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: Instalagoes Hidraulicas de Combate a Incéndios nas Edificagoes Hidrantes, Mangotinhos e Chuveiros Automaticos ‘© EDIPUCRS, 1 eis: 2004; ego 2005; 3" ego: 2007 Capa: Mauricio Zanela Preparacao de originais: Barico Saldanha de Lemos Revisdo- do Astor Editoragdo © composigdo Suliani Editogratia: Impressdoe acabamento: Grétca EPECE ‘Dados Internasionais de Catalogago na Publicago (CIP) B839) Brentano, Telmo Instalages hideiulicas de combate a incéndios nas edificagdes / Telmo Brentano, ~ 3.04. ~ Porto Alegre : EDIPUCRS, 2007, 4580p, ISBN 978-85.7430.636.0 1 Engenharia de Seguranga. 2. Incéndios — Extingo, 3. Incéndios ~ Prevensio, 4. Intalagbes Hidriuticas. 1. Titulo, CDD 628922 Ficha Catalogrifica elaborada pelo ‘Setoe de Processamento Técnico da BC-PUCRS, Proibida a reprodugdo total ou parcial desta obra ‘sem autorizagao expressa da Editors. epipucrs: Av. Ipiranga, 6681 ~ Prédio 33 Caixa Postal 1429 90619.900 - Porte Alegre ~ RS Brasil Fone'fax: (51) 320.3523, vow pers briedipacrs! E-mail: edipucrvapucrs.br Material cor tos autora SUMARIO LISTA DE FIGURAS... LISTA DE TABELAS LISTA DE QUADROS.. NOTACAO, UNIDADES, SIMBOLOS GRAFICOS E SIGLAS, INTRODUCAO. 1 A AGUA COMO AGENTE EXTINTOR DE INCENDIOG....... 11 INTRODUGAO... 1.2 O PROJETO DE PROTEGAO CONTRA INCENDIOS DE UMA A EDIFICACAO... 13 OFOGO.... ic 1.4 CLASSES DE INCENDIO........-. 1.5 CAUSAS DE INCENDIO... 1.6 PROPAGACAO DO FOGO.... 1.7 METODOS DE EXTINCAO DO FOGO..... os 18 AGENTES EXTINTORES 1.8.1 Espuma aquosa ou mecinica. 1.8.1.1 Composicio.. 1.8.1.2 Formas de extingo 18.1.3 Usos L8.2 Gases inertes, 18.2.1 Composicio.. 1.8.2.2 Formas de extinedo ... 18.2.3 Usos. 1.8.3 Pés quimicos secos. 1.8.3.1 Composigio.. 1.8.3.2 Formas de extinedo... 183.3 Usos.. 1.9 O AGENTE EXTINTOR “AGUA"...... 1.9.1 Formas de extingdo do fogo 1.9.1.1 Extingdo por resfriament 1.9.1.1.1 Como aplicar a agua sobre o fogo 1.9.1.1.2 Quantidade de égua a ser aplicada sobre o fogo 1.9.1.1.3 Formas de aplicago da agua sobre 0 fogo... 1.9.1.2 Extingdo por abafamento 1.9.2 Sistemas de combate a incéndio. 1 Sistemas sob comando 2.1 _INTRODUCAO. 72.2.1 Sistema de mangotinhos Si - ri 23 CLASSIFICACAO DAS EDIFICAGOES SEGUNDO SUA OCUPAGAO.... 24 VAZOES E CARACTERISTICAS PRINCIPAIS DOS SISTEMAS SOB COMANDO, 10 26 27 29 2.10 21 2.2 ‘Teimo Brentano /instalagbes hidrdulicas de combate a incindios nas edficagbes. 2.4.1 Classificagio dos tipos de sistemas de hidrantes e de mangotinkes... 2.4.2 Escolha do sistema 2.5.1 Sistema sob comando abastecido por reservat 2.5.2 Sistema sob comando abastecido por reservatorio inferior. ABASTECIMENTO DE AGUA. ne VAZAO E RESERVA TECNICA DE INCENDIO (RTD)... RESERVATORIOS, 2.8.2 Formas dos reservatérios.. 2.8.3 Capacidades dos reservatérios 2.84.1 Aberturas para inspegio. 2.8.4.2 Ligaodes das canalizagdes. 2.8.5 Dimensionamento das canalizagdes dos reservatorios 2.8.6 Localizagio dos reservat6ri08 «eno RESERVATORIO SUPERIOR OU ELEVADO.. RESERVATORIO INFERIOR OU DE SUCGAO . 10.1 Localizagao do reservatorio inferior ‘* Com o fundo acima do nivel do solo ....... '* Com o fundo no nivel do solo ‘© Semi-enterrado. ‘© Subterrineo RESERVATORIO NATURAL (rio, agude, lago ou piscina) . BARRILETE E COLUNAS DE INCENDIO... 2.12.1 Principais caracteristicas do barrilete ¢ das colunas de incéndi 2.12.2 Componentes da coluna de incéndio... 2.12.3 Localizagao das colunas de incéndio. 2.12.4 Diimetro das colunas de ineéndio 2.12.5 Fixagio das canalizagdes de incéndio. 2.13.1 Caracteristicas principais dos abrigos de ineéndio 2.13.2 DimensBes dos abrigos de inc&ndi0.o...... 72.13.2.1 Abrigos de incéndio com tomadas de incéndio com uma saida de gua 2.1.3.2.2Abrigos de incéndio com tomadas de incéndio com duas saidas de Agua... 2.13.3 Localizagio dos abrigos e tomadas de incéndi 2.13.4 Equipamentos minimos nos abrigos de incéndio 2.13.4.1 Tomadas de incéndio 13.4.1.1 Consttuiga 2.13.4.2 Mangueiras de hidrante... 2.13.4.2.1 Caracteristicas principas.. 2134.22 Tipos.... 2.13.4.23 Acondicionamento... 2.13.4.2.4 Modo de operagao.. 2.13.43 Mangotinhos.... 2.13.4.3.1 Caracteristicas prineipais 2.13.43.2. Acondicionamento. an 2.13.4.3.3 Saidas de dgua nas tomadas de incéndio, 2.13.4.3.4 Modo de operagio 2.13.44 Esguichos. 2.13.4.4.1. Tipos princi 2.13.5 Pressdes minimas nas tomadas de incéndi 2.13.6 Equipamentos obrigatérios num abrigo de incéndio. 2.13.7 Sinalizagio dos equipamentos de ineéndio. 2.14 HIDRANTES DE RECALQUE OU DE PASSEIO. 2.14.1 Localizacac 2.14.2 Disimetro minimo da canalizacio de recalque 2.15_INSPEGOES, TESTES E MANUTENCAO DE SISTEMAS SOB COMANDO.. 2.15.1 Condigdes de aceitagio do sistema... ST 2.15.1.1 Inspegio visual.. 2.15.1.2 Teste de estanqueidade... 2.15.13 Teste de funcionamento, 15. panes 2.15.1.3.2 Teste da pressio dindmica nos dois hidrantes / mangotinhos mais desfavoriveis. 2.15.2 Plano de manutencio. = ; a 215.2.) Reservatorios iiiustiuansiasinususnmaisieisasinsasanssmasisnsnasssssasssssias LOZ 2.15.2.1.1 Inspegdo. ei ascaeca canacan ata . 2US20.2 ToS icssinenesnsensnenasaiiinineeasiaisssssiisinessmasaismssansssnanlO2 2.15.2.1.3 Manutengio, 215.2.2 Bamilete ¢ colunas de iGO nisiisinnnninissisinneniiiesnienniennnnensnennnen LOZ 2.15.2.3 Abrigos de incéndio.. 1S.24 2.15.2.4.1_Inspegdo... 15.242 Teste 2.15.2.4.3 Mamuteneio, 2.15.2.5 Mangueiras de hidrantes. 2.15.2.6 Bombas de ineéndi 2.16 REDE SECA COM HIDRANTES OU MANGOTINHOS.. 2.17 DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS SOB COMANDO. 2.18 SISTEMA DE HIDRANTES x SISTEMA DE MANGOTINHOS 3.1 _INTRODUGAO... — die é 2.2__A EFICIENCIA DOS SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS ..ttitttitiniiissinsssnnlOT 3.3. FORMA DE OPERACAO DOS SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS... 3.4 CLASSIFICACAO DAS EDIFICACOES SEGUNDO SUAS OCUPAGOES..... 3.5 ELEMENTOS DE UM SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS. 3.6__REDE HIDRAULICA DE DISTRIBUICAO... 3.6.1 Canalizagdes componentes. 3.6.2 Disposigdes basicas da rede hidriulica de chuveiros automaticos. 3.6.3 Elementos componentes do sistema... 3.7__REQUISITOS DE INSTALACAO DE UM SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS ... 3.8 AREA DE PROTECAO DE UM SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS 3.9 CHUVEIROS AUTOMATICOS “PENDENTES” OU “EM PE”. 3.9.1 Area de cobertura dos cht ‘automaticos pendentes ou em pé 3.9.2 Espagamento entre chuveiros automiticos pendentes ou em pé 3.9.2.1 Espagamento maximo entre 0s chuveiros autométicos 3.9.2.2 Espacamento minimo entre os chuveiros automiticos 3.9.2.3 Afastamento méximo dos chuveiros automaticos das paredes 3.9.2.4 Afastamento minimo dos chuveiros automaticos das paredes. 3.9.3 Posicionamento dos chuveiros automiticos pendentes ou em pé nos tetos. 3.10 OBSTRUCOES A DESCARGA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS PENDENTES OU EM PE..... 123, 3.10.1 Afastamento vertical minimo dos chuveiros automiiticos das obstrugdes 3.10.2 Afastamento minimo de obstruges localizadas no teto 12 __Telmo Brentano /Instalagées hidrauiicas de combate a incindios nas edficagbes 3.10.3 Afastamento minimo de colunas. 3.10.4 Afastamento minimo de tesouras ou treligas .... 3.10.5 Afastamento minimo de obstrucdes como dutos ¢ luminérias. 3.10.6 Afastamento minimo de divisérias fixas ou méveis..... . 3.10.7 Afastamento minimo de tetos constituldes de elementos vazados. 3.11 CHUVEIROS AUTOMATICOS LATERAIS (“Sidewall”). 3.11.1 Espacamento entre chuveiros automiticos Iaterais.... 3.1.1.1 Espagamento maximo entre chuveiros automaticos laterais. 3.1.1.2 Espagamento minimo entre chuveiros automiticos laterais ....... 2 311.13 Afsstamento miximo do defletor dos chuveiros laterals is paredes adjacemes ncn. 131 3.11.14 Afastamento minimo do defletor dos chuveiros as paredes nas quais esto fixados. 3.11.2 Area de cobertura dos chuveiros automaticos laterais.... nate 3.11.2.1 Area maxima de cobertura dos chuveiros automiticos laterais. 3.11.3 Posicionamento dos chuveiros automiiticos laterais nas paredes. 3.12 OBSTRUQOES A DESCARGA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS LATERAIS...... 3.12.1 Afastamento minimo de obstrugdes no teto (frontais ao defletor do chuveiro lateral)... 3.12.2 Afastamento minimo de obstrugdes no teto (laterais ao defletor do chuveiro lateral)... ZL 3.13. SITUACOES ESPECIAIS. 31 Rocos de prumades de util lidades. Pocos de clevadores. 3.13.4 Escadas rolantes 3.13.5 _Lixeiras e dutos de servigos. 3.13.6 Marquises, plataformas, Pasar de servo ecobours. 3.13.7. Estantes de armazenamento.... 3.13.8 _Livrarias, bibliotecas ¢ arquivos mortos. 3.13.9 Paleos de teatros e bastidores. 3.13.10 Espagos ocultos ou confinados ¢ abaixo e acima de tetos falsos.. 3.13.11 Equipamentos de cozinha e de ventilagl0 0... 3.13.11.1 Equipamentos de cozinha cnn 3.13.11.2 Equipamentos de ventilagao 3.13.11.3 Temperaturas de operagao 3.13.11.4 Inspegdo, teste e manutengao. 3.13.12. Equipamentos elétricos. 3.13.13 Casa de méquinas, casa de bombas e subestagdes 3.13.14 Protego de paredes externas contra expois ao fogo 3.13.15 Cimaras frias ¢ ambientes reftigerad0s...nnnn 3.14 FIXACAO DA REDE DE DISTRIBUICAO... 3.14.1" Espacamentos méximos entre os suportes de fixago 3.14.2 _Posicionamento dos suportes de fixg90 3.14.21 Posicionamento dos suportes de fixagio nos sub-rama 3.14.2.2 Posicionamento dos suportes de fixagio nos ramais ou subgerais. 3.14.2.3 Posicionamento dos suportes de fixagio nas canalizagBes gerais ou trONCO 3.14.2.4 Posicionamento dos suportes de fixago nas canalizagdes de subida ou descida 3.14.2.5 Posicionamento dos suportes de fixagio na coluna de incéndio ou subida principal 3.15 ABASTECIMENTO DE AGUA PARA OS CHUVEIROS AUTOMATICOS 3.15.1 _Varidveis que influenciam no abastecimento de gua... 3.15.2 Fontes de abastecimento de agua. 3.15.3 Formas de abastecimento de agua... 3.15.3.1 Abastecimento de gua simples 3.15.3.2 Abastecimento de dgua miltip 3.15.4 Abastecimento a partir de fontes préprias 3.15.4.1 Reservatoras.... 3.15.4.1.1 Localizasao.. 3.15.4.1.2 Capacidade efetiva..... 4 Afastamento minimo de divis6rias fixas ou méveis. 3.15.4.2 Tanques de press... 3.15.4.2.1 Funcionamento 3.15.4.2.2 Elementos componentes.. 3.15.4.2.3 Localizagto. 3.15.4.2.4 Capacidade efe 3.15.4.2.5 Pressio do ar. 3.15.4.2.6 Vantagens.. 3.15.5 _Abastecimento de dgua através de fonte externa 3.15.5.1 Hidrantes de reealaue 000 5 3.15.5.2 Ponto de conexto do hidrante de recalque a0 sistema de chuveiros aulomaticos... 164 3.15.6 Abastecimento comum de sistemas. 3.16.1 Condigdes de aceitacio do sistema de chuveiros automiticos. 3.16.1.1 Inspegto visual 3.16.1.2 Teste de estanqueidade. 3.16.1.3 Teste de funcionament: 3.16.1.3.1 Teste do sistema de bombas 3.16.1.3.2. Teste da pressio dinimica no chuveiro automitico mais desfavorivel. 3.16.2 Plano de manutengao .. 3.16.2.1 InspegBes. 3.16.2.2 Testes... 3.16.2.3 Manutengao.. 3.17 DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS .. 4.1_INTRODUCAO. 43. SISTEMA DE CANALIZAGAO MOLHADA (“Wet Pipe System”) 4.3.1 Composicao. 4.3.2 Funcionamento... 4.4 SISTEMA DE CANALIZAGAO SECA (“Dry Pipe Symon" 44.1 Composig0 orn 4.4.2 Funcionamento, 4.5 SISTEMA DE PRE-ACAO Ph >-Action System”). 1 Composigao... 4.5.3 Tipos princi ‘© Sistema sem intertravamento. ‘© Sistema com intertravamento simples ‘© Sistema com intertravamento duplo . 4.6 SISTEMA DILUVIO ("Deluge Syvent) 4.6.1 Composig¥0....--» " 4.62 Funcionamento 5 DISPOSITIVOS, ACESSORIOS E MATERIAIS... 5.1 CONSIDERAGOES GERAIS. 5.2 CHUVEIROS AUTOMATICOS.. $.2.1 Elementos componentes dos chuveiros automticos.. 5.2.2 Tipos de chuveiros 5.2.3 Tipos de elementos termossensiveis. $.2.4.2 Chuveiros autométicos definidos quanto a sua saan: $.2.42.1 Chuveiro automitico pendente. 14 “Tolmo Brentano! Instalagbes hidruiicas de combate a incindos nas edicagbes 33 34 5S 56 * Chuveiro automatico oculto no teto. 5.24.22 Chuveiro automatico em pé j 5.24.23 Chuveiro automatico lateral ou de parede ..n..mnnrnen sence 8S 5.2.4.3 Chuveiros automiticos definidos quanto & forma de operacao. cscamncwaas 08S) 5.2.43.1 Chuveiro automitico Padrio. 5.2.4.3.2. Chuveiro automatico modelo antigo, 2433 c 2434 524.35 Chuveiro automitico de Orifico Extragrande (ELO) . 3 5.2.4.3.6 Chuveiro automtico de Extingio Precoce e Resposta RApida (ESFR) rec 5.2.4.3.7 Chuveiros automaticos de Resposta Répida . 5.2.4.3.8 Chuveiro automético Residencial 5.24.4 Chuveiros automaticos usados em condigdes especiais de instalacak 5.2.4.4.1 Chuveiro automatico localizado em ambiente desfavorivel, 5.2.4.4.2 Chuveiro automatico localizado em nivel intermedisrio . Chuveiro automtico omamental.. 5.2.4.44 Chuveiro automitico protegido de danos mecinicos.... CChuveiro automético institucional.. .2.4.4.6 Chuveiro automatico seco. 5.2.4.4.7_Chuveiro automatico para tetos inclinados 5.2.5 Temperatura nominal de acionamento dos chuveiros automaticos.. 5.2.6 Estoque de chuveiros automaticos sobressalentes.. 5.2.7 Vazio dos chuveiros autométicos... CANALIZAGOES E CONEXOES. a 196 ‘5.3.1 Materiais.... : 2 ere 5.3.2 Canalizagdes.. S321 ‘5.4.1 Canalizagdes aéreas ou aparentes. S41 ‘Tips de soporte do far de canaligbon sis S.4.1.1.1 Suportes para ganchos em “U". 5.4.1.1.2, Suportes com olhal. SA4.1.1.3 Suportes fixados em concreto .. 5.4.1.1.4 Suportes fixados em perfis metilicos. 5.4.1.1.5 Suportes tipo trapézio.. 5.4.2 Canalizagdes enterradas 5.4.2.1 Ancoragem das canalizages enterrades de ferro fundido PROTEGAO DAS CANALIZACOES... 5.5.1 Protecio das canalizagdes aparentes $.5.2 ProtecSo das canalizagdes enterradas .os...cssssssssssssnsnssesssnasssnasisntassssssmssomnssanassinansan 207 VALVULAS. 56.1 Viilvulas de bloqueio e de regulagem... 5.6.1.1 Vilvula de gaveta. 5.6.12. Vilvula de esfera ou de abertura ri 5.6.13 Vilvula de globo. 5.6.14 Vélvula de borboleta.. $.6.2 Vilvulas de retengio.. 5.6.2.1 Vélvula de retenco de portinhola 5.6.22 Vilvula de retengio de pistio ou de levantamento.... 5.6.2.3 Valvula de pé 5.63 Valvulas automsiticas de controle de sistemas de chuveiros automiticos 5.6.3.1 Valvula automitica de controle de sistema de Canalizag’o Molhada. 5.6.3.2 Vilvula automitica de controle de sistema de Canalizagio Seca. 5.6.3.3 Vilvula automitica de controle de sistema de Pré-AGHO wo. 5.6.3.4 Vilvula automidtica de controle de sistema Dikivio. 5.64 Valvulas de controle de pressio, 5.6.4.1 Vilvalas de alivio e de seguranca 5.64.2 Vilvula redutora de pressio.. 5.7 SISTEMAS DE ALARMES E DE MONITORAMENTO 5.7.1 Dispositivos de alarmes de escoamento de gua... 5.7.1.1 Chave de fluxo ou chave detectora de escoamento de gue 5.7.1.2 Camara de retardo 5.7.1.3. Alarme de motor hidriulico... : 5.7.14 Alarme elétrico acionado por presséstato 5.7.2 Dispositives de monitoramento. 5.8 CONEXOES DE TESTES E DE DRENAGEM 5.8.1 Conexdes de testes 5.8.1.1 Conexto de teste de abastecimento de digua do sistem. 5.8.1.2 Conexdo de teste no ponto mais desfavoravel da instalagao. $.8.1.2.1 Sistemas de chuveiros automatic... ‘© Sistema de Canalizagaio Molbiada 0mm istema de Canalizago Sec: . ‘Sistema de Pré-Agao. ‘Sistema Dihivio 5.8.1.2. Sistemas de hidrantes ¢ de mangotinhos $.8.2 Conexdes de drenagem.. sen $9 MANOMETRO.. 3.10 PRESSOSTATO.. S11 ADUFA 5.12 FILTRO. 6 HOMBAS DE INCENDIO... 61 INTRODUCAO... 62 ESTRUTURA DO SISTEMA DE BOMBAS. 6.2.1 Grupo motor-bomba.... 6.2.2 Canalizagdo de sucgio... ‘Sucgo positiv 6.2.2.2 Suegio negativa 6.2.3 Canalizagdo de recalque... 6.3 OGRUPO MOTOR-BOMBA. 6.3.1 Constiaigo do grupo motor-bomba, 64 BOMBAS CENTRIFUGAS...... 6.1 ConsitUiGH0. nn 6.4.2 Tipos principals... 6.4.3 Funcionamento.. 6.4.4 Quando as bombas sio utilizadas. 6.45 Acionamento das bombas.. 64.5.1 Acionamento por presséstato. 645.2 Acionamento por chave de fuxo. 64.5.3 Acionamento manual 6.4.6 Desligamento das bombas 6.4.7 Controles das bombas. 64.7.1 Linhas de controle... 16 _Teimo Brentano /Instalagbes hidruicas de combate a indies nas ediicagbes 64.7.2 Canalizagio de recalque. 64.7.3 Canalizagio de sucgio .. 6.4.8 Identificagao das bombas 6.5_MOTORES.. 6.5.1 Motores elétricos 1. 6.5.1.1 Fontes de ener... 65.1.2 Acionamento.. 65.13 Painel de comando. 65.14 Identificasao.. 6.5.2 Motores de combustio interna 65.2.1 Acionamento. Desligamento... Paine! de comando. Instrumentos no painel de comando, Reftigerago do motor... Baterias, (Carregador de baterias nnn Tanque de leo diesel... Tdentificagao Painel de sinalizag2o e alarme remoto... Casa de bombas... 66 MANUTENCAO DO GRUPO MOTOR-BOMBA, 6.6.1 Inspego enn 6.6.2 Teste. 6.62.1 Testes semanais.. 6.6.2.2 Testes anuais. 6.6.3 Manutengio.. 6.7__ESCOAMENTO DE AGUA EM CANALIZACOES 0000 wa 7 243 6.7.1 Equacdo da Continuidade. 6.7.2 Teorema de Bernoulli 68 ESCOAMENTO DA AGUA EM ORIFICIOS.... 69 PERDAS DE CARGA NAS CANALIZACOES DE INCENDIO.. 6.9.1 Perdas de carga normais, lineares ou distribuidas. 9.1.1 Férmula Universal ou de Darcy-Weissbact 9.1.2 Formula de Hazen-Williams. 9.1.3 Formula de Fair-Whipple-Hsiao . 69.2. Perdas de carga localizadas, acidentais ou singulares.. 6.9.2.1 Formula geral das perdas de carga localizadas.. 6.9.2.2 Método dos comprimentos equivalentes ou virtua... 6.9.2.3 Comprimentos equivalentes em nimero de didmetros. 69.3 Perda de carga total. 6.10 PERDA DE CARGA NAS MANGUEIRAS DE HIDRANTES E DE MANGOTINHOS 6.10.1 Valores tirados de tabelas 6.10.2 Valores médios adotados na pritica 6.10.3 Valores tirados de abacos . 6.10.4 Cileulo através de formulas recomendadas. 6.10.4.1 Férmula Universal ou de Darcy-Weissbach 6.10.4.2 Férmula de Hazen-Williams. 6.11 PERDAS DE CARGA NOS ESGUICHOS........ 6.11.1 Valores tirados de tabelas de fabricantes. 6.11.2. Valores obtidos através de formula. 6.11.2.1 Férmula geral das perdas de carga localizadas.. 6.12 PRESSOES NAS TOMADAS DE INCENDIO.. 6.12.1 Pressdes em sistemas de hidrantes ¢ de mangot 6.12.1.1.2_ Pressdes minimas em esguichos reguliveis 6.12.1.2 Presstio maxima em sistemas de hidrantes ¢ de mangotinbos .. 6.12.1.3 Alcance horizontal dos jatos. 6.13_ALTURAS MANOMETRICAS. 6.13.1 Alturas geométricas, estiticas ou topogrificas 6.13.2 Alturas manométricas de sucgio e de recalque. 6.13.3 Determinagao da altura manométrica total... 5 6.13.3.1 Altura manométrica total em bomba de sucgio negativa .. 6.13.3.1.1 Altura manométrica de sue¢io, 1.2 Altura manométrica de recalque. 1.3 Altura manométriea total 6.14.3 Reservatério térreo, com bombas de incéndio. 6.15 DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE BOMBA: 6.15.1 Dimensionamento da canalizagdo de recalque. 6.15.1.1 Velocidade mixima na canalizagio de recalque. 6.15.1.2 Caileulo do didmetro da canalizagao de recalque. 6.15.2 Dimensionamento da canalizagao de sucgo 6.15.2.1 Limites de velocidade na canalizagio de stcea0.. 6.15.2.2 Determinagdo do didmetro da canalizato de sug, 6.15.2.3 Pogos de suegio nos reservatéri 6.15.2.4 Canali 6.15.2.5 Canalizagao de sucgio negativa.. 6.15.2.6 Cavitagao .. 6.15.2.6.1 NPSH ("Net Positive Suction Head”). 6.15.3 Dimensionamento do grupo motor-bomba 6.15.3.1 Poténcia motrz. 6.15.3.2 Perdas de carga no grupo motor-t 6.16 CURVAS CARACTERISTICAS DAS BOMBAS CENTRIFUGAS. 6.16.1 Curva caracteristica da canalizagdo de recalqu 6.16.2 Curva caracteristica da bomba, 6.16.3 Curvas de igual rendimento 6.16.4 Curvas da poténcia motriz, 6.16.5 Curva de verificagdo da altura geométrica de succdo (NPSH) 6.16.6 Ponto de trabalho da bombs... 6.16.7 Exemplo. 6.17 SELEGAO DA BOMBA DE INCENDIO... : 6.17.1 Diagrama de selegio ou gritico de quadricula. 6.17.2. Tabela de selego de bombAS mn 6.173. Exemplo completo . 6.173.1 Selegdo através do diagrama de seleyo e das curvas caracteristicas 6.17.3.2 Selegao através de tabelas. _ 2.1_INTRODUCAO... 12_DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE HIDRANTES i snnnnnsnnninninnninnnsninn29T 7.2.1 Sistema de hidrantes abastecido por reservatorio inferior 7.2.2 Sistema de hidrantes abastecido por reservat6rio superior. 18 __Telmo Brentano Instalagbes hidralicas de combate aincéndios nas ediicagbes: ‘13_DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS nina dD 7.3.1 _Dimensionamento de sistemas de chuveiros autométicos por tabelas 320 7.3.2.1 Bases do método de dimensionamento por cilculo hidritulico.. ET Sa ee 334 338 8.1 _INTRODUCAO. 1_Dados do, 82.3 Sistema de hidrantes alimentado por reservatrio superior. 8,3 DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS, 83.2 Exemplo de dimensionamento por edleulo hidriulico GLOSSARIO ... REFERENCIAS. APENDICE I ~ SISTEMAS DE UNIDADES ....00essnen APENDICE 2 - ENDEREGOS NA INTERNET (“SITES”). ANEXO I - CLASSIFICAGAO DAS EDIFICAGOES E APLICABILIDADE DOS SISTEMAS - NBR 13.714:2000 eons ANEXO 2 ~ CLASSIFICAGAO DAS EDIFICAGOES E AREAS DE RISCO - Decreto. Est. So. Paulo 46.076:2001. rrr nnn ANEXO 3 ~ CLASSIFICAGAO DAS OCUPAGOES: exemplos - NBR 10.897:2003 (revisio)... ANEXO 4 ~ CARGA DE INCENDIO EM EDIFICIOS E AREAS DE RISCO - IT 14:2004. . ABT LISTA DE FIGURAS Capitulo 1 Figura 1.1 Triingulo e quadrado do fogo. Capitulo 2 Figura 2.1 Esquemas bisicos de sistemas sob comando com abastecimento dos hidrantes (ou mangotinhos a partir de reservatrios superior e inferior Figura2.2 Modelos de tampas da abertura de acesso a0 interior do reservatério pela laje de cobertura 56 Figura 2.3 Detalhamento da ligagdes das canalizagdes no reservatrio superior, de uso misto. 37 Figura 2.4 Detalhes das ligacies das canalizagies de dstribuigio e extravazora 58 Figura 2.5 Detalhes da do fundo do reservatério ¢ da canalizagio de limy ‘com Tigagfo através de flanges Figura 2.6 Planta baixa de reservatério superior com abastecimento por sswidede ee - Figura 2.8 Corte transversal de reservatério superior = Figura 2.9 Planta baixa de reservatério inferior com o fundo acima do nivel do sok 5 Figura 2.10 Corte longitudinal de reservatério inferior com o fundo acima do nivel do SOl0 6S Figura 2.11 Corte transversal de reservatdrio inferior com o fundo acima do nivel do sol. Figura 2.12 Planta baixa de reservatorio inferior semi-enterrado. Figura 2.13 Corte longitudinal de reservatério semi-enterrado.. Figura 2.14 Corte transversal de reservatorio semi-enterrad Figura 2.15 Alimentagao natural de reservatorio por canalizagao.. Figura 2.16 Alimentagao natural de reservatério por canal . Figura 2.17 Alimentagdo natural de reservatério por adufa Figura 2.18 ixagdo das colunas ¢ ramais de incéndio . Cortes de abrigos de incéndio com uma e duas saidas de agua. Figura 220 Modelos de caixas de incéndio encontradas em edificagBes comerciais de Porto Alegre, RS ...es00.77 Figura 2.21_Tomada de incéndio com duas saidas de Agua localizada ao lado dos abrigos com alimentagio por canalizagio embutida no piso. Figura 2.22 Tomada de incéndio com duas saidas de gua localizada ao lado dos abrigos ‘com alimentag&o por canalizacdo aparente por cima, Figura 2.23 Corte esquematico de uma mangueira de hidrante com seus acess6rios . Figura 2.24 Mangueira de hidrante aduchada simples. . Figura 2.25. Mangueira de hidrante aduchada dupa. Figura 2.26 Mangueira de hidrante enrolada em espiral Figura 2.27 Mangotinho enrolado em suporte axial mével, tipo carretel. Figura 2.28 Mangotinho enrolado em carretel fixo ¢ em forma de oito em dois suportes fixos tipo meia Figura 2.29 Mangotinho enrolado em carretel fixo em nicho, perpendicular a pared Figura 2.30 _Mangotinho enrolado em carretel mével, articulado, em nicho na parede.. Figura 2.31__Mangotinho fixado em cavalete metilico ¢ em carrinho portéti Figura 2.32. Sistema tipo | com saida adicional para mangueira de hidrante de didmetro nominal de 40 mm (11/2").. Figura 2.33. Sistema tipo 2: hidrante duplo com mangotinho adicional Figura 2.34 Esquichos tronco-cénico e regulivel de vazo constante.. Figura 2.35 Esguichos langador de espuma e canhio-monitor Figura 2.36. Sinalizagio que indica a localizagao de pontos de hidrante, ‘mangotinho e abrigo de mangueiras de hidrante com ou sem hidrante...... Figura 2.37. Sinalizaco que indica botocira de alarme, seta indicativa de localizago ¢ sinalizaglo horizontal no piso de equipamento de incéndi Figura 2.38 Sinalizagbes vertical e horizontal de hidrantes e caixas de incéndio. Figura 2.39 Hidrante de recalque de parede e de coluna. Figura 2.40 Trés disposigdes de hidrantes de recalque em caixa no passeio, ‘com a entrada da tomada de gua inclinada de 45° em relagdo ao nivel do passeio. Figura 2.41 _Hidrante de recalque em caixa no passeio com entrada da tomada de ‘gua paralela a tampa. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Lstade figuras 24 Figura 3.41 Fixago de ramal ou sub-geral com alimentago central ‘com quatro sub-ramais entre vigas ou tesouras Figura 3.42 _Locais em que devem ser colocadas fixagdes na coluna de ‘ou subida principal Figura 3.43 Tanque de pressio vertical com os seus principais acess6rios onesctaeaset NGO) Figura 3.44 _Hidrante de recalque de parede com duas entradas de gua de 65 mm, Figura 3.45 Hidrante de recalque de coluna com duas entradas de égua de 65 mm| Figura 3.46 Hidrante de recalque em eaixa no passeio com duas entradas de dgua de 65 mm.. Figura 3.47 Ponto de conexio do hidrante de recalque na coluna de incéndio de acordo com 0 tipo de sistema de chuveiros automiticos .. Capitulo 4 Sistema de acionamento de sistema de chuveiros automaticos de Canalizagdo Mothada Esquema de instalago de sistema de chuveiros autométicos de Canalizagio Molhada.. Sistema de acionamento de sistema de chuveiros automaticos de Canalizagdo Seca. Esquema de instalaglo de sistema chuveiros automiiticos de Canalizacdo Seca ‘Sistema de acionamento de sistema de Pré-Acdo com de detecgao elétric Esquema de instalagao de sistema de chuveiros automaticos de Pré-A¢3o .. .7_ Sistema de acionamento de sistema de chuveiros abertos Dilivio. Figura 4.8 Esquema de instalagao de sistema de chuveiros abertos Dikivio... Capitulo 5 Figura 5.1 Exemplos de chuveiros automiticos com elementos termossensiveis de ampola de vidro ¢ de fusivel ...nonnn Figura 5.2 Chuveiros autométicos pendente aparente e embutido no teto, Figura 5.3. Chuveiro automético oculto no teto. Figura 5.4 Chuveiro automitico lateral na posigo horizontal e sua forma de aspersio.. Figura 5.5 Chuveiro automitico lateral para a protecdo especifica de janelas e vitrinas... Figura 5.6 Formas de aspersto da agua nos chuveiros automticos dos tipos “Padrio™ ¢ “modelo-antigo.. Figura 5.7 Chuveiros automaticos em pé, de Gotas Grandes (GG) e de Orificio Extragrande (BLO)... 188 Figura 5.8 Chuveiros protegidos por cobertura das descargas de agua de chuveiros localizados em niveis superiores.. : Figura 5.9 Chuveiros protegidos por guarda metélica contra choques mecainicos acidentais nnn 190 Figura 5.10 Chuveiros institucionais para instituigdes com doentes mentais e prisdes Figura 5.11_Chuveiro seco ¢ chuveiro para tetos inclinados... Figura 5.12 Grifico para determinago da temperatura de acionamento em fungio dda temperatura mixima do ambiente mobs 192 Figura 5.13 Efeitos da altura do pé-dieito ¢ do afastamento dos chuveiros automiticos do teto sobre o seu tempo de acionamento .. . Figura 5.14 Grifico comparativo da variaglo da vazto de gua dos chuveiros automaicos ‘com orificios de 12,7 e 13,5 mm em fungdo da varingo da pressio.. essa roaiid IE Figura 5.15 Suportes em “U" sem regulagem de altura chumbados ‘no concreto ou fixados com parafusos na madeira. 200 Figura 5.16 Tirantes de suportes com olhal com regulagem de altura fixados com parafusos. nas laterais de estruturas de madeira, paredes de alvenaria ou vigas de concreto Figura 5.17. Tirantes de suportes com regulagem de altura ou bracadeiras fixados ou chumbados em tetos ou vigas de concreto.. Figura 5.18 Suportes fixados em perfis metalicos tipo cantoneira. Figura 5.19 Modelo de bracadeira usada nas jungdes das canalizagdes de ferro fundido enterradas... Figura 5.20 Formas de ancoragem com bragadeiras ¢ tirantes as jungdes de canalizagdes de ferro fundido, Figura 5.21 Formas e disposigdes dos blocos de ancoragem de concret.. Figura 5.22 Vilvulas de bloqueio de gaveta e de esfera ae Figura $.23 Vilvulas de globo e de borboleta... Figura $.24 Valvulas de globo angulares de 45° ¢ 90”... Figura 5.25 Vailvulas de retengio de portinhola e de pé com crivo. Figura $.26 Vailvulas de retengdo de pistdo. Figura 5.27 Vilvula de govero e alarme de sistemas de chuveiros automiticos de Canalizagio Mothads 213 Figura 5.28 Vélvula automatica de canalizago seca de sistemas de chuveiros automaticos de Canalizagao Seca.....214 Figura .29 Valvulas de alivio e redutora de pressio... i Figura 5.30 Chave de fluxo ou detectora de escoamento de agua. Figura 5.31 Corte esquemitico de alarme de motor hidriulico, roda de agua e cimara de retardo Figura $32 ConexBes de testes de sistemas de chuveiros sutomiticos de Canslizecto Molhads. 22 _Telmo Brentano ’ nstalagbeshidréulcas de combate a incéndios nas edlicagtes Figura 5.33 Figura 5.34 Figura 5.35 Figura 5.36 Capitulo 6 Figura 6.1 Figura 6.2 Figura 6.3 Figura 6.4 Figura 6.5 Figura 6.6 Figura 6.7 Figura 6.8 Figura 6.9 Figura 6.10 Figura 6.11 Figura 6.12 Figura 6.13 Figura 6.14 Figura 6.15 Figura 6.16 Figura 6.17 Figura 6.18 Figura 6.19 Figura 6.20 Figura 6.21 Figura 6.22 Figura 6.23 Figura 6.24 Figura 6.25 Figura 6.26 Figura 6.27 Figura 6.28 Figura 6.29 Figura 6.31 Figura 6.32 Figura 6.33 Capitulo 7 Figura 7.1 Figura 7.2 Figura 7.3 Vailvula de controle seccional 0.0 oni : 220 Corte esquematico simpliticado do funcionamento de um pressostato do sistema de acionamento do motor da bomba de incéndio.. 221 Corte esquemitico de adufa de parede.. 222 Corte esquemitico de filtro. Corte esquemitico de um sistema de bombas de sucgo positiva. Corte esquematico de um sistema de bombas de succ30 negativa.. Dois tipos de bombas centrifugas com seus componentes bisicas. ‘Teorema de Bernoulli aplicade & bomba centrifuga. : Sistema de bombas de incéndio junto ao reservatoio inferior acionado por pressosta Sistema de bombas de reforgo jumto ao reservatério superior acionado [por presséstato ¢ junto ao reservatério inferior acionado por chave de fluxo .. ‘Sistema de bombas de reforgo junto ao reservat6rio superior 231 acionado por chave de fluxo e por botocira “liga-desliga”.. ssi 292 Dispositivos instalados nas canalizagies de sucgio e de recalque de um sistema de bombas....0...235 Instalago elétrica de alimentagio dos motores das bombas de incéndio.... - 236 Sistema de ventilagto cruzada de uma easa de bombas com motor de combust interna... 241 Balango energético entre dois pontos de uma canalizagio... | Escoamento de égua através de um orificio de reservatorio. 246 Abaco que apresenta as perdas de carga lineares para ¢analizapde ‘com coeficiente de atrito de Hazen-Williams C120 . s east : e051 Abaco para se determinar a perda de carga unitaria J através da frmula de Hazen-Witliams para C= 100... screen ceeBSD ‘Abaco para a determinagao da perda de carga em mangueiras de lona revestidas internamente com borracha.. a Curvas de desempenho vazloipressio para esguichos reguliveis BSC 200 para jatos de Agua sélidos ¢ de neblina fina com fingulos de leque de 30°, 60° ¢ 90° oud ‘Alcance brim dst sida ede ohne do egal rive BSC. 200 de didimetro nominal de 49 mm (11/2") Instalagio elevatéria com bomba centrifuga de suceio neg as alturas geométricas e manométricas indicadas . Instalagdo elevatéria com bomba centrifuga de sucgo positiva com as alturas geométricas © manométricas indicadas Instalagdes de incndio sendo abastecidas por reservatrio superior, sem e com bombas Abaco para se determinar 0 didmetro nominal da canalizago de recalque pela férmula de Forehheimmer 0... sone 26 Opedes de tomadas de agua da canalizagdo de sucgiio iva com quando se usa pogo de suego no reservatorio inferior. a Bomba de suogdo positiva ou afogada com a linha de centro do eixo da bomba Jocalizada abaixo do nfvel do fundo do reservatério 278 Bomba considerada com sucgio positiva mesmo com a linha de centr do eixo 50mm (2"); 2 vilvula do hidrante de recalque 2d = 6Smm(2 4") 100__Telmo Brentano /nstalagtes hidréulcas de combate a incdndios nas edicagbes. 215 INSPECOES, TESTES E MANUTENCAO DE SISTEMAS SOB COMANDO Todo projeto de instalagdes hidriulicas de combate a incéndio deve ser elaborado conforme as legislagdes € nor- ‘mas vigentes € por profissional legalmente habilitado. Como ndo existe uma unificagdo dessa legislagao em nivel na- ional, deve-se previamente tomar conhecimento das exigéncias legais do local para onde se destina 0 projeto Além da elaboragio do projeto por profissional que tenha um minimo de conhecimento de causa, ele também deve ser legalmente habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura ¢ Agronomia (CREA), porque isto di uma ‘garantia legal a0 contratante sobre a responsabilidade do servigo executado. Todo projeto recém-executado deve passar por inspesdes ¢ testes para verificar se sua execugo e seu funciona- mento estio de acordo com o projetado, Além de um projeto bem elaborado ¢ executado, para que um sistema de hi- drantes ou mangotinhos seja eficaz nos seus objetivos, deve haver um plano de manutengio que seja executado regu- Jarmente para manter 0 sistema sempre em boas condigdes de operagao. Segundo a NBR 13.714:2000, o plano de manutengao é 0 “roteiro de inspegdes ¢ testes a que deve ser submetido © sistema, destinado a garantir a melhor preservagio de todes os componentes da instalago, constando, também, as providéncias a serem tomadas para a execugo da manutengo preventiva naqueles componentes que, sabidamente, es- {io sujeitos a apresentar problemas de funcionamento”. plano de manutengdo sera executado pela brigada de incéndio da edificago, por pessoas especialmente treina- das ou por empresa especializada contratada, para que seja minima a possibilidade de ocorréncia de falha de qualquer ‘componente do sistema, quando colocado em funcionamento. Os prazos para as inspegdes ¢ testes serdo de acordo com ‘as caracteristicas de cada componente, apresentados adiante. plano de manutengao consta de: O_inspecdo ou vistoria periddica, que corresponde a uma inspegao visual do sistema de protegdo, de parte dele ou de determinados equipamentos ¢ acesséorios, para verificar se esto em boas condigdes operacionais ¢ livre de da- 1s fisicos; testes ou ensaios, que sio procedimentos utilizados para determinar as condigdes de funcionamento do sistema, tais como testes de vazaio de agua, testes de bombas de incéndio, testes de alarmes, etc., sendo realizados em in- tervalos programados; 2 —_manutencdo, que € 0 trabalho executado de forma rotineira ou reparos decorrentes da inspego ou teste, para ‘manter os equipamentos em condiges normais de operagio. Primeiramente sero expostas as condigdes de aceitagao dos sistemas sob comando, segundo orientacdes da NBR 13.714:2000. Apés, serio apresentadas rotinas de inspegdes € testes periddicos dos sistemas, baseados na NBR 13.714:2000 © NFPA 25:1998. As exigéncias das legislagdes locais, estaduais ¢ das normas brasileiras poderio apre- sentar diferengas, sendo umas mais detalhadas € rigorosas que outras. Comentirio! No item 2.15 sao relacionados alguns quesitos baseados na NBR 13.714:2000 ¢ na NFPA 25:1998 apenas como sugestdo, que podem fazer parte de formulirias que devem ser preenchidos por ocasido de vistoria ow de verificagao das “Condigaes de aceitagio do sistema” e de um “Plano de manutengdo”. Cada prefeitura pode ter seus formulérios réprios com quesitos de acordo com as suas realidades ou adotar os formulirios de dmbito estadual ou os recomen- dados pelas normas brasileiras 2151 CONDIGOES DE ACEITAGAO DO SISTEMA, Apés o projeto executado, a aceitagao do sistema deve ser feita por profissional legalmente habilitado, com a ve- rificagdo dos parimetros principais de desempenho da instalagdo projetada para a edificagdo. A aceitagaio do sistema ou vistoria, segundo a NBR 13.714:2000, compreende: O_inspesao visual; teste de estanqueidade; teste de funcionamento, 2151.1 Inspegao visual ‘A inspegio visual compreende a verificagdo de que todos os equipamentos, acessérios ¢ canalizagdes foram ins- talados em conformidade ao projeto. Caso tenha havido modificagdes na execugo, com a devida aprovagio do proje- tista, devem posteriormente ser incluidas no projeto. 'Na inspesiio, os questionamentos a seguir devem ser respondidos: Sistemas de hidrantes e de mangotinhos 101 © posicionamento dos pontos de hidrantes e/ou mangotinhos corresponde is indicagdes do projeto? a reserva técnica de incéndio esti armazenada convenientemente € no volume adequado? 0s pontos de hidrantes e/ou mangotinhos estio montados com todos os materiais e acessérios previstos ¢ total- mente desobstruidos? Qos pontos de hidrantes e/ou mangotinhos mais favordveis e mais desfavoriveis hidraulicamente correspondem queles indicados no projeto? caso a edificagao tenha dois ou mais sistemas, estes podem ser prontamente identificados quanto as suas caracte- risticas de funcionamento e finalidades? ooo 21512 Teste de estanqueidade 0 teste de estanqueidade compreende a verificagdo do comportamento dos equipamentos © canalizagdes face a possfveis vazamentos, que niio sfo tolerados. sistema deve ser testado sob pressio hidrostitica equivalente a 1,5 vezes a pressio maxima de trabalho, ou se- ja, 1,500 kPa ou 150 mea, mantendo esta press2o, sem perdas, por, no minimo, duas horas. As quedas de press8o de- ‘vem ser determinadas por mandmetro ou por vazamentos observados visualmente. Caso seja necessario, devem ser to- madas as medidas corretivas indicadas a seguir, testando-se apis novamente 0 sistema: juntas: desmontagem da junta com substituigio das pegas comprovadamente danificadas e remontagem com apli- cagio do vedante adequado; 2 canatizagies: substituigdo do trecho retilineo da canalizago danificada, sendo que na remontagem & obrigatéria a utilizagdo de unides roscadas, flanges ou soldas adequadas ao tipo de canalizac3o; vvilvulas: substituigd0 completa; acessérios (esguichos, mangueiras, unides, et.): substituigdo completa; ‘bombas, motores e outros equipamentos: qualquer anormalidade no seu funcionamento deve ser corrigida em consulta aos fabricantes envolvidos, coo 21813 Teste de funcionamento O teste de funcionamento compreende a verificagdo do comportamento do sistema sob as condigdes de plena operagio: da sistema de bombas e da pressio nos dois hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoriveis do sistema. O sistema deve ser testado toda vez que tenha sido modificado ou reparado. 215131 Teste do sistema de bombas © teste do sistema de bombas compreende 0 seu pronto funcionamento por qualquer dos sistemas de acionamen- to previstos, ver item 6.4.5. AQ acionamento automatico por pressdstato: verificar as presses de regulagem dos presséstatos para ligar ¢ desli- gar a bomba de pressurizacio, ligar a bomba principal e acionar os alarmes sonoros e/ou dticos: 1 acionamento automético por chave de fluxo da bomba principal ou de reforgo; 1 acionamento manual com o desligamento no seu proprio painel de comando; —_acionamento por grupo gerador de emergéncia com partida automritica da(s) bomba(s) por falta de « trica no(s) motortes) principal(ai 218132 Teste da presso dinamica nos dois hidrantes/mangotinhos mais desfavora O teste nos dois hidrantes e/ou mangotinhos mais desfavoriveis hidraulicamente compreende a medigio da pres- sto dindmica na ponta dos respectivos esguichos, bem como as pressbes de suegio ¢ de recalque da bomba principal ou de reforgo. As pressbes obtidas nos hidrantes e/ou mangotinhos ¢ junto 4s bombas devem ser iguais ou superiores as cortespondentes pressies tedricas apresentadas no projeto para atender as vazdes requeridas. Testes nov dois hidrantes/mangotinhos: so medidas as presses dinimicas nos esguichos com o auxslio de um tubo de Pitot, com a conseqtiente verificagto da vazio produzida, podendo-se se usar a tabela 6.14, Como, na maioria das vezes, é impraticavel realizar 0 teste com 0 tubo de Pitot, verifica-se a pressio estatica nas tomadas de incéndio através de um mandmetro permanentemente acoplado nos pontos ou com outro equipamento adequado; a Testes nas bombas de incéndio: para a verificagdo da pressio na bomba principal ou de reforgo, pode-se ter duas sinuagoes, ver item 6.4.7. + bomba com suceao positiva: é determinada unicamente a pressdo de recalque, com a instalago de um mand- metro na saida da bomba. ‘+ bomba com sucgio negativa: devem ser determinadas a pressio na sucgdo através de um manovacudmetro ins- talado na entrada da bomba, ea pressio de recalque através de um mandmetro instalado na sada da bomb. 102___Tolmo Brentano instalagbes hidrulicas de combate a incénds nas ediicagtes 2182 PLANO DE MANUTENGAO. O plano de manutengo compreende as inspegdes, testes ¢ a manutengio, propriamente dito. Os respectivos rotei- ros sero detalhados especificamente para cada um dos equipamentos. Serio seguidas as orientagdes da NBR 13.714:2000 e da NFPA 25:1998, 21821 Reservatérios 218211 Inspegdo Q._nivel e das condigdes da 4 mensal; _alarme de supervisio de nivel . trimestral; exterior: verficagio da estrutura de apoio, paredes, escadas, eC. verunmmmnnnowe Mimestral; 2 interior: verificagao do revestimento, entradas e saidas de canalizagdes, ete.: ‘© metalico ou pressurizado . 3 anos; © concreto armado .. S anos. 2 pressto do ar em reservatério pressurizado mensal: D— mandmetOS.n.nmnonnnnsn mensal. 215212 Teste Q__indicadores de nivel secant sri 5 anos; 2 alarmes de niveis de gua alto ou baixo . semestral; Q — mandmetros 218213 Manuteng3o 2 paredes internas ¢ externas do reservatorio: no devem apresentar pintura descascada; 2 sedimentos: devem ser drenados ou retirados a cada doze meses (vilido para reservatorios de uso misto); Q _vilvulas de drenagem: devem ser totalmente abertas ¢ fechadas anualmente; 2 respiros: devem ser limpados pelo menos uma vez por ano e substituidas as telas de protegdo; 2 limpeza: nao se deve permitir que materiais descartiveis e/ou combustiveis, tais como latas de tintas, tibuas, ca- ‘os, etc, sejam depositados sobre ou junto ao reservatério. ‘Importante! No inicio do capitulo, item 2.8, foram apresentados detathes construtivos do projeto de reservatérios para ar- ‘mazenar a reserva técnica de incéndio, muito importantes para facilitar as inspecdes a manutencdo, principalmente porque nos sistemas sob comando predominam os reservat6rios de uso misto que requerem limpezas periédicas. 21822 Barrilete e colunas de incéndio B —_Ascanalizagdes aparentes e seus componentes devem ser inspecionados viswalmente a cada ano; Q Deve ser verificado se as canalizagdes, vilvulas de controle, inclusive as seccionais, suportes de fixago e outros ‘componentes estio livres de corrosio, vazamentos, danos fisicos, manipulagdes indevidas ou outras condigdes que possam impedir a operagao normal do sistema; Os alarmes de circulagio de digua e dispositivos de supervisio precisam ser testados trimestralmeme, As canalizagdes subterrineas nio podem ser inspecionadas rotineiramente, por isso devem ser feitos festes de va- zo a cada cinco anos para avaliar as suas reais condigdes internas. Os testes devem ser feitos com vazes pre- vistas em projeto, para que seja possivel comparar as caracteristicas de perda de carga por atrito na canalizagio com as vazdes esperadas, considerando-se a idade das canalizagdes ¢ os resultados de testes de vazo anteriores; @ As canalizagdes instaladas em areas inacessiveis, como em setores industriais onde ha operagdes de processos, or motivo de seguranga necessitam ser inspecionadas durante as interrupgdes programadas. co 21823 Abrigos de incéndio s abrigos de incéndio devem reeeber inspegdo trimestral ¢ manutengdo anual, de maneira a assegurar que todas ‘as mangueiras de incéndio e os demais componentes sempre estejam em condigdes de uso. Na inspegdo trimestral de- ‘vem ser verificados os seguintes pontos: Q sea porta abre normalmente; Q sea fechadura esté funcionando adequadamente; ‘Sistemas de hidrantes e de mangotinnos__ 103 se falta identificagao e esta adequadamente sinalizado; se existem obstrugdes no acesso ao abrigo; se as valvulas, mangueiras e esguichos permitem facil acesso; se existem obstrugdes visiveis nos equipamentos; se nao faltam equipamentos. eoccoo 21524 Tomadas de incéndio As tomadas de incéndio devem softer inspegao trimestral com testes ¢ manutengao anual. 218241 Inspegao Falta de tampao; Conexio da mangueira de incéndio danificada; Falta do volante da valvula; ‘Vazamento da vilvula; Falta ou deterioragdo das juntas de vedagao do tampao; Obstrugdes visiveis. eooooca 215242 Teste 2 Todas as vilvulas angulares ¢ de abertura rpida devem ser totalmente abertas uma vez por ano, de forma nor- ‘mal ¢ manualmente, com toda a vazio de gua até que saiam as sujeiras ou corpos estranhos que se encontram ou se formam nas canalizagSes. A vazio deve ser mantida por, no minimo, um minuto; Q Ao ser fechada uma valvula, deve ser verificada a vedagio completa para garantir 0 bom estado do seu corpo ‘com relagio a corrosio; 2 Todos os esguichos devem ser testados com verificagio de sua capacidade de manobra. 215243 Manutengao Os dispositives e conexdes devem ser /ubrificadas com grafite uma vez por ano para assegurar que todos 0s en- gates, bujdes, tampdes ¢ roscas estejam em condigdes operacionais adequadas. 21525 Mangueiras de hidrantes Os equipamentos e acessérios que estio em abrigos de incéndio devem receber uma atenciio especial, principal- mente ax mangueiras de hidrantes, que sio mais suscetiveis a danos, segundo a NBR 12.779:1992. Elas devem set ins- ‘pecionadas a cada trés meses e ensaiadas hidrostaticamente a cada 12 meses. ‘Além disso, elas devem receber uma manuteng¥o ¢ cuidados especiais, conforme especificados abaixo: 2 manter registros através de fichas adesivas na parte intema do priprio abrigo ou outros meios, que possibilitem o controle das datas das inspegdes, testes € manutengo; 2 nao guardé-las mothadas para evitar o mofo; aps o uso, devem ser escorridas e postas a secar & sombra, penduradas por uma das unides ou distendidas em plano inclinado durante trés dias de tempo bom, no minimo; antes de guardé-las, devem ser pulverizadas internamente com $0 gramas de talco industrial; remover a seco todo residuo de mofo ou mancha de sua superficie externa, quando possivel, uilizando escova de ccerdas nfio-metélicas, longas e macias. A limpeza pode ser feita também com gua potivel e sabjo neutro, de- ‘vendo, apés, serem secas tanto intema como externamente; 2 verificar se esto dobradas ou enroladas adequadamente; deve ser redobradas a cada trés meses para evitar a formago de quebras nos pontos de dobras, que dininuem sensivelmente a resisténcia do conduto intemo e da capa externa; 2 nfo deixi-las conectadas permanentemente as vilvulas angulares das tomadas de ineéndio; Q 0 fechamento abrupto do esguicho, com 0 aumento repentino da pressto, causa muitos danos as mangueiras de hhidrantes; 2 no permitir quedas ou golpes nas juntas de unio que podem facilmente ser deformadas, dificultando o engate ripido por ocasio de uma emergéncia; as juntas de unio devem ser lubrificadas periodicamente com grafite; verificar se no abrigo tem chave de mangucira de hidrante. oc a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. 3 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS 31 INTRODUGAO “O sistema constitui-se de chuveiros autométicos regularmente distribuidos por toda a edificacéo, ativados pelo calor do fogo, que descarregam égua sobre a drea de incéndio, com vazbes, pressbes e distanciamentos minimos de acordo com o grau de risco determinado por norma, alimentados por uma rede de canalizagies aéreas ¢ sublerri- ‘eas com didmetros compativeis, a partir de um sistema de bonibas de incéndio e reserva de égua exclusives.” Hoje as aglomeragiies urbanas so cada vez maiores, exigindo edificagdes com grandes dreas ¢ alturas e altamen- te concentradas, com © conseqdente aumento do perigo de incéndios. As atividades industriais so geralmente exerci- das em edificagdes de grandes reas ¢ as comerciais podem ter grandes areas e alturas, muitas vezes com revestimentos € produtos altamente combustiveis e com grandes concentragdes humanas. Quando oeorre um incéndio pode-se ter ‘uma tragédia se a edificago nao tiver um sistema de protegao adequado. ‘Quando se analisa um sistema de proterao contra o fogo, varios fatores devem ser levados em consideragilo: per- das econdmicas, redugo ou paralisago total das atividades comerciais ou industriais e, principalmente, as perdas de vidas humanas. Um ineéndio deve ser quantificado sob os pontos de vista da perda de vidas ¢ da destruigo de bens seus efeitos adversos, € muitas veres permanentes, sobre os negicios, para o proprietirio, inquilinos ¢ empregados, ‘bem como sobre toda uma coletividade, muitas vezes. Entio, essas edificagdes devem ter protego contra 0 fogo com equipamentos que scjam eficientes e sejam acio- rnados ¢ atuem de forma automitica, sem a interferéncia humana. 0 sistema de chuveiros automiaticos & 6 mais indica- do, de uma forma geral, porque além de ser acionado automaticamente, da um alarme geral na edificagao, atua sobre 0 fogo de uma forma efetiva, independentemente do calor, da fumaga e da visibilidade no local do incéndio, Por sua vez, 08 sistemas sob comando ou manuais, como os hidrantes ja apresentados anteriormente, sio interes santes ¢ efetivos desde que operados por pessoas treinadas, sendo usados, também, como elementos auxiliares dos sis- temas de chuveiros automiticos no combate ao fogo na sua fase inicial. Em edificagdes de riscos de ocupaciio médio ¢ grande, quando o fogo pode atingir rapidamente proporgdes maiores, a demora no inicio do combate, o jato de agua que niio ¢ tio efetivo como a aspersio da digua na absorgio do calor do fogo, além de, muitas vezes, a fumaca ¢ 0 calor impedirem o acesso ao local do fogo, so elementos que inviabilizam um sistema sob comando para esses casos. Além disso, a figua descarregada pelo sistema cle chuveiros automiaticos produz menos danos que a langada através de jatos ‘compactos com manguciras de hidrantes. 32 A EFICIENCIA DOS SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS Em meados do século XIX comesou-se a pensar em sistemas de combate a incéndio com instalagdes de redes fi- xas de canalizagdes © que jogassem agua sobre o fogo por ocasio de um incéndio. Inicialmente eram simplesmente canalizagdes perfuradas em espagos constantes, acionados manualmente. O sistema nfo era eficiente porque as abertu- ras eram parcial ou totalmente bloqueadas com ferrugem com o passar do tempo ¢ a vazio era pequena devido & baixa pressio, com uma distribuigio de égua bastante irregular, Posteriormente foram aplicados chuveiros no local das perfuragdes, que consistiam em minitregadores, espécie de bulbos com numerosas perfuragdes, por onde saia a agua. Melhorou a distribuicdo da 4gua, mas, ainda, essa solugio no se mostrou satisfat6ria Parmele, em 1878, nos Estados Unidas, concebeu primeiro chuveiro automitico nos moldes atuais. Deu gran- des resultados comparativamente com os modelos anteriores, demonstrando sua aplicabilidade no combate a incéndios em edificagdes. 3s sistemas de chuveiros podem ser projetados com dois tipos de chuveiros: abertos ou autométicos. Quando to- dos 0s chuveiros instalados sio do tipo aberto, eles sio acionados simultaneamente por um sensor instalado no ambien- te que deve ser protegido, e o sistema € chamado de sistema automutico de chuveiros abertos wi sistema Dihivio, Corte a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistemas de chuveires automaticos 111 38 REDE HIDRAULICA DE DISTRIBUICAO: A rede hidriulica de distribuiglo é formada por canalizagdes que alimentam os chuveiros automaticos a partir das vvalvulas de controle e alarme, com diémetros apropriados, para que a égua chegue aos chuveiros automi favoriveis da instalagio com a pressio e vazio requeridas, ver figura 3.1 / \. ~-- Me / ~-v \ x RT TR / MM \ —— v oe ped icos mais des- Figura 3.1 Instalagio esquematica de um sistema de chuveiros automaticos numa edificacio 361 CANALIZAGOES COMPONENTES, a As varias canalizagdes que formam uma rede de distribuigao de agua de um sistema de chuveiros automaticos silo definidas como, ver figuras 3.2 ¢ 3.3: sub-ramais (“branch lines"): sto as ramificagdes nas quais os chuveiros automiéticos esto conectados direta- mente ou em pequenos segmentos horizontais de canalizagao com 60 cm de comprimento, no maximo. Os sub- ramais partem dos ramais. A NBR 10.897;1990 denomina de ramai 105 sub-ramais denominados no livro. Por ‘uma questo de coeréncia com outras normas de instalagdes hidriulicas, que usam as denominagdes de ramais © sub-ramais, as mesmas serdo adotadas no livro; ramais ou sub-gerais (“cross mains”): so as canalizagbes que alimentam os sub-ramais ¢ esto conectados at li nha geral ou tronco. A NBR 10.897:1990 denomina os ramais unicamente de sub-gerais; geral ou tronco (“feed main"): sio as canalizagdes que alimentam os ramais ou sub-gerais, A NBR 10.897:1990 denomina unicamente de geral; 112 _Telma Brentano /Instalagies hidrdulcas de combate aincindios nas edifcagies A subiddas ou descidas: s40 as canalizagies verticais, de subidas ou descidas, de acordo com o sentido de cireulagao da agua, que fazem as ligagdes entre as redes de chuveiros automaticos nos diversos niveis ou pavimentos ¢ dos ramais aos sub-ramais ou destes aos chuveiros automaticos individuais, quando a subida ou descida exceder de 30 cm de comprimento; Q — coluna de incendio ou coluna principal (“riser”): & a canalizagio principal, entre a fonte de abastecimento de gua ¢ as canalizagdes gerais ou ramais, que abastece todos os chuveiros automiaticos da instalagao, na base da qual esti localizada a vilvula de controle e o dispositivo de alarme de escoamento de gua, que controla © co- manda todo o sistema, A NBR 10.897:1990 denomina a coluna de incéndio ou coluna principal unicamente de coluna principal + choir tipo “em pe” Cuprighe) Figura 3.2 | Elementos de uma rede de chuveiros automaticos [Figura 3.3 [Planta baixa de uma rede de chuveiros automiticos 362 DISPOSIGOES BASICAS DA REDE HIDRAULICA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS Existem virias formas para se distribuir adequadamente as canalizagdes da rede hidriulica de chuveiros automiticos ‘num ambiente. Na pritica, adotar-se-d aquela que melhor se adaptar is condigdes arquitetOnica, estrutural ¢ hidréulica. Sob © ponto de vista hidriulieo, qualquer opeio funcionard com & mesma eficiéncia, apenas que o éusto de sima soluigio| poder ser bem diferente da outra, que numa edificacdlo de grande porte poderd representar um diferencial significativo. Sistomas de chuveiros autométicos 113 As redes friulicas de chuveiros automiticas podem ser “abertas” ou “fechadas”. 8) Redes hidriulicas abertas “Nas redes hidréulicas de distribuicdo aberta, a dgua circula nos ramais somente num sentido suprindo os sub-ramais, onde esto conectados os chuveiros automiticos, somente por uma de suas extremidades, isto é, tem uma disposicdo ramificada ou em forma de “espinha de peixe”.” Na figura 3.4, sdo apresentadas virias disposigdes de “redes hidrdulicas de distribuigo aberta”, com diferentes formas de alimentagao. Q — Alimentagao central, com ramai central. Ea disposigio mais econdmica, pois se utilizam canalizagdes ¢ cone- xdes com dimetros menores, ver figura 3.4.2. Alimentagéo lateral central, com ramal lateral, wer figura 3.4.. Alimemagéo central pela extremidade, com ramal central, ver figura 3.4.. Alimemagéo lateral pela extremidade, com ramal lateral, ver figura 3.4.4. Alimemtagdo lateral pela extremidade, com dois ramais, ver figura 34.¢. Alimemaséo lateral central, com dois ramais, ver figura 3.4. cooce Figura 3.4.€ Figura 3.4.6 Figura 3.4 Varias disposigdes de redes hidraulicas de chuveiros automaticos de distribuigio aberta (Fonte: 4 | NFPA 13:2002) a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistemas de chuveiros autométicos 119 Tabela 3.4. | ESPacamento maximo entre chuveiros automaticos pendentes ou em pé de acordo com a classe de risco da edificagio e tipos de teto ¢ de material (Fonte: baseada na NFPA 13:2002) Espacamento maximo entre chuvelros (m) Tipo de Tipo de teto ae. Classe do isco Tove [-—Ordindrio | Extraordindrio | apes 37 ar Padrio 46 48 if e a er 55 55 = = Uso, ce 43 49 = = incombusivel a 43 a3 as : a7 37 37 3G ar ar 37 37 Esai 37 37 37 37 ar ar Padrao 46 48 = 4s 81 ei a : 35 55 5 5 Cacees ce 49 43 : 3 Gone : 43 a a 2 37 37 37 6 37 37 37 37 Esra 37 ar 37 37 ar 37 Padtio 46 48 ae tm so, CE 7 o . é coca 6. 37 ar 37 a7 Bra 37 37 37 37 ar ar com Padtio 46 48 7 ee obs, = - - s f onbusil GG. 30 30 30 30 ESFA : - : ar ae Padio a 4 Combustve com elemen- Me 4s" tos estutris distanciados | CE ; : 5 ‘@manos de 90 em a a a ESFR )__ Para desidades de agua mores que 10,2 Un, (7) Para desidades de 4qua menores que 10.2 Um; (7) medic tus de amaanaam mares au 7 meas Go mrs qn 8. m.os cre ESFR eve er expjarariog mi ‘mos 6630. 3922 Espagamento minimo entre os chuveiros autométicos © espagamento minimo entre chuveiros automiticos pendentes ou em pé tem importincia para se evitar que, du- rante a operacdo de um chuveiro automiitico, a gua atinja 0 chuveiro automitico adjacente resfriando-o e retardando ou impedindo sua entrada em operagio. ‘A NFPA 13:2002 determina para os espagamentos minimos entre os chuveiros automaticos, de acordo com o seu tipo, 0s valores apresentados na tabela 3.5. Para os chuveiros automiaticos dos tipos Padrio e Cobertura Estendida, quando este espagamento minimo nio é possivel de ser observado, se necessita usar anteparos de material incombustivel entre eles, com dimensdes minimas de 20 cm de largura por 15 em de altura. Os anteparos devem ser posicionados de tal forma que, ver figura 3.7: para os chuveiras automaticos em pé, 0 topo dos anteparos fique de 5 a 8 cm acima do defletor; para os chuveiras automaticos pendentes a base dos anteparos coincida com 0 nivel do defletor. 3925 Afastamento maximo dos chuveiros automaticos das paredes 0s afastamentos méximos dos chuveiros automticos pendentes ou em pé das paredes ¢ igual & metade do espa- ‘amento entre 0s chuveiros automiticos nos sub-ramais ou dos sub-ramais entre si, de acordo com o tipo, medido per- pendicularmente & parede, ver a figura 3.6. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistemas de chuveiros automaticos 121 © afastamento do chuveiro automatico do teto ¢ importante porque ¢ junto dele que se forma a camada de calor que é responsivel pelo seu acionamento, Quanto mais priximo do teto estiver 0 chuveiro automatico, dentro dos limi- tes recomendados pelas normas, mais rapidamente entrar em acdo, ver item 5.2.5, do capitulo 5. ‘A combinagao do tipo e do acabamento do teto, lumindrias, elementos estruturais, ete., leva a um desempenho desejavel, evitando que obstrugdes afetem a entrada em ago ¢ a descarga dos chuveiros automiticos. As caracteristicas do teto so importantes porque as obstrugdes podem aprisionar o calor ¢ fazer com que o teto entre em combustio, propagando o fogo, antes dos chuveiros automaticos entrarem em operagao. Ento, a posigdo final do chuveiro automitico abaixo do teto, depende: 2 das caracteristicas do teto: © material; © forma; © obstrugdes, Q do tipo de chuveiro automitico, 3931 Chuveiros automaticos fixados em tetos horizontals A NFPA 13:2002 define como teto horizontal o teto que tenha, no maximo, uma inclinago igual a 9°. Define, também, teto liso como um teto continuo sem irregularidades, saliéncias ou depressdes significativas. ‘De uma forma mais objetiva, a NBR 10.897:1990 define como teto liso: “lajes de concreto armado, com vigas aparentes, com espagamento maximo de 90 centimetros entre eixos: tdébuas suportadas por vigas de madeira, com espagamentas entre eixos de 90 centimetros; lajes continuas com vigas aparentes em concreto armado ou plataforma de madeira ou aco, sustentadas por co- unas, vigas ou tesouras, com espacamento entre eixos acima de 2,90 metros; teto liso continuo de estuque em material ndo-combustivel, com espessura minima de 20 mm, fixado sob ripas de ‘madeira ou treligas metilicas; 1eto liso continuo sob vigas metilicas vazadas, sem limitagao de espagamento entre elas; teto liso, de material combustivel ou nd, em forma de abébodas, arcos ou domos; ‘Sorros falsos de material néio-combustivel; ‘foros falsos de material combustivel, onde existem chuveiros no espaco nao uti co coo oocoo vel, entre forro e cobertura.” ‘Segundo a NFPA 13:2002, em tetos lisos continuos de gesso, concreto armado, madeira ou ago € demais mate Fiais, os afastamentos minimos e méximos preconizados entre 0 defletor do chuveiro automatico ¢ 0 teto, de acordo com 0 tipo de chuveiro automatico, so dados na tabela 3.6. Afastamentos minimo € miximo dos chuveiros automaticos de tetos horizontais lisos (Fonte: ‘Tabela 3.6 ‘| paseada na NFPA 13:2002) (7 0 primeto valor retere-se ao alastamento do daifltor de chuveros aiomatos ipo ESFR em pe” o sogundo para 08 ‘pendetes”. Em es com WgRs, 08 sub-amas devem pasta aravésdelas em abeturas prevent ease os chuveios automatic deverdo ser ocados nos vos eno absixo das vig, Cuidado! Deve-se ter 0 cuidado para néo instalar chuveiros automaticos abaixo de forros falsos construidos com mate rriais que possam se deformar ou ceder sob a acdo do calor antes dos chuveiros automaticos entrarem em operacao. 3932 Chuveiros autométicos fixados em tetos ou telhados inclinados (Os sub-ramais com chuveiros automaticos precisam ser instalados perpendicular ou paralelamente a cumeeira em toda a sua extensio. Os sub-ramais instalados ao longo da cumeeira devem ter os chuveiros autométicos posicionados ‘com 0s defletores na horizontal, Nos sub-ramais instalados a0 longo dos tetos ou telhados inclinados, os defletores dos cchuveiros automaticos devem ser posicionados paralelamente a inclinagao dos tetos ou telhados. As mesmas conside- rages valem para chuveiros automaticos instalados abaixo de escadas. 122 _Telmo Brentano /Instaiagbes hidrévlicas de combate a incéndios nas edficagées: Para a apficagdo dessas regras, considera-se como telhado ou teto inclinado © que tem inclinagZo igual ou supe- rior a 17%, valido somente para chuveiros automaticos dos tipos Padrio ¢ Cobertura Estendida (CE). Em tetos ou te- thados com inclinagdo menor podem ser instalados todos os tipos de chuveires automaticos com os defletores na posi- ‘¢80 horizontal uso dos chuveiros automaticos de Cobertura Estendida (CE) ¢ limitado a tetos planos, lisos, sem obstrugdes. Alguns modelos podem ser usados em tetos incombustiveis com obstrugdes desde que especificados para essa fi- nalidade. Podem ser utilizados, também, sob tetos com inclinago de até 33% desde que tenham sido testados ¢ apro- vados para tal finalidade. Os espagamentos entre os chuveiros autométicos nos sub-ramais e entre os sub-ramais instalados em tetos ou te- Ihados de duas aguas sio medidos ao longo da inclinagdo de tal forma que sejam de acordo com a classe de isco € © tipo de chuveiro automitico, no caso, O afastamento vertical maximo entre o teto ¢ o defletor de um chuveiro automé- tico instalado sob ou proximo a uma cumeeira nao deve exceder a 90 em, medido perpendicularmente, ver figura 3.9. projego sobre o piso da medida “a” Figura 3.9 | Chuvelros automiticos em tetos inclinados com sub-ramais perpendiculares & cumecira e para- | elos & inclinagao do tethado (Fonte: NFPA 13:2002) ‘Nos tethados tipo “shed”, os chuveiros automiticos instalados no ponte mais elevado no devem exceder 0 afas- tamento de 90 em medido ao longo da inclinagao do tethado, com origem na cumeeira, devido ao efeito da ventilagao sobre a sensibilidade do chuveiro, ocasionado pelas aberturas sempre existentes neste tipo de telhado, ver figura 3.10. Figura 3.10 | Chuveiros automaticos instalados em telhados tipo “shed” (Fonte: NBRI10.897:1990) Sistemas de chuveiros automaticos 123 ‘Quando o telhado for muito inclinado, inclinagdo que excede 33%, 0 afastamento entre os defletores dos chuve ros automiticos e a cumeeira pode ser aumentado para manter um afastamento horizontal livre de, no minimo, 60 cm de qualquer elemento estrutural, ver figura 3.11. 21,20m ‘Afastamento horizontal livre minimo abaixo de chuveiros automiticos instalados em cumeciras Figura 3.11 | ge tetos muito inclinados (Fonte: NFPA 13:2002) Cuidado! Os espagamentos entre chuveiros automiticos nos sub-ramais e entre sub-ramais, fxados em teto inclinado, .sdo medidos considerando-se a inclinagdo do tethado, de acordo com a classe de risco e o tipo de chuveiro auto- ‘mético, no caso, somente os dos tipos Padrao e CE. Para o dimensionamento por cdlculo hidrdulico de sistema de chuveiros automdticos instalado em tetos incli- nados, a érea de aplicagdo deve ser sempre considerada como a drea projetada sobre 0 piso. 3933 Chuveiros automaticos fixados em tetos curvos Nos tetos curvos os defletores dos chuveiros automiticos devem ser instalados paralelos & curvatura. Abaixo de superficies curvas, a distincia entre a parede ¢ o chuveiro automiitico mais préximo ¢ os espagamen- tos entre os chuveiros automaticos ao longo dos sub-ramais e entre os sub-ramais devem ser medidos no plano horizon- tal, ndo devendo ser maiores que a metade do espagamento permitido entre chuveiros automiéticos, observando-se 0 prescrito na tabela 3.4, de acordo com a classe de risco. Para as classes de risco Extraordinario e Especial, 0s espaga- ‘mentos entre chuveiros automiticos a0 longo da curvatura do teto nao devem exceder ao méximo permitido para a classe de risco Ordinario, 310 OBSTRUGOES A DESCARGA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS PENDENTES OU EM PE Os chuveiros automaticos pendentes ou em pé devem ser sempre posicionados de tal forma que seja minimizada a interferéncia de obstrugdes, como vigas, lumindrias, dutos de ar condicionado, divisorias, etc, & descarga livre e dire- ta da 4gua sobre o fogo. As obstrugdes podem modificar a configuracdo da descarga de dgua e reduzir consideravel- mente a frea de cobertura dos chuveiros automaticos, deixando areas a descoberto. Sempre devem ser encontradas s0- lugdes, nem que seja com a adigdo de mais chuveiros automaticos, para que se tenham adequadas densidade ¢ co- bertura de agua do risco a proteger. © raio de ago do chuveiro automatico varia de acordo com afastamento vertical da obstrugio ao defletor, com o tipo de chuveiro automatico e com a pressio da égua. 3101 AFASTAMENTO VERTICAL MINIMO DOS CHUVEIROS AUTOMATICOS AS OBSTRUGOES Os defletores dos chuveiros automiticos devem ter um afastamento vertical minimo das obstrugdes para que nio interfiram no guarda-chuva de descarga de gua. Para edificagdes que armazenam ou comercializim mercadorias, s30 recomendadas os afastamentos verticais livres minimos dos defletores dos chuveiros autométicos localizados no teto a0 topo das mercadorias, ‘A figura 3.12 mostra o padrio de distribuigdo da descarga de égua de um chuveiro automiéticd do tipo Padraic. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. ‘Sistomas de chuveiros automatics 127 Qos chuveiros podem ser instalados diretamente acima do banzo inferior de uma treliga ou corda de uma tesoura, ou ainda, diretamente acima de uma viga, desde que a largura desses elementos estruturais nao ultrapasse 20 cm. © 0 defletor do chuveiro esteja no minimo a 15 cm acima desses elementos, ver figura 3.15; 6s chuveiros automiticas podem ser instalados em lados opostos de uma abstrugo desde que a distincia até 0 eixo central da obstrugdo no exceda metade da distancia permitida entre os chuveiros automaticos; Qos chuveiros de Cobertura Estendida (CE) podem ser instalados dentro de treligas metilicas que tenham elemen- tos estruturais com seco de, no méximo, 25 cm ou que tiverem espagamento maior que 2,3 metros entre elas; podem ser instalados chuveiros ESFR em teto liso apoiado sobre treligas com banzos de ago ou madeira com lar- ura maxima de 10 cm e com diagonais feitas com tubos ou barras de aco; podem ser instalados chuveiros automaticos ESFR de tal forma que 0 defletor fique posicionado horizontalmen- {e, no minimo, 30 em de qualquer banzo inferior ou de barras de treligas. Na figura 3.15, so apresentados trés exemplos de estruturas abertas, da NFPA 13:1994, em que os sub-ramais ‘com os chuveiros automaticos correm através delas onde silo observadas os afastamentos minimos dos chuveiros au- tomaticos aos elementos estruturais > Sem ‘s200m em 230m > 300m 230cm > isem > 1Sem 5 20cm sim 2300m 2Mem 21Sem z15em Dimensies das obtres Figura 3.15 | Mf@stamentos minimos entre os chuveiros automiticos ¢ os elementos estruturals de treligas igura 3-15 | (Fonte: NFPA 13:1994) 3105 AFASTAMENTO MINIMO DE OBSTRUGOES COMO DUTOS E LUMINARIAS © afastamento minimo do defletor dos chuveiros automaticos de lumingrias, dutos, difusores de ar condicionado, caixas de som ou quaisquer calhas de utilidades, vai depender da posigdo relativa entre eles, segundo, recomendagtes da NFPA 13:2002, a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. ‘Sistemas de chuveiros automaticos 131 3111 ESPAGAMENTO ENTRE CHUVEIROS AUTOMATICOS LATERAIS s espagamentos entre chuveiros automiticos laterais devem ser medidos ao longo do sub-ramal, acompanhando sua inclinagdo, se houver. O espacamento entre os chuveiros automsticos vai depender: 2 daclasse de risco da edificago; do material do teto; 2 do tipo de chuveiro automitico. 31111 Espagamento maximo entre chuveiros automaticos laterais Os chuveiros automaticos laterais devem ser instalados ao longo de uma ii {que atendam ao valor méximo de espagamento recomendado. ‘A NFPA 13:2002 recomenda que os espagamentos méximos entre chuveiros autométicos laterais ao longo de uma das paredes do ambiente devem ser os apresentados na tabela 3.13, de acordo com a classe de risco, do tipo de re- vestimento do teto e do tipo de chuveiro automitico utilizado, parede do ambiente, desde “Tabela 3.13, | E8Pasamentos miximos entre os chuveiros automiticos laterais wo longo de uma das paredes eee ‘do ambiente ¢ da parede frontal oposta (Fonte: NFPA 13:2002) ‘Quando a largura do ambiente for maior que o alcance da cobertura dos chuveiros automaticos laterais deve ser instalada um novo sub-ramal de chuveiros automiticos na parede oposta, observando-se os espagamentos mAximos re- comendados, desde que nenhum chuveiro automético lateral esteja localizado dentro da area maxima de cobertura de outro. E interessante, também, que sejam dispostos frontalmente em forma de ziguezague como mostra a figura 3.23.a. Devem ser observadas as larguras dos ambientes de acordo com o tipo de chuveiro automatico utilizado, como exposto abaixo: 2 chuveiras autométicos laterais do tipo Padrao ‘¢ Em ambientes com larguras até 7,3 m (risco Leve) ¢ 6,0 m (risco Ordinério): + dois sub-ramais com chuveiros automiticos laterais, dispostos ao longo de duas paredes opostas ou lados do ambiente. Q —chuveiros autométicos laterais do tipo Cobertura Estendida (CE) ‘+ Emambientes com larguras maiores que 7,3 m (risco Leve) € 6,0 m (risco Ordinério) + dois sub-ramais com chuveiros automaticos laterais, dispostos ao longo de duas paredes opostas ou lados do ambiente, 1112 Espagamento minimo entre chuveiros automaticos laterais ‘A NFPA 13:2002 recomenda que o espagamento minimo, de acordo com o tipo de chuveito automitico lateral, deve ser: ‘tipo Padrio tipo CE 1,80 m; 2,40 m. 31113 Afastamento maximo do defletor dos chuveiros laterais as paredes adjacentes © afastamento maximo do defletor dos chuveiros automaticos laterais as paredes adjacentes ndo deve exceder & metade do espagamento maximo recomendado para os chuveiros automiticos laterais ao longo dos sub-ramais a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. ‘Sistemas de chuveiros automatics 135 3123 AFASTAMENTO MINIMO DE COLUNAS E LUMINARIAS. (Os chuveiros automiticos laterais devem ser posicionados em relacao as colunas, lumindrias, treligas, etc, de tal forma que atenda as condigdes abaixo, de acordo com 0 tipo de chuveiro automatico lateral, segundo a NFPA 13:2002, ver figura 3.22: Q—_chuveiro tipo Padrio: a 3.c ou 3 d (qual das duas dimensdes for maior) as 60cm Q—chuveiro tipo CE: a2 4.c ou 4 d (qual das duas a90cm \sdes for maior) Onde: a = afastamento horizontal ou em diagonal do defletor obstrusio; ¢, d= dimensSes da sega transversal da obstrugio. ‘Chuveir lateral ein OS IZ com #+—*—# || ‘Afastamentos minimos dos chuveiros automiticos laterais de colunas ¢ lumindrias (Fonte: NF- PA 13:2002) Figura 3.22 | Quando a obstrusio for continua deve atender aos afastamentos minimos apresentados nas tabelas 3.15 ¢ 3.16. ‘Quando os obsticulos fixos tiverem largura superior a 1,20 m, como dutos, “decks”, pisos tipo grelhas, mesas de corte, etc., 0$ chuveiros autométicos laterais devem ser instalados abaixo deles. Chuveiros laterais devem ser usados para proteger areas sob portas basculantes. 3124 AFASTAMENTO MINIMO DE DIVISORIAS FIXAS OU MOVEIS Os afastamentos dos chuveiros autométicos laterais de obstrugdes como divisérias fixas, méveis ou instalagdes, similares, devem atender ao que prescreve a tabela 3.17, conforme a figura 3.23.b, valendo somente para a classe de risco Leve e para os dois tipos de chuveiros, Padrio e CE, segundo a NFPA 13:2002. Tabela 3.17 | Afastamentos horizontal ¢ minimo vertical dos chuvelros automaticos laterals de divisorias fi- "IT" | xas ou méveis (Fonte: NFPA 13:2002) ‘Alastamento horizontal “a” ‘Rfastamento minimo vertical "b” abalxo do defletor em. em. maior que 150 75 de 16.0230 100 de 2408300 150 0 31,02380 200 do 3902450 240 0 4602600 061.0875 maior que 75,0 136 __Teimo Brentano /Instalagbes hidrulicas de combate a incéndios nas edificagbes Parle Tee Ib a — Devin Pate Chair ates Pi 4) Disposigo em ziguezague b) Afastamento de divisérias Disposigio dos chuveiras laterais em ziguezague ¢ afastamento minime de divisérias fixas ou Figura 3.23 | méveis (Fonte: NFPA 13:2002) 313 SITUACOES ESPECIAIS Algumas partes da edificagio merecem atensdo especial ¢, por isso, serdo consideradas em separado no detalha- mento da instalago de chuveiros automilticos. As recomendagdes a seguir sto da NFPA 13:2002, mas devem ser aten= didas para as edificagdes cujas classes de risco assim o determinarem e forem preconizadas pelas normas brasileiras. 3131 POGOS DE PRUMADAS DE UTILIDADES No topo de pogos e aberturas deve ser instalado um chuveiro automitico. Em pogos inacessiveis, ndo-combustiveis ou de combustibilidade limitada, ou que contenham canalizagdes hi- raulicas, eletrodutos ¢ dutos e instalagdes meciinicas, ndo-combustiveis ou de combustibilidade limitada, no € neces siria a instalagao de chuveiro automético. Quando forem empregados materiais combustiveis no revestimento dos pocos, deve ser instalado pelo menos um. chuveiro automiitico a cada dois pavimentos, dispostos em ziguezague, a partir do topo. Quando houver superticies que bloqueiam o pogo transversalmente, deve ser instalado um chuveiro automiitico no teto de cada seg. Em pogos de luz ou de servicas que tém aberturas de acesso, deve ser instalado, pelo menos, um chuveiro auto- mitico préximo ao fundo. Quando essas aberturas nao sdo protegidas por portas corta-fogo, chuveiros automaticos adi- cionais devem ser instalados para as suas protegdes. 3132 POGOS DE ESCADARIAS Os defletores dos chuveiros automiticos instalados abaixo de escadas devem ser posicionados paralelamente & inctinagao da escada, Chuyeiros automiiticos devem ser instalados abaixo de escadas construidas com material combustivel, quer te- ‘nham ou no degraus de espelhos abertos. Em escadas de material incombustivel devem ser instalados chuveiros automaticos no topo do pogo da escada € ‘nos espacos abaixo dos primeiros lances, porque geralmente esses espagos slo utilizados para o armazenamento de mercadotias Devem ser instalados chuveiros automaticos em cada piso da escada que dé acesso a dois ou mais riscos que es- tejam separados contra 0 fogo. 0s “halls” de acesso as escadas das edificagdes de miltiplos pavimentos devem ser protegidos por chuveiros au- tomiticos em todos os pavimentos, sendo gue pelo menos um dos chuveiros automiiticos deve ser posicionado em fren- te deseada Pocos de escadas enclausuradas e de seguranca ndo necessitam ser protegidas por chuveiros automaticos Sistemas de chuveiros automaticos 137 3133 POGOS DE ELEVADORES: No fundo de pogos de clevadores, sempre se depositam muitos materiais inflamaiveis, como papéis, plisticos, fios de tecidos, etc., que exigem alguma forma de protesdo por chuveiros automaticos. Em cada pogo de elevador sempre devem ser instalados: no topo: chuveiro automatico pendente ou em pé; no fundo : chuveiro automatico lateral, no miximo, 60 cm acima do piso do pogo. ‘A NFPA 13:2002 isenta para elevadores fechados, nilo-combustiveis, cujos mecanismos nio utilizem liquides hidriulicos combustiveis, a necessidade de chuveiros automaticos no topo ¢ no fundo do pogo, mas em vista do que foi comentado acima sempre & recomendavel ‘A casa de miquinas no esta isenta de ter chuveiros automaticos. Os chuveiros autométicos instalados na casa de ‘miquinas ou no topo dos pogos de elevadores devem ter elemento termossensivel para temperatura ordindria ou média. 3134 ESCADAS ROLANTES 0s espagos vazios abertos entre pavimentos, junto a escadas rolantes, escadas, elevadores, etc., devem ser prote- gidos por chuveiros automaticos em combinagdo com anteparos que dificultem a passagem das correntes de ar quente € da fumaga para os andares superiores, segundo a NFPA 13:2002, ver figura 3.24. Se os chuveiros automiticos estive- rem muito proximos, devem ser colocados anteparos transversais entre eles. Posicionamento dos chuveiros automaticos em are: 13:2002) ‘de escadas rolantes (Fonte: NFPA Figura 3.24 Devem ser instalados chuveiros automiiticos abaixo de escadas rolantes de construgdes combustiveis. Devem ser instalados chuyeiros autométicos nos acessos as escadas rolantes em cada pavimento, quando permitem 0 acesso, por ‘duas ou mais portas, para diferentes ambientes. Alguns dados importantes para a elaborago do projeto, segundo recomendagdes da NFPA 13:2002, so apresen- tados abaixo, Q Sobre os chuveiros automaticos: © espagamento maximo entre chuveiros : 1,80 metros; distancia da face lateral do anteparo: 15 ema 30 cm; a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. ‘Sistemas de chuveiros automaticas 139 ¢ 0 primeiro nivel de chuveiros automiticos entre as estantes deve ser localizado a uma altura igual ou maior que a metade da altura de armazenamento, Observasio: podem ser usados tipos, espagamentos ¢ ddmetros de chuveiros diferentes desde que testes de distribuigto «de gua realizados pelos fabricantes demonstrem resultados equivalentes ‘* Vilvulas de controle, As villas indicadoras de controle de drenagem do sistema de chuveiros automiticos ‘que protegem as estantes devem ser independentes do sistema de chuveiros localizado no teto da edificagao. Silo permitidas as seguintes excegdes: + estantes protegidas com instalagdes de até 20 chuveiros automaticos; ‘# quando as estantes ocupam somente uma parte da drea protegida pelo chuveiros automatics do teto, € per- mitido usar valvulas indicadoras independentes como se fossem valvulas de controle seecional. 3138 LIVRARIAS, BIBLIOTECAS E ARQUIVOS MORTOS Neste tipo de ocupagio tem-se material de alta combustibilidade © uma disposigdo das estantes de livros muito préximas, requerendo uma instalagao de combate ao fogo caracteristica, determinando: 2 que a altura livre minima entre o defletor dos cbuveiros automaticos ¢ 0 topo dos livros nas estantes deve ser de 45 em, independente da disposiga das estantes; 2 que 0 espagamento maximo entre os chuveiros automiticos dos sub-ramais instalados ao longo dos corredores, entre estantes, deve ser de 3,60 m; 2 queapressio minima nos chuveiros automiticos deve ser de 10 mea ou 100 kPa; que os chuveiros automatics devem ter didmetro de 12,7 mm (1/2") ou 13,5 mm (17/32"), com acionamento em temperatura normal, média de 68 °C. Quando altura livre minima no puder ser observada, sub-ramais de chuveiros automaticos devem ser instala- dos ao longo dos corredores de acesso aos livros, de acordo com a forma construtiva das divisérias verticais existentes 1no eixo das estantes. As divisdrias verticais das estantes podem ser: 2 incompletas, quando existe um espago livre entre a face inferior de cada nivel das prateleiras ¢ os topos da di séria vertical e dos préprios livros, de tal forma que permite a distribuigo da agua dos chuveiros automiaticos pa- 1a 0s corredores adjacentes através desses espagos. AA disposigo dos sub-ramais neste caso sera ao longo de corredores alternados. ‘Quando se tém estantes de niveis miltiplos, com passadigos com aberturas laterais para ventilag0, 0s sub-ramais de- vem ser instalados em corredores altemados, tanto no plano horizontal como no vertical, como mostra a figura 3.25. ee 4 tH Z tt tH Are Bea RHR Sc 4 RRA HF po HH HH HH AB etd BArsa\ /p- ec ee Rei BH fd i to RH FAA | HH nen 4 pd Deed eH BH RHA HH Ea b44 FHA HAF = tad btd bd Pe ‘Chuveiros automiticos em estantes miltiplas de uma biblioteca com divisrias verticals incom- Figura 3.25 jletas (Fonte: NFPA 13:2002) 2 completas, quando a diviséria vertical € continua do piso ao topo da estante. Neste caso, deve haver um sub-ramal de chuveiros automaticos em cada corredor, independente de haver venti- lacko através dos passadicos das estantes de niveis miltiplos, ver figura 3.26. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. © dutos verticais: ‘@ um chuveiro no topo de cada duto vertical; Sistemas de chuveiros automsticos 143, + um chuveito no ponto médio de cada mudanga de diresdo, se houver; ¢ um chuveiro a cade 4,6 m. Os dutos verticais localizados fora do edificio, que nao extraem produtos combustiveis do interior do ambiente, ilo necessitam de chuveiros ou projetores automaticos, LEGENDA. 1. Exaustor 3. Chuveiro no ponto médio das mudangas de diregio $. Chuveiro em duto horizontal 7. Chuveiro na conexio do duto vertical com a coifa 9. Chuveiro no pleno da coifi 11. Afastamento: de 0,60 a 1,10 m acima do tacho de fritura 13, Dimensdo maxima do tacho de fritura: 75 em 15. Chuveiro especifico para tacho de fritura 2. Chuveiro no topo do duto vertical 4, Afastamento méximo de 1,5 m nos dutos horizontais 6. Afastamento méximo entre chuveiros: 3,0 m. 8. Posigaio do chuveiro: de 2,5 a 30 em acima da coifa 10, Afastamento minimo: 2,5 em 12. Tacho de fritura 14. Chuveiro acima dos equipamentos Observagde: na protesdo dos equipamentos de cozinha e sistemas de ventilago podem ser usados tanto chuveiros automaticos como projetores. Figura 3.29 Tastalagio com a localizagio dos chuveiros ou projetores usados na protecdo dos equipamentos de cozinhas comerciais e sistemas de ventilacio (Fonte: N Coifas As coi nas seguintes condigdes: 1s do sistema de exaustio dos equipamentos de cozinha, cabinas de pintura, etc,, precisam ser protegidas ‘+o chuveiro ou projetor automatic deve ser posicionado entre 2,5 cm e 30,0 em acima de cada ponto de cone- xo do duto de exaust com a coi © as cabinas com dimensdes até 3,0 m necessitam ter um chuveiro ou projetor automatico centrado; a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistomas de chuveiros aulomaticos 147 Quando for usado gis nitrogénio em cilindros nio & necessdria a utilizagdo de duas linhas de alimentacao, Nota 1 Quando ndio se usa agua para escorva, ndic hi necessidade de vaivuia de retengio, 2. Accanalizagto de alimantagio de ar deve ser conectada no topo ou na lateral da coluna de alimentagtio do sistema. um comprimento minieno de 1,9 “Ambiente refrigerado ‘minim 19 (68) ‘Batrada dear do “heczer™ Notas: 4 S808 mandmetros P; e P, nd indicarem presses iguais, isso pode signicar que @ linha de ar esta bloqueada ou que 0 bas- tecimento de ar esta com defeito. 2 Nio é necessario secador de ar nem filtro quando a capacidade do sistema & menor que 950 lis. Sistema de chuveiros automiticos em area refrigerada usado para minimizar a possibilidade Figura 3.31 | ge formagdo de gelo nas canalizagdes (Fonte: NFPA 13:2002) a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistemas de chuveiros automatics _ 151 3142 POSICIONAMENTO DOS SUPORTES DE FIXAGAO. 31421 Posicionamento dos suportes de fixagdo nos sub-ramais 2 “A fixagio dos sub-ramais, com canalizagdes de cobre ou de ago galvanizado, deve ser com um suporte em cada -segmento de canalizacao entre dois chuveiros autométicos” ‘So excegdes 0s casos descritos a seguir: ‘© quando 0 espagamento entre os chuveiros autométicos for inferior a 1,80 metros, o espagamento entre 0s su- portes de fixaciio nio deve exceder a 3,70 metros; ‘© para o trecho inicial, entre o ramal ¢ o primeiro chuveiro automitico do sub-ramal, quando 0 espagamento no exceder a 1,80 metros, o suporte é dispensével, ver figura 3.35. Quando o sub-ramal for o tiltimo de um siste- ma de alimentago lateral ou que tenha sido omitido um suporte intermediério no ramal, no pode ser omitido © suporte no trecho inicial do sub-ramal 3,70 $3.70 $370 Espagamento maximo entre suportes de fixagio quando o espaamento entre chuveiros for Figura 3.35 | menor que 1,80 metros (Fonte: NFPA 13:2002) QO espacamento maximo permitido entre o dltimo chuveiro automético dos sub-ramais € 0 suporte de fixagio ‘mais proximo, em fuungio do didmetro, ¢ dado pela tabela 3.19 e mostrado pela letra “A” da figura 3.36. Quando este espagamento maximo deve ser excedido por questdes construtivas, por niio ter onde fixar o suporte, a canali- zago deve ser prolongada além do iltimo chuveiro do sub-ramal e ser fixada com um suporte adicional, como & ‘mostrado na mesma figura pela letra “B”, Espagamento miximo entre o iltimo chuveiro do sub-ramal e o suporte mais proximo em fun- ‘Tabela 3.19 | cao do didmetro (Fonte: NFPA 13:2002) Didmetros das canalizapbes ‘mm B % 240 Espagamentos maximos A e B entre o ultimo chuveiro de um sub-ramal e o suporte de fixacio Figura 3.36 | mais préximo (Fonte: NEPA 13:2002) a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistemas de chuveiros automaticos 159 dos segmentos de canalizagdo ¢ a altura manométrica, resultando valores menores € mais precisos que no dimensiona- ‘mento por tabelas. ‘Tabela 3,22 | Velumes minimos da reserva técnica de incéndio para sistemas de chuveiros automaticos cal- culados por tabelas segundo a NBR 10.897:1990 ra Vazio minima Tempo minimo Volume mnie Pressées minimas = ‘dabomba de oporacho do reseratério o min in m Wa Tee 00 0 0 110 tomt, 1800 0 108 110 an 2600 0 185 110 =e 4800 60 270 250 Bivaorsnaro 0 0 = = (7) As vazbes e presses da tabela 322 so minmas e eslabelecdas para a valula de governow lame dou Ghave de fuxe de dgua, No mensions ‘mento po abeas deve-secbservay 0 que segue ~ ‘umsains:eicionar a prosso esta (desrivel) one a valuta de goveno alae el chave de haxo de quae o chwveto avtorico mals ee- ‘ado da instalardo; andes nas vazes da abel acma, no esto inca as vaztes dos sistemas de hidantes ou mangtinhos quando os sstomasforem counties. Nota Na nova versio ds NBR 10.897 no deverd parecer mais a classe de riso Orinda gol es valores da tabela 3.22 poder sofrerateragées. O profsional sempre deve esta aloo is revises perédcas das noma. 2 Segundo a NBR 10.897:1990 A NBR 10.897:1990 especifica 0 mesmo volume para os dois métodos de céilculo, embora 0 volume de agua da reserva técnica de incéndio seja calculado no método do céleulo hidriulico. Embora os volumes obtidos no célculo hidriulico da instalagao déem bem menores que os estabelecidos para 0 dimensionamento por tabelas, deve-se adotar 0 que determina a lei municipal, estadual ou, ento, o volume preconiza- do pela tabela 3.22, da NBR 10.897:1990, ainda. Comentirio! A NBR 10.897:1990 especifica os mesmos volumes da reserva técnica de incéndio para os dois métodos de cdlculo indistintamente, de acordo com a classe de risco da edificagdo, tirando uma das imimeras vantagens do cileulo hidréutico. Este método ainda apresenta outras vantagens além da menor reserva de gua, como o cdilculo das vazbes e ressdes em todos os chuveiros automaticos e as didimetros de todos os segmentos de canalizagdo, gerando uma instalacdo mais confidvel e, principalmeme, mais efica: ¢ econdmica. Certamente, ndo é 0 maior volume de dgua da reserva técnica de incéndio que vai gerar maior seguranca contra 0 fogo para a edificagdo, mas sim um projeto ‘bem elaborado e executado, além de uma manutencdo correta e permanente. Creio que na préxima revisdo da NBR 10,897 deverdo ser modificados estes critérios ¢ valores, jd que esta ‘norma esté completamente desatualizada e praticamente fora de uso. ‘Todos os detalhes das duas formas de dimensionamento serdo vistos nos capitulos 7 ¢ 8, deste livro. 1542 Tanque de pressdo © tanque de pressio consiste num cilindro de ago, usado na posigdo vertical ou horizontal, que tem uma capaci- dade de reserva de fgua de acordo com a classe de risco, com 2/3 do seu volume com gua e 1/3 com ar sob pressio, ‘que funciona como acumulador de energia. ‘Uma importante limitago do seu uso & 0 pequeno volume de égua que é capaz de armazenar. Mas, em situagdes ‘onde um adequado volume de agua de fonte primaria nao apresenta uma pressio suficiente para servir diretamente 0 sistema de chuveiros automaticos, o tanque de pressio tera condigdes de atender os primeiros chuveiros automaticos {que entrarem em operagio. A conveniéncia da utilizagdo do tanque de pressio como alternativa de suprimento de gua para um sistema de chuveiros automaticos deve ser analisada para cada caso. E utilizado para riscos Leve ¢ Ordinario (grupo 1), pois a reserva de agua disponivel é pequena ¢ usada de forma exclusiva para 0 combate a incéndios com chuveiros automiticos, hidrantes ou mangotinhos. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistemas de chuveiros automaticos 163. m = coeficiente de “h”, cujo valor é de acordo com a proporgo de ar no tanque de pressio, podendo variar de 30 kPa (3 mea) para 1/3 de R, 20 kPa (2 mea) para 1/2.e 15 kPa (1,5 mca) para 2/3, para as duas classes de risco que é permitido 0 seu uso, segundo a NBR 10,897:1990. A NBR 10,897:1990 recomenda que se acrescente as presses, nos dois casos, as perdas de carga nas canaliza- es, valvulas e conexdes entre a saida do tanque de pressio ¢ as valvulas de governo € alarme e a chave de fluxo de gua, considerando a vazio méxima para a classe de risco da instalagZo. Essa perda de carga a ser acrescentada deve ser, no minimo, 30 kPa (3 mca). Fornece, ainda, a tabela 3.23, que indica a pressio minima do ar no tanque de pressio para diversos niveis de Agua, para cada classe de risco, jé considerando como perda minima de pressdo na canaliza3o igual a 30 kPa. ‘Tabela 3.23 | PFessHo minima do ar no tanque de pressio para diversos nivels de Agua para cada classe de risco (Fonte: NBR 10.897:1990) ‘Presso de ar minima a ser mantidano tanque quando seu fundo estdsituado () no nivel dos chuveiros abaixo dos chuveiros (*) 360 6 0 30 Lee 540 54 20 20 380 38 15 15 13 500 Ey 30 30 Orinaro * 300 » 20 29 200 20 1 15 7) Consiera-e undo do enque stuado em relardo aos chuveios automatics mals desavoravels (7) Preso qu dove ser aciconada para cada mato ou ago deatra eno funda donque e os chu automtins mais detavorivels mai ace). 315426 Vantagens Podem ser destacadas as seguintes vantagens do tanque de pressio: Menor custo inicial; Ocupasao de espago reduzido na edificagio; Permite ser instalado em qualquer area; Reduzido peso do volume de gua sobre a estrutura quando instalado na cobertura; Permite modulagao do sistema com o acréscimo de novas unidades de acordo com o aumento da demanda, ooocoo 3188 ABASTECIMENTO DE AGUA ATRAVES DE FONTE EXTERNA © abastecimento de digua através de fonte externa é feito com hidrante de recalque ou de passeio instalado na drea frontal da edificagdo. Ele & de uso exclusive do corpo de bombeiros e possibilita o suprimento do sistema de cchuveiros automatics com agua recalcada a partir de autobomba-tangue ou da rede piblica, desta se houver pressio suficiente. Na realidade, como nfo se conhecem as pressdes nos hidrantes da rede piblica, que podem variar muito de acordo com a hora do dia, da estagio do ano, causas acidentais, etc, ela € usada somente para alimentar os auto- bbomba-tanques. Os tipos de hidrantes de recalque, possibilidades de localizagio, aspectos construtivos, etc., jé foram detalhados no item 2.14, do capitulo 2, valendo aqui as mesmas consideracdes. Quando a rede de alimentagZo for comum para os sistemas de chuveiros automiticos e hidrantes ou mangotinhos © houver hidrante de recalque externo de facil acesso ao corpo de bombeiros ¢ scus equipamentos, ele pode substituir 0s hidrantes de recalque especificos. Quando os hidrantes de recalque forem exclusivos para cada sistema, eles devem ser identificados claramente no interior das respectivas caixas, com a letra H para hidrantes ¢ CA para chuveiros auto- miticos. Nos sistemas de chuveiros automiticos todos os hidrantes de recalque devem ser dotados de walla de retencdo, sem a necessidade de valvula de bloqueio. Importante! Os hidrantes de recalque para o abastecimento de sistemas de chuveiros automaticos devem ter vélvula de retencdo, nao necessitando de vilvula de bloqueio. 164 _Teimo Brentano Intaiogbes hidrxlicas de combate a nots nas ediicagbes 21551 Hidrantes de recalque abastecimento de digua ao sistema de chuveiros automiticos deve ser feito com hidrantes de recalque com duas entradas de gua, com diimetro de 65 mm, com adaptador ¢ tampio de engate ripido do tipo Storz. A instalago tem ‘as mesmas caracteristicas ¢ observagdes dos hidrantes de recalque apresentados nas figuras 2.39 e 2.40, para sistemas de hidrantes e mangotinhos, devendo, no entanto, ser observadas as particularidades exigidas em cada sistema. Quando ‘as duas entradas sio constituidas de peca tinica, ligadas a 45°, ¢ chamada de conexdo siamesa. Silo apresentadas nas figuras 3.44, 3.45 e 3.46 as formas como o hidrante de recalque com duas entradas de agua pode ser instalado para abastecer o sistema de chuveiros automiiticos. Ele pode ser instalado na parede ou no muro frontal da edificagdo, ser de coluna, localizado na entrada da edificagdo, junto ao passeio e/ou pitio interno acessivel, ambos com entradas de gua a uma altura entre 60 cm ¢ 1,0 metro acima do piso, ou em caixa de alvenaria ou concreto com tampa metalica, no passeio pablico. ‘Como nio foram apresentadas as figuras de hidrantes de recalque com duas entradas de égua para sistemas de hridrantes, as figuras abaixo podem ser usadas, desde que feitas as devidas adaptagdes exigidas por norma, jé detalhadas no item 2.14, do capitulo 2. ‘Importante! @ hidrante de recalque instalado em caixa de passeio somente deve ser usado quando for comprovada tecnica- ‘mente a impossibilidade de se usar uma das outras duas alternativas. As razdes podem ser facilmente entendidas, pois ‘com o passar do tempo a tampa fica emperrada ¢ a caixa onde o hidrante esté alojado pode se encher de lama ou areia, tornando impraticdvel sua imediata utilizagdo numa emergéncia. Novamente a falta de manutengdo constante _pode ser motivo de uma instalacdo se tornar ineficiente ou imitil no combate a incéndio. LEGENDA 1, Coluna de recalque,@ 100mm 2, Valvulade retengio. «3. Entradas de 65mm 4, Conexdo siamesa Hidrante de recalque de parede com duas entradas de dgua de 65 mm (Fonte: NBR Figura 3.44 | 19.397:1990) 31552 Ponto de conexdo do hidrante de recalque ao sistema de chuveiros automaticos © ponto de ligagiio do ramal do hidrante de recalque & coluna de incéndio deve ser localizado junto a valvula de controle automitica, com posigao relativa de acordo com 0 tipo de sistema de chuveiros autométicos, segundo a NFPA 13:2002, conforme apresentado abaixo: ) sistema de Canalizacdo Mothada: acima da valvula de governo e alarme, ver figura 3.47.2; ) sistema de Canalizacao Seca: antes da valvula de canalizagao seca, ver figura 3.47. ©) sistema de Pré-Acdo: acima da valvula de pré-agdo ¢ antes da segunda vilvula de retengdo, ver figura 3.47.c; 4) sistema Dilivio: acima da valvula dilivio, ver figura 3.47.4. Cuidado! Jamais 0 ramal do hidrante de recalque pode ser conectado & canatizacdo de suc¢ao do sistema de bombas. ‘Sistomas de chuveiros automaticos 165 Observacao! Sistema Dilivvio, que necessita de grande vazdo de dgua ¢ que excede a capacidade do autobomba-tangue do corpo de hombeiros, nao necessita obrigatoriamente de hidrante de recalque. Hidrante de recalque de coluna com duas entradas de agua de 65 mm (Fonte: NBR Figura 10,897:1990) LEGENDA. 1. Cabegote de hidrante, @ 100mm, 2. Entradas de 65 mm 3. Valvula de retengaio |Hidrante de recalque em caixa no passeio com duas entradas de agua de 65 mm (Fonte: NBR 10.897:1990) Figura 3.46 a You have either reached 2 page thts unevalale fer vowing or reached your ievina tit for his book. Sistomas de chuveiros automaticos 167 #60: didmetro de 25 mm (1"); ¢ S$ 24,0m: diametro de 32 mm (11/4”). * de quando o ramal deve atender mais de um mangotinho ou o comprimento da canalizacdo for maior que 24,0 metros, 0 didmetro minimo do ramal em toda sua extensio deve ser de 40 mm (11/2”); * a canalizagio descida para o ponto do mangotinho pode ser de diimetro nominal minimo de 25 mm (1"). 316 INSPEGAO, TESTE E MANUTENCAO DE SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMATICOS A grande questiio que envolve a eficdcia de um sistema de chuveiros automiticos, além de um projeto bem ela- borado e executado, ¢ que seja mantido sempre em boas condigdes de funcionamento. Somados os custos das perdas de vidas, custos das perdas materiais devido aos danos ou destruigao total do imével, os lucros cessantes devido a in- terrupgdo da produgto e, ainda, os custos juridicos devido a falha do sistema de protecdo, justificam plenamente um programa permanente de inspegdes, testes e manuten¢do, Para que isso seja possivel, os componentes de toda a instala- ‘glo devem sofrer inspeedes e testes periddicos para determinar, se houver necessidade, os tipos de agdes de manuten- ‘slo requeridas para manter a operacionalidade do sistema E importante que cada sistema tenha registros das inspepdes, testes € manutengdo periédica, de tal forma que se tenha um histérico para comparar 0s resultados e verificar as reais condigdes do sistema em cada momento. Primeiramente serdo expostas as condigdes de aceitago dos sistemas de chuveiros automaticos, seguindo orien- tagdes da NFPA 13:2002 e NFPA 25:1998. Apés, serio apresentadas as rotinas de inspegdes e testes periddicos basea- dos nas mesmas normas. Comentirio! Serio relacionados alguns quesitos baseados na NFPA 13:2002 e NFPA 25:1998, apenas como sugestéo, que ‘podem fazer parte de formulirios que devem ser preenchidos por ocasido de vistoria ou de verificagao das “Condi- ‘¢0es de aceitagio do sistema” e de um “Plano de manuten¢ao. Cada prefeitura pode ter seus formulérios préprios, com quesitos de acordo com as suas realidades, ou adotar os formularios de dmbito estadual ou os recomendados pe- Jas normas brasileiras. 3161 CONDIGOES DE ACEITACAO DO SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMATICOS Apds 0 projeto executado, a aceitagdo do sistema deve ser feita por profissional legalmente habilitado, com a ve- rificagdo dos parimetros principais de desempenho da instalago projetada para a edificagdo. A accitago do sistema compreende: Q_inspegao visual; testes de estanqueidade; testes de funcionamento. 3161.1 Inspegao visual A inspegaio visual compreende a verificaglo de que todos os equipamentos, canalizagdes e acessérios foram ins- talados de conformidade com o projeto claborado. Caso tenha havido modificagdes na execu, com a devida aprova- ‘do do projetista, elas devem posteriormente ser incluidas no projeto. 'Na inspego, os questionamentos a seguir devem ser respondidos: © posicionamento dos chuveiros autométicos conectados nos sub-ramais corresponde aos indicados no projeto? ‘0s equipamentos, dispositives e acessorios esto montados de acordo com o previsto no projeto? © sistema de bombas esta localizado de acordo com 0 projeto, com todos os seus acessérios? a reserva técnica de ineéndio ests armazenada convenientemente e no volume adequado? ‘© mimero de chuveiros sobressalentes demais equipamentos de reposico ¢ de montagem esto de acordo com © previsto no projeto e devidamente armazenados? caso a edificagao tenha dois ou mais sistemas, estes podem ser prontamente identificados quanto as suas caracte- risticas de funcionamento e finalidades? eoooe o 31612 Testes de estanqueidade Os teste de estanqueidade compreendem a verificagdo do comportamento dos equipamentos € canalizagdes em face de possiveis vazamentos, que nao sto tolerados.