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COMANDOS ELÉTRICOS

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 1
DISPOSITIVOS DE MANOBRA ELÉTRICA

EQUIPAMENTOS CAPAZES DE EXECUTAR A


INTERLIGAÇÃO E DESLIGAMENTO DE PONTOS
ENTRE OS QUAIS CIRCULARÁ CORRENTE
QUANDO INTERLIGADOS.
TEMBÉM CHAMADOS DE CHAVES.

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CHAVES

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PARÂMETROS

TENSÃO: QUANDO ABERTAS AS CHAVES FICAM


SUBMETIDAS A UM ALTO VALOR DE TENSÃO E DEVEM SUPORTÁ-LO SEM
PERMITIR FLUXO DE CARGAS.

CORRENTE: QUANDO FECHADAS AS CHAVES DEVEM


CONDUZIR A CORRENTE DO CIRCUITO COMANDADO SEM SUPER
AQUECER NEM PROVOCAR QUEDA DE TENSÃO.

VELOCIDADE DE OPERAÇÃO: QUANTO MAIS RÁPIDO A


CHAVE SE ABRIR OU FECHAR, MENOR SERÁ A POSSIBILIDADE DE
PRODUÇÃO DE RESISTÊNCIA NOS PONTOS DE CONTATO E
CONSEQUENTEMENTE MENOR SERÁ A QUEDA DE TENSÃO PRODUZIDA E
O CALOR.

NÚMERO DE OPERAÇÕES: INDICA A QUANTIDADE DE


OPERAÇÕES QUE A CHAVE PODE EXECUTAR ATÉ QUE SE DESTRUA.

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ESTRUTURA BÁSICA DAS CHAVES

Botão (material isolante)

Parte metálica Contato


fixa
Parte metálica
fixa

Parafuso de conexão
Base (material isolante)
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CHAVES DE IMPULSO

São chaves de duas posições: uma dessas posições é mantida


pelo acionamento e apenas enquanto durar o acionamento. A outra,
chamada posição de repouso, é mantida por algum método próprio
da chave, como uma mola por exemplo.
Conforme a posição de repouso, a chave recebe uma
denominação específica:
Quando a mola mantém a chave aberta, esta última se
chama normalmente aberta ou NA;
Quando a mola mantém a chave fechada, esta última se
chama normalmente fechada ou NF.

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CHAVES NA

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Chave NA atuação por botão

Posição em repouso

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Chave NA atuação por botão

Posição atuada

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CIRCUITO EXEMPLO DE USO DA CHAVE NA

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A carga estará energizada somente se a chave NA estiver acionada.

S=A

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Chave NA atuação por botão

Posição de repouso

pilha
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Chave NA atuação por botão

Posição atuada

pilha
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS

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CARGA OPERADA POR CHAVE COM RETENÇÃO

CHAVE ABERTA

G
CARGA
DESENERGIZADA

CHAVE FECHADA

G
CARGA
ENERGIZADA

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CARGA OPERADA POR CHAVE NA

CHAVE EM
REPOUSO
G
CARGA
DESENERGIZADA

CHAVE ATUADA

G
CARGA
ENERGIZADA

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CHAVE NF

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CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO

Posição em repouso

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CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO

Posição atuada

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CIRCUITO EXEMPLO DE USO DA CHAVE NF

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A carga estará energizada somente se a chave NA estiver não acionada.

S=A

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CHAVE NF ACIONADA POR BOTÃO

Posição de repouso

pilha

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Chave NF atuação por botão

Posição atuada

pilha

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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS

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CARGA OPERADA POR CHAVE NF

CHAVE NÃO ATUADA


(FECHADA)
G
CARGA ENERGIZADA

CHAVE ATUADA
(ABERTA)
G
CARGA
DESENERGIZADA

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ASSOCIAÇÕES

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AS ASSOCIAÇÕES SE FAZEM PARA OBTER FORMAS DE
DEPENDÊNCIA MAIS COMPLEXAS ENTRE AS CHAVES E AS
RESPECTIVAS CARGAS.

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ASSOCIAÇÕES DE CHAVES NA

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ASSOCIAÇÃO SÉRIE

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Quando se associam chaves em série sua carga
só será energizada quando todas as chaves
estiverem fechadas.

Chaves NA: a carga só liga se todas as chaves


estiverem acionadas.

S=A•B

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SÉRIE - NA -

REPOUSO
REPOUSO

pilha

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SÉRIE - NA -

ATUADA
REPOUSO

pilha

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SÉRIE - NA -

REPOUSO
ATUADA

pilha

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SÉRIE - NA -

ATUADA
ATUADA

pilha

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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS

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Carga operada por chave NA

G CHAVE

CARGA

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ASSOCIAÇÃO PARALELA

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Quando as chaves se associam em paralelo, sua
carga será energizada desde que pelo menos uma
das chaves esteja fechada.

Chaves NA: a carga se liga desde que pelo menos


uma chave esteja acionada.

S=A+B

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PARALELO - NA -

REPOUSO

REPOUSO

pilha

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 43
PARALELO - NA -

ATUADA

REPOUSO

pilha

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PARALELO - NA -

REPOUSO

ATUADA

pilha

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PARALELO - NA -

ATUADA

ATUADA

pilha

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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS

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Carga operada por chave NA

G
CHAVES

CARGA

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ASSOCIAÇÃO DE CHAVES –NF-

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ASSOCIAÇÃO SÉRIE

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Quando se associam chaves em série sua carga
só será energizada quando todas as chaves
estiverem fechadas.

Chaves NF: a carga só liga se todas as chaves


estiverem não acionadas.

S=A•B

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SÉRIE - NF -

REPOUSO
REPOUSO

pilha

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SÉRIE - NF -

REPOUSO
ATUADA

pilha

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SÉRIE - NF -

ATUADA
REPOUSO

pilha

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SÉRIE - NF -

ATUADA
ATUADA

pilha

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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS

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Carga operada por chave NF

G CHAVE

CARGA

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ASSOCIAÇÃO PARALELA

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Quando as chaves se associam em paralelo, sua
carga será energizada desde que pelo menos uma
das chaves esteja fechada.

Chaves NF: a carga se liga desde que pelo menos


uma chave esteja não acionada.

S=A+B

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PARALELO - NF -

REPOUSO

REPOUSO

pilha

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PARALELO - NF -

ATUADA

REPOUSO

pilha

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PARALELO - NF -

REPOUSO

ATUADA

pilha

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PARALELO - NF -

ATUADA

ATUADA

pilha

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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS

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Carga operada por chave NF

G
CHAVES

CARGA

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CHAVE MAGNÉTICA

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RELÉ DE PEQUENO PORTE

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A chave magnética compõe-se de:

 BOBINA;

 FERRAGEM (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL)

 CHAVES (PARTE FIXA E PARTE MÓVEL)

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A BOBINA, ENERGIZADA, GERA UM CAMPO MAGNÉTICO

+ +

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O CAMPO MAGNÉTICO É CONCENTRADO PELA PARTE FIXA DO
ENTRE-FERRO, NA QUAL É FIXADA A BOBINA E A PARTE FIXA
DAS CHAVES

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+

19:03
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+

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O CAMPO MAGNÉTICO, CONCENTRADO, ATRAI A PARTE
MÓVEL DO ENTRE-FERRO NA QUAL SE PRENDE A PARTE
MÓVEL DAS CHAVES

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+

19:03
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+

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PARTES MÓVEIS

PARTES FIXAS
+

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+

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1 - O CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO NA BOBINA QUANDO
ENERGIZADA, É CONCENTRADO PELA PARTE FIXA DO ENTRE-
FERRO, NA QUAL É FIXADA A BOBINA E A PARTE FIXA DAS
CHAVES
2 - O CAMPO MAGNÉTICO, CONCENTRADO, ATRAI A PARTE
MÓVEL DO ENTRE-FERRO NA QUAL SE PRENDE A PARTE
MÓVEL DAS CHAVES
3 - QUANDO SE UNEM A PARTE MÓVEL COM A PARTE FIXA HÁ
O ACIONAMENTO DAS CHAVES..

4 - QUANDO SE UNEM A PARTE MÓVEL COM A PARTE FIXA


HÁ TAMBÉM UMA CONCENTRAÇÃO AINDA MAIOR DO CAMPO
MAGNÉTICO, AUMENTANDO A INDUTÂNCIA E REDUZINDO A
CORRENTE ELÉTRICA CASO A TENSÃO APLICADA SEJA
ALTERNADA.
ESTE EFEITO PROVOCA UMA MAIOR VELOCIDADE DE
ACIONAMENTO DAS CHAVES MAGNÉTICAS ACIONADAS
POR TENSÃO ALTERNADA SE COMPARADA A DAQUELAS
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ACIONADAS POR TENSÃO CONTÍNUA.
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CORRENTES NA CHAVE MAGNÉTICA

A INTENSIDADE DE CORRENTE DE ACIONAMENTO DA


(BOBINA) CHAVE MAGNÉTICA É MUITO MENOR QUE A
CORRENTE POSSÍVEL DE SER COMANDADA PELAS SUAS
CHAVES.

POR ISSO UM DISPOSITIVO UMA PEQUENA POTÊNCIA PODE


ENERGIZAR A BOBINA, QUE ATIVARÁ SUAS CHAVES, QUE
PODEM COMANDAR UMA ALTA POTÊNCIA COMO DE UM
MOTOR.

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ISOLAMENTO ENTRE CIRCUITOS QUE INTERAGEM

A BOBINA DA CHAVE MAGNÉTICA É GALVANICAMENTE


ISOLADA DAS CHAVES POR ELA OPERADAS.
ISSO SIGNIFICA QUE UMA TENSÃO APLICADA ENTRE A BOBINA
E AS CHAVES NÃO PROVOCARÁ CORRENTE ELÉTRICA
POR ISSO, É POSSÍVEL POR EXEMPLO UMA FONTE DE TENSÃO
CONTÍNUA ( EX.: 24V) ALIMENTAR A BOBINA E UMA DE
TENSÃO ALTERNADA (EX.: 440V) ALIMENTAR A CARGA
ATRAVÉS DAS CHAVES OPERADAS PELA CHAVE MAGNÉTICA.

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MULTIPLICAÇÃO DE CONTATOS

A CHAVE MAGNÉTICA PODE OPERAR SIMULTANEAMENTE


VÁRIAS CHAVES E POR ISSO É POSSÍVEL A PARITR DE UMA
ÚNICA CHAVE ACIONAR DIVERSOS RECEPTORES

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 81
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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 82
QUANDO SE USA UMA CHAVE NORMALMENTE ABERTA
OPERADA PELA CHAVE MAGNÉTICA, A CARGA FICARÁ
ENERGIZADA ENQUANTO A BOBINA ESTIVER ENERGIZADA.

LIGOU A CHAVE,
LIGA A CARGA

 
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0A

0A
19:03
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5A

19:03 0,2A
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QUANDO SE USA UMA CHAVE NORMALMENTE FECHADA
OPERADA PELA CHAVE MAGNÉTICA, A CARGA FICARÁ
ENERGIZADA ENQUANTO A BOBINA ESTIVER DESENERGIZADA

LIGOU A CHAVE,
DESLIGA A CARGA

 
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5A

0A

19:03
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0A

0,2A

19:03
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DIAGRAMAS ESQUEMÁTICOS

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CHAVE MAGNÉTICA NÃO
ATUADA
CARGA A NÃO
ATUADA
CARGA B ATUADA

S1

a
G 13 21

b 14 22 G
A B

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 90
CHAVE MAGNÉTICA ATUADA
CARGA A ATUADA
CARGA B NÃO
ATUADA

S1

a
G 13 21

b 14 22 G
A B

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CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 92
CHAVE MAGNÉTICA ACIONADA POR CHAVE NF

USANDO UMA CHAVE NA DA CHAVE MAGNÉTICA

19:03
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5A

19:03 0,2A
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 94
0A

0A
19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 95
USANDO UMA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 96
0A

0,2A

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 97
5A

0A

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 98
CHAVE MAGNÉTICA ATUADA
CARGA A ATUADA
CARGA B NÃO
ATUADA

S1

a 13
G 21

b 14 22 G
A B

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 99
CHAVE MAGNÉTICA NÃO
ATUADA
CARGA A NÃO ATUADA

CARGA B ATUADA

S1

a
G 33 41

b 34 42 G
A B

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 100
Exemplo de aplicação da chave NF da chave
magnética

SE NO CAMPO HÁ UMA CHAVE NF, POR CUJA ATUAÇÃO É


NECESSÁRIO LIGAR ALGUM CIRCUITO, PODE-SE ENERGIZAR A
BOBINA DE UMA CHAVE MAGNÉTICA ATRAVÉS DA CHAVE NF DE
CAMPO, E USAR UMA CHAVE NF DA CHAVE MAGNÉTICA PARA
ENERGIZAR TAL DISPOSITIVO.

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 101
CHAVE DE CAMPO NF (S1) EM REPOUSO
BOBINA ENERGIZADA
DISPOSITIVO A NÃO
ATUADO

S1
a
G 13

C1-1
b 14 ABERTO
G
A

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 102
CHAVE DE CAMPO NF (S1) ATUADA
BOBINA DESENERGIZADA
DISPOSITIVO A
ATUADO

a
G 13

C1-1
b 14
FECHADO G
A

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 103
DIAGRAMAS ELÉTRICOS MAIS COMPLEXOS

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 104
DIAGRAMAS ELÉTRICOS MAIS COMPLEXOS

DIAGRAMAS UNIFILARES E MULTIFILARES


OS DIAGRAMAS ELÉTRICOS PODEM SER FEITOS DE
ACORDO COMO O MODELO UNIFILAR OU MULTIFILAR
CONFORME SEU OBJETIVO.
 UNIFILAR > OBJETIVA MOSTRAR AS INTERLIGAÇÕES ENTRE
EQUIPAMENTOS SEM MINÚCIAS QUANTO AOS PONTOS DE
CONEXÃO EXISTENTES NESSES EQUIPAMENTOS.
 MULTIFILAR > OBJETIVA MOSTRAR TODOS OS
CONDUTORES E CONEXÕES EXISTENTES EM UMA
INSTALAÇÃO.

NO EXEMPLO A SEGUIR, NO GERADOR HÁ APENAS UMA LINHA


NO UNIFILAR. SE FOSSE FEITO O MULTIFILAR, HAVERIA PELO
MENOS CINCO.
 NO TRANSFORMADOR HÁ DUAS LINHAS, QUANDO NO
19:03
MULTIFILAR HAVERIA OITO.
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 105
DIAGRAMA UNIFILAR

REDE EMPRESA CONCESSIONÁRIA

GERADOR TRANSFORMADOR

MEDIÇÃO

DISJUNTOR DISJUNTOR

CGR CRD
INTERTRAVAMENTO ELETROMECÂNICO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 106
DIAGRAMA UNIFILAR E MULTIFILAR DE UM MOTOR

RAMAL DISTRIBUIDOR
F F F
1 2 3
FUSÍVEIS

C1

CHAVE R1

RELÉ
M1
TÉRMICO
3~
M1 MOTOR

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 107
FUSÍVEL

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 108
FUSÍVEL

 Os FUSÍVEIS são dispositivos de proteção contra curto-


circuito (e contra sobre-carga caso não seja usado outro
dispositivo para este fim) de utilização única: após sua
atuação devem ser descartados.
 São compostos por: elemento fusível, corpo, terminais e
dispositivo de indicação da atuação do fusível..
corpo
terminai
s.

elemento
fusível.

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 109
FUSÍVEL

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 110
FUSÍVEL

 A seguir vê-se uma curva de um fusível de 60A

 
5mi
n
TEMPO DE

 0,5
FUSÃO

 2ms

10000Acapacidade
100A  400A  5000 de
19:03  Corrente deAcurto interrupçã
circuito o
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 111
FUSÍVEL

 TIPOS:

NH - Usados em circuito de alta potência e conectados por encaixe, com


ferramenta própria (punho) para proteção do operador;

DIAZED - Usados em circuitos baixa potência e conectados através do


porta-fusível que se monta por rosca. O próprio suporte do fusível
protege o operador contra choque elétrico.

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 112
FUSÍVEL

 VELOCIDADE:

· RÁPIDOS: Estes tipos são os que têm atuação mais rápida..


· RETARDOS: Fusíveis para circuitos de motores elétricos e de
capacitores. não se rompem durante os picos de corrente de partida.
Se a corrente for muito maior que oito vezes a normal o fusível passa a
agir tão rápido quanto um de ação rápida.

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 113
# DIAZED

# SILIZED
(Ultra rápido)

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 114
NEOZED

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 115
NH

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 116
# SITOR

(ALTA VELOCIDADE)

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 117
FUSÍVEL

Micro fusíveis para ligação em


Circuitos Impressos
   

 
 

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 118
BORNES E CONEXÕES

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 119
DISJUNTOR QUICK LEG

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 120
CIRCUITOS DE COMANDO E INTERTRAVAMENTO

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 121
CIRCUITO BÁSICO DE COMANDO COM TRAVA

C1
B1

G B2

a1
C1
a2

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 122
CIRCUITO DE COMANDO E SINALIZAÇÃO E DE FORÇA

F F F
F 1 2 3
B1 C1

C1
C1 C1

R1
R1

a1
C1 M1
N a2
3~

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 123
CIRCUITO
CIRCUITO BÁSICOCOM
BÁSICO COM MEMÓRIA
MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
E SINALIZAÇÃO
FUNCIONAMENTO
FUNCIONAMENTO
ACIONAMENTO DE C1

C1
B1
B1 C1 C1

G B2

a1
C1
 BOTÃO LIGA
a2
ACIONADO
 BOBINA
ENERGIZADA
 SELO
FECHADO
 BOTÃO LIGA
DESACIONADO
19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 124
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
FUNCIONAMENTO
DE VOLTA AO REPOUSO

C1
B1 C1 C1

G B2

a1
C1
 BOTÃO DESLIGA a2
ACIONADO
 BOBINA
DESENERGIZADA
 SELO ABERTO

 BOTÃO DE LIGA
DESACIONADO
19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 125
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO
FUNCIONAMENTO
DE VOLTA AO REPOUSO

C1
B1 C1 C1

G B2

a1
C1
a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 126
CIRCUITO BÁSICO COM MEMÓRIA E SINALIZAÇÃO

APLICAÇÃO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 127
CIRCUITO DE COMANDO E DE FORÇA DE UM MOTOR
TRIFÁSICO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 128
CIRCUITO DE COMANDO E SINALIZAÇÃO E DE FORÇA

F F F
1 2 3
F
B1 C1

C1
C1
C1

R1
C1

a1
M1
C1
N a2 3~

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 129
RELÉ TÉRMICO

 DESTINA-SE A PRODUZIR UM SINAL ELÉTRICO


(CHAVEAMENTO0 PARA O DESLIGAMENTO DE UM MOTOR NA
OCORRÊNCIA DE UMA SOBRECARGA
DISPÕE DE UM ELEMENTO TÉRMICO CUJO MOVIMENTO
PRODUZ O ACIONAMENTO DE UMA CHAVE QUE É
USUALMENTE LIGADA EM SÉIRE COM A CHAVE MAGNÉTICA
QUE ENERGIZA O MOTOR
O MOVIMENTO DO ELEMENTO TÉRMICO , QUE É UM
BIMETÁLICO, OCORRE POR CAUSA DA CORRENTE QUE POR
ELE FLUI, E QUE É A MESMA DO MOTOR

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 130
RELÉ TÉRMICO

SÍMBOLOS

CIRCUITO DE CIRCUITO DE
POTÊNCIA COMANDO

R1

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 131
RELÉ TÉRMICO

SÍMBOLOS F F F
1 2 3
F
B1 C1

C1
C1
C1

R1
C1

a1
M1
C1
N a2 3~

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 132
RELÉ TÉRMICO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 133
AJUSTES E TESTES

• AJUSTE DE ESCALA BOTÃO


"RESET"
MANUAL/AUTOMÁTICO (AZUL)

• BOTÃO "DESLIGA"
(VERMELHO)
FUNÇÃO TESTE/STOP

• AJUSTE DE ESCALA

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 134
RELÉS DE TEMPO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 135
RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO

bobina chaves

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 136
RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO

bobina
desligamento

tempo
Contatos

tempo

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 137
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO DA ENERGIZAÇÃO
ACIONAMENTO

C1 C1
B1 C1

C1 T1

G B2

a1 Tt=6s
C1 T1
a2

 relé acionado T=1s


T
 contatos do relé acionados =6s
=2s
=3s
=4s
=5s

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 138
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
DESACIONAMENTO

C1 C1
B1 C1

C1 T1

G B2

a1 Tt=6s
C1 T1
a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 139
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
DESENERGIZAÇÃO

C1 C1
B1 C1

C1 T1

G B2

a1
C1 T1
a2

 relé desacionado
 contatos do relé desacionados

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 140
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
DESLIGAMENTO

C1 C1
B1 C1

C1 T1

G B2

a1
C1 T1
a2

 relé desacionado
 contatos do relé desacionados

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 141
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
PROBLEMA DE APLICAÇÃO

XV
001

LSH
001

ATRAVÉS DE CHAVES DE
NÍVEL, CONTROLAR O LSL
NÍVEL DE T-001 ATUANDO
001
EM XV-001

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 142
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
CIRCUITO DE APLICAÇÃO

220Vc LSL C1
a
C1
LSH

NESTE CIRCUITO NÃO SE


UTILIZOU O
TEMPORIZADOR MAS A a1
VARIAÇÃO DE NÍVEL DO C1 XV
TANQUE É GRANDE.
0 a2
Vca

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 143
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA ENERGIZAÇÃO
CIRCUITO DE APLICAÇÃO

220Vc LSH
a
C1
T1 LSL C1
TEMPORIZADOR PARA
ABRIR A XV UM TEMPO
APÓS O RETORNO AO
REPOUSO DE LSH, ANTES
XV
DO NÍVEL FICAR ABAIXO a1 a1
DE LSL C1 T1
0 a2 a2
Vca

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 144
RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO

bobina chaves

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 145
RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO
GRÁFICOS DE ESTADO X TEMPO

ligamento desligamento
bobina

tempo
t

Contatos

tempo

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 146
CIRCUITO COM RELÉ DE TEMPO
RETARDO NA DESENERGIZAÇÃO

C1 C1
B1 C1

C1 T1

G B2

a1 Tt=8s
C1 T1
a2

T=1s
T=5s
T=4s
T=3s
T=2s
T=6s
T=7s
T=
 chaves
Selo aberto;
botão de T1
liga bobinas
acionadas...
liberadas...
acionado
desliga
desacionadoC1 e T1
acionado 8s
desacionadas
 temporizando...

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 147
Temporizador de pulso

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 148
SENSORES DE PROXIMIDADE

O SENSOR INDUSTRIAL É UM DISPOSITIVO QUE ALTERA A


CONDIÇÃO DE CONDUÇÃO DE SEU CIRCUITO DE SAÍDA EM
FUNÇÃO DA MUDANÇA DA VARIÁVEL FÍSICA PARA A QUAL
FOI FABRICADO.
NO CASO DOS SENSORES DE POSIÇÃO A VARIÁVEL FÍSICA É
EXATAMENTE A PROXIMIDADE DE ALGUM CORPO.
CONFORME O PRINCÍPIO UTILIZADO PARA PERCEBER A
PROXIMIDADE DO CORPO, O SENSOR PODE SER:

INDUTIVO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE METAIS;


CAPACITIVO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE QUALQUER
MATERIAL;
MAGNÉTICO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE FLUXO
MAGNÉTICO;
ÓTICO -> PERCEBEM A PROXIMIDADE DE CORPOS QUE
POSSAMINTERFERIR NO FEIXE LUMINOSO COM QUE
TRABALHAM;
19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 149
SENSORES DE PROXIMIDADE

ASPECTO

Sensor de corpo tubular

Plástico

Metálico

Face translúcida (óptico)

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 150
19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 151
SÍMBOLOS

INDUTIVO MAGNÉTICO

CAPACITIVO ÓPTICO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 152
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR INDUTIVO

CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS


ALTERAÇÕES DO CAMPO MAGNÉTICO PRODUZIDO POR UM
INDUTOR INTERNO.
TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR METAIS QUE ESTEJAM
PRÓXIMOS.
A ALTERAÇÃO DO CAMPO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL

PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO SOMENTE DE METAIS

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 153
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR INDUTIVO

SENSOR NÃO ATUADO PLÁSTICO

METAL
SENSOR NÃO ATUADO
d

METAL
SENSOR ATUADO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 154
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR CAPACITIVO

CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS


ALTERAÇÕES DO CAMPO ELÉTRICO PRODUZIDO POR UM
CAPACITOR INTERNO.
TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR QUAISQUER MATERIAIS NÃO
GASOSOS QUE ESTEJAM PRÓXIMOS.
A ALTERAÇÃO DO CAMPO COMUTARÁ A SAÍDA DE SINAL

PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER


MATERIAL.

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 155
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR CAPACITIVO

SENSOR NÃO ATUADO PLÁSTICO

SENSOR ATUADO PLÁSTICO

METAL
SENSOR ATUADO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 156
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR CAPACITIVO

SENSOR NÃO ATUADO

LÍQUIDO

SENSOR ATUADO

LÍQUIDO
19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 157
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR ÓPTICO

CONSTITUIÍDO POR UM CIRCUITO ELETRÔNICO SENSÍVEL ÀS


ALTERAÇÕES DO FLUXO LUMINOSO QUE ATINGE SEU
ELEMENTO FOTO SENSÍVEL.
TAIS ALTERAÇÕES SE FAZEM POR QUAISQUER MATERIAIS
NÃO GASOSOS QUE ESTEJAM NO CAMINHO DO FLUXO.
A ALTERAÇÃO DO FLUXO LUMINOSO COMUTARÁ A SAÍDA DE
SINAL

PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER


MATERIAL.

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 158
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR ÓPTICO

BARREIRA

A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA SEPARADA


DO ELEMENTO SENSÍVEL, QUE MANTÉM A SAÍDA DO SENSOR
ATUADA ENQUANTO O FLUXO LUMINOSO O ATINGIR.

A SAÍDA É COMUTADA QUANDO ALGUM CORPO FAZ UMA


BARREIRA INTERROMPENDO O FLUXO.

PERCEBEM PORTANTO A APROXIMAÇÃO DE QUALQUER


MATERIAL.

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 159
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR ÓPTICO

BARREIRA

SENSOR ATUADO PLÁSTICO


FONTE DE LUZ

SENSOR ATUADO PLÁSTICO FONTE DE LUZ

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 160
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR ÓPTICO

REFLEXIVO
A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA AO LADO DO
ELEMENTO SENSÍVEL, EM UMA MESMA UNIDADE, DE FORMA
QUE O FEICHE LUMINOSO SÓ ATINGE O ELEMENTO SENSÍVEL
SE HOUVER REFLEXÃO.

TAL REFLEXÃO É CONSEGUIDA POR UM ESPELHO


POSICIONADOÀ FRENTE DO SENSOR.

DESTA FORMA O ELEMENTO SENSÍVEL ESTÁ ATINGIDO EXCETO


QUANDO ALGUM CORPO É POSICIONADO ENTRE O SENSOR E O
ESPELHO..

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 161
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR ÓPTICO

REFLEXIVO

ESPELHO
SENSOR ATUADO

ESPELHO
SENSOR NÃO ATUADO

ESPELHO
SENSOR NÃO ATUADO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 162
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR ÓPTICO

REFLEXIVO POR DIFUSÃO


A FONTE LUMINOSA SE ENCONTRA POSICIONADA AO LADO DO
ELEMENTO SENSÍVEL, EM UMA MESMA UNIDADE, DE FORMA
QUE O FEICHE LUMINOSO SÓ ATINGE O ELEMENTO SENSÍVEL
SE HOUVER REFLEXÃO.

TAL REFLEXÃO É CONSEGUIDA POR QUALQUER CORPO NÃO


ABSOLUTAMENTE OPACO POSICIONADOÀ FRENTE DO SENSOR.

DESTA FORMA O ELEMENTO SENSÍVEL SÓ É ATINGIDO


QUANDO ALGUM CORPO É POSICIONADO À FRENTE DO
SENSOR.

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 163
SENSORES DE PROXIMIDADE

SENSOR ÓPTICO

REFLEXIVO RETRO DIFUSÃO

SENSOR NÃO ATUADO

SENSOR ATUADO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 164
SENSORES DE PROXIMIDADE

FORMAS DE LIGAÇÃO

A DOIS FIOS

GERADOR/
CARGA FONTE

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 165
SENSORES DE PROXIMIDADE

FORMAS DE LIGAÇÃO
A TRÊS FIOS (SEMPRE CC)

PNP

+ +
CARGA GERADOR/
saída FONTE
- -

NPN

+ +
CARGA
saída GERADOR/
FONTE
- -

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 166
INTERTRAVAMENTOS

SISTEMA DE INTERLIGAÇÃO QUE GARANTE A


DEPENDÊNCIA DO FUNCIONAMENTO DE UM
EQUIPAMENTO EM FUNÇÃO DO ESTADO DE OUTRO.

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 167
INTERTRAVAMENTOS

SISTEMA 1

C2 SÓ PODE SER LIGADO E SÓ PERMANECE LIGADO SE C1


ESTIVER LIGADO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 168
INTERTRAVAMENTOS

C1 C2
B1 c1 B3 c2 C2
C1

G
B2 B4

C1

a1 a1

C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 169
INTERTRAVAMENTOS

FUNCIONAMENTO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 170
INTERTRAVAMENTOS

REPOUSO

C1 C2
B1 c1 B3 C2 C2
C1

G
B2 B4

C1-1

a1 a1

C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 171
INTERTRAVAMENTOS

• AQUI B3 ESTÁ ACIONADO, PORÉM C2 NÃO SE ENERGIZA


POIS C1-1 ESTÁ ABERTO

C1 C2
B1 c1 B3 C2 C2
C1

G
B2 B4

C1-1

a1 a1

C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 172
INTERTRAVAMENTOS

• COM B1 ACIONADO, C1 SE LIGA FECHANDO C1-1 E


POSSIBILITANDO LIGAR C2

C1 C2
B1 c1 B3 C2 C2
C1

G
B2 B4

C1

a1 a1

C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 173
INTERTRAVAMENTOS

• B3 ACIONADO JÁ COM C1 ACIONADO


• AGORA B2 SERÁ ACIONADO DESLIGANDO C1, E C2 ATRAVÉS DE C1-
1

C1 C2
B1 c1 B3 C2 C2
C1

G
B2 B4

C1-1

a1 a1

C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 174
INTERTRAVAMENTOS

• B2 ESTÁ ACIONADO, JÁ COM C1 E C2 DESACIONADOS


• LIBERADO B2, TODO O SISTEMA VOLTA AO REPOUSO

C1 C2
B1 c1 B3 C2 C2
C1

G
B2 B4

C1

a1 a1

C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 175
INTERTRAVAMENTOS

SISTEMA 2

C2 DEPENDE DE C1 APENAS PARA PARTIR

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 176
INTERTRAVAMENTOS

DIAGRAMA ELÉTRICO

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 177
INTERTRAVAMENTOS

FUNCIONAMENTO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 178
INTERTRAVAMENTOS

REPOUSO

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 179
INTERTRAVAMENTOS

C1 LIGADO, PERMITE PARTIR C2 POR B3, ATRAVÉS DE C1-1

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 180
INTERTRAVAMENTOS

B3 PODE SER LIBERADO

C2 LIGADO SE SELA E INDEPENDE DE C1, QUE PODE SER


DESLIGADO, POR B2

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 181
INTERTRAVAMENTOS

C1 PODE SER DESLIGADO ATRAVÉS DE B2

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 182
INTERTRAVAMENTOS

B2 ACIONADO
B2 LIBERADO RETORNA O SISTEMA AO REPOUSO

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 183
INTERTRAVAMENTOS

SISTEMA 3

C2 DEPENDE DE C1 APENAS PARA MANTER-SE LIGADO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 184
INTERTRAVAMENTOS

DIAGRAMA DE INTERLIGAÇÃO

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 185
INTERTRAVAMENTOS

FUNCIONAMENTO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 186
INTERTRAVAMENTOS

REPOUSO

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 187
INTERTRAVAMENTOS

AO LIGAR B3, C2 SE ENERGIZA MAS VOLTA A SE DESENERGIZAR


ASSIM QUE B3 FOR LIBERADO

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 188
INTERTRAVAMENTOS

LIBERANDO B3, C2 VOLTA A SE DESENERGIZAR


SE CI ESTIVESSE LIGADO O SELO DE C2 MANTERIA A BOBINA DE C2
LIGADA

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 189
INTERTRAVAMENTOS

COM C1 LIGADO BASTA ACIONAR B3 E VOLTAR A LIBERÁ-LO C2 SE


MANTÉM LIGADO.

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G C1-1
B2

B4

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 190
INTERTRAVAMENTOS

SISTEMA 4

C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 191
INTERTRAVAMENTOS

DIAGRAMA ELÉTRICO

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G B4
B2

C2-1 C1-1

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 192
INTERTRAVAMENTOS

FUNCIONAMENTO

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 193
INTERTRAVAMENTOS

C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2
AO LIGAR C1, C2 FICA IMPOSSIBILITADA DE SE LIGAR, E VICE-VERSA.

C C
B1 1 c1 B3 C C2
C1 2
2

G B4
B2

C2-1 C1-1

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 194
INTERTRAVAMENTOS

C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2
C1 LIGADO E B3 ACIONADO

C C
B1 1 C B3 C C2
C1 2
1 2

G B4
B2

C2-1 C1-1

a1 a1
C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 195
INTERTRAVAMENTOS

SISTEMA 5

C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 PARA SE MANTEREM LIGADOS

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 196
INTERTRAVAMENTOS

SISTEMA 5

C2 DEPENDE DE C1 E C1 DE C2 PARA SE MANTEREM LIGADOS

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 197
INTERTRAVAMENTOS

DIAGRAMA ELÉTRICO

C1 C2
B1 C1 B3 C2
C1 C2

G
C2- C1-1
1

B2 B4

a1 a1

C1 C2
a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 198
19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 199
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO

SISTEMA DE PARTIDA NO QUAL CADA BOBINA DO MOTOR


RECEBE INICIALMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E NEUTRO E
POSTERIORMENTE A TENSÃO ENTRE FASE E FASE.

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 200
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO
F F F
1 2 3

R1

C1

M1 C3
3~

C2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 201
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO

Cada bobina recebe a tensão entre fase e fase

1 2 3 6 1

3 4

5 2
4 5 6

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 202
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO

Cada bobina recebe a tensão entre fase e neutro

1 2 3
1

2
4

5
6

4 5 6

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 203
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO

DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO

C1
B1 C1
C1

G
C2-
1 T1

B2 C3 C2

a1 a1 a1 a1

C1 C2 C3
T1
a2 a2 a2 a2

19:03
18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 204
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO

DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO

C1 C1
B1 C1

G
C2-
1 T1

B2 C3 C2

a1 a1 a1 a1

C1 C2 C3
T1
a2 a2 a2 a2

PARTIDA EM ESTRELA
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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 205
PARTIDA EM ESTRELA-TRIÂNGULO

DIAGRAMA ELÉTRICO DE COMANDO

C1 C1
B1 C1

G
C2-
1 T1

B2 C3 C2

a1 a1 a1 a1

C1 C2 C3
T1
a2 a2 a2 a2

FUNCIONAMENTO EM TRIÂNGULO
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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 206
Dimensionamento de condutores

πD 2
S=
4

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 207
Dimensionamento de condutores

O dimensionamento de condutores tem por


objetivo encontrar a bitola ou seja a dimensão
da secção transversal do condutor.
O dimensionamento deve ser feito a partir de
dois critérios:

• Capacidade de condução
(“ampacidade”);

• Queda de tensão;

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 208
Dimensionamento de condutores

Capacidade de condução
Por capacidade de condução entende-se o valor de corrente
que um condutor pode conduzir sem sofrer danos nem
superaquecer.

Para utilizar esse método calcula-se a corrente nominal do


circuito e através de tabelas chega-se à dimensão do
condutor a se utilizado.

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 209
Dimensionamento de condutores

Exemplo 1

Deseja-se encontrar a bitola do condutor que energizará


um grupo de lâmpadas incandecentes, de potência total
44000W com tensão de 440V.

Solução:

Calcula-se a corrente usando I=P/V


Então,

I=44000/440 = 100A
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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 210
Dimensionamento de condutores

Exemplo 1

• 100A
De posse desse valor usa-se a tabela para encontrar a
bitola do condutor adequado.

Corrente(A) Bitola(mm2)

15 1,5
21 2,5
28 4,0
36 6,0
50 10
No caso o condutor
68 25
adequado é o de 50mm2
125 50

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 211
Dimensionamento de condutores

Critério de queda de tensão

Por esse critério calcula-se a bitola a partir da


resistência e essa a partir da tensão e corrente
do circuito.

A corrente será calculada da mesma maneira do


exemplo anterior e a tensão será um percentual
da total (alimentação).

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 212
Critério de queda de tensão
Tal percentual se refere à queda de tensão nos condutores
admitida pelo circuito.
Esse percentual é sempre um valor entre 3% e 10%

A fórmula pela qual se calcula a bitola 
do condutor é:

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 213
Dimensionamento de condutores

Critério de queda de tensão

Circuito monofásico

Onde

S= 2LI  L=distância do receptor ao 
56u gerador em metros
I=corrente em ampères
u= queda de tensão absoluta 
nos condutores

S=bitola do condutor em mm2

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 214
Critério de queda de tensão
Circuito trifásico
Onde

S= √3LI  L=distância do receptor ao 
56u gerador em metros
I=corrente em ampères
u= queda de tensão absoluta 
nos condutores

S=bitola do condutor em mm2

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 215
Dimensionamento de condutores

Critério de queda de tensão


Deseja-se encontrar a bitola do condutor que energizará
um grupo de lâmpadas incandecentes, de potência total
44000W com tensão de 440V,distante 400m do gerador e
com 5% de queda admitida.

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 216
Critério de queda de tensão

1- Calcula-se a queda de tensão absoluta nos condutores:

 u=5%Vt=0,05x440=22V

2- Aplica-se na fórmula:

2*400*100 
S =                    = 65mm 2
56*22

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 217
Dimensionamento de condutores

Conclusão
A bitola a ser usada é a maior dentre as duas calculadas: 65mm2

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 218
Cansaço...

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 219
Coffee-brake

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18 de Jun de 2009 Eletricidade - Maurício Franco 220