Manual de Métodos de Análise Microbiológica de Alimentos e Água

São Paulo - Livraria Varela Editora 2010

Neusely da Silva Valéria Christina Amstalden Junqueira Neliane Ferraz de Arruda Silveira Marta Hiromi Taniwaki Rosana Francisco Siqueira dos Santos Renato Abeilar Romeiro Gomes

Referências Capítulo 2. Procedimento para a homogeneização e retirada da unidade analítica de produtos sólidos ou líquidos concentrados 2.3. Coleta. Referências Capítulo 3. Preparação de amostras para análise 2. Procedimentos para a coleta de alimentos acondicionados em embalagens não individuais 1. Procedimento para a lavagem de outros alimentos 2.3.3. Introdução 3.2.4. Coleta de amostras de água 1. Coleta de amostras para análise 1.3.5. Transporte e estocagem de amostras de água 1. Transporte e estocagem de alimentos refrigerados 1. Transporte e estocagem de amostras até o momento da análise 1.4.1. Procedimento para a retirada da unidade analítica pela técnica da lavagem superficial 2.3.2.4.4.3.3.3.1.3.3. Preparo da 1º diluição da unidade analítica Diluentes para os ensaios de presença/ausência Diluentes para os ensaios que requeiram tratamento diferenciado da amostra Diluentes para os ensaios gerais de quantificação Como obter uma diluição inicial 1:10 (10-1) Como obter uma diluição inicial diferente de 1:10 Procedimento para o preparo da primeira diluição de amostras líquidas Procedimento para o preparo da primeira diluição de amostras sólidas ou líquidos concentrados Procedimento para o preparo da primeira diluição de amostras obtidas por esfregaço de superfície ou por lavagem superficial 2. Amostragem com “swabs” 2. Procedimento para a homogeneização e retirada da unidade analítica de produtos líquidos 2.3.3. Procedimento para a retirada da unidade analítica pela técnica do esfregaço de superfície 2.1.2.3.3. Diluição decimal seriada da amostra Como obter a 2º diluição (10-2) Como obter as diluições subsequentes 2.5.4. transporte e estocagem de amostras para análise 1.1. Material necessário 2.1.Índice Capítulo 1.2.3.2.4.4.3.6.3.1. Guarda de contra-amostras 2.4.3. Coleta de alimentos envolvidos em casos de doenças de origem alimentar (DTAs) 1.6.5.3.2. Homogeneização da amostra e retirada da unidade analítica 2. Recepção de amostras para a análise 1. Transporte e estocagem de alimentos comercialmente estéreis em embalagens herméticas 1. Procedimento para a lavagem de carcaças de aves 2.4.1. Plaqueamento em profundidade (“pour plate”) .2.1.4.3. Introdução 2. Seleção e preparação de frascos para coleta de alimentos acondicionados em embalagens não individuais 1.3.2. Introdução Lote Amostra de lote e unidade de amostra Planos de amostragem de lotes Unidade analítica 1. Material necessário 1. Técnicas básicas de contagem de microrganismos em placas 3. Amostragem com esponjas 2.5.4. Procedimento para a lavagem de embalagens 2.4. Transporte e estocagem de alimentos congelados 1.4. Transporte e estocagem de alimentos com baixa atividade de água 1.3.

2.3.4. Contagem total de microrganismos aeróbios mesófilos e psicrotróficos em placas 6.3. Contagem de bolores e leveduras 7.5. Teste de diluição única 4. Introdução 5. Método do Petrifilm 8.1. Introdução 4. Contagem de enterobactérias 8.2.2. Plaqueamento em gotas (“drop plate”) 3. Método de contagem de fungos psicrotróficos 7. Método do Número Mais Provável (NMP) 8.3.6. Plaqueamento em superfície (“spread plate”) 3. Referências Capítulo 7.3. Procedimento a) Pré enriquecimento Composição de amostras a seco b) Enriquecimento seletivo Composição úmida de amostras em ensaios com duas etapas de enriquecimento c) Plaqueamento diferencial c. Método de contagem total de bolores e leveduras em placas 7. Técnicas básicas de contagem de microrganismos pelo Número Mais Provável 4. Referências Capítulo 8. Material requerido nas análises 5.2) Coloração de esporos (método de Schaeffer-Fulton) e.1. Referências Capítulo 6.1.5.4. Tabelas de NMP Capítulo 5.3. Métodos de contagem de leveduras resistentes aos conservantes (PRY) 7. Métodos de contagem de leveduras osmofílicas 7.1. Referências Anexo 4. Referências Capítulo 4.4. Filtração em membrana 3.2. Introdução 7.5.6.3.4) Montagens úmidas para observação microscópica a fresco 5. Introdução Taxonomia Métodos de análise 8.7. Método de contagem total de aeróbios psicrotróficos 6.4. Contagem das colônias e cálculo dos resultados 3. Método de contagem de bolores termorresistentes 7.4.4. Cálculo dos resultados 4. Referências .3) Coloração de esporos (método de Ashby) e.5.7.1) Coloração de Gram (método de Hucker) e.1.1) Técnica de inoculação por estrias de esgotamento para obter culturas puras d) Seleção de colônias e repique de culturas para confirmação Técnica de repique de culturas puras a partir de colônias isoladas em placas e) Testes de confirmação e.3. Teste de diluição múltipla 4.1. Método de contagem em placas de VRBG 8.2. Método de contagem total de aeróbios mesófilos em Petrifilm 6. Método de contagem total de aeróbios mesófilos em placas 6. Técnicas básicas de detecção da presença/ausência de microrganismos 5. Introdução 6.5.

coliformes termotolerantes e Escherichia coli 9. Bacillus cereus 11.1. Método de contagem em placas (clostrídios sulfito redutores a 46ºC em alimentos) 12. Método de plaqueamento direto (C. coli em água e alimentos) 9.3. Método do Número Mais Provável (NMP) 11. thuringiensis B. Método do Número Mais Provável (NMP) (coliformes totais/termotolerantes/E. Método ISO 7251:2005 (coliformes termotolerantes presuntivo para E.5 Método do Petrifilm (coliformes totais/E. coli Aplicação como indicadores Métodos de análise 9. coli em alimentos) 9.7. coli em alimentos) 9.1.6. coli em alimentos) 9. Método CETESB:1993 (esporos de C. Teste de presença/ausência 10. Introdução Definição de coliformes totais Definição de coliformes termotolerantes E. Referências Capítulo 11. Método do substrato cromogênico Colilert® AOAC 991. Teste de presença/ausência (C. Método ISO 6461-1:1986 (esporos de clostrídios sulfito redutores em água) 12.2.4.1. Clostrídios sulfito redutores e Clostridium perfringens 12. pseudomycoides B. perfringens Clostrídios sulfito redutores a 46ºC Métodos de análise de C. cereus Métodos de análise 11. Referências Capítulo 12. Contagem de coliformes totais.1. Método de plaqueamento em VRB (coliformes totais em alimentos) 9.15 (coliformes totais e E.8. Referências Capítulo 10.30 (Coliformes totais/E.1. perfringens em alimentos) 12. Introdução Grupo B. Método de contagem direta em placas 11.3.4. Método de contagem direta em placas 10.5. Método do Número Mais Provável (NMP) 10. perfringens em água) 12.4. perfringens em alimentos Métodos de análise de clostrídios sulfito redutores a 46ºC em alimentos Métodos de análise de esporos de clostrídios sulfito redutores e C.Capítulo 9.7.4. coli em água) 9.3. Introdução Principais características de S. anthracis B. Método do ColiComplete AOAC 992. Introdução Importância em alimentos Métodos de análise 13. Staphylococcus aureus 10.2. perfringens em alimentos) 12.6. perfringens em água 12.2. aureus Métodos de análise 10.2. Contagem de enterococos 13.3. mycoides B. cereus B. weihenstephanensis Principais características de B. Referências Capítulo 13. Método de contagem em placas (enterococos em alimentos) .5. Introdução Principais características de C.2.

Referências Capítulo 15. Método de contagem em placas 14.1. Introdução Leuconostoc Pediococcus Streptocccus Lactobacillus Enterococcus Lactococcus Carnobacterium Vagococcus Tetragenococcus Weissella Oenococcus Métodos de análise 14. Cronobacter 16. Referências Capítulo 14 Contagem de bactérias láticas 14.3. Introdução Sorotipagem Patogenicidade Sorotipos STEC mais envolvidos em surtos E. Método da membrana filtrante (enterococos em água) 13.3.2.3.5.13. Método BAM/FDA 17.1.2. Campylobacter 15.1.3.4. Método do Número Mais Provável (NMP) 14. Método do Número Mais Provável (NMP) (enterococos em alimentos) 13. coli O157:H7 em alimentos Taxonomia Métodos de detecção 17. Referências Capítulo 17. Escherichia coli O157:H7 17.3. Listeria monocytogenes 18.1. Método de presença/ausência ISO 10272-1 (2006) 15.1. Referências Capítulo 18. Introdução Taxonomia Patogenicidade Métodos de análise Cuidados especiais na realização das análises .2. Introdução Taxonomia Patogenicidade Métodos de análise 15. Método de presença/ausência ISO/TS 22964 (2006) 16.2. Introdução Taxonomia Características nutricionais e de crescimento Epidemiologia Ecologia Padrão do Codex Alimentarius para Cronobacter sp em fórmulas infantis Métodos de análise 16. Referências Capítulo 16.4.

1.1.2. Método APHA de detecção 21.18. Salmonella 19.1. Método MLG/FSIS/USDA (2008) 19. Introdução Taxonomia Epidemiologia V. Introdução Classificação taxonômica de Salmonella Classificação sorológica de Salmonella Características bioquímicas de Salmonella Epidemiologia Métodos tradicionais de análise de Salmonella Métodos alternativos de análise de Salmonella Composição de amostras para a análise 19. Método ISO 11290-1:1996 Amendment 1:2004 18.7 Referências Capítulo 19.4. Método APHA de plaqueamento direto (2001) 18. Referências Capítulo 20. Método APHA/BAM/FDA (presença/ausência de Vibrio cholerae) 20. Taxonomia das bactérias esporogênicas importantes em alimentos Bacillus Clostridium Sporolactobacillus Desulfotomaculum Alicyclobacillus Thermoanaerobacterium Paenibacillus Aneurinibacillus Brevibacillus Virgibacillus Geobacillus 22.1.3.2. Vibrios patogênicos 20. Métodos de detecção de esporos de termófilos anaeróbios não-produtores de H2S (T.3. Referências Capítulo 21.3.2. parahaemolyticus V. Método APHA/BAM/FDA (NMP de Vibrio parahaemolyticus e Vibrio vulnificus) 20.5.2. Métodos de contagem de esporos de termófilos aeróbios totais e “flat sour” 22. Método MLG/FSIS/USDA (2009) 18.3 Método BAM/FDA (2007) 19. thermosaccharolyticum) .4.3. Método ISO 6579: 2002 Amendment 1: 2007 19. Método ISO 11290-2:1998 Amendment 1:2004 18. Referências Capítulo 22. cholerae V.5. Introdução 22. Contagem de esporos de bactérias 22. Introdução Taxonomia Epidemiologia Métodos de análise 21. Método BAM/FDA (2003) 18.4. vulnificus Métodos de análise 20.1.2.6. Yersinia enterocolitica 21.1.

Dimensionamento de processos térmicos 23.1. Cuidados na preparação de meios de cultura e reagentes para análises microbiológicas 26. Preparação de material de laboratório para análises microbiológicas 25. Método IFU 12:2007 para detecção e contagem de Alicyclobacillus 22.4.2.6.4.1. Deterioração microbiana de alimentos enlatados Subprocessamento Vazamento Deterioração por termófilos estritos Multiplicação microbiana antes do tratamento térmico Causas não microbianas de deterioração 23.1. Valores D e z de microrganismos de importância em alimentos Células vegetativas Esporos de bolores termorresistentes Esporos de bactérias 23. Referências Capítulo 26.1. Esterilidade comercial ou causa da deterioração 23. Introdução 23. Contagem de Pseudomonas spp em leite e produtos lácteos .2.1. Referências Capítulo 23. Preparo de vidraria nova 25. Lincoln et al.22.1.1.4.1. Referências Capítulo 25. Controle de qualidade do material 25.1.1. Métodos APHA para detecção ou contagem de Alicyclobacillus 22.2. Ingredientes utilizados na formulação de meios de cultura 26. Teste de esterilidade comercial e determinação da causa da deterioração de alimentos ácidos 23. Água para o preparo de meios e reagentes 26.6. nigrificans) 22.1. Agentes seletivos 26. 1978 emend.método ISO 13720:1995 24.5. Métodos de contagem de esporos de mesófilos anaeróbios 22.1.9. Descontaminação e descarte de resíduos contaminados 25.4.1. Agentes redutores 26.1.2.1.3.6.1.4.4.5. Referências Capitulo 24. Pseudomonas spp 24. Métodos de contagem de esporos de mesófilos aeróbios 22. Fontes de nutrientes em meios de cultura 26.8. Esterilização 25.7.7.5.5. Lavagem 25. Contagem de Pseudomonas aeruginosa em água – método dos tubos múltiplos 24.3. Teste de esterilidade comercial e determinação da causa da deterioração de alimentos de baixa acidez 23.1. 1999 Stenotrophomonas Palleroni & Bradbury 1993 Métodos de análise 24.2.método ISO 11059:2009 24.1.1. Contagem de Pseudomonas spp em carne e produtos cárneos . Introdução 26. Agentes diferenciais 26.1. Agentes tamponantes . Acondicionamento 25.3.3. Introdução Pseudomonas Migula 1894 Shewanella Mac Donell &Colwell 1986 Janthinobacterium De Ley et al.1.1. Parâmetros de avaliação da resistência térmica dos microrganismos Curva de sobrevivência e tempo de redução decimal (valor D) Número de reduções decimais Curva de destruição térmica e coeficiente de temperatura (valor z) 23. Métodos de contagem de esporos de termófilos anaeróbios produtores de H2S (D.3.1.1.

1. Distribuição 26.26. Preparação dos suplementos para meios de cultura 26.8. Resolução RDC Nº 275 de 22 de setembro de 2005 da ANVISA (Regulamento técnico de características microbiológicas para água mineral natural e água natural) 2C.2. Armazenamento dos insumos para preparo de meios de cultura 26. Estocagem dos meios esterilizados até o momento do uso 26.1.º 518 de 25 de março de 2004 do Ministério da Saúde (Controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade) Anexo 3.2. Preparo ede meios e reagentes para as análises Anexo 2 2A.2.2.2. Esterilização por filtração 26.2.6.7. Pesagem e rehidratação 26. Substratos cromogênicos e fluorogênicos 26.1.2. Referências Anexo 1.7.2.1. Procedimento para a preparação de meios de cultura 26.5.3. Ágar 26.9. Classificação dos meios de cultura 26.1. Portaria N.2. Dissolução e dispersão 26. Resolução RDC No 12 de 02 de janeiro de 2001 da ANVISA (Regulamento técnico sobre padrões microbiológicos para alimentos) 2B. Esterilização pelo calor úmido 26.4.10. Fatores que afetam o crescimento de microrganismos em alimentos .2.11.1. Verificação e ajuste do pH antes da esterilização 26.2. Verificação do pH depois da esterilização 26.2.2. Preparação dos meios no momento do uso 26.2.8.3.

mas apresentado de forma didática. Capítulo 1 – Coleta. Item 3.2 (revisado).3. segundo a nova edição da ISO 7218:2007. Contagem de colônias e cálculo dos resultados da contagem em placas segundo nova edição da ISO 7218:2007. A temperatura recomendada pela ISO 7218:2007 para a estocagem de alimentos congelados passa para menor do que 15ºC negativos. com intervalo máximo de 36h entre a coleta e a análise. transporte e estocagem de amostras para análise Item 1. 2005). Capítulo 3 – Técnicas básicas de contagem de microrganismos em placas Item 3. Algumas considerações sobre a guarda de conta amostras. . com figuras e esquemas que facilitam a compreensão.5 (revisado). é de 40ºC. O texto oferece um material de conteúdo profundo. (revisado). Capítulo 2 – Preparação de amostras para análise Item 2.1 (revisado). 17a edição. 21a edição. Item 2. novos métodos foram introduzidos e um novo capítulo para Pseudomonas spp foi criado. A nota b3 traz a exigência da nova edição da ISO 7218:2007 quanto ao número mínimo de diluições requerido na contagem em placas. Vários métodos foram revistos e atualizados.b.2. O procedimento de lavagem de carcaças de aves foi adotado pela ISO 17604 (amendment 1:2009). Standard Methods for the Examination of Dairy Products (APHA. A temperatura máxima aceita pela ISO 7218:2007 no transporte de produtos comercialmente estéreis. A temperatura recomendada pela ISO 7218:2007 para transporte e estocagem de alimentos refrigerados passa para entre um e 8oC no transporte e 3+2ºC na estocagem.2. em comparação com a edição anterior. 2004).2. Item 1. Official Methods of Analysis of AOAC International (AOAC. A introdução foi complementada com informações sobre leveduras resistentes aos conservantes (preservative resistant yeasts – PRY) e leveduras osmofílicas.4. item 1. Abaixo seguem as alterações dessa edição. 2005). A nota b5 traz a exigência da nova edição da ISO 7218:2007 quanto ao número mínimo de diluições requerido na contagem em placas. (revisado).4. Microbiology Laboratory Guidebook (FSIS/USDA. Fungi and Food Spoilage (Pitt & Hocking. à temperatura ambiente. atualizado por capítulos. Capítulo 7 – Bolores e leveduras Item 7. publicados no Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods (APHA.4.3.4.1 (revisado). atualizado por capítulos.3 (revisado). Nessa quarta edição o conteúdo foi ampliado para atender também à análise de água. 4a Edição.4 (revisado).Apresentação Esse manual foi preparado com métodos padronizados e aceitos em âmbito nacional e internacional.b. Bacteriological Analytical Manual (FDA. Capítulo 4 – Técnicas básicas de contagem de microrganismos pelo NMP Anexo 4. online). Standard Methods for the Examination of Water & Wastewater (APHA. 18a edição. Foram incluídas duas novas tabelas de NMP para cálculo dos resultados do teste de diluição única: uma para a distribuição de cinco alíquotas de 20g ou ml e uma para a distribuição de cinco alíquotas de 10g ou ml. Item 3. online). 2009) e últimas edições das normas ISO.1 (ampliado). moderno e atualizado.3.7 (novo). 2001).

213 (CETESB. b) Incluídas orientação para determinação do NMP de L. que pode ser usado em lugar do Caldo Fraser (item 18.1 (revisado). cujas cepas foram divididas em várias novas espécies e alocadas no novo gênero Cronobacter. Método do substrato cromogênico (Colilert®) AOAC 991. monocytogenes. Método da CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) para determinação do número mais provável de clostrídios sulfito redutores e Clostridium perfringens em água.2. Capítulo 12 – Clostrídios sulfito redutores e Clostridium perfringens Item 12. A introdução foi totalmente revisada. Item 12. coli Item 9. apresentando a nova taxonomia de [Enterobacter sakazakii]. Item 7. Método do Standard Methods for the Examination of Water & Wastewater (APHA. monocytogenes em placas. A introdução foi complementada com informações sobre C. com as seguintes alterações: a) Incluído o Caldo MOPS-BLEB como meio alternativo de enriquecimento secundário. Método ISO 11290:1998 Amendment 1:2004. descrito na Norma Técnica L5.5 (novo). Item 18. Item 12. monocytogenes nas amostras (item 18. coli em alimentos. Capítulo 9 – Contagem de coliformes totais – termotolerantes e E.1 (ampliado). Capítulo 16 –Cronobacter Item 16. perfringens em água.5 (novo). Método ISO 7251:2005 para contagem de coliformes termotolerantes presuntiva para E.Item 7. 2001). 2009) e 4o Edição do Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods (APHA.5 (novo).2. Método ISO 11290:1996 Amendment 1:2004. Método ISO 6461-1:1986) para determinação do número mais provável de esporos de clostrídios sulfito redutores em água. 1993).3 (revisado). 2005) para a contagem de enterococos em água.7 (novo). para contagem de L.15 de detecção ou contagem de coliformes totais e E. Capítulo 13 – Contagem de enterococos Item 13. A introdução foi complementada com informações sobre os métodos da ISO (International Standardization Organization) para detecção e para contagem L. coli em água.3.b). Capítulo 18 – Listeria monocytogenes Item 18. Item 9. para detecção (presença/ausência) de L. monocytogenes Item 18. da 4o Edição do Compendium of Methods for the Microbiological Examination of Foods (APHA.6 (novo).4 (novo). rações e ambiente industrial.1 (ampliado).d).3.6 (novo). 2001). 21a edição. Métodos de contagem de leveduras resistentes aos conservantes (PRY).2.a) c) Incluídos sistemas comerciais alternativos para testes bioquímicos e moleculares (item 18. A versão de setembro de 2005 do método MLG/FSIS/USDA foi substituída pela versão de agosto de 2009. .3. Item 18.6 (novo). da 3o Edição do Fungi and Food Spoilage (Pitt & Hocking. Método de contagem de leveduras osmofílicas.6 (novo).

8 (novo).5 foi atualizada. Capítulo 24 (novo) – Pseudomonas Introduzido um capítulo dedicado à Pseudomonas spp em alimentos e Pseudomonas aeruginosa em água. Anexo 2.1.1.3 (Revisado). A Tabela 19. A condutividade máxima recomendada pela ISO 11133:2009 para água purificada de preparo de meios e reagentes passa de 3.12 e última linha da Tabela 19. b) Introduzida uma pequena alteração no procedimento de preparo de tomates inteiros (nota a.7) e enriquecimento seletivo (nota b. com os novos “kits” analíticos adotados pela AOAC como métodos oficiais. Inserida a recomendação da ISO 7218:2007 para esterilização de vidraria em autoclaves e estufas de esterilização. Foi inserida a denominação padrão adotada pela ISO 11133-1:2009 para peptonas. Capítulo 26 – Cuidados na preparação de meios de cultura e reagentes para análises microbiológicas Capítulo 26 (renumerado). com variação na preparação da amostra (nota a. Legislação Introduzidas a Resolução RDC 275/05 da ANVISA (Regulamento Técnico para Fixação de Identidade e Qualidade de Água Mineral e Água Natural) e a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde (Controle e Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano e Padrão de Potabilidade) . b) Incluídas orientação para determinação do NMP de Salmonella nas amostras (item 19.33µS/cm para 25µS/cm.Capítulo 19 – Salmonella Item 19. Item 19.a) Capítulo 22 – Contagem de esporos de bactérias Item 22. Item 26.2.2. Item 19.1 (revisado). recomendadas pela ISO 11133-1:2009.4 (Revisado). com as seguintes alterações: a) Introduzido o procedimento de análise de polpa de mamei. Item 26. Foi renumerado.4 (revisado). Capítulo 25 – Preparação de material de laboratório para análises microbiológicas Item 25. Anexo 1.1. Método IFU 12/2007. subtítulo composição de amostras para análise).1.9) e mangas inteiras (nota a.1). da International Federation of Fruit Juice Producers.10).10 (revisado). A versão de junho de 2006 do método BAM/FDA foi substituída pela versão de dezembro de 2007.1 (revisado). Revisadas as condições de estocagem de meios de cultura. Item 26. com as seguintes alterações: a) A composição de amostras para analise já não é descrita (retirada do item 19.4. passando de capítulo 24 para capítulo 26. . para detecção e contagem de Alicyclobacillus. Preparo de meios e reagentes para análises Foi ampliado com os novos meios e reagentes utilizados nos novos métodos ou nos métodos revisados. A versão de outubro de 2004 do método MLG/FSIS/USDA foi substituída pela de fevereiro de 2008.1.2 (revisado).

presta consultoria a empresas públicas e privadas. concentrando suas atividades na divulgação de informações tecnológicas para o setor de alimentos.gov.gov. com mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa. com ênfase em pescado marinhos de água salgada e doce. desenvolvimento e inovação (P&D&I).sp. na área de higiene e legislação de alimentos. para o controle de fungos e micotoxinas em alimentos. Endereço eletrônico: vcaj@ital. . Exerce atividades de pesquisa. exerceu atividades de pesquisa. membro da International Commission on Food Mycology (ICFM). Foi diretor do Centro de Informação em Tecnologia de Alimentos (CIAL) do ITAL. concentra suas atividades no estudo da deterioração de alimentos termoprocessados e no estudo de bactérias anaeróbias patogênicas de importância em água e alimentos. alimentos servidos em refeições coletivas e produtos cárneos. incluindo Clostridium perfringens e Clostridium botulinum. Endereço eletrônico: neliane@ital.DOS AUTORES Neusely da Silva é Engenheira de Alimentos. Rosana Francisco Siqueira dos Santos é bióloga. concentra suas atividades no controle da qualidade microbiológica de alimentos. Foi gerente do Laboratório de Microbiologia do ITAL.br. em Sydney-Australia. Valéria Christina Amstalden Junqueira é bióloga.com. adequação. desenvolvimento e inovação (P&D&I) para o setor de alimentos. É diretora do a Unidade Laboratorial de Referência em Microbiologia do ITAL.br.gov. com Doutorado em Ciências de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). desenvolvimento e inovação (P&D&I). Possui uma ampla experiência de consultoria a industrias privadas processadoras de alimentos principalmente em produtos contaminados por microrganismos anaeróbios patogênicos e deteriorantes. Expert em micologia de alimentos. Vice diretora do Laboratório de Microbiologia do ITAL.sp. com vários livros e artigos científicos publicado no Brasil e no exterior.br. frutas e hortaliças minimamente processadas. Endereço eletrônico: rosanasiq@gmail. Concentra suas atividades no estudo de Cronobacter e métodos para sua detecção. órgão de pesquisa da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo. com mestrado em Ciências de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). avaliação e validação de novos métodos de análise microbiológica de água e alimentos. Endereço eletrônico: neusely@ital. com Doutorado na Universidade de New South Wales. É pesquisadora do Laboratório de Microbiologia do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (ITAL). Endereço eletrônico: marta@ital. com Doutorado em Tecnologia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Pesquisadora do Laboratório de Microbiologia do ITAL.sp. Neliane Ferraz de Arruda Silveira é bióloga com Doutorado em Tecnologia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).gov.sp.sp. Renato Abeilar Romeiro Gomes é Engenheiro Agrícola.gov. onde exerce atividades de pesquisa. Marta Hiromi Taniwaki é bióloga.br.br. Endereço eletrônico: rarg@ital. Sua área de concentração é o desenvolvimento.

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