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PROFETA ELISEU

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“PROFETA ELISEU” “Colossenses 4.5-6” “Andai com sabedoria para com os que estão de fora, remindo o tempo.

A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.” ELISEU=DEUS É SALVAÇÃO ELISEU, FILHO DE SAFATE, FOI DISCÍPULO E SUCESSOR DE ELIAS. A QUEM DEUS TINHA MANDADO QUE ELIAS UNGISSE PROFETA EM SEU LUGAR (I Reis 19:16). O PROFETA ELISEU NOS ENSINA VER O CUIDADO, A PROVIDÊNCIA E O AUXÍLIO DO SENHOR, QUE SEMPRE SE TORNAM VISÍVEIS PARA COM OS SEUS SERVOS E O SEU POVO. 2 REIS 2.9 – Eliseu pede porção dobrada do espírito de Elias. 2 REIS 2.10 – Elias transfere a Deus a resposta do pedido de Eliseu. 2 REIS 2:14 – Eliseu mostra que recebeu o dom do profeta. OS ‘HOMENS’ PUBLICAMENTE O RECONHECERAM COMO SUCESSOR DE ELIAS. AS PRIMEIRAS OBRAS DE DEUS POR INTERMÉDIO DE ELISEU. 2 REIS 2.19 a 22 – O milagre da dulcificação das águas. 2 REIS 2.23-24 – A maldição sobre os escarnecedores. 2 REIS 3.1 a 25 – O livramento a Josafá, rei de Judá, ao rei de Edom e a Jeorão, rei de Israel, das mãos dos moabitas. Quando o rei de Moabe, que pagava tributo desde o tempo de Davi (II Samuel 8:2), se revoltou contra o rei de Israel, marchou este e os seus aliados, os reis de Judá e de Edom, para o deserto, na esperança de surpreender o rei de Moabe - mas a falta de água os fez sofrer muito. A pedido de Jeosafá, Eliseu profetizou um notável livramento, que foi maravilhosamente realizado. CONCEITOS ACERCA DO LIVRAMENTO DOS 3 REIS. O capítulo três fornece uma série de contrastes entre o profeta Eliseu e os três reis; entre circunstâncias futuras e passadas; entre os planos dos homens e a providência de Deus e entre a mão da carne e a mão do Senhor. E, contemplando os contrastes e os eventos desta passagem, devemos lembrar que não vivemos em um vácuo sem sentido. A palavra de Deus nos confronta nas nossas vidas, em tudo que fazemos. Nossas vidas nunca são vividas, nem por um momento, sem implicações entre o presente e o futuro. Nesta passagem, Jeorão enfrenta a rebelião do Moabitas, um dos antigos inimigos do povo de Deus. Era Balaque, rei de Moabe, que anos antes buscou ajuda do profeta Balaão em sua tentativa de fazer com que o Senhor amaldiçoasse a Israel (Num 22). Moabe fica perto do Mar Morto em Judá, sul das tribos da Transjordânia. Davi venceu os Moabitas e fez deles um estado vassalo, permitindo que tivessem seu próprio rei, mas sob um pesado tributo para reconhecer sua submissão a Israel. A rebelião era não somente uma ameaça ao reino do norte de Israel, mas também a Judá. Esta rebelião era sem dúvida um teste projetado pelo Senhor para chamar a atenção de Jeorão. Como Jeorão responderia? Voltaria para o senhor ou para o braço da carne, pra suas próprias soluções? As lições aqui devem ser óbvias. Quando enfrentamos as experimentações e as irritações da vida, como nós respondemos? Pensamos com cuidado sobre que Deus está fazendo ou procurando fazer em nossas vidas? Está chamando a nossa atenção por causa do pecado? O problema é um espelho da reprovação? Ou é Deus que procura simplesmente usar-nos de alguma forma e ensinar uma lição espiritual importante? Usamos as nossas próprias estratégias? Por estratégias humanas estamos falando das coisas que as pessoas fazem para resolver os problemas da vida separadas do sentido e da capacitação de Deus. Exemplos: (1) Encher a vida com coisas do mundo. Isaías 2.5-12; Esta palavra foi usada por Jesus. João 7.37 (2) Esperar socorro de algo que lhe pode furar a mão. Isaías 36.6 É uma ilustração interessante das conseqüências prejudiciais de confiar em nossas próprias soluções. (3) Iluminar por nossas próprias ousadias para que possamos seguir a nossa maneira. Ao invés de confiarmos em Deus, andando na luz de Sua Palavra, nós tendemos a fabricar nossas próprias fontes de luz. Isaías 50.10-11 (4) Ovelha desgarrada. Porque são propícias a vaguear e seguir seu caminho, abandonando seu verdadeiro Pastor. Isaías 53.6 (5) Construir nossas próprias cisternas. Ao invés de bebermos da Fonte de Água Viva. Jeremias 2.13 (6) Inclinar-se no braço da carne. Quando confortável é os braços do Senhor. Jeremias 17:5 Jeorão, o neto do maldoso Acabe, tornou-se rei de Israel (o reino do norte). Recorde que não havia nenhum rei bom ou reis que seguiam o senhor no lado norte. Ao passo que acreditavam e conheciam muito bem Jeová e que o senhor de Israel é Deus, não obstante o abandonaram e numa apostasia idólatra tinha-se tornado envolvidos nos cultos misteriosos da antiga Babilônia. No versículo 2 lemos: “E fez o que era mau aos olhos do Senhor”. Jeorão não era um homem firme em Deus nem era um homem que fizesse conceito de Deus seriamente. Não pecou da mesma maneira de Acabe e Jezabel, seus pais, não obstante, o versículo 3 diz que ele aderiu aos pecados de Jeroboão.

Certamente esta má história dos reis do norte nos ensina um princípio muito importante. Nossa opinião e valores, o comportamento que vem daqueles valores e opiniões molda uma grande sombra que tem implicações graves sobre nossas crianças. Um filho defeituoso é frequentemente o resultado de um pai defeituoso (embora nem sempre). Observe a seguinte passagem: II Crônicas 17.3-6. Problemas da vida, e as pressões são meios de Deus chamar a atenção dos crentes desatentos. “São projetados por Deus para ferramentas, espelhos da reprovação, e instrutores divinos, mas para eles terem efeito, é preciso vê-los do ponto de vista da Palavra de Deus e responder de acordo com a palavra de Deus”. Veja Salmos 119.67, 71 e 75. OS PENSAMENTOS E PLANOS DE JEORÃO. II Reis 3.6-7 compare com Jeremias 29.11. Notadamente, o que ele não fez? Não procurou o Senhor. Não buscou um profeta de Deus nem mesmo orou. Planejou meramente sem colocar seu coração em Deus. Voltou-se para o braço da carne. Inclinou-se em alianças humanas, em força militar e na estratégia que parece natural e direita aos homens. Mas é o Senhor que prepara e estabelece -- assim o Senhor tem planos muito diferentes dos nossos. PLANOS DE JEORÃO: (a) Reunir Israel. Juntar suas tropas e preparar-se para a batalha (sua confiança estava nos números). (b) Alista a ajuda de Jeosafá, um homem de Deus, a quem Deus abençoou extremamente. Jeosafá tinha um exército capaz, mas tinha feito estúpidas alianças com Acabe, pai de Jeorão! Assim havia uma brecha na armadura espiritual de Jeosafá. ESTUDO ACERCA DA DULCIFICAÇÃO DAS AGUAS: 2 REIS 2.19 a 22 Acerca de Jerusalém e Judá, Isaías descreveu em termos que mostra as condições de nossa nação e do mundo hoje. Escreveu: Isaías 1.4-6 Vivemos em uma sociedade doente e num mundo sem bênçãos. A esterilidade causada pela morte espiritual e a cegueira do homem que fluiu durante a formação da sociedade são evidentes em toda parte no mundo político, religioso e na atmosfera moral de nossa época. Mas esta circunstância não é sempre tão visível como pode parecer. Pois há muito que é decepcionante e agradável na nossa sociedade e no nosso mundo. Materialmente há grande prosperidade. Há paisagens bonitas, edifícios magníficos, shoppings gigantescos para o consumismo, facilidades educacionais, os dispositivos eletrônicos foram projetados para facilitar a vida, organizações e estruturas religiosas enormes e ricas, e a lista segue. Em meio a tudo isso, o nível da miséria está em uma elevação absoluta. A esterilidade espiritual, como uma gigante sombra, cai sobre nossa terra. Por mais que os homens tentem, cada vez mais se voltam para as fontes erradas da felicidade -- a terra continua estéril. As fontes de água que molham a terra são venenosas. A terra continua sem bênçãos. Esta passagem histórica ilustra a verdade espiritual encontrada em toda parte da Bíblia. Emprega o simbolismo que é a chave do significado e aplicação para nós, hoje. O simbolismo é encontrado no seguinte: (1) A cidade é Jericó (2.18-19). (2) A água ruim fez com que a terra fosse estéril (2.19). (3) Um frasco NOVO com sal para purificar a água (2.20-21). Se observarmos, em 2.19 os homens da cidade de Jericó (cf. 2.15) relataram: "a situação da cidade é boa." À primeira vista, as coisas pareciam prósperas na cidade. Havia edifícios bonitos, árvores, jardins e muita atividade -- mas nenhuma frutificação real. As coisas cresciam, mas antes de produzirem fruto, a fruta caía ou a planta secava. Uma outra sugestão é que o problema pode ter sido relacionado com a vida humana. Em um estudo, McNeely diz que os relatórios de John Gray, feitos em uma recente pesquisa da região, mostraram que determinadas fontes dali continham estratos radioativos. Combinando estas substâncias com água poluídas, a água, de certa forma, causava esterilidade. Esta esterilidade relacionava-se não só à vida de planta como também à vida humana. Os homens reconheciam a autenticidade de Eliseu como um profeta de Deus que andou através do Jordão, um evidente símbolo do poder de Deus em sua vida. Assim vieram a Eliseu e pediram a ajuda para seu problema. Eliseu pediu então um frasco novo enchido com sal, jogou na fonte e, por um milagre de Deus, a água se purificou permanentemente, até os dias de hoje. Note em 2.21 que Eliseu dá o crédito a Deus. Não era Eliseu e não era o sal -- era deus. Eliseu era somente um agente de Deus e o sal, um símbolo. OS SÍMBOLOS USADOS A Cidade Jericó foi originalmente uma cidade fortificada contra a ocupação da terra de Canaã pelo povo de Deus (conforme o livro de Josué). A destruição de Jericó foi um tipo de primeiros frutos da promessa da ocupação e descanso da terra. Entretanto, a cidade foi amaldiçoada no sentido de que qualquer um que tentasse reconstruí-la, especialmente como uma cidade fortificada, perderia seus filhos (Josué 6.26). O problema da esterilidade foi uma maldição contínua, de geração após a geração. Jericó retrata o mundo sem as bênçãos de Deus de hoje. Esta é uma maldição da qual somente Deus pode livrar por seu plano de salvação como revela a Palavra de Deus. Os padrões mundanos são obstáculos, certamente, uma fortificação satânica que vai contra os homens que retêm o plano de Deus de salvação e o livramento em Cristo. A humanidade e o sistema mundano oferecem substitutos Satânicos -- filosofias humanas, sistemas religiosos e soluções materialistas. Estes substitutos podem ser agradáveis, mas as soluções do mundo sempre resultam na esterilidade e são vãs sem cumprir suas promessas. Podem soar boas, podem parecer atraentes e podem satisfazer a carne por algum tempo, mas o homem continua a crescer pior. Somente Deus pode remover a maldição. A Água Má A água é frequentemente um símbolo da palavra no Bíblia, do espírito que limpa e refresca a vida. A água que é má naturalmente retrata o oposto. (a) No lugar da palavra de Deus, temos ponto de vista fútil do homem, humanismo, sistemas idólatras, e ideologias. (b) No lugar do Espírito Santo, há os espíritos maus que promovem estas doutrinas (doutrinas do diabo) (1 Tim. 4; 1 John 4). (c) No lugar de lavarem, refrescarem a vida, poluem, trazendo canseira e morte. O Vaso Novo Na Escritura, os crentes retratam as meras embarcações terrenas que contêm o tesouro do evangelho do senhor Jesus Cristo, de modo que o poder da salvação possa claramente ser visto por ser de Deus e não do homem (2 Cor 4.6-7). Observe também que Eliseu pediu não apenas

um frasco, mas um frasco novo (vers. 20), que talvez retrate o crente, regenerado, pessoa nova, uma criação nova de Deus, que deve representar o Senhor no mundo como se fosse um embaixador e um sacerdote de Deus que deve declarar as excelências de Deus e sua salvação em Jesus Cristo a um mundo perdido e amaldiçoado (cf. 2 Cor 4.4-7; 5.20, 21; e 1 Pedro 2.9). O Sal O sal é o mais significativo dos símbolos aqui. Para ver isto basta observar as ações do sal e sua utilidade na Bíblia. As ações do sal. (1) Preserva, retardando a putrefação. (2) Tempera, dá o sabor ao alimento. (3) Causa sede. Podemos conduzir um cavalo até à água, mas não podemos fazer que ele beba. Correto? Não necessariamente, podemos alimentar-lo com sal e então beberá. (4) Irrita. Você já colocou sal numa ferida? O sal não somente dá sabor, purifica e preserva, mas também irrita. Viver a vida cristã e cumprir a vontade de Deus forçarão algumas pessoas à maneira errada de entender o nosso comportamento (João 15.19). A vida em Deus é uma repreensão a muitos que criticarão e odiarão os crentes. Lembre-se de que o único sal que não irrita é o sal que "perdeu seu efeito." Infelizmente, isto é o que caracteriza muitas igrejas hoje. Perderam sua distinção. Mateus 5:13 (5) É um agente de cura e purificação. Em Mateus 5.13a, Cristo disse a seus discípulos, "Vós sois o sal da terra." Aqui a analogia com o sal retrata o impacto que os crentes devem ter no mundo como representantes de Cristo. A ênfase da Bíblia não é que o evangélico seja somente sal, mas, como um vaso novo cheio de sal (o caráter de Cristo), tenha o efeito do sal sobre a terra. Colossenses 4.5-6; Marcos 9.50. Notamos, entretanto, que no mundo de hoje os crentes são parecidos, se não forem iguais, às outras pessoas. Mateus 5.13b CONCLUSÃO deste estudo. Deus operou este milagre através de Eliseu para nos ensinar o tipo de efeito que os crentes devem ter neste mundo. Os homens vieram a Eliseu de Jericó por causa da autenticidade de sua vida e de seu ministério. Eliseu demonstrou que Deus era real, que somente Deus tinha as respostas à esterilidade da vida, e que somente Deus poderia dar o significado e fertilidade à vida. Questões para aplicação: (1) Estamos vivendo como cristãos autênticos, vivendo temperados com a vida de Cristo, vivendo na proposta do santo sacrifício, revelando a pessoa e o amor de Cristo ao mundo perdido? (2) Estamos envolvidos com nossa sociedade para o bem, ou somos parte do problema? (3) Lutamos pela boa unidade e a harmonia dentro do rebanho de Deus, ou contribuímos para a desunião, semeando discórdia entre os irmãos? Um dos maiores obstáculos do evangelismo é a discórdia. Sejamos então vasos novos, cheio de sal, temperado, derramando bênçãos para o mundo que está morrendo.

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