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Atlas Bíblico CPAD - Yohanan, Michael, Anson F., Safarai

Atlas Bíblico CPAD - Yohanan, Michael, Anson F., Safarai

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YOHANAN AHARONI MICHAEL AVI-YONAH ANSON F. RAINEY ZE<EV SAFRAI

YOHANAN AHARONI MICHAEL AVI-YONAH ANSON F. RAINEY ZE'EV SAFRAI

ATLAS BÍBLICO
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C B O

Todos os direitos reservados. Copyright © 1998 para a língua portuguesa da Casa Publicadora das Assembléias de Deus. © 1968, 1977, 1993 por Carta, The Israel Map and Publishing Company, Ltd. Título do original em inglês: The Macmillan Bible Atlas

Tradução: Neyd Siqueira Revisão: Marcus Braga

221.91 AHAa

Geografia (descrição e civilização) Aharoni, Yohanan et al. Atlas Bíblico/Yohanan Aharoni et al. I a ed. - Rio de Janeiro.- Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1999p.216. cm. 22,3x29,2. ISBN 85-263-011.6-0 1. Geografia - Descrição 2. Geografia - Civilização CDD 221.91 • Geografia

Salvo indicação em contrário, as citações bíblicas são extraídas da Almeida Revista e Corrigida, 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil. Casa Publicadora das Assembléias de Deus Caixa Postal 331 20001-970, Rio de Janeiro, RJ, Brasil I a edição/1999

PREFÁCIO

Este Atlas é produto da colaboração entre dois eruditos hebreus e a organização Carta de Jerusalém (cartografes). O professor Y. Aharoni revisou a parte do Antigo Testamento (mapas 1171), enquanto o professor M. Avi-Yonah revisou a parte sobre os períodos posteriores (mapas 172-271); a preparação cartográfica e técnica ficou a cargo de Emanuel Hausman. As duas partes foram originalmente preparadas, desenhadas e publicadas pela Carta de Jerusalém numa forma um pouco diferente, em hebraico e em volumes separados. 0 propósito deste atlas é mostrar, na medida do possível, por meio de mapas de cada evento, as mudanças e processos históricos nas terras bíblicas. Na primeira parte, o povo hebreu se localizava principalmente na pequena área da Terra Santa. Por ocasião da revolta de Bar Kokhba, porém, grande parte do povo se encontrava disperso entre as nações. Para esse fim, apoiamonos em conhecimentos bíblicos mais recentes, em pesquisas históricas e arqueológicas e em novos conceitos educacionais. Nessa conformidade, tentamos apresentar um ponto de vista equilibrado. Em inúmeros casos, entretanto, tivemos de escolher entre opiniões conflitantes, quando somente novas descobertas e pesquisas podem ser elucidativas. O ponto focai deste atlas é a Terra Santa, e procuramos colocá-la em sua relação apropriada com as terras circunjacentes, a maioria das quais desempenhou parte importante na sua história. Existem assim muitos mapas, mostrando a Terra Santa como parte do mundo do Antigo Oriente ou do mundo greco-romano como um todo. Tentamos incluir nesses mapas cada sítio ou evento nas terras vizinhas que tivesse qualquer ligação com a Bíblia ou com a história da terra da Bíblia, mesmo que não houvesse menção específica a respeito deles nas Escrituras. Note-se, porém, que não se trata de u m atlas do Antigo Oriente ou dos impérios helenista e romano, nem tentamos ser conclusivos com respeito às regiões circunvrzinhas. De modo geral, quando há qualquer dúvida sobre a identificação de qualquer lugar, isto é indicado no índice de nomes de lugar, e não no mapa em si. Quanto às fronteiras, possuímos apenas detalhes de natureza geral. Temos freqüentemente informações sobre ocupação de fronteiras, mas faltam quase sempre informes sobre suas demarcações. Nos textos escritos, não há praticamente dificuldades neste sentido, pois basta dizer que "a fronteira vai de A ao leste até B na região costeira" e assim por diante. Nos mapas, porém, é preciso haver definição; pois, uma vez traçada, a linha só tem uma única interpretação. Muitas das rotas das campanhas e viagens, especialmente as do Novo Testamento, são também conjeturas. De fato, à luz da moderna erudição, é extremamente difícil tomar os detalhes geográficos dos evangelistas e da primeira parte de Atos ao pé da letra. Em muitos casos, o ponto de partida de uma rota é conhecido, assim como o destino e vários pontos ao longo do caminho. Detalhes de cada rota ou fronteira foram definidos com base numa lógica tópica e topográfica, pois num atlas histórico a conjetura deve complementar o fato. A idéia inicial deste atlas coube ao falecido Amnon Soferman, C.E., cofundador da Carta de Jerusalém, que o concebeu em sua forma básica e dedicou-lhe seus últimos anos de vida. Israel Eph'al, Instrutor da Universidade de Tel Avive, e o Dr. Shmuel Safrai, preletor sênior da Universidade Hebraica de Jerusalém, auxiliaram no preparo da parte do Antigo Testamento e seções posteriores, respectivamente. Agradecimentos e apreciação são devidos ao professor William D. Davies, professor de estudos avançados e pesquisa nos originais cristãos, Duke

University, pelos seus valiosos conselhos e ajuda durante todo o período de preparação deste adas. Clement Alexandre e Peter Nevraumont, da Macmillan Co., leram o manuscrito e ofereceram inúmeras e valiosas sugestões. O preparo físico deste atlas foi executado com toda dedicação pelo pessoal da Carta em Jerusalém, especialmente M. Sofer e A. Nur, cartografes, Sra. S. Zioni e N. Karp, artistas gráficos, e R. Graíman que adaptou o texto e os mapas para a edição inglesa.

PREFÁCIO PARA ATERCEIRA EDIÇÃO REVISADA
Faz quase duas décadas que os autores originais deste atlas prepararam os rascunhos finais para a segunda edição. Enquanto isso, muito progresso tem sido feito no estudo das fontes antigas e no conhecimento do ambiente ecológico das terras bíblicas. Pesquisas arqueológicas, sob a inspiração de Yohanan Aharoni, mas das quais ele não chegou a ver os frutos, cobriram a maior parte do terreno do país. Escavações nos sítios em todas as áreas da terra produziram grande fartura de novos materiais. As cidades greco-romanas da Palestina, desde a Galiléia até as estepes do Sul, inclusive Bete-Seã e Cesaréia, foram quase completamente descobertas, e sua cultura material, revelada. A análise e interpretação de todos esses novos dados tornaram praticamente imprescindível que um atlas deste tipo sofresse uma profunda revisão. Na parte do Antigo Testamento, o texto de quase todos os mapas foi completamente reescrito. A parte do Segundo Templo foi revisada para incorporar várias descobertas recentes, especialmente no que diz respeito à Jerusalém do período herodiano. Isto foi feito sob a impressão de que Aharoni e Avi-Yonah teriam apreciado as evidências recentes e aceito os novos argumentos. Em qualquer caso, tentamos trabalhar orientados pelo espírito desses dois grandes inventores da geografia histórica. O método básico da primeira edição permanece inalterado. Os mapas se apoiam nas fontes escritas antigas, o ambiente físico com o qual trata cada documento e os dados obtidos mediante a pesquisa arqueológica. Os estudantes de geografia histórica fariam bem em estudar a fonte citada para cada mapa, se quiserem estar aptos para apreciar plenamente a interpretação que o mesmo representa. A vasta coleção de literatura secundária, erudita, não poderia ser citada em um manual de ensino deste tipo. A atualização nessa área exigiria um formato inteiramente diverso. A terra de Israel/Canaã/Palestina continua sendo o foco para o qual convergem todos os que amam a Bíblia, judeus e cristãos. A história dessa entidade geográfica não pode ser dissociada do contexto mais amplo do Oriente Próximo da Antigüidade e do mundo greco-romano. Para a geografia histórica, colocar a Bíblia no mapa é uma tentativa de compreender os eventos bíblicos em seu contexto ecológico e sócio-cultural. Esse é um componente essencial dos estudos bíblicos, se desejarmos sinceramente sentir empatia pelos povos antigos, cuja experiência religiosa afirmamos compartilhar. Nossa esperança é que esta terceira edição venha a enriquecer o estudo bíblico de todos os alunos, professores e eruditos que desejam sinceramente colocar a Bíblia ao alcance de todos. ANSON RAINEY ZE'EV SAFRAI

. Os nomes encontrados nos apócrifos ou provenientes de fontes externas seguem as formas mais conhecidas ou próximas do original. Rio ou Região Jerusalém Contemporâneo Não-bíblico Não-contemporâneo Akhetaton Sennabris (Tell el-Far'ah) Antioquia J U D Á Vale do Jordão Os nomes entre parênteses são contemporâneos ou modernos. na estrutura da cronologia geral. na medida do possível. Os períodos históricos mais antigos incluem margem de erro mais ampla na variação. o a em ae foi. Ao escrever nomes de lugares clássicos. não tem contatos certificados com a história do Antigo Oriente Próximo. Princeton University Press. ataque ou jornada Fuga Estrada • ® f jX^ o e - NOTA SOBRE A CRONOLOGIA A cronologia do Oriente Próximo da Antigüidade baseia-se na coordenação dos eventos históricos — especialmente os anos do reinado de um monarca — com fenômenos astronômicos conhecidos. podem ser variantes contemporâneas. NN X jr jf • • • • • • • • Fronteira de reino. inclusive a Era Patriarcal e a dos Juizes.C. com uma margem de erro de dois anos ou menos. Quando adicionados a outro nome. porém. cuja idade possa ser calculada. As variantes tel e tell indicam o hebraico e o árabe. A cronologia preparada por E. respectivamente. Na edição inglesa. O período pré-monarquista. Thiele é utilizada em todo o atlas para os reis hebreus. embora haja ainda duas opções: uma mais alta e outra mais baixa. cidade sitiada Conquista da cidade li Campanha. embora com algumas modificações. As datas dos eventos mencionados no Novo Testamento foram ajustadas. Os reinos Antigo e Médio estão evidentemente sujeitos a revisão. as datas são coordenadas com as da Mesopotâmia. LEGENDA DE NOMES GEOGRÁFICOS Bíblico Cidade Importante Cidade ou Povoado País. foram geralmente empregadas as formas latinas. os nomes e citações geográficos de fontes externas são baseados quase sempre na obra Ancient Near Eastern TextsRelatin to the Old Testamento editada por J. embora haja ainda espaço para alterações. A cronologia dos períodos helenista e romano está bem estabelecida e não apresenta nenhum problema especial. Prichard. No período Saita (664 a. A cronologia dos reinos da Assíria. exceto em nomes como "Caesar" e 'Aegina". Estado ou Tribo Montanha. à medida que novas informações são colhidas. Ela possui inúmeros elos com datas assírias e babilônicas precisas. A cronologia do Egito aqui adotada é geralmente aquela seguida pelo Oriental Institute of the University of Chicago. paralelo às monarquias de Israel e de Judá. Reino. Neobabilônia e Pérsia é exata. Os nomes colocados em Iboxesl são de lugares ainda não identificados. onde o uso aceito dita o contrário. A baseada na data de 1504 para a ascensão de Tutmoses II foi incorporada aqui. e na edição Loeb das obras de Josefo. da Sociedade Bíblica do Brasil. Suas cronologias relativas só podem ser pressupostas com base na comparação com a estrutura cronológica geral. torna a cronologia mais exata. embora sua localização geral seja conhecida por meio das fontes.). O Reino Novo está bem estabelecido.LISTA DE SÍMBOLOS DOS MAPAS • • NOTA SOBRE AS FONTES Os nomes geográficos e citações bíblicas foram extraídos da Edição Revista e Corrigida 1995. estado ou tribo Fronteira do distrito 0 Fonte de água Outros símbolos aparecera nas legendas dos mapas individuais. A riqueza de dados proveniente do Terceiro Período Intermediário. porém. eliminado na maioria dos casos. Cidade mencionada nas fontes Cidade não mencionada nas fontes Capital mencionada nas fontes ® Capital não mencionada nas fontes Capital distrital mencionada nas fontes Capital distrital não mencionada nas fontes E Fortaleza mencionada nas fontes Fortaleza não mencionada nas fontes Acampamento Revolta Campo de batalha Ataque. R.

C 83.C 82. A Narrativa da Conquista da Terra de Canaã 55.C 79.C 33. A Rconomia da Palestina 13.. O Êxodo e a Peregrinação no Deserto 49. 0 Caminho para Siló 3. As Fronteiras da Tribo de Benjamim e Seus Vizinhos 74.C 22. As Famílias das Nações em Suas Terras (Tabela das Nações) A C O N Q U I S T A E O ESTABELECIMENTO 42. As Fronteiras das Tribos na Galiléia 73.C 28.C 72. A Guerra de Débora — Preparativos das Forças Século Xll a. A Batalha de Gibeão 57. Hclenista e Romano 22 22 23 23 52 53 53 54 54 55 56 56 57 57 58 59 61 61 62 62 63 63 63 64 65 65 66 66 67 68 68 PERÍODO CANANEU 20. As Rotas Internacionais no Antigo Oriente 10.C. A Vista do Monte Nebo 54.C 38. As Culturas Primitivas no Oriente Médio 14. Períodos Persa. As Viagens de Uenamom Princípios do Século XI a. A História da Concubina em Gibcá Século Xll-Xl a. Listas das Cidades de Tutmósis III 31. A Migração da Tribo de Dã Século XII a. Os Rios do Jardim do Éden 15. A Batalha de Ebenézer Meados do Século XI 84.C 11 11 12 : 13 13 14 14 15 16 17 18 19 20 21 21 41 Página N° 40 MAPAS I N T R O D U T Ó R I O S 1. A Batalha de Cadcs 1286 a. Os Reis do Norte 46.C 27.. A Última Campanha Registrada de Amenotepe II 1443 a.C 39. O Crescente Fértil — Reinos da Antigüidade 5. .C 76. A Campanha de Pepi I c. As Doze Tribos 71. A Migração dos Povos do Mar 1174 a.C 69.C 38 39 40 37 37 29 30 30 31 32 32 33 34 35 35 36 27 24 25 26 60.ÍNDICE Mapa N° Legendas Página N° vi Mapa N° 40. A Infeliz Invasão pelo Sul 51. 1350 a 1334 a. Os Reis de Canaà na Época de Amarna Século XTV a. O Oriente Médio em Meados do Segundo Milênio a. Os Desertos que Cercam da Palestina 7. A Guerra de Gideão Século XII-XI a. A Ascensão de Judá c das Tribos do Sul 58. Os Limites do Controle Israelita Século Xll-Xl a. A Perseguição dos Midíanitas Século XII-XI a.C 19.C 67. A Terra Que Fica de Resto 70.C. A Guerra de Débora — A Batalha 61.. A Guerra de Jefté Final do Século XII-XI a. 23. O Egito do Êxodo 48.C 80.. A Economia do Antigo Oriente 12. A Região de Siquém 56. Os Quatro Ventos do Céu e Seus Nomes 2. O Antigo Oriente no 'lferceiro Milênio 21. A Lista dos Reis de Canaã Século Xll a. A Campanha de Merneprá 1207 a. A Tradição da Migração de Abraão 44. A Batalha das Águas de Merom 63.C 77.C 32. As Expedições de Ramessés II para o Norte dc Canaã 1275 e 1274 a. 42 42 43 44 44 45 45 46 46 47 48 49 49 50 51 52 ESCAVAÇÕES A R Q U E O L Ó G I C A S NA PALESTINA 16.C 18. As Primeiras Campanhas de Amenotepe II 1450 e 1445 a.. Jacó e Seus Filhos 47.C 17.C 66. A Batalha de Megido 30. Reinado dos Hicsos — A Décima-quinta Dinastia do Egito 1668-1560 a. A Expulsão dos Hicsos 1560 a.C 41.C 59. O Egito na Época de Amarna 34. O Crescente Fértil — Estados Modernos 6. A Cidade-estado de Siquém e Seus Vizinhos nas Cartas de Amarna c. Jerusalém e as Cidades de Sefelá nas Cartas de Amarna c.C 25. A Morte de Sísera 62. Cades-Barnéia 50. A Palestina no Primeiro Período Cananeu Terceiro Milênio a. Maquir. As Peregrinações da Arca da Aliança Meados do Século XI a. Abraão e Isaque na Terra de Canaã 45.C 26.. As Rotas na Palestina 11. A Guerra de Eúde Século Xll-Xl a. Os Juizes Conforme as Suas Tribos Século XII-XI a. Seti I Sufoca uma Rebelião no Vale de Bete-Seã 1291 a. 2350 a.C 64.C. A Palestina Durante a Época do Médio Império Egípcio Século XX a L\ a. As Proezas de Sansão Princípios do Século XI a.C 78. . O Reinado de Abimeleque Século XII-XI a. As Viagens dos Espias e os Limites da Terra de Canaã 52. A Penetração na Transjordânia 53. 1350 a 1334 a. Período Calcolítico Quarto Milênio a. As Regiões Geográficas da Palestina 8.C 43. As Montanhas e Rios da Palestina 9..C 24.C 75. Período Cananeu (Idade do bronze) 3150 a 1200 a. Período Israelita (Idade do Ferro) 1200 a 587 a. Judá e a Filístia nos Dias de Sansão 81.C 68. A Fronteira dos Territórios Tribais Século XII-X1 a. Conquista dos Distritos ao Sul de Sefelá (e da Região Montanhosa Central do País) Última Metade do Século XII a.C 37. A Campanha de Tutmoses 111 1482 a. A Terra de Canaã durante o Reinado de Ramessés II Antes de 1270 a. Disposição dc Forças para a Batalha de Megido 29.C 65.C 35.C 36. 0 Antigo Oriente Próximo — Físico 4. As Guerras de Seti na Terra dé Canaã e contra os ' Hititas na Síria 1291-1271 a. Filho de Manasses Século X'II a.

C 149. A Expansão dos Tírios no Mediterrâneo A partirdo Século IX a. A Campanha de Salmaneser III 841 a. Sucesso de IJzias 782 a 750 a. Alexandre na Palestina 332 a 331 a.C. 1040 a.C 181. A Campanha do Faraó Sisaque 926 a... Derrota da Coalizão Aramaica e a Conquista de Rabate-Bene-Ammon c.C 131. As Cidades Gregas na Palestina 312 a 167 a. A Conquista do Egito pela Assíria 669 a 663 a.8 Mapa N° 85. 875 a. A Batalha junto ao Poço de Gibeom c.C 101. A "Herança" de Dãc. 586 a. Primeiras Campanhas de Davi na Transjordânia c. A Campanha de 7.C 122.C 160.C 144. 975-940 a. . „. O Exílio de Judá 597 a 582 a.C 96. . . A Rebelião de Seba.C. 1025 a 1017 a. Tentativa de Invasão de Judá pelos Moabitas e Seus Aliados 130. O Reinado de Davi c. Narrativa das Peregrinações de Davi c. 1000 a.C 91. 117 117 118 119 120 121 122 123 123 124 ISRAEL E J U D Á 118. O Sepultamento de Saul 98. A Revolta de Absalão c. 1010 a.C 86.C. A Morte de Saul 97.C 154.C 93. Senaqueribe na Filístia e Judá 701 a... 1020 a. 1018 a.C . 167. Israel e Judá nos Dias de Jeroboão 11 c Uzias Metade do Século VIII a.C 179.C 106. A Campanha de Resim e Peca Contra Judá 735 a..C 165.C 123.C 103.C 112.. As Campanhas de Nabucodonosor 605 a 601 a. Preparativos de Ezequias para a Rehelião 705 a 701 a. As Campanhas de Mesa.C 92.. O Reinado de Saul c. O Exílio de Povos de c para Israel Sob os Assírios 734 a 712 a.C 120. 137 138 139 132 133 134 134 135 135 136 136 . 440 a. Acaz 735 a.. . A Terceira Guerra Síria 246 a 240 a. As Origens dos Valentes de Davi c. As Conquistas de Jeoás e Jeroboão II c..C 88. O Censo de Joabe 980 a.C 126. As Viagens de Zenorn na Palestina 259 a 258 a. 978 a. Filho de Bicri c. A Campanha de Neco II a Harã 609 a.C 117.C 159. Ataque de Baasa contra Asa c.C 140.. A Província de leude 171. ..C 182.C 176. Jerusalém Pós-exílio c.C 155. 1035 a. O Regresso a Sião 538 a 445 a.C 170.erá. O Império Persa 538-332 a. Os Últimos Anos do Reino de Judá 599 a 586 a. 1017 a. Página N° .C.Visão de Ezequiel das Tribos Restauradas 573 a.. Guerras de Acabe com Arã 855 a 853 a.C 162...C 1. A Satrapia "Além do Rio" 539 a 332 a. A Diáspora Judaica no Reinado Ptolemaico Século III a I a.C 168. 102 103 103 104 105 107 O REINO U N I D O 87.. As Cidades dos Profetas Século IX a VII a. 975 a..C 124.C 134.. .C 127. As Guerras de Amazias e Jeoás c. 1015 a. Os Distritos Assírios nos Dias de Tiglate-Pileser 732 a...O Duelo entre Davi e Golias c..C 147. .C 135.C 138. Os Distritos da Assíria nos Dias de Sargão II 733 a 716 a. 1000-990 a. 931 a 926 a. A Campanha de Ben-Hadade 1 895/894 a. 841-798 a.C 143. A Conquista de Abias c. . 115 . A Ascensão do Reino da Assíria Século D C a Vü a. Supremacia Aramaica c.C 164..C 107. A Batalha de Carcar 853 a..C 119. A Conquista Final da Palestina por Antíoco III 201 a 198 a.C 137.32. Judá e Seus Vizinhos Durante o Reinado de Manassés 701 a 642 a...C 153.. 115.C 113. 793 a 792 a. 112 113 O REINO DE J U D Á 152.C 94..C 169.. A Divisão do Reino 931 a. As Cidades de Samuel c.. .C 175.C 124 125 125 126 127 128 128 129 129 131 . O Assassinato de Esbaal.C 145. Rei de Moabc 853-852 a. Conquistas Filistéias nos Dias de. 1016 a. As Atividades de Eliseu Fins do Século IX a. 980 a. ...C 151.C 174. Israel c Judá Invadem Moabc. Ptolomeu na Palestina 320 a.Preparativos para a Batalha de Gilboa c.C 158..C 98 99 100 100 101 101 90 91 91 92 93 93 94 95 95 96 97 98 O P E R Í O D O IIELENISTA 172.. As Peregrinações de Elias Metade do Século IX a. A Campanha de Adade-Nirari II contra Damasco 796 a.C 111. O Declínio e a Queda do Império Assírio Fins do Século VII a. As Campanhas de Tiglate-Pileser 111734 a 732 a.Davi em Ziclague c.C 142.C 150.. .C 156.C 178.. 80 81 81 83 84 84 84 85 86 87 88 89 89 108 108 .C 166. Saul Procura as Suas Jumentas Página N° 69 69 Mapa N° 136. 790-782 a. Monopólio Comercial de Salomão 116. A Rebelião de Saul contra os Filisteus 89.C 146.C 180. 161. As Cidades Levíticas c.. Senaqueribe Reconquista a Fenícia 701 a.. O Reinado de Josias 628 a 609 a.C 102.. As Últimas Campanhas de Alexandre 331 a 323 a. 848 a. O Comércio de Tiro Séculos X a VII a. as Perdas de Joráo 852. . A Rebelião de Jeú 841 a. 1000 a 930 a.. 114 . A Hatalha de Elá .. As Fortificações de Roboão c. O Conflito dos Diádocos na Palestina 315 a 306 a.C 108. A Conquista de Edom e a Fuga de Hadade para o Egito 104. A Hegemonia Israelita durante os Reinados de Davi e Salomão c. A Última Campanha de Nabucodonosor Contra Judá 15 de Janeiro de 588 a 19 de julho de 586 a.C 95. 1000 a 970 a. A Campanha de Alexandre até o Cerco de Tiro 334 a 332 a. A Batalha no Bosque de Kfraim c. A Ascensão e a Queda do Reino da Babilônia 626 a 539 a.C 177. 109 110 111 . 895 a. A Salvação de Jabes-Gilcade c. .C 163. a Conquista de Jerusalém e as Guerras Filistinas Subseqüentes c. A Ascensão de Onri 885/884 a. 898 a.C 128..C 129. .C 148.C 105.C 173. Projetos de Construção de Salomão Metade do Século X a. Óstracos de Samaria 784 a 783 a.C . Os Reinados de Davi e Esbaal 99..C 133.C 70 70 70 71 11 73 73 74 74 75 75 76 76 77 78 78 79 80 139. 115 .C 157..C 110. 1018 a 1017 a.C 100. As Campanhas de Salmaneser V e Sargáo 11 na Palestina 724 a 712 a. A Primeira Campanha de Amíoco III219 a 217 a. 911 a....C 121..C 109.A Batalha de Micmás 90. Os Distritos de Judá 141.. Distritos dos Provedores de Salomão 114. o Cusita c. Construção e Expansão de Jerusalém Metade do Século X a. . A Fuga para o Egito c.C 125.

Guerreiros de Bar Kokhba nas Cavernas do Deserto da Judéia 135 d.C 247.C 204. A Viagem de Filipe 36 d. O Cerco de Beteter 135 d.A Batalha de Azor 144 a. Início da Primeira Revolta Contra Roma 257. Jônatas em Micmás 156 a 152 a.C. Damasco nos Dias de Paulo 249. A Divisão do Reino de Herodes 4 a. A Batalha de Eleasa e a Morte de Judas 161 a.C 208.C 184.C 189.C 193. A Batalha de Bete-Horom 166 a. As Construções de Herodes em Jerusalém 223. A Visita de Jesus a Jerusalém 237. 185. Expedição de Simão à Galiléia Ocidental 192.C 261. 250.C 248. A Campanha de Hamate 143 a.C . A Igreja no Século I d.C 209. De Nazaré a Caná e Cafarnaum 231. Caná e Nazaré Revisitadas 233. A Campanha de 69 a 70 d. Os Primórdios da Revolta de Bar Kokhba 131 a 132 d.C 225. Campanha de Trifom Contra Jônatas 143 a 142 a. A Diáspora Judaica nos Dias de Jesus Página N° 169 170 171 172 172 173 174 175 175 176 176 177 178 178 179 O S MACABEUS 186.C 262.C 183 183 184 184 185 180 181 181 182 182 A PRIMEIRA REVOLTA C O N T R A O S R O M A N O S 254. • Pedro e Filipe na Samaria e na Planície Costeira 246. A Economia da Judéia do Século 4 a.C 253. As Campanhas Egípcias de Antíoco IV Epifanes 170 a 167 a. Viagem de Paulo a Antioquia e Seu Regresso aJerusaIém40a46d. O "Hakham" nos Dias do Segundo Templo 243. Nos Arredores do Mar da Galiléia 234. Aristóbulo Conquista a Alta Galiléia 104 a 103 a.C 188. A Campanha de Jônatas na Síria (Coele-Síria) 150 a. OPentecostes 245. As Sinagogas no Período do Segundo Templo 242.C Chave para os Mapas Segundo os Livros da Bíblia Tabela Cronológica — Geral Tabela Cronológica — Detalhada índice * 198 199 200 201 202 204 JESUS 227. Terceira Viagem Missionária de Paulo 53 a 57 d. Sidom.C 251. e Cesaréia de Filipe 142 142 143 235. A Viagem de Paulo a Roma 59 a 62 d. As Conquistas de Hircano em Samaria e na Planície Costeira 126 a 104 a.C 195.C.C 200. 213. O Império Selêucida Página N° Mapa N° 229.C.C 259.C 203. A Campanha de 68 d. A Batalha de Bete-Zur e a Rededicação do Templo 165 a. As Conquistas de Simão 142 a 135 a. Segunda Viagem Missionária de Paulo 49 a 52 d. Cunrâ 163 164 164 165 166 167 167 APÊNDICE 270..C 198.C 199. Ásia Menor e Grécia Século III a I a.9 Mapa N° 183. O Reino de Alexandre Janeu 103 a 76 a. Os Essênios 226.C 255.C 256.O Cerco de Bete-Basi. Julgamento e Crucificação de Jesus 240. Cristãos e Judeus na Palestina depois da Primeira Revolta 73 a 131 d. Primeira Viagem Missionária de Paulo 46 a 48 d.C 202. A Ressurreição e Ascensão 241.C 224.C 212. A Diáspòra Judaica na Babilônia. A Ascensão de Herodes 40 a 37 a. Campanha de Pompeu na Palestina 63 a.C 271. A Expansão do Reino de Herodes 40 a 4 a. A Igreja no Século II d.C 252.C 214. Arranjos Territoriais de Pompeu 63 a 55 a.C 194. A Visita a Tiro.C 211.C 221. As Conquistas de Hircano Além do Jordão 128 a. o Menino Jesus no Templo 168 168 .C 260.C 197. Os Sábios de Jabné 267. A Queda de Masada 73 d. A Primeira Conquista de Jope e a Batalha de Jâmnia 147 a. A Terra Santa e Celessíria nos Dias de Jesus 232. O Reinado de Agripa II44 a 66 d.C 196 197 197 268. O Cerco de Jerusalém no Ano 70 d. O Batismo de Jesus e a Estada no Deserto . Os Primórdios da Revolta dos Macabeus 167 a. A Área de Jerico 144 . a 6 d.C 206. Jônatas no Deserto da Judéia e as Fortificações de Báquides 160 a 155 a. 144 145 145 146 146 147 147 148 149 150 150 151 151 152 152 153 . A Viagem de Paulo a Damasco 36 a 38 d. A Batalha de Bete-Zacarias 162 a. Campanha de Vespasiano na Galiléia 67 d. 186 186 187 188 189 190 191 191 192 193 A CONQUISTA ROMANA 215.C 219. O Terceiro e Quarto Anos da Revolta de Bar Kokhba 133 a 134 d. 140 140 141 230. A Transfiguração 236. Judas na Planície Costeira e na Iduméia 163 a.C 196. Júlio César e a Judéia 47 a. A Batalha de Cedrom 137 a..C 210. A Expansão da Judéia nos Dias de Jônatas 152 a 142 a. A Volta do Egito.C 194 195 O REI HERODES 220. Cerco de Jerusalém por Pompeu 63 a. A Batalha de Báquides 161 a. A Batalha de Emaús 165 a.C. Interrogatório.C 201. O Nascimento de Jesus e a Fuga para o Egito 228. A Batalha de Adasa 161 a. 154 154 155 155 156 157 158 159 239. O Cerco de Maquero 263. O Reinado de Agripa 137 a 44 d.C 187. As Fronteiras da Judéia Segundo o Livro de Judite 108 a 107 a.C 191. 143 190. As Conquistas de Hircano na Iduméia 112 a. A Batalha de Cafarsalama 162 a.C 264.C 222.C. As Primeiras Campanhas de Judas Macabeu 163 a.C 207.C. A Última Viagem de Jesus a Jerusalém 238. A Invasão dos Partos e a Fuga de Herodes 40 a.C 266.C 159 160 161 162 162 A S E C U N D A REVOLTA C O N T R A O S R O M A N O S 265.C f. 269..C 216. Jerusalém dos Macabeus 164 a 141 a.C 217.C 205.C 218.C „ OS APÓSTOLOS 244. até o Século 1 d.

14. Um dos mapas mais antigos existentes é o de Medeba. li um piso de mosaico datado do século VI d. Só alguns versículos divergem desta regra. . Benjamim ("o filho da mão direita") é a tribo dos raquelitas posicionada mais ao sul. 4.C. estradas. Por que o escritor bíblico deu tan:os detalhes sobre a localização de um sítio tão famoso na Antigüidade quanto Siló? Provavelmente porque Siló havia sido destruída pelos filisteus e. ao sul o semi-árido Neguebe. nos vários períodos. pelo caminho alto que sobe de Betei a Siquém.. numa igreja em Medeba. Se existisse. o mar Morto é também chamado em hebraico de "mar avançado" (oriental).4) (•Micmeló Negiífibr: SUL ò direito Lebona" 1 NORTE JERICO SjQÜÊM SETE-HOROM JERÜ5AIEM phOsio ASDOOE ASQU& GAZA Micirtás JUIZES 21. no qual navegam dois barcos.. Em seus limites foi encenada a história de Israel a partir dos dias dos patriarcas. com possíveis modificações durante a transferência do hebraico para o aramaico e árabe. te hei de dar a ti. a maioria dos locais são descritos em termos vagos na Bíblia. e à tua semente. Deste modo. e a descrevam segundo as suas heranças. quando a história foi escrita. "atrás" e "na direção do mar" significam oeste. o Mediterrâneo de hoje. e se levantem.1?) Extremo i O CAMINHO PARA SILO Para <[ue eu os envie. é também chamado de "último mar" (ocidental). e do Sul. "direita" significa sul e "esquerda" significa norte. e olha tlestle o lugar onde estás. a oeste o Grande Mar — estas são as fronteiras naturais da Palestina. e cortam a terra. sendo portanto de valor limitado para a identificação de sítios antigos. Nada poderia ser mais exato. porque toda esta terra que vês. antigas povoações e países que a rodeiam é o pré-requisito para a compreensão adequada desta história. e para o sul de Lebona" (Jz 21. como regra geral.19 Seção do mapa cie Medeba (Nomes dos lugares traduzidos do grego) Ao norte. a leste do mar Morto. no princípio do período monárquico. devemos apoiar-nos firmemente em quatro fatores: 1. cobertas de neve do Líbano. as montanhas invernosas. (Josué 18.II OS QUATRO VENTOS DO CEU E SEUS NOMES E disse o Senhor a Abrâo. para sempre. da banda do nascente do sol. o Grande Mar. Um exame da paisagem. sendo o caso mais notável a descrição de Siló na história do rapto das mulheres para os benjamitas: "Eis que de ano em ano há solenidade do Senhor em Siló. de acordo com os dados acima. sua localização e caráter — estas coisas eram lidas como certas na época. Ele foi preparado mais de mil anos depois da destruição do Primeiro Templo. a leste o extenso deserto. A Bíblia. 3. No centro aparece o mar Morto. preservação do nome antigo. poderíamos supor que iria apontar para o leste. Esse mapa tinha o propósito de mostrar a 'ferra Santa da Bíblia e indica o leste. Ao contrário de Siló. e do Ocidente. (Gênesis 13. ao reconstruir o mapa antigo da Terra Santa. análise da história. não dá muitas descrições dos povoados. Não possuímos qualquer mapa antigo que represente a Terra Santa no período bíblico. identificações em fontes posteriores. pois no hebreu antigo a palavra "avançar" também indica o leste. caráter e topografia geral do sítio individual.. de acordo com as fontes disponíveis.. para a banda do Norte. 2. que se celebra para o norte de Betei. exame arqueológico do sítio em consideração. Levanta agora os teus olhos. e do Oriente. ela se achava em ruínas.19).

que se estende desde o oeste para o deserto de Pará (Península do Sinai). paz e segurança. será o vosso termo. O Crescente Fértil está hoje dividido entre o Iraque. este crescente toca o mar Mediterrâneo. "O rio" da Bíblia é o Eufrates. em sua maior parte. O rio é o fator integrante e primordial em cada um dos dois países. Os rios são estreitos e não permitem a passagem de barcos. caem em uma única estação. Os comunicados entre o Egito e os reinos do Crescente Fértil passavam necessariamente pela Palestina. e sua quantidade diminui progressivamente à medida que se segue rumo ao sul. O fator geográfico decisivo na história da Palestina é a sua posição mais afastada. a Palestina é a menor e a mais pobre. e inúmeros detalhes do mapa da antiga Terra Santa são agora aceitos. Elas contêm extensas planícies aluviais. pois representam as partes estreitas e improdutivas do Crescente Fértil e. as cordilheiras Amanos. com poder para impor a organização e a unidade em seus povoados individuais e até governar áreas além de suas fronteiras. No vazio do Crescente Fértil fica o extenso deserto sírio-árabe. esse foi o estágio histórico em que aparecerem em sucessão os sumérios e acadianos. Tauros.4) A pesquisa arqueológica avançou muitíssimo em nossos dias. toda a terra dos heteus. desde o Primeiro Império até o Médio Império e reinados posteriores. No Crescente Fértil. mais tarde. cuja fertilidade depende de grandes rios que as atravessam. nenhum avanço cultural importante teve lugar em qualquer dessas civilizações sem que a Palestina participasse dele de alguma forma. e até o grande mar para o poente do sol. A Síria e a Palestina foram menos afortunadas. os arameus. os hititas e. Ao norte e leste ele é cercado por montanhas elevadas. Em contraste. (Josué 1. os mitanis. a terra do Nilo. estes últimos tendo dado o seu nome ao norte da Mesopotâmia — Arã Naaraim. Apesar de ser a menor região e a mais pobre. na extremidade do Crescente Fértil.12 Desde o deserto e desde este Líbano. quase intransponíveis. O ANTIGO ORIENTE PRÓXIMO — FÍSICO Montanhas do Cáucaso Montanhas Ararate Deserto . o Tigre e o Eufrates. o Egito manteve-se confinado e homogêneo em seu desenvolvimento. o rio Eufrates. Jordão e Israel. A Mesopotâmia de um lado e o Egito do outro eram terras de grandes rios. mobilizando também mão-de-obra para a construção de diques e canais em larga escala. das duas. Isto é especialmente verdadeiro em relação à região conhecida pelo nome grego de Mesopotâmia — "entre dois rios". Síria. Todavia. Os primeiros reinos poderosos surgiram sob tais condições. A terra é acidentada e as serranias deixam apenas planícies estreitas. As campanhas militares varreram sucessivamente a Palestina. na extremidade sudoeste das terras povoadas e férteis do Oriente Próximo. a qual foi em muitos períodos governada por um ou outro dos grandes poderes. os leitos dos rios são profundos e na Antigüidade havia pouca possibilidade de utilizar suas águas para irrigação. Características geográficas e econômicas similares colaboraram para o desenvolvimento dessas duas terras. até ao grande rio. Em direção ao ocidente. Esta última separa a Terra Santa do Egito. cujas largas planícies são irrigadas e fertilizadas pelo fluxo de dois grandes rios. Essas terras se estendem em forma de um crescente desde o Golfo Pérsico até a Península do Sinai: o chamado Crescente Fértil. As chuvas. a Palestina ocupava uma importante posição geopolítica como uma ponte entre as terras do Crescente Fértil e o Egito.de Parã/ 0 ^ 5tq—m'lhos 0 5 0 1 0 01 5 0 km . Ele fornece artérias convenientes de comunicação. Ararate e Zagros. Líbano. estabelecendo assim o seu destino como uma ponte de terra. Apenas as várias dinastias se sucederam umas às outras no decorrer dos anos. A sua fertilidade provém de dois fatores: terras baixas e abundância de água. e em ambas os fundamentos da civilização foram estabelecidos em fins do quarto milênio. E a parte mais rica do Crescente Fértil. capazes de proporcionar ordem.

.13 O CRESCENTE FÉRTIL REINOS DA ANTIGÜIDADE Mar Mar Grande Superior Área fcrlil Fronteiro Internacional O CRESCENTE FÉRTIL — ESTADOS MODERNOS Planalto de Anaiólia Golfo Pérsico TERRITÓRIO NEUTRO Levantando a água do rio para o canal (Relevo do palácio de Senaqueribe em Nínive) \ Mar ^ ^ Vermel.

principalmente devido aos fortes contrastes climáticos de região para região. A distância entre o Hebrom e as montanhas de Moabe. O sul da Palestina encontra-se numa faixa de zona árida que rodeia o globo. região montanhosa e estepe ou deserto (Js 15.16.. na extremidade do deserto da Judéia. do lado oposto..<'/' Oammr. em linha reta. e nas planícies. que resultaram em divisões políticas correspondentes na maioria dos períodos. com suas escarpas irregulares. da Síria.21. e a percepção desse deserto repete-se através das páginas da Bíblia. não passa de 58 quilômetros..'</.o• \ OS DESERTOS QUE CERCAM A PALESTINA A Terra Santa situa-se entre o mar e o deserto. (Já I. Neguebe C 5 lomilkos .Eis (jue um grande vento sobreveio dalém do deserto.S) . ibate-6ene-Arnom Nas montanhas. e nas descidas das águas..61). e. com o majestoso monte Seir projetando-se como um dedo em direção à parte central do deserto. Jz 1. até a costa sudeste da África. Esta fissura divide a Palestina em ocidental — Cisjordânia — e a oriental — a Transjordânia. fisses contrastes formam o árido Arabá. atravessando o vale do Líbano. Há enormes diferenças de altitude em curtas distâncias. os planaltos férteis e irrigados da Transjordânia. o Arabá e o golfo de Elate. Quanto mais alto o lugar. embora ao atravessá-la seja necessária uma descida de +915 metros para -396 metros abaixo do nível do mar (o ponto mais baixo na face da Terra). 11. As extensas regiões desérticas incluem a Terra Santa ao sul e a leste.).9 etc. A influência da estepe e do deserto na história da Terra Santa é profunda. ou quanto mais próximo do mar. tanto mais úmido o clima.7. Sefelá (planícies). o norte. Em várias ocasiões. Essas variações de terreno e clima deram lugar a padrões extremamente diversos de povoados na Palestina. as regiões mais distintas da Terra Santa são claramente definidas e listadas na Bíblia segundo a topografia e o clima (Dt 1.. e nas campinas. e ambos influenciam a sua natureza. c no deserto. A principal característica do relevo da Terra Santa e da Síria é a grande fenda que se estende desde. seguida de uma subida de mais de +915 metros.48.33.8) Basã Mar de Quinerete REGIÕES GEOGRÁFICAS DA PALESTINA 0 terreno da Terra Santa é bastante variado. (Josué 12. e os famintos pastores da estepe bateram às portas da Terra Santa desde tempos imemoriais. O vento ocidental traz chuvas benéficas. Não existe uma fronteira natural definitiva separando a área povoada das regiões desérticas. Js 10. Até mesmo uma lista da classificação geográfica administrativa das cidades de Judá é dividida em quatro regiões principais: Neguebe (sul). enquanto os orientais só trazem a secura do deserto. o vale do Jordão.40.

/ '28'4 ô * tf ^ $ £ 120^ M V % R léffa de montes c de vaies: da chuva dos céus beberá as águas.-: r 1588 Ú i Si?!)' / u W 890' j • • m é . . / f r ^ / Rio Litani / i &# W. (Deutcronômio 11..11) i o f * r f a r AS MONTANHAS E RIOS DA PALESTINA oi 1204 1047 ^ \ \ Mar de Ouinerete -209 Me 1800 • ..o. ^ \ Ma VeÀmelho .4 Altitude em metros .C .. '«i Cg *0' Toa •688 ' r515 Voi • s? o 1035 *N> 1736 "Si O tò'.

1 Calna Tadmor Mar Grande fazor Acade Damasco Passo Aruna [Rabate-Bene-Amorn Carcor 'CadesBarnéia Rola do conlmenle Estrado principol Rolo marítima 100 milhos . Os mapas mostram apenas as rotas mais importantes. ela provavelmente passava por Bete-Seã. romanas e outras. que passa pelo país montanhoso da Transjordãnia. A seguir. estando a sua importância no fato de as estradas para a Arábia serem ramificações suas. especialmente as citadas pelo nome na Bíblia. Dali. a Terra Santa foi dominada por poderes estrangeiros. A segunda grande rota era a estrada Real (Nm 21. As povoações da Palestina se localizam nas encruzilhadas do Antigo Oriente. não eram abertas apenas pura o comércio: campanhas e conquistas militares também as palmilharam no decurso da História. que procuravam principalmente tomar posse dessas rotas. A não ser por esses exemplos. Na maioria dos períodos. darei o preço delas. A principal rota internacional que liga o Egito com o norte da Síria e a Mesopotâmia.22). seguindo a linha costeira ao sul até alcançar a barreira dc Nahal Kanah (Nahr el-'Auja). onde era obrigada a se desviar para o leste.19) rodear Afeque. do norte ou do sul. Essas estradas. c. pelo vale de Aruna em direção a Megido. A rota mais importante era a estrada que ia da Mesopotâmia ao Egito. elas também serviam como alternativas às caravanas do comércio internacional.. porém. usadas largamente pelo tráfego local. através do Sinai. ou atravessava o Jordão até Damasco.. seguindo para o norte até Azor e o Beca Libanês. sc eu c o meu gado bebermos das tuas águas. circundava a extremidade leste da Planície de Sarom ao norte e passava para o vale de Jezreel. objetos preciosos e artigos de luxo. locais. Desde os primeiros tempos as caravanas comerciais viajavam pelas principais estradas. a grande rota-tronco internacional não é citada na Bíblia ou em fontes extrabíblicas. Hatusa leonio irquemis Assur \Nuzu Arvade Homale V . (Números 20. e nela fundaram-se destacados centros políticos. O relevo montanhoso da Palestina dita o curso das estradas. ou via vale de Dotã. a fim de Subiremos pelo caminho igualado. Existiam várias outras estradas secundárias. Prover as necessidades das caravanas e a sua segurança tornou-se uma fonte constante de renda. O segmento do Egito.16 AS ROTAS INTERNACIONAIS NO ANTIGO ORIENTE As eslradas principais desempenharam um papel muito importante na história da Terra Santa. atravessa a Palestina de sul a norte. junto ao deserto. Em caso de necessidade. É uma rota secundária que vai de Damasco ao Egito. deixando na sua esteira destruição e desolação. era chamado "caminho do deus llorus" pelos egípcios e certa vez foi chamado "caminho para a terra dos filisteus" (Ex 13-17). levando seus produtos.

Caminho para Arabá Caminhos principais Estradas locais milho» ÓS 1 01 S t„ NOTA: Em hebraico "o caminho dc [nome do lugar]" significa "o caminho [que leva] a.. aplainai a estracia.Caminho para o Carvalho do Adivinho 2 • Caminho pura Ofra ." ..10) ROTAS NA PALESTINA \ / J^molc-Bene-Amon 1 . limpai-a das pedras.1 .Caminho para o Deserto í ..Aplainai.. (lsaías 62.

V...Megido V V V Damasco Babilônic/\vvV t Y V V V/V* Robote Bcne Amorr Carcor Ur dos Cal deus Cobro (Scrabit clKhocicm) Turquesa cobrc j Perfume í •Aquetatom (Tebas) ProdufCA do compe .18 A ECONOMIA DO ANTIGO ORIENTE 0 que lavra a sua terra se fartará de pão.Viadairc puia conslrvçco Arvores f'utiferos FloreMos i Tomaras Sicòmoros Cedros Trigo tf y* Gado Comelos Cavalos Pesca £ Perfume Cevcda Ovelhas Púrpura de firo Têx'eis Marfinr Caravanas . Ccbre •V.1! Cobre Cobre lioluso» (Tabnzj Togcirmci Amido./ 'v Nínive/V Acmela l Cobre Hamafe Quilirn Cobre Tadmor Bibbsj Mar Grande '.V. Provérbios 12.

Uma especialidade do vale do Jordão. lérra de irigo e cevada. yj * Cicade de Sal /èozaj. Nas montanhas do I. °o°<> Jopt °o 0 --Éüü J trabalho emrneíc?)i °0 c o0 Jerico X yj 4 A s d o l W/ Asquelom* ii jJ A : •/„«/•jer. W Í I é ^ E •> *iM Raba1e-Bene-Amom ' w ? ' ' . Uma importante fonte de ouro encontrava-se na terra de Punt. No Antigo Oriente. Esta pode ter sido a Ofir bíblica para a qual Salomão enviava os seus barcos (1 Rs 10.co. As presas eram importadas de Cuxe (Núbia) e da terra de Nfi ao norte da Síria. tinha igualmente certo destaque.C. O nome helenista para Canaã. (Deuteronômio 8. X Pvnom - •fttíte w O | cobre ] io jomilliíJs ZL Elate 0 I O 20 —Só kfn . era comum a criação de ovelhas. principalmente em Damasco. A criação de camelos em larga escala. encontrados em Ugarite — cidade portuária ao norte da costa da Síria — é feita menção a tecidos importados de Aco. O comércio ocupava então geralmente uma posição importante na economia da Palestina. se localizavam ao longo da costa e. Nas regiões circunjacentes..V Xbiquem I :. podemos supor que existia uma indústria de conservas de produtos da pesca nas cidades costeiras sulinas. fonte importante de madeira para construção não só à Palestina e Síria. assim como em Chipre. e cie cujos montes tu cavarás o cobre. Os principais centros de produção de perfumes. Asdode e Asquelom. e figueiris. produzidos principalmente na Ásia Menor e no Cáucaso. uma tinta reservada aos tecidos tle maior valor. o ferro e o cobre eram extraídos das montanhas da Terra Santa (Dt 8. para o fabrico de perfumes. como confirmado pelas escavações arqueológicas em Sucote. produto de luxo usado pelos ricos e pela realeza para ornamentação arquitetônica e de peças de mobiliário. como testemunhado pelo nome Ir-hammelah — a cidade do sal — na extremidade noroeste do mar Morto. terra cujas pedras são ferro. como também ao Egito e à Mesopotámia. Os vários ofícios permaneciam como segredos comerciais das famílias e das associações tribais em suas áreas particulares. A Palestina também produzia cereais. perto de Sucote. ficavam ao sul da Arábia. As florestas de llaurã e do monte Seir (Edom) só serviam provavelmente às necessidades locais. Desse modo. A alimentação era monótona e muito mais simples que a de hoje... embora a agricultura e a horticultura tivessem prioridade. usados em armas e ferramentas. O cultivo de vários tipos de resinas aromáticas na região do mar Morto.9) — evidentemente uma referência às minas das áreas circunvizinhas: vale do Líbano.9) A ECONOMIA DA PALESTINA / . Os dois metais mais comuns. principalmente no deserto da Arábia. especialmente naquelas áreas ao longo das principais rotas comerciais. Parece que em vários períodos o sal era obtido do mar Morto e do monte Sodoma. já que a região possuía clima apropriado para isso.8. Hamate e talvez Samaria. As cidades costeiras tornaram-se centros da indústria têxtil por ficarem próximas à fonte das conchas murex usadas para fazer a "púrpura de Tiro". terra de oliveiras. Outro ramo da economia no Antigo Oriente era o trabalho com metais. ao sul do Egiío.I I 19 A produção de alimentos era a base da economia da Antigüidade. está ligado ao termo grego para a púrpura vermelha — pboenix.11 etc. abundante de azeite e mel. Nos dois documentos ugaríticos e fontes acadianas posteriores..W iíví•. e romeiras. o escopo de tal comércio mantinha-se restrito. no período cananeu. havia florestas de cedro e outras árvores. e de vides.ibano e no Antilíbano (Siriom). bem como a de gado e de cavalos em certas áreas. sul de Gileade e especialmente as minas de cobre de cada lado do Arabá. marginais.). Cada região dependia principalmente da produção local. não começou até fins do segundo milênio. Asdode e talvez também Asquelom são mencionados como centros de exportação pesqueira. Os centros desta indústria. no período israelita. nas estepes e planícies do norte. O jumento era o animal de carga mais importante. Embora houvesse lugares onde se vendiam cereais e outros alimentos. a produção de cereais era feita nas planícies junto aos rios. porém.' J li/ V gyyqPf 'En-GecTii Zoar. Uma arte bem desenvolvida em Canaã era a escultura em marfim. Segundo a Bíblia. eram o cobre e o ferro. Em documentos do século IV a. era a fundição de utensílios de metal (1 Rs 7. Fenícia.46).

como a uma hona.. a Mesopotâmia toma a dianteira. Hamale L Calcolítico lldcifie cio Pedra-Cobre) 3500 T«(l el-IJbeid Teleílal Ghassul. e a regavas com o teu pc.. Só pesquisas futuras irão provar se Jerico foi realmente a primeira e única cidade na época. Traços de civilização foram encontrados já na Média Idade da Pedra (Mesolítico).Final) ftos-Shamra V Nínive 1 Jericó IX Biblo» A Mesopotâmia Síria-Palestina Egito F. Na tabela comparativa. calcula-se.m que semcavas a lua semente. Neolítico (Idade de Pedro . Durante o V milênio (Idade da Pedra — Final — Neolítico). Essas culturas primitivas recebem hoje o nome dos sítios onde foram primeiro descobertas. o menor dos vales de rio do Crescente Fértil. mas no Egito desenvolvimentos paralelos também estavam tendo lugar. ao norte da Mesopotâmia. e se ao vale do Jordão. embora pareça não ter passado de um vilarejo. Jerico é a cidade mais antiga do mundo. Segundo os conhecimentos atuais. Nàgúda 1 3150 Erech I idade do Bronze J 2850 Jcmdot Nos<- Primeiro Período Cananeu El-Gerzeh. (Deuie. Jarmo. Nesse período.ronômio 11.10) AS CULTURAS PRIMITIVAS NO ORIENTE MÉDIO Os primeiros sinais da civilização humana são reconhecidos no desenvolvimento da produção de alimentos (agricultura) e na fundação de cidades e colônias organizadas. as principais culturas são listadas cronologicamente. é mais ou menos sua contemporânea. há dez mil anos. o progresso do homem está em evidência através de todo o Crescente Fértil. (Ugaritc) Scimarry. cabe a designação "berço da civilização". e o IV milênio (Calco lítico). assim como nos outros países que ficam entre eles — Palestina e Síria. Nínive II 4000 Megido XX. Berseba lormoque Tcll Holof (Sbcar Ha-Golan) Jericó VIII Am u que 61-Fayum A Dcir Tosa El-Bacari El-Amroh. pois no VII milênio já era cercada por um muro de pedra maciça.20 CRONOLOGIA COMPARATIVA DAS PRIMEIRAS CIVILIZAÇÕES Período Data 5000 Jarmo Hassuna. •Mogado II .

21
K saía um rio do Éden para regar o jardim-, e dali se dividia e se tornava em quatro braços. (Gênesis 2.10)

OS RIOS DO JARDIM DO ÉDEN
Onde sc acham os antigos centros da civilização segundo a Bíblia? A resposta para isto é sugerida na descrição dos quatro rios que saem do Jardim do Éden. É natural que os antigos cressem que os rios do Éden fossem os que atravessavam as terras onde a água era mais abundante, os principais sendo o Tigre e o liufrates na Mesopotâmia. Os rios Pisom e Giom não foram identificados e podem ter sido simplesmente simbólicos. Mas. desde que Havilá é uma das regiões de Cuxe (Gn 10.7), parece que a referência aponta os dois principais afluentes do Nilo (o Azul e o Branco).
Por estes foram repartidas as ilhas rias nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações. (Gênesis 10.5)

AS FAMÍLIAS DAS NAÇÕES EM SUAS TERRAS (TABELA DAS NAÇÕES)
A Bíblia preserva uma lista ímpar das nações do mundo dentro do escopo do povo de Israel — a lista da família humana ("as gerações dos filhos de Noé"). As terras do mundo e os povos são divididos em três linhagens principais: os filhos de Sem, na Mesopotâmia e Arábia; os filhos de Cam. no Egito e no âmbito da sua esfera de influência; e os filhos de Jafé, nas terras ao norte e oeste. Inclusos na lista estão cidades reais e centros importantes do Crescente Fértil, na terra de Sinear (sul da Mesopotâmia) e na terra de Canaã. Mesmo que nem todas as identificações sejam exatas — e alguns dos nomes não foram absolutamente identificados — a divisão geral é bastante clara: três esferas de povos e terras que convergem na região da Terra Santa.

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GÊNESIS 2.10-14

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Sem — Assírio (Relevo do palácio de Jargão em Corsabade)

GÊNESIS 10; 1 CRÔNICAS 1.4-23

22

ESCAVAÇÕES ARQUEOLÓGICAS NA PALESTINA
A geografia bíblica iniciou seriamente há cerca de 150 anos com a viagem de pesquisa de F.dward Robinson, em 1838. Ele registrou muitos nomes de sítios bíblicos ainda preservados no idioma árabe. Todavia, ele e vários outros que vieram depois dele não perceberam que um povoado com um nome bíblico talvez não mais se achasse no lugar original do sítio do Antigo Testamento. Em 1890, Flinders Petrie provou o que outros estavam afirmando há tempos. a saber, que os outeiros proeminentes, de cume achatado, cm pontos estratégicos do país eram realmente o acúmulo de escombros de cidade após cidade, construídas no decorrer dos séculos. Tais outeiros são geralmente chamados tell, termo semítico significando "outeiro" ou "morro pequeno", que gradualmente adquiriram tratamento específico designando um monte formado por ruínas antigas. Pesquisas arqueológicas desde Robinson não SÓ registraram nomes de lugares na língua árabe, como também mapearam o país e indicaram detalhes ecológicos e sociológicos

PERÍODO CANANEU (IDADE DO BRONZE)
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• Bcte-Seã do terreno e da população. As escavações de Flinders e Petrie no Tell el-Hesi inauguraram a atividade da escavação na Palestina, seguindo o exemplo de gigantes como Layard, na Assíria, e Schlieman, em Tróia. Tomou-se claro que esses tells foram formados pela sucessiva construção e destruição de povoados no mesmo sítio. Quando uma cidade era destruída, os prédios se desintegravam, acrescentando nova camada de escombros à altura do tell. Durante os períodos cananeu e israelita, esses sítios tenderam a permanecer era locais com condições favoráveis para sustentar a habitação humana, a saber: boa água, terra arável, posição defensável e vias de comunicação. Tell é o termo arábico para outeiro, e tel, o hebraico. Nos últimos sessenta anos, inúmeras escavações foram feitas em sítios importantes da Palestina. As técnicas de registro e análise das descobertas estão se tornando cada vez mais refinadas. As camadas de entulho são o foco principal da escavação; as camadas de ocupação são chamadas estratos (daí estratigrafia). Todas as características arquitetônicas e outros artefatos são atribuídos às suas respectivas camadas. A diferenciação meticulosa dos estratos apóiase na relação física entre as características. A data relativa é baseada na natureza dos artefatos encontrados em cada estrato, especialmente ferramentas de pedra e vasos de cerâmica (geralmente

Tirza (Tell el Far'ah) Siquém • (Wadi-ttabba)

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23

PERÍODO ISRAELITA (IDADE DO FERRO)
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PERÍODOS PERSA, HELENISTA E ROMANO
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Vestígios arqueológicos

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em pedaços). A cerâmica se adapta perfeitamente a esta tarefa por duas razões: quando um vaso é quebrado, ele se torna inútil e é descartado; mas os fragmentos de cerâmica, especialmente os vasos queimados no forno, são duros como pedra e sobrevivem assim às devastações do tempo (ao contrário dos materiais orgânicos que logo se desintegram no solo úmido). Os muitos fragmentos de louça de barro em cada camada são classificados segundo seu estilo e tipo (tipologia). 0 desenvolvimento progressivo de estilos de cerâmica locais e o aparecimento de estilos importados de culturas vizinhas estão se tornando cada vez mais reconhecíveis, à medida que aumenta o volume de material escavado (e publicado). Uma comparação entre as descobertas nos vários estratos de diferentes escavações está gradualmente formando uma escala reconhecida de tipologia da cerâmica para datação arqueológica. A descoberta de inscrições ou de objetos importados de estilos artísticos datáveis também ajuda a depurar a datação. Para os períodos históricos tratados neste atlas, pode ser também possível comparar os estratos sucessivos e camadas ocasionais de destruição com os eventos históricos registrados perten-

(Acaba)

& ir milin 1 0 1 5 k»

centes a uma determinado sítio ou, mais freqüentemente, à região geral em que um sítio se encontra, todavia, tais comparações são capciosas e exigem muita cautela. Com freqüência, os eruditos saltam para conclusões prematuras sobre a suposta datação "histórica" deste ou daquele estrato escavado. Como base apropriada para as escavações, a pesquisa arqueológica procura colher todos os dados relevantes disponíveis para reconstruir os meios de subsistência, o padrão das localizações

24
no sítio etc. O alvo é obter um quadro da habitação humana em todas as suas facetas num ambiente físico específico. Só conhecemos as primeiras culturas na história da Terra Santa mediante a pesquisa arqueológica. A transição revolucionária do homem na Palestina, do morador de cavernas para o fundador de vilas e cidades, é melhor apreciada em Jericó, a única cidade desse período conhecida como mostrando tais realizações na construção e tecnologia. Isto contrasta com os sítios abertos, dispersos aqui e ali junto às terras aráveis. O progresso das primeiras civilizações não foi sempre suave e pacífico. Declínios e retrocessos se seguiram a picos de realizações. Novos conquistadores desalojaram os habitantes de suas cidades, ou se instalaram em seu meio. No Período Calcolítico (IV milênio a.C.), muitos povoados foram fundados, principalmente nos vales férteis e à beira do deserto. Foi nessa época que o cobre veio a ser usado juntamente com os utensílios de pedra. A última fase desta era veio a ser chamada de cultura Ghassuliana. como um grupo de pequenos montes na parte sudeste do vale do Jordão, onde a cultura foi primeiro descoberta (Telelait Ghassul): ela veio a ser bastaiue conhecida mais tarde por meio de vários sítios perto de Berseba. Essas colônias se espalharam por amplas áreas e não eram fortificadas: os habitantes se ocupavam da agricultura, criação de gado e indústrias caseiras, inclusive a exploração das minas de cobre. Sua habilidade técnica e artística são notáveis. Um depósito de utensílios de cobre encontrado na "Caverna do Tesouro" no deserto da Judéia supera em qualidade e beleza todos os outros objetos descobertos no Oriente no mesmo período. Entre as terras das primeiras civilizações, a Palestina manteve uma posição respeitável até o final do IV milênio a,C.

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PERÍODO

CANANITA

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I.ré-histórica

O ANTIGO ORIENTE NOTERCEIRO MILÊNIO
Os primeiros grandes impérios no Antigo Oriente surgiram bem cedo no III milênio a.C. Cidades-estados poderosas se concentravam em Quis, Laraque, Lagas, Uma, Ereque e Ur, ao sul da Mesopotâmia. Este território, mais tarde referido na Bíblia como terra de Sinear, era então chamado Suméria. A cultura sumeriana estabeleceu os fundamentos da civilização no Oriente Médio e a sua influência se estendeu até a "terra do ocidente" (Síria e Palestina), chegando ao Egito. A essa altura o Egito achava-se unido pelos seus primeiros reis, os da dinastia "zero", que precederam a primeira dinastia. A partir dessa época, o Egito passou a representar um dos mais fortes poderes, e até mesmo em períodos anteriores sua influência chegou a países no extremo norte: Na'armer, que julga-se ter sido o primeiro rei a unir todo o Egito, assistiu a alguma penetração no sul da Palestina; se com intuito de conquista ou apenas para fins de comércio, é uma questão ainda debatida. Uma palheta de cosméticos com seu respectivo cartucho, encontrada no Egito, é considerada por alguns eruditos como contendo uma descrição gráfica da conquista de uma cidade cananita. O nome de Na'armer foi descoberto gravado em fragmentos encontrados nas escavações em Arade, Tel Erani e outros lugares. As pirâmides gigantescas construídas pelos reis da segunda à quinta dinastia são monumentos imponentes, representando a habilidade organizacional e o poder político do Egito nessa era, o período do Antigo Império. O centro político da Mesopotâmia no século XXIV a.C, mudou de Sumer no sul para a região semita de Acade, ao norte, cuja localização exata não foi ainda definida. Sargão I de Acade fundou este império e não só reforçou a sua autoridade sobre Sumer e Dilmun (Baherin) no sul como também conquistou a área de Subartu, ao norte de Assur, chegando até as montanhas Amanos e ao "mar Superior", o Mediterrâneo. As escavações em Tell Mardikh, sul de Alepo, revelaram a cidade antiga de Ebla. Os registros do final da Primeira Idade do Bronze contêm milhares de lâminas cuneiformes, a maior parte em sumério, algumas no dialeto semítico local. Muito se está conhecendo agora sobre a vida política e social no norte fia Síria e suas relações com Acade. Nenhum contato com a história ou a geografia bíblicas foi encontrado nos documentos de Ebla. Ficamos conhecendo a Mesopotâmia, a Síria e o Egito no III milênio através de vários documentos escritos, enquanto a Palestina no mesmo período continua em sua "proto-história", desde que até agora não foram descobertos aqui quaisquer documentos deste período. Algum dia poderão vir à luz inscrições, pois as escavações revelaram que durante este mesmo III milênio — Primeira Idade do Bronze — havia na Palestina cidades-estados ricas e poderosas, com culturas bem avançadas. Algumas cidades cobriam uma área de 25 a cinqüenta acres, cercadas por fortificações de sete a nove metros de espessura, como as de Megido e Bete-lcrá (o mapa 21 só mostra os centros mais importantes). Embora a história desse período continue obscura, há pouca dúvida de que tanto a Palestina quanto a Síria tomaram parte ativa no seu desenvolvimento cultural.

COMANDANTE DO EXERCITO DE PEPI I ABIDCS. Roto Terrestre Roto Marítima ° 8 í0 2° '« 1. C A única informação histórica sobre a Palestina na Primeira Idade do Bronze é uma inscrição egípcia descrevendo cinco campanhas militares nos dias de Pepi 1 (2390-2361 a. (Gênesis 10.) à "Tem dos Habitantes cias Areias". onde os egípcios destruíram fortalezas. TUMULO DE UNI. A terra conquistada era evidentemente a planície de Aco e parte do vale Jezreel. Acampe. invocada por esta vivida descrição.25 F. Uma avaliação da sociedade cananita deve basear-se nos fatos ecológicos (agrícolas) e não nos termos egípcios pejorativos para os povos estrangeiros.10) A CAMPANHA DE PEPI I c. o antigo nome egípcio para as terras a leste do país Uma campanha é descrita em detalhe — o exército egípcio formou duas colunas. especialmente nas planícies costeiras. possivelmente o promontório de Carmelo. é. e Ereque. o "Nariz da Cabeça de Antílope". Uma idéia dos povoados que floresciam na época.C. e Calne. o princípio do seu reino foi Babel. e Acade.11 . (Inscrição de Uni) Nariz de Boic lerá > INSCRIÇÃO. uma por terra e a outra por mar. arrancaram figueiras e vinhas e tomaram despojos. por trás da alta montanha ao norte da Terra rios Habitan:es das Areias. EGITO . mas agricultores estabelecidos. Os "Habitantes das Areias" neste antigo texto egípcio não eram evidentemente nômades. O grupo marítimo chegou antes e se posicionou atrás de uma cordilheira. na lerra de Sinear. 2 3 5 0 a . saquearam povoações.

C. Mais para o sul. uma onda de pastores. cujos ancestrais haviam fundado a dinastia da Babilônia. o 9 Zartítü Afeque* . • Haror. todas as cidades-estados da primeira era cananita foram destruídas. Nos últimos séculos do III milênio. na Palestina. ocupou todos os principais centros de cultura ao norte da Síria e avançou na direção sul até a Mesopotâmia. Jerusalém (Tell es-Saíi) • JTel Erani} Eglom.Dota o s. .26 • Laís A PALESTINA NO PRIMEIRO PERÍODO CANANEU TERCEIRO MILÊNIO a.C. Seu reinado data da metade do século XVII a. Lede Jerícó Gezer * . Cados Racale _ Aslorole * Sinrom* Bele-lerá* 9 Mcgido (TelIAsawir) « * JaMU *~ »Bete-Seâ (Tell el-HusnJ* # Reobe Inimigos prostrados e plano (Ia fortaleza (Palheta de cosméticos de Naarmer) . "ocidente"). o mais famoso foi Ammurapi (Hamurabi). Nos documentos acadianos eles são chamados de "povo de Amurru (amorreu)" ( = Martu. levando com eles novas tradições de cerâmica e artesanato em cobre. Trata-se de fato de um interlúdio entre ambas. Dentre esses líderes amorreus. mas as evidências mais claras são acampamentos ao ar livre nas serras ao sul do Neguebe bíblico ou na Transjordânia. falando uma língua semítica ocidental. a. Em toda Canaã . Alguns remanescentes dos povoados pobres e dos vastos cemitérios deixados por esses pastores foram encontrados na grande maioria dos sítios. em sumério. Sua população espalhou-se pelas áreas rurais até se tornarem suficientemente poderosos para conquistar grandes cidades e fundar novas dinastias. Este período intermediário é reconhecido pelos especialistas como a última fase do Período do Bronze Antigo ou a primeira fase do Período do Bronze Médio. liste vácuo cultural deixou a terra à mercê dos pastores das estepes da Síria e Transjordânia que vagueavam pelos campos. embora nem todas ao mesmo tempo. /Azor) .Lu9uis •(Tell en-Nejilehl Jarmute JEn Ho Bescrl •IBab Edh-Dhra) Texto de Execração de nma estatueta de terracota em Sakkara A PALESTINA DURANTE O PERÍODO DO MÉDIO IMPÉRIO EGÍPCIO SÉCULOS XX A XIX a.C.

fortificadas. teve medo do enclave egípcio e voltou para a terra de Quedem em Reteno (talvez na Beca libanesa ou na região de Golâ-Basã). isto é. Aqui. na Palestina. talvez uma consolidação de oligarquias feudais em monarquias locais mais centralizadas. Estes são idênticos aos nomes pessoais amorreus da Mesopotâmia nesse período. com os respectivos líderes sendo chamados de ''governantes estrangeiros" (= forma helenista: hicsos). Os nomes dos governantes são semíticos ocidentais. Ele quase morreu no deserto ao ocidente do Sinai até que foi salvo pelo chefe de uma tribo nômade.27 (Cisjordânia). Sinuhe fugiu do Egito. SAKKARA. Reteno (Palestina/Síria) e no próprio Egito. não havia cidades-estados e nenhum contato com o Egito. principalmente em Biblos. a necessidade de cidades poderosas. O Egito era governado pela décima-segunda dinastia (1991-1784 a. Foram encontrados três grupos desses textos. A mudança pode refletir transformações no regime político e social. EGITO . possivelmente a cópia de uma inscrição numa tumba real. Pouco se sabe sobre a atividade militar egípcia neste período.C.C.C. e-agora só há geralmente um único governante para cada cidade ou grupo embora alguns tenham dois. O enclove diplomático e comercial egípcio levou Sinuhe a voltar deste ponto para o ferra de Kedem Cum tf * Lebo Apum (Damasco) Codes * (M A ACA? Hazor Astaroie Quenate Não se revoltou contra o Egito — não mencionado nos Textos de Execração Peel Reobe Khu-Sebek relata uma campanha egípcia contra Siquém. A primeira documentação escrita da sociedade na Palestina é proveniente desse período. que serviu como oficial sob Sen-useret 111 (1878-1842). que passava igualmente por um período intermediário e não ' possuía na época um governo central. 'el e hadad. contendo porções de texto que registram a lista dos prováveis inimigos do faraó em Cuxe (Sudão). que o ajudou a continuar na direção norte. Líbia. Os pastores do período intermediário parecem ter desaparecido próximo do ano 2000 a. compostos dos mesmos elementos tais como 'ammu. Ele prosperou em seu feudo onde eram praticados todos os ramos da agricultura: pomares. Sinuhe era um oficial da corte durante o reinado de Aemnemhat I (1991-1962) e. só Jerusalém. ao longo da costa palestina e na rota-tronco principal deu lugar a uma nova cultura urbana. Sinuhe foi finalmente repatriado para o Egito por Sen-userct I (1971-1928). MKRG1SSA. onde um chefe local de nome amorreu nomeou-o vassalo feudal e fez dele seu genro. Em vista de o comércio marítimo e terrestre estar sendo renovado entre os cananeus/amorreus na costa da 1'enícia. o capítulo de Reteno possui 64 cidades. É feita menção de cidades e grupos étnicos na esfera de influência egípcia. traz a inscrição de uma campanha contra o estado de Siquém. por Senuseret III. É improvável que a primeira sociedade tivesse sido pastoral enquanto a posterior fosse urbana. na maioria não identificados. quando ocorreu a conquista pelos israelitas. muitas delas reconhecíveis mediante fontes posteriores. No último grupo de textos. Sua influência política estendeu-se sobre a Palestina e a costa da Fenícía. há dois ou até três ou quatro governantes por cidade. o verdadeiro Período do Bronze Médio.). Asquelom e Reobe podem ser identificados. O túmulo de um certo Khu-Sebek. Como líder militar experimentado. Sob a liderança desses faraós. A essa almra. que continuou durante os oito séculos seguintes. Outro vislumbre da vida em Reteno durante a décima-segunda dinastia é a história de Sinuhe. e mercadores cananeus/amorreus foram incentivados a estabelecer uma colônia no delta. A fonte principal. Sinuhe percorreu várias cidades-estados até chegar a Biblos. organizou a defesa contra nômades intrusos das estepes e liderou incursões contra estados vizinhos. No geral. com a morte desse monarca. 'ab. Bezer • Zaretã küíSfliim Asquelom C U X E * Cidade mencionado em Textos de Execração posteriores Bifefos Cidade também mencionada nos primeiros Textos do bxecração TEXTOS DE EXECRAÇÃO: TEBAS. a cultura egípcia alcançou o seu auge de prosperidade material e cultural. os "'lextos de Execração". consiste em vasilhas gravadas ou estatuetas dc barro na forma de escravos. os primeiros cm pires de meados do século XX e o último em estatuetas de fins do século XIX a. até o Último Período Cananeu. A parte sobre Reteno no primeiro grupo só possui uns poucos nomes. amorreus mais civilizados estavam começando a repovoar Canaã desde o norte. vinhedos e outras plantações. O documento inclui imprecações e maldições a serem infligidas aos ofensores.

29 E 13 e 26 1 E 17 E41 E42 e 29 f 17 1 E 26 E 18 E49 E10 E58 e 22 f 1. Astarote Pela 3 '3mw nbw E 40 E 39 K 32 E 56 E 19 E 35 li 44 1 Quenate * Ahumuta Ayyanu Akaya Enva Aqlaya lrqatum Irqatum Irkatum Irqata Ullasa Qahlamu Qahlamu Boüra Bcte-Semcs (Nafrali) Qahlamu mhyt Qahlamu rsyt Qanaya Qarqarum Sirum '3mw nbw 1 Hazor <t % e 23-25 f 14 E2 f3 f3 F2 E 20 F..28 f 18 E45 E6 E 55 E 30 E 22 E 57 e 4-6 f5 e'4 f'5 Suni hit Suai hrt f.. = líderes das tribos . M. 27 E 60 E4 E 1 E 15 F6 E 43 3 '3mw nbw 1 '3mw nbw '3mw nbw 1 1 1 1 1 1 Asquelom Arkath As[tajmim Pihilum e8-10 f7 » Siri-basani Tiro * Suruya Ravata Raqaha Raqaha Raqaha (U)Rusalimum (U)Rusaliinum (IJ)Ru$alimum Sakmemi Samuanu 1 '3mw nbw 1 '3mw nbw ""3 hq3w +nbw "3mw nbw e 20.21 fll F4 c 27. 21 e 30 f 20 e.] Yasapa Asapa Kina Kupni Kubni L.]» hq3w+nbw = todos os governantes why nt.. os asiáticos" Abel(beie-maata) Acsafe '3mw nbw !*** Kusu Kusu E 50 E 51 F..28 LISTA DF TEXTOS DE EXECRAÇÃO POSTERIORES Primeiros Textos Publicados por Sethe Textos Posteriores Publicados por Posener Abiluin Aksapa Anharu Anharu Apum mhtv Apum rsyt Apqum Ari Arhanu Arhanu Aihabu Alhabu Arhabum Asannu Asannu Asannu Asannusf?) Asapa... Yarimuta Rimuta[.-... ... Yasapa Asqalanu Asqalanu Asqala Ullasa Ullasa Ullasa Baqatum Busranu Beta-Samsu Haramu Harimu Hasora Hasasum Yabilya Yamuaru Yamuaru Yamuaru Yamuaru Yanuqa Yanuqa(!) Yanuqa Yanuqa Yanuqa {Yanuqa) Yanuqa Yarimuta. .]raya [.. 59 E 31 E5 E37 E62 E 24 E23 F. 11-12 f8 E 14 e 13-15 f 14 E3 E 48 4 1 1 1 1 '3mw nbw 2 1 '3mw nbw 3 1 '3mw nbw 1 * Apum = Upi Afeque s * 1 Mishal * * Rcobc Ahumuta Ahamuta '-f-r-?-a *t '3mw nbw Ijom Aco Eglom? Ecrom? '3mw nbw E 54 E61 25 E8 why ni.-íf Gina Biblos f9 f 13 F3 e7 f6 e'5 f'6 e 1-3 e 31 f4 c' 1-3 e' 6 E 36 E 64 3 hq3w + nbw 1 hq3w + nbw '3mw nbw '3mw nbw '3mw nbw '3mw nbw ** Número • | 1 Líderes .. Kubni f2 f'2 E 63 f 21 E 12 E7 1 1 '3mw nbw '3mw nbw wbyt nt.jrayanu E 52 E53 E46 E 38 E 16 2 '3mw bnw '3mw bnw 2 '3mw nbw Siquém Simom (Simrom) Siriom * Jerusalém Sariyanu(?) Saramilp) Sosu Sutu Sutu Sutu Sutu Pastores 3 '3mw nbw 1 '3mw nbw 1 1 1 1 1 I 1 t Tribo de Sete (Superior e Inferior) 1 [.Makaya Marsih-ki mhyt Marsih-ki rsyt Masa Masala Mutara Sapum Surudanup?) S P E 47 F.= as tribos de.2 1 1 wr n whvt wr n whyt iz-à Tribo cte Cuxe 1 Lesi Luba(?) Maktulya Makaya .. 11 S P 1 1 Laís lebo-(Hamate) Migdal (Bete)-Maaca? * e 16-19 flO E 34 E 33 E9 F... •'••!"] 3mw nbw-r Identificação "todos . cf.

e conquistá-lo facilmente à força. capital dos hicsos. mas o caos estabelecido no final da linhagem anterior de governantes deu aos semitas ocidentais.. Eles haviam tido contato com os indo-arianos. Ele atacou ali o principal governante antes que este reunisse as suas forças. na região do alto Eufrates. Gades Damasco Astarote íTell el-Yahdivehl Avaris 1 0 0 milhas Ma ri cidade central INSCRIÇÃO. lugar que a Bíblia chama de corrupto) na terra de Reteno (Canaã) é a inscrição na tumba de Amósis. desde que camafeus dos seus reis e de numerosos oficiais da corte foram encontrados nas cidades cananitas em todo o sul da Palestina. Os egípcios continuaram a chamá-los de "governantes estrangeiros". devido à sua origem levantina. onde deu fim à dinastia de Hamurabi e seus sucessores. Tutmósis III encontrou mais tarde uma esteia deixada por Tutmósis I do lado leste do Eufrates. possivelmente reforçados por forças siro-palestinas.C. obteve o controle de No-Amon (Tebas) rio Alto Egito. d e maneira surpreendente. a décima-sétima (1668-1570). continuaram a prosperar durante o reinado da décima-terceira dinastia (1784-1668) e da décima-quarta dinastia paralela no delta a oeste (1720-1665). Os reis hicsos foram expulsos do delta do Egito por Amósis I (15701546). e o cerco subseqüente de Saram/Sarom (possivelmente equipara-se com Sharuhen. a partir da sua capital Washukanni (possivelmente Tell el-Fakheriyeh). os hurrianos estabeleciam um império próprio ao norte da Síria e da Mesopotâmia. de quem adotaram certas características religiosas e culturais.C. 14) Alalaque• Ugarite< jHamate iTadmor REINADO DOS HICSOS — A DÉCIMA-QUINTA DINASTIA DO EGITO y^omuro^. O carro de guerra tornou-se a plataforma de fogo móvel e padrão para atirar flechas nos flancos da infantaria inimiga e perseguir um adversário em fuga. ALTO EGITO Os semitas vindos do ocidente. não poderiam ter-se movido tão facilmente para o norte.1 5 6 0 a. Através de todo o restante do século XVI e a maior parte do século XV a. Amósis. a oportunidade de fundar seu próprio reino com Avaris como a nova capital. Os hurrianos podiam agora expandir o seu reino. Os hurrianos eram um povo não-semita da região central do Cáucaso. fundador da décima-oitava dinastia (1570-1293) em Tebas. Eles se aproveitaram de uma campanha-relâmpago conduzida por um rei hitita. Ele era demasiado leve e indefeso para ser usado num ataque frontal.29 E surgiram. filho de Ébem. chamado Mitani. no braço leste do Nilo. tais como a criação de cavalos para uso nos carros de guerra. suficientemente corajosos para invadir nosso país. Contra Apiom I. a história do Levante é principalmente a descrição de um conflito violento entre Mitani e o Egito pelo controle da Síria e da Palestina. FILHO DE ÉBEM. caso contrário. A influência desses reis "hicsos" chegou pelo menos até a cordilheira do Carmelo. conta como ele acompanhou Tutmósis I (1524-1518) numa campanha em Naarina (a Naaraim bíblica). O único testemunho da captura de Avaris. havendo estabelecido uma colônia comercial em Avaris. Alguns reis da décima-quinta dinastia continuaram a usar seus nomes semitas. que destruiu Alepo e penetrou até a Babilônia. mas o mesmo soldado. COMANDANTE. A maior e aparentemente a mais próspera cidade de Canaã na época era Hazor. Objetos com os nomes dos reis hicsos foram também encontrados por toda parte no Oriente Próximo da Antigüidade. filho de Ébem. Uma dinastia rival.C. Este foi o início da décima-quinta dinastia (1668-1560 a. 1 6 0 6 . A cidade avançada dos hicsos talvez ficasse em algum ponto próximo ou logo além de Gaza (veja o mapa 27). homens de baixo nascimento das regiões do oriente. TUMBA DE AMÓSIS. É a única cidade mencionada nos vastos arquivos da cidade amorréia de Mari no médio Eufrates (destruída finalmente pelo rei 'Ammurapi [Hamurabi] da Babilônia). . Enquanto os hicsos estavam sendo expulsos.. citado por Josefo. EXÉRCIO DE AHMOSE-EL-KAB. é óbvio que os egípcios já tinham obtido o controle do sul do Levante.) cujos vassalos egípcios do Egito Central e Baixo Egito são reconhecidos como a décima-sexta dinastia (1665-1565). Mursilis I. (Maneto. Ele relata que a guerra contra Saram/Sarom durou três anos.. A partir desses testemunhos. Não se sabe quantas outras campanhas foram conduzidas por Amósis I e seu sucessor Amenotepe (1551-1524).

30 .

mas apenas metade da distância havia sido coberta nos primeiros dez dias de viagem. Carnaque) A CAMPANHA DE TUTMÓSIS 1482 a. \r Cada Carro cananeu (em vasilha de ouro de Ugarite) Limite do área de agitação INSCRIÇÕES. um vale estreito atrás de Megido onde os carros cananeus não podiam manobrar ao redor dos seus flancos. Isto significa que as unidades acampavam todas as noites em um dos muitos pontos de suprimento ao longo da costa norte do Sinai. F. Os líderes da coalizão inimiga haviam evidentemente instalado suas barracas no monte próximo a Megido. tais como Jope e provavelmente Gezer e algumas outras. ele acampou num ponto estratégico junto ao ribeiro. ARMANT. uma fortaleza na fronteira oriental do delta. do lado sudoeste. perto de Tanaque.. lalvez o exército egípcio tenha sido obrigado a dedicar algum tempo ao combate e à consolidação do governo do faraó sobre as cidades do sul fia Palestina. Os reis de Cades no Orontes e o rei de Megido eram os chefes da liga cananita.CAÜNAQUE. Quando os egípcios que perseguiam os cananeus em fuga passaram pelo acampamento inimigo. à frente de seus guardas pessoais. EGITO Tutinósis III (1504-1450). Sua infantaria atacou vitoriosamente. foi o mais ativo dos reis da décima-oitava dinastia. Tutmósis forçara os inimigos a aceitar o local estabelecido por ele para o encontro. supostamente por valor e coragem. Mesmo durante a co-regência com sua sogra. quando de Yurza até os confins da [erra eles se rebelaram contra o rei. Os oficiais aconselharam Tutmósis a tomar a estrada do sul ou a do norte. A situação era essa quando Tutmósis. Eles tinham conhecimento de que os cananeus e seus aliados estavam se reunindo no vale de Jezreel.C. Hatshepsute (1503-1483). ou talvez tenha tido de reconquistar Gaza. laham. entrou na estreita planície por trás de Megido. e marchou 240 quilômetros (cerca de 144 milhas) em dez dias para alcançar sua base principal em Reteno. todas as cidades se haviam revoltado contra o governo egípcio. inspirada por Mitani. seus patrulheiros podem tê-lo informado de que o inimigo continuava acampado em Megido. mas ele escolheu a do centro. A batalha teve lugar no dia seguinte. atravessando o estreito desfiladeiro do ribeiro Quina (ou Gina) logo ao sul de Megido. em Gaza. porém. Sua primeira campanha tinha como propósito restaurar o controle egípcio sobre o sul do Levante. Em laham. TUTMÓSIS 1 1 1 . A estrada principal ia de Aruna. ele fez pelo menos uma campanha contra a Núbia e provavelmente pelo menos outra contra Reteno. e os cananeus fugiram para Megido a fim de salvar suas vidas. de guerra para discutir a estratégia seguinte. (inscrição de Tutmósis 111. Rotas alternativas estavam diante deles: uma estrada ao sul que os levaria através do vale de Dotã até perto de 'Iáanaque.31 F as tropas se achavam aii em Sharuhen. conhecida pelo nome "O Prêmio dos Reis". Ele apanhara os cananeus de surpresa! Depois de tomar posição dos dois lados do passo para proteger suas tropas. evidentemente pouco além ou perto de Gaza. Na verdade. GÊ6EL 6ARKAL. enquanto o seu exército colocou-se de frente para Megido. uma estrada ao norte que passava por uma cidade importante chamada Zeftá e provavelmente chegava à planície ao lado de Jocneão. em algum ponto perto de Megido. Os escribas começaram a contar as campanhas de Tutmósis III a partir da época em que ele se tornou o único governante. neio dc Tutmósis I. Tutmósis convocou um conselho. A partir da cidade seguinte na direção norte. na Planície de Sarom. A morte de sua sogra pode ter sido o sinal para uma revolta em Reteno. O exército egípcio partiu de Sile (Sillu).. . Tutmósis III mencionou que esta fortaleza na extremidade norte ficava em Sharhan.ram necessários 11 dias para chegar à parada seguinte. lurza.

a primeira como governante único. metade cios quais identificáveis. Todas as campanhas subseqüentes foram dirigidas para o norte da Síria. com duas omissões notáveis: as cidades das costas libanesas e Siquém e Jerusalém. Cada cidade é representada pela figura de um cativo com os braços amarrados nas costas de um corpo oval. O padrão de povoamento de Canaã no Período Cananeu Recente pode ser deduzido. As listas topográficas das últimas campanhas foram acrescentadas à original nas duas cópias novas que adornam o pilar construído por Tutmósis ao sul do templo.32 abandonaram a caçada a fim de entregar-se à pilhagem e perderam assim a oportunidade de acabar com a guerra 110 mesmo dia. Tutmósis III mandou inscrever o relato de sua campanha. Isto provavelmente aconteceu porque essas cidades não tomaram pane na revolta. a maioria delas estabelecida ao longo dos principais vales e planícies. as cidades parecem ser contíguas. Tutmósis 111 sitiou Megido durante sete meses até que a cidade finalmente se rendeu e os líderes inimigos ofereceram submissão. Tutmósis I. a lista é uma evidência das inúmeras cidades cananéias de meados do século XV. Pm uma delas. suplementando-se a lista de Tutmósis com outras fontes. A lista original continha quase cento e vinte nomes. tais como "a montanha" ou "o vale". e os adversários voltaram envergonhados para casa. nas montanhas da Palestina. É impossível deduzir quaisquer arranjos metódicos dos grupos de cidades de acordo com um padrão administrativo. mas os grupos não são arranjados em ordem lógica. Eles representam uma dispersão geográfica de Gaza a Cades. muitos deles identificáveis na Síria do Norte. Alguns aspectos geográficos. foram colocados em adição ao nome da cidade. tais como as tabuinhas de Amarna e as listas de faraós posteriores. Dentre os pequenos grupos. no Orontes. Tutmósis cruzou o Hufrates e mandou colocar uma esteia da vitória ao lado da de seu avô. A lista das cidades conquistadas foram inscritas em outra. Seus filhos foram tomados como reféns. DISPOSIÇÃO DE FORÇAS PARA A BATALHA DE MEGIDO . o oval contém o nome da cidade em hieróglifos. alguns ou todos consistindo de itinerários usados pelos mensageiros reais. Um total de 17 campanhas é registrado. Não obstante. O texto adicional contém mais de duzentos nomes. A lista abrangia provavelmente documentos geográficos menores. A sexta campanha foi contra Cades. numa parede interna do templo de Carnaque.

Hadara Abel-Bete-Maaco Bete-Anatefy* * l a ! ' S Jotitfafala^i ieobe*Abel+\ . T U T M Ó S I S III CARNAQUE. E G I T O os 1 0 ir. Sobfona * Arnaim o <5 Lfiho Cçshobu -k^Hazi Berotá* IM M " W ' Cumidi * Abd Damasco * .Bete-Sea Aruna hr Tanoque P a r t e d a lista d e c i d a d e s c o n q u i s t a d a s p o r T u t m ó s i s III ( R e l e v o n o T e m p l o de Amom em Carnaque) / ^Aigdol 1 Ibleà* % . O .Bezer i^Gate Soco •Siquém !nsõ * lohpm / ü Jope / 1 ^Af^quo iPn° ^ + G a t e (rimmon] ^Gezer Jerusalém / Gibetom *Rabá +Jurza ^Saram • Cidcde não mencionado na lista ou no registro d c guerra Cidade mencionada na lista Cidade mencionada no registro da guerra. . laquerete * \ ^Merom j Hecalim a ^ * Hazor Aco •ir * Rosh Quedesh I Misal ^ Quinerete + Sem^-fidom k-Rafon / ^csufe . mas não na I lista * LISTAS D E CIDADES. sitiadas p e l o f a r a ó n a desafortunada cidade d e Mcgido ( T í t u l o d a lista d e C i d a d e s ) LISTA DE CIDADES DE TUTMÓSIS III Cades . Adamim + Quenate ÍHekole* '<Sr * fobe A n a r a .33 Lista d a s terras d e R e t e n o Superior. j ^ *"*5úliém f Geba-Tomõ ZçfoteMegido . e I J o c n e ã * # Ofe/.

primeiros os humanos de Mitani e depois os hititas de Hati. muito além de Catna. Sua principal tarefa era servir o governante. no Líbano. como expresso pelo pagamento anual de impostos em espécie dos produtos agrícolas. 640: filhos tios lideres. Acima de tudo. Depois de uma ação policial relâmpago em Ugarite. Na campanha seguinte. Mf. MONUMENTOS. Amenotepe II foi nomeado coregente para enfrentar a crise. listas últimas. Não obstante. outras cidades-chaves.. Além disso. 270. era uma prioridade para o Egito. os "anciãos da cidade".. podiam gerir livremente seus próprios negócios. agora reconhecida como a sua primeira sob o governo único. 323: eoneubinas dos líderes. Sua campanha vitoriosa foi chamada de "primeira" pelos escribas que compuseram duas esteias comemorando favores aos templos de Amada e Elefantina. Os egípcios permitiam considerável liberdade aos governantes das cidades-estados locais. os egípcios também preferiam essa área e mantinham ali uma forte presença militar. KG1TO Durante os séculos XY. As fazendas eram mantidas por uma classe de camponeses sem-terra e algumas vezes por escravos. filhas dos líderes. desde que este último protegesse os interesses da classe alta. provavelmente para incitar a. Mediante uma linhagem de faraós valentes. Estes possuíam propriedades e quast: sempre residiam dentro dos muros da cidade. seu pai havia morrido deixando-o sozinho no trono.34 Lista de pilhagem: Maryannu vivos.CARNAQUE. AMADA. Mínfis) AS PRIMEIRAS CAMPANHAS DE AMENOTEPE II 1450 t 1445 a. no geral. a função de Canaã como uma terra e ponte para o comércio com o Egeu. ajudando as caravanas e provendo artigos valiosos para o faraó. Cada distrito se compunha de uma classe de cidadãos mais velhos. Sumur na costa norte e Cumidi (Komidi) no vale libanês de Beca. Assim como os cananeus haviam considerado o terreno junto a Megido adequado para a reunião de suas forças. Os principais centros de administração egípcia parecem ter sido Gaza ao sul. Os artesãos moravam geralmente nas cidades ou em povoados especiais. havia problemas ocasionais.. eram também bases egípcias. (Inserção dc Amenotcpe II. tais como vidro. Na jornada de volta ao Egito. como os portos marítimos de Jope ao sul e Ulasa ao norte. rebelião à revelia do faraó. 550: suas mulheres. 232. assim como guarnições de defesa nas principais encruzilhadas. . o governo egípcio sobre Canaã era relativamente estável. AMENOTEPE II . mas quando poderes rivais. XIV e Xlll. um primeiro entre iguais. os cananeus puderam ser mantidos sob controle.NriS. Amenotepe demonstrou suas qualidades de arqueiro diante dos habitantes de Cades e caçou na floresta de Lebo. tais como Bete-Seã. Ação militar foi tomada contra Cashabu ao norte de Beca. cujas cabeças cortou.. Síria e Mesopotâmia. seguiu então para a Síria do Norte. lira vantajoso para eles ter um dos seus servindo como rei hereditário. Cabia também aos reis-vassalos policiar as estradas comerciais. O jovem príncipe participou de uma batalha para reprimir a insurreição de sele reis na terra de Taquisi. ELEFANT1NA.C. a um dia de viagem de Cades. O correio estava em missão para o "rei de Naarina (Mitani)". Os primeiros sinais de nova inquietação surgiram perto do fim do reinado de Tutmósis III e seu filho. 240: cananeus. Amenotepe capturou um mensageiro diplomático que transportara uma carta (cuneiforme) numa bolsa ao redor do pescoço. foi necessário que o rei egípcio tomasse medidas enérgicas. Quando Amenotepe II voltou do Egito com os sete rebeldes cativos. exerceram pressão sobre as cidades cananéias para que se libertassem do Fgito. A razão para esta medida pode ter sido uma tentativa de golpe de estado por forças anti-egípcias em Ugarite (embora a ortografia do nome seja invulgar). escravas jovens especiais etc. ele não encontrou resistência até chegar ao norte do vale de Beca. especialmente desde a vitória decisiva de Tutmósis IIl em sua primeira campanha. Os egípcios exigiam lealdade.

talvez em Gate-Padala. 127: irmãos do rei. mas refletem a estrutura social da época: governadores das cidades e suas famílias.300. Nesta campanha. 179. Apesar da demonstração anterior de força na Síria do Norte. apirus. ele ordena que o administrador compareça no dia seguinte a Megido com suas tropas e seu tributo. Quatro epístolas cuneiformes encontradas em Tanaque datam deste período.000. Amenotepe chegou a Afeque onde foi bem recebido pela autoridade local. cananeus. um certo Amenotepe. sem títulos reais. O faraó alegou ter guardado pessoalmente os cativos a noite inteira. A seguir.35 Lista dos despojos tomados pelo faraó: iíderes de Reteno. O rei de Naarina (Mitani) provavelmente dobrou seus esforços para instigar a revolta. Eles eram também párias (' apiru ) e reis-pastores (shasu) servindo como mercenários. cercados por um anel de fogo. O EGITO NA ÉPOCA DE AMARNA Legenda desenho à esquerda: Carta de El-Amarna . a fim de tomar prisioneiros e pilhar o gado. sua segunda como governante único. as passagens divergem quanto aos números. 56. humanos e sírios do norte (Nughassíans). o texto a seguir está mutilado. Desta vez a resistência se concentrou ao norte da Planície de Sarom. ou até numa de suas campanhas posteriores contra a Síria do Norte ou contra Anarate.. shasus vivos. horcus. Esse Amenotepe pode ter sido um oficial com o mesmo nome do faraó. 3. Menfis) ÚLTIMA CAMPANHA REGISTRADA DE AMENOTEPE II 1443 a. Numa segunda carta. O deus Amom apareceu a ele nessa noite e prometeu vitória. Em duas delas. as tropas foram enviadas para Geba-Tomã nas vi2inhanças. o exército egípcio sitiou Anarate ao leste da Galiléia Inferior.C. As duas esteias de Carnaque e Mênfis de Amenotepe II incluem listas dos prisioneiros tomados. Depois disso. Alguns especularam que seria o próprio faraó passando por Canaã na sua primeira campanha como príncipe herdeiro. Outra das cartas de Tanaque foi escrita por um oficial superior local sediado em Reobe.. Amenotepe II não teve sucesso em convencer os administradores cananeus locais de que a lealdade ao Egito era imperativa. onde o administrador local foi preso e seu filho colocado em seu lugar.600. Ele acampou em Iaham como fizera seu pai e as tropas fizeram incursões nas áreas da floresta de Sarom. (Inscrição de Amenotepe II. eles regressaram à "vizinhança de Me(!)gido" (corruptela) para descanso c reagrupamento. no vale que leva do monte Tabor ao Jordão. a classe dos guerreiros (nobres com propriedades chamados maryannu). mas mostra que um encontro decisivo com as forças cananéias teve lugar. repreende o governante local por não ter aparecido com suas tropas em Gaza. Dali. 15.

Sumur c Cumidi. escreveu cartas alarmantes ao faraó e aos seus oficiais responsáveis. em seu reinado. Carta de El-Amarna) OS REIS DE CANAÃ NA ÉPOCA DE AMARNA SÉCULO XIV a. Assíria. O rebelde foi morto e a rebelião sufocada. Durante quase todo o reinado de Amenotepe III (1386-1349). Ele fazia parte do império hitita. inclusive Babilônia. O faraó seguinte. o chefe do novo estado. Eles encorajaram os filhos de Abdi-Ashirta. Tutâncamom (1334-1325). o faraó foi persuadido a ignorar os protestos do desafortunado Rib-Addi e a apoiar Aziru. perto de Ammia. Seu filho. Os três principais centros administrativos eram Gaza. geralmente sob a condições de serem recompensados com a cidadania e terras. não houve necessidade de campanhas no levante. ou talvez sob o sucessor principal seguinte. a usarem suas tropas de 'apirus para fundarem um estado exatamente desse tipo. Os párias e os fora-da-lei ('apiru). Aziru foi chamado ao Egito para prestar contas e convenceu os egípcios a confirmarem o seu governo em Amurru. (Rei da Babilônia para Aqucnaton. F. aliando-se a Suppiluliuma! Um estado dinástico foi assim formado com mercenários 'apiru que mantiveram a sua existência por um século ou mais. Tutmósis IV. Suppiluliuma. Amenotepe IV (1350-1334) construiu uma nova capital que recebeu o nome de Aquctatom.. Abid-Ashirta. No reinado de Amenotepe III. Durante o reino do faraó seguinte. como seu pai tinha planejado. ordens foram expedidas para convocar os administradores das cidades ao longo da rota proposta. mas resultou da falta de perspicácia e maus conselhos dos oficiais mais velhos. Ele percebeu também a crescente desordem interna da ordem social egípcia e decidiu. deixou alguns monumentos fragmentados em Canaã que parecem evidenciar sua presença ali. As cartas de países estrangeiros.C. um desclassificado. Pu-Baalu e Aziru. A carta de Mitani tinha sido enviada ao faraó mais velho enquanto a capital era No-Amom. a fim de serem preparados suprimentos e tropas auxiliares. foi planejada uma campanha importante contra Canaã. Um desses refúgios era o planalto montanhoso por trás da costa ao norte do Líbano. Desta vez. mas durante certos interlúdios foi forçado a submeter-se à pressão do Egito. Alashia e Hatti documentam o colapso de Mitani às mãos do vigoroso monarca heteu. a mudar sua lealdade. no território agora chamado Amurrum. Um arquivo cunciforme encontrado ali continha correspondência internacional entre Amenotepe II e IV e os outros "grandes poderes" da época. A nova presença hitita na Síria do Norte provocou considerável inquietação entre os governantes cananeus. Eles ficavam à disposição de qualquer líder que os empregasse. Os cusitas da Núbia e Sherdanu da região egéia serviram como tropas de guarnição ao lado de renegados ('apiru) e mercenários nômades (Sutú e shasu). pessoas que tiveram necessidade de fugir das sociedades das cidades-estados. A correspondência local lança muita luz sobre as relações sociopolíticas entre as várias cidades-estados em Canaã e seus senhores egípcios. Rib-Haddi. depois de voltar a Amurru.36 Canaã é a sua terra c seus reis sáo seus servos. em Amarna. Amenotepe IV. assim como algumas das epístolas dc Canaã. "Horizonte do Sol". o administrador de Biblos. A maior parte das cartas procede dos administradores das cidades em Canaã e da Síria central e foi dirigida a Amenotepe IV. lima lista de sacrifícios de Carnaque atesta quanto a prisioneiros de Gezer. Mitani finalmente reconciliou-se com o Egito por temer o reavivamento da dinastia hitita em Anatólia.les atenderam à advertência e despacharam tropas egípcias por mar. Tempos depois. encontraram refúgio nas regiões montanhosas do levante. reuniu esses fora-da-lei e começou subvertendo os administradores locais das cidades que eram leais ao Egito. . Este erro fatal na política exterior não se deveu à negligência do império por parte de Amenotepe IV (Aquenatom). alguns oficiais egípcios podem ter favorecido o estabelecimento de um pequeno estadotampão para proteger a fronteira do norte da ameaça hitita.

enquanto ele. tendo sido ajudado pelo administrador de Simom. sofrerá perda de propriedades. O rei do Egito expediu uma ordem aos administradores locais para prender Labayu c o enviarem vivo ao Egito para interrogatório.. I.37 Que o rei seja informado quanto ao SCU servo c sua cidade. As serras ao redor de Siquém eram menos densamente povoadas do que a planície costeira e os vales. filho de Suratu. e Gate-Rimom nas proximidades de Tanaque. cidades no vale de Dotã. Mais tarde. pertencente ao rei. AMARNA c. o nome dessa cidade c do inimigo que a atacou não são dados. provavelmente sem sucesso. levou o prisioneiro de Megido. chamada Bete-NINIB (Horom?). CIDADE-ESTADO DE SIQUEM E SEUS VIZINHOS NAS CARTAS DF. Tagu era fornecedor dos soldados da guarnição egípcia de Bete-Seã. O sogro de Milkilu era Tagu. cujo rei. A aliança com Gezer. 1 3 5 0 a 1 3 3 4 a. * Zorá 0 rei de Siquém. além da influência sobre os mercenários em Bete-Seã e o parentesco com o filho de Lab'ayu em Pehel davam a Lab'ayu o controle virtual sobre uma parte importante da estrada-tronco internacional que ia do Egito a Damasco e continuava para além deste ponto. a fim de que os egípcios não perdessem qualquer renda. Surata. O passo seguinte foi uma tentativa de conquista de Megido. deixando que voltassem às suas casas. importantes eventos políticos no Egito). Em suas tropas havia renegados 'apiru e ele expulsou os habitantes das cidades conquistadas para que seus soldados fora-dalei pudessem ocupar suas fazendas. Gate-Padala no oeste c Megido a noroeste. sua cidade natal e a região da sua família (inclusive a estátua do culto familiar) foram tomadas à força. não sendo substituída imediatamente (talvez devido a ^ " \ V Jerusalém O GateQr Giíaila Lqquis CARTAS DE EL-AMARNA . Ele forçou o administrador de Gate-Padala a juntar-se a ele e depois atacou Arrabu e Burkuna.C. Lab'ayu tinha ligações políticas fortes com Milkilu. Carta de El-Amarnanm 365). Satatna. Gate-Padala e Gate-Carmelo. I. Em vez disso. (Administrador de Megido para o Faraó. passou-se para o povo dc Queila. L.ab'ayu iniciou um programa de extensão territorial. Carta de El-Amarna No. de Aco..ab'ayu. rei de Gezer e queixou-se de que este último não fora punido.. Os refugiados políticos e os renegados ('apiru) buscaram então refúgio ali. para trabalhar nos campos abandonados de Suném.. ele aceitou resgate de Lab ayu em Hanaton e o libertou. inclusive alguns de Jope. Biridia de Megido foi acusado de levar mão-de-obra gratuita... O filho de Lab'ayu foi acusado de manter ligação com esses fora-da-lei c Lab'avu teve de entregar o jovem a um oficial egípcio para interrogatório. Quando a unidade do exército egípcio de Megido foi mandada de volta para casa. F. Biridia. Uma emboscada foi preparada para Lab ayu em Gina (Jenin?) e ele foi morto. agora até uma cidade no território de Jerusalém. 290).. fim breve os filhos de Lab'ayu renovaram a aliança com Gezer e começaram a pressionar o administrador de Gate-Padala para continuar a política de insurreição do pai. controlava uma área contígua à cidadeestado de Jerusalém no sul. se não houverem tropas regulares (este ano) todas as terras do rei serão tomadas pelos renegados ('apiru)! / (Rei de Jerusalém para o faraó. O rei de Aco. assim como a Baalu-meher dc Gate-Padala. tomou parte no saque de uma caravana babilônica em Hanaton. rei de Gate-Carmelo. queixou-se amargamente ao faraó.ab:avu não era nativo de Siquém. Gezer no sudoeste. Estou cultivando Oi (campos de Suném). Lab'ayu. 1 3 5 0 a 1334 a. Só eu trago mão-de-obra corvéia. Labayu destruiu também Suném. ostensivamente para enviá-lo por mar ao Egito.C ^MBete-Horom Gezer •••. fò Cidade-reino segundo os Cartas de El-Amarna Conexão entre cidades segundo os Coitos de El-Amarna CARTAS DE EL-AMARNA JERUSALEM E AS CIDADES DA REGIÃO DE SEFELÁ NAS CARTAS DE AMARNA c.

rei de Laquis.). AS GUERRAS DE SETI NA TERRA DE CANAÃ E CONTRA OS HITITAS NA SÍRIA 1 2 9 1 . dinâmico segundo faraó desta dinastia. à espera no alto dos montes Khurru. Os postos avançados e depósitos de suprimentos usados pelos egípcios durante todo o período do Novo império. O problema entre eles era o controle das estradas que partiam dc Sefelá para o centro do país montanhoso. O conflito contínuo na planície de Sefelá envolveu outras cidades. Shipti-Baalu. 'Abdi-Kheba e seus inimigos se referiam a si mesmos como 'apiru. sob o nome de Pi-Ramessés. Boa documentação ainda existe sobre a sua primeira campanha. mostra o Egito em dificuldades para manter seu domínio sobre Canaã.3b ü país montanhoso ao sul estava sob o domínio de Jerusalém. Abdi-Kheba. "Casa de Ramessés". . Notícias haviam chegado de que "o inimigo pertencente aos Shasu está conspirando para se rebelar. era apoiado por uma guarnição de mercenários núbios. A antiga cidade dos hicsos. A inquietação política no Egito foi resolvida quando o sucessor de Horemheb. cujo rei. Não obstante. nas palavras de AbdiKheba. aparentemente o administrador de Gale. Zimredda. apoiados por Tagu de Gate-Carmelo. Ay e Horemheb. um deles matando um companheiro.). Ele queria o controle do vale de Elá e a estrada que levava de Queila a liete-Zur e Belém. sendo que ambas controlavam outras estradas para o país montanhoso.C. Shuwardata queixou-se e obteve permissão do táraó para reclamar sua cidade à força. O último terço do século XIV a. resistiu às persuasões de seu irmão. durante o primeiro ano do seu reinado (1291 a. Seti 1 teve de apaziguar esses nômades turbulentos e fazer também uma demonstração de força ao longo das principais estradas militares de Canaã. Seti I. tais homens não têm consideração pelas leis do palácio (egípcio)". durante o reinado de Tutankamon.C.. tomou providências para confirmar o controle egípcio sobre Canaã e desafiar os hititas em relação ao domínio do Levante. especialmente os relevos na parede que fica ao norte do salão de hipostilos cm Carnaque e numa esteia en- contrada em Bete-Seã. A seguir. 46) mostra seu regresso vitorioso depois de derrotar os pastoralistas Shasu a nordeste do Sinai. foi restaurada como a nova capital dinástica no delta oriental. além de várias listas topográficas em vários templos. seus chefes se reuniram. 'Abdi-Kheba havia subornado os líderes de Queila para que abandonassem sua aliança com Shuwardata. As cartas de Amarna contam sobre o conflito entre Abdi-Kheba e seus vizinhos na planície costeira. Bete-NINIB. ocuparam Robute (a Rabá bíblica) e outra cidade. Ramessés I. Avaris. Shipti-Baalu veio realmente a tornar-se rei de Laquis.C. Shuwardata e Mailkilu de Gezer.C. "fora-da-lei". para trair o faraó e foi morto por "servos que se tornaram renegados".1 2 7 1 a. fundou a décima-nona disnatia (1293 a. provavelmente Bete-Horom. tais como Aijalom e Zorá. são representados neste relevo. eles começaram a clamar e a discutir. O relevo da travessia do norte do Sinai (veja pág.

. no alto planalto ao norte de Bete-Seã).39 Neste dia foi dito a Faraó: O miserável inimigo da cidade dc Hamatc.) deste último. lile e suas tropas haviam marchado pelo sul de Canaã "com tanta segurança quanto no Egito". mas alguns textos revelam que uma unidade de tropas egípcias chegou de Amurru na hora exata (número 3 abaixo). Ele não permite que o rei de Reobe deixe esta cidade. Ramessés evidentemente marchou costa acima e forçou Amurru a voltar à vassalagem egípcia. Ramessés afirma que ele defendeu pessoalmente as tropas desmoralizadas de seu séquito (número 2 abaixo). A campanha do ano seguinte (127'í a. depois. . A política agressiva de Seti foi continuada por seu filho Ramessés II. para levantar o cerco de seu fiel vassalo Reobe e apossar-se da cidade de lanoam a leste. (Esteia dc Scii 1 cm Bctc-Scã) SETI SUFOCA UMA REBELIÃO NO VALE DE BETE-SEÃ 1291 a.29. Amurru podia agora voltar à sua posição anterior como um estado-vassalo hitita. em liga com os homens de Peel. Depois da retirada dos egípcios para o sul. ele tomou a cidade de Bete-Seã (cidade-guarnição). preparando assim caminho para a sua próxima campanha contra a Síria Central.. Sua chegada salvou Ramessés do ataque-surpresa dos hititas. os dois exércitos travaram uma batalha e embora Ramessés se declarasse vitorioso. ele cruzou a linha divisória entre o rio Litani e o Orontes.) foi imortalizada em vários relevos e inscrições no templo como uma proeza de heroísmo pessoal por parte de Ramessés. Ramessés e sua unidade principal na vanguarda. foi ele que se retirou do campo e não os hititas. Uma inscrição no penhasco acima do rio Cão (Nahr el-Kelb) data do quarto ano (1275 a. Seti enviou três brigadas para reocupar Bete-Seã. Js 19-21. prendeu o líder de Reobe". o imperador hitita. Uma segunda esteia contém o registro fragmentário de renegados 'apíru rio monte Iarumta (provavelmente o Jarmute/Remete de íssacar.C. o inimigo hitita estava escondido atrás do alto monte da cidade de TE DE CANAÃ Cades. Embora as regiões montanhosas estivessem sendo então invadidas pelos reis-pastores. Informações falsas de beduínos Shasu leais aos hititas.C. sc apossou da cidade dc Bete-Seã mediante tratado com Elá de Peel.C. levaram Ramessés a crer que Muwatalli. Mas. as cidades-estados continuaram a prosperar na planície como ilustrado por uma fase da primeira campanha de Seti 1. os carros inimigos lançaram um ataquesurpresa pelo flanco (número 1 abaixo).C. Enquanto os guardas pessoais de Ramessés e a Brigada de Amon estavam estabelecendo o centro de comando e a Brigada de Ra se achava na estrada. eles tinham viajado pela rota costeira e evidentemente haviam combinado juntar-se com Ramessés. havia recuado para Alepo e as brigadas egípcias marcharam então pelo vale cm colunas. De uma base regional em uma "Cidade de Ramessés" na terra de Anki. o general hitita Hattusilis (irmão de Mutawatalli e que mais tarde veio a ser o imperador) marchou até a região de Damasco e devastou a zona rural. No dia seguinte. 21. documentada numa esteia descoberta em Bete-Seã: "O miserável inimigo na cidade de Hamate eslá reunindo uma grande multidão à sua volta. Esteia de Seti 1 em Bete-Seã AS EXPEDIÇÕES DE RAMESSÉS II AO N 1275 E 1 2 7 4 a.

INSCRIÇÕES .TEBAS. ABU SIMBEL. se acha oculto e preparado para a batalha a nordeste de Cades. (Poema da Vitória em Cades) I QUI AS EXPEDIÇÕES DE RAMESSÉS II PARA O NORTE DE CANAÃ Sumur RELEVOS .T E B A S Ano 4. confronto em Cades Sidom .C __ * if .7 Reforço de Amurru Cades % O l ' *Cades *Í •Cades Brigada de Ptah t Sa Brigada de Sutekh Brigada de Sutekh 1 Sabfuna (Ribla) . LUXOR.E agora o miserável inimigo de Hete. juntamente com muitas terras estrangeiras.Damasco de Ramessés ^({imni Forças hititas Forças egípcias i^aatxxj Reforço de Amurru A BATALHA DE CADES 1 2 8 6 a. campanha para a costa norte (Beirute) Ano 5.

uxor) ..Quero mencionar os territórios que vão até a fronteira da terra dc Canaã. . exatamente como mostra o relevo de Seti I em Carnaque (veja o mapa 48). '^m Acsaíe Reobe + .oco Mao: Asquelom Dibon taram Depois da quase derrota em Cades. Há também atividades registradas no sul e no leste. Com Seti I leve início um projeto egípcio de mineração (sazonal?) de cobre num rio de Timna. (Papiro Anastácio I) ATERRA DE CANAA DURANTE O REINADO DE RAMESSÉS II ANTES DE 1270 a. Pane da mão-de-obra era local.) mostra sua ação contra várias cidades na Galiléia e Amurru. O capítulo geográfico preserva alguns dos principais itinerários em Canaã.C..C. Beca libanesa. Kiscos ainda maiores os aguardavam no porto de Jope entre mulheres enganadoras e ladrões de cavalos. o cocheiro tinha de enfrentar os perigos da difícil passagem e as tribos escondidas na floresta. Ramessés se gaba muitas vezes de suas vitórias sobre os Shasu. Gozo it base egípcia Cidade mencionado no Papiro Anòstacio I Estrada principal ® Rola descrile no Papi. para o qual o treinamento como cocheiro de carros de guerra era também exigido. Esta é a situação geopolítica refletida na fronteira norte de Canaã (Nm 34. como atestado pela presença da chamada cerâmica "midianita" no sul da Transjordânia.. porém. datado do seu oitavo ano (1271 a. Ali. Damascena e Baixa Galiléia são descritas. alguns dos quais ele menciona pelos nomes tribais ou geográficos. Uma lista topográfica segue um itinerário ao longo da costa e um relevo sem data mostra um cerco de Aco. os quais o emissário egípcio precisava conhecer.). Eles foram assim levados a procurar o apoio do Egito e um tratado de paz foi negociado e ratificado por Ramessés II em seu vigésimo-primeiro ano (1238).41 Vou descrever para você a natureza de um guerreiro num carro. passando por Bete-Seã e Megido e seguindo para o sul através do passo de Aruna... Entre seus outros deveres estava o de mensageiro diplomático. Havia. assim como Cades. Ramessés foi forçado a cuidar da turbulência em Canaã.C. que continuou a florescer até os dias da décima-segunda dinastia. onde os carros podiam ser consertados e as armas reabastecidas. veja o mapa 50). Um texto escolar na forma de carta satírica descreve a vida de um escriba egípcio. V)PS % Cades Arnama Beerote SidonvZarefate Selaim Hazor Quiriatc Anabc Udumu Hamate lAslarote jnoarr.1-12. até a terra de Moabe e a montanha de Seir. Amurru permaneceu um vassalo hitita. As rotas ao longo da costa Fenícia. Dc especial interesse é a rota dos baixios do Jordão.EGITO Cades-sobre-o-Orontes (Relevo de Ramessés II cm I. uma base egípcia ali. Outra esteia da vitória em Nahar el-Kelb data do ano dez (1269 a. A ascensão de uma Assíria independente deu aos hititas novas preocupações na fronteira oriental. O capítulo final lista as fortalezas ao norte do Sinai.-o Anastácio Cidade na lista topográfica PAPIRO ANASTÁCIO I . Um relevo de Luxor.

O último relevo foi atribuído a Ramessés II porque o seu famoso tratado com os hititas se encontra também ali. Israel está desolada.C. a desafortunada cidade que sua majestade conquistou por sua rebeldia". e da tua parentela e da casa dc teu pai. Gezer tomada. O faraó Merneptá registrou as suas atividades militares nas laterais de um muro perpendicular no lado sul do templo de Carnaque. Asquelom foi levada. mas Israel é claramente definida pelos símbolos de um grupo étnico não-urbano. As três cidades são definidas pelos símbolos-padrões para as cidades-estados.42 Canaã é perseguida por iodos os males. para a terra que eu te mostrarei. teve de impedir uma tentativa de invasão do delta. sua semente não mais existe". esses guerreiros nômades evidentemente representam o Israel do hino de vitória.1) TRADIÇÃO DA MIGRAÇÃO DE ABRAÃO GÊNESIS 11. Gezer capturada. O filho de Ramessés. sua semente não mais existe. lauoam é como st não fosse. outros painéis em relevo mostram prisioneiros vestidos como típicos Shasu.1 . Merneptá. Acima de Asquelom é possível ver as forças cananéias sendo denotadas pelo faraó. EGITO Sai-te da tua terra. vinda do ocidente. lanoam é como se não fosse. mas. as expedições contra Moabe e os Shasu do monte Seir podem representar medidas punitivas em face de novos distúrbios. (Gênesis 12. Israel está devastada. Três cidades conquistadas são incluídas. Asquelom foi levada. (Esteia de Merneptah) A CAMPANHA DE MERNEPTÁ 1207 a. O restante tio longo reinado de 67 anos de Ramessés II parece ter sido relativamente pacífico. os pastores nômades tão freqüentes nos textos egípcios da época. Merneptá foi forçado a sufocar rebeliões em Canaã. mas foi mostrado que os relevos de guerra são de Merneptá. dando bastante tempo para que a economia do Egito se desenvolvesse.31 13. Em seu sétimo ano. a guerra com a Líbiaficavaa leste e a com Canaã a oeste. mas só a inscrição para Asquelom se encontra preservada: "Asquelom. ESTEIA DA VITÓRIA DE MERNEPTÁ — TEBAS. O poema em sua inscrição de vitória diz: 'Atormentada está Canaã por todos os males. mediante uma coalizão com os líbius e povos da região Creta/Egeu.

Gênesis 20. Zoã era a nova capital do delta. fundada depois que os canais de irrigação perto de Pi-Ramessés não estavam mais em uso. enquanto Tell Terah e Serugue vieram a ser conhecidas através de fontes assírias posteriores. Bcrseba e imediações.C.C. reminiscentes dos Shasu de Edom no monte Seir que procuravam pastagem no delta oriental do Egito. mas foi forçado a voltar para Bcrseba por causa da inveja dos residentes locais. Narrativas sobre uma viagem à terra de Gerar destacam Abraão e [saque. Os patriarcas podiam morar ali sem entrar em conflito com o povo de Gerar. Durante os períodos de seca e fome.6 — 35.1 ABRAÃO E ISAQUE NA TERRA DE CANAÃ GÊNESIS 12. comércio na Alta Mesopotâmia. mas o rei preferiu legalizar a situação mediante tratados (alianças). Os caldeus. Hebrom. E parriu Abraão dali (l lebrom) para a terra do sul.. também Betei e. Os ismaelitas estavam presentes nas terras desertas até o século X a. Outros grupos étnicos encontrados em Canaã eram os midianitas (ismaelitas) e os filisteus.29 . Ela havia antes controlado um vasto império comercial em fins do 111 milênio a. Procuraram viver em simbiose com certos centros urbanos. ancestral da nação israelita. são o primeiro povo nômade que se estabeleceu ali na Antiga Idade da Pedra e alcançou a supremacia com a sua capital em Babilônia. Eles também peregrinaram rio Neguebe. Os primeiros apareceram a leste do Mediterrâneo como líderes da invasão dos povos do Egeu no oitavo ano do reinado de Ramessés III (1174 a. os patriarcas procuravam refúgio no Egito. Viviam da criação de gado miúdo e seus movimentos eram feitos principalmente para a utilização sazonal dos pastos locais. Ur dos Caldeus era a cidade venerável do deuslua Sin no sul da Mesopotâmia.). provavelmente durante o século XI a. durante o século VII a. e habitou entre Cades e Sur. De Berseba faziam viagens para a estepe do Sinai "entre Cades e S u r . Siquém c Gerar e. provavelmente. dita como tendo sido fundada sete anos antes de Zoã no Egito. Sumer. liste último conseguiu morar na cidade e investiu na produção de cereais. e peregrinou em Gerar. Os patriarcas entraram no país pela Transjordânia e confinaram seus movimentos migratórios na Cisjordânia à estrada divisória que atravessa o país montanhoso.C. "Os cananeus estavam então na terra". Harã se achava na principal encruzilhada de. Berseba parece estar localizada na periferia do território dominado por Abimeleque.43 A narrativa sobre a migração do patriarca. a saber.C. isto é. enfatiza a sua origem na Mesopotâmia e sua associação subseqüente com o Egito. mas os amorreus habitavam em llebrom. Vários nomes dos familiares dos patriarcas são na verdade patronímicos de cidades conhecidas nessa vizinhança: Harã e Naor aparecem nas cartas de Mari do século XVIII a. as duas grandes culturas ribeirinhas do Oriente Próximo da antigüidade.C. rei de Gerar.C. porém.

Embora o séquito de Jacó seja proveniente da região de Harã. a Birsa. rei dc Elasar. há interesse em que o leitor possa orientar-se geograficamente.44 E aconteceu nos dias de Anrafcl. rçi de Solém. Arioquc. ? 0 1 0 J O !0 10 ' " V " » GENES1S 14 A ação fica restrita quase inteiramente ao país montanhoso central também na última fase das narrativas patriarcais. rei de Elão. e passou o vau de Jaboque. Gênesis 32. rei de Sodoma. por exemplo. Gênesis H. como definida por Tutmósis 111). Que estes fizeram guerra a Bera. c tomou as suas duas mulheres. i oferece pão e vinho a Abraão e l ao rei de Sodomc • • • • 1 Deserto de Parã f O GENESIS 31-35 t . Nenhum dos personagens mencionados foi identificado com figuras históricas conhecidas. Ela continha dados geográficos pré-israelitas exemplificados pelos nomes duplos da maioria das cidades. rei de Goim. rei de Admá e a Semeber.•' . sobre os quatro reis que atacaram os cinco reis das "cidades das campinas" c a tradição militar mais antiga preservada na Bíblia. c Tida. seus contatos com o munco exterior depois de se estabelecerem em Canaã são com o Egito. Uma fusão pacífica com os cananeus criadores de ovelhas é refletida na história de Judá e Tamar que acontece na região norte da Sefelá. rei de Gomorra. Ao contrário do relato abrâmico. . e os seus onze filhos. os nomes veneráveis são atualizados mediante nomes israelitas contemporâneos. Além da reverência por essa antiga tradição. Os filhos de Jacó fazem viagens ao Egito e finalmente o próprio patriarca migra para a terra de Gósen no delta oriental. rei cie Zeboim e ao rei dc Bela (esta é Zoar). a entrada de Jacó em Canaã pela Transjordânia é claramente definida. Gomorra ou as outras cidades apareciam nos documentos antigos do Oriente Próximo. JACÓ E SEUS FILHOS Aslarole Carnaim »r I E evaiuou-se naquela mesma noite. próximo à junção do vale de Elá com o "canal" que separa a Sefelá do país montanhoso de Judá. a Sinabe. José é vendido a uma caravana que passava pelo vale de Dotã (na estrada ao sul do vale de Jezreel para a planície de Sarom. Quedorlaomcr. Esaú habita agora no monte Seir. nem Sodoma. e as suas duas servas.i-2 OS REIS DO NORTE As narrativas. portanto.22 Abrüão persegue os reis do norte j [ jocobzeol j Melquisedeqyç. em Gênesis 14. rei dc Sinear. "Bela que é Zoar".

1-36 .12.43. o braço do Nilo junto a Ramessés havia sofrido assoreamento. ® * O Capital V^ Fortaleza da fronteira Cidade e fortaleza do lroí>teira Lstrada principal \ p««cVlMonte Sinai Di-ZaoÈW / r ÊXODO 12. esteias e outras peças ornamentais arquitetônicas para a cidade nova. Josefo).. vendo a guerra.43) ou com Pitom (o Targum) e Pelúsio com Ramessés (Targum. Os tradutores da Setuaginta Grega equipararam Pitom com Iíeliópolis (a On bíblica) e Góscn/tcrra da região cie Ramessés como o Wadi Tumeilat. „ Êxodo 13. A terra de Gósen era a planície entre Ramessés e Pitom. e tornem ao Egito.17 • ÍTelI et-Yehudiyeh) X ) n Hcliópolis "Pitom" da SepKjoginta Baal-Zefom Ara de Bacl-Zelom Ma"dÁ * 'Caminho para.11).17). uma estrada usada pelos faraós do Império Recente (encarnações de Horus) em suas campanhas militares para Canaã e a Síria. Ela servia como capital do norte para os faraós da décima-nona e vigésima dinastias. enquanto a cidade de entrada do Egito passou a ser Pelúsio. chamada "terra de Gósen".11-12:33. F. Eles saquearam as ruínas de Ramessés e levaram muitas estátuas.1 NÚMEROS 10.C. Tanis-Zoò Lago Mar de Sbiror Sargaços (Prj-Ramesôés Bubasfe Sucofe (Tj-Ku) Jacó e seus filhos tiveram permissão para morar na melhor parte da "terra de Ramessés" (Gn 47. Entre esses dois corpos de água passava o "Caminho de Ilorus".12.m fins do século XII a.C. As inscrições egípcias indicam Pitom (Pr-Atum egípcia) como o sítio na extremidade oeste de um antigo lago no Wadi Tumeilat. O "mar de Juncos" era uma vasta região pantanosa que existiu no passado a sudeste de Baal-Zefom. em Bubastes e também levaram para ali estátuas e outras peças das ruínas de Ramessés. Isto levou os escritores judeus tardios a identificar Zoã com Remessés (SI 78. a adoração de um Ramessés deificado passou a ser praticada tanto em Zoã quanto em Bubastis. A cidade de Ramessés ("a casa de Ramessés" em egípcio) fora construída no antigo sítio da capital dos hicsos.37-19. Deus não os levou pelo caminho da terra dos filisteus que estava mais perto: porque Deus disse: Para que porventura o povo não se arrependa. A Sucote bíblica é o nome associado com os tanques de irrigação mais a oeste de Pitom. forçando os faraós da vigésima-primeira dinastia a construir uma nova capital em Zoã (Tânis). "Pitom" do largum "Ramessés" do Torgum Pelúsio ' S ^ f í i ^ .45 O EGITO DO ÊXODO Lugar dos maravilhes divinas segundo Sglmps 78. A Bíblia a chama de "Caminho da terra dos filisteus" (Êx 13.. Durante o século IV a. na direção do moderno lago Timsa. O lago Shihor era evidentemente um lago ou lagoa alongado que acompanhava o curso do antigo braço oriental do Nilo entre Baal-Zefom (Dafne) e Pelúsio. Ramessés^* r <. Ávaris. JUMOJj O ÊXODO E A PEREGRINAÇÃO NO DESERTO Piíom*' Sucole Camiy Lago Amargo / lEziom-Geber) ISercbii^ el-Cadcrn! Hazerote. Os faraós da vigésima-segunda dinastia estabeleceram uma segunda capital no delta.

o "Mar dos Juncos" (P-Tjufy em egípcio). Campanhas dc Seti I (na parede ao norte do grande saláo em Carnaque) Assim em Cades estivestes muitos dias.9). o rei de Ilarade. Em vez disso. Sua retirada das montanhas está associada com Horma. eles são mostrados como iniciando sua caminhada de Sucote (Tiku. Números 21. uma região de pastagem conhecida dos beduínos Shosu durante a décima-nona dinastia. 33.44-45) ou aos an.46 CADES-BARNEIA ° Azmom ° Carca Fonte principal Cades • ° G En-Mispa Barnéi. Seti I incluiu uma representação dos fortes e fontes de água ao longo desta estrada em seus relevos na parede norte do vestíbulo do hipostilo em Carnaque.2.3. DEUTEROXOMIO 1. que habitava para a banda do sul. Identificações sólidas para as etapas restantes da sua marcha são difíceis. na periferia do deserto (de Sur).1 Debir o Arade INVASAO INFELIZ PELO SUL Os israelitas primeiro tentaram penetrar pelo sul. NÚMEROS 14. i. Barnéia Cades Hazar-Adar ° j 0 S .13. entraram no deserto de Sur (Êx 15.44-45. Dali. mas seus esforços fracassaram por causa da forte resistência por parte dos amalequitas no Neguebe e dos cananeus no país montanhoso. 10 < ° . a Hazar-Adar 1 NÚMEROS 20.orreus (Dt 1. voltaram para uma posição à frente (leste) de Pi-Hairote (possi- velmente um lugar perto de Silo) "entre Migdol c Baal-Zefom" (Éx 14. que Israel vinha pelo caminho dos espias. A derrota em Horma foi finalmente vingada quando Judá e Simeão a conquistaram (Jz 1.e. indo para Etã. em egípcio).h«.22) e evidentemente se dirigiram para o sul. pelejou contra Israel. Desse modo..7) era demasiado fortificado para servir como rota de fuga para o povo de Israel. enquanto as duas outras atribuem o Neguebe aos amalequitas e a região montanhosa aos cananeus (Nm 14. "sagrado").17). A localização de Cadcs-Barnéia está bem estabelecida e oferecc um ponto focai para as peregrinações durante os quarenta anos no deserto. DEUTFRONÒMIO 1. 33 40) que habitava no deserto.46 As campanhas faraônicas contra Canaã exigiam bases logísticas a intervalos de cerca de 15 milhas através da rota sinaítica costeira ao norte. Este "Caminho de Ilorus".41-44). 21.. IS Punom© <S> .. Duas passagens mencionam um rei cananeu de Arade (Nm 21.19-46 Hebrom Ouvindo o canançu. Deuteronômio 1. com um trocadilho com o seu nome (Herem cm hebraico pode significar "destruição" ou "dedicado".40.1. desde que os nomes antigos não sobreviveram na península do Sinai. Sua retirada diante da perseguição dos egípcios deu-se através dos pântanos a leste de Baal-Zefom.41-44 Neguebe Zoar • Tofel Tamar j f Forcc Israelita A Jv.. o "caminho da terra dos fiiisteus" (Ex 13. Nosso conhecimento atual favorece uma rota compatível com as tradições bizantinas paia o sítio do monte Sinai em Jebel Musa.

passando por Cades-Barnéia e chegando ao Ribeiro do Egito. Números 13.im. jamais foi reconhecida como parte de Canaã (veja também Js 22. A Transjordânia. fundado durante o século XIV a.^. houve uma tentativa malograda de invadir a terra de Canaã de Cades-Barnéia ao sul. ao sul do Iarmuque.1-12. coincidem com os da herança de Judá (Js 15.21 Monte Hor \ Afecxi» 9r Zedade > < <^ ^.. 34. AzniÔm • ' " i 1 ™ . Hazor-Eriã N • Domosco Asfarote Quenate Sefâ Saleca « tk.15-18). skíífi NÚMEROS 13.19 Hazar-Adar Fronteira Zim • Sela O O ^ 0 10 30 rmlhc.C. A fronteira do norte. até Reobe.1-12.C.4: EZEQUIEL 47. também descrita pelo profeta Ezequiel (Ez 47.2-4). Embora o objetivo final no norte tosse indicado como Lebo-Hamate na fronteira norte de Canaã.. a narrativa dos 12 espiões enviados de Cades-Barnéia se concentra na região de llebrom. reflete a extensão do controle egípcio em fins do século XIII a. •rCodes c Rola dos espias Cominuocão do role até o Fronteiro do Terro d e C o n a â Suoosio fronteiro Segundo unia tradição primitiva. Os limites ao sul. O pequeno reino de Amurru. Amaleque estava no Neguebe. e espiaram a terra desde o deserto de 7. exatamente onde Calebe... nos vales a leste e oeste de Berseba: Cades-Barnéia ficava no Deserto de Zim. veio a estabelecer-se com o seu clã."Lebo-Hamale ' /lifrom \) Cades AS VIAGENS DOS ESPIAS E OS LIMITES DA TERRA DE CANAÃ Biblos\. o principal espião. á entrada d e Hamate.47 Assim subiram. As fronteiras da entidade geográfica conhecida corno Canaã são definidas em detalhe em Números 34. desde o Mar Morto. JOSUÉ 13. provavelmente de acordo com o tratado de paz entre Kamessés 11 e os heteus. foi excluído. .32).9-10. a saber.

passando pelo centro de Edom e Moabe para "as campinas dos moabitas" opostas a Jerico (Nm 33-37-49). 3 0 . Quando seu pedido foi recusado. Em contraste. O reino amorreu de Hesbom ficava entre Moabe e Amon.1-4). Moabe e Amom. o quadro revelado pela lista das etapas no deserto mostra uma rota direta. Muitos especialistas julgam que esta lista reflete a tradição de uma onda imigratória mais antiga de várias tribos. e depois entrou no reino de Seom pelo lado leste do deserto (deserto de Quemote). Jerusalém Bele-Jesimote' O Baal-Meomfi Almorr-Diòiataii Hebrom Diborn.2 1 . 33-37-49 .26).24! Jaboquej ^ n ! \ Rabafe I TÍBne-Aniom * V ® " '•to° » Hesbom". seu rei.Números 21.• m 'V.fr }j / ' (Nm 21. Seom. /Veado 3 ® Quir-Moab® g . antes do estabelecimento dos reinos da Transjordânia. Nesta região quase despovoada. Estas tradições bíblicas relativas ao arraial em Abel-Sitim e a guerra sangrenta contra os midianitas estão ligadas a este movimento. formando cm breve reinos organizados — Edom. Moisés dirigiu-se para o sul de Elate. Moisés explorou esta situação política. 1 4 .27). "§! Estrada através de tdom e Moobe Abarim Zalmona i í B-V g"obote I Bozra Selo.*••' m ® ^ JS m ' i. guerreou contra o primeiro rei de Moabe e conquistou todo o planalto de Moabe até o Rio Arnom (Nm 21.48 Vinde a H e s b o m .27 A PENETRAÇÃO NA TRANSJORDÂNIA Porquanto o termo dos filhos do Amom era firme. A conquista dos israelitas começou a leste cia Transjordânia. evitando Edom e Moabe. fortifique-se i cidade d e . I\ • •Requem ' 'J. para chegar ao território de Seom (Nm 20.-. Desde essa época. pedindo aos reis de Moabe e Edom que permitissem a passagem dos israelitas pelas suas terras pela estrada real.. embora Moabe jamais aceitasse o fato e aproveitasse todas as oportunidades para recuperar o controle sobre "a planície" ao norte do Arnom. Povos aparentados com os israelitas já se haviam estabelecido no sul da Transjordânia.v.14-21: Jz 11. além dos limites da Terra de Canaã.Gcd4 k Q u e d e m ^. M mm Estrada que possava: ao lorgo de Edom e Moabe •/' | jtH&m&r Arqueiro (Graíito e m Neguebe) timite de Fronteira NÚMEROS 2 0 . havia grandes extensões de terra para pastagem (Nm 32. o Arnom passou a ser considerado o limite tradicional entre as tribos israelitas e Moabe. .. ediíicjue-se e Seom.

l-S-29 .49 JOSÜE 3.

perto de Siquém. As atividades nas regiões do centro e do sul são retratadas no livro de Josué em três estágios: 1. que se perderam ou pelo menos sobrevivem apenas como vagas alusões no registro.15). D e u t e r o n ó m i o 11. O altar se localizava num ponto em que as duas metades da congregação podiam vê-lo.26-32: 27. Batalha de Gibeão.30-35 última cidade havia sido sempre o principal centro urbano da região montanhosa de Efraim. o primeiro ponto alcançado pelas tribos foi Gilgal. Esta tradição parece derivar do antigo santuário dos carvalhos de Moré. O rei de Jerusalém convocou seus aliados para castigar os gibeonitas por terem feito aliança com Israel. as tribos conseguiram estabelecer-se sem terem de conquistar as cidades cananéias adjacentes. Esta nF. e a maldição s o b r e o m o n t e de Hbal. parece que a penetração israelita nesta área central montanhosa tinha sido relativamente pacífica. a leste de Jerico (Js 4. As histórias das conquistas de Jerico e Ai estão ligadas a Gilgal. } / j |\ : t v'\' J J y ú f / y >x )\ — / y x • v» V ^ ^ / i V . a conquista de Betei. Tudo indica que uma convivência positiva fora estabelecida com os cananeus de Siquém. não foi por acaso que Saul.29 ^ . outros supõem que a fonte da história da conquista de Ai é uma lenda popular.19).22-26. Por outro lado. ou grupos locais de tribos. Sua fuga para o sul "até Azeca e a Maquedá" (Js 10. Josué pertencia ao clã de Beria que habitava nas montanhas de Betei entre Naarà e Bcte-Horom (1 Cr 7.— r — — — — - — ~ I 55 | 1 A continuação da história da conquista está ligada à construção de um altar no monte Ebal onde houve uma cerimônia para a renovação da aliança. que foi a primeira atribuída a Calebe e Quenaz (Js 15. na narrativa bíblica. De fato. A invasão das tribos do sid.13-19. as vitórias obtidas individualmente pelas tribos. 1 louve provavelmente inúmeros outros conflitos entre os israelitas e a população nativa. um enclave heveu que habitava quatro cidades no planalto a noroeste de Jerusalém. As principais atividades de Josué ficaram provavelmente restritas no início a essa região montanhosa central. foi confirmada por escavações arqueológicas. Enquanto o livro de Josué apresenta este quadro unificado da conquista.1011) e finalmente a Josué c a todo povo de Israel (Js 10. o Livro de Josué atribui todo o processo a uma campanha-relâmpago conduzida por todas as tribos reunidas sob a liderança de um único homem. CONQUISTAS AO SUL Ao reconstruir a ocupação israelita da terra. Além do mais. em algumas áreas. Por outro lado. V 1 / JF-Y V f • A REGIÃO DE SIQUÉM M o n t e E b ^ I K o n t e G ei-i2i.50 A conquista da terra dc Canaã começa quando o povo cruzou o rio Jordão. deve ser lembrado que os únicos eventos selecionados são os descritos na Bíblia. . o primeiro rei israelita recebeu ali a coroa (1 Sm 11. Embora a identificação não seja segura.15). Alguns eruditos são de opinião que.11) serve de ligação com a campanha subseqüente ao sul da região de Sefelá.n Siquém Corvolho de Moré • — . As forças cananéias foram expulsas ao tentarem fugir pela estrada de Bete-llorom. Ele considerou isto como uma ameaça ao seu controle sobre a estrada principal da planície costeira até a região montanhosa. lista questão é especialmente difícil em Ai. metade deles ficava do lado oposto a Gerizim e a outra metade oposta a Ebal.23-28). Ai foi substituída por Betei que ficava nas proximidades. Josué filho de Num.UTFRONÔMlO 11. especialmente a vitória em Gibeão. são enfatizadas no livro de Juizes. depois a j u d a (Jz 1. 2.v\ \ \ ' : v " r Então pronunciarás a bênção sobre o m o n t e Gerizim. Esta tendência fica mais óbvia com respeito à conquista de Hebrom e Debir. JOSUÉ 8.12. Jz 1. Gilgal tornou-se evidentemente o primeiro lugar santificado na terra de Canaã. cercando o santuário de Gilgal. servindo durante algum tempo como centro das tribos israelitas. Estas histórias contêm muitas sombras lendárias e historicamente estão envoltas em obscuridade. Ela não está listada entre as cidades conquistadas em Josué 12. Aqui os israelitas se reuniram ao redor de Josué para ajudar os gibeonitas. A conquista de Jerico e Ai neste período não recebeu confirmação arqueológica. o mapa 57 mostra a campanha como se este Bezeque se identificasse com . via Bete-Horom (Betorom). c tinha o propósito de explicar as cidades destruídas que salpicavam a paisagem nesta área. descrita em Juizes 1. É dito que até as tribos da Transjordânia cruzaram a Cisjordânia para ajudar seus irmãos na conquista. Judá recebe crédito pela vitória sobre o rei cananeu Adoni-Bezeque num lugar chamado Bezeque.36-39). pois a cidade parece ter sido completamente destruída mil anos antes de Josué.

10-15) . talvez Tamar no Arabá em vez de Jerico (Jz 1. Éter e Asã (I Cr 4. Jz 1. tendo penetrado pela "cidade das palmeiras". Aim. O mapa 57 segue a tradição de Josué 15.8) é provavelmente um retrospecto relativo à conquista da cidade por Davi.8. a seqüência começa com Maquedá e a captura dos reis cananeus fugitivos e leva à subida para llebrom e Debir.33-36). Rimom. Os simeonitas conseguiram originalmente estabelecerse em cinco sítios de Sefciá e do Neguebe: Etã. T.s cananéias . no vale de Aijalom.) 3.13-19 (cf. Vale a pena notar que dos três distritos conhecidos na Sefelá.16). (Na Almeida Corrigida. Este foi provavelmente o último estágio na ocupação do território mais amplo da judéia.'LIO r-\ i. A BATALHA DF GIBEÃO Timnate-Sera Sol. o mapa 58 segue a tradição de Josué 10. fora evidentemente ocupado pacificamente. O jarro votivo com uma inscrição hierática encontrado previamente ali deve referir-se ao reinado de Ramessés III.C. Toquém e Asã — N. i Gibeão " ~ A * Boorote Jerusalém Rei d e Jerusalém é aliados atacaro G i b e ã o aquis "^"Maquedá Gibono «(ÍÍMBIBI C i d a d e gibeonita Forçcs israelitas f-orço. as cidades mencionadas são: Etã.12 ( tuger de sepulro merto fie Josué Completa aerroto nci desc do de Bere-Horom Bele-I lorom interior Jbp&da^ £eie-Horom superior y .C. A conquista do sul da Sefelá. deténMe em Gibeão.17). o do norte. a conquista israelita dessa região pode ter tido lugar na última metade do século XII a.31-32) e ajudaram Judá na conquista de Horma (Jz 1. Os quenitas se estabeleceram perto de Arade no Neguebe. Portanto.51 o Bczeque de 1 Samuel 11. En-Rimom. encontrado junto a porta de Laquis indica que a cidade cananéia estava sob o controle egípcio até pelo menos a metade do século XII a. sem quaisquer conflitos graves (cf. conquistando llebrom e üebir. A conquista das cidades dos distritos do centro e do sul parece seguir um circuito baseado na ligação com a narrativa anterior (a retirada cananéia depois da batalha de Gibeão) e a narrativa subseqüente (a conquista de Hebrom e Debir na região montanhosa).36-39Um objeto metálico com um brasão do faraó Ramessés III. e tu lua. Josué 10. A referência seguinte à conquista de Jerusalém por Judá (Jz 1. Gn 38). Toquém. Embora Judá e Simeão possam ter entrado nas montanhas da Judéia pelo norte. que ia do vale de Soreque ao vale de Elá (Js 15. as tribos subsidiárias dos ealebitas e dos quenazitas provavelmente penetraram pelo sul. Assim sendo. v Josué se op-esso em ujudyf Gibi.

.13-19. o sul.4 Assim feriu Josué toda aquela terra. Gibeão* Quiiiate Jearim Asdode O rei de Gezer se em socoror Lçiç. e as descidas das águas..36-39. JUIZES 1. 1 Cr 2. o Senhor lhe deu na sua mão os cananeus c os ferezeus.C..mi Forço israe ila Força canaanita — Rota para I leoron' v . Josué 10. Jiifr.40 CONQUISTA DOS DISTRITOS DO SUL DA SEFELÁ (E REGIÃO MONTANHOSA CENTRAL) ÚLTIMA METADE D O SÉCULO XI! a.1-20.4 A ASCENSÃO DE JUDÁ E DAS TRIBOS DO SUL JOSUÉ 10. subiu Judá e. e as campinas. e feriram deles em Bezcque.es 1. GÊNESIS 38..28-35 Hebrom -«(••. JOSUÉ 15. as montanhas.V. yi$ Jarmute Azecà Belém • Asquelom Adulõo JOSUÉ 10.

: JOSUÉ 12.. Hazor de Quinerele MB1fl Forç-os israelitas Forças conanéias Voluntários israelitas Cocheiro cananeu ferido p o r uma flecha (Decoração no carro de Tutmósis IV) ( [>( Acampamento de carros cananeus Area de cssentomento permanente israelita f..5 ..19 Cades A GUERRA DE DÉBORA — A DISPOSIÇÃO DAS FORÇAS S É C U L O XII a . j u i z e s 5.19-23: JUÍZES 4-5 Juizes 4. n ã o t o m a r a m g a n h o de prata.Q''~~l Baraque pois desceu d o m o n t e Tabor. JÜÍZES 4 . junto às águas d e Megido. C .14 A GUERRA DE DÉBORA — A BATALHA Saridcg^ Qi! i sl ota-Ta bo r®* Daberate i junto às águas i de Megido Qursom Harosete-H ago i m En-Dor 2 TÍSoi Tanaque JOSUÉ 12.Então pelejaram o s reis de Canaã e m Tanaque.19-23.

E possível que este seja um eco do conflito com a guarnição dos filisteus em Bete-Seã (1 Sm 31.2.24) enquanto a das águas de Merom culmina na completa destruição de Hazor (|s 11.19). Harosete significa "terra cultivada" e refere-se à rica zona rural ao sul do vale de jezreel. as tribos foram convocadas . cultivado em benefício de um suserano. Harosete-Hagoim é aparentemente idêntica a Galil-llagoim (Is 9-1 [Hb 8. esmagou os filisteus (Jz 3-31). desde os dias de Tutmósis III ela era conhecida como um domínio real. as versões em prosa e em verso complementam uma à outra. Outros afirmam que a referência a Jabim na narrativa da vitória de Débora é uma adição posterior e que o líder original da liga cananéia em Juizes 4 e 5 foi Sísera.10-11).23]) e deve ter-se derivado do sentido original "arar".Te!'Harashirn Quinei ele Mr! lair SimV<>j V.10. De fato.17-22.1} Co/ô t En-Dor A BATALHA DAS ÁGUAS DE MEROM J I Í Í Z H S 4. nem possui uma cidade específica própria. Não existe cidade com o nome de Harosete-llagoim em quaisquer fontes extrabíblicas e as tentativas para encontrar este nome na toponímia árabe do vale dejezreel foram inúteis. 5-2-1-30 ftereAno*e ieron . A situação chegara a um impasse. os eruditos sugeriram que a vitória de Débora precedeu a batalha de Merom. rei de llazor. inspirado por Jael. Jobnel . o rei de Hazor. Portanto.16) é sinônimo de "Tanaque. A batalha de Débora é uma cias poucas narrativas que podem ser reconstruídas geograficamente em considerável detalhe.12).s o m e n t e t i a o q u e i m a r a m o s israelitas as c i d a d e s c u e e s t a v a m sobre o s s e u s o u t e i r o s : salvo s o m e n t e Hazor. . J o s u é 11. no qual a segurança nas estradas ficou seriamente ameaçada (compare o perigo de viajar pelo Passo de 'Aruna com medo das tribos selvagens como descrito no Papiro de Anastasi I). junto às águas de Megido" (Jz 5. Sísera jamais é chamado rei. Competia a Sísera proteger os interesses de seu senhor. O conflito é considerado como subseqüente às proezas de Sangar filho de Anate quem.1-15 A Bíblia registra dois grandes conflitos entre as tribos israelitas e os cananeus das cidades da Galiléia: a batalha das águas de Merom (Js 11. lonò^e Forças israelitas Forças cananéias •tf 1 Força auxiliar cananéia I Área de assentamento permanente dos israelitas J O S U K 11.13. Em ambos os relatos.1-15) e a batalha de Débora (Jz 4 e 5). Harosete-Hagoim (Harosete dos gentios) do relato em prosa (Jz 4. as duas pertencem ao mesmo período cronológico. Usando isto como critério. explodiu em conflito aberto. As tensões entre as tribos israelitas que viviam nas montanhas e as cidades-estados cananéias. Todavia. A vitória de Débora é tida como sendo a causadora do declínio de Jabim (Jz 4. neste centro agrícola altamente produtivo. que controlavam a maior parte das terras agrícolas de boa qualidade e os mananciais. segue-se então que a ordem dos dois eventos inverteu-se quando a vitória de Merom foi atribuída a Josué pelo autor mais recente do livro de Josué. a qual J o s u é q u e i m o u . mulher de Héber o queneu. o chefe da liga cananéia é Jabim.54 A MORTE DE SISERA * Adonu-Nekeb Ôades-Naftali Fuga do campo de batalha Daberate • Qujslore .Morte de S r sera 3 rende d e j a e l r MonieK ÍClbOT ^ 0 'yabor Carvalho e n Z a a n a n i m ^ / Qüi$om Srsera * Ãnarofe T ã o .

prova que os originais eram Maron ( = Merom) e Simeão (conhecido como Simorn nas fontes egípcias. ao sul do vale de Jezreel. com voluntários de Issacar e as três tribos do monte Efraim. a lista contém várias cidades no monte Efraim e em Sarom. pelo contrário.. mas a data exata do evento não pode ser determinada apenas pelos escombros materiais. conhecida tanto dos cananeus como dos israelitas.7-24 Gudes Cidade ou distrito nõo trencionado r o relato da conqu sto A lista dos reis cananeus vencidos é um resumo das histórias da conquista contidas nos livros de Josué e Juizes.C. Os nomes dos reis cananeus envolvidos não são enumerados em Juizes. . foram varridos pela torrente do Quisom. Sísera reuniu os carros cananeus em Ilarosete-Hagoim e. mais tarde. Eles não haviam ainda se estabelecido no planalto a leste do monte Moré. JOSUÉ 12. 21.7. o sogro de Moisés e ancestral dos queneus que se localizaram no deserto de Arade (Jz 1. Isto deu vantagem aos guerreiros israelitas que atacaram. mulher de Héber. estava habitando principalmente ao longo da extremidade sul do vale de Jezreel em subserviência aos cananeus que impuseram sobre eles trabalho em sistema de corvéia [tributo|(Gn 49. Naftali e Issacar (Dl 33-18-19). não é a Cades cananéia na Alta Galiléia (Js 20. a identidade dos atacantes. Os cananeus confiavam na mobilidade de seus carros para intimidar a infantaria das tribos israelitas e rapidamente dispersá-las com uma chuva de flechas. Jael.. era provavelmente uma profetiza de renome. Eles haviam seguido para a batalha esperando receber grandes recompensas ao voltarem vitoriosos a "Tanaque junto às águas de Megido". Os cananeus se reuniram junto às águas de Meron/Merom (o nome é preservado em Marun er-Ras). £ estes são os reis da terra aos quais feriu Josué e os filhos de Israel daquém do Jordão para o ocidente. e "o rei de Goim em Gilgal". As tribos originais envolvidas eram provavelmente as de Naftali e talvez de Aser. Não existe igualmente prova arqueológica para. Sua principal importância está no registro dos nomes de cidades não mencionadas nos relatos em si. Maquir passou para a Transjordânia onde veio a ser reconhecido como um ramo da tribo de Manasses (veja o mapa 65). terra natal dc Baraque.16). baseada num texto hebraico superior. que inchara com a água da chuva. As referências nãobíblicas (egípcias e assírias) a Meron/Merom também sugerem um sí:io nesta área. ele seguiu para o vale do Jordão pelos montes da Baixa Galiléia. em vez de fugir para seu quartel-general em Harosete-Hagoim (provavelmente a própria Megido. A linha de retirada dos cananeus. perto de Siquém em Gn 12. Escavações arqueológicas revelaram a total destruição desta cidade cananéia. o queneu. filho de Abinoã. Adulão na Sefelá. um extenso sítio israelita a montante do mar de Qainerete. mas podem ter sido preservados na lista das cidades cananéias conquistadas em Josué 12. descendo a pé pela encosta do monte. começou a chover e os carros afundaram na lama do vale.8). a uma distância de poucas horas apenas do monte Tabor. na fronteira sul do território de Naftali (Js 19-33). confirma que a batalha teve lugar na Alta Galiléia. e até Misrefote-Maim. um ponto central na Alta Galiléia. O Livro de Josué atribui a liderança desta campanha ao próprio Josué.14-15). O Quisom. encontrou a morte às mãos de Jael. mas sim Quirbete Kcdish. Cades em Naftali.32. Issacar. embora essa cidade não seja mencionada na narrativa). A família de Héber descendia de Hobabe.7 LISTA DOS REIS DE CANAA SÉCULO XII a. "até à grande Sidom. 1 Cr 6.9. preenchendo assim algumas brechas no painel das guerras da conquista.61). mas não conseguiram "ganho de prata" ali. Esta montanha sagrada marcava a junção dos territórios tribais de Zebulom.6). Além dos reis do norte. depois de cruzar o alto do ribeiro de Quisom. Galil-Hagoim. seguiu em direção ao monte Tabor. Síscra também abandonara seu carro. que acamparam inicialmente na região montanhosa do sul da Alta Galiléia. Chegou assim à tenda de Méber. a tradução Septuaginta grega. O acampamento situado cm Alom (carvalho de) em Saananim. impediu a fuga dos guerreiros cananeus que haviam abandonado seus carros e estavam fugindo a pé. mas. Em vez disso.55 por Baraque e levadas ao monte 'labor à noite. Só quatro cidades cananéias são mencionadas na narrativa sobre o conflito nas águas de Merorn. provavelmente. ou segundo a Septuaginta. e compare 2 Cr 16. Madon e Sinron na versão hebraica são palavras-fantasmas. que recebe também crédito pela destruição da cidade cananéia de Hazor. No dia escolhido para o confronto. e ate ao vale dc Mizpá ao oriente" (Js 11. 34. "o rei de Goim na Galiléia". O maior contingente era o de Zebulom e Naftali. Sísera estava evidentemente procurando refúgio no santuário dela. Josué 12. que é. ganhando momento e coragem enquanto corriam.6). era provavelmente um lugar de culto (compare Allom [ = carvalho de] Moré. ao que tudo indica. Maquir continuava habitando na região norte do monte Ffraim. como demonstrado mediante pesquisas arqueológicas.

CRÔNICAS 7.aol*A1Íd^ Acampamento i dos danitass lêrusúlém JUIZES 17. Esta a razão dos danitas relutarem em atacar qualquer cidade-estado cananéia. 104. (Josué 17. um habitante de Gileade.1-6.. Laís era ocupada pelos sidônios (termo bíblico para os lenícios). e ainda encontrados ali no período da monarquia israelita (veja o mapa 137). era homem de guerra. # Megido Lo-Debar Camom* % - # 7anaque Ramote-Gilead% Bele-Seõ Gileade S E M1 D A Sucoie PGIIUGI NÚMEROS 32. 0 exemplo mais surpreendente é a migração da tribo de Dã do norte da região de Sefelá (Jz I 34-35) para a cidade cananéia de Laís. O FILHO DE MANASSES SÉCULO Xll a.) Jazer* Outros movimentos das Lribos e clãs.1) MAQUIR. (Juizes 18. Algumas das tribos são mencionadas como tendo deixado de tomar suas respectivas heranças ou partes dela. no sopé do monte Hermom. enquanto a herança de Manasses foi a oeste do Jordão. a migração de Maquir para o norte de Gileade é claramente refletida na lista genealógica dc Manassés. o primogênito <te Manasses.. dc Zorá e de Estaol. alguns de seus jovens parecem ter-se também enamorado da navegação. . da tribo dos danitas.56 Então partiram dali.C.14).C.47 Maquir. nomes idênticos de clãs e lugares ocorrem em diferentes contextos tribais.14-19 ABIEZER * SIQUÉM ASR I EL Zaretã Jog b e a # Robate-Bene Amom I (Veja tabela genealógica na pág. leve a (jileade e Basà. Zorá * Es. Dâ por que se deteve em navios?" (Jz 5.39-40 JOSUÉ 17. evidentemente se encarregaram de continuar suprindo os mercados sidônios. seisccntos homens armados de armas de guerra.29) luem Har-Here: Gezer « ^icalbim Quiralejeòrim . Quando os danitas se apossaram da cidade e território deles. Isto explica o estranho fenômeno de clãs estabelecidos ao norte do monte Efraim. JOSÜÉ 19. terem sido incluídos na lista genealógica como filhos do Maquir transjordaniano e de Gileade. Nos dias de Débora.11) 1(911)• . Abel Bole(lesem) Maaca « A MIGRAÇÃO DA TRIBO DE DÃ Hazor E chamaram o SÉCULO Xll a. pai de Gileade. cuja função era sem dúvida o cultivo da zona agrícola do interior para as cidades fenícias que ocupavam sua mão-de-obra com as atividades marítimas. Maquir ainda habitava ao norte do monte Efraim (Jz 5. isto é. porque.17). se tornando mais tarde o "pai" de Gileade. de uma para outra região são sugeridos de passagem.18. nome do cidade Dã (Jz 18. Assim sendo.

Sob o primeiro rei da vigésima-primeira dinastia. um oficial chamado Uenamon foi aparentemente enviado ao Líbano a fim de comprar madeira para consertar o barco sagrado de Amon em Tebas. Chegando por terra e por mar. tais como Asdode e Ecrom. Ele e seus sucessores.). habitava em Dor. haviam estado em contato. continuaram a exercer alguma forma de controle sobre Canaã apesar da presença dos povos do mar. Biblos e Alashia. os Sikels. Carquemis e Ugarite. Quanto à costa da "Filístia". ancestrais dos etruscos?).). por meio do comércio marítimo. gregos e outros indo-europeus.C. destruíram grandes centros como Hatusas. os sikels. Alashia. essa vitória é comemorada em texto e relevos no seu templo mortuário. os lukkus (lícios) ameaçaram o reino de Alashia (em Chipre). A narrativa de suas aventuras revela que outro "povo do mar". Os filisteus e outros haviam aparentemente capturado esses centros costeiros. A grande explosão de "povos do mar" aconteceu no oitavo ano de Ramessés III. mas não como representante de um suserano. mostram que as cidades cananéias foram queimadas e a ocupação subseqüente foi caracterizada por um estilo egeu de cerâmica. EGITO . Navios de Keftiu ( = Caftor) levavam mercadorias ao Egito durante a décima-oitava dinastia e durante o período Amarna. • Cades O •O Damasco 1 ''HJ»»"»! .C. O papiro Harris I afirma que os cativos desta batalhaforamassentados em guarnições egípcias. Assentaram acampamento na terra de Amurru. Os cinco grupos étnicos mencionados eram os filisteus. de Caftor.C. Ramessés III deve ter permitido qiie ocupassem o sul de Canaã. na fronteira de Canaã. 1174 a.7) A MIGRAÇÃO DOS POVOS DO MAR 11 7 4 a. inclusive os Akawasha (acadianos?). e aos filisteus. Uenamon busca asilo com a rainha de Alashia | Uenamon negocia com o rei i de Biblos para a compra de | madeira Uenamon confisca dinheiro do navio de Sikel O dinheiro de Uenamon é roubado: não foi devolvido por Sikel. Smendes em Tânis (1070-1044 a.1' Forças egípcias Povos d o M a r Nofe Á r e a d a o c u p a ç ã o filistina E o rei de Biblos enviou-me uma mensagem dizendo "Deixe meu porto!" (A Jornada de Uenamon) AS VIAGENS DF UFNAMON PRINCÍPIOS D O SÉCULO XI a. dardanianos e outros asiáticos do ocidente da mesma origem lutaram ao lado dos hititas (heteus). pelo menos até Ramessés VI (1141-1134 a. escavações em vários sítios importantes. enquanto os lukkus. O faraó Merneptá repeliu uma invasão de líbios apoiada por vários povos do Egeu. Kode. PAPIRO EL-HIBA. eles saíram de suas terras a noroeste.57 Não fiz eu subir a Israel da terra do Egito. e aos siros de Quir? (Amós 9.C. os shekellesh. operam uma frota de navios e mantém relações marítimas com Tiro. Arzawa. A hegemonia egípcia em Canaã passou evidentemente para a História. Impelidos pela fome. Povos da região do Egeu. os dananu e os washashu. os shekeleshs e os Tursha (Tyrsenoi. rei de Dor Rabate-Bene-Amom Hebrom Guerra de Ramessés III conta os povos do mar (Relevo em Mdinet Habu) VIAGEM DE UENAMON. Eles adotam um regime de cidade-estado. com o Egito e o Levante desde pelo menos a Era do Bronze Médio.C. Uenamon é recebido como um cliente comercial. Mercenários Sherdanus (da região de Sardes) haviam servido em guarnições egípcias em Canaã e lutaram sob Ramessés II na batalha de Cades. Ramessés III conseguiu repelir sua tentativa de invasão do Egito.

Não existe tradição sobre a conquista de Siqucm.19) Bele-Anoie Cades Sete-Setr. Pesquisas arqueológicas recentes na área montanhosa do país confirmam a chegada dos pastores que começaram a se instalar na periferia da estepe. t IbleÒ : **** % 4Beté-Se'a r • : * : ?•. oferecendo refúgio para os 'apiru fora-da-lei e para os pastores Shosu.3-4). JUIZES 1.18).Gibeão . . : 'jabes-Gi.eode fS f 'k ' Cerca do século XII a. os principais povos rivais na Palestina estavam se tornando bem estabelecidos em suas respectivas áreas: os cananeus continuavam a habitar nos vales e planícies ao norte.\ > • Beto-Scmes y ' Jazer. Quitrom Noalgl mrte .\ Gilgal * ^ \ "•O . aparentemente como agricultores que supriam uma sociedade cuja mão-de-obra era quase toda ocupada em atividades marítimas (Jz 1. sua cultura material reflete uma certa simbiose cultural com os fenícios na região costeira abaixo deles. e as tribos de Israel na região montanhosa. .31-32).<0" tf Asluiofe • ( " \ Megido M r e i ' íanoflue l^Vzreel ••••• * * * • . ^Hobrom Y 'Àroer • • Hormo O Debir C Cormelo •' s ^ wj " V. Gezer e as cidades dos amorreus que resistiram aos danitas estavam no centro do país. . ^ C ^ Asquelom " ' . . Jebus-Jerusalém. uma população cananéia convivendo em harmonia com os israelitas. Estes últimos se tornaram cada vez mais numerosos e adotaram estilos de vida sedentários.N Ecrom ^j. carros de ferro..SycoTe f . 16.19).j S f i t f C Õ N I J A S • / "• .-* C V . 17. A WmíS. os filisteus (com os outros "povos do mar"?) na planície costeira ao sul. "f I ^ -Berseba — Quir-Moabe Arofir I Gezer 1 Área dominada pelas isruelilus Cidade cananéia não conquisto da (segundo Jz 1} JOSUÉ 15. / ' / C . OS LIMITES DO CONTROLE ISRAELITA S É C U L O S Xll-XI a ..ote-Gilc-cd'.63. R Betei. jy^ci / • <"j \ ® i ' RabafreAmora V W m • D. cuja situação pode ter sido igual à de Gezer (Jz 1. ^ : fynwé I f . 4i ' *2âfo'm .21-35 Bete-Anate (Relevo dc Ramessés III em Tebas) .27-35 lista as áreas não conquistadas de acordo com as tribos. V^elL . . Alguns clãs de Benjamim também migraram para a mesma área (1 Cr 8.* .es ^ "V NJ .63:17.. LCtoin Saalbim Soolbní . > * ir \ ./• É : S / "á "Silo ® .> . pois tinham "carros de ferro" (Js 17.C. porquanto tinham carros.. mudando-se eventualmente para as zonas montanhosas a oeste. Juizes 1.. . porém não expeliu aos moradores do vale. Jz 1. Uma lista das áreas onde os náo-israelitas continuavam a habitar é dada em Juizes 1. (Juizes 1. • . *«^JebuS kj G Goic. C . Os grupos tribais que se instalaram na Alta Galiléia passaram por um processo semelhante.11-13).. Os aseritas foram aceitos pelos fenícios (sidônios).58 E despovoou as montanhas. Deste modo. ./ • • ' « O .18-19 (Septuaginta) confirma quejudá não subjugou os filisteus. Os principais enclaves cananeus sobreviventes ficavam no vale cie Jezreel e ao longo da costa da Fenícia. ) i^J* O- Rair. ^Aijolom ..35).11-18. a leste da linha divisória das águas. talvez por causa do declínio na produtividade agrícola cananéia em seu todo. . Juizes 1. Eles se expandiram gradualmente e passaram a ocupar as regiões de agricultura mista. A S S " . " . N Siquém*. a . Tradições muito antigas revelam que os efraimitas entraram logo em contato com a população nativa da região de onde os danitas haviam sido expulsos (1 Cr 7. os grupos de pastores vieram a transformar-se numa sociedade completamente sedentária com várias estratégias de subsistência. Befe-Jestmote . Todos estes dados confirmam a nova revolução da população ocorrida nos séculos XII e XI.10.a 1 v V" 0 .20-24.. 2 Sm 4. : \ Jogbeo^ • j I M { C A yçft' D E ^ ^ O ^ . A tradição bíblica confirma que os israelitas não conseguiram expulsar os cananeus e amorreus das terras baixas. No Período do Bronze Recente as principais concentrações de população ficavam nas planícies (veja os mapas 30 e 34): a região montanhosa era em grande parte desabitada.12-13. í . A dicotomia entre os cananeus nas planícies e os israelitas nos montes caracteriza as narrativas nos livros de Juizes e Samuel. e alusões similares aparecem aqui e ali no livro de Josué (Js 15.. onde foi necessário preparar o terreno em vários níveis (terraços) e plantar pomares e vinhedos. x^ r \ j> • Soeó.

\L 1) p ron f e r a ca • fer-G d e Canaã Além dos cnclavcs cananeus que foram mais tarde incorporados a Israel. embora nos períodos expansionistas do reino de Israel algumas delas se submetessem ao domínio israelita.ròm Berseba >y~) irfSS Quir-Moabe ^ lamor* iCadés-Barnéig.G i I c a d c Saíèca Rabate-Bono-Amom ÉxrorrK'Gate^ Heb.tia to v Hozfir-Fno.1-6-. Este termo incluía a Filístia ao sul.Quenaíè\ Rq/tj<£}o .j^starote .1-12.59 A terra q u e fica d e resto é esta. também encontramos na Bíblia o termo "a terra que fica de resto" (Js 13. J7. . (Josué 13-2) ATERRA QUE FICA DE RESTO Lobo-Ha. e a costa Fenícia-Sidônia até Biblos.. e o vale do Líbano de Baal-Gade abaixo do monte Hermom até Lebo-Hamate. JUIZES 3.1-3 1 ' Afcquo "A torre QUC fica ce resto" Cidade cananéia rico conquistada (cf. o Líbano até Afeque na fronteira dos amorreus.1-6.» JOSUÉ 13.1-3). Essas regiões ficavam além da área dos assentamentos israelitas mesmo em períodos posteriores. mapa 50). Ele incluía partes da terra de Canaã (compare Êx 34. 3. ao norte.<v' .. nas quais as tribos israelitas jamais penetraram.

O curso cia fronteira pode ser traçado por meio de verbos descritivos usados nas delineações. As únicas tribos com descrições de fronteira são Benjamim. a ligação entre essas tribos do norte e as do sul era bastante tênue. assim como projetos agrícolas a longo prazo (pomares e vinhedos). Cerco dc cidadc na terra de Amurru (Relevo de Ramessés III em Medinet Habu) AS DOZE TRIBOS A descrição dos territórios tribais em Josué 13-19 abrange certas descrições detalhadas das fronteiras e listas das cidades para as respectivas tribos.2238). Há também uma correlação curiosa com os distritos salomônicos mencionados em I Reis 4. considerassem Hebrom como um importante centro de adoração. queneus. As zonas onde fronteiras definidas não são dadas.60 A "fronteira dos amorreus" nesta conexão era o limite do reino Amorreu-Amurru no Líbano. A fronteira aserita está também ligada à fronteira nacional israelita durante a monarquia (compare 2 Sm 24. Judá. mapa 106). Traços desta atividade na região montanhosa foram descobertos em pesquisas arqueológicas na Transjordânia. Isto é especialmente relevante para as listas extensas de Judá que são organizadas em regiões e distritos (veja o mapa 130). o número de habitantes dobrou e novos centros foram estabelecidos no interior. Durante o período dos juizes. Efraim. O mapa 71 mostra que descrições detalhadas são ciadas apenas para algumas das tribos. Judá e Efraim. Todavia. É possível que pelo menos as tribos do sul que não pertenciam a Judá. monte Efraim. A hostilidade dos filisteus e da população nativa mais antiga estimulava a atividade de ocupação israelita em larga escala. antes dos anos de conflito entre Davi e Esbaal (Esbosete). tais como as fronteiras mútuas de Benjamim. A fronteira da Judéia não é realmente a da tribo. . veja o mapa 50). As tribos de Issacar. apresentados em ordem geográfica. Simeão e as tribos da Transjordânia só possuem listas de cidade unidas a certas designações topográficas gerais.5-7. jeraquemeelitas) não tomaram parte em qualquer atividade guerreira conjunta (tais como as batalhas de Débora e Gideão). foi primeiro alcançada durante a monarquia israelita. As descrições das fronteiras são apenas parciais. o segmento ao norte corresponde ao cie Benjamim. Esta tendência provocou as mudanças mais importantes no padrão de ocupação da Palestina em todos os períodos históricos. enquanto o do sul é evidentemente a fronteira política da monarquia da Judéia (também aplicada à descrição de Canaã. A comparação de passagens paralelas contendo a mesma fronteira. Os relatos existentes consistem de pontos reconhecíveis nas fronteiras. correspondem aproximadamente àquelas regiões em que os israelitas não haviam realmente penetrado durante os estágios iniciais do processo de povoamento (como descrito em Jz 1). mostra que o texto original deve ter sido muito mais detalhado do que as versões abreviadas preservadas no livro de Josué. e Galiléia. seja no norte ou no sul. Áreas desabitadas foram povoadas pela primeira vez. Simeão e os grupos vizinhos (calebitas. inclusive o dcsmatamento gradual de áreas antes desocupadas e implantação de povoações. Judá. Aser e Naftali. A extensão noroeste da fronteira de Judá (além de Bete-Semes) era na verdade o limite entre a Filístia e o reino dc Israel. não é absolutamente certo que houvesse quaisquer "ligas* oficiais dc tribos. Manasses. Dã. O centro cultural mais proeminente para as tribos do norte parece ter sido Siló. um dos prérequisitos para a unificação interna da Terra Santa num reino único. Zebulom. As listas das cidades são tidas pela maioria dos especialistas como datando de um período de administração centralizada durante a monarquia. A ocupação israelita transformou radicalmente a face do mapa e a continuidade dela. As áreas dc ocupação israelita ficavam assim limitadas principalmente às montanhas. as mesmas mencionadas como as que deixaram de conquistar os enclaves cananeus (Jz 1. nosso conhecido através de fontes egípcias do Novo Império. Há uma lacuna de descrições de fronteira em Josué para os distritos definidos pelos nomes tribais na lista de Salomão (correspondendo às listas de cidades não conquistadas cm Jz 1).

(Josué 18. e então tornai a mim. Aslorote^ :crom j d Q u i r t o W ^ m Asdode -Har5 . c dcscrcvci-a.ra tribal Fronteiro políf co nos dias de Davi JOSUü 15-16 JOSUÉ 13-19 Quir-Moabe .C.atc^ Jocneã * Saridc Suném Jarmüte Tanaque Marco da fronteira da Mesopotâmia (c.H"fc0m Mefcote' es'' ' ' ' Q u i r i a l a i m * . Medeba.. Bete-Anaíe lotriorri Bete-Emek Reob * Meie. Bole Bani Mcom Hebrom Dibom Rafrotc Bene * (j Amom /lrm>M Quedemole fronle. e aqui vos lançarei as sortes perante o Senhor.C./ Qúínereíe Mar de A$tarote Jabneel Hclc. em Silo. (Josué 14.. c correi a terra.8) Ahlab Abel-Bete-Mcaca A FRONTEIRA DOS TERRITÓRIOS TRIBAIS SÉCULOS Xil-XI a.61 U Josué deu ordem aos que iam dcscrcvcr a terra..) Micmeló ir Isto pois é o que os filhos dc Israel tiveram em herança na cerra de Canaã. dizendo: Itlc.1) Zafom Sucofe fonate-Siló Janoa Ramafe-M: Maanoim Belonim Jaze^ Bstc-Horom inferior Aijálóm " B E N | A b 8 C Rabate-BeneAmom Bete-Nimra . século XII a.

este termo passará pelo vale do i : ilho de Hinom.... e as suas saídas sáo o vale de Iftael. M Mareai \it Qu/slote-Tabor it A 1 \: DaberaV* „ ... >:.8) AS FRONTEIRAS DA TRIBO DE BENJAMIM E SEUS VIZINHOS JOSIÍE 15-18 .. ^ Q urso/tf Sunérn 'Megido Hafaraim* Siom Rabite Ebez Bete-Pazes Anaarale A "larmule A "lezreel JOSUÉ 19. (Josué 19. da banda do norte. / (Josué 15. da banda dos jebuseus d o sul (esta é Jerusalém) e subirá este termo até ao c t m e do monte q u e está diante d o vale dc Hinom para o orideme.inerete • \ << fianafom * Rimom Quifron Naalal Idalá \ AznoteXTobor V" Adaraá» Libnate * Mar de Racate^ Quinerete Hamate* Bólcn >Acsaíe 9 . . . q u e está no fim d o vale dos Refains.. 3 Belém .. ">. B [Ml AdüfniNekeb * . Soride Ber&Semef Ancrcte -.14) AS FRONTEIRAS DAS TRIBOS DA GALILÉIA Reobe Misal Alameleque Bete-Dagom Amode Neiel # / Cübul / *Hucoque Edrei En-ha7or Migdal oi Horem Roma òi..Hele:e - Gate-heier -k Holcatc / s Z Sinrom • E U L O Jafia M \* En-Ganim *Jabneel Jocneã ^ Dabesefe • .10-39 F.62 H torna este termo para o norte a Hanatom. nr tab°r • .

1 0 3 5 a. O relato bíblico da rota seguida por Saul quando fundou um reino enquanto procurava pelos suas jumentas perdidas no monte Efraim central é um ótimo exemplo dos dados topográficos instrutivos inclusos neste tipo de lenda popular. Esta cidade se tornou a fortaleza de Saul e a primeira capital do reino de Israel. o líder espiritual de Israel naqueles dias de grave crise.C. as cidades entre Hcrom e Gate ( = Gitaim) foram devolvidas ao domínio israelita. por falta de um centro ritual para substituir Siló. As tribos israelitas estavam reunidas em Mizpá onde Samuel as chamara ao arrependimento. mas tornou-se mais intensa. 1 Cr 7. Como resultado desta peleja. Boas relações foram estabelecidas entre os israelitas nesta região e os amorreus que haviam resistido anteriormente à tribo de Dã (Jz 1. E ia dc ano cm ano.3-4.7-14). a arca foi removida para Bete-Semes em Judá. Parece então que as relações entre israelitas e filisteus eram uma cadeia contínua de ações e reações hostis.16-17 E perderam-se as jumentas dc Quis. e a Mizpá. instalando forças dc ocupação permanentes. colocando um governador em Geba. 2 Sm 6. 13. O povo de Bete-Semes levou a arca para "o outeiro" de Quiriate-Jearim (1 Sm 7. pai de Saul.20-24.28). que é também o limite do extremo sul das tribos israelitas do norte que ali habitavam. perto de Timná. e veja Js 18. A maravilhosa história das suas peregrinações e seu retomo nos dá uma idéia da vida nas principais cidades do norte da Filístia e nas zonas da fronteira. Pela continuação desta narrativa no livro de Samuel.16 Gibeote-Eloim Sede do governo filisteu Rota de Saul . uma cidade de Benjamim perto da fronteira dc F. As forças filistinas que se aproximavam foram expulsas e perseguidas até "BeteCar". a partir dessa época passou a ser conhecida como Gibeá de Saul. cf. que fora levada de Siló para o campo de batalha. cujo nome pode ser corrigido (com a ajuda da versão grega) para "Bete-Horom". Porém voltava a Ramá. este era o vale de Soreque. o primeiro rei israelita.16. tudo indica que a perseguição de Israel pelos filisteus não cessou. 1 SAMUEL 7.1-10. 8.5. fazia anualmente uni circuito pelos centros tribais e rituais nas fronteiras de Benjamim e Kfraim.3). Eles penetraram agora no coração do assentamento israelita no país montanhoso e confirmaram seu domínio nas regiões conquistadas. por sua vez. Chegara o momento de Israel ser governado por um rei. Baci-Hczor Rimom # Bete-Horom superior . a esforços mais intensos por parte dos filisteus. surgiu cm meio à opressão dos filisteus. c rodeava a Betei. onde as pessoas estavam colhendo trigo no vale.12-13).fraim (1 Sm 10. A arca permaneceu nesse lugar até que Davi a recobrou e transferiu para Jerusalém.C. Saul. dos Povos do Mar puxados por bois (Relevo de liamses 111 cm Medinct Habu) 1 SAMUEL 9.A arca da aliança. De Fcrom na Filístia.1-. caiu nas mãos dos filisteus. desta vez sob a liderança de Samuel (1 Sm 7. A surpreendente vitória israelita nos dias de Samuel pode ter dado ensejo. (1 Samuel 7.1-5). Ele era de Gibeá de Benjamim. em cujos campos Sansão soltara suas raposas (1 Sm 15.'uivcl Js luLci NgyrO Sepultura de Raquel na fronteira c e Beniamin em 7el7Ó Quiriate-Jearim Carro1. Os filisteus confirmaram seu direito à hegemonia. Isto pode ter aberto caminho para o clã de Beria instalar-se nesta área (cf. (1 Samuel 9-3) SAUL BUSCA AS SUAS JUMENTAS c. a antiga cidade hivita-gibeonita na fronteira sul de Benjamim. 1040 a.34-35). Km vista disso. A Bíblia contém a tradição sobre outra guerra..17) AS CIDADES DE SAMUEL c. Samuel.. c a Gilgal.

Os filisteus imediatamente reagiram. A súbita confusão transformouse em derrota esmagadora.. (1 Samuel 1 3 3 ) cidade. também desempenhou uma pane importante.23) j Passo Micmáil | governado^ f"lis-eu Beerore tf Giboá de Benjamim* Jônatas mata Acampamento israelita . Seu filho. O estabelecimento do reino significou rebelião manifesta contra o governo filisteu. Depois desta vitória Saul não dispersou as forças reunidas ao seu redor. (I S a m u e l 11. mais tarde. Jônatas. ele e o restante cio seu exército juntaram forças com Jônatas em Geba. matando o governador filisteu da K J ô n a t a s feriu a g u a r n i ç â o d o s filisteus... com dois mil homens. onde o profundo Wadi Suweinit separava os dois campos inimigos. 1 SAMUEL 11 A ascensão de Saul ao trono se assemelha à dos juizes libertadores.6) A SALVAÇÃO DE JABES-GILEADE c.E n t ã o o Espírito d c D e u s se a p o d e r o u d e Saul. tendo enviado tropas punitivas às várias regiões israelitas em vez de concentrar suas forças para uma batalha decisiva. do lado oposto de Micmás. subiu a Micmás c à parte ao sul do monte F.de havia sido oprimida por Naás. (1 Samuel 14. Jabes-Cilca. Saul.. enviando forças consideráveis.fraim. rei de Amom. A vitória israelita deveu-se ao excesso de confiança dos filisteus que estavam certos de uma vitória fácil. por Samuel em Gilgalfli difícil acreditar que seja uma coincidência o fato do reino ter sido fundado exatamente no local do primeiro centro israelita na terra de Canaã.sraelita Jônatas surpreende os guardas filisteus de Giigal .. Saul saiu de Oezeque e com um ataque-surpresa sobre os amonitas libertou a cidade israelita.23) A REBELIÃO DE SAUL CONTRA OS FILISTEUS A BATALHA DE MICMÁS Saul esmage os filisteus ern fuga Micmás Acamparrenlo filisteu | Forças fiiistinos punitivas pare Micmás BeteHorom superior Bcífr Horom inferior Gibcom Romó Força Saqueadores filisteus divididos em três tropas Micnó* Fronteira A batalha ultrapassou Bete-Áven (1 Sm 1 -4.. Saul retirou-se para Gilgal. ele foi ungido rei diante de Deus.C. passando pelo estreito Wadi. 1 0 3 5 a. reuniu mil homens em Gibeá de Benjamim c tomou Geba. Assim livrou o S e n h o r a Israel n a q u e l e dia. A coragem mostrada por Jônatas ao surpreender as forças filistinas. quando os homens de Saul perseguiram os filisteus até a região do vale de Aijalom.

c.6) Camotrü A"» •S*** r i . ' (Jz 12.Vem. Bete-Baal-Meom • JUIZES 1 1 . . Bezer •«(íiaiidii Efraimilas 10 milhos | .5) !abate-Bene-Amom Bele-Ntnró Abel-Keramim Abél-Sitim Eleale Bete-Jesimote Bete-Harã Hesbom Jefté e os gileaditas Amonitas Saque dos amonitas em Gileade e a oeste do Jordão. (Jz 12. 1 . 7 E d e s c e u S a n s â o a Timná.. ( J u i z e s 11. ( / Mar Morta 1 Medeba*. e passaram para o norte (Zafom)". (Juizes 14.n o s p o r cabeça: p a r a q u e c o m b a t a m o s c o n t r a os filhos d e A m o m . i j À f í : ^ ^ / Bete-Arbel ?Ramofe-Gileade A GUERRA DE JEFTE FINS D O S S É C U L O S Xll-Xi a. e s ê .C. Jabes-Giieade Jefté volta com o seu exército "Então se convocaram os homens de Êfraím.1 2 .1) J a r r a filistéia d e c o r a d a AS PROEZAS DE SANSÃO PRINCÍPIOS DO SÉCULO XI a. .1) * Zafom AJsV Mispe-[Gileade) "Porém tomaram os gileaditas aos efraimilas :Betortirri os vaus do Joídão".

Havia culturalmente bastante simbiose entre Judá e os filisteus.1) A HISTERIA DA CONCUBINA EM GIBEÁ SÉCULOS Xll-Xl a. existia evidentemente uma confederação de tribos formada ao redor de um santuário central..26-28). como também a terra de Gileade. (Juizes 14. uma cidade completamente judaica como Bete-Semes possuía grandes quantidades de cerâmica "filistina". A maioria das histórias do conflito entre Israel e os filisteus se concentra nas áreas tribais de Benjamim e Efraim. Seu povoado principal ficava inicialmente no vale Soreque e incluía as cidades costeiras de Gaza. Timná no vale Soreque.).25. em Benjamim.1). c.C. Eles possuíam artesãos hábeis no trabalho com metais e seus soldados usavam armaduras sofisticadas (como a de Golias. depois do abuso da concubina de um Ievita às mãos do povo de Gibeá. filho de Eleazar (Jz 20. sob o governo de Saul. portanto Sansão "desceu. As histórias heróicas sobre este defensor eram sem dúvida muito populares entre os povoados de Judá. Osfilisteuslevaram com eles a tradição da louça egéia monocromática miceniana III C. etc. Benjamim era uma tribo forte. Depois de se instalarem no país durante uma ou duas gerações. Quando uma tribo violava as leis da liga.66 Naquele tempo os filisteus dominavam sobre Israel. temos um vislumbre da vida no vale Soreque. evidentemente uma cidade ligada a Ecrom. mas também refletindo a sua adaptação à cultura cananéia local. Os filisteus já dominavam certas áreas de Judá (Jz 15. especialmente ao longo da fronteira defronte à Filístia. encontra expressão nas histórias heróicas de Sansão. Esta narrativa data de um estágio anterior da instalação israelita como indicado pela menção da arca em Betei aos cuidados de Finéias. e mais tarde talvez obtivessem o apoio do Egito para expandir a sua confederação de cinco cidades-estado. na região central do país.12). pois no final do período dos Juizes. isto é. O livro de Juizes termina com a história da guerra fraternal entre Benjamim e as outras tribos israelitas. Zorá fica numa cordilheira. Ela deve ter ocorrido num período anterior. Esta história reflete a situação geral no período de Juizes: "Naqueles dias não havia rei em Israel. JUIZES 19-20 ." (Jz 14. I I (Juizes 20. Todavia. As circunstâncias históricas da guerra israelita contra Benjamim permanecem. filisteu de Gate. Nas narrativas de Sansão.. JUIZES 13-16 Desde Dã até Berseba. Asquelom e Asdode. porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos" (Jz 21. Embora não houvesse um regulamento político central em Israel neste período. seus oleiros inventaram um estilo de louça bicromática reminiscente de sua herança egéia.C. e Gibeá em Benjamim tornou-se a primeira capital de Israel.. obscuras. com duas cidades no interior: Gate e Ecrom. por exemplo. Sansão e sua família danita eram um remanescente que não seguira para o norte com o resto da tribo. o Sansão danita e sua família estão associados com Judá. Todos esses lugares haviam sido ocupados durante o Período do Bronze Recente. bem estabelecida.11). embora ficasse do outro lado da fronteira do território filisteu (1 Sm 6. Este último estilo é chamado de "Louça Filistina". o conselho se reunia para ministrar castigo.4) JUDÁ EA FILÍSTIA NOS DIAS DE SANSÃO A luta com os filisteus. Os principais acontecimentos ocorreram entre a Zorá israelita e a Timná filistéia. Os filisteus haviam ocupado à força a zona costeira ao sul. A fronteira entre Judá e a Filístia corria ao longo da margem da Sefelá da Judéia. mapa 91). os inimigos mais fortes de Israel. porém. ao Senhor em Mizpá. 1174 a.

67 E levantou o Senhor juizes. que os livraram da mão dos que os roubaram.1 8 . JUIZES 3 .C. (juizes 2.16) OS JUIZES SECUNDO AS SUAS TRIBOS SÉCULOS Xll-Xl a.

SI 78.. A antiga Afeque. no capítulo 1. 12. que estava em Silo. situada na cabeceira do rio Yarkon.60). Nossa informação sobre o conflito dramático é fragmentada e somente uma sombra dos eventos é revelada pelas histórias populares preservadas. A administração de uma instituição como a do trabalho forçado só foi possível durante os reinados de Davi e Salomão. A anarquia social e a depravação moral. Por outro lado.—— -Ofra J . o livro de Juizes também menciona vários "juizes menores" (Jz 10.. F > ' .C.12 / Betei \ Har-Heres V „ o y <$Gafe-Gifoim .1 <•! Roía d a A r c a . (1 S í m u e l 4.14. eram violentas na época cm que "não havia rei em Israel. Lodc m Gafe-Rimom Gibetom í . Uma ênfase sutil é colocada sobre o lato de que a vida é muito melhor sob a monarquia. a lista dc cidades náo-conquistadas é anotada pelas referências ao trabalho forçado mais tarde imposto à população cananéia. um juiz para cada tribo. A sua riqueza é geralmente salientada nas Escrituras e nenhuma tradição relativa a guerras sob a sua liderança chegou até nós. Além dos grandes juizes libertadores. que julgaram o povo de suas cidades nativas. M a s ido agora a o mo.8-13).9. Bete-Horom superior Mjsj _ Gibeá. lugar. E duvidoso que esses tenham sido os únicos "juizes menores".6. seus nomes podem ter sido escolhidos com base em suas afiliações tribais. Isto explica porque Siló não foi mais mencionada como cen:ro israelita. No início do livro. que durou porém pouco tempo. mesmo que não fosse um libertador. o livro enfatizou os defeitos até dos mais renomados juizes ou libertadores. / / . e as insinuações posteriores sobre o destino da cidade (Jr 7.. Cinco "juizes menores" são mencionados e pode ser mais que coincidência que o número total de juizes no livro de Juizes seja 12. porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos".1-5. üs dois relatos no final do livro de Juizes são mais explícitos. fundado em reação à pressão por parte dos filisteus.. A principal peleja ocorreu entre Afeque e Ebenézer. especialmente da casa ancestral de Saul. perto de Jerusalém.2ss). nos dias dc Saul (1 Sm 21.ezer Arca capturado AS PEREGRINAÇÕES DA ARCA DA ALIANÇA M E A D O S D O SFCULO XI a.c. porque os descendentes dos sacerdotes se achavam instalados em Nobe. 1 - 7. A batalha resultou numa absoluta derrota da liga tribal israelita e Siló foi também destruída. e mais tarde ao reino israelita.68 O livro de Juizes tinha conto propósito dar o devido crédito aos vários heróis tribais da era pré-monárquica. mas pode ter sido perto de 'Isbet Sarta na melhor estrada que ia de Siló a Afeque. 1 SAMUEL 4 H a v e n d o p o i s e s t a d o a a r c a d o S e n h o r n a terra d o s f i l i s t e u s s e l e m e s e s (1 Samuel 6. Israel foi f e r i d o d i a n t e d o s filisteus. Bete-Horam Bete-Horom inferior^ superior «Aijalorn Ecrom ^ n i i -O^IIBBIIII Força Israelita Forca FiKsJéia Em meados do século XI os eventos seguiam em direção a uma batalha decisiva entre os israelitas e os filisteus pela supremacia na terra de Canaa.12. como indicado pelas escavações feitas ali. Quiriate-Jearirivaté os dias de Davi Timná Gibcom -fa GibeateQuiriateJeárim Bete-Semes íM5** Belém >Jebus 1 SAMUEL 5 .-V'.1) ) er. ^ j* A (TelIQasile) ^ Timnate-Hsres ^ C. A localização exata de Ebenézer é desconhecida. Este conflito deu origem ao "império filisteu". a fim de prover cada tribo com um juiz. tornou-se uma cidade de fronteira no extremo norte da Filístia.. Ebonázor j ± jHfcqu. Arca levada oo templo d e Dagom Bete-Horom inferior Arca mantida em m . e v e a e ó l qi'c lhe fiz ! ($7.2) A BATALHA DE EBENÉZER t M E A D O S D O SÉCULO XI a. 26.

Em vista disso. que fora levada de Siló para o campo de batalha. a arca foi removida para Bete-Semes emjudá. tudo indica que a perseguição de Israel pelos filisteus não cessou. 1 0 4 0 a.28). e a Mizpá.C. por falta de um centro ritual para substituir Siló.7-14). o primeiro rei israelita.1-5). perto de Timná. E perderam-se as jumentas de Quis. Porém voltava a Ramá. A arca permaneceu nesse lugar até que Davi a recobrou e transferiu para Jerusalém.. Esta cidade se tornou a fortaleza de Saul e a primeira capital do reino dc Israel. (I Samuel 9.16.3) Carros dos Povos do Mar puxados por bois (Relevo de Ramsés III em Medinet llabu) 1 SAMUEL 9. colocando um governador em Geba. Saul.69 A arca da aliança. caiu nas mãos dos filisteus. mas tornou-se mais intensa. este era o vale dc Soreque. Isto pode ter aberto caminho para o clã de Bcria instalar-se nesta área (cf. a partir dessa época passou a ser conhecida como Gibeá de Saul.34-35). A maravilhosa história das suas peregrinações e seu retorno nos dá uma idéia da vida nas principais cidades do norte da Eilístia e nas zonas da fronteira. cf. 8. que é também o limite do extremo sul das tribos israelitas do norte que ali habitavam. em cujos campos Sansão soltara suas raposas (1 Sm 15. E ia de ano em ano. Eles penetraram agora no coração do assentamento israelita no país montanhoso e confirmaram seu domínio nas regiões conquistadas. por sua vez. As forças filistinas que se aproximavam foram expulsas e perseguidas até "BeteCar". Pela continuação desta narrativa no livro de Samuel. o líder espiritual de Israel naqueles dias de grave crise.16 . surgiu em meio à opressão dos filisteus. O relato bíblico da rota seguida por Saul quando fundou um reino enquanto procurava pelos suas jumentas perdidas no monte Efraim central é um ótimo exemplo dos dados topográficos instrutivos inclusos neste tipo de lenda popular. Boas relações foram estabelecidas entre os israelitas nesta região e os amorreus que haviam resistido anteriormente à tribo de Dã (Jz 1. Os filisteus confirmaram seu direito à hegemonia.1-10. As tribos israelitas estavam reunidas em Mizpá onde Samuel as chamara ao arrependimento. onde as pessoas estavam colhendo trigo no vale. 1 Cr 7. e veja js 18. instalando forças dc ocupação permanentes.5. Chegara o momento de Israel ser governado por um rei. (1 Samuel 7.17) AS CIDADES DE SAMUEL c. O povo de Bete-Semes levou a arca para "o outeiro" de Quiriate-Jearim (I Sm 7. A surpreendente vitória israelita nos dias dc Samuel pode ter dado ensejo.12-13). fazia anualmente um circuito pelos centros tribais c rituais nas fronteiras de Benjamim e Efraim.20-24. 2 Sm 6. e a Gilgal. uma cidade de Benjamim perto da fronteira dc Efraim (1 Sm 10. a antiga cidade hivita-gibeonita na fronteira sul de Benjamim. as cidades entre Ecrom e Gate (= Gitaim) foram devolvidas ao domínio israelita. Samuel. Como resultado desta peleja.. Ele era de Gibeá de Benjamim. cujo nome pode ser corrigido (com a ajuda da versão grega) para "Bete-llorom". A Bíblia contém a tradição sobre outra guerra. e rodeava a Betei. 13.3-4.3). Parece então que as relações entre israelitas e filisteus eram uma cadeia contínua de ações e reações hostis. pai de Saul. De Ecrom na Filístia. desta vez sob a liderança dc Samuel (1 Sm 7. a esforços mais intensos por parte dos filisteus.1.

Seu filho. enviando forças consideráveis. ele e o restante do seu exército juntaram forças com Jônatas em Geba. Saul retirou-se para Gilgal.. Os filisteus imediatamente reagiram. O estabelecimento do reino significou rebelião manifesta contra o / governo filisteu.o surpreender as forças filistinas.C. matando o governador filisteu da E J ô n a t a s f e r i u a g u a r n i ç à o d o s filisteus... rei de Amom.. ( 1 S a m u e l 14. Depois desta vitória Saul não dispersou as forças reunidas ao seu redor. Saul saiu de Bezeque e com um ataque-surpresa sobre os amonitas libertou a cidade israelita.6) A SALVAÇÃO DE JABES-GILEADE c.. i S a m u e l 11. . subiu a Micmás e à parte ao sul do monte Efraim. Jônatas. por Samuel em Gilgal. ele foi ungido rei diante de Deus..23) A REBELIÃO DE SAUL CONTRA OS FILISTEUS 1 SAMUEL 13. ( 1 S a m u e l 13-3) cidade. tendo enviado tropas punitivas às várias regiões israelitas em vez de concentrar suas forças para uma batalha decisiva. reuniu mil homens em Gibeá de Benjamim e tomou Geba. Saul. do lado oposto de Micmás.1-46 . A súbita confusão transformouse em derrota esmagadora. Assim l i v r o u o S e n h o r a I s r a e l n a q u e l e dia. 1 0 3 5 a. lí difícil acreditar que seja uma coincidência o fato do reino ter sido fundado exatamente no local do primeiro centro israelita na terra de Canaã. também desempenhou uma pane importante.E n t ã o o E s p i r i t o d e D e u s se a p o d e r o u d e Saul. quando os homens de Saul perseguiram os filisteus até a região do vale de Aijalom. Israel Amom 1 SAMUEL 11 A ascensão de Saul ao trono se assemelha à dos juizes libertadores. mais tarde. passando pelo estreito Wadi.1-18 A BATALHA DE MICMÁS Saul físmnga os filisteus em fuga Rimom Forças filislines punitivos para Micmás BeleHorom superior Boto— Horom inferior Gibe^JMAorom-^ Jônctas matei governador filisteu ^ Beerote Ramâ ^r | Soqueodores | filisteus divididos i em três tropos Micmá? gfrfronteira Israel Força israelita de Gilgal filisteus jônatas surprcenac os guardas filisteus 1 SAMUEL 14. A vitória israelita deveu-se ao excesso de confiança dos filisteus que estavam certos de uma vitória fácil. A coragem mostrada por Jônatas ?. Jabes-Gileade havia sido oprimida por Naás. onde o profundo Wadi Suweinit separava os dois campos inimigos. com dois mil homens.

e sobre Benjamim.E o constituiu rei sobre Gileade e sobre os assurilas.9 . e sobre Jezreel. e sobre Efraim. e sobre todo o Israel.9) O REINADO DE SAUL c. 1 0 3 5 a 1 0 1 7 a . (2 Samuel 2. C Espada filistina 2 SAMUEL 2.

A menção de Jezreel nesta passagem provavelmente reflete a posição da tribo de Issacar. não se aproveitou das várias oportunidades para ferir Saul. mas que caiu diante de Davi "nos dias de Esbaal". a principal cidade na região controlada pela tribo de Judá. passando Azeca e indo até as portas de Gatc e Ecrom. Ele não só livrou Israel do jugo fdisteu. 1 0 1 8 a. Os esforços de Saul para ganhar a lealdade de Judá são refletidos no combate entre as suas forças e os filisteus no vale de Elá (1 Sm 17. De fato. Os israelitas aguardavam ali e mataram muitos dos filisteus.13). que se instalara na cidade de Jezreel e que estivera servindo os cananeus no regime de corvéia (Gn 49-14-15). um de cada lado do vale. e Benjamim. onde se escondeu nas cavernas e outros lugares abrigados entre os seus precipícios. Ele reuniu ali um bando de descontentes e tentou sobreviver apesar da hostilidade dos povoados judeus na beira do deserto. Estas são as regiões de denso povoamento israelita: Gileade na Transjordânia. até a pagã Jebus. Ele não tentou impor seu governo sobre os vários endaves cananeus. Saul morrera tentando expulsar os filisteus desta área. A BATALHA DE ELÁ — DUELO DE DAVI E GOLIAS c. A tarefa de unir toda a Terra Santa sob um único rei israelita coube a seu sucessor. ao norte. Davi fugiu. da sua parte. Davi. Quando os filisteus foram vencidos. há uma tradição rival no sentido de que Elaná. O "duelo dos campeões" tão típico da tradição homérica (mas também do Oriente Próximo da antigüidade) é talvez a história mais conhecida de todo o folclore militar bíblico. 1 SAMUEL 17 NARRATIVA DAS PEREGRINAÇÕES DE DAVI c .19.C. primeiro para o deserto da Judéia. I Cr 20.C. por respeito ao ungido do Senhor (1 Sm 24. a planície de Jezreel (que recebeu o mesmo nome da principal cidade de Issacar). Efraim. ao longo do curso sinuoso do vale. no centro do país montanhoso. correu para lutar contra os filisteus no momento cm que ouviu falar de um ataque. nunca foi conquistada por ele. muito próxima da sua capital. O intenso patriotismo dos dois grandes rivais se evidencia em cores fones nas descrições desta perseguição: Saul. na direção leste. A perseguição seguiu o curso do vale. Devemos acrescentar a estas Judá. as regiões do seu reino são listadas tomo as cinco áreas de "todo Israel". sobre a qual Saul também estendeu seu governo. As fronteiras do reino de Israel nos dias de Saul eram as do assentamento israelita (1 Sm 13-19). Esta passagem é um dos principais textos que confirmam a localização da Gatc filistina ao norte da Eilístia. Davi morava em Belém. como também lutou contra todos os outros inimigos circunvizinhos e ''libertou Israel da mão dos que o saqueavam" (1 Sm 14.C. eles procuraram recuar na direção oeste. e ao se virarem para o norte (a fim de rodear Azeca) estavam na "estrada para Saaraim". . Os dois exércitos se enfrentaram. embora odiasse Davi profundamente. Jo-mglí. filho de Jaaré-Orcgitn de Belém.72 O REINADO DE SAUL Saul foi o último dos juizes e o primeiro dos reis de Israel. um líder dos inimigos do seu povo. Esbaal (Isbosete — 2 Sm 2. os filisteus ao sul e Israel na pane mais alta. Davi. dando assim a Davi a oponunidade de escapar (1 Sm 23.9). As relações entre Saul e Davi ficaram tensas dentro de pouco tempo e as duas fortes personalidades entravam freqüentemente em conflito. "vale do carvalho"). As principais cidades ao longo do grande vale continuavam provavelmente mantendo seu caráter cananeu sob a hegemonia filistina nominal (como Bete-Seá). foi o verdadeiro herói do lado israelita (cf. 2 Sm 21.48). Na narrativa do reinado do filho de Saul. Seu casamento com a filha do rei (1 Sm 18-17-30) pode refletir uma tendência para atrair a tribo de Judá e seu clã mais influente para mais peno da monarquia que se iniciava. Suas proezas como guerreiro c músico o ajudaram a subir rapidamente nas fileiras do novo reino (1 Sm 18. Deve ter havido algum grau de mistura entre os cananeus nessas cidades e os israelitas nos vilarejos circunjacentes no período final dos séculos XII e XI a.5). 1020 a. Os detalhes geográficos da narrativa (especialmente na versão grega) refletem um conhecimento pessoal do terreno. os gesuritas (incorretamente chamados de assuntas) na Galiléia. rei de Gate.27-28). No final Saul prevaleceu e Davi não teve outro recurso senão buscar proteção sob Aquis.26).

o "Neguebe dos Queretitas" no oeste. Davi Forças filistinas ordem dos eventos no Bíblia Nobre filisteu (placa dc faiança da época cie Ramsés III.16) e o "Neguebe dos Jerameleus". Hedinet Habu) 1 SAMUEL 1 9 . (I Samuel 22. 1 SAMUEL 27. e sobre o sul dos queneus. ele sc fez chefe deles: c eram com ele uns quatrocentos homens.73 E ajuntou-se a ele todo o homem que se achava em aperto. o "Neguebe de Calebe" no nordeste (talvez incluindo principalmente a região montanhosa ao sul dc llebrom. 1 8 . Ele tencionava usar Davi e suas tropas para proteger o flanco sudeste da Filístia que ficava defronte às tribos que ocupavam o Neguebe. quando na verdade combatia os seus arquiinimigos.6-12. l Hcbrom Davi corta o orla do manto de Saul no cavernc Devi recebe Zií-. e sobre o sul dos jerameleus. Jz 1. Davi dizia estar atacando justamente essas tribos.31b-32. 6 c . a saber. 30 . o filisteu Adulõi reúnem ao Davi pego a lanço e a bilha de águo à cabeceiro de Saul (1 5m 26. Aquis pode ter sido o "primeiro entre iguais" no círculo dos cinco "príncipes" filisteus ("tiranos"?).15). provavelmente a sudeste.loguft de Aquis Nobal o carmelilo Carmel it laom Saul e os zifeus perseguem Davi A Fortaleza \^(Masodc) Davi transfere seus pais para a Terra de Moabe Roteiro do fuga dc. C .12) da mão dos /filisteus Davi livra Queila . jz 1. e todo o homem endividado. 30.10.2) Aimeleque dó a Davi o espoda de Golios. segundo a divisão apropriada do versículo em 1 Crônicas 4. os amalequitas.14). o "Neguebe dos Queneus" no leste (perto de Aradc. Simeão acha-se notavelmente ausente. Ao que parece. o "Neguebe de Judá" no centro. c todo o homem dc espírito desgostoso. Simeão não entrou nas cidades do Neguebe até que Davi se tornou rei. como lhe entregou Ziclague. e outros grupos nômades que geralmente perturbavam as povoações do Neguebe. DAVI EM ZICLACUE E dizendo Aquis: Sobre onde destes hoje? Davi dizia: sobre o sul de Judá. As regiões locais tinham o nome de seus habitantes (1 Sm 27.2 7 . (1 Samuel 27.10) Aquis não só acolheu Davi. 1017 a . uma cidade na periferia do seu território. o que lhe conferia o título de "rei".

U s 0 ""•Bohurim Medeba* * *Belém Tecoa • Hebrom Dibom Araae *V Zic a g e * Carmcl A Fortaleza Frasco dc água (Século XI a. do monte Efraim e dalém do Jordão. Eles serviram como o núcleo do seu exército e foram indiscutivelmente leais e sempre prontos a fazer incursões ousadas. embora alguns fossem de tribos mais distantes. Os filisteus tentaram dominar o vale e ameaçaram expulsar as tribos da Galiléia do monte Efraim.8) e outros em Ziclague. alguns ainda quando ele sc achava em sua fortaleza no deserto (1 Cr 12. deve ser notado que a narrativa bíblica não se encontra em ordem cronológica exata.li Nós somos teus. ó Davi! E contigo estamos.1) PREPARATIVOS PARA A BATALHA DE GILBOA c.41). Saul travou sua última batalha numa estrada transversal em Jezreel.39. e a batalha em si. A maioria era procedente de Judá e Benjamim. ajuntarnm os filisteus todos os seus exércitos em Afeque: e acamparam-se os israelitas junto à fonte que está em Jezreel. paz contigo! E paz com quem te ajuda! Pois que teu Deus te ajuda.10-12. A fim de entender perfeitamente os preparativos para a batalha. e Urias o heteu (2 Sm 23. a fim de manter um registro das atividades de Saul e Davi. 1 0 1 6 a. Benjamim . A unidade de "trinta chefes" tornou-se uma instituição militar permanente durante o reinado de Davi. 1 Cr 11. F. mas passa de evento para evento.) 2 SAMUEL 23 8 .37-39. Naarai de Beerote. Ó filho dc Jcssé! Paz. (1 Crônicas 12. 2 < <0 ! ® Gibeom* *Azmâvete G i b e á d e ( * ) •*• .C. (1 Samuel 29. No capítulo 28 1 SAMUEL 29 Forças israelitas filistinos .1) [1 Sm 29. As guerras israelitas contra os filisteus culminaram na morte de Saul no monte Gilboa.3 ' M CRÔNICAS 11.22 Os valentes dc Davi se reuniram à volta dele. mais tarde seu número aumentou e veio a incluir também estrangeiros como Zeleque o amonita.18) Pirolom* AS ORIGENS DOS VALENTES DE DAVI c.C. IÜ18 A 1 0 1 7 a.C.

Como advertência. e colocaram suas armas no templo dc Astarote. dali os filisteus avançaram para Suném aos pés da colina de Moré. possivelmente um dos dois templos que existiam ali nesse período...1) Sarrófago de antropóide filisteu (Bete-Seã.) Todo homem valoroso se levantou. Depois da morte de Saul. Abner. queneus. levando-os a Jabes para um funeral decente. O conflito em Gibeom não passara de um dos muitos que enfraqueciam as forças dos dois reinos rivais. favorecendo a região montanhosa como mais conveniente para seus guerreiros israelitas que portavam armas leves. eles recuperaram os corpos de Saul e seus filhos dos muros de Bete-Seã. (lSamuet 31. foi dali que Saul procurou a médium de F. Ao que tudo indica.11-13 OS REINADOS DE DAVI E ESBAAL c. junto com três dos seus filhos.33). juntamente com as tribos afiliadas dos calebitas. 1 0 1 8A1 0 1 0 a. enquanto Saul dispunha o seu exército em posição oposta à deles no monte Gilboa..C. Embora Davi. do outro lado do Jordão e coroaram ali como rei a Esbaal.75 (1 Sm) aparece a história do encontro de Saul com a médium de EnDor na véspera da batalha. os filisteus gostaram desta divisão e Aquis continuou a considerar Davi um vassalo leal. fugiu da batalha de Gilboa para salvar a vida. c. Esbaal reinou nas cinco regiões tribais israelitas que restaram do reino de Saul (2 Sm 2. encobertos pela escuridão. Davi reinasse em Judá. 1 Cr 8. faltando-lhes força até para aventurar-se além de seus próprios territórios.. ele foi poupado de lutar contra o seu próprio povo.12) A MORTE DE SAUL 1 O SEPULTAMENTO DE SAUL Soul procura o médium ° Suném Hafaraim -íu En-Dor <r Jarmute to-Debor Reobe Bezeque 1 SAMUEL ÍO. e no capítulo 29 temos o registro das conversas dos nobres filisteus e Aquis com respeito a Davi. como Isbosete ("homem desgraçado"). tivesse ido ao ponto de reunião dos filisteus em Afeque. capitão do exército de Saul. os filisteus pregaram os corpos de Saul e seus filhos nos muros de Bete-Seã. A vitória dos filisteus foi absoluta e as cidades importantes de Jezreel permaneceram sob o seu controle. Os homens de Israel. Os homens de Jabes-Gileade. jerameelitas e simeonitas. como vassalo do rei de Gate. 51 1 SAMUEL 31. um dos filhos de Saul que sobrevivera (2 Sm 2.nDor na escuridão da noite. Embora. Hebrom foi escolhida como capital devido à sua posição central e por ser calebita c não judaíta. Ele transferiu a capital de Israel para Maanaim. (1 Samuel 31. . fins do século XII a. de maneira depreciativa. no início da sua campanha. tiveram uma atitude corajosa. filho de Ner.c. No dia seguinte ele teve a morte de um herói no monte Gilboa. lembrando-sc de que Saul salvara a sua cidade dos amonitas. como era seu costume quando faziam campanhas para o norte (1 Sm 29. Era como se Israel e Judá tivessem voltado à sua antiga posição de agrupamentos tribais locais. pronto a atendê-lo. e caminharam toda a noite. quenezitas. porque os príncipes filisteus suspeitavam dele (1 Sm 29).1). cujos remanescentes foram descobertos em escavações arqueológicas.caíram atravessados na montanha de Gilboa. Davi persuadiu os anciãos de Judá a ungi-lo em llebrom como rei sobre Judá.8. Ele acampou numa fonte perto de Jezreel. Esbaal é também referido na Bíblia.9-10). A ordem apropriada dos eventos é: os filisteus se reuniram em Afeque na planície de Sarom. A princípio os filisteus pareceram estar certos em suas suposições.

16 ..C.D.76 ..1.e se encontraram uns com os outros perto d o tanque d e (libeom. e reinou dois anos: mas os da casa de Judá seguiam a Davi. filho de Saul.' \Km-y.aanoim Vi M O M / ® Asdode Asquelom Gaza Ecrom JifNJ^MIM Rnbafe snVAno. V Medeba (f Hebrom ^ .A R A M E U S Da idade d e quarenta anos era Isbosete. (2 Samuel 2.13) •Ziclague JO ^ Jtf milhei Berseba M O A B E ® Quir-Moabe I i — 2 SAMUEL 2. Pontas d e setas com a inscrição: "Flecha d o servo de Lcbaotc" 1 SAMUEL 9 . t • ' ' s. 1 0 1 5 a.10) '•.Megido •Jezreel Bele-Seõ OS REINOS DE DAVI E ESBAAL [ucm V.10. c pararam estes desta banda d o ianque e os outros daquela banda d o .>V'.§ [Viagem noturna f ^ ^ W Í* i » » Maanaim '^Siquém •Afeque MW f p l S?.anque (2 Samuel 2. ms* V • • • • I I P > f J •" -5S ' .8-11 A BATALHA JUNTO AO TANQUE DE GIBEOM c.Askirole . quand o começou a reinar sobre Israel.

mas sim a Gate-Gitaim/Gaie-Rimom a noroeste de Gezer. A CONQUISTA DE JERUSALÉM E AS GUERRAS FILISTINAS SUBSEQÜENTES c. fechando a retirada na extremidade oeste do vale dos Refains.1. A seguir. Davi preparou uma emboscada para os filisteus.8-17 Gibeom Aijolom Beerole • Gibèá Qüriate-Jearim Timnó • Dovi vence e persegue novomente os ííiisieus alé Gezer Jebus [Jerusolém} Bele-Semes Manaate Davi conquista Jebus Os filisteus otaçam Davi duos vozes Jarfhute Zcnoa Davi derroto os filisteus em Baal-Pnrazim •Perazim Guarniçõo filistina em Belém Aduião ^ m Icxas israelitas forças filisliros ^tZZZZX Hebrom A morte trágica cie Abner e Esbaal levou Davi a reinar sobre Israel e Judá. 14. passando por Geba e seguindo para a estrada de Bete-Horom.1-3). Tendo expulsado os filisteus da parle central da região montanhosa. ele tomou a iniciativa contra os filisteus na planície costeira e "tomou a Gate.1).8). Da mesma forma que Davi escolhera Hebrom como capital para unir Judá e as tribos do sul. da mão dos filisteus" (1 Cr 18. 0 ultimo fugira para Gitaim.20).2). (2 Samuel ?. . Duas vezes eles o atacaram pelo vale dos Retains (cf. Davi ficou livre para levar a Arca da Aliança de Quiriate-Jearim para a sua nova capital em Jerusalém.4-9. Bele-Horom inferior Bete-Horom* superior Porem Davi tomou a fortaleza de Sião: esta é a cidade de Davi. e os lugares da sua jurisdição.C. Portanto. da pentãpole. A referência não é provavelmente à "Gate dos Filisteus" (Am 6.77 O ASSASSINATO DE ESBAAL. Da segunda vez. Esta vitória assegurou o controle de Davi sobre o corredor de Gezer. ele agora decidiu conquistar o enclave jebuseu de Jerusalém e tornar esta cidade sua possessão dinástica ("a cidade de Davi"). Gitaim é também conhecida como GateRimom. Davi os venceu e chamou o lugar da sua vitória de Baal Perazim (2 Sm 5. Os filisteus foram forçados a recuar pela estrada divisória. Esbaal foi assassinado por dois de seus homens do clã de Rimom de Bccrote. 1010 a. Da primeira vez. até o porto marítimo de Jope (veja mapa 107). provavelmente para escapar da perseguição de Saul (2 Sm 4. 2 Sm 8. A essa altura os filisteus compreenderam que a unificação de todas as tribos sob o domínio de Davi constituía uma ameaça à sua hegemonia na região montanhosa. Davi os perseguiu até Gezer (2 Sm 5. I CRÔNICAS 11.14) para impedir que Davi recebesse ajuda do sul. Abner foi morto por Joabe em Hebrom. cf. onde Davi não molestou os cananeus nativos.2Í). tinham uma guarnição em Belém (2 Sm 23. Js 15.7) 2 SAMUEL 5.

O curso dos eventos foi aparentemente o seguinte: 1.1.26-31 ( = 1 Cr 19. 1 0 0 0 a.9 9 0 a .1-3). Essas forças se reuniram a leste de Medeba.1-5 = 1 Cr 19. Davi enviou o seu exército sob o comando de Joabe.2). Moabe foi conquistado e reduzido à condição de vassalo. Ele pediu então ajuda ao reino arameu que se estabelecera no vale libanês de Beqa'.1-19. C .5) DERROTA DA COALIZÃO A RAMA! CA E A CONQUISTA DE RABATE-BENE-AMOM c.1 ( = 1 Cr 18. a saber. vendo as forças . alugaram dos siros de BeteRecobe e dos siros dc Zobá.2-11) com a de 1 Samuel 10.. 11.. dando assim a Davi um firme controle sobre o planalto ao norte do Àrnom (2 Sm 8.. e aos homens de Tobe (2 Sm 10. (2 Samuel 10. (2 Samuel 8. insultando os embaixadores de Davi (2 Sm 10. 1 Cr 18. 1 Cr 19. As conquistas de Davi na Transjordânia podem ser traçadas cronologicamente associando a informação em 2 Samuel 8. O novo rei amonita..2. 20.6-7a). 2.6. a Maaca. Hanum.6) PRIMEIRAS CAMPANHAS DE DAVI NA TRANSJORDÂNIA c.1-5). evidentemente com o propósito de desafiar a hegemonia de Davi sobre o planalto moabita (1 Cr 19-7a). rei de Zobá: porém Davi feriu dos siros vinte e dois mil homens.1-19. a Bete-Recobe e Zobá. K vieram os siros de Damasco a socorrer a Hadadezer.c do rei de Maaca mil homens c dos homens de Tobe. mostrou seu desagrado com a presença militar de Israel tão perto de suas fronteiras. 1 0 0 0 ..78 Vfendo pois os filhos de Amom.C.

Joabe pôde chamar Davi para receber a rendição do inimigo (2 Sm 11.12) Bozra Haàade foge para o Egito Di-ZaabeJ forças israelitas forças aramaícar.26-11. 7. o arquiinimigo de Hadadezer.1. idumeus no vaie do Sal (1 Cr 18. Abisai. O reino de Israel chegou ao apogeu do seu poder militar e político sob o governo de Davi.13b-15). procurou fazer aliança com Davi (2 Sm 8. O caminho.C. 1 Cr 19. a influência de Davi e Salomão se espalhava de Tifsá na Grande Curva do Eufrates até Gaza na Filístia.15-19. cf.911). 12. feriu. 3. um descendente da casa real iduméia. 4.QuírMoabe Ta ma r' Cades-Barnéia Também Abisai. A CONQUISTA DE EDOM E A FUGA DE HADADE PARA O EGITO Rcibate-Benev* Jerusalém F. Depois da colheita seguinte. na fronteira ao sul da Terra de Canaã. 2 Sm 8. Iladade. c.13) Berseba' ^ f l . às quais estavam ligadas as regiões cananitaamorita sob o domínio de Davi. A vitória dc Davi fez com que os vassalos de Hadadezer o abandonassem. Este era um império de administração complexa e três elementos principais podem ser discernidos nele: a população israelita. Como resultado. s e r v o s d e Davi. sobrescrito do SI 60).15-20). O caminho ficou então livre para ajustar contas com Rabá. Ao redor delas ficavam os reinos con- . os arameus foram expulsos por Joabe e depois os amonitas recuaram para a sua cidade fortificada. cf. 1 Cr 20. os reinos conquistados e os reis-vassalos.12-13. nome usado pelos povos da Mesopotâmia para esta região.24). deixando um vácuo na parte ocidental do "Crescente Fértil". com capacidade para explorar a situação predominante. Toí. 1 0 0 0 a 9 7 0 a. Hadadezer.16-19). foi finalmente aberto para estender o domínio de Israel cm todo o sul de Eclom. 1 Cr 18. Eles se reuniram em Helã onde Davi os enfrentou com o exército de Israel. 6. rei de Arã-Zobá (Zobá) mandou chamar seus vassalos e aliados entre os reinos arameus e tribos distantes até o Eufrates. Enquanto Hadadezer estava ten- tando recuperar sua autoridade sobre seus antigos vassalos ao longo do Eufrates. Nesta ocasião. a frase "a oeste do Eufrates" significa "do outro lado do rio". e comissários foram nomeados para administrar os domínios dos idumeus (I Cr 18. Frustrado com a derrota. p ô s g u a r n i ç á o e m F d o m . portanto. Em Davi.. sobre todos os reis da banda de cá do rio (a oeste do Eufrates]" (1 Rs 4.9-11.1-3). Israel se tornou o poder máximo na Síria e Palestina. forças edomitas fortaleza na fronteira O REINADO DE DAVI c. Israel encontrou um líder militar brilhante e perspicaz. filho de Zeruia. A extensão do império israelita sob Davi e Salomão é revelada pela passagem relativa a Salomão: "Porque dominava sobre tudo quanto havia da banda dc cá do rio de Tifsá até Gaza. 5. A vitória militar foi conquistada por Abisai (provavelmente orientado porjoabe. Davi enviou o exército sob o comando de joabe para atacar a cidade e após um cerco prolongado. No centro do império ficavam as tribos de Israel e Judá. Portanto. Os reinos mais poderosos do Antigo Oriente estavam no seu ocaso.79 opostas dos dois lados. Depois do encontro com Arã-Zobá. rei de Hamate-sobre-o-Orontes.. Davi invadiu seu território e capturou a maior parte das suas forças militares. Em hebraico. Joabe dividiu o comando com seu irmão. foi levado para o Egito onde recebeu asilo político (1 Rs 11. prestando lealdade a Davi (2 Sm 10. (1 C r ô n i c a s 18. Isto tornou Davi líder nominal da liga aramaica sobre a qual nomeou governadores em Damasco.

Arã-Damasco e ArãZobá. rei de Tiro. e Hirão. e o serviram. de um modo ou de outro.Aroer Hamaté . ^quemib* Siquém Maariaim • Kabale^Bene-Amom Eu/rates Jerusalém Asquelon Gaza \ / Hebrom* "-(•>- 'Medeba .3. Moabc. 13-37). A relação com Toí.19) Lebo-Homate (Beirute! jl BeroJò Sidom Domusco Levando tributo ao suserano (Relevo em obelisco de Assurbanipal II dc Calá) Quinerefe / ' G E S U R } / V Aíeque/ • Astarote Areque* • s v p e r \ ú linrerior V Quenate Porque dominava sobre tudo quanto havia da banda de cá (região a oeste do Eufrates| de Tifsá até Gaza.C. Cades-Bórnéic Rabate-Bene-Amom ' Jerusalém' Temâ Gaza j \ Carcor conqui Esfera do influência hronfeira do império de Davi Fronteira inferna MK^M hstrado internacional Area de soberania do rei de Israel .ebo-Hamate Damasco. tais como Gesur.80 quistados e tributários: Rdom.24) Ramofe-Gileade Saleca' A HEGEMONIA ISRAELITA DURANTE OS REINADOS DE DAVI E SALOMÃO c... Estes últimos eram na verdade governadores.6. cujo rei era avô de Absalão (2 Sm 3.10). como em Amom.* i. filho de Naás de Rabá (2 Sm 17. enquanto em outros. Amom..27) — era provavelmente filho do rei de Amom que morrera antes do seu reino ser conquistado por Davi (I Cr 19. rei de Ilamate (2 Sm 8. Governadores israelitas foram nomeados sobre alguns desses territórios. que haviam ficado mal diante de Israel. os reisvassalos.1). tinham sido forçados. que dera ajuda a Davi durante a rebelião de Absalão — Sobi.14). (1 Reis 4. a aceitar a hegemonia de Davi. Vendo pois todos os reis. como em Edom e Damasco (2 Sm 8. Berseba Quir-Moabe . membros da casa real local reinavam sob a tutela do rei de Israel. Um dos notáveis da Transjordânia. sobre todos os reis da banda de cá do rio [a oeste do Eufraies]. 1 0 0 0 A 9 3 0 a. fizeram paz com Israel. (2 Samuel 10. O terceiro elemento. era provavelmente da mesma natureza (2 Sm 5. eles incluíam a Filístia e vários reinos ao norte da Transjordânia.11).^Tcdmor. servos de Hadadezer.

1-9 E foi o termo da sua herança.5-7) esteja mal preservado em certos pontos. desde Dá até Bcrscba. e numera o po^o. sucumbiram finalmente diante da nova Israel unida. Embora o texto do itinerário de joabe (2 Sm 24. progrediu pelo território de Gade (a oeste do planalto propriamente dito.C O recém-estabelecido reino de Israel é descrito no censo ordenado por Davi.crom. e Irsemes. chefe do exército. mas a melhor versão grega. o qual tinha consigo: agora rodeia por todas as tribos de Israel. Detalhes específicos sobre como Davi subjugou essas cidades dos heveus e cananeus não são encontrados em qualquer fonte antiga. e Itla. todas as cidades não conquistadas no início (Jz 1. e Àiakmt.. "tahtim hodshi". provavelmente o Usu conhecido por inscrições egípcias e assírias (Palaeotyrus helenista. ao longo da fronteira com Sidom. ortografia de Ijon com metátese. A entrada seguinte é a mais curiosa: "Todas as cidades dos heveus e dos cananeus". e Timnate e F. e Gibtom. seguindo depois para Gileade. ocupada principalmente por tribos subsidiárias. e p o d e . no vale de Jezreel e na Planície de Sarom (incluindo o distrito de Dor e o interior entre Gezerejope). segundo a inscrição em Mesa) até Jazer. c Bene-Beraque. Zorá. e Mejareom. Joabe foi até a nova capital regional. sugere que Basã foi a área visitada. tais como os queneus. 9 8 0 a. Ele começou em Aroer.. Berseba. O território coberto representa toda a área sob controle direto da monarquia em Jerusalém. .2) O CENSO DE JOABE C. os jerameelitas e os simeonitas recentemente instalados ali por Davi.27-35). na fronteira tradicional com Moabe (sempre que Israel mantinha o planalto). Bacilo * \ inlom Sorequc * B E N J A M I K' i Quiriale-Jeorím | / Gezer Cidade levjiica Fronteiro do estado 9 *"•-.40-46 Fronteira tribol "' I j 1 0 In. A última área a ser visitada foi o Neguebe de Judá e a zona da fronteira ao sul. para além da "fortaleza de Tiro". 'Antiga Tiro"). Depois disso cies passaram pela Alta Galiléia. Isto faz sentido. situada no centro do Neguebe judeu (hoje vales de Berseba e Besor). (2 Samuet 24.qsoa. e Racom: com o termo defronte d e j a f o |Jope|. e Estaol. <0 O 's • -? ! JOSUÉ 19. O estágio seguinte da viagem é obscurecido por uma corrupção textual. o curso geral do recenseamento pode ser discernido.81 Disse pois o rei a Joabe. (Josué 19.. Zeboim]. e Elom. As principais concentrações das cidades cananéias ficavam na planície de Aco. Hadide._ Timríá Ecro# \ tr-Semes <r hes Asdode X. O resultado final pode ser observado na dispersão dos levitas (mapa 108) e nos distritos dos comissários de Salomão (mapa 113). embora não seja também clara. n %sj.seadorcs 2 S A M U E L 24.•••* Neguebe | Se JLJf » ]udá "t'o jvrno^1 •• * < b j 3 1 0 fflltai Berseba t~7~T> « Ui ^ Quir-Moabc Roteiro dos recer. e Saalabim. e Baalate. porque Joabe foi de Dã para "Jaan". em outras palavras. Aroer I . s! il.41-16) A "HERANÇA'' DE DÃ c.C. A seguir. Temos aqui a admissão tácita de que esses elementos da população préisraelita que haviam mantido sua integridade social e política até então. c [Bctc-dagon]. e Gatrimom. e Elteque. • . e J e ú d e . e [AzorJ.

Incidentalmente. A finalidade do censo de Joabe era registrar essa população recém-subjugada. Hebrom era uma cidade de refugio e originalmente calebita. E. Alem disso. ou possivelmente enquanto o homem mais jovem era co-regente com seu pai já velho. . a distribuição real das cidades identificáveis reflete as diversas funções designadas a elas em suas respectivas áreas.14. parece que a lista reflete o segundo dos distritos administrativos de Salomão. continuaram a florescer. 2 Sm 4. os levitas abandonaram seus lugares no norte e migraram parajudá (2 Cr 11. Eles deviam assegurar a defesa da fronteira do sul e a lealdade de grupos diversos como os quenitas. Os meraritas tinham algumas responsabilidades no norte do vale Jezreel. Os gersonitas estavam na Galiléia. a saber. Esta zona específica não estava certamente sob o controle israelita até o reinado de Davi.13-14) e Gate-Rimom (1 Sm 7. Libna e Bete-Semes guardavam a fronteira ocidental com a Filístia. O estabelecimento das cidades levíticas através do reino foi um grande passo em direção à. As cidades em Benjamim protegiam as principais entradas ao norte e noroeste de Jerusalém. Jz 1.20). a moderna Naal Aialom. sendo o templo construído em Jerusalém. ela é mais completa do que 1 Reis 4. Embora houvessem sem dúvida centros de culto em muitas das cidades levíticas. como Kebo e Atarote. sem dúvida pelo mesmo motivo.2-3). jerameelitas e queretitas.27).1) e cerca de 909 a.29). Isto aconteceu numa. as cidades na planície de Aco foram entregues a Hirão de Tiro (1 Rs 9. 18. Berseba e Penuel.31b). mas seus principais povoados ficavam na Transjordânia.9.41-46).39-66. O Jarcom bíblico deve ser o ribeiro que forma o termo a oeste da região dos danitas.10b-l 1) era a nova fronteira com a Filístia. conquistou mais tarde Gezer e matou os cananeus nativos (1 Rs 9. Seis cidades levíticas foram também localizadas nesta área e outra. As 48 cidades levitas são listadas em duas passagens J o s u é 21 e 1 Crônicas 6. Todo o quadro dc sacerdotes da tribo levítica estava ligado funcionalmente à instituição religiosa central da nova monarquia. a lista danita só poderia ter existido como uma entidade territorial sob Davi e Salomão. naturalmente. A lista de cidades levíticas deve ser também atribuída ao período do Reino Unido. inclusive o recém-organizado território de Issacar. Gezer não foi conquistada. (1 Sm 4. chegando a Afcque durante o século XI a. o livro de Josué define o corredor costeiro desde o vale de Aijalom e de Soreque até a cidade portuária cie Jope como "herança de Dã" (Js 19. não era responsabilidade deles cuidar de todos os lugares de adoração no reino inteiro.1). Os sacerdotes arônicos receberam cidades-chaves e m j u d á . a cidade de refúgio de Siquém era igualmente deles. fora colocada nessa área por Davi. Eles mais tarde viriam a perder essas cidades de Aser para o rei de Tiro. Zeboim. época em que era possível sujeitar os não-israelitas a trabalhos forçados e só pode ter acorrido durante a Monarquia Unida. O texto de Josué está mais ligado esquematicamente ao sistema de 12 tribos exposto pelo livro como um todo.16). mesmo durante o reinado de Salomão.34. nenhuma cidade levítica foi estabelecida no Neguebe de Judá.47. Os filisteus se expandiram para o norte de Soreque. Obtivemos Azor da melhor versão grega e a descrição da fronteira ocidental está mais preservada: "no ocidente [literalmente: do mar] o Jarcom com o termo defronte de Jope". via Gezer e Bete-Horom.30-32). Bctcl.82 A "HERANÇA" DE DÃ Embora fosse um fato reconhecido que a tribo dc Dã não podia descer das montanhas para a planície (Js 19. Simeão e Benjamim. O mapa 113 mostra também que metade dos administradores de Salomão cuidavam das mesmas áreas antes pertencentes aos cananeus.0 último texto é mais complexo e provavelmente reflete a maior proeminência e influência obtida pelos aronitas e pelo resto da tribo de Levi. As funções administrativas dos levitas estavam sendo ainda estabelecidas no quadragésimo ano do reinado de Davi (1 Cr 26. O clã hebronita de Coate tinha deveres administrativos especiais relativos a "toda a obra do Senhor e para o serviço do rei'' tanto na Cisjordânia como na Transjordânia (1 Cr 26. Gezer foi entregue como dote à filha do faraó quando ela se casou com Salomão. tanto no interior do país como ao longo das fronteiras. -Alguns grupos deviam manter a defesa das fronteiras políticas e/ou ecológicas. Gibetom havia voltado ao controle filisteu (1 lis 15.13-14). Portanto. C . A moderna Yarcom foi reconhecida na Bíblia como uma extensão do Ribeiro de Caná (Js 17.9).35). Este confronto militar deve ter acontecido no reinado de Davi ou em princípios do de Salomão. Os coatitas eram responsáveis pela fronteira com a Filístia ao longo do vale Soreque e pela estrada principal para Jerusalém. Muitos outros desses centros. mas sua população nativa viuse na obrigação de exercer trabalhos forçados depois que os efraimitas começaram a ocupar o território circunjacente. Só sob Davi é que todas as cidades da lista foram colocadas debaixo do controle israelita. tribo irmã de Levi. como Dã. embora possua algumas lacunas (especialmente Ono e Lode e provavelmente também Hadide. porque Simeão. outros deviam estabelecer o controle monárquico sobre áreas onde a população nativa era em grande parte cananéia/amorita ou hivita. Havia um enclave danita ao redor de Zorá e Estaol e alguns elementos benjamitas se instalaram em Ono e Iode (1 Cr 8.C.10-13). ficava próxima. Eles também conquistaram algumas cidades importantes ao sul do vale Jezreel. É evidente que a lista dificilmente pode ser uma criação arbitrária de um escritor mais recente (embora a simetria tribal artificial certamente o seja). sem mencionar os centros de culto da Transjordânia. assim como Jocmeã perto da embocadura do grande Wadi el-Farah. organização burocrática realizada por Salomão. Efraimitas foram encontrados mais tarde na área (Jz 1. Essas povoações ao sul tia região montanhosa da Judéia asseguravam a lealdade dos quenezitas. até em Gezer onde os cananeus persistiram em habitar entre eles (Jz 1. A designação das cidades levíticas possui uma lógica administrativa clara. Um faraó. De fato. Macaz e BeteDagom).C. 9 7 5 9 4 0 a . O termo ao sul (Js 15. AS CIDADES LEVÍTICAS c. a Baixa 13ete-lIorom. na rota que vai do vau de Adá para a Samaria central. Embora a clara divisão entre as 12 tribos tenha uma aparência de simetria. Depois da divisão do reino. provavelmente Siamon. O clã isarita de Coate tinha responsabilidades especiais como juizes e oficiais da corte em toda Israel (1 Cr 26. este ato de agressão contra Israel evidentemente levou a um impasse e como condição do tratado de negociações que se seguiu. à medida que a monarquia davídica aumentava as suas responsabilidades em todo o reino. e em Basã.

83 .

9 7 5 A. filho de Amie' Barzilai o aueaditci Aósaião reúne todo Isrosl a conselho de Usai »iquem o arquita ftaal-Hazor i Rabate-Bene-Amom Davi foge de Absalão Jerusalém Roto de Absalõo Absalão coroodo pelos anciãos em Judá e Israel Hebrom E Aimaás correu pelo caminho da planície.1) Maquir. filho de Bicri. nem herança n o filho de Jessé. Aimaás correu por uma trilha mais longa mas muito mais fácil.C. na garganta profunda dojaboque.Assim furtava Absalão o coração dos homens de Israel (2 Samuel 15. especialmente os de Judá. e fazê-los se revoltarem contra seu pai. cada um às suas tendas. atravessando o terreno acidentado da "floresta de Efraim". passou à frente do cusita: Cusi tomou o caminho mais direto.C. Absalão. FILHO DE BICRI c. A localização de Maanaim. e passou a Cusi. Os esforços de Davi para unir os diversos elementos tribais e urbanos em seu reino incipiente estavam dando fruto. fez uma infeliz tentativa de revolta. 9 7 5 a. 9 7 8 a. A BATALHA NO BOSQUE DE EFRAIM c. certamente sentiram necessidade de apoiar a monarquia como sitie qua non da sua própria sobrevivência. Os transjordanianos podem ter sentido mais fortemente a necessidade de uma liderança monárquica centralizada devido ã sua posição delicada na fronteira oriental e ao longo da principal rota das caravanas (a estrada Real) que vai da Arábia a Damasco. corre pele ccmirno cio vale Maanaim Devi espera notícias da batalha 2 SAMUEL 18 2 SAMUEL 20.1-22 . Davi encontrou refúgio no centro administrativo levitaem Maanaim. Deste modo. Zafom' Exército de Absolõo ! Morte de Absaíão I cusita Sucote» Aimaás. 2 SAMUEL 15 19 Não temos parte em Davi. Os guarda-costas estrangeiros de Davi e suas unidades guerreiras de elite felizmente se mantiveram leais. Seba. (2 Samuel 18. filho cie Zadoque. serve para explicar como Aimaás. As instituições por ele formadas. Os termos favoráveis concedidos por Davi aos judaítas que haviam apoiado Absalão levaram a uma certa inquietação no norte. inclusive a administração levítica e o estabelecimento militar. ó Israel. (2 Samuel 20.23) A REBELIÃO DE SEBA. pôde manipular a simpatia dos anciãos.6) ?Lo üebor A REVOLTA DE ABSALAO c. filho de Zadoque. o filho de Davi. Estes desenvolvimentos administrativos parecem ter sido considerados como uma ameaça pela liderança tribal mais idosa. Como resultado. pela Planície do Jordão e subindo o curso dojaboque.C.

1-2.15)..10. Vernjelho / .20.28.33. palácio e outras estruturas Bete-Horom inferior £ N • 2a reta Adã lorom superior Betè-Semes 7 Jerusalém Muros da cascma Ia s depósitos Fortaleza c santuário Arade (Rabá) Borsoba Tamar Cades-Barnéic Capitei Proto-Eólico Salomônico de Megido (Jotbatáf^ ( f / Fortaleza. similares às descritas por Ezequiel como parte do complexo de prédios sagrados em Jerusalém (Ez 40. o tributo (mas) e a corvéia (sebel). Salomão construiu castelos fortes em pontos-chave através de todo o reino. como também a Hasor. c Tadmor (Tamar) no deserto (1 Rs 9. 15. Megido e Gezer (1 Rs 9.2) e não há razão para duvidar que durante o seu longo reinado ele tenha iniciado seus próprios projetos. O rei Salomão é considerado o primeiro e maior construtor da dinastia davidica. a monarquia unida alcançou seu apogeu depois de Salomão ter assegurado um fluxo firme de renda mediante o comando das rotas de comércio mundiais. havia cidades-celeiros e cidades para os carros e os cavaleiros (vs. Conta-se que Davi construiu um palácio com arquitetos fenícios (1 Cr 14. Megido importaçco de maoeira pora a construcão do lerplo Fundição ce vasilhas de bronze I "no cliâo de barro" Sucote Construção do templo. c a Megido c a Gezer. 19). Além do templo e do palácio real.30. (1 Reis 9. capacitaram-no a controlar a mão-de-obra à sua disposição. onde escavações arqueológicas revelaram portas quase idênticas. eles iam em grupos (levas) para o Líbano a fim de cortar as árvores e enviá-las de navio para Israel. Todavia. Este fato e uma burocracia bem organizada.10). para ediftcar a casa d o Senhor e a sua casa.15-17.9 liom-Gebeü. que impôs o rei Salomão. A força de trabalho era dirigida por dois departamentos diferentes. Baalá.15} i c as camaras da porta para l o lodo do oriento eram três 1 deste lado. 2 CRÔNICAS 2 .£ esta é a causa d o tributo.28). Outros sítios listados são a baixa Bete-Horom. Jz 1. PROJETOS DE CONSTRUÇÃO DE SALOMÃO MEADOS D O SÉCULO X a. Cada departamento tinha seu próprio quadro de comissários e capatazes. e três do outro. O tributo era imposto sobre todos os cananeus e outros elementos que só haviam sido subjugados por Davi (1 Rs 5. e o muro dc Jerusalém. D Fortilicação salomônico MZr—?®-. lavrando pedras e transportando-as para o local da construção (1 Rs 5. A corvéia era recrutada das tribos israelitas.13-14. eles trabalhavam no terreno montanhoso de Israel. apoiada pelo estabelecimento militar.35). das três uma mesma medida era a (Ez 40.4 : 8 .C. depósitos o porto 1 REIS 5 .10] hazor.. c Milo. 11. 9. A Bíblia menciona especialmente Hasor.17).

O •'Daberale Ana rate # \ Jabnel j . ^ í < / ? • Cabui Quinerete Racate Betém Ac safe • Belém1 Helcate Governador do porto é genro do Rei Hanatom Gate-Hefer Hamate AdamÊNekebe \ Mar de yy Quinerete & Astarote ^ .. Jocneã Saride Qu'slote-Tabor * En-Hadado : Suném fyegido-^ Jezreel* Hafaraim 'jarmute • Camom Beie-Arbel Kamote-Giloade ^•Jocmeã* Ramote-Mispe Betonim Rabate-Bene-Amom ^ Bete-Nimra Bete-Arabá Hesbom Bete^esimote Quiriataim Medeba •Betc-Baal-Meom Macaz •Gibetom Saalbim • Ge*et Aijalom * Be"te Horom inferior Naarã iicrnós BetèHorom*supe*ríôr Y' Gibeom # £ Asdode Bote-Semes jerusalem' Asquelom Zerete-Saar Atarote Hebrom Fronteira das províncias salomônícas I Distritos tribais Antigo enclave cananeu • Queriote Dibom Aroer Meia ate Coderoote Jahzah ..1 R e o b e .Abel-Rete-Macica Bate-Ancfre Hamom Cades Governador de Naftali é geriro do rei. . Aczibe' AbdomJ Hazor Befe-Emeque ..... 1L . i - .

14 . A monarquia pode ter encorajado os issacaritas a saírem de suas cidades originais no vale de Jezreel e irem para o planalto. 9.1) dos cananeus. Os melhoramentos técnicos incluíam muros de arrimo maciços.es e Bete-Anate na Alta Galiléia. os provedores dos velhos distritos tribais eram principalmene responsáveis pela corvéia (as melhores pedreiras eram encontradas nessas zonas montanhosas) enquanto os provedores dos distritos situados na planície eram responsáveis pelos tributos. os distritos N° 2 e V 1 2 . As divisões distritais de Judá (mapa 130) podem representar uma contrapartida para os distritos dos provedores. 2 CRÔNICAS 2 . Em seus últimos anos. Por outro lado. Seis outros distritos (N"s. é possível reconstruir a estrutura geográfica com razoável certeza.3.32). Judá não foi incluída nos 12. 4.14. I REIS 6 . Seis dos distritos (N"s. É bastante provável que as listas originais para essas duas áreas estejam preservadas no livro de Josué como a herança tribal de Dã (Js 19-40-46) e Rúben (Js 13.20.13).11). Os súditos eram quase todos cananeus e outros de origem pré-israelita.17-19) é o documento administrativo mais antigo na Bíblia. II..8 . por exemplo. Além de enviar mensalmente provisões para o palácio de Salomão. (I Reis 6. 5. Salomão também participou da adoração delas. Cada complexo diplomático tinha seu próprio santuário de adoração das divindades nacionais (1 Rs 11. estavam agora organizadas em novos distritos. de acordo com pesquisas arqueológicas recentes. Aser. As antigas "heranças" tribais estabelecidas foram reconhecidas e respeitadas. O templo. Os provedores de Salomão receberam territórios de acordo com esta realidade. 8. as áreas que permaneceram fora da ocupação tribal israelita até o reinado de Davi. mas parece óbvio que Judá foi consideravelmente favorecida sob a monarquia unida. 32. expandindo a área real da cidade para o norte.C.4-8. invejoso dos monopólios comerciais de Salomão. 27. As esposas dos muitos casamentos políticos de Salomão podiam fazer ofertas no santuário da sua divindade familiar.10. 12) recebem o mesmo nome que as tribos e correspondem às áreas ocupadas pelos israelitas durante a Época do Bronze Antigo. que prãviam ao rei e à sua casa.10-13).15-23) respectivamente.. Cada uma dependia da outra para governar a nação. foi eclipsado pelo palácio real.37-7. O provedor em Naftali evidentemente tinha de governar tanto cananeus como israelitas. cedendo a "'lerra de Cabuli" a Hirào (1 Rs 9. fortificando-a e embelezando-a como cabia à capital de um estado poderoso. Quando a renda arrecadada no exterior por Salomão começou a diminuir (devido aos elementos políticos hostis ao longo das rotas comerciais do interior). As listas de cidades para a tribo de Benjamim (Js 18. que levou 13. 2. a organização religiosa arônica/levítica e a monarquia. a sudeste. Não houve tentativa de criar distritos com o mesmo potencial econômico. aguardando o momento adequado e procurando uma oportunidade para acabar com a hegemonia israelita sobre as rotas comerciais do levante. Nos montes adjacentes. Apesar de algumas lacunas.2-5. ele foi obrigado a pagar um saldo de dívida a Tiro. Os dois prédios representavam as duas principais instituições do reino. 1. 22. 1 Rs 1. Jz I. cada uma tinha grandes propriedades de terra e recursos em todo o país. 2 Rs 23. Em dois casos. Os náo-israelitas sujeitos ao tributo habitavam principalmente nas planícies. Deve ser também notado que há concentrações surpreendentes de cidades ievitas nessas áreas de terras baixas e de fronteira da população não-israelita. 3.. Salomão estendeu os limites de Jerusalém. 5. embora tivesse também um provedor. Naftali e Issacar (Js 19-10-39) podem ter sido extraídas dos registros desta administração salomônica. que levou sete anos para ser construído. 2 SAMIKi.7) DISTRITOS DOS PROVEDORES DE SALOMÃO A dicotomia entre os israelitas de origem tribal e os cananeus urbanos era uma realidade social e geográfica da monarquia unida. havia abrigado refugiados políticos de Edom e de Israel.. não havia intenção de violar a sua integridade. Trata-se das áreas dos antigos enclaves não-israelitas \'o ano quarto se pôs o fundamento da casa do Senhor. 26. O faraó Sisaque. CONSTRUÇÃO E EXPANSÃO DE JERUSALÉM MEADOS D O SÉCULO X a.21-27) e para as tribos da Galiléia. A lista dos 12 provedores de Salomão e seus respectivos distritos (1 Rs 4. as listas salomônicas são especialmente falhas. Porém a sua casa ediflcou Salomão em treze anos: e acabou toda a sua casa.9-11. libertando-os assim do oneroso tributo imposto sobre os cananeus e também promovendo a utilização desta zona até então subdesenvolvida.9.9. O distrito de Issacar só foi ocupado intensamente no século X a. 6. amorreus e outros. 7) são definidos apenas pelas cidades neles localizadas. uma amostra dos quais foi descoberta nas escavações acima da fonte de Giom. A eira comprada por Davi e a colina onde se situava foram convertidas numa cidadela. (1 Keis 4. mas o seu texto não está bem preservado.C. ISAÍAS 22.1 REIS 17-19 87 E tinha Salomão doze provedores sobre todo o Israel. tais como as planícies costeiras e no vale de Jezreel (uma notável exceção era Bete-Sem. havia missões diplomáticas dos aliados políticos de Salomão (como exemplificado por seus casamentos reais. 33.7 : 2 REIS 20.

Arábia do Sul.15-32. papagaios. Tiro se tornara o principal poder entre as cidades-estado da costa leste do Mediterrâneo. moabitas. Sidom //' >ama$co Madeira . As terras boas para o cultivo de cereais nas planícies foram reunidas às regiões serranas onde pomares e vinhas eram intensamente cultivados. a maioria deles sendo comerciada tios mercados locais. também (odos os reis da Arábia. com a expansão das explorações fenícias do oceano. Tarso. Os produtos das regiões ao sul do Levante teriam pouco valor de exportação. vinho Jope y / | Mamate ^ íributo. e levou os produtos exóticos da Somália e sul da Arábia para serem negociados nos portos marítimos da Filístia e Fenícia. na planície da Sicília. Israel pôde assim suprir as necessidades da população marítima da Fenícia c também as das numerosas caravanas que cruzavam o seu território. ouro.26—10. o nome foi levado para o ocidente. e os príncipes da mesma terra traziam a Salomão ouro e prata {2 Cr 9. Anatólia e Grécia. os tiravam para t o d o s os reis d o s h e t e u s e para os reis da Síria. marfim. 5'jmur Lebo-Hamate Biblos » . ouro. 8. ligavam os principais mercados entre si. As caravanas de Eziom-Geber a Gaza tinham de a t r a v e s s a r as r o t a s controladas pelas fortalezas de Salomão no deserto e no Neguebe. era supervisionada pelas forças salomônicas em Basã. era dominada pelos centros fortificados de Salotnão. As pequenas nações vizinhas a Israel eram politicamente subordinadas. O oráculo de Ezequiel contra Tiro. ou através dos vaus do Jordão perto de Bete-Seã para Golã e Damasco. Israel e Judá só são conhecidas por seus produtos agrícolas. A sociedade entre Salomão e Hirâo.29) "SamoT^ ^ / .15-17. especialmente para alimentar a população da Fenícia cuja mão-de-obra trabalhava nas indústrias marítimas.C. 2. os israelitas recebiam pagamento na forma de metais preciosos c mercadorias manufaturadas. <3CarquemT: ^ VArpcde í " Aleoí Tributo. e assim.28 E subia c saía o carro d o Egito p o r seisccntos s i d o s d c prata. rei de Tiro. deve ter-se baseado num documento mais antigo (ligado de alguma forma com a Lista das Nações cm Gn 10.14) Bugios. Até Salomão teve de depender dos especialistas de Tiro para lançar a sua frota. a recém-unida nação de Israel obteve supremacia militar e política sobre os principais corredores de comércio entre o Eufrates e o delta do Egito (1 Rs 4.c. especialmente das cidades-chave ao longo das principais rotas comerciais (veja mapa 112). Gileade e planalto de Moabe. Não é de admirar que Hirã de Tiro estivesse tão disposto a laser um tratado de aliança com os reis dc Jerusalém. no Egito ou na Mesopotâmia. especiarias O COMÉRCIO DE TIRO SÉCULOS v A vn a. embora alguns dos antigos povos do mar possam ter participado do comercio marítimo internacional. pedras preciosos. c o cavalo p o r c e n t o e cinqüenta-. O papel da Fenícia na construção de navios era devido à facilidade de acesso aos melhores tipos de madeira (Ez 27. A "Estrada Real" no planalto transjordaniano. com a ajuda de marinheiros fenícios.MONOPOLIO COMERCIAL DE SALOMAO Bem na cpoca em que não havia poder.-/<<. Os fenícios eram os donos absolutos do mar nos dias de Salomão. A principal artéria dc comércio no Levante. Todavia. era provavelmente a Társis original. corvéia Todrnor Nínive [Cavalosj GazaAerusaíém' Corros Eziom-Gebe. sândalo. via Jezreel e do vale Beqa'. 2 Cr 9-26). A base populacional do novo reino se estendera até um ponto jamais alcançado no país. forte o bastante para dominar a ponte de terra que ia da Ásia à África. a rota que ia do Egito para a Mesopotâmia. sidônios (fenícios) c heteus (arameus do norte da Síria). assim como de água e proteção militar. Farte desta renda era investida em fortificaçóes. inclusive os edomitas. Ezequiel recapitulaos produtos mais famosos dos grandes centros econômicos do mundo antigo. 9. Mesopotâmia. Em troca de ferragem e mantimentos. corvéia Arvade. óleo..Cereal. cerca do século IX ele foi aplicado a Tarros na Sardenha e eventualmente a Tartessos na Espanha. seus laços com o governo de Salomão eram simbolizados pelas suas alianças de casamento (1 Rs 11.5-6). p o r m e i o deles. era possível auferir enormes lucros com o fluxo de mercadorias negociadas entre as sociedades sofisticadas do Egito.1).21 [Hb 5-1]. pedras preciosas •No-Amom Perfumes. Os mercadores fenícios eram chamados de "navios de Társis". mas. (1 Reis 10. 1 REIS 5.29: 2 CRÔNICAS 1. veja o mapa 15). garantiu uma abundante colheita financeira para as duas nações. Mas.17-9. embora do século VI a. Afora o que os negociantes e mercadores traziam. quando um grande poder como o da monarquia unida de Israel controlava todas as rotas das caravanas que . Salomão chegou até a inaugurar suas próprias expedições marítimas.

27 A EXPANSÃO DOSTÍRIOS NO MEDITERRÂNEO A PARTIR D O SÉCULO IX a. marfim. utensílios de bronze Escravos. mel. mulas Escravos. óleo Cordeiros. (Ezequiel 27. jPúrpuro de Tiro | Praia. e n e g o c i a c o m o s p o v o s e m m u i t a s ilhas. O s navios d e T á r s i s e r a m as t u a s caravanas por causa d o teu negócio. bedes Perfume. Massalicr^ (Marselha) (Ezequiel 27. chumbo púrpura. e te glorificaste muito no meio dos mares. e te e n c h c s t c . ferro. tecidos Cobre E Z E Q U I E I . cotai. corneiros. q u e h a b i t a n a s e s t r a d a s d o m a r ..bo-dados linbo. bálsamo.3) Togarma Cavolos.C. ú y c k Cipreste Damasco CcrYalho Cereais. latão. pedras preciosôi.89 1: d i z e a T i r o . utensílios de bronze lentos b ordados Madeiro (conífera: Esmeialdas.25) Tpriessos Godfi (Cadiz) (Málaga) Tharos Sulci ÍNora) Motia ( k l T O U A L Q t C H ^ R t V y i Arvade ' Quitiny Sidon> Tiro? . ôüfO..

. utensílios I de bronze Escravos.C. Esmeraldas.òordados. e negocia com os povos cm muitas ithas. Os navios de Társis eram as tuas caravanas por causa do teu negócio. óleo pedras preciosos.89 E dize a Tiro.. (Ezequiel 27. mel. e te eneheste. utensílios de bronza Mcdeiro (conífccos) i Arvad< Púrpuro de Tiro Proto. chumbo S i d o m i S f e ^Helbom Damasco ' Vinho e lu [ [Carvalho | Husã Cereais. que habita nas estradas rio mar. e te glorifieaste muito no meio dos mares. linho. ágata • f r j Cipreste | latüo. bálsamc. ferro. pOrpurc. coral. ouro. EZEQUIHL 27 A EXPANSÃO DOSTÍRIOS NO MEDITERRÂNEO A PARTIR U O SÉCULO IX a. (lizequiel 27.3) Togarmq i Escravo».25) Mpssalia^-(Marselha) Tçrtcssos Godfi (Cadiz) Tharos t» SU'CÍ<ÍNorc) /TARÍ (Málaga) Motio Cortago J Arvade .

um ao sul e outro na extremidade norte do seu reino (1 Rs 12. Megido e Hasor. p o r q u e t o d o o Israel v e i o a [Sontuófio real ] 1 1 Damasco S i q u é m .5-12).1 2 3 3 . Belém.iado tributo. Eziom-Geber estava ameaçada. Quando Roboão altivamente recusou suas exigências para aliviar os encargos deles. defesa das entradas do ocidente.25) Hazor i dali. Quenaz etc. Estas últimas haviam escolhido como porta-voz o exilado político que voltara recentemente. isto é. e edificou a 1 A DIVISÃO DO REINO 931 a. Azeca e Bctc-Sur.90 E foi R o b o ã o p a r a Siquém-. Uma certa lógica geográfica pode ser vista na lista de Roboão: proteção da linha de separação das águas defronte da estepe a leste. 2 CRÔNICAS 10 Astarofe Megido Ramofe-Gileade ribetom' Jerusalém Hebrom Dibom Arade Quir-Moabe Tamar les Barnáia AS FORTIFICAÇÕES DE ROBOÃO c. Azeca. O pesado fardo da corvéia afligia o povo do norte. Adorão. a lista de cidades em 2 Crônicas 11. Etã. ele insensatamente enviou um burocrata pouco popular. dois sítios com tradições cúlticas. Todavia. Roboão. A população de Benjamim estava intimimamente ligada a Jerusalém: em seu território havia terras da coroa. (1 Reis 12. Jeroboão I começou a organizar o seu novo governo.25).17). 1 REIS t l . A crise econômica provocada pelos problemas externos durante os últimos anos do reinado de Salomão haviam tornado ainda mais difícil a vida dos cidadãos de Israel. Benjamim continuou fazendo então parte do reino davídico. Roboão tomou providências para fortificar sua rede de cidades através de todo o reino de Judá (2 Cr 11. As profundas diferenças entre as tribos do norte de Israel e a aliança de Judá ao sul (com Calebe. mas ele teve de ir a Siquém para a ratificação de sua soberania pelas tribos do norte. especialmente aos da casa de José. o trabalho de frutificação pode não ter prosseguido no mesmo ritmo em todas os sítios mencionados. Siquém foi escolhida como a primeira capital do norte e uma sede transjordaniana foi estabelecida em Penuel (1 Ks 12. 2 6 . Zorá e Aijalom. Siló e Tirzá são mencionados (1 Rs 14.1) E Jeroboão edificou a Siquém. Não é de admirar que os israelitas tenham manifestado seu desgosto apedrejando-o até a morte! Roboão apressou-se a voltar para Jerusalém. Todavia. p a r a o f a z e r e m rei. Investigações arqueológicas em algumas das cidades identificadas. Jeroboão (que era anteriormente o encarregado do trabalho em sistema de corvéia prestado pela casa de José). (Moesete-)Gate. Outros santuários locais foram também montados com sacerdotes não-levitas. Maresa. O monopólio israelita sobre o comércio foi quebrado. Damasco e Edom haviam se rebelado recentemente. . caso não estivesse já perdida: os outros países vizinhos ficariam sem dúvida satisfeitos em quebrar seus laços com os enfraquecidos reinos de Israel e Judá. mas foi dissuadido pelo profeta Semaías de tentar usar força armada contra os rebeldes do norte. Laquis. De acordo com o livro de Crônicas. 931 A 9 2 6 a.C.29-30).e saiu Penuel (? Rs 12. não revelaram grandes obras de defesa em fins do século X a. Não há razão para duvidar da ordem de eventos em Crônicas.C. Tecoa e Zife. e proteção das linhas internas de comunicação.5-12 pode não estar completa.4.. Sua ascensão ao trono em Jerusalém foi reconhecida sem aparente dissensão. para intimidá-los. cidades levitas e os gibeonitas prestavam serviço especial no templo. que esta tentativa de fortalecer as defesas de Judá aconteceu antes da invasão de Sisaque. o trabalho forçado imposto sobre os antigos enclaves não-israelitas. O filho de Salomão. deixou de compreender a gravidade da insatisfação deles. Por outro lado. Laquis (Estrato IV) possui um muro maciço de tijolos e uma porta tripla como as de Gezer.C. Adorão era o superintendente do oc.) nunca foram verdadeiramente resolvidas nos reinados de Davi e Salomão. Socó e Adoraim.. As cidades dos levitas e alguns centros principais no Neguebe já estavam fortificados. Centros de adoração real foram instalados em Betei e Dá.

Só através da inscrição de Sisaque no 'Portal Bubasita" (que ele construiu no canto. enquanto o inferior contém nomes de Judá.25-28). Em 946 a. rei do Egito. Os nomes topográficos são arranjados em um registro superior e outro inferior.2-12. EGITO . K è è v \ \ \ Cidade fortificada (Relevo do palácio de Assurnasirpal II em Calá) Estrado bloqueada per fortificações. 1 Rs 14. Sisaque. O curso da campanha como sugerido no mapa 120 é 1 REIS 14. um líbio. 2 CRÔNICAS 12. que governou de Tânis (Zoã) e Bubastes até 913 a. levando a Judá Linha de íortificaçõcs Estrada ligando íortiíicações 2 CRÔNICAS 11 5-12 No quinto ano do rei Roboão. 0 Egito estava interessado em quebrar o monopólio sobre os negócios c o comércio no Levante. principalmente do Neguebe.C. em Judá.. O exército egípcio era composto de líbios.PORTAL BUBASITA.25) A CAMPANHA DO FARAÓ SISAQUE 9 2 6 a. Hàdade de Edom e Jeroboão da casa de José.2-12: LISTA TOPOGRÁFICA DE SISAQUE . e cusitas da Núbia. cinco anos depois da morte de Salomão.25-28. (2 Crônicas 11.5) y f f : \ h m V M V.C. (1 Reis 14.C. CAHNAQUE.. Agora. Sisaque lançou um vigoroso ataque sobre os reinos de Roboão e Jeroboão..91 H Koboào habitou em Jerusalém: e edificou cidades para fortaleza. subiu contra Jerusalém. a sudeste do templo de Amom em Luxor) é que ficamos sabendo que a sua campanha o levou a atravessar o reino de Jeroboão e também o Neguebe de Judá. o superior consiste de cidades em Israel. a vigésima-segunda dinastia foi fundada por Sisaque (Sheshonq) I. Sukiim (dos oásis de Carga e Dacla). Ele apoiara dois inimigos dc Salomão. A Bíblia só fala de uma invasão de Judá e do alto resgate pago por Roboão para salvar Jerusalém da destruição (2 Cr 12.

Abias empurrou então a fronteira entre as duas nações para o nor- te de Betei. mas o nome Gibeom está bem claro.92 tentativo. sendo substituído por seu filho Asa (911/910 a. filho de Aias. não se sabe.27. Oito lugares são definidos como centros fortificados por meio de um termo semita. Deve ter sido durante sua presença ali que Sisaque extorquiu o pesado resgate dc Roboão. Jeroboão I morreu logo depois desta esmagadora derrota e foi sucedido por seu filho Nadabe. especialmente no Neguebe. Abias e Asa. Poucos dos nomes podem ser identificados. só outros dois "fortes" possuem nomes identificáveis. A campanha do sul. o primeiro conflito às claras que ouvimos ter tido lugar no curto reinado de Abias (913-911/910 a.21-24 Um espírito de beligcrância entre Judá e Israel continuou durante todo o reinado de Roboão. correspondendo ao aramaico recente Hagra. Três áreas levam o nome "O Neguebe" e os clãs associados com dois desses Neguebes poderiam ser os esnitas (2 Sm 23. Depois de um amargo confronto cm Zemaraim os israelitas recuaram. ele foi encorajado pelos filisteus que estavam cansados de servir ao poder do reino unido de Israel.). mostrando que ele realmente havia ocupado a cidade durante algum tempo. ambos sendo Aradc. seu antigo protegido. mostra que perseguiu Jeroboão até seus quartéis-generais no leste. Enquanto isso. os dois reinos estavam sem dúvida exaustos. Em Megido foi encontrado um fragmento de uma estátua de Sisaque. 0 aparecimento de dois Arade é surpreenden- te. e disse: Ouvi-me. para Jeroboão e Roboão. Arade Rabá é muito provavelmente a cidade bíblica de Tel Arad. na qual inscreveu a proclamação da sua bemsucedida campanha na Palestina. Fica provado que a lista é autêntica e não uma cópia de inscrições de faraós anteriores. O principal objetivo de Sisaque era destruir os centros-chave fortificados de Israel e Judá. Outras interpretações são também possíveis. e as dinastias de Jeroboão e Baasa em Israel. 911 a. Abias também morrera.).Queziz Fronteira antes da conquista de Abios Quiriate-Jearirn . G pôs-se Abias e m p é e m cima d o m o n t e d e Z e m a r a i m . (2 Crônicas 13-4) Zereda lebono A CONQUISTA DE ABIAS c.11). mas estas últimas se achavam provavelmente em mãos edomitas nessa altura.). enquanto ele e o exército israelita sitiavam Gebetom (1 Rs 15.Almom Bnte-Arabó «<•••»'"•"' Forços israelitas * forças judaítcs Jerusalém 2 CRÔNICAS 13. q u e está n a s m o n t a n h a s d e Efraim. hqr. é muito mais obscura. o "Arade da Gás? de Yeroham" poderia ser Tel Malhata. Ac que parece. Dos pontos fortes de Roboão. só Aijalom é nomeado.C. JOSUÉ 18. Jensanã e Efraim (Ofra) à mercê dos judaítas. Ele pôs então fim à habilidade deles de dominarem as rotas das caravanas que passavam pelos vales do Jordão e de Jezreel ao norte e pelo Neguebe ao sul.C. Em seu vigésimo-quinto ano (925 a. provavelmente abrangendo o distrito de Benjamim para o norte da fronteira tribal "oficial" (veja mapa 73) como refletido na lista de cidades tribais (Js 18. J e r o b o ã o e r o d o o Israel. reis de Judá. embora haja precedentes. Felizmente. Sisaque não era suficientemente forte para converter o seu ataque numa conquista. pela inclusão de muitos nomes de lugares até então desconhecidos nos textos egípcios e com o uso de novas convenções ortográficas para lugares bem conhecidos como Megido e Bete-Seã. como o uso similar nas inscrições de Tutmósis III. Depois da campanha dc Sisaque. Sisaque expediu ordens para abrir um rochedo para a produção de pedras usadas na construção da porta Bubasita. mas isto é incerto. Ele acabou sendo assassinado por Baasa.C. representada pelo registro inferior de nomes de lugares. Kiriath-[jear]im é baseado numa emenda de q-d-t-m. trata-se possivelmente de Abelim. 909 a. Há uma referência às "fontes de Geber" que foi considerada como representando Eziom-Gebcr. Além de Patish. O que o levou a usar força contra Jeroboão.). não parece haver qualquer lugar onde as principais cidades da região montanhosa da Judéia possam ter sido mencionadas. baseado num método de reconstrução da ordem geográfica do nome (se isso foi realmente pretendido). Birzaile Jesanu Baol-Hazor Fronteira depois da conquisto de Abias Seíar-Amom Avim -Ofoi Zemoraím* Betç-Horom inferior Bete Hororn superior Vale Micmás Naorã de.22-24). deixando as cidades de Betei. Apesar dos estragos no texto. Seu avanço para a Transjordânia contra Sucote e Penuel. Baasa evidentemente não continuou a . que logo se viu guerreando com os filisteus.8) e os suaítas (1 Cr 4.C.C. O "forte" de 'brm dificilmente é uma referência a Abrão.

1). Asa levou o povo e desmantelou as fortificações que Baasa erigira. 15.C. Essa paz desmoronou com a invasão de Zerá. Jíbios no Vale (Zefaja?) Oaonorie de Maresa O ATAQUE DE BAASA SOBRE ASA C- 895 a. (1 Reis 15. Asquelom Perseguição dos cusiíose líblos. Baasa pôde isolar Jerusalém da sua ligação mais importante com a planície costeira (1 Rs 15. o trigésimo-sexto ano do reino de Judá (2 Cr 16.C. Asa gozou então uma década de paz (ca. através do Neguebe ocidental.8-14. "o rei de Arã entronizado em Damasco".17.. Baasa retirou-se de Ramá e voltou para sua sede em Tirzá. que é o trigésimo-quinto ano da monarquia de Judá (2 Cr 15.13). O exército de Judá perseguiu o inimigo de volta. senão todo (1 Rs 15.C. Gn 10. quando Baa. Asa expulsou suas forças no vale "ao norte de Maresa" (segundo a versão grega). com um exército de cusitas. sem exceção. 2 Cr 16. 2 Cr 21. Asa preferiu uma manobra política em vez de arriscar outro confronto militar com seu vizinho do norte.sa invadiu o território benjamita e estabeleceu um forte em Ramá.93 guerra com a Filístia. 2 REIS 17. Talvez tenha começado destruindo algumas das recém-reconstruídas fortalezas judaítas no Neguebe.14) A CAMPANHA DE ZERA O CUSITA c. e a sua madeira com que Baasa ediftcara.7. Hc 3-7. ao norte] (cf.1-19.19). (2 Crônicas 14.4). "nos arredores de Gerar" (2 Cr 14.1). Na esteira desta vitória. 16. 2 CRÔNICAS 16..20. 2 Cr 25. usando os materiais de construção para fortificar Mizpá. tais como Berseba. 2 Cr 16.1-6. Zerá foi provavelmente um líder árabe de Havilá [Hejaz. Ao tomar a junção entre a estradatronco e a de Bete-Horom. ali.C. seu décimo-quinto ano (2 Cr 15-10). 909-899 a. Ele pode ter sido convidado pelos filisteus para atacar Judá.C. 898 a. trouxessem as pedras de Ramá. Este último invadiu o norte de Israel e ocupou a maior pane do leste da Galiléia. algum território pode ter permanecido em disputa do lado oeste (cf.C. eles devastaram c saquearam a população sedentária nas cidades e as tendas dos pastores nos campos. na qual reconstruiu as forças de Judá (2 Cr 13..). mas provavelmente achou necessário ocupar-se com os negócios internos.13-14). o cusita.1-10 . pilhando e saqueando cidades nos arredores de Gecar Asa esrncíga á-s cusitaè e. Hebrom Gerar * Rola de cusita Berseba Arode 10' (nilhoi ròrças'judaítas rorças egípcias troeV 2 CRÔNICAS 19. 895 a. E feriram todas as cidades nos arredores d : Gerar. Uma fronteira lógica entre Israel e Judá foi estabelecida entre Mizpá e Betei. e com elas edificou o rei Asa a Geba de Benjamim c a Mizpá. Sua convocação nacional realizouse em 896 a. Ele enviou um grande suborno a BenHadadc 1 (nome dinástico).. A maior parte das conquistas territoriais de Abias no país montanhoso parece ter sido abandonada a esta altura. o rei Asa fez apregoar por toda Judá que todos..23-1 ÍJ). Asa aproveitou-se do patriotismo nacional para reformar as instituições religiosas e fortalecer o culto no templo central que apoiava a monarquia.22) 1 REIS 16.8 Kntão. na estrada principal para Betei e Geba.16-22. Quando tentou penetrar na Sefelá de Judá.). defronte tia estrada secundária para o oriente que rodeia a estepe. A trégua nas hostilidades entre Israel e Judá foi rudemente interrompida no décimo-sexto ano de Asa.16) (governou 904-890 a. ele pode ter mantido uma posição beligerante em relação a judá.

saqueou o país numa guerra civil de seis anos até que Onri e seus seguidores foram vitoriosos.C. filho de Baasa. rei de Tiro. um adversário erival. defronte da estepe. A escolha de um sítio no oeste era adequada à sua política diplomática de renovar a parceria com a Fenícia. com toda a terra de Naftali.C. e enviou os capitães dos cxcrcitos que tinha contra as cidades de Israel. filho de Etbaal. ao qual chamou Samaria (heb. ele foi assassinado por Zinri. No segundo ano do seu reinado. sucedeu a seu pai em Tirzá.).Bete-Maaca e a toda a Quinerete. Seu filho Acabe estaVa casado com Jezabel. O cenário estava preparado para o conflito com Arã. Ela.24). Onri comprou o monte de Sêmer. (1 Reis 15. Escultura em marfim ao estilo íenício de Samaria (Época de Acabe) .94 F. Onri ocupou Mcdeba e fortificou as cidades de Atarote (para os gaditas que ali viviam) e de Jaaz. sempre alerta para o confronto final com Ará-Damasco. Uma trégua foi arranjada com Judá e Atália casou-se com Jeorão.20) A ASCENSÃO DEONRI 8 8 5 / 8 8 4 a. e feriu a Ijom. Onri tratou vigorosamente de fortalecer o seu reino. Todavia. e a Abel . mas em breve achou necessário renovar a guerra em Gibetom contra os filisteus. Nos seis anos seguintes (880 a 874/873 a. O exército em Gibetom nomeou Onri como rei e uma semana mais tarde Zinri também morreu. e a Dã. exceto Dibom ao sul. Como primeiro passo na guerra pela supremacia na Transjordânia. Shomrorí) e construiu uma nova capital (1 Rs 16.Tibni. filho de Josafá. Bcn-Hadade deu ouvidos ao rei Asa. Ele recuperou assim o controle da maior parte do planalto.

26.1) 'ibeforív^' Ásdode Ecrom Jerusalém Mcdebo * 'Ata roto. 0 rei dc Damasco reorganizou o seu reino e substituiu os reis por governadores.18. 2 CRÔNICAS 18.1-34. 0 conflito de interesses com Ará-Damasco era inevitável. a j u n t o u todas as s u a s forças. ESTEIA DE MESA. e cavalos. c trinta e d o i s reis. 10 -.1-40. mas sua estrutura social feudal. Como resultado. (1 Reis 16. ftcn-IIadade.C.. rei da Síria. 20-2343).10-11.1-34 Samaria Quinorctc Mar de \uinerete Batalha em | Afeque Astaroie Corne lo-PçUir [ezreel Batalha de Ramote-Gileode R à mof e-G i iea de Cerco de Samaria Jabes-Gileade . Sua vitória decisiva obteve para ele concessões políticas e comerciais da pane dos arameus (1 Rs. Seguiu-se então um armistício de três anos entre os dois países.1-40. Josafá concordou e nomeou seu filho Jeorão como co-regente para proteger a sucessão (2 Rs 1.. (1 Reis 20.15-28..16). 1 REIS 20. 18-19 Transferência da capital real } Samaria ^ Penuel Onri cercc Gibetom durante a revolta de Zinri forças aramaicas •fjiuiMiiMi Forças isroelilas F.2. e carros havia c o m ele.1-22). tornava impossível exercer um comando unificado. a iniciativa passara para as mãos de Acabe. Todavia.17. A batalha foi travada em Ramote-Gileade. linhas 4h-5.2-34). Mais tarde. Os arameus tomaram a i n i c i a t i v a ao invadir Israel e cercar a própria Samaria.6: 22. Damasco expediu outro desafio a Israel e Acabe apelou para a ajuda de Josafá. Hozor Acabe prosseguiu com o programa de seu pai. durante cujo período todos os estados do Levante se reuniram para enfrentar a invasão de Salmaneser 111 em Carcar (veja mapa 127). 22. os reis dos países menos importantes foram expulsos num ataquc-surpresa enquanto descansavam em seus pavilhões (1 Rs 20. Controle renovado Dibom sobre o planalto de * • Moabe Sidom Damasco (í) FILISTEUS. 2 Cr 18. uma liga de reis-vassalos.95 Todo Israel pois 1 1 0 mesmo dia fez rei sobre Israel a Onri.16) Quinerete Topo do í Carmelo•> Megido 1 REIS 16. Acabe perdeu a vida e Damasco passou a dominar a Transjordânia (2 Rs 22. chefe do exército no arraial. 3-1. 2 CRÔNICAS 21. que levou a batalha a Afeque na parte mais alta.ihos GUERRAS DE ACABE COM A RÃ (SÍRIA) 8 5 5 A 8 5 3 a. acima de Quinerete. 2 REIS 8. 8.

Na verdade. Kurch) Borsip} Nínive Homote Arvade Tcdmor FORÇAS DA I. Os 500 homens de Biblos.C. rei da Assíria.000 10. Tiglate-Pileser. (Inscrição dc Salmancscr III. O único relatório detalhado desta batalha é uma esteia assíria provincial.C. Doze reis.. ele não voltou àquela região durante quatro anos. que atravessou na época das cheias. E cruzei o Orontes sobre os seus corpos. .C. antes que houvesse uma ponte sobre ele. Judá não . Embora Salmaneser tenha proclamado vitória. em seu primeiro ano o seu exército chegou às Montanhas Amano. Cerca de 1100 a. Tiro e Sidom — extorquindo pesados tributos. ele marchou de Nínive para o vau do Eufrates perto de Petor. lruleni.. Salmaneser III (S59-824 a. Matei 14.) inaugurou uma nova política expansionista. Seu filho. Desta vez os estados levantinos haviam cessado suas disputas locais (1 Rs 22.000 1 REIS 22.). Acabe e outros são aparentemente falsos.000 10. etc. compare o número de carros de Ircanata e Siannu. OUTRAS INSCRIÇÕES - ASSÍRIA Os estados do Levanie foram rudemente abalados com a volta do poder assírio no século IX a. capturando e saqueando. mas o número dc carros e infantaria supostamente levados por cada um é grandemente exagerado.C.96 A BATALHA DE CARCAR 8 5 3 a.1: MONUMENTO SALMANESER 111 .1) e se agru- param para deter o invasor.. ele tinha provavelmente cerca de vinte carros. os mil do Egito e os dez carros de Ircanata podem estar corretos (também os 30 carros de Siannu. mas com os seus sucessores a Assíria voltou a uma posição pouco importante.000 ) N ú m e r o s na maioria exagerados Forças de Salmaneser III Exército do liga de reis (?)000 200 200 10.ICA S E C U N D O A INSCRIÇÃO DC SALMANESER líl Damasco Reis Aliados e Suas Terras Hadedezer de Damasco lruleni d e H a m a t e Acabe o israelita BiblOS(?) Egito Ircanata Matinu-balu d e Arvade Usanata A d u n u .C. Salmaneser continuou via Alepo até o território subserviente e até o rei Ilamate. Na campanha do seu sexto ano (853 a. cujo texto está repleto de erros.000 10. Mas os milhares dc carros e tropas atribuídos a Hadadezer.CALÁ.b a l u d e Siannu G i n d i b u da Arábia Baasa..) continuou esta prática agressiva. Seus exércitos chegaram à Síria e às cidades costeiras da Fenícia — Arvade. Eles vieram contra mini para uma batalha decisiva. Assurnasirpal II (883-859 a.000 Camelos 500 1. filho d e R e o b e d e A m o m Carros Infantaria 20.).. havia chegado ao "Mar Superior" (o Mediterrâneo). Lutaram contra ele cm Carcar no Orontes e golpearam profundamente o exército assírio. Biblos. Esta insrição não deve ser tomada como evidência de uma força poderosa de carros à disposição de Acabe. A lista dos aliados do Levante é provavelmente autêntica.C.000 homens dos seus exércitos com a espada.

Acabe foi morto na batalha campal em Ramote-Gileade. israelitas forças moabita! PEDRA MOABITA DIBOM. viu a sua chance de controlar todo o planalto moabita ao norte do Arnom. Dentro de poucos meses no máximo. IJm rei de Israel. Rei da Assíria à frente d o exército (Relevo e m b r o n z e d e Salmaneser 111 d o 'lell Balawat) Sou Mesa. a não ser que as suas forças estejam incluídas nas de Acabe. TRANSJORDÂNIA Esteia de Mesa . bem afastado de sua base doméstica. assim como providenciando o suprimento de água para a mesma.. Seu primeiro movimento foi atacar o quartel-general israelita em Medeba... Construí Aròer e construí a estrada erri Arnom (Pedrc mòabia.enquqrití> lutava ccntra. A fortaleza gadita em Atarote ficou então isolada de Gileade e do vale do Jordão. pilhando com êxito cidades indefesas c a zona rural adjacente. 26) E o rei ce :srae conslrt/j Jàòz.. Mesa.Fiz este lugar alto para Quemos. rei d e Moabe. 1-5) ' ^ Q u i r i a l a i I \ BezeV Beto-Baal-weom « . \ [ / Hesbom |-rontcirc depois das conquistas ae Mesa I Saí à noite e lutei desde o nascer da alva até o meiodia (Pedra moabita... Mesa saiu novamente vitorioso.mim (Pedro'moãbitc. Mesa aproximou-se dela à noite e lançou seu ataque de madrugada e cerca do meio-dia o lugar tinha sido capturado. mais provavelmente Acazias. 18-19) Madmèm Cidade de Moabe T^fSarom Maarate Bete-Bcmo:e Quir-Haresete . (Pedra moabita. estabeleceu novos fortes em Bete-Baal-Meom e em Kiriathen (Quiriaiaim).yfi BeteDiblalaim AtCfOTG E os homens de Gade heviam habitado sempre na terra de Atarote (Pedro moabita. REI DE MOABE 8 5 3 . A seguir. rei de Moabe. procedente de Sarom e Maarate. Havia sempre a possibilidade de que uma cidade bem suprida pudesse sobreviver incólume.pois ele me livrou de todos os reis e me fez prevalecer sobre todos os meus inimigos.. voltou sua atenção para Nebo. A seguir. A população foi morta e os vasos de culto do Deus de Israel foram levados para serem apresentados como oferta a Quemos.97 parece ter tomado parte. Ele também fez novasfortifkaçõcs em Medeba.C.. Mesa instalou em Atarote o seu próprio povo.. O "altar doméstico de Davi" foi levado como despojo para o centro cultuai moabita em Queriote. Bete-Bainote e Bezer. os estados locais começaram novamente a envolver-se em conflitos internos. Depois da retirada do exército assírio..i lòronofm Quemos disse para mim: Desça e lute em Kauronen (Pedra moabita. o dibonita. Este foi o caso de Damasco (Síria) com Israel. Durante todo o século IX.. inclusive Aroer e a estrada que cruza o Amom...8 5 2 a. Mesa conquistou-a e matou toda a população. o exército assírio fez incursões na Síria e outras áreas. executando também extensos projetos de construção na cidadela de Dibom. Bete-Diblataim e Bete-Baal-Meom. filho de Q u e m o s .. 10} Queriote Com a morte de Acabe. 32) 10 ^ * f o r c a s . linhas 1-4) CAMPANHAS DE MESA. ü rei moabita recapitula seus projetos de construção nos centros mais importantes. Eles enfrentavam constantemente um problema logístico: só podiam manter sua posição. tentou um contra-ataque do forte na fronteira de Yahaz..

1. eles cruzaram o Mar Morto e estabeleceram uma base em En-Gedi. a oeste do monte Seir. 2 Cr 20.5. 2 CRÔNICAS 21. O rei de Edom. 2 Cr 17. fenômeno relativamente comum nas gargantas do Arabá.3. provavelmente os meunitas. mas eles se quebraram. 3-4-24: 8. linhas 32-33). Seu apoio a Israel representava uma ameaça a Ben-Hadadc.1-28). fazendo as águas descerem. era um aliado natural de Damasco. Depois da morte prematura de Acazias.1.10. É possível que Mesa se refira à subida deles pelo ' caminho de Horonaim" (Is 15. rei de Israel. para evitar um possível contra-ataque dos arameus ou dos amonitas. Josafá tinha um reino poderoso. estavam entre os árabes que pagavam tributo a Josafá para uso das rotas das caravanas para a Filístia. Jr 38. controlando as rolas comerciais entre a Arábia e a Filístia (2 Cr 17. seu irmão Jcrão acompanhou Josafá na invasão de Moabe. A tentativa de invasão fracassou. 8 4 8 a. AS PERDAS DE JORÃO 852.11). A força de invasão de Mesa era composta por moabitas. Mesa. Na estrada do deserto sofreram extremo calor e sede até que foram salvos por uma enchente repentina. ele tentou enviar navios para comerciar com Ofir.C. inclusive a base em Eziom-Gebcr.20-22.3). rodeando a extremidade sul do Mar Morto. amonitas e mineanos (versão grega. um inimigo de Israel. Os invasores provocaram confusão na zona rural moabita ao sul. também tomou parte.2) OS MOABITAS E SEUS ALIADOS TENTAM INVADIR JUDÁ Mesa procura esquecer-se da sua malfadada invasão de Judá (2 Cr 20. (2 Crônicas 20. O fracasso do ataque moabita deixou Josafá no controle das rotas do sul. Chovera no planalto acima deles.5. (2 Reis 38) ISRAEL E JUDÁ INVADEM MOABE. À instigação de Arã (2 Cr 20. que é En-Gcdi. Josafá e seu povo tinham ido à estepe dc Tecoa quando descobriram que os invasores estavam em conflito entre si.?8 >ntra ti uma grande multidão dalém do mar c da eis que já estão em Hazazom-Tamar. 2 REIS 1. bem fortificado. Os aliados decidiram invadir Moabe pelo sul.23.10-13). vassalo de Judá. Em aliança com Acazias. e eu desci e [lutei]" (Pedra moabita. 2 Cr 20. Eles marcham pelo ''caminho de Edom".2-17 . -l|íiiiiin«ai Forças moabiías e aliados E ele disse: Por que caminho subiremos? Então disse ele: Pele caminho do deserto dc Edom.34) em sua inscrição: "Quemos disse para mim: Desça e lute em Horonem.

A revolta dejeú. exceto o herdeiro. e e n f e i t o u a s u a c a b e ç a c o l h o u p e l a janela. O reino de Israel era conhecido dos assírios como a "Terra da Casa de Onri". A CAMPANHA DE SALMANESER III 84i a. Nas fontes egípcias. 2 Cr 22.C.8-10. conhecido pelas descrições de Elias e outras fontes... instigada pelos profe- tas. Acazias de Judá.30-31) Morte dc Acazias Mecido Jozreel I Assassinato de Jorcío. Pouco antes da revolta de Jeú em Israel. Isto deixou desprotegido o flanco a sudoeste. O tesouro real foi saqueado pelos invasores e eles mataram todos os filhos do rei.c.. Josafá morreu em 848 a. chamado de Lico na época hclcnista) juntamente com monumentos assírios e egípcios deixados ali antes dele. m a n d o u colocar ali sua estátua. 2 Cr 21. que que queriam vingança contra os altos tributos forçados sobre eles por Josafá. " M u l h e r na janela'' e m p l a c a d e m a r f i m ( D e Cala) 2 REIS 9 . Jezabel. tbi com Jorão confrontar os arameus em Ramote-Gileade (2 Rs 8. e n t r a n d o J c ú Astcrote Mar de Quinerete p e l a s p o r t a s . que se tornou rei quando Jorão morreu de uma doença de estômago incurável (841 a.1 0 As hostilidades entre a Síria (Arà) e Israel continuaram durante todo o reinado de Jorão. a fronteira entre Tiro e Israel passava pelo Carmelo e..10-11). Mesa foi forçado a suportar um cerco em sua capital do sul Quir-Haresete. Hazael revoltou-se contra Ben-Hadade e fundou uma nova dinastia em Damasco..& bi-se a Jeiréel (2 Seis 9. o Carmelo é chamado .-T/ p orcas israelitas ^orcas ararraiccs •l(. reeém-coroado. O monte é provavelmente o monte Carmelo. ao longo da costa da Fenícia. Ao alcançar o monte 'Tiaalirasi" ("Baal-Rosh"). mandando esculpir um novo monumento no penhasco na embocadura do Nahr el-Kalb (o rio do Cão. Isto provocou uma mudança no curso da guerra e os aliados se viram forçados a recuar. 848 e 845 a. Acazias também foi ferido mortalmente e morreu dos ferimentos em Megido. e de Jezcbei sue mãe íinha porcri Jarão cercado a Ramoíe de Gileade por causa de I Icizcel (2 Re:s 9. Jeú deu início ao completo extermínio da infraestrutura dos baalins em todo o seu reino. Em vista de ter tam- bém estabelecido centros de adoração nos montes de Judá. destruindo várias cidades e prosseguiu na direção do ocidente. Sukl j ..16-17). Sua mulher era Atália.14) e provavelmente Hasor (estrato VIII). a principal cidade dos sacerdotes levitas na Sefelá também se rebelou (2 Cr 21. desta vez derrotando Hazael no Monte Senir e depois sitiando Damasco. competindo assim com o templo de Jerusalém. Jeú é também mencionado em suas fontes como "filho dc Onri". Salmaneser III continuou suas campanhas na Síria em 849. No ano 841 a.1ó) Samaria . s e p i n t o u e m volta d o s o l h o s .5). da família real de Samaria.C„ embora não tivesse realizado os seus intentos. Joacaz/Acazias (2 Cr 21.20-22). Acazias desceu para visitá-lo. O q u e o u v i n d o j e z a b e l .. foi ali que Salmaneser recebeu tributo de Tiro e Israel.C. Jorão acabou ferido e voltou para seu palácio de inverno em Jezreel. d i s s e ela: Teve p a z Zinri. rei de Israe1. Ele seguiu então para as montanhas de Haurã. Salmaneser deixou o Carmelo e seguiu para o norte..Kosh-Kedesh". Salmaneser entrou novamente na Síria. pois em cada uma dessas campanhas teve de enfrentar os exércitos da liga dos reis sírios sob a liderança de Hadadezer (filho de Hadade) rei de Arã-Damasco..18-20). K.C. Jorão matou todos os seus irmãos que gozavam de posições de autoridade no reino (2 Cr 21. . um centro de adoração de Baal. . Ele recebe então esse nome no Obelisco Negro de Salmaneser. é ferido na subida de Gur Assassinato do» filhos de Acabe « de iodos os adoradores de Baal " Entco leú subiu a um carro. arrasando Bete-Arbel (Os 10. portanto. n a costa.99 Quer quisesse ou não. mas a cidade resistiu. Edoin revoltou-se e Jorão tentou sem sucesso recuperá-lo (2 Cr 21. Neste período. j.28. A seguir. convidando uma invasão pelos filisteus e os arábios. Libna.. o jovem sacrificado sobre os muros da cidade foi evidentemente o filho do rei edomita capturado.. Israel perdeu seu aliado fenício e foi gravemente prejudicada internamente. q u e m a t o u a s e u senhor? (2 Reis 9.2-4).-. deixando Jorão como único rei.. j rei de Israel.14) Ramote-Gileade f — Acazias. também 2 Rs 8..C. e o significado do nome "Baal-Rosh" é provavelmente "O Baal do promontório". resultou no assassinato de Jorão e sua mãe. A REBELIÃO DE JEÚ 841 a. portanto.

. filho de Joiada. Joá caiu gravemente enfermo.) e Joacaz (814/813-798 a. 1032-33. (2 Reis 10.17-1. desde Aroer. e o s rubenitas. 8 4 1 . porém.7 9 8 a. e Basã (2 Reis 10. Joiada.7). GateRimom-Gitaim. 798 a. a Assíria começou a envolver-se em negócios bem distanciados do Levante. o exército arameu fez uma incursão pela planície costeira (c. acusou o rei e foi sumariamente executado (2 Cr 24.) G i i e o d e .C. ^ de Nos anos que se seguiram. A brutalidade dos arameus em Gileade foi lembrada durante muito tempo (Am 1. esculpido ao lodo daqueles dos predecessores no monte Líbano C 5 Damasco "Jeú. filho d e O m r i ' ' p a g a n d o t r i b u t o a S a l m a n e s e r III (Obelisco Negro. Dentro em breve uma intriga palaciana resultou na sua morte (796 a. OUTRAS FONTES ASSÍRIAS o do SUPREMACIA ARAMAICA c. AMÓS 1. mas antes da morte de Jeoacaz cm Israel e de Joás cm Judá. A rainha Atália de Judá havia mandado matar seus netos e se apossara do poder. Depois da morte de Joiada (ca. Hazael teve completa liberdade para conquistar a Transjordânia.Asdode Jerusalém INSCRIÇÕES.32) Monumento da vitória erigido e tributo recebido de Tiro. os g a d i t a s .1 9 ) : 13.12. Zacarias. S i d o m e d c J e ú . Quando o menino tinha seis anos (835 a. foi salva e criada pelo sumo sacerdote. Depois de pagar um pesado resgate. As fronteiras de Israel foram diminuídas e sua força militar reduzida (2 Rs 13. Atália foi assassinada durante um golpe dè estado. Embora em menor número. sua força de ataque relativamente pequena derrotou o exército de Judá. o saber Gileade.). {Anais d e S a l m a n e s e r III) Segundo monumento. mais provavelmente. Joás permitiu que os príncipes de Judá reabrissem os santuários locais para competir com o templo de Jerusalém.8 (HEBREUS 1 8 .100 ^Homcte A CAMPANHA DE SALMANESER Recebi t r i b u t o d o s habitantes d e Tiro.3 .C.7: 2 CRÔNICAS 24. 800).c. possivelmente a Gate dos filisteus. Durante os reinados de Jeú (841814 a. 12. Uma das crianças.C. e os monassilos..).17-24). Joás.3).C.) e conquistou a cidade de Gate.3. d e Nimrod) N a q u e l e s d i a s c o m e ç o u o S e n h o r a d i m i n u i r o s t e r m o s d c IsI la^or A5farote rael p o r q u e Hazacl o s teriu c m t o d a s as f r o n t e i r a s d e Israel.C. que está junto ao ribeiro de Arnom. Sidom e Israel em "Baal-Rosh" Samaric Rabale-Bene-Amon . As forças de Hazael ameaçaram então Judá. SALMANESER III - C A Ú .32-33] l§) Somaria Rabaíe-Bene-Amom Hçzoel recebe tributo de rei do Jndó Asdode Ecrom Gcte dos Filisteu Jerusalém -Aroyr * <b Amom O c v 2 REIS 8. filho d c Onri.23-24. Perto do final do longo reinado de Hazael.

S 10 1S lm Eliseu profetiza c término do cerco Os profetas haviam desempenhado um papel na vida pública de Israel e Judá desde os dias do reino unido. O espírito por trás da lei israelita estava além da compreensão de Jezabel. existem inúmeras referências a profetas como conselheiros e críticos políticos.2-2. dois profetas se destacam como defensores do Senhor de Israel contra as influências dessa religião cananéia (Fenícia).16-21. Elias de Gileade e seu discípulo.jEIissu profetize |uma enchente o o V <h Arade .M c o l a . Eliseu. e ela decidiu instruir Acabe sobre "como governar o reino de Israel" (1 Rs 21. As atividades e missões de Elias se estenderam para além das fronteiras e incluíram vários povos.C. Elics profetiza o grande chuva <s\ Q u i --Moabe O O <c0 S 10 15 . o monte de Deus ( l Rs 19. do vale do Jordão. pois aos olhos dos profetas estes também deviam ser considerados um instrumento nas mãos do Senhor. f i l h o d e S a f a t e d e A b e l . 2 R E I S 1. IX a. Depois da divisão. mediante uma inversão da justiça. IX a. Os laços entre as casas reais de Onri e Etbaa! de Tiro promoveram um influxo de influências culturais e políticas fenícias. 1 } de debaixo do zimbro v 1 V o C C . 2 M I S 2-9. a saber.19) T a m b é m a J e ú filho d e Ninsi. (1 Reis 19. D c panela a farinha se nãc acabou. . 1 R E I S 17. ò-1 liu t e n h o s i d o c m e x t r e m o z e l o s o p e l o S e n h o r D e u s dos exécitos. calvo.11) Eliseu envia o jovem para ungir Jeú Eliseu guio o exército arameu de Dota até 5 10 Samcria Ramofe-Gileade \ f Encontro com o anjo Bersebtf/ Deserto Berseba 2 RFÍS 19.19) ainda reverbera no mundo até hoje. filho de A c a b e s | lugar de nascimento de clias O s corvos aífmentorr rrjEiiasj \ % Eliseu profetiza no O reino d e Hazael Riacho Jerusalém® Q"er'l<-' de \ ^ V o -ò E Elias subiu a o céu num redemoinho (2 Rs 2. p o r q u e o s filhos d e Israel d e i x a r a m o teu c o n c e r t o . e t a m b é m a Kliseu. sobe. a filha do rei de Tiro. e do botija c czeite nàc faltou (1 Rs 27. u n g i r á s p r o f e t a e m t e u lugar. Durante os dias negros dos baalins sob a casa de Onri.18 Betei Eliseu realiza CilcaL— ^ iT Jerico milagres diante dos filhos dos profetas Jerusalém Sobe. o jezreelita. especialmene em Judá.8} 1 p a Porveniura não mataste e tomaste a herança? Marfim e s c u l p i d o d c Samaria (Época d e Acabe) (V Rs 21.C. O assassinato de Nabote. provocou a ira cie Elias e sua advertência "Porventura não mataste e tomaste a herança?" (1 Rs 21.14) Berseba E (ele) caminhou quarenta dias e quarenta noites até Ho*ebe. lingirás rei d e Israel.16) Jezreel V Eliseu acompanho Flios AS ATIVIDADES DE ELISEU FINS D O SÉC. ( 1 Reis 19.16) Damasco . j calvo! (2 Rs 2.23) . .101 AS PEREGRINAÇÕES DE ELIAS MEADOS D O SÉC.7).21. Damasci Abel-Meolá-*—Samaria^ ® Elias prevê a morte de Acazias.

acompanhado por mercenários israelitas. se ocuparam integralmente numa guerra contra Uartu (Ararate). mas morreu em Laquis (767 a. o reino neo-Hurriano ao leste de Anatólia.2). Salmaneser IV. llamate.102 A CAMPANI IA DE ADADE-NIRARI 7 9 6 a.. Este último alívio da pressão assíria criou um vácuo de poder no ocidente e permitiu que os vigorosos reis de Israel e Judá exercessem sua força e influência em toda a região.C. Em seus últimos anos. ele marchou para a conquista de Edom. chamada "terra de Onri" em outra inscrição.C. Parte das defesas de Jerusalém foram derrubadas. 2 Cr 25. e saíram d e d e b a i x o d a s m ã o s d o s siros.C. e Amazias revidou.C.C. vítima de uma conspiração palaciana (2 Rs 14. Deve ter sido durante este conflito que Damasco foi sitiada.) Ele derrotou Amazias e o levou preso. <2 Reis 13-5) Hadah {£} Níneve Jf 0 nome de líazoel aparece numa peço de marfim encontrada em 1 ladatá.) em lugar de seu pai capturado (2 Rs 14.).5-13)-As tropas israelitas enfurecidas pilharam as cidades judaítas que haviam sido antes formalmente tomadas de Israel. "Mari" (o Ben-Hadade III de 2 Rs 13 3) de Damasco foi obrigado a pagar um pesado tributo.C. A campanha seguinte no ocidente foi: (796 a. co-Regente antes de confrontrar Amazias em Bete-Semes (793 a.) "contra Ba'ali". U R CONTRA DAMASCO A R T H o S e n h o r d e u u m salvador a Israel.C. Amazias sucedeu a Joás em 796 a. evidentemente levada c Damasco por Adadenirari Colá /k* ¥ R-' *l Assur A r S: r i * Scrr Reinos subjugados pagando tributo a Adadenirari 20 30 EDOM MONUMENTOS. que demitiu antes da batalha.): ele sobreviveu 15 anos ao seu captor. assim como Edom e Filístia. Damasco sofreu tantos danos com esia derrota que veio a envolver-se em novo conflito com seu arqui-rival. ADADENIRARI III CA1Á li SABAA Colhor do marfim paro cosméticos na casa de M-k-B-R-m.21. A seguir. e procurou aliança com Jeoás de Israel (2 Rs 14. 2 Cr 25.19-20. como rei (792 a. Jeoás nomeou Jeroboão II como . O povo de Jerusalém coroou o jovem Azarias.C.. (802 a.18). com eventos significativos) registra o seguinte: (805 a. 7 9 3 A 792 a. Adadenirari III.) "contra Arpade". Amazias só foi solto depois da morte de Jeoás (782 a.C.7. A Crônica de Eponimos (lista dos anos.C. (803 a. Tributo foi também recebido de Joás da "terra de Samerina (Samaria)".C. Adadenirari II e também seu sucessor. (804 a. de 16 anos. 2 Cr 26. mercador de I losor sob J e aboão I O 10 0 J0 40 ^ Um rei novo e ativo surgiu na Assíria. GUERRAS DE AMAZIAS E JEOÁS c . Ele venceu os edomitas e reestabelcccu o controle de Judá sobre eles (2 Rs 14. desafiando Jeoás para um combate. 2 Cr 25.27).C. nomeados segundo os governadores assírios. uma província ao norte de Damasco.) "contra Mansuate". que mais uma vez voltou os olhos para o ocidente.) "contra Hazazi".) "para o Mar".9.

as outras são.13). . A primeira foi uma decisiva vitória em Afeca.1). ici d c Israel. aparentemente.11-26.C. Com a morte de Jeoás (782 a. desde a entrada de Hamate até ao mar da Planície" (2 Rs 14. das planícies de Basã (Am 4.o «5 ifiimiimt foiça Israelita forca Araméia » .28. 7 9 0 — 7 8 2 a. A rota transjordaniana de caravanas também ficou sob controle israelita. juntamente com Damasco (2 Rs 14. (2 Reis l i 11) émÈ( M Selo de "Sema servo de Jeroboão" de Megido Também este rcstabdcceu os termos de Israel. rei de Judá.17). assim como as fontes do vale de Jezreel e da planície de Saron. Extensas terras agrícolas. Ramote-Gileade Samaria . houve um acordo entre as casas reais de Samaria e Jerusalém rumo ao entendimento. no Golã (2 Rs 13-17).25. a planície de Medeba.) e renúncia de Amazias. produziam abundantes colheitas de grãos.1 AS CONQUISTAS DE JEOÁS E JEROBOÃO II c.9-11).15-19. HO7O/ V Carnaim * Afeque t J f T J ' ifebor ~ .Í J . em Carnaim e Lo-Debar (Am 6. e Amazias. 26.13 . 2 CRÔNICAS 25.C. 17 21. retornou às mãos dos moabitas. AMOS 6. RaboteBene Amom 2 HEIS 13.25) tebo-i lamote • 2 R E I S I .8).25). e viramse cara a a r a em Bete-Semes que está em Judá. Os gaditas e rubenitas estabeleceram-se em Basã e cruzaram as terras da banda oriental rumo ao Eufrates (1 Cr 5....28). evidentemente. A tradição diz que Jeoás defendeu Arà-Damasco três vezes (2 Rs 1318-19).103 E subiu Jeoás. Israel controlaria uma vasta área ao norte da monarquia unida. Jeroboão "restabeleceu os termos de Israel. vinho e azeite (Os 1. e o subseqüente conflito com Hamate impediu Jeoás e Jeroboão II de recuperarem o controle total sobre a Transjordânia (1 Cr 5. Damasco também pode ter sido enfraquecida por Adade-Nirari.25: 14. Embora Hamate por si mesma tenha se tornado subserviente a Israel. desde a entrada de Hamate até ao mar da planície (Mar de Arabá).M . (2 Reis 14. w is .1) às plantações do Carmelo (Am 1.

Os textos que incluem vinho ou azeite são datados do "nono ano". No nono ano. e seu filho. Cinco dos principais filhos da tribo aparecem como distritos no óstraco. residiam evidentemente na capital e recebiam pequenas quantidades de vinho e azeite de suas propriedades locais. Por meio das cidades localizáveis. O décimo ano de Jeroboão II cairia então em 783 a. cujo caso celebrado era um precedente em Israel a favor dos direitos das filhas (Nm 26. décimo e décimo-quinto anos estarem todos misturados indiscriminadamente no mesmo local. Jeoás. Aimelcque. os distritos dos clãs mencionados nas guias do "décimo-quinto ano" são todos reconhecidos como membros da genealogia bíblica Manassés/Maquir (veja lista acima).C.10-12 [cf. 36.10-12). Dc llazerotc. Os destinatários dos embarques. Ilelez. todos os lugares conhecidos fazem parte da herança tribal de Manasses.C. Além disso.C. rei de Israel subiu ao trono em 798 a. enquanto os dos textos do nono ano serviam o co-regente. 3. enviados a vários oficiais pelas suas propriedades nos montes de Manasses.104 ÓSTRACO DE SAMARIA 7 8 4 a 7 8 3 a. 1 Cr 7. Js 17. O outro grupo ignora o artigo (aparentemente todo este embarque incluía vinho ou azeite) mas lista o nome de quem envia a mercadoria. O fato de alguns destinatários receberem embarques de mais de um lugar sugere que eles haviam adquirido outras propriedades além do patrimônio recebido da família. Hefer. Todos os cacos haviam sido jogados fora e foram encontrados debaixo do assoalho de um prédio posterior. Jeroboão II. talvez como concessões reais (cf.14.>. No décimo-quinto ano. Jeroboão II. Eram anotações administrativas sobre embarques de vinho ou azeite.C. A Bíblia não dá uma lista de cidades em Manassés.C.1-6.14-19). a informação do Óstraco de Samaria é realmente um achado. foi nomeado co-regente em 793 a. 5. De Yaate a Ainoã. Selofade. 12 ou mais. mas freqüentemente identificáveis com os nomes de povoados árabes nos montes dc Samaria. A proliferação de tais recompensas a nobres favoritos e sua autoridade para punir os desfortunados devedores pode ter sido a causa de tamanha injustiça social como a denunciada pelos profetas (Am 2. e os dará aos seus criados). O Óstraco de Samaria fornece alguns discernimentos sociológicos e geográficos fascinantes. tMaías ! Oglá ndc(ju(. enquanto os que listam o remetente são todos do "décimo-quinto ano" (usando números egípcios hieráticos). Jeoás. A forma das cartas é tão similar nos dois grupos de textos que não pode ser feita qualquer distinção cronológica com base na paleografia.' . Os outros textos ignoram o sistema de clã e podem representar um afastamento do respeito consagrado pelo tempo para a estrutura social local.„ .. A formulação em todos os textos tem o mesmo formato geral. De Halaque para Asa. (Óstraco samaritano N"5 9 c 23) GENEALOGIA DE MAQUIR. e das vossas vinhas. é representado por duas filhas do filho de Hcfer. ou "décimo ano" (com o número ordinal por extenso). O fato dos textos do nono.. (na véspera da guerra com Amazias). Ambos os grupos dão o nome da cidade da qual o artigo foi enviado. mas o mesmo grupo que omite o artigo acrescenta o nome do distrito do clã em que a cidade estava situada. Manasses Maquir H ff O • G L A ' ' * MÜ» Yozsle (rÜCilílr Abi-hze-r Hèleque A$r. O filho ausente. Todavia. 1 Sm 8. e dos vossos olivais.10.uonie meaciOfl&GO • no Óstraco de Samaria Nm* M i Micmefó . Os mencionados nos textos do décimoquinto ano estavam provavelmente servindo o antigo rei. De fato. ^ Tanate-Siló Jocmeã Uma coleção de mais de sessenta fragmentos de louça de barro (Óstraco) foi encontrada durante as escavações na antiga Samaria.. a localização geral dos distritos dos clás pode ser determinada. Portanto. O sistema de distritos de clãs foi empregado nos textos do décimoquinto ano. associadas com os clãs específicos. As anotações individuais haviam provavelmente sido registradas em listas-mestras em papiros antes de serem descartadas.1-4[>11]. os detalhes restantes dividem as inscrições em dois grupos. correspondendo ao décimo-quinto ano de Jeoás. . 1-9]. começando com o ano do reinado (do rei) e discriminando o destinário do embarque. Os dois grupos também se diferenciam pelas suas datas respectivas. como expresso no padrão de assentamento das cidades e distritos em Manassés.e! Siquém HELEQUL Zciofcadc i—[—i £.28-34. talvez seguindo um costume venerável na administração. Um tipo lista o artigo enviado. "E [o rei] tornará o melhor das vossas terras. Lm jarro dc vinho velho. A informação genealógica sobre a tribo é apoiada numa realidade sociológica. dá lugar à pergunta: 'li o ciécimo-primeiro e décimo-quarto anos? Segundo a cronologia adotada nesta edição do Atlas. portanto. uma conjetura razoável e que satisfaz toda a evidência seria atribuir as guias do nono-décimo ano a Jeroboão 11 e as do décimo-quinto ano a Jeoás. 27. Ele contém um grupo de nomes de sítios desconhecidos de qualquer fonte bíblica. um jarro de "vinho velho" ou "azeite purificado". A data relativa para os fragmentos usados como material de escrita é o primeiro quarto do século VIII a.6-8.

25-28 . <2 Crônicas 17.2) ÕStrtlCO d e Samaria OS DISTRITOS DE JUDÁ Gibeom Beerote iibòote Quiriotc-Jeorim Quirfcile-Jisòrim Raqucm Taroló Zelo Irpeel Bete-Ara bá"*" [ÜÜ 1 / •*Zobú Mcnoafe* Jerusalém Bele-Querém Ashnoli bn-Gonim Tapua Enã Soaraim Aditaim Gedero Oederotaim Zanoa Jarmure Bel-ler Belém Secoca^ Aczibe' Adulào Gcdor Nezibe Maresa Ashno *lurza? Zenu Hodaza Dilea Mispe Cabron Lamas Betí-Anolê Migdal-Gade Maqueda "k Bete-Zur Maarote Eltecom Quitlisli Jocleeí Bozkath Gederole Bete Dagom Naamá Janum zior Humto Jezreel Jocdeõ Zunoa Gibeá Tímná Debir * Durftó Anobe ilorma Rimom Sonsonn Modmana Bele-Pelele * >ozo Esternoa Carmelo Maom* Queriote •fr Q u i n a Aracln-Rnbó Molcdo Ramole-Gileude Bealote ^(Baalafo Besr| Cobzeel Jagur D nnona Cades Hazor Itnâ ZiFe Telem Hezrom I lazar-Adola Amã Sema Berseba Hozar-Gadó Hesmom Baala lyim Ezcm Eltolade Betuel Bete-labole A roer JOSUÉ 15. q u e Asa s e u pai tinha t o m a d o .105 E p ô s g e m e d e g u e r r a e m t o d a s as cidades fortes d e J u d á e p ó s g u a r n i ç õ e s n a terra d c J u d á . c o m o t a m b é m nas cidades d c Efraim.21-62: 18.

As cidades são dispostas em grupos indicados por subtotais.2). tornou-se co-regente em 750 a. A Sefelá possui três subtotais. Em outras palavras.1-13) e a nomeação dos príncipes. Este total de 11 pode ser suplementado pelo distrito de Benjamim. a Região Montanhosa tem seis (contando o distrito preservado na versão grega).5-7. Calebe e Simeão (1 Cr 2.7). Uzias obteve o controle sobre as rotas das caravanas desde a Arábia até a Filístia e o Egito.22. o Neguebe. o Neguebe e a Estepe têm um subtotal cada um. As referências à reorganização administrativa por Josafá (2 Cr 17. os meunitas. Asfortificaçõesde Jerusalém foram melhoradas (2 Cr 26. A seguir. Na Sefelá e no sul da Região Montanhosa. Uzias viveu até 740 a. a quem ele forçou a pagar tributo durante três anos (2 Cr 27. provavelmente como um gesto de boa vontade por parte de Jeroboão 11. Ele derrubou os muros de Gate.C. Quando Uzias (Azarias) tinha 26 anos de idade. Os dois reinos embarcaram em suas campanhas de expansão. Segundo a versão grega de 2 Crônicas 26.C. assim como outros povoados das genealogias de Judá. Pela primeira vez. As cidades levitas não são especificadas. e lavradores cuidavam dos vinhedos reais "nos montes e no Carmelo".C.20-63. Em 743 a. na região montanhosa do norte e do sul dejudá (2 Cr 26. que está mais para o sul.3-4).2063. provavelmente do reinado dc Pratinho ritual ao lado do altar de Arade. agricultores cultivavam as propriedades do rei na Sefelá e na planície costeira (especialmente as terras adquiridas com a conquista do norte da Filístia). Judá penetrou na Transjordânia. como governadores locais (21.C. Jeoás de Israel morreu. isto é. A inscrição é "q-k" para godesh kobanim. Ele conseguiu até reconstruir a fortaleza de Elode (Elate) depois da morte de Amazias em 767 a.(2 Rs 14. 2 Cr 26. As quatro principais zonas ecológicas aqui. vencendo os filisteus. Outros favorecem uma data do século VIII ou VIL Em qualquer caso. a lista está incompleta. no distrito 4 o sentido é anti-horário. lista passagem é o texto geográfico mais minucioso contido na Bíblia. torres e poços de água foram construídos na região da estepe ("de- .16-23).11-15). O exército foi ampliado e bem equipado (2 Cr 12. Provavelmente do reinado de Josafí.59a). dividiam com ele os lucros de suas caravanas e caravançarás. Jabné e Asdode.106 O DISTRITO DE JUDÁ O padrão de assentamento de Judá é refletido em grande detalhe em Josué 15.. Esia renda externa era usada para fortalecer a prosperidade externa do país. Fortaleza do início do sículo VIII. No distrito 2 a lista percorre o distrito no sentido horário. cidades-chave como Bete-Semes e Adoraim não foram incluídas. Estrato X. construindo fortificações nesta última cidade (2 Cr 26. Uzias. mas pode ser parcialmente suprido pela versão grega (Js 15. guerreou com sucesso no sul.7. o qual permanecera sob o domínio de Judá. Tiglate-Pileser III lhe deu crédito por ter liderado uma coalisão de estados ocidentais na tentativa de deter o avanço assírio no Levante. a Sefelá. "sagrado para o sacerdote". O SUCESSO DE UZIAS 782A 759a. Amazias foi mandado de volta a Jerusalém.4). Uzias tentara usurpar as prerrogativas do sacerdócio de Jerusalém.C.6). os meunitas (Minaion) lhe pagaram tributo e sua autoridade foi reconhecida até a entrada do Egito.9). a saber.3) levaram alguns a sugerir que a lista das cidades judaicas foi compilada em meados do século IX. Jotão continuou com os projetos de construção de seu pai. os arábios e os meunitas (2 Cr 26. 2 Cr 26.5). Estrato de Arade IX.10). filho de Uzias. A data do documento original incorporado pelo autor de Josué é discutível. seus filhos. antes domínio exclusivo de Israel. serto de Judá") para os rebanhos reais. A lista de Josué se baseia em princípios estritamente topográficos ao invés de princípios de parentesco. A comparação com a distribuição geográfica dos clãs e famílias na "•grande Judá" (1 Cr 2-4) revela que o padrão de assentamento por razões de parentesco é apenas parcialmente proporcional às divisões topográficas de Josué 15. porque o rei veio a sofrer de uma moléstia incurável (2 Rs 15. correspondendo a três distritos. em Jerusalém e em toda Judá (2 Cr 27. o principal elemento no Sinai. são a base organizacional da lisia. Sua única conquista digna dc nota foi sobre os amonitas. Jotão. Uzias lançou uma guerra vitoriosa contra a Filístia. os limites dos distritos correspondem às linhas divisórias entre os sistemas fluviais (wadi). Um distrito inteiro não consta do texto hebraico. a região montanhosa e a Estepe ("Deserto").

2) • Fortalezc principal fortaleza 2 REIS 14. O s meunitas pagaram tributo a Uzias |2 Cr 26. 27. 2 Cr 26. Versão Grega) Requém @ Uzias edificou Elode após a morte de seu pci: 767 a. 2 C R Ô N I C A S 26.9. (2 Rs 14.C.15) Uzias colocou agricultores na Sefelc e na planície (2 Cr 2 ó . eles pagaram tributos durante íréò anos (2 Cr 27. e cavou muitos poços.3) j T | Rabate-ÜsnoAmom | Jorão derrotou o rei dos amonitas.0} Jabno 1 Jerusalém ( 2 Cr 26.8) lAvdate) Sêlõ. pois tinha grandes rebanhos (2 Cf 26. (2 Crônicas 26. e enfre os filisteus (2 Cr 26.2-15: 27. l 0 b } Hebrom Uzias construiu torres na estepe. porque foi maravilhosamente ajudad o n t é q u e se t o r n o u forte.22.10c) Atude Berseba Rabó Fn-GeSí* T Quir-Haresete A influência de oté o Egito Uzias estendeu-se (2 Cr 26.5) E voou a sua fama ate muito longe.7-8.1 Uzias e Jotão íortificações em | levantorom E edificou cidades em Asdode.3-5 Mar de Geber .22. (Jocteel) ^ ®-Cades-Barnéia Deus ajudou (Uzias) contra os arábios que habitavam em G u r b a a l e contra os meunitas.10o) <b Dibom Rio Amom Uzias tinha agricultores nos montes e no Carmelo (2 C r 26.

2-15.20-17). Asdode. s e n d o rei e m Israel. que avançaria inexoravelmente dc província cm província.25).18) Rabíilé-Seií-Araon AS CIDADES DOS PROFETAS SÉCULOS 9 A 7 a.22.C: _ * . fez seus pronunciamentos em Betei. Suas críticas cias questões éticas e morais abrangiam tanto o cenário internacional quanto o nacional.C. cuja cidade é desconhecida. Amom pelas suas atrocidades em Gileade (vs.13-14 $ BefSèba * O fJ Amós 2... e Moabe por profanar os ossos de um rei rival (2. c o m o tu. Tiro por colaborar com esse empreendimento (vs. jamais preparando uma grande campanha sem suporte logístico adequado do governador assírio mais próximo (Am 3. 4-5) e sobre Israel por suas grandes transgressões da justiça social (vs. de Tecoa. (Deuteronôraio 18.28) ISRAEL E JUDA NOS DIAS DE JEROBOÃO E UZIAS MEADOS D O SÉCULO VIII a.C. Samaria His lhes suscitarei u m profeta d o m e i o d e seus irmãos. um profeta de Gate-Hefer na Galiléia (2 Rs 14.C. pertencentes a J u d á . 11-12). e porei as m i n h a s palavras na sua boca.9-10 Hozori Megido • Ramcte-Gileade Os reinos de Israel e Judá alcançaram seu último apogeu de prosperidade e poder durante a segunda metade do século VIII a. Bibos carrasco Amós 1. Filístia (Gaza.4- / I Amós 2. Amós.. Em nome do Senhor de Israel ele proclamou juízo sobre os principais inimigos de Israel: Damasco pelas suas agressões em Gileade (Am 1. revela profundo amor pela região de Samaria. eles dominaram novamente as principais artérias comerciais do mundo que cruzavam o sul do Crescente Fértil. 12-13. As escolas proféticas do século IX continuaram a florescer no século VIII. o centro de culto da realeza em Israel (Am 7.1-3 ' -[ E * Sarnoria ® ÍO. Juntos. Asquelom. filho de Amitai. 9-10). embora abominasse a sua corrupção religiosa. Gote-Hefer Jonas Asdodf Asquelom / :crom Jerusalem I Amós 1. 6-8). (2 Reis 14. Amós viu que a defesa das cidades muradas (como praticada por Samaria e Damasco no século IX) não resistiriam contra um conquistador decidido como Tiglate-Piliser III.3-5 Ltgares condenados por Amós 2 REIS 14. 2 CRÔNICAS 26. O sucesso de Jeroboão 11 foi aclamado por Jonas. ^ *N & lias Tisbitc Abel-Meoía Jeremias \ * Anafore Jerusalém Isaías Ezequiel < < Moresete-Gare Miquéias Amós 1. Edom pela sua crueldade contra os judeus (vs. Amós voltou então a sua ira sobre Judá por não manter a Lei do Senhor (vs. 6-16)..3-5).108 Como reconquistou Damasco e Hamate.1-3). Oséias. Ecrom) por ajudar os edomitas a escravizar os judeus (vs. .11).

durou somente um mês (2 Rs 15. num. Tigiate-Pileser III renovou a política expansionista da Assíria.C. Em 743 a. ISAÍAS 7-9. A CAMPANHA DE RES1M E PECA CONTRA JUDÁ 7 3 5 a. O reino de Israel começou a desintegrar-se com o assassinato de Zacarias. penetrando assim na Transjordânia.109 Porquanto a Síria teve contra ti maligno conselho. Tentativa de coroar o filho de Taot-ol RebateBenéAmom O Peca.16-21 .19-20).5b.5. mas a liderança de Jerusalém não era da mesma opinião.1719. com Etraim. Resim ajudou os edomitas na reconquista de Elate (2 Rs 16.25. de uma família judia nobre recém-estabelecida na Transjordânia. Acaz.C. 2 Rs 15. que se recusou a juntar-se a Peca e Resim contra Tigiate-Pileser. Pecoía ? anos em Samaria. 2 Cr 28. rei de Damasco... e façamos reinar no meio dele o filho dc Tabcal. dizendo-. 752 740 a. Enquanto isso.C. e com o filho de Remalias. filho de Jeroboão II.5-9. (Isaías 7. ocupando várias cidades nas principais entradas da região montanhosa (2 Cr 28.C.30). Os governadores recém-nomeados forneceram apoio logístico ao exército assírio quando ele partiu para a etapa seguinte da conquista.C. prontamente pediu socorro a Tigiate-Pileser III.3-6). tentativa de depô-lo a favor de um certo Tabeal (provavelmente Tabcl.)..6) e os edomitas atacaram Judá pelo sul (2 Cr 28. Vamos subir contra Judá.C. Salum.. Tigiate-Pileser evitou campanhas demoradas distantes de suas bases de suprimento.. Enquanto Tigiate-Pileser estava envolvido em outra parte. mas o assassinou e tomou o poder sobre toda Israel durante outros oito anos (740-732 a. filho de Remalias. filho de Remalias. Peca fez aliança com Resim.. Ao contrário de muitos de seus predecessores. reduzindo-os a províncias sob os governadores assírios.1-15). e atormentemo-lo. Enquanto isso. Todavia. Eles esperavam organizar uma fronte unida sólida contra os assírios.8-14). o novo usurpador. O esforço não foi bem-sucedido e Menaém de Israel pagou tributo aos assírios (2 Rs 15. Peca e Resim imediatamente declararam guerra a Acaz. ele aparentemente fez uma suposta reconciliação com Pecaía.17-26). Depois de 16 anos de reinado. Jotão aparentemente compartilhava o preconceito anti-assírio do pai. rei dc Arã ] Damasco tAdti. Menaém. 2 Rs 15. por mais dois anos (752-742. O pesado fardo que este pagamento impôs sobre a nobreza dc Israel pode ter gerado a inquietação que levou Peca ao poder em Samaria três anos mais tarde. Tigiate-Pileser 111 teve de enfrentar uma coalizão de estados ocidentais. especialmente em Urartu (Ararate). depois de reinar apenas seis anos (752 a.741 a. 2 CRÔNICAS 28. iniciou então a anexação dos territórios conquistados.C.17). A oposição ao governo permanente da Assíria foi sufocada com o exílio das classes altas e a instalação de deportados de alguma outra parte do império. Peca. não conseguiu forçar a sua vontade sobre Jerusalém e os prisioneiros tomados durante sua incursão foram devolvidos (2 Rs 16. Jotão foi definitivamente deposto em favor de seu filho. rei dfi Israel Asdode Asquelor Ecrorn Jerusalém i Agressão i rilistina Tlebrom Berseba sE> #Aradè Agressão edomilu bzra Cades-Barnéia ajuda Edom a Elafe tziom-Gebçr 2 REIS 16. Hozor Menaém 10 anos.1-6).C. Seu sucessor.). ancestrais dos Tobias que vieram mais tarde). Pecc reina 12 anos cm Gileade 75274C a. ele não estava satisfeito com a submissão dos reis locais e o pagamento de tributo. Pec?.-31)^ Jotão se aproveitara da divisão do reino do norte para exercer poder militar contra o rei de Amom. surpreendentemente liderada por Azarias de Judá.C. Jotão viveu até o seu vigésimo ano (732/ 731 a. Pecaía. Is 7. reinou em Samaria durante dez anos e foi seguido por seu filho. e repartamo-lo entre nós.. 2 Rs 15. começou um reinado de 21 anos em Gileade (veja Os 5. os filisteus invadiram o oeste do Neguebe e o norte da Sefelá de Judá. Acaz (735 a.6) Lgar de -lascirrento — dc Resim.

2 Cr 28. Nos dias de Peca.110 Também os filisteus deram sobre as cidades da campina do sul (Neguebe) dc Judá (2 Crônicas 28. Ele podia agora concentrar-se no cerco de Hasor sem medo de problemas com a Alta Galiléia. 732 a.2). tomando primeiro Ijom e Abel-Bete-Maaca. e a Galiléia. A seguir. ele virou para o oeste. veio Tiglate-Pileser. Isaías descreve esses territórios. Assegurou assim suas linhas de comunicação com Tiro e. Tiglate-Pileser respondeu imediatamente. e a Gileade. e a Quedes.C.C. fugiu para o Egito.. c a Jona. As datas das suas campanhas ao sul do Levante são determinadas de acordo com seus anais nas Crônicas de Epônimos.1). o cerco de Gezer descrito em um dos relevos de Tiglate-Pileser deve ter ocorrido durante esta campanha. F. No ano seguinte. Peca foi assassinado por Oséias. Os reis da Palestina ficaram então impossibilitados de receber qualquer ajuda por parte dos egípcios. e os levou para a Assíria.. logo depois que seu rei. Hanum. cruzando a Alta Galiléia em direção a Janoá. Exílio dos habitantes dc Astarote (Relevo do palácio de TiglatePileser tll em Calá) . filho de Ela (732 a. ele marchou contra a Filístia. O exército assírio seguiu para o norte do Sinai. rei de Israel.). Forças foram enviadas para Gileade e para a "Galiléia.C.C. Um relevo assírio de Calá mostra o exílio dos habitantes de Astarote. onde os meunitas foram também forçados a submeter-se. Tiglate-Pileser III iniciou seu ataque do vale de Beqa' no Líbano. 733 a.29. principal cidade de Basã.m 734 a. principalmente o vale de Jezreel (o equivalente a llarosete-Ila-Goim [Harosete dos gentios j em Juizes 4. Gileade é.30). (2 Reisl5. Este foi também o vigésimo e último ano de Jotão (2 Rs 15. naturamente.C. rei da Assíria e tomou a Jjom. nos confrafortes acima de Tiro. isto se ajusta perfeitamente à estrada de Abel-Bete-Maaca a Janoá. uma das que foram tomadas nessa ocasião. Tiglate-Pileser 111 diz que nomeou Oséias rei de Israel e recebeu pesado tributo das mãos dele.29) Damasco ficou então completamente isolada. No ano seguinte.28) CONQUISTAS DOS FILISTEUS NOS DIAS DE ACAZ 7 3 5 a. O principal curso da campanha pode ser deduzido de 2 Reis 15. tendo sido evidentemente tomadas nesta ocasião. conquistou Cades. A semântica bíblica exige que "caminho do mar" seja um caminho que leve ao mar. toda a terra de Naftali". como "o caminho do mar. além do Jordão. e a "Galiléia dos gentios" é literalmente a "Região dos gooim (gentios)". os primeiros a caírem sob o tacão de um conquistador. marchando de volta pela Alta Galiléia. Gaza foi conquistada em seguida. a Galiléia dos gentios" (Is 9-1). O reinado de Acaz como único governante durante 16 anos é reconhecido a partir desta data (2 Rs 16. e a toda a terra de Naftali. Na esteira desta derrota esmagadora. e Abel-Bete Maaca. uma guarnição foi deixada no Ribeiro do Egito. a "terra além do Jordão". Desde que o norte da Sefelá havia caído recentemente em poder dos filisteus (veja mapa 145). ASCAMPANI IAS DETIGLATE-PILESER III 7 3 4 A 732 a.C. ela foi derrotada pelo exército vitorioso dc Tiglate-Pileser III. deu-se a invasão do norte de Israel. Iirom e Merom aparecem numa lista assíria de prisioneiros desta campanha.2. e a tlazor.

17. TIGLATE-PILESER111 . CRÔNICAS DE EPÔNIMOS .29." "Gezer icroiV Jerusalém Asdode^i Asquelom ® Hebiom .üibom Arade Berseba 2 REIS 15.9.yAijalorrç.itani (Burj c! Alàwyeh) Yanvn (El-Gdelho/ tooiosJ ÍQolo t Marun) ThcbthinJ Caminho do ) Abel-Bel. LISTA DE PRISIONEIROS DE TICLATE-PILESER III Some da Cidade Número de Prisioneiros Cedes irorrt HaZO» Arumo Quinereí? llanaton Jvtbote Canó I lonalon Astarote Jorhare NflÇÕM Iirom Aruma Merom Megido Rümoíe-Gileade Samaria Moonoim Rabate-Bene-Amom ^.CA1Á.6.25: ANAIS. 1 (SÔNICAS 5.I.

11.í^Togorma ^ U HU 'f Nisibis. • ..úripíém RobatoBcncAmom bteífes Solmonasor III Tiglote-Pileser III Esardom Assurbanipal >>•.. 'bufSharrukin '4ÍM •* 5<fmot Caratepe Til Barsip Hodala V Calná T&fíTbinot Ecàlfé "Rszefe Árvadè Hamate Sumurf.C. ((saias 37.2 Com a multidão dos meus carros subi cu aos cumes dos montes.24) A ASCENSÃO DO REINO DA ASSÍRIA SÉCULO IX A VII a. tiiiwzm lema Bi wSItiilMií ifer Vermelho Exírcito assírio ataca uma cidade (Relevo do palácio de Tigiate-Pileser IT1 em Calá) No-Arricm . aos Últimos recessos do Líbano.-V'- Mar Superior • Damasco Tiro V Babilônia Ai^ioçío Je.

e a terra d c Naftali. embora o seu território (Nafote-Dor) tenha.16-18. . sido entregue provisoriamente ao governador de Megido. O território tomado de Israel teve um destino similar. também a Alta. m a s n o s últimos t e m p o s a e n o b r e c e u j u n t o a o c a m i n h o d o mar. Asquelom. n u s p r i m e i r o s t e m p o s . USTAS DE EPÔN1M0S. Seu território foi dividido em quatro províncias. provavelmente. tais como Tiro e as quatro principais cidades da Filístia: Gaza. especialmente a importante cidade de Afeque. Ela é mencionada nos registros assírios. Acaz cm Judá e Oséias em Israel eram tributários e foram encarregados de manter a lealdade de seus súditos.ASSÍRIA Tomar A política assíria tornou necessária a organização dos territórios recém-conquistados em distritos sob governadores fiéis. a Galiléia d o s gentios. Damasco. Dor talvez já fosse dependente de Tiro.1) Zedode Lebo-Hómote DISTRITOS ASSÍRIOS NOS DIAS DETIGLATE-PILESER III 732 a. foi provavelmente entregue a Tiro. A Alta Galiléia. Um governador assírio veio a ser instalado no recém-reconstruído centro administrativo de Megido. porém. Galiléia.1. DOCUMENTOS ADMINISTRATIVOS . 47. mas nunca como sede de um governador. Berjlc' Damasco Carnaim Ramote-Gileade Bezer Samaria iMaanaim Rabate-Bene-Amom Ecroir Jerusalém Províncias assVias Reinos subjugados Fronteira antiga entre Israel e Arã-Dyfiiasco Quír-Moabe 1SAÍAS 9. causara problemas excessivos para que a sua dinastia pudesse sobreviver. E Z E Q U E I . ou a maior parte dela. Isto não impediu a continuação de algumas dinastias locais em estados-chave. a terra d e Z e b u l o m .C. alem d o J o r d ã o . A província de Megido abrangia principalmente os Vales de Jezreel e Bete-Seã e. A Transjordânia tornou-se a província de GaTazi ( = Gileade). com toda a probabilidade.113 Ele envileceu. (Isatas 9. A Planície de Sarom continuava evidentemente fazendo parte de Samaria. Asdode e Ecrom.

). O rei assírio prendeu Oséias e iniciou seu ataque sobre o reino desleal dc Samaria no sétimo ano de Oséias (825/724 a. Abertura de um "porto fechado" do Egito como centro comercial forças de Salmanasar IV Forças de Sargão II Forças egípcias jKArisK"-^^^ • ^ ^ \ o 2 REIS 17..C. seu sucessor.114 C o n t r a c l c s u b i u S a l m a n a s a r r e i da Assíria.. Anos mais tarde. os escribas de Sargáo atribuíram a conquista de Samaria ao seu rei. SARGAO II - CORSABADE ASSUR Com a morte cie Tiglate-Pileser II em 727 a. Salmanasar V. Todavia. ANAIS. Oséias pagou seu tributo com a aproximação da ameaça assíria (2 Rs 17. sendo sucedido por Sargáo II. Salmanasar V morreu pouco depois. (2 Reis 17. C Campanhas de Salmanasar V e Sargão II (724-721 a.C.C.. Sargão marcha até a fronteira do Ribeiro do Egito. Tributo recebido de Shilkanni (Osorkon IV).C. achou necessário lutar no ocidente.) e lamani (712 a.) T Somaria Campanha de Sargão contra Azttri [713 a. OUTRAS LISTAS.) Porto fechado do Egito Lobõf.C.3) AS CAMPANHAS DE SALMANASAR V ESARGÃO II NA PALESTINA 724 a 712 a .3). Asdode Asquelom^ /rés = W Z A Jerusalém Gibetom Gate' ^Ecrom Ccmpanha de Sargão a Gaza e Rafic (720 a.I.C. ISAIAS 20.C.3-6. genera enviado pelo rei do Egito Depois de uma campanha contra cs tribos árabes. C o n q u i s t a d e E c r o m (Relevo d o palácio d e Sargáo II e m C o r s a b a d e ) . Batalha com Re'u. e sua população levada paia o exílio. Oséias pediu socorro a "So. A cidade sucumbiu diante do cerco no nono ano de Oséias (723/722 a.). rei do Egito" (Osorkon IV ou :Téfnakhte" rei de Sais) e deixou de pagar tributo a Salmanasar. reis de Asdode Asdode-Yom.

ANAIS.C. Nomeei meu oficial sobre eles como governador c os considerei como assírios. e a fez habitar nas cidades de Samaria.30-31. e Sefarvaim. e de Cuta. que havia capturado.26.. em lugar dos filhos de Israel.C. SARGÃO II CORSABADE. e de Hamate.c-c a Palestina 2 REIS 17. e de Ava. TIGLATE-P1LESER III. (Anais dc Sargáo II) C A R N A I M OS DISTRITOS DA ASSÍRIA NOS DIAS DE SARGÃO II 7 3 3 A 7 1 6 a.21. SARGÃO II Sidom i Damasco Tiro ^ c O Reorganizei essas cidades.6. Assur Hornafe * Todmor '"«'•«nu bamaria y " •- • Exilados da Palestina i f í i i i m i i i Exilados p. (2 Reis 17. ASSUR . Coloquei ali povo das terras do oeste. Carnaim Megido lamoteGileade Samaria \ •Bezer 'Sucote • Geder ( Betei 1 / Rabate-Bene-Amorn O povo de G e d e r moabita atacou uma cidade ü V : ' M / IfO Asdode Asquelom Jerusalém HebroíTi Dibom Labào.. OUTRAS LISTAS. e tiveram de suportar o meu jugo. 1 CRÔNICAS 5.24) Cerquem is O EXÍLIO DOS POVOS DE E PARA ISRAEL SOB OS ASSÍRIOS 7 3 4 A 712 a. Berseba Quir-Haroscte Sargào 11 (Relevo do palácio de Sargão II em Corsabade) | Províncias assírias Reinos subjugados E D O M J *Bozfa ANAIS.115 H o rei da Assíria trouxe gente de Babel.

C. Jerusalém. o general egípcio Rc'u fugiu c Hanum. Socó ou Memshath. Memshath. Sargão morreu numa campanha contra os cimérios ao norte.). As cidades de Gate e Asdode foram conquistadas.C. Ele usou então esses recursos para fazer de Judá uma nação armada. acabou capturado.3-4). Azeca também. mas o exército assírio o mandou para o exílio em Elã.12-19.42-43). Cinco anos mais tarde. Ezequicl sucedeu a Acaz no trono de Judá (715 a. Enquanto exilados árabes estavam sendo instalados em Samaria. Ezequias tinha sido também advertido por Isaías a náo participar (Is 20). Na parte inferior estava escrito o nome da cidade onde o vinho foi fabricado.17-29). A província assíria de Asdode foi então estabelecida. Zife.5-6.). pretendia o trono da Babilônia. PREPARATIVOS DE EZEQUIAS PARA A REBELIÃO 705 A 701 a.C. rei de Gaza. Shabako já estava no controle do Egito. recusou-se a cooperar. Hebrom.C. A inscrição superior diz: "(Pertence) ao rei".). Desde que não havia mais reino em Samaria.. Durante os preparativos frenéticos para a guerra. com novas fortificações na cidade e novas armas (2 Cr 32. Ele marchou a seguirem direção ao sul para um confronto com o exército egípcio.1-22. Uma embaixada chegou também da parte de Berodaque Baladã que continuava conspirando contra Senaqueribe.1-3). o rei cusita da vigésima-quinta dinastia. duas cidades filistinas cuja conquista é retratada nos relevos do seu palácio. Piye. apesar das dinastias locais continuarem a governar as cidades-estados. embora fosse um refugiado político em Elã (2 Rs 20. foi substituído por seu irmão.C. seja um escaravelho de cinco asas ou um disco do sol com duas asas. Judá.C. Shabako. em 713 a. Ele íbi deposto e entregue a Ezequias para que o mantivesse preso em Jerusalém. Gate e Gezer aparentemente se tornaram fortificações judaicas. O controle de Sargão sobre as rotas comerciais da Arábia e Filístia foi então reconhecido por Shilkanni. Berodaque Baladâ.39-41) e também a tomar o monte Seir (a oeste) dos amalequitas (1 Cr 4.1-11. Senaqueribe. comandante caldeu. rei de Gaza. Ezequias adoeceu. Nesse mesmo ano.1-5.5). rei de Cuxe. ele chegou à fronteira egípcia no Ribeiro do Egito. As vasilhas eram estampadas com selos contendo um símbolo oficial. No caminho. .31. que lhe enviou uma boa quantia. de 701 a 686 a. Sargão II conduziu uma campanha contra os árabes do norte. O "Porto Fechado do Egito" foi inaugurado como centro comercial. Ezequias e outros reis locais ac sul do Levante consideraram a morte de Sargão II como uma oportunidade para remover o jugo assírio. A capital de Tab'el era Tiro.8). sucessor de Sargão.e. permanece não-identificado e não faz pane das listas de cidades. Provisões foram armazenadas nas fortalezas em todo o reino (2 Cr 32. Desde que as vinícolas reais ficavam na zona montanhosa (2 Cr 26. Quatro anos mais tarde (716 a.30). um oficial assírio levou a Calá notícias de que um certo Ayanur da terra de Tab'el havia informado que o povo de Geder atacara uma cidade moabita. irmão de Piye) lhe recusou asilo político. mas o seu rei. uma revolta popular explodiu em Asdode.. Ezequias convidou os israelitas que ficaram a compartilhar das novas celebrações da Páscoa cm Jerusalém (2 Cr 30. No ano seguinte. A argila de todas as vasilhas vinha de algum ponto da Sefelá.C. Silli-Baal. provenientes das vinícolas reais.). prometeu apoio aos rebeldes (Is 30. mas evidentemente pagaram seu tributo a toda pressa quando o general de Sargão chegou com o exército. com quatro alças. ela ficou conhecida mais tarde como o estado dos Tobias. Padi. Sua política de obediência sob as ordens de Sargão II havia permitido que Ezequias auferisse enormes lucros com o negócio das caravanas (2 Cr 32. ele iniciou uma campanha contra os centros de adoração rivais em toda Judá e Samaria. Em 710 a. Laquis e Libna eram os principais centros a sudoeste da Sefelá. Este rei de Asquelom obteve controle de Jope e da zona rural da cidade. Ahimitti. Depois de derrotá-los e forçá-los a pagar tributo. A fim de fortalecer a posição do templo de Jerusalém. i. ocupou-se nos anos seguintes com conflitos no leste e especialmente na Babilônia. de maneira que Ezequias enviou suas tropas para ocupar pontos fortificados da Filístia a oeste do Neguebe (2 Rs 18. guerreou no delta do Egito. As vasilhas de vinho. Enquanto isso.116 DISTRITOS DA ASSÍRIA NOS DIAS DE SARGÃO II Sargão 11 teve realmente cie sufocar uma rebelião no Levante. rei do Egito (Osorkon IV).10). representando a capital. mas Isaías lhe assegurou que iria curar-se e viver mais quinze anos (2 Rs 20. O povo dc Ecrom apoiou a conspiração contra os assírios. A inquietação inspirada pelos egípcios continuou a criar problemas na Filístia. Ele pode ter ficado no distrito de Belém (preservado apenas no texto grego). liderada pelo rei de Hamate e apoiada pelo remanescente do povo de Samaria (720 a. não aceitou essa decisão. Sargão derrotou Berodaquc Balada. Edom e Moabe parecem ter-se envolvido. A batalha decisiva foi travada em Rafia.10-11). Os simeonitas foram incentivados a se instalar ali (1 Cr 4. em especial o aqueduto de Siloé (Shiloah) do manancial de Giom (2 Rs 20. três desses centros ficavam em cada um dos distritos ao sul das montanhas de Judá.20: 2 Cr 32. Os funcionários responsáveis pelas vinícolas muitas vezes colocavam seus selos pessoais cm uma ou mais das alças. O quarto. chefiada por um pretendente chamado Iamani (nome próprio equivalente a Iavan em hebraico ou a Ion em grego). Projetos dc engenharia para garantir o suprimento dc água nas cidades fortificadas foram também realizados (2 Cr 32.27-30).1-8). Iamani fugiu para o Egito. sendo encontradas em quase todos os sítios dc importância militar ao norte e oeste de Judá. Azuri. ou talvez fosse uma forma abreviada do hebraico memshe(le)th "governo". o candidato caldeu ao trono da Babilônia. Is 39. chegou até Siene mas o rei cusita (Shabako. sendo provavelmente extraída e entregue aos quatro centros onde os oleiros faziam o vasilhame para o vinho.. Is 38. O desleal rei de Asdode. é possível que tenha tido de tomar Gibetom e Ecrom. mas não queria insultar os assírios. tiveram especial destaque.

e do mosto. Jope e as cidades do interior.38-43: 2 CRÔNICAS 30. Senaqueribe. ocupadas pelo rebelde Sidqia de Asquelom. Senaqueribe rcccbc tributo dos reis de: Samsimuruna. por mar. Um fragmento de uma ''Carta ao deus (Assur)" relatando a vitória do rei pode suplementar a descrição nos Anais de Senaqueribe. mas não cronologicamente. VV:.olc) Beiém Asquelom' Conquista de cidades contrárias ò revolta Maresa Fortalecimento das fortificações e construção 60 squeduto dê Siloé (Siloam] IMcetn* Os simeonitas vâOj pato o deserto do Neguebe Eerseba Conquista de u q u i s peio exército assírio (Relevo do palácio de Senaqueribe em Ntnivc) á Fronteiro interhociòndl Gs sirneonitos vão perd o Monte Seir . Os escribas assírios mencionam aqui dois eventos relacionados lógica. Edom Mar de Quinerete . 27-31: ANAIS. e do azeite.. porque lizequias prosperou em toda a sua obra. Biblos. a saber. é seguida .8-11: 1 CRÔNICAS -4. Senaqueribe marchou então contra a Filístia e Judá. rei de Sidom.lídificou também cidades.32.. Arvadê..6-8. A conquista seguinte foi Timnate no vale de Soreque e depois Ecrom.9).12-20: ISAÍAS 22.. rei de Ecrom Asdode Também armazéns para a colheita do trigo. Moabe. Distritos de Judô Centro vinícola real 2 REIS 18. A queda das cidades fenícias inspirou medo em muitos dos antigos aliados de Ezequias.croir. uma importante fortaleza judaica.. chegou com o seu exército em 701 a. Luli (Elulaios) de Sidom. foi tomada. Asdode. foge poro ladnano (Chipre) Sidosr I SENAQUERIBE RECONQUISTA A FENICIA 701 a. agora em sua terceira campanha militar. eles correram para pagar seus tributos em Aco e renovar sua aliança com Senaqueribe (veja mapa 153). e as fez correr por baixo para o ocidente da cidade de Davi.117 Ocupação de Jope e seus povoados Cortas enviadas ao monte Efraim e à Galiléia ReflftüÇâo de Padi. a deposição de Sidqia e a derrota do exército egípcio-cusita que atendera ao chamado de Sidquia e Ezequias. 20.C.Também o mesmo Exéquias tampou o manancial superior das águas de Giom. fugiu para ladana (Chipre) onde encontrou a morte. Sidom. A cronologia bíblica de eventos mostra que a batalha em Elteque foi posterior à queda de Laquis e durante o cerco de Libna (2 Rs 19-9: ls 37..C.. O primeiro objetivo era dominar a costa da Fenícia. SENAQÜERIBK luli. garantindo assim suporte logístico da Fenícia.. Etobaal foi nomeado em seu lugar. Sua referência à captura de Azeca.3-8. Amom.(2 Crônicas 32-28-50) . o líder rebelde. Azcca f'Mcr*. sendo os rebeldes castigados à morte por empalação.

a maior cidade conquistada nesta campanha. teim-í Cidades dc Siquio. Ezequias nomeou seu filho Manassés co-regente. o irmão mais moço e provável co-regente de Shabako. o òuteiro de Jerusalém (Is 10. por causa da sua recente enfermidade. NÍNIVE JUDÁ E SEUS VIZINHOS DURANTE O REINADO DE MANASSES 701 A 642 a. Senaqueribe aceitou a promessa de Ezequias de pagar pesados tributos e retirou-se.localizado nos montes.8-16.8-1Ó). ISAÍAS 10. BeteSemes e outros pontos. 2 CRÔNICAS 32.28-32)..10) /Asquelom E achou o rei da Assírip pelejando contra Libna (2l?ri9.. eu a capturei. Depois de derrotar os egípcios. eu a devastei.. 697 a. eu levei os seus despojos..32) Nào o cnuncieis .. (Isaías 37. Berseba.). Asdode e Ecrom. Arade. {Carta ao deus Assur) Belém ^ Morcsctc Gate Maresa Ma MorU Exército Exército de Senaqueribe Belele-Aphraír Hebrom 2 REIS 1 8 .118 de uma cidade filistina tomada por Ezequias..PAIÁQO DE SENAQUERIBE. Com o ajudn dc Assi/r. SENAQUERIBE NA FILÍSTIA E JUDÁ 701 a. Este foi um golpe de que Judá nunca se recuperou. No Egito.c.C..1 0 .1: 2 Cr 33-1. chefiados por Tirhaka (Taharka).os derrotei (Anais de Senaqueribe} Bftlê-Hôfôttt Superior Jabneel Befe-Horom inferior Micmás Quiriate-Jearim imnc Cerco de Rabsaque e sua súbita retirada Gibeá Anatote Nobe < Jerusalém Asdode Bete-Semes Neste mesmo dia parará em Nobe: acenará com a sua mão ao monfe da filha do Siõo. Laquis. rei de Asquelom Bete Dag< '^///////r. Debir. NÍNIVE. meu senhor. e envolveu-se em uma política ativa de interferência na Ásia.1-23. nem choreis muito (Mq 1. As cidades e áreas em questão foram dadas aos reis leais de Gaza.-8) Azeca Adulõo " Aczibe A cidade de Azeca. RELEVOS. A captura de Azeca deixaria Gate desprotegida. seria a próxima. M1QUÉIAS 1. tão logo este fez 12 anos (2 Rs 21. Ezequias pode ter gozado de uma certa notoriedade por ter sido livrado das mãos de Senaqueribe (2 Cr 32..28-32. o exército assírio foi aniquilado — em termos bíblicos pelo 'Anjo do Senhor". Escavações encontraram restos de grande devastação em Laquis. Mas Jerusalém ficou a salvo. Nesse entretempo. Os rçis do Egitç 9 05 cotros do rei de Cuxe.. o cusita Taharka (Teraca bíblico) subiu ao trono em 690 a. Senaqueribe reivindica a captura de 46 cidades muradas e os povoados adjacentes. mas continuou a pagar uma pesada indenização aos assírios. Isaías define a marcha de uma força hostil do norte para ameaçar Jerusalém (Is 10.C. 36-37.3.23). . seguida de Libna. CERCO DE LAQUIS . provavelmente Gate. As palavras melancólicas de Miqucias sobre as cidades da Sefelá sugerem o destino de outras cidades na área (Mq 1. .. Os fenícios se inclinavam fortemente para o lado dos egípcios.c O território de Judá foi grandemente reduzido por Senaqueribe como castigo por ter liderado a revolta. eu. As duas principais entradas a oeste para Judá ficaram então bloqueadas.em Gate. C O T A AO DEUS ASSUR. se prepararam para a batalha na vizinhança de finque. Pelo q u e assim diz o Senhor acerca d o rei da Assíria: Nã entrará nesta c i d a d e .

irmão mais moço de Assurbanipal. inclusive Judá. estes dominavam as rotas das caravanas. TRATADO ENTRE ESARADOM E BAAL DE '1TRO. especialmente Tiro. agora o estado favorito da Assíria. assim como religiosos.). Um líder árabe hostil foi deposto e um homem leal aos interesses assírios ocupou o seu lugar. foram envolvidos no esforço de guerra. ele conseguiu convencer o rei assírio de sua lealdade e pede voltar a Judá com permissão (e provavelmente fundos) para reconstruir Jerusalém e restabelecer as cidades fortificadas de Judá (2 Cr 33. com as nações circunjacentes.. o s quais p r e n d e r a m a Manasses entre o s espinhais.C. o que significava a reintrodução de todas as práticas do culto cananeu que Ezequias havia removido.) Ramote-* Gileade : Povo. logo teve de enfrentar uma rebelião em Tiro e Sidom (679 a. Os tírios e os árabes apoiaram a Babilônia.. Um tratado foi feito por Baal. juntamente com seus vizinhos. foram entregues a Tiro.).11-13 .). os estados do Levante. e o levaram a Babilônia. comparado a Acabe de Israel (2 Rs 21.. Manassés. como castigo pelo apoio dado anteriormente por Tiro a seu irmão. ele desafiou o trono imperial do irmão (652 a. ouviu a s u a súplica.C. A Babilônia caiu c seu jovem rei morreu em 648 a. eber ZL . Esaradom conquistou Sidom e terminou com a sua hegemonia na Fenícia. deixando a seus sucessores a oportunidade de aproveitar-se desta extraordinária reviravolta dos acontecimentos Megido Esaradom dá cicades costeiras a Baal. dc . Sidom (2 Crônicas 33. Manassés estava entre os mesmos. Durante anos.C.C.648 a. no qual as cidades da Assíria.. E ele. Dois anos mais tarde. Manassés era agora o único rei de Judá com seus pesados ônus financeiros. sidônio.1-20. Os assírios geralmente não forçavam seus vassalos a adorarem os deuses assírios. a o seu reino. ^ .C. Por sua vez.C.) até a conquista de No-Amom por Assurbanipal (664/663 a. Jerusalém /r r Bene-Amc Gaza Te/l Hqrçr Te! goma ! Território de Judá j entregue aos filisteus íôor Senacueribe 1(701 o.e Deus.. A sorte de Judá mudou radicalmente depois da grande guerra civil que abalou o império assírio. não se satisfez em reinar apenas sobre a Babilônia. Ele voltou-se para os seus vizinhos. - * Asquelom / / / \ iX >*" Ecfòirí • '*• &ÈÍ \ > í. Nesse mesmo ano (677 a. inclusive o culto a Baal. 2 .13). Mais tarde.119 Pelo q u e ü S e n h o r trouxe sobre eles o s príncipes d o exército d o rei d a Assíria. o r o u deveras ao S e n h o r seu Deus.. na viagem de volta ele atacou também Usu e Aco.).) Quando Esaradom tornou-se rei da .C. ã mão direita do monte de Masite (monte da corrupção)" (2 Rs 23.).. e o t o r n o u a trazer a Jerusalém. c o amarraram com cadeias.! Geder aíaca J • \ • . Assurbanipal mandou chamar os líderes do oeste para serem interrogados.1-18. forneceram trabalho em sistema de corvéia para cortar c entregar árvores do Líbano para o novo palácio de Esaradom que estava sendo construído em Nínive. depois dc 6?6 a. GVRTA DE NINRODE R E ® 21. Um exército árabe foi surpreendido e aniquilado pelos assírios quando tentava entrar no vale do Eufrates (650 a.C.•• . •«. y . Manasses morreu em 642 a. inclusive Dor e Aco. seus santuários (e embaixadas) estavam situados "defronte dc Jerusalém. moabita e amonita.C. ANAIS DE SENAQUERIBE E ESARADOM. Shamash-shum-ukin. Enquanto reorganizava a Babilônia.). representavam laços diplomáticos e econômicos.j. até a fronteira da Filístia. /\Elate 2 CRÔNICAS 33. para isto precisava do apoio árabe.C. o deus imperial Assur não era sequer adorado em Jerusalém.11-17).C.C. . portanto.C ) - Hebrom X" Dibüin @ Quir-Moabe — tCodes-Barnéia REIS QUE FIZERAM CORVÉIA PARA ESARADOM Balu rei de Tiro Manassés rei de Judá Quasbri rei de Edom Musuri rei de Moobe Sil-Bel rei de Goza Metinti rei dc Asquelom Icansu rei de Ecrom Milquiasapa rei de Biblos Matã-Baal rei de Arvade Abi-Baal rei de ShamsimuJuna Püduli rei de Bete Amom AKirriilki rei de Asdode | —1 ^ Província sob administração direta da Assíria Fortes/palácios assírios r . Os vários cultos estrangeiros. Aserá e o exército dos céus. angustiado. O monarca assírio pretendia invadir o Egito. Desde a primeira invasão bem-sucedida de Esaradom (671 a.C. ao longo da costa.C.3). Essas formas religiosas não eram exigidas pela Assíria. Assurbanipal levou a efeito uma prolongada campanha contra os árabes (644/643 a.Assíria depois do assassinato de Senaqueribe (681 a. rei de Tiro (677 a. enviou tropas ao Egito (667 a. rei de Tiro. Nesse ano ele assegurou seu domínio sobre a costa do sul. Ele é.)..). os reis de 12 estados da lèrra de 1 lati — Além do Rio. Esaradom envolveu-se em esforços militares e diplomáticos na direção dos árabes. capturando a cidade de Arza na "fronteira do Ribeiro do Egito".

C. O delta ficou livre do jugo cusita e foram instalados governantes locais próassírios.C. em 664/663 a. ESARADOM E ASSURBANIPAL. Mas Gyges perdeu assim o apoio da Assíria contra os cimérios e foi morto quando estes invadiram a Lídia (654 a. . tomasse a Babilônia. O reinado de Assurbanipal marcou o apogeu do poder assírio. com o propósito de participar da conquista.C.C..C. e forçados a voltar a Carquemis. Finalmente..C. pelos reis da Arábia usando camelos fornecidos Mar Vermelho No-Amom1 ANAIS DF. um caldeu.) pode ter sido causado pela falta de ajuda dos árabes. Assurbanipal tomou No-Amom e nomeou Psamético I. mas Assurbanipal derrotou o seu exército e o fez recuar até No-Amom (667/666 a.C. tais como os fenícios e os árabes. revelou a fragilidade da lealdade de alguns colaboradores.C. o medo.C. mas acabou derrotado pelos medos e caldeus. Psamético 1 enviou uma força expedicionária para ajudar os assírios. filho de Neco 1 de Sais. O fracasso da primeira tentativa de Esaradom para invadir o Egito (674 a. láharka voltou a Mênfis (Mofe).C.TROS DOCUMENTOS ASSÍRIOS: CRÔNICA BABILÔNtCA Conquista de cidade egípcia pelo exército assírio (Relevo do palácio de Assurbanipal em Nínive) DECLÍNIO E QUEDA DO IMPÉRIO ASSÍRIO HNS D O SÉCULO VII a. üs assírios recuaram para Harã.). Em 616 a.120 Desde a cidade de Afeque na Terra de Samaria à cidade de Rafia na região do Ribeiro do Egito. mas foram expulsos em 610 a. quando entregou o império a Assur-etil-ilani. os árabes deram apoio ativo a Esaradom para o transporte seguro do exército assírio através do deserto. Ol.). o rei assírio morreu a caminho de outra campanha no Egito.C. rei da Lídia.C.). não existe rio! (Anais de Esaradom) A CONQUISTA DO EGITO PELA ASSÍRIA 6 6 9 A 6 6 3 a. Ciaxares. Cerca de 623 a.C.C.). Um sério ataque dos medos foi detido com a morte do seu rei. unindo assim o Egito sob a vigésima-sexta dinastia.. Durante a segunda invasão (671 a. Psamético I conseguiu sua independência. rei da Babilônia (652-648 a. A rivalidade entre os usurpadores na Babilônia veio a afetar eventualmente o trono imperial em Nínive e permitiu que Nabopolassar. Ele tornou-se independente da Assíria com a ajuda de mercenários enviados por Gvges. É possível que tenha mantido o trono da Babilônia (sob o seu nome Kandalu) até a sua morte em 627 a. já havia sinais de tensão interna e perigo externo que eventualmente provocaram a sua queda. em especial Neco I de Sais. ele estava firmemente no controle de uma Babilônia independente aliada com os medos contra a Assíria.. A ameaça dos cimérios pelo norte foi desviada para a Lídia (654 a.). Em 669 a.C.C. capturou Assur em 614 a. rei do delta. vindo a formar um Egito unido em 655 a. Todavia. na batalha (653 a. A vigésima-quinta dinastia cusita havia interferido no Levante e Esaradom estava decidido a expulsá-la do Egito. Assurbanipal usou as coroas da Assíria e Babilônia até 630 a.C. Phaortes.C. Psamético colocou a filha como sumo sacerdotisa em No-Amom em 655 a.).. e Nabopolassar correu para Nínive em 612 a. O conflito com Shamash-shum-ukin.C.C. Samaria—i Asdode / Asquelom i j «-Jerusalém GazOj/ < Rafia J J r O Suprimento de água potável tirada de poços.

39). Hamutal.121 Então será derribada a soberba da Assíria.3-24.). atraindo os israelitas do norte de volta a Jerusalém. 2 Cr 33. O "povo da terra". e de Efraim. provando que a autoridade de Josias tinha se estendido até a costa. e ainda até Naftali.C. não só em Judá mas também "nas cidades de Manassés. quando Josias decidiu combater ali a Neco II. Dois anos mais tarde. Aos 14 anos ele já era pai (634 a.28).1. Josias estava seguindo o exemplo de Ezequias. Ela era a principal cidade israelita no vale dc Jezreel.C.8-35. sob a influência do sogro que era da cidade sacerdotal de Libna na Sefelá. filha de Pedaías.) antes de ser assassinado numa conspiração palaciana.3). ele começou a buscar o "Deus de Davi. depois de Megido tornar-se um quartel-general assírio. 1915). No ano da morte de Assurbanipal (627 a. 2 Cr 34.C.C.2: 25. . como confirmado por Josefo e pelas fontes talmúdicas. A grande cerimônia de celebração da aliança e reforma nacional foi realizada em 622 a. a nobreza. chamada Sinrom no livro de Josué (Js 11. seu pai" (2 Cr 34.).1.C). 2 Cr 36. Joaquim foi concebido com Zebuda.11) O REINADO DEJOSIAS 628 A 6 0 9 a. Simeão é a cidade de Zebulom na Planície de Jezreel. ao redor" (2 Cr 34.1-3) e quando Napobolassar se achava solidamente estabelecido na Babilônia (623 a. de Ruma. isto é. (2 Rs 22. na Baixa Galiléia (2 Rs 23.). em seus lugares isolados. Não se sabe ao certo até que ponto seu controle era firme.. o reino de Judá estava preparado para selar o seu tratado de independência. só reinou dois anos (642-640 a.C.24-34. filha de Jeremias de Libna.) podem ter inspirado Josias a iniciar sua campanha contra todos os pontos altos de culto rivais de Jerusalém.1). (Zacarias 10.. mas parece que ele estava prestes a restabelecer o reino israelita com Jerusalém como capital. Jeremias começou seus 23 anos de profecias (Jr 1.23-22. filho de Manasses. que foi o seu oitavo ano (632 a. Notícias da aposentadoria de Assurbanipal (em 630 a. com oito anos de idade (2 Rs 21. Neste.9). lhe deu Joacaz.C. Os governadores assírios se mostraram aparentemente incapazes de fazer oposição a ele. A descoberta casual de um pequeno forte na costa norte de Asdode revelou algumas inscrições no idioma hebraico-judaíta. e de Simeão. executou os regicidas e coroou rei a Josias. Amom. mas conhecida como Shimon nos Textos de Execração.C. Até Megido foi abandonada pelos assírios em 609 a.C. Seu nome no período do Segundo Templo era Simonia.36. na lista de Tutmósis III e nas Cartas de Amarna. Só o grupo de sacerdotes e levitas de Jerusalém teve permissão de participar (2 Rs 23.5).6).

a fim de ajudar o último rei assírio. RabateBene-Amom Asdodi Asquelom Je*usalém Hcbrom En-Gedi Berseba. possa ouvir a palavra de seu servo. na reconquista de Ilarã.ibna. mas pagou com a vida pela sua ousadia.2) O REINO DE JOSIAS Codes Jctbafó Nave Cornoim rSimeão Que o senhor. e seu servo ceifou e mediu e g u a r d o u . Josias compreendeu que seu reino não poderia manter a recém-conquistada independência se Neco tivesse êxito. mas três meses depois Neco o destituiu e nomeou rei a seu irmão mais velho. cujo nome será Josias. c o m o s e m p r e a n t e s d o s á b a d o . . Neco II. Seu servo é um ceiseiro. e liosahvahu. (Da carta em hebraico de Mesad Hashavyahu) Samatiu Ramote-Gileade Inscrições hebraicas encontradas na fortaleza..C. Ele tentou deter o avanço egípcio enfrentando-o em Megido. Assur-Ubalite. Seu ato de remover o rei judeu escolhido.. veio c levou o mamo do seu servo depois que medi minha colheita. O novo faraó continuou a política do pai e avançou para Carquemis.1-23. .30. 2 CRÔNICAS 34-35 O Grande templo antes da época de josias A CAMPANHA DE NECO II A HARÃ 6 0 9 a. nomeando seu próprio candidato e impondo o pagamento de um pesado tributo sobre o país prova que ele esperava controlar o litoral a leste do Mediterrâneo mesmo que os assírios sobrevivessem ao ataque babilônico. (1 Reis 13.. isto não o impediu de comportar-se como senhor do Levante. Não obstante.122 Eis que um filho nascerá à casa de Davi... meu oficial. e foi sucedido por seu filho.* no época de Josias i [Mesade Hoshuvyulw).C. o príncipe cuja mãe era dc I. Arade Carta em hebraico de Mesad Hashavyahu Quir-Haresele Tomar • ? •? — • j = to 1 5 ^ 2 REIS 22. Psamético II morreu em 610 a. filho dc Shobai. Joacaz. A tentativa de Neco de expulsar os babilônios de Harã fracassou completamente.30-35). foi ungido pelo "povo da terra".. Joaquim (2 Rs 23.

O exército caldeu foi novamente enviado ao Levante cm 596 a.. 27.2).) 598 a.. patrulhavam o Neguebe e recebiam suprimentos das fortalezas judaicas tais como Arade. mas conseguiu convencer Nabucodonosor da sua lealdade. arameus (ou edomitas?). embaixadores de Edom. A resposta dos caldeus não se fez esperar.. e talvez outros. Ele voltou a Jerusalém por algum tempo. foi nomeado rei (2 Rs 24.1.12. CRÔNICAS BABILÒNICAS.19). que renovou a política cie interferência na Síria. em 599 as tropas babilônicas atacaram os árabes enquanto tropas dos caldeus. o rei do Egito nunca mais saiu da sua terra.1-30.8-lOa. 10b-13.10-17. Zedequias. moabitas e amonitas. foram enviadas para destruir Judá (2 Rs 24.C.C.C. obri- . provavelmente mercenários cipriotas a serviço dos caldeus. sucessor de Neco. 6b-7. Zedequias foi incentivado a revoltarse contra a Babilônia. a cidade foi tomada. O Egito estava aparentemente incentivando o fermento diplomático. O exército de Ofra entrou em campo. Os edomitas.7) A ÚLTIMA CAMPANHA DE NABUCODONOSOR CONTRA JUDÁ 15 DE JANFIRO.2). Ezequiel 24.3. Quitins. no dia 2 do mês de Ádar (sábado.10a. 51. Os dois anos seguintes o viram de volta ao ocidente. 28. atacaram Judá pelo sul. 5 8 6 a.C.1) e Psamético 11.1). (2 Reis 24. O exército babilônio sitiou Jerusalém e Nabucodonosor chegou logo depois. 5 8 8 A 19 DC J U L H O .C.. desde o rio. cf.. Eles saíram da Babilônia no Kislev (17 de dezembro 598 a 15 de janeiro de 597).1. no dia 10 do mês de Nisã (22 de abril) 597 a.18-19. e contra todas as cidades dc Judá. 10b).1. Jr 39.4. JEREMIAS 13. q u e ficaram de resto: contra Laquis e contra Azeca: porque estas fortes cidades foram as que ficaram dentre as cidades de Judá.C.C. Jerusalém foi sitiada no décimo dia do décimo mês no nono (décimo) ano de Zedequias (2 Rs 25.1. HERÓDOTO Quando o exército do rei de Babilônia pelejava contra Jerusalém.122 F. Nabucodonosor enviou ordens para levarem Joaquim e seu séquito como prisioneiros para a Babilônia.7) OS ÚLTIMOS ANOS DO REINO DE JUDÁ 5 9 9 A 5 8 6 a.3. e seu jovem filho. 2 REIS 24: 2 CRÔNICAS 36. 52. Neústa. Joaquim já havia morrido a 21 do mês Marchesvan (8 dez. fez uma viagem à Fenícia. "as cidades do sul (Neguebe) estão fechadas e ninguém há que as abra" (Jr 13.C. 16 de março) 597 a. Nabucodonosor (Nebuchadrezzar) permaneceu na Babilônia em 600 a. em 595 o rei teve de esmagar uma rebelião na própria Babilônia. Joaquim (Jeoaquim) subiu ao trono sob a tutela de sua mãe.6a. Psamético II foi seguido por Ofra em 589 a. 588 a. 25 de janeiro. (Jeremias 34. CARTAS DE ARADE. 2 Cr 36. 28.C. Mal passado um mês.. Zedequias foi levado para a Babilônia (Jr 51. porque o rei dc Babilônia tomou tudo quanto era do rei do Fgito. Moabe e Amom se haviam reunido para uma conferência em Jerusalém (Jr 27. enquanto isso. outro filho de Josias.1.do Egito ate ao rio Eufrates. O exército babilônico recebeu ordens para cercar a "cidade de Judá" (Jerusalém) em 598 a.C.12. 6b-7. 22.

a seguir conquistou Kadytcs (Gaza).. No ano seguinte. Joaquim provavelmente sentiu-se seguro para não pagar seu tributo (2 Rs 24. apressou-se a voltar à Babilônia e retornou como rei para terminar o cerco. filho de Josias.1.47. CRÔNICAS BABILÔNICAS: IIERÓDOTO II. rei do ligito. ato confirmado por Jeremias 47. Samaria i Rabate-Bene-Amom Jerusalém Bibbs < Gaza Neco instala Joaquim 1 no lugar de Joacaz j seu irmão A Palavra do Senhor que veio a Jeremias. Neco encontrou "os sírios" em Migdol e os derrotou. Em 603 o exército babilônio tomou outra importante cidade. principalmente uma demonstração de força para cobrar tributo. faraó Neco avançou novamente. Nabucodonosor. o tulrates se torno o fronteiro entre Babilônia c o Fgiro Rezefe . conta o exército de.123 Nos seus dias subiu Faraó Neco.C. no ano quarto de Joaquim. 2 Cr 36. príncipe-herdeiro da Babilônia. JEREMIAS 47.29) Acerca do Egito.C. significando que houve um empate. Neste período.2) • -Ç. rei de Judá. (Jeremias 46. Quando Carquemis caiu (605 a. vendo-o ele o matou em Megido. e. CRÔNICAS BABILÔNICAS Grade dc pedra cm janela (Palácio de Joaquim cm Ramatc Rael) ..6 versão grega). (2 Reis 23.C.1). ele perseguiu os egípcios em retirada para a terra de liamate e devastou a região (Jr 46.C. Gaza ou talvez Ecrom. Fracassa o cerco de Harã. Em 601 a.29-30. rei do Egito. Faraó \ e c o . marchou para o sul e tomou Asquelom (604 a. ao rio Eulirates.1. foi informado da morte de seu pai. # Robale-Bçne-Amom 2 REIS 23.0 relato babilônico diz que os reis da Babilônia e Egito "bateram no peito um do outro".C.antes que Faroó fetisse a Gaza (ir 47. houve outra campanha. pagando tributo durante três anos (2 Rs 24.).1) o 2 3 4 0 m u s a .). Em 602 a. que estava junto ao rio Kufrates em Carquemis: ao qual feriu Nabucodonosor rei de Babilônia. Segundo o historiador grego Heródoto. Em qualquer caso.20-24. O Egito controlou o Levante durante quatro anos até que os Babilônios conquistaram Carquemis.9).1-2). provocando tamanho terror em Judá que foi proclamado um jejum (Jr 36. Nabucodonosor voltou à Babilônia c não avançou novamente no ano seguinte.. 2 CRÔNICAS 35.. j—jfar' 0 S3 1» Damasco '1)>IUIIIIII Forças bcbilõnicas Forças egípcias JEREMIAS 46.C. Tadmoi Conquista de Asquelom por Nabucodonosor em Ó04 a.. 139 morto perio de Megido AS CAMPANHAS DE NABUCODONOSOR 605 A 601 a. e o rei Josias lhe foi ao encontro. Joaquim tornou-se seu servo. contra o rei da Assíria.2.1 .

seu comandante em Laquis.11. tais como Moabe.C. Lm grupo de líderes judeus decidiu então fugir para o Egito com medo das represálias da Babilônia. 181-182). que não havia sinais de fogo em Azeca. JEREMIAS 52. Tabletes cuneiformes neobabilônicos.2.1). rei dos amonitas. U . mas os egípcios foram logo expulsos e o cerco renovado (Jr 37 3-15). Jr 39. filho de Netanias. ESDHAS 2.C. X. No ano décimo-oitavo dc Nabucodonosor ele levou cativas dc Jerusalém oitoc e n a s e trinta e duas almas. 5 8 6 a. setecentas e quarenta e cinco almas: todas as almas são quatro mil e seiscentas. a assassinar Gedalias. se juntaram a ele ali.59. foi instigado por Baalis. O último parece ter-se realizado durante a campanha de Nabucodonosor no ocidente contra a Síria ("Coele Syria") e contra os moabitas e amonitas (Josefo. contêm inúmeras referências aos judeus e a outros povos exilados. reforços foram ordenados de Arade e Quina até Ramote-iNeguebc. As defesas de Jerusalém foram finalmente derrubadas a 19 de julho. 25. Outros judeus que haviam fugido para países vizinhos.15. tudo isto teve lugar antes do fim de 587 (Jr 32. especialmente o arquivo da casa bancária de Murashu em Nipur. Nebuzaradão. 586 a. Zedequias fugiu. Figura de rei pintada em 2 REIS 25.4 4 . informou Ya'usb. Gedalias. próximo ao Nipur Tei-Abib Tel-Melah Tel-Horsha Cherub Addon Immer Casiphia — . Ismael. A única colônia confirmada deles fica em Yeb (Elefantina) onde documentos familiares e comunitários cm aramaico foram descobertos.5-6). 586 a. codonosor. Ele montou seu governo em Mizpá.2-3.28-30. (Jeremias 52.> v Babilônia ® y X Nipui A FUGA PARA O EGITO c.1S 24. As outras cidades de Judá foram também devastadas. capitão da guarda. üs edomitas invadiram o Neguebe.C. JIJDÁ 5 9 7 A 5 8 2 a. antigo "despenseiro do palácio real" foi nomeado governador de Judá pelos babilônios.7). levou cativos dentre os judeus. No ano vinte e três d c Nabu- O EXÍLIO DF. da casa real.125 gando os babilônios a levantarem temporariamente o cerco. 3 0 fragmento de louça (Palácio de Joaquim etn Ramate-Rael) . 8. Antigüidades.17 Aldeies do exilio ro rio Quebor.28-30). Amom e Edom.28-30) Este é O pyvy t]ue Nabucodonosor levou cativo n o sétimo ano-. Eles se instalaram em Tapancs (onde Baal-Zefom era adorado) e eventualmente serviram como mercenários. (2 Rs 25. Em determinado estágio só restaram Laquis e Azeca (Jr 34. Eles tiveram lugar em 597. "Para que não aconteça que Edom chegue até lá". Laquis também deve ter caído logo depois. EZEQUIEL 3.586 e 582 a. O epílogo do livro de Jeremias dá números que parecem ser bastante exatos para três estágios do exílio de Judá (Jr 52. três mil c vinte e três judeus. Isto aconteceu no sétimo mês (outubro.C.C. mas foi capturado perto de Jerico.11-16. um soldado. Hoshavahu. filho de Aicão. Jerusalém 2 RF.). JKREMIAS 3 9 .25-26. 52.

Ezequiel os projeta para o futuro visionário. os babilônios continuaram a guerra contra o governo assírio no exílio (apoiados por Neco II do Egito) em Carquemis. vigésimo-sétimo dia = 2 de abril. A queda de Assur diante dos medos (614 a. Nabopolassar. mas não estabeleceu ali qualquer base de operação.).•*''"' ** / j : l ^ r ^ Porfa de Levi Poria dc Judá Porta dc Rúben j»>'l|IJ U D ÁII llll 1»»'" | A l PRÍNCIPE IJMiii» / Jerusalém / " • B E N J A M I M IIM / / ( Poria de José / / •"iHHSIMEÃOIlllll"1» — / "««mi I S S A C A 5 -S V.C.. Uma junta militar nomeou rei a Nabonido (Nabu-naid).21) VISÃO DE EZEQUIEL DASTRIBOS RESTAURADAS 573 a. // 1 HAU RÃ ' O* T „. Sua mãe pode ter pertencido à linhagem real assíria.HSKWM. No décimo dia de Nisã.13 . Depois que o problemático faraó Ofra foi deposto por Amasis (570 a. Dois anos mais tarde. Á J r . O Egito tentou.20-35 Porta de Issacar Porta de Simeão EZEQUIEL 47.0 / * . Durante os 15 anos . Ezequiel recebeu a sua visão do templo restaurado (Ez 40. Pouco antes da Festa do Ano Novo no primeiro dia de Nisã. Ele chefiara antes as tribos caldaicas que haviam lutado muito tempo para libertar a região sul da Mesopotâmia do jugo assírio. Na década que se seguiu houve a aliança entre Nabopolassar e Ciaxarcs II da Média contra os assírios.C.C. tornou-se rei. Evil-Merodaque foi morto numa revolta e seu cunhado. sua posição na cidade foi consolidada em 623 a. filho de uma sacerdotisa do deus-lua Sin em Harã. em grupos leste-oeste em todo o país. Labashi-Marduk.C.C. Nabucodonosor subjugou a cidade logo depois da morte de seu pai. Esta descrição da fronteira fora adquirida durante a monarquia israelita.) e Harã (610 a. sendo substituído por seu filho. décimo-segundo mês.-"•* : ""««'IIH D A • . O j ! llll |N F T A L1 Damasco { ° MIIIIMANASSESIIIlllllllliM»» .1) com uma visão adicional das tribos restauradas de Israel (Ez 47.C. 556 a. ® // / Cf ^ J ( * V Lebo-Hamale ..C.) mostram que os povos subjugados nesta área não se submeteram facilmente ao poder babilônico.o* T Teimar •• ""'iMijlll1 GADEI !!*-••*" ''"•vAgjJps de Meribá de Cades Porta de Zebulom o IO 20 30 t.). mas inutilmente.) e o cerco de Tiro durante 13 anos (585 a 572 a. A origem da tradição da fronteira ao norte é confirmada na referência explícita ao "termo entre Damasco e Hamate" (Ez 47.48. Nabucodonosor foi sucedido por Evil-Merodaque (Amel-Marduk) em 562 a. no vigésimo-quinto ano do cativeiro (a contar de 597 a.C. Estabeleceu sua sede em Tema e nomeou seu filho Belsazar (Bel-shar-usur) regente da Babilônia.C.IIII r " M l n . Afimde salvar a economia babilônica em declínio.C. l ^ l ! 1 ^ % i" EF R A1 / ' / /'«8RÚBEN.„ | H H EZEQUIEL 48. A destruição dos pequenos estados territoriais de Judá (586 a. rei da Média. 561 a. há evidência de que ela era o limite reconhecido de "Caiai". A volta à terra natal era uma esperança mantida viva pela comunidade exilada. o novo rei libertou Joaquim da prisão (trigésimo-sétimo ano do exílio.C. talvez de acordo com Ciro II. segundo as tribos de Israel.29).16).C. A partir da Época do Bronze Recente até a Época Helenística.. Nabonido levou seu exército a Hamate onde recrutou grande número de tropas das províncias ocidentais (terra de Hati) e iniciou uma campanha no norte da Arábia. logo deposto por um golpe de estado em março.). O domínio caldeu sobre a Babilônia começou oficialmente com a subida ao trono de Nabopolassar em 626 a. Ciaxares concentrou-se na conquista da Armênia (antes Urartu) e da Capadócia.). ele morreu (assassinado?) na Babilônia. 1 J Poria de Benjamim Poria de Gade \ "«IBBHI7 F B U 1 .C. Após ser completamente derrotado numa campanha na Capadócia. é colocada numa estrutura geográfica realista. Daí por diante. por meios militares (601 e 587 a.c. 0 M lUUiNHin.C.Berotá : * : Wi/IIBA S E R. (Ezequiel 47. Neriglissar (Nergal-shar-user).. „. 28 de abril de 573 a.) marcou a expulsão do governo assírio da Mesopotâmia.13—48. O autor de Números 34 fez uso deles para definir a herança hipotética nos dias de Josué. tomou Harã de Astíages.• Hazar-Ena*.. enquanto Nabucodonosor lutava para estabelecer sólido controle sobre a "terra de Hati" (litoral leste do Mediterrâneo).C.). Amom e Moabe (582 a. De 609 a 605 a.). O termo do sul é o do reino de Judá..29 A ASCENSAO E QUEDA DO REINO DA BABILÔNIA 626 A 5 3 9 a. Nabucodonosor invadiu o delta e saqueou-o (568 a. enquanto este último combatia Ciro. isto é.) e diplomáticos (593 e 587 a.126 Repartireis pois esta terra entre vós.C. desafiar a supremacia babilônica no Levante. A distribuição visionária das tribos. Nabonido.C.C.

O templo foi terminado em seu sexto ano.1-5) concedendo aos judeus permissão para voltarem à sua cidade e reconstruírem o templo de Jerusalém.127 que se seguiram Nabonido avançou em direção ao sul. chegando até Yathrib (a Medina muçulmana). Àstíages (550 a. Ele saqueou Ecbatana (Acmeta). O templo de Sin em üarã foi reconstruído e o de Ur renovado. Sin foi elevado às custas de Marduque. Ed 1. Um governador vira-casaca.). Nabonido voltou à Babilônia..28-3" onde a história é atribuída ao Nabucodonosor mais famoso. Creso pedira em vão a ajuda de Esparta. 515 a. usando babilônios nativos e povos da terra de llati.7).C. capital da Média. os que voltaram eram relativamente poucos. Embora os contatos com judeus babilônios fossem freqüentes (por exemplo. decreto permitindo a volta das estátuas dc culto aos seus respectivos templos (Nabonido as havia arrastado para a capital). Ciro fez a sua entrada triunfante na cidade. O altar foi erguido e no segundo ano foram colocadas os fundamentos (Ed 5. A primeira leva de judeus que voltou.C. filho de Jeoaquim.C.14 [Hb 17]). depois de derrotar seu sogro. Em seu segundo ano (520 a. Um decreto similar do seu primeiro ano de reinado (sobre o império) está preservado na Bíblia (2 Cr 36. Uma marcha através de Halys levou à derrota de Creso e à conquista de Sardes.C. A inimizade resultante entre os sacerdotes de Marduque e outras comunidades mesopotâmicas (provavelmente também os judeus). no terceiro mês de Adar (13 de março.C. encorajou Ciro a invadir a Babilônia. ela é assunto dc um texto aramaico encontrado entre os judeus de Cunrã e fornece o pano-de-fundo para Daniel 4.. 1 Cr 3-18). cinco desses oásis eram ocupados por judeus!) Esta permanência de dez anos no deserto foi considerada loucura por muitos.C. A Lei do Senhor foi confirmada pelo rei persa como o código oficial da comunidade judaica na satrapia "'Dalém do Rio" (Ed 7. mas devido à oposição dos povos vizinhos. Em 542 a. deus da Babilônia. chegou em 538 a. . capital da Lídia. Outros regressaram mais tarde com Esdras no sétimo ano de Artaxerxcs 1 (458 a.9). Zc 5. Ciro II (o Grande) não se manteve ocioso. Dario ordenou que o trabalho fosse completado. Ciro ocupou Sipar sem dificuldades. Gobiro. instalou guarnições em seis oásis identificáveis.C. (Nos dias de Maomé.C. juntou-se a Ciro e fez as tropas entrarem na Babilônia a 13 de outubro de 539 a. de Amasis do Egito e de Labynetus (Nabonido). Enquanto isso.).22-23.15-26). chefiada por Sesbazar (provavelmente Senazar.). Ciro o Grande obteve a lealdade dos povos-vassalos mediante a tolerância dos sentimentos religiosos e nacionais dos mesmos. Depois de entrar na Babilônia ele expediu um. No dia 29 desse mesmo mês. talvez porque Ciro tivesse ocupado o norte da Assíria. O REGRESSO A SIÃO 538 A 445 a. o templo só foi construído no reinado de Dario I. Ed 7. Depois de duas vitórias ao longo do Tigre.

Cada satrapia podia incluir diversas "províncias". "^WfiT- VEST . Dois problemas geopolíticos dominaram a história dos aquemênidas: o controle sobre as cidades gregas do leste do Egeu e sobre o Egito.FMÍAS I 5 / Jerusalém •TRÁCf Que reinou desde a índia até à Etiópia sobre cento e vinte e sete províncias. ^ ^ ! ' dias de Sesbaroj e ZorobaKcl (538-515 aC. Ciro II (o Grande).. seja seu Deus com ele. .SDRAS 1 2.C.C.38-332 a.. . cunhado do rei.. de todo o seu povo.C. que é em Judá. nomeou seu filho Cambíses rei da Babilônia para assegurar a sucessão.1-3) jíswl Eebatana" Rezefe A VOLTA A SI AO \ \ Rio : \ Volto dos E i d o d o s ^ ^ ^ f c ^ ^ ^ .C.íiè: ? 'V . > ík (Esdras 1.) foi logo seguida pela conquista dc Alexandre (332 a. Os vários grupos étnicos recebiam máxima autonomia cultural (linguagem. (sob avigésima-sétima até à décima-terceira dinastias).C. sátrapa da Lídia. estas foram resumidas como "cento e vinte e sete províncias" (Et 1. com vários grupos étnicos e nacionais. Ciro.).) "% :: % . O IMPÉRIO PERSA 5..#í? ^ Esdras usa estrada perigoso sem escolta militor . .). seu primo Dario apressou-se a voltar para casa a fim de matar um falso candidato ao trono. --V .). Deus de Israel.128 Quem há entre vós.C. Os imperadores persas tinham orgulho da natureza multirracial do seu reino. Persépolis e Susã. religião) desde que pagassem seus impostos.. o Egito revoltou-se três vezes: 484-483. o rei.C..). "Dalém do Rio" a revoltar-se (449 a.C.1). CA PA Dó. quase destruiu o império. Outro problema sério que se desenvolveu foi a tendência dos sátrapas locais de se comportarem como monarcas independentes e algumas vezes se revoltarem contra o imperador. MAKA Satiópia sob Dario I Dario entronizado (Relevo de Persépolis) A dinastia dos aquemênidas reinou no Antigo Oriente Próximo durante dois séculos. os persas dependiam da froia de navios fenícios.. Uma breve ressurgência sob a trigésima-primeira dinastia (338-334 a. Megabizo.) envolvendo a Ásia Menor e o Levante. Durante o quinto século a. Seu fundador. se rebelou por causa de uma questão política e incitou sua satrapia.). e edifique a casa d o Senhor.463-454 e 404-343 a. tentou até derrubar seu irmão. Heródoto descreveu o império persa como consistindo de vinte satrapias.Vít' '' • • • . Cambises conquistou o Egito (525 a. : .. rei da Pérsia. £ • Rabale-Bentí-Amoin Volta sob Fsdros e Neemias |457-428 a. NF. (Ester 1.anana I Asdode. rii í JMití' . com a ajuda de mercenários gregos (404 a. ele havia sufocado insurreições na Babilônia e outras partes c se achava suficientemente forte para fazer uma visita oficial ao Egito (519 a.. Suas guerras na Trácia e na Macedônia levaram o governo persa até os pontos mais longínquos. e suba a Jerusalém. Para cruzar o deserto do Sinai ele obteve o apoio do rei da Arábia que dominava a costa desde Cadytes (Gaza) até Ycnysus.C.) -âr Os exilcdos de Judá se concentram na áreo ao redor de Nip. "•Tí. como comprovado pelos relevos e inscrições em suas principais cidades-sede. Corquemis # • Horõ \ YV f )*» > ' ' V.C. escrita. Cerca de 510 a.C. o Jovem.. A 'Revolta dos Sátrapas" (367-362 a.1) Sorcieí. Para alcançar esses alvos e assegurar a supremacia no Mediterrâneo oriental. 8 .ir F. No primeiro ano de Ciro.. Após a morte de Cambises.C.

.4-38: 3. com autoridade para fortificar Jerusalém.g. 7. 440 a.12.1-34: NEEMIAS 7.21-22).7) fizeram novas fortificações em Jerusalém.otada . Só o contraforte a leste foi ocupado e NEEMIAS112-15.. e.C. IF. IHebrom) En-Gedi Dibom Jocabzeel Hazar-Sual Méconá Berseba. que subiram do cativeiro. (Neemias 7 . em meados do século V (Ed 4.129 ^ // J I Casa Torre de Honanel Torre dos mil Porta dc Ovell-a? ÍSH F.20-26 Jesusa . 11. cada um para a sua cidade.. Aíeaue GeJoi 0 Zeboim * Nebolçte Hazor*- Gitaim . 'de N e e m i a s Esteias d c s c c n d o n t e s d a cidade de Davi o 5 0 I C O I S O 1 0 0 "clrOl listes são os filhos da província. 3ete-Peiele Inscrição 'leúde" em moedas (período persa) y> Arace @ Capitai ESDRAS 2. dos servos mercadores do Templo superior d a e esquina Porta d e Tropas? \ JERUSALÉM NO PERÍODO PÓS-EXÍLIO c. 1 Caiu svpfior do rei 2 Cosa dc Azarios 3 CÜSU de Benjamim e I losube 5 Escada para a ccsa de armos C o s o d e Jedoiosfilho d e M à r u m o f e V Templo ^ Í Q u a r t o de J \. iV. As autoridades locais e líderes regionais protestaram junto ao rei persa e tiveram ordem de interrompera construção (Ed 4. de noite ine levantei. Pesquisas arque ológicas mostraram que a cidade pós-exílio era consideravelmente me nor do que nos dias da monarquia. Msshullam. a rebelião do sátrapa Megabizc.6) 5OTIO *ÍG ® A PROVÍNCIA DF. sumo sacerdote Passeio noturno.31-32 o s m u r o sficavammais no alto da encosta.12-15) e seu relato sobre as equipes de construção (Ne 3. (Neemias 2. e não declarei a ninguém o que o meu Deus me pôs 110 coração para fazer cm Jerusalém.12) . Este estado de coisas foi levado ao conhecimento de Neemias (Ne 1. \ Y filho de Imrner J \ C a s a s 5ccerd0tai5 Porta do Cavalo? torre projetada Porta do Vale ! Porta das águas? Ji_ÍNçemias continua li 6 Caso dos valentes 7 Tanque orti-iciol 8 Sepulcros dc Devi A Casa de Fliosibe. Os judeus que voltaram na época dc Artaxerxes. fifhc Porlco :ste y de Berequias I \ Casa de Zodoque.C. sem dúvida em vista dos tumultos daqueles dias.1-32.*' Chephirah Quiriate-jearim Inscrição "leúde" em impressão de selo *Zoró ® Asdode larmute Asquelom * Nerofá * Adulõo 1*1 Queila Morisq S B e t e Zur Tecoa Qinriale-A-ba^. e voltaram para Jerusalém e para Judá.3) que obteve sua nomeação como governador da Judéia. en e poucos homens comigo.1-32) descreve as portas torres e muitos edifícios adjacentes ao muro da cidade. A narrativa da sua inspeção noturna dos muros (Ne 2. 440 a.ÚDE C.

). c munidades geográficas (Ne 3-1-32).6). mas Neemias reconheceu aldeias em Quiriate-Arba (Hebrom). Benjamim.25-26). a revoltar-se. silonitas e netofatitas (I Cr 9. É difícil considerar uma coincidência o fato dos conflitos com o Egito serem correspondentes às acusações contra os judeus de leúde.). Sob o domínio de Alexandre. Gashmu (o Gesém bíblico) é citado em taças de prata inscritas e num santuário árabe na fronteira egípcia (Tell Mashkhuta). e com terras no interior. conferiu-lhe singular importância na geopolítica persa. En-Gedi no sul e Gezer no oeste. Tatenai (Ed 5. A distribuição dessas cidades pode ser comparada às impressões do selo oficial "leúde" encontrado nas asas de jarros cm Mizpá no norte. Efraim e Manassés. pahwá. atravessando o Sinai com o apoio dos navios fenícios ao longo da costa.C. outros selos mencionam "Mozah". ocupou Tiro e devastou outras cidades fénícias (386 a.130 A PROVÍNCIA DE IEÚDE c. O Egito se revoltou com êxito em 404 a. na Planície de Sarom. Ed 4.).). concordou em retirar-se e voltar à Pérsia.). Neemias chegou dois anos mais tarde com permissão para reconstruir os muros de Jerusalém (445 a. Ne 7. a última fabea em direção ao Egito era novamente "síria". Onde o sátrapa instalou seu quartel-general não se sabe.C.).. na Sefelá. Neemias se recusou a encontrar-se com os outros governadores na "Planície de Ono" (Ne 6. era chamada de "Dalém do Rio" nos dias de Esaradom e este se tornou o nome aramaico oficial nos documentos persas. leúde. no Neguebe. algumas que dificilmente poderiam se encontrar cm lcúdc. Em vista da sua promessa de salvo-conduto para os líderes egípcios capturados ter sido quebrada pela mulher do imperador. por Artaxerxes II.d 7. Sidom acabou sendo finalmente tomada pelo próprio Artaxerxes em 345 a. mas a história da província nesse período foi. que fora nomeado sátrapa de "Dalém do Rio". sacerdotes e levitas (Ed 9. não obstante.1-16). variada. O F. tais como o historiador lleródoto (meados do século V a. isto é. Artaxerxes recuperou o controle sobre o império (358 a. A lista dos que reconstruíram as defesas da cidade menciona co- A SATRAP1A "DALÉM DO RIO" 539 A 3 3 2 Do rio do Egito até o grande rio. ele foi desviado pela tentativa feita por Ciro. Apesar da sua população judia. Amom e Asdode. As fontes bíblicas se calam com relação ao século e meio seguinte. para destronar seu irmão. Quando Ciro tomou a Babilônia. ao sul. As províncias abrangidas pela satrapia são geralmente aquelas herdadas dos assírios.C. o Egito declarou sua independência (cf. Jcricó no leste. Esdras foi enviado para fazer cumprir a Lei como código obrigatório para todos os judeus da província Dalém do Rio (F. Esta revolta durou de 459 a 454 a. Nomes edomitas aparecem ao lado de nomes judeus e outros no óstraco aramaico de Arade e Berseba. tendo sido novamente subjugado (entre 338 e 334 a. As comunidades judias no período pós-exílio eram de duas categorias: as que ficavam dentro da província da Judéia oficialmente conhecidas pelo nome aramaico.) efez outra tentativa infeliz de invadir o Egito (351 a.1). as ricas terras produtoras de cereais no território de Sarom". o Moço. Eles são evidentemente os quedanitas (de Quedar). o ponto da fronteira ao norte era Posideon (Basite) e.C.3. O padrão da aldeia da era helenística confirma esta descrição. Esses motins justificam as acusações contra os judeus que procuravam fortificar Jerusalém (Ed 4. Cada força expedicionária ao Egito seguia a rota por terra. Não se sabe ao certo quando os edomitas se instalaram nas montanhas centrais da Judéia e no Neguebe. Megabizo. marchou para o Levante (362 a. a Bíblia menciona Samaria.7-23). Os árabes controlavam o comércio das caravanas da Arábia para o Egito e para os portos marítimos do Mediterrâneo. O imperador havia recompensado Esmunazer de Sidom com uma concessão de terra na costa. o sátrapa de "Dalém do Rio". toda a região a oeste do Eufrates de Tifsá a Gaza (1 Rs 4. 4 4 0 a .). Em vista do último governo assírio ter-se instalado em Carquemis.1-34.C.6-38) são registradas muitas cidades. Heródoto só dá uma descrição da costa da satrapia-. A cidade foi severamente castigada. O faraó Achoris fez aliança com o rei Bvagorus de Salamina cm Chipre. repeliu um exército invasor enviado pelo Egito e outro pela Babilônia. o próprio Megabizo liderou a revolta da sua satrapia (448-447 a. ou o governador com seu título. organizou uma força invasora. desde Dor até Jope. Taco.6) é conhecido como tendo servido de 520 até pelo menos 482 a.gito revoltou-se outra vez durante o reinado de Dario III. Ele. rei de Sidom. Os jarros representam a indústria oficial de vinho. O seu papel como ligação por terra com o Egito e sede da frota fênícia. O território de Gaza a lenisos (el-Arish) era controlado pelo rei árabe. esse teria sido o lugar ideal para uma conspiração de assassinato do governador de leúde.C.C.C. A nomeação de Esdras no sétimo ano de Artaxerxes tinha o propósito de estabilizar a população judia e assegurar a sua lealdade. cujo rei. o rei Artaxerxes II (401. abaixo de Bete-Zur os edomitas (idumeus) entraram.). A forma abreviada de Asura (Assíria) tornou-se Síria entre os gregos. todo o reino caldeu.). No início do reinado de Artaxerxes.2-3). a capital da Síria era Damasco. e Abrokomus. em 343 a. depois que uma grave revolta na Babilônia foi brutalmente suprimida.C. . 6.. Evagorus desembarcou na Fenícia.C. e as que viviam fora dela.C. os primeiros incluindo habitantes de Judá. havia também um governador local "Dalém do Rio". chefiou um exército apoiado por uma frota fenícia até o delta e derrotou a esquadra ateniense que dera todo o apoio aos egípcios.C. Conhecida como '(erra dc Haii ou Amurru cm fontes assírias e babilônicas. Ed 4. a. Nessa.15). rei do Egito. ele nomeou um governador sobre a "Babilônia e Dalém do Rio". Lima faixa da costa pertencia aos "sírios". finalmente. Mas.24-6. mas sob Straton II pôde apoiar a reconquista bem-sucedida do Egito por Artaxerxes. Mas.1-3). Uma força naval se encontrava em Aco sob Straton 1 (Abd-ashtart) de Sidom (373 a. Quando os sátrapas do ocidente se revoltaram contra o imperador (373 a. os "sírios" e os fenícios se juntaram a eles. época ela fazia parte da terra concedida a Esmunazer.).25-36).7-23). e na "Planície de Ono" (Ne 11.C. A sociedade abrangia três grupos: Israel. Chipre foi algumas vezes anexada à satrapia "Dalém do Rio". O árabe Gesém controlava as rotas das caravanas na região sul e a faixa costeira de Gaza. Os líderes de Jerusalém eram rigorosos quanto aos que podiam participar da edificação do templo (Ed 4. o Eufrates (Gn 15. "Dor e Jope. quando o cunhado de Artaxerxes. a província adquiriu também o nome de Aura-Asura nas inscrições reais (em persa e elamita respectivamente).C.) para apoiar outra invasão fracassada do Egito. Enquanto os persas invadiam o Egito. em troca de uma posição econômica especial. depois vinham os fenícios seguidos pelos "sírios da Palestina (Filístia). Certos homens deste rol tinham o título de "maioral da (metade) da mão-de-obra (pelekb) de (lugar)". O Egito se revoltara durante o ano de ascensão deXerxcs (486 a.18).C.C. esta entidade geográfica formava uma satrapia importante do império persa.C. Seu fracasso inspirou Tennes. Cambises desceu a costa em direção ao Egito e conseguiu a ajuda dos árabes que dominavam a faixa costeira dc Gaza a lenisos (525 a. Na lista dos que voltaram (Ed 2.6. onde se cultivavam cereais. o lago Serbonico com Pelúsio como a cidade principal da fronteira egípcia.C. A satrapia do Egito estava cunhando moedas sem permissão no segundo ano de Dario quando 'látenai tentou impedir que Zorobabel construísse o templo (Ed 4. Além de leúde.24). rei de Sidom.

C.) Bete-Seã * Samaric / / SAMARIA Jope/ /i/dia*> 1 do rer da-Arábia em | Gaza (525 a. C ) O sátrepa Megabizo se revolta.C. ocupa Tiro (386 a. 4 5 0 a .C.••! ^ I Hesbom /V X ^ Palúsio G a z " En-Gedi « & a IDUMÉIA [ D O^M 1 T A S / * Berseba \ ) .) Bento Evcgorus de Salamina invade a Fenícia. Jope e terras grandemente produtivas onde se cultivavam cereais :ia planície de Sarom (c.) •hazof Carna^m Esmunazer de Sidom rcccbc Dor.C.\ | E Ú D E / § .••••.) A s d o d e / < k / V O e z e r ^ P 0 m'U r O :Jerusalem /"""" A5quelom/Oü^.. S \ /-JP • **•. repele os exércitos do Egito e da Babilônia e finalmente se retira (448-447 a..) Carquemis » Posideon lamatô Arvade Si mira Artaxerxes lll sufoca a rebelião de Tennes e cestrói Siaom (345 a.C. "Bele-Zur J í | Laqüs * ..131 Ciro o Moço chefiou < força de mercenários contra Arraxerxes II 1.401 a.

principalmente a cavalaria macedônia. Alexandre foi informado de que Dario III. uma passagem nas Montanhas Amano.C. O exército de Alexandre trabalhou arduamente e lutou durante sete meses. Alexandre. Em alguns casos. Alexandre marchou para o interior em direção aos centros de oposição. e chegou a Miriandro. Ele sabia perfeitamente como inspirar seus soldados e instigá-los a feitos ainda maiores. Ele tomou este último de assalto. chegou a Górdio. enquanto Parmênio marchava para Damasco a fim de apossar-se do tesouro real.C. antiga capital da Frígia. DIODORO: CURTIO RIFO. Ele tomou o mesmo caminho seguido por Xerxes em 480 a.. que chegara de Sardes.. Dario escapou com vida. estava reunindo um exército na Assíria. 332 a. Alexandre prosseguiu ao longo da costa para Tiro. Depois desta vitória. Alexandre não perseguiu o rei fugitivo. confiando na sua localização numa ilha fora da costa e na ajuda da sua colônia. A esquadra de Tiro foi derrotada e a cidade caiu em julho. a Pérsia. Alexandre juntou forças com Parmênio. até completarem um molhe unindo a ilha à costa.334 A . Alexandre ordenou que seu general.C. A seguir. Em contraste. Sidom e Biblos se renderam sem oferecer resistência. passando sem problemas pelas estreitas Portas da Cilícia nas Montanhas Taurus.32 a. Alexandre marchou para o leste. Arado. mas não conseguiu impedir o avanço de Alexandre para Cária e Lícia. Parmênio. à sua retaguarda. poderosa nos dias de Dario I. após sitiar Mileto e Halicarnasso. só os mercenários gregos no exército persa mostravam coragem e habilidade militar. Km 334 a. mas perdeu sua família e o seu tesouro para o vencedor.C. Nesse ínterim. vencendo os seus exércitos às margens do rio Granico. elas poderiam isolá-lo da Macedônia e até instigar os gregos a se revoltarem. na Panfília. O rei partiu dali numa expedição punitiva pelas montanhas da Cilícia até chegar a Soli. Soube nesse ponto que Dario e seu exército se encontravam em Isso. afimde capturar as cidades fenícias. JUSTINO 11:12 A CAMPANHA DE ALEXANDRE ATE O CERCO DE TIRO . Em Górdio.). Cartago. filho do rei Filipe II da Macedônia. capturando Sardes e depois as cidades costeiras da satrapia de lônia. Tiro era a principal cidade da Fenícia e a Grécia o seu mais sério competidor no comércio mediterrâneo. cuidasse do tesouro real em Dascílio. (Daniel 8. Alexandre cruzou os Dardanelos cm Eleus e travou sua primeira batalha contra os sátrapas persas que governavam a Ásia Menor. marchou contra a Pérsia à frente de um exército de 35 mil homens. substituindo apenas os sátrapas persas por macédônios. rei da Pérsia.C. e na sua habilidade de estrategista. Depois de exterminar toda a resistência encontrada ali. ele chegou até a nomear funcionários de origem persa para altos cargos. No decurso de suas primeiras conquistas. O surpreendente sucesso de Alexandre tinha origem na superioridade tática de suas forças. Aspendo e Salagasso. PÜJTARCO: VIDA DE ALEXANDRE. encaminhando-se porém para o sul. capital da Cilícia.3. sofria agora com uma liderança frágil. através das Portas da Síria. e continuou dali para Ancira.132 Eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra. . mas na direção contrária. Caso as frotas fenícias se mantivessem fiéis à Pérsia. Ele apressou-se em voltar e derrotou o inimigo com um ousado ataque da cavalaria (333 a. e chegaram a Tarso.o Xaníck! Pata <o Miriandro^ Portões da Síria Arado Muiato Damasco ARR1AN: ANABASE. Alexandre reteve as formas persas de administração. Os exércitos combinados rumaram para o sul. De Side.5) Abdera Moronea Aníípõlis Sangárjo Ancirç Gcrdio rmos Sardes !SO j g * » / Esparta SIFNOÍ cS (Spy Magnésia Celeno Sogalasso Portões da Cilíáa CARIA U-Holicarn&si íclmcssufi Termos r. enquanto ele prosseguia para o sul. A poderosa marinha persa atacou as cidades litorâneas. Ironicamente. Os tirianos se recusaram a entregar a cidade.

o exército macedônio provavelmente voltou para a costa. Enquanto o sítio continuava. o eunuco Batis. Encontrado o tesouro Crocoditon PolisJ •i Torre de Strotq m CILEADE 1 .C.. comandante da fortaleza. e talvez até o próprio rei. para aceitar ali a rendição de Azo (o e Ascalom. Alexandre avançou ao longo da costa em direção ao Egito. Sambalate. A maioria dos cativos do sexo masculino foi imediatamente executada.UTARCO: VIDA t)F Al. depois de um cerco de dois meses. caiu o último obstáculo no caminho de Alexandre para o Egito. • V*"' Robofe. A seguir.-4 Siquém 'i'-^" Macedônios crasom j. alguma resistência e Alexandre enviou unidades de cavalaria para as montanhas do Líbano a fim de subjugar as tribos rebeldes. mas ligam a mesma ao sumo sacerdote Simão. mais provavelmente pela costa. Segundo outra versão.C. queimando-o vivo. as mulheres e crianças vendidas como escravas.C. onde ele passou o inverno em 332-331 a. Aco. É possível que tropas tivessem sido enviadas a Laquis. a cavalaria grega avançou contra os nabateus. Os macedônios os prenderem ali e os sufocaram acendendo fogueiras na entrada da caverna. a capital da província da Iduméia. Houve. Sumo Sacerdote (?) Mares?)" Terebintos Hebrom 0 5 10 Componho do Egito . ANABASF: Pl. não foi . A feroz resistência de Gaza pode ser explicada pela apreensão dos cidadãos e seus aliados nabateus. O rei. que era a saída deles para o Mediterrâneo. 332 a. ajudado pelos mercenários árabes. Julgava-se que Dio e Gerasa. por meio de obras de terraplenagem e máquinas para o cerco enviadas de Tiro.^ . a evidência arqueológica prova que a cidade foi destruída cerca dessa data. Todavia.Alexandre mas o regente Perdicas que fundou esta colônia. ARRlAX. Os macedônios parecem ter penetrado para o interior até Jerico e podemos supor que algumas tropas. sátrapa de Samaria. Em Gaza. provavelmente em Aco. Movimentos secundários Componho poro o norte Movimentos secundários 331 o. confiava bem pouco em reforços dessa categoria. A cidade veio a ser repovoada com pessoas das regiões vizinhas.332 a. documentos em papiros pertencentes a refugiados de Samaria foram encontrados. pois a zona costeira ainda se achava naquela época coberta dc pântanos e dunas de areia. porém. haviam sido fundadas por Alexandre.ó. De natureza mais lendária é a história da visita de Alexandre a Jerusalém e seu encontro com o sumo sacerdote Jadua. 11:325-339). Eles haviam se abrigado ali. que temiam o domínio dos competidores gregos nesta importante cidade portuária. mas falta também fundamento a esta história. o Justo. Essas unidades se reuniram depois à força principal.C. a fortaleza real ao norte da Palestina. e tomou as mais fortes cidades de todas as nações (1 Macabeus 1. Fontes talmúdicas repetem esta tradição. duas cidades além do Jordão. cerco de dois meses Papiros eíc samaritanos presos encontrados em caverna \ V vAM O M »• Y : . e seu exército de oito mil homens se juntaram a Alexandre. oferecendo submissão pacífica. Duas tradições estão ligadas a esta jornada: a fidelidade de Samaria aos gregos foi de curta duração. e eles se revoltaram contra o seu governador Andrômaco.2) Alexandre une a ilha de Tiro ao continente e o conquista depois de um cerco de sete meses. CURTIO RUFO. Com a rendição de Gaza. segundo algumas fontes. fugindo do exército macedônio e portavam documentos pessoais. Porto de Jâmnia i Jamnía Azoto-Sohro-o-Mar/' ^ Azoto A Alexandre tema a cidade depois de um Ascalom. Para vingarse. Josefo atribui isto ao período do cerco de Gaza (Ant. cruzou mais uma vez a Palestina em seu retorno a Tiro. recusou renderse e Alexandre mais uma vez estabeleceu o cerco.12 Alexandre o Grande (Mosaico encontrado cm Pompéia) Deu ele muitss batalhas. Ele foi ali sem dúvida forçado a desviar-se para o leste.FXANORF: DIODORO 17. .2 .Ben&-Àmom^ Jerusalém Encontro com o . Segundo a tradição. Depois da rendição de Tiro. rendeu-se sem luta e o exército avançou para o sul. s c ^ t e V . JUSTtNO 11. até a Torre de Strato. Enquanto se achava ainda sitiando Tiro. Numa caverna do Wadi Daliah. De Lode. embaixadas sírias e palestinas chegaram. que deve ter marchado ao longo da estrada litorânea.133 ALEXANDRE NA PALESTINA 332 A 331 a. Alexandre destruiu Samaria e instalou veteranos maccdònios nas suas terras. saquearam o interior. . A colônia macedônia em Samaria resultou no reavivamento de Siquém como centro samaritano para as futuras gerações. Alexandre capturou Gaza em setembro. no entanto.C.

VIDA DE ALEXANDRE: DIODORO 17. . cm 331 a. e regressou à Babilônia depois de muito sofrimento... 323 a..I. para a embocadura do rio Indo. CURTIO RUFO. Impôs seu poderio aos países.. que passou a ocupar por terra.r J j f i l ui6 (M^de. MASSAGETAS Alexandria Boclra Niiibis í» Maracanda (1 Macabeus 1..c. filho de Lagos.. ele derrotou uma tentativa de Perdicas para derrubá-lo. e seu filho ainda por nascer.UTARCO. Alexandre avançou para Tapsaco. seu irmão retardado. e subiram no seu lugar quatro também notáveis. JUSTINO 11. n . enquanto cie avançava por mar. principalmente no deserto de Gedrosia. Firmemente estabelecido no Egito. Ptolomeu. onde foi morto pelos seus próprios seguidores. (Daniel 8. Alexandre virou para o Sul.134 \S CAMPANHAS POSTERIORES DE ALEXANDRE 331 A 3 2 3 a.. Rola dos generais dc Alexondre ARRIAN. com suas forças chefiadas por Nicano. Os macedônios voltaram em três grupos. O poder real passou aos generais que em breve afastaram os herdeiros dinásticos e começaram a brigar entre si. .C.. Chaiax. entrando no vale do Indo. No mês de junho de 323 a. algumas horas antes de Alexandre chegar ao acampamento persa. kf . O principal conflito surgiu entre os que desejavam conservar intato o império (tais como o regente Perdica ou Antígono Monoftalmo) e os governadores provinciais que queriam dividi-lo. cobiçou a Palestina. e depois para o mar Cáspio. PI. Morto de Dcno \Artacoano V f W / f Bueefaliajk - X 1 Morte de Alexandre. C.12 De Tiro e Damasco. No caminho. MAGPDCWiA Alexandre.C.. pelos contrafortes das montanhas da Armênia. Alexandre morreu na Babilônia com a idade de 32 anos. Na índia. para proteger o reino egípcio. às nações. Alexandre continuou sua camA grande ponta foi quebrada. \ o r u k ^ B P A R A P A N I S A D A Í M O ^ O / Aomis 0 ^ A K I A A EcbotoiS*fc'g<" g f N i . derrotou também Dario. .8) panha pelo leste da Pérsia. PTOLOMEU NA PALESTINA Os herdeiros de Alexandre eram Filipe.J-. O restante do exército de Dario o aguardava entre esta aldeia e a cidade de Arbela. travou-se a batalha decisiva.-. Avançou até os confins da terra. que tornou-se mais tarde Alexandre IV. oriundo da terra de Cetim. e então. Depois da morte de Dario. Dario foi derrotado e fugiu para a Média. a força de Cartero.C. ele passou o Tigre e chegou a Gaugamela. estava entre os principais líderes deste segundo grupo. Posorgodo Persépolis ^ o ARACHOSIA / -g -S J f I Palaia JW L.C. as forças navais de Nearco e o exército do rei. cruzando ali o Eufrates. Os macedônios já haviam enião capturado os centros administrativos da Pérsia: Babilônia. a caminho do vale do Ganges — perto dos confins da terra como Alexandre a concebia — seu exército amotinou-se e recusouse a continuar. . 320 a. filho de Felipr d a ' Macedónia. que obtivera a satrapia do Egito. e aqui. Susã e Persépolis.1-4) O exército de Ourio se disperso tAscabade) ^ J í / j Urapsaca Bactra (Zçrjgspal X . Avançou para as estepes da Ásia Central e cruzou as montanhas Hindu Kush. rei dos persas e dos medos e reinou cm seu lugar.. AXABASE.

filho de Agreofom de Cária. e Abila.. Depois da morte de Perdica. No mesmo ano.gito. (Antigüidades 12:7) Volto de . Ptolomeu recuou sem lutar: da segunda.. braço do Nilo. em 301 a.. H y ^ j lúrusclém Cativeiro de samorironós e judeus no LE?ito •fylúsio Atenftttf N aba teus <f= Ptolomeu Ptolomeu c Seiêuco Demétrio Antígono 1MODOKO 29. filho dc Antígono J°P e " X -7 W / o' >*:-/ jSairicria A 'Siquém RaboteBcno Amom ' lV5"i"1° .. com suas riquezas. a seguir. em 315. Seiêuco. cidade das vinhas. Ptolomeu. Zenom viajou para lá em 250-258 a. governador da Babilônia. Ptolomeu uniu suas forças com as de Seiêuco e um terceiro general.C. perto de Damasco). Jerusalém. tentaram duas vezes tomar Petra. Os arquivos de Zenom foram descobertos em Filadélfia em Fayum. O império ptolemaico (oi notável pela sua atividade econômica. especialmente azeite (o azeite egípcio era de qualidade inferior). (Identificações alternativas foram sugeridas tanto para Eeitha como para Bete-Anate. Agentes dos monopólios reais viajaram até os pontos mais distantes da terra. é incerto se Damasco se achava nessa época sujeita ao governo de Ptolomeu. que era o principal defensor da idéia de divisão.: desembarcou na Torre de Strato (Cesaréia de 1 ierodes. além do Jordão. O CONFLITO DOS DIADOCOS (SUCESSORES) NA PALESTINA 259 A 258 a. ! . Damasco j ^ y IDamielaj Derroto de Demétrio.135 Depois de tomar nuiiros cativos do país montanhoso da Judéia c do distrito adjacente a Jerusalém e da Samaria.95-9" 315 A 306 a. fundadores de um antigo principado. Papiro do Cairo 59004) Damasco Depois da derrota de Antígono. em busca de mercadorias necessárias ao Egito.. Voltou a Eeitha (Mit) e depois continuou para Bete-Anate. onde obras de irrigação em larga escala haviam sido iniciadas no período helenístico. fugiu para Ptolomeu. veja mapa 224) e seguiu para Jerusalém. Seiêuco voltou à Babilônia para instigar o Oriente contra Antígono.C..C. Finalmente.C. provavelmente via Pegae. Visitou também Tiro. Lisímaco. Bete-Anate\ Góde.. Jerico. ministro de finanças de Ptolomeu 11. Esses arquivos contêm documentos que constituem uma fonte importante sobre a administração ptolemaica na Palestina. a quem instalou no Egito. a capital e colônia militar dos Tobíades. derrubando as fortalezas da Palestina e tomando inúmeros prisioneiros em Jerusalém. Antigono logo suprimiu os últimos defensores da dinastia de Alexandre (em especial Eumenes de Cardia) e. especialmente no sul. Nos anos 315-306 a.C.. Zenom chegou depois a Lacasa (Kisweh. Com esta batalha. falhou diante de Pelúsio e de Damieta. (Zenom. Um desses agentes era Zenom. Judéia e Samaria. vinho.C. como Marisa e Jope. Além desta jornada. Galiléia Ptolemaida (Acoj Citépolis * Samaria Somaria _ Jeiricó KabateBeneAmom Jerusaléi Í com do Zenom Morisõ (•&) Iduméta? Adora * ARQUIVO DE ZENOM . As formas de divisão e instituições administrativas estabelecidas nesta época continuaram a existir até o período romano e muitas delas duraram até a destruição do Segundo Templo. governador do Egito. o sonho de um império helenístico unido chegou ao fim. 312 a. onde ele se instalara depois da sua aposentadoria como funcionário do governo. os aliados triunfaram sobre Antígono e seu filho em Ipso na Ásia Menor. Isto mudaria um tanto a rota descrita no mapa. onde havia uma propriedade produtora de vinho de um oficial grego.. um subordinado de Apolônio.C. madeira e escravos. mas falharam ambas as vezes. Da primeira vez. AS VIAGENS DE ZENOM NA PALESTINA Torre de Strato. Ateneu. Viajou em seguida para Jerico. voltou-se contra seus companheiros generais. os arquivos contêm evidência dos muitos contatos de Zenom com agentes e funcionários de vários centros administrativos. a fortaleza nabatéia. Um assalto por mar e terra combinado entre Antígono e Demétrio em 306 a. o poder central do império de Alexandre ficou com Antígono Monoftalmo ("o caolho"). as forças de Antígono e Ptolomeu brincaram de gangorra com as entradas a leste do F..C.Seiêuco ò Babilônia 312 o.. Em 311 a. Antígono e Demétrio avançaram três vezes até os termos do vale do Nilo.C. os ptolomeus estavam em ascensão e a Palestina foi integrada na complexa administração do seu império. que foi habilmente ajudado por seu filho Demétrio Poliorcete ("conquistador de cidades"). ele venceu Demétrio. arrogando-se o título de rei. Com a ajuda dos elefantes indianos de Seiêuco (pelos quais ele trocou a província da índia). o general dos antigonidas. e também obter o controle do mar Morto e seus valiosos recursos de asfalto. mas retirou-se diante das forças superiores de Antígono.. • . e depois o próprio Demétrio.) De Bete-Anate ele seguiu para Codasa e embarcou em Ptolemaida (Aco).

245 a.MF. e Citópolis. c entrará nas fortalezas do rei do Norte.219 a . ele evitou problemas com Ptolomeu. Tiro e Ptolemaida se renderam. e tomará a cidade forte. irmã de Ptolomeu III. (Daniel 11. e sua morte subseqüente às mãos de Laodice.C. C . O rei do Egito atacou Antíoco e a Selêucia numa operação mar-eterra combinada. dois jovens governantes subiram aos tronos da Síria e Egito. contrariando o acordo feito com Selêuco Nicator antes do combate. que a princípio tinham aceito de boa vontade o governo egípcio.1 3 Depois da batalha de Ipso.C.16) A PRIMEIRA CAMPANHA DE ANTÍOCO III 219 A 2 1 7 a . capturou a Selêucia e Teodoto e seu segundo no comando.C. Mas do renovo das suas raízes um se levantará em seu lugar. onde fundou a cidade de Calínico às margens do Eufrates.15. Sidom.> A n t í o c o III POI.C. ele foi detido entre Brocchoi e Cerra. Pantetolo. De todas as suas conquistas. Ele também libertou as guarnições de Ortosia e Damasco que se achavam sitiadas. e Antíoco II casou-se com Berenice.C. derrotou o novo comandante egípcio Nicolau no rio Damuras. Ptolomeu III só manteve a Selêucia. antioquia mico .C. e o resultado foi uma série de conflitos — as Guerras Sírias. provocou nova guerra entre a Síria C O Egito. E o rei do Norte virá. A paz foi decretada em 240 a.TRIO. Ele invadiu então a Babilônia. O selêucida era o mais forte dos dois c quase imediatamente avançou para realizar uma ambição de seus predecessores — arrancar a Palestina da dinastia rival. repudiando sua antiga consorte... As primeiras cidades a se renderem foram Filotéria. mas decidiu voltar devido a rumores de revolta no Egito.241 a Mar Mediterrâneo Sidom Ptolemaida i masco téxércíto de Ptolomeu III Campanha naval de Ptolomeu III .C. Com a ajuda deles.. os nabateus.7) Selêuco II . Seroea Paro Ptolomeu III e I'/ Selêucia 1-740-219 o.136 F a filha rio rei (Io Sul virá ao rei do Norte para fa2ír um tratado . o próprio rei marchou de Tiro por terra.C.C.242 o.256 a.C. Antíoco III começou a reinar em Antioquia e Ptolomeu IV em Alexandria.. Na Primeira c Segunda delas.C. e reconquistou a Mesopotâmia. após a morte de Antíoco II. general de Ptolomeu. se passaram para Antíoco em 218 a. C . Selêuco II. V\pamec r-^Sòiamino Ortósia A TERCEIRA GUERRA SÍRIA 246 A 240 a. Os sírios. A seguir.6. PLUTARCO: DF. Em 219 a. Ptolomeu 111 guardou para si a Palestina e a Fenícia. que permaneceu em mãos egípcias até 219 a. voltou à sua capital em 242 a.T R O G O 1 3 . logo voltaram as costas aos ptolomeus. os ptolomeus fizeram a ofensiva.ÍBIO 5. Ao invadir o vale do Líbano em 221 a. Laodice. porém. J U S T I N O . filho de Laodice. Gefrus e Camus. ao sul de Beirute. e virá com o exército. na poderosa linha de fortificações edificada por Teodoto.. Enquanto Nicolau se achava bloqueado em Dora.C. Paz provisória foi restaurada em 255 a. um centro administrativo no litoral do mar da Galiléia. avançou para Abila e Gadant. (Daniel 11. Gaza f/ieriisã{c fjiadólfia lexandria Sob o domínio ptolemaico Mênfis D I O D O R O 19. c os braços do rei do Sul. Os sucessores de Selêuco não hesitaram. as duas cidades se renderam.C. No ant) 223-222 a. seu velho companheiro de armas. que abriram suas portas sem resistência.>»•• Ptolomeu III . A deposição de Berenice. ' | Píoiomeu III \'olta | ao Egito Selêucc II . Ao mesmo tempo.Ptolomeus .. porto da Antioquia. Quando Selêuco se tornou rei da Ásia. e estará na terra gloriosa. Antíoco teve melhor sorte. ele capturou Itabírio (monte Labor) mediante um ardil (uma falsa retirada) e tomou Pela. aliados Pohísio .54-86 < Ptolomeu IV I 1 Sob controle dos . quase simultaneamente. e levantará baluartes.<(••••••.

ocupando grande pane da Ásia Menor. Abila e Gadara. Ptolomeu IV marchou à testa de um exército de setenta mi! soldados. não podia fazer frente às legiões romanas. Na paz assinada em Apaméia. ela abateu a monarquia macedônia em 197 a. assim como vinho. e depois voltou-se para os selêucklas. um novo poder surgiu no ocidente: Roma havia primeiro unido a Itália e depois. e. alcançou as portas de Jerusalém (os judeus dali podem ter favorecido Antíoeo III). os favoreceu grandemente: forneceu gado ritualmente limpo. a partir do momento em que entramos cm seu país. Antíoeo III. o seu exército penetrou até Gaza. Antíoeo. (Carta de Antíoeo III.. o domínio egípcio sobre a Palestina se consolidara novamente. foram enviados à Samaria com cinco mil cavalos. mostraram interesse em servir-nos. rei da Síria .22. Os judeus o receberam de boa vontade. Hipoloco e Cereas. Antíoeo foi derrotado em Termópilas em 191 a. Antíoeo capturou finalmente a cidade. A seguir. Ele permitiu que os judeus vivessem de acordo com suas leis ancestrais e isentou o Gerousia (Conselho de Anciãos).C. Os exércitos de Ptolomeu IV foram derrotados numa batalha decisiva. Antíoeo esperou ali por ele.C.. prosseguiu para Panias (Banias. e madeira para a manutenção do templo. e ocupou a cidade. Ptolomeu IV iniciou então uma marcha triunfal por todo o país. pela primeira vez na história ptolemaica. farinha e sal para os sacrifícios. mas retirou-se diante do exército egípcio que avançava comandado por Escopas. na Segunda Guerra Púnica (218-201 a. desarmou a maior parte do exército e pagou uma elevada indenização. Em 201 a. Os egípcios prevaleceram e Antíoeo retirou-se da Palestina.. que permaneceu leal a Ptolomeu e resistiu bravamente. invadiu novamente a Palestina. A CONQUISTA FINAL DA PALESTINA POR ANTÍOCO III 201 Ai98a. Antíoeo desistiu de toda a Ásia Menor. Antíoeo III havia tentado prevenir o perigo que ameaçava o seu reino. Ele visitou Marisa. seis mil cavalos e 102 elefantes. indo para Jerusalém. em Magnésia. inimigo inveterado dos romanos. cinco mil cavaleiros.c. Escopas dirigiu-se para o interior.C. O exército sírio. e 73 elefantes de guerra. os egípcios mobilizaram todas as suas forças e. na primavera de 217 a. por sua vez. atacaram Filadélfia (Rabate-Bene-Amom). acompanhado de Aníbal. dois comandantes que haviam desertado de Ptolomeu. 16:18-19. depois de uma campanha prolongada no interior da Ásia.C.C. Ele correu para ajudá-los e capturou a cidade. supriram as necessidades do exército e lutaram ao lado dele quando atacou a guarnição deixada por Escopas na Acra (Cidadela) de Jerusalém.) derrotou Cartago. Os romanos declararam guerra contra ele em 192 a. Enquanto isso. aveia.C. chegaram até a recrutar auxiliares locais. Jerusalém. prosseguindo depois para as fronteiras do seu império. Ele mandou soltar prisioneiros e proibiu a importação de carne ritualmente impura na cidade. porém. Enquanto os reinos helenistas desperdiçavam sua força em lutas mortais. alcançou Rafia. Ptolemaida e Tiro. na Ásia Menor. Antíoeo III já o esperava ali.. Em 196 a. Sua derrota finai aconteceu em 190 a. seus remanescentes e o próprio Escopas fugiram para Sidom. Suas vitórias sobre o Egito tornaram segura a fronteira do sul.C. perto de Dã). Ao que tudo indicava. cruzou o deserto e. Senhora do Mediterrâneo Ocidental. onde foram cercados.39: ANTIGÜIDADES 12:133-146 Antíoeo voltou à sua capital depois de ter sufocado uma grande rebelião na Ásia Menor. Sidom Desde que os judeus. De Filadélfia.C. voltou-se então para o noite. Os outros cidadãos de Jerusalém gozaram dos mesmos privilégios por três anos e também ficaram livres de um terço do seu serviço escravo. Antíoeo voltou a Ptolemaida e passou ali o inverno durante 218-217 a. com 62 mil soldados de infantaria. Durante 31 anos ajudéia permaneceu tranqüila sob o governo selêucida. citada e m Antigüidades 12:138) Antioqvio Galiléia Ptolemoico Nave Cifópois [Bete-Seã) Samaria ftbjabo - Jerusalém POLÍBIO 15:13-25. depois do que Antíoeo desembarcou na Grécia. ele cruzou o Helesponto e ocupou a Trácia. azeite e incenso. e teve de evacuar a Grécia.137 de Antíoeo 111. Antíoeo e o seu exército passou então por Batanéia. entrando pelo sistema de águas. os sacerdotes e os escribas do templo do pagamento dos impostos por cabeça e do sal.C.

e seus filhos. além das colônias militares dc Pelúsio-Migdol. e Filotéria. Já no período helenístico encontramos.C. em Leontópolis no Delta no segundo século a. mas não toda a população).C. os judeus (dedicaram) esta sinagoga. e no Distrito Arsinoita (Fayum). respeitavam as cidades por eles dominadas. C . .. Similar em status era Pela. Aparecem assim no Egito. a cidade (polis) era a única forma conveniente de organização política para um povo civilizado. também conhecida como Berenice. files honravam os privilégios existentes. Sicatnino Templo de Bucolon {•. Distribuíram nomes dinásticos e liberdade para utilização dos costumes gregos. mas atribuíram nomes dinásticos para somente duas cidades: Filadélfia e Ptolemaida. localizada à margem do mar Vermelho. Elefantina e Cirene. sua irmã e esposa. muitos judeus que ganharam o pão como lav radores ou servindo o governo. (Aristóteles) Anliòáulo AS CIDADES GREGAS DA PALESTINA 312 A 167 a . Alexandria.Samcrio Apolõnio / \ntioq:íia Porto de JõmniaA | Jómnia A Azoto Paraíiasà-^zoto Ahtíoqyia Para os gregos. conhecido na literatura taimúdica como a "Casa de Onias". Em honra do rei Ptolomeu e da rainha Berenice. Eles se concentraram na capital. Existe evidência de colônias judias em todo o Egito. Berenice lilath.mifcoí / Ascafom o v AntedomA N/ 'Sclcucicía A / Marisa Jerusalém Gaza Demos Selèucio • O Cidade com nome dinástico selêucida Cidade com nome dinástico ptolemaico Cidade com direitos municipais sob governo ptolemaico A Cidade com nome grego ± Município com nome grego A DIASPORA JUDAICA NO REINO PTOLEMAICO SÉCULOS lll-l a. (Inscrição homenageando Ptolomeu 111) L E O N T O P O L I S (TELL EL-YAHUDIYEH) CIDADE L TEMPLO Muro externo M u r o externo Pátio Pátio Templo A pequena terra da Judéia não podia alimentar toda a sua população. Fronteiro do eporquio selêucido Fronteiro d e cidode pfoíemoico Fronteiro do hiporquio ptolernaico PARAI IÁ eparquia selêucido JUDÉIA hiporquio ptolemaica . Ele permaneceu até depois da destruição do Segundo Templo.138 O homem é um animal político (urbano). Zevs[ . como arcontes. o sumo sacerdote deposto. Nas centenas de papiros descobertos em antigas cidades egípcias existem informações sobre a população judia e sua estrutura organizacional. os Ptolomeus eram prudentes na concessão de direitos territoriais no estabelecimento das fronteiras. Os Selêucidas. Muitos outros viviam em 'lébas (Dióspolis Magna). boulé (conselho) e demos (todos os cidadãos. Todavia. a imigração de famílias individuais atraídas pela prosperidade material do mundo circunjacente. De especial interesse é o templo construído por Onias. no Alto Egito e arredores. Antíoco III e seus herdeiros foram extremamente generosos para com as cidades sob seu controle. por essa razão. ao contrário. lado a lado com as formas antigas de movimento populacional (exílio e colônias militares). A construção de novas cidades era. homenagem a uma rainha Ptolemaica. Dafne. que havia sido repovoado por iniciativa dos ptolomeus. pois isso envolvia uma grande medida de autonomia. fXt'. mas foi igualmente destruído logo após. o melhor caminho para a expansão da cultura heienística.

Reino plolemaico Aldeia com população judia Area de densa população judia Fronteiras — 240 a. \ • Magna . Quirtópolis ' .t Bachias Filadélfia Afroditópolis \ Fekas # . mllhor Élefófttina .«p 9App!onópoJi$. A I leptacomíos ^ Pooópolis Ptol. Oióspolií .emóidc Hérminc Abidç>s Carani. " W * * Babilônia Filadélfia AMfío*'' • • Tebtinis^ • # Heròcleópolis Oxirfin cjo • Vila Síría9 • .139 V CKETA Sidom.C. Alexandria BMqXoís \ d W Á ^ •Sqi/édio Nqucrates * Súi$ • Bübcfste Athribis Facusa (Goséoj • Tel elieúde 0 Nilhríoe Helíóp* Méiifis . # Co/i»fos ^ u OsewV/s Filoteris• # Eutemeriq leadélfia Arsinoe* Corocodilonpolis V # Apobnópplh Magn< • Bousms 4 Qrfibjòs 0 Ibio « Carqueosiris Tebnitis « Ccurabe • f~ieracíeópoli$ Mogna # S/e no . \Hetmópplis .E ' * v c Mogj)ó • • • • A/itinoe Héfacleópòlis éâ \iicornpoliS'/. Norbata Jgmnia j ú Cqnopos..

c. ele derrotou o seu exército entre o monte Cássio e Pelúsio. integrando todos os deuses com o Zeus Olímpico como cabeça.16) en|KAAoYMA)K«1. Antíoco IV. sob o governo de Ptolomeu VI Filomctro. Jerusalém . então em grande decadência. Antíoco Epifanes quebrou a promessa feita por seu pai Antíoco 1 1 1 aos judeus. perceberam que era necessário preparar o país para um futuro conflito com Roma.^r.•cKEN Tr«>.1 6 9 a. homem de visão.18. P0LÍBI0 28.o Reino selêucida Cidade com população judia VjUexnndrió Fronteiras — 240 a.C. S Z < X A* í Kpitáfio mencionando o "deus todopoderoso" encontrado em Renea perto de Delos Froto de Antíoco IV / para Chipré Tiro A AS CAMPANHAS DE ANTÍOCO IV EPIFÂNIO NO EGITO 170 A 167 a. Neste contexto.). rjyeit* AOYTirwir f MHrAir«i íça*'.. um sumo sacerdote helenizado. ASIA MENOR E GRÉCIA TERCEIRO A PRIMEIRO SÉCULOS a. Estas são principalmente conhecidas através dc 1 Macabeus 15. Monic Cásius Antíoco IV marcha para <-r. ANTIGÜIDADES 12:148-153.22-23. Antíoco IV também julgou a época oportuna para conquistar o Egito. Área densamente povoada por judeu?.C. as aldeias agrícolas-militares estabelecidas pelos selêucidas na Ásia Menor — principalmente em Cária. Enquanto assediava Alexandria. Ptolomeu VI derrotado . de respeitar a sua autonomia religiosa.^Tosôfoíjroí . Citópolis Àpolõnio o Misarca — 167 a. IK A I o IA N r rAO.>*->5P«NHl^t»AÍ TAnfit^T t A Y. concebeu Ancíoco o desejo de possuir o tgito. ANTÍOCO IV Antíoco IV poro Mênfis 1'70 a.170 a.C. ele retornou à Ásia antes da sua queda.C. 1 MACABEUS 15.C.C.C. A Diáspora dessa região se classifica em três grupos: os primeiros exilados da Babilônia.17-24. Panfília e Frígia — e as comunidades isoladas nos centros comerciais da Grécia e Ásia Menor.-»'ô'»a *'. - íroií reín^iÍA-íTArtrWE-rtt^Af f »p/\. Antíoco avançou então para Alexandria e cercou a cidade ( 169 a. 1 MACABEUS t. e apoiou Menelau. Invadindo o Egito em 170 a. Antíoco foi informado que . r I A K I R K I N N V Y N N ^ I A Pois creio que eles (os judeus] inio poupar nossos simpatizantes da ira (cm seus coraçoes). Cerco de Alexandria . D I 0 D 0 R 0 Mênfis -fc Heronpolis mülúi Antíoco III e seus filhos. INSCRIÇÕES. desejava fortalecer o reino mediante a unidade religiosa. há poucas fontes para os judeus em outras partes do mundo helenístico.1 / 0 a. Quando seu reino lhe pareceu bem consolidado. . a fim de reinar sobre duas potências. (CanadeAntíocomaoSovernadordaFrígia) Detfos i Ssoyorií Coriafí elos "O PérqamÒ " J^yr. (1 Macabeus 1. í. filadélfia Jerusalém Popílio Lenas apresenta ultimato .CFTLT£T £ IAS M A E TILFN M^TCA rAíArrwrr^NAJTiovAiKAAAi.dcf ^ A R I A \jjgiiçprnassb Antioquia / ^ J C K L T A Gorlina"í 2 ? ? Rodos Ecbiana Reino ptolemaic.C. >( tUTOíToSkypto^lr.C.M^HeiMAI^l/ .. \ B Pumtjádito X Neordéic*6 o. Seiêuco IV e Antíoco IV.16$ a..C. chegando a Mênfis onde se proclamou rei do Egito. todavia..A DIÁSPORA JUDAICA NA BABILÔNIA.22-23 Embora a abundância de papiros encontrados no Egito permita reconstruir o mapa da povoação judia daquela área com razoável detalhe.

mas defrontou-se então com o romano Popílio Lenas ("o príncipe" em Dn 11.18) que ordenou que se retirasse do Egito. 1 Macabeus 6. Hitínia # Ponto (.. as realidades que enfrentavam os macabeus e influenciavam a sua estratégia.C. Quando o rei pediu tempo para considerar. DISPOSIÇÃO DOS EXÉRCITOS HELENÍSTICOS Arranjo porá a Batalha Falange .35 M o n t a n h a s Naissus* Cá li caso Deserto Negro MqmtànM Pelo. o romano riscou um círculo no chão ao seu redor e o forçou a "decidir antes que saísse do círculo". uin antigo sumo sacerdote demitido pelo rei. este é provavelmente o sentido da frase "dele sairão forças" (Dn 11.a. os selêucidas foram forçados a retirar-se da Ásia Menor e submetidos a condições de paz rigorosas. Arbelo Média Média' l. com vinte mil dos seus homens a Jerusalém. portanto.31). Mesopotâmia. . O IMPÉRIO SELÊUCIDA Depois da batalha de Magnésia em 189 a. (V Império de Alexandre Império selêucida depois de 189 a. comandante dos mercenários da Mísia.. A fim de controlar e governar seu vasto império. a maior parte do Iraque e quase todo o Irã.r Seleuada 'Akpo ^ . Em 168 a. O exército selêucida continuava também poderoso e. Antíoco marchou contra Jerusalém e apossou-se do tesouro do templo.C. o império selêucida permaneceu grande e poderoso. Biiüficio. Os jovens serviam nas forças regulares e seus pais engrossavam a força de reserva que era chamada para pegar em armas nas emergências. Ao todo.C. abrangendo todo o Israel e a Síria de hoje. por unidades de "desafiadores" levando lanças. . a g§|%•. A falange bem unida. Cilicia Província . m m )Antioqo. com as lanças eriçadas em todas as direções. Seus comandantes dependiam então de vitórias rápidas e decisivas. Estas eram. e quinhentos cavaleiros escolhidos estavam igualmente ao redor de cada animal. pondo-se em volta de cada elefante mil homens armados dc cotas d e malhas e dc capacetes de bronze para a cabeça. A falange era flanqueada pela cavalaria leve e pesada. uma formação de batalha consistindo de 16 ou mais fileiras de soldados dispostos bem próximos uns dos outros e o número de soldados em cada fileira dependia da extensão do campo de batalha. ücbqtano ÒUSÜ er Cirene Cirenaica râneo ^fekaridriy • t Ú íiria té Venícia damasco 1 Seleucid Babilônio Charax Perses Posargada •' Yf P É R S I A Persépolis ' Peíúsio í 'Jerusalém D e s e r t o 1 ü Sírio Mênfis . Não obstante.141 Jasão. Os selêucidas usavam às vezes elefantes para desmoralizar o inimigo e como plataformas de fogo. nenhum dos poderes vizinhos podia enfrentai. embora fossem principalmente usados com propósitos defensivos. A técnica de combate empregada por eles se baseava na falange.sua superioridade tecnológica.. As táticas eramrígidase nunca mudavam.cste. e por arqueiros e atiradores de lanças. o exército selêucida precisava ter grande mobilidade. -As tropas selêucidas também incluíam mercenários e rapazinhos eram igualmente recrutados entre os povos subjugados. havia tentado capturar Jerusalém com o auxílio dos Tobíades. deve ter sido um espetáculo aterrorizante para os oponentes menos equipados. Rogai ' .at<iciu Qtpadócw ARMÊNIA Ztídrácartà Ancira y ^VMicópolis\ oÇ™^Termópilas Mista 1'érgamo L „> Mognçsía Uàa * Gcrdiò . Antíoco avançou novamente contra o Egito.lssò' • Gcugameh V . enquanto enviava uma frota para Chipre. As armas do falangita eram uma longa lança e escudo. exceto por Roma. Na sua volta. ele enviou Apolônio. i Sorcies A p o m S [ ( m. Infantaria m m m m m m i™ com roMMmmtrommmt # ^íÍ >á fttoè ü l carros Foram repartidos nas falanges. D"ra Oeste-. Chegou novamente a quatro milhas de Alexandria. Antíoco se submeteu. disposta para o combate. as forças armadas selêucidas somavam entre sessenta e cem mil combatentes. O objetivo desses grupos auxiliares era exaurir as forças inimigas e exterminar o maior número possível. A maior parte dos homens era recrutada entre os habitantes das colônias estabelecidas pelos reis selêucidas. ameaçando assim as linhas de comunicação do seu exército no Egito.

.C. (1 Macabeus 3. chefe dos hasideanos. Impaciente com o lento progresso da helenização.. e ficou então exposta a represálias.. 1 Macabeus 2.. ele escolheu a rota tradicional. comandante das tropas de Samaria e governador da região nas vizinhanças de Gofna.Matou ao mesmo tempo o oficial incumbido da ordem du sacrifício. se recusaram a cumprir a ordem real de sacrificar a Zeus. A segunda tentativa de quebrar o bloqueio de Jerusalém terminara também em fracasso. uma nova cidade. Matatias e seus homens avançaram.142 Foi nesta época que se levantou Maialiasem Modim. Matatias matou um judeu que estava prestes a obedecê-la.13-24 Bole-Horom inffrior^ A g e t e Hprom Gozara. Judas Macabeu que assumira o comando com a morte do pai. levaram Serom. próxima a ela.c. sacerdote da família dos asmoneus. Matatias. a sufocar a rebelião em progresso.25. atacou as tropas reais.'"""^s^' • U. Emboscado contra Serom em Beie-Horom. provavelmente para as montanhas ''próximas a Samaria" (Gofna). um comandante selêucida. Modim estava situada perto de Lida. O restante do exército derrotado fugiu para a planície costeira e recuou até a "Filístia".1-7 Antíoco IV (Estátua de bronze) A BATALHA DE BETE-HOROM 166 a. e as dizimou. Matatias e seus filhos fugiram.1. Alguns dos chefes pertenciam a povoados vizinhos. Antíoco decidiu transformar a Casa de Deus num templo grego de Zeus ou Dionísio. A forte resistência do povo levou à primeira perseguição religiosa conhecida na história: a adoração a Deus foi proibida e os judeus forçados a sacrificar a outros deuses.28 PRIMÓRDIOS DA REVOLTA DOS MACABEUS i67a. 2 MACABEUS 8.1-3. •• SU perio- S Notícias da derrota esmagadora de Apolônio e a crescente aflição dos helenistas isolados em Jerusalém. A fim de salvar Jerusalém. tais como Yose ben Joazer de Zcrcda. Assim com seus filhos fugiu cm direção às montanhas. Enquanto os homens de Serom se extenuavam ao subir a encosta íngreme. Judas Macabeu atacou inesperadamente e Serom e seus homens foram varridos diante dele. A perseguição deu origem a uma revolta que não explodiu em Jerusalém. Apolònio. derrubaram os altares dos deuses estrangeiros e incitaram os povoados judeus contra os helenistas que viviam em Jerusalém sob a proteção do exército selcucida. capital do distrito. no estilo grego (veja o mapa 205). dando ouvidos aos mais extremos dentre os judeus helenizados. a "Acra" (Cidadela). marchou para esmagar a rebelião. e seus filhos. provavelmente na subida de Leboná. ele é derrolodo e foge Emoús Jerusalsh»' Bloqueio udr de Jerusalém . para assegurar sua posição em Jerusalém e. I.13.. e destruiu o altar do povoado. mas no vilarejo judeu de Modim. 1 MACABEUS 3.. Do seu refúgio. Nós porém lutamos p o r nossas vidas e nossas leis.. saindo de Lida e subindo para Bete-Horom.21) Serom vai à Judéio sufocar a revolta I 1 Á eo Ironsíeiidu da Judéic peru Somaria 1 MACABEUS 2. Apolônio foi morto em combate e Judas tomou sua espada e "desde então usava-a sempre nos combates" (J Macabeus 312). no distrito de Lida. Os hasideanos se juntaram ali a eles. as autoridades selêucidas retiraram as regiões de Lida e Gofna da Judéia e as anexaram a Samaria. . acreditaram que a maioria da nação judaica estava pronta para aceitar a cultura grega. judeus piedosos que se reuniram para defender a lei. fim resposta. assim como ao representante do rei.. a quem ele equiparava ao Deus de Israel. Matatias. Os helenistas construíram uma fortaleza. Antíoco e seus conselheiros.

v'-. Lísias reuniu um forte exército e colocou-o sob o comando de Ptolomeu.C. Górgias encontrou o acampamento de Judas abandonado. Judas e seus homens purificaram então o templo e o repararam depois do longo período de abandono. mas o monte do Templo foi recuperado pelos judeus. saíram de Bete-Zur para enfrentar o invasor e tiveram êxito em repelir o ataque. cm vez de pôr suas forças em perigo nas estreitas passagens e íngremes encostas. ele voltou a Emaús para enfrentar Górgias. Judas Macabeu deixou Mizpá e acampou provavelmente ao sul de Emaús. Ao saber da divisão das forças inimigas. lutava contra a Pérsia e a Média na ocasião. O serviço de Deus foi restaurado após uma interrupção de três anos e meio. No final de sua marcha noturna. 2 MACABEUS 8.25. Os macabeus. De madrugada. Dorimenes. portanto.38 .28-61 . que.C. O exército selêucida se preparou para a batalha. Ptolomeu e GÓK Modim Beíe-Horom inferior Acampamentos do exército sírio em Emaús "^^-^ # 6ète-Horom superior JUdos reúne suas forças em Mizpá :maus Reforço da Iduméia. Nicanor e Górgias. Os generais selêucidas finalmente decidiram procurar os rebeldes. guiados pelos homens da Acra (Cidadela). Judas impediu que os homens encetassem uma perseguição irreflelida e enquanto o inimigo continuava fugindo na direção de Jâmnia e Azoto.23) A BATALHA DE EMAÚS 165 a. que por três vezes haviam sido a ruína do exército selêucida. Lísias fezuma última tentativa contra os judeus. a poderosa fortaleza real perto de Jerusalém. porque os comandantes temiam problemas nas passagens das montanhas que levavam ajerusaiém. seguiram em direção ao acampamento rebelde para capturar Judas num ataque de surpresa. O exército acampou em Emaús.H3 Dada a palavra de urdem — 'Auxílio de Deus!" (2 Macabeus 8. Retornou à costa sem ter feito contato com os rebeldes e falhou assim na terceira tentativa de libertar os helenistas sitiados em Jerusalém. que certamente fizeram uso de suas linhas internas de comunicação para seguir os movimentos do inimigo. Judas Macabeu reuniu seus homens no antigo sítio sagrado de Mizpá. havia confiado a administração do império a oeste do Eufrates a Lísias. 1 MACABEUS 3. De Marisa eles marcharam com facilidade e chegaram do outro lado de BeteZur. 165 a. viu do alto de uma colina que seu arraial estava em chamas. Aiolo e Jâmnia Górgias piocuia o exército de Judas Jerusalém Bloqueio judeu de Jerusalém.36) 165 a.8-29 Antíoco IV. Górgias com cinco mil soldados e mil cavaleiros partiu sob a proteção da noite e. A fortaleza de Acra (Cidadela) continuava nas mãos dos inimigos. Marisa Hebrom 1 MACABEUS 4. Lísias recuou e Judas e seus homens subiram jubilosos a Jerusalém. Voltando a Emaús. A nova campanha passava junto à costa em direção a Marisa. A festa de Hanukkah foi. ele cansara inutilmente seus homens. a fortaleza na fronteira da Judéia. A BATALHA DE BETE-ZUR E A REDEDICACÃO DO TEMPLO Piniuni çm túmulo lielenista de Marisa Bis que nossos inimigos estão aniquilados.c. ele se achava estrategicamente colocado tanto cm relação à Jerusalém como à costa. Judas e seus homens (três mil ao todo) avançaram para o acampamento sírio.sírio comondadó Nicanor. "para que o povo tivesse uma defesa contra a Iduméia". Ali.J udas sobe a Jerusalém "Júoòs repele ataque de Lísias Bete-Zur. e eles acenderam as lâmpadas do candelabro (menorá) para iluminar o templo. mas foi derrotado e perseguido até Gazara. Eles foram reforçados por tropas da Iduméia e do distrito de Jâmnia e Azoto ("Filístia"). :maus Rededicaçõp dó 1 ieinplo Jerusalém. Judas fortificou o monte Sião (o "monte do Templo") e Bete-Zur.4. Após a derrota de Serom. subamos agora a purificar e consagrar de novo os santos lugares. superior de Serom. Exército. habitada na época pelos sidônios e idumeus heienizados — inimigos dos judeus. Ele escolheu a rota ao longo da divisão de águas na Iduméia. (I Macabeus 4. observada pela primeira vez no dia 25 do mês de Kislev.

Judas tomou Carnaim e queimou o templo de Atargate. mas foi tomada de assalto) e Citópolis (Bete-Seã). Aca. cortaram pelo deserto. Judas. e na Terra de Tòbc. Caspein. Timoteo morto em Jazer Filadélfia jerusalém Judas confra os beoriilas aol-Meom 1 MACABEUS 5. seu irmão Simão. Judas continuou até Alemã. ievando-os para Jerusalém Simão tomou portanto o caminho da Galiléia e sustentou muitos combates. Tiro e Sidom fomentam conflitos com os judeus Simão persegue os inimigos alé as portas de Aco Ptolemaida (Aco) \Arbafa? ••Galiléicf. sendo ali sitiados. em Jazer. Muitos dos judeus fugiram para a fortaleza de Datema.** expedição de Simão Adoru 'yHebrorn I DUMÉIA . seguiu para a Galiléia. onde os judeus obtiveram nova vitória. (1 Macabeus 5.20-23 acrabeta' Aferema Gazara Jerusalém 0 mílwi 0 5 1 0 1 5 k m • ••••• 10} • ' Bete-. esmagando diante dele as nações. Judas e os refugiados judeus começaram sua longa marcha.2) Homens de Timóteo e da I tu ré ia contra Judas Carnaim' Caspein ^ Datem! Mocer Força auxiliar dos itureus Bosora AS PRIMEIRAS CAMPANHAS DE JUDAS MACABEU i63a. foram salvá-los. comandante de Gileade. 24-55. Timóteo havia reorganizado o seu exército e reforçado o mesmo com tropas auxiliares árabes (provavelmente itureus. porém. Em vez de seguir diretamente para Gileade. eles fizeram uso de seu bom relacionamento com os nabateus a leste de Gileade. e apareceram inesperadamente às portas de Bostra. superior Í X ft )Filotérjà ». no momento exato em que o inimigo estava pronto para entrar na cidade. 1 MACABEUS 5. o inimigo fugiu ao reconhecer seu atacante. inferior•j \3eba f J f Torre dç»> "Straio! Citópolis :Arbata? Simão retira os judeus • da Arábia c Galilcia. Timóteo morreu no campo de batalha e Jazer foi capturada.»Galiléia . Tiro e Sidom. passando por Efrom (que lhes recusou passagem. foi o resgate da população judia de Gileade.3-13. Judas e seus homens marcharam a noite inteira. pois os nabateus simpatizavam com os judeus). Enquanto isso. chegando a Datema pela manhã. (1 Macabeus 5.Samaria EXPEDIÇÃO DE SIMÃO À GALILÉIA OCIDENTAL Enquanto Judas lutava em Gileade. Simão dispersou o inimigo e perseguiu-o de Ninrim até as portas de Ptolemaida. Bosora.11 Sidom Habitantes de .144 E (os gentios) decidiram exterminar os descendentes de Jacó que viviam em seu meio. comandantes de Judas. Montou uma operação similar contra a tribo dos beonitas do outro lado do Jordão. trrom conquistada em ataque Citópolis Chorox Dosileo e Sosípafro conquistam Chcrax Judas conquista Bostra depois de jornada no deserto fo Acrabeta jaboqM f" Judas derrora idumeus In7pr . Houve mais um confronto rom Timóteo. 2 MACABEUS 10. à testa de três mil homens.14-15. ele confrontou Judas perto de Rafom. O inimigo foi também derrotado nesta batalha. resgatando em toda parte as populações judias oprimidas. Atacou primeiro os idumeus em Acrabeta que estavam oprimindo os judeus em seu meio.10. cujos habitantes receberam Judas cordialmente. Caspein. Judas lançou um ataque de três pontas sobre o exército de Timóteo. Deve ser notado que mesmo depois desta campanha os judeus permaneceram no vale de Esdraelom e na Galiléia. Alemã.Zur. 12. Macer c Bosora.c.21) . todas cidades fortificadas. Levou em sua companhia os judeus da Galiléia e Arbata (várias sugestões foram feitas para a identificação desta cidade) e os fez chegar em segurança a Jerusalém.24-37. marchando durante três dias. Logo depois. E Carnaim. Os sucessos de Judas despertaram a ira dos povos vizinhos e ele teve de travar várias campanhas defensivas. Dositeu e Sosípatro. Seu feito militar mais difícil. Depois de capturar Bostra. Macer e Carnaim. com seu irmão Jônatas e oito mil homens. Notícias perturbadoras recebidas dali contavam sobre a perseguição dos judeus em Bostra. onde os judeus haviam sido atacados pelos homens de Ptolemaida. conquistaram Charax na Terra de Tobe. A caravana escalou afinal o monte Siáo em meio à música e danças.

C. Judas sitiou a Acra. morreu nesta batalha. Ele destruiu o porto de Jope e queimou os navios. Eleazar (também chamado Avaran). (1 Macabeus Ó. Judas cerca a Acra Jerusalém Morte de Eleazar Marisa Não obstante todas as vitórias de Judas em lugares distantes. os sírios tomaram o caminho mais longo porém mais fácil. (1 Macabeus 5. Judas saiu de Jerusalém e acampou em Bete-Zacarias.47) A BATALHA DE BETE-ZACARIAS 162 a.145 Entrementes. dois chcfcs dc tropas que permaneceram na Judéia. e a Acra (a Cidadela) que era mantida pelos helenistas (veja mapa 205).c. capital dos Tobíades.C. retiraram-se os judeus. Em resposta ao chamado recebido. que havia provavelmente permanecido como governador da Iduméia. destruindo ali um templo pagão. Górgias foi feito prisioneiro.1-15. Transjordâma j Judas arrase I o porto de I Jâmnia Enquanto Judas e Simão estavam ocupados em Gileade e na Galiléia. Tendo aprendido por experiência própria. através da Iduméia. Na sua volta das campanhas. O exérciLO real avançou na direção de Judas e seguiu-se uma longa batalha. depois que os habitantes os afogaram num ato aleivoso atroz. Em ainda outra campanha perto de Marisa. Judas e seus irmãos partiram para combater os filhos d c Esaú.65) JUDAS NA PLANÍCIE COSTEIRA E NA IDUMÉIA i63a. mas no final Judas dispersou suas tropas e recuou para Odolã na Sefelá da Judéia. cujos habitantes apelaram para o jovem rei Antíoco V (Antíoco IV morrera na Pérsia em 163 a. Jerusalém continuou dividida entre o monte Sião (o monte do Templo). Judas atacou pessoalmente a Iduméia. Repetiu este feito no porto de Jâmnia depois de saber que os habitantes da cidade pretendiam imitar os de Jope. 2 MACABEUS 12. tentaram a sorte contra Jâmnia. 2 MACABEUS 13. Lísias chegou da Síria com um vasto exército. Esta ação falhou completamente. e atacaram BeteZur. pensando que um elefante de guerra. j Judas se retira para i as montanhas d e i G o f n a .60. ricamen1 MACABEUS 6. ANTIGÜIDADES 12:353 Jâmnia Jâmnia Modim José e Avarias falham na componha contra Jâmnia Azoto Jerusalém?/ Judas arrasa templo nas portes de Azoto Odolc Marisa 10 milhe: Hebrom Serras de Gofna ^ | } Gofna Averiguando o p o d e r d o exército real e a impetuosidade de suas tropas. Em outra campanha.C. Atacou Hebrom e Marisa e chegou até as portas de Azoto.1-2.65-68.\ 6 2 a. Depois de voltar de Gileade. Ataque a porto. que estava nas mãos dos rebeldes. o caçula dos irmãos de Judas. Judas vingou os judeus de Jope. ao norte de Beie-Zur.32-38.). José (filho dc Zacarias) e Azarias.28-63.1-23 . Ali se encontrava Górgias (da batalha de Emaús). 1 MACABEUS >.37. I represália Plano (le palácio em Tiro.

com Alcimo (Eliaquim). Nicanor renovou seu ataque. ligando Jerusalém às bases selêucidas na planície costeira.19-31. o dia de Nicanor. i / Atoles * A / **""" / I i . filho de Selêuco [V. Elefante de guerra selêucida Viu Alcimo que Judas com os seus eram mais fortes c reconheceu sua impotência cm lhes resistir. é Nicanor voltou envergonhado para Jerusalém. O rei Demétrio I enviou Nicanor. ^ ' " ' W ? 0 ^®conor m o r r e n a batalho. Furioso. e Alcimo teve de pedir novamente socorro. levava o rei em pessoa. (Rolo de Jejum) Jerusalém K 0 l-H-r-V 1 2 3 1 MACABEUS 7. eles abandonaram os macabeus. A maioria piedosa ("hassidins ou assideus") reconheceu em Alcimo um descendente do sumo sacerdote Arão.C.. Antíoco V foi levado preso e executado. O novo rei enviou à Judéia seu general Báquides (que governava as nações a oeste do Eufrates).47).0 Gozara ''V. aparentemente. Jerusalém U 9 I MACABEUS 7 . Nicanor morreu na batalha. « • ' V " v X S \ . porém. Demétrio I.. seu exército. Os judeus "retiraram-se" (1 Macabeus 6. Este ato de coragem não teve influência no resultado da batalha.V s. dando assim início a uma série de guerras fraternais na casa de Selêuco.25) A BATALHA DE CAFARSALAMA 162 a. D ( Alcimo nomeedo sumo sacordoic •II A _i Perseguição dos assideus e morte de seus lideres Em 162 a. 3 M 9 . eles não interferiram com a religião em si ou com os serviços do templo. Nicanor e Jerusalém v • » \ Alcimo s o b e m a \ y . ele matou o animal mas morreu esmagado pelo mesmo — o primeiro dos filhos de Matatias a morrer. que persistiram sozinhos em seus esforços de liberdade. 2 MACABEUS 15. desembarcou em Trípoli na costa da Síria. Ao voltar. Báquides entronizou Alcimo.® ^batalho. sendo perseguida até suas portas por Judas e pelos habitantes instigados à ação pelo som das trombetas. remanescentes „. Desta vez ele conseguiu chegar a Betorom onde seus auxiliares da costa da Síria se juntaram a ele. No décimo-terceiro (dia) de Adar. Pot Bete-norom superior*ft* . isolado de Jerusalém. (I Macabeus 7. esperava um ataque vindo do norte. Nicanor. Em Jerusalém.25-28 . O dia da batalha foi declarado feriado e celebrado pelas gerações futuras. que terminaram com a destruição do seu reino.15-18 lido 'o Serras de Gofna •Gofna I Judas surpreende . í ' f" <*>. Os hasidianos abandonaram a revolta e Judas foi forçado a retirar-se para o seu antigo refugio nas montanhas de Gofna. acreditando em suas promessas de paz. %do de seu exército fogem V w V .C. *. Todavia. Um dos primeiros atos de Nicanor foi tentar abrir a estrada de Betorom (Bete-Horom). BeteZur rendeu-se por falta de víveres (estavam no ano sabático. 2 MACABEUS 14. um dos comandantes da batalha dc Emaús. lembrando-se da forte reação judia nos dias de Antíoco IV. No décimo-terceiro dia de Adar (o "Dia de Nicanor" da tradição judaica) o inimigo foi derrotado.C. fugiu na direção da fortaleza real em Gazara. Báquides mola as lideras dos assideus (Hassidim) Serras Cafar-Salamc^V^->"5p Nicanor forçado a voltar a Jerusalém I í * Báqjidcs. Os macabeus de Judas continuaram a lutar com suas forças reduzidas. quando os campos não eram semeados). ao sul da estrada principal. Báquides matou também muitos deles em Bete-Zeta (Berzeta). Ao voltar para Antioquia.146 te ajaezado com as armas reais. a quem nomeou sumo sacerdote. Antíoco e Lísias chegaram ao monte do Templo e destruíram as suas fortificações.. Nicanor j Niconor se junta aos auxiliares sírios Bete A BATALHA DE ADASA 161 a. que começou matando vários líderes dos assideus. ^^^o*'*'*». ele foi atacado perto de Adasa. Esta tentativa falhou cm Cafarsalama (perto de Gibeom).

que estavam prontos para apoiar todos os inimigos dos selêucidas. da retaguarda Ber-Zela E (Dcmctrio) resolver enviar pela segunda vez Báquides e Alcimo à terra de Judá. Báquides vingou-se nos habitantes judeus do distrito de "Arbela".1-4.uDAS -írÍLllü DEJU3AS ' EXÉRCITO DE JUDAS 1 MACABEUS 9.c.5-19: ANTIGÜIDADES I2:426-43!Í A presença de Báquides na periferia de Jerusalém surpreendeu Judas. que proceda deste modo e que eu me salve diante deles. que não percebera o que estava acontecendo e não mobilizara suas forças a tempo.ilml ^Bclcl Besrote * iBete-Gilga! '*••««„„ Eleasa Oafnr-Salama 9áquidas para Jerusalém Notícias da derrota de Nicanor levaram Demétrio I a despachar novamente Báquides.UÔpte Y\[B-Tuyibeh) & Caminho ? Betei Acampamento avançado Rimom \(. {1 Macabeus 9-1) Baal-Hazor A CAMPANHA DE BÁQUIDES 1 6 1 a. A batalha foi travada entre essas duas cidades numa planície adequada às manobras das incômodas forças selêucidas. Jerusalém Exército ds judas Fxército selêucida 1 MACABEUS 9. A supressão da revolta se tornara então urgente para o rei selêucida. com um exército de primeira classe — a chamada ala direita—àJudéia. Tentando surpreender Judas... Se chegou a nossa hora. Ele acampou em Elasa (Eleasa). passou pelo deserto e pelo vale do Jordão. cortando assim tanto Judas como Jerusalém do grosso das tropas dos rebeldes nas montanhas de Gofna e na região de Modim. Báquides. Ele teve de enfrentar três escolhas difíceis: confrontar o cerco selêucida de Jerusalém (com os judeus helenizados apoiando abertamente o exército sírio). . morramos corajosamente. de <ç> Gofna* /í. Judas escolheu a terceira opção apesar dos conselhos de seus homens. ou. (1 Macabeus 9. já que. comandadas por Báquides de um lado e por Judas do outro. ou retirar-se para as montanhas e abandonar Jerusalém e o templo. em sua marcha de Damasco. ainda. nesse meio tempo.147 Acampamento. ficar e lutar apesar da sua inferioridade numérica.10) Exército selêucida bloqueado e nova batalha travada EXÉRCITO SELÊUCIDA Força selêucida ataco retaguarda do exército de Judas Eleasa TERCEIRA FASE HÍÉRCITO lUCIDÍ Curnpo de batalho ' EXÉRCITO EXcRÇITQ Beerole Flanco direito selêucido recua perseguido pelo exército asmoneano DE JUDAS DCJUDAS / Exército judeu esmagado e morte de Judas K EXÉRCITO ELEUCIDA EXÉRCITO SELÊUCIDA Flanco esquerdo abandona a batalha Força selêucida reduzida permanece para impedir forças úsmoneanos EXÉRCITO SELÊUCIDA EXERCITO DE. ANTIGÜIDADES 12:420-422 Moeda selêucida com Apoio no lado de trás A BATALHA DE ELEASA E A MORTE DE JUDAS Serras de gqfna der-Zer!o PRIMEIRA FASE i6i a. Os dois exércitos se prepararam para o combate: no flanco direito foram dispostas as tropas de primeira classe. subindo pela rota perigosa de Gilgal. disse Judas. Judas firmara aliança com os romanos. SEGUNDA FASE Livre-nos Deus.C. O exército selêucida acampou em Bcerote (El-Bira) e Judas postou-se perto de Elasa (próximo de Ramaiá).

Emaús. No terceiro estágio da batalha.. destruindo uma caravana do deserto pertencente a uma das tribos. JONATAS EM MICMAS O sumo sacerdote Alcimo morreu em 159 a. As fòrtificações ao sul seguiam pela região estratégica da Judéia e incluíam Gezer. Jerico . com Jônatas na chefia.15 [*] Fortaleza construída por Baquicès. . Gazara e Bete-Zur formavam um sistema de defesa considerado adequado para manter o controle sobre a rebelde Judéia. Eles elegeram Jônatas como líder e imediatamente se dirigiram para o povoado de Tecoa.5-8. O flanco direito selêucida começou a retirar-se para o monte Baal-Hazor. Afim de fortalecer seu domínio na Judéia. tudo fazia crer que Judas estava levando a melhor no combate.28-33. O flanco esquerdo selêucida se dividiu em dois. No início. fugiram para as montanhas de Modim e reacenderam a chama da rebelião. não muito longe da estrada que passa pela divisão das águas. que ele sitiou por muito tempo. Alcimo desfrói muro interior do templo . uma fortaleza i 5 6 A i 5 2 a . Esta foi uma ação corajosa por ter ocorrido numa região povoada. Jônatas recuou e entrincheirou-se no deserto. no deserto da Judéia.50. O curso da batalha. Ao que parece. Betei e Jerico. * Veio acampar de fronte a Betbasi. porém. Báquides ataca Jônatcs nc sábado Bete-Zur. provou que o exército de Judas não podia ser tão pequeno assim embora os selêucidas fossem realmente em maior número. A do norte seguia ao longo da fronteira da Judéia. cerca de sete milhas de distância do campo de batalha. Báquides retornou a Antioquia c o país teve paz durante dois anos.. acampando perto do poço de Asfar. Abu Zarad). r . Depois de um combate heróico.148 O livro de Macabeus nos conta que as forças de Judas contavam apenas com três mil soldados. Após a batalha. a revolta judia foi ostensivamente esmagada. os selêucidas que se retiravam conseguiram consolidar suas fileiras e o exército de J udas ficou portanto preso entre as duas pontas do exército selêucida. não deu resultado. construindo máquinas. no rio Jordão. (1 Macabeus 9. identificada por alguns eruditos como situada no deserto da Judéia e Tamna. Desafiado desse modo. mas sua tentativa de capturar Jônatas e seus homens. Betorom. Antes da batalha com Báquides. A área para o sul estava sob o controle da fortaleza de Bete-Zur. É difícil compreender como a força selêucida em retirada conseguiu organizar suas tropas em formação de falange. — Estrada . depois de ter ofendido os assideus ao derrubar o muro do pátio interior do santuário.C. e o flanco direito de Judas os perseguiu. a força judia foi destruída e Judas morto. atravessando o Jordão _ _ . 'lècoa segundo Josefo. O deserto da Judéia servira de refúgio para os oprimidos e de esconderijo para os insurgentes desde tempos imemoriais (veja mapa 92). enquanto a força selêucida tinha vinte mil homens na infantaria e dois mil cavaleiros. Hebrom Depois da derrota de JBlasa. Faraton (Farka). (I Macabeus 9-31) jONATAS NO DESERTO DA JU DEI A E AS FORT1FICAÇÕES DE BÁQUIDES 160 A 156 a. Jônatas revidou. que a retirada foi um ardil para enganar o exército de Judas e destruí-lo.. uma linha ao norte e outra ao sul. Jônatas estivera em conflito com as tribos do outro lado do Jordão e seu irmão João fora morto num conflito com elas.64) O CERCO DE BETE-BASI. Báquides construiu duas fileiras de foitificações. Depois de grande refrega. o limite além do qual os gentios estavam proibidos de entrar. Estas e as fortalezas reais em Acra.. Acredita-se. portanto. 1 MACABEUS 9. ANTIGÜIDADES 13. Jônatas e seus homens conseguiram assim penetrar na Judéia povoada.oua Poratom? Tamna H Bete-Horcm Rqtài •• .. Báquides atacou Bete-Basi. Ali também. Restos do cerco foram descobertos junto . Os remanescentes dos macabeus. c . sitiando a cidade com máquinas pesadas. os macabeus não puderam mais manter sua fortaleza nas montanhas de Gofna. Báquides tomou o controle de Jerusalém sem lutar. Os macabeus ocuparam Bete-Basi. abandonada no sudeste de Belém. Siquém •Ic. Na segunda fase. Jônatas recebeu o mando e tomou o lugar dc seu irmão Judas.C. peno de Jerico. Jônatas escapou com seus homens. esperando encontrar santuário na outra margem. Emaús Báquides prende reféns na Acra. atravessando a nado o Jordão. uma parte deteve o restante das forças judias e a outra voltou para ajudaios homens em retirada. Foi ali que Jônatas reuniu os que o apoiavam. que aparentemente viviam em paz em Modim.. / V • Jónatcs se retira. ele foi confrontado por Báquides. Báquides regressou então com seu exército. a situação se inverteu. apesar de se encontrar nos arredores do deserto. na direção norte e incluía Tapua (Sh..

Devolveu igualmente os reféns judeus mantidos na Cidadela. ele sentiu-se ameaçado e concedeu a Jônatas o privilégio de comandante nomeado pelo rei. porém.C. porém. apoiou Alexandre.149 às ruínas de Bete-Basi no deserto da judéia. Estas concessões permitiram que Jônatas se estabelecesse cm Jerusalém e consertasse as fortificações do monte do Templo. exceto à capital e à fortaleza de Bete-Zur: 'Ali [Jônatas] começou a julgar o povo e exterminou todos os ímpios de Israel" (1 Macabeus 9. Todavia..C. o mais fraco . Ao mesmo tempo. por sua vez. Exceto pela Cidadela e Bete-Zur. Permitiu também ao asmoneano que recrutasse um exército e forjasse armas. elas não aparecem em qualquer outra fonte. O poderio de Jônatas persuadiu os membros da tribo a juntar-se a ele para atacar Báquides. pintada) Modim ^ctc-Horo*rn inferior Bete-Horom^ superior^^ Gozada 1 0J •Macmgs Jônatas obtém controle dajudéia em Micmás Jerico . ANTIGÜIDADES 13:26-34 iBete Zur Mandou-lhe uma fivela dc ouro. Simão saiu da cidade e queimou as máquinas do cerco. que habitam na região das ruínas de Beth-Basi até hoje.73). Ele encarregou seu irmão Simão da defesa de Bete-Basi e avançou para provocar Báquides. Viajando pelo deserto. Jônatas. Jônatas teve permissão para instalar-se em Micmás (Machmas).c Emous Paratom? Jerusalém fP^ Simaftiqif. os Beni là:amare. não permitiu que o inimigo o cercasse.eima máquinas do cerco. ajudado pelas tribos nômudes • Báquides faz acordo com Jõnotos '«Si Tecoa Fortolezo cm poder de Báquides Exército du Jônutus «(•••••••mi) Exército dc Báquides 1 MACABEUS 962-73. que também almejava o apoio de Jônatas. Jônatas passou a usar pela primeira vez as vestes especiais do cargo durante a Festa dos Tabernáculos no ano 152 a.89) A EXPANSÃO DAJUDÉIA NOS DIAS DE JÔNATAS 152 A 142 a. Cavaleiro helenista (Pedra tumular em Sidom. Alexandre Balas. No acordo feito. Quando Demétrio I soube que Alexandre Balas. depois que o exército de Báquides deixou a J udéia. (1 Macabeus 10. Demétrio. mencionadas em 1 Macabeus como Odomera e Fasiron. nomeouo sumo sacerdote. Odomera parece ser o nome dc uma tribo beduína. Jônatas ctaca do • lado externo Tornnc Jônatas fortifica Bête-Bqsi Belérri^V Bele-Basi Jônatas vai jioro o deserto e provoca | Báquides. invadira Ptolemaida. Jônatas encontrou-se com duas tribos nômades. Isto induziu Báquides a negociar. como se concedia aos pais dos reis e deu-lhe para propriedade pessoal Acarom e seu território. guerreiro experimentado. tentou Jônatas oferecendo-lhe os três distritos com populações judias que ainda se encontravam sob a administração de Samaria. Jônatas aproveitou-se do declínio do poder selêucida para aumentar o prestígio da Judéia.C. Jônatas estendeu seu reino sobre toda a região. que afirmara ser filho de Antíoco IV. Jônatas. enquanto Jerusalém continuava em poder dos helenistas. A situação interna do reino selêucida se tornara instável e foram feitas muitas conspirações contra Demétrio I pelos seus rivais. provavelmente em 155 a. Jônatas era de fato rei dajudéia.

. Depois de Jônatas ter vencido as tropas de Demétrio II na batalha de Jâmnia (veja mapa 202). Aramatéia e Aferema) de Samaria para a Judéia. ANTIGÜIDADES 12:102. o exército macabeu se fortalecera e Jônatas. Pelo texto do documento. podemos inferir que Jônatas havia enquanto isso anexado a Pcréia — a "Transjordânia" judaica — um legado dos lòbíades.150 Apolônio /XvAramotéTa Gedor Tamna * * Arerema Filadélfia Modim Bcte-Horom Emoiís 'Acaròpi Jerusalém dos dois rivais. Quando Trifom. enquanto que os cavaleiros do inimigo se fatigaram. ele também desejou permanecer nas boas graças de Jônatas e. Para começar a campanha.. ele nomeou Apolônio chefe da Celessíria (Coele-Syria) e deulhe instruções para tomar medidas severas contra a Judéia.C. o exército judeu provou sua perícia. Ele acreditava que 0 exército judeu só poderia vencer por meio de guerrilhas nas montanhas. 7 ^Aí» Apolônio finga W/ *Azoto relirada *r\ Azoto jf i «(o. Ao cair da tarde.57-74. ajudado por Simão e seu batalhão de reforço. O restante do exército de Apolônio retirou-se para Azoto e Jônatas foi em seu encalço. (1 Macabeus 10. "o povo" permaneceu firme durante um dia inteiro até que os cavalos do inimigo se cansaram. Apolônio preparara uma emboscada entre Jâmnia e Azoto. No combate que se seguiu. a força militar judia organizou-se em forma de falange.81) Moeda de Demétrio 1 A PRIMEIRA CONQUISTA DE JOPE E A BATALHA DE JÂMNIA 147 a.C.. desafiou Jônatas para uma competição "onde não há nem pedra nem rochedo. hebrom^ O Fonclezo seléucido Fronteiro da Judéíu depois das conquistas de Jônatas Fronteira do distrito 1 MACABEUS 11. depois de Demétrio II ter vencido seu rival Alexandre Balas.C. para se refugiar". Demétrio II compreendeu também que era preferível ter Jônatas como aliado em vez de inimigo e aprovou a transferência dos três distritos (Lida.. Ele escondeu um regimento de cavalaria ao longo da estrada entre as duas cidades e fingiu uma retirada.). o povo permanecia firme em suas fileiras como Jônatas havia ordenado. | exército judeu Jõmnia^ Jônatas c Simfin Apolônio / jjõnorçi ç 1 Simno são e üfocados por ombos i os Iodos ! jâmnia ^ 1 pfirseouem / Jômniarty Fuga dos X /. que recebeu Jônatas cordialmente.C. em 144 a. os macabeus obrigaram Jope a abrir suas portas para eles. aos seus domínios (veja mapa 177): é possível que o quarto distrito tenha sido Acarom ou Acrabeta. Jônatas foi atrás dele e quando os dois exércitos se entrechocaram.128 Os inimigos cercavam sua formação e desde a manhã aié o pòr-do-sol atacaram seus homens. Simão atacou a cavalaria que fugiu para a costa. Segundo a descrição do combate. Azoto acabou capturada c as forças judias prosseguiram até Ascalom. Enquanto isso. Mas. que apoiara Alexandre Balas. à testa de dez mil homens. regente de Antíoco VI. Alexandre deu a ele o distrito de Acarom para propriedade pessoal (147 a. as forças judias foram atacadas pela retaguarda. incluindo cavalaria. O exército macabeu emergiu da batalha como o maior poder militar de toda a terra de Israel. e Alexandre derrotou Demétrio I em 150 a. nem esconderijo algum. Jônatas também compareceu e o rei sírio lhe concedeu o título de "Estratego e Meridarca" (comandante e governador) da Judéia..80.. Depois de um dia de combate.33. Apolônio. Numa reunião em Ptoiemaida entre Alexandre e Ptolomeu VI no mesmo ano. Hi C5I ^ [xércilo selêucido Exército de Jônatas iníontaria selêucida Cavalaria selêucida Fortaleza selêucida . acampado cm Jâmnia. foi guerrear na planície..>.C. insurgiu-se contra Demétrio II. Em 147 a. aprovou a anexação dos "quatro distritos".

só a Cidadela de Jerusalém continuava nas mãos dos aliados. Nesse entrementes. Jônatas atravessou outra vez o país até Damasco. só Jônatas e seus generais. as tropas de Demétrio avançaram para além de Damasco e acamparam em Cadasa (Cades) na fronteira da Galiléia.66) A CAMPANHA DE JÔNATAS NACELESSÍRIA 1 5 0 a.C.103-105. permaneceram firmes e finalmente derrotaram o inimigo. Os judeus venceram e—durante algum tempo — salvaram o trono de Demétrio II. perseguindo-o até Cades (Cadasa) e tomando o seu acampamento.146. Ao mesmo tempo.63-74.72) i Jônotos ! toma o ' acampamento Fuga do exército de Demétrio il| A BATALHA DE AZOR 1 4 4 a. Grande parte do exército macabeu entrou em pânico. ANTIGÜIDADES 13. (1 Macabeus 11. pelo menos . Antíoco VI.151 Após isto regressou Jônatas a Jerusalém. A fim de deter suas atividades. Em toda ajudéia. veja mapa 10).57-65. Matatias filho de Absalão e Judas filho de Hifai (Calfi).c. retornou à luta e fez recuar e afugentar o adversário. ANTIGÜIDADES 13. Os generais de Demétrio tentaram novamente o ardil usado por Apolônio em Jâmnia (veja mapa 201). Este último. o poder de Trifom e Antíoco VI aumentou cada vez mais. Jônatas e seu exército atravessaram toda a região da Celessíria com facilidade. Simão capturou Bete-Zur. esqueceu as promessas feitas a Jônatas. Jônatas devastou os subúrbios da cidade e forçou os cidadãos a concluírem um tratado com ele. que Jônatas estava apoiando seu rival. (1 Macabeus 10. Eles ocultaram parte do exército nos montes de Cadasa e atacaram Jônatas pela retaguarda. Jônatas enviou três mil homens para defender Demétrio da multidão do povo de Antioquia que cercava o palácio. porém.em leoria. As proezas de Jônatas na Celessíria fizeram com que os generais de Demétrio suspeitassem. enquanto ele media forças com o grosso do exército.133-142. O rei viu-se forçado a buscar a ajuda de Jônaias para sufocar a rebelião de Trifom. Trifom nomeou Simão governador real da planície costeira. Exército selêucida Exército de Jônatas 1 MACABEUS 11. Selêucida O exército judeu $alva Demétrio II dos homens de Antíoco 'Apamea Laodicéia Sidom Damasco Ptolemaida Simão governador da região costeira Ascalom Gaza * lerusalèm &r Simão captura Bete-Zur 1 MACABEUS 20. chegando novamente a Ascalom. Jônatas deixou Genesaré e seguiu para a planície de Hazor (perto da antiga Hazor. Os residentes de Gaza.158-162 Arbelo Parte do exército de Jônatas recua Hazor Emboscado do exército sírio Águas Genesaré . A posição dc Demétrio 11 enfraqueceu-se ainda mais quando dispensou os mercenários cretenses.148-153 Planta de Antioquia no período helenista Em seguida. e foram ali recebidos com grandes honras. mantiveram fechadas suas portas. no momento em que se sentiu seguro. tranqüilo e alegre. desde a Escada de Tiro até o ribeiro do Egito. Afimde ganhar o apoio de Jônatas.

porque Jônatas não "lhes deixou tempo de invadir seu próprio país" (1 Mac.) Com a captura do monte do Templo por Judas Macabeu (veja mapa 189) e a volta da adoração no templo. No período macabeu era chamado Acra. 1 Macabeus 10.24-32. cuja divisão durou até 141 a. 6.61-62.C. os cidadãos mais "progressistas" acharam que a cidade antiga sobre o monte oriental. elas recuaram secretamente para o outro lado do rio Eleutero. 13. a cidade foi dividida em duas partes. cercada de velhos muros (restaurados por Neemias e novamente nos dias de Antíoco 111).37-60.36-37. 10 10-12. Um outeiro na extremidade leste desta novo núcleo helenista. que ficava a montante da rota costeira junto a Lida. (Rolo dc Jejum) V ^Antioquia • • • A CAMPANHA DE HAMATE m a. ruas estreitas se entrecruzando em ângulos retos. Simão havia capturado Jope pela segunda vez e fortificado Adida.C.49-53 . livrou seus irmãos e levou despojos do inimigo. 12. que marcava a fronteira da Celessiria. Enquanto isso. dificilmente se ajustava à idéia de uma nova "Antioquia". a cidadela (Baris) dos dias de Neemias. servia de fortaleza. (Tem havido várias sugestões sobre a localização da Acra. em 164 a.25). que ficava ao norte do monte do Templo. Eles provavelmente decidiram construir uma cidade na tradição hipodâmica.152 No décimo-sétimo (dia de Adar) os gentios se insurgiram contra o remanescente dos escribas na região de Cálcis e Bete-Zabdai.c Jônatas sentiu que as cartas estavam virando a seu favor e enviou delegações a Roma e Esparta para renovar velhas alianças. Os exércitos de Demétrio novamente o perseguiam. Ele avançou dali para Damasco e cruzou :oda a Celessiria. Ao resO 50 1CC 1 MACABEUS 4. protegido por um pequeno vale a oeste. A construção desta cidade começou no monte a oeste. mas dessa vez a luta não teve lugar na terra de Israel. Jônatas dirigiu-se a Bete-Zabdai. No início da helenização. ANTIGÜIDADES 13. Laodicéia^ 35 0 \ '0 Apamea % " Hanate (Amato) Arado *jj * Retirada do exército sírio 1 MACABROS 12. no vale do Líbano. 12. Quando as forças de Demétrio não viram possibilidade de derrotar Jônatas. na terra de Caleis (onde o restante da população judia estava sendo perseguida).31 A JERUSALÉM DOS MACABEUS 164 A 141 a.38. entre o vale do Hinom e o Tiropeom.C. e ali houve salvação para os filhos de Israel.174-180 Que Jerusalém seja sagrada e isenta com seu território.. Os exércitos se dispuseram no distrito de Hamate. Os macabeus ficaram com o monte Sião nos dias de Judas e novamente nos de Jônatas e Simão — sempre rivalizando com a fortaleza dos helenistas.

o que ele fez. acrescentando torres. Trifom não ousou um confronto com o exército judeu. Jônatas foi sepultado com grande pompa no túmulo da família em Modim. Os helenistas sitiados na Acra. Simão ordenou que o seu general. Trifom quis se aproveitar da confusão que reinava agora entre os judeus. ele posicionou o exército perto da nova fortaleza de Adida.39-54. Simão veio a ser eleito para guiar o povo em lugar do irmão. (1 Macabeus 13. Eles também fortificaram a "Cidadela". Todos responderam. capturasse Jope e reinstalasse ali os judeus.1-30.c. instala judeus em J o p e Simao a p a r e c e em A d i d o à frente d e suas tropas Sepultamento d e Jônatas A^oto ç. Os dois rumaram então para a costa. 13:217). assim como um palácio para eles nas ruínas da Acra. em seu desespero pediram socorro e Trifom tentou chegar a Jerusalém em marcha forçada pelo deserto da J udéia. a fortaleza real. agora senhores de toda a cidade. mas tentou o velho ardil de Lísias: passou da Iduméia. mas Jônatas o encontrou em Bete-Seã com um exército tão bem aparelhado que o regente selêucida logo percebeu que não poderia vencer os judeus no campo de batalha. Perto de Ptolemaida.153 taurar um muro de assalto e uma parte com o mesmo nome. Jônatas e Simão tentaram isolar a guarnição da Cidadela da praça do mercado (a 'Agora" heienista) e forçar sua rendição pela fome. Depois da conquista final da Cidadela cm 141 a. porque o líder da Judéia se tornara aparentemente demasiado independente. portanto. teu irmão. Trifom decidiu então armar um laço para Jônatas. j t P j j Trifom é forçado por tempestade de neve a descer para o vale do J o r d ã o Trifom tenta socorrer os sitiodos em Acra Fronteira d a Judéia na sucessão de Simâo 1 MACABEUS 12. Simão assumiu o comando e animou o povo abatido. a "Cafenata". 13. gritando: Tu és nosso chefe em lugar de Judas e de Jônatas. Depois de seu fracasso. filho de A b s a í â o . ele viu-se obrigado a recuar para o clima mais ameno do vale do Jordão. para a estrada ao longo da divisão das águas. Trifom subiu então contra a Judéia. ANTIGÜIDADES 13:187-212 Batalha entre cavalaria e infantaria (Em sarcófago de Sidom) . fecharam as portas da cidade e exterminaram as tropas judias. enganando-o com promessas de lhe entregar Ptolemaida.. a fim de subjugá-los. Ele persuadiu Jônatas a mandar embora quase todos os seus homens. mas seu ataque sobre o remanescente das tropas de Jônatas na Galiléia foi repelido. Trifom e seu exército se dirigiram para Judéia. perto de Adora. uma delas com o nome de Torre de Strato nos dias de Aristóbulo 1. acompanharam Jônatas a Ptolemaida. Jônatas Morte de Jônatas deixa 2 . ele decidiu colocar ura paradeiro na ousadia de Jônatas. Jônatas foi levado cativo pelos inimigos. Os macabeus. que haviam conspirado com Trifom. mantendo Jônatas prisioneiro em seu acampamento. matando Jônatas em Bascama (Bete-Shikma).8) Galiléia Ptolemaida ra d e J ô n a t a s 8a$cama Trifom a t a c a a força mas é repelido deixada por Jônatas. Quando Trifom estava vencendo (enquanto seu rival Demétrio II se ocupava com os preparativos da sua campanha contra os partos). Jônatas filho de Absalão.C. Os habitantes. A seguir. Apanhado por uma tempestade de neve. 0 0 0 homens Gileaditas Citópolis -k trifom aprisiona Jônatas Jônatas conlinua poro Ptolemoido com 3 . construíram um muro rodeando o monte a oeste e uma ponte atravessando o vale do Tiropeom. retendo porém uma guarda de três mil soldados. Trifom voltou por Gileade. Só mil homens. Jônatas foi induzido a deixar mais dois mil soldados a oeste da Galiléia e Esdraelom (onde o povoado judeu tinha sido aparentemente renovado). 0 0 0 lomens Somaria Sicuém J õ i a t a s . CAMPANHA DE TRIFOM CONTRA JÔNATAS 1 4 3 A U2 a. os judeus arrasaram a parte da fortaleza que dominava o templo (Ant. porém. entre o monte do templo e o do oeste.

eles marcharam para Cedrom até que só o rio na parte mais baixa do vale de Soreque separasse os exércitos inimigos. Judas ficou ferido em Cedrom. seu irmão.. que concedeu a independência à Judéia em 142 a. matou-o traiçoeiramente junto com dois de seus filhos.C. João Hircano. dispersou os cavalos entre os homens da infantaria.50 Á r e a conquistada por Simão Hebrom A traição de Trifom levou Simão a aproximar-se de Demétrio II. E.154 Os que cultivavam a terra trabalhavam em paz. Antíoco VII teve sucesso em expulsar de Dora o pretendente Trifom.. filho de Simão. A fim de deter este novo perigo. sumo sacerdote. e o povo começou a datar os atos e os contratos do: Primeiro ano de Simão. no entanto. Transferiu. João e Judas. os macabeus prevaleceram-.8) AS CONQUISTAS DE SIMÃO 142 A 135 a. mas João perseguiu tenazmente o inimigo até Azoto e destruiu os fortes da cidade. como comandante do distrito de "Paralia" e colocou à sua disposição soldados de cavalaria c infantaria. Judas e 0 ® a — Fortaleza m a c a b é i a Fortes d e Azoto Cavalaria macabéia C a v a l a r i a selêucida ^ ^ Lâ Fortaleza selêucida Infantario m a c a b é i a Infantaria selêucida 1 MACABEUS 15.C.C..10. os judeus retinham ilegalmente — em especial Jope e Gazara. Simão não deveria gozar muito tempo a vitória dosfilhos. porém.5. Ao nascer do dia.42-48. a seguir.. 14. Em 137 a. Ele avançou com suas forças em outra direção. Já nos dias de Trifom ele anexara Jope (veja mapa 206): "'lomou Jope como porto e fez dela a entrada para as ilhas do mar". que exigia cruzar o rio. ANTIGÜIDADES 13. filho de Abobo. Dali.. Tomou também Gazara (Gezer) com a ajuda de uma máquina de assalto (helépolis) e depois construiu ali uma fortaleza e um palácio. (1 Macabeus 14. seu quartel-general para Jâmnia e logo começou a criar problemas para a população da Judéia. por serem poucos os seus soldados de cavalaria. O rei selêucida nomeou seu general. seu genro. Apesar da dificuldade do terreno.maus G a z a r a é conquistada ^carona c se toma uma fortaleza des asmoneus Jerusalém Jerico Azoto Conquista da Acra Inscrição em Gezer (Gazara) amaldiçoando a "Casa de Simão" Bete-Zur Fortaleza m a c a b é i a 1 MACABEUS 13. diante de Cedrom. ANTIGÜIDADES 13:223-235 . Ele se encontrou então na Judéia com um forte exército e tentou retomar de Simão os distritos que.Ptolomeu.c..215. transformando a cidade num centro militar judeu. (1 Antigüidades 13:227) A BATALHA DE CEDROM 137 a. primeiro para Cedrom c depois para os fortes no território de Azoto. Agora "o jugo dos gentios foi afastado de Israel. na sua opinião.'" Simão.. Os selêucidas se achavam dispostos da maneira usual — a infantaria no centro. venceu sem ter perdido um único combate. ilanqueada pelos cavaleiros. avançaram com vinte mil soldados para surpreender as forças do rei selêucida (passando uma noite em Modim). GUERRA 1-. Cendebeu. João. não se satisfez com a independência da Judéia nos limites das fronteiras existentes. mudou-se para Gazara. finalmente obrigou o povo da Acra a se render.38-16. Cendebeu recebeu ordens para construir uma fortaleza em Cedrom (perto da moderna Gadara) na fronteira da judéia. que fora nomeado governador de Jerico. os sírios fugiram. inferior apenas a Jerusalém. Aranaléio Are rema rítbdàlfio §§ Jamnia . e "um grande inimigo de Israel tinha sido aniquilado".

Hircano estava agora completamente livre da interferência da Síria. João Hircano que estava na época na fonaleza de Gazara. Ibmou a seguir Samaga.. num banquete em Docos (135 a. juntamente com a posse de uma parte da rota costeira entre Lida e Pegas. Isto. suas guerras..ós. deu a Hircano o controle das duas principais rotas comerciais que cruzavam a terra de Israel. GUERRAS 1:63 Plano da Marisa Helenista Conquistas de Hircano . onde os judeus tinham penetrado desde os dias de Jônatas e dos 'lobíades (veja mapa 200). falhou no entanto.. Lemos ali (16.C Portão D Fortaleza macabéia Fronteira da Judéia na sucessão de Hircano ANTIGÜIDADES 13:257-258.... uma cidade na região de Esbo (Hesbom). mas este livro posterior não chegou até r.63) AS CONQUISTAS DE HIRCANO NA IDUMÉIA 1 1 2 a. (Antigüidades 13:255) AS CONQUISTAS DE HIRCANO ALÉM DO JORDÃO 128 a. perto de Peréia. Os macabeus adquiriram assim uma sólida posição a montante da "Estrada Real". Hircano atacou Medeba e capturou-a depois de um cerco prolongado.. ANTIGÜIDADES 13:255. Depois da sua morte. O plano do assassino.C. o poder da antes poderosa dinastia Selêucida virtualmente chegou ao fim.. Morreu assim Simão. Fortaleza macabéia Fronteiro d a J u d é i a na s u c e s s ã o d e H i r c a n o Conquistas dc Hircaro Ele tomou também inúmeras cidades na iduméia. a importante rota internacional que ia de Aila no mar Vermelho até Damasco.. Antíoco VII foi morto na guerra com os partos. entregar a Judéia a Antíoco VII. Seu exército era o mais poderoso da região e ele começou a readquirir o que considerava ser o patrimônio dos israelitas desde os dias de Davi Suas primeiras conquistas foram do outro lado do Jordão. seus feitos. E ele capturou Medeba.... Isto encerra a história dos asmoneus no primeiro livro de Macabeus.C Em 129 a.tudo isto está narrado nos anais de seu pontificado. a seguir capturou Samaga.23-14): "As outras palavras de João. Daqui por diante temos de confiar nas Antigüidades de Josefo como a fonte principal da história judaica.". (Guerras 1.. GUERRAS 1 : 6 3 n .. acompanhando a orla do deserto.Matatias.C. inclusive Adora e Marisa.). o último sobrevivente dos cinco filhos de Matatias — nenhum dos quais teve morte natural. escapou de ser assassinado.

-Marisa :. 15-16 SFAN . os idumeus foram forçados a se converterem ao judaísmo a fim de assegurar sua lealdade.156 AS CONQUISTAS DE HIRCANO NA IDUMÉIA Hircano voltou-se em seguida contra dois pequenos povos isolados entre a Judéia emergente e as cidades gregas: os samaritanos (veja mapa 211) e os idumeus. S. . Esta conquista deu a Hircano o Hebrom e Adora. mas foram atraídos pelas regiões férteis do sul da Judéia após o despovoamento provocado pelo exílio sob Nabucodonosor (veja mapa 163).i'\ Acaròm ""j Jerusalém Azotô Estáiua de Hércules encontrada em Samaria Área dn Judéia — 129 a. AS CONQUISTAS DE HIRCANO EM SAMARIA E NA PLANÍCIE COSTEIRA Nabracta TorrBâe^Síi-aío 126 A 104 a. Em qualquer caso. Samaritanos perturbamos judeus cie Marisa . Os últimos haviam previamente habitado ao sul da Transjordânia. como testemunhado por sua grande bravura na guerra contra os romanos. dentro de poucas gerações eles Se integraram à nação judaica.275-283: GUERRAS 1:63-66. mas.-•-•.>V>» > fmaus] < iericó " -Azoio Paralio .Aristóbulo e j Epícrctés íimrecá Òefé-Seâ. alguns eruditos de hoje duvidam se os idumeus foram realmente convertidos à força ou voluntariamente. A semi-helenizada No vigésimo-qunuo dia (dia de Hesvan) o muro de Samaria foi lomado. (Rolo de Je : um) Marisa se achava completamente destruída. 25 HESHVAN. Área c o n q u i s t a d a d u r a n t e a primeiro c o m p o n h a em Somaria Á r e a c o n q u i s t a d o d u r a n t e o s e g u n d a c a m p a n h a em S o m a r i a Conquistas d e Hircano n a planície costeiro ANTIGÜIDADES 13:255-256.C. I l i S i K ® Aramatéia • Jâmnio1 fWÊMk ^Rlllp. derrotam Antíoco iX Ciziceno Samaria Monte Ggrizim.C. A conquista da Iduméia alargou as fronteiras da Judéia até Berseba e Orda. Segundo Josefo. ROLO DE JEJUM. Esses idumeus haviam perdido contato com seus vizinhos árabes e ofereceram pouca resistência. 21 KISLEV.

mas principalmente nas fronteiras de uma "Israel" imaginária esboçada pelo seu autor.. judia heróica. Hircano iniciou uma campanha contra os samaritanos. mas excluindo esta última. 6 . Sidom. Betulia! Citópolis Colo Belmem "Filhos de Esaú' Samaria Bete-Horom e Amonitas lâmnio Jericó. Ele enviou tropas aos "Filhos de Esaú" (edomitas) e amonitas a Egrebel (Acrabeta) que fica perto de Cuch (Kuzi) 110 ribeiro Mocmur (Wadi Ahmar entre Acrabeta c o vale dc Jericó. o Carmelo. Desse modo. 4 . Para evitar o perigo.28). Hircano capturou Siquém e destruiu o templo e a pequena cidade de Monte Gerizim.21) Galiléia Mar de Geriesaré Esdrelom B ciam o. e também para Sidom. próximo de Dotaia. porém. conta-sc que eles compraram a cidade do comandante local.Antes de atacai. Eles não se juntaram ao judaísmo tradicional. Epícrates.C. Hircano partiu para o seu primeiro objetivo. Jope.18). rei da Assíria" e descreve uma cidade. foi repovoado logo depois sob o governo de Janeu. Ptolemaida.. da Alta-Galiléia" (Jdt 1. e de "Belmain (Abcl-maim). Coba. um sinônimo para a Judéia ou Meithalun ao norte de Samaria).8). Este veio a Citópolis. dc Josefo. -frAzoto Jerusalém Ascclom « M a risa A7r.C. Cona (Qa un). Acamparam entre Geba e Citópolis" (3 9-10). como a usada nas moedas dos asmoneus. Holofernes (nome que constada lista dos sátrapas persas) foi morto por Judite. Oquina (Ptolemaida) ejemnaan (Jâmnia). c Citópolis — formando uma li- nha desde o mar até o rio Jordão. e ao vale de Salém" (4. O original hebraico se perdeu e só existe uma tradução grega. "Betúlia" (semelhante a Beth-el. Em 108-107 a. Nabucodonosor se voltou para "os povos do Carmelo. Ao mesmo tempo. Depois desse tempo. como história. os samaritanos passaram a basear a sua religião numa edição do Pentateuco em escrita arcaica. 2 8 . Esta data não se baseia apenas no espírito nacionalistareligioso que permeia o livro. 4 Navio de Guerra (Desenho no Túmulo de Jayão.. mas enquanto seguia para Samaria. Gazara. Uma história cujo conteúdo não é histórico reflete geralmente a realidade histórica da época em que foi escrita.8-9. cada um voltou à sua herança. antes de sua morte. Geba... Depois da anexação da Iduméia e Samaria.C. 1 .. de Samaria até Jocneã e ao vale de Salém. cujos habitantes o provocaram e continuavam perturbando os judeus de Marisa no distrito de Nabraehta (mencionado no Rolo de Jejum). mas continuaram (até hoje) a preservar sua identidade particular. O cerco de Samaria foi longo e difícil. Samaria. ao sul de Citópolis. os "filhos de Israel que habitavam na Judéia" enviaram mensagens a "toda a Samaria". Aisora (Jazer). Azoto e Ascalom (2. depois do que seu exército se dispersou em desordem. Com a destruição do templo.to udnde ou regido nvodido por Holcle-ries J U D I T E 1. Este povo vivia isolado nas montanhas de Efraim. Aristóbulo I e Antígono. Dotaim. 4 . Samaria foi finalmente dominada e parcialmente destruída por Hircano (como evidenciado por escavações arqueológicas) e seus cidadãos exilados. 3 . Todo o vale do Jordão e a Transjordânia até Jazer foram incluídos. indicando que essas cidades talvez não estivessem sob o governo judeu.os idumeus (veja mapa 210). OS TERMOS DA JUDEIA SEGUNDO O LIVRO DE JUDITE 108 A 107 a. Hircano começou a assediar Samaria. Estas eram a torre de Strato.6 . Bet-Horom (Beth-Horon). 7 . os irmãos também invadiram a área do Carmelo e provavelmente conquistaram a região de Narbata. No livro Guerras. O livro de Judite. o caminho para a Galiléia foi aberto aos judeus. Filadélfia e Ascalom eram cidades independentes. 7. Holofernes chegou também à vista de "Esdrelom. tem lugar nos dias de "Nabucodonosor. O sítio. (Judite 16. embora alguns especialistas o considerem como um relato de uma guerra no final do período persa. Eles pediram socorro a Antíoeo IX Cizeceno. ele recapturou os distritos temporariamente perdidos em 132 a. Sur (Tiro). ele também tomou Jâmnia e Azoto com o seu porto. Isto serve para definir a fronteira da Judéia. Belmain (Abelmaim) Jericó. ficamos conhecendo a extensão do domínio judeu dentro da realidade histórica do período do autor. e "os portos" (Apolônia e o porto de Jâmnia). lhe infligiram amarga derrota. Hircano estendeu também o seu domínio na planície costeira. 1 0 . sitiada por Holofernes. Jerusalém) . a rede de cidades gregas que impediam a expansão da Judéia para o norte e sua união com a Galiléia. entretanto. filhos de Hircano. de Galaad (Gileade).4). Jâmnia. os gregos se defenderam bravamente. Pegas. comandante do exército assírio. Pouco depois da morte de Antíoeo VII. a "Casa de Deus". Tiro. até Quiamom (Jocneã). Azoto e Ascalom. Tanto pelo que está incluído quanto pelo que foi omitido na história. Deste modo. Antígono o perseguiu e capturou Citópolis (segundo as Antigüidades de Josefo). 2 . O livro de Judite parece ter sido composto nos dias do cerco de Samaria.

além do cabo do Carmelo. A extensão do seu território pode ser presumida pelos achados dc cerâmica característicos dessas tribos. (Sttabo. e a maior parte das terras a leste do Jordão desde Pânias na cabeceira do rio.) Aristóbulo dominou a Alta Galiléia e atacou as fortalezas itureanas. Gaza e as cidadessatélites até Rinocorura no ribeiro do Egito. citado por josefo. 13:319) lerniorn ARISTÓBULO CONQUISTA A ALTA C^ALILÉIA 1 0 4A1 0 3 a. ümbora geralmente infeliz no campo de batalha. (A Baixa Galiléia pertencia aos judeus na época. Alexandre teve também sucesso em repelir vários inimigos — Ptolomeu Latiro. ele teve êxito mediante a sua perseverança numa série de campanhas e acrescentou aos domínios macabeus Dora e a torre de Strato. Os iluretis eram um grupo de tribos de origem árabe que se haviam reunido como reino no vale de Beqa' no Líbano e no monte Hermom. Nos dias de Janeu. rei de Chipre.. apesar da divisão entre os rivais saduceus e fariseus.158 Este homem er:t bondoso e muito útil aos judeus. Alexandre Janeu (103-76 a. quando morreu. completou a conquista de quase toda a terra de Israel. as terras que circundam o mar Morto. A história da sua conversão forçada parece um exagero tão grande quanto a da conversão dos idumeus. ao sul — só Filadélfia permaneceu incólume. Antigüidades.C. mas não conquistou o reino deles. Seu sucessor.). Judas Aristóbulo I. segundo uma fonte crítica dos asmoneus. João Hircano teve uma vida longa. os selêucidas Demctrio III e Antíoco XII e os reis nabateus. deixou um reino próspero. cuja dissensão representava um mau presságio para o futuro da Judéia. Seu sucesso. forçou-os a converter-se ao judaísmo. subseqüentemente sufocada com grande crueldade. foi menor no interior.C. Tudo indica que a conveniência social no decorrer de muitas décadas eventualmente integrou os habitantes da Àlta Galiléia. tornando-os parte do povo judeu..C. reinou apenas um ano. porém. Canhão pelo bem-estar do rei Jônatas (Alexandre Janeu) . a dissensão entre a dinastia reinante e seus seguidores saduceus e os fariseus (que surgiram no governo de Hircano) se transformou numa rebelião. (Te! Anoto) M Ê k Ê M Cadcsa Ptclemaica Toriqueoí»^ Asoquis» Sóforis Mar cie Quínereti Monte Tabor Capercolnejs Fronteira d o l e i n o d o s a s m o n e u s a n t e s d e A r i s í á b u l o ANTIGÜIDADES 13:319. Durante seu breve reinado. A política dos asmoneus não era aparentemente assim gritante. Os itureus aparentemente se aproveitaram da queda do império selêucida e se espalharam para a Alta Galiléia e o vale de Tiberíades. GUERRAS 1:76 { Suposta rola du campanha de Aristóbulo Área c o n q u i s t a d a p o r Aristóbulo —J Reino da Ituréia Direção da expansão dc Ituréia Moeda de Alexandre Janeu O REINO DE ALEXANDRE JANEU 103 A 76 a. O sucessor de Aristóbulo. mas neste curto período teve sucesso cm conquistar a Alta Galiléia. o estado macabeu alcançou o seu clímax. Aristóbulo lutou contra os itureus e.

Filadélfia y Pompéu cerca Jerusalém Jerico ANTIGÜIDADES 14:48-55.C. se tornou então província da Síria) e voltou sua atenção para a Judéia. sua viúva Alexandra reinou até 67 a. os auxiliarei. que finalmente derrotara Mitrídates. :• * Geba Torre de Sfrofo (£•>' Narbaia Metera ^ /j Gadara H Fronteira do distrito Fortglezo t Cidade grega dominada por Janeu /T. fò " p CAULAN Gcinala f. pediu a iketas. Hircano 1 1 e Aristóbulo 1 1 ... Ama to Filadélfia Cidade não conquistado por Janeu Apolônía Àlexandrio Gedor riladélfia Ascglom Antedom" Marisa g j. Maquerus MasadcS Berseba hnocura Quii-Moabe Oronaim Gabalis • Zoar «í Gaulanitas Galiléia ANTIGÜIDADES 13395-404. GUERRAS 1:106 Pompeu. (Antigüidades 14:48) Séforis A CAMPANHA DE POMPEU NA PALESTINA 6 3 a. Após a morte de Janeu (76 a. mas os romanos finalmente intervieram..c. O primeiro era mais fraco e.^ r o r T .159 Nesta época as seguintes cidades da Síria pertenciam aos judeus. para que o socorresse. instigado pelo idumeu Antípatro (o gênio do mal da dinastia dos asmoneus). O REINO SOB ALEXANDRE JANEU Asochis* Séfori$ j ana ueas }* fò / Monte Tabor. rei do Ponto. Em 64 a.). seu mais perigoso inimigo no Oriente..C.McdcbaJ J |• Lemba * ^ Damasco. assim como as legiões romanas já à sua disposição.. chegou a Damasco. Pompeu..C.. (Antigüidades 13:395) Gush-! Ha lave Sclêucti PtQlemgioW l f & G A L I L É I A Arbeia fò. levou o exército. Com a morte dela. anexou o reino selêucida (que. Centro administrativo local v>erasa. ela combateu Mitrídates. e marchou contra Aristóbulo.C. GUERRAS 1:133-139 . Roma havia gradualmente anexado todo o leste helenístico. irrompeu uma guerra civil entre seus filhos. Samaria Gerasa Sartabatà. depois de derrotar os selêucidas.. Os invasores cercaram Jerusalém.. rei nabateu. Exército de Aristóbulo Exército de Pompeu Gadara Citó polis*-. De 88 a 64 a.

1Ó0
A princípio ele enviou Scauro, um de seus comandantes, à Judéia e ordenou uma trégua. Aretas e Hircano se retiraram (no caminho de volta foram completamente derrotados por Aristóbulo e Papirom perto do rio Jordão). Pompeu ordenou em seguida que os dois rivais se apresentassem diante dele: vendo que Hircano era o caráter mais fraco entre ambos, ele o escolheu para governar os judeus. Aristóbulo se retirou para a fortaleza de Alexandria, a montante do vale do Jordão. Pompeu o seguiu com seu exército, passando por Dio (e provavelmente também Gadara), Pela e Citópolis. Em Coréia, o exército romano entrou na Judéia propriamente dita. Ao compreender que era o mais fraco, Aristóbulo resolveu negociar e finalmente rendeu-se. Pompeu avançou então para Jerico, onde soube que os seguidores de Aristóbulo se negavam a entregar a capital; portanto, o exército romano — agora reanimado, pois haviam chegado a Jerico notícias da morte de Mitrídates do Ponto, velho inimigo de Pompeu — marchou sobre a Cidade Santa, n
L J Acampamento de Pompeu Invasão do exército romeno (aparentemente no Dic da Expiação, ó3 a.C.) depois de um cerco de três meses Perdemos nossa liberdade e fomos subjugados pelos romanos, o território que obtivemos com nossos braços... tivemos de devolver... (Antigüidades 14:77)

Pompeu (en;

Tanques

POMPEU CERCA JERUSALÉM
6.3 a.C. Ao se aproximar das portas de Jerusalém, o exército romano acampou ao sul da cidade. A Cidade Alta e o palácio do rei estavam nas mãos dos partidários de Hircano, que abriram as portas a Pompeu. Os homens de Aristóbulo demoliram a ponte que ligava a Cidade Alta ao Templo e prepararam a resistência do Monte do Templo e de Baris que ficava próxima. Os romanos colocaram um dique ao redor das fortificações do Templo e construíram um acampamento ao norte. Eles prepararam um ataque duplo: por sobre o fosso junto às "torres" de Baris, ao norte, e na ponte destruída, a oeste. 0 trabalho tornou-se mais fácil, porque tiraram proveito da relutância dos judeus em lutar no sábado: neste dia, os judeus hesitaram em interferir com a construção tias rampas, a não ser que fisicamente atacados. 0 ataque deu-se finalmente no sábado, como é natural. As torres e o muro caíram e os romanos invadiram o templo, mas os sacerdotes continuaram o serviço como se nada tivesse acontecido. Segundo Josefo, 12 mil pessoas morreram nesse dia. Pompeu entrou no Santo dos Santos, mas não tocou o Templo nem os seus tesouros.

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< " p o r t ã o de HTodi \| |! MONTE DO TEMPLO | i\ M Susa)

Palácio dos asmoneus entregue aos partidários de Hircano & Setor Residencial Aristóbulo se retira com seus partidários para o Monte do Templo e queima ponte Posto da guarnição romana Á Setor í Residencial
CIDADE

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ANTIGÜIDADES 14:57-71: GUERRAS 1:141-151

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Ele estabeleceu também cinco conselhos c dividiu a nação nesse mesmo número de distritos. (Antigüidades 14:91)

OS ARRANJOS TERRITORIAIS DE POMPEU 6 3 A 55 a.c.
Os arranjos de Pompeu depois da conquista, completados por Gabínio (procònsul da Síria em 57-55 a.C.), foram relativamente fáceis para os nabateus, mais duros com os itureus, e muito cruéis para o estado judeu. Pompeu "libertou" as cidades gregas e helenistas ocupadas pelos judeus desde os dias de Hircano, colocando as populações rurais sob o jugo dessas cidades gregas. Deste modo, surgiram novamente unidades autônomas (sob a supervisão do procònsul romano na Síria) tais como: Gaza, Azoto, Jâmnia, Jope. Apolônia, Aretusa (Afeque), torre de Strato. e Dora na costa; no interior, Marisa, Sebaste e Citópolis. Além do Jordão, Gadara, Hipo, Abila, Dio, Pela e Gerasa foram "restabelecidas". Os judeus mantiveram a Judéia propriamente dita, a parte leste da Iduméia, Peréia e Galiléia. Os samaritanos se tornaram independentes e a planície de Esdraelom foi retirada da Galiléia. Hesbom voltou aos nabateus que, exceto por serem removidos de Damasco, quase não sofreram qualquer diminuição da área sob o seu controle. A região do Lago Semeconites, Pânias e Gaulanites foi dada aos itureus, mas eles perderam possessões na costa do Mediterrâneo. Pompeu reuniu a maioria das cidades além do Jordão numa "Liga das Dez Cidades"—a Decápolis, incluindo também Citópolis, a oeste do Jordão, a fim de minimizar o perigo de serem isoladas. O Carmelo foi devolvido à Ptolemaida. Os judeus mantiveram as áreas densamente habitadas por eles, exceto Jope e circunjacências e a planície de Bsdraelom. 'Iodas as populações exiladas pelos macabeus foram devolvidas às cidades gregas restabelecidas por Pompeu e Gabínio. Hircano II se tornou outra vez sumo sacerdote de Jerusalém, mas a administração foi confiada a Antípatro. Aristóbuio II e sua família tiveram de seguir para o exílio em Roma. Durante o governo de Gabínio, houve uma tentativa de dividir o Estado Judeu em cinco sinédrios (distritos), uma tática aplicada pelos romanos na Macedônia. As sedes dos sinédrios ficavam em Séforis (Galiléia), Amato (Peréia), Jericó Jerusalém e Adora (leste da Iduméia). Mas, a unidade do povo não pôde ser destruída por tais métodos, e os sinédrios acabaram sendo dissolvidos dentro de pouco tempo. A Judéia tirou proveito da guerra civil entre Pompeu e Júlio César. Quando César conseguiu a vitória, ele perseguiu Pompeu até o Egito e envolveu-se ali numa luta em Alexandria. Nos acontecimentos que se desenrolaram, Antípatro prestou grande ajuda ao exército de Mitrídates, de Pérgamo, que tentava libertar César, tendo sido devidamente recompensado por este. Hircano II foi nomeado etnarca por César e Antípatro como administrador de fato do Estado. Em agradecimento à ajuda que recebera dos judeus, Júlio César devolveu-lhes Jope e a planície de Esdraelom. A partir de então Antípatro passou a ser o verdadeiro governador da terra. Ele nomeou Fasael, seu primogênito, governador de Jerusalém mais moço, Herodes, ainda menino, governador da Galiléia.

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F-ronteira da Judéia antes dos arranjos de Rompeu limites dos sinédrios de Gabinio
fronteira distrital/municipal

(*)

Capital do distrito
Área d a s colônias judaicas

Decápolis Região samaritano autônomo

Cidode independente sob o procònsul dc Sirio
Sinédrio de C a b i n i o

ANTIGÜIDADES 14:74-76,88; GUERRAS 1:156-166; 1 6 9 - 1 7 0

.Moeda de Matatias Antígono

Ptolemaido l.

/^y:

Galiléia

Mar

Mediterrâneo
'Samaria

JÚLIO CÉSAR EA JUDÉIA
47 a.C.
ANTIGÜIDADES 14:127-143,205,207

Com o p r o p ó s i t o dc agradá-lo (Antípatro), César confirmou a nomeação de Hircano para o cargo de sumo sacerdote. (Guerras 1:194)

Júlio Cósar cercado no palácio

Antípatro se junta às forças libertadoras de Mitrídates Ascalom

tl Judéia
'Jerusalém .

_Pçlúsio 32? a Exército de Mitrídates' e Antípatro libertam 1 Júlio César
^ Lconfópolis Fronteira d a J u d é i a Áreas devolvidos por Césor a o s judeus

As forças de Antípatro se destacam no cerco

Júlio César 0 sumo sacerdote Matatias e a comunidade dos judeus. (Moeda de Antígono)

Hircano II e
Posael

A INVASÃO DOS PARTOS E A FUGA DE HERODES
40 a.C. O assassinato de Júlio César em Roma (44 a.C.), ocasionou a renovação da guerra civil, mas Antípatro e seus filhos mantiveram a submissão sob vários soberanos de Roma. Um desses foi Cássio, procônsul da Síria, que tiranizou a população da Judéia. Ele manteve como escravos os cidadãos de Lídia, Tamna. Gofna e Emaús, destruindo suas construções quando atrasaram o pagamento dos impostos. Em 43 a.C., Antípatro foi morto por um de seus opositores, mas Herodes vingou seu pai e anulou a inquietação; e ele, juntamente com seu irmão Fasael, foi indicado rei sobre toda a Judéia (42 a.C.). Quando os partos invadiram a Síria, dois anos mais tarde, eles eram ligados a Antígono (Matatias), o filho de Aristóbulo II. Ele acompanhou Pacoro, filho de ürdes, rei dos partos, ao longo da costa; simultaneamente, o sátrapa Barzafanes invadiu a Galiléia a partir de Damasco. Quando Pacoro aproximou-se de Jerusalém, vinha acompanhado por judeus do Carmelo e de Drimo (um grande bosque na planície de Sarom). Em Jerusalém, o povo revoltou-se contra Fasael e Herodes, que os obrigou a abrirem os portões para os partos. Fasael submeteu-se a Barzafanes, mas foi aprisionado próximo a Ecdipa. juntamente com Hircano II; ele suicidou-se no cativeiro, e Hircano foi mutilado, tornando-se incapaz para o sacerdócio. Logo após, Matatias Antígono foi coroado em Jerusalém. Herodes e sua família (incluindo sua noiva. Mariana, a hasmoneana, filha de Alexandre e neta de Aristóbuío) escaparam para o Sul. Em Tecoa, lugar da antiga fortaleza herodiana, ele dominou seus perseguidores e prosseguiu em seu caminho para a Iduméia. Herodes uniu-se então a seu irmão, José de Oresa, e juntos eles prosseguiram para Masada, onde toda a família foi sitiada por Antígono, posteriormente.
O ANTIGÜIDADES 14:330-362; GUERRAS 1:248-268 + Cidade oprimida por Cássio
Partos

capturados Ptolemaido ) » \

Galiléia

Tamna

Gofna Emaús Antígono sobe ao trono
Jerusalém

Herodes derrota seus perseguidores Ascalom Marisa' Partos destroe Marisa

En -Gedi

losé se junta a Herodes Mascdc Cerco da família de Herodes lerodes p/P^

Herodes , Ant(gono

Antígono sitiou mais tarde a família de Herodes. O próprio Herodes cruzou então o mar Morto c pediu auxílio aos nabateus. Quando Malco II, rei dos árabes, se recusou a ajudá-lo, Herodes continuou até Alexandria no Egito e seguiu dali para Roma. O cerco de Masada pros-

163 seguiu enquanto isso com toda a lentidão. Em certa ocasião os defensores só foram salvos da sede por uma precipitação chuvosa. Os partos, aliados de Antígono, voltaram da região além do Eufrates depois de invadir a Judéia.

Mas, (os asmoneus) perderam seu poder real devido aos Antípatro...
conflitos internos, e ele passou a Herodes, filho de (Antigüidades 14:)inal)

40 A 37 a.C.

A ASCENSÃO DE HERODES
Ptolemaida'

Herodes poro

Samoscía

Galiléia

Arkcla

Batolha :ias \ cavernas '* Séforís capturado - 39-38 a.C.

Samaria Herodes se casa com Marianc 37 a.C.

feroras fortalece as fortificações

Sailobc

gg

Morte de José 38 a.C.

^ R ^
Emaus*
^

V

IV

Jerusalém*^

Asquel*

He;odes liberta sua família sitiaca Exército de Herodes Irmãos de Herodes Exército romeno Exército de Antígono Ano da campanha
Masadc

ANTIGÜIDADES 14:394-491. GUERRAS 1:290-353

Herodes foi recebido com grandes honrarias em Roma. Otaviano (sobrinho e sucessor de César) e Marco .Antônio persuadiram o Senado para que o nomeasse rei dos judeus. Eles anexaram também o oeste da iduméia e as terras dos samaritanos ao seu reino. O novo rei, porém, teve de lutar por cada centímetro da terra, pois o país não só

estava destinado a ele nas mãos dc Antígono. seu rival, como também o povo odiava o "escravo idumeu"; até mesmo seus aliados romanos o abandonaram algumas vezes. Herodes venceu, entretanto, todas essas dificuldades. Ele desembarcou em Ptolemaida. pois Jope, o porto de Jerusalém,

na ocasião. Portão e b: ponte Herodes manteve sua posição sob Cleópatra e. (Guerras 1:396) Moeda dc Herodes. em comparação com os serviços que lhe lhes prestava. Enquanto o cerco estava em progresso. e tomou de assalto suas cavernas fortificadas em Arbela. Adições . Livrou sua família. No verão de 38 a. Papo. voltou à Iduméia.380-425: GUERRAS 1:401. A EXPANSÃO DO REINO DE HERODES 40 A A a. Ele e seus aliados seguiram de novo para Jerusalém no inverno de 38-37 a. ele atacou Emaús enquanto Eeroras. rapidamente ganhou o favor de seu novo chefe supremo.C.C.C.C. em 30 d. Jerusalém caiu no verão de 37 a.20 a.164 sc achava cm mãos inimigas.. Herodes soube da derrota e morte de seu irmão José às mãos de. Ao voltar...C. Em 23 d. anexou Gaza e as cidades costeiras (exceto Ascalom e Dora)..C.360.C.C.• i Conquistas dos nabateus iue das. Herodes recebeu a incumbência de pacificar as insubordinadas Batanéia.C. líder romano. general dc Antígono.C. e muitos de seus cidadãos foram mortos.agora o imperador Augusto. (Baba Bathra 4a) CONSTRUÇÕES DE HERODES EM JERUSALÉM 3 rfv C i d a d e s com projetos Tumba da rainha Helena [lumba dos reis) arquitetônicos de ^ I. ivelhbs1 p a l i o externo. 7:172-177 .398. Adições . V o Sil01 . tomou Séforis durante uma tempestade de neve (inverno 39-38 a.). Siló. Palácio . No inverno de 39 a. A idéia náo podia deixar de ocorrer a César e aos seus soldados dc que o reino dc Herodes era excessivamente restrito. GUERRAS 1:396. Herodes retornou à Galiléia. Traconites e Auranites. À parte das conquistas para seu próprio reino (veja mapa 220). anexando Esbo c estabelecendo veteranos ali. Por meio de Herodes. Herodes casou-se com Mariana em Samaria. Panias e Gaulanites caíram sob seu controle.ANTIGÜIDADES 15:318. v ' •• 1 Adições — 40 a. irmão mais moço de Herodes.400.343.C. foi enviado para ajudar Herodes. Essênios Tanque d.. atacou a cidade. Junto com o comandante romano. avançou pelo vale do Jordão e reconstruiu as fortificaçôes de Alexandria. APION: GUERRAS C M S 5.) desencadeada por Otaviano . estava sitiando Samosata no Eufrates. perseguiu seus inimigos até o rio Jordão.G. o Grande Quem nunca viu o Templo c!c Herodes jamais viu uma construção artística.C. Antígono foi igualmente executado.238. mas os romanos interromperam o cerco ao serem subornados por Antígono. assim como Gadara e Hipo. o reino atingiu grande extensão. por ordem de Marco Antônio. Maquero. .507. e voltaram para seu acampamento de inverno na costa. Herodes realizou apenas uma conquista através da guerra: em 32 d. Herodes tornou-se então o único governante da Judéia.344. onde tomou Oresa. JCMPIO MONTE AN TIGÜIDADES 15:217.246. Em 20 d.161. quando da batalha de Actium (31 d. 5:108. derrotou os Nabateus. 1 I Adições 2 3 o. avançou para estabelecer seu governo na Galiléia e dali prosseguiu para capturar Jope e continuar depois para Masada.30 a. Quando foi confirmado em seu reino por Augusto. onde os judeus ofereceram fone resistência. O próprio Herodes foi enviado para encontrar-se com Marco Antônio que. inconteste senhor do mundo romano -.C..C.75 Pátio interr.de Herodes Tarique do Serpente Portão dOT. e subiu contra Jerusalém. perto de Isana.

.. e Hípico (nome do amigo).C. Traconites. Herodes mostrou da mesma forma sua atividade como construtor fora da capital: fundou a cidade portuária de Cesaréia. Iduméia e Samaria. e fortificou a Porta do Norte no Segundo Muro. As cidades de Cesaréia e Sebaste foram incluídas no seu domínio. Herodes Antipas. Sua característica mais proeminente era o "pórtico real" (basílica) ao sul do quadrado.. o desejo de ver seu nome imortalizado..: S&SpréHq Para Herodes Antipas Para Arquelau Para a Província da Síria júlias Cidade fundada pelos filhos de Herodes Ptolemaida 'ibétiades Çadara . reconstruindo inteiramente Maquero e Masada nos dois lados do mar Morto. para garantir o controle do mesmo. mas como os judeus em suas terras '•Lívias •Jeçujsalém ANTIGÜIDADES 17:317-321.. de garantir seu reino e de apaziguar uma população hostil e dar-lhe trabalho — estes eram os principais motivos para fortificar e embelezar Jerusalém. Ao sul do Monte do Templo mandou construir um estádio. a samaritana. assim como Cesaréia Panias. Batanéia. ele a circundou de muros e pórticos. (Antigüidades 17:317-318) iFasaeljs. O rei reedificou também o templo propriamente dito e. a Peréia e a Galiléia. Construiu também um teatro na paite da cidade habitada por ricos helenistas. dando à nova cidade o nome de "Sebaste" em honra ao imperador Augusto. Herodes mostrou-se ainda mais ativo no Monte do Templo: dobrando a área da esplanada do templo. provavelmente no vale de Tiropeom. como recomendado pelo rei morto.. 0 terceiro filho. GUERRAS 2:93-98 . A 6 d. e reedificou Samaria.. em lugar da torre de Strato. A DIVISÃO DO REINO DE HERODES Depois de muita hesitação. Ele era protegido ao norte por três torres fortes. César. Os proventos obtidos com o comércio e os impostos lhe permitiram construir um palácio magnífico a noroeste da Cidade Alta. Batanéia. filho de Maltace. Edificou também em Geba.. a quem chamou de Fasael (mesmo nome do irmão). transformando-a numa imensa fortaleza.. o segundo filho. não nomeou Arquelau rei. Fasélida e Antipátride. mas etnarca de metade do território. Mariana (em honra da esposa). recebeu duas áreas puramente judias. reconstruiu a antiga Baris. na extremidade noroeste do Monte do Templo.. Traconites e Auranites. que possuía judeus e não-judeus em proporções quase iguais.165 A paixão de Herodes pela pompa. Reconstrução do Templo de Herodes Fronteira do reino de Herodes W W ' . mas grandemente distanciadas: a Galiléia e a Peréia (a Transjordânia judaica). Levantou fortalezas em Herodíon e perto de Jericó. dividir o reino de Herodes entre seus três filhos sobreviventes. Auranites. à qual chamou 'Antônia" em honra de Marco Antônio. o imperador Augusto decidiu em 4 a. Antipas recebeu. Filadélfia // P 4 a.C. A maioria de seus súditos era provavelmente composta de não-judeus. foi nomeado etnarca ("administrador da nação") sobre a Judéia. Arquelau.C.. Herodes Filipe. foi presenteado com as terras recém-povoadas de Gaulanites..

C..C. '. ferro das montanhas de Gileade. Arquelau chegou a dar a uma nova povoação o seu nome: Arquelaia. que provavelmente os exportava. Azoto e Fasélida no vale do Jordão.C. a cevada substituía o trigo. Herodes Antipas permaneceu até 39 d. Salomé. Gadara e Tiberíades.C. Geba e Hipo. No sul.'ry -i Areia para Vidro Vúàü Porta «íPorte Pequeno Moeda de Herodes Antipas. A lã das montanhas do sul da Judéia servia para vestir a população. Nos dedicamos ao cultivo da terra produtiva com a qual fomos abençoados. partes da planície costeira e alguns dos maiores vales das montanhas. Os filhos de Herodes tentaram imitar o pai na construção de cidades. O S 50 fw ^ "•'-' . è X ' W d» ourive ' (carpinteiros. e edificou Júlias (também em honra de Lívia) perto de. cuja prosperidade teve início no período helenista. Oliveiras e vinhedos floresciam nas montanhas.T^j Cevcda ''' . moluscos produtores de púrpura.166 haviam sido assentados por Herodes. que haviam se submetido ao governo de Herodes com muita insatisfação.•f' m w u ^ f i 2V-V - -i/V t/t " t l / f ' t e 1KT'-V. assim como as próximas a Péla. As regiões adequadas ao plantio de trigo eram poucas e sua extensão limitada: o vale de Esdraelom. e suas terras entregues a um procurador romano.1 Jorcins [• . A cerâmica. era provavelmente a principal indústria do país. . e conchas de murex. que passou a chamar-se desde então Cesaréia de Filipe. de ambos os lados do Jordão. eles eram leais à dinastia. A SÉCULO I d. As cidades de Gaza. Dora e mais para o norte. Betsaída.Arquelau teve um reinado curto e turbulento. Antipas construiu Tiberíades (em honra do imperador O nosso não é um país marítimo: nem comércio nem. em 34 d. recebeu Jâmnia.C. e havia carvalhos em quantidade em boa parte do Sarom.»t' Em Jerusalém: Fabri . Séforis e Lívias (em honra da mãe do imperador). as demais (principalmentefiaçãoe tecelagem) eram indústrias caseiras. devemos acrescentar-lhes as fontes de águas quentes dc Callirhoe e Baaras. e betume do mar Morto eram os principais recursos naturais.. As tâmaras eram mais cultivadas no vale quente do Jordão e o bálsamo no estado real perto de Jericó. As encostas ocidentais das montanhas. Em Jerusalém podiam ser encontradas várias indústrias ligadas ao templo e à vida da metrópole em geral. Barcos de pesca navegavam pelo mar da Galiléia e Mediterrâneo. Gadara. eram colhidos e processados em Azoto. Essas regiões serviam também de pastagem para ovelhas e gado bovino. corri1 'ím m Tintureirós I 15 Vm Vinho Ervilhas Figos Gndo tW ^ ^ Ovelhas Cabras Jumentos Coca hí - fc 0 t< Nozes Romãs Caquis Tãmaras Cerâmica E S I Tricô £ 1 « Io o ? ^ Florestas te t 2 <:t Púrputa de Tiro Fontes de água quente Cobri» fc-. Cobre do Arabá. O nome Tariqueía. . encontrada em Tiberíades & t terra Peixes Camelos Covalos / ' • ' ^ Cote •t . a Judéia era próspera nos dias do Segundo Templo. foram anexadas à província da Síria. A ECONOMIA DA JUDÉIA SÉCULO IV a. o Grande. Graças à sua riqueza agrícola.. principalmente durante o reinado de Janeu. Filipe fez acréscimos a Cesaréia Panias. sendo banido em 6 d. (Contra Apion 1:60) Tibério). Tintureirós I - . é uma evidência de uma indústria de conservas de produtos pesqueiros. irmã de Herodes. (mapa 264). eram ainda cobertas dc extensas florestas. que exigia fontes de matéria-prima. Só Filipe morreu na posse da sua tetrarquia. "lugar do peixe salgado".

O termo "essênios" se refere a várias seitas e ramos diferentes e os próprios eruditos diferem quanto a todos os documentos encontrados nas cavernas do deserto dajudéia pertencerem aos essênios. Durante o reinado de Janeu eles se isolaram do resto da população. Parte dos seus escritos sobreviveu até hoje devido ao clima seco do deserto. tornando-se mais tarde menos estridente. Além destes havia os zelotes.C. Sabemos um pouco mais sobre os essênios em virtude de descobertas contemporâneas feitas no deserto dajudéia em fins dos anos 50 e 60. MANUAL DE DÍSCIPLINA. No começo o messianismo deles era ativo e político. Alguns membros da seita permaneceram em várias cidades e povoados. Bete-Seã Todos os que entrarem na ordem da comunidade devem passar pela aliança diante dc Deus. ALIANÇA DE DAMASCO . que não constituíam uma seita religiosa mas mantinham pontos de vista nacionalistas e religiosos também adotados por alguns fariseus e essênios. Conhecemos principalmente os fariseus através da Lei Oral que foi entregue e registrada durante os séculos í e II d. Ao que parece. os essênios não davam grande importância à lei oral. Josefo lista três seitas principais: os fariseus. os saduceus e os essênios. (Manual de Disciplina 1:16) CUNRA S a m a Monte Gerizim • ''"""'tf" ' r i a Vule de Acot Doco^ Beie-lamar * * J e „ * Bete-Acoz ó * Naal Aquipa •A B e t e .. HINOS DE AGRADECIMENTO. Por habitarem no deserto. Com base nesses rolos podemos deduzir muita coisa sobre seu est:lo de vida e cultura. Na revolta contra Roma os essênios se juntaram aos rebeldes e. como resultado.167 OS ESSÊNIOS Em fins do período do Segundo Templo o sectarismo com seu acompanhamento de rivalidades e antagonismos se ampliava. possivelmente o fundador da seita "Mestre da Justiça".Q u e r é m Vale de Seccá ^ Covcma ^ A.. Seus ensinos continham realmente adendos e interpretações da lei escrita. lim termos gerais.vudc Jerusalém * Coba HazSlc • Neljo M e s a d e Hassidím Quirbeie Cunrõ Befe-Mara • is N Cofarbarucha^S * «-5 Masado 1 0 wroj ^ ^Supostos esconderijos de tesouros do seita do mar Morto ROLO DE COBRE. com suas inspirações messiânicas. Os essênios aparentemente desenvolveram o seu credo e ensinamentos nos dias dos asmoneus. se refugiaram voluntariamente no deserto dajudéia. os essênios se isolaram do mundo que os rodeava e se dedicaram a uma existência básica e ascética. mas nada nesses escriios indica a crença de que seus líderes tivessem autoridade para interpretar ou mudar a divina escritura. A seita dos essênios era de natureza messiânica e sua crença fervorosa na vinda do Messias é evidenciada em diversos escritos. alguns dos grupos essênios eram de fato muito similares aos dos fariseus. seus centros (Khirbet Cunrã) no deserto dajudéia foram destruídos pelos romanos. inúmeros adeptos e seu líder. pelo menos parte deles pertencia aos fariseus.

Nazaré era um pequeno povoado judeu que ficava cerca de sete milhas a sudeste de Séforis. sendo também diferente em muitos outros aspectos.. o etnarca dajudéia.23) Ptolemaida' José e Maria viajam a uma distância de um dia de jornada e retornam MATEUS 2. mais seguro.4-38 E crescia Jesus em sabedoria. MATEUS 1. a criança foi apresentada no templo. A família chegou sã e salva à região do Nilo. Nazaré. Jesus permaneceu em Jerusalém enquanto seus pais viajavam a uma distância de um dia no caminho de volta para Nazaré (provavelmente desceram a Jerico. contém vários detalhes que não se encontram nos demais.41-51). LIXAS 2.èn^is Território cJe Arquelau O nome "Jesus". teria sido excessivamente penoso para uma mulher com um filho recém-nascido. porque não havia lugar pira eles na estalagem. levando Jesus com eles. Ameaçados por Herodes.7) Ptolemaida O NASCIMENTO DE JESUS E A FUGA PARA O EGITO Apresentado no Templo Pelca . onde encontrou abrigo e sustento entre os muitos judeus que viviam naquela terra (vçja mapa 243). à noite. O caminho mais certo para sair dos domínios de Herodes era aparentemente por Ascalom. José decidiu voltar à sua cidade natal. A história de Jesus é contada nos quatro evangelhos: Mateus. e em graça para com Deus c os homens. e cm estatura.22-24). Os três primeiros são chamados de evangelhos "sinópticos". O quarto evangelho.168 E deu luz. Jesus nasceu em Belém nos dias do rei Herodes (que morreu na primavera de í a.).19-23.41-52 Asquelom Gaza/* ixandria Pelúsio Retorno • M.54) E chegou e habitou ruma cidade chamada Nazaré (Mt 2. como escrito em hebraico num ossuário Território de Herodes Antipas A VOLTA DO EGITO.1 seu filho primogênito. que fica na rota principal para o Egito. eles retornaram à Cidade Santa e o encontraram interrogando os professores no templo. então sob o pulso mais brando de Herodes Antipas (veja mapa 223). o caminho do deserto. O MENINO JESUS NOTEMPLO Depois da morte de. capital da Galiléia ocidental. Ao darem por falta do menino. o nascimento de Jesus ocorreu provavelmente em dezembro de 5 a. Temendo Arquelau. LUCAS 2. Lucas e João. segundo a qual Jesus foi com seus pais a Jerusalém quando tinha 12 anos. Regressaram então a Nazaré. Marcos. De acordo com Lucas (2. e deitou-o numa manjedoura. Herodes. José teve uma visão na qual foi-lhe dito que devia voltar para a terra de Israel.C. para voltarem pela Peréia judia em vez de atravessar Samaria). José e Maria decidiram fugir para o Egito. Jesus cresceu ali até a idade adulta. o de João.15. Segundo a tradição cristã. (Lucas 2. por serem estudados juntos em virtude da sua semelhança.C.18-2. A única história desses "anos ocultos" nos evangelhos é a relatada por Lucas (2. (Lucas 2. .

6-8. 14. Segundo os evangelhos. Jesus voltou à Galiléia. foi batizado por João. A seqüência do batismo e a reclusão no deserto era comum naqueles dias. Estes eventos ocorreram durante o ministério de Jesus. ao sul da Peréia) e foi executado quando Herodes sucumbiu aos ardis da esposa. mais provavelmente no deserto da Judéia acima de Jerico.18-30. Heródias. Se combinarmos a história do evangelho com outras fontes históricas do período (em especial Josefo e os documentos de Cunrã). especialmente entre a seita do mar Morto (os essênios).2.C). Este tem sido desde tempos imemoriais o refúgio dos que desejam se isolar do mundo.7-9.1-2) O BATISMO DE JESUS E A VIAGEM AO DESERTO Tiberícd< MnnteTabnr . mas eles não podem ser estabelecidos cronologicamente na evidência disponível. Depois de vencida a tentação. LUCAS 3-1-22. da Galiléia.15-42.. Jesus. Lc 3. Permaneceu na prisão por algum tempo (tradicionalmente em Maquero. para o perdão dos pecados" (Lc 3. sendo finalmente preso por ordem de Herodes Antipas. ao sul de Citópolis (Bete-Seã). MARCOS 1.Nozaró Godora João estava batizando em Enom perto de Salim (Jesus) retirou-se oara a Galiléia (Mt 4. (Lucas 3. vemos a atividade de João como parte de uma profunda inquietação espiritual que invadira toda a Judéia na época. Mt 14.9} O início das atividades públicas de Jesus. filho de Zacarias.12| E ali esteve no deserto quaren'a dias (Mc 1.1-3). se achava entre as multidões que acorriam para serem batizadas. 9. veja mapa 226) não muito distante. porém.14-29.19-20).4-14: 6. depois de ser batizado ele ficou recluso durante quarenta dias no deserto. 3. Jerusalém mMesade J Cunrã) Execução de João •Maquero1 MATEUS 3-1-4. Conforme a tradição cristã.£ no ano quinze do império de Tibério César. João continuou a pregar c batizar. A atividade de João se achava concentrada no vale do Jordão. cujo quartelgeneral ficava em Mesad Hasidim (Khirbet Cunrã.3) Visão no "F do Templo' Jesus tendo ido de Nazaré. A tradição do evangelho declara que Jesus foi tentado por Satanás no deserto e levado pelo espírito maligno ao "pináculo do templo" de Jerusalém — provavelmente a sudeste do Monte do Templo — onde havia um precipício dc quarenta metros. hoje no Khirbet ed-Dir). ou mais acima do rio em Enom (identificada no quarto século como situada a duas milhas ao sul de Salim.14-29.. 6. no Jordão {Mc 1.1-2.22-24 Tibério César .1. na Galiléia. foi também quando João Batista começou a pregar "o batismo de arrependimento. que tinha ido de Nazaré. que odiava o profeta por ter denunciado a sua maldade (Mc 6. 27-28 d. o "ano quinze do império de Tibério César" (isto é. JOÃO 1. João foi sepultado em Samaria (Sebaste) embora ficasse fora do reino de Herodes Antipas.veio no deserto í palavra de Deus a João. Este foi o início do seu ministério. Não foi.12. encontrada qualquer evidência positiva para ligar João ou Jesus a essa seita. em Betsabara ou nos vaus do Jordão peito de Jerico.

s mim. 2.17) Qjefor-Dã Cadosa Escadas de/ Tiro \ Giscda ijemnite Jesus se estabelece aqui.3-14.5-17. Lc 5.1-17. Mt 9-9. "Povoado de Nahum") era uma vila cujos ha- bitantes se ocupavam principalmente da pesca (uma grande rede cheia de peixes é registrada em Lucas 5.170 DE NAZARÉ A CAFARNAUM Vinde apó. 8.18-20. e eu farei que sejais pescadores de homens.22-43. ela possuía um posto alfandegário (o apóstolo Mateus pode ter sido chamado do seu trabalho de cobrador de impostos nesse lugar. 5. chamados os primeiros apóstolos Ptolemaida Bersabe Sopane» Corazim • •Sacbd Co bulam Cafarnauí isare Belescida (Julias) Sicamino Jofapata Água transformada.31-41. Por ser uma cidade da fronteira. 9 9. JOÃO 2. a sua primeira pregação em Nazaré não foi bem-sucedida e ele deixou a cidade para estabelecer-se em Cafarnaum. Jesus tinha cerca de trinta anos quando começou seu ministério. (Marcos 1. Um . MATEUS 112-22.27).40-5(í.27-32.1-10. MARCOS 1.1-12 Segundo Lucas 3.23.8.10. Kefar-nahum. 5. em vinho Magdala Gergesa Asochis Betemaus Séforis Ama to Mar da Galiléia Tiberíades Si montas -fr Nazaré Exalote Senabris Gadara Monte Tabor Agripinc* Capcrcoíneí '•Esdrelom Citópolis. Arbeh.6). nas praias do mar de Genesaré. Ao que parece. 7. Cafarnaum (no original hebraico. LUCAS 4. Mc 2. entre os domínios de Antipas e Filipe.16-34.

Cafarnaum foi chamada de "sua cidade" (Mt 9. Judéia. os filhos de Zebedeu.171 centurião. que tiveram principalmente lugar nos arredores do mar da Galiléia. | Território de Herodes Filipe sob o procõnsul do Sírio rp^miõi^ovjoirti : . é provável que sc mostrasse mais receptiva aos novos ensinos. eram judias desde os dias da dinastia dos Tobíades (veja mapa 214). Uma grande multidão. predominantemente gentias. A lista de países e cidades reflete a área das populações judias na Terra Santa na época. assim como Tiago e João. atraíam multidões da Galiléia. embora gentio. Na Judéia. filho de Herodes . porém. comandante da guarnição local. os judeus da Terra Santa formavam um único povo no campo espiritual e qualquer onda de sentimento religioso surgida em uma comunidade podia varrê-las a todas.25. A partir de então. Finalmente. Ali também Ele realizou muitos dos feitos milagrosos registrados nos evangelhos. ou Peréia. Pedro e André.17). possuíam populações judias consideráveis.5) da cidade.1-4). a leste do Jordão (Jo 1 . Mt 4. onde Jesus muitas vezes pregava. (Marcos 3 8 ) A TERRA SANTA E A CELESSÍRIA NOS DIAS DE JESUS Os evangelhos contam que os ensinamentos de Jesus. vinha ter com ele. construíra a sinagoga (Lc 7. As terras "dalém do Jordão".44). Jesus não cortou inteiramente. MARCOS 3.17 Inscrição homenageando Filipe. e ali nomeou os 12 apóstolos (Mc 3.11 continua com um milagre realizado por Jesus em Caná na presença de Maria e dos discípulos. seus laços com a cidade da sua juventude. Jerusalém é destacada como a única "cidade" propriamente dita na região.7. embora predominantemente fenícios (veja mapa 231).8.25 [acrescentando a "Decápolis"] e Lc 6. Mt 10. os territórios de Tiro e Sidom. portanto. a Iduméia havia sido uma unidade administrativa em separado desde os dias de Alexandre Janeu. embora seus habitantes estivessem se integrando cada vez mais com o resto dos judeus. João 2. Havia comunidades judias nas cidades da Decápolis que eram. Depois da história do seu batismo. Se seguirmos o Evangelho de João. E significativo que Samaria e as cidades costeiras estejam ausentes da lista. que ouvindo quão grandes coisas faáa. das terras além do Jordão. Apesar de politicamente divididos entre vários territórios e governantes (todos sujeitos à suserania romana). Jerusalém. homens de Betsaida. Como Cafarnaum tinha uma população bastante variada e ficava bem mais perto das fronteiras da Decápolis do que a fechada Nazaré.m Reino de Herodes em todo a sua extensão MATEUS 4. Iduméia. os pescadores Simão. mm m m V • . no início do ministério de Jesus.13-19.1). a visita a Caná ocorreu. Foi em Cafarnaum que Jesus chamou seu primeiros discípulos. LUCAS 6. no entanto. não obstante mais tarde (veja mapa 264) o Cristianismo tivesse feito grande progresso nessas regiões. Tiro e Sidom (Mc 3-7-8. I C d a d e s Território de Herodes Antipas [_ ! Território do Procurador do Judéio r> Qf.

35-41.16-30. 15. 14.13. 13. MATEUS 13.46) ele curou o filho de um "regulo" (o original grego registra "basilikos".13-34. coloca o incidente logo no início do ministério de Jesus.aconteceu pouco depois ir ele à cidade chamada Naim. 8.1.11-17). Lucas. 5. Caná situava-se na fronteira da planície de Asoque (Asochis). onde fora criado (Lc 4. 6 32-53. 8. 9. Naim não passava de uma simples vila a cinco milhas a sudeste de Nazaré. onde havia propriedades reais e o "homem do rei" era provavelmente o intendente real que administrava este domínio. ^ Corozim { Mjltípliccção das pães e dos peixes lasa de Maria Madalena. por outro lado (4.22. 2.1.1-6.. andando sobre o .41) .18. MARCOS 2.53-58. M t i f e u s s e g u e iesus. "A Beisuida Magdala • Tiberíades Tempestade no mor > gergesenos «anjK* MATF. JOÃO 6. mas foi rejeitado pelos adoradores que se recusaram a crer que "o carpinteiro" fosse um profeta inspirado. LUCAS 4.18. ele curou o filho de uma viúva de Naim (Lc 7. Remanescentes do cemitério deste antigo povoado podem ser ainda vistos na região rochosa. Naim veio a ser a capital de um distrito separado. ao lado da estrada que vai de Naim até a rota do tronco central. 8.aproximou se deles.tIS 4.11) Marcos (6.Magdolo Mar da Galiléia libcríodes* Sóforis í.46-54 * IUNTO AO MAR DA GALILÉIA Jesus realiza vários milagres na " s u a c i d a d e " . lim Mateus 13-5358 o episódio é colocado no mesmo contexto.23-24.16-30).10-17. Jesus pregou na sinagoga dali. 7. Magadâ* 12 ooóstolos romeedos Sermão do Monte Cíarnaum Herodes Antipos. LUCAS 5. 4. 9. que até o vento e o mar lhe obedecem? (Marcos 4.1.172 Não há profeta sem honra senão na sua pátria. MARCOS 6. Mais tarde.4) CANÁ E NAZARÉ REVISITADAS Coforraim Jotapnta TlCano .1.1-6) insere o episódio de uma visita a Nazaré na história dos ensinamentos de Jesus junto ao mar da Galiléia. "homem do rei").1-11.16-20.16) Nazaré Sertabris Gadora Suném 1.1-10. Durante outra das visitas de Jesus àquela vizinhança. limbora chamada de "cidade". embora Jesus seja aqui chamado de "filho do carpinteiro".. (Lc 7.11-1" JOÃO 4.. É em relação a esta visita a Nazaré que podemos talvez colocar a segunda visita de Jesus a Caná.Tia..1-25 .29-39. situada numa encosta montanhosa e possuindo uma porta e um muro.22-39. Quem é este. 5-1-21. durante a qual (conforme Jo 4. chegando a Nazaré. (Marcos 6.

2-3).)7| Escadas de tiro / Cadasa Jesus ctravessa á Decápolis Ptolemaida Cofomoum' Jotopaia Tariqueas0 Betsaida Galiléia' Tiberíades. foi feito perto de Cafarnaum (Mt 8. Gadara pode ter possuído uma faixa do litoral que fica entre o rio Jordão e Kefar-Semah. Genesaré parece ter sido um nome anterior.Toda a atividade de Jesus antes da sua partida final para Jerusalém.21-29:16.2123. ela era uma de um grupo de mulheres "que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades. Os habitantes de Gadara. sem contar diversas jornadas. A região de Tiro chegava até Cadasa nas montanhas acima do vale de Hule (llatha). Jesus ensinou algumas vezes de pé num barco. reconstruída por . 8. e famosa por causa da sua indústria de conservas pesqueiras.C.1). pois não havia território de Gerasa no litoral do lago). de acordo com a tradição.21 definem esta jornada como a uma "região" ou "distrito" dessas duas cidades. são a multiplicação dos pães e dos peixes num local isolado perto da cidade dc Betsaida. Mc 1.14) A VISITA ATIRO. Jesus dormiu enquanto atravessavam para a província dos gergesenos (Mc 5.24-31. Uma outra viagem. (Marcos 7. ao acordar. porque a cidade de Genesaré estava localizada no sítio de Quinerete (Tell Ureime).35-41. Durante esta viagem Jesus curou a filha de uma mulher "grega" ou "siro-fenícia". em Mc 8.13-15). Mt 15. evidência de que um povoado com esse nome realmente existiu.45-51. a história de Jesus andando por sobre as águas.16.Geba Copo de ouro com desenho de carpinteiros trabalhando (de Koma) MATEUS 15. serás abatida" (Mt 11.13-20. portanto.31). que seguiu Jesus a Jerusalém. Maria Madalena.10). levantando-se dali. Segundo Marcos (7. passando por Gaulanites e seguindo para os territórios de Abila. Outros eventos registrados nos evangelhos. O local do incidente dos "porcos gergesenos" tem sido muito discutido (a versão usual "gerasenos" é quase impossível. Ambas tinham extensos territórios. Os primeiros apóstolos eram pescadores.31). devemos ler Magdala. foi para os termos de Tiro e de Sidom. 6. as duas possibilidades são "Gergasenos" — indicando Gergasa (Kursi) no litoral leste do lago. relativos ao mar da Galiléia e suas cireunvizinhanças.23-27. e geralmente só de "mar" nos evangelhos. Lc 10. Outras viagens de Jesus incluem uma visita a "Magadá" ("Dalmanuta". M 7. o mar foi subitamente acalmado. Marcos 7. O Sermão do Monte. o nome Gergasa aparece numa fonte judaica antiga como o de uma vila a leste do rio Jordão e é. Jesus atravessou a região da Decápolis na sua volta ao mar da Galiléia — possivelmente desviando-se para o interior.que o serviam com suas fazendas" (Lc 8. segundo dizem. o sítio fica num monte Jogo atrás de Cafarnaum. não ficamos sabendo se ele entrou nas cidades propriamente ditas. (veja mapa 223). levou Jesus e seus discípulos para o distrito de Cesaréia de Pilipe. uma mulher fenícia que adotara a cultura helenista então comum no Oriente romano. Rm qualquer caso. A costa ali é escarpada. Simâc Barjonos (Ml ló. pois substituiu o "mar de Quinerete" bíblico (Nm 34. não compartilhavam dos escrúpulos dos judeus quanto à criação de porcos. isto é. a fronteira de Sidom era comum com a da cidade de Damasco. Nazaré . morava nessa localidade. Corazim! Ai dc ti.1 e 5). Hipo e Gadara. SIDOM E CESARÉIA DE FILIPE Sidom A mulfier "grega" se oproxima dele Bem-overiíurodo és fu. nos dois casos. e a tentativa de Pedro de seguir o seu exemplo (Mc 6.1) e Lago Tiberíades (Jo 6. Lc.24 e Mateus 15. Betsaida! Caiárnaum. "Mar de Tiberíades" é claramente posterior à fundação dessa cidade em 18-19 d. Só ocasionalmente Jesus censurou as cidades que se recusaram a arrepender-se ('Ai de ti. no território de 1 lipo—e "Gadarenos". Durante uma delas. F.22-24) e. bem para o interior. 8. e Jo 6. a Panias helenista.. Dio.. mais curta. com as multidões ouvindo na praia. se concentrou nas cercanias do mar da Galiléia (Mt 15-29.11). um grande monastério foi fundado na área. Mt 8.27-30 Gadara A única vez em que Jesus deixou os limites tradicionais da Terra Santa foi durante sua viagem a Tiro e Sidom. No sexto século. por serem gentios. As tempestades eram freqüentes no mar da Galiléia.1. sendo então plausível a queda dos porcos nas águas do lago.22-23. também chamado de Lago de Genesaré (Lc 5. a cidadezinha mais importante do litoral depois de Tiberíades.15-21). 21.

. (Marcos 9.2-8.12-13. Lc 19.133. A rota pretendida pelo profeta era evidentemente a estrada de Tiro a Panias. mas a tradição associa o evento com o Monte 'labor um marco proeminente que havia servido nos dias bíblicos como ponto de fronteira entre os territórios de três tribos. e a João. com uma caverna dedicada ao deus Pà e muitos santuários nas rochas contendo estátuas consagradas das ninfas. ressuscitou Lázaro dentre os mortos (Jo 11. Jesus passou por Samaria e encontrou-se com a samaritana junto à fonte de Sicar. JESUS VISITA JERUSALÉM O Evangelho segundo João registra várias outras viagens de Jesus a Jerusalém. o monte é visível dc praticamente toda a Baixa Galiléia e do vale de Esdraelom. LUCAS 9.40). ele dirigiu-se secretamente a Jerusalém para a Festa dos Tabernáeulos (no outono).15-17. Em virtude da sua forma e posição isolada.1-8. a um "alto monte" — onde é dito que houve a Transfiguração. a um alto monte. Mateus coma um incidente importante em Cafarnaum: Jesus fez Pedro pagar o imposto de meio-siclo do templo para ambos.28-36 Depois da volta ao mar da Galiléia. Ao regressar deste ministério na Judéia. perto de Salim (Jo 3-22-24). e retirou-se novamente para o deserto de Efraim.2) A TRANSFIGURAÇÃO PécJro pago o imposto do lemplo ^ Cafarnaum Betsaidc ariqueas Mar da Galiléia Tiberíode. £ seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro. em seguida a Betânia. enquanto João fazia o mesmo na planície bem irrigada de Enom. durante a qual Jesus expulsou do templo os cambistas e vendedores de animais.54). Jesus estava batizando na Judéia. "a Rocha". ele fora primeiro um forte helenista e mais tarcle judeu. os evangelhos relatam a visita de Jesus. João 5 registra mais uma viagem a Jerusalém. MARCOS 9. sobre as quais os outros evangelhos silenciam. Foi. Depois da Transfiguração. Jo 10. Tiago e João.. na Cidade Santa. Mt 21. Durante este período. a Tiago. e os levou sós.1). a fim de "que não os escandalizemos" (Mt 17. Este monte não é nomeado nas fontes.146). permanecendo dois dias com os samaritanos. muitos dos quais creram nele. provavelmente para Betsabara (Jo 10. durante a qual um paralítico foi curado no tanque de Betesda. acompanhado dos apóstolos Pedro. .45-46).24-27). cujo evento é colocado pelos outros evangelhos nos seus últimos dias em Jerusalém (Mc 11. na qual a igreja deveria ser construída. Segundo João.15) com o "caminho do mar" mencionado por Isaías (9. • Nozaré Jesus transfigurado num "cito monte'' •Naim Mulher fenícia (em sarcólago de Sidom) MATEUS 17. Em João 2. A visão deste grande penhasco rochoso pode ter inspirado o nome de Pedro.174 Herodes e seu filho Filipe. a nordeste de Jerusalém (Jo 11. e ainda se achava ali na Festa da Dedicação (em princípios do inverno.22). João (capítulo 7) dá uma versão da última viagem de Jesus um tanto diferente da encontrada nos outros três evangelhos. Essas viagens entre Tiro e Cesaréia de Filipe foram provavelmente associadas por Mateus (Mt 4. A principal característica da região eram os altos penhascos perto da cidade. depois do que voltou para além do Jordão. em particular.21 lemos a história de uma visita a Jerusalém na Páscoa. via Abel-Bete-Maaca (veja mapa 147).

como o povo não o recebesse.175 E estava próxima a páscoa dos judeus. completandose os dias para a sua assunção. onde ficou na casa de Zaqueu. ele dirigiu-se para o leste e passou pela Peréia. (João 2. Podemos talvez inserir na história da última viagem dc Jesus a Jerusalém o incidente mencionado em Lucas 9. eJesus subiu a Jerusalém. Dois mendigos cegos foram curados fora da cidade. a "Judéia além do Jordão". manifestou o firme propósito de ir a Jesusalém. . Jesus e os discípulos decidiram cruzar o Jordão e continuaram pelo caminho de Jericó. indo depois a Betfagé sobre o monte e em seguida a Betânia.52-56. É possível que Jesus pretendesse tomar o caminho mais curto para Jerusalém. atravessando a Samaria. mas. Dali. Jesus começou a predizer seu destino em Jerusalém para os discípulos e "eles se entristeceram muito" (Mt 17. chefe dos cobradores de impostos (provavelmente das propriedades imperiais no vale do Jordão. no final da sua permanência na Galiléia.13) E aconteceu quê. herdadas da dinastia herodiana pelo imperador).23). onde ficou na casa de Marta e Maria. (Lucas 9.51) A ÚLTIMA VIAGEM DE JESUS A JERUSALÉM Quando sc aproximavam os dias da sua "assunção" (Lc 9-51). irmãs de Lázaro. Jesus continua então ao longo da estrada de peregrinos. que subia para o Monte das Oliveiras.

MARCOS 11-15: LUCAS 19. e apedrejas os que te são enviados! (Mateus 23.28-23. indo de Betânia Portão da Jorre Jerusalém.1 9 . encontrada em Cc-saréia 'ortão dos Essênios 0 SO 100 1S05F 0 50 ICOmclrc: MATEUS 2 1 .2 7 . Palácio He rodei Jesus diante dos sumos sacerdotes. que matas os profetas.hndo pelo omplo pátio inverno de Hasmoneu (Quirbete el-Meíjer) WaàiKelt Palácio de inverno de Herodes alargado Tel Jerico (Tp. JOÃO 1 2 . ••aiácio de Herodes Antipas ietsêmani 11BER jfvSHLAJV5(.H es^ultan) J E R I C O ATUAL Asu N o r l e "Grande 1 0 Palácio Ue inverno de Herodes Entrada triunfal de Jesus. JULGAMENTO E CRUCIF1CACÂO DE JESUS 5p ^«wgfc i Crucificaçõo e I Isepultamento I Jardins Monte do Gólgota .37) Condenação de Jesus1 Tanque das ovelhas \ Tanque de Struthion INTERROGATÓRIO. Jerusalém.176 A ÁREA DE JERICO Palácio principal a ' Tanque fcr. —_ ^ rortão / Genate' Portão? /forre . a negação de Pedro ' / C I D A D E Tanque de» >3 Salomão?/ / I Caifás Última j Ceia Tanque \ da Serpente" •'IPoroíSifóSífiò/ BAIXA inscrição de Fôncio Hilatos.

Jerusalém Ressurreição MATEUS 28: MARCOS 16. teria morado seja no palácio de Herodes na zona oeste da cidade.2-12) que ele subiu aos céus do Monte das Oliveiras. Jesus e os discípulos desceram ao vale do Cedrom. mas.7 [Maria Madalena] Vi o Senhor |jo 20. ou na fortaleza Àntônia. numa grande sala no andar superior que estava "mobilado e preparado" (Mc 14. não acharam o corpo. eles não tinham poder para aplicar a pena de morte.foipreso por um grupo de homens armados com espadas e porretes. portanto. Pilatos. JOÃO 2 0 .17) Capercolnei Cifópolií Samaria Antípatro [Dois discípulos] O ! mesmo Jesus sé apresentou no meio deles (lc.36) [Os discípulos] Vimos o Senhor (jo 20.12).2-3) Ptolemcida [ ô disoauio a quém Cafamaum Jesus amava] É c Senhcr (Jo 21. eles estenderam suas roupas na estrada e o abençoaram agitando ramos dc palmeiras. Antipas provavelmente habitava o velho palácio asmoneu. Finalmente. Jesus foi interrogado quanto às suas crenças. O povo o recebeu com gritos tle "Hosana" ("Salve agora!"). Durante esses eventos. Depois da Ceia. Conforme a mesma tradição. 74. acusar Jesus diante do governador. implicada na afirmação de Jesus de ser o "Rei dos Judeus". Ali. negou três vezes a Jesus. segundo a prática romana. para ser primeiro interrogado pelo ex-sumo sacerdote Anás e depois por um tribunal informal presidido pelo próprio sumo sacerdote.25} Emaús Pedra para fechamento: túmulo da família dc Herodes. como governador.18) . Segundo os evangelhos. um dos apóstolos. Podemos supor que ela teve lugar na próspera Cidade Alta dc Jerusalém. Jesus ressuscitou dentre os mortos no terceiro dia após ser crucificado. Pôncio Pilatos. num túmulo pertencente a José de Arimatéia.177 ACUSAÇÃO. Lc 22. entrando. (Lucas 24. ensinar no templo ele voltou para Betânia. Depois de. ficamos sabendo (At 1. Jesus foi levado dali por soldados romanos para o Gólgota. pregado a uma cruz. E. Esta ceia tem sido comparada à refeição pascal e é certamente colorida por motivos pascais. que o devolveu a Pilatos. Como a sua principal razão para permanecer em Jerusalém era supervisionar o templo durante a peregrinação em massa na Páscoa. Os evangelhos registram aparições do Cristo ressurreto na Galiléia (Mateus e Marcos) e na Judéia. { Monte Tabor quando o viram adoraram (Mif 20. De acordo com Lucas (23. ATOS 1. em Emaús (possivelmente Moza).6-12). Pilatos enviou Jesus para Herodes Antipas (pois "era da jurisdição de Herodes"). tradicionalmente um lugar fora do Segundo Muro de Jerusalém. no pátio do palácio. JULGAMENTO E CRUCIFICAÇÃO DE JESUS Jesus começou sua visita a Jerusalém com o que é invariavelmente mencionado como a entrada triunfal. até Getsêmani (a "Prensa de Azeite") no sopé do Monte das Oliveiras. Decidiram. No dia seguinte ele c seus discípulos realizaram a Última Ceia numa casa. que estava esperando do lado de fora. E acharam a pedra revolvida do sepulcro.7) Mar da galiléia 'iberíades Séforis Nazaré • A RESSURREIÇÃO E A ASCENSÃO Os evangelhos são unânimes em continuar a história de Jesus depois da crucifixão. dc uma ofensa política — rebelião contra o imperador. Segundo a fé cristã. Jesus foi levado à casa do sumo sacerdote Caifás. LUCAS 24.1-8. que era a residência dos herodianos em suas visitas a Jerusalém. Os evangelhos sinópticos colocam a purificação dos pátios do templo durante esta segunda visita (veja também o mapa 236). dirigidos por Judas Iscariotes. 1 COltÍNTIOS 15. embora seus inquisidores considerassem blasfemas as suas respostas. ele foi sepultado ali perto. podemos aceitar a L r a d i ç á o de que o julgamento de Jesus foi feito no pretório estabelecido em Antônia. que traíra seu mestre. Sua execução se deu.15. ao norte do templo.2 1 . na opinião da maioria dos especialistas. na casa dc um dos seguidores de Jesus. Pedro. montando num jumentinho encontrado numa aldeia do lado oposto de Betfàgé.

. literalmente homem sábio ou prudente. No princípio. Os estudos eram feitos principalmen- ^ • Judá ben Dosoteus| LícJa M « P e V Simão deMispe Jerusalém Antigono de Socó Simõo o Justo José bsn Johança Josuí ben Percio Jüdc ben Tabai Simõo ben Sheta Shemaic Avtaüon Batira Shamai Hile "l Abba Saul Zadaque VásLSii .16) AS SINAGOGAS NO PERÍODO DO SEGUNDO TEMPLO A sinagoga era a principal instituição pública da comunidade judaica. Nos dias de semana a sinagoga servia como lugar de estudos só para meninos. Em Jerusalém foi encontrada uma inscrição da sinagoga. segundo o seu costume. No Egito. Jesus era convidado para fazer um sermão na sinagoga. (Avoth l:a) iJohanan bart Zackkai lianina bem Dosa Aroba w* Arbe'</\ johcnan de Hayrõ ' ! Nitoi de Arbela _iáf Huurã Sinagogas antigas: ^ • M «Mf* de Séforis Restos arqueológicos Evidência histórica Fronteira do reino de Herodes José ben Joezer de Sereda D o s t a i d e lo:mo Yuathmc O "HAKHAM" NOS DIAS DO SEGUNDO TEMPLO Hakham. Nela a liderança conduzia seus negócios e a comunidade se reunia para discutir assuntos de importância. No sábado e nos dias santos a comunidade se reunia ali para ler a Torá. (Lucas 4. onde uma estrutura existente poderia ter servido muito ben como sinagoga. já havia sinagogas desde o terceiro século a. Sempre que visitava uma aldeia da Galiléia. Ele usou essas ocasiões para divulgar a sua mensagem. de rendimentos da sua propriedade. Sinagogas datadas do segundo século d.C. tal como Cafarnaum. Este título é melhor interpretado como "rabi" ou "professor". e levantou-se para ler. Gamala e possivelmente Arbela. O professor geralmente trabalhava com um pequeno círculo de estudantes (habura) que ele ensinava sem remuneração. a oração não era o elemento principal dessas reuniões.C. porque ensinar a Lei era uma das suas principais funções na época. era o título dado aos líderes espirituais dos fariseus. Em Israel. Pouco sc sabe dos antecedentes da sinagoga como uma instituição. Esses professores derivavam sua autoridade do prestígio associado ao seu conhecimento da Lei (Torá) e à sua habilidade para transmitir a Lei Oral de geração em geração. Mediante fontes do Novo '[estamento e escritos de Josefó ficamos sabendo que existiam sinagogas em muitas aldeias. Seu sustento era obtido mediante outros trabalhos ou.. ao povo do Kncsset ha-Gedolah.. orar e ouvir sermões. na sinagoga. as primeiras sinagogas encontradas datam do primeiro século d. em alguns casos. Havia geralmente leituras da Torá c algumas vezes dos escritos proféticos ( Haftorahj e se houvesse um erudito ou professor na comunidade ele fazia uma pregação (drashei).... foram descobertas em Masada. Moisés recebeu a torá no Monte Sinai e deu-a a Josué e Josué.178 . Herodio.Entrou num dia dc sábado.C.

179 re à noite. ANTIGÜIDADES 14:213-264. \_Corinkr Fsporfa# ' Samos j • •Filadélfia . (Alos 2.CRÉC!AS s f S Adromitio X^Pérgamo tfènqs J c. No Tratado de Avot. eles sempre acreditavam que a Lei deveria ser revelada a todos.'/s Pompéio^N ^ .1 M A C A B E U S 15-23. Embora muilos dos professores fossem "sacerdotes". Os mais proeminentes dentre eles se tornaram líderes nacionais e administradores do templo. mas o principal centro de estudo da Lei ficava naturalmente em Jerusalém. F R í C ^ Anh< ícÔnio i Snrdas ç. o grosso da diáspora judaica continuava confinado ao mundo grego. de iodas as nações que estáo debaixo do céu. Duas áreas distantes eram a Itália central. PA^ j(T. Segundo Josefo. Além dos grupos locais havia o professor itinerante que. com plena autonomia interna. Os grupos se congregavam ali nas praças da cidade e no pátio do Templo. comunicando-se entre si e com Jerusalém. As comunidades eram quase todas prósperas. O encerramento do período do Segundo Templo viu crescer o poder dos professores. O conhecimento da Lei era uma realização prestigiosa e uma fonte de poder na comunidade.5) Sinope At ide Heráclea Tessalõnico Ancira Puteóli >*/Veópo.Apamea Milfíft-Jróilies «Halicarncsso „ • Laodicéia „ . as comunidades judias estavam principalmente concentradas na metade oriental do império romano. Frbr. No início. varões religiosos. A DIÁSPORA JUDAICA NOS DIAS DE JESUS F. mas a sua função e posição oficial na época do Segundo lemplo não ficam claras.8-11. Frases como "eles criaram muitos eruditos" e "eles eram guardiães da Torá" serviram como diretriz para os professores durante inúmeras gerações. mas dependentes das autoridades gentias e ansiosas para preservar as boas relações com elas. PAPIROS: INSCRIÇÕES No início da era cristã. os professores não tinham posição oficial e o título "rabi" significava respeito e não classificação na hierarquia. Grupos de estudo desse tipo existiam em várias aldeias. ~7 .tona* Antioquia Selêucii amina Arado* ' S Í R I A • Acamea Pumbedita * _ Neardéia ' Trtpolii Hfíinití^ ibiliiiu • Palmira Demo sco Sidonjí Tiro» Piolemaidq-^ Bcbilônio • w- Jerusalém Alexandria com comuri: ATOS 2. As comunidades judias se concentravam ali ao redor da sinagoga. O S fariseus gozavam de grande influência sobre o povo. Havia um conflito constante entre os fariseus e os saduceus com relação a quem conduziria os serviços divinos no templo. Este estado de coisas elucida bastante bem o contexto da atividade missionária de Paulo (veja Mapas 247252). a fim de não interferir com a faina do dia. particularmente os trabalhos agrícolas sazonais. "pares" de eruditos-professores são mencionados. seus próprios arcontes (magistrados) e anciãos. enquanto os saduceus mantinham as posições mais importantes na comunidade e no templo. viajava de cidade em cidade levando a Lei às massas. 1 . onde as comunidades se fortaleceram sob o governo parto. Mas. de fala grega. junto com seus alunos. onde os judeus tinham sido levados como escravos depois da campanha de Pompeu e onde as condições se tornaram favoráveis com Júlio César. em Jerusalém escavam habitando judeus. e a Babilônia. a maior e mais próspera comunidade fi- cava no Egito (mapa 182). Jesus era um desses professores.

enquanto o templo permaneceu de pé. quando os homens da sinagoga dos libertos (ex-escravos) acusaram Estêvão.Wileto Icônio • Ecbaiana. .—i v ^. (Atos 2. F.lão e Mesopotâmia.Atenas *Sardes Éfeso y -. Dali cruza o mar para o Egito e a vizinha Cirene. falando uma grande variedade de línguas. lista a Capadócia e o Ponto. mas. Média. representa a diáspora ocidental. que ingressou na igreja por motivos impuros e foi amaldiçoado por Pedro e João. pertencentes ao período do Segundo Templo. o mágico. Os apóstolos começaram então a ir a lugares mais distantes: Filipe pregou em Samaria e converteu até um certo Simão. ele foi julgado por "blasfêmia" c apedrejado até a morte ou linchado. indo para o norte. muitos dos peregrinos foram ouvir os apóstolos e ficaram espantados quando eles falaram em suas línguas maternas. Jerusalém assumia às vezes um ar estranhamente cosmopolita. começando com o Oriente. continuando até Jope curou Tabita e ficou na casa de Simão o curtidor. um diácono da comunidade cristã. que até então representava geralmente uma atitude conservadora.Arábia (a "Nabatéia") finalizam a descrição. Pedro seguiu depois para Lida e curou Enéias. o escritor de Atos (At 2. que ficava além das fronteiras do império romano — Partia. que também pregavam nas aldeias de Samaria. 1 J!} i Damasco i ^rTiro/ ^/ítolemoida Cesaréi< Jerusalém J Jexandria Rota dos peregrinos Cidode com comunidade judia ATOS 2. Pedro. Alguns deles foram presos e depois soltos conforme a sábia recomendação do fariseu Gamaliel. Nesta ocasião. Emjope ele teve uma visão que o levou a aceitar o convite do centurião Cornélio (um gentio) para ir a Cesaréia.9-11 PEDRO E FILIPE VÃO A SAMARIA E A PLANÍCIE COSTEIRA O sucesso da pregação dos apóstolos em Jerusalém provocou uma reação. com seus judeus e prosélitos. Ele menciona depois a Judéia e. pessoas do Ocidente e do Oriente acotovelando-se nas ruas.11) à torre de Babel e à entrega da Lei). aceitou depois disso estender os ensinamentos da Igreja aos que não eram judeus. Roma. Segundo a história contada no livro de Atos. testemunham o ativo comércio que havia entre Jerusalém c vários países.9-10) faz uma extensa descrição da diáspora de sua época (que possivelmente se reporta Todos os lemos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.180 V O PENTECOSTES A diáspora judaica estava ligada a Jerusalém por fortes laços religiosos. A variedade de moedas encontradas em Jerusalém.ntioquia Cirene . para a Frígia e a Panfília. Creta e a . milhares de peregrinos iam todos os anos de comunidades distantes para cumprir o dever de "subir a montanha do Senhor" em uma das três festas principais. Sinope Heráclia Bizâncio Anciro -gamo . Das costas do mar Negro ele segue na direção oeste para a província da Ásia e então para o interior.

de Azoto até Cesaréia. Filipe o converteu e o batizou numa nascente junto à estrada. mas depois de ficar deserta por muitos anos ela fora reconstruída .de Simão.26-40 . curo Jâmnia Martírio de. o mágico Motil Gerizii cura Tabíto V Antipotro / ^ I f .28) Batismo de Cornélio Pedro volta a Jerusalém Citópôlis* PEDRO E FILIPE PARA SAMARIA E PLANÍCIE COSTEIRA Cesaréia 3atismo. do tipo provavelmente usado pelo cunuco etiopc A VIAGEM DE FILIPE 3b d. rainha da Etiópia.40) Pedro e João vão o Samaria ístêvão ATOS 8 . Nazaré (Atos 10.181 Deus.2 5 : 9 . 4 . um prosélito a serviço de Candace. Alexandre Janeu destruíra essa cidade no passado. antes de ter caminhado muito. Pedro e j o õ o pregam em aldeias E indo passando. (Atos 8.C. mostrou-me que a nenhum homem chame comum ou imundo. 3 2 . "o deserto".4-15. i j é S M^^®* Carro romano para viagens interurbanas. O apóstolo seguiu na direção de lietogabris (Bete-Govrin) mas. O etiopc continuou a viagem de volta para a sua terra (provavelmente passando por Gaza).. até que chegou a Cesaréia. encontrou um eunuco. Depois de pregar o evangelho em Samaria.2 •jorusalém - - A . enquanto Filipe seguiu adiante para pregar o evangelho em todas as cidades do litoral.11. o apóstolo Filipe foi chamado para ir a Gaza. Goza "o Deserto ' * SKaruen 0 2 4 rnilhpj 0 Z 4 ATOS 8. anunciava o Evangelho em todas as cida- des.em contraste com a "Velha Gaza" (Bete-üglaim) e a "Nova Gaza" (Neápolis) no litoral.

Paulo chegou a Jerusalém. situada em um oásis irrigado pelos rios Amana e Fatiar. . os discípulos o fizeram sair escondido da cidade. foi inteiramente replanejada no período helenista.C. que passava pelo teatro e pelo antigo palácio real (2 Co 11. Saulo teve uma visão de Jesus e foi convertido. a cidade possuía duas ruas principais e paralelas ao longo do seu comprimento.11.32). 'temporariamente cego. cercada por um muro com portões. e vai à rua chamada Direita. um fariseu de Tarso. (Deve ser lembrado que Paulo foi descido pelo muro dentro de um cesto. era Saulo. quando era considerada uma das principais cidades do império selêucida. A cidade existente hoje conserva traços da aldeia hipodâmica dos tempos clássicos. onde a comunidade local o aceitou depois de alguma hesitação. sua cidade natal.182 Sidom | Bofismc d e P a u l o Damasco Este é para mim um vaso escolhido.15) VIAGEM DE PAULO A DAMASCO | Conversão Cosaréia dejMlipos i de Paulo 36 A 38 d. ele entrou na cidade e um certo Judas o recebeu. Ele pediu para ser enviado a Damasco a fim ce prender os cristãos e o sumo sacerdote concordou com seu plano. para levar o meu nome diante dos gentios. (Atos 9. antes santuário de Hadade e mais tarde a Igreja de São João (agora a mesquita Ummavyad). • Samaria-Saboste •Antípatro Fifadéifia Levanta-te. Paulo viajou para Cesaréia e partiu dali para Tarso. Sua pregação zelosa nas sinagogas de Damasco enraiveceu alguns dos judeus. A segunda rua paralela ligava a Agora (praça do mercado) com o templo de Júpiter. Uma delas é a "rua chamada Direita" de Atos 9. II) ATOS 9. pois havia guar- das nas portas. Quando sentiu que sua vida estava sendo ameaçada pelos helenistas. Um discípulo chamado Ananias foi enviado para encontrar-se com Saulo. o qual recuperou a vista e recebeu o batismo.1-30 DAMASCO NOS DIAS DE PAULO W f g g f f i A » A antiga cidade de Danasco. para salvar-lhe a vida. Mar da Sé/o ris \Galiléia Tiberíades Nazaré Gadara Paulo levado a Cesaréia Cesaréia Citópolis « Um dos envolvidos no martírio de Estêvão.) Em forma de retângulo. o diácono (veja mapa 2-15). Paulo (Saulo) segue para Damasco Jerusalém (Atos 9. Ao aproximar-se de Damasco.

22-30 * Sordes Icônio Paufo e Barnabé considerados deuses De Jerusalém Paulo voltou a Antioquia. Km Pafos amaldiçoaram um mágico judeu.C. O primeiro apóstolo enviado para lá foi Barnabé. a buscor Saulo [At 11.1-30).C. De Selêucia. Algum tempo depois da morte de Agripa (44 d. Antioquia. '. Barnabé e Marcos vão a Chipre de Jerusalém.1-30 .C. Barnabé seguiu para Tarso e voltou com Paulo à cidade. Derbe [Marcos volta ia JetusVslém Jalamina Elimas fico Paulo. Jerusalém ATOS 13-14. o mesmo ocorreu em Icônio. de nome Elimas. Paulo e Barnabé prosseguiram para Derbe e Listra: nesta última cidade eles curaram um aleijado e escaparam por pouco de serem adorados como deuses. Pafos. seguidores de Cristo. porto de Antioquia.12). ele. pregando no sábado na sinagoga daquela localidade e provocando grande dissensão na comunidade. ATOS 11. impressionando grandemente o procònsul Sérgio Paulo. Voltaram então à Panfília e tomaram um navio que ia de Atália para Antioquia da Síria. 15. onde trabalharam durante um ano. Atos relata que nessa época o "rei Herodes" (Agripa 1) tomou medidas severas contra a comunidade cristã. Barnabé e Paulo voltaram a Jerusalém. Hamafe • Pculo e B a r n a b é vão o Jerusalém Damasco Cesaréia E enviaram Barnabé a Antioquia Para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho. pela primeira vez. e cressem. A área coberta nesta jornada através da região centro-sul da Ásia Menor fazia parte da província da Galácia. Partiram depois dessa cidade e seguiram para Pcrge.25) VIAGEM DE PAULO A ANTIOQUIA E SUA VOLTA A JERUSALÉM Sefêucia antioquia Üs discípulos chamados pela primeira vez de cristãos neste lugar 40 A 46 d.38). chamados cristãos. (Atos 15. A epístola de Paulo aos Gálatas foi escrita. provavelmente. ou o Messias.o ungido".7) A PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO 46 A 48 d. Dali. Barnabé e Marcos começaram as viagens missionárias que são divididas em três estágios no livro de Atos dos Apóstolos.26) £ partiu Barnabé para Tarso.C. ou seja. 49 d.m Antioquia. F. Os judeus que se apegavam à religião de seus antepassados apelaram para as autoridades da cidade e forçaram os apóstolos a irem embora. A comunidade em Antioquia teve condições de socorrer a Igreja de Jerusalém num período de fome nos dias do imperador Cláudio (At 11. os discípulos foram chamados de cristãos pela primeira vez. a capital da Síria e a tcrccira maior cidade do império romano. possuía uma comunidade judia há muito estabelecida. "que tinha por sobrenome Marcos" (At 12. solidificando a igreja. Com a comunidade cristã em Antioquia firmemente estabelecida. na Panfflia (onde Marcos os deixou.183 Foram os discípulos. que podemos supor tivesse servido de base para a pregação cristã. dc Antioquia. (Atos 11.27-30). pregando primeiro em Salamina e depois na capital. antes de Paulo e Barnabé comparecerem ao "Concilio de Jerusalém" (At 15. levando em sua companhia João. para grande desagrado de Paulo—At 15. eles navegaram para Chipre.). Barnabé e Paulo continuaram até Antioquia da Pisídia.

mas libertados com desculpas quando as autoridades souberam que Paulo era cidadão romano. Paulo voltou por terra para as cidades previamente visitadas na Pisídia e atravessou a Frígia. Finalmente. Seu sucesso enraiveceu finalmente os adoradores da deusa Artemis (Diana dos efésios).. Chegando a Filipos. ensinando na "escola de Tirano" e colocando os fundamentos para as igrejas da Asia. De Éfeso ele despachou Timóteo e Erasto para a Macedônia. c .| hospedeiro de Paulo • g Paulo é Silas presos e libertados. 3 9 . Rodes e Pátara. até serem acalmados pelos magistrados.14). de adoradores de Artemis I I C I A » Ata lia \ PataraJ Antioquia * T i m ó t e o e Erasto v a o para a Macedônia Ptòlemaidc Alexandria. deixou Filipos. ele regressou a Antioquia. recusou-se a interferir em questões de religião). inclusive Lídia de Tiatira. que promoveram uma rebelião na cidade e no teatro. que acolhera Paulo em sua casa. Paulo seguiu para Corinto. masco Cirene Jerusalém Alexandria. passando por Assom. e depois continuaram de barco até Atenas. Após ter "saudado a igreja" de Jerusalém. Batismo de Lídia C h o m c d o missionário para a Mocedônic lízancto Ásia e A SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO 49 A 52 d. o apóstolo navegou para Éfeso e depois para Cesaréia na Palestina. Quio. Eles seguiram para 'lessalônica onde jasom. a metrópole da Ásia. capital da província da Acaia. Tomou dali um navio para a Fenícia. Ali.2 1 .c. conta-se que Paulo fez seu famoso discurso para osfilósofosna colina do Areópago. uma terra que não lhe fora permitido antes visitar. De Atenas. enquanto Barnabé e Marcos seguiram para Chipre. Estabeleceu-se ali durante dois anos. Samos e Mileto. onde foi preso e levado perante o procônsul Gálio (que. (Atos 19. Paulo partiu então para a Macedônia e Grécia. Na capital dc espírito hclcnista. converteu muitos gentios. Mitiíene. Partindo de Antioquia. Na sua segunda viagem. foi chamado por meio de uma visão para ir à Macedônia. foi atacado. Paulo levou Silas em sua companhia (Timóteo se reuniu a eles em Icônio). visitando também Cós. Deixando Corinto. rebelião A TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO 53 A 5 7 d . passando por Troas onde salvou milagrosamente um jovem chamado Êutico e seguiu de barco. Paulo e Silas foram presos nessa cidade. Disputando todos os dias na escola dc um certo Tirano. Timóleo ocomonhq Pqul Derbe V farso Selêucia Rodes l P ° Barnabé e Marcos Sidom .9) lessalônica Futico salvo Trôade J*iSSOS XA Altar d e d i c a d o a o s " d e u s e s d e s c o n h e c i d o s " ( D e P é r g a m o ) Mitiíene Sordes Icônio Paulo f i c a d o i s anos. 1 6 . até chegar a Alexandria Troas no mar Egeu.184 Ataque contra Jasom. "vendedora de púrpura. 2 2 . 2 2 Y* Neápolis ôeréio Paulo toma Bitínia proibidas diante dc ^Gólio [ " Corinto At crias icré. todavia.ic Icônio y• Discurso no Areópago í' . Paulo passou pelas províncias da Galácia e da Frígia (uma região dividida entre as províncias da Galácia e da Asia) e chegou a Éfeso. e que servia a Deus" (At 16. ATOS 1 5 . começando com uma referência ao altar de um "deus desconhecido".1 8 . passando ao sul dc Chipre e desembarcou em Tiro. Os apóstolos voltaram a Jerusalém via Ptolemaida e Cesaréia. Jerusalém ATOS 1 8 .

C. Ali chegado.c. Paulo apelou para o imperador na qualidade de cidadão romano. ele se tornou o favorito do imperador Caio César (Calígula). Embora a estação já estivesse adiantada. líí Em sua volta a Jerusalém. (Atos 25. Desembarcaram em Putéoli. Em 37 d. J: Á TCKSO Antioquia ^ Selêucia Stracusc Tempestade Cnido * k Mudo de navio Naufrágio. Agripa foi severo com os cristãos em seus domínios (vsja mapa 249). última descendente dos asmoneus. quando Antipa perdeu o favor do imperador. • • • PA'N F í j . prosseguindo então para Roma. Ele escapou com dificuldade. . prestou tantos serviços ao imperador Cláudio. sucessor de Tibério. Festo. sendo tomado em custódia protetora pelos romanos. Calígula foi assassinado em Roma em 41 d. recebeu a do seu outro tio. Calígula lhe concedeu a tetrarquia de Filipe e em 39 d. na Lícia. j Féiix. Depois de ouvir sua animada defesa. Paulo foi reconhecido por um "judeu da Ásia" e acusado de profanar o templo. Agripa era neto do rei Herodes e filho de Aristóbulo. Paulo e seus companheiros passaram ali o inverno. que se achava visitando a capital imperial.. enviado por | Festo a Romã } risão ATOS 27.Vendas j. i ^ FÓrpm de-Apic IAM V À Pufeáli Irámítiâ:. Agripa tornou-se o favorito do povo pela sua observância das leis judaicas: seu reino veio a ser considerado como o último apogeu no período do Segundo Templo. eles o enviaram para Cesaréia sob guarda militar. o navio foi colhido por uma tempestade no mar Adriático e naufragou em Malta. Da fortaleza Antônia. Agripa 1 morreu subitamente em Cesaréia durante uma apresentação teatral. Como parte de sua política ortodoxa.'Cesaréia . Depois de uma juventude aventurosa. Levado novamente perante o governador. permanece durante o inverno S\dóm Mediterrâneo Alexandria í Paulo preso p o r . o enviou a Roma. o governador decidiu manter Paulo na prisão. continuando a viagem na primavera.C. Depois de passar por Creta. onde Paulo continuou sua atividade missionária. Continua no navio dé Alexandria •a?.".1 . para ser julgado pelo procurador Félix.-: A VIAGEM DE PAULO A ROMA 59 A 62 d. depois de tocar em Siracusa e Régio. quando este subiu ao trono. que o monarca lhe deu as terras dos Arquelaus em agradecimento. . o capitão decidiu enfrentar as intempéries. via Sidom. e o governador. o apóstolo permaneceu então ali por dois anos. cuja mãe era Mariana. passada na maior parte em Roma. A primeira parte da viagem foi para Mira.28. restringido pela lei.185 Apclastc para César? para César irás.C. Uma vez estabelecido em Jerusalém. o grupo embarcou num navio que levava trigo de Alexandria para Roma. antes do desastre se abater sobre a nação. Agripa reuniu assim em suas mãos quase todo o reino do avô.C. Amigo navio mercante representado em um sarcófago de Sidom O REINADO DE AGRIPA I 37A44d. Agripa.12) Três-.

Agripa I só deixou umfiLioadolescente. como fizera seu pai antes dele. com as aldeias circunjacentes. e em 53 d. o imperador Cláudio decidiu então fazer a Judéia voltar à jurisdição dos procuradores romanos. Antípatro .es. ' • • Tiberíades "Séforís Co na to <• .183.. ato* AURANITAS KJ _ Igrfyveos (Sp.53 d.159. com seu reino. escravo liberto por Claúdio. Agripa II também recebeu Tiberíades e Tariquéia.) e Géssio Fioro (64-66 d.C. sobrinho de Filo.. filho dc Agripa. %ebasie so' õ.C. trocou esta área por Abila (perto de Damasco) e pela tetrarquia de Filipe (Gaulanites.C. Ao morrer. B A T A NA ^ .C. Sob Nero.C.215 Sidom. GUF.247. Área transferida paro Agripa II . (Antigüidades 19:331) REINO DE AGRIPA I Damasco Concessão de Calígulc — 37 d. Piòíemaída ÒAULANITAS TRACON1TAS • Nove Cor. assim como Abila na Peréia. e depois dele Albino (62-64 d.C.. SAMARIA . que abandonara sua religião.41 d.JVURANITAS Gcdar< Sebaste / # Jômnic Jerusalém Ascalom Depois da morie de Herodes.C.C. A revolta contra os romanos impediu Agripa II de alargar seu reino.e observava escrupulosamente as tradições dc seu povo.C.186 A s e u s c o m p a t r i o t a s era p r o p o r c i o n a l m e n t e m a i s generoso. (GUERRA 2:223) ANTIGÜIDADES 18:237.RRA 2:223.ól d.. porem. Área transferida pera Agripa II .252: 19:274-275. :> 7or/queas • . Traeonit.138. seus atos ajudaram a acender as chamas da revolta.c. i c Jâmniá • Azoto Jèrusaíém o Q . Área sob a jurisdição dos procuradores romanos no Judéia Reino de Agr. estavam Tibério Alexandre (descendente de unia família patrícia judia do Egito. Bataneia. Reino de Herodes de Caleis Reino de Agiipa I — A A d. S^^^JGonio/o fadara Cesaréia L ' .C. ele concedeu a Agripa ÍI a terra de Caleis no Líbano.252 Masado 1 K..C.pa II .) Entre os procuradores que governaram a Judéia depois de 44 d. Auranites e Cesaréia de Filipe).Cláudio presenteou seu sobrinho. ptcíírnc-da C A L 1 L 11 A .C. mas ele permaneceu no poder até sua morte (cerca de 95 d. eram corruptos e cruéis.ól d.). ANTIGÜIDADES 20:104. GUERRA 2:181. e se passara para os romanos) e Félix. Felix. Agripa. Quatro anos mais tarde. Area sob o domínio de Agripa II — ^8-33 d. Damasco O REINADO DE AGRIPA II 44A66d. . Concessão de Calígulo — H C Concessão de Cláudio .

• Galo J '["Simão. -' . protegeu a vida de seus cidadãos judeus. Ele chegou a entrar na cidade. Judeus atacaram cidades gregas vizinhas da judéia. Só o povo de Gerasa. o comando da Galiléia.leazar. — — . Bete-I lororáBptc-Horom inferior l^ítfS^i • W : ' : : Conflito entre iudou^ o gregos / Agosto 66 d.vT Tibêi Gadara 5 \ . . a quem eles assassinaram mais tarde. se vingaram nos judeus que viviam em seu meio. só serviu para incrementar as chamas. o aparecimento do odiado procurador Géssio Floro.. Conquistas dos rebeldes judeus Cidade em que os judeus foram atacados forças judaicos Ascalom •fiíedom. uma das principais autoridades do templo. traiçoeiramente. motins explodiram também nessa cidade. à frente dos seus soldados. Menaém. mas sua derrota transformou a revolta em rebelião total. : principais forças romanos. colocando ali sua estátua. a revolta continuou. filho de Matadas (o futuro historiador Flávio Josefo). filho de Ananias. resolveu interferir (pois o procurador local não dispunha de tropas legionárias). atravessando Lida. os rebeldes instalaram um governo em Jerusalém. s.C. o governador da Síria. iilho do Judas o Gaiiléu. O posto mais desprotegido. Levando em sua companhia os Fulminata da Décima-Segunda Legião ("os Trovões"). Durante a descida. Como o inverno já tivesse começado.t i Lida V'"" G^asa 1G0I0 Ilida i n c e r t d e í õ r j . ordenou que cessassem os sacrifícios pelo imperador. Estas. Josefo. as fortalezas de Jerusalém foram capturadas e no mês de agosto a cidade inteira caíra nas mãos dos judeus. cunharam moedas de prata e dividiram o país em sete distritos militares. os judeus foram forçados a deixar Cesaréia indo para Narbata. que era o general encarregado dos assuntos da judéia. Agripa II tentou acalmar o povo.—•*'] Partida dos judeus ^ Ncvblp Cilópolis \ Tim da ] c ^ I perseguição I . Menaém. decidiu então retirar-se.Forcas . Os romanos conseguiram finalmente escapar. acendendo assim o estopim da revolta. que mais tarde prestou bom serviço em Jerusalém. sem qualquer experiência militar. . A Décima-Segunda Legião perdeu sua águia e todo o seu equipamento de cerco. com o apoio de alguns "professores" amigos dos fariseus. mas os seus esforços foram inúteis.> : ' a t a c a comboio da t f'suprímenJOR . Cestio Galo. ele marchou pela costa até chegar a Antipátride. Ao saber da revolta em Jerusalém. (Guerra 2:409) Forço Secundária da 12o. Várias incursões foram feitas pelos romanos a fim de intimidar os rebeldes da Galiléia e Jope. Quando estas notícias chegaram a Jerusalém. . que repeliram o ataque dos zelotes com a ajuda dos concidadãos judeus. e inspirada por esperanças messiânicas. que haviam lutado incansavelmente contra Roma desde os dias de Herodes. Libertados da ameaça iminente da intervenção romana. a maioria dos fariseus se juntou aos zelotes.J Gabai Á . iegiôo Pfoíemaídc Gaulànitas Goma/a /s INÍCIO DA PRIMEIRA REVOLTA CONTRA ROMA Antipótris • ^ í Torre de Afegue . . filho de Judas o Galileu. cada um com seu próprio comandante. filho de Gioros^j. depois de capturar Masada com seu depósito de armas. entre todas as cidades. foi dado a um jovem sacerdote. pois os sacrifícios oferecidos a favor deus» nação e do imperador (oram conseqüentemente rejeitados.187 Cesaréio de Filipos Esta atitude lançou os fundamentos da guerra com os romanos. ' • • / " . A revolta do povo contra Roma tornou-se portanto generalizada.exerctode -. — J Pd. captura Masada Forças de Ascalom alaccm o interior 'Maqv&rv ^uuxu Exército de Agripa II Exército de Galo Área revoltada H Areo e/r/ retalio parcial Masada GUERRA 2:278-486 Águia dos legionários romanos Com medo de haver uma repetição do ataque de Calígula para profanar o templo. Galo chegou a Jerusalém.eorxles \ Berços rebeldes perseguem Galo l \ ' X | <-amparaia -J Campanha dos das u—= . a sangue-frio. Depois cie um conflito entre judeus e gregos em Cesaréia. Joruscléni í J 1 j o 2 i l. por sua vez. Embora Menaém fosse morto pelos seus rivais aristocráticos entre os judeus. • rebeldes controlam Jerusalém Filadélfia Beie-Horor . Mais cruéis foram os habitantes de Cilópolis. os romanos foram atacados no passo de Bete-Horom e sofreram enormes perdas. |a_Galo J. mas hesitou diante dos muros do templo. Bete-Horom e Gabaom. Os judeus capturaram as fortalezas de Chipre e jVíaqueronte e a rebelião se espraiou através de todo o país. Uma a uma. chegou a Jerusalém com seus homens. F.

enviou seu melhor general. -Í0M13. porém. He fez realmente alguns preparativos para o ataque romano iminente. tinham sido igualmente capniradas. Cilpofe" Movimentos d o principal exército romano _ Movimentos do exército romano secundário . por causa da recusa da cidade de Séforis em abandonar os romanos.414-427. ocupados com seus conflitos internos — entre a aristocracia e os zelotes. Tiberíades rendeu-se e os últimos rebeldes foram perseguidos por mar e por terra em Tariquéia. (GUERRA 4 : 1 2 0 ) CAMPANHA DE VESPASIANO NA GALILÉIA 67 d. tropas foram despachadas por terra c por mar para Jope.110-115. Antes de voltar a Cesaréia. Depois de um pequeno descanso. Algumas fortalezas menores. dispenos ^ Monte G é r i J n f j ? . A incursão dos extremistas zelotes que ocupavam a fortaleza de Masada contra a aldeia de En-Gedi (exatamente na véspera da Páscoa) ilustra a extensão da amargura da luta entre as facções judias. . % » .S:q„. 4. Josefo salvou sua vida por meio de um estratagema e os romanos o mantiveram prisioneiro. tlepois de permitirem aos romanos treinamento árduo para a iminente campanha dc Jerusalém. foram destruídos num ataque-surpresa. 4:130. Vespasiano instalou seu quartel-general cm Ptolemaida e dali derrotou facilmente as defesas de Josefo. cortando assim a comunicação dos insurgentes com a Babilônia. a fim de completar a conquista. estes últimos apoiados pelos idumeus — nada fizeram para interromper o avanço das forças romanas. forças judias Q Fortaleza CAMPANHA DE VESPASIANO NA JUDÉIA Enquanto as lutas continuavam na Galiléia. Tito Flávio Vespasiano. caíram então nas mãos dos romanos.127-131289.188 A Galiléia se submetera agora inteiramente. Ataques navais dos judeus aos romanos ÍSamoritoiíoi^ -Sxíí I de Siquéni ígg . Os romanos capturaram a cidade e os navios judeus que se achavam ali.. Enquanto isso. Os romanos também capturaram Jâmnia c Azoto. Ao completar a conquista da Galiléia.233-305. porém.443-505. GUERRA 3:29-34. o imperador Nero. Seus esforços não deram resultado. Toda a Galiléia e Golã.59-69.n / * Jaboque Ataque de Sirpõc. Ele foi ali cercado e forçado a render-se depois de 47 dias. com três legiões para a Judéia. Enquanto isso os judeus. Jafia e monte Tabor. o esperto zelote enganou o romano e chegou a salvo em Jerusalém. Vespasiano voltou-se entáo para Gamala e tomou a sua fortaleza depois de um cerco difícil.c. avisado da gravidade da situação.522-542. os quais haviam sido usados para interferir com o transporte dos romanos por mar. ü exercito galileu sc dispersou quase sem luta e Josefo refugiou-se nafortalezade Jotapata.rou pelo sul do vale do Jordão.1-120 Por <)ue o Segundo 'lémplo foi destruído? Por causa do ódio cego. Vespasiano levou novamente seu exército para a Galiléia. (Yoma 9b) j f r i g Z L ^ yyfr Limite do comando de Josefo fe . Vespasiano enviou Cerealis a Samaria. chegando então a Séforis. tentando levantar e treinar tropas ao estilo romano e fortificando algumas das principais aldeias da Galiléia. Ele en. assegurando assim liberdade de movimentos ao longo da estrada litorânea. Vespasiano enviou seu filho Tito contra João de Giscala. Uma vez em seu novo comando.399-405 . Josefo perdeu a maior parte do tempo suprimindo várias facções opostas. a fim c!e dispersar os samaritanos reunidos na região do monte Gerizim..tjiWrde*' " G ÍQKIS Lutas entre facções impedem intervenção contra Vespasiano Jerusaléi Ascalom íecaaí •Hebrorrf Masada GUERRA 3:307-315.

ele iniciou a conquista da Peréia judia. Fronteiro do área da Revolta — fim de 60 d.C. foi finalmente destruído. não permaneceu no deserto. De Emaús. a Décima. e Besimote. Jamna Jômtiftj Jerusalém Besimoi Ccfartobòs? ff* >\-Hetoía gr) Heródio Beiograbris 'ofartobos Hebrom juero Cidade gerilia ~ Principal exército romono Movimentos dc exército romano secundário Fronteira da órea do Revolto — inicio de 68 d.486-490. Vespasiano entrou então no vale do Jordão pela Coréia. sendo a mais proeminente a de Simão. Gadora rendeu-se e a parte principal do exército romano voltou a Cesaréia.* Acrõbelú. Mais tarde. Júlias.C.443-450. no mesmo ano. uma aldeia entre o monte Gerizim e o monte F.C. porém. capturou Jerico e marchou para o litoral do mar Morto. lutando todo o tempo com a liderança existente e com João de Giscala. perto de Jerusalém. dc onde começou a estender sua influência para a Iduméia. (Guerra 4:486) Com o recrudescimento da luta na primavera de 68 d. avançando para Emaús. Vespasiano desmembrou sistematicamente a Judéia. só Maqueronte e suas adjacências permaneceram nas mãos dos judeus. filho de Gioras (Simão Bar-Giora). era ativo no deserto da judéia. no distrito de Acrabeta. j Área perdida pelos judeus durante 08 d. seu principal rival. Depois disto conquistaram Abila. subjugando distrito após distrito. Lida. onde estacionou a Quinta Legião. ele subjugou os distritos de Tamna e. Vespasiano enviou uni regimento de cavalaria sob o comando de Lúcio Annaeus para destruir Gerasa (Khirbet Jarish. passando por Emaús. com o propósito de atacar Jerusalém de todos Adida. Ao que parece. Tendo tomado Hebrom. ^ Mabartd*. que já havia tomado parte na batalha contra Céstio Galo.ão legionória Guarniçâo romana Forças judias . Vespasiano virou para o sul e capturou Bçtogabris e Cafartobas.bal (que mais tarde se tornou a cidade de Neápolis). os iados. mataram os refugiados nas margens do Jordão. perseguidos pelas tropas do tribuno romano Plácido.C. foi nessa época que Mesad Hasidim (Khirbet Cunrã. Os romanos avançaram através da Samaria até Mabarta. centro da seita do mar Morto. Os zelotes entre o povo de Gadora recuaram para o Jordão. combateu seus rivais perto de Tecoa e fez um acordo com eles em Alulo. Simão. Simão.ficouestacionada ali.C. Ele capturou Heródio. veja mapa 226). deixou um destacamento em Adida. apresentou-se em Masada e foi aceito ali após certa relutância. Trajano (pai do imperador do mesmo nome) se juntou ao corpo principal do exército romano em Jerico e sua legião. Vespasiano. a leste de BctcEr). Vespasiano partiu para uma nova campanha. que nascera em Gerasa. Os romanos capturaram primeiro Bete-Nabris e.503-544 " — Guarniç. onde tropas foram deixadas com ordens para atormentar o leste da Iduméia. 1*1 Fortaleza judia Q • GUERRA 4:410-439. de toda a Peréia. encaminhouse para o norte e. A conquista da toparquia de Natofa e a subida a Jerusalém desta direção foram então levadas a efeito. Inscrição dedicatória n o Arco d e Tito e m Roma Vespasiano. Mais tarde. seguiu para Jerusalém onde se tornou um dos comandantes-em-chefe dos zelotes. mas transferiu seu quar- tel-general para Fara. Na primavera.. estabeleceu então acampamentos cm Jerico c Cesaréia A CAMPANHA DE 68 d. Marchando de Cesaréia paraAntipátride.189 Nos anos 67-68 outras forças privadas se formaram. por sua vez.

No verão de 69 d. o acampamento principal foi então transferido para dentro da cidade.RRA -1:550-555.C. os judeus só mantinham o triângulo de Jerusalém-Herodion-Masada. Cerealis. Otônio e Vitélio — se sucederam no decorrer de um ano. cerca de oitenta mil homens ao todo.C. Masada e Maquero foram construídas pelos macabeus e Heródio por Herodes. 69 d. Décima. todas elas no deserto da Judéia nas proximidades do mar Morto. Tito reuniu duas legiões em Cesaréia e se aproximou de Jerusalém pelo norte. explodiu uma revolta contra Nero na Gália e na Espanha.C. e seu general. . Décima-Segunda e Décima-Quarta) e grande número de auxiliares. Cerca de 16 de junho. No ano 68 d.. capturou 1 leródio e Maquero e seu sucessor. dividiram entre si a responsabilidade pela defesa da cidade. Silva. as tropas de Alexandria e Cesaréia proclamaram Vespasiano imperador. Maquero e Masada. Guarnição romano Principal £orça romana % 14 GUF. adaptadas como palácios de inverno e fortalezas de refúgio no caso de sítio. que chegara dc Jericó. Vitélio. O imperador cometeu suicídio ao ver sua causa perdida.658-663. seu filho mais velho. Seus comandantes. Lucílio Basso. Seus exércitos não excediam 25 mil homens. Simão. Mesmo antes de suspensa a luta.. diante das portas da cidade a Décima Legião. cerca de 30 de maio.67-69:7:17-20. os zelotes se retiraram para três fortalezas isoladas. os romanos lançaram um ataque total sobre as torres do lado norte do palácio de Herodes e sobre a fortaleza Antônia (5). assim como Maqueronte no lado oposto da costa do mar Morto. realizou o difícil feito de conquistar Masada (veja mapa 263) onde os últimos rebeldes encontraram a morte em "3 d. os romanos estabeleceram seu acampamento principal a oeste e outro secundário (o da Décima Legião) no monte das Oliveiras (2). Vespasiano tivera sucesso em isolar completamente Jerusalém.. de Alexandria para continuar a campanha na Judéia.566-584. capturou Afetra (Capahr-ther = Beth-ther). legado romano.190 Ele enviou seu filho Tiro com forças de elite para esmagar Jerusalém. 2340. (Para o cerco propriamente dito veja o mapa 261) Depois da queda de Jerusalém. 1 no mapa). assim como a Quinta Legião de Emaús. Simão deveria guardar a parte que ia desde a extremidade nordeste do muro até o Tanque de Silóé.190-21? Aríete romano Parada triunfal com utensílios do templo — Arco de Tito em Roma O CERCO DE JERUSALÉM NO ANO 70 d.Areo da Rovofla no fim dé 69 d. Cafarabis e Hebrom. e João de Giscala. o segundo muro (4). Três imperadores — Galha. Heródio. Vespasiano subiu ao trono em Roma. . Em julho. enquanto a proteção do muro oriental ficava a cargo de João.C. se juntou a ele.C. (Guerra Í:ó58) AS CAMPANHAS DE 69 A 70 d. o exército de Panônia se juntou a ele e derrotaram seu rival. Na fase final. Depois das escaramuças preliminares nos pomares próximos à Porta das Mulheres (no. Simão defendeu a Cidade Alta e João o templo propriamente dito.C. Vespasiano prudentemente suspendeu suas operações na Judéia.C. Na primavera de 70 d. capital da revolta. Os conflitos entre os zelotes finalmente cessaram com a aproximação dos romanos. Grandes estragos foram infligidos pelos defensores às máquinas e diques do cerco e repelido o ataque. enquanto avançavam contra eles quatro legiões (a Quinta. Na primavera de 69 d. Eles derrubaram o terceiro muro por volta de 25 de maio (3) e. filho de Gioras. Legião romcn-c 153 Força romana secundária Arec da Revolto no início do 69 d. 5:39-53. Durante o período de insegurança quanto à sucessão imperial que se seguiu.C.163-177. ele tomou os distritos de Acrabeta e Gofna. Ele havia fortificado as três. Ele enviou Tito.C.C.

353-134 Tumbo d e Anemias Acampamentos [dos guordos E seu filho Tito enviou uma força selecionada para conquistar Jerusalém. Derrubada do muro Acampamento. do Templo l í . todo o povo de Jerusalém foi levado cativo e os prédios arrasados ate o chão. Décimo Legião {sai dc Jericó Torre d e f 2 z ' : " ] Mercados- Pseíino vAcampamento 3. mas a fortaleza Antônia. pois muito alimento fora incendiado durante as lutas internas entre as facções dos zelotes.112-287. pois o acordo não se estendeu à cidade baixa. e as ruínas de Jerusalém e sua região foram colocadas sob a vigilância desta legião.. tiveram menos sorte. Mas. ficou firme. falacio Tumba da família de Herodes n y * J .erode. 1. Simão.163-177. Depois de negociações. A 30 de agosto. os defensores da Cidade Alta não se renderam.tií^ Acampamento ftasírio A D R A Tumba d e o Alexandre 2.a cidadela aqueduto OCERCODEMAQUERO A fortaleza de Maquero consistia de duas partes: a fortaleza de cima e a cidade baixa..ias 2. 316-317. após outro mês de esforços os romanos tiveram êxito em capturar a Cidade Alta e o palácio de Herodes (13-14). os resultados foram logo aparentes.. mas foi morta durante a refrega subseqüente. Construção de muro para o cerco •rr*" 1 " 1 "» » i i i i » ** GUERRA 5. A maioria deles tentou fugir. 7:17-20. Os defensores não-zelotes. Cessom QS sacrifícios ciár. Só então a resistência cessou. Destruição '8. Acampamento d e Tito portão das Mulheres^ Acampamento da \0C Legião LI . os romanos concordaram em dar aos zelotes passe livre para saírem de Maquero. 248-3ól. Só três torres ao redor das quais a Décima Legião havia acampado ficaram de pé.658-663. 6:1-95. Depois que uma rampa foi levantada contra o muro interno. Por decreto de Tito. (Guerra 4:658) Acampamento da retaguarda Posto dfi aâialto I e comando Fortaleza d e Mctqyéros Moqueronte ?onre ou . Os romanos renovaram o ataque a 20-22 de julho (7). A 6 de agosto. Os zelotes tomaram posição na fortaleza de cima e não-membros da seita zelote fizeram o mesmo na cidade baixa. para que os defensores morressem de inanição (6).67-69. e os pórticos foram queimados em 15-17 de agosto (9). 5:39-53. Acampamentos dos guaidus AcampamenfcT avançacc GUERRA 4:550-555. os romanos capturaram a Cidade Baixa (12). Os romanos submeteram a fortaleza a um cerco e conseguiram capturar um dos chefes zelotes.. Quinta Legião sai de Emaús Acampamenf<? d e Rompeu ó.l-38 t 52-ó6JH35 . filho de Gioras. Tito soi do monte Scopus (Guerra 4:658) Tito ordenou um muro de cerco rodeando a cidade (em princípios de julho).190-215 . 420-572. eles invadiram o templo (10) e o queimaram no dia nove do mês de Ab (aproximadamente 28 de agosto) (11).190 E seu filho Tito enviou uma força de elite para conquistar Jerusalém. Mesmo então.23-40. o sacrifício perpétuo cessou no templo (8). sob o comando de João de Giscala foi tomada e arrasada.566-584. porém.

v ^ / © \ \J J Q Quartel \ L^ ' 1 oamente C Ritual d o Banho Fortaleza Cisterna Masada foi construída no alto de uma rocha. muita esperança de vencê-los rapidamente pela fome. exceto nos pontos intransponíveis. ir. não havia. O muro foi derrubado com a ajuda de um aríete de ferro a I o de maio de 73 d.C. Silva escolheu um local a oeste de Masada. Kefar-Schania (Sachnin) 11a Galiléia e Cochaba na Galiléia ou Síria. As comunidades fundadas pelos apóstolos na planície costeira sobreviveram. O problema dos romanos era corno levar suas torres de cerco ate os muros da fortaleza. a princípio o vento era contrário a eles. mas mudou mais tarde e a barricada pegou fogo e queimou. outros ficaram para trás. Branca ^ ^ D | Palácio . os romanos adiaram o ataque final para o dia seguinte. A c a m p a m e n t o 11 f o oo -fy. W. Com a vitória assegurada. que também continha o quartel-general. O muro. seus penhascos abruptos se elevando das profundas ravinas que a cercavam. Embora a guerra de 66-70 d. (Guerra 7. o seu topo ficava a cerca de 6 metros acima dos muros de Masada. _ J Central Sinagoga 'f te. Muitas terras. exceto Deus. A persistência do judaísmo na Galiléia em séculos posteriores revela a mesma tendência. refugiando-se em Pela do outro lado do Jordão. tivesse sido intensa na Galiléia e na Judéia — especialmente em Jerusalém e em alguns outros lugares onde houve violentos combates — a população judia em geral permaneceu intata. A força-eerco estava dividida entre o acampamento inferior (13) e o superior (F). . alguns judeus permaneceram em Jerusalém. O Sinédrio reconstituído em Jâmnia (Jabné) estendeu a sua autoridade sobre a nação. A 200 cúbitos os romanos levantaram uma plataforma de madeira e ferro. Os desastres da Guerra Judaica parecem ter causado um afastamento entre os judeus e os judeu-cristãos. mulheres e crianças — os últimos vestígios do desafio aberto contra Roma na primeira guerra judaica. porém. como aconteceu com alguns dos grupos judeu-cristãos em Cafarnaum. há pouca evidência dos milhares de convertidos mencionados nas primeiras fontes. apenas 80 metros). cometeram suicídio durante a noite. Alguns dos seus membros regressaram mais tarde para continuar em Jerusalém.o j0-A>t 0 SC 10) mutfoí GUERRA 7:252-259. lado sul tãos em Jerusalém havia deixado a Cidade Santa na véspera do cerco. entretanto.192 Decidimos não servir aos romanos nem a nenhum outro. no alto dos penhascos.275-406 CRISTÃOS E JUDEUS NA PALESTINA DEPOIS DA PRIMEIRA REVOLTA 7 3 A B I d. equipado com catapultas. A comunidade de cris- Vista cie Masada. Os defensores levantaram rapidamente uma barricada de madeira que os romanos tentaram incendiar. mas os 960 defensores de Masada — homens.C. Mesmo depois da destruição do templo e da erradicação dos líderes.323) A QUEDA DE MASADA 73 d. A evidencia da revolta de Bar-Kokhba (veja mapas 265-268) é suficiente para mostrar que a Judéia continuava povoada por judeus no início do segundo século. com 50 cúbitos de altura. A brecha com o judaísmo não fora ainda formalizada. isolava completamente os defensores. embora a constância tradicional da maioria dos judeus. na realidade. uma altura de 300 cúbitos (segundo Josefo. ao lado de outros fatores. desviou os esforços dos missionários cristãos cada vez mais na direção dos gentios na Terra Santa e no exterior. Iodará. passaram cias mãos dos judeus para as cio império. onde havia uma dobra em anticlinal baixa entre as duas ravinas circunjacentes e começou a construir uma rampa a partir da chamada Pedra Branca até o muro dos defensores.c. Acompamenfo D Acampam^ E H J Cisternas Pa'ácio d o Norte o ^ C ^ f ' ^ P ó s i t o Pedra .C. liles construíram primeiro um muro de arrimo ao redor de toda a rocha. pois tinham suprimentos abundantes de alimentos e água do lado de dentro. e alguns outros lugares.

a qual incluiria o templo pagão costumeiro — frustrando assim toda esperança da reconstrução do templo judeu — instigou novamente o espírito de luta contra Roma. • . (Também chamado Simeão Ben Koseba na Bíblia de Jerusalém — N. que registrou a Primeira Revolta. Os documentos revelam que Bar Kokhba (Bar Kosiba) era o mesmo "Simeão Príncipe de Israel" mencionado nas moedas judias da época da Revolta. na qual faltaram preparo adequado e unidade. numa ocasião em que o imperador se achava fora da Judéia. Gadara 'V-v. e somos forçados a colher a nossa informação de várias fontes talmúdicas e outras. i • Citópolis Pe/aO* Sebaste ebaste ) . A Revolta de Bar Kokhba não teve um cronista como Josefo. Prepararam posições fortificadas na zona rural. V • . Çoc . mobilizaram todos os habitantes aptos. • Cararnaum 0 ^ • ' .c. Cesaréia á • . .. mas a raiz a ti. Tiberíades . Os preparativos incluíram também centenas de sistemas de esconderijos nas planícies da Judéia e alguns na Galiléia. assim como de documentos e outros achados arqueológicos das cavernas do deserto da Judéia.. Quefar Schanic -T - ? % J k Béfsdido -Julias ^ r •fr^r^CqphabctfQê • . * ' . . Os judeus haviam aprendido uma lição com a Primeira Revolta. e que o seu título completo era "Simeão.18) • : jii GuiscaUj Guiscalcj Cesaréia d e Fiiipos o / : \ J u s 4 J i f v t » _ * • 9 9 Ptolemaida ida ^f ^ • *• V . Os rebeldes aprontaram boa quantidade de armas e 1 3 1A1 3 2 d. filho de Kosiba. Desta vez eles escolheram o momento mais apropriado. Um comando unificado foi estabelecido e permaneceu sob controle desde o início até o fim da Revolta.) Pode-se supor que este Simeão. Esses sistemas subterrâneos foram preparados nas cavernas e covas que surgiram em virtude da exploração das pedreiras.193 Não és tu que sustentas a raiz.T. * Neápolis Gàdora . considerado como o "Messias". Príncipe de Israel". F O N T E S TALMÚD1CAS OS PRIMÓRDIOS DA REVOLTA DE BAR KOKHBA Notícias do plano de Adriano para fundar uma colônia romana na cidade de Jerusalém. (Romanos 11.V I .§ jamnio QjJr Filadélfia' Jerico ® Azolo Ascaloi Belograbís Hebrom • Gaza Sede do Sinédrio Jerusalém Belém m 0 Tabernáculo como representado na sinagoga de Cafarnaum • Beiseba • Comunidade judie Ó Comunidade cristo ® Comunidades judios o crisfãs ATOS. descendia da linhagem davídica. a fim de não ficarem novamente presos nas fortalezas. ApolônU Afípatro. .. J O S E F O .

(Talmude Palestino. DIO CASSIO.194 A Revolta começou no outono do ano 131 d. Tinéio Rufo. e existem também indicações de que gentios.68d) 'Panias Guiscala v | C Â V Júlias \ LÁ. Gadora Início d a revolta . apoiado pelo Sinédrio. Há evidência de que alguns samaritanos se juntaram aos rebeldes de Bar Kokhba.C. A Décima Legião e os habitantes não-judeus partiram para Cesaréia e os judeus tomaram mais uma vez o controle de sua antiga capital. O primeiro ano da revolta (131-132 d.C. N A INÍCIO DA REVOLTA BE BAR KOKHBA Ptolemaida VA V Tiberíades Gaulana Séforis ltabyriom[ / Gadara Cesaréia • Citópolis. Gofna VN Cafar . perto de Modim. seus opositores. O rabi Akiba. onde a Décima Legião se encontrava estacionada. e principalmente pelo Rabi Akiba.) foi declarado como "O Ano Um da Redenção de Israel" ou "da Liberdade de Israel". Neápolis i r r r r r r r r r t Moeda de Bar Kokhba iv. 5S. vendo o filho de Kosiba. O novo chefe. DOCUMENTOS DO DESERTO DA JUDÉIA . ROLO DE JEJUM.. A revolta abrangia toda a Judéia até a Planície Costeira. Foram nomeados comandantes de distritos e o novo governo mandou cunhar moedas de ouro e bronze. evidentemente em Cafar-Haru. que obviamente não aceitavam Bar Kokhba como o "Messias". Sede do Sinédrio e centro da revolta En-Geãj Berseba Rinocorura 1 « m i l h a s FONTES TALMÚDICAS. tais como os cristãos de descendência judia. Antípatro': . A surpresa da revolta e os preparativos defensivos dos rebeldes eram tais que o governador romano. Uma administração ordeira foi estabelecida e uma nova contagem do calendário instituída. ($> \ Acrabetá.^/ O Jí y i* # I Samaria • Sebaste Apolôniaj / \f Gerasa Amato X . estampadas sobre as moedas da Roma imperial e provincial. MOEDAS. Documentos encontrados nas cavernas do deserto da Judéia revelam a eficiência do registro da nova terra e o arrendamento de terras antes pertencentes ao império. Harube \ Emaús Âcaronri Jerusalém" Betêter Heródio Jerusalém se torna cidade gentia. viu-se levado a dizer: Este é o Rei Undo. principalmente entre os habitantes locais oprimidos.. Taanit 84. encontraram meios de chegar ao acampamento dos rebeldes e se juntaram à "irmandade" de guerreiros. EUSÉBIO. não teve outra alternativa senão ordenar a evacuação de Jerusalém. considerava o seu governo como a única autoridade legal na terra. Os preparativos cuidadosos deram resultado: o povo da Judéia reuniu-se ao redor de Jerusalém. recebendo o nome de Aelia Capitolina Medeba Estrada romana Fronteira da província Fronteira Sede da Legião Acampamento do exército romanc Cidade Assentamento Capital administrativa rural Complexo de esconderijos Fortaleza judaica Concentração de esconderijos Esconderijos esparsos / Asccilõrçr Betograbrís Antedom Nas '- be !Ír> V I I "Bete-Zúr/ Adora. foram perseguidos pelas autoridades rebeldes.

195 Apoiado no sucesso de sua rebelião na Judéia. Bar Kokhba tentou estender a revolta para a Galiléia. Além de duas legiões já estacionadas na Judéia (a Sexta e a Décima). SINÉDRIO 32b: OUTRAS FONTES TAJUMÜDICAS . Os romanos envidaram todos os esforças para suprimir a revolta. Os estragos em Séforis e nos poucos túneis de refúgio encontrados na Galiléia dão testemunho das atividades e preparativos dos rebeldes. Houve pressão de todos os lados sobre Bar Kokhba e seus seguidores. forças foram levadas da Síria. (Tratado Gitim 56b) OS SÁBIOS DE JABNÉ TOSEFTA. O procônsul Júlio Severo foi chamado da Bretanha para a Palestina. Mísia no Danúbio e Egito. MAASER R1SH0N 2:1. a fim de conquistar posição após posição e aldeia após aldeia. fica claro que a maioria dos judeus da Galiléia não se juntou aos rebeldes. A razão por trás deste curso de ação é evidente pelo destino da Vigésima-Segunda Legião. Bosques de oliveiras foram derrubados. Arábia. TALMUDE BABItÔNICO. Júlio Severo decidiu avançar lentamente. a partir desta época o seu nome desaparece da lista do exército romano. e continuar mantendo assim a pressão sobre os rebeldes. que ousara avançar impensadamente para o interior e fora dizimada. Todavia. que consideravam altamente perigosa. assim como as pequenas unidades de cavalaria e infantaria de Panonia. Retia e outros lugares. > • R ii I || <4 m U» Carta de Bar Kokhba do deserto da Judéia Dê-me Jabné e seus sábios.

"O Imperador e o Exército passam bem". afimde isolar a população rebelde. juntamente com ordens para o confisco de produtos alimentícios.C. a cidade foi chamada de Nicópolis — cidade da vitória. Bar Kokhba e seus seguidores mantiveram bom ânimo. fica aparente que a vida civil e econômica continuava como sempre. Os romanos reuniram um grande exército na Judéia e começaram a conquista da Palestina. No terceiro ano da Revolta de Bar Kokhba. Adriano foi obrigado a omitir em seu discurso ao Senado o uso da fórmula usual. os romanos capturaram cinqüenta fortalezas. podemos sentir ainda. Caphar-Laqítiyah e Bcth-El ou Beth-Lehem (Belém). tantas que. lemos instruções para obter certos ingredientes para a Fesia dos Tabernáculos. Temos pouca informação sobre a batalha propriamente dita. o exército romano também sofreu grandes perdas.tiSÉBIO. D O C U M E N T O S D O D E S E R T O D A J U D É I A Flechas da época da Revolta de Bar Kokhba .'•*" S i . transporte de suprimentos do pequeno porto de En-Gedi. no final da guerra. F. Para comemorar esta vitória. os romanos levantaram barreiras cm Emaús. inclusive a última fortaleza. e supressão dos oponentes. Uma batalha importante foi aparentemente travada em Emaús (talvez o combate em que se deu a captura dc Horbat Eqed). e um em Beth-el.195 0 odioso Adriano estacionou trcs grupos dc guardas: um em Emaús. os romanos sitiaram dúzias de pequenas aldeias e reduziram persistentemente as áreas mantidas pelos rebeldes. Todavia. Após esta batalha. o cuidado de seus homens com relação a cumprir os mandamentos religiosos. icrabeta An!ioalr< Jômnia^^ Cmaús \ Heiódic CophoA JaqilqyqH Hebrom En-Gcdi Fronteira da área judia * • * no início do terceiro ano da Revolta ^ • • Cidcde gentia Cidode nas màos dos rebeldes Centro dos rebeldes — ^ I Terra natal da Revolta • . Apesar das fortes perdas. Júlio Severo tomou o comando de todas as forças expedicionárias romanas. a situação militar mudou rapidamente. Bcter (Bethther). Ambos os lados parecem ter evitado confrontos face a face e relutaram em envolver-se em batalhas decisivas. os romanos tomaram a última parte dajudéia. Depois de cada conquista os romanos aniquilavam as comunidades rebeldes. No terceiro ano da rebelião. Depois dos primeiros sucessos dos rebeldes. um em Caphar-laqitiyah. " Estrada romana Mercado romano poro o comércio de escravos 1 ) 1 0 CASSIO. exceto a Judéia (como testemunhado por moedas do terceiro ano da rebelião encontradas na Sefelá e nas montanhas dajudéia). governador da Judéia antes da chegada de Severo. Segundo documentos datados do 'Ano Três" da Revolta c até do "Ano Quatro" (o último documento é datado do mês de Marheshwan Ano Quatro). destruíram aldeias e mataram mais tle um milhão de pessoas. (lamentações Rabbab 81) Nscpolis O TERCEIRO E O QUARTO ANO DA REVOLTA DE BAR KOKHBA 133 a 134 d.••'•• . além da tensão. Nesta época parece que toda a Palestina se achava nas mãos dos romanos. Em vez disso. O combate foi acirrado: o historiador Dio Cassio conta que durante a Revolta de Bar Kokhba. Fontes deste período atribuem as atrocidades a Rufo. Nas cartas de Bar Kokhba a seus comandantes.

a leste de En-Gedi.C.197 fim certa ocasião sessenta h o m e n s desceram a muralha de Btieter. os romanos haviam derrubado o muro e exterminado os defensores sobreviventes. atravessaram o fosso por meio de uma barragem.A'a cidade i==r / l ) ( \ \ i ) íj~. Vestígios dos esconderijos dos rebeldes foram encontrados também em outras cavernas no deserto da Judéia e no de Efraim.. . inclusive o próprio Bar Kokhba.C. Shabbath 6(la) f &/ W * •)'••' i J 0$ GUERREIROS DE BAR KOKHBA NAS CAVERNAS DO DESERTO DA JUDÉIA 1 3 5 d. O destino dos refugiados na "Caverna das Cartas" (inclusive Babata. da família de Joanã. e possivelmente o próprio Baiã) não fica claro.) A fortaleza ficava localizada num monte sobranceiro a uma garganta profunda e era protegida por um fosso. mais tarde. em lados opostos do desfiladeiro. (Tosefta Ycbamoth) ' Poro jfiiusalém O CERCO DE BETETER 135 d.. V* Caverna do Tanque En-Gediy .r : • • v i._ i f j á k . romana da retaç:iarda\ " — V' / J r 1 \ Diqúe (fosso?). e n e n h u m voltou.MUD1CAS. DOCUMENTOS DO DESERTO DA JUDÉIA / m.<+ Governo.-. duas cavernas foram usadas como refúgio. (Wadi Daliohj v>< g(fe> % f f W . liUSHBlO / JS rl' Acampamento da . filho de Baiã.do. Fonte FONTES TA1.^ A ' . embora faltasse um suprimento permanente de água. à qual Severo e suas legiões prontamente sitiaram.).. construíram acampamentos acima delas e esperaram que a fome e a sedefizessema sua obra. de comando' ^ — / AcamfXjiriento Estrada. Em Nahal Hever. . tinham sido feitos preparativos antecipados para prover água e os refugiados dali evidentemente sobreviveram. (Nesse meio tempo Adriano deixara a Judéia.. sabe-se que os refugiados da "Caverna dos Horrores" (quarenta homens e uma mulher) não se renderam e. O destino dos vários grupos não foi o mesmo: na "Caverna da Lagoa". t^ d> V^'*'/• • Caverna ni^ " ' «atf&lj'" •'•'Pl V Estavam sentados na caverna e ouviram um ruído acima dela.'. queimaram todos os seus pertences e morreram na caverna. eles fugiram para as cavernas nos penhascos dos desfiladeiros que desciam para o mar Morto. t • B m Caverna Caverna . Por outro lado. um dos comandantes rebeldes em En-Gedi. após a restauração do controle romano em Jerusalém." J : . (Talmude Babilônia). '-M Caverna •V X •'f ts . v ^ s AL das Cor K Acar-ipamenlo^jo ) o caverna?0T"" Caverna do Horrôi '°s ^^MSsadà . No final do verão de 135 d. Quando se tornou evidente para os seguidores de Bar Kokhba em EnGedi que os romanos haviam finalmente vencido. Bar Kokhba e seu exército foram impelidos para a fortaleza de Beteter (a sudoeste de Jerusalém).cerco" r77/77rr> Dique provável S2> Área . No quarto ano da revolta (primavera 135 d. Como os romanos não podiam atacar diretamente as cavernas.j Acampamento óu forte romano —^O—.C. guarda na retaguarda. Posto de sentinela Sede de duas legiões qge tâmaraíirjrocje no è e r c í O Campo assalto Sentineíc e posto.c. Os romanos rodearam a fortaleza com um muro de cerco e. quando ficou evidente que não havia mais esperança para eles. A posição era bastante sólida. do lado sul.

quase-prosélitos Foi nesses círculos que a mensagem cristã. eles eram admitidos livremente nas sinagogas. baseada numa interpretação do reverenciado Antigo Testamento. onde seus ensinos freqüentemente provocavam dissensão e dividiam a comunidade local: no entanto. entre os quais os judeu-cristãos eram aos poucos absorvidos. No Ocidente só Roma e circunjacências. A primeira perseguição (no governo de Nero) foi curta e não prejudicou o crescimento da igreja. ( R o m a n o s 15. após a expulsão ou a partida dos apóstolos. além do Eufrates. A distribuição geográfica das comunidades cristãs no império romano reste século reflete as atividades missionárias de Paulo e seus comp a n h e i r o s apóstolos. Nascidos judeus. ficou restrita ao império romano. como fica evidente nas cartas do apóstolo. . Os professores missionários foram gradualmente atraindo um número crescente de gentios. lançou raízes.198 Quando partir para a Espanha irei ler convosco. Essas comunidades dispersas foram cultivadas assiduamente por Paulo e seus representantes. A maioria dos primeiros cristãos aparentemente se concentrava na Asia Menor.C.24) A IGREJA NO PRIMEIRO SÉCULO d. possuíam comunidades cristãs neste primeiro estágio. geralmente restava um pequeno grupo de cristãos perpetuando a existência da igreja. baseadas na rede de sinagogas da diáspora judaica. onde as comunidades judaicas se achavam há muito estabelecidas e tinham criado à sua volta um círculo de gentios "tementes a Deus". a igreja do primeiro século d. Anão ser por Edessa. e possivelmente também a Espanha.C.

DE EUSÉBIO.C. A destruição de Jerusalém e o exílio dos judeus dajudéia depois da guerra de Bar Kokhba (assim como a transferência do bispado de Jerusalém para um gentio) intensificaram a brecha. em qualquer A IGREJA NO SEGUNDO SÉCULO d. CARTA A TRAJANO. a essa altura. (Atos 10. a igreja chegou às partes norte e leste da península. o teme e obra o que é justo.C ! * mmm UmmMMi SSS » : > I^ÍvíSSíSÍS • Cidade com comunidade cristã fronteira do império romano f-fciíO-OfíeS. Sob os imperadores antoninos.C. PLÍNIO.199 Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas. para a Gália e a Alemanha no segundo século d. lançando as bases para a forte igreja africana do terceiro século d. \ . HISTÓRIA. No Egito. particularmente o período da Revolta dc Bar Kokhba (veja mapas 265-268). A maioria dos cristãos. PAPIROS O segundo século e. Na Mesopotâmia. o Cristianismo começou também a estender-se para a zona rural. 1 gJhr « : | | | | | | p ® | ( Cordobo . r nação. um estado de coisas que ajudou grandemente o crescimento do Cristianismo por todo o império.34-35) V . A catástrofe nacional judaica prejudicou o trabalho dos missionários judeus entre os gentios e a igreja tirou grande proveito desse estado de coisas. As comunidades cristãs se espalharam para o oeste e o norte. Í 5 B E x t e n s ã o d o i g r e j p cristã tecfpffia PAIS DA IGREJA. Muitos grupos foram fundados na África.C. além de Alexandria. Plano de uma igreja etn Dura-Ruropos . os cristãos foram deixados em paz e as autoridades não mais os molestaram. viu a separação final entre a igreja e o judaísmo. na Ásia Menor. Mas que lhe é agradável aquele que. era de origem gentia. mais comunidades foram fundadas.

.2 47 48.12-1 3 19.7-2 4 12.21-2 9 15.37-60 5.11-12 13 14.10-12 10.65-68 6.63-74 212 212 212 212 18.14 34-35 35.1 12.18-30 7.7 13.22 14.25 14.11-13 48 51 50 49 52 50 65 48 52 50 51 2 SAMUEL 2.27-30 230 237 237 237 239 240 1.12 1942 20-21 ATOS I.13 2.17-9.5 42-45 46.13-1 4 10.59 8.11 25.16-34 2.1 8.41-4 4 II.57-74 11.25 4. 3 2 CRÔNICAS 1.16-2 1 28.17 6.4-27 8.5 32.1-21 25.9-11 36. 3 9 .8-17 18.2.26-40 9.1-7 8.6-38 11.3 13.23 15.20-24 36.12-30 3-18 4.14-1 8 11.24-30 6-8 8.38-16.18 4.44-45 20.1 1.1 8 .28-63 6.22 52.19-46 I.1—49.20-36 SALMOS 83.80 64 81 2 167 170 163 163 167 169.170 170 165 75 229 230 230 233 233 231 233 230 232 229 233 233 234 233 233 233 234 240 243.61-6 2 7.1-6 212 212 212 310 4.9-10 131 13-53-58 14.1-18 6.1-15 12.2 5 5.10-11 12.2 9 16.25-28 1910-39 19.10 17.4 1 MACABEUS I.12 4.76 77 78 79..5-17 8.40-56 9.7-19 5 .13 20.23 10.2-1 1 11.69-87 II.37-55 5.30 13-14 1 5 .40 34.20-23 5.2 6 6.11-17 8.1-9.36-39 11.29 47.29-30 24.21-3 5 3.14-29 6.1-3 32.22 18.4-25: 8.8-9 2.22-2 7 235 237 134 18-20 191-2 20.9 11.20-31 13.27-31 33.9 8.1-2 14.37 JEREMIAS 37.18-2.4 4.1 NÚMEROS 10.60 61 75.25-28 17-21 19.10 7.7-8 5.6 17.16-30 4.162 184 186 187 188 189 205 192 190 191 191 192 190 192 192 193 205 194 195 196 197 198 198 199 205 202 201 200 200 203 260 228 229 230 233 231 233 230 233 233 233 230 233 232 229 233 234 233 234 237 227 228 229 232 230 233 230 231 229 230 232 233 230 229 233 234 237 237 237 237 237 237 239 240 17.4-14 1.17 20.1-10 19.30-31 18.2-1 2 13 14.44-53 15.1-22 4.6 7.14 23.8 2. JUÍZES 1.19-23 131-6 13-19 15.142 114 114 144 145 152 154 114.39-6 6 7.29 11.1-12 2.1-18 14.22-24 4.1 22.1-23 14.6-35.31 9.40 II.1-3 3.17 NEEM1AS 1-3 2.16-18 AMÓS 1.39-4 0 33.6 27.38-4 3 57 152 161.1-20 I.29 8.1-22 23.24-32 144 148 154 149 152 114 154 12.10-12.7.162 163 8.22 3.32-33 12.8 146 146 150 108 65 100 94 100 101 102 103 101 98 90 99 102 100 114 101 103 101 109 163 116 165 148 186 188 190 192 190 192 193 194 195 NOVO TESTAMENTO MATEUS 1.1-46 17 19.1-3.28-61 4.18-19 13.1.12-20 20.4 7.9 9.244 245 246 247 248 245 249 250 251 252 253 240 .10 16.1-32 7.17-2 1 F.1 7.38 12.5 16.13-20 16.28-35 19-36-23.1—20.SDRAS 1-2 2.3 6.36-37 12.5-9 16.22 8.29-34 21-27 28 MARCOS 1.22-39 8.10-14 10 11.3-13 5.16*21 20 22.12-15 3..8-29 10.23-21.1-9 1 REIS 4.1-40 2 REIS 1-2 110 111 94 106 54 55 56 58 57 62 63 59.13 3.28-30 EZEQUIEL 3.1-2 3 32.14-1 5 5.1-7.162 164 160 159 155 161.26-3 2 27 34.10-17 9.24-3 1 7.1-15 12.8-11 22.1 5 2.31-41 5.39-49 9.18 8.33 11.25-26 1 CRÔNICAS I.8-25 9-32—11.1-10 8.9 27.39-53 13.200 CHAVES PARA OS MAPAS DE ACORDO COM OS LIVROS DA BÍBLIA ANTIGO TESTAMENTO GÊNESIS 2.33 14.13-34 15.28-32 20 22.1-6 17.22-23 2 MACABEUS 8.1-17 2.10-11 126 129 137 141.18 2.1.28 3.50 9.4.8-14 16.16 11 13. 22 18.16-20 3.20 22. 1 7.9 2.32 10.31—13.6 16.14-1 9 II.8-39 24.14—21 30 21.1-3 JOSUÉ 3.27 14-15 16 LUCAS 2.22-43 6.15-32 6-7 9.60 69 70 140 68 73 71 68 65 68 140 72 107 64 108 113 112 115 114 115 103 118 125 134 129 126 127 126 115 115 112 114 115 112 118 119 120 121 122 123 124 122 154 APÓCRIFOS JUDITE 1.8-11 2.41-52 3.25 14.2 9 14 31-35 38 ÊXODO 12.4-27 52.30 22.54 12.2.1-4 9.6-1 4 15-19 49 50 55 55 53 18-19 83 84 85 86 87 88 89 91 92 93 96 95 93 96 97 20.1-36 33 37-49 33.26-12.9-16 12.2-1 5 26.15-18 1525-28 204 205 204 206 207 205 243 208 183 15 57 4 4.19 48 1 SAMUEL 4 5.1-8 12.23-3 4 9-1 9.21 9-10 10.21-62 15.170 169.1-8 17.15-1 9 13.19-2 3 3..1—4.15-4 2 2.1-21 5.1-4 4 11.162 163 164 14 15 43 44 45 46 57 1SA1AS 7-9 8.21 133 138 18 20.40-4 6 1947 21.19-31 7.12-3 2 3-3-10 5 S.25 5.29-39 16.16 1 CORÍNTIOS 15.7 237 235 237 237 23" 237 239 239 239 239 240 5.11-2 4 26.1-25 7.1-2 8 25.28-35 10.2 8.57-65 10.1-12.3 28.11-1 6 25.9 17 3-6 17.26-10.1-6 6.24-55 5.20-31 5.1-12 DKUTERONÔMIO 1.57 II.24-37 12.46-52 11.13-3.15-1 7 2 2—4 2—8 8.2 11.30-9.4-38 2.8-1 1 8.24 17.12-22 4.17-2 4 2.14-2 3 2 154 152 114 158 114 159 163 161.2-8 10.38-4 2 13.5 6 24 JOÃO 1.1-34 20.18 30 32.1-8.35-41 8.28 8-9 10 11.7-8 130 134 135 130 133 131 133 133 133 133 138 138 137 141.1-11 5.16 27.1-42 4.6-8 I.18-27.37-19.2 I I .2 18.1-2 5.28-3 6 9 51-56 10.13—48.13-14 MIQUÉIAS 1.46-54 5.32-53 7.10 5.6 5. 2 2 .13-2 4 3-38-4.2 8 15.5-19 928-33 9.42-48 13.1.11-18 18.7 13-16 17-18 19-20 21.15 27 47.13 3.1-23.63 15-18 15-19 16.152 152 114 158 159 161.31-42 19.62-7 3 10.30-35 10:1-15 10.27-3 2 6.1-28.17-22 4-5 5.7-1 4 14.5-12 12.3-10 18.6-12 28 29 30 31 31.1 10.2 2 14.142 138 138 146 144 146 149 150 150 150 152 229 229 230 236 229 236 232 236 233 236 236 236 236 236 237 239 239 240 57 68 69 74 82 61 59.16-17 91-10.1-34 2.15-19 11.1-10 7.1-30 9.2-2.

-REIRA DINASTIA invasão do Grécia peios Dório S IVIONORQUIO DIVIDIDO VIGÉSIMASEGUNDA DINAST IO INVASÃO ER.C.UR GUDE O DE LAGASN ASS-. 0 GOVERNO SOM A N O GUERRA DOS PERTO* REI HERODES IMOSCIMENRO DE CRISTO DESTRUIÇÃO CIO SEGUNDO TEMPLO REVOLTO DE BOR KOKHBA GOVERNE ROMENO LMPÉ?«O ROMANO * Período Arqueológico na Palestina .vasao nlistina GUERRA DE ^RCIO VIGÉSIMA DINASTIA REINES ARARNEUS HI.O GOVERNO 6-ABILÕNICO DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM E EXÍLIO DA JUDÉIO VIÇÉSIMA-SEXTC DINASTIA CCRQJISRO PE.-USCA DA ITCÍIA: REINO CA ASSÍRIA GOVERNO ASSÍRIO DESTRUIÇÃO DE SAMARIA E EXÍLIO DE ISRAEF VIGÉSIMA-TERCEIRA A VIGÉSIMA-OUINTA DIRASTIAS CONQUISTA ASSÍRIA 3EINO DC 3CBILÕN. OÉCÃMA-SÉIIMO OINOSTIAS AMENEMÃ IV I (DÉCIMA-TERCEIRA DINASTIA) LAÇOS ÍNTIMOS C O M C EGITO PRIMEIRA DINASTIC > N L O )N A BABILÔNIA INVCSÕO DOS DIRASFIO CASSFCA N O BABILÔNIA 1550 1500 A-a meu 5 Fortalecimento dc Controle Egípcio DÉCIMAOITOVO DINCS-IC PERÍODO DE EL-AMCRN.-CE:RO DINCSÍA D E .ÃO DE TIRO INSTITUIÇÃO DC REI EMLSRAEL VIGÉSIMA-PRI.201 TABELA C R O N O L Ó G I C A — GERAL Oriente Mesopotámia A nafóIio-Harõ-Tiro Egito PMEITO E SECANDO DINASLIC CULTURA BETH YEORAH TERCEIRA A GIINLA DINASTIAS [CONSTRUTORES DE PIRÂMIDES! SARGÃO I Ncrarr-Sin DESTRUI-ÇCO DOS CIDODES-ESTODOS SEX>A DINASTIA Pepi I 2200 2i50 ! NIC/LÚDIO PASIOROLISIO PRIMEIRO PEF-ODC INTETMEDIÃRI 2C0Q 1950 1900 TE. DECIDO SEXTO.RIA INDEPENDENTE RENOVAÇÃO DE CENTROS URBANOS ANEREMÕ I SEROSRÉT I AMENEMÁ II « / > < SENUSRÉ. AO.er?o ca República Romana Guerras Persos Herõdcto Decênio de Atenas VIGÉSIMA-OITAVO A TRIGÉSÊRRA DINASTIAS GOVERNO SELÊUCIDA CONQUISTE DE ALEXANDRE O GRANDE GOVERNO PROÍEMOICO GOVERNO SEJÈUCIDA GOVERNO PTOLEMCIC CONQUISTA DE ALEXANDRE O GRANDE GUETOS PÚNOAS ANÍBAL Governo Selêucida Macabeus Governo Romano NC Grécia 8.A FORTALECIMENTO AO CONLROFÍ V 1 1 B EG'PCI< INFLUXO DOS PASTORALISTAS DÉCIMO-NONA DINASTIA Quecia de Cre-fc Apogeu do Cdkita Miceneana oc o •< O INLERREGRO SÍRIO ir.-SA Primeiros caos O '~a:ccs Aoogeu do GJ-ura Efresca Es*cbe:ecírr.W < Z Serusré" ' 1 E U ARNENERRÓ III C 1 8 O O 1750 Í700 PE RIODO R L F T IVICRI CONEXÕES COM A SÍRIA DO NORTE SEGUNDO PERÍODO INTERMEDIÁRIO GOVERNE HICSO DÉCIMA-QUINTO.

202

TABELA CRONOLOC1CA — DETALHADA
potâmic lóó8

Mesc-

Anolóíío
E SIVIC

Egito
GOVERNO HICSO DÉCIMO-QUINTA DINASTIA DE AVORIS DÉCIMOSEXTA DINASTIA SUBJUGADO

Alesopoláuia
1190

Horõ-Tiro

Judéia

Palestina

Egito

1640 1630

Interregno Sírio

1180
•1182

1170
DÉCIMA-SÉTIMO DINASTIA EM NO-AMOM - RIVAIS

1620
1610

1160 1150 1140

1600 1590 1580 1570 1560 1550 1540 1530 1520 1510 1500 1490
1480 1470 T U T M Ó S I S [II RENOVAÇÃO D O G O V E R N O EGIOCIO T U T M Ó S I S (TURMÈSL L TULMÓSIS II - 1504 (HOLSEPUL! <

z — < 5 S

1130 1120
GUERIA CO S U L DE COROA

1)10
AMÓSIS [AMÉSL I

R O R N S É S IV C ROMSÉS IX

1100
1090
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(- 1551 . í- 1545 !

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1460 1450
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990 980 970 960
T U T M Ó S I S[ T U T M É S L IV) HIRÂO ' REI SIAMUM

1430 1420
1410

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PSUSENES I T • 946 SISAQUE I T-924 -913 ORSOCOM I -904

1400 1390 1380 1370 1360 1350 1340 1330 1320 1310 1300 12901 1280 1270
FORLCLECIMENÍO D O GOVERNO EGÍPCIO E N F R A Q U E C I M E N T OD O GOVERNO EGÍPCIO IRERÍODO FL-AMAMOL

950 940 930 920 910
ROBOÂO ATJLCS 930-DIVISÂO DA MONARQUISJEROBOÃO
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900 890

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880
870 860 850 840
A-ssurbonipal II

EIBAOL I REI DE H O R Ã D AM C S C O BEN-HADADE II REI DE H O R À DAMASCO 853 Batalha dc MALÓ R« DE T I R O JOSAÍÓ 872-846 JECRÔO — 853

1325 1321

336 3c Z.nri S3l Tfcr -580

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-841
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830

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810 800 790

HAZAEL Rei DE H A R Ã D OM O S C O SONSI-AOODE

1260
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P e r í o d o A r q u e o l ó g i c o n a Palestina

P E R Í O D O HELENISTA

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ROMANO.

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204

ÍNDICE
O índice contém todos os nomes geográficos que aparecem nos mapas. Só os eventos importantes de cada nome são dados. Os nomes bíblicos que não foram identificados quanto à localização não foram citados nos mapas nem no índice, exceto quando as fontes indicam a sua localização geral.

IDENTIFICAÇÕES:

T. R e k h e s h = N o m e h e b r a i c o

T. el-Mukbarkbasb = Nome árabe ABREVIAÇÕES: T. H Kh. PRONÚNCIA: H. = Tel (hebraico), Tell (árabe) - 'outeiro" = Horvat (hebraico) - "ruína" = Khirbet (árabe) - "ruína" como em Loch (escocês); S como em bits

Nenhum sinal = Bíblia (inclusive Apócrifos) * = Fonte externa antiga 0 - Fonte moderna DEPOIS DO NOME: Nenhum sinal = Identificação definida ? = Identificação indefinida ?? = Identificação duvidosa (—) = Não identificado

ANTES DO NOME:

A
ABARIM MONTES: 8
* ABDERA: 172

ADÃ: ( — ) 163
*

ALEMA: 'Alma 190 ALÉM DO RIO: 167 * ALEPO: 9, 24, 26. 39, 4 3 , 1 2 7 , 1 3 6 , 1 4 7 , 159, 171,185, BERÉIA 178, 243, 2 5 1 , 2 7 0 , 271 54, 7 6 , 1 2 0 * * 204, 206, 207, 208. ALEXANDRIA: (no Egiro) 174, 178, 182, 183, 184, 218, 243, 244, 253, 270, 271 ALEXANDRIA: (em Iaxartes) 174 ALEXANDRTO: veja Sartaba ALMOM: Kh. 'Almit 108 ALMOM-DIBLATAIM: Ikh. Deleilat
5 2 , BETE-DIBUIÀIM 1 2 8

ADAMIM: veja Adami-Nekeb ADAMI-NEKEB: T. Adami. Kh. Et-Tell 72, ADAUI.M 30,31

AJBDOM: T. Avdon, Kh. Abdeh
* ABEL.

108

ADÃO: T. ed-Damiyeb ADER: 17 ADIABENE: 271

— (Na Galiléia)'AinIbi 30
— ( p e r t o dc Damasco) Suq Wadi Barada ABILA 254, 255, 259 — (em Gilcadc) T. Abil 158, ABUA 179, 180,181,
2 1 4 , 2 1 7 , 2 3 1 , 2 3 4 , 2 6 4 , ABILA SEIJ-I.CIA 1 8 1

ADASA: Kh. 'Addasa 195 30.

ADIDA: T. Hadid, el-Haditha 2 1 1 , 2 1 4 , 259, 266 ADITAIM: ( — ) 140 ADMÁ: ( — ) 45

esh-Shcrqiyeh

— (perto do mar Morto) Kh el-Kafrein, ABILA 177,200,255,259 ABEL-BETE-MAACA: veja Ahel-Rete-Maaca ABEL-BETE-MAACA: T. Avel Bet Ma'akha, Abil eiQamh 3 0 , 1 1 1 , 1 2 4 , 1 4 6 , ABEL-KERAMIN: ?Na'ur 78 ABEL-MAIiM: 146 ABEL-MAIM: veja Abel-Bete-Maaca ABEL-MEOLÁ: ?Kh. T. el-Hilu 7 6 , 1 1 3 , 134,135, *

* 72,113,

ALULO: veja Halul AMA: veja Rahate-Bene-Amon AMÃ: ( - ) 140 AMADE: ( - ) 7 2 AMALEQUE: 90 AMALEQUITAS: 45 AMANA: — (montanha) Jcbel Zebedani — (rio) Nabr Barada 8 8

ADMÁ: ?Qarne Hittim, Qarn Haltin
SEMES-EDOM 3 0 , 3 2

ADORA: veja Adoraim ADORAIM: Dura 119, AOOKÀ 177, 210. 214. 217, 265. ADRAMÍTIO: 243, 254 ADIVINHOS, CAMINHO DO CARVALHO DOS: 10 ADUIÃO: H. Adullam, esb-SbeikhMadhkur 46,
t

143
A B E L - S I R I M : T. el-Hammam 52

57, 6 3 , 9 2 , 119,140, 154,170, ODOLIAM 192 ADUMIM, SUBIDA DE: * ADURU: AFECA: 48 — ( e m J u d á ) ( - ) 140 — (no Líbano) 69 AFEQUE: — (em Aser) T. Afeq. T. Kurdaneh 68, 69 — (cm Sarom) T. Afeq. Ras d-Ain 1 0 , 1 7 , 22. 23, 30, 32, 34, 35, 6 3 , 8 3 , 84, 9 5 , 1 5 6 ,
ANTIPÁTRIDE 2 2 1 , 2 4 5 , 2 4 6 , 2 4 7 , 2 5 3 , 2 5 4 , 2 5 5 . 2 5 6 , 2 5 9 , 2 6 4 , 2 6 6 , 2 6 7 , ARETUSA 2 1 7 , PEGAS

*
0

ABfcllM: 266 ABIDOS: 20, 182 ABIEZER: 6 5 , 1 3 9 ABILA; veja Abel ABRONA: ?Elat, UmmRashrash ACABA: 19* ACABARE: 'Akhbere, 'Akbara 257 ACADE: (região) 4, 20. 43

Tal'ai cd-Damm 73
t
*

AMA.NOS, MTES. 3, 20, 127, 172 AMARGO. LAGO; 47, 4 8 AMASTRE: 271 AMATO: 214, 217, 230, 259 AMIDA: 11 AMISO: 271 AMK1: 34, 39 AMOM: 52, 7 8 , 1 0 1 , 1 3 3 , 1 4 4 , AMONITAS 181 AMÔNIO: 174 AMONITAS: veja Amom AMORITAS: 45 AMORITAS, TERRA DOS: 52

ed-Dura 41

* °

*

ACADE (cidade) 9, 15 ACAROM: veja Ecrom ACHEA: 244, 2 5 1 , 2 5 2 , 270. 271 ACMETA: 9 , 1 1 , 157, ECBATANA 1 6 6 , 1 6 7 , 1 7 4 , 1 8 3 , 243, 244 ACO: — (cidade) T. Ajkko, T. el-Fukbkbar 22, 2 3 , 3 0 , 34.35,37,41,68, 69,153,155,157,173,
1 7 5 , 1 7 6 , 2 1 2 , 2 6 6 . PTOLEMAIDA: A k k o . 177,

177,181,211,214
— ( e m G a u l a n i t a s ) AFEQUE SUPERIOR: Fiq 11\ 126. 1 3 8 , AFBQÜE INFERIOR ? ' E n - G e v 1 8 . 1 2 6

AMORITAS, ESTRADA PARA O PAÍS MONTANHOSO DOS: 10, 48 * AMU DARYA: 168 AMUDE, CAVERNA DE: 225 * * AMUQUE: 13 AMURRU: 34, 3 7 , 3 9 , 4 3 , 51, 66, 6 9 , 1 3 6 , TF.KRA DO
OESTE 2 0

AFEREMA: veja Ofra (cm Benjamim) ÁFRICA: 271 AFRODITÓPOLIS: 182 AFULA: veja Ofra (cm Jezreel)
*

178, 179, 180, 184, 191, 202, 206, 217, 218. 219, 220, 243, 244, 252. 254, 255, 256. 257,
2 6 4 , 2 6 5 , 2 7 0 , 2 7 1 , ANTIOQUENES ( c m

AGRIP1NA: veja Jarmute (em Issacar)
A H L A B : Kh. El-Mabalib 6 8 , MAAUBF. 1 5 3 í : KH. Et*

Ptolemaida) 181
— ( d i s t r i t o ) 1 7 3 , PTOLEMAIDA 2 3 4

AMURRU, MAR DE: veja mar Mediterrâneo AN ABE: Kh. 'Anab el-Kebireh ANANIAH: el-Azariyeh 240 ANARATE: ?T. Rekesh, T. el-Mukbarkhash 72 30. 32, 140 170, BFTÂNIA 236, 237,

Tell 17,18, 22. 44, 54, 63 AIATE: ?Kh. Haiyan
1 5 4 . 'AYYAH 1 7 0

ACOR, VALE DE: 73, 225 ACRA: (em Jerusalém) 189, 200. 205 ACRABETA:'Aqrabba, Aqrabba
2 5 9 , 2 6 0 , 2 6 7 , ECREBEL212

A1JALOM: II. Ayyalon, Yalo 34, 36, 56, 64. 68. 1 0 7 , 1 0 8 , 1 1 3 , 1 1 9 , 1 2 0 , 145, 201 AIJALOM. VALE DE: 5 6 , 1 4 5
AIM: *

190, 200. 211,

AC SAFE: ?T. Regev, Kh. El-Harbaj 23, 3 0 , 3 4 , 3 5 ,
4 1 , 5 9 , 6 2 , 6 3 , TEL REGEV 1 7 , 1 8

ANATE: 115, 147 ANATÓLIA. PLANALTO DE. 5 ANATOTE: Ras ei-Kharrubeh 170 9 4 , 1 0 8 , 143,154,

ACZIRE (em Aser) T. Akhziv, ez-Zib 18. 19. 68. 69.
1 5 3 , 2 6 6 , ECDIPA 2 1 2 , 2 1 9 *

— (na fronteira d e Canaã) ?Kh. 'Ayyun 51
— (emSimeão) ( - ) 108,140

ALAJLAQUE: 24, 26, 43 ALAMALEQUE: ( — ) 92 * *

— (em Judá) ?FI. Lavnin, kh. T. el-Beida
154*

1.40,
*

ANGRA: 172,185, 239, 243, 244 ANFÍPOLIS: 172, 251

ALASHIA: veja Chipre

205
ANl.M: H. Ajiim. Kh Cbuwin * * * * •*
?

et Tahia 140

4 4

AREIA, TERRA DOS HABITANTES: 21 ARETUSA: veja Afeque (em Sarom) AR1A: 168, 174 ARIC1A: 243 ARISBF.: 172 ARISTOBULLAS: Kb. Istabi 214 ARMANT: 26
A R M Ê N I A . - 1 6 8 , 185, 271
4 4 4

ATIiRlBIS: 182, 243 * ATHURA: 168 ATRIM, ESTRADA DE: 10, 48, 50 AUGUSTA TREVERORUM: 271 AULOM, VALE DE: veja Vaie d o J o r d ã o AURAN1TAS: veja Haurã (região) AVAUIS: T. ed-Daba1 24, 25 AVDATE: 'Abdab 19. 141 AV1M: — (cidade) ( — ) 121

ANQUIAJ.O: 271 ANTEDOM: Tecia 181, 214, 221, 256 ANTÍLOPE, NARIZ DF.: veja mte. Carmclo ANT1N0E: 182 ANTINÓPOL1S: 271 ANTIO: 271 ANTIOCH1S: 2 1 3
ANTIOQUIA:

* * *
4 0

*
*

*
*

ARMÊNIOS, MTES.: 174 ARNAMA. Hermel39, 41 6, 8, 52, 106, 128, ARKOM, RIO: Wadi elMujib 1 3 3 . 1 4 1 , 258, 259. 2 6 0 AROER: (no Neguebe) H. Aro'er, Kb. 'Ar ar té 9 3 , 1 4 0 (em Rubem) Aro'ír 18, 106, 128, 133 *

— (Jerusalém) veja Jerusalém — ( p e r t o de Quinerete) veja Hipo (cidade) — (na Alta Galiléia) veja Daíne ANTIOQUIA: — (na Síria) 1 7 8 , 1 8 3 , 202, 204, 243, 244, 249, 250, 2 5 1 , 2 5 2 , 2 5 3 , 2 7 0 , 2 7 1 — (na Ásia Menor) 243, 250, 270, 271
4

*

— (nação): veja Avitas AVITAS: 69 AYYAH: veja Aiate AZA: Zawata 139 17,18, 56, AZECA: T. Azeqa. Kb. 7. Zakartyeb AZMAVETE: Hizmeb 94,170 49, 5 0 , 5 1

ARPADE: 1. er-Refcld 115, 136, 147, 157, 167
4

9 1 , 1 1 9 , 1 4 0 , 1 4 9 , 1 5 2 . 154, 161, 162. 170 AZMOM. ? 'Ain Muweilib 72
4

ANT10QULA SELÉUCIA: veja Gadara (cidade) ANTLOQUIA-SOBRT-CKLSORKOAS: veja Gerasa
A N T I O Q L . E N E S : ( e m P t o l e m a i d a ) v e j a ATO

ARQA: T. 'Arqa 23, 34, 127 A1ÍRAPKHA: 166 ARS1NOE: 182, 243 ARTACOANA: 174 ARUBOTE: ( - ) 113 ARUMA: (em Efraim) Kh. ElOrmab (na Galiléia) veja Ruma 77 * *

*
»

*

AZNOTE-TABOR: ? T. Aznot Tavor, Kb. F.l-Jebeil A7.0R: Azor, Yazur 16, 107,154 AZOTO: Veja .Asdode AZOTO PARALIO: veja Asdoede-lrãm AZOTO-SOBRE-O-MAR: veja Asdode-Yam

ANT1PÁTR1DE: veja Afeque (em Sarom) *
*

ANTON1A: 222, 239, 261, BARIS 205, 216
APAMEA:

— (na Síria) 178, 202, 204, 243, 271 — (na Ásia Menor) 185, 243
4

APOLÔNIA: — (na Palestina) SOZUSA: T. Arshaf, Arsuf 181,
2 1 1 , 2 1 4 , 2 1 7 , 264. 265 — ( n a Trácia) 2 5 1 , 2 7 0 , 2 7 1

*

ARUNA: Kb. -Arei 28, 3 0 , 1 2 0 ARUMA, PASSO: 9 ARVADE: 15, 3 4 , 1 1 5 , 1 1 6 , 127, 171, ARADO 172, 183, 204, 243 ARZA, AR7.ANI: El-Arisb 115 ARZAWA: 39, 66 ASÃ: 12, 140 ASCABADE: 174 ASCALOM: veja Asquelom ASDODE: (cidade) T. Ashdod. Isclud 17,18, 19. 6 9 . 8 0 , 84, 1 4 1 , 1 4 2 , 149, 154,161, 162, 171. AZOTO 176, 1 7 7 , 1 8 1 , 192, 201, 206, 207. 208, 211. 212, 214, 217, 221, 223, 246, 254. 255, 258, 264, 26^ (província) 151, 1 7 0 , 1 7 1 , 1 7 3 * BAAJLA:

B
— ( n o Neguebe) ( — ) 140 — (em Judá) veja Quiríate-Jearim BAALATE: el-Mugbar BAAI.-GADE: ( — ) 69
B A A L - H A Z O R : T. 'Asur BAAL-MEOM: 1 0 9 , HAZOR 1 7 0

*
4

APOLONÓPOLIS HEÍTÀCOMIA5:182 APOLONÓPOLIS MAGNA: 182 APUM: veja Damasco (cidade)
A Q U E T A T O M : 3 3 , EL-AMARNA33 AQUITANIA: 2 7 1

* *

*
4 4

73, 107 140

BAALATF.-BER: T. Masos. Tel-Mesbesb

AR: ?el-Misna'

128

ARÀ: 125. 126, 127 ARÃ-BETE-REOBE: 101, 102, BETE-REOBE 104, 106 ARÁ-DAMASCO: veja Damasco (país)
ARÃ-NAARA1M: 4

— (em Efraim) (— ) 139 — (na Transjordâniíi) Ma 'in 190 BAAL-PERAZIM: ( - - ) 100 BAAL-ZEFOM: Defenneh, I. Dafuneh Tapanes 48 BAAL-ZEFOM: — (zaSmtfJebel * Aqra'31 ( n o Sinai) 47, 48, Mte. Cassius 184 BA ARAS: Zerqa Ma'in 224 BAB EDH-DHRA: 17 BABEL:
— ( c i d a d e ) 1 5 . BABILÔNIA 2 6 , 1 4 7 , 1 5 0 , 1 5 7 . 1 6 6 ,

ARÁ ZOBÁ: 104, ZOBÁ 101, 102 ARABÁ: 6. 7, 52, 99, 100 ARABÁ, M AR DE: 142 ARABÁ, ESTRADA DE: 10, 48 ARABE: Kh. Er-Rabiyeb ÁRABES: 141, 147, 150 ARÁBIA: 4 , 1 6 6 , 243, 244, 2 7 0 , 2 7 1 , veja também Arábia Saudita ARÁBIA SAUDITA: 5
4

veja

,

ASDODE-KAM: Minai el-Qala' 149, AZOTO-SOBREO-MAR 1 7 3 , AZOTO PARAUO 1 8 1 . 2 0 7 . 2 0 8 , 2 1 1

94,140 *

ASER: Tayasir 212 ASER: 59, 62, 68, 70, 71, 72, 75, 8 2 , 9 8 , 1 0 8 , 1 1 3 , U>5 ASERETE: ( - ) 139 ASEAR: Kb. Ez-Z'afaran ASHNAH: ( - ) 140 ÁSIA: 243, 244, 252. 270, 271 * * ASOCHIS: veja Hanatom ASPENDUS: 172 ASQUELOM: T. Ashqelon, 'Asqalan 17. 18. 23. 5 4 , 4 2 , 6 9 , 8 0 , 1 5 4 , 1 5 9 , 1 6 0 , 1 7 1 , ASCAI.OM 173, 177, 179, 181. 201, 2 0 2 , 2 0 7 , 212, 214, 217. 218, 219. 220. 224. 227. 2 2 8 , 2 4 1 , 254, 255, 256, 258, 264, 266, 267 AS RI EL: 65, 139 ASSÍRIA: 4 , 1 2 7 , 136. 147, 157,166, ASSUR 15 ASSÒS: 252
*

198, 199

ARÁBIA: (Satrapia persa) 168 ARACHOSLA: 1(58 ARADE: ?;T. Malhata. T. el-Milh 17, 18,19, 20, 22,
4 8 , 5 0 , 6 3 , AKAOF DHJF.RA.MEDL 1 1 2 , 1 2 0 , 1 4 1 , MAÍATA 2 1 0

1 6 3 , 1 6 7 , 1 7 4 , 183, 185, 24.3, 244 — (país) veja Babilônia BABILÔNIA: veja Babel BABILÔNIA: — (país) 4, 2 6 , 1 5 7 — (império) 166 (província persa) 168 * BACTRA: — (em Sogdiana) 174 — (Zariaspa) 174 BACTRIA: 168. 174
4

»

ASADH-KABÁ: T. 'Arad. T. Arad 120, 140,141, TEL
ABADE 1 6

ARADO: veja Arvade ARAMATÉ1A: Rantis 186, 200, 201, 211, 264 ARAMEUS: 90, 98
0

ARAQ EL-EMIR: 19, veja também Tiro
AJRARATE:

ASSUR: (cidade) QaVai Sharqat 20, 2 6 , 4 3 , 1 1 5 , 116, 136,147,150.157,166,167

BAETICA: 271 BAHURIM: ? Ras el-Temim BALAMO: veja Ibleã 109

— (país) 4 , 1 1 , URAKIL: 1 3 6 , 1 4 7 — (montanhas) 3
4 4

ARBATA: veja Narbata ARBELA: — (na Mesopotámia) Erbil 167, 174, 185 — ( p e n o d o Mar da Galiléia) H. Aberl. Kh. Irbid 196, 203, 214, 230, 242

- (país) veja Assíria ASTAROTE: T Asbtarab 146 ATÁLLA: 250 ATAROTE: Kh. 'Atlarus 128 ATAROTF.-ADAR: ( - ) 7 3 ATENAS: 243, 244, 251, 270, 271
0

° 22, 23, 3 0 , 3 4 , 4 5 , 108,
4

BALI, RIO 3 , 4 . 2 4 , 26, 43, 127 BALUA: 17, 18 BARIS: veja.Antonia BASÃ, MTE.: 8 BASÃ: 7 . 1 0 6 , 1 1 3 . 1 1 6 , 133, 177 B A T A N E A 180, 221. 223, 254, 255 BASÃ, ESTRADA PARA: 10

*

*
4

ARCHELA1S: Kb. Auja el-lahta
ARCHITFS: 73

223

ARDATA: Ardat 34

ATHLIT: 17, 19

4

BASOAMA: tel-Jummeizeh

206

BATANEA: veja Basã BATRIÍNA: Batrun 34 BEALOTE: ( — ) 140 BECA: veja Líbano. Vale d o BEERIM: ( - ) 139 BEER-LAAI-ROI: ( - ) 44 BEEROTE: (em Benjiunim) ? Kh. El-Burj 5 6 , 1 0 0 , 1 4 0 , 170,197 ( n o Líbano) BNMITE 34, 3 9 , 4 1 , 104,171,
BI;RITO 2 0 4 , 2 4 3 , 2 7 1

B E T E - H A G Ã , E S T R A D A PARA: 1 0 B E T E - H A R Ã , B E T E - H A R A N : T. Iktanu 23, 1 1 3

BETONIM: Kh. Batneb BETSABARA: 229, 236 BETUEL: ( — ) 140
'Ur

113

BETE-IIOGI.A: ? Deir Hajlüh 71, 73
B E T E - H O R O M , S U P E R I O R c I N F E R I O R : Beit

BETULIA: 212 * BEZEQUE: Kh. BF.ZER: * * (em Rúben) ? Umm el-'Amad
BOSTRA 1 9 0 , 2 7 1

(el-Foqa e el-Tabta) 56, 7 1 , 7 3 , 1 0 7 , 1 0 8 , 1 1 2 , 1 2 0 , 1 3 7 , 1 8 6 , 1 9 4 . 1 9 5 , 1 9 7 , 1 9 8 , 1 9 9 , 256,
BETE-ORON 2 1 2 BETE-HOROM, DESCIDA DE: 56 B E T E - H O R O M , E S T R A D A PARA: 1 0 , 8 8

lbziqs>l,$7 108,113,128

(em Basã) Busra ?Eski-Sbam 2 3 , 3 0 , 34,

* *

BETE-IERÁ: T. Bet Yerah, fO). El-Kerak 17, 20, 22,
FILOTERIA 1 7 9 , 1 8 1 , 2 1 4

BIBLOS: Jebeil 9, 13, 20. 2 3 . 3 4 , 41,67, 6 9 , 1 1 5 , 1 1 6 , 1 7 1 , 1 7 2 , GEBAL 1 0 2 , 1 0 4 niKZMIE. BirZeit 121

BEIRUTE: veja Beerote (no Líbano) BELA: veja Zoar BÉLGICA: 271 BELMEM: 212 BENE-BERAQUE: H. Bene-Beraq, Kbeiriyeb (Ibn

BETE-JERAH: 241
B E T E - J E S I M O T E : T. el-'Azeimeb 5 2 , BESIMOTE 2 5 9

BITÍNIA-. 185, 244, 271 BITROM: 99 * B1ZÂNUO: 244, 271, BYZANTIOS 185 BOÃ, PEDRA DE (FILHO DE RÚBEN): ( - ) 73 BONS PORTOS: 253 * * * * BORIM. H. Borim. Kh. Burim BORSIPA: Birs Nimrud BOSORA: Busri el-Hairi 190 BOSTRA: veja Bezer (em Basã) BOZEZ; (rocha) 88, 89 BOZKATH: ( - ) 140 BOZRA: Buseirah * * * * 52 BROCCHOL: ( - ) 179 B I BASTE: 47, 182, 243 BÜCEFALIA: 174 BUCOLON POLIS: í Atblit 181, veja também Athlit *
*

B E T E - J E S I M O T E , E S T R A D A PARA: 1 0

BETF.-LE-APHRAH: ? et-Taiyibeh
BETE-LEBAOTE: ( - ) 140

154

Ibraq)

* *

BETE-MARA: Ras et-Tawil 225
BETE-MARCABOTE: ( - ) 93

107,154, 266

BENI HASAN: 26
BENJAMIM: 68, 70, 7 1 , 7 3 , 74, 81, 8 2 , 8 5 , 8 6 , 9 0 ,

BETEMAUS: T. Maun

230

120

BETE-MEOM: veja Bete-baal-meom BETÉN: H. Ivtaan, Kh. Ibtin 7 2 , 1 1 3 RF.TE-NINRA: T. el-Bleibil BETE-ONRI. 136 BETE-PAZES: ( — ) 72 BETE-PELETE: ? T. Shoqet, T. es-Saqati 94, 140, 170 BF.TE-PEOR: Kh. 'AyunMusa 53 BETE-QUERÉM: ? Ramate Rael, Kh. Salib 140,
1 6 1 , 1 6 2 , 1 7 0 , 2 1 4 RAMATE RAEL 1 8 ; ? ' E n -

20.166

9 4 , 9 8 , 107,108, 113,116 BEN-SHF.MEN: 16 BERÉIA: veja Alepo BERENICE: — ( n o Neguebe) veja Elatc — (na Transjordânia) veja Pehel BER1TO: veja Beerote (no Líbano) BEROTÁ: Bereitan BERSABE: 230
BERSEBA:

113

12, 30, 102. 165

BJER5ÁBE: veja Berseba (na Galiléia)

Kerem, 'Ain Karim 225 BETE-RAMATA: veja Julias (na Peréia) 13,16, * BETE-REOBE: veja Arã Bete-Reobe BETE-RIMA: 266 BETE-SÃ: veja Bete-Seã es-Saba' BETE-SAIDA, BETSAIDA: el-'Araj 233, 234, 264 Julias 223. 230, 255, 264, 265, 266 BETE-SEÃ: t. Bet Shean, T. el-Iiusn 10,16, 17,18, 19, 2 3 , 3 0 , 3 4 , 3 5 , 3 7 , 3 8 , 4 1 , 6 8 , 69, 9 6 , 9 7 , 1 1 3 , 1 2 0 , 1 7 1 , CITÓPOLIS 1 7 7 , 1 7 9 , 1 8 0 , 181, 184. 190,196, 206, 211, 212, 213, 214, 215, 217, 224, 225, 229, 231, 236, 241, 247, 254,
2 5 5 , 2 5 6 , 2 5 7 , 2 6 4 , 2 6 5 , NYSA 1 8 1

BUSIRIS: 182
BUTO: 9 , 1 8 2

— (na Judéia) T. Beer-Shev'a, T. es-Saba' 214, 264 — (na Galiléia) H. Beer Shev'a, Kh. Abu 257, BERSEBA. DESERTO DE: 134 BER-ZETA. BirZeit 194, 197 BESARA: veja Bete-Se arim BESIMOTE: veja Bete-Jesimote

43, 44, 106. 134, 1 4 0 , 1 4 1 , 1 5 8 , 1 7 1 , 210,

c
CABBON: ( - ) 140 CABZEEL: veja Jecabzeel CABUL: -

(cidade) Kavui, Kabul 7 1 , 7 2 , 2 5 6 , 266,
CABULOM 2 3 0 ( t e r r a ) TERRA DE CABUL 1 1 3

BESOR, RIACHO DE: ? Nabal Ha-Besor, Wadi Shelaleh, Wadi Ghazzeb 8,93,122,141, * KAAL BESOR 16 BETÂNIA: veja Ananiah BETÁVEN: ? T. Maryam BETE-ALFA: 241 BETE-ANATE: ? Safed El-BaUikb 30, 37, 68, 69, 177, 266 BETE-ANOTE: Kf). Beit 'Ainum 140 BETR-ARABÁ: 'Ain el-Charabeh BETH-ARBEL: Irbid 46 BETE-BAAL-MEOM; Ma'in BETE-DAGOM. (cm Aser) ( — ) 72 ( e m J u d á ) ( - ) 140 * Dajan 154 128 * * * BETE-BASI: Kh. Beit Bassa 199 73. 9 4 , 1 4 0 88, 89 BETE-ACOZ: T. el-Qaus 225

CABULOM: veja Cabul (cidade) 19, * CABURA: 174 CADASA: veja Cades (na Galiléia) CADES: veja Cades (na Galiléia) CADES: - (na Galiléia) T. Q e d e s h , T. Qades 17, 17, 23, * 1 8 . 2 2 , 2 3 , 30, 37, 59, 6 3 , 1 0 8 , 146, CADASA
2 0 3 , CADES 1 7 7 , 2 5 6 , 2 5 7

BF.TE-SEAR1M: Bet S h e a r i m , esb-Shikb Ibreik 241,266,
BETE-SEMES:

— (em íssacar) ? H. Shemesh, Kh. Sbeikb eshSbamsatvi 72 — (em j u d á ) T. Bet Shemesh, T. er-Rumeileh
1 6 2 . IK-SHEMESH 1 0 7

18, 7 1 , 7 3 , 8 4 , 1 0 8 , 112, 113, 137, 145,161, — (em Naftali) ?? T. Rosh, Kh. T. er-Ruweisi 6 8 , 6 9 , HÊCAUM 30 BETE-SEMES, ESTRADA PARA: 10 BETE-TAMAR: ( - ) 225 BETE-TAPUA: Taffuh 140 BETE-TER: Kh. El-Yahud 140, 265, 266. 267, 268 BETE-ZABDAI: ( — ) 204 BETE-ZACARIAS: Kh. Beil Zakariya BETE-ZAITE: Zeita 153 BETE-ZUR: Kh. Et-fubeiqeh 17,18,119,140, 1 7 0 . 1 7 1 , 1 8 9 , 1 9 2 , 1 9 3 , 1 9 8 , 1 9 9 , 2 0 0 , 202, 206, 207, 210, 214, 265 BETFAGÉ: Kafrel-Tur 237 * BETHENNABR1S: 1. en-Nirnreb BETH-LEHEM, BELÉM 259 193

( e m J u d á ) ( - ) 140 39,40,41

CADES: (no Vale d o Líbano) 26, 27, 30, 3 1 , 3 4 , GYDES. ÁGUAS DE MERIBÁ DE: veja CadesBarnéia CADES-BARNFTA: 'Ain el-Qudeirat
DE MERIUÁ DJE CADES 1 1 6

9, 10, 18, 44,

4 5 , 4 8 , 4 9 , 50, 51, 52,141, EN-MISPA 49, ÁGUAS CADES-NAFTALI: H. Qedesh, Kh. Qedish 59, 6L, 82 CADMONITAS, TERRA DOS: veja Quedem, Terra de * * * CAFARABIS: Kh. F.l-Bis 227 CAFARBARUCHA: Bani Na'um CAFAR-LAQITAWI: BeitLiqiyah 225 267 CAFAR-HARUBE: Kafr Kharib 265 CAFARNAUM: Kefar Nahum. T. JIum 19, 230, 231. 232, 233, 234, 235, 236. 237, 240, 241, 264, 270, 271 * * CAFAR-SAIAMA: Kb. Salameb 194 CAFARTOBAS: ? kh. 'Atrabba 259, 260 CAFTOR: 66, CHEREIM 11". CREU 253, 271 CAFTORIM: 15

BETE-DAGOM (na Filístia) Bet Dagon, Beit BETE-DIBLATAIM: veja Almom-Diblataim
B F . T E - E D E N : 1 1 5 , 1 2 7 , 1 4 7 , EDEN 1 1 6

BETE-EGLAIM: T. Bet 'Eglayim, T. eWAjjul 24,
2 5 , GAZA " O DESERTO" 2 4 6 ; PALEA GAZA 1 7 6 , TELL E I / A » 17, 18

BETE-EL, BETEL: Beitin 2 , 1 7 , 1 8 , 44, 46, 54, 63,
71, 73, 81. 85. 198,199,260, 86,118,121,134,135,170, 267

— (na Galiléia) Bet Lchcm Ha-Gelilit, Beit í.ah m i l , 113 — (cm Judá) Bet Lehem, Beit í.ahm 3 4 , 3 6 , 81, 82, 94. 100, 119,140, 170,199, 227, 264,
EFRATA 46

BETE-EMEQUE: T. Bet Ha- f Emcq, T. Mimas 71,
113 B E T E - I I A G Ã : / E W V 2 3 , 1 3 1 , GINA 3 4 , 3 5 , GINAE 2 3 6 , 237

*

BETOGRABRIS: Bet Guvrin, Beotjibrin 259, 2 6 4 , 2 6 5 , 267

221, 246,

207
* CAJFETRA: 260 CAIM: en-Nabi Yaqin 140 CAI.Á: Ninrode
* CALBA-. 4 1 252, 253, 254, 255, 256. 257, 258, 259, 264, 2 6 5 , 2 7 0 , 2 7 1 , TORRE DE STRATO 1 7 3 , 1 7 7 , 1 8 1 , 214,217
4 4

DÁC1A: 271 DAFNE: — (na Palestina) Kb. Da/neb 230. ANTIOQIIA 180, 214 — (no Egito) veja Baal-Zefom 182 DALMÁC1A. 271 DAMASCO: — (cidade) esh-Sham (Dimasq) 30, 34, 41,102, 104,116,124,126,127,132,133,134,135, 136, 1 3 8 , 1 4 2 , 1 4 6 , 1 4 8 , 1 6 5 , 1 7 1 , 1 7 2 , 1 7 4 , 1 7 5 , 1 7 6 , 1 7 7 , 178. 179,183, 185, 202, 204, 215, 243, 244, 247, 249, 254, 255, 270, 271,
APIIK 2 3

15,127,136.147.166 *

CESARÉIA: (na flalácia) 271 CESARÉIA DB FIUPOS: veja Panias CETROM: ( — ) 6 8 , 7 2

* * *

CÁLC1S: 202, 204. 254, 255
CALF.BF.: 5 8 , 6 8 , 9 4
4

CALINICO: 178 CALLIRRHOE: veja Zerete-Saar CALNÊ: 116,147 CAMINHO, O: 2 CAMOM. ? Qamm 82 CAMI:S 179

CIIARAX

— (cm Gilcade) el-Kerak 190 (no Golfo Persa) 174 CI1EPIIAR-AMM0NI: ( - ) 121 CHEPHIRAH: T. Refira, Kh. Kefireb 5 6 , 1 Í 0 , 1 7 0 CHIPRE, COSTAS DE : 116, 117

4

CAMUS: veja Camon CANA: (na Caliléia)
CANA 2 3 0 , 2 3 2

*

H Qana, Kh. Qanah

146,

CHIPRE (ilha) 3, 5 , 1 7 1 , 1 7 8 , 1 8 3 , 2 4 3 , 244, 2 5 0 , 2 5 1 , 2 5 2 , 2 7 0 , 2 7 1 , EUSEU 4 , 9 , 1 1 , 1 5 , 2 6 , 6 6 , 6 7 , 1 1 5 , 1 1 6 , IADNANA 1 4 7

— (país) 3 4 , 1 0 1 , 1 0 2 , ARÀ-DAMASCO 118,124,
1 3 2 , 1 3 8 , 1 4 6 , SHA-IMEWSHU 1 3 6 , IJPI 3 4 , 3 9 , 4 1

CANA: veja Cana CANÁ: (em Aser) Qana 71.113 * CANÁ, RIBEIRO DE: Nahal Mikhmar, Wadi Qana
8 , 7 1 , 1 0 7 , RIBEIRO MOCMUR 2 1 2
4

DAMASCO, DESERTO DE: 6, 134 256
0 4

CHIPRE: (perto de Jerico) T. el-Aqabba CIAMOM: v e j a j o c n e ã

DAM 1F.TA: 176 DAMURAS, RIO: 179 DANA: ( - ) 140 DASCiüO; 172 DATEMA: ? T. er-Ramet 190, M A R MORTO: 7 , 8 , 9 2 , 94, 1 0 0 , 1 2 9 , 1 3 0 , 2 0 9 , 210, 219, 220, 225, 258, 260, 264,2Ó5, 267, 269, M A R ORIENTAL
1 6 5 , MAR SALGADO — VALE DO SIDIM 4 5 DEBIR:

CILÍCIA: 172, 185, 249, 250, 253, 270, 271 C1LICIA, PORTÕES DA: 171, 172 CIRF.NA1CA: 243, 244, 270, 271 CIRENE: 1 1 7 , 1 8 2 , 2 4 4 , 2 7 0 , 271 * CIMA: 271 CITÓPOLIS: veja Bete-Seã CNIDO: 253 * * * *
4 4

CANAÁ: 4 , 1 5 , 33, 34, 37, 3 9 , 4 1 , 4 2 , 51 * » * *
0

CANATA: veja Quenate CANDAAR: 174 CANIS: 9, 11 CANOPOS: 182 CÃO, RIO: veja rio I.ico CAÍADÓC1A: 1 6 8 , 1 7 2 , 1 8 3 , 1 8 5 , 243, 244, 270, 271

*

CNIDO, RIO: 172 CNOSSOS: 66, 271 COCHABA: Kaukab COBA: el-Qabu 225 CODE: 66 COELE-SÍRIA: veja Celessiria COLA: Qa'un 212
4

— ( p e n o d o Jordão): ( —) 73 — (em Judá) T. Bct Mirsham, T. Beit Mirsim 57, 6 3 , 8 2 , 1 0 8 . 1 1 2 , 140, QUIRIAI»SEFER 57, TEU.
BFJT MIRSIM 1 7 , 1 8

* *
0

CAPARORSA: Kefer Horsha, Kh. Hureisa 260,
ORKSA 2 1 9 , 2 2 0

264

CAPERCOTNEI: Kcfar Otnay, Lejjun 2 fe, 230 CARATEPE: 147
CARAVANA, R O T A D E : 1 0 , 7 6

DECÁPOLIS: 217, 255 DEDÃ: 15,116 DEIR: — (povoado) Aqr 4 3 — (país) 20 "
4

CARCA: ? 'Ain el-Qeseimeh CARCAR: Kh. Qerqur 127 CARCOR: Qarqar 9 CARIA; 172, 183, 185

49, 50, 51

*
*

COLONA: 172
COLÔNIA: 271

DEIR TASA: 13 DELFOS: 183,243
DELOS: 183,243

*
4

COMAGENE: veja C u m m u h u COPTOS: 182

CARMELO-. Kl). El-Kirmil 92, 94, 140 CARMELO, CUME DO: veja Mie. Carmelo CARMELO, MONTE: 8, 68, 72, 211, 212, 219,
NARIZ DK ANTÍLOPE 2 1 , MIE. DO USUÁRIO 4 1 , R o s u QUEDESH 3 0 , CUME OO CARMELO 1 2 5
4

*

CORAZIM: Kb. Karraza *
4

230, 233
0

DERBE: 243, 2 5 0 , 2 5 1 , 2 7 0 , 271 DERBENTE: 174 DESERTO, CAMINHO: 10, 5 4 , 8 1
4

CORDUBA: 271 CORÉIA: Qarawah 215, 259, 266 CORINTO: 182, 243, 251, 252, 270, 271 COROCOD1LO.N POLIS: T. el-Malat 173, 181 CÓS: 243, 252 COZBA: Kuweiziba 225 COZO: Kb. Qusin 139 CRETA: veja Caftor CTESIFON: 183,243
CUE: 1 0 5 , 1 1 5 , 127,147

DEVELTO: 271 DIBOM: Dbiban 18! 128,155, DIBOM-GATE 52 DIBOM-GADE: veja Dibom
DILEA: ( - ) 140

CARNAIM: veja Carnaim (cidade) CARNAIM: 0 4 4

(cidade; Shcikh Sa'd 1 8 , 4 5 , 1 3 8 , 1 4 2 , 148, 155, 171, CARNAIM 190 (província) 1 4 8 , 1 5 1 , 1 5 6 , 1 5 8 , 1 6 1 , 1 6 5

4

DILMIJM: 20

D1MONA: ( — ) 140
4

4

CARNAQUE: veja No-Amom CARQUEM1S: Jerablus 9, 20, 24, 2 6 , 4 3 , 6 6 , 115, 127,136,147,159,160,166,167
4

DIO: T. el-'Asb'arí

173,214, 215, 217,234 48,103 207, 209, 211, 225

* 102,104
4

DIOSPOLIS MAGNA: veja No-amon DI-ZAABE: ? Dbabab OOCOS: Jebel Qarantal DOFCA: 'Serabit

CULANI: ( — ) 140 CIIM: ? Ras Ba'albek 12, CU.WIDI: 30, 34 CUMMUHU: 147, COMAGENE/147, 243 CUNRÃ: veja Mesade Hassiílim CURDISTÃO: 5 CURNUBE: 19 CURQUE: 26 CUSI: Kuzi 212 CUTÁ: T. Ibrabim CUTEANOS: 221 CUXE: (na África) 1 1 , 1 4 , 1 5 147, 150
4

* *
"

CARQUEOSIRIS: ( - ) 182 CARTA: veja Racate CARTAGO: 117, 271
CARTAS, C A V E R N A D A S : 2 6 9

4 4 0

el-Kijadem 48, SERARIT EL-

KHADEMI 1 1 , 4 8 D O L O R O S A , VIA: 2 3 9 DOR:

*
u 0

*

CASHABU: T. Hashheh 30, 31, 34 CASIFIA: ( — ) 163 CASPEIN: Khisfin 190

— (cm Naftali) ( - ) 108 — (na costa) T. Dor, Kh. El-Burj 17.18, 59, 62,
6 3 , 6 6 , 6 7 , 6 8 , 6 9 , 1 1 3 , 1 4 6 , 1 5 5 , DORA 1 7 3 ,

0

CÁSPIO, MAR: 5 , 1 7 4 CÁSSIO, MONTE: veja Baal-Zefom (no Sinai) CATNA: ei-Mishrifeh 9, 24, 31, 34, 43 CÁUCASO, MONTANHAS DO: 3 CAUDA: 253

*
0

179.181, 214, 217, 218. 219, 241, 254, 255, 264, — (província) 148, CAMINHO DO MAR 10,146 DORA: veja Dor (na costa)
D O T Á : T. fíotan 1 7 , 1 8 , 2 2 , 1 3 5 , DOTAJM 2 1 2

4

CUXE: (na Palestina) 2 3 CUXE HINDUS, MONTES: 174

4

CAZRIN: 241 CEDROM: T. Qatrab 208

DOTA1M: veja Dotã
4 4 4

CEDROM, RIBEIRO DE: Wadi en-Nar 114, VALF. DO
CODROM 2 0 5 , 2 1 6 , 2 2 2 , 2 3 9

D
DÁ: (cidade) T. Dan, T. el-Qadi 17,53,68,106,
1 1 8 , 1 . 2 4 . L \ i s 2 2 , 2 3 , 4 5 , 6 4 , QLEIAR-DÃ 2 3 0

DRANGIANA: 174 DRAPSACA: 174 DRIMO: 219
DUMÁ:

*

CELENA: 172 CELESSIRIA-, 185, 202, 204, 215 CENCRÉ1A: 251, 270, 271 CESARÉIA: (na Palestina) II. Qesari, Qaisariyeb 19, 221, 223, 241, 244, 245, 246,247, 249,

— (em Judá) Kh. Domeb ed-Deir 140 — (na Arábia) Dumet ej-Jendal 9,115, 166
4

(tribo) 68, 70, 82, 107, 108, 165
D A B E R A T E : Daburiyeb 60,108

DURA-EUROPOS: es-Salibyeh DUR SHARRUKIN: Khorsabad

166,185, 271 147

DABESETE: ?? T. Shem, I. esb-Sbammam

72

4

Safit. 2 1 7 . 15. 1 8 7 . 108 72. 9 8 . 108. 208.133. 65. 212. 1 6 6 . MAR: veja Mar Negro EXAJtOTE: veja Quislote-tabor EZEM: ( . Beit Jann — (em J u d á ) ( . 7. 10.) 140 140 * ESBO: veja Esbom ESDRELOM: — (cidade) veja Jezreel (issacar) — (vale) veja Jezreel. 214. 1 7 4 . 2 0 ESÂ: ( . 256. 1 3 6 . 7 0 . 227. 'En H a d d a . 1 7 1 . F * FACUSA: ? Gósen 182 FARA: veja Faraton FARATON-. Aitun 22. 43. 86. RIO: 3. 35. 94. 230 * * GATE-PADALA: veja Gate (c m Sarom) GATE-PARÃ: ( . 270. ALTO: veja Egito EGITO. 265 FÊMIX: 253 FILADÉLFIA: — — — (na Transjordânia) veja Rabatc-Bene-Amom (na Ásia Menor) 243. 116. 15. Kf). 1 0 4 . Kh. 147. 165 EGLAIM: IRujm * * 0 GATE-HBFER: T.256. 243. 8 2 . T. 142. FLORESTA DE. 257. 1 4 7 . 1 5 6 . MONTE DE: 8. Safsafeb 60. 1 9 0 . 1 9 9 . 271 ESNUNA: 20. 8% 90. 81. 1 1 2 . 69. 7 4 . 251. 220. 180. 250. 24. 256 GAZA: Aza. 253 EGINA: 270. el-Ahdab GANDARA: 168 214. EL-PARÃ 2 4 . 1 4 . 2 6 5 . 230. 16. 271 DEN: veja Bete-Eden 55 * * EBEN-EZER. CAMINHO PARA A TERRA DOS: 9. 221. Ghazzeb 1 7 . 1 4 9 . 171. 110 EFRAIM.) 107 EL-PA4: veja Elate EI.91. DESERTO DE: 6 EDRE1: — * (distrito) 233. 79. 8. Ainjidi (T. 2 4 4 . 250. ESTRADA PARA: 10 EFROM: veja Gefro EFROM. 184. O CAMINHO DA: 8 8 . 267 EMIM: 4 5 ENÃ: ( . 73. 69. 133. ELEFANTINA: 182 : IERF. 113. 148 GALIM: ( .108. 18. 1 5 0 . 140 241 ESTEMOA: ex-Satnu'93. 214. 32. 140 ETER: T. 2 5 4 . 1 7 6 . El-Kboksb 119. 234. 4 3 ESORA: veja Jazer ESPARTA:183. 30. 1 7 2 . 1 6 6 . 2 7 1 GÁLLA: 2 7 1 GALILÉLA: 3 0 : 1 2 5 . 1U0. 25. 58. FORTALEZA DE: 92 EN-GEVE: veja Afeque EN-GIOM: 'Ain Sitt Maryani 114. GTBF. 2 4 4 . 1 5 2 . PA-CANAÃ 3 7 . * * Er-Ramlab 34. 89. 271 . MAR DA: veja Quinerete. ALTO EGITO 2 0 . Safsafot. 224. 1 6 1 . 4 8 .) 140 ELUSA: H.105. 2 2 8 . 1 5 6 . EBENÉZER: 'Izbel Sarta 83 : 84 ELTEQUJK: ? 1". 183. 48. 4 .149.257 el-Qaslellò * ESMIRNA: 270. 212. 1 2 9 . 252. 144 18. 270. El-Muqanna' 69. 2 6 5 .18 1 5 4 . ETÃ: ? T Abu Seifeb 48. 252. 2 6 4 . 37. 1 4 5 . 26. 3 5 . 10 214 224. 1 4 1 . 83. 5. 2 3 3 . 1 9 6 . 12. 183 ° ° ° FAYUM: veja EL-Fayum FENÍCIA: 4 . 256. 154 FILISTEUS: 79. (em Basã) Dera' 2 2 (em Naftali) ( . 271 EFRAIM: (tribo) 5$. 229. 144. 255.108.71. RTO: Nahr el-'Aivaj * 0 202. 7 6 . 1 4 0 . 146. 2 5 4 . 24. 163. Carmclo) Mishmar H a ^ m e k Tel Abu Sbusbeb 211. 56. 1 4 9 . EGEU: 172 EGEü. 39 ETAM: Kb. VALE DOS: WadiBeilHamna ESTAOL: Eshtaol.) 1 Í 0 139 * 8 FASAELE: 172. A: veja Masada FÓRUM DE ÁPIO: 253 FRÍGIA: 172. 2 7 0 . íshwa' 64. 6 6 . 1 7 3 . 183. 201. 1 9 8 . 105. 220. 118. VALE DE: Wadi es-Sant 91. 181. Jurn). 1 2 7 . 31. 179. 5 2 — (cidade) Ummel-Qeis 179. 271 FRONTE IRA. 83. 1 6 2 FILISTEUS. 41. 219. 1 7 1 . 2 3 7 . 271 EGITO: 4. 1 0 8 . 1 Ü 7 . 8 0 . 104. 2 4 6 . 71. El-'Ater 140 EUFRATES. 1 5 4 . 13> } 1 4 4 . 270. 2 1 8 . 64. C A M I N H O PARA O D E S E R T O D E : 1 0 . 259. el-IIadatbeb EN-HARODE: : En Harod.152.) 72 EFES-DAMIM: 91 ÉFFSO: 172. 1 7 8 . 140 H1TA: d-Hayit EL4. MONTE DE: Har M a t a . 241. ACARO. 211. GATE-PADALA 34. 1 1 6 . Goren). 1 8 0 . mar d e GALILÉIA DAS NAÇÕES: 146. 1 6 0 . ESTRADA VARA: 10.123. 'Eter. RIBEIRO DO: Wadi el-'Arish 6. 165 * EN-IIADADE: T. el-Hamma FILISTEUS. 2 5 2 . E R E Q U E : 13. 174. 3 3 . 1 6 2 . 259. 257 GATE: — {em Sarom) Jett 30. 252.TECOM: ( . 264. 13 ELÃO: 4. MAR:" 172. 208. 251. 145 EL-AMARNA: veja Aquetatom EL-AMRA. G GABALIS: EL-Jiblin 214 GABAOM: veja Gibeão GADARA: 108 EDOM: 52. 2 6 7 . 265. 159. 233 * EMATA: Hammat-Gadcr. 115. 112. 36. 204 EL-FAYLM: 13. BERENICE 1 7 8 U GAUGAMELA: 174. 142. 96 EN-GANIM: — (em Issacar) Kb. 70. 243. Ain Jalud EN-HAZOR: ( . 1 0 3 . 258. 1 0 5 . 33. 6 9 . 1 6 6 .113 75 * 107. 215. 265 * EDESSA: E (na Macedônia) 2 7 1 (na Síria) 185. 164 ELEXJS: 172 ELEUTÉRIO: 179. 1 6 4 . 2 0 . Vale de * * GAMALA. 68. 43. 221. M 182 EL-GIRZÉ: 13 EL-HIBA: 26 ELISEU: veja Chipre (ilha) ELMATÂ: Immatin ELOM: ( . 201. 254. 27. 243 * * 170. 223. 37. 1 3 7 . 9 2 . 146. el-Kbalasa EMAÚS: 'Imwas 266. 120. 243 ESPIAS. 210. Gat Hefer. 1 1 3 . 150. 9 4 . ESTRADA PARA A TERRA DOS: 10. 3 2 FILIPOS: 243. 200. 217. 84. CAMINHO DOS: 50 ESP1NHEIROS. 175.M 200. 1 2 0 — (dos filisteus) T. NEÁPOLIS 2 2 4 . 181. 26.92. 34. 156. 211.) 140 EN-GED1: ' E n G e d i (T. 2 7 1 (em Fayum) 182. 1 5 2 . Et-Tell 158 139 GEBA: ( p e r t o de Samaria) Jeba' GEBAL: veja Biblos GOBA-TOMÃ: 3 0 . ? 'Ain Farah 1 9 8 . 5 2 . Halusa. MONTE: Jebel Islamiyeb EBEZ: ( . el-Jalameh 177 214 EGLOM: 1. 63.208 E EBAJL. 191. 2 5 1 . 260 * * GARABA: 'Arrabbeh 213. 206. 2 6 6 ALTAGAULÉIA. 223. 244. 2 1 4 .N-ANABE: veja Quiriate-Anabe EN-DOR: ? II. GALILÉIA.107. BAIXO: veja Egito EGITO. ANTIOQUIA SELÊUUA 1 8 1 EDOM. 214. 217.154. 80. 243. 221.254. 260. 2 6 7 . 269 EN-GED1. 2 5 8 FARFAR. 214. 17. 8 9 1 8 6 . 221. TELL ESSAFÍ BAIXO EGITO 20. 2 5 6 .) 140 F. Kh. 228. fJ-'Asbi * 4 197 181. 2 6 4 . 151. 244. 215. 220. 1 6 0 . 117 GADORA: veja G e d o r ( e m Gilcade) GALÁCIÂ: 185. 1 6 1 . 178 * * EUXINO. 174. 171. 1 7 8 . 2 6 5 . 1 5 9 . 181.) 72 * * ECAJLATE: 147 ECBATAÍSA: veja Acmeta ECDIPA: veja Aczibe (em Aser) BGREBEL: veja Acrabcta ECROM: T. 249.141. 2 3 0 . 48 FILOTÉRLA: veja Bete-Ierá FORTALEZA. Ez-Zurra' 145.DOM. 1 4 7 .73. 1 0 7 . 1 5 4 . 231. 106. 233. "PRÊMIO o o s REIS" 2 7 . 1 3 0 . 2 5 6 . 230. 210. 219. T esb-Sbulluf ELTOLADE: ( . 2 6 5 .) GAÜES. 80.) 139 GATE-RIMOM. 2 4 3 . 80. 223. 2 6 5 — (próximo ao mte. 26. Slialaí. 5 2 . 37. 1 2 Ü : 149. 185 GAULANA: veja Golã GAULANITA: 215. DEMOS DOS SELÊI/CIDAS EL-BADARI: 13 ELEASA: Kh.ATE-ELOIM 8 6 — ( p r ó x i m o ao rnte. el-Kheleifeb 141. ?Ramia.173. SILE 9. 114 'AinHocIll * 203. Efraim) Kb. 20. 21. 2 5 5 . 244. 234. 7 5 . 227. 27. 84.140. 23* 165 G A D E : 6 8 .169 72. ALTA: veja (ialileia GALILÉIA. 1 3 5 E D O M . 108.152. 26. 141. 115. 100. T. 223. "O DESERTO": Veja Bete-Eglaim GAZARA: veja Gezer GEBA: — (em Benjamim)/efor 88. 217. F A V U . BAIXA GAULÉIA 2 3 0 — (povoado) veja Ofra (cm Bcnjamin) EFRAIM. 1 8 . 107. es-Safi 34. veja também Maiumas GAZA. FARA 254. Kh. 214. 2 7 1 . 51. 254. 79. 7 8 .) 7 2 EN-MTSPA: veja Cades-Baméia ENOM: 229 EN-ROGEL: BirAyyub EN-SEMES: 'KnHod. 8 2 . 1 7 7 . 244 ELATE: 'Aqabah 9. 125. 144. 149. 152 F. 1 3 . Miqne. 255. 185. 2 5 6 . 1 4 1 . 180. 15.) 140 EZIOM-GEBER: T. 9 . 105. 4 Eton. 82. 1 9 9 . (satrapia persa) 168 EGITO. 257 G A R I S : K a f r Kana 230. 1 2 9 . 255. 1 6 0 . 125 EFRATA: veja Belém (em J u d á ) EFRATA. 1 7 7 .

217. Sinai 50. 6 0 * 0 — (cidade) QaVat el-Husn 181. IMPÉRIO HITITA 3 7 .Q:Jimzu GIOM: — (Nilo branco?) 14 — (perto dc Jerusalém) veja En-Giom G1TA1M: Rainla Er-Ramíeb 83. 50. 59. EFROM 1 9 0 JHAZAK-SUAL: ( . 247. . 1 9 3 . 1 5 1 . 3 9 .159. 99. 205. 69 HALI: ? T. 254. 140. 1 8 7 . 6 3 . 264. 265 HESMOM: ( . 90. 2 0 0 . 93.194.) 4 4 .140 HOR. 6 5 (raça) 15 * * HE8ROS. SUBIDA DE: 131 GENESARÉ: veja Quinerete GENESARÉ. 48 140 158. 'Alil. 139 HELIÓPOI. 2 4 3 . 6 3 .196. 51. 1 7 1 GABAON 256 HAMATE GADER: 241 HAMOM: ümm el-'Awamid HANATOM: T. 1 0 6 . 211.125. 214 GIBETOM: Kh. Tabariyeb 41. 2 0 . 72. 108.200. 249. T. 52. 2 4 3 HIPO: GILEADE. Jedur 255. 1 7 1 HAVILA: 1 4 . 4 5 . 1 5 8 . 257. 3 4 . 258. 2 5 9 . 113 T. 125. 9 4 . 102. 204. 8 3 . 56. 109. 19. 34 GEDROSIA: 174 G E F R O : ET-Taiyibeb GHL1LOTH: ( . 56. 231. 30. 266 — (país) 1 0 4 . 9 8 . T. 242 — ( r e g i ã o ) AURANITAS 2 2 1 . 265. 58. 214. Kh.126. MONTE: 8 GILEADITAS: veja Gileade GILGAL: ?kb. 9 9 . 73. el-Haditheh IlADRAQUE: 150 HAFARAIM: et-Taiyibeb 72. 18. Gczcr. 265. — (em Judá) ( . 221. TERRA DE: 113 * GERGESA: Khursi 233 GERIZIM. 74. MONTE: Jebel Hulaq 8. RIO: 172 HECALIM: veja Bete-Semes (em Naftali) HEFER: (família) 65 HEFER.18 : GIBEON1TAS: 56.182 HERACLEÓ POLIS: veja Hanes HERÁCLIA: 243. 1 4 6 .IS: 174.146 HAZOR. Kbuweilifeh — (região n o Egito) 47. 17: 18. Halif. 4 3 .OM: el-Jib 17. 53. 2 1 5 HAMATE: — ( n o vale d e Bete-Seã) T. 258.136 HATUSA-. 264. 1 5 HAVOTE-JAIR: 65. * 35.ULUS 2 5 8 . 95. 266 HASSUNA: 13 HATINA: 127.) 140 G\M7. 59. 216.108. 259. 255. 34.197 GAÜLANA 214. 215. 264 * * GORTÍNA: 183. Jezer (Abu Sbusbeb) 1 6 .170. QLIRIATE-ARBA 4 4 . TEU. 2 6 . 4 5 * GÓRDIO: 1 7 2 . 71. 55 145. 1 1 2 . 1 4 7 . 147 HADAZA. T. 256. Ras 'Ali 12.) 140 GEDOR: (em Judá) Khjedur * GEDOR: (em Gileade) T. 1 1 5 .209 GEDER: veja Gerar GEDERA: ( . HITITAS 2 6 HALAQUE. 30. el-Qassis 30. 1 0 8 . 1 4 0 . 24. FONTE DE: veja Fn-harode HAROSETE-HAGOIM: 59. 77.193. 100. ( . GBDER 6 3 . 259. 8 6 . 24. 154.) 140 H E T E : 4 . 2 2 1 . T. veja também Adasa H A D E R A : 16 * * GERMANIA INFERIOR: 271 GERRA: 179 GESUR: 34. 1 0 1 . 258 * HEFESTIO: ( .) 140 * GIBEÁ DE BENJAMIM: veja Gibeá GIBEÁ DE SAUL: veja Gibeá (em Benjamim) GIBEATE-ELOLM: veja Geba (em Benjamim) GIBEATE-QU1 R1ATE-JEARJM:! Abu Gbosb 84.171. 2 1 4 . 165 — (província) 148 19. Ilazor.) 93 140 * IlAZELÁ: Wadi Dabr 225 HAZEROTE: — (no Sinai) ? 'Ain Kíjadra 48 — (em Samaria) ? Aireh csh-Shamaliyeh * HAZI: ? T. 217 — (província) 174 * * * HISPALIS: 271 HISPANIA: 271 HITITA. 230 HANES: Ihnasiye el-Medineh HF. Kh.11. 192. 92. 2 5 9 ° * * * HAMATE: — (cidade) Hama 13. 6 9 . 150 GRANDE MAR: veja Mar Mediterrâneo GRANÍCO: 172 G R É C I A : 1 8 5 .181. 198. 9 8 . 4 . 213 HERMÓPOLIS: 164. 208. 256. 2 1 4 . 9 0 . 2 5 5 * * 22 GOFNA: Jifnah 1 8 6 . 1 1 5 . 266 GILO: ( . 150 * * 0 HAJDARA: Kh. MONTE: 8.149 GIBEÁ: — (em Benjamim) T. T.195. 0 HARÃ: tiaran 9 . 1 9 6 . 1 5 0 . 7 2 . 1 6 5 . 100. MONTE: veja Mte. 140 GIBF.26 HAURÃ: — (montanhas) 132. 264. 1 9 5 . 65. 271 GÓSEN: — (cidade d e Judá) T. 2 6 7 . 71. 4 1 .) 140 HEBROM: Hevron. 1 2 7 . el-Khalil 24.) 108. 0 GOLASQUERD: 174 GÓLGOTA 239 GOMORRA: ( . 241.146. 244 HERATE: veja Artacoana HERMOM. 24. 1 8 3 . 2 2 3 .111. 2 4 3 H A L U L : lialbul 1 4 0 . 2 6 0 HADIDE: T. * 1 2 0 .) 182 IIELÃ: ? 'Alma 102 HELAS: veja Grécia HELBOM: Kbalbun 116 HELCATE: ?T. 107 11ARODE. 1 8 7 . 233. 259 (na Transjordânia) Jerasb 173. 224.143. 87.154. GIBEÁ DF. 6 6 . 2 6 4 . el-Qedah 9 .170.) 140 HICSOS: 2 4 HIDASPES: 174 HIERÁPOL1S: 270. 2 5 4 . * * Hammam HEZROM: ( .165 G O L Ã ? S a h m e l . GAZARA 1 8 6 . 1 1 3 HAZAR-ADAR: ? Win Qedis 49. 267 HESBOM: llisban 18. 57. 113. 71. 6 8 . Hadid. 214. 71. 2 6 5 G O F N A . 260. 140. 225. llannaton. El-Mird 214. 271 HIERONPOUS: 184 HIFASES: 174 HILAKKü: 147 H1NOM. RIBEIRO: Nahal Gerar. 222 94. 1 0 8 . 147.166. GIBEÁ DE BENJAMIN 8 8 . 1 0 9 . 1 0 7 . 1 1 5 . (—) 140. 108 38 * * * 34. JAVÃ 1 5 1 7 9 . 214. El-Mafjar 54. GILEADITAS 1 8 1 . ESBOS 214. HELAS 1 7 2 . 154. 1 9 4 . 75. 1 4 6 . 20.9. 6 8 . 199. Ras el-Humeid 3 0 . 50. 2 2 1 . 217.113 * HALIS: 3 . 8 7 . — — (povoado) Ham 4 5 . 2 0 6 . Abu Ilureireh 122. * GURGUM: — (cidade) Marash — (país) 147 GUSH-HAJLAVE: veja Guiscala 9 8 GERASA: — — (no distrito de Acra beta) Jureisb 258.) 72 51 HOREBE. mar d e GERAR: ? T. 231. 2 1 4 . 86 . 1 3 9 HOLON: ( . ANTIOQUIA 1 8 1 — (região) 233. MONTE: — (no Neguebe) ??'lmaret el-Khurcisheb — (no Líbano) ? Ras Shakkab HOREM: ( . 'Arpad. el-Hammeb — (em Naftali) ? Mamei Teverya. 150. ASOCHIS 2 1 3 . 1 0 8 . eí-Ful 81. 231. 155 GERAR. 2 5 6 . 1 0 . 7 8 . 214.133:134. 265 — (província) 1 5 1 . 223. 107.113 170 * * 4 HELEFE: ? ü . 210. 9 6 . 108. 1 7 2 .J o l a n 108. 2 1 4 . 200 : 201. 2 2 3 . 234 HIRCÂNIA: — (cidade) Kh. GADORA231. 1 1 9 .182 HERÓDIO: el-Fureidis 260. 51 HAZAR-ENAN: Qaryatein HAZAR-GADÁ: ( . 8 7 . 55. * GOURABE: 182 GOZÂ: 9. 195. 3 7 . 241. 4 6 . 'Irbadeh 71 ? 72 HELEQUE: 65. Hadar 30.167 HAR-HERES: 6 1 8 3 . 9 7 GILEADE: 7. 85. IMPÉRIO: veja Hete HITITAS: veja Hete HOGLA: 6 5 . Jebel el-Tur 19. 1 3 6 . 197. 186. 2 6 5 . 265 GUR. 9 8 . VALE DO: 73. 136. 71. 5 7 139 2 0 9 . 2 5 4 .RACLEOPOLIS 182. 26. 22. 30. 2 1 5 . 1 9 0 . Qashish.157. 127. 1 2 7 .171. Haror. 95.) 140 HAZAR-MAVETE: 15 51. 68. 1 0 0 .) 140 HAZAR-SUSA: ( . 68 GILBOA. 1 7 . 62. 1 2 0 . 1 1 2 . 6 9 . 171. 90. ANTIOQÜIASOBRE-CR1SORROAS 181 H HÃ. 202.106. VALE DE: Marj Qadas 203 HAZOR-ADATA: ( . 30.15. 241. 152.135. MONTE: 8. Wadi esh-Sbari'eh * 22. 217. 1 1 6 . SERRAS.124. 23. Ai. 6 3 . 2 6 . 2 1 9 .) 1Í0 GEDEROTAIM. SAUL 1 8 . el-Bedeiwiyeh 147. MOmV. 36. 1 5 9 . 8 0 .171. ÁGUAS DE: veja Quinerete. 4. 192. 260. 1 0 5 .) 110 GRDEROTE: ( .) 7 3 * * GUINÉ: veja Bete-Hagà GUISCAU: Gush H a i a y j i s b 213. llizzin HAZOR: — (em Benjamim) veja Baal-Hazor — (em Naftali) T. 1 8 5 . 1 8 8 . 63. 1 7 4 HALICARNASSO: 1 7 2 .152. 134. 144 HA DATA: Arslan Tasb 136. 217. 160.124 GETSÊMANI: 239 GEZER: T. 3 1 . EL-QASSIS 1 7 HABOR: Kbabur 3. 259. 211. 44. 1 2 7 . 243. 113. 265. 42. 256.

7 2 . 261. 41. 59. 1 8 0 . Y o d e f a t . 225. 52 JUNCOS. 2 5 2 . 207. 1 8 8 . 219. 237. 215. 1 0 8 . 7 1 . 259. Jeshu'a. — LIVIAS223 JEMDET NASR: 13 JEMNAÃ: v e j a j a b n e JERICO: T.) 107 ITNÃ: ( . ESDRELOM 206. 28. 254.140. T. 2 7 0 .162. 17. 220. 259.144. PORTO DE: Minei Rubin 181. 217. 214. 1 1 3 . 173. 1 8 7 . 257 — (cultura) veja Shaar Ha-Golan IARUMTA. DESERTO DA : veja Deserto d c Judá ° * JUDÉIA. 220. JESUS 6 8 . 53. 1 6 . 259 JOTBATE: H. 267. 9 8 . 73. 7 9 . 217. veja também Israel JUDÁ. Banit 230. 137. 188. 236.NÓPOLIS: 271 IAQUM: 17 IAJICOM: veja Jarcom * ° » 1ARMUQUE: * * JÂMNIA. 214. 2 2 5 . 4 5 . 57 JUDÁ. 231.141. 1 1 0 . 1 9 6 .177.109.169. 1 7 . 192. 189. Zerin 95. 2 5 8 . el-Mesi 27. 171.161. 258. 143. 204. 1 3 3 . 265. 229. 2 6 7 .: 5 3 JERUEL. 146 * * ILHAS DO MAR: (satrapia) 168 ILIOM: veja Tróia IMRR: ( . 28. 22.163. 57. 2 5 2 .167. ORONAIM 2 1 4 J JAAZ: ?Kh. 1 0 0 . 217. 1 9 3 . Yarun 146 IJOM: T. CAMINHO PARA O MAK: 10. 199. Attir 93. 23. 264. Yanuh 71 — ( p e r t o de Tiro) J a n o a m Yanuh 146 JANUM: ( .) 163 ÍNDL\: 1 6 8 . 2 1 9 1SSACAR: 5 9 . 53. MAR DF. 223. 236. Kh. 265. RIO: 27. 1 9 9 . 2 5 4 . Hasi. Qeimun 18. 260.) 140 JÀMN1A: veja Jabnc T. 1 8 9 . 9 4 . 230. 257 JEZREEL. IY1M: ( . 257 — (em Efraim) Kb. En-Nahas 155. ITÁLIA: 243.108 JOCTÃ: 15 JOCTEEL: ( e m J u d á ) (—) 140 — (em Edom) veja Sela JOPE: Yafo. 1 8 6 . 241. 260. 222.158. 4 3 LAÍS: veja Dã (cidade) LAMAS: ( . 56. 217.145. 220. 212. 213 217. 5 2 . 106. 174. SALÉM 4 4 . 241. 265. 210. Yin'am. 1 9 0 .141. J e f a t 146. Yizre'el. 1 8 1 . 2 5 1 . 258.7 1RPEEL: ( . 32.18. 214. T. 2 1 8 . 258. 213. MAR: veja Golfo Persa 1NSÀ: Hmibun 30 IÔNIA: (satrapia) 168 IOQUERETE: H Yorqat. D E S E R T O DE: 129 — (em gaulaniras) veja Betsaida JORDÃO. 200. 267. Halif.71. Ü-Jemeijmeb HUMTA: ( . 229.M. Kh. MATA DO: 7 JUNCOS.118. 1 0 1 . 200. 255. Wadi ilusrarah 8 . 9 8 . * * * 4 IADNANA: veja Chipre (ilha) IAHAM: T. 267. 1 8 1 . 200. el-Kbuleifeb 57 1 4 0 ZÍFATF. 1 9 4 . G a m m o n . 254. 218. 237. 236. 2 7 1 IDALÁ: ( . 267. 6 3 . 107.JÀMNIA 173. 223. 1 8 4 . 211. 69. 256.133. OCEANO. 34. 1 3 0 . ed-Dihhin 23.159. 201. 37. CABZEEL. 108. 1 8 . 30. 2 4 6 . 103. 218. 92. VALE DE: 7. 251. 2 1 0 . 249. 1 9 5 .162.72. 220. 42 IA. 2 1 4 . 6 3 . 1 0 8 .179. 19. Yarrnut. 247. . 1 0 6 . 254. 1 3 . 41. 1 3 5 . 258. 223. 228. 1 7 4 0 1 9 2 .) 140 HURRU.170 — (em Issacar) ? Kokhav Ilayardcn. 256. 6 8 . CAVERNAS DO DESERTO: 16 JULIAS: — (na Peréia) 209. 237. 8 . 1 9 2 . 240.) 140 ?Kh.176. 231. 30. 216. 244. Befameh 30. 1 5 5 . 211. 2 4 4 . 255.154. 114. 244. 241. 30. 1 9 8 . 171. 140 0 IFTAEL. El-Medeiyineh 128. 258. 1 7 1 . 36. 170. JUDÉIA 2 1 3 . 250. 208. - (região) 9 0 . 209.152. 7 0 . 1 0 4 . 227. 223. 2 4 3 . 1 0 0 . 201. 1 8 6 . T. 1 6 5 * ISSO: 172 * ITABYR1OM: veja Tabor. 2 5 7 JOTBATÁ: ? ° JOTBATÁ: Kaukab el- Tabbeh 48 Ain el-Ghadian 112 * * * IEBE: veja Elefantina IENISO: 171 IEÚDE: JUDÁ: 58. 8 3 . AGRIPINA 230. 177. Kh.) 140 177 181 JESANÁ: Burj el-Isaneb 121 .JEMNAÁ212 JABNEEL: JOGBEA: el-Jubeibat 76 JOCDEÁ: ( . VALE DO: 4 4 . es-Sultan 1 2 . 225. 256. DESCIDA DE: 128 H O R O N A I M . 220. 1 8 2 . 259. 266. 210.) 73 JAGUR: (em Judá) ( . 245. 2 5 9 . 211. 214. VALE DF. 112.Jahzah 52. MONTE: 3 8 IAXARTES: 174 Kb. 1 8 1 .132. El-Yarmuk 63.) 140 JOCMEÃ: ?T. 30. TERRA DE: 27 I 72 JABNE: T. 215. 56. 1 7 4 INFERIOR. 97 Yavne. 1 9 3 . Yafa 1 0 . 1 3 7 . 2 6 5 . JABNEBL73. 254. 5 7 . Kb. TululAbu el-Vlaiq 173. 75. 1 2 5 .152.) 94. 131. TERRA DE ISRAEL 1 1 6 . 231. 204. 6 2 . 96. 206. 1 6 2 . — (cidade) Yehud. Es-Sar 5 2 . 257 * * JA5UBE: K w k / 1 3 9 JATIR: (em Judá) H. K h . ESDRELOM 212. el-Yubudiyah 107 — (província) veja Judá 1ETÁ: ( . 2 7 0 . 181. 7 1 . 7 5 . Yatir. Yibna 141. 72 IIRO. 2 6 4 .: veja Vermelho. es-Sa web 170 JEZKEEL: (em Judá) ( . 197. 30. 140 K 0 KUWEIT: 5 L * * * LABÃO: T. 208. 190. 113. 270. ANTIOQUIA JUTÁ: Yalta 108. 207. 259. 1 2 1 .210 * HORITAS: (na Palestina) 124 HORITAS: (na Mesopotâmia) 24 HÜRMA: * IURZA: T. 223. el-Mazar 108. 54. 22. 190. 202.207. 1 5 2 . 131. 72 JÜCNEA: T. 113 71. MEMSATE 1 5 2 . 1 9 5 .115. 1 2 0 . Hauia 108. E S T R A D A PAKA: 1 0 * HORVATE UZZÁ: 141 HOSA: veja Usu HUCOQUE: ?? H. (província) IÉÍDE 1 7 0 .) 140 ITUREUS: 217 JERUSALÉM: 17. 2 6 6 . 215. 242. 2 6 6 .146. 111. 247. C A M I N H O PARA O : 1 0 JOTAPATA: v e j a j o t b a t e BALAMO 2 1 2 I C Ô N I O : 9. 1 3 5 . 1 9 1 . 255. 1 9 6 . 1 8 3 . 3 5 . 127. 1 3 3 . 264. 211 JAMNITE: JANOA: — * * (rio) 6 .215. 8 4 . 161.170. 5 4 . Abu Seleimeb 149. 202. 1 7 9 . Iqrit 30 IPSO: 185 IRÃ: veja Pérsia IRAQUE: 5 T. 192. 149. 1 3 8 . 68. 217. 8 4 . 8 0 . 230. 265. 1 5 4 . 2 5 3 . 212. 247. 186. 3 4 . 255. 2 7 1 . 2 6 5 . 7 6 . Avalon JARMO: 13 JARMUTE: — (em J udá) T.) 7 2 * IDUMÉIA: 170.) 140 ISRAEL: 5 . 206.119. 269 JIJDÉIA: veja J u d á JUDÉIA. 22. 8. 72. en-. 209. 155 LACASA: Qisweb LAGAS: 2 0 . 154. 221. 271 ITLÁ: ( . 241. 1 4 0 JATIR (na Galiléia) Y'atir 30 JAVA: veja Grécia JAZER: * * IAZITE: Yasid 139 IBIO: 182 IBLEÃ: Kh. 175. el-Maqlub 87. 120 JAFÉ: 15 JAFIA: Ya/a 60. 2 1 2 . 3 4 . 165. 2f. 4 1 . 2 4 5 . 246. 1 0 7 * J O R D Ã O . 185. 1 9 4 . 229. 108 JABES-GILEADE: HORONAIM. 260.144. 192. 264. 1 7 1 . 244. DESERTO DE: 6. 211. JUDÉIA 1 8 0 . 206. 260.Watn — (emJudá) vejaJabnc JABOQUE.134. VALE DO ALIOM 2 3 6 — (em Naftali) T. 1 4 6 .18. 104.) 140 (em Issacar) T. 1 1 0 . 106. BETE-RAMATA J E R I C O . 228. 63. O VALE 7.158. 206. 7 4 . 1 4 4 . 229. 71. 9 9 .34 JESUA: ? T. 209. 270. 8 1 . 271 ° JORDÃO (estado m o d e r n o ) : 5 JORDÃO. 265. Yoqncam. 1 4 9 . 7 8 . 124. 250.211.177. 258. RIO: 8 . 217.) 140 T. 238. mre. 1 2 9 . 182. 269 ÍNDICO. 243. 259. 202. 1 2 0 .161. 221. 6 9 .140. 1 9 6 . 257 JARETITAS: ( . 19. DESERTO D A JUDÉLA 1 9 8 . T. 1 3 4 . PALESTINA 4 . 259 lANOAM: 34. 174 * * * * * * ° INDO: 1 6 8 . mar (R-HANASII: Kb. Ytmma IAMADE: 24 Nabr es-Zerqa 6. 208. 7 3 . 213. 258. 1 8 2 . 1 0 1 . 2 6 0 . 57. 48. 258. 187. 9 9 . 190. Yaliain. 175. VALE DE: W'adi el-Malik 71. 1 0 0 . H O R O N A I M : ?el-lraq 1 2 8 . 1 1 2 . 105. 2 4 6 . 221. 8 2 . 259 JORDÃO. 201. 255. 46.) 140 ° " JARCOM: N.199. MONTE: 8. 219. 220. 93. 63. MONTE: 73 JEBUS: veja Jerusalém JECABZEEL: ( . 2 0 6 . JOTAPATA 2 3 0 . 1 0 8 . 1 9 9 . 1 9 8 . 266. er-Rameb 259. 207. 230 IYR-ABARIM: ? el-Medeiyineb 52 50. ESORA 212 JEAJRIM.

T. C A R V A L H O D E : ( . 1 6 1 . 217.ABE: veja Alabe MAANAIM: T. 185. 59.155. 217.120. 1 3 6 .O: 172 MEROM. 204. el-Mutesellim 30. 2 1 1 . 2 7 1 MACER: T. 69. 206. 4 1 . 218. 1 7 9 . 258. 1 7 1 . - (satrapia) 168. edb-Dbabab 108. 2 2 9 . 271 MANAATE: Manahat. 165. — (no Vale d o Líbano) ?Majdal 'Anjar 34 MIGDAL-EL: 72 MIGDAL-GADE. 271 — (satrapia) 168 IJBNA: ? T. 244 MEUNIM: 141 * M O N A S : 66 M I C M Á S : Makhmas 2 . 1 2 . 252.170. 243 LESIM: veja Dá (cidade) LÍBANO: (estado m o d e r n o ) 5 LÍBANO. 6 3 .214. 1 7 6 .(em Benjamim) T. 8 . Abu Tabaq 140 M1GDAL: — (em Sarom) ? T. 115.129.161. 106. AM HAWAM 17. 9 0 . 2 6 9 . 1 7 . 1 8 — (região) 66. 9 . 73. 1 7 4 .184. PASSO D E : 8 9 2 MAQLEM1S: 18 MAQUERO: Kh.156.133. 143. 1 7 0 . 6 8 . 2 0 8 140. BECA 2 3 LÍBIA: ME ROTF.156 MORÉ.257 ló. 103 el-Foqa 2. 185. 270.165 MEGIDO. edb-Dburur 3 0 . 2 2 6 . 5 1 . 1 6 4 .266 MEDA. 2 1 0 . 270.214.209. CIDADE DO SAI. T E U ZEROR 1 7 .175.158. 120. E S T R A D A PARA: 1 0 MOABE.106. 1 5 6 .101.FOTE (-MAIM): veja Rio Litani * 244. 1 8 - (em Judá) ( . 132 LÍBANO. 2 4 7 . 9 0 . CAMINHO DO: 41 MAHANEH-DÃ: 79. 3 9 M1TILENE: 2 5 2 MOABE: 52. 182. 1 6 8 . veja Neápolis (perto de Siquém) MACA: 168 MACAZ: ( . MADOM 63 LA0D1CÉIA: — (na Síria) 271 * * * MÁlüMAS: (nova Gaza) 271 MAL/VI A: veja Arade M A U : 174 MAI. 147 MELITENE: 2 7 1 MELOS: 183. 244. 2 0 6 . 3 1 . 1 9 . 225. 267. 9 9 . 2 4 9 . Tborab 72 MARESA: T. T. Lachish. 267. Sandabannab 18. 253. MOABITAS 1 8 1 . M I T A N I : 4. 184. 1 1 2 .) 44 * * * * w ° 140 * MANASSES: 53. 271 LAQUIS. 8 2 . 59. 139. RIO: Nahr el-Kalb 132 LICOMPÓLIS: 182. 75. CARVALHO DE: ( . 1 4 7 . 1 2 7 . C A M I N H O D O : 1 0 . 170. Kisan 23. 250. 200. D E S E R T O DE: 6 M O A B E . T. 262 MAQUIR: 59. 22. 183. MISRKK)TE(-MAIM) (?) 62. VALE DO: 7.128.130. 2 5 9 . 108. 3 9 .178. 1 5 4 . 101.133. 1 6 6 . * MESADE GOZAL: 18 MESADE HASHAVYAHU: 18. 122. MAR DE AMUHRO 1 2 7 MEFAATE: MEGIDO: 108.173. 30. 1 5 7 . en-Nasbeh 8 5 . 8. 102. 1 9 3 .) 140 78 MISPE (GILEADE): ?Kb. 2 6 . 9 5 . 53. MOABITAS: veja Moabc MOCMUR. Zeror. 165 MAOM: Kh. ? Migdal Gad. (província) 148. 104. MALTA: 117. 1 5 1 . 2 0 . 1 4 2 LEBONA: el-Lubban LEMBA: Kh. Abu Sultan 30. 62. 214.138. 80 * MENSATE: veja Jerusalcm MEROM: T el-Khirbeb 30. MIDIM: ?Kh. 253. 1 8 5 LISTRA: 250. 260. 229. 2 4 2 . 95. 212. 94. 30. 1 0 8 . T. 243.144.158 M E S A D E H A S S I D I M : Kh. 77 * * * * MAR. Goded. 252 : 270. Lib 214 LEONTES: 202 LEONTÓPOLIS: 182. 214.: ?? T. NOFÍ. 224. Marcsha. 2 8 .112.. TELL EL-JIDEIDAH 1 8 . 190 - 113. 3 0 . MAR: 5 . 219. 174.U. 2 7 1 . KISAN 1 7 . 264. 2 6 .171. ° 0 0 CUNRÃ 1 8 .154. VALE DE: ?Marj 'Ayun 62 MTSRF.109. 10. 3 2 . 252. 253 L1CO.DA 1 6 6 109. 1 8 7 . 119. 3 1 . 259. 1 2 3 .151. 16. 71. 76. 32. 270. 4 . MAGMAS 199 M I C MÁS. 68. 2 7 1 114 * * MARONEA: 172 MASADA: Mesada 19. 6 0 . 140.158 HBNATJG: ? T. 185. 270. 1 4 0 . 24. 258. 2 6 5 .171. El-Mukawir 214. 1 4 3 .PLANÍCIES DE: 52. KH. 266. Ma'in 9 2 . 1 4 7 . A FORTALEZA 9 2 — (satrapia) 1 6 8 . 41 MAQUEDA. 1 5 4 . 23.265. el-Ludd 22.96 MORESETE-GATE: ?T. 246. 270. 65 MAR.69 LiVIAS: veja Julias LODE: Lod. 1 8 1 . (MOFE) 9 . 116. 254.120 MAAKATE: ( . 242. 2 0 . 1 8 8 . 271 IIDA: veja Lode LÍDIA: — ( r e g i ã o ) 4 . 130. 7 4 1 4 8 . 69.69. RIBEIRO DE: veja Caná. 251. ÁGUAS DE: ?? lAin el-Khirbeb * 0 62 — (na Ásia. 2 2 . el-Jemid MADAI: veja Media MADAIJROS: 271 MADMANA: Kh. 65. 62. ( . 54. 68. 271 LITANI. 2 5 1 . 228. MAR SUPERIOR 3 . 6 9 . Umm ed-Deimneb MADOM: veja Mcrom MAGDALA: veja Tariqueas MAGNÉSIA: 172. 1 5 6 . 270. el-Hariri 9 .219 MARISA: v e r M a r e s a MIGDAL-YEN: veja Migdal (em Sarom) M I G D O L : 3 7 . 7 1 . 256. 243. 68. 252. 2 5 0 . 151. 6 3 . 4 8 . 69. MADAI 15 ( i m p é r i o ) IMPÉRIO MF. 2 1 4 MOABE. Kison. 1 7 8 . M * MAACA: 23. 257. MONTE: 3. TF. Menor) 243. 2 6 .) 140 MABARTA-. 1 7 0 .110.) 56.217. 2 4 4 . 4 . Qumran 2 2 5 . TELL EN-NASBEH 1 7 . 245. RIO: 8. POVOS DO: 66 MARACANDA: 174 MARATO: 172 MARDA: 174 MAREAI: ? Z Shor. 271 MULO: ( e m J e r u s a l é m ) M I R A : 253. 241.140 MESEQUE: 15. 251. 251. 3 5 . 244. 271 140 * * * el-Gharbi 46. 147. 1 4 0 ME SADE-HAYARQON: Tell el-Kudadi MESEDE: 174 MESER: 17 18 MANSUATE: 148. 259. 251. Abu Rawam 7 2 . 1 8 . 174. 250. LEBO 2 3 . 2 4 . 138 1 6 4 .124 MAAI. 2 3 .146. el-Malbab 108. Buma.173 LARAQUE: 2 0 LÀRSA: 20. 1 0 3 . 36. el-Judeidah 1 1 9 . 259.63. 271 LO-DEBAR: ? Umm ed-Dabar LUDE: veja Lídia LUGDUNO: 271 LUXOR: veja No-Amom 0 M/VSALOTE (ARBELA): Qalat * * * * * MASSAGA: 174 MASSAGETAS: 174 MASSILIA: 117 MAURETÀNIA: 271 JbnMa'an 196 * MIRIANDRO: 172 MI SAI. 71 ed-Duweir 1Ó2.171. 2 0 . 34. 182. T.128. 2 6 . 116 MESOPOTÂMIA: 5. 2 7 . 1 4 7 . T. 1 6 5 . 243. 2 7 0 . Mehoz. MIGDAL-YEN.: Merom. 23. 270. 101. 1 9 . 138. IJDA 187. 7 2 . 218. Kherebeit el-Waten 170 M O R É .159 MACMÁS: veja Micmás 148. 1 7 . 107. 1 9 8 . 255. 1 4 6 MICMETA: Kh. 92. 2 7 1 . 1 1 9 . 155. 253. 1 7 2 * MAGÍJR. GRANDE MAR 3 . 18. 43. 6 0 . 247.113 * 9. 166. 5 8 . 56. 153. Bornat 140. 266. LUDE 1 5 . 70. 159.JaVad MISPE. 165 MAN RE. Kh. 171 LÍCIA: 172. 75. 1 7 2 . CARVALHO DO PILAR 77 - (cidade) T. 43 MARISA 177.211 LAMBESIS: 271 LÁMPSACO-. Megiddo. 1 8 . 271 MISPA: veja Mispe MISPE: .103. Yittan. 2 0 . CAMINHO D O DESERTO DE: 10. 58. Meirum 230.217. 1 8 6 . PELÚSIO47. MAR OCIDENTAL 5 3 . 8 8 . 227. IMPÉRIO: veja Média (império) MEDEBA: Madeba MÉDIA: ( p a í s ) 4 . 1 5 0 . Ribeiro d e MODIM: Midya MOÉSIA: 271 MOLADA: ? H. T. PLANÍCIE DE: 159 MELIDE: 9. T. 1 7 2 . 2 9 . 1 8 2 . 270. 34.113. Makbneh MIDIÃ: 48. 140. 200. 154. 176. T. 166 LASEA: 253 LEBO-HAMATE: Lebweb 51. 185. * 255.118. 8 9 . 9 8 . 131. 7.) 113 MACEDO NI A: 172. 1 9 2 . 1 7 8 . 1 4 0 MAOM. TEU. 41. 1 5 4 . 1 4 6 . 6 3 . COLINA DE: Jebel ed-Dabi 8 . 243 LESBOS: 172.150.58.) 5 5 . 243 MILETO: 172. 243. 104.174 MEDINET HABU: 26 M E D I T E R R Â N E O . 263. 82. 1 8 MÍSIA: 172. 243 M Ê N M S : 164. 140 * El-Mejdeleh 18 LICAÔNIA: 250.52 MOABE. DESERTO DE: 92 MAOZ: ? T. 1 3 . 258. 34. 2 5 6 . 218. 1 3 . 1 1 6 * MAR1: T. 63.

2-H. 225. 48 PLANALTOS. 243.13. 2 1 1 . 141 NEGUEBE DE ARADE: 103 NEGUEBE DE CALEBE: 93 NEGUEBE DOS JERAMELEUS: 93 NEGUEBE DF.243 NEBAIATE: h.166. 170 * PATRA: 2 7 1 MOZA: ? Kh. MAR. 258 PÉRGAMO: 1 8 3 . 167. 185. 108. MAR EUXI. 1 8 5 . ONOS 224 ONO. Nevallat. 195 Q U E N A T E : Qanawatt QUENAZ: 58 2 3 . 52. 1 5 . 271 PERSA.: El-'Isawiych 140. C A M I N H O D A 10 71. GOLFO: 5. 48 * * * * * PARÁI. 3 0 .53 NEBO. QUEDEMOTE: ? 'Aleiyan 52.SF. 222 — (cm Jczrccl) veja Ofra OFIR: ( . 120. 1 0 0 . 2 1 1 . 165 NAFTALI. ¥a armin. 1 5 OFNI: (—) 121 OFRA: esh-Sberqiyeb 46. 44. 252. 108 * ° * 0 2 1 5 . 72.140. 232 NAOR: ( . 231. 160. 9 4 . 1 1 5 . 166 NINRIM. 1 4 7 . 266 * * NI. el-Jisr 73. 254. 2 5 6 225 PELEA GAZA: veja Rete-Eglaim PELÚSIO: veja Migdol PENUEL: /. RIO: 174 OXIRRINCO: (Oxyrrhvnchus) 1 8 2 .7. AyunMusa 52. 244. 1 5 7 . 2 5 5 * NIPUR: 20. 185. DF. Eii-Na'imah 30 NAARÃ: T. 9 2 .NFÍLIA: 172. 73 N E G R O . 1 3 . 2 1 7 . 39. 1 8 5 PATAIA: . 1 4 7 .. 113. 20. Yaanin NETOFA: Kb.A M O M : 2 0 . 140. 220. 230. 2 6 5 . 1 8 5 .94 — ?Kh. 1 8 . 59. 250. 223. 166. JUDÁ: 93. MAR: veja mar Morto ORONA1M: veja Horonaim ORONTES: 3. Pisom NÍM1VE: 9 . 1 8 1 . 1 7 9 . 1 8 1 . Ribeiro Besor NAAL AQUIPA: Wadi Quteis NAAI. 267. 89 OMBOS: 182 O N . 269. 228. 250. 2 7 0 . 9 . 243. 2 5 5 . 23. 266. AFILA 1 6 . Ufta 42.US: 93 NEIEL: H. 2 6 4 . 9 2 . Kafr'Ana * * * » * 170 * * * * ONOS: veja O n o ORDA: Kb. 1 7 4 . HEVER: 269 NAAL M1SMAR: 16 NAAMÁ: ( .to 4 7 . 1 7 .RETF. 21 4 * * 140 * : p * * * PA-CANAÃ: veja Gaza PAFOS. 1 3 0 . DESERTO DE: 5 NAtíADA: 13 NA1M: Nein 230.) 68.. RcitNcsib * NI: 11 140. TLUAS 9 . NABARTA 2 5 9 * * * * * OFRA. 229. 154. 2 4 4 . MA* IXS-ERIOR 3. 210. 185 PERSES: 185 PÉRSIA: 5 PETOR ( .LIS: 1 9 0 . V E R T E N T E S D E : 5 3 ONIAS.( . 271 PALESTINA: veja Israel PALMIRA: veja Tadmor PA. 75. 264. TESSA DOS CADMOMTAS 4 71. 3 4 . 221. 116 Q U E D E M . Qe ila. MONTE DE: 8 PERSÉPOL1S: 168. 12" » " NAFUDK.) 43 — (cm Benjamim) et-Taiyibeb 2. 2 3 4 . 2 5 4 . 7 0 . 220. 255 NAZARÉ: 227. 2 5 5 . 256. 240 0 92.225 8.IA: 181. 88. 244. 2 7 1 PEGAS: veja Afeque (em Sarom) PELA: — (na Macedônia) 172.) 52 OCJNA: veja Aco ° ' OCIDENTAL. MURABATF. EDH-Dhahab 120 4 PEOR: Kb. 3 4 . Kb. 2 7 0 . 265. 35. MAR: 5. 1"4. 71. 2 6 1 265. 254. 4 8 .SA: veja Caparorsa ORIENTAL. 250. 1 2 1 146. 2"1 PONTO. DISTRITO DE: 218 ONO: Ono.183. Kb. BERENICE 1 8 1 . 76. 217. 2 0 0 . 3 0 . R. 170. 163. 108. 2 5 2 PATMOS: 2 7 1 * NOBF. Beit Nabala NEBO: ?Kh. 6 2 .208 PARAPANISADA: 174 PARE'1 ÔNIO: 174 PAROS: 243 PARTIA: 168.) 140 NAAMÃ: ? t. 3 8 . Qila 34. 2 0 9 . CANATA 2 5 4 . ATEREMA 1 8 6 . 1 2 9 . 43. ARBATA 191 NARBONESES: 271 NASIBE: 265 NAUCRATES: 271 NAVÉ: Nawa 158. 260. Beidus 182. MAR SALGADO — VAIE DE SIDIM 45 * MOTIA: 117 * N I S I B E S : Nusaybin NOA: 65. 2 7 1 * ° 1'ERGE: 172. 'Irq 210 ORF. MAR: veja mar Mediterrâneo ODOLÃ: veja Adulão ODOMERA: 199 OFEL: — (em Jerusalém) 114.. D i ó s r o u s MAGNA 1 8 2 147. 225. 3 6 . TERRA DOS: PLANÍCIE. 250. MONTE: JcbclNabba PTOLEMAIDA: veja Aco PTOLEMAIDA HER_MI. PELA 1 7 1 . 4 0 . 6 8 QUEFAR-ACO: 266 QUEE\R-AZIZ. 30.212 M O R T O . D E M O T E . 4. 20. 26. 83. 82. 183. 267.128.2"0. 45.RTO D E : 5 2 . 2 0 9 . 1 8 2 .174. 168 * * OBOTE: ( . PLANÍCIE DE: 170 PISOM: (Nilo Azul?) U PISÍDIA: 185. 6 8 .177. ÁGUAS DE: Me Veftoah. 113 Q U F . 'Ain Farah 121 PARA: el-Tamad 10 PAJRÃ: Peiran 48. 258. 270. 243. 2"1 Q QUEBAK. Na'ania. RIO: 163 Q U E D A R : 4. 30. veja.185 — (na Transjordânia) veja Peel O * * * NUZU: Yorgban Tepe 9. 2 6 0 EI-RAIM 2 3 6 * PETRA: 19. 214 NAARIA: 17 NAARINA: 26. 219. CARNAQUE 2 6 . 2 1 8 . 271 NILO: 4 7 . 1 5 0 . CARVALHO DE: veja Carvalho d e More PIRATOM: Farata 82. * * * NABRACTA: 211 NAJFTALl: 53. 270. 198. 2 0 7 .AI. 128 — (na Filístia) veja Gaza — (na Itália) 243 POMPÉLA: 243 PONTO: 185. CESARÉUDE PURA: 174 PUTE: 15 POTÉOIJ: 243. 176 PILAR.174 PÁTARA: 1 7 2 . 2 3 1 . TERRA DOS: (64 PEEL: Kiy. El-Maqari NICOMÉDLV 271 NICÓPOLIS: 270. 4 3 . 1 7 4 . 1 6 4 . 253.NO 1 7 2 . 251 PITOM: T er-Retabeh 4~.243 PUNOM: Feinan 52 PUNTE: 11 * NEFTOA. T E R R A D E : 4 4 . 4 1 .259 FIUPE 2 2 3 . DESERTO: 5 OCIDENTAL. SHIHOR DO EG. 37. 1 2 7 . 253 * 1'ANLAS: Banias 266 PANÓPOLIS: 182 1'ANONLA: 271 PARÁ: Kb. ESTRADA PARA: 10. 243. NEZIBF-: Kh. DESERTO DE: 3. 164. 34. 2 7 1 NEGUEBE: 7 . MAS OCIDEOTU 1 6 5 . Faghur 140 PERÉIA: 209. 8 2 . 3 1 NIBSÂ: Kb. L i x o u 2 6 . 4 3 NISA: veja Citópolis NAAL BESOR. veja t a m b é m Giom (rio). BeitMizza * MUG1S: 39 NOTE: veja Mênfis NORA: 117 * PATROS. 26. 2 4 3 * * * * * * 30. 1 5 6 . 147. 2 7 1 * 4 PASARGADA: 1 7 4 . 50. 'Atofar OFRL 30 — ( c m M a n a s s e s ) " 7 .NO: 182 PUMBEDITA: 183. CAVERNA DF: 267 * * * NÓRICO: 271 NUGASSE: 39 NUMÍDIA: 2 7 1 * N NAAI. 3 7 . 2 5 6 . 2 6 . 72. 43. 4 7 .103 PARA. 229. 1 8 4 NARBATA: Kl?. 170. 9. 6. 264. 106 NEGUEBE DOS QUENEUS: 93 NEGUEBE DOS QUF. MONTANHAS D O : 3 POS1DEON: 1"1 PSENÍRIS: 182 — (iiaTrácia) 2 5 1 * NEARDÉIA: 183. CUME DE: ?Ras es-Siagba 53 PISGA. 2 1 7 . 139. 1 4 7 * PIREU: 1 8 3 PISGA.139 N O . 1 2 7 . 214. 1 3 6 . IT. 1 5 9 ORTÓSIA: 178 ÓSTIA: 271 OXO. 1 1 5 .) 43. 182. 243. 3 1 . Tahaqat fabil 1 7 .180. 243 . 2 5 6 . 53. 39 NADATF. 244 * * * * « 1 8 0 . ÁGUAS DE: ? Wadi Numeirah 155 QUEFAR-DÃ: veja DÃ (cidadei QUEFAR-OTNAY: 2 6 6 QUEFAR-SC1LANLA: 2 6 4 QUEILA: H. 232 NEÁPOLIS: — ( p e r t o d c Siqucm) 259. Bedd Falub 9i. 72 170.) 1 1 .

236 CAÜTÃ 1 0 8 . 108. SELAME: Kh.l-Qaryatein QUERITE. 204.I. 8 7 . 37. QU1R-HARESETE 9 0 . 232. s RABÁ: — (em J u d á ) 3 0 . 271 el-Mekbalyet * QUIRIATE-ANABE: 41 QUIRIATE-ARBA: veja Hebrom QU1RIATE-JEARIM. RIO: 172 SANSANA: H. 1 8 0 . 259 SAMARITANOS: 217. 85.IM: Ummel-Amdan SAUSÁ: 86 SALMONA: 2 5 3 Kh. DEMOS: veja Gaza SEM: 15 SEMA: ( .SAI. 2 0 6 . 182 SAI. 'Okheimir QUISLOTE-TABOR: Kilot Tavor. 266 SE1R. 7 1 . Qiryat Ye'arim. 1 2 0 . 245 SARTABA: Qarn Saríaba 217 SAUE. 1 5 6 . 177.41.) 121 QUINA: ( . 108 el-Muqatta' — (ilha) 117. A M Á 19. 252. REOBII: (no Vale de Bete-Seã) T REIIOV. Selbit 6 4 . 178. 2 6 4 . — (na planície de Moabe) el-Qereiyal 128 — (no Neguebe) ? Kh. 162.QUEM: (em Judá) ( .) 139 QUEKET1M: veja Caftor QUF. 1 8 4 . 220 ALEXANDRIA 214. . 236.) 43 SESTO: 172 el. RIO: Sajur 127 SAIS: 156. 270. 1 0 8 . ed-Daba' 39. T. Charrab 162 — RAMATE RAEL: veja Bete-Acerem RAMESSÉS: T. 2 5 6 . ILIIAS: 116. 46. 165. ÁGUAS u e GEMSAHÉ 2 0 3 . 179. 1 3 0 . 1 3 0 * QUIS: T. 256. 1 4 0 . Sehasliyeh 18. 1 7 1 . 150. 70. 236.157. 1 8 1 . 41. 1 5 6 . 2 6 5 RAION: er-Rafeb 30. 266. 2 1 1 . CAMINHO PARA O MONTE: 10.149. 1 5 5 . R r a n n 36 — (Rabá d o s Amonitas) veja Rabate-Bene-Amom RABATE-BENE-AMOM: 'Amman 17. 123. 1 6 1 . 140 225 SECACÁ. 8 . 2-T 2 5 . 2 5 1 . 172.'Amar 224 229. 2 4 5 . 116 RAMÁ: — (em Benjamim) er-Ram 2. 48 RAMOTE-GILEADE. T.48 SEIR. 2 2 0 . 148. 92. 1 7 9 . el-Kerak 20 52.150.120 REOBE: QUINERETE: T. 143. 7 2 . 265. 1 7 3 .72. 254. RIBEIRO DE: Wadi d-Lajjun 29 17. T a RAQQAT 1 7 . esSarem 22. Sansanna.EFE: R1MOM: SARIDE: T. 270. Ramith 18. RIACHO: 134 QUERUBIM: ( .116 * * SEBASTE: veja Samaria (cidade) SECACÁ: ?Kh.163. 237. MAR DF. 196. 244. T.98. veja também Shihor-Libnate ROMA: 243.RIOTE: RAMATE-NEGUEBE: T. 255. Iksal 60. tr-Rumeh 158. 18.141. 211. T. VALE DE: ( . 244.) 140 RETENO: 26 QUINÓPOL1S: 182 QUIOS: 172 QUIRBETE CUNRÃ-. 213. Rummaneb 82.) 108 * QI. 1 4 0 . Safad 230.) 140 — * 4 Wadi Rafaid 48 QUEZIZ. MONTE Jebel ez-Zawieb * SCAL1S: 256 SQUEDIA: 182 SEBA: 15 SEBA: 15. 45 19. 113 SALEM: veja Jerusalém SALGADO. 271 ROSH HANIQRA: veja Selaim ROSH QUEDESH: veja Mte. Kelsa 73 * QUESIBE: 46 T. 0 Haror. MAR: veja mar Morto SAI. 6 8 . 252 60.: ( .100 REFIDIM: ?? RÉGIO: 253 REI. Ruma. 271 RAB1TF. — (na Síria) 178.. 1 % .S: 168. 1 7 9 .94. SKBASIT 2 2 3 . 6 1 . 127. 127. (cidade) Shomron. Kh. VALE DO: 1 0 3 .-KHADEM: veja Dofca SERIFIN: Sara/and SERUGUE: ( . 202. 4 SEU: SELAIM: Rosh I Ianiqra. Qasyun QUISOM. 239. 217. Kh. MONTE: — (em Judá) 73 — (em Edom) 7 . 1 3 4 . 186. 117 — (nação) 15 QUITIM. 1 3 1 . RE7. 208 * SÉFORIS: Sippori. 9 0 . RIO: Nahal Qishon. FIUDRFIA 178. 1 2 5 . WOreimeh 2 3 3 . Nahr QUITIM: — (cidade em Chipre) 11. Rimona. 206. 147 SAMARIA: ° RAM ATE-M ATREDE: 18 . 249.107. 212. 214.136. 1 9 0 .113. Carmelo RÚBEN: 68. 81. 179. 215. 1 7 3 . Safuriyah 257. 57. 214.) 72 RACATE T. Shaalevim.172. 243 ROGEUM: ? Bersinya 10') QUISOM: >Kh. 82. QUIRIATHBM 1 2 8 140 * S A R A M : T.OM: Kesalon. 244. 220. 1 8 0 .120 SARDF. Deirel- — (em Benjamim) Rammun — (no Neguebe) ( . Salamiyeb SELÉtlCIA: es-SeUf 52. 255.: 7 . Shadud 71. 140. 94. GENESARÉ 213. Esb-Sbamsaniyat 17.154. 271 * SELEUCIDA.139. 124. 215. 265. 2 1 4 . 113 SAARAIM: ( . 1 5 2 . 10. 108 RINOCORURA: el-'Arish 184. 2 3 3 . 23. 173. 230. 1 3 " SA1. 159. 230. 209 "REIS. 104. 183. 108 REOBOTE-IR: ( .135. Resafeb 147.170. 264. Kinrot. 1 3 4 .) 91. 180. A K U M Á 146 217. 38. 257 SENE: (rocha) 88. 125.137. 52. Zeitun er-Rameb (Kb. Kh. 1 7 1 . 2 2 9 . Bira. 214. 30. EXALOTE 2 3 2 — (cidade) 251. 1 7 8 . 59. 250. 256. 1 8 1 .) 72 SABÁ: 147 SABTÁ: 15 SABTUNA: veja Ribla SACARA: 26 SAGALASSO: 172 SAGARTA: 168 SAGUR. 265 RODAN1M: 15 RODES: * 1 0 1 .213 * * QUEREM-HATEL: ( . 209. 62.167 RIBI. 140. SAMIK 8 2 126. 257 * * — (Gaulanitas) Saluqiyeb SELÉtlCIA: — (naCilícia) 271 — (Abila Selèucia) veja Abel (em Gileade) Kh. 135. 165 RÜBUTE: veja Rabá (Judá) RUMA: H.) 140 * QUINA. 1 0 9 . 89 SENIR: veja Striom " 209 * * SERAB1T F.) 140 86 Azar 5 6 .Jul) SAMAGA: Kh. 2 3 5 . ESCADA DE TIRO 202 257 181. 18. 2 1 2 . 52 RF. 1 0 1 . 1 5 4 .I7UVATNA: 39 8. 215. 1 4 9 . 1 7 0 .19. 254. 264.190 Salkhad 3 1 * RAÇAS: 174 RAMA: 15. 214. 221. 5 2 .126. 250. 270. 170 — (em Naftali) 71. 1 9 3 .72 SABTUNA 30.108. 245 " * SAMARRA: 13 SAME: 271 SAMIR: — (em Judá) ( . F. el-Bir el-Gbarbi 68. el-Balat 30 — (no Vale dc Aco) < ' T. 6 3 . 257 SEEELÁ: 7.A: Ribleb 40.) 139 QUEREM-YEH0EL1: ( . 243.MAR DA GAUIÍIA 2 3 2 . 2 2 RAÉCIA: 271 RAFIA: T. 2 5 3 . 271 SALECA: 94. 185. 2 5 5 . 195. 3 1 . PRÊMIO DOS": veja Gaza 140 — (província) 1 5 1 . 52. 47. 136. Rapha 10. BAALAH 1 1 2 QUIRIATE-SEFER: veja Debir — (em Zebulom) H. 1 5 5 . 72.191. 6 0 . 2 3 7 4 SAVIOS: 243 SAMOSATA: 271 SANGÁRIO. 'Ira. 8 . 1 1 3 .AMINA: 171. 1 5 5 .155 RAS-SHAMRA: veja Ugaxite REFA1M: 45 REFAIM. 244. 1 3 9 SENABRIS: Ilasar Kinneret 213. 137. QUIR-MOABE: 7 3 . 223. CAMINHO DO: 9. Rnqqat. 1 0 2 . 69. 117 QLTIXISH: ( . Abu llureirab 30. 78.) 15 REQUEM: (em Edom) veja tora. 256. J o c r r a 13" Ras en-Naqura 41. 270. Ef-Samik SAMAL: Senjirli 115. Kh. s SAABE: Sha'b 230 SAALBIM: T. VALE DE: Baq a 73.18. Efraim) veja Samaria 30. 126. 2 3 6 . 237 (no mte. 212. 214. 5 8 . 1 2 0 . Q U I N E R E T E . El-Quneitireb 7 2 . 2 5 4 . 229.40 * SAROM: 7. 233. 2 1 4 .) 140 QUIZBAIM: ( . ROSH HANIQRA 17.) 140 * * SEMES-EDOM: veja Admá SEMIDA: 6 5 . 2 4 7 . 220. 243. Es-Samrab SEFÃ: (—) 51 * * SEFAR: Sefarin 139 SEFARVAIM: 150 SEFE: Sefat.131. veja Mesade Hassidim QUIR-HARESETE: veja Quir-Moabe QUIRIATAIM: (em Rúben) ?Qaryat 45. 140 SAAZIMÁ: ( . — (na Galiléia) V. 2 2 1 .) 163 QUF. VALE DE: Wadi Diquqin 41 215. 68.41. 2 3 6 .

72 26. 3 5 . T.18. MONTANHAS: 3 . 217 . 200. 271 — (país) veja Sidônios S I D Ô N I O S : 1 3 2 . 266 SOGDIANA: 168. 8 0 . 43 SUMUR: 7 Kazel 34.\SILE: 18.71 — (na fronteira d e Efraim) Sbeikb Abu TAQU1SI. 267 TECOA. 2 7 1 SÍRIA veja Baal-Zefom (Egito) 164 52 TESSALÒNICA: 243. 18 198. CAMINHO PARA 10. 39. * SIDIM.. 20. HAROR: PSharhan 155..175. 270. 2 5 7 . 258. Seilun 2. 243.174 TIFSA. 71. 8 0 . 1 0 7 .147. 270.22. — (na Filístia) T.) 140 TAURUS. 5 5 . 1 7 1 . 73. 2 4 1 — (família) 6 5 . 3 5 . 136. 235. 4 6 .. 265. el-Kheidar TEL REGKV: veja Acsafe TEL SIPPOR: 18 T E L . 46. HOREBE 1 3 4 SINAI. Síria) 13 TELI. 18. 1 2 7 .214 SETE: 23 SIIAAAL1M: 86 * SOU: 172 SOMROM. 252. 266 TIGRE. 1 3 2 TÃRSIS: 1 5 . 265. 1 0 0 .) 44.155. RIO: ? Nahal Soreq. 1 0 5 . 257. 233. Solem 30. ( . 19 TELLJERISHEH: veja Gate-Rimom 17. 2 3 3 . 1 8 0 . Síria) 147 71 TELMESSUS: 172 TEMA: Teima 9 . 17.) 4 3 . J e b e l M u s a 4 8 . 76. 84 • SIMEÃO: 68. MAR: veja Mar Mediterrâneo SUR: veja Tiro SUR. es-Samak SICAR: 'Askar 2 3 6 S1CÍLIA: 253. Shush 9.JF. 6 3 . 258 TANAQUE: T.152 . 234. 1 1 6 . SIOM.271 SÍRIA: 172. D E S E R T O DA: 5 SÍRIA. 1 5 0 . 3 4 . 1 2 2 TE1. 211. 119. 48 SUMER: 4.SSOS: 117 TATÃ: ( .V 1 5 3 . 1 1 6 . 1 0 6 . TURAHI 1 2 7 SHAAR HA-GOLÀ: 15 SHA-lMfcRlSU: veja Ara-Damasto SHE1KH EZ-ZUWEID: 17. 183.som. 143.150. 257. 1 7 0 . 18.SYKONI C O M E : ( — ) 1 8 2 TABATE: ? Ras Abu Tabbat 76 TABOR. DESERTO DE: 129. TAPSACO 174. 1 8 5 . 20. 19. veja Miçal TELL Q. 249. 48 SUR DO EGITO: 43. el-Ful 73 5IRACUSA: 253. 77. Sbeikb el-'Areini 1 7 . 35. Kh. 255.glaim TELL EL-AMR:: 18 TELL EL-FARAH: (norte) veja Tirza. 147 TILTURAIII: veja Tel-Terah TIMNA: 16 TIMNÁ: ( e m j u d á ) ( . 1 1 5 . SEMR 1 1 6 .EM: ( .18. 176. 7 . SIMONIAS 2 3 0 S I N A I . MAGDAU 2 3 2 . 7 6 . 271 SICIOM: 183 47. 82. 254. Kh. 41. 41 TARALÁ: ( . ( . 60. veja lurza TELL EI.. 18 (cidade) Saida 15. 1 8 2 . el-Bir el-Gharbi TEI. 1 6 7 . 52. 253. 26. 79.) 163 TEL-MELAH: ( . 2 3 4 * SUPERIOR. 1 0 8 .) 140 TARIQIJEAS: Majdal 213. 112. 2 6 . Sammuniyeh 6 2 . 6 0 . Dafane. 243 TEBAS (no Egito): veja No-Amom 257 (na Galiléia) TEBTIMS: 182.O: Kh. 1 7 2 TAXIIA: 182.115. VALE DE: veja Mar Morto SIDOM: 17. 1 0 8 . 249. 165 TAMNA: — (na Judéia) Kh. Ti innik. 1 2 7 . 255. 9 4 . 1 0 7 .136. SIMON 2 3 . 1 6 6 . 62 TEI. 59.: 205 SICAMINO: T. RIO: 3 . 253. 236. CARVALHO DE: ( . 5 7 . 154 (estado moderno) 5 SÍRIA. 1 4 5 . 271 TARTF. 1 8 3 .EILAT EL-GHASSUL: 13. 1 8 3 . 18 SIÃO: veja Cidade de Davi TEI.271 SIMONIAS: veja Simrom SIMROM: T. 250. 1 8 . 271 TI AN A: 172 TIATIRA: 270. 18 SHIHOR-I. TERRA DOS: 34.199. 95. 235. — (perto de Hebrom) Kh. Sbuweikeh SODOMA: ( . 9. PAIMIRA 243. 120.140.) 86 TABOR. 48 SUR. 6 6 . 1 1 TADMOR: 9 .) 102 1'IBEIÜADES: 223. RIO: 172 SUAL: 88 SUBARTU: 20. 1 1 5 .172. 1 7 2 . 1 0 6 . 198 TELA: el-Tuliel 230 TEL-ABIBE: ( . 129. Rio SHIHOR DO EGITO: veja Nilo SIANU: Shein 127* 17. 23. 18. 243 TECOA: (na Galiléia) Kh. 244 244.MMEH: 17. Shuweikel 113. 7 0 . 249./eèe/ et-Tur 8. 255. Shimron. 35. 62. 2 3 . Wadi el-Sarar 8. 1 5 4 * * * * STRATO. 1 7 . 1 4 6 . Et-Tabbana : SIQUEL: 67 SIQUÉM: — (cidade. 69. 241. 8 2 .135 SIDE 172. TORRE DE: veja Cesaréia STRITMOM. 3 4 . 147. 224. 1 3 9 SIQUÉM. 214.244. 1 8 2 SINAR: 1 5 SLNOPE: 243. 34.) SIPAR: 2 0 . TAPSACO: veja Tipsa TAPUA: (em Judá) ( .178.T E R A I I . 120 TANATE-SII. 182 TELL EN-NASBEH: veja MLspa (em Benjamim) TELL EN-NEJII. 243.83. 120 TELL TAINAT: (N.166. 252. 6 1 . Ahhad91. Ain Hush 45. 265 57. 265 TABRIZ: 9 . 166. 242 TARSO: 1 1 .264. 1 3 . Ta'ana el-foqa TANIS: 4 7 TAPANES: T. 3 0 . 1 5 2 . 4 1 . (em Sefelá) II. veja Samaria SOREQUE. 119. 30. 1 4 7 . 254. el-Batasbi 7 9 .173.-HIISN: 22 TELL EL-JUDEIDAH: veja Moresete-Gate TELL EL-QASSIS: veja Ilelcate TELL EL-UBEID: (na Mesopotâmia) 13 TELL EL-YAHUDIYEH: (no Egito) 24.183. 4 4 . MONTE . P O R T Õ E S DA: 1 7 2 S1RIOM: SOCÓ: (Anti-Líbano) 3 . 18 TELL ESDAR: 18 TELL ES-SAFI: veja Gatc (dos filisteus) TELL HALAF: (em N. 'GERAR 20. 31. 24. 244 SUSÃ: — (cidacle) veja Susã — (satrapia) 168 TEL RAQQAT: veja Racate TE1. 185. D E S E R T O D O : 6. 4 3 . 140.167 TAFNITE: Tibnin 30 TAMAR: TIaseva. 155 — (no Egito) ? T. 43 SUBITE: 148. 1 4 5 . 9 . 2 1 3 . T u . M O N T E . veja também Qui. 8 . 6 5 . Tequ'94.O: Kh.EH: 17.136.) 140. 251. 17. 47. 48 SUSÃ: Shushan. 118. 166. 32.163. 4 8 .167. Balatah 2 . 153. 6 7 .) 163 TEL MOR: T. 5 9 . 1 4 7 . 1 1 2 .-HARSHA: ( . 166 TEMÃ: ? Tuwilan TENEDOS: 172 TERMESSOS: 172 TERMÓP1L4S: 185 SIENE. 1 6 5 SIM1RA: 171 SIMOM: veja Simrom * * SYR DARYA: 168 . 71. 1 9 1 . 1 7 4 . 105.178. 251. 145. 270. 141. Maskbuta * 243 - ( e m J u d á ) K h .182 S1FTÀ: ?Sbufah 139 SILE: veja Etã SILIM: (—) 140 SII. 127. 1 9 8 . SIDO. 251. 244. 6 3 .) 140 TEL 'ERAM1: T.-ZEROR: veja Migdal (em Sarom) TELL ASASPIR: 22 TELL ABU HAWAM: veja Libnate TELL BALAWAT: 127 TELL BEIT MIRSIM: veja Dcbir TELL EL-AJJUL: veja Bete-F.) 163 TEL ARADE: veja Arade TEL AVIVE: 16 TEL BIRA: T. 6 8 . Sheni 224 — (em Sarom) Kh. 34. 68. ZEMAR 15 SUNÉM: Shunem. 1 5 8 . 254. 219. 271 TIBATE: ( . 20. Batash. 28. 181. 1 7 1 . 1 1 5 . 221. 259. 179. 112. 120 140. 1 9 9 . 256. 22 TELGAMMA: 155 TEL HARASHIM: Khirbet el-Teleif 18. 4 3 . 214. DESERTO DE: 6. 206. 4 . üeir Alia 17. 4 3 . MONTE: 41 SIQIJEMONA: 18 SIQUERO. Aswan SIFNO: 172 164. 59. 16 SIAO MTE. 157. 174 . 7 5 . 1 3 6 . 214. 1 4 . MIS. 253. 16 TELL EL-HES1: 17. 247. 1 1 7 er-Kas 30.45 SOGANE: — (em Gaulã) el-Yabudiya Sakbniti 257. 7 2 . 96.IBNATH: 72. 76. 83. 108. 214. 120. 165 SUCOTE: 230 — (no Vale do Jordão) T. T. ITABYRIOM 179. Sokho.259 TELL KISAN.) 140 Zarad 63. 6 3 . 243. 1 1 3 . 231. 30. 270. 185 TIL BARSIP 127. 18. 243. 22.M: T. 132.

) 140 ZIZ. 20. 140 (país) veja Arã-Zobá 119. 172. 45. 1 8 5 ZOBÁ: (cidade) ? Suba 94. 113. 23.72 ZADRACARTA: 1 7 4 . 4 1 . Sefi. ZELEA: 172 ZEMARAIM: ? Ras et-Tahuneh ZENÃ: ( . ILIOS 172 TUBAL: 15. 3 7 . RAS SHAMRA 1 3 ZANOA: (em Judá) ( .26 T-W-L: ? Et-Tell 139 ZAGROS. Rashidiyeh 1 5 7 . LAGO: 47 TIRAS: 15 TIRO: (cidade) es-Sur 9. 106. T. 147 0 w WADI DALIYAH: 269 WADI SUWEINIT: 88. 259 0 u * U G A R I T E : Ras Shamra 9 . Sor'a. 41. SittLeila ZEBOIIM: ( . Sar'ah 36. 191. 1 5 3 .215 TIMNA. 53. 93. 82. 1 3 2 . TEEL EL-FAR'AH (norte) 16 - 120. (CEI): 5 USER. CARVALHO EM: ? Hurshat Ya'ala. 1 7 . 1 5 5 . 48. Zanu' 140. 165 ZEDADE: Sadad 51. 128. 1 1 2 . (família) 6 5 . ESTRADA PARA: 10 TIMNATE-HERES: 83.) 45 28. DESERTO DE: 6. BELA 45.) 140 (em Sefelá) Kh. (no Neguebe) (—) 140 51 92. 107 TIMNATE-SERA: Kh. 65. 223.124.165 ZEFATÁ. 43. Tibnah 56. 116.140. Vale de V E R M E L H O . 140 34. 1 7 8 . SUBIDA DE: 129 ZOÃ: San el-Hajar 9. 34. 1 5 6 (região) 173. esh-Shari'ah 140. 26. 68. DESERTO DE: 92 ZIFROM: Hawwarin ZIOR: ( . UR DOS ZEATE: (em Sarom) T. 182. 1 7 4 . 8. 271 TRÔADE: 251. 153 TIMSA. 256. MONTANHA DE: veja mte. MONTANHAS: 3 . 89 0 152 ZIFE. CIDADE DAS PALMAS 5 7 (país) 15. Umm Hamad 224 ZARIASPA: veja Bactra 9. 78. TERRA DE TOBE 7 8 . 102 ( p a í s ) 1 0 1 . 1 8 4 . 254.) 170 ZEBOIM: ( . 37. Ashara 24. 1 3 9 (cidade) et-Taiybeb 30. 4 4 . 270. 1 2 5 . 3 1 . T. VERTENTES. 1 9 0 TOBE: ZICLAGUE: T. Jezreel. 2 0 . 7 6 .107. RIBEIRO: ? Wadi el-Hesa 6. O: veja Jordão. 26 TIRZA-. MAR: 5 . 204. 170 ZIFE: (em Judá) T. 244. 70. 170 ZUFE: 86 ZUZIM: 45 ZORÁ: T.166. 271 TRÓIA: 66. 271 (país) 1 2 0 . CALURROHOE 2 2 4 * * * * * * TIRO: 'Araq el-Emir 144. 75.R.101. 79. 140. 170 22. 1 5 6 . 48. 82. 1 7 7 . 255 * * * * " ZIM. Carmelo UTICA: 117 UTINA: 271 UZÂ: ? Husan 94 UZÁ: 2 6 6 UZU: T. (cidade) Kh. 78. 255.134. 270. 1 7 0 . 120 52 * * * TURUSPA: Tuspar 11 0 ZAFOM: T. 1 7 9 . 125. 1 0 2 . * * TIROPEOM.S A A R : Es-Zarat 1 1 3 . 271 TRACONITES: 221. 71. AS: 7 * VIENA: 271 TOBIADES: 171.112. 1 8 . 234.139. 1 8 0 .) 122 ZEFATE: (no Neguebe) veja Horma ZELA: ( . 270. 121 UXII: 174 V VALE. 1 0 6 .148.18. es-Sa'idiyeh ZALMONA: es-Salmaneb TUTUL: Khit 20. 57. 23.) 86.119. Vale do. 6 6 . 72. 1 7 4 . 4 1 . 1 2 6 . 177 TOFEL: ? et-Tafileh 50. MAR DE SARGAÇOS 4 7 . 252. 43. 264. 1 5 5 . 52. 115.S. 51 TRALLES: 172. 147 TUBURBA: 271 TURQUIA: 5 * X * XANTO: 172 z ZAANANIM. 3 4 . 212. 52 TOGARMÀ: (cidade) Jirin 116. 1 7 5 . 22. Kh. 1 5 1 .) 140 ZEREDA: Deir Ghassaneh 141 Z E R E T E . 249. 254. 120. 112. 1 5 5 .184. SeVa.34. 234 200 TIRO. 62. 1 7 2 . 67 ZOAR: es-Safi 12. 1 7 3 . Tamna 219. 82.116 TRÁCIA: 168. 80. 1 7 6 . 37. 6 . 218. 64. 1 5 3 .108. 265. 17. 77. 1 1 6 . el-Fara'ah 1 6 .37 20 ZAREFATE: Sarafand UNQI: Biq'at 'Amuq 31 UPI: veja Damasco (país) UR: el-Muqayyar CALDEUS 1 1 ZARETÃ: ? T. 5 4 .141 118 ZEREDE. ESCADA DE: veja Selaim * * * * ULASA: ? EL-Minah UMMAH: T. Zif92. VALE DE: ( . Shajarat el-Kalb 61.S. 94. VALE: 222 TIRQA: t. 63. 252. 231. HOSAH 7 1 * ZEBULOM: 59. 243 TRÊS TAVERNAS: 253 TR1POLI: (Líbano) 171.Jokha 23. 30 * 0 URARTU: veja Ararate U. 243. 1 0 4 . 6 7 .

com textos representando a religião. as conquistas militares e os eventos econômicos do Antigo Testamento. do Segundo Templo. RAINEY ZE'EV SAFRAI 272 mapas em duas cores. . a política. do Período Interbíblico. do Novo Testamento e os períodos da Igreja Primitiva na história bíblica.YOHANAN AHARONI MICHAEL AVI-YONAH ANSON F.

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