Você está na página 1de 37
COMPETITIVIDADE DO ETANOL BRASILEIRO Luiz Carlos Corrêa Carvalho Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Açúcar
COMPETITIVIDADE DO
ETANOL BRASILEIRO
Luiz Carlos Corrêa Carvalho
Câmara Setorial da Cadeia Produtiva
do Açúcar e do Álcool
(MAPA)
SEMINÁRIO BNDES, 25/08/03

AGRICULTURA

ENERGÉTICA

1. LIDERANÇA MUNDIAL DO BRASIL

CANA –DE-AÇÚCAR

ETANOL

2. OPORTUNIDADES RELEVANTES

* ÓLEOS VEGETAIS (INCLUI ETANOL)

* RESTOS DE CULTURAS (CELULOSES)

BASES: BRASIL:

PRODUTOS COM EXCELENTE MERCADO INTERNO PRODUTOS COM GRANDES PERSPECTIVAS DE MERCADO INTERNACIONAL

FOLHAS 1/3 CANA-DE-AÇÚCAR: CALDO (1/3) COLMO FIBRAS (1/3) UMA FÁBRICA DE ENERGIA LIMPA

FOLHAS

1/3

FOLHAS 1/3 CANA-DE-AÇÚCAR: CALDO (1/3) COLMO FIBRAS (1/3) UMA FÁBRICA DE ENERGIA LIMPA

CANA-DE-AÇÚCAR:

CALDO (1/3)

FOLHAS 1/3 CANA-DE-AÇÚCAR: CALDO (1/3) COLMO FIBRAS (1/3) UMA FÁBRICA DE ENERGIA LIMPA

COLMO

FIBRAS (1/3)

UMA FÁBRICA DE ENERGIA LIMPA

RESUMO CARACTERÍSTICAS DA CANA-DE-AÇÚCAR: BRASIL

1 TON DE CANA PRODUZ EM ENERGIA EQUIV. (toe) DE PETRÓLEO

80 L ETANOL

280

( 0,048 toe)

KG BAGAÇO (0,057 toe)

280

KG PALHA

( 0,057 toe)

TOTAL

0,162 toe

280 KG PALHA ( 0,057 toe) TOTAL 0,162 toe OU, COMO RESULTADO BRUTO, REPRESENTA 1 BARRIL
280 KG PALHA ( 0,057 toe) TOTAL 0,162 toe OU, COMO RESULTADO BRUTO, REPRESENTA 1 BARRIL

OU, COMO RESULTADO BRUTO, REPRESENTA 1 BARRIL EQUIVALENTE DE PETRÓLEO / TON DE CANA-DE-AÇÚCAR

1 HA DE CANA PARA PRODUÇÃO DE ENERGIA (85 TON CANA/HA)

OU

5 MM HA (ÁREA TOTAL)

EQUIVALE

60 BARRIS DE PETRÓLEO EQUIVALENTE PETRÓLEO EQUIVALENTE

(RESULTADO LÍQUIDO)

300 MM BARRIS EQUIV. DE PETRÓLEO OU 820.000 BARRIS/DIA (O CONSUMO 300 MM BARRIS EQUIV. DE PETRÓLEO OU 820.000 ATUAL DE PETRÓLEO NO BRASIL É 1,7 MILHÃO ATUAL DE PETRÓLEO NO BRASIL É 1,7 MILHÃO BARRIS/DIA)

REPRESENTA

BRASIL:

PRODUÇÃO DE CANA

BRASIL:

PRODUTIVIDADE

FINAL

75/76 77/78 79/80 81/82 83/84 85/86 87/88 89/90 91/92 93/94 95/96 97/98 99/00 01/02

350.000 NORTE-NORDESTE CENTRO-SUL 5,76% a.a. 300.000 BRASIL 250.000 200.000 6,93% a.a. 150.000 100.000 2,51%
350.000
NORTE-NORDESTE
CENTRO-SUL
5,76% a.a.
300.000
BRASIL
250.000
200.000
6,93% a.a.
150.000
100.000
2,51% a.a.
50.000
0
1000 TONELADAS
8.000 7.000 Brasil 2,33% a.a. C-Sul 6.000 N-Nordeste 5.000 2,27% a.a. 4.000 3.000 2.000 2,04%
8.000
7.000
Brasil
2,33% a.a.
C-Sul
6.000
N-Nordeste
5.000
2,27%
a.a.
4.000
3.000
2.000
2,04% a.a.
1.000
0
LITROS ÁLCOOL/HA
75/76
77/78
79/80
81/82
83/84
85/86
87/88
89/90
91/92
93/94
95/96
97/98
99/00
01/02

- LEARNING CURVE – O EXEMPLO BRASILEIRO DO ETANOL COMO BASE PARA BIOCOMBUSTÍVEIS

ETHANOL Ethanol COST cost "learning “LEARNING curve" CURVE”

( US $/ m3 )

1000

900

800

700

600

500

400

300

200

100

1980 1998
1980
1998

1

10

e t ha no l c umulat ive c o ns ump t io n

100

( in millio n c ub ic

me t e rs )

1000

Fonte: Goldemberg, J.

DESENVOLVIMENTO ESPERADO NA PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL DA CANA (MELHOR x MÉDIA)

CANA GANHOS DE EFICIÊNCIA:

CANA GANHOS DE EFICIÊNCIA:

 

AGRÍCOLA

 

ÍNDÚSTRIA

 

TENDÊNCIAS

TENDÊNCIAS

 

Aspecto

 

%

Aspecto

 

%

 

tc / ha

+12

Conversão Industrial

86 89

pol / tc

+ 7

Automação Processo

 

50 85

 
   
 

Agrícola

+20

 

Mecanização

 

%

Questão Energética

%

Plantio

3% 50%

Sobra de bagaço

5 25 (1)

Colheita

27% 70%

 

Transporte

(1)

30% 90%

   

(1)Equipamentos, sistemas, e operação

(1) Inclui 25% de uso das folhas

Fonte: Isaias Macedo, CTC/Copersucar, Dez/2001, Seminar on Fuel Ethanol, Washington, DC

RUPTURA TECNOLÓGICA À VISTA?

REDUÇÃO DO CUSTO DO ÁLCOOL COM A EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA DHR

0,45 R$/L 0,402 maio/02 0,40 1 US$=R$2,50 0,35 0,30 0,291 0,25 0,247 0,20 0,15 Produtividade
0,45
R$/L
0,402
maio/02
0,40
1 US$=R$2,50
0,35
0,30
0,291
0,25
0,247
0,20
0,15
Produtividade inicial
conservadora.
Aceitável para tecnologia
emergente.
Maior produtividade resulta da
experiência e do desenvolvimento
da tecnologia
100
109
110
120
130
140
150
160
170
180

L Álc/t bag.

Produtividade potencial do processo

COMPETITIVIDADE DO ETANOL FRENTE À GASOLINA (GASOHOL) - CENTRO-SUL -

Produto

R$/litro (sem imposto)

US$ / barril

Preço na “Bomba” US$/b

Gasolina

0,67

50,00

107,00 (1)

Álcool Anidro

0,68

43,90

-

Álcool Hidratado

0,58

36,38

48,00 (2)

(1)

(2)

Com 25% de álcool anidro e preços médios (São Paulo) Preço Médio Atual (São Paulo)

COMPOSIÇÃO DOS CUSTOS OPERACIONAIS DE PRODUÇÃO DE ETANOL EUA e ALEMANHA (Unidade Industrial de 50.000.000 litros)

Itens de Custo

Mão de

Seguro,

Matéria-

Outros

Custo de Produção “Bruto”

Obra

Taxas,

Prima

Custos

 

Reparos

Operacionais

EUA

EUR / hl

2,83

0,61

20,93

11,31

35,68

%

7,9

1,7

58,7

31,7

100,0

R$ / l

87,80

18,91

648,83

350,61

1106,15

São Paulo

450,00

SP / EUA

2,50

ALEMANHA

EUR / hl

4,26

1,60

35,10

15,93

56,89

R$ / l

132,00

49,60

1088,10

493,83

1763,53

São Paulo

450,00

SP / Alemanha

4,00

Fonte:LCCC,baseado em F.O Licht's, World Ethanol and Biofuels Report,11.02.2003

SAFRA 99/00: COMPETITIVIDADE MUNDIAL - AGROINDÚSTRIA DA CANA - INDICES DE COMPETITIVIDADE*

PAÍSES

CUSTO DO AÇÚCAR (MÉDIO)

TON AÇÚCAR/HÁ** (MÉDIO)

BRASIL (C/S)

55,6

11,6

GUATEMALA

73,5

10,0

COLÔMBIA

81,1

14,0

MÉDIA MUNDO

100,0

----

AUSTRÁLIA

74,0

12,2

ÍNDIA

87,2

8,4

ÁFRICA DO SUL

82,3

8,7

JÁ ABATIDAS AS RENDAS COM SUBPRODUTOS ** AÇÚCARES TOTAIS

*

 

CUSTO HFCS S/ AÇÚCAR (MÉDIO)

90,3

CUSTO AÇÚCAR BETERRABA S/ AÇÚCAR (MÉDIO)

269,9

Fonte: LCCC, baseado em LMC International

A QUESTÃO DA COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL DO SETOR SUCROALCOOLEIRO BRASILEIRO

NÃO É SÓ PRODUTIVIDADE!

ANÁLISE DE OUTROS ASPECTOS-CHAVE

IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO / REFORÇO DA VANTAGEM COMPETITIVA

POLÍTICAS PÚBLICAS

VALOR ENERGÉTICO DA CANA DE AÇÚCAR NO CASO DO BRASIL : 1 TON

PRODUÇÃO

ENERGIA EQUIV. (MCAL) (2)

TON EQUIV. DE PETRÓLEO

75 l (etanol) (1)

500

0,046

280

kg de bagaço

630

0,058

(umidade 50%)

280

kg de palha

630

0,060

(umidade 50%)

TOTAL

1.760

0,162

(1) Melhores resultados: 85/90 l / ton cana 2) Poder calorífico superior

 

Fonte: CTC/Copersucar, Maio 2002

 

Resultados:

 

a) 1 tonelada de cana é equivalente a 1 barril de petróleo

 

b) 1 ha de cana (85 t) é equivalente a 60 barrís de petróleo (resultado líquido)

c) 5 mm ha representa 300.000.000 barrís de petróleo ou 820.000 b/dia (o consumo atual de petróleo no Brasil é de 1,7 mm b/dia)

BALANÇO ENERGÉTICO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA DA CANA NO BRASIL (MJ/ t cana) *

Resultado do “sistema”: unidade de energia como entrada gera de 9,2 a 11,2 unidades de energia como saída

 

MÉDIA

MELHORES VALORES

 

Entrada

Saída

Entrada

Saída

Produção de Cana de Açúcar**

189,9

 

175,5

 

Produção de Etanol **

46,1

 

36,4

 

Etanol Produzido

 

1996,4

 

2045,3

Bagaço Excedente

 

175,1

 

328,5

Total (Balanço Final)

236,0

2171,5

211,9

2373,8

Saída/Entrada

9,2

11,2

* Utilização direta de combustível e eletricidade; energia usada para entrada em produção, edifícios, equipamentos, etc (1996); ** Somente energia “externa”; não possui bagaço para uso próprio.

Fonte: Macedo, Isaias de Carvalho, Emissões de Gases de Efeito Estufa e Produção / Utilização de Bio-Etanol no Brasil, Jan/97, CTC - Copersucar

AGRIBUSINESS DA CANA-DE-AÇÚCAR E A REDUÇÃO DO EFEITO ESTUFA

CANA COMO UM SISTEMA, SEQUESTRANDO CO 2 DA ATMOSFERA

10 6 t C (equiv.)/year

10 6 t C (equiv.)/year

Uso de combustível fóssil na agroindústria (insumos)

+ 1.28

Emissões de metano pela queima da cana-de-açúcar

+ 0.06

Emissões de N 2 O

+ 0.24

Substituição da Gasolina pelo Etanol

-

9.13

Substituição do óleo combustível pelo bagaço

-

5.20

Contribuição líquida (sequestro CO 2 )

- 12.74

O SETOR CANAVIEIRO NO BRASIL COMPETITIVIDADE

FATORES POSITIVOS:

1. FORTE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO NOS ÚLTIMOS 25 ANOS

2. DIVERSIFICAÇÃO E GERAÇÃO DE EMPREGOS

3. SUCESSO NA ABERTURA DE NOVA ÁREAS PRODUTIVAS (CERRADOS; VÁRZEAS) FORMALIZANDO O IMENSO POTENCIAL PRODUTIVO DO BRASIL

4. SENSÍVEIS MELHORIAS NA INFRAESTRUTURA (ESTRADAS, PORTOS) COM AUMENTO DA EFICIÊNCIA E REDUÇÃO DOS CUSTOS

5. ORGANIZAÇÃO DOS AGENTES PRODUTIVOS

6. BOM SISTEMA DE SUPORTE À PRODUÇÃO (INSUMOS; BENS DE CAPITAL)

MILHO: CRESCIMENTO EM AREA E PRODUTIVIDADE (GLOBAL)

tons/hectare 150 5 120 4 90 3 60 2 30 1 0 0 milhão hectares
tons/hectare
150
5
120
4
90
3
60
2
30
1
0
0
milhão hectares

1961 1965 1969 1973 1977 1981 1985 1989 1993 1997

Area (Tend. = 0.7% ) Prod. (Tend. = 2.1 %)

Area (Tend. = 0.7% )

Area (Tend. = 0.7% ) Prod. (Tend. = 2.1 %)

Prod. (Tend. = 2.1 %)

Fonte: LMC Retreat, 2002

CRESCIMENTO DA ÁREA E PRODUTIVIDADE DA BETERRABA (GLOBAL)

tons/hectare 10 50 9 45 8 40 7 35 6 30 5 25 4 20
tons/hectare
10
50
9
45
8
40
7
35
6
30
5
25
4
20
3
15
2
10
1
5
0
0
1961
1966
1971
1976
1981
1986
1991
1996
2001
Area (Tend. = -0.2%)
Produtividade (Tend. = 1.1%)
milhão hectares

Fonte: LMC Retreat, 2002

CANA: CRESCIMENTO EM ÁREA E PRODUTIVIDADE (GLOBAL)

tons/hectare 25 75 20 60 15 45 10 30 5 15 0 0 1961 1966
tons/hectare
25
75
20
60
15
45
10
30
5
15
0
0
1961
1966
1971
1976
1981
1986
1991
1996
2001
Area (Tend. = 2.1%)
Produtividade (Tend. = 0.7%)
milhão hectares

Fonte: LMC Retreat, 2002

COMPARAÇÕES DAS TENDÊNCIAS DE PRODUTIVIDADE

1. Milho tem sido beneficiado pelos maiores investimentos em variedades e a produtividade média cresce 2,1% ao ano.

2. Para a beterraba tem sido 1,1% ao ano.

3. Para a cana, a média é de apenas 0,7% ao ano.

Fonte: LMC Retreat, 2002

Europa: Etanol: Implicações para o Futuro…. Trigo/Milho/Cevada?

1. Os grãos estão se tornando crescentemente competitivos com as culturas açucareiras como substratos de fermentação, graças aos constantes recordes de ganhos de produtividade.

a

competitiva

A

engenharia

a

genética

tenderá

2.

acentuar dos grãos

vantagem

Fonte: LMC Retreat, 2002

INTERESSES GERAIS DOS PAÍSES PELA BIOMASSA COMO ENERGIA PORQUE?

Necessidade de dar solução ou saída para oferta excedente de produtos agrícolas (curto prazo)

Preocupações ambientais

Necessidade de reduzir a dependência do petróleo importado

Renda rural

Desenvolvimento futuro

ETANOL:

COMÉRCIO INTERNACIONAL

Há pequeno volume de vendas de etanol combustível

O comércio internacional do etanol

tem

outros usos

volumes

muito

maiores

para

Volumes comercializados giram em torno de 3 a 4 bilhões de litros/ano

Mudanças (%) nas emissões do efeito estufa, por setor econômico, na União Européia (1990-99)

Fontes: European Environment Agency, BAFF

(1990-99) Fontes: European Environment Agency, BAFF Resíduos Agricultura Outros (não energia) Outros

Resíduos Agricultura Outros (não energia) Outros (energia) Indústria (processos) Indústria (energia) Emissões perdidas Indústria de energia Transporte CO 2

ESTADOS UNIDOS E ETANOL

1.

SUPORTE VIA SUBSÍDIOS DIRETOS

 
 

FEDERAL

 

ESTADUAL

2.

MENORES ALÍQUOTAS DE IMPOSTOS INCIDENTES NO ETANOL

3.

BARREIRAS

(TARIFAS)

AOS

PRODUTOS

EXTERNOS

 

4.

LEI

RFS

5.

APOIO EXPLÍCITO E CONTINUADO DO EXECUTIVO

USDA

DOE

DEMANDA PROJETADA DE ETANOL COMBUSTÍVEL NOS EUA

20 Os combustíveis renováveis aumentarão de 2 bilhões de galões em 2003 para 5 bilhões
20
Os combustíveis renováveis aumentarão de 2 bilhões de galões
em 2003 para 5 bilhões em 2012. A meta projetada é
basicamente a mistura de álcool na gasolina norteamericana
16
12
8
4
2000
2002
2004
2006
2008
2010
2012
Bilhão de litros

Bilhão de Litros

DEMANDA PROJETADA DE ETANOL NA U.E.

16

5.75% da Demanda de Gasolina 2.0% da Demanda de Gasolina
5.75% da Demanda
de Gasolina
2.0% da Demanda
de Gasolina

12

8

4

0

2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

Metas Claras de Política Energética U.E.

Atingindo as Metas de Kyoto 8% de redução das emissões de CO2 entre 2008 -
Atingindo as Metas de Kyoto
8% de redução das emissões de CO2 entre 2008 - 2012
comparadas a 1990
Dobrando a Fatia de Mercado das Fontes
Renováveis de Energia
De 6% a 12% do consumo bruto interno de energia
Melhorando a Eficiência Energética
Aumentar em 18% até 2010 comparado a 1995
Manutenção da Segurança da Oferta

SITUAÇÃO ATUAL DOS BIOCOMBUSTÍVEIS (MERCADO E TECNOLOGIA)- U.E.

 
     
   
   
     
 

Médio

Médio
 
   
 
            Médio    
            Médio    
            Médio    
            Médio    
            Médio    

Força da Tecnologia

BioMethane
BioMethane
BioMethane
BioMethane
BioMethane

BioMethane

BioMethane
BioMethane
BioMethane
BioMethane

Forte

Média

Fraca

LIMITES (OU PROBLEMAS) – CASO BRASIL

1. MERCADOS

2. MARCO REGULATÓRIO MARCO LEGAL

3. TRIBUTOS

4. LIQUIDEZ

COMPETITIVIDADE ELEVADA DA AGROINDÚSTRIA DA CANA

COMPETITIVIDADE ELEVADA DA AGROINDÚSTRIA DA CANA LIMITE: DEMANDA! MERCADO INTERNO E OS SEUS LIMITES CHANCES:

LIMITE:

DEMANDA!

ELEVADA DA AGROINDÚSTRIA DA CANA LIMITE: DEMANDA! MERCADO INTERNO E OS SEUS LIMITES CHANCES: HIDRATADO
ELEVADA DA AGROINDÚSTRIA DA CANA LIMITE: DEMANDA! MERCADO INTERNO E OS SEUS LIMITES CHANCES: HIDRATADO
ELEVADA DA AGROINDÚSTRIA DA CANA LIMITE: DEMANDA! MERCADO INTERNO E OS SEUS LIMITES CHANCES: HIDRATADO
ELEVADA DA AGROINDÚSTRIA DA CANA LIMITE: DEMANDA! MERCADO INTERNO E OS SEUS LIMITES CHANCES: HIDRATADO

MERCADO INTERNO E OS SEUS LIMITES

DA CANA LIMITE: DEMANDA! MERCADO INTERNO E OS SEUS LIMITES CHANCES: HIDRATADO ANIDRO POLÍTICAS PÚBLICAS E

CHANCES:

HIDRATADO

ANIDRO

INTERNO E OS SEUS LIMITES CHANCES: HIDRATADO ANIDRO POLÍTICAS PÚBLICAS E COMPORTAMENTO PRIVADO MERCADO

POLÍTICAS PÚBLICAS E COMPORTAMENTO PRIVADO

ANIDRO POLÍTICAS PÚBLICAS E COMPORTAMENTO PRIVADO MERCADO EXTERNO E AS SUAS LIMITAÇÕES CHANCES: AÇÚCAR

MERCADO EXTERNO E AS SUAS LIMITAÇÕES

PRIVADO MERCADO EXTERNO E AS SUAS LIMITAÇÕES CHANCES: AÇÚCAR ANIDRO REDUÇÃO DO PROTECIONISMO E

CHANCES:

AÇÚCAR

ANIDRO

EXTERNO E AS SUAS LIMITAÇÕES CHANCES: AÇÚCAR ANIDRO REDUÇÃO DO PROTECIONISMO E ABERTURA AO ETANOL MANTENDO

REDUÇÃO DO PROTECIONISMO E ABERTURA AO ETANOL

MANTENDO A VANTAGEM COMPETITIVA

LIMITAÇÕES CHANCES: AÇÚCAR ANIDRO REDUÇÃO DO PROTECIONISMO E ABERTURA AO ETANOL MANTENDO A VANTAGEM COMPETITIVA

LIMITAÇÃO OFERTA DA

LIMITES DO MERCADO: ÁLCOOL

MERCADO EXTERNO

MERCADO

EXTERNO

MERCADO EXTERNO
MERCADO EXTERNO
MERCADO EXTERNO
GASOLINA

GASOLINA

GASOLINA
GASOLINA

FROTA

BARREIRAS

DESENVOLVIMENTOÁLCOOL MERCADO EXTERNO GASOLINA FROTA BARREIRAS LIMITAÇÃO DEMANDA DA RELAÇÃO DE PREÇO NA BOMBA FOCO

LIMITAÇÃO DEMANDA DA
LIMITAÇÃO
DEMANDA DA

RELAÇÃO DE PREÇO NA BOMBA NA BOMBA

FOCO DA AÇÃO:

EQUILÍBRIO NA EXPANSÃO

ÁLCOOL

ÁLCOOL

ÁLCOOL HIDRATADO
ÁLCOOL HIDRATADO
ÁLCOOL HIDRATADO
ÁLCOOL HIDRATADO
ÁLCOOL HIDRATADO
HIDRATADO

HIDRATADO

FOCO DA AÇÃO: EQUILÍBRIO NA EXPANSÃO ÁLCOOL HIDRATADO CANA AÇÚCAR RELAÇÃO DE PREÇO AO PRODUTOR LIQUIDEZ

CANA

AÇÚCAR

AÇÚCAR
AÇÚCAR
AÇÚCAR
FOCO DA AÇÃO: EQUILÍBRIO NA EXPANSÃO ÁLCOOL HIDRATADO CANA AÇÚCAR RELAÇÃO DE PREÇO AO PRODUTOR LIQUIDEZ

RELAÇÃO DE PREÇO AO PRODUTOR LIQUIDEZ

Incentivos Fiscais Conversões não oficiais de veículos a gasolina Avanço Tecnológico hidratado Adição do na
Incentivos Fiscais
Conversões não oficiais de
veículos a gasolina
Avanço
Tecnológico
hidratado Adição do na álcool gasolina
álcool anidro
Adição na do gasolina
Disponibilidade de
Combustível
Frota a Álcool
Envelhecida
Política
Energética
Valor do de Revenda
Preços Relação de
Indefinida
Postos:
entre Álcool /
Gasolina
Álcool Anidro
versus
Hidratado
E-100
Políticas
De das
Montadoras
Veículos
Exportação
Veículos de
Liquidez
Oportunidades
do
de Açúcar
Mercado

DIFICULDADES (ÁLCOOL) AO BRASIL PARA APROVEITAR ACESSO AOS MERCADOS

1. MODELO BRASILEIRO: CONFIANÇA E CREDIBILIDADE ENTRE OS AGENTES DA CADEIA E MERCADO

INTERNACIONAL

CÂMARA

SETOR SUCROALCOOLEIRO LÓGICA DAS RELAÇÕES / FATORES

SETOR SUCROALCOOLEIRO LÓGICA DAS RELAÇÕES / FATORES COORDENAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS • Sustentabilidade

COORDENAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS

Sustentabilidade

Confiança

INTERFACES:

1. OF. E DEMANDA & MERCADOS

2. OF. E DEMANDA & COMPETITIVIDADE

3. MERCADOS & COMPETITIVIDADE

OFERTA

E DEMANDA

Credibilidade

1 2 MERCADOS COMPETITIVIDADE 3
1
2
MERCADOS
COMPETITIVIDADE
3

DIFICULDADES (ÁLCOOL) AO BRASIL PARA APROVEITAR ACESSO AOS MERCADOS

2. POLÍTICAS INTERNA E EXTERNA

2.1. QUESTÕES INTERNAS

- MARCO REGULATÓRIO E CONFIANÇA

- MARCO LEGAL

- A QUESTÃO TRIBUTÁRIA

2.2. NEGOCIAÇÕES EXTERNAS

- MTBE E PRESSÕES INTERNAS

- KYOTO E O SETOR TRANSPORTES

- PETRÓLEO / GÁS NATURAL E ESGOTAMENTO

3. MODELO PROTECIONISTA DOS PAÍSES DESENVOLVIDOS E O EFEITO ASSUSTADOR DO BRASIL (COMPETITIVIDADE)

4. PREÇOS INTERNACIONAIS DE REFERÊNCIA

AGRICULTURA ENERGÉTICA:

PROCESSO GANHA-GANHA

1. CONFIRMAÇÃO DO BRASIL COMO LÍDER MUNDIAL NA

USO DE ENERGIA RENOVÁVEL

PRODUÇÃO

COMPETITIVA;

E

2.

MERCADO

COMPETITIVO

E

A

EXPANSÃO

DAS

OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS;

 

3.

CRIAÇÃO DE SINERGIA ENTRE AS INDÚSTRIAS DE ÓLEOS VEGETAIS E A DE ETANOL;

4.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTADO;

 

5.

INFRAESTRUTURA JÁ EXISTENTE;

 

6.

SINERGIAS

ENTRE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS E

RENOVÁVEIS;

7.

REDUÇÃO DE IMPORTAÇÕES E CRIAÇÃO DE UM CENÁRIO DE OPORTUNIDADES DE EXPORTAÇÃO

ASSIM COMO A IDADE DA PEDRA ACABOU, NÃO POR FALTA DE PEDRAS,

A ERA DA ENERGIA FÓSSIL PASSARÁ, NÃO POR FALTA DELA