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Doenças Dermatológicas da Genitália Masculina de A a Z

Doenças Dermatológicas da Genitália Masculina de A a Z

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Doença de Bowen é caracterizada por
malignidade cutânea de crescimento
lento.

(Ca espinocelular in situ)

O principal sintoma é mancha marrom-
avermelhada, escamosa ou crostosa na
pele que lembra psoríase ou dermatite.

Distúrbios neoplásicos

Doença de Bowen

Ocorre em homens com 30 a 50
anos e está associada ao HPV.

Placa:
Eritêmatoescamosa/crostosa com
limites bem definidos.

Não tratado adequadamente –
invasivo e metástase.
Tratamento:

1-Exérese.
2-Criocirurgia com N2 líquido.
3-5-Fluorouracil.
4- Imiquimod 5%.

5 fluoracil: Efurix creme com 15 gramas.
Imiquimod: Aldara creme a 5%.

Distúrbios neoplásicos

Doença de Bowen

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Se associa com o papilomavirus humano (HPV).
Diagnóstico feito com biópsia

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Diagnóstico
diferencial:
-Balanopostite crônica.
-Balano-postite
plasmocitária (Zoon).
-Líquem plano.
-Psoríase.

Tratamento:
1-Aplicação tópica de 5-fluorouracil.
2- Aplicação tópica de imiquimod
3-Eletrocoagulação
4- Laser – CO2 – YAG
5-Criocirurgia.
4-Exérese cirúrgica.
Se o anátomo mostra invasão deve ser
tratado como carcinoma epidermóide
invasor.

5-fluorouracil: Efurix creme.

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Eritroplasia que evolui
para CâNCER

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

Distúrbios neoplásicos

Eritroplasia de Queyrat

BOWEN NA MUCOSA

•A Papulose Bowenoide é uma entidade HPV-
relacionada, a qual afeta jovens sexualmente
ativos, entre os 16 e os 35 anos de idade.
Microscopicamente apresenta características de
uma neoplasia intra-epitelial de alto grau /Doença
de Bowen, mas com uma distribuição mais focal e
com uma maior maturação dos queratinócitos do
que o observado na doença de Bowen. Os
pacientes apresentam pápulas avermelhadas
múltiplas ou isoladas, afetando usualmente a haste
do pênis, e ocasionalmente a glande (Fig. 4) ou o
prepúcio. É uma lesão benigna, transitória, auto-
limitada, mas devido a sua associação com
infecção do tipo HPV de alto risco, como o HPV-
16 e o HPV-18, existe a necessidade de um
seguimento clínico mais rigoroso nestes pacientes.

Distúrbios neoplásicos

Papulose Bowenóide

Carcinoma espinocelular in
situ (Intra-epidérmico)
Etiologia:
É doença causada pelo HPV tipo16, 18,
31, 32, 33, 34, 39, 42, 48, 51 e 54.
Clínica:
Específico de jovens sexualmente
Ativos (20 a 40 anos ).

É considerada de transmissão sexual.
Apresenta-se como pápula podendo
formar placas verrugosas agrupadas.

As pápulas não são pruriginosas.

Distúrbios neoplásicos

Papulose Bowenóide

Distúrbios neoplásicos

Papulose Bowenóide

As pápulas não
são pruriginosas.

Distúrbios neoplásicos

Papulose Bowenóide

Distúrbios neoplásicos

Papulose Bowenóide

Diagnóstico diferencial:

As lesões podem ser
clinicamente tomadas por
condiloma, ceratoses
seborréicas ou nevos.
Tratamento:

1-Exérese.
2-Criocirurgia com N2
líquido.

Distúrbios neoplásicos

Papulose Bowenóide

Distúrbios neoplásicos

Papulose Bowenóide

Doença de Behcet

Aftose genital.
- Doença rara crônica
causada por afecção
do sistema imunitário.
- Não existe exame
específico para o
diagnóstico.
- Úlcera escrotal que na
biópsia mostra vasculite
granulomatosa das
arteríolas superficiais.

Presença obrigatória de aftose
oral associada a mais 2 dos
seguintes critérios: aftas
genitais, manifestações
cutâneas, manifestações
oculares e teste da patergia
positivo.

Doença de Behcet

Teste de patergia
Este curioso teste, que
traduz a hiper-reactividade
da pele a pequenas lesões
traumáticas, manifesta-se
pela presença de um
pápula (pequena saliência
avermelhada) no local de
uma picada feita 2 a 3 dias
antes.

Doença de Behcet

Doença de Behcet

Tratamento:
-Anti-inflamatórios
-Analgésicos
-Anticoagulantes

-Imunomoduladores
-Colchicina
-Pentoxifilina
-Talidomida
-Interferon

-Imunossupressores
-Corticóides
-Ciclosporina
-Azatioprina
-Clorambucil.

Doença de Behcet

Doença de Behcet

Doença de Behcet

Doença de Behcet

Tratamento colchicina 25 mg 2x por dia.

Doença de Behcet

Doença de Crohn

Processo
granulomatoso
não específico do
intestino.

Substrato
imune/base.
Genética.

Várias manifestações
Cutâneas:

Acrocórdon;
Placas ulceradas;
Aftas;
Vasculites;
Pioderma;
Eritema nodoso.

Doença de Crohn

Doença de Paget

Doença de Paget

Doença de Paget

Doença de Paget

•O angioedema é um inchaço similar à urticária,
porém o inchaço encontra-se por baixo da pele ao
invés de estar sobre a superfície. Parece existir
uma tendência hereditária tanto no
desenvolvimento de angioedemas como de
urticária (veja angioedema hereditário). O
angioedema está associado à liberação de
histamina e outras substâncias químicas na
corrente sangüínea, como parte de uma resposta
alérgica.

Edema

Angioedema

Tratamento
Anti-histamínicos,
Terbutalina,
Corticosteróides
Sedativos
Tranqüilizantes.

Edema

Angioedema

Edema

Albumina baixa e imobilização

Oclusão de um ou mais
vasos linfáticos
regionais, devida a
processo infeccioso ou
não, e traduzida
clinicamente pelo
aspecto cordonal,
vermiculado, assumido
pelo linfático no pênis .

Edema

Linfangite do sulco coronal

Etiologia:
Traumática ou infecciosa
(sífilis).

Tratamento:
1-Mucopolisacaridase
2 comp/dia/2 meses.

2-Escina, salicilato de
dietilamina:
creme 3 X/dia/15dias.

Nimesulida 100 mg 2x/dia.

Mucopolisacaridase: Thiomucase.
Escina, salixcilato de dietilamina: Reparil gel.
Nimesulida: Nisulid.

Edema

Linfangite do sulco coronal

O linfedema primário de acordo com a idade.

(2)Edema congênito ou Doença de Milroy’s;
(3)Linfedema precoce (desenvolve-se na puberdade);
(4)Linfedema tardio (desenvolve-se após 35 anos).

O linfedema secundário.

(6)Filariose;
(7)Linfogranuloma;
(8)Tuberculose;
(9)Lepra;
(10)Celulites bacterianas;
(11)Esvaziamentos ganglionares;
(12)Radioterapia.

Edema

Linfedema

Edema

Linfedema

Edema

Linfedema

Edema

Linfedema

Edema

Parafimose

Edema

Parafimose

Edema

Parafimose

Edema

Traumatismo por masturbação

Edema

Traumatismo por rolemã

Púrpura (equimose) em pênis e raiz da coxa por trauma.

Edema

Traumatismo por abuso sexual

Edema

Traumatismo pela roupa

Edema

Traumatismo pelo preservativo

Edema

Traumatismo por correção de hérnia

Edema

Associado a púrpura de Henoch Cchonlein

Eritrasma

Etiologia: Corynebacterium minutissimum.

Eritrasma

Diagnóstico:
Lâmpada de Wood +
Fluorescência (vermelho-tijolo) – porfirina.

Eritrasma

Clínica:
1-Não tem borda ativa.
2-Micológico é negativo.
3-Lâmpada de Wood (+).

Tatamento tópico:
-Triclorocarbanilida
- Triclosan.

Eritrasma

Triclorocarbanilida: Stiefderm sabonete.
Triclosan: Fisoex II.

Tratamento VO:
-Eritromicina
250mg 4xd (10 dias).
-Tetraciclina
500mg 4xd (7dias).
-Clindamicina tópica
3 x por dia
-Eritromicina tópica
3 x por dia

Eritromicina: Ilosone 500-Pantomicina.
Tetracicilina: Tetraciclina 500.
Clindamician tópica: Clindacne, Clinagel gel.
Eritromicina tópica: Ilosone tópico solução.

Eritrasma

Etiologia:
Sarcoptes scabiei. O primeiro contágio
produz um período e incubação de 1 mês,
quando o paciente ira se sensibilizar contra
o ácaro. A partir do segundo contágio a
sintomatologia é rápida.

O ácaro mantém-se vivo por dois dias na roupa.

Escabiose

Escabiose

Localização:

Nos homens, localização
característica são os genitais, onde
forma lesões endurecidas (nódulos)
que coçam muito no pênis e na bolsa
escrotal.

Investigação:

Pode ser feito raspado para pesquisa
do Sarcoptes scabiei.

Escabiose

Os nódulos podem persistir por semanas ou meses após o
tratamento eficaz.

Escabiose

Pápulas persistentes

Escabiose

Escabiose

Escabiose

Escabiose

Escabiose

Escabiose

Tratamento:
-Ivermectina 200mcg/kg/dose única.

-Creme lindano1%: aplicar e retirar
8 horas depois – repetir após 7 dias.

-Benzoato de benzila a 25% aplicar três
noites seguidas, removendo no outro dia,
com o banho; repetir após 7 dias, se
necessário.

-Em crianças usar no couro
cabeludo permetrin a 5% (deixe o
produto agir por 10 minutos) –
repetir após 7 dias.

Ivermectina: Revecitina (6mg) dar 2 comprimidos.
Lindano: Nedax loção e sabonete 100gramas, Escabron creme e sabonete.
Benzoato de benzila: Acarsan emulsão tópica.
Permetrin: Permetrina gel.

Escabiose

Escabiose

Tratamento coadjuvante:

As lesões infectadas são
tratadas com antibióticos
tópicos e/ou sistêmicos.
Por exemplo, estearato
de eritromicina (crianças:
10-40mg/kg por dia,
adultos: 2g por dia) e/ou
cremes com mupirocina
ou gentamicina ou
pomadas com ácido
fusídico, durante uma
semana.

Escabiose

Tratamento coadjuvante:

Após tratamento específico,
os nódulos persistentes são
tratados com corticóides
tópicos fluorados,
friccionando-os 3 vezes ao
dia durante cerca de 10 dias.
Se persistirem, deve-se
realizar a infiltração
intralesional de corticóide
(triancinolona) ou fazer
exérese cirúrgica focal .

Escabiose

Escabiose

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