Revista Agrarian

ISSN: 1984-2538

(Revisão) O capim-buffel The buffel Flávio Pinto Monção1, Euclides Reuter de Oliveira1, Rafael Henrique de Tonissi e Buschineli de Goes1
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Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), Rod. Dourados-Itahum, km 12, Caixa Postal 533, CEP 79.804-970, Dourados, MS E-mail: moncaomoncao@yahoo.com.br

Resumo. A produção animal por um longo período de tempo teve como sustentáculo da alimentação a vegetação nativa. Entretanto, no transcorrer das últimas cinco décadas tem-se observado um esforço para se produzir a alimentação do rebanho através dos cultivos de plantas forrageiras. Várias gramíneas têm sido avaliadas, ao longo dos anos, para a formação de pastagens, buscando-se, sobretudo, elevada produtividade e persistência. O capim-buffel é a gramínea que, atualmente, apresenta-se com maior destaque nas pastagens cultivadas das regiões secas. Originário da África, Índia e Indonésia foi introduzido na Austrália nos anos de 1870 a 1880, e a partir daí tem sido estudado e selecionado diversas variedades. Sabe-se que o valor nutritivo de uma planta forrageira é representado pela associação da composição bromatológica, da digestibilidade e do consumo voluntário da forrageira pelos animais em pastejo. Assim sendo, é de grande importância o conhecimento da produção de matéria seca (MS), do teor de proteína bruta (PB) e de fibra em detergente neutro (FDN), além de outros fatores. Objetivou-se por meio desta revisão reunir informações mais relevantes sobre o capim-buffel visando explanar dados científicos para facilitar a utilização deste material na intensificação da produção animal em sistemas pastoris para ruminantes. Palavras-chave. Forragem, nutrição animal, pastagens, ruminantes Abstract. Livestock production for a long period of time was to feed the mainstay of native vegetation. However, in the course of the last five decades there has been an effort to produce the power of the flock through the cultivation of fodder plants. Several grasses have been evaluated over the years, for the pastures, seeking, above all, high productivity and persistence. The buffel grass is the grass that currently presents itself most notably in the pastures of dry regions. Originally from Africa, India and Indonesia was introduced in Australia in the years 1870 to 1880, and has since been studied and selected varieties. It is known that the nutritional value of a forage plant is represented by the association of chemical composition, digestibility and voluntary intake of forage by grazing animals. It is therefore of great importance to study the production of dry matter (DM) of crude protein (CP) and neutral detergent fiber (NDF), and other factors. It aims to bring this review with more relevant information about the buffel grass in order to explain scientific data to facilitate use of this material in the intensification of animal production in grazing systems for ruminants. Keywords. Animal nutrition, forage, pasture, ruminants. Introdução A vegetação nativa foi um grande sustentáculo na alimentação e produção animal por um longo período de tempo nas regiões brasileiras. Entretanto, no transcorrer das últimas cinco décadas tem-se observado um esforço para se produzir a alimentação do rebanho através dos cultivos de plantas forrageiras. Várias gramíneas têm sido avaliadas, ao longo dos anos, para a formação de pastagens buscando-se, sobretudo, elevada produtividade e persistência. Dentre estas se destaca principalmente o capim-buffel (Cenchrus ciliaris L.) par a regiões áridas e semiáridas (Moreira et al., 2007). O capim-buffel é a gramínea que, atualmente, apresenta-se com maior destaque das pastagens cultivadas nas regiões secas como o semi-árido nordestino. Originário da África, Índia e Indonésia foi introduzido e explorado na Austrália nos anos de 1870 a 1880, e a partir daí tem sido estudado e selecionado diversas variedades. O capim-buffel é uma espécie perene, 258

Monção et al. (2011)- Dourados, v.4, n.11, p.258-264, 2011

1981). Entretanto.Revista Agrarian ISSN: 1984-2538 (Revisão) de porte variando de 0. 1981). a SUDENE. visando aproveitar a estabelecidas nas regiões secas. de até cinco anos. ressaltando a boa capacidade foi introduzida no Brasil em 1953. objetivou-se por meio desta revisão reunir informações relevantes sobre Produtividade e qualidade nutricional da o capim-buffel visando explanar dados científicos forragem Para o sucesso de um sistema de para facilitar a utilização deste material na produção. ponderal. dos níveis de produtividade dessa forrageira. A principal forma de alcançar estes devido á sua tolerância ás secas. objetivando o ajuste de dietas Segundo LEDIC (2002). C. esta forrageira de Oliveira (1993). fundamental conhecer as características qualitativas e quantitativas da gramínea a ser Características adaptativas do capim-buffel utilizada. O capim-buffel potencialidade do capim como complemento da apresenta raízes profundas e desenvolvidas. é pastoris para ruminantes. pastagem nativa. o capim-buffel apresenta-se apoiou o plantio de milhares de hectares de com alta potencialidade sob maiores níveis de capim-buffel. de onde foi levada para o nordeste e períodos de estiagem e a baixos índices após passar por algumas avaliações iniciais.4. C. 2004). (2001) citados por nativa. grande período de seca. estabelecimento. 2000). alcançar o potencial genético e desempenho têm sido bastante disseminado nas regiões áridas.5 m de altura. no Texas a principal dificuldade no Alguns cultivares tem sido usados.11. a sua se apresenta grande resistência ao déficit hídrico implantação pode também estar associada ao comparando com os demais cultivares manejo integrado. apesar da alta semelhante à Agraer no MS e Emater em MG.6 a 1. 1993). como "feno consideradas de importância fundamental para em pé" por um longo período. máxima da capacidade digestiva dos animais para echinatus. vem desenvolvendo trabalhos que produtividade de diversas variedades do capimpossam oferecer aos produtores informações sobre buffel varia de lugar para lugar. o ataque das cigarrinhas-das-pastagens e a excelente adaptação ás condições de solo e clima. Geralmente vem objetivos é ajustar a quantidade e qualidade da sendo utilizado como substituto do capimdieta baseando-se nas exigências nutricionais dos colonião nessas regiões porque tolera bem a seca e animais (Cardoso et al. (1980) citados por Dantas Na década de 60. Resultados que coincide com os Segundo Oliveira (1993). Em muitas áreas o com outras forrageiras perenes. de acordo com a diversos aspectos de clima.. autores. setgerus. esta região como a adaptação e resistência ao como acontece com outras espécies. seu cultivo tem se dado com retirada da vegetação Segundo Vieira et al. este capim do nutricionalmente equilibradas e a exploração gênero Cenchrus com variedades C. onde a alimentação é um dos fatores intensificação da produção animal em sistemas que mais oneram os custos de produção.A capim-buffel. Com esse objetivo poderá ser aliadas à presença de rizomas medianamente mantido o equilíbrio ecológico. com produtividade média variando de 8 a (Oliveira. constituindo a principal base de umidade do solo.. Neste contexto. C. no estado de produtiva da gramínea. tripuloides. Conforme esses semi-árido Brasileiro (Lira et al. solo. além da demonstrou possuir várias características capacidade de permanecer no campo.258-264. pois somente desenvolvidos. v.viridis..ha-1 ano-1 de matéria seca (Oliveira.(2000) observaram que.Dourados. o capim-buffel é uma forragem que suporte das propriedades. maior ou menor adaptação às condições locais. desde que as condições naturais pastagens cultivadas disponível para o rebanho no de crescimento sejam favoráveis. Monção et al. resistindo ás condições de irregularidades pluviais dependendo da variedade ou cultivar. sua capacidade em explorar a água do solo A pesquisa. Americano e Molopo. (Moreira et al 2007). 1981 e Rodrigues et al. estabelecimento do capim-buffel irrigado é o podendo-se destacar as variedades: Gayndah. resistência à seca. n. baixo vigor das sementes e a severa competição Biloela. 12ton. órgão Neto et al. na área de pastagens de (Ayersa. (2011).. buscando aumentar a capacidade de Nunes (2004). pluviométricos (<100 mm anuais). resistência a longos São Paulo. sem se decompor. Bovey et al. p. 2011 259 . ciliaris e C. permitem o adiamento da parte da área da vegetação nativa seria substituída desidratação e a manutenção do turgor devido a pela pastagem cultivada.

No entanto. Uma leguminosa muito utilizada na região semi-árida em consórcio com o capim-buffel é a leucena. colmo). 1992).84 32.21 10. muitos trabalhos tem sido desenvolvido buscando resolver o déficit nutricional e a oferta da gramínea no período de maior escassez de alimentos para os animais. Santos et al.(2002). que há uma grande variação no valor qualitativo da forragem estudada. Moreira (2007) Observa-se na Tabela 1.. Nota-se que o valor protéico e o teor de FDN do capim-buffel no período das águas constituem uma ótima fonte protéica e de alta digestibilidade para os animais. Isso ocorre porque a idade fisiológica da planta constitui um fator de grande importância que afeta sua composição química e. que na época seca chega a teores de 3 a 4 % de proteína bruta (Guimarães Filho et al. Por outro lado. é de grande importância o conhecimento da consumidas pelos animais. Entretanto Santos et al (2005) trabalhando com diferimento em pastos de capim-buffel. fundamental importância para os estudos da digestibilidade. Camurça et al. A finalidade da Leucena nesse caso e de outras espécies leguminosas é suprir a deficiência protéica do pasto de capim-buffel. Assim as plantas ou parte das plantas mais preferidas e sendo.5 Secas (Setembro) 72. Uma das formas de conservação e. 1997). no período seco o valor nutricional dessa gramínea deixa a desejar. Oliveira (2005) e Vilela (2010). 2005).88 Fonte: adaptado de Guimarães Flho et al (1995).. 2011 . além de outros fatores do capimSabe-se que o valor nutritivo de uma buffel. Segundo esse mesmo autor as folhas jovens apresentam em média 20 % de fibra em detergente neutro. degradabilidade. a composição química da planta varia de acordo com a idade da rebrota. a degradabilidade e digestibilidade de seus nutrientes e a eficiência de utilização (Gomide et al. neutro (FDN). o que 260 Monção et al. pois visa identificar forrageira conforme mostra a Tabela 1.. devendo ser suplementada com um sal proteinado ou consorciada com uma leguminosa. principalmente luminosidade. p. Tabela 1.49 50. influenciando positivamente o acúmulo de massa seca e negativamente a composição química e digestibilidade (Reis et al. condições do ambiente em que ela se desenvolve. 2000).11. 1969).4. Como o capim-buffel é mais explorado na região nordeste do Brasil.Revista Agrarian ISSN: 1984-2538 (Revisão) A determinação da dieta dos animais é de da composição bromatológica. A prática de diferimento leva a planta a avançar em seu estádio fenológico.Dourados. planta forrageira é representado pela associação . da umidade e da fertilidade do solo. da parte da planta (folha. além de detectar as produção de matéria seca (MS). e do consumo voluntário da nutrição animal em pastagem. A composição botânica da pastagem variou com o avanço do período seco e o pastejo dos animais. Os níveis de nutrientes e de digestibilidade indicaram ser o pasto de capim-buffel diferido de qualidade pobre ou regular daí surge à importância de consorciá-los com leguminosas. (2005). Resultados semelhantes foram obtidos por Combellas & González (1972). Segundo Oliveira (2000) os teores de proteína bruta das folhas jovens e folhagem em geral da leucena são próximos dos 35 e 25 % na matéria seca respectivamente. Composição bromatológica do capim-buffel em diferentes períodos do ano Período Composição Bromatológica (% na Materia Seca) MS PB FDN FDA MM EE DIVMS Águas (Janeiro) 23 12 21 1. melhoria do valor nutricional do capim-buffel é o DIVMO 36.2 45.04 68.79 uso do pastejo diferido (vedação do pasto no período das águas) e consorciado ou fornecido com leguminosas (Santos et al. concluíram que o uso do diferimento pode garantir disponibilidade total de massa forrageira suficiente para atender o bom nível de consumo pelos animais durante o período seco.258-264. temperatura do ar e disponibilidade de água no solo (Dantas Neto et al. do teor de carências alimentares dos mesmos ao longo do proteína bruta (PB) e de fibra em detergente ano (Peter. v.. (2011). 1995).82 3. n. por conseguinte.64 1.

p. respectivamente. com leucena no período das secas e águas. ha-1 e no período da secas. como no período chuvoso (Oliveira. por meio da seleção. Esses resultados foram variedades de capim-buffel é muito variável e isto está associada à maior ou menor adaptação às superiores aos encontrados por Lira (1990) e Gurgel et al. Contudo este mesmo autor na década de 80 não foram observadas diferenças para o ganho de afirmou que a produtividade das diversas peso (g animal-1 dia-1). verificaram a disponibilidade de fitomassa que constataram uma grande melhora no valor variou de 6. que. estudaram a disponibilidade do pasto Oliveira (2005) avaliando o ganho em de capim-buffel durante o período seco da região peso de bovinos alimentados com diferentes nordeste e encontraram produção com variedades de capim-buffel. trabalhando leucena. 3700 kg de MS ha-1. variedades Estes mesmos autores no ano seguinte principalmente a “pusa giant” poderão ser trabalhando com capim-buffel associado com incluídas como uma opção viável para formação leucena encontraram uma disponibilidade de de pastagens nas regiões semi-áridas do nordeste. e caprinos alimentados com capins-buffel e Souza & Espíndola (1999). em virtude da baixa qualidade da pastagem. com ovinos. o que poderia comprometer o valor equivalendo a um aumento de 149 % sobre o nutritivo da forragem. embora ganhos de matéria seca com cortes entre 42 e 56 dias de até 1000g dia-1 sejam alcançados em certas idade. trabalhando com brasileiro por Oliveira (1996) afirmando que a ovinos utilizando fenos de diferentes gramíneas tropicais. as pastagens hectare. com buffel conseqüente aumento do ganho de peso por Em regiões de clima tropical. valores médios para ganho de peso diário de 120g/animal/dia. n. trabalhando com ovinos condições locais. (2011). folha:caule. seco do ano e maior produtividade da pastagem. são capazes de Segundo Garcia & Silva (1980) o capimproduzir ganhos médios diários em torno de 500 a buffel pode atingir até 7 toneladas por hectare de 600 gramas. com os valores encontrados por Combellas & Ramirez et al. realizando cortes em peso.130 kg de MS ha-1ano-1.11.862 kg MS ha-1 no variedades “pusa giant e biloela” proporcionaram inicio da estação seca. inclusive capim-buffel. Há de se considerar que. épocas. novilhos de corte mantidos em pastagem de ocorreu sensível diminuição na relação capim-buffel ganharam 470 g cabeça-1 dia-1. observou valores entre 50 e 69.500 kg de MS ha-1ano-1.000 a 5.185 kg ganhos diários de 251 e 219 g animal-1 dia-1 -1 MS ha no final da estação. a seleção efetuada pelo encontraram.400Kg de MS degradabilidade e digestibilidade. carneiros foi suficiente apenas para atender seus variedade Gayndah.45 g dia-1. para protéico da forragem principalmente no período 3400 kg MS. obtiveram produção de capim-buffel nesta região está em torno de 5. CE. os animais corte aos 53 dias.500 kg MS ha-1 em setembro. durante alguns meses do ano. em virtude da qualidade da pastagem.Revista Agrarian ISSN: 1984-2538 (Revisão) nos leva a concluir seu alto potencial de forragem no período das águas de 6. em outros meses.4. (1992).500 kg de MS ha-1ano-1. que.Dourados. chegando a atingir 2. os nutrientes necessários para mantença e ganho de adequada para o capim-buffel. Segundo este mesmo autor em Quixadáprodução de matéria seca naquele período. Estes resultados estão requerimentos de mantença. 2011 261 . por animal/ dia. próximos dos encontrados no semi-árido Camurça et al (2002). enquanto. Segundo este autor. Entre as gramíneas estudadas. cultivadas. períodos chuvosos dos anos 1980 a 1983. os autores utilizaram adubação conseguiam obter. variando de 6 a 12 toneladas de MS ha-1ano-1. Estes resultados coincidem ganho na pastagem nativa que foi de 189g dia-1. além da irrigação. no tocante ao capim-buffel. sem reduzir a Desempenho animal em pastagem do capimtaxa diária de ganho de peso dos animais. conclui que as disponibilidade inicial de 6. na maioria das vezes. Estes mesmos autores destacaram. Silva et al. Souza & Espíndola (2000) trabalhando na Moreira et al (2007) trabalhando com região nordeste com o capim-buffel em consórcio capim-buffel no semi-árido Pernambucano. com época do primeiro em pastagens de capim-buffel e observaram que. (1987).258-264. v. permitindo elevar a taxa de lotação. Monção et al. produtividade média de 4. apesar do aumento substancial na 1981). entretanto. (1995) avaliaram durante Gonzáles (1972) que encontraram rendimentos de um ano o comportamento ingestivo de carneiros 6.

Produtividade e importantes para manutenção de uma alta características morfológicas do Capim Buffel produção e vida longa das pastagens (Cenchrus ciliaris) cv. 8. v. I.N.G.F.. LIMA..6. v. SANTOS.G. FAESE. p. LÔBO. Gayndah. 1981..623634.329-342. através de recursos do pasto é fazendo uma FURTADO.53-55. Ano 1997. J. A . 31 nº 5 Viçosa. OLIVEIRA. SENAR.6. 1980. J. papel preponderante através dos distintos sistemas pastoris utilizados.A. Considerações sobre a produção leiteira no semiárido.G.Dourados.W. Brasília. n. F. MELLO. CNA. E.G. v..A.A.G. . 1992... MARKLEY. tropicales. SILVA. A. Suplementados com Feno de Leucena . 29. (2011).2. Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-Árido (CPATSA). p 46.1832-1843.. Pesquisa Agropecuária Brasileira. SOUZA. M. Biloela. Influência da precipitação e utilização mais adequada de gramíneas forrageiras idade da planta na produção e composição perenes.Sistema Caatinga-Buffel-Leucena para Produção de Bovinos no Semi-Árido. 1225-1230.F. 116-119.G.M. p. Madison.258-264.1519-1526. M. SOARES.B. 2004.. SOARES.S.. VASCONCELOS. 61. 2011 .11. D. CARDOSO.G. S.G. Considerações finais A forma de melhorar a produção animal DANTAS NETO. BOVEY.72. GUIMARÃES FILHO. Desempenho produtivo de ovinos alimentados com dietas à base de feno degramíneas tropicais. GURGEL. pelo seu alto Rendimientos y valor nutritivo de forrages índice foliar..et al.A. Embrapa 1994. SOARES. Buenos Aires..L..C. Embrapa Centro de Pesquisa Agropecuária do Response of rlein grass and buffel grass to Trópico Semi-Árido (CPATSA. Desempenho de capim GUIMARÃES FILHO.9. ano 2002. Avaliação do feno de leucena no crescimento de cordeiros morada nova em confinamento. v. p. 262 Monção et al. Revista estabelecidas.C. p. R. alto..N. VALADARES FILHO. 2ª Edição São Paulo. Referências p.11. n.C. Maracay.V.4. n. Vol.. O capim-buffel vem demonstrando Brasileira de Zootecnia. Consumo e digestibilidade aparentes totais e parciais de rações contendo diferentes níveis de concentrado. V. El buffel grass: utilidad y manejo de una promisoria graminea. J.C. A utilização de plantas adequadas a um bom manejo do pasto são os fatores mais GARCIA. v.. Agronomy Journal.S. e novilhos F1 Limousin X Nelore..413-420. v. et al. Revista Brasileira de Zootecnia. and in vitro cellulose digestibility of tropical grass.. buffel sob vários métodos de estabelecimento no Desenvolvimento de Bezerros Desmamados sertão de Pernambuco. J. 1. cv. J. PIMENTEL. Madison. LIRA. p. n. AYERSA.D.M. LEDIC.29. Cenchrus ciliaris L.R.M. quanto para produção de feno. M.. U. Brasília. 2000.35. devido principalmente á sua GOMIDE. NEIVA. eficiente. M.. Ano 2002.A.. COELHO DA SILVA. p... S.R. R. J.G.27.F. Anais.C.22. BAUR. R.J. J. M.1.A. R. A. GONZÁLES.. R.S.J. Pesquisa Agropecuária e utilizando práticas culturais e de manejo mais Brasileira. v. RICHÉ. II. J. Ano 1995.Revista Agrarian ISSN: 1984-2538 (Revisão) tanto para pastejo por bovinos devido ao seu porte COMBELLAS. p.. Pesquisa Agropecuária Pastejando Caatinga e Capim buffel e Brasileira. Effect of plant age and característica resistente diante de climas nitrogen fertilization on the chemical compositon agressivos.R.. mais produtivas.9. no semi-árido brasileiro ser capaz de cumprir um 1980. In: Nordeste Rural I. n. nº 34). n. n. v.R. n. 2000. CAMURÇA. de maior valor nutritivo química do capim-buffel. Manual de Bovinotecnia Leiteira Alimentos: Produção e fornecimento. 1972. J. A.J. Circular Técnica herbicides. Agronomia Tropical. p. Aracaju. ALBUQUERQUE. L. Agronomy Journal. n. SILVA.. 1969. Revista Brasileira de Zootecnia. 139p.

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