PADRONIZAÇÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA DE UNIDADES CONSUMIDORAS DE BAIXA TENSÃO

E - 3 2 1 . 0 0 0 1
N O V E M B R O 2 0 0 7

PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001

1

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO

A P R E S E N T A Ç Ã O

Orientar e uniformizar os procedimentos
A Especificação E-321.0001 - Padronização de Entrada de Energia Elétrica de Unidades Consumidoras de Baixa Tensão substitui e cancela a Norma Técnica – DPSC/NT-01-BT– Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição. Ela tem por finalidade determinar os requisitos técnicos para a execução das instalações de entrada de energia elétrica de unidades consumidoras de baixa tensão na área de concessão da Celesc. Os princípios que nortearam a sua elaboração foram: legalidade das exigências, economicidade na especificação dos materiais e racionalidade na definição de procedimentos. Como novidade em relação à norma anterior, a unidade consumidora que tenha carga instalada superior a 75kW poderá ser atendida em tensão secundária de distribuição, desde que o circuito secundário ao qual será ligada suporte a sua demanda. Isto favorece o consumidor que deseja reduzir investimentos, evitando construir subestação transformadora particular. Aos eletricistas que executam instalações de entrada de energia elétrica solicitamos que, em caso de dúvidas sobre esta Especificação, procurem esclarecimentos em nossas lojas de atendimento. Recomendamos aos profissionais que trabalham com eletricidade que utilizem equipamentos de proteção e observem procedimentos de segurança a fim de evitar acidentes e em especial a Norma Regulamentadora NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, revisada através da Portaria nº 598 de 07/12/2004 do Ministro de Estado do Trabalho e Emprego. Como material de consulta complementar, esta publicação contém, além da Especificação E-321.0001, três apêndices: Especificações de componentes da entrada de energia elétrica, a Instrução I-321.0023 - Fatores de carga e de demanda e a Instrução I-321.0024 - Critérios gerais de acesso ao sistema de distribuição de energia elétrica.

Florianópolis, setembro de 2007.

Carlos Alberto Martins Diretor Comercial da Celesc Distribuição

encontra-se em www.DPEC DIVISÃO DE MEDIÇÃO .Fax (48) 3271-8319 Caixa Postal 480 CEP 88.celesc.DCL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA COMERCIAL . Governador Ivo Silveira.DIRETORIA COMERCIAL .br .DVMD CONSULTAS E INFORMAÇÕES DIVISÃO DE MEDIÇÃO – DVMD AV.br Esta Especificação E-321.085-001 – FLORIANÓPOLIS – SC dvmd@celesc. 2389 – Capoeiras Fone (48) 3271-8311 .com.com.0001.

5.3.19. Entrada de energia com medição em parede . Condutor de Proteção 16 5.2. Classificação dos Tipos de Fornecimento 10 5.4. Eletroduto Junto ao Poste 14 5.10.10.2.2. Condutores 12 5. Ramal de Entrada de Energia Elétrica Subterrâneo 13 5. Ramal de Carga 12 5. Medição em poste com uma caixa monofásica ou polifásica .2.17. Dimensionamento . Eletroduto Enterrado 14 5. Tipo Trifásico a Quatro Fios 11 5.3. Medição em poste com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica . Pontalete 13 5. Medição Individual 15 5.4.Ramais de carga com cabo multiplexado 6. Fornecimento e Instalação dos Materiais 16 da Entrada de Energia 5.4.4.4.2 Desenhos Normativos 6. Condutores 13 5.4.1.2.2.2.Ramais de carga com condutores singelos 6.4.2. Aterramento 16 5.Ramais de carga com cabos multiplexados 6.2. Condições Não Permitidas 10 5. Condições gerais para o Ramal de Ligação 6.1.1.4.5.4.Ramais de carga com cabos multiplexados 17 18 19 20 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 . de carga e ponto de entrada 6.4.Ramal de carga subterrâneo 6.8.1.4.2. Tipo Monofásico a Três Fios 10 5.3. Condições Gerais de Fornecimento 10 5.1.1.4. ANEXOS DA E-321. Tipo Monofásico a Dois Fios 10 5.7.2.3.7.0001 .4.Entrada de energia subterrânea 6.4. Medição em mureta com até três caixas monofásicas na horizontal . FINALIDADE 9 2. Limite de Fornecimento 10 5.1.2.Ramal de carga com condutores singelos 6.3.3. Medição em poste com duas caixas monofásicas na horizontal . Eletrodo de aterramento 16 5.1. Considerações Iniciais 9 5.1.6.12. Dimensionamento dos Componentes da Entrada 11 de Energia 5.2.3. Ligação temporária para canteiros de obras e eventos (monofásica ou polifásica) Saída para tomada 6.4.10.3.7.2. Medição com instalação embutida em parede e ramal entrada em pontalete 6. Ramal de Ligação 11 5. Localização 13 5.3.5. Medição em parede.SUMÁRIO E-321.3.1. de entrada.4.3.2. Medição em poste com duas caixas monofásicas na horizontal .2.2. Definições: Ramais de ligação.1.5.2.2.3. Medição Agrupada 15 5.2.2.1. Campo de Aplicação 10 5. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 9 3. Tipo Bifásico a Três Fios 10 5.Ramal de carga com cabo multiplexado 6.7. Condições Especiais 10 5. de saída.2. Medição em poste com uma caixa monofásica ou polifásica .3. CONCEITOS BÁSICOS 9 5.4.3.1. Dimensionamento de Componentes . Medição em poste com duas caixas monofásicas na vertical . Posto de Medição 14 5. Entrada de energia com medição em parede (vista frontal) 6.21.2.2.20.4. Medição em poste com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica .9.14.4. Entrada de Energia Elétrica 11 5.7.2.4.3.2.5.11.4.13.1. Condições Gerais 13 5. Dimensionamento de Componentes tensão de fornecimento 380/220 Volts 6.3.Ramais de carga com condutores singelos 6.2.7.5. ASPECTOS LEGAIS 9 4.Vista lateral 6.9.9. Medição em poste com duas caixas monofásicas na horizontal .Tabelas 17 6.Ramal de carga subterrâneo 6. Tipos de Poste 13 5. muro ou mureta .2.Ramais de carga com cabos multiplexados 6.3.4.Ramais de carga com condutores singelos 6.15.4.9.2. Sugestões para instalação da caixa de medição 6.1.2.Ramal de carga subterrâneo 6. Atendimento a Especificações 16 5.16.2.8. Medição em poste com uma caixa monofásica ou polifásica . Disposições Transitórias 16 6. Limites 10 5.18.3.6.4.9.2. Outras Condições 13 5.Ramais de carga com cabos multiplexados 6. DISPOSIÇÕES GERAIS 9 5. Conexões 16 5.3.4.6. Eletrodutos 12 5. Tipos de Posto 15 5.4.2.4.10.10.4.2.2. Localização 15 5.4.2.0001 17 6. Medição em poste com duas caixas monofásicas na vertical .1.5.4.4.2.2.2.1.9. Poste 13 5. Notas para Medição Agrupada 15 5. Caixa de Passagem 13 5.PADRONIZAÇÃO DE ENTRADA DE ENERGIA 7 ELÉTRICA DE UNIDADES CONSUMIDORAS DE BAIXA TENSÃO 1. Medição em poste com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica .7.3. Dimensionamento de componentes tensão de fornecimento 220 Volts (sem neutro) 6.4. Proteção Geral 14 5.7.1.2.Conector Cunha Ramal de Entrada (Singelo) 6. Medição em mureta com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica .1.2.4. Estrutura de Fixação do Ramal de Ligação 12 5.9.1. Ramal de Entrada e Ramal de Saída 12 5.

2.35. FINALIDADE 2. Ligação Temporária 4. Consumidor 4.2. Valores de Média Tensão Disponíveis em cada Município por Agência 5.13.UC 4. Medição em mureta com três caixas 43 monofásicas na horizontal .I-321. FINALIDADE 2.30. ASPECTOS LEGAIS 4. Ramal de Ligação 4. Esquema de ligação de três caixas de 50 medição monofásicas 6.2.2. Aterramento 4.fatores de carga e de demanda 1. ASPECTOS LEGAIS 4. PROCEDIMENTOS GERAIS Apêndice III .3.Posições 53 da face em função do ângulo de chegada do ramal de ligação 6. Fator de Carga 4.12.29. Ponto de Entrega 4. Carga Instalada 4.8. CONCEITOS BÁSICOS 5.2. Ramal de Saída 4.2.0024 .18. Medição em mureta com quadro 47 para até três medidores . Ramal de Carga 4. Demanda ou Montante de Uso do Sistema de Distribuição . Medição em mureta com uma caixa 42 monofásica e uma caixa bifásica . PVC e duto corrugado (PEAD) Especificação 23 |Kit postinho pré-fabricado em concreto Especificação 24 | Kit postinho pré-fabricado metálico Especificação 25 | Conector Terminal de Compressão Maciço curto e longo Especificação 26 | Conector Terminal Tubular Ilhós Especificação 27 | Vedação do Eletroduto à Caixa de Medição Especificação 28 | Caixa e Tomada com grau de proteção – Ligação temporária Especificação 29 | Cabeçote para eletroduto Apêndice II .22.2. Quadro para Medidores 4.Critérios gerais de acesso ao sistema de distribuição de energia elétrica 1.34.MUSD 4. CONCEITOS BÁSICOS 4.2.2.7.24.2. Kit Postinho 4.6. Unidade Consumidora . Entrada de Energia Elétrica 4. Condições Não Permitidas 5.I-321.33. Módulo de Barramento 4.Ramais de carga subterrâneos 6.0023 .2.19. Esquema de ligação de uma caixa de 49 medição bifásica e uma caixa de medição monofásica 6.10.2. Esquema de ligação de duas caixas de 51 medição monofásicas agrupadas na vertical em poste 6. Medição em mureta com uma 44 caixa monofásica e uma caixa bifásica .2.23. Ancoragem e conexões em cabos 54 multiplexados APÊNDICES 55 Apêndice I .32.1. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3. Posto de Medição 4.25. Agrupamento de Medição 4.31.20. Princípios 5. Concessionária 4. Medição em mureta com três caixas 41 monofásicas na horizontal .5.Ramais de carga subterrâneos 6.6. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.Tabelas de dimensionamento 60 Especificação 04 | Conector de aterramento 61 Especificação 05 | Conector terminal de cobre 62 estanhado Especificação 06 | Caixas de medição em material 63 polimérico Especificação 07 | Caixas e quadros de medição 64 metálicos Especificação 08 | Fita de alumínio ou aço inoxidável 65 Especificação 09 | Haste de aterramento aço-cobre 66 Especificação 10 | Isolador roldana de porcelana ou 67 vidro Especificação 11 | Parafuso de cabeça quadrada 68 Especificação 12 | Pontalete de aço-carbono 69 Especificação 13 | Poste de concreto de seção duplo T (DT) 70 Especificação 14 | Poste metálico 71 Especificação 15 | Tampa de ferro fundido 72 Especificação 16 | Alça pré-formada 73 Especificação 17 | Armação secundária e parafuso em 74 material polimérico Especificação 18 | Armação secundária de aço-carbono 75 Especificação 19 | Cabos de alumínio e de cobre 76 multiplexados Especificação 20 | Condutores de cobre Especificação 21 | Disjuntores termomagnéticos Especificação 22 | Eletroduto rígido de aço-carbono. Amarração na armação secundária 52 6.26.1.Especificações dos componentes da 56 entrada de energia elétrica Especificação 01 | Abraçadeiras para caixa de medição.11. Esforços em postes duplo T (DT) . ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3.4.15. Condições Especiais 5.Ramais de carga com condutores singelos 6.9.6.22.23. Medição em mureta com quadro para 45 até três medidores .3. Fator de Demanda 5.17.16. Caixa de Medição 4.27. 57 Especificação 02 | Caixa de passagem subterrânea 58 (corpo) Especificação 03 | Conector Cunha 59 Conector Cunha . Eletrodos de Aterramento 4.Ramais de carga com condutores singelos 6. Medição em mureta com quadro para 46 até três medidores .2.5. Ramal de Entrada 4. Acesso 4.14.Ramais de carga subterrâneos 6.4.2.Ramais de carga com cabos multiplexados 6.21.Ramais de carga com condutores singelos 6.28. Critérios Gerais de Acesso 5.2. Endereços das Agências Regionais 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 89 89 89 89 89 94 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 95 96 96 96 96 96 96 96 96 96 96 96 96 96 96 96 96 97 97 97 98 102 . Medição com lente em poste da Celesc 48 6.

0001 PADRONIZAÇÃO DE ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA DE UNIDADES CONSUMIDORAS DE BAIXA TENSÃO 2ª Edição .E-321.

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 8 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 .

A.5.1. Esta Especificação poderá. Os materiais utilizados devem atender às especificações da Celesc..Requisitos de desempenho. periodicamente. ou aqueles que.1.1. 2.1. consultar a Celesc quanto a eventuais alterações. 5. Estadual e Municipal pertinente.2. 3. de 29. exijam tratamento à parte. j) NBR 6414 – Rosca Para Tubos Onde A Vedação é feita pela rosca – designação.2000. CONCEITOS BÁSICOS Definidos na I-321. 5. Caberá à Celesc vistoriar a entrada de energia elétrica. As exigências aqui apresentadas estão em consonância com as regulamentações do órgão regulador (ANEEL) e normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.1.A. ASPECTOS LEGAIS a) Resolução no 456.4.0001 9 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . dimensões e tolerâncias. e aos fornecedores de materiais. 4. h) NBR 5598 – Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor. Os casos não previstos. k) NBR 13571 – Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios l) NR 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade. pelas características excepcionais. deverão ser encaminhados previamente à Celesc para apreciação. com rosca NBR 6414. e) NBR 5410 – Instalações elétricas em baixa tensão. inclusive o trecho visível do ramal de carga. i) NBR 5471 – Condutores elétricos. sofrer alterações no todo ou em parte. motivo pelos quais os interessados deverão. Considerações Iniciais 5. b) Lei 8078 – Código de Defesa do Consumidor. f) NBR 15465 – Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão .1. da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL.1. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. g) NBR 5597 – Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios com revestimento protetor. DISPOSIÇÕES GERAIS 5.1. 5. Todavia. a unidades consumidoras de baixa tensão situadas na sua área de concessão. 5. prevalecerão as exigências mínimas aqui estabelecidas. Esta Especificação aplica-se às condições normais de utilização de energia elétrica.0024 Critérios Gerais de Acesso ao Sistema de Distribuição de Energia Elétrica. c) Regulamentações do INMETRO. em qualquer ponto em que porventura surgirem divergências entre esta Especificação e as normas dos órgãos citados.20. da ABNT e na ausência destas às exigências dos órgãos oficiais competentes. 5. d) Legislação Federal. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se à Celesc Distribuição S. por razões de ordem técnica ou legal. com rosca ANSI/ASME B1.3.11. em qualquer tempo. FINALIDADE Estabelecer os padrões de entrada de energia elétrica de unidades consumidoras individuais ligadas ao sistema de distribuição de energia elétrica de baixa tensão da Celesc Distribuição S.

Campo de Aplicação 5. g) motor de indução ou máquina de solda com potência superior a 30CV.1.2. bem como às reformas e ampliações.3. Limites Esta Especificação aplica-se às instalações novas. a um valor inferior a 2.1.2. b) motores com potência superior a 5CV deverão possuir dispositivo que reduza a corrente de partida. 5. b) a extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para outro consumidor ou unidade consumidora. e) motor monofásico. Condições Especiais a) Paralelismo de geradores – a instalação de geradores particulares em paralelo com a rede da Celesc deve ter projeto elétrico previamente liberado pela Celesc.3. 5.3. limitando-se a três unidades consumidoras com soma das proteções individuais por fase de até 150A. alimentada em 380V.1. retificação em ponte trifásica. 5.2.5.2. permanentes ou temporárias.0001 . alimentada em 380V.2. c) motor monofásico a dois fios. Condições Não Permitidas a) a instalação de carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores.2. com carga instalada até 35kW. h) máquina de solda à transformador.25 vezes a corrente de plena carga.2. com potência superior a 5kVA.2.2. Tipo Monofásico a Dois Fios Unidade consumidora com carga instalada até 11kW. 3 fases. Poderá ser atendida carga superior a 75kW quando a condição técnica da rede de distribuição permitir.3. sendo obrigatória a instalação de chave reversível com intertravamento elétrico ou mecânico. com potência superior a 8. d) máquina de solda a transformador monofásica. 3 fases.3.2.3.7kVA. alimentado em 220V. ou corrente de saída superior a 250A. Limite de Fornecimento Será atendida em baixa tensão a unidade consumidora com carga instalada igual ou inferior a 75kW. f) máquina de solda a transformador. Classificação dos Tipos de Fornecimento 5. 5. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 10 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. 2 fases. com potência superior a 10CV. Tipo Bifásico a Três Fios Unidade consumidora com carga instalada acima de 11 e até 22kW ou que possua equipamento bifásico. ou corrente de saída superior a 150A. Condições Gerais de Fornecimento 5. 5. alimentado em 440V. 5. alimentada em 380V. com potência superior a 30kVA.3. Tipo Monofásico a Três Fios Unidade consumidora que possua equipamento que necessite da tensão de 440V. ligação delta-aberto invertido. i) máquina de solda a transformador. com potência superior a 3CV. com potência superior a 15kVA.3.

saídas de incêndio e terraços.4. Dimensionamento dos Componentes da Entrada de Energia Os condutores.5. de saída e de carga.3. o consumidor deverá apresentar o estudo do cálculo da demanda por profissional habilitado.0023. Para unidade consumidora com carga instalada acima de 22kW deverá ser utilizado o fator de demanda típico do seu ramo de atividade. deve ser de 1. tais como janelas. proteção geral.50 metros na vertical.50 metros. As bitolas dos condutores foram dimensionadas considerando o valor máximo de 70m para a soma dos comprimentos dos ramais de ligação. exceto instalações de entrada de energia elétrica diferentes dos padrões definidos nesta especificação.00 metros. b) não deve passar sobre terrenos de terceiros.50 metros. exceto o disjuntor. e deve obedecer às seguintes condições: a) deve derivar do poste da rede determinado pela Celesc. alças pré-formadas e conectores. c) não deve cruzar com condutores de outras unidades consumidoras. Ramal de Ligação É constituído de condutores. Entrada de Energia Elétrica 5. nem passar sobre área construída. sacadas.50 metros. acompanhado da ART pertinente. as edificações estiverem afastadas no mínimo 30 metros e a derivação da rede da Celesc se der em pontos diferentes. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. f) os condutores deverão ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas até o solo: - rodovias e ferrovias – 6. eletrodutos.1. do tipo sustentação pelo neutro. - ruas e avenidas – 5. Poderá ser atendida carga superior a 75kW quando a condição técnica da rede de distribuição permitir. postes e conectores devem ser dimensionados de acordo com o Anexo 6.3. - ruas e vias exclusivas a pedestres – 3.4. d) deve ter comprimento máximo (vão único) de 30 metros.3. Tipo Trifásico a Quatro Fios Unidade consumidora com carga instalada acima de 22 e até 75kW ou que possua equipamento trifásico.2.1 desta Especificação. 5. conforme a instrução I-321. conforme especificação da Celesc. Nesse caso. com a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. g) será permitida a instalação de mais de um ramal de ligação numa mesma propriedade quando existirem unidades consumidoras distintas. h) os condutores deverão ser cabos multiplexados.0001 11 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . de entrada. seja submetido à análise e aprovado pela Celesc.4. em que o projeto. 5. - demais locais de tráfego de veículos leves – 4. e) a distância mínima aos locais de acesso de pessoas.20 metros na horizontal e 2. É facultada ao consumidor a utilização de materiais e equipamentos de dimensões ou capacidades maiores do que aquelas aqui especificadas. escadas.

- locais exclusivos de acesso a pedestres – 3. a menos de 1. deve haver uma caixa de passagem junto ao posto de medição.4. b) o condutor neutro não poderá conter nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção. branco (ou cinza) e vermelho para as fases. 5. saídas de incêndio e terraços. nem sobre área construída. f) a distância mínima aos locais de acesso de pessoas.50 metros. deve ser de aço-carbono zincado e aterrado.2.4.3. de modo que fique mais próximo ao poste. d) não deve passar sobre terrenos de terceiros. 5. c) caso o ramal de carga seja subterrâneo.4. Ramal de Entrada e Ramal de Saída Deverão ser constituídos de condutores de cobre singelos. tais como janelas.2. conforme especificação da Celesc. quando aéreos. sacadas. Ramal de Carga a) Os condutores do ramal de carga. 5. c) a extremidade dos eletrodutos deve possuir curva de 180 graus ou cabeçote. em pontalete ou na própria edificação principal da unidade consumidora. g) os condutores deverão ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas até o solo: - locais de tráfego de veículos – 5.1. - demais locais de tráfego de veículos leves – 4. conforme especificação da Celesc.00 metro do solo ou piso. Condutores a) Não serão permitidas emendas nos condutores dos ramais de entrada e de saída. sendo: - azul claro para neutro. instalados dentro de eletrodutos.3. conforme especificação da Celesc.20 metros na horizontal e 2. b) no momento da ligação da unidade consumidora. escadas. Estrutura de Fixação do Ramal de Ligação O ramal de ligação deverá ser fixado no ponto de entrega por meio de armação secundária com isoladores preso em poste. - preto.4. deve ser de 1. e) não deve cruzar com condutores de outras unidades consumidoras. poderão ser singelos de cobre ou multiplexados de cobre ou alumínio.4.0001 .4. f) o eletroduto do ramal de entrada deve se posicionar no lado esquerdo da caixa de medição e o do ramal de saída à direita. e) eletroduto aparente que contenha condutor energizado. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 12 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.50 metros. aceitando-se as que forem feitas com luvas perfeitamente enroscadas e vedadas.3. Eletrodutos a) Devem ser de PVC rígido roscável sem deformações. ou de aço-carbono zincado por imersão a quente do tipo pesado.50 metros.5.50 metros na vertical. c) os condutores deverão ser identificados pelas cores das suas isolações. b) as emendas nos eletrodutos deverão ser evitadas. 5. marquises. d) o eletroduto aparente deve ser firmemente fixado por fita de alumínio ou de aço inoxidável e atarraxado à caixa de medição por meio de buchas e arruelas ou flanges. os condutores do ramal de carga devem estar instalados até a unidade consumidora ou até a caixa para tomadas.

5.1. Pontalete O pontalete e seus acessórios deverão estar de acordo com a especificação da Celesc. Quando a distância entre o poste de derivação da Celesc e o posto de medição for de até 5. b) não serão permitidas emendas. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. Tipos de Poste a) poste de concreto - deve obedecer às especificações da Celesc. b) os fabricantes deverão ser cadastrados e ter seus postes certificados pela Celesc.4. em pontos de mudança de direção dos condutos e a cada 30 metros.4. Localização a) O poste deve estar localizado de modo que a parte frontal da caixa de medição fique no limite da propriedade com a via pública. em que L = comprimento total do poste em metros b) poste metálico - deve obedecer aos padrões construtivos e às especificações da Celesc.7.5.7.5.4. para o atendimento de duas unidades consumidoras adjacentes. b) será instalada com afastamento mínimo de 50cm (cinqüenta centímetros) do poste de derivação da Celesc.3. Unidade consumidora situada em local onde a rede de distribuição da Celesc é subterrânea deve ser atendida por meio de ramal de entrada subterrâneo.0001 13 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . desde que em comum acordo entre os consumidores.2. deve ser deixada uma sobra de. deve ser observado que a ancoragem do ramal de ligação deve ser executada de maneira que a tração ocorra na face de maior resistência (face lisa).1 L + 0.4. b) será aceita a colocação de um poste na divisa dos terrenos.4.2. 5. Poste 5.1.5. 1 metro de cada cabo na caixa de passagem.4. 5. 5.0 metros. Condutores a) Deverão estar de acordo com as especificações de cabos para sistemas subterrâneos da Celesc. c) os isoladores e a armação secundária devem estar de acordo com as especificações da Celesc.7. c) junto ao poste da Celesc. 5. no mínimo.4. - deve ser engastado com profundidade mínima determinada pela expressão: X = 0. c) a armação secundária poderá ser fixada por meio de braçadeiras zincadas (poste metálico ou pontalete) ou parafuso de cabeça quadrada (poste de concreto).5.60.4. Ramal de Entrada de Energia Elétrica Subterrâneo 5. em substituição ao ramal de ligação aéreo. 5.6. c) kit postinho - deve obedecer aos padrões construtivos e às especificações da Celesc. 5. será permitido o uso de uma só caixa junto ao poste da Celesc. não devendo passar sob áreas construídas ou terreno de terceiros.3. quando em linha reta. Condições Gerais A unidade consumidora poderá ser atendida por meio de ramal de entrada subterrâneo.7.4. Outras Condições a) Na instalação do poste tipo duplo T. Caixa de Passagem a) Deve obedecer às especificações da Celesc.

instalada a 15cm de profundidade. devendo ficar acessível para inspeção. de 60cm. Posto de Medição a) A cada unidade consumidora corresponderá uma única medição.7. com pintura indelével ou plaqueta fixada com braçadeira 5. antes do medidor.7. alojado adequadamente na caixa de medição. os cabos deverão ser instalados no interior de eletroduto de aço-carbono. 5. d) os fabricantes de tampa de ferro fundido para as caixas de passagem antes da medição deverão ter seus produtos certificados pela Celesc. Eletroduto Enterrado a) Poderá ser de aço-carbono.4. c) a extremidade superior do eletroduto deve estar afastada do condutor inferior da rede 30cm no mínimo e 50cm no máximo. b) os fabricantes de caixa e quadro de medição deverão ter seus produtos certificados pela Celesc.4. d) a caixa de medição sobreposta deve ser firmemente fixada com acessórios conforme especificação da Celesc. Proteção Geral a) Em toda unidade consumidora deve existir um disjuntor termomagnético. d) deve ser exclusivo para os condutores de energia elétrica. conforme especificação da Celesc. Eletroduto Junto ao Poste a) Junto ao poste da Celesc. conectado a uma haste de aterramento ou à malha de aterramento da instalação. b) a profundidade mínima sob o passeio deve ser de 30cm e. PVC ou duto corrugado flexível em PEAD. em toda a sua extensão. com único manípulo de operação ou múltiplo com intertravamento interno. A conexão eletroduto/condutor deve ser feita por meio de conector terminal de cobre estanhado.9. devidamente sinalizados com fita de sinalização indicativa de “condutor de energia elétrica”. e) a caixa de passagem antes da medição deve atender a um único ramal de entrada. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 14 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. f) inscrever o número do endereço da unidade consumidora junto ao eletroduto. 5.c) serão exclusivas para os condutores de energia elétrica e aterramento.4. b) deve ser aterrado por meio de um condutor de cobre isolado na cor verde. em comum acordo entre os consumidores. seção mínima de 10mm2.5. e) deve ser firmemente fixado por cintas de alumínio ou aço inoxidável.0001 . numa altura de 3 metros.4. salvo quando mais de dois ramais no mesmo poste. conforme especificação da Celesc. c) na caixa de medição sobreposta deverão ser efetuadas vedações nas junções dos eletrodutos com a caixa. c) deve ser exclusivo para os condutores de energia elétrica.8. sob pista de rolamento. 5.4. conforme especificações da Celesc. b) os condutores do ramal de entrada deverão ser conectados no borne superior do disjuntor.

o espaço livre de 1. mureta ou parede – quadro para até três medições com barramento e proteção geral de até 150A. a) no mesmo poste particular – duas monofásicas a dois fios. mureta ou parede. a soma das capacidades (por fase) dos disjuntores individuais deve ser igual ou inferior a proteção geral. muro ou parede – caixas de medições individuais . 3. 5.3.9. 7. – quadro de medição em muro. Tipos de Posto 5. mesmo que na rede de distribuição não existam as 3 fases.4. Localização a) O posto de medição deve ser instalado no limite do terreno com a via pública.4. O quadro de medição deve ser conforme a especificação da Celesc. com ordem seqüencial crescente da esquerda para a direita.9. O aterramento deve ser único para o agrupamento de caixas. que torne tecnicamente insatisfatório o local da medição. o consumidor deve preparar uma nova instalação para a medição. duas ou mais fases do ramal de ligação poderão ser ligadas no mesmo condutor da rede. As caixas de medição deverão ser marcadas interna e externamente. devendo ser feita a derivação da caixa de entrada para as demais. para permitir a execução dos serviços. muro. 4. O agrupamento dar-se-á pela fixação adequada das caixas entre si.5. c) a caixa ou quadro para medição deve ser instalado de modo que exista.9.até 3 monofásicas.2. 5. com gravação em baixo ou alto relevo. Medição Agrupada Será permitido o agrupamento de caixas de medição para unidades consumidoras distintas. no mínimo. b) em mureta. sendo que o condutor neutro será comum. b) na hipótese de uma modificação na unidade consumidora. – uma monofásica e uma bifásica. de forma a identificálas com as respectivas unidades consumidoras. 5. desde que sejam do mesmo material de fabricação. 5.1.1.1. em local conveniente.9. A identificação deve ser legível e indelével por meio de plaquetas (metálicas ou acrílicas). as caixas deverão estar niveladas pela parte superior.50m.0 metro a sua frente.1. Quando uma caixa estiver sobre a outra. Notas para Medição Agrupada 1. sendo que.4. sendo permitido o agrupamento máximo de duas caixas. aparafusadas ou rebitadas. Para cada unidade consumidora deve sair do medidor ramal individual com condutores de fase e neutro e eletroduto independentes.9. Neste último caso. 2. A caixa de passagem após a medição poderá ser utilizada para mais de um ramal de saída.1. 6. – uma bifásica e uma monofásica. o centro do visor da caixa superior deve estar a uma altura de 1.4. As caixas agrupadas deverão ter um único ramal de ligação e entrada.4. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2. Medição Individual Caixa de medição única instalada em poste. Quando lado a lado.0001 15 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .

A distância do ponto de medição até a rede da Celesc deverá ser de. do ramal de saída e do ramal de carga e respectivos acessórios serão fornecidos e instalados pelo consumidor.10. Condutor de Proteção a) Deverá ser fio ou cabo de cobre. b) deve ser tão curto e retilíneo quanto possível. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 16 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. bem como os equipamentos de medição. as novas instalações de entrada de energia elétrica de unidades consumidoras atendidas em baixa tensão. 5. Disposições Transitórias No período de 120 dias após a aprovação desta Especificação. No caso de não ser atingido esse limite com um eletrodo. em que a sua área frontal seja estacionamento. sem emendas.1. no máximo. alça pré-formada e kit conector).10.40 metros. interligados entre si com a mesma seção do condutor de aterramento.2. exceto em ligações temporárias em que a Celesc fornecerá somente os equipamentos de medição. d) no trecho de descida. Conexões a) a conexão do condutor de aterramento ao eletrodo deve ser feita por meio de conector adequado. deve ser protegido por um eletroduto de PVC rígido ou aço-carbono de no mínimo ¾ de polegada. c) deve estar localizado no terreno da unidade consumidora.4. ou ser efetuado tratamento adequado do solo. 5. 5.10. ao neutro do ramal de entrada e à caixa de medição. 5. não deve ultrapassar a 25Ohms. serão fornecidos pela Celesc. Fornecimento e Instalação dos Materiais da Entrada de Energia a) Os condutores do ramal de ligação aéreo e respectivos acessórios de conexão (cabo multiplexado. deverão ser dispostos em linha tantos eletrodos quantos forem necessários.4.6. em qualquer época do ano. c) será conectado ao eletrodo de aterramento. Aterramento O valor da resistência de aterramento.3. c) o ponto de conexão do condutor de aterramento com o eletrodo deve ser acessível à inspeção da Celesc no momento da ligação. c) o fornecimento. a instalação e a manutenção do ramal de entrada subterrâneo é de responsabilidade do consumidor.4.d) em se tratando de edificações com fins comerciais e industriais. conforme especificação da Celesc.0001 .10. 5. b) os condutores do ramal de entrada. 5. conforme especificação Celesc. Atendimento a Especificações Os materiais empregados em todas as instalações de entrada de energia elétrica devem atender às especificações da Celesc e dos órgãos competentes. desde que seja inviável o seu posicionamento no limite da via pública. Eletrodo de aterramento a) Composto por hastes verticais. 5. e não conter chaves ou quaisquer dispositivos que possam causar sua interrupção.4. poderão ser executadas de acordo com esta Especificação ou de acordo com a NT-01-BT. sua isolação na cor verde ou verde-amarela. b) a conexão do condutor de aterramento à caixa de medição metálica deve ser feita por meio de conector terminal de cobre estanhado. b) o comprimento mínimo deve ser de 2. a medição poderá ser posicionada no espaço entre a via pública e a edificação. conforme especificação da Celesc.7. 30 metros.5.

Tabelas Monofásico 440V ACIMA DE 17 ATÉ 22 - 1 ACIMA DE 22 ATÉ 35 - 1 Bifásico 380/220V ATÉ 17 - 2 ACIMA DE 17 ATÉ 22 - 2 - ATÉ 22 3 - ACIMA DE 22 ATÉ 30 3 Trifásico (3) (2) 380/220V - ACIMA DE 30 ATÉ 42 3 - ACIMA DE 42 ATÉ 60 3 - ACIMA DE 60 ATÉ 75 3 6. Proteção Geral embutido Subterrâneo Galvanizado Particular de carga aéreos de saída e (Aterramento) concreto em alvenaria Fases Fios Disjuntor subterrâneo (daN) (A) Cobre Alumínio Tamanho Tamanho Tamanho Cobre Aluminio Cobre Cobre Nominal Nominal Nominal (pol) 40 50 40 50 904 40 50 40 50 70 1001 1251 150 50 70 70 35 70 50(70)5 25 35 35 16 25 25 16 16 25 35 10 16 10 10 10 10 10 10 1 1 1 1/4 1 1/4 1 1/2 2 10 10 10 10 3/4 10 10 10 10 3/4 16 25 35 16 1 1/4 1 1/2 1 1 1 1/4 1 1/4 1 1/2 1 1/2 2 2 1/2 10 10 10 10 3/4 1 10 10 10 10 3/4 1 10 10 10 10 3/4 1 1 1/2 1 1/2 1 1/2 NÃO 2 2 2 NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO 10 10 10 10 3/4 1 1 1/2 100 100 100 100 200 100 100 100 100 150 200 300 300 75 75 NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO 50 50 50 50 NÃO 50 50 75 NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO Monofásico 220V 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 ATÉ 8 - 1 2 ACIMA DE 8 ATÉ 11 - 1 ATÉ 17 - 1 6.NÚMERO DE CONDUTORES (mm2) ELETRODUTO (pol) 6.5kVA 5 Usar cabo 70 mm2 quando o ramal for subterrâneo CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .0001 TIPO DE FORNECIMENTO CARGA TOTAL INSTALADA (kW) DEMANDA (kW) Poste Particular Pontalete Metálico (daN) Ramal de Poste Proteção Aéreo ou de Ferro “Ramais” Ramal de ligação e entrada.1.1.0001 AGRUPAMENTO 2 ATÉ 75 3 17 NOTAS: 1 Utilizar caixa específica para medidor eletrônico 2 Para agrupamento com medidor trifásico deve-se utilizar quadro de medição 3 Fator de Demanda calculado segundo a tabela de fatores de carga e de demanda 4 Aplicável a atendimento de unidade consumidora com trafo de 37. Dimensionamento de Componentes . ANEXOS DA E-321. Dimensionamento de Componentes .1.Tensão de fornecimento 380/220 Volts PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.

1.2. Dimensionamento de Componentes .Tensão de fornecimento 220 Volts (sem neutro) 18 NÚMERO DE CONDUTORES (mm2) ELETRODUTO (pol) Proteção Geral Fases Fios Disjuntor (A) Poste Particular Pontalete Ramal de Metálico (daN) Aéreo ou Poste de Ferro Ramal de ligação entrada. Proteção “Ramais” embutido Subterrâneo Galvanizado Particular e de carga aéreos de saída e (Aterramento) em alvenaria concreto subterrâneo (daN) Cobre Alumínio Tamanho Tamanho Tamanho Cobre Alumínio Cobre Cobre Nominal Nominal Nominal (pol) 10 10 10 10 16 25 35 70 NÃO NÃO 95 50 70 70 35 70 50(70)4 25 2 1/2 2 1/2 3 35 35 16 1 1/4 25 25 16 1 1/4 16 10 10 1 1 1/4 1 1/2 1 1/2 3 3 3 10 10 10 1 1 1/4 2 NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO 10 10 10 3/4 1 1 1/2 10 10 10 3/4 1 1 1/2 100 100 100 100 150 200 300 300 NÃO 75 75 NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO 50 50 75 NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 1751 3 1501 3 1251 3 1001 3 70 3 50 3 40 2 50 2 40 TIPO DE FORNECIMENTO CARGA TOTAL INSTALADA (kW) DEMANDA (kW) Monofásico 220V ATÉ 8 - ACIMA DE 8 ATÉ 11 - - ATÉ 15 - ACIMA DE 15 ATÉ 20 - ACIMA DE 20 ATÉ 30 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 Trifásico 220V (2) (3) - ACIMA DE 30 ATÉ 40 - ACIMA DE 40 ATÉ 50 - ACIMA DE 50 ATÉ 60 - ACIMA DE 60 ATÉ 75 NOTAS: 1 Utilizar caixa específica para medidor eletrônico 2 Para agrupamento com medidor trifásico deve-se utilizar quadro de medição 3 Fator de Demanda calculado segundo a tabela de fatores de carga e de demanda 4 Usar cabo 70mm2 quando o ramal for subterrâneo .CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 6.

3.1. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 19 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . Dois códigos: código de cima usado para cobre x cobre e de baixo para alumínio x cobre e alumínio x alumínio 4. Para isolar conectores 6799 e 6407 utilizar método adequado padrão.fase compactado no ramal de ligação. Dimensionamento . Acima de 16 mm2 somente cabo 2. 3.Conector Cunha | Ramal de Entrada (Singelo) RAMAL DE ENTRADA FIO # 10 Ramal de ligação multiplexado FIO # 10 CABO # 10 FIO # 16 CABO # 16 CABO # 25 CABO # 35 CABO # 50 CABO # 70 IV CABO # 10 IV III FIO # 16 III III III CABO # 16 III III II II CABO # 25 II/A II/A II/A I I CABO # 35 I/B I/B I/B I I VII CABO # 50 CABO # 70 C VII VII VII VI VI VI 6799 6407 OBSERVAÇÕES: 1.6. Neutro redondo normal .

Condições gerais para o Ramal de Ligação.1. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 20 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2.2.6. Desenhos Normativos 6.0001 .

6.2. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2. Sugestões para instalação da caixa de medição.0001 21 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .

de entrada. de carga e ponto de entrada CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 22 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.3. Definições: ramais de ligação.2.6.0001 . de saída.

0001 23 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .4.Entrada de energia subterrânea PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2. muro ou mureta .6. Medição em parede.

Vista lateral CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 24 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. Entrada de energia com medição em parede .0001 .2.6.5.

0001 25 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .6.2.6. Entrada de energia com medição em parede (vista frontal) PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.

2.Ramal de carga com cabo multiplexado CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 26 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 . Medição em poste com uma caixa monofásica ou polifásica .6.7.

8. Medição com instalação embutida em parede e ramal entrada em pontalete PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2.0001 27 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .6.

Medição em poste com uma caixa monofásica ou polifásica .6.9.2.Ramal de carga com condutores singelos CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 28 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 .

Medição em poste com duas caixas monofásicas na horizontal .0001 29 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .Ramais de carga com cabos multiplexados PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.10.2.6.

0001 .Ramais de carga com condutores singelos CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 30 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2.11. Medição em poste com duas caixas monofásicas na horizontal .6.

PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. Medição em poste com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica .2.0001 31 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .12.Ramais de carga com cabo multiplexado.6.

Ramais de carga com condutores singelos CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 32 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. Medição em poste com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica .13.0001 .2.6.

0001 33 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . Medição em poste com duas caixas monofásicas na vertical .14.Ramais de carga com cabos multiplexados PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2.6.

Medição em poste com duas caixas monofásicas na vertical .0001 .Ramais de carga com condutores singelos CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 34 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.15.2.6.

0001 35 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .6.2.16. Medição em poste com uma caixa monofásica ou polifásica .Ramal de carga subterrâneo PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.

6.0001 .Ramal de carga subterrâneo CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 36 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.17. Medição em poste com duas caixas monofásicas na horizontal .2.

0001 37 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .18.2.6. Medição em poste com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica Ramal de carga subterrâneo PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.

Ligação temporária para canteiros de obras e eventos (monofásica ou polifásica) Saída para tomada CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 38 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 .19.2.6.

20.6. Medição em mureta com até três caixas monofásicas na horizontal .Ramais de carga com cabos multiplexados PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2.0001 39 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .

Medição em mureta com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica .0001 .21.2.Ramais de carga com cabos multiplexados CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 40 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.6.

0001 41 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .2.22. Medição em mureta com três caixas monofásicas na horizontal .Ramais de carga com condutores singelos PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.6.

Medição em mureta com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica .0001 .6.Ramais de carga com condutores singelos CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 42 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.23.2.

6.2.24. Medição em mureta com três caixas monofásicas na horizontal - Ramais de carga subterrâneos

PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001

43

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO

6.2.25. Medição em mureta com uma caixa monofásica e uma caixa bifásica - Ramais de carga subterrâneos

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO

44

PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001

6.2.26. Medição em mureta com quadro para até três medidores - Ramais de carga com cabos multiplexados

PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001

45

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO

27.2.Ramais de carga com condutores singelos CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 46 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. Medição em mureta com quadro para até três medidores .0001 .6.

Ramais de carga subterrâneos PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.28. Medição em mureta com quadro para até três medidores .6.2.0001 47 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .

29. Medição com lente em poste da Celesc. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 48 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 .2.6.

30.6.0001 49 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .2. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. Esquema de ligação de uma caixa de medição bifásica e 1 uma caixa de medição monofásica.

Esquema de ligação de três caixas de medição monofásicas.6.0001 .31. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 50 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.2.

2.32. Esquema de ligação de duas caixas de medição monofásicas agrupadas na vertical em poste PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.6.0001 51 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .

33.0001 .2. Amarração na armação secundária CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 52 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.6.

2.0001 53 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .Posições da face em função do ângulo de chegada do ramal de ligação.6.34. PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321. Esforços em postes duplo T (DT) .

35. Ancoragem e conexões em cabos multiplexados.6.2.0001 . CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 54 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.

APÊNDICES PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 55 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .

APÊNDICE I ESPECIFICAÇÕES DOS COMPONENTES DA ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 56 PADRONIZ AÇ ÃO DE ENTR ADA DE ENERGIA ELÉTRIC A DE UNIDADES CONSUMIDOR AS DE BAIX A TENSÃO | E-321.0001 .

ter superfícies lisas não apresentando trincas. porosidade. arruelas e porcas. e) A abraçadeira quando em alumínio ou aço deverá receber os seguintes tratamento. furação e identificação das ferragens. com parafusos.01% de alumínio. parafusos. Ítem Componentes Qtde 1 Chapa de regulagem 1 2 Abraçadeira em alumínio ou aço zincado a quente 2 Parafuso zincado a quente. partes pontiagudas provenientes de usinagem imperfeita. 3 2 com rosca total. f) Todos os componentes deverão apresentar bom aspecto no que diz respeito ao acabamento geral. c) A abraçadeira poderá ser de alumínio. h) A abraçadeira deverá resistir aos esforços mecânicos previstos. . cabeça redonda com fenda Ф6mm (1/4W)x100mm de comprimento. . quaisquer que sejam sua natureza ou origem. -O zinco deve ser do tipo comum definido na NBR-5996 da ABNT. que possam apresentar risco no seu manuseio. lote e data de fabricação. tipo francês para aperto das peças Qtde 1 4 2 6 a) Suporte utilizado para a fixação da caixa de medição ao poste em material polimérico. aço zincado a quente ou de material polimérico com espessura mínima de 11USG (3mm). b) As abraçadeiras deverão ser fornecidas completamente montadas. direção e sentido. tipo francês para fixação da 2 abraçadeira no poste Parafuso m6 x 14. com 2 arruelas lisas. i) Medidas em milímetros (mm). no mínimo nome ou marca do fabricante. lascas. cabeça redonda 4 Ф6mm (1/4W)x18mm de comprimento com 2 2 arruelas lisas e 1 porca sextavada NOTAS: Ítem Componentes Abraçadeira em policarbonato (PC) preto. 1 arruela de pressão e 1 porca sextavada Parafuso zincado a quente.Especificação 01 | Abraçadeiras para caixa de medição. alumínio ou aço. contínua. riscos. Devem ser isentos de inclusões e não ter arestas vivas. em módulo. APÊNDICE I . com o máximo de 0. quando não indicado em contrário. g) No conjunto deverá ser estampado de forma legível e indelével. .A camada de zinco deve ser aderente. tipo francês para fixação da 3 caixa 4 Porca m6.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 57 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .A zincagem deve ser feita após a fabricação. uniforme. arruelas e porcas devem ser zincados a quente. 1 regulável Parafuso m6 x 20.A zincagem deve ser executada de acordo com a NBR-6323 da ABNT. d) Os demais componentes como. rachas ou falhas.

Será aceita caixa pré-moldada mediante apresentação de ensaios e cadastro junto à Celesc. 5 . com 02 (duas) alças retráteis. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 58 APÊNDICE I . 7 . e/ou de concreto (após a medição). 6 . quando não indicado em contrário.Junto ao poste da Celesc.Especificação 02 | Caixa de passagem subterrânea (corpo) BT C 30 65 L 30 41 P 40 70 LOCALIZAÇÃO Após a medição A 50cm do poste e mudança de direção NOTAS 1 .Medidas em centímetros (cm). somente será aceita caixa com tampa de ferro fundido. 2 .A tampa de concreto deverá ser usada somente após a medição.A caixa deverá estar rebocada internamente no momento da ligação.A tampa deverá ser de ferro fundido (antes da medição).ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA .As espessuras das paredes são: 15cm para alvenaria . 4 .tijolo maciço e 10cm para concreto. 3 .

Nos casos omissos consultar a Celesc.0µm de estanho. i) Os conectores instalados para as finalidades que foram projetados. f) Dimensões em milímetros indicadas nas tabelas. furos. d) Os conectores devem apresentar bom aspecto no que diz respeito ao acabamento geral. ou seja. APÊNDICE I . para conectar Cobre x Cobre. no mínimo: nome ou marca do fabricante. constituído de uma cunha e de um elemento C. seção em mm2 e/ou bitola em AWG. compatível para conectar Alumínio x Alumínio. direção e sentido. constituído de uma cunha e de um elemento C. em liga especial de Alumínio. tipo do condutor a que se aplicam. em liga de Cobre estanhado. ter superfícies lisas não apresentando trincas. lote e data de fabricação (somente para cartucho para ferramenta de impacto). b) Conector Cunha de Cobre Estanhado Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação e derivação de condutores em Redes de Distribuição de Energia Elétrica. especificados nos respectivos desenhos padronizados. constituído de uma cunha e de um elemento C. que possam danificar os condutores nas canaletas ou embocaduras destes acessórios. Devem ser isentos de inclusões e não ter arestas vivas. devem resistir aos esforços mecânicos previstos em módulo.Especificação 03 | Conector Cunha a) Conector Cunha para Ligações Bimetálicas Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação e derivação de condutores em redes de distribuição de energia elétrica. h) Liga de cobre estanhada com camada média de 12µm e mínima de 8µm ou liga de cobre revestida com uma camada mínima na base de 1. COMPONENTE CUNHA g) Os conectores abrangidos por esta especificação devem ser fabricados a partir dos materiais. riscos. lascas. c) Conector Cunha de Cobre Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação e derivação de condutores em Redes de Distribuição de Energia Elétrica. em liga de Cobre. compatível para conectar Alumínio x Alumínio e Alumínio x Cobre. partes pontiagudas provenientes de usinagem imperfeita. uma das faces deve ser confeccionada na cor de referência. porosidade. Alumínio x Cobre e Cobre x Cobre.5µm de Ni sobreposto com uma camada mínima de 3. os conectores devem ainda ter o código de cor estampado em sua embalagem primária. rachas ou falhas quaisquer que sejam sua natureza e origem.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 59 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . COMPONENTE C e) Nas peças componentes dos materiais devem ser estampadas de forma legível e indelével.

88 6.00 9.36 10.42 7.51 III III III II II I I II C C C 5.95 II II II I I I I I VII VII VII 6.05 I I I I VII VII VII VII VI VI VI 60 APÊNDICE I .18 7.00 B C C VII VII VII VII VII VI VI VIII 8.08 IV III III II II I I II B C C 3.88 6.55 IV IV III III II II I II B B C 4.50 6.50 6.90 III II II I I I I I VII VII VII 7.00 9.12 4.36 10.00 II II I I I VII VII I VII VII VI 7.42 7.11 RAMAL (FIOS E CABOS EM COBRE ISOLADO E MULTIPLEXADO) mm2 CABO CABO CABO FIO FIO CABO #10 FIO #10 #10 #16 #6 #10 Fase Neutro Fase (FIO) #16 Neutro 2.05 B B B I VII VII VII VII VI VI VI 9.80 IV III III II II I I II B C C 3.54 9.76 IV IV IV III III A A III B B J 3.12 4.50 5.24 II II II I I I I I VII VII VII 5.57 4.75 III III III II II I I I C C VII 5.10 III III II II I I I I C C VII FIO 10mm FIO 6AWG FIO 16mm2 CABO 4AWG CABO 25mm2 CABO 2AWG CABO 35mm2 FIO 2AWG CABO 50mm2 CABO 1/0AWG CABO 1/0AWG 2 Cu Al Cu CA Cu CA Cu Cu Cu CA CAA Tabela 3 RAMAL (FIOS E CABOS EM COBRE ISOLADO E MULTIPLEXADO) mm2 REDE (fios e cabos nus Al e Cu) (mm) Ø 3.18 7.57 IV III III III II II II II B B C 4.11 CABO #16 Fase CABO #25 CABO #25 Neutro CABO #25 Fase CABO CABO CABO #35 #35 #35 Neutro Fase CABO #50 CABO #50 Neutro CABO #50 Fase FIO 10mm FIO 6AWG FIO 16mm2 CABO 4AWG CABO 25mm2 CABO 2AWG CABO 35mm2 FIO 2AWG CABO 50mm2 CABO 1/0AWG CABO 1/0AWG 2 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO Cu Al Cu CA Cu CA Cu Cu Cu CA CAA 4.95 II II I I I VII VII I VII VII VI 8.60 II I I I I VII VII VII VII VI VI 6.57 4.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA .Conector cunha (continuação) .Tabelas de dimensionamento Tabela 1 RAMAL DE ENTRADA (SINGELO) mm2 FIO # 10 FIO # 10 CABO # 10 FIO # 16 CABO # 16 CABO # 25 CABO # 35 CABO # 50 CABO # 70 IV CABO # 10 IV III FIO # 16 III III III CABO # 16 CABO # 25 CABO # 35 CABO # 50 CABO # 70 III III II II II/A II/A II/A I I I/B I/B I/B I I VII RAMAL DE LIGAÇÃO (MULTIPLEXADO) mm2 C VII VII VII VI VI VI 6799 6407 Tabela 2 REDE (fios e cabos nus Al e Cu) (mm) Ø 3.50 5.54 9.

com as seguintes indicações mínimas: . igual à resistência elétrica do condutor. rachas ou falhas. e) O Conector não deve permitir o escorregamento do condutor (quando instalado na posição fixa) ou sofrer qualquer deformação permanente ou ruptura e não ocasionar dano ao condutor no trecho da conexão. lascas. APÊNDICE I . porosidades. quaisquer que sejam sua natureza e origem. no máximo.seção em milímetro e/ou bitola em AWG/mm do maior e do menor condutor a que se aplica. g) Os conectores devem apresentar bom aspecto no que diz respeito ao acabamento geral. d) Capacidade de condução de corrente do conector deverá ser compatível com a capacidade de condução de corrente elétrica dos condutores utilizados. partes pontiagudas e rebarbas provenientes de usinagem imperfeita. i) O conector e o parafuso devem possuir fios de rosca métrica. furos. h) O dimensionamento do conector deve atender a bitola do condutor e da haste de aterramento. transmitindo ou não força mecânica e conduzindo corrente elétrica. .nome ou marca comercial do fabricante. b) Os conectores devem ser em liga de Cobre de alta resistência mecânica e os parafusos de bronze silício ou aço inoxidável. devem ter superfícies lisas não apresentando trincas. f) A resistência elétrica do conector deve ser. ou às partes condutoras de equipamentos ou componentes. riscos. que possam danificar os condutores nas canaletas ou embocaduras desses acessórios. c) Os conectores devem ser marcados de modo legível e indelével. j) Poderão ser utilizados outros conectores desde que aprovados pela Celesc.Especificação 04 | Conector de aterramento NOTAS: a) Conector de aterramento: Dispositivo adequado com a finalidade de ligar condutores entre si.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 61 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . Devem ser isentos de inclusões e não ter arestas vivas.

compatível para conectar Alumínio x Alumínio. com função primordialmente elétrica. em liga de Cobre estanhado. furos. lascas. no máximo. Devem ser isentos de inclusões e não ter arestas vivas. partes pontiagudas e rebarbas provenientes de usinagem imperfeita. b) Dispositivo de conexão elétrica utilizado para ligação e derivação de condutores de Energia Elétrica. quando não indicado em contrário. devendo a condutividade mínima dos conectores ser de 22. entre si e/ou a uma parte condutora de um equipamento. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 62 APÊNDICE I . com as seguintes indicações mínimas: . conforme ASTM-B-545. d) Capacidade de condução de corrente elétrica do conector deverá ser compatível com a capacidade de condução de corrente elétrica dos condutores utilizados. i) Os conectores devem apresentar bom aspecto no que diz respeito ao acabamento geral. riscos. e) O Conector não deve permitir o escorregamento do condutor (quando instalado na posição fixa) ou sofrer qualquer deformação permanente ou ruptura e não ocasionar dano ao condutor no trecho da conexão. k) Medidas em milímetros (mm).nome ou marca comercial do fabricante. rachas ou falhas. . c) Os conectores devem ser marcados de modo legível e indelével. h) A resistência elétrica do conector deve ser.0 (%IAC). g) Os conectores devem ter uma camada de estanho com espessura mínima de 8. j) O conector deve ser extrudado. f) A condutividade da liga deve ser de acordo com a ASTM-B-342. Alumínio x Cobre e Cobre x Cobre. quaisquer que sejam sua natureza e origem.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . igual à resistência elétrica do condutor. porosidades. que possam danificar os condutores nas canaletas ou embocaduras desses acessórios.Especificação 05 | Conector terminal de cobre estanhado NOTAS: a) O conector terminal deverá ser usado para ligações de condutores. deve ser em cobre eletrolítico ou cobre fosforado. devem ter superfícies lisas não apresentando trincas.0 µm e média mínima de 12 µm.seção em milímetro e/ou bitola em AWG/mm do maior e do menor condutor a que se aplica.

quando não indicado em contrário. c) As caixas deverão apresentar parafuso de segurança para fechamento da tampa conforme especificação Celesc. f) O conteúdo máximo utilizado de material reciclado não deve exceder 20% do material virgem utilizado para a confecção das peças. j) Todas as caixas devem apresentar grau de proteção. l) Os fabricantes devem estar cadastrados e os materiais certificados pela Celesc.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 63 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . de Ø6 mm x 25 mm. g) A caixa deverá apresentar o logotipo e/ou nome do fabricante. k) Medidas em milímetros (mm). fixado com 4 arruelas lisas e 2 porcas de mesmo material. b) A tampa das caixas deverá ser confeccionada em policarbonato incolor. conforme modelo da Celesc. polida (cristal) totalmente transparente resistente aos raios ultravioleta. bem como identificação do lote mês/ano de fabricação. mínimo. e) Todas as caixas devem possuir um parafuso de latão.Especificação 06 | Caixas de medição em material polimérico NOTAS: a) O corpo das caixas poderá ser confeccionada em noryl ou policarbonato na cor preta. IP-53 conforme NBR 6146. resistente a raios ultravioleta e anti-chama. APÊNDICE I . i) As caixas deverão apresentar dispositivo para lacre. na tampa em local próprio conforme projeto. conforme especificação Celesc. h) Na tampa de acesso ao disjuntor deverá apresentar a advertência “Cuidado Eletricidade” e o raio.

d) As caixas e quadros deverão apresentar parafuso de segurança para fechamento da tampa conforme especificação Celesc. conforme modelo da Celesc. c) As dimensões mínimas admitidas para as caixas e QMC’s metálicos estão na tabela ao lado. Os modelos dos dispositivos de lacres estarão disponíveis no projeto específico de cada caixa. na tampa em local próprio conforme projeto. bem como identificação do lote mês/ano de fabricação. l) Os fabricantes devem estar cadastrados e os materiais certificados pela Celesc. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 64 APÊNDICE I . sendo que a caixa MMTP possui tampa moldada em policarbonato incolor. j) Todas as caixas devem apresentar grau de proteção. QMC2. IP-53 conforme NBR IEC 60529. QMC1. mínimo. e espessura mínima de 1. LCM. devem conter. QMC. ME. e) Todas as caixas devem possuir um parafuso de latão.5 mm para as caixas MDR/HS. MMR e QMC’s.2 mm para as caixas MMTP.Especificação 07 | Caixas e quadros de medição metálicos NOTAS: a) As caixas e quadros deverão ser fabricados utilizando-se chapas de aço-carbono ou chapas de alumínio com espessura mínima de 1. -Acabamento: pintura interna e externa em tinta sintética na cor bege com espessura mínima de 50 microns. visor de vidro transparente com espessura mínima de 4 mm ou 3 mm se for utilizado policarbonato transparente com uma face resistente a U. h) Na tampa de acesso ao disjuntor deverá apresentar a advertência “Cuidado Eletricidade” e o raio. MDR/HS. k) Medidas em milímetros (mm). LCP. f) As caixas tipos MP. ME.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA .Tratamento de base: desengraxamento e decapagem ou jato de areia. em sua tampa. i) As caixas deverão apresentar dispositivo para lacre. g) As caixas e QMC’s deverão apresentar o logotipo e/ou nome do fabricante. com exceção da caixa MDR/HS. LCP. b) As caixas e quadros quando em aço carbono deverão receber os seguintes tratamentos: . MP. quando não indicado em contrário. de Ø6 mm x 25 mm. polida (cristal) totalmente transparente resistente aos raios ultravioleta. fixado com 4 arruelas lisas e 2 porcas de mesmo material. MMR. LCM.V. fosfatização e uma demão de cromato de zinco com espessura mínima de 25 microns.

h) Junto com a fita deve ser fornecido o prendedor (fecho). f) A fita deverá ser corretamente instalada sem sofrer deformação permanente ou ruptura. e) As bordas da fita devem ser aparadas e não devem apresentar aresta vivas. de tal maneira que suportem as condições mecânicas e químicas (resistência à corrosão) a que são submetidos em uso.Especificação 08 | Fita de alumínio ou aço inoxidável NOTAS: a) Condições exigíveis e específicas relativas à utilização de fitas de alumínio e aço inoxidável (lisa ou perfurada) na fixação de eletrodutos utilizados junto ao poste em padrões de entrada de energia elétrica nas unidades consumidoras. defeitos que dificulte o seu emprego ou que possa causar acidentes.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 65 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . g) O comprimento da fita será de acordo com sua necessidade de utilização. As superfícies da fita devem ser polidas. d) A fita deve ser marcada de modo legível e indelével com o nome ou marca comercial do fabricante. quando não indicado em contrário. Quando ocorrer o dobramento da fita essa não deve apresentar trincas na face externa. rebarbas. c) As fitas e os fechos devem ser fabricados com materiais de primeira qualidade e de procedência idônea. b) Medidas em milímetros (mm). APÊNDICE I .

f) A haste de aterramento deverá ter comprimento de 2400mm. compressão de 40daN. revestida por cobre que se crava no solo para constituir um eletrodo de aterramento. quando não indicado contrário. e) A resistência mecânica: flexão 60%. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 66 APÊNDICE I . c) O material utilizado na fabricação da haste de aterramento deverá ser aço-carbono 1010/1020. com diâmetro nominal de 5/8 polegadas. trefilado. d) O revestimento da haste deve ser no mínimo 254µm (micras) de cobre eletrolítico.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . b) Medidas em milímetros (mm). ausência de fissuras no cobre.Especificação 09 | Haste de aterramento aço-cobre NOTAS: a) Haste de aterramento rígida de aço. IACS a 20%.

c) O isolador de vidro deve ter uma ducha de polietileno de alta densidade. g) Medidas em milímetros (mm).ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 67 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . e) A resistência mecânica do isolador deve suportar o esfoço F da tabela. b) O acabamento deve ter consistência perfeita e superfície externa lisa. sem sofrer qualquer trinca ou ruptura. f) Deve ser gravado no corpo do isolador.Especificação 10 | Isolador roldana de porcelana ou vidro NOTAS: a) Isolador de porcelana ou vidro recozido. de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante e ano de fabricação. APÊNDICE I . com espessura mínima de 1. d) A cor do isolador de porcelana deve ser marron escuro ou cinza claro e o isolador de vidro deve ser transparente. quando não indicado em contrário.2mm.

direção e sentido indicados.Especificação 11 | Parafuso de cabeça quadrada NOTAS: a) Parafuso de cabeça quadrada na qual faz parte das ferragens na rede aérea constituído de rosca cilíndrica total ou parcial. rebarbas e defeitos no revestimento. pontas. f) Medidas em milímetros (mm). CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 68 APÊNDICE I . quando não indicado em contrário. c) Os acessórios completamente montados para as finalidades que foram projetados. Conforme NBR 8158/83. e) O revestimento das peças devem ser galvanizados em sua totalidade por imersão a quente em zinco fundido. b) Deve ser fabricado a partir de materiais especificados neste respectivo desenho. em módulo. d) Acabamento deve apresentar superfícies lisas e uniformes.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . devem resistir aos esforços mecânicos previstos nos respectivos desenhos. As cabeças dos parafusos e as porcas devem ser chanfradas em 30° e as pontas dos parafusos devem ser arredondadas ou apresentar chanfro de entrada em 45°. sem cantos vivos. geralmente com porca quadrada componente. A utilização de outros materiais não especificados e os casos omissos só poderão ocorrer após consulta à Celesc.

f) A armação secundária poderá ser soldada ou fixada com abraçadeiras zincadas por imersão à quente.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 69 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . b) O pontalete deverá ter seção circular. zincado por imersão à quente ou de alumínio fixado com luva ou parafuso.Especificação 12 | Pontalete de aço-carbono NOTAS: a) Poderá ser utilizado pontalete de aço-carbono conforme NBR 5597/5598. conforme NBR 6150. e) O engastamento deve ser no mínimo 1/3 do comprimento do pontalete. APÊNDICE I . zincado por imersão à quente ou outro material aprovado pela Celesc. o diâmetro do pontalete está de acordo com as tabelas 01 e 02 desta norma. c) Dentro do pontalete deverá ser colocado um eletroduto de PVC. quando não indicado em contrário. do tipo pesado. h) A curva de 180° (cabeçote) do pontalete poderá ser de aço-carbono conforme NBR 5597/5598. quando for necessário elevar a altura dos condutores. g) Medidas em milímetros (mm). d) O pontalete deverá ter comprimento mínimo de 2 metros e máximo de 3 metros.

. .O agregado deverá estar de acordo com a NBR 7211.A resistência à ruptura não deve ser inferior a duas vezes a resistência nominal.Característica do poste (comprimento (m) /resistência nominal em deca Newton).ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . para controle da resistência à compressão do concreto.ex: 7/100.O cimento deverá estar de acordo com a NBR 5732 ou 5733.O centro de gravidade deverá ser identificado com símbolo específico. . conforme NBR 6118. .A água deve ser limpa e isenta de teores prejudiciais. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 70 APÊNDICE I . . B. .A carga de ruptura à compressão do concreto não deve ser menor que 250 daN/cm.O aço deve estar de acordo com a NBR 7480. .O concreto deve estar conforme a NBR 5738 e 5739.Especificação 13 | Poste de concreto de seção duplo T (DT) NOTAS: A.Nome ou marca do fabricante.Data de fabricação. . C.

quando não indicado em contrário. h) Só poderá ser utilizado poste nas instalações de entradas de energia elétrica que estejam devidamente homologados junto a Celesc. l) Medidas em milímetros (mm). data de fabricação. g) Possuir o tampão de polipropileno para encaixe no topo do poste. j) A quantidade de armação secundária deverá ser de acordo com o tipo de ligação. i) A armação secundária poderá ser soldada no poste ou fixada por abraçadeiras.5mm e 2 arruelas lisas M10 de latão a 50mm no topo do poste.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 71 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . porca sextavada M10x1.5x40mm. e) Acabamento por zincagem por imersão a quente com camada média de 100 micras. comprimento e resistência (decaNewton). b) ter seção quadrada de 70x70mm com chapa de espessura 3.25mm ou seção circular de 3 polegadas. c) ser fabricado com aço-carbono 1010/1020.Especificação 14 | Poste metálico NOTAS: a) O poste deve possuir plaqueta de identificação 50x50mm contendo de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante. k) O padrão deverá possuir haste de aterramento conforme especificação Celesc. f) Possuir um furo com parafuso sextavado M101. rasgo de 20x40mm para passagem dos cabos de entrada e saída. APÊNDICE I . d) receber os tratamentos na preparação: desengraxamento e decapagem química.

b) As tampa deverão estar de acordo com a norma NBR 10160. a inscrição “energia”. ano e lote de fabricação (parte inferior). quando não indicado em contrário. d) Para locais onde ocorrer fluxo de veículos. a resistência mecânica da tampa deverá ser de 125 kN (B125). CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 72 APÊNDICE I . material (cinzento/ nodular) e carga de controle mínima (50kN ou 125kN). f) A tampa e o aro deverão receber uma proteção superficial com tinta betuminosa. i) Medidas em milímetros (mm). a inscrição “cuidado eletricidade”. e) Deve ser gravado de forma legível e indelével em alto relevo as seguintes identificações: .logomarca e/ou nome do fabricante ou distribuidor. a resistência mecânica da tampa deverá ser de 50kN e a resistência à tração deverá ser 450Mpa. a inscrição “pedestre” (para a tampa de 50 kN). mês.Especificação 15 | Tampa de ferro fundido NOTAS: a) Tampa de ferro fundido para entrada de energia elétrica subterrânea. h) Os fabricantes deverão ser cadastrados e ter seus produtos certificados pela Celesc. o “raio típico” de eletricidade. c) Para locais onde ocorrer fluxo somente de pedestres.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . g) As tampas deverão possuir ensaios em laboratórios credenciados de acordo com as respectivas normas da ABNT. a inscrição “NBR 10160”.

ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 73 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .Alça para Cabos de Aço com Fios de aço galvanizado. tipo ou modelo de referência da alça. quando não indicado contrário. c) Resistência aplicada em ancoragens de cabos ou fios nus. conforme tabelas e desenho. d) Cada alça deve ser adequadamente identificada com no mínimo. revestidos de alumínio. b) Tipos de alças pré-formada: . APÊNDICE I .Alça para Cabos de Alumínio com Fios de aço carbono. . .Especificação 16 | Alça pré-formada NOTAS: a) Medidas em milímetros (mm). código de cor. marcas que indiquem o início do enlaçamento. conforme tabela. nome ou marca do fabricante. tipo e bitola do cabo a que se aplica.Alça para Cabos de Cobre com Fios de aço revestidos de cobre.

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 74 APÊNDICE I . quando não indicado em contrário. g) A identificação deve estar gravada no corpo da armação e na porca do parafuso. f) A resistência mecânica da armação deve suportar o esforço F da tabela. sem sofrer qualquer trinca ou ruptura.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante e ano de fabricação. c) O acabamento deve ter consistência perfeita e superfície lisa.Especificação 17 | Armação secundária e parafuso em material polimérico NOTAS: a) Medidas em milímetros (mm). b) A armação secundária de um estribo e o parafuso cabeça redonda devem ser de material polimérico. d) O parafuso cabeça redonda e a porca devem possuir rosca métrica com passo de 2mm. h) O fabricante deve estar cadastrado e os materiais certificados pela Celesc. e) A cor da armação e do parafuso devem ser preta.

ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 75 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . e) A resistência mecânica onde indicado F deverá suportar 1000daN (simultânea). rebarbas e defeitos no revestimento. latão ou aço inoxidável. sem ruptura e deformação permanente. A utilização de outros materiais não especificados e os casos omissos só poderão ocorrer após consulta à Celesc. APÊNDICE I . pontas. quando não indicado em contrário. em módulo. ferragem de rede aérea que se fixa num poste na qual são amarrados os condutores de uma rede de baixa tensão em isoladores roldana. Conforme NBR 8158/83. c) A cupilha dispositivo para travamento da haste poderá ser de bronze. b) Deverá ser utilizado na armação secundária aço-carbono 1010/1020. e) Acabamento deve apresentar superfícies lisas e uniformes.Especificação 18 | Armação secundária de aço-carbono NOTAS: a) Armação secundária. laminado ou tremulado. d) Os acessórios completamente montados para as finalidades que foram projetados devem resistir aos esforços mecânicos previstos nos respectivos desenhos. f) O revestimento das peças devem ser galvanizados em sua totalidade por imersão a quente em zinco fundido. direção e sentido indicados. g) Medidas em milímetros (mm). sem cantos vivos.

com mínimo nome ou marca do fabricante.fase B : 2 . CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 76 APÊNDICE I . fios formadores do condutor nu devem ser de cobre duro. de pelo menos um dos condutores fase. seção dos condutores fase e neutro. que deve permanecer em posição axial em relação aos demais. tensão de isolamento (0. identificação do material do condutor (cobre ou alumínio). c) A identificação dos cabos multiplexados deverá estar estampado de forma legível e indelével a intervalos regulares de até 500 mm na superfície externa. d) Nos cabos com mais de um condutor fase.fase C : vermelho e) Os cabos de cobre multiplexados deverão ser constituídos de fio sólido e os fios formadores do condutor devem ser de cobre eletrolítico. h) As características dos condutores segue conforme as tabelas indicadas nessa especificação.fase A : preto . ano da fabricação. g) Os condutores fase devem ser torcidos helicoidalmente ao redor do condutor mensageiro (neutro). de seção circular recobertos por uma camada isolante.fase C : 3 . compactados. -Cabo neutro (mensageiro). de seção circular.Especificação 19 | Cabos de alumínio e de cobre multiplexados NOTAS: a) Os cabos multiplexados mencionados nessa especificação deverão seguir a NBR 8182.6/1kV. e ter encordoamento classe 2. cada uma das fases deverá ser identificada de forma permanente à base de números ou cores tais como: . f) Os cabos de alumínio multiplexados deverão ser constituídos de fios de alumínio 1350.6/1kV).fase A : 1 . têmpera mole. b) Cabos de potência multiplexados auto-sustentados com isolação de polietileno reticulado (XLPE). para tensões até 0. -cabo neutro (mensageiro).ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA .fase B : cinza . formado por fios de alumínio 1350 (CA) ou de alumínio-liga (CAL). isolação (XLPE).

Terminal de compressão maciço curto e terminal ilhós – para ligação ao medidor e disjuntor. e) Os cabos com encordoamento classe 2 e 5 com ou sem cobertura deverão possuir isolação dos tipos PVC. os fios deverão ser compostos helicoidalmente entre si. NBR 7285. identificação do material do condutor. desde que seja seguido as especificações e utilizados terminais padronizados pela Celesc tais como: . m) A capacidade de condução de corrente dos cabos das tabelas 3 e 4. 3 e 4 condutores). seção do condutor.6/1kV.280. Para temperaturas ambiente diferente de 20°C.Terminal de compressão maciço longo – para ligação com conector cunha ao ramal de ligação. NBR 6148. tensão de isolamento e ano da fabricação. b) Os condutores devem ser de cobre nu eletrolítico têmpera mole. l) A capacidade de condução de corrente dos fios e cabos das tabelas 1 e 2 refere-se a instalação em eletroduto aparente ou embutido. f) Poderá ser utilizado cabos com encordoamento classe 5. . a temperatura de referência do ambiente é de 30°C. aplicar os fatores de correção indicados na NBR-5410. refere-se a eletroduto enterrado no solo. d) Os fios classe 1 (sólido) tem sua capacidade de condução de corrente elétrica mencionados na tabela 1. k) A identificação dos condutores deverá estar estampada de forma legível e indelével a intervalos regulares na superfície externa. entrada e carga. a temperatura de referência é de 20°C (solo). EPR ou XLPE. conforme tabelas acima e as respectivas tensões de isolamento 450/750V e 0. para suportar as tensões de isolamento 0. ou polietileno termofixo (XLPE). j) Quando o condutor possuir encordoamento classe 2 e 5. com tensões de isolamento de 450/750V. Para temperaturas diferentes. i) Os condutores deverão ser classe 1 condutores sólidos e classe 2 e 5 condutores encordoados. NBR 7287 e NBR 7288.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 77 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . somente onde está destacado o número (1). NBR 6524.Especificação 20 | Condutores de cobre NOTAS: a) Os condutores de cobre isolados mencionados nessa especificação deverão seguir NBRNM. aplicar os fatores de correção indicados na NBR-5410. da isolação. g) Os cabos para uso subterrâneo deverão possuir isolação e cobertura (quando necessário) com características especiais quanto a não propagação e auto-extinção do fogo tais como: cloreto de polivinila (PVC). h) Os cabos poderão ser unipolar ou multipolar (2. com passo de reunião de no máximo 35 vezes o diâmetro do condutor. da cobertura quando for o caso. com no mínimo. etileno-propileno (EPR).6/1kV. APÊNDICE I . c) Os fios classe 1 (sólido) de cobre deverão possuir camada de isolação em cloreto de polivinila (PVC). nome ou marca do fabricante.

constituído por um único pólo. f) Os disjuntores termomagnéticos devem possuir disparadores térmicos para proteção contra sobrecarga e disparadores eletromagnéticos para proteção contra curto-circuito. manual ou automaticamente. g) O disjuntor deverá ser construído com material que suporte a elevação de temperatura decorrente de seu funcionamento em corrente nominal. b) Os disjuntores são dispositivos de manobra mecânico e de proteção. capaz de estabelecer. NBR IEC 60898. assim como estabelecer. ou em regime de sobrecarga para cujas condições foi projetado. h) O invólucro do disjuntor deverá ser de material isolante e possuir resistência mecânica compatível com os esforços a que será submetido. conduzir e interromper corrente em condições normais do circuito. i) A identificação do disjuntor deverá constar. devendo o dispositivo de intertravamento ser irremovível e inviolável. constituído por dois ou mais pólos ligados mecanicamente entre si de modo a atuarem em conjunto. conduzir por tempo especificado e interromper correntes em condições anormais do circuito tais como as de curto-circuito. devendo ser adequados para operação em temperatura entre -5°c e 40°c. obs: O simples acoplamento das alavancas de manobra de dois ou mais disjuntores não constituirá um disjuntor multipolar. -multipolar (bipolar e tripolar). respectivamente. j) As características nominais dos disjuntores estão mencionados na tabela acima. designação de tipo ou modelo.Especificação 21 | Disjuntores termomagnéticos Disjuntores ilustrativos NOTAS: a) Os disjuntores termomagnéticos mencionados nessa especificação deverão seguir as NBR’s 5361. c) O disjuntor poderá ser do tipo: -unipolar (monopolar). tensão nominal (V). corrente nominal (A).ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . d) Os disjuntores termomagnéticos abrangidos por esta especificação serão aplicados em instalações abrigada. garantindo a operação simultânea de todos os pólos tanto para ligar como para desligar o circuito. capacidade de interrupção em curto-circuito referida às tensões nominais (kA). e) Os disjuntores bipolares e tripolares com 2 ou 3 alavancas. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 78 APÊNDICE I . 8176. de forma legível e indelével as seguintes informações: nome ou marca do fabricante. interligadas mecanicamente entre si.

m) Para o aterramento do eletroduto com “Protect Plus” deverá ser usado luva somente zincada por imersão a quente (sem a proteção Protect Plus). c) Os eletrodutos citados nessa especificação poderão ser em aço-carbono do tipo pesado ou cloreto de polivinila (PVC) não plastificado. f) Os eletrodutos devem apresentar as superfícies externa e interna. g) Os eletrodutos de PVC poderão ser do tipo rígido rosqueável. reentrâncias e aresta cortantes. classes A e B. sem considerar a luva.20) mm. PVC e duto corrugado (PEAD) NOTAS: a) Os eletrodutos mencionados nessa especificação deverão seguir as NBR’s 5597. com mínimo nome ou marca do fabricante. isentas de irregularidades. APÊNDICE I . revestido com material denominado “Protect Plus” na cor cinza.Especificação 22 | Eletroduto rígido de aço-carbono. saliências.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 79 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . classe e número da norma vigente. que possam danificar a capa protetora dos condutores elétricos. l) Poderá ser utilizado eletroduto em aço carbono. e) A identificação do eletroduto deverá estar estampado de forma legível e indelével. não isolante e ser zincado por imersão a quente. d) Os eletrodutos de aço carbono deverão ter acabamento com pintura lisa e contínua. h) As dimensões dos eletrodutos seguem conforme as tabelas indicadas nessa especificação. com abraçadeira zincada por imersão a quente. 5598 (aço carbono) e 15465 (Plásticos). k) Em entrada de energia subterrânea poderá ser utilizado eletroduto espiralado corrugado flexível em polietileno de alta densidade (PEAD). b) Os eletrodutos devem ter comprimento de (3000 +/. j) Eletrodutos de aço-carbono junto ao poste devem ter comprimento de 6000 mm para evitar emendas no mesmo. diâmetro nominal.

ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . e) Roldanas poderão ser em material polimérico. d) Parafuso para fixação das roldanas poderá ser em material polimérico ou aço zincado a quente. c) Armação secundária de um ou dois estribos poderá ser em material polimérico ou aço zincado a quente. de porcelana ou vidro. branca ou cinza). k) Dimensões em milímetros (mm).Especificação 23 |Kit postinho pré-fabricado em concreto NOTAS: a) Os materiais mencionados nessa especificação deverão estar de acordo com os padrões Celesc. b) Poste de concreto seção duplo T. com isolamento na cor verde.6/1 kV sendo no ramal de entrada. i) As caixas de medição deverão ser em material polimérico. vermelho. 7 e 8m/100daN. dimensões 16x250mm. dimensões 13x2400mm. f) Haste de aterramento de aço revestida em cobre com conector. devidamente homologadas pela Celesc. um condutor para o neutro com isolamento na cor azul e para o(s) condutor(es) fase(s) isolamento em cor(es). quando não indicado em contrário. h) Condutores de entrada e saída seção 10mm. j) Deverá ser utilizado conector cunha para a conexão dos condutores dos ramais. (preta preferencialmente. classe de isolamento de 0. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 80 APÊNDICE I . com caixa de medição embutida. g) Condutor de aterramento seção 10mm.

b) Tolerância +/. d) Os condutores do ramal de entrada deverão ser: neutro (azul claro) e fase (preto).Especificação 24 | Kit postinho pré-fabricado metálico NOTAS: a) Medidas em milímetros (mm). h) Não é permitido o uso em locais como: orla marítima e região carbonífera. mês e ano de fabricação. c) Identificação com chapa em alumínio com no mínimo: Nome ou marca do fabricante. resistência nominal em (daN). modelo ou tipo do fabricante. Os condutores do ramal de saída deverão ser: neutro (azul) e fase (vermelho. g) Os materiais utilizados deverão estar conforme especificação. e) Todas as ferragens deverão ser zincados a quente. quando não indicado em contrário. APÊNDICE I .2% exceto onde indicado. f) Os estribos poderão ser soldado no poste ou fixadas por abraçadeiras. branco ou cinza e amarelo).ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 81 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .

0 14.2 9. porosidades.5 0. deverá haver uma marcação externa para orientar o instalador quanto à área de compressão. h) Terminal de Compressão Maciço Longo: este terminal será aplicado na extremidade do cabo do ramal de entrada.34 9.0 81.8 - ØH 4.8 0.0 81.8 29.11 7.0 ØD 3. com condutividade superior a 98 %.0 66.28 13.0 81.0 30.0 29.60 14.00 5.00 12.0 66.22 - 115.0 B 30.0 29. trincas. para evitar a entrada de água no condutor.90 4.0 45.0 6.0 ØD 3.0 45.46 14. no momento da instalação.52 ØF 5.8 0. que será conectado ao ramal de ligação aéreo (multiplexado).11 8.0 29. lascas.2 9.8 0.8 0.0 29.0 66.2 29.80 19. Neste terminal também será obrigatório a aplicação de isolação termocontrátil.0 12. ser isento de inclusões.35 7.52 ØF 5.00 13.50 22.0 29. a uma altura equivalente à dimensão C (desenho).80 19.8 - ØH 4.0 29.28 13.0 30.93 9.0 66. g) Terminal de Compressão Maciço Curto: este terminal será aplicado na extremidade do cabo que será ligado aos bornes de ligação do disjuntor ou medidor.0 29. j) O fornecimento e instalação do conector serão de responsabilidade do interessado (consumidor). b) Terminal de compressão maciço . em ramais de ligação.34 9. c) No corpo do terminal deve ser gravado de forma legível.0 29.00 11.0 66.0 90.93 9.00 12.70 11.0 81.2 8. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 82 APÊNDICE I .8 0.53 11.00 17.5 0. i) Os conectores deverão ser aplicados sempre que necessário em cabos flexíveis de encordoamento classe 3 a 5.0 C 29.0 45. ou a rede secundária de distribuição convencional.1 40. ou a rede isolada.0 30.90 6. saliências pontiagudas.50 7.0 45.0 55.2 8. rachas.50 6.50 SEÇÃO DO CONDUTOR 10 mm² 16 mm² 25 mm² 35 mm² 50 mm² 70 mm² 95 mm² 120 mm² 150 mm² A 81.50 6.50 17.8 0.00 ØE 6.46 14.0 45.2 8.90 6. k) As dimensões nas tabelas estão em milímetros.2 9. entrada e saída de energia elétrica e nos bornes de entrada e saída dos medidores.60 14.Especificação 25 | Conector Terminal de Compressão Maciço curto e longo SEÇÃO CONDUTOR 10 mm² 16 mm² 25 mm² 35 mm² 50 mm² 70 mm² 95 mm² 120 mm² 150 mm² A 66.0 14.00 17.0 12. f) Na parte externa “corpo oco” do terminal.gravação do número 50.0 30.0 81.0 B 45.5 0.70 11.0 11.90 4.35 7.0 30.8 29. revestido com a isolação termocontrátil.0 45.0 45.00 ØE 6. arestas cortantes.0 30.0 66.0 66. através de conector cunha ou perfurante.22 - 29.05 17.0 6.75 8.Fabricação em cobre eletrolítico.2 9.75 8.0 29.5 0.0 81.1 40.50 22. cantos vivos ou outras imperfeições incompatíveis com sua utilização. banhado a prata.8 0.0 C 29.00 5.00 15.8 0. e) O terminal de compressão maciço deve ser revestido com uma camada de prata com espessura mínima de 8 micras.50 17.0 NOTAS: a) Os terminais de compressão maciços poderão ser utilizados em cabos flexíveis.53 11.0 81.0 29.8 0.0 30.8 G 0.00 13.00 15.05 17.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . visível e indelével o número equivalente ao da seção do condutor a que se aplica: ex: terminal para condutor de seção 50mm² .0 11.8 0.00 11.8 G 0. d) O terminal deve ter superfície plana em todo o seu corpo.0 30.

Especificação 26 | Conector Terminal Tubular Ilhós Terminal tubular (tipo Ilhós) com capa Terminal tubular (tipo Ilhós) sem capa Dimensões terminal (ilhós) com capa plástica SEÇÃO 6mm² 10mm² 16mm² 25mm² 35mm² 50mm² 70mm² 95mm² 120mm² 150mm² ØA 6.9 29.0 32.0 F 13.0 18.3 12.0 ØC 3.7 16.0 6.0 32.8 7.9 10.9 16.0 13.0 32.5 ØD 4.8 8.0 30.3 E 8.5 8.3 12.0 20.0 14.5 12. arestas cortantes.5 ØB 5.0 21. h) Os conectores deverão ser aplicados sempre que necessário em cabos flexíveis de encordoamento classe 3 a 5. poderão ser utilização em cabos flexíveis. APÊNDICE I .7 5.0 12.3 7. e) O terminal ilhós deverá possuir um acabamento revestido por estanho.9 25.0 54.5 G 18.5 16.3 8.0 23. rachas. d) O terminal deve ter superfície plana em todo o seu corpo.0 5.8 7.0 17.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 83 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . trincas lascas.7 15.5 11.7 28.5 18.0 NOTAS: a) Os terminais tubular ilhós. cantos vivos ou outras imperfeições incompatíveis com sua utilização.4 8.5 6.0 7.0 19.0 25.0 Dimensões terminal (ilhós) sem capa plástica SEÇÃO 6mm² 10mm² 16mm² 25mm² 35mm² 50mm² 70mm² 95mm² 120mm² 150mm² ØA 4.5 4.9 30.7 14.5 5.0 21.5 14. saliências pontiagudas.5 ØC 3.0 32.0 40.3 10. i) As dimensões nas tabelas estão em milímetros.0 18.4 12.0 G 21.7 16. • Terminal ilhós sem capa – uso somente nos bornes de entrada e saída de medidores.5 18.8 10.0 25.0 32. f) A isolação do terminal ilhós tipo com anel (capa plástica) deverá ser de polipropileno com resistência térmica de até 105°C.0 44. c) Terminal ilhós deverá ser em cobre estanhado (E . nos bornes de entrada e saída dos medidores e disjuntores (conforme item b) nas unidades consumidoras atendidas pela Celesc.8 8.0 50.0 13.0 32.5 5.0 37. porosidades.0 32.0 32.0 16.3 10.9 39.9 16.0 32. b) Os terminais deverão ser aplicados conforme descrição abaixo: • Terminal ilhós com capa – uso somente nos bornes de entrada e saída de disjuntores.0 15.Cu) de alta condutividade.5 9. ser isento de inclusões. g) O fornecimento e instalação do conector terminal serão de responsabilidade do interessado (consumidor).

Resiste às variações de temperatura. catalisadores e gás propelente. faíscas ou lugares excessivamente quentes. com o auxílio. d) Aplicação de dá com a própria bisnaga com seu bico aplicador ou o bico do cartucho já alojado na pistola aplicadora. o produto só poderá ser removido por meios mecânicos. colar e calafetar uma infinidade de materiais. f) Não fumar durante a aplicação e não usar perto de chamas expostas.9. água. poeira. e) O silicone forma uma película em 15 minutos após aplicação. livres de pó. que se expande mais de 20 vezes em contato com o ar e a umidade da atmosfera. b) Aparência: pasta de alta viscosidade. f) O máximo de resistência é desenvolvido após 7 dias. h) Caso o produto esteja aplicado e vulcanizado. i) Em contato com o ar possui tempo de secagem muito rápido. pois se o produto tocar a roupa a manchará instantaneamente. dispensando assim o uso de soldas. óleos e oxidações. metal. travar. g) O produto antes da cura é bastante pegajoso e por esta razão recomenda-se o uso de luvas e óculos de segurança.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA . lâminas. Usado para evitar infiltrações de água. selagem de trincas e juntas. ESPUMA EXPANSIVA a) Espuma adesiva e seladora em aerosol à base de poliuretano. SILICONE a) Adesivo vedante siliconizado. O tempo de cura total sempre se dará após 24 horas da aplicação. borrachas termoplásticas. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 84 APÊNDICE I . faca. g) O produto não é inflamável. como por exemplo. absorve impactos. vedar e calafetar uma infinidade de materiais. isto é. por exemplo. Após 30 minutos pode ser cortada e no máximo em 24 horas está totalmente curada. etc. fixar. h) Aplicação do produto se faz necessário o uso de pistola aplicadora de cartuchos. b) Utilizada para vedar. b) Utilizada para calafetações em geral. h) Use avental de proteção. densidade: aproximadamente 0. g) Produto não-secativo. f) Equipamentos para aplicação: Uso das mãos ou espátula. tensões. etc. ceras e oxidações. c) Utilizado para vedação de diversos materiais e aplicações. fibrocimento. Suporta torções. e) O produto pode ser pintado após secagem. poeira. selar. c) Impede à penetração de água. j) O produto é inflamável e deve ser estocado entre 5º e 35ºC. já que o gás propelente é inflamável. à base de borracha de poli-isobutileno e cargas minerais. canivete.Especificação 27 | Vedação do Eletroduto à Caixa de Medição Abaixo seguem as especificações dos produtos padronizados pela Celesc para utilização na vedação entre o eletroduto e a caixa de medição. d) O produto tem excelente resistência às intempéries. b) Utilizado para selar. c) As superfícies onde será aplicado o produto devem estar limpas e secas. e) O produto é inflamável. c) As superfícies onde será aplicado o produto devem estar limpas. energia elétrica ou telefonia. f) As superfícies onde será aplicado o produto devem estar previamente limpas e secas. graxas. d) As superfícies onde será aplicado o produto devem estar previamente limpas e secas. A ação do tempo não altera suas características básicas. entre seus principais usos: Vedações de caixas de distribuição de força. em que é necessário que os materiais calafetados possam sofrer alguma dilatação ou contração. livres de pó. só poderá ser removido por meios mecânicos com o auxílio de um objeto. MASSA PARA CALAFETAR a) Massa adesiva. h) O produto não é inflamável. como por exemplo. lâminas. i) Após secagem total. preferencialmente não porosos. fixa e preenche espaços. d) Forma película inicial em 20 minutos após aplicação e já pode ser tocada. g) Proteger com fita crepe as laterais onde será aplicado o produto. etc. Pode ser usado em madeira. exercendo-se pressão. de faca. cor: alumínio. etc. e) Aplicar o produto sobre a superfície a ser calafetada e em seguida (quando aplicável) colocar a outra peça por cima. maresia e produtos de limpeza. a sua flexibilidade e aderência. auto-vulcanizável de cura ácida. não secativa. resinas sintéticas e aditivos. canivete. em 1 hora seca ao tato e vulcaniza em 24 horas. mantém suas propriedades de elasticidade permanentes. graxas. óleos. VEDACALHA a) Selante adesivo à base de solvente orgânico.

valores de IP mínimos sugeridos. e) As tomadas deverão ser de material polimérico. auto-extinguível e suportar uma temperatura de trabalho entre -50°C a 80°C. tomadas e acopladores para uso industrial . c) A caixa deverá apresentar-se hermeticamente fechada mesmo quando de sua utilização. APÊNDICE I . g) A tomada deve apresentar tais características: ser de sobrepor e IP-44.V. destinada a abrigar tomada com Índice de Proteção IP-44. possuir dobradiças e fecho rápido em aço inoxidável. b) Em ligações temporárias deverá ser instalada caixa com Índice de Proteção IP-54.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 85 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . f) A caixa e a tomada deverão conter em seus corpos a identificação do fabricante e seus respectivos Índices de Proteção (IP). i) O tamanho da caixa deverá ser proporcional ao número de tomada e o tipo de ligação correspondente.Especificação 28 | Caixa e Tomada com Grau de Proteção – Ligação Temporária Caixa com IP 54 Tomadas para 2P e 3 P + T com IP 44 ÍNDICE DE PROTEÇÃO Proteção contra objetos sólidos (poeira) Primeiro Segundo número número Sem proteção 0 0 Proteção contra corpos estranhos grandes 1 1 Proteção contra corpos estranhos de médio porte 2 2 Proteção contra corpos estranhos pequenos 3 3 Proteção contra corpos estranhos pequenos em 4 4 forma de grãos Proteção contra depósitos de poeira 5 5 Proteção contra ingresso de poeira 6 6 7 8 NOTAS: Proteção contra líquidos (água) Sem proteção À prova de gotejamento À prova de gotejamento em até 15º À prova de borrifamento em até 60º À prova de borrifamento em qualquer direção Proteção contra jatos de água Proteção contra jatos de água poderosos Imersão temporária À prova d’água a) Essa especificação esta de acordo com as normas NBR IEC 60529 Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos e NBR IEC 60309-1 Plugues. h) A caixa deve apresentar tostões com diâmetros de ¾ e 1 polegadas na parte superior e inferior e placa para fixação da tomada em material polimérico de fácil utilização. d) A caixa deve ser de material polimérico com proteção U.Parte 1: Requisitos gerais. e não inflamável.

ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA .Especificação 25 | Cabeçote para eletroduto CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 86 APÊNDICE I .

APÊNDICE II I-321.ESPECIFIC AÇ ÃO DOS COMPONENTES DA ENTR ADA DE ENERGIA 87 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .0023 FATORES DE CARGA E DE DEMANDA APÊNDICE I .

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 88 APÊNDICE II .0023 .FATORES DE C ARGA E DE DEMANDA | I-321.

utilizará os valores a definidos nas páginas seguintes.ANEEL.0023 89 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . FINALIDADE Definir os valores dos fatores de carga e de demanda de unidades consumidoras ligadas ao sistema de distribuição de energia elétrica da Celesc Distribuição S.A. 2. ASPECTOS LEGAIS Resolução nº 456/2000. de acordo com o ramo de atividade da unidade consumidora: APÊNDICE II . 3. PROCEDIMENTOS GERAIS A Celesc Distribuição S. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Aplica-se à Celesc Distribuição S.FATORES DE C ARGA E DE DEMANDA | I-321. da Agência Nacional de Energia Elétrica ..A.Critérios Gerais de Acesso ao Sistema de Distribuição de Energia Elétrica. quando necessário utilizar fatores de carga e de demanda.1. nos seus processos relacionados à Àrea Comercial. CONCEITOS BÁSICOS Definidos na I-321. e unidades consumidoras situadas na sua área de concessão. 5.A.0024 . 4.

RAMO DE ATIVIDADE CÓDIGO DO RAMO FATOR DE FATOR DE CARGA DEMANDA TÍPICO TÍPICO Aparelhamento de pedras para construção e execução de trabalho em mármore Fabricação de máquinas.47 41.16 67.54 63.08 55.61 55. fabricação de estopa.14 56.93 72.19 33. sintéticas.FATORES DE C ARGA E DE DEMANDA | I-321. produção de casca de acácia.54 22. Produção de derivados do cacau e elaboração de chocolates.51 55.41 56.02 34. incluindo tecelagem Fabricação de tecidos especiais – inclusive artefatos Fabricação de tecidos de malha (malharia) e fabricação de tecidos elásticos Não disponível Cód.43 45.41 46.45 63.45 51. extração de madeira.61 44.35 22.79 43.73 31.17 38.52 67. xistos betuminosos e outros Extração e/ou britamento de pedras e de outros materiais para construção não especificados anteriormente e seu beneficiamento associado Abate de reses.95 10. cereais e produtos afins Torrefação e moagem de café Fabricação de café solúvel Fabricação de biscoitos e bolachas Produção de derivados do cacau e elaboração de chocolates. exclusive bovinocultura Exploração florestal.91 55.46 43.16 29. de Serviço 0146 0212 1000 1410 1511 1512 1513 1514 1521 1522 1531 1532 1533 1541 1542 1552 1556 1559 1559 1571 1572 1582 1583 1584 1589 1589 1592 1595 1600 1731 1732 1733 1749 1764 1771 41.52 52.46 27.66 67.25 44.44 21.93 72.08 38.0023 .95 58.61 72.16 40.10 36.16 26.60 20.23 24.66 15.30 25.23 58.91 51.19 48. preparação de produtos de carne (de conservas de carnes.19 56.80 65.82 68.50 49.80 50.24 33.37 33.77 53.08 73.38 36.53 54.38 36.35 36.38 34.26 20. coleta de castanha do Pará.62 26. coleta de outros produtos florestais silvestres (Florestamento e Reflorestamento) Extração de carvão de pedra. aparelhos e equipamentos para instalações industriais Residências Baixa Tensão (não condomínio) Criação de animal. de materiais para estojos e recuperação de resíduos têxteis) Beneficiamento de café. moagem e preparação de outros alimentos de origem vegetal (fibras têxteis vegetais artificiais. inclusive subprodutos em matadouro e frigorífico) Abate de aves e outros pequenos animais e preparação de produtos de carne Preparação carne.95 10. coleta de palmito.82 20.85 23.47 51.02 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 90 APÊNDICE II . engarrafamento e gaseificação de águas minerais) Preparação de fumo Tecelagem de algodão Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais Tecelagem de fios e filamentos contínuos artificiais ou sintéticos Fabricação de outros artefatos têxteis.88 57.66 67.06 13. coleta de látex (borracha extrativa). gomas de mascar.55 23. banha e produtos de salsicharia não associadas ao abate Preparação do pescado e fabricação de conservas do pescado Processamento.93 55.38 36. preservação e produção de conservas de frutas Processamento.85 10.52 52.52 52. balas. preservação e produção de conservas de legumes e outros vegetais Produção de óleos vegetais em bruto Refino de óleos vegetais Preparação de margarina e outras gorduras vegetais e de óleos de origem animal não comestíveis Preparação do leite Fabricação de produtos de laticínios Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de rações balanceadas e de alimentos para animais Beneficiamento. aparelhos e equipamentos industriais Fabricação de máquinas.43 52.83 59.54 16. Produção de balas e semelhantes e de frutas cristalizadas Fabricação de massas alimentícias Fabricação de gelo Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de vinhos Fabricação de bebidas não alcoólicas (refrigerantes e refrescos.

00 51.85 17.59 23.97 43. cartolina e cartão (não associada à produção de papel) Serviço de impressão de material escolar e de material para usos industrial e comercial Fabricação de inseticidas Fabricação de outros defensivos agrícolas (adubos.77 30. andaimes e outros fins Produção de forjados de aço Fabricação de artigos de cutelaria Fabricação de ferramentas manuais Fabricação de outros artigos de metal não especificados Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral.19 24.54 40.51 APÊNDICE II . venezianas e peças de madeira para instalações industriais e comerciais.20 30.54 52. papelão. aglomerados ou prensado Fabricação de esquadrias de madeiras.55 26. Fibrocimento gesso e estuque (peças.12 49.37 10. inclusive peças (aparelhos e equipamentos não especificados ou não lassificados) Fabricação de máquinas e aparelhos para agricultura.02 46.RAMO DE ATIVIDADE CÓDIGO DO RAMO FATOR DE FATOR DE CARGA DEMANDA TÍPICO TÍPICO Confecção de peças interiores do vestuário.31 24.39 38.12 35.39 55.98 65. exclusive barro cozido Fabricação de produtos cerâmicos não refratários para uso diversos Britamento de pedras (não associados à extração) Fabricação de cal virgem.27 60. pontes.10 49. de casas de madeira pré-fabricadas. cartolina e cartão Fabricação de outros artefatos de pastas.98 34.34 53.0023 91 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .28 45.42 20.19 43.35 38.89 16.90 29.49 45.77 30.37 27.88 29. fertilizantes e corretivos de solo) Fabricação de outros produtos químicos não especificados ou não classificados Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais – exclusive na indústria de construção civil.78 24.84 23.87 56.46 49.00 15.51 65. artefatos diversos de plástico e para outros usos Fabricação de artigos de material plástico para embalagem e acondicionamento Fabricação de outros artigos de material plástico não especificados ou não classificados Fabricação de outros artefatos ou produtos de concreto.52 16.39 38.96 30. de estruturas de madeira e artigos de carpintaria.28 18. avicultura.02 39. torres de transmissão.26 45.28 46.00 51.77 30.87 51.49 47. cimento. tijolos Fabricação de material cerâmico. fabricação de outros artigos de carpintaria Fabricação de papel Fabricação de papelão.08 50.26 45.49 68.26 47. fabricação de esquadrias de madeira.64 59. produção de casas de madeira pré-fabricadas.93 24.38 58.97 22. cunicultura e apicultura.49 46.94 84. cal hidratada e gesso Fabricação de artefatos de ferro e aço reservatórios e outros recipientes Produção laminados em alumínio Metalurgia dos metais preciosos Metalurgia de outros metais não ferrosos e suas ligas (zinco.17 54.FATORES DE C ARGA E DE DEMANDA | I-321.97 24.43 25. produção de soldas e anodos para galvanoplastia e metalurgia de metais não ferrosos) Produção de peças fundidas de ferro e aço (fabricação) Produção de peças fundidas de metais não ferrosos e suas ligas Fabricação de estruturas metálicas para edifícios.58 39. ornatos e estruturas de gesso e amianto) Fabricação de telhas.77 13. papel.24 43. e obtenção de produtos animais 1811 1812 1910 1931 1932 1933 1939 2010 2021 2022 2121 2122 2149 2222 2461 2469 2499 2529 2529 2529 2630 2641 2641 2649 2691 2692 2722 2741 2742 2749 2751 2752 2811 2831 2841 2843 2899 2929 2931 52.59 56.54 49.85 16.11 23.92 30.00 68.94 58.26 45.11 63.10 16.88 18. exclusive sob medida Confecções de outras peças do vestuário (roupas e agasalhos) Curtimento e outras preparações de couro e peles Fabricação de calçados de couro Fabricação de tênis de qualquer material Fabricação de calçados de plástico Fabricação de calçados de outros materiais Desdobramento de madeiras Fabricação de chapas e placas de madeira.66 68.

whiskeria e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas Lanchonete.35 14.12 43.39 48.68 24.65 23.54 35.58 70.57 28.00 34.17 39.67 48.18 13.77 62.00 92 APÊNDICE II .00 30.96 58.19 23. Motéis e Apart-hotel Com Restaurante Hotéis.49 44.44 28.46 38.54 13.35 15.00 60.54 41. construção de rede de água e esgoto. perfuração e construção de poços de águas e outras obras de engenharia civil) Comércio a varejo e por atacado de veículos automotores Reparação ou manutenção de máquinas.28 45.03 22.0023 .65 44.54 35. broxas.35 51.37 35. aparelhos e equipamentos industriais.66 33.17 43. pincéis.11 66.FATORES DE C ARGA E DE DEMANDA | I-321. máquinas operatrizes e aparelhos industriais Fabricação de artigos armas Fabricação de fogões.81 43.58 70.19 24.46 38.49 38.42 33.00 44.58 58.00 30.88 23.19 55.12 51. vassouras.84 42.27 41.RAMO DE ATIVIDADE CÓDIGO DO RAMO FATOR DE FATOR DE CARGA DEMANDA TÍPICO TÍPICO Fabricação de máquinas. sucos e similares Armazéns gerais (emissão de warrants) Atividades auxiliares aos transportes aquaviários (Trapiches) CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 2940 2971 2981 2989 3199 3431 3439 3450 3611 3613 3694 3697 3699 3699 3699 4100 4511 4512 4512 4513 4529 5010 5020 5020 5020 5020 5030 5122 5134 5135 5151 5151 5211 5212 5213 5223 5229 5511 5512 5521 5522 6312 6322 23. agrícolas e máquinas de terraplanagem Recondicionamento ou recuperação de motores para veículos rodoviários Reparação de veículos. irrigação. exclusive embarcações aeronaves Manutenção e conservação de veículos em geral Comércio a varejo e por atacado de peças e acessórios para veículos automotores Comércio atacadista animais vivos Comércio atacadista de carnes e produtos de carne Comércio atacadista de pescados e frutos do mar Comércio atacadista de combustíveis e lubrificantes Comércio varejista de combustíveis e lubrificantes Supermercados. inclusive peças e acessórios) Fabricação de cabinas.47 26.35 14.99 40.37 27.97 24.61 19.00 33.00 42.03 66.93 33.66 45.67 20.23 70.90 49.10 15.47 42. choperias.82 51.78 20.68 23.10 30.00 48. vime e junco Fabricação de brinquedos e jogos recreativos Fabricação de escovas.93 19.13 51. refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico – inclusive peças Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos – inclusive peças Fabricação de outros aparelhos ou equipamentos elétricos (para fins industriais e comerciais.94 14.11 44.65 22. carrocerias e reboques para caminhão Fabricação de cabinas.00 34.58 42. espanadores e semelhantes Fabricação de artigos diversos Fabricação de asfalto Fábrica de produtos diversos (outros artigos não especificados ou não classificados) Tratamento e distribuição de água canalizada Demolição e preparação do terreno Construção civil Perfurações e execução de fundações destinadas à construção civil Terraplanagem e outras movimentações de terra Obras de outros tipos (marítimas e fluviais. casas de chá. hipermercados (comércio varejista com área de venda superior a 5000 m2) Supermercados (comércio varejista com área de venda entre 300 e 5000 m2) Mercearias e armazéns varejistas Comércio Varejista de Carnes – açougues Comércio Varejista de Pescados – peixarias Hotéis. redes de transporte por dutos. Motéis e Apart-hotel Sem Restaurante Restaurantes. ferramentas.46 21.14 20.45 14.10 51. carrocerias e reboques para outros veículos Fábrica de peças e acessórios veículos automotores Fabricação de acabamento móveis e artigo mobiliário Fabricação de móveis de madeira.00 33.35 10.77 35.00 42.23 47.66 41.66 30.

00 21.90 20.34 49.63 30.00 60. clínica odontológica.0023 93 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .00 27.63 20.55 49.00 26. Serviços e Outras Atividades Rural Poder Público Serviço Público CONSUMIDORES LIGADOS EM MÉDIA TENSÃO FD Típico 31.00 35.63 22.75 42.00 32.00 39.00 Caso não exista a atividade na tabela acima.72 50. industrializado e comercialização Cooperativa de compra e venda Estabelecimentos particulares de ensino 2º grau Outros estabelecimentos particulares de ensino superior Atividade de atendimento hospitalar Hospitais e casas de saúde Atividades de atendimento a urgências e emergências Atividades de atenção ambulatorial (clínica médica.63 20.00 38.00 50.19 49.48 52.50 44.00 FC Típico 34.00 36.00 30.00 32. deverá ser considerado o Fator de Carga e de Demanda típicos em função da classe do consumidor. Serviços e Outras Atividades Industrial Rural Poder Público FD Típico 31.02 14.03 45.34 37.00 28.63 23.RAMO DE ATIVIDADE CÓDIGO DO RAMO FATOR DE FATOR DE CARGA DEMANDA TÍPICO TÍPICO Atividades do Correio Nacional Outras Atividades de Correio Telegrafia.00 21.50 23.78 17.00 APÊNDICE II .50 35.00 63.34 49.12 47.46 40. conforme tabelas abaixo: CLASSE DE CONSUMIDOR Condomínio Residencial Industrial Comércio.00 FC Típico 34.00 51. telefonia Outros serviços de comunicações Bancos Comerciais Caixas Econômicas Administração Pública Federal Direta Administração Pública Estadual Autárquica Cooperativa de beneficiamento.42 20.00 54. ou não seja possível determinar a atividade similar.40 29.00 23.88 30.00 31.63 23.23 26.61 30.00 19.63 31.49 32.00 CONSUMIDORES LIGADOS EM BAIXA TENSÃO CLASSE DE CONSUMIDOR Condomínio Residencial Comércio.49 30.00 33.58 22.19 25.FATORES DE C ARGA E DE DEMANDA | I-321.63 30.00 33.50 35.00 34. serviços de vacinação e imunização humana e outras atividades de atenção ambulatorial) Serviços veterinários Outras associações (outras atividades associativas não especificadas) Danceterias e Boates Associações esportivas e recreativas Saunas (atividades de manutenção do físico corporal) 6411 6412 6420 6420 6521 6523 7511 7511 7912 7914 8021 8030 8511 8511 8512 8513 8520 9199 9239 9261 9304 49.00 42.

APÊNDICE III I-321.0024 CRITÉRIOS GERAIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO

94

APÊNDICE III - CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.0024

1. FINALIDADE
Estabelecer os critérios gerais de acesso de unidades consumidoras ao sistema de distribuição de energia elétrica da Celesc.

2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO
Aplica-se à Celesc Distribuição S.A. e unidades consumidoras, situadas na sua área de concessão.

3. ASPECTOS LEGAIS
a) Resolução n° 456, de 29/11/2000, da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL; b) Lei 8078 - Código de Defesa do Consumidor; c) NR 10 - Segurança em instalações e serviços em eletricidade.

4. CONCEITOS BÁSICOS
4.1. Concessionária Agente titular de concessão federal para explorar a prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica, referenciada doravante nesta Instrução apenas pelo termo Celesc. 4.2. Consumidor Pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente representada, que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentos da ANEEL, assim vinculando-se aos contratos de fornecimento. 4.3. Unidade Consumidora - UC Conjunto de instalações e equipamentos elétricos, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega, com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. 4.4. Ponto de Entrega Ponto de intersecção do sistema elétrico da Celesc com as instalações elétricas da unidade consumidora, caracterizando o limite de responsabilidade do fornecimento. Também chamado de ponto de conexão. 4.5. Entrada de Energia Elétrica Conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados desde o ponto de derivação da rede de baixa tensão da Celesc até a medição, inclusive. 4.6. Ramal de Ligação Conjunto de condutores aéreos e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da Celesc e o ponto de entrega. 4.7. Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios instalados desde o ponto de entrega até a proteção geral. 4.8. Ramal de Saída Conjunto de condutores e acessórios instalados entre os terminais de saída do medidor e o ponto de ponto de fixação do ramal de carga. 4.9. Ramal de Carga Conjunto de condutores e acessórios instalados entre ponto de fixação do ramal de saída do medidor (quando aéreo) ou da medição (quando subterrâneo) e as instalações internas da unidade consumidora. 4.10. Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).

APÊNDICE III - CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.0024

95

CELESC DISTRIB UIÇ ÃO

4.11. Aterramento Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas, do neutro da rede de distribuição da concessionária e do neutro da instalação da unidade consumidora. 4.12. Eletrodos de Aterramento Conjunto de hastes e condutores interligados e enterrados no solo, para se possibilitar uma ligação elétrica à terra, a fim de reduzir o valor da resistência de aterramento a níveis recomendáveis. 4.13. Ligação Temporária É toda ligação destinada ao fornecimento de energia elétrica a canteiros de obras e eventos temporários. 4.14. Acesso Disponibilização do sistema elétrico de distribuição para a conexão de consumidor, produtor de energia, distribuidora, cooperativa rural ou agente importador ou exportador de energia, individualmente ou associados, mediante o ressarcimento dos custos de conexão e de uso. 4.15. Demanda ou Montante de Uso do Sistema de Distribuição - MUSD Potência ativa média calculada em intervalos de 15 (quinze) minutos, injetada ou requerida pelo sistema elétrico de distribuição pela geração ou carga, emkW. 4.16. Caixa de Medição Caixa destinada a conter o medidor e o respectivo dispositivo de proteção. 4.17. Posto de Medição Conjunto constituído de caixa ou quadro de medição, medidor(es) e dispositivo(s) de proteção. 4.18. Agrupamento de Medição Compartilhamento de espaço de fixação de caixas de medição. 4.19. Quadro para Medidores Quadro para instalação de dois ou mais medidores, possuindo barramento comum e disjuntor de proteção geral da instalação e individuais para cada unidade consumidora. 4.20. Módulo de Barramento Caixa destinada a conter barramentos elétricos e dispositivos de proteção. 4.21. Kit Postinho Conjunto de equipamentos destinado à entrada de energia de uma unidade consumidora, constituído de poste, caixa de medição, eletrodutos, condutores, disjuntor e acessórios. 4.22. Fator de Carga Razão entre a demanda média e a demanda máxima da unidade consumidora, no mesmo intervalo de tempo especificado. 4.23. Fator de Demanda Razão entre a demanda máxima num intervalo de tempo especificado e a carga instalada na unidade consumidora. 4.24. Limite de Propriedades Demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedades de terceiros, no alinhamento designado pelos poderes públicos.

5. DISPOSIÇÕES GERAIS
5.1. Princípios A Celesc, na prestação do serviço de distribuição de energia elétrica, tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito à sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria da sua qualidade de vida, atendidos os seguintes princípios:
CELESC DISTRIB UIÇ ÃO

96

APÊNDICE III - CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.0024

demanda superior a 2.0024 97 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .800 23.1. Tensões Padronizadas As tensões padronizadas. sendo obrigatória a instalação de chave reversível com intertravamento elétrico ou mecânico.337 19. disponíveis nas redes de distribuição de energia elétrica da Celesc. b) média tensão .967 13. d) qualidade e segurança na prestação do serviço. Paralelismo de Geradores A instalação de geradores particulares em paralelo com a rede da Celesc.837 79. c) alta tensão . APÊNDICE III .4.4.2. b) extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para outro consumidor ou unidade consumidora. 5. Condições Não Permitidas a) instalação de carga susceptível de provocar distúrbios ou danos no sistema elétrico de distribuição ou nas instalações e/ou equipamentos elétricos de outros consumidores.carga instalada maior que 75kW e demanda inferior a 2. 2 Vfase-neutro. deve ter projeto elétrico previamente liberado pela Celesc. 5.674 2 2 2 2 2 Notas Baixa Tensão 1 Média Tensão Alta Tensão 1 Sistema originado de trafo monofásico com neutro em tap central no secundário. f) racionalidade na definição de procedimentos.500kW.3.500kW. 5. c) ética. moralidade e transparência no relacionamento. Tensão de Conexão a) baixa tensão .CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321. se houver aterramento do ponto central da estrela do trafo na subestação da Celesc.carga instalada igual ou inferior a 75kW. e) economicidade na especificação de materiais. na verdade é Vfase-terra. h) prestação de orientações adequadas.500 69.1. f) cordialidade e presteza no atendimento.a) legalidade das exigências.919 39.000 Vfase-neutro 220 220 220 220 7.100 34. Critérios Gerais de Acesso 5. para conexão de unidades consumidoras são mostradas na tabela abaixo: Nº de fios 2 2 3 3 4 3 3 3 3 3 Nº de fases 1 2 1 2 3 3 3 3 3 3 Nº de neutros 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 Vfase-fase 220 440 380 380 13.3. Condições Especiais 5.4.2. g) boa fé na inspeção das instalações.000 138. b) impessoalidade e isonomia no tratamento. 5.

8 13.8/23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 13.1 23.8 13.1 23.1 13.CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.1 23.8 23.1 23.1 Nova Trento Palhoça Rancho Queimado Santo Amaro da Imperatriz São João Batista São José São Pedro de Alcântara Tijucas MUNICÍPIO Águas Mornas Alfredo Wagner Angelina Antônio Carlos Biguaçú Canelinha Florianópolis Gov.1 MUNICÍPIO Araquari Barra do Sul Garuva JOINVILLE – 03 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1 23.8 23.1 23.8 13.8 23.1 23.1 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 98 APÊNDICE III .1 TENSÃO (kV) 23.1 23.1 23.1 23.1 MUNICÍPIO Apiúna Ascurra Benedito Novo Blumenau Botuverá Brusque Dr.8 13.8 MUNICÍPIO Anita Garibaldi Bocaina do Sul Bom Jardim da Serra Bom Retiro Campo Belo do Sul Capão Alto Celso Ramos Cerro Negro Correia Pinto Curitibanos Frei Rogério Lages TENSÃO (kV) 23.1 23.1 Guabiruba Indaial Luiz Alves Massaranduba Pomerode Rio dos Cedros Rodeio Timbó TENSÃO (kV) 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 13. Pedrinho Gaspar BLUMENAU – 02 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 23.1 23.1 23. Valores de Média Tensão Disponíveis em cada Município por Agência FLORIANÓPOLIS .8 13.1 23.1/13.1 13.8 23.1 13.8 13.8 Itapoã Joinville São Francisco do Sul LAGES – 04 MUNICÍPIO Otacilio Costa Painel Palmeiras Ponte Alta Ponte Alta do Norte Rio Rufino Santa Cecília São Cristóvão do Sul São Joaquim São José do Cerrito Urubici Urupema TENSÃO (kV) 13.1 23.8 13.1 23.1 23.8 13.1 23.8 23.0024 .1 23.1 23.5.1 23.8/23. Celso Ramos Major Gercino TENSÃO (kV) 23.1 13.01 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.5.1 23.8 13.8 23.1 23.1 23.1 23.

1 23.1 Joaçaba Lacerdópolis Luzerna Monte Carlo Ouro Piratuba Treze Tílias Vargem Vargem Bonita Zortéa TENSÃO (kV) 23.0024 99 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .1 23. Castelo Branco Seara Vargeão Xavantina TENSÃO (kV) 23.1 Paial Passos Maia Peritiba Ponte Serrada Pres.1 APÊNDICE III .1 23.8 Jaraguá do Sul Schroeder TENSÃO (kV) 13.1 23.1 23.1 MUNICÍPIO Corupá Guaramirim JARAGUÁ DO SUL – 07 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1 23.1 23.CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.1 23.8 MUNICÍPIO Abdom Batista Água Doce Brunópolis Campos Novos Capinzal Catanduvas Erval Velho Herval do Oeste Ibicaré Ipira Irani JOAÇABA – 08 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 23.1 23.1 23.1 23.8 13.1 23.1 23.1 Matos Costa Pinheiro Preto Rio das Antas Salto Veloso Tangará Timbó Grande Videira TENSÃO (kV) 23.8 23.1 13.MUNICÍPIO Arroio Trinta Caçador Calmon Fraiburgo Ibiam Iomerê Lebon Régis Macieira VIDEIRA – 05 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 23.1 23.1 23.1 13.1 23.1 23.1 23.8 13.1 23.1 23.1 23.8 23.8 23.8 23.1 23.1 23.1 23.8 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 MUNICÍPIO Alto Bela Vista Arabutã Arvoredo Concórdia Faxinal dos Guedes Ipumirim Itá Jaborá Lindóia do Sul CONCÓRDIA – 06 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1 23.1 23.1 13.1 23.1 13.1 23.

1 23.1 23.8 13.1 23.1 23.11 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 23.8 13.8 13.8 13.8 13.8 13.1 23.1 23.1 23.8 13.8 Lauro Müller Orleans Paulo Lopes Pedras Grandes Rio Fortuna Sangão São Ludgero São Martinho S.1 23.1 23.8 13.1 23.8 13.1 23.8 13.8 13.1 23.1 23.8 13.8 13.8 13.1 23.8 Morro Grande Nova Veneza Passos de Torres Praia Grande São João do Sul Siderópolis Sombrio S.8 13.1 23.8 13.1 23.8 13.8 13.8 13.8 13.8 13.8 13.8 13.8 13.1 23.8 13.8 13.8 13.8 13.8 13.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.8 13.8 13.1 23.1 23.8 13.8 13.8 13.8 13.ta Rosa do Sul Timbé do Sul Treviso Turvo Urussanga TENSÃO (kV) 13.8 13.8 13.MUNICÍPIO Araranguá Balneário Arroio do Silva Balneário Gaivotas Cocal do Sul Criciúma Ermo Forquilhinha Içara Jacinto Machado Maracajá Meleiro Morro da Fumaça CRICIÚMA – 10 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1 23.8 13.8 13.1 23.8 13.1 23.CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.1 23.8 13.1 MUNICÍPIO Anitápolis Armazém Braço do Norte Capivari de Baixo Garopaba Grão Pará Gravatal Imaruí Imbituba Jaguaruna Laguna TUBARÃO – 13 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1 Mondai Palma Sola Palmitos Paraíso Princesa Riqueza Romelândia Saltinho Santa Helena São Bernardinho São João do Oeste São José de Cedro São Miguel da Boa Vista São Miguel do Oeste Santa Teresinha do Progresso Tigrinhos Tunápolis TENSÃO (kV) 23.8 MUNICÍPIO Anchieta Bandeirante Barra Bonita Belmonte Caibi Campo Erê Cunha Porã Cunhataí Descanso Dionísio Cerqueira Flor do Sertão Guaraciaba Guarujá do Sul Iporã do Oeste Iraceminha Itapiranga Maravilha SÃO MIGUEL D’OESTE .1 23.1 23.ta Rosa de Lima Treze de Maio Tubarão TENSÃO (kV) 13.1 23.0024 .8 13.8 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 100 APÊNDICE III .1 23.

1 Vidal Ramos 23.1 23.1 23.5 23.5 Rio Negro (PR) 13.1 23.1 Trombudo Central 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 13.1 23.1 13.1 Marema Modelo Nova Erechim Nova Itaberaba Novo Horizonte Ouro Verde Pinhalzinho Planalto Alegre Quilombo Santiago do Sul São Carlos São Domingos São Lourenço do Oeste Saudades Serra Alta Sul Brasil União do Oeste Xanxerê Xaxim APÊNDICE III .8 23.1 23.1 13.1 23.8 São Bento do Sul TENSÃO (kV) 23.8 13.8/23.1 23.1 23.MUNICÍPIO Agrolândia Agronômica Atalanta Aurora Braço do Trombudo Chapadão do Lageado Dona Emma Ibirama Imbuia Ituporanga José Boiteuax Laurentino Leoberto Leal Lontras MUNICÍPIO Bela Vista do Toldo Canoinhas Irineópolis Itaiópolis Mafra Major Vieira MUNICÍPIO Campo Alegre Rio Negrinho MUNICÍPIO Balneário Camboriú Barra Velha Bombinhas Camboriú Ilhota Itajaí MUNICÍPIO Abelardo Luz Águas de Chapecó Águas Frias Bom Jesus Bom Jesus do Oeste Caxambú do Sul Chapecó Cordilheira Alta Coronel Freitas Coronel Martins Entre Rios Formosa do Sul Galvão Guatambú Ipuaçu Irati Jardinópolis Jupiá Lageado Grande RIO DO SUL – 14 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 23.1 23.1 23.1 23.1 23.8 13.1 Rio do Campo 23.1 23.CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.8 23.1 Rio do Sul 23.1 23.1 23.1 23.1 CHAPECÓ – 18 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 23.1 23.8/23.8 23.1 23.8 Papanduva 13.1 23.1 23.8 TENSÃO (kV) 23.1 23.1 23.1 23.1 Taió 23.1 23.1 Victor Meirelles 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.1 23.8 Santa Terezinha 23.1 23.8/23.1 Presidente Nereu 23.1 23.1 Salete 23.1 Pouso Redondo 23.8/23.1 23.1 Witmarsum MAFRA – 15 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1 13.1 Mirim Doce 23.1 23.1 23.1 23.1 Presidente Getúlio 23.1 23.1 23.8 Monte Castelo 13.1 23.8 Itapema Navegantes Penha Piçarras Porto Belo São João do Itaperiú TENSÃO (kV) 13.1/34.8 TENSÃO (kV) 13.1 23.1 23.1/34.8 13.8 13.1 TENSÃO (kV) 23.8 Porto União 23.1 Petrolândia 23.0024 101 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO .1 23.1 13.1 23.1 23.1/13.1 23.1 13.1 Três Barras SÃO BENTO – 16 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1 Rio do Oeste 23.8 ITAJAI – 17 TENSÃO (kV) MUNICÍPIO 13.1/13.

5. Duque de Caxias. Agência Regional de Joinville Rua Timbó 1. Pinheiro Preto. Bom Retiro.216-130. Brusque. Agência Regional de Blumenau Al. Garuva. 63 .630 . Ponte Serrada. Agência Regional de Lages Rua Frei Rogério. 17 . Seara.Fone (049) 3566-9100 Fax (049) 3566-9119 – CEP 89.052-160. Painel e Frei Rogério.Centro . São João Batista. Ponte Alta do Norte. São José. Anita Garibaldi.5.1. Rio das Antas.5.Centro . São José do Cerrito.6.3. Biguaçú.Glória . 475 . Ipumirim. São Francisco do Sul. Agência Regional de Videira Rua XV de Novembro.6. CELESC DISTRIB UIÇ ÃO 102 APÊNDICE III . Ponte Alta do Sul. Rodeio. Iomerê. Xavantina.CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.Fone (047) 3331-3000 Fax (047) 3331-3350 – CEP 89. Municípios Atendidos: Concórdia. Bocaina do Sul. Palhoça. Celso Ramos. Passos Maia. Curitibanos. Peritiba. 5. 5. Massaranduba.6. Palmeiras.700-000. Araquari. Salto Veloso. Paial.Fone (047) 3451-7000 Fax (047) 3451-7130 – CEP 89. Guabiruba. Municípios Atendidos: Blumenau. Angelina. Macieira. Matos Costa.085-001 Municípios Atendidos: Florianópolis. Presidente Castelo Branco. Tangará. Gaspar. Correia Pinto. Indaial. Nova Trento. São Pedro de Alcântara e Alfredo Wagner. Arabutã.6. Gov.6. Tijucas. Major Gercino. Agência Regional de Florianópolis Av. Otacílio Costa. Canelinha. Rio Rufino. Ibian. Agência Regional de Concórdia Rua Adolfo Konder. Pedrinho. Timbó Grande. 180 . Rio dos Cedros.389 .560-000. 5. Municípios Atendidos: Joinville. 2.0024 . Celso Ramos. Lindoia do Sul. Benedito Novo.Capoeiras . Botuverá. Arvoredo. Cerro Negro.2. Arroio Trinta.6. Jaborá. Fraiburgo. Ivo Silveira.Fone (049) 3221-5000 Fax (049) 3221-5029 – CEP 88. Municípios Atendidos: Lages. São Cristóvão do Sul. Calmon. Urupema. Itapoá e Balneário Barra do Sul.Centro . Apiúna e Dr.Fone (049) 3441-4000 Fax (049) 3441-4013 – CEP 89. Endereços das Agências Regionais 5. Vargeão. Caçador. Capão Alto.015-010. Urubici.6. Santo Amaro da Imperatriz. Bom Jardim da Serra.Centro . São Joaquim.6.Fone (048) 3271-8000 Fax (048) 3271-8019 . Rancho Queimado. Ascurra. Santa Cecília.Municípios Atendidos: Videira. Timbó. Antônio Carlos. Campo Belo do Sul. Lebon Régis.4. Pomerode. Faxinal dos Guedes. Águas Mornas. Itá. Alto Bela Vista. 5.CEP 88. Luiz Alves.

Fone (048) 3461-5000 Fax (048) 3461-5039 .10. Turvo. 5. Brunópolis e Luzerna. Treze Tílias. Belmonte.Fone (047) 3372-8600 Fax (047) 337-8619 . Lontras. José Boiteux. Irani. Orleans. Municípios Atendidos: Tubarão. Imaruí. Dionísio Cerqueira.CEP 88. Guarujá do Sul. 172 . Aurora.6. Ouro.600-000.900-000. 150 . Imbuia. Flor do Sertão.701-001. Romelândia.160-000. Arroio do Silva. Taió.Cantagalo . 5. Agronômica. Campo Erê.6. Agência Regional de Rio do Sul Av. Piratuba. 151 . Dona Emma. Gravatal. Ibirama. Santa Rosa do Sul. Agrolândia. Monte Carlo.CEP 89.Fone (047) 3531-5000 Fax (047) 3531-5060 . Pedras Grandes. 5. Capivari de Baixo e Sangão. Leoberto Leal.Centro .801-430. Capinzal.Fone (048) 3631-4000 Fax (048) 3631-4109 .CEP 89. Santa Terezinha do Progresso. Braço do Trombudo. Agência Regional de Jaraguá do Sul Rua Epitácio Pessoa.6. Armazém. Marcolino Martins Cabral. Araranguá. Ituporanga.6. Vargem.7. Paraíso. Urussanga.9.Centro . Jacinto Machado e São João do Sul. Mondaí. Presidente Getúlio.6. Trunápolis. Schroeder e Corupá. Treviso. Presidente Nereu. Atalanta. Guaramirim. Anchieta. Zortea. Imbituba. Petrolândia. 5. Lacerdópolis.CEP 89. Guaraciaba.Fone (049) 3551-5000.251-100. Campos Novos. Morro da Fumaça. Iporã do Oeste. Caibi. Saltinho. 336 . Maracajá. Siderópolis. Municípios Atendidos: Rio do Sul. Salete. São João do Oeste. Municípios Atendidos: Joaçaba. Maravilha. 5. Municípios Atendidos: São Miguel do Oeste.Centro . Passo de Torres. Municípios Atendidos: Criciúma. Agência Regional de Tubarão Av. Rio do Campo. Braço do Norte. São José dos Cedros. APÊNDICE III . Fax (049) 3551-5029 . Palmitos. Agência Regional de Joaçaba Rua Antônio Nunes Varella. Ipira. Herval do Oeste.Centro . Vargem Bonita. Jaguaruna. Mirim Doce e Chapadão Lageado. Sombrio.Vila Pedrini . Iraceminha. Ivo Silveira. Balneário das Gaivotas e Ermo. Descanso. Nova Veneza. Tigrinhos Bandeirante. Pouso Redondo. Rio do Oeste.8. Vidal Ramos.0024 103 CELESC DISTRIB UIÇ ÃO . Itapiranga.5. Barra Bonita e Princesa. Laguna. 782 . Riqueza. Vitor Meireles. Paulo Lopes. Municípios Atendidos: Jaraguá do Sul. Laurentino. São Bernardino.CEP 89. Santa Helena. Catanduvas. Agência Regional de Criciúma Rua Lauro Müller.Fone (049) 3631-3500 Fax (049) 3631-3540 . Palma Sola.CRITÉRIOS GER AIS DE ACESSO AO SISTEMA DE DISTRIB UIÇ ÃO DE ENERGIA ELÉTRIC A | I-321.12.6. 445 . Agência Regional de São Miguel D’Oeste Rua Almirante Barroso. Lauro Muller. Trombudo Central. Abdon Batista. Ibicaré. Erval Velho. Garopaba. Treze de Maio. Cocal do Sul. Içara. Forquilhinha.11. Cunha Porã. Witmarsun. São Miguel da Boa Vista.CEP88. Água Doce.

Centro . São Carlos. Nereu Ramos. Agência Regional de São Bento do Sul Av. Bom Jesus e Bom Jesus do Oeste. Quilombo. Major Vieira. Municípios Atendidos: Mafra.6. Municípios Atendidos: Itajaí. São Domingos. São Lourenço do Oeste. Santiago do Sul. Barra Velha. Monte Castelo. Águas Frias. Bairro Jardim América .6.444 . Canoinhas.16. Municípios Atendidos: Chapecó. Papanduva.Fone (047) 3631-8000 Fax (047) 3631-8019 .Fone (049) 3321-5000 Fax (049) 3321-5100 .CEP 89. Nova Erechim. Campo Alegre e Rio Negrinho.Barra do Rio - Fone (047) 3341-2000 Fax (047) 3341-2070 – CEP 88. Porto Belo. Sul Brasil. Novo Horizonte. Marema. Penha. Lageado Grande. Planalto Alegre. Bela Vista doToldo. .305-102. Serra Alta. Saudades.300-000. 2. Coronel Freitas. Caxambú do Sul. Três Barras. Xanxerê. Bombinhas e São João do Itaperiú. Jardinópolis. 5. Municípios Atendidos: São Bento do Sul. União do Oeste.5. Irineópolis. Ouro Verde. Nova Itaberaba. Ipuaçú.290-000.Fone (047) 3641-5000 Fax (047) 3641-5019 – CEP 89. Formosa do Sul. Modelo.CEP 89-808-902. Santa Terezinha. Ilhota. Cordilheira Alta. Porto União. 5. Agência Regional de Mafra Rua Felipe Schmidt.14. Guatambú.15. Camboriú. Águas de Chapecó. Xaxim. Jupiá. Itaiópolis. Irati. Navegantes. Agência Regional de Chapecó Rua São Pedro. Rio Negro(PR). 689 . Abelardo Luz.6.987-E. Galvão. 5. 1.6. Balneário Camboriú. 25 . Coronel Martins. Piçarras.Centro . Pinhalzinho. Itapema. Agência Regional de Itajaí Rua Blumenau.13.

.

SANTA CATARINA Governo do Estado .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful