determinada pelo haloperidol (61). 87.8a. Seus efeitos adversos mais freqüentes foram: sonolência. vitamina E e tiaprida.ou: (Ro 22-1319) (CAS RN 78541-97-6) FM: C15H22N2O DD: 10 a 60mg.cáps 10. valproato de sódio. OPERTIL (Finlândia) (L’efarmos) – comp 40mg (descontinuado) 5 e 10mg. hipertermia. nos sintomas positivos e melhoras não-significativas nos negativos. hidergine. lítio. Sua patente pertence à Roche (CH). No Exterior: OXYPERTINE (Reino Unido) (Sanofi Winthrop) . 32. do grupo do sertindol que examinamos na última seção deste capítulo) (22. 117). sialorréia. Derivado pirrolo-isoquinolínico.8. progabida. 3-etil-1. ácido gama-linolênico.3-(4-(3. uma benzamida. seligilina e tetraidroisoxazolo piridinol (103). O composto. hipotensão. no final da década de 80 (21).6-dimetil-. Eles teriam constatado melhoras estatisticamente significativas. com propriedades estereoespaciais próximas às das ortopramidas (metoclopramida) e do atípico zetidolina (uma imidazolidinona. lecitina. análogo rígido da molindona. ao lado da L-Dopa.4a.3-g)isoquinolin-4-ona. 23. comp 40mg. Apesar de potencial cataleptogênico menor. INTEGRIN (Reino Unido) (Sanofi Winthrop) cáps 10 e 40mg (descontinuado) . Califórnia. Não disponível comercialmente no Brasil. EQUIPERTINE (França) (descontinuado). 5. vômitos.monometanosulfonato ou: 189 . em associações com a tiaprida. taquicardia. vertigens. de bromocriptina. Não disponível comercialmente 4H-Pirrolo(2. FORIT (Reino Unido) (Sanofi Winthrop) comp 40mg (descontinuado). É considerado um bloqueador dopaminérgico D2 seletivo (77) e não um depletor de monoaminas como os alcalóides indólicos da Rauwolfia. conduzido por Cohen. não houve novos investimentos em seu desenvolvimento. Desde então. foram relatados no Japão (112). embora moderadas.6-diidro-4-fenil-1(2H)piridinil)butil)-. Na clínica foi pouco ensaiada. PIQUINDONA (PIQUINDONE) substituição ao haloperidol (116. no entanto. 89). náuseas. inquietude psicomotora. com baixa propensão a reações extrapiramidais.9-octaidro-2. também classificado como uma indolona ou como uma metóxi-benzamida.trans-(+-). ataxia. mas menor propensão que este às reações extrapiramidais (24). Há o registro de um estudo duplo-cego controlado por placebo com curta duração (2 semanas) e envolvendo 3 dezenas de pacientes esquizofrênicos.7. estrogênio. Stephen Stahl e demais colaboradores da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanfford. sobretudo. diferentemente de outros neurolépticos e. reações extrapiramidais. ceruletida. clonidina. Teve seu emprego sugerido na Síndrome de Gilles de La Tourette em ROXINDOL (ROXINDOLE) 1H-indol-5-ol. apresentado nos anos 80 como um novo e potencial antipsicótico atípico com potência próxima à do haloperidol. lipotimias. foi específicamente desenhado a partir da fórmula da molindona para uma melhor conformação molecular tridimensional aos receptores dopaminérgicos D2.6. Recentemente dois casos de Síndrome Neuroléptica Maligna em pacientes senis com evidências de comprometimento orgânico-cerebral.Discinesia Tardia.

2.C-H4-O3-S DD: 15 a 45mg.6-tetraiidropiidil)1-butil)-1-indol mesilato ou: indolilbutil-4-feniltetraidropiridina ou: 3-[4-(4-fenil-1. 2. Estudos farmacodinâmicos mais apurados demonstraram que se comportava como um agonista parcial dopaminérgico D3 (em menor grau D2 e D4). 107).3-dioxol (4. figura como antipsicótico no ChemidPlus (18).6-tetraidro-1-propil-4- 190 .. Mostrou capacidade de reduzir a secreção de prolactina em intensidade comparável à da bromocriptina (52. TEPIRINDOL (TEPIRINDOLE) 5-Cloro-3-(1. EMD 38362.3.5-Hidróxi-3-(4-(4-fenil-1. além de propriedades antidepressivas.5-f) indol ou: (WIN 18413-2) (CAS RN 4448-96-8) FM: C22-H25-N3-O3 Disponibilizada industrialmente sob a forma de tartarato. Não disponível comercialmente. SOLIPERTINA (SOLYPERTINE. não se tem registros de novos ensaios em qualquer de suas potenciais indicações. SOLPYERTINE) 5H-1. Também confirmar-se-ia importante antagonismo serotoninérgico em 5Ht2A (67).2. passando a ser referido como potencial antidepressivo (68. Desde então.980. embora sem referências às faixas de doses terapêuticas. na única referência disponível em banco de dados especializados. mas.ou: 7-(2-(4-(o-Metóxifenil)-1-piperazinil)etil)(5H)1. Seu desenvolvimento como antipsicótico viria a ser interrompido a partir do ensaio clínico com esquizofrênicos que a literatura registra em 1995 (46). cloridrato). cujo emprego contribuiria para uma redução na hipersensibilidade dopaminérgica central postuladamente presente em pacientes esquizofrênicos (46. Não disponível comercialmente. efeitos inibitórios na recaptação de serotonina (13).3-Dioxolo(4. 7-(2-(4-(2metóxifenil)-1-piperazinil)etil). 3. mesilato. serotoninérgico 5Ht1A (em menor grau 5Ht1B e 5Ht1D).123). 6-tetraidro-1piridil)butil]indol-5-ol (mesilato) ou: (EMD 49. 85). Foi introduzido como um antipsicótico sem propriedades catalépticas e potente agonista seletivo nos auto-receptores dopaminérgicos. 60). mesmo nas faixas inferiores de doses.5-f)indol. 55. e rápido início de ação nos pacientes com Depressão Maior (45. (CAS RN 119742-13-1) FM: C23-H26-N2-O.3. Não há registros de ensaios clínicos ou experimentos laboratoriais na literatura. além do potente e seletivo agonismo D2 pré-sináptico mencionado (98).

Nos anos 90 foi desenvolvido no Japão o composto indólico HR-592 (tepirindol ou RU 27592) com ações similares aos neurolépticos (doses de 3 a 100mg/kg) na evitação da resposta condicionada e comportamento de autoestimulação em provas com animais de experimentação (com menor potência que a clorpromazina) (43. Cody V. 1972.79(1):32-9. Pharmacological effects of Ro 22-1319: a new antipsychotic agent. Labar P. 30.9(4):436-9. peperazine derivative of tryptophan with neuroleptic and dynamogenic properties]. Desde então não há notícias na literatura de ensaios clínicos. Z Zellforsch Mikrosk Anat 1969. Cappelleri JC. Antipsychoticinduced weight gain: a comprehensive research synthesis. Claghorn JL. Alander T. Vercauteren DP. Fernandez F. Biull Eksp Biol Med 1975 Oct. Rusakov DI. Levy JK. Davidson AB. Review of clinical and laboratory experiences with molindone hydrochloride. Suber F. 08. Cohen JD. Balsara JJ. 25. 09. Oxypertine in the treatment of schizophrenia. Proceedings: A preliminary study of oral premedication with oxypertine. Effect of stobadine on stimulated isolated mast cells. 28.nlm. Serpilina NM.15(5):281-91. Effect of typical and atypical neuroleptic treatment on protachykinin mRNA levels in the striatum of the rat. 1981. Pecivova J. 21. Chandorkar AG. Kleijnen J. Woolley CS. Gen Hosp Psychiatry 1993 Jan. Quay Books. 26. Collard J. Surkova LA.32(1):38-42.piridil) indol ou: (HR-592)(RU 27592). Trad esp 3ª ed alemã. Ellenbroek BA. Soni SD. Agents Actions 1988 Apr. Bak IJ.57(2):4-6. J Clin Psychopharmacol 1987 Oct. monocloridrato) FM: C16H19ClN2 DD: 200 a 1200mg.72(1):67-71. 11. [Article in French]. Molindone and hepatotoxicity. Lewis R. J Pharm Pharmacol 1984 Sep. Cochrane Database Syst Rev 2000. Barkov NK. J Clin Psychiatry 1985 Aug.15(1):31-5. 2000. Case reports.93(3):343-8. Minck KO. Angulo JA. 10. The paw test: a behavioural paradigm for differentiating between classical and atypical neuroleptic drugs. Bazire S. Elizur A. Carrillo R. a dopamine D2 receptor antagonist. Durant F.7(5):324-9. J Med Chem 1989 Jan. Nandal NV. J Clin Psychiatry 1983 Jul. 03. Psychopharmacological investigation of the monoamine oxidase inhibitory activity of molindone. Angulo JA. 72808-80-1.34(6):647-50.3(1):39-53. Embora não conste seu licenciamento comercial em nenhum país.gov/ chemidplus/). Differential monoamine depletion by oxypertine in nerve terminals. Collin S. a novel antipsychotic drug. Br J Anaesth 1973 Aug. Psychopharmacology (Berl) 1980. and Metoclopramide. 04. Piquindone. Grabowska-Anden M.19(10):7446. Marder S. ainda figura no banco de dados MESH (18) como agente antipsicótico. Tardive dyskinesia with molindone. Stahl SM. Ananth J. J Neurochem 1990 Jun. Delree C. Mentore JL. 13. Drug Intell. Acta Neurol Psychiatr Belg 1968 Feb. Nov. Fink M. Durant F. 324 pp. Froimowitz M. 17. J Pharmacol Exp Ther 1996 Jan. Heo M. Act Nerv Super (Praha) 1967 Nov. 14. (CAS RNs 72808-81-2. Van Putten T. Nosal R.44(7):276. Collin S. 12. Peeters BW. Fenton M. McEwen BS. Bartoszyk GD. Snow Hill. Kim JS. et al: The use of AL1612 on anxious neurotic outpatients: a preliminary study. Gada VP. Weiden PJ. a new atypical neuroleptic.276(1):41-8. J Comput Aided Mol Des 1989 Mar. Panasiuk LV.23(34):188-90. Physiological significance of dopamine autoreceptors as studied following their selective blockade by molindone. Carrupt PA. Roxindole: psychopharmacological profile of a dopamine D2 autoreceptor agonist. 32. 22.101(3):448-62. [Oxypertine. EUNSA. The efficacy of piquindone. Evrard G. Anden NE. 02. The pharmacological properties of karazedin. Vercauteren DP. The use of molindone in the treatment of psychotic and delirious patients infected with the human immunodeficiency virus. Chandler LP.nih. Curr Ther Res 14: 303-306. Farmacoterapia Psiquiatrica. 29. Wenger J.45(8):927. base. Curr Ther Res 13:584-590. Harting J. ChemID Plus (http://chem. Freeman HL. in the treatment of the positive and negative symptoms of schizophrenia. 27. Zetidoline. Banta LE. Structural requirements of Na+-dependent antidopaminergic agents: Tropapride. 16.156(11):1686-96. Hassler R. Breulet M. 24. Bagnall A. Bhatia SC.32(11):780-2. 20. Cools AR. Carpenter L. 15. Chen CH. 05.54(6):1889-94. EEG and behavioral profile of flutroline (CP-36. Psychotropic Drug Directory 2000. Granulated synaptic vesicles in relation to depletion of norepinephrine. a dihydroindolone neuroleptic. Berger PA. Farmakol Toksikol 1971 Nov-Dec.584). Psychopharmacology (Berl) 1983. Vanderveken D. Não disponível comercialmente. Am J Psychiatry 1999 Nov.113(2):217-21. Ehrlich DW. Arefolov VA. 50). Drabikova K. Allison DB. Gershon S:Evaluation of the antipsychotic activity of an indole analogue.80(10) :6972.sis. Irwin P. McEwen BS. Davie IT. Riaz AG. Bobon J. 18. Boff E. Comparison with Na+-independent ligands. Stereoelectronic study of zetidoline. Neurosci Lett 1990 May 31. Cadet JL. Benkert O & Hippius H. Effect of chronic typical and atypical neuroleptic treatment on proenkephalin mRNA levels in the striatum and nucleus accumbens of the rat. 19. J Pharm Pharmacol 1980. Infante MC. Leitner ML.36(9):608-13. Testa B. Molindone for schizophrenia and severe mental illness. The incorporation of butyrophenones and related compounds into a 191 . MacNeil DA. Referências Bibliográficas (Outros Indólicos) 01. dopamine and serotonin. Psychopharmacology (Berl) 1987. Sharkova LM. Cook L. 31. Clin Pharm 1985 Oct. Hernandez HR.46(8 Pt 2):30-3.68(2):116-27. AL-1612. Cadet JL. 07. Pamplona. Alapin B. Int Pharmacopsychiatry 1980.1971. van de Waterbeemd H. Eksp Klin Farmakol 1994 Mar-Apr. 06. Mark Allen Publishing Ltd. A controlled trial of oxypertine in tardive dyskinesia. Honig WM. Evrard G. Barkov NK Pharmacological properties of carbidine.(2): CD002083. Effect of carbidine on the content and storage of adrenergic neurotransmitter in the synaptic vesicles. Tiurina IV. 23. Golebiewska M. Slawson KB.

Harbert CA. Keltner NL & Folks DG. Neuroleptic activity in 5-aryltetrahydro-gammacarbolines. 57. Osman FE. Psicofarmacologia Clínica Básica. Spectrofluorometric analysis in biological fluids of the dihydrochloride of (-)-cis-2. 41.111(1):123-6. Alvarez WA. Kolodziejczyk K. Jaspers C. Araki Y. Mielke DH. Fundo Editorial Byk-procienx.35(3): 268-9. 1998. Maj J. Am J Psychiatry 1990 Jan. Quick to our paper on the different release of norepinephrine. Treatment of tardive dyskinesia with oxypertine--preliminary clinical experience and a brief review of the literature. 66.22(10):441-9. The neuroendocrinological profile of roxindole. Geibig CB. Wilson WH. on conditioned behavior. Kudrin VS. Bauml J. Sotnikova TD. Neuroleptic malignant syndrome possibly caused by molindone hydrochloride. Johnson SB.4. 62. Reinwein D. 71. a prospective antiarrhythmic. Br J Psychiatry 1965 Oct.27(10):11904.9bhexahydro-1.pharmacophore for dopamine D2 antagonists. Mowles TF. Psychopharmacology (Berl) 1995 Feb. Can J Psychiatry 1990 Apr. Rayevsky KS. Patel H. Tardive dyskinesia associated with molindone treatment. Jpn J Pharmacol 1990 Apr. 44. a dopamine autoreceptor agonist. 1975. Porto Alegre. A double-blind comparison of three dosages of flutroline (CP36. 56. dopamine and serotonin dépôts as a mode of oxypertine action this J. 43. 67. 1997. Biull Eksp Biol Med 1984 Sep. Gainetdinov RR. 37.72(6):451-6.584) in the treatment of schizophrenia. Weight reduction in schizophrenics by molindone. 60.103(5):627-41. Doran KM. Jochum E. A comparative study of the neurochemical profiles of carbidine stereoisomers. Welch WM.47(12):607-8. 70. Behavioral effects of HR-592. Hillert A. Pharmazie 1985 Mar. DICP 1991 Oct. Kolis SJ. Rogoz Z. 45. Klieser E. Ann Pharmacother 1993 Oct. Miroshnichenko II. J Clin Pharmacol 1982 Oct.60 Suppl 21:20-4. Moriyama M.46(8 Pt 2):4-7. Trad 2?ed. Buyniski JP.134(3):302-4. Roxindole. 41. Guy W. Molindone and haloperidol in tardive dyskinesia. Hafez HM. Pogorelov VM. Gomita Y.23(11-12):505-16. 53. Berney S. [Comparison of dosedependent release of single monoamines from the rat brain by reserpine and oxypertine. in the treatment of major depression. A comparison of the effects of oxypertine and trifluoperazine in withdrawn schizophrenics. 74. Neuropharmacology 1991 Nov. Treatment of clozapine. Treatment of prolactinoma patients with the new non-ergot dopamine agonist roxindol: first results. 59. The prolactin response to flutroline hydrochloride in schizophrenic patients. Results of an open clinical study. Antagonism of cisplatin induced emesis in the dog. Brahma RK. Marks LW. Ichimaru Y. Weinstein SL. Yeragani VK. 65. Kasper S. Pharmacopsychiatry 1997Mar. Koe BK. 105 347 (1970)]. Br J Psychiatry 1967 Dec.20(2):291305. Brooke G. 1962. a dopamineautoreceptor agonist with a potential antidepressant activity. 54. J Med Chem 1980 Jun.23(1):61-8 48.46(2):12635.5. Res Commun Chem Pathol Pharmacol 1979 Jan. 50. Roxindole. Araki Y. Knaack and H. Effect on the dopamine system. Raevskii KS. Grunder G.3b]indole (DH 1011).2(1):91-5. J Pharmacol Exp Ther 1976 Aug. Townsend HR. Psychiatr Dev 1988 Spring. 35. Plattner JJ. Gradon JD. 33. [Article in German] Nervenarzt 1971 Sep. a dopamine autoreceptor agonist. Ganguli R. Weight gain associated with antipsychotic drugs. Eur Neuropsychopharmacol 1992 Mar. Nagaraju A. Bogdanov MB. Glusac E. Gomita Y. Raevskii KS. II. Compr Psychiatry 1980 Sep-Oct. McAllister J.3. Wetzel H. São Paulo. Psychopharmacology (Berl) 1993. (Observações preliminares). 62:1051. Skuza G.198(2):255-63.org/). 15(5):318-24. Schwartz MA. Gainetdinov RR. McEvoy JP. Kim JS. J Clin Pharmacol 1983 Nov-Dec.25(10):1071-2. Moller HJ. Freinhar JP. Janicak PG. Gylys JA. Maxmen JS & Ward NG.Consulta Rápida. Handbook of Psychopharmacotherapy.56(1):24-7.15(2):63-81. a new derivative of indole. Rayevsky KS. Pogorelov VM. Early clinical results with the neuroleptic roxindole (EMD 49. 63. 1999. Pharmacopsychiatry 1991 Jul.52(4):609-19. Suemaru K. in schizophrenic patients. Psychotropic Drugs.227(3):652-7. O Hospital.6(1):57-71. Hassler R. Hiemke C. Gilder DA. Filadélfia. Stereoisomers of the atypical neuroleptic carbidine modulate striatal dopamine release in awake rats. Metabolites of an antipsychotic chiral pyrroloisoquinoline and their effect on prolactin secretion in the rat.42(9):4901. Kudrin VS.30(11):1251-4. Eksp Klin Farmakol 1993 Jan-Feb. J Pharmacol Exp Ther 1983 Dec. Klimke A. Gardos G. J Clin Psychiatry 1985 Aug. 42. 61. Kazamatsuri H. Kolodziejczyk K. Clin Investig 1994 Jun. Hanlon TE. J Clin Psychiatry 1986 Dec. 58.8-dimethyl-2. Am J Psychiatry 1977 Mar. 49. Flutroline in the treatment of the schizophrenic patient. Williams TH. A case of massive rhabdomyolysis following molindone administration. Moriyama M. Gainetdinov RR. 69. Furuno K. Benkert O.117(4):472-8. Glazer WM. 147(1):124-5. Madalena JC. Williams TG. Budygin EA.23 (6):635-43. Psicotrópicos. Simultaneous monitoring of dopamine. Effects on the 5hydroxytryptamine system. Antipsychotic efficacy of the dopaminergic autoreceptor agonist EMD 49980 (Roxindol). Mosby.980) in the treatment of schizophrenia--an open study. Fain W. Benkert O. St. 64. a new derivative of indole. Hanlon TE.Lippincott Williams & Wilkins. Katz SE. Gallant DM. Ban TA.21(5):352-7. Javitt DC. Marko V. Kovalev GI. 34. Burghardt B. Grunder G.6-dimetoxi-2-metil-3-indolil)etil)-4-fenilpiperazina. Kurland AA. Josef NC. Rogoz Z. Bogdanov MB. 72. 38.30(2): 55-61 68. 36. 55. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry 1996 Feb. Fuger J. A comparison of oxypertine and chlorpromazine in chronic schizophrenia. Weissman A.40(3):192. a potential antidepressant. Kudrin VS. Bishop MP. Benker G. Benarroche CL. Polydipsia and hyponatremia induced by multiple neuroleptics but not molindone. 40. Lundbeck Institute Database (disponível em http://www.113(505):1419-24. The possible role of dopamine autoreceptors in neuroleptic atypicality. 46. Wetzel H.44(1):35-9. J Neural Transm Gen Sect 1996. Zinner HJ. 39. Artes Médicas. I. 2nd ed. Meos AA. Nagaraju A. Milipertine: an early 192 . Drug Des Discov 1997 Aug. Simpson LL. its metabolites and trans-isomer of atypical neuroleptic drug carbidine concentrations in striatal dialysates of conscious rats.24(4):107-12. A comparison of the abilities of chlorpromazine and molindone to interact adversely with guanethidine.H-pyrido[4. Hunt PV. Trial of oxypertine for anxiety neurosis.and molindone-induced agranulocytosis with granulocyte colonystimulating factor. Um novo neuroléptico não-fenotiazínico: 1(2-(5. Ichimaru Y. Bak IJ. Goldberg GJ. 52. Cole JO. 51. Skuza G. Madalena JC. Toome V. Int Pharmacopsychiatry 1980. 73. 47. Grekhova TV. Louis. Acta Med Okayama 1990 Feb.4a. Opler LA. Effects of HR-592. J Clin Psychiatry 1999. Kurland AA. Hill GB. Answer to the discussion contribution of M. Acta Psychiatr Scand 1970. Maj J. Effect of the atypical neuroleptics karbidin and sulpiride on the synaptosomal tyrosine hydroxylase of the corpus striatum of rats.98(9):305-8. Hammes E.luinst.111 (479):1010-1. Roxindole.

selectively presynaptic D-2 dopamine agonist with actions on serotonin systems. Rodova A. Berger L. Svestka J. Salo R. 19(5): 516-9. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Jun. Audinot V. J Clin Psychopharmacol 1989 Aug. Schizophr Bull 1995. Pugh MT.359(6):447-53. 106. The treatment of tardive dyskinesia--a systematic review and meta-analysis. Ogawa A. An extended trial of oxypertine in five selected cases of chronic schizophrenia. 100. Todaro L. Sim M. Newman-Tancredi A. Acta Psychiatr Scand 1986 Nov. 91(2):182-8.12(1):81-93. [Article in Japanese] Seishin Shinkeigaku Zasshi 1998. Meinders AE. Pijl H. Neurosci Lett 1986 Nov 11.1(3):303-5. Wikstrom H.980: a potent. Neuropsychobiology 1992. Millan MJ. Psychosis during pregnancy: treatment considerations. Munyon WH. Soni SD. J Bras Psiquiatr 1968. Hussein EM. Mir P. Br J Psychiatry 1984 Jan. Uhlir F. Motohashi N. Biol Psychiatry 42/1S: 109S (abst. 79. Heinzl Z. Act Nerv Super (Praha) 1974.36(5):804-8. discussion 17-8. An evaluation of the efficacy of oxypertine in acute and choronic schizophrenic patients. Mirossay L. 101. Luchins DJ.17(1):83-95. Oxypertine in tardive dyskinesia: a long-term controlled study. 136(11):1410-4. Reinstitution of neuroleptic treatment with molindone in a patient with a history of neuroleptic malignant syndrome. Molindone: an indole derivative with antipsychotic activity. Farmakol Toksikol 1988 Mar-Apr. Slack T. Stoudemire A. Sekiguchi R. Stoudemire A.40(4):437-40. Sampath G. 1998.17(4):215. A dopamine receptor model and its application in the design of a new class of rigid pyrrolo[2. Nicol CG. 113. 82. 98. Toru M.113 (503):1107-12 102. Actions of roxindole at recombinant human dopamine D2.24(9):1026-34. Imlah NW. Am J Psychiatry 1979 Nov. Kudrin VS. Curr Ther Res Clin Exp 1976 May.9(3):175-9. Mechanisms and management. 77. Koyama T. Neal CD. 83.25(1):24953. McGrath JJ. Hagino Y. Oliver AP. 90. Su TP. Nekolova J. Molloy AG. Remr J. 112. Neurochemical and behavioral studies on the mode of action of oxypertine. Tokunaga H. 115. Kohut A.6(1):4-10. Collis MP. Weight gain associated with neuroleptic medication: a review. Simpson LL. Soares KV. Washington.340(4):366-71. Antipsychotic drugs which elicit little or no parkinsonism bind more loosely than dopamine to brain D2 receptors.160(1):31-41. Effect of stobadine on indomethacinand ethanol-induced stomach lesions and gastric secretion.11(5):365-7. 193 . Watanabe N. D3 and D4 and serotonin 5-Ht1A. 94. Terra SO. Heinzl Z. Owen RR Jr. Bodyweight change as an adverse effect of drug treatment. Molindone hydrochloride: a review of laboratory and clinical findings. Act Nerv Super (Praha) 1974 Aug. Ann Clin Psychiatry 1997 Sep. J Comput Aided Mol Des 1998 an. Which atypical antipsychotics are identified by screening tests? Clin Neuropharmacol 1989 Jun. Pies RW. Murck H & al: Roxindole decreases nocturnal prolactin secretion and REM-sleep in man. Curr Ther Res Clin Exp 1973 Jun. Soni SD. 84. Pharmacol Biochem Behav 1986 Jul. Postgrad Med J 1972 Sep.15(6):324-6. Hill GB. 99. Bueno JR. Antipsychotic effects of AL 1965.51(6):417-22. Freeman HL. 109. A controlled comparison of oxypertine and perphenazine in schizophrenic psychoses. 85. 96. Kanczucka V. Biochemical and functional studies on EMD 49. 104. Stevkova K. Arch Gen Psychiatry 1982 Feb. Effect of carbidine. Handbook of Essential Psychopharmacology. Neuroleptic-induced seizures. Curr Ther Res 13: 743-746. 114. Clayton L. Raevskii KS. Skarbek A. Muniz AF.12(3):167-84. yet occupy high levels of these receptors. Grol CJ. Briones DF. Nilsson J. Nekolova J. Proceedings: A comparison of the therapeutic effect of oxypertine and thioridazine in chronic schizophrenia (a controlled trial). Psychopharmacology (Berl) 1987. Seyfried CA. Davidson AB. 80. Morgan KD.71(2):2248. 16(3):165-6. O'Boyle KM. 103. Act Nerv Super (Praha 1975. 92. Cytotoxic effects of neuroleptic drugs. Takashima M. Okuyama T. 87. Wyatt RJ.3-g]isoquinoline antipsychotics. Herrmann J.39(2):206-9. Pinkofsky HB. Proceedings: Comparison of the effect of oxypertine and thioridazine on sensorimotor activity in chronic schizophrenics (a controlled study). Haase AF.39(1):1-16. Frieboes RM. Matsubara S. Nahunek K. Mol Psychiatry 1998 Mar. J Med Chem 1981 Sep. Mungavin JM. 108. 1971. 97. Kudo K. 93.3(2):123-34.51(2):26-9. An in vitro technique for assessing relative risk. and the influence of selective antagonists. Ikeda N. Bamrah JS. Moore NC.evaluation in severely ill schizophrenics.39-109). Sugerman AA. Schizophr Res 1999 Aug 23. sulpiride and haloperidol on levels of monoamines and their metabolites in the brain structures of rats. 91. Miroshnichenko II. Boff E. 111.74(5):446-50.14(5):329-42. Ohtsuka Y. Clin Pharmacol Ther 1967 Mar-Apr. Combined use of molindone and guanethidine in patients with schizophrenia and hypertension. J Int Med Res 1978.144:48-52. Watanabe S. Cheung HC.16(4):261-2. 1997. Plasma concentrations of antipsychotic drugs in psychiatric inpatients. 75. A comparative trial of oxypertine and chlorpromazine in chronic schizophrenia.21(3):463-72. Nippon Hoigaku Zasshi 1997 Dec. 88. Gordon EB. J Neuropsychiatry Clin Neurosci 1989 Summer. A multiway 3D QSAR analysis of a series of (S)-N-[(1-ethyl-2pyrrolidinyl)methyl]-6-methoxybenzamides. Olson GL. Gen Hosp Psychiatry 1989 Sep.100(6):387-97. Greiner HE. Tallerico T. 81. Naunyn Schmiedebergs Arch Pharmacol 1989 Oct. 110. Homan EJ. Gershon S. Sugerman AA: A pilot study of AL-1612 in chronic schizophrenics. 105.25(1):29-33. Steiger A. Nishikawa T. Oxypertine in combination with imipramine: a controlled trial. A comparison with responses of dopamine and 5hydroxytryptamine receptors. Drug Saf 1996 May. Juorio AV. Imamura T.17(4):213-4. Ceskova E. Remr J. Proceedings: A comparison of Oxypertine Winthrop and chlorothepin (Clothepin Spofa) in schizophrenic psychoses. 78. 107. Arzneimittelforschung 1986 May. 76.48(4):Suppl 4:4754. 86. Gershon S. Br J Psychiatry 1967 Oct. Down-regulation of tryptamine binding sites following chronic molindone administration. Moroji T. 95. Stanton JM. Cole JO. Jitsufuchi N.11(6):367-78.8(2):261-5. Waddington JL Locomotor behaviors in response to new selective D-1 and D-2 dopamine receptor agonists. Suzuki I. Physiol Res 1991. Seeman P. 5-Ht1B and 5-Ht1D receptors. Successful use of clozapine in a patient with a history of neuroleptic malignant syndrome. Vianna Filho U. Naunyn Schmiedebergs Arch Pharmacol 1999 Jun. Honma H. Act Nerv Super (Praha) 1975. Effects of sulpiride and oxypertine on the dopaminergic system in the rat striatum. 35. Freeman HL. Sathananthan G. Mataga N. A multicentre clinical trial of oxypertine in anxiety neurosis.9(4):268-76. Cussac D. HR 375: a potential antipsychotic drug that interacts with dopamine D2 receptors and sigmareceptors in the brain. Blount JF. Eur J Pharmacol 1989 Jan 24. Nguyen TV. [A study of neuroleptic malignant syndrome in the presenium and senium]. American Psychiatric Press. Smilde AK. 89. Oxypertine in tardive dyskinesia: an 8-week controlled study.

a partir da imidolina (1-[2-(N. Clin Neuropharm 15 (suppl. Berger PA. 120.N-dimetilamino)etil]-3-mclorofenil-2-imidazolidinona) e posteriormente da irindalona ((+)-(1R. 118. van Praag HM. A estrutura 2imidazolidinona está presente num variado grupo de compostos desenvolvidos como quimioterápicos. porém. Das duas 2-imidazolidinonas com propriedades antidopaminérgicas centrais remanescentes. Am J Psychiatry 1979 Jul. ou ainda para uso em infecções do trato urinário (65). Uhr SB. A comparative trial of oxypertine and chlorpromazine in the treatment of acute psychoses. mas desde então. de cadeias alifáticas maiores (05. Chowdhury MI. apenas a irindalona e o sertindol. a novel dopamine-2 receptor antagonist. seria despertado o interesse para as propriedades antidopaminérgicas (imidolina. Galactorrhea associated with molindone. Wiedemann K. compostos aparentados para as tripanossomíases (72) e outras protozooses (54. Annitto W. Vinar O. Korf J. Kellner M. Berger PA. 1): 175B. a última a ser introduzida em 1990. Wesp CE Jr. 121. 22. 51(4):268-84. Improvement of symptoms in Tourette syndrome by piquindone. 122. zetidolina) e antisserotoninérgicas (irindalona) que se observavam quando se dotavam os derivados 2imidazolidinônicos. Holsboer F: Effects of the dopamine autoreceptor agonist roxindole in patients with depression. Act Nerv Super (Praha) 1968 Oct 3. Pruitt B. não goza de menção na literatura nem há notícias de possível aproveitamento farmacêutico.3S)-1-(2-(4-(3-(p-Fluoro fenil)-1-indanil)-1-piperazinil)etil)-2-imidazo lidinona). Int Clin Psychopharmacol 1986 Jul. Bastecky J. a partir de pequena modificação da primeira. mas foi descontinuada ainda na década de 80. Wadzisz FJ. C3-H4-N2) é um bloqueador enzimático usado em agricultura como inseticida. Feinsod R. possui subestrutura indólica.4-ciclopentadieno.11(12):784-92. Pruitt B. 38. com suspeita de casos de morte súbita por fibrilação ventricular e arritmias do tipo “Torsade de Pointes”). a D2 receptor antagonist. Krieg JC. 194 .136(7):975. A zetidolina é um antagonista seletivo D2-like com baixo perfil de efeitos motores e farmacodinâmica que muito se assemelha à das benzamidas. Controlled clinical trial in two psychiatric hospitals. Postoperative pain and anxiety. 119. na qual foi introduzida. Case report of four patients with Tourette syndrome treated with piquindone. Desde os anos 70 e 80. tanto o composto AL-1965 como a zetidolina (ambos não-indólicos) não chegaram a se firmar como antipsicóticos. Ward-McQuaid JN. Não obstante permanece acessa a polêmica.45 (10):1075-81.6(2):128-30. Br J Anaesth 1973 Oct. J Clin Psychopharmacol 1986 Apr. como o niridazol para tratamento da esquistossomíase (13. Hamouz V. na literatura especializada. 1992. Oxypertine in schizophrenic psychoses. sobre a exata dimensão do risco e a necessidade desta medida extrema.3-Diaza2. 123. 42). por razões de segurança cardiovascular (registro de transtornos da repolarização com prolongamento do intervalo QTc.1(3):216-20. 5Ht2 /D2) . 117. Biochemical research into psychosis. Acta Psychiatr Scand 1975 May.116. C) O Sertindol e As 2-Imidazolidinonas O imidazol (1. 56). Zaman SA. foi retirado de comercialização na maior parte dos países onde já estava licenciado. Destas substâncias com potenciais aplicações como antipsicóticos. Stahl SM. A comparison of pentazocine alone and pentazocine combined with oxypertine in postoperative pain and anxiety. O composto AL-1965 foi ensaiado em pacientes esquizofrênicos nos anos 70. Curr Ther Res Clin Exp 1969 Dec. 70). como se verá. Uhr SB. O sertindol alcançou pleno desenvolvimento como novo atípico (com antagonismo serotonino/dopaminérgico. Stahl SM.10(3):315-7. mais recentemente.

H26. 4 a 24mg (41. Sua molécula tem uma estrutura muito próxima da irindalona. 62) deflagrando uma busca por novos derivados no mesmo grupo (Lu 26042 ou -[6-cloro-1-(4fluorfenil)-1H-indol-3-il]-1.ou: 1-[2-(1. à semelhança da risperidona e da ziprasidona. 1-(3. Consegue alcançar deste modo. comporta-se como um bloqueador dopaminérgico/serotoninérgico mais restrito do que os atípicos com ação em múltiplos receptores. 1-(2-(4-(5-cloro-1-(4fluorofenil)-1H-indol-3-il)-1-piperidinil-)etil). Na literatura. porém. baixa taxas de ocupação e ligação facilmente dissociável em receptores D2 (60.N4. No geral demonstra afinidade moderada por toda a subfamília de receptores dopaminérgicos do tipo D2 (D2-like = D2. consta apenas um ensaio clínico como antipsicótico em esquizofrênicos. 35). Demonstra grande afinidade por 5Ht2A sendo antagonista mais potente em termos absolutos. Dela se diferencia apenas pela substituição do anel piperidínico por um piperazínico e a presença de um grupamento indol com átomo de cloro em posição 5. razão mais provável de seu não aproveitamento. (CAS RN 39113-89-8) DD: 15 a 250mg (59) Como a zetidolina é uma imidazolidinona não-indólica.5dimetil-3-(4-fluorfenil)-1H-indol-1-il]-1piperidinil]etil]-2-imidazolidinona (04) e outros (03) ainda sem notícias de experimentação clínica. 71). risperidona ou olanzapina. Também como outros atípicos. Lundbeck S/A (48. a olanzapina ou a quetiapina.Cl. baixa afinidade por 5Ht1A (ao contrário da ziprasidona) e 5Ht3 (aqui 2-Imidazolidinona.4dioxa-8-azaspiro(4. O sertindol teria ação límbica em D2 tão ou mais seletiva do que a clozapina ou olanzapina (11. Foi introduzido na década de 90 por pesquisadores da companhia farmacêutica dinamarquesa H. 17). SERTINDOL (SERTINDOLE) 195 . 44). porém alta incidência de efeitos adversos extrapiramidais.piperidinil]etil]-3-(2propil)-2-imidazolidinona) (47). do que clozapina.2-imidazolidinona ou: (Lu 23-174) (CAS RN 106516-24-9) (ANVISA 4474.5] decil)etil]-3-(3. Sua patente pertence a Bristol (USA). O sertindol é um agente antipsicótico atípico que. razão de bloqueio 5Ht2A/D2 claramente positiva (67) além de demonstrar.01-5) FM: C24.O DD: 12 a 24 (68). como a clozapina. o 1-[2-[4-[2. (59).ou: 1-(2-(4-(5-Cloro-1-(p-fluorofenil)indol-3il)piperidino)etil)-. Tem. 4-dioxa-8-azaspiro[4. como outros atípicos. 51). atua como potente agonista inverso em 5Ht2C (34 .5)dec-8-il)etil). neste aspecto à risperidona e ziprasidona e contrapondo-se à clozapina (alta afinidade por D1 com baixa por D2) (37. uma imidazolidinona caracterizada como antagonista serotoninérgico 5Ht2. 5-diclorofenil) imidazolidin-2-ona.F. conduzido por investigadores norte-americanos e publicado no ano de 1976. quando teria demonstrado eficácia equivalente à do haloperidol. Não disponível comercialmente.5-diclorofenil)-3-(2-(1. antecipando longa duração de ação (3-4 dias).AL-1965 2-Imidazolidinona. D3 e D4) mas apenas débil pela D1 (D1-like = D1 e D5) assemelhando-se.

78. só foi superado neste aspecto da tolerabilidade pela risperidona e consideravelmente pela ziprasidona (02). Em amplo levantamento metanalítico publicado mais recentemente. Eficácia E Tolerabilidade Estudo aberto de longa duração (1 ano) comparativo com o haloperidol demonstrou superioridade do sertindol na redução de re-hospitalizações e no grau de adesão ao tratamento (18).igualando-se à ela. virtualmente inexistente. Aumentos diários ou mais agressivos não costumam ser bem tolerados pelo freqüente aparecimento de taquicardia. mostrou eficácia equivalente ao haloperidol (em doses de 12 a 24mg/dia) e superior ao placebo sobre os sintomas positivos e eficácia isolada sobre sintomas negativos em relação aos outros dois grupos (84). O próprio sertindol não demonstra efeito inibitório importante sobre o complexo do citocromo P 450 (21. muito embora alguns outros reconhecidos inibidores. 52) com seus níveis plasmáticos elevando-se na presença de inibidores potentes da atividade desta enzima como a fluoxetina. Farmacocinética É bem absorvido por via oral sem a interferência de alimentos ou antiácidos (76). cefaléia e boca seca. Modelos animais preditores de potencial para indução de Discinesia Tardia em humanos confirmaram um baixo risco. 79. 29. volume ejaculatório reduzido (com desejo e função sexuais normais) e vaginite. histaminérgicos H1 e. o que explica. entre os novos antipsicóticos. As doses iniciais recomendadas são de 4mg/dia. O ganho de peso registrado em estudo aberto retrospectivo com 122 pacientes em tratamento com clozapina. respectivamente. hipotensão. Possui dois metabólitos principais: deidrosertindol (Lu 28-092) e o norsertindol (Lu 25-073) com meias-vidas plasmáticas com duração 2 a 3 vezes maior (57). 196 . haloperidol. mostrando-se nos ensaios em freqüência equivalente ao placebo (31). Contudo. 82). e outros efeitos adversos como congestão nasal. uma forma de distonia aguda do tronco (46). tioridazina. como a eritromicina e demais antibióticos macrolídeos. As reações motoras extrapiramidais são raras. zuclopentixol). Como a risperidona e vários outros antipsicóticos (clorpromazina. Não determina elevação das taxas de prolactina (49). perfenazina. 25. Em estudo posterior de fase III. por exemplo (24). 39). Como a clozapina. dispnéia e parestesias. em contraposição à clozapina e à olanzapina). a ação inibitória dopaminérgica é exercida seletivamente sobre os neurônios A10 (dos feixes mesocortical e mesolímbico) em detrimento dos neurônios dopaminérgicos de tipo A9 (estriatais) (63). se necessário (64). boca seca. o sertindol é predominantemente metabolizado pela isoenzima CYP 2D6 (45. 75). risperidona e sertindol mostrou-se inferior ao observado com as três primeiras substâncias (69. Experimentos com animais sugerem também baixo potencial epileptogênico (14). 28. trazendo risco das graves arritmias ventriculares do tipo “Torsade de Pointes”. baixa para alfa-2. 81). não sejam capazes de alterá-las substancialmente (80). acrescentando-se 4mg em dias alternados até um total de 24mg/dia. ausência de efeitos adversos anticolinérgicos e sedação (36). edema perimaleolar. significativamente diferente do haloperidol. dos quais as anormalidades de ritmo cardíaco com potencial prolongamento do intervalo QTc no eletrocardiograma in vivo e anormalidades equivalentes observadas in vitro. Mais raramente: ganho de peso (10% dos pacientes). confirmou a eficácia sobre os sintomas negativos (30). haloperidol. Tem meia-vida plasmática de cerca de 60 a 90h (77. Como sua excreção se dá majoritariamente pelas fezes. a farmacocinética não sofre importante modificações nos doentes renais (77). Entretanto já esteve relacionada a caso de Síndrome de Pisa. olanzapina. Os efeitos adversos mais freqüentes em comparação ao placebo foram congestão nasal. os efeitos adversos mais importantes foram os cardiovasculares. considerada forma de préfibrilação ventricular e explicação para muitas mortes súbitas durante tratamento com antipsicóticos (01. Já em estudo multicêntrico duplo-cego com oito semanas de duração. Também demonstrou afinidade de moderada a alta por receptores alfa1-adrenérgicos. para com os colinérgicos muscarínicos do tipo M1.

droperidol. até de forma superior ao sertindol em algumas estatísticas. eritromicina ou esparfloxacina.3-Dimetilazetidin-1-il)etil)-3-(3clorofenil)-2-imida. 20.zolidinona ou: (DL 308)(DL 308-IT) (CAS RN 51940-78-4) FM: C16-H22-Cl-N3-O DD: 20 a 40mg (58). já se encontrava disponível em 18 países da União Européia. 197 . astemizol.ou: 1-(3-Clorofenil)-3-(2-(3. a droga foi retirada voluntariamente pelo fabricante. Desenvolvido pela firma farmacêutica dinamarquesa H.zolidinona ou: 2-Imidazolidinona. 16mg. pelo menos no Reino Unido. resolveu retirar a New Drug Aplication que protocolara junto à agência depois que esta já não mais garantiu a aprovação de dois ensaios clínicos que a empresa então já conduzia. apenas com uma semana de intervalo de pedido equivalente para o sertindol. voltada para informar os profissionais e o público em geral. O FDA Psychopharmacological Advisory Commitee inicialmente havia considerado o sertindol uma droga segura e eficaz e recomendou (julho de 1996) sua aprovação como antipsicótico mas a Abbott. 4mg. No exterior até sua retirada: SERLECT® (Canadá). o que de fato. em janeiro de 1998. ZETIDOLINA (ZETIDOLINE) 1-(m-Clorofenil)-3-(2-(3. em sua página na Internet (www. Metanálise registrada e periodicamente atualizada na Cochrane Collaboration confirma a importância deste risco para o sertindol e não recomenda sua reabilitação sem ampla comprovação experimental de mínimas condições de segurança para seu uso clínico (40). em função da incomum rapidez do processo de aprovação da olanzapina.zolidinona ou: 1-(2-(3. 1-(3-clorofenil)-3-(2-(3. Lundbeck A/S que originalmente detém sua patente. 74 ) além de diversos outros medicamentos não-psiquiátricos. no Reino Unido e em muitos dos países europeus. mas apenas seus fabricantes dispõem de mais informação sobre seu produto que os demais” e ele na ocasião acreditava que. 50. Esta arritmogenicidade é uma temível possibilidade já constatada para vários outros antipsicóticos (tioridazina. Não disponível no Brasil. 27. e isto apesar da não-usual segunda recomendação favorável do Comitê em outubro de 1997. 12mg. Finalmente. motivou maior demora da FDA em conceder o licenciamento para o primeiro e levou a agência a incluir uma advertência explícita na bula atual do fenotiazínico. teria sido determinada pelo registro de 27 óbitos em 2194 pacientes tratados por períodos mais prolongados (média de 6 meses) das quais pelo menos 6 teriam sido causadas por mal cardíaco súbito (possível parada por fibrilação ventricular). confirmado para ziprasidona e tioridazina. como cisaprida. o sertindol na ocasião.3-dimetil-1azetidinil)etil)-2-imida. Há fortes rumores de que a decisão da Abbott.comps.A bula original nos países europeus por conta deste risco passou a recomendar a redução das doses na fase de manutenção e nos pacientes mais idosos. dofetilida. e a decisão não deixou de causar estranheza. terfenadina.3dimetil-1-azetidinil)etil). outro antipsicótico atípico (setembro de 1996) cujo pedido inicial de aprovação junto à agência norte-americana fora protocolado pela Lilly em setembro de 1995. 20mg. ziprasidona). SERDOLECT® . no curto e longo prazo e alguns experimentos in vitro (19. em dezembro de 1998. não ocorreria. 73. na verdade. pimozida.uk).3-dimetil-1azetidinil)etil)-2-imida. além de Canadá.com. Risco semelhante. 55. Na ocasião.nmhc. expressou sua opinião pessoal de que “dados sobre o sertindol não indicam que esta droga seja mais perigosa que as similares. (Espanha) (Portugal) (Itália) (República Checa) (Reino Unido) (Bélgica) (Alemanha) (Dinamarca) (Hungria) Suécia). Stephen Bazire (10). 26. alegando necessidade de maiores esclarecimentos sobre o aumento do intervalo QTc registrado em 1 a 4% dos pacientes nos ensaios europeus de Fases II e III. o psicofarmacólogo inglês. haloperidol. o caso seria reconsiderado ainda naquele ano.

Arnt J. com propriedades alfadrenolíticas e anticolinérgicas e rápidos início e término de ação quando comparado à tioridazina (33. 04. J Comput Aided Mol Des 1989 Mar. sertindole and olanzapine. Pharmacol Biochem Behav 1991 Jun.uk 11. Perregaard J. Delarge J. J Natl Cancer Inst 1977 Dec. Heo M. Linka T. Bulay O. Zetidoline. No rato e no cão demonstrou formar vários metabólitos ativos e ter eliminação predominantemente renal (06). Psychopharmacology (Berl) 2000 Jun. Allison DB. electroencephalogram. Testa B. Antipsychotic-induced weight gain: a comprehensive research synthesis. van Luijtelaar EL. Effects of specific dopaminergic agonists and antagonists in the open-field test. Effects of newer atypical antipsychotics on autonomic neurocardiac function: a comparison between amisulpride. Benaglia D. Barbieri C. Ferrari P. Liegeois JF. prothipendyl. Pilowsky LS. disponível em www.35(26):4823-31.119(4):428-39. Liu XK.35(9):1459-67. 07. Martinelli E. and epileptic activity of rats.3(1):39-53. Galliani G. Metabolic fate of zetidoline. Long-term efficacy and safety comparison of sertindole and haloperidol in the treatment of schizophrenia. McCarthy BG . Serotonin 5-Ht2 receptor. proveniente do Reino Unido e publicado em 1984. van de Waterbeemd H. Pharmacol Biochem Behav 1995 Jun-Jul. Urman H. Shubik P.328(3):341-7. Durant F.34(1):61-9. centrally acting serotonin 5-Ht2 antagonists. and Metoclopramide. Ensaiado em esquizofrênicos hospitalizados logo a seguir. Hyttel J. Klieser E. Tuan G. Characterization of [3H]zetidoline binding to rat striatal membranes. Vanderveken D. Vercauteren DP. Ripamonti A. com meia-vida de 1:45h a 2h. and alpha 1 adrenoceptor antagonists. Stereoelectronic study of zetidoline.59(6):1625-30. Wang WX. J Pharm Pharmacol 1985 Mar. Zetidoline metabolism by rat liver microsomes. 19. marcantemente sedativo.37(3):180-7. Effects of sertindole on sleep-wake states. Chandler LP.300(1):64-71. 32).26(1):29-32. J Pharmacol Exp Ther 2002 Jan. Daniel DG. Woosley RL. 20. Martinelli E. (07).12(5):635-40. Andersen K. 06. Begtrup M. J Med Chem 1992 Dec 25. Parodi M. Metabolism of the neuroleptic agent zetidoline in the rat and the dog. 08. Perregaard J. Striatal and temporal cortical D2/D3 receptor occupancy by olanzapine and sertindole in vivo: a [123I]epidepride single photon emission tomography (SPET) study. No homem uma dose única de 20mg. de baixo perfil de efeitos motores. and clozapine. Durant F. Moser P. Galliani G. 16. controlado com haloperidol. Cappelleri JC.39(2):367-71. Bertassi F. sertindole. 18. mas apenas 1/9 da potência do haloperidol (23). Referências Bibliográficas (O Sertindol e As 2-Imidazolidinonas) 01. behavioral patterns. Conformationally flexible analogues of the atypical antipsychotic sertindole. 53) e com similaridades estruturais e farmacodinâmicas com ortopramidas (metoclopramida) e indolonas (piquindona) (15. Andersen K. Tarzia G. 2. Agelink MW. Dubini A. Zerilli L. Ferrari P. Mentore JL. Drici MD. Determina elevação das concentrações de prolactina nos seres humanos (08) e nos animais com cinco vezes mais potência que a clorpromazina. Chleide E.150(2):132-40. 02. Tarzia G. Effects of acute administration of zetidoline. The Sertindole Study Group. 66) apesar de ser considerado um antagonista D2-like seletivo sem atividade antisserotoninérgica (09. Tuan G. Ripamonti A. Electrophysiologic characterization of the antipsychotic drug sertindole in a rabbit heart model of torsade de pointes: low torsadogenic potential despite QT prolongation. Structural requirements of Na+-dependent antidopaminergic agents: Tropapride. Evrard G. Gacinovic S. a new antidopaminergic drug. Não disponível comercialmente. Prolongation of QT interval in isolated feline hearts by antipsychotic drugs. Haverkamp W. Vercauteren DP. 12.156(11):1686-96. Assandri A. Drug Metab Dispos 1984 Sep-Oct. Introduzido como neuroléptico no ano de 80 na Europa. 16. 17. 12. Psychopharmacol Bull 1998. Cools AR. Collin S.51(23):353-7. Bigliani V. Perazzi A. Mulligan RS. Formation of metabolites with potential neuroleptic activity. in man. Wurthmann C. J Med Chem 1996 Sep 13. 13.39(19):3723-38. Eur J Clin Pharmacol 1984. Tuan G. Acton PD. Biochem Pharmacol 1986 May 1. após passar por intenso metabolismo de primeira passagem. Majewski T. 10. Flockhart DA.Derivado da fenil-imidazolidinona sem grupo indólico em sua estrutura mas classificado entre as 2-imidazolidinonas. mostrou eficácia semelhante com tolerabilidade extrapiramidal melhor (61). Substituted 3-(4-fluorophenyl)-1H-indoles. a dopamine D2 receptor antagonist. Assandri A.32(1):38-42. Eckardt L. Meroni R. olanzapine. determina picos plasmáticos de 250 a 300ng/ml após 1 hora. Prinssen EP. Collin S. Bazire S. Ates N. Bruno S. No primeiro ensaio duplo-cego.com. Tarzia G. Skarsfeldt T. Assandri A. Breithardt G. Fontanella L. Ohlsen RI. 15. Carrupt PA. Clayson DB. Liljefors T. Infante MC. Lukas K. Wozniak P. 83). Selective.nmhc. The olfactory tubercle as a site of action of neuroleptics with an atypical profile in the paw test: effect of risperidone. on plasma prolactin and aldosterone levels in man. dopamine D2 receptor. J Med Chem 1989 Jan.21(1):8-13. Ell PJ. Psychopharmacology (Berl) 1995 Jun. Assandri A. 03. J Clin Psychopharmacol 2001 Feb. Perazzi A. 09. Barone D. Evrard G. 05. Coenen AM. Glasser A. Mack RJ. Am J Psychiatry 1999 Nov. na antiga Checoslováquia (43.18(6):477-81. Barone D. Naunyn Schmiedebergs Arch Pharmacol 1985 Jan. a new neuroleptic agent. Piquindone. Pike VW. Mercier M. Tarzia G. Kerwin RW. ORG 5222. Ellenbroek BA. 198 . Nielsen JB. Weiden PJ. 14. Ullrich H. Clin Psychopharmacol 1998 Dec. Carcinogenic effects of niridazole on rodents infected with Schistosoma mansoni. Comparison with Na+-independent ligands. Bruhwyler J.

Dopamine receptor blockade by imidoline and its proposed active conformation. Pharmacogenetics of classical and new antipsychotic drugs.a 123I-IBZM SPECT study. J Med Chem 1997 Oct 10. Kang J. Sanchez C. Iaria P. Tauscher J. Azorin JM. Anderson IM. Caccia C. Drugs 2002.58(12):1161-7. Hall K.158(11):1774-82.62(11):1649-71. Chen XL. Br J Psychiatry 1998 Oct.36(1):3-12. Psychopharmacology (Berl) 2001 Sep. 36. Antipsychotic-related QTc prolongation.40(21):3369-80. Nowak G. Fontanella L. Gintant GA. Galliani G. Nyborg NC. Hyttel J.68(2):139-46. Peruzzi M. Pisa syndrome during treatment with sertindole. 43. Kasper S & al: Sertindole is associated with a low level of extrapyramidal symptoms in schizophrenic patients: Results of a phase III trial. Koch SW. 51. 27.136(4):367-73. 44. Barnas C. 29. Vaghi F. Heidempergher F. 30. Moertl D. Phenylimidazolidin-2-one derivatives as selective 5-Ht3 receptor antagonists and refinement of the pharmacophore model for 5-Ht3 receptor binding. Psychopharmacology (Berl) 1997 Mar. Parra F. Podreka I. 35. Hyttel J. Arrigoni C. Prolactinreleasing effect of zetidoline. Hyttel J. Barnas C. 1.162(1):3741. Canceil O. Lundbeck Institute Database (disponível em http://www. Pharmacol Res Commun 1985 Dec. Kasper S. McArthur R. 23. Tamminga CA. Inverse agonist activity of atypical antipsychotic drugs at human 5hydroxytryptamine2C receptors. Comparison of the effect of irindalone. Otani K. in the rat.130(2):152-8 . Nyberg S. Prior TI. 41.295(1):226-32. trichomonicide and giardicide. Quiner S. Murray RM. The acute effect of sertindole on brain 5-Ht2. Majasuo H. Antipsychotics and the risk of sudden cardiac death. Palvimaki EP. J Cardiovasc Pharmacol 2001 May. Glassman AH. 24. Maehlum E. Hietala J. Petty RG. Pilowsky LS. Leitner M. torsade de pointes. Brucke T Sertindole and dopamine D2 receptor occupancy in comparison to risperidone. Costa DC. Kerwin RW. Arch Gen Psychiatry 2001 Dec. Tauscher J. Chue PS.org/).173:351-2. a novel serotonin 5-Ht2 antagonist and ketanserin on mechanical responses of rat thoracic aorta. Busatto GF. A comparison of the receptor binding and HERG channel affinities for a series of antipsychotic drugs. In vivo effects on striatal dopamine D2 receptor binding by the novel atypical antipsychotic drug sertindole--a 123I IBZM single photon emission tomography (SPET) study.and 6substituted 1-phenyl-3-(4-piperidinyl)-1H-indoles. Int J Psychiatry Clin Pract 4/1: 5562. Laakso A. Gao XM. Varasi M. Perregaard J. Korinkova V. 28. Syvalahti E. 54. Pezawas L. Sertindole for schizophrenia. Birmingham AT.15(4):207-14.89(1-2):61-9. Psychotropic drugs and the ECG: focus on the QTc interval. Grinde E. Psychopharmacology (Berl) 1983. J Neural Transm Gen Sect 1992. Boeck V. Aoshima T. Limberis JT. Barone D. J Clin Psychiatry 1996. in giardicide. Hesselmann B. Low striatal and extra-striatal D(2) receptor occupancy during treatment with the atypical antipsychotic sertindole. a specific dopamine antagonist devoid of antiserotonergic activity in rodent brain. Herrick-Davis K. Farde L. Bogeso KP. Pharmacol Res Commun 1984 Feb. Diena A. Rao RR.29(12):157-61.157(2):180-7. 45.19(5):428-33. Restelli A. Wolf R.35(6):1092-101. Pugnetti P. Schizophr Res 1999 Mar 1. Kufferle B. Noncataleptogenic. Davies N. Jerry J. Ther Drug Monit 2000 Feb. Sakai K. Perregaard J. Moose JW. Standen PJ. Synthesis of new psychotropic 2-imidazolidinones. Nielsen JB. Thapa PB. Zetidoline. Bigger JT Jr.22(1):118-21. Short AH. 39. D2 and alpha 1 receptors (ex vivo radioreceptor binding studies). Am J Psychiatry 2001 Nov. 2000. Drug metabolism and atypical antipsychotics. Int Clin Psychopharmacol 2000 Jul. J Pharmacol Exp Ther 2000 Oct. Ell PJ. Kufferle B. Glasser A. cardiac safety and tolerability of sertindole: a drug surveillance. 32. Pharmacokinetics and drug interactions: update for new antipsychotics. 31. Meador KG. Bruce JI. Koe BK. Baker GB. 56. Dho L.16(2):117-27. Wegner CD. Molcan J. 53. Farmaco [Sci] 1981 Jan. Hegerl U. Chronic olanzapine or sertindole treatment results in reduced oral chewing movements in rats compared to haloperidol.luinst. Sanchez C. Arnt J. a new neuroleptic agent. The prophylactic and curative activity of a nitrothiazole derivative. Int J Psychiatry Clin Pract 4/1: 47-54. Hale A.3(5):479-98. 52. Encephale 2000 Nov-Dec. Andersen K. Otani K. Pribyl R.26(6):62-72. Selective. Rosina R.17(12):1141-51. Goodnick PJ. clozapine and haloperidol . Rakus A. Olsson H. Ereshefsky L.37(5):607-18. Jensen KT. Eur Neuropsychopharmacol 1999 Jun. Pharmacogenetics of classical and new antipsychotic drugs. Dominy BW. 46.(2):CD001715. Lewis R. centrally acting dopamine D-2 and serotonin 5-Ht2 antagonists within a series of 3-substituted 1(4-fluorophenyl)-1H-indoles. 25. Glasser A. Cochrane Database Syst Rev 2000. 48. Pinciroli V. Meredith S. Nilsson U. Kongsamut S. Stubner S. Sertindole is a serotonin 5-Ht2c inverse agonist and decreases agonist but not antagonist binding to 5-Ht2c receptors after chronic treatment. Gury C. Psychopharmacology (Berl) 2002 Jun. Ther Drug Monit 2000 Feb. 40.9(4):301-9.149(1-2):145-8.35 Suppl:S67-73. 2000. Halldin C. Kasper S & al: Sertindole improves both the positive and negative symptoms of schizophrenia: Results of a phase III trial. Teitler M. A comparison of some psychological and physiological effects exerted by zetidoline (DL308) and by oxazepam. 33. Buch K. an amoebicide. Murray KT. 47. Herbert M. 50. Prolactin and antipsychotic medications: mechanism of action.81(4):335-9. centrally acting serotonin 5-Ht2 antagonists. Antipsychotic drugs: prolonged QTc interval. Aoshima T. Bhat N. and sudden death.21. Efficacy. Padberg F. Azorin JM. Rampe D.450(1):37-41. The canine Purkinje fiber: an in vitro model system for acquired long QT syndrome and drug-induced arrhythmogenesis. Sadun EH. Eur J Pharmacol 1988 Apr 27. 26. Bagnall A. Galliani G. 22. 1-(5-nitro-2-thiazolyl)-2-imidazolidinone. McMullen DB. 55. Eur J Pharmacol 2002 Aug 16. Corsico N. 37. O'Connell P. 34. J Med Chem 1992 Mar 20. Mikkelsen EO. Bolis G. Haddad PM. Expert Opin Pharmacother 2002 May. 42. 49. 2. Cesk Psychiatr 1984 Jun. J Med Chem 1992 Dec 25. Pillan A. Zetidoline in the treatment of schizophrenia--initial experiences. Roehr J.57 Suppl 11:12-25. a new nitroimidazole derivative: 1methane-sulphonyl-3-(1-methyl-5-nitro-1H-imidazole-2-yl)-2imidazolidinone.22(1):118-21. Restelli A. McDermott JS. Tibbo P. Ray WA. Evaluation of the teratogenic potential in Ciba-Geigy Go 10213. Konikova M. in rhesus monkeys 199 . Hale A. Kuonnamaki M. Toxicology 1983 Dec. 38. Cox BF. Psychopharmacology (Berl) 1998 Apr. Asenbaum S. Antipsychotic drugs and cardiovascular safety: current studies of prolonged QT interval and risk of ventricular arrhythmia. in rats.80(3):143-5. Hampel H. Eur J Pharmacol 1980 Nov 21. Neuropsychopharmacology 1998 Nov. Kasper S.35(26):4813-22. torsade de pointes and sudden death.

Zapletalek M. J Pharm Sci 1998 Dec. Granneman GR. 82. Skarsfeldt T. 68. Sathananthan G. Effects of food. Wong SL.135(3):236-41. Nakamura Y. Antipsychotic agents and QT changes. Aikoh S. J Clin Pharmacol 1997 Nov.25(2):154-60. and species comparison of liver microsomal metabolism. Locke C. and thioridazine on some psychological and physiological functions in healthy volunteers. Br J Clin Pharmacol 1983 Nov. Sertindole Study Group. Granneman GR. Mulford D. Granneman GR. Suppressive effect of Ambilhar (1-(5nitro-2-thiazolyl)-2-imidazolidinone) on experimental infection of mice by Schizotrypanum cruzi. Granneman GR: Pharmacokinetics of sertindole in healthy young and elderly male and female subjects. Low striatal and extra-striatal D(2) receptor occupancy during treatment with the atypical antipsychotic sertindole. Staser J. Moltzen EK. Daniel DG. Kardatzke D.experimentally infected with Schistosoma mansoni and in mice infected with S. Ray DK. Perregaard J. Heeley EL. Wong SL. and dosage form on the pharmacokinetics and relative bioavailability of sertindole in healthy volunteers. 19(5): 516-9. Mack RJ . Taylor DM. dose-response study of sertindole and haloperidol in the treatment of schizophrenia. Siedler AJ.9:69-77 57. Wong SL. J Psychopharmacol 2001 Jun.52(3):223-7. Baba T. Kysar L. Synapse 1992 Jan. 67. Psychopharmacology (Berl) 2002 Jun. Granneman GR. Mack RJ. 70. Initial experience with the neuroleptic Zetidoline in hospitalized schizophrenic patients. sertindole. Lack of CYP3A inhibition effects of sertindole on terfenadine in healthy volunteers. Silverstone T. Sertindole in the treatment of psychosis in schizophrenia: efficacy and safety.37(11):1056-61. 58. a new neuroleptic with extreme selectivity on A10 versus A9 dopamine neurones in the rat. Eur J Clin Pharmacol 1997. Atypical antipsychotics and weight gain--a systematic review.87(12):1629-31. dose-ranging trial of sertindole in patients with schizophrenia. 84.10213): a new antiprotozoal agent.15(2):120-6. risperidone and olanzapine. Kane JM. controlled. 62. Matsubara S. 60. 1(((5Nitrofuranyl)methylene)amino)-4 and/or-5-substituted 2imidazolidinones. 80. Cao G. antacid.18(6):533-41. Modeling of sertindole pharmacokinetic disposition in healthy volunteers in short term dose-escalation studies.36(3):146-51. Hourani J.145:294-9. van Kammen DP.12(5):347-53. Tamminga CA. 61. Koyama T. a new antipsychotic. Dubini A. Kusumi I. 77. 200 . 75. Welch R.25(12):1327-43. Int Clin Psychopharmacol 1997 Feb. Atypical antipsychotics: mechanism of action. Kashkin KB. 59. Cutler NR. Linzmayer L. Wong SL. Locke C. Berisford MA. Curr Ther Res Clin Exp 1976 May. Sakamoto K. Sebree TB. 76. Pickering RM. Awni W. Psychopharmacology (Berl) 1998 Feb.16(5):517-22. Goldstein D. Mir P. Phase 1 tolerability and antiamoebic activity studies with 1methylsulphonyl-3-(1-methyl-5-nitro-2-imidazolyl)-2imidazolidinone (Go. Velasquez-Antich A. Sramek JJ. Clin Pharmacol Ther 62: 157-164.182(3):613-4. Mack RJ. Can J Psychiatry 2002 Feb. Psychopharmacology (Berl) 1996 Mar. Wong SL. Barto S. 64. Paul T. Nyberg S. I. Pedersen H. Am. Tuma I.18(9):942-5. Marder SR. 79. J Psychiatry Neurosci 2000 Mar. First controlled trial in acute schizophrenia. Libiger J. Gershon S. Saletu B. Sheth UK. Wozniak PJ. and psychometric studies--Part I. D2 and serotonin (5Ht)2A receptors by sertindole in the rat brain. J Psychiatry Neurosci 1998 May. 83. Electrophysiological profile of the new atypical neuroleptic. Olsson H. Skarsfeldt T. 65. Nilsson U. 74. Mulford DJ. 1997. pharmaco-EEG. Bird LL.21(10):489-95. Acta Psychiatr Scand 2000 Jun. Wirshing WC. Acta Trop Suppl 1966. Mintz J. 1997. a potential new neuroleptic agent. Shakir SA. Br J Psychiatry 1984 Sep. Xenobiotica 1995 Dec. Maehlum E. Wong SL.23(3):157-62.47(1):27-38. Targum SD.79(2):83-8. 73. Biopharm Drug Dispos 1997 Aug. J. on midbrain dopamine neurones in rats: acute and repeated treatment. Granneman GR. Cesk Psychiatr 1983 Apr. Schmitz PJ. Farde L. McEvoy JP. Wirshing DA. Anderson J. 69. The effect of erythromycin on the CYP3A component of sertindole clearance in healthy volunteers. A randomized. 71. Vaidya AB. Int J Clin Pharmacol Ther Toxicol 1983 Oct.68(2):125-34. Bradshaw CM. Gaszner P. J Clin Psychopharmacol 1997 Oct.17(5):419-22. Mack R. Metabolism of sertindole: identification of the metabolites in the rat and dog. Two rapid-dose titrations of sertindole in patients with schizophrenia. japonicum. Wong SL. Menacherry S. Freeman HL. Psychiatry 154: 782-791. Dubini A. Mack RJ. Tamminga CA. 63. Antipsychotic effects of AL 1965.124(1-2):168-75. Wallin BA & Kashkin KB – Controlled. Synder HR Jr. Levine S. Psychopharmacology (Berl) 1980. The comparison of the effects of DL-308. Sertindole. Mack RJ. 81. Rev Inst Med Trop Sao Paulo 1970 Sep-Oct.10(1):25-33. Yamaguchi T. Zetidoline. Lack of multiple dosing effect of sertindole on the pharmacokinetics of alprazolam in healthy volunteers. Pashdag J. Szabadi E. Halldin C.101(6):416-32. Cao G. Silber CJ. Takahashi Y. Seeman P. 78. Chue P. J Clin Psychiatry 1999 Jun. Jhee SS. Grunberger J. Pharmacokinetics of sertindole and dehydrosertindole in volunteers with normal or impaired renal function. Granneman GR. Wilton LV. Eur J Pharmacol 1990 Jul 17. 66. Mankodi NA. Novel antipsychotics: comparison of weight gain liabilities. Linnen P. J Med Chem 1975 Sep. 72. Cao G. Determination of pharmacodynamics of the new neuroleptic zetidoline by neuroendocrinologic. Comparative study of mortality rates and cardiac dysrhythmias in post-marketing surveillance studies of sertindole and two other atypical antipsychotic drugs. Initial findings. Granneman GR.162(1):37-41. In vivo occupation of dopamine D1. Perregaard J. Mack R.60(6):358-63. McAskill R. Ishikane T. Int J Clin Pharmacol Ther 1998 Mar.12 Suppl 1:S29-35. Zimbroff DL. Sebree TB.

não mostra ações centrais nas doses habitualmente empregadas em clínica médica pela baixa biodisponibilidade. por Louis Justin-Besançon e seus colaboradores nos laboratórios da companhia médicofarmacêutica Delagrange. a partir da metoclopramida (PLASIL®). ao lado da mesocortical. anisamidas. orto-anisamidas ou ortopramidas). não penetram no SNC. do mesmo modo que substâncias básicas de outros grupos de neurolépticos. no início da dos anos 60 (07). -moderado risco de extrapiramidalismo. A síntese da primeira ortopramida. Várias amidas modificadas do ácido benzóico ou benzamidas modificadas (ou ainda. Tais efeitos. no geral. determina estereotipias motoras e hipercinesia. Benzamidas Introdução e Histórico O ácido benzóico. com escassa penetração da BHE. assim como as do tronco cerebral e do cerebelo. Esta substância. sendo alcançáveis por fármacos de baixa lipossolubilidade que. nos anos seguintes. não estariam sob a inteira proteção da barreira hematoencefálica (BHE). consiste na capacidade em antagonizar efeitos da apomorfina. etc) observada somente com doses superiores.VI. obtida na Europa. além de outras formas de depressão. e até de ocasionar. fenilcarboxamidas. as estruturas hipotalâmicas. como a fenotiazina (e o azul de metileno) e o tioxanteno (e a acridina). o precursor das benzamidas também possui propriedades antissépticas. alcançaram consagração em todo o mundo desde o final dos anos 60. com utilidade na sintomatologia negativa e afetiva secundária de esquizofrênicos crônicos. dez ou mais vezes maiores às doses antieméticas eficazes em alguns compostos. como é o caso das hidrossolúveis benzamidas modificadas (04). embora mais raramente. Como sabemos. Contudo. incolor. -ação antipsicótica (alucinações. Um menor número dos derivados. com uma ou outra exceção: -potentes ações antiemética e antivertiginosa. poderiam ajudar-nos a compreender boa parte do perfil farmacológico deste grupo de antipsicóticos. como medicamentos antieméticos e/ou gastrocinéticos (esvaziadores do conteúdo gástrico por relaxamento do esfíncter pilórico). fora alcançada a partir da ortoanisamida. a partir da sulpirida e da descoberta de suas propriedades antidopaminérgicas centrais. Todos estes fatores reunidos. é uma substância cristalina. uma das provas laboratoriais classicamente utilizadas como preditoras de propriedades neurolépticas para fármacos sob investigação. apesar de bloqueador dopaminérgico e agonista serotoninérgico. com ausência de efeitos anticolinérgicos. em 1964. -ações “ativadoras” ou antidepressivas em doses baixas. -intensa e sustentada elevação das taxas de prolactina com efeitos adversos neuroendócrinos freqüentes. Curiosamente. mesolímbica e nigro-estriatal). benzoilamidas. e fraca ou ausente sedação. reações distônicas agudas. Como se sabe. Como vimos em capítulos anteriores. além de vômitos intensos. é capaz de elevar as taxas de prolactina. válido no geral. já tendo sido implicada em Síndrome Neuroléptica 201 . o popular antiemético metoclopramida. metabolizada no fígado e excretada sob a forma de ácido hipúrico. viria alcançar emprego como novos medicamentos antipsicóticos. são atribuídos à sua capacidade de bloquear os neurônios da via dopaminérgica túbero-infundibular hipotalâmica (uma das quatro grandes vias cerebrais. contudo. centrais e periféricos. sendo utilizado na indústria química para conservação de bebidas. derivado monocarboxílico do benzeno. além de servir de base para a síntese de corantes. diversos neurolépticos fenotiazínicos mostram propriedades antieméticas que autorizam seu aproveitamento clínico na indicação. delírios. assim como a elevação das concentrações de prolactina por eles determinada. metóxi-salicilamidas. na França. um poderoso agonista dopaminérgico cuja administração em animais de experimentação.

mas a maioria não tendo alcançado grande consagração clínicofarmacêutica: o antialérgico cloxaceprida. ziprasidona. Outras benzamidas de configuração molecular amino-etil e 4-piperidinil vêm sendo desde então desenvolvidas.Maligna. o hipoglicemiante glimeprida. dobuprida. Apesar de bloqueadores dopaminérgicos centrais em maiores doses. agonistas serotoninérgicos em receptores serotoninérgicos 5Ht4 e. esta iatrogenia medicamentosa tem sido freqüentemente constatada com o uso de alguns antipsicóticos (tioridazina. 10). prucaloprida e o gastroprotetor cinitaprida. A cisaprida. gastroprotetores e/ou antieméticos. pimozida. Como se sabe. dotadas de propriedades neurolépticas brandas e que serão examinadas a seguir. merece exame pela recente notoriedade ao ser retirada do mercado norte-americano e. etc). droperidol. são empregadas como Mas. os reguladores da motilidade gastrintestinal ou gastrocinéticos cleboprida. perifericamente. medicamentos estimuladores da peristalse. com a síntese da sulpirida com definidas ações comportamentais. Também são benzamidas comercializadas no país. pelo 202 . sabe-se que muitas destas substâncias são. a esta propriedade deve-se sua ação procinética ou estimuladora da peristalse gastroentérica (01. etc). sertindol. no mínimo dezenas de vezes superiores às doses utilizadas como antieméticas. em seguida. pelo registro de alargamento do intervalo QTc no eletrocardiograma e possível desencadeamento de arritmias ventriculares graves do tipo “Torsade de Pointes”. por agonismo e antagonismo dopaminérgico central em 1967. a alizaprida (SUPERAN). logo após a introdução da metoclopramida. no Brasil e vários países da Europa. etc) além de outros medicamentos. como veremos a seguir. Propriedades antipsicóticas foram demonstradas com doses muito altas. mosaprida. Além de antagonistas dopaminérgicos D2–like e serotoninérgicos 5Ht3 centrais. a bromoprida (DIGECAP. os antieméticos batanoprida e pancoprida. e cisaprida (CINETIC.

compostos NCQ 115. etaceprida. ciproprida. com pequenas variações estruturais. Florvall e seus colaboradores na companhia químicofarmacêutica Astra Läkemedel (mais tarde Astra Arcus. Há também novas benzamidas que. FLB 524. e YM-08051 (13). Apesar de constituir certamente um dos grupos químicos mais explorados. dobuprida. NCQ 115 e NCQ 616 e epideprida (o derivado iodado da isoremoxiprida) (05. ao lado de clozapina. nafadotrida (v. prideperona e trazoloprida. além de ansiolítico e antidepressivo (11). entre os primeiros neurolépticos denominados de “atípicos” por parte dos psicofarmacólogos na década de 70. cloxaceprida e espectramida. epideprida. Na França. a busca por novas benzamidas não se esgotou. contrariando o padrão típico das benzamidas.sob a forma de isômeros radioativos nos estudos com neuroimagem. sulveraprida e 203 . ou seja: antagonismo seletivo D2-like (D2. Ogren. brocleprida. Hall. YM-09151-2 ou ainda N-(2RS. isossulprida. azidocleboprida. alpiroprida. bromoprida. eticloprida.inil). 06. dependentes da adenilato-ciclase. Derivados 2-pirrolidinil . em geral seletivas para os receptores D2-like. Outros ainda. FLB 463 (salicilamidas substituídas). embora não se tenha detalhes acerca do desenvolvimento como antipsicótico (15). D4) com propriedades antipsicóticas por ação mesolímbica preferencial e alto limiar cataleptogênico. XVIII. cinitaprida. irolaprida. azaprida. (03). sendo completado pela alizaprida. Estes derivados 3-pirrolidínicos. embora tenham servido de base para o desenvolvimento da nemonaprida ou emonaprida (composto YM09151. sultoprida e veraliprida. itoprida. Na série BRL o composto 25594 mostrou intensa atividade antagonista D2–like. loraprida. compostos FLB 457. mas não chegaram a alcançar desenvolvimento clínico-farmacêutico. era inaugurado nos anos 60. alcançariam finalmente a remoxiprida. Suécia. desenvolvidos pela firma farmacêutica japonesa Yamanouchi no final da década de 70. FLB 463. Outros Antipsicóticos). podemos subdividir as benzamidas em: Derivados Amino-etil . NCQ 298. LUR 2366. Derivados 4-piperidinil . atualmente incorporada pela Astra-Zêneca) na busca por novos derivados 2-pirrolidinil. tioridazina. têm ação preferencial inédita nos receptores dopaminérgicos D1-like (D1. O interessante perfil clínicofarmacológico da sulpirida. isto é. vindo a seguir e nos anos 80. a sulpirida despertou o interesse de muitos grupos de pesquisa e. em diversos centros ao redor do mundo. na década seguinte. D3 e D4. com ausência de extrapiramidalismo. flubeprida. remoxiprida. cleboprida.mesmo grupo de investigadores (02). Outra substância recém sintetizada é o composto S 14506 que atua como potente agonista em 5HtlA e antagonista D2-like. Por estas características diferenciais. o primeiro novo grupo de neurolépticos. racloprida.subgrupo original e ao qual pertencem a metoclopramida e tiaprida e onde também figuram batanoprida. tioxantenos e butirofenonas da década anterior. por sua potência de bloqueio dopaminérgico e/ou por não representarem nenhuma vantagem terapêutica em relação às drogas já disponíveis.subgrupo da cisaprida e ao qual pertencem também a aleprida. na Escandinávia. como um novo antipsicótico com baixa propensão a extrapiramidalismo e que examinaremos a seguir como representante único dos derivados 3pirrolidinil. NCQ 298. de modo semelhante à buspirona e com potencial aproveitamento como marcador biológico dos receptores serotoninérgicos 5Ht1A e potencial antipsicótico atípico. novas benzamidas modificadas com propriedades antipsicóticas foram obtidas. composto DO 710. D3. foi introduzida a sultoprida com seu derivado aminado. deniprida. em Södertälje.o subgrupo com maior interesse para o psiquiatra. Classificação Estrutural das Benzamidas Do ponto de vista estrutural. amissulprida. liderado pela sulpirida mas onde também figuram amissulprida.pelos quais demonstram alta e seletiva afinidade. 09. ainda na década de 70. como o FLB 457. compostos BRL 25594. loxapina e alguns outros mais. sulmeprida.3RS)-(1Benzil-2-metil-3-pirrolidinil)-5-cloro-2-metóxi-4metilaminobenzamida) (14). D2. têm sido aproveitados apenas como antagonistas ou marcadores biológicos de receptores dopaminérgicos D2–like centrais. logo determinou sua inclusão. iodossulprida. após as fenotiazinas. levossulprida. prossulprida. apresentaram interessantes propriedades antidopaminérgicas centrais como os compostos YM-08050 (5-cloro2-metóxi-4-(metilamino)-N-(1-(fenilmetil)-3pirrolid.benzamida). clotiapina. D5). 08. 58) introduzidos nos anos 90.

Bioorganic & Medicinal Chemistry 2000. Hogberg T. Manning RG. 07. Chagraoui A. Finalmente examinamos a dazoprida e a halopemida (benzamida mista de origem butirofenônica. de Paulis T. 15. enhances gastric contractile and emptying activities in dogs and rats.55(3):211-5.Usuda S. Sandell J. lirexaprida. embora podendo ser classificado entre as benzamidas 4-piperidinil. com um grupo benzisotiazólico na extremidade oposta de sua molécula e o segundo é uma benzamida azabicíclica. Wishart TB. Mocaer E. Life Sci 1991. Langlois M. Gaddis RR. Constituition chimie et propriétés biologiques du sulpiride. lintoprida. 12(6):871-3.33(4):1155-63. Dopamine receptor antagonist properties of S 14506. iodolisurida. do qual foram derivados os demais subgrupos como o 4-piperidínico. Sur les nouveaux médicaments neuroleptiques. The development of dopamine D2-receptor selective antagonists. al-Tikriti M. a bromoprida como derivado bromado da metoclopramida e.49(8):617-28. Margarit M. Maeno H. Laville C. 259(2):501-7. ticaloprida. Potential antipsychotic agents 5. Deniker P. mas que aqui não figuram por não despertarem interesse em Psiquiatria como a glimeprida. zacoprida e outras. Karlsson P. 10. O primeiro. C R Acad Sci (Paris) 1964.241(1):68-78. e finalmente a tiaprida. Hall H.26(5):509-18. J Med Chem 1990 Apr. 8:321-327. 11. renzaprida. e Outras benzamidas . desenvolvida originalmente na série B dos compostos de Janssen). 434(3):169-76 13. 8-OH-DPAT. 12. Ogren SO. na condição de bloqueadores D2-like. 06. Também examinamos nesta seção os compostos BRL 34778 e BW 1192U90. trimetobenzamida. Bengtsson S. Vaufrey F. Ogren SO. D. pancoprida. 02. Ginestet. a new gastrointestinal prokinetic agent. Psychopharmacology (Berl) 1981.73(2):103-9. mostra uma estrutura mista inédita. Farde L. 258:4384-86.tinissulprida. Ansari MS. N-(1benzyl-3-pyrrolidinyl)-5-chloro-2-methoxy-4methylaminobenzamide (YM-08050). Johansson L. Clanton JA. Linnik MD. Miyata H. Analysis of serotonergic mechanisms underlying benzamide-induced gastroprokinesis. Acta Pharmacol Toxicol (Copenh) 1984 Sep. Audinot V. licenciada pela Synthelabo-Espasil para “tratamento dos sintomas psico-afetivos e físicos 204 . Min Medica 1968. Lundkvist C. Effect of lipophilicity of substituted benzamides on the dopaminergic effects in vivo and in vitro. Drug Des Discov 1993. Dolle F. (R)-zacoprida. 2. Benzamides Derived from 1. Nishikori K. Gillespie D. Justin-Besançon L.6:711. Pharmacological and biochemical studies on a new potential neuroleptic. Esta seção também poderia abarcar várias outras não classificáveis nos subgrupos anteriores. KDR-5169.Carbon-11 epidepride: a suitable radioligand for PET investigation of striatal and extrastriatal dopamine D2 receptors.Usuda S. também neuroléptico. Loc'h C. 09. Prokinetic benzamides stimulate peristaltic activity in the isolated guinea pig ileum by activation of 5-Ht4 receptors. Ahmed NK. Noshiro O.6- A) Derivados Amino-Etil Este é o subgrupo original de compostos benzamídicos. Selective permeation of the blood-brain barrier as a cause of the anomalous properties of 'atypical'neuroleptics. Protais P. Tazawa S. Olsson H. Yang D. Derivados 3-pirrolidinil . Halldin C. ioloprida. High affinity dopamine D2 receptor radioligands. Butler BT. Kitazawa M. Referências Bibliográficas (Introdução e Histórico) 01. Kefi S. Koizumi T.2-Diaminocyclopropane as Novel Ligands for Human D2 and D3 Dopamine Receptors.pirrolidínicos e demais benzamidas. Ressalte-se uma vez mais que algumas benzamidas examinadas a seguir não são utilizadas como medicamentos antipsicóticos mas foram incluídas nesta revisão por razões históricas e/ou interêsse toxicológico ou farmacológico para o psiquiatra. Masuda N. raclopride and clozapine in rodents. [125I]epidepride.benzamidas com estrutura diversa. Hall H. Eur J Pharmacol 1991. Nucl Med Biol 1999 Jul. Schmidt DE. J Pharmacol Exp Ther 1991.271(1):167-77. Neuroleptic properties of cis-N-(1-benzyl-2-methylpyrrolidin-3-yl)-5chloro-2-methoxy-4-methylaminobenzamide (YM-09151-2) with selective antidopaminergic activity. A metoclopramida pelo seu interesse histórico além das propriedades neurolépticas comprovadas. SL 74205. Buchheit KH. Nakane T. 03. Swahn CG. Delay J. mosaprida. Hall H. a potent and specific radioligand for the characterization of striatal and extrastriatal dopamine D2 receptors. além da benzofurano-carboxamida Y 20024 descoberta mais recentemente na Ásia. 04. embora empregado no país apenas como antiemético. tropraprida. Eur J Pharmacol 1994 Dec 12. de Paulis T. 14. algumas potenciais antipsicóticos como derivados recentes do 5-Ome-BPAT. 08.subgrupo de potenciais antipsicóticos: compostos YM-08050 e YM-08051 e nemonaprida. Florvall L. Innis R. Arbaoui J. 9(3-4):333-50. Thominet L. Millan MJ. mexacoprida. Maeno H. Herberg LJ. Kessler RM. Strom P. 2 e 3. Arch Int Pharmacodyn Ther 1979 Sep. dimethoxysalicylamides and related compounds. Hogberg T. Sano K. Pharmacol Biochem Behav 1980. 05. LY 104109. Synthesis and antidopaminergic properties of substituted 5. Eur J Pharmacol 2002 Jan. Crouzel C. Buhl T. Maziere B. 205(2):203-8. Langer O.

sol oral 4mg/ml. DIGESTON (QIF) . DIGESAN (Synthelabo) . frs c/ 10ml.(Itália) (Chiesi) caps. ao menos teoricamente. 4-amino-5-bromo-N-(2(dietilamino)etil).(Alemanha) (Merck) caps. gts ped frs c/ 20ml (4mg). cx c/ 20. No Brasil: DIGECAP (Novaquim-Sigma) . embora não estejam formalmente licenciadas como neurolépticos. sol oral 4mg/ml. estando o uso repetido ligado. Tem meia-vida plasmática de 2. cx c/ 6 e 50. Como aquela. 60mg/ml. sol inj amp 2ml c/ 10mg. cleboprida. CASCAPRIDE . frs c/ 120ml.comp 10mg. como única diferença estrutural entre os compostos. cx com 10 e 20. dicloridrato) FM: C14-H22-Br-N3-O2 DD: 10 a 30mg VO (como antiemético). Eleva substancialmente as taxas de prolactina. inclusive mesoestriatais do mesmo modo que os antipsicóticos típicos. DIGEREX RETARD (De Mayo) . serão a seguir examinadas. 10mg. BROMOPIRIDE. 350 a 600mg (como antipsicótico). cx c/ 20. DIGESTIL (Teuto-Brasileiro) . frs c/ 120ml.comp 10mg. 89).comp 10mg. cx c/ 20.cáps 10mg. 76).sol. 205 . É comercializado no Brasil como antiemético e regulador digestivo sob diferentes nomes-fantasia.comps. cx c/ 20. cx c/ 20. mostra as mesmas propriedades antidopaminérgicas da metoclopramida.cáps 20mg.comp 10mg. em intensidade superior à metoclopramida e à sulpirida (33. NORMOPRIDE ENZIMÁTICO (Sanofi) – comp de 5mg em associação com enzimas digestivas e dimeticona. com o átomo de cloro sendo substituído por um de bromo. comportase laboratorialmente como um neuroléptico ao bloquear a resposta condicionada em cães bem como o comportamento estereotipado no rato. PRIDECIL (Farmalab) . PLESIUM . em média. O uso prolongado determina a hipersensibilidade dos receptores dopaminérgicos centrais. É o análogo bromado da metoclopramida. frs c/ 20ml. cx c/ 20. base. tietilperazina (fenotiazinas piperazínicas) e pimozida (difenilbutilpiperidina) (87. sol oral 1mg/ml. Foi introduzido no final da década de 70 como nova benzamida (86).ou: Benzamida.comp 10mg. DIGEREX (De Mayo) . interage com a farmacocinética da digoxina. haloperidol. sol oral 1mg/ml. cx c/ 6 amp. frs c/ 10ml. droperidol (butirofenonas).cáps 10mg. BROMOPRIDE) 4-Amino-5-bromo-N-(2-(dietilamino)etil)-oanisamida ou: 4-amino-5-bromo-N-[2-(dietilamino)etil]-2metóxibenzamida ou: o-Anisamida.da senescência” pela experiência internacional acumulada em gerontopsiquiatria e no tratamento de álcool-dependentes. como bem demonstraram pesquisadores brasileiros da Universidade de São Paulo (34).sol inj amp 2ml c/ 10mg. induzidos pela apomorfina.amps.6 h. metoclopramida (benzamidas). No exterior: ARTOMEY. sol inj amp 2ml c/10mg. 60mg . 4093-36-1. frs c/ 120ml. Do mesmo modo que o observado com alizaprida e metoclopramida. 4-amino-5-bromo-N-(2(dietilamino)etil)-2-metóxi. ao desenvolvimento de Discinesia Tardia. clorpromazina (fenotiazina alifática). cx c/ 20. sol oral 1mg/ml. cx c/ 20. OPRIDAN (Itália) (Locatelli) . frs c/ 20ml. cáps retard 20mg. frs c/ 10ml. PRIMERAL (Synthelabo) – comp de 5mg em associação com enzimas digestivas e dimeticona. sol oral 4mg/ml. Apesar de nunca ter sido ensaiado ou utilizado como antipsicótico. (CAS RNs 4093-35-0. como a benzquinamida (benzoquinolizina). sol oral 4mg/ml.cáps 10mg. amp 2ml c/ 10mg. sol oral (gotas) 8mg/ml. impondo controle e cuidados especiais em pacientes submetidos à associação (77). 10mg . frs c/ 10ml. BROMOPRIDA (BROMOPIRIDA. DIGESTINA-BROMOPRIDA (União Química) . do mesmo modo que fazem outros neurolépticos. sol ped frs c/ 20ml (4mg). cx com 20. apesar de ter aplicação clínica apenas como antiemético e regulador da motilidade gastrintestinal. proclorperazina. cx c/ 6 e 50. PLAMET (Libbs) . sol oral 4mg/ml.ou: N-(Dietilaminoetil)-2-metóxi-4-amino-5bromobenzamida ou: (VAL 13081).

Tem meia-vida plasmática de 5 a 8 horas. 108). como outros neurolépticos.caps. 53.174mg/dia. Pseudotétano (74).ou: 4-amino-5-cloro-N-[2-(dietilamino)etil-2metóxibenzamida monocloridrato monoidrato ou: 4-Amino-5-cloro-N-(2-(dietilamino)etil)-2metóxibenzamida ou: 4-Amino-5-cloro-2-metóxi-N-(betadietilaminoetil)benzamida ou: 4-Amino-5-cloro-N-(2-(dietilamino)etil)-oanisamida ou: N-(Dietilaminoetil)-2-metóxi-4-amino-5clorobenzamida ou: 2-Metóxi-5-cloroprocainamida ou: 5-Cloro-2-metóxiprocainamida ou: (AHR 3070) (DEL 1267).(Alemanha) (Schürholz) amps. 81. base. 118. METOCLOPRAMIDA (METHOCHLOPRAMIDE.133mg versus 32mg +/. 68. Parkinsonismo (72. além do registro de arritmias (51. 122.ou: o-Anisamida. Também ocasiona. 128). 11. (CAS RNs 364-62-5. 10mg/2ml . VIABEN . 57). Já foi ensaiado como antipsicótico na China em estudo duplo-cego comparativo com o haloperidol. inclusive com tentativa de suicídio (16). 22. Acatisia Tardia com Depressão (124). 54143-57-6. hipertermia (132. 83. 10mg. METOCHLOPRAMIDE. 20). Há o registro de 206 . o que é aproveitado como teste diagnóstico para a doença (35. 105. 4-amino-5-cloro-N-(2(dietilamino)etil). 28. a elevação da pressão arterial em pacientes com feocromocitoma. Na literatura há menção a outros ensaios abertos com alguns resultados positivos na indicação (25. com resultados equivalentes. 39. 59. Pode ocasionar reações extrapiramidais como Distonia Aguda (07. Estudos em roedores mostram que a ação de bloqueio dopaminérgico D2 se faz com menor intensidade no striatum e. 95. 134) com amenorréia (03) e galactorréia na mulher. 30.9.2mg. 14. 137) e insuficiência cardíaca congestiva (01).107. 90. esta última especialmente em crianças e adolescentes (69). 126) e hiperprolactinemia (10. monocloridrato) FM: C14-H22-Cl-N3-O2 DD: 10 a 30mg VO (como antiemético). 127). 80. VALOPRIDE .ou: 2-Metóxi-4-amino-5-cloro-N. Acatisia (08. 102. muito próximas das doses tóxicas (43). suas ações são predominantemente periféricas nas doses habitualmente empregadas na clínica como antiemético. Ensaio aberto prévio do mesmo autor já havia revelado uma eficácia de 80% nos pacientes esquizofrênicos de sua amostra. Há casos descritos na literatura de parada cardíaca total com a administração endovenosa (79. As doses eficazes ficavam. 60. 130. monocloridrato monoidrato. 82). em doses diárias médias de 450mg +/. Parece haver uma facilitação das reações extrapiramidais na presença da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (SIDA) (38) com o emprego de outros bloqueadores dopaminérgicos. 70. em pacientes esquizofrênicos. 50. 21.(Espanha) (Delagrange) (retirado) (Itália) (Celafar). 2576-84-3. Discinesia Tardia (45. 106). 62. inclusive (36). 113. 48. 98).10mg/2ml. porém. 73. inclusive seguida de morte súbita (101. 117. Por sua capacidade em elevar a prolactina é empregada também como estimulante da lactação em mulheres no puerpério (12. em doses médias de 572 +/. 4-amino-5-cloro-N-(2(dietilamino)etil)-2-metóxi.Ndimetilaminoetil)benzamida ou: Benzamida. preferencialmente. 135). 136). sobre o sistema mesolímbico (no tubérculo olfatório e sem ação no núcleo accumbens no caso da metoclopramida) à semelhança do antipsicótico atípico clozapina e dos semi-atípicos. 7232-21-5. 119. respectivamente (44). Síndrome Neuroléptica Maligna (06. 19. 40. 24. 4-amino-5-cloro-N-(2dietilamino)etil). 37. 350 a 600mg (como antipsicótico). sulpirida e tioridazina (18. 93) com registro de Síndrome Serotoninérgica. e impotência (09) e ginecomastia no homem. dicloridrato. 120. METOCLOPRAMIDE) n-Anisamida. Com baixa penetração na barreira hematoencefálica. 116). É ainda muito empregado no Brasil como antiemético nos distúrbios da motilidade gastrointestinal e como preparação para exames radiológicos do trato digestivo. assim como de antidepressivos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs) (17.

comp 10mg. como medicamento para os “sintomas psicoafetivos e físicos da senescência”. comp 10mg. sol pediat 4mg/ml(21 gts). que recomenda o fracionamento das doses. VOMINIL (Sedabel) . frs c/ 10ml. cx c/ 100. mas é apresentada pela Synthelabo Espasil no Brasil. leve sedação. embora com resultados inconsistentes ou insatisfatórios. frs c/ 10ml. Também tem sido proposta nas dores crônicas. 54. Demonstra propriedades neurolépticas brandas e já se mostrou útil na prevenção de recaídas do alcoolismo e em diferentes formas de discinesias e quadros de agitação nos idosos. cx c/ 10. 60 e 120ml. Não está ainda disponível nos Estados Unidos mas. sol oral pediátrica 4mg/ml. sol oral pediátrica 4mg/ml. cx c/ 20. a hemodiálise costuma ser ineficaz (138). TIAPRIDE) 207 . Acarreta efeitos extrapiramidais brandos e raros. 98. 92). sol oral 3mg/ml. e Discinesia Tardia. sol oral 1mg/ml. Púrpura não-Trombocitopênica reversível (42). em especial (13).comp 10mg. cx c/ 20. embora sem mostrar superioridade sobre o clordiazepóxido no manejo da abstinência (65). 71) e meta-hemoglobinemia (56. sup pediátrico 5mg. frs c/ 100ml. amp 2ml (10 mg). Benzamida. N-(2-(dietilamino)etil)-2-metóxi-5(metilsulfonil). Já esteve implicada em Depressão (32. EUCIL (Farmasa) comp 10mg. sol oral 1mg/ml. mas que só recentemente despertou o interesse da indústria para um desenvolvimento mais amplo. cx c/ 20. 99. chegou a ser considerada até no parkinsonismo (63). No Exterior: METOCLOL MAXOLON MORIPERAN PLASIL PRIMPERAN RELIVERAN e centenas de outros mais. encontra-se em fase pré-clínica de desenvolvimento pela Pfizer como um novo agente antidiscinético. 20 e 200. frs c/ 10ml. sol oral 10mg/ml. sol oral 4mg/ml. amp 2ml c/ 10mg. mas marcante elevação da prolactina (66) como observado com a quase totalidade das benzamidas. cx c/ 3 e 100. Síndrome de Gilles de La Tourette ( 29. sol oral 1mg/ml. amp 10mg. cx c/ 20. É uma benzamida de síntese e introdução na década de 70 (85). tartamudez (112). frs c/ 10ml. 110). sup adulto 10mg. 55). cx C/5. Agranulocitose (47. mas reações distônicas TIAPRIDA (THIAPRIDE. Empregada também em discinesias induzidas pela L-Dopa (64. Na Europa foi promovida como “neuromodulador autonômico”. frs c/ 100ml. cx c/ 100. distúrbios do humor. 111. 115). frs c/ 10. É um antagonista D2-like com menor afinidade que a sulpirida ou haloperidol (04) mas demonstra ação alucinolítica na clínica (05. No Brasil: EMETIC (Elofar) . cx c/ 3 e 25. náuseas. frs c/ 10. de 3 a 4 horas. 75) e na Coréia de Huntington (41. 67). Em casos de superdosagem. frs c/ 10ml. Por conta destas propaladas propriedades antidiscinéticas. xarope 1mg/ml. desencadeamento de crise de Porfiria Aguda Intermitente (125). frs c/ 120ml.ou: N-(2-(Dietilamino)etil)-5-(metilsulfonil)-oanisamida ou: (FLO 1347)(BRN 2390588) (CAS RN 51012-32-9) FM: C15-H24-N2-O4-S DD: 100 a 400mg (Synthelabo-Espasil). porém tem sido empregada preferencialmente na prevenção de recaídas do alcoolismo (23. Tem uma meia vida plasmática curta. cx c/ 5.cloridr de. PLASIL (Hoescht) . 121. além de discinesias em geral (26. 300 a 1200mg (26).comp 10mg. METOCLOPRAMIDA (Ariston) (Bunker) (Davidson) (Delta) (Ducto) (EMS) (Hipolabor) (IMA) (Luper) (Neo-Química) (Vital Brazil) METOVIT (Brasmédica) NO-VOMIT (IMA) . frs c/ 10ml. Está classificada entre os antagonistas dopaminérgicos com utilidade como antipsicótico e agente antidiscinético no banco de dados Chemid Plus (15).um caso de reação distônica do tronco (Síndrome de Pisa) após a administração de metoclopramida em paciente que vinha em tratamento com a clozapina (61).comp 10mg. 58). É comercializada em vários países da Europa e no Brasil. amp 2 l (10 mg). cx c/ 20 e 200. PLAGEX (Teuto-Brasileiro) . sol oral pediátrica 4mg/ml. 123).

Arima T. Caja A. Coupal JJ. No Brasil: TIAPRIDAL (Synthelabo-Espasil) . 60(3):341-2.nih. 18. A comparison of the abilities of typical neuroleptic agents and of thioridazine. neuralgias faciais.comp 100mg. SEREPRILE (Itália) (Synthelabo) . Doongaji DR. Darling WM. (Espanha) amps.comp 100mg. Também há registro na literatura de Eritema Multiforme (78) e arritmias cardíacas do tipo “Torsade de Pointes” (52). 131. Harle JR. J Child Neurol 1989. 7(1):65-9. Cassidy T. Lange HW. NORMAGIT (Portugal) (Fidelis) sol oral. Hutsul JA. EQUILIUM (Fumouze) .gov/chemidplus/). Costall B. Pós-punção Liquórica. 12. Bakri YN. 19. foi implicada algumas vezes em Síndrome Neuroléptica Maligna (27. 15. Luscher TF. Christensen RC. Extrapyramidal reactions to metoclopramide and prochlorperazine. Allain H.comps. Madsen H. amp 100mg/2ml. Del Conte I. 10. Metoclopramide-induced reversible impotence. South Med J 1991. Leung TF. Fluoxetine and extrapyramidal side effects. 100mg. amp c/ 100mg. 296(6616):214. 17. 26. amps. Brown TE. Cunningham PA. 44(2):189-90. 51(5):330-1. Roos RA.comps. 152(1):122-5.comp sulc 100mg. Hansen P. West J Med 1986. 06. Noll G. neuralgia herpética. Delmeire F. 14. Maurer K.comp 100mg. Metoclopramide-induced acute congestive heart failure. 1991. 208 .comp 100mg. Tiapridal.sis.65(1):38-44. Bozzolo M. 11. Ivaldi M. 100mg/2ml. Leung CM. 01. 22. Br Med J (Clin Res Ed) 1988. Costall B. 21. Grant LJ. cx c/ 6. 109. 08.15(4):183-7. Bonhomme D. Desai AB. 57(12):596. Eur J Pharmacol 1974. 32(8):1644-5.comp 100mg. 96. Is there a relationship between the involvement of extrapyramidal and mesolimbic brain areas with the cataleptic action of neuroleptic agents and their clinical antipsychotic effect? Psychopharmacologia 1973. 40(1):9-19. Naylor RJ. Neuroleptic malignant syndrome associated with metoclopramide. J Nucl Med 1991. McCoshen JA. Schuck S. 84(2):283-4. Leung V. Comparison of effects of tiapride and sulpiride on D-1. TIAPRIDEX (Alemanha) (Synthelabo) . 148(4):361-6. Dautzenberg PH. Satoskar RS. clozapine. Nomura Y. D-3 and D-4 subtypes of dopamine receptors in rat striatal and bovine caudate nucleus membranes. 02. Na disfunção cognitiva do idoso (94) pode mostrar-se útil nos estados de agitação e agressividade (02. amps. 24. 45(10):461-2. 133). após a melhora inicial como descrito com outros neurolépticos (100). Ital J Neurol Sci 1994 May. Tiapride in the treatment of tardive dyskinesia. Costall B. J Postgrad Med 1986. Acta Neurol Scand 1982 Jan. Effect of parity on pituitary prolactin response to metoclopramide and domperidone: implications for the enhancement of lactation. Kendrick RW. The benzamide tiapride: treatment of extrapyramidal motor and other clinical syndromes. Prevention of metoclopramide-induced akathisia during gastric emptying imaging. 03. Gerard D. 25. Eur J Pharmacol 1976. 46. Release hallucinations and tiapride. ITALPRID (Itália) (Teofarma) . Gynecol Oncol 1992. TIAPRIZAL (Synthelabo) . Ahmad. Chow LY.Double blind study of tiapride versus haloperidol and placebo in agitation and aggressiveness in elderly patients with cognitive impairment. No Exterior: DELPRAL (Synthelabo Byk) . cx c/ 20. 31. 100mg/2ml. 27(1):46-58. 144(3):359-61. Coulter DM. Trismus as a result of metoclopramide therapy. Metoclopramide in schizophrenia (an open study). Andersen OP. 71(264):307-11. Mandibular dystonia associated with the combination of sertraline and metoclopramide.80(2):191-201. LUXOBEN (Itália) (Asta Medica) . Hyperprolactinemic amenorrhea induced by metoclopamid (PrimperanR). Guida C.41(3):419-23. Schweiz Rundsch Med Prax 1992. Subhi J. Khan R. Am J Psychiatry 1995. Badino R. Dose M. Referências Bibliográficas (Derivados Amino-Etil) 01. Fernandes PA. Buruma OJ. Chung D. 129). Bansal SK. Int J Clin Pract 1997. Chemid Plus (http://chem. Shih WJ. Pharmacopsychiatry 2000 Jan. Mesolimbic involvement with behavioural effects indicating antipsychotic activity. Beightol RW. Brower RD. Donnet A. 100mg. Jpn J Pharmacol 1986 Jul. Kawi Z. Acta Psychiatr Belg 1980 MarApr. Neuroleptic malignant syndrome associated with metoclopramide antiemetic therapy. 32(3): 139-45. 16. Kent TA. 81(50):1511-3. J Ir Dent Assoc 1988. Berlin RG. 13. 49. Neuroleptic malignant syndrome in a child treated with metoclopramide for chemotherapy-related nausea.agudas experimentalmente provocadas em primatas foram registradas (88) bem como surgimento de sintomas parkinsonianos em pacientes com Discinesia Tardia. Allain H. Efeitos analgésicos já foram relatados em casos de cefaléia. Ahmad S.nlm. [Druginduced hyperprolactinemia and galactorrhea. Dautzenberg 02. Suicide attempt due to metoclopramide-induced akathisia. Alif Cherif A. Apesar do propalado baixo perfil de extrapiramidalismo. 100mg/2ml. Psychopharmacology (Berl) 2000 Mar. J Soc Gynecol Investig 2000. J Clin Psychiatry 1996. Byerly MJ. Bateman DN. amp 100mg/2ml. Segawa T. Rawlins MD. Síndrome do Membro-fantasma e algias dos cancerosos. Acta Obstet Gynecol Scand 1981. 07. 32(2):161-70. 23. 34(4):128-9. 4(3):2302. 09. van der Velde EA. Pillans PI. 04. Bruyn GW. amp 100mg. Neuroleptic malignant syndrome induced by metoclopramide. 05.33(1):19-27. 20. D-2. Biomed Pharmacother 1991. Haefeli WE. Q J Med 1989. Kemp B. Dumont JC. Trucco M. TIAPRIDAL (Diversos Paises) (Synthélabo). Naylor RJ. Naylor RJ. Dreyer CF. Boys R. Samura N. sulpiride and metoclopramide to antagonise the hyperactivity induced by dopamine applied intracerebrally to areas of the extrapyramidal and mesolimbic systems.

40. Lissac J. Clin Neuropharmacol 19/6: 539-540. 59. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1979 Apr. Saruta T. 61. 38. Fisher AA. Nitzsche M. Gu SF. 64. 48. Pediatrics 1988. Kuo CT. 24(2):79-8. Leidner BA. Dopaminergic supersensitivity after long-term bromopride treatment. Michaux-Duchene A. Pharmacological Options for the Treatment of Tourette's Disorder. 69. Metoclopramide-induced agranulocytosis. Fiser DH. Matthews MK. Eggers C. Intensive Care Med 1996. Koo MW. 23(5):272-4. Nasello AG. Kearns GL. Lopez Zanon A. Faitg R. 7(4):385-6. Radvan H. MD. Nasello AG. B. Patricia M. L'Hermite M. Acute dystonic reaction with asterixis and myoclonus following metoclopramide therapy. Serotonin syndrome caused by selective serotonin reuptake-inhibitors-metoclopramide interaction. Sprenger. 41. Kokko S. 56.30(1):6-11. Lu CS. No 3. 49. Garcia-Ruiz PJ.Recurrent neuroleptic malignant syndrome due to tiapride and haloperidol: the possible role of D-2 dopamine receptors.41(5):433-7. Metoclopramide-induced methemoglobinemia. J Nerv Ment Dis 1984 Nov. 36. Lee CP. Harvey RL. Gutzmann H. Frank G. Tiaprideinduced chronic hyperprolactinaemia: interference with the human menstrual cycle. Kuhl KP. Friedman LS. Ann Pharmacother 1999. Factor SA. Lepola U. Chung Hua Shen Ching Ching Shen Ko Tsa Chih 1990. 60. J Toxicol Clin Exp 1989 Sep-Oct. 32. Marcel de Vries. Clin Pharm 1984. Feillet N. Itaya Y. Tse RK. H. Mov Disord 1992. Lander CM. Grohmann R. 51. Fujita Y. 84(5):626-8. Carella F. 2002 Vol 162. 57. Therapie 1996. Tiaprideinduced torsade de pointes. Reversible nonthrombocytopenic palpable purpura associated with metoclopramide. Herman G. Khan-Boluki J. Madani S. 42(1):79-86. Ann Pharmacother 2002 Jan. Dystonic reactions: two case reports. 14(2):130-3. 50. 67. 19(2):303-15. Filibeck DJ. Gordin A. Sattler M. MD. Sultan S. Robyn C. 25(3):261. Hughes RL. 108(2):214-5. 29. Caraceni T. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1984 Aug. Measuring the efficacy of psychopharmacological treatment of psychomotoric restlessness in dementia: clinical evaluation of tiapride. 151(5):763-5. 82(3):364-6. Caillaud D. Davis MW. 55. 22(7):717. Stern GM. Nuutila J. Yasukawa T. Berghaus U. Gans. Yokoya S. 66(3):179-80. Curative effect observation and plasma level determination in treating schizophrenia with the higher dose metoclopramide. Persistent extrapyramidal syndrome with dystonia and rigidity caused by combined metoclopramide and prochlorperazine therapy. 52. Giovannini P. 63. Hermesh H. Kawabe H. Fleishman SB. Emrich HM. Lees AJ. Kiehl U. Kropp S. Archives of Internal Medicine. Metaclopramide and depression: apropos of a case of a pregnant women. Kondo K. pp 233-372. Metoclopramideinduced neuroleptic malignant syndrome. Tiapride in levodopainduced involuntary movements. Maeda T. Hypotension and dysrhythmia following intravenous metoclopramide. Palermo-Neto J.109(6):509. Rezgui N. J Neuropsychiatry Clin Neurosci 2001 Summer. Hauser U. 3(5):548-9. Kott E. Goad JA. 39. 28. J Clin Gastroenterol 1997. Am J Med 2000 Oct 15. Henderson A. Suzuki H. 33. Chung Hua Shen Ching Ching Shen Ko Tsa Chih 1992. Jimenez-Jimenez FJ. Caligiuri MP. 30. Oculogyric crisis after metoclopramide therapy. Luzar MJ. Coulaud JM. Neuroleptic malignant syndrome and tiapride. 147(8):1495-7. Metoclopramide-induced hypertensive crisis. Scigliano G. Fischer GJ. Grassi MP. 51(5):600-1. Tiapride and sulpiride in Parkinson's disease.22(8):1011-4. Zabala S. Szarka H. MD. Le Couteur DG. Esteban E. 54. Acta Endocrinol (Copenh) 1979 Oct. Gu SF. Yamaguchi N. 37(12):722-6. Huberman M. Delayed neuroleptic malignant syndrome following cessation of prolonged therapy with metoclopramide. Chu NS. Psychiatr Neurol Med Psychol (Leipz) 1985. Tardive dyskinesia.13(3):427-8 62. Stassen. Rijk O. 13(3):221-2. Nguyen LT. 68. 53. Improvement of verbal hallucinations after treatment of orolingual dyskinesia with tiapride. Pharmacopsychiatry 1997 Jan. Metoclopramide-induced parkinsonism and depression. Edwards M.92(2):214-27. 39(7):720.36(1):67-71. Nervenarzt 1993 Jan. 33(1):35-7. 35. 26(4):557-66. MD.Clinical and neurobiological findings in children suffering from tic disease following treatment with tiapride. Jeste DV. Girotti F. 25(6):328-30. Metoclopramide in the diagnosis of pheochromocytoma. J Neurol Neurosurg Psychiatry 1988. Lopez San Roman I. 34. Int J Cardiol 1993. Haematologica 2001 Jun. Grimm D. Eur Arch Psychiatry Neurol Sci 1988. Rothenberger A.47(8):848-52. 42. 318. Gynecomastia with metoclopramide use in pediatric patients. Lavin MR. Kanowski S. February 11. Suarez Gisbert E. 43. Iglesias E. Tolia V. Soliveri P. 66. 58.Metoclopramideinduced methemoglobinemia in a patient with co-existing deficiency of glucose-6-phosphate dehydrogenase and NADHcytochrome b5 reductase: failure of methylene blue treatment. 45. Ratroat B. 47.42(4):380-3.9(5):333-5. Cabezas & al: Neuroleptic malignant syndrome while on tiapride treatment. Shaker Q. 209 . Longdon P. A. Ghini T. Physiol Behav 1987. Mihira M. Int J Clin Pharmacol Res 1984. 51(7):1002-3. Lees AJ. Hsu TS. Metoclopramide in a patient with renal failure may be an increased risk of neuroleptic malignant syndrome. Aust N Z J Med 1991. Tiapride and chlordiazepoxide in acute alcohol withdrawal. Antiemeticinduced akathisia in cancer patients receiving chemotherapy. A controlled clinical trial. Felicio LF. 44.Metoclopramide-related pisa syndrome in clozapine treatment. 31. A double-blind study of metoclopramide in the treatment of schizophrenia and determination of prolactin.4(5):321-6. Forman WB. Stern GM. Acta Neurol (Napoli) 1992.86(6):659-60). Parati E. Karadsheh NS. Sasaki T. Use of metoclopramide hydrochloride in patients with residual schizophrenia with tardive dyskinesias.27. Arch Intern Med 1987. Fulminant metoclopramide induced neuroleptic malignant syndrome rapidly responsive to intravenous dantrolene. 37. Kay T. J Accid Emerg Med 1996. van der Kleij. Schizophr Bull 1993. Gascon A. Anaesthesia 1984. Braz J Med Biol Res 1989. Lancet 1978 Dec 2. Effect of acute bromopride treatment on rat prolactin levels and sexual behavior. Lander CM. Effect of neuroleptic treatment on involuntary movements and motor performances in Huntington's disease. Weinrauch LA. South Med J 1991. Felicio LF. 46. Optom Vis Sci 1989. 1996. Aust N Z J Med 1995. Duarte J. Ann Intern Med 1988. Jpn Heart J 1985. D'Elia JA. Familial metoclopramide-induced dystonic reactions. PhD Acute Dystonia Due to Metoclopramide: Increased Risk in AIDS. Drugs 2001. Kerr GW. Jibiki I.61(15):2207-20.172(11):692-5. Diagnostic use of metoclopramide in hypertension caused by pheochromocytoma. Am J Psychiatry 1994. Guala A. 382. Mittino D.64(1):73-4. 21(5):742-3. MD.2(8101):1205.237(4):223-9. Campos JM. Fabbrocini P. 65. P.

316(7):412-3. 80. Thompson JB.117(6):238-9. Cardiovascular and hemodynamic effects of two derivatives of metoclopramide (bromopride and MUS 1880). Acute bromopride treatments: effects on general activity and inhibitory avoidance in rats. Life Sci 1983. An analysis of 67 cases. Niemegeers CJ.35(1-2):53-63. Renwick J. Antiemetic specificity of dopamine antagonists. 86. Gaio JM. 11(6):556-8. Jalfre M. Garro Martinez P. Neale R. Miller LG. 103. Cabo H. Experientia 1977 Nov 15. Reasbeck PG. 21(4):877-901. Rommel D. Fertil Steril 1980. 1(2):271-8. 74. 113. Death following dystonic reaction to oral metclopramide. Lancet 1994. Horm Metab Res 1977 Nov. Pessina AC. Oberg B. 76. Presse Med 1989 Mar 18. 110. Arch Intern Med 1989. 93. 83. Patterson JF. 114. Metoclopramide--acute dystonic reactions. Johannsen HS. Robert PH. Catalan C. So R. 149(11):2486-92. oxiperomide and tiapride.65(1):45-50. Tardive dyskinesia associated with use of metoclopramide in a child. Campos DM. Metoclopramide-induced movement disorders. Acta Neurol Scand 1983 Jun. 1999. Cognetli F. mezilamine and the "antidyskinetic" drugs. Neuroleptically induced dystonia in Huntington's disease: a case report. Sisskin M. De Lacharriere O. Mov Disord 1987. 82.29(1):39-40.79(3 Pt 1):1163-70. Psychosomatics 2001 MarApr. Psycho pharmacology (Berl) 1985. 100. Schteinschnaider A. Giannaula R.39(24):4692-703. 94. 121(6):983-5. Stowe RM. Gen Hosp Psychiatry 1992. 72. Parkinsonian syndrome after long-term treatment with clebopride. Mesalles Sanjuan E. Metoclopramide-associated parkinsonism mimicking functional psychiatric illness. Ann Pharm Fr 1977JanFeb. Nardi M. Stimulatory effect of clebopride on human prolactin secretion. Allain H. Neuroleptic malignant syndrome caused by tiapride and neurologic complications. 107. Bruyn GW. Effect of metoclopramide on prolactin secretion in man. Brown RP. Samie MR. Ann Pharmacother 1999. Martinez-Mir I. 34(5):452-5. 91.9(6):492-4. MCN Am J Matern Child Nurs 1986. Peters DH.2(8400):460-1. 79.47(6):101032. 111. Porsolt RD. Effects of a series of substituted benzamides on rat prolactin secretion and 3Hspiperone binding to bovine anterior pituitary membranes. Neuroleptic malignant-like syndrome induced by metoclopramide. Metoclopramide-induced agranulocytosis. Mov Disord 1992. Patel B.42(2):153-6. Endocrinol Metab Clin North Am 1992. Rodgers C. Metoclopramide-induced parkinsonism.35:163-94. Servin A. Cheymol G. Nasello AG. Samie MR. Rev Clin Esp 1993. 84(12):1589-90. 112. 87. 2(1):57-60. Wessel HB. Gabellini AS. Palop V. 104. 343(8890):182-3.149(9):508. 117. Pollera CF. Misis Del Campo M. Moreau L. Sethi KD. Patat A.a possible model for antidyskinetic/antichoreic agents? Methods Find Exp Clin Pharmacol 1980 Apr. 97. Med J Aust 1988 Nov 7. Mejer Nielsen B. Percept Mot Skills 1994 Dec. Eur Neurol 1989. Jankovic J. Fallon S. Int J Nucl Med Biol 1984. Minuto F. 88. 92. 75. Meltzer HY. 82(12):1581-2. Marsden CD. Micheli F. South Med J 1989. Perez Y. Monari L. Localization of a new neuroleptic in the pituitary gland of the rat. 90.07. Neuroleptic-induced acute dyskinesias in rhesus monkeys.21(4):841-3. Faulds D. Acute dystonia associated with fluvoxamine-metoclopramide.16 Suppl 1:42s-47s. Valcke JC. Nonino F. Rigdon GC. Arch Fam Med 1992. 108. 84. 106. Marugo M. Casiglia E. Pharmacokinetic study of digoxin-benzamide interaction in the rat. Parera IC. Legido A. Schott K. A review of its pharmacology and therapeutic potential in the management of alcohol dependence syndrome. Caminal L. Price P. Mateos V.67(6):372-5. Peselow ED. N Engl J Med1987. Gadbin C. Br J Clin Pract 1979. Synthesis and evaluation of heterocyclic carboxamides as potential antipsychotic agents. Intrastriatal kainic acid.2(3):133-7. Psychopharmacology (Berl) 1981. 33. Rothenberger A. Hossenbocus A. Parkinsonism induced by metoclopramide. Metoclopramide for enhancing lactation. Gerhardt S. Life-threatening tardive dyskinesia caused by metoclopramide. van der Velde EA. Renault H. Extrapyramidal side effects of antiemetics presenting as psychiatric illness. Neuroleptic malignant syndrome associated with metoclopramide. Metivier B. Perez-Lopez FR. Acute dyskinesias in monkeys elicited by halopemide. Pathologic hyperprolactinemia. Giordano G. Drugs 1994 Jun. Poortinga E. 105. 78. 109. 102.11(2):93. 89. Hommel M.32(25):2877-86. Maricle RA.11(1):103-5. Benedetti MS. 116. Meador KJ. Adv Biochem Psychopharmacol 1982. Manoharan A. Benit C. Am J Gastroenterol 1989. Ann Ital Med Int 2000 Oct-Dec. 101. 20(1):28-9. Putnam PE.75(1):16-21. Psychopharmacology (Berl) 1981. Tiapride in levodopa-induced involuntary movements. Metoclopramide-associated tardive dyskinesia. Acta Neurol Scand 1982 Jan. 115. Campomori A. Use of tiapride on stuttering in children and adolescents. Molitch ME.18 (11):585. Tiapride-induced erythema multiforme. 81(5):674-5. Mouille P. Mov Disord 1987. South Med J 1988. Rimar JM. 99. 71. Roos RA. Lancet 1978 Nov 18. 14(3):192-5. Dannenhoffer MA. 33(1):31.15(4):301-2. Mozza D. 2(2):125-9. 81. Pollak P. Stanley M. 73. Sudden death after acute dystonic reaction to high-dose metoclopramide. Baiardi M.85(2):236-9. Colosia VP. 98. 95. Tiapride in the treatment of Huntington's chorea. Tiapride in Parkinson's disease. Jimenez MJ. Schulze H. Jeste DV. Montagna P.33(11):1485-6.Clinical management of agitation in the elderly with tiapride. Sewell DD. Amorosa H. Orenstein SR. Lancet 1984 Aug 25. 192(4):200-1. Total heart block after intravenous metoclopramide. Aust Nurses J 1990. Midttun M. Parkes JD. Owen RT. 96. Leung P. Bonhomme D & al: Effects of tiapride on electroencephalograms and cognitive functions in the elderly. Eur Psychiatry 2001 Jan. Ann Pharmacother 1999 May.Clinical trials of benzamides in psychiatry. Braz J Med Biol Res 1988. Felicio LF. J Med Chem 1996Nov 22. Buruma OJ.75(3):254-7. Norman MH. Alberini H. Morgan KT. Jacquot C. 77. Ried S.2(8099):1106.70. Stevens I. Med Clin (Barc) 2001 Jul 14. Mazza A. J Pediatr 1992. Dichgans J. Liebman JM. Sinus arrest after the administration of intravenous metoclopramide. Lugaresi E. Abos MD. Rosenthal D. Neuroleptic malignant syndrome associated with metoclopramide.Metoclopramideinduced akathisia during the second trimester of a 37-year-old woman's first pregnancy. Pellat J. Bagri S. 33(5):644-5. Tiapride. Perret J. Psychopharmacology (Berl) 1982. Ruffatti S. 78(3):210-3. Rozek S. 210 .Effects of tiapride in tardive dyskinesia. Gener Reixac J. 33(3):382. Clinical findings with a review of the literature. More on metoclopramide and tardive dyskinesia. Kemp B. Navas F 3rd. 85. 7(1):89-90. Int Clin Psychopharmacol 14/4: 199-208. Clin Neuropharmacol 1988 Dec. Mahler JC Jr. Simonovic M. Giusti M. Tetanus-like syndrome secondary to metoclopramide administration.

Zafar M. 28(12):74. Lefevre MM. 126. Stille CJ. 128. embora eventualmente possam alguns deles comportar-se como neurolépticos em experimentos laboratoriais. CISAPRIDA ((+/-)-CISAPRIDE. 13(6):978-9. Axelson JE. 4-amino-5-cloro-N-(1-(3-(4fluorofenóxi)propil)-3-metóxi-4-pip-eridinil)-2metóxi-. 136. Shiigai T. McMorland GH. Withington DE. Vas M. 5(4):342-4. 122. Case 1. Tam YK. Shaw GK. Shaw GK. CISAPRIDE) Benzamida. Bhagat CI. Pullan PT. Jeste DV. Matthews EE . 155 Steele JW. estimulador da peristalse e medicamento gastroprotetor ou antiúlcera) por suas propriedades de agonismo parcial serotoninérgico 5Ht4 seletivo (13.165 (4):51523. Latham CJ. como gastrocinético (regulador da motilidade. Caligiuri MP. Dunn G. 26). Two case reports. Br Med J 1974. Sewell DD. Druginduced hyperprolactinaemia. MacGarvie J. 1995. Hyperventilation alternating with apnea in neuroleptic malignant syndrome associated with metoclopramide and cisapride. Sorkin EM. ACENALIN. Wright MR. Leroy J. Anaesthesia 50(3):246-7. De modo mais intenso que a pimozida e algumas butirofenonas. Shearer RM. Acta Obstet Gynecol Scand 1997. cis-ou: Benzamida. Shaw A. foi implicada em prolongamento do intervalo QT e possibilidade de arritmia ventricular do tipo “Torsade de Pointes” por 211 .118. 130. Thies PW. Clin Pharm 1986. Tiapride. Gen Hosp Psychiatry 1992. Alberts JL. 128(2):232-3.ou: cis-4-Amino-5-cloro-N-(1-(3-(pfluorofenóxi)propil)-3-metóxi-4. Mouli KS. Srinivasan K. Xerri B. além de outros antipsicóticos. 133. Thompson P. 124.10(78):461-7. 127. Nursing 1998. 12(5):378-9. 18(2):63. 135. 14(6):416-9. Metoclopramide-associated tardive dyskinesia in hemodialysis patients with diabetes mellitus. Bownes IT. Caligiuri MP. J Toxicol Clin Exp 1990 Nov-Dec. Shaklai M. J Indian Med Assoc 1991 Sep. Tsuchiya K. 2(915):385. Segal S. Price JD. 131. Yoshinobu BH. 132. 123. Vries A de. Embora não seja usado como antipsicótico. 137. Sewell DD. Shenhav S.61(5):362.150:164-8. É uma benzamida piperidinil substituída. Shuster J. 129. Malignant Neuroleptic Syndrome during tiapride treatment. J Neurol Sci 1995. 86718-68-5) FM: C23-H29-Cl-F-N3-O4 e C23-H 29-Cl-F-N3-O4 . Index of Suspicion. A review of its pharmacodynamic and pharmacokinetic properties. Waller S.3(5):460-78. Ongley RC. 21. 119.Postoperative neuroleptic malignant syndrome. Metoclopramide and akathisia. Majumdar SK. Metoclopramide and cardiac arrhythmia. Waller S. Como a bromoprida. 76(5):484-5. (CAS RNs 81098-60-4. 125. Tardive akathisia and agitated depression during metoclopramide therapy. Rev Rhum Ed Fr 1994 May. McErlane B. Massari P. Acute intermittent porphyria precipitated by hyperemesis and metoclopramide treatment in pregnancy. monohidrato. Br J Psychiatry 1987 Feb.H2-O (monohidrato) DD: 10 a 30mg. Kikuchi M. Dunn G.-piperidil)-oanisamida ou: (R 51619) (T 1341). Curran P. Mov Disord 1998. 138. Khan MF. Oksenhendler G. Med J Aust 1994. cis. mesmo como um fraco bloqueador dopaminérgico central D2 que é. Viegas B. Warren J. 121. inclusive no Brasil. Jackson M. Tamion F. B) Derivados 4-Piperidinil Subgrupo de benzamidas em que predominam os efeitos antidopaminérgicos e antiserotoninérgicos periféricos. and therapeutic potential in geriatric agitation. Wandless I. foi consagrada. Drug-induced supraglottic dystonia and spasmodic dysphonia. Lancet 1980. Walsh JP. Sassoon E. 4-amino-5-cloro-N-(1-(3-(4fluorofenóxi)propil)-3-metóxi-4-pip-eridinil)-2metóxi-. Pediatr Rev 1997. Faulds D. Kodsi AB. Effect of haemodialysis on metoclopramide kinetics in patients with severe renal failure. Intensive Care Med 1986. Shintani S. Drugs Aging 1993 Sep-Oct. Metoclopramide induced tardive dyskinesia. 70(5):428-31. Rampono JG. Acta Psychiatr Scand 1984. 36(9):630-2. Jeste DV. Neuroleptic malignant syndrome induced by a single injection of tiapride.Tiapride in the long-term management of alcoholics of anxious or depressive temperament. Pinkhas J. Metoclopramide-induced fever. Biga N. não figurando compostos dotados de relevante ação antipsicótica. Paolaggi JB. Dysrhythmias following intravenous metoclopramide. 161(5):343-4. Tiapride in the prevention of relapse in recently detoxified alcoholics. Petit J. Br J Psychiatry 1994 Oct. 120. 64. Rurak DW. Metoclopramide and tardive dyskinesia. Majumdar SK. 134. Dystonic reaction to metoclopramide. 26(4):474-7. Biol Psychiatry 1994. Gemer O. Br J Clin Pharmacol 1988. 1(8180):1255-6. Evans JG. já esteve relacionado à ocorrência de reações extrapiramidais e ginecomastia (elevação das taxas de prolactina) (06).89(9):260-1. Fever associated with metoclopramide-induced dystonia.

Do mesmo modo que outros antipsicóticos como a pimozida.comp 5. Liga-se intensamente às proteínas plasmáticas (em proporção maior que 95%) o que. sol oral 1mg/ml. 1mg/1ml.bloqueio dos canais de K+ com lentificação da repolarização do miocárdio (02. 27. 20mg – susp 1mg/ml. ao sofrer novas restrições por parte da FDA em função de sua implicação em graves transtornos do ritmo cardíaco (desde o licenciamento em 1988 foram registrados no mundo inteiro.comp 10mg. PULSITIL (Janssen Cilag) – comp 5mg. Logo a seguir. 10mg-sus. Tem meiavida plasmática de cerca de 10 horas (12).xarope 5mg/ml. pela elevação das concentrações plasmáticas.comp 10mg. 10 e 20mg. PREPULSID (Janssen-Cilag) . com maiores riscos de efeitos adversos. PREPULSID (Janssen Cilag) (Bélgica) (França) (Alemanha) (Suíça). 10mg . LIREBIN (Axia Pharmaceutica) . sol oral mg/ml. 26.1mg/ml. de morte súbita suspeita).1mg/ml. 4-amino-5-cloro-2-metóxi-N-(1(fenilmetil)-4-piperidinil)-ou: 212 . cx c/ 15 e 30. No Brasil (Retirados em abril de 2001): CINETIC (Biolab Sanus) . ENTEROPRID (JanssenCilag) . proibindo sua comercialização. 10mg susp. COORDINAX  (Janssen) . 1mg/ml.susp 1mg/ml. fluconazol e os antibióticos eritromicina. 10mg. CISPRIDE (Sintofarma) . 10mg susp. benzodiazepínicos e barbitúricos.comp 5mg. como também na mesma época na Alemanha e no Canadá (7 de agosto de 2000).1mg/ml. itraconazol. cx c/ 30. pelas mesmas razões (19). Acelera a absorção de álcool. ALIMIX (Janssen) (Reino Unido) – 10mg (retirado). PANGEST (Farmasa) comp 5 e 10mg. No Brasil. DISPEPRID (Turquia) (Nobel)– comp 5mg. DESAPRID (Deva) (Turquia) . 20mg. 28). Ganhou notoriedade quando em 14 de julho de 2000 foi retirada voluntariamente por seu fabricante do mercado nos Estados Unidos. 10mg . frs c/ 100ml. KELOSAL (Espanha) (Kendall) . ARCASIN (Esteve) (Espanha) . 10mg.comp 5mg. Entre estes inibidores estão os fungicidas cetoconazol. KINET (Espanha) (Solvay Pharma)– comp 5mg. em 28 de julho de 2000.comp 5 e 10mg. SISARID (Turquia) (Ilsan) – comp 10mg – susp 1mg/ml. cx c/ 30. CYPRID (Janssen Cilag) (Bélgica) . 10mg. sol oral 1mg/ml. frs c/ 50.comp 5mg. susp 1mg/ml. MINSK (Anfarm) . Outro efeito adverso descrito consistiu no desencadeamento ou agravamento de crises em asmáticos (12).comp 5 e 10mg. DIGENOL (Eslovênia) (Krka) comp 5mg. PERISTAL (Turquia) (Mustapha Nevzat) – comp 10mg.susp.1mg/ml.comp 5mg. 10mg.susp. No Exterior: ALIMIX (Alemanha) (Janssen Cilag) . RUVETINE (Rafarm) – comp 10mg . 20mg. 18.comp 5mg. 10mg.comp 10mg susp.comp 5mg.comp 5 e 10 mg. ALIMIX (Cilag Farmaceutici) (Itália) comp eferv 10mg. SISMOTIL (Turquia) (Biofarma)– comp 10mg.comp 10mg. seria cassado seu licenciamento no Reino Unido por força de determinação da agência governamental britânica MCA (“Medicines Control Agency”). KINUSSEN (Kleven) . PREPULSID (Janssen) (USA) . FISIOGASTROL (Espanha) (Salvat) . 10mg. é metabolizada por N-dealquilação pela isoenzima CYP 3A4 (01). SAPRIT (Lyfjaverslun Islands) . TRAUTIL (Espanha) (CEPA) – 5mg. 20mg . a ANVISA (Resolução 530 de 17 de abril de 2001) tomaria posição semelhante. 10mg . aumenta o potencial para interações medicamentosas por deslocamento. 10mg – susp 1mg/ml. PROPULSIN (Janssen Cilag) .comp 5mg. miconazol. sol oral 1mg/ml. CLEBOPRIDA (CLEBOPRIDE) Benzamida.comp 5. cx c/ 30.comp 10mg. CIPRIL (Italchimici) (Itália) – comp e comp eferv 10mg. suspensão 1mg/ml. 386 casos de arritmia ventricular dos quais 125 fatais e 50 casos adicionais. frs c/ 100ml.susp. adicionalmente. cx c/ 30.comp 5mg. claritromicina e troleandomicina. PRESTAL (Omega Farma) . frs c/ 100ml. 20mg. estando banida sua utilização em pacientes em uso de inibidores desta enzima. frs c/ 100ml.

CLEBORIL (Espanha) (Almirall Prodesfarma)– comp 1/2mg – sol oral ½ mg/5 ml.N-(1'-Benzil-4'-piperidil)-2-metóxi-4-amino-5clorobenzamida ou: N-(1-benzil-4-piperidil)-4-amino-5-cloro-2-metóxi benzamida ou: 4-Amino-N-(1-benzil-4-piperidil)-5-cloro-oanisamida ou: 4-Amino-5-cloro-2-metóxi-N-(1-benzil-4piperidil)benzamida. É composto bastante lipofílico. mas cujo desenvolvimento não passou das fases preliminares. embora tenha comprovado ações antipsicóticas na clínica. Heykants J. PRIDEPERONA (PRIDEPERONE) N-[2-(4-(p-fluorobenzoil)piperidino)etil]-2-metóxi benzamida-5-carbonitrilo ou: 5-ciano-N-[2-[4-(pfluorobenzoil)piperidino]hexil]-0-anisamida ou: (CGP-19736A). É uma 4-piperidil-benzamida. van Genechten V. Há grande escassez de informações sobre este composto. FLATORIL (Itália) (Tecnobio).comp ½ mg .01 %. discinesia transitória (14). MADURASE (Espanha) (Tecnobio) . Meuldermans W. com 24 horas em média (12). 51(9-10): 309-311. sol oral ½ mg/5ml. parkinsonismo e Discinesia Tardia (08.0mg (como antiemético). Minerva Pediatr 1999. 22) mas. Promove a elevação das concentrações de prolactina (17) e produz hipersensibilidade dos mecanismos gabaérgicos na substância negra ao contrário da metoclopramida e da amitriptilina e de modo similar a alguns neurolépticos e antipsicóticos atípicos como haloperidol. Verboven P. (CAS RN 95374-52-0) FM: C23H24FN3O3 Substância introduzida nos anos 80 com marcadas propriedades neurolépticas nos testes com animais. Outros Antipsicóticos). 23.com/ result. Não há registros de ensaios clínicos ou qualquer outra referência na literatura médica. Figura apenas em alguns bancos de dados especializados como o ChemFinder e o registro do Lundbeck Institute. 213 . 11. Cap XVIII. Bohets H. 129(8):1655 67.comp ½ mg. apenas empregada como antiemético. Não disponível comercialmente. 25). 02. Não disponível comercialmente no Brasil.5 a 2. até hoje.comp 0. 15. Um isômero anilida (BRL 20596). Lavrijsen K. Tem longa meia-vida plasmática. O interesse que cercou a descoberta desta substância justifica-se por sua inédita estrutura molecular híbrida com características de benzamidas e butirofenonas. não chegou a alcançar desenvolvimento (v. (LAS 9273) (CAS RN 55905-53-8) FM: C20-H24-Cl-N3-O2 DD: 0.xarope 0. característica incomum para uma benzamida (07). Hendrickx J. No exterior : CLANZOFLAT (Espanha) (Wyeth Orfi) . van Houdt J. não estando esclarecidas as razões técnico-científicas ou comerciais que justifiquem não ter alcançado desenvolvimento clínico como antipsicótico ou qualquer outra indicação. Cataldo F: Cisapride e rischio di complicanze cardiache. Identification of the cytochrome P450 enzymes involved in the metabolism of cisapride: in vitro studies of potential comedication interactions. droperidol e clorpromazina. 03.asp).(10. CLANZOL (Espanha) (Wyeth Orfi) . entre outros (16). 24). tioridazina e clozapina (05). Sua patente pertence à Novartis (Ciba-Geigy). CHEMFINDER DATABASE (disponível em http://chemfinder. sulpirida. com a presença de grupo orto-anisamida e radical p-fluor butirofenona em extremidades opostas. Referências Bibliográficas (4-Piperidinil) 01.cambridgesoft. introduzida ainda na década de 70 (20) como potente e seletivo bloqueador dopaminérgico central -mais potente que a metoclopramida.5mg (assoc). Br J Pharmacol 2000. Já foi responsabilizada clinicamente por síndrome extrapiramidal (09. Bloqueia a resposta condicionada em cães e as estereotipias induzidas pela apomorfina como outros antieméticos com propriedades neurolépticas como haloperidol.sol oral ½ mg/5ml MOTILEX (Itália) (Guidotti) . cuja patente é detida pela Smith Kline Beecham comprovrou propriedades neurolépticas sem efeitos periféricos (pró-cinéticos) e.

Legido A. Van Haselen JF. Abos MD. 96(6):1698-703. eticloprida (marcador dopaminérgico). De Ponti F. Cabrera-Valdivia F. Fertil Steril 1980. Di Nucci A. Novo I. Roberts DJ.). racloprida. nafadotrida (marcador D3. Postmarketing reports of QT prolongation and ventricular arrhythmia in association with cisapride and Food and Drug Administration regulatory actions. Apropos of 22 cases.org/). Substituted benzamides with conformationally restricted side chains. Salazar W. 116(11):437-8. 8(1):125-6. An Esp Pediatr 1987. além da sulpirida e sultoprida. e dos atípicos amissulprida e remoxiprida. Carvajal Garcia-Pando A. Wysowski DK. Jimenez-Jimenez FJ. Perez-Lopez FR. Jenner P.3dimetóxi-benzamida). XVIII. Gynecomastia associated with the simultaneous use of cisapride and lansoprazole. 26(2):91-3.net. Fleminger S. lundbeckpsychiatry. 25. Potent lipophilic substituted benzamide drugs are not selective D-1 dopamine receptor antagonists in the rat. 25(148):2060. Amer J Gastroenterol 2001.irolaprida. Drug-induced extrapyramidal syndrome. 78(2):180-4. Weatherby LB & al: The risk of seious cardiac arrhythmias among cisapride users in the United Kingdom and Canada. Aliment Pharmacol Ther 2000. Aten Primaria 1999. Sempere AP. LUNDBECK INSTITUTE DATABASE (disponível em (http://www. outras substâncias introduzidas pela Synthelabo Delagrange como potenciais antipsicóticos: DO 710 (N-((1-Etil-2pirrolidinil) metil)-2metóxi-5-((metilamino) sulfonil) benzamida) (263). Tabernero Garcia J. Castro-Gago M. Mele MR. 26. Mov Disord 1994. Também pertencem ao subgrupo. Vaquero A. Br J Pharmacol 1999. 14(5):561-569. Pandolfo N. Rodriguez EM. Garcia-Albea E. 22. epideprida (marcador biológico dos receptores dopaminérgico centrais D2 -like). Gabellini AS. Van der Waterbeemd H. Cuervo Martin Jr. 29(3):147-52. levossulprida. Sanchez Sanchez A. Ayuso-Peralta L. Crema F. Hadley MS. Testa B. Moragues J. Stimulatory effect of clebopride on human prolactin secretion. sulmeprida e veraliprida. Giacomini M. Am J Med 1999. Lefebvre RA.nlm. FLB 457 (isoremoxiprida ou 5bromo-N-((1-etil-2pirrolidinil)metil)-2.sis. Mola S. Drug Saf 1997. Premji SS. 08. Coria F. a new orthopramide with potent and selective central antidopaminergic properties. 4(1):102-4. Spickett RG. Psychopharmacology (Berl) 1982. Serrano Serrano ME. Martinez-Martin P. Transient dyskinesia induced by clebopride. Vega A. King FD.04. Parkinsonism and tardive dyskinesia after chronic use of clebopride. Couce Pico M. Tardive dystonia following the administration of clebopride. Parkinsonian syndrome after long-term treatment with clebopride. PRESSWIRE (disponível em http://www. Cisapride: the problem of the heart.gov/chemidplus/) 05. Beckett PR. Talarico L. Akkermans LM. 27. J Pharm Pharmacol 1977. Calvo Fernandez J. Garcia-Ruiz PJ. FLB 463 (3-Bromo-N((1-etil-2- 214 . 16. Mansi C. 13. 12. etaceprida. 28. Lopez Rois F. Savarino V. 23(1):50-1. Review article: cardiac adverse effects of gastrointestinal prokinetics. Paes B. Aliment Pharmacol Ther 1999. J Pharm Pharmacol 1983 Jun. 19. 8(2):246-7. June. Indolizidine derivatives as central dopamine receptor antagonists. Neonatal Netw 1999. Palomares JM. Pharmacological characterization of 5-Ht4 receptors mediating relaxation of canine isolated rectum circular smooth muscle. Outros Antipsicóticos). Tonini M. 24. Biagini R. Classical and non-classical neuroleptics induce supersensitivity of nigral GABA-ergic mechanisms in the rat. Mov Disord 1993. Martin Martin S. 17. Monari L. ciproprida (antiemético). Comparative effects of levosulpride and cisapride on gastric emptying and symptoms in patients with functional dyspepsia and gastroparesis. Rev Neurol 1997. Borro P. Roberts DJ. Briejer MR. Flores J. 35(6):363-8. Walker AM. C) Derivados 2-pirrolidinil Este é o subgrupo de benzamidas que reúne os compostos de maior interesse para o Psiquiatra mas também outras benzamidas. 2. Nahorski SR. Lugaresi E. 15. Coward DM. 06. Claveria LE. flubeprida. 18. McClelland CM. Reavill C. sem potencial aplicação psicofarmacológica. Clebopride. J Med Chem 1988. 13(12):1585-91. Rupniak NM. Synthesis and pharmacological properties of a series of antidopaminergic piperidyl benzamides. 20. v. Arch Farmacol Toxicol 1978 Apr. 16(3): 180-204. Schuurkes JA.presswire. outros bloqueadores dopaminérgicos centrais D2-like despertam algum interesse e serão melhor examinados: alpiroprida. 23. 07. 7(1):89-90. 25. Montagna P. Garcia Ortega P. Szneke P. 21. Psychopharmacology (Berl) 1982. Alvarez Frejo M. iodossulprida. CHEMIDPLUS DATABASE (disponível em http://chem. Figuram ainda no numeroso subgrupo 2-pirrolidínico: alizaprida (antiemético e antiarrítmico). isossulprida. 18(7):21-5. Sisskin M. Corken A.nih. Contudo. 78(3):210-3. 34(5):452-5. An extrapyramidal syndrome due to clebopride. Druginduced movement disorders. Duarte J. Mov Disord 1992. 11. 10. 31(9):1708-12. Mov Disord 1993. Colombo M. Jimenez-Jimenez FJ. Gallo-Torres H. Salazar W. 127(6):1431-7. Sempere AP. 14. Molina JA. Prieto J. prossulprida. Tejeiro J. 09. Prins NH.107(4):356-28. Marsden CD. Niemegeers CJ. 9(1):114-5. sulveraprida e tinissulprida. Antiemetic specificity of dopamine antagonists. Persistent parkinsonism and tardive dyskinesia induced by clebopride. Med Clin (Barcel) 2001 Mar.

115. sem afinidade por receptores dopaminérgicos D1–like (D1. é uma benzamida estruturalmente próxima do composto GRI 1665 (prossulprida) e da tropraprida que apenas registra ensaios farmacológicos. além dos compostos NCQ-115 (5-bromo-2. como ligantes mais seletivos.6-dimetóxi-salicilamida).3-dimetóxi-N-[1([2. De fato. FLB 524 (3-cloro-5-etil-6-hidróxi-2-metóxi-N-((1metil-2-pirrolidinil)metil)-benzamida. Outros exemplos de 2-pirrolidínicos desenvolvidos como “potenciais neurolépticos”. mas que não foram plenamente desenvolvidos como novos antipsicóticos. vem pleiteando substituir isótopos da espiperona e metilespiperona na função de marcadores D2-like. até agora. Em testes laboratoriais mostrou afinidade D4 similar àquela observada com sulpirida e amissulprida (283) cofirmando marcada e seletiva afinidade D2-like (D2. Não disponível comercialmente no Brasil. não há qualquer menção a ensaios clínicos ou licenciamento como medicamento antipsicótico ou de qualquer outra natureza. introduzidos nos anos 80 e 90. D5) (89). N-(1-Alil-2-pirrolidinilmetil)-2-metóxi-4-amino-5metilsulfamoilbenzamida ou: (+/-)-N-[(1-alil-2-pirrolidinil)metil]-4-amino-5(metilsulfamoil)-o-anisamida ou: (RIV-2093). No Exterior: REVISTEL (França) (Synthelabo-Delagrange) ALPIROPRIDA (ALPIROPRIDE) AMISSULPRIDA (AMISULPRIDE. bem como de outros subgrupos. (S)-) (101). D3. todos também. respectivamente sobre o transfer placentário de 6 benzamidas.5-3H]-4fluorobenzil)2-pirrolidinil) metil)benzami da) (94) e NCQ-298 ((S)-3-iodo-N-[(1-etil-2pirrolidinil) metil]-5. derivado aminado da ciproprida. recentemente introduzido. (CAS RN 81982-32-3) FM: C17-H26-N4-O4-S Primeiras menções na literatura especializada nos anos de 1984 e 1986 em estudos farmacocinéticos. inclusive alpiroprida (195) e sobre sua distribuição nos fluidos biológicos (30). desenvolvidos apenas como marcadores biológicos D2-like. sem a afinidade serotoninérgica (5Ht2) demonstrada paralelamente pelas butirofenonas (151). embora no banco de dados Chemid Plus (43) conste como agente antipsicótico e o registro do nome-fantasia REVISTEL.6-dimetóxi-salicilamida) (102). Todos estes compostos. como o isótopo [I125]-IABN.irrolidinil)metil)-5. na verdade só alcançaram aplicação como antagonistas D2-like em experiências laboratoriais ou como marcadores biológicos destes receptores em estudos de neuroimagem. 162). desenvolvido pela Synthelabo Delagrange como antagonista D4 seletivo (89. seriam o composto LUR-2366 (N-[(1-ciclopropilmetil) pirrolidin-2-il] metil-4-amino-5-etilsulfonil-oanisamida). Segundo o banco de dados do Instituto Lundbeck (153). AMISULPIRIDE. constando apenas seu emprego em experimentos laboratoriais como antagonista D2-like seletivo. AMINOSULTOPRIDE) 4-Amino-2-metóxi-5-((metilamino)sulfonil)-N-((1(2-propenil)-2 pirrolidinil) metil) benzamida ou: 4-Amino-N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)-5(etilsulfonil)-2-me-tóxibenzamida ou: 215 . Benzamidas como estas. D4) (148).

216 . Nos estudos animais. 50 a 300mg (para sintomas negativos e afetivos). Foi introduzida somente na década de 80 como antipsicótico (158) pertencendo a uma segunda geração de benzamidas. 241) o que explicaria porque na clínica os efeitos extrapiramidais das doses terapêuticas são comparáveis aos do placebo. 265) por não possuir a mesma atividade cataleptogênica dos neurolépticos. como mostram estudos com o PET-Scan (57). no striatum. em faixas de doses com propriedades antipsicóticas na clínica. aumenta em cerca de 60% as concentrações extracelulares de dopamina e em 21% as de acetilcolina. como um bloqueador seletivo mesolímbico de receptores D2 e D3 (ação duas vezes maior do que nos similares do striatum).p. equivalente a agonismo dopaminérgico.ou: (DAN 2163) (CAS RN 71675-85-9) FM: C17-H27-N 3-O4-S DD: 300 a 1200mg (153).tóxi. ED50 = 2mg/kg i. observadas na clínica. demonstram afinidade pelos receptores D2 e D3 constituindo como antipsicóticos. ao contrário desta.p. Do ponto de vista molecular. 400 a 800mg (máximo de 1200mg) (para sintomas positivos) (58). não possui perfil sedativo acentuado. 241. virtualmente sem efeito em outros receptores centrais além de. subseqüente ao aumento na liberação de dopamina causado pela amissulprida. na verdade. Farmacodinâmica Considerada benzamida modificada de última geração dotada de ação antipsicótica atípica. fato este que seria também o responsável pelas propriedades antidepressivas e/ou “ativadoras” destes compostos.) (213. 400 a 800mg (34).p. Em doses maiores (75mg/kg) -quando possui nítido efeito bloqueador D2 pós-sinápticoas concentrações de acetilcolina variaram muito pouco (apenas + 22%). 4-amino-N-((1-etil-2pirrolidinil)metil)-5-(etilsulfonil)-2-me. NT: 28 a 92ng/ml (para sintomas negativos). mas pode figurar entre eles (51. 243. Aumenta também a atividade dos neurônios dopaminérgicos da parte compacta (pars compacta) da substância negra (20%) e da área ventral tegmental (40%) (67). Este aumento na liberação de acetilcolina é provavelmente secundário à ativação dos receptores D1. Como outras benzamidas. 224.receptores pré-sinápticos) em diversas áreas corticais e límbicas. no caso do haloperidol. 3mg/kg i. em torno ou acima de 153ng/ml (para sintomas positivos) (287). apenas.) foi cerca de cinqüenta vezes maior do que a necessária para antagonizar os efeitos da apomorfina (hipotermia. efeito não observado com os antipsicóticos convencionais em baixas doses. seria muito mais potente como antagonista D2 pré-sináptico do que pós-sináptico elevando as concentrações de dopamina nas vias dopaminérgicas mesolímbicas nas faixas menores de dose. esse aumento fica entre 2 a 3 vezes. a amissulprida é o derivado aminado da sultoprida mas. Não possui afinidade por receptores serotoninérgicos 5Ht2 ou muscarínicos centrais como outros atípicos. tendo ação central de bloqueio dos auto-receptores présinápticos. em doses menores. sultoprida e tiaprida (233). demonstrando atuar nos estudos com tecidos humanos in vitro e estudos animais in vivo. introduzidas na França no final da década de 60 e inicialmente denominadas “anisamidas neurotrópicas”: metoclopramida. sulpirida. a partir das quatro originais. e que poderia estar relacionado à sua eficácia sobre os sintomas negativos. Também não foi relacionada a discrasias sanguíneas como a remoxiprida já figurando como um antipsicótico atípico de nível III.) e da anfetamina (hiperatividade. nas misturas racêmicas dos preparados farmacêuticos originais. em baixas doses até 10mg/kg de peso. A faixa de dose necessária para ocasionar catalepsia em animais de experimentação (100mg/kg i. mas não os (+) R-enantiômeros. a fração farmacologicamente ativa (41). ao lado da risperidona (82). em faixas de doses inferiores (50 a 150mg/dia) não costuma ocasionar efeitos extrapiramidais. assim como o fluxo sanguíneo cerebral regional (expressão indireta da ação dopaminérgica por bloqueio dos auto.sinápticos responsáveis pela recaptação de dopamina e com isso relativizando o bloqueio dopaminérgico. Apenas como referência. apenas os (-) S-enantiômeros. bloquear os autoreceptores pré. 400 a 1200mg (39). Assim como as demais benzamidas 2pirrolidínicas. A amilssulprida. todas possuidoras de estrutura molecular quiral.4-Amino-N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)-5(etilsulfonil)-o-an-isamida ou: Benzamida.

Curiosamente. 223). impondo a redução nas doses: para pelo menos a metade quando o clearence da creatinina estiver entre 30 e 60 ml e para 1/3 ou menos com clearence entre 10 e 30 ml (79). Estudo mais recente com a mesma comparação. em ensaio duplo-cego. não conseguiu demonstrar superioridade estatisticamente significativa de uma das duas substâncias (40). na faixa de 400 a 800 e até 1200mg/dia. com superioridade sobre haloperidol. tanto em eficácia como em tolerabilidade. situou-se entre 400 e 800mg na casuística de Burns & Bale. 81. com 6 meses de duração (400-1000mg vs 4-10mg). comparativo com a risperidona na exacerbação da Esquizofrenia (800mg versus 8mg). Na literatura como um todo. risperidona e flupentixol. A revisão metanalítica sistemática da Cochrane sob a responsabilidade de investigadores brasileiros da Universidade Federal de Pelotas confirmou. 207. 60. multicêntrico. estes resultados (247). Ensaios multicêntricos comparativos controlados com a amineptina (26). sua utilidade no tratamento desta habitualmente refratária forma de Depressão Leve Crônica (140. com melhor tolerabilidade quanto a efeitos adversos do sistema nervoso. de fato. Os achados de Wetzel e colaboradores. Um estudo alemão desenhado especialmente para investigar a tolerabilidade quanto a estes efeitos (92). demonstrou pequena. 217 . 230) bem como significamente superior ao haloperidol. Sofre fraco metabolismo hepático com formação de dois metabólitos inativos. envolvendo mais de 200 pacientes com Depressão Maior. Foi consistentemente superior ao placebo nos sintomas negativos esquizofrênicos em estudos duplo-cegos (25. em linhas gerais. à de antipsicóticos convencionais de alta potência (42. A presença de insuficiência renal determina o prolongamento da meia-vida de eliminação. 183. conduzido pelo mesmo grupo confirmou. revelou uma tendência definida da amissulprida a elevar marcante e duradouramente os níveis de prolactina (equivalente à do flupentixol). 79). 149. ao tratamento com a amissulprida. entretanto. duplo-cego. ocorrendo também com a mesma intensidade nas faixas de doses inferiores. No estudo foi apenas superada em tolerabilidade por sua maior tendência a ocasionar efeitos adversos extrapiramidais nestas faixas de doses (215). com cerca de 250 pacientes com distimia (229). A literatura registra recente comparação com a amitriptilina (50mg/dia contra 25-75mg/dia da última). Nesta indicação tem sido muito estudada na Europa onde é muito prescrita na Itália e em Portugal (153). Um estudo multicêntrico anterior. durante 8 semanas.Farmacocinética Tem rápido início de ação com dois picos de concentração (1 h e 3-4 h após a ingestão) alcançando biodisponibilidade absoluta de 48% (79) com meia-vida de eliminação entre 12 e 19 horas (153). com 1358 pacientes no Reino Unido (34). sendo que 50% ou mais. 149) como para sintomas afetivos crônicos. mas consistente superioridade da amissulprida não somente sobre sintomas positivos como também sobre os negativos com menor tendência a ganho de peso. 141). fluoxetina (260) e imipramina (134) revelaram eficácia no mínimo equivalente a estas drogas (em torno de 60% a 70%). embora não quanto aos efeitos neuroendócrinos. sugerem que o efeito sobre a prolactina (elevação de oito a dez vezes os níveis basais) seria dose independente. níveis basais baixos de prolactina (prétratamento) prenunciavam boa resposta dos sintomas negativos. 50 a 150mg costuma ser considerada a faixa de dose ótima tanto para sintomas negativos (60. de uma dose parenteral são eliminados inalterados na urina (36. como na distimia e nas depressões maiores em remissão parcial. A dose mais eficaz na reagudização da Esquizofrenia. comparativo com a paroxetina (50mg versus 20mg). de média duração (6 meses). randomizado. Atravessa a barreira placentária mas. Estudo duplo-cego. liga-se fracamente às proteínas do plasma (25%) (121) o que pode tornar eficaz a hemodiálise nos casos de superdosagem. 63. duplo-cego comparativo com o flupentixol (1000mg vs 25mg). inclusive fora da Esquizofrenia. randomizado. quando também tem-se mostrado promissoramente eficaz confirmando dados da experimentação animal (208). Eficácia e Tolerabilidade Clinicamente foi verificado ter ação equivalente sobre sintomas positivos. em 1994 (295). com doses de 400 a 1200mg/dia (39). neste estudo. com 6 semanas e 132 pacientes agudizados com predomínio de sintomatologia positiva havia registrado equivalência com ligeira superioridade para a amissulprida tanto em eficácia quanto em tolerabilidade (294). randomizado. Um recente ensaio duplo-cego.

Não há notícias de ensaios recentes. Estudos com tomografia por emissão de pósitrons (PET-Scan) em pacientes esquizofrênicos. (Lorex-Synthelabo) (Reino Unido) – comp 50 e 200mg. Como outras benzamidas é antagonista dopaminérgico D2-like seletivo com maior afinidade para o subtipo D4 (potente) do que D2 (moderado) o que pode ter determinado desinteresse pelo seu desenvolvimento com o fracasso de outros antagonistas D4 seletivos como a fananserina (162). Mas. mas foi relacionado como potencial neuroléptico no registro do Instituto Lundbeck (153). SOCIAN (Delagrange) (Portugal) comp 50mg. Constitui o derivado aminado da ciproprida. Synthélabo Espasil Quim. costuma ocasionar convulsões. na faixa considerada terapeuticamente ideal. amp 50mg.63 µgr/ml) mas de óbito com grandes concentrações (41. revelou ausência de efeitos deletérios no rendimento de testes cognitivos. em nítido contraste com o derivado butirofenônico (212. recente metanálise de ensaios clínicos controlados por autores franceses. Em idosos. SULAMID (Baldacci) (Itália) comp 50mg. na França (115). ansiedade e excitação são mais comumente observadas (5 a 10%) (79). foi relatada esporadicamente a ocorrência de sedação e hipotensão mas. (56). Em seres humanos sadios. LUR 2366 N-[(1-ciclopropilmetil)pirrolidin-2-il] metil-4amino-5-etilsulfonil-o-anisamida ou: (LUR-2366) FM: C19-H30-N3-O4-S Mais uma orto-anisamida (benzamida) introduzida na década de 80 e desenvolvida como potencial antipsicótico atípico pela Synthélabo Delagrange. nem mesmo desenvolvimento como marcador biológico (153). 280). insônia. puderam constatarar in vivo que doses entre 600 a 900mg causavam uma ocupação dos receptores D2 no striatum entre 70 a 80%.7 µgr/ml) (98. Síndrome Neuroléptica Maligna e Hipertermia Maligna (242). cx. 218 . Ltda. embora menos intensamente do que com alguns outros antipsicóticos típicos e atípicos (79). em paciente jovem. No Exterior: DENIBAN (Itália) (Synthelabo) (Alemanha) (Bender) . assim como ganho ponderal a médio e longo prazo. Estrada do Guerenguê 1851 (22713001) Rio de Janeiro RIO DE JANEIRO (021) 445-9299 (021) 445-2465/2202. SOLIAN (Sanofi Synthélabo) (França) (Eslováquia) (Bulgária). 227). com 25 anos de idade (210). enquanto que doses em torno de 1100mg já determinavam uma ocupação superior a 85%. Em casos de superdosagem. do mesmo modo que a sultoprida. havendo relatos de recuperação com ingestão de 3 gramas (9. No Brasil: SOCIAN . Não figura em banco de dados reputados e conhecidos como o ChemidPlus ou o ChemFinder. Discinesia Tardia. costumeiramente relacionada a efeitos extrapiramidais (159. prolongamento do intervalo QT e arritmias ventriculares do tipo “Torsade de Pointes”. Não disponível comercialmente.comp 50mg.Com respeito a efeitos extrapiramidais. 224). revelou ocorrência equivalente à observada com a risperidona e nitidamente inferior à do haloperidol.(Synthelabo) comp 50mg ou 200mg. Farm. comparada com haloperidol. Há um caso recentemente registrado de bradicardia assintomática com prolongamento do intervalo QT que remitiu com a redução das doses de 800 para 600mg/dia. c/20. pode agravar sintomas parkinsonianos preexistentes e determinar a ocorrência ocasional de distonias agudas.

divididos em duas tomadas.3. Comporta-se como antagonista seletivo D2/D3 do mesmo modo que a remoxiprida. Está classificado pelo banco de dados ChemidPlus (43) como agente antipsicótico. O uso prolongado (21 dias) nos animais de experimentação não determina redução acentuada dos neurônios dopaminérgicos ativos da área ventral tegmentar do mesencéfalo. 196). com boa tolerabilidade e redução média dos escores da BPRS em 55% após quatro semanas com registro de sintomatologia extrapiramidal em 40% dos pacientes (76). sultoprida e tiaprida (224) menos seletivos. É considerado por alguns um antipsicótico atípico.e que serve como preditor de propriedades antipsicóticas (259).PROSSULPRIDA (PROSULPRIDE) S-(-)-3. Mais recentemente. eticloprida e amissulprida com baixo perfil de efeitos extrapiramidais e fraca propensão a induzir catalepsia nos animais de experimentação. embora não ostente ensaios clínicos publicados nem haja informações sobre a faixa de doses terapêuticas.-dicloro-N-((1-etil-2pirrolidinil)metil)-2-hidróxi-6-meto-xi-. Parece ter uma potência de bloqueio D2 inferior ao haloperidol com curta duração de ação (288). por outros. Também antecipa baixa tendência a ocasionar Discinesia Tardia. Em outro ensaio com as mesmas características realizado a seguir. Empregado na clínica em ensaio aberto com pacientes esquizofrênicos em doses de 8mg/dia. em contraposição à metoclopramida.5-dicloro-N-[(1-etil-2-pirrolidinil) metil]6-metóxisalicilamida ou: (-)-(S)-3. 5-(aminosulfonil)-2-metóxi-N-((1propil-2-pirrolidinil)metil). com melhoras da ordem de 70% dos casos ao final de 4 semanas de tratamento. Não tem ação em D4. 246) como antagonista D2 seletivo como sulpirida e sulmeprida. Os efeitos adversos extrapiramidais limitaram-se à ocorrência de leve Benzamida. ao contrário da nemonaprida. propriedade compartilhada pela nemonaprida. recebeu a confirmação de mostrar potencial como um marcador D2-like seletivo (45). com utilidade como marcador biológico sob a forma de isômeros radioativos [11C]-racloprida.ou: 219 . [18F]-racloprida) em estudos com tomografia por emissão de pósitrons (PET) (72.ou: N-((1-Propil-2-pirrolidinil)metil)-5-sulfamoil-oanisamida ou: (GRI 16-65). 73.(-). mas teve seu desenvolvimento clínico descontinuado por volta de 1992.5-Dicloro-N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)6-hidróxi. 123). RACLOPRIDA (RACLOPRIDE) Benzamida. savoxepina. (CAS RN 84225-95-6) FM: C15-H20-Cl2-N2-O3 DD: 4 a 12mg. em esquema de doses flexíveis crescentes de 2 a 16mg/dia. porém. um típico (187.-o-anisamida ou: (FLA 870) (A40664). na França (174. a partir de observações na experimentação animal (248).5. Não disponível comercialmente. Introduzido em abril de 1985 como potente antagonista dopaminérgico central D2. [3H]-racloprida. foi empregado em esquizofrênicos agudos. É uma benzamida do subtipo metóxi-salicilamida. Cadastrado no banco de dados ChemID (43) como antagonista dopaminérgico e agente antipsicótico. remoxiprida e os isômeros D e L-sulpirida -mas não pela zacoprida. (CAS RN 68556-59-2) FM: C16-H25-N3-O4-S É o derivado propílico da sulpirida e foi introduzido ainda em 1975.

Resultados confirmados por ensaio aberto preliminar no Canadá três anos mais tarde (86). relevante para sua eficácia antipsicótica final (258). licenciada na Suécia (ROXIAM). Itália (REMIDON. flufenazina e haloperidol (249. clorpromazina. Emprego em voluntários sadios mostrou que as doses a partir de 16mg/dia eram mal toleradas pela ocorrência de acatisia. O primeiro ensaio duplocego. age como agonista nos auto-receptores dopaminérgicos em doses baixas a moderadas (03.6-dimetóxi-N-((1-etil-2pirrolidinil)metil)benza-mida (-)-(S)-3-Bromo-N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)2. terminou por ser retirada pouco depois. NT: > 7 a 8mg/L. Parece ter. detentora da patente.acatisia ocasional em 4/15 pacientes. (CAS RN 80125-14-0) FM: C16-H23-Br-N2-O3 DD: 120 a 600mg (131). (250) Foi introduzida como um novo atípico muito promissor em termos de excelente tolerabilidade extrapiramidal. Bastante ensaiado na clínica. 293). quase ao mesmo tempo da risperidona (35.enzamida (A 33. perlapina. Suécia). Como a racloprida. Farmacodinâmica Antagonista dopaminérgico pós-sináptico seletivo D2 e D3. mostraram uma atenuação temporal da elevação das taxas de prolactina e dos efeitos adversos mais comuns: fadiga e inquietude. Ensaios no centro de pesquisas da Astra (Sodertalje. comparativo com haloperidol (4 a 16mg/dia versus 10 a 40mg/dia) confirmou sua eficácia antipsicótica equivalente com menores efeitos extrapiramidais (275). Tentativas de desenvolvimento de novos antipsicóticos a partir do derivado desmetilado FLA-797 também não se revelaram promissoras (200).6-dimetóxi-n-((1-etil-2pirrolidinil)metil)-. segundo Malmberg e colaboradores. De fato. Reino Unido (ROXIAM) e outros países europeus e também ainda despertando interesse teórico entre especialistas (266).547)(FLA-731) 220 . olanzapina. Permanece contudo. 1993 (157). com ampla metabolização e excreção renal muito pequena (192). 150 a 600mg (04). em função do registro de vários casos de Anemia Aplástica. sertindol. Como outras benzamidas modificadas. 3-bromo-N-((1-etil-2pirrolidinil)metil)-2. com uma formulação de liberação lenta. ROXIAM). 146. com grande entusiasmo na Europa e Canadá . 289) mas. como a amissulprida. é eficaz como antipsicótico sem causar efeitos extrapiramidais. embora introduzido recentemente. todos com poucos efeitos extrapiramidais. 3-bromo-2. (S)(S)-3-Bromo-2. é benzamida desenvolvida na intenção de acentuação da atipicidade da sulpirida.(S)Benzamida. 109. Não disponível comercialmente. sulpirida e quetiapina. com 6 pacientes acusando sonolência e elevação transitória das taxas de prolactina (52). adicionalmente.6-dimetóxib. 168. risperidona.6-dimetóxi-. acumula ampla literatura. A explicação para este perfil é a de que a remoxipirida estaria entre os antipsicóticos que se ligam de modo débil aos receptores dopaminérgicos como a clozapina. agindo preferencialmente na via dopaminérgica mesolímbica (tubérculo olfatório e septum) em detrimento da nigro-estriatal (202. em relação ao preparado comum em administração parenteral ou oral e também confirmou uma biodisponibilidade de 65 a 67%. ao contrário da racloprida. Também REMOXIPRIDA (REMOXIPRIDE) Benzamida. a savoxepina e a raclopirida. 267) e não demonstra afinidade por D1 (124). 201. molindone. na maioria dos países (266). 266). 46. 64. ação nos receptores sigma. Neste mesmo estudo se constatou que seus níveis plasmáticos não se mostravam diferentes em dois indivíduos sabidamente metabolizadores pobres de debrisoquina (75). 172. 48. mas com ainda maior seletividade para D2 (afinidade 10 vezes maior. trifluperazina.

na Suécia. pela butirofenona (50). somente se desenvolvendo após um prolongado período com doses altas. Foi superior ao placebo (37% versus 75%) na prevenção de recaídas em esquizofrênicos crônicos em ensaio duplo-cego (114). possuem ainda maior afinidade D2 e D3 que a própria remoxipirida. 274). Como a substância possui um sabor extremamente amargo. nos laboratórios de pesquisa da Astra. eleva discretamente a síntese de dopamina na substância negra (155). permitindo doses únicas diárias. com relação à “qualidade de vida” (segundo versão modificada da escala “Sickness Impact Profile”) em estudo de longo prazo com 28 semanas e aos de Ahlfors e cols. foi ensaiada com sucesso na psicose induzida por levodopa (130. 298). 1990 (04).foi verificado que determinaria um aumento do “turn-over” cerebral de dopamina (striatum. Em ensaio aberto. A metanálise de Lewander e cols. randomizado. já encontrara eficácia antipsicótica equivalente (sintomas positivos e negativos) nos esquizofrênicos agudos. Também como a sulpirida e contrariamente ao haloperidol. tubérculo olfatório e núcleo accumbens) duradouro com tolerância. cobrindo os resultados dos nove primeiros ensaios duplo-cegos. mas em média. 173. adultos. demonstrou eficácia ligeiramente menor com tolerabilidade equivalente (168). para determinação das doses ótimas da remoxipirida em esquizofrênicos agudos. especialmente o primeiro. mostrou-se melhor 221 .. comparativos com haloperidol. confirmando melhor tolerabilidade para a remoxipirida (menos efeitos extrapiramidais. como sugeriram utilidade em sintomas negativos. seus efeitos deletérios menores sobre a performance cognitiva de esquizofrênicos agudos não foram confirmados. uma condição em que os antipsicóticos típicos estariam contra-indicados. (156).. Em ensaio duplo-cego de curta duração com esquizofrênicos agudos. 1997 (09). em tolerabilidade. teriam uma afinidade muito baixa. Um preparado de liberação controlada para uso oral (400mg). 1992 (131). ao contrário do que se observa com antipsicóticos típicos como o haloperidol. teria uma meiavida de 5 horas (91. Por seu perfil baixo de efeitos extrapiramidais. com psicóticos idosos. 191). estudo duplo-cego com a mesma comparação e doses diária de 50 a 200mg. aumentando com a redução do Ph urinário. através de doses únicas em voluntários sadios. 298). bem tolerada parenteralmente. a excreção renal é significativa nos seres humanos. Estes achados se mostraram semelhantes aos de Awad e cols. um estudo duplo-cego escocês comparativo com a tioridazina envolvendo esquizofrênicos agudos. Já os resultados de Lapierre e cols. mas os derivados pirrolidínicos. Em estudo multicêntrico. foram desenvolvidos preparados microencapsulados para a apresentação em forma de suspensão oral. foi desenvolvido com sucesso (264.. mas menos eficaz que o haloperidol. principais metabólitos em seres humanos. Seus metabólitos fenólicos (FLA 797(-) e FLA 908(-)). mostrou-se tão eficaz quanto a clozapina e o haloperidol (118). Em pelo menos um ensaio duplo-cego comparativo com haloperidol. neste item. testada com boa biodisponibilidade (257). mostrou-se ligeiramente mais eficaz e melhor tolerada (216) que a fenotiazina piperidínica. 1990 (138). Em ensaio aberto. em estudo duplo-cego comparativo com haloperidol. sem ocasionar parkinsonismo ou deterioração quando da suspensão (07). não mostrou eficácia em pacientes esquizofrênicos crônicos refratários (282). mostrou-se bem tolerada. duplo-cego. quando chega a superar 30% (91. Inicialmente. com redução de mais de 40% nos movimentos discinéticos. neuroendócrinos e sedação). Eficácia e Tolerabilidade No primeiro ensaio clínico. 143. 239). não só confirmaram eficácia equivalente com tolerabilidade extrapiramidal melhor. Em seguida. sendo superada.. com pacientes esquizofrênicos e remoxiprida em preparado oral de liberação prolongada (400mg para dose única diária). encontrados principalmente no rato (202). sendo considerados farmacologicamente inativos (182. Farmacocinética É bem absorvida por via oral alcançando biodisponibilidade superior a 90%. em ensaio duplo-cego. de ambas as substâncias. Foi tão eficaz quanto a tioridazina com melhor tolerabilidade em ensaio duplo-cego multicêntrico australiano (112). Ao contrário do observado em roedores (10%). 107. mesmo em sintomas negativos (132). de longa duração (1 ano). Também revelou utilidade na Discinesia Tardia em doses de 150 a 600mg. foi considerada também para a Mania Aguda (47). podendo chegar ao dobro nos pacientes idosos (190).

com a patente sendo detida pela Delagrange francesa (153) (Obs: não confundir com o nome comercial da amissulprida no Brasil: SOCIAN. Nos casos de Superdosagens. amp 200mg/ml. Não disponível no Brasil. ao contrário do que se observa com antipsicóticos típicos como o haloperidol (127). No Exterior: ROXIAM (Suécia)(Astra) – cáps 50. Seria. Também há o registro da ocorrência de distonias e até Síndrome Neuroléptica Maligna (126) e doses superiores a 140mg estiveram relacionadas a ocorrência de acatisia em voluntários sadios (74). acima da ordem de seletividade demonstrada pela amissulprida. o que poderia torná-lo especialmente indicado nos pacientes mais idosos. em associação com álcool. REMOXIPRIDE ASTRA (França) – cloridr. cáps lib lenta 75mg. declinando ao final de quatro semanas. 189. 150 e 300mg. Segundo o banco de dados do Lundbeck Institute. 217). em estudo duplo-cego com voluntários sadios. 100mg e 4mg (301) nem tampouco com etanol. diazepam e warfarin nas faixas de doses terapêuticas (302). No Exterior: SOCIAM (França) (Delagrange). 206. com sessões de doses únicas de. SULMEPRIDA (N-METHYLSULPIRIDE. é um antipsicótico comercializado na Europa com o nome fantasia de SOCIAM. 146. 290). 75. (CAS RN 57479-88-6) FM: C14-H21-N3-O4-S Introduzida ainda na década de 70 como composto TER 1546 (224) não teria demonstrado as propriedades desinibidoras ou ativadoras nas pequenas doses observadas com outras benzamidas como sulpirida e prossulprida (GRI 1665) (174).tolerada que a tioridazina nos indivíduos mais idosos (272) do mesmo modo que já havia superado o haloperidol em tolerabilidade extrapiramidal. 206. Como a excreção renal é importante e ainda pode ser aumentada pela acidificação da urina. Há uma fatalidade descrita na literatura por superdosagem com finalidade suicida. 282. A elevação das taxas de prolactina mostra-se transitória. A remoxipirida. respectivamente. foi relacionada à anemia aplástica numa freqüência que obriga a controle hematológico equivalente ao da clozapina (128. que chegou a determinar concentrações de 230mg/L (250). entretanto. mesmo os de maior duração (103. remoxipirida e remoxipirida de liberação controlada (99).ou: 5 -aminosulfonil)-2-metóxi-N-[(1-metil-2pirolidinil)metil]benzamida ou: N-((1-Metil-2-pirrolidinil)metil)-5-sulfamoil-oanisamida ou: (TER 1546). REMIDON (Itália) (Bracco). risco que não teria sido adequadamente estimado nos primeiros ensaios clínicos. procedimentos nesta direção (uso de cloreto de amônio) devem ser adotados (297). racloprida e cleboprida (44). ROXIAM (Dinamarca) (Finlândia) 222 . (Itália)(Zambeletti) (REINO UNIDO)(Astra) – cáps 75. tiaprida. Interações Medicamentosas Não demonstrou nenhuma interação farmacodinâmica ou farmacocinética significativa com o biperideno. figurando ao lado da sulpirida. sol oral 25mg/ml. 150mg. 271). Não demonstra ação sedativa (205. uma das benzamidas mais seletivas para D2. em ensaio duplo-cego controlado com placebo também com doses únicas equivalentes (228) e em ensaio duplo-cego com haloperidol. SULMEPRIDE) Benzamida. é preciso especial atenção com alterações do ritmo cardíaco como bradicardia sinusal. Não disponível comercialmente no Brasil. Synthelabo Espasil). 232) nem deletéria sobre a performance cognitiva (137. SL 74205 e alizaprida. 5-(aminosulfonil)-2-metóxi-N-((1metil-2-pirrolidinil)metil). no entanto.

ao lado da tioridazina e da clozapina. 53). 198. Teria também alguma ação nos sintomas negativos. 1974 (161). mostra a capacidade equivalente à deste último em aumentar a latência de inibição (capacidade de filtrar estímulos irrelevantes) tida como paradigma experimental animal de propriedades antipsicóticas na clínica (77). 300 a 1000mg (18). 650 a 850ng/ml (135). em doses mais baixas (50-100mg). molindona e sulpirida. Por estas propriedades farmacodinâmicas e por não rebote na suspensão. Bruscky e cols. entre os primeiros atípicos por ter ação clínico-terapêutica sem determinar catalepsia ou antagonizar as estereotipias induzidas pela anfetamina. 119. 1973 (113). atua como bloqueador dos receptores dopaminérgicos D2. Nas doses plenas (v. assim. 1971 (154). 1974 (100) e a Martins e cols. com ensaio duplo-cego) (219). 186) e. 1973 (33) e Kersz. de acordo com Moore & Gershon. teria ação agonista dopaminérgica (bloqueio présináptico com aumento do “turn-over” dopaminérgico) com efeitos antidepressivos (222. Tem ação antipsicótica menos potente e menos efeitos extrapiramidais que haloperidol e clorpromazina. 226. SULPRIDE) o-Anisamida. em detrimento das estritatais (núcleos caudatum e putamen) (14. septum e núcleo accumbens). 800 a 3200mg (88). 245). 55. 292). Bastos & Ramos. apenas clozapina. quando em doses menores. 122. No final da década de 80. 68. Antipsicótico de baixa potência. Apesar de não induzir catalepsia. ao contrário da pimozida ou haloperidol (83). 1403) (CCRIS 4248) (BRN 0494008) (CAS RN 15676-16-1) FM: C15-H23-N3-O4-S DD: 400 a 1000mg.SULPIRIDA (SULPIRIDE. Tem baixa afinidade por receptores alfadrenérgicos e muscarínicos. (R. não causando. Os primeiros experimentos clínicos como antipsicótico especificamente devem-se a Pinto. 218.zamida ou: N-((1-Etil-2-pirrolidinil)metil)-2-metóxi-5sulfamoilbenzamida ou: N-((1-Etil-2-pirrolidinil)metil)-5-sulfamoil-oanisamida. comportavam-se como atípicos verdadeiros em todos os testes com doses únicas ou com doses repetidas. aparentada a procainamida e introduzida ainda no final da década de 60 na França e outros países de Europa.(53). 1989 (185).ou: 5-(Aminosulfonil)-N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)2-metóxiben. não tem afinidade pelos receptores sigma. acima). tem sido sugerida como alternativa a antipsicóticos típicos nos pacientes idosos ou com transtornos motores (87. 166. do mesmo modo que a clozapina e contrariamente ao que se observa com o haloperidol (236). não induz hipersensibilidade dopaminérgica estriatal. tioridazina. que definiam então este perfil. empregado como antipsicótico. Henriques & Coutinho. é uma benzamida de primeira geração. apomorfina e nomifensina nos animais de experimentação (estimulação dopaminérgica estriatal) como invariavelmente se constata com os neurolépticos ou antipsicóticos típicos (54. De fato o emprego repetido da sulpirida em animais de experimentação. antidepressivo de segunda geração e como medicação gastrintestinal (procinética e antiúlcera) (193). D3 e D4 mas. N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)-5sulfamoil.ou: Benzamida. ao contrário destas substâncias. Também. 286). 93. Parece ter um perfil misto de agonismo/ antagonismo D2 seletivo em sistema mesolímbico (05. 251. 38. 1973 (16).D. Foi incluída. Farmacodinâmica Classificado no banco de dados ChemIDPlus do Instituto Nacional de Saúde norte-americano (43) como um antagonista dopaminérgico D2. em doses equivalentes às utilizadas na clínica em seres humanos. 400 a 800mg (105).. 5-(aminosulfonil)-N-((1-etil-2pirrolidinil)metil)-2-metóxi.. 223 . demonstrando uma ação antidopaminérgica seletiva em estruturas límbicas (tubérculo olfatório. NST: 70 a 1120ng/ml (277). tiospirona. Foi pioneiramente ensaiada no Brasil como antidepressivo e em Transtornos de Ansiedade por Madalena. 1972.

são registrados outros efeitos neurendócrinos além da liberação de prolactina. Em outro estudo duplo-cego com doses fixas (400mg de clorpromazina versus 800mg de sulpirida) com esquizofrênicos.assim. Indicações e Eficácia Finalmente. 110) do mesmo modo que a hiperfagia e o ganho de peso. mostrou-se ligeiramente superior a esta (diferença estatisticamente não significativa) em pacientes esquizofrênicos agudos. Não foram identificados metabólitos e não parece sofrer metabolização. -inferior a 10 mL/minuto . observadas com o derivado fenotiazínico (27).70% da dose normal. sedação (13).50% da dose normal. Também não possui afinidade pelos receptores serotoninérgicos centrais (125. seus níveis séricos não constituem parâmetro valioso de referência terapêutica (59. revelou eficácia e tolerabilidade comparáveis entre as duas substâncias. sem maiores dislipidemias. Aumenta significativamente e de modo duradouro as taxas de prolactina (96. Já demonstrou superioridade como antipsicótico em relação ao placebo (139). hipotensão ou efeitos anticolinérgicos. mas como muitos outros neurolépticos. Comparação duplo-cega com a perfenazina. no grupo das benzamidas. como fazem os antipsicóticos típicos e alguns atípicos como a clozapina. atingindo um máximo em 8 a 12 semanas. a remoxipirida. embora somente o isômero levógiro seja dotado de atividade farmacológica central relevante. a eficácia das duas drogas foi equivalente com vantagens para a sulpirida em relação a um efeito ativador mais precoce nos pacientes autistas e melhor tolerabilidade autonômica e hepática (96). Tem taxa de ligação protêica de 40%. 254). sem o inconveniente de reações de fotossensibilidade. em estudo com grupos paralelos.34% da dose normal ou então o prolongamento dos intervalos das doses por um fator de 1. Estudo duplo-cego multicêntrico comparativo com a clorpromazina e envolvendo 71 pacientes psicóticos. 88). 278) de modo dose-independente (169). como a elevação das taxas do hormônio do crescimento (GH) (95) e progesterona. que pode ser antagonizado pela administração de estrógenos (209. atingindo picos plasmáticos em 3 a 6 h (299). aumento da leptina. Alcança biodisponibilidade de cerca de 30%. Suas doses devem ser reduzidas em pelo menos 35 a 70% nos pacientes com função renal patológica ou fisiologicamente comprometida. Sua absorção é significamente reduzida pelo hidróxido de alumínio e sua administração às refeições ou nas primeiras duas horas pode reduzir a absorção em 30% (256). biodisponibilidade quando ingeridos simultaneamente (255). 2 e 3 respectivamente (31). Tem meia-vida de eliminação de 6 a 8 h (29). é hidrofílico (baixa penetração no SNC). o ondansetron e a quetiapina e. mas não há evidências de que regime com duas doses diárias seja mais eficaz do que doses únicas (139). além de hipersensibilidade aos efeitos da insulina correlacionada ao ganho de peso por aumento da ingesta. -entre 10 a 30 mL/minuto .5. particularmente no sexo feminino (10). respectivamente. Bressolle sugere o seguinte esquema: clearance da creatinina -entre 30 a 60 mL/minuto . é excretado por via renal não-modificada (quase 100%) quando administrado por via parenteral (28) e de 15 a 25% quando por via oral. É absorvido lentamente por via oral. O efeito antipsicótico costuma se observar precocemente. A cimetidina e o bicarbonato de sódio parecem também reduzir sua 224 . com ambas as substâncias Farmacocinética É em geral apresentado em mistura racêmica. em doses até 1800mg/dia versus até 675mg. 234). Este efeito parece ser mais acentuado e duradouro no sexo feminino (20.

e alcançando e eficácia equivalente ao haloperidol que. (23). Algumas das indicações psiquiátricas suplementares também ainda careceriam de estudos controlados em maior número (214). Em revisão sistemática com metanálise inscrita na Cochrane. 176). 1975 (01). e impotência coeundi. Outras indicações psiquiátricas incluem os estados de agitação de idosos e deficientes mentais (281) e fobia escolar infantil. Em estudos duplo-cegos. Benkert & Holsboer. mas recordam oportunamente a insuficiente evidência de sua eficácia na sintomatologia negativa esquizofrênica (262). confirmam a ação antidepressiva mas recomendam cautela na generalização de seus resultados (19). porém. com resultados equivalentes aos da imipramina e benzodizepínicos na experiência clínica de Abe. sendo somente superada em períodos maiores (a partir de 24 semanas) (268). aumento dos riscos de oesteoporose e neoplasias mamárias prolactino-dependentens na mulher. Como antidepressivo. haloperidol decanoato e flufenazina decanoato em sintomas depressivos secundários. por não ser excretada em altas concentrações no leite materno. Uma das indicações mais interessantes originou-se recentemente dos resultados obtidos por Shiloh e colaboradores no Geha Psychiatric Hospital. foram obtidos por Bochetta e cols. uma ação mais acentuada e precoce sobre os sintomas depressivos de pacientes esquizofrênicos que a da clorpromazina (800mg versus 400mg) (06). Embora se vincule sua ação antidepressiva (agonismo dopaminérgico) a faixas de doses baixas a moderadas (50 a 150. confirmam a boa tolerabilidade extrapiramidal da sulpirida. Tolerabilidade As elevações das concentrações de prolactina são acentuadas e duradouras. superando a timiperona (1 a 6mg). Soares e colaboradores da Universidade Federal de Pelotas. com base em estudos animais. apresentavam uma redução média em torno de 50% nos escores da BPRS e SAPS (Scale for Assesment of Positive Symptoms) após a associação de 600mg/dia de sulpirida a seu esquema anterior. com superioridade para a sulpirida em termos de rapidez de ação e tolerabilidades colinérgica e adrenérgica. na Síndrome de Gilles de la Tourette (231) e na cefaléia tensional (62). de longa duração. com todos os quatro antipsicóticos confirmando superioridade em relação ao placebo (197). Foi também proposta como medicação antiemética e antivertiginosa com vantagens sobre a metoclopramida (238) e nas desordens digestivas funcionais em geral (15. no ensaio aberto de Christie e cols. com independência dos negativos (165). Resultados equivalentes em pacientes bipolares deprimidos em uso de lítio. revelou-se um antipsicótico útil na prevenção de recidivas em esquizofrênicos assintomáticos com boa tolerabilidade (100 a 600mg). não controlado. quando demonstraram que cerca de 25% dos pacientes refratários à clozapina isoladamente. sem a desvantagem de interferir no sono paradoxal (“REM-sleep” ou “rapid-eye-movement sleep”) como fazem muitos dos medicamentos utilizados (203) o ainda carece de comprovação clínica. em Tel-Aviv. foi inferior ao clordiazepóxido em pelo menos um ensaio duplo-cego (279).monstrando menos eficácia nos pacientes crônicos (136). Como ansiolítico. Em estudo controlado. teria demonstrado uma satisfatória ação antimaníaca em oito pacientes agudos sem a necessidade de medicações suplementares. Também mostrou-se superior ao haloperidol. amenorréia. em design duplo-cego (253). A sulpirida. na Depressão “endógena” (Maior) com doses diárias de 150mg.. com todo o séquito de efeitos adversos reprodutivos e metabólicos: galactorréia. 90. pelo menos no curto prazo (até 12 semanas). Embora seu emprego em quadros maníacos permaneça controverso. 1993. ginecomastia e atrofia testicular no homem. Recentemente. 1984 em ensaio aberto. demonstrou. com esquizofrênicos crônicos. foi sugerida utilidade da sulpirida no controle dos ataques catalépticos da narcolepsia. 1989 (49). demonstrou eficácia na Depressão Maior equivalente à da amitriptilina. tem sido utilizada também como medicação estimulante da lactação em mulheres em período de amamentação (08. foi superior à propericiazina. por sua vez. após 10 semanas. RS. em ensaio duplo-cego com 4 semanas de duração e comparação equivalente. em estudo duplocego. em relação à associação de placebo. frigidez. em estudo duplocego. 300). mostrou-se com eficácia comparável à trifluperazina (15 a 45mg/dia) (71) e ao haloperidol (800 a 2800mg/dia versus 6 a 18mg/dia) (194) e (800 a 3200mg/dia versus 6 a 24mg/dia) (88). ou até 300mg/dia) (237). porém. O ganho de peso costuma invariavelmente ocorrer nos tratamentos 225 . também duplo-cego.

Apesar do baixo perfil de efeitos extrapiramidais tornarem estas ocorrências excepcionais. Discinesia Tardia (02. cartucho c/ 20 cáps. cxs c/ 20. cloridrato) FM: C17-H26-N2-O4-S DD: 400 a 1200mg (276). (CAS RNs 53583-79-2. 211). e experimentos realizados com animais confirmam estas propriedades (65. tiaprida e sultoprida (70. cxs c/ 20. No Brasil: BROMOPIRIN (Novaquímica) . penetra mais no cérebro. Por isso é utilizado. 226 . isoladamente ou em associação com outros neurolépticos (111. Há inclusive na literatura o relato de uma fatalidade atribuída ao uso terapêutico da sulpirida num paciente com feocromocitoma não diagnosticado (220). Pode causar palpitações. c/ 1mg de bromazepam) cáps de 25mg. Lundbeck Institute Database Sulpiride Commercial Info. com liberação de grandes quantidades de noradrenalina. Como estas demonstra afinidade por receptores dopaminérgicos centrais D2-like de forma seletiva. já foi implicada em Síndrome Neuroléptica Maligna.7 a 2. N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)-5(etilsulfonil)-2-metóxi. amissulprida e remoxiprida (188). EQUILID (Hoescht Marion Roussel) . frasco conta-gotas c/ 30ml c/ 20mg/ml. concentrando-se também no striatum.199).ou: N-((1-Etil-2-pirrolidinil)metil)-5-(etilsulfonil)-oanisamida ou: (LIN 1418). Acatisia Tardia (150) além de distonias agudas (144). em doses pequenas. demonstrou potencializar os efeitos da cimetidina e do hidróxido de alumínio na cicatrização de úlceras duodenais. 117. para teste diagnóstico em casos suspeitos. sem afinidade pelos subtipos D1-like (180) embora não demonstre a mesma seletividade límbica que a sulpirida.cáps de 50 e comps de 200mg. É comercializada como mistura racêmica onde apenas a forma levógira demonstra atividade farmacológica antidopaminérgica relevante. SULTOPRIDA (SULTOPRIDE) Interações Medicamentosas Já esteve envolvida em caso de Síndrome Neuroléptica Maligna desencadeada após a suspensão de associação sulpirida/maproptilina (116).(Associação c/ bromazepam). como alguns outros antipsicóticos. SULPAN (Synthelabo-Espasil) . disponível em www. A sulpirida. Distonia Tardia (177. sulpirida. Introduzido em 1975 como uma das quatro anisamidas neurotrópicas originais: metoclopramida.(Assoc. 240).prolongados e há indicações de que se correlaciona estreitamente com a intensidade da hiperprolactinemia (11.cáps de 50 e comps de 200mg. 252). aliás. A droga-mãe tem meia-vida plasmática de cerca de 3h com os metabolítos alcançando ½ vida de eliminação de cerca de 11h (153). Em pacientes com feocromocitoma pode desencadear crises hipertensivas fatais por ação direta no tumor. 200 a 1200mg (153) NST: 35. Como é um pouco mais lipofílica que a sulpirida. 152. reação distônica em paciente com Coréia de Huntington (244). DOGMATIL (SynthelaboEspasil) . No Exterior (mais de 60 nomes-fantasia em mais de 100 países.990 ng/ml (277). medulla oblongata e cerebelo. 233) é ainda hoje comercializado na França como neuroléptico (BARNETIL®). em pelo menos um ensaio. 23694-17-9. V. cxs c/ 20. N-((1-etil-2-pirrolidinil)metil)-5(etilsulfonil). base.org): ABILIT AIGLONYL ALIMORAL ANSIUM ARMINOL BETAMAKS CALMOFLORINE CHAMPIONYL o-Anisamida. etc. luinst. embora haja necessidade de maior número de estudos para seu aproveitamento na indicação. 12). DARLETON COOLSPAN DOBREN DOGMATYL EGLONIL EGLONYL.ou: Benzamida. hipocampo e áreas mesolímbicas além do hipotálamo. como costuma ocorrer com outras benzamidas que apresentam isomeria (45).

áreas menos protegidas pela barreira hematoencefálica e