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Desempenho Acústico de Soluções em Paredes e Tectos. Do Laboratório à Obra.

Desempenho Acústico de Soluções em Paredes e Tectos. Do Laboratório à Obra.

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Apresentação do ITeCons na Academia Tektónica: Soluções para Construção do Grupo Preceram realizada em Lisboa em Maio de 2013.
Resumo do trabalho efetuado de caracterização acústica de soluções com placas de gesso laminado Gyptec em laboratório e obra.
Apresentação do ITeCons na Academia Tektónica: Soluções para Construção do Grupo Preceram realizada em Lisboa em Maio de 2013.
Resumo do trabalho efetuado de caracterização acústica de soluções com placas de gesso laminado Gyptec em laboratório e obra.

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Academia Tektónica: Soluções para Construção | Grupo Preceram “10/5 | Sistemas Construtivos de Desempenho Melhorado”

DESEMPENHO ACÚSTICO DE SOLUÇÕES EM PAREDES E TECTOS. DO LABORATÓRIO À OBRA Paulo Amado Mendes
CICC, DEC-FCTUC, ITeCons

10 de Maio de 2013, FIL, Lisboa

MOTIVAÇÃO e OBJETIVOS
♦ A importância da Acústica de Edifícios para o conforto interior dos espaços construídos ♦ O interesse em conhecer o desempenho acústico através da caracterização de elementos, soluções ou sistemas construtivos ♦ Os desafios colocados a sistemas construtivos inovadores, face a critérios de sustentabilidade, requisitos funcionais e regulamentares cada vez mais exigentes

Academia Tektónica: Grupo Preceram - Sistemas Construtivos de Desempenho Melhorado

10/Maio/2013, FIL, Lisboa

MOTIVAÇÃO e OBJETIVOS
♦ Colaboração, em fase de I&D, no desenvolvimento de soluções construtivas para tectos e paredes de compartimentação leves/de reforço com recurso a gesso laminado Gyptec e aglomerado de cortiça expandida ♦ Caracterização laboratorial de sistemas incorporando gesso laminado Gyptec, para auxílio na definição e otimização face a diferentes solicitações/exigências

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10/Maio/2013, FIL, Lisboa

LABORATÓRIO versus PROJECTO versus OBRA
♦ Em LABORATÓRIO: Caracterizam-se elementos, soluções ou sistemas construtivos ♦ Em PROJETO: Definem-se e estima-se o desempenho das soluções, tendo em vista os Requisitos dos edifícios pelo RRAE ♦ Em OBRA / in situ: Verificam-se/Comprovam-se as exigências regulamentares e a conformidade aos requisitos acústicos aplicáveis

Que tipo de exigências, no caso de paredes interiores e de fachada?
- Isolamentos acústicos (a Sons aéreos e a Sons de percussão) - Condicionamento acústico (Absorção sonora / Tempo de reverberação)

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10/Maio/2013, FIL, Lisboa

EDIFÍCIOS: REGULAMENTAÇÃO NACIONAL
Decreto-Lei n.º 9, de 17 de Janeiro de 2007 – RGR, Regulamento Geral do Ruído Licenciamento de Atividades – remete para legislação específica dos edifícios Decreto-Lei nº 129, de 11 de Maio de 2002 – RRAE, Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios → republicado pelo Decreto-Lei nº 96, de 9 de Junho de 2008, em vigor desde 1 de Julho de 2008 Isolamentos Acústicos e Condicionamento Acústico [RRAE é um Regulamento de verificação em Obra / in situ] RGR + RRAE aplicáveis em conjunto desde 1 de Fevereiro de 2007 [avaliação de conformidade in situ para emissão de autorização de utilização ou alteração de utilização / Licença de Habitabilidade]
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EDIFÍCIOS HABITACIONAIS E MISTOS, E UNIDADES HOTELEIRAS (Art. 5.º)
Elemento / local Entre o exterior e quartos ou salas dos fogos (fachadas com envidraçados), 1a) Entre compartimentos de um fogo e quartos ou salas de outro fogo, 1b) e 1e) Entre locais de circulação comum e quartos ou salas dos fogos, 1c), 1e) e 1f) Mínimo Regulamentar D2m,nT,w ≥ 28 dB – em zonas sensíveis D2m,nT,w ≥ 33 dB – em zonas mistas DnT,w ≥ 50 dB L’nT,w ≤ 60 dB DnT,w ≥ 48 dB DnT,w ≥ 40 dB se a circulação comum for um caminho vertical e existir elevador DnT,w ≥ 50 dB se a circulação comum for garagem de parqueamento automóvel. L’nT,w ≤ 60 dB ou não se aplica se a circulação comum for caminho vertical e existir elevador DnT,w ≥ 58 dB L’n,Tw ≤ 50 dB (*) (*)

Entre locais do edifício destinados a comércio, indústria, serviços ou diversão e quartos ou salas dos fogos, 1d) e 1g)

(*) .+ 3 dB em zonas urbanas consolidadas em que sejam ultrapassados os valores limite de exposição . Quando a área translúcida for superior a 60% do elemento da fachada em análise, deve adicionar-se a D2m,nT,w o termo de adaptação C ou Ctr,, conforme ruído dominante (mantendo-se os limites)
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EDIFÍCIOS HABITACIONAIS E MISTOS, E UNIDADES HOTELEIRAS (Art. 5.º)

LAr,nT≤32dB(A) ou 27dB(A)

Equipamentos Habitação Habitação Habitação DnT,w≥50dB L’nT,w≤60dB Caminhos de circulação Habitação comum DnT,w≥48dB L’nT,w≤60dB DnT,w≥58dB

DnT,w≥50dB L’nT,w≤60dB D2m,nT,w≥33dB ou 28dB Habitação

DnT,w≥50dB L’nT,w≤60dB Garagem Serviços Diversão

L’nT,w≤50dB Comércio Industria

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Medição do isolamento sonoro (a sons aéreos) em laboratório

L1

L2

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Câmaras Acústicas Horizontais
Ensaios de isolamento a sons aéreos [EN ISO 10140-1, 2, 4 & 5]
câmara fixa

Ensaios de absorção sonora [NP EN ISO 354]

mecanismo hidráulico câmara móvel

provete de ensaio

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Medição de isolamento sonoro em laboratório – Montagem de provetes

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Medição de isolamento sonoro em laboratório

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Isolamento a sons aéreos – Curva de isolamento
O isolamento de um determinado elemento de separação não se deve obter diretamente pela diferença entre os níveis de pressão dos locais emissor e recetor (L1-L2, isolamento acústico puro ou bruto).

Em laboratório, e de acordo com as Normas EN ISO 10140-2 & 4, a determinação do isolamento corrigido, para cada banda de frequências, é dado por:

R = L1 − L2 + 10 log

S A

redução sonora entre as câmaras emissora e recetora

S – área do provete da divisória que foi ensaiada em laboratório (em m2). A – área de absorção equivalente da câmara recetora, de volume V (em m3):
A= 0.16V Tr

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Isolamento a sons aéreos – Índices de isolamento
É usual representar o comportamento de soluções com um valor único: Rw; DnT,w; D2m,nT,w. Este índice é determinado segundo a norma NP EN ISO 717-1.
dB R(Dc)+23
R(Dc)+23 60

R(Dc)+18

Rw
50 dB

R(Dc)+18 ∆ L1

∆ L2

∆L3

Ajuste Soma dos desvios desfavoráveis: o mais elevado possível e ≤32 dB (medições em 16 bandas de 1/3 de oitava).

40

10 dB R(Dc) 125 250 500 1000 2000
30 125 250 500 1000 2000

R(Dc)

Após o ajuste, o índice de isolamento corresponde ao valor da ordenada da curva de referência para a frequência de 500 Hz. Resultados:

Rw (C ; Ctr) [dB] RA [dBA]

Termos corretivos C, Ctr (adaptação espectral) definidos na norma NP EN ISO 717-1; isolamento ponderado A, de acordo com DB-HR, CTE.
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Medição do isolamento sonoro (a sons de percussão) em laboratório

L2

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Câmaras Acústicas Verticais
câmara móvel

Ensaios de isolamento a sons de percussão [EN ISO 10140-1, 3, 4 & 5] Ensaios de isolamento a sons aéreos [EN ISO 10140-1, 2, 4 & 5]

provete de ensaio

câmara fixa

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Medição de isolamento sonoro em laboratório – Montagem de provetes

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Medição de isolamento sonoro em laboratório

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Isolamento a sons de percussão – Curva de isolamento
O isolamento a sons de impacto conferido por um elemento de construção obtém-se a partir dos níveis de pressão sonora no local recetor, avaliando o ruído transmitido pelo elemento (L2,i, nível sonoro médio corrigido devido ao ruído de fundo).

Em laboratório, e de acordo com as Normas EN ISO 10140-3 & 4, a determinação do isolamento corrigido, para cada banda de frequências, é dado por:

Ln = L2,i + 10 log

A A0

nível sonoro de percussão normalizado na câmara recetora

A0 – área de absorção equivalente de referência (A0=10 m2). A – área de absorção equivalente da câmara recetora, de volume V (em m3):
A=

0.16V Tr

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Isolamento a sons de percussão – Índices de isolamento
É usual representar o comportamento de soluções com um valor único: Ln,w; L’nT,w. Este índice é determinado segundo a norma NP EN ISO 717-2.
dB Lc Lc
Lc -1 Lc -2 Lc -3 Lc -4

dB Lc L'n,w Lc
∆L1 ∆L2

Lc-5
Lc -8 Lc -11

60

Lc-5

Ajuste
∆L4 ∆L5 ∆L6

∆L3

Lc -14 Lc -17

50

∆L7

Lc-20
L c-20 40 125 250 500 1000 2000

Soma dos desvios desfavoráveis: o mais elevado possível e ≤32 dB (medições em 16 bandas de 1/3 de oitava).

10 dB 125

250

500

1000

2000

Após o ajuste, o índice de isolamento corresponde ao valor da ordenada da curva de referência para a frequência de 500 Hz. Resultados:

Ln,w (CI) [dB]

Termo corretivo CI (termo de adaptação espectral) definido na norma NP EN ISO 717-2.
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Desempenho acústico em laboratório – Principais sistemas ensaiados
• Paredes de compartimentação: - Sistemas simples / desempenho corrente - Sistemas especiais / desempenho melhorado - Sistemas de reforço Variáveis / opções: - tipo de placa Gyptec – A, H, F, D - espessura de placa – 12.5mm e 15mm - perfis/montantes – afastamento de 400mm e 600mm; colocação em C e em H - largura de perfis – 48mm, 70mm, 90mm, 100mm e 125mm - material absorvente na caixa de ar – lã mineral de baixa, média e alta densidade - estrutura com perfilaria simples, dupla, desfasada/alternada (larg. canal ≠ larg. montante) Gama de resultados: - Índice de redução sonora ponderado – Rw = 33 a 69dB - Índice de redução sonora ponderado A – RA = 31.6 a 62.6dBA - Valores elevados dos termos de adaptação C e Ctr – até (-6;-13)dB

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Desempenho acústico em laboratório – Principais sistemas ensaiados
• Soluções de reforço para paredes de alvenaria: - reforço pelo exterior - reforço pelo interior Variáveis / opções : - paredes de pano simples em tijolo cerâmico Preceram - 15cm, 22cm e 24cm (“termo-acústico”) - parede dupla em tijolos cerâmicos Preceram – (11 + 15)cm - sistemas de reforço combinando 1 ou 2 placas de gesso laminado Gyptec com: . Placas de aglomerado de cortiça expandida (ICB) 40mm . ICB em “Lambourdé” 40mm e 60mm . Lã mineral 40mm média densidade (com duplicação interior e exterior) . Placas XPS . Solução ETICS com ICB Gama de resultados: - Índice de redução sonora ponderado – Rw = 27 a 74dB - Índice de redução sonora ponderado A – RA = 27.4 a 66.7dBA - Valores dos termos de adaptação C e Ctr um pouco mais baixos – até (-4;-10)dB - Incremento da redução sonora – ∆Rw dir = até 31dB

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Desempenho acústico em laboratório – Principais sistemas ensaiados
• Soluções de tetos para reforço de lajes - Laje em betão armado 14cm [pavimento de ref.ª] - * Laje de madeira com pavimento em soalho de pinho - * Laje mista madeira-lajeta de betão, com revestimento flutuante em madeira
* ensaios desenvolvidos no âmbito do Proj. PTDC/ECM/099833/2008 – LOGCORK – “Sustainability in construction using materials optimized by nature, coord. pelo Prof. Alfredo Dias, Univ. de Coimbra, com o apoio da Gyptec.

Variáveis / opções : - espessura e número de placas – 12.5mm e 15mm; 1 ou 2 placas de gesso laminado Gyptec - utilização de apoios antivibráticos (em parceria com a FERCOMACESS) - sistemas de reforço combinando gesso com lã mineral de média densidade na caixa-de-ar Gama de resultados: - Índice de redução sonora ponderado – Rw = 27dB (sem reforço) a 71dB - Nível sonoro ponderado – Ln,r,w = 48dB a 96dB (sem reforço) - Incremento da redução sonora (sons aéreos) – ∆Rw ou ∆Rw dir = 13dB até 24dB - Redução sonora (sons de percussão) – ∆Lw ou ∆Lw dir = 16dB até 27dB

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Paredes de compartimentação – Sistemas simples

Placa A simples vs Placa A dupla [Perfil 48mm caixa de ar vazia] E5: Placa A simples: Rw = 33dB, RA=31.6dBA E9: Placa A dupla: Rw = 40dB, RA=38.4dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas simples

Lã mineral Baixa vs Média densidades [Perfil 48mm 13A] E1: Baixa dens., 50mm: Rw = 40dB, RA=36.7dBA E7: Média dens., 40mm: Rw = 40dB, RA=37.9dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas simples

Placa dupla A vs H vs F [Perfil 48mm LM50 bx] E2: Placa A dupla: Rw = 47dB, RA=43.4dBA E11: Placa H dupla: Rw = 46dB, RA=43.3dBA E13: Placa F dupla: Rw = 48dB, RA=44.2dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas simples

Placa simples 13A vs 15 A [Perfil 48mm LM50 bx] E1: Placa simples 13A: Rw = 40dB, RA=36.7dBA E14: Placa simples 15A: Rw = 39dB, RA=37.0dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas simples

Placa A simples vs Placa A dupla vs Placa A tripla [Perfil 100mm LM60 média] E41: Placa A simples: Rw = 46dB, RA=41.8dBA E42: Placa A dupla: Rw = 51dB, RA=47.2dBA E43: Placa A tripla: Rw = 56dB, RA=52.5dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas simples

Perfil 48mm vs 70mm vs 90mm vs 100mm vs 125mm [Placa 13A simples] E1: Prf 48mm LM50bx: Rw = 40dB, RA=36.7dBA E22: Prf 70mm LM50 alta: Rw = 44dB, RA=39.4dBA E34: Prf 125mm LM70 méd: Rw = 47dB, RA=43.2dBA E41: Prf 100mm LM60 méd: Rw = 46dB, RA=41.8dBA E46: Prf 90mm LM60 méd: Rw = 45dB, RA=41.4dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas simples

Afastamento entre perfis 600mm vs 400mm [Placa simples 13A Perfil 48mm LM50 bx] E1: Afast prfs 600mm: Rw = 40dB, RA=36.7dBA E3: Afast prfs 400mm: Rw = 38dB, RA=35.7dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas especiais

Perfil 48mm 2x13A LM50bx vs Perfil 70mm 2x13A LM70bx vs Perfil 48mm desfasado em canal 70mm 2x13A LM40bx E2: perfil 48mm: Rw = 47dB, RA=43.4dBA E21: perfil 70mm: Rw = 49dB, RA=45.3dBA E40: perfil 48mm desfasado: Rw = 53dB, RA=52.3dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas especiais

Duplo perfil 48mm 2x13A 2xLM50bx vs Duplo perfil 70mm 2x13A 2xLM50alta E18: 2x perfil 48mm: Rw = 65dB, RA=61.4dBA E24: 2x perfil 70mm: Rw = 67dB, RA=62.6dBA

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Paredes de compartimentação – Sistemas especiais

Duplo perfil 70mm placa simples 1x13A 2xLM50 alta vs Duplo perfil 70mm placa dupla 2x13A 2xLM50 alta E25: 2x prf 70mm 1x13A: Rw = 56dB, RA=53.3dBA E24: 2x prf 70mm 2x13A: Rw = 67dB, RA=62.6dBA

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Soluções de reforço de paredes de alvenaria – Tijolo cerâmico 22cm

“Lambourdé” 60mm vs ICB 40mm vs LM 40mm 2: parede rebocada, base: Rw = 47dB 5: “Lambourdé” 60mm+1x13A: Rw = 54dB [∆ 7dB] 7: ICB 40mm omega+1x13A: Rw = 56dB [∆ 9dB] 9: LM 40mm média perfil 48mm+1x13A: Rw = 65dB

[∆ 18dB]

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Soluções de reforço de paredes de alvenaria – Tijolo cerâmico 15cm

LM 40mm + 2x15A vs 2x(LM 40mm + 2x15A) int, ext [LM média perfil 48mm] E9: parede rebocada, base: Rw = 43dB E11: LM 40mm + 2x15A: Rw = 63dB [∆ 20dB] E12: 2x(LM 40mm + 2x15A): Rw = 74dB [∆ 31dB]

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Soluções de reforço de paredes de alvenaria – Parede dupla Tijolo 11cm+15cm

“Lambourdé” 40mm vs “Lambourdé” 60mm vs XPS 40mm vs ICB 40mm E1: parede rebocada, base: Rw = 52dB E2: “Lambourdé” 40mm+1x13A: Rw = 56dB [∆ 4dB] E4: “Lambourdé” 60mm+1x13A: Rw = 56dB [∆ 4dB] E6: XPS 40mm omega+1x13A: Rw = 52dB [∆ 0dB] E7: ICB 40mm omega+1x13A: Rw = 59dB [∆ 7dB]

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Soluções de reforço de paredes de alvenaria – Tijolo cerâmico 24cm

ETICS com ICB 60mm Barbot E24: parede rebocada, base: Rw = 48dB E25: ETICS ICB 60mm Barbot: Rw = 54dB [∆ 6dB]

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje em betão armado 14cm [pav. ref.ª]

dupla placa BA13, LM 60mm, cx-de-ar 150mm SONS AÉREOS pavimento base: Rw = 51dB SEM apoios antivibráticos: Rw = 66dB [∆Rw 16dB] COM apoios antivibráticos: Rw = 71dB [∆Rw 19dB]

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje em betão armado 14cm [pav. ref.ª]

dupla placa BA13, LM 60mm, cx-de-ar 150mm SONS DE PERCUSSÃO pavimento base: Ln,w = 82dB SEM apoios antivibráticos: Ln,r,w = 57dB [∆Lw 21dB] COM apoios antivibráticos: Ln,r,w = 52dB [∆Lw 26dB]

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje em betão armado 14cm [pav. ref.ª]

SEM apoios antivibráticos, LM 60mm, cx-de-ar 150mm SONS AÉREOS pavimento base: Rw = 51dB placa simples BA13: Rw = 64dB [∆Rw 13dB] dupla placa BA13: Rw = 66dB [∆Rw 16dB]

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje em betão armado 14cm [pav. ref.ª]

SEM apoios antivibráticos, LM 60mm, cx-de-ar 150mm SONS DE PERCUSSÃO pavimento base: Ln,w = 82dB placa simples BA13: Ln,r,w = 61dB [∆Lw 17dB] dupla placa BA13: Ln,r,w = 57dB [∆Lw 21dB]

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10/Maio/2013, FIL, Lisboa

Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje em betão armado 14cm [pav. ref.ª]

COM apoios antivibráticos, LM 60mm, cx-de-ar 150mm SONS AÉREOS pavimento base: Rw = 51dB placa simples BA13: Rw = 67dB [∆Rw 16dB] dupla placa BA13: Rw = 71dB [∆Rw 19dB]

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje em betão armado 14cm [pav. ref.ª]

COM apoios antivibráticos, LM 60mm, cx-de-ar 150mm SONS DE PERCUSSÃO pavimento base: Ln,w = 82dB placa simples BA13: Ln,r,w = 56dB [∆Lw 22dB] dupla placa BA13: Ln,r,w = 52dB [∆Lw 26dB]

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje de madeira

Laje Proj. Univ. Coimbra - LOGCORK pavimento em soalho de pinho 22mm, reforço com placa simples BA13, LM 70mm, cx-de-ar 400mm SONS AÉREOS pavimento base: Rw = 27dB COM teto: Rw = 51dB [∆Rw dir 24dB]

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje de madeira

Laje Proj. Univ. Coimbra - LOGCORK pavimento em soalho de pinho 22mm, reforço com placa simples BA13, LM 70mm, cx-de-ar 400mm SONS DE PERCUSSÃO pavimento base: Ln,w = 96dB COM teto: Ln,w = 69dB [∆Lw 27dB]

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10/Maio/2013, FIL, Lisboa

Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje mista madeira-lajeta de betão

Laje Proj. Univ. Coimbra - LOGCORK revestimento flutuante em madeira 12mm, lajeta em betão 50mm, pavimento em soalho de pinho 22mm, reforço com placa simples BA13, LM 70mm, cx-de-ar 400mm SONS AÉREOS pavimento base: Rw = 40dB COM teto: Rw = 63dB [∆Rw dir 23dB]

Academia Tektónica: Grupo Preceram - Sistemas Construtivos de Desempenho Melhorado

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Soluções de tetos para reforço de lajes – Laje mista madeira-lajeta de betão

Laje Proj. Univ. Coimbra - LOGCORK revestimento flutuante em madeira 12mm, lajeta em betão 50mm, pavimento em soalho de pinho 22mm, reforço com placa simples BA13, LM 70mm, cx-de-ar 400mm SONS DE PERCUSSÃO pavimento base: Ln,w = 69dB COM teto: Ln,w = 48dB [∆Lw 21dB]

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Verificação preliminar do desempenho acústico - Obra de reabilitação / reconstrução
- Seleção e preparação de compartimentos: entre quartos e de corredor para quarto - Ensaios de acústica de edifícios - Isolamento a sons aéreos, DnT,w: horizontal e vertical - Isolamento a sons de percussão, L’nT,w: horizontal e vertical - Análise do desempenho das soluções face aos requisitos do RRAE

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ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
♦ A gama de soluções ensaiadas responde a um leque abrangente de solicitações e requisitos, permitindo seleção otimizada de elementos, soluções e processos construtivos ♦ A caracterização laboratorial intensiva dos sistemas contribuiu para a análise da influência de componentes, acessórios e processos construtivos no comportamento acústico observado ♦ O desempenho acústico dos sistemas construtivos, em termos de isolamento a sons aéreos, não deve ser analisado apenas pelo índice único ponderado, mas deve observar-se em conjunto com a evolução da curva de isolamento ao longo da gama de frequências de interesse
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Análises em curso Caracterização de componentes
Materiais a ensaiar: Placas simples de diferentes tipos (A, H, F e D) Placas compostas (c/ EPS, XPS e ICB)

Caracterização de soluções
Tipos de soluções: Paredes interiores (divisórias) Revestimentos de alvenaria
Colados Com estrutura metálica auxiliar Com estrutura auto-portante

Ensaios: Determinação da absorção de água por difusão Determinação da absorção total de água Determinação das propriedades de transmissão de vapor de água Determinação do coeficiente de condutibilidade térmica Determinação da resistência à flexão e deformação

Tectos

Ensaios: Determinação da rigidez de algumas soluções mais correntes Campanha de ensaios de caracterização mecânica segundo a ETAG 003 Caracterização térmica de soluções construtivas

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Caracterização mecânica de divisórias Campanha de ensaios segundo a ETAG 003
“Internal Partition Kits For Use As Non-Loadbearing Walls”

Sequência de ensaios
Fase 1: “Functional failure test” 1. Carga por impacto de corpo duro - esfera de aço de 0,5 kg; 2. Carga vertical excêntrica; 3. Carga por impacto de corpo mole - saco de 50 kg. Fase 2: “Structural damage test” 4. Carga vertical excêntrica; 5. Carga por impacto de corpo duro - esfera de aço de 1 kg; 6. Carga por impacto de corpo mole - saco de 50 kg.

Cargas de ensaio
“Functional failure test”
1. Corpo duro (esfera 0,5 kg) Altura acima do Energia pav. 2. Carga vertical excêntrica Altura acima do Carga pav. 1.60 m > 1,5 m 10 x 2,5 N.m Caso A - 500 N > 1,5 m --3. Corpo mole (saco 50 kg) Altura acima do Energia pav. ≤ 1,5 m 9 x 120 N.m

CATEGORIA II
Risco moderado de ocorrência de acidentes

≤ 1,5 m

10 x 2,5 N.m

“Structural damage test”
4. Carga vertical excêntrica Altura acima do Carga pav. 1.60 m Caso A - 1000 N durante 24 horas 5. Corpo duro (esfera 1 kg) Altura acima do Energia pav. ≤ 1,5 m > 1,5 m 1 x 10 N.m --6. Corpo mole (saco 50 kg) Altura acima do Energia pav. ≤ 1,5 m > 1,5 m 1 x 200 N.m --10/Maio/2013, FIL, Lisboa

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Caracterização mecânica de divisórias Campanha de ensaios segundo a ETAG 003
Provete em fase de ensaio: Tipo de montantes – 48-35 Afastamento entre montantes – 600 mm Nº de placas em cada face – 2 Altura da solução – 3.20 m

Min 4500 60 Min. 635 Min. 800 Min 3000

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60

3200

60

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Caracterização mecânica de divisórias Campanha de ensaios segundo a ETAG 003
Corpo duro – Esfera de aço 0,5 kg / 1 kg Cargas excêntricas

Simulação de impactos resultantes de objectos leves não deformáveis, como peças de mobiliário ou utensílios de limpeza

Simulação de suspensão de objectos como armários, equipamentos ou louças sanitárias

ISO 7892:1988

ISO/DIS 8413:1990
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Caracterização mecânica de divisórias Campanha de ensaios segundo a ETAG 003
Corpo mole – Saco de 50 kg cheio com esferas de vidro de 3 mm Ensaio adicional – Cargas pontuais (A realizar)

Direcção Horizontal Vertical

Carga 100 N 250 N

Simulação de suspensão de objectos leves como quadros ou pequenos utensílios ISO/DIS 8413:1990

Simulação de impactos resultantes da queda de pessoas contra a divisória ISO 7892:1988

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Manual Técnico de Instalação de Sistemas em Gesso Cartonado
OBJECTIVOS
• Identificação e caracterização dos componentes do sistema

SISTEMAS • Paredes interiores (divisórias) • Revestimento de alvenaria • Tectos

• Guia de boas práticas
- Métodos construtivos mais adequados - Formas de evitar erros de aplicação de soluções que comprometam o desempenho das mesmas - Montagem dos sistemas

Ensaios Laboratoriais Conhecimentos teóricos e práticos Normalização/regulamentação de outros países

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