Introdução Curso

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Guia do Estudante
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APOIO

Guia do Estudante .Pág 4 .

AVALIAÇÃO FINAL .

Pág 5 .Guia do Estudante .

Pág 6 RECOMENDAÇÕES MÓDULO I .Guia do Estudante .CONCEITOS BÁSICOS .

a Administração Pública busca a proposta mais vantajosa – de acordo com exigências pré-estabelecidas e divulgadas – para contratar serviços. a Administração Pública não sai pela rua indo de loja em loja ou de empresa em empresa atrás da melhor proposta. ou seja. Entretanto. Vamos lá e excelente estudo! Unidade 1 . o processo pelo qual os órgãos e empresas públicas contratam serviços e adquirem bens de uma pessoa jurídica e/ou física.Um Pouco da História das Licitações . adquirir bens e realizar obras. Nesta aula. diferentemente de nós. após breve histórico sobre a licitação.Introdução ao Módulo I Introdução Da mesma forma que você procura pesquisar onde comprar mais barato para economizar seu dinheiro. Ela faz isso por meio do processo denominado licitação. você estudará alguns conceitos básicos a respeito do tema.

Pág. só aconteceu com o Decreto nº. a consolidação. 2 . em âmbito federal. apud CASTRO e LOPES. 2. outras leis surgiram.25).No Brasil o primeiro registro encontrado aponta que a licitação aparece no direito público brasileiro desde 1862. de 14 de maio de 1862. de 28 de janeiro de 1922. O referido decreto regulamentava as “arrematações dos serviços a cargo do então Ministério da Agricultura. 4.536. p.926. Comércio e Obras Públicas. responsável pela organização do Código de Contabilidade da União. inicialmente por meio do Decreto nº. Após o decreto.” (Pereira Júnior. Entretanto. 2004.

Pág. a seguir você estudará os principais conceitos e definições relacionados ao tema. 2.68 – estende as disposições do Decreto Lei nº 200. 3 Decreto-Lei nº. É importante observar que todas estas alterações.Desde 2004 o governo vem estudando mudanças na Lei nº. de 25.300.11. obras. Também fazem parte desse contexto as parcerias público-privadas que você estudará adiante.666/93. 5. obrigando a observância da Administração Pública. O objetivo destas mudanças aponta para a implementação de inovações no procedimento de licitação atual e a maior utilização dos meios eletrônicos nos moldes do pregão.86 – Dispõe sobre as licitações e contratos da Administração Federal. parâmetros e limites ao Distrito Federal.02. garantiram que a normatização da licitação não ficasse somente restrita a Administração Pública de âmbito federal. direta ou indireta de todos os poderes: União. 8. .67 (arts.456 de 20. Por isso. Decreto-Lei nº. é importante que todos profissionais que atuam nas diversas esferas da Administração Pública saibam como se processam as licitações e os contratos. serviços e alienações às administrações dos estados e municípios. Sendo assim.06. aos estados e municípios.estabelece a reforma administrativa federal. estendendo as orientações.125 a 144). referentes às normas relativas a licitações para compras. além de buscarem garantir a Administração Pública maior legitimidade no processo. Estado e Municípios. 200. de 21. Lei nº. Constituição Federal de 1988 – Eleva a licitação a status de princípio constitucional.

8. 93 – Regulamenta o inciso XXI do art. 06. 37 da Constituição Federal.Lei nº. .666 de 21. disciplinando as licitações e contratos da Administração Pública celebrados atualmente.

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Distrito Federal e Municípios.520 de 17 de julho de 2002 – Institui a modalidade de licitação denominada pregão no âmbito da União.Conceitos Observe o conceito a seguir! .Lei nº 10. Unidade 2 . Estados.

empresas que estejam interessadas a oferecer bens e serviços. Veja que está escrito que a licitação é um procedimento administrativo. é necessário que se possa analisar outros termos contidos na sua redação. . necessita garantir oportunidade igual a todas as empresas que estejam interessadas em participar do processo. mediante edital ou convite. 2 Em seguida.Apesar de o conceito ser claro e de fácil entendimento. Pág. observe que o autor destaca que este procedimento administrativo deve ser “obediente aos princípios constitucionais”. ou seja. para facilitar a compreensão. vamos analisar um a um. Quais são esses princípios? > A licitação tem por objetivo garantir a observância do princípio constitucional da isonomia. O que significa isso? Significa dizer que é o meio formal pelo qual a Administração Pública deve convocar. Então.

Garantir a observância por parte de todos os envolvidos no processo de licitação (servidores públicos e licitantes) para a necessidade de conduta ilibada. pautada na ética. São eles: Princípios que orientam as licitações Princípios Legalidade Objetivos Vincular a Administração Pública e os licitantes às regras estabelecidas nas normas e princípios contidos na legislação em vigor.Outros Princípios nos Procedimentos de Licitação Além do princípio da isonomia. na legalidade Impessoalidade Moralidade e Probidade Administrativa . Impedir a discricionariedade e o subjetivismo no decorrer do procedimento de licitação. outros também devem ser observados nos procedimentos de licitação.Unidade 3 . como você leu. garantindo critérios objetivos estabelecidos previamente.

observe que o autor utiliza o verbo “escolher” quando se refere que por meio do procedimento de licitação se “escolhe a proposta de fornecimento de bem. obra ou serviço”. por meio da divulgação e da possibilidade de acesso. Simplificar o processo evitando formalidades em excesso e exigências desnecessárias. aos licitantes. . dos atos da administração. > Com isso reforça um dos propósitos da licitação: preceder aos contratos. Garantia da transparência dos atos públicos. Garantir que as exigências e critérios previstos no edital ou convite possam ser seguidos pelos licitantes e pelos servidores públicos responsáveis pelo procedimento da licitação. Publicidade Vinculação ao Instrumento Convocatório Julgamento Objetivo Celeridade Pág. mesmo que isto ocorra em favor da Administração Pública. de acordo com o Direito. Impedir que o julgador utilize critérios subjetivos ou não previstos no edital ou convite. Garantir a transparência no decorrer do procedimento de licitação.e nas normas técnicas do próprio procedimento licitatório. 2 Os objetivos da Administração deverão estar embasados nos princípios que auxiliarão no planejamento e na execução de todo o procedimento de licitação. Ainda com relação ao conceito de licitação utilizado.

Como você estudou. .666/93.666/93) apresenta exceções a este procedimento. Estados. .São responsáveis pelos procedimentos de licitação os agentes públicos designados pela autoridade competente para integrar as comissões de licitação. da Lei citada. empresas públicas. autarquias. Sobre as exceções e a inexigibilidade veja os artigos 24 e 25.Pág. 3 Antes de terminar esta Unidade. sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União. que se relacionam com os conceitos básicos da licitação. portaria. 8. como por exemplo. bens e serviços.666/93 os fundos especiais. . 8. Pág. A Lei que regulamenta as licitações e contratos (Lei nº. dispensável ou inexigível. e somente nos casos previstos na referida Lei.Além dos órgãos da administração direta. a licitação é um procedimento que Administração Pública necessita realizar quando contrata obras. Esta designação se dá por meio de ato administrativo próprio. fundações públicas. estão sujeitos às normas da licitação contidas na Lei nº. podendo a licitação ser legalmente dispensada. 4 . cabe ainda apresentar alguns pontos importantes pautados na Lei nº. 8. Distrito Federal e Municípios.

666/93 regulamenta as normas que regem as licitações e contratos.07. 5 Segundo Motta.666/93 e o objetivo dessas mudanças apontam para a implementação de inovações no procedimento de licitação atual e a maior utilização dois meios eletrônicos nos moldes do pregão. cabendo a ela também descrever as exceções. 26).666 de 21. Um dos propósitos da licitação é preceder ao contrato. 8. 8. sendo a modalidade de pregão regulamentada pela Lei nº 10.06. pessoas jurídicas e/ou físicas que estejam interessadas em oferecer bens e serviços.” (Pereira Júnior. de 14 de maio de 1862.Resumo No Brasil o primeiro registro encontrado aponta que a licitação apareceu no direito público brasileiro em 1862. 1998. 2004. Comércio e Obras Públicas. Isso significa dizer que a licitação é o meio formal pelo qual a Administração Pública deve convocar.” (MOTTA. 6 Como dito.02. seja para os casos de dispensa ou inexigibilidade da licitação. que retratará os direitos e obrigações indicados no edital e legislação aplicável. todos temos os mesmos direitos. . a Lei nº. licitação é “o procedimento administrativo pelo qual a Administração Pública. Atualmente os procedimentos de licitação são regulamentados pela Lei nº 8. p.93. inclusive de negociar com a Administração Pública. obediente aos princípios constitucionais que a norteiam. Desde 2004 o governo vem estudando mudanças na Lei nº. por meio do Decreto nº.926. 2.520 de 17. A licitação tem por objetivo garantir a observância do princípio constitucional da isonomia. mediante edital ou convite. necessita garantir oportunidade igual a todos que estejam interessados em participar do processo. obra ou serviço mais vantajosa para o erário. salvo quando impedidos por lei. escolhe a proposta de fornecimento de bem. Pág. ou seja.25). apud CASTRO e LOPES. O referido decreto regulamentava as “arrematações dos serviços a cargo do então Ministério da Agricultura. p. Pág. Afinal.

A escolha da proposta mais vantajosa possibilita que a Administração Pública alcance um de seus principais objetivos: a melhor utilização do dinheiro do erário para a concretização do interesse público.estadão. CONTRATOS E CONVÊNIOS: LEI Nº 8.com.666/93 . MÓDULO II . Vocês podem encontrá-lo no site http://conjur.br/static/text/7549.LICITAÇÕES.1 (acessado em 20 de junho de 2013).

666/93. nesta aula você estudará sobre as modalidades.Aspectos Pertinentes à Licitação Que a licitação é um procedimento formal da Administração Pública e por isso necessita obedecer a uma série de princípios. os tipos e as fases da licitação e sobre aquilo que é uma das finalidades da licitação: a execução de contratos. a licitação possui uma série de especificidades e ritos dispostos em Lei. Indo mais fundo na análise da Lei nº. 2 Modalidades As modalidades de licitação referem-se às formas de procedimento de licitação. Pág. como a licitação vai ocorrer. você já sabe. Estudará também sobre convênios. talvez o que ainda não saiba é que. 8. condução do . como todo procedimento formal da Administração Pública.Unidade 1 . ou seja. Mas.

a regra atual é licitar pela modalidade de pregão. instituída pela Medida Provisória 2026/2000. Distrito Federal e Municípios pela Medida Provisória nº 2026/2000 e consagrada. mas há uma sexta. aprovando o regulamento para a modalidade pregão. A princípio.O artigo 22 da Lei nº.666/93 estabeleceu cinco modalidades de licitação: A Lei nº 8. Esse Decreto foi recepcionado pela lei 10520/2002 e continua em pleno vigor. mais tarde. 8. Estados. O pregão foi instituído como modalidade de licitação aplicável no âmbito da União. Em 8 de agosto de 2000. 3 Veja cada uma das modalidades de licitação: • Concorrência • Tomada de preços . pela Lei nº 10520/2002. o Poder Executivo editou o Decreto nº 3555/2000. que é o PREGÃO.666/93 só trata dessas 5 modalidades. Pág.

ou. os interessados deverão fazer a solicitação do convite com antecedência de até 24 horas da apresentação da proposta. Contudo. ainda. no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores – SICAF. 4 • Concurso .• Convite É importante destacar que na modalidade convite é possível a participação de interessados que não tenham sido convidados formalmente. mas desde que sejam do ramo do objeto licitado e estejam cadastrados no órgão ou entidade licitadora. Pág.

4º do Decreto nº 5. conforme define o art. tomada de preços e convite é o valor estimado para a contratação. sendo preferencial a utilização da sua forma eletrônica. no âmbito da União. § 1o O pregão deve ser utilizado na forma eletrônica. preferencialmente.450/05. a licitação para contratação de bens ou serviços comuns deverá ser realizada sob a modalidade de Pregão. 23 da Lei 8.• Leilão • Pregão É a modalidade de licitação em que a disputa pelo fornecimento de bens ou serviços comuns é feita em sessão pública.666/93. 4° Nas licitações para aquisição de bens e serviços comuns será obrigatória a modalidade pregão. salvo . de acordo com o art. na forma eletrônica: "Art. Contudo. O principal fator de escolha entre as modalidades de concorrência.

Unidade 2 . b) tomada de preços: até R$ 1. 2. II .00 (cento e cinquenta mil reais).500.000.000. 3.Critérios.500.00 (seiscentos e cinquenta mil reais). c) concorrência: acima de R$ 1. convite: até R$ 80.00 (oitenta mil reais).00 (seiscentos e cinquenta mil reais).” Pág.00 (um milhão e quinhentos mil reais).000.000.para obras e serviços de engenharia: a) convite: até R$ 150.000. a ser justificada pela autoridade competente. tomada de preços: até R$ 650. para seleção da proposta mais . Os tipos de licitação estão relacionados aos critérios que serão utilizados para avaliar e classificar as propostas apresentadas pelos licitantes.000. tipos e fases de licitação Tipos de licitação Tipo de licitação não é o mesmo que modalidade.para compras e serviços não referidos no inciso anterior: 1.nos casos de comprovada inviabilidade. concorrência: acima de R$ 650.00 (um milhão e quinhentos mil reais). 5 I .

Menor Preço Critério que considera como vencedora . cálculos. Melhor Técnica Critério que considera como vencedora a proposta mais vantajosa. alienações e locações imobiliárias na modalidade de convite. Ex: elaboração de projetos. em particular. 9º que "A licitação do tipo técnica e preço será utilizada exclusivamente para bens e serviços de informática e automação de natureza predominantemente intelectual. supervisão e gerenciamento e de engenharia consultiva em geral e. para a elaboração de estudos técnicos preliminares e projetos básicos e executivos. fiscalização. que regulamenta a contratação de bens e serviços de informática e automação pela administração pública federal. escolhida com base na maior média ponderada. de 12 de maio de 2010. considerando-se as notas obtidas nos aspectos de preço e técnica. e possam apresentar diferentes metodologias. Exclusivamente para serviços predominantemente de natureza intelectual.666/93. Além dos tipos. justificadamente. tecnologias e níveis de qualidade e .vantajosa. você encontrará os critérios e a orientação de quando utilizá-los: Orientação para o uso dos tipos de licitação Tipo O que é considerado Quando é utilizado Nas compras e serviços de modo geral e nas aquisições de bens e serviços de informática realizadas na modalidade de pregão eletrônico ou presencial e no caso de obras e serviços de engenharia. Maior lance ou oferta Nos casos de alienação de bens ou concessão de direito real de uso.aquela que apresentar o menor preço. 45 da Lei 8. assim considerados quando a especificação do objeto evidenciar que os bens ou serviços demandados requerem individualização ou inovação tecnológica. estabelece no § 4º do art. A proposta que oferecer melhor lance ou oferta Pode ser utilizada na contratação de bens e serviços de informática e nas modalidades de tomada de preço e concorrência.após verificar se a proposta atende às especificações do edital . escolhida com base em aspectos de ordem técnica. O Decreto nº 7174. Técnica e preço Critério em que considera como vencedora a proposta mais vantajosa. O quadro a seguir foi elaborado de acordo com § 1º do art.

sendo necessário avaliar as vantagens e desvantagens de cada solução. Leia-os antes de prosseguir seus estudos. Esta fase é trabalhosa e requer o máximo de atenção. Fase externa ou executória – A fase externa poderá ser subdivida considerando a modalidade de licitação. 2 Os parágrafos e incisos do artigo 46 da Lei 8. merecerá especial atenção a fase interna ou preparatória da licitação.desempenho. Observe que os aspectos a serem cobrados na avaliação e classificação das propostas deverão ser definidos com clareza e objetividade no ato convocatório. Os procedimentos a seguir ilustram os passos da fase interna e da fase externa de um procedimento de licitação nas modalidades que não sejam o Pregão.666/93 explicam os procedimentos adotados nas licitações do tipo melhor técnica e melhor técnica e preço. pois dela dependerá o sucesso da execução da fase externa. . Fases da Licitação O procedimento de licitação compreende as seguintes fases: Fase interna ou preparatóriaEsta fase delimita e determina as condições do ato convocatório. Assim. Qualquer falha ou irregularidade constatada ocasionará a anulação do procedimento de licitação. da execução da obra ou da prestação do serviço. antes de divulgá-lo aos interessados." Pág. Esta fase tem início com a publicação do edital ou a entrega do convite e só termina com a contratação do licitante para o fornecimento do bem. Vale ressaltar que na fase externa não poderá haver nenhuma alteração. como você poderá constatar a seguir.

porque esta é omissa ou obscura. O ato autorizativo. os requisitos de habilitação. 3 Passos da fase Interna 1º Verificação da necessidade pública a ser atendida: A necessidade deve ser definida por meio de solicitação justificada do setor requisitante. Quando o processo envolver critérios técnicos. Nas demais modalidades chama-se Projeto Básico. Aqui deve ser verificada a adequação orçamentária e financeira. No caso de Pregão esta elaboração das especificações do objeto e sinalização de contratação será denominada de Termo de Referência. então definir. por meio de documento próprio que comporá o processo. Não deve deixar dúvidas sobre o que se espera como resultado do processo licitatório. bem como a Lei de Responsabilidade Fiscal. conveniência e relevância do interesse público. objetivo e ainda contemplar os seguintes aspectos: a descrição do objeto. 5º Indicação dos recursos: Indicação dos recursos orçamentários que cobrirão as despesas. objetiva e sucinta. de aceitabilidade dos preços. bens a serem adquiridos etc. os critérios de julgamento. sanções e . Exemplo: Obras a serem executados. os prazos de execução. deverá levar em consideração os aspectos de oportunidade. Estes devem ser descritos utilizando o vocabulário adequado. e nesta hipótese o administrador deve justificar (motivar) de forma ainda mais completa. e deverá conter no caso de obras soluções técnicas suficientemente detalhadas. Pág.Pág. o qual deverá estar protocolizado e numerado. caso seja necessário. 2º Aprovação da autoridade competente: A aprovação da autoridade competente deverá estar devidamente motivada e compreender a autorização para a autuação do processo correspondente. 4 6º Escolha da modalidade e do tipo de licitação: Verificar de acordo com o objeto e se for o caso (não sendo a hipótese de pregão) o valor da licitação e. critérios de participação. 4º Estimativa do valor da contratação: Deve ser feita uma ampla pesquisa no mercado relevante para a melhor avaliação do valor esperado. impugnações e publicações. as condições de pagamento. local de realização do certame. bem como horários e prazos para esclarecimentos. preciso. configurando assim o passo um do procedimento licitatório. prazos e condições para assinatura de contratos. 7º Elaboração do edital: O edital deve ser claro. quando não vinculado diretamente à lei. quais as melhores modalidade e tipo de licitação. reajustes. de forma a serem utilizadas na elaboração do projeto executivo. 3º Elaboração da especificação do objeto da licitação: A redação da especificação deve ser clara.

gov. da modalidade e do tipo de licitação. Pág. Os procedimentos a seguir.mj. qualificação técnica e qualificação econômico-financeira. 3º Classificação das propostas: A classificação das propostas deverá atender as especificidades contidas na Lei de acordo com a modalidade adotada. Assim temos: Modalidades Prazos Concorrência 45 dias: quando a licitação for do tipo melhor técnica ou técnica e preço. e não havendo recursos e/ou decisão judicial suspendendo qualquer ato administrativo. (Acessados em 21 de junho de 2013).agu. executados na maioria das modalidades.tcu.br e www. regularidade fiscal. A redação do edital deverá considerar ainda o princípio da isonomia e os demais princípios que orientam o processo licitatório. atendendo assim o princípio de divulgação. 6 O prazo de divulgação da publicação do aviso da licitação dependerá da modalidade que venha a ser adotada. apresentam apenas os passos principais.outras indicações especificas ou peculiares à licitação. ou o regime de execução do objeto for empreitada integral.(publicidade/transparência).br/licitacao. Antes de continuar seus estudos. 30 dias: para os demais casos Tomada de Preços 30 dias: no caso de licitação do tipo . 5 Passos da Fase Externa Os procedimentos da fase externa sofrerão alterações de acordo com o objeto. veja exemplos de editais consultando o site www.gov. deverá haver a habilitação dos licitantes. A habilitação poderá ser realizada considerando: aspectos jurídicos. 4º Contratação e Execução do Objeto: Após a classificação.br. Pág. www. 1º Início da publicação do aviso: O objetivo desta fase é divulgar o processo licitatório.gov. 2º Habilitação das licitantes: Quando pertinente. cabe então a contratação e a posterior execução do objeto de licitação.

concluído o procedimento licitatório ou os procedimentos de dispensa ou inexigibilidade (arts. 7º e seguintes) da Lei nº. Nesta oportunidade toda atenção é recomendável. Convênios e Consórcios.melhor técnica ou técnica e preço.666/93. obrigações e responsabilidades da Administração e do licitado deverão ser claras e precisas.666/93) é hora de celebrar o contrato. principalmente. 8. Portanto. Veremos agora sobre Contratos. 24 e 25 da Lei 8. • Definição A Lei 8.Contratos Como já sabemos todo contrato é precedido de licitação. Leia atentamente a Seção III (art. direitos. Convite 05 dias úteis: qualquer caso Obras e serviços merecem atenção especial. pois as cláusulas.666/93 define contrato como: . no que se refere as fases da licitação. Unidade 3 . Nesta lição você estudará sobre esta questão. 15 dias: para demais casos.

O contrato só poderá ser celebrado com o licitante que venceu a licitação ou com aquele que tenha cumprido os procedimentos de dispensa ou de .666/93 conforme o Art. 54 da lei 8. deve ser observado pela Administração o direito dos particulares.666/93. Pág. Isso está relacionado à natureza e aos preceitos de ordem pública que regem a Administração para a qual deve prevalecer o interesse público. De acordo com os preceitos da Administração Pública. 2 Regulação de contratos 1. deverá prevalecer o interesse da coletividade sobre o particular.Os contratos administrativos são regulados por cláusulas. 3. 2. Há diferença entre os contratos celebrados entre a Administração Pública e o particular comparados àqueles firmados entre particulares. zelando pela justiça. normas da Lei 8. Entretanto.

3 . As cláusulas que compõem o contrato deverão estar em consonância com o ato convocatório da licitação. consequentemente. Em caso de dispensa ou inexigibilidade de licitação a redação do contrato deverá considerar a proposta do contratado e o ato de autorização da contratação sem licitação.666/93. a do contrato. na elaboração dos contratos celebrados deverá ser observado o comando do art. Com relação às cláusulas. Caso contrário poderá ser declarada a nulidade do procedimento licitatório e. da Lei 8. Elaboração de Contratos Um contrato é formado por cláusulas enumeradas e que especificam as condições para sua execução.inexigibilidade. Pág. 55.

Finalidade e objetivo do contrato. 55 da Lei de Licitação. Nome do responsável da empresa contratada e do seu representante. 4 Além das cláusulas descritas no art.Pág. nos contratos elaborados pela Administração Pública deverão constar as seguintes informações: Nome do órgão ou entidade da Administração Pública e do seu representante. Ato que autorizou a regulação do contrato. • • • • .

de 16 de julho de 1992. 5 Contratos Especiais Apesar da maioria dos contratos ser regida pelas normas de Direito Público. lembrando que o fiscal do contrato tem responsabilidade solidária com a contratada por possíveis danos causados pela execução irregular do contrato. principalmente com relação às obrigações da contratada. principalmente. 6 A Gestão Contratual A gestão dos contratos deve ser organizada de modo que sejam designados. Após o inicio da execução do contrato a Administração deve acompanhar para saber se a contratada está cumprindo com o pactuado. Pág. da Lei nº. formalmente. mas além de conceitos distintos existem outras diferenças. § 2º.443.666/93. o que será feito pelos servidores prévia e formalmente designados para exercerem tais atribuições. Submissão dos contratantes às cláusulas contratuais. Sujeição dos contratantes às normas da Lei 8. é de responsabilidade do fiscal do contrato. 16.666/93. de financiamento. em razão da peculiaridade do objeto. há contratos celebrados pela Administração pública que tem suas cláusulas regulamentadas por normas do Direito Privado. servidores públicos qualificados como responsáveis pela execução de atividades e/ou pela vigilância e garantia da regularidade e adequação dos serviços e produtos elaborados e aceitos. Cabe ressaltar ainda que outros dados ou informações que sejam consideradas como importantes. da dispensa ou da inexigibilidade. conforme o art. Muitas pessoas utilizam o termo convênio como sinônimo de contrato. E este controle e fiscalização da execução contratual. devem constar do contrato com o objetivo de garantir a perfeita execução do objeto e resguardar direitos e deveres de ambas as Unidades. de locação (nos quais a Administração Pública seja a locatária) e aqueles em que a Administração Pública é usuária de serviço público. Exemplos de contratos especiais: contratos de seguro. 8. Pág. observada as regras dos artigos 55 e 58 a 61 da Lei 8. que estabelece a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União. .• • • Número do procedimento de licitação.

e 2. III . como contratante ou parte interessada na prática do mesmo ato. quando evidenciarem impropriedade ou qualquer outra falta de natureza formal de que não resulte dano ao erário. financeira. alíneas c e d deste artigo. quando expressarem. 4. dano ao erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ao antieconômico. feita em processo de tomada ou prestarão de contas. 7 I . prática de ato de gestão ilegal. ao julgar irregulares as contas. de forma clara e objetiva. orçamentária. omissão no dever de prestar contas. o Tribunal. a exatidão dos demonstrativos contábeis. fixará a responsabilidade solidária: 1. antieconômico. ilegítimo. 2. desfalque ou desvio de dinheiros.regulares com ressalva. bens ou valores públicos.regulares. a legitimidade e a economicidade dos atos de gestão do responsável. 3. a legalidade. § 2° Nas hipóteses do inciso III. do terceiro que. de qualquer modo haja concorrido para o cometimento do dano . operacional ou patrimonial. II . do agente público que praticou o ato irregular. § 1° O Tribunal poderá julgar irregulares as contas no caso de reincidência no descumprimento de determinação de que o responsável tenha tido ciência.Pág. quando comprovada qualquer das seguintes ocorrências: 1.irregulares. ou infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil.

importando aqui que se cumpra o previsto no artigo 67. pois. de 24 de julho de 1991. deverão estar atentos à regularidade fiscal. 8 Principais pontos a serem observados com relação a regulação de contratos. precisa compor o processo de aditamento contratual com manifestação favorável e motivada. da Lei nº. O gestor ou fiscal do contrato deve conhecer bem o contrato que está sob responsabilidade dele. apesar de o contratado ser responsável diretamente pelos encargos trabalhistas. isto pode ser feito mediante cláusula contratual ou ato administrativo específico. Nos contratos de prestação de serviços. e vícios redibitórios verificados durante a execução dos contratos. se aquele objeto é o contratado e se não há nenhuma variação em relação ao efetivamente comprado. previdenciários. Nos pagamentos de contratos continuados que envolvam mão-de-obra. a necessidade de o contratado sanar falhas. nos termos do art.666/93. à chefia imediata de situações que firam ao que foi pactuado. também por escrito. o Tribunal providenciará a imediata remessa de cópia da documentação pertinente ao Ministério Público da União. . Vale ressaltar. sanções e até a própria rescisão contratual. § 3° Verificada a ocorrência prevista no parágrafo anterior deste artigo. por exemplo. ainda. 8.212. E quando no caso de renovação contratual. verificar se a folha de pagamento está de acordo com a planilha de formação de custos e preços pactuada. por escrito. um dos primeiros passos na execução contratual é haver previamente a autoridade competente designado um representante (ou mesmo colegiado. bem como a previdenciária dos empregados da contratada que prestaram os respectivos serviços. em todas as cláusulas. o gestor dos contratos. inclusive. comunicar. deve ele. no caso de fornecimento de material.apurado. da lei 8. ou em alguns casos a área responsável pelos pagamentos. se a quantidade de empregados na prestação daquele serviço está de acordo com o pactuado. sugerindo. no caso de objeto contratual complexo) para cada contrato celebrado. a Administração Pública responde solidariamente com o contratado pelos encargos previdenciários resultantes da execução do contrato. o gestor do contrato precisa atuar de forma adequada e imediata. Pág. Com esse fim deve comunicar. para ajuizamento das ações civis e penais cabíveis. 31. sem exceção. Ele deve deter boa organização quanto a todos os atos que se relacionem ao contrato. E não só isso. Para que os contratos sejam fielmente cumpridos. e. é imprescindível que verifique a frequência. fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato.

• Pág. bem como. do servidor denominado representante: . relativos à execução. pago. registrar por meio de ata no processo todos os fatos ocorridos. contendo as decisões ou solicitação de providências que fujam à competência dele e careçam de decisão superior.666/93. fiscalização e atestação da execução contratual. É importante que o gestor do contrato tenha um processo montado. 9 O Processo de Execução do Contrato O Passo A Passo da Execução Contratual Você estudou na aula 1 a definição do gestor do contrato. é necessária a expressão da execução do contrato por meio do atesto que foi expedido pelo gestor do contrato ou pelo substituto eventual formalmente nomeado pela autoridade competente como o titular. Nesta aula você verá as características dos gestores ou fiscais de contratos. da planilha de formação de preços. como o da regularidade fiscal. paginado e rubricado com todos os documentos relativos à execução contratual. estar atento quanto aos despachos emitidos dentro dos prazos. uma organização que permita e facilite: • • • • arquivar todos os documentos relevantes. o serviço ou o objeto adquirido.Pág. 10 O Papel do Gestor de Contratos Gestor de contratos ou fiscal de contratos é o termo designativo para função exercida por servidor que irá acompanhar e fiscalizar a execução contratual. manter cópia do contrato. o acompanhamento da execução contratual. ou seja. manter cópia de todas as comunicações escritas à chefia imediata. e este por sua vez precisa cumprir todos os ritos previstos na legislação. A Lei nº 8. Existem várias nomenclaturas atribuídas ao servidor designado como representante da Administração que irá agir no acompanhamento. desde o início da contratação até o termino do contrato. as atribuições deste e os pontos a serem observados. para que seja cumprido. O Passo a Passo da Execução Contratual: O contrato também é acompanhado do processo de pagamento. do ato convocatório (edital) para consulta em caso de esclarecimentos. no artigo 67 estabelece as atribuições. liquidado.

seu artigo 6° traz a nomenclatura de Gestor. 12 Características do Gestor de Contratos O gestor de contratos precisa conhecer o processo licitatório. precisa saber fiscalizar e gerenciar o contrato.271 de 7 de julho de 1997. Na Administração Pública normalmente existe um grande envolvimento dos setores de compras durante o certame licitatório. agente fiscalizador. comissão de licitação. executor de contrato. fiscalizar. Pág. determinando o que for necessário à regularização das faltas ou defeitos observados. dentre outras. gestor de contrato. a atribuição é a mesma. mas o processo continua e é na fase de execução do contrato que entra em cena a figura do fiscal do contrato ou gestor do contrato. Independentemente da terminologia atribuída ao servidor. fiscalizador de contrato. .§ 1º O representante da Administração anotará em registro próprio todas as ocorrências relacionadas com a execução do contrato. o projeto básico ou termo de referência. nomeado para acompanhar. Pág. certificar e atestar o objeto contratado. 11 Já o Decreto nº 2. e. seja fiscal de contrato. § 2º As decisões e providências que ultrapassarem a competência do representante deverão ser solicitadas a seus superiores em tempo hábil para a adoção das medidas convenientes. pregoeiro. equipe de apoio dentre outros e para muitos dos envolvidos sua participação no processo termina ali.

707.incentivar e apoiar as iniciativas de capacitação promovidas pelas próprias instituições.estimular a participação do servidor em ações de educação continuada. ao longo de sua vida funcional. mediante o aproveitamento de habilidades e conhecimentos de servidores de seu próprio quadro de pessoal. ele também pode responder ao Tribunal de Contas da União. III . porque assim como o ordenador. entendida como a oferta regular de cursos para o aprimoramento profissional. o ideal é que seja alguém com formação na área de engenharia.assegurar o acesso dos servidores a eventos de capacitação interna ou externamente ao seu local de trabalho. conforme preconiza o Decreto nº 5.320 de 17 de março de 1964) e conhecer os instrumentos de planejamento orçamentário (PPA. Daí ser primordial sempre fundamentar todas as decisões e fazê-las por escrito. V . a liquidação e o pagamento (Artigo 58 da Lei 4. como nos casos de obras.contratos de cunho mais técnico precisam ser acompanhados por fiscais que tenham conhecimento ou formação na área. VI . LOA.incentivar e apoiar o servidor público em suas iniciativas de capacitação voltadas para o desenvolvimento das competências institucionais e individuais. Dessarte.incentivar a inclusão das atividades de capacitação como requisito para a promoção funcional do servidor nas carreiras da administração pública federal . LDO). Nas situações nas quais o servidor designado não se sinta capaz de desempenhar a contento as funções delegadas e não podendo negar-se em desempenhá-la. até mesmo com o patrimônio pessoal em ações regressivas nos casos considerados lesivos ao Erário. por exemplo. Disciplina o artigo 3° desta norma (próxima página): Pág. sem prejuízo das demais ações passíveis. IV . pois representa a causa pública. II .promover a capacitação gerencial do servidor e sua qualificação para o exercício de atividades de direção e assessoramento. o gestor de contratos é peça fundamental na Administração Pública. Mas também precisa conhecer as fases da despesa pública como o empenho. deverá solicitar à chefia imediata curso de capacitação. de 23 de fevereiro de 2006. 13 I . como já vimos. inclusive juntando os documentos que o convenceram da decisão tomada.

considerar o resultado das ações de capacitação e a mensuração do desempenho do servidor complementares entre si. Pág.elaborar o plano anual de capacitação da instituição. no caso de eventos externos de aprendizagem. de forma a aumentar a eficiência das contratações permitindo assim procedimentos de fiscalização e gerenciamento do contrato precisos e eficazes. compreendendo as definições dos temas e as metodologias de capacitação a serem implementadas.promover entre os servidores ampla divulgação das oportunidades de capacitação. para tanto. Unidade 4 . As instituições federais de ensino poderão ofertar cursos de capacitação. Parágrafo único. XII . X . respeitadas as normas específicas aplicáveis a cada carreira ou cargo.oferecer oportunidades de requalificação aos servidores redistribuídos.ENAP.oferecer e garantir cursos introdutórios ou de formação. IX . Logo para que o gestor participe em todas as etapas do processo administrativo. 14 XI . previstos neste Decreto. VII . e assegurar a ele a participação nessas atividades. inclusive àqueles sem vínculo efetivo com a administração pública. aos servidores que ingressarem no setor público. favorecendo a articulação entre elas e visando à construção de sistema de escolas de governo da União. em ato conjunto dos Ministros de Estado do Planejamento.direta. e XIII . a ser coordenado pela Escola Nacional de Administração Pública . Orçamento e Gestão e da Educação. VIII .avaliar permanentemente os resultados das ações de capacitação. mediante convênio com escolas de governo ou desde que reconhecidas. ele precisa estar envolvido da elaboração do projeto básico ou do termo de referência até o termino da vigência do contrato. os cursos ofertados pelas escolas de governo. autárquica e fundacional.Convênios e Contratos de Repasse .priorizar.

Como exemplos temos o FPE (Fundo de Participação dos Estados). FPEX (Fundo de Compensação pela Exportação de Produtos Industrializados). envolvendo a realização de projeto. que disciplina o repasse dos royalties do petróleo aos municípios. FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação). Essa é a modalidade que interessa ao nosso curso.478/97 (art. órgão ou entidade da administração pública federal. distrital ou municipal. Pág. • Transferências Legais – são regulamentadas em leis específicas. atividade. Municípios e Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos. direta ou indireta. são elas: • Convênios . 2 Há três formas de se efetivar as Transferências Voluntárias. aquisição de bens ou evento de interesse recíproco. e. • Transferências Voluntárias – são repasses de recursos da União a Estados. Exemplo: Lei 9. ou ainda. direta ou indireta. visando à execução de programa de governo. entidades privadas sem fins lucrativos. de outro lado.acordo ou ajuste que disciplina a transferência de recursos financeiros de dotações consignadas nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União e tenha como partícipe.Os recursos constantes do orçamento da União podem ser executados pelo próprio Governo Federal ou por meio de transferência de recursos para os Estados e Municípios. mas do desejo da União de imprimir agilidade e efetividade ao gasto público. de um lado. a saber: • Transferências Constitucionais – são as parcelas de recursos arrecadados pelo Governo Federal e repassados automaticamente aos Estados e Municípios. 49). . serviço. Os repasses de recursos federais a Estados e Municípios são efetuados por meio de três formas distintas de transferências. que não decorrem de determinação constitucional ou legal. em regime de mútua cooperação. 157 a 162). FPM (Fundo de Participação dos Municípios). e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR. órgão ou entidade da administração pública estadual. Imposto sobre Operações Financeiras – IOF Ouro. de acordo com a Constituição Federal (ver arts.

destinada à execução de programas governamentais.gov. Nos termos da citada portaria. Pág. os atos e os procedimentos relativos à formalização. o Ministério concedente firma o chamado Termo de Cooperação com a instituição financeira escolhida. • justificativa contendo a caracterização dos interesses recíprocos. dependendo de que órgão será o repassador dos recursos. sistema. Assemelha-se ao convênio. Para operacionalizar o contrato de repasse.º 127.• Contratos de Repasse . 3 Por fim. a relação entre a proposta apresentada e os objetivos e diretrizes do programa federal e a indicação do público alvo. discriminando o repasse a ser realizado pelo concedente ou contratante e a contrapartida prevista para o proponente. Ambos os instrumentos estão disciplinados pela Portaria Interministerial MPOG/MF/CGU N. prestação de contas e informações acerca de tomada de contas especial dos convênios. • estimativa dos recursos financeiros. no entanto as agências financeiras oficiais – especialmente a Caixa Econômica Federal – atuam como mandatárias do Governo Federal. aberto à consulta pública. Sendo assim. para encerrar este estudo introdutório acerca dos Convênios e . no • descrição do objeto a ser Contrato SICONV. do problema a ser resolvido e dos resultados esperados.instrumento jurídico para transferência de recursos a entidades qualificadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP.instrumento administrativo por meio do qual a transferência dos recursos financeiros se processa por intermédio de instituição ou agente financeiro público federal. contratos de repasse e termos de parceria serão realizados no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse . para o fomento e a execução de atividades consideradas de interesse público. tais como assistência social. execução. • Termo de Parceria . de 29 de maio de 2008. o Estado ou Município que desejar celebrar Convênio ou de Repasse com a União deverá apresentar proposta de trabalho no em conformidade com o programa e com as diretrizes disponíveis no que conterá. acompanhamento. e • informações relativas à capacidade técnica e gerencial do proponente para execução do objeto.br/siconv/ (acessado em 21 de junho de 2013). educação etc. por meio do Portal dos Convênios do Governo Federal https://www. mínimo: executado. saúde. • previsão de prazo para a execução. no caso das transferências a Estados e Municípios.SICONV. será utilizado ou o Convênio ou o Contrato de Repasse. Portanto.convenios. cultural.

. no caso de investimento. • o cronograma de desembolso conforme o Plano de Trabalho. em razão deste. fixada de acordo com o prazo previsto para a consecução do objeto e em função das metas estabelecidas. em termos aditivos. transformados ou construídos. do direito de propriedade dos bens remanescentes na data da conclusão ou extinção do instrumento. • a definição. • as obrigações de cada um dos partícipes. relacionamos abaixo algumas cláusulas necessárias que devem estar contidas nos citados instrumentos: • o objeto e seus elementos característicos. • a obrigatoriedade de o convenente ou contratado incluir regularmente no SICONV as informações e os documentos exigidos por esta Portaria. de modo a evitar sua descontinuidade. em consonância com o Plano de Trabalho. • no caso de órgão ou entidade pública. • a obrigação do convenente de manter e movimentar os recursos da conta bancária específica do convênio ou contrato de repasse em instituição financeira controlada pela União. quando der causa a atraso na liberação dos recursos. a informação de que os recursos para atender às despesas em exercícios futuros. tenham sido adquiridos. mencionando-se o número e data da Nota de Empenho ou Nota de Movimentação de Crédito e declaração de que. que. mantendoo atualizado. de cada parcela da despesa a ser transferida em exercício futuro. • a obrigação de o concedente ou contratante prorrogar "de ofício" a vigência do instrumento antes do seu término. indicar-se-ão os créditos e empenhos para sua cobertura. produzidos. quando não integrante da conta única do Governo Federal. respeitado o disposto na legislação pertinente. estão consignados no plano plurianual ou em prévia lei que os autorize. quando couber. • a vigência. • as obrigações do interveniente. incluindo os recursos da contrapartida pactuada. no caso de paralisação ou da ocorrência de fato relevante. se for o caso. quando houver.Contratos de Repasse. limitada a prorrogação ao exato período do atraso verificado. • a contrapartida. • a obrigatoriedade de restituição de recursos. quando houver. • a prerrogativa do órgão ou entidade transferidor dos recursos financeiros assumir ou transferir a responsabilidade pela execução do objeto. e a forma de sua aferição quando atendida por meio de bens e serviços. nos casos previstos pela Portaria Interministerial. • a classificação orçamentária da despesa.

• a obrigação de prestar contas dos recursos recebidos no SICONV. • a responsabilidade solidária dos entes consorciados. • a faculdade dos partícipes rescindirem o instrumento. e • o prazo para apresentação da prestação de contas. MÓDULO III . inclusive com a indicação dos recursos humanos e tecnológicos que serão empregados na atividade. nos instrumentos que envolvam consórcio público. bem como do Tribunal de Contas da União aos processos. • o livre acesso dos servidores dos órgãos ou entidades públicas concedentes ou contratantes e os do controle interno do Poder Executivo Federal. documentos.• a forma pela qual a execução física do objeto será acompanhada pelo concedente ou contratante. quando for o caso. • a forma de liberação dos recursos ou desbloqueio. bem como dos órgãos de controle. a qualquer tempo. quando se tratar de contrato de repasse. • a obrigação de o convenente ou o contratado inserir cláusula nos contratos celebrados para execução do convênio ou contrato de repasse que permitam o livre acesso dos servidores dos órgãos ou entidades públicas concedentes ou contratantes. • a previsão de extinção obrigatória do instrumento em caso de o Projeto Básico não ter sido aprovado ou apresentado no prazo estabelecido. • a indicação do foro para dirimir as dúvidas. informações referentes aos instrumentos de transferências regulamentados por esta Portaria. aos documentos e registros contábeis das empresas contratadas. bem como aos locais de execução do objeto.PREGÃO E REGISTRO DE PREÇOS .

nesta aula você estudará sobre o papel do gestor de contratos na Administração Pública. Sabe também que as cláusulas que compõem o contrato deverão estar em consonância com o ato convocatório da licitação. Indo mais fundo no estudo da Lei nº. ainda não saiba o procedimento formal da Administração Pública para acompanhar e fiscalizar os contratos firmados.Pregão .Licitações e Contratos: Novos Rumos . Em caso de dispensa ou inexigibilidade de licitação a redação do contrato deverá considerar a proposta do contratado e o ato de autorização da contratação sem licitação. 8.666/93.Introdução ao Módulo III Introdução Você já sabe que a Administração ao adquirir bens e serviços firma o acordo por intermédio de cláusulas enumeradas e que especificam as condições para sua execução na forma de um contrato administrativo. talvez. Mas. Unidade 1 .

O Pregão deve ser utilizado pela União.520 de 17 de julho de 2002. 2 Pregão Eletrônico Definição Como vimos no módulo anterior outra modalidade de licitação é o Pregão.450 de 2005) ou presencial (Decreto 3. Observação: Não é necessário dizer aqui o que o aluno estudará na próxima aula.520 de 2002 o pregão é uma modalidade de licitação em que a disputa pelo fornecimento de bens ou serviços comuns é realizada em sessão pública. O pregão pode ser realizado em duas formas: eletrônica (Decreto 5. Pág. por meio de propostas escritas e lances verbais. 10.No âmbito da Lei 10. Distrito Federal e . Estados. Nesta aula você estudará sobre a modalidade de licitação Pregão e a Lei complementar 123/2006 que estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte. instituído pela Lei nº.555 de 2000). Ambas serão estudadas nesta aula.

No Pregão as propostas de preço dos licitantes são apresentadas por escrito e por lances. alterado pelo Decreto 4. a exceção dos produtos ou serviços que podem ser balizados por tabelas. vigilância e etc. Assim é também a aquisição de peças para manutenção de veículos. no caso do Pregão Presencial. como é o caso de passagens aéreas que podem ser compradas pelo procedimento de maior desconto. o pregão deve ser realização na sua forma eletrônica. pneus. limpeza.002/01 e corroborado pelo Acórdão 1. ou pela Internet. conforme dispõe o Decreto 3.Municípios para a aquisição de bens ou serviços considerados comuns. contratação de mão de obra para manutenção predial. Os lances podem ser verbais. o julgamento deve ser feito sempre pelo menor preço. aparelhos eletrônicos. Sempre que possível. papéis. mesas. 4 . Serviços: confecção de chaves. algemas etc. O pregão não está relacionado a valores e sim ao objeto. Pág. manutenção de veículos e aparelhos.892/01. Pág. quando o Pregão for realizado em sua forma Eletrônica. No âmbito da União. 3 São exemplos de bens comuns: Espécies: canetas.477/2004 PlenárioTCU (acessado em 24 de junho de 2013).555 de 2000 e na forma eletrônica através do Decreto nº 5. cadeiras.450 de 31 de mai de 2005. veículos. o Pregão recebeu regulamentação na forma presencial por meio do Decreto nº 3. Mas é importante destacar que mesmo não estando relacionado a valores.

apresenta custos mais reduzidos do que as demais modalidades e também uma economicidade mais significativa no que tange aos custos da administração. Unidade 2 .Fases do Pregão . município e Distrito Federal. Sua fase externa inicia-se. pela apresentação de preços e possíveis lances que reduzam os valores iniciais apresentados. se as contratações estiverem sendo feitas por conta de recursos repassados pela União (Decreto 5.504/05). mesmo após a etapa de lances. O pregão caracteriza-se como sendo a forma mais dinâmica de contratação. E ainda há a possibilidade de negociação para redução dos preços. diferentemente das demais modalidades.O pregão é uma modalidade obrigatória no âmbito da União para aquisição de bens e serviços comuns e também no âmbito dos estados.

A fase interna é regulamentada pelo Art. irrelevantes ou desnecessárias. por excessivas. § 2º No âmbito do Ministério da Defesa. 2 Princípios básicos do pregão: . Pág.dos autos do procedimento constarão a justificativa das definições referidas no inciso I deste artigo e os indispensáveis elementos técnicos sobre os quais estiverem apoiados. vedadas especificações que. dentre outras. 3º da Lei nº. os critérios de aceitação das propostas.Assim como as outras modalidades de licitação o pregão também possui duas fases: interna e externa. III . II . elaborado pelo órgão ou entidade promotora da licitação.a definição do objeto deverá ser precisa. limitem a competição. bem como o orçamento.520 e assim se apresenta: I . § 1º A equipe de apoio deverá ser integrada em sua maioria por servidores ocupantes de cargo efetivo ou emprego da administração. cuja atribuição inclui. e IV . as exigências de habilitação. bem como a habilitação e a adjudicação do objeto do certame ao licitante vencedor. o pregoeiro e respectiva equipe de apoio. a análise de sua aceitabilidade e sua classificação. preferencialmente pertencentes ao quadro permanente do órgão ou entidade promotora do evento. as funções de pregoeiro e de membro da equipe de apoio poderão ser desempenhadas por militares. as sanções por inadimplemento e as cláusulas do contrato. inclusive com fixação dos prazos para fornecimento.a autoridade competente designará. suficiente e clara. dos bens ou serviços a serem licitados.a autoridade competente justificará a necessidade de contratação e definirá o objeto do certame. 10. dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação. o recebimento das propostas e lances.

Os licitantes ao participarem do pregão eletrônico utilizam de chave de acesso própria e exclusiva. 3 Probidade administrativa – O gestor deve apresentar um comprometimento em cumprir todos os deveres que lhe são atribuídos. Vinculação ao instrumento convocatório – A administração bem como os licitantes ficam obrigados a cumprir os termos do edital que deve possuir total relação com a legislação. em suma a vinculação ao objeto licitado. podendo ser acompanhado simultaneamente de qualquer lugar por qualquer pessoa. Pág. Julgamento objetivo – Levando em consideração o preço. . Publicidade – Transparência do processo licitatório. a durabilidade. com ampla divulgação. somente vindo a ser identificado pela administração após a fase de lances. Moralidade – A licitação é realizada em estrito cumprimento dos princípios morais. Impessoalidade – Dispensa tratamento igual a todos.Legalidade – A atuação do gestor público e a realização da licitação devem ser processadas na forma da lei. a eficiência. a qualidade de rendimento. Igualdade – Possui cláusulas abrangentes e não restritivas. ficando restrito aos deveres impostos por força de legislação.

competitividade. A decisão sobre o recurso será instruída por parecer do Pregoeiro e homologada pela Autoridade Competente. qualquer licitante poderá manifestar imediata e motivadamente a intenção de interpor recurso. razoabilidade. que irá então adjudicar o . seletividade e comparação objetiva das propostas. competição e ampliação de participação. A segunda etapa da fase externa é a sessão do pregão. devendo os interessados juntar memoriais no prazo de 03 (três) dias úteis. desburocratização. Durante este período qualquer pessoa poderá solicitar esclarecimentos. O menor lance apresentado é o que será aceito para posterior habilitação. que deve preceder a realização da sessão pública no mínimo em 8 dias úteis.520 . providências ou impugnar o ato convocatório do pregão em até dois dias úteis antes da data fixada para recebimento das propostas. o pregão será adjudicado pelo pregoeiro e homologado pela autoridade competente.Também temos os seguintes princípios correlatos: celeridade. finalidade. A falta de manifestação imediata e motivada importará na decadência do direito de recurso. 4º da Lei nº. Pág. Essa manifestação poderá ser avaliada pelo pregoeiro que poderá aceitá-la ou não. Pág. 5 Aceita e habilitada a melhor proposta. tornando publica sua decisão a todos os interessados. A primeira etapa da fase externa é a constituída pela publicação do edital. Encerrada a fase de lances. registrando em ata a síntese das suas razões. 10. onde primeiramente ocorre a apresentação da proposta inicial sucedida pela apresentação de lances sucessivos e inferiores ao último apresentado pelo próprio licitante. Na contagem dos dias exclui-se o primeiro dia e inclui-se o último. Cabe ao pregoeiro decidir sobre a petição no prazo de vinte e quatro horas. Vantagens do Pregão: Agilidade nas compras. após o que será realizada a respectiva contratação. Se aceitar. ainda é possível a redução de preços mediante negociação entre a administração e o licitante vencedor. os demais licitantes poderão apresentar contra-razões em igual período de dias. Após realizada a habilitação e declarado o vencedor. procedimentos simplificados. justo preço. transparência. 4 Fase externa do pregão A fase externa é regulamentada por vinte e três incisos descritos no Art. proporcionalidade.

que iremos transcrever. Quem é este profissional? Pág. que institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. O pregoeiro coordena a equipe. Das Aquisições Públicas: .objeto da licitação e homologar o certame licitatório. dos Estados. maximizando resultados em termos de custos. prazos e qualidade.666/93. Os arts. Unidade 3 .A Lei complementar 123/2006 e as Licitações Definição A Lei Complementar nº 123 de 2006. estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União. o pregão se destaca também pela figura do pregoeiro. o pregoeiro poderá ser um militar. para que o mesmo possa desenvolver as suas atividades. Somente poderá atuar como pregoeiro o servidor que tenha realizado capacitação específica para exercer a atribuição. no pregão um só agente decide. mas decide sozinho. 42 e 43 desta Lei Complementar apresentam importantes mudanças nas aquisições públicas regidas pela Lei nº 8. O perfil do pregoeiro Exige-se do pregoeiro alguns princípios essenciais como honestidade. Ao contrário do que ocorre na licitação convencional. convocando o adjudicatário para assinar contrato (se for o caso) dentro do período definido no edital. integridade e responsabilidade dentre outros. 6 O Pregoeiro O pregoeiro é o servidor encarregado de conduzir o pregão desde o credenciamento dos licitantes até a indicação dos vencedores da sessão pública. do Distrito Federal e dos Municípios. No caso de órgãos militares. apesar de existir uma equipe de apoio. em que as responsabilidades das decisões são divididas entre os membros das comissões de licitações. Além dos benefícios já citados.

prorrogáveis por igual período. no prazo previsto no § 1º deste artigo. ou revogar a licitação. o intervalo percentual estabelecido no § 1º deste artigo será de até 5% (cinco por cento) superior ao melhor preço. § 2º A não-regularização da documentação. de 21 de junho de 1993. sendo facultado à Administração convocar os licitantes remanescentes. a critério da Administração Pública. § 2º Na modalidade de pregão. sem prejuízo das sanções previstas no art. para a regularização da documentação.666.§ 1º Havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal. 2 § 1º Entende-se por empate aquelas situações em que as propostas apresentadas pelas microempresas e empresas de pequeno porte sejam iguais ou até 10% (dez por cento) superiores à proposta mais bem classificada. para a assinatura do contrato. implicará decadência do direito à contratação. na ordem de classificação. Pág. pagamento ou parcelamento do débito. 81 da Lei no 8. será assegurado o prazo de 2 (dois) dias úteis. cujo termo inicial corresponderá ao momento em que o proponente for declarado o vencedor do certame. e emissão de eventuais certidões negativas ou positivas com efeito de certidão negativa. .

3 Pág. 4 .Pág.

Pág. 5 .

Pág. 6 .

se a licitante que apresentar o melhor preço não for microempresa ou empresa de pequeno porte. É respeitada a mesma regra para cada vez que houver uma desclassificação da melhor proposta. 7 Fase de Lances e habilitação do Pregão Eletrônico após a Lei Complementar 123/06 No pregão eletrônico. Nesta situação. consideram-se empatadas as ME ou EPP cujas propostas situam-se no intervalo de até 5% (cinco por cento) superior ao melhor preço apresentado na fase de lances de forma geral. . na fase de habilitação. sob pena de preclusão.Pág. as ME ou EPP classificadas serão convocadas para apresentar novas propostas no prazo máximo de 5 (cinco) minutos após o encerramento dos lances.

o pregão também possui duas fases: interna e externa. o pregão oferece como benefícios a celeridade do processo e a redução do custo.555 de 2000) ou de forma eletrônica (Decreto 5. Os lances podem ser verbais ou na forma eletrônica (Internet) independentemente do valor estimado para contratação. O pregão não está relacionado a valores e sim ao objeto. Podendo ser feita de forma presencial (Decreto 3. 8 Resumo Pregão é a modalidade de licitação instituída pela Lei nº. Pág. Em relação a outras modalidades. que é realizada em sessão pública. Para atuar como pregoeiro o servidor deverá realizar um curso de capacitação profissional. Assim como as outras modalidades de licitação.504/05 passou a ser obrigatório também para os entes públicos e privados que executem convênios ou instrumentos congêneres. Nesta modalidade de licitação.450 de 2005).Pág.520/02 para a aquisição de bens ou serviços considerados comuns. quais sejam: a) Mosaico Licitações e Contratos (Paulo Diniz) b) Licitação no Serviço Público (Lucas Furtado) . as propostas de preço dos licitantes são apresentadas por escrito e por lances. Pág. 9 O pregão é uma modalidade obrigatória no âmbito da União para aquisição de bens e serviços comuns. Após o Decreto 5. 10 IMPORTANTE: Apresentamos alguns interessantes endereços na internet sobre licitações públicas e contratos administrativos e convênios. A Lei Complementar 123/06 estabeleceu normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte em todas as modalidades de licitação. 10. O pregoeiro é o servidor encarregado de conduzir o pregão do credenciamento dos licitantes à indicação dos vencedores da sessão pública.

SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS .c) Licitações e Contratos Administrativos (Mário Vinícius Claussen Spinelli) d) Consulta Convênios (Luís Carlos da Fonseca) Clique aqui MÓDULO IV .

de acordo com o tempo e a necessidade. que será registrada em documento próprio denominado Ata de Registro de Preços e utilizada pela Administração. haja vista que trouxe celeridade para as contratações.Introdução ao Módulo IV Introdução O Sistema de Registro de Preços é conhecido no ambiente das licitações pela sigla SRP e é regulamentado pelo Decreto nº 7. até então inexistente. para contratações futuras.892 de 23 de janeiro de 2013. SRP é o conjunto de procedimentos para registro formal de preços relativos à prestação de serviços e aquisição de bens. O SRP se efetiva por intermédio de uma concorrência ou pregão para seleção de proposta mais vantajosa. Essa norma apresentou evolução das mais importantes que se conhece no Brasil. .

Histórico do Sistema de Registro de Preços Com a efetiva aplicação da Lei nº 8. transparentes e efetivos de contratação de bens e serviços. Uma das soluções encontradas. e com mérito.892/2013. o Decreto nº 3.931/2001 foi também revogado pelo Decreto nº 7. Portanto.666/93: A primeira regulamentação do SRP veio através do Decreto nº 2. que dá a regulamentação atual ao Sistema de Registro de Preços. foi o SRP.743/1998.342/2002. .931/2001. nessa linha de raciocínio.666/93 surge a necessidade de o administrador encontrar meios mais econômicos. posteriormente revogado pelo Decreto nº 3.Unidade 1 . Após sofre alterações pelo Decreto nº 4. comanda a Lei nº 8.

3 É importante destacar que no SRP (Sistema de Registro de Preços) a Administração apesar da realização formal da licitação não têm obrigatoriedade de adquirir o serviço ou produto licitado em parte ou na sua totalidade. dada a concreta necessidade. onde se registram os preços. pois não gera-se um contrato administrativo após a realização do certame e sim uma Ata de Registro de Preços. autorização para adquirir os serviços ou produtos ali registrados.documento vinculativo.órgão ou entidade que participa dos procedimentos iniciais do SRP e integra a Ata de Registro de Preços. fornecedores. Órgão Gerenciador . Somente na medida em que se efetuarem as aquisições dos serviços ou produtos.órgão ou entidade da Administração Pública responsável pela condução do conjunto de procedimentos do certame para registro de preços e gerenciamento da Ata de Registro de Preços dele decorrente. Pág. 2 Conceitos e Definições Ata de Registro de Preços . com característica de compromisso para futura contratação. Órgão ou Entidade não Participante – também conhecido como carona. órgãos participantes e condições a serem praticadas. que indica a possível necessidade de contratação e a maneira como serão atendidas tais aquisições. apurada pelo poder discricionário da Administração (oportunidade e conveniência). obrigacional. serão lavrados e assinados os contratos administrativos.Pág. conforme as disposições contidas no instrumento convocatório e propostas apresentadas. Órgão Participante . A flexibilidade do Sistema de Registro de Preços . órgão ou entidade que faz adesão aos procedimentos do SRP e solicita junto ao Órgão Gerenciador da Ata de Registro de Preços.

Pág. 4 Esta flexibilidade presente no Sistema de Registro de Preços apresentada por este conjunto de reciprocidades de obrigações é o que cria um eficiente sistema de equilíbrio e permite a eficiência e transparência deste sistema.892/2013 em seu artigo 9°.Pág. O edital de licitação para o Sistema de Registro de Preços.666/93 e o Decreto 7. 5 . deve ser norteado pelos princípios preconizados pelo artigo 40 da lei 8.

V . XI . (Redação dada pela Lei nº.critério para julgamento. em descrição sucinta e clara. informações e esclarecimentos relativos à licitação e às condições para atendimento das obrigações necessárias ao cumprimento de seu objeto. II . Pág. até a data do adimplemento de cada parcela.sanções para o caso de inadimplemento. VI . para execução do contrato e para entrega do objeto da licitação. IX . VIII .critério de reajuste.condições equivalentes de pagamento entre empresas brasileiras e estrangeiras. 64 desta Lei.I . no caso de licitações internacionais. admitida a adoção de índices específicos ou setoriais.se há projeto executivo disponível na data da publicação do edital de licitação e o local onde possa ser examinado e adquirido. de 1998). (Redação dada pela Lei . com disposições claras e parâmetros objetivos.648. conforme o caso. como previsto no art. ou do orçamento a que essa proposta se referir. permitida a fixação de preços máximos e vedados a fixação de preços mínimos. desde a data prevista para apresentação da proposta. 9. 6 X . ressalvado o disposto nos parágrafos 1º e 2º do art.objeto da licitação. que deverá retratar a variação efetiva do custo de produção. e forma de apresentação das propostas. IV . critérios estatísticos ou faixas de variação em relação a preços de referência. 27 a 31 desta Lei. horários e códigos de acesso dos meios de comunicação à distância em que serão fornecidos elementos. VII .condições para participação na licitação.o critério de aceitabilidade dos preços unitário e global. III .locais. em conformidade com os arts. 48.prazo e condições para assinatura do contrato ou retirada dos instrumentos.local onde poderá ser examinado e adquirido o projeto básico.

883. de 1994) XIV . 7 . 8. 8.883. XVI . contado a partir da data final do período de adimplemento de cada parcela. XV . e) exigência de seguros. d) compensações financeiras e penalizações.condições de recebimento do objeto da licitação.(Vetado). de 1994). quando for o caso. 8. e Pág.condições de pagamento.outras indicações específicas ou peculiares da licitação. (Redação dada pela Lei nº. (Redação dada pela Lei nº. c) critério de atualização financeira dos valores a serem pagos. b) cronograma de desembolso máximo por período. prevendo: a) prazo de pagamento não superior a trinta dias.883. desde a data final do período de adimplemento de cada parcela até a data do efetivo pagamento. atrasos.nº. 8. de 1994). de 1994) XII . XVII . por eventuais descontos. (Redação dada pela Lei nº.instruções e normas para os recursos previstos nesta Lei. em conformidade com a disponibilidade de recursos financeiros. por eventuais antecipações de pagamentos.883.

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Unidade 2 - Quando utilizar o Sistema de Registro de Preços

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O embasamento legal para a extensão da Ata de Registro de Preços está disposto no Capítulo IX do Decreto nº.892/2013. o qual permite os Órgãos não participantes do Registro a possibilidade de utilização deste. 7. Confiramos: .O Sistema de Registro de Preços permite que além do Órgão Gerenciador e dos Órgãos Participantes da Ata outros Órgãos que não compuseram o certame licitatório participem na condição de participantes extraordinários.

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• aceitação. com observância da ordem de classificação. Você aprendeu que o Sistema de Registro de Preços trouxe uma evolução na área de aquisições de serviços e produtos. • indicação pelo órgão gerenciador do fornecedor. ao quíntuplo do quantitativo de cada item registrado. em manter o mesmo valor registrado na Ata de Registro de Preços para o objeto licitado. • avaliação da vantajosidade econômica. 22. do Decreto nº 7. no total. entre as mais importantes que se conhecem no Brasil e proporcionou . seus princípios. com respectiva resposta nos termos do art. Pág. bem como das especificações. • manutenção das mesmas condições do registro para o fornecimento dos bens e serviços registrados em Ata. § 1º.892/2013. condições e forma de fornecimento do objeto. • limitação do quantitativo registrado na Ata a cem por cento para cada órgão ou entidade não participante e. conceitos e definições. • consulta ao órgão gerenciador. pelo fornecedor. 4 Nesta unidade você estudou sobre: o Sistema de Registro de Preços.O Passo a Passo do Sistema de Registro de Preços Na sua unidade gestora para que legitime a utilização da Ata é preciso o preenchimento dos seguintes requisitos: • Interesse do órgão ou entidade não participante em utilizar a Ata de Registro de Preços.

PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA A Linha 4 . telecomunicações móveis e supervisão. inaugurada em 15/09/11) foi o primeiro empreendimento do país a contar com uma Parceria Público-Privada PPP.84 m2. Você também viu quando e como utilizar este sistema e quais os benefícios e facilidades depreendidos de tal sistema. pelo prazo de 30 anos. como sinalização e controle. a PPP previu a concessão de sua operação comercial. MÓDULO V .celeridade nas contratações. e controle centralizado. Portal do Governo de São Paulo – 29/11/2006 Unidade 1 . Envie uma mensagem aos demais participantes do curso e registre sua impressão quanto aos avanços propiciados pelo SRP.594.Amarela do Metrô de São Paulo (área construída de 20. a agente privado que tem também a responsabilidade pelo investimento na compra da frota de trens e de outros sistemas operacionais.Visão geral das PPPs . No caso da Linha 4 -Amarela. O novo mecanismo de participação do setor privado em projetos públicos tem o objetivo de complementar os grandes investimentos governamentais na expansão e melhoria de serviços de grande importância social.

11. com o investimento na tecnologia da informação (TI). Não só a Inglaterra. Entretanto é certo. entre os anos 1979 e 1990. Pág. algumas Unidades Federativas começam a desenhar os procedimentos de compra de bens e serviços nesta “nova proposta”. 2 A experiência com as parcerias público-privadas tem seu histórico relacionado às políticas liberais implementadas pelo governo da Primeira-Ministra britânica Margareth Tatcher.079/2004 que instituiu normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da Administração Pública. Também é fato que desde 2004 há no Congresso outros projetos que têm como propósito alterar a Lei nº. A boa nova é que o caminho seguido pela Administração Pública brasileira aponta para a celeridade no processo licitatório. inclusive. estas últimas prometem trazer bastante discussão. Substituindo o governo anterior do Partido Trabalhista inglês. Urge um espírito mais empreendedor do Estado. e que versam sobre as PPP’s. Mas observem que as PPP evoluem no Direito Administrativo brasileiro de forma ainda muito tímida. . como é o caso apresentado por São Paulo. Daí decorre uma visão mais próspera para o incremento nas “Parcerias Público-Privadas”. a primeira-ministra empreendeu uma série de reformas liberalizantes capitaneadas por privatizações e por inúmeras parcerias com o setor privado. Já vislumbrando esse cenário.666/93 que regulamenta as licitações e contratos. mas praticamente todos os Estados nacionais se ressentiam da incapacidade financeira para manutenção dos serviços públicos e para a realização de investimentos em novas demandas sociais.O marco legal das parcerias público-privadas foi a Lei nº. 8.

de 07/08/12. alta inflação.079/2004 (alterada pelas Leis nºs 12. Em geral.024/09. Em geral tais dívidas foram roladas por meio de altas taxas de juros e grande inflação. o que diminuiu sua capacidade de investimento. bem como outros projetos relacionados a mudanças referentes a licitação e contratos.385/05 instituiu o Comitê Gestor de Parcerias Público-Privadas Federais). renegociação de dívida e controle de contas públicas. As parcerias público-privadas são contratos estabelecidos entre o setor público e o setor privado. A mesma restrição quanto às verbas destinadas aos investimentos públicos afeta o Brasil. a partir do qual este último recebe a incumbência de prover serviços tidos como essencialmente públicos. aqueles projetos que exigem a utilização de grandes somas de capital para sua realização e são projetos de longo prazo de constituição estão na mira das PPPs. As PPPs. 3 O Brasil participou deste mesmo processo: endividamento. Em tese estas parcerias possibilitariam casar as capacidades de gestão e investimento do . assim as parcerias público-privadas se tornam um instrumento de abertura para estes investimentos.Esta crise persiste. Os ajustes a que os Estados se submeteram para equacionar tais problemas implicaram em um controle dos gastos públicos. 12. O Decreto nº 5. em especial após sua instituição pela Lei nº.409/11 e MP nº 575. Pág. 11. já se encontram em discussão desde 2004. assim como providenciar os investimentos necessários à implementação destes. pois os níveis de endividamento aos quais os Estados se submeteram para financiar investimentos públicos levaram a dívidas internas e externas gigantescas. planos de estabilização.

. mas esta necessita de garantias para os investimentos efetuados. de compras. de construção. Mas não só. 4 As PPPs podem ser vistas como uma nova forma de colaboração entre Estado e setor privado. a incapacidade de investimento do Estado faz com que ele se volte à capacidade de investimento da iniciativa privada. de contrato: administrativos. As parcerias seriam apenas uma nova modalidade de contrato que possibilitaria esta utilização. o controle para uma gestão altamente eficaz e o dotamento de verbas expressas no orçamento nacional seriam agora o alvo das preocupações das contas públicas. Pág.setor privado com a impossibilidade estatal de prover tais recursos. Como os Estados necessitam manter as contas públicas em situação confortável. Mas onde se encontra a diferença? Como vimos. exercício de poder de polícia e demais atividades exclusivas do Estado é que não são passíveis de serem reguladas e fornecidas pela iniciativa privada. Este dispêndio de capital incide como aumento da dívida do país e diminui o espaço para um superávit nas contas estatais. A implementação de marcos regulatórios que garantam às empresas investidoras o retorno do capital aplicado é a exigência maior da constituição de parcerias. O histórico estatal de não pagamento de serviços prestados pela iniciativa privada e contratados com ele acaba por intimidar o direcionamento de capital a qualquer empreendimento de serviços públicos. Todas elas são geradas pela necessidade do Estado em utilizar serviços e matéria-prima das empresas privadas. isto é.079/2004. não podendo ser contempladas por parcerias públicoprivadas. jurisdicional. já consagradas. a projeção dos custos futuros. aquilo que seria endividamento se torna gasto de custeio. Pág. que entra no orçamento do país como manutenção da estrutura pública. de prestação de serviço. Devemos lembrar que as relações de colaboração entre o setor público e o setor privado já ocorrem por meio de outras formas. Passa a ser interessante perceber que os cálculos de risco do empreendimento. e é à diminuição desta insegurança que a regulação das PPPs objetiva. o que não quer dizer que outros mecanismos de controle não tenham que ser criados. contábil. O resultado. 5 Há também um objetivo contábil e financeiro estatal por trás desta regulação. manter superávits para pagamento de seu endividamento. qualquer investimento em infra-estrutura ou serviços é contabilizado como dívida. Com as PPPs. em seu inciso III. 11. O artigo 4º da Lei nº. é não aumentar a dívida do país. estabelece que apenas as funções de regulação.

do planejamento de serviços em função das demandas sociais futuras e da capacidade organizacional das empresas em fornecer os serviços necessários a estas demandas. A partir da constituição da parceria. O sucesso das PPPs exigirá a qualificação da gestão financeira pública. A credibilidade do Estado se encontra na constatação de que cumpre os contratos nos termos estabelecidos. para a administração do sistema. no qual o parceiro tem as condições de recuperar o capital a partir do fornecimento do serviço contratado segundo critérios de qualidade estabelecidos em contrato e com retorno mínimo garantido também contratualmente pelo Estado. o Estado contrata todos os investimentos necessários – da constituição de bens de capital à manutenção dos serviços por meio da compra de insumos materiais e contratação de pessoal – com sua parceira por um período longo. Pág. o Estado não precisaria fazer contratos específicos para a construção de um sistema metroviário. em outro giro. do serviço de qualidade exigido pela sociedade e da capacidade organizacional do orçamento estatal não será atingido apenas com a instituição de leis e normas. Assim. 8 . para a contratação de serviços de manutenção. 7 Duas questões estão na base da constituição de um marco institucional para as parcerias público-privadas: a confiança e a credibilidade. 6 A regulação não seria dependente explicitamente da elaboração de novas leis. O equilíbrio do lucro desejado pela iniciativa privada. a confiança da empresa parceira está no retorno garantido do investimento realizado. o Estado poderia estabelecer contratos de prestação de serviços por longos prazos – necessários ao retorno do investimento – sem o investimento (endividamento) inicial. apresentam o que há de característico no conceito de parceria. para a compra de matéria-prima. Por exemplo. a credibilidade da empresa parceira está na eficiência e eficácia com a qual fornece o serviço em apreço. Outra vantagem das PPPs é a possibilidade de que o contrato englobar todo o espectro de demandas materiais e imateriais necessárias à prestação do serviço público.Pág. A seu turno a confiança do Estado se remete à justa realização dos serviços públicos que são sua obrigação social. etc. Pág. Interligadas de maneira irrevogável. mas na institucionalização desta nova prática a partir da implementação das leis existentes. Na equação dos interesses do Estado e das empresas parceiras contratadas é que as PPPs encontram o sucesso ou fracasso.

Avaliação Final .Clique aqui Desde 2006 as PPPs estão em crescimento. Você conhece algum projeto desenvolvido por meio de PPP? Comente no fórum.

Créditos Créditos Conteudista Interlegis Desenho Instrucional Interlegis Coordenação Pedagógica Ana Alba Danuta Clara Francisco Wenke .

Ivone Alvino Jenifer de Freitas Márcia Perusso Miguel Gil Paula Rodrigues Polliana Alves Sabrine Ramos Simone Dourado Valéria Maia Coordenação Estratégica Andréa Cristina Carlos Escosteguy José Vicente Marcelo Larroyed Núcleo Administrativo Adriano Borges Gláucia Cristina João Luiz Luciano Beck Luciano Marques Raquel Sá Núcleo de Divulgação Fernanda Plentz Leireana Silvano Paula Meschesi Priscilla Damasceno Rosângela Rabello Núcleo de Tecnologia Educacional Alessandra Brandão Bruno Carvalho Isabela Mendes Renerson Ian Sales .

Sônia Mendes Vítor Marques   .

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