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Modalidades Tipos e Fases Da Licitacao

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Introdução Curso

Guia do Estudante - Pág 1

Guia do Estudante
As orientações abaixo ajudarão você, estudante a distância, a utilizar melhor os recursos didáticos do nosso curso. Estas instruções visam a auxiliá-lo durante todo o seu percurso, levando-o a um maior aproveitamento e sucesso em seus estudos. O material didático, elaborado conforme os preceitos da Educação a Distância, está dividido em Módulos, cujos conteúdos são colocados de maneira clara e compreensível. Familiarize-se com os recursos disponíveis em nosso ambiente virtual de aprendizagem, o Trilhas:

Guia do Estudante - Pág 2
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COMUNICAÇÃO

Guia do Estudante - Pág 3

APOIO

Guia do Estudante .Pág 4 .

AVALIAÇÃO FINAL .

Guia do Estudante .Pág 5 .

Guia do Estudante .CONCEITOS BÁSICOS .Pág 6 RECOMENDAÇÕES MÓDULO I .

ou seja.Introdução ao Módulo I Introdução Da mesma forma que você procura pesquisar onde comprar mais barato para economizar seu dinheiro.Um Pouco da História das Licitações . diferentemente de nós. a Administração Pública não sai pela rua indo de loja em loja ou de empresa em empresa atrás da melhor proposta. Ela faz isso por meio do processo denominado licitação. Entretanto. a Administração Pública busca a proposta mais vantajosa – de acordo com exigências pré-estabelecidas e divulgadas – para contratar serviços. o processo pelo qual os órgãos e empresas públicas contratam serviços e adquirem bens de uma pessoa jurídica e/ou física. você estudará alguns conceitos básicos a respeito do tema. Nesta aula. após breve histórico sobre a licitação. adquirir bens e realizar obras. Vamos lá e excelente estudo! Unidade 1 .

2004. em âmbito federal. Pág.926.25). O referido decreto regulamentava as “arrematações dos serviços a cargo do então Ministério da Agricultura. apud CASTRO e LOPES. 2 . responsável pela organização do Código de Contabilidade da União.536. Após o decreto.” (Pereira Júnior.No Brasil o primeiro registro encontrado aponta que a licitação aparece no direito público brasileiro desde 1862. 4. de 14 de maio de 1862. Comércio e Obras Públicas. a consolidação. p. outras leis surgiram. inicialmente por meio do Decreto nº. só aconteceu com o Decreto nº. de 28 de janeiro de 1922. Entretanto. 2.

Também fazem parte desse contexto as parcerias público-privadas que você estudará adiante. direta ou indireta de todos os poderes: União. Decreto-Lei nº. É importante observar que todas estas alterações. Pág.06. Sendo assim.300.Desde 2004 o governo vem estudando mudanças na Lei nº.11. garantiram que a normatização da licitação não ficasse somente restrita a Administração Pública de âmbito federal. referentes às normas relativas a licitações para compras. O objetivo destas mudanças aponta para a implementação de inovações no procedimento de licitação atual e a maior utilização dos meios eletrônicos nos moldes do pregão. além de buscarem garantir a Administração Pública maior legitimidade no processo. estendendo as orientações. aos estados e municípios. Estado e Municípios.68 – estende as disposições do Decreto Lei nº 200. obrigando a observância da Administração Pública. parâmetros e limites ao Distrito Federal. 8.67 (arts. de 25. de 21.estabelece a reforma administrativa federal. 5.125 a 144). 200. . Lei nº.456 de 20. 3 Decreto-Lei nº. Por isso.86 – Dispõe sobre as licitações e contratos da Administração Federal.666/93. a seguir você estudará os principais conceitos e definições relacionados ao tema.02. Constituição Federal de 1988 – Eleva a licitação a status de princípio constitucional. 2. é importante que todos profissionais que atuam nas diversas esferas da Administração Pública saibam como se processam as licitações e os contratos. serviços e alienações às administrações dos estados e municípios. obras.

37 da Constituição Federal.666 de 21. 8. disciplinando as licitações e contratos da Administração Pública celebrados atualmente. .Lei nº. 06. 93 – Regulamenta o inciso XXI do art.

Pág. 4 .

Lei nº 10.520 de 17 de julho de 2002 – Institui a modalidade de licitação denominada pregão no âmbito da União. Unidade 2 .Conceitos Observe o conceito a seguir! . Distrito Federal e Municípios. Estados.

Apesar de o conceito ser claro e de fácil entendimento. vamos analisar um a um. Veja que está escrito que a licitação é um procedimento administrativo. . necessita garantir oportunidade igual a todas as empresas que estejam interessadas em participar do processo. observe que o autor destaca que este procedimento administrativo deve ser “obediente aos princípios constitucionais”. para facilitar a compreensão. Pág. mediante edital ou convite. Quais são esses princípios? > A licitação tem por objetivo garantir a observância do princípio constitucional da isonomia. Então. O que significa isso? Significa dizer que é o meio formal pelo qual a Administração Pública deve convocar. empresas que estejam interessadas a oferecer bens e serviços. é necessário que se possa analisar outros termos contidos na sua redação. 2 Em seguida. ou seja.

como você leu. na legalidade Impessoalidade Moralidade e Probidade Administrativa . São eles: Princípios que orientam as licitações Princípios Legalidade Objetivos Vincular a Administração Pública e os licitantes às regras estabelecidas nas normas e princípios contidos na legislação em vigor. Garantir a observância por parte de todos os envolvidos no processo de licitação (servidores públicos e licitantes) para a necessidade de conduta ilibada. Impedir a discricionariedade e o subjetivismo no decorrer do procedimento de licitação. outros também devem ser observados nos procedimentos de licitação. garantindo critérios objetivos estabelecidos previamente. pautada na ética.Unidade 3 .Outros Princípios nos Procedimentos de Licitação Além do princípio da isonomia.

de acordo com o Direito. obra ou serviço”.e nas normas técnicas do próprio procedimento licitatório. Impedir que o julgador utilize critérios subjetivos ou não previstos no edital ou convite. Simplificar o processo evitando formalidades em excesso e exigências desnecessárias. > Com isso reforça um dos propósitos da licitação: preceder aos contratos. Garantir a transparência no decorrer do procedimento de licitação. Publicidade Vinculação ao Instrumento Convocatório Julgamento Objetivo Celeridade Pág. Ainda com relação ao conceito de licitação utilizado. dos atos da administração. 2 Os objetivos da Administração deverão estar embasados nos princípios que auxiliarão no planejamento e na execução de todo o procedimento de licitação. observe que o autor utiliza o verbo “escolher” quando se refere que por meio do procedimento de licitação se “escolhe a proposta de fornecimento de bem. Garantia da transparência dos atos públicos. mesmo que isto ocorra em favor da Administração Pública. . aos licitantes. Garantir que as exigências e critérios previstos no edital ou convite possam ser seguidos pelos licitantes e pelos servidores públicos responsáveis pelo procedimento da licitação. por meio da divulgação e da possibilidade de acesso.

Pág.Como você estudou. 3 Antes de terminar esta Unidade. como por exemplo.Além dos órgãos da administração direta. fundações públicas. que se relacionam com os conceitos básicos da licitação.Pág. Estados. bens e serviços. Sobre as exceções e a inexigibilidade veja os artigos 24 e 25. sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União.666/93 os fundos especiais. podendo a licitação ser legalmente dispensada. 8. cabe ainda apresentar alguns pontos importantes pautados na Lei nº. . . estão sujeitos às normas da licitação contidas na Lei nº. 4 . 8. A Lei que regulamenta as licitações e contratos (Lei nº. Esta designação se dá por meio de ato administrativo próprio. e somente nos casos previstos na referida Lei. empresas públicas. 8.666/93.São responsáveis pelos procedimentos de licitação os agentes públicos designados pela autoridade competente para integrar as comissões de licitação.666/93) apresenta exceções a este procedimento. Distrito Federal e Municípios. autarquias. da Lei citada. dispensável ou inexigível. . portaria. a licitação é um procedimento que Administração Pública necessita realizar quando contrata obras.

Um dos propósitos da licitação é preceder ao contrato. Comércio e Obras Públicas. Pág. pessoas jurídicas e/ou físicas que estejam interessadas em oferecer bens e serviços. 8.666/93 regulamenta as normas que regem as licitações e contratos. Atualmente os procedimentos de licitação são regulamentados pela Lei nº 8.” (MOTTA. Afinal.Resumo No Brasil o primeiro registro encontrado aponta que a licitação apareceu no direito público brasileiro em 1862. 5 Segundo Motta.06.666 de 21.926. . obra ou serviço mais vantajosa para o erário. todos temos os mesmos direitos. Desde 2004 o governo vem estudando mudanças na Lei nº.” (Pereira Júnior.520 de 17.93. 26). Isso significa dizer que a licitação é o meio formal pelo qual a Administração Pública deve convocar.07. 2004. que retratará os direitos e obrigações indicados no edital e legislação aplicável. ou seja. O referido decreto regulamentava as “arrematações dos serviços a cargo do então Ministério da Agricultura. apud CASTRO e LOPES. inclusive de negociar com a Administração Pública. p. 8. de 14 de maio de 1862. sendo a modalidade de pregão regulamentada pela Lei nº 10. cabendo a ela também descrever as exceções.02. 6 Como dito. salvo quando impedidos por lei. p. por meio do Decreto nº.666/93 e o objetivo dessas mudanças apontam para a implementação de inovações no procedimento de licitação atual e a maior utilização dois meios eletrônicos nos moldes do pregão. mediante edital ou convite. licitação é “o procedimento administrativo pelo qual a Administração Pública. obediente aos princípios constitucionais que a norteiam.25). necessita garantir oportunidade igual a todos que estejam interessados em participar do processo. 1998. 2. A licitação tem por objetivo garantir a observância do princípio constitucional da isonomia. a Lei nº. seja para os casos de dispensa ou inexigibilidade da licitação. Pág. escolhe a proposta de fornecimento de bem.

com.666/93 . Vocês podem encontrá-lo no site http://conjur.LICITAÇÕES.A escolha da proposta mais vantajosa possibilita que a Administração Pública alcance um de seus principais objetivos: a melhor utilização do dinheiro do erário para a concretização do interesse público.estadão.br/static/text/7549. CONTRATOS E CONVÊNIOS: LEI Nº 8. MÓDULO II .1 (acessado em 20 de junho de 2013).

talvez o que ainda não saiba é que. a licitação possui uma série de especificidades e ritos dispostos em Lei. 8. os tipos e as fases da licitação e sobre aquilo que é uma das finalidades da licitação: a execução de contratos. como a licitação vai ocorrer.Aspectos Pertinentes à Licitação Que a licitação é um procedimento formal da Administração Pública e por isso necessita obedecer a uma série de princípios. Estudará também sobre convênios. você já sabe. condução do . Mas. como todo procedimento formal da Administração Pública. Indo mais fundo na análise da Lei nº.666/93. ou seja. Pág. 2 Modalidades As modalidades de licitação referem-se às formas de procedimento de licitação. nesta aula você estudará sobre as modalidades.Unidade 1 .

O artigo 22 da Lei nº. 3 Veja cada uma das modalidades de licitação: • Concorrência • Tomada de preços . instituída pela Medida Provisória 2026/2000. Esse Decreto foi recepcionado pela lei 10520/2002 e continua em pleno vigor. Pág. O pregão foi instituído como modalidade de licitação aplicável no âmbito da União. Estados. Em 8 de agosto de 2000. o Poder Executivo editou o Decreto nº 3555/2000. 8. a regra atual é licitar pela modalidade de pregão. aprovando o regulamento para a modalidade pregão.666/93 só trata dessas 5 modalidades. Distrito Federal e Municípios pela Medida Provisória nº 2026/2000 e consagrada. que é o PREGÃO.666/93 estabeleceu cinco modalidades de licitação: A Lei nº 8. A princípio. pela Lei nº 10520/2002. mais tarde. mas há uma sexta.

Pág. ainda. Contudo. os interessados deverão fazer a solicitação do convite com antecedência de até 24 horas da apresentação da proposta. no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores – SICAF. ou. mas desde que sejam do ramo do objeto licitado e estejam cadastrados no órgão ou entidade licitadora. 4 • Concurso .• Convite É importante destacar que na modalidade convite é possível a participação de interessados que não tenham sido convidados formalmente.

tomada de preços e convite é o valor estimado para a contratação. a licitação para contratação de bens ou serviços comuns deverá ser realizada sob a modalidade de Pregão. 4° Nas licitações para aquisição de bens e serviços comuns será obrigatória a modalidade pregão. O principal fator de escolha entre as modalidades de concorrência. sendo preferencial a utilização da sua forma eletrônica.666/93. preferencialmente. § 1o O pregão deve ser utilizado na forma eletrônica. de acordo com o art. conforme define o art. Contudo. 23 da Lei 8. 4º do Decreto nº 5. na forma eletrônica: "Art.450/05.• Leilão • Pregão É a modalidade de licitação em que a disputa pelo fornecimento de bens ou serviços comuns é feita em sessão pública. no âmbito da União. salvo .

00 (cento e cinquenta mil reais). II .00 (seiscentos e cinquenta mil reais).00 (seiscentos e cinquenta mil reais).500. tomada de preços: até R$ 650.para obras e serviços de engenharia: a) convite: até R$ 150.00 (oitenta mil reais). para seleção da proposta mais . Os tipos de licitação estão relacionados aos critérios que serão utilizados para avaliar e classificar as propostas apresentadas pelos licitantes. a ser justificada pela autoridade competente. concorrência: acima de R$ 650.000. tipos e fases de licitação Tipos de licitação Tipo de licitação não é o mesmo que modalidade.Critérios.nos casos de comprovada inviabilidade.00 (um milhão e quinhentos mil reais).500.000.00 (um milhão e quinhentos mil reais).000. Unidade 2 . 2. b) tomada de preços: até R$ 1.000.para compras e serviços não referidos no inciso anterior: 1. 5 I .” Pág. 3. convite: até R$ 80.000.000. c) concorrência: acima de R$ 1.

A proposta que oferecer melhor lance ou oferta Pode ser utilizada na contratação de bens e serviços de informática e nas modalidades de tomada de preço e concorrência. 45 da Lei 8. cálculos.após verificar se a proposta atende às especificações do edital . você encontrará os critérios e a orientação de quando utilizá-los: Orientação para o uso dos tipos de licitação Tipo O que é considerado Quando é utilizado Nas compras e serviços de modo geral e nas aquisições de bens e serviços de informática realizadas na modalidade de pregão eletrônico ou presencial e no caso de obras e serviços de engenharia. e possam apresentar diferentes metodologias. Técnica e preço Critério em que considera como vencedora a proposta mais vantajosa. O quadro a seguir foi elaborado de acordo com § 1º do art. para a elaboração de estudos técnicos preliminares e projetos básicos e executivos. alienações e locações imobiliárias na modalidade de convite.vantajosa. assim considerados quando a especificação do objeto evidenciar que os bens ou serviços demandados requerem individualização ou inovação tecnológica. O Decreto nº 7174. estabelece no § 4º do art. Além dos tipos. Melhor Técnica Critério que considera como vencedora a proposta mais vantajosa. Menor Preço Critério que considera como vencedora . escolhida com base em aspectos de ordem técnica.666/93. Maior lance ou oferta Nos casos de alienação de bens ou concessão de direito real de uso. escolhida com base na maior média ponderada. que regulamenta a contratação de bens e serviços de informática e automação pela administração pública federal. fiscalização. tecnologias e níveis de qualidade e . supervisão e gerenciamento e de engenharia consultiva em geral e. de 12 de maio de 2010. considerando-se as notas obtidas nos aspectos de preço e técnica. 9º que "A licitação do tipo técnica e preço será utilizada exclusivamente para bens e serviços de informática e automação de natureza predominantemente intelectual.aquela que apresentar o menor preço. em particular. justificadamente. Ex: elaboração de projetos. Exclusivamente para serviços predominantemente de natureza intelectual.

666/93 explicam os procedimentos adotados nas licitações do tipo melhor técnica e melhor técnica e preço. antes de divulgá-lo aos interessados. merecerá especial atenção a fase interna ou preparatória da licitação.desempenho. Os procedimentos a seguir ilustram os passos da fase interna e da fase externa de um procedimento de licitação nas modalidades que não sejam o Pregão. da execução da obra ou da prestação do serviço. Esta fase é trabalhosa e requer o máximo de atenção. Esta fase tem início com a publicação do edital ou a entrega do convite e só termina com a contratação do licitante para o fornecimento do bem." Pág. pois dela dependerá o sucesso da execução da fase externa. sendo necessário avaliar as vantagens e desvantagens de cada solução. 2 Os parágrafos e incisos do artigo 46 da Lei 8. Qualquer falha ou irregularidade constatada ocasionará a anulação do procedimento de licitação. . Leia-os antes de prosseguir seus estudos. Assim. Fases da Licitação O procedimento de licitação compreende as seguintes fases: Fase interna ou preparatóriaEsta fase delimita e determina as condições do ato convocatório. como você poderá constatar a seguir. Fase externa ou executória – A fase externa poderá ser subdivida considerando a modalidade de licitação. Vale ressaltar que na fase externa não poderá haver nenhuma alteração. Observe que os aspectos a serem cobrados na avaliação e classificação das propostas deverão ser definidos com clareza e objetividade no ato convocatório.

quais as melhores modalidade e tipo de licitação. os requisitos de habilitação. Exemplo: Obras a serem executados. quando não vinculado diretamente à lei. Quando o processo envolver critérios técnicos. Estes devem ser descritos utilizando o vocabulário adequado. os critérios de julgamento. Pág. 5º Indicação dos recursos: Indicação dos recursos orçamentários que cobrirão as despesas. caso seja necessário. conveniência e relevância do interesse público. Não deve deixar dúvidas sobre o que se espera como resultado do processo licitatório. porque esta é omissa ou obscura. Aqui deve ser verificada a adequação orçamentária e financeira. por meio de documento próprio que comporá o processo. critérios de participação. objetiva e sucinta. sanções e . bem como a Lei de Responsabilidade Fiscal. prazos e condições para assinatura de contratos. o qual deverá estar protocolizado e numerado. 7º Elaboração do edital: O edital deve ser claro. então definir.Pág. No caso de Pregão esta elaboração das especificações do objeto e sinalização de contratação será denominada de Termo de Referência. 2º Aprovação da autoridade competente: A aprovação da autoridade competente deverá estar devidamente motivada e compreender a autorização para a autuação do processo correspondente. e nesta hipótese o administrador deve justificar (motivar) de forma ainda mais completa. de forma a serem utilizadas na elaboração do projeto executivo. preciso. impugnações e publicações. objetivo e ainda contemplar os seguintes aspectos: a descrição do objeto. reajustes. bem como horários e prazos para esclarecimentos. as condições de pagamento. 3 Passos da fase Interna 1º Verificação da necessidade pública a ser atendida: A necessidade deve ser definida por meio de solicitação justificada do setor requisitante. deverá levar em consideração os aspectos de oportunidade. 4 6º Escolha da modalidade e do tipo de licitação: Verificar de acordo com o objeto e se for o caso (não sendo a hipótese de pregão) o valor da licitação e. local de realização do certame. 3º Elaboração da especificação do objeto da licitação: A redação da especificação deve ser clara. configurando assim o passo um do procedimento licitatório. bens a serem adquiridos etc. de aceitabilidade dos preços. Nas demais modalidades chama-se Projeto Básico. 4º Estimativa do valor da contratação: Deve ser feita uma ampla pesquisa no mercado relevante para a melhor avaliação do valor esperado. O ato autorizativo. e deverá conter no caso de obras soluções técnicas suficientemente detalhadas. os prazos de execução.

30 dias: para os demais casos Tomada de Preços 30 dias: no caso de licitação do tipo .(publicidade/transparência). veja exemplos de editais consultando o site www. 6 O prazo de divulgação da publicação do aviso da licitação dependerá da modalidade que venha a ser adotada. Pág. Pág. deverá haver a habilitação dos licitantes. regularidade fiscal. Assim temos: Modalidades Prazos Concorrência 45 dias: quando a licitação for do tipo melhor técnica ou técnica e preço.gov. Antes de continuar seus estudos. 5 Passos da Fase Externa Os procedimentos da fase externa sofrerão alterações de acordo com o objeto. A habilitação poderá ser realizada considerando: aspectos jurídicos.mj. (Acessados em 21 de junho de 2013). qualificação técnica e qualificação econômico-financeira.gov. 2º Habilitação das licitantes: Quando pertinente. 3º Classificação das propostas: A classificação das propostas deverá atender as especificidades contidas na Lei de acordo com a modalidade adotada. www. 1º Início da publicação do aviso: O objetivo desta fase é divulgar o processo licitatório. 4º Contratação e Execução do Objeto: Após a classificação.br/licitacao.gov. Os procedimentos a seguir.br e www. cabe então a contratação e a posterior execução do objeto de licitação.agu. da modalidade e do tipo de licitação.br.outras indicações especificas ou peculiares à licitação. executados na maioria das modalidades. apresentam apenas os passos principais. ou o regime de execução do objeto for empreitada integral.tcu. A redação do edital deverá considerar ainda o princípio da isonomia e os demais princípios que orientam o processo licitatório. atendendo assim o princípio de divulgação. e não havendo recursos e/ou decisão judicial suspendendo qualquer ato administrativo.

• Definição A Lei 8.Contratos Como já sabemos todo contrato é precedido de licitação. Unidade 3 . Portanto. 7º e seguintes) da Lei nº. Nesta oportunidade toda atenção é recomendável.melhor técnica ou técnica e preço. 24 e 25 da Lei 8.666/93 define contrato como: . no que se refere as fases da licitação. direitos.666/93) é hora de celebrar o contrato. 15 dias: para demais casos. concluído o procedimento licitatório ou os procedimentos de dispensa ou inexigibilidade (arts. obrigações e responsabilidades da Administração e do licitado deverão ser claras e precisas.666/93. 8. Veremos agora sobre Contratos. pois as cláusulas. Leia atentamente a Seção III (art. Convite 05 dias úteis: qualquer caso Obras e serviços merecem atenção especial. Nesta lição você estudará sobre esta questão. principalmente. Convênios e Consórcios.

2. 2 Regulação de contratos 1.666/93 conforme o Art. Há diferença entre os contratos celebrados entre a Administração Pública e o particular comparados àqueles firmados entre particulares. 3. 54 da lei 8. Entretanto. O contrato só poderá ser celebrado com o licitante que venceu a licitação ou com aquele que tenha cumprido os procedimentos de dispensa ou de . Isso está relacionado à natureza e aos preceitos de ordem pública que regem a Administração para a qual deve prevalecer o interesse público. zelando pela justiça. De acordo com os preceitos da Administração Pública. normas da Lei 8.Os contratos administrativos são regulados por cláusulas. deverá prevalecer o interesse da coletividade sobre o particular. deve ser observado pela Administração o direito dos particulares. Pág.666/93.

na elaboração dos contratos celebrados deverá ser observado o comando do art. Elaboração de Contratos Um contrato é formado por cláusulas enumeradas e que especificam as condições para sua execução.inexigibilidade. Em caso de dispensa ou inexigibilidade de licitação a redação do contrato deverá considerar a proposta do contratado e o ato de autorização da contratação sem licitação. As cláusulas que compõem o contrato deverão estar em consonância com o ato convocatório da licitação. 55. 3 .666/93. a do contrato. Com relação às cláusulas. Pág. Caso contrário poderá ser declarada a nulidade do procedimento licitatório e. consequentemente. da Lei 8.

Finalidade e objetivo do contrato. 4 Além das cláusulas descritas no art. Nome do responsável da empresa contratada e do seu representante.Pág. nos contratos elaborados pela Administração Pública deverão constar as seguintes informações: Nome do órgão ou entidade da Administração Pública e do seu representante. • • • • . Ato que autorizou a regulação do contrato. 55 da Lei de Licitação.

observada as regras dos artigos 55 e 58 a 61 da Lei 8. E este controle e fiscalização da execução contratual. em razão da peculiaridade do objeto. Pág. Após o inicio da execução do contrato a Administração deve acompanhar para saber se a contratada está cumprindo com o pactuado. de financiamento. Exemplos de contratos especiais: contratos de seguro. é de responsabilidade do fiscal do contrato. 16. Sujeição dos contratantes às normas da Lei 8. 8.• • • Número do procedimento de licitação. de 16 de julho de 1992. conforme o art. principalmente. 6 A Gestão Contratual A gestão dos contratos deve ser organizada de modo que sejam designados. de locação (nos quais a Administração Pública seja a locatária) e aqueles em que a Administração Pública é usuária de serviço público. . lembrando que o fiscal do contrato tem responsabilidade solidária com a contratada por possíveis danos causados pela execução irregular do contrato.666/93. o que será feito pelos servidores prévia e formalmente designados para exercerem tais atribuições.443. 5 Contratos Especiais Apesar da maioria dos contratos ser regida pelas normas de Direito Público. Submissão dos contratantes às cláusulas contratuais. § 2º. há contratos celebrados pela Administração pública que tem suas cláusulas regulamentadas por normas do Direito Privado. principalmente com relação às obrigações da contratada. formalmente. Muitas pessoas utilizam o termo convênio como sinônimo de contrato. da dispensa ou da inexigibilidade. Cabe ressaltar ainda que outros dados ou informações que sejam consideradas como importantes. devem constar do contrato com o objetivo de garantir a perfeita execução do objeto e resguardar direitos e deveres de ambas as Unidades. Pág. da Lei nº. que estabelece a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União.666/93. mas além de conceitos distintos existem outras diferenças. servidores públicos qualificados como responsáveis pela execução de atividades e/ou pela vigilância e garantia da regularidade e adequação dos serviços e produtos elaborados e aceitos.

dano ao erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ao antieconômico. do terceiro que. desfalque ou desvio de dinheiros. a exatidão dos demonstrativos contábeis. omissão no dever de prestar contas.Pág. bens ou valores públicos. a legalidade. 3. do agente público que praticou o ato irregular.regulares. ao julgar irregulares as contas. 7 I . de forma clara e objetiva. 2. feita em processo de tomada ou prestarão de contas. de qualquer modo haja concorrido para o cometimento do dano . 4. quando expressarem. como contratante ou parte interessada na prática do mesmo ato.irregulares. antieconômico. o Tribunal. quando evidenciarem impropriedade ou qualquer outra falta de natureza formal de que não resulte dano ao erário.regulares com ressalva. e 2. prática de ato de gestão ilegal. operacional ou patrimonial. alíneas c e d deste artigo. a legitimidade e a economicidade dos atos de gestão do responsável. ilegítimo. orçamentária. II . ou infração à norma legal ou regulamentar de natureza contábil. § 1° O Tribunal poderá julgar irregulares as contas no caso de reincidência no descumprimento de determinação de que o responsável tenha tido ciência. financeira. quando comprovada qualquer das seguintes ocorrências: 1. III . fixará a responsabilidade solidária: 1. § 2° Nas hipóteses do inciso III.

bem como a previdenciária dos empregados da contratada que prestaram os respectivos serviços. Nos pagamentos de contratos continuados que envolvam mão-de-obra. importando aqui que se cumpra o previsto no artigo 67. Pág. . em todas as cláusulas. um dos primeiros passos na execução contratual é haver previamente a autoridade competente designado um representante (ou mesmo colegiado. Ele deve deter boa organização quanto a todos os atos que se relacionem ao contrato.212.apurado. Nos contratos de prestação de serviços. o Tribunal providenciará a imediata remessa de cópia da documentação pertinente ao Ministério Público da União. se a quantidade de empregados na prestação daquele serviço está de acordo com o pactuado. deverão estar atentos à regularidade fiscal. é imprescindível que verifique a frequência. inclusive. isto pode ser feito mediante cláusula contratual ou ato administrativo específico. apesar de o contratado ser responsável diretamente pelos encargos trabalhistas.666/93. da Lei nº. verificar se a folha de pagamento está de acordo com a planilha de formação de custos e preços pactuada. previdenciários. e vícios redibitórios verificados durante a execução dos contratos. pois. sanções e até a própria rescisão contratual. para ajuizamento das ações civis e penais cabíveis. da lei 8. comunicar. Para que os contratos sejam fielmente cumpridos. a necessidade de o contratado sanar falhas. 8. o gestor do contrato precisa atuar de forma adequada e imediata. § 3° Verificada a ocorrência prevista no parágrafo anterior deste artigo. 31. fiscais e comerciais resultantes da execução do contrato. 8 Principais pontos a serem observados com relação a regulação de contratos. por exemplo. à chefia imediata de situações que firam ao que foi pactuado. de 24 de julho de 1991. sem exceção. por escrito. no caso de objeto contratual complexo) para cada contrato celebrado. ou em alguns casos a área responsável pelos pagamentos. Vale ressaltar. Com esse fim deve comunicar. precisa compor o processo de aditamento contratual com manifestação favorável e motivada. a Administração Pública responde solidariamente com o contratado pelos encargos previdenciários resultantes da execução do contrato. sugerindo. no caso de fornecimento de material. também por escrito. nos termos do art. deve ele. E quando no caso de renovação contratual. o gestor dos contratos. ainda. E não só isso. se aquele objeto é o contratado e se não há nenhuma variação em relação ao efetivamente comprado. O gestor ou fiscal do contrato deve conhecer bem o contrato que está sob responsabilidade dele. e.

contendo as decisões ou solicitação de providências que fujam à competência dele e careçam de decisão superior. 9 O Processo de Execução do Contrato O Passo A Passo da Execução Contratual Você estudou na aula 1 a definição do gestor do contrato. da planilha de formação de preços. pago. é necessária a expressão da execução do contrato por meio do atesto que foi expedido pelo gestor do contrato ou pelo substituto eventual formalmente nomeado pela autoridade competente como o titular. do ato convocatório (edital) para consulta em caso de esclarecimentos. estar atento quanto aos despachos emitidos dentro dos prazos. uma organização que permita e facilite: • • • • arquivar todos os documentos relevantes.666/93. desde o início da contratação até o termino do contrato. Existem várias nomenclaturas atribuídas ao servidor designado como representante da Administração que irá agir no acompanhamento. o acompanhamento da execução contratual. paginado e rubricado com todos os documentos relativos à execução contratual. para que seja cumprido. no artigo 67 estabelece as atribuições. e este por sua vez precisa cumprir todos os ritos previstos na legislação. liquidado. 10 O Papel do Gestor de Contratos Gestor de contratos ou fiscal de contratos é o termo designativo para função exercida por servidor que irá acompanhar e fiscalizar a execução contratual. fiscalização e atestação da execução contratual. como o da regularidade fiscal. registrar por meio de ata no processo todos os fatos ocorridos. É importante que o gestor do contrato tenha um processo montado. • Pág. as atribuições deste e os pontos a serem observados. A Lei nº 8. bem como.Pág. Nesta aula você verá as características dos gestores ou fiscais de contratos. do servidor denominado representante: . ou seja. relativos à execução. manter cópia do contrato. o serviço ou o objeto adquirido. manter cópia de todas as comunicações escritas à chefia imediata. O Passo a Passo da Execução Contratual: O contrato também é acompanhado do processo de pagamento.

mas o processo continua e é na fase de execução do contrato que entra em cena a figura do fiscal do contrato ou gestor do contrato. gestor de contrato. a atribuição é a mesma. 11 Já o Decreto nº 2. dentre outras. seja fiscal de contrato. Independentemente da terminologia atribuída ao servidor. fiscalizar. determinando o que for necessário à regularização das faltas ou defeitos observados. § 2º As decisões e providências que ultrapassarem a competência do representante deverão ser solicitadas a seus superiores em tempo hábil para a adoção das medidas convenientes. equipe de apoio dentre outros e para muitos dos envolvidos sua participação no processo termina ali. seu artigo 6° traz a nomenclatura de Gestor. agente fiscalizador. fiscalizador de contrato. certificar e atestar o objeto contratado. . nomeado para acompanhar. o projeto básico ou termo de referência.§ 1º O representante da Administração anotará em registro próprio todas as ocorrências relacionadas com a execução do contrato. Pág. 12 Características do Gestor de Contratos O gestor de contratos precisa conhecer o processo licitatório. comissão de licitação. Pág.271 de 7 de julho de 1997. precisa saber fiscalizar e gerenciar o contrato. e. pregoeiro. executor de contrato. Na Administração Pública normalmente existe um grande envolvimento dos setores de compras durante o certame licitatório.

incentivar a inclusão das atividades de capacitação como requisito para a promoção funcional do servidor nas carreiras da administração pública federal . Daí ser primordial sempre fundamentar todas as decisões e fazê-las por escrito. a liquidação e o pagamento (Artigo 58 da Lei 4. II . como nos casos de obras. Disciplina o artigo 3° desta norma (próxima página): Pág. ao longo de sua vida funcional. V . inclusive juntando os documentos que o convenceram da decisão tomada. como já vimos. Nas situações nas quais o servidor designado não se sinta capaz de desempenhar a contento as funções delegadas e não podendo negar-se em desempenhá-la. ele também pode responder ao Tribunal de Contas da União.320 de 17 de março de 1964) e conhecer os instrumentos de planejamento orçamentário (PPA.contratos de cunho mais técnico precisam ser acompanhados por fiscais que tenham conhecimento ou formação na área. mediante o aproveitamento de habilidades e conhecimentos de servidores de seu próprio quadro de pessoal. Mas também precisa conhecer as fases da despesa pública como o empenho. conforme preconiza o Decreto nº 5. III . 13 I .incentivar e apoiar o servidor público em suas iniciativas de capacitação voltadas para o desenvolvimento das competências institucionais e individuais. pois representa a causa pública.incentivar e apoiar as iniciativas de capacitação promovidas pelas próprias instituições. LDO). até mesmo com o patrimônio pessoal em ações regressivas nos casos considerados lesivos ao Erário. IV . LOA. o gestor de contratos é peça fundamental na Administração Pública. de 23 de fevereiro de 2006.promover a capacitação gerencial do servidor e sua qualificação para o exercício de atividades de direção e assessoramento. deverá solicitar à chefia imediata curso de capacitação. Dessarte. o ideal é que seja alguém com formação na área de engenharia. VI . por exemplo. porque assim como o ordenador. sem prejuízo das demais ações passíveis. entendida como a oferta regular de cursos para o aprimoramento profissional.estimular a participação do servidor em ações de educação continuada.707.assegurar o acesso dos servidores a eventos de capacitação interna ou externamente ao seu local de trabalho.

VIII . para tanto. a ser coordenado pela Escola Nacional de Administração Pública . IX . de forma a aumentar a eficiência das contratações permitindo assim procedimentos de fiscalização e gerenciamento do contrato precisos e eficazes.oferecer e garantir cursos introdutórios ou de formação. Pág. Parágrafo único. As instituições federais de ensino poderão ofertar cursos de capacitação.Convênios e Contratos de Repasse . inclusive àqueles sem vínculo efetivo com a administração pública. X . compreendendo as definições dos temas e as metodologias de capacitação a serem implementadas. em ato conjunto dos Ministros de Estado do Planejamento. favorecendo a articulação entre elas e visando à construção de sistema de escolas de governo da União. e assegurar a ele a participação nessas atividades.considerar o resultado das ações de capacitação e a mensuração do desempenho do servidor complementares entre si. os cursos ofertados pelas escolas de governo.ENAP.elaborar o plano anual de capacitação da instituição.direta. no caso de eventos externos de aprendizagem. autárquica e fundacional.priorizar. respeitadas as normas específicas aplicáveis a cada carreira ou cargo. XII . ele precisa estar envolvido da elaboração do projeto básico ou do termo de referência até o termino da vigência do contrato.promover entre os servidores ampla divulgação das oportunidades de capacitação. 14 XI .avaliar permanentemente os resultados das ações de capacitação. Orçamento e Gestão e da Educação. mediante convênio com escolas de governo ou desde que reconhecidas. e XIII . VII . Unidade 4 . Logo para que o gestor participe em todas as etapas do processo administrativo. aos servidores que ingressarem no setor público. previstos neste Decreto.oferecer oportunidades de requalificação aos servidores redistribuídos.

direta ou indireta. órgão ou entidade da administração pública federal. são elas: • Convênios . e. • Transferências Legais – são regulamentadas em leis específicas. Essa é a modalidade que interessa ao nosso curso. a saber: • Transferências Constitucionais – são as parcelas de recursos arrecadados pelo Governo Federal e repassados automaticamente aos Estados e Municípios. e Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR. ou ainda. serviço. FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação). de outro lado. que disciplina o repasse dos royalties do petróleo aos municípios. de acordo com a Constituição Federal (ver arts. visando à execução de programa de governo. Imposto sobre Operações Financeiras – IOF Ouro. 49). Pág. entidades privadas sem fins lucrativos. atividade. Exemplo: Lei 9. • Transferências Voluntárias – são repasses de recursos da União a Estados. . envolvendo a realização de projeto. órgão ou entidade da administração pública estadual. Como exemplos temos o FPE (Fundo de Participação dos Estados). 157 a 162). aquisição de bens ou evento de interesse recíproco. direta ou indireta.acordo ou ajuste que disciplina a transferência de recursos financeiros de dotações consignadas nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União e tenha como partícipe.478/97 (art. Municípios e Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos.Os recursos constantes do orçamento da União podem ser executados pelo próprio Governo Federal ou por meio de transferência de recursos para os Estados e Municípios. que não decorrem de determinação constitucional ou legal. mas do desejo da União de imprimir agilidade e efetividade ao gasto público. Os repasses de recursos federais a Estados e Municípios são efetuados por meio de três formas distintas de transferências. distrital ou municipal. 2 Há três formas de se efetivar as Transferências Voluntárias. em regime de mútua cooperação. de um lado. FPEX (Fundo de Compensação pela Exportação de Produtos Industrializados). FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

aberto à consulta pública. será utilizado ou o Convênio ou o Contrato de Repasse. Para operacionalizar o contrato de repasse. do problema a ser resolvido e dos resultados esperados. 3 Por fim. de 29 de maio de 2008.br/siconv/ (acessado em 21 de junho de 2013). no caso das transferências a Estados e Municípios. prestação de contas e informações acerca de tomada de contas especial dos convênios. a relação entre a proposta apresentada e os objetivos e diretrizes do programa federal e a indicação do público alvo. por meio do Portal dos Convênios do Governo Federal https://www. dependendo de que órgão será o repassador dos recursos. cultural. para encerrar este estudo introdutório acerca dos Convênios e . tais como assistência social. Ambos os instrumentos estão disciplinados pela Portaria Interministerial MPOG/MF/CGU N. • estimativa dos recursos financeiros. acompanhamento. discriminando o repasse a ser realizado pelo concedente ou contratante e a contrapartida prevista para o proponente. Sendo assim. os atos e os procedimentos relativos à formalização. no • descrição do objeto a ser Contrato SICONV. • previsão de prazo para a execução.º 127. • Termo de Parceria .SICONV. saúde. execução.gov. sistema. no entanto as agências financeiras oficiais – especialmente a Caixa Econômica Federal – atuam como mandatárias do Governo Federal. para o fomento e a execução de atividades consideradas de interesse público. destinada à execução de programas governamentais. • justificativa contendo a caracterização dos interesses recíprocos. mínimo: executado. Assemelha-se ao convênio. e • informações relativas à capacidade técnica e gerencial do proponente para execução do objeto. o Estado ou Município que desejar celebrar Convênio ou de Repasse com a União deverá apresentar proposta de trabalho no em conformidade com o programa e com as diretrizes disponíveis no que conterá. Nos termos da citada portaria. contratos de repasse e termos de parceria serão realizados no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse . o Ministério concedente firma o chamado Termo de Cooperação com a instituição financeira escolhida. educação etc. Portanto.instrumento jurídico para transferência de recursos a entidades qualificadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP. Pág.convenios.• Contratos de Repasse .instrumento administrativo por meio do qual a transferência dos recursos financeiros se processa por intermédio de instituição ou agente financeiro público federal.

respeitado o disposto na legislação pertinente. tenham sido adquiridos. • a vigência.Contratos de Repasse. em termos aditivos. do direito de propriedade dos bens remanescentes na data da conclusão ou extinção do instrumento. • a prerrogativa do órgão ou entidade transferidor dos recursos financeiros assumir ou transferir a responsabilidade pela execução do objeto. indicar-se-ão os créditos e empenhos para sua cobertura. quando der causa a atraso na liberação dos recursos. a informação de que os recursos para atender às despesas em exercícios futuros. produzidos. quando houver. • as obrigações de cada um dos partícipes. quando não integrante da conta única do Governo Federal. mantendoo atualizado. incluindo os recursos da contrapartida pactuada. fixada de acordo com o prazo previsto para a consecução do objeto e em função das metas estabelecidas. que. • a definição. se for o caso. no caso de paralisação ou da ocorrência de fato relevante. • a contrapartida. de modo a evitar sua descontinuidade. • a obrigatoriedade de restituição de recursos. relacionamos abaixo algumas cláusulas necessárias que devem estar contidas nos citados instrumentos: • o objeto e seus elementos característicos. • o cronograma de desembolso conforme o Plano de Trabalho. . no caso de investimento. limitada a prorrogação ao exato período do atraso verificado. • a classificação orçamentária da despesa. • a obrigatoriedade de o convenente ou contratado incluir regularmente no SICONV as informações e os documentos exigidos por esta Portaria. • no caso de órgão ou entidade pública. quando houver. em razão deste. e a forma de sua aferição quando atendida por meio de bens e serviços. mencionando-se o número e data da Nota de Empenho ou Nota de Movimentação de Crédito e declaração de que. nos casos previstos pela Portaria Interministerial. • as obrigações do interveniente. • a obrigação do convenente de manter e movimentar os recursos da conta bancária específica do convênio ou contrato de repasse em instituição financeira controlada pela União. em consonância com o Plano de Trabalho. de cada parcela da despesa a ser transferida em exercício futuro. quando couber. estão consignados no plano plurianual ou em prévia lei que os autorize. transformados ou construídos. • a obrigação de o concedente ou contratante prorrogar "de ofício" a vigência do instrumento antes do seu término.

• a obrigação de prestar contas dos recursos recebidos no SICONV. aos documentos e registros contábeis das empresas contratadas. • o livre acesso dos servidores dos órgãos ou entidades públicas concedentes ou contratantes e os do controle interno do Poder Executivo Federal. • a previsão de extinção obrigatória do instrumento em caso de o Projeto Básico não ter sido aprovado ou apresentado no prazo estabelecido. • a faculdade dos partícipes rescindirem o instrumento. MÓDULO III . bem como dos órgãos de controle. e • o prazo para apresentação da prestação de contas. informações referentes aos instrumentos de transferências regulamentados por esta Portaria. quando for o caso. inclusive com a indicação dos recursos humanos e tecnológicos que serão empregados na atividade. • a indicação do foro para dirimir as dúvidas. a qualquer tempo.PREGÃO E REGISTRO DE PREÇOS . • a obrigação de o convenente ou o contratado inserir cláusula nos contratos celebrados para execução do convênio ou contrato de repasse que permitam o livre acesso dos servidores dos órgãos ou entidades públicas concedentes ou contratantes. quando se tratar de contrato de repasse. • a responsabilidade solidária dos entes consorciados. nos instrumentos que envolvam consórcio público. documentos.• a forma pela qual a execução física do objeto será acompanhada pelo concedente ou contratante. bem como aos locais de execução do objeto. • a forma de liberação dos recursos ou desbloqueio. bem como do Tribunal de Contas da União aos processos.

666/93. talvez. Unidade 1 . Sabe também que as cláusulas que compõem o contrato deverão estar em consonância com o ato convocatório da licitação. nesta aula você estudará sobre o papel do gestor de contratos na Administração Pública.Pregão .Licitações e Contratos: Novos Rumos . 8. Em caso de dispensa ou inexigibilidade de licitação a redação do contrato deverá considerar a proposta do contratado e o ato de autorização da contratação sem licitação. Mas.Introdução ao Módulo III Introdução Você já sabe que a Administração ao adquirir bens e serviços firma o acordo por intermédio de cláusulas enumeradas e que especificam as condições para sua execução na forma de um contrato administrativo. Indo mais fundo no estudo da Lei nº. ainda não saiba o procedimento formal da Administração Pública para acompanhar e fiscalizar os contratos firmados.

Ambas serão estudadas nesta aula.555 de 2000). 2 Pregão Eletrônico Definição Como vimos no módulo anterior outra modalidade de licitação é o Pregão.520 de 2002 o pregão é uma modalidade de licitação em que a disputa pelo fornecimento de bens ou serviços comuns é realizada em sessão pública. 10. Pág. O Pregão deve ser utilizado pela União.450 de 2005) ou presencial (Decreto 3.No âmbito da Lei 10. O pregão pode ser realizado em duas formas: eletrônica (Decreto 5. Estados. por meio de propostas escritas e lances verbais. instituído pela Lei nº. Nesta aula você estudará sobre a modalidade de licitação Pregão e a Lei complementar 123/2006 que estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte. Distrito Federal e .520 de 17 de julho de 2002. Observação: Não é necessário dizer aqui o que o aluno estudará na próxima aula.

manutenção de veículos e aparelhos.892/01. contratação de mão de obra para manutenção predial. o Pregão recebeu regulamentação na forma presencial por meio do Decreto nº 3. mesas.477/2004 PlenárioTCU (acessado em 24 de junho de 2013). Mas é importante destacar que mesmo não estando relacionado a valores. no caso do Pregão Presencial. papéis. o julgamento deve ser feito sempre pelo menor preço. Assim é também a aquisição de peças para manutenção de veículos. 3 São exemplos de bens comuns: Espécies: canetas.002/01 e corroborado pelo Acórdão 1. Serviços: confecção de chaves. O pregão não está relacionado a valores e sim ao objeto. o pregão deve ser realização na sua forma eletrônica. Pág. Pág. No Pregão as propostas de preço dos licitantes são apresentadas por escrito e por lances. veículos.450 de 31 de mai de 2005. quando o Pregão for realizado em sua forma Eletrônica. ou pela Internet. a exceção dos produtos ou serviços que podem ser balizados por tabelas. cadeiras. Os lances podem ser verbais. Sempre que possível. algemas etc. como é o caso de passagens aéreas que podem ser compradas pelo procedimento de maior desconto. vigilância e etc. aparelhos eletrônicos. 4 . limpeza. alterado pelo Decreto 4.555 de 2000 e na forma eletrônica através do Decreto nº 5. pneus. No âmbito da União. conforme dispõe o Decreto 3.Municípios para a aquisição de bens ou serviços considerados comuns.

diferentemente das demais modalidades. pela apresentação de preços e possíveis lances que reduzam os valores iniciais apresentados. se as contratações estiverem sendo feitas por conta de recursos repassados pela União (Decreto 5. E ainda há a possibilidade de negociação para redução dos preços. município e Distrito Federal. Unidade 2 .504/05). apresenta custos mais reduzidos do que as demais modalidades e também uma economicidade mais significativa no que tange aos custos da administração.Fases do Pregão .O pregão é uma modalidade obrigatória no âmbito da União para aquisição de bens e serviços comuns e também no âmbito dos estados. O pregão caracteriza-se como sendo a forma mais dinâmica de contratação. mesmo após a etapa de lances. Sua fase externa inicia-se.

III . § 1º A equipe de apoio deverá ser integrada em sua maioria por servidores ocupantes de cargo efetivo ou emprego da administração. 10. inclusive com fixação dos prazos para fornecimento. as exigências de habilitação. II . Pág. as sanções por inadimplemento e as cláusulas do contrato. preferencialmente pertencentes ao quadro permanente do órgão ou entidade promotora do evento. A fase interna é regulamentada pelo Art. suficiente e clara.Assim como as outras modalidades de licitação o pregão também possui duas fases: interna e externa. vedadas especificações que. os critérios de aceitação das propostas.a definição do objeto deverá ser precisa. bem como o orçamento. o pregoeiro e respectiva equipe de apoio. bem como a habilitação e a adjudicação do objeto do certame ao licitante vencedor. 3º da Lei nº. a análise de sua aceitabilidade e sua classificação. o recebimento das propostas e lances. por excessivas.a autoridade competente justificará a necessidade de contratação e definirá o objeto do certame. elaborado pelo órgão ou entidade promotora da licitação.520 e assim se apresenta: I .dos autos do procedimento constarão a justificativa das definições referidas no inciso I deste artigo e os indispensáveis elementos técnicos sobre os quais estiverem apoiados. 2 Princípios básicos do pregão: .a autoridade competente designará. dos bens ou serviços a serem licitados. e IV . cuja atribuição inclui. dentre outras. limitem a competição. dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação. as funções de pregoeiro e de membro da equipe de apoio poderão ser desempenhadas por militares. § 2º No âmbito do Ministério da Defesa. irrelevantes ou desnecessárias.

Legalidade – A atuação do gestor público e a realização da licitação devem ser processadas na forma da lei. Impessoalidade – Dispensa tratamento igual a todos. a eficiência. ficando restrito aos deveres impostos por força de legislação. a durabilidade. podendo ser acompanhado simultaneamente de qualquer lugar por qualquer pessoa. Julgamento objetivo – Levando em consideração o preço. Os licitantes ao participarem do pregão eletrônico utilizam de chave de acesso própria e exclusiva. . Pág. somente vindo a ser identificado pela administração após a fase de lances. em suma a vinculação ao objeto licitado. Igualdade – Possui cláusulas abrangentes e não restritivas. Moralidade – A licitação é realizada em estrito cumprimento dos princípios morais. Publicidade – Transparência do processo licitatório. a qualidade de rendimento. Vinculação ao instrumento convocatório – A administração bem como os licitantes ficam obrigados a cumprir os termos do edital que deve possuir total relação com a legislação. 3 Probidade administrativa – O gestor deve apresentar um comprometimento em cumprir todos os deveres que lhe são atribuídos. com ampla divulgação.

justo preço. competição e ampliação de participação. procedimentos simplificados. competitividade. Encerrada a fase de lances. O menor lance apresentado é o que será aceito para posterior habilitação. que deve preceder a realização da sessão pública no mínimo em 8 dias úteis. Se aceitar. que irá então adjudicar o . o pregão será adjudicado pelo pregoeiro e homologado pela autoridade competente. A primeira etapa da fase externa é a constituída pela publicação do edital. seletividade e comparação objetiva das propostas. finalidade. A segunda etapa da fase externa é a sessão do pregão. Na contagem dos dias exclui-se o primeiro dia e inclui-se o último. Vantagens do Pregão: Agilidade nas compras. proporcionalidade. 10. Cabe ao pregoeiro decidir sobre a petição no prazo de vinte e quatro horas. Pág. transparência. registrando em ata a síntese das suas razões. onde primeiramente ocorre a apresentação da proposta inicial sucedida pela apresentação de lances sucessivos e inferiores ao último apresentado pelo próprio licitante. A falta de manifestação imediata e motivada importará na decadência do direito de recurso. Durante este período qualquer pessoa poderá solicitar esclarecimentos. devendo os interessados juntar memoriais no prazo de 03 (três) dias úteis. 4º da Lei nº.520 .Também temos os seguintes princípios correlatos: celeridade. A decisão sobre o recurso será instruída por parecer do Pregoeiro e homologada pela Autoridade Competente. razoabilidade. qualquer licitante poderá manifestar imediata e motivadamente a intenção de interpor recurso. 5 Aceita e habilitada a melhor proposta. providências ou impugnar o ato convocatório do pregão em até dois dias úteis antes da data fixada para recebimento das propostas. Pág. Após realizada a habilitação e declarado o vencedor. tornando publica sua decisão a todos os interessados. ainda é possível a redução de preços mediante negociação entre a administração e o licitante vencedor. 4 Fase externa do pregão A fase externa é regulamentada por vinte e três incisos descritos no Art. desburocratização. Essa manifestação poderá ser avaliada pelo pregoeiro que poderá aceitá-la ou não. os demais licitantes poderão apresentar contra-razões em igual período de dias. após o que será realizada a respectiva contratação.

mas decide sozinho.A Lei complementar 123/2006 e as Licitações Definição A Lei Complementar nº 123 de 2006. 42 e 43 desta Lei Complementar apresentam importantes mudanças nas aquisições públicas regidas pela Lei nº 8. prazos e qualidade. Quem é este profissional? Pág. dos Estados. o pregoeiro poderá ser um militar. convocando o adjudicatário para assinar contrato (se for o caso) dentro do período definido no edital. apesar de existir uma equipe de apoio. Das Aquisições Públicas: . o pregão se destaca também pela figura do pregoeiro. que institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.objeto da licitação e homologar o certame licitatório. para que o mesmo possa desenvolver as suas atividades. no pregão um só agente decide. integridade e responsabilidade dentre outros. O perfil do pregoeiro Exige-se do pregoeiro alguns princípios essenciais como honestidade. Além dos benefícios já citados. estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União. Os arts. maximizando resultados em termos de custos. 6 O Pregoeiro O pregoeiro é o servidor encarregado de conduzir o pregão desde o credenciamento dos licitantes até a indicação dos vencedores da sessão pública. que iremos transcrever. O pregoeiro coordena a equipe.666/93. do Distrito Federal e dos Municípios. No caso de órgãos militares. Unidade 3 . Somente poderá atuar como pregoeiro o servidor que tenha realizado capacitação específica para exercer a atribuição. Ao contrário do que ocorre na licitação convencional. em que as responsabilidades das decisões são divididas entre os membros das comissões de licitações.

na ordem de classificação. pagamento ou parcelamento do débito. 81 da Lei no 8. Pág. 2 § 1º Entende-se por empate aquelas situações em que as propostas apresentadas pelas microempresas e empresas de pequeno porte sejam iguais ou até 10% (dez por cento) superiores à proposta mais bem classificada. a critério da Administração Pública.§ 1º Havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal. . ou revogar a licitação.666. prorrogáveis por igual período. de 21 de junho de 1993. sem prejuízo das sanções previstas no art. § 2º Na modalidade de pregão. cujo termo inicial corresponderá ao momento em que o proponente for declarado o vencedor do certame. e emissão de eventuais certidões negativas ou positivas com efeito de certidão negativa. para a regularização da documentação. será assegurado o prazo de 2 (dois) dias úteis. para a assinatura do contrato. no prazo previsto no § 1º deste artigo. § 2º A não-regularização da documentação. sendo facultado à Administração convocar os licitantes remanescentes. o intervalo percentual estabelecido no § 1º deste artigo será de até 5% (cinco por cento) superior ao melhor preço. implicará decadência do direito à contratação.

Pág. 3 Pág. 4 .

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sob pena de preclusão. se a licitante que apresentar o melhor preço não for microempresa ou empresa de pequeno porte.Pág. . É respeitada a mesma regra para cada vez que houver uma desclassificação da melhor proposta. as ME ou EPP classificadas serão convocadas para apresentar novas propostas no prazo máximo de 5 (cinco) minutos após o encerramento dos lances. Nesta situação. 7 Fase de Lances e habilitação do Pregão Eletrônico após a Lei Complementar 123/06 No pregão eletrônico. consideram-se empatadas as ME ou EPP cujas propostas situam-se no intervalo de até 5% (cinco por cento) superior ao melhor preço apresentado na fase de lances de forma geral. na fase de habilitação.

Pág. quais sejam: a) Mosaico Licitações e Contratos (Paulo Diniz) b) Licitação no Serviço Público (Lucas Furtado) . Podendo ser feita de forma presencial (Decreto 3. Para atuar como pregoeiro o servidor deverá realizar um curso de capacitação profissional. 9 O pregão é uma modalidade obrigatória no âmbito da União para aquisição de bens e serviços comuns. O pregão não está relacionado a valores e sim ao objeto. que é realizada em sessão pública. O pregoeiro é o servidor encarregado de conduzir o pregão do credenciamento dos licitantes à indicação dos vencedores da sessão pública.504/05 passou a ser obrigatório também para os entes públicos e privados que executem convênios ou instrumentos congêneres. o pregão oferece como benefícios a celeridade do processo e a redução do custo. 8 Resumo Pregão é a modalidade de licitação instituída pela Lei nº. o pregão também possui duas fases: interna e externa. Nesta modalidade de licitação. A Lei Complementar 123/06 estabeleceu normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte em todas as modalidades de licitação. Após o Decreto 5.555 de 2000) ou de forma eletrônica (Decreto 5. Pág. Os lances podem ser verbais ou na forma eletrônica (Internet) independentemente do valor estimado para contratação. Em relação a outras modalidades. 10. Assim como as outras modalidades de licitação. Pág.450 de 2005). as propostas de preço dos licitantes são apresentadas por escrito e por lances. 10 IMPORTANTE: Apresentamos alguns interessantes endereços na internet sobre licitações públicas e contratos administrativos e convênios.520/02 para a aquisição de bens ou serviços considerados comuns.

c) Licitações e Contratos Administrativos (Mário Vinícius Claussen Spinelli) d) Consulta Convênios (Luís Carlos da Fonseca) Clique aqui MÓDULO IV .SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇOS .

para contratações futuras. até então inexistente. haja vista que trouxe celeridade para as contratações. Essa norma apresentou evolução das mais importantes que se conhece no Brasil. .892 de 23 de janeiro de 2013. de acordo com o tempo e a necessidade.Introdução ao Módulo IV Introdução O Sistema de Registro de Preços é conhecido no ambiente das licitações pela sigla SRP e é regulamentado pelo Decreto nº 7. que será registrada em documento próprio denominado Ata de Registro de Preços e utilizada pela Administração. O SRP se efetiva por intermédio de uma concorrência ou pregão para seleção de proposta mais vantajosa. SRP é o conjunto de procedimentos para registro formal de preços relativos à prestação de serviços e aquisição de bens.

931/2001 foi também revogado pelo Decreto nº 7. e com mérito.931/2001. transparentes e efetivos de contratação de bens e serviços.666/93 surge a necessidade de o administrador encontrar meios mais econômicos.Histórico do Sistema de Registro de Preços Com a efetiva aplicação da Lei nº 8.743/1998.342/2002. que dá a regulamentação atual ao Sistema de Registro de Preços. Após sofre alterações pelo Decreto nº 4. o Decreto nº 3. Uma das soluções encontradas. comanda a Lei nº 8. nessa linha de raciocínio. foi o SRP.Unidade 1 . .666/93: A primeira regulamentação do SRP veio através do Decreto nº 2.892/2013. posteriormente revogado pelo Decreto nº 3. Portanto.

pois não gera-se um contrato administrativo após a realização do certame e sim uma Ata de Registro de Preços.órgão ou entidade que participa dos procedimentos iniciais do SRP e integra a Ata de Registro de Preços. apurada pelo poder discricionário da Administração (oportunidade e conveniência). 2 Conceitos e Definições Ata de Registro de Preços . autorização para adquirir os serviços ou produtos ali registrados. Órgão Participante . Pág. serão lavrados e assinados os contratos administrativos. dada a concreta necessidade. que indica a possível necessidade de contratação e a maneira como serão atendidas tais aquisições. onde se registram os preços. Somente na medida em que se efetuarem as aquisições dos serviços ou produtos. órgãos participantes e condições a serem praticadas. Órgão ou Entidade não Participante – também conhecido como carona. Órgão Gerenciador . órgão ou entidade que faz adesão aos procedimentos do SRP e solicita junto ao Órgão Gerenciador da Ata de Registro de Preços.órgão ou entidade da Administração Pública responsável pela condução do conjunto de procedimentos do certame para registro de preços e gerenciamento da Ata de Registro de Preços dele decorrente. com característica de compromisso para futura contratação. conforme as disposições contidas no instrumento convocatório e propostas apresentadas. 3 É importante destacar que no SRP (Sistema de Registro de Preços) a Administração apesar da realização formal da licitação não têm obrigatoriedade de adquirir o serviço ou produto licitado em parte ou na sua totalidade. A flexibilidade do Sistema de Registro de Preços .Pág.documento vinculativo. obrigacional. fornecedores.

Pág.666/93 e o Decreto 7. O edital de licitação para o Sistema de Registro de Preços. 4 Esta flexibilidade presente no Sistema de Registro de Preços apresentada por este conjunto de reciprocidades de obrigações é o que cria um eficiente sistema de equilíbrio e permite a eficiência e transparência deste sistema. deve ser norteado pelos princípios preconizados pelo artigo 40 da lei 8.892/2013 em seu artigo 9°. 5 .Pág.

critério de reajuste. como previsto no art. ressalvado o disposto nos parágrafos 1º e 2º do art. VI . permitida a fixação de preços máximos e vedados a fixação de preços mínimos. XI . conforme o caso. II . ou do orçamento a que essa proposta se referir. VIII . IV . 27 a 31 desta Lei. critérios estatísticos ou faixas de variação em relação a preços de referência.sanções para o caso de inadimplemento. desde a data prevista para apresentação da proposta. IX .objeto da licitação.local onde poderá ser examinado e adquirido o projeto básico. que deverá retratar a variação efetiva do custo de produção.I .condições equivalentes de pagamento entre empresas brasileiras e estrangeiras.648. para execução do contrato e para entrega do objeto da licitação. V .locais. 6 X . 64 desta Lei. com disposições claras e parâmetros objetivos. até a data do adimplemento de cada parcela. em descrição sucinta e clara. admitida a adoção de índices específicos ou setoriais.se há projeto executivo disponível na data da publicação do edital de licitação e o local onde possa ser examinado e adquirido. no caso de licitações internacionais. informações e esclarecimentos relativos à licitação e às condições para atendimento das obrigações necessárias ao cumprimento de seu objeto. em conformidade com os arts.critério para julgamento.prazo e condições para assinatura do contrato ou retirada dos instrumentos. (Redação dada pela Lei . Pág. VII . de 1998).condições para participação na licitação. 9. (Redação dada pela Lei nº. III .o critério de aceitabilidade dos preços unitário e global. horários e códigos de acesso dos meios de comunicação à distância em que serão fornecidos elementos. e forma de apresentação das propostas. 48.

condições de recebimento do objeto da licitação. por eventuais antecipações de pagamentos. 8. 7 .883. de 1994). quando for o caso. b) cronograma de desembolso máximo por período. 8. desde a data final do período de adimplemento de cada parcela até a data do efetivo pagamento. em conformidade com a disponibilidade de recursos financeiros. c) critério de atualização financeira dos valores a serem pagos. de 1994) XIV .nº. 8. 8. d) compensações financeiras e penalizações.(Vetado).883. e Pág. XV . XVI . (Redação dada pela Lei nº.instruções e normas para os recursos previstos nesta Lei. por eventuais descontos.condições de pagamento. prevendo: a) prazo de pagamento não superior a trinta dias.883. de 1994). XVII . (Redação dada pela Lei nº.outras indicações específicas ou peculiares da licitação. atrasos. contado a partir da data final do período de adimplemento de cada parcela. e) exigência de seguros. (Redação dada pela Lei nº. de 1994) XII .883.

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Unidade 2 - Quando utilizar o Sistema de Registro de Preços

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O embasamento legal para a extensão da Ata de Registro de Preços está disposto no Capítulo IX do Decreto nº. Confiramos: . 7.O Sistema de Registro de Preços permite que além do Órgão Gerenciador e dos Órgãos Participantes da Ata outros Órgãos que não compuseram o certame licitatório participem na condição de participantes extraordinários.892/2013. o qual permite os Órgãos não participantes do Registro a possibilidade de utilização deste.

Pág. 3 .

• consulta ao órgão gerenciador. 22.O Passo a Passo do Sistema de Registro de Preços Na sua unidade gestora para que legitime a utilização da Ata é preciso o preenchimento dos seguintes requisitos: • Interesse do órgão ou entidade não participante em utilizar a Ata de Registro de Preços. conceitos e definições. • aceitação. • manutenção das mesmas condições do registro para o fornecimento dos bens e serviços registrados em Ata.892/2013. Pág. • avaliação da vantajosidade econômica. ao quíntuplo do quantitativo de cada item registrado. bem como das especificações. • indicação pelo órgão gerenciador do fornecedor. com observância da ordem de classificação. entre as mais importantes que se conhecem no Brasil e proporcionou . com respectiva resposta nos termos do art. Você aprendeu que o Sistema de Registro de Preços trouxe uma evolução na área de aquisições de serviços e produtos. no total. pelo fornecedor. em manter o mesmo valor registrado na Ata de Registro de Preços para o objeto licitado. § 1º. do Decreto nº 7. condições e forma de fornecimento do objeto. seus princípios. 4 Nesta unidade você estudou sobre: o Sistema de Registro de Preços. • limitação do quantitativo registrado na Ata a cem por cento para cada órgão ou entidade não participante e.

pelo prazo de 30 anos. a PPP previu a concessão de sua operação comercial.Amarela do Metrô de São Paulo (área construída de 20.Visão geral das PPPs . Envie uma mensagem aos demais participantes do curso e registre sua impressão quanto aos avanços propiciados pelo SRP. Você também viu quando e como utilizar este sistema e quais os benefícios e facilidades depreendidos de tal sistema.celeridade nas contratações. a agente privado que tem também a responsabilidade pelo investimento na compra da frota de trens e de outros sistemas operacionais. MÓDULO V . Portal do Governo de São Paulo – 29/11/2006 Unidade 1 . e controle centralizado. No caso da Linha 4 -Amarela. inaugurada em 15/09/11) foi o primeiro empreendimento do país a contar com uma Parceria Público-Privada PPP. como sinalização e controle.84 m2. telecomunicações móveis e supervisão.PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA A Linha 4 . O novo mecanismo de participação do setor privado em projetos públicos tem o objetivo de complementar os grandes investimentos governamentais na expansão e melhoria de serviços de grande importância social.594.

Urge um espírito mais empreendedor do Estado. e que versam sobre as PPP’s. A boa nova é que o caminho seguido pela Administração Pública brasileira aponta para a celeridade no processo licitatório. 8. inclusive. Entretanto é certo. Daí decorre uma visão mais próspera para o incremento nas “Parcerias Público-Privadas”. como é o caso apresentado por São Paulo. Pág. .079/2004 que instituiu normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da Administração Pública. estas últimas prometem trazer bastante discussão. 11. a primeira-ministra empreendeu uma série de reformas liberalizantes capitaneadas por privatizações e por inúmeras parcerias com o setor privado. algumas Unidades Federativas começam a desenhar os procedimentos de compra de bens e serviços nesta “nova proposta”. entre os anos 1979 e 1990. mas praticamente todos os Estados nacionais se ressentiam da incapacidade financeira para manutenção dos serviços públicos e para a realização de investimentos em novas demandas sociais. Não só a Inglaterra. Também é fato que desde 2004 há no Congresso outros projetos que têm como propósito alterar a Lei nº. Mas observem que as PPP evoluem no Direito Administrativo brasileiro de forma ainda muito tímida. Substituindo o governo anterior do Partido Trabalhista inglês.666/93 que regulamenta as licitações e contratos. com o investimento na tecnologia da informação (TI).O marco legal das parcerias público-privadas foi a Lei nº. 2 A experiência com as parcerias público-privadas tem seu histórico relacionado às políticas liberais implementadas pelo governo da Primeira-Ministra britânica Margareth Tatcher. Já vislumbrando esse cenário.

o que diminuiu sua capacidade de investimento. As PPPs. bem como outros projetos relacionados a mudanças referentes a licitação e contratos. O Decreto nº 5. Em tese estas parcerias possibilitariam casar as capacidades de gestão e investimento do . 11. 12. Os ajustes a que os Estados se submeteram para equacionar tais problemas implicaram em um controle dos gastos públicos. a partir do qual este último recebe a incumbência de prover serviços tidos como essencialmente públicos. alta inflação. A mesma restrição quanto às verbas destinadas aos investimentos públicos afeta o Brasil.079/2004 (alterada pelas Leis nºs 12. planos de estabilização. pois os níveis de endividamento aos quais os Estados se submeteram para financiar investimentos públicos levaram a dívidas internas e externas gigantescas.024/09. Em geral. 3 O Brasil participou deste mesmo processo: endividamento. assim como providenciar os investimentos necessários à implementação destes. já se encontram em discussão desde 2004. em especial após sua instituição pela Lei nº. de 07/08/12. renegociação de dívida e controle de contas públicas. Pág.385/05 instituiu o Comitê Gestor de Parcerias Público-Privadas Federais). As parcerias público-privadas são contratos estabelecidos entre o setor público e o setor privado. aqueles projetos que exigem a utilização de grandes somas de capital para sua realização e são projetos de longo prazo de constituição estão na mira das PPPs. Em geral tais dívidas foram roladas por meio de altas taxas de juros e grande inflação.409/11 e MP nº 575.Esta crise persiste. assim as parcerias público-privadas se tornam um instrumento de abertura para estes investimentos.

jurisdicional. qualquer investimento em infra-estrutura ou serviços é contabilizado como dívida. que entra no orçamento do país como manutenção da estrutura pública.setor privado com a impossibilidade estatal de prover tais recursos. Todas elas são geradas pela necessidade do Estado em utilizar serviços e matéria-prima das empresas privadas. aquilo que seria endividamento se torna gasto de custeio. 11. O histórico estatal de não pagamento de serviços prestados pela iniciativa privada e contratados com ele acaba por intimidar o direcionamento de capital a qualquer empreendimento de serviços públicos. o que não quer dizer que outros mecanismos de controle não tenham que ser criados. Mas não só. é não aumentar a dívida do país. 4 As PPPs podem ser vistas como uma nova forma de colaboração entre Estado e setor privado. contábil. Pág. Pág. 5 Há também um objetivo contábil e financeiro estatal por trás desta regulação. O artigo 4º da Lei nº. Como os Estados necessitam manter as contas públicas em situação confortável. Este dispêndio de capital incide como aumento da dívida do país e diminui o espaço para um superávit nas contas estatais. em seu inciso III. o controle para uma gestão altamente eficaz e o dotamento de verbas expressas no orçamento nacional seriam agora o alvo das preocupações das contas públicas. manter superávits para pagamento de seu endividamento. estabelece que apenas as funções de regulação. Passa a ser interessante perceber que os cálculos de risco do empreendimento. de construção. As parcerias seriam apenas uma nova modalidade de contrato que possibilitaria esta utilização. Com as PPPs. de compras. mas esta necessita de garantias para os investimentos efetuados. exercício de poder de polícia e demais atividades exclusivas do Estado é que não são passíveis de serem reguladas e fornecidas pela iniciativa privada. A implementação de marcos regulatórios que garantam às empresas investidoras o retorno do capital aplicado é a exigência maior da constituição de parcerias. Mas onde se encontra a diferença? Como vimos. isto é. a incapacidade de investimento do Estado faz com que ele se volte à capacidade de investimento da iniciativa privada. de prestação de serviço. de contrato: administrativos. O resultado. Devemos lembrar que as relações de colaboração entre o setor público e o setor privado já ocorrem por meio de outras formas.079/2004. a projeção dos custos futuros. não podendo ser contempladas por parcerias públicoprivadas. já consagradas. . e é à diminuição desta insegurança que a regulação das PPPs objetiva.

o Estado não precisaria fazer contratos específicos para a construção de um sistema metroviário. Por exemplo. Interligadas de maneira irrevogável. A seu turno a confiança do Estado se remete à justa realização dos serviços públicos que são sua obrigação social. 8 . Pág.Pág. 7 Duas questões estão na base da constituição de um marco institucional para as parcerias público-privadas: a confiança e a credibilidade. o Estado contrata todos os investimentos necessários – da constituição de bens de capital à manutenção dos serviços por meio da compra de insumos materiais e contratação de pessoal – com sua parceira por um período longo. para a administração do sistema. a confiança da empresa parceira está no retorno garantido do investimento realizado. para a compra de matéria-prima. mas na institucionalização desta nova prática a partir da implementação das leis existentes. Pág. do serviço de qualidade exigido pela sociedade e da capacidade organizacional do orçamento estatal não será atingido apenas com a instituição de leis e normas. apresentam o que há de característico no conceito de parceria. a credibilidade da empresa parceira está na eficiência e eficácia com a qual fornece o serviço em apreço. no qual o parceiro tem as condições de recuperar o capital a partir do fornecimento do serviço contratado segundo critérios de qualidade estabelecidos em contrato e com retorno mínimo garantido também contratualmente pelo Estado. O sucesso das PPPs exigirá a qualificação da gestão financeira pública. Assim. do planejamento de serviços em função das demandas sociais futuras e da capacidade organizacional das empresas em fornecer os serviços necessários a estas demandas. Na equação dos interesses do Estado e das empresas parceiras contratadas é que as PPPs encontram o sucesso ou fracasso. A partir da constituição da parceria. A credibilidade do Estado se encontra na constatação de que cumpre os contratos nos termos estabelecidos. O equilíbrio do lucro desejado pela iniciativa privada. 6 A regulação não seria dependente explicitamente da elaboração de novas leis. em outro giro. Outra vantagem das PPPs é a possibilidade de que o contrato englobar todo o espectro de demandas materiais e imateriais necessárias à prestação do serviço público. para a contratação de serviços de manutenção. etc. o Estado poderia estabelecer contratos de prestação de serviços por longos prazos – necessários ao retorno do investimento – sem o investimento (endividamento) inicial.

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Créditos Créditos Conteudista Interlegis Desenho Instrucional Interlegis Coordenação Pedagógica Ana Alba Danuta Clara Francisco Wenke .

Ivone Alvino Jenifer de Freitas Márcia Perusso Miguel Gil Paula Rodrigues Polliana Alves Sabrine Ramos Simone Dourado Valéria Maia Coordenação Estratégica Andréa Cristina Carlos Escosteguy José Vicente Marcelo Larroyed Núcleo Administrativo Adriano Borges Gláucia Cristina João Luiz Luciano Beck Luciano Marques Raquel Sá Núcleo de Divulgação Fernanda Plentz Leireana Silvano Paula Meschesi Priscilla Damasceno Rosângela Rabello Núcleo de Tecnologia Educacional Alessandra Brandão Bruno Carvalho Isabela Mendes Renerson Ian Sales .

Sônia Mendes Vítor Marques   .

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