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AULA 04: Amostragem. Testes em Áreas Específicas das Demonstrações Contábeis.
SUMÁRIO Introdução 1. Amostragem 2. NBC TA 530 3. Testes em Áreas Específicas das Demonstrações Contábeis Questões comentadas durante a aula Referências bibliográficas Olá Pessoal! Sejam bem-vindos a nossa aula 04. Hoje iremos abordar um tema (Amostragem) que muitos têm dificuldades, mas que, como veremos, não é esse bicho de sete cabeças. Na segunda parte vamos falar de testes em áreas específicas das demonstrações contábeis, que no edital de 2009 estava explícito e no de 2012 veio apenas com a nomenclatura Testes (item 21). Entendemos que a ESAF pode cobrar de forma mais superficial, como vimos na aula passada, mas também pode aprofundar, como tem ocorrido em provas da área fiscal elaboradas por outras bancas (vide ISS-SP 2012). Portanto, deixamos pra vocês fazerem, nesse ponto do edital, a gestão de riscos de vocês. Se entenderem que vale a pena ir mais fundo, trouxemos diversas questões nesta aula sobre o tema (até por isso a aula ficou um pouco maior que o de costume). Se acharem que não vale a pena, em relação ao item Testes, fiquem com o que foi dado na aula 03. Para aqueles que optarem por se aprofundar e acharem necessário, temos algumas questões comentadas de outras bancas, que podemos disponibilizar a vocês. Tendo interesse, é só enviarem um email. Continuamos à disposição nos emails claudenir@estrategiaconcursos.com.br e rodrigofontenelle@estratégiaconcursos.com.br. Bons estudos e vamos à aula! PÁGINA 1 2 5 34 58 69

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1. Amostragem em Auditoria
A norma do Conselho Federal de Contabilidade – CFC – que trata do tema é a Resolução CFC nº 1.222/09, que aprovou a NBC TA 530 – Amostragem em Auditoria. Assim, a base da nossa aula será essa norma, embora adiantamos que faremos uma complementação na parte teórica, tendo em vista que a norma antiga, a NBC T-11.11, ainda venha sendo cobrada em alguns certames. Não deve acontecer com o concurso do ICMS-SP, mas a precaução é importante. A literatura disponível sobre o assunto amostragem em auditoria é bastante farta, tendo em vista que a grande maioria dos autores dedica um ponto de suas obras ao tema. Um teste eficaz fornece evidência de auditoria apropriada e suficiente quando, considerada com outra evidência de auditoria obtida ou a ser obtida, será suficiente para as finalidades do auditor. Os meios à disposição do auditor para a seleção de itens a serem testados são: (a) (b) (c) seleção de todos os itens (exame de 100%); seleção de itens específicos; e amostragem de auditoria.

O exame de 100% dos itens, na prática, raramente é aplicável, pois as empresas de auditoria não têm estrutura suficiente - nem tempo – para fiscalizar a totalidade dos registros que fazem parte de sua competência. É por essa razão que definimos as prioridades da auditoria e o escopo dos trabalhos. Mesmo nos objetos selecionados, é comum que a equipe de auditoria verifique, antecipadamente, que não dispõe dos meios necessários para a verificação do universo de itens a serem auditados. Sobre universo, podemos defini-lo como sendo o conjunto integral de elementos a serem verificados, dependendo dos objetivos da auditoria. Pode ser o universo de registros efetuados; o universo de despesas realizadas; o universo de funcionários da empresa auditada, por exemplo. Em certos casos, é possível, ou necessário, realizarmos os testes de auditoria na totalidade dos elementos do universo, como, por exemplo, se a quantidade de empregados constante da folha de pagamento da empresa a ser auditada for muito pequena (é possível), ou no caso do censo promovido pelo IBGE, para que se verifique as características da população brasileira.

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Auditoria p/ Receita Federal - 2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito e Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Crepaldi (2012) explica que, ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de seleção de itens a testar, o auditor pode empregar técnicas de amostragem, assim a definindo: “é a utilização de um processo para obtenção de dados aplicáveis a um conjunto, denominado universo ou população, por meio do exame de uma parte deste conjunto denominada amostra.”  (grifamos) O método de amostragem é aplicado como forma de viabilizar a realização das auditorias em situações onde o objeto alvo da ação se apresenta em grandes quantidades e/ou se distribui de maneira bastante pulverizada. A amostragem é também aplicada em função da necessidade de obtenção de informações em tempo hábil, em casos em que a ação na sua totalidade se torne impraticável. A amostragem tem como objetivo conhecer as características de interesse de uma determinada população a partir de uma parcela representativa.

A amostragem tem como objetivo conhecer as características de interesse de uma determinada população a partir de uma parcela representativa. É um método utilizado quando se necessita obter informações sobre um ou mais aspectos de um grupo de elementos (população) considerado grande ou numeroso, observando apenas uma parte do mesmo (amostra). As informações obtidas dessa parte somente poderão ser utilizadas de forma a concluir algo a respeito do grupo, como um todo caso esta seja representativa. A representatividade é uma característica fundamental para a amostra, que depende da forma de seleção e do tamanho da amostra. Potencialmente, a amostra obtém essa característica quando ela é tomada ao acaso. Para uma amostra ser considerada representativa de uma população, ela deve possuir as características de todos os elementos da mesma, bem como ter conhecida a probabilidade de ocorrência de cada elemento na sua seleção. Existem várias razões que justificam a utilização de amostragem em levantamentos de grandes populações. Uma dessas razões é a economicidade dos meios. Onde os recursos humanos e materiais são
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com. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 escassos. Claudenir Brito e Prof. sendo. existem casos onde não se recomenda a utilização de amostragem. mesmo que a população não seja pequena. Outra razão é o fato de que com a utilização da amostragem. Outro fator de grande importância é o tempo. pode-se dar mais atenção aos casos individuais. evitando erros nas respostas. b) quando as características da população são de fácil mensuração. Além disso. tais como: a) quando a população é considerada muito pequena e a sua amostra fica relativamente grande.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. pois onde as informações das quais se necessitam são valiosas e tempestivas. portando. Claudenir Brito Prof. POPULAÇÃO PEQUENA AMOSTRA GRANDE AMOSTRAGEM NÃO RECOMENDADA CARACTERÍSTICAS DE FÁCIL MENSURAÇÃO NECESSIDADE DE ALTA PRECISÃO O método de amostragem se subdivide em dois tipos: a estatística e a não-estatística. a operacionalidade em pequena escala torna mais fácil o controle do processo como um todo. Prof. Rodrigo Fontenelle www. a confiabilidade dos dados é maior. que nada mais é do que o exame da totalidade da população.estrategiaconcursos. e c) quando há necessidade de alta precisão recomenda-se fazer censo. amostragem estatística é aquela em que a amostra é selecionada cientificamente com a finalidade de que os resultados obtidos possam ser estendidos ao conjunto de acordo com a teoria da probabilidade ou as regras estatísticas. Devido ao número reduzido de elementos. o uso de amostra também se justifica. tornando o trabalho do auditor bem mais fácil e adequado.br 4 de 69 . os resultados obtidos na amostra generalizáveis para a população. Porém. a amostragem se torna imprescindível. Segundo Crepaldi (2012). sendo seu uso recomendável quando os itens da população apresentam características homogêneas.Auditoria p/ Receita Federal . Tem como característica fundamental o fato de poder ser submetido a tratamento estatístico.

e trata do uso de amostragem estatística e não estatística na definição e seleção da amostra de auditoria. Claudenir Brito Prof. visto que a extrapolação dos resultados não é passível de demonstração segundo as normas de cálculo existentes. Assim.Auditoria p/ Receita Federal . Entretanto. NBC TA 530 Esta Norma se aplica quando o auditor independente decide usar a amostragem na execução de procedimentos de auditoria. Prof.com. quando se deseja obter informações detalhadas sobre questões particulares.br 5 de 69 . O método de amostragem não estatístico não serve de suporte para uma argumentação. tal como. a NBC TA 530 complementa a NBC TA 500 – Evidência de Auditoria –. seus resultados podem ser considerados em pareceres e relatórios. seus resultados podem ser considerados em pareceres e relatórios. em algumas circunstâncias. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Amostragem não estatística (por julgamento) é aquela em que a amostra é determinada pelo auditor utilizando sua experiência. principalmente. sendo assim. é inegável a sua utilidade dentro de determinados contextos.estrategiaconcursos. a aplicação de tratamento estatístico a seus resultados se torna inviável. Essa limitação faz com que o método não sirva de suporte para uma argumentação.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. na execução de testes de controles e de detalhes e na avaliação dos resultados da amostra. Segundo o CFC. A principal característica do método de amostragem não estatístico é que este se baseia. Rodrigo Fontenelle www. em algumas circunstâncias. critério e conhecimento da entidade. Contudo. visto que a extrapolação dos resultados não é passível de demonstração segundo as normas de cálculo existentes. bem como a generalização dos resultados obtidos através da amostra para a população. durante um espaço de tempo específico. na busca exploratória de informações ou sondagem. 2. que trata da responsabilidade do auditor na definição e execução de procedimentos de auditoria para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para chegar a conclusões razoáveis que fundamentem sua opinião de auditoria. Claudenir Brito e Prof. na experiência do auditor.

Auditoria p/ Receita Federal . Fonte: Barbetta (2006) 2. é proporcionar uma base razoável para o auditor concluir quanto à população da qual a amostra é selecionada.Amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria (ou seja. com base em amostra.estrategiaconcursos.com.Risco de amostragem é o risco de que a conclusão do auditor.1 Definições Para fins das normas de auditoria do CFC. 2. 2. de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite o auditor concluir sobre toda a população. Claudenir Brito e Prof.br 6 de 69 . Mas qual o objetivo do auditor ao utilizar a amostragem? Segundo a norma.1. O risco de amostragem pode levar a dois tipos de conclusões errôneas: Prof. Claudenir Brito Prof. pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.1 .1. em partes do universo).2 .1. os termos a seguir tem os seguintes significados (e têm sido cobrados literalmente nas provas): 2.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 A NBC TA 500 fornece orientação sobre os meios disponíveis para o auditor selecionar os itens para teste. dos quais a amostragem de auditoria é um deles.3 . Rodrigo Fontenelle www.População é o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual o auditor deseja concluir.

quando.4 . na verdade. em que os controles são considerados menos eficazes do que realmente são ou no caso de teste de detalhes.1. Afeta a Eficácia Controles são considerados mais eficazes do que realmente são.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito e Prof.com. (Risco de aceitação Incorreta) Afeta a Eficiência Controles são considerados menos eficazes do que realmente são.1. ela existe. (b) no caso de teste de controles. O auditor está preocupado com esse tipo de conclusão errônea porque ela afeta a eficácia da auditoria e é provável que leve a uma opinião de auditoria não apropriada. na verdade.5 . Prof. (Risco de rejeição Incorreta) 2.Anomalia é a distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo em uma população.Risco não resultante da amostragem é o risco de que o auditor chegue a uma conclusão errônea por qualquer outra razão que não seja relacionada ao risco de amostragem. (Risco de Subavaliação de Confiabilidade) Detectou-se distorção relevante mas ela não existe. ela não existe. Esse tipo de conclusão errônea afeta a eficiência da auditoria porque ela normalmente levaria a um trabalho adicional para estabelecer que as conclusões iniciais estavam incorretas. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 (a) no caso de teste de controles. em que seja identificada distorção relevante.estrategiaconcursos. quando. (Risco de Superavaliação de Confiabilidade) Não se detectou distorção relevante mas ela existe. Claudenir Brito Prof. em que os controles são considerados mais eficazes do que realmente são ou no caso de teste de detalhes.br 7 de 69 . em que não seja identificada distorção relevante. 2. Os exemplos de risco não resultante da amostragem incluem o uso de procedimentos de auditoria não apropriados ou a interpretação errônea da evidência de auditoria e o não reconhecimento de uma distorção ou de um desvio.Auditoria p/ Receita Federal . Rodrigo Fontenelle www.

incluindo a mensuração do risco de amostragem.com. e (b) o uso da teoria das probabilidades para avaliar os resultados das amostras.9 . o auditor determina a distorção tolerável para avaliar o risco de que o conjunto de distorções individualmente irrelevantes possa fazer com que as demonstrações contábeis apresentem distorções relevantes e forneça margem para possíveis distorções não detectadas. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 2. Claudenir Brito Prof. lançamentos de crédito em extratos bancários.6 .Auditoria p/ Receita Federal . cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes (geralmente valor monetário). As unidades de amostragem podem ser itens físicos (por exemplo.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. e (b) o uso da teoria das probabilidades para avaliar os resultados das amostras. incluindo a mensuração do risco de amostragem. Prof.estrategiaconcursos. é amostragem não estatística. 2. Ao definir uma amostra.Unidade de amostragem é cada um dos itens individuais que constituem uma população. Claudenir Brito e Prof. Rodrigo Fontenelle www.1. no conjunto. cheques relacionados em comprovante de depósito.Amostragem estatística é a abordagem à amostragem com as seguintes características: (a) seleção aleatória dos itens da amostra. é a distorção que o auditor aceita. a fim de que as pequenas distorções.br 8 de 69 . Se não tiver as características acima.Estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações. não se tornem grandes distorções.1.Distorção tolerável é um valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor não seja excedido pela distorção real na população.7 .1.8 . A amostragem estatística possui as seguintes características: (a) seleção aleatória dos itens da amostra. A abordagem de amostragem que não tem as características (a) e (b) é considerada uma amostragem não estatística.1. faturas de venda ou saldos de devedores) ou unidades monetárias. 2. 2. Ou seja.

em um teste de detalhes relacionado com a existência de contas a receber tais como confirmação. em procedimento de amostragem específico. definida pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que essa taxa de desvio não seja excedida pela taxa real de desvio na população. Claudenir Brito e Prof. A distorção tolerável pode ter o mesmo valor ou valor menor do que o da materialidade na execução da auditoria. a amostragem em auditoria pode ser aplicada usando tanto a abordagem de amostragem não estatística como a estatística. pagamentos efetuados pelo cliente da entidade antes da data de confirmação. Prof.10 . de modo que todas essas condições. mas que a entidade recebeu pouco depois dessa data.br 9 de 69 . não é considerada distorção.Taxa tolerável de desvio é a taxa de desvio dos procedimentos de controles internos previstos. 2.com. o auditor deve considerar os fins específicos a serem alcançados e a combinação de procedimentos de auditoria que devem alcançar esses fins. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 A distorção tolerável é a aplicação da materialidade na execução da auditoria. Por exemplo.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. e somente elas.estrategiaconcursos.1. Rodrigo Fontenelle www. 2. A consideração da natureza da evidência de auditoria desejada e as eventuais condições de desvio ou distorção ou outras características relacionadas com essa evidência de auditoria ajudam o auditor a definir o que constitui desvio ou distorção e qual população usar para a amostragem. Ao definir uma amostra de auditoria. ou ajudar a concluir sobre a população da qual a amostra é retirada. Como vimos. A amostragem de auditoria permite que o auditor obtenha e avalie a evidência de auditoria em relação a algumas características dos itens selecionados de modo a concluir.Auditoria p/ Receita Federal . que são relevantes para a finalidade do procedimento de auditoria estejam inclusas na avaliação de desvios ou na projeção de distorções.2 Requisitos Ao definir uma amostra de auditoria. o auditor deve considerar a finalidade do procedimento de auditoria e as características da população da qual será retirada a amostra. A consideração do auditor sobre a finalidade do procedimento de auditoria inclui um claro entendimento do que constitui desvio ou distorção. Claudenir Brito Prof.

o tamanho da amostra não é um critério válido para distinguir entre as abordagens estatísticas e não estatísticas. maior deve ser o tamanho da amostra. um registro errôneo entre as contas de clientes não afeta o saldo total das contas a receber. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Adicionalmente. para os testes de detalhes. Essa avaliação é feita para estabelecer a amostra de auditoria e determinar o tamanho dessa amostra. para testes de controles. Rodrigo Fontenelle www.Decisão quanto ao uso de abordagem de amostragem estatística ou não estatística: questão de julgamento do auditor. . na avaliação do risco de fraude ou da adequação da provisão para créditos de liquidação duvidosa. Portanto. se a taxa esperada de desvio for inaceitavelmente alta. pode não ser apropriado considerar que isso seja uma distorção na avaliação dos resultados da amostragem desse procedimento de auditoria em particular. entretanto. Claudenir Brito Prof. embora isso possa ter um efeito importante em outras áreas da auditoria. Claudenir Brito e Prof. o auditor faz uma avaliação da distorção esperada na população.br 10 de 69 . o auditor faz uma avaliação da taxa esperada de desvio com base no entendimento do auditor dos controles relevantes ou no exame de pequena quantidade de itens da população. o exame completo ou o uso de amostra maior pode ser apropriado ao executar os testes de detalhes. Ao considerar as características da população da qual a amostra será extraída. Se a distorção esperada for alta. . o auditor geralmente decide por não executar os testes de controles.Auditoria p/ Receita Federal .2013 Teoria e exercícios comentados Prof.quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar.estrategiaconcursos. o tamanho da amostra não é um critério válido para distinguir entre as abordagens estatísticas e não estatísticas. Ao considerar as características de uma população. A decisão quanto ao uso de abordagem de amostragem estatística ou não estatística é uma questão de julgamento do auditor. como por exemplo. Prof. O auditor deve determinar o tamanho de amostra suficiente para reduzir o risco de amostragem a um nível mínimo aceitável. Da mesma forma.com. o auditor pode determinar que a estratificação ou a seleção com base em valores é apropriada. Por exemplo. .

é importante que o auditor selecione uma amostra representativa. ALEATÓRIA MÉTODOS DE SELEÇÃO SISTEMÁTICA AO ACASO 2. apropriados à finalidade. Rodrigo Fontenelle www. Claudenir Brito Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido. para cada item selecionado.br 11 de 69 .2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Como a finalidade da amostragem é a de fornecer base razoável para o auditor concluir quanto à população da qual a amostra é selecionada.Auditoria p/ Receita Federal . Os principais métodos para selecionar amostras correspondem ao uso de seleção aleatória. Claudenir Brito e Prof.com. Se o procedimento de auditoria Prof. Pela amostragem não estatística. Risco Amostra O tamanho da amostra pode ser determinado mediante aplicação de fórmula com base em estatística ou por meio do exercício do julgamento profissional.estrategiaconcursos. Pela amostragem estatística.3 Execução de procedimentos de auditoria O auditor deve executar os procedimentos de auditoria. seleção sistemática e seleção ao acaso. de modo a evitar tendenciosidade mediante a escolha de itens da amostra que tenham características típicas da população. os itens da amostra são selecionados de modo que cada unidade de amostragem tenha uma probabilidade conhecida de ser selecionada. Quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar. maior deve ser o tamanho da amostra. O auditor deve selecionar itens para a amostragem de forma que cada unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser selecionada. o julgamento é usado para selecionar os itens da amostra.

o auditor deve tratar esse item como um desvio do controle previsto. local.br 12 de 69 . no caso de testes de controles ou uma distorção. Se o auditor estiver satisfeito que o cheque foi cancelado de forma apropriada de modo a não constituir desvio. o auditor pode decidir identificar todos os itens da população que tenham a característica em comum e estender os procedimentos de auditoria para esses itens.Auditoria p/ Receita Federal . o auditor deve obter um alto grau de certeza de que essa distorção ou esse desvio não sejam representativos da população.estrategiaconcursos. o auditor deve executar o procedimento em um item que substitua o anteriormente selecionado. Prof. Em circunstâncias extremamente raras. Além disso. o auditor talvez observe que muitos têm uma característica em comum como. Claudenir Brito e Prof. quando o auditor considera que uma distorção ou um desvio descobertos na amostra são anomalias. Rodrigo Fontenelle www. o tipo de operação. linha de produto ou período de tempo. um item escolhido de maneira apropriada para substituí-lo é examinado. Se o auditor não puder aplicar os procedimentos de auditoria definidos ou procedimentos alternativos adequados em um item selecionado. juntamente com a evidência da fonte dos recebimentos e os itens que eles visam liquidar quando nenhuma resposta tiver sido recebida para uma solicitação positiva de confirmação. Nessas circunstâncias. Um exemplo de procedimento alternativo adequado pode ser o exame de recebimentos subsequentes.4 Natureza e causa de desvios e distorções O auditor deve investigar a natureza e a causa de quaisquer desvios ou distorções identificados e avaliar o possível efeito causado por eles na finalidade do procedimento de auditoria e em outras áreas de auditoria.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. 2. Ao analisar os desvios e as distorções identificados. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 não for aplicável ao item selecionado. por exemplo.com. esses desvios ou distorções podem ser intencionais e podem indicar a possibilidade de fraude. Claudenir Brito Prof. no caso de testes de detalhes. Um exemplo de quando é necessário executar o procedimento em item de substituição é quando um cheque cancelado é selecionado durante teste de evidência de autorização de pagamento. Um exemplo de quando o auditor não pode aplicar os procedimentos de auditoria definidos a um item selecionado é quando a documentação relacionada com esse item tiver sido perdida.

para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente de que a distorção ou o desvio não afetam o restante da população. mas de procedimentos de controle.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. teríamos uma distorção. para a população. o auditor deve projetar. se não for corrigido. ela pode ser excluída da projeção das distorções para a população. e (b) se o uso de amostragem de auditoria forneceu uma base razoável para conclusões sobre a população que foi testada. Já numa observação de um controle de acesso ao almoxarifado de determinada empresa. mas essa projeção pode não ser suficiente para determinar o valor a ser registrado.estrategiaconcursos.5 Projeção de distorções Para os testes de detalhes. Explicando melhor. Claudenir Brito e Prof.br 13 de 69 . além da projeção das distorções não anômalas. não é necessária qualquer projeção explícita dos desvios uma vez que a taxa de desvio da amostra também é a taxa de desvio projetada para a população como um todo. A não projeção nos testes de controle se refere ao fato de não estarmos falando de unidades monetárias. em que se constata que não há um sistema de identificação para a entrada dos funcionários (qualquer um entra). Claudenir Brito Prof. como seria essa projeção? 2. apenas para fins exemplificativos). ainda precisa ser considerado. quando estamos aplicando os testes de detalhes. para a população. 2. Rodrigo Fontenelle www. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 O auditor deve obter esse grau de certeza mediante a execução de procedimentos adicionais de auditoria. ao verificarmos uma distorção de 1 milhão de reais em uma amostra que corresponde a 10% de determinada conta das demonstrações contábeis. de 10 milhões de reais (projeção linear.Auditoria p/ Receita Federal . Prof.6 Avaliação do resultado da amostragem em auditoria O auditor deve avaliar: (a) os resultados da amostra. se projetarmos essa distorção. o efeito de tal distorção. Dessa forma. as distorções encontradas na amostra. Entretanto. Quando a distorção tiver sido estabelecida como uma anomalia. para obter uma visão mais ampla da escala de distorção.com. Para testes de controles.

é a melhor estimativa do auditor de distorção na população.com. Quanto mais próximo o somatório da distorção projetada e da distorção anômala estiver da distorção tolerável. a menos que sejam obtidas evidências adicionais de auditoria que comprovem a avaliação inicial. Além disso.ajustar a natureza. ou . o auditor pode: . testar um controle alternativo ou modificar os respectivos procedimentos substantivos. No caso de testes de detalhes. Por exemplo.br 14 de 69 . o auditor pode aumentar o tamanho da amostra. Para os testes de detalhes. mais provável será que a distorção real na população exceda a distorção tolerável. A consideração dos resultados de outros procedimentos de auditoria ajuda o auditor a avaliar o risco de que a distorção real na população exceda a distorção tolerável e o risco pode ser reduzido se for obtida evidência adicional de auditoria. Claudenir Brito e Prof. na ausência de evidências adicionais de auditoria de que não há distorções relevantes. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Para os testes de controles. Prof. se a distorção projetada for maior do que as expectativas de distorção do auditor usadas para determinar o tamanho da amostra. uma taxa de desvio da amostra inesperadamente alta pode levar a um aumento no risco identificado de distorção relevante. Rodrigo Fontenelle www. no caso de testes de controles. a amostra não fornece uma base razoável para conclusões sobre a população que foi testada. época e extensão desses procedimentos adicionais de auditoria para melhor alcançar a segurança exigida. o auditor pode concluir que há um risco inaceitável de amostragem de que a distorção real na população exceda a distorção tolerável. o valor de distorção inesperadamente alto em uma amostra pode levar o auditor a acreditar que uma classe de operações ou o saldo de uma conta está distorcido de modo relevante. Quando a distorção projetada mais a distorção anômala excederem uma distorção tolerável.estrategiaconcursos. Claudenir Brito Prof.Auditoria p/ Receita Federal . quando houver. Se o auditor conclui que a amostragem de auditoria não forneceu uma base razoável para conclusões sobre a população que foi testada.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. a distorção projetada mais a distorção anômala.solicitar que a administração investigue as distorções identificadas e o potencial para distorções adicionais e faça quaisquer ajustes necessários.

br 15 de 69 . que é realizada dividindo a quantidade de desvios pelo tamanho da amostra examinada. Claudenir Brito e Prof. Se o LSD for igual ou inferior à taxa aceitável de desvios. o auditor irá comparar com a taxa aceitável de desvios definida na seleção da amostra.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. o auditor calcula o limite superior (agora de erros) para os testes substantivos. a taxa de desvio será de 1%. Encontrado o LSD. que é a taxa máxima de desvios da população. Caso o LSD seja superior. o auditor irá determinar o limite superior dos desvios. LSE = Erro projetado da população + Provisão para Risco de Amostragem (PRA) Prof. Para cada controle testado o auditor irá calcular uma taxa de desvios da amostra. Para encontrar o limite superior de desvios. o auditor aplica procedimentos de auditoria sobre os elementos da amostra e determina o valor real de cada unidade. baseada na quantidade de desvios da amostra. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Limite Superior de Desvios – LSD (Testes de Controle) Desvios encontrados na amostra devem ser adequadamente avaliados. Realizado esse cálculo. o auditor deverá revisar a estratégia de auditoria ou revisar os procedimentos substantivos planejados. A diferença entre o valor encontrado pelo auditor e o valor registrado na contabilidade será utilizado para projetar o erro (distorção) total na população. Claudenir Brito Prof. Limite Superior de Desvios – LSE (Testes Substantivos) Ao utilizar amostragem para testes substantivos. devemos somar essa taxa de 1% à PRA.Auditoria p/ Receita Federal . Rodrigo Fontenelle www. LSD = Taxa de desvios da amostra + Provisão para Risco de Amostragem (PRA) Exemplificando: Se 1 desvio é encontrado em uma amostra de 100 unidades. os resultados darão suporte ao risco de controle planejado.com. Da mesma forma como visto nos testes de controle.estrategiaconcursos.

o auditor pode determinar que a estratificação ou a seleção com base em valores é apropriada. por exemplo. Da mesma forma. a população é geralmente estratificada por valor monetário.7. os saldos podem ser estratificados por idade. Isso permite que o trabalho maior de auditoria possa ser direcionado para os itens de valor maior.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Calculado o LSE. Os resultados dos procedimentos de auditoria aplicados a uma amostra de itens dentro de um estrato só podem ser projetados para os itens que compõem esse estrato. O objetivo da estratificação é o de reduzir a variabilidade dos itens de cada estrato e.1 Estratificação A eficiência da auditoria pode ser melhorada se o auditor estratificar a população dividindo-a em subpopulações distintas que tenham características similares. eles continuam sendo heterogêneos.estrategiaconcursos. uma vez que esses itens podem conter maior potencial de distorção em termos de superavaliação. Claudenir Brito Prof.Auditoria p/ Receita Federal . portanto. pode-se suspeitar que a amostra não tenha sido representativa da população e aplicar procedimentos adicionais sobre unidades de amostragem. o auditor irá compará-lo com o erro aceitável (EA).br 16 de 69 . Atenção! Se compararmos um estrato com outro. o auditor precisa considerar o risco de distorção relevante em relação a quaisquer outros estratos que componham toda a população. a população pode ser estratificada de acordo com uma característica específica que indica maior risco de distorção como.7 Estratificação e seleção com base em valor Ao considerar as características da população da qual a amostra será retirada. 2. Prof. Se for maior. Se o LSE for igual ou inferior ao EA. O que passa a ser mais homogêneo são os elementos que compõem cada estrato. definido quando da seleção da amostra. permitir que o tamanho da amostra seja reduzido sem aumentar o risco de amostragem. 2. Claudenir Brito e Prof. no teste da provisão para créditos de liquidação duvidosa na avaliação de contas a receber. Na execução dos testes de detalhes. Rodrigo Fontenelle www. Para concluir sobre toda a população. o auditor conclui que a população (saldo da conta analisada) não contém erros relevantes.com.

o saldo das contas a receber. como por exemplo. Essa abordagem é muito eficiente quando os itens são selecionados usando a seleção aleatória. O benefício dessa abordagem para definir a unidade de amostragem é que o trabalho de auditoria é direcionado para itens de valor maior porque eles têm mais chances de serem selecionados e podem resultar em amostras de tamanhos menores. 20% dos itens em uma população podem compor 90% do saldo de uma conta.estrategiaconcursos.br 17 de 69 . Claudenir Brito Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Por exemplo. Rodrigo Fontenelle www. a distorção é projetada para cada estrato separadamente. O auditor pode decidir examinar uma amostra desses itens. pressupõem que o auditor não modifica a natureza ou a época dos testes Prof. Se uma classe de operações ou o saldo de uma conta tiver sido dividido em estratos. Após ter selecionado unidades específicas da população. 2. Claudenir Brito e Prof.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. que precisam ser considerados em conjunto.2 Seleção com base em valor Ao executar os testes de detalhes. o auditor pode. As distorções projetadas para cada estrato são. pode ser eficaz identificar a unidade de amostragem como unidades monetárias individuais que compõem a população. então. examinar os itens específicos.Auditoria p/ Receita Federal . Esses fatores. 2. então. os saldos individuais que contêm essas unidades monetárias. combinadas na consideração do possível efeito das distorções no total das classes de operações ou do saldo da conta. o auditor pode determinar que a estratificação ou a seleção com base em valores é apropriada.8 Exemplos de fatores que influenciam o tamanho da amostra para os testes de controles A seguir apresentamos os principais fatores que o auditor pode levar em consideração ao determinar o tamanho da amostra para os testes de controles.com.7. como por exemplo. O auditor avalia os resultados dessa amostra e chega a uma conclusão sobre 90% do saldo de uma conta separadamente dos 10% remanescentes (nos quais outra amostra ou outros meios de reunir evidências de auditoria serão usados ou que possam ser considerados não relevantes). Ao considerar as características da população da qual a amostra será retirada.

Prof. Sendo os outros fatores iguais. TESTES DE CONTROLE Fator Taxa tolerável de desvio Taxa esperada de desvio Nível de segurança desejado Extensão da avaliação de riscos dos controles relevantes Relação Inversa Direta Direta Direta aos Quanto menor a taxa tolerável de desvio que o auditor irá aceitar. menor a avaliação do auditor quanto ao risco de distorção relevante e maior deve ser o tamanho da amostra. quanto maior for a confiança que o auditor deposita na efetividade operacional dos controles na avaliação de risco. Claudenir Brito Prof. Quanto mais alta for a taxa esperada de desvio.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. portanto. o auditor tem que executar os testes de controles.br 18 de 69 . maior deve ser o tamanho da amostra. maior o tamanho da amostra). Rodrigo Fontenelle – Aula 04 de controles nem de outra forma modifica a abordagem procedimentos substantivos em resposta aos riscos avaliados.com. Em outras palavras. aplicará menos testes substantivos. maior será a extensão dos testes de controles do auditor (e. quanto mais segurança o auditor pretende obter da efetividade dos controles. como veremos a seguir. deverá aplicar mais testes de controle pra se precaver. maior o tamanho da amostra que irá precisar testar. Rodrigo Fontenelle www. Quanto maior for o nível de segurança de que o auditor espera que os resultados da amostra sejam de fato indicativos com relação à incidência real de desvio na população. Assim. Claudenir Brito e Prof. Quando a avaliação do auditor quanto ao risco de distorção relevante inclui uma expectativa da efetividade operacional dos controles. de posse dos resultados e confirmando essa efetividade dos controles.estrategiaconcursos. se o auditor irá depositar uma confiança grande na efetividade dos controles. Por fim.Auditoria p/ Receita Federal . maior o tamanho da amostra para que o auditor esteja em posição de fazer uma estimativa razoável dessa taxa.

Esses fatores. No caso da utilização da estratificação. Claudenir Brito e Prof.9 Exemplos de fatores que influenciam o tamanho da amostra para os testes de detalhes De forma análoga ao item anterior. Quanto mais alta for a avaliação do risco de distorção relevante.com. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 2. Rodrigo Fontenelle www. menor pode ser o tamanho da amostra.br 19 de 69 . TESTES DE DETALHES Fator Distorção tolerável Risco de distorção relevante Distorção esperada Estratificação da população Uso de procedimentos alternativos Relação Inversa Direta Direta Redução Inversa Quanto menor for a distorção tolerável aceita pelo auditor. Quanto mais o auditor confia em outros procedimentos substantivos (testes de detalhes ou procedimentos analíticos substantivos) para reduzir a um nível aceitável o risco de detecção relacionado com uma população em particular. Claudenir Brito Prof. portanto.estrategiaconcursos. maior deverá ser o tamanho da amostra.Auditoria p/ Receita Federal . maior deve ser o tamanho da amostra para se fazer uma estimativa razoável do valor real de distorção na população. menos segurança precisa da amostragem e. pressupõem que o auditor não modifica a abordagem aos testes de controles nem a natureza ou a época dos procedimentos substantivos em resposta aos riscos avaliados.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Prof. maior deve ser o tamanho da amostra. que precisam ser considerados em conjunto. o conjunto de tamanhos de amostra dos estratos geralmente será menor do que o tamanho da amostra que seria necessário para alcançar certo nível de risco de amostragem se uma amostra tivesse sido retirada de toda a população. Quanto maior for o valor da distorção que o auditor espera encontrar na população. apresentamos os principais fatores que o auditor pode levar em consideração ao determinar o tamanho da amostra para testes de detalhes.

com. Embora nenhuma técnica estruturada seja usada. a seleção e a avaliação da amostra resultam em uma conclusão em valores monetários. Embora o ponto de início possa ser determinado ao acaso. Claudenir Brito e Prof. Claudenir Brito Prof. em algumas circunstâncias. toda 50ª unidade de amostragem seguinte é selecionada. o auditor. na qual o auditor seleciona a amostra sem seguir uma técnica estruturada. 50. (c) Amostragem de unidade monetária é um tipo de seleção com base em valores. em que a quantidade de unidades de amostragem na população é dividida pelo tamanho da amostra para dar um intervalo de amostragem como.br 20 de 69 . ela raramente seria uma técnica de seleção de amostra apropriada quando o auditor pretende obter inferências válidas sobre toda a população com base na amostra. desse modo.estrategiaconcursos. (b) Seleção sistemática. na qual o tamanho. ainda assim. é mais provável que a amostra seja realmente aleatória se ela for determinada pelo uso de um gerador computadorizado de números aleatórios ou de tabelas de números aleatórios. o auditor precisaria determinar que as unidades de amostragem da população não estão estruturadas de modo que o intervalo de amostragem corresponda a um padrão em particular da população. evitaria qualquer tendenciosidade ou previsibilidade consciente (por exemplo. tabelas de números aleatórios). por exemplo. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 2.Auditoria p/ Receita Federal . e após determinar um ponto de início dentro das primeiras 50. Ao usar uma seleção sistemática. (e) Seleção de bloco envolve a seleção de um ou mais blocos de itens contíguos da população. por exemplo. procuraria se assegurar de que todos os itens da população têm uma mesma chance de seleção. Os principais são os seguintes: (a) Seleção aleatória (aplicada por meio de geradores de números aleatórios como.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. mas características diferentes de outros itens de outros lugares da população. A seleção ao acaso não é apropriada quando se usar a amostragem estatística. Rodrigo Fontenelle www. Embora. evitar itens difíceis de localizar ou escolher ou evitar sempre os primeiros ou os últimos lançamentos de uma página) e.10 Métodos de seleção da amostra Existem muitos métodos para selecionar amostras. possa ser apropriado que um procedimento de auditoria examine um bloco de itens. (d) Seleção ao acaso. A seleção de bloco geralmente não pode ser usada em amostragem de auditoria porque a maioria das populações está estruturada de modo que esses itens em sequência podem ter características semelhantes entre si. Prof.

2013 Teoria e exercícios comentados Prof. mas que cobrou apenas o conhecimento literal da definição de Estratificação. cada qual contendo um grupo de unidades de amostragem com características homogêneas ou similares. deve considerar: I. II.Nos casos em que o auditor independente desejar reduzir o tamanho da amostra sem aumentar o risco de amostragem.O auditor.(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) . dividindo a população em subpopulações distintas que tenham características similares.Auditoria p/ Receita Federal . Comentários: Questão recente da ESAF. sem considerar os erros esperados. a) Somente a I é verdadeira. e) Todas são verdadeiras.(ESAF / CGU/ 2012) . que estratificação é o processo de dividir a população em subpopulações. Resposta: A 2 . que cada item que compõe a amostra é conhecido como unidade de amostragem. Lembrem-se: subpopulações (estratos) distintas. b) Seleção com base em valores. EXERCÍCIOS COMENTADOS 1 . na determinação do tamanho da amostra. b) Somente a II é verdadeira. c) Teste de detalhes. III. Claudenir Brito Prof. Claudenir Brito e Prof. conforme visto repetidas vezes na parte teórica. d) Todas são falsas. deve proceder a um(a): a) Estratificação.estrategiaconcursos. o risco de amostragem. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 A seleção ao acaso não é apropriada quando se usar a amostragem estatística. d) Seleção sistemática. c) I e III são verdadeiras. Rodrigo Fontenelle www.br 21 de 69 . e) Detalhamento populacional. ao realizar o processo de escolha da amostra. mas com unidades de amostragem similares dentro de cada estrato. Comentários: Prof.com.

pois trocou a palavra população por amostra.com.2.3.1 da norma. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Questão da prova da RFB 2009. Claudenir Brito Prof.11. cada qual contendo um grupo de unidades de amostragem com características homogêneas ou  similares. e que constam na NBC TA 530. Anomalia é a distorção ou o desvio que é comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população. o item I da questão está errado. são: Amostragem em auditoria é a aplicação de procedimentos de auditoria em menos de 100% dos itens de população relevante para fins de auditoria. Risco de amostragem é o risco de que a conclusão do auditor. norma vigente à época. que é o processo de dividir uma população em subpopulações. Distorção tolerável é um valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor monetário não seja excedido pela distorção real na população. com base em amostra. retirada em sua literalidade da NBC T 11. Risco não resultante da amostragem é o risco de que o auditor chegue a uma conclusão errônea por qualquer outra razão que não seja relacionada ao risco de amostragem.11.Auditoria p/ Receita Federal . norma vigente atualmente. Segundo o item 11.3 dessa norma.4 da supracitada norma. Resposta: B Prof. População é o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual o auditor deseja concluir.2.br 22 de 69 . o auditor deve considerar o risco de amostragem.estrategiaconcursos. segundo o item 11.” Por fim. “cada  item  que  compõe  a   população é conhecido como unidade de amostragem. pudesse ser diferente se toda a população fosse sujeita ao mesmo procedimento de auditoria. definida pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que essa taxa de desvio não seja excedida pela taxa real de desvio na população. Estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações. que estabelece que “para   auxiliar   no   planejamento   eficiente   e   eficaz da amostra. o item III da questão está incorreto. Claudenir Brito e Prof.2.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Taxa tolerável de desvio é a taxa de desvio dos procedimentos de controles internos previstos. Atualmente os principais conceitos que devemos saber acerca de amostragem.”   (grifos   nossos)   Portanto. Rodrigo Fontenelle www.11. Já o item II está de acordo com o item 11.”   (grifos nossos) Portanto. bem  como  os  erros  toleráveis  e  os  esperados.5. “ao   determinar   o   tamanho da amostra. Unidade de amostragem é cada um dos itens individuais que constituem uma população. cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes (geralmente valor monetário). pode ser apropriado usar estratificação. de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite o auditor concluir sobre toda a população.

estabelece.   a   NBC   TA   530   estabelece. As   assertivas   “c”   e   “d”   também   estão   certas. observando um intervalo constante entre as transações realizadas. segundo a norma. “ao   determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de seleção de itens   a   testar. A  alternativa  “b”  descreve  de  maneira  correta  os  procedimentos  que   devem ser adotados pelo auditor. Portanto. o tamanho da amostra e o risco da amostragem. entre outros fatores: a população objeto da amostra. Claudenir Brito e Prof. como também com os efeitos na posição patrimonial e financeira da entidade e o resultado por ela obtido no período. Rodrigo Fontenelle www. aplicar a essa amostra procedimentos de auditoria e avaliar os resultados da amostra. além da seleção aleatória.1.(ESAF / CGU / 2008) . f) o erro tolerável. a critério do auditor.   a   letra   “a”   está   incorreta.   segundo   o   que   dispõe   a   NBC-T-11.3. Claudenir Brito Prof. Resposta: A Prof.Auditoria p/ Receita Federal .3. baseada em sua experiência profissional. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 3 .11. sistemática e ao acaso. em seu item 11.br 23 de 69 . segundo o item 11. e) o risco da amostragem.estrategiaconcursos. Comentários: A NBC T 11.   pois   ao   planejar   e   determinar a amostra de auditoria. d) a amostra selecionada pelo auditor deve ter uma relação direta com o volume de transações realizadas pela entidade na área ou transação objeto de exame.” Portanto.   Atualmente. que na seleção de amostra. e g) o erro esperado. e c) a seleção casual. o auditor deve projetar e selecionar uma amostra de auditoria. devem ser consideradas: a) a seleção aleatória ou randômica. baseada em sua experiência profissional. é incorreto afirmar que: a) na seleção da amostra é vedada a seleção casual. c) a estratificação da população. b) ao usar métodos de amostragem estatística ou não-estatística.2 da mencionada norma. e) ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de seleção de itens a serem testados. o auditor pode empregar técnicas de amostragem. b) a seleção sistemática.2013 Teoria e exercícios comentados Prof.   a   letra   “e”   foi   retirada   em   sua   literalidade   da   norma   e   está   correta. c) na determinação da amostra o auditor deve levar em consideração. Por fim. d) o tamanho da amostra.com. a seleção de bloco e a amostragem de unidade monetária como métodos de seleção da amostra. o auditor deve levar em consideração os seguintes aspectos: a) os objetivos específicos da auditoria.1. quando da utilização de métodos de amostragem. norma em que se baseia a questão. a critério do auditor.Sobre  o  tema  “amostragem  estatística   em   auditoria”.11.   o   auditor   pode   empregar   técnicas   de   amostragem. b) a população da qual o auditor deseja extrair a amostra. de forma a proporcionar evidência de auditoria suficiente e apropriada.

c) que a amostra deva ter uma relação direta com o volume de transações realizadas pela entidade na área ou transação objeto do exame. Acerca da aplicação do método de amostragem em auditoria.O auditor. d) que a amostra seja selecionada conforme critérios determinados pela área auditada e o auditor. b) um número mínimo de elementos a serem testados. Prof.(ESAF / CCU / 2006) .Nos trabalhos de auditoria. A alternativa C está correta.com. A alternativa E está incorreta.(ESAF / TCU / 2006) . e) somente elementos selecionados por métodos estatísticos. tomando por base uma amostra. sendo necessário evidenciar suficientemente os fatos que comprovem os itens selecionados.estrategiaconcursos. ainda assim. pois o número de elementos a serem testados está diretamente relacionado ao volume da amostra. a) Achados de auditoria obtidos por meio de amostragem não-estatística não têm valor na composição dos pareceres. pois o auditor não é obrigado a utilizar qualquer método de amostragem. possa ser diferente da conclusão que seria alcançada se o procedimento de auditoria tivesse sido aplicado de forma censitária. Comentários: A alternativa A está incorreta. Claudenir Brito Prof.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. concluir que se possa atingir o objetivo dos trabalhos.Auditoria p/ Receita Federal . c) Por erro tolerável entende-se o erro máximo que o auditor estaria disposto a aceitar e. d) Por risco de amostragem entende-se da possibilidade de que a conclusão do auditor. Rodrigo Fontenelle www. ao determinar a amostra a ser selecionada. e) Entre os aspectos a serem considerados estão o tamanho da amostra e a população-objeto da amostra. o método da amostragem é aplicado como forma de viabilizar a realização de ações de controle em situações onde o objeto-alvo da ação se apresenta em grandes quantidades e/ou se apresenta de forma muito pulverizada. deve considerar: a) obrigatoriamente. Claudenir Brito e Prof. independente do volume da amostra. b) Por estratificação entende-se a separação da população-objeto em classes. pois os métodos não estatísticos também devem ser considerados.br 24 de 69 . assinale a opção incorreta. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 4 . A letra B também está incorreta. A letra D está incorreta. e é o gabarito da questão. Resposta: C 5 . métodos de amostragem estatísticos e não estatísticos de forma a garantir a avaliação de todos os itens da amostra. pois a área auditada não participa da determinação de critérios para a seleção da amostra.

é inegável a sua utilidade dentro de determinados contextos.estrategiaconcursos.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. quando se deseja obter informações detalhadas sobre questões particulares. Chamamos atenção para o termo erro tolerável que. pois os achados de auditoria obtidos por meio de amostragem não-estatística tem valor na composição dos pareceres. Contudo. Portanto. Resposta: A 6 . bem como a generalização dos resultados obtidos através da amostra para a população. na busca exploratória de informações ou sondagem. e é o gabarito da questão. tal como. Claudenir Brito Prof. As bancas adoram tentar confundir o candidato.com. não confundam! Estratificação: Divide uma população heterogênea em estratos homogêneos. Rodrigo Fontenelle www. cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes (geralmente valor monetário). definida pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que essa taxa de desvio não seja excedida pela taxa real de desvio na população. Claudenir Brito e Prof. d) determinar o risco de rejeição incorreta ou erro aceitável. Prof. como vimos.A amostragem estratificada consiste em: a) gerar diretamente o resultado estatístico final da amostra. O que ocorre é que a aplicação de tratamento estatístico a seus resultados se torna inviável.Auditoria p/ Receita Federal . b) Taxa tolerável de desvio (refere-se aos testes de controle): taxa de desvio dos procedimentos de controles internos previstos. As demais alternativas estão corretas. dizendo que nesse tipo de processo se divide uma população homogênea em grupos heterogêneos.(ESAF / ENAP / 2006) . na nova norma em vigor foi substituído por duas outras nomenclaturas: a) Distorção tolerável (refere-se aos procedimentos substantivos): valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor monetário não seja excedido pela distorção real na população. Nesse sentido. e) avaliar a população total por meio de amostra única. Comentários: Segundo a NBC TA 530. b) eliminar a possibilidade de erro na definição da amostra. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Comentários: A alternativa A está incorreta. durante um espaço de tempo específico.br 25 de 69 . Estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações. c) dividir a população em grupos relativamente homogêneos. suas informações poderiam ser incluídas em parecer.

o tamanho da amostra.com. mesmo com essa nova definição.   “ao   definir uma amostra de auditoria. pois não se relacionam à definição de amostragem estratificada. identifique a que não está relacionada à determinação da amostra: a) estratificação b) tamanho c) erro tolerável d) erro esperado e) sequência Comentários: Questão retirada de forma literal da NBC T-11.11. Claudenir Brito e Prof.  deve  determinar  o   tamanho de amostra suficiente para reduzir o risco de amostragem a um nível mínimo aceitável. o auditor deveria levar em consideração os seguintes aspectos: . para determinar a extensão de um teste de auditoria. .Auditoria p/ Receita Federal .(ESAF / CGU / 2006) . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 As outras alternativas estão incorretas. Entretanto.  Além  disso. .a população da qual o auditor deseja extrair a amostra.o risco da amostragem.estrategiaconcursos.O auditor.Das assertivas a seguir.   atualmente   vigente. Segundo ela. e . Rodrigo Fontenelle www. da forma como era estabelecido na norma antiga.o erro esperado. . muitas bancas ainda continuam cobrando.   segundo   a   NBC   TA   530. Resposta: C 7 . quando o assunto é a determinação da amostra pelo auditor. o auditor deve considerar a finalidade do procedimento de auditoria e as características da população da qual  será  retirada  a  amostra”. ao planejar e determinar a amostra de auditoria. Resposta: E 8 . .br 26 de 69 . Claudenir Brito Prof. Ressalta-se   que.(ESAF / ICMS-RN / 2005) .  (grifamos).os objetivos específicos da auditoria.2013 Teoria e exercícios comentados Prof.a estratificação da população.o erro tolerável. em vigor à época da aplicação desta prova. Por essa razão trouxemos esta questão. Qual dos fatores abaixo não corresponde a um fator a ser levado em consideração na determinação da amostra? a) tamanho da amostra b) risco de amostragem c) erro tolerável d) erro esperado e) uniformidade Prof. pode recorrer a técnicas de amostragem. .

e . o auditor deveria levar em consideração os seguintes aspectos: . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Comentários: Conforme questão anterior. erro intolerável. Resposta: E 10 . . risco de amostragem e fraude.  pelo  “erro  inesperado”  e  “valores”. erro tolerável. no mínimo: a) população objeto da amostra.  A  alternativa  C. . tamanho da amostra e valores.br 27 de 69 . tamanho da empresa e inadimplência. tamanho da amostra. Como vimos. ao planejar e determinar a amostra de auditoria. o auditor tem maior probabilidade em conduzir a uma opinião errônea quando incorre no risco de: a) Subavaliação da confiabilidade b) Rejeição incorreta c) Aceitação incorreta d) Superavaliação da confiabilidade e) Avaliação da população Prof. Rodrigo Fontenelle www.o risco da amostragem.o tamanho da amostra. .Auditoria p/ Receita Federal .Segundo o Conselho Federal de Contabilidade. mesmo com a revogação da NBC T 11. b) tamanho da amostra. devem ser considerados. c) risco de amostragem.o erro esperado. Claudenir Brito e Prof. d) erro inesperado. risco de amostragem.  letra  “e”. A   alternativa   A   está   incorreta. e segundo a norma vigente à época.(ESAF / TCU / 2002) .  pelo  “erro   intolerável”  e  a  letra  D.a população da qual o auditor deseja extrair a amostra.os objetivos específicos da auditoria. Comentários: Mais uma questão que cobra apenas o conhecimento dos fatores que devem ser levados em conta na definição de uma amostra e.estrategiaconcursos.(ESAF / RFB / 2003) .com.o erro tolerável. o único fator que não deveria ser levado em consideração pelo auditor na determinação  da  amostra  era  a  uniformidade. Claudenir Brito Prof. erro esperado e manipulação. erro tolerável e erro esperado. na determinação da amostra para auditoria externa. ainda é importante e tem sido cobrado pelas bancas. .Ao utilizar o método de amostragem estatística para verificar a aderência aos controles internos.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. e) estratificação da amostra. .   pela   inclusão   de   “fraude”. tamanho da amostra.   A   letra B pelo  “tamanho  da  empresa”  e  “inadimplência”. como já ressaltamos anteriormente. Resposta: E 9 .a estratificação da população.

br 28 de 69 . portanto. ou seja. Nesse sentido.(ESAF / ISS-Natal-RN / 2008) .Para conseguir o nível de confiança desejado com menores amostras. Resposta: B 12 . Essa interpretação inadequada faria com que o auditor aplicasse testes em menor profundidade do que o devido. d) independente do fator de confiabilidade.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. estimando-os mais eficientes do que seriam na realidade. e) não correlacionar o fator de confiabilidade da amostra com o seu tamanho.Auditoria p/ Receita Federal . Resposta: D 11 .estrategiaconcursos. pois a amplitude e profundidade dos testes de auditoria é inversamente proporcional à eficiência dos controles internos. Claudenir Brito Prof. Claudenir Brito e Prof. b) não existir no modelo a expectativa de risco de aceitação incorreta.1.(ESAF / ICMS-PI / 2001) . permitir que o tamanho da amostra seja reduzido sem aumentar o risco de amostragem. a eficiência da auditoria pode ser melhorada se o auditor estratificar a população dividindo-a em subpopulações distintas que tenham características similares. Comentários: Para responder a essa questão era necessário que o aluno entendesse que o caput se refere à confiabilidade da evidência de auditoria obtida pelo auditor. quanto maior for a confiança do auditor Prof.com. o maior risco de erro para o auditor seria na superavaliação dos controles internos. c) o fator de confiabilidade e a amostra devem ter correlação positiva. o tamanho da amostra não varia. O objetivo da estratificação é o de reduzir a variabilidade dos itens de cada estrato e. o fator de confiabilidade é inversamente proporcional ao tamanho da amostra. a melhor técnica estatística que o auditor pode utilizar é a: a) Amostragem por Intervalo b) Amostragem por Estratificação c) Amostragem por Julgamento d) Tabela de Números Aleatórios e) Amostragem Exploratória Comentários: De acordo com a NBC TA 530. Rodrigo Fontenelle www. maior será o tamanho da amostra.A relação existente entre o fator de confiabilidade com a amostra é: a) quanto mais baixo for o fator de confiabilidade. Qualquer dúvida nesse tipo de questão. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Comentários: Na verificação dos controles internos.3 na parte teórica da aula. retornem ao esquema do item 2.

embora tenha sido praticamente uma cópia de uma elaborada pela mesma banca em concurso realizado no ano de 2008.estrategiaconcursos. pois era a situação esperada. Rodrigo Fontenelle www. para a Prefeitura de Natal / RN. o gabarito da  questão  é  a  letra  “a”. Resposta: A 13 . Resposta: A 14 . Claudenir Brito e Prof. Prof. Comentários: Pessoal.(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) .2013 Teoria e exercícios comentados Prof. menor será a quantidade de testes a serem aplicados e menor pode ser o tamanho da amostra. b) divisão da população pela amostra estratificada. difícil e rara em auditoria. Entretanto. Se LSE > Distorção tolerável. Deve ser comparada à distorção tolerável e é a soma do provisão de risco de amostragem (PRA) com o erro projetado (EP). a resposta correta é  a  letra  “a”. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 nas evidencias obtidas. e) subtração do erro total. O nível de risco que o auditor está disposto a aceitar não afeta o tamanho da amostra exigido em razão da existência de outros controles a serem utilizados. III. É igual à provisão de risco de amostragem (PRA) + Taxa de desvios da amostra (TD).No processo de amostragem o LSE – Limite Superior de Erro para superavaliações é determinado pela: a) soma do erro projetado e da provisão para risco de amostragem.br 29 de 69 . se verdadeiro ou falso. caso a banca volte a cobrar questões acerca do tema. Para respondê-la o candidato deveria ter conhecimento da definição de Limite Superior de Erros (LSE). Limite Superior de Erros (LSE) para superavaliações é o erro da população após a projeção dos erros encontrados na amostra. Existem outros riscos não resultantes da amostragem tais como o uso de procedimentos de auditoria não apropriados.com. d) divisão do erro total pela população escolhida.Auditoria p/ Receita Federal .Avalie. questão extremamente específica. a amostra é falha. do desvio das possíveis perdas amostrais. Portanto. os itens a seguir a respeito do uso de amostragem estatística em auditoria e assinale a opção que indica a sequência correta. II. para conhecimento do candidato. O auditor seleciona itens para a amostragem de forma que cada unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser selecionada. não há o que se alterar. a amostra é falha. Já Limite Superior de Desvios (LSD) é a taxa máxima de desvios aceita pelo auditor na avaliação do processo de amostragem. Se o LSE for menor. Claudenir Brito Prof. apresentamos a seguir também a definição de Limite Superior de Desvios (LSD).(ESAF / PMRJ / 2010) . c) soma do erro estimado e da confiabilidade da amostra. I. Se LSD > Taxa tolerável de desvios. Portanto.

Segundo o item A 10 da NBC TA 530. V e) V. V.   (grifamos).A. F Comentários: Pessoal. o item IV foi retirado de forma literal do item A 21 da NBC TA   530. pois segundo a norma supra existe o Risco não resultante da amostragem. V. V b) F. O item III também está certo. uma taxa de desvio da amostra inesperadamente alta pode levar a um aumento no risco identificado de distorção relevante.estrategiaconcursos. F. Claudenir Brito e Prof.Auditoria p/ Receita Federal .com.  (grifamos) Resposta: B 15 . A mesma norma define amostragem de auditoria como sendo a “aplicação   de   procedimentos   de   auditoria   em   menos   de   100%   dos   itens   de população relevante para fins de auditoria. V c) V. a menos que sejam obtidas evidências adicionais de auditoria que comprovem a avaliação  inicial”. uma das poucas questões sobre o tema de provas da ESAF elaboradas já a partir das novas normas de auditoria. o nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido. V. Prof. Como exemplos temos o uso de procedimentos de auditoria não apropriados ou a interpretação errônea da evidência de auditoria e o não reconhecimento de uma distorção ou de um desvio. conforme vimos na questão 1. Rodrigo Fontenelle www. Quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar. F. maior deve ser o tamanho da amostra. Por fim. que é o risco de que o auditor chegue a uma conclusão errônea por qualquer outra razão que não seja relacionada ao risco de amostragem.O aumento no uso de procedimentos substantivos no processo de auditoria para confirmação dos saldos do contas a receber da empresa Financia S. V.(FCC / ISS-SP / 2012) . V. (E) não influencia no tamanho da amostra. de maneira que todas as unidades de amostragem tenham a mesma chance de serem selecionadas para proporcionar uma base razoável que possibilite o auditor   concluir   sobre   toda   a   população”.br 30 de 69 .2013 Teoria e exercícios comentados Prof.   que   estabelece   que   “Para os testes de controles. (A) exige a estratificação da amostra. a) V. Portanto. Para os testes de controle. uma taxa de desvio da amostra inesperadamente alta pode levar a um aumento no risco identificado de distorção relevante. (D) causa uma diminuição da amostra. Claudenir Brito Prof.   Portanto. o item I está incorreto. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 IV. F d) F. F.   o   item   II   está correto. (C) possibilita um aumento da amostra. F. (B) obriga que a amostra seja aleatória. V.

Comentários: Conforme vimos na questão anterior. Portanto.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Resposta: B 17 .Auditoria p/ Receita Federal . menor deve ser o tamanho da amostra.estrategiaconcursos. conforme vimos no começo do capítulo. Comentários: Segundo a NBC TA 530. cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes é denominada amostragem: (A) randômica.(FCC / TRE-SP / 2012) – A técnica de amostragem que consiste em dividir uma população em subpopulações. (C) Anomalia é a distorção ou o desvio comprovadamente representativo de distorção ou desvio em uma população. questão literal trazida pela FCC. o que faz com que a letra A esteja incorreta. fazendo com que o tamanho da amostra também diminua. (C) de seleção em bloco. Estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações. (D) O método de seleção da amostra em que o auditor não segue nenhuma técnica estruturada é denominado método de seleção aleatório. assim.com. (E) de seleção com base na experiência do auditor. Claudenir Brito e Prof. pois há uma relação inversa entre risco de amostragem a ser aceito e tamanho da amostra definida. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Comentários: O aumento de uso de procedimentos substantivos (aumento de testes) irá permitir a redução do risco de detecção e. (E) Quanto maior a confiança do auditor em procedimentos substantivos (testes de detalhes ou procedimentos analíticos substantivos).Segundo a NBC TA 530. Prof. reduzirá o risco de amostragem. Por isso a importância de se apresentar os conceitos. (B) estratificada. Claudenir Brito Prof. é correto afirmar: (A) O objetivo da estratificação da amostra é o de aumentar a variabilidade dos itens de cada estrato e permitir que o tamanho da amostra seja aumentado. que versa sobre a utilização de amostragem em auditoria. menor pode ser o tamanho da amostra. cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes. (D) aleatória.br 31 de 69 . a estratificação diminui a variabilidade dos itens de cada estrato. Rodrigo Fontenelle www. Resposta: D 16 . A alternativa B também está errada. (B) Quanto menor o risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar.(FCC / TCE-SE / 2011) .

sendo. C – alternativa correta. Dessa forma. Portanto. cada qual contendo um grupo de unidades de amostragem com características heterogêneas. temos a chamada Amostragem ao acaso. C) O tamanho da amostra a ser determinada pelo auditor deve considerar o risco de amostragem. A letra E apresenta uma relação correta entre confiabilidade do auditor nos procedimentos substantivos e tamanho da amostra. ainda assim. Por exemplo. NÃO se refere à definição de uma amostragem de auditoria: A) a possibilidade de existência de fraude. B – na estratificação. os componentes dos estratos são homogêneos. a alternativa D também está errada. Resposta: E 18 . Claudenir Brito e Prof.Em relação à utilização de amostragem na auditoria. E – Quando o erro projetado for superior ao erro tolerável é que o auditor deve tomar o procedimento descrito na alternativa. que o auditor pode aceitar (tolerar). Rodrigo Fontenelle www. anomalia é uma distorção ou desvio não representativo. o gabarito da questão. conforme vimos na definição da NBC TA 530. se esse risco for inaceitável.br 32 de 69 . bem como os erros toleráveis e os esperados. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Na letra C faltou um NÃO antes da palavra representativo. o auditor deve reconsiderar sua avaliação anterior do risco de amostragem e. concluir que o resultado da amostra atingiu o objetivo da auditoria. e não heterogêneos. D – o erro tolerável é o erro máximo. assim.(FCC/INFRAERO/Analista Contábil/2011) . B) A estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações.Auditoria p/ Receita Federal .Conforme normas técnicas de auditoria independente. Claudenir Brito Prof. 21 a 30 anos). sob pena de ocorrerem riscos decorrentes da utilização do julgamento pessoal do auditor sobre os itens a serem selecionados. D) O erro tolerável é o erro mínimo na população que o auditor está disposto a aceitar e. Prof. podemos estratificar uma população de pessoas por faixa etária (10 a 20 anos.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Quando o auditor não segue nenhuma técnica estruturada.com.estrategiaconcursos. é correto afirmar: A) A amostragem utilizada em auditoria é necessariamente probabilística. Comentários: Vamos aos erros das alternativas: A – a amostragem utilizada em auditoria pode ser probabilística ou não probabilística. e não mínimo.(FCC/TCM-CE/ACE/2010) . Resposta: C 19 . E) Quando o erro projetado for inferior ao erro tolerável. considerar a possibilidade de ampliar o procedimento de auditoria ou executar procedimentos de auditoria alternativos.

Resposta: A 20 . com relação à amostragem em auditoria.  a  resposta  correta  é  a  letra  “b”. e) o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual o auditor deseja concluir. possa ser diferente se toda a população estiver sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.(FGV / SEFAZ/RJ – Fiscal de Rendas / 2010) – O Conselho Federal de Contabilidade – CFC. c) o processo de dividir uma população em subpopulações.com. Claudenir Brito e Prof. Comentários: Nesta questão.  Já  a  “c”  refere-se ao conceito de estratificação. C) a população da qual o auditor deseja extrair a amostra. Fraude é um ato intencional. a FGV cobra a literalidade de uma definição constante nas novas normas de auditoria.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Prof. Claudenir Brito Prof. D) as condições de desvio ou distorção.(FCC / SEFAZ/SP . a NBC TA 530 define anomalia como sendo a “distorção   ou   o   desvio   que   é   comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população. por  fim. ao contrário das demais alternativas. mais uma vez. Nesse caso. A alternativa “d”  define   distorção tolerável e.br 33 de 69 .”  Portanto. que pode ou não ocorrer. Resposta: B 21 . E) a natureza da evidência da auditoria.estrategiaconcursos. com base em amostra. Comentários: A possibilidade de existência de fraude não é considerada na definição da amostra. d) um valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor monetário não seja excedido pela distorção real na população. b) a distorção ou o desvio comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população.  a  opção  “e”  apresenta  o  conceito   de população. define o termo anomalia como: a) o risco de que a conclusão do auditor. mas que não vai interferir no tamanho da amostra a ser definida pelo auditor. Rodrigo Fontenelle www. cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes.APOFP / 2010) . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 B) os fins específicos da auditoria. A   assertiva   “a”   é   a   definição   dada   pela   norma   de   risco de amostragem.Para propiciar representatividade da população contábil aplicada nos testes de auditoria. o auditor pode estipular intervalos uniformes entre os itens a serem selecionados como um método de seleção de amostras denominado: a) números aleatórios.Auditoria p/ Receita Federal .

testes de controle). Já a  amostragem  de  atributos  (letra  “b”)  tem  a   finalidade de estimar a taxa de desvios em uma população e é utilizada em testes de observância (atualmente. Dessa forma. aí sim a estratificação é indicada.(FCC / ISS-SP / 2012) . Comentários: Como vimos na parte teórica. (C) houver uma grande amplitude nos valores dos itens a serem selecionados. Comentários: Segundo o apêndice 4 da NBC TA 530. (D) for identificada uma linearidade nos valores dos itens a serem selecionados.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. a resposta  correta  é  a  letra  “c”. Se os elementos da população forem homogêneos.Auditoria p/ Receita Federal . a escolha por esse processo não está relacionado ao tamanho da amostra (letras A e E).estrategiaconcursos. Resposta: C 3. As  definições  das  assertivas  “a”. nem com a probabilidade de erros na amostra (alternativa B). Rodrigo Fontenelle www. a quantidade de unidades de amostragem na população é dividida pelo tamanho da amostra para dar um intervalo de amostragem. ao acaso. sistêmica. (E) for pequeno o número de itens que compõe a amostra. Tipos de Teste em Demonstrações Contábeis áreas específicas das As Demonstrações Contábeis obrigatoriamente sujeitas à Auditoria Independente.A estratificação da amostra pode ser útil quando: (A) superar a 100 unidades a quantidade de itens que compõe a amostra. mas sim com a homogeneidade da população. com o intuito de facilitar o processo de amostragem em situações em que existe uma grande variabilidade das unidades de amostragens (itens que compõem a população).br 34 de 69 . na seleção sistemática. Portanto. (B) existir risco de mais de 10% da amostra conter erros.  “d”  e  “e”  encontram-se na questão 14.404/76 – Lei das Sociedades por Ações – Prof. por bloco. Resposta: C 22 . não há necessidade de estratificação.com. Claudenir Brito e Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 b) c) d) e) amostragem amostragem amostragem amostragem de atributos. Claudenir Brito Prof. segundo a Lei 6. se forem heterogêneos. Estratificação é o processo de dividir a população em subpopulações ou estratos.

estrategiaconcursos. Conforme vimos em nossa aula demonstrativa. em busca de evidências de distorções relevantes que possam justificar a existência de não conformidades porventura existentes.Escrituração (registro dos fenômenos patrimoniais).Auditoria p/ Receita Federal . para atingir suas finalidades.fundamentar sua OPINIÃO.br 35 de 69 . de acordo com a NBC TA 200. dissemos que o objetivo do auditor é definir e executar procedimentos de auditoria que permitam conseguir evidência de auditoria apropriada e suficiente que lhe possibilitem obter conclusões razoáveis para fundamentar a sua opinião. a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) e as Notas Explicativas (NE) que as acompanham. ao citar a NBC TA 500 – Evidência de Auditoria –.executar PROCEDIMENTOS. . em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. para . .conseguir EVIDÊNCIAS. Para cada tipo de conta das demonstrações contábeis. a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Agora chegamos ao tema específico da nossa aula. Vimos também que. Ou seja: . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 são o Balanço Patrimonial (BP).Auditoria.com. por meio do exame dos registros contábeis e dos documentos que deram origem a esses registros. em todos os aspectos relevantes. Rodrigo Fontenelle www. a Contabilidade utiliza-se das seguintes técnicas contábeis: . para . Claudenir Brito e Prof. a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC).obter CONCLUSÕES.Demonstrações (balanços e outras demonstrações).2013 Teoria e exercícios comentados Prof. A análise das demonstrações contábeis (ADC) é uma técnica contábil que consiste na verificação da exatidão e da fidedignidade dos dados contidos nas demonstrações contábeis.”  (grifamos) Na aula passada. Claudenir Brito Prof.Análise de balanços (ou análise das demonstrações contábeis). Prof. devemos aplicar testes e procedimentos específicos. a Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados (DLPA). Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas. que possibilitem . o objetivo da Auditoria das Demonstrações Contábeis é: “aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. e .

saldo oculto (omissão de valor).saldo superavaliado (valor maior que o real).404/76.Auditoria p/ Receita Federal . recomenda-se que todas as contas apresentadas nas DC sejam testadas. Assim.saldo fictício (valor inexistente ou irreal). Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Essa não conformidades – ou distorções –. Observem o quadro resumo a seguir. Claudenir Brito Prof.com. e vice versa. ou .   alterada   pela   11. Se julgar conveniente. em vista do necessário ceticismo que deve possuir. deva ter ciência de que. segundo Ribeiro e Ribeiro (2012). . Lembrem-se de que.br 36 de 69 .saldo subavaliado (valor menor que o real). Isso porque o simples confronto entre os saldos das contas apresentadas nas DC com os saldos existentes no Livro-Razão dificilmente irá evidenciar as distorções nos respectivos saldos.saldo fictício (valor inexistente ou irreal). .saldo subavaliado (valor menor que o real). estende as verificações aos registros contábeis. Isso explica o fato de que o auditor. para depois conferir os saldos iniciais com os saldos finais da auditoria do exercício anterior. a superavaliação do saldo de uma conta (ou mais) encontra guarida na subavaliação do saldo de sua (s) contrapartida (s).saldo oculto (omissão de valor).saldo superavaliado (valor maior que o real). verifica se os saldos informados   “batem”   com os registrados nos livros contábeis (principalmente no razão). podem ser de quatro tipos: . de acordo com o Método das Partidas Dobradas (MPD). . Claudenir Brito e Prof. Rodrigo Fontenelle www. Prof.   conforme   a   Lei   nº   6. funciona da seguinte forma: o auditor confere os cálculos dos grupos de contas apresentados nas DC. Adicionalmente. normalmente. Em linhas gerais.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. As não conformidades – ou distorções – encontradas nas DC podem ser de quatro tipos: . em virtude desses riscos. ou . contendo algumas das contas que   abordaremos   “em   sala”.estrategiaconcursos. . cada lançamento (ou mais) no Ativo corresponderá a um lançamento (ou mais) no Passivo. ao analisar a documentação.941/09.

2013 Teoria e exercícios comentados Prof.Imobilizado . não escriturada no livro diário. com base na obra de Ribeiro e Ribeiro (2012). mas serve apenas para os colegas que ainda não estão craques na Contabilidade terem uma noção do posicionamento das contas no Balanço Patrimonial.br 37 de 69 . Para haver compensação. ou o caixa será subavaliado em 20 ou o passivo será superavaliado com a inclusão de um saldo fictício (conta inexistente) Subavaliação em conta de receita: receita de 500 recebida em $ (valor passa   a   compor   “caixa”).Estoques Ativo Não Circulante (ANC) . Para compensar desfalque de 50 no caixa. Claudenir Brito e Prof. no valor de 80.   que   será   menor   que   o   real. Nota fiscal de venda de mercadorias a prazo.Investimentos . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO Ativo Circulante (AC) .Ativo Realizável a Longo Prazo (ARLP) . Acarretará subavaliação na conta de receita.Auditoria p/ Receita Federal .   mas   escriturada como 400.com.Disponibilidades .Caixa e bancos . e em contrapartida. Rodrigo Fontenelle PASSIVO Passivo Circulante (PC) Passivo Não Circulante (PNC) Patrimônio Líquido (PL) Saldo subavaliado O saldo constante de uma conta da DC é inferior ao saldo da mesma conta no livro-razão Saldo fictício O saldo constante de uma conta da DC não existe no livro-razão O saldo de uma conta constante do livrorazão não foi informado ou sequer contabilizado Saldo oculto Prof. subavaliação no saldo da conta   “caixa”. Essa omissão provocou uma subavaliação no saldo da conta “duplicatas   a   receber”   e   a   consequente   subavaliação   da   conta   de   “receitas com vendas”.estrategiaconcursos. apresentando alguns exemplos das muitas situações que podem ocorrer: Situação Saldo superavaliado Definição O saldo constante de uma conta da DC é superior ao saldo da mesma conta no livro-razão Exemplo Superavaliação em conta de despesa: despesa de 100 paga em $ (valor deixa de   compor   “caixa”).Intangível Esse quadro não está completo. o contador intencionalmente lança o  respectivo  valor  na  conta  “duplicatas  a   receber”.Clientes (contas a receber) . Elaboramos outro quadro. Claudenir Brito www.   mas   escriturada   como 120. Prof.

Claudenir Brito Prof. . os ativos são classificados em ordem decrescente de grau de liquidez. em resposta a uma circularização. na opinião de vocês. De acordo com Almeida (2010). Rodrigo Fontenelle www.recebimentos não depositados. principalmente em empresas nas quais o fluxo de dinheiro diário é mais expressivo. Os testes de auditoria são dirigidos para superavaliação. Para os recursos em contas correntes bancárias. por dois componentes: o numerário em caixa (também denominado encaixe) e o depósito em bancos. Sempre que possível.1.  por  ser  um  ativo  de  pronta  liquidez .dinheiro em caixa. mas uma carta do banco. O  autor  afirma  que  “caixa  e  bancos”. o auditor realiza procedimentos próprios. Para cada componente.estrategiaconcursos. em geral. Prof. Assim. pois é o ativo de maior liquidez. para um ativo ser classificado nesse grupo.br 38 de 69 . tais como: . Entre os objetivos específicos. mesmo que haja bom sistema de controle interno.Auditoria p/ Receita Federal . São registrados no grupo de caixa e bancos os recursos disponíveis para aplicação nas transações da empresa. esse procedimento não poderá ser executado. caixa e bancos são classificados na primeira linha do lado do ativo do BP.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. o auditor executa maior volume de testes do que o normal. a descoberta de restrições e a apresentação exata nas DC. no Balanço Patrimonial. Nessa área. E qual seria. Caixa e Bancos Como sabemos. Os cheques emitidos e ainda não entregues aos beneficiários não devem ser considerados como redução de caixa e bancos. da propriedade da exatidão dos valores. Claudenir Brito e Prof. . estão a verificação da existência.dinheiros em contas correntes bancárias. O valor de caixa e bancos é composto. a auditoria das DC deve ser iniciada pela contagem física do dinheiro existente em caixa. a melhor forma de se ter certeza da existência de recursos em caixa? Exatamente: contá-los fisicamente. normalmente é a forma utilizada para essa conferência. já que o risco é maior. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 3. é importante que não haja restrições quanto ao seu uso imediato. é o mais sujeito a uma utilização indevida.com. e o principal objetivo é verificar a existência do ativo.

pois apresentam alto grau de liquidez. 3.1 Contagem de caixa (encaixe) É normalmente utilizada para as empresas que costumam manter uma quantia considerável em caixa na data do Balanço Patrimonial. o que descaracterizaria as verificações. Prof. na visão de Ribeiro e Ribeiro (2012). já que o auditado vai acabar esperando pela primeira). Rodrigo Fontenelle – Aula 04 As   contas   “caixa   e   bancos”   são   as   mais   testadas   nos   trabalhos   de   auditoria. para evitar que o saldo esteja muito baixo. se possível.br 39 de 69 . Os testes de auditoria são dirigidos para superavaliação. . oferecendo mais riscos que as demais. recibos e cheques. Rodrigo Fontenelle www.a contagem física deve abranger não só o dinheiro. algumas recomendações devem ser seguidas: . como por exemplo. Claudenir Brito e Prof. .o fator surpresa inibe o mascaramento do movimento por parte dos responsáveis (isso pode ser conseguido por meio de uma segunda contagem.estrategiaconcursos.que a contagem física seja realizada em horário bem próximo ao final do expediente.Auditoria p/ Receita Federal . Claudenir Brito Prof. . . Isso é bastante comum naquelas que vendem à vista grandes quantidades de produtos de pequeno valor. não será possível certificar-se da validade dos mesmos).1.com. na presença da equipe de auditores (os auditores não devem se apoderar dos valores). .é importante verificar a existência de cheques depositados e devolvidos por falta de fundos ou por outro motivo (se os cheques não forem depositados enquanto o auditor controla o numerário. é importante se destacar membros da equipe de auditoria para que a contagem seja realizada simultaneamente (para evitar que o mesmo numerário seja contado nos dois caixas. por substituição de fundos). e o principal objetivo é verificar a existência do ativo. pelo próprio tesoureiro.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. mas também outros documentos integrados ao saldo. Para se realizar a contagem.a contagem do dinheiro deve ser feita.quando a empresa trabalhar com mais de um caixa.

com. . representam direitos adquiridos por vendas a prazo de bens ou serviços relacionados ao objetivo social da empresa. e isso facilitaria o trabalho do banco). na verificação dos saldos bancários: .estrategiaconcursos.notas fiscais a receber.impostos a recuperar. 3. e empréstimos a empregados. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 .adiantamentos (férias. Além desses. 13º salário). O principal objetivo do auditor na auditoria dos valores a receber é cobrir a existência. . obter confirmação pessoalmente. A checagem é feita. a avaliação e a classificação das contas. reiterar em quinze dias.1.duplicatas a receber. administradores. por meio de circularização aos bancos e de conferência dos extratos bancários.Auditoria p/ Receita Federal . mas com documentos que comprovam a existência do dinheiro.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito e Prof. Almeida (2010) relaciona as principais atividades a serem desenvolvidas pelo auditor. Na venda de bens.2 Clientes As contas de clientes. . o auditor não mais está tratando de dinheiro em mãos. lavrar um termo de conferência.após a conclusão da contagem.conta retificadora (provisão para devedores duvidosos – PDD). após a resposta.solicitar o preenchimento da carta de circularização (lembre-se de que quem preenche a carta é a administração da empresa. 3. algumas transações são classificadas como contas a receber: . a principal exigência é a transferência para o comprador dos riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade dos bens.br 40 de 69 . Claudenir Brito Prof. pois não há vínculo direto entre a equipe de auditoria e o banco a ser circularizado). Se ainda assim não obtiver êxito.2 Saldos bancários Aqui.para as cartas não respondidas. . . normalmente. Rodrigo Fontenelle www. ou contas a receber. acionistas e empresas controladas e coligadas. . Os procedimentos finais de auditoria concentram-se nas conciliações bancárias.incluir na carta um envelope selado endereçado à própria firma de auditoria (a resposta será enviada diretamente aos auditores. Prof.

exame de evidências internas da firma.verificação do recebimento subsequente.br 41 de 69 . o auditor entende que a pessoa concorda com os valores colocados no pedido de confirmação.1 Evidências Externas .branco: quando não se colocam os valores nos pedidos de confirmação.estrategiaconcursos. exigem procedimentos diferentes daqueles aplicados na auditoria de caixa e bancos.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito Prof. pois o auditor não tem meios imediatos de determinar se a ausência de resposta ocorreu por anuência ou negligência do devedor. com atenção para as datas.inspeção de pedido de venda e nota fiscal.preto: quando utilizados saldos ou valores a serem confirmados na data-base indicada. Para as cartas de confirmação não respondidas. .Auditoria p/ Receita Federal . Prof.procedimentos analíticos referentes a saldos de contas a receber e Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa. por meio de evidências indiretas. . e é particularmente utilizado na verificação da conta clientes. avisos bancários comprovantes de depósitos. os procedimentos de auditoria usados no exame de contas a receber podem ser classificados da seguinte maneira: . mas qualitativos. O pedido de confirmação negativo é utilizado quando a resposta for necessária em caso de discordância da pessoa de quem se quer obter a confirmação. Rodrigo Fontenelle www. Claudenir Brito e Prof. ou seja. Pode ser usado de duas formas: . 3.Confirmação A confirmação externa é um dos mais importantes procedimentos de auditoria. podem ocorrer dois tipos de pedidos de confirmação: positivo e negativo. tendo o auditor que aplicar critérios de julgamento não só quantitativos. .com. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Por serem de natureza intangível. Almeida (2010) apresenta alguns procedimentos alternativos: .coleta e exame de evidências externas.exame de comprovante de embarque. por meio da inspeção de recibos. . De acordo com Crepaldi (2012). Considera-se de melhor qualidade a evidência obtida por meio dos pedidos de confirmação positivos. Como vimos na aula passada. na falta de confirmação. .2. LEMBRETE: O primeiro é utilizado quando há necessidade de resposta da pessoa de quem se quer obter uma confirmação formal.

Eles são importantes na apuração do lucro líquido de cada exercício social e na determinação do valor do capital circulante líquido do Balanço Patrimonial.estrategiaconcursos. Devem ser testadas a exatidão dos registros contábeis e os documentos comprobatórios. expressos pela provisão. embora outros dados também possam ser utilizados com a mesma finalidade: . Claudenir Brito Prof.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Esse procedimento relaciona-se diretamente com a avaliação que o auditor faz da adequação da PDD. o que se traduz de grande para a fidedignidade das contas a receber.2 Evidências Internas – teste de avaliação das contas a receber Os procedimentos utilizados para essa parte da auditoria são os testes de registros contábeis e o exame da documentação hábil.verificação do recebimento subsequente. .antecedentes de porcentagens dos saldos a receber. . por meio da inspeção de recibos. 3.com. Prof.3 Procedimentos Analíticos Consiste em analisar. e fornece dados sobre o vencimento das contas a receber.br 42 de 69 . comparando-os aos registros.exame de comprovante de embarque. a fim de facilitar a identificação de problemas. os estoques são bens destinados à venda ou à fabricação. relacionados com os objetivos e atividades da empresa.alterações na política de concessão de crédito.inspeção de pedido de venda e nota fiscal.3 Estoques Segundo Almeida (2010). Rodrigo Fontenelle www.tendências da incidência de dívidas duvidosas. os saldos das contas a receber. Esses procedimentos de auditoria são comumente denominados testes de transações.Auditoria p/ Receita Federal . pelos vencimentos. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Para as cartas de confirmação não respondidas. Para tanto. e . avisos bancários comprovantes de depósitos. Claudenir Brito e Prof. 3.2.2.condições econômicas vigentes no momento. o auditor deve solicitar da empresa um mapa demonstrativo de contas a receber por idade de recebimento. 3. .cálculos de movimentação de contas a receber. Almeida (2010) apresenta alguns procedimentos alternativos: . . com atenção para as datas. .

determinação se há ônus sobre o estoque.produtos acabados (bens produzidos e destinados à venda). As principais classes de estoques são: . por sua vez. Claudenir Brito Prof. o que estiver registrado até aquele momento será incluído. os principais objetivos da auditoria de estoques (feita por amostragem) são: . .determinação de quantidade de estoque em mão do cliente.averiguação e certeza de que o cliente atribui preço adequado a seu estoque.verificação de que o cliente é realmente o proprietário do estoque. . etc.verificar se as quantidades de bens declaradas realmente existem.produtos em processo (bens que estão em processo de produção). apresenta os seguintes objetivos: .determinação da possibilidade de venda do estoque existente. o que vier a ser registrado depois será excluído. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 A importância dada a este item.mercadorias (bens comprados e destinados à venda). Crepaldi (2012).verificar se as informações referentes aos estoques foram adequadamente divulgadas nas DC. Ainda conforme a obra citada. . .2013 Teoria e exercícios comentados Prof.determinação da forma correta de apresentação do estoque nas DC. . Claudenir Brito e Prof.determinação de que há bom controle sobre os estoques. Prof.matérias-primas (bens comprados e destinados à produção). . bem como os documentos a ele relacionados. . Rodrigo Fontenelle www. atentando para indícios.com. Assim. A verificação da existência física ocorre por meio da observação e da contagem física.estrategiaconcursos. deve-se ao fato de que os resultados da empresa podem ser facilmente manipulados pela superavaliação ou subavaliação dos estoques. .Auditoria p/ Receita Federal . de acordo com Franco e Marra (2011) consiste em determinar o momento em que os registros contábeis auxiliares. Os principais procedimentos de auditoria nos estoques são a inspeção física (verificação da existência física) e os testes de avaliação (sistema de alocação de custos aos estoques).br 43 de 69 . confrontando os resultados com os registros contábeis. .verificar se os bens foram custeados e avaliados de acordo com os princípios de contabilidade. na auditoria das DC. refletem o levantamento do inventário. . O corte das operações (cut-off). . tais como mercadoria danificada. itens obsoletos.

2013 Teoria e exercícios comentados Prof. o auditor deve tomar cuidados especiais.com.investimentos avaliados pelo método de equivalência patrimonial: investimentos em sociedades coligadas e em sociedades controladas.4 Investimentos Como parte da política de algumas empresas.estrategiaconcursos. 2010): . .instrumentos financeiros de capital: participação no capital social de outras empresas. . verifica-se a última anotação constante.natureza do título. Na auditoria de investimentos. Rodrigo Fontenelle www. o que nos interessa no momento – o mais importante é o investimento no capital de outras empresas.Auditoria p/ Receita Federal . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 É escolhida uma data limite. Prof. especificamente às relativas à legislação de aquisição e métodos de avaliação. a qual indicará os materiais que. até ali. além daqueles comuns a outras contas do BP. farão parte do inventário. e estando os registros rigorosamente em dia. As informações mais importantes dizem respeito: . Os testes de avaliação dos estoques dizem respeito à revisão do sistema de alocação de custos aos estoques – PEPS.data e valor da aplicação. estas aplicam recursos em títulos e outros direitos. 3. tendo em vista que o que acontece com a investida acaba por refletir na situação da investidora. . Claudenir Brito Prof. Claudenir Brito e Prof. UEPS – e à verificação de que o somatório das relações finais de inventário concorda com os saldos das respectivas contas do razão geral da contabilidade. em virtude das características das operações que envolvem as operações de investimentos.br 44 de 69 .instrumentos financeiros de dívidas: aplicações em títulos públicos e privados. Para concursos – ou seja. Essas aplicações normalmente se dividem em três grupos (Almeida. Os principais procedimentos de auditoria nos estoques são a inspeção física (verificação da existência física) e os testes de avaliação (sistema de alocação de custos aos estoques). de acordo com a materialidade do investimento.

como a conferência de cálculos. 3 . Se esse procedimento for impraticável. . Ou seja. o Imobilizado materiais. uma alternativa pode ser a confirmação com o encarregado externo da custódia dos bens.Avaliações dos investimentos em coligadas e controladas (investimento relevante): deve ser feito por meio do Método de Equivalência Patrimonial – MEP –. tangíveis. contratos ou certificados estejam de posse da empresa. é composto exclusivamente por bens Na auditoria do imobilizado. para assegurar-se da adequação dos valores mencionados no BP. por determinação legal. inclusive os decorrentes de operações que transfiram à Cia. ou exercidos com essa finalidade.Verificação da contabilização do investimento: quando de sua aquisição. os benefícios.valor de mercado. e das variações ocorridas. . considera-se boa prática examiná-los e confrontá-los com a contagem realizada pelo cliente. etc.Verificação física (exame documental) dos títulos de investimento: verificação física. Prof. riscos e controle desses bens. compreendem exame ou confirmação.com. em caso negativo. a checagem de saldos do BP com saldos constantes dos livros contábeis e da documentação comprobatória.Auditoria p/ Receita Federal . considera Ativo Imobilizado como sendo os direitos que tenham por objeto os bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da Companhia ou da empresa. De acordo com Crepaldi (2012).estrategiaconcursos. ponderando sobre a reputação e os antecedentes financeiros de quem faz a confirmação. Claudenir Brito e Prof. .br 45 de 69 .404/76. Rodrigo Fontenelle www. de acordo com a obra de Franco e Marra (2011): 1 .2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito Prof. ou circularização. os procedimentos usados pelo auditor para atingir o objetivo referente à existência e à propriedade dos investimentos. normalmente. IV. da Lei nº 6.data do resgate. Os principais procedimentos utilizados são.5 Imobilizado O Art.valor dos dividendos provisionados. 3. 2 .data e taxa dos juros e outros rendimentos que eles possam gerar. 179. alguns procedimentos são comuns à auditoria de outras áreas do BP. caso os títulos. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 . Quando há títulos envolvidos.

Com base nesses objetivos. . De acordo com Crepaldi (2012). a auditoria do imobilizado tem os seguintes objetivos: . 3. em bases uniformes.estrategiaconcursos. . as despesas não contêm itens capitalizáveis.com. como a conferência de cálculos.existência.determinar se pertence à empresa. Prof. . .determinar a existência de imobilizado penhorado. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Uma característica importante. Claudenir Brito Prof. . Claudenir Brito e Prof. as obrigações trabalhistas.critérios e extensão das depreciações e amortizações. tendo em vista a sujeição ao desgaste pelo uso. . o grupo Contas a Pagar engloba um conjunto de obrigações.estudar e avaliar o controle interno existente para esses bens. por outro lado.determinar se o imobilizado não contém despesas capitalizadas e. financiamentos. .determinar se está corretamente classificado nas DC e se as divulgações cabíveis foram expostas por notas explicativas. a checagem de saldos do BP com saldos constantes dos livros contábeis e da documentação comprobatória. . ou seja. empréstimos.Auditoria p/ Receita Federal .avaliação dos bens. como as obrigações com fornecedores. Na auditoria do imobilizado. etc..determinar se foram utilizados os princípios de contabilidade.br 46 de 69 . propriedade e posse. podem ser classificadas tanto no Passivo Circulante (PC) como no Passivo Não Circulante (PNC). alguns procedimentos são comuns à auditoria de outras áreas do BP. podemos concluir pelas ações mais comuns: .eventual ônus sobre os bens.determinar sua existência física e a permanência em uso.determinar se os bens do imobilizado foram adequadamente depreciados monetariamente. Rodrigo Fontenelle www. . é avaliação dos planos e cálculos de depreciação. . de curto ou de longo prazo.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. ação da natureza e obsolescência.6 Fornecedores Da mesma forma que nas Contas a Receber. dado em garantia ou com restrição de uso. em bases aceitáveis. inclusive correção.

estrategiaconcursos. Rodrigo Fontenelle 47 de 69 Inspeção de documentos Cálculo (recálculo) Prof.Contagem dos títulos a pagar . no qual o autor ilustra alguns dos principais procedimentos que poderão ser utilizados nos trabalhos de auditoria do Passivo: Procedimento Exame físico (inspeção) Circularização (confirmação) Aplicação .Auditoria p/ Receita Federal . Em relação à circularização. . Segue um quadro adaptado de enumeração constante da obra de Attie (2010). sendo de grande importância na detecção de omissão de passivos.Contagem das contas a pagar .   nesse   caso.Exame documental dos contratos de empréstimos . .com. e deve ser reconhecida quando a empresa recebe a prestação do serviço ou quando o ativo passa para sua propriedade. a experiência demonstra ser a circularização mais eficiente. Claudenir Brito e Prof.Dos empréstimos a pagar . devida às aquisições de bens ou serviços.Exame documental das faturas / notas fiscais . Os procedimentos de auditoria são semelhantes aos utilizados nas contas a receber. não constam valores.exame das atas e assembleias -Exame documental das guias de recolhimento de impostos . da mesma forma que na auditoria do ”contas   a   receber”.br . pois é o fornecedor quem  informa  o  valor  da  dívida  da  auditada”.Das contas a pagar . Claudenir Brito www.2013 Teoria e exercícios comentados Prof.Inspeção física.Circularização. 13º salário Prof.   A   conta   fornecedores   (componente   do   “contas   a   pagar”)   representa uma obrigação da empresa auditada. e podem ser identificados da seguinte forma: .  é   o   procedimento mais importante. uma dívida com fornecedores.Da composição dos fornecedores .Recálculo.Das provisões de férias.Dos juros a pagar .   no   caso   de  “fornecedores”.Dos impostos a pagar .Investigação. . pois o credor tem maior interesse em demonstrar seu crédito ou apontar irregularidades. com a seguinte observação encontrada na obra de Ribeiro e Ribeiro   (2012):   “Em   relação   à   circularização. o maior volume de testes recai sobre as obrigações com fornecedores.   nas   cartas   enviadas aos fornecedores. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Em geral.Dos fornecedores . Nesse caso.

com o objetivo principal de constatar qual a cobertura existente para os ativos da empresa. .Observação de ativos dados em garantia Observação Fonte: Attie (Atlas. se demonstrar regularidade.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito Prof. que deve levar em consideração: . além do exame atento das apólices vigentes.estrategiaconcursos. a fim de verificar possíveis lançamentos extraordinários. é um bom elemento de convicção.Auditoria p/ Receita Federal . os procedimentos são orientados sobre a razoabilidade do saldo final a pagar. para verificação deste item.7 Advogados De acordo com a orientação IBRACON (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil).Observação aos princípios de contabilidade . se é suficiente e adequada. p. 455 e 456) 3. A extensão da seleção dos advogados a serem circularizados depende do julgamento profissional do auditor. referente à NBC T 11. se deve pesquisar o movimento durante o exercício.Classificação adequada das contas . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 .a estrutura de controles internos da empresa. Rodrigo Fontenelle www. Prof.8 Seguros De acordo com Franco e Marra (2011).Dos royalties a pagar .com. O confronto das folhas de pagamento. Claudenir Brito e Prof. 2010. As respostas servem de evidência para que o auditor avalie se a administração adotou os procedimentos adequados para a contabilização e/ou divulgação dos passivos não registrados e/ou das contingências (ativas ou passivas). referentes a situações relacionadas a litígios. a circularização dos advogados é uma forma de o auditor obter confirmação independente das informações fornecidas pela administração. 3. e se existem outros tipos de seguros para contingências.9 Folha de pagamentos (salários a pagar) De acordo com Franco e Marra (2011). Ao final o auditor deve avaliar todas as circunstâncias e as evidências obtidas durante a aplicação de seus procedimentos de auditoria para passivos não registrados e contingências para formar o seu julgamento quanto à adequação às práticas contábeis adotadas na elaboração e na apresentação das DC. 3.15 – Contingências –. Para tanto.br 48 de 69 . pedidos de indenização ou questões tributárias. é recomendável a circularização.a natureza e a relevância dos assuntos envolvidos.

Dessa forma.confrontação dos valores com a folha de pagamentos. . Prof.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. a conta horas extras a pagar (conta do passivo. já que horas extras (despesa que reduziria o resultado) não foram contabilizadas. deve o auditor: a) estabelecer novos critérios para realização das estimativas pela empresa. A folha de pagamentos apresentava remuneração de R$ 20. devedora). Rodrigo Fontenelle www. Dessa forma. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Almeida (2010) sugere as seguintes ações: . a conta Despesas com horas extras (conta de resultado.(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) .estrategiaconcursos. o resultado do período está superavaliado. de 100% de acréscimo.000. Portanto. . pode-se afirmar que: a) o passivo está superavaliado e o resultado está subavaliado.verificação de que não existam itens antigos ou anormais na análise. e) o passivo está superavaliado e o resultado está superavaliado.conferência do valor da análise com a respectiva conta do razão da contabilidade. dada a pouca quantidade de questões recentes da ESAF que temos sobre o assunto. para contabilização de uma nova verba de horas extras a pagar. A folha de salários é integrada à contabilidade mensalmente.br 49 de 69 . percebeu que nos últimos três anos.com. os valores provisionados ficaram distantes dos valores reais. é interessante resolvê-la. não foi feita a parametrização no sistema. Comentários: A questão foi anulada por não ter uma resposta correta. ao avaliar as provisões para processos trabalhistas elaboradas pela Empresa Projeções S. Resposta: Anulada 24 ..A empresa de prestação de serviços NBA Informática S. Dessa forma. b) o ativo está subavaliado e o passivo está superavaliado.Auditoria p/ Receita Federal . Claudenir Brito e Prof. d) os saldos estão adequados sem subavaliação ou superavaliação.(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) .A. credora) está subavaliada. EXERCÍCIOS COMENTADOS 23 . .análise de composição do saldo da conta.00 nessa verba. também está subavaliada. No mês de julho de 2009. Analogamente.A. tem seus processos integrados sistemicamente. De qualquer forma. Claudenir Brito Prof. no período. c) o passivo está subavaliado e o resultado está subavaliado.O auditor. Foi informado na questão que não foi realizado um lançamento das horas extras referente ao período.

Prof. d) exigir que seja feita uma média ponderada das perdas dos últimos três anos.13. debitando a conta imposto sobre reserva de realização (conta redutora do PL) e creditando imposto de renda diferido (passivo não circulante).br 50 de 69 .A empresa Parcial S.6   dessa   norma.1. por inadequação dos procedimentos. ela está superavaliada e a resposta correta da questão é a letra “c”. e) a conta de resultado do exercício está subavaliada. Claudenir Brito e Prof. que trata das estimativas contábeis e era a norma vigente à época.com. d) a conta de lucros acumulados está superavaliada.Auditoria p/ Receita Federal . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 b) determinar que a administração apresente novos procedimentos de cálculos que garantam os valores registrados.(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) . O restante das alternativas não corresponde a procedimentos que devam ser adotados pelo auditor quando da identificação do fato enunciado no caput da questão. Nessa questão.  Portanto. Claudenir Brito Prof.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. 11. b) a conta de investimento reavaliação está adequada. conforme permissibilidade estabelecida pela Lei n. a norma vigente que trata de Estimativas Contábeis é a NBC TA 540. Atualmente. e) avaliar se houve o ajuste dos procedimentos.A. realizou o estorno da Reserva de Reavaliação.13. dimensionando os reflexos nas demonstrações contábeis. Segundo   o   item   11. a banca afirma que o contador não realizou um estorno de imposto pertinente à reavaliação. a empresa também registrava uma provisão para imposto de renda sobre a realização da reserva. c) ressalvar o parecer.  a  letra  “e”  é  a  assertiva  correta.”   (grifos  nossos).estrategiaconcursos. Comentários: Ao reavaliar um bem. c) a conta de imposto de renda diferido está superavaliada. o auditor deve verificar se houve o competente ajuste nos procedimentos. o contador não realizou o estorno dos impostos pertinentes à reavaliação. de forma a permitir estimativas mais apropriadas no período em exame. quando era possível pela legislação.   “quando a comparação entre as estimativas feitas em períodos anteriores e os valores reais destas evidenciar variações significativas. para permitir estimativas mais apropriadas no período. Dessa forma. Dessa forma pode-se afirmar que: a) a conta de reserva de reavaliação está superavaliada. Comentários: Questão retirada em sua literalidade da NBC T 11. o que faz com que a conta Imposto de Renda Diferido apresente um valor maior do que o real. Resposta: E 25 .638/2007. Rodrigo Fontenelle www. para estabelecer o valor da provisão. No entanto.

Auditoria p/ Receita Federal .638/2007. c) as reversões dos ajustes a valor presente dos ativos e passivos monetários qualificáveis devem ser apropriadas como receitas ou despesas financeiras. que trata de ajuste a valor presente.br 51 de 69 .;”   (CPC   12. serão objeto de avaliação quanto à razoabilidade e pertinência pelos auditores independentes. do Pronunciamento Técnico CPC 12. taxas de juros decompostas por prêmios incorporados e por fatores de risco (risk-free. d) as premissas e fundamentos que justificarem as estimativas contábeis relativas ao cálculo dos ajustes a valor presente. Comentários: Esta questão é bem específica da prova da CVM e não está relacionada diretamente ao conteúdo de auditoria. risco de crédito. devem ser prestadas informações mínimas que permitam que os usuários das demonstrações contábeis obtenham entendimento inequívoco das mensurações a valor presente levadas a efeito para ativos e passivos.   em   sua   literalidade.   sendo os seus efeitos apropriados nas contas a que se vinculam. Entretanto.   a   partir   da   origem   de   cada   transação. devem ser observadas. Claudenir Brito e Prof. mas sim contabilidade. Item 22) Prof. as taxas de retorno para investimentos de curto prazo. horizonte temporal estimado ou esperado. etc. inclusive as taxas de desconto. Rodrigo Fontenelle www. Claudenir Brito Prof. e) A quantificação do ajuste a valor presente deverá ser realizada em base   exponencial   “pro   rata   die”.”   (CPC   12. a partir da origem de cada transação. As   alternativas   “a”.). expectativas em termos de montante   e   temporalidade   dos   fluxos   (probabilidades   associadas). recentemente (vide ISS-SP) as bancas têm explorado um pouco mais o conhecimento dos CPCs e por isso achamos interessante trazer essa questão.estrategiaconcursos. b) ao submeter ativos e passivos de curto prazo ao ajuste.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. 11.. compreendendo: (.com.. as empresas devem obedecer aos seguintes procedimentos. montantes dos fluxos de caixa estimados ou séries de montantes dos fluxos de caixa estimados.   “d”   e   “e”   foram   retiradas. além das regras gerais.Segundo determinação da Comissão de Valores Mobiliários – CVM.   “c”. sendo   os   seus   efeitos   apropriados   nas   contas   a   que   se   vinculam. conforme verificamos a seguir: “Em se tratando de evidenciação em nota explicativa. no ajuste a valor presente do ativo e do passivo de longo prazo de que trata a Lei n.) (b) premissas utilizadas pela administração. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 Resposta: C 26 . exceto: a) as notas explicativas deverão detalhar as premissas e fundamentos que justificaram as taxas de desconto adotadas pela Administração. Item 33) “A   quantificação   do   ajuste   a   valor   presente   deve   ser   realizada   em   base exponencial "pro rata die".(ESAF / CVM / 2010) .

quando a empresa utiliza. b) de despesa de depreciação.  Item  23) Por  fim.  segundo  a  norma  supra  “os elementos integrantes do ativo e do passivo decorrentes de operações de longo prazo. identificou que a taxa utilizada para descontar o fluxo de caixa estava maior que a recomendada para aquela atividade. está subavaliada.  a  alternativa  “b”  está  incorreta. levando à subavaliação da conta do ativo imobilizado. a fim de que sejam: I – registradas as perdas de valor do capital aplicado quando houver decisão de interromper os empreendimentos ou atividades a que se destinavam ou quando comprovado que não poderão produzir resultados suficientes para recuperação desse valor. Claudenir Brito Prof. devem ser ajustados a valor presente com base em taxas de desconto que reflitam as melhores avaliações do mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e os riscos   específicos   do   ativo   e   do   passivo   em   suas   datas   originais. o valor de uso do imobilizado será menor do que deveria realmente ser. pode-se afirmar que a conta: a) de ajuste especial no Patrimônio Líquido. no fluxo de caixa descontado. exaustão e amortização. e provocando uma superavaliação da conta de ajuste no Resultado do Exercício. c) do ajuste especial no Resultado do Exercício. periodicamente..)”  (CPC  12. Claudenir Brito e Prof. Dessa forma. o valor contábil de um ativo permanente não pode estar registrado no balanço patrimonial por montante superior ao seu valor recuperável. Rodrigo Fontenelle www. A mesma lei estabelece que serão classificadas como ajustes de avaliação patrimonial. Portanto.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. e) do ativo imobilizado está subavaliada.. está subavaliada. alterado pela Lei nº 11.404/76. Comentários: Segundo a nova redação do § 3º do art.638/07. ao realizar testes no cálculo do valor recuperável de um ativo imobilizado. análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado e no intangível. Dessa forma.br 52 de 69 .com. a companhia deverá efetuar.(ESAF / SUSEP / 2010) . 183 da Lei nº 6.Auditoria p/ Receita Federal . do imobilizado.”   (grifos   nossos)  Portanto. a alternativa  “c”  está  incorreta  e  a  letra  “e”   é a assertiva correta. ou II – revisados e ajustados os critérios utilizados para determinação da vida útil econômica estimada e para cálculo da depreciação.O auditor externo. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 “As   reversões   dos   ajustes   a   valor   presente   dos   ativos   e   passivos   monetários qualificáveis devem ser apropriadas como receitas ou despesas financeiras  (. d) de depreciação acumulada do imobilizado. está superavaliada. Assim.estrategiaconcursos. feito pelo método do fluxo de caixa descontado. ou de curto prazo quando houver efeito relevante. Resposta: B 27 . uma taxa de desconto maior do que a recomendada para aquela atividade. enquanto não computadas no resultado do Prof. está superavaliada.

Comentários: Sobre o contas a receber (clientes). Ambas. (D) Passivo Circulante. D) confrontar com os fornecedores o saldo de contas a receber e determinar a realização de inventário físico pela empresa.com. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) . Comentários: Normalmente a conta Caixa e Bancos é verificada por meio do procedimento da inspeção física. para confirmar a existência dos estoques. Resposta: A 29 .(Pref.  o  que  leva  à  incorreção  das  assertivas  “b”  e  “d”. é procedimento básico de auditoria aplicável à verificação em conta do: (A) Ativo Circulante. Claudenir Brito e Prof.estrategiaconcursos.Auditoria p/ Receita Federal . e pertence ao Ativo Circulante. a auditoria contratada.A. deverá utilizar o procedimento da circularização para Prof.(SEFAZ/SP/APOFP/ESAF/2009) . essas duas contas  também  estão. Dessa forma. estão subavaliadas. em vista da materialidade dos valores envolvidos (15%) e pelas características da conta clientes. A despesa com depreciação é uma conta do resultado e a depreciação acumulada uma conta redutora do imobilizado. Resposta: E 28 . B) ressalvar em parecer o Contas a Receber por não ser possível auditar por amostragem e recalcular a apropriação dos custos. já que é uma conta redutora do patrimônio líquido. (E) Patrimônio Líquido. ao realizar seus serviços. (B) Ativo Realizável a Longo Prazo. por meio da contagem de numerário. Como verificamos que este está subavaliado. mediante verificação do cadastro de clientes da empresa e realizar com sua equipe técnica. inventário físico para confirmação dos Estoques.   em   decorrência   da   sua   avaliação   a   valor   justo. o auditor. C) realizar o procedimento de circularização para confirmação dos saldos de contas a receber e acompanhar o inventário físico realizado pela entidade. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 exercício em obediência ao regime de competência. deve: A) proceder à conferência de 100% do faturamento e realizar inventário físico na empresa. tem o seu Ativo formado em 15% pelo Contas a Receber e 35% composto pelos Estoques.br 53 de 69 .A inspeção física. Rodrigo Fontenelle www. pois dependem diretamente do valor do ativo imobilizado. Claudenir Brito Prof.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valor atribuídos a elementos do ativo e do passivo. (C) Ativo Permanente.   A   letra   “a”   está   errada. E) validar a existência de todos os clientes. nesse caso.A empresa Grande Porte S. pois o ajuste patrimonial está superavaliado e não subavaliado.

Auditoria p/ Receita Federal . Nesse caso. não atenderia às necessidades da auditoria. podemos concluir que a ociosidade pode ser retida nos custos. ainda mais com valores tão representativos. Sobre o procedimento na auditoria dos estoques. dimensionando esses valores e mantendo-os nos estoques. sem referência aos valores. pois a validação da existência dos clientes. seria desejável a utilização de amostragem. Assim. A alternativa E está incorreta. a verificação da existência física ocorre por meio da observação e da contagem física. B) Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado por ter reconhecido mais custos do que deveria apropriar aos resultados.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. E) Estoques está correto. por exemplo. D) Depreciação está superavaliado.estrategiaconcursos. por contrariar a informação apresentada acima. confrontando os resultados com os registros contábeis. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) . Prof.A empresa Celta S. com o objetivo de apresentar resultados mais condizentes com a performance de seus negócios. apresentou um nível de ociosidade de 30% de sua capacidade instalada. Comentários: De acordo com Attie (2010) em períodos de baixa produtividade.com. pois contas a receber se relacionam aos clientes. pois é possível a utilização de amostragem ao contrário do que se afirma. decidiu reter essa ociosidade no processo produtivo.(Pref. e não aos fornecedores da empresa. Claudenir Brito Prof. um custo de depreciação das máquinas vai ocorrer. Isso porque os custos referentes à ociosidade compõem o estoque. O auditor. o custo de ociosidade será apurado e levado ao resultado em rubrica específica. A alternativa D está incorreta. deve concluir que o saldo da conta: A) Estoques está superavaliado. visto ter reconhecido mais depreciação em função da ociosidade. mesmo no caso da questão.br 54 de 69 . ao realizar os testes nas contas de estoques. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 confirmação dos saldos de contas a receber. A alternativa A está incorreta. pois a conferência da totalidade do faturamento pode não trazer uma boa relação entre custo e benefício. visto que desde que fundamentado a ociosidade pode ser retida nos custos. já que. onde estas operam apenas com 70% de sua capacidade. tornando a alternativa E correta. Rodrigo Fontenelle www.A. Resposta: C 30 . Seu gestor. visto que não é permitido no sistema de custeio reconhecer a ociosidade. Claudenir Brito e Prof. A alternativa B está incorreta. A alternativa A está incorreta. C) Fornecedores está superavaliado por não ter sido apropriado aos custos dos produtos. Assim. podemos concluir que a alternativa que atende ao pedido é a de letra C.

2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Prof. como afirma a questão. o que inviabiliza a existência de ativos fictícios. Resposta: E 31 . A) Limites de alçada escalonados de acordo com os cargos para aprovação de vendas. C e D estão incorretas. com a exigência de que as movimentações de materiais do estoque somente possam ser realizadas por meio de requisições formais. E) Inventário físico dos bens patrimoniais da empresa pelo menos uma vez ao ano. C) Restrições de acesso aos ativos da empresa realizando movimentações via requisições. Rodrigo Fontenelle www. pois na realidade há mais ativos do que registros. D) Circularização semestral de fornecedores de ativos para confirmação dos saldos.br 55 de 69 . o auditor pode ter descoberto: A) ativos e passivos fictícios B) ativos e passivos ocultos C) ativos ocultos e passivos fictícios D) ativos fictícios e passivos ocultos E)ativos obsoletos e passivos a descoberto Comentários: A alternativa A e D estão incorretas. Resposta: C 32 .estrategiaconcursos. Outra observação diz respeito à alternativa E. que não teria um efeito tão preventivo.(Pref. identificação de erros nos processos contábeis e deterioração ou perdas dos ativos das empresas. a única que efetivamente possibilitaria o controle dos estoques é a de letra C.(SRF/AFRF/ESAF/2005) .Os procedimentos de controles internos têm sido fundamentais na prevenção e inibição de desvios. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 As alternativas B. Identifique a seguir o procedimento relativo ao controle dos estoques. que nada mais é do que o valor permitido a cada nível hierárquico para a aprovação de certas operações. por não se referirem à manutenção da ociosidade nos estoques.Auditoria p/ Receita Federal . Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) .com. Uma observação importante é quanto à definição de limite de alçada.No processo de acompanhamento do inventário físico de estoques de matériaprima. Claudenir Brito e Prof. Claudenir Brito Prof. o auditor constatou a existência de quantidades relevantes de itens que não constavam dos registros físico-financeiros e contábeis. Neste caso. Comentários: Das alternativas apresentadas. sendo mais utilizado para a detecção de distorções do que para inibir futuras ações fraudulentas. B) Segregação de funções do departamento de contas a pagar e do gestor financeiro.

Prof.O auditor externo. ao auditar entidade que controle outras empresas e que registre seus investimentos pelo método de equivalência patrimonial. C) a apresentação da reserva de reavaliação efetuada nas controladas no Patrimônio Líquido da Controladora. mas apenas em relação a sua opinião. o gabarito da questão (C) é a única alternativa que se refere à controladora.estrategiaconcursos.br 56 de 69 . pois faltam registros de ativos (ativos ocultos).2013 Teoria e exercícios comentados Prof. ou de qualquer saldo das DC. Claudenir Brito Prof. percebeu-se que o mesmo tinha sido contabilizado nos Estoques. E) a apresentação da reavaliação efetuada nas controladas e registrada no Patrimônio Líquido da Controlada.(SEFAZ-CE/AFRE/ESAF/2007) . de um terreno destinado à construção da sede da empresa. pois não há referência a obsolescência de ativos no enunciado. D) os pareceres emitidos para as entidades controladas e emitidos por outros auditores independentes. e. já que as demais estão de acordo com as controladas.Ao analisar a contabilização em uma imobiliária. pois o auditor não tem responsabilidade sobre a apresentação da reserva de reavaliação efetuada nas controladas no Patrimônio Líquido da Controladora. De qualquer modo.(Estado do RN/Auditor do Tesouro/ESAF/2005) . Comentários: Acreditamos que essa questão deveria ter sido anulada. como o candidato deve escolher a opção que atenda ao pedido da melhor forma possível. Pode-se afirmar que: A) ao executar o teste primário de superavaliação na conta de Terrenos no Imobilizado. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 A alternativa B está correta.Auditoria p/ Receita Federal . consequentemente. Resposta: B 33 . Claudenir Brito e Prof. B) o cálculo das equivalências patrimoniais registradas nos investimentos das entidades controladas. em virtude do Método das Partidas Dobradas. A alternativa E está incorreta. Resposta: C 34 . Rodrigo Fontenelle www. A alternativa C está incorreta. que não são de responsabilidade do auditor. é possível que existam obrigações com fornecedores (dívidas) não registradas (passivos ocultos).com. esta conta estará sub-avaliada e a conta Estoques de Terrenos estará superavaliada. tem responsabilidade sobre: A) as demonstrações contábeis das controladas que serviram de base para cálculo da equivalência patrimonial. como vimos. nem indícios de passivo a descoberto. pois não há possibilidade de passivo fictício.

Rodrigo Fontenelle www. Resposta: A 35 . Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) .(Pref. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) . B) Anotações formais de realização de jornada de trabalho. por se tratar de bem imóvel. segundo o credor. Claudenir Brito Prof. Esse aumento fictício do passivo poderia justificar uma diminuição criminosa do ativo. D) ao proceder o teste primário de superavaliação do Contas a Receber. Resposta: D 36 . terrenos devem ser sempre contabilizados no Imobilizado.Assinale a opção que não representa um controle eficaz para prevenir o inflacionamento da folha de pagamento. A) Reajuste de salários previamente aprovados pela diretoria. enquanto a primeira é um ato intencional. respondeu não possuir nenhum crédito contra a empresa. E) o referido procedimento está adequado.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. pois existe uma dívida registrada que. a mesma estará com seu saldo sub-avaliado e o Contas a Pagar superavaliado. o erro é consequência de um ato não intencional. Comentários: Recordando a diferença entre fraude e erro.br 57 de 69 . Claudenir Brito e Prof.Auditoria p/ Receita Federal . D) saldo em aberto na Conta Fornecedores que. Como o terreno foi contabilizado  em  estoques  ao  invés  de  em  “terrenos”. consultado na carta de circularização. do ativo imobilizado. C) a empresa não reconheceu os créditos de impostos decorrentes de prejuízos fiscais a compensar. A alternativa D apresenta um fato bastante característico de fraude. E) existem depósitos não identificados efetuados na conta-corrente que estão em aberto na conciliação. As demais alternativas podem ter ocorrido por equívoco ou falha na interpretação de normativos. Prof.  a  conta  “terrenos”   ficou   subavaliada   e   conta   “estoques”   ficou   superavaliada. Comentários: O   terreno   deveria   ter   sido   contabilizado   na   conta   “terrenos”   da   empresa imobiliária.Caracteriza-se como fraude o seguinte evento identificado pelo auditor: A) o sistema de folha de pagamentos não está calculando os duodécimos da provisão de férias para dois funcionários.estrategiaconcursos. C) independentemente da atividade da empresa. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 B) ao praticar o teste primário de superavaliação na conta de Estoques. não existe.(Pref.com. em virtude de a atividade da empresa ser de comercialização de imóveis. este apresentará saldo sub-avaliado. B) a área de produção desativou máquina da linha de produção e não informou a área contábil para suspender a depreciação.   o   que   torna   a   alternativa A correta.

Auditoria p/ Receita Federal - 2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito e Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 C) Resumo da folha de pagamento contabilizado mensalmente. D) Conferência dos cálculos realizada por funcionário independente. E) Comparação com valores anteriores e análise de variações independentes. Comentários: A única alternativa que não faria diferença como controle para prevenção do inflacionamento da folha de pagamento é a de letra C, que é o gabarito da questão. O reajuste de salários previamente aprovados pela diretoria, as anotações formais de realização de jornada de trabalho, a conferência dos cálculos realizada por funcionário independente e a comparação com valores anteriores e análise de variações independentes seriam atividades bastante eficientes nesse sentido. Resposta: C Bom pessoal, por hoje é isso. Esperamos que tenham gostado e compreendido a forma de cobrança, principalmente da ESAF, dos temas vistos na aula de hoje. Segue, a partir de agora, a relação de questões comentadas durante a aula, a fim de que possam resolver as questões sem os comentários, como um simulado. O gabarito está ao final. Até a próxima aula! Bons estudos!

EXERCÍCIOS COMENTADOS
1 - (ESAF / CGU/ 2012) - Nos casos em que o auditor independente desejar reduzir o tamanho da amostra sem aumentar o risco de amostragem, dividindo a população em subpopulações distintas que tenham características similares, deve proceder a um(a): a) Estratificação. b) Seleção com base em valores. c) Teste de detalhes. d) Seleção sistemática. e) Detalhamento populacional. 2 - (ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) - O auditor, ao realizar o processo de escolha da amostra, deve considerar: I. que cada item que compõe a amostra é conhecido como unidade de amostragem;

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Auditoria p/ Receita Federal - 2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito e Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 II. que estratificação é o processo de dividir a população em subpopulações, cada qual contendo um grupo de unidades de amostragem com características homogêneas ou similares; III. na determinação do tamanho da amostra, o risco de amostragem, sem considerar os erros esperados. a) Somente a I é verdadeira. b) Somente a II é verdadeira. c) I e III são verdadeiras. d) Todas são falsas. e) Todas são verdadeiras. 3 - (ESAF / CGU / 2008) - Sobre  o  tema  “amostragem   estatística em   auditoria”,   segundo   o   que   dispõe   a   NBC-T-11, é incorreto afirmar que: a) na seleção da amostra é vedada a seleção casual, a critério do auditor, baseada em sua experiência profissional. b) ao usar métodos de amostragem estatística ou não-estatística, o auditor deve projetar e selecionar uma amostra de auditoria, aplicar a essa amostra procedimentos de auditoria e avaliar os resultados da amostra, de forma a proporcionar evidência de auditoria suficiente e apropriada. c) na determinação da amostra o auditor deve levar em consideração, entre outros fatores: a população objeto da amostra; o tamanho da amostra e o risco da amostragem. d) a amostra selecionada pelo auditor deve ter uma relação direta com o volume de transações realizadas pela entidade na área ou transação objeto de exame, como também com os efeitos na posição patrimonial e financeira da entidade e o resultado por ela obtido no período. e) ao determinar a extensão de um teste de auditoria ou método de seleção de itens a serem testados, o auditor pode empregar técnicas de amostragem. 4 - (ESAF / TCU / 2006) - O auditor, ao determinar a amostra a ser selecionada, deve considerar: a) obrigatoriamente, métodos de amostragem estatísticos e não estatísticos de forma a garantir a avaliação de todos os itens da amostra. b) um número mínimo de elementos a serem testados, independente do volume da amostra. c) que a amostra deva ter uma relação direta com o volume de transações realizadas pela entidade na área ou transação objeto do exame. d) que a amostra seja selecionada conforme critérios determinados pela área auditada e o auditor. e) somente elementos selecionados por métodos estatísticos, sendo necessário evidenciar suficientemente os fatos que comprovem os itens selecionados.
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Auditoria p/ Receita Federal - 2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Claudenir Brito e Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 5 - (ESAF / CCU / 2006) - Nos trabalhos de auditoria, o método da amostragem é aplicado como forma de viabilizar a realização de ações de controle em situações onde o objeto-alvo da ação se apresenta em grandes quantidades e/ou se apresenta de forma muito pulverizada. Acerca da aplicação do método de amostragem em auditoria, assinale a opção incorreta. a) Achados de auditoria obtidos por meio de amostragem não-estatística não têm valor na composição dos pareceres. b) Por estratificação entende-se a separação da população-objeto em classes. c) Por erro tolerável entende-se o erro máximo que o auditor estaria disposto a aceitar e, ainda assim, concluir que se possa atingir o objetivo dos trabalhos. d) Por risco de amostragem entende-se da possibilidade de que a conclusão do auditor, tomando por base uma amostra, possa ser diferente da conclusão que seria alcançada se o procedimento de auditoria tivesse sido aplicado de forma censitária. e) Entre os aspectos a serem considerados estão o tamanho da amostra e a população-objeto da amostra. 6 - (ESAF / ENAP / 2006) - A amostragem estratificada consiste em: a) gerar diretamente o resultado estatístico final da amostra. b) eliminar a possibilidade de erro na definição da amostra. c) dividir a população em grupos relativamente homogêneos. d) determinar o risco de rejeição incorreta ou erro aceitável. e) avaliar a população total por meio de amostra única. 7 - (ESAF / ICMS-RN / 2005) - Das assertivas a seguir, identifique a que não está relacionada à determinação da amostra: a) estratificação b) tamanho c) erro tolerável d) erro esperado e) sequência 8 - (ESAF / CGU / 2006) - O auditor, para determinar a extensão de um teste de auditoria, pode recorrer a técnicas de amostragem. Qual dos fatores abaixo não corresponde a um fator a ser levado em consideração na determinação da amostra? a) tamanho da amostra b) risco de amostragem c) erro tolerável d) erro esperado e) uniformidade

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A relação existente entre o fator de confiabilidade com a amostra é: a) quanto mais baixo for o fator de confiabilidade.Para conseguir o nível de confiança desejado com menores amostras. d) erro inesperado. devem ser considerados. Rodrigo Fontenelle www. risco de amostragem. tamanho da amostra e valores. c) risco de amostragem. erro tolerável. d) independente do fator de confiabilidade. no mínimo: a) população objeto da amostra.estrategiaconcursos.(ESAF / RFB / 2003) . Prof. tamanho da amostra. o tamanho da amostra não varia.(ESAF / ICMS-PI / 2001) .br 61 de 69 .(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) . a melhor técnica estatística que o auditor pode utilizar é a: a) Amostragem por Intervalo b) Amostragem por Estratificação c) Amostragem por Julgamento d) Tabela de Números Aleatórios e) Amostragem Exploratória 12 . Claudenir Brito Prof.Auditoria p/ Receita Federal .(ESAF / TCU / 2002) . b) tamanho da amostra. maior será o tamanho da amostra.No processo de amostragem o LSE – Limite Superior de Erro para superavaliações é determinado pela: a) soma do erro projetado e da provisão para risco de amostragem. erro intolerável. risco de amostragem e fraude. e) não correlacionar o fator de confiabilidade da amostra com o seu tamanho. erro tolerável e erro esperado.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. tamanho da amostra. b) não existir no modelo a expectativa de risco de aceitação incorreta.Segundo o Conselho Federal de Contabilidade. tamanho da empresa e inadimplência.(ESAF / ISS-Natal-RN / 2008) . e) estratificação da amostra.com. Claudenir Brito e Prof. 13 . na determinação da amostra para auditoria externa. 10 . c) o fator de confiabilidade e a amostra devem ter correlação positiva. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 9 .Ao utilizar o método de amostragem estatística para verificar a aderência aos controles internos. b) divisão da população pela amostra estratificada. erro esperado e manipulação. o auditor tem maior probabilidade em conduzir a uma opinião errônea quando incorre no risco de: a) Subavaliação da confiabilidade b) Rejeição incorreta c) Aceitação incorreta d) Superavaliação da confiabilidade e) Avaliação da população 11 .

(FCC / TRE-SP / 2012) – A técnica de amostragem que consiste em dividir uma população em subpopulações. é correto afirmar: Prof. V c) V. 17 . (C) de seleção em bloco. F.estrategiaconcursos.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. que versa sobre a utilização de amostragem em auditoria. V. do desvio das possíveis perdas amostrais. V.Auditoria p/ Receita Federal . 16 .br 62 de 69 . (E) de seleção com base na experiência do auditor. Existem outros riscos não resultantes da amostragem tais como o uso de procedimentos de auditoria não apropriados.Avalie.(FCC / TCE-SE / 2011) . (D) causa uma diminuição da amostra.A. (E) não influencia no tamanho da amostra. I.com. V e) V. III. uma taxa de desvio da amostra inesperadamente alta pode levar a um aumento no risco identificado de distorção relevante. IV. F 15 . se verdadeiro ou falso.(ESAF / PMRJ / 2010) . V.Segundo a NBC TA 530. O nível de risco que o auditor está disposto a aceitar não afeta o tamanho da amostra exigido em razão da existência de outros controles a serem utilizados. os itens a seguir a respeito do uso de amostragem estatística em auditoria e assinale a opção que indica a sequência correta. (C) possibilita um aumento da amostra. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 c) soma do erro estimado e da confiabilidade da amostra. 14 . V. O auditor seleciona itens para a amostragem de forma que cada unidade de amostragem da população tenha a mesma chance de ser selecionada. (D) aleatória. F. Rodrigo Fontenelle www. F. V.(FCC / ISS-SP / 2012) . II. (A) exige a estratificação da amostra. V b) F. Para os testes de controle. Claudenir Brito Prof. F.O aumento no uso de procedimentos substantivos no processo de auditoria para confirmação dos saldos do contas a receber da empresa Financia S. a) V. cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes é denominada amostragem: (A) randômica. (B) estratificada. d) divisão do erro total pela população escolhida. e) subtração do erro total. (B) obriga que a amostra seja aleatória. V. F d) F. Claudenir Brito e Prof.

18 . o auditor deve reconsiderar sua avaliação anterior do risco de amostragem e. (D) O método de seleção da amostra em que o auditor não segue nenhuma técnica estruturada é denominado método de seleção aleatório. 20 . Prof. cada qual contendo um grupo de unidades de amostragem com características heterogêneas.com. C) O tamanho da amostra a ser determinada pelo auditor deve considerar o risco de amostragem. com base em amostra. (B) Quanto menor o risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar. ainda assim. sob pena de ocorrerem riscos decorrentes da utilização do julgamento pessoal do auditor sobre os itens a serem selecionados. considerar a possibilidade de ampliar o procedimento de auditoria ou executar procedimentos de auditoria alternativos. Claudenir Brito Prof.(FGV / SEFAZ/RJ – Fiscal de Rendas / 2010) – O Conselho Federal de Contabilidade – CFC. 19 .2013 Teoria e exercícios comentados Prof. C) a população da qual o auditor deseja extrair a amostra. se esse risco for inaceitável. B) os fins específicos da auditoria. D) as condições de desvio ou distorção. bem como os erros toleráveis e os esperados. (C) Anomalia é a distorção ou o desvio comprovadamente representativo de distorção ou desvio em uma população. B) A estratificação é o processo de dividir uma população em subpopulações.(FCC/TCM-CE/ACE/2010) . E) Quando o erro projetado for inferior ao erro tolerável. menor deve ser o tamanho da amostra. E) a natureza da evidência da auditoria. é correto afirmar: A) A amostragem utilizada em auditoria é necessariamente probabilística. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 (A) O objetivo da estratificação da amostra é o de aumentar a variabilidade dos itens de cada estrato e permitir que o tamanho da amostra seja aumentado.Conforme normas técnicas de auditoria independente.Auditoria p/ Receita Federal . D) O erro tolerável é o erro mínimo na população que o auditor está disposto a aceitar e. Rodrigo Fontenelle www. NÃO se refere à definição de uma amostragem de auditoria: A) a possibilidade de existência de fraude. Claudenir Brito e Prof. (E) Quanto maior a confiança do auditor em procedimentos substantivos (testes de detalhes ou procedimentos analíticos substantivos).(FCC/INFRAERO/Analista Contábil/2011) . com relação à amostragem em auditoria. concluir que o resultado da amostra atingiu o objetivo da auditoria. menor pode ser o tamanho da amostra. possa ser diferente se toda a população estiver sujeita ao mesmo procedimento de auditoria.estrategiaconcursos.br 63 de 69 .Em relação à utilização de amostragem na auditoria. define o termo anomalia como: a) o risco de que a conclusão do auditor.

(C) houver uma grande amplitude nos valores dos itens a serem selecionados.Para propiciar representatividade da população contábil aplicada nos testes de auditoria. c) o processo de dividir uma população em subpopulações.A estratificação da amostra pode ser útil quando: (A) superar a 100 unidades a quantidade de itens que compõe a amostra.(FCC / ISS-SP / 2012) . (E) for pequeno o número de itens que compõe a amostra.(FCC / SEFAZ/SP . Rodrigo Fontenelle – Aula 04 b) a distorção ou o desvio comprovadamente não representativo de distorção ou desvio em uma população.A. de 100% de acréscimo.com.A empresa de prestação de serviços NBA Informática S. e) o conjunto completo de dados sobre o qual a amostra é selecionada e sobre o qual o auditor deseja concluir. c) o passivo está subavaliado e o resultado está subavaliado. Rodrigo Fontenelle www.00 nessa verba. b) amostragem de atributos. d) um valor monetário definido pelo auditor para obter um nível apropriado de segurança de que esse valor monetário não seja excedido pela distorção real na população. b) o ativo está subavaliado e o passivo está superavaliado.000. No mês de julho de 2009. d) amostragem por bloco. (B) existir risco de mais de 10% da amostra conter erros.(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) . cada uma sendo um grupo de unidades de amostragem com características semelhantes. Dessa forma. não foi feita a parametrização no sistema.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. e) o passivo está superavaliado e o resultado está superavaliado. A folha de salários é integrada à contabilidade mensalmente. e) amostragem ao acaso. A folha de pagamentos apresentava remuneração de R$ 20. o auditor pode estipular intervalos uniformes entre os itens a serem selecionados como um método de seleção de amostras denominado: a) números aleatórios. Claudenir Brito e Prof. d) os saldos estão adequados sem subavaliação ou superavaliação.estrategiaconcursos. 22 . c) amostragem sistêmica. tem seus processos integrados sistemicamente. Prof.APOFP / 2010) . pode-se afirmar que: a) o passivo está superavaliado e o resultado está subavaliado. (D) for identificada uma linearidade nos valores dos itens a serem selecionados.br 64 de 69 . 21 . 23 . para contabilização de uma nova verba de horas extras a pagar. Claudenir Brito Prof.Auditoria p/ Receita Federal .

as empresas devem obedecer aos seguintes procedimentos. Claudenir Brito Prof.A empresa Parcial S. c) a conta de imposto de renda diferido está superavaliada. c) as reversões dos ajustes a valor presente dos ativos e passivos monetários qualificáveis devem ser apropriadas como receitas ou despesas financeiras. d) as premissas e fundamentos que justificarem as estimativas contábeis relativas ao cálculo dos ajustes a valor presente. Dessa forma pode-se afirmar que: a) a conta de reserva de reavaliação está superavaliada.Auditoria p/ Receita Federal .com. 26 . no ajuste a valor presente do ativo e do passivo de longo prazo de que trata a Lei n. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 24 . Rodrigo Fontenelle www.   a   partir   da   origem   de   cada   transação. além das regras gerais. por inadequação dos procedimentos. 11.A. b) ao submeter ativos e passivos de curto prazo ao ajuste.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. os valores provisionados ficaram distantes dos valores reais. dimensionando os reflexos nas demonstrações contábeis.br 65 de 69 .   sendo os seus efeitos apropriados nas contas a que se vinculam.638/2007.. no período. serão objeto de avaliação quanto à razoabilidade e pertinência pelos auditores independentes. e) A quantificação do ajuste a valor presente deverá ser realizada em base   exponencial   “pro   rata   die”. b) determinar que a administração apresente novos procedimentos de cálculos que garantam os valores registrados.(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) . conforme permissibilidade estabelecida pela Lei n. d) exigir que seja feita uma média ponderada das perdas dos últimos três anos.Segundo determinação da Comissão de Valores Mobiliários – CVM. b) a conta de investimento reavaliação está adequada.638/2007. realizou o estorno da Reserva de Reavaliação. ao avaliar as provisões para processos trabalhistas elaboradas pela Empresa Projeções S. para permitir estimativas mais apropriadas no período. 11. No entanto. 25 . Prof. exceto: a) as notas explicativas deverão detalhar as premissas e fundamentos que justificaram as taxas de desconto adotadas pela Administração. as taxas de retorno para investimentos de curto prazo. d) a conta de lucros acumulados está superavaliada. percebeu que nos últimos três anos. e) avaliar se houve o ajuste dos procedimentos.O auditor.estrategiaconcursos. inclusive as taxas de desconto. o contador não realizou o estorno dos impostos pertinentes à reavaliação. devem ser observadas.A. para estabelecer o valor da provisão.(ESAF / CVM / 2010) .(ESAF / RECEITA FEDERAL / 2009) . Claudenir Brito e Prof. e) a conta de resultado do exercício está subavaliada. deve o auditor: a) estabelecer novos critérios para realização das estimativas pela empresa. c) ressalvar o parecer. Dessa forma.

Auditoria p/ Receita Federal .A empresa Celta S. 28 . com o objetivo de apresentar resultados mais condizentes com a performance de seus negócios.A. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) . O auditor.br 66 de 69 . Dessa forma. Claudenir Brito e Prof. feito pelo método do fluxo de caixa descontado. pode-se afirmar que a conta: a) de ajuste especial no Patrimônio Líquido. e) do ativo imobilizado está subavaliada. Dessa forma.A empresa Grande Porte S. apresentou um nível de ociosidade de 30% de sua capacidade instalada. 30 . visto que não é permitido no sistema de custeio reconhecer a ociosidade. deve: A) proceder à conferência de 100% do faturamento e realizar inventário físico na empresa. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 27 . por meio da contagem de numerário.(SEFAZ/SP/APOFP/ESAF/2009) .A inspeção física. ao realizar testes no cálculo do valor recuperável de um ativo imobilizado. B) ressalvar em parecer o Contas a Receber por não ser possível auditar por amostragem e recalcular a apropriação dos custos. tem o seu Ativo formado em 15% pelo Contas a Receber e 35% composto pelos Estoques.A.(Pref.(ESAF / SUSEP / 2010) . E) validar a existência de todos os clientes. deve concluir que o saldo da conta: A) Estoques está superavaliado. C) realizar o procedimento de circularização para confirmação dos saldos de contas a receber e acompanhar o inventário físico realizado pela entidade. é procedimento básico de auditoria aplicável à verificação em conta do: (A) Ativo Circulante. identificou que a taxa utilizada para descontar o fluxo de caixa estava maior que a recomendada para aquela atividade. (C) Ativo Permanente. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) . ao realizar seus serviços. c) do ajuste especial no Resultado do Exercício. (E) Patrimônio Líquido. b) de despesa de depreciação. inventário físico para confirmação dos Estoques. 29 . dimensionando esses valores e mantendo-os nos estoques.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. a auditoria contratada. para confirmar a existência dos estoques.estrategiaconcursos. Prof. Claudenir Brito Prof. (D) Passivo Circulante. d) de depreciação acumulada do imobilizado. mediante verificação do cadastro de clientes da empresa e realizar com sua equipe técnica. decidiu reter essa ociosidade no processo produtivo. está superavaliada. Seu gestor. está subavaliada. está superavaliada.O auditor externo. D) confrontar com os fornecedores o saldo de contas a receber e determinar a realização de inventário físico pela empresa.com. (B) Ativo Realizável a Longo Prazo. do imobilizado.(Pref. Rodrigo Fontenelle www. ao realizar os testes nas contas de estoques. está subavaliada.

com. C) a apresentação da reserva de reavaliação efetuada nas controladas no Patrimônio Líquido da Controladora. Rodrigo Fontenelle www.Os procedimentos de controles internos têm sido fundamentais na prevenção e inibição de desvios.Auditoria p/ Receita Federal . Claudenir Brito Prof. identificação de erros nos processos contábeis e deterioração ou perdas dos ativos das empresas. tem responsabilidade sobre: A) as demonstrações contábeis das controladas que serviram de base para cálculo da equivalência patrimonial. E) Estoques está correto. A) Limites de alçada escalonados de acordo com os cargos para aprovação de vendas.(Estado do RN/Auditor do Tesouro/ESAF/2005) . Identifique a seguir o procedimento relativo ao controle dos estoques. 32 . Prof. C) Fornecedores está superavaliado por não ter sido apropriado aos custos dos produtos. visto ter reconhecido mais depreciação em função da ociosidade. Neste caso. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) .O auditor externo. o auditor constatou a existência de quantidades relevantes de itens que não constavam dos registros físico-financeiros e contábeis. o auditor pode ter descoberto: A) ativos e passivos fictícios B) ativos e passivos ocultos C) ativos ocultos e passivos fictícios D) ativos fictícios e passivos ocultos E)ativos obsoletos e passivos a descoberto 33 . visto que desde que fundamentado a ociosidade pode ser retida nos custos. D) Depreciação está superavaliado. Claudenir Brito e Prof.No processo de acompanhamento do inventário físico de estoques de matériaprima. D) Circularização semestral de fornecedores de ativos para confirmação dos saldos.(Pref.estrategiaconcursos.(SRF/AFRF/ESAF/2005) . 31 . C) Restrições de acesso aos ativos da empresa realizando movimentações via requisições. B) Segregação de funções do departamento de contas a pagar e do gestor financeiro.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 B) Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado por ter reconhecido mais custos do que deveria apropriar aos resultados. ao auditar entidade que controle outras empresas e que registre seus investimentos pelo método de equivalência patrimonial.br 67 de 69 . E) Inventário físico dos bens patrimoniais da empresa pelo menos uma vez ao ano. B) o cálculo das equivalências patrimoniais registradas nos investimentos das entidades controladas.

Assinale a opção que não representa um controle eficaz para prevenir o inflacionamento da folha de pagamento. 35 .(Pref. este apresentará saldo sub-avaliado. C) a empresa não reconheceu os créditos de impostos decorrentes de prejuízos fiscais a compensar. D) Conferência dos cálculos realizada por funcionário independente.estrategiaconcursos. em virtude de a atividade da empresa ser de comercialização de imóveis. esta conta estará sub-avaliada e a conta Estoques de Terrenos estará superavaliada.com. A) Reajuste de salários previamente aprovados pela diretoria. E) o referido procedimento está adequado. C) Resumo da folha de pagamento contabilizado mensalmente. B) ao praticar o teste primário de superavaliação na conta de Estoques. respondeu não possuir nenhum crédito contra a empresa. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 D) os pareceres emitidos para as entidades controladas e emitidos por outros auditores independentes. C) independentemente da atividade da empresa. de um terreno destinado à construção da sede da empresa. terrenos devem ser sempre contabilizados no Imobilizado. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) . por se tratar de bem imóvel. B) a área de produção desativou máquina da linha de produção e não informou a área contábil para suspender a depreciação. E) existem depósitos não identificados efetuados na conta-corrente que estão em aberto na conciliação. Claudenir Brito Prof. percebeu-se que o mesmo tinha sido contabilizado nos Estoques. Natal-RN/AFTM/ESAF/2008) .(Pref. 34 . a mesma estará com seu saldo sub-avaliado e o Contas a Pagar superavaliado. Claudenir Brito e Prof. D) ao proceder o teste primário de superavaliação do Contas a Receber. E) a apresentação da reavaliação efetuada nas controladas e registrada no Patrimônio Líquido da Controlada. D) saldo em aberto na Conta Fornecedores que.Ao analisar a contabilização em uma imobiliária.Auditoria p/ Receita Federal . consultado na carta de circularização.br 68 de 69 . E) Comparação com valores anteriores e análise de variações independentes.Caracteriza-se como fraude o seguinte evento identificado pelo auditor: A) o sistema de folha de pagamentos não está calculando os duodécimos da provisão de férias para dois funcionários. Rodrigo Fontenelle www. Prof.2013 Teoria e exercícios comentados Prof. Pode-se afirmar que: A) ao executar o teste primário de superavaliação na conta de Terrenos no Imobilizado.(SEFAZ-CE/AFRE/ESAF/2007) . B) Anotações formais de realização de jornada de trabalho. 36 .

ed. Claudenir Brito e Prof. William. 2012. ed.estrategiaconcursos. Auditoria: conceitos e aplicações. Auditoria contábil. Marcelo Cavalcanti. de 06 de abril de 2001. Rio de Janeiro: Elsevier. ed. 2011. Auditoria e controle interno na administração pública.2013 Teoria e exercícios comentados Prof.Questões. 2009. São Paulo: Atlas. 2009. Rodrigo Fontenelle – Aula 04 GABARITO 4 5 C A 12 13 A A 20 21 B C 28 29 A C 36 C 1 A 9 E 17 E 25 C 33 C 2 B 10 D 18 C 26 B 34 A 3 A 11 B 19 A 27 E 35 D 6 C 14 B 22 C 30 E 7 E 15 D 23 Anulada 31 C 8 E 16 B 24 E 32 B Referências utilizadas na elaboração das aulas ALMEIDA. Auditoria CESPE – questões comentadas e organizadas por assunto. 2001. 2. ________. CASTRO.br 69 de 69 . ed. São Paulo: Saraiva. 1. Auditoria . ed. São Paulo: Atlas. 4. ed. Ernesto. Auditoria e gestão de riscos. FRANCO. Auditoria contábil: teoria e prática. 2009. ed. INSTITUTO CHIAVENATO (Org. Rio de janeiro: Método. ARAGÃO. Normas Brasileiras de Contabilidade. Marcelo.). 7. 1. FONTENELLE. São Paulo: Atlas. 2. CREPALDI. 1. São Paulo: Atlas. 2010. Domingos Poubel de. 2010. 5. CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO. Instrução Normativa 01. ed.com. Sílvio Aparecido. Brasília.Auditoria p/ Receita Federal . 2012. Claudenir Brito Prof. Auditoria Interna. Rodrigo. 2010. 8. Prof. Rodrigo Fontenelle www. Auditoria: um curso moderno e completo. São Paulo: Atlas. Hilário e MARRA. ATTIE. ed. São Paulo: Atlas. CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE.

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