Manual simplificado de 2013 Procedimento Penal Militar

INSTRUÇÕES PROVISÓRIAS DE DESERÇÃO
Orientações e modelos para PMPE Elaborador: Cap PM Demétrios Wagner CAVALCANTI da Silva

Bel em Direito, Pós graduado em Direito Processual ( FMN/PE), Pós graduado em Direito Público (ESMAPE), Pós graduando em Ciências Criminais Militares ( AESO/PE)

Dúvidas favor encaminhar para demetrioswagner@gmail.com

Instruções Provisórias de DESERÇÃO

Conteúdo
.................................................................................................................................................... 1 Conteúdo...................................................................................................................................... 2 Unidade I – Do Processo de Deserção.......................................................................................... 3 1. Previsão legal............................................................................................................................ 3 2. Modalidades de deserção .................................................................................................... 4 3. Prescrição no caso de deserção............................................................................................ 5 4. Do processo de deserção ..................................................................................................... 5 5. Do Procedimento para a lavratura da Instrução provisória de Deserção .............................6

Contribuição do Cap PM Demétrios Wagner CAVALCANTI da Silva

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Unidade I – Do Processo de Deserção 1. Previsão legal
Com previsão legal insculpida entre os Art. 451 a 457 do Código de Processo Penal Militar (CPPM), bem como entre os Art. 187 a 194 do Código Penal Militar (CPM), a deserção trata-se de crime formal ou mera conduta, apesar de haver divergência na doutrina, que se configura com o transcorrer de mais de 08 (oito) dias, chamado prazo de graça, sendo conhecido como deserção comum. A caracterização do crime de deserção se perfaz levando em consideração a necessidade de ser extrapolado os 08 (oito) dias indicado, sendo até então apenas considerado como ausente. CPM. Art. 187. Ausentar-se o militar, sem licença, da unidade em que serve, ou do lugar em que deve permanecer, por mais de oito dias: Pena - detenção, de seis meses a dois anos; se oficial, a pena é agravada. Mas há outras formas de se caracterizar a deserção: Casos assimilados Art. 188. Na mesma pena incorre o militar que: I - não se apresenta no lugar designado, dentro de oito dias, findo o prazo de trânsito ou férias; II - deixa de se apresentar a autoridade competente, dentro do prazo de oito dias, contados daquele em que termina ou é cassada a licença ou agregação ou em que é declarado o estado de sítio ou de guerra; III - tendo cumprido a pena, deixa de se apresentar, dentro do prazo de oito dias; IV - consegue exclusão do serviço ativo ou situação de inatividade, criando ou simulando incapacidade. Há ainda a hipótese de evadir-se do poder da escolta, ou de recinto de detenção ou de prisão, ou fugir em seguida à prática de crime para evitar prisão, permanecendo ausente por mais de oito dias, conhecido como deserção por evasão ou fuga. Nos casos de deserção especial não há a exigência do prazo de graça para a consumação do crime de deserção, com exigência apenas da
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configuração da não apresentação do militar no momento da partida de navio ou aeronave de que é tripulante, ou do deslocamento da unidade ou força em que serve: “Art. 190. Deixar o militar de apresentar-se no momento da partida do navio ou aeronave, de que é tripulante, ou do deslocamento da unidade ou força em que serve”. Após o prazo de graça o militar será considerado desertor. Nesta situação o militar estará em estado de flagrância, haja vista ser classificado como crime permanente:
HABEAS CORPUS. DESERTOR TIDO COMO AIDÉTICO. BUSCA PREVENTIVA DE “MANDAMUS” PARA NÃO SE VER PRESO E PODER RESPONDER PROCESSO EM LIBERDADE. POSTULAÇÃO INSUSTENTÁVEL. ORDEM DENEGADA. A deserção se tem como um crime instantâneo de efeitos permanentes, impondo ao desertor um contínuo estado de flagrante delito, situação esta determinante que se veja preso imediatamente, “ex vi legis”, para ficar a disposição da justiça castrense. Inteligência do Art. 243 do CPPM. Declaração de se encontrar com Síndrome da Deficiência Imunológica Adquirida (SIDA) não basta, “juris et de jurus”, para desertor alegar por falta de justa causa ou abuso de poder em face exatamente de IPD que lhe cumpre responderem razão do CPM e do CPPM. Conhecimento e denegação do colacionado “writ” Poe falta de amparo legal. Decisão por unanimidade. (STM HC 2004.01.033898-5 REL MIN JOSÉ ALFREDO LOURENÇO DOS SANTOS, DJ 13.05.2004.)

Para que ocorra a consumação do crime de deserção o militar precisa se ausentar por 01 (um) dia seguindo a contagem de mais 09 (nove) dias. Assim se posicionou o STM:
CRIME DE DESERÇÃO. LAVRATURA DO RESPECTIVO TERMO. INÍCIO DA CONTAGEM DOS DIAS DE AUSÊNCIA. A contagem dos dias de ausência, para efeito da lavratura do termo de deserção, iniciar-se-á a zero hora do dia seguinte àquele em que for verificada a falta injustificada do militar (art. 451, § 1º, do CPPM – redação dada pela Lei nº 8.236/91). „In casu‟, o ora paciente faltou a Revista do Recolher do dia 11.01.05. Portanto, correto o entendimento da Administração Militar em iniciar a contagem dos dias de ausência a partir de zero hora do dia 12.01.05. Conhecido do pedido e denegada a Ordem, Por falta de amparo legal. Decisão unânime (HABEAS CORPUS Nº 2005.01.034006-8/RS, Relator Ministro FLÁVIO DE OLIVEIRA LENCASTRE, Sessão de 31/03/05).

Antes da consumação do crime de deserção, o militar é considerado ausente por oito dias. Caso retorne ao serviço nesse período de ausência, não há falar-se em crime, mas em mera transgressão disciplinar, devendo nessa esfera o fato ser tratado.

2. Modalidades de deserção
DESERÇÃO “COMUM” – É o Crime tipificado no Art.187 e 188 do Código Penal Militar que ocorre quando o militar se incorre nas seguintes hipóteses, considerando p prazo de graça:
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o Afasta-se consciente e voluntariamente da Organização Militar a que

pertence ou do lugar que deveria estar presente; o Não se apresentar no lugar designado
o Deixar de se apresentar a autoridade competente após agregação ou

licença ou após declaração do estado de guerra ou de sítio o Deixar de se apresentar após cumprimento de pena DESERÇÃO ESPECIAL – É o crime tipificado no Art.190 do Código Penal Militar que ocorre quando o militar deixa de apresentar-se no momento da partida do navio ou aeronave de que é tripulante ou do deslocamento da unidade ou força em que serve. Nestes casos a lavratura do termo de deserção será imediata conforme § 2º do art. 451 do CPPM.

3. Prescrição no caso de deserção
CPM. Art. 132. No crime de deserção, embora decorrido o prazo da prescrição, esta só extingue a punibilidade quando o desertor atinge a idade de quarenta e cinco anos, e, se oficial, a de sessenta.

Art. 125. A prescrição da ação penal, salvo o disposto no § 1º dêste artigo, regula-se pelo máximo da pena privativa de liberdade cominada ao crime, verificando-se: [...] VI - em quatro anos, se o máximo da pena é igual a um ano ou, sendo superior, não excede a dois;

4. Do processo de deserção
Processo, em direito, é um modo de proceder, uma sequência de atos que visam a produzir um resultado e, no contexto jurídico, estão previstos em leis ou em outros dispositivos vigentes. As regras do processo judicial no ordenamento jurídico brasileiro estão contidas, em sua maioria, nos Códigos de Processo, Civil e Penal, na Constituição Federal e em legislações especiais como o Código de Processo Penal Militar (CPPM). O direito de ação é exercido pelo Ministério Público, como representante da lei e fiscal da sua execução, e o de defesa pelo acusado, cabendo ao juiz exercer o poder de jurisdição, em nome do Estado.
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O processo inicia-se com o recebimento da denúncia pelo juiz, efetiva-se com a citação do acusado e extingue-se no momento em que a sentença definitiva se torna irrecorrível, quer resolva o mérito quer não. No Direito Processual Militar esta consubstanciado o processo ordinário, capitulado entre os artigos 384 a 450 do CPPM, bem como trás os processos especiais dentre eles o de deserção, conforme artigo 451 a 457 do mesmo diploma legal. No que refere ao processo de deserção observa-se acerca da deserção em geral, prevista nos Art.‟s 451 e 452; da deserção de oficiais, prevista nos Art.‟s 454 e 455; e da deserção de praça com ou sem graduação e de praça especial, prevista nos Art.‟ 456 e 457,tudo do CPPM.

5. Do Procedimento para a lavratura da Instrução provisória de Deserção
Consumado o crime de deserção, consoante previsto no Código Penal Militar, o Comandante da Unidade, ou autoridade correspondente, ou ainda autoridade superior, fará lavrar o respectivo termo de deserção. À partir de então, o termo de deserção passa a ter um caráter de mandado de prisão, consoante se depreende da redação do artigo 452 do Código de Processo Penal Militar, in verbis: “O termo de deserção tem caráter de instrução provisória e destina-se a fornecer os elementos necessários a propositura da ação penal, sujeitando, desde de logo, o desertor a prisão”. O termo de deserção poderá ser impresso ou datilografado, sendo assinado pelo Comandante da Unidade, ou autoridade correspondente, ou ainda autoridade superior, pelo militar responsável pela lavratura do respectivo termo, juntamente com duas testemunhas idôneas, e seguidamente publicado em Boletim Interno. O processo de deserção previsto no CPPM se apresenta dividido em duas hipóteses, uma relativa aos oficiais, consubstanciada nos artigos 454 e 455, e outra relativo às praças, conforme artigos 456 e 457 do mesmo diploma legal. DO PROCESSO DESERÇÃO DE OFICIAL – Ao decurso do prazo de graça o Comandante ou quem de direito fará lavrar o termo de deserção circunstanciado com a qualificação do militar, no qual assenta sua assinatura juntamente com mais duas testemunhas idôneas, publicando-o em Boletim Interno acompanhado da parte de ausência. O oficial desertor ficará na qualidade de agregado até transitado em julgado o processo, independentemente de sua apresentação voluntária ou sua captura. Seguidamente a autoridade militar remeterá o termo de deserção à Auditoria Militar competente acompanhado da parte de ausência, inventário, cópia do Boletim Interno e os assentamentos do militar desertor. De posse dos documentos referidos, a autoridade judiciária encaminhará o processo ao Ministério Público que se posicionará pelo arquivamento ou pela denúncia;
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sendo pela denúncia, o processo retornará a autoridade judiciária a qual determinará aguardar pela apresentação voluntária ou captura do desertor. Retornando o desertor por voluntariedade ou pela força, a autoridade militar comunicará ao juiz-Auditor o qual procederá ao sorteio e convocação do Conselho Especial de Justiça e demais atos processuais para ao final sentenciar acerca do processo. DO PROCESSO DESERÇÃO DE PRAÇA COM OU SEM GRADUAÇÃO E DE PRAÇA ESPECIAL – O Comandante da subunidade a que pertença a praça, deverá remeter ao respectivo Comandante da Unidade Militar a parte de ausência. Esse procedimento deverá ocorrer após vinte e quatro horas de iniciada a contagem dos dias de ausência. Diante dos fatos, o Comandante da Unidade Militar mandará proceder ao inventário com a assinatura de duas testemunhas idôneas. Nos casos de Subunidade isolada ou em destacamento, o respectivo Comandante providenciará o inventário assinando-o juntamente com duas testemunhas idôneas. Decorrido o prazo de graça, o comandante da Subunidade ou correspondente encaminhará parte de deserção acompanhada do inventário ao Comandante da Unidade Militar competente. Recebido os documentos ora mencionados, o Comandante fará lavrar o termo de deserção, onde se mencionarão todas as circunstâncias do fato, podendo ser lavrado por uma praça, especial ou graduada, e assinado pelo próprio comandante e por duas testemunhas idôneas, preferencialmente oficiais. Publicado o Termo de Deserção, o desertor sem estabilidade deverá excluído do serviço ativo, e sendo capturado ou se apresentado, será submetido à inspeção de saúde, na Junta Médica de Saúde que expedirá a respectiva Ata, julgando-o “apto” ou “inapto” para o serviço policial militar. Sendo julgado “inapto”, o desertor sem estabilidade estará isento da reinclusão e do processo que será arquivado sendo ouvido o Ministério Público. Do contrário, sendo considerado “Apto”, será reincluído e agregado pela Diretoria de Gestão de Pessoas (DGP), com a remessa da Ata e Atos de Reinclusão e Agregação ao juiz competente. Quanto a praça com estabilidade, tendo mais de 10 anos de serviço ativo,este deverá ser agregado,em sendo capturado ou se apresentando será revertido independente de inspeção de saúde. Com a publicação do termo de deserção pelo Comandante da Unidade Militar, este deverá remetê-lo à Auditoria Militar competente acompanhado da parte de ausência, inventário, cópia do Boletim Interno e os assentamentos do militar desertor. De posse dos documentos referidos, a autoridade judiciária encaminhará o processo ao Ministério Público que se posicionará pelo arquivamento ou pela denúncia; sendo pela denúncia, o processo retornará a autoridade judiciária a qual determinará, caso ainda não tenha ocorrido o retorno do desertor, aguardar pela apresentação voluntária ou captura do desertor.
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Retornando o desertor por voluntariedade ou pela força, a autoridade militar comunicará ao juiz-Auditor o qual procederá ao sorteio e convocação do Conselho Especial de Justiça e demais atos processuais para ao final sentenciar acerca do processo.

SEQÜÊNCIA DE ATOS:
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. Parte Ausência; Publicação em BI; Nomeação de Oficial p/ Inventário; Inventário dos Bens; Mandado de Diligência; Termo de Diligências; Parte de Deserção, 08 dias após; Publicação em BI; Termo de Deserção; Exclusão do Serviço Ativo ou Agregação (estável); Captura ou Apresentação- Reinclusão ou Reversão (estável); Remessa à Autoridade judiciária competente; Inspeção de Saúde; Ata de Inspeção; Remessa à Autoridade judiciária competente; “Inapto” = Isenção + Arquivamento; “Apto” = Reinclusão + Agregação.

(Nota: as letras m a q não se aplicam às praças com estabilidade assegurada)

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MODELO DE INSTRUÇÕES PROVISÓRIAS DE DESERÇÃO

ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO

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Desertor: (Graduação, matrícula e nome completo)

AUTUAÇÃO

Aos ......... dias do mês de ............... do ano de................, nesta cidade de..........................., Estado de.............................., autuo as peças do presente Processo de Deserção; do que, para constar, lavrei o presente Termo. Eu, ___(rubrica)___ (nome e posto), secretário que o escrevi e subscrevo.

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Parte de ausência
Fl. ____ ___________

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Local e data Do Ao Assunto: AUSÊNCIA

Participo-vos que o Soldado............................................ (matrícula/nome completo) acha-se faltando ao Quartel (ou serviço) desde o dia .........................................., completando nesta data (ou data de ontem), 24 (vinte e quatro) horas de ausência do local onde sua função policial militar

__________________________________________ (Nome e Posto) Comandante da ___ Cia

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Inventário

Fl. ____ ___________

ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO

Local e data Do: (Inventariante) Ao: (Comandante da OME) Assunto: INVENTÁRIO Anexo: Termo de Inventário

Tendo sido nomeado para, com a assistência do 1º Ten ........................................(matrícula/nome completo) e do Sgt ........................................ (idem) para inventariar os bens deixados ou extraviados pelo ausente ...................................................... (idem), conforme fez público o Boletim Interno nº ..........., de.........................., remeto-vos apenso o Inventário.

__________________________________________ (Nome e Posto) Inventáriante

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Fl. ____ ___________

ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO

TERMO DE INVENTÁRIO Aos ......... dias do mês de ............... do ano de ..............., nesta cidade de..........................., Estado de.............................., no (local do Inventário) onde se achava o (matrícula, nome e posto), Inventariante e com as assistências das testemunhas ............................................. (idem) e ............................................. (idem), todos designados pelo Sr. ............................... (nome e posto) comandante da .................................., conforme publicado em BI nº ...................., de ..................., passouse a proceder o Inventário dos bens deixados ou extraviados pelo ausente ................................. (graduação, matrícula, nome completo): Material Pertencente à Fazenda Estadual (Enumerar fardamento, equipamento) Material de Propriedade Particular (Enumerar todo o material abandonado) Material Extraviado (Enumerá-los. Não havendo, constar tal fato). E como nada mais foi encontrado, deu-se por encerrado o presente Inventário. Do que para constar foi lavrado este Termo que vai assinado pelo inventariante e pelas testemunhas. __________________________________________ (Nome, e posto do Inventariante) __________________________________________ (Nome e Posto ou Graduação da Testemunha) __________________________________________ (Nome e Posto ou Graduação da Testemunha)

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Fl. ____ ___________

ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO

MANDADO DE DILIGÊNCIA

O ................................. .... (nome e posto), Comandante da ........................ (OME), nas atribuições que lhes são conferidas pela legislação vigente, Manda o ........................................(posto, matrícula, nome completo) Comandante da ........................................ (subunidade) a quem este for apresentado, indo por mim assinado, que, em seu cumprimento, se dirija a ...................................................... (local: casa, apartamento, endereço pormenorizado), onde reside .................................... (ou possa ser encontrado) (qualificação do ausente), para que este, depois de lhe ser lido e mostrado o presente Mandado se procedam todas as diligências necessárias à sua localização e condução coercitiva a esta OME, de onde se acha ausente desde o dia ............................., do que deverá ser lavrado o competente Termo. Dado e passado nesta cidade de ............................................., Estado de ................................................., aos ........................... do mês de .............................. do ano de ................................. .

__________________________________________ (Nome e Posto do Comandante da OME)

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Fl. ____ ___________

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TERMO DE DILIGÊNCIA

Aos ......... dias do mês de ............... do ano de ..............., nesta cidade de..........................., Estado de.............................., em cumprimento ao Mandado de Diligência lavrado pelo Sr. .............................. (posto, matrícula, nome completo), Comandante da .................................., compareci ao ................................... (local determinado) onde não foi encontrado o ausente ........................................ (qualificação). Do que para constar foi lavrado este Termo que vai por mim assinado.

__________________________________________ (Nome, e posto do oficial designado)

( Nota: até o 8º dia de ausência )

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Fl. ____ ___________

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Local e data Do Cmt da ................ (Subunidade) Ao Sr. Comandante do .............. (OME) Assunto: PARTE DE DESERÇÃO Anexo: Termos de inventário e diligências.

Participo-vos que o Soldado ........................................... (qualificação do ausente), praça de ..........................................., que serve nesta Subunidade, vem faltando ao serviço ou ao quartel desde o dia .........................................., conforme Parte de Ausência, completando, assim, os 08 (oito) dias de ausência previsto no art.187 do Código Penal Militar. Adianto-vos que o referido praça levou as peças constantes do Termo de Inventário em anexo e que a diligências foram sem resultados.

_________________________________________ (Nome e Posto do Comandante da Subunidade)

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Fl. ____ ___________

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TERMO DE DESERÇÃO

Aos ......... dias do mês de ............... do ano de ..............., nesta cidade de..........................., Estado de.............................., no ......................... (OME ou Subunidade), presente o .............................. (posto, e nome comandante da Subunidade) e as testemunhas .................................. e ........................................... (nomes e postos das testemunhas), foi lida a Parte de Deserção, da qual consta que o ................................ (qualificação do ausente), faltou ao serviço (ou quartel) desde o dia ....................... do mês de ................... do ano de ..............................., completando assim, os dias de ausência previstos em lei para consumação do crime de deserção tipificado no art.187 (ou outro enquadramento) do Código Penal Militar. Do que para constar do Processo a que responderá perante a Justiça Militar do Estado, lavrou-se este Termo, que vai assinado pelo Comandante da Unidade e pelas testemunhas. Eu, ........................., Secretário da ................... (OME), o escrevi.

__________________________________________ (Comandante da OME)

( Nota: 9º dia de ausência )

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Fl. ____ ___________

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JUNTADA

Aos ......... dias do mês de ............... do ano de ................, faço Juntada aos presentes Autos da documentação que se segue, para fins de remessa à Diretoria de Gestão de Pessoas, constante de ................................. (quantidade de peças), documentos referentes à deserção do ..................................... (graduação, matrícula, nome completo do desertor) que responderá processo perante a Justiça Militar do Estado como incurso nas penas do art.187 do CPM.

__________________________________________ (Nome e posto do Secretário da OME)

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Fl. ____ ___________

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REMESSA

Aos ......... dias do mês de ............... do ano de ................, faço Remessa destes Autos ao Sr. .................................. (posto e nome), Diretor de Gestão de Pessoas. Do que para constar, lavrei o presente Termo. Eu, ........................... (rubrica), ........................................ (nome e posto) Secretário da ......................... (OME), o escrevi e subscrevo.

_______________________________ (Secretário)

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Apresentação

Fl. ____ ___________

ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO

Local e Data Do: (Comandante da Subunidade) Ao Sr. (Comandante da ................. (OME) Assunto: Parte de reconduzo de desertor

Participo-vos que o .................................... (identificação do desertor), que se acha desertado desde o dia ...................................... desta Subunidade (ou OME), foi capturado (ou se apresentou) em .......................................... (local), Estado de .................................., às ............... horas do dia ....................., e restituiu os seguintes bens constantes do respectivo Termo de Inventário: .................................... (indicar o estado em que se encontra os bens). Adianto-vos que a referida praça extraviou: ........................................ (relacionar), os quais são avaliados em R$ ........................ (especificar) e que nada devia (ou devia R$ ..............) à Fazenda Estadual no dia de sua exclusão (ou agregação).

__________________________________________ (Nome e Posto do Comandante da Subunidade)

(Nota: Precede as publicações de apresentação do desertor-acostamento, ordem e resultado da Inspeção de Saúde e reinclusão ou reversão)

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