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Unidade 1:

ESTUDOS E SERVIÇOS PRELIMINARES

Unidade 1: ESTUDOS E SERVIÇOS PRELIMINARES UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina:

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Estudo de Viabilidade do Empreendimento

• É a comparação entre a estimativa de custo do mesmo e os rendimento que se espera obter por meio da sua comercialização.

Estudo Local do Terreno

• Sem as informações referentes às características de um terreno é praticamente impossível a elaboração e a execução de um empreendimento.

• As características ideais de um terreno para um projeto econômico são:

– a) Não existir grandes movimentações de terra para a construção;

– b) Ter dimensões tais que permita projeto e construção de boa residência;

– c) Ser seco;

– d) Ser plano ou pouco inclinado para a rua;

– e) Ser resistente para suportar bem a construção;

– f ) Ter facilidade de acesso;

– g) Terrenos localizados nas áreas mais altas dos loteamentos;

– h) Escolher terrenos em áreas não sujeitas a erosão;

– i) Evitar terrenos que foram aterrados sobre materiais sujeitos a decomposição orgânica.

Estudo Local do Terreno

• Mas como nem sempre estas características são encontradas nos lotes urbanos, devemos levá-las em consideração quando da visita ao lote, levantando os seguintes pontos:

– a) Deve-se identificar no local o verdadeiro lote adquirido segundo a escritura, colhendo-se todas as informações necessárias;

– b) Verificar junto a Prefeitura da Municipalidade, se o loteamento onde se situa o terreno, foi devidamente aprovado e está liberado para construção;

– c) Situação do lote dentro da quadra, medindo-se a distância da esquina ou construção mais próxima.

– d) Com bússola de mão, confirmar a posição da linha N-S.

Estudo Local do Terreno

– e) Verificar se existem benfeitorias.(água, esgoto, energia)

– f) Sendo o terreno com inclinação acentuada, em declive, verificar se existe viela sanitária vizinha do lote, em uma das divisas laterais ou fundo;

– g) Verificar se passa perto do lote, linha de alta tensão, posição de postes, bueiros, etc

– h) Verificar se existe faixa non edificandi .( de não construção)

– i) Verificar a largura da rua e passeio.

Verificação das Condições de Vizinhança

A

verificação prévia das condições da vizinhança

permite que a empresa não tenha surpresa desagradável durante a produção do empreendimento, seja com a ocorrência de patologias diversas como trincas excessivas ou mesmo chegando-se a situações de desabamentos de residências vizinhas. Por outro lado, permite, ainda, que se previna quanto às reclamações infundadas de vizinhos.

O registro deve ser feito em relatório técnico específico contendo “croqui” com indicação das ocorrências, relacionados a fotos devidamente datadas

e relatos das observações realizadas.

Verificação das Condições de Vizinhança

Verificação das Condições de Vizinhança
Verificação das Condições de Vizinhança

Limpeza do Terreno

Modalidades:

Carpir - Quando a vegetação é rasteira e com pequenos arbustos, usando para tal, unicamente a enxada.

Roçar - Quando além da vegetação rasteira, houver árvores de pequeno porte, que poderão ser cortadas com foice.

Destocar - Quando houver árvores de grande porte, necessitando desgalhar, cortar ou serrar o tronco e remover parte da raiz. Este serviço pode ser feito com máquina ou manualmente.

– Os serviços serão executados de modo a não deixar raízes ou tocos de árvore que possam dificultar os trabalhos. Todo material vegetal, bem como o entulho terão que ser removidos do canteiro de obras.

– O corte de vegetação de porte arbóreo fica subordinado às exigências e às providências seguintes:

• obtenção de licença, em se tratando de árvores com diâmetro de caule (tronco) igual ou superior a 15 cm, medindo à altura de 1 m acima do terreno circundante;

• em se tratando de vegetação de menor porte, isto é, arvoredo com diâmetro de caule inferior a 15 cm, o pedido de licença poderá ser suprido por comunicações prévia à municipalidade, que procederá à indispensável verificação e fornecerá comprovante.

Levantamento Topográfico

Levantamento topográfico é um processo de medição que permite reproduzir em mapas todas as características físicas de um terreno. Quanto a finalidade, os levantamento se dividem em:

• Levantamento Topográfico Planimétrico:

– Visa representar o contorno da área em estudo. A representação gráfica deste levantamento é a planta planimétrica.

Levantamento Topográfico

• Levantamento Topográfico Altimétrico:

– Visa representar as alturas da área em estudo em relação a um plano topográfico. A representação gráfica deste levantamento é o PERFIL .

• Levantamento Topográfico Plani-Altimétrico:

– Visa representar o contorno da área em estudo e as suas alturas em relação a um plano topográfico. A representação gráfica é a PLANTA TOPOGRÁFICA .

Levantamento Topográfico

– Ferramentas

• Trena de Aço, Lona ou Fibra de vidro

Levantamento Topográfico – Ferramentas • Trena de Aço, Lona ou Fibra de vidro
Levantamento Topográfico – Ferramentas • Trena de Aço, Lona ou Fibra de vidro
Levantamento Topográfico – Ferramentas • Trena de Aço, Lona ou Fibra de vidro

Levantamento Topográfico

• Piquetes

– são necessários para marcar os extremos do alinhamento a ser medido;

– são feitos de madeira roliça ou de seção quadrada com

a superfície no topo plana;

– são assinalados (marcados) por tachinhas de cobre;

– seu comprimento varia de 15 a 30cm e seu diâmetro varia de 3 a 5cm;

– cravado no solo, porém, parte dele (cerca de 3 a 5cm) deve permanecer visível;

– sua principal função é a materialização de um ponto topográfico no terreno

é

Levantamento Topográfico

• Estacas

– São utilizadas como testemunhas da posição do piquete e são cravadas cerca de 30 a 50cm destes

– seu comprimento varia de 15 a 40cm e seu diâmetro varia de 3 a 5cm;

– são chanfradas na parte superior para permitir uma inscrição numérica ou alfabética, que pertence ao piquete testemunhado.

• Balizas

que pertence ao piquete testemunhado. • Balizas – São utilizadas para manter o alinham ento, na

– São utilizadas para manter o alinhamento, na medição entre pontos, quando há necessidade de se executar vários lances

– São feitas de madeira ou ferro; arredondado,sextavado ou oitavado; terminadas em ponta guarnecida de ferro;

– Seu comprimento é de 2 metros e seu diâmetro varia de 16 a 20mm;

– São pintadas em cores contrastantes (branco e vermelho ou branco e preto) para permitir que sejam facilmente visualizadas à distância;

– Devem ser mantidas na posição vertical, sobre a tachinha do piquete, com auxílio de um nível de cantoneira.

– Devem ser mantidas na posição vertic al, sobre a tachinha do piquete, com auxílio de

Levantamento Topográfico

• Teodolito e Nível

– O teodolito é utilizado na leitura de ângulos horizontais e verticais e da régua graduada; o nível é utilizado somente para a leitura da régua.

de ângulos horizontais e verticais e da régua graduada; o nível é utilizado somente para a
de ângulos horizontais e verticais e da régua graduada; o nível é utilizado somente para a
de ângulos horizontais e verticais e da régua graduada; o nível é utilizado somente para a
de ângulos horizontais e verticais e da régua graduada; o nível é utilizado somente para a

Levantamento Topográfico

• Mira ou Régua Graduada

– é uma régua de madeira, alumínio ou PVC, graduada em m, dm, cm e mm; utilizada na determinação de distâncias horizontais e verticais entre pontos

PVC, graduada em m , dm , cm e mm ; utilizada na determinação de distâncias

Levantamento Topográfico

Rua das Bromélias Rua dos Ibiscos
Rua das Bromélias
Rua dos Ibiscos
78,354 80,204 2,99 m Az.:240°19'44" - 30,09 m 6,00 m 3 m Rua das Bromélias
78,354
80,204
2,99 m
Az.:240°19'44" - 30,09 m
6,00 m
3 m
Rua das Bromélias
79,00
78,80 78,60
79,20
79,40
79,60
78,562
79,104
78,314
79,80
79,096
78,666
79,674
78,60
80,00
78,80
Az.:144°53'59" - 15,38 m
80,20
79,00
80,40
79,20
80,60
80,719
80,239
79,429
79,40
80,80
81,00
79,60
81,20
3 m
6,00 m
79,80
81,40
80,00
81,057
80,154
81,654
81,60
80,20
81,80
80,40
Poste de Concreto
82,00
80,60
82,114
81,724
80,747
80,80
81,00
81,80
81,60 81,40
81,20
82,00
Az.:328°46'41" - 17,50 m
NM
S
:. 6Az
0 1° 9'58" - 31 16,
m
Rua dos Ibiscos

Levantamento Topográfico

2,99 m 78,354 80,204 Az.:240°19'44" - 30,09 m 6,00 m 3 m Rua das Bromélias
2,99 m
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Az.:240°19'44" - 30,09 m
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Rua das Bromélias
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Az.:144°53'59" - 15,38 m
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10
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6,00 m
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Poste de Concreto
82
82,114
81,724
80,747
81
82
Az.:328°46'41" - 17,50 m
Título:
Folha:
Levantamento Planialtimétrico.
01
Objetivo:
Escala :
Estudos e Projetos
1 : 250
NM
E
W
S
As Cotas no Eixo da Rua são de Pavimento Acabado
:z. 6A
0
'° 519
-" 38
1, 6 m1
Rua dos Ibiscos

Levantamento Topográfico

• A planta do levantamento planialtimétrico do imóvel deverá conter informações referentes à topografia, aos acidentes físicos, à vizinhança e aos logradouros.

• A elaboração da planta deverá ser em escala conveniente, variando entre 1:100 e 1:250, data do levantamento e assinatura do profissional que a executou.

• O levantamento planialtimétrico partirá do alinhamento da via pública existente para o imóvel.

• Com referência à topografia do imóvel deverão ser prestadas as seguintes informações:

– indicação da linha norte-sul;

– indicação das medidas de cada segmento do perímetro que o imóvel, mostrando a extensão levantada e a constante do título de propriedade, para verificação de eventual divergência

– indicação dos ângulos entre os segmentos do perímetro que define o imóvel ou seus rumos;

– demarcação do perímetro de edificações eventualmente existente no imóvel;

Levantamento Topográfico

• se a comprovação de propriedade da área for constituída por mais de um título, deverão ser demarcados os vários imóveis que a compõem, relacionando-os com os títulos de propriedade, indicando suas áreas e os respectivos números de contribuinte do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano);

• indicação da área real do imóvel resultante do levantamento, bem como da área constante do título de propriedade;

• apresentação de curva de nível, de metro em metro, devidamente cotadas, ou de planos cotados (para caso de terreno que apresente desnível não superior a 2m);

• localização de árvores existentes, de caule (tronco) com diâmetro superior a 15 cm (medindo a 1 m acima do terreno circundante);

• demarcação de córregos ou quaisquer outros cursos de água existentes no imóvel ou em sua divisa;

• demarcação de faixas non edificandi (de não edificação) e galerias existentes no imóvel ou em suas divisas;

• indicação das cotas de nível na guia, nas extremidades da lateral do imóvel

Levantamento Topográfico

• Com

referência

à

vizinhança

e

ao(s)

logradouro(s),

deverão

ser

prestadas

as

informações seguintes:

– Indicação dos confinantes, frente, laterais e fundos.

– Largura de ruas e calçadas;

– Indicação de pavimentação e rebaixos;

– localização de postes, árvores, bocas-de-lobo, fiação e mobiliários urbanos existentes em frente ao imóvel;

– código do logradouro onde se situa o imóvel e número de contribuinte do IPTU.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• O perfil de sondagem é muito importante, pois é através dele que podemos conhecer o solo na qual devemos trabalhar, uma sondagem mal executada é como um raio-x sem capacidade de atender ao que são solicitados, o nível de problema por falta de eficiência pode ser visto desta maneira, pois numa obra emprega-se inúmeros insumos e não podemos comprometer este numerários por causa de um serviço na maioria das vezes tem um custo insignificante perante a obra que se constrói sobre ele.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• O perfil de sondagem é muito importante no início dos projetos para determinação correta do tipo de fundação a ser aplicada, profundidade e nível de qualidade das fundações executadas.

• Tente imaginar que com uma sondagem bem feita pode-se reduzir muito o custo de sua fundação devido o reconhecimento de subsolo, logo a sondagem é uma forma de viabilização de obras, quando devidamente executada. As sondagens representam, em média, apenas 0,05 à 0,005% do custo total da obra.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• Os requisitos técnicos a serem preenchidos pela sondagem do subsolo são os seguintes:

– Determinação dos tipos de solo que ocorrem, no subsolo, até a profundidade de interesse do projeto;

– Determinação das condições de compacidade (areias) ou consistência (argilas) em que ocorrem os diversos tipos de solo;

– Determinação da espessura das camadas constituintes do subsolo e avaliação da orientação dos planos (superfícies) que as separam;

– Informação completa sobre a ocorrência de água no subsolo.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• Para fins de projeto das fundações, deverão ser programadas no mínimo Sondagens a Percussão (SPT) de simples reconhecimento dos solos, abrangendo o número, a localização e a profundidade dos furos em função de uma Referência de Nível (RN) bem definida

e protegida contra deslocamentos.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• A sondagem S.P.T é realizada contando o número de golpes necessários à cravação de parte de um amostrador no solo realizada pela queda livre de um martelo de massa e altura de queda padronizadas.

– A execução de uma sondagem é um processo repetitivo, que consiste em abertura do furo, ensaio de penetração e amostragem a cada metro de solo sondado.

– Desta forma,, em cada metro faz-se, inicialmente, a abertura do furo com um comprimento de 55cm, e o restante dos 45cm para a realização do ensaio de penetração.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

– As fases de ensaio e de amostragem são realizadas simultaneamente, utilizando um tripé, um martelo de 65kg, uma haste e o amostrador.

– O amostrador é cravado 45cm no solo, sendo anotado o número de golpes necessários à penetração de cada 15 cm.

– O Índice de Resistência à Penetração é determinado através do número de golpes do peso padrão, caindo de uma altura de 75cm, considerando-se o número necessário àpenetração dos últimos 30 cm do amostrador. Conhecido como S.P.T.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo
Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• A Tabela apresenta correlações empíricas, que permite uma estimativa da compacidade das areias e da consistência das argilas, a partir da resistência à penetração medida nas sondagens.

da compacidade das areias e da consistência das argilas, a partir da resistência à penetração medida

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• Determinação do número de sondagens a executar

– Os pontos de sondagem devem ser criteriosamente distribuídos na área em estudo, e devem ter profundidade que inclua todas as camadas do subsolo que possam influir, significativamente, no comportamento da fundação.

– No caso de fundações para edifícios, o número mínimo de pontos de sondagens a realizar é função da área a ser construída

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

– Podemos ainda, avaliar o mínimo de furos para qualquer circunstância em função da área do terreno para lotes urbanos:

• 2 furos para terreno até 200m²

• 3 furos para terreno entre 200 a 400m², ou

• No mínimo, três furos para determinação da disposição e espessura dascamadas.

terreno entre 200 a 400m², ou • No mínimo, três furos para determinação da disposição e

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• Disposição dos furos de sondagem

– Os furos de sondagens deverão ser distribuídos em planta, de maneira a cobrir toda a área em estudo.

– A distância entre os furos de sondagem deve ser de 15 a 25m, evitando que fiquem numa mesma reta e de preferência, próximos aos limites da área em estudo.

deve ser de 15 a 25m, evitando que fiquem numa mesma reta e de preferência, próximos

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

• Recomendações Gerais

– Em geral, quatro índices elevados de resistência à penetração, em material de boa qualidade, permitem a interrupção do furo.

– Nos terrenos argilosos, a sondagem deverá ultrapassar todas as camadas. Nos terrenos arenosos, as sondagens raramente necessitam ultrapassar os 15 a 20m.

– Obs.: profundidade mínima 8,0m. Essa profundidade pode ser corrigida, à medida que os primeiros resultados forem conhecidos.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

– Poderá ocorrer obstrução nos furos de sondagens do tipo matacões (rochas dispersas no subsolo) confundindo com um embasamento rochoso. Neste caso a verificação é realizada executando-se uma nova sondagem a 3,0m, em planta, da anterior. Se for confirmada a ocorrência de obstrução na mesma profundidade, a sondagem deverá ser novamente deslocada 3,0m numa direção ortogonal ao primeiro deslocamento. Caso necessário, a sondagem na rocha é realizada com equipamento de sondagem rotativo.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

– Nos casos em que houver necessidade de estudos aprofundados das condições de trabalho do terreno, o programa de investigação do subsolo deverá contar com a extração de amostras indeformadas e conseqüentes análises laboratoriais, que determinem os limites de plasticidade e de liquidez, a granulometria, a permeabilidade, a capilaridade etc. das camadas de interesse. – Nos casos de obra pequena, poderão ser admitidos processos simples de investigação do subsolo, como a sondagem com trado-cavadeira (broca), para a obtenção de amostras (então deformadas) e caracterização tátil-visual. – Os serviços de sondagem deverão ser executados por empresa especializada, com o acompanhamento de um consultor de mecânica dos solos.

Sondagem de Simples Reconhecimento do Solo

Resultados

– Os dados obtidos em uma investigação do subsolo, são normalmente apresentados na forma de um perfil para cada furo de sondagem.

– A posição das sondagens é amarrada topograficamente e apresentada numa planta de locação bem como o nível da boca do furo que é amarrado a uma referência de nível RN bem definido

– No perfil do subsolo as resistências à penetração são indicadas por números à esquerda da vertical da sondagem, nas respectivas cotas. A posição do nível d'água - NA - também é indicada, bem como a data inicial e final de sua medição

Unidade 2:

INSTALAÇÕES

PROVISÓRIAS

Unidade 2: INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina:

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

CONTEÚDO

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

• 2.1- Instalação do Canteiro de Obra

• 2.1.1- Sanitários

• 2.1.2- Vestiários

• 2.1.3- Alojamentos

• 2.1.4- Local para refeições

• 2.1.5- Cozinha

• 2.1.6- Lavanderia

• 2.1.7- Área de lazer

• 2.2- Escritórios

• 2.3- Almoxarifado da Obra

• 2.3.1- Responsabilidade do Almoxarife

• 2.3.2- Divisão do Almoxarifado

• 2.4- Regras de Segurança Patrimonial e de Pessoal

• 2.4.1- Tapumes e Andaimes

• 2.4.2- Escadas e Elevadores

• 2.4.3- Equipamentos de segurança e Incêndio

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

2.1 – Instalações do Canteiro de Obra 2.1.1 – Área de Vivência Os canteiros de obras devem dispor de: instalação sanitária; vestiário; alojamento (*); local de refeições; cozinha (quando houver preparo de refeições); lavanderia (*); área de lazer (*); ambulatório (quando se tratar de frentes de trabalho com 50 ou mais operários). O cumprimento do disposto nos itens assinalados com (*) é obrigatório nos canteiros onde houver trabalhadores alojados. As áreas de vivência terão de ser mantidas em perfeito estado de conservação, higiene e limpeza. Serão dedetizadas preferencialmente a cada seis meses. Quando da utilização de instalações móveis de áreas de vivência, deve ser previsto projeto alternativo que garanta os requisitos mínimos de conforto e higiene aqui estabelecidos.

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

2.1.2 – Instalação Sanitária 2.1.2.1 – Generalidades Entende-se como instalação sanitária o local destinado ao asseio corporal e/ou ao atendimento das necessidades fisiológicas de excreção. É proibida a utilização da instalação sanitária para outros fins que não aqueles previstos acima. A instalação sanitária deve:

ser mantida em perfeito estado de conservação e higiene, desprovida de odores, especialmente durante as jornadas de trabalho; Ter portas de acesso que impeçam o devassamento e ser construída de modo a manter o resguardo conveniente; Ter paredes de material resistente e lavável podendo ser de madeira; Ter pisos impermeáveis, laváveis e de acabamento não escorregadio;

resistent e e lavável podendo ser de madeira; Ter pisos impermeáveis, laváveis e de acabamento não
resistent e e lavável podendo ser de madeira; Ter pisos impermeáveis, laváveis e de acabamento não
resistent e e lavável podendo ser de madeira; Ter pisos impermeáveis, laváveis e de acabamento não

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

Não se ligar diretamente com os locais destinados a refeições; Ser independente para homens e mulheres, quando for o caso; Ter ventilação e iluminação apropriadas; Ter instalação elétrica adequadamente protegida; Ter pé-direito mínimo de 2,5 m ou respeitar o que determina o Código de Edificações do município da obra; Estar situada em local de fácil e seguro acesso, não sendo permitido o deslocamento superior a 150 m do posto de trabalho aos gabinetes sanitários, mictórios e lavatórios. A instalação sanitária deve ser constituída de lavatório, vaso sanitário e mictório, na proporção de um conjunto para cada grupo de 20 trabalhadores ou fração, bem como de chuveiro, na proporção de um para cada grupo de 10 trabalhadores ou fração.

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

2.1.3 – Vestiário

Em todo canteiro de obras haverá vestiário para troca de roupa dos trabalhadores que não residem no local. A situação do vestiário tem de ser próxima aos alojamentos e/ou na entrada da obra, sem ligação direta com o local destinado a refeições.

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

2.1.4 – Alojamento

É proibido o uso de três ou mais camas na mesma vertical. A altura

livre permitida entre uma cama e outra e entre a última cama e o teto é

de, no mínimo, 1,2 m. A cama superior do beliche deve Ter proteção

lateral e escada. As dimensões mínimas das camas devem ser de 80

cm por 1,9 m e a distância entre o ripamento do estrado de 5 cm. Os

alojamentos terão armários duplos individuais. É obrigatório, no

alojamento, o fornecimento de água potável, filtrada e fresca.

INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS

2.1.5 – Local para Refeições Nos canteiros de obras é obrigatória a existência de abrigo adequado para refeições. O local para refeições deve:

Ter piso cimentado ou de outro material lavável Ter cobertura que o proteja das intempéries Ter mesas com tampos liso e lavável Ter assentos em números suficientes para atender aos usuários Ter depósito, com tampa, para lixo Independentemente do número de trabalhadores e da existência ou não de cozinha, em todo canteiro de obras deve haver local exclusivo para o aquecimento de refeições, dotado de equipamento adequado e seguro. É proibido preparar, aquecer e tomar refeições fora dos locais estabelecidos neste item. É obrigatório o fornecimento de água potável, filtrada e fresca, para os trabalhadores, por meio de bebedouro de jato inclinado (ou outro dispositivo equivalente), sendo proibido o uso de copos coletivos.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.1.6 – Cozinha (quando houver preparo de refeições) Quando houver Cozinha no Canteiro de Obras, ela deve:

Ter pia para lavar os alimentos e utensílios.

Possuir instalações sanitárias, que com ela não se comuniquem, de uso exclusivo dos encarregados de manipular gêneros alimentícios, refeições e utensílios.

Possuir equipamentos de refrigeração, para preservação dos alimentos.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.1.7 – Lavanderia (quando houver alojamento).

Deve haver um local próprio, coberto, ventilado e iluminado, para que o trabalhador alojado possa lavar, secar e passar suas roupas de uso pessoal. Este local deve ter tanques individuais ou coletivos em número adequado.

2.1.8 – Área de Lazer

Devem ser previstos locais para recreação dos trabalhadores alojados, podendo ser usado o local de refeições para este fim.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.1.9 – Ambulatório (quando houver mais de 50 funcionários). Neste ambulatório, deve haver o material necessário à prestação de Primeiros Socorros, conforme as características da atividade desenvolvida. Este material deve ser mantido guardado e aos cuidados de pessoa treinada para esse fim.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.2 – Escritórios e Depósitos

O escritório é uma construção, normalmente de madeira, cujo acabamento é feito com maior ou menor esmero, conforme a previsão do prazo de funcionamento no local ou das características da obra. Compõem-se, geralmente, de dependências para os seguintes elementos da Administração da Obra:

1) Engenharia (Gerentes e Engenheiros). 2) Estagiários e Técnicos. 3) Mestre-de-Obras. 4) Encarregado de Escritório e Auxiliares. 5) Segurança do Trabalho. 6) Ambulatório. 7) Sanitários. 8) Encarregados.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

É comum prever-se uma sala de reuniões, destinada a estudar o planejamento e a coordenador os serviços, além de controlar sua execução e desenvolvimento. De preferência, os escritórios do Engenheiro e Mestre-de-Obras devem ter visão para o Canteiro de Obras. Na sala do Encarregado de Escritório, deve ficar uma relação de telefones de emergência, e no caso de a Obra não comportar enfermaria, ficar também um estojo de Primeiros Socorros. A sala da Segurança do Trabalho deve atender também aos elementos de apoio da Obra, tais como: Assistente Social do Trabalho, Psicóloga do Trabalho,Nutricionista, etc.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.3 – Almoxarifado da Obra

São funções do almoxarifado:

controlar a entrada e a saída de material; contagem do material entregue; saída do material requisitado pelo pessoal da obra; guardar equipamentos de terceiros guardar, sob cuidados de segurança, produtos tóxicos, inflamáveis ou perigosos;

alterar quando o estoque de alguns materiais chega ao limite crítico (areia,

cal, cimento etc

);

armazenar de forma organizada o que lhe for entregue.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.3.1 – Divisão do Almoxarifado

O almoxarifado deve ser dividido em:

• seção geral;

• seção de material elétrico;

• seção de material hidráulico;

seção

ferramentas);

de

esquadrias

de

madeira

• seção de pintura.

(ferragens

e

Na seção geral, estoca-se:

• material

trabalho;

de

• material

de

cimento, etc

)

segurança

uso

geral

do

(cal,

• ferramentas de uso geral;

• material administrativo (cartões de

ponto, impressos etc )

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.3.2 – Localização do Almoxarifado deve:

• permitir fácil acesso do caminhão de entrega;

• Ter área para descarregamento de material;

• Localizar-se estrategicamente junto da obra, de modo que o avanço da obra não impeça o abastecimento de materiais;

• Ser afastado dos limites do terreno pelo menos 2 m, mantidos como faixa livre, para evitar saídas não controladas de material.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.4 – Regras de Segurança Patrimonial

São recomendados os seguintes cuidados:

toda obra deverá ser fechada com tapumes; os tapumes serão construídos de forma a resistir a impactos e observar a altura mínima de 2,5 m em relação ao nível do passeio; deverá haver uma única entrada e saída de caminhões; não se recomenda descarregar material misturando-o com material já existente na obra; ninguém deverá entrar ou sair no início ou fim de expediente pela saída de caminhões; qualquer funcionário terá de sair por porta específica e com revista incerta; os extintores têm de ser mantidos carregados e em condições de ser utilizados.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.5 – Instalações Elétricas (padrão provisório).

Deverá ser previsto junto a concessionária de Energia Local, padrão provisório ou definitivo de energia de modo a dar condições de funcionamento a todos os equipamentos necessários ( betoneira, serra circular, vibradores, compactadores). A maioria dos equipamentos de obra são trifásicos sendo necessário que o padrão também o seja. Toda a Fiação da instalação provisória de obra deve ser tubulada ou fixada com roldanas de modo a não permitir o esmagamento da fiação por pisoteio resultando em curto circuito

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.6 – Instalações hidro-sanitárias (água/esgoto).

Também deverão ser previstas junto a concessionária de águas e esgotos local, o pedido de ligação provisório ou definitivo de águas e esgotos, para o uso de obra e dos sanitários dos funcionários.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

2.7 – Organização do Canteiro.

Todo Canteiro de obras deve ser disposto de maneira que haja o máximo de facilidade na entrega, circulação e aplicação dos Materiais durante todo e decorrer da obra e que não sejam necessárias mudanças dos locais de depósitos. Numa obra convencional devem ser previstos locais para:

Depósito de materiais a granel (areia, brita) e materiais em peças (tijolos,

ferro e madeira) com fácil acesso de caminhões. Local para instalação de Betoneira e masseira junto aos locais de areia e

Brita. Local para instalação de Serra circular e Bancada de Armadores junto aos locais de depósito de ferros e madeiras.

Fonte: LIVRO TÉCNICAS DE EDIFICAR – WALID YAZIGI

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

RESUMINDO

A organização do canteiro de obra é fundamental para evitar desperdícios de tempo, perdas de materiais e mesmo defeitos de execução e falta de qualidade final dos serviços realizados. Apesar de existência da NR (Norma Regulamentadora) 18, elaborada em conjunto por construtoras, trabalhadores e governo, estabelecer diretrizes e exigências diversas, essas regras ainda são pouco adotadas.

• As principais etapas são:

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

As principais etapas são:

PLANEJAMENTO DO CANTEIRO

Com a planta do terreno em mãos, demarca-se o local de implantação da casa. Com a ajuda do arquiteto e construtor, define-se onde devem ficar o barracão de alojamento e o depósito de materiais e ferramentas. Observar

a melhor posição também para a chegada de caminhões, lembrando que o

descarregamento de materiais pode ser feito por suas laterais ou por

basculamento de caçamba. Para os materiais a granel, como areia e pedra,

é preciso determinar um local (baia) que não atrapalhe o desenvolvimento do trabalho, mas que seja de fácil acesso e evite desperdícios.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

As principais etapas são:

ÁGUA À DISPOSIÇÃO

O uso da água é intensivo para preparar materiais no canteiro. Ela serve também para a higiene dos trabalhadores e deve estar disponível em abundância. Se a obra não contar com rede pública de abastecimento, que exigirá a instalação de um cavalete de entrada com registro, é preciso providenciar um poço, prevendo-se uma bomba ou somente um sarrilho para retirar a água. Lembrar ainda que o uso sanitário da água gera esgotos. Se não houver coleta de rede pública, será necessária uma fossa.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

As principais etapas são:

PREPARAÇÃO DA EXECUÇÃO

Quanto mais planejado, melhor será o desempenho dos serviços. Por isso, é importante definir com os construtores as estratégias para realizar os trabalhos no canteiro: se serão usadas ferramentas próprias ou se elas estão incluídas nos custos de execução; se haverá necessidade de alugar escoramentos ou comprar madeira para andaimes; se os trabalhadores precisarão de equipamentos de proteção individual obrigatórios por lei, além de várias outras providências.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

As principais etapas são:

ESPAÇOS ADEQUADOS E SEGUROS

Uma obra pode demorar mais de seis meses até ser capaz de abrigar dentro dela os alojamentos dos trabalhadores. Durante o período de construção, as únicas instalações fechadas serão a do barracão, geralmente construído de madeira. Ele deverá ter três divisões internas, sendo uma para alojamento de trabalhadores (alguns condomínios fechados não permitem que funcionários da obra durmam no local), outra para as instalações sanitárias e mais uma para guardar materiais e ferramentas. Não esquecer de deixar um espaço para guardar ferramentas de terceiros, pois, no caso de sumirem, o encargo da reposição é do proprietário da obra.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

As principais etapas são:

TRANSPORTE INTERNO

É preciso pensar no fluxo de materiais pela obra, prevendo os trajetos feitos pelos carrinhos de mão e giricas (espécie de carrinho que carrega mais material); quais os serviços que poderão causar conflitos quando excutados simultaneamente; e se o estoque de materiais de acabamento não será afetado pelo tráfego de pessoas e materiais.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

As principais etapas são:

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

É necessário esquecer as gambiarras e os fios elétricos pendurados no

ambiente de trabalho, nada seguros. Não custa exigir cuidado nesse tipo

de instalação, desde a entrada de energia no terreno até a sua distribuição

e iluminação das frentes de trabalho. Deve-se procurar saber se existem equipamentos que exigem instalações elétricas mais sofisticadas.

INSTALAÇÕES PROVISORIAS

As principais etapas são:

TAPUMES

Algumas prefeituras e condomínios exigem que as obras sejam cercadas por tapumes, uma providência necessária, sobretudo se houver crianças perto da construção, e que sempre representa uma medida de prevenção contra roubos e depredações. Não se deve esquecer de considerar essa hipótese na discussão preliminar com seu construtor, incluindo os custos na planilha para não ser surpreendido com gastos extras.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção - set/95 .

Livro: A Técnica de edificar

Unidade 3:

LOCAÇÃO DE OBRAS

Unidade 3: LOCAÇÃO DE OBRAS UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

O Que é Locar uma Obra?

• É passar o projeto que está desenhado no papel em escalas reduzidas para o terreno em dimensões reais

– Existem diferentes métodos de locação, que usualmente variam em função do tipo de edifício. Fica claro que deva ser diferente locar um "shopping center" horizontal de 300x150m² de área, um edifício de múltiplos pavimentos de 20x25m² de área ou uma habitação térrea de 10x15m2 de área

Por Onde Começar?

• Referências Principais

– Eixos Principais da Construção

• Constantes nos Projetos de Arquitetura, de Fundações e de Implantação

– O alinhamento da rua;

– Um poste no alinhamento do passeio;

– Um ponto deixado pelo topógrafo quando da realização do controle do movimento de terra; ou

– Uma lateral do terreno

Por Onde Começar?

• Projeto de Implantação

– No projeto de implantação, o edifício sempre está referenciado a partir de um ponto conhecido e previamente definido.

– A partir deste ponto, passa-se a posicionar (locar) no solo a projeção do edifício (perímetro e recuos) desenhada no papel

– Este referencial poderá ser o próprio alinhamento do terreno, caso ele esteja corretamente definido, ou mesmo o alinhamento do passeio

y

Projeção x Limites do Lote POSTE
Projeção
x
Limites do Lote
POSTE

Alinhamento da Rua

Por Onde Começar?

• Projeto de Implantação

Por Onde Começar? • Projeto de Implantação

Por Onde Começar?

• Eixos Principais

– Projeto de Fundação

– Projeto Arquitetônico

Por Onde Começar? • Eixos Principais – Projeto de Fundação – Projeto Arquitetônico

Iniciando a Locação

• Marcar os alinhamentos dos Eixos no Terreno

• Locar os elementos da Fundação

– Sapatas, Alicerces, Estacas, Tubulões, etc.

• Locar os Elementos da Estrutura Intermediária

– Blocos e Baldrames

• Locar elementos da Estrutura e Alvenaria

– Pilares e Paredes

Iniciando a Locação

• Métodos

– Uso de equipamentos Topográficos

• Obras de grande vulto – risco de acúmulo de erros

• Obras que utilizam estruturas pré-fabricadas (concreto, aço ou madeira) - necessidade de alta precisão

– Uso do Método do Cavalete

– Uso do Método do Gabarito

Método dos Cavaletes

• Os alinhamentos são fixados por pregos cravados em cavaletes.

• Estes são constituídos de duas estacas cravadas no solo e uma travessa pregada sobre elas

– Devemos sempre que possível, evitar esse processo, pois não nos oferece grande segurança devido ao seu fácil deslocamento com batidas de carrinhos de mão, tropeços, etc

não nos oferece grande segur ança devido ao seu fácil deslocamento com batidas de carrinhos de
não nos oferece grande segur ança devido ao seu fácil deslocamento com batidas de carrinhos de

Método dos Cavaletes

Método dos Cavaletes

Método dos Gabaritos

– Este método se executa cravando-se no solo cerca de 50cm, pontaletes de pinho de (3" x 3" ou 3" x 4") a uma distância entre si de 1,50m e a 1,20m das paredes da futura construção, que posteriormente poderão ser utilizadas para andaimes.

– Nos pontaletes serão pregadas tábuas em todo o perímetro da construção (geralmente de 15 ou 20cm), em nível e aproximadamente 1,00m do piso.

– Pregos fincados na tábuas com distâncias entre si iguais às interdistâncias entre os eixos da construção, todos identificados com letras e algarismos respectivos pintados na face vertical interna das tábuas, determinam os alinhamentos

– Nos pregos são amarrados e esticados linhas ou arames, cada qual de um nome interligado ao de mesmo nome da tábua oposta. Em cada linha ou arame está materializado um eixo da construção. Este processo é o ideal.

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

– Tal método é mais seguro e as marcações nele efetuadas permanecem por muito tempo, possibilitando a conferência durante o andamento das obras.

– Não obstante, para auxiliar este processo, podemos utilizar o processo dos cavaletes

Método dos Gabaritos

• Locação dos Eixos

– Tendo definido o método para a marcação da obra, devemos transferir as medidas, retiradas das plantas para o terreno.

– Quando a obra requer um grau de precisão, que não podemos realizar com métodos simples devemos utilizar aparelhos topográficos. Isto fica a cargo da disciplina de Topografia, cabendo a nós, para pequenas obras, saber locá-las com métodos simplificados.

– É indispensável saber traçar perpendiculares sobre o terreno, pois é através delas que marcamos os alinhamentos das paredes externas, da construção, determinando assim o esquadro. Isto serve de referência para locar todas as demais paredes.

– Um método simples para isso, consiste em formar um triângulo através das linhas dispostas perpendicularmente, cujos lados meçam 3 - 4 e 5m (triângulo de Pitágoras), fazendo coincidir o lado do ângulo reto com o alinhamento da base

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

• Locação das Fundações

– Definida pelo cruzamento das linhas fixadas por pregos no gabarito. Transfere-se esta interseção ao terreno, através de um prumo de centro

– No ponto marcado pelo prumo, crava-se uma estaca de madeira (piquete), geralmente de peroba, com dimensões 2,5x2,5x15,0cm

– Assim, podemos passar todos os pontos das fundações para o terreno.

de peroba, com dimensões 2,5x2,5x15,0cm – Assim, podemos passar todos os pontos das fundações para o

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

• Locação de Blocos, Baldrames e Paredes

– Devemos locar a obra utilizando os eixos , para evitarmos o acúmulo de erros provenientes das variações de espessuras das paredes

Método dos Gabaritos

Método dos Gabaritos

Importância de uma Boa Locação

– Os cuidados com a locação dos elementos de fundação de maneira precisa e correta são fundamentais para a qualidade final do edifício, pois a execução de todo o restante do edifício estará dependendo deste posicionamento, já que ele é a referência para a execução da estrutura, que passa a ser referência para as alvenarias e estas, por sua vez, são referências para os revestimentos.

• Portanto, o tempo empreendido para a correta locação dos eixos iniciais do edifício favorece uma economia geral de tempo e custo da obra

Observações Importantes

– Na execução do gabarito, as tábuas devem ser pregadas em nível.

– A locação da obra deve , de preferência, ser efetuada pelo responsável técnico pela execução ou conferido pelo mesmo.

– A marcação pelo eixo, além de mais precisa, facilita a conferência pelo Responsável Técnico pela Execução.

– Verificar os afastamentos da obra, em relação às divisas do terreno.

– Constatar no terreno a existência ou não de obras subterrâneas ( galerias de águas pluviais, ou redes de esgoto, elétrica ) e suas implicações.

– Verificar se o terreno em relação as ruas está sujeito a inundação ou necessita de drenagem para águas pluviais.

– Confirmar a perfeita locação da obra no que se refere aos eixos das paredes, pilares, sapatas, blocos e estacas

– Evitar trenas de pano devido a sua variação dimensional

Unidade 4:

FUNDAÇÕES

Unidade 4: FUNDAÇÕES Parte 1 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das
Unidade 4: FUNDAÇÕES Parte 1 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

Parte 1

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Unidade IV - Fundações

Conteúdo

• 4.1- Generalidades

• 4.2- Fundações Rasas

• 4.2.1- Contínuas

• 4.2.1.1- Tipos

• 4.2.1.2- Métodos executivos

• 4.2.2- Isoladas

• 4.2.2.1- Tipos

• 4.2.2.2- Métodos executivos

UNIDADE IV - FUNDAÇÕES GENERALIDADES

• Chamamos de fundação a parte da estrutura de uma edificação que transmite ao terreno subjacente a carga da obra.

as fundações que

distribuem no terreno todas

as cargas ( todo o peso da edificação). • Devem ser executadas rigorosamente como foram especificadas pelo Projeto Estrutural.

São

da edificação). • Devem ser executadas rigorosamente como foram especificadas pelo Projeto Estrutural. • São

UNIDADE IV - FUNDAÇÕES GENERALIDADES

• A resistência de um solo destinado a suportar uma construção é definida por uma carga unitária expressa em kgf/cm 2 ou kPa.

• Os solos apresentam resistências por limite de carga que podem suportar, sem comprometer a estabilidade de construção.

• O grau de resistência indica qual tipo de fundação é mais adequada, como o exemplo mostrado no esquema na próxima figura.

• Os níveis da água no solo bem como sua quantidade devem ser analisados para prevenção infiltrações e deslizamentos.

• Visite o site: PERCOLAÇÃO DA ÁGUA EM ÁREAS DE RISCO

UNIDADE IV - FUNDAÇÕES GENERALIDADES

• Se

A=B=C têm

de

resistência, é possível implantar a fundação em A;

deve-se

características

os

solos

iguais

• Se

A

é

resistente,

de estruturas

leves, cuja carga limite deve ser

determinada

recalque;

análise de

apoiar fundações

por

• Se A é solo fraco e B é resistente, a fundação é do tipo profunda, atendendo-se para a carga limite em função da resistência de C;

• Se A=B são solos fracos e C é resistente, o apoio da fundação deverá ser em C.

função da resistência de C; • Se A=B são solos fracos e C é resistente, o

Classificação das Fundações

• Quanto à transmissão das cargas

– Fundações Diretas

• Aquelas em que a transmissão da carga para o solo é feita preponderantemente pela base

– Fundações Indiretas

• Aquelas em que a transmissão da carga para o solo é feita preponderantemente pela superfície lateral

Classificação das Fundações

• Quanto à transmissão das cargas

– Fundações Diretas

• Aquelas em que a transmissão da carga para o solo é feita preponderantemente pela base

Aquelas em que a transmissão da carga para o solo é feita preponderantemente pela base Transmissão

Transmissão pela base: direta

Aquelas em que a transmissão da carga para o solo é feita preponderantemente pela base Transmissão

Classificação das Fundações

• Quanto à transmissão das cargas

– Fundações Indiretas

• Aquelas em que a transmissão da carga para o solo é feita preponderantemente pela superfície lateral

Indiretas • Aquelas em que a transmissão da carga para o solo é feita preponderantemente pela

Fundações Rasas

• A fundações RASAS podem ser executadas quando a resistência de embasamento pode ser obtida no solo superficial numa profundidade que pode variar de 1,0 a 3,0 metros. Estas podem ser:

• CONTINUAS

– Alicerce de tijolos, pedras e concreto ciclópico

– Alicerce de blocos de concreto

– Sapata corrida

– Radier

• ISOLADAS

– Broca

– Bloco de concreto

– Sapata isolada

– Sapata associada

– Sapata alavanca ou com viga de equilíbrio.

Rasas Contínuas

ALICERCE DE TIJOLOS, PEDRAS E CONCRETO CICLÓPICO

Serviços a executar:

1. Abertura da vala

2. Compactação da camada do solo resistente, apiloando o fundo;

3. Lastro de concreto magro (90

de

kgf/cm2) de espessura;

5

a

10

cm

4. Execução do embasamento, que pode ser de concreto, alvenaria ou pedra;

(90 de kgf/cm2) de espessura; 5 a 10 cm 4. Execução do embasamento, que pode ser

Rasas Contínuas

ALICERCE DE TIJOLOS, PEDRAS E CONCRETO CICLOPICO

Serviços a executar:

construir uma cinta de amarração que tem a finalidade de absorver esforços não previstos, suportar pequenos recalques, distribuir o carregamento e combater esforços horizontais;

impermeabilização para evitar a percolação capilar, utilizando uma argamassa “impermeável” (com aditivo)

• impermeabilização para evitar a percolação capilar, utilizando uma argamassa “impermeável” (com aditivo)

Rasas Contínuas

ALICERCE DE BLOCOS DE CONCRETO:

Serviços a executar: todos os anteriores

Rasas Contínuas ALICERCE DE BLOCOS DE CONCRETO: Serviços a executar: todos os anteriores
Rasas Contínuas ALICERCE DE BLOCOS DE CONCRETO: Serviços a executar: todos os anteriores

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

• Recomendações

Abertura de vala

• Profundidade nunca inferiores a 40cm

• Largura das valas: - parede de 1 tijolo = 45cm

 

parede de 1/2 tijolo = 40cm

 

• Em terrenos inclinados, o fundo da vala é formado por degraus (Figura 3.8), sempre em nível · mantendo-se o valor "h" em no mínimo 40 cm e h1, no máximo 50cm.

Apiloamento

 

Se faz manualmente com soquete (maço) de 10 à 20kg, com o objetivo unicamente de conseguir a uniformização do fundo da vala e não aumentar a resistência do solo.

Lastro de concreto

• Sobre o fundo das valas devemos aplicar uma camada de concreto magro de traço 1:3:6 ou 1:4:8 (cimento, areia grossa e pedra 2 e 3) e espessura mínima de 5cm com a finalidade de:

– diminuir a pressão de contato, visto ser a sua largura maior do que a do alicerce;

– Uniformizar e limpar o piso sobre o qual será levantado o alicerce de alvenaria

Rasas Contínuas

Alicerce de alvenaria ( Assentamento dos tijolos)

• Ficam semi-embutidos no terreno;

• Tem espessuras maiores do que a das paredes sendo:

– paredes de 1 tijolo - feitos com tijolo e meio.

– paredes de 1/2 tijolo - feitos com um tijolo.

• seu respaldo deve estar acima do nível do terreno, a fim de evitar o contato das paredes com o solo;

• O tijolo utilizado é o maciço queimado ou requeimado; · assentamento dos tijolos é feito em nível;

• Argamassa de assentamento é de cimento e areia traço 1:4.

Cinta de amarração

• É sempre aconselhável a colocação de uma cinta de amarração no respaldo dos alicerces. Normalmente a sua ferragem consiste de barras "corridas", no caso de pretender a sua atuação como viga deverá ser calculada a ferragem e os estribos. Sobre a cinta será efetuada a impermeabilização.

• Para economizar formas, utiliza-se tijolos em espelho, assentados com argamassa de cimento e areia traço 1:3.

• A função das cintas de amarração é "amarrar" todo o alicerce e distribuir melhor as cargas, não podendo contudo serem utilizadas como vigas.

Reaterro das valas

• Após a execução da impermeabilização das fundações, podemos reaterrar as valas. O reaterro deve ser feito em camadas de no máximo 20cm bem compactadas.

Rasas Contínuas

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE

Se o terreno for inclinado, em qualquer tipo de fundação, devemos efetuar as escavações em escada para que a fundação não escorregue

em qualquer tipo de fundação, devemos efetuar as escavações em escada para que a fundação não

Rasas Contínuas

SAPATA CORRIDA Serviços a executar:

SAPATA CORRIDA Serviços a executar:

1. escavação;

2. colocação de um lastro de concreto magro de 5 a 10 cm de espessura;

3. posicionamento das fôrmas, quando o solo assim o exigir;

4. colocação das armaduras;

5. concretagem;

6. cinta de concreto armado: sua finalidade é a maior distribuição das cargas, evitando também deslocamentos indesejáveis, pelo travamento que confere à fundação; muitas vezes, é usado o próprio tijolo como fôrma lateral;

indesejáveis, pelo travamento que confere à fundação; muitas vezes, é usado o próprio tijolo como fôrma

Rasas Contínuas

SAPATA CORRIDA Serviços a executar:

SAPATA CORRIDA Serviços a executar:

1. Camada impermeabilizante: sua função é evitar a subida da umidade por capilaridade para a alvenaria de elevação; sua execução deve evitar descontinuidades que poderão comprometer seu funcionamento e nunca devem ser feitas nos cantos ou nas junções das paredes; esta camada deverá ser executada com argamassa com adição de impermeabilizante e deverá se estender pelo menos 10 cm para revestimento da alvenaria de embasamento; para evitar retrações prejudiciais, deverá receber uma cura apropriada (água, sacos de cimento molhados, etc.), sendo depois pintada com emulsão asfáltica em duas demãos, uma após a secagem completa da outra.

molhados, etc.), sendo depois pintada com emulsão asfáltica em duas demãos, uma após a secagem completa

Unidade 4:

FUNDAÇÕES

Parte 2

Unidade 4: FUNDAÇÕES Parte 2 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Rasas - Radier

RADIER é uma laje de concreto sobre o solo. Além de apoiar sua casa, o radier já funciona como contrapiso e calçada. Mas o radier só pode ser usado se o terreno todo tiver o mesmo tipo de solo. Se uma parte for firme e a outra fraca, o radier não pode ser utilizado.

for firme e a outra fraca, o radier não pode ser utilizado. DICA DICA Não Não

DICADICA

NãoNão

esqueesqueççaa

dede

instalarinstalar

osos

tubostubos

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esgotoesgoto

ee

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ralosralos

antesantes dede concretarconcretar oo

radier.radier.

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

UNIDADE IV - FUNDAÇÕES RASAS CONTINUAS

UNIDADE IV - FUNDAÇÕES RASAS CONTINUAS

Rasas Contínuas

Rasas Contínuas

Rasas Isoladas

SAPATA ISOLADA

Ao contrário dos blocos, as sapatas não trabalham apenas à compressão simples, mas também à flexão, devendo neste caso serem executadas com ferragens.

não trabalham apenas à compressão simples, mas também à flexão, devendo neste caso serem executadas com

Rasas Isoladas

SAPATA ISOLADA Serviços a executar:

1. Abertura da cavas (manual ou mecanizada: retroescavadeira) e esgotamento da água se for o caso;

2. Apiloamento do fundo;

3. Lançamento do concreto magro no fundo (nivelando e evitando-se perda de umidade do concreto estrutural após lançado);

4. Confecção das formas;

5. Colocação da armadura do fundo;

6. Localização

do

eixo

do

pilar

e

posicionamento

da

armadura

do

pilar;

7. Concretagem;

8. Retirada das formas após o endurecimento do concreto.

posicionamento da armadura do pilar; 7. Concretagem; 8. Retirada das formas após o endurecimento do concreto.

Rasas Isoladas

Sapatas

Rasas Isoladas Sapatas

Rasas Isoladas

Sapatas

Rasas Isoladas Sapatas

Rasas Isoladas

Sapatas

Rasas Isoladas Sapatas

Rasas Isoladas

Sapata Associada

SAPATA ASSOCIADA

Um projeto econômico deve ser feito com o maior número possível de sapatas isoladas.

No caso em que a proximidade entre dois ou mais pilares seja tal que as sapatas isoladas se superponham, deve-se executar uma sapata associada. A viga que une os dois pilares denomina-se viga de rigidez e tem a função de permitir que a sapata trabalhe com tensão constante

mesma

Sua

execução

tem

a

seqüência da sapata isolada

de permitir que a sapata trabalhe com tensão constante mesma Sua execução tem a seqüência da

Rasas Isoladas

Sapata Associada

Rasas Isoladas Sapata Associada

Rasas Isoladas

Sapata Alavanca ou com viga de equilíbrio

NoNo casocaso dede sapatassapatas dede pilarespilares dede divisadivisa ouou prpróóximosximos aa obstobstááculosculos ondeonde nãonão sejaseja posspossíívelvel fazerfazer comcom queque oo centrocentro dede gravidadegravidade dada sapatasapata coincidacoincida comcom oo centrocentro dede cargacarga dodo pilarpilar criacria--sese umauma vigaviga alavancaalavanca ligadaligada entreentre duasduas sapatassapatas dede modomodo queque umum pilarpilar absorvaabsorva oo momentomomento resultanteresultante dada excentricidadeexcentricidade dada posiposiççãoão dodo outrooutro pilar.pilar. SuaSua execuexecuççãoão temtem aa mesmamesma seqseqüüênciaência dada sapatasapata isoladaisolada

execu execu ç ç ão ão tem tem a a mesma mesma seq seq ü ü

Rasas Isoladas

Sapata Alavanca ou com viga de equilíbrio

Rasas Isoladas Sapata Alavanca ou com viga de equilíbrio

Rasas Isoladas

Bloco de concreto

Fundações

com

altura e rigidez;

grande

Deve

trabalhar

compressão;

à

Para facilitar a execução,

a

superfície inclinada; Utilizada para cargas até 50 ton

Podem suportar muros de

deve-se

escalonar

arrimo

e

pilares de

Concreto

Utilizada para cargas até 50 ton Podem suportar muros de deve-se escalonar arrimo e pilares de

Unidade 4:

FUNDAÇÕES

Parte 3

Unidade 4: FUNDAÇÕES Parte 3 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Impermeabilização das Fundações

• Impermeabilização dos alicerces

– Independente do tipo de fundação adotada, devemos executar uma impermeabilização no respaldo dos alicerces.

– A fundação sempre é executada num nível inferior ao do piso, sendo necessário assentar algumas fiadas de tijolos sobre a sapata corrida ou sobre o baldrame, até alcançarmos o nível do piso (Alvenaria de embasamento).

– No tijolo a água sobe por capilaridade, penetrando até a altura de 1,50m nas paredes superiores, causando sérios transtornos.

– Portanto é indispensável uma boa impermeabilização no respaldo dos alicerces, local mais indicado para isso, pois é o ponto de ligação entre a parede que está livre de contato com o terreno e o alicerce.

Impermeabilização das Fundações

Impermeabilização das Fundações

Impermeabilização das Fundações

• Impermeabilização dos alicerces e baldrames

– O processo mais utilizado é através de argamassa rígida; usando, geralmente, impermeável gorduroso (Vedacit ou similar), dosado em argamassa de cimento e areia em traço 1:3 em volume:

• 1 lata de cimento (18 litros)

• 3 latas de areia (54 litros)

• 1,5 kg de impermeável

– Após a cura da argamassa impermeável a superfície é pintada com piche líquido (Neutrol ou similar), pois o piche penetra nas possíveis falhas de camadas, corrigindo os pontos fracos. Devemos aplicar duas demãos e em cruz.

Impermeabilização das Fundações

• Impermeabilização dos alicerces e baldrames

– Outro processo utilizado dispensa o uso da pintura com piche líquido sobre a argamassa.

– Nesse sistema aplica-se uma argamassa de cimento e areia no traço 1:3 e pintura com cimento cristalizante e aditivo (Kz + água + K11 na proporção de 1:4:12; Viaplus 1000; Tec 100 ou similar). Podemos utilizar aditivo acrílico que proporciona uma composição semi flexível.

– Aplicar sempre com as paredes úmidas em três demãos cruzadas.

– Recomendações importantes para uma boa execução da impermeabilização:

• Deve-se sempre dobrar lateralmente cerca de 10 a 15cm

• A camada impermeável não deve ser queimada, mas apenas alisada, para quesua superfície fique semi-áspera evitando rachaduras.

• Usa-se a mesma argamassa para o assentamento das duas primeiras fiadas da parede.

Impermeabilização das Fundações

Impermeabilização das Fundações

Fundações Profundas

• As fundações PROFUNDAS podem ser:

– DIRETAS transferem as cargas diretamente são solo.

– INDIRETAS são aquelas que transferem as cargas por efeito de atrito lateral do elemento com o solo e por efeito de ponta.

• TUBULÕES

– A CEU ABERTO

– A AR COMPRIMIDO

• ESTACAS

– CRAVADAS (Pré-moldadas)

• Concreto

• Madeira

• Aço

– ESCAVADAS.

• Strauss

• Franki

• BROCAS

Tubulões

• São elementos de fundação profunda constituído de um poço (fuste), normalmente de seção circular revestido ou não, e uma base circular ou em forma de elipse

de um poço (fuste), normalmente de seção ci rcular revestido ou não, e uma base circular
de um poço (fuste), normalmente de seção ci rcular revestido ou não, e uma base circular

Tubulões

Tubulões

Tubulões

• Tubulões são indicados onde são necessárias fundações com alta capacidade de cargas (superiores a 500 kN) podendo ser executados acima do nível do lençol freático (escavação a céu aberto) ou até abaixo do nível de água (ambientes submersos), nos casos em que é possível bombear a água ou utilizar ar comprimido

• Os tubulões dividem-se em dois tipos básicos:

– à céu aberto (com ou sem revestimento)

– a ar comprimido (pneumático) revestido

Tubulões a Céu Aberto

• Consiste em um poço aberto manualmente ou mecanicamente em solos coesivos, de modo que não haja desmoronamento durante a escavação, e acima do nível d’água

• Quando há tendência de desmoronamento, reveste-se o furo com alvenaria de tijolo, tubo de concreto ou tubo de aço. O fuste é escavado até a cota desejada, a base é alargada e posteriormente enche-se de concreto

ou tubo de aço. O fuste é escavado até a cota desejada, a base é alargada

Tubulões a Céu Aberto

• O processo de execução da fundação deve seguir as seguintes etapas:

– 1. A partir do gabarito, faz-se a marcação do eixo da peça utilizando um piquete de madeira. Depois, com um arame e um prego, marca- se no terreno a circunferência que delimita o tubulão, cujo diâmetro mínimo é de 70cm.

– 2. Inicia-se a escavação do poço até a cota especificada em projeto. No caso de escavação manual usa-se vanga, balde e um sarrilho para a retirada de terra. Nas obras com perfuração mecânica o aparelho rotativo acoplado a um caminhão retira a terra. Na fase de escavação pode ocorrer a presença de água. Nestas casos, a execução da perfuração manual se fará com um bombeamento simultâneo da água acumulada no poço. Poderá ocorrer, ainda, que alguma camada do solo não resista à perfuração e desmorone (no caso de solos arenosos). Então, será necessário o encamisamento da peça ao longo dessas camadas. Isto poderá ser feito através de tubos de concreto com o diâmetro interno igual ao diâmetro do fuste do tubulão.

– 3. Faz-se o alargamento da base de acordo com as dimensões do projeto.

Tubulões a Céu Aberto

• O processo de execução da fundação deve seguir as seguintes etapas (Continuação):

– 4. Verificação das dimensões do poço, como: profundidade, alargamento da base, e ainda o tipo de solo na base. Certifica-se, também, se os poços estão limpos.

– 5. Colocação da armadura.

– 6. A concretagem é feita lançando-se o concreto da superfície (diretamente do caminhão betoneira, em caso de utilização do concreto usinado) através de um funil (tremonha), com o comprimento da ordem de 5 vezes seu diâmetro, de modo a evitar que o concreto bata nas paredes do tubulão e se misture com a terra, prejudicando a concretagem (ALONSO,1979). O concreto se espalhará pela base pelo próprio impacto de sua descarga, porém, durante a concretagem, é conveniente sua interrupção de vez em quando e descer para espalhá-lo, de modo a evitar que fiquem vazios na massa de concreto.

Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto
Tubulões a Céu Aberto
Tubulões a Céu Aberto
Tubulões a Céu Aberto
Tubulões a Céu Aberto
Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto
Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto

Tubulões a Céu Aberto
Tubulões a Céu Aberto

Tubulões Pneumáticos

• Este tipo de fundação é utilizado quando existe água, exige-se grandes profundidades e existe o perigo de desmoronamento das paredes. Neste caso, a injeção de ar comprimido nos tubulões impede a entrada de água, pois a pressão interna é maior que a pressão da água, sendo a pressão empregada no máximo de 3 atm, limitando a profundidade em 30m abaixo do nível d’água

• Isso permite que seja executados normalmente os trabalhos de escavação, alargamento do fuste e concretagem.

• O equipamento utilizado compõe de uma câmara de equilíbrio e um compressor. Durante a compressão, o sangue dos homens absorve mais gases do que na pressão normal. Se a descompressão for feita muito rapidamente, o gás absorvido em excesso no sangue pode formar bolhas, que por sua vez podem provocar dores e até morte por embolia. Para evitar esse problema, antes de passar à pressão normal, os trabalhadores devem sofrer um processo de descompressão lenta (nunca inferior a 15 minutos) numa câmara de emergência

• Por se tratar de trabalho especial sob pressão hiperbárica em ambiente considerado insalubre com alto risco de vida para os trabalhadores, só pode ser realizada por empresa registrada com pessoal especializado, usando técnicas e equipamentos especiais.

Tubulões Pneumáticos

Tubulões Pneumáticos
Tubulões Pneumáticos
Tubulões Pneumáticos

Tubulões Pneumáticos

Tubulões Pneumáticos

Tubulões

• Vantagens

– Baixo custo de mobilização de equipamentos

– O processo construtivo produz poucas vibrações e ruídos

– O engenheiro de fundações pode inspecionar o perfil de solo

– Pode-se modificar o diâmetro e comprimento durante a execução

– As escavações podem ultrapassar solos com matacões e pedras

• Desvantagens

– Elevado risco de vida durante a sua escavação e inspeção

• Queda de pessoas ao entrarem ou saírem

• Soterramento

• Queda de ferramentas e equipamentos

• Choque elétrico

• Infecções

• Asfixia ou intoxicação com gases

• Afogamento (inundação)

Unidade 4:

FUNDAÇÕES

Parte 4

Unidade 4: FUNDAÇÕES Parte 4 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Estacas

• São peças alongadas, cilíndricas ou prismáticas, cravadas ou confeccionadas no solo, essencialmente para:

– a) Transmissão de carga a camadas profundas;

– b) Contenção de empuxos laterais (estacas pranchas);

– c) Compactação de terrenos.

• Podem ser:

– - Pré-moldadas

– - Moldadas in loco

Estacas

• As estacas recebem esforços axiais de compressão. Esses esforços são resistidos pela reação exercida pelo terreno sobre sua ponta e pelo atrito entre as paredes laterais da estaca e o terreno.

pela reação exercida pelo terreno sobre sua ponta e pelo atrito entre as paredes laterais da

Bloco de Coroamento das Estacas

• Os blocos de coroamento das estacas são elementos maciços de concreto armado que solidarizam as "cabeças" de uma ou um grupo de estacas, distribuindo para ela as cargas dos pilares e dos baldrames

as "cabeças" de uma ou um grupo de estacas, distribuindo para ela as cargas dos pilares

Bloco de Coroamento das Estacas

• As estacas devem ser preparadas previamente, através de limpeza e remoção do concreto de má qualidade que, normalmente, se encontra acima da cota de arrasamento das estacas moldadas "in loco".

de má qualidade que, normalmente, se encontra acima da cota de arrasamento das estacas moldadas "in
de má qualidade que, normalmente, se encontra acima da cota de arrasamento das estacas moldadas "in

Bloco de Coroamento das Estacas

• Os blocos de coroamento têm também a função de absorver os momentos produzidos por forças horizontais, excentricidade e outras solicitações

também a função de absorver os momentos produzidos por forças horizontais, excentricidade e outras solicitações

Brocas

• Usada para pequenas cargas, quando o solo firme estiver entre 1,2 a 6 m.

• São executadas por uma ferramenta simples denominada broca (trado de concha ou helicoidal - um tipo de saca rolha), que pode atingir até 6 metros de profundidade, com diâmetro variando entre 15 a 25 cm, sendo aceitáveis para pequenas cargas

• Recomenda-se que sejam executadas estacas somente acima do nível do lençol freático, para evitar o risco de estrangulamento do fuste.

• Devido ao esforço de escavação exigido são necessárias duas pessoas para o trabalho.

• O espaçamento entre as estacas brocas numa edificação não pode ultrapassar 4 metros e devem ser colocadas nas interseções das paredes e de forma eqüidistante ao longo das paredes desde que menor ou igual ao espaçamento máximo permitido.

Brocas

• Serviços a executar:

– Escavação ou perfuração: utilizando trado manual (tipo concha ou helicoidal), usando de água para facilitar a perfuração;

– Preparação: depois de atingir a profundidade máxima, promover o apiloamento do fundo, executando um pequeno bulbo com pedra britada 2 ou 3, com um pilão metálico;

– Concretagem: Preencher todo o furo com concreto (traço 1:3:4), promovendo o adequado adensamento, tomando cuidados especiais para não contaminar o concreto (utilizar uma chapa de compensado com furo para o lançamento do concreto para proteger a boca do furo);

– Colocação das esperas: fazer o acabamento na cota de arrasamento desejada, fixando os arranques para os baldrames.

Colocação das esperas: fazer o acabamento na cota de arrasamento desejada, fixando os arranques para os

Brocas

• São feitas a trado, em solo sem água, de forma a não haver fechamento do furo nem desmoronamento.

– Limite de diâmetro : 15 (6") a 25cm (10")

– Limite de comprimento: é da ordem de 6,0m, no mínimo. de 3,0 m a 4,0m

• Os mais usados são 20cm e 25cm.

• A execução das brocas é extremamente simples e compreende apenas quatro fases:

– abertura da vala dos alicerces

– perfuração de um furo no terreno

– compactação do fundo do furo

– lançamento do concreto

Brocas

Brocas

Brocas

• Geralmente as brocas não são armadas, apenas levam pontas de ferro destinadas a amarrá-las à viga baldrame ou blocos. No entanto, certas ocasiões nos obrigam a armá-las e nesses casos, isto é feito com 4 (quatro) ferros e estribos em espiral ou de acordo com o projeto estrutural.

• Devemos armar as brocas quando:

– Verificarmos que as mesmas, além de trabalharem a compressão, também sofrem empuxos laterais;

– Forem tracionadas;

– Quando em algumas brocas, encontrarmos solo resistente a uma profundidade inferior a 3,0m.

• Resistência Estrutural da Broca quando bem executadas:

– broca de 20cm:

• não armada 4 a 5t

– broca de 25cm:

• não armada 7 a 8t

armada 6 a 7t

armada 10t

Brocas

Brocas
Brocas
Brocas

Brocas

Brocas

Brocas

• Ao contrário de outros tipos de estacas, que veremos adiante, as brocas só serão iniciadas depois de todas as valas abertas, pois o trabalho é exclusivamente manual, não utilizando nenhum equipamento mecânico.

• Inicia-se a abertura dos furos com uma cavadeira americana e o restante é executado com trado, que tem o seu comprimento acrescido através de barras de cano galvanizado, (geralmente com 1,5m cada peça) até atingir a profundidade desejada.

através de barras de cano galvanizado, (geralmente com 1,5m cada peça) até atingir a profundidade desejada.

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

• As estacas de concreto são indicadas para transpor camadas extensas de solo mole e em terrenos onde o plano de fundação se encontra a uma profundidade homogênea, sem restrição ao seu uso abaixo do lençol freático.

plano de fundação se encontra a uma profundidade homogênea, sem restrição ao seu uso abaixo do

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

O processo de cravação mais

utilizado é o de cravação dinâmica, onde o bate-estacas

utilizado é o de gravidade. Este tipo de cravação promove um elevado nível de vibração, que pode causar problemas a edificações próximas do local.

O

a estaca que esteja sendo cravada penetre no terreno, sob a ação de um certo número de golpes, um comprimento pré-fixado em projeto:a “nega”,

uma medida dinâmica e indireta da capacidade de carga da estaca. Em campo,“tira-se” a “nega” da estaca através da média de comprimentos cravados nos últimos 10 golpes do martelo

processo prossegue até que

da estaca através da média de comprimentos cravados nos últimos 10 golpes do martelo processo prossegue

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

• Seqüência Executiva

- Posiciona-se o Bate Estaca

- Ergue-se a Estaca Pré Moldada

- Posiciona-se a Estaca

- Protege-se a Cabeça da Estaca

- Cravação Até a Nega

- Quebra e Preparo da Cabeça da Estaca

1

Posiciona-se a Estaca - Protege-se a Cabeça da Estaca - Cravação Até a Nega - Quebra

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

2

Estacas Cravadas – Pré Moldadas 2

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

3

Estacas Cravadas – Pré Moldadas 3 4

4

Estacas Cravadas – Pré Moldadas 3 4

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

Proteção da Cabeça da Estaca
Proteção da
Cabeça da
Estaca

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

5

Estacas Cravadas – Pré Moldadas 5

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

6

Estacas Cravadas – Pré Moldadas 6

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

Estacas Cravadas – Pré Moldadas

• O objetivo de verificação da nega para as diferentes estacas é a unifomidade de comportamento das mesmas

• Deve-se ter cuidado com a altura de queda do martelo: a altura ideal está entre 1,5 a 2,0 m, para não causar danos à cabeça da estaca e fissuração da mesma, não esquecendo de usar também o coxim de madeira e o capacete metálico para proteger a cabeça da estaca contra o impacto do martelo, mesmo assim, estas estacas apresentam índice de quebra às vezes alto. Se a altura for inferior à ideal, poderá dar uma “falsa nega”.

• Estas estacas não resistem a esforços de tração e de flexão e não atravessam camadas resistentes. Outra vantagem destas estacas é que podem ser cravadas abaixo do nível d’água. Sua aplicação de rotina é em obras de pequeno a médio porte.

Estacas Cravadas – Metálicas

• As estacas metálicas podem ser perfis laminados, perfis soldados, trilhos soldados ou estacas tubulares.

• Podem ser cravadas em quase todos os tipos de terreno; possuem facilidade de corte e emenda; podem atingir grande capacidade de carga; trabalham bem à flexão; e, se utilizadas em serviços provisórios, podem ser reaproveitadas várias vezes.

• Seu emprego necessita com cuidados sobre a corrosão do material metálico.

• Sua maior desvantagem é o custo maior em relação às estacas pré- moldadas de concreto, Strauss e Franki.

• Sua maior desvantagem é o custo maior em relação às estacas pré- moldadas de concreto,

Estacas Cravadas – Metálicas

GuiaGuia parapara CravaCravaççãoão
GuiaGuia parapara
CravaCravaççãoão

Estacas Cravadas – Metálicas

Estacas Cravadas – Metálicas
Estacas Cravadas – Metálicas

Estacas Cravadas – Metálicas

Estacas Cravadas – Metálicas
Estacas Cravadas – Metálicas
Estacas Cravadas – Metálicas

Estacas de Madeira

• As estacas de madeira são troncos de árvore cravados com bate-estacas de pequenas dimensões e martelos leves.

• Antes da difusão da utilização do concreto, elas eram empregadas quando a camada de apoio às fundações se encontrava em profundidades grandes. Para sua utilização, é necessário que elas fiquem totalmente abaixo d’água;

• O nível d’água não pode variar ao longo de sua vida útil.

• Utilizam-se estacas de madeira para execução de obras provisórias, principalmente em pontes e obras marítimas

Unidade 4:

FUNDAÇÕES

Parte 5

Unidade 4: FUNDAÇÕES Parte 5 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções I Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Estacas Escavadas – Trado Helicoidal

• As estacas escavadas caracterizam-se também por serem moldadas no local após a escavação do solo, que é efetuada mecanicamente com trado helicoidal.

• São executadas através de torres metálicas, apoiadas em chassis metálicos ou acoplados em caminhões. Em ambos os casos são empregados guinchos, conjunto de tração e haste de perfuração, podendo esta ser helicoidal em toda a sua extensão ou trados acoplados em sua extremidade.

• Seu emprego é restrito a perfuração acima do nível d'água.

ou trados acoplados em sua extremidade. • Seu emprego é restrito a perfuração acima do nível
ou trados acoplados em sua extremidade. • Seu emprego é restrito a perfuração acima do nível

Estacas Escavadas – Trado Helicoidal

• Execução:

– Perfuração até a cota por trado helicoidal

– Remoção do Trado

– Posicionamento da armadura

– Lançamento do concreto:

• Propriedades

– Pequenos e Grandes Ø 24 a 120cm

– Profundidade 15 a 60m

– Cargas 40 a 150 t

do concreto: • Propriedades – Pequenos e Grandes Ø 24 a 120cm – Profundidade 15 a

Estacas Escavadas – Hélice Contínua

Estacas Escavadas – Hélice Contínua
Estacas Escavadas – Hélice Contínua

Estacas Escavadas – Hélice Contínua

Estacas Escavadas – Hélice Contínua
Estacas Escavadas – Hélice Contínua

Estacas Escavadas – Hélice Contínua

• Execução:

– Escavada com hélice mecânica

– Concretagem simultânea à retirada da hélice

– Limpeza manual da hélice

– Colocação de armadura

• Propriedades

– Cargas até 400 t

– Ø até 100cm

– Profundidade até 24 m

– Baixo grau de ruído e vibração

– Perfuração em solos pouco coesos e abaixo N.A.

– Profundidade até 24 m – Baixo grau de ruído e vibração – Perfuração em solos

Estaca Strauss

• A estaca Strauss é executada utilizando equipamento mecanizado composto por um tripé, guincho, soquete (pilão) e a sonda (balde).

• Propriedades

– Terrenos de menor capacidade;

– Carregamento de média intensidade

– Fundação profunda - até 24,0 m

– Ø 30 a 45 cm (usual)

– Capacidade 30 a 60 toneladas

– Solos coesos

– Acima do lençol freático

Estaca Strauss

• O processo executivo se inicia com a abertura de um furo no terreno, utilizando o soquete, até 1,0 a 2,0 m de profundidade, para colocação do primeiro tubo, dentado na extremidade inferior, chamado “coroa”.

• Em seguida, aprofunda-se o furo com golpes sucessivos da sonda de percussão, retirando-se o solo abaixo da coroa. De acordo com a descida do tubo metálico, quando necessário é rosqueado o tubo seguinte, e prossegue-se na escavação até a profundidade determinada

quando necessário é rosqueado o tubo seguinte, e prossegue-se na escavação até a profundidade determinada

Estaca Strauss

• Para concretagem, lança-se concreto no tubo até se obter uma coluna de 1,0 m e apiloa- se o material com o soquete, formando uma base alargada na ponta da estaca. Para formar o fuste, o concreto é lançado na tubulação e apiloado, enquanto que as camisas metálicas são retiradas com o guincho manual. A concretagem é feita até um pouco acima da cota de arrasamento da estaca.

são retiradas com o guincho manual. A concretagem é feita até um pouco acima da cota

Estaca Strauss

• Após esta etapa, coloca-se barras de aço de espera para ligação com blocos e baldrames na extremidade superior da estaca. Finalmente, remove-se o concreto excedente acima da cota de arrasamento, quebrando-se a cabeça da estaca com ponteiros metálicos.

• A estaca strauss apresenta vantagem de leveza e simplicidade do equipamento que emprega, o que possibilita a sua utilização em locais confinados, em terrenos acidentados ou ainda no interior de construções existentes, com o pé direito reduzido.

• Outra vantagem operacional é de o processo não causa vibrações que poderiam provocar danos nas edificações vizinhas ou instalações que se encontrem em situação relativamente precária

Estaca Franki

• As estacas tipo Franki apresentam grande capacidade de carga e podem ser executadas a grandes profundidades, não sendo limitadas pelo nível do lençol freático. Seus maiores inconvenientes dizem respeito à vibração do solo durante a execução, área necessária ao bate-estacas e possibilidade de alterações do concreto do fuste, por deficiência do controle.

• Sua execução é sempre feita por firma especializada

• Propriedades

– Solos menos compactos

– Cargas 30 a 130 t

– Profundidade até 18 m

– Ø 30 a 60 cm

– Uso em `diminuição` vibração e barulho

Estaca Franki

• Seqüência Executiva

– 1. Crava-se no solo um tubo de aço, cuja ponta é obturada por uma bucha de concreto seco, areia e brita, estanque e fortemente comprimida sobre as paredes do tubo. Ao se bater com o pilão na bucha, o mesmo arrasta o tubo, impedindo a entrada de solo ou água;

– 2. Atingida a camada desejada, o tubo é preso e a bucha expulsa por golpes de pilão e fortemente socada contra o terreno, de maneira a formar uma base alargada;

– 3. Uma vez executada a base e colocada a armadura, inicia-se a concretagem do fuste, em camadas fortemente socadas, extraindo-se o tubo à medida da concretagem, tendo-se o cuidado de deixar no mesmo uma quantidade suficiente de concreto para impedir a entrada de água e de solo

tendo-se o cuidado de deixar no mesmo uma quantidade suficiente de concreto para impedir a entrada

Estaca Franki

Estaca Franki
Estaca Franki

Estaca Franki

Estaca Franki

Estaca Franki

Estaca Franki

Característica dos Principais Tipos de Fundação

Característica dos Principais Tipos de Fundação

Característica dos Principais Tipos de Fundação

Característica dos Principais Tipos de Fundação

Característica dos Principais Tipos de Fundação

Característica dos Principais Tipos de Fundação

Critérios de Escolha do Tipo de Fundação

• “ O projeto de fundações não é exato matematicamente como o estrutural pois lida diretamente com fatores da natureza.

• A decisão conceitual, como a análise de terreno e dos vizinhos, vem antes do cálculo matemático. Há uma grande parcela de feeling, de conhecimento”

Critérios de Escolha do Tipo de Fundação

• Quem define o tipo de fundação????

– Obras de grande porte:

• Empresas de Projeto especializadas

– Obras de pequeno porte:

• O próprio construtor

• De quem é a responsabilidade????

– Obras de grande porte:

• Empresas de Projeto especializadas

• Construtora: controle de execução

– Obras de pequeno porte:

• O construtor projeta e coordenada a execução

Critérios de Escolha do Tipo de Fundação

• Aspectos a considerar para a escolha da fundação?

– Solo:

• Nível do lençol freático

• Capacidade de suporte

– Carregamentos (intensidade)

• Pequenos edifícios

• Edifícios altos

– Vibração causada pelo processo

– “Cultura do local”

Critérios de Escolha do Tipo de Fundação

• Como saber se tem água?

• Como saber a capacidade de resistência do solo?

Tipo de Fundação • Como saber se tem água? • Como saber a capacidade de resistência

SONDAGEMSONDAGEM

Unidade 5:

ESTRUTURAS

Unidade 5: ESTRUTURAS Parte 1 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

Parte 1

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções II Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Introdução às Estruturas

• Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) Reticuladas

• A transmissão dos esforços ocorre através de elementos isolados tais como lajes, pilares e vigas ou pórticos.

• A transmissão dos esforços ocorre através de elementos isolados tais como lajes, pilares e vigas
• A transmissão dos esforços ocorre através de elementos isolados tais como lajes, pilares e vigas
• A transmissão dos esforços ocorre através de elementos isolados tais como lajes, pilares e vigas

Introdução às Estruturas

• Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) Elementos Planos • a transmissão de esforços faz-se através de um plano de carregamentos, como‚ o caso dos edifícios constituídos por paredes maciças de concreto armado ou mesmo de alvenaria estrutural.

como‚ o caso dos edifícios constituídos por paredes maciças de concreto armado ou mesmo de alvenaria

Introdução às Estruturas

Introdução às Estruturas

Introdução às Estruturas

• Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) Cascas

Introdução às Estruturas • Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) – Cascas
Introdução às Estruturas • Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) – Cascas

Introdução às Estruturas

• Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) Treliças Espaciais

Introdução às Estruturas • Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) – Treliças Espaciais
Introdução às Estruturas • Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) – Treliças Espaciais

Introdução às Estruturas

• Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) Estaiadas

Introdução às Estruturas • Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) – Estaiadas

Introdução às Estruturas

• Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) Estaiadas

Introdução às Estruturas • Classificação quanto à concepção estrutural (Cont.) – Estaiadas

Introdução às Estruturas

• Classificação quanto ao processo de produção dos elementos resistentes

– moldados no local;

• produzidos já no seu lugar definitivo no conjunto da estrutura

– pré-fabricados (em usina);

• moldados numa usina e transportados até o canteiro

– pré-moldados (em canteiro)

• são fabricados no canteiro; porém, longe do local em que serão instalados.

Introdução às Estruturas

• Quanto ao processo de produção

– Por montagem - acoplamento mecânico

às Estruturas • Quanto ao processo de produção – Por montagem - acoplamento mecânico – Por

– Por moldagem no local

às Estruturas • Quanto ao processo de produção – Por montagem - acoplamento mecânico – Por
às Estruturas • Quanto ao processo de produção – Por montagem - acoplamento mecânico – Por
às Estruturas • Quanto ao processo de produção – Por montagem - acoplamento mecânico – Por

Introdução às Estruturas

• Quanto ao processo de produção – cont.

– Por moldagem e montagem no local

Introdução às Estruturas • Quanto ao processo de produção – cont. – Por moldagem e montagem
Introdução às Estruturas • Quanto ao processo de produção – cont. – Por moldagem e montagem
Introdução às Estruturas • Quanto ao processo de produção – cont. – Por moldagem e montagem

Introdução às Estruturas

• Quanto aos Materiais Constituintes

– Estruturas de Madeira

– Estruturas de Aço

– Alvenaria Estrutural

– Estruturas de Concreto

• Protendido

• Armado

Estruturas de Madeira

• Baixo uso devido à

– Falta de tradição do uso

– Resolução do 307 CONAMA – Limita o uso apenas de madeira de reflorestamento

– Problemas decorrentes do elevado potencial de queima

– Deficiências quanto à resistência mecânica e durabilidade,

Estruturas de Madeira

Estruturas de Madeira YINGXIAN PAGODA – Construído em 1056, na China, é a mais alta estrutura
Estruturas de Madeira YINGXIAN PAGODA – Construído em 1056, na China, é a mais alta estrutura

YINGXIAN PAGODA – Construído em 1056, na China, é a mais alta estrutura inteiramente feita em madeira, com 61 m de altura.

Estruturas de Aço

• O aço, largamente empregado em países mais desenvolvidos e com elevado potencial de utilização devido às suas características mecânicas (elevada resistência á compressão e á tração), também vem sendo pouco utilizado no Brasil para a construção de estruturas de edifícios, principalmente nos de múltiplos pavimentos. Sua utilização vem se concentrando, sobretudo na produção da estrutura de edifícios industriais. Pode-se dizer que existem alguns fatores "responsáveis" pela pequena utilização do aço no Brasil, dentre os quais se destacam:

– custo elevado do aço quando comparado ao do concreto armado;

– falta de tradição construtiva e desconhecimento do processo construtivo;

– características da mão-de-obra nacional: de baixo custo e pouca qualificação; o baixo custo leva a poucos investimentos nos ganhos de produtividade, que seria uma das grandes vantagens oferecidas pela estrutura de aço;

– falta de perfis adequados à construção de edifícios, o que seria essencial para a implantação de um mercado consumidor. No entanto, as indústrias produtoras não assumem o investimento necessário;

– suscetibilidade a incêndio, exigindo tratamentos especiais nos elementos;

– utilização de equipamentos pesados para montagens (guindastes, máquinas de solda, etc);

Estruturas de Aço

• Não obstante essas dificuldades, a produção de um edifício em aço apresenta um elevado potencial de racionalização devido às características intrínsecas ao material, pois:

– permite grande flexibilidade construtiva

– toda a estrutura é previamente preparada em uma fábrica ou indústria, ficando apenas a montagem para o canteiro;

– para o preparo de cada peça é necessário um detalhamento prévio, e sendo assim, as decisões são necessariamente tomadas durante a elaboração do projeto e não no canteiro durante a execução do edifício; logo, não há decisões de canteiro, os detalhes construtivos vêm previamente definidos;

– é possível a modulação de componentes racionalizando-se as atividades de preparo e montagem da estrutura, bem como, possibilita o emprego de outros elementos construtivos modulados (vedações, caixilhos);

Estruturas de Aço

• Demais Vantagens:

NA ADMINISTRAÇÃO DA OBRA:

• Execução em fábrica, apenas montagem no canteiro;

• Grande precisão dimensional;

• Grande precisão quantitativa dos materiais;

• Poucos itens de materiais (aço, parafusos, eletrodos, tintas);

• Qualidade garantida das matérias primas (pelas usinas);

• Uniformidade das matérias primas;

• Pouca quantidade de homens na obra e mão-de-obra com maior qualificação.

NAS FUNDAÇÕES:

• Leveza estrutural; 40 a 80 Kg/m² (vigas e colunas), até 80% menos

(1/5 do

peso do concreto);

• Menores cargas nas bases;

• Volumes menores nos blocos;

• Sistemas mais econômicos.

Estruturas de Aço

• Demais Vantagens – cont.

PRAZOS:

• Simultaneidade de execução da estrutura e fundações;

• Avanços da montagem de 3 em 3 pavimentos;

• Possibilidade de alvenarias acompanharem a montagem.

CUSTO FINANCEIRO:

• Prazos finais reduzidos, antecipação de utilização.

• Retorno mais rápidos e utilização antecipada.

DEMAIS VANTAGENS

• Aumento dos espaçamentos entre colunas, aumentando a útil nas garagens;

• Menores riscos de alterações de previsão e demanda graças à rapidez de entrega;

• Maior valor residual (no caso de desmontagens)

área

com

reaproveitamento de todo material estrutural).

Estruturas de Aço

Estruturas de Aço
Estruturas de Aço
Estruturas de Aço
Estruturas de Aço

Estruturas de Aço

Estruturas de Aço
Estruturas de Aço
Estruturas de Aço
Estruturas de Aço

Alvenaria Estrutural

• A alvenaria, por sua vez, foi largamente utilizada no passado como material estrutural para a construção de edifícios com dois e até três pavimentos. No entanto, com o surgimento do concreto armado cedeu lugar ao novo material.

• Hoje, a alvenaria ressurge com grandes possibilidades de emprego para a produção de estruturas de edifícios de múltiplos pavimentos, sendo denominada alvenaria estrutural.

• E assim como o aço, é um material estreitamente ligado à racionalização do processo de produção, pois além de constituir a estrutura do edifício, constitui ao mesmo tempo a sua vedação vertical, o que proporciona elevada produtividade para a execução do edifício. Além disso, a regularidade superficial dos componentes e a "precisão“ construtiva exigida pelo processo possibilitam o emprego de revestimentos de pequena espessura reduzindo o custo deste subsistema.

Alvenaria Estrutural

Alvenaria Estrutural
Alvenaria Estrutural
Alvenaria Estrutural

Alvenaria Estrutural

• A utilização de equipamentos tradicionais e a ausência quase total de resíduo de construção são vantagens também apresentadas na utilização da alvenaria estrutural. Também as instalações podem ser racionalizadas ao se utilizar os componentes vazados de alvenaria (blocos) para a sua passagem, sem a necessidade de quebrar a parede e, consequentemente, sem a necessidade de se refazer o serviço

Alvenaria Estrutural

• A utilização da alvenaria estrutural gerou a necessidade de desenvolvimento do processo construtivo e de produção através do projeto para produção, no qual são feitos a modulação das peças e o detalhamento construtivo, a partir da integração com outros subsistemas.

• Como limitações podem ser citadas: a impossibilidade de construir edifícios de grande altura, a falta de flexibilidade arquitetônica e também a necessidade de componentes de alvenaria com características adequadas, restrições a modificações nos apartamentos

Concreto Protendido

• Estruturas Moldadas in loco – Lajes de Grandes Vãos

– O concreto protendido tem sido empregado no Brasil desde a década de 50 em obras de grande porte (em geral edifícios comerciais) e onde há necessidade de grandes vãos.

– Proporcionar grande flexibilidade de layout, requer racionalização do sistema de fôrmas e possibilita maior organização do processo construtivo. Além disso, necessita de mão de obra especializada, de equipamentos especiais (como macaco de protensão) e de grande diversidade de materiais a serem estocados e controlados.

equipamentos especiais (como macaco de protensão) e de grande diversidade de materiais a serem estocados e
equipamentos especiais (como macaco de protensão) e de grande diversidade de materiais a serem estocados e

Concreto Protendido

Concreto Protendido
Concreto Protendido

Concreto Protendido

• Estruturas pré-moldadas

– A utilização do concreto protendido pode se dar através de peças pré-fabricadas, o que traz a vantagem da utilização da mão-de-obra tradicional no canteiro, confere maior limpeza e organização ao canteiro de obras e apresenta curto prazo de execução.

– Por outro lado, diminui a flexibilidade arquitetônica, tem alto custo, pequenas alturas (cerca de 25 m) e vãos médios (aproximadamente 10 m), uma vez que o transporte das passa a ser o limitante

Concreto Protendido

Concreto Protendido
Concreto Protendido

Unidade 5:

ESTRUTURAS

Parte 2

Unidade 5: ESTRUTURAS Parte 2 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das

UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Tecnologia das Construções II Professor: Alberto Rodrigues Dalmaso

Concreto Armado

• Desde o seu surgimento ganhou espaço significativo na construção de edifícios, sejam edifícios baixos ou de múltiplos pavimentos

• É, sem dúvida, o material estrutural mais utilizado hoje no Brasil, tanto moldado no local, como pré-fabricado.

• Principal Tecnologia de produção de estruturas de edifício no Brasil, portanto, principal objeto de estudo nesta disciplina

• Vantagens

– Mão-de-obra tradicional da construção civil

– Equipamentos tradicionais

– Grande flexibilidade

– Amplo domínio da tecnologia

Concreto Armado

Concreto Armado

Concreto Armado

• A execução de elementos com concreto armado deve seguir um esquema básico de produção que possibilite a obtenção das peças previamente projetadas e com a qualidade especificada

básico de produção que possi bilite a obtenção das peças previamente projetadas e com a qualidade

Concreto Armado - Fôrmas

• Conceituação

– As fôrmas são uma estrutura provisória, construída para conter o concreto fresco, dando a ele a forma e as dimensões requeridas, e suporta-lo até que ele adquira a capacidade de autosuporte.

fresco, dando a ele a forma e as dimensões requeridas, e suporta-lo até que ele adquira
fresco, dando a ele a forma e as dimensões requeridas, e suporta-lo até que ele adquira

Concreto Armado - Fôrmas

Conceituação

– A fôrma pode ser considerada como o conjunto de componentes cujas funções principais são:

• Dar forma ao concreto - molde

• Conter o concreto fresco e sustentá-lo até que tenha resistência suficiente para se sustentar por si só

• proporcionar à superfície do concreto a rugosidade requerida

• servir de suporte para o posicionamento da armação, permitindo a colocação de espaçadores para garantir os cobrimentos

• servir de suporte para o posicionamento de elementos das instalações e outros itens embutidos

• servir de estrutura provisória para as atividades de armação e concretagem, devendo resistir às cargas provenientes do seu peso próprio, além das de serviço, tais como pessoas, equipamentos e materiais

• proteger o concreto novo contra choques mecânicos

• limitar a perda de água do concreto, facilitando a cura

Concreto Armado - Fôrmas

• Dar forma ao concreto

Concreto Armado - Fôrmas • Dar forma ao concreto
Concreto Armado - Fôrmas • Dar forma ao concreto

Concreto Armado - Fôrmas

• Conter o concreto fresco e sustentá-lo até que tenha resistência suficiente para se sustentar por si só

Fôrmas • Conter o concreto fresco e sustentá-lo até que tenha resistência suficiente para se sustentar
Fôrmas • Conter o concreto fresco e sustentá-lo até que tenha resistência suficiente para se sustentar

Concreto Armado - Fôrmas

• proporcionar à superfície do concreto a rugosidade requerida

Concreto Armado - Fôrmas • proporcionar à superfície do concreto a rugosidade requerida
Concreto Armado - Fôrmas • proporcionar à superfície do concreto a rugosidade requerida

Concreto Armado - Fôrmas

• servir de suporte para o posicionamento da armação, permitindo a colocação de espaçadores para garantir os cobrimentos

de suporte para o posicionamento da armação, permitindo a colocação de espaçadores para garantir os cobrimentos
de suporte para o posicionamento da armação, permitindo a colocação de espaçadores para garantir os cobrimentos

Concreto Armado - Fôrmas

• servir de suporte para o posicionamento de elementos das instalações e outros itens embutidos

• proteger o concreto novo contra choques mecânicos

de elementos das instalações e outros itens embutidos • proteger o concreto novo contra choques mecânicos
de elementos das instalações e outros itens embutidos • proteger o concreto novo contra choques mecânicos

Concreto Armado - Fôrmas

• servir de estrutura provisória para as atividades de armação e concretagem, devendo resistir às cargas provenientes do seu peso próprio, além