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Pp-ee Dr. Rubens de Castro Pinto

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Projeto Político-Pedagógico

EE DR. RUBENS DE CASTRO PINTO
PPP 2012

1 - Identificação
A Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto, está situada à Avenida Mato Grosso, 501, Centro, em

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Caracol MS. Está registrada no CNPJ sob nº 02.585.924/0150-73 e apresenta as seguintes características: Criação – Decreto 2370 de 18 de Dezembro de 1974. Autorização de funcionamento – Ensino fundamental 1º ao 9º ano e ensino médio, decreto nº 8099, de 28 de Dezembro de 2011. A Escola oferece o Ensino Fundamental e Médio nos turnos matutino e vespertino e possui uma Extensão na vila de Alto Caracol onde oferece o ensino médio, também possui uma Sala de Tecnologia Educacional e Sala de Recursos Multifuncional. A Comunidade Escolar é o conjunto constituído pelos profissionais da Educação Funcionários, Educandos, Pais e/ou Responsáveis que protagonizam a ação educativa , cabendo a esta comunidade garantir o alcance dos objetivos educacionais da Unidade Escolar. A secretaria da escola é o órgão responsável pelo arquivo e pela escrituração da vida escolar dos educandos e funcional dos corpos docente e técnico-administrativo, pela expedição de documentos, pela correspondência oficial dando suporte ao funcionamento de todos os setores da Unidade Escolar.

2 - Apresentação do PPP
O presente Projeto Político Pedagógico foi elaborado com a participação de toda comunidade escolar, seguindo as orientações da SED. Inicialmente foi realizado um grupo de estudos sobre a elaboração do PPP. A equipe Pedagógica da escola foi dividida em grupos que formaram as comissões pré-estabelecidas pela SED. O trabalho se desenvolveu com a coleta de dados sobre a realidade da escola. Com essas informações elaborou-se o projeto que visa atender as necessidades da comunidade escolar, superando as dificuldades identificadas.

3 - Missão
Construir coletivamente conhecimentos que contribuam para a formação de seres humanos autônomos, conscientes de seus direitos e deveres, solidários, flexíveis, atuantes na sociedade, favorecendo a convivência humana, tendo como pressupostos maiores os valores éticos e humanos.

4 - Visão
Ser uma escola de educação básica, líder na cidade, em que predomine a ação desafiadora na mediação do conhecimento, na integração comunitária e na formação integral do educando.

5 - Valores
A Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto sempre se pautou na defesa dos seguintes valores: Qualidade, Participação, Criatividade, Organização e Disciplina, Proporcionando aos alunos um ensino de qualidade para um bom desenvolvimento de seu papel na sociedade. A participação da equipe escolar tem garantido um processo de ensino-aprendizagem significante. Valorizando e incentivando a criatividade e a inovação para realização das atividades dos docentes e discentes. A Organização é um ponto relevante de todo o processo educacional, neste sentido dedica-se toda potencialidade e intencionalidade para promulgação de uma educação cada vez mais qualificada. A Disciplina contribuirá para o desenvolvimento tanto da organização do comportamento humano respeitando normas de convivência em grupos como também, o desenvolvimento de seu intelectual, bem como exercitar, conscientemente, direitos e deveres, dentro dos princípios democráticos, o que deve ser demonstrado através de comportamentos pessoais e coletivos, através de uma postura ética, integrando Escola, Família e Comunidade, importantes colaboradores e protagonistas no processo educacional. 1. 2. 3. 4. Ética e compromisso com a educação; Desenvolvimento das habilidades e potencialidade dos alunos; Respeito nas relações pessoais; Preservação à natureza e valorização da vida;

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5.

Tecnologia a serviço da educação e da humanização.

6 - Diagnóstico
Muito já se avançou graças a projetos implantados pela atual equipe da gestão democrática. A escola conta hoje com diversos e modernos equipamentos que contribuem para aulas mais dinâmicas. Existe uma organização interna tanto pedagógica quanto administrativa que se tornou capaz de dar respostas mais rápidas e de qualidade as necessidades da comunidade escolar. A escola cumpre regras de convivências e leis que regem a educação e isto favorece a disciplina tanto dos profissionais da escola como dos alunos e pais. Houve uma melhoria significativa em todos os setores do serviço prestado pela escola, fato que é medido concretamente em números. Deixamos de ser um ponto de interrogação para sermos elogiados pela nossa comunidade, tudo isso, fruto da instauração de um trabalho verdadeiramente democrático onde cada um foi chamado a cumprir seu dever e não obstante cobrado por isso, a escola passou a dialogar mais com a comunidade, sua melhor parceira. Professores, funcionários, pais e alunos estão mais motivados e, a demonstrar pelos níveis das reuniões e debates que são frequentes, passaram a acreditar na construção da cidadania através da educação e buscar caminhos possíveis para essa efetivação. No entanto, muito ainda precisa ser feito. A verdadeira democracia na escola exige que cada um tenha plena consciência de seus direitos e deveres. Nós profissionais, ao assinarmos um contrato com uma instituição pública, assumimos perante as pessoas que pagam impostos uma responsabilidade moral e ética, portanto, fazer bem o nosso trabalho é uma obrigação, portanto, isso sempre nos será cobrado, principalmente na escola, pois estamos cuidando do futuro daqueles que herdarão o nosso legado. Temos como ponto de ruptura para melhoria do trabalho prestado, ou seja, de garantir aprendizagem, a ausência dos pais na escola, que muitas vezes, devido a dificuldades financeiras, problemas familiares e, até mesmo por desconhecimento de seus deveres como pais, emprestam à escola responsabilidade única de educar seus filhos, figurando um quadro triste de abandono moral e físico de crianças e adolescente. Mas difícil ainda é tratar com adolescentes e jovens que apresentam quadro de desmotivação, ausência de perspectivas e sonhos dilacerados. O município é pobre, não há investimentos que fomentem o lazer e a cultura ou mesmo perspectiva de trabalho após o término dos estudos. O que contribui para um dos piores problemas e dilemas enfrentados pelos jovens, o abandono da escola, defasagem idade/série ou até mesmo não sentir a escola como seu pilar de realização e conquista. A partir de análises das reuniões dos pais, alunos e professores, pode se observar que um dos grandes problemas da escola é a questão da estrutura física, espaço insuficiente para o setor administrativo, muito antigo, necessita-se de reformas, ausência de espaço para leitura, poucas salas para aula, vazamentos hidráulicos, instalação elétrica precária, poucos funcionários administrativos e ausência de recursos para reparos no prédio. Apesar das grandes dificuldades por todos enfrentadas, muito já foi feito, porém é necessário fazer muito mais.

6.1 - Situação socioeconômica e educacional da comunidade
Perfil sócio-econômico: A Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto recebe alunos provenientes da cidade e alunos residentes na área rural de Caracol - MS. Esses alunos pertencem a classes sócio-econômicas diversificadas e trazem para a escola uma variada educação moral, religiosa e cultural. Clientela Atendida: A Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto, atende alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e alunos de 1ª a 3ª ano do Ensino Médio. Perfil Cultural: A maioria dos alunos tem acesso apenas à televisão e rádio como meio de informação, e nos últimos anos os alunos têm procurado “Lan House” para obter informação e entretenimento. A leitura se restringe ao ambiente escolar.

6.2 - Histórico da escola

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A Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto, situada a Avenida Mato Grosso, 501, centro Caracol - MS, cujo CNPJ é 02.585.924/0150-73 e apresenta as seguintes características. Criação– Decreto 2370, de 18 dezembro de 1974. Autorização de funcionamento – Ensino Fundamental 1 a 8 Série, Decreto MT 849/76, de 30 de dezembro de 1976. Ensino Médio Curso Lei 7.044/82. Deliberação CEE/MS 1433, de 17 de julho de 1986. Reconhecimento Ensino Fundamental 1 a 8 Serie - Deliberação CEE/MS 1433 de 17 de julho de 1986 e Ensino Médio– Deliberação CEE/MS 2.962. Lei 11.161, de 05 de agosto de 2005, dispõe sobre a inclusão da Língua Espanhola, sendo o seu oferecimento facultativo no Ensino Fundamental, obrigatório no Ensino Médio, mas em ambos os casos, facultativo para o aluno. Resolução/SED/2.072, de 22 de dezembro de 2006. Dispõe sobre a organização curricular e o regime escolar do Ensino Fundamental e do Ensino Médio nas unidades escolares da Rede Estadual de Ensino. Lei 11.114, de 16 de maio de 2005, que altera os artigos 6, 30, 32 e 87 da Lei 9394/96- determina que é dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos seis anos de idade, no ensino fundamental. Lei 11.274, de 06 de fevereiro de 2006, que altera os artigos 29, 30, 32 e 87 da LDB determina que o ensino fundamental obrigatório, com duração de 09 (nove) anos, gratuito nas escolas públicas, iniciando-se aos 06 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão. Deliberação CEE/MS 8144, de 09 de outubro de 2006, dispõe sobre o ensino fundamental com duração de 09 (nove) anos, e matrícula obrigatória a partir dos 06 (seis) anos de idade. Parecer Orientativo/Plenária/CEE/MS 137, de 18 de maio de 2007, que dispõe sobre a aplicabilidade da Deliberação CEE/MS 8144/2006. Parecer/Plenária/CEE/MS/131, de 05 de outubro de 2005, orienta sobre a Educação das Relações Étnico-Raciais e para Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Parecer/Plenária/CEE/MS/133, De 07 de outubro de 2005, orienta sobre a Educação e Ensino para o Trânsito, na Educação Básica e suas modalidades. Parecer/Plenária/CEE/MS/235, de 10 de outubro de 2006, orienta sobre a inserção da Cultura Sul – Matogrossense, na Educação Básica do Sistema Estadual de Ensino. Parecer CNE/CEB/04, de 16 de agosto de 2006, altera o artigo 10 da Resolução CNE/CEB/3/98, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio no que se refere às disciplinas de Filosofia e Sociologia. Resolução/SED nº 2370, de 29 de novembro de 2010, que dispõe sobre a organização curricular do ensino fundamental e do ensino médio, nas unidades escolares da rede estadual de ensino. Resolução /SED n 2368, de 29 de novembro de 2010, dispõe sobre a organização do ano escolar e do ano letivo nas unidades escolares da Rede Estadual de Ensino dos municípios interioranos, para o ano de 2011. A Escola oferece o Ensino Fundamental e Médio nos turnos matutino e vespertino e uma Extensão na Vila de Alto Caracol, Projeto Além das Palavras, Sala de Tecnologia Educacional e Sala Multifuncional.

6.3 - Situação física da escola

A área total do terreno é de 9817,50 m², assim distribuídos: Prédio com três blocos, com uma cozinha com refeitório e uma quadra de esportes coberta. A escola possui 11 salas de aula e uma de STE (Sala de Tecnologia Educacional), em regular estado de conservação, aguardando a reforma. O ambiente administrativo e técnico-pedagógico consta de: Sala da direção com um ambiente; Sala dos professores; Banheiros para o corpo docente e administrativo, masculino e feminino; Secretaria e arquivo anexo; Sala de coordenação pedagógica.

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O ambiente pedagógico, além das 10 salas de aula, consta de: Banheiros masculinos e femininos; Sala de recursos áudio-visual; Almoxarifado; Laboratório de informática com 10 computadores todos com acesso à Internet; Quadra coberta. A escola possui uma vizinhança mista composta por casas residenciais e servida de centros comerciais nas proximidades como papelaria, sorveteria, Prefeitura Municipal, Câmara Municipal, CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), igrejas, PASEC (Programa de Apoio Sócio Educativo de Caracol), Praça Primeiro de Maio e hospital. A região onde está a Escola Estadual é urbanizada, e conta com o sistema de água tratada, rede de esgoto, coleta de lixo, energia elétrica, telefone público e rede telefônica.

6.4 - Corpo docente / pedagógico / técnico / administrativo
CORPO ADMINISTRATIVO FUNÇÃO Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Coordenador (a) Coordenador (a) Coordenador (a) Coordenador (a) Diretor SGE Merendeira Secretário Geral Professor Dinamizador de Tecnologias Interativas aplicadas a Educação CORPO DOCENTE Nome do Professor Alex Souza Olmedo Antonio Carlos S. Gouvêa Arlene Barcellos dos S. Gomes Arnaldo Centurião Célia da Silva Paim Cláudio Garcia Palermo Dercilene Cáceres Lopes NOME Sergio Serena Maria F. S. Gutierres Rosimeire de Souza Godoy Maria do Carmo Gutierres Godoy Lenir de Fátima A. Maciel Rosimeire Correa Leite Clenir Leite Gutierres Estanislada E. Coene Haroldo Medeiros Cristiane Rospi R. Godoy Ana Maria Souza Olmedo Adão Souza Ana Cristina Mendes Sitta Arlene Barcellos dos S. Gomes Alex Souza Olmedo Jackcelly Gutierres Godoy Maurício de Souza Vilalba Claida Mello Leite Patrícia Braga Vieira Adão de Souza CARGO Assist. Ativ. Educacionais Auxiliar de Merenda Agente de Limpeza Auxiliar de Limpeza Assist. Ativ. Educacionais Agente de Limpeza Auxiliar de Limpeza Agente de Limpeza Aux. Ativ. Educacionais Gestor de Ativ. Educacional Merendeira Secretário Coordenadora Pedagógica Coordenadora Pedagógica Coordenador de área de Matemática Coordenador de área de Língua Portuguesa Diretor SGE Merendeira Secretário

Não há professor nesta função Não há professor nesta função

Graduação Função Matemática Coord. de Área de Matemática Normal SuperiorProfº. Matemática, Ciências e Biologia Normal SuperiorCoordenadora Pedagógica Química Geografia Pedagogia normal superior Profº. Química Profª. Sociologia, Filosofia Profº. Regente 2º ano Profª. arte

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Dulcinélia dos Santos Ferreira Geografia Eliza bambil Leite Pedagogia Fernanda Hack Duarte Glascinéia Serviam Ávalos Iolete Maciel de Souza Jackcelly Gutierres Godoy João Sousa Vilalba Josiane da Silva Mendonça Keila Carla I. Godoy Pedagogia Geografia Letras Letras Pedagogia Biologia Biologia

Kerli Ordonhes G. Malheiros Letras Marcos João da C. Nascimento Maria Edite Espinosa Miguel Josélio L. Acosta Orlinda Garcia Cardozo Paulo Marmo do C. Júnior Rafael Centurião Acosta Ramona Medeiros Godoy Rosana da Silva Paim Rozilene Ribeiro Martins Solange ª G. Souza Thaiz Leite de Andrade Thuanny Leite Rocha Valkíria G. Dos Santos Zilmar J. R. Leite Sandra P.L Scardin Tadeu Scardin Cleide salazar de Souza josé mauricio de Moraes História

Profª. Geografia Profª. Regente 5º ano Profª. Regente 5º ano, Sala de Recursos Multifuncional Profª. Geografia, Filosofia Profª. Língua Portuguesa Coord. de Área de Língua Portuguesa Professor Readaptado Profª. Biologia, Ciências Profª. Biologia, Ciências Profª. Literatura, Produção Interativa, Língua Portuguesa Profº. História

Letras Profª. Língua Portuguesa Letras Profº. Língua Portuguesa, Literatura Artes Visuais Profª. Arte Educação Física Profº. Ed. Física História Profº. História, Sociologia Pedagogia Profª. Regente 4º ano Pedagogia Profª. Regente 4º ano normal superior Profª. Sala de Recursos Multifuncional Pedagogia Profª. Regente 1º e 3º ano Educação Física Profª. Ed. Física Leiga - Biologia Profª. Matemática Letras Profª. Inglês Normal Superior, Profº. Matemática, Física Matemática Letras prof portugues ingles Normal superior Ed. fisica Cien. Biologicas Biologia, matem. Geografia Geografia

6.5 - Recursos materiais e tecnológicos disponíveis e sua adequação, móveis, equipamentos e material didático.
ITEM 01 02 03 04 05 06 07 DISCRIMINAÇÃO DOS BENS Nº NF DATA DE AQUISIÇÃO LOCALIZAÇÃO DOS ORIGEM BENS NA DO ESCOLA RECURSO PDDE PDDE PDDE PDDE PDDE

Armário de aço com 02 portas 1678 (Biblioteca Móvel) Cadeira giratória 1678 Arquivo de aço com 04 gavetas 1678 Quadro branco 1678 Projetor BENQ MP511+2100 258561 Lumens Quadro Mural de Cortiça Quadro Mural de Cortiça Quadro Mural de Cortiça Quadro Mural de Cortiça 10592 10592 10592 10592

30/05/2008 Sala Biblioteca 30/05/2008 STE 30/05/2008 STE 30/05/2008 STE 04/12/2008 STE 17/11/2009

Sala do Projeto Além das PDE Palavras PDE PDE PDE

17/11/2009 Direção 17/11/2009 Sala de Aula 09 17/11/2009 Sala de Aula 10

08 09

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10 11

Quadro Mural de Cortiça Quadro Mural de Cortiça

10592 10592

17/11/2009 Sala de Aula 11 17/11/2009 Sala Biblioteca LOCALIZAÇÃO DOS BENS NA ESCOLA Sala da Direção Sala da Direção Sala da Direção STE Secretaria Extensão Alto Caracol Direção Extensão Alto Caracol STE STE STE Direção Direção Escola STE Secretaria STE STE STE STE

PDE PDE ORIGEM DO RECURSO PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE PDE Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar

ITEM 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

DISCRIMINAÇÃO DOS BENS Globo Terrestre Globo Terrestre Globo Terrestre Televisor de 29’ Aparelho de DVD Karaokê Televisor de 29’ Notebook 2GB, HD 160 Processador Intel Aparelho de DVD Player Microscópio Binocular Microfone com fio Câmera Digital Fotográfica Caixa acústica amplificada BS600 Prateleiras 2,00X1,00X0,70 Palco móvel desmontável 3,00x4,00x100 Grade Segurança Porta 0,80X2,10 Microcomputador Padrão A Duo Core Notebook Core I3 HD320 3GB Televisor de 29’

Nº NF 10592 10592 10592 10592 10592 10591 10591 10591 10591 10591 10591 10591

DATA DE AQUISIÇÃO 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009 17/11/2009

768007 16/02/2010 768007 16/02/2010 768007 16/02/2010 11448 11448 11448 10/06/2010 10/06/2010 10/06/2010 10/06/2010 10/06/2010 DATA DE AQUISIÇÃO 10/06/2010 10/06/2010 10/06/2010 10/06/2010 10/06/2010

Caixa de som com amplificador 11448 Microfone sem fio 11448

ITEM 32 33 34 35 36 37 38 39 40

DISCRIMINAÇÃO DOS BENS Filmadora com HD 4GB Tela de projeção retrátil 1,80X1,80 Aparelho de som Mesa de Som

Nº NF 11448 11448 11448 11448

Impressora laser Multifuncional 11448 Televisor PH14D Britânia 14’ 057103018 Estante de aço Fabone Madri 05 Bandeja/cinza Estante de aço Fabone Madri 05 Bandeja/cinza Lavadora de pressão 990732 (doação) 7460 7460 Doação

LOCALIZAÇÃO DOS ORIGEM BENS NA DO ESCOLA RECURSO Emenda STE Parlamentar Emenda STE Parlamentar Emenda STE Parlamentar Emenda STE Parlamentar Emenda Secretaria Parlamentar

22/07/2010 Cozinha 04/10/2010 Sala Biblioteca 04/10/2010 Sala Biblioteca 2010 Cozinha

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Multiprocessador de Alimentos DELLAR, MOD. DMF500 949M50003511 Bebedouro Industrial 04 torneiras Mesa de escritório com 02 gavetas Ar-condicionado Split 12.000 BTU’S Eletrolux Nº Série 93008950 Ar-condicionado Split 12.000 BTU’S York Ar-condicionado Split 12.000 BTU’S

Doação 1177 Doação Doação Doação Doação

2010

Cozinha

05/11/2010 Pátio da Escola 2011 2011 2011 2011 Secretaria Sala 09 Sala 10 Sala 11

ITEM

DISCRIMINAÇÃO DOS BENS Conjunto de mesas para escritório com 02mesas, c/01 gaveta, c/suporte para CPU e Teclada. Conjunto de mesas para escritório c/ 02 mesas, c/02 gavetas Ar-condicionado Split APS-H 1260R22 12.000 BTU’S S10K039930077 Microcomputador com monitor LCD SNID92309003242 Aparelho de telefone sem fio com duas bases, modelo PANASONIC KX-TG4011LA Mesa adaptada para microscópio Cadeira adaptada para microscópio Mesa com rodinha para TV/DVD Mesa com rodinha para TV/DVD Mesa com rodinha para TV/DVD Teatro (tipo biombo) desmontável para trabalho com fantoches Mini projetor de bolso portátil, DATASHOW- 4GB, com tripé 100 Esqueleto em resina

Nº NF

DATA DE AQUISIÇÃO 2011

LOCALIZAÇÃO DOS ORIGEM BENS NA DO ESCOLA RECURSO Secretaria

47

Doação

48

Doação

2011

Secretaria

49 50 51 52 53 54 55 56 57

Doação Doação Doação 000427 000427 000427 000427 000427 000427

2011 2010 2011

Sala dos professores Secretaria Secretaria PDE PDE PDE PDE PDE PDE

20/03/2011 STE 20/03/2011 STE 20/03/2011 STE 20/03/2011 STE 20/03/2011 STE 20/03/2011 STE

58 59

1365 1354

04/03/2011 Secretaria 04/03/2011 Sala Biblioteca

PDE PDE

ITEM 60 61 62

DISCRIMINAÇÃO DOS BENS

Nº NF

Violão Elétrico 1360 Microscópio binocular MB200 1368 Caixa de som p/ notebook 1503

DATA DE AQUISIÇÃO 04/03/2011 04/03/2011 18/04/2011

LOCALIZAÇÃO DOS BENS NA ESCOLA Sala Biblioteca STE Secretaria

ORIGEM DO RECURSO PDE PDE PDDE

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65

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68 69 70 71 72 73 74 75

Bumbo 30CMX22 DI PARDINI 003190 Aro metal DP462 Bumbo 30CMX22 DI PARDINI 003190 Aro metal DP462 Bumbo 30CMX22 DI PARDINI 003190 Aro metal DP462 Bumbo 30CMX22 DI PARDINI 003190 Aro metal DP462 Bumbo 30CMX22 DI PARDINI 003190 Aro metal DP462 Bumbo 30CMX22 DI PARDINI 003190 Aro metal DP462 Prato 13 DI PARDINI Latão 003190 Natural DPR270 Prato 13 DI PARDINI Latão 003190 Natural DPR270 Prato 13 DI PARDINI Latão 003190 Natural DPR270 Prato 13 DI PARDINI Latão 003190 Natural DPR270 Surdo MD 30X14 DI PARDINI 003190 Aro metal DP456 Surdo MD 30X14 DI PARDINI 003190 Aro metal DP456 Surdo MD 30X14 DI PARDINI 003190 Aro metal DP456

29/08/2011 Sala da coordenação

Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar

29/08/2011 Sala da coordenação

29/08/2011 Sala da coordenação

29/08/2011 Sala da coordenação

29/08/2011 Sala da coordenação

29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação

ITEM 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86

DISCRIMINAÇÃO DOS BENS

Nº NF

DATA DE AQUISIÇÃO 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011

Surdo MD 30X14 DI PARDINI 003190 Aro metal DP456 Surdo MD 30X14 DI PARDINI 003190 Aro metal DP456 Surdo MD 30X14 DI PARDINI 003190 Aro metal DP456 Surdo MOR 45X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP456 Surdo MOR 45X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP456 Surdo MOR 45X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP456 Surdo MOR 45X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP456 Surdo MOR 45X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP456 Surdo MOR 45X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP456 Caixa Guerra 15X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP 452 Caixa Guerra 15X14 DI 003190 PARDINI Aro Metal DP 452

LOCALIZAÇÃO DOS ORIGEM BENS NA DO ESCOLA RECURSO Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar Emenda Sala da coordenação Parlamentar

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87 88 89 90 91

Caixa Guerra 15X14 DI PARDINI Aro Metal DP 452 Caixa Guerra 15X14 DI PARDINI Aro Metal DP 452 Caixa Guerra 15X14 DI PARDINI Aro Metal DP 452 Caixa Guerra 15X14 DI PARDINI Aro Metal DP 452 Repique 10X14 DI PARDINI Aro Metal DP 451 DISCRIMINAÇÃO DOS BENS

003190 003190 003190 003190 003190

29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação DATA DE AQUISIÇÃO

Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar Emenda Parlamentar

ITEM 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109

Nº NF 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190 003190

LOCALIZAÇÃO DOS BENS NA ESCOLA

Repique 10X14 DI PARDINI Aro Metal DP 451 Repique 10X14 DI PARDINI Aro Metal DP 451 Repique 10X14 DI PARDINI Aro Metal DP 451 Repique 10X14 DI PARDINI Aro Metal DP 451 Repique 10X14 DI PARDINI Aro Metal DP 451 Corneta SIB Niquelada N202 Corneta SIB Niquelada N202 Corneta SIB Niquelada N202 Corneta SIB Niquelada N202 Corneta Fa Niquelada N205 Corneta Fa Niquelada N205 Corneta SIB Niquelado N210 Corneta SIB Niquelado N210 Corneta Fa Niquelado N211 Corneta Fa Niquelado N211 Lira P/ Banda 25 Teclas Cromático L125 Aparelho de som Micro System Régua de madeira

29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 Sala da coordenação 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 29/08/2011 Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação Sala da coordenação

29/08/2011 Sala da coordenação 04/09/2012 Sala STE 04/09/2012 Sala da coordenação

6.6 - Existência de sala de recursos multifuncional.
Na busca pelo alcance da inserção desta instituição de ensino nos apontamentos legais pela LDB 9394/96, no que se refere a uma educação na perspectiva da inclusão e da diversidade, a filosofia aqui adotada é aquela que contempla a escola como um espaço para todos com a presença marcante da heterogeneidade que revela princípios, atitudes, culturas e formações diferenciadas, criando as relações interpessoais que tanto enriquecem e contribuem para o desenvolvimento da aprendizagem e aquisição de cultura entre professores e alunos. Quanto à inclusão, a proposta maior é buscar adaptar as estruturas de natureza física, humana e pedagógica oferecidas pela escola aos anseios dos alunos que apresentam algum tipo de necessidades específicas, propiciando assim uma relação tranquila e harmoniosa no desenrolar de todo o processo educativo. Vale salientar que a estrutura física da parte inferior do prédio já possui rampas e banheiros adaptados, estando de acordo com as exigências necessárias para atender a alunos que são portadores de necessidades especiais. Sendo assim, na medida do possível procuramos atendê-los dentro das nossas possibilidades sempre primando pela valorização humana do educando. Quanto à questão da diversidade o objetivo é promover situações variadas em que o convívio na sala de

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aula e nos espaços distintos da instituição possa despertar nos alunos, professores, funcionários e comunidade em geral o respeito pelas diferenças, desenvolvendo programas de Combate à Homofobia, envolvendo todas as disciplinas no sentido de implantar respeito, dignidade humana e diversidade social. O corpo docente e administrativo é constantemente estimulado a estar em processo contínuo de formação para que possam aprender a lidar com essas questões que se fazem presentes no cotidiano da vida escolar, enriquecendo e criando espaços para discussões que visem alcançar o melhor a cada ano letivo.

7 - Organização da escola
A unidade escolar Dr. Rubens de Castro Pinto, organiza-se, tanto física como hierarquicamente, da seguinte forma: O Grupo Gestor é composto por Diretor (a), Secretário (a), Coordenadores pedagógicos, Professor Dinamizador de Tecnologias Interativas aplicadas a Educação, Professores, Gestor (a), Auxiliares administrativos, representante do Colegiado, Associação Pais e Mestres e Grêmio Estudantil. O grupo gestor está disposto de acordo com a tabela abaixo: FUNÇÃO Auxiliar Administrativo Coordenador de área Coordenador (a) Pedagógico Diretor (a) Gestora Escolar Merendeira Professor Ens. Fund. (1º ao 5º ano) Professor Ens. Fund. (6º ao 9º ano) Professor Ens. Médio (1º ao 3º ano) Professor de Banda ou Fanfarra. Professor Dinamizador de Tecnologias Interativas aplicadas a Educação Secretário (a) Geral QUANTIDADE 14 2 2 1 1 2 7 15 21 1 1 1 J.T 40h 40h 30h 40h 40 h 8h 20h 20h 20h 20h 30h 40h

CORPO ADMINISTRATIVO FUNÇÃO Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Coordenador (a) Coordenador (a) Coordenador (a) Coordenador (a) Diretor Gestor (a) Escolar NOME Sergio Serena Maria F. S. Gutierres Rosimeire de Souza Godoy Maria do Carmo Gutierres Godoy Lenir de Fátima A. Maciel Rosimeire Correa Leite Clenir Leite Gutierres Estanislada E. Coene Haroldo Medeiros Cristiane Rospi R. Godoy Ana Maria Souza Olmedo Adão Vilalba Ana Cristina Mendes Sitta Arlene Barcellos dos S. Gomes Alex de Souza Olmedo Jackcelly Gutierres Godoy Maurício de Souza Vilalba Claida Mello Leite CARGO Assist. Ativ. Educacionais Auxiliar de Merenda Agente de Limpeza Auxiliar de Limpeza Assist. Ativ. Educacionais Agente de Limpeza Auxiliar de Limpeza Agente de Limpeza Aux. Ativ. Educacionais Gestor de Ativ. Educacional Merendeira Secretário Coordenadora Pedagógica Coordenadora Pedagógica Coordenador de área de Matemática Coordenador de área de Língua Portuguesa Diretor Gestora Escolar

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Merendeira Secretário Geral Professor Dinamizador de Tecnologias Interativas aplicadas a Educação CORPO DOCENTE Nome do Professor Alex de Souza Olmedo Antonio Carlos S. Gouvêa

Patrícia Braga Vieira Adão de Souza

Merendeira Secretário

Não há professor nesta função Não há professor nesta função

Graduação Matemática Normal Superior

Função Coord. de Área de Matemática Profº. Matemática, Ciências e Biologia Coordenadora Pedagógica Profº. Química Profª. Sociologia, Filosofia Profº. Regente 2º ano Profª. Artes Profª. Geografia Profª. Regente 5º ano Profª. Regente 5º ano, Sala de Recursos Multifuncional Profª. Geografia, Filosofia Profª. Língua Portuguesa Coord. de Área de Língua Portuguesa Professor Readaptado Profª. Biologia, Ciências Profª. Biologia, Ciências Profª. Literatura, Produção Interativa, Língua Portuguesa Profº. História

Arlene Barcellos dos S. Normal Superior Gomes Arnaldo Centurião Química Célia da Silva Paim Geografia Cláudio Garcia Palermo Pedagogia Dercilene Cáceres Lopes Arte-Educação Dulcinélia dos Santos Ferreira Geografia Eliza bambil Leite Pedagogia Fernanda Hack Duarte Glascinéia Serviam Ávalos Iolete Maciel de Souza Jackcelly Gutierres Godoy João Sousa Vilalba Josiane da Silva Mendonça Keila Carla I. Godoy Pedagogia Geografia Letras Letras Pedagogia Biologia Biologia

Kerli Ordonhes G. Malheiros Letras Marcos João da C. Nascimento Maria Edite Espinosa Miguel Josélio L. Acosta Orlinda Garcia Cardozo Paulo Marmo do C. Júnior Rafael Centurião Acosta Ramona Medeiros Godoy Rosana da Silva Paim Rozilene Ribeiro Martins Solange ª G. Souza Thaiz Leite de Andrade Thuanny Leite Rocha Valkíria G. Dos Santos Zilmar J. R. Leite História Letras

Profª. Língua Portuguesa Profº. Língua Portuguesa, Letras Literatura Artes Visuais Profª. Artes Educação Física Profº. Ed. Física História Profº. História, Sociologia Pedagogia Profª. Regente 4º ano Pedagogia Profª. Regente 4º ano Profª. Sala de Recursos Pedagogia Multifuncional Pedagogia Profª. Regente 1º e 3º ano Educação Física Profª. Ed. Física Leiga - Biologia Profª. Matemática Letras Profª. Inglês Normal Superior, Matemática Profº. Matemática, Física

Atribuições da Equipe Escolar À direção da escola e demais funcionários da Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto visa a integração de todos os setores com o intuito de melhorar as exigências de nossos alunos e assim alcançar com maior êxito o nosso objetivo: preparar o indivíduo para o exercício da cidadania. As responsabilidades do grupo escolar são distribuídas entre todos os membros, pois cada um dentro do contexto apresenta igual peso para um funcionamento eficiente do processo educacional. Assim, procuramos valorizar e acatar sugestões dos diversos setores para agilização dos trabalhos e bom desempenho, atendendo as necessidades da comunidade escolar. A Equipe Escolar do Ensino fundamental e Médio serão assim constituídos:

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I - Grupo gestor: diretor, secretário-geral, coordenadores pedagógicos, coordenadores de área; II – Colegiado Escolar; III – Equipe técnica pedagógica: coordenadores, dinamizador de tecnologias interativas; IV – Corpo docente; V – Corpo discente; VI – Equipe técnica administrativa: auxiliares administrativos – secretaria; responsável pelo serviço de limpeza; responsável pelo serviço de merenda. VII – Grêmio Estudantil; VIII – Associação de Pais e Mestres.

7.1.1 - Grupo Gestor O Grupo Gestor da unidade escolar Dr. Rubens de Castro Pinto é composto por Diretor (a), Supervisor (a) de Gestão, Secretário Geral, Coordenadores pedagógico e Coordenadores de área. A equipe escolar deve se envolver inteiramente no processo de gerenciamento da escola, criando estratégias para um excelente desempenho acadêmico. Tendo como meta: Incentivar a construção coletiva do Projeto Pedagógico, do PDE e da autonomia da escola, que propiciem a prática participativa; Estar sempre presente na Unidade Escolar, zelando pela pontualidade e frequência de seus servidores, pelo cumprimento integral da carga horária das aulas e pelo cumprimento das horasatividade dos professores; Sensibilizar e organizar a participação dos pais, dos alunos e da comunidade local na vida escolar, no Conselho Escolar e nos Grêmios Estudantis; Fortalecer a autonomia escolar e a cooperação entre a sua escola e as demais escolas e a comunidade em que se localiza; Ser responsável pela qualidade acadêmica da escola, coordenando e acompanhando os trabalhos da equipe pedagógica; 7.1.2 - Diretor (a) De acordo com os conceitos modernos de gestão escolar, o diretor não é apenas um administrador, mas um líder que acompanha todo processo educativo, sendo uma autoridade que busca a excelência na escola pública. Tornando-se imprescindível seu papel articulador e defensor da democracia, posicionando-se como o principal responsável pelos resultados pedagógicos da escola. Atribuições Responsabilizar-se junto à Associação de Pais e Mestres e Colegiado Escolar; Garantir o cumprimento dos 200 dias letivos; Desempenhar e fazer cumprir as legislações do ensino e as determinações legais das autoridades competentes; Representar a Unidade Escolar; Manter atualizado o inventário dos bens públicos, zelando por sua conservação; Organizar e administrar o funcionamento da Unidade Escolar; Apresentar, bimestralmente, à comunidade escolar relatório de desempenho acadêmico dos alunos, propondo ações de melhoria de resultados; Coordenar as atividades pedagógicas, administrativas e financeiras em consonância com a Associação de Pais e Mestres e o Colegiado Escolar; Participar das discussões para implementação da Proposta Pedagógica definida pela Política Educacional da Secretária de Estado de Educação; Decidir sobre as transgressões disciplinares dos educandos e servidores, ouvida a coordenação pedagógica e o Colegiado Escolar, respeitando as normas vigentes; Executar as determinações emanadas dos órgãos aos quais a Unidade Escolar está subordinada; Conceder férias regulares aos funcionários da Unidade Escolar; Estar sempre presente na Unidade Escolar, zelando pela pontualidade e frequência de seus

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servidores, pelo cumprimento integral da carga horária das aulas e pelo cumprimento das horasatividade dos professores; Encorajar e garantir na escola uma gestão participativa, envolvendo os vários segmentos da comunidade escolar; Sensibilizar e organizar a participação dos pais, dos alunos e da comunidade local na vida escolar, no Conselho Escolar e nos Grêmios Estudantis; Coordenar a elaboração, a implementação, o monitoramento e a avaliação do Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE), do Projeto Pedagógico e do Regimento Escolar; Elaborar plano de aplicação de recursos financeiros em conjunto com a Associação de Pais e Mestres e com o Colegiado Escolar, para avaliação do órgão competente; Gerir recursos financeiros, em conjunto com a Associação de pais e Mestres e com o Colegiado Escolar; Encaminhar relatórios e pareceres, sempre que solicitados pela SED; Exercer outras atividades administrativas, que lhe couber ou for pertinente ao desempenho das suas funções.

1. – Supervisor (a) de Gestão O Supervisor de Gestão tem um papel importantíssimo para o bom funcionamento da Unidade Escolar, ele é responsável pela orientação à direção no desenvolvimento político educacional. Atribuições Proceder a verificação e a avaliação da Unidade Escolar, quanto, ao cumprimento das normas legais; Apresentar proposições que contribuam para a reformulação da política educacional; Propor ações que viabilizem a melhoria na qualidade da educação escolar; Identificar e avaliar as condições de funcionamento da Unidade Escolar, quanto à gestão pedagógica, administrativa e financeira, informar à direção e à Secretária de Estado de Educação; Orientar a Unidade Escolar na elaboração da Proposta Pedagógica, do Plano de Desenvolvimento Escolar – PDE e do Regimento Escolar, em conformidade com o que preceitue a legislação vigente; Realizar e utilizar pesquisas que visem à melhoria do ensino; Incentivar a interação das unidades Escolares, com vistas à troca de experiências pedagógicas; Orientar e acompanhar o processo de criação de novos cursos e a organização da Unidade Escolar; Participar das reuniões do Colegiado Escolar, quando necessário; Zelar pelo cumprimento da legislação vigente; Apresentar relatórios e informações das Unidades Escolares sob a sua responsabilidade, sempre que for solicitado pela Secretária de Estado de Educação; Informar à Coordenadoria de Gestão Escolar, situações que fujam à normalidade, legalidade e ao bom funcionamento da Unidade Escolar; Coletar dados e informações junto às Unidades Escolares do Sistema Estadual de Ensino, nos prazos e formas estabelecidos; Atestar a veracidade e consistência dos dados e informações fornecidas pelas escolas à Coordenadoria de Gestão Escolar; Emitir parecer sobre os processos de credenciamento de instituições e de autorização de funcionamento dos cursos das escolas do Sistema Estadual de Ensino. 7.1.4 – Secretário Geral O Secretário Geral é o responsável pela documentação dos alunos e da escola. Seu papel é fundamental para o sucesso da administração escolar, seu trabalho deve interagir com todos os segmentos da comunidade escolar visando o cumprimento das diretrizes da Secretaria de Educação e do próprio Regimento Interno da Unidade Escolar. Na organização da Unidade Escolar, a secretaria é o setor responsável pelo serviço de escrituração escolar, regra na grafia e correspondência, sob a responsabilidade do secretário-geral e supervisão da direção.

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Atribuições Realizar atividade de assessoramento à direção escolar; Responder pela secretaria da Unidade Escolar e apoiar os serviços administrativos; Analisar, organizar, registrar e documentar fatos ligados à vida escolar dos educandos e a vida funcional dos servidores lotados na Unidade Escolar; Atender às informações solicitadas pela Secretaria de Estado de Educação; Executar outras tarefas, quando solicitadas, por seus superiores. 7.1.5 – Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é de suma importância no acompanhamento do trabalho dos professores, tendo como objetivo fortalecer a equipe escolar para garantia a aprendizagem do aluno. Esse profissional deve apoiar os docentes no exercício de suas funções, tomando como referência as metas estabelecidas coletivamente na Proposta Pedagógica da Unidade Escolar. Atribuições Coordenar a elaboração da Proposta Pedagógica, do Plano de Desenvolvimento da Escola – PDE, do Regimento Escolar com o diretor-adjunto e acompanhando sua execução; Elaborar e apresentar à direção o plano de trabalho antes do início do ano letivo; Coordenar o conselho de classe e implantar ações no sentido de melhorar o desempenho dos educandos; Orientar o trabalho dos professores na elaboração, na execução e na avaliação do plano pedagógico, com vistas à adequação à Proposta Pedagógica e ao currículo escolar; Considerar a análise dos resultados das avaliações instituídas pela Secretaria de Estado de Educação, com referência, no planejamento das atividades pedagógicas; Assessorar, técnica e pedagogicamente, os professores de forma a adequar o seu trabalho aos objetivos da Unidade Escolar e aos afins da educação; Acompanhar e orientar sistematicamente o planejamento e a execução do trabalho realizado pelo corpo docente; Participar de programas de formação continuada que possibilitem seu aprimoramento profissional e, consequentemente, o seu fazer pedagógico; Coordenar e incentivar a pratica de estudos que contribuam para apropriação de conhecimento do corpo docente; Participar efetivamente das decisões relacionadas à vida escolar dos estudantes; Desempenhar outras atribuições de natureza pedagógica que lhe forem solicitadas, por seus superiores; Acompanhar e avaliar os resultados do rendimento escolar dos educandos em conjunto com os professores; Analisar o desempenho dos alunos com dificuldades de aprendizagem, redefinindo estratégias com os professores; Elaborar e propor à Secretaria de Estado de Educação, projetos, juntamente com a direção escolar, que visem a melhoria acadêmica dos alunos. 7.1.6 – Coordenadores de área Os Coordenadores de área de Língua Portuguesa e Matemática têm a função de criar estratégias para melhorar o ensino nessas áreas, aumentando assim a qualidade do ensino-aprendizagem dos educandos, ainda auxiliando, assessorando e capacitando os professores, tentando sanar desta forma as deficiências existentes. Atribuições Ministrar formação continuada aos professores da educação básica e suas modalidades; Inserir dados e atualizar o Sistema de Pesquisas Educacionais\SED, visando ao desenvolvimento e

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funcionalidade do Programa Além das Palavras e dos demais programas e projetos desenvolvidos na escola sob acompanhamento da coordenação pedagógica e direção; Estimular a equipe da Unidade Escolar na elaboração do Planejamento, numa perspectiva interdisciplinar, fornecendo subsídios para prática pedagógica nos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Estimular a criação de canais de comunicação entre docentes, Unidades Escolares e Secretaria de Estado de Educação no que tange sua área de atuação; Elaborar e divulgar cronograma de atividades, em consonância com a direção escolar e coordenação pedagógica; Diagnosticar, acompanhar e avaliar o desempenho acadêmico dos estudantes da Unidade Escolar, nos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Acompanhar o desenvolvimento dos estudantes com necessidades educacionais específicas, em articulação com os profissionais da Educação Especial; Assessorar, orientar e intervir permanentemente na prática docente, nos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, em articulação com o coordenador pedagógico; Promover a troca de experiências da prática pedagógica, bem como a integração dos docentes da educação básica e suas modalidades, dentro do contexto dos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Coletar dados e informações sobre as ações desenvolvidas na escola, no que tange aos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática e encaminhá-los à SED, quando solicitado, respeitando os prazos estabelecidos; Analisar e divulgar o índice de desempenho acadêmico dos estudantes, conjuntamente com a direção escolar e coordenação pedagógica; Propor metodologia diversificada de acordo com o Referencial Curricular da Rede Estadual de Ensino, Programa Além das Palavras e demais programas e projetos contemplados no Projeto Político-Pedagógico de cada Unidade Escolar, visando a melhoria do processo ensino aprendizagem dos estudantes; Realizar com o apoio do coordenador pedagógico o acompanhamento sistemático do corpo docente em sala de aula, com vistas a diagnosticar as dificuldades encontradas junto ao componente específico por área; Promover a socialização das informações com a coordenação pedagógica, direção escolar e corpo docente; Articular com a direção escolar a viabilização de recursos técnicos e pedagógicos, que auxiliem o professor na prática pedagógica dos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Acompanhar as videoconferências pertinentes à área de atuação, quando solicitado; Sugerir atividades dentro contexto dos componentes curriculares\disciplinas específicos, utilizando como base o Referencial Curricular da Rede Estadual de Ensino no Programa Além das Palavras e nos demais programas e projetos definidos no Projeto Político-Pedagógico de cada Unidade Escolar, quando for o caso; Articular a comunicação entre coordenação pedagógica, professores e monitores da Unidade Escolar, quando for o caso.

1. – Colegiado Escolar O Colegiado Escolar é o Órgão responsável de caráter deliberativo, executivo, consultivo e avaliativo, nos assuntos referentes à gestão pedagógica, administrativa e financeira da Unidade Escolar respeitadas às normas legais vigentes. O colegiado tem a função da tomada de decisões quanto ao relacionamento das ações pedagógicas, administrativas e de gerenciamento dos recursos públicos, à emissão de pareceres para dirimir duvidas e resolver situações no âmbito de sua competência e ao acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pela Unidade Escolar, objetivando a identificação de problemas, propondo alternativas para a melhoria de seu desempenho. 7.1.8 - Dinamizador de Tecnologias Interativas

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O professor Dinamizador de Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação vincula-se diretamente à Equipe Pedagógica da Escola da qual é um colaborador, tornando-se professor responsável pelo desenvolvimento das atividades peculiares da função. Atribuições Elaborar um plano anual juntamente com a Equipe Gestora para uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no contexto da Unidade Escolar; Organizar, juntamente com o coordenador pedagógico da escola, a utilização da TV, DVD, do laboratório de Informática e de outras tecnologias e o atendimento aos projetos dos professores e alunos; Participar da construção do projeto Pedagógico da escola e das ações de planejamento e desenvolvimento da proposta curricular, com a finalidade de articular as ações pedagógicas desenvolvidas com o uso das tecnologias educacionais disponíveis na Unidade Escolar; Estimular e apoiar a equipe escolar para o uso das tecnologias interativas aplicadas à educação (TV, vídeo, computador, aparelho de som dentre outros); Orientar a equipe quanto aos processos de produção de vídeos, fotografias, cartazes e outros materiais educativos; Divulgar formas de acesso a materiais educativos impressos, como fonte de informação complementar ligada à sua área de atuação: jornais, revistas, internet e outros; Zelar pela boa manutenção dos equipamentos e materiais educativos utilizados na sua área de atuação, fornecendo, à Equipe Gestora e ao NTE, dados e informações sobre os problemas encontrados e acompanhar o andamento das medidas corretivas programadas; Elaborar relatórios trimestrais relativos aos trabalhos desenvolvidos, analisando e avaliando-os com o Coordenador Pedagógico. 7.1.9 - Corpo Docente A função docente é um dos principais pontos de sustentação do processo ensino/ aprendizagem. O exercício da docência não é uma tarefa solitária, é uma prática que deve se fundamentar no trabalho coletivo e na troca de experiência pautada na ação e reflexão. Para que esses princípios se concretizem é necessário organizar reuniões pedagógicas, oficinas, conselhos, assembleias, seminários e horas de estudo. Utilizando momentos das horas-atividade, que devem ser entendidas como oportunidades de aquisição de embasamento teórico para uma prática mais democrática e eficaz. A jornada de trabalho dos professores em efetivo exercício da docência é constituída por horas-aulas e hora-atividade, destinada aos momentos de planejamento, estudos e correção de atividades desenvolvidas e na realização das ações previstas no projeto pedagógico em desenvolvimento. Trinta por cento (30%) da hora-atividade deverá ser cumprida na escola, sob a supervisão da coordenação pedagógica e responsabilidade da direção da escola. Atribuições Participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Unidade Escolar; Elaborar e executar a programação referente à urgência de classe e atividades afins; Executar atividades de exame final de educandos nos períodos previstos no Calendário Escolar; Participar do conselho de classe; Manter permanente contato com os pais ou responsáveis, informando-os e orientando-os sobre o desenvolvimento dos educandos e obtendo dados de interesse para o processo educativo; Participar de atividades educativas promovidas pela comunidade escolar; Participar da Associação de Pais e Mestres e outras instituições auxiliares desta Unidade Escolar; Executar e manter atualizados os registros relativos às suas atividades e fornecer informações conforme as normas estabelecidas; Responsabilizar-se pela utilização, manutenção e conservação de equipamentos e instrumentos em uso; Fornecer ao coordenador pedagógico relação de materiais de consumo necessário ao desenvolvimento das atividades curriculares;

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Comparecer pontualmente às aulas e às reuniões para as quais tenha sido convocado; Utilizar metodologia adequada e compatível com os objetivos da Unidade Escolar, expressos na proposta Pedagógica; Proceder a avaliação do rendimento escolar dos educandos em termos dos objetivos, como processo continuo de acompanhamento da aprendizagem; Utilizar os resultados obtidos nas avaliações, com função diagnóstica, a fim de subsidiar a reformulação da Proposta Pedagógica, quando necessário; Corrigir, com o devido cuidado e dentro dos prazos estabelecidos, as provas e trabalhos escolares; Comentar com os estudantes as provas e trabalhos escolares, esclarecendo erros e os critérios adotados; Registrar os resultados das avaliações, obtidos durante o processo de ensino/aprendizagem, de forma que possam ser levados ao conhecimento dos educandos, seus pais, coordenadores pedagógicos e demais interessados; Entregar na secretaria da escola, em tempo hábil, após o término de cada período\bimestre, as relações de notas e faltas dos estudantes; Escriturar o Diário de Classe, observando rigorosamente as normas pertinentes; Manter a disciplina em sala de aula e colaborar para a ordem e disciplina geral na Unidade Escolar; Conhecer as normas educacionais vigentes; Analisar, juntamente com os coordenadores pedagógicos, as ementas curriculares dos educandos, a fim de definir as adaptações necessárias, o aproveitamento de estudos e, consequentemente, a classificação, quando for o caso; Prestar assistência aos educandos que necessitem de estudos de adaptação. 7.1.10 – Corpo Discente O educando tem por obrigação e dever tomar conhecimento, no ato da matrícula, das disposições do Regimento Escolar da Unidade. Deverá ser respeitado por todos os integrantes da comunidade escolar, em seus princípios religiosos, orientado em suas dificuldades e ouvido em suas reclamações, ser considerado e valorizado em sua individualidade, sem comparação nem preferências. Deverá receber seus trabalhos devidamente corrigidos e avaliados, ainda contestando critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores. O aluno poderá requerer à coordenação pedagógica, nova oportunidade, quando faltar as avaliações de aprendizagem pré-determinadas, desde que as faltas sejam devidamente justificadas, no prazo máximo de 03(três) dias úteis. Deverá eleger representantes de classe, votar para eleger o diretor da Unidade Escolar, respeitando-se a idade estabelecida na legislação vigente, ainda poderá votar e ser votado para a escolha de seus representantes no Grêmio Estudantil e no Colegiado Escolar e participar da elaboração da Proposta Pedagógica. Ele tem por obrigação comparecer pontualmente às aulas, provas e atividades preparadas e programadas pelo professor da Unidade, tratar com civilidade os integrantes da comunidade escolar, colaborar na preservação do patrimônio da U.E, atender à convocação do diretor, coordenação pedagógica e professores, ainda deverá indenizar os danos a que der causa dentro da instituição. São atribuições também do aluno manter hábitos de higiene em seu corpo, vestuário e material escolar, solicitar ao professor autorização ao entrar e sair de sala de aula, comunicar à direção sobre qualquer atividade extra a ser realizada na Unidade Escolar. 7.1.11 - Auxiliares Administrativos 7.1.11.1 – Secretaria Os servidores da secretaria são de suma importância na organização e no bom desenvolvimento da instituição, pois eles são os responsáveis pela documentação de todos os servidores e dos educandos. Atribuições Apoiar e auxiliar os trabalhos pedagógicos, com vistas a facilitar o processo de interação com a comunidade escolar e associações a ela vinculadas e zelar pela organização e manutenção do ambiente escolar; Receber, registrar, guardar, distribuir e controlar processos e outros documentos dirigidos à Unidade

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Escolar ou dela emanadas, relacionados à sua área de atuação; Redigir documentos e preparar processos e todo expediente para despacho da direção; Atender aos interessados prestando-lhes informações dos assuntos relativos à sua área de atuação; Executar outros encargos, inerentes à sua função, que lhe forem conferidos pelos seus superiores hierárquicos. 7.1.11.2 - Responsável pelo Serviço de Limpeza Mais do que varrer, catar o lixo dos pátios e lavar banheiro, esse funcionário é um educador e poderá intervir na educação do aluno. Ele deve estar integrado à equipe pedagógica e ter conhecimento sobre saúde, higiene e meio ambiente. Atribuições Efetuar limpeza e arrumação de salas de aula, vestiários, refeitórios, banheiros e pátios, visando a manutenção da limpeza e da higiene das dependências internas da escola; Usar adequadamente os materiais destinados à limpeza da Unidade Escolar; Levar ao conhecimento da Direção as Irregularidades detectadas; Executar outros encargos, inerentes à sua função, que lhe forem conferidos pelo diretor. 7.1.11.3 - Responsável pelo Serviço de Merenda. O profissional da área deve ter autonomia, participar do planejamento da merenda, ter conhecimento de nutrição, saúde e higiene. Ele deve ser reconhecido, pois cabe a eles contribuir para a formação e o crescimento de gerações de estudantes. Atribuições Zelar pela realização dos serviços de limpeza e de esterilização de pratos, talheres e utensílios; Preparar e servir merendas e refeições, lanches e outros tipos de alimentação para alunos no horário estipulado pela direção escolar; Zelar pela limpeza e asseio da cozinha; Apresentar-se com o máximo de asseio; Zelar pela qualidade do armazenamento, conservação e higiene dos gêneros alimentícios. 7.1.12 – Grêmio Estudantil O Grêmio Estudantil é uma entidade que representa os estudantes em cada escola, a partir da sua livre organização, buscando a defesa de seus interesses e da educação pública e gratuita. O Grêmio é importante porque constitui uma forma de os estudantes participarem organizadamente da vida da escola. Tem o poder representativo dos interesses dos educandos, com finalidades educacionais, culturais, cívicas, desportivas e sociais. 7.1.13 - Associação de Pais e Mestres A APM é uma entidade jurídica de direito privado, criada com o intuito de colaborar para o aperfeiçoamento do processo educacional, assistência escolar e para a integração escola-comunidade. Atribuições Colaborar com o aperfeiçoamento do processo educacional; Prestar assistência ao educando; Promover a interação entre família à escola e a comunidade escolar; Representar as aspirações da comunidade e dos pais junto à unidade escolar; Mobilizar recursos humanos e angariar recursos materiais para auxiliar a unidade escolar:

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a) na manutenção e na preservação do espaço físico e dos equipamentos; b) na programação de atividades culturais, recreativas e desportivas; c) no desenvolvimento de atividades de assistência ao educando nas áreas socioeconômicas e de saúde. Opinar sobre a utilização do espaço físico da instituição

7.1 - Gestão escolar
A unidade escolar Dr. Rubens de Castro Pinto, organiza-se, da seguinte forma: O Grupo Gestor é composto por Diretor (a), Secretário (a), Coordenadores pedagógicos, Professor Dinamizador de Tecnologias Interativas aplicadas a Educação, Professores, Gestor (a), Auxiliares administrativos, representante do Colegiado, Associação Pais e Mestres e Grêmio Estudantil. O grupo gestor está disposto de acordo com a tabela abaixo: FUNÇÃO Auxiliar Administrativo Coordenador de área Coordenador (a) Pedagógico Diretor (a) Supervisora de Gestão Escolar Merendeira Professor Ens. Fund. (1º ao 5º ano) Professor Ens. Fund. (6º ao 9º ano) Professor Ens. Médio (1º ao 3º ano) Professor de Banda ou Fanfarra. Professor Dinamizador de Tecnologias Interativas aplicadas a Educação Secretário (a) Geral Gestor de ativid. educacionais QUANTIDADE 14 2 2 1 1 2 7 15 21 1 1 1 1 J.T 40h 40h 30h 40h 20 h 8h 20h 20h 20h 20h 30h 40h 40h

Atribuições da Equipe Escolar A direção e demais funcionários da Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto visa a integração de todos os setores com o intuito de melhorar as exigências de nossos alunos e assim alcançar com maior êxito o nosso objetivo: preparar o indivíduo para o exercício da cidadania. As responsabilidades do grupo escolar são distribuídas entre todos os membros, pois cada um dentro do contexto apresenta igual peso para um funcionamento eficiente do processo educacional. Assim, procuramos valorizar e acatar sugestões dos diversos setores para agilização dos trabalhos e bom desempenho, atendendo as necessidades da comunidade escolar. A Equipe Escolar do Ensino fundamental e Médio é assim constituída: I - Grupo gestor: diretor, secretário-geral, coordenadores pedagógicos, coordenadores de área; II – Colegiado Escolar; III – Equipe técnica pedagógica: coordenadores, dinamizador de tecnologias interativas; IV – Corpo docente; V – Corpo discente; VI – Equipe técnica administrativa: auxiliares administrativos – secretaria; responsável pelo serviço de limpeza; responsável pelo serviço de merenda. VII – Grêmio Estudantil; VIII – Associação de Pais e Mestres.

7.1.1 - Grupo Gestor O Grupo Gestor da unidade escolar Dr. Rubens de Castro Pinto é composto por Diretor (a), Supervisor (a) de Gestão, Secretário Geral, Coordenadores pedagógico, Gestora e Coordenadores de área. A equipe escolar deve se envolver inteiramente no processo de gerenciamento da escola, criando estratégias para um excelente desempenho acadêmico. Tendo como meta:

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Incentivar a construção coletiva do Projeto Pedagógico, do PDE (Programa de Desenvolvimento da Escola) e da autonomia da escola, que propiciem a prática participativa; Estar sempre presente na Unidade Escolar, zelando pela pontualidade e frequência de seus servidores, pelo cumprimento integral da carga horária das aulas e pelo cumprimento das horasatividade dos professores; Sensibilizar e organizar a participação dos pais, dos alunos e da comunidade local na vida escolar, no Colegiado Escolar e no Grêmio Estudantil; Fortalecer a autonomia escolar e a cooperação entre a sua escola e as demais escolas e a comunidade em que se localiza; Ser responsável pela qualidade acadêmica da escola, coordenando e acompanhando os trabalhos da equipe pedagógica; 7.1.2 - Diretor (a) De acordo com os conceitos modernos de gestão escolar, o diretor não é apenas um administrador, mas um líder que acompanha todo processo educativo, sendo uma autoridade que busca a excelência na escola pública, tendo papel de articulador e defensor da democracia, posicionando-se como o principal responsável pelos resultados pedagógicos da escola. Atribuições Responsabilizar-se junto à Associação de Pais e Mestres e Colegiado Escolar; Garantir o cumprimento dos 200 dias letivos; Desempenhar e fazer cumprir as legislações do ensino e as determinações legais das autoridades competentes; Representar a Unidade Escolar; Manter atualizado o inventário dos bens públicos, zelando por sua conservação; Organizar e administrar o funcionamento da Unidade Escolar; Apresentar, bimestralmente, à comunidade escolar relatório de desempenho acadêmico dos alunos, propondo ações de melhoria de resultados; Coordenar as atividades pedagógicas, administrativas e financeiras em consonância com a Associação de Pais e Mestres e o Colegiado Escolar; Participar das discussões para implementação da Proposta Pedagógica definida pela Política Educacional da Secretária de Estado de Educação; Decidir sobre as transgressões disciplinares dos educandos e servidores, ouvida a coordenação pedagógica e o Colegiado Escolar, respeitando as normas vigentes; Executar as determinações emanadas dos órgãos aos quais a Unidade Escolar está subordinada; Conceder férias regulares aos funcionários da Unidade Escolar; Estar sempre presente na Unidade Escolar, zelando pela pontualidade e frequência de seus servidores, pelo cumprimento integral da carga horária das aulas e pelo cumprimento das horasatividade dos professores; Encorajar e garantir na escola uma gestão participativa, envolvendo os vários segmentos da comunidade escolar; Sensibilizar e organizar a participação dos pais, dos alunos e da comunidade local na vida escolar, no Conselho Escolar e nos Grêmios Estudantis; Coordenar a elaboração, a implementação, o monitoramento e a avaliação do Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE), do Projeto Pedagógico e do Regimento Escolar; Elaborar plano de aplicação de recursos financeiros em conjunto com a Associação de Pais e Mestres e com o Colegiado Escolar, para avaliação do órgão competente; Gerir recursos financeiros, em conjunto com a Associação de pais e Mestres e com o Colegiado Escolar; Encaminhar relatórios e pareceres, sempre que solicitados pela SED; Exercer outras atividades administrativas, que lhe couber ou for pertinente ao desempenho das suas funções. 7.1.3– Supervisor (a) de Gestão

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O Supervisor de Gestão tem como papel zelar pelo bom funcionamento da Unidade Escolar, ele é responsável pela orientação à direção no desenvolvimento político educacional. Atribuições Proceder a verificação e a avaliação da Unidade Escolar, quanto, ao cumprimento das normas legais; Apresentar proposições que contribuam para a reformulação da política educacional; Propor ações que viabilizem a melhoria na qualidade da educação escolar; Identificar e avaliar as condições de funcionamento da Unidade Escolar, quanto à gestão pedagógica, administrativa e financeira, informar à direção e à Secretária de Estado de Educação; Orientar a Unidade Escolar na elaboração da Proposta Pedagógica, do Plano de Desenvolvimento Escolar – PDE e do Regimento Escolar, em conformidade com o que preceitue a legislação vigente; Realizar e utilizar pesquisas que visem à melhoria do ensino; Incentivar a interação das unidades Escolares, com vistas à troca de experiências pedagógicas; Orientar e acompanhar o processo de criação de novos cursos e a organização da Unidade Escolar; Participar das reuniões do Colegiado Escolar, quando necessário; Zelar pelo cumprimento da legislação vigente; Apresentar relatórios e informações das Unidades Escolares sob a sua responsabilidade, sempre que for solicitado pela Secretária de Estado de Educação; Informar à Coordenadoria de Gestão Escolar, situações que fujam à normalidade, legalidade e ao bom funcionamento da Unidade Escolar; Coletar dados e informações junto às Unidades Escolares do Sistema Estadual de Ensino, nos prazos e formas estabelecidos; Atestar a veracidade e consistência dos dados e informações fornecidas pelas escolas à Coordenadoria de Gestão Escolar; Emitir parecer sobre os processos de credenciamento de instituições e de autorização de funcionamento dos cursos das escolas do Sistema Estadual de Ensino. 7.1.4 – Secretário Geral O Secretário Geral é o responsável pela documentação dos alunos e da escola. Tendo como função integrar-se com todos os segmentos da comunidade escolar visando o cumprimento das diretrizes da Secretaria de Educação e do próprio Regimento Interno da Unidade Escolar. Na organização da Unidade Escolar, a secretaria é o setor responsável pelo serviço de escrituração escolar, regra na grafia e correspondência, sob a responsabilidade do secretário-geral e supervisão da direção. Atribuições Realizar atividade de assessoramento à direção escolar; Responder pela secretaria da Unidade Escolar e apoiar os serviços administrativos; Analisar, organizar, registrar e documentar fatos ligados à vida escolar dos educandos e a vida funcional dos servidores lotados na Unidade Escolar; Atender às informações solicitadas pela Secretaria de Estado de Educação; Executar outras tarefas, quando solicitadas, por seus superiores. 7.1.5 – Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é responsável pelo acompanhamento do trabalho dos professores, tendo como objetivo fortalecer a equipe escolar para garantia de aprendizagem do aluno. Esse profissional deve apoiar os docentes no exercício de suas funções, tomando como referência as metas estabelecidas coletivamente na Proposta Pedagógica da Unidade Escolar. Atribuições Coordenar a elaboração da Proposta Pedagógica, do Plano de Desenvolvimento da Escola – PDE, do Regimento Escolar com o diretor-adjunto e acompanhando sua execução;

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Elaborar e apresentar à direção o plano de trabalho antes do início do ano letivo; Coordenar o conselho de classe e implantar ações no sentido de melhorar o desempenho dos educandos; Orientar o trabalho dos professores na elaboração, na execução e na avaliação do plano pedagógico, com vistas à adequação à Proposta Pedagógica e ao currículo escolar; Considerar a análise dos resultados das avaliações instituídas pela Secretaria de Estado de Educação, com referência, no planejamento das atividades pedagógicas; Assessorar, técnica e pedagogicamente, os professores de forma a adequar o seu trabalho aos objetivos da Unidade Escolar e aos afins da educação; Acompanhar e orientar sistematicamente o planejamento e a execução do trabalho realizado pelo corpo docente; Participar de programas de formação continuada que possibilitem seu aprimoramento profissional e, consequentemente, o seu fazer pedagógico; Coordenar e incentivar a pratica de estudos que contribuam para apropriação de conhecimento do corpo docente; Participar efetivamente das decisões relacionadas à vida escolar dos estudantes; Desempenhar outras atribuições de natureza pedagógica que lhe forem solicitadas, por seus superiores; Acompanhar e avaliar os resultados do rendimento escolar dos educandos em conjunto com os professores; Analisar o desempenho dos alunos com dificuldades de aprendizagem, redefinindo estratégias com os professores; Elaborar e propor à Secretaria de Estado de Educação, projetos, juntamente com a direção escolar, que visem a melhoria acadêmica dos alunos. 7.1.6 – Coordenadores de área Os Coordenadores de área de Língua Portuguesa e Matemática têm a função de criar estratégias para melhorar o ensino nessas áreas, aumentando assim a qualidade do ensino-aprendizagem dos educandos, ainda auxiliando, assessorando e capacitando os professores, tentando sanar desta forma as deficiências existentes. Atribuições Ministrar formação continuada aos professores da educação básica e suas modalidades; Inserir dados e atualizar o Sistema de Pesquisas Educacionais\SED, visando ao desenvolvimento e funcionalidade do Programa Além das Palavras e dos demais programas e projetos desenvolvidos na escola sob acompanhamento da coordenação pedagógica e direção; Estimular a equipe da Unidade Escolar na elaboração do Planejamento, numa perspectiva interdisciplinar, fornecendo subsídios para prática pedagógica nos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Estimular a criação de canais de comunicação entre docentes, Unidades Escolares e Secretaria de Estado de Educação no que tange sua área de atuação; Elaborar e divulgar cronograma de atividades, em consonância com a direção escolar e coordenação pedagógica; Diagnosticar, acompanhar e avaliar o desempenho acadêmico dos estudantes da Unidade Escolar, nos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Acompanhar o desenvolvimento dos estudantes com necessidades educacionais específicas, em articulação com os profissionais da Educação Especial; Assessorar, orientar e intervir permanentemente na prática docente, nos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, em articulação com o coordenador pedagógico; Promover a troca de experiências da prática pedagógica, bem como a integração dos docentes da educação básica e suas modalidades, dentro do contexto dos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Coletar dados e informações sobre as ações desenvolvidas na escola, no que tange aos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática e encaminhá-los à SED, quando solicitado, respeitando os prazos estabelecidos;

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Analisar e divulgar o índice de desempenho acadêmico dos estudantes, conjuntamente com a direção escolar e coordenação pedagógica; Propor metodologia diversificada de acordo com o Referencial Curricular da Rede Estadual de Ensino, Programa Além das Palavras e demais programas e projetos contemplados no Projeto Político-Pedagógico de cada Unidade Escolar, visando a melhoria do processo ensino aprendizagem dos estudantes; Realizar com o apoio do coordenador pedagógico o acompanhamento sistemático do corpo docente em sala de aula, com vistas a diagnosticar as dificuldades encontradas junto ao componente específico por área; Promover a socialização das informações com a coordenação pedagógica, direção escolar e corpo docente; Articular com a direção escolar a viabilização de recursos técnicos e pedagógicos, que auxiliem o professor na prática pedagógica dos componentes curriculares\disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Acompanhar as videoconferências pertinentes à área de atuação, quando solicitado; Sugerir atividades dentro contexto dos componentes curriculares\disciplinas específicos, utilizando como base o Referencial Curricular da Rede Estadual de Ensino no Programa Além das Palavras e nos demais programas e projetos definidos no Projeto Político-Pedagógico de cada Unidade Escolar, quando for o caso; Articular a comunicação entre coordenação pedagógica, professores e monitores da Unidade Escolar, quando for o caso. 7.1.7– Colegiado Escolar O Colegiado Escolar é o Órgão responsável de caráter deliberativo, executivo, consultivo e avaliativo, nos assuntos referentes à gestão pedagógica, administrativa e financeira da Unidade Escolar respeitadas às normas legais vigentes. O colegiado tem a função da tomada de decisões quanto ao relacionamento das ações pedagógicas, administrativas e de gerenciamento dos recursos públicos, à emissão de pareceres para dirimir duvidas e resolver situações no âmbito de sua competência e ao acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pela Unidade Escolar, objetivando a identificação de problemas, propondo alternativas para a melhoria de seu desempenho. 7.1.8 - Dinamizador de Tecnologias Interativas O professor Dinamizador de Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação vincula-se diretamente à Equipe Pedagógica da Escola da qual é um colaborador, tornando-se professor responsável pelo desenvolvimento das atividades peculiares da função. Atribuições Elaborar um plano anual juntamente com a Equipe Gestora para uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no contexto da Unidade Escolar; Organizar, juntamente com o coordenador pedagógico da escola, a utilização da TV, DVD, do laboratório de Informática e de outras tecnologias e o atendimento aos projetos dos professores e alunos; Participar da construção do projeto Pedagógico da escola e das ações de planejamento e desenvolvimento da proposta curricular, com a finalidade de articular as ações pedagógicas desenvolvidas com o uso das tecnologias educacionais disponíveis na Unidade Escolar; Estimular e apoiar a equipe escolar para o uso das tecnologias interativas aplicadas à educação (TV, vídeo, computador, aparelho de som dentre outros); Orientar a equipe quanto aos processos de produção de vídeos, fotografias, cartazes e outros materiais educativos; Divulgar formas de acesso a materiais educativos impressos, como fonte de informação complementar ligada à sua área de atuação: jornais, revistas, internet e outros; Zelar pela boa manutenção dos equipamentos e materiais educativos utilizados na sua área de atuação, fornecendo, à Equipe Gestora e ao NTE, dados e informações sobre os problemas encontrados e acompanhar o andamento das medidas corretivas programadas; Elaborar relatórios trimestrais relativos aos trabalhos desenvolvidos, analisando e avaliando-os com o

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Coordenador Pedagógico. 7.1.9 - Corpo Docente A função docente é um dos principais pontos de sustentação do processo ensino/ aprendizagem. O exercício da docência não é uma tarefa solitária, é uma prática que deve se fundamentar no trabalho coletivo e na troca de experiência pautada na ação e reflexão. Para que esses princípios se concretizem é necessário organizar reuniões pedagógicas, oficinas, conselhos, assembleias, seminários e horas de estudo. Utilizando momentos das horas-atividade, que devem ser entendidas como oportunidades de aquisição de embasamento teórico para uma prática mais democrática e eficaz. A jornada de trabalho dos professores em efetivo exercício da docência é constituída por horas-aulas e hora-atividade, destinada aos momentos de planejamento, estudos e correção de atividades desenvolvidas e na realização das ações previstas no projeto pedagógico em desenvolvimento. Trinta por cento (30%) da hora-atividade deverá ser cumprida na escola, sob a supervisão da coordenação pedagógica e responsabilidade da direção da escola. Atribuições Participar da elaboração da Proposta Pedagógica da Unidade Escolar; Elaborar e executar a programação referente à urgência de classe e atividades afins; Executar atividades de exame final de educandos nos períodos previstos no Calendário Escolar; Participar do conselho de classe; Manter permanente contato com os pais ou responsáveis, informando-os e orientando-os sobre o desenvolvimento dos educandos e obtendo dados de interesse para o processo educativo; Participar de atividades educativas promovidas pela comunidade escolar; Participar da Associação de Pais e Mestres e outras instituições auxiliares desta Unidade Escolar; Executar e manter atualizados os registros relativos às suas atividades e fornecer informações conforme as normas estabelecidas; Responsabilizar-se pela utilização, manutenção e conservação de equipamentos e instrumentos em uso; Fornecer ao coordenador pedagógico relação de materiais de consumo necessário ao desenvolvimento das atividades curriculares; Comparecer pontualmente às aulas e às reuniões para as quais tenha sido convocado; Utilizar metodologia adequada e compatível com os objetivos da Unidade Escolar, expressos na proposta Pedagógica; Proceder a avaliação do rendimento escolar dos educandos em termos dos objetivos, como processo continuo de acompanhamento da aprendizagem; Utilizar os resultados obtidos nas avaliações, com função diagnóstica, a fim de subsidiar a reformulação da Proposta Pedagógica, quando necessário; Corrigir, com o devido cuidado e dentro dos prazos estabelecidos, as provas e trabalhos escolares; Comentar com os estudantes as provas e trabalhos escolares, esclarecendo erros e os critérios adotados; Registrar os resultados das avaliações, obtidos durante o processo de ensino/aprendizagem, de forma que possam ser levados ao conhecimento dos educandos, seus pais, coordenadores pedagógicos e demais interessados; Entregar na secretaria da escola, em tempo hábil, após o término de cada período\bimestre, as relações de notas e faltas dos estudantes; Escriturar o Diário de Classe, observando rigorosamente as normas pertinentes; Manter a disciplina em sala de aula e colaborar para a ordem e disciplina geral na Unidade Escolar; Conhecer as normas educacionais vigentes; Analisar, juntamente com os coordenadores pedagógicos, as ementas curriculares dos educandos, a fim de definir as adaptações necessárias, o aproveitamento de estudos e, consequentemente, a classificação, quando for o caso; Prestar assistência aos educandos que necessitem de estudos de adaptação. 7.1.10 – Corpo Discente

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O educando tem por obrigação e dever tomar conhecimento, no ato da matrícula, das disposições do Regimento Escolar da Unidade. Deverá ser respeitado por todos os integrantes da comunidade escolar, em seus princípios religiosos, orientado em suas dificuldades e ouvido em suas reclamações, ser considerado e valorizado em sua individualidade, sem comparação nem preferências. Deverá receber seus trabalhos devidamente corrigidos e avaliados, ainda contestando critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores. O aluno poderá requerer à coordenação pedagógica, nova oportunidade, quando faltar as avaliações de aprendizagem pré-determinadas, desde que as faltas sejam devidamente justificadas, no prazo máximo de 03(três) dias úteis. Deverá eleger representantes de classe, votar para eleger o diretor da Unidade Escolar, respeitando-se a idade estabelecida na legislação vigente, ainda poderá votar e ser votado para a escolha de seus representantes no Grêmio Estudantil e no Colegiado Escolar e participar da elaboração da Proposta Pedagógica. Ele tem por obrigação comparecer pontualmente às aulas, provas e atividades preparadas e programadas pelo professor da Unidade, tratar com civilidade os integrantes da comunidade escolar, colaborar na preservação do patrimônio da U.E, atender à convocação do diretor, coordenação pedagógica e professores, ainda deverá indenizar os danos a que der causa dentro da instituição. São atribuições também do aluno manter hábitos de higiene em seu corpo, vestuário e material escolar, solicitar ao professor autorização ao entrar e sair de sala de aula, comunicar à direção sobre qualquer atividade extra a ser realizada na Unidade Escolar. 7.1.11 - Auxiliares Administrativos 7.1.11.1 – Secretaria Os servidores da secretaria atuam na organização e no bom desenvolvimento da instituição, sendo responsáveis pela documentação de todos os servidores e dos educandos. Atribuições Apoiar e auxiliar os trabalhos pedagógicos, com vistas a facilitar o processo de interação com a comunidade escolar e associações a ela vinculadas e zelar pela organização e manutenção do ambiente escolar; Receber, registrar, guardar, distribuir e controlar processos e outros documentos dirigidos à Unidade Escolar ou dela emanadas, relacionados à sua área de atuação; Redigir documentos e preparar processos e todo expediente para despacho da direção; Atender aos interessados prestando-lhes informações dos assuntos relativos à sua área de atuação; Executar outros encargos, inerentes à sua função, que lhe forem conferidos pelos seus superiores hierárquicos. 7.1.11.2 - Responsável pelo Serviço de Limpeza Mais do que varrer, catar o lixo dos pátios e lavar banheiro, esse funcionário é um educador e poderá intervir na educação do aluno. Ele deve estar integrado à equipe pedagógica e ter conhecimento sobre saúde, higiene e meio ambiente. Atribuições Efetuar limpeza e arrumação de salas de aula, vestiários, refeitórios, banheiros e pátios, visando a manutenção da limpeza e da higiene das dependências internas da escola; Usar adequadamente os materiais destinados à limpeza da Unidade Escolar; Levar ao conhecimento da Direção as Irregularidades detectadas; Executar outros encargos, inerentes à sua função, que lhe forem conferidos pelo diretor. 7.1.11.3 - Responsável pelo Serviço de Merenda.

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O profissional da área deve respeitar as orientações da SED, participar do planejamento da merenda, ter conhecimento de nutrição, saúde e higiene, contribuindo para a formação e o crescimento dos estudantes. Atribuições Zelar pela realização dos serviços de limpeza e de esterilização de pratos, talheres e utensílios; Preparar e servir merendas e refeições, lanches e outros tipos de alimentação para alunos no horário estipulado pela direção escolar; Zelar pela limpeza e asseio da cozinha; Apresentar-se com o máximo de asseio; Zelar pela qualidade do armazenamento, conservação e higiene dos gêneros alimentícios. 7.1.12 – Grêmio Estudantil O Grêmio Estudantil é uma entidade que representa os estudantes em cada escola, a partir da sua livre organização, buscando a defesa de seus interesses e da educação pública e gratuita. O Grêmio é importante porque constitui uma forma de os estudantes participarem organizadamente da vida da escola. Tem o poder representativo dos interesses dos educandos, com finalidades educacionais, culturais, cívicas, desportivas e sociais. 7.1.13 - Associação de Pais e Mestres A APM é uma entidade jurídica de direito privado, criada com o intuito de colaborar para o aperfeiçoamento do processo educacional, assistência escolar e para a integração escola-comunidade. Atribuições Colaborar com o aperfeiçoamento do processo educacional; Prestar assistência ao educando; Promover a interação entre família à escola e a comunidade escolar; Representar as aspirações da comunidade e dos pais junto à unidade escolar; Mobilizar recursos humanos e angariar recursos materiais para auxiliar a unidade escolar: a) na manutenção e na preservação do espaço físico e dos equipamentos; b) na programação de atividades culturais, recreativas e desportivas; c) no desenvolvimento de atividades de assistência ao educando nas áreas socioeconômicas e de saúde. Opinar sobre a utilização do espaço físico da instituição. 7.1.14 – Gestor de Atividades Educacionais O gestor educacional deve ser articulador e mediador em todos os segmentos que existem dentro da U.E, dialogando, auxiliando, orientando e organizando, junto ao grupo gestor e demais funcionários, sempre visando uma interação entre todos para atenderem os estudantes de forma adequada e consistente. A função do gestor é propiciar aos demais servidores um ambiente harmonioso sabendo articular suas funções, envolvendo toda a equipe nas atividades a serem desenvolvidas para enfrentar e conseguir alcançar um mesmo objetivo da Unidade Escolar. Atribuições Planejar, implantar, coordenar e aperfeiçoar sistemas, métodos, instrumentos e procedimentos de caráter científico, técnico ou administrativo, objetivando a melhoria de processos educacionais, gerenciais e administrativos; Fiscalizar, controlar e acompanhar a aplicação dos recursos financeiros da educação e dos destinados às Unidades Escolares, solicitando a promoção de medidas para ajuste e ou regularização de

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procedimentos e aplicações; Coletar e analisar dados e informações referentes ao Sistema Estadual de Ensino, para elaboração de estudos, diagnósticas, quantitativo e qualitativo, estatísticas e relatórios sobre ações educacionais e gerenciamento das atividades educacionais; Desenvolver, orientar, coordenar, controlar e executar estudos e pesquisas para subsidiar a elaboração de planos e programas para desenvolvimento e implementação de projetos e ações da área educacional; Supervisionar as atividades do serviço social, visando para contribuir para a manutenção de um clima organizacional favorável, aplicar princípios éticos e de relações humanas no trabalho, contribuindo para crescimento profissional da equipe e melhoria dos processos organizacionais; Prestar assessoria técnica e orientação sobre a aplicação da legislação de ensino, tanto nos aspectos preventivos quanto corretivos, sugerindo medidas visando resguardar interesses da administração estadual relativamente aos atos e decisões das autoridades que atuam na área de educação do Estado; Preparar cardápios e supervisionar os serviços de preparação de alimentos nas escolas, visitando unidades para o acompanhamento e averiguação do cumprimento das normas de higiene e saúde, e elaborar orçamento e previsões de consumo de gêneros alimentícios, determinando quantidades necessárias aos serviços de preparação e fornecimento da merenda escolar; Promover estudos de racionalização e avaliação do desempenho institucional, elaborar e analisar relatórios, gráficos e tabelas para subsidiar a tomada de decisão na área educacional e supervisionar a realização de levantamento de necessidades de organização da infraestrutura de apoio técnico e administrativo para execução das atividades educacionais; Averiguar e apurar denúncias referentes a ações ou omissões que importem em prejuízos para as atividades educacionais das unidades administrativas e escolas integrantes da rede estadual de ensino; Desenvolver, orientar e coordenar ações educativas de formação, capacitação e divulgação de conhecimentos técnicos vinculados às atividades da área educacional na administração pública estadual.

7.2 - Organização do tempo e espaço

O espaço físico da Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto e composta por 16 (dezesseis) salas, 05 (cinco) banheiros , 01 cozinha e um ginásio poliesportivo, divididos na tabela abaixo; 10 Salas de Aula Banheiro dos 01 Professores Banheiro para as 01 Merendeiras Banheiro masculino para 01 os alunos Banheiro Feminino para 01 as alunas Banheiro para alunos 01 especiais 01 Sala de Recursos 01 Sala de Professores

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01 Sala para Coordenação Sala de Tecnologia 01 (NTE) 01 Sala para Secretaria 01 Cozinha com deposito 01 Ginásio Poliesportivo 01 Almoxarifado A Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto oferece a carga horária de 60 horas de atendimento ao seu público alvo, pais, alunos e comunidade, divididos conforme a tabela; Horário Das 06:00 Secretaria as 18:00 Escolar Horário semanal Das 07:00 de aula, período as 11:20 matutino Horário semanal Das 12:40 de aula, período as 17:00 vespertino Horário auxiliares Das 06:00 administrativos as 12:00 (matutino) Auxiliares Das 12:00 administrativos as 18:00 (vespertino)

8 - Relações entre a escola e a comunidade
A parceria entre escola e comunidade é indispensável para uma Educação de qualidade dependendo de uma boa relação entre familiares, gestores, professores, funcionários e estudantes. Os alunos, por sua vez, podem desempenhar atividades que beneficiem sua comunidade, como recuperar elementos culturais representativos e empreender ações de saúde, saneamento, nutrição, preservação do meio ambiente, e outros. Todos esses elementos constituem os primeiros passos que podem ser dados no sentido de estabelecer relações positivas entre a escola e a comunidade. A escola desenvolve nesse sentido projetos que qualificam o aprendizado. Projeto nº 1 DESFILE CÍVICO EM COMEMORAÇÃO AO ANIVERSÁRIO DA CIDADE Justificativa:

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O Desfile de 01 de Maio apresentado pela escola é considerado como uma tradição no município. Nos últimos anos esta Instituição de Ensino vem mostrando à comunidade belíssimas apresentações enfocando sempre temas sociais contemporâneos que despertam o interesse dos alunos em participar e da comunidade em assistir. Dessa forma, a escola caminha na busca da efetivação do seu papel na formação de cidadãos críticos, participativos e transformadores na sociedade em que vivem. Objetivos: · Identificar o 1º de Maio como uma data importante na história da cidade; · Estimular a valorização da Pátria; · Promover a socialização. Projeto nº 2 PROJETO: FEIRA CIENTÍFICA-TECNOLÓGICA Justificativa Visando avançarmos na busca de uma prática docente diferenciada entendemos que na maioria das esferas de atividades, a melhor maneira de aprender é “fazendo”. Os livros, revistas, aulas teóricas e conferências fornecem uma sólida base, porém assimilamos verdadeiramente os conhecimentos quando colocamos em prática as teorias. Para aprender matemática temos que resolver muitos problemas e exercícios. O mesmo ocorre com as ciências naturais. Aliás, uma das etapas da maior importância do método científico é justamente aquela que distingue uma ciência exata dos demais ramos do conhecimento humano, e isso, sem dúvida, se efetiva com a inserção da experimentação no planejamento, o que nos leva a uma nova práxis. Sendo assim, os professores de Ciências, Biologia, Física, Química e Matemática, deverão despertar no aluno o interesse pela ciência e também mostrar à comunidade a natureza e a organização dos trabalhos realizados (experiências) pelos nossos alunos. Objetivos: Geral: - Estimular a iniciação científica como forma de oferecer aos alunos a oportunidade de entrar em contato com a experimentação para que os mesmos possam descobrir o fascinante mundo da Ciência e nela mergulhar, encontrando meios e formas para contribuírem de forma significativa para o desenvolvimento e posterior evolução da sociedade. Específicos: - Despertar o interesse pela Ciência; - Proporcionar a oportunidade dos alunos trocarem opiniões e demonstrarem seus trabalhos aos pais e à comunidade; - Favorecer a efetivação do processo de aprendizagem por meio de experiências; - Encontrar na pesquisa científica alternativas que possam viabilizar melhores condições de vida às comunidades; - Contribuir para o despertar de novos cientistas. Projeto nº 3 PROJETO INTERCLASSE - JOGOS Justificativa: O Esporte tem adquirido ao longo das últimas décadas uma posição de destaque no cenário educacional. É papel da escola primar pela qualidade de vida e pela saúde de seus alunos oferecendo aos mesmos mecanismos de caráter esportivo que possam motivá-los a fazerem uso do esporte como uma prática diária

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que propicie o bem estar físico, mental e social. A realização deste projeto envolve e anima professores e alunos que juntos lutam pela realização de um trabalho de caráter competitivo, mas que, sobretudo prevê a integração e a socialização dos alunos, construindo assim seres mais humanos e felizes. Objetivos: · Promover a socialização e a integração da unidade escolar; - Diminuir os índices de exclusão. Projeto nº 4 PROJETO FESTA JUNINA Justificativa: Em todas as regiões do Brasil no período compreendido entre junho e julho ocorre a realização das famosas festas juninas, que atraem a todos que valorizam este tipo de cultura. As danças, as comidas típicas e o culto aos Santos, em especial a São João são resgatados neste período festivo. Os devotos unem-se para festejar e fazerem seus pedidos e a comunidade em geral para prestigiá-la. Partindo dessa ideia, a escola busca valorizar este tipo de cultura despertando no aluno o interesse em conhecer as histórias das tradicionais festas juninas, bem como suas origens. A temática em discussão é abordada neste projeto em especial pelas disciplinas de História, Geografia, Sociologia , Arte e Educação Física. Objetivos: · Identificar a Festa Junina como Cultura Brasileira; · Conhecer e degustar as comidas típicas da festa; · Promover a socialização.

Projeto nº 5 PROJETO DESFILE CÍVICO DE 07 DE SETEMBRO Justificativa: O desfile de 07 de setembro apresentado pela escola são considerados como uma tradição na cidade nos últimos anos. Esta Instituição de Ensino vem mostrando à comunidade belíssimas apresentações enfocando sempre temas sociais contemporâneos que despertam o interesse dos alunos em participar e da comunidade em assistir. Buscando despertar nos estudantes o amor à Pátria e o respeito pela mesma, a Direção da escola considera necessária a realização deste projeto durante todos os anos, pois dessa forma, a escola caminha na busca da efetivação do seu papel que é formar cidadãos críticos, participativos e transformadores da sociedade em que vivem. Objetivos: · Identificar o dia 07 de Setembro como um marco na história do Brasil; · Estimular a valorização da Pátria; · Promover a socialização. PROJETOS Desfile cívico 1º de Maio Feira cientifica tecnológica Interclasse- Jogos Festa Junina Desfile cívico 07 de setembro PERÍODOS 1º de Maio A definir A definir Junho à Julho Semana de 7 de setembro

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9 - Concepções teóricas
O PPP (Projeto Político-Pedagógico) deve ser um documento elaborado com a participação de toda a comunidade escolar, seu objetivo é indicar os caminhos que a escola irá percorrer para atingir seus fins.

O PPP é como uma radiografia do movimento que a escola realiza e pretende realizar para alcançar seu o objetivo mais importante: educar, promovendo a produção de conhecimentos e a formação de pessoas íntegras e integradas à sociedade por meio da participação cidadã, de forma autônoma e crítica. (GOULART, 2003, p.96) A Teoria Histórico-Cultural pressupõe uma natureza social da aprendizagem, ou seja, é por meio das interações sociais que o indivíduo desenvolve suas funções psicológicas superiores, segundo Vigotski “O aprendizado humano pressupõe uma natureza social específica e um processo através do qual as crianças penetram na vida intelectual daqueles que as cercam” (VIGOTSKI, 2007, p.100). Funções psicológicas superiores ou processos mentais superiores são mecanismos psicológicos complexos, próprios dos seres humanos, como a atenção voluntária, a memória lógica, as ações conscientes, o comportamento intencional e o pensamento abstrato. Nesta perspectiva, há uma primazia do princípio social sobre o princípio natural-biológico, quanto ao desenvolvimento psíquico do homem, quer dizer, Vigotski não nega a influência da parte biológica, porém, enfatiza o aspecto social no desenvolvimento das funções psicológicas. Portanto, o fazer pedagógico deve permitir ao aluno relacionar o conteúdo escolar com o mundo onde está inserido. Para GASPARIN, 2007: A responsabilidade do professor aumentou, assim como a do aluno. Ambos são co-autores do processo ensino aprendizagem. Juntos devem descobrir a que servem os conteúdos científico-culturais propostos pela escola. Essa nova postura implica trabalhar os conteúdos de forma contextualizada em todas as áreas do conhecimento humano.

A autora não só enfatiza a necessidade de os conteúdos estarem relacionados às vivências dos educandos, como também a importância do trabalho coletivo dentro do espaço pedagógico. Educar para que as crianças e os adolescentes possam cada vez mais compreender o mundo em que vivem por meio do trabalho pedagógico com os conhecimentos que têm e com aqueles conhecimentos de que vão, aos poucos, se apropriando pelo sentido vivo que possuem e pelos interesses e desejos que geram. Ao mesmo tempo, vão se sentindo cada vez mais integrados e fortalecidos pela dimensão de cidadania que a prática do trabalho organizado e colaborativo abre para todos. As experiências pedagógicas coletivas de que participam sinalizam a partilha e a construção cooperativa de ações comuns e o valor de todos e de cada um se revela.(GOULART,2003,p. 86)

9. Concepção de Educação Educação engloba ensinar e aprender. É também algo mais profundo: passar o conhecimento, bom julgamento e sabedoria. A educação tem nos seus objetivos fundamentais a passagem da cultura de geração para geração. O professor que ensina precisa aprender como as pessoas aprendem, para que possa decidir o que ensinar e como ensinar. Mas, antes de tomar essas decisões, é preciso ter em mente algumas considerações sobre o ensinar e o aprender. O ensinar vai além do conhecimento técnico do educador e o aprender exige do aluno muito mais do que vontade ou necessidade. O professor deve não só transmitir conhecimentos, mas também facilitar o processo de aprendizagem. Quando o aluno não aprende,os resultados previstos não são atingidos, algo não ocorreu como deveria ou da parte do aluno ou do professor ou de ambos. O importante é identificar o que deve ser replanejado para que os resultados se tornem satisfatórios para todos, daí a importância da avaliação. O que fazer

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para facilitar a aprendizagem do aluno? Aí está um dos grandes desafios para o professor. Uma das causas que tem levado a educação a resultados aquém do esperado é que o professor, com frequência, privilegia o conteúdo que deseja transmitir e não a aprendizagem. A preocupação primordial do professor deve ser com os resultados que deseja obter com aquela situação de ensino. Só a partir daí, é que ele deve determinar as estratégias para proporcionar a aprendizagem e avaliar se a mesma está ocorrendo. A escola necessita de professores que estejam preocupados em proporcionar mudanças de desempenho. Devemos agir voltados para o processo ensino-aprendizagem: o ensinar e o aprender devem ser trabalhados em conjunto, isto é, professor e aluno trabalhando para alcançar os resultados esperados. Aprender significa apreender, adquirir conhecimentos. A Aprendizagem é uma ação dinâmica que se estabelece entre um conhecimento já apreendido e um novo conhecimento a adquirir. O dinamismo do ato de aprender, reflete-se no fato de quando um sujeito aprende, adquire e produz conhecimento inovador. Apesar de frequentemente se afirmar que o homem quando nasce é uma tábua rasa ou uma folha de papel em branco, e que é com as experiências que acumula ao longo da vida, que se adquire conhecimentos, o certo é que ao nascer este já vem dotado de capacidades de iniciativa instintivas ou reflexas. A este propósito, Piaget (1973:69) afirmara que “... uma aprendizagem jamais parte do zero”. Porém, é a capacidade que o homem possui de aprender que lhe permite a adaptação às condições do ambiente sempre em mudança. É esta interação mais ou menos estimulante que estabelece com os objetos e com o mundo que o cerca, que lhe permitirá aprender, isto é, adquirir e produzir novos saberes, novos métodos que depois poderá transmitir aos outros. 9.2. Princípios da Educação nesta escola: . Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; . Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento e o conhecimento; . Gestão democrática; . Busca de padrão de qualidade; . Respeito à liberdade e às diferenças; . Vinculação entre educação escolar e as práticas sociais; . Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. 9.3 Concepção da escola: Segundo DOZOL “a concepção histórico-crítica define a escola enquanto uma agência socializadora do saber sistematizado, produzido e acumulado historicamente pela humanidade, entendido como uma ferramenta cultural a ser utilizada pelos sujeitos em função dos seus interesses de classe no processo de transformação social” (Marlene de Souza Dozol. p.107). A escola tem a função social de garantir o acesso de todos aos saberes produzidos pela humanidade e permitir que os estudantes exerçam o papel de sujeito construtor/transformador da realidade que o cerca. Esse processo é indispensável para que não apenas conheçam o mundo em que vivem, mas com isso saibam nele atuar e transformá-lo. Mais do que o local de apropriação do conhecimento socialmente relevante, a escola é um espaço de diálogo entre diferentes saberes: o científico, social, escolar, o cultural, linguagens e outros. É necessário reconhecer a dimensão histórica e social do conhecimento que a escola está chamada a se situar. Diante do exposto, queremos para nossa escola um conhecimento dinâmico com liberdade na troca de experiências, onde os professores sejam ousados na sua prática educativa, dando ênfase a contextualização e a interdisciplinaridade e instigando o aluno a ousar, pôr em prática o conhecimento mediado pela escola, tornando-se sujeito crítico, autônomo e transformador da sociedade em que está inserido. 9.4 Concepção de Currículo De acordo com Referencial Curricular 2012 “O currículo é um instrumento que dimensiona o trabalho pedagógico a ser compreendido e desenvolvido por todos aqueles que fazem parte do processo de ensino e de aprendizagem, na intenção de organizar e efetivar o processo educativo, em conformidade com as etapas e modalidades da educação básica. Dessa forma, as etapas da educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e as diversas modalidades, num conjunto orgânico e sequencial, devem articular-se”. (Referencial Curricular 2012 Ensino Fundamental SED/MS, p.11) Na organização do currículo das escolas da educação básica, além de valores de interesse social, é

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preciso assegurar “entendimento do currículo como experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, articulando vivências e saberes dos estudantes com os conhecimentos historicamente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos educandos”, (Resolução CNE/CEB n.4, de 13/07/2010; p.4-5). A escola seguirá o Referencial Curricular proposto pela SED/MS, tendo a interdisciplinaridade associada à transversalidade como recursos complementares. Pois é fundamental que a escola respeite e valorize as experiências e conhecimentos dos estudantes, permitindo a eles produzir, criar e não apenas repetir. Já os temas transversais permitem incluir conteúdos extraescolares vivenciados pelos alunos. 9.5. Ensino e Aprendizagem Para uma aprendizagem significativa é necessário o envolvimento do aluno na situação problema, para que se estabeleçam relações entre o que já sabe e o que está aprendendo. A aprendizagem deve despertar nos alunos novos interesses levando-os a descoberta, isto é, a ter uma atitude de investigação que garanta o desejo de saber. Vale ressaltar que, para que o verdadeiro processo ensino-aprendizagem ocorra, o aluno deve compreender a utilidade daquilo que está sendo trabalhado e o conteúdo deve ter sentido para a sua vida. Os conteúdos devem ser vivos, dinâmicos e mais do que isso, que sejam redescobertos e reconstruídos pelos próprios alunos, para que estes sintam-se sujeitos da própria educação e sintam prazer no ato de estudar. Aprender e ensinar são processos inseparáveis. Isto acontece porque o ato de ensinar segundo Saviani “é o ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens” (SAVIANI, 1995, p.17). Este processo acontece quando o indivíduo se apropria dos elementos culturais necessários a sua formação e a sua humanização. A função da escola é atender à diversidade social, econômica e cultural existentes, que lhe garanta ser reconhecida como instituição voltada para a inclusão de todos os indivíduos. Para Vygotsky (1995) “a aprendizagem é um processo histórico, fruto de uma relação mediada e possibilita um processo interno, ativo e interpessoal.” O conhecimento é, portanto, fruto de uma relação mediada entre o sujeito que aprende, o sujeito que ensina e o objeto do conhecimento. Os processos de produção do conhecimento permitem, ao aluno, sair do papel de passividade e fazer parte dessa relação, através do desenvolvimento de suas funções psicológicas superiores, entre elas a linguagem. Esta defesa da dimensão política da educação, da indissociabilidade entre o ensino e aprendizagem, entre o fazer e o pensar, do movimento dialético de apropriação do conhecimento que possibilite compreender o real em suas contradições, são algumas das muitas defesas da abordagem histórico-cultural. 9.6. Avaliação da Aprendizagem Partindo do pensamento que avaliar é um ato de apreciar e analisar o mérito educativo de alguém na escola, fica evidente que ao realizar essa ação é de extrema importância que o professor tenha um diagnóstico dos seus alunos para que seu fazer pedagógico seja adequado às reais necessidades deles. Assim, o docente deve reunir o maior número possível de informações que apontem os saberes apreendidos, os não apreendidos e os saberes que precisam apreender. Utilizar a avaliação diagnóstica, com base em objetivos claros e pertinentes, trará grandes benefícios para a aprendizagem dos estudantes, ou seja, avaliação deve ter como referência o conjunto de conhecimentos, habilidades, procedimentos, conceitos, atitudes, valores e emoções. Saber como os estudantes aprendem, quais os melhores instrumentos para verificar as aprendizagens conquistadas e quais as variáveis que podem interferir na avaliação são partes das condições necessárias para o professor avaliar adequadamente seus alunos. Assim, na esfera da avaliação da aprendizagem dos educandos, o professor exerce papel central e deve compreender que avaliar é um dos itens do processo de ensinar e aprender, que não se resume apenas na realização de provas e testes, na atribuição de notas ou conceitos, considerados apenas como parte do todo e sim como uma atividade orientada para o futuro, (Referencial Curricular 2012 Ensino Fundamental SED/MS, p. 43). A avaliação do aluno será processual, participativa, formativa, cumulativa e diagnóstica, mediante verificação da aprendizagem de conhecimentos e do desenvolvimento de competências em atividades de classe e extraclasse, incluídos os procedimentos próprios de recuperação paralela. O ato de avaliar é subdividido em avaliação: • processual: Ocorre diariamente, de forma orientada, leva em conta as modificações e as superações, e mantém um diálogo constante com o estudante; • participativa: Envolve professores e alunos; • formativa: Avalia a prática educativa, os acertos e os erros, as condições oferecidas para o processo

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educativo e para formação humana; • cumulativa: Considera cada aspecto progressivo na produção do conhecimento; • diagnóstica: Levanta informações e dados necessários à contextualização do processo pedagógico e orienta o professor na retomada de conteúdos, quando necessário. 2 – Recuperação A escola desenvolve programas de recuperação para os casos de baixo rendimento escolar, paralelamente ao período letivo e continuamente. Estas ações permitirão a melhoria do desempenho do aluno, podendo levá-lo a obter melhores resultados nas avaliações seguintes. O Processo de recuperação na escola compreende: a) Recuperação Contínua Recuperação através de um atendimento individualizado em sala de aula, de orientação de estudos, exercícios, trabalhos diversificados, aulas e provas, e de situações que indiquem uma melhoria do aluno no bimestre seguinte, a critério do professor.

10 - Critérios e formas de avaliação de aprendizagem
10.1. Ensino Fundamental - Anos Iniciais - Observar o aluno no coletivo e no individual (observação direta dos trabalhos desenvolvidos); - Analisar a produção do aluno (material escolar); -Utilizar testes formais, provas, trabalhos individuais, em grupo, seminário e jogos; - Autoavaliação; - Registrar todas as informações possíveis, no decorrer do processo avaliativo, valorizando os aspectos qualitativos sobre os quantitativos. - O registro será feito em fichas individuais, que permitem visualizar o aprendizado do aluno para que o professor possa planejar intervenções necessárias para sanar as dificuldades. 10.2. Ficha de Autoavaliação Comportamento - O que eu preciso melhorar? ( ) Conversar menos; ( ) Terminar as minhas atividades de sala; ( ) Dedicar mais às minhas atividades; ( ) Prestar mais atenção; ( ) Respeitar meus colegas; ( ) Falar mais baixo; ( ) Ser mais disciplinado; ( ) Levantar do lugar só quando necessário; ( ) Aceitar as regras; ( ) Faltar menos. No que estou indo bem: ( ) Faço minhas atividades com atenção e capricho; ( ) Sempre termino minhas atividades; ( ) Tenho respeitado às regras; ( ) Procuro ajudar meus colegas; ( ) Sou aluno dedicado e participativo; ( ) Trato os meus professores com respeito e educação; ( ) Sou disciplinado e levanto do lugar só quando necessário; ( ) Sou presente e só falto quando necessário; ( ) Presto atenção na explicação.

10.3. Ficha de avaliação individual ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

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SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DR. RUBENS DE CASTRO PINTO – CARACOL FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL – LÍNGUA PORTUGUESA - 2013 ALUNO: ANO: 2º TURMA: TURNO: PROFESSOR: C – Consolidou I – Intermediário C.A – Legenda 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Com Auxílio Participa de situações de comunicação oral? Dramatiza histórias conhecidas? Explora verbalmente materiais impressos? Respeita os turnos da fala? Amplia o vocabulário apropriando-se de novas Oralidade palavras? Dialoga, debate e dramatiza? Narra fatos e histórias? Intervém nas situações comunicativas? Reconhece a sequência do alfabeto? Reconhece diferentes tipos de letras? Utiliza estratégias de leitura com apoio de imagens? Corresponde palavras com desenhos? Lê textos diversificados? Identifica sequência lógica de texto? Observa o valor expressivo dos sinais de pontuação? Prática de leitura Identifica sentido de humor nas histórias em quadrinhos? Reconhece gêneros de texto: convite, HQ e outros? Localiza informações implícitas e explícitas? Escreve palavras e frases com apoio de desenhos? Produz textos diversificados? Percebe que a escrita é segmentada? Reescreve, com apoio do professor, o próprio texto? Tem noção de ortografia aplicada ao texto? Utiliza letra maiúscula no inicio de frases, nomes próprios e títulos? Produção de texto Emprega, em um diálogo, os sinais de pontuação? Faz uso da concordância verbal e nominal? Faz uso de pontuação e acentuação? Desenvolve a consciência fonológica? Reconhece o sentido da pontuação? Reconhece a separação funcional das silabas? Identifica em textos os recursos coesivos? Utiliza corretamente a letra maiúscula? Análise e reflexão Identifica a organização das ideias e sequência da língua lógica? Identifica, em textos, o emprego de verbos e pronomes? Professor Coordenador de Área Coordenador Pedagógico Diretor

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DR. RUBENS DE CASTRO PINTO – CARACOL FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL – LÍNGUA PORTUGUESA - 2013 ALUNO: ANO: 3º

TURMA:

TURNO:

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PROFESSOR: C - Consolidou I – Intermediário C.A – 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Com Auxílio Formula perguntas e expressa opiniões? Amplia o vocabulário apropriando-se de novas palavras? Distingue o narrador do personagem, ao contar história? Mantém o ponto de vista ao longo da fala? Dialoga, debate e dramatiza? Oralidade Narra fatos considerando a temporalidade e causalidade? Relata fatos seguindo a sequência lógica da narração? Consegue ampliar textos orais? Localiza informações implícitas e explícitas no texto? Identifica sequência lógica e unidade temática? Reconhece a função do texto? Reconhece o valor expressivo dos sinais de pontuação? Identifica formas verbais no gerúndio? Identifica verbos no infinitivo que podem substituir imperativos? Relaciona as características do gênero dos textos? Prática de leitura Infere o sentido de palavras e expressões? Identifica informações para a compreensão do texto? Reconhece o gênero e as características do texto? Distingue autor do narrador? Legenda Produz textos? Mantém a coerência textual na atribuição de título, na continuidade temática e de sentido geral do texto? Desenvolve o tema proposto? Utiliza corretamente letras maiúsculas? Segmenta o texto em frases e parágrafos? Aplica no texto, as flexões de gênero e número? Produção de texto Identifica os erros ortográficos na autocorreção? Emprega as normas de concordância verbal e nominal? Reconhece o emprego das classes gramaticais? Reconhece as variações fonéticas das palavras e a necessidade de acentuá-las? Reconhece o tempo verbal da ação em frases e Análise e reflexão textos? da língua Identifica recursos linguísticos (pontuação e vocabulário)?

Professor

Coordenador de Área

Coordenador Pedagógico

Diretor

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TURMA

TURNO

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PROFESSOR: Legenda C – Consolidou I – Intermediário C.A – Com 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Auxílio Realiza contagem simples de objetos? Realiza contagem seletiva de forma seriada e aleatória? Compara quantidade de objetos? Conta e ordena numerais até 50? Reconhece e utiliza símbolos convencionais? Realiza cálculos de adição? Realiza cálculos de subtração? Resolve problemas envolvendo adição e subtração? Conta, lê e representa os numerais até 99? Identifica unidades e dezenas? Compõe e decompõe numerais em dezenas e unidades? Reconhece dúzia e meia dúzia? Utiliza cálculo mental na resolução de problemas? Realiza adição com três ou mais parcelas? Realiza cálculos envolvendo multiplicação e divisão? Reconhece e identifica noções de posição? Conhece conceitos de localização/movimentação? Identifica conceitos de grandezas de comprimento? Compara tamanho, forma e espessura dos objetos? Reconhece formas geométricas? Distingue retas, linhas e curvas abertas e fechadas? Monta sólidos geométricos a partir de seus moldes? Identifica em sólidos geométricos faces, arestas e vértices? Identifica figuras planas e não planas? Associa e ordena os acontecimentos do dia a dia? Identifica e utiliza a unidade de medida de tempo: dia? Identifica e utiliza medida de tempo: manhã, tarde, noite? Identifica e quantifica informações em calendário? Identificar moedas e cédulas do sistema monetário brasileiro? Lê e registra horas e minutos observando relógios? Resolve problemas usando cédulas e moedas do sistema monetário brasileiro? Identifica centímetro como uma das unidades de medida? Representação e Interpretação de tabelas e gráficos? Constrói tabelas e gráficos? Produz textos a partir de gráficos de barras? Coordenador de Área Coordenador Pedagógico Diretor

Números e operações

Espaço e forma

Grandezas e medidas

Tratamento da informação Professor

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DR. RUBENS DE CASTRO PINTO – CARACOL FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL – MATEMÁTICA - 2013 ALUNO: ANO: 3º TURMA PROFESSOR:

TURNO

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C – Consolidou I – Intermediário C.A – Com 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Auxílio Reconhece características do sistema de numeração decimal? Lê e escreve números até centenas? Identifica a decomposição de até três algarismos? Lê e escreve a sequência dos numerais de 0 até 999? Identifica e representa sucessor e antecessor de numeral? Calcula o resultado de adição de duas ou mais parcelas? Números e Calcula resultado de subtração com e sem operações reagrupamento? Resolve problemas envolvendo adição e subtração? Efetua operação e resolve problemas de multiplicação? Efetua operação e resolve problemas de divisão? Utiliza procedimentos de cálculo exato e cálculo mental? Identifica a localização em mapas e croquis? Localiza pessoas ou objetos no espaço a partir de referencial? Classifica sólidos geométricos: corpos redondos/não redondos? Identifica a superfície em corpos redondos? Diferencia formas geométricas planas e não-planas? Classifica figuras não planas em poliedros e corpos redondos? Espaço e forma Associa objetos a representações de sólidos geométricos? Identifica faces, arestas e vértices de figuras? Realiza planificação de paralelepípedos e pirâmides? Monta sólidos geométricos a partir de seus moldes? Reconhece as medidas de grandezas de capacidade? Relaciona diferentes unidades de medidas de capacidade? Resolve problemas envolvendo medidas de capacidade? Identifica unidades de medida de comprimento? Resolve problemas envolvendo estimativa de medida? Reconhece unidades de medida de comprimento: mm, m, cm, km? Usa relógio, calendário e outros instrumentos para Grandezas e medir tempo? medidas Reconhece, lê e confecciona calendários? Identifica, lê e escreve horas e minutos em relógios? Conhece as moedas e cédulas do sistema monetário brasileiro? Realiza cálculo mental de troca, compra e venda com moedas e cédulas do Real? Escreve, lê e compara quantias de sistema monetário brasileiro? Lê e interpreta rótulos, listas, tabelas simples e gráficos? Extrai informações em quadros e tabelas de dupla Tratamento da entrada? informação Insere dados em tabelas? Constrói e interpreta gráficos de barras? Legenda

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Professor

Coordenador de Área

Coordenador Pedagógico

Diretor

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DR. RUBENS DE CASTRO PINTO – CARACOL FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL – LÍNGUA PORTUGUESA – 2013 ALUNO: ANO: 4º TURMA: TURNO: PROFESSOR: 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Dramatiza histórias lidas ou ouvidas? Reconhece o significado textual e o papel complementar de alguns elementos não linguísticos? Utiliza a linguagem oral em situações que exijam preparação prévia? Argumenta e defende seu ponto de vista? Participa de situações de comunicação direta ou Oralidade mediada? Ouve e respeita diferentes opiniões? Debate ideias e opiniões encontradas no texto? Se expressa, empregando dicção, gesto, postura, expressão facial, tom de voz e entonação adequada ao contexto? Faz réplica e tréplica num debate? Identifica informações relevantes para a compreensão do texto? Localiza informações implícitas e explicitas nos textos? Identifica traços de intertextualidade? Lê em voz alta, com fluência, ritmo e entonação? Estabelece relação entre termos de um texto, a partir de um processo de repetição; sinonímia ou retomada pronominal? Prática de leitura Reconhece o assunto do texto? Identifica marcas que caracterizam o nível de registro empregado, formal ou informal? Compreende o vocabulário presente no texto usando o dicionário? Produz texto, considerando os elementos que estruturam e caracterizam o gênero textual? Mantêm coerência textual, na atribuição de título, na continuidade temática e de sentido geral do texto? Produz e/ou reescreve textos jornalísticos e epistolares, considerando os elementos que os estruturam e caracterizam? Estabelece relação entre termos de um texto, a partir de um processo de repetição; sinonímia ou retomada pronominal? Produz e/ou reconta textos contos, lendas, Produção de texto convites, propagandas e avisos considerando os elementos que caracterizam e estruturam esses textos? Demonstra domínio relativo da ortografia? Produz texto, utilizando o discurso direto e indireto? Utiliza regras de concordância verbal?

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Reconhece que diferentes palavras podem substituir outras no contexto? Identifica encontros vocálicos? Identifica as classes gramaticais? Percebe semelhanças e diferenças entre linguagem formal e informal? Análise e reflexão Reconhece em texto escrito, com apoio de leitor da língua experiente, recursos utilizados pelo autor (recursos coesivos e recursos linguístico)? Reconhece recursos linguísticos expressivos e sua adequação à situação de uso? Ass.Professor Ass. Coordenador de Área Coordenador Pedagógico Diretor ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DR. RUBENS DE CASTRO PINTO – CARACOL FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL – MATEMÁTICA - 2013 ALUNO: ANO: 4º TURMA: TURNO: PROFESSOR: 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Identifica os algarismo romanos? Reconhece e representa o valor dos numerais no sistema de numeração decimal? Utiliza os termos múltiplos e divisores? Resolve problema envolvendo dúzia, meia dúzia, cento, dobro, triplo, metade e terça parte? Aplica as regras para calcular o valor de uma expressão numérica envolvendo adição, Números e subtração, multiplicação e divisão dos números Operações naturais? Resolve problemas que envolvam divisão? Efetua cálculo das operações de adição e/ou subtração dos números racionais na forma fracionária com o mesmo denominador? Identifica e resolve a simetria em figuras planas e/ou não plana? Identifica diferenças entre sólidos geométricos em corpos redondos e não redondos ou poliedros, nomeando-os? Identifica e diferencia reta e segmento de reta, retas concorrentes e paralelas? Espaço e Forma Identifica e classifica os polígonos: triângulo, quadrilátero, pentágono e hexágono? Identifica propriedade comum e diferença entre figuras bidimensionais pelo número de lados? Compara os múltiplos e submúltiplo? Compara e utiliza diferentes unidades de medida de tempo? Lê e reconhece minutos em relógio analógico e digital, como fração da hora e segundo como fração de minuto? Grandeza e Reconhece e utiliza diferentes instrumentos de Medidas medidas de massa convencionais e não convencionais? Pesquisa, lê, interpreta e elabora listas, tabelas e gráficos? Resolve problemas a partir de análise de tabelas e gráficos? Tratamento da Elabora tabelas e gráficos a partir de dados Informação estatísticos?

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Interpreta dados a partir da interpretação de dados apresentados em tabelas e gráficos? Ass.Professor Ass. Coordenador de Área Coordenador Pedagógico Diretor

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DR. RUBENS DE CASTRO PINTO – CARACOL FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL – LÍNGUA PORTUGUESA - 2013 ALUNO: ANO: 5º TURMA: PROFESSOR:

TURNO:

1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Participa de situações de comunicação direta ou mediada? Infere sobre alguns elementos de intencionalidade implícita? Percebe os elementos intencionais do texto e/ou fala? Dramatiza histórias ouvidas e lidas? Oralidade Reconhece significado contextual e o papel complementar de alguns elementos não linguísticos para conferir significação ao texto? Utiliza a linguagem oral em situações que exijam preparação prévia? Identifica informações explícitas e implícitas, relevantes para a compreensão do texto? Reconhece unidade temática do texto? Distingui autor, narrador e personagens? Percebe o valor expressivo dos sinais de pontuação e de outras notações? Identifica procedimentos paródicos? Identifica a finalidade de textos de diferentes gêneros? Prática de leitura Estabelece a relação causa/consequência entre partes e elementos do texto? Relaciona título ao texto? Identifica elementos que estruturam e caracterizam os textos narrativos e jornalísticos? Produz textos narrativos ficcionais e instrucionais, considerando elementos que os estruturam e os caracterizam? Atende modalidade proposta? Revela domínio relativo da ortografia? Emprega normas de concordância verbal e nominal? Escreve textos, utilizando procedimentos de coerência e coesão mais adequados à língua Produção de texto escrita? Relaciona título ao texto? Identifica elementos que estruturam e caracterizam os textos narrativos e jornalísticos? Reconhece em textos escritos recursos utilizados pelo autor para obter determinados efeitos de sentido? Análise e reflexão Reconhece a diferença entre dígrafo, encontro da língua vocálico e consonantal?

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Identifica o emprego das classes gramaticais? Identifica sequência de ações e sua organização temporal em textos? Identifica o uso de elementos coesivos, estabelecendo relações entre palavras, frases e parágrafos? Ass.Professor Ass. Coordenador de Área Coordenador Pedagógico Diretor ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA ESTADUAL DR. RUBENS DE CASTRO PINTO – CARACOL FICHA DE AVALIAÇÃO INDIVIDUAL – Matemática - 2013 ALUNO: ANO: 5º TURMA: TURNO: PROFESSOR: 1º bim. 2º bim. 3º bim. 4º bim. Resolve problemas que envolvam resultado da adição com duas ou mais parcelas com numerais de até nove algarismos com reservas alternadas ou consecutivas e com significados de acrescentar ou reunir? Resolve problemas que envolvam a multiplicação com numerais? Conhece e utiliza critérios e regras de divisibilidade? Números e Resolve problemas envolvendo os diferentes Operações significados das frações? Conceitua, interpreta e resolve problemas que envolvam porcentagem? Resolve problemas envolvendo as operações de adição e/ou subtração de números racionais? Resolve problemas envolvendo a multiplicação de um número racional? Diferencia retas paralelas de retas não paralelas? Classifica duas retas concorrentes como oblíquas ou perpendiculares e forma ideia de um ângulo reto? Reconhece e classifica ângulos reto, agudo, abtuso e raso nas figuras bidimensionais? Espaço e Forma Identifica e classifica polígonos? Identifica ângulos retos nas figuras planas? Estabelece e realiza relações de equivalência entre valores de cédulas e moedas do sistema monetário? Identifica e resolve problemas envolvendo o cálculo de intervalo de tempo em minutos, horas, dias, quinzenas, semanas, meses...? Resolve problemas envolvendo o cálculo de Grandeza e horário? Medidas Resolve problemas envolvendo as unidades de medida? Lê, analisa informações apresentadas em gráficos, coleta, organiza e constrói tabelas? Compara e interpreta informações apresentadas em diferentes tipos de gráficos? Tratamento da Pesquisa e organiza dados em tabela? Informação Produz textos escritos a partir de interpretação de gráficos e tabelas? Constrói tabelas e gráficos de colunas e barras? Ass.Professor Ass. Coordenador de Área Coordenador Pedagógico Diretor

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10.4. Critérios de avaliação do Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio

Provas*, seminário e confecção de trabalhos. Compreensão oral, expressão verbal, 2.Componente oral 0,5 compreensão de enunciados orais. Interesse, cooperação, cumprimento de 3.Desempenho em aula 1,0 tarefas. Comportamento, responsabilidade, autonomia, respeito pelo outro, 4.Atitudes e valores 0,5 pontualidade e assiduidade. * deve ser garantida pelo menos uma prova escrita com conteúdo do bimestre, os itens 2,3 e 4 deverão ser somados na média bimestral. 1.Componente escrita 8,0

11 - Acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem
11.1. Planejamento docente O planejamento docente é fundamental para o sucesso do processo ensino-aprendizagem, pois é o momento em que o professor define e seleciona materiais, atividades e outros recursos a serem empregados em sala de aula. Para que a ação educativa seja um sucesso, o professor deve considerar o nível de conhecimento dos seus alunos, a faixa etária da turma e as expectativas dos mesmos. De acordo com as orientações da SED/MS, cada professor deve cumprir a hora/atividade referente a sua carga horária. Esse momento será utilizado para o planejamento docente, estudos e outros. Cada professor deverá enviar seus planejamentos através do sistema on-line. A Comunicação Interna Circular nº 042 orienta quanto a elaboração do Planejamento On-line: o planejamento dos professores deverá, obrigatoriamente, ser realizado no Sistema de Gestão Pedagógica utilizando para tal 0 Planejamento Online em todos os componentes curriculares/disciplinas e em todas as etapas e modalidades de ensino ofertadas pela unidade escolar. Assim, o caderno de registro de planejamento passa a ser opcional ao professor, não sendo obrigatória sua apresentação à coordenação; o professor ao idealizar o seu planejamento, Considerando 0 Referencial Curricular da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul - ensino fundamental e ensino médio e os projetos de cursos, deverão atentar-se ao detalhamento da metodologia/atividades a serem desenvolvidas no período de planejamento, descrevendo-as aula por aula; a avaliação deverá estar coerente e relacionada com os conteúdos e metodologias especificadas no planejamento; os coordenadores deverão fazer observações pertinentes aos itens descritos na “metodologia/atividades a serem desenvolvidas e avaliação da aprendizagem", registrando, caso a descrição desses não apresentem coerência com os conteúdos e habilidades descritos no planejamento do professor. a) Professores do 1° ao 5° ano do ensino fundamental Em relação ao Programa Alem das Palavras, nos 1° e 2° anos do ensino fundamental (Língua Portuguesa) a “Agenda do Professor” faz parte da sua metodologia. Nesse Caso o professor deverá: registrar o planejamento de Língua Portuguesa na Agenda do Professor; - registrar no Sistema de Gestão Pedagógica/Planejamento On-line, no campo “metodologia”, que o detalhamento do planejamento esta descrito na Agenda do Professor (somente nos 1° e 2° anos do

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ensino fundamental); nos componentes Curriculares de Matemática, Ciências, Geografia e História 0 planejamento será registrado somente no Sistema de Gestão Pedagógica/Planejamento On-line. b) professores do 6° ao 9° ano do ensino fundamental e ensino médio O planejamento de todos os componentes curriculares/disciplina será registrado no Sistema de Gestão Pedagógica/Planejamento On-line, sendo único para todas as turmas, devendo ser consideradas as especificidades de cada turma, se houver necessidade, no campo “Observação”. 11.2. Metodologia de Ensino Temos de nos basear em uma proposta metodológica de trabalho que supere as metodologias onde ao professor cabia transmitir os conhecimentos e ao aluno apenas recebê-los de forma passiva, ouvindo, memorizando e repetindo. Hoje, as metodologias devem atender aos princípios de formação de um sujeito que não é um mero receptor, deve estar baseada na interação, na inovação e na promoção das capacidades de autonomia do aluno no processo de aprender e pensar, desafiando-o de forma que busque constantemente soluções aos problemas apresentados. Dessa forma, temos de desenvolver uma proposta metodológica de trabalho para que as aulas não se tornem apenas reprodução de conteúdos, mas que levem o aluno a questionar e buscar soluções para situações do cotidiano. 11.3. Definição das orientações pedagógicas A escola deve oportunizar aos educandos tornarem-se cidadãos conscientes e críticos, capaz de compreender a realidade e atuar na busca da superação dos desafios e desigualdades que a sociedade impõe. Os professores devem pensar atividades que possibilitem ao aluno experimentar, analisar, inferir, levantar hipóteses, pois é a ação que leva o educando a construir conceitos e apropriar-se dos conhecimentos, e não a memorização ou imitação. Para efetivar tais ações a escola seguirá o Referencial Curricular da SED/MS. 11.4. Material Didático O papel do professor é o de prover ambientes e ferramentas que ajudem os alunos a interpretar e analisar o mundo real e melhorar a convivência social, substituindo a violência e agressividade pela solidariedade e companheirismo. Para tanto, o professor utilizará materiais diversos tais como: aulas expositivas e teóricas; aulas práticas com realização de atividades experimentais; trabalhos individuais e em grupos; seminários; uso das tecnologias disponíveis na escola: STE (Sala de Tecnologias Educacionais); data-show; módulo júnior de ciências; pesquisa (individual ou em grupo); teatro, música, danças/coreografias, livros didáticos, jogos didáticos; textos informativos de revistas, jornais, reportagens de TV; produção de textos e relatórios de análises de temas abordados; pesquisas; confecção de maquetes; mapas; confecção de painéis; exposição de trabalhos; feiras interdisciplinares; emprego da arte como recurso didático: histórias em quadrinhos, leituras/releituras de imagens. 11.5. Espaços Pedagógicos O espaço pedagógico não se resume apenas a sala de aula propriamente dita, com carteiras, lousa e giz. Mas deve ser muito mais amplo, dispondo de um ambiente acolhedor, que estimule o aluno a querer estar ali, a sentir vontade e prazer em estudar. As salas de aula devem estar sempre limpas e arejadas, com cortinas e ventiladores que funcionem. A STE deverá estar à disposição dos educadores e dos educandos a partir do primeiro dia letivo, com todos os recursos ali instalados em pleno funcionamento e com um professor gerenciador preparado para colaborar com o fazer pedagógico. O amplo pátio da escola passará a ser utilizado para o lazer dos alunos e eventual área para realização de atividades práticas planejadas pelos professores. 11.6. Projetos e Programas Ofertados

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A escola desenvolve o Programa Além das Palavras, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Projetos a serem desenvolvidos no ano de 2013 - Projeto de Leitura: embasado no PELL/MS (Plano Estadual do Livro e Leitura de Mato Grosso do Sul); - Projeto “Pais na escola”: coordenado pela APM (Associação de Pais e Mestres); - Projeto Quadrilha: desenvolvido pelos professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental; - Meio Ambiente: desenvolvido pelos professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio; - O lúdico na escola: resgate das brincadeiras antigas e brincadeiras com sucatas; - Jogos escolares: participação no JEMS, JOERE e JOJUMS; - Consciência Negra: desenvolvido pelos professores do Ensino Fundamental e Médio; - Projeto de parceria com o SENAR: visa à realização de cursos de capacitação na área de conhecimentos rurais; - Projeto Fanfarra: para preparar os alunos para apresentações cívicas e competições no estado. Temas transversais - Educação Sexual: tema trabalhado através de palestras, com profissionais da área da saúde. Público alvo: alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio; - Trânsito: a escola desenvolverá o projeto “Semana do Trânsito”, no mês de outubro. Público alvo: todas as turmas do Ensino Fundamental e Médio;

O USO DOS RECURSOS TECNOLÓGICOS E MULTIMIDIÁTICOS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO. Justificativa: Considerando o grande número de alunos provenientes da Zona Rural, faz-se necessário incluí-los na era digital, de maneira a enriquecer a formação dos educandos e integrá-los a proposta pedagógica TERRA-VIDA-TRABALHO e como está pode ser trabalhada com os recursos tecnológicos e multimidiáticos. Objetivo geral: Compreender a utilização educacional dos recursos tecnológicos e multimidiáticos na formulação de novos conhecimentos na escola, abrangendo todas as disciplinas de maneira que os discentes possam compreender e valorizar à realidade em que vivem, proporcionando uma reciprocidade de conhecimento entre educando e educador. Objetivo específico: - Conhecer as formas de uso das novas tecnologias educacionais na escola e como essas podem contribuir na produção de conhecimento. - Analisar os avanços tecnológicos e a comodidades destes para o trabalho no campo. - Conscientizar os alunos de sua responsabilidade social perante o uso adequado das novas tecnologias. - Ajudá-los a compreender melhor o mundo em que vivem. - Apresentar as mudanças ocorridas no meio em que vivem, com os avanços tecnológicos. - Entender a importância das novas tecnologias e dos recursos multimidiáticos no processo educacional e de aprendizagem, de maneira a contribuir na melhor fixação do conteúdo e no desenvolvimento profissional. - Motivar os educandos na busca de novos aprendizados. - Integrar os alunos aos avanços tecnológicos presente nos grandes centros e como estes podem ser aplicados no meio em que vivem. - Apresentar aos alunos os mais diversos softwares, e como estes podem ser utilizados. - Despertar o senso de responsabilidade e consciência ambiental. - Promover a interdisciplinaridade. Metodologia: - Apresentar os equipamentos utilizados para o desenvolvimento do trabalho e como estes poderão nos auxiliar. - Coleta de dados referente aos avanços tecnológicos presentes no meio em que vivem de 1993-2013. - Analisar as mudanças ocorridas no meio em que vivem com os avanços tecnológicos. - Tabulação de dados quantitativos e qualitativos referentes às tecnologias presente no meio em que vivem. - Análise de texto, referente as consequências que o uso indivíduo das tecnologias podem ocasionar ao meio ambiente. - Análise de textos, referente ao uso consciente das novas tecnologias presente no campo. - Linha do tempo com o uso de imagens, apresentando as mudanças e o aprimoramento dos equipamentos utilizados para o trabalho no campo. - Registros do desenvolvimento do trabalho.

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RECURSOS UTILIZADOS: - Máquina fotográfica e celular - Textos coorporativos - Scanner e impressora - Fotos - Projetor multimídia - Sala de Tecnologia Educacional. - Softwares Cronograma: O referido projeto será desenvolvimento no mês de Agosto de 2013, seguindo o roteiro da tabela a baixo; Apresentação do projeto aos alunos (deixando claro qual a proposta pedagógica do mesmo), 1ª semana dos equipamentos a serem utilizados, como esses funcionam e com nos auxiliará na produção final do projeto e Coleta de dados. Leitura de textos referente ao uso adequado e inadequado das novas tecnologias, e da 2ª Semana importância das tecnologias educacionais no processo de ensino e aprendizagem Montagem dos trabalhos (Tabulação de dados, Slides, textos coorporativos vídeos) com 3ª Semana auxilio de softwares, da STE. Apresentação do projeto a comunidade escolar (Alunos, professores e corpo administrativo 4ª Semana da escola) através de vídeos, slides e Livro Digital. Obs: o registro do trabalho dar-se-á da fase inicial até o seu encerramento. Avaliação: A avaliação abrangerá todos os momentos de aplicação do projeto, e recursos que o professor e o educador utilizarão no processo de ensino-aprendizagem, tendo como objetivo principal o acompanhamento do processo formativo dos alunos através de ficha individual, verificando como a proposta do projeto está sendo desenvolvida ou se processando pelos alunos.

Projeto turno – matutino: A IMPORTANCIA DO USO DAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DOS ALUNOS Justificativa: Com a utilização da rede mundial de computadores, necessário se faz o desenvolvimento de competências e habilidades voltadas ao correto uso das diversas tecnologias para acompanhar o avanço continuo de novos conhecimentos no âmbito escolar. Objetivo Geral: Mostrar que com o avanço das tecnologias, há importância de se fazer a conscientização no âmbito escolar do uso adequado, nas disciplinas para aquisição da autonomia do conhecimento. Objetivos Específicos: - Propiciar ao aluno pesquisas na internet utilizando suas diferentes ferramentas; - Proporcionar aos alunos conhecimentos sobre links, blog, e-mail; - Propor a apresentação de trabalhos em grupo e/ou individual usando os recursos midiáticos; - Incentivar a produção de vídeos, filmes, slides, jogos e posterior lançamento no youtube; - Estimular a criação de um blog educativo interdisciplinar da escola. Metodologia: O professor técnico da sala de tecnologia deverá explanar aos educandos sobre questões de estruturação física e lógica como Hardware, Software, Internet e Home Page e banco de dados. Ainda o professor responsável pela STE deverá orientar e treinar professores e alunos no sentido de elaborar e utilizar planilhas eletrônicas, editoração eletrônica, e-mail, processador de texto. Posteriormente os conhecimentos adquiridos os alunos terão suporte para efetuar a elaboração, organização e tabulação de dados dos conteúdos trabalhados, bem como sua apresentação e divulgação por meio dos recursos midiáticos (câmera fotográfica, filmadora, you tube, data-show).

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Recursos utilizados: - Computadores; - Máquina fotográfica; - Projetor proinfo; - Sala de Tecnologia Educacional; - Softwares; - Slides; - Vídeos. Cronograma: O presente projeto será desenvolvido no mês de julho de 2013. abril / Julho-1ª Julho-2ª Julho-3ª Julho-3ª 2013 semana semana semana semana Elaboração do Projeto Apresentação do Projeto aos participantes Desenvolvimento projeto Desenvolvimento projeto Avaliação do Projeto por meio de apresentações utilizando os recursos midiáticos.

Avaliação A avaliação será permanente tendo como base o projeto, nosso principal norteador. As atividades trabalhadas no decorrer do desenvolvimento do Projeto serão avaliadas o envolvimento/participação dos docentes e estudantes, dedicação nas atividades propostas, uso dos recursos midiáticos como complementação no ensino/aprendizado e avaliação do conhecimento adquirido na utilização das mídias por meio de apresentações envolvendo as tecnologias estudadas.

12 - Indicadores de qualidade
IDEB 9º ano De acordo com o IDEB observado no ano de 2009, o resultado superou a meta, no ano seguinte dê sua aplicação (2011) atingiu exatamente o esperado, deixando visível o avanço na educação. Para o ano de 2013, teremos que aumentar quatro décimos para atingir as metas projetadas. O que se requer é o aprimoramento do ensino de forma sistemática. IDEB 5º ano O IDEB observado em 2011 superou a meta projetada, no entanto percebe-se uma queda em relação aos resultados dos anos anteriores. Acreditamos que tal resultado não é suficiente para afirmar que houve um declínio na qualidade de ensino. Somente com a avaliação de 2013 será confirmado se foi um problema pontual ou se realmente houve uma queda na qualidade de educação.

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13 - Formação continuada
A preparação do professor para as novas questões que se apresentam cotidianamente à escola e aos sistemas de ensino, tanto no que se refere às dimensões pedagógicas, em sentido mais restrito, quanto às questões referentes às políticas educacionais. Portanto estamos propondo que a partir do ano de 2012, a formação continuada de professores, possibilite que estes: a. Exercitem a crítica radical e rigorosa, do sentido e da gênese e da esfera da existência humana social e pessoal, da esfera da cultura, da educação, da escola e do saber; b. Apreendam o universo da cultura e da produção do saber e a inserção crítica dos alunos neste universo; c. Sejam capazes de promover a formação humana integral de seus alunos; d. Aprofundem a articulação de todos os componentes curriculares, fecundando o trabalho educativo na educação básica; e. Alarguem a apreensão dos processos didático-pedagógicos, em especial: relação professor/aluno /saber, processo ensino aprendizagem, planejamento de ensino aprendizagem, mediação pedagógica e avaliação de aprendizagem; f. Percebam a pesquisa como dimensão da formação e do desenvolvimento humano; g. Aprofundem a compreensão e a capacidade de participação da gestão democrática e do trabalho pedagógico, incluindo o planejamento, a execução e a avaliação de sistemas, unidades e projetos educacionais na escola e em outros espaços educativos; h. Desenvolvam a capacidade de trabalhar interdisciplinar e coletivamente; i. Ampliem a autonomia intelectual e profissional. Para a implementação do Programa de Formação Continuada de Professores faz-se necessário adotar algumas diretrizes e linhas de ação que deverão, evidentemente, ser avaliadas e corrigidas durante o processo, tendo em vista a política global que pauta a formação. As diretrizes e ações iniciais para o programa são as seguintes: a. Criar uma coordenação de formação continuada de professores, que será composta pela coordenação pedagógica e do Colegiado Escolar da Escola Estadual Dr. Rubens de Castro Pinto. b. Será elaborada uma proposta cujo objetivo e definir as bases do programa. Essa proposta será debatida e aprovada pela Coordenação e Colegiado Escolar. Primeiramente, e a partir dos estudos de Antônio Nóvoa (1991), a Escola é vista como “lócus de formação continuada do educador”. É o lugar onde se beneficiam os saberes e a experiência dos professores. É nesse cotidiano que o profissional da educação aprende, desaprende, estrutura novos aprendizados, realiza descobertas e sistematiza novas posturas nas suas “praxis”. Eis uma relação dialética entre desempenho profissional e aprimoramento da sua formação. A formação continuada deve estar articulada com o desempenho profissional dos professores, tomando as escolas como lugares de referência. Trata-se de um objetivo que só adquire credibilidade se os programas de formação se estruturam em torno de problemas e de projetos de ação e não em torno de conteúdos acadêmicos”.(Nóvoa , 1991,p.30). A fim de que o cotidiano escolar se torne um espaço significativo de formação profissional é importante que a prática pedagógica seja reflexiva no sentido de identificar problemas e resolvê-los, e acima de tudo, seja uma prática coletiva, constituída por grupos de professores ou por todo o corpo docente da escola. Sendo assim, tem-se uma rica construção e conhecimento em que todos se sentem responsáveis por ela. Nóvoa (1991) destaca também a necessidade de criar novas condições para o desencadeamento desse ousado processo, em que a escola seja explorada em todas as suas dimensões formativas. Para a escola se constituir enquanto “lócus de formação continuada”, faz-se necessária a promoção de experiências internas de formação, para que esta iniciativa se articule com o cotidiano escolar e não desloque o professor para outros espaços formadores. Essa compreensão implica na necessidade das instituições escolares criarem espaços e tempos institucionalizados que favoreçam processos coletivos de reflexão e intervenção na prática pedagógica por meio de reuniões, dentro da carga horária dos profissionais, construção coletiva do Projeto político pedagógico, inclusive programa de formação contínua e a avaliação coletiva deste. Cabe, também, criar uma forma de incentivo a sistematização de práticas pedagógicas a partir da metodologia de pesquisa ação.

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Outro aspecto relevante desta compreensão é a mudança de foco da atuação pedagógica das instituições escolares. Tal mudança implica uma nova concepção do trabalho do pedagogo nas escolas. Isso somente será possível se estiver muito claro qual é o papel deste profissional no atual contexto escolar. E qual o seu compromisso com a formação contínua dos docentes desenvolvida na própria escola. Numa visão crítica, Kramer (1989), apresenta dois eixos que devem ser sedimentos do trabalho do orientador pedagógico ou supervisor em uma escola preocupada com a produção coletiva e com a qualidade do processo de formação continuada, sendo esses: “Organizar a ‘formação em serviço’ em torno de temas ou problemas detectados como relevantes ou diretamente sugeridos pelos professores. Favorecer o acesso dos professores aos conhecimentos científicos em jogo nos diferentes temas, ultrapassando o censo comum: a) teorias que analisam a processo educativo de forma ampla (sociologia, antropologia, história e filosofia) b) estudos relacionados ao processo de construção do conhecimento (psicologia do desenvolvimento) c) conhecimentos que tratam diretamente o tema em questão”. (Kramer, 1989, p.203).

14 - Avaliação Interna
Tabela referente aos questionários de verificação 1. – Idade FAIXA DE IDADE (ano) 20 - 30 30 - 40 40 - 65 NÚMERO DE PROFESSORES 10 09 03 % 45,45 % 40,91 % 13,64 %

1.1.2 – sexo Caixa de texto: MASCULINO FEMENINO Número de professores % Número de professores % 16 72,73 06 27,27 1.1.4 – Número de aula Número de aulas 15 a 20 20 a 30 30 a 40 Número de professores 14 4 4 % 63,64 18,18 18,18

1.1.4 - Tempo de serviço Tempo de serviço 1 a 10 10 a 20

Número de professores 18 03

% 85,72 14,28

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1.2 – Na unidade escolar, a atividade que você exerce é: Número de Atividade professores Exclusivamente de ensino 18 Temporariamente Técnico0 administrativo Professor coordenador 1

% 94,74 0 5,26

1.3 – Situações funcionais Situação funcional Efetivo Convocado Complementar

Número de professor 5 17 0

% 22,73 72,27 0

2 – Formação Capacitação do Servidor. 2.1 – Identificação a área de sua formação. ÁREA DE FORMAÇÃO N de professores Artes 2 Ciências 2 Educação Física 2 Geografia 3 História 2 Letras 4 Normal 2 Pedagogia 5

% 9,09 9,09 9,09 13,64 9,09 18,18 9,09 22,73

3 – Aspectos Físicos da Unidade Escolar 3.1 – Em relação aos aspectos físicos da escola a) Sala de Aula Aspecto Físico Bom Ventilação 3 Iluminação 7 Carteira 14 Cadeira 14 Limpeza 17 Quadro 6 Espaço Físico 14 Cortinas 0 Estado de conservação 7

Regular 12 11 8 9 6 12 7 2 10

Precário 9 5 1 0 0 4 0 14 4

Inexistente 0 0 0 0 0 0 0 8 1

b) Área Recreativa (quadra/campo) Condições Bom Estado de conservação 16 Qualidade da área esportiva 18 Disponibilidade de uso 19 Acesso ao material esportivo 14 Vestiário adequado 4 Cobertura 20

Regular 5 4 2 6 4 1

Precário 3 -

inexistente 11 -

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Estado de conservação

12

4

-

-

c) Cozinha e refeitório da unidade escolar Condições Higiene Atendimento no horário do recreio Qualidade dos produtos Espaço físico para lanches Ventilação Variedade de gênero Qualidade do atendimento Almoxarifado adequado Estado de conservação

bom 21 21 20 18 17 18 21 15 19

Regular 4 2 3 4 2

Precário -

inexistente 1 1 2 -

d) Sala de tecnologia Condições Espaço físico Ventilação Iluminação Recurso (vídeo, TV, computador) Limpeza Cadeiras Localização Estado de conservação e) instalações sanitárias (banheiros) Condições Bom Espaço físico 11 Ventilação 9 Iluminação 9 Higiene 18 Material de consumo 13 Localização 18 Estado de conservação 14

Bom 11 20 15 11 12 17 19 11

Regular 11 1 6 9 5 4 3 10

Precário 1 1 2 4 1 1

Inexistente 1 -

Regular 10 8 9 4 7 4 6

Precário 5 4 1 1 2

inexistente -

f) sala de professores Condições Espaço físico Ventilação Iluminação Mesas Cadeiras Localização Estado de conservação

Bom 14 19 17 14 18 21 15

Regular 9 3 6 9 4 1 7

Precário 1 1

inexistente -

g) sala de recursos Condições Espaço físico Ventilação Iluminação Mesas Cadeiras Estado de conservação

Bom 18 11 19 20 17 20

Regular 3 9 2 1 3

Precário 2 -

inexistente -

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4. Aspectos técnico-administrativo e organizacional da Escola. 4.1- Avaliação do tema segurança nos locais. Locais Bom Regular Precário Portaria 6 4 3 Pátio 9 9 3 Quadra de esporte 11 6 2 Corredores 12 6 2 Estacionamento 2 5 4 Praça 4 1 3 Sala de aula 10 9 2 Imediações 9 9 2 Diagnóstico

Inexistente 9 2 2 2 11 13 1 2

O diagnóstico dos servidores técnicos administrativos foi realizado através de pesquisa em campo, onde foram levantados dados sobre: a identificação dos servidores quanto a identificação, aspectos administrativos e organizacionais, aspectos físicos do colégio, estruturas organizacionais da escola, aspectos didáticos pedagógicos e administrativo do sistema acadêmico . Os dados obtidos foram tabulados em tabelas, que se encontram em anexo.

QUESTIONÁRIO DE VERIFICAÇÃO SERVIDORES TÉCNICO ADMINISTRATIVOS 1. IDENTIFICAÇÃO 1. Qual o setor, cargo ou função que você atua na Unidade Escolar Função Auxiliar de limpeza Auxiliar de merenda Auxiliar de atividades educacionais Agente de merenda Assistente de atividades educacionais Gestor de atividades educacionais Secretário Supervisão de gestão escolar Número de professores 04 01 01 01 01 01 01 01

1. Qual o seu tempo de serviço na Unidade Escolar Número de professores 01 01 01 01 01 01 01

Tempo de serviço Dois anos Nove anos Treze anos Quatorze anos Quinze anos Dezessete anos Dezoito anos

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Dezenove anos Vinte e dois anos Vinte e três anos Trinta e quatro anos 1. Faixa etária FAIXA ETÁRIA 18 a 30 anos 31 a 40 anos 41 a 50 anos Acima de 51 anos 1. Sexo Sexo Masculino Feminino 1. Grau de escolaridade Grau de escolaridade 1 grau incompleto 1 grau completo 2 grau incompleto 2 grau completo Superior incompleto Especialização Mestrado 1. Faixa de Renda Faixa de renda Até R$ 300,00 R$ 300,00 a R$ 500,00 R$ 500,00 a R$ 1.000,00 R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00

01 01 01 01

Número de professores 02 06 03

Número de professores 02 09

Número de professores 01 08 02 -

Número de professores 06 05

2. Aspectos administrativos e organizacionais 2. O relacionamento existente entre : Os Servidores com a comunidade Os servidores em geral da unidade Escolar Os servidores do seu setor Os servidores do seu setor e demais setores Os servidores do seu setor e a direção geral Os servidores com alunos Os servidores com Pais Bom 11 10 09 11 10 11 Regular 01 02 01 Sofrível -

2. O que a escola tem feito para melhorar o relacionamento entre seus servidores: Ações Reuniões Número de professores 07

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Debates Sessões de estudos Confraternizações Reciclagem Outros

03 02

2. Com referencia a aperfeiçoamento profissional. Opiniões Você tem oportunidade de participar Você gostaria de participar, mas não tem havido aperfeiçoamento na sua área de atuação Não acha importante os cursos de aperfeiçoamento. Número de professores 05 04 -

2. A atividade que você executa é compatível com o seu cargo efetivo na Unidade Escolar. Opiniões Sim Não Em parte Número de professores 09 02

2. Na sua opinião o desvio funcional compromete o desenvolvimento das atividades na Unidade Escolar opiniões Sim nâo Número de professores 10 02

2. A atividade desenvolvida por você na Unidade Escolar representa uma forma de: Representação Realização profissional Meio principal de sustento Complementação salarial Número de professores 05 03 02

2. Avaliação do tema segurança nos locais abaixo relacionados : Segurança no trabalho Cozinha Portaria Pátio Quadras de esportes Corredores Estacionamento Salas de aulas Unidades escolar muro Bom 02 02 06 03 04 02 02 Regular 07 03 04 03 08 03 04 04 05 Precário 01 07 05 06 03 03 04

2. Para que o servidor tenha segurança dentro da Unidade Escolar faz-se necessário uma identificação. Identificação O uso de carteira-crachá Nenhuma forma de identificação Uniforme Número de professores 01 01 09

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2. Avalie o funcionamento e atendimento dos setores abaixo . Funcionamento Bom Regular 10 01 10 10 02 02 07 02 Atendimento Precário Bom 09 09 09 09 05 03 07 04 -

Direção Serviço odontológico Secretaria Serviços gerais Transporte Coordenação pedagógica Diretor adjunto

Regular 01 02 02 -

Precário 08 01 04 04

2. Na sua opinião há necessidade de mudança no seu setor para melhorar os serviços e o atendimento? Opinião Sim Em parte Não Número de professores 04 05 02

3. Aspectos físicos do colégio 3. Em relação aos aspectos físicos do Colégio. a. Instalações sanitárias ( banheiros )

Espaço Físico Quantidade Localização Higiene Material de consumo Adaptação para deficiente Ventilação

Bom 07 05 09 05 02 05 01

Regular 01 05 02 05 05 04 08

Precário 02 03 01

b. Cantina da unidade escolar e APM. Higiene Atendimento no horário de recreio Qualidade dos produtos Espaço físico para lanche Ventilação Variedade de gêneros Utensílios e equipamentos Bom 01 01 01 01 01 Regular 01 01 Precário 01 01 01 01 01 01 01

C) Preparo da merenda escolar - cozinha Bom 10 10 09 02 Regular 01 02 07 Precário 02

Higiene Atendimento no horário de recreio Qualidade dos produtos Espaço físico

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Ventilação Variedade de gênero Utensílio e equipamentos

02 09 01

04 02 09

05 01

d. Ambiente de trabalho

Bom Iluminação Ventilação Espaço Físico Limpeza Material de consumo Equipamentos Localização Nível de ruído ( barulho) Poluição sonora Informática 01 04 03 10 07 03 07 08 07 07

Regular 06 05 06 01 03 06 04 03 01 01

Precário 04 02 01 01 02 -

4 Conhece a estrutura organizacional da Escola Opinião do professor Número de professores Sim 06 Não Parcialmente 02

4.1 Avalie o funcionamento e atendimento dos setores abaixo. Funcionamento Bom Regular Precário Secretaria escolar 09 01 Xerox 09 01 Direção 08 01 Serviço Médico 01 01 Atividade Culturais 06 03 01 Protocolo 03 01 Multimeios 04 01 Serviços gerais 08 01 Transportes 02 04 02 Orientação 08 pedagógicas Laboratório de 04 03 informática Laboratório de 01 Física Laboratório de 01 química Laboratório de 01 biologia Laboratório de 02 01 microscópica coordenação 10 Atendimento Bom Regular 06 05 02 05 02 01 03 02 03 03 01 06 01 05 03 O5 02 01 01

Inexistente 05 01 01 02 07 07 07 05 -

Precário 02 01 02 -

Inexistente 04 01 02 07 07 07 06 -

5 Aspectos Didáticos - Pedagógicos e Administrativos do Sistema Acadêmico

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5.1 Para você, os conteúdos de ensino devem NÚMERO DE PROFESSORES ASPECTOS Ser Pensados separadamente da experiência concreta dos alunos Ser pensados dissociados da realidade social Buscar a interdisciplinaridade 01

Estar integrados e associados ao mercado de 01 trabalho Ser estabelecidos em função do conhecimento e experiências dos professores Ser definidos de modo a contemplar a formação integral do aluno como cidadão e 06 como profissional

5.2 Assinale os aspectos comportamentais dos alunos que mais lhe preocupam na Escola: ASPECTOS NÚMEROS DE PROFESSORES Depredação do patrimônio 07 Uso de drogas Furtos Agressividade 01 Falta de ética 01 Apatia 01 Outros. Cite 5.3 A as atitudes em sala de aula perante um aluno que esteja danificando o patrimônio da Unidade Escolar é: ATITUDE NÚMERO DE PROFESSORES Ignorar Chamar a atenção 02 Encaminhar à coordenação e direção 04 Observar e depois denunciar 5.4 Na sua opinião, o que é Interdisciplinaridade? OPINIAO NÚMEROS DE PROFESSORES É uma atitude de abertura, não preconceituosa, onde todo o conhecimento é importante em substituição da concepção fragmentaria É a repetição dos conteúdos em varias disciplinas, objetivando que o aluno fixe-os de melhor forma É uma aglomeração de disciplinas diversas, desprovidas de relação aparentes entre elas É trabalhar as mais variadas disciplinas que formam o currículo dos cursos a partir de um03 eixo/assunto comum. 5.5 Como você percebe que a interdisciplinaridade vem sendo aplicada na Unidade Escolar? PERCEPÇAO NÚMERO DE PREOFESSORES Em muitos momentos/ muitas disciplinas Em raras ocasiões 03 Não vem sendo aplicadas Só nas disciplinas que “se prestam para isto” -

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5.6 Você utiliza/utilizou praticas interdisciplinares? RESPOSTA NÚMERO DE PROFESSORES Sim 01 Nao 01 Algumas vezes ou parcialmente 5.7 Se não utiliza/utilizou, por quê? RESPOSTA NÚMERO DE PROFESSORES Não surgiu oportunidade Não tenho muitos conhecimentos e qual o 01 real significado da interdisciplinaridade Porque uma mudança na pratica pedagógica requer uma sobrecarga de trabalho Porque o espírito interdisciplinar não dá prestigio pessoal, valorizando principalmente o coletivo 5.8 Como você classifica os relacionamentos abaixo, tendo por referencias sua experiência pessoal e profissional. BOM REGULAR PRECÁRIO Professor e Aluno 02 Professor e professor 02 Professor e técnico02 Administrativo Professor e Direção 02 Professor e 01 01 Coordenação Professor e Pais 01 01 5.9 A atividade docente representa para você uma forma de: RESPOSTA NÚMERO DE PROFESSORES Realização profissional Meio principal de sustento 01 Complementação salarial TABELA REFERENTE AOS QUESTIONARIOS DE VERIFICAÇÃO (ALUNOS) 1. IDENTIFICAÇÃO Número Assunto Alternativas Quantidade Porcentagem 1.1 Idade Até 10 anos 60 28.04 De 11 a 15 1.1 Idade 103 48.13 anos De 16 a 20 1.1 Idade 48 22.43 anos Maiores de 20 1.1 Idade 3 1.4 anos 1.2 Sexo Masculino 109 50,93 1.2 Sexo Feminino 105 49.07 1.3 Turno Matutino 78 36.45 1.3 Turno Vespertino 136 63.55 Você concluiu o primeiro grau em 1.4 escola (para alunos de segundo Municipal 57 46.72 grau) Você concluiu o primeiro grau em 1.4 escola (para alunos de segundo Estadual 65 53.28 grau) Você concluiu o primeiro grau em 1.4 escola (para alunos de segundo Particular 0 0 grau)

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1.4

Você concluiu o primeiro grau em escola (para alunos de segundo grau)

Federal

0

0

2. ASPECTOS FÍSICOS 2.1 Em relação aos aspectos físicos da escola marque “X” para cada item. a. SALA DE AULA % de Regular 15.88 35.98 48.13 34.58 32.71 30.37 8.41 % de Precário 58.88 36.92 26.64 14.49 46.73 34.58 88.79

BOM Ventilação 54 Iluminação 58 Carteiras e 54 cadeiras Limpeza 109 Quadro 44 Espaço físico75 Cortinas 6

REGULAR 34 77 103 74 70 65 18

PRECÁRIO % de Bom 126 79 57 31 100 74 190 25.24 27.10 25.23 50.93 20.56 35.05 2.80

b) ÁREA ESPORTIVA (quadra, ginásio, campo) BOM Estado de 59 conservação Tem materiais 53 esportivos? Quantidade de 58 quadras Disponibilidade 60 para uso Acesso ao 38 material esportivo REGULAR PRECÁRIO 106 86 95 77 87 49 75 61 77 89 % de Bom 27.57 24.77 27.1 28.04 17.76 %de Regular 49.53 40.19 44.4 35.98 40.65 %de Precário 22.9 35.05 28.5 35.98 41.59

c) INSTALAÇÕES SANITÁRIAS (banheiros) BOM Quantidade Higiene Material de consumo Adaptação para deficiente Ventilação Espaço físico 43 50 15 25 12 27 REGULAR 81 71 33 28 49 88 PRECÁRIO 90 93 166 161 153 99 % de Bom 20.09 23.36 7.01 11.68 5.6 12.62 %de Regular 37.85 33.18 15.42 13.08 22.9 41.12 % de Precário 42.06 43.46 77.57 75.23 75.5 46.26

3. ASPECTOS DIDÁTICO PEDAGÓGICO Número 3.1 Assunto Você tem conhecimento da relação de disciplinas (grade curricular)? Alternativas Sim Quantidade 82 Porcentagem 38.32

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3.1 3.1 3.2 3.2 3.2 3.3 3.3 3.3

Você tem conhecimento da relação de disciplinas (grade curricular)? Você tem conhecimento da relação de disciplinas (grade curricular)? Você conhece os conteúdos curriculares que são ministrados nas disciplinas? Você conhece os conteúdos curriculares que são ministrados nas disciplinas? Você conhece os conteúdos curriculares que são ministrados nas disciplinas? Como é a avaliação que você faz da relação professor/aluno? Como é a avaliação que você faz da relação professor/aluno? Como é a avaliação que você faz da relação professor/aluno?

Não Em parte Sim Não Em parte Boa Regular Deficiente

59 73 77 62 75 127 57 30

27.57 34.11 35.98 28.97 35.05 59.35 26.64 14.01

4. Preencham o quadro abaixo, assinalando com X a fase que você está estudando. O grupo de professores está atendendo as suas expectativas em relação à: SIM Metodologia Avaliação Conteúdo Número 3.5 3.5 3.6 3.6 3.6 122 134 141 NÃO 40 34 29 EM PARTE 52 46 44 % de Sim 57.01 62.61 65.89 Alternativas Sim Não Ótima Boa Regular % de Não 18.69 15.89 13.55 Quantidade 122 92 78 75 61 % de em parte 24.3 21.5 20.56 Porcentagem 57.01 42.99 36.45 35.05 28.5

Assunto Você está satisfeito com sua escola? Você está satisfeito com sua escola? Você sente que sua relação com a direção da escola é: Você sente que sua relação com a direção da escola é: Você sente que sua relação com a direção da escola é:

TABELA REFERENTE AOS QUESTIONÁRIOS DE VERIFICAÇÃO (PAIS) 1. IDENTIFICAÇÃO Número 1.1 1.1 1.1 1.1 1.1 1.2 1.2 1.3 1.3 1.3 1.3 1.4 1.4 1.4 1.4 1.4 Assunto Idade Idade Idade Idade Idade Sexo Sexo Nível de escolaridade Nível de escolaridade Nível de escolaridade Nível de escolaridade Profissões Profissões Profissões Profissões Profissões Alternativas Até 25 anos de idade De 26 a 30 anos de idade De 31 a 40 anos de idade De 41 a 50 anos de idade Maiores de 50 anos de idade Masculino Feminino Primeiro grau Segundo grau Superior incompleto Superior completo Profissão do lar Trabalhador rural Funcionário público Professor Serviços gerais Quantidade 10 21 77 56 32 50 146 75 45 58 18 98 11 9 7 5 Porcentagem 5.10 10.71 39.29 28.57 16.33 25.51 74.49 38.27 22.96 29.59 9.18 50 5.61 4.59 3.57 2.55

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1.5 Estado civil Solteiro 51 26.03 1.5 Estado civil Casado 115 58.67 1.5 Estado civil Divorciado 10 5.10 1.5 Estado civil Outros 20 10.20 * Na questão 1.4 foram citadas apenas as cinco opções que apareceram com maior frequência no questionário de verificação. 2. ASPECTOS ESTRUTURAIS E ADMINISTRATIVOS Número Assunto Alternativas Como é seu relacionamento com os 2.1 Bom professores da escola? Como é seu relacionamento com os 2.1 Regular professores da escola? Como é seu relacionamento com os 2.1 Não existe professores da escola? Como é seu relacionamento com a direção da 2.2 Bom escola? Como é seu relacionamento com a direção da 2.2 Regular escola? Como é seu relacionamento com a direção da 2.2 Não existe escola? A escola propicia sua participação nas 2.3 Sim atividades por ela desenvolvida? A escola propicia sua participação nas Não 2.3 atividades por ela desenvolvida? A escola propicia sua participação nas Em parte 2.3 atividades por ela desenvolvida? Você gostaria de participar mais das Sim 2.4 atividades promovidas pela escola? Você gostaria de participar mais das Não 2.4 atividades promovidas pela escola? Você gostaria de participar mais das Em parte 2.4 atividades promovidas pela escola? Você conhece o ambiente escolar do seu Sim 2.5 filho? Você conhece o ambiente escolar do seu Não 2.5 filho?

Quantidade 148 33 15 150 31 15 102 31 63 135 15 46 186 10

Porcentagem 75.51 16.84 7.65 76.53 15.82 7.65 52.04 15.82 32.14 68.88 7.65 23.47 94.9 5.1

3. ASPECTOS DIDÁTICO PEDAGÓGICO Número Assunto Você tem conhecimento da estrutura 3.1 pedagógica da escola? Você tem conhecimento da estrutura 3.1 pedagógica da escola? As disciplinas ministradas pelos 3.2 professores são conhecidas por você? As disciplinas ministradas pelos 3.2 professores são conhecidas por você? Como você considera a avaliação da 3.3 escola? Como você considera a avaliação da 3.3 escola? Como você considera as atividades 3.4 realizadas por seu filho em casa? Como você considera as atividades 3.4 realizadas por seu filho em casa? Como você considera as atividades 3.4 realizadas por seu filho em casa?

Alternativas Sim Não Sim Não Adequada ao ensino Não está adequada Adequada Muitas Raras

Quantidade 115 81 155 41 172 24 139 19 38

Porcentagem 58.67 41.33 79.08 20.92 87.75 12.25 70.9 9.7 19.4

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3.5

3.5

3.5

A escola está atendendo as suas expectativas em relação ao ensino de seu Sim filho? A escola está atendendo as suas expectativas em relação ao ensino de seu Não filho? A escola está atendendo as suas expectativas em relação ensino de seu Em parte filho?

143

72,95

4

2.05

49

25

Durante o processo de avaliação foram distribuídos 6 grupos de professores, formando 6 comissões com os seguintes temas: Comissão 1: Mobilização, divulgação e acervo; Comissão 2: Diagnóstico; Comissão 3: Organização da escola; Comissão 4: Concepções teóricas; Comissão 5: Correção e revisão; Comissão 6: lançamento e tratamento das informações.

15 - Avaliação do Projeto Político Pedagógico
O resultado do documento e o processo de elaboração do PPP deve ser tomado como ponto de alusão para as ações pedagógicas, administrativas e educativas para os que pertencem à comunidade escolar e, inclusive, para os novos profissionais: (direção, professores, funcionários, alunos, gestores). Trata-se de um documento temporário, no sentido de que o dia a dia da escola é histórico, mas no decorrer do ano letivo as mudanças ocorridas podem ser um ponto de questionamentos e discussões para a reformulação do documento, pois não é trabalho pronto e acabado, mas flexível. Neste sentido, o PPP deve ser acompanhado e reavaliado constantemente, verificando-se o nível de comprometimento e atendimento aos princípios e objetivos. As próprias reuniões de área e tantos outros momentos de discussão terão como propósito acompanhar o processo implementado pelo PPP, podendo ainda ser utilizado como uma ferramenta específica para a avaliação dos dados mencionados no projeto.

16 - Comissões de elaboração do Projeto Político Pedagógico
Comissão 1: Tema: mobilização, divulgação e acervo Professores: Celia da Silva Paim Glascineia Cervian Avalos Keila Carla Inzabralde Godoy Orlinda Garcia Cardoso Valkiria Gutierres dos Santos Comissão 2: Tema: diagnóstico Professores: Dercilene Caceres Lopes Dulcinelia dos Santos Ferreira Zilmar de Jesus Rodrigues Leite Comissão 3: Tema: Organização da escola Professores: Fernanda Hack Duarte Joseane da Silva Mendonça Paulo Marmo do Carmo Junior Thuanny Leite Rocha

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Comissão 4: Tema: concepção teórica: Professores: Arnaldo Centurião Claudio Garcia Palermo Eliza Bambil Leite Maria Edite Espinosa Rafael Centurião Acosta Ramona Medeiros Godoy Rosana da Silva Paim Thaiz Leite de Andrade Comissão 5: Tema: Comissão de correção e revisão Professores: Iolete Maciel de Souza Jackcelly Gutierres Godoy Kerli Ordonhes G. Malheiros Miguel Josélio Leite Acosta Comissão 6: Tema: Comissão de lançamento e tratamento das informações Professores: Alex de Souza Olmedo Antonio Carlos dos Santos Gouvea Solange Aparecida Geraldi de Souza

17 - Equipe responsável pela aprovação do Projeto Político Pedagógico da escola
Ana Cristina Mendes Sitta- Coordenadora pedagógica Arlene Barcellos dos Santos Gomes- Coordenadora pedagógica Claida de Mello Leite- Supervisora de gestão Marcos João da Costa Nascimento- Presidente do colegiado Maurício Souza Vilalba- Diretor

18 - Referências
" BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares - estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília, MEC/SEF/SEESP, 1999. __________________. Escola e Democracia. 30ª Ed. Campinas, Autores Associados, 1995. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília, Secretaria de Educação Especial, 1994. CARVALHO, Rosita Edler. A Nova LDB e a Educação Especial. Rio de Janeiro, WVA, 1998, 2ª edição. DIÁRIO OFICIAL. Estado de Mato Grosso do Sul. nº 6393, Decreto nº 11.754, de 22\12\2004. DIÁRIO OFICIAL. Estado de Mato Grosso do Sul. nº 8.119, de 26\01\2012. DOZOL, Marlene de Souza. Concepção Histórico-Crítica da Educação: duas leituras. Florianópolis, Revista Ande, n.11, 1995 FERREIRA, Júlio Romero e Maria Cecília Ferreira. Sugestões para o Documento sobre Diretrizes para a Educação Especial na Educação Básica. UNIMEP, 2001.

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GASPARIN, João Luiz. Uma Didática para a Pedagogia Histórico-crítica. Campinas, Ver. E. Ampl, 2007. GOULART, C.M.A. A universalização do ensino fundamental, o papel político-social da escola e o desafio das novas políticas de alfabetização e letramento. In: Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília, MEC, 2007. GUENTHER, Zenita C. "Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial: comentários e observações". Lavras- MG, CEDET, 2001. LUCKESI,Cipriano Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo, Cortez, 1994. MARTINS, L.A.R. "Parecer referente à Resolução CEB/CNE que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica". Natal, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2001. Mato Grosso do Sul. Secretária de Educação Comunicação Interna Circular n. 042 2012. Mato Grosso do Sul. Secretaria de Educação Referencial curricular 2012 Ensino Fundamental. MENDES, Enicéia Gonçalves. "Análise da Minuta de Resolução CEB/CNE, que institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica" (versão de 17 de fevereiro de 2001). São Carlos, UFSCAR, 2001 (análise). NÓVOA, Antônio. Concepções e práticas da formação continua de professores: In: Nóvoa A(org). Formação contínua de professores: realidade e perspectivas. Portugal: Universidade de Aveiro, 1991. SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica Primeiras Aproximações. Campinas, Autores associados, 1996. SED. E.E. Dr. Rubens de Castro Pinto. Processo de autorização de Funcionamento. Caracol, 2011. UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília, CORDE, 1994. VIGOTSKI, Lev S. A formação social da mente. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes,2007. XAVIER, Alexandre Guedes Pereira. "Ética, Técnica e Política: A Competência Docente na Proposta Inclusiva". Dissertação apresentada ao Conselho Nacional de Educação em Reunião de Estudos com Especialistas da Educação Especial sobre as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília, CNE/SEESP, 2001.

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