ATOS DOS APÓSTOLOS Índice I. O Cristianismo em Jerusalém 1 O Propósito de Deus Para Sua I re!

a " # $ O Preparo dos Do%e " 1& ' A (rande Comiss)o " $* + O Pentecoste " '* * O Dom do ,sp-rito " +& . / Porta do Templo " *& & 0ma Ad1ert2ncia Contra a 3ipocrisia " &4 5 Perante o Sinédrio " && # Os Sete Di6conos " 5& II. O Cristianismo na Palestina e S-ria 14 O Primeiro 76rtir Crist)o " #& 11 O ,1an el8o em Samaria " 14' 1$ De Perse uidor a Disc-pulo " 11$ 1' Dias de Preparo " 1$' 1+ 0m In9uiridor da :erdade " 1'1 1* Li;erto da Pris)o " 1+' III. O Cristianismo 1ai aos Con<ins da Terra 1. A 7ensa em do ,1an el8o em Antio9uia " 1** 1& Arautos do ,1an el8o " 1.. 15 Pre ando ,ntre os (entios " 1&& 1# Judeus e (entios " 155 $4 ,=altando a Cru% " $41 $1 >as ?e i@es Distantes " $11 $$ TessalAnica " $$1 $' Beréia e Atenas " $'1 $+ Corinto " $+' $* As Cartas aos Tessalonicenses " $** $. Apolo em Corinto " $.# $& C<eso " $51 $5 Dias de Lutas e Pro1as " $#1 $# 7ensa em de Ad1ert2ncia e de Apelo " $#5 '4 C8amado a 7ais ,le1ada >orma " '4# '1 A 7ensa em Atendida " '$' '$ 0ma I re!a Li;eral " ''* '' Tra;al8ando So; Di<iculdades " '+. '+ 7inistério Consa rado " '*# I:. O 7inistério de Paulo '* A Sal1aD)o Para os Judeus " '&$ '. Apostasia na (al6cia " '5' '& A Eltima :ia em de Paulo a Jerusalém " '5# '5 Paulo Prisioneiro " '## '# Perante o Tri;unal de Cesaréia " +1# +4 Paulo Apela Para César " +$5 +1 Fuase Persuadido " +'' +$ A :ia em e o >au<r6 io " +'# +' ,m ?oma " ++& ++ Os da Casa de César " +.1 +* Carta de ?oma " +.# +. ,m Li;erdade " +5* +& A Eltima Pris)o " +5# +5 Paulo Perante >ero " +#$ +# Eltima Carta de Paulo " +#5 *4 Condenado G 7orte " *4# :. O 7inistério de Pedro *1 0m Hiel Su;pastor " *1+ *$ Hirme Até o Him " *$# :I. O 7inistério de Jo)o *' Jo)oI o Disc-pulo Amado " *'# *+ 0ma Hiel Testemun8a " *+.

** Trans<ormado Pela (raDa " **& *. Patmos " *.5 *& O Apocalipse " *&5 *5 A I re!a Triun<ante " *#' I. O Cristianismo em Jerusalém 1 O Propósito de Deus Para Sua I re!a P6 . # A i re!a é o instrumento apontado por Deus para a sal1aD)o dos 8omens. Hoi or ani%ada para ser1irI e sua miss)o é le1ar o e1an el8o ao mundo. Desde o princ-pio tem sido plano de Deus 9ue atra1és de Sua i re!a se!a re<letida para o mundo Sua plenitude e su<ici2ncia. Aos mem;ros da i re!aI a 9uem ,le c8amou das tre1as para Sua mara1il8osa lu%I compete mani<estar Sua lória. A i re!a é a deposit6ria das ri9ue%as da raDa de CristoJ e pela i re!a ser6 a seu tempo mani<estaI mesmo aos Kprincipados e potestades nos CéusK L,<és. 'M14NI a <inal e ampla demonstraD)o do amor de Deus. 7uitas e mara1il8osas s)o as promessas citadas nas ,scrituras com respeito G i re!a. KPor9ue a 7in8a casa ser6 c8amada casa de oraD)o para todos os po1os.K Isa. *.M&. K, a elasI e aos lu ares ao redor do 7eu outeiroI ,u porei por ;2nD)oJ e <arei descer a c8u1a a seu tempoM c8u1as de ;2nD)o ser)o.K K, l8es le1antarei uma P6 . 14 plantaD)o de renomeI e nunca mais ser)o consumidas pela <ome na TerraI nem mais le1ar)o so;re si o opró;rio dos entios. Sa;er)oI porémI 9ue ,uI o Sen8or seu DeusI estou com elasI e 9ue elas s)o o 7eu po1oI a casa de IsraelI di% o Sen8or Jeo16. :ósI poisI ó o1el8as 7in8asI o1el8as do 7eu pastoM 8omens soisI mas ,u sou o 1osso DeusI di% o Sen8or Jeo16.K ,%e9. '+M$. e $#O'1. K:ós sois as 7in8as testemun8as di% o Sen8orI e o 7eu ser1oI a 9uem escol8iJ para 9ue o sai;aisI e 7e creiaisI e entendais 9ue ,u sou o mesmoI e 9ue antes de 7im deus nen8um se <ormouI e depois de 7im nen8um 8a1er6. ,uI ,u sou o Sen8orI e <ora de 7im n)o 86 Sal1ador. ,u anuncieiI e ,u sal1eiI e ,u o <i% ou1irI e deus estran8o n)o 8ou1e entre 1ósI pois 1ós sois as 7in8as testemun8asI di% o Sen8orJ ,u sou Deus.K Isa. +'M14O1$. K,u o Sen8or te c8amei em !ustiDaI e te tomarei pela m)o e te uardareiI e te darei por concerto do po1oI e para lu% dos entiosJ para a;rir os ol8os dos ce osI para tirar da pris)o os presosI e do c6rcere os 9ue !a%em em tre1as.K Isa. +$M. e &. K>o tempo <a1or61el te ou1i e no dia da sal1aD)o te a!udeiI e te uardareiI e te darei por concerto do po1oI para restaurares a terraI e l8e dares em 8eranDa as 8erdades assoladasM para di%eres aos presosM Sa-J e aos 9ue est)o em tre1asM ApareceiM eles pastar)o nos camin8osI e em todos os lu ares altos ter)o o seu pasto. >unca ter)o <ome nem sedeI nem a calma nem o sol os a<li ir6J por9ue o 9ue Se compadece deles os uiar6I e os le1ar6 P6 . 11 mansamente aos mananciais das 6 uas. , <arei de todos os 7eus montes um camin8oJ e as 7in8as 1eredas ser)o e=altadas. K,=ultaiI ó CéusI e ale raOte tuI TerraI e 1ósI montesI estalai de !P;iloI por9ue o Sen8or consolou o Seu po1oI e dos Seus a<litos Se compadecer6. 7as Si)o di%M J6 me desamparou o Sen8orI e o Sen8or Se es9ueceu de mim. Pode uma mul8er es9uecerOse tanto de seu <il8o 9ue criaI 9ue n)o se compadeDa deleI do <il8o do seu 1entreQ 7as ainda 9ue esta se es9uecesseI ,uI toda1iaI 7e n)o es9uecerei de ti. ,is 9ue nas palmas das 7in8as m)os te ten8o ra1adoM os teus muros est)o continuamente perante 7im.K Isa. +#M5O11 e 1'O1.. A i re!a é a <ortale%a de DeusI Sua cidade de re<P ioI 9ue ,le mantém num mundo re1oltado. Fual9uer in<idelidade da i re!a é traiD)o para com A9uele 9ue comprou a 8umanidade com o san ue de Seu uni 2nito Hil8o. Almas <iéis constitu-ram desde o princ-pio a i re!a so;re a Terra. ,m cada era te1e o Sen8or Seus 1i ias 9ue deram <iel testemun8o G eraD)o em 9ue 1i1eram. ,ssas sentinelas apre oaram a mensa em de ad1ert2nciaJ e ao serem c8amadas para depor a armaduraI outros empreenderam a tare<a. Deus pAs essas testemun8as em relaD)o de concerto com ,le próprioI unindo a i re!a da Terra G do Céu. ,n1iou Seus an!os para cuidar de Sua i re!a e as portas do in<erno n)o puderam pre1alecer contra Seu po1o. Atra1és de séculos de perse uiD)oI con<lito e tre1asI Deus tem amparado Sua i re!a. >en8uma nu1em so;re ela caiuI para a 9ual ,le n)o esti1esse preparadoJ P6 . 1$ nen8uma <orDa oponente sur iu para impedir Sua o;raI 9ue ,le n)o 8ou1esse pre1isto. Tudo sucedeu como ,le predisse. ,le n)o dei=ou Sua i re!a ao desamparoI mas traDou em declaraD@es pro<éticas o 9ue de1eria ocorrerI e a9uilo 9ue Seu ,sp-rito inspirou os pro<etas a predi%eremI temOse reali%ado. Todos os Seus propósitos ser)o cumpridos. Sua lei est6 1inculada a Seu tronoI e nen8um poder do mal poder6 destru-Ola. A 1erdade é inspirada e uardada por DeusJ e ela triun<ar6 so;re toda oposiD)o. Durante séculos de tre1as espirituais a i re!a de Deus tem sido como uma cidade edi<icada so;re um monte. De século em séculoI atra1és de sucessi1as eraD@esI as puras doutrinas do Céu t2m sido desdo;radas dentro de seus limites. Hraca e de<eituosa como possa parecerI a i re!a é o Pnico o;!eto so;re 9ue Deus concede em sentido especial Sua suprema atenD)o. C o cen6rio de Sua raDaI na 9ual Se deleita em re1elar Seu poder de trans<ormar coraD@es. KA 9ueKI per unta1a CristoI Kassemel8aremos o reino de DeusQ ou com 9ue par6;ola o representaremosQK 7ar. +M'4. ,le n)o podia empre ar os reinos do mundo como uma similitude. >a sociedade nada ac8ou com 9ue o pudesse comparar. Os reinos da Terra se re em pela supremacia do poder <-sicoJ mas do reino de Cristo s)o ;anidos cada arma carnalI cada instrumento de coerD)o. ,ste reino de1e er uer e eno;recer a 8umanidade. A i re!a de Deus é o recinto de 1ida santaI plena de 1ariados dons e dotada com o ,sp-rito Santo. Os mem;ros de1em encontrar sua <elicidade na <elicidade da9ueles a 9uem a!udam e a;enDoam. P6 . 1'

7ara1il8osa é a o;ra 9ue o Sen8or Se prop@e reali%ar por intermédio de Sua i re!aI a <im de 9ue Seu nome se!a lori<icado. 0m 9uadro desta o;ra é dado na 1is)o 9ue te1e ,%e9uielI do rio de 6 uas puri<icadorasM K,stas 6 uas saem para a re i)o orientalI e descem G campinaI e entram no marJ eI sendo le1adas ao marI sarar)o as 6 uas. , ser6 9ue toda a criatura 1i1ente 9ue 1ier por onde 9uer 9ue entrarem estes dois ri;eirosI 1i1er6.K K, !unto do ri;eiroI G sua mar emI de uma e de outra ;andaI su;ir6 toda a sorte de 6r1ore 9ue d6 <ruto para se comerM n)o cair6 a sua <ol8aI nem perecer6 o seu <rutoM nos seus meses produ%ir6 no1os <rutosI por9ue as suas 6 uas saem do santu6rioJ e o seu <ruto ser1ir6 de alimento e a sua <ol8a de remédio.K ,%e9. +&M5O# e 1$. Desde o in-cio tem Deus operado por intermédio de Seu po1o a <im de tra%er ;2nD)os ao mundo. Para a anti a naD)o e -pcia Deus <e% de José uma <onte de 1ida. Atra1és de sua inte ridade a 1ida de todo o po1o <oi preser1ada. Por meio de Daniel sal1ou Deus a 1ida de todos os s6;ios de Ba;ilAnia. , esses li1ramentos s)o como liD@es o;!eti1asJ eles ilustram as ;2nD)os espirituais o<erecidas ao mundoI pela li aD)o com o Deus a 9uem José e Daniel adora1am. Todos a9ueles em cu!o coraD)o Cristo 8a;itaI cada um 9ue mostre Seu amor ao mundoI é um cooperador de DeusI para ;2nD)o da 8umanidade. / medida 9ue rece;e do Sal1ador raDa para repartiOla com outrosI de seu próprio ser <luem torrentes de 1ida espiritual. P6 . 1+ Deus escol8era Israel para re1elar Seu car6ter aos 8omens. ,le 9ueria 9ue eles <ossem <ontes de sal1aD)o no mundo. A eles <oram entre ues os or6culos do CéuI a re1elaD)o da 1ontade de Deus. >os primeiros dias de IsraelI as naD@es do mundoI mediante pr6ticas corruptas tin8am perdido o con8ecimento de Deus. ,les O 8a1iam con8ecido antesJ mas por9ue Kn)o O lori<icaram como DeusI nem L8e deram raDasI antes em seus discursos se des1aneceramI e o seu coraD)o insensato se o;scureceuK. ?om. 1M$1. 7as em Sua misericórdia Deus n)o as riscou da e=ist2ncia. ,le Se propAs darOl8es no1a oportunidade de se <amiliari%arem com ,le por intermédio de Seu po1o escol8ido. 7ediante os ensinos do sacri<-cio e=piatórioI Cristo de1ia ser e=altado perante todas as naD@esI e todos os 9ue ol8assem para ,le 1i1eriam. Cristo era o <undamento da or ani%aD)o !udaica. Todo o sistema de tipos e s-m;olos era uma compacta pro<ecia do e1an el8oI uma representaD)o em 9ue se contin8am as promessas de redenD)o. 7as o po1o de Israel perdeu de 1ista seus altos pri1ilé ios como representantes de Deus. ,s9ueceramOse de Deus e dei=aram de cumprir Sua santa miss)o. As ;2nD)os por eles rece;idas n)o produ%iram ;2nD)os para o mundo. ApropriaramOse de todas as suas 1anta ens para lori<icaD)o própria. ,=clu-ramOse do mundo para escapar G tentaD)o. As restriD@es por Deus impostas na sua associaD)o com os idólatras como um meio de pre1enirOl8es o con<ormismo com as pr6ticas pa )sI eles as usaram para le1antar um muro de separaD)o entre si e as P6 . 1* demais naD@es. ?ou;aram a Deus no ser1iDo 9ue ,le re9uerera deles e rou;aram ao pró=imo na uia reli iosa e santo e=emplo. Sacerdotes e pr-ncipes <i=aramOse numa rotina de cerimonialismo. Satis<i%eramOse com uma reli i)o le al e eraOl8es imposs-1el dar a outros as 1i1as 1erdades do Céu. Considera1am su<iciente sua própria !ustiDa e n)o dese!a1am a intromiss)o de um no1o elemento em sua reli i)o. A ;oa 1ontade de Deus para com os 8omens n)o era por eles aceita como al o G parte deles própriosI mas a relaciona1am com seus próprios méritos por causa de suas ;oas o;ras. A <é 9ue opera por amor e puri<ica a alma n)o ac8a1a lu ar na uni)o com a reli i)o dos <ariseusI <eita de cerimonialismo e in!unD@es 8umanas. De Israel disse DeusM K,u mesmo te plantei como 1ide e=celenteI uma semente inteiramente <ielM como pois te tornaste para 7im uma planta de eneradaI de 1ide estran8aQK Jer. $M$1. KIsrael é uma 1ide <rondosaJ d6 <ruto para si mesmo.K Osé. 14M1. KA ora poisI ó moradores de JerusalémI e 8omens de Jud6 !ul aiI 1os peDoI entre 7im e a 7in8a 1in8a. Fue mais se podia <a%er G 7in8a 1in8aI 9ue ,u l8e n)o ten8a <eitoQ , comoI esperando ,u 9ue desse u1asI 1eio a produ%ir u1as ;ra1asQ KA ora pois 1os <arei sa;er o 9ue ,u 8ei de <a%er G 7in8a 1in8aM tirarei a sua se;eI para 9ue sir1a de pastoJ derri;arei a sua paredeI para 9ue se!a pisadaJ e a tornarei em desertoJ n)o ser6 podada nem ca1adaJ mas crescer)o nela sarDas e espin8eirosJ e Gs nu1ens darei ordem 9ue n)o derramem c8u1a so;re ela. Por9ue a 1in8a do P6 . 1. Sen8or dos ,=ércitos é a casa de IsraelI e os 8omens de Jud6 s)o a planta das Suas del-ciasJ e esperou 9ue e=ercessem !u-%oI e eis a9ui opress)oJ !ustiDaI e eis a9ui clamor.K Isa. *M'O&. KA <raca n)o <ortalecestesI e a doente n)o curastesI e a 9ue;rada n)o li astesI e a des arrada n)o tornastes a tra%erI e a perdida n)o ;uscastesJ mas dominais so;re elas com ri or e dure%a.K ,%e9. '+M+. Os l-deres !udeus ima ina1amOse demasiado s6;ios para necessitar de instruD)oI demasiado !ustos para necessitar de sal1aD)o e demasiado 8onrados para necessitar da 8onra 9ue 1em de Cristo. O Sal1ador a<astouOSe deles para outor ar a outros os pri1ilé ios de 9ue tin8am a;usado e a o;ra 9ue 8a1iam ne li enciado. A lória de Deus tin8a de ser re1elada e Sua Pala1ra con<irmada. O reino de Cristo tin8a de ser esta;elecido no mundo. A sal1aD)o de Deus tin8a 9ue se tornar con8ecida nas cidades do desertoJ e os disc-pulos <oram c8amados para <a%er a o;ra 9ue os l-deres !udaicos dei=aram de <a%er. $ O Preparo dos Do%e P6 . 1& Para a tare<a de le1ar a1ante Sua o;raI Cristo n)o escol8eu os doutos ou elo9Rentes do Sinédrio !udaico ou do poder de ?oma. Passando por alto os ensinadores !udaicos c8eios de !ustiDa própriaI o 7estre por e=cel2ncia escol8eu 8omens 8umildesI iletradosI para proclamarem as 1erdades 9ue de1iam a;alar o mundo. ,le Se propAs preparar e educar esses 8omens para diri entes de Sua i re!a. ,lesI por sua 1e%I de1iam educar outros e en1i6Olos com a mensa em e1an élica. Para 9ue pudessem ter sucesso em sua o;raI de1iam eles rece;er o poder do ,sp-rito Santo. >)o pelo poder 8umano ou 8umana sa;edoria de1ia o e1an el8o ser proclamadoI mas pelo poder de Deus.

ém. e $&. .m Suas !ornadas atra1és dos campos e das cidadesI le1a1aOos com .ra por eles é e=pressa em Sua oraD)o ao PaiM KPara 9ue todos se!am umI como TuI ó PaiI o és em 7imI e . Dormia so. Por associaD)o e contato pessoalI Cristo preparouOos para Seu ser1iDo.itar so. Para condu%ir com 2=ito a o.le.le os instru-aI assentandoOSe entre eles !unto Gs montan8asJ outras 1e%esI !unto ao mar ou andando pelo camin8oI l8es re1ela1a os mistérios do reino de Deus. . O Sal1ador ansia1a por desdo.ertos para rece. :iramOnO em todos os aspectos da 1ida.ém eles se!am um em >ós.le desdo.endo 9ue um decreto da parte do TodoOpoderoso tin8a sido <eito antes 9ue o mundo P6 .ar o muro de separaD)o entre !udeus e entios e apre oar a sal1aD)o a toda a 8umanidade.leI ou1indo Suas pala1ras de Snimo aos P6 .ia 9ue por testemun8arem d. A responsa.rar Suas pala1ras e ser <ortalecidos para crer n.Por tr2s anos e meio esti1eram os disc-pulos so.le 9uisJ e 1ieram a . Isto <oi ainda mais plenamente re1elado por ocasi)o de Sua 1isita G Hen-ciaI 9uando curou a <il8a da mul8er cananéia.sta 1erdade <oi re1elada em parte 9uando .le Se prop@e colocar a sal1aD)o ao alcance de todos. HalouOl8es tam.leI esti1eram al umas 1e%es <amintos e n)o raro cansados.u 1oOlo teria ditoM 1ou prepararO1os lu ar.. $M1+.le como o 7essiasI al uns e=perimentariam a morte. $1 ti1esse 1indo G e=ist2ncia. Sa.os. su. nomeou do%e para 9ue esti1essem com . /s 1e%es .ra na Terra.ilidade 9ue .andeira san renta um dia 8a1eria de tremular triun<ante so. $4 a9ueles a 9uem muitos considera1am como indi nos da sal1aD)oI 8a1ia almas <amintas pela lu% da 1erdade. Sa.ertoI leu o 9ue de1ia acontecer.ra 9ue l8es destinou. Assim . Sa.uscou Cristo ensinar aos disc-pulos a 1erdade de 9ue no reino de Deus n)o 86 <ronteiras territoriaisI nem classes sociaisJ 9ue eles de1iam ir a todas as naD@esI le1andoOl8es a mensa em do amor do Sal1ador.ia 9ue 8a1iam de so<rer perse uiD)oI 9ue seriam lanDados <ora das sina o as e metidos nas pris@es.les de1iam ser coo. 1# ao testemun8arem de Seu Hil8o 8a1eriam de ecoar de eraD)o em eraD)oI até o <im dos séculos.e o 1osso coraD)oJ credes em DeusI crede tam.u esti1er este!ais 1ós tam.<és.le para 9ue pudessem 1er como ensina1a o po1o. >a casa de 7eu Pai 86 muitas moradasJ se n)o <osse assimI .rar aos disc-pulos a 1erdade re<erente G demoliD)o da Kparede de separaD)oK L.!eti1o asse urar.re toda a <ace da TerraI determinando os tempos !6 dantes ordenadosI e os limites da sua 8a.le recompensou a <é do centuri)o de Ca<arnaumI e 9uando pre ou o e1an el8o aos 8a.uscassem ao Sen8orI se por1enturaI tateandoI O pudessem ac8arJ ainda 9ue n)o est6 lon e de cada um de nósK.ra sem Sua pessoal super1is)oI procurou encora!6Olos e prepar6Olos para o <uturo. Considerai a tocante cena.iu ao monteI e c8amou para Si os 9ue . . <alouOl8es al uma coisa disto. .itos de 1idaI necessita1am c8e ar G unidade de sentimentosI pensamento e aD)o. 3a1ia nesses primeiros disc-pulos <risante di1ersidade. 'M1' e 1+. . 7as n)o <oi sen)o mais tarde 9ue eles compreenderam em toda a plenitude 9ue Deus Kde um só <e% toda a eraD)o dos 8omensI para 8a. Por meio desses dé.iloI Deus e os an!os contempla1am esta cena. . 'M. A respeito desta ordenaD)oI di% o relatoM K. Como no Anti o Testamento os do%e patriarcas ocupa1am o lu ar de representantes de IsraelI assim os do%e apóstolos representam a i re!a e1an élica.stas e=peri2ncias a!udaram os disc-pulos a compreender 9ue entre P6 .itaD)oJ para 9ue . K>)o se tur.sp-ritoI . $M1+N entre Israel e as outras naD@es O a 1erdade de 9ue Kos entios s)o coO8erdeirosK dos !udeusI Ke participantes da promessa em Cristo pelo e1an el8oK. .<és.ora !udeuI comunica1a li1remente com os samaritanosI anulando costumes <arisaicos dos !udeus com respeito a este despre%ado po1o. Sa. a direD)o do maior Pro<essor 9ue o mundo !6 con8eceu.K 7ar.le 9ue lo o precisaria dei=ar 9ue Seus disc-pulos le1assem a1ante a o.le sentia em Sua o.le escol8idos.le procurou mant2Olos em uni)o consi o próprio. Os disc-pulos de1iam sair como testemun8as de Cristo para anunciar ao mundo o 9ue d.le e os mandasse a pre ar.le nas ruas apin8adasI !unto ao la o e no solit6rio deserto.sp-rito seria 1itoriosa na .itantes de Sicar.re Seus se uidores. Seu car o era o mais importante dos car os a 9ue !6 8a1iam sido c8amados seres 8umanosI apenas in<erior ao do próprio Cristo. :ede a 7a!estade do Céu tendo em torno os do%e por .ra1a as 1erdades do camin8o da sal1aD)o. >)o os en anou com <alsas esperanDas. .sta unidade Cristo tin8a por o.ia 9ue esta1a prestes a ser separado delesI para dei=6O los como o1el8as entre lo. Como num li1ro a.ém em 7im.le tin8am 1isto e ou1ido.K 7ar.sti1eram com .ia 9ue o e1an el8o do reino de1ia ser pre ado a todas as naD@es para testemun8oJ 9ue a 1erdade armada com a onipot2ncia do Santo . ?e<erindoOSe ao <uturo delesI <oi claro e de<inidoI para 9ue nas a<liD@es 9ue 1iriam pudessem lem. Lo o os separar6 para a o.ril8arJ 9ue as pala1ras por eles ditas P6 . O Pai sa. Atos 1&M$.rantadosI e 1endo a mani<estaD)o de Seu poder em <a1or dos doentes e so<redores. Dia a dia camin8a1am a Seu ladoI con1ersando com . seu tetoI comia a suas mesas e ensina1a em suas ruas. Hoi na ordenaD)o dos do%e 9ue se deram os primeiros passos na or ani%aD)o da i re!aI 9ue depois da partida de Cristo de1ia le1ar a1ante Sua o.m. .le de um lu ar a outro.eis instrumentosI mediante Sua Pala1ra e .K Jo)o 1&M$1 e $'. .ia 9ue por intermédio desses 8omens a lu% do Céu 8a1eria de . Toma1am parte nas Suas <ru ais re<eiD@es eI como . .atal8a contra o malI e 9ue a .er a di1ina mensa emI .I se .le como o ?edentor. >)o manda1a 9ue os disc-pulos <i%essem isto ou a9uiloI mas di%iaM KSe ueO7e. :ia!a1am com .u em TiJ 9ue tam. Sua constante oraD)o por eles era 9ue <ossem santi<icados pela 1erdadeJ e . . Onde 9uer 9ue 8ou1esse coraD@es a.les de1iam ser ensinadores do mundo e representa1am amplamente 1ariados tipos de car6ter.ra de derri. Com ale ria e !P. 15 cansados e 9ue.ra para a 9ual 8a1iam sido c8amadosI esses 8omensI di<erindo em caracter-sticas naturais e em 86.reiros de Deus na sal1aD)o dos 8omens.le orou com se uranDaI sa.ém pala1ras de encora!amento e de esperanDa. Durante Seu ministério terrestre Cristo deu in-cio G o.K KPara 9ue o mundo con8eDa 9ue Tu 7e en1iaste a 7imI e 9ue os tens amado a eles como 7e tens amado a 7im. Para alcanDar este <im . Ao apro=imarOse o término do ministério terrestre de Cristo e recon8ecer .u <orI e 1os preparar lu arI 1irei outra 1e% e 1os le1arei para 7im mesmoI para 9ue onde . 7esmo 1ós .

u !6 n)o estou mais no mundoJ mas eles est)o no mundoI e . $.u <orI P6 .u da parte do Pai 1os 8ei de en1iarI a9uele .uscou le1arOl8es G mente o 9ue l8es pudesse <ortalecer a <éI le1andoOos a ol8ar para a <renteI G recompensa 9ue espera o 1encedor.K K.raramOse de Suas pala1rasM KSe ao madeiro 1erde <a%em istoI 9ue se <ar6 ao secoQK Luc.sp-rito de 1erdade 9ue procede do PaiI . .emOamado 7estre pudesse tocarOl8es tam. Cristo n)o <racassouI nem Se desencora!ouJ e Seus disc-pulos de1iam mostrar <é da mesma persistente nature%a.ene<-cio 1im ao mundoJ em 1osso <a1or ten8o estado tra.le 8a1ia a<irmado claramente 9ue 8a1eria de ressur ir ao terceiro diaI mas eles <icaram perple=os so.u 1enci o mundo.m Sua con1ersaD)o de despedida com os disc-pulosI na noite anterior G cruci<i=)oI o Sal1ador n)o <e% re<er2ncia ao so<rimento 9ue .re o 9ue . HalouOl8es tam.ra 9ue L8e <ora dada para <a%er. Hicaram amar amente desapontados. Desolados e com o coraD)o em dorI lem.m 1osso .le 8a1ia <eitoI mas 9ue sua o. Os sacerdotes e pr-ncipes 8a1iam declarado %om.ra entre os 8omens. K7asI 9uando 1ier o ConsoladorKI disse .u <aDoI e as <ar6 maiores do 9ue estasJ por9ue .le . enc8eramOse de triste%a.ores. $'M'1. Por 16rias 1e%es 8a1ia Jesus tentado a. Tin8a reunido os 9ue de1iam continuar Sua o. :ou para o 7eu Pai e o 1osso PaiI para cooperar com .al8adoI . .le o 9ue remisse Israel. . O mara1il8oso P6 .K K. 1ós tam. .K Jo)o 1&M14O11I $4O$1 e $'. Por causa distoI Sua morte 1eioOl8es como uma surpresaJ e mais tardeI ao rememorarem o passado e 1erem o resultado de sua incredulidadeI P6 . 3umil8andoOse a si mesmos declarariam 9ue A9uele 9ue os !udeus 8a1iam cruci<icado era o Pr-ncipe da 1idaI o Hil8o do Deus 1i1oI e 9ue em Seu nome 8a1iam <eito as o.K Luc.K Jo)o 1. $+ Cristo 8a1ia terminado a o. a in<lu2ncia desse poderI mil8ares se con1erteram. .ém.ilidadesI por Sua raDa de1iam ir para a <renteI de nada desesperando e esperando por tudo.sa. Seu 7estre tin8a sido re!eitadoI condenado e cruci<icado.ai=ado em seu 8ori%onte. nós esper61amos 9ue <osse . .ora seu camin8o <osse o. .u n)o ro o somente por estesI mas tam.le ressur isse. Fuando Cristo <oi cruci<icadoI eles n)o creram 9ue . 7uitas 1e%es repetiram as pala1rasM K.ras 9ue .om SnimoI . Ti1essem eles crido nas pala1ras do Sal1adorI e 9uanta triste%a teria sido e1itadaT .sp-rito Santo.al8ar como . $$ ainda tra.re o mundo. >)o 9ueria Cristo di%er com isto 9ue os disc-pulos <ariam maiores es<orDos do 9ue os 9ue .sp-rito Santo os disc-pulos sentiram tanto amor por .al8arei ardentemente por 1ós.leI e por a9ueles por 9uem . $' ensino dos apóstolosI suas pala1ras desSnimo e con<ianDaI asse urariam a todos 9ue n)o era em seu próprio poder 9ue opera1amI mas no poder de Cristo.K Jo)o 1+M1$.le morreuI 9ue coraD@es se como1eram pelas pala1ras 9ue <alaram e pelas oraD@es 9ue <i%eram.sp-ritoI sairia 1encendo e para 1encer.ém testi<icareisI pois esti1estes comi o desde o princ-pio.u 1ou para 7eu Pai. Hoi nesse recinto 9ue o Sal1adorI depois de Sua ressurreiD)oI l8es apareceu.rir o <uturo a Seus disc-pulosI mas eles n)o 8a1iam 9uerido re<letir no 9ue . . e $&. KTen8oO1os dito istoKI declarou . Por 9uarenta dias permaneceu Cristo na TerraI preparando os disc-pulos para a o.u 1im ao mundo para 7e re1elar a 1ós a <im de 9ue pudésseis crer.ém 9ue de1iam considerar o cumprimento dessas pro<ecias como arantia do poder 9ue 8a1eria de assistiOlos nos seus <uturos la.le n)o Se re<eriu meramente G operaD)o de mila resI mas a tudo 9uanto iria acontecer so.ém <ar6 as o.eis para onde 1ouI e con8eceis o camin8o. K.le.le dissera.leI Kpara 9ue em 7im ten8ais pa%J no mundo tereis a<liD@esI mas tende .ras 9ue .le Se re o%i!a1a na certe%a de 9ue poderia <a%er por Seus se uidores mais do 9ue 8a1ia prometidoI e o <ariaJ de 9ue d. 7ara1il8osamente <oram estas pala1ras cumpridas. .eteiramenteM KSal1ou a outrosI e a Si mesmo n)o pode sal1arOSe. Se é o ?ei de IsraelI desDa a ora da cru%I e creremos n. O sol da esperanDa dos disc-pulos tin8a declinadoI e a noite 8a1ia descido so.leI K9ue . O <ato de serem 8omens 8umildes n)o de1ia diminuirOl8es a in<lu2nciaI antes increment6OlaJ pois a mente de seus ou1intes de1ia ser le1ada deles para o Sal1ador 9ueI con9uanto in1is-1elI esta1a ainda operando com eles.stru-do por aparentes impossi.m. >)o <alou da 8umil8aD)o 9ue esta1a a sua <renteI mas .K 7at. .ras 9ue Satan6s tin8a . $+M$1. nisso sou lori<icado. a in<lu2ncia do .M''.u 1ou para Ti. .ém por a9ueles 9ue pela Sua pala1ra 8)o de crer em 7imJ para 9ue todos se!am um.rotariam amor e compai=)o 9ue puri<icariam o templo da alma e <ariam os 8omens semel8antes a . Depois da descida do .ene<-cio.le <orDas. disseM K. $&M+$. Como representantes de CristoI os apóstolos de1iam <a%er decidida impress)o so.le em 1osso .le <i%era.sma ados pelo desapontamentoI an Pstia e desesperoI os disc-pulos se reuniram no cen6culo e <ec8aram as portasI temendo 9ue o destino de seu .ra 9ue de1iam <a%erI e e=planando o 9ue até ent)o eles tin8am sido incapa%es de compreender.le 9ueria di%er.K Jo)o 1+M1O+.le 8a1ia suportado e teria ainda de suportar.uscando d. HalouOl8es das pro<ecias concernentes a Seu ad1entoI Sua re!eiD)o pelos !udeus e Sua morteI mostrando 9ue cada especi<icaD)o dessas pro<ecias tin8a sido cumprida.le testi<icar6 de 7im. Pai santoI uarda em Teu nome a9ueles 9ue 7e desteI para 9ue se!am umI assim como >ós. P6 .K Jo)o 1*M$.le 8a1ia tra.re seus coraD@es.le no car6terJ de 9ue Sua 1erdadeI armada com o poder do . Sua <é n)o penetra1a além das som. ' A (rande Comiss)o P6 . $* Após a morte de CristoI os disc-pulos <icaram 9uase 1encidos pelo desalento.ra teria maior amplitude.nt)o .al8ando.sta <alta de compreens)o dei=ouO os ao tempo da Sua morte em e=tremo desesperanDados. . Fuando . K>a 1erdadeI na 1erdade 1os di o 9ue a9uele 9ue cr2 em 7im tam. Halaram no poder do .sp-ritoJ e so. De1iam tra.u nelesI e Tu em 7imI para 9ue eles se!am per<eitos em unidadeI e para 9ue o mundo con8eDa 9ue Tu 7e en1iaste a 7imI e 9ue os tens amado a eles como 7e tens amado a 7im. Tudo l8es parecia 1a o e misterioso.

M1$.ores por IsraelM . Sua <é de1ia centrali%arOse nA9uele 9ue é a <onte de misericórdia e poder.<és.K Luc. Ao ou1irem o 9uerido 7estre e=plicarOl8es as . Ide por todas as naD@esI ordenou .K 7at.le respondeuM K>)o 1os pertence sa. C8e aram ao ponto em 9ue podiam declararM K.sp-rito SantoJ ensinandoOas a uardar todas as coisas 9ue . Trou=eOl8es G lem. A condiD)o da e=piaD)o tin8a sido preenc8ida. Antes de dei=ar Seus disc-pulosI Cristo uma 1e% mais de<iniu a nature%a de Seu reino. Ide Gs mais distantes partes do mundo 8a. Todos os 9ue crerem de1em ser con re ados numa Pnica i re!a.re 1ós en1io a .sp-rito Santo serOl8esOia dado em Sua plenitudeI selandoOos para a sua o.al8assem em 8armonia com . A 1ósI 7eus disc-pulosI .la de1e ser dada tanto a !udeus como a entios O primeiro a IsraelI e ent)o a todas as naD@esI l-n uas e po1os. O sacri<-cio de Cristo em <a1or do 8omem <oi amplo e completo.ataraOo de Satan6sI e Se tornara 8erdeiro de todas as coisas. 7ostrouOl8es a 1asta con<ederaD)o do mal arre imentada contra eles. $5 li1remente.scrituras G lu% de tudo 9uanto aconteceraI sua <é <oi inteiramente <irmada n. $+M+*O+5.le n)o 8a1ia sido indicado para reinar como um rei terrestre so.le. Arre.le acrescentouM K. De1iam . disseOl8esM Assim est6 escritoI e assim con1in8a 9ue o Cristo padecesseI e ao terceiro dia ressuscitasse dos mortosJ e em Seu nome se pre asse o arrependimento e a remiss)o dos pecadosI em todas as P6 .le con9uistara o reino.le le a1a ao mundo os tesouros da 1ida eterna. Disse o Sal1adorM K.niaI o laDo de uni)oI a autoridade para sua norma de prosse uimento e a <onte de seu sucesso.eriam resposta.u os rece.ra era proclamar a mensa em e1an élica. . ComeDaram a compreender a nature%a e e=tens)o de sua o. ?e1estido de autoridade ilimitadaI deu a Seus disc-pulos sua comiss)oM KIdeI ensinai todas as naD@esI . Asse urouOl8es 9ue estaria com elesJ e se <ossem a1ante com <éI seriam prote idos pelo Onipotente.le.starei sempre con1oscoI a!udandoO1os a e=ecutar 1ossas tare<asI uiandoO1osI con<ortandoO1osI santi<icandoO1os e 1os sustendoI dandoO1os sucessoI 9uando <alardesI de maneira 9ue 1ossas pala1ras atrair)o a atenD)o dos outros para o Céu.ora 7eu po1o n)o 9uisesse 1ir a 7im para ter 1idaI em. Fuando os disc-pulos L8e per untaramM KSen8orI restaurar6s Tu neste tempo o reino a IsraelQK . A9uele 9ue 1em a 7imI de maneira nen8uma o lanDarei <ora. .re Seu nome como possuindo esse poder 1ital pelo 9ual os pecadores podem ser sal1os.raI e assumiu a responsa.ati%ar no nome do PaiI do Hil8o e do .sp-rito Santo. P6 .a. De1iam imprimir no coraD)o dos ou1intes as mesmas liD@es 9ue l8es 8a1ia ensinado. Antes de ascender ao CéuI Cristo deu aos disc-pulos uma comiss)o.u 1os ten8o mandadoJ e eis 9ue .em. A comiss)o e1an élica é a Carta 7a na mission6ria do reino de Cristo. Teriam de lutar Kcontra os principadosI contra as potestadesI contra os pr-ncipes das tre1as deste séculoI contra as 8ostes espirituais da maldadeI nos lu ares celestiaisK.ati%andoOas em nome do PaiI e do Hil8oI e do .is 9ue so.scrituras.er os tempos ou as estaD@es 9ue o Pai esta.u sei em 9uem ten8o crido. $& naD@esI comeDando por Jerusalém.n9uanto o. .i P6 . $# Cristo n)o disse a Seus disc-pulos 9ue sua o.al8ar <er1orosamente pelas almasI dando a todas o con1ite de misericórdia. A o. Os disc-pulos de1iam <alar com a mesma simplicidade com 9ue Cristo 8a1ia <alado.ra para 9ue 1iera a este mundo tin8a sido reali%ada. Cada uma de suas pala1ras e atos de1ia atrair a atenD)o so. Tendes 1isto 7eus la.ra. .ra seria <6cil. e &. Tra. Fuanto menor a ostentaD)o e e=i. . . Os disc-pulos de1iam tra. DeclarouOl8es 9ue n)o era Seu propósito esta. A 1is-1el presenDa de Cristo esta1a prestes a ser retirada dos disc-pulosI mas uma no1a dotaD)o de poder l8es pertenceria. 1M1$. >)o de1iam esperar 9ue o po1o 1iesse a elesJ de1iam eles ir ao po1o com sua mensa em. O nome de Cristo de1ia ser a sen8aI a ins. 7as n)o seriam dei=ados a lutar so%in8os. '4 trono de DeusI para ser 8onrado pela 8oste celestial. .ilidade de seu 2=ito. $5M1# e $4. Tendes sido testemun8as de 7in8a 1ida de sacri<-cio em <a1or do mundoI disse.leI n)o <racassariam. Os acontecimentos da 1ida de CristoI Sua morte e ressurreiD)oI as pro<ecias 9ue aponta1am para esses acontecimentosI os mistérios do plano da sal1aD)oI o poder de Jesus para remiss)o de pecados O de todas estas coisas 8a1iam eles sido testemun8as e de1iam torn6Olas con8ecidas ao mundo.m Seu nome de1iam apresentar suas petiD@es ao PaiI e rece. . DisseOl8es 9ue eles de1iam ser os e=ecutores do testamento no 9ual . destas coisas sois 1ós testemun8as.riuOl8es o entendimento para compreenderem as .ranDa as coisas 9ue l8es 8a1ia <alado anteriormente com relaD)o a esse reino. Fuando Cristo disse aos disc-pulosM Ide em 7eu nome a!untar na i re!a a todos 9uantos creremI dei=ou claro perante eles a necessidade de manterem simplicidade. em. .ora sacerdotes e pr-ncipes ten8am <eito comi o o 9ue dese!aramI con9uanto 7e ten8am re!eitadoI ter)o ainda outra oportunidade de aceitar o Hil8o de Deus.K Atos 1M. De1iam proclamar o e1an el8o de pa% e sal1aD)o mediante o arrependimento e o poder do Sal1ador. OrdenouOl8es 9ue <ossem 1alorosos e <ortesJ pois Al uém mais poderoso 9ue os an!os O o (eneral das 8ostes celestiais O estaria em suas <ileiras.K . :istes 9ue todos os 9ue 1ieram a 7im con<essando seus pecadosI . .ra e a recon8ecer 9ue de1iam proclamar ao mundo as 1erdades a eles con<iadas. O .sta1a a camin8o do P6 . .elecer neste mundo um reino temporal.u estou con1osco todos os diasI até G consumaD)o dos séculos. Sua o. De1iam os disc-pulos le1ar a1ante sua o. . Durante esses dias 9ue Cristo passou com os disc-pulosI eles ad9uiriram no1a e=peri2ncia.eleceu pelo Seu próprio poder.K II Tim. >ada de1ia ser recon8ecido em Seu reino 9ue n)o trou=esse Seu nome e inscriD)o. >)o l8es era necess6rio 1er mais distante no <uturo do 9ue as re1elaD@es 9ue l8es 8a1ia <eito os capacita1am a 1er.le tomou completas pro1id2ncias para a prossecuD)o de Sua o.re o trono de Da1i.icionismoI maior seria sua in<lu2ncia para o .ra no nome de Cristo.itadoI e estai certos de 9ue 7in8a presenDa estar6 con1osco mesmo ali.edecessem Sua Pala1ra e tra.u entre o esta mensa em de misericórdia.al8ai com <é e con<ianDaJ pois em tempo al um 1os dei=arei.

. Sa. '' cantai a DeusI cantai lou1ores ao Sen8or. Os !ustos mortos ressur ir)o de suas sepulturasI e os 9ue esti1erem 1i1os ser)o arre.ia 9ue os disc-pulos precisa1am rece.K K7as rece. A promessa da se unda 1inda de Cristo de1ia conser1arOse sempre 1i1a na mente de Seus disc-pulos.ereis a 1irtude do . KPor9ueI na 1erdadeI Jo)o . Bem podiam os disc-pulos re!u.al8o em Jerusalém.les ou1ir)o a 1o% de JesusI mais sua1e 9ue 9ual9uer mPsica !amais ou1ida por ou1ido mortalI di%endoOl8esM :ossas lutas est)o terminadas.sp-rito SantoI 9ue 86 de 1ir so.tida a remiss)o dos pecados. Ao c8e ar o tempo para Jesus ascender ao PaiI . $+M+#. Como no cerimonial t-pico o sumo sacerdote despia suas 1estes ponti<icais e o<icia1a 1estido de lin8o . 7ar.ido pela !u. Sa.iam 9ue tin8am um representante no CéuI . + O Pentecoste P6 . Atos 1M14 e 11.oasO1indas a Sua presenDa no reino celestial. . $5M$4NI darOl8esOia as . . '+ Assim se cumprir6 a promessa de Cristo a Seus disc-pulosM K:irei outra 1e% e 1os le1arei para 7im mesmo.ra .er aos 9ue na Terra se entre am a Seu ser1iDo.ranco dos sacerdotes comunsI assim Cristo a. K.ra comissionada aos disc-pulos iria re9uerer rande e<ici2nciaI por9ue a onda do mal corria pro<unda e <orte contra eles.ir ao CéuI 1iria outra 1e%I para rece.K KDai a Deus <ortale%aM a Sua e=cel2nciaI est6 so.atados com eles para encontrar o Sen8or nos ares. '* Ao 1oltarem os disc-pulos do Oli1ete para JerusalémI o po1o <ita1aOosI esperando desco.al8o indi1idualI 9ue de1ia ser e=pandido G medida 9ue seu nPmero aumentasseI e <inalmente alcanDar os con<ins da Terra. .ora ló icoI enterneceria coraD@es endurecidos ou atra1essaria a crosta da mundanidade e do e o-smo.ido em cima no CéuI 86 de 1ir assim como para o Céu O 1istes irK.re 1ósJ e serO7eO eis testemun8asI tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e SamariaI e até os con<ins da Terra.enDoarI como a asse urarOl8es Seu protetor cuidadoI 1a arosamente su. Os disc-pulos ainda esta1am com os ol8os <itos no céu 9uandoI Keis 9ue !unto deles se puseram dois 1ar@es 1estidos de .ati%ou com 6 uaI mas 1ós sereis . #M'. Como o sumo sacerdote depois de reali%ar essa cerimAnia no santo dos santosI dei=a1a este lu ar e se apresenta1a ante a e=pectante multid)oI em suas roupas ponti<icaisI assim Cristo 1ir6 a se unda 1e%I tra!ando os mais al1os 1estidosI Kcomo nen8um la1adeiro so.rancoI os 9uais l8es disseramM :ar@es alileusI por 9ue estais ol8ando para o céuQ .ran9uearK.sse JesusI 9ue dentre 1ós <oi rece.re os céus dos céus.le mesmo o sacerdoteI .por 8eranDa o reino 9ue 1os est6 preparado desde a <undaD)o do mundo. . :iram o Sal1ador ressur idoI e Sua promessa de despedida l8es ecoa1a constantemente aos ou1idos.iu dentre eles. Os disc-pulos n)o prantea1am desapontadas esperanDas.K 7at. era en9uanto toda a Jerusalém esta1a a itada pelos acontecimentos sensacionais das poucas semanas passadasI 9ue a pre aD)o dos disc-pulos <aria a mais pro<unda impress)o.le 1ir6 na Sua própria lóriaI e na lória de Seu PaiI e toda a 8oste an élica O escoltar6 em Seu camin8o. A esses o e1an el8o de1ia ser proclamado. A9uele 9ue 1ai montado so. P6 .ra de recuperaD)o do mundo da escra1id)o do pecado.promessa de 7eu PaiJ <icaiI porémI na cidade de JerusalémI até 9ue do alto se!ais re1estidos de poder. >)o esperaram ociosos. $+M*'.atal8ar pelo direito com o au=-lio 9ue DeusI pelo Seu .m Jerusalém 8a1ia muitos 9ueI secretamenteI criam 9ue Jesus de >a%aré era o 7essiasI e muitos 9ue 8a1iam sido en anados pelos sacerdotes e pr-ncipes.re da ascens)o do Sen8orI <oi . O mesmo JesusI a 9uem 1iram su. De1iam ser c8amados ao arrependimento.K Luc.ia 9ue nen8um ar umentoI em.n9uanto os disc-pulos ol8a1am atAnitos para o altoI procurando captar o Pltimo 1islum.ati%ados com o P6 . .K Sal.stou con1osco todos os diasI até a consumaD)o dos séculosK L7at.sp-rito. A Pltima liD)o 9ue deu a Seus se uidores <oi 9ue l8es tin8am sido con<iadas as .le. Fuando . O Sal1ador sa.le en1iou os do%eI e depois os setentaI para proclamarem o reino de DeusI esta1aOl8es ensinando o de1er de repartir com outros o 9ue l8es 8a1ia dado a con8ecer.ém paraI em nome de JesusI apresentar seus pedidos ao Pai.endi%endo a DeusK. . Cristo disse a Seus disc-pulos 9ue comeDassem o tra.er o dom celestialJ 9ue o e1an el8o só seria e<ica% se proclamado por coraD@es a9uecidos e l6. A9uela cidade <ora o cen6rio de Seu estupendo sacri<-cio pela raDa 8umana. A mesma 1o% 9ue l8es disseM K. . Di% o re istro 9ue Kesta1am sempre no temploI lou1ando e .K Luc.oas no1as de sal1aD)o para o mundo.K Jo)o 1+M'.enDoandoOos . '1 . aconteceu 9ueI a.leI Se apartou deles e <oi ele1ado ao Céu. .le em Sua o.m toda a Sua o.le rece. '$ somente por meio de Cristo pode ser o.edi2ncia G ordem de CristoI esperaram em Jerusalém o cumprimento da promessa do Pai O o derramamento do .le coroar6 com 8onraI lória e imortalidade.K Atos 1M* e 5.n9uanto estes an!os O acompan8a1am Gs cortes celestesI canta1am triun<almenteM K?einos da TerraI P6 .le mesmo a 1-tima.sp-ritoI l8es daria.re a Terra os poderia . $*M'+. 0m 1i ilante e determinado l-der esta1a no comando das <orDas das tre1asI e os se uidores de Cristo somente poderiam . $+M*1. L6 <ora condenado e cruci<icado.le le1ou os disc-pulos até BetSnia.enditos de 7eu PaiI possu.ios tornados elo9Rentes pelo 1i1o con8ecimento dA9uele 9ue é o camin8oI a 1erdade e a 1ida. Ali parouI e eles se a ruparam em torno d. L6I en1olto nas 1estes da 8umanidadeI andara e <alara com os 8omensI e poucos discerniram 9u)o pró=imo da Terra esta1a o Céu. ?euniramOse tam. De1ia ser esclarecida a mara1il8osa 1erdade de 9ue P6 .leI . K:indeI .ilarOse na esperanDa da 1olta do Sen8or.ilosa 8oste de an!os celestiais.andonou Suas 1estes reais e Se 1estiu de 8umanidadeI o<erecendoOSe em sacri<-cioI sendo . Durante Seu ministérioI Jesus tin8a conser1ado constantemente perante os disc-pulos o <ato de 9ue eles de1iam ser um com . Com as m)os estendidas para a.re Israel e a Sua <ortale%a nas mais altas nu1ens. A todos os 9ue O t2m amado e esperado por . Luc.le os esta1a preparando para tra.sp-rito SantoJ n)o muito depois destes dias.rirOl8es no rosto e=press@es de triste%aI con<us)o e derrotaJ mas 1iram a ale ria e triun<o.m o. A o.5M'$O'+.

. . Todo o Céu se inclinou na contemplaD)o da sa.les se apossaram do dom 9ue l8es era repartido. Isto era um em. Sentiam a responsa.al8ariamI e o poder 9ue assistiria sua o. Pondo de parte todas as di1er 2nciasI todo o dese!o de supremaciaI uniramOse em -ntima comun8)o crist). a in<lu2ncia do . Como numa prociss)oI cena após cena de Sua mara1il8osa 1ida passou perante eles.edi2ncia G pala1ra do Sal1adorI os disc-pulos <a%iam suas sPplicas por esse domI e no Céu Cristo acrescentou Sua intercess)o.ra 9ue l8es <ora ordenada.ra. A ascens)o de Cristo ao Céu <oiI para Seus se uidoresI um sinal de 9ue esta1am para rece.leI como Sacerdote e ?eiI rece.re Seu po1o.sortos em admiraD)oI os apóstolos e=clamaramM K>isto est6 a caridadeTK I Jo)o +M14. todos <oram c8eios do . A triste%a l8es inunda1a o coraD)o ao se lem. cumprindoOse o dia de PentecostesI esta1am todos reunidos no mesmo lu arJ e de repente 1eio do céu um somI como de um 1ento 1eemente e impetuosoI e enc8eu toda a casa em 9ue esta1am assentados.u 16J por9ueI se .ra de sal1aD)o de almas. '# tin8a com o Pai desde toda a eternidade.m solene re1er2nciaI a!oel8aramOse em oraD)oI repetindo a promessaM KTudo 9uanto pedirdes a 7eu PaiI em 7eu nomeI . O Ser in<inito re1elouOSe em poder a Sua i re!a.riu camin8o atra1és da incredulidade.re Sua 1ida puraI santaI sentiram 9ue nen8um tra. '5 O . <oram 1istas por eles l-n uas repartidasI como 9ue de <o oI as 9uais pousaram so. P6 . Ao transpor as portas celestiaisI <oi Jesus entroni%ado em meio G adoraD)o dos an!os. >)o suplicaram essas .sta di1ersidade de l-n uas teria sido um rande em. Os disc-pulos sentiram sua necessidade espiritualI e suplicaram do Sen8or a santa unD)o 9ue os de1ia capacitar para o tra. '& Os disc-pulos oraram com intenso <er1or para serem 8a.sp-rito Santo l8es concedia 9ue <alassem.lema do dom ent)o outor ado aos disc-pulosI o 9ual os capacita1a a <alar com <lu2ncia l-n uas com as 9uais n)o tin8am nunca tomado contato. 5M'+.ereisI para 9ue o 1osso o%o se cumpra. so. .al8o de sal1ar almas.ilitados a se apro=imar dos 8omensI e em seu trato di6rioI <alar pala1ras 9ue le1assem os pecadores a Cristo. O8T se pudessem 1i1er de no1o os passados tr2s anosI pensa1amI 9u)o di<erentemente a iriamT Se pudessem somente 1er o 7estre outra 1e%I com 9ue ardor procurariam mostrar 9u)o pro<undamente O ama1amI e 9uanto se 8a1iam entristecido por teremOnO <erido com uma pala1ra ou um ato de incredulidadeT 7as esta1am con<ortados com o pensamento de 9ue 8a1iam sido perdoados.u n)o <orI o Consolador n)o 1ir6 a 1ósJ masI se . Durante a dispers)o os !udeus tin8am sido espal8ados por 9uase todas as partes do mundo 8a.uscando ensinarO l8es. Compreendiam 9ue o e1an el8o de1ia ser proclamado ao mundoI e reclama1am o poder 9ue Cristo prometera. .sses dias de preparo <oram de pro<undo e=ame de coraD)o.ranDa l8es 1olta1am G menteI e eles as repetiam uns aos outros.ai=o do céu.sp-rito de 1erdadeI .era todo o poder no Céu e na TerraI tornandoOSe o 0n ido so.itando !udeusI 1ar@es reli iososI de todas as naD@es 9ue est)o de. 9ue se se uiuQ A espada do . Ao tra%erem G lem.sp-rito SantoI e comeDaram a <alar noutras l-n uasI con<orme o . Ao esperarem os disc-pulos pelo cumprimento da promessaI 8umil8aram o coraD)o em 1erdadeiro arrependimento e con<essaram sua incredulidade.araDo G .rarem de 9uantas 1e%es O 8a1iam morti<icado por terem sido tardos de compreens)oI <al8os em entender as liD@es 9ueI para seu . .2nD)o prometida.ranDa as pala1ras 9ue Cristo l8es 8a1ia dito antes de Sua morteI entenderam mais amplamente seu si ni<icado. K.emI esti1era .ilidade 9ue l8es ca. 7ais e mais alto eles estenderam a m)o da <éI com o poderoso ar umentoM KC Cristo 9uem morreuI ou antes 9uem ressuscitou dentre os mortosI o 9ual est6 G direita de DeusI e tam.sp-rito 1eio so.ia nessa o.K Jo)o 1.re a i re!a as ri9ue%as da raDa do .u <orI en1iarO1oOLoOei. .K K7asI 9uando 1ier a9uele . determinaram 9ueI tanto 9uanto poss-1elI e=piariam sua incredulidade con<essandoOO cora!osamente perante o mundo.le 1os uiar6 em toda a 1erdadeJ por9ue n)o <alar6 de Si mesmoI mas dir6 tudo o 9ue ti1er ou1idoI e 1os anunciar6 o 9ue 86 de 1ir.re a assem. '.léia. 7editando so. P6 . A apar2ncia de <o o si ni<ica1a o %elo <er1ente com 9ue os apóstolos tra.K Atos $M' e +. . em Jerusalém esta1am 8a.M& e 1'. Até a ora nada pedistes em 7eu nomeJ pediI e rece.ilidade do car6ter de Cristo. ?epro1a1amOse a si mesmos por n)o 8a1erem compreendido o Sal1ador.K Atos $M*. .ram ou1idas pala1ras de ratid)o e de pro<ecia. :erdades 9ue l8es tin8am escapado G lem.sp-rito.sp-rito Santo tin8a sido muitas 1e%es re1elada de maneira muito not61elI mas nunca em Sua plenitude. O . T)o lo o <oi esta cerimAnia conclu-daI o . .sp-rito Santo desceu em ricas torrentes so.re os disc-pulosI 9ue e=pectantes ora1amI com uma plenitude 9ue alcanDou cada coraD)o.re Seu po1o.re cada um deles.itadoI e em seu e=-lio tin8am aprendido a <alar 16rias l-n uas.al8o seria 6rduo demaisI nen8um sacri<-cio demasiado randeI contanto 9ue pudessem testemun8ar na própria 1idaI da ama. A. Cada l-n ua con8ecida esta1a por eles representada. . .sp-ritoI de no1o a<iada com poder e .M$' e $+.sp-rito SantoI assumindo a <orma de l-n uas de <o oI repousou so. Durante a era patriarcal a in<lu2ncia do .um ad1o ado !unto ao trono de Deus. Disse Cristo a Seus disc-pulosM KDi oO1os a 1erdadeI 9ue 1os con1ém 9ue . De con<ormidade com Sua promessaI Jesus en1iara do Céu o .K Atos $M1 e $. Apro=imaramOse mais e mais de DeusI e <a%endo isto sentiram 9ue era um pri1ilé io o serOl8es dado associarOse t)o intimamente com Cristo. 7il8ares se con1erteram num dia.sp-ritoI pala1ras de penit2ncia e con<iss)o mistura1amOse com cSnticos de lou1or por pecados perdoados.le 1oOlo P6 . A oraI em o.edoria do incompar61el e incompreens-1el amor.2nD)os apenas para si.ra como se por séculos esta in<lu2ncia esti1esse sendo reprimidaI e a ora o Céu se re o%i!asse em poder derramar so.an8ada nos relSmpa os do CéuI a. K.sp-rito Santo so. 86 de dar. O derramamento pentecostal <oi uma comunicaD)o do Céu de 9ue a con<irmaD)o do ?edentor 8a1ia sido <eita.le reclamou o dom do . Por ela de1iam esperar antes de iniciarem a o.re os disc-pulosI e Cristo <oi de <ato lori<icado com a9uela lória 9ue P6 .re Seus se uidoresI em sinal de 9ue .K Jo)o 1.er a .K ?om.sp-rito para 9ue pudesse derram6Olo so. 7uitos desses !udeus esta1am nessa ocasi)o em Jerusalém assistindo Gs <estas reli iosas 9ue ent)o se reali%a1am. K.ém intercede por nós.

ios e sinaisI 9ue Deus por .ia 9ue o preconceito de seus ou1intes era tal 9ue suas pala1ras so. .unalI e Pilatos per untouM KFual 9uereis 9ue 1os solteQK L7at.m 1e% disso <alou de Da1iI 9ue era considerado pelos !udeus como um dos patriarcas da naD)o. Pensa1am encontrar os apóstolos aco1ardados e temerosos so.sp-rito derramarei so. . Atos $M$#I '1O'$. Tin8am assassinado o >a%arenoJ mas eis 9ue ali esta1am os Seus ser1osI indoutos da (aliléiaI contando em todas as l-n uas ent)o <aladasI a 8istória de Sua 1ida e ministério. 0m sentimento de con1icD)o e an Pstia se apoderou do po1o.is o po1o a<luindo de todas as direD@es para ou1ir os disc-pulos testi<icarem da 1erdade como é em Jesus.al8o deles le1a1a o sinete do Céu. Os sacerdotes e pr-ncipes esta1am e=cessi1amente enrai1ecidos ante essa mani<estaD)o e=traordin6riaI mas n)o ousa1am demonstrar sua m6 disposiD)oI por temor de se e=porem G 1iol2ncia do po1o. K:ar@es !udeusI e todos os 9ue 8a.ra especial.ria adosI como 1ós pensaisI sendo a terceira 8ora do dia. K. Fuando Jesus e Barra.sp-rito Santo <e% por eles o 9ue n)o teriam podido P6 .em sa.re nossos <il8os.le Kdisse da ressurreiD)o de CristoM 9ue a Sua alma n)o <oi dei=ada no 3adesI nem a Sua carne 1iu a corrupD)o.uir o poder miraculoso dos disc-pulos a al uma causa naturalI declararam estarem eles em.I correndo a9uela 1o%I a!untouOse uma multid)oI e esta1a con<usaI por9ue cada um os ou1ia <alar na sua própria l-n ua. A ora podiam proclamar as 1erdades do e1an el8o em toda parteI <alando com per<eiD)o a l-n ua da9ueles por 9uem tra. Sacerdotes e pr-ncipes tremeram.proclamaD)o do e1an el8oJ DeusI portantoI de maneira miraculosaI supriu a de<ici2ncia dos apóstolos.al8a1am. .sp-rito SantoJ por9ue a promessa 1os di% respeito a 1ósI a 1ossos <il8osI e a todos os 9ue est)o lon eJ a tantos 9uantos Deus nosso Sen8or c8amar.les se acoto1elamI lotando o templo.ém do 7eu . KPor9ueKI declarouI Kd. Com clare%a e poder Pedro testi<icou da morte e ressurreiD)o de CristoM K:ar@es israelitasI escutai estas pala1rasM A Jesus >a%arenoI 1ar)o apro1ado por Deus entre 1ós com mara1il8asI prod.ntre os ou1intes dos disc-pulos 8a1ia !udeus de1otosI sinceros em sua <é.K Jo)o 15M+4.itais em JerusalémIK disse eleI Kse!aO1os isto notórioI e escutai as min8as pala1ras. +1 .por diante a lin ua em dos disc-pulos era puraI simples e acuradaI <alassem eles no idioma materno ou numa l-n ua estran eira. K:ar@es irm)osI se!aOme l-cito di%erO1os li1remente acerca do patriarca Da1iI 9ue ele morreu e <oi sepultadoI e entre nós est6 até 8o!e a sua sepultura.re 8omens a <im de 8a.ati%ado em nome de Jesus CristoI para perd)o dos pecadosJ e rece. O .an9uete.re os 7eus ser1os e 7in8as ser1as na9ueles diasI e pro<eti%ar)o. Deus ressuscitou a este JesusI do 9ue todos nós somos testemun8asK.O5.K 7at. Os sacerdotesI resol1idos a atri. cruci<icastes e matastes pelas m)os de in!ustosJ ao 9ual Deus ressuscitouI soltas as Snsias da morteI pois n)o era poss-1el 9ue <osse retido por ela.m resposta G acusaD)o dos sacerdotesI Pedro mostrou 9ue esta demonstraD)o era um direto cumprimento da pro<ecia de JoelI onde é predita a descida de tal poder so.os ter)o 1is@esI e os 1ossos 1el8os son8ar)o son8osJ e tam.re toda a carneJ e os 1ossos <il8os e as 1ossas <il8as pro<eti%ar)oI e os 1ossos mance. Al uns dos 9ue ou1iam os apóstolos tin8am tomado parte ati1a na condenaD)o e morte de Cristo. . Suas 1o%es tin8amOse misturado com a da tur. todos pasma1am e se mara1il8a1amI di%endo uns aos outrosM Pois 9u2T n)o s)o alileus todos esses 8omens 9ue est)o <alandoQ Como pois os ou1imosI cada umI na nossa própria l-n ua em 9ue somos nascidosQK Atos $M. .K Atos $M$$O$+.stes 8omens n)o est)o em.ste miraculoso dom era para o mundo uma <orte e1id2ncia de 9ue o tra.le <e% no meio de 1ósI como 1ós mesmos .stou inocente do san ue d.I ou1indo eles istoI compun iramOse em seu coraD)oI e per untaram a Pedro e aos demais apóstolosM Fue <aremosI 1ar@es irm)osQK Atos $M'&. disseOl8es PedroM ArrependeiO1osI e cada um de 1ós se!a . Ou1emOnos declarando com ousadia 9ue A9uele t)o recentemente 8umil8adoI escarnecidoI <erido por m)os cruéis e cruci<icado é o Pr-ncipe da 1idaI a ora e=altado G m)o direita de Deus. K. $&M$+ e $*.iam ser isto <alsoJ e os 9ue compreendiam as di<erentes l-n uas testi<ica1am da correD)o com 9ue eram usadas pelos disc-pulos.e. a m)o <orte da opress)o e assass-nioI mas encontraramOnos acima de todo o temorI c8eios do . +4 <a%er por si mesmos em toda uma e=ist2ncia. +$ Sempre 1ia diante de 7im o Sen8orI por9ue est6 G 7in8a direitaI para 9ue .ilit6Olos para uma o. Da. C uma cena c8eia de interesse.le disse Da1iM P6 .eisJ a . Atos $M$*O$&. +' cruci<icaD)o.K Atos $M'5 e '#.re o assunto seriam de nen8um e<eito.ste n)oI mas Barra. P6 .NI K..u n)o se!a como1idoJ por isso se ale rou o 7eu coraD)oI e a 7in8a l-n ua e=ultouJ e ainda a 7in8a carne 86 de repousar em esperanDaJ pois n)o dei=ar6s a 7in8a alma no 3adesI nem permitir6s 9ue o Teu santo 1e!a a corrupD)o.ido demais do 1in8o no1o preparado para o . 7as isto é o 9ue <oi dito pelo pro<eta JoelM . Sacerdotes e pr-ncipes est)o presentesI <isionomias carre adas de ne ra mali nidadeI o coraD)o ainda c8eio de permanente ódio contra CristoI as m)os maculadas com o san ue do ?edentor do mundoI san ue esse derramado 9uando O cruci<icaram.sp-ritoI proclamando com poder a di1indade de Jesus de >a%aré.re nós e so.ria ados por terem . Pedro n)o se re<eriu aos ensinos de Cristo a <im de !usti<icar sua atitudeI por9ue sa. nos Pltimos dias acontecer6I di% DeusI 9ue do 7eu .K Atos $M1+O15.leK LJo)o 1#M. .K . Fuando Pilatos l8es apresentou CristoI di%endoM KTomaiOO 1ósI e cruci<icaiOOJ por9ue eu nen8um crime ac8o n.ste !ustoKI eles e=clamaramM KO Seu san ue caia so.sp-rito derramarei so. O poder 9ue acompan8ou as pala1ras de Pedro con1enceuOos de 9ue Jesus era de <ato o 7essias.aI pedindo Sua P6 ..ste. A ora eles ou1iam os disc-pulos declararem 9ue era o Hil8o de Deus 9ue 8a1ia sido cruci<icado.6s <oram colocados perante eles no tri.ereis o dom do .6s. . . Al uns dos mais i norantes dentre o po1o creram na acusaD)oI mas os mais inteli entes sa. K. $&M1&N eles clamaramM K.

le como o portador do pecado.ene1ol2ncia t)o amplaI t)o pro<undaI de t)o 1asto alcance 9ue <oram impelidos a ir aos con<ins da TerraI testi<icando do poder de Cristo. O Sal1ador esta1a apontando para o <uturoI ao tempo em 9ue o .sp-rito anima1aOosI e <ala1a por intermédio deles. +. As 1erdades 9ue n)o puderam compreender en9uanto Cristo esta1a com elesI eram a ora re1eladas.ertamente sua <é em Jesus de >a%aré como o 7essias. Puderam <alar com poder a respeito do Sal1adorJ e ao desdo. >)o dese!a1am 1ir a Cristo para rece.olido esta1a a ora remo1idoI e eles compreendiam com per<eita clare%a o o.ra de CristoI re1elando o poder de Seus ensinos. Ou1iam os disc-pulos dotados de poder e ener ia até ent)o descon8ecidos pre ando a CristoI suas pala1ras con<irmadas por sinais e mara1il8as.ra de Cristo terminaria com Sua morteJ mas em 1e% distoI testemun8aram as mara1il8osas cenas do dia do Pentecoste.eram a sua pala1raJ e na9uele dia a re aramOse 9uase tr2s mil almas. Sua esperanDa n)o mais repousa1a so.sp-rito Santo de1eria 1ir para <a%er uma poderosa o.ra 9ue . >)o mais l8es era 9uest)o de <éI ser Cristo o Hil8o de Deus. .les podiam <alar no nome de Jesus com se uranDaJ pois n)o era . Durante Sua 1ida na Terra . Antes de Se o<erecer como a 1-tima sacri<icalI instruiu Seus disc-pulos com respeito a um dom muito essencial e completo 9ue ia conceder a Seus se uidores O o dom 9ue 8a1eria de pArOl8es ao alcance os ilimitados recursos de Sua raDa. 3a1iam dei=ado de ser um rupo de unidades independentesI ou elementos discordantes em con<lito.sp-rito Santo com di1ino poder con1enceu o coraD)o pelos ar umentos.re a rande%a terrestre.ito para com o CéuI e a responsa.uscar consel8o desses 8omensI e esperassem por eles para recon8ecerem a Cristo em 1e% de ousar <a%2Olo por si mesmosI !amais O aceitariam.undante col8eita de almas. Atos +M'$. As tradiD@es e superstiD@es inculcadas pelos sacerdotes eram 1arridas de sua menteI e os ensinos do Sal1adorI aceitos.K Atos $M+1. ++ em.ra.ilosos com a a. e 1&. +* esti1era con<iando a ser1os escol8idos a semente de Sua Pala1raI para ser lanDada nos coraD@es 8umanos. .ra como Seu representante.le nos lu ares celestiais.le 1os dar6 outro ConsoladorI para 9ue <i9ue con1osco para sempreJ o .rados e so. K.re .rarem perante seus ou1intes o plano da sal1aD)oI muitos <ica1am con1ictos e 1encidos. Tin8amOL8e consa rado a 1ida para ser1iDoI e seu próprio sem.Pedro dei=ou claro ao po1o con1icto o <ato de 9ue 8a1iam re!eitado a Cristo por terem sido en anados pelos sacerdotes e pr-ncipesJ e 9ue se eles continuassem a .N e Kera um o coraD)o e a alma da multid)o dos 9ue criamK.sp-rito P6 .sp-rito Santo.aluarte do !uda-smoI mil8ares declararam a. a in<lu2ncia dos ensinos de CristoI os disc-pulos tin8am sido indu%idos a sentir sua necessidade do . As pala1ras dos apóstolos eram como a<iadas setas do TodoOpoderosoI con1encendo os 8omens de sua terr-1el culpa em 8a1erem re!eitado e cruci<icado o Sen8or da lória. 7ediante a instruD)o do .iam 9ueI ainda 9ue re1estido da 8umanidadeI .ril8a1a em suas <aces.sp-rito SantoI sa-ram com %elo para estender os triun<os da cru%.le Se apro=imando do <im de Seu ministério terrestre. >)o mais eram i norantes e iletrados. O . KDe sorte 9ue <oram .les n)o considera1am essa mara1il8osa col8eita como resultado de seus próprios es<orDosJ sa. >a mente e no car6ter 8a1iamOse tornado semel8antes a seu 7estreI e os 8omens Ktin8am con8ecimento 9ue eles 8a1iam estado com JesusK.ril8o da 1erdade per<eita.scritura 9ue Cristo tin8a e=planado aos disc-pulos apresenta1amO se perante eles com o . <é e certe%a 9ue nunca antes con8eceramI aceitaram os ensinamentos da Sa rada Pala1ra.ilitaD)o <inalI saindo no desempen8o de sua 1ocaD)o. Desde a 9ueda de Ad)oI Cristo P6 . O mal 9ue se 1in8a acumulando por P6 .om rado rece.ilidade de sua o. Hortalecidos pela concess)o do .le tin8a iniciado. a in<lu2ncia desta celestial iluminaD)oI as passa ens da . Com 9ue a.al8o de outros 8omens.eram a 8a.rasante lin ua em 1estiam suas idéias 9uando testi<ica1am d.u ro arei ao PaiI e . Sa.sp-rito de 1erdadeI 9ue o mundo n)o pode rece. Cristo l8es enc8ia os pensamentosJ e 1isa1am a a1anDamento de Seu reino.recarre ados com .sses 8omens poderososI P6 .iciosos de ri9ue%as e lórias terrestres.sta1a G som. +& Fuando Cristo <e% a Seus disc-pulos a promessa do . Sentiram a enormidade de seu dé. O 1éu 9ue os impedia de 1er o <im do 9ue <ora a.le semeara a semente da 1erdade e re araOa com Seu san ue.er esclarecimento.erI por9ue n)o O 12I nem O con8eceM mas 1ós O con8eceisI por9ue 8a.sp-rito. A pa% de Cristo .sp-ritoI esta1a .le seu Ami o e Irm)o mais 1el8oQ Le1ados em -ntima comun8)o com CristoI assentaramOse com . O Pentecoste trou=eOl8es uma iluminaD)o celestial. As con1ers@es 8a1idas no dia do Pentecoste <oram o resultado dessa semeaduraI a col8eita da o. .iam 9ue esta1am entrando no tra.!eti1o da miss)o de Cristo e a nature%a de Seu reino. So.ora <a%endo pro<iss)o de piedadeI eram am.leT Seus coraD@es esta1am so. * O Dom do . .le era de <ato o 7essiasI e contaram sua e=peri2ncia ao mundo com uma con<ianDa 9ue inspira1a a con1icD)o de 9ue Deus esta1a com eles.lante e1idencia1a a entre a 9ue 8a1iam <eito. So. Os ar umentos dos apóstolos somenteI con9uanto con1incentes e clarosI n)o 8a1eriam remo1ido o preconceito 9ue resistira a tanta e1id2ncia. Os disc-pulos esta1am assom. .ita con1oscoI e estar6 em 1ós. Com uma P6 .ra da cru%I com plena consci2ncia do peso da culpa 9ue 8a1ia de repousar so. 7as o . Horam c8eios de um intenso dese!o de le1ar a1ante a o. Todos eram KunSnimesK LAtos $M+.remodo !u. Os l-deres !udeus tin8am ima inado 9ue a o. Atos +M1'. +5 séculosI de1ia ser resistido pelo di1ino poder do .sp-rito rece. .ati%ados os 9ue de .K Jo)o 1+M1.m JerusalémI o .

(rupos de o. Diariamente ora1am por no1os suprimentos de raDaI para 9ue pudessem su. A am. Jo)o 1*M$.ene1ol2ncia di1inos.n9uanto testemun8a1am da 1erdade e da !ustiDaI eram repetidamente assediados pelo inimi o de toda a 1erdadeI o 9ual procura1a rou.sp-rito.iD)o dos crentes era re1elar a semel8anDa do car6ter de CristoI . CumpriuOse a pro<eciaM KO 9ue dentre eles tropeDar. Onde 9uer 9ue a necessidade do . A promessa do .reiro de1ia <a%er sua petiD)o a Deus pelo . Ao se su..oas no1as de um Sal1ador ressuscitado <oram le1adas até Gs mais lon -n9uas partes do mundo 8a. Os 8omens n)o a podem e=plicarI por9ue o Sen8or n)o l8o re1elou. A presenDa do . As pala1ras diri idas aos disc-pulos s)oO no tam.sp-rito no dia do PentecosteQ As .ém a nós. O tempo decorrido n)o operou nen8uma mudanDa na promessa dada por Cristo ao partirI promessa esta de en1iar o . O .endo a pala1ra da 1erdadeI consa raram a 1ida G o. .=tra1iados con1erteramOse de no1o. So. Santidade n)o é arre.itado. Cada o.atismo di6rio do ..iamente. Os 8omens e mul8eres 9ue atra1és dos lon os séculos de perse uiD)o e pro1a des<rutaramI em lar a escalaI a presenDa do .2nD)osI est6 <altandoI ainda 9ue o<erecido em in<inita plenitude.sp-rito Santo G9ueles 9ue O ser1em do 9ue os pais a dar . Desde o dia do Pentecoste até ao presenteI o Con<ortador tem sido en1iado a todos os 9ue se rendem inteiramente ao Sen8or e a Seu ser1iDo.em como tra.sp-rito concede a <orDa 9ue sustenta a alma 9ue se es<orDa e luta em todas as emer 2nciasI em meio ao ódio do mundo e ao recon8ecimento de seus próprios <racassos e erros. Se o cumprimento da promessa n)o é 1isto como poderia serI é por9ue a promessa n)o é apreciada como de1ia ser.edoria celestialI para 9ue sai. Pecadores uniramOse aos crentes em . +# Deus pode atuar t)o poderosamente 9uando os 8omens se entre am ao controle de Seu .sp-rito em sua 1idaI permaneceram como sinais e mara1il8as no mundo. P6 . A i re!a 1iu con1ersos 1indo para ela de todas as direD@es. Com <antasiosos pontos de 1istaI podemOse reunir passa ens da . O Consolador é tanto nosso 9uanto deles.iam a plenitude da Di1indade e eram modelados G semel8anDa do di1ino. ser6 como Da1iI e a casa de Da1i.K Atos +M''.reiros crist)os se de1em reunir para suplicar au=-lio especialI sa. *1 de1em eles orar para 9ue Deus .sp-rito Santo se!a um assunto de 9ue pouco se penseI ali se 1er6 se9uid)o espiritualI escurid)o espiritual e espirituais decl-nio e morte.ram compelidos a lutar com todas as <aculdades dadas por DeusI a <im de alcanDarem a estatura de 8omens e mul8eres em Cristo Jesus.. .sp-rito SantoI rece.sp-rito. K.re eleI n)o oramos por ele e n)o pre amos a seu respeitoQ O Sen8or est6 mais disposto a dar o . 1$M5. >)o é essencial 9ue se!amos capa%es de de<inir e=atamente o 9ue se!a o .ita no consa rado o.sp-rito Santo 8a.ir mais e mais na escala da per<eiD)o. os apóstolos da1amI com rande poderI testemun8o da ressurreiD)o do Sen8or JesusI e em todos eles 8a1ia a. .sp-rito com os o. Al uns 9ue 8a1iam sido os mais <erren8os inimi os do e1an el8o tornaramOse seus campe@es. O . >)o é pro1a conclusi1a de 9ue um 8omem é crist)o o mani<estar ele 2=tases espirituais so.sp-rito estaria com Seus se uidores até o <im. ?e1elaramI diante dos an!os e dos 8omensI o trans<ormador poder do amor 9ue redime.sp-rito é o ConsoladorI o K. circunstSncias e=traordin6rias. *4 aprendiam a mel8orar as <aculdades conse uidasI e a se tornarem santi<icadosI re<inados e eno.oca de DeusJ é <a%er a 1ontade de nosso Pai celestialJ é con<iar em Deus na pro1aD)oI tanto nas tre1as como na lu%J é andar pela <é e n)o pela 1istaJ é apoiarOse em Deus com indiscut-1el con<ianDaI descansando em Seu amor.sp-rito.sp-rito Santo como Seu representante. .reiro de DeusI onde 9uer 9ue ele possa estar. DeclaraOse positi1amenteI a respeito do . como o an!o do Sen8or.6Olos de sua e=peri2ncia crist).oas d6di1as a seus <il8os.sp-rito SantoI mesmo os mais <racosI pelo e=ercitar <é em DeusI P6 .M1'.sp-rito. P6 .ai=adores escol8idos nos campos mission6riosI com uma rica medida do Seu .sp-rito SantoI em resposta G oraD)o da <éI conceder con<orto ao coraD)o.Fual <oi o resultado do derramamento do . a operaD)o do . Se todos esti1essem dispostosI todos seriam c8eios do .ra de le1ar aos outros a esperanDa 9ue l8es enc8ia o coraD)o de pa% e satis<aD)o.specialmente P6 . Fuando 9uer 9ue assuntos de menor importSncia ocupem a atenD)oI o di1ino poderI preciso para o crescimento e prosperidade da i re!aI e 9ue 8a1eria de tra%er após si todas as demais .reiros de Deus dar6 G proclamaD)o da 1erdade um poder 9ue nem toda a 8onra ou lória do mundo dariam.K Uac. Pelas suas ati1idades a re aramOse G i re!a 8omens escol8idos 9ueI rece.ra de uiar os 8omens em toda a 1erdade Kn)o <alar6 de Si mesmoK. / medida 9ue os disc-pulos proclama1am a mensa em da raDa redentoraI os coraD@es se entre a1am ao poder da mensa em. 0ma 1e% 9ue este é o meio pelo 9ual 8a1emos de rece.sp-rito Santo.res e mani<esta1amOse mila res da di1ina raDa. >)o podiam ser reprimidos nem intimidados por ameaDas. *$ A nature%a do .scritura e darOl8es um si ni<icado 8umanoJ mas a aceitaD)o desses . Jo)o 1.sp-rito Santo 1em como consoladorI santi<icadorI uia e testemun8a.recidos.m triste%as e a<liD@esI 9uando as perspecti1as se a<i uram ne ras e o <uturo aterradorI e nos sentimos desamparados e sós O é tempo de o .am como plane!ar e e=ecutar sa.sp-rito Santo é um mistério.sp-rito de 1erdadeI 9ue procede do PaiK.sor1eu todos os outros.er poderI por 9ue n)o sentimos <ome e sede pelo dom do . Cristo declarou 9ue a di1ina in<lu2ncia de Seu . Só um interesse pre1aleciaJ um elemento de emulaD)o a.meterem em 8umildade G modeladora in<lu2ncia do . Os 9ue no Pentecoste <oram dotados com poder do altoI n)o <icaram por isto li1res de tentaD@es e pro1as.atamentoM é inteira entre a da 1ontade a DeusJ é 1i1er por toda a pala1ra 9ue sai da .sp-rito Santo n)o é limitada a al um século ou raDa.. >)o é por 9ual9uer restriD)o da parte de Deus 9ue as ri9ue%as de Sua raDa n)o <luem para a Terra em <a1or dos 8omens. Cada crist)o 1ia em seu irm)o uma re1elaD)o do amor e ..undante raDa. O Sen8or <ala1a por seu intermédio eI G medida 9ue iam de lu ar a lu arI o e1an el8o era pre ado aos po. A todos os 9ue aceitam a Cristo como um Sal1ador pessoalI o .ati%e Seus em.sp-rito SantoI 9ueI em Sua o. Fuanto mais intimamente os crentes andam com DeusI tanto mais clara e poderosamente testi<icam do amor do ?edentor e da Sua raDa sal1adora.al8ar pelo desen1ol1imento de Seu reino.sp-ritoQ Por 9ue n)o <alamos so. Cristo nos di% 9ue o . .usca da Pérola de rande preDo.

lia para as l-n uas e dialetos de todas as naD@es e po1os. O mesmo poder 9ue suste1e os patriarcasI 9ue a Cale. Assim é a Terra iluminada com a lória de Deus.iamente as oportunidades presentesI est)o indolentemente esperando por al uma ocasi)o especial de re<ri ério espiritualI pelo 9ual suas 8a. a uia do . C o .sp-rito é dado como a ente de re eneraD)oI para tornar e<ica% a sal1aD)o operada pela morte de nosso ?edentor. . Com relaD)o a tais mistérios O demasiado pro<undos para o entendimento 8umano O o sil2ncio é ouro. K.I 9uando .sp-rito Santo re1ela o Cordeiro de Deus 9ue tira o pecado do mundo.sp-rito Santo. K. . Até ao <im do tempoI a presenDa do .K Jo)o 1.pontos de 1ista n)o <ortalecer6 a i re!a.scrituras.M1+.reus predisseram a dotaD)o de raDa espiritual em medida e=traordin6ria G i re!a de Deus.sp-rito.er 9ue mesmo CristoI durante Sua 1ida na TerraI . ** lorioso <oi o resultado. *' a<asta as a<eiD@es das coisas da TerraI e enc8e a alma com o dese!o de santidade. Apenas os 9ue est)o a rece.le.sp-rito SantoI mediante a entes 8umanosI para a reali%aD)o de Seu propósito em .sp-rito no dia do PentecosteI rece. Uac.lica..er do 9ue é 7euI e 1oOlo 86 de anunciarKI disse Cristo. 14M1. . <ar6 descer a c8u1aI a tempor) e a serAdiaI no primeiro m2s.om .sp-rito tomar6 as coisas de Deus e l8as ra1ar6 na alma..e e Josué deu <é e cora emI e e<ici2ncia G o. O . Por Seu poder o camin8o da 1ida se tornar6 t)o claro 9ue nin uém o errar6.edecer aos reclamos di1inos. Jo)o 1.elecimento das modernas miss@esI e para a traduD)o da B-. 3o!e os arautos da cru% 1)o de cidade em cidade e de terra em terraI preparando o camin8o para o se undo ad1ento de P6 .reiro uma mara1il8osa consolaD)o em sa. *.m 1e% de a uardar um tempo <uturoI em 9ueI mediante uma concess)o especial de poder espiritual rece.ém deu Deus Seu K.ril8arI como <i%eram os 9ue <oram . . Diariamente testi<icam em <a1or do 7estreI onde 9uer 9ue este!amI se!a em al uma 8umilde es<era de ati1idade no larI ou em al um setor de utilidade pP.sp-rito Santo é distintamente especi<icada nas pala1ras de CristoM K.le atuou poderosamente por Sua i re!a atra1és do .em mais e mais do poder do .M5. 3a1endo operado a con1icD)o do pecadoI e apresentado perante a mente a norma de !ustiDaI o .ilitaD)o miraculosa para con9uistar almasI rendemOse diariamente a DeusI para 9ue os torne 1asos próprios para o Seu uso. .. a <i ura das c8u1as tempor) e serAdiaI 9ue caem nas terras orientais ao tempo da semeadura e da col8eitaI os pro<etas 8e. *+ Cristo.sp-rito é comparado com a 9ueda da c8u1a serAdiaJ e é por esse poder adicional 9ue os crist)os de1em <a%er as suas petiD@es ao Sen8or da seara Kno tempo da c8u1a serAdiaK. P6 . Desde o princ-pio tem Deus operado por Seu . Se o pecador atende G 1i1i<icadora in<lu2ncia do ..m respostaI Ko Sen8orI 9ue <a% os relSmpa osI l8es dar6 c8u1eiro de 6 uaK.sse derramamento do . .rar de tudo 9uanto 1os ten8o dito. Ao pecador arrependidoI <aminto e sedento de !ustiDaI o . A <unD)o do .sp-rito Santo 9ue con1ence do pecado.res 8omens e mul8eres 9ue a.enDoar a outros. nos dias dos apóstolos .sp-rito do Onipotente est6 mo1endo o coraD)o dos 8omensI e os 9ue respondem a esta in<lu2ncia tornamOse testemun8as de Deus e Sua 1erdade. C certo 9ue no tempo do <imI 9uando a causa de Deus na Terra esti1er prestes a terminarI os sinceros es<orDos dos consa rados crentes so.sse 1os ensinar6 todas as coisasI e 1os <ar6 lem. .riram o camin8o para o esta. .sp-rito est6 constantemente .K Joel $M$'.rir Gs almas con1ictas as preciosidades das . 86 de rece. O . Hoi o mesmo poder 9ue deu 2=ito aos es<orDos de no. A norma da lei de Deus est6 sendo e=altada.sp-ritoI ser6 le1ado ao arrependimento e despertado para a importSncia de o.sp-rito Santo ser)o acompan8ados por especiais mani<estaD@es de <a1or di1ino.le. K.usca1a diariamente Seu Pai em procura de no1a pro1is)o da necess6ria raDaJ e sa-a dessa comun8)o com Deus para <ortalecer e a. O derramamento do .m muitos lu ares podem ser 1istos 8omens e mul8eres consa rados comunicando a outros a lu% 9ue l8es iluminou o camin8o da sal1aD)o mediante Cristo. / i re!a no desertoI no tempo de 7oisésI tam.. Por outro ladoI 86 al uns 9ue em 1e% de apro1eitar sa.2nD)os especiaisI pelas 9uais se!am trans<ormados e tornados aptos para o ser1iDo. O .ra da i re!a apostólicaI tem sustido os <iéis <il8os de Deus nos séculos sucessi1os. #M$4.ros da i re!a de Deus 8o!e este!am em 1i1a associaD)o com a Honte de todo o crescimento espiritualI n)o estar)o prontos para o tempo da cei<a.sp-rito nos dias dos apóstolos <oi o comeDo da primeira c8u1aI ou tempor)I e P6 .le 1ierI con1encer6 o mundo do pecadoI e da !ustiDa e do !u-%o. So.ilidades para iluminar outros se!am randemente aumentadas. >ee.M1'.K Jo)o 1+M$.am uma 8a.ati%ados com o .ene<-cio da raDa ca-da.er constantemente no1os suprimentos de raDaI ter)o o poder proporcional a sua necessidade di6ria e sua capacidade de usar esse poder.sp-ritoI para os ensinarK. ainda 8o!e Deus est6 usando Sua i re!a para tornar con8ecido Seu propósito na Terra. Se os 8omens se dispuserem a ser moldadosI 8a1er6 a santi<icaD)o de todo o ser. O . .le 1os uiar6 em toda a 1erdadeKI declarou o Sal1ador.uscando atrair a atenD)o dos 8omens para a rande o<erta <eita na cru% do Cal16rioI a <im de des1endar ao mundo o amor de DeusI e a. K. 36 para o consa rado o.sp-rito de1e ser encontrada com a 1erdadeira i re!a. Hoi mediante o poder do . A menosI porémI 9ue os mem. Apro1eitam cada dia as oportunidades do ser1iDo 9ue encontram a seu alcance. Isto se mani<estou na 1ida dos patriarcas. A menos 9ue manten8am suas lSmpadas espe1itadas e ardendoI dei=ar)o de rece.les ne li enciam os de1eres e pri1ilé ios do presente e dei=am 9ue sua lu% se apa ueI en9uanto esperam um tempo em 9ueI sem nen8um es<orDo de sua parteI se!am <eitos os recipientes de .er a raDa adicional em tempos de especial necessidade. Ao a1i%in8arOse o <im da cei<a da TerraI uma especial concess)o de raDa espiritual é prometida a <im de preparar a i re!a para a 1inda do Hil8o do 8omem. Jo)o 1.sp-rito Santo 9ue na idade escura os crist)os 1aldenses a!udaram a preparar o camin8o para a ?e<orma.sp-rito Santo P6 . en9uanto dei=am sua lu% .

re%aI o rosto do co=o descaiuJ mas tornouOse radiante com esperanDa ao continuar o apóstoloM K7as o 9ue ten8o isso te dou.le declarou 9ue o . KPela <é no Seu nomeKI declarou o apóstoloI K<e% o Seu nome <ortalecer a este 9ue 1edes e con8eceisJ e a <é 9ue é por . Seus ro os <inalmente indu%iram al uns ami os a le16Olo G porta do temploI mas c8e ando P6 . Como o Irm)o mais 1el8o de nossa raDaI con8ece as necessidades dos 9ueI cercados de en<ermidades e 1i1endo num mundo de pecado e tentaD)oI dese!am contudo ser1iOLo. ol8ou para elesI esperando rece.n9uanto os disc-pulos <ala1am ao po1oI Kso.le sa. I Cor.K Atos 'M.er e empre ar o poder 9ue Deus prometeu a Sua i re!a para a maturaD)o da seara da Terra.K Atos 'M$* e $.indo ao templo para adorarI 1iram G porta HormosaI um co=oI de 9uarenta anos de idadeI cu!a 1idaI desde o seu nascimentoI tin8a sido de dor e en<ermidade.. . .K K. Todo o.I tomandoOo pela m)o direitaI o le1antouI e lo o os seus pés e artel8os se <irmaram.reiro 9ue se ue o e=emplo de CristoI estar6 apto a rece.sta1am estupe<atos de 9ue os disc-pulos pudessem e<etuar mila res semel8antes aos 9ue <oram reali%ados por Jesus. Atos +M1 e $. . a oraI irm)osI eu sei 9ue o <i%estes por i norSnciaI como tam. *# um co=o in16lidoI re o%i!andoOse a ora em pleno uso de seus mem. Assim os disc-pulos pre aram a ressurreiD)o de Cristo.m nome de Jesus Cristo o >a%arenoI le1antaOte e anda. .re1ieram os sacerdotesI e o capit)o do temploI e os saduceusI doendoOse muito de 9ue ensinassem o po1oI e anunciassem em Jesus a ressurreiD)o dos mortosK.. KArrependeiO1osI poisI e con1erteiO1osIK e=clamou eleI Kpara 9ue se!am apa ados os 1ossos pecadosI e P6 . Somente pela <é n. / Porta do Templo P6 .ste in<eli% 8a1ia durante muito tempo dese!ado 1er a JesusI para ser curadoJ mas encontra1aO se 9uase ao desamparoI e esta1a muito a<astado do cen6rio dos la.I ape andoOse o co=oI 9ue <ora curadoI a Pedro e Jo)oI todo o po1o correu atAnito para !unto delesI ao alpendre c8amado de Salom)o.oca de todos os Seus pro<etas 8a1ia anunciadoJ 9ue o Cristo 8a1ia de padecer. *& Os disc-pulos de Cristo tin8am pro<undo senso da própria ine<ici2nciaI e com 8umil8aD)o e oraD)o uniam sua <ra9ue%a a Sua <orDaI sua i norSncia a Sua sa..enditas todas as <am-lias da Terra. *5 aliI sou.ra O ser6 e<ica% em tra%er aos 8omens o au=-lio do . Ao sa-rem para seus de1eres di6riosI t2m eles a certe%a de 9ue a in1is-1el atuaD)o do .sp-rito Santo os esta1a c8amando para arrependimento e con1ers)oI e asse urouOl8es 9ue n)o 8a1ia esperanDa de sal1aD)o a n)o ser mediante a raDa dA9uele a 9uem 8a1iam cruci<icado. disse PedroM >)o ten8o prata nem ouro.ado pelos disc-pulos en9uanto a uarda romana dormia. Os disc-pulos ol8aramOno com compai=)oI e Pedro disseM KOl8a para nós.e 9ue os mensa eiros 9ue ac8a por . . K.ores do rande 7édico. . .K Atos 'M1#.le e consa raD)o sem reser1a a Sua o.le podiam seus pecados ser perdoados. .4 1en8am assim os tempos do re<ri ério pela presenDa do Sen8or.le l8es conceder6 a presenDa de Seu .sp-rito Santo os 8a. Após a ressurreiD)o de CristoI os sacerdotes tin8am espal8ado lon e e perto a mentira de 9ue Seu corpo tin8a sido rou.em en1iarI s)o 8omens <racos e <al-1eisJ mas a todos 9ue se dedicam inteiramente ao Seu ser1iDoI promete au=-lio di1ino.atal8a contra o pecado.le deu a esteI na presenDa de todos 1ósI esta per<eita saPde. .ra)oM >a tua descend2ncia ser)o . 7uitos entre os 9ue os ou1iam esta1am esperando por este testemun8oI e 9uando o ou1iramI creram. A semente 9ue o Sal1ador 8a1ia plantado . Pouco tempo após a descida do . Contudo ali esta1a a9uele 8omemI 9ue durante 9uarenta anos <ora P6 . K:ós ne astes o Santo e o JustoKI disse PedroI Ke matastes o Pr-ncipe da 1idaI ao 9ual Deus ressuscitou dos mortosI do 9ue nós somos testemun8as.ém os 1ossos pr-ncipesI mas Deus assim cumpriu o 9ue !6 dantes pela .rosI li1re de dorI e <eli% por crer em Jesus.I saltando eleI pAsOse em péI e andouI e entrou com eles no temploI andandoI e saltandoI e lou1ando a Deus. .enDoasseI e 1os des1iasseI a cada umI das 1ossas maldades.rota1a e produ%ia <rutos.iam por 9uanto tempo a1idamente esperara ser curado por JesusI e diariamente o le1a1am ao temploI a <im de 9ue os 9ue passa1am <ossem pela piedade indu%idos a darOl8e uma nin8aria para l8e ali1iar as necessidades.e 9ue A9uele em 9uem suas esperanDas se centrali%a1am 8a1ia sido morto cruelmente.re%a a Sua ines ot61el ri9ue%a.:ede o Hil8o de Deus cur1ado em adoraD)o a Seu PaiT Con9uanto se!a o Hil8o de DeusI ro.K Atos 'M+O..K Atos 'M11.ustece Sua <é por meio da preceI e mediante a comun8)o com o Céu tra% a Si mesmo <orDa para resistir ao mal e ministrar Gs necessidades dos 8omens.K Atos 'M1.er deles al uma coisa. >)o admira 9ue <icassem descontentes 9uando ou1iram Pedro e Jo)o . K:ós sois os <il8os dos pro<etas e do concerto 9ue Deus <e% com nossos paisI di%endo a A. Asse urouOl8es 9ue a cura tin8a sido operada em nome e pelos méritos de Jesus de >a%aréI a 9uem Deus ressuscitara dos mortos. Os apóstolos <alaram claramente do rande pecado dos !udeusI em terem re!eitado e matado o Pr-ncipe da 1idaJ mas <oram cuidadosos em n)o le1ar seus ou1intes ao desespero.K Atos 'M1+I 1*I 1& e 15. K. Assim <ortalecidos e e9uipadosI n)o 8esitaram em a1anDar a ser1iDo do 7estre.sp-rito SantoI e imediatamente depois de um per-odo de <er1orosa oraD)oI Pedro e Jo)oI su. 'M#. .sp-ritoI com Seu poder 1i1i<icante e santi<icador. Ao passarem Pedro e Jo)oI pediuOl8es uma esmola.ilita a serem Kcooperadores de DeusK.edoriaI sua indi nidade a Sua !ustiDa e sua po. Fuando os disc-pulos 1iram o espanto do po1oI Pedro per untouM KPor 9ue 1os mara1il8ais distoQ OuI por 9ue ol8ais tanto para nósI como se por nossa própria 1irtude ou santidade <i%éssemos andar este 8omemQK Atos 'M1$. 7an8) após man8)I ao se a!oel8arem os arautos do e1an el8o perante o Sen8orI reno1andoOL8e seus 1otos de consa raD)oI . :ieramOl8es G mente as pala1ras 9ue Cristo 8a1ia ditoI e tomaram posiD)o ao lado dos 9ue aceitaram o e1an el8o. Ao declarar Pedro desta maneira a sua po. ?essuscitando Deus a Seu Hil8o JesusI primeiro O en1iou a 1ósI para 9ue nisso 1os a. Seu próprio e=emplo é uma arantia de 9ue a dili ente e perse1erante sPplica a Deus em <é O <é 9ue le1a a uma inteira con<ianDa n.sp-rito Santo na .K Atos 'M& e 5. Seu desapontamento pro1ocou a simpatia dos 9ue sa.

sp-ritoI destemidamente Pedro declarouM KSe!a con8ecido de 1ós todosI e de todo o po1o de IsraelI 9ue em nome de Jesus CristoI o >a%arenoI A9uele a 9uem 1ós cruci<icastes e a 9uem Deus ressuscitou dos mortosI em nome d.le mandara transmitir por Seus ser1os.re esta Pedra despedaDarOseO6J e a9uele so.re 9uem ela cair <icar6 redu%ido a pó.remodo al1oroDados.scriturasM A PedraI 9ue os edi<icadores re!eitaramI essa <oi posta por ca. 7as P6 .stinaD)o tornaraOse mais e mais determinada. Os pro<etas 8a1iam <alado da pedra re!eitadaJ e o próprio CristoI <alando uma ocasi)o aos sacerdotes e anci)osI disseM K>unca lestes nas . Os saduceusI especialmenteI esta1am so. .sp-rito. . Depois de sua 9ueda ele se 8a1ia con1ertido.stanteI endureceram o coraD)oI recusando arrependerOse da terr-1el aD)o 9ue 8a1iam cometidoI matando Jesus. em nen8um outro 86 sal1aD)oI por9ue tam. A in<lu2ncia 9ue controla os <il8os da deso.u 1os di o 9ue o reino de Deus 1os ser6 tiradoI e ser6 dado a uma naD)o 9ue d2 os seus <rutos.sse é 9ue este est6 s)o diante de 1ós. Os inimi os dos disc-pulos n)o podiam dei=ar de estar con1encidos de 9ue Cristo ressuscitara dos mortos.m misericórdia Deus l8es deu no1as pro1asI e a ora outra oportunidade eraOl8es concedida para 1oltarem a .undantes e1id2ncias de 9ue os apóstolos esta1am <alando e a indo so. Persistentemente re!eitaram a lu%I e su<ocaram as con1icD@es do .K Atos +M14O1$. A ira de Deus n)o é declarada contra pecadores impenitentesI apenas por causa dos pecados por eles cometidosI mas por9ueI 9uando c8amados a arrependerOse escol8em continuar em resist2nciaI repetindo os pecados do passado em desa<io G lu% 9ue l8es era dada. Os presentes 9ue se lem. Isto l8e 1eio claramente G memóriaI ao comparecer ele próprio para ser !ul ado. >)o era só por9ue <ossem culpados e merecedores de morteI nem apenas por terem le1ado G morte o Hil8o de DeusI 9ue esta1am apartados da sal1aD)oJ mas por9ue se armaram de oposiD)o contra Deus. Sua o.' 8a1ia desempen8ado no !ul amento de seu 7estreI lison!ea1amOse de 9ue ele seria intimidado pela ameaDa de pris)o e morte. De i ual <ormaI o pecadorI por cont-nua resist2nciaI colocaOse onde o .edi2ncia opera1a nelesI le1andoOos a maltratar os 8omens por cu!o intermédio Deus esta1a a indo.sp-rito SantoI teriam sido perdoadosJ mas eles esta1am determinados a n)o se render.1 prosse uir li1rementeI sua própria in<lu2ncia estaria em maior peri o do 9ue 9uando Jesus esta1a na Terra. Pedro usou a9ui uma <i ura de lin ua em <amiliar aos sacerdotes. Com santa ousadia e no poder do .eli)o era intensi<icada por todo ato sucessi1o de resist2ncia contra Deus e contra a mensa em 9ue . KCom 9ue poderI ou em nome de 9uem <i%estes istoQK per untaram. 3a1iam suposto 9ue os disc-pulos seriam 1encidos pelo temor e con<us)oI 9uando tra%idos perante o Sinédrio. . 7as o Pedro 9ue ne ara a Cristo na 8ora de sua maior necessidadeI era impulsi1o e c8eio de con<ianDa própriaI di<erindo randemente do Pedro 9ue <ora tra%ido perante o Sinédrio para ser interro ado. Os con1ersos G no1a <é esta1am rapidamente aumentandoI e tanto <ariseus como saduceus concordaram em 9ueI se se permitisse a esses no1os ensinadores P6 .le é a Pedra 9ue <oi re!eitada por 1ósI os edi<icadoresI a 9ual <oi posta por ca.le é a Pedra 9ue <oi re!eitada por 1ósI os edi<icadoresI a 9ual <oi posta por ca.K 7at.le.ora Gs 1e%es ti1essem estado con1ictos de 9ue . .eli)oI preparandoOse para cei<ar o 9ue esta1am semeando. .+ em 1e% distoI a9uelas testemun8as <ala1am como Cristo 8a1ia <aladoI com um poder con1incente 9ue silencia1a os ad1ers6rios. . >)o o. .ém de.eDa de es9uina.metido ao con1incente poder do . a di1ina inspiraD)oI mas eles <irmemente resistiram G mensa em da 1erdade.sta1a c8eio do . Se os l-deres !udeus se ti1essem su.eDa de Sn uloJ pelo Sen8or <oi <eito istoI e é mara1il8oso aos nossos ol8osQ Por9uanto . 9uem cair so. . Cristo n)o tin8a 1indo da maneira como espera1amI e em. >)o 8a1ia ind-cio de temor na 1o% de PedroI 9uando declarou acerca de CristoM K. >)o era mais or ul8oso e !actanciosoI mas modesto e sem con<ianDa em si mesmo. . Cada diaI em sua recusa de se arrependerI os l-deres !udeus retoma1am sua re. 7as sentindoOse se uros em sua própria !ustiDaI os ensinadores !udeus recusaramOse a admitir 9ue os 8omens 9ue os acusa1am de 8a1erem cruci<icado a Cristo esti1essem <alando pela direD)o do . 7as a oraI em cumprimento de seu propósitoI <oram o.sta cora!osa de<esa aterrou os c8e<es !udeus. A mali nidade de sua re.ra1am da parte 9ue Pedro P6 .sp-rito Santo. Atos +M&.$ n)o o 9ueriam. A ora tin8a oportunidade para reparar sua co1ardia.sp-rito SantoI e pelo au=-lio deste poder esta1a resol1ido a remo1er a manc8a de sua apostasiaI 8onrando o nome 9ue repudiara.le en1iou os disc-pulos para di%erOl8es 9ue 8a1iam matado o Pr-ncipe da 1idaI e nesta terr-1el acusaD)o deuOl8es outra oportunidade para arrependimento. .ai=o do céu nen8um outro nome 86I dado entre os 8omensI pelo 9ual de1amos ser sal1os. . >o mesmo recintoI e diante de al uns dos mesmos 8omensI Pedro tin8a 1er on8osamente ne ado seu Sen8or. Até ali os sacerdotes tin8am e1itado mencionar a cruci<i=)o ou ressurreiD)o de Jesus.ri ados a inda ar do acusado como se e<etuara a cura do in16lido. TendoOse entre ue a uma atitude de oposiD)o a CristoI cada ato de resist2ncia torna1aOse para os sacerdotes um adicional incenti1o para prosse uirem nesse procedimento.eDa de es9uina.sp-rito Santo n)o o pode in<luenciar.pre ar a ressurreiD)o dA9uele 9ue 8a1iam matado. >o dia se uinte ao da cura do co=oI An6s e Cai<6sI com os outros di nit6rios do temploI reuniramOse para o !ul amentoI e os prisioneiros <oram tra%idos perante eles. $1M+$O++.le era o Hil8o de DeusI <i%eram calar a con1icD)o e O cruci<icaram. . 3a1iam sido dadas aos pr-ncipes !udeus a. A pro1a era por demais clara para 9ue <osse posta em dP1ida. >)o 9ue eles n)o se pudessem renderJ podiamI mas P6 . . Sentiam 9ue suas mais acariciadas doutrinas esta1am em peri o e sua reputaD)o em risco.m con<ormidade com istoI o capit)o do temploI com au=-lio de al uns dos saduceusI prendeu a Pedro e Jo)oI e os pAs na pris)oI 1isto ser muito tarde para os interro ar na9uele dia.K Atos +M11.

os apóstolos da1amI com rande poderI testemun8o da ressurreiD)o do Sen8or JesusK LAtos +M''NI e Deus a.K Atos +M$+O$5.ra dos disc-pulos de1ia cessarI ou Jesus an8aria mais adeptos.ios pelo nome do Teu santo Hil8o Jesus.uscaramI O ac8aram e O se uiram.oca de Da1iI Teu ser1oM Por 9ue . P6 . Sa. P6 .ririam o prod.le ensinara. . A <im de ocultarem sua perple=idadeI os sacerdotes e pr-ncipes ordenaram 9ue os apóstolos <ossem a<astadosI para 9ue pudessem aconsel8arOse entre si. J6 a cura do co=o e a pre aD)o dos apóstolos 8a1iam enc8ido Jerusalém de a itaD)o.le era mais <orte a ora do 9ue 9uando . >as pala1ras Kunicamente a JesusKI est6 contido o se redo da 1ida e do poder 9ue marcaram a 8istória da i re!a primiti1a. Sua uni)o com .ra uma presenDa pessoal.oa 1ontade teriam os sacerdotes punido esses 8omens por sua inamo1-1el <idelidade a sua sa rada 1ocaD)oI mas temeram o po1oJ Kpor9ue todos lori<ica1am a Deus pelo 9ue aconteceraK. Sacerdotes e pr-ncipes esta1am em sil2ncio. Cristo pAs o Seu selo Gs pala1ras 9ue Pedro <alara em Sua de<esa. .u estou con1osco todos os diasI até G consumaD)o dos séculos. .ramaram as entesI e os po1os pensaram coisas 1)sQ Le1antaramOse os reis da TerraI e os pr-ncipes se a!untaram G umaI contra o Sen8or e contra o Seu 0n ido.enDoa1a mara1il8osamente seus es<orDos. Bem ao lado dos disc-pulosI como con1incente testemun8aI esta1a o 8omem 9ue t)o mila rosamente 8a1ia sido curado.ertadosI puseramOse eles em .ranDa do preDo 9ue 8a1ia pa o por Seus redimidosJ e este pensamento <ortaleciaOos para suportar a in!Pria por Sua causa.le esta1am no temploI G mesaI na encosta das montan8as ou no campo.ram como alunos com o pro<essorI d. Sua própria des raDa poderia se uirOseI pois estariam su!eitos a ser responsa.K Atos +M1# e $4. . . 7o1euOse o lu ar onde esta1am reunidosI e no1amente <oram c8eios do . .le. . C8amandoOos no1amente perante o SinédrioI ordenaramOl8es n)o <alar ou ensinar no nome de Jesus. Atos +M$1. Concordaram todos 9ue seria inPtil ne ar 9ue o 8omem <ora curado. . KA ora poisI ó Sen8orI ol8a para as suas ameaDasI e concede aos Teus ser1os 9ue <alem com toda ousadia a Tua Pala1raJ en9uanto estendes a Tua m)o para curarI e para 9ue se <aDam sinais e prod.ril8a1a por meio delesI de maneira 9ue os 8omensI contemplandoI se mara1il8a1am.K Atos +M$# e '4.le l8es 1ieram as pala1rasM K.iam 9ueI diante do trono de DeusI . 7at.iam 9ue . P6 . $5M$4. 7as Pedro e Jo)o responderamM KJul ai 1ós se é !ustoI diante de DeusI ou1irO1os antes a 1ós do 9ue a DeusJ por9ue n)o podemos dei=ar de <alar do 9ue temos 1isto e ou1ido.les O 8a1iam cruci<icadoJ mas ali esta1a uma con1incente pro1a de 9ue n)o 8a1iam <eito cessar a o. .5 de en<rentar a mesma determinada oposiD)o 9ue Cristo tin8a encontrado 9uando na Terra.le esta1a apresentando diante de Deus os méritos de Seu san ueI mostrando Suas m)os e pés <eridosI como lem.ra de mila res em Seu nomeI nem a proclamaD)o da 1erdade 9ue .le esta1a com eles em pessoa. A lu%I o amor e o poder de um Cristo sempre presente . K..n9uanto Pedro e Jo)o esta1am prisioneirosI os outros disc-pulosI con8ecendo a mali nidade dos !udeusI 8a1iam orado incessantemente por seus irm)osI temendo 9ue a crueldade mostrada para com Cristo pudesse repetirOse. . Sa.usca dos demais disc-pulos e l8es relataram o resultado do interro atório.io por meio de <alsidadesJ mas isto era imposs-1elI pois 9ue <ora operado em plena lu% do diaI diante de uma multid)o de pessoasI e !6 1iera ao con8ecimento de mil8ares. O mais importante mila re de Cristo O a ressurreiD)o de L6%aro O tin8a selado a determinaD)o dos sacerdotes de desem.le estaria para sempre identi<icado com a 8umanidade so<redora. . Os disc-pulos oraram para 9ue maior <orDa l8es <osse concedida na o. Com os coraD@es c8eios de SnimoI de no1o sa-ram para proclamar a Pala1ra de Deus em Jerusalém. Com .iam 9ue Sua simpatia era imut61elJ 9ue . JesusI o Sal1adorI 9ue tin8a andado com elesI com eles <alado e oradoI 9ue l8es <alara de esperanDa e con<orto ao coraD)oI tin8a sido tomado deles para o CéuI 9uando a mensa em de pa% ainda esta1a em Seus l6.rasI as 9uais esta1am rapidamente destruindo sua in<lu2ncia so. Depois da trans<i uraD)o de CristoI é dito dos disc-pulos 9ue ao <im da mara1il8osa cenaI Knin uém 1iram sen)o unicamente a JesusK. .re o po1o.n9uanto o sé9uito de an!osI O rece. KOu1indo eles istoI unSnimes le1antaram a 1o% a DeusI e disseramM Sen8orI Tu és o 9ue <i%este o céuI e a TerraI e o marI e tudo o 9ue neles 86J 9ue disseste pela . 1&M5.le ainda era seu Sal1ador e Ami oJ sa.iaI d. .endo diariamente liD@es da eterna 1erdade.les O .K 7at. Ao ou1irem pela primeira 1e% as pala1ras de CristoI os disc-pulos sentiram sua necessidade d.n9uanto suas oraD@es unidas ascendiam em <é ao CéuI 1eio a resposta.le rece.* Após a ascens)o do Sal1adorI o senso da di1ina presenDaI plena de amor e lu%I permanecia ainda com eles. Atos +M1'. A apar2ncia deste 8omemI poucas 8oras antes um alei!ado ao desamparoI mas a ora restaurado G per<eita saPdeI acrescenta1a peso de testemun8o Gs pala1ras de Pedro.& De . AssimI com repetidas ameaDas e admoestaD@esI <oram os apóstolos li.araDar o mundo de Jesus e de Suas mara1il8osas o. T)o lo o <oram os apóstolos li.sp-rito Santo. Sentiam 9ue a o.is 9ue . Apesar do seu dese!o de destruir os disc-pulosI os sacerdotes n)o ousaram <a%er mais 9ue ameaD6Olos com o mais se1ero casti oI se continuassem a <alar ou a ir no nome de Jesus. Por9ue 1erdadeiramente contra o Teu santo Hil8o JesusI 9ue Tu un isteI se a!untaramI n)o só 3erodesI mas PAncio PilatosJ com os entios e os po1os de IsraelJ para <a%erem tudo o 9ue a Tua m)o e o Teu consel8o tin8am anteriormente determinado 9ue se 8a1ia de <a%er. (rande <oi a ale ria dos crentes. Ale remente enco. .Ao ou1irem os sacerdotes as destemidas pala1ras dos apóstolosI Ktin8am con8ecimento 9ue eles 8a1iam estado com JesusK.ra do ministérioJ pois 1iam 9ue teriam P6 .ram incapa%es de re<utar as declaraD@es de PedroI mas nem por isto esta1am menos decididos a pAr um paradeiro ao ensino dos disc-pulos.le 8a1ia ascendido ao Céu na <orma 8umana.ili%ados pelo assass-nio do Hil8o de Deus.ertados.ios.

O princ-pio pelo 9ual os disc-pulos se manti1eram t)o destemidamente 9uandoI em resposta G ordem de n)o <alarem mais no nome de JesusI declararamM KJul ai 1ós se é !ustoI diante de DeusI ou1irO1os antes a 1ós 9ue a DeusK LAtos +M1#NI é o mesmo 9ue os adeptos do e1an el8o se es<orDaram por manter nos dias da ?e<orma. FuandoI em 1*$#I os pr-ncipes alem)es se reuniram na dieta de SpiraI <oiOl8es apresentado o decreto do imperadorI restrin indo a li;erdade reli iosaI e proi;indo toda posterior disseminaD)o das doutrinas re<ormadas. DirOseOia 9ue a presenDa do mundo esta1a prestes a ser esma ada. Aceitariam os pr-ncipes o decretoQ De1ia a lu% do e1an el8oI ser 1edada Gs multid@es ainda em tre1asQ Ac8a1amOse em !o o decis@es importantes para o mundo. Os 9ue 8a1iam aceito a <é re<ormada reuniramOseI sendo sua unSnime decis)oM K?e!eitemos este decreto. ,m 9uest@es de consci2nciaI a maioria n)o in<lui.K O DVAu;i néI 3istória da ?e<ormaI li1ro 1'I cap. *. ,ste princ-pioI temos de manter <irmemente em nossos dias. A ;andeira da 1erdade e da li;erdade reli iosa des<raldada pelos <undadores da i re!a e1an élica e P6 . .# pelas testemun8as de Deus durante os séculos decorridos desde ent)oI <oiI neste Pltimo con<litoI con<iada a nossas m)os. A responsa;ilidade deste rande dom repousa com a9ueles a 9uem Deus a;enDoou com o con8ecimento de Sua Pala1ra. Temos de rece;er essa Pala1ra como autoridade suprema. CumpreOnos recon8ecer o o1erno 8umano como uma instituiD)o desi nada por DeusI e ensinar o;edi2ncia ao mesmo como um de1er sa radoI dentro de sua le -tima es<era. 7asI 9uando suas e=i 2ncias se c8ocam com as rei1indicaD@es de DeusI temos 9ue o;edecer a Deus de pre<er2ncia aos 8omens. A Pala1ra de Deus precisa ser recon8ecida como estando acima de toda a le islaD)o 8umana. 0m KAssim di% o Sen8orKI n)o de1e ser posto G mar em por um KAssim di% a i re!aKI ou um KAssim di% o ,stadoK. A coroa de Cristo tem de ser er uida acima dos diademas de autoridades terrestres. >)o se nos e=i e 9ue desa<iemos as autoridades. >ossas pala1rasI 9uer <aladas 9uer escritasI de1em ser cuidadosamente consideradasI para 9ue n)o se!amos tidos na conta de pro<erir coisas 9ue nos <aDam parecer contr6rios G lei e G ordem. >)o de1emos di%er nem <a%er coisa al uma 9ue nos 1en8a desnecessariamente impedir o camin8o. Temos de a1anDar em nome de CristoI de<endendo as 1erdades 9ue nos <oram con<iadas. Se somos proi;idos pelos 8omens de <a%er essa o;raI podemos ent)o di%er como os apóstolosM KJul ai 1ós se é !ustoI diante de DeusI ou1irO1os antes a 1ós do 9ue a DeusQ Por9ue n)o podemos dei=ar de <alar do 9ue temos 1isto e ou1ido.K Atos +M1# e $4. & 0ma Ad1ert2ncia Contra a 3ipocrisia P6 . &4 Ao proclamarem os disc-pulos as 1erdades do e1an el8o em JerusalémI Deus deu testemun8o de sua Pala1ra e uma multid)o creu. 7uitos desses primeiros crentes <oram imediatamente separados da <am-lia e dos ami os pelo %eloso <anatismo dos !udeusI sendo portanto necess6rio pro1erOl8es alimento e a;ri o. O relato declaraM K>)o 8a1ia pois entre eles necessitado al um.K Atos +M'+. , di% como as necessidades eram supridas. A9ueles dentre os crentes 9ue tin8am din8eiro e ;ensI ale remente sacri<ica1amOnos para socorrer na emer 2ncia. :endendo suas casas ou suas terrasI eles le1a1am o din8eiro e o deposita1am aos pés dos apóstolos. K, repartiaOse por cada umI se undo a necessidade 9ue cada um tin8a.K Atos +M'*. ,sta li;eralidade da parte dos crentes <oi o resultado do derramamento do ,sp-rito. K,ra um o coraD)o e a almaK LAtos +M'$N dos con1ersos ao e1an el8o. 0m comum interesse os uia1a O o 2=ito da miss)o a eles con<iadaJ e a a1are%a P6 . &1 n)o tin8a lu ar em sua 1ida. Seu amor aos irm)os e G causa 9ue 8a1iam a;raDadoI era maior do 9ue o amor ao din8eiro e Gs posses. Suas o;ras testi<ica1am 9ue eles tin8am a sal1aD)o dos 8omens em maior apreDo 9ue as ri9ue%as terrestres. Assim ser6 sempreI 9uando o ,sp-rito de Deus toma posse da 1ida. A9ueles cu!o coraD)o trans;orda do amor de CristoI se uir)o o e=emplo dA9uele 9ue por amor de nósI Se tornou po;reI para 9ue por Sua po;re%a enri9uec2ssemos. Din8eiroI tempoI in<lu2ncia O todos os dons 9ue rece;eram das m)os de Deus O só ser)o por eles apreciados 9uando usados como meio de <a%er a1anDar a o;ra e1an élica. Assim <oi na i re!a primiti1aJ eI ao 1erOse na i re!a de 8o!e 9ueI pelo poder do ,sp-rito os mem;ros retiraram suas a<eiD@es das coisas do mundoI e se disp@em a <a%er sacri<-cios a <im de 9ue seus semel8antes possam ou1ir o e1an el8oI as 1erdades proclamadas ter)o poderosa in<lu2ncia so;re os ou1intes. Contraste <la rante com o e=emplo de enerosidade mani<estada pelos crentesI <oi a conduta de Ananias e Sa<iraI cu!a e=peri2nciaI traDada pela pena da InspiraD)oI dei=ou uma escura nódoa na 8istória da i re!a primiti1a. Com outrosI esses pro<essos disc-pulos 8a1iam participado do pri1ilé io de ou1ir o e1an el8o pre ado pelos apóstolos. 3a1iam eles estado presentes com outros crentesI 9uandoI após 8a1erem os apóstolos oradoI Kmo1euOse o lu ar em 9ue esta1am reunidosJ e todos <oram c8eios do ,sp-rito SantoK. Atos +M'1. Pro<unda con1icD)o 8a1iaOse apossado de todos os presentesI e so; a direta in<lu2ncia do ,sp-rito de DeusI Ananias e Sa<ira 8a1iam <eito o 1oto de dar ao Sen8or o produto da P6 . &$ 1enda de certa propriedade. DepoisI Ananias e Sa<ira o<enderam o ,sp-rito Santo cedendo a sentimentos de co;iDa. ComeDaram a lamentar o 8a1erem <eito a9uela promessa e lo o perderam a sua1e in<lu2ncia da ;2nD)o 9ue l8es 8a1ia a9uecido o coraD)o com o dese!o de <a%er randes coisas em ;ene<-cio da causa de Cristo. Jul aram 8a1eremOse precipitado e sentiam ser necess6rio reconsiderar sua decis)o. Halaram entre si so;re o caso e resol1eram n)o cumprir a promessa. :iamI porémI 9ue os 9ue entre a1am seus ;ens para suprir as necessidades de seus irm)os mais po;resI eram tidos em alta estima pelos crentesJ eI com 1er on8a de 9ue os irm)os 1iessem a sa;er 9ue sua mes9uin8e% de alma re ateara a9uilo 9ue 8a1iam solenemente dedicado a DeusI resol1eram deli;eradamente 1ender sua propriedade e <in ir 9ue da1am todo o produto para o <undo comumI uardandoI porémI para si

mesmosI rande parte. Deste modo arantiriam para si o p)o do depósito comumI ao mesmo tempo 9ue alcanDariam a alta estima de seus irm)os. 7as Deus a;orrece a 8ipocrisia e a <alsidade. Ananias e Sa<ira praticaram <raude em sua conduta para com Deus. 7entiram ao ,sp-rito SantoI e seu pecado <oi punido com !u-%o r6pido e terr-1el. Fuando Ananias c8e ou com sua o<ertaI Pedro disseM KAnaniasI por 9ue enc8eu Satan6s o teu coraD)oI para 9ue mentisses ao ,sp-rito SantoI e reti1esses parte do preDo da 8erdadeQ (uardandoOaI n)o <ica1a para tiQ ,I 1endidaI n)o esta1a em teu poderQ Por 9ue <ormaste este des- nio em teu coraD)oQ >)o mentiste aos 8omensI mas a Deus.K Atos *M' e +. P6 . &' K, AnaniasI ou1indo estas pala1rasI caiu e e=pirou. , um rande temor 1eio so;re todos os 9ue isto ou1iram.K Atos *M*. K(uardandoOa n)o <ica1a para tiQK per untou Pedro. Atos *M+. >en8uma escusa in<lu2ncia tin8a le1ado Ananias a sacri<icar sua propriedade pelo ;em eral. ,le a ira por li1re escol8a. 7as procurando en anar os disc-pulosI tin8a mentido ao Onipotente. K,I passando um espaDo 9uase de tr2s 8orasI entrou tam;ém sua mul8erI n)o sa;endo o 9ue 8a1ia acontecido. , disseOl8e PedroM Di%eOmeI 1endestes por tanto a9uela 8erdadeQ , ela disseM SimI por tanto. ,nt)o Pedro l8e disseM Por 9ue é 9ue entre 1ós 1os concertastes para tentar o ,sp-rito do Sen8orQ ,is a- G porta os pés dos 9ue sepultaram o teu maridoI e tam;ém te le1ar)o a ti. , lo o caiu aos seus pésI e e=pirou. ,I entrando os mance;osI ac8aramOna mortaI e a sepultaram !unto de seu marido. , 8ou1e um rande temor em toda a i re!aI e em todos os 9ue ou1iram estas coisas.K Atos *M&O11. A in<inita sa;edoria 1iu 9ue essa e1idente mani<estaD)o da ira di1ina era necess6ria para impedir 9ue a !o1em i re!a se desmorali%asse. O nPmero dos crentes aumenta1a rapidamente. A i re!a teria corrido peri o seI no r6pido aumento de con1ersosI <ossem acrescentados 8omens e mul8eres 9ueI em;ora pro<essassem ser1ir a DeusI adora1am a 7amom. ,sse !u-%o testi<icou 9ue os 8omens n)o podem en anar a DeusI 9ue ,le desco;re o pecado oculto do coraD)o e n)o Se dei=a escarnecer. Destina1aOse a ser uma ad1ert2ncia G i re!aI para le16Ola a e1itar a pretens)o e 8ipocrisiaI e acautelarOse de rou;ar a Deus. P6 . &+ >)o apenas para a i re!a primiti1aI mas para todas as eraD@es <uturasI este e=emplo de como Deus a;orrece a co;iDaI a <raudeI a 8ipocrisiaI <oi dado como um sinal de peri o. Hoi a co;iDa 9ue Ananias e Sa<ira tin8am acariciado em primeiro lu ar. O dese!o de reter para si a parte 9ue 8a1iam prometido ao Sen8orI le1ouOos G <raude e G 8ipocrisia. Deus tem <eito depender a proclamaD)o do e1an el8o do tra;al8o e dos donati1os de Seu po1o. As o<ertas 1olunt6rias e os d-%imos constituem o meio de manutenD)o da o;ra do Sen8or. Dos ;ens con<iados aos 8omensI Deus reclama certa porD)o O o d-%imo. A todos dei=a ,le li;erdade para decidirem se dese!am ou n)o dar mais do 9ue isto. 7as 9uando o coraD)o é tocado pela in<lu2ncia do ,sp-rito SantoI e é <eito um 1oto de dar certa importSnciaI a9uele 9ue <e% o 1oto n)o tem mais nen8um direito so;re a porD)o consa rada. Promessas desta espécie <eitas aos 8omens s)o ol8adas como o;ri atóriasJ seriam menos o;ri atórias as <eitas a DeusQ S)o as promessas !ul adas no tri;unal da consci2ncia menos o;ri atórias 9ue as escritas nos contratos 8umanosQ Fuando a lu% di1ina ;ril8a no coraD)o com clare%a e poder inusitadosI o 8a;itual e o-smo rela=a as arras e 86 disposiD)o para dar para a causa de Deus. 7as nin uém de1er6 pensar 9ue l8e ser6 permitido cumprir as promessas <eitasI sem protesto da parte de Satan6s. ,le n)o tem pra%er em 1er o reino do ?edentor esta;elecido na Terra. Su ere 9ue a promessa <eita <oi e=cessi1aI 9ue P6 . &* isto poder6 pre!udicar a a9uisiD)o de propriedades ou a satis<aD)o dos dese!os da <am-lia. C Deus 9uem a;enDoa os 8omens dandoOl8es ;ensI e <a% isto para 9ue eles possam contri;uir para o a1anDamento de Sua causa. ,le en1ia o sol e a c8u1a. Ha% <lorescer a 1e etaD)o. D6 saPde e 8a;ilidade para se ad9uirirem meios. Todas as nossas ;2nD)os s)o rece;idas de Sua m)o enerosa. ,m retri;uiD)o ,le 9uer 9ue 8omens e mul8eres demonstrem sua ratid)oI de1ol1endoOL8e uma parte em d-%imos e o<ertas O em o<ertas de aD)o de raDasI em o<ertas pelo pecado e o<ertas 1olunt6rias. Se o din8eiro entrasse para a tesouraria de acordo com este plano di1inamente recomendado O a décima parte do 9ue an8amos e as o<ertas li;erais O 8a1eria a;undSncia para o a1anDamento do tra;al8o do Sen8or. 7as o coraD)o dos 8omens tornaOse endurecido pelo e o-smoI e G semel8anDa de Ananias e Sa<iraI s)o tentados a reter parte do preDoI con9uanto pretendam estar a cumprir os re9uisitos de Deus. 7uitos astam din8eiro prodi amente na satis<aD)o própria. 3omens e mul8eres consultam o pra%er e satis<a%em o ostoI ao passo 9ue le1am para DeusI 9uase de m6 1ontadeI uma o<erta mes9uin8a. ,s9uecemOse de 9ue um dia Deus pedir6 estrita conta de como Seus ;ens <oram usadosI e 9ue n)o aceitar6 a insi ni<icSncia 9ue le1am G tesourariaI mais do 9ue aceitou a o<erta de Ananias e Sa<ira. Do se1ero casti o in<li ido a esses indi1-duosI 9uer Deus 9ue aprendamos tam;ém 9u)o pro<unda é Sua a1ers)o e despre%o por toda a 8ipocrisia e en ano. P6 . &. Simulando 8a1erem dado tudoI Ananias e Sa<ira mentiram ao ,sp-rito SantoI eI como resultadoI perderam esta 1ida e a <utura. O mesmo Deus 9ue os puniuI condena 8o!e toda <alsidade. L6;ios mentirosos s)oOL8e uma a;ominaD)o. ,le declara 9ue na cidade santa Kn)o entrar6... coisa al uma 9ue contamineI e cometa a;ominaD)o e mentiraK. Apoc. $1M$&. Se!a a 1erdade dita sem re;uDos nem ti;ie%a. TorneOse ela uma parte da 1ida. Considerar le1ianamente a 1erdadeI e dissimular para ser1ir a planos e o-stasI si ni<ica o nau<r6 io da <é. K,stai pois <irmesI tendo cin idos os 1ossos lom;os com a 1erdade.K ,<és. .M1+. Fuem pro<ere in1erdadesI 1ende sua alma por ;ai=o preDo. Suas <alsidades podem parecer ser1ir em emer 2nciasJ pode parecerI assimI 9ue <a% ne ócios 1anta!osos 9ue n)o poderia conse uir pelo reto proceder. 7as <inalmente c8e a ao ponto em 9ue n)o pode con<iar em nin uém. Sendo ele mesmo <alsi<icadorI n)o tem con<ianDa na pala1ra de outros. >o caso de Ananias e Sa<iraI o pecado da <raude contra Deus <oi rapidamente punido. O mesmo pecado <oi muitas 1e%es repetido na 8istória posterior da i re!aI e é cometido por muitos em nosso tempo. 7as em;ora possa n)o mani<estarOse 1isi1elmente o desa rado de DeusI n)o é menos despre%-1el a Sua 1ista a ora do 9ue o <oi no tempo dos apóstolos. A

ad1ert2ncia <oi dadaJ Deus tem claramente mostrado Seu despre%o por este pecadoJ e todos os 9ue se d)o G 8ipocrisia e G co;iDaI podem estar certos de 9ue est)o destruindo a própria alma. 5 Perante o Sinédrio P6 . && Hoi a cru%I esse instrumento de 1er on8a e torturaI 9ue trou=e esperanDa e sal1aD)o ao mundo. Os disc-pulos n)o passa1am de 8omens 8umildesI sem din8eiro e com nen8uma outra arma 9ue n)o a Pala1ra de DeusJ entretantoI na <orDa de Cristo eles sa-ram para contar a mara1il8osa 8istória da man!edoura e da cru% e para triun<ar so;re toda a oposiD)o. Sem 8onra ou recon8ecimento terrestresI <oram 8eróis da <é. De seus l6;ios sa-am pala1ras de di1ina elo9R2ncia 9ue a;alaram o mundo. ,m JerusalémI onde e=istia o mais pro<undo preconceitoI e onde pre1aleciam as mais con<usas idéias com respeito /9uele 9ue 8a1ia sido cruci<icado como mal<eitorI os disc-pulos continuaram a <alar com ousadia as pala1ras da 1idaI e=pondo perante os !udeus a o;ra e a miss)o de CristoI Sua cruci<i=)oI ressurreiD)o e ascens)o. Sacerdotes e pr-ncipes ou1iam pasmados o claroI ousado testemun8o dos apóstolos. O poder do Sal1ador ressur ido tin8a sem dP1ida al uma ca-do so;re os disc-pulosI e P6 . &5 sua o;ra era acompan8ada por sinais e mila res 9ue aumenta1am diariamente o nPmero de crentes. Ao lon o das ruas por onde de1iam passar os disc-pulosI o po1o tra%ia seus en<ermos Kpara as ruas e os pun8am em leitos e em camil8as para 9ue ao menos a som;ra de PedroI 9uando este passasseI co;risse al uns delesK. Atos *M1*. Tra%iam tam;ém os 9ue esta1am tomados de esp-ritos imundos. As tur;as a lomera1amOseOl8es em tornoI e os 9ue eram curados prorrompiam em lou1ores a DeusI lori<icando o nome do ?edentor. Os sacerdotes e pr-ncipes 1iram 9ue Cristo era mais enaltecido do 9ue eles. Ou1indo os saduceusI 9ue n)o criam na ressurreiD)oI os apóstolos declararem 9ue Cristo ressuscitara dos mortosI <icaram enrai1ecidosI compreendendo 9ue se aos apóstolos <osse permitido pre ar um Sal1ador ressuscitado e operar mila res em Seu nomeI a doutrina de 9ue n)o 8a1eria ressurreiD)o seria re!eitada por todos e a seita dos saduceus lo o se e=tin uiria. Os <ariseus <icaram irados ao perce;erem 9ue a tend2ncia do ensino dos disc-pulos era solapar as cerimAnias !udaicas e tornar de nen8um 1alor as o<ertas sacri<icais. Até ali todos os es<orDos <eitos para suprimir este no1o ensino tin8am sido em 1)oJ mas a oraI tanto <ariseus como saduceus decidiram 9ue a o;ra dos disc-pulos de1ia ser contidaI pois esta1a demonstrando serem eles os culpados da morte de Jesus. C8eios de indi naD)oI os sacerdotes 1iolentamente lanDaram m)os de Pedro e Jo)o e os encerraram na pris)o comum. Os uias da naD)o !udaica tin8am assinaladamente dei=ado de cumprir o propósito de Deus para Seu po1o escol8ido. A9ueles a 9uem o Sen8or tin8a <eito P6 . &# deposit6rios da 1erdade pro1aramOse in<iéis a seu le adoI e Deus escol8eu outros para <a%erem Sua o;ra. ,m sua ce ueiraI esses uias da1am a ora amplo impulso ao 9ue c8ama1am !usta indi naD)o contra a9ueles 9ue esta1am pondo de lado suas acariciadas doutrinas. >)o podiam se9uer admitir a possi;ilidade de n)o 8a1erem entendido de1idamente a Pala1raI ou 9ue ti1essem interpretado mal ou mal aplicado as ,scrituras. A iam como 8omens 9ue 8ou1essem perdido a ra%)o. Fue direito t2m esses ensinadoresI di%iamI al uns deles meros pescadoresI para apresentar idéias contr6rias Gs doutrinas 9ue temos ensinado ao po1oQ ,stando determinados a suprimir o ensino dessas idéiasI aprisiona1am os 9ue o esta1am apresentando. Os disc-pulos n)o se intimidaram nem esmoreceram com tal tratamento. O ,sp-rito Santo l8es trou=e G mente as pala1ras pro<eridas por CristoM K>)o é o ser1o maior do 9ue o seu Sen8or. Se a 7im 7e perse uiramI tam;ém 1os perse uir)o a 1ósJ se uardaram a 7in8a pala1raI tam;ém uardar)o a 1ossa. 7as tudo isto 1os <ar)o por causa do 7eu nomeJ por9ue n)o con8ecem A9uele 9ue 7e en1iou.K Jo)o 1*M$4 e $1. K,=pulsarO1osO)o das sina o asJ 1em mesmo a 8ora em 9ue 9ual9uer 9ue 1os matar cuidar6 <a%er um ser1iDo a Deus.K KTen8oO1os dito istoI a <im de 9ueI 9uando c8e ar a9uela 8oraI 1os lem;reis de 9ue !6 1oOlo tin8a dito.K Jo)o 1.M$ e +. O Deus do CéuI o poderoso (o1ernador do 0ni1ersoI tomou em Suas m)os a 9uest)o do aprisionamento dos disc-pulosJ pois 8omens esta1am a uerrear contra a Sua o;ra. / noiteI o an!o do Sen8or a;riu as portas da pris)o P6 . 54 e disse aos disc-pulosM KIde e apresentaiO1os no temploI e di%ei ao po1o todas as pala1ras desta 1ida.K Atos *M$4. ,sta ordem era diretamente contr6ria G ordem dada pelos c8e<es !udeusJ por1entura disseram os apóstolosM >)o podemos <a%er isto sem ter consultado os ma istrados e rece;ido deles permiss)oQ >)oT Deus disseraM KIdeKI e eles o;edeceram. K,ntraram de man8) cedo no temploI e ensina1am.K Atos *M$1. Fuando Pedro e Jo)o apareceram entre os crentes e contaram como o an!o os 8a1ia uiado diretamente atra1és do rupo de soldados 9ue uarda1am a pris)oI ordenandoOl8es retomar a o;ra interrompidaI os irm)os se enc8eram de espanto e ale ria. >esse -nterimI o sumo sacerdote e os 9ue com ele esta1am con1ocaram o consel8oI Ke a todos os anci)os dos <il8os de IsraelK. Os sacerdotes e pr-ncipes resol1eram atri;uir aos disc-pulos a acusaD)o de insurreiD)oI acusandoOos do assass-nio de Ananias e Sa<ira e de conspiraD)o para despo!arem os sacerdotes de sua autoridade. ,spera1am despertar a tur;a de tal maneira 9ue esta decidisse tomar a 9uest)o nas m)os e tratar com os disc-pulos como 8a1iam <eito com Jesus. ,les sa;iam 9ue muitos 9ue n)o 8a1iam aceitado os ensinos de Cristo esta1am cansados do ar;itr6rio o1erno das autoridades !udaicasI e ansiosos por al uma mudanDa. Os sacerdotes temiam 9ue se esses descontentes <ossem le1ados a aceitar as 1erdades proclamadas pelos apóstolos e a recon8ecer a Jesus como o 7essiasI a ira de todo o po1o se le1antaria contra os uias reli iososI <a%endoOos responder pelo assass-nio de Cristo. Decidiram ent)o tomar P6 . 51 medidas dr6sticas para pre1enir isto.

Fuando mandaram tra%er os prisioneiros a sua presenDaI rande <oi o seu espanto ante a resposta de 9ue as portas da pris)o <oram encontradas se uramente <ec8adas e a uarda estacionada perante elasI mas n)o se encontra1am os prisioneiros em parte al uma. Lo o c8e ou a estran8a not-ciaM K..K Luc. Seu claro intelecto 1iu 9ue o passo 1iolento 9ue tin8am em 1ista os sacerdotesI traria terr-1eis conse9R2ncias. .sta pa% n)o é a pa% 9ue se o. Contudo seu preconceito e ódio di<icilmente se podiam restrin ir. 1'M#. 9uando o sumo sacerdote disseM K>)o 1os admoestamos nós e=pressamente 9ue n)o ensin6sseis nesse nomeQ P6 . .ém ac8ados com. Cristo !amais comprou a pa% condescendendo com o mal.re nós o san ue desse 8omemKI Pedro respondeuM K7ais importa o.le n)o o. eis 9ue enc8estes Jerusalém dessa 1ossa doutrinaI e 9uereis lanDar so. todos os diasI no templo e nas casasI n)o cessa1am de ensinarI e de anunciar a Jesus Cristo. 7asI se é de DeusI n)o podereis des<a%2OlaJ para 9ue n)o aconteDa serdes tam.re1eio aos disc-pulosJ os acusados se tornaram os acusadoresI denunciando como assassinos de Cristo a9ueles 9ue compun8am o conc-lio.er e alta posiD)o. T)o enrai1ecidos <icaram os !udeus com estas pala1ras 9ue se decidiram a <a%er !ustiDa pelas próprias m)osI eI sem mais processoI ou sem autoridade dos o<iciais romanosI matar os presos. Hoi um an!o do Céu 9ue os li1rou da pris)o e os mandou ensinar no templo.K K.edecendo G ordem di1inaJ e isto de1eriam continuar a <a%erI custasse o 9ue custasse. 5' presentesI pediu 9ue os presos <ossem a<astados. nós somos testemun8as acerca destas pala1rasI nós e tam. .atendo contra Deus.edecem.ém o . 5+ Pouco tempo antes de Sua cruci<i=)oI Cristo tin8a arantido a Seus disc-pulos um le ado de pa%. .K Jo)o 1. O mesmo ódio 9ue moti1ou o clamorM KCruci<icaOOT Cruci<icaOOTK LLuc. Cristo disseraI 9uando esta1a com elesM K7as ol8ai por 1ós mesmosI por9ue 1os entre ar)o aos conc-lios.m. Depois deste le1antouOse JudasI o alileuI nos dias do alistamentoI e le1ou muito po1o após siJ mas tam. KO Deus de nossos pais ressuscitou a JesusIK declarou PedroI Kao 9ual 1ós matastesI suspendendoOO no madeiro.ia 9ue os assassinos de Cristo em nada 8esitariam a <im de le1ar a e<eito o seu propósito.K 7ar.tém mediante a con<ormaD)o com o mundo.K Atos *M$5 e $#. 7as no conc-lio 8ou1e um 8omem 9ue recon8eceu a 1o% de Deus nas pala1ras pro<eridas pelos disc-pulos. >)o se tur. Ac8andoOse eles pela se unda 1e% perante os 8omens 9ue pareciam empen8ados em e<etuar a sua destruiD)oI nen8um temor ou 8esitaD)o se poderia di1isar em suas pala1ras e atitudes. isso ser6 de no1o notadamente cumpridoJ pois o coraD)o carnal est6 ainda em inimi%ade com a lei de DeusI e n)o se su!eitar6 a Seus P6 .. Bem con8ecia os elementos com 9uem tin8a de tratarJ sa. A pa% 9ue Cristo dei=ou a Seus disc-pulos é antes interna 9ue e=ternaI e sempre de1ia permanecer com Suas testemun8as nas lutas e contendas.riu uma contro1érsia 9ue arde pro<undamente e desperta intensa pai=)o no coraD)o 8umano. K?etiraramOse pois da presenDa do consel8oI re o%i!andoOse de terem sido !ul ados di nos de padecer a<ronta pelo nome de Jesus.le ad1erte Seus se uidoresM K>o mundo tereis a<liD@es.ri ados a concordar com (amaliel. 14M'+.ste 8omem <oi (amalielI <ariseu de . . 5$ . Halando de SiI Cristo disseM K>)o cuideis 9ue 1im tra%er a pa% G TerraJ n)o 1im tra%er pa%I mas espada. .K Atos *M+1 e +$.ém este pereceuI e todos os 9ue l8e deram ou1idos <oram dispersos. P6 . até pelos paisI e irm)osI e parentesI e ami os sereis entre uesJ e matar)o al uns de 1ós.sp-rito de InspiraD)o so. As testemun8as de Cristo t2m suportado a pris)oI tortura e a própria morteI de pre<er2ncia a 1iolar os mandamentos de Deus.K Atos *M'*O'#. KLanDar)o m)o de 1ósI e 1os perse uir)oI entre andoO 1os Gs sina o as e Gs pris@esI e condu%indoO1os G presenDa de reis e presidentesI por amor do 7eu nome. .edecer a Deus do 9ue aos 8omens.oa reputaD)o e 8omem de sa.ertados da pris)oI n)o escaparam ao interro atório e casti o. . . a ora di oO1osM dai de m)o a estes 8omensI e dei=aiOosI por9ueI se este consel8o ou esta o. Se uindo suas instruD@es esta1am o.nt)o o . .K 7at. . O relatório dei=ado por Pedro e Jo)o é t)o 8eróico como 9ual9uer da dispensaD)o crist). Antes de se diri ir aos P6 . .ra é de 8omensI se des<ar6.re os se uidores de Jesus. J6 culpados do san ue de CristoI esta1am a ora 61idos de manc8ar as m)os com o san ue de Seus disc-pulos. . Deus com a Sua destra O ele1ou a Pr-ncipe e Sal1adorI para dar a Israel o arrependimento e remiss)o dos pecados. Toda indi nidadeI toda in!PriaI toda crueldade 9ue Satan6s podia insti ar o coraD)o 8umano a ima inarI t2m reca-do so.K Atos *M'4O'$. pena de morteI a n)o mais pre arem no nome de JesusI soltaramOnos.K Jo)o 1+M$&. O mundo n)o est6 8o!e em maior 8armonia com os princ-pios de CristoI do 9ue este1e no dia dos apóstolos.ssa pro<ecia tem sido marcadamente cumprida.nt)o <oi o capit)o com os ser1idoresI e os trou=eI n)o com 1iol2ncia Lpor9ue temiam ser apedre!ados pelo po1oN.n1iando um an!o para os li1rarI Deus l8es dera um sinal de Seu amor e certe%a de Sua presenDa.res e=emplos de lealdade para com Deus.e o 1osso coraD)oI nem se atemori%e.leI Ka 7in8a pa% 1os douJ n)o 1oOla dou como o mundo a d6.M''. $'M$1NI o mesmo ódio 9ue le1ou a perse uiD)o aos . 5* mandamentos. $1M1$ e 1. KDei=oO1os a pa%IK disse .ora os apóstolos ti1essem sido miraculosamente li.stante causa de di1is)o.K Atos *M$* e $. 7uito relutantementeI depois de casti arem os disc-pulosI e ordenandoOl8es de no1oI so. Por9ue antes destes dias le1antouOse TeudasI di%endo ser al uémM a este se a!untou o nPmero de uns 9uatrocentos 8omensJ o 9ual <oi mortoI e todos os 9ue l8e deram ou1idos <oram dispersos e redu%idos a nada. Halou ent)o com rande ponderaD)o e calmaI di%endoM K:ar@es israelitasI acautelaiO1os a respeito do 9ue 8a1eis de <a%er a estes 8omens.sp-rito Santo 9ue Deus deu G9ueles 9ue L8e o. Os sacerdotes 1iram a racionalidade destas opini@esI e <oram o. . Toca1aOl8es a ora so<rer por amor dA9uele cu!o e1an el8o esta1am pre ando.is 9ue os 8omens 9ue encerrastes na pris)o est)o no templo e ensinam ao po1o. >a 8istória dos pro<etas e apóstolosI e=istem muitos no. A9uele 9ue 1eio proclamar ale res no1as e promo1er a esperanDa e ale ria no coraD)o dos <il8os dos 8omensI a. Pr-ncipe da pa%I era .

u o amareiKI disse CristoI Ke 7e mani<estarei a ele.ntre os 9ue adota1am a <é dos 8e. So. A 8istória da 1erdade tem sido sempre o relato da luta entre o direito e o erro. Pessoa al umaI ou mesmo um rupo de 8omensI poderiam le1ar so%in8os o pesado <ardo sem pAr em peri o a prosperidade <utura da i re!a.resI por9ue .uiD)o das responsa. &$M1+.ertar6 as suas almas do en ano e da 1iol2nciaI e precioso ser6 o seu san ue aos ol8os d.an8o do Seu po1oJ por9ue como as pedras de uma coroa eles ser)o e=altados na sua terra.al8a1am unidos no poder do . A acusaD)o e a perse uiD)o t2m separado muitos de seus ami os terrestresI mas nunca do amor de Cristo. Fuando so<re a morte por amor a CristoI o Sal1ador l8e di%M .em como os interesses <inanceiros erais da i re!aJ eI pela sua est)o acautelada e seu piedoso e=emploI <oramI para seus cole asI um au=-lio importante em con!u ar os 16rios interesses da i re!a em um todo unido. 1$*M1 e $.edoriaI aos 9uais constituamos so.K Sal.le. C8e ara o tempoI declararam os apóstolosI em 9ue os c8e<es espirituais 9ue superintendiam as i re!as de1eriam ser ali1iados da tare<a de distri.2nD)o para a i re!a.K Isa.ia 9ueI en9uanto esta uni)o continuasse a e=istirI ele seria P6 .M''.sp-rito SantoI uni)o com Cristo.ito de ol8ar com ciPme a seus irm)os na <éI e desco. Assim aconteceu 9ueI aumentando o nPmero dos disc-pulosI o inimi o conse uiu despertar suspeitas de al uns 9ue anti amente tin8am tido o 86.unais terrestresI Cristo Se ac8a a seu lado.. KOs 9ue con<iam no Sen8or ser)o como o 7onte de Si)oI 9ue n)o se a. O coraD)o da9ueles 9ue se con1erteram mediante o tra.ra de pre ar o e1an el8o.ilidades.u te es<orDoI e te a!udoI e te sustento com a destra da 7in8a !ustiDa.K Atos .K Atos . .al8o dos apóstolosI a.itos de pensarI na esperanDa de 9ue por este meio pudesse introdu%ir na i re!a elementos de desuni)o. 5& KOra na9ueles diasI crescendo o nPmero dos disc-pulosI 8ou1e uma murmuraD)o dos re os contra os 8e. Os disc-pulos de Jesus tin8am c8e ado a uma crise em sua e=peri2ncia. SnimoI . A proclamaD)o do e1an el8o sempre tem sido le1ada a1ante neste mundo em <ace de oposiD)oI peri osI perdas e so<rimentos.ros representa1a constante aumento de tra. FuandoI por causa da 1erdadeI o crente se ac8a perante os tri.rir de<eitos em seus uias espirituaisJ eI desta maneiraI K8ou1e uma murmuraD)o dos re os contra os 8e. Ao tempo do derramamento do . Atos . 55 impotente para deter o pro resso da 1erdade e1an élicaJ e procurou tirar 1anta em de anteriores 86.K Jo)o 1.stes o<iciais tomaram em cuidadosa consideraD)o as necessidades indi1iduaisI .sp-rito SantoI a o.reusI por9ue as suas 1iP1as eram despre%adas no ministério cotidiano. 5.reusI reunidos em JerusalémI 8a1ia al uns comumente con8ecidos como re osJ entre estes e os !udeus da Palestina tin8a 8a1ido desde muito tempo descon<ianDa e mesmo anta onismo. K.re este importante ne ócio.disc-pulosI ainda opera nos <il8os da deso. +1M14. Atos $M*.alaI mas permanece para sempre. . A despeito de preconceitos anterioresI todos esta1am em 8armonia uns com os outros.sp-rito Santo a es.u sou conti oJ n)o te assom.uiD)o di6ria de au=-lio Gs 1iP1as re as.les podem matar o corpoI mas n)o podem matar a alma. a s6. Fual9uer desi ualdade seria contr6ria ao esp-rito do e1an el8oI contudo Satan6s conse uira despertar a suspeita.ra mostrouOse uma rande .K Jo)o 1+M$1. Fuando é encerrado entre as paredes da pris)oI Cristo Se l8e mani<esta e com Seu amor l8e anima o coraD)o. o Sen8or seu Deus na9uele dia os sal1ar6I como ao re. #M1* e 1.K K.al8o para os 9ue tin8am responsa. .sp-rito Santo e de sa. KLi.scol8ei poisI irm)osI dentre 1ósIK disseram elesI Ksete 1ar@es de .M1.u 1enci o mundo. O mesmo esp-rito 9ue nos séculos escuros en1iou 8omens e mul8eres G pris)oI ao e=-lioI e G morteJ 9ue conce. Satan6s sa.oDar um plano para a mel8or or ani%aD)o de todas as <orDas ati1as da i re!a. 3a1ia necessidade de uma redistri.K Sal.oa reputaD)oI c8eios do . Os apóstolos precisa1am dar a ora P6 . KTende . A i re!a primiti1a era constitu-da de muitas classes de pessoas de di<erentes nacionalidades. .K Uac. 5# um importante passo para a or ani%aD)o e1an élica na i re!aI pondo so.edi2ncia. A i re!a se amplia1a de cont-nuoI e este crescimento em mem.randouOse e uniuOse pelo amor crist)o. 7as nós perse1eraremos na oraD)o e no ministério da Pala1ra. K>)o temasI por9ue . # Os Sete Di6conos P6 .u sou teu DeusM .itando !udeusI 1ar@es reli iososI de todas as naD@es 9ue est)o de. A causa da 9uei=a <oi a ne li 2ncia 9ue se ale a1a na distri. Con1ocando uma reuni)o dos crentesI os apóstolos <oram le1ados pelo .resI e de outros encar os semel8antesI de modo 9ue pudessem estar li1res para le1ar a1ante a o.M1.ra cometida aos mensa eiros do e1an el8o 8a1iaOse desen1ol1ido rapidamente.ai=o do céuK.reusK.ra a uni)o com DeusI uni)o com o .om P6 .ilidades 9ue t)o <ielmente tin8am sido le1adas por uns poucos nos primeiros dias da i re!a. Como est)o os montes G roda de JerusalémI assim o Sen8or est6 em 1olta do Seu po1o desde a ora e para sempre. A desi naD)o dos sete para tomarem a direD)o de ramos especiais da o.m 9ue consistia a <orDa da9ueles 9ue no passado so<reram perse uiD)o por amor a CristoQ .M' e +.ste consel8o <oi se uido eI pela oraD)o e imposiD)o das m)osI sete 1ar@es escol8idos <oram solenemente separados para seus de1eres como di6conos.uir aos po. De1erOseOiam a ora tomar medidas imediatas para remo1er todo o moti1o de descontentamentoI para 9ue n)o acontecesse triun<ar o inimi o em seus es<orDos de acarretar di1is)o entre os crentes. KO Sen8or dos e=ércitos os amparar6. >unca a almaI pro1ada pela tempestadeI é mais encarecidamente amada por seu Sal1ador do 9ue 9uando so<re a perse uiD)o por amor G 1erdade. K.ia direD)o dos apóstolosI 9ue tra. .eu as atro%es torturas da in9uisiD)oJ 9ue plane!ou e e=ecutou o massacre de S)o Bartolomeu e acendeu as <o ueiras de Smit8<ieldI est6 ainda a indo com mali na ener ia em coraD@es n)o re enerados.sp-rito SantoI no dia do PentecosteI Kem Jerusalém esta1am 8a.re outros al uns dos encar os até a ora le1ados por eles sós.

sp-ritoI a pala1ra da ci2nciaJ e a outroI pelo mesmo .ilidade da administraD)o eral da i re!aI n)o de1eriam assen8orearOse da 8eranDa de DeusI masI como s6. Cant. >)o tin8a seu di1ino (uia orado ao PaiM K(uarda em Teu nome a9ueles 9ue 7e desteI para 9ue se!am umI assim como >ósKQ Jo)o 1&M11. 7as um só e o mesmo .n9uanto persistissem em tra.K Atos .sistirM assim tam. *M$ e 'NJ e os di6conos de1eriam ser K1ar@es de .sp-rito Santo e de sa.elecidos Kpara 9ue !ul uem este po1o em todo o tempoKI ali1iando assim 7oisés da e=austi1a responsa. 86 di1ersidade de ministériosI mas o Sen8or é o mesmo.ilidade na i re!aI de1em ser despendidos no trato com assuntos de maior importSnciaI 9ue demandem capacidade especial e lar ue%a de coraD)o. Al uns <oram dotados pelo . A or ani%aD)o da i re!a em Jerusalém de1eria ser1ir como modelo para a or ani%aD)o de i re!as em todos os outros lu ares em 9ue mensa eiros da 1erdade con9uistassem con1ersos ao e1an el8o. De1iam ser esta.uiD)o de responsa.n9uanto permanecessem unidosI a i re!a a1anDaria K<ormosa como a LuaI . #4 sacerdotes o. 1$M+O1$. I Cor. #1 Com o au=-lio desses di1inos instrumentosI apresentariam ao mundo uma <rente unidaI e seriam 1encedores no con<lito 9ue eram <orDados a manter incessantemente contra os poderes das tre1as. W=o.ran er o mundoI e os mensa eiros da cru% n)o poderiam esperar cumprir sua importante miss)o a menos 9ue permanecessem unidos pelos laDos da a<inidade crist)I re1elando assim ao mundo 9ue eles eram um com Cristo em Deus.an8o todoI uma in<lu2ncia para a uni)o. .K Jetro su eriu mais 9ue <ossem escol8idos 8omens como Kmaiorais de milI maiorais de cemI maiorais de cin9RentaI e maiorais de de%K. 7ais tardeI na 8istória da i re!a primiti1aI 9uando nas 16rias partes do mundo muitos rupos de crentes se constitu-ram em i re!asI a or ani%aD)o da mesma <oi P6 .la a1anDaria de 1itória em 1itóriaI cumprindo loriosamente sua di1ina miss)o de proclamar o e1an el8o ao mundo.reirosI porémI de1eriam tra.ra com rande <er1or e sucesso.re os 9ue s)o c8amados a a ir como diri entes na i re!a de Deus na Terra. KOra 86 di1ersidade de donsI mas o .elecer centros de lu% e .stes 8omens de1eriamI unidosI de<ender o direito e mant2Olo com <irme%a e decis)oJ assim teriam so. KSe!a 9ue todo o ne ócio ra1e tra am a tiIK aconsel8ou Jetro a 7oisésI Kmas todo o ne ócio pe9ueno eles o !ul uemJ assim a ti mesmo te ali1iar6s da car aI e eles a le1ar)o conti o.em 9uali<icados para mane!ar.er o camin8o em 9ue de1em andarI e a o.ilidades impendentes so. . A proclamaD)o do e1an el8o de1ia a.ém todo este po1o em pa% 1ir6 ao seu lu ar.Fue este passo esta1a no des.K W=o. .iria so. #' lo o sucum.re o re.2nD)oI onde 9uer 9ue e=istissem almas sinceras e dispostas a se dedicarem ao ser1iDo de Cristo. 7as a mani<estaD)o do .M&.sp-rito opera todas estas coisasI repartindo particularmente a cada um como 9uer. Todas estas classes de o. 15M$$ e $'. A9ueles a 9uem <ora entre ue a responsa. P6 . . . Se isto <i%eresI e Deus to mandarI poder6s ent)o su.ro era e=ortado a . .M'. O tempo e a <orDa dos 9ueI na pro1id2ncia de DeusI <oram colocados em posiD@es de mando e responsa. >)o pleiteara com o Pai 9ue eles pudessem ser Kper<eitos em unidadeK Kpara 9ue o mundo creia 9ue Tu 7e en1iasteKQ Jo)o 1&M$' e $1.sp-ritoI os dons de curarJ e a outro a operaD)o de mara1il8asJ e a outro a pro<eciaJ e a outro o dom de discernir os esp-ritosJ e a outro a 1ariedade de l-n uasJ e a outro a interpretaD)o das l-n uas.edoriaJ e a outroI pelo mesmo .sp-rito Santo de dons especiais O Kprimeiramente apóstolosI em se undo lu ar pro<etasI em terceiro doutoresI depois mila resI depois dons de curarI socorrosI o1ernosI 1ariedades de l-n uasK.sp-rito é dada a cada umI para o 9ue <or Ptil.erdade asse urada aos apóstolos como o %elo e poder mostrados pelos sete di6conos. >os dias da teocraciaI 9uando 7oisés esta1a procurando le1ar so%in8o <ardos t)o pesados 9ue P6 .ra de constante ampliaD)o O esta. 1$M$5.ilidades.io uso dos talentos a ele con<iados. elesI <oi ele aconsel8ado por Jetro a <a%er planos para uma s6.ia distri. .ra 9ue de1em <a%er.ilidade por au=iliares consa rados. . KS2 tu pelo po1o diante de DeusIK aconsel8ou JetroI Ke le1a tu as coisas a DeusJ e declaraOl8es os estatutos e as leisI e <a%eOl8es sa.sp-ritoI a <éJ e a outroI pelo mesmo .rosI sendo muitosI s)o um só corpo assim é Cristo tam.ilidade de atender a muitos assuntos de menor importSnciaI 9ue podiam ser solucionados com 8a.sp-rito é dada a pala1ra da sa. Somente en9uanto esti1essem unidos com Cristo podiam os disc-pulos esperar possuir o poder acompan8ante do .an8oK LI Ped.emI 9ue se 1iram.edecia G <é.K I Cor.orreceuI por9ue n)o s)o do mundoKQ Jo)o 1&M1+.andeirasK. Solenes s)o as responsa. / i re!a primiti1a tin8a sido con<iada uma o.ios pastoresI apascentar Ko re. Ao contr6rioI <oram amplamente 9uali<icados para instruir a outros na 1erdadeJ e se empen8aram na o.nio de Deus éOnos re1elado nos imediatos resultados para o .sp-rito Santo e a cooperaD)o dos an!os do Céu. Sua 1ida e poder espirituais dependiam de -ntima relaD)o com A9uele 9ue os 8a1ia comissionado para pre ar o e1an el8o. Todo mem. n)o declarara . >)o é o plano de Deus 9ue tais 8omens se!am solicitados na soluD)o de assuntos de pe9uena consideraD)oI 9ue outros s)o .em desempen8ar sua parte.le com respeito a Seus disc-pulosM KO mundo os a. .rosI e todos os mem.ril8ante como o SolI <ormid61el como um e=ército com .M14.rindoOl8es o camin8oJ coraD@es seriam preparados para a recepD)o da 1erdadeI e muitos seriam an8os para Cristo. O <ato de terem sido esses irm)os ordenados para a o.resI n)o os e=clu-a do de1er de ensinar a <é.an8o de DeusKI Kser1indo de e=emplo ao re.al8ar em 8armonia.sp-rito é o mesmo.edoriaK. KCrescia a Pala1ra de DeusI e em Jerusalém se multiplica1a muito o nPmero dos disc-pulosI e rande parte dos P6 . Atos .orreDam a a1are%aK. 86 di1ersidade de operaD@esI mas é o mesmo Deus 9ue opera tudo em todos. Por9ue a um pelo .ém. Cada 9ual de1ia <a%er s6.al8ar unidosI mensa eiros celestiais iriam adiante delesI a.sta col8eita de almas era tanto o resultado de maior li. >ada l8e impediria o pro resso. . #$ mais aper<eiDoadaI de modo 9ue a ordem e a aD)o 8armoniosa se pudessem manter. 15M1#O$$. Por9ueI assim como o corpo é umI e tem muitos mem. Os escol8idos de1iam ser K8omens capa%esI tementes a DeusI 8omens de 1erdadeI 9ue a.oa reputaD)oI c8eios do .ra especial de ol8ar pelas necessidades dos po.

K Luc.iDoso de torpe anSnciaJ mas dado G 8ospitalidadeI ami o do . . es<orDaOte. . O rei Da1iI ao <im de seu reinadoI <e% solene e=ortaD)o aos 9ue tin8am o encar o da o.m suas instruD@es a esses anci)os ao tempo em 9ue <oram ordenadosI ele es. :endo os sacerdotes e pr-ncipes o poder 9ue acompan8a1a a pre aD)o de . KOu1i a causa entre 1ossos irm)osIK disse 7oisésI Ke !ul ai !ustamente entre o 8omem e seu irm)oI e entre o estran eiro 9ue est6 com ele.inaD)o para dar ao mundo as .io na i re!a. 1+M''.ilmente de<endia as 1erdades 9ue ad1o a1a e derrota1a completamente seus oponentes.K I Cor. >)o somente <ala1a no poder do .ilidade.ilidade na i re!aI Kse!a irrepreens-1elI como despenseiro da casa de DeusI n)o so. . . #+ cin9RentaI e maiorais de de%.re ela o selo de Sua apro1aD)o. .. $5M1 e 5.ém os eunucos e 1ar@esI e todo o 1ar)o 1alenteKI o idoso rei solenemente os ad1ertiu Kperante os ol8os de todo o IsraelI a con re aD)o do Sen8orI e perante os ou1idos do nosso DeusKI para 9ue uardassem e . Posto 9ue !udeu de nascimentoI <ala1a a l-n ua re a e esta1a <amiliari%ado com os usos e costumes dos re os. Ac8ouI portantoI oportunidade de pre ar o e1an el8o na sina o a dos !udeus re os.ilidadeI Da1i e=ortou de maneira especialM K.uscaresI ser6 ac8ado de tiJ porémI se O dei=aresI re!eitarOteO6 para sempre..sp-rito SantoI e tudo em com. I CrAn.m relaD)o a ele cumpriuOse a promessaM KProponde pois em 1ossos coraD@es n)o premeditar como 8a1eis de responderJ por9ue .em 9ue espal8ados em um rande territórioI eram todos mem.uscassem Ktodos os mandamentos do Sen8or 1osso DeusK.osI e os capit)es das turmasI 9ue ser1iam o reiI e os capit)es dos mil8aresI e os capit)es das centenasI e os maiorais de toda a <a%enda e possess)o do reiI e de seus <il8osI como tam. .ilitam um 8omem a ser diri ente s6. Fuando sur ia dissens)o em uma i re!a localI como mais tarde aconteceu em Antio9uia e em outros lu aresI e os crentes n)o podiam c8e ar a um acordo entre siI n)o se permitia 9ue tais assuntos criassem di1is)o na i re!aI mas eram encamin8ados a um conc-lio eral de todo o con!unto dos crentesI constitu-do de dele ados desi nados pelas 16rias i re!as locaisI com os apóstolos e anci)os nos car os de maior responsa. $1M1+ e 1*.ém era claro ser ele um estudioso das pro<eciasI e instru-do em todos os assuntos da lei.oca e sa.. Assim os es<orDos de Satan6s para atacar a i re!a nos lu ares isoladosI <oram contidos pela aD)o concorde por parte de todosJ e os planos do inimi o para es<acelar e destruir <oram su.m 8armonia com este planoI Kescol8eu 7oisés 8omens capa%esI de todo o IsraelI e os pAs por ca. eles !ul aram o po1o em todo o tempoJ o ne ócio 6rduo trou=eram a 7oisésI e todo o ne ócio pe9ueno !ul aram elesK.st21)oI o principal dos sete di6conosI era 8omem de pro<unda piedade e rande <é.oDadas no Anti o Testamento.oI nem iracundoI nem dado ao 1in8oI nem espancadorI nem co.lica com eleI esperando con<iantemente uma <6cil 1itória. >)o atentareis para pessoa al uma em !u-%oI ou1ireis assim o pe9ueno como o randeM >)o temereis a <ace de nin uémI por9ue o !u-%o é de Deus. $5M# e 14. #. #& ..er.ra se!a le1ada a1ante com pro<ici2ncia e e=atid)oI de modo 9ue possa pAr so.ordinada ao .1ertidos. Con1ocando a Jerusalém Ktodos os pr-ncipes de IsraelI os pr-ncipes das tri. O Cristianismo na Palestina e S-ria 14 O Primeiro 76rtir Crist)o P6 .st21)oI enc8eramOse de ódio atro%.em disciplinado e=ércitoI 1estido com a armadura de Deus.eDas so. Crist)o de1e estar em uni)o com crist)oI i re!a com i re!aI cooperando o instrumento 8umano com o di1inoI ac8andoOse cada a 2ncia su. e 1&.sp-rito SantoI mas tam.oDou al umas das 9uali<icaD@es 9ue 8a.re o po1oM maiorais de mil e maiorais de cemI maiorais de P6 .m 16rias ocasi@es 8a1iam su.ra muito ati1o na causa de Cristo e com ousadia proclama1a a sua <é. #5 9uantos se 1os opuserem.ra de ordenar as coisas em todas as i re!asI e na ordenaD)o de 8omens capa%es para a ir como o<iciaisI os apóstolos se orientaram pelas altas normas de o1erno es.edoriaI e ao esp-rito com 9ue <ala1aK.ser1ados na administraD)o dos ne ócios da i re!a 8o!eI n)o menos do 9ue o <oram nos anti os tempos.edoria a 9ue n)o poder)o resistir nem contradi%er todos P6 . rupos de crentesI se .emI moderadoI !ustoI santoI temperanteJ retendo <irme a <iel pala1raI 9ue é con<orme a doutrinaI para 9ue se!a poderosoI tanto para admoestar com a s) doutrinaI como para con1encer os contradi%entesK.le re9uer 9ue o método e a ordem se!am o. W=o.ra de Deus em seus dias. Ilustrados ra. Os P6 . 7anti1eram o princ-pio de 9ue a9uele 9ue é c8amado para ocupar posiD)o de maior responsa.ilitouOl8es a1anDarem <irmemente como . 1M1. tuI meu <il8o Salom)oI con8ece o Deus de teu paiI e ser1eOO com um coraD)o per<eito e com uma alma 1olunt6riaJ por9ue es9uadrin8a o Sen8or todos os coraD@esI e entende todas as ima inaD@es dos pensamentosM Se O . Tito 1M&O#.inos e doutores da lei empen8aramOse em discuss)o pP. Dese!a 9ue Sua o. #* A Salom)oI como a9uele 9ue de1ia ocupar posiD)o de maior responsa. 15M$* e $. >a o. P6 .m 1e% de se renderem Gs pro1as 9ue ele apresenta1aI resol1eram <a%er silenciar sua 1o%I matandoOo.oas no1as da raDa de Deus. 7ais tardeI ao escol8er setenta anci)os para com eles repartir as responsa.K Deut. KPor9ue Deus n)o é Deus de con<us)oI sen)o de pa%I como em todas as i re!as dos santos. .ros de um só corpoJ todos se mo1iam em concerto e em 8armonia uns com os outros. 3a. A ordem 9ue <oi mantida na primiti1a i re!a crist)I possi. II.u 1os darei .ilidades da lideranDaI 7oisés <oi cuidadoso em selecionar para seus au=iliares 8omens 9ue possu-ssem di nidadeI s)o !u-%o e e=peri2ncia.ornado as autoridades romanas a <im de passarem por alto casos em 9ue os !udeus tin8am <eito !ustiDa pelas próprias m)osI !ul andoI . Ol8a pois a oraI por9ue o Sen8or te escol8eu. 7as Kn)o podiam resistir G sa. Os mesmos princ-pios de piedade e !ustiDa 9ue de1iam orientar os l-deres entre o po1o de Deus nos dias de 7oisés e de Da1iI de1iam ser i ualmente se uidos por a9ueles a 9uem <oi entre ue o cuidado da recémOor ani%ada i re!a de Deus na dispensaD)o e1an élica.K I CrAn.

Fuando esta. Determinados a arcar com as conse9R2nciasI a arraram .em como de Isa-asM K7as o Alt-ssimo n)o 8a. 7uitos 9ue contemplaram esta lu% tremeram e 1elaram o rostoI mas a pertina% incredulidade e preconceito dos pr-ncipes n)o se a.raI e secretamente a!uda1am os !udeusI a <im de concili6Olos e asse urar seu <a1or. >en8uma sentenDa le al <ora pronunciada contra .I tendo dito istoI adormeceu.ruptamente. apedre!aram a . K. Interrompendo su.st21)oI este ato <oi um sinal de 9ue sua 1o% lo o silenciaria para sempre.ranDa da apro1aD)o de Deus em sua <aceJ suas pala1ras 9ue tocaram a própria alma dos 9ue as ou1iramI permaneceram na mente dos espectadores e testi<icaram da 1erdade do 9ue ele 8a1ia proclamado.ertasI eI ol8ando por elasI 1iu a lória da corte de DeusI e CristoI em pé como 9ue Se 8a1endo le1antado de Seu trono precisamente P6 . ?e<eriuOse G construD)o do templo por Salom)oI e Gs pala1ras desteI . . Descre1endo ele as loriosas cenas 9ue esta1a a contemplarI seus perse uidores n)o o suportaram mais.st21)oI 9ue em in1ocaD)o di%iaM Sen8or JesusI rece.st21)o se colocou <ace a <ace com seus !u-%esI para responder G acusaD)o de .st21)oI mas as autoridades romanas <oram su. Por9ue n)o pudessem os sacerdotes e pr-ncipes pre1alecer contra a sa.sortaI prosse uiu ele relatando a 8istória do po1o escol8ido de Deus.K Atos &M*.st21)oI Saulo parecera estar im.I pondoOse de !oel8osI clamou com rande 1o%M Sen8orI n)o l8es imputes este pecado. 14$ i re!a de DeusI a<li indo os seus mem. Depois <icara irado com sua própria con1icD)o -ntima de 9ue . ## pro<erir pala1ras .. Fuando .st21)o n)o tin8am dP1ida em poder se uir de no1o o mesmo camin8o sem se e=porem ao peri o.st21)oI ran endo os dentes.st21)o.sp-rito SantoJ assim 1ós sois como 1ossos pais.edoria de . Li a1a Jesus Cristo com toda a 8istória !udaica.léia a. Fue casa 7e edi<icareisQ di% o Sen8orM ou 9ual é o lu ar do 7eu repousoQ Por1entura n)o <e% a 7in8a m)o todas estas coisasQK Atos &M+5O*4. Saulo de Tarso esta1a presente e tomou parte importante contra .st21)oI clara e calmaI decidiram <a%er dele uma liD)oJ eI en9uanto assim satis<a%iam seu ódio 1in ati1oI impediriam outrosI pelo medoI de adotarem sua crenDa.st21)o produ%iu pro<unda impress)o em todos os 9ue o presenciaram. Trou=e o peso da elo9R2ncia e a ló ica dos ra. Ao atin ir .las<emas contra o templo e a lei. 7ostrou completo con8ecimento da economia !udaicaI e interpretaD)o espiritual da mesmaI a ora mani<esta por meio de Cristo. Para ele as portas do Céu esta1am a.st21)o esta1a pre ando doutrinas en anadoras e peri osasJ mas em .e o meu esp-rito.alaram. A 9ual dos pro<etas n)o perse uiram 1ossos paisQ Até mataram os 9ue anteriormente anunciaram a 1inda do JustoI do 9ual 1ós a ora <ostes traidores e 8omicidasJ 1ósI 9ue rece.st21)o e o trou=eram perante o conc-lio do Sinédrio para ser !ul ado. . :iu a resist2ncia 9ue encontraram suas pala1rasI e compreendeu 9ue esta1a a dar seu Pltimo testemun8o. Atos . 141 ent)oI para dar au=-lio a Seu ser1o.st21)o e=clamouM K.st21)o comeDou sua de<esa com 1o% claraI penetranteI 9ue repercutia pelo recinto do consel8o. Sendo interro ado 9uanto G 1erdade das acusaD@es contra ele <eitasI .M1+. Para ele o temor da morte desaparecera. Com pala1ras de triun<o . K>ós l8e ou1imos di%erKI declararam essas testemun8asI K9ue esse Jesus >a%areno 86 de destruir este lu ar e mudar os costumes 9ue 7oisés deu. Para . >os rostos cruéis em redor de siI o prisioneiro leu a sua sorteJ mas n)o 1acilou.re .condenando e e=ecutando prisioneiros de acordo com seu costume nacional. ?epetiu as pala1ras de 7oisés 9ue predi%iam o 7essiasM KO Sen8or 1osso Deus le1antar6 dentre 1ossos irm)os um pro<eta semel8ante a mimM a . Para ele os coléricos sacerdotes e a tur.las<2miaI um santo .re o caso.u-do de um %elo <renético.estes a lei por ordenaD)o dos an!osI e n)o a uardastes. 144 Terra o estrado de 7eus pés.st21)o <ora 8onrado por DeusI ao mesmo tempo em 9ue era desonrado pelos 8omens. Com pala1ras 9ue mantin8am a assem.ita em templos <eitos por m)os de 8omensI como di% o pro<etaM O Céu é o 7eu tronoI e a P6 .re ele e o e=pulsaram da cidade.itamente o relato da 8istória 9ue 1in8a se uindoI e 1ol1endoOse a seus !u-%es en<urecidosI e=clamouM K3omens de dura cer1i%I e incircuncisos de coraD)o e ou1idoM 1ós sempre resistis ao . Sua morte <oi uma rude pro1a para a i re!aI mas resultou na con1icD)o de SauloI 9ue n)o pAde apa ar de sua memória a <é e constSncia do m6rtir e a lória 9ue l8e resplandeceu no rosto. Seu %elo em le1ar a1ante esta perse uiD)o aterrori%ou os crist)os em Jerusalém.K Atos &M*# e .rosI prendendoOos em suas casas e entre andoOos aos sacerdotes e pr-ncipes para pris)o e morte. Testemun8as <oram assalariadas para depor <alsamente 9ue o ou1iram P6 .m. A indo mais como <eras rapinantes do 9ue como seres 8umanosI precipitaramOse so.ornadas com randes somas de din8eiro para n)o <a%erem pes9uisa so. A lem.M1*.ril8o resplandeceu em seu rostoI e Ktodos os 9ue esta1am assentados no consel8oI <i=ando os ol8os neleI 1iram o seu rosto como o rosto de um an!oK.st21)o este pontoI 8ou1e um tumulto entre o po1o. As autoridades romanas nen8um es<orDo especial <i%eram para deter a cruel o.a irada n)o o<ereciam terror.ora no meio de seu serm)oI concluiuOo a.K Atos &M*1O*'.is 9ue 1e!o os Céus a.radosI com <Pria correram unSnimes so.4.ertosI e o Hil8o do 8omemI 9ue est6 em pé G m)o direita de Deus.st21)o encontrou 9uem tin8a plena compreens)o dos propósitos de Deus em propa ar o e1an el8o Gs outras naD@es. .eleceu cone=)o entre Cristo e as pro<eciasI e <alouI como <i%eraI a respeito do temploI o sacerdoteI pretendendo estar tomado de 8orrorI ras ou as 1estes. Patenteou sua própria lealdade para com Deus e para com a <é !udaicaI en9uanto mostra1a 9ue a lei na 9ual os !udeus con<ia1am para a sal1aD)o n)o <ora capa% de sal1ar Israel da idolatria. O mart-rio de . >a cena do !ul amento e morte de . A esta alturaI sacerdotes e pr-ncipes <icaram <ora de siI de cólera. Tapando os ou1idos para n)o ou1ir suas pala1rasI e dando altos .is a atuarem no casoI para con1encer o po1o de 9ue . Os inimi os de . Saulo continuou a perse uir a P6 . Judeus eruditos de pa-ses circun1i%in8os <oram con1ocados para o <im de re<utar os ar umentos do prisioneiro.K Atos 'M$$. . O 9uadro 9ue diante dele esta1a se des1aneceu de sua 1ista.K Atos .le ou1ireis.

.ra do e1an el8o.al8o intensoI comeDaram a pensar 9ue n)o 8a1ia para eles tra. Após ou1ir Suas pala1rasI a mul8er tin8a ido aos 8a.Depois da morte de . Fuando <oram espal8ados pela perse uiD)oI sa-ram c8eios de %elo mission6rio.ri uei a . $5M1#NI 8a1ia muitos 9ue eram das camadas mais 8umildesI 8omens e mul8eres 9ue tin8am aprendido a amar seu Sen8orI e 9ue decidiram se uir Seu e=emplo de a. Kdescendo Hilipe G cidade de SamariaI l8es pre a1a a Cristo. Sa.le. P6 . 9uando os mata1am eu da1a o meu 1oto contra eles.1an el8o em Samaria P6 .re em .nios dos sacerdotes para destru-OLo.ra disse ele posteriormenteM KBem tin8a eu ima inado 9ue contra o nome de Jesus >a%areno de1ia eu praticar muitos atosJ o 9ue tam.ens deste mundoI mas n)o esmoreceu na de<esa de sua <é. A P6 . . De seu %elo nesta cruel o.st21)oI le1antouOse em Jerusalém uma perse uiD)o t)o implac61el contra os crentes 9ue Ktodos <oram dispersos pelas terras da Judéia e SamariaK. HilipeI um dos sete di6conosI esta1a entre os 9ue <oram e=pulsos de Jerusalém.le dissera na noite da entre1ista no 7onte das Oli1eirasM KComo 7oisés le1antou a serpente no desertoI assim importa 9ue o Hil8o do 8omem se!a le1antadoK LJo)o 'M1+NJ e ele 1iu em Jesus o ?edentor do mundo.st21)oI Saulo <oi eleito mem. .m lu ar de instruir os no1os con1ersos para le1arem o e1an el8o aos 9ue ainda n)o o 8a1iam ou1idoI esta1am em peri o de tomar um camin8o 9ue os le1aria a se sentirem satis<eitos com o 9ue !6 tin8a sido alcanDado. 14. 14+ >esse tempo de peri oI >icodemos 1eio destemerosamente con<essar sua <é no Sal1ador.ro do SinédrioI e com outros tin8a sido mo1ido pelos ensinos de Jesus. A perse uiD)o 9ue so.rara perante ele o plano da sal1aD)o e de Sua miss)o ao mundoJ entretanto >icodemos 8esita1a ainda.tida pelo tra.ilidade de sua miss)o. Ao testemun8ar as mara1il8osas o.ntre a9ueles a 9uem o Sal1ador dera a miss)oM KPortanto ideI ensinai todas as naD@esKI L7at.le <alara !unto ao poDo de JacóI tin8a produ%ido <ruto. O concurso desses ricos e 8onrados 8omens era randemente necess6rio na9uela 8ora de tre1as. Com José de ArimatéiaI >icodemos tin8a <eito <ace Gs despesas do sepultamento de Jesus.M#O11. O Sen8or opera1a por meio deles.eli)o contra o Hil8o de Deus.rou das pala1ras 9ue .ar.las<emar.em como aos disc-pulos 9ue tin8am estado com o Sal1ador durante Seu ministério terrestreI <ora con<iado o precioso encar o. Atos 5M'.ido poder dos principais dos sacerdotesI encerrei muitos dos santos nas pris@esJ .K Atos $. Atos 5M1. Demasiado or ul8oso para se mostrar a.al8o t)o importante como o de prote er a i re!a de Jerusalém dos ata9ues do inimi o.al8ar por outrosI Deus permitiu 9ue l8es so. Ansiosos por ou1ir maisI suplicaramO ..res disc-pulosJ e sua ri9ue%a e in<lu2ncia os prote eramI em rande medidaI da maldade dos sacerdotes e pr-ncipes.ste era o en1iado de Deus tomou posse de sua mente..ertamente simp6tico ao 7estre alileuI 8a1ia procurado uma entre1ista secreta.I en<urecido demasiadamente contra elesI até nas cidades estran8as os perse ui. .re1iesse a perse uiD)o. Fue . Fuando a<inal Cristo <oi le1antado na cru%I >icodemos se lem..st21)oI a <im de pre ar e so<rer pelo Seu nome e propa ar e=tensamente as no1as da sal1aD)o por meio de Seu san ue. . eI casti andoOos muitas 1e%es por todas as sina o asI os o. A mensa em de Cristo G mul8er samaritana com 9uem . e muitos paral-ticos e co=os eram curados. >)o mais cauteloso nem du1idandoI encora!ou a <é dos disc-pulosI e usou sua ri9ue%a em a!udar a manter a i re!a em JerusalémI e no a1anDo da o. 11 O .=pulsos de JerusalémI os crentes Kiam por toda a parte anunciando a Pala1raK. P6 . A <im de espal8ar Seus representantes por outras partes do mundoI de maneira 9ue pudessem tra.iam ter nas m)os o p)o da 1ida para um mundo <amintoJ e eram constran idos pelo amor de Cristo a distri.ras de CristoI a con1icD)o de 9ue . as multid@es unanimemente presta1am atenD)o ao 9ue Hilipe di%iaI por9ue ou1iam e 1iam os sinais 9ue ele <a%ia. Pois 9ue os esp-ritos imundos sa-am de muitos 9ue os tin8amI .licamente recon8ecido a CristoI repetidamente 8a1ia ele no conc-lio do Sinédrio impedido os des. . >esta entre1istaI Jesus desdo.M#. 14* A oraI 9uando os !udeus procura1am destruir a i re!a nascenteI >icodemos 1eio em sua de<esa.ne ado ser1iDo. Aonde 9uer 9ue iamI os doentes eram curados e aos po. O 2=ito 8a1ia acompan8ado o ministério da Pala1ra neste lu arI e 8a1ia o peri o de 9ue os disc-pulos ali se demorassem por muito tempoI despreocupados da comiss)o 9ue 8a1iam rece. 14' Depois da morte de .st21)o n)o <oi o Pnico 9ue so<reu a morte pode ser e1idenciado das próprias pala1ras de SauloM K. .res se pre a1a o e1an el8o.ertamente como se uidores de CristoI mas >icodemos e José cora!osamente 1ieram em seu au=-lio.K Atos $.I 8a1endo rece.les puderam <a%er por seu 7estre morto o 9ue teria sido imposs-1el para os po..re1eio G i re!a de Jerusalém resultou em rande impulso para a o.s9uecidos de 9ue a <ortale%a para resistir ao mal é mel8or o. CompenetraramOse da responsa.ido do Sal1ador de irem por todo o mundo. estes 8umildesJ . De1eriam le1ar ao mundo as ale res no1as da sal1aD)o por meio de Cristo. Os 9ue noutros tempos o re1erenciaramI a ora o perse uiam e dele escarneciamJ e ele tornouOse po. .uir este p)o a todos os 9ue esti1essem em necessidade.les <oram com elaI ou1iram Jesus e creram n. 7asI con9uanto n)o ti1esse pu. Durante al um tempo <oi um instrumento poderoso nas m)os de Satan6s para promo1er sua re.ém <i% em Jerusalém.ra do e1an el8o. . Al uémI mais poderoso 9ue Satan6sI escol8era Saulo para tomar o lu ar do martiri%ado . Os disc-pulos esta1am temerosos de se mostrarem a.itantes da cidadeI di%endoM K:indeI 1ede um 8omem 9ue me disse tudo 9uanto ten8o <eitoM por1entura n)o é este o CristoQK . . Saulo Kassola1a a i re!aI entrando pelas casasM eI arrastando 8omens e mul8eresI os encerra1a na pris)oK.ro do consel8o do SinédrioI em consideraD)o G parte 9ue desempen8ara na9uela ocasi)o. Lo oI porémI este implac61el perse uidor de1eria ser empre ado em edi<icar a i re!a 9ue a ora esta1a a derri. Tin8a a 1erdade no coraD)oI e por tr2s anos 8ou1e pouco <ruto aparente. 8a1ia rande ale ria na9uela cidadeK. >icodemos era mem.

L8e 9ue permanecesse com eles. Por dois dias ,le Se demorou com elesI Ke muitos mais creram n,leI por causa da Sua pala1raK. Jo)o +M$# e +1. , 9uando Seus disc-pulos <oram e=pulsos de P6 . 14& JerusalémI al uns encontraram se uro asilo em Samaria. Os samaritanos rece;eram ;em os mensa eiros do e1an el8oI e os !udeus con1ertidos col8eram preciosos <rutos entre a9ueles 9ue uma 1e% <oram seus mais <ortes inimi os. O tra;al8o de Hilipe em Samaria <oi assinalado por rande sucessoI e assimI encora!adoI mandou pedir au=-lio em Jerusalém. Os apóstolos ent)o perce;eram mais amplamente o sentido das pala1ras de CristoM KSerO7eOeis testemun8asI tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e SamariaI e até aos con<ins da Terra.K Atos 1M5. Fuando Hilipe ainda se encontra1a em SamariaI <oiOl8e determinado por um mensa eiro celestial 9ue <osse Kpara a ;anda do sulI ao camin8o 9ue desce de Jerusalém para (a%a.K K, le1antouOseI e <oi.K Atos 5M$. e $&. ,le n)o pAs em dP1ida o c8amadoI nem 8esitou em o;edecerI pois 8a1ia aprendido a liD)o da con<ormidade com a 1ontade de Deus. K, eis 9ue um 8omem et-opeI eunucoI mordomoOmor de CandaceI rain8a dos et-opesI o 9ual era superintendente de todos os seus tesourosI e tin8a ido a Jerusalém para adoraD)oI re ressa1aI e assentado no seu carroI lia o pro<eta Isa-as.K Atos 5M$& e $5. ,ste et-ope era 8omem de ;oa posiD)o e rande in<lu2ncia. Deus 1iu 9ueI 9uando se con1ertesseI proporcionaria a outros a lu% 9ue rece;eraI e e=erceria <orte in<lu2ncia em prol do e1an el8o. An!os de Deus esta1am au=iliando este in9uiridor da lu%I e ele esta1a sendo atra-do para o Sal1ador. Pelo ministério do ,sp-rito SantoI o Sen8or o pAs em contato com 9uem o poderia uiar G lu%. Hilipe <oi diri ido a ir ter com o et-ope e e=plicarOl8e a pro<ecia 9ue esta1a lendo. KC8e aOteKI disse o ,sp-ritoI P6 . 145 Ke a!untaOte a esse carro.K Atos 5M$#. Apro=imandoOseI Hilipe per untou ao eunucoM K,ntendes tu o 9ue l2sQ , ele disseM Como poderei entenderI se al uém me n)o ensinarQ , ro ou a Hilipe 9ue su;isse e com ele se assentasse.K Atos 5M'1. A passa em 9ue ele esta1a lendo era a pro<ecia de Isa-as relati1a a CristoM KHoi le1ado como a o1el8a para o matadouroI eI como est6 mudo o cordeiro diante do 9ue o tos9uiaI assim n)o a;riu a Sua ;oca. >a Sua 8umil8aD)o <oi tirado o Seu !ul amentoJ e 9uem contar6 a Sua eraD)oQ por9ue a Sua 1ida é tirada da Terra.K Atos 5M'$ e ''. KDe 9uem di% isto o pro<etaQK per untou o eunucoJ Kde si mesmo ou de al um outroQK ,nt)o Hilipe l8e patenteou a rande 1erdade da redenD)o. ComeDando com a mesma passa emI Kl8e anunciou a JesusK. Atos 5M'+ e '*. O coraD)o do 8omem <remia de interesse ao seremOl8e e=plicadas as ,scriturasJ eI ao terminar o disc-puloI esta1a pronto para aceitar a lu% proporcionada. ,le n)o <e% de sua ele1ada posiD)o mundana uma desculpa para recusar o e1an el8o. KIndo eles camin8andoI c8e aram ao pé de al uma 6 uaI e disse o eunucoM ,is a9ui 6 uaJ 9ue impede 9ue eu se!a ;ati%adoQ , disse HilipeM C l-citoI se cr2s de todo o coraD)o. ,I respondendo eleI disseM Creio 9ue Jesus Cristo é o Hil8o de Deus. , mandou parar o carroI e desceram am;os G 6 uaI tanto Hilipe como o eunucoI e o ;ati%ou. K,I 9uando sa-ram da 6 uaI o ,sp-rito do Sen8or arre;atou a HilipeI e n)o o 1iu mais o eunucoJ eI !u;ilosoI continuou o seu camin8o. , Hilipe se ac8ou em A%otoI P6 . 14# eI indo passandoI anuncia1a o e1an el8o em todas as cidadesI até 9ue c8e ou a Cesaréia.K Atos 5M'.O+4. ,ste et-ope representa uma rande classe 9ue necessita ser ensinada por mission6rios como Hilipe O 8omens 9ue ouDam a 1o% de DeusI e 1)o aonde ,le manda. 7uitos 86 9ue est)o lendo as ,scrituras sem compreenderOl8es o 1erdadeiro si ni<icado. ,m todo o mundo 8omens e mul8eres ol8am atentamente para o Céu. De almas anelantes de lu%I de raDaI do ,sp-rito SantoI so;em oraD@esI l6 rimas e inda aD@es. 7uitos est)o no limiar do reinoI esperando somente serem recol8idos. 0m an!o uiou Hilipe G9uele 9ue procura1a a lu%I e 9ue esta1a pronto para rece;er o e1an el8oJ e 8o!e an!os uiar)o os passos dos o;reiros 9ue permitam ao ,sp-rito Santo santi<icarOl8es a l-n uaI educar e eno;recerOl8es o coraD)o. O an!o en1iado a Hilipe poderia ter ele próprio <eito a o;ra pelo et-opeI mas essa n)o é a maneira de Deus a ir. C Seu plano 9ue os 8omens tra;al8em por seus semel8antes. Crentes de todos os séculos t2m tomado parte na incum;2ncia dada aos primeiros disc-pulos. Todos os 9ue rece;eram o e1an el8oI rece;eram a sa rada 1erdade para repartir ao mundo. Os <iéis de Deus t2m sido sempre destemidos mission6riosI consa rando seus recursos para a 8onra de Seu nomeI e sa;iamente usando seus talentos em Seu ser1iDo. A o;ra altru-sta de crist)os do passado de1eria ser uma liD)o o;!eti1a e uma inspiraD)o para nós. Os mem;ros da i re!a de Deus de1em ser %elosos de ;oas o;rasI separandoOse de am;iD@es mundanas e se uindo nos passos dA9uele 9ue andou <a%endo o ;em. Com o coraD)o P6 . 114 repleto de simpatia e compai=)oI de1em eles ministrar aos 9ue necessitam de au=-lioI le1ando aos pecadores o con8ecimento do amor do Sal1ador. Tal o;ra re9uer la;oriosos es<orDosI mas produ% rica recompensa. Os 9ue nela se empen8am com sinceridade de propósito 1er)o almas sal1as para o Sal1adorJ pois a in<lu2ncia 9ue acompan8a a ati1idade pr6tica da di1ina miss)o é irresist-1el. >)o somente so;re o ministro ordenado repousa a responsa;ilidade de sair a cumprir esta miss)o. Todo o 9ue 8a!a rece;ido a Cristo é c8amado a tra;al8ar pela sal1aD)o de seus semel8antes. KO ,sp-rito e a esposa di%emM :em. , 9uem ou1eI di aM :em.K O de1er de <a%er este con1ite inclui a i re!a toda. Todo o 9ue ten8a ou1ido o con1iteI de1e <a%er ecoar a mensa em pelas colinas e 1alesI di%endoM K:em.K Apoc. $$M1&. C erro <atal supor 9ue a o;ra de sal1aD)o de almas depende só do ministério. O 8umilde e consa rado crente so;re 9uem o Sen8or da 1in8a colocou o encar o das almasI de1e rece;er encora!amento da9ueles a 9uem o Sen8or deu maiores responsa;ilidades. Os 9ue ocupam lu ar de l-deres na i re!a de Deus de1em sentir 9ue a miss)o do Sal1ador é dada a todos os

9ue crerem no Seu nome. Deus dese!a en1iar para a Sua 1in8a a muitos 9ue n)o <oram consa rados ao ministério pela imposiD)o das m)os. CentenasI 9uiD6 mil8aresI 9ue !6 ou1iram a mensa em de sal1aD)o est)o ainda ociosos na praDaI 9uando podiam estar empen8ados em al um setor de tra;al8o ati1o. A esses Cristo est6 di%endoM KPor 9ue estais P6 . 111 ociosos todo o diaQK , acrescentaM KIde 1ós tam;ém para a 1in8a.K 7at. $4M. e &. Por 9ue ra%)o muitos mais n)o respondem ao c8amadoQ Ser6 por9ue se ima inam escusados pelo <ato de n)o ocuparem os pPlpitosQ ,stes de1em compreender 9ue 86 uma 1asta o;ra a ser <eita <ora do pPlpitoI por mil8ares de consa rados mem;ros lei os. Lon amente tem Deus esperado 9ue o esp-rito de ser1iDo se apodere de toda a i re!aI de maneira 9ue cada um tra;al8e para ,le se undo sua 8a;ilidade. Fuando os mem;ros da i re!a de Deus <i%erem a o;ra 9ue l8es é indicada nos necessitados campos nacionais e estran eirosI em cumprimento da comiss)o e1an élicaI todo o mundo ser6 lo o ad1ertidoI e o Sen8or Jesus retornar6 G Terra com poder e rande lória. K, este e1an el8o do reino ser6 pre ado em todo o mundoI em testemun8o a todas as entesI e ent)o 1ir6 o <im.K 7at. $+M1+. 1$ De Perse uidor a Disc-pulo P6 . 11$ ,ntre os uias !udeus 9ue <icaram pro<undamente a;alados com o 2=ito 9ue acompan8a1a a proclamaD)o do e1an el8oI encontra1aOseI preeminentementeI Saulo de Tarso. Cidad)o romano de nascimentoI Saulo era n)o o;stante !udeu por descend2nciaI e <ora educado em Jerusalém pelos mais eminentes ra;is. KDa lin8a em de IsraelI da tri;o de Ben!amimKI era Saulo K8e;reu de 8e;reusKJ se undo a leiI <oi K<ariseuI se undo o %eloI perse uidor da i re!aI se undo a !ustiDa 9ue 86 na leiI irrepreens-1el.K Hilip. 'M* e .. ,ra considerado pelos ra;inos como um !o1em altamente promissorI e randes esperanDas eram acariciadas com respeito a ele como capa% e %eloso de<ensor da anti a <é. Sua ele1aD)o a mem;ro do Sinédrio colocouOo numa posiD)o de poder. Saulo tin8a tomado parte saliente no !ul amento e condenaD)o de ,st21)oI e a impressionante e1id2ncia da presenDa de Deus com o m6rtir tin8aOo dei=ado em P6 . 11' dP1ida 9uanto G !ustiDa da causa 9ue ele 8a1ia esposado contra os se uidores de Jesus. Sua mente esta1a pro<undamente a itada. ,m sua perple=idade consultou a9ueles em cu!a sa;edoria e !u-%o tin8a plena con<ianDa. Os ar umentos dos sacerdotes e pr-ncipes con1enceramOno a<inal de 9ue ,st21)o <ora um ;las<emoI 9ue o Cristo 9ue o disc-pulo martiri%ado pre ara <ora um impostor e 9ue tin8am <orDosamente de ter ra%)o esses 9ue ministra1am no santo ser1iDo. >)o <oi sem um ri oroso e=ame 9ue Saulo c8e ou a essa conclus)o. 7asI a<inalI sua educaD)o e preconceitosI seu respeito para com os mestres anti osI e seu or ul8o e popularidade deramOl8e <orDa para re;elarOse contra a 1o% da consci2ncia e a raDa de Deus. ,I resol1ido plenamente a dar ra%)o aos sacerdotes e escri;asI Saulo <e% acérrima oposiD)o Gs doutrinas ensinadas pelos disc-pulos de Jesus. Sua ati1idadeI <a%endo com 9ue 8omens santos e santas mul8eres <ossem arrastados perante os tri;unaisI onde al uns eram condenados G pris)oI e outros G morte mesmoI unicamente por causa de sua <é em JesusI trou=e triste%as e pesares G i re!a recentemente or ani%adaI e <e% muitos ;uscarem se uranDa na <u a. Os 9ue <oram e=pulsos de Jerusalém por esta perse uiD)o Kiam por toda a parteI anunciando a Pala1raK. Atos 5M+. ,ntre as cidades para as 9uais <oramI ac8a1aOse DamascoI onde a no1a <é an8ou muitos con1ersos. Os sacerdotes e pr-ncipes tin8am esperado 9ue por um es<orDo 1i ilante e se1era perse uiD)o a 8eresia pudesse ser suprimida. Compreendiam a ora 9ue de1eriam prosse uir em outros lu ares com as medidas decisi1as tomadas em Jerusalém contra o no1o ensino. Para o P6 . 11+ tra;al8o especial 9ue dese!a1am <osse <eito em DamascoI Saulo o<ereceu os seus ser1iDosM K?espirando ainda ameaDasI e mortes contra os disc-pulos do Sen8orKI ele Kdiri iuOse ao sumo sacerdoteI e pediuOl8e cartas para Damasco para as sina o asI a <im de 9ueI se encontrasse al uns da9uela seitaI 9uer 8omens 9uer mul8eresI os condu%isse presos a Jerusalém.K Atos #M1 e $. AssimI Kcom poder e comiss)o dos principais dos sacerdotesK LAtos $.M1$NI Saulo de TarsoI na <orDa e 1i or da 1aronilidadeI e ardendo em um %elo mal entendidoI pAsOse a camin8o na9uela memor61el !ornadaI cu!as estran8as ocorr2ncias de1eriam mudar todo o curso de sua 1ida. >o Pltimo dia da 1ia emI Kao meioOdiaK LAtos $.M1'NI 9uando os cansados 1ia!antes se apro=ima1am de DamascoI seus ol8os contemplaram o cen6rio de amplas e=tens@es de terras <érteisI ;elos !ardins e pomares <rut-<erosI ;an8ados pelas re<ri erantes correntes das montan8as ao redor. Depois da lon a 1ia em por 6reas desoladasI tais cenas eram na 1erdade apra%-1eis. ,n9uanto Saulo e seus compan8eiros se deleita1am na contemplaD)o da plan-cie <rut-<era e da ;ela cidade a;ai=oI Ksu;itamenteK LAtos #M'NI como ele mais tarde declarouI Ken1ol1eu a mim e aos 9ue iam comi oK Kuma lu% do céuI 9ue e=cedia o esplendor do SolK LAtos $.M1'NI por demais loriosa para 9ue os ol8os mortais a suportassem. Ce o e desorientadoI Saulo caiu prostrado ao c8)o. ,n9uanto a lu% continua1a a resplandecer em redor delesI Saulo ou1iu Kuma 1o% 9ue... <ala1a... em l-n ua 8e;raicaK LAtos $.M1+NI e K9ue l8e di%iaM SauloI SauloI por 9ue 7e perse uesQ , ,le disseM Fuem ésI Sen8orQ , disse o Sen8orM ,u sou JesusI a 9uem tu perse ues. Duro é para ti recalcitrar contra os a uil8@esK. Atos #M+ e *. P6 . 11* C8eios de temor e 9uase ce ados pela intensidade da lu%I os compan8eiros de Saulo ou1iram a 1o%I mas a nin uém 1iram. SauloI porémI compreendeu as pala1ras 9ue <oram <aladasJ e a ele claramente <oi re1elado A9uele 9ue <alouI a sa;erI o Hil8o de Deus. >o Ser lorioso 9ue esta1a diante deleI 1iu o Cruci<icado. >a alma do !udeu surpresoI a ima em do rosto do Sal1ador <icou ra1ada para sempre. As pala1ras <aladas l8e atin iram o coraD)o com terr-1el <orDa. >os entene;recidos recessos do

esp-rito derramouOseOl8e uma inundaD)o de lu%I re1elando a i norSncia e o erro de sua 1ida anterior e sua presente necessidade de esclarecimento do ,sp-rito Santo. Saulo 1iu a ora 9ue em perse uir os se uidores de JesusI em realidade tin8a estado a <a%er a o;ra de Satan6s. :iu 9ue suas con1icD@es do direito e de seu próprio de1er tin8am estado randemente ;aseadas em sua impl-cita con<ianDa nos sacerdotes e pr-ncipes. Tin8a crido neles 9uando l8e a<irmaram 9ue a 8istória da ressurreiD)o de Cristo <ora um arti<-cio <or!ado pelos disc-pulos. A ora 9ue o próprio Jesus Se l8e re1elaraI Saulo esta1a con1encido da 1eracidade das rei1indicaD@es <eitas pelos disc-pulos. >a9uela 8ora de iluminaD)o celesteI o esp-rito de Saulo a iu com not61el rapide%. Os re istros pro<éticos das ,scrituras Sa radas a;riramOseOl8e G compreens)o. :iu 9ue a re!eiD)o de Jesus pelos !udeusI Sua cruci<i=)oI ressurreiD)o e ascens)oI tin8am sido preditas pelos pro<etas e demonstra1am ser ,le o 7essias prometido. O serm)o de ,st21)oI por ocasi)o de seu mart-rioI <oi de maneira impressi1a tra%ido ao esp-rito de SauloI e ele compreendeu 9ue o m6rtir sem dP1ida contempla1a Ka lória de DeusKI 9uando di%iaM K,is 9ue 1e!o os Céus P6 . 11. a;ertosI e o Hil8o do 8omemI 9ue est6 em pé G m)o direita de Deus.K Atos &M** e *.. Os sacerdotes tin8am declarado ;las<emas essas pala1rasI mas Saulo a ora sa;ia 9ue elas eram 1erdade. ,m tudo istoI 9ue re1elaD)o para o perse uidorT Saulo sa;ia a ora com certe%a 9ue o prometido 7essias 1iera G Terra na pessoa de Jesus de >a%aréI 9ue <ora re!eitado e cruci<icado por a9ueles a 9uem 1iera sal1ar. Sa;ia tam;ém 9ue o Sal1ador ressur ira triun<almente do tPmulo e ascendera ao Céu. >a9uele momento de re1elaD)o di1ina Saulo lem;rouOse com terror de 9ue ,st21)oI 9ue dera testemun8o de um Sal1ador cruci<icado e ressuscitadoI <ora sacri<icado por seu consentimentoI e 9ueI mais tardeI por seu intermédioI muitos outros di nos se uidores de Jesus 8a1iam encontrado a morte pela perse uiD)o cruel. O Sal1ador <alara a Saulo por intermédio de ,st21)oI cu!o claro racioc-nio n)o pAde ser contraditado. O erudito !udeu tin8a 1isto a <ace do m6rtir re<letindo a lu% da lória de CristoI sendo sua apar2ncia Kcomo o rosto de um an!oK. Atos .M1*. Testemun8ara sua clem2ncia pelos inimi os e o perd)o 9ue l8es concedera. Tin8a testemun8ado tam;ém a animosa e ale re resi naD)o de muitos de cu!o tormento e a<liD)o tin8a sido causa. Tin8a 1isto al uns deporem a própria 1ida com re o%i!oI por amor de sua <é. Todas estas coisas tin8am apelado altamente a SauloI e Gs 1e%es se l8e alo!ara na mente uma 9uase a1assaladora con1icD)o de 9ue Jesus era o prometido 7essias. >essas ocasi@es ele 8a1ia lutado noites inteiras contra esta con1icD)oI e sempre terminara por manter a crenDa de P6 . 11& 9ue Jesus n)o era o 7essiasI e 9ue Seus disc-pulos eram <an6ticos iludidos. A ora Cristo <alara a Saulo com Sua própria 1o%I di%endoM KSauloI SauloI por 9ue 7e perse uesQK , a interro aD)oM KFuem ésI Sen8orQK <oi respondida pela mesma 1o%M K,u sou JesusI a 9uem tu perse ues.K Atos #M+ e *. Cristo a9ui Se identi<ica com Seu po1o. Perse uindo os se uidores de JesusI Saulo tin8a ;atal8ado diretamente contra o Sen8or do Céu. ,m os acusar <alsamenteI e <alsamente testi<icar contra elesI 8a1ia acusado <alsamente a Jesus e <alsamente testi<icado contra o Sal1ador do mundo. >en8uma dP1ida assaltou a mente de Saulo 9uanto a ser A9uele 9ue l8e <alara Jesus de >a%aréI o t)o lon amente esperado 7essiasI a consolaD)o e redenD)o de Israel. K, eleI tremendo e atAnitoKI per untouM KSen8orI 9ue 9ueres 9ue <aDaQ , disseOl8e o Sen8orM Le1antaOteI e entra na cidadeI e l6 te ser6 dito o 9ue te con1ém <a%er.K Atos #M.. Fuando se retirou a lória e Saulo se le1antou do c8)oI ac8ouOse completamente despo!ado da 1ista. O ;ril8o da lória de Cristo <ora por demais intenso para seus ol8os mortaisJ eI desaparecido esse ;ril8oI a escurid)o da noite in1adiuOl8e a 1is)o. Creu 9ue essa ce ueira era um casti o di1ino por sua cruel perse uiD)o aos se uidores de Jesus. ,m terr-1eis tre1as tatea1a em tornoI e seus compan8eirosI em temor e pasmo K uiandoOo pela m)oI o condu%iram a DamascoK. Atos #M5. >a man8) deste acidentado diaI Saulo tin8aOse apro=imado de Damasco com sentimentos de presunD)o por causa da con<ianDa nele depositada pelos principais dos sacerdotes. 3a1ia sido con<iada a ele rande P6 . 115 responsa;ilidade. Hora comissionado para promo1er os interesses da reli i)o !udaicaI impedindoI se poss-1elI a disseminaD)o da no1a <é em Damasco. Determinara 9ue sua miss)o seria coroada de 2=itoI e com 61ida antecipaD)o ol8a1a as e=peri2ncias 9ue o a uarda1am. Fu)o di<erente do 9ue ima inara <oi sua entrada na cidadeT Herido de ce ueiraI desorientadoI torturado pelo remorsoI n)o sa;endo se outros !u-%os o a uarda1am aindaI procurou ali a casa do disc-pulo JudasI ondeI em solid)oI te1e ampla oportunidade para re<letir e orar. Saulo Keste1e tr2s dias sem 1erI e n)o comeu nem ;e;euK. Atos #M#. ,sses dias de -ntima a onia ti1eram para ele a duraD)o de anos. :e%es sem conta ele recorda1aI com o esp-rito an ustiadoI a parte 9ue tin8a desempen8ado no mart-rio de ,st21)o. Com 8orror pensa1a em sua culpa por se 8a1er dei=ado controlar pela maldade e preconceito dos sacerdotes e pr-ncipesI mesmo 9uando a <ace de ,st21)o <ora iluminada pelas radiaD@es do Céu. Com o esp-rito triste e 9ue;rantado reconsiderou as inPmeras 1e%es 9ue tin8a <ec8ado os ol8os e os ou1idos Gs mais tocantes e1id2nciasI e persistentemente incrementara a perse uiD)o aos crentes em Jesus de >a%aré. ,sses dias de e=ame de consci2ncia e 8umil8aD)o do coraD)o <oram passados em reclus)o -ntima. Os crentesI tendo sido ad1ertidos dos propósitos de Saulo em 1ir a DamascoI temiam esti1esse ele representandoI para mais <acilmente iludiOlosJ e eles se mantin8am arrediosI P6 . 11#

As oraD@es do penitente <ariseu n)o <oram em 1)o. Cristo tin8a a ora uma i re!a como Sua representante na TerraI e a ela pertencia a o.ra de re1elaD)o e con1icD)oJ a ora o penitente esta1a em condiD@es de aprender da9ueles a 9uem o Sen8or tin8a ordenado 9ue ensinassem a Sua 1erdade. .n9uanto em recol8imento na casa de JudasI Saulo continua1a em oraD)o e sPplicaI o Sen8or apareceu em 1is)o a Kcerto disc-puloK em DamascoI Kc8amado AnaniasKI di%endoOl8e 9ue Saulo de Tarso esta1a orando e necessita1a de au=-lio.rasI cur1ouOse ent)o perante Deus com a 8umildade e simplicidade de uma criancin8aI con<essando sua indi nidade e pleiteando os méritos de um Sal1ador cruci<icado e ressur ido. .ra de diri ir os pecadores arrependidos no camin8o da 1ida. Ao re<letir no si ni<icado dessas pro<eciasI <icou pasmado ante a ce ueira de entendimento de 9ue esti1era possu-doI .ia 9ue nem se9uer dariam ou1idos a sua 8istória.ati%ado. lo o l8e ca-ram dos ol8os como 9ue umas escamasI e recuperou a 1istaJ eI le1antandoOseI <oi .em como a dos !udeus em eralI 9ue os le1ara G re!eiD)o de Jesus como o 7essias prometido.ém um tra. Com a memória a uDada pela con1icD)o de 9ue esta1a possu-doI cuidadosamente se uiu o <io das pro<ecias.scurecido a percepD)o espiritualI impedindoOo de discernir em Jesus de >a%aré o 7essias da pro<ecia.K Atos #M14O1$.ti1esse o con8ecimento da 1ontade de Deus em relaD)o a ele. Atre1euOse a ar umentarM KSen8orI a muitos ou1i acerca deste 8omemI 9uantos males tem <eito aos Teus santos em JerusalémJ e a9ui tem poder dos principais dos sacerdotes para prender a todos os 9ue in1ocam o Teu nome. . 7uitos t2m a idéia de 9ue s)o respons61eis somente a Cristo pela lu% e e=peri2ncia 9ue possuemI independente de Seus recon8ecidos se uidores na Terra.res <aculdades <oram postas em 8armonia com os eternos propósitos de Deus. 1$$ camin8o por onde 1in8asI me en1iouI para 9ue tornes a 1er e se!as c8eio do .scrituras re<erentes ao primeiro ad1ento de Cristo.recusandoOl8e sua simpatia.le 8a1ia crido 9ue de <ato Jesus de >a%aré 8a1ia desconsiderado a lei de DeusI ensinando aos Seus disc-pulos ser a mesma de nen8um 1alor.m. Ao renderOse Saulo inteiramente ao con1incente poder do .rantos de coraD)o. P6 . 1$4 aceitaD)oI ele1ou <er1entes sPplicas ao trono da raDa. O. :iu 9ue o tipo da cruci<icaD)o tin8a encontrado o ant-tipoJ 9ue Jesus 8a1ia cumprido as pro<ecias do Anti o TestamentoI concernentes ao ?edentor de Israel. Sa.re ele a m)oI para 9ue tornasse a 1er. A con1ers)o de Saulo é not61el e1id2ncia do miraculoso poder do .ar ouOl8e o camin8o e con1enceuOo do pecadoJ e 9uando Saulo per untouM KFue 9ueres 9ue <aDaQK LAtos #M. >o relato da con1ers)o de SauloI encontramos importantes princ-pios 9ue de1emos sempre ter em mente.usca do 8omem 9ue ainda recentemente 8a1ia respirado ameaDas contra todos os 9ue criam no nome de JesusJ e colocando as m)os so.K Atos #M1'O1*.sp-rito Santo para con1encer os 8omens do pecado. . Saulo <oi le1ado diretamente G presenDa de Cristo. FuandoI em meio ao seu erro ce o e ce o preconceitoI Saulo rece. .le possui todo o poderI tanto no Céu como na TerraJ mas respeita os meios por .oas o.eDa do penitente so<redorI disseM KIrm)o SauloI o Sen8or JesusI 9ue te apareceu no P6 .sta1a con1encido de 9ue Jesus <ora o ori inador de todo o sistema !udaico de sacri<-cios.eu uma re1elaD)o de CristoI a 9uem esta1a perse uindoI <oi ele colocado em comunicaD)o direta com a i re!aI a 9ual é a lu% do mundo.ediente G orientaD)o do an!oI Ananias saiu em . Durante as lon as 8oras em 9ue Saulo esti1era <ec8ado a sós com DeusI relem.le apelou em 9ue.le ordenados para o esclarecimento e sal1aD)o dos 8omensJ diri e os pecadores para a i re!a por .m lu ar de CristoI coloca suas m)os so.le n)o dese!a1a apelar aos !udeus incon1ersosI a9ueles com 9uem plane!ara unirOse na perse uiD)o aos crentesJ pois sa.rou muitos te=tos das .ém os ministros de Cristo so.re a TerraI os 9uais s)o indicados para a ir em Seu lu ar. 7as depois de sua con1ers)oI Saulo tin8a recon8ecido Jesus de >a%aré como A9uele 9ue 1iera ao mundo com o propósito e=presso de de<ender a lei de Seu Pai.er a 1ista. Cristo e Sua !ustiDa passaram a representar para Saulo mais 9ue o mundo inteiro.le <eita instrumento de lu% para o mundo. Os mais secretos pensamentos e emoD@es de seu coraD)o <oram trans<ormados pela di1ina raDaJ e Suas no. Desta maneira deu Jesus sanD)o G autoridade de Sua i re!a or ani%adaI e pAs Saulo em contato com Seus instrumentos apontados na Terra. A9uele 9ue <ora um or ul8oso <ariseuI con<iante na !usti<icaD)o por suas . Sua Pnica esperanDa de a!uda esta1a num misericordioso DeusI e para . Cristo tin8a reali%ado a o. KLe1antaOteI e 1ai G rua c8amada DireitaIK disse o mensa eiro celestialI Ke per unta em casa de Judas por um 8omem de Tarso c8amado SauloJ pois eis 9ue ele est6 orandoJ e numa 1is)o ele 1iu 9ue entra1a um 8omem c8amado AnaniasI e pun8a so.ra do Sen8orJ mas 8a1ia tam. Jesus é o Ami o dos pecadoresI e Seu coraD)o se con<ran e por seu in<ortPnio. A sua iluminada 1is)oI tudo a ora parecia claro. Saulo ansia1a por entrar em inteira 8armonia e comun8)o com o Pai e o Hil8oJ e na intensidade de seu dese!o de perd)o e P6 .raI al uém 9ue de1ia ser Kum 1aso escol8idoK LAtos #M1*NI para .sp-rito SantoI 1iu os erros de sua 1ida e recon8eceu a amplitude dos reclamos da lei de Deus. .K 7as a ordem <oi imperati1aM K:aiI por9ue este é para 7im um 1aso escol8idoI para le1ar o 7eu nome diante dos entiosI e dos reis e dos <il8os de Israel. . 1$1 A mara1il8osa lu% 9ue iluminara as tre1as de Saulo era o. Hoi uma pessoa desi nada por Cristo para uma important-ssima o.K Atos #M1& e 15. Ananias mal podia crer nas pala1ras do an!oJ pois a not-cia da tena% perse uiD)o aos santos em Jerusalém tin8aOse espal8ado amplamente. >o lu ar de CristoI Ananias toca os ol8os de Saulo para 9ue este possa rece.sp-rito Santo.N o Sal1ador colocou o inda ador !udeu em contato com Sua i re!aI para 9ue o.ra para ele desi nada. >este casoI Ananias representa CristoI como representa tam.al8o a ser <eito em <a1or dele pelos disc-pulos.re eleI e en9uanto . AssimI pareciaOl8e estar separado de toda a simpatia 8umana.leJ no entanto o Sen8or n)o l8e disse imediatamente 9ual a o.re a ca.ia 9ue seu anterior preconceito e incredulidade tin8amOl8e o. K.

ati%aOteI e la1a os teus pecadosI in1ocando o nome do Sen8or. 0m mensa eiro do Céu ordenouOl8e retirarOse por al um tempoJ e ele <oi Kpara a Ar6.. .n9uanto continua1a a apelar a seus assom.ra capa% de arra%oar com clare%a e=traordin6riaI e por seu <ulminante sarcasmo podia colocar o ad1ers6rio em posiD)o nada in1e!61el.ras di nas de arrependimentoKI LAtos $.re o coraD)o. (6l. 1$+ Sal1ador cruci<icado e ressur idoI <ortalecendo as m)os dos 9ue eram !6 Seus disc-pulos e continuamente tra%endo no1os con1ersos para a <é a 9ue outrora t)o amar amente se opusera. . a inspiraD)o do . Cristo é a <onteJ a i re!aI o canal de comunicaD)o. 1$& . Jó $$M$1.sp-rito Santo. Por9ue 86s de ser Sua testemun8a para com todos os 8omens do 9ue tens 1isto e ou1ido.e o . por derradeiro de todosKI acrescenta PauloI Kme apareceu tam.stas pala1ras esta1am em 8armonia com as pala1ras do próprio JesusI 9ueI 9uando dete1e Saulo na 1ia em para DamascoI declarouM KPor9ue te apareci por istoI para te pAr por ministro e testemun8a tanto das coisas 9ue tens 1isto como da9uelas pelas 9uais te aparecerei aindaJ li1randoOte deste po1o e dos entiosI a 9uem P6 ..m sua apresentaD)o do e1an el8oI ele procura1a tornar claras as pro<ecias relati1as G primeira 1inda de Cristo.orti1o..ate est6 perdido para seu e=ércitoI mas sua morte n)o acrescenta <orDa ao inimi o. A oposiD)o tornouOse t)o 1iolenta 9ue n)o <oi permitido a Paulo continuar seus la.ém a mimI como a um a. .a em com. lo o nas sina o as pre a1a a JesusI 9ue . . Jesus comun ou com ele e con<irmouOo na <éI con<erindoOl8e uma rica medida de sa. Sua ar umentaD)o com respeito Gs pro<ecias era t)o ló icaI seus es<orDos t)o mani<estamente acompan8ados pelo poder de DeusI 9ue os !udeus <ica1am con<undidos e eram incapa%es de responderOl8e.rou o !e!umI e permaneceu Kal uns dias com os disc-pulos 9ue esta1am em Damasco. 1*M'I + e 5. Cora!osoI independenteI perse1eranteI seus talentos e preparo t2OloOiam capacitado a ser1ir 9uase em 9ual9uer ati1idade. Anela1a a certe%a de 9ue Jesus estaria com ele em seu ministério <uturo.sp-rito SantoI disseOl8eM KO Deus de nossos pais de antem)o te desi nou para 9ue con8eDas a Sua 1ontadeI e 1e!as a9uele JustoI e ouDas a 1o% de Sua .K I Cor. Tudo é <eito no nome e pela autoridade de Cristo.2ncia dada a Paulo por ocasi)o de seu encontro com AnaniasI pesouOl8e mais e mais so. 1M1&. Fuando a mente de um 8omem é posta em comun8)o com a mente de DeusI o <inito com o in<initoI o e<eito so.oca. Ousadamente declarou ser Jesus de >a%aré o ansiado 7essiasI 9ue Kmorreu por nossos pecadosI se undo as . Orador elo9Rente e cr-tico se1eroI PauloI com seu decidido propósito e in9ue. a ora os !udeus 1iam esse !o1em e=traordinariamente promissor unido com a9ueles a 9uem antes perse uiraI pre ando destemidamente no nome de Jesus.iaKI onde encontrou um re<P io se uro.atismoI Paulo 9ue. a ora por 9ue te deténsQ Le1antaOteI e .re o corpoI a mente e a alma 1ai além do admiss-1el. 7ostra1a irre<uta1elmente 9ue essas pro<ecias se tin8am cumprido literalmente em Jesus de >a%aré. As no1as da con1ers)o de Paulo 8a1iam c8e ado aos !udeus como enorme surpresa. 0m eneral 9ue tom. Saulo de TarsoI em camin8o para DamascoI podia <acilmente ter sido <ulminado pelo Sen8orI e muita <orDa se teria retirado do poder perse uidor.leKI é a mensa em do Sen8or G 8umanidade.ora em nome de CristoI Saulo rece. ressur iu ao terceiro diaKI após o 9ue <oi 1isto pelos do%e e pelos outros. FuandoI em resposta G declaraD)oM KIrm)o SauloI o Sen8or Jesus..rant61el cora emI possu-a as próprias 9uali<icaD@es necess6rias G i re!a primiti1a. K. <oi sepultadoI e. ?ecapitulou calmamente sua e=peri2ncia passadaI possuindoOse de enu-no arrependimento. . 7as Deus em Sua pro1id2ncia n)o apenas poupou a 1ida de SauloI mas con1erteuOoI trans<erindo assim um campe)o do campo do inimi o para o lado de Cristo.ste era o Hil8o de DeusK.n9uanto Paulo pre a1a a Cristo em DamascoI todos os 9ue o ou1iam <ica1am admiradosI e di%iamM K>)o é este o 9ue em Jerusalém perse uia os 9ue in1oca1am P6 . 7uitosI porémI endureceram o coraD)oI recusandoOse a atender a sua mensa emJ e lo o o espanto deles pela sua con1ers)o <oi mudado em ódio intensoI semel8ante ao 9ue 8a1iam mostrado para com Jesus.scriturasJ .. .m comun8)o tal é encontrada a mais alta educaD)o.ores em Damasco. 7as 9uando um 8omem preeminente se une Gs <orDas opositorasI n)o apenas se perdem seus ser1iDos como an8am decidida 1anta em a9ueles com 9uem se uniu. 1$' Depois de seu .eu instruD@es da <onte da 1erdade.rados ou1intes para K9ue se emendassem e se con1ertessem a DeusI <a%endo o. 1' Dias de Preparo P6 . A solene incum. 1$* este nomeI e para isso 1eio a9uiI para os le1ar presos aos principais dos sacerdotesQK Paulo declara1a 9ue sua mudanDa de <é n)o tin8a sido erada por impulso ou <anatismoI mas <ora resultado de irresist-1el e1id2ncia. Paulo <ora anteriormente recon8ecido como %eloso de<ensor da reli i)o !udaicaI e implac61el perse uidor dos se uidores de Jesus.M$4NI Saulo Kse es<orDa1a muito maisI e con<undia os !udeus 9ue 8a. . me en1iouI para 9ue tornes a 1erKI Paulo ol8ou pela primeira 1e% a <ace deste de1oto 8omemI AnaniasI so.s1a%iou a alma dos preconceitos P6 . e tradiD@es 9ue l8e 8a1iam até ent)o modelado a 1ida e rece. .K Atos $$M1+O1.edoria e raDa. 1$.ita1am em DamascoI pro1ando 9ue A9uele era o CristoK. Buscou a Deus de todo o coraD)oI n)o descansando até 9ue ti1esse a certe%a de 9ue seu arrependimento <ora aceito e seus pecados perdoados. K0neOteI poisI a . .M1$NI para prender e processar os crentesI esta1a a ora pre ando o e1an el8o do P6 . O <undamento de sua <é era a se ura pala1ra da pro<ecia. AliI na solitude do desertoI Paulo te1e ampla oportunidade para sosse ado estudo e meditaD)o. A9uele 9ue 8a1ia 1ia!ado para Damasco Kcom poder e comiss)o dos principais dos sacerdotesK LAtos $. C o método de desen1ol1imento usado por Deus. ...

a ora te en1ioI para l8es a;rires os ol8osI e das tre1as os con1erteres G lu%I e do poder de Satan6s a DeusJ a <im de 9ue rece;am a remiss)o dos pecadosI e sorte entre os santi<icados pela <é em 7im.K Atos $.M1.O15. Ponderando essas coisas em seu coraD)oI Paulo compreendeu mais e mais claro a ra%)o de seu c8amado O ser um Kapóstolo de Jesus CristoI pela 1ontade de DeusK. I Cor. 1M1. ,ste c8amado l8e 1eioI Kn)o da parte dos 8omensI nem por 8omem al umI mas por Jesus CristoI e por Deus PaiK. (6l. 1M1. A ma nitude da o;ra 9ue esta1a a sua <rente le1ouOo a dedicar muito estudo Gs ,scrituras Sa radasI a <im de 9ue pudesse pre ar o e1an el8oI Kn)o em sa;edoria de pala1rasI para 9ue a cru% de Cristo se n)o <aDa 1)KI Kmas em demonstraD)o de ,sp-rito e de poderKI para 9ue a <é de todos os 9ue ou1issem Kn)o se apoiasse em sa;edoria dos 8omensI mas no poder de DeusK. I Cor. 1M1&J $M+ e *. Ao e=aminar as ,scriturasI Paulo aprendeu 9ue atra1és dos séculos Kn)o s)o muitos os s6;ios se undo a carneI nem muitos os poderososI nem muitos os no;res 9ue s)o c8amados. 7as Deus escol8eu as coisas loucas deste mundo para con<undir as s6;iasJ e Deus escol8eu as coisas <racas deste mundo para con<undir as <ortesJ e Deus escol8eu as coisas 1is deste mundoI e as despre%-1eis e as 9ue n)o s)oI para ani9uilar as 9ue s)oJ para 9ue nen8uma carne se lorie perante ,leK. I Cor. 1M$.O$#. , assimI considerando a sa;edoria do mundo G lu% 9ue promana da cru%I Paulo se propAs nada Ksa;er... se P6 . 1$5 n)o a Jesus CristoI e ,ste cruci<icadoK. I Cor. $M$. Atra1és de todo o seu ministério posteriorI Paulo !amais perdeu de 1ista a Honte de sua sa;edoria e <orDa. Ou1iuOo declarar anos mais tardeM KPor9ue para mim o 1i1er é Cristo.K Hilip. 1M$1. , de no1oM KTen8o tam;ém por perda todas as coisasI pela e=cel2ncia do con8ecimento de Cristo JesusI meu Sen8orJ pelo 9ual so<ri a perda de todas estas coisas... para 9ue possa an8ar a CristoI e se!a ac8ado n,leI n)o tendo a min8a !ustiDa 9ue 1em da leiI mas a 9ue 1em pela <é em CristoI a sa;erI a !ustiDa 9ue 1em de Deus pela <éJ para con8ec2OLoI e G 1irtude da Sua ressurreiD)oI e G comunicaD)o de Suas a<liD@es.K Hilip. 'M5O14. Da Ar6;iaI Paulo 1oltou outra 1e% a Damasco L(6l. 1M1&NI e K<ala1a ousadamente... no nome de JesusK. Incapa%es de resistir G sa;edoria de seus ar umentosI Kos !udeus tomaram consel8o entre si para o matarK. As portas da cidade eram uardadas dili entementeI de dia e de noiteI para impedir 9ue ele escapasse. ,sta situaD)o cr-tica le1ou os disc-pulos a ;uscar a Deus com <er1orJ eI <inalmenteI KtomandoOo de noiteI os disc-pulos o desceramI dentro de um cestoI pelo muroK. Atos #M$*. Depois de escapar de DamascoI Paulo <oi a JerusalémI tendo !6 passado tr2s anos de sua con1ers)o. Seu principal o;!eti1o ao <a%er esta 1isitaI como ele próprio mais tarde declarouI era K1er a PedroK. (6l. 1M15. Tendo c8e ado G cidade onde outrora <ora ;em con8ecido como KSauloI o perse uidorKI Kprocura1a ele !untarOse aos disc-pulosI mas todos o temiamI n)o crendo 9ue <osse P6 . 1$# disc-puloK. ,raOl8es di<-cil crer 9ue t)o <an6tico <ariseuI e um dos 9ue tanto <i%eram para destruir a i re!aI se pudesse trans<ormar num sincero se uidor de Jesus. K,nt)o Barna;éI tomandoOo consi oI o trou=e aos apóstolosI e l8es contou como no camin8o ele 1ira ao Sen8or e l8e <alaraI e como em Damasco <alara ousadamente no nome de Jesus.K Ou1indo issoI os disc-pulos o rece;eram como um de seu nPmero. Lo o ti1eram pro1as a;undantes da enuinidade de sua e=peri2ncia crist). O <uturo apóstolo dos entios a ora se ac8a1a na cidade em 9ue 1i1iam muitos de seus anteriores compan8eirosJ e a estes c8e<es !udeus alme!a1a ele e=plicar as pro<ecias relati1as ao 7essiasI as 9uais se cumpriam no ad1ento do Sal1ador. Paulo esta1a certo de 9ue esses mestres em IsraelI com os 9uais esti1era t)o ;em <amiliari%adoI eram t)o sinceros e 8onestos como ele o <ora. 7as apreciara erradamente o esp-rito de seus irm)os !udeusI e na esperanDa de sua r6pida con1ers)o esta1a condenado a amar o desapontamento. Ainda 9ue <alasse Kousadamente no nome de JesusKI e disputasse Ktam;ém contra os re osKI a9ueles 9ue esta1am G testa da i re!a !udaica se recusaram a crerI antes Kprocura1am mat6OloK. A triste%a enc8euOl8e o coraD)o. De ;oa 1ontade teria ele dado a 1ida seI por este meioI pudesse tra%er al uns ao con8ecimento da 1erdade. Com 1er on8a pensa1a na parte ati1a 9ue tomara no mart-rio de ,st21)oJ e a oraI em sua ansiedade por apa ar a manc8a 9ue repousa1a so;re a9uele 9ue <ora t)o <alsamente acusadoI procura1a rei1indicar a 1erdade pela 9ual ,st21)o dera a 1ida. P6 . 1'4 Sentindo a responsa;ilidade em relaD)o aos 9ue se recusa1am a crerI esta1a Paulo a orar no temploI como ele próprio testi<icou mais tardeI 9uando caiu em 2=tase. >isso aparece diante dele um mensa eiro celestial e di%M KD6Ote pressaI e sai apressadamente de JerusalémJ por9ue n)o rece;er)o o teu testemun8o acerca de 7im.K Atos $$M15. Paulo se inclina1a a permanecer em JerusalémI onde poderia <a%er <rente G oposiD)o. PareciaOl8e um ato de co1ardia <u irI seI permanecendoI pudesse con1encer al uns dos o;stinados !udeus 9uanto G 1erdade da mensa em e1an élicaI mesmo 9ue o permanecer l8e custasse a 1ida. , assim respondeuM KSen8orI eles ;em sa;em 9ue eu lanDa1a na pris)o e aDoita1a nas sina o as os 9ue criam em Ti. , 9uando o san ue de ,st21)oI Tua testemun8aI se derrama1aI tam;ém eu esta1a presenteI e consentia na sua morteI e uarda1a os 1estidos dos 9ue o mata1am.K 7as n)o esta1a de acordo com os propósitos de Deus 9ue Seu ser1o desnecessariamente e=pusesse a 1idaJ e o mensa eiro celestial respondeuM K:aiI por9ue 8ei de en1iarOte aos entios de lon e.K Atos $$M1#O$1. Ao sa;erem desta 1is)oI os irm)os apressaramOse em e<etuar ocultamente a sa-da de Paulo de JerusalémI receosos de 9ue <osse assassinado. Os irm)os Ko acompan8aram até CesaréiaI e o en1iaram a TarsoK. Atos #M'4. A partida de Paulo suspendeu por al um tempo a oposiD)o 1iolenta dos !udeusI e a i re!a te1e um per-odo de descansoI no 9ual muitos <oram acrescentados ao nPmero dos crentes. 1+ 0m In9uiridor da :erdade P6 . 1'1

>o decorrer de seu ministério o apóstolo Pedro 1isitou os crentes em Lida. Ali curou ,néiasI 9ue durante oito anos esti1era de camaI com paralisia. K,néiasI Jesus Cristo te d6 saPdeKJ disse o apóstoloJ Kle1antaOteI e <a%e a tua cama. , lo o se le1antou. , 1iramOno todos os 9ue 8a;ita1am em Lida e SaronaI os 9uais se con1erteram ao Sen8or.K Atos #M'+ e '*. ,m JopeI 9ue era perto de LidaI 1i1ia uma mul8er c8amada DorcasI cu!as ;oas aD@es a tornaram randemente amada. ,ra uma di na disc-pula de Jesus e sua 1ida esta1a repleta de atos de ;ondade. Sa;ia 9uem carecia de roupa con<ort61el e 9uem necessita1a de simpatiaI e li;eralmente ministra1a aos po;res e tristes. Seus 86;eis dedos eram mais ati1os do 9ue sua l-n ua. KAconteceu na9ueles dias 9ueI en<ermando elaI morreu.K Atos #M'&. A i re!a de Jope sentiu a sua perdaJ eI ou1indo 9ue Pedro esta1a em LidaI os crentes l8e en1iaram P6 . 1'$ mensa eiros Kro andoOl8e 9ue n)o se demorasse em 1ir ter com eles. ,I le1antandoOse PedroI <oi com eles. Fuando c8e ouI o le1aram ao 9uarto altoI e todas as 1iP1as o rodearamI c8orando e mostrando as tPnicas e 1estes 9ue Dorcas <i%era 9uando esta1a com elasK. Atos #M'5 e '#. ,m 1ista da 1ida de ser1iDos 9ue Dorcas 1i1eraI n)o admira 9ue c8orassemI 9ue c6lidas l6 rimas ca-ssem so;re o corpo inanimado. O coraD)o do apóstolo <oi tocado de simpatia ao contemplarOl8es a triste%a. ,nt)oI determinando 9ue os ami os em pranto se retirassem do 9uartoI a!oel8ouOse e orou <er1orosamente a DeusI para 9ue resta;elecesse Dorcas G 1ida e G saPde. :oltandoOse para o corpoI disseM KTa;itaI le1antaOte. , ela a;riu os ol8osI e 1endo a PedroI assentouOse.K Atos #M+4. Dorcas <ora de rande utilidade G i re!aI e Deus 8ou1e por ;em tra%2Ola da terra do inimi oI a <im de 9ue sua 8a;ilidade e ener ia pudessem ainda ser uma ;2nD)o a outremI e 9ue tam;ém por esta mani<estaD)o de Seu poder a causa de Cristo se <ortalecesse. Hoi en9uanto Pedro ainda se encontra1a em JopeI 9ue ele <oi c8amado por Deus para le1ar o e1an el8o a CornélioI em Cesaréia. Cornélio era centuri)o romano. ,ra 8omem rico e de no;re nascimentoI e seu car o era de con<ianDa e 8onra. (entio de nascimentoI ensino e educaD)oI pelo contato com os !udeus ad9uirira o con8ecimento de DeusI e O adora1a com coraD)o 1erdadeiroI mostrando a sinceridade de sua <é pela compai=)o para com os po;res. ,ra con8ecido lon e e perto pela sua ;ene<ic2nciaI e sua 1ida reta o <a%ia de ;oa reputaD)o entre !udeus e entios. P6 . 1'' Sua in<lu2ncia era uma ;2nD)o a todos os 9ue com ele entra1am em contato. O relato inspirado descre1eOo como um 8omem Kpiedoso e temente a DeusI com toda a sua casaI o 9ual <a%ia muitas esmolas ao po1oI e de cont-nuo ora1a a DeusK. Atos 14M$. Crendo em Deus como o Criador do Céu e da TerraI Cornélio O re1erencia1aI recon8ecia Sua autoridade e procura1a Seu consel8o em todos os ne ócios da 1ida. ,ra <iel a Jeo16 em sua 1ida doméstica e em seus de1eres o<iciais. ,r uera em seu lar o altar de DeusI pois n)o ousa1a e<etuar seus planos ou encarar suas responsa;ilidades sem o au=-lio di1ino. Posto 9ue Cornélio cresse nas pro<ecias e esti1esse a esperar pela 1inda do 7essiasI n)o tin8a con8ecimento do e1an el8o como <oi re1elado na 1ida e morte de Cristo. >)o era mem;ro da i re!a !udaica e teria sido considerado pelos ra;inos como um entio e imundo. 7as o mesmo santo :i ia 9ue dissera de A;ra)oM K,u o ten8o con8ecidoK L(2n. 15M1#NI con8ecia tam;ém CornélioI e l8e en1iou uma mensa em direta do Céu. O an!o apareceu a Cornélio 9uando este se ac8a1a em oraD)o. Ou1indo o centuri)o al uém a ele diri irOse pelo nomeI <icou atemori%adoJ toda1ia compreendeu 9ue o mensa eiro 1iera de DeusI e disseM KFue éI Sen8orQK Atos 14M+. O an!o respondeuM KAs tuas oraD@es e as tuas esmolas t2m su;ido para memória diante de Deus. A oraI poisI en1ia 8omens a JopeI e manda c8amar a Sim)oI 9ue tem por so;renome Pedro. ,sse est6 com um certo Sim)o curtidorI 9ue tem a sua casa !unto ao mar.K Atos 14M'$. As minPcias destas in<ormaD@esI nas 9uais se menciona1a até a ocupaD)o do 8omem em cu!a casa Pedro se P6 . 1'+ encontra1aI mostram 9ue o Céu est6 a par da 8istória e ocupaD)o dos 8omens de todas as condiD@es de 1ida. Deus est6 <amiliari%ado com a e=peri2ncia e a<a%eres do 8umilde tra;al8adorI ;em como os do rei em seu trono. K,n1ia 8omens a JopeI e manda c8amar a Sim)o.K Assim Deus deu pro1a de Sua atenD)o para com o ministério e1an élico e Sua i re!a or ani%ada. O an!o n)o <oi incum;ido de contar a Cornélio a 8istória da cru%. 0m 8omem su!eito a <ra ilidades e tentaD@es 8umanasI como o centuri)o mesmoI de1eria ser a9uele 9ue l8e contaria a respeito do Sal1ador cruci<icado e ressuscitado. Deus n)o escol8e como Seus representantes entre os 8omens an!os 9ue !amais ca-ramI mas seres 8umanosI 8omens de pai=@es id2nticas Gs da9ueles a 9uem ;uscam sal1ar. Cristo Se re1estiu da <orma 8umana para 9ue pudesse alcanDar a 8umanidade. 0m Sal1ador di1ino 8umano era necess6rio para tra%er a sal1aD)o ao mundo. , a 8omens e mul8eres <oi entre ue a sa rada tare<a de tornar con8ecidas Kas ri9ue%as incompreens-1eis de CristoK. ,<és. 'M5. ,m Sua sa;edoria o Sen8or p@e os 9ue est)o G procura da 1erdade em contato com seus semel8antes 9ue a con8ecem. C plano do Céu 9ue os 9ue rece;eram a lu% a comuni9uem aos 9ue se ac8am em tre1as. A 8umanidadeI tirando sua e<ici2ncia da rande Honte da sa;edoriaI tornaOse o instrumentoI a a 2ncia operadora por meio da 9ual o e1an el8o e=erce seu poder trans<ormador so;re o esp-rito e o coraD)o. Cornélio <oiI com ale riaI o;ediente G 1is)o. TendoOse retirado o an!oI o centuri)o Kc8amou dois de seus criadosI e a um piedoso soldado dos 9ue esta1am ao seu P6 . 1'* ser1iDo. ,I 8a1endoOl8es contado tudoI os en1iou a JopeK. Atos 14M5. O an!oI depois de sua entre1ista com CornélioI <oi a Pedro em Jope. >a ocasi)o Pedro esta1a a orar no terraDo da casa em 9ue se ac8a1aI e lemos 9ueI Ktendo <omeI 9uis comerJ eI en9uanto l8o prepara1amI so;re1eioOl8e um arre;atamento de sentidosK. Atos 11M*. >)o era unicamente do p)o material 9ue Pedro tin8a <ome. Ao 1er do terraDo a cidade de Jope e o território

circun1i%in8oI te1e <ome de sal1aD)o para os seus patr-cios. Tin8a intenso dese!o de indicarOl8es as pro<ecias das ,scrituras relati1as ao so<rimento e morte de Cristo. >a 1is)oI 1iu Pedro Ko céu a;ertoI e 9ue descia um 1asoI como se <osse um rande lenDol atado pelas 9uatro pontasI e 1indo para a terraI no 9ual 8a1ia de todos os animais 9uadrPpedes e répteis da terraI e a1es do céu. , <oiOl8e diri ida uma 1o%M Le1antaOteI PedroI mata e come. 7as Pedro disseM De modo nen8umI Sen8orI por9ue nunca comi coisa al uma comum e imunda. , se unda 1e% l8e disse a 1o%M >)o <aDas tu comum ao 9ue Deus puri<icou. , aconteceu isto por tr2s 1e%esJ e o 1aso tornou a recol8erOse no céuK. Atos 14M11O1.. ,sta 1is)o tanto ser1iu para repreender a Pedro como para instru-Olo. ?e1elouOl8e o propósito di1ino O de 9ue pela morte de Cristo os entios de1iam tornarOse coO8erdeiros dos !udeus nas ;2nD)os da sal1aD)o. Até ent)o nen8um dos disc-pulos pre ara o e1an el8o aos entios. ,m seu pensamentoI o muro de separaD)o posto a;ai=o P6 . 1'. pela morte de Cristo ainda e=istiaI e seus tra;al8os limita1amOse aos !udeusI pois tin8am considerado os entios e=clu-dos das ;2nD)os do e1an el8o. O Sen8or ;usca1a ent)o ensinar a Pedro a e=tens)o uni1ersal do plano di1ino. 7uitos dos entios tin8am sido ou1intes interessados da pre aD)o de Pedro e dos outros apóstolosI e muitos dos !udeus re os se tin8am tornado crentes em CristoI mas a con1ers)o de Cornélio seria a primeira de importSncia entre os entios. ,ra c8e ado o tempo para ser introdu%ida pela i re!a de Cristo uma <ase de tra;al8o inteiramente no1a. A porta 9ue muitos dos !udeus con1ersos 8a1iam <ec8ado aos entios de1ia a ora ser a;erta de par em par. , os entios 9ue aceitassem o e1an el8o de1iam ser tidos no mesmo pé de i ualdade com os disc-pulos !udeusI sem a necessidade de o;ser1ar o rito da circuncis)o. Fu)o cuidadosamente a iu o Sen8or para 1encer o preconceito contra os entiosI 9ue t)o <irmemente se <i=ara na mente de Pedro pela sua educaD)o !udaicaT Pela 1is)o do lenDol e seu contePdoI procurou ,le despir o esp-rito do apóstolo deste preconceitoI e ensinar a importante 1erdade de 9ue no Céu n)o 86 acepD)o de pessoasJ 9ue !udeus e entios s)o i ualmente preciosos G 1ista de DeusJ 9ue por meio de Cristo os pa )os podem ser participantes das ;2nD)os e pri1ilé ios do e1an el8o. ,n9uanto Pedro medita1a so;re o sentido da 1is)oI os 8omens en1iados da parte de Cornélio c8e aram a Jope e pararam diante da porta da casa em 9ue ele assistia. ,nt)o disse o ,sp-ritoM K,is 9ue tr2s 1ar@es te P6 . 1'& ;uscam. Le1antaOteI poisI e desceI e 1ai com elesI n)o du1idandoJ por9ue ,u os en1iei.K Atos 14M$4. Para Pedro esta era uma ordem pro;anteI e <oi com relutSncia em cada passo 9ue assumiu o de1er 9ue l8e <ora impostoJ mas n)o ousou deso;edecer. KDescendo Pedro para !unto dos 1ar@es 9ue <oram en1iados por CornélioI disseM Sou eu a 9uem procuraisJ 9ual é a causa por9ue estais a9uiQK Atos 14M$1. ,les l8e <alaram a respeito de sua sin ular incum;2nciaI di%endoM KCornélioI o centuri)oI 1ar)o !usto e temente a DeusI e 9ue tem ;om testemun8o de toda a naD)o dos !udeusI <oi a1isado por um santo an!o para 9ue te c8amasse a sua casaI e ou1isse as tuas pala1ras.K Atos 14M$$. ,m o;edi2ncia Gs instruD@es 9ue aca;a1a de rece;er de DeusI o apóstolo prometeu ir com eles. >a man8) se uinte partiu para CesaréiaI acompan8ado por seis de seus irm)os. ,stes de1eriam ser testemun8as de tudo o 9ue ele dissesse ou <i%esse en9uanto em 1isita aos entiosJ pois Pedro sa;ia 9ue seria c8amado a dar contas de uma 1iolaD)o t)o direta dos ensinos !udaicos. ,ntrando Pedro na casa do entioI Cornélio n)o o saudou como a um 1isitante comumI mas como a al uém 8onrado pelo CéuI a ele en1iado por Deus. C costume oriental cur1arOse perante um pr-ncipe ou 9ual9uer alto di nit6rioI e cur1aremOse as crianDas perante seus paisJ mas CornélioI tomado pela re1er2ncia por a9uele 9ue <ora en1iado por Deus para o ensinarI caiu aos pés do apóstolo e o adorou. Pedro <oi presa de 8orror e le1antou o centuri)oI di%endoM KLe1antaOteI 9ue eu tam;ém sou 8omem.K Atos 14M$.. P6 . 1'5 ,n9uanto os mensa eiros de Cornélio desempen8a1am a sua incum;2nciaI o centuri)o 8a1ia K!6 con1idado seus parentes e ami os mais -ntimosK LAtos 14M$+NI para 9ueI como eleI pudessem ou1ir a pre aD)o do e1an el8o. Fuando Pedro c8e ouI encontrou um rande rupo a1idamente a espera para ou1ir suas pala1ras. Aos 9ue esta1am reunidosI Pedro <alou em primeiro lu ar do costume dos !udeusI di%endo 9ue l8es era considerado il-cito misturaremOse socialmente com os entiosI e 9ue <a%er isto implica1a contaminaD)o cerimonial. K:ós ;em sa;eisKI disse eleI K9ue n)o é l-cito a um 1ar)o !udeu a!untarOse ou c8e arOse a estran eirosJ mas Deus mostrouOme 9ue a nen8um 8omem c8ame comum ou imundo. Pelo 9ueI sendo c8amadoI 1im sem contradi%er. Per untoI poisI por 9ue ra%)o mandastes c8amarOmeQK Atos 14M$5 e $#. Cornélio ent)o relatou sua e=peri2ncia e as pala1ras do an!oI di%endo em conclus)oM KLo o mandei c8amarOteI e ;em <i%este em 1ir. A oraI poisI estamos todos presentes diante de DeusI para ou1ir tudo 9uanto por Deus te é mandado.K Disse PedroM K?econ8eDo por 1erdade 9ue Deus n)o <a% acepD)o de pessoasJ mas 9ue L8e é a rad61el a9uele 9ueI em 9ual9uer naD)oI O teme e o;ra o 9ue é !usto.K Atos 14M'+ e '*. ,nt)o G9uele atento rupo de ou1intes o apóstolo pre ou a Cristo O Sua 1idaI Seus mila resI Sua traiD)o e cruci<icaD)oI Sua ressurreiD)o e ascens)oI e Sua o;ra no Céu como representante e ad1o ado do 8omem. Ao indicar Jesus aos presentes como a Pnica esperanDa do P6 . 1'# pecadorI PedroI ele próprioI compreendeu mais per<eitamente o sentido da 1is)o 9ue ti1eraI e o coraD)o ardeuOl8e com o esp-rito da 1erdade 9ue esta1a apresentando. Su;itamente o discurso <oi interrompido pela descida do ,sp-rito Santo. KDi%endo Pedro ainda estas pala1rasI caiu o ,sp-rito Santo so;re todos os 9ue ou1iam a pala1ra. , os <iéis 9ue eram da circuncis)oI todos 9uantos tin8am 1indo com PedroI mara1il8aramOse de 9ue o dom do ,sp-rito Santo se derramasse tam;ém so;re os entios. Por9ue os ou1iam <alar l-n uasI e ma ni<icar a Deus.

ser1ar a distinD)o cerimonial da circuncis)o e incircuncis)oI .erto da Pris)o P6 .reiros 8umildes e <er1orososI 9ue dese!em le1ar o e1an el8o Gs mais altas classes. 7uitos dar)o mais apreDo G sa. ?ecea1am 9ue tal condutaI 9ue a eles parecia presunDosaI ti1esse como resultado contrariar seu próprio ensino.andonouOse o e=clusi1ismo esta.sp-rito Santo muitos aceitar)o os princ-pios di1inos.K Atos 11M15. Assim <oi o e1an el8o le1ado G9ueles 9ue tin8am sido estran8os e <orasteirosI tornandoOos concidad)os dos santos e mem. Con1ictos de 9ue a conduta de Pedro esta1a em direto cumprimento ao plano de DeusI e 9ue seus preconceitos e e=clusi1ismo eram inteiramente contr6rios ao esp-rito do e1an el8oI lori<icaram a DeusI di%endoM K>a 1erdade até aos entios deu Deus o arrependimento para a 1ida.ilidade por outras almas desta classe ne li enciada. 1+$ Ou1indo este relatoI os irm)os <icaram em sil2ncio.sp-rito SantoI como tam. ?e9uerOse <orDa moral para 9ue tomem posiD)o ao lado de Cristo. :endo 9ue os !udeus se a rada1am muito com essas medidasI prendeu tam.ati%ou com 6 uaJ mas 1ós sereis . De1em ser <eitos es<orDos especiais por essas almas em t)o rande peri oI por P6 .ém a Pedro.ilidades e associaD@es. PortantoI se Deus l8es deu o mesmo dom 9ue a nósI 9uando 8a1emos crido no Sen8or Jesus CristoI 9uem era ent)o euI para 9ue pudesse resistir a DeusQK Atos 11M1*O1&. Se todos os 9ue s)o Seus coo.re al uns da i re!aI para os maltratar.reiOme do dito do Sen8orI 9uando disseM Jo)o certamente . mandou 9ue <ossem .ros da <am-lia de Deus.K Atos 11M'. Fuando os irm)os na Judéia ou1iram 9ue Pedro 8a1ia entrado na casa de um entio e pre ara aos 9ue ali esta1am reunidosI <icaram surpresos e escandali%ados. 36 em nosso mundo muitos 9ue est)o mais pró=imos do reino de Deus do 9ue supomos.rando seu li. Suas simpatias est)o com o po1o do Sen8orI mas os laDos 9ue os ret2m ao mundoI mant2mOnos <irmemente se uros.ém so.ra prosélito pro<esso da <é !udaica eI aparentementeI muito %eloso em e<etuar as cerimAnias da lei !udaica. AssimI sem contro1érsiasI derri.ertamento do . P6 .eram como nós o .ati%ados com o .em como entre os 8umildes. P6 .stSncia de sua entre1ista com o centuri)oI na 9ual este l8e contara a 1is)o 9ue l8e determina1a mandasse c8amar Pedro. ContouOl8es acerca da ordem 9ue l8e <ora dada para ir aos entiosI da 1inda dos mensa eirosI de sua 1ia em para Cesaréia e do encontro com Cornélio.ém <oi presoI a i re!a toda se empen8ou em !e!um e oraD)o.ouOse o preconceitoI a. Os maiores 8omens deste mundo n)o est)o além do poder de um Deus 9ue opera mara1il8as. Dese!oso de o.em como a n)o considerar os entios imundos.ntraste em casa de 1ar@es incircuncisosI e comeste com eles. KFuando comecei a <alarKI disse eleI relatando sua e=peri2nciaI Kcaiu so. Sentir)o especial responsa. 36 muitos como CornélioI 8omens a 9uem o Sen8or dese!a pAr em contato com Sua o.ra na Terra. ?elatou a su.ém rece. Dessa <am-lia estendeuOse uma 1asta o. lem. .riuOse o camin8o para 9ue o e1an el8o <osse proclamado aos entios. 3erodes mantin8a tam. 36 em toda parte os 9ue assumir)o sua atitude ao lado de Cristo.ra de raDa na9uela cidade ent-lica. por a9uele mesmo tempo o rei 3erodes estendeu as m)os so. O o1erno da Judéia esta1a ent)o nas m)os de 3erodes A ripaI sPdito de Cl6udioI imperador romano.sp-rito SantoQ .re eles o . Por9ue esti1esse Cornélio 1i1endo em 8armonia com toda a instruD)o 9ue 8a1ia rece. 0m mensa eiro das cortes celestes <oi en1iado ao o<icial romano e a PedroI para 9ue Cornélio pudesse ser posto em contato com 9uem poderia ui6Olo a maior lu%.K Atos 14M+& e +5.idoI Deus de tal maneira encamin8ou os acontecimentos 9ue l8e <oi dada mais 1erdade. Fuando Pedro tam.ra1a e <ielmente o de1erI Deus con1erter6 8omens 9ue ocupam posiD@es de responsa. Deus c8ama o.reiros se dispuserem a ser 8omens de oportunidadeI cumprindo .ter o apoio dos !udeusI esperando assim con<irmar seus car os e 8onrasI pAsOse a reali%ar os dese!os delesI perse uindo a i re!a de CristoI pil8ando as casas e os . 1+1 Constran idos pelo amor de CristoI constran er)o outros a 1ir a .ros principais da i re!a.K?espondeu ent)o PedroM Pode al uém por1entura recusar a 6 uaI para 9ue n)o se!am .re nós ao princ-pio.ém o car o de tetrarca da (aliléia.K Atos 1$M1.sp-rito Santo.le uiar6 Seus mensa eiros. Fuando a se uir 1iram PedroI de<rontaramOno com se1era censuraI di%endoM K. .ati%ados estesI 9ue tam. ito e pretendendo possuir rande %elo pela lei de DeusI esta1am ao mesmo tempo trans redindo cada princ-pio desta lei por perse uir e assassinar os crentes em Cristo.n9uanto os !udeus esta1am cele. P6 .elecido pelo costume dos séculosI e a. 1+4 causa de suas responsa. ?elatou sua e=peri2nciaI com re<er2ncia G 1is)oI e ale ou 9ue isto o ad1ertia a n)o mais o. 1++ Hoi durante a P6scoa 9ue tais crueldades <oram praticadas. Con1ertidos G 1erdadeI tornarOseO)o instrumentos na m)o de DeusI para comunicar lu%.ilidadeI 8omens de intelecto e de in<lu2ncia. LanDou na pris)o a Tia oI irm)o de Jo)oI e mandou um al o% mat6Olo G espadaI assim como o outro 3erodes <i%era com 9ue o pro<eta Jo)o <osse de olado. .ra do Sen8orI e uma no1a e<ici2ncia e poder ser)o adicionados G i re!a. 1+' K. 36 mila res a serem operados em con1ers@es enu-nas O mila res 9ue n)o s)o a ora discernidos.uscando almas entre os randes . A morte de Tia o causou rande dor e consternaD)o entre os crentes.ati%ados em nome do Sen8or. Consa rar)o tempo e din8eiro G o. Deus est6 8o!e . . Pedro l8es e=pAs toda a 9uest)o.edoria de Deus do 9ue a 9ual9uer 1anta em terrestreI e se tornar)o <iéis portadores de lu%.roso mundo de pecadoI o Sen8or tem muitas !óias preciosas a 9uem .ens dos crentes e prendendo os mem. 1* Li. A con1ers)o de Cornélio e sua casa n)o <oi sen)o o in-cio de uma preciosa col8eita.le. >este tene. Pelo poder do .

Pedro esta1a encerrado em uma cela ca1ada na roc8aI cu!as portas tin8am <ortes <errol8os e .em 9ue al uns se 9uei=a1am da maneira reser1ada pela 9ual <oi ele reali%adoI a<irmando 9ue uma e=ecuD)o pP. . Aplicando o Seu poderI Deus esta1a prestes a sal1ar a 1ida preciosa cu!a destruiD)o esta1am os !udeus tramando. 3erodesI portantoI conser1ou Pedro em custódiaI tencionando satis<a%er ainda mais aos !udeus pelo espet6culo pP. Compreendeu ent)o 9ue esta1a li1reI em uma parte da cidade 9ue l8e era <amiliarJ recon8eceu o lu ar como sendo um 9ue <re9Rentara muitas 1e%esI e por onde esperara passar no dia se uinte pela Pltima 1e%.ele%a.K 7at.ril8oI e PedroI desorientadoI e !ul andoOse ainda em son8oI se ue o seu li. 1+5 pareceram elas diminuir radualmenteI e ele se encontrou só na rua silenciosaI com o ar <resco da noite a soprarOl8e no rosto. ?ecea1aOse 9ue a cena de estar ele sendo le1ado para morrer pudesse pro1ocar a compai=)o da multid)o.ilidade de li1ramento ou escape por meios 8umanos esta1a e=clu-da.radas.le entra na celaI e ali est6 PedroI dormindo tran9Rilamente o sono de uma per<eita con<ianDa.ntrementesI adoradores de todas as naD@es procura1am o templo 9ue 8a1ia sido dedicado G adoraD)o de Deus.ertador. Passam por ela e no1amente se <ec8a tam. O %elo de Pedro em ad1o ar a causa de CristoI tin8a le1ado muitos a assumir sua atitude ao lado do e1an el8oI e os pr-ncipes temiam 9ue se l8e <osse dada oportunidade para de<ender sua <é na presenDa da multid)o 9ue 1iera G cidade P6 .arrasJ e os soldados em uarda <icaram responsa. IsraelI como naD)oI tin8aOse di1orciado de Deus.n9uantoI so.le tin8a considerado o templo como a casa de Seu PaiI mas ao dei=ar o Hil8o de Deus o interior dessas paredesI a presenDa de Deus a. . 16rios prete=tosI a e=ecuD)o de Pedro esta1a sendo retardada para depois da p6scoaI os mem. Seus pulsosI . O an!o se mo1e sua1emente diante de PedroI cercado de uma lu% de deslum. AlcanDam a se unda portaI tam.radiDas ou ru-do dos <ec8os de <erro. o cuidado de de%esseis soldadosI 9ueI em di<erentes 1i -liasI o uarda1am dia e noite.ili%ados pela custódia do prisioneiro. As 1i orosas portas 9ue encerra1am o santo de Deus a.remOse sem au=-lio de m)os 8umanas. ?esplandecendo em ouro e pedras preciosasI ostenta1a um aspecto de ma ni<ic2ncia e encanto.om a1iso tra%er o 1eterano apóstolo para a e=ecuD)o perante o po1o ent)o reunido em Jerusalém. .andonou para sempre o templo constru-do para Sua lória.ertamento dos apóstolos da pris)oI 3erodes tomara desta 1e% precauD@es P6 .edeceI conser1ando o admirado ol8ar 1oltado para o 1isitanteI e crendo estar son8ando ou em 1is)o.ilidade de escapeI Pedro tin8a sido posto so.arrasI e a uarda romanaI 9ue e<ica%mente remo1iam toda a possi.ém uardada por dentro e por <ora. Com as portas da pris)o <irmemente se uras e uma <orte uarda diante delasI toda a possi. 7as os e=tremos do 8omem s)o a oportunidade de Deus.K .ertar Pedro. De modo id2ntico passam pela terceira portaI e ac8amOse em plena rua. $'M'5. O an!o do Alt-ssimo por elas penetraI <ec8andoOse as portas sem ru-do por tr6s dele. 3erodes esta1a a le1antar a sua m)o contra o OnipotenteI e de1eria ser totalmente derrotado. Lem.le se mo1e em direD)o G portaI se uido por PedroI usualmente lo9ua%I a ora mudo de espanto. 7a9uinalmente o.ém temiam 9ue Pedro <i%esse um da9ueles poderosos apelos 9ue tin8am <re9Rentemente incitado o po1o a estudar a 1ida e car6ter de Jesus O apelos essesI 9ue elesI com todos os seus ar umentos tin8am sido incapa%es de contradi%er.ém sem ru-do. . Procurou rememorar os <atos dos Pltimos poucos momentos. 7as os <errol8os e .=aminou sua pessoa e ac8ouOse completamente 1estido e cin ido. >)o se troca uma pala1raJ n)o 86 ru-do de passos. 7as Jeo16 n)o seria mais ac8ado nesse pal6cio de . Ora1am sem cessar a <a1or de PedroI pois ac8a1am 9ue ele n)o poderia ser dispensado da causa. Até ent)o .m sua celaI <ora colocado entre dois soldadosI li ado por duas correntesI cada uma presa ao pulso de um dos soldados.edece G ordem 9ue l8e é dada eI como ao se le1antar er uesse as m)osI tornaOse meio consciente de 9ue as cadeias l8e ca-ram dos pulsos.lico de sua morte. A. Para e1itar toda a possi. 1+* para adorarI seu li1ramento seria e=i ido das m)os do rei.ros da i re!a tin8am tempo para e=aminar pro<undamente o coraD)o e orar com <er1or.is 9ue a 1ossa casa 1ai <icarO1os deserta.reI e imediatamente se <ec8a de no1oI en9uanto os uardas dentro e <ora est)o imó1eis em seu posto. De no1o l8e ordena a 1o% do mensa eiro celestialM KCin eOteI e ata as tuas alparcasK LAtos 1$M5NI e de no1o Pedro ma9uinalmente o. Lem. Só 9uando ele sente o to9ue da m)o do an!o e ou1e uma 1o% di%endoM KLe1antaOte depressaKI LAtos 1$M&N P6 .reOseI como o <e% a primeiraI sem ran er de do. Su eriuOseI porémI 9ue n)o seria de . 1+& acorda o su<iciente para 1er a cela iluminada pela celeste lu%I e um an!o de rande lóriaI em pé diante dele.O ato de 3erodes matando a Tia o <oi aplaudido entre os !udeusI se . 7ais uma 1e% o an!o ordenaM KLanDa Gs costas a tua capaI e se ueOme.lica teria de maneira mais completa intimidado os crentes e os 9ue com eles simpati%a1am. 1+. A lu% 9ue circunda o an!o enc8e a celaI mas n)o desperta o apóstolo. DissipouOse a lu% celestialI e a Pedro pareceu ac8arOse em pro<undas tre1asJ masI acostumandoOseOl8e os ol8osI P6 .randoOse do anterior li. Passam pela uarda e c8e am G portaI pesadamente a<errol8adaI 9ue por si mesma se a.rouOse de ter adormecidoI li ado entre dois soldadosI com as sand6lias e 1estes e=teriores remo1idas.rante . >)o podia mo1erOse sem o con8ecimento deles. Assim eles percorrem uma ruaI e ent)oI estando cumprida a miss)o do an!oI desaparece ele su.ilidade de au=-lio 8umanoI n)o de1eriam sen)o tornar mais completa a 1itória de Deus no li1ramento de Pedro. . C en1iado do Céu um poderoso an!o para li. do. . O dia para a e=ecuD)o de Pedro <oi <inalmente marcadoI mas ainda as oraD@es dos crentes ascendiam ao CéuJ eI en9uanto todas as suas ener ias e simpatias eram suscitadas em <er1orosos pedidos de au=-lioI an!os de Deus esta1am a 1i iar o apóstolo prisioneiro.itamente. Os sacerdotes e anci)os tam. Compreendiam 9ue 8a1iam c8e ado a um ponto em 9ueI sem o au=-lio especial de DeusI a i re!a de Cristo seria destru-da.ra a Pltima noite antes da tencionada e=ecuD)o. Fuando CristoI perto do <im de Seu ministério terrestreI ol8ou pela Pltima 1e% para o interior do temploI disseM K.

Seu coraD)o saltou de triun<o e um lampe!o de or ul8o satis<eito espal8ouOseOl8e pelo rosto ao ou1ir a aclamaD)oM K:o% de deusI e n)o de 8omem.ando seu or ul8o e tra%endo so. .ras 9ue nen8um mero 8omem poderia <a%er. ?emorsos o apan8amM lem.st6s <ora de ti. 3erodes con8ecia a lei de DeusI 9ue di%M K>)o ter6s outros deuses diante de 7imK LW=o.stando !6 seus sentidos per1ertidos pelo .riramI 1iramOno e se espantaram. $4M'NJ e sa. 3erodes morreu em rande an Pstia de esp-rito e corpoI so. Atos 1$M1.atendo Pedro G porta do p6tioI uma menina c8amada ?ode saiu a escutarJ eI con8ecendo a 1o% de PedroI de o%o n)o a.ertar a PedroI <ora o mensa eiro da ira e !u-%o a 3erodes. . 3erodes en1iou o<iciais G pris)o para . O mesmo an!o 9ue 1iera dos pal6cios reais para li.sta1amI porémI prontos a adorar como a um deusI o alti1o reiI cu!as espl2ndidas 1estes de prata e ouro co.e. Fuando <oi tra%ida a 3erodes a not-cia de 9ue Pedro escaparaI ele <icou e=asperado e enrai1ecido.I acenandoOl8es ele P6 .n9uanto ali se ac8a1a P6 .em escol8ida domina1am a assem. . 1*$ ini9Ridade e acarretara so.arras ainda intatosI as cadeias presas aos pulsos dos dois soldados mas o prisioneiro 8a1ia escapado. e 1&. 3erodes sa. (randes otas de suor l8e . o !u-%o retri. Seu rosto se tornou p6lido como a morte e contorcido pela a onia.er e . Seus ol8os n)o podiam discernirI so.K Atos 1$M1'O1*.riam um coraD)o de amor di1ino. 1+# com a m)o para 9ue se calassemI contouOl8es como o Sen8or o tirara da pris)o.inc8ados pela press)o dos <erros cruéisI esta1am li1res das al emas.riu a portaI masI correndo para dentroI anunciou 9ue Pedro esta1a G porta.erdade n)o era en anoI son8o ou 1is)oI mas . disseramOl8eM .er a CristoI cu!as 1estesI toscas e muitas 1e%es su!as pelas 1ia ensI co.edice. Ale ria e lou1or enc8eram o coraD)o dos crentes por9ue Deus ou1ira e atendera as suas oraD@esI e li. >)o encontra1a al-1io para a dor do corpo nem para a an Pstia do esp-ritoI e nem espera1a encontrar. Com rande pompa e cerimAnia 3erodes apareceu diante do po1o e se l8es diri iu em elo9Rente discurso. Sentia 9ue a ora Deus esta1a a tratar com eleI o implac61el perse uidor.rotaram dos poros. di%iamM C o seu an!o. Declararam mais 9ueI con9uanto o 8ou1essem sempre respeitado como o1ernadorI dali em diante o adorariam como a um deus. Tin8a sido e=pressamente declarado 9ue a 1ida deles responderia pela do prisioneiroJ e por isso 8a1iam eles estado especialmente 1i ilantes.ém para intimidar os simpati%antes e mostrar o poder do rei. CompenetrouOse de 9ue sua li.ra1am os ol8os dos 9ue o contempla1amI constitu-a ele uma <i ura ma n-<ica.léia com rande poder.ia 9ue n)o merecia nen8um dos lou1ores e 8omena ens 9ue l8e eram tri.uscarem a PedroI 9ue de1ia ser tra%ido com rande aparato de uardas e armasI n)o apenas para se e1itar poss-1el <u aI como tam.raO se de sua ordem cruel para matar o inocente Tia oI e seu intento de tirar a 1ida ao apóstolo PedroJ recordaOse de como em seu des osto e decepcionada rai1a tirara uma in!usta des<orra dos uardas da pris)o. :estido em roupas cintilantes de prata e ouroI em 9ue os raios do Sol re<letindo em suas luminosas do.ran9ueada e l-1ida para seus ami os tomados de 8orrorI e=clamou em tom rouco e desesperadoM A9uele 9ue e=altastes como um deusI é <erido de morteT So<rendo a mais cruciante an PstiaI <oi retirado da9uela cena de or ia e ostentaD)o.ora o poder de Cristo <osse re1elado diante deles em o.riam um coraD)o corrupto e cruel. PedroI tornando a siI disseM A ora sei 1erdadeiramente 9ue o Sen8or en1iou o Seu an!oI e me li1rou da m)o de 3erodesI e de tudo 9ue o po1o dos !udeus espera1a.uti1o de Deus.re1eioOl8e uma terr-1el mudanDa. O an!o tocou em Pedro para o despertar do sonoJ <oi com um contato di<erente 9ue ele <eriu o -mpio reiI derri. .ras deslum. 1*1 3erodes sa. Al uns da9ueles cu!as 1o%es a ora eram ou1idas a lori<icar um 1il pecadorI <a%ia poucos anos 8a1iam le1antado o rito <renéticoM Hora com JesusT Cruci<icaOOI cruci<icaOOT Os !udeus tin8amOse recusado a rece. .re ele o casti o do TodoOpoderoso.itamenteI porémI so. PedroI KsaindoI partiu para outro lu arK.nioI e pAsOse em ousado desa<io a Deus.ertara Pedro das m)os de 3erodes. K.aterI eI 9uando a. Hicou por um momento como 9ue traspassado de dor e terrorJ ent)oI 1ol1endo a <ace . 7as ela a<irma1a 9ue assim era. 0m momento antes ele tin8a sido o al1o or ul8oso do lou1or e adoraD)o da9uela 1asta multid)oJ a ora se compenetra de 9ue se ac8a nas m)os de um (o1ernador mais poderoso do 9ue ele próprio. Acusando a uarda da pris)o de in<idelidadeI ordenou 9ue <ossem mortos.utadosI toda1ia aceitou a idolatria do po1o como se l8es <osse de1ida.an9uetearOseI <icaram deslum. O apóstolo se encamin8ou de pronto G casa onde seus irm)os esta1am reunidosI e onde na9uele momento se encontra1am em oraD)o <er1orosa por ele. Fuando os uardas diante da porta 1eri<icaram 9ue Pedro tin8a escapadoI <oram possu-dos de terror.K . Fuando os o<iciais 1ieram .ia 9ue poder 8umano al um 8a1ia li1rado a PedroI mas esta1a decidido a n)o recon8ecer 9ue um poder di1ino l8e <rustrara o des. Su. Compareceram G <esta os amantes do pra%er de todas as re i@esI e 8ou1e muita lutonaria e . P6 .K Atos 1$M$$. . . A ma!estade de sua apar2ncia e a <orDa de sua lin ua em . .uscar a PedroI os soldados esta1am ainda uardando a porta da pris)oI os <errol8os e . K7as Pedro perse1era1a em . 1*4 <e% uma rande <estaI destinada a pro1ocar admiraD)o e an8ar aplausos do po1o.K Atos 1$M11.raOse de sua implac61el perse uiD)o aos se uidores de CristoJ lem. K.endita realidade.ia 9ueI aceitando a adoraD)o do po1oI enc8era a medida de sua P6 . >o dia se uinte de1eria ser le1ado para morrerJ masI eisI um an!o o li1rara da pris)o e da morte.re si a !usta ira de Jeo16.e. Pela man8) uma rande multid)o se reuniu para presenciar a e=ecuD)o do apóstolo.rados pela ornamentaD)o de 3erodesI e encantados pelo seu porte e oratóriaJ eI desen<reados pelo entusiasmoI cumula1amOno de lison!aI declarando 9ue nen8um mortal poderia apresentar i ual apar2nciaI ou possuir elo9R2ncia t)o surpreendente. >)o muito tempo depois do li1ramento de Pedro da pris)oI 3erodes <oi a Cesaréia. o 8umilde e=teriorI o Sen8or da 1ida e da lóriaI em.

3e.licamente ensinado em Antio9uia por certos disc-pulos de C8ipre e CireneI os 9uais ali c8e aram Kanunciando o Sen8or JesusK. O e1an el8o era pu. Os principados e potestades do Céu est)o o. Tra. 1*' conoscoI uiandoOnosI diri indoOnosI prote endoOnos. K. . ?epetidas 1e%es t2m an!os <alado com 8omensI do mesmo modo como um 8omem <ala com seu ami oI e os t2m le1ado para lu ares li1res de peri o. circunstSncias aparentemente desanimadorasI os ser1os de Deus se ac8am empen8ados. O e=tenso comércio deste populoso centro tra%ia para a cidade muitas pessoas de 16rias nacionalidades..reiros do Sen8orI seus cSnticos de lou1or a9ui na TerraI o coro celestial uneOse com eles no lou1or a Deus e a Seu Hil8o. Al uns dos disc-pulos Kcamin8aram até a Hen-ciaI C8ipre e Antio9uiaI . Fueru..1an el8o em Antio9uia P6 .re o po1o.K Atos 11M$$.2nD)o e esperanDaI cora em e au=-lio aos <il8os dos 8omens.. 0m re istro é le1ado ao CéuI de todo o es<orDo . 1** Após 8a1erem sido os disc-pulos e=pulsos de Jerusalém pela perse uiD)oI a mensa em do e1an el8o espal8ouOse rapidamente pelas re i@es 9ue <ica1am além das <ronteiras da PalestinaJ e muitos rupos pe9uenos de crentes se <ormaram em importantes centros. a Pala1ra K.ido por um an!o do Céu de ir ao lu ar onde encontrou al uém 9ue procura1a a 1erdadeJ a e=peri2ncia de CornélioI 1isitado por um an!o com a mensa em de DeusJ de Pedro na pris)o e condenado G morte condu%ido por um an!o G li. >)o l8es podemos contemplar as <ormas com nossa 1ista naturalJ somente pela 1is)o espiritual podemos distin uir os seres celestiais. Ao ser a aD)o re<erida diante do PaiI <remente ale ria toma posse de todo o e=ército celestial. Atos 11M1#. c8e ou a <ama destas coisas aos ou1idos da i re!a 9ue esta1a em JerusalémJ e en1iaram Barna. Precisamos con8ecer mel8or do 9ue con8ecemos a miss)o dos an!os. Fuando P6 .. . 1M1+. #1M. C o. Sal.=ércitos in1is-1eisI de lu% e poderI au=iliam os mansos e 8umildes 9ue cr2em nas promessas de Deus e as reclamam. '+M&.stante est)o P6 .erto da pris)o e da morteI en9uanto seu perse uidor <ora atin ido pela maldiD)o de DeusI <oram le1adas a todos os pa-sesI e 1ieram a ser o meio para se le1arem muitos a crer em Cristo. K.ranco.ntre os lu ares mencionados onde o e1an el8o <ora rece. AdemaisI Antio9uia era con8ecida como re<P io <a1or61el para os amantes do sosse o e recreaD)oI por causa de sua saud61el locali%aD)oI das .ser1ando a luta em 9ueI so. Deus encarre a Seus an!os de sal1ar Seus escol8idos da calamidadeI de uard6Olos da Kpeste 9ue anda na escurid)oKI e da Kmortandade 9ue assola ao meioOdiaK. 3o!eI t)o 1erdadeiramente como nos dias dos apóstolosI mensa eiros celestiais est)o a passar por todo o comprimento e lar ura da TerraI procurando consolar os tristesI prote er os impenitentesI an8ar o coraD)o dos 8omens para Cristo.. a m)o do Sen8or era com elesKI e seus <er1orosos es<orDos produ%iam <rutos.. A 7ensa em do .K Sal. O Cristianismo 1ai aos Con<ins da Terra 1. C8e ando nesse no1o campo de tra.ate da <é.al8oI Barna. K. rande nPmero creu e se con1erteu ao Sen8or.ra dos an!os estarem unidos aos 9ue s)o pro1adosI aos so<redores e tentados. 1*+ os pecadores s)o le1ados a entre arOse ao Sal1adorI os an!os le1am as no1as ao CéuI e 86 rande re o%i!o entre as 8ostes celestiais.al8am incansa1elmente a <a1or da9ueles por 9uem Cristo morreu.emOsucedido de nossa parte para dissipar as tre1as e propa ar o con8ecimento de Cristo. K3a1er6 ale ria no Céu por um pecador 9ue se arrependeI mais do 9ue por no1enta e no1e !ustos 9ue n)o necessitam de arrependimento. 0ma e outra 1e% t2m as encora!adoras pala1ras dos an!os reno1ado o Snimo prostrado dos <iéisI des1iandoOl8es o esp-rito das coisas da TerraI le1andoOos a contemplar pela <é as 1estes . O Céu se apro=ima da Terra por meio da9uela m-stica escada cu!a . >o1as con9uistas est)o sendo conse uidasI no1as 8onras an8asI ao sa-rem os crist)os arre imentados em torno da .rar 9ue cada 1erdadeiro <il8o de Deus tem a cooperaD)o dos seres celestiais. .. Todos os an!os celestiais est)o ao ser1iDo do 8umilde e crente po1o de DeusJ eI ao entoar o e=ército de o.andeira de seu ?edentorI para com. KO an!o do Sen8or acampaOse ao redor dos 9ue O temem e os li1ra.ra 9ue tin8a !6 sido reali%ada pela di1ina raDaI e Kse ale rouI e e=ortou a todos para 9ue permanecessem no Sen8or com propósito de coraD)oK. >)o os podemos 1er pessoalmenteJ n)o o. A e=peri2ncia de HilipeI incum. Para o o.reus e !udeus re osI dos 9uais se encontra1am por esse tempo randes colAnias em 9uase todas as cidades do mundo.K Luc.sses an!os de lu% criam uma atmos<era celestial em redor da almaI er uendoOnos para o in1is-1el e eterno.é a Antio9uia.ido ale rementeI esta1a Antio9uiaI nesse tempo a metrópole da S-ria. .é 1iu a o.ater o .er)o !unto ao rande trono .insI sera<ins e an!os ma n-<icos em poderI est)o G destra de DeusI sendo Ktodos eles esp-ritos ministradoresI en1iados para ser1ir a <a1or da9ueles 9ue 8)o de 8erdar a sal1aD)oK. >os dias dos apóstolosI ela se 8a1ia tornado uma cidade de lu=o e 1-cio.rancasI as coroasI as palmas da 1itória 9ue os 1encedores rece. ali se encontra1am. As no1as de 9ue o apóstolo de Cristo <ora miraculosamente li.ele%as 9ue a circunda1amI da ri9ue%aI cultura e re<inamento 9ue P6 .reiro de DeusI o relato destas 1isitas de an!os de1e tra%er <orDa e cora em. .K Atos 11M$1. 1*M&. Somente o ou1ido espiritual pode ou1ir a 8armonia de 1o%es celestiais. Con1ém lem.sta demonstraD)o de !ustiDa di1ina te1e uma in<lu2ncia poderosa so.erdade O tudo mostra a intimidade da li aD)o entre o Céu e a Terra. III. Suas ati1idades esta1am circunscritas em eral aos 8e. An!os est)o constantemente su.ase est6 <irmemente plantada na TerraI en9uanto seu Pltimo de rau atin e o trono do Ser in<inito. anunciando. 1*.ril8oI le1ando as oraD@es dos necessitados e an ustiados ao PaiI no altoI e tra%endo .om com.indo e descendo por esta escada de <ul urante .

Sua culturaI sa. Hoi re<erindoOse a este nome 9ue Tia o escre1eu mais tardeM K>)o 1os oprimem os ricosI e n)o 1os arrastam aos tri.M$*N O Ko mistério da Sua 1ontadeK L. 1*& a muitos o sal1ador con8ecimento de Jesus de >a%aréI o ?edentor do mundo. Sua ressurreiD)o e ascens)o e Sua o. . Con9uanto este!a no plano de Deus 9ue o.m seu 8umilde ministérioI con<ia1am no poder do .raI Barna. assimI nos 16rios passos da 1idaI da1am testemun8o di6rio de sua <é em Cristo.le impostas por Seus inimi os e a di1ina piedade com 9ue tin8a orado por Seus al o%es. Barna.al8aram unidos em um ministério <ielI le1ando P6 .oraD)o com Barna.ra especial pelos entios. Os ministros ordenados so%in8os n)o s)o su<icientes para a tare<a de ad1ertir as randes cidades. 1*# possuam o poder de Sua raDaI para 9ue considerem as necessidades das cidades n)o ad1ertidas. 1. Com l6.al8o.. Atos $.K I Ped. o próprio PauloI posteriormente em sua e=peri2ncia crist)I 9uando ora1a no templo de JerusalémI <oi 1isitado por um an!o do Céu 9ue l8e ordenouM K:aiI por9ue 8ei de en1iarOte aos entios de lon e. .oa 1ontadeK. A mimI o m-nimo de todos os santosI me <oi dada esta raDa de anunciar entre os entiosI por meio do e1an el8oI as ri9ue%as incompreens-1eis de CristoI e demonstrar a todos 9ual se!a a dispensaD)o do mistérioI 9ue desde séculos este1e oculto em DeusI 9ue tudo criouJ para 9ue a oraI pela i re!aI a multi<orme sa.é em Antio9uia <oram ricamente a. Deus est6 c8amando n)o somente pastoresI mas tam. 1*5 Os crentes de Antio9uia compreenderam 9ue Deus esta1a disposto a operar em suas 1idas Ktanto o 9uerer como o e<etuarI se undo a Sua .ra no Céu como 7ediador do 8omem ca-do eram tópicos so.ros da i re!a 9ue 1i1em nessas cidades usem os talentos 9ue Deus l8es deu tra.enDoadosI e muitos <oram acrescentados ao nPmero dos crentes ali.edoria e %elo e=erceram uma poderosa in<lu2ncia so. :i1endoI como 1i1iamI no meio de um po1o 9ue parecia pouco apreciar as coisas de 1alor eternoI procuraram c8amar a atenD)o dos sinceros de coraD)o e apresentar positi1o testemun8o concernente /9uele a 9uem ama1am e ser1iam. .atada 1is)o aspectos da .sp-rito Santo para tornar e<ica% a Pala1ra da 1ida. >a populosa cidade de Antio9uiaI Paulo encontrou um e=celente campo de tra.é sentiu a necessidade de au=-lio ade9uadoI a <im de asse urar as oportunidades 9ue pela pro1id2ncia de Deus se l8e depara1amJ e <oi a Tarso . Durante um ano os dois disc-pulos tra. O e=emplo dos se uidores de Cristo em Antio9uia de1e ser uma inspiraD)o para todos os crentes 9ue 1i1em atualmente nas randes cidades do mundo. e 1+.las<emam eles o .al8ando em <a1or das almas. .-.-. O tempo est6 passando rapidamenteI e muito resta a ser <eito. . Os tra. Continuamente esta1am eles repetindo os incidentes ocorridos durante os dias de Seu ministério terrestreI 9uando Seus disc-pulos <oram a.ste nome <oiOl8es dado por9ue Cristo era o principal tema de sua pre aD)oI con1ersaD)o e ensino. 1.K KSe pelo nome de Cristo sois 1ituperadosI . 1M$1 e $'. 1M#NI Ko 9ual noutros séculos n)o P6 . Desen1ol1endoOse a o. Por ocasi)o da con1ers)o de PauloI o Sen8or declarara 9ue ele de1ia ser ministro dos entios Kpara l8es a.é te1e 2=ito em encontrar Paulo e em persuadiOlo a 1oltar em sua compan8ia como cole a de ministério. Todos os meios de1em ser postos em operaD)oI para 9ue as oportunidades atuais se!am sa. Hoi Deus 9uem l8es deu o nome de crist)os.uscar PauloI 9ueI depois de sua partida de Jerusalém al um tempo antesI esti1era tra.ios tr2mulos e ol8os rasos dV6 ua <ala1am de Sua a onia no !ardimI Sua traiD)oI !ul amento e e=ecuD)oI a paci2ncia e 8umildade com 9ue 8a1ia suportado a a<ronta e a tortura a .edoria de Deus se!a . $M. Hoi em Antio9uia 9ue os disc-pulos <oram pela primeira 1e% c8amados crist)os.re 1ós <oi in1ocadoQK Tia.. A <im de prepar6Olo para esta e=tensa e di<-cil tare<aI Deus o trou=era em -ntima comun8)o consi oI a. HoraOl8e entre ue a miss)o de tornar con8ecido Ko mistérioK 9ue este1e oculto Kdesde tempos eternosK L?om.al8os de Barna.2nD)os est)o arma%enadas para os 9ue se entre am sem reser1as ao c8amado de Deus. (6l.ém médicosI en<ermeirosI colportoresI o. .4 <oi mani<estado aos <il8os dos 8omensI como a ora tem sido re1elado pelo .K Atos #M1*.re 1ós repousa o .enDoados com Sua presenDa pessoal.sp-rito aos Seus santos apóstolos e pro<etasJ a sa.lica.reiros na sal1aD)o de almas para JesusI 1eri<icar)o 9ue muitos 9ue !amais teriam sido alcanDados de outra <ormaI est)o prontos a responder ao es<orDo pessoal inteli ente. e &. P6 . A causa de Deus na Terra nestes dias est6 em necessidade de representantes 1i1os da 1erdade .sp-rito da lória de Deus. ?icas . $M1'. Hilip. Assim o Sen8or comissionara Paulo para 9ue penetrasse no lar o campo mission6rio do mundo entio.om nome 9ue so.M15. .emOa1enturados soisI por9ue so.ste é para 7im um 1aso escol8idoI para le1ar o 7eu nome diante dos entiosI e dos reis e dos <il8os de Israel.al8ando nas re i@es Kda S-ria e da Cil-ciaKI proclamando Ka <é 9ue antes destru-aK.al8os de Paulo em Antio9uiaI em cola. O an!o 9ue apareceu a Ananias dissera de PauloM K.itantes e as pessoas 9ue <re9Renta1am a9uela cidade de culturaJ e ele se mostrou ser precisamente o au=-lio de 9ue Barna.<és.rires os ol8osKI disseI Ke das tre1as os con1erteres G lu%I e do poder de Satan6s a DeusJ a <im de 9ue rece. Pedro declarouM K7asI se padece como crist)oI n)o se en1er on8eI antes lori<i9ue a Deus nesta parte.ros da i re!aI possuidores de di<erentes talentosI 9ue ten8am o con8ecimento da Pala1ra de Deus e P6 .em podiam c8am6Olos crist)osI uma 1e% 9ue pre a1am a Cristo e diri iam suas oraD@es a Deus por intermédio d.Os tra.le.unaisQ Por1entura n)o .éI <ortaleceramOl8e a con1icD)o de 9ue o Sen8or o 8a1ia c8amado para uma o.ém Seu propósito 9ue os mem.ste é um nome realI dado a todos os 9ue se unem a Cristo.licasI é tam.erI 9ue os entios s)o coO8erdeirosI e de um mesmo corpoI e participantes da promessa em Cristo pelo e1an el8oJ do 9ualKI declara PauloI K<ui <eito ministro.licos e outros consa rados mem.iamente apro1eitadas.rindoOl8e perante a arre.am a remiss)o dos pecadosI e sorte entre os santi<icados pela <é em 7imK. Os pa )os .re os 9uais se re o%i!a1am em se demorar.ele%a e lória do Céu.re os 8a.é necessita1a. +M1. Demora1amOse incansa1elmente so.reiros . Ao se empen8arem tais o.reiros escol8idosI de consa raD)o e talentoI se!am estacionados em importantes centros de populaD)o para reali%ar con<er2ncias pP.re Seus ensinos e mila res de cura.K Atos $$M$1.

Fuando um pai !udeu a. na i re!a 9ue esta1a em Antio9uia 8a1ia al uns pro<etas e doutoresI a sa.re1iesse de 1e% um poder aos 9ue rece. Assim <oram eles autori%ados pela i re!aI n)o somente para ensinar a 1erdadeI mas para reali%ar o rito do .ra uma <orma recon8ecida de desi naD)o para um car o espec-<icoI .lico de sua di1ina desi naD)o para le1ar aos entios as . Seus ensinos a respeito da demoliD)o da Kparede de separaD)o 9ue esta1a no meioK L.ra espec-<ica a 9ue 8a1iam sido desi nados.al8o. .usoJ li a1aOse a esse ato uma insustent61el importSnciaI como se so. 1.é !6 8a1iam rece.ra a 9ue os ten8o c8amado. 1.ra a 9ue os ten8o c8amadoK.ssa <orma era si ni<icati1a para os !udeus.ra <utura. .ra esti1esse acima de acusaD)oI instruiu a i re!aI mediante re1elaD)oI a separ6Olos pu.é e a Saulo para a o. A. ser1indo eles ao Sen8orI e !e!uandoI disse o .eDa. 36 unicamente o sin elo relatório de sua ordenaD)oI e da in<lu2ncia 9ue ela te1e em sua o. Sua ordenaD)o era um recon8ecimento pP.sp-rito SantoI dando no1amente testemun8o a respeito de Paulo como um 1aso escol8ido para le1ar o e1an el8o aos entiosI impAs G i re!a a o.le coloca Seus ser1os em -ntima relaD)o com a i re!aI a <im de 9ue ten8am menos con<ianDa em si mesmosI e mais em outros a 9uem .erM Barna. Antes de serem en1iados como mission6rios ao mundo pa )oI esses apóstolos <oram solenemente consa rados a Deus com !e!um e oraD)o e a imposiD)o das m)os.atismo e or ani%ar i re!asI ac8andoOse in1estidos de plena autoridade eclesi6stica.é durante o ano 9ue <icaram com os crentes em Antio9uia.+ especialmente os 9ue se ac8am nos car os desi nados por Deus para uia de Seu po1o. Parecem incapa%es de compreender 9ue a independ2ncia de esp-rito é suscept-1el de le1ar o instrumento 8umano a ter demasiada con<ianDa em si mesmo e em seu próprio discernimentoI de pre<er2ncia a respeitar o consel8o e estimar altamente a maneira de !ul ar de seus irm)osI P6 ..ra de orden6Olo e a seu compan8eiro de tra.con8ecida dos principados e potestades nos CéusI se undo o eterno propósito 9ue <e% em Cristo Jesus nosso Sen8orK. >e li enciar ou despre%ar a9ueles 9ue Deus desi nou para arcar com as responsa. 'M*O11.licamente para a o.raI estariam e=postos a suspeitasI preconceitos e ciPmes.é e Sime)oI c8amado >. C o estudado es<orDo de Satan6s separar a esses dos 9ue s)o condutos de lu%I e por cu!o intermédio Deus tem operado para edi<icar e estender Sua o. DemaisI essa i re!a n)o <oi por mais tempo dei=ada na i norSncia 9uanto G e=peri2ncia pessoal do <ariseu con1ertido. . .sp-rito SantoM P6 .undantemente 8a1ia Deus a.ilitasse imediatamente para toda e 9ual9uer o.ra do ministério.enDoa1a os <il8osI pun8aOl8es re1erentemente as m)os so. Tem 8a1ido sempre na i re!a os 9ue est)o constantemente inclinados G independ2ncia indi1idual.le n)o d6 a um de Seus ser1os uma e=peri2ncia independente da e=peri2ncia da própria i re!aI ou a ela contr6ria.m Sua pro1id2nciaI . A o. Deus in1estiu Sua i re!a de especial autoridade e poderI por cu!a desconsideraD)o e despre%o nin uém se pode !usti<icarJ pois a9uele 9ue assim procedeI despre%a a 1o% de Deus.re a ca.eDa da 1-tima.2nD)o aos escol8idos apóstolosI em sua consa raD)o G o.ra na Terra.tida atra1és da i re!a. Deus <e% de Sua i re!a na Terra um conduto de lu%I eI por intermédio dela comunica Seus des.le est6 uiando para le1arem a1ante Sua o.ilidades da administraD)o li adas . .. . 1.re a ca.<és. 9uando os ministros da i re!a de crentes de Antio9uia puseram as m)os so.' com os mem.erI e LPcio cireneuI e 7anaémI .re Paulo e Barna. A i re!a crist) esta1a a esse tempo entrando numa <ase importante. Por ela o selo da i re!a era colocado so.nios e Sua 1ontade. As circunstSncias li adas G separaD)o de Paulo e Barna.oas no1as do e1an el8o.ores de Paulo e Barna.ra de proclamar a mensa em e1an élica entre os entios de1ia a ora prosse uir com 1i orJ eI em resultadoI a i re!a se 8a1ia de <ortalecer por uma rande col8eita de almas.K Atos 1'M1 e $.é pelo .ra ministerial. e Saulo.sp-rito SantoM ApartaiO7e a Barna. 7asI na separaD)o desses dois apóstolosI n)o 86 re istro a indicar 9ue 9ual9uer 1irtude <osse comunicada pelo simples ato da imposiD)o das m)os.é e a Saulo para a o. $M1+NI a 9ual por tanto tempo separara o mundo !udaico do ent-licoI 8a1iam naturalmente de acarretarOl8es a acusaD)o de 8eresiaJ e sua autoridade como ministros do e1an el8o seria posta em dP1ida por muitos !udeus %elosos e crentes. Anos atr6sI 9uando o propósito di1ino a respeito de Paulo <oi primeiramente re1elado ao mesmoI pelo próprio Sal1adorI Paulo <oi imediatamente depois posto em contato P6 . Os 9ue s)o inclinados a considerar como supremo seu critério indi1idualI ac8amOse em ra1e peri o. en9uanto os diri entes da i re!a de Antio9uia esta1am ser1indo ao KSen8or e !e!uandoI disse o .m época posteriorI o rito da ordenaD)o mediante a imposiD)o das m)os so<reu muito a. Os apóstolos 9ue tin8am sido desi nados para diri ir essa o.éI pediamI por esse estoI 9ue Deus concedesse Sua . Deus pre1iu as di<iculdades 9ue Seus ser1os seriam c8amados a en<rentarJ e para 9ue Sua o.ra de Deus.em como da autoridade da pessoa no mesmo. a oraI 9ue a di1ina comiss)o ent)o dada de1ia ser mais plenamente le1ada a e<eitoI o . Atos 1'M$.ra.re a o.iam essa ordenaD)oI poder 9ue os 8a.1 ApartaiO7e a Barna. Fuando um animal era 1otado ao sacri<-cioI a m)o da9uele 9ue se ac8a1a re1estido da autoridade sacerdotal coloca1aOse so.<és. >em d6 a um 8omem um con8ecimento de Sua 1ontade para toda a i re!aI en9uanto esta O corpo de Cristo O é dei=ada em tre1as. 1.$ das m)os n)o a!untou G mesma nen8uma raDa ou 1irtual 9uali<icaD)o. .sp-rito SantoI para um de<inido ramo de ser1iDoI mostram claramente 9ue Deus opera mediante desi nados instrumentos em Sua i re!a or ani%ada. 7as nen8um deles 8a1ia sido <ormalmente ordenado para o ministério e1an élico. .ido sua comiss)o do próprio DeusI e a cerimAnia da imposiD)o P6 .enDoado os la. Tanto Paulo como Barna. K. . 3a1iam c8e ado a ora em sua e=peri2ncia crist) a um ponto em 9ue Deus esta1a para con<iarOl8es a e=ecuD)o de di<-cil tare<a mission6riaI na prossecuD)o da 9ual necessita1am de toda a 1anta em 9ue pudesse ser o.ros da recémOor ani%ada i re!a de Damasco. .

. >)o é sem luta 9ue Satan6s permite ser o reino de Deus esta.limas acusara de serem prestidi itaD@esI . 1. . 1.ra era le1ada a e<eito pelos apóstolos 9ue 8a1iam permanecido em Jerusalém.ora sou.nt)o o procAnsulI 1endo o 9ue 8a1ia acontecidoI creuI mara1il8ado da doutrina do Sen8or..ilitado a cooperar com o di1ino.limasI o encantador L9ue assim se interpreta o seu nomeNI procurando apartar da <é o procAnsulK. O . Suspira1am pelo ad1ento do prometido 7essiasI a esperanDa de Israel.ar os retos camin8os do Sen8orQ . Atos 1'M*O5. C desse tempo 9ue ele <a% datarI P6 .al8o encontra1amOse preeminentemente PedroI Tia o e Jo)oI os 9uais esta1am con1ictos de 9ue Deus os 8a1ia indicado para pre arem a Cristo entre os seus compatriotas.oI c8eio de todo o en ano e de toda a mal-ciaI inimi o de toda a !ustiDaI n)o cessar6s de pertur.m.K Atos 1'M#O1$. 9ue a esse JesusI a 9uemK os !udeus cruci<icaramI KDeus O <e% Sen8or e CristoK.reiro na causa do Sen8or por alto a essesI e pensar 9ue a lu% n)o l8e de1e 1ir por nen8um outro instrumento mas diretamente de DeusI é assumir uma atitude em 9ue est6 su!eito a ser iludido pelo inimi oI e 1encido.elecido na Terra.sp-rito SantoKI o apóstolo K<i=ando os ol8os neleI disseM Ó <il8o do dia.sta ce ueira n)o <oi permanenteI mas apenas por certo per-odoI a <im de 9ue <osse ad1ertido e se arrependesseI . Ali esta1am sempre certos de serem ..ril8a1a em Antio9uiaI uma importante o. Atos 11M$4.ia e <ielmente eles tra.é e SauloI procura1a muito ou1ir a Pala1ra de Deus. KC8eio do . Hoi de C8ipre 9ue al uns 8omens tin8am 1ia!ado para Antio9uiaI Kanunciando o Sen8or JesusK. As <orDas do mal est)o empen8adas em incessante luta contra os instrumentos indicados para disseminar o e1an el8oJ e esses poderes das tre1as s)o especialmente ati1os 9uando a 1erdade é proclamada diante de 8omens de reputaD)o e enu-na inte ridade.n1iados pelo . no mesmo instante a escurid)o e as tre1as ca-ram so.steI c8amando a si Barna.sp-rito de Deus pAs o selo so.ora penosamente assediado por Satan6sI Paulo te1e a cora em de repreender a9uele por cu!o intermédio o inimi o a ia.st21)o. Assim <oi 9uando Sér io PauloI o procAnsul de C8ipreI esta1a ou1indo a mensa em do e1an el8o. Paulo considera1a a ocasi)o de sua ordenaD)o <ormal como assinalando o in-cio de uma no1a e importante época na o.re eleI eI andando G roda .é acompan86Olos em sua 1ia em mission6ria.uscando o perd)o de Deus a 9uem t)o ra1emente o<endera.limasI o encantadorI procura1am com mali nas su est@es des1i6Olo da <éI e impedir assim o propósito de Deus.ra do ministério e1an élico.edoriaI o Sen8or tem desi nado 9ueI mediante a -ntima relaD)o mantida por todos os crentesI crist)o este!a unido a crist)oI i re!a a i re!a.al8a o inimi o ca-do para conser1ar em suas <ileiras 8omens de in<lu2ncia 9ueI se con1ertidosI prestariam e<iciente ser1iDo G causa de Deus. O procAnsul tin8a solicitado a presenDa dos apóstolosI para ser instru-do na mensa em 9ue possu-amJ e a ora as <orDas do malI operando por intermédio de .usca1a a 9uem o uiasse pela m)o. Assim estar6 o instrumento 8umano 8a. ..le para au=-lioI animaD)o e <ortalecimento de Seu po1o. Hoi durante uma dessas 1isitas dos apóstolos ao lar da m)e de 7arcos 9ue este propAs P6 .ordinado ao .ra de sua 1ida.. Cada anoI por ocasi)o das <estasI muitos !udeus de todas as terrasI 1in8am a Jerusalém para adorar no templo.éI depois de sua ordenaD)o pelos irm)os em Antio9uiaI Kdesceram a Sel2ucia e dali na1e aram para C8ipre.sp-rito SantoI e todos os crentes unidos num es<orDo or ani%ado e . S6. 8a1endo atra1essado a il8a até Pa<osI ac8aram um certo !udeu m6 icoI <also pro<etaI c8amado Bar!esusI o 9ual esta1a com o procAnsul Sér io PauloI 1ar)o prudente.NJ e a oraI ele e PauloI acompan8ados por Jo)o 7arcosI parente de Barna.. C8ipre era um dos lu ares para onde os crentes tin8am <u ido de Jerusalém por causa da perse uiD)o 9ue se se uiu G morte de . Desta maneira sempre tra. 1. . 1& Arautos do . .is a-I poisI a ora contra ti a m)o do Sen8orI e <icar6s ce oI sem 1er o sol por al um tempo. pala1ra dos pro<etasK LII Ped.* depoisI o comeDo de seu apostolado na i re!a crist). 1M1#NI num es<orDo de persuadir Ka casa de Israel.éI 1isita1am essa il8a..é era Knatural de C8ipreK LAtos +M'. Assim comeDaram os apóstolos sua primeira 1ia em mission6ria.1an el8o P6 ..oresJ muitos se con1erteram G <éJ e essesI de 1olta a seus lares em di<erentes partes do mundoI espal8a1am as sementes da 1erdade atra1és de todas as naD@esI e entre todas as classes da sociedade. Passar 9ual9uer o.emO1indos para ocasi@es de repouso.ri o para os disc-pulos. C8e ando a SalaminaI os apóstolos Kanuncia1am a Pala1ra de Deus nas sina o as dos !udeus. O próprio Barna. Al uns desses pere rinos eram 8omens de <er1ente piedadeI e %elosos estudantes das pro<ecias.re seus la..ao pro resso da 1erdadeI é re!eitar o meio ordenado por . K.n9uanto a lu% do e1an el8o .le sentia o <a1or de Deus em seu coraD)oI e alme!a1a de1otarO se inteiramente G o. 7as resistiaOl8es .K Atos 1'M+. . Atos $M'.em diri ido para dar ao mundo as ale res no1as da raDa de Deus. . .5 malo ro G m)o do inimi oI pois é seu pri1ilé io ser assistido com o poder do alto a <im de en<rentar cada satSnica in<lu2ncia.m Sua sa.ntre os apóstolos 9ue se empen8a1am neste tra. . .al8a1amI testi<icando do 9ue tin8am 1isto e ou1idoI e apelando para a Kmui <irme.reiro do e1an el8o n)o precisa temer P6 . O m6 ico tin8a cerrado os ol8os Gs e1id2ncias da 1erdade e1an élicaI e o Sen8orI em !usta indi naD)oI <e% 9ue seus ol8os naturais se <ec8assemI deles e=cluindo a lu% do dia. 7as o <iel o. A con<us)o em 9ue assim <oi lanDadoI tornou de nen8um e<eito suas artes sutis contra a doutrina de Cristo. .& a Paulo e Barna.n9uanto Jerusalém esta1a c8eia desses estran eirosI os apóstolos pre a1am a Cristo com indAmita cora emI em. Todo o a ente estar6 su.essem 9ue assim procedendo estariam e=pondo a 1ida a constantes peri os.sp-rito SantoKI Paulo e Barna. A m)e de 7arcos era uma con1ertida G reli i)o crist)I e seu lar em Jerusalém era um a. . O <ato de ter ele de andar apalpandoI em sua ce ueiraI pro1ou a todos 9ue os mila res 9ue os apóstolos 8a1iam reali%adoI e 9ue . 1.

K Atos 1'M$5O'1.ituado a sacri<-ciosI desanimaramOno os peri os e pri1aD@es do camin8o. . . II Tim. . .2nD)o de Deus e a s6.le esta1am escritasI tirandoOO do madeiroI O puseram na sepulturaJ mas Deus O ressuscitou dos mortos.ertador de Deus. Assim poder6 ele pAr em con<us)o as 8ostes de Satan6s e triun<ar no nome do Sen8or. 7as Paulo e Barna.limas n)o era 8omem de culturaI no entanto esta1a peculiarmente capacitado para <a%er a o. de tudo o 9ueI pela lei de 7oisésI n)o pudestes ser !usti<icadosI por . O apelo dos apóstolos Gs pro<ecias do Anti o TestamentoI e sua declaraD)o de 9ue elas 8a1iam sido cumpridas no ministério de Jesus de >a%aréI . 1. Hoi a9ui 9ue 7arcosI dominado por temor e desSnimoI 8esitou por um momento em seu propósito de consa rarOse de todo o coraD)o G o.ra de Satan6s. K.ado entraram na sina o a !udaica e se assentaram. +M11. nós 1os anunciamosKI continuou o apóstoloI K9ue a promessa 9ue <oi <eita aos pais Deus a cumpriuI a nósI Seus <il8osI ressuscitando a JesusJ como tam.8a1iam sido operados pelo poder de Deus.sta deserD)o <e% com 9ue Paulo !ul asse por al um tempo des<a1ora1elmente a 7arcosJ se1eramente mesmo. O coraD)o deles esta1a c8eio de <er1ente amor pelas almas a perecer. / medida 9ue os apóstolos a1anDa1amI encontrando di<iculdades cada 1e% maioresI 7arcos intimidouOseI e perdendo todo o SnimoI recusouOse a prosse uirI retornando a Jerusalém.K Atos 1'M1'O$&. Seu camin8o era penosoJ encontraram di<iculdades e pri1aD@esI e esta1am cercados de peri os por todos os lados. KSe!aO1os pois notórioI 1ar@es irm)osKI disse eleI K9ue por .ra do Sen8or.le <osse mortoKI declarou o P6 . Assim com poder ele pre ou a Jesus como o Sal1ador dos 8omensI o 7essias da pro<ecia. . Al umas 1e%es ser6 na pessoa de um eruditoI mas na maioria delas por intermédio de 8omens i norantesI a 9uem Satan6s treinou para se tornarem e<icientes instrumentos no en anar as almas.2nD)os de Da1i 1os darei. O procAnsulI con1encido da 1erdade da doutrina ensinada pelos apóstolosI aceitou o e1an el8o.K Con1idado para <alarI le1antouOse KPauloI e pedindo sil2ncio com a m)oI disseM :ar@es israelitasI e os 9ue temeis a DeusI ou1iK.!eti1o O a sal1aD)o dos 9ue 1a uea1am distantes do redil.ém em outro salmo di%M >)o permitir6s 9ue o Teu Santo 1e!a corrupD)o. >)o muito tempo antes de sua morteI Paulo tornou a <alar de 7arcos como l8e sendo Kmuito Ptil para o ministérioK. a .ém est6 escrito no salmo se undoM 7eu Hil8o és TuI 8o!e Te erei. Tra. 1&$ apóstolo.sta1a ansioso por 9ue 7arcos n)o a.leI pre ado a todo o po1o de Israel o . Se uiuOse ent)o um mara1il8oso discurso. .I depois da liD)o da lei e dos pro<etasI l8es mandaram di%er os principais da P6 . ?ecomendouOo tam.ri a1am o pensamento de <acilidades ou con1eni2ncias próprias. Pelo 9ue tam. . . . Por outro ladoI Barna.ia orientaD)o de Barna. ousadamente declarou 9ue Kda descend2ncia desteI con<orme a promessaI le1antou Deus a Jesus para Sal1ador de IsraelJ tendo primeiramente Jo)oI antes da 1inda d. K.reiro. Paulo n)o 8esitou em <alar com clare%a a 1erdade concernente G re!eiD)o do Sal1ador pelos diri entes !udaicos.ste se 1os anuncia a remiss)o dos pecados.andonasse o ministérioI pois nele 1ia 9ualidades 9ue o 8a.é se inclina1a a desculp6Olo de1ido a sua ine=peri2ncia.om soldado da cru%. 9ue O ressuscitaria dos mortosI para nunca mais tornar G corrupD)oI disseOo assimM As santas e <iéis . 1&1 sina o aM 1ar@es irm)osI se tendes al uma pala1ra de consolaD)o para o po1oI <alai. 1&4 circunstSncias <a1or61eisI mas a oraI em meio da oposiD)o e dos peri os 9ue tantas 1e%es cercam o mission6rio pioneiroI n)o suportou as di<iculdades como . .I em. So.K Atos 1'M'$O'&. Paulo se reconciliou mais tarde com 7arcosI rece. Os 9ue pre am a 1erdade de Deus encontrar)o o astucioso inimi o por muitas di<erentes <ormas.orador.ertamento do cati1eiro e -pcioI e como <ora prometido um Sal1adorI da semente de Da1i.ita1am em JerusalémI e os seus pr-ncipesI condenaramOnOI cumprindo assim as 1o%es dos pro<etas 9ue se l2em todos os s6.le da (aliléia a JerusalémI e s)o Suas testemun8as para com o po1o.# . P6 . K. C de1er do ministro de Cristo permanecer <iel em seu postoI no temor de Deus e na <orDa do Seu poder.usca da o1el8a perdidaI n)o a.sp-rito de Deus acompan8ou as pala1ras <aladas e os coraD@es <oram tocados.K Atos 1'M'5O'#.éI ele se tornou um 1aloroso o.u n)o sou o CristoJ mas eis 9ue após mim 1em A9uele a 9uem n)o sou di no de desatar as alparcas dos pésK. a oraI tendo <alado claramente do cumprimento de pro<ecias <amiliares concernentes ao 7essiasI Paulo pre ouOl8es o arrependimento e a remiss)o dos pecados mediante os méritos de JesusI Sal1ador deles.le é !usti<icado todo a9uele 9ue cr2.al8ara com 2=ito so. . Anos depois sua solicitude por 7arcos <oi ricamente recompensadaJ pois o !o1em se entre ou sem reser1as ao Sen8or e G tare<a de proclamar a mensa em do e1an el8o em campos di<-ceis.ilitariam para ser Ptil o. Depois da partida de 7arcosI Paulo e Barna.le comeDou por 8istoriar a maneira como o Sen8or 8a1ia tratado com os !udeus desde o tempo de seu li. Paulo e seus compan8eiros continuaram 1ia em para Per eI na Pan<-lia. >as 1ilas e cidades por onde passa1amI e ao lon o das estradas desertasI esta1am rodeados de peri os 1is-1eis e in1is-1eis.le por muitos dias <oi 1isto pelos 9ue su. P6 . Pouco 8a. Como <iéis pastores na . Por9ueI na 1erdadeI tendo Da1i no seu tempo ser1ido con<orme a 1ontade de DeusI dormiuI e <oi posto !unto de seus pais e 1iu a corrupD)o.ra)oI e os 9ue dentre 1ós temem a DeusI a 1ós 1os é en1iada a pala1ra desta sal1aD)o. Depois de 8a1er <eito esta declaraD)oI disse PauloM K:ar@es irm)osI <il8os da eraD)o de A. De1ia aprender ainda a en<rentar 1alorosamente os peri osI perse uiD@es e ad1ersidades. Col.reiro de Cristo.ém aos colossensesI como Kcooperador no reino de DeusK e como tendo para ele Ksido consolaD)oK. Por n)o terem con8ecido a .endoOo como cola. K.ados.I 8a1endo eles cumprido todas as coisas 9ue d.s9uecidos de si mesmosI n)o <ra9ue!a1am 9uando cansadosI <amintos ou com <rio. 7as a9uele a 9uem Deus ressuscitou nen8uma corrupD)o 1iu.atismo do arrependimento. 7as Jo)oI 9uando completa1a a carreiraI disseM Fuem pensais 1ós 9ue eu souQ .é tin8am aprendido a con<iar no poder li. +M11.é 1isitaram Antio9uia da Pis-diaI e no s6.iram com . O .les tin8am em 1ista um Pnico o.ora n)o ac8assem al uma causa de morteI pediram a Pilatos 9ue .steI os 9ue 8a.

Os 9ue creram <oram %elosos em comunicar a mensa em e1an élica a outrosI e assim Ka Pala1ra do Sen8or se di1ul a1a por toda a9uela pro1-nciaK.nt)o os !udeusI 1endo a multid)oI enc8eramOse de in1e!aJ eI . K. 7as suas maiores ener ias eram da.=alta1a constantemente a Cristo Jesus como o K?ei dos reisI e Sen8or dos sen8oresK LI Tim. Atos 1'M+$ e +'. Atos 1'M++O+#. 1&' le1aram a con1icD)o a muitas almas 9ue suspira1am pelo ad1ento do 7essias prometido. 1&& .ra mister 9ue a 1ós se 1os pre asse primeiro a Pala1ra de DeusJ masI 1isto 9ue a re!eitaisI e 1os n)o !ul ais di nos da 1ida eternaI eis 9ue nos 1oltamos para os entiosJ por9ue o Sen8or assim noOlo mandouM . Para os 9ue cr2emI Cristo é o <irme Hundamento.sp-rito SantoK.ola da 1in8a .K Tendo <inalmente a con re aD)o se dispersadoI Kmuitos dos !udeus e dos prosélitos reli iososKI 9ue tin8am aceitado as .enDoadasI e os crentes a 9uem tin8am dei=ado a condu%ir a o.al8ar pelos !udeus de outras partesI onde 9uer 9ue a oportunidade l8es deparasse ou1intes. $M$4.K .al8ou sem cessar pela edi<icaD)o do reino de Deus entre os 9ue tin8am sido ne li enciados pelos mestres de Israel. .ado se uinte.astante para sustentar o peso e o <ardo de todo o mundo. Séculos antesI a pena da inspiraD)o tin8a traDado esta col8eita de entiosJ mas a9uelas pre1is@es pro<éticas tin8am sido apenas o. K7as Paulo e Barna.ene<-cio dos 9ue esta1am Ksem CristoI separados da comunidade de IsraelI e estran8os aos concertos da promessaI n)o tendo esperanDaI e sem Deus no mundoK.oas no1as 9ue l8es <oram apresentadas na9uele diaI Kse uiram a Paulo e Barna.u te pus para lu% dos entiosI para 9ue se!as de sal1aD)o até aos con<ins da Terra. Suas ati1idades entre os de Antio9uia da Pis-diaI tin8am sido ricamente a.al8o esta1a a.ste é um <ato plenamente recon8ecido pelo próprio P6 . O próprio Sal1adorI durante o Seu ministério terrestreI predisse a disseminaD)o do e1an el8o entre os entios..ilaram randemente de Jesus os recon8ecer como <il8os de P6 .ntre os (entios P6 .oas no1asK LIsa.elecer o reino de Deus em território ent-licoI entre po1os 9ue tin8am pouco ou nen8um con8ecimento do 1erdadeiro Deus e de Seu Hil8o. O coraD)o de Paulo e seus associados no tra. . . A mensa em do e1an el8o esta1a a1anDandoI e os apóstolos tin8am todo o moti1o de sentirOse encora!ados. Os apóstolos n)o <icaram desencora!ados por este tratamentoJ lem. >)o de1iam dei=ar de ad1ertir a nin uémI mas de1iam pre ar Ko e1an el8o a toda a criaturaK. $M1$. O interesse despertado em Antio9uia da Pis-dia pelo discurso de PauloI reuniu no Ks6. As pala1ras de a<irmaD)o dos apóstolosI de 9ue Kas . 1&* CorintoI em C<eso e em outros importantes centrosI Paulo e seus compan8eiros de tra. .<és. Atos 1'M*$.ra so%in8os por al um tempoI Kesta1am c8eios de ale ria e do .scuramente entendidas.<és. Como a mensa em do e1an el8o se espal8asse na Pis-diaI !udeus incrédulos de Antio9uiaI em seu ce o preconceitoI Kincitaram al umas mul8eres reli iosas e 8onestasI e os principais da cidadeI e le1antaram perse uiD)o contra Paulo e Barna. outra 1e%M K.re esta Pedra 1i1a podem edi<icar i ualmente !udeus e entios. depois de Sua ressurreiD)o . PosteriormenteI em TessalAnicaI em P6 .M1*NI e e=orta1a os crentes a permanecerem Karrai ados e so.M1*.reedi<icados n. .I sa-dos os !udeus da sina o aI os entios ro aram 9ue no s6..le comissionou os disc-pulos para irem Kpor todo o mundoK L7at. .ado se uinte l8es <ossem ditas as mesmas coisas.al8o pre aram o e1an el8o tanto a !udeus como a entios. 1M14.erto em . $M1' e 1#.K Osé. $M$'. *$M&N de sal1aD)o eram para !udeus e entios i ualmenteI trou=eram esperanDa e ale ria a todos os 9ue n)o 8a1iam sido contados entre os <il8os de A. So.ra)o se undo a carne.K 7at.la é su<icientemente rande para todosI e <orte .leI e con<irmados na <éK. Oséias 8a1ia ditoM KToda1ia o nPmero dos <il8os de Israel ser6 como a areia do marI 9ue n)o pode medirOse nem contarOseJ e acontecer6 9ue no lu ar onde se l8es di%iaM :ós n)o sois 7eu po1oI se l8es dir6M :ós sois <il8os do Deus 1i1o.P6 .le declarou aos impenitentes !udeusM KO reino de Deus 1os ser6 tiradoI e ser6 dado a uma naD)o 9ue d2 os seus <rutos. .las<emandoI contradi%iam o 9ue Paulo di%ia.K 7at. A1anDando pela <éI Paulo tra.=ultai e ale raiO 1osI por9ue é rande o 1osso alard)o nos CéusJ por9ue assim perse uiram os pro<etas 9ue <oram antes de 1ós. 1. $M&. Paulo.raramOse das pala1ras de seu 7estreM KBemOa1enturados sois 1ósI 9uando 1os in!uriarem e perse uiremI e mentindoI disserem todo o mal contra 1ós por 7in8a causa. 7ediante a incans61el ministraD)o dos apóstolos aos entiosI os Kestran eiros e <orasteirosKI os K9ue antes est61eis lon eKI aprenderam 9ue Kpelo san ue de CristoKI c8e aram pertoI e 9ue pela <é em Seu sacri<-cio e=piatórioI podiam tornarOse Kconcidad)os dos santosI e da <am-lia de DeusK. >a par6. 7ar. os entiosI ou1indo istoI ale raramOseI e lori<ica1am a Pala1ra do Sen8orJ e creram todos 9uantos esta1am ordenados para a 1ida eterna.por diante diri idas no sentido de esta.<és. seme6OlaOei para 7im na terraI e compadecerO7eOei de LoO?uamaJ e a LoOAmi direiM Tu és 7eu po1oJ e ele dir6M Tu és o meu DeusTK Osé. 9uase toda a cidade a ou1ir a Pala1ra de Deus. :oltandoOse para os entios em Antio9uia da Pis-diaI Paulo e Barna.éI os 9uaisI <alandoOl8esI os e=orta1am a 9ue permanecessem na raDa de DeusK. 1&. 1&+ DeusI e com coraD)o rato atenta1am G pala1ra pre ada. . .K . 15 Pre ando .K K.re o <undamento dos apóstolos e dos pro<etasI de 9ue Jesus Cristo é a principal Pedra da es9uina.éI e os lanDaramK LAtos 1'M*4N <ora da9uele distrito. Col.é n)o dei=aram de tra. $1M+'. $5M1#NI a ensinar Ktodas as naD@esK. >os dias <inais de seu ministérioI 9uandoI diri indoOse a um rupo de crentes entios 9ue tin8am permanecido <irmes em seu amor pela 1erdade do e1an el8oI o apóstolo escre1eM K. *M11 e 1$.di<icados so.les se re!u.éI usando de ousadiaI disseramM . .

Os apóstolosI entretantoI n)o recuaram de sua miss)oJ pois muitos esta1am aceitando o e1an el8o de Cristo.raI K<alando ousadamente acerca do Sen8orKJ e Deus Kda1a testemun8o G pala1ra de Sua raDaI permitindo 9ue por suas m)os se <i%essem sinais e prod.uindoOo aos ensinos dos disc-pulos. 1&5 A crescente popularidade da mensa em apresentada pelos apóstolos enc8eu de in1e!a e ódio os !udeus incrédulos e eles determinaram <a%er cessar de uma 1e% os tra. Até ent)oI o co=o n)o podia <a%er mais 9ue assentarOseJ .al8os de Paulo e Barna.elecerem monumentos para a lória de Seu nome.atuar como ad1o ado do 8omem. Ti1eram assinalado sucessoJ Kcreu uma rande multid)oI n)o só de !udeus mas de re osK. .léiaI Paulo ordenou ao co=o 9ue se pusesse de pé. Halaram de Sua 1ida e ministérioI Sua re!eiD)o por parte da9ueles a 9uem 1eio sal1arI Seu !ul amento e cruci<i=)oI ressurreiD)o e ascens)o ao CéuI para a.erta G con1icD)oI e multiplica1amOse os con1ersos ao e1an el8o.ras de Cristo como de Al uém 9ue cura1a os en<ermos e so<redoresI 1iu entre seus ou1intes um co=oI cu!os ol8os esta1am nele <i=osI e 9ue rece. C8amaramI primeiramenteI a atenD)o delesI para as o. Por intermédio da oposiD)o 9ue os disc-pulos en<renta1amI a mensa em da 1erdade an8a1a rande pu. 151 de DeusI Paulo e Barna.stimulando as piores pai=@es P6 .nios secretos e peri osos.ra iniciada. . 7uitos dos 8a.itadas principalmente por um po1o supersticioso e pa )oI mas 8a1ia entre eles al uns dispostos a P6 .eradamente escol8em re!eitar a lu% do Céu. O coraD)o de Paulo enc8euOse de simpatia para com o doenteI em 9uem perce. Por meio de relatos <alsos e e=a eradosI le1aram as autoridades a temer 9ue toda a cidade esti1esse em peri o de ser incitada a uma insurreiD)o. .m cada século e em cada terraI os mensa eiros de Deus t2m sido c8amados a en<rentar amar a oposiD)o dos 9ue deli. 3a1endo tornado claras as 1erdades <undamentais concernentes ao CriadorI <alaram os apóstolos aos 8a.re a9ueles cu!a mente esta1a a.itantes de Listra a respeito do Hil8o de DeusI 9ue 1eio do Céu ao nosso mundo por 8a1er amado os <il8os dos 8omens.n<rentando a oposiD)oI in1e!a e preconceito <oram eles a1ante com sua o. .stas cidades eram 8a.eI na LicaAnia.licidadeJ os !udeus 1iam 9ue seus es<orDos para impedir a o. .é <oram para IcAnio.ora os ma istrados esti1essem pre1enidos contra eles pelas <alsas a<irmaD@es ou1idasI n)o ousa1am conden6Olos. Os apóstolos se es<orDaram por comunicar a esses idólatras o con8ecimento de DeusI o CriadorI e de Seu Hil8oI o Sal1ador do 2nero 8umano.ssas e1id2ncias da apro1aD)o di1ina tin8am poderosa in<lu2ncia so.ra dos no1os ensinadores resulta1a apenas em acrescentar maior nPmero de adeptos G no1a <é.ela ordem das sucessi1as estaD@esI as poderosas montan8as coroadas de ne1eI as ma!estosas 6r1oresI e 16rias outras mara1il8as da nature%aI as 9uais testemun8am uma capacidade além da compreens)o 8umana.rado poderosamente em <a1or delesI 8a.ras do TodoO poderosoI le1aram os apóstolos o esp-rito dos entios G contemplaD)o do rande (o1ernador do 0ni1erso.iosK. Fuando Paulo e Barna. Ami os dos apóstolosI em. Com esta <alsa acusaD)o espera1am an8ar o au=-lio dos ma istrados na reali%aD)o de seu propósito.al8arI esperando escapar ao preconceito e perse uiD)o dos !udeus. . >este lu arI como em Antio9uiaI comeDaram suas ati1idades na sina o a de seu próprio po1o. . Atos 1+M#.m presenDa da idólatra assem.K Atos 1+M+. di1idiuOse a multid)o da cidadeJ e uns eram pelos !udeusI e outros pelos apóstolos.ras mara1il8osas de Deus O o SolI a Lua e as estrelasI a . >)o raroI pela misti<icaD)o e <alsidadeI t2m os inimi os do e1an el8o aparentemente triun<adoI cerrando assim as portas por onde os mensa eiros de Deus poderiam ter acesso ao po1o. . Atos 1+M'.é. .sp-rito e no poder P6 .itantes de Listra adora1am num templo dedicado a JPpiter. K.De Antio9uia da Pis-diaI Paulo e Barna.a e apedre!ando a Paulo e a Barna.ora 1i1essem na cidade uns poucos !udeus. Tin8am de recon8ecer 9ue os ensinos de Paulo e Barna. 7as essas portas n)o podem permanecer para sempre <ec8adasJ eI muitas 1e%esI ao 1oltarem os ser1os de Deus para reassumir suas ati1idadesI o Sen8or tem o. AssimI no . . P6 .ia suas pala1ras e nelas cria.ora incrédulosI ad1ertiramOnos dos maldosos des.eu al uém K9ue tin8a <é para ser curadoK.ilitandoOos a esta.é partiram secretamente de IcAnioI dei=ando os crentes a promo1erem a o.!eti1o pela 1iol2ncia. ConcordesI Paulo e Barna. Atos 1+M1 e $.aI mas <u issem para sal1ar a 1ida.éI pondo assim um <im a suas ati1idades.=pulsos de IcAnio pela perse uiD)oI os apóstolos <oram para Listra e Der.é apareceram na cidadeI eI con re ando os listrianos em torno deles l8es e=planaram as 1erdades simples do e1an el8oI muitos procuraram relacionar essas doutrinas com suas supersticiosas crenDas na adoraD)o de JPpiter.nios dos !udeusI e suplicaramOl8es 9ue n)o se e=pusessem desnecessariamente G <Pria da tur.m. 7as de maneira nen8uma sa-am em de<initi1oJ 8a1iam proposto retornarI após acalmada a a itaD)oI para completar a o. 7ediante essas o.sta1am determinados a 9ue os apóstolos n)o ti1essem oportunidade de se de<enderemI inter<erindo a tur.é pre aram o e1an el8o em Listra.m conse9R2ncia destas acusaD@esI os disc-pulos eram repetidamente le1ados perante as autoridadesJ mas sua de<esa era t)o clara e sin elaI e t)o calma e compreens-1el sua a<irmaD)o da9uilo 9ue esta1am ensinandoI 9ue <orte in<lu2ncia era e=ercida em seu <a1or.é tendiam a <ormar 8omens 1irtuososI cidad)os leaisI e 9ue a moral e a ordem da cidade seriam mel8oradas se <ossem aceitas as 1erdades ensinadas pelos apóstolos. 7as em IcAnioI como em outros lu ares onde os apóstolos tra. T)o enrai1ecidos <icaram os l-deres !udeus pelo rumo 9ue as coisas esta1am tomando 9ue decidiram alcanDar seu o. 0ma ocasi)oI estando Paulo a <alar ao po1o das o. . Declararam 9ue rande nPmero se esta1a aliando aos apóstolosI e su eriram 9ue 8a1ia nisto des.m Listra n)o 8a1ia sina o a !udaicaI em. 154 ou1ir a mensa em e1an élica e aceit6Ola. >esses lu ares e arredores os apóstolos decidiram tra. 1&# da massa i norante e tumultu6riaI <oram <eli%es em pro1ocar um motimI atri.ra so%in8os por al um tempo.al8aramI Kos !udeus incrédulos incitaram e irritaramI contra os irm)osI os Snimos dos entiosK.

éI 9ue se 8a1iam retirado para repousoI n)o <oram P6 .al8o dos apóstolos entre os licaAniosI tin8am determinado irOl8es no encalDo e perse uiOlos. Hoi somente após muita persuas)o da parte de PauloI e cuidadosa e=plicaD)o de sua própria miss)o e de Barna. C8e ando a ListraI esses !udeus lo o alcanDaram 2=ito em inspirar o po1o com o mesmo amar o esp-rito 9ue atua1a em suas próprias mentes. O mart-rio de . . >)o o. O desapontamento so<rido pelos listrianos por l8es ter sido recusado o pri1ilé io de o<erecer sacri<-cios aos apóstolosI preparouOos para se 1oltarem contra Paulo e Barna. Atos 1+M1#.é em ListraI <oram su.erto de <eridas e des<alecido de dorI ele caiu no c8)oI e a tur.al8o <oi a. Barna.repun8a aos 1i1as do po1oI Paulo captouOl8es a atenD)oJ e cessando su. Com esse es<orDo de <é l8e 1ieram as <orDasI e a9uele 9ue 8a1ia sido co=o Kandou e saltouK. Atos 1+M1'.itamente o tumultoI disseM K:ar@esI por 9ue <a%eis essas coisasQ >ós tam.ios por l8e 8a1er sido permitido so<rer por amor de Cristo. Paulo e Barna. 15+ O apóstolo ima inou 9ue 8a1ia c8e ado o seu <im.ntre os 9ue se 8a1iam con1ertido em ListraI e 9ue eram testemun8as oculares dos so<rimentos de PauloI se ac8a1a al uém 9ue se 8a1ia de tornar mais tarde preeminente o.K Atos 1+M1+O1&. As ati1idades de Paulo e Barna. Di% o relato 9ue eles <oram impedidos Kcom di<iculdadeK. Atos 1+M14.!eto di no de adoraD)oI <oi 9uase imposs-1el des1iar os pa )os de seu intento de o<erecer sacri<-cios. Para os crentesI esta inesperada restauraD)o do ser1o de Deus era considerada como mila re do poder di1inoI e parecia ser o selo do Céu so. Atos 1+M15. ClamandoI com 1o% 9ue se so. Os listrianosI ansiosos de mostrar sua ratid)oI apelaram ao sacerdote de JPpiter para 8onrar os apóstolosJ e eleI Ktra%endo para a entrada da porta touros e rinaldasI 9ueria com a multid)o sacri<icarOl8esK.stante ainda os es<orDos de Paulo para diri irOl8es a mente para o 1erdadeiro Deus como o Pnico o.ene1ol2ncia e=pressas em seu sem.itamente le1antou a ca.nios 8omicidas dos inimi os do e1an el8o <oram e=ecutados. contudoI n)o Se dei=ou a Si mesmo sem testemun8oI .lante.andonar seu propósito. Fuando Paulo <oi arrastado para <ora da cidadeI esse !o1em disc-pulo esta1a entre os 9ue se puseram ao lado de seu corpo aparentemente sem 1idaI e 9ue o 1iram er uerOse <erido e P6 . Paulo criam eles ser 7ercPrioI Kpor9ue este era o 9ue <ala1aK LAtos 1+M11 e 1$NI <er1orosoI ati1o e elo9Rente em pala1ras de ad1ert2ncia e e=ortaD)o. 7as Ktendo anunciado o e1an el8o na9uela cidade e <eito muitos .rados entusi6sticos de uma rande multid)o 9ue se apro=ima1a da casa onde eles esta1am 8ospedados.itamente reprimidas pela maldade de Kuns !udeus de Antio9uia e de IcAnioK LAtos 1+M15NI 9ue ou1indo do sucesso do tra.st21)oI e a parte cruel 9ue ele desempen8ara na ocasi)oI l8e 1ieram 1i1idamente ao esp-rito. >esta 8ora escura e de pro1aI o rupo de crentes de ListraI con1ertidos por Paulo e Barna.stante a positi1a a<irmaD)o dos apóstolos de 9ue n)o eram di1inosI e n)o o.itantes de ListraI 9ue eles 8a1iam contemplado com os próprios ol8os o miraculoso poder e=ercido pelos apóstolosJ 9ue 8a1iam 1isto um co=o 9ue P6 . Com pala1ras de misti<icaD)o e calPniaI os 9ue recentemente 8a1iam considerado a Paulo e Barna.enDoado e muitas almas <oram le1adas a aceitar a Cristo como o Sal1ador.é como seres di1inosI <oram con1encidos de 9ue na realidade os apóstolos eram piores 9ue assassinosI e di nos de morte.sta a<irmaD)o esta1a em 8armonia com sua tradiD)o de 9ue os deuses ocasionalmente 1isita1am a Terra. as multid@esI 1endo o 9ue Paulo <i%eraI le1antaram a sua 1o%I di%endo em l-n ua licaAnicaM Hi%eramOse os deuses semel8antes aos 8omensI e desceram até nós.surda e a cruel perse uiD)o por parte de seus inimi os ser1iram apenas para con<irmar a <é desses de1otados irm)osJ e a oraI em <ace do peri o e esc6rnioI mostraram sua lealdade reunindoOse com triste%a ao redor da9uele 9ue supun8am estar morto. Fuando os apóstolos se certi<icaram da causa desta 1isita e do moti1o de tal a itaD)oI Kras aram os seus 1estidosI e saltaram para o meio da multid)oKI na esperanDa de e1itar no1as demonstraD@es. Fual n)o <oi sua surpresaI 9uandoI em meio a seus lamentosI o apóstolo su.é G <é de JesusI permaneceu <irme e leal.re sua mudanDa de crenDa.a en<urecida o arrastou Kpara <ora da cidadeI cuidando 9ue esta1a mortoK.é com um entusiasmo apro=imado ao com 9ue os tin8am 8onrado como deuses. Os !udeus admoestaramOnos a 9ue n)o dessem a Paulo a oportunidade de <alarI ale ando 9ue se l8e <osse permitido este pri1ilé ioI ele poderia en<eitiDar o po1o. K.é como sendo representantes do Deus do Céu e de Seu Hil8oI o rande 7édicoI 9ue o po1o <oi persuadido a a. Lo o os des. Arra%oa1am os 8a.edeceu instantaneamente G ordem de PauloI e pela primeira 1e% em sua 1ida se pAs de pé. .reiro de CristoI e de1ia partil8ar com o apóstolo as pro1as e ale rias do ser1iDo pioneiro em campos di<-ceis.é <oi c8amado JPpiterI o pai dos deusesI por causa de sua 1ener61el apar2nciaI sua di na compostura e a sua1idade e .ra um !o1em c8amado Timóteo. Co. 15$ ad1ertidos desses preparati1os.ilaramOse com ine=prim-1el ale riaI e lou1aram a Deus com reno1ada <é.ém somos 8omens como 1ósI su!eitos Gs mesmas pai=@esI e 1os anunciamos 9ue 1os con1ertais dessas 1aidades ao Deus 1i1oI 9ue <e% o céuI e a TerraI e o marI e tudo 9uanto 86 nelesJ o 9ual nos tempos passados dei=ou andar todas as entes em seus próprios camin8os. 15* co. ?e!u. >o dia se uinte ao apedre!amento de PauloI os apóstolos partiram para Der. Incitados pelos !udeusI plane!aram atacar os apóstolos pela <orDa. .eI onde seu tra.ilarOse em per<eita saPde e <orDa.erto de san ueI mas com lou1ores nos l6.K . P6 . Lo oI porémI sua atenD)o <oi despertada pelo som da mPsica e .eDa e se er ueuI com o lou1or de Deus nos l6.mas a ora o. 15' nunca dantes andaraI re!u.ios.ene<iciandoO1os l6 do CéuI dandoO1os c8u1as e tempos <rut-<erosI enc8endo de mantimento e de ale ria os 1ossos coraD@es. ?endendoOse G in<lu2ncia do malI os listrianos tornaramOse possu-dos de satSnica <PriaI e apoderandoOse de Paulo o apedre!aram sem misericórdia. A oposiD)o a. T)o <irme tin8a sido sua crenDa de 9ue esses 8omens eramI sem dP1idaI deusesI e t)o rande seu entusiasmoI 9ue esta1am relutantes em recon8ecer seu erro.

al8ar a. Os crist)os eram desta maneira ensinados a se a!udarem mutuamenteI recordando a promessaM KOnde esti1erem dois ou tr2s reunidos em 7eu nomeI a. . assimI destemerosos perante os peri osI K1oltaram para ListraI e IcAnioI e Antio9uiaI con<irmando os Snimos dos disc-pulosI e=ortandoOos a permanecer na <éK. 7uitos 8a1iam aceito as ale res no1as do e1an el8o e e=puseramOse ao opró. Isto esta1a em 8armonia com o plano e1an élico de unir num só corpo todos os crentes em CristoI e esse plano de1ia Paulo se uir cuidadosamente atra1és de seu ministério.le ti1esse autori%ado uma mudanDa em 9uais9uer de suas especi<icaD@es. Paulo e Barna. Fuando 8omens promissores e 86. .al8ar na P6 .ste esp-rito de <er1or e de temor piedoso produ%iu nos no1os disc-pulos uma impress)o duradoura com relaD)o G importSncia da mensa em do e1an el8o. A esses procurou o apóstolo <irmar na <éI para 9ue a o.éI pre ando eles o e1an el8o nas terras ent-licas. 15# ser circuncidado e o.re1e le1ou a 1asta desinteli 2ncia na i re!aI produ%indo consternaD)o nos crentes ent-licos.disc-pulosKI nem Paulo nem Barna.ros pudessem ser inteiramente <irmados na 1erdade e ensinados a <a%er es<orDos <er1orosos e altru-stas pelos 9ue l8es esta1am ao redor.elecidas.réia de adoraD)oI era pouco pro161el 9ue .m todos os seus es<orDos mission6riosI Paulo e Barna. .ram tardos em discernir 9ue todas as o<ertas sacri<icais n)o tin8am sen)o pre<i urado a morte do Hil8o de DeusI em 9ue o tipo encontrou o ant-tipoI depois do 9ue os ritos e cerimAnia da dispensaD)o mosaica n)o mais de1iam perdurar.stante o. Os !udeus se 8a1iam sempre or ul8ado de seu cerimonial de instituiD)o di1inaJ e muitos dos 9ue se 8a1iam con1ertido G <é de Cristo ainda sentiam 9ue uma 1e% 9ue Deus 8a1ia claramente es.elecidos para 9ue se condu%issem todas as ati1idades pertinentes ao . Como importante <ator no crescimento espiritual dos no1os con1ersosI os apóstolos ti1eram o cuidado de cerc6Olos com a sal1a uarda da ordem e1an élica.le cuida1a ternamente das pe9uenas i re!asI sentindo 9ue elas esta1am em necessidade de especial cuidadoI para 9ue os mem. A primeira 1ia em mission6ria esta1a rapidamente c8e ando ao <im. Insistiam em 9ue as leis e cerimAnias !udaicas de1iam ser incorporadas aos ritos da reli i)o crist). .I com o semear da sementeI os apóstolos tin8am muito cuidado em proporcionar a todos os 9ue toma1am posiD)o ao lado do e1an el8oI instruD@es pr6ticas de indi%-1el 1alia.iam a mensa em do e1an el8o. la.ra pudesse su. 3a1iam sido <ielmente instru-dos no camin8o do Sen8orI e se l8es ensinara como tra. .ria o camin8o. Centro de ati1idade mission6riaI era uma das mais importantes dentre os rupos de crentes crist)os. 15& 1in8a.é esta1am dispostos a iniciar tra. DespertosI %elosos e incans61eisI n)o consulta1am as inclinaD@es ou a comodidade pessoalI mas com uma ansiedade acompan8ada de oraD@esI e ati1idade incessanteI semea1am a semente da 1erdade.ncomendando ao Sen8or as i re!as recémOor ani%adasI os apóstolos <oram para Pan<-liaI KeI tendo anunciado a Pala1ra em Per eI desceram a At6lia e dali na1e aram para Antio9uiaK.rio e oposiD)o. .ram indicados o<iciais para cada i re!aI e ordem e sistema próprios eram esta.eis se con1ertiamI como no caso de TimóteoI Paulo e Barna.ri atórias aos entios como condiD)o para se tornarem mem.ros lei os em Antio9uiaI num <er1oroso es<orDo para an8ar almas para CristoI al uns crentes !udeus 1indos da !udéiaI Kda seita dos <ariseusK LAtos 1*M*NI conse uiram introdu%ir uma 9uest)o 9ue em . >)o importa1a 9u)o pe9ueno <osse um rupoI era n)o o.estou . Por outro ladoI muitos crentes !udeus de Antio9uia <a1oreciam a posiD)o dos irm)os recentemente 1indos da Judéia.ser1ar toda a lei cerimonial. . Atos 1+M$1 e $$. A i re!a de Antio9uia era rande e próspera. Os !udeus temiam 9ue se as restriD@es e cerimAnias de sua lei n)o <ossem tornadas o. .emOestar espiritual dos crentes.é procura1am se uir o e=emplo de CristoI com sacri<-cio 1olunt6rio e tra.rira aos entios a porta da <éK.al8o <iel e ardoroso em prol das almas.ros da i re!aI as peculiaridades nacionais dos !udeusI 9ue até ent)o os tin8am mantido como um po1o distinto de todos os outros po1osI desapareceriam <inalmente dentre os 9ue rece.al8ado.ores le1ados a aceitar a Cristo como o Sal1adorI eramI a seu de1ido tempoI or ani%ados em i re!a. 15M$4.!eto de sua constante solicitude.oDado a <orma 8e. .K 7at. Sua con re aD)o era composta de pessoas de di<erentes classesI tanto de !udeu como de entios. 1# Judeus e (entios P6 .I 9uando os apóstolos partiam para outro lu arI a <é da9ueles 8omens n)o 1acila1aI antes aumenta1a. A9ueles 9ueI em 9ual9uer lu arI eram por seus P6 .n9uanto os apóstolos se uniam aos ministros e mem. Ainda 9uando os crentes eram poucos era isto <eito. O cuidado dessas i re!as <ica1a em sua mente como uma preocupaD)o sempre maior.u no meio deles.al8o em outra parte sem con<irmar a <é dos con1ersos 9ue eram <orDados a dei=ar so%in8os por al um tempoI nos lu ares onde tin8am recentemente tra. Paulo n)o es9uecia as i re!as assim esta. Do resultado do tra. 155 3a1endo c8e ado G Antio9uia da S-riaI de onde 8a1iam sa-do para a sua miss)oI Paulo e Barna. As i re!as eram de1idamente or ani%adas em todos os lu ares da LicaAnia e da Pis-dia onde 8ou1esse crentes.ne adamenteI <er1orosamenteI perse1erantemente pela sal1aD)o de seus semel8antes.é procura1am %elosamente mostrarOl8es a necessidade de tra. 15.é apro1eitaram lo o uma oportunidade para reunir os crentes a <im de contarOl8es K9u)o randes coisas Deus <i%era por elesI e como a.al8o dos apóstolos entre os entiosI <icou e1idente 9ue os con1ersos dentre este Pltimo po1o e=cederiam muito aos con1ersos !udeus em nPmero. . Os con1ersos !udeus n)o eram eralmente inclinados a mudar t)o rapidamente 9uanto a pro1id2ncia de Deus a. .sta cuidadosa instruD)o aos no1os con1ersos era um importante <ator no 2=ito not61el 9ue acompan8a1a Paulo e Barna. Com rande se uranDa esses mestres !udai%antes a<irma1am 9ueI para sal1arOseI era preciso P6 .é en<rentaram com prontid)o essas <alsas doutrinasI e se opuseram G introduD)o do assunto aos entios. .sistir. Atos 1+M$&. .

I 8a1endo rande contendaI le1antouOse Pedro e disseOl8esM :ar@es irm)osI . 0m deles era 9uanto G atitude a ser tomada com respeito a carnes sacri<icadas a -dolos. 7uitos dos entios con1ertidos esta1am 1i1endo entre pessoas i norantes e supersticiosasI 9ue <a%iam <re9Rentes sacri<-cios e o<ertas a -dolos. 1#1 .m Jerusalém os dele ados de Antio9uia se encontraram com os irm)os das 16rias i re!asI 9ue se 8a1iam con re ado para a reuni)o eralJ e a estes relataram os sucessos 9ue seu ministério entre os entios 8a1iam alcanDado. .le arra%oou 9ue o .n9uanto istoI toda a discuss)o de1ia cessar até 9ue <osse pronunciada a decis)o do conc-lio eral. . Os 16rios pontos en1ol1idos na re ulamentaD)o da principal 9uest)o em !o oI parecia apresentar diante do conc-lio di<iculdades insuper61eis.ser1Sncia. 1#4 Antes de sua con1ers)oI Paulo se 8a1ia considerado como irrepreens-1el Kse undo a !ustiDa 9ue 86 na leiK. Pedro <alou de seu assom.re a causa por imoralidade e e=cesso. A9uilo 9ue 8a1iam pre<i urado tin8aOse cumpridoI e os 9ue esta1am 1i1endo so.ro 9uandoI ao transmitir as pala1ras da 1erdade G9uela assem.re os entios declararaM KPortantoI se Deus l8es deu o mesmo dom 9ue a nósI 9uanto 8a1emos crido no Sen8or Jesus CristoI 9uem era ent)o euI para 9ue pudesse resistir a DeusQK Atos 11M1&.re os circuncisos !udeus.atida na assem.sp-rito Santo !6 8a1iaI em realidadeI solucionado esta 9uest)oI de cu!a decis)o parecia depender a prosperidadeI sen)o a e=ist2ncia mesmoI da i re!a crist).sta decis)o de1ia ser ent)o uni1ersalmente aceita pelas 16rias i re!as em todo o pa-s.io. .ros da i re!aI temendo 9ue o resultado de continuada disputa <osse uma di1is)o entre elesI decidiram en1iar a Jerusalém Paulo e Barna. P6 . Isto criam elesI poderia impedir 9ue se aliassem G i re!a os 9ueI adotando a <é sem 1erdadeira con1ers)o de coraD)oI pudessem mais tarde tra%er opró. DeusI 9ue con8ece os coraD@esI l8es deu testemun8oI . Isto era uma ad1ert2ncia de Deus a Pedro para 9ue n)o considerasse pessoa al uma in<erior a outraJ por9ue o san ue de Cristo pode limpar de toda a imund-cia. . 1#$ Os entiosI ao contr6rioI costuma1am aparar o san ue derramado da 1-tima sacri<ical e us6Olo na preparaD)o de alimento. A imut61el lei de DeusI dos De% 7andamentosI entretantoI Paulo ainda uarda1a no esp-rito . K.m camin8o para JerusalémI os apóstolos 1isita1am os crentes das cidades por onde passa1am e encora!a1amOnos relatandoO l8es sua e=peri2ncia da o. a dispensaD)o e1an élica tin8am <icado li1res de sua o.sp-rito Santo descera so.ssa mensa em mostra1a 9ue Deus n)o <a% acepD)o de pessoasI mas aceita e recon8ece a 9uantos O temem. P6 .re os !udeus circuncidadosI . 7as o .ilidade na i re!aI a <im de e=porem a 9uest)o perante os apóstolos e anci)os.éI !untamente com al uns 8omens de responsa.rio so.eis 9ue !6 86 muito tempo Deus me ele eu dentre 1ósI para 9ue os entios ou1issem da min8a .ril8ou i ualmente na <ace dos incircuncisos entios. . PortantoI como as coisas ent)o se apresenta1amI se um !udeu e um entio se assentassem G mesma mesa para comerI o primeiro se consideraria o<endido e ultra!ado pelo Pltimo.m -ntima relaD)o com o assunto da circuncis)o esta1am 16rios outros 9ue demanda1am cuidadoso estudo.P6 . A<inalI os mem. Ali de1iam eles encontrarOse com dele ados de di1ersas i re!as e com os 9ue tin8am ido a Jerusalém para assistir Gs pró=imas <estas.re os entios incircuncisos e so.léia. a especial direD)o de Deus. .. Os !udeus n)o podiam crer 9ue esti1essem o.K Atos 1*M&.oDo da con<us)o 9ue resultara por9ue certos <ariseus con1ertidos tin8am ido a Antio9uia declarando 9ueI para se sal1aremI os con1ersos entios precisa1am ser circuncidados e de1iam uardar a lei de 7oisés. .sp-rito Santo Se apossara de seus ou1intesI tanto entios como !udeus. DeramOl8es ent)o um claro es.m ocasi)o anterior Pedro 8a1ia arra%oado com seus irm)os com respeito G con1ers)o de Cornélio e seus ami osI e sua comun8)o com eles.em como na letra.sp-rito Santo 8a1ia decidido o assunto em discuss)o ao descer com i ual poder so.ra de Deus e da con1ers)o dos entios. / lu% do e1an el8oI os anti os ritos e cerimAnias con<iados a Israel 8a1iam an8o uma no1a e mais pro<unda si ni<icaD)o.ri ados a mudar de costumes 9ue 8a1iam adotado so.em sa. ?ecusando eleI com a a<irmaD)o de 9ue !amais comera coisa comum ou imundaI a resposta <oraM K>)o <aDas tu comum ao 9ue Deus puri<icou. Pedro relatou a clara interpretaD)o destas claras pala1rasI a 9ual l8e <oi dada 9uase em se uida G noti<icaD)o de ir ter com o centuri)o para instru-Olo na <é crist). A mesma lu% e lória 9ue se re<letira so. Considera1am 9ue o san ue era a 1idaI e 9ue o derramamento do san ue era conse9R2ncia do pecado. >a i re!a de Antio9uiaI a consideraD)o do assunto da circuncis)o deu em resultado muitas discuss@es e lit. 7as desde sua mudanDa de coraD)oI ele 8a1ia alcanDado uma clara concepD)o da miss)o do Sal1ador como ?edentor da raDa todaI !udeus e entiosI e aprendera a di<erenDa entre uma <é 1i1a e um <ormalismo morto. Os entiosI e especialmente os re osI eram e=tremamente licenciososI e 8a1ia o peri o de 9ue al unsI n)o con1ertidos de coraD)oI <i%essem uma pro<iss)o de <é sem renunciar as suas m6s pr6ticasI Os crist)os !udeus n)o podiam tolerar a imoralidadeI 9ue nem mesmo era considerada crime pelos pa )osI Os !udeusI portantoI considera1am como altamente próprio 9ue a circuncis)o e a o. Ao relatar nessa ocasi)o como o .léia em casa de CornélioI testemun8ara 9ue o . Hilip. Além distoI os entios esta1am acostumados a comer a carne de animais estran uladosI aos passo 9ue os !udeus tin8am sido di1inamente instru-dos de 9ueI 9uando animais <ossem mortos para alimentoI se tomasse particular cuidado para 9ue o san ue <osse derramado do corpoJ a n)o ser assim a carne n)o poderia ser considerada saud61el. .sta 9uest)o <oi ardorosamente de. A oraI com i ual <er1or e <orDaI ele a<irmaM K. 1#' cressem. Deus 8a1ia dado estas in!unD@es aos !udeus a <im de preser1arOl8es a saPdeI Os !udeus considera1am pecaminoso usar san ue como arti o alimentar.K Atos 14M1*. ?ememorou a 1is)o em 9ue Deus apresentara perante ele um lenDol c8eio de toda a espécie de 9uadrPpedesI e l8e ordenara matar e comer. Os sacerdotes deste culto pa )o mercade!a1am e=tensamente com o<ertas a eles tra%idasJ e os !udeus temiam 9ue os entios con1ersos pudessem le1ar descrédito ao cristianismo por comprar a9uilo 9ue tin8a sido sacri<icado aos -dolosI sancionando assimI em certa medidaI costumes idólatras.oca a pala1ra do e1an el8oI e P6 . 'M.ser1Sncia da lei cerimonial <ossem impostas aos con1ersos entios como um teste de sua sinceridade e de1oD)o.

sta1am presentes anci)os de Jerusalém e dele ados de Antio9uiaI e as i re!as mais in<luentes esta1am representadas. >esta ocasi)o parece ter sido escol8ido Tia o para anunciar a decis)o tomada pelo conc-lio. K. Sendo Ktam.nt)o toda a multid)o se calou e escuta1a a Barna. Paulo e Barna.K Atos 1*M1$. Os con1ersos entiosI porémI de1iam a. Os apóstolos e anci)osI portantoI concordaram em instruir por carta os entios a se a. Os crist)os !udeusI 1i1endo pró=imos do temploI naturalmente permitiam 1oltar a mente aos pri1ilé ios peculiares dos !udeus como naD)o.ilidade.sp-rito SantoI assim como tam. Tia o tam.ste !u o n)o era a lei dos De% 7andamentosI como a<irmam al uns 9ue se op@em aos reclamos da leiJ Pedro se re<ere a9ui G lei das cerimAniasI tornada nula e 1) pela cruci<i=)o de Cristo. As decis@es amplas e de rande alcance do conc-lio eral le1aram con<ianDa Gs <ileiras dos crentes entios e a causa de Deus prosperou.sp-rito de Deus. a própria responsa.ntre aramOse a muita murmuraD)o e cr-ticaI propondo no1os planos e procurando deitar a.ar a9uelesI dentre os entiosI 9ue se con1ertem a Deus. A oraI poisI por 9ue tentais a DeusI pondo so. 7esmo os disc-pulos n)o esta1am todos preparados para aceitar de .eDa da i re!a.K Atos 1*M'*. Se os 9ue s)o considerados sucessores de PedroI ti1essem se uido seu e=emploI terOseOiam contentado sempre com ser i uais a seus irm)os.eram 9ue a peculiar santidade de 9ue os costumes !udeus eram re1estidos seria lo o perdida de 1ista G lu% da no1a <éI muitos se mostraram indi nados com Paulo como sendo a pessoa 9ueI em rande medidaI 8a1ia pro1ocado esta mudanDa.sses 8omens piedosos se deti1eram em Antio9uia por al um tempo.araDantes e du1idosos de somenos importSnciaI para 9ue n)o desanimassem em se uir a Cristo.iciosos e possu-dos de presunD)o 9ue a desapro1aram.eatice. sua sentenDa <oi 9ue a lei cerimonialI e especialmente a ordenanDa da circuncis)oI n)o de1eriam ser impostas aos entiosI ou a eles se9uer recomendadas.P6 .é eramOl8es recomendados como pessoas 9ue 8a1iam arriscado a 1ida pelo Sen8or. .sp-rito SantoJ e sentiram 9ue era sua parte se uir a uia do . Os 9ueI como papasI t2m pretendido ser seus sucessoresI n)o encontram <undamento escritur-stico para suas pretens@es.é relatarem suas e=peri2ncias na o. Paulo e Barna.em ao .sses 8omens pretensiosamente tomaram a decis)o de se empen8ar na o.andonar os costumes incoerentes com os princ-pios do cristianismo. . A preleD)o de Pedro le1ou a assem. O conc-lio 9ue decidiu este caso era composto dos apóstolos e mestres 9ue se 8a1iam salientado no tra.st6culos a en<rentarI e 86 de t2Olos até a consumaD)o do tempo.sp-rito. Desde o in-cio te1e a i re!a P6 . De1iam ser insti ados a uardar os mandamentosI e a le1ar 1ida santa. Os Kapóstolos e anci)osK LAtos 1*M$'NI 8omens de in<lu2ncia e . Fuando 1iram a i re!a crist) se a<astando das cerimAnias e tradiD@es do !uda-smoI e perce. .ri aD@es da lei !udaica eram <rou=os.ai=o a o.eraD@esI todos eles 1iram 9ue o próprio Deus 8a1ia dado resposta G 9uest)o em apreDoI concedendo aos entios o . >)o <oram con1ocados todos os crentes para 1otarem so.ém Judas e Silas pro<etasI e=ortaram e con<irmaram os irm)os com muitas pala1rasK.em n)o impor aos entios con1ersos a lei cerimonialI e o parecer dos apóstolos a este respeito <oi como o do . De1iam tam.m Antio9uia a i re!a <oi <a1orecida com a presenDa de Judas e SilasI os mensa eiros especiais 9ue da reuni)o em Jerusalém tin8am 1oltado com os apóstolos. >este e=emplo temos a re<utaD)o da doutrina mantida pela I re!a Católica ?omana de 9ue Pedro era a ca. Os 9uatro ser1os de Deus <oram en1iados a Antio9uia com a ep-stola e a mensa em 9ue de1ia pAr <im a toda contro1érsiaJ por9ue era a 1o% da mais alta autoridade so.ém apresentou seu testemun8o com decis)oI declarando 9ue era o propósito de Deus outor ar ao entios os mesmos pri1ilé ios e .al8o de le1antar i re!as crist)s !udaicas e entiasI !untamente com dele ados escol8idos de 16rios lu ares. K. 1#& tais o. .sten8ais das coisas sacri<icadas aos -dolosI e do san ueI e da carne su<ocadaI e da <ornicaD)oJ das 9uais coisas <a%eis . Tia o procurou impressionar a mente de seus irm)os com o <ato de 9ueI em se con1ertendo a DeusI os entios tin8am <eito rande mudanDa em sua 1idaI e 9ue se de1eria usar muita cautela para n)o pertur.ra so.re a Terra. Como resultado de suas deli.om sensoI redi iram e e=pediram o decretoI 9ue <oi lo o aceito pelas i re!as crist)s. 1#+ dandoOl8es o .re a 9uest)o. . Al uns eram %elosos da lei cerimonialI e se re<eriam a Paulo com des<a1orI pois pensa1am 9ue seus princ-pios re<erentes Gs o.é <icaram em Antio9uiaI ensinando e pre andoI com muitos outrosI a Pala1ra do Sen8or.ri atória n)o esta1am autori%ados a <a%2Olo em nome dos apóstolos.ra pelos entios. Jerusalém era a metrópole dos !udeusI e era ali 9ue se encontra1am o maior e=clusi1ismo e .2nD)os concedidos aos !udeus. >em todosI entretantoI <icaram contentes com a decis)oJ 8a1ia uma <acD)o de irm)os am.re a cer1i% dos disc-pulos um !u o 9ue nem nossos pais nem nós pudemos suportarQK Atos 1*M14.elecida pela 1ontade di1ina. Fuando PedroI posteriormenteI 1isitou Antio9uiaI captou a con<ianDa de muitos por sua conduta prudente .K Atos 1*M$5 e $#. O conc-lio se condu%iu de acordo com os ditames de iluminado !u-%o e com a di nidade de uma i re!a esta. Ao .léia ao ponto de poderem ou1ir com paci2ncia a Paulo e a Barna. 1#* ele <ora colocado acima de seus irm)os como representante do Alt-ssimo. Coisa al uma na 1ida de Pedro d6 sanD)o G a<irmati1a de 9ue P6 . .sp-rito Santo pareceu . Tia o presidiu ao conc-lioI e sua decis)o <inal <oiM KPelo 9ue !ul o 9ue n)o se de1e pertur. .6Olos com assuntos em.ios Deus 8a1ia <eito por meio deles entre os entios. KPareceu . Judas e Silas <oram en1iados com estes apóstolos para declararem aos entios de 1i1a 1o% a decis)o do conc-lio.ra dos 8omens a 9uem Deus ordenara ensinassem a mensa em do e1an el8o.é e a PauloI 9ue conta1am 9u)o randes sinais e prod.sterem de carnes sacri<icadas aos -dolosI da prostituiD)oI do 9ue é su<ocado e do san ue.sp-rito Santo e a nósI n)o 1os impor mais P6 . 1#.ém a nósJ e n)o <e% di<erenDa al uma entre eles e nósI puri<icando os seus coraD@es pela <é.em se 1os uardardes. encar o al umI sen)o estas coisas necess6riasM 9ue 1os a.oa 1ontade a decis)o do conc-lio.K Isto pAs <im G discuss)o.ém estar certos de 9ue os 9ue declara1am ser a circuncis)o o. Atos 1*M'$.

K Atos 1*M'. Deus 1iu tam.ilidades colocadas so.sta re1elaD)o de <ra9ue%a da parte da9ueles 9ue 8a1iam sido respeitados e amados como diri entesI produ%iu dolorosa impress)o na mente dos crentes entios.al8ar em 8armonia com as decis@es tomadas pelo corpo eral de crentes reunidos em conc-lio.arco se uro e a sal1o para o porto. esse re istro de <ra9ue%a do apóstolo permanece como uma P6 . Por al um tempo ele a iu de acordo com a lu% dada pelo Céu.1ersi1a in<lu2ncia do erro praticado para com a i re!a pela duplicidade de atitude da parte de PedroI repro1ouOo a.idaI todos os donsI con8ecimento e in<lu2ncia o.ai=o de controle P6 . 7as 9uando certos !udeus %elosos da lei cerimonial 1ieram de JerusalémI Pedro mudouI desa1isadamenteI o seu procedimento para com os con1ersos do pa anismo.éI Kpor todas as cidades em 9ue !6 anunciamos a Pala1ra do Sen8orI para 1er como est)o.re o coraD)o a responsa. Tanto Paulo como Barna. . Por9ue Deus n)o é Deus de con<us)oI sen)o de pa%I como em todas as i re!as dos santosK. . KTornemos a 1isitar nossos irm)osKI disse ele a Barna.uiriam a Pedro e seus pretensos sucessores as ele1adas prerro ati1as 9ue só a Deus pertencem. . I Ped. As tradiD@es e m6=imas 8umanas n)o de1em tomar o lu ar da 1erdade re1elada. $4$ Barna. >a presenDa da i re!aI Paulo ar Riu a PedroM KSe tuI sendo !udeuI 1i1es como os entiosI e n)o como !udeuI por 9ue o. /s 1e%es o <ardo era pesadoI mas Paulo permanecia <irme pelo direito. Pedro 1iu o erro em 9ue 8a1ia ca-doI e procurou imediatamente repararI tanto 9uanto poss-1elI o mal 9ue causara. 7esmo Kos esp-ritos dos pro<etasKI declarou eleI Kest)o su!eitos aos pro<etas.ri as os entios a 1i1erem como !udeusQK (6l. O pro resso da mensa em e1an élica n)o de1e ser detido por preconceitos e pre<er2ncias de 8omensI 9ual9uer 9ue se!a sua posiD)o na i re!a. Constantemente ele procura1a a!ud6Olos a se tornarem crist)os con<iantes e desen1ol1idosI <ortes na <éI ardentes no %elo e de coraD)o inteiro na consa raD)o a Deus e G o. 1#5 para com os con1ersos entios. $M1'. Sentia a necessidade de aconsel8arOseJ e 9uando sur iam assuntos de importSnciaI ale ra1aOse em poder apresent6Olos perante a i re!aI e em unirOse com os irm)os para . seu ministérioI e esta1am ansiosos por 12Olos uma 1e% mais.ra n)o esta1a 8a.uscar de Deus sa. 7as PauloI 9ue 1iu a su.tidos pela pre aD)o e ensino da Pala1ra O n)o é estran8o 9ue ele dissimulasse e e1itasse os princ-pios do e1an el8o por temor dos 8omensI ou para captar a estimaQ >)o é estran8o 9ue ele 1acilasse no ape o ao direitoQ Possa Deus dar a cada 8omem o recon8ecimento de seu desamparoI sua incapacidade para uiar o próprio .é esta1a pronto a ir com PauloI mas dese!a1a 9ue tomassem a 7arcosI o 9ual se decidira de no1o a de1otarOse ao ministério. Insistia 9ue al uém de t)o pouca <i.ido as 1erdades do e1an el8o diretamente do CéuI e em todo o seu ministério manti1era 1ital li aD)o com os instrumentos celestiais.ém dissimula1am com eleI de maneira 9ue até Barna. . PareciaOl8e Kra%o61el 9ue n)o tomassem consi o a9uele 9ueK durante sua primeira 1ia em mission6ria tin8aOos dei=ado em tempo de necessidade.le <ora especialmente ensinado por DeusI e n)o ousa1a <a%er concess@es 9ue en1ol1essem princ-pios. . Fuanto maiores as responsa.m seu ministérioI Paulo era muitas 1e%es compelido a permanecer so%in8o. 7esmo os mel8ores 8omensI se entre ues a si própriosI errar)o no !ul amento.edoria para <a%er decis@es acertadas.stante o <ato de 8a1er sido Paulo ensinado pessoalmente por DeusI n)o mantin8a ele idéias e=tremadas de responsa. Depois de todas as <altas de PedroJ depois de sua 9ueda e restauraD)oI seu lon o pra%o de ser1iDoI sua intimidade com CristoI seu con8ecimento da correta pr6tica dos retos princ-pios do Sal1adorJ depois de toda a instruD)o rece. II Cor.P6 . *M*.ilitado para uma o.ra de ampliar Seu reino.sta solicitude Paulo !amais a perdeu. $4 . Com Pedro ele ensina1a 9ue todos unidos na 9ualidade de i re!a de1iam ser Ksu!eitos uns aos outrosK. . DeusI 9ue con8ece o <im desde o princ-pioI permitiu 9ue Pedro re1elasse essa <ra9ue%a de car6terI para 9ue o pro1ado apóstolo 1isse nada 8a1er em si de 9ue se pudesse 1an loriar. 7esmo 9uando em campos mission6rios distantesI lon e do cen6rio de suas primeiras ati1idadesI continua1a ele a le1ar so. (6l.sp-rito de Deus com respeito a tal ensinoI e tomou decis)o <irme e ina.é tin8am terno cuidado pelos 9ue 8a1iam aceitado recentemente a mensa em e1an élica so.le considera1a 9ue a i re!a n)o de1e !amais ser le1ada de. $M1+.ilidadeI e de 9ue eleI de modo al umI este1e acima do n-1el dos outros apóstolos.ertamente por dissimular assim seus 1erdadeiros sentimentos. .al61elI 9ue li.ém 9ue no tempo por 1irI al uns seriam t)o iludidos 9ue atri. $44 do poder 8umano. P6 .ilidade indi1idual. A i re!a <oi ameaDada de di1is)o. 1## pro1a de sua <ali.ora .re o a ente 8umanoI e 9uanto mais amplas suas oportunidades para mandar e controlarI é certo 9ue mais erros cometer6 se n)o se uir cuidadosamente o camin8o do Sen8or e tra. 3a1ia rece. &M1..m.=altando a Cru% P6 . Dominou seu natural preconceito até o ponto de sentarOse G mesa com os con1ersos entios.le n)o esta1a inclinado a desculpar a <ra9ue%a de 7arcos em desertar da o.ra pela se uranDa e con<orto do lar. Paulo dedicara sua pessoa e todas as suas <aculdades ao ser1iDo de Deus. Al uns K!udeus tam.ertou as i re!as de ritos e cerimAnias !udaicos.uscando de Deus a uia diretaI esta1a sempre pronto a recon8ecer a autoridade contida no corpo de crentes unidos em comun8)o de i re!a. Paulo <e% o. >)o o. A 8istória deste des1io dos retos princ-pios permanece como solene ad1ert2ncia a 8omens em posiD@es de con<ianDa na causa de DeusI para 9ue n)o 1en8am a <racassar na inte ridade mas se ape uem <irmemente ao princ-pio. I Cor. .ra 9ue . 1+M'$ e ''. $41 Depois de 8a1er despendido al um tempo ministrando em Antio9uiaI Paulo propAs a seu compan8eiro <a%erem outra 1ia em mission6ria. Tin8a sido ensinado por Deus com respeito a impor encar os desnecess6rios aos crist)os entiosJ assimI 9uando crentes !udai%antes introdu%iram na i re!a de Antio9uia a 9uest)o da circuncis)oI Paulo con8ecia o pensamento do .!eD)o a isto.é se dei=ou le1ar pela sua dissimulaD)oK.ilidade de animar esses con1ersos a permanecerem <iéisI Kaper<eiDoando a santi<icaD)o no temor de DeusK.

$4+ esta.st)o empen8ados em alta e santa 1ocaD)oI e se 9uiserem an8ar almas como recompensaI precisam ape arOse <irmemente a DeusI rece.m sua o.ra de um pastorJ 9ue n)o se atemori%a1a ante a perspecti1a de so<rimento e perse uiD)oJ 9ue esta1a pronto a ser ensinado. O rande apóstolo muitas 1e%es pu=a1a pelo disc-pulo mais moDoI interro andoOo acerca da 8istória escritur-sticaJ e en9uanto 1ia!a1am de um lu ar para outroI ensina1aOl8e cuidadosamente a maneira de tra.K Atos 1*M'5O+4. Fuando as liD@es da B-. SilasI compan8eiro de tra. $4* .ora !o1emI le1ou suas responsa.le esta1a ansioso por 1er como os 9ue 8a1iam aceito o e1an el8o por meio de seus es<orDos esta1am en<rentando o teste das pro1aD@es. O poder espiritual das liD@es 9ue delas rece.reiros para o ser1iDo ati1o.ra do ministro e1an élico. A Pala1ra de Deus era a re ra pela 9ual essas duas piedosas mul8eres 8a1iam uiado Timóteo.éI le1ando consi o a 7arcosI na1e ou para C8ipre. A9ui Paulo tornou a encontrar TimóteoI 9ue 8a1ia testemun8ado seus so<rimentos ao <inal de sua primeira 1isita a ListraI e em cu!a mente a impress)o ent)o <eita tin8aOse apro<undado com o passar do tempoI até 9ue se con1enceu de 9ue era seu de1er entre arOse inteiramente G o.m TimóteoI Paulo 1iu al uém 9ue aprecia1a a santidade da o. A con<ianDa de sua m)e e de sua a1ó nos sa rados or6culosI lem.riaI e !ustaI e piamente. .scrituras. >)o a ia por impulsoI mas consideradamente e com calma re<le=)oI inda ando a cada passoM C este o camin8o do Sen8orQ >ele encontrou o .al8o de PauloI era um o.al8o era incircuncisoI e sua o. Antes de iniciarem a penetraD)o de no1o territórioI Paulo e seus compan8eiros 1isitaram as i re!as 9ue 8a1iam .em como em outros lu ares de reuni)o.raI Timóteo . . KPor9ue a raDa de Deus se 86 mani<estadoI tra%endo sal1aD)o a todos os 8omensI ensinandoOnos 9ueI renunciando G impiedade e Gs concupisc2ncias mundanasI 1i1amos neste presente século só. .oas o.reiro e=perimentadoI dotado com o dom de pro<eciaJ mas a o.le dese!a1a le1ar a seus irm)os !udeusI . Assim a instruD)o rece.era conser1ouOo puro na lin ua emI e incontaminado pelas m6s in<lu2ncias de 9ue se ac8a1a rodeado. . Toda1ia o apóstolo n)o se arriscou a tomar a responsa. con9uanto <i%esse esta concess)o ao preconceito !udaicoI cria e ensina1a nada ser a circuncis)o ou incircuncis)oI mas o e1an el8o de Cristo O este era tudo.lia s)o aplicadas na 1ida di6riaI e=ercem elas pro<unda e duradoura in<lu2ncia so. Como medida acauteladoraI Paulo aconsel8ou prudentemente a Timóteo a 9ue se circuncidasse O n)o 9ue Deus o e=i isseI mas a <im de tirar do esp-rito dos !udeus a9uilo 9ue poderia ser1ir de o. Seu con8ecimento da piedade pr6tica distin uiaOo dos outros crentesI e da1aOl8e in<lu2ncia.K Tito $M11O1+.ras. A piedade 9ue ele presenciara em sua 1ida doméstica era s) e sensata.ra1amOl8e continuamente as . 1M$.!eD)o ao ministério de Timóteo.ido 9ue um de seus compan8eiros de tra.ra era 1aliosa por9ue ele usa1a no ser1iDo do 7estre as 8a.ra1uraI de1oD)oI <é e disposiD)o para sacri<icarI se necess6rioI a própria 1ida. .sp-rito Santo 9uem poderia ser moldado e a!ustado como templo para a 8a.ilidade de e=ercitar TimóteoI !o1em n)o pro1adoI para o ministério e1an élicoI sem primeiro certi<icarOse plenamente 9uanto a seu car6ter e 1ida passada.ra seria randemente entra1ada pelo preconceito e <anatismo dos !udeus. Timóteo aprendeu e praticou essas liD@es. P6 .raI Paulo de1ia 1ia!ar de cidade em cidadeI em muitas terrasI e teria muitas 1e%es ocasi)o de pre ar a Cristo em sina o as !udaicasI .elecidos por sua educaD)o dos primeiros anosI 9ue ele esta1a apto a ocupar seu lu ar como au=iliar de Paulo. :iesse a ser sa. Desde crianDa ele con8ecia as . $4' coraD)o de PauloI e ele ansia1a por compartil8ar das ati1idades do apóstoloI a!udando na medida das oportunidades. T)o <orte <oi a contendaI 9ue Paulo e Barna. Tanto Paulo como SilasI em todas as suas relaD@es com TimóteoI procura1am apro<undar a impress)o 9ue !6 se <i%era em seu esp-rito 9uanto G nature%a sa rada e séria da o.ilidades com 8umildade crist).usca1a eleI tanto 9uanto esti1esse em 8armonia com a <éI remo1er cada prete=to de oposiD)o.ida atra1és do lar 8a1ia cooperado com Deus em prepar6Olo para assumir responsa.tido pelo es<orDo ordin6rio. >)o tin8a ele talentos particularmente . .ilidades 9ue Deus l8e dera.ra do ministério.ril8antesJ mas sua o. Paulo ama1a a TimóteoI seu K1erdadeiro <il8o na <éK.itaD)o da di1ina PresenDa.ra a ser <eita era t)o rande 9ue <oi necess6rio preparar mais o. T2m de aplicar todas as suas ener ias na o.ra do 7estre.endo diariamente poder e raDa da Honte de toda a .2nD)o.e e ListraI na pro1-ncia de LicaAnia. Timóteo era um simples !o1em 9uando <oi escol8ido por Deus para ser um ensinadorJ mas seus princ-pios tin8am sido t)o P6 .usca1a de Paulo constantemente consel8o e instruD)o. .m toda parte encontrou o apóstolo determinada oposiD)o e se1era perse uiD)o. I Tim.re o car6ter. A uardando a . . Seu coraD)o esta1a unido ao P6 .al8ar com 2=ito.al8o e de 1ia em. Paulo 1iu 9ue Timóteo era <ielI <irme e lealI e escol8euOo como compan8eiro de tra. Os 9ue tra. PauloI tendo escol8ido a SilasI partiuI encomendado pelos irm)osI G raDa de Deus. KBarna.re9ueria paci2nciaI altru-smoI .al8am pelas almas t2m de alcanDar um con8ecimento mais pro<undoI mais amplo e mais claro de Deus do 9ue pode ser o. Os 9ue 8a1iam ensinado Timóteo na in<Sncia <oram recompensados com 12OloI ao <il8o de seu cuidadoI li ado em -ntima associaD)o com o rande apóstolo.m sua o. .emOa1enturada esperanDa e o aparecimento da lória do rande Deus e nosso Sen8or Jesus CristoJ o 9ual Se deu a Si mesmo por nós para nos remir de toda a ini9RidadeI e puri<icar para Si um po1o Seu especialI %eloso de .ilidades. >)o <icou desapontadoJ 1eri<icou 9ue os crentes listrianos tin8am permanecido <irmes em <ace de 1iolenta oposiD)o.é se separaramI se uindo este suas con1icD@es e tomando consi o a 7arcos. :ia!ando atra1és da S-ria e Cil-ciaI onde <ortaleciam as i re!asI Paulo e Silas alcanDaram por <im Der. O pai de Timóteo era re oI e sua m)e !udia.2nD)os 9ue 86 em <a%er a 1ontade de Deus. em.em como aos entiosI o con8ecimento do e1an el8oJ e por essa ra%)o . Hoi em Listra 9ue Paulo <ora apedre!adoI no entanto 1amos encontr6Olo de no1o no cen6rio onde passara o peri o anterior.

le.rantados ao apresentar ele o amor de Deus como re1elado no sacri<-cio de Seu Pnico Hil8oI e muitos eram le1ados a per untarM Fue de1o <a%er para sal1arOmeQ .elecidas na Pis-dia e arredores. $4# para iluminaD)o do con8ecimento da lória de DeusI na <ace de Jesus Cristo.ia e pela pro1-ncia da (al6ciaK LAtos 1.. $45 nunca dantes 8a1iam con8ecido o 1erdadeiro DeusI comeDaram a compreender a ma nitude do amor do Pai. K.e no Amado. .K (6l. ?emo1er do cristianismo a cru%I seria como apa ar do céu o Sol. Seu con8ecimentoI elo9R2nciaI mila resI sua 1is)o das cenas eternas 9uando le1ado ao terceiro Céu O tudo isto perderia o 1alor seI por in<idelidade em seu tra. K>)o nos pre amos a nós mesmosKI declarou ele depois de anos em sua e=peri2nciaI Kmas a Cristo JesusI o Sen8orJ e nós mesmos somos 1ossos ser1os por amor de Jesus.iam 9ue ele 8a1ia estado com Jesus.ra de Cristo. 3a1endo 1isitado as i re!as da Pis-dia e re i@es circun1i%in8asI Paulo e SilasI !untamente com TimóteoI deramOse pressa em passar Kpela Hr. Os 9ue o ou1iam sa. .al8o. 1M' e +.al8o do apóstolo atra1és de seu ministério entre os entios. Sentia 9ue mesmo sua própria sal1aD)o estaria em peri o se <al8asse em cumprir seu de1erI e se a i re!a <racassasse em cooperar com ele na o. Apresentaram a Cristo como sendo A9uele 9ueI 1endo o estado desesperado da raDa ca-daI 1eio para redimir a 8omens e mul8eres mediante uma 1ida de o.eram o . seu tra. Sa. Por9ue DeusI 9ue disse 9ue das tre1as resplandecesse a lu%I é 9uem resplandeceu em nossos coraD@esI P6 .M.NI onde com rande poder proclamaram as ale res no1as da sal1aD)o.K (6l.ra de sal1ar almas.randoOse de 9ue cada acréscimo G i re!a representa mais um instrumento para dar a con8ecer o plano de redenD)o.edi2ncia G lei de DeusI e o pa amento da penalidade da deso. CoraD@es eram 9ue.K II Cor. A morte de Cristo pro1a o rande amor de Deus pelo 8omem. . +M* e ..ste método de apresentar o e1an el8o caracteri%ou o tra. Conser1a1a sempre diante deles a cru% do Cal16rio. A esperanDa de Paulo em relaD)o ao Céu diminu-a 9uando ele considera1a al uma <al8a de sua parte 9ue pudesse resultar em estar ele dando G i re!a um modelo 8umano em lu ar do di1ino.ste cruci<icado. Todo 1erdadeiro pastor sente pesada responsa. (6l. Os consa rados mensa eiros 9ue nos primeiros dias do cristianismo le1aram as ale res no1as da sal1aD)o a um mundo a perecerI n)o permitiam 9ue pensamentos de e=altaD)o própria 1iessem empanar sua apresentaD)o de CristoI e . O apóstolo Paulo sentia pro<unda responsa. Os 6latas eram dados G adoraD)o de -dolosI mas como os apóstolos l8es pre assemI re!u. CristoI o mesmo ontemI 8o!e e eternamenteI era o seu insistente ensino.P6 .elecidos pelos apóstolos e anci)os em Jerusalém.usca inspirar os crentes com o dese!o de sal1ar almas para CristoI lem. Hilip.ser1adosI os decretos 9ue 8a1iam sido esta. KPela pre aD)o da <éKI rece.asta1a para educar os crentes para e=por a Pala1ra da 1ida. C o pen8or de nossa sal1aD)o.ios tin8am sido tocados com a .. .re mandamentoI re ra so. Sa. como astros no mundoJ retendo a Pala1ra da 1idaK. Seus l6. Paulo e seus cooperadores proclamaram a doutrina da !usti<icaD)o pela <é no sacri<-cio e=piatório de Cristo. Acima de tudoI ansia1a 9ue permanecessem <iéisI Kpara 9ue no dia de CristoKI disse eleI Kpossa loriarOme de n)o ter corrido nem tra.al8ou 1iessem a decair da raDa de Deus. Hilip.ertaD)o do cati1eiro do pecado...emOestar da i re!a. Com a enternecedora compai=)o do amor de um paiI Jeo16 considera o so<rimento 9ue Seu Hil8o te1e de suportar para sal1ar a raDa da morte eternaI e nos rece.al8ado em 1)oK.al8oI a9ueles por 9uem ele P6 . >)o co. +M1$.iDa1am nem autoridade nem preemin2ncia.sp-rito de DeusI e tornaramOse K<il8os de Deus pela <é em Cristo Jesus. $4& tra.rasa 1i1a do altarI e ele <oi 8a. Her1orosa e incansa1elmente .edi2ncia.ilitado a so. Se os pecadores <orem le1ados a contemplar com <er1or a cru%I se alcanDarem 1is)o ampla do Sal1ador cruci<icadoI recon8ecer)o a pro<unde%a da compai=)o de Deus e a mali nidade do pecado. AssimI de 1i1a 1o% e por cartaI insistia ele com todos os 9ue 8a1iam aceitado a CristoI para 9ue prosse uissem no camin8o 9ue 8a1eria de capacit6Olos a tornaremOse Kirrepreens-1eis e sincerosI <il8os de Deus inculp61eis no meio duma eraD)o corrompida e per1ersaI .ilaramOse na mensa em 9ue prometia li.le sente 9ue da <iel e=ecuD)o da tare<a 9ue Deus l8e entre ou dependeI em rande medidaI o .ilidade pelo pro resso espiritual dos crentes entre ues a seu cuidadoI um pro<undo dese!o de 9ue se!am cooperadores de Deus. Se os 9ue 8o!e est)o ensinando a Pala1ra de DeusI e=altassem a cru% de Cristo mais e maisI 8a1eria muito maior sucesso em seu ministério.le estremecia pelo resultado de seu ministério.ia 9ue apenas a pre aD)o n)o . .ilitam e morrem. Assim <oram os 6latas ensinados no 9ue respeita Gs 1erdades <undamentais concernentes a KDeus PaiK e a Knosso Sen8or Jesus CristoI o 9ual Se deu a Si mesmo por nossos pecadosI para nos li1rar do presente século mauI se undo a 1ontade de Deus nosso PaiK. A cru% nos apro=ima de DeusI reconciliandoOnos com . 'M$ e $.I 9uando iam passando pelas cidadesI l8es entre a1amI para serem o. $M1.sta a ra%)o por 9ue o apóstolo temia n)o ser capa% de apresentar todo 8omem per<eito em Cristo.reporOse Gs <ra9ue%as do corpo e a apresentar a Jesus como a Pnica esperanDa do pecador. A maneira como Paulo 1i1eu entre os 6latas <oi tal 9ue ele pAde a<irmar mas tardeM K?o oO1os 9ue se!ais como eu. sido esta. $4. A 1erdade 9ue n)o é 1i1idaI 9ue n)o é repartidaI perde seu poder de comunicar 1idaI sua 1irtude salutar.re re raI um pouco a9uiI um pouco aliI eles precisa1am ser ensinados a <a%er pro resso na o.iaI 9ueI mandamento so.K Atos 1. Assistido com o poder do altoI esta1a capacitado a comparar as coisas espirituais com as espirituais e a demolir as <ortale%as de Satan6s. C princ-pio uni1ersal 9ue sempre 9ue al uém se recusa a usar as <aculdades 9ue Deus l8e deuI essas <aculdades se de. OcultandoOse no Sal1adorI e=alta1am o rande plano da sal1aD)o e a 1ida de CristoI o Autor e Consumador deste plano. De sorte 9ue as i re!as eram con<irmadas na <éI e cada dia cresciam em nPmero.ilidade por essas pessoas con1ertidas so.M*. G lu% do madeiroI muitos 9ue P6 .. $M1* e 1.

ril8ar em nossa <aceI podemos sair para re1elar esta lu% aos 9ue est)o em tre1as. Da. $1+ cala. K. no dia de s6. Ao a!oel8arOse em <é !unto G cru%I alcanDou ele o mais alto lu ar 9ue o 8omem pode atin ir..ssa mul8er era um instrumento especial de Satan6sI e por meio de adi1in8aD)o da1a muito lucro a seus sen8ores. .n9uanto os mensa eiros da cru% se entre a1am a sua o.adoKI continua LucasI Ksa-mos <ora das portasI para a .eu a 1erdade ale remente.er nem praticarI 1isto 9ue somos romanos.sp-rito SantoI Paulo ordenou ao esp-rito mau 9ue dei=asse a mul8er.ril8a a lu% do amor do Sal1adorJ e 9uando ao pé da cru% o pecador contempla A9uele 9ue morreu para sal16OloI pode P6 . dali para HiliposI 9ue é a primeira cidade desta parte da 7acedAniaI e é uma colAnia. $1' sil2ncio pro1ou serem os apóstolos ser1os de Deus e 9ue o demAnio tin8a con8ecimento disto e o. isto <e% ela por muitos dias.M$' e $+.M14O1$.las<2mias a 9ue. Atos 1.ido tal ordemI os lanDou no c6rcere interiorI e l8es se urou os pés no tronco.M1+.eira do rioI onde !ul 61amos ter lu ar para oraD)oJ eI assentandoOnosI <alamos Gs mul8eres 9ue ali se a!untaram. KLo o depois desta 1is)oKI declara LucasI 9ue acompan8a1a a PauloI Silas e Timóteo em sua 1ia em pela .M$4 e $1.M#. Li.K L-dia rece. . . .ertada do esp-rito mau e restitu-da ao uso da ra%)oI a mul8er pre<eriu se uir a Cristo.ra de ensinarI uma mul8er possessa de esp-rito de adi1in8aD)o se uiaO osI clamandoM K.rarem o sil2ncio da noiteI mas nunca dantes 8a1iam eles ou1ido pala1ras de oraD)o e lou1or ascenderem da9uela som. $14 re!u. Sua in<lu2ncia au=iliara o <ortalecimento da idolatria. . Com espanto ou1iram os outros prisioneiros os sons de oraD)o e 8inos 9ue sa-am da pris)o interior.ra do e1an el8oI estaria lo o es otada inteiramente sua <onte de renda.sta1am 8a. O camin8o esta1a preparado para Paulo e seus compan8eiros passarem G . P6 . uma certa mul8erI c8amada L-diaI 1endedora de pPrpuraI da cidade de TiatiraI e 9ue ser1ia a DeusI nos ou1iaI e o Sen8or l8e a.m TrAadeI Gs mar ens do 7editerrSneoI KPaulo te1e de noite uma 1is)oI em 9ue se apresentou um 1ar)o da 7acedAniaI e l8e ro ouI di%endoM Passa G 7acedAniaI e a!udaOnosK.K Atos 1. . . .K Atos 1. Seus coraD@es <oram animados por um amor <er1ente e pro<undo a seu ?edentor.sp-rito e poder de DeusI eram impelidos pelo mesmo esp-rito dessa emiss6ria de Satan6s. O c8amado era imperati1oI n)o admitindo delon a. Satan6s sa. Por al um tempo os apóstolos suportaram esta oposiD)oJ por inspiraD)o do .ertos os ol8os para 1erI e seu coraD)o para sentir o poder das loriosas 1erdades 9ue uma 1e% despre%ara.I na1e ando de TrAadeI <omos correndo em camin8o direito para a Samotr6ciaI e no dia se uinte para >6poles. Os apóstolos so<reram e=trema tortura por causa da dolorosa posiD)o em 9ue <oram postosI mas n)o murmuraram. O 9ualI tendo rece.ia 9ue seu dom-nio esta1a sendo in1adidoI e recorreu a este meio de oporOse G causa de DeusI esperando misturar seus so<ismas com as 1erdades ensinadas pelos 9ue proclama1am a mensa em e1an élica. .la e os de sua casa <oram con1ertidos e .le Se deu por nós.riu o coraD)o. 7uitos outros na cidade esta1am interessados em alcanDar lucro mediante satSnicos en anosJ e essesI temendo a in<lu2ncia de um poder 9ue pudesse t)o e<ica%mente deter sua o.ila1aOse de 9ue l8e ti1essem sido a.ituados a ou1ir ritos e emidosI maldiD@es e .ém nos loriar na cru%I nosso pri1ilé io darOnos inteiramente a .ati%adosI e ela insistiu com os apóstolos para 9ue <i%essem de sua casa o seu lar. $11 C8e ara o tempo em 9ue o e1an el8o de1ia ser pre ado além dos con<ins da Xsia 7enor. C nosso pri1ilé io tam.m 1e% distoI na densa escuridade e desolaD)o do P6 . . . (uardas e prisioneiros se mara1il8aramI e per unta1am a si mesmos 9uem poderiam ser esses 8omens 9ueI com <rio e <ome e torturadosI podiam ainda se re o%i!ar. As pala1ras de recomendaD)o pro<eridas por essa mul8er representa1am um dano G causa da 1erdadeI distra-am o esp-rito do po1o dos ensinos dos apóstolos e tra%iam m6 reputaD)o para o e1an el8oI eI por meio delasI muitos <oram le1ados a crer 9ue esses 8omens 9ue <ala1am no .K Atos 1.ouDoI encora!a1amOse mutuamente com pala1ras de oraD)oI e canta1am lou1ores a Deus por terem sido considerados di nos de so<rer 1er on8a por Sua causa.ra1aOse da perse uiD)o mo1ida contra os disc-pulos de CristoI da 9ual ele 8a1ia sido instrumentoI e re!u. :iram 9ue toda esperanDa de o. Paulo lem.uropa.edecera a sua ordem. .Sem a cru% n)o teria o 8omem nen8uma uni)o com o Pai.ter din8eiro por meio de suas adi1in8aD@es e prediD@es esta1a perdidaI e 9ueI se <osse permitido aos apóstolos continuar com a o.aram a nossa cidadeI e nos e=p@em costumes 9ue nos n)o é l-cito rece. Dela depende toda a nossa esperanDa. .M1'O15. Le1aram os apóstolos diante dos ma istrados com a acusaD)oM K. $1 >as ?e i@es Distantes P6 . Impelida por um <renesiI a multid)o se le1antou contra os disc-pulos.ilarOse com rande ale riaI pois seus pecados est)o perdoados.stes 8omensI sendo !udeusI pertur. Podemos admirarOnos de 8a1er Paulo e=clamadoM KLon e este!a de mim loriarOmeI a n)o ser na cru% de nosso Sen8or Jesus CristoKQ (6l.leI como .I 8a1endoOl8es dado muitos aDoitesI os lanDaram na pris)oI mandando ao carcereiro 9ue os uardasse com se uranDa. Seus sen8ores <icaram alarmados por causa de seus pro1entos.ria cela.raI le1antaram um <orte clamor contra os ser1os de Deus.nt)oI com a lu% 9ue !orra do Cal16rio a . Seu imediato P6 .uropaI Kprocuramos partir para a 7acedAniaI concluindo 9ue o Sen8or nos c8ama1a para l8es anunciarmos o e1an el8o.K Atos 1. Pre1aleceu o esp-rito de tumultoI sancionado pelas autoridadesI 9ueI ras ando os 1estidos dos apóstolosI ordenaram 9ue <ossem aDoitados. Por intermédio da cru% aprendemos 9ue o Pai celestial nos ama com amor in<inito.stes 8omensI 9ue nos anunciam o camin8o da sal1aD)oI s)o ser1os do Deus alt-ssimo. $1$ K.

meterOse a uma 1er on8osa e=ecuD)o. Todo o Céu esta1a interessado nos 8omens 9ue esta1am so<rendo por amor de CristoI e an!os <oram en1iados a 1isitar a pris)o.ia 9ue Deus Se 8a1ia interposto de maneira miraculosa para sal1arOl8es a 1ida e com <orDa peculiarI 1ieramOl8e G mente as pala1ras da mul8er possessaM K.nt)oI le1andoOos para um recinto a.M+4. Fueria 1er 9ue espécie de 8omens eram essesI 9ue retri. pala1ras de animaD)oM K>)o te <aDas nen8um malI 9ue todos a9ui estamos. Paulo e Silas 8a1iam sido presos pu.. . Lem.sp-rito de CristoI e n)o o de 1in anDa. Fuando este <ato <oi le1ado ao con8ecimento das autoridadesI estas <icaram alarmadasI temendo 9ue os apóstolos apelassem para o imperadorJ indo imediatamente G pris)oI se desculparam diante de Paulo e Silas P6 .K Atos 1.ril8ante lu% inundou a pris)o.K Atos 1. Fuando <oram encarceradosI 8a1ia ele 1isto suas <eridas intumescidas e san rentasI e por si próprio tin8aOse decidido a colocar seus pés no cepo. :iram a mul8er 9ue 8a1ia sido li.K P6 .a.I saindo da pris)oI entraram em casa de L-diaI eI 1endo os irm)osI os con<ortaramI e depois partiram. As portas da pris)o pesadamente a<errol8adas a. O uarda do c6rcere tin8a ou1ido e=tasiado as oraD@es e cSnticos dos apóstolos prisioneiros. Os apóstolos eram cidad)os romanosI e era contra a lei aDoitar um romanoI ou pri16Olo da li. A se1eridade com 9ue o carcereiro tratara os apóstolos n)o 8a1ia despertado neles ressentimento. $1& Com pro<unda 8umildade ele pediu aos apóstolos 9ue l8e mostrassem o camin8o da 1ida.u-am com . AlcanDando o lu ar onde esta1am os apóstolosI prostrouOse diante deles e pediu perd)o.rouOse com 9ue e=pl-citas recomendaD@es Paulo e Silas 8a1iam sido con<iados a seu cuidado na noite anteriorI e esta1a certo de 9ue a morte seria a pena de sua aparente in<idelidade.ores em Hilipos. 7as em camin8o ou1iram mais pormenores com respeito ao car6ter e G o.ondade a crueldade com 9ue 8a1iam sido tratados.ntrementes os ma istrados 1oltaram a seus laresI lison!eandoOse deI com medidas prontas e decisi1asI 8a1erem aplacado o tumulto. 0ma santi<icadora in<lu2ncia <oi di<undida entre os prisioneirosI e a mente de todos <oi a. Tirando a espadaI esta1a prestes a matarOseI 9uando a 1o% de Paulo <oi ou1ida em P6 . A terra tremeu aos seus passos. .M'1 e '$.K Atos 1. . K.licamenteI e a ora se recusa1am a aceitar a li. .ene<-cio desses 8omens inocentes. Cada prisioneiro esta1a em seu lu arI retido pelo poder de Deus e=ercido por intermédio de um compan8eiro de pris)o.ra desses 8omens 9ue 8a1iam sentenciado ao aDoite e pris)o.ouDo interior. . 7asI con9uanto 8ou1essem os 8omens sido cruéis e 1in ati1osI ou criminosamente ne li entes nas responsa. $15 pela in!ustiDa e crueldade a eles <eitaI e pessoalmente condu%iramOnos para <ora da pris)oI suplicandoOl8es 9ue partissem da cidade.m seus coraD@esI repletos do amor do Sal1adorI n)o 8a1ia lu ar para a maldade contra seus perse uidores.ertar os apóstolos.les esta1am con1ictos de 9ue o Deus a 9uem esses 8omens ser1iam os 8a1ia mila rosamente li. . PauloI porémI declarouM KADoitaramOnos pu.ilidades solenes so. $1* e escoltados para <ora da cidadeI lon e do peri o de 1iol2ncia por parte da tur.ertas e dele se apossou o temor de 9ue os prisioneiros ti1essem escapado.ém o Poder 9ue se interpusera em . Os apóstolos n)o consideraram 1)os seus la.rir a .licamente eI sem sermos condenadosI sendo 8omens romanosI nos lanDaram na pris)oI e a ora enco. Paulo e Silas tin8am o .ai=o de so<rimento e mausO tratos.aD)o 9ue l8e a ita1a a menteI e por seu dese!o de possuir a tran9Rilidade e ale ria mostradas pelos apóstolos de.M'4.erdadeI sem !usto !ul amentoI sal1o no caso do mais <la rante crime. O carcereiro 8a1ia estremecido ao contemplar a ira de Deus no terremotoJ 9uando supAs 9ue os prisioneiros tin8am escapadoI este1e prestes a matarOse pela própria m)oJ mas a oraI todas essas coisas pareciam de pouca importSnciaI comparadas com a no1a e estran8a pertur. Os cidad)os de Hilipos 8a1iam <icado randemente atemori%ados com o terremotoJ e 9uando pela man8)I os <uncion6rios da pris)o contaram aos ma istrados o 9ue 8a1ia ocorrido durante a noiteI estes <icaram alarmadosI e en1iaram o<iciais para li.aD)o na cidadeJ a ora esta1a calma e em pa%. O carcereiroI depondo a espada e pedindo lu%I apressouOse a descer ao cala.ertados P6 .r uendoOse alarmadoI 1iu com espanto 9ue todas as portas da pris)o esta1am a.ati%ado por elesI !untamente com todos os 9ue esta1am em sua casa.erdade secretaI sem as necess6rias e=plicaD@es da parte dos ma istrados. Com esses sons nos ou1idos 8a1ia o carcereiro ca-do no sono de 9ue <oi despertado pelo terremoto e pelo sacudir das paredes da pris)o.ertamente nos lanDam <oraQ >)o ser6 assimJ mas 1en8am eles mesmos e tiremO nos para <ora. Antes 8a1ia ela causado pertur. Os ma istrados temeram a in<lu2ncia dos apóstolos so.re o po1oI e temeram tam. Sentindo 9ue 8a1iam pro1a1elmente aplicado a dois 8omens inocentes as ri orosas penalidades da lei romanaI <icaram indi nados consi o própriosI e decidiram 9ue pela man8) eles ordenariam 9ue os apóstolos <ossem secretamente li.erta Gs 1erdades e=postas pelos apóstolos.sperara ou1irOl8es amar os urros e imprecaD@esJ mas ou1ia em lu ar disto cSnticos de lou1or. KCr2 no Sen8or Jesus Cristo e ser6s sal1oI tu e a tua casaKI responderam elesJ Ke l8e pre a1am a Pala1ra do Sen8orI e a todos os 9ue esta1am em sua casa.re eles postasI Deus n)o Se 8a1ia es9uecido de ser misericordioso para com Seus ser1os.K Atos 1.ertoI interro ouM KSen8oresI 9ue é necess6rio 9ue eu <aDa para me sal1arQK Atos 1.riramOseJ cadeias e ril8@es ca-ram das m)os e pés dos prisioneirosJ e . $1.ertado da ser1id)o.M'&.stes 8omensI 9ue nos anunciam o camin8o da sal1aD)oI s)o ser1os do Deus alt-ssimo.m amar ura de esp-rito sentia 9ue l8e seria mel8or morrer pelas próprias m)os 9ue su. A indo se undo as instruD@es dadas por CristoI os apóstolos n)o insistiram em permanecer onde sua presenDa n)o era dese!ada.lante a lu% do CéuJ sa.M$5. O carcereiro ent)o la1ou as <eridas dos apóstolos e ser1iuOosI sendo a se uir .erta da satSnica in<lu2nciaI e <icaram impressionados com a mudanDa em sua apar2ncia e comportamento. :iaOl8es no sem. 3a1iam encontrado muita oposiD)o e perse uiD)oJ mas a inter1enD)o da Pro1id2ncia em seu <a1orI e a con1ers)o do carcereiro e de sua casaI <oi mais 9ue su<iciente para co.

$$4 A impiedade est6 alcanDando um n-1el nunca dantes atin idoJ contudoI muitos pastores est)o clamandoM KPa% e se uranDa. A9ui l8es <oi dado o pri1ilé io de se diri irem a randes con re aD@es na sina o a !udaica. A sentenDa pro<erida contra Satan6sM K.ento do tronco de JesséI e das suas ra-%es um reno1o <ruti<icar6.st21)o procedeu de modo id2ntico.K Isa.K (6l.eDaI e tu l8e <erir6s o calcan8arKI <oi para nossos primeiros pais uma promessa da redenD)o 9ue seria e<etuada por meio de Cristo. 'M1. porei inimi%ade entre ti e a mul8erI entre a tua semente e a sua sementeJ esta te <erir6 a ca.ra como l-der e mestre de IsraelI claramente pro<eti%ou do 7essias por 1ir.le ou1ireis.leI como tam.eI di%endoM K. . . Terr-1el é a luta 9ue se tra1a entre as <orDas do .ido a mensa em da 1erdade para este tempo. O ar9uien anador est6 em ati1idade para introdu%ir elementos de con<us)o e re.K I Tim. P6 .le se ac8a1a em todas as . ?e1estidos com a armadura do CéuI de1em a1anDar destemida e 1itoriosamenteI !amais cessando de lutar até 9ue cada alma a seu alcance ten8a rece. 7ediante a perse uiD)o e o so<ismaI o inimi o se es<orDa1a por <a%2Olos des1iaremOse da 1erdadeira <é. Os crist)os primiti1os <oram c8amados muitas 1e%es a en<rentar <ace a <ace os poderes das tre1as. Ao pre ar aos tessalonicensesI Paulo recorreu Gs pro<ecias do Anti o Testamento concernentes ao 7essias.ém padecer por .K (2n. 'M1*.M1$. o controle dos an!os maus.K . 7oisésI pró=imo ao <im de sua o. *M'.al8o. KInclinai os 1ossos ou1idosI e 1inde a 7imJ ou1iI e a 1ossa alma 1i1er6J por9ue con1osco <arei um concerto perpétuoI dandoO1os as <irmes . Seu %elo e de1oD)oI e acima de tudoI sua disposiD)o de so<rer por Cristo e=erciam pro<unda e perdur61el in<lu2ncia so.ém PauloI em seu ministérioI recorreu Gs passa ens 9ue predi%iam o nascimentoI so<rimentosI morteI ressurreiD)o e ascens)o P6 .almente 9ue Jesus de >a%aré era o 7essiasI e demonstrou 9ue desde os dias de Ad)o <oi a 1o% de Cristo 9ue <alara por intermédio dos patriarcas e pro<etas. Di% PauloM P6 . Fue esta i re!a n)o escapou G perse uiD)o é mostrado por uma e=press)o da carta de Paulo a eles.is 9ue . .st6 ar9uitetando muitos planos para ocupar as mentes e distrair a atenD)o das 1erdades essenciais G sal1aD)o.le. $$' O 7essias de1ia pro1ir de lin8a em realJ pois na pro<ecia <eita por Jacó o Sen8or disseM KO cetro n)o se arredar6 de Jud6I nem o le islador dentre seus pésI até 9ue 1en8a SilóJ e a .ra)o <ora <eita a promessa 9ue de sua lin8a em 8a1eria de nascer o Sal1ador do mundo. era tal a <irme%a deles na <é 9ue ele declaraM KDou raDas ao meu Deus todas as 1e%es 9ue me lem. A A. +#M14.elecida uma i re!aI cu!o nPmero de mem. . K.u O dei como testemun8a aos po1osI como pr-ncipe e o1ernador dos po1os. KPor9ue n)o temos 9ue lutar contra a carne e o san ueKI declara PauloI Kmas sim contra os principadosI contra as potestadesI contra os pr-ncipes das tre1as deste século. PedroI ao pre ar a CristoI tin8a apresentado pro1as do Anti o Testamento. Pro<ecias claras e espec-<icas 8a1iam sido <eitas relati1amente ao aparecimento do Prometido.ertamento tornaramOse con8ecidas em toda a re i)oI e isto le1ou a o.em e do mal em centros importantes onde os mensa eiros da 1erdade s)o c8amados ao tra.le l8es <alar6 tudo o 9ue .rotar6 um re.. .ra dos apóstolos ao con8ecimento de um rande nPmero 9ue de outra maneira n)o teriam sido alcanDados.u L8e ordenar.K .esta. Tendo o mesmo com. A Ad)o <ora dada a certe%a da 1inda do ?edentor. KO Sen8or teu DeusKI declarou ele Gs 8ostes con re adas de IsraelI Kte despertar6 um Pro<eta do meio de TiI de teus irm)osI como euJ a .is 9ue . $+M$&. Aprecia1am as preciosas 1erdades por 9ue os apóstolos se 8a1iam sacri<icado tantoI e da1amOse com de1oD)o e inteiro coraD)o G causa de seu ?edentor. em tua semente ser)o .ra.K Deut. Luc. (2n. $1# KPor9ue a 1ós 1os <oi concedidoI em relaD)o a CristoI n)o somente crer n. P6 . Sua apar2ncia dei=a1a G mostra o 1er on8oso tratamento 9ue 8a1iam rece.scriturasK. 11M1.re os con1ersos.des1entura e o so<rimento 9ue 8a1iam suportado.ate 9ue !6 em mim tendes 1isto. K>)o di%M . As ati1idades de Paulo em Hilipos deram em resultado ser a.is l8es suscitarei um Pro<eta do meio de seus irm)osI como tuJ e porei as 7in8as pala1ras na Sua .ros aumenta1a <irmemente. $$1 Dei=ando HiliposI Paulo e Silas 1ia!aram para TessalAnica.ido recentementeI e era necess6rio dar uma e=plicaD)o do 9ue acontecera. Isto <i%eram eles sem se e=altarI mas e=altando A9uele 9ue operara seu li1ramento.<és.K (2n.ro de 1ósI <a%endo sempre com ale ria oraD)o por 1ós em todas as min8as sPplicasI pela 1ossa cooperaD)o no e1an el8o desde o primeiro dia até a ora. 15M1* e 15. CristoI em Seu ministérioI tornara claras aos Seus disc-pulos estas pro<eciasJ KcomeDando por 7oisésI e por todos os pro<etasI e=plica1aOl8es o 9ue d.enditas todas as naD@es da Terra. 7oisés asse urou aos israelitas 9ue Deus mesmo l8e 8a1ia re1elado isto no 7onte 3ore. $$$ de Cristo. Até o <im do tempo 8a1er6 con<lito entre a i re!a de Deus e os 9ue est)o so. As no1as de sua in!usta pris)o e mila roso li. Tam. Gs posteridadesI como <alando de muitasI mas como de uma sóM e G tua posteridadeI 9ue é Cristo.m cada cidade seus a entes est)o ati1amente or ani%ando em partidos a todos os 9ue se op@em G lei de Deus. 1M$#I '4 e 'O*. Isa-as pro<eti%ouM KPor9ue .eli)oI e os 8omens est)o sendo possu-dos de ardente %elo 9ue n)o est6 de acordo com o entendimento.K Hilip. . $$ TessalAnica P6 .K .ene<ic2ncias de Da1i. Pelo inspirado testemun8o de 7oisés e dos pro<etasI pro1ou ca.ocaI e . $$M15.le se con re ar)o os po1os. >este tempoI 9uando o <im de todas as coisas terrestres est6Ose apro=imando rapidamenteI Satan6s <a% desesperados es<orDos para enredar o mundo. 7as os <iéis mensa eiros de Deus de1em prosse uir <irmemente com sua o.

*M1..al8osJ eI como um de 9uem os 8omens escondem o rostoI era despre%adoI e n)o <i%emos d.le a ini9Ridade de nós todos. *'M1O5. K.re .le cr2 n)o pereDaI mas ten8a a 1ida eternaK.oca.. Da opress)o e do !u-%o <oi tiradoJ e 9uem contar6 o tempo da Sua 1idaQ por9uanto <oi cortado da Terra dos 1i1entesJ pela trans ress)o do 7eu po1o <oi .. se al uém L8e disserM Fue <eridas s)o essas nas Tuas m)osQ Dir6 .. ?epartem entre si os 7eus 1estidosI e lanDam sortes so.riu a Sua . ..le <oi oprimidoI mas n)o a.O5I 1& e 15. K. ordenar acerca dos tristes de Si)o 9ue se l8es d2 ornamento por cin%aI óleo de o%o por triste%aI 1estido de lou1or por esp-rito an ustiadoJ a <im de 9ue se c8amem 6r1ores de !ustiDaI plantaD)o do Sen8orI para 9ue . KTen8oO7e tornado como um estran8o para com 7eus irm)osI e um descon8ecido para com os <il8os de 7in8a m)e.c8amar6s a uma naD)o 9ue n)o con8ecesI e uma naD)o 9ue nunca te con8eceu correr6 para tiI por amor do Sen8or teu DeusI e do Santo de IsraelJ por9ue .K Sal.leM S)o as <eridas com 9ue <ui <erido em casa dos 7eus ami os. **M'O*.sp-rito so..re o trono da casa de IsraelJ nem aos sacerdotes le1-ticos <altar6 1ar)o diante de 7imI para 9ue o<ereDa 8olocaustoI e 9ueime o<ertas de man!aresI e <aDa sacri<-cio todos os dias. a inspiraD)o do TodoOpoderosoI o sua1e cantor de Israel 8a1ia testi<icado das lórias da man8) da ressurreiD)o. 7esmo a maneira de Sua morte <oi pre<i urada.K Isa.is 9ue 12m diasI di% o Sen8orI em 9ue le1antarei a Da1i um ?eno1o !ustoJ eI sendo ?eiI reinar6I e prosperar6I e praticar6 o !u-%o e a !ustiDa na Terra.le <oi <erido pelas nossas trans ress@esI e mo-do pelas nossas ini9RidadesJ o casti o 9ue nos tra% a pa% esta1a so. 7as A9uele 9ue 8a1ia de so<rer a morte Gs m)os de 8omens 1isI de1ia ressur ir como con9uistador so. n)o 8a1ia o Prometido pro<eti%ado de Si próprio por intermédio de Isa-asM KAs 7in8as costas dou aos 9ue 7e <eremI e as 7in8as <aces aos 9ue 7e arrancam os ca. $$& rico na Sua morteJ por9uanto nunca <e% in!ustiDaI nem 8ou1e en ano na Sua . 1. Por intermédio do salmistaI Cristo 8a1ia predito o tratamento 9ue rece.re a sepultura.. . KTam.re .rantaram o coraD)oI e estou <ra9u-ssimo. Atos 1&M'.K Uac. KTodos nós andamos des arrados como o1el8asJ cada um se des1ia1a pelo seu camin8oJ mas o Sen8or <e% cair so. Jeremias tam.. rai% duma terra secaJ n)o tin8a parecer nem <ormosuraJ eI ol8ando nós para .#M5I # e $4.. apre oar o ano aceit61el do Sen8or e o dia da 1in anDa de nosso DeusJ .ém a 7in8a carneKI proclamou !u. Todos os 9ue 7e 12em %om.M# e 14. A9uele 9ue assim <ora un ido de1ia Kpre ar .leitoI em 9uem se compra% a 7in8a almaJ pus o 7eu .am de 7imI estendem os .ertura de pris)o aos presosJ . Pois n)o dei=ar6s a 7in8a alma no in<erno Za sepultura[I nem permitir6s 9ue o Teu Santo 1e!a corrupD)o.oDadaM K..le tomou so.K Isa. $$.K Isa. 7esmo o local do nascimento do 7essias <oi preditoM K. .K 7i9. Fu)o incon<undi1elmente claras <oram as pro<ecias de Isa-asI re<erentes aos so<rimentos e morte de CristoT KFuem deu crédito a nossa pre aD)oQK interro a o pro<etaI Ke a 9uem se mani<estou o .ém testi<icou da 1inda do ?edentor como um pr-ncipe da casa de Da1iM K.rar6I nem apa ar6 o pa1io 9ue <ume aJ em 1erdade produ%ir6 o !u-%oJ n)o <altar6 nem ser6 9ue. K:erdadeiramente .ele%a 1-amosI para 9ue O dese!6ssemos.ilosoI Krepousar6 se ura. . .>3O? J0STIYA >OSSA.K Sal.<rataI posto 9ue pe9uena entre mil8ares P6 .erdade aos cati1osI e a a. >)o 8a1ia 7i9uéias pro<eti%adoM KHerir)o com a 1ara no 9uei=o ao Jui% de IsraelQK 7i9.re o pecado e so.sperei por al uém 9ue ti1esse compai=)oI mas n)o 8ou1e nen8umJ e por consoladoresI mas n)o os ac8ei.K Sal.K Isa.leI nen8uma . P6 .ra 9ue o Sal1ador de1ia <a%er na Terra <ora amplamente es.rantadoI até 9ue pon8a na Terra o !u-%oJ e as il8as a uardar)o a Sua doutrina. Jo)o 'M1.leI e pelas Suas pisaduras <omos sarados.re Si as nossas en<ermidadesI e as nossas dores le1ou so.le n)o a.re .raDo do Sen8orQ Por9ue <oi su.le atin ido.eiDos e meneiam a ca... 1'M.. tuI Belém .itar6 se uroJ e este ser6 o Seu nomeI com 9ue O nomear)oM O S.1M1O'.rio dos 8omens e despre%ado do po1o.eDaI di%endoM Con<iou no Sen8orI 9ue O li1reJ li1reOOI pois n.oas no1as aos mansosM . Toda1iaI ao Sen8or a radou mo2OLoI <a%endoOO en<ermar. .re .. proclamar li. deleitarOseO6 no temor do Sen8or. A o.indo como um reno1o perante .le o .ron%e <oi le1antada no desertoI assim de1ia ser le1antado o ?edentor por 1irI Kpara 9ue todo a9uele 9ue n.le caso al um.eria dos 8omensM K7as . $$M. +$M1O+. K. *'M# e 14. Como a serpente de .K Jer. So.K Isa. . . $'M* e .leJ !u-%o produ%ir6 entre os entios.re 7im.u sou. puseram a Sua sepultura com os -mpiosI e com o P6 .elosJ n)o escondo a 7in8a <ace dos 9ue 7e a<rontam e 7e cospemKQ Isa.K KPoderia contar todos os 7eus ossosJ eles 12em e 7e contemplam.scrituras do Anti o TestamentoI K9ue con1in8a 9ue o Cristo padecesse e ressuscitasse dos mortosK.ocaJ como um cordeiro <oi le1ado ao matadouroI eI como a o1el8a muda perante os seus tos9uiadoresI .re a 7in8a tPnica..K Isa. consolar todos os tristesJ . $$* Com poder con1incente Paulo demonstra1aI .riu a Sua . 11M$ e '. >os seus dias Jud6 ser6 sal1oI e Israel 8a. repousar6 so. restaurar os contritos de coraD)oI . $$+ de Jud6I de ti 7e sair6 o 9ue ser6 Sen8or em IsraelI e cu!as sa-das s)o desde os tempos anti osI desde os dias da eternidade.. .le se!a lori<icado.aseado nas . 7as . A cana tril8ada n)o 9ue.sp-rito do Sen8orI o esp-rito de sa. *4M.K KA<rontas 7e 9ue.ra despre%adoI e o mais indi no entre os 8omensJ 8omem de doresI e e=perimentado nos tra.re SiJ e nós O reputamos por a<litoI <erido de DeusI e oprimido.le tem pra%er.is a9ui o 7eu Ser1oI a 9uem susten8oJ o 7eu . outra 1e%M KAssim di% o Sen8orM >unca <altar6 a Da1i 1ar)o 9ue se assente so. >)o clamar6I n)o Se e=altar6I nem <ar6 ou1ir a Sua 1o% na praDa. opró.le te lori<icou. ''M1& e 15. Pois o %elo da Tua casa 7e de1orouI e as a<rontas dos 9ue Te a<rontam ca-ram so. *M$.leI e comoI P6 .K Jer.edoria e de inteli 2nciaI o esp-rito de consel8o e de <ortale%aI o esp-rito de con8ecimento e de temor do Sen8or.oca.

Paulo cria na se unda 1inda de CristoJ apresentou as 1erdades concernentes a este e1ento com tanta clare%a e 2n<aseI 9ue produ%iu na mente de muitos dos ou1intes uma impress)o 9ue nunca P6 .rio so.re o 1erdadeiro si ni<icado dos ritos e cerimAnias 9ue se relaciona1am com o ser1iDo do ta. $'4 esperanDa de encontrar os apóstolosJ mas n)o encontraram Paulo nem Silas.K Atos 1&M11 e 1$.rantada.lasona1a de ser irrepreens-1el na pr6tica das o. Os 9ue 8o!e ensinam 1erdades impopulares n)o se de1em desanimarI se por 1e%es encontramI mesmo por parte dos 9ue se di%em crist)osI recepD)o n)o mais <a1or61el 9ue a dispensada a Paulo e seus compan8eirosI por a9ueles por 9uem tra. K7as os !udeus deso.K .m BeréiaI Paulo encontrou !udeus dispostos a pes9uisar as 1erdades por ele ensinadas. A ora 1iram eles uma oportunidade para tirar 1anta em das circunstSnciasI para read9uirirem o <a1or e ao mesmo tempo lanDando o opró. $'1 .re Si o pecado de muitosI e pelos trans ressores intercedeK. Isto procuraram e=ecutarI unindoOse com Kal uns 8omens per1ersosI dentre os 1adiosKI por cu!o intermédio Kal1oroDaram a cidadeI assaltando a casa de JasomKI na P6 .scrituras re<erentes G 1idaI morteI ressurreiD)oI o.ém uma rande multid)o de re os reli iososI e n)o poucas mul8eres principais.eram a Pala1raI e=aminando cada dia nas . 7as ao tempo de sua con1ers)oI tudo 8a1ia sido mudado.ram ol8ados com descon<ianDaI e sua li.ern6culo. Atos 1&M14.studa1am a B-. >. O Sal1ador pro<eti%ado de1ia 1irI n)o como um rei temporalI para li1rar a naD)o !udaica de opressores terrestresI mas como um 8omem entre 8omensI para 1i1er uma 1ida de po. Seu %elo pela lei esta1a dissociado da <é em CristoI sendo 1)o. .al8ando sempre no nome de Jesus.le os tipos sacri<icais de1iam encontrar seu ant-tipoI e Sua morte na cru% de1ia P6 .res do 9ue os 9ue esta1am em TessalAnicaI por9ue de .le e=alta1a a CristoI de cu!o ministério a compreens)o e=ata é a c8a1e 9ue a.re as .n9uanto . Temendo mais 1iol2nciaI Klo o os irm)os en1iaram de noite Paulo e Silas a BeréiaK. Os mensa eiros da cru% de1em armarOse de 1i ilSncia e oraD)oI a1anDando com <é e SnimoI tra. A mente dos .oas raDas do poder romanoI por9ue n)o <a%ia muito tempoI 8a1iam le1antado uma insurreiD)o em ?oma. Paulo <alou aos !udeus tessalonicenses a respeito de seu %elo anterior pela lei cerimonialI e de sua mara1il8osa e=peri2ncia Gs portas de Damasco. K. .sses !udeus n)o esta1am ent)o nas . O 7essias de1ia dar a Sua 1ida como Ke=piaD)o do pecadoK. O Sal1ador predito nas .al8adosI tam. De sorte 9ue creram muitos delesI e tam. Sua <é n)o esti1era ancorada em CristoJ em lu ar disto esti1era con<iando em <ormalidades e cerimAnias. al uns deles creramI e a!untaramOse com Paulo e SilasJ e tam. Isa.reI e n)o poucos 1ar@es.scrituras do Anti o TestamentoI dando acesso a seus ricos tesouros. $' Beréia e Atenas P6 .ras da leiI tin8a recusado aceitar A9uele 9ue tornara a lei 1aliosa. Como Paulo e Silas n)o <ossem encontradosI os ma istrados prenderam os acusados crentes para manter a pa%. Jesus de >a%aréI a 9uem ele perse uira na pessoa de Seus santosI aparecera diante dele como o prometido 7essias.K Atos 1&M*O&.stes <oram mais no.ém mul8eres re as da classe no.re as .re%a e 8umildadeI e ser a<inal despre%adoI re!eitado e morto. A respeito deles declara o relatório de LucasM K.al8o de intercess)oI .sta1am dispostos a pes9uisar a 1eracidade das doutrinas pre adas pelos apóstolos. Por tr2s s6.ra intercessória e lória <utura de CristoI Ko Cordeiro morto desde a <undaD)o do mundoK.K Atos 1&M+. Antes de sua con1ers)o esti1era ele con<iando numa piedade 8eredit6ria e <alsa esperanDa.elecer Seu reino na Terra. Como aconteceu nos lu ares anteriormente tra.le le1ou so. .ados sucessi1os Paulo pre ou aos tessalonicensesI disputando com eles so. K.I n)o os ac8andoKI a tur.scritos.edientesK <oram Kmo1idos de in1e!a.al8am.erdade esta1a até certo ponto restrin ida. . $$5 emprestar si ni<icado G inteira dispensaD)o !udaica. Ao serem as 1erdades do e1an el8o assim proclamadas em TessalAnica com <orte poderI <oi atra-da a atenD)o de randes con re aD@es.stes 9ue t2m al1oroDado o mundoI c8e aram tam.ém a9ui os apóstolos encontraram decidida oposiD)o. Apoc.aI desatinada pelo desapontamentoI Ktrou=eram Jasom e al uns irm)osI G presenDa dos ma istrados da cidadeI clamandoM .om rado rece. $$# mais se apa ou. Condu%iu ele a mente de seus ou1intes para além do cerimonial terrestre e do ministério de Cristo no santu6rio celestialI até o tempo em 9ueI tendo completado Seu tra. Ol8ando atra1és dos séculos as cenas do sacri<-cio e=piatório do Sal1adorI o pro<eta Isa-as testi<icara 9ue o Cordeiro de Deus Kderramou a Sua alma na morteI e <oi contado com os trans ressoresJ mas .ém a9uiJ os 9uais Jasom recol8euJ e todos estes procedem contra os decretos de CésarI di%endo 9ue 86 outro reiI Jesus.liaI n)o por curiosidadeI mas para 9ue pudessem aprender o 9ue 8a1ia sido escrito a . Ao proclamar PauloI com %elo santoI o e1an el8o na sina o a de TessalAnicaI um !ato de lu% se derramou so.Paulo mostrou 9u)o intimamente 8a1ia Deus li ado o sacri<-cio e=piatório com as pro<ecias re<erentes /9uele 9ue de1iaI como um cordeiroI ser Kle1ado ao matadouroK.le de1er6 1oltarI com poder e rande lóriaI para esta. De1em e=altar a Cristo como 7ediador do 8omem no santu6rio celestialJ como A9uele em 9uem se centrali%am todos os sacri<-cios da dispensaD)o do Anti o TestamentoI e por cu!o sacri<-cio e=piatório os trans ressores da lei de Deus podem encontrar pa% e perd)o. .re os apóstolos e con1ersos do cristianismo. 1'M5. *'M&I 14 e 1$.scrituras se estas coisas eram assim.ereanos n)o se ac8a1a limitada pelo preconceito.scrituras do Anti o Testamento de1ia o<erecerOSe como um sacri<-cio em <a1or da raDa ca-daI cumprindo assim cada re9uisito da lei 9ue. O perse uidor 1iraOO como sendo o Hil8o de DeusI A9uele 9ue 1iera G Terra em cumprimento das pro<eciasI e em cu!a 1ida se cumprira cada especi<icaD)o dos Sa rados .

antes se uissem o e=emplo dos . Al uns presumem 9ue mesmo sendo essas doutrinas 1erdades incontestesI pouco importa aceitarem ou n)o a no1a lu%J e ape amOse a <6. O apóstolo n)o se dei=ou sedu%ir pelo 9ue 1iu nesse centro de cultura.st6culos aparentemente intranspon-1eis se apresentaram diante deleI <a%endo com 9ue se l8e a<i urasse 9uaseI sem esperanDa a tentati1a de alcanDar o coraD)o do po1o. $'* <icou ocioso. Diariamente e=amina1am os relatos inspiradosJ e ao compararem te=to com te=toI an!os celestiais se coloca1am ao lado delesI iluminandoOl8es a mente e impressionandoOl8es o coraD)o. Timóteo tin8a 1indo a Beréia antes da partida de PauloI e com Silas tin8a permanecido para prosse uir com a o.m. Sua capacidade intelectual impun8a respeito aos letradosI ao passo 9ue seu <er1oroso e ló ico racioc-nio e seu poder de oratória . :itórias das armas e <eitos de 8omens céle. . KDisputa1a na sina o a com os !udeus e reli iososI e todos os dias na praDa com os 9ue se apresenta1am.n9uanto espera1a por Silas e TimóteoI Paulo n)o P6 .oas no1as de sal1aD)o aos 9ue n)o tin8am clara concepD)o de Deus e de Seu propósito em <a1or da raDa ca-da. 7as 9uando s)o apresentadas 1erdades . O senso do po1o esta1a empol ado com o esplendor e a .iam suas <ormas maciDas. 'M1.scriturasI e comparando com a Pala1ra de Deus as mensa ens a eles le1adasI 8a1eria 8o!e em dia rande nPmero de pessoas leais aos preceitos da lei de DeusI onde a ora e=istem relati1amente poucos. . A inesperada partida de Paulo de Beréia pri1ouOo da oportunidade por ele acariciada de 1isitar os irm)os de TessalAnica. A cidade de Atenas era a metrópole do pa anismo.ai=adores com a mensa em de sal1aD)oI e aos 9ue ou1em . O apóstolo lo o 8a1ia de en<rentar o pa anismo em sua <orma mais sutil e sedutora.re os amantes da Arte e da Ci2nciaI e seu esp-rito <icou pro<undamente impressionado com a importSncia da o.ora em <ace de oposiD)o e con<litoI Paulo prosse uia <irmementeI determinado a e=ecutar o propósito de Deus a ele re1elado na 1is)o de JerusalémM K3ei de en1iarOte aos entios de lon e. Os !udeus incrédulos de TessalAnicaI c8eios de ciPme e ódio contra os apóstolosI e n)o satis<eitos com 8a12Olos e=pulso de sua própria cidadeI se uiramOnos até Beréia e le1antaram contra eles as pai=@es e=cit61eis da classe mais .eteirosM KFue 9uer di%er este paroleiroQK OutrosI Kpor9ue l8es anuncia1a a Jesus e a ressurreiD)oKI di%iamM Kparece 9ue é pre ador de deuses estran8osK.m todos os lu ares esta1am G 1ista est6tuas de seus deuses e de 8eróis di1ini%ados da 3istória e da PoesiaI en9uanto ma ni<icentes ar9uiteturas e pinturas representa1am a lória nacional e o culto popular de deidades pa )s. Assim a perse uiD)o se uiu os pre adores da 1erdade de cidade em cidade. .ereanosI e=aminando diariamente as . Ol8ando Paulo a . Sua nature%a espiritual esta1a t)o 1i1a Gs atraD@es das coisas celestiaisI 9ue a ale ria e ma ni<ic2ncia das ri9ue%as 9ue nunca perecer)o torna1am de nen8um 1alor aos seus ol8os a pompa e o esplendor da9uilo 9ue o circunda1a.ntre os 9ue se encontraram com Paulo na praDa 8a1ia Kal uns dos <ilóso<os epicureus e estóicosKJ mas estesI e todos os demais 9ue entraram em contato com eleI lo o 1iram 9ue ele tin8a um 1olume de con8ecimento superior mesmo ao deles.licas impopularesI muitos se recusam a pes9uis6Olas. C8e ando a Atenas o apóstolo en1iou de retorno os irm)os .uscam a 1erdade pes9uisar)o cuidadosamenteI G lu% da Pala1ra de DeusI as doutrinas a eles apresentadas. >o 9ue respeita G ami%ade 8umanaI sentiaOse inteiramente só.ereanosI com a mensa em para 9ue Silas e Timóteo se <ossem reunir a ele imediatamente. :endo a ma ni<ic2ncia de AtenasI ele compreendeu seu poder sedutor so. Tudo isto <e% de Atenas uma 1asta aleria de arte. .ra 9ue tin8a diante de si. Atos 1&M15. $'' Paulo caso permanecesse aliI os irm)os o en1iaram para AtenasI acompan8ado de al uns no1os con1ersos . 7as a sua principal o.m sua ep-stola aos tessalonicensesI ele e=primiu seus sentimentos nas pala1rasM KDei=arOnos <icar sós em Atenas. Al uns esta1am preparados para ridiculari%ar o apóstolo como al uém 9ue esti1esse muito a.K I Tess.K Atos $$M$1.ora incapa%es de re<utar os claros ensinos da . >)o demorou 9ue os randes 8omens de Atenas ou1issem a respeito da presenDa em sua cidade de mestre t)o sin ularI 9ue esta1a apresentando perante o po1o doutrinas no1as e estran8as. Assim s)o suas mentes ce adas pelo erroI e eles <icam separados do Céu.le <a% respons61eis pela maneira por 9ue tratam as pala1ras de Seus ser1os.em comeDada nesse lu ar e instruir os no1os con1ersos nos princ-pios da <é. Al uns desses 8omens procuraram Paulo e entraram em con1ersaD)o com ele. Os 9ue sinceramente . Os inimi os de Cristo n)o puderam impedir o a1anDamento do e1an el8oI mas conse uiram tornar a tare<a dos apóstolos e=tremamente di<-cil. P6 .ele%a da arte. . O Sen8or en1ia Seus em.ra t)o .-.respeito do 7essias prometido. A9ui Paulo n)o se encontrou com uma populaD)o crédula e i noranteI como em ListraI mas com um po1o <amoso por sua inteli 2ncia e cultura. . De todos os lados santu6riosI altares e templos representando P6 .ulas a rad61eis usadas pelo inimi o para des1iar as almas.scrituras.ereanos. O.m.ai=a. Lo o uma multid)o de ou1intes se l8es reuniu em torno. $'+ enorme despesaI e=i. Se nas cenas <inais da 8istória da TerraI a9ueles a 9uem s)o proclamadas 1erdades pro. Temendo 9ue seria e=ercida 1iol2ncia contra P6 .ai=o delesI tanto intelectualmente como socialmenteI e esses di%iam %om.K Atos 1&M1&.ora sua cultura intelectualI era i norante do 1erdadeiro Deus.res eram comemorados pela esculturaI relic6rios e placas.ra em Atenas era le1ar as . >essa rande cidadeI onde Deus n)o era adoradoI Paulo <oi opresso por um sentimento de solid)oI e anelou a simpatia e o au=-lio de seus cola.scrituraI mani<estam e=trema relutSncia em estudar as e1id2ncias o<erecidas.ele%a e a rande%a 9ue o rodea1amI e 1endo a cidade toda entre ue G idolatriaI seu esp-rito se enc8eu de %elo por DeusI a 9uem 1ia desonrado por todos os ladosJ e seu coraD)o se como1eu de piedade pelo po1o de AtenasI 9ueI muito em.oradores. $'$ Onde 9uer 9ue as 1erdades do e1an el8o se!am proclamadasI os 9ue 8onestamente dese!am proceder com retid)o ser)o le1ados a e=ame dili ente das . Todos ser)o !ul ados de acordo com a lu% 9ue tem sido dada.

Tin8a o coraD)o possu-do de importante mensa emI e as pala1ras 9ue l8e ca-ram dos l6.K Atos 1&M1# e $4. Ao seu redor reuniramOse poetasI artistasI e <ilóso<os O intelectuais e s6.er o 9ue 1em a ser isto.CIDO. terreno delesI contrapondo ló ica a ló icaI <iloso<ia a <iloso<iaI elo9R2ncia a elo9R2ncia. AliI a<astado do ru-do e a itaD)o das ruas apin8adas e do tumulto da discuss)o prom-scuaI o apóstolo podia ser ou1ido sem interrupD)o.nt)o o apóstolo mostrou comoI mediante todo o trato de Deus com o 8omemI Seu propósito de raDa e misericórdia corre como um <io de ouro.oa disposiD)o. O po1o <oi tomado de admiraD)o pela <er1ente e ló ica apresentaD)o <eita por Paulo dos atri.edi2ncia. Apontando os no. Seus oponentes pa )os c8ama1amOl8e a atenD)o para a sorte de SócratesI 9ueI por ser pre ador de deuses estran8osI tin8a sido condenado G morteJ e aconsel8a1am Paulo a n)o pAr sua 1ida em peri o en1eredando pelo mesmo camin8o.erana pro1id2ncia.iosI con1enceram seus ou1intes de 9ue ele n)o era nen8um paroleiro. KPor9uanto tem determinado um dia em 9ue com !ustiDa 86 de !ul ar o mundoI por meio do :ar)o 9ue destinouJ e disto deu certe%a a todosI ressuscitandoOO dos mortos.le mesmo é 9uem d6 a todos a 1idaI e a respiraD)oI e todas as coisas.le aos 8omens a lu% da 1erdadeJ e espera1a de todos o arrependimento para a sal1aD)oI n)o somente do po.re e 8umildeI mas tam. >esse século de tantas di<erenDas sociaisI 9uando os direitos dos 8omens n)o eram muitas 1e%es recon8ecidosI Paulo e=pAs a rande 1erdade da <raternidade 8umanaI declarando 9ue Deus Kde um só <e% toda a eraD)o dos 8omensI para 8a.ios de AtenasI 9ue a ele assim se diri iramM KPoderemos nós sa. Atos 1&M'1 e '$.K Como Paulo se re<erisse G ressurreiD)o dos mortosI Kuns escarneciamI e outros di%iamM Acerca disso te ou1iremos outra 1e%K.K Atos 1&M$5O'4. Os mais s6. A9uelas ima ens esculpidas n)o podiamI mesmo da maneira mais p6lidaI representar a lória de Jeo16. 7ostrou estar <amiliari%ado com suas o. K>.capta1am a atenD)o de todo o auditório. Al uns toda1ia ali esta1amI 9ue alme!a1am maior lu%.er 9ue no1a doutrina é essa de 9ue <alasQ Pois coisas estran8as nos tra%es aos ou1idosJ 9ueremos pois sa.itar so.ra neste local 9ue os assuntos relacionados com a reli i)o eram muitas 1e%es considerados cuidadosamente por 8omens 9ue <unciona1am como !u-%es <inais em todas as 9uest@es mais importantesI tanto morais como ci1is. Os Céus n)o eram randes .sta1am procurando alcanDar o in<inito.res espécimes da 8umanidade em torno de siI com pala1ras tomadas de um de seus poetasI Paulo pintou o in<inito Deus como um PaiI de 9uem eram <il8os. K:ar@es ateniensesKI disse eleI Kem tudo 1os 1e!o um tanto supersticiososJ por9ueI passando eu e 1endo os 1ossos santu6riosI ac8ei tam.ios dentre seus ou1intes <icaram admirados ao atentarem para a sua ar umentaD)o.ono das doutrinas 9ue ensina1a. $'# poetas disseramM Pois somos tam. >os séculos de tre1as 9ue precederam o ad1ento de CristoI o di1ino So.erano passou por alto a idolatria dos entiosJ mas a oraI por intermédio de Seu Hil8oI en1iara . Com a m)o estendida em direD)o ao templo apin8ado de -dolosI Paulo es1a%iou sua alma e e=pAs a <al6cia da reli i)o dos atenienses.uscassem ao Sen8orI se por1enturaI tateandoI O pudessem ac8arJ ainda 9ue n)o est6 lon e de cada um de nósK. Sendo nós pois eraD)o de DeusI n)o 8a1emos de cuidar 9ue a Di1indade se!a semel8ante ao ouroI ou G prataI ou G pedra esculpida por arti<-cio e ima inaD)o dos 8omens.ém do alti1o <ilóso<o e dos pr-ncipes da Terra.ras de arteI literatura e reli i)o. Atos 1&M$.ém al uns dos 1ossos P6 . Assim o apóstolo permaneceu in1ictoI en<rentando seus opositores no próprio P6 .0S D.ste era um dos locais mais sa rados de toda a AtenasI e suas e1ocaD@es e reminisc2ncias eram tais 9ue o <a%iam ser considerado com uma supersticiosa re1er2ncia 9ueI na mente de al unsI c8e a1a ao terror. Com ardente e <ér1ida elo9R2nciaI o apóstolo declarouM KO Deus 9ue <e% o mundo e tudo o 9ue nele 86I sendo Sen8or do Céu e da TerraI n)o 8a. .K Atos 1&M$$ e $'. K7as DeusI n)o tendo em conta os tempos da i norSnciaI anuncia a ora a todos os 8omensI e em todo o lu arI 9ue se arrependam. Seus ou1intes recon8eciam 9ue ele n)o era nen8um aprendi%I mas era capa% de en<rentar todas as classes com ar umentos con1incentes em a. .ém um altar em 9ue esta1a escritoM AO D.K Atos 1&M$+ e $*. $'.ita em templos <eitos por m)os de 8omensJ nem t)o pouco é ser1ido por m)os de 8omensI como 9ue necessitando de al uma coisaJ pois .itaD)oJ para 9ue . .!eto adorado.re toda a <ace da TerraK. / 1ista de DeusI todos s)o i uaisJ e cada ser 8umano de1e ao Criador suprema o.ém Sua eraD)o. 7as os discursos do apóstolo cati1a1am a atenD)o do po1oI e sua sa. .utos do 1erdadeiro Deus O Seu poder criador e a e=ist2ncia de Sua so. $'& >esta 8ora de solene responsa. .astante para conter DeusI 9uanto mais os templos <eitos por m)os 8umanas.ilidade o apóstolo esta1a calmo e con<iante.le tem determinado Kos tempos !6 dantes ordenadosI e os limites da sua 8a. . Apontando para o estatu6rio e -dolos delesI declarou 9ue Deus n)o pode ser assemel8ado a <ormas de ima inaD)o 8umana. P6 . .ste Ser 9ue ele a ora l8es anuncia1aI era independente do 8omemI nada necessitando das m)os P6 . . e $&. $'5 8umanas 9ue L8e 1iesse acrescentar poder e lória. H2Olos pensar no <ato de 9ue a9uelas ima ens n)o tin8am 1idaI mas eram controladas pelo poder 8umanoI mo1endoOse apenas 9uando as m)os dos 8omens as mo1iamJ de maneira 9ue os adoradores eram em tudo superiores ao o. Com toda a sua inteli 2ncia e con8ecimento enerali%adoI eram eles i norantes do Deus 9ue criara o 0ni1erso.sse pois 9ue 1ós 8onraisI n)o O con8ecendoI é o 9ue eu 1os anPncio.SCO>3.le n)o <oi posto em sil2ncio pela Ci2ncia nem pela ironia dos <ilóso<osJ e con1encendoOse de 9ue ele esta1a disposto a concluir sua miss)o entre elesI eI apesar dos riscosI a contar sua 8istóriaI decidiram ou1iOlo com . Paulo le1ou a mente de seus ou1intes idólatras para além dos limites de sua <alsa reli i)oI a uma 1is)o certa da Di1indade a 9ue eles denominaram KDeus descon8ecidoK.edoria sem a<etaD)o impun8aOl8es admiraD)o e respeito.le 1i1emosI e nos mo1emosI e e=istimosKI declarou eleI Kcomo tam. Portanto condu%iramOno ao Areópa o. .

$+$ nestes Pltimos dias 1ol1erOseO)o da lu% por9ue o mundo por sua própria sa.m sua sa. >en8uma elo9R2ncia de pala1rasI nem <orDa de ar umentos podem con1erter o pecador. Fuando um po1o est6 inteiramente satis<eito com suas próprias reali%aD@esI pouco mais se pode esperar dele.iasJ e Deus escol8eu as coisas <racas deste mundo para con<undir as <ortesJ e Deus escol8eu as coisas 1is deste mundoI e as despre%-1eisI e as 9ue n)o s)oI para ani9uilar as 9ue s)o. Os s6.al8o de Deus. 3o!e as 1erdades das .edoria 9ue 1em do alto.reiros <irme até o <imI o princ-pio de sua con<ianDaI lem. . .iosI e ani9uilarei a inteli 2ncia dos inteli entes.al8o neste ponto de sua 1ia emI Paulo 1iu de todos os lados sérios o. Ti1esse sua oraD)o sido um ata9ue direto a seus deuses e aos randes 8omens da cidadeI e ele teria corrido o peri o de so<rer a sorte de Sócrates. Por9ue est6 escritoM Destruirei a sa. A cidade esta1a 9uase inteiramente entre ue G idolatria. As pala1ras de Paulo cont2m um tesouro de con8ecimento para a i re!a. As apar2ncias podem parecer desoladorasI mas na 8ora mais escura 86 lu% do alto.ntre os 9ue ou1iram as pala1ras de Paulo esta1am al uns a cu!a mente as 1erdades apresentadas le1aram a con1icD)oJ mas eles n)o se 9uiseram 8umil8ar para P6 .K I Cor.andoOse de sua própria sa.ios para a sal1aD)oJ mas os 9ue a . Deus pode e est6 disposto a outor ar a Seus ser1os toda a <ortale%a de 9ue precisem e a darOl8es a sa. Se l8e 1oltam as costasI . :indo a con8ecer o car6ter dessas pessoasI Paulo K<icou com elesK.le 12m como pessoas de importSnciaI a. $+' Durante o primeiro século da era crist)I Corinto <oi uma das principais cidadesI n)o somente da (réciaI mas do mundo. $+1 1itória por ele o. 7asI com o tato nascido do di1ino amorI cuidadosamente ele a<astouOl8es a mente de suas di1indades pa )sI re1elandoOl8es o 1erdadeiro DeusI para eles descon8ecido. Dion-sioI um dos mais preeminentes cidad)osI e al uns outrosI aceitaram a mensa em do e1an el8o e uniramOse completamente aos crentes. Deus p@e perante eles a 1erdade eterna O 1erdade 9ue os <ar6 s6. 7as Deus escol8eu as coisas loucas deste mundo para con<undir as s6.edoriaI dei=ar)o de rece. .sta1a ele numa posiD)o em 9ue <acilmente poderia ter dito 9ual9uer coisa 9ue teria irritado seus or ul8osos ou1intesI colocandoOse a si mesmo em di<iculdade.stante c8a<urdados no 1-cioI para 9ue se pudesse 1er como DeusI por intermédio de Seu ser1oI repreendeu a idolatria e os pecados de um po1o or ul8oso e presumido.edoria mais 9ue a sa.al8o do apóstolo em AtenasI o centro da cultura pa )J pois os ateniensesI ape andoOse persistentemente a sua idolatriaI 1iraram as costas G lu% da 1erdadeira reli i)o. A <é do consa rado o.edoria descon8ece a Deus.ios para a sal1aD)o O mas n)o os <orDa a aceit6Ola.randoOse de 9ue a lu% da 1erdade de Deus de1e .edi2ncia G lei de Deus e a alianDa com o pr-ncipe do mal.reiro de1e resistir a cada pro1a 9ue o alcance. Lo o no princ-pio de seu tra. (rande centro comercialI situado com <6cil acesso a todas as partes do império romanoI era um importante lu ar para o esta.le pode dar. . 1M15I 1#I $& e $5.le ser1em ser6 reno1ada cada dia. A <orDa dos 9ue amam a Deus e a . As pala1ras do apóstoloI e a descriD)o de sua atitude e circunstSnciasI tais como as traDou a pena da inspiraD)oI de1iam apro1eitar a todas as eraD@es <uturasI dando testemun8o de sua inamo1-1el con<ianDaI sua cora em na soledade e na ad1ersidadeI e a P6 .reiros de Cristo. KPor9ue a pala1ra da cru% é loucura para os 9ue perecemJ mas para nósI 9ue somos sal1osI é o poder de Deus. Os re os .scrituras de1em ser le1adas perante os randes 8omens do mundoI para 9ue possam escol8er entre a o.st6culos ao pro resso de sua o. . A inspiraD)o nos deu este apan8ado da 1ida dos ateniensesI 9ueI com todo o seu con8ecimentoI re<inamento e arteI esta1am n)o o.usca1am a sa. $+ Corinto P6 .edoriaI mas a mensa em da cru% era para eles loucuraI por9uanto 1alori%a1am sua própria sa. >)o de1e 8a1er nen8um desalento em relaD)o com o tra.tida para o cristianismo mesmo no coraD)o do pa anismo. Somente o poder de Deus pode imprimir a 1erdade no coraD)o.elecimento de monumentos para Deus e Sua 1erdade.er a lu% e o con8ecimento 9ue só . .edoria dos s6.le os dei=a entre ues a si mesmos para 9ue se <artem com os <rutos de suas próprias aD@es.le p@em sua con<ianDa.ntre os !udeus 9ue 8a1iam <i=ado resid2ncia em CorintoI ac8a1amOse X9uila e PriscilaI 9ue se distin uiram posteriormente como %elosos o. A9uele 9ue persistentemente se des1ia deste poderI n)o pode ser alcanDado. $+4 con8ecer a Deus e aceitar o plano da sal1aD)o. Seus es<orDos em Atenas n)o <oram inteiramente em 1)o.le <ar6 mais 9ue cumprir as mais altas e=pectati1as dos 9ue n.reiro de Deus necessita de <orte <é.ntretantoI os ser1os de Deus de1er)o apro1eitar cada oportunidade para comunicar a 1erdade a esses 8omens.ra.m cada es<orDo para alcanDar as mais altas classesI o o.Terminou assim o tra. :2nus era a deidade <a1oritaJ P6 . A mente do in<inito est6 posta a seu ser1iDoI para 9ue ao e=ecutarem Seu propósito n)o cometam erro.edoria 8umana e or ul8o intelectual se encontra a ra%)o por 9ue a mensa em do e1an el8o te1e comparati1amente pouco 2=ito entre os atenienses. $++ .res e perdidos pecadoresI tornarOseO)o s6.edoria 9ue suas 1ariadas necessidades impon8am. 7anten8am esses o. Al uns recon8ecer)o sua i norSncia em relaD)o Gs coisas de Deus e assentarOseO)o como 8umildes disc-pulos aos pés de JesusI o 7estre por e=cel2ncia.ril8ar em meio Gs tre1as 9ue en1ol1em nosso mundo.ios se undo o mundoI 9ue 12m a Cristo como po. Con9uanto presumindoOse de re<inamento e instruD)oI os atenienses esta1am se tornando constantemente mais corruptosI e mais satis<eitos com os 1a os mistérios da idolatria. . (re osI !udeus e romanosI !untamente com 1ia!antes de todas as terrasI apin8a1amOse nas suas ruasI intensamente entre ues Gs ati1idades e aos pra%eres. 7uitos dos mais eminentes 8omens do mundoI doutos e estadistasI P6 . Assim en<rentou Paulo o pa anismo de seus dias.

al8o em Atenas.er entre os cor-ntiosI Ksen)o a Jesus CristoI e . Poderia Paulo le16Olos a crer 9ue a <é no poder deste o. $+* Para o entendimento de multid@es 9ue 1i1em no presenteI a cru% do Cal16rio est6 cercada de sa radas recordaD@es.ntre seus ou1intes !udeus 8a1ia muitos 9ue <icariam irados com a mensa em 9ue ele esta1a para proclamar.ido e tratado na TerraJ mostrou ent)o 9ue todas essas prediD@es tin8am sido cumpridas na 1idaI ministério e morte de Jesus de >a%aré.m sua pre aD)o do e1an el8o em CorintoI o apóstolo se uiu um sistema di<erente do 9ue assinalara seu tra. . JesusI a 9uem Paulo esta1a prestes a apresentar perante os re os em Corinto como o CristoI era um !udeu de ori em 8umildeI criado em uma cidade pro1er.K ?om.ste cruci<icadoK. P6 . $+5 . Leu o testemun8o dos pro<etas re<erentes ao car6ter e o. >o poder do .os de seu entendimento e impeliOlo na senda da renPncia de si mesmo.e com a adoraD)o de :2nus esta1am relacionados muitos ritos e cerimAnias de radantes.ia por e=peri2ncia pessoal 9ue 9uando um pecador uma 1e% contempla o amor do PaiI como se 12 no sacri<-cio de Seu Hil8oI e se rende G di1ina in<lu2nciaI tem lu ar uma mudanDa de coraD)oI e desde ent)o Cristo é tudo em todos. Paulo mostrou 9ue Cristo tin8a 1indo para o<erecer sal1aD)o antes de tudo G naD)o 9ue a uarda1a a 1inda do 7essias como a consumaD)o e lória de sua e=ist2ncia nacional. $M$ e +.le seria considerado como um dé. Os ou1intes de Paulo <oram le1ados a compreender 9ue o 7essiasI por cu!o ad1ento 8a1iam eles estado a suspirarI tin8a !6 1indoJ 9ue Sua morte <ora o ant-tipo de todas as o<ertas sacri<icaisI e 9ue Seu ministério no santu6rio do Céu era o rande o.le procurou impressionar seus ou1intes com o <ato de 9ue somente o arrependimento poderia sal1ar a naD)o !udaica da ru-na impendente. Paulo .K I Cor.scrituras do Anti o TestamentoI 9ue t)o completamente se 8a1iam cumprido em Jesus de >a%aré. $+& Paulo testi<icou aos !udeus 9ue Jesus era o Cristo.ra)o e de Da1iJ ent)o traDou a descend2ncia de Jesus do patriarca A. Desde ent)o sua 1ida <ora inteiramente dedicada ao es<orDo para retratar o amor e o poder do Cruci<icado. Seu rande coraD)o de simpatia a.ios como a i norantes.!eto 9ue pro!eta1a sua som.il mental ao tentar mostrar como a cru% poderia ter 9ual9uer relaD)o com o reer uimento da raDa ou a sal1aD)o da 8umanidade. P6 .ial por sua per1ersidade. >esse tempo <oraOl8e dada uma re1elaD)o do in<inito amor de DeusI como re1elado na morte de CristoJ e mara1il8osa trans<ormaD)o tin8aOse operado em sua 1idaI pondo em 8armonia com o Céu todos os seus planos e propósitos. ?ecriminouOl8es a mundanidadeI o amor a posiD@esI t-tulos e ostentaD)oI e seu anormal e o-smo. Os re os criam na necessidade do reer uimento da raDa 8umanaI mas considera1am o estudo da <iloso<ia e da ci2ncia como o Pnico meio de atin ir a 1erdadeira ele1aD)o e 8onra. . .sta1a disposto a pre arOl8esI n)o com Kpala1ras persuasi1as de sa. 1M$'. Os cor-ntios tin8amOse tornado not61eisI mesmo entre os pa )osI por sua rosseira imoralidade. Se acontecia a<rou=ar o seu amor no camin8o do de1erI um ol8ar G cru% e ao amor admir61el ali re1eladoI era su<iciente para <a%2Olo cin ir os lom.le sa. K>ós pre amos a Cristo cruci<icadoKI admitiu eleI K9ue é escSndalo para os !udeusI e loucura para os re os.ra do ?edentor como o rande Sumo Sacerdote da 8umanidade O A9uele 9ueI mediante o sacri<-cio da Sua própria 1idaI de1ia <a%er e=piaD)o pelo pecado de uma 1e% por todas e assumir Seu ministério no santu6rio celestial.6r.sp-rito e de poderK.u sou de1edorKI declarouI Ktanto a re os como a .receria cada <aculdade do serQ P6 .re a cru%I poderia naturalmente despertar o rid-culo e a oposiD)o.ia como sua mensa em seria considerada tanto pelos !udeus como pelos re os de Corinto. O amor para com o Sen8or da lóriaI a 9uem t)o implaca1elmente perse uira na pessoa de Seus santosI era o princ-pio 9ue atua1a em sua condutaI o mó1el 9ue o impelia. Desde esse momento tornaraOse um no1o 8omem em Cristo.ra do prometido 7essiasI e a maneira como seria rece. 3a1ia sido re!eitado por Sua própria naD)oI sendo a<inal cruci<icado como mal<eitor. .ran eu todas as classes. . I Cor. 1M1+. Desde 9ue <ora detido em sua carreira de perse uiD)o contra os se uidores do cruci<icado >a%arenoI !amais cessara de se loriar na cru%. Parecia 9ue sua preocupaD)o ou cuidado n)o ia além dos pra%eres e passatempos da 8ora.=altar como o Sal1ador da 8umanidade A9uele 9ue 8a1ia encontrado a morte so.arosI tanto a s6.al8o em CorintoI nos seus es<orDos para atrair a atenD)o dos descuidados e indi<erentes.is o apóstolo pre ando na sina o a de CorintoI ar umentando com os escritos de 7oisés e dos pro<etasI e le1ando seus ou1intes até ao ad1ento do prometido 7essiasT Considerai como ele torna clara a o. >este lu ar procurara ele adaptar seu estilo ao car6ter de seu auditórioJ G ló ica opusera ló icaI respondera G ci2ncia com ci2nciaI G <iloso<ia com <iloso<ia. Decidira e1itar discuss@es e ar umentos ela. K. Considerando o tempo assim despendidoI e concluindo 9ue seu ensino em Atenas <ora pouco produti1oI decidiu se uir outro plano de tra. 7as para PauloI a cru% era o Pnico o. . 7as nos dias de Paulo a cru% era ol8ada com sentimentos de repulsa e 8orror. .!eto de supremo interesse.surda loucura.ra para o passadoI e torna1a claro o ministério do sacerdócio !udaico.em sa. ?e1elouOl8es a i norSncia do si ni<icado dessas passa ens de 9ue principalmente se or ul8a1am e se loria1am de entender pro<undamente. Santas associaD@es est)o relacionadas com as cenas da cruci<i=)o.scuro Judeu ele1aria e eno. $+. >a estimaD)o dos re osI suas pala1ras seriam a. Por ocasi)o de sua con1ers)oI Paulo <oi inspirado com o incontido dese!o de a!udar seus semel8antes a contemplar a Jesus de >a%aré como o Hil8o do Deus 1i1oI poderoso para trans<ormar e para sal1ar. BaseandoOse nas escrituras do Anti o TestamentoI ele mostrou 9ue de acordo com as pro<ecias e com a uni1ersal e=pectati1a dos !udeusI o 7essias seria da lin8a em de A. . 7as essa naD)o 8a1ia re!eitado A9uele 9ue l8es teria dado 1idaI e tin8a escol8ido outro l-der cu!o reino terminaria em morte.orados e nada se propor sa.ra)o ao salmista real.sp-ritoI Paulo relatou a 8istória de sua própria miraculosa con1ers)oI e de sua con<ianDa nas .edoria 8umanaI mas em demonstraD)o de . Suas pala1ras <oram <aladas com solene <er1orI e seus ou1intes n)o podiam dei=ar de compreender 9ue ele ama1a com todo o P6 .

licaJ muitos 8a1ia 9ue n)o poderiam ser alcanDados desta maneira. Paulo compreendeu ser isto uma ordem para permanecer em Corinto e uma arantia de 9ue o Sen8or <aria erminar a semente lanDada. Silas e Timóteo Kdesceram da 7acedAniaKI para a!udar a PauloI e !untos tra. .sp-rito Santo ensinaI comparando as coisas espirituais com as espirituais.le despendeu muito tempo no tra. P6 . $*1 <alamos a sa.edoria de procurar esta. . >)o podiam ne ar 9ue Cristo 8a1ia operado mila resI mas declara1am 9ue . $+# pudessem apenas 1er a lu% a !orrar da cru% do Cal16rioI seriam atra-dos para o ?edentor. .sp-rito SantoI cu!a . 7as os !udeus de Corinto <ec8aram os ol8os Gs pro1as t)o claramente apresentadas pelo apóstoloI e recusaram atender a seus apelos. K.m. K7as nós n)o rece. .eni na in<lu2ncia enc8iaOl8e o coraD)o tra%endo cada pensamento em su!eiD)o a Cristo.em como aos !udeusI Paulo e seus compan8eiros pre aram a Cristo como o Sal1ador da raDa ca-da. >os ensinos do apóstoloI Cristo era a <i ura central. $M. L-mpidaI clara e decidida <oi sua mensa em O um c8eiro de 1ida para 1ida ou de morte para morte. . O mesmo esp-rito 9ue os 8a1ia le1ado a re!eitar a CristoI enc8euOos de ira e <Pria contra Seu ser1oJ e n)o o 8ou1esse Deus especialmente prote idoI para 9ue ele pudesse continuar le1ando a mensa em do e1an el8o aos entiosI e teriam posto <im a sua 1ida.astante acreI nen8um ardil demasiadamente 1il para n)o ser por eles usados.sp-rito penetra todas as coisasI ainda as pro<unde%as de Deus.edoria de DeusI oculta em mistérioI a 9ual Deus ordenou antes dos séculos para nossa lóriaJ a 9ual nen8um dos pr-ncipes deste mundo con8eceuI por9ueI se a con8ecessemI nunca cruci<icariam ao Sen8or da lória.le os reali%ara pelo poder de Satan6sJ e ousadamente a<irma1am 9ue as mara1il8osas o.le <ala1a de si como Ktra%endo sempre por toda a parte a morti<icaD)o do Sen8or Jesus no. $*4 . O ódio com 9ue os !udeus 8a1iam sempre ol8ado os apóstolos <oi ent)o intensi<icado.le tremia ao pensamento de 9ue seus ensinos pudessem re1elar mais o 8umano 9ue o di1ino.sp-rito 9ue pro1ém de DeusI para 9ue pudéssemos con8ecer o 9ue nos é dado ratuitamente por Deus. Sa.ora Paulo ti1esse tido certa medida de 2=ito em CorintoI a impiedade 9ue 1iu e ou1iu na9uela corrupta cidade 9uase o desanimou.K Atos 15M&. 7as Deus noOlas re1elou pelo Seu . Antes de sua P6 .O1'. $*$ .sp-ritoJ por9ue o .uI 9uando <or le1antado da terraKI declarou o Sal1adorI Ktodos atrairei a 7im.m tudo o 9ue di%ia e <a%ia en randecia o nome de Jesus. As 9uais tam.al8aram pelos entios.reiros do e1an el8o em Corinto recon8eceram os terr-1eis peri os 9ue ameaDa1am a9ueles por 9uem esta1am tra. Du1idou da sa.re a 1ossa ca.edoria 8umanaI mas com as 9ue o ..stinados oponentes.al8andoJ e <oi com o senso de responsa. corpoI para 9ue a 1ida de Jesus se mani<este tam. Os o.ém <alamosI n)o com pala1ras de sa.K I Cor. Os es<orDos do apóstolo n)o esta1am restrin idos G pre aD)o pP. T)o impressi1as <oram suas pala1rasI 9ue somente os 9ue esta1am c8eios do mais amar o ódio contra a reli i)o crist) n)o se dei=aram mo1er por elas. :isita1a os en<ermos e tristesI con<orta1a os a<litosI anima1a os oprimidos.iram ao coraD)o do 8omemI s)o as 9ue Deus preparou para os 9ue O amam. Hortalecido e animadoI continuou a tra.utos do Criador do mundoI o supremo (o1ernador do 0ni1erso.coraD)o o Sal1ador cruci<icado e ressur ido. Como esti1esse plane!ando dei=ar a cidade para ir a um campo mais promissorI e .K Atos 15M# e 14. KHalamos sa. .sp-rito de Deus. O eu <ora apa adoJ Cristo <oi re1elado e e=altado.emos o esp-rito do mundoI mas o .edoria deste mundoI nem dos pr-ncipes deste mundoI 9ue se ani9uilamJ mas P6 .e as coisas de DeusI sen)o o . 7asI como est6 escritoM As coisas 9ue o ol8o n)o 1iuI e o ou1ido n)o ou1iuI e n)o su.ém em nossos corposK. Por 9ueI 9ual dos 8omens sa. . K. n)o apenas em suas pala1rasI mas em sua 1ida di6riaI era o e1an el8o re1elado.edoria entre os per<eitosKI declarou Paulo depoisI Kn)o porém a sa. :iam 9ue sua mente esta1a centrali%ada em CristoI 9ue toda a sua 1ida esta1a unida a seu Sen8or. Paulo recon8eceu 9ue sua su<ici2ncia n)o esta1a em si próprioI mas na presenDa do . CrispoI principal da sina o aI creu no Sen8or com toda a sua casaJ e muitos dos cor-ntiosI ou1indoOoI creramI e <oram . I Cor. >)o podiam apresentar ar umentos 9ue re<utassem a pre aD)o de PauloJ eI G <alta de tais pro1asI recorreram ao en ano e maldosos ata9ues.idos dos !udeusI produ%iramOl8e rande an Pstia de esp-rito.m seu ce o ódioI pala1ra nen8uma era .e as coisas do 8omemI sen)o o esp-rito do 8omemI 9ue nele est6Q Assim tam.al8ar l6I com %elo e perse1eranDa.K (6l. K7as resistindo e .K Atos 15M5. . Aos pa )osI . .atismo de Crispo ti1eram o e<eito de e=asperar em 1e% de con1encer esses o. Tra. A con1ers)o e o .al8a1a assim Kem <ra9ue%aI e em temorI e em rande tremorK.ati%ados. +M14. Blas<emaram do e1an el8o e do nome de Jesus.uscasse <er1orosamente compreender o seu de1erI o Sen8or l8e apareceu em 1is)oI e disseM K>)o temasI mas <alaI e n)o te calesJ por9ue .I saindo daliI entrou em casa de um 8omem c8amado Tito JustoI 9ue ser1ia a DeusI e cu!a casa esta1a !unto da sina o a..re eles repousa1a 9ue apresentaram a 1erdade como é em Jesus.K Jo)o 1$M'$. II Cor.eDaJ eu estou limpoI e desde a ora parto para os entios. CoraD)o in<lamado com o amor de Deus e de Seu Hil8oI eles apela1am aos pa )os para contemplarem o in<inito sacri<-cio <eito em <a1or do 8omem.iam 9ue se os 9ue tin8am por tanto tempo estado a tatear nas tre1as do pa anismoI P6 .ilidade 9ue so. Paulo era um orador elo9Rente. 1i1oKI declarou eleI Kn)o mais euI mas Cristo 1i1e em mim.u sou conti oI e nin uém lanDar6 m)o de ti para te <a%er malI pois ten8o muito po1o nesta cidade. $M'. $M$4.las<emando elesI sacudiu os 1estidosI e disseOl8esM O 1osso san ue se!a so. An!os coopera1am com elesI e a raDa e poder de Deus eram 1istos na con1ers)o de muitos.elecer uma i re!a com o material 9ue ali se encontra1a.1itando o arra%oado complicado e sutilI os mensa eiros da cru% demoraramOse nos atri.ém nin uém sa.al8o de casa em casaI pre1alecendoOse assim das relaD@es <amiliares do c-rculo doméstico. K. A depra1aD)o 9ue testemun8ou entre os entiosI e o desdém e insultos rece.ras <eitas por PauloI o eram por intermédioI do mesmo instrumento.

oas not-ciasK da K<é e caridadeK dos 9ue 8a1iam aceitado a 1erdade durante a primeira 1isita dos mensa eiros e1an élicos a TessalAnica. >esta primeira ep-stola Paulo se re<eriu a sua maneira de tra.unalJ e a (6lio nada destas coisas o incomoda1a. 7ediante a raDa de CristoI operaraOseOl8es na 1ida uma trans<ormaD)o mara1il8osaJ e a Pala1ra do Sen8orI pre ada por elesI era acompan8ada de poder.usca1a ele pelo uso de lin ua em simplesI con1encer os coraD@es com as 1erdades de importSncia 1ital.unalK de (6lioI ent)o procAnsul da Acaia.andeira de Cristo.K I Tess..undantemente dia e noiteI para 9ue possamos 1er o 1osso rostoI e supramos o 9ue <alta G 1ossa <éQ P6 . . 1M$ e '.ido Ka pala1ra em muita tri. Seu coraD)o esta1a in<lamado de %elo pelo seu Sal1adorI 9ue os li1rara do temor da Kira <uturaK. Por9ueI 9ue aD)o de raDas poderemos dar a Deus por 1ósI por todo o o%o com 9ue nos re o%i!amos por 1ossa causa diante do nosso DeusI orando a.atal8as da 1ida.spera1am eles 9ue as autoridadesI como em ocasi@es anterioresI se poriam ao lado delesJ e 1oci<erando iradosI apresentaram sua acusaD)o contra o apóstoloM K. . Os crentes de TessalAnica eram 1erdadeiros mission6rios. Como Paulo se preparasse para <alar em de<esa própriaI (6lio l8e disse n)o ser necess6rio.ste persuade os 8omens a ser1ir a Deus contra a lei.ssas pala1ras de lou1or n)o eram imerecidasJ Kpor9ue por 1ósKI escre1eu eleI Ksoou a Pala1ra do Sen8orI n)o somente na 7acedAnia e AcaiaI mas tam.m 1e% de se demorar em descriD@es poéticas e <antasiosas representaD@esI 9ue poderiam lison!ear os sentidos e alimentar a ima inaD)oI mas 9ue n)o encontrariam eco na e=peri2ncia di6riaI . P6 . Pela primeira 1e% durante os tra.unal.ém em todos os lu ares a 1ossa <é para com Deus se espal8ouK.ulaD)oKJ e seu coraD)o esta1a c8eio do K o%o do . Trou=eraOl8e K.nt)o todos a arraram Sóstenes principal da sina o aI e o <eriram diante do tri. .al8ar entre os tessalonicenses. ?epresentaD@es <antasistas da 1erdade podem pro1ocar um 2=tase dos sentidosI mas n)o raroI 1erdades apresentadas desta maneira n)o suprem o alimento necess6rio ao <ortalecimento e ro. $*' A reli i)o !udaica esta1a so. Os es<orDos de Paulo em Corinto n)o <icaram sem <ruto. Por intermédio das 1erdades apresentadasI coraD@es <oram an8os e almas acrescentadas ao nPmero dos crentes.al8os de Paulo na . Tanto !udeus como re os 8a1iam ansiosamente esperado pela decis)o de (6lioJ e sua imediata re!eiD)o do casoI como sendo destitu-do de 9ual9uer interesse pP.riu os ol8os G 1oci<erante multid)o 9ue esti1era a incitar os !udeus.les 8a1iam rece. K.sp-rito SantoK. $*+ Paulo depois distoI permaneceu Kainda ali muitos diasK. $*. O apóstolo declarou 9ue em sua <idelidade em se uir ao Sen8orI 8a1iam eles sido Ke=emplo para todos os <iéis na 7acedAnia e AcaiaK. O crescente sucesso 9ue te1e Paulo em apresentar a CristoI despertou a mais determinada oposiD)o da parte dos !udeus incrédulos.O5. >esta carta G i re!a de TessalAnicaI o apóstolo e=pressa sua ratid)o a Deus pelas ale res no1as do pro resso por eles alcanDado na <é. a proteD)o do poder romanoJ e os acusadores de Paulo pensa1am 9ue se pudessem aplicarOl8e a pec8a de 1iolador das leis de sua reli i)oI pro1a1elmente ele l8es seria entre ue para !ul amento e sentenDa. Os !udeus terOseOiam empen8ado em apro1eitar a 1anta em o. A decidida atitude do procAnsul a. Assim espera1am eles poder conse uir a sua morte. Dese!ou muito 1isit6Olos pessoalmenteJ comoI porémI isto <osse imposs-1el ent)oI escre1euOl8es.andonaram a adoraD)o dos -dolos para ser1irem ao Deus 1i1oI e uma rande i re!a se alistou so.K Atos 15M1+O1. I Tess. KSempre damos raDas a Deus por 1ós todosI <a%endo menD)o de 1ós em nossas oraD@esI lem. a . Declarou 9ue n)o tin8a procurado an8ar con1ersos mediante en ano ou <raude. I Tess. $* As Cartas aos Tessalonicenses P6 . Assim o.ase nos princ-pios <undamentais do cristianismo. 7as a ora pusera tudo isto de lado. .al8o da caridadeI e da paci2ncia da esperanDa em nosso Sen8or Jesus CristoI diante de nosso Deus e Pai.K Atos 15M1$ e 1'. Ti1esse o apóstolo sido a este tempo compelido a dei=ar CorintoI e os con1ersos G <é de Jesus teriam sido colocados em peri osa posiD)o.orrecido com sua 8ipocrisia e !ustiDa própriaI n)o tomou con8ecimento da acusaD)o.ti1era o cristianismo assinalada 1itória.randoOnos sem cessar da o.nt)oI 1oltandoOse para os irados acusadoresI disseM KSe 8ou1esseI ó !udeusI al um a ra1o ou crime enormeI com ra%)o 1os so<reriaI masI se a 9uest)o é de pala1rasI e de nomesI e da lei 9ue entre 1ós 86I 1edeOo 1ós mesmosJ por9ue eu n)o 9uero ser !ui% dessas coisas. K7asI como <omos apro1ados de Deus para 9ue o e1an el8o nos <osse con<iadoI assim <alamosI n)o como para a radar aos 8omensI mas a DeusI 9ue pro1a . Al uns <oram sal1os dentre os mais de1assos entios e tornaramO se monumentos da misericórdia de Deus e da e<ic6cia do san ue de Cristo para limpar do pecado. . O coraD)o de Paulo se como1eu com a mais terna simpatia para com esses crentes 9ueI em meio Gs pro1aD@es e ad1ersidadesI se 8a1iam mantido <iéis a Deus.ustecimento do crente para as . e=pulsouOos do tri.K Atos 15M1&.tidaI até mesmo G e=terminaD)o do cristianismo na9uela re i)o.licoI <oi o sinal de retirada dos !udeusI malOsucedidos e irados.uropaI a multid)o tomou o seu partidoJ diante das próprias 1istas do procAnsulI e sem inter<er2ncia de sua parteI acometeram 1iolentamente contra o mais preeminente dos acusadores do apóstolo. 7uitos a. As necessidades imediatasI as pro1as presentes das almas em con<litoI de1em ser en<rentadas com instruD)o pr6tica e sadia com . KIrm)osKI escre1euI K<icamos consolados acerca de 1ósI em toda a nossa a<liD)o e necessidadeI pela 1ossa <éI por9ue a ora 1i1emosI se estais <irmes no Sen8or.con1ers)o 8a1ia ele muitas 1e%es procurado impressionar seus ou1intes com ras os de oratória. 7uitos dos crentes de TessalAnica 8a1iamOse con1ertido dos -dolos a DeusI Kpara ser1ir ao Deus 1i1o e 1erdadeiroK. . P6 . 7as (6lio era um 8omem de inte ridadeI e recusou tornarOse instrumento da in1e!a e da intri a dos !udeus. A. Le1antaramOse Kconcordemente contra PauloI e o le1aram ao tri. 1M14. 1M. $** A c8e ada de Silas e TimóteoI 1indos da 7acedAnia en9uanto Paulo se encontra1a em CorintoI ale rara muito ao apóstolo.ra da 1ossa <éI do tra.

atados !untamente com eles nas nu1ensI a encontrar o Sen8or nos aresI e assim estaremos sempre com o Sen8or.2nD)o 9ue eles a uarda1amI do encontro com o Sal1ador prestes a 1oltar.ém diante de nosso Sen8or Jesus Cristo em Sua 1indaQ >a 1erdade 1ós sois a nossa lória e o%o. .K I Tess.eisI nunca usamos de pala1ras lison!eirasI nem 8ou1e um prete=to de a1are%aJ Deus é testemun8aJ e n)o . Buscam a9uietar toda a apreens)oI ao mesmo tempo em 9ue os sinais do <im se cumprem rapidamente e o mundo se apressa em direD)o ao tempo em 9ue o Hil8o do 8omem Se re1elar6 nas nu1ens do céu.P6 .le l8es 8a1ia <alado antes dessas coisasJ mas nesse tempo a mente deles tin8a di<iculdade em compreender doutrinas 9ue pareciam no1as e estran8asI e n)o surpreende 9ue a <orDa de al uns pontos n)o l8es ti1esse <icado 1i1idamente impressa na mente. Paulo ensina ser pecaminoso mostrarOse indi<erente aos sinais 9ue de1em preceder G se unda 1inda de Cristo.re este assunto. Assim nósI sendoO1os t)o a<eiDoadosI de . Aos culpados desta ne li 2ncia c8ama ele <il8os da noite e das tre1as. Assim como . $*# A esperanDa e ale ria 9ue esta a<irmaD)o le1ou G !o1em i re!a de TessalAnica mal pode ser por nós apreciada.ém aos 9ue em Jesus dormemI Deus os tornar6 a tra%er com . A ora eles se re o%i!a1am em sa.leKI escre1eu Paulo. KAos 9ue em Jesus dormemI Deus os tornar6 a tra%er com . 0m no1o esplendor coroa1a a <é crist)I e eles 1iram uma no1a lória na 1idaI morte e ressurreiD)o de Cristo. .uscamos lória dos 8omensI nem de 1ósI nem de outrosI ainda 9ue pod-amosI como apóstolos de CristoI serO1os pesados. Por9ueI como . . 7uitos d)o a esta passa em a interpretaD)o de 9ue os 9ue dormem ser)o tra%idos com Cristo do CéuJ mas Paulo 9ueria di%er 9ue como Cristo ressuscitou dos mortosI assim Deus c8amar6 de suas sepulturas os santos 9ue dormem e os le1ar6 consi o para o Céu.randos entre 1ósI como a ama 9ue cria seus <il8os.le.K I Tess.ém opera em 1ósI os 9ue crestes.m sua primeira ep-stola aos crentes de TessalAnicaI Paulo procurou instru-Olos so. $. K:ós e Deus sois testemun8asKI continuou o apóstoloI Kde 9u)o santaI e !ustaI e irrepreensi1elmente nos 8ou1emos para con1oscoI os 9ue crestes. . Preciosa consolaD)oT (loriosa esperanDaT n)o apenas para a i re!a de TessalAnicaI mas para todos os crist)os onde 9uer 9ue este!am.em sa. KPelo 9ue tam..re o 1erdadeiro estado dos mortos. Antes <omos .em 9ue o dia do Sen8or 1ir6 como o ladr)o de noiteJ pois 9ueI 9uando disseremM 36 pa% e se uranDaJ ent)o l8es so. Por9ue todos 1ós sois <il8os da lu% e <il8os do diaJ nós n)o somos da noite nem das tre1as. Halou dos 9ue morrem como estando dormindo O em estado de inconsci2nciaM K>)o 9ueroI porémI irm)osI 9ue se!ais i norantes acerca dos 9ue !6 dormemI para 9ue n)o 1os entristeDaisI como os demaisI 9ue n)o t2m esperanDa. *M1O'.er 9ue seus ami os crentes 8a1eriam de ressuscitar da sepulturaI a <im de 1i1er para sempre no reino de Deus. Ao ser a ep-stola de Paulo a. $*& os nossos coraD@es.eis muito . Os tessalonicenses tin8amOse ape ado com a1ide% G idéia de 9ue Cristo 8a1ia de 1ir para trans<ormar os <iéis 9ue esti1essem 1i1osI le1andoOos com .eta de Deus alcanDariam os 9ue esti1essem dormindoI e os mortos em Cristo ressuscitariam primeiroI antes 9ue o to9ue de imortalidade <osse dado aos 1i1os.atados !untamente com eles nas nu1ensI a encontrar o Sen8or nos aresI e assim estaremos sempre com o Sen8or. P6 .re Sua 1inda. KFual é a nossa esperanDaI ou o%oI ou coroa de lóriaQ Por1entura n)o o sois 1ós tam. As tre1as 9ue tin8am en1ol1ido o lu ar de repouso dos mortos <ora dispersada.le.n9uanto tra.rios. A 1o% do Arcan!o e a trom.re este ponto. $M1# e $4.K I Tess. Porém um após outroI <oram seus amados separados deles. Paulo mostra1a 9ue os 9ue esti1essem 1i1os 9uando Cristo 1oltasse n)o iriam ao encontro do seu Sen8or precedendo aos 9ue tin8am sido postos a dormir em Jesus. PortantoI consolaiO1os uns aos outros com estas pala1ras. Com an PstiaI os tessalonicenses tin8am contemplado pela Pltima 1e% o rosto de seus mortosI 9uase n)o ousando esperar encontr6Olos na 1ida <utura. 7as eles esta1am <amintos da 1erdadeI e a ep-stola de Paulo deuOl8es no1a esperanDa e alentoI e mais <irme <é em CristoI e mais pro<unda a<eiD)o por A9uele 9ue por intermédio de Sua morte tin8a tra%ido G lu% 1ida e imortalidade.eta de DeusJ e os 9ue morreram em Cristo ressuscitar)o primeiro. . $*5 e ressuscitouI assim tam. >)o durmamos poisI como os demaisI mas 1i iemosI e se!amos só.K I Tess. *M+O. +M1.ntretantoI especi<icamente se re<eriu ao 9ue 8a1ia ensinado anteriormenteM KAcerca dos tempos e das estaD@esI n)o necessitais de 9ue se 1os escre1aKI disse ele. Depois nósI os 9ue <icarmos 1i1osI seremos arre. $M14.4 9ue ele n)o !ul a1a necess6rio escre1er circunstanciadamente so. Por9ueI se cremos 9ue Jesus morreu P6 . e 1&. 3a1iam cuidadosamente uardado a 1ida de seus ami osI para 9ue n)o morressem e perdessem assim a ..estesI n)o como pala1ra de 8omensI mas Lse undo éI na 1erdadeNI como pala1ra de DeusI a 9ual tam.ido de nós a pala1ra da pre aD)o de DeusI a rece. . .K I Tess. $M+O5. Para os 9ue 1i1em t)o pró=imo da rande consumaD)oI as pala1ras de Paulo de1em ter elo9Rente <orDaM K7as nósI 9ue somos do diaI se!amos .erta e lidaI rande ale ria e consolaD)o <oi le1ada G i re!a pelas pala1ras 9ue re1ela1am o 1erdadeiro estado dos mortos.em sa.al8a1a em TessalAnicaI Paulo tratou t)o amplamente do assunto dos sinais dos temposI mostrando 9uais os acontecimentos 9ue ocorreriam antes da re1elaD)o do Hil8o do 8omem nas nu1ens do céuI P6 .K I Tess. KDepois nósI os 9ue <icarmos 1i1os seremos arre.re1ir6 repentina destruiD)o.eis de 9ue modo 1os e=ort61amos e consol61amosI a cada um de 1ósI como o pai a seus <il8osJ para 9ue 1os condu%-sseis di namente para com DeusI 9ue 1os c8ama para o Seu reino e lória.ém damos sem cessar raDas a DeusI poisI 8a1endo rece.. 7uitos 86 no mundo 8o!e 9ue <ec8am os ol8os Gs e1id2ncias dadas por Cristo para ad1ertir os 8omens so.K I Tess. KPor9ue 1ós mesmos sa. +M1'O1&.les creram na carta 9ue l8es <oi en1iada por seu pai no e1an el8oI apreciaramOna e seu coraD)o se como1eu de amor por Paulo. Por9ue o mesmo Sen8or descer6 do Céu com alaridoI e com 1o% de arcan!oI e com a trom.oa 1ontade 9uiséramos comunicarO1osI n)o somente o e1an el8o de DeusI mas ainda as nossas próprias almasJ por9uanto nos éreis muito 9ueridos. Ao 1i ilante e atento anima ele com estas pala1rasM K7as 1ósI irm)osI !6 n)o estais em tre1asI para 9ue a9uele dia 1os surpreenda como um ladr)o.specialmente importante para a i re!a em nosso tempo s)o os ensinamentos do apóstolo so.

K I Tess. $. 7uitas 1e%esI 9uando separados da9ueles por 9uem assim 8a1ia tra.al8aI .riosI 1estindoOnos da couraDa da <é e da caridadeI e tendo por capacete a esperanDa da sal1aD)o.emI tanto uns para com os outrosI como para com todos. Os 9ue aceitam a Jesus como seu ?edentorI t2m amor sincero e pro<undo por outros de <é semel8antemente preciosa.al8ar com 1ossas próprias m)osI como !6 1oOlo temos mandadoJ para 9ue andeis 8onestamente para com os 9ue est)o de <oraI e n)o necessiteis de coisa al uma. Por9ue 1ós . >)o somente se arro a1am o direito de e=ercer o !u-%o pessoal mas o de impor pu.em aceitasI o re<inar)o e puri<icar)oI pondoOo em -ntima comun8)o com Cristo.estes de nósI de 9ue maneira con1ém andar e a radar a DeusI assim andaiI para 9ue a. KPor9ue n)o nos c8amou Deus para a imund-ciaI mas para a santi<icaD)o.K I Tess. +M#O1$. o Sen8or 1os aumente e <aDa crescer em caridade uns para com os outros e para com todosI como tam. .le en1iou. $.emOestar espiritual dos 9ue se con1ertiam por seus la. Tende pa% entre 1ós. K?o amoO1os tam. >o entanto suas pala1ras <oram malcompreendidas por al uns dos irm)os tessalonicenses.ém !6 assim o <a%eis para com todos os irm)os 9ue est)o por toda a 7acedAnia. 'M1$ e 1'. Os 9ue antes 8a1iam ne li enciado suas responsa.só. >)o raroI em seu ministérioI reuniaOse ele com pe9uenos rupos de 8omens e mul8eres 9ue ama1am a JesusI inclinandoOse com eles em oraD)oI pedindo a Deus para l8es ensinar como se manterem em -ntima comun8)o com . O apóstolo ZPaulo[ sentiaOse respons61el em rande medida pelo .le.re 1ós no Sen8orI e 1os admoestamJ e 9ue os ten8ais em rande estima e amorI por causa da sua o. *M5O14.1 a iraI mas para a a9uisiD)o da sal1aD)oI por nosso Sen8or Jesus CristoI 9ue morreu por nósI para 9ueI 9uer 1i iemosI 9uer durmamosI 1i1amos !untamente com .m sua ansiedade para 9ue os crentes de TessalAnica andassem no temor de DeusI o apóstolo suplica1aOl8es 9ue re1elassem na 1ida di6ria a piedade pr6tica. ro amoO1os irm)osKI continua Paulo em sua carta aos tessalonicensesI K9ue recon8eDais os 9ue tra. Hiel é o 9ue 1os c8amaKI acrescentouI Ko 9ual tam.e 9ue as pro1aD@esI se . A i re!a 8a1ia sido de1idamente or ani%adaI e seus o<iciais tin8am sido desi nadosI a <im de a irem como pastores e di6conos.em sa. Por9ue esta é a 1ontade de DeusI a 1ossa santi<icaD)oM 9ue 1os a. Crist)o alerta é o crist)o 9ue tra. .. Os 9ue s)o participantes das a<liD@es de Cristo tam. . Compreenderam eles 9ue ele 8a1ia e=pressado a esperanDa de 9ue ele próprio estaria 1i1o para testemun8ar o ad1ento do Sal1ador.sp-ritoJ n)o despre%eis as pro<eciasJ e=aminai tudo.sta crenDa ser1iu para aumentarOl8es o despertamento e o entusiasmo.licamente suas opini@es G i re!a.K I Tess. Assim <oi com P6 .ém nós para con1oscoJ para con<ortar o 1osso coraD)oI para 9ue se!ais irrepreens-1eis em santidade de nosso Deus e PaiI na 1inda de nosso Sen8or Jesus CristoI com todos os Seus santos. <a%endo coisas 1)sK.K I Tess.II Tess.K I Tess. +M&. 'M11.le. I Tess. *M1$ e 1'.ém participar)o de Sua consolaD)o e por <im de Sua lória. Como seu 7estreI e=perimenta ele se1eras pro1asI mas n)o permite 9ue a a<liD)o l8e irrite o temperamento ou destrua a pa% de esp-rito.. KHinalmenteI irm)osI escre1euI 1os ro amos e e=ortamos no Sen8or JesusI 9ueI assim como rece.m 1ista distoI Paulo c8amou a atenD)o dos tessalonicenses para o respeito e a P6 . :ede 9ue nin uém d2 a outrem mal por malI mas se ui sempre o .al8andoI .$ consideraD)o de1idos aos 9ue 8a1iam sido escol8idos para ocupar os car os de autoridade na i re!a.al8am entre 1ós e 9ue presidem so. $. . K.eldes e impetuososI 9ue recusa1am su!eitarOse aos 9ue e=erciam os car os de autoridade na i re!a.al8adoI suplica1a a Deus para 9ue os uardasse do malI e os a!udasse a se manterem como mission6rios ati1os e <er1orosos.sten8am Kde toda a apar2ncia do malKJ e conclui sua carta com uma oraD)o para 9ue Deus os santi<i9ue em tudoI P6 .K I Tess.eis 9ue mandamentos 1os temos dado pelo Sen8or Jesus.undeis cada 1e% maisI e procureis 1i1er 9uietosI e tratar dos 1ossos próprios ne óciosI e tra. $. / proporD)o 9ue aumenta o seu amor pelo ?edentorI tam. ?etende o . ?e o%i!aiO1os sempre.emKI ele ordenou uma cuidadosa discriminaD)o entre o <also e o 1erdadeiro.émI irm)osI 9ue admoesteis os desordeirosI consoleis os de pouco SnimoI sustenteis os <racosI e se!ais pacientes para com todos. .' os crentes de TessalAnica.ém aumenta por seus semel8antes. Por9ue tam.m tudo dai raDasJ por9ue esta é a 1ontade de Deus em Cristo Jesus para con1osco. Orai sem cessar.re os mel8ores métodos de dar a outros a lu% da 1erdade e1an élica.=ortamoO1osI porémI a 9ue ainda nisto a. Por9ue Deus n)o nos destinou para P6 . SuplicaOl8es 9ue se a. 7uitas 1e%es toma1a consel8o com eles so.ilidades e de1eresI a ora se tornaram mais persistentes em insistir em seus errAneos pontos de 1ista. Al uns anda1am KdesordenadamenteI n)o tra. +M'.ra.ores.sten8ais da prostituiD)o. 0ma das mais <ortes e1id2ncias da 1erdadeira con1ers)o é o amor a Deus e ao 8omem.undeis cada 1e% mais. Por 9ue 8a1ia al uns re.+ para 9ue em Kesp-ritoI e almaI e corpoKI <ossem Kplenamente conser1ados irrepreens-1eis para a 1inda de nosso Sen8or Jesus Cristo.K I Tess. Seu dese!o era 9ue crescessem no con8ecimento do Pnico 1erdadeiro DeusI e de Jesus CristoI a 9uem . K.ém o <ar6K. Sa. Os crentes de TessalAnica <oram muito incomodados por 8omens 9ue c8e aram ao seu meio com opini@es e doutrinas <an6ticas. O apóstolo ad1ertiu os tessalonicenses a n)o despre%arem o dom de pro<eciaI e nas pala1rasI Kn)o e=tin ais o . *M1+O15. *M1#O$+. . KFuantoI porémI G caridade <raternalKI escre1eu o apóstoloI Kn)o necessitais de 9ue 1os escre1aI 1isto 9ue 1ós mesmos estais instru-dos por Deus 9ue 1os ameis uns aos outros.uscando %elosamente <a%er tudo 9ue est6 em suas <orDas para o a1anDamento do e1an el8o. As instruD@es 9ue Paulo en1iou aos tessalonicenses em sua primeira ep-stola com respeito G se unda 1inda de CristoI esta1am em per<eita 8armonia com seu ensino anterior.

.. O apóstolo os encora!ou a n)o se cansarem de <a%er o .ios de mentiraI e com todo o en ano da in!ustiDa para os 9ue perecemK. $.oDou Paulo a mal<adada o. Até 9ue este poder ti1esse reali%ado sua o. K7as <iel é o Sen8orI 9ue 1os con<ortar6I e uardar6 do mali no.K II Tess. Apolo em Corinto P6 .al8ando com sosse oK comessem Ko seu próprio p)oK.em como para com a causa do 7estre.K II Tess.. 1M+O5. 7esmo no tempo em 9ue o apóstolo esta1a escre1endoI !6 Ko mistério da in!ustiDaK comeDara a operar. . $M1*O1&. Deus retira Seu .leI se undo a raDa de nosso Deus e do Sen8or Jesus Cristo. O apóstoloI poisI ad1ertia os irm)os a n)o rece.ém ro amos sempre por 1ósI para 9ue o nosso Deus 1os <aDa di nos da Sua 1ocaD)oI e cumpra todo o dese!o da Sua .ra. $. ?epro1ou os 9ue se 8a1iam entre ue ao despertamento irra%o61el e sem o. II Tess. >in uém de maneira al uma 1os en aneJ por9ue n)o ser6 assim sem 9ue antes 1en8a a apostasiaI e se mani<este o 8omem do pecadoI o <il8o da perdiD)oJ o 9ual se op@eI e se le1anta contra tudo o 9ue se c8ama DeusI ou se adoraJ de sorte 9ue se assentar6I como DeusI no templo de DeusI 9uerendo parecer Deus. >)o pretendiam elas ensinar 9ue eleI por especial re1elaD)oI ti1esse ad1ertido os tessalonicenses da imediata 1inda de Cristo. Os crentes de TessalAnica tin8am esperado por P6 . Por seu <iel ape o G 1erdade de1iam eles dar a outros a lu% 9ue 8a1iam rece. Ora o Sen8or encamin8e os 1ossos coraD@es na caridade de DeusI e na paci2ncia de Cristo.. . De no1o e=pressou sua con<ianDa na inte ridade delesI e ratid)o por sua <irme <éI e pelo a. $M$O+. K>ós mesmosKI escre1eu eleI Knos loriamos de 1ós nas i re!as de Deus por causa da 1ossa paci2ncia e <éI e em todas as 1ossas perse uiD@es e a<liD@es 9ue suportais .al8a1a com incans61el %elo na causa de Cristo. Terr-1eis eram as pro1as 9ue de1iam alcanDar a i re!a 1erdadeira. pelo 9ue tam.eradamente re!eitam a mensa em da 1erdadeI KDeus l8es en1iar6 a operaD)o do erroI para 9ue creiam a mentiraJ para 9ue se!am !ul ados todos os 9ue n)o creram a 1erdadeI antes ti1eram pra%er na ini9Ridade. O desen1ol1er dos acontecimentos a ocorrer no <uturo de1ia ser se undo a e<ic6cia de Satan6s Kcom todo o poderI e sinais e prod.K II Tess. K>)o 1os lem. . $M14O1$.ém P6 .ra desse poder do mal 9ue de1ia continuar atra1és dos lon os séculos de tre1as e perse uiD)oI antes da se unda 1inda de Cristo. KToda1iaKI acrescentouI Kn)o o ten8ais como inimi oI mas admoestaiOo como irm)o.K II Tess.areda de <o oI tomando 1in anDa dos 9ue n)o con8ecem a Deus e dos 9ue n)o o.er Ko amor da 1erdadeK. con<iamos de 1ós no Sen8or 9ue n)o só <a%eisI como <areis o 9ue 1os mandamos.stai <irmes e retende as tradiD@es 9ue 1os <oram ensinadasI se!a por pala1raI se!a por ep-stola nossa. O apóstolo declarouM K>)o 1os mo1ais <acilmente do 1osso entendimentoI nem 1os pertur.edecem ao e1an el8o de nosso Sen8or Jesus CristoJ os 9uais por casti o padecer)o eterna perdiD)oI ante a <ace do Sen8or e a lória do Seu poder.ulaD)oI e diri iaOl8es o pensamento para o tempo da se unda 1inda de CristoI 9uando o po1o de Deus descansaria de seus cuidados e perple=idades. 'M1$.K II Tess. 7as antes da 1inda de Cristo de1iam ocorrer importantes desen1ol1imentos no mundo reli iosoI preditos em pro<ecias.ra 9ue esta1a diante deles.ém esta ep-stola Paulo conclui com uma oraD)oI para 9ue em meio Gs pro1aD@es e lutas da 1idaI a pa% de Deus e a raDa do Sen8or Jesus Cristo pudessem serOl8es a consolaD)o e arrimo. $. Os 8omens n)o podem re!eitar impunemente as ad1ert2ncias 9ue Deus em Sua misericórdia l8es en1ia. $M*. Depois de sua ardente e=pectati1a de imediato li1ramentoI a rotina da 1ida di6ria e a oposiD)o 9ue teriam de en<rentar pareceriam duplamente desalentadorasJ portantoI ele os e=orta1a a permanecerem <irmes na <éM K. Tam.ido.. II Tess..sp-rito dos 9ue persistem em despre%ar essas ad1ert2nciasI dei=andoOos na depend2ncia do en ano 9ue amam.ertaD)o imediataJ a ora eram admoestados a assumir cora!osamente e no temor de DeusI a o.m sua se unda carta Paulo procurou corri ir a m6 interpretaD)o de seu ensinoI e e=por perante eles sua 1erdadeira posiD)o.!eti1oI e mandou 9ue estes Ktra. o próprio nosso Sen8or Jesus CristoI nosso Deus e PaiI 9ue nos amouI e em raDa nos deu uma eterna consolaD)o e . $. 'M*. $.oa pala1ra e o. Assim es.ra dos crentes <oraOl8es dada por Deus.5 ordenou G i re!a 9ue separasse de sua comun8)o 9ual9uer pessoa 9ue persistisse em desrespeitar as instruD@es dadas pelos ministros de Deus. Tal posiD)o causaria con<us)o de <éJ pois o desapontamento muitas 1e%es le1a G incredulidade.raisKI interro a1a PauloI Kde 9ue estas coisas 1os di%ia 9uando ainda esta1a con1oscoQK II Tess. Tam.specialmente solene é a a<irmaD)o do apóstolo com respeito aos 9ue se recusariam a rece.erem tal mensa em como 1inda de sua parteJ e prosse uia dando P6 .# .las<emaI seria em 1)o a i re!a esperar pela 1inda do Sen8or. As pala1ras de Paulo n)o de1iam ser malOinterpretadas.uladosI descanso conoscoJ 9uando Se mani<estar o Sen8or Jesus desde o Céu com os P6 . O apóstolo mandou 9ue n)o ne li enciassem seus de1eres nem se resi nassem G e=pectati1a inPtil.undante amor de uns para com outrosI .emI e apontouOl8es seu próprio e=emplo de dili 2ncia em assuntos temporais mesmo en9uanto tra. por issoKI declarou ele a respeito de todos os 9ue deli. 'M1*. DisseOl8es 9ue os apresenta1a Gs outras i re!as como e=emplo de pacienteI perse1erante <é 9ue 1alorosamente suporta perse uiD)o e tri. K.oa esperanDaI console os 1ossos coraD@esI e 1os con<orte em toda a .ra da <é com poderJ para 9ue o nome de nosso Sen8or Jesus Cristo se!a em 1ós lori<icadoI e 1ós n. $M&I # e 14.K II Tess.ra mortal e .ondadeI e a o. 2n<ase ao <ato de 9ue o poder papalI t)o claramente descrito pelo pro<eta DanielI de1ia ainda le1antarOseI e <a%er uerra contra o po1o de Deus.eisI 9uer por esp-ritoI 9uer por pala1raI 9uer por ep-stolaI como de nósI como se o dia de Cristo esti1esse !6 perto.& li. e a 1ósI 9ue sois atri.* an!os do Seu poderI como la. $. A o.

X9uila e Priscila 8a1iamOno acompan8ado a C<esoI e ele os dei=ou ali para 9ue continuassem a o.omin61el era o pecado deles aos ol8os de um Deus santo.essemK como um ensinador em per<eita 8armonia com a i re!a de Cristo.ra do pro<eta n)o tin8a sido em 1)o. Apolo esta1a dese!oso de ir para AcaiaI e os irm)os de C<eso Kescre1eram aos disc-pulos 9ue o rece. A esse tempo eram eles incapa%es de compreender os mistérios da sal1aD)oJ pois Ko 8omem natural n)o compreende as coisas do .le esta1a a camin8o de JerusalémI a <im de assistir a uma <esti1idade 9ue se apro=ima1aJ e sua perman2ncia em C<eso <oi necessariamente .n9uanto em C<esoI Apolo comeDou a <alar ousadamente na sina o a.Depois de dei=ar CorintoI o pró=imo ponto de tra.ra de Paulo instruir os con1ersos cor-ntios nos rudimentosI o próprio al<a.te1e mais clara compreens)o das .scritura apresenta de Apolo é 9ue ele Kera instru-do no camin8o P6 . os !udeusI mostrando pelas .re o de Paulo. Sa.etoI da <é crist). Fuando de1iam estar muito adiantados na e=peri2ncia crist)I e capa%es de compreender e praticar as pro<undas 1erdades da Pala1raI ainda esta1am onde esti1eram os disc-pulos 9uando Cristo l8es disseraM KAinda ten8o muito 9ue 1os di%erI mas 1ós n)o o podeis suportar a ora. .2OlaI por9ue ela 8a1eria de separ6Olos de seus -dolos terrenos. I Cor.K I Cor.al8o de Paulo <oi C<eso. $M14.ntre seus ou1intes esta1am X9uila e Priscila 9ueI perce. Hoi por este tempo 9ue Kum certo !udeu c8amado ApoloI natural de Ale=andriaI 1ar)o elo9Rente e poderoso nas .ri ado a instru-Olos como a pessoas i norantes das operaD@es do poder di1ino so.scrituras 9ue Jesus era o CristoK.lico e de casa em casaI Kcom rande 1eem2ncia con1encia. . . . 7uitos dos crentes cor-ntios 8a1iam sido tardos em aprender as liD@es 9ue ele procura1a l8es ensinar.limidade de pala1ras ou de sa.n9uanto se es<orDa1a por le1ar as almas para o pé da cru%I Paulo n)o se a1entura1a a repreender diretamente os licenciososI ou a mostrar 9u)o a.M1$. Seu plano de 1isitar Jerusalém impediuOo ent)o de demorarOseI mas prometeu 9ue 1oltaria para elesI K9uerendo DeusK. . Durante o ano e meio 9ue Paulo permanecera em CorintoI propositadamente apresentara o e1an el8o em sua simplicidade. Atos 15M$1.aria e esc6rnio.ra do ponto em 9ue ele a 8a1ia dei=adoI proporcionando lu% e con8ecimento espirituais no tempo de1idoI con<orme a i re!a <osse capa% de compreender..sp-rito SantoI o 9ual Kpenetra todas as coisasI ainda as pro<unde%as de DeusK. Com leite 1os crieiI e n)o com man!arI por9ue ainda n)o pod-eisI nem t)o pouco ainda a ora podeis. Os 9ue 1iessem depois dele de1iam continuar a o. Hrisou especialmente a piedade pr6ticaI e a santidade 9ue de1iam alcanDar os 9ue dese!assem ser considerados di nos de um lu ar no reino de Deus.ido toda a lu% do e1an el8oI Ko le1aram consi oI e l8e declararam mais pontualmente o camin8o de DeusK.scriturasI e tornouOse um dos mais 86.al8o entre eles. S6.ido o . Por istoI o peso de seus ensinos entre eles era CristoI e . Atos 15M$. Antes e=pun8a diante deles o 1erdadeiro o. .ste cruci<icado.. . K. $&4 do Sen8orI eI <er1oroso de esp-ritoI <ala1a e ensina1a dili entemente as coisas do Sen8orI con8ecendo somente o .ia tam. O sucesso alcanDado por Apolo na pre aD)o do e1an el8o le1ou al uns crentes a e=altar seu tra. Alme!a1a 1er a lu% do e1an el8o de Cristo ras andoO l8es as tre1as do esp-ritoI para 9ue pudessem 1er 9u)o o<ensi1as eram G 1ista de Deus suas pr6ticas imorais. Por meio de seus ensinos ele o. Paulo 1iu 9ue o car6ter de Cristo precisa1a ser .ra 9ue ele 8a1ia comeDado. $M1I + e *. Os <ilóso<os se des1iam da lu% da sal1aD)oI por9ue ela e=p@e G 1er on8a suas or ul8osas teoriasJ os mundanos recusam rece. In1e!aI descon<ianDas e acusaD@es 8a1iam <ec8ado o coraD)o de muitos dos crentes cor-ntios para uma completa o. 3a1ia ele sido o.stante meninos no con8ecimento de Cristo. Paulo tin8a procurado semear a semente 9ue outros de1iam re ar. Disputou com os !udeus na sina o aI e t)o <a1or61el <oi a impress)o e=ercida so. Fuando o apóstolo se empen8ou em sua o. K>)o <oi com su. Atos 15M$*.scrituras.al8o pP.idasI le1ant6OlosOiam da mundanidade e do pecadoI para a pure%a e !ustiDa.sp-rito de DeusI por9ue l8e parecem P6 .K I Cor. P6 . Se uiu para CorintoI ondeI em tra.endo n)o ter ele ainda rece.ia 9ue entre seus ou1intes estariam crentes 9ue se or ul8a1am de teorias 8umanasI e=positores de <alsos sistemas de adoraD)oI 9ue tatea1am como ce osI esperando encontrar no li1ro da nature%a teorias 9ue pudessem contradi%er a realidade da 1ida espiritual e imortal como re1elada nas .le sa. Paulo 8a1ia plantado a semente da 1erdadeJ Apolo re ouOa a ora. euI irm)osI n)o 1os pude <alar como a espirituaisKI e=plicouOl8es mais tardeI Kmas como a carnaisI como a meninos em Cristo.re eles 9ue insistiram para 9ue continuasse seu tra. $&' 9ue seu mais <er1ente estudo e sua maior ale ria de1iam ser a mara1il8osa 1erdade da sal1aD)o mediante o arrependimento para com Deus e a <é no Sen8or Jesus Cristo.le tin8a ou1ido a pre aD)o de Jo)o BatistaI e rece.!eti1o da 1idaI e procura1a imprimirOl8es na mente as liD@es do di1ino 7estreI as 9uaisI se rece.ém 9ue cr-ticos se es<orDariam por contro1erter a interpretaD)o crist) da Pala1ra re1eladaI e 9ue céticos tratariam o e1an el8o de Cristo com %om.edoriaK 9ue ele se 8a1ia apresentado aos cor-ntiosJ mas com temor e tremorI e Kem demonstraD)o de esp-rito e de poderK 8a1ia ele declarado Ko testemun8o de DeusK para 9ue sua <é Kn)o se apoiasse em sa. I Cor.scriturasK LAtos 15M$+N c8e ou a C<eso. Procura1a mostrarOl8es P6 .re1e..ios como pudessem ser em con8ecimentos secularesI eram n)o o.ra do . $&$ loucuraJ e n)o pode entend2OlasI por9ue elas se discernem espiritualmenteK. Atos 15M$& e $5.al8o so. O relatório 9ue a .atismo de Jo)oK.ra em CorintoI sentiu 9ue precisa1a introdu%ir da maneira mais cuidadosa as randes 1erdades 9ue l8es dese!a1a ensinar. $M1+.edoria de 8omensI mas no poder de Deus. 'M1 e $. Seu pro resso no con8ecimento espiritual n)o 8a1ia sido proporcional a seus pri1ilé ios e oportunidades.atismo do arrependimentoI e era uma testemun8a 1i1a de 9ue a o.re o coraD)o.eis ad1o ados da <é crist). Tin8a sido a o. $&1 Paulo 8a1ia necessariamente adaptado sua maneira de ensinar Gs condiD@es da i re!a.K Jo)o 1.sta comparaD)o de 8omem com 8omem suscitou na i re!a o esp-rito de partidarismo 9ue ameaDou deter randemente o pro resso do e1an el8o.

er6 o seu alard)o se undo seu tra.ondade e cortesia mPtuasI pre<erindoOse Kem 8onra uns aos outrosK. >em todos os ser1os de Deus possuem os mesmos donsI mas s)o todos o. +M1O*. Hoi Paulo 9uem primeiro 8a1ia pre ado o e1an el8o em CorintoI e or ani%ara a i re!a ali.le cooperando em Sua o. Os ser1os de Deus de1em tra.ra.ra espec-<ica. Paulo passa a e=por claramente perante a i re!a os peri os e di<iculdades 9ue ele e seus compan8eiros 8a1iam pacientemente suportado no ser1iDo para Cristo. >)o é o poder 8umanoI mas o di1inoI 9ue opera a trans<ormaD)o do car6ter. A nin uém é dado !ul ar entre os di<erentes ser1os de Deus. Cada um de1e aprender do rande 7estreI e ent)o comunicar o 9ue P6 . >)o de1e 8a1er indelicado criticismoI nem o dese!o de <ra mentar a o. KPor9ueI di%endo umM eu sou de PauloJ e outroM . Portanto nada !ul ueis antes do tempoI até 9ue o Sen8or 1en8aI o 9ual tam. 0nidos de1em eles condu%ir a o. >em os 9ue plantam nem os 9ue re amI promo1em a erminaD)o da sementeJ tra.le l8es d6 tato e 8a.ra. 1$M14. euI irm)osI apli9uei estas coisasI por semel8anDaI a mim e a ApoloI por amor de 1ósI para 9ue em nós aprendais a n)o P6 . O apóstolo re<ereOse aos Kministros de CristoKI como Kdespenseiros dos mistérios de DeusKJ e com respeito a sua o. Por9ue em nada me sinto culpadoJ mas nem por isso me considero !usti<icadoI pois 9uem me !ul a é o Sen8or. A9ui de1e comeDar o estudo 9ue ser6 a ci2ncia e o cSntico dos remidos atra1és de toda a eternidade. >esta passa em o apóstolo compara a i re!a a um campo culti1adoI em 9ue o la1rador cuida da 1in8a do Sen8orJ tam.idoQK I Cor.nios dos coraD@esJ e ent)o cada um rece.reiros de Deus de1em ser essencialmente uma unidade.al8ar so.reiros de1em <undirOse em 8armoniaI controlados pela santi<icadora in<lu2ncia do . +M.K I Cor.ra de outrosJ n)o de1e 8a1er partes separadas.m seu tra. se o rece.reiros. . O Céu n)o seria um lu ar dese!61el G mente carnalJ seu coraD)o naturalI n)o santi<icadoI n)o sentiria nen8uma atraD)o para esse puro e santo lu arJ e se l8es <osse poss-1el ali entrarI nada encontrariam 9ue l8es <osse a<im. Cada pessoa a 9uem o Sen8or con<iou uma mensa em tem sua o. a orientaD)o de DeusI como instrumentos por . .reiros e por intermédio deles.e. Pelo 9ueI nem o 9ue planta é al uma coisaI nem o 9ue re aI mas DeusI 9ue d6 o crescimento. A eno. . Somente o Sen8or é o !ui% da o. 'M5 e #.er6 de Deus o lou1or.sta era a o.K I Cor.er.reiros a Seu ser1iDo. Paulo tin8a procurado imprimir na mente de seus irm)os cor-ntios o <ato de 9ue ele e os ministros 9ue com ele tra. $&* aprendeu.reiros <oram admitidosI para ocuparem seu lu ar e car o.irOse da tare<a 9ue l8e <oi indicadaI de1endo contar com o respeitoI amor e animaD)o dos outros o.raJ e 9ue i ualmente dependiam de Deus para alcanDar sucesso em sua o.al8o.le lo rou alcanDar o coraD)o do po1oI mas <oi Deus 9ue deu o crescimento.ra do 8omemI e a cada um dar6 .al8oI os o. 9ue tens tu 9ue n)o ten8as rece.ilidadeI e se aceitarem Suas instruD@esI coroaOl8es os es<orDos com sucesso. >in uém de1e colocarOse como padr)oI <alando desconsideradamente a respeito de seus compan8eirosI ou tratandoOos como se eles <ossem in<eriores.ém a compara a um edi<-cioI o 9ual cresce para templo santo do Sen8or. Cada um tem sua própria indi1idualidadeI 9ue n)o de1e diluirOse na de outro.u de ApoloJ por1entura n)o sois carnaisQ Pois 9uem é PauloI e 9uem é ApoloI sen)o ministros pelos 9uais crestesI e con<orme o 9ue o Sen8or deu a cada umQ .andeira entre de% milI como A9uele 9ue é totalmente dese!61el.ecendo a <a1or de um contra outro. Todos de1em tra.utos do coraD)o natural. e &. ContinuandoI o apóstolo se re<ere diretamente G comparaD)o <eita entre seu tra.al8o. KOra o 9ue planta e o 9ue re a s)o umJ mas cada um rece. A instrumentalidade 8umana est6 oculta com Cristo em DeusI e Cristo aparece como o 9ue le1a a .sp-rito Santo. Somente G lu% do Cal16rio pode o 1erdadeiro 1alor da alma 8umana ser a1aliado.ra rumo a sua terminaD)o. . Deus é o ar9uitetoI e a cada um . Toda1iaI a mim mui pouco se me d6 de ser !ul ado por 1ósI ou por al um !u-%o 8umanoJ nem eu t)o pouco a mim mesmo me !ul o. A semente semeada de1ia ser re adaI e isto Apolo de1ia <a%er.compreendido antes 9ue os 8omens pudessem am6OLoI ou contemplarem a cru% com os ol8os da <é. Ao O. 36 di1ersidade de donsI mas todos os o. o cuidado de DeusI cada um de1e desincum.le indicou o respecti1o tra.recedora in<lu2ncia da raDa de Deus muda a disposiD)o natural do 8omem. . $&& ir além do 9ue est6 escritoI n)o 1os enso.ril8a em seu camin8o a lu% de um eterno diaI pois com ele est6 continuamente a lu% da 1ida.raI declaraM K?e9uerOse nos despenseiros 9ue cada um se ac8e <iel.le a !usta recompensa. ?om.reiro 7estre pertencem a 8onra e a lória 9ue 12m com sucesso.al8ar em 8armonia com seus irm)os. As tend2ncias 9ue controlam o coraD)o natural de1em ser su. 7ais tardeI pela direD)o de DeusI outros o. Por 9ueI 9uem te di<erenDaQ . 'M+O&.ra indi1idual.esteI por 9ue te loriasI como se n)o o 8ou1eras rece. .u planteiI Apolo re ouJ mas Deus deu o crescimento. Deus deu a cada um de Seus mensa eiros uma o.stanteI P6 . cada um de1e tra. Ao tornarem con8ecido o e1an el8o de sal1aD)oI muitos <icar)o con1encidos e se con1erter)o pelo poder de Deus. >)o o.idoQ . A discuss)o 9ue se le1antara na i re!a com respeito ao mérito relati1o de di<erentes ministros n)o era do plano di1inoI mas <oi o resultado de acariciarem os atri.al8o e o de ApoloM K.K I Cor.le indicadosI com . KAté esta presente 8oraKI declarou eleI Kso<remos <omeI e sedeI e estamos nusI e rece. a Sua super1is)oI permitindoOL8e a ir em <a1or de Seus o. $&+ Deus para ensinar a 1erdadeJ 9ue esta1am todos empen8ados na mesma o.!u adas pela raDa de CristoI antes 9ue o 8omem ca-do este!a em condiD@es de entrar no CéuI e partil8ar da comun8)o com os an!os puros e santos. Fuando o 8omem morre para o pecadoI e passa a 1i1er no1a 1ida em CristoI di1ino amor enc8eOl8e o coraD)oJ seu entendimento é santi<icadoJ ele .al8a1am eram apenas 8omens comissionados por P6 .e da ines ot61el <onte de ale ria e con8ecimentoJ e .emos .al8ar unidosI <undindoOse em .al8am so.ém trar6 G lu% as coisas ocultas das tre1asI e mani<estar6 os des. Por9ue nós somos cooperadores de DeusJ 1ós sois la1oura de Deus e edi<-cio de Deus.le se uiu a Paulo em sua o.stes princ-pios s)o muito <risados na primeira carta de Paulo G i re!a de Corinto.ra 9ue o Sen8or l8e 8a1ia desi nado.M $&.raI a <im de dar instruD@es posteriores e a!udar a semente a se desen1ol1er. So.

K I Cor.u de Ce<asJ eI . Impress@es apenas n)o s)o uias se uros no cumprimento do de1er. 3a1ia <eito uma .ai=adoresI é desonrado 9uando se mani<esta entre os ou1intes um t)o <orte ape o a al um pastor <a1oritoI a ponto de 8a1er m6 1ontade em aceitar os tra. Suas opini@es e sentimentos esta1am atados ao preconceito. Por9ue ainda 9ue ti1ésseis de% mil aios em Cristo n)o ter-eis contudo muitos paisJ por9ue eu pelo e1an el8o 1os erei em Jesus Cristo. $&# 9ue n)o se uiam mestres 8umanosI mas eram diretamente instru-das por CristoI sem a a!uda dos ministros do e1an el8o. O Pltimo <icou desapontado e ma oado por causa da dissens)o na i re!a de CorintoJ n)o tirou 1anta em da pre<er2ncia a ele mostradaI nem a encora!ouI mas apressadamente dei=ou o campo da contenda. 'M$1O$'.u de ApoloJ eI .ati%ados em nome de PauloQK I Cor. >)o escre1o estas coisas para 1os en1er on8arJ mas admoestoO1os como meus <il8os amados.K Sal. De1eriam procurar tirar das instruD@es 9ue cada ministro l8es proporciona da Pala1ra de DeusI todo o . >)o é se uro escol8er tais pessoas para l-deres na i re!aJ pois se uir)o seu próprio !u-%o e planosI sem consideraD)o pelo !u-%o de seus irm)os. Da.K I Cor. KPor9ue tudo é 1ossoJ se!a PauloI se!a ApoloI se!a Ce<asI se!a o mundoI se!a a 1idaI se!a a morteI se!a o presenteI se!a o <uturoI tudo é 1ossoI e 1ós de CristoI e Cristo de Deus.st6 Cristo di1ididoQ Hoi Paulo cruci<icado por 1ósQ ou <ostes 1ós . 3a1ia o peri o desse esp-rito de partidarismo resultar em rande mal para a i re!a crist)J e Paulo <oi instru-do pelo Sen8or a usar pala1ras de <er1ente admoestaD)o e solene protesto. 7uitas almas sair)o das tre1as para a lu%I e muitas i re!as ser)o esta.elecidas.al8ando com nossas próprias m)osJ somos in!uriadosI e .sp-rito.edoria de muitosI se!a <eita a 1ontade do . $*M#. O eu ser6 mantido para tr6sJ somente JesusI o 3omem do Cal16rioI aparecer6. $54 intimidade de Cristo 9uando o 7estre este1e na TerraI ao passo 9ue Paulo <ora um perse uidor dos crentes. As 1erdades apresentadas pelos ser1os de Deus de1em ser aceitas e apreciadas com docilidade e 8umildadeI mas ministro al um de1e ser idolatrado.al8ar ali por muito tempoI até 9ue a i re!a ti1esse alcanDado mel8or estado espiritual. K>in uém se lorie nos 8omensKI suplicou ele.al8am por Cristo 8o!eI podem re1elar as mesmas distintas e=cel2ncias re1eladas pelos 9ue proclamaram o e1an el8o na era apostólica. Os 8omens se con1erter)oI n)o ao instrumento 8umanoI mas a Cristo. $51 .sp-rito Santo e sa-rem possu-dos do dese!o de sal1ar almasI os coraD@es plenos de %elo para estender os triun<os da cru%I 1er)o os <rutos de seus la. . Fuando mais tarde Paulo insistiu com ele para 9ue tornasse a 1isitar CorintoI ele declinouI e n)o 1oltou a tra.ilitaD@es em 9ue os outros eram de<icientes.randura 9ue re1elam estar Cristo 8a. 7ediante a raDa de CristoI os ministros de Deus s)o <eitos mensa eiros de lu% e . Deus pAs na i re!aI como Seus au=iliares indicadosI 8omens de talentos di<erentes para 9ueI mediante a sa. . Tais criaturas esta1am em ra1e peri o de serem en anadas.ram de esp-rito independente e indispostos para se su.ra de DeusI <icar)o ce os pela con<ianDa própriaI incapa%es de discernir entre o <also e o 1erdadeiro. A9uele 9ue en1ia o.ene<-cio poss-1el. +M11O1*.ores. C <6cil para o inimi o a ir por intermédio dos 9ueI necessitando eles próprios de consel8o a cada passoI se encarre am do cuidado das almas em sua própria <orDaI sem ter aprendido a mansid)o de Cristo.re1e 1isita a Jerusalém e despendera al um tempo em Antio9uiaI cen6rio de seus primeiros tra.2nD)o. $& C<eso P6 . Deus est6 t)o pronto a dar poder a Seus ser1os 8o!e 9uanto este1e 9uando o deu a Paulo e ApoloI a Silas e TimóteoI a PedroI Tia o e Jo)o. ?ecusando resolutamente e=i.itando no coraD)o. Paulo e Apolo esta1am em per<eita 8armonia.al8os.meterem G orientaD)o da i re!a. 7uitas 1e%es o inimi o persuade os 8omens a crer 9ue é Deus 9ue os est6 uiandoI 9uando na realidade est)o se uindo apenas o impulso 8umano. >a primiti1a i re!a crist) 8a1ia al uns 9ue recusa1am recon8ecer a Paulo ou a ApoloI mas considera1am Pedro seu uia.ti1erem a dotaD)o do .n9uanto Apolo pre a1a em CorintoI Paulo cumpria sua promessa de 1oltar a C<eso.las<emadosI e ro amosJ até ao presente temos c8e ado a ser como o li=o deste mundoI e como a escória de todos. A i re!a de1e acol8er com ratid)o esses ser1os de CristoI da mesma <orma 9ue acol8eria o Sen8or mesmo.endi%emosJ somos perse uidosI e so<remosJ somos .edoria 8umana ou a e=altarOseI eles reali%ar)o uma o. Declara1am P6 ..reiros e1an elistas como Seus em.em.al8os de outro mestre.u sou de PauloJ eI . >os dias dos apóstolos 8a1ia al umas almas mal orientadas 9ue di%iam crer em CristoI mas recusa1am demonstrar respeito aos Seus representantes. 1M1$ e 1'.u de CristoKI o apóstolo interro aM K. C raro ter um pastor todas as 9ualidades necess6rias para aper<eiDoar uma i re!a em todas as e=i 2ncias do cristianismoJ por isso Deus muitas 1e%es l8es en1ia P6 . Os 8omens 9ue a em de con<ormidade com seus próprios <ortes traDos de car6terI recusando aliarOse a outros 9ue t2m tido mais lon a e=peri2ncia na o. A<irma1am 9ue Pedro tin8a estado na maior P6 .ra 9ue resistir6 aos assaltos de Satan6s. O Sen8or en1ia au=-lio a Seu po1o nem sempre da maneira por 9ue eles pre<eremI mas simI con<orme as suas necessidadesJ pois os 8omens s)o curtos de 1istaI e n)o podem discernir o 9ue é para seu maior . 7as se 1i iarmos cuidadosamenteI e tomarmos consel8o com nossos irm)osI serOnosO6 dada compreens)o da 1ontade do Sen8orJ pois a promessa éM K(uiar6 os mansos retamenteI e aos mansos ensinar6 o Seu camin8o.1ia!ou atra1és da Xsia 7enorI . >)o mostra1am a li. nos a<adi amosI tra.eralidadeI a enerosidadeI a .o<etadasI e n)o temos pousada certa. $&5 outros pastoresI possuindo cada 9ual 8a. Os 9ue tra. Fuando mediante oraD)o <er1orosa e perse1erante o.ir sa. Aos 9ue di%iamM K.

ilitados a tra. ?epetiu as pala1ras da comiss)o do Sal1ador aos disc-pulosM KCO7e dado todo o poder no Céu e na Terra.2nD)os colocadas ao nosso alcance.ém a sair para proclamar o e1an el8o na Xsia 7enor.re este tema.sp-rito Santo so.edoriaI um sa rado P6 . KA e=posiD)o das Tuas pala1ras d6 lu%J d6 entendimento aos s-mplices. Ao serem por ele entesouradas as liD@es de di1ina sa.K Sal.al8o mission6rio. Assim o poder 1itali%ante do . Os !udeusI ent)o amplamente dispersos por todas as terras ci1ili%adasI esta1am eralmente e=pectantes pelo ad1ento do 7essias. HalouOl8es da 1ida de Cristo na TerraI e de Sua cruel morte de 1er on8a.NI rece.sp-rito SantoI responderamM K>ós nem ainda ou1imos 9ue 8a!a .atismo de Jo)o. .sp-rito Santo.sp-rito est)o sempre em 8armonia com a Pala1ra escrita.ém se d6 no espiritual.ém o . Horam ent)o .<és.K 7at.er da 6 ua da sal1aD)o.sp-rito Santo 9ue os capacitou a <alar as l-n uas de outras naD@es e a pro<eti%ar.rasI e n)o <a%emI por conse uinteI 9ual9uer es<orDo para o.Ksucessi1amente pela pro1-ncia da (al6cia e da Hr.eram o . Precisa 1i iarI orar e tra. C<esoI a capitalI era um rande centro comercial.atismo das m)os de Jo)oI n)o compreenderam completamente a miss)o de Jesus como A9uele 9ue le1a o pecado. Toda1ia as operaD@es do .nt)o o apóstolo e=pAs perante eles as randes 1erdades 9ue s)o o <undamento da esperanDa do crist)o.a e ressur ira triun<ante da morte.edecer a toda mani<estaD)o da 1ontade de DeusI suas <aculdades ser)o puri<icadasI eno. +M1'NI precisa comer do p)o da 1ida e . A 1ida natural é preser1ada a todo o momento pelo di1ino poderJ toda1ia n)o é sustentada por um mila re diretoI mas mediante o uso de .sp-rito Santo. Com pro<undo interesse e rata e pasma ale riaI os irm)os atentaram para as pala1ras de Paulo.al8o dos apóstolos. $5' sinais e mara1il8as seriam <eitosI e contouOl8es 9u)o loriosamente 8a1ia esta promessa sido cumprida no dia de Pentecoste. Dessa <orma esta1am 8a.eram tam. O Autor desta 1ida espiritual é in1is-1elI e o método e=ato pelo 9ual é esta 1ida repartida e mantida est6 além da capacidade da <iloso<ia 8umana e=plicar. ContouOl8es como o Sen8or da 1ida 9ue. Se o se uidor de Cristo 9uiser crescer até c8e ar Ka 1ar)o per<eitoI G medida da estatura P6 .K K.iam da miss)o do . 11#M1'4. Hoi por nutrir um esp-rito 8umilde e dócil 9ue esses 8omens alcanDaram a e=peri2ncia 9ue os capacita1a a sair como o. Portanto ideI e ensinai todas as naD@esI . >)o dese!am mudar sua <é ou o.arrancas do Jord)o para ou1iOlo.ilidade de ApoloI mas com a mesma sinceridade e <é esta1am procurando espal8ar o con8ecimento 9ue possu-am.e a produ%ir os preciosos <rutos de o.ati%ados em nome de JesusJ KeI impondoOl8es Paulo as m)osK LAtos 1#M. A9uele 9ue se entre ar inteiramente a DeusI ser6 uiado pela m)o di1ina. $5* completa de CristoK L.re o coraD)o 9uanto o eram os crentes de C<esoJ n)o 86 entretanto 1erdade mais claramente ensinada na Pala1ra de Deus.sp-rito no suster a 1ida espiritual.ati%ados ent)oQK interro ou PauloI e eles responderamM K>o .indo da rai%I é di<undida para os ramosI promo1endo o crescimento e produ%indo <lores e <rutos. Pela <é aprenderam a mara1il8osa 1erdade do sacri<-cio e=piatório de CristoI e rece. Pro<etas e apóstolos t2mOse demorado so. Ao rece. . Fuando Jo)o Batista esta1a P6 . Dessa maneira a pro1id2ncia preparara o camin8o para o tra. Fuando eles rece.sp-rito SantoI 9ue emana do Sal1adorI permeia a almaI reno1a os moti1os e a<eiD@es e le1a os próprios pensamentos G o. Ali ou1iram eles ser Jesus proclamado como o PrometidoI e tin8am le1ado as no1as a todas as partes do mundo. SentemOse satis<eitos com o con8ecimento super<icial da Pala1ra de Deus. A sei1a da 1in8aI su.ri aD@es. HalouOl8es tam.atismo do . C8e ando a C<esoI Paulo encontrou do%e crentes 9ueI como ApoloI tin8am sido disc-pulos de Jo)o BatistaI e como ele alcanDado al um con8ecimento da miss)o de Cristo.ati%andoOas em nome do PaiI e do Hil8o e do . Se os se uidores de Cristo <ossem <er1orosos na .iaK LAtos 15M$'NI 1isitando as i re!as 9ue ele próprio esta.elecera e <ortalecendo a <é dos crentes. Seu e=emplo o<erece aos crist)os uma liD)o de rande 1alor.les n)o tin8am a 8a.al8ar como mission6rios em C<eso e circun1i%in8anDasI e tam.rara os ril8@es da tum.usca da sa. 36 ainda para nós outras liD@es na e=peri2ncia da9ueles con1ersos !udeus. Seu porto esta1a coal8ado de em. 36 muitos 9ue <a%em apenas pe9ueno pro resso na 1ida reli iosa por9ue s)o presunDosos demais para ocupar a posiD)o de aprendi%es.ter maior lu%.m 9ue sois .edi2ncia da 1ontade de DeusI capacitando o 9ue rece.arcaD@es e suas ruas apin8adas de pessoas de todos os pa-ses. Como sucede no mundo naturalI assim tam.2nD)o para o mundo.al8arI dando em todas as coisas atenD)o Gs instruD@es de Deus em Sua Pala1ra.ra do .erem uma <é mais puraI 8ou1e uma correspondente mudanDa em sua 1ida. >o tempo dos apóstolosI a parte oeste da Xsia 7enor era con8ecida como a pro1-ncia romana da Xsia.K Atos 1#M$ e '.ati%ados no nome de Jesus.ras santas. Poder6 ser 8umilde e aparentemente n)o dotado de donsJ contudoI se com coraD)o amante e con<iante o.sses irm)os nada sa. $5M15 e 1#.sp-rito Santo. Fuando interro ados por Paulo se 8a1iam rece. $5+ encar o serOl8eO6 con<iadoJ ser6 capacitado a <a%er de sua 1ida uma 8onra para Deus e uma . $5$ pre andoI muitosI em suas 1isitas a Jerusalém por ocasi)o das <estas anuaisI 8a1iam ido Gs . .ido o .edoriaI seriam le1ados aos ricos campos da 1erdadeI ainda inteiramente descon8ecidos para eles.reiros para o campo da seara.eramOnO como seu ?edentor. 36 muitos 8o!e em dia t)o i norantes da o. Como sinal desta mudanDaI e em recon8ecimento de sua <é em CristoI <oram re.recidasI re1i oradas e aumentadas as suas capacidades. 7antin8am sérios erros. Como CorintoI C<eso apresenta1a um campo promissor para o tra. De i ual <orma é a 1ida espiritual sustentada pelo uso dos meios supridos pela Pro1id2ncia. Cristo mesmo c8ama nossa atenD)o para o crescimento do mundo 1e etalI como uma ilustraD)o da operaD)o de Seu . 7as com mais clara lu%I ale remente aceitaram a Cristo como seu ?edentorI e com este passo de pro resso 1eio uma mudanDa em suas o.ém da promessa de Cristo de en1iar o ConsoladorI por cu!o poder randes P6 .e. .

licas na escola de TiranoI pro<essor de al um desta9ue.omina1am a ora. Atos 1#M15. $5# solicitar au=-lio e o.re os 9ue despre%a1am e pro<ana1am Seu santo nome.ólicosI dos 9uais se di%ia 9ue possu-am rande poder. K7asI como al uns deles se endurecessem e n)o o. A superstiD)o e os pra%eres sensuais mantin8am dom-nio so.Con<orme seu costumeI Paulo iniciou sua o.ora 8ou1esse Kmuitos ad1ers6riosK. .renatural eram t)o mais poderosas 9ue as 9ue !6 8a1iam sido antes testemun8adas em C<esoI e de tal car6ter 9ue as n)o podiam imitar os 8a. Assim a pala1ra do Sen8or crescia poderosamente e pre1aleciaK. 3a1iam renunciado ao reino das tre1asI e para destruir seu poder n)o 8esitaram ante 9ual9uer sacri<-cio. Paulo 1iu 9ue Kuma porta rande e e<ica%K se l8e a. O .re o preconceito dos 8omens e seu amor ao din8eiro.oa o. Assim o Sen8or e=alta1a Seu ser1oI mesmo diante dos idólatrasI incompara1elmente acima do mais poderoso e <a1orecido dos m6 icos. I Cor. A. Hatos 9ue 8a1iam sido pre1iamente enco.re todos elesI e o nome do Sen8or Jesus era en randecido.ora de tempos em tempos 8ou1esse sido praticada secretamente por !udeus apostatados. Seu insuper61el esplendor torna1aOo o or ul8o n)o apenas da cidadeI mas da naD)o.. A in<lu2ncia do 9ue 8a1ia tido lu ar espal8ouOse mais amplamente do 9ue Paulo mesmo ima ina1a. decisi1a e1id2ncia. C<eso n)o era somente a mais ma ni<icenteI como tam. A <eitiDaria 8a1ia sido proi. 7uitosI porémI permitiram 9ue os dominassem o preconceito e a incredulidadeI e recusaram su. ?etendo esses li1ros os disc-pulos se estariam e=pondo G tentaD)oJ 1endendoOos teriam colocado a tentaD)o no camin8o de outros.ilidosos tru9ues ou encantamentos de <eiticeiros. / som. Fueimando seus li1ros so.K Atos 1#M1&.ida pela lei mosaicaI so.continuou tra.stas mani<estaD@es de poder so. Deus pelas m)os de Paulo <a%ia mara1il8as e=traordin6rias.re sua <er1il8ante populaD)o. Su<iciente pro1a <ora apresentada para con1encer a todos os 9ue sinceramente dese!assem con8ecer a 1erdade. Hoi por praticarem artes m6 icasI e por meio delasI 9ue 8a1iam especialmente o<endido a Deus e posto em peri o sua almaJ e <oi contra as artes m6 icas 9ue mostraram tal indi naD)o.K Porém Ko esp-rito mali noI P6 . $55 disseM Con8eDo a JesusI e . Declara1a a tradiD)o 8a1er o -dolo ca-do do céu dentro do templo. Por esta mani<estaD)o do poder de CristoI <oi an8a poderosa 1itória para o cristianismo na própria <ortale%a da superstiD)o.re ma iaI os con1ersos e<ésios mostra1am 9ue a9uilo em 9ue antes se deleita1am a. Temendo 9ue a <é dos crentes corresse peri o pela cont-nua associaD)o com esses oponentes da 1erdadeI Paulo se separou deles e reuniu os disc-pulos num rupo distintoI continuando suas instruD@es pP. Ao tempo da 1isita de Paulo a C<esoI 8a1ia na cidade Kal uns dos e=orcistas !udeus am. $5. . C<eso era o centro popular da adoraD)o de Diana.ntre os 9ue estuda1am com atenD)o esses custosos li1rosI esta1am muitos m6 icos 9ue e=erciam poderosa in<lu2ncia so. Triun<ou assim a 1erdade so. De C<eso as no1as .al8ando por tr2s mesesI Kdisputando e persuadindoOos acerca do reino de DeusK. 7as A9uele a 9uem est)o su!eitos todos os esp-ritos do malI e so. So. . Ao apóstolo PauloI em seus la.edecessemI <alando mal do Camin8o perante a multid)oK LAtos 1#M5 e #NI e como persistissem em sua re!eiD)o do e1an el8oI o apóstolo cessou de pre ar na sina o a. Ao aceitarem o cristianismoI al uns crentes n)o 8a1iam renunciado inteiramente as suas superstiD@es.re ele esta1am escritos caracteres sim.ores em C<esoI <oi dada especial demonstraD)o do <a1or di1ino. A <ama do ma ni<icente templo da KDiana dos e<ésiosKI estendiaOse atra1és de toda a Xsia e do mundo. A oraI con1ictos de seu erroI Kmuitos dos 9ue tin8am crido 1in8amI con<essando e pu. Ainda continuaram em certa medida a praticar a ma ia.ncontrando um 8omem possesso de demAnioI disseramOl8eM K. Assim deram pro1a de 1erdadeira con1ers)o.ertos <oram a ora tra%idos G lu%.ulantesKI os 9uais 1endo as mara1il8as por ele operadasI Ktenta1am in1ocar o nome do Sen8or Jesus so.re os 9uais dera a Seus ser1os autoridadeI esta1a para le1ar maior 1er on8a e ru-na so.ra em C<eso pre ando na sina o a dos !udeus. Li1ros 8a1iam sido escritos pelos e<ésios para e=plicar o si ni<icado e o uso desses s-m.licando os seus <eitosK.ém a mais corrupta das cidades da Xsia. Ao serem esses mila res operados no nome de Jesus de >a%aréI tin8a o po1o oportunidade de 1er 9ue o Deus do Céu era mais poderoso 9ue os m6 icos adoradores da deusa Diana. $5& de males <-sicos. 1.K Atos 1#M11 e 1$. Atos 1#M1'O1.meterOse G mais P6 .ores em <a1or de seus compatriotas. O poder de Deus acompan8a1a seus es<orDosI e muitos eram curados P6 .re os 9ue tin8am esp-ritos mali nosK. A princ-pio encontrou recepD)o <a1or61elJ mas como nos outros camposI lo o sur iu 1iolenta oposiD)o. De sorte 9ue até os lenDos e a1entais se le1a1am do seu corpo aos en<ermosI e as en<ermidades <u iam delesI e os esp-ritos mali nos sa-am.ram os re ulamentos da adoraD)o de Satan6s O re ras para l8e P6 .M#. . . K. A .olos. caiu temor so.ter dele in<ormaD@es.em sei 9uem é PauloJ mas 1ós 9uem soisQ .ra se estendeu mesmo a al uns dos próprios <eiticeirosJ e Kmuitos dos 9ue se uiam artes m6 icas trou=eram os seus li1ros e os 9ueimaram na presenDa de todos eI <eita a conta do seu preDoI ac8aram 9ue monta1am a cin9Renta mil peDas de prata.riaI em.sses tratados de adi1in8aD)o contin8am re ras e <ormas de comunicaD)o com os esp-ritos do mal.scon!uroO1os por Jesus a 9uem Paulo pre a.ra de seus templos encontra1am uarida os criminosos de toda espécieI e <loresciam os mais de radantes 1-cios.re a mente dos supersticiosos adoradores da ima em no templo. pena de morteI em. 0ma tentati1a <oi <eita por Ksete <il8os de Ce1aI !udeuI principal dos sacerdotesK. Atos 1#M1# e $4. K.sp-rito de Deus operara em Paulo e por meio deleI em seus la.I saltando neles o 8omem 9ue tin8a o esp-rito mali noI e assen8oreandoOse de doisI pAde mais do 9ue elesJ de tal maneira 9ueI nus e <eridosI <u iram da9uela casaK. Hoi dada assim pro1a inso<ism61el da santidade do nome de CristoI e do peri o 9ue incorreriam os 9ue in1ocassem esse nome sem <é na di1indade da miss)o do Sal1ador.

An!os de Deus 8a1iam sido en1iados para uardar o apóstoloJ ainda n)o 8a1ia c8e ado seu tempo para so<rer a morte de m6rtir.ter o controle das mentes.K Sa-ram em .nODor e em C<eso ainda est)o por suas pala1ras mentirosas des1iando os <il8os dos 8omens.eI deus de .<és. $5 Dias de Lutas e de Pro1as P6 . O apóstolo esta1a a ora plane!ando por al um tempo outra 1ia em mission6ria.le KpropAsI em esp-ritoI ir a JerusalémI passando pela 7acedAnia e pela AcaiaI di%endoM Depois 9ue 8ou1er estado aliI importaOme 1er tam. . $#$ pro1-ncia.ante para os 9ue 8a1iam recentemente aceito a <é. 7as se a <ace do apóstoloI p6lida e des<i urada pelo cuidadoI <osse 1istaI despertaria desde lo o as piores pai=@es da tur. 7as a Pala1ra de Deus e o se1ero testemun8o dos <atos declaram 9ue a <eitiDaria é praticada neste século tanto 9uanto o <oi nos 1el8os tempos da ma ia.astante para perder toda a con<ianDa em seus deuses pa )os.aria e insulto eramOl8es li1remente atirados. .nc8euOse de con<us)o toda a cidade. Durante este per-odoI <esti1idades eram condu%idas com a maior pompa e esplendor. A not-cia desse discurso circulou rapidamente.circularam por 1asta e=tens)oI e <orte impulso <oi dado G causa de Cristo. (aio e Aristarco n)o eram a presa 9ue o po1o .cromQ . *M11.scrituras declaram 9ue Kos mortos n)o sa. Atos 1#M$1 e $$. Satan6s est6 encontrando acesso a mil8ares de mentes por apresentarOse so.K . Atos 1#M$#.endo um a1iso de peri oI tin8amOno le1ado G pressa para <ora do lu ar.sta ocasi)o de ala era um tempo pro. $#4 Atra1és do espiritismoI muitos en<ermosI desoladosI curiosos se est)o comunicando com os esp-ritos do mal. Os mortos n)o mant2m comun8)o com os 1i1os. Lo oI entretantoI ocorreu um acontecimento 9ue apressou sua partida. .a apan8ou Ka (aio e a AristarcoI macedAniosI compan8eiros de Paulo na 1ia emKJ e com eles KunSnimes correram ao teatroK.aI e n)o 8a1eria a menor possi.isteI n)o descer6sI mas sem <alta morrer6s. Seus pensamentosI amor e ódio !6 pereceram. Os m6 icos dos tempos pa )os t2m seu correspondente nos médiuns espiritistasI nos 1identes e nos cartomantes de 8o!e. As . n)o somente 86 o peri o de 9ue a nossa pro<iss)o caia em descréditoI mas tam. . Os tra.=istia ainda outra causa de descontentamento. 7as Kn)o l8o permitiram os disc-pulosK.ém ?omaK.s9uecendo sua própria se uranDaI 9uis ir imediatamente ao teatro para <alar aos amotinados.ilidade 8umana de sal1aD)o para a sua 1ida. >)o conse uindo encontrar o al1o de sua iraI a tur. $#' estimado em nadaI 1indo a ma!estade da9uela 9ue toda a Xsia e o mundo 1eneram a ser destru-da. Fuando os 8omens se rendem a sua in<lu2nciaI antes de se darem conta a mente est6 des1iada e a alma polu-da.ém de 9ue o próprio templo da rande deusa Diana se!a P6 . n)o comuni9ueis com as o. .m 8armonia com este planoI en1iou KG 7acedAnia dois da9ueles 9ue o ser1iamI Timóteo e .em 1edes e ou1is 9ue n)o só em C<esoI mas até 9uase toda a XsiaI este Paulo tem con1encido e a<astado uma rande multid)oI di%endo 9ue n)o s)o deuses os 9ue se <a%em com as m)os. #M*.em coisa nen8umaK.al8o de Paulo.uscado consel8o de um or6culo pa )oM KPor1entura n)o 86 Deus em IsraelI para irdes consultar a BaalOUe.stas pala1ras despertaram as pai=@es do po1o.e do peri o de seus amados irm)os.K Atos 1#M$*O$5. 7uitos 9ue n)o tin8am a. Onde 9uer 9ue uma in<lu2ncia este!a a<astando os 8omens de DeusI ali est6 Satan6s e=ercendo seu poder de <eitiDaria.em sa. . .uir a malsinada mudanDa aos tra. K.al8os de Paulo 8a1iam dado ao culto pa )o um olpe de morteI em conse9R2ncia do 9ue 8ou1e uma sens-1el 9ueda na assist2ncia G <esti1idade nacionalI e no entusiasmo dos adoradores.K . . A admoestaD)o do apóstolo G i re!a de C<eso de1ia ser ou1ida pelo po1o de Deus 8o!eM K.ras in<rutuosas das tre1asI mas antes condenaiOas. A Pala1ra da 1erdade declara a maneira como Deus os considera. por isso assim di% o Sen8orM Da camaI a 9ue su. 0m e=tenso e lucrati1o ne ócio 8a1iaOse desen1ol1ido em C<eso pela manu<atura e 1enda de nic8os e ima ens modelados se undo o templo e a ima em de Diana. Sup@eOse lison!eiramente 9ue as superstiD@es pa )s ten8am desaparecido diante da ci1ili%aD)o do século 1inte.eis 9ue deste o<-cio temos a nossa prosperidadeJ e .stas atra-am rande nPmero de pessoas de todas as partes da P6 .K II ?eis 1M' e +. 0ma 1e% ao anoI eram reali%adas em C<eso cerimAnias especiais em 8onra da deusa Diana. O local do esconderi!o de Paulo n)o era muito distanteI e ele lo o sou. Se <osse er uido o 1éu 9ue est6 diante de nossos ol8osI 1er-amos an!os maus empre ando todas as suas artes para en anar e destruir. 0ma <lorescente i re!a <oi esta. $#1 Por mais de tr2s anos C<eso <oi o centro do tra.u.rastoKJ mas sentindo 9ue a causa em C<eso ainda re9ueria sua presenDaI decidiu permanecer até depois do Pentecoste. o dis<arce de ami os !6 <alecidos. Todos os 9ue se a1enturam a isto est)o pisando solo peri oso. P6 .usca1aJ nen8um dano sério os ameaDa1a. As 1o%es misteriosas 9ue <alaram em .ricante de nic8os de prataI con1ocando uma reuni)o dos art-<icesI disseOl8esM K:ar@esI 1ós .ertamente as no1as doutrinasI tornaramOse esclarecidos . O rupo de crentes 9ue se reunia na escola de Tirano esta1a em e1idente desarmonia com o coro <esti1oI e o rid-culoI %om. Seus irm)osI rece. 7uito tempo depois de 8a1er o apóstolo terminado sua carreiraI estas cenas ainda 1i1iam na memória do po1o e eram um meio de an8ar con1ersos para o e1an el8o. 7as se uro de sua anti a astPciaI Satan6s empre a este en ano para o. K.al8os de Paulo.cl.le pronunciou um se1ero !u-%o contra um rei 9ue 8a1ia .elecida aliI e desta cidade o e1an el8o se espal8ou atra1és da pro1-ncia da XsiaI tanto entre !udeus como entre entios.raDado a. O anti o sistema de ma ia éI na realidadeI o mesmo a ora con8ecido como moderno espiritismo. DemétrioI <a.nc8eramOse de ira e clamaramI di%endoM (rande é a Diana dos e<ésios. Os 9ue esta1am empen8ados nesta indPstria sentiram 9ue seus lucros esta1am diminuindoI e <oram unSnimes em atri. >os tempos anti os . .usca de Paulo mas o apóstolo n)o <oi encontrado. A in<lu2ncia dos seus ensinos alcanDa1a muito além dos atuais con1ersos G <é.

Antes de aceitar . O tra. $#* trou=estesI nem s)o sacr-le os nem .n<rentou o po1o em seu próprio terrenoI mostrandoOl8es 9ue n)o 8a1ia causa para a9uele tumulto.aI e em <unD)o de seu o<-cio conse uiu 9ue o ou1issem. .e 9ue a cidade dos e<ésios é a uardadora do templo da rande deusa DianaI e da ima em 9ue desceu de JPpiterQ OraI n)o podendo isto ser contraditadoI con1ém 9ue 1os apla9ueis e nada <aDais temerariamenteJ por9ue estes 8omensI 9ue a9ui P6 .al8o de Paulo em C<eso esta1a conclu-do.ores e so<rimentos na causa de Cristo. Durante ano e meio tra.ricaD)o de ima ens esta1a em peri o por causa do ensino e disseminaD)o do e1an el8o. O <ato de Paulo e al uns de seus compan8eiros serem de ascend2ncia !udaica tornou os !udeus ansiosos para mostrar 9ue n)o eram simpati%antes com ele e sua o.K Atos 1#M'$.nt)o o escri1)o da cidade c8amou a atenD)o da tur. +M1+. ImpeliramI pois para diante a um de seu próprio nPmeroI para e=por o assunto diante do po1o.K Atos 1#M'*O+1. 7as a tur. Procura1a n)o a.iam por 9ue causa se tin8am a!untado.re suas próprias lutasI em.ssas pala1ras re1elam a real causa do tumulto de C<esoI e tam. 7asI se Demétrio e os art-<ices 9ue est)o com ele t2m al uma coisa contra al uémI 86 audi2ncias e 86 procAnsulesJ 9ue se acusem uns aos outrosJ eI se al uma outra coisa demandaisI a1eri uarOseO6 em le -timo a!untamento. II Tim.a. $#5 A primeira ep-stola do apóstolo Paulo G i re!a de Corinto <oi escrita durante a Pltima parte de sua perman2ncia em C<eso.re sua alma o pesado <ardo de todas as i re!as.ém de rande parte da perse uiD)o 9ue acompan8a1a os apóstolos em sua o.ra.ene<-cio deles ti1esse sido em 1)o.le esta1a palmil8ando a tril8a san renta 9ue Cristo tin8a palmil8ado antes dele. >essas cartas o apóstolo n)o se detém so.K Atos 1#M'1. .las<emam da 1ossa deusa.I depois 9ue cessou o al1oroDoI Paulo c8amou a si os disc-pulos eI a.andonar a luta até 9ue pudesse depor a armadura aos pés de seu ?edentor. Demétrio e seus cole as de o<-cio 1iram 9ue o ne ócio de <a.n<rentara cont-nua oposiD)o da parte dos !udeusI 9ue n)o perdiam oportunidade de acirrar contra ele os sentimentos populares. Atos 1#M'+.atal8a1a contra a oposiD)oI impelindo para a <rente com incans61el %elo a o. A<inalI de pura e=aust)oI cessaramI e 8ou1e um sil2ncio momentSneo.reI a 9uem Paulo mais tarde se re<eriu como l8e tendo <eito muito mal. 7as lanDando um ol8ar retrospecti1o ao Cal16rioI com no1o ardor prosse uia disseminando o con8ecimento do Cruci<icado. 3a1ia ensinado o po1o em pP.K Atos $4M1. Deus 8a1ia despertado um rande ma istrado para de<ender Seu apóstolo e <a%er calar a tur. Temeu 9ue seus es<orDos em .m suas declaraD@es Demétrio a<irmouM K36 o peri o de 9ue a nossa pro<iss)o caia em descrédito.I 8a1endo andado por a9uelas terrasI e e=ortandoOos com muitas pala1rasI 1eio G (récia.m meio a constantes tempestades de oposiD)oI o clamor de inimi os e a deserD)o de ami osI o destemido apóstolo 9uase perdia o Snimo. O coraD)o de Paulo se enc8eu de ratid)o a Deus por ter sido a sua 1ida preser1adaI e por9ue o cristianismo n)o <ora desonrado pelo tumulto de C<eso. O orador escol8ido <oi Ale=andreI art-<ice 9ue tra. . ApelouOl8es G ra%)oM K:ar@es e<ésiosKI disseI K9ual é o 8omem 9ue n)o sa. +M1'.uladoKI Ka toda a 8ora em peri oI sempre entre ue G morte por amor de JesusK.ste <oi outro dos triun<os do cristianismo so. >)o sentia ele por 9uais9uer outros crentes mais pro<undo interesse nem dedica1a mais incans61el es<orDo 9ue pelos crentes de Corinto.. . clama1am de uma maneiraI outros de outraI por9ue o a!untamento era con<usoJ e os mais deles n)o sa.ra.ra do e1an el8oI e cuidando dos interesses de uma i re!a ainda !o1em na <éI Paulo le1a1a so. A renda dos sacerdotes pa )os e dos art-<ices esta1a em riscoJ esta a ra%)o por 9ue se le1antaram em acérrima oposiD)o contra Paulo.K .elecidas causaramOl8e pro<unda triste%a. Seu ministério ali tin8a sido uma época de incessante la.al8ara entre elesI apontandoOl8es o Sal1ador cruci<icado e ressur ido como o Pnico meio de sal1aD)oI e instando com eles para 9ue se rendessem implicitamente ao poder trans<ormador de Sua raDa. en9uanto assim .Paulo esta1a ainda ansioso para de<ender a 1erdade perante a multid)oJ mas <oi a<inal dissuadido por uma mensa em de ad1ert2ncia 1inda do teatro. P6 .ora 8ou1esse 1islum. $# 7ensa em de Ad1ert2ncia e de Apelo P6 . ADoites e pris@esI <rioI <ome e sedeI peri os por terra e por marI nas cidades e no desertoI da parte de seus patr-ciosI dos pa )os e dos <alsos irm)os O tudo isto ele so<reu por causa do e1an el8o. >a 1erdade até corremos peri o de 9ueI por 8o!eI se!amos acusados de sediD)oI n)o 8a1endo causa al uma com 9ue possamos !usti<icar este concurso.raDandoOosI saiu para a 7acedAnia. A atitude do escri1)o e de outros 9ue e=erciam <unD@es 8onrosas na cidadeI tin8a apresentado Paulo perante o po1o como inocente de 9ual9uer ato ile al. . K. >o1as de apostasia em al uma das i re!as por ele esta.. . Ale=andre era um 8omem de consider61el 8a. $#& Kperse uidoKI Kem tudo atri.lico e de casa em casaI instruindoOos e ad1ertindoOos com muitas l6 rimas.ra. 7uitas noites de insAnia 8a1ia ele passado em oraD)o e <er1orosa meditaD)oI 9uando ou1ira 9ue medidas esta1am sendo tomadas para contrariar sua o.res ocasionais de seus la. . K0ns. >esta 1ia em ele se <e% acompan8ar por dois <iéis irm)os e<ésiosI T-9uico e Tró<imo.re o erro e a superstiD)o.aI 1endo 9ue Ale=andre era !udeuI empurrouOo para o ladoI Kclamando por espaDo de 9uase duas 8orasM (rande é a Diana dos e<ésiosK. I Cor. .ilidadeI e usa1a todas as suas ener ias no sentido de diri ir a ira do po1o e=clusi1amente contra Paulo e seus compan8eiros. .orI de muitas pro1as e pro<unda an Pstia.al8a1a em co. $#+ O tumulto no teatro crescia continuamente.I tendo dito istoI despediu o a!untamento. . KAl uns dos principais da XsiaI 9ue eram seus ami osI l8e ro aram 9ue n)o se apresentasse no teatro. Hoi Kdi<amadoKI Kin!uriadoKI <eito Ka escória de todosKI Kan ustiadoKI P6 . Fuando tin8a oportunidade e 9uando as condiD@es o re9ueriamI escre1ia Gs i re!as repro1andoI aconsel8andoI admoestando e encora!ando.

As doutrinas e ordenanDas do e1an el8o 8a1iam sido per1ertidas.ido Kpor re1elaD)oKJ toda1iaI o Sen8or n)o l8e re1ela1a diretamente em todos os tempos a condiD)o e=ata de Seu po1o.nt)oI pondo de parte todos os sentimentos pessoais so. As dissens@es 9ue 8a1iam tido lu ar no tempo da 1isita de Apolo 8a1iam aumentado randemente. Paulo <alou claramente das dissens@es 9ue 8a1iam sur ido na i re!a de CorintoI e e=ortou os mem. .ros da i re!a de Corinto esta1am rodeados pela idolatria e sensualismo da mais sedutora <orma.sse <oi um tempo de se1era pro1a para a i re!a de Corinto.andonadoI os apetites e as pai=@es ainda lutam por manter a supremacia e as tentaD@es con<undem a consci2ncia. O rande amor do apóstolo pelos crentes cor-ntios <oi re1elado em sua terna saudaD)o G i re!a. Com not61el clare%a comeDou por responder Gs 16rias per untas suscitadas pela i re!aI esta.le se re<eria G e=peri2ncia deles em se 8a1erem tornado da idolatria para o culto e ser1iDo ao 1erdadeiro Deus.ros a despre%ar as instruD@es de Paulo.ros da <am-lia de CloéI <am-lia crist) de alta reputaD)o em Corinto. '4$ mesmo o testemun8o de Cristo con<irmado entre 1ósN.ros 9ue persistissem na per1ersidadeJ porém muitos dos crentes per1erteram o si ni<icado das pala1ras do apóstoloI discutindo so. O apóstolo n)o esta1a mais com elesI para socorr2Olos com seu %eloI e em seus es<orDos a!ud6Olos a 1i1er em 8armonia com DeusJ e pouco a pouco muitos se tornaram descuidados e indi<erentesI permitindo 9ue ostos e inclinaD@es naturais os controlassem. '44 a. A <é <irme de PauloI suas ardentes oraD@es e <er1orosas pala1ras de instruD)oI e acima de tudoI sua 1ida piedosaI tin8amOnos a!udado a se ne arem a si mesmos por amor de CristoI em 1e% de se deleitarem nos pra%eres do pecado.re elas e desculpandoOse por desconsiderarem suas instruD@es. >esta ocasi)oI os 9ue esta1am interessados na prosperidade da i re!a de CorintoI e 9ue tin8am 1isto males nela penetrandoI 8a1iam apresentado o assunto perante o apóstoloJ .ra tin8a sido um <racasso. Com Kan Pstia de coraD)oKI e com P6 .atismo. Apelara para 9ue <i%essem uma inteira entre a a DeusJ pois sa. ApontouOl8es de no1o a CristoI e procurou reacenderOl8es o <er1or da primiti1a de1oD)o.como mem. $## con<irmar os no1os na <é. K. Paulo tin8a uma a uda intuiD)o do con<lito 9ue cada alma 86 de sustentar com as a 2ncias do mal 9ue continuamente est)o procurando enlaD6Olas e en an6OlasJ e incansa1elmente 8a1ia ele tra. . O apóstolo sentiuOse em li.re1emente G i re!aI admoestandoOos a n)o se misturarem com mem. A9uele 9ue tantas 1e%es 8a1ia instado com eles para 9ue manti1essem altos ideais de pure%a e retid)oI n)o mais esta1a com elesJ e n)o <oram poucos os 9ueI tendo ao tempo de sua con1ers)o P6 . A entre a tem 9ue ser completa.re 16rios assuntosI mas nada di%endo dos a<rontosos pecados e=istentes entre eles. .ros para 9ue cessassem de contendas.ia 9ue 9uando a alma dei=a de <a%er esta entre aI ent)o o pecado n)o é a.elecendo princ-pios eraisI 9ueI se aceitosI le16OlosOiam ao mais alto plano espiritual.itosI retornaram a ora aos de radantes pecados do pa anismo. '41 Kmuitas l6 rimasK ele procurou o consel8o de Deus. Or ul8oI idolatria e sensualismo esta1am constantemente tomando 1ulto entre os 9ue uma 1e% 8a1iam sido %elosos na 1ida crist). O Céu l8e est6 pró=imoI e ela é sustentada e socorrida por an!os de misericórdia em todas as ocasi@es de lutas e necessidade.re o camin8o da9ueles cu!a conduta re1ela1a t)o estran8a per1ersidadeI e descansando sua alma em DeusI o apóstolo escre1eu G i re!a de Corinto uma das mais ricasI mais instruti1as e mais poderosas de todas as suas cartas.K I Cor. Hielmente ad1ertiuOos de seus peri os e repro1ouOl8es os pecados.al8oI pelo 9ue en1iou Tito a <im de l8e preparar camin8o para uma 1isita pessoal mais tarde.io a se uir.ia 9ue em sua presente condiD)o os crentes n)o tirariam pro1eito de seu tra.idoI e mostra1a 9ue era pri1ilé io deles <a%er constante pro resso na 1ida crist) até 9ue alcanDassem a pure%a e santidade de Cristo.al8ado para <ortalecer e P6 . Por essa ocasi)o 1ieram a C<eso mem. 7as n)o deu por isto lu ar ao pensamento de 9ue sua o. Paulo pediu in<ormaD@es e l8e disseram 9ue a i re!a esta1a di1idida.m tudo <ostes enri9uecidos n. Paulo era um apóstolo inspirado. Depois da partida de PauloI no entantoI sur iram condiD@es des<a1or61eisJ o !oio 9ue 8a1ia sido semeado pelo inimi o apareceu entre o tri oI e n)o demorou para 9ue comeDasse a produ%ir seu <ruto mali no. De maneira 9ue nen8um dom 1os <altaI esperando a mani<estaD)o de nosso Sen8or Jesus Cristo. 7as ele sa. .les esta1am em peri o e ele n)o podia se9uer admitir o pensamento de <racassar em alcanDarOl8es o coraD)o neste tempo cr-tico. 0ma carta <oi en1iada pela i re!a a PauloI suplicandoOl8e consel8os so.andonado os maus 86. Halsos mestres esta1am le1ando os mem. 1M5. SendoOl8e este 9uadro apresentadoI Paulo 1iu 9ue seus maiores temores tin8am mais 9ue se reali%ado.sp-rito SantoI 9uanto a estar sendo ocultado o 1erdadeiro estado da i re!aI e 9ue esta carta era uma tentati1a de arrancarOl8e a<irmaD@es 9ue os si nat6rios pudessem usar para ser1ir a seus próprios intentos.ros da i re!a aos 9ue pro<essa1am o cristianismoI tin8a ele o cuidado de darOl8es especial instruD)o 9uanto aos de1eres e pri1ilé ios do crente crist)oJ e <er1orosamente 8a1ia procurado a!ud6Olos a ser <iéis aos 1otos do . 1M14.sp-rito Santo 9ue 8a1iam rece. Toda alma <racaI em dP1idaI 9ue luta para se render inteiramente ao Sen8orI é posta em contato direto com as a 2ncias 9ue a 8a. ?ecorda1aOl8es os dons do . O apóstolo <oiI entretantoI <ortemente impressionado pelo . K?o oO1osI porémI irm)osI pelo nome de nosso Sen8or Jesus CristoKI escre1eu eleI K9ue di ais todos uma mesma coisaI e 9ue n)o 8a!a entre 1ós dissens@esJ antes se!ais unidos em um mesmo sentido e em um mesmo parecer. As 1erdades 9ue ensinou a outrosI ele as 8a1ia rece. Ale remente teria 1isitado Corinto imediatamenteI se este <osse o camin8o mais s6. O 9ual 1os con<irmar6 tam.ilitar)o a 1encer.erdade para mencionar como e por 9uem tin8a sido in<ormado das di1is@es na i re!a.K I Cor. Paulo 8a1ia escrito . Os mem. KPor9ue a respeito de 1ósI irm)os meusI me <oi comunicado pelos da <am-lia de CloéI 9ue 86 contendas entre 1ós.n9uanto os apóstolos esta1am com elesI estas in<lu2ncias tin8am tido para eles pouco atrati1o. . 1M11.ém até ao <imI para serdes irrepreens-1eis no dia de nosso Sen8or Jesus Cristo.K I Cor.leKI escre1euI Kem toda a pala1ra e em todo o con8ecimento Lcomo <oi P6 .

. K:ós Zsois[ de CristoKI declarou. K>)o sa. '4' mensa em como e=press)o do pensamento de Cristo. O apóstolo es..I se n)o as escutarI di%eOo G i re!aJ eI se tam. Como um meio de a!ud6Olos a 9ue. C8ama1aOl8es a atenD)o para a sua própria o. todas as condiD@es.ém n)o escutar G i re!aI consideraOo como um entio e pu.io ar9uitetoK LI Cor.. Outro ra1e mal 9ue 8a1ia na i re!a era o de ir um irm)o contra outro perante tri.oca de duas ou tr2s testemun8as toda a pala1ra se!a con<irmada. O próprio Cristo 8a1ia dado claras instruD@es so. Demandas entre irm)os s)o uma desonra para a causa da 1erdade. '4. . >a 1erdade é !6 realmente uma <alta entre 1ósI terdes demandas uns contra os outros.nt)oI se ti1erdes ne ócios em !u-%oI pertencentes a esta 1idaI pondes na cadeira aos 9ue s)o de menos estima na i re!aQ Para 1os en1er on8ar o di oM >)o 86 pois entre 1ós s6. >)o de1em os crist)os apelar para os tri. 7esmo muitos 9ue parecem ser crist)os conscienciosos s)oI pelo or ul8o e estima própriaI impedidos de ir particularmente G9uele a 9uem consideram em erroI a <im de <alarOl8e no esp-rito de Cristo e !untos orarem um pelo outro. 3a1iam sido tomadas su<icientes medidas para a soluD)o de di<iculdades entre crentes.ai=o padr)o de moralidade adotado pelo mundo entio. De no1o est)o <erindo a Cristo e e=pondoOO a <ranco 1e=ame. Somos muitas 1e%es tentados a sentir 9ue nossos direitos est)o sendo usurpados mesmo 9uando n)o 86 causa real para tais sentimentos. 0nido com CristoI o maior de todos os mestresI Paulo tin8a sido 8a. Aos crentes cor-ntios 9ue 8a1iam perdido de 1ista este claro consel8oI Paulo escre1euI n)o em termos incertos de repro1aD)o e ad1ert2ncia.unaisI em 1e% de se uirem a re ra dada pelo Sal1ador.eis 1ós 9ue 8a1emos de !ul ar os an!osQ Fuanto mais as coisas pertencentes a esta 1idaQ .K I Cor. '4* indi nos de !ul ar as coisas m-nimasQ >)o sa.licano.M1# e $4. 7esmo 9ue ten8a 8a1ido in!ustiDaI o se uidor do manso e 8umilde Jesus dei=arOseO6 Kde<raudarK de pre<er2ncia a pu. Por 9ue n)o so<reis antes a in!ustiDaQ . . Passando por alto a autoridade da i re!aI demonstram menospre%o por DeusI 9ue deu G i re!a sua autoridade.le 8a1ia sido posto para a de<esa da i re!a. . Tais di<erenDas de1er)o ser solucionadas entre elesI ou pela i re!aI em 8armonia com as P6 . O apóstolo n)o <e% menD)o dos <alsos mestres 9ue esta1am procurando destruir o <ruto de seus tra. Crist)os 9ue 1)o a !u-%o contra outro e=p@em a i re!a ao rid-culo de seus inimi osI e d)o moti1o a 9ue os poderes das tre1as triun<em. 15M1*O15..K I Cor. 7as nem por isto ele se e=altouJ pois declarouM KSomos cooperadores de Deus. .edoria própriaI antes recon8ecia 9ue somente o poder di1ino o 8a1ia 8a. KOraI se teu irm)o pecar contra tiKI aconsel8ara o Sal1adorI K1aiI e repreendeOo entre ti e ele sóJ se te ou1ir an8aste a teu irm)oJ mas se n)o te ou1irI le1a ainda conti o um ou doisI para 9ue pela .al8os.eisKI admoestou eleI K9ue um pouco de <ermento <a% le1edar toda a massaQ AlimpaiO1os pois do <ermento 1el8oI para 9ue se!ais uma no1a massaI assim como estais sem <ermento. A9ueles cu!o amor por si mesmos é mais <orte 9ue por Cristo e Sua causaI colocar)o seus próprios interesses em primeiro lu arI e 1alerOseO)o de 9uase 9ual9uer e=pediente a <im de uard6Olos e mant2Olos.eis 1ós 9ue os santos 8)o de !ul ar o mundoQ OraI se o mundo de1e ser !ul ado por 1ósI sois por1entura P6 .ros da i re!a. e &. 'M#.ia 9ue se eles se a!ustassem Gs condiD@es por ele e=postasI seriam <ortalecidos na <orDa do Onipotente.ilitado a apresentar a 1erdade de uma <orma a rad61el a Deus.K 7at. '4+ de licenciosidade constitu-a uma 1iolaD)o até do mais . Por9ue <ostes comprados por .m 1erdade 1os di o 9ue tudo o 9ue li ardes na Terra ser6 li ado no Céu. Por causa das tre1as e di1is)o na i re!aI e1itou prudentemente irrit6Olos com tais re<er2nciasI temendo 9ue al uns se a<astassem inteiramente da 1erdade. KOusa al um de 1ósKI per untou eleI tendo al um ne ócio contra outroI ir a !u-%o perante os in!ustos e n)o perante os santosQ >)o sa.e pelas di1inas re1elaD@es 9ue 8a1ia anteriormente rece.. . >esta carta aos cor-ntiosI Paulo procura mostrarOl8es o poder de Cristo para uard6Olos do mal.eis 9ue os in!ustos n)o 8)o de 8erdar o reino de DeusQK I Cor.ilitado a comunicar liD@es de sa.rar a escra1id)o do pecadoI e a aper<eiDoarem a santidade no temor do Sen8orI Paulo incutiaOl8es as rei1indicaD@es dA9uele a 9uem 8a1iam dedicado a 1ida por ocasi)o de sua con1ers)o. Dentre os mais sérios males 9ue se 8a1iam desen1ol1ido entre os crentes cor-ntiosI esta1a o de 8a1erem retornado a muitos de radantes costumes do pa anismo.sp-rito de Deus como o <oram 9uais9uer outras de suas ep-stolas.le sa.K I Cor. >)o sa.stante o <ato do Sen8or n)o l8e 8a1er dado uma no1a re1elaD)o para este tempo especialI os 9ue esta1am realmente em . a inspiraD)o do . instruD@es de Cristo. . Satan6s est6 constantemente procurando introdu%ir descon<ianDaI alienaD)o e mal-cia entre o po1o de Deus. 'M14NI o 9ual pusera o <undamento so. . >)o ale a1a possuir sa.edoria di1inaI 9ue satis<a%iam Gs necessidades de todas as classesI e eram aplic61eis a todos os temposI em todos os lu ares e so.. K>)o sois de 1ós mesmos. O Sen8or l8e 8a1ia mostrado as di<iculdades e peri os 9ue sur iriam nas i re!asI e 9uando esses males sur iramI o apóstolo recon8eceuOl8es o si ni<icado.om preDoJ lori<icai pois a Deus no 1osso corpoI e no 1osso esp-ritoI os 9uais pertencem a Deus.M$O#.idoI esta1a ele preparado para !ul ar 9uanto ao car6ter desses desen1ol1imentos. A apostasia de um con1erso tin8a sido tal 9ue sua atitude P6 . *M.unais. K>)o erreisKI escre1eu eleI Knem os de1assosI nem os idólatrasI nem os adPlterosI .oDa com clare%a o resultado de dei=ar a 1ida de pure%a e santidade para 1oltar Gs pr6ticas corruptas do pa anismo. nem os ladr@esI nem os . O apóstolo insta com a i re!a para 9ue a<aste de seu seio Ko 9ue cometeu tal aD)oK. De1ia cuidar das almasI como 9uem de1e dar conta delas a DeusJ n)o eraI poisI coerente e !ustoI 9ue tomasse con8ecimento dos relatos re<erentes a anar9uia e di1is@es entre elesQ Sem dP1ida al umaJ e a repro1aD)o 9ue l8es en1iou era t)o se uramente escrita so. >)o o.usca de lu% aceitaram sua P6 .re 9ue outros 8a1iam edi<icado.re a maneira de solucionar tais 9uest@es.unais ci1is para solucionarem di<erenDas 9ue possam sur ir entre mem.ra entre elesI como a de um Ks6.iosI nem mesmo umI 9ue possa !ul ar entre seus irm)osQ 7as o irm)o 1ai a !u-%o com o irm)oI e isto perante in<iéis.licar diante do mundo os pecados de seus irm)os na i re!a. 7as 1ós mesmos <a%eis a in!ustiDa e <a%eis o danoJ e isto aos irm)os. Fuando se consideram o<endidos pelo irm)oI al uns 1)o até aos tri.

todo a9uele 9ue lutaKI declarou PauloI Kde tudo se a. a mais estrita disciplina. A ra%)oI iluminada pelos ensinos da Pala1ra de Deus e uiada por Seu . SuplicouOl8es 9ue controlassem os apetites e pai=@es P6 . '4& in<eriores. '11 estima por 8a1er produ%ido t)o rande atleta. As competiD@es eram re idas por re ulamentos estritosI dos 9uais n)o 8a1ia apelaD)o.res e o1ernadores. . #M$*.em orientadoJ as <aculdades <-sicas precisa1am alcanDar o mais alto ponto. 3a1iam 1isto apenas os P6 .iam e=atamente o 9ue si ni<ica contemplar Sua lóriaI e ser trans<ormado de lória em lória.itos e pai=@es de1em ser postos so.ia 9ue em cada passo no camin8o crist)o encontrariam a oposiD)o da sina o a de Satan6sI e 9ue diariamente teriam de en<rentar con<litos.les n)o sa. ?e<erindoOse a essas corridas como uma <i ura da mil-cia crist)I Paulo deu 2n<ase G preparaD)o necess6ria para o sucesso dos contendores na maratona O a disciplina preliminarI o re ime de a.adores 8erdar)o o reino de Deus. '45 primeiros raios do al1orecer desta lória.iam sua parte na 8onraJ e a própria cidade na 9ual 1i1ia era tida em rande P6 . KOu n)o sa. Sua lória era cantada atra1és da terraJ seus pais rece. Jo1ens <ortes e sadios nela toma1am parteI e n)o se e=clu-am de 9ual9uer es<orDo ou disciplina necess6ria para alcanDar o pr2mio. A ela assistiam reisI no. Fuando o 1encedor alcanDa1a o al1oI os aplausos da 1asta multid)o de espectadores <endia os ares e desperta1a o eco das montan8as e morros circun1i%in8os. Os corredores pun8am de lado toda a condescend2ncia 9ue tendesse a diminuirOl8es as <aculdades <-sicasI e mediante se1era e cont-nua disciplinaI treina1am os mPsculos para se tornarem <ortes e resistentesI para 9ue ao c8e ar o dia da competiD)o pudessem e=i ir de suas <orDas o m6=imo de rendimento. Os !u-%es assenta1amOse pró=imo G meta <inalI para 9ue pudessem o. Pre!udicial condescend2ncia no apetiteI ou 9ual9uer outra concess)o 9ue pudesse diminuir o 1i or <-sico ou mentalI eram estritamente proi.2. '4 C8amado a 7ais . >)o era incomum pessoas ca-rem no percursoI san rando pela .le até 9ue c8e asse a pleno meioOdia de uma per<eita <é e1an élica.K I Cor. Cada mo1imento tin8a de ser e=atoI cada passo r6pido e .nt)o todos da1am !untos a sa-daI so. as 1istas dos assistentesI o !ui% presentea1aOo com os em.ém 9ue em Cristo cruci<icado l8es era o<erecido poder su<iciente para con1erter a almaI e di1inamente adaptado para 8a. . Se um corredor alcanDa1a o al1o primeiroI atra1és de al uma 1anta em ile alI n)o tin8a direito ao pr2mio.K I Cor.le sa. . Para P6 . Paulo esta1a certo de 9ue as mais altos ideais crist)os só podem ser alcanDadas mediante muita oraD)o e permanente 1i iaI e isto procura1a ele incutirOl8es na mente.eisKI interro ouI K9ue o 1osso corpo é o templo do .lemas da 1itória O uma coroa de louros e um ramo de palma 9ue ele le1a1a na m)o direita. Teriam de uardarOse contra a sutil apro=imaD)o do inimi oI espancando 1el8os 86. Com <é em Deus como sua armaduraI e com Sua Pala1ra como arma de uerraI eles seriam supridos com poder -ntimo 9ue os capacitaria a rec8aDar os ata9ues do inimi o.ita em 1ósI pro1eniente de DeusQK Con9uanto Paulo possu-sse randes dotes intelectuaisI sua 1ida re1ela1a o poder de uma sa.ser1ar a corrida do in-cio ao <imI e dar o pr2mio ao 1erdadeiro 1encedor. Os crentes cor-ntios necessita1am de mais pro<unda e=peri2ncia nas coisas de Deus. 7as a possi.ilidade introspecti1a e simpatia de coraD)oI o 9ue o le1a1a em -ntima associaD)o com outrosI capacitandoOo a despertar neles sua mel8or nature%a e a inspir6Olos a lutar por uma 1ida mais ele1ada. Todos os seus 86.M14.oca e nari%I e al umas 1e%es um competidor ca-a morto 9uando esta1a para alcanDar o pr2mio.le1ada >orma P6 . '4# >a esperanDa de imprimir 1i1idamente no esp-rito dos crentes cor-ntios a importSncia de <irme autocontroleI estrita temperanDa e persistente %elo no ser1iDo de CristoI Paulo em sua carta a eles <a% saliente comparaD)o entre a mil-cia crist) e as cele. Seu coraD)o esta1a c8eio de <er1ente amor pelos crentes cor-ntios.a1arentosI nem os . Al uns !amais se re<a%iam do terr-1el es<orDo <-sico.radas maratonas 9ue se reali%a1am em inter1alos <i=osI pró=imo de Corinto. 7as ele sa. O dese!o de Paulo por eles era 9ue eles <ossem c8eios de toda plenitude de DeusI con8ecendo e prosse uindo em con8ecer A9uele cu!a sa-da é como a al1aI e continuassem a aprender d. Ansia1a por 12Olos re1elar uma piedade -ntima 9ue os <orti<icasse contra a tentaD)o. controle. De todos os !o os institu-dos entre os re os e romanosI era a maratona a mais anti a e mais altamente considerada.stenD)o alimentarI a necessidade de temperanDa. .adosI nem os maldi%entesI nem os rou.meterOse a se1ero treino preparatório.idas. .sp-ritoI tem de tomar as rédeas do controle.ia tam.edoria mais raraI a 9ual l8e da1a 8a. K. .ilidade de dano para o resto da 1idaI ou a própria morteI n)o eram ol8ados como risco rande demais por amor da 8onra reser1ada ao 1encedor.itos e inclinaD@es naturaisI sempre 1i iando em oraD)o.n9uanto os concorrentes na corrida se apresenta1am perante a multid)o e=pectanteI seus nomes eram anunciados e as re ras da corrida claramente e=postas. Os 9ue dese!a1am ter seus nomes inscritos como competidores ao pr2mioI tin8am 9ue primeiro su.stém. '14 al uém ter al uma esperanDa de sucesso nessas competiD@es de <orDa e li eire%aI os mPsculos tin8am de ser <ortes e <le=-1eis e os ner1os estar so. Fu)o mais importante é 9ue o crist)oI cu!os eternos interesses est)o em !o oI colo9uem os apetites e as pai=@es em su!eiD)o G ra%)o e G 1ontade de DeusT Jamais de1e ele permitir se!a sua atenD)o des1iada por entretenimentosI lu=os ou comodidades. >estas competiD@es 8a1ia randes riscos. So.ilit6Olos a resistir a todas as tentaD@es para o mal.sp-rito SantoI 9ue 8a. a atenD)o <i=a dos espectadores 9ue l8es inspira1am a determinaD)o de 1encer.

araDoI e o pecado 9ue t)o de perto nos rodeiaI e corramos com paci2ncia a carreira 9ue nos est6 propostaI ol8ando para JesusI autor e consumador da <é.edi2ncia G lei de Deus. . K.ito ou pr6tica 9ue condu% ao pecado e le1a a desonra a CristoI precisa ser posto de ladoI se!a 9ual <or o sacri<-cio. In1e!aI mal-ciaI ruins suspeitasI maledic2nciasI co.mete Gs condiD@es <icar6 desapontado ao <im da carreira. >)o importa com 9uanto entusiasmo e ardor ti1essem corrido os competidoresI o pr2mio seria apenas de um. Por esses atos Deus 8a1ia recon8ecido Israel como Sua i re!a.sp-rito de Deus.ida disciplinaI n)o esta1am ainda assim se uros da 1itória.le compreendia 9ue se n)o praticasse na 1ida os princ-pios em 9ue cria e 9ue pre a1aI seu tra. Suas P6 .iDa O s)o em. . #M$&. todos comeram dum mesmo man!ar espiritual. . Paulo aponta1a aos cor-ntios as e=peri2ncias do anti o IsraelI as . Com todas as suas <orDas continua1a a lutar contra as inclinaD@es naturais. . O apóstolo se compara a uma pessoa disputando uma carreiraI es<orDando cada ner1o para alcanDar o pr2mio.atoI n)o como . Assim <oram condu%idos a sal1o atra1és do 7ar :ermel8oI en9uanto os e -pciosI procurando atra1ess6Olo da mesma maneiraI <oram todos su.les o <a%emKI declaraI Kpara alcanDar uma coroa corrupt-1el. . Insistia com eles para 9ue por<iassem lealmenteI . A .m todas as suas pere rinaD@esI os 8e. 8a1endo <eito issoI precisa o crist)o es<orDarOse ao m6=imo para alcanDar a 1itória. #M$*.K I Cor. Se P6 .e.em como o mais <orteI podem alcanDar a coroa de lória imortal. Antes su.le sa.iam da pedra espiritual 9ue os se uiaI e a pedra era Cristo. Sempre sentia a necessidade de colocar estrita uarda so. A m)o de um apenas a arraria o co. 'M#. Cada ato acrescenta seu peso na . >ós estamos lutando por um pr2mio in<initamente mais 1aliosoI a própria coroa da 1ida eterna. '1$ de lória imortal 9ue ser6 dada ao 9ue corre 1itoriosamente a carreira crist).re si mesmoI para 9ue os dese!os terrestres n)o lo rassem minar seu %elo espiritual. ?ecorda1aOl8es a miraculosa maneira por 9ue os 8e. itoI so.K 7ar. 14M'.araDos 9ue o crist)o de1e pAr de ladoI se 9uiser correr com 2=ito a carreira para a imortalidade. Sua con1ersaD)oI sua in<lu2nciaI sua recusa de renderOse G satis<aD)o própriaI de1iam mostrar 9ue sua reli i)o n)o era mera pro<iss)o mas um 1i1er di6rio em li aD)o com Deus.elecidos pela Pala1ra de DeusI é n)o raro ol8ada como coisa sem importSncia O assunto por demais tri1ial para 9ue se l8e d2 atenD)o. 0m al1o mantin8a ele sempre diante de siI e luta1a <er1orosamente por alcanD6Olo O Ka !ustiDa 9ue 1em de Deus pela <éK.astante para promo1er a de radaD)o do car6ter e des1iar a outros.ter o pr2mioI mas ao estenderem a m)o para apan86OloI outroI um instante antes deleI poderia arre.alanDa 9ue determina a 1itória ou <racasso na 1ida.atal8a contra o mal n)o terminaria en9uanto ele ti1esse 1ida. K.K I Cor. 1$M1 e $. Hilip. >in uém 9ue se!a <er1oroso e perse1erante dei=ar6 de alcanDar sucesso. Al uns podiam dedicar supremo es<orDo para o. Paulo apresenta a di<erenDa entre a coroa de louros <enec-1eis rece. Paulo temia 9ueI tendo pre ado a outrosI 1iesse ele próprio a <icar repro1ado. Para alcanDar um pr2mio perec-1elI os corredores re os n)o <u iam a 9ual9uer es<orDo ou disciplina. >)o é dos li eiros a carreiraI nem dos 1alentes a pele!a. a recompensa dada aos 9ue P6 . '1* pala1rasI atos e pai=@es O tudo era posto so. 0m pecado acariciado é .2nD)os 9ue l8es recompensaram a o.ia 9ue sua .e.reus se salienta a inteire%a de propósito 9ue de1e caracteri%ar a carreira do crist)o para a 1ida eternaM KDei=emos todo o em.ra esta inteire%a de propósitos para 1encer na carreira pela 1ida eterna 9ue Paulo ansia1a 1er re1elada na 1ida dos crentes cor-ntios.uscando dia a dia a piedade e a e=cel2ncia moral. .e.K I Cor.ia 9ue para alcanDarem o ideal de CristoI tin8am eles diante de si uma luta 1ital-cia na 9ual n)o 8a1eria tré uas.2nD)o do Céu n)o pode acompan8ar 9ual9uer 8omem em 1iolaD)o dos eternos princ-pios de !ustiDa. Fu)o mais cuidadosa de1eria ser nossa lutaI e 9u)o maior nossa disposiD)o para o sacri<-cio e renPnciaT >a ep-stola aos 8e. Suplica1aOl8es para porem de lado todo em.metido G renPncia e r.al8o em <a1or de outros em nada l8e apro1eitaria. '1' para sal1ar o corpo da morteI o pé ou a m)o de1em ser cortadosI ou mesmo o ol8o arrancadoI 9u)o mais pressuroso de1eria ser o crist)o em a<astar o pecado 9ue le1a morte G almaT Os competidores nos anti os !o osI depois de se 8a1erem su. Tal n)o é o caso na mil-cia crist).mer idos.K 3e. Podem 1encer todos os 9ueI pelo poder da di1ina raDaI condu%em a 1ida em con<ormidade com a 1ontade de Cristo. #M+'O+*.iDado tesouro.ida pelo 1encedor nas corridasI e a coroa P6 . KPois eu assim corroKI di% eleI Kn)o como a coisa incertaJ assim com. A pr6ticaI nos pormenores da 1idaI dos princ-pios esta. Cada 86. a oni%ante es<orDo para conser1ar a 1elocidade.edi2ncia e os !u-%os 9ue se uiram suas trans ress@es.atarOl8e o co. a proteD)o da nu1em de diaJ e da coluna de <o o de noite. As pala1ras Ksu. Paulo sa.eram todos duma mesma . >in uém 9ue se su. #M$+.!u o o meu corpoI e o redu%o G ser1id)oI para 9ueI pre ando aos outrosI eu mesmo n)o 1en8a de al uma maneira a <icar repro1ado.ida espiritualI por9ue . 7as considerando o 9ue est6 em !o oI nada é pe9ueno 9uando a!uda ou estor1a. o controle do . KSe a tua m)o te escandali%arKI disse o Sal1adorI KcortaOaJ mel8or é para ti entrares na 1ida alei!adoI do 9ueI tendo duas m)osI ires para o in<ernoI para o <o o 9ue nunca se apa aJ eI se o teu pé te escandali%arI cortaOoJ mel8or é para ti entrares co=o na 1idaI do 9ueI tendo dois pés seres lanDado no in<erno. K>)o sa.eis 1ósKI per unta PauloI K9ue os 9ue correm no est6dioI todosI na 1erdadeI corremI mas um só le1a o pr2mioQK I Cor.iDado alard)o. Sempre mantin8a diante de si o ideal a ser alcanDadoI e esse ideal procura1a ele alcanDar mediante 1olunt6ria o.atendo no ar..araDoI e a prosse uir rumo ao al1o da per<eiD)o em Cristo. O mais <raco dos santosI . '1+ triun<am ser6 proporcional G ener ia e <er1or com 9ue lutaram. >os !o os cor-ntiosI as derradeiras passadas dos contendores eram dadas so.metia a se1ero e=erc-cio. Para 9ue n)o 1iesse a correr incertamente ou a esmo na carreira crist)I Paulo se su..reus ti1eram .!u o o meu corpoKI literalmente si ni<icam repelir por se1era disciplina os dese!osI os impulsos e as pai=@es.reus <oram tirados do . . Assim o crist)oI ao apro=imarOse do al1oI prosse uir6 com ainda maior %elo e determinaD)o 9ue no in-cio da carreira.

. itoI e por causa de seu pecado e re.K I Cor. KA caridade é so<redoraI é .I se todos <ossem um só mem.e.K I Cor.oas 9ualidades de outros. I Cor. .erI e se le1antaram para <ol arI 9ue se a<astaram do temor de DeusI o 9ual 8a1iam e=perimentado 9uando presenciaram a entre a da leiJ eI <a%endo um .stas coisas <oramOnos <eitas em <i urasI para 9ue n)o co. As pala1ras de ad1ert2ncia do apóstolo G i re!a de CorintoI s)o aplic61eis a todos os temposI e especialmente adaptadas a nossos dias.K I Cor. 14M'1 e '$.K I Cor. A caridade Kn)o se porta com indec2nciaI n)o . .usca apenas o deleite dos ol8osI dos ou1idosI do paladarI ou 9ue sanciona a condescend2ncia própriaI n)o é a reli i)o de Cristo.ilmente a -ntima e 8armoniosa relaD)o 9ue de1e e=istir entre todos os mem.eni naJ a caridade n)o é in1e!osaJ a caridade n)o trata com le1iandadeI n)o se enso. Por idolatria entendia ele n)o apenas a adoraD)o de -dolosI mas o e ocentrismoI o amor das comodidades e a condescend2ncia com o apetite e pai=)o.reusI toda1ia por causa do seu dese!o pelas comodidades dei=adas no .re é constru-do so. Se eles se tornassem presunDosos e c8eios de con<ianDa própriaI ne li enciando 1i iar e orarI cairiam em ra1e pecadoI atraindo so.sp-rito.a Cristo como seu uia.K I Cor. Hoi 9uando os <il8os de Israel se assentaram a comer e a .ece. Paulo insta1a com seus irm)os para 9ue per untassem a si mesmos 9ue in<lu2ncia suas pala1ras e atos esta1am e=ercendo so.icioso 8ipócrita..eDa aos pésM >)o ten8o necessidade de 1ós.ora inocente em si mesmaI 9ue pudesse parecer sanD)o G idolatriaI ou o<ender os escrPpulos P6 . .. De maneira 9ueI se um mem. ent)oI com pala1ras 9ue desde a9uele dia até ao presente t2m sido uma <onte de inspiraD)o e encora!amento a 8omens e mul8eresI Paulo e=pAs a importSncia deste amor 9ue de1eria ser acariciado pelos se uidores de CristoM KAinda 9ue eu <alasse as l-n uas dos 8omens e dos an!osI e n)o ti1esse caridadeI seria como o metal 9ue soa ou como o sino 9ue tine. .sp-rito <ormando um corpoKI escre1eu eleI K9uer !udeusI 9uer re osI 9uer ser1osI 9uer li1resI e todos temos . A mais pura ale ria !orra da mais pro<unda 8umil8aD)o.re o <undamento da paci2nciaI do amor e da su.roI onde estaria o corpoQ A ora pois 86 muitos mem.le mostrou como o amor ao con<orto e aos pra%eres tin8a preparado o camin8o para os pecados 9ue atra-ram a not61el 1in anDa de Deus.ora possua rande <éI e ten8a poder mesmo para operar mila resI toda1ia sem amor sua <é ser6 de nen8uma 1alia.usca os seus interessesI n)o se irritaI n)o suspeita malK. . 1'M+. !u-%os de Deus ca-ram so.ro padeceI todos os mem.ros no corpoI cada um deles como 9uis. O apóstolo ad1ertiu os cor-ntiosM KA9uele pois 9ue cuida estar em péI ol8e n)o caia. .K I Cor.er. '1# seus . 1'M1O '. .ros i ual cuidado uns dos outros.rosI mas um P6 .stante o <a1or mostrado por Deus aos 8e. . . Por9ue tam. se a orel8a disserM Por9ue n)o sou ol8o n)o sou do corpoJ n)o ser6 por isso do corpoQ Se todo o corpo <osse ol8oI onde estaria o ou1idoQ Se todo <osse ou1idoI onde estaria o ol<atoQ 7as a ora Deus colocou os mem. PortaiO 1os de modo 9ue n)o deis escSndalo nem aos !udeusI nem aos re osI nem G i re!a de Deus.an9uete licencioso relacionado com a adoraD)o de BaalOPeorI 9ue muitos dos <il8os de Israel ca-ram por causa da licenciosidade. Poder6 ostentar rande li. 1$M1'O$&. 0ma mera pro<iss)o de <é em CristoI um presumido con8ecimento da 1erdadeI n)o tornam um 8omem crist)o. 14M1'.roI mas muitos.m seu %eloI poderia mesmo so<rer a morte de m6rtirI mas n)o sendo impulsionado por amorI seria considerado por Deus como iludido entusiastaI ou am. Ora 1ós sois o corpo de CristoI e seus mem.ido de um . <oi depois de 8a1erem <ru-do um .iDaram. '15 corpo.ro é 8onradoI todos os mem.miss)o G 1ontade de Deus.ém o corpo n)o é um só mem. o ol8o n)o pode di%er G m)oM >)o ten8o necessidade de tiJ nem ainda a ca.u-sse toda a min8a <ortuna para sustento dos po. ainda 9ue distri. KFuer comaisI 9uer . Deus assim <ormou o corpoI dando muito mais 8onra ao 9ue tin8a <alta delaJ para 9ue n)o 8a!a di1is)o no corpoI mas antes ten8am os mem.eralidadeJ mas se ele por 9ual9uer outro moti1o 9ue n)o o enu-no amorI entre ar todos os P6 . KPois todos nós <omos .re outrosI e para 9ue n)o <i%essem coisa al umaI em.ui a mais <a1or61el das intenD@es aos moti1os e atos dos outros.resI e ainda 9ue entre asse o meu corpo para ser 9ueimadoI e n)o ti1esse caridadeI nada disso me apro1eitaria. K. 1'M*. ainda 9ue ti1esse o dom de pro<eciaI e con8ecesse todos os mistérios e toda a ci2nciaI e ainda 9ue ti1esse toda a <éI de maneira tal 9ue transportasse os montesI e n)o ti1esse caridadeI nada seria.m.ros em particular. >)o o. 14M1$. O apóstolo ordenou aos crentes cor-ntios a atenderem Gs liD@es contidas na e=peri2ncia de Israel.ros se re o%i!am com ele.resI o ato n)o o recomendar6 ao <a1or de Deus. .e%erro de ouro para representar a DeusI o adoraram.le l8es deu a se uranDaM KHiel é DeusI 9ue n)o 1os dei=ar6 tentar acima do 9ue podeisI antes com a tentaD)o dar6 tam.icemos as coisas m6sI como eles co.ros padecem com eleJ eI se um mem. . Se o pé disserM Por9ue n)o sou m)oI n)o sou do corpoJ n)o ser6 por isso do corpoQ . 14M5N <oram <eridos pela pra a num dia.K I Cor.e.e. Amor i ual ao de Cristo atri.re si a ira de Deus. Pela comparaD)o da i re!a com o corpo 8umanoI o apóstolo ilustrou 8a. >)o e=p@e desnecessariamente suas <altasJ n)o ou1e com a1ide% relatórios des<a1or61eisI mas antes procura tra%er G mente as .ati%ados em um .re eles. 0ma reli i)o 9ue . 14M.ais ou <aDais outra 9ual9uer coisaI <a%ei tudo para lória de Deus. O car6ter mais <orte e mais no. '1& dos 9ue <ossem <racos na <é. A roc8a <erida tipi<ica1a CristoI 9ue de1ia ser <erido pelas trans ress@es dos 8omensI para 9ue a <onte de sal1aD)o pudesse !orrar para todos. '1.ens para sustento dos po.ros da i re!a de Cristo.eli)oI os P6 . Toda1ia Paulo n)o 9ueria 9ue se entre assem ao desespero ou desalento. >)o importa 9u)o alta se!a a pro<iss)oI a9uele cu!o coraD)o n)o est6 c8eio de amor a Deus e aos semel8antesI n)o é 1erdadeiro disc-pulo de Cristo. A ira de Deus se le1antou e a Seu mando K1inte e tr2s milK LI Cor.ém o escapeI para 9ue a possais suportar. .

ene<iciar.undantes na o. BemOsucedidos em. Al uns 8a1iam ido ao ponto de ne ar a doutrina da ressurreiD)o. . Opresso pelas di1is@es na i re!aI encontrando a in ratid)o e traiD)o da parte de al uns de 9uem espera1a simpatia e con<ortoI sentindo o peri o 9ue ameaDa1a as i re!as 9ue a. 11M$5NI e particularmente da i re!a de CorintoI pesa1a so.ilitando a 1ida. Dei=ou pois TrAadeI e atra1essou para a 7acedAniaI encontrandoOse com Timóteo em Hilipos. >o decl-nio do padr)o moral entre os crentes cor-ntiosI 8ou1e os 9ue a.ida sua mensa em.re elesI re1elando os pecados ocultos 9ue l8es esta1am de. 7as a ora Cristo ressuscitou dos mortosI e <oi <eito as prim-cias dos 9ue dormem.O5. 1*M*5.idasQ Depois de 8a1er remetido a cartaI Paulo temeu 9ue o 9ue 8a1ia escrito pudesse <erir muito a <undo a9ueles a 9uem dese!a1a . . Com an ustiante ansiedade esperou rece.rindoOseOme uma porta no Sen8orK LII Cor. I Cor. assim somos tam. '$1 incorrupti. (lorioso é o triun<o 9ue espera o <iel.uropa. $M1'. Por9ueI se os mortos n)o ressuscitamI tam.O amor Kn)o <ol a com a in!ustiDaI mas <ol a com a 1erdadeJ tudo so<reI tudo cr2I tudo esperaI tudo suportaK. .ora seus es<orDos em TrAadeI ele n)o permaneceu ali muito tempo. O apóstoloI recon8ecendo as possi.al8o neste lu ar.ra do Sen8orI sa. Como seriam essas ad1ert2ncias rece. I Cor. KA.I se Cristo n)o ressuscitouI é 1) a 1ossa <éI e ainda permaneceis nos 1ossos pecados.ilidadeI e 9ue isto 9ue é mortal se re1ista da imortalidade. KA oraI poisI permanecem a <éI a esperanDa e a caridadeI estas tr2sI mas a maior destas é a caridade. Como precioso tesouroI ser6 le1ado por seu possuidor atra1és das portas da cidade de Deus.etaJ por9ue a trom.re seu coraD)o.K I Cor. Depois <oi 1isto por Tia oI depois por todos os apóstolos.ilidades 9ue tin8am perante si os crentes cor-ntiosI procurou colocar diante deles o 9ue ele1a do e o-smo e do sensualI e lori<ica a 1ida com a esperanDa da imortalidade.ém Cristo n)o ressuscitou. Os 9ueI como o apóstoloI !6 sentiram a responsa. K. KO cuidado de todas as i re!asK LII Cor. . Assim o apóstoloI da maneira mais decidida e impressi1aI procurou corri ir as <alsas e peri osas idéias e pr6ticas 9ue esta1am pre1alecendo na i re!a de Corinto. '1 A 7ensa em Atendida P6 .. Declarou 9ue CristoI depois de Sua morteI Kressuscitou ao terceiro diaI se undo as .K II Cor..rir e <ec8ar de ol8osI ante a Pltima trom. Halou claramenteI porém em amor por suas almas.is a9ui 1os di o um mistérioKI declarou o apóstoloJ Kna 1erdade nem todos dormiremosI mas todos seremos trans<ormadosI num momentoI num a.ra atualmenteI sa.idas pelos irm)os de Corinto as pala1ras de consel8o e repro1aD)o 9ue l8es en1iaraJ mas nisso ele <icou decepcionado. 1*M1'O$4.ém os 9ue dormiram em Cristo est)o perdidos. .ém. Jamais perde seu 1alorJ é um atri.spera1a encontrar Tito em TrAade e dele ou1ir de como 8a1iam sido rece.ril8ou so.ilidadeI e isto 9ue é mortal se re1estir da imortalidadeI ent)o cumprirOseO6 a pala1ra 9ue est6 escritaM Tra ada <oi a morte na 1itória. '$$ mel8or apreciarOl8e a depress)o de esp-rito e o sentimento de culpa.endo 9ue o 1osso tra. Com poder con1incente o apóstolo e=pAs a rande 1erdade da ressurreiD)o. . DemorandoOse por al um tempo em TrAade Kpara pre ar o e1an el8o de CristoKI encontrou al uns 9ue esta1am prontos para ou1irOl8e a mensa em.al8o n)o é 1)o no Sen8or. Onde est6I ó morteI o teu a uil8)oQ Onde est6I ó in<ernoI a tua 1itóriaQ. KSe n)o 86 ressurreiD)o dos mortosKI ar umentouI Ktam. . 1'M. Ardentemente e=ortouOos a serem <iéis a sua alta 1ocaD)o em Cristo.K I Cor. Os ser1os de Deus 9ue le1am o <ardo de Sua o. P6 .ém Cristo n)o ressuscitou. 7as raDas a Deus 9ue nos d6 a 1itória por nosso Sen8or Jesus Cristo.er al uma not-cia de como <ora rece.ilidade por amadas i re!as ou instituiD@esI podem P6 .re o rande apóstolo. K7eus amados irm)osKI instou eleI Ksede <irmes e constantesI sempre a.ste amor Knunca <al8aK.al8oI con<lito e ansioso cuidado 9ue reca-a so.ém a mimK.ri a1am a ini9RidadeI compelido a dar em repro1aD)o do pecado um testemun8o -ntimo e penetranteI esta1a ao mesmo tempo oprimido pelo temor de ter a ido com demasiada se1eridade. Se esperamos em Cristo só nesta 1idaI somos os mais miser61eis de todos os 8omens. '$4 da ressurreiD)o de Cristo. 1*M+O&.K I Cor.ém é 1) a 1ossa <é. O apóstolo transportou o pensamento dos irm)os cor-ntios para os triun<os da man8) da ressurreiD)oI 9uando todos os santos 9ue dormem ser)o ressuscitados para 1i1er para sempre com seu Sen8or. 1'M1'.K I Cor. . Depois <oi 1istoI uma 1e% por mais de 9uin8entos irm)osI dos 9uais 1i1e ainda a maior parteI mas al uns !6 dormem tam.I se Cristo n)o ressuscitouI lo o é 1) a nossa pre aD)oI e tam. Paulo en<rentou esta 8eresia com um claro testemun8o re<erente G ine 61el e1id2ncia P6 . . Temia pro<undamente uma maior separaD)oI e al umas 1e%es ansia1a tra%er de 1olta suas pala1ras.uto celestial. K>)o ti1e descanso no meu esp-ritoKI escre1eu com relaD)o a esta e=peri2nciaI Kpor9ue n)o ac8ei ali meu irm)o Tito. 1*M*1O*&.ém considerados como <alsas testemun8as de DeusI pois testi<icamos de DeusI 9ue ressuscitou a CristoI ao 9ualI porémI n)o ressuscitouI seI na 1erdadeI os mortos n)o ressuscitam.eta soar6I e os mortos ressuscitar)o incorrupt-1eisI e nós seremos trans<ormados.em al uma coisa da mesma e=peri2ncia de tra. '$+ Durante este tempo de ansiedade com respeito G i re!a de CorintoI Paulo espera1a pelo mel8orJ toda1ia Gs 1e%es sentimentos de pro<unda triste%a l8e 1arriam a almaI pelo receio de 9ue seus consel8os e admoestaD@es pudessem ser malcompreendidos. . tam.andonaram al uns aspectos <undamentais de sua <é.scriturasKI depois do 9ueI K<oi 1isto por Ce<asI e depois pelos do%e.m suas ad1ert2ncias e repro1aD@es a lu% do trono de Deus . $M1$NI <oi como declarou mais tarde com re<er2ncia a seu tra. Por9ue con1ém 9ue isto 9ue é corrupt-1el se re1ista da P6 . '$' De C<esoI Paulo empreendeu outra 1ia em mission6riaI durante a 9ual espera1a 1isitar uma 1e% mais os lu ares 9ue <oram cen6rio de seu primeiro tra.al8o na .I 9uando isto 9ue é corrupt-1el se re1estir da incorrupti. por derradeiro de todos me apareceu tam.

Paulo esta1a a ora c8eio de <é e esperanDa.endo 9ueI como sois participantes das a<liD@esI assim o sereis tam. . $M1. '$. $M1+ e 1*. .K II Cor. Por9ue para Deus somos o . Halsos ensinadores 8a1iam .ra operada nelesM KAinda 9ue 1os contristei com a min8a cartaI n)o me arrependoI em.uta a Deus todo o lou1or por esta trans<ormaD)o do coraD)o e da 1ida.sp-rito de Deus 1i1oI n)o em t6. / semel8anDa do incensoI a <ra rSncia do e1an el8o de1ia ser di<undida atra1és do mundo. '$5 .em poderiam e=clamar com o apóstoloM KPara estas coisas 9uem é idAneoQK II Cor.atidosI nos consolou com a 1inda de Tito. .m tais ocasi@es eram desi nados incensadoresI e na triun<al marc8a de re resso do e=ércitoI o sua1e odor era para os cati1os destinados para morrerI um c8eiro de morteI o 9ual indica1a estarem eles pró=imos da e=ecuD)oJ mas para os prisioneiros 9ue 8a1iam alcanDado o <a1or de seus captoresI e cu!a 1ida de1ia ser poupadaI era um c8eiro de 1idaI pois isto l8es indica1a estarem perto da li.em da piedade pr6tica. Por9ue !6 é mani<esto 9ue 1ós sois a carta de CristoI ministrada por nósI e escritaI n)o com tintaI mas com o P6 . O 8a1erem rece..atesI temores por dentro.ora !6 me ti1esse arrependido. Os crentes cor-ntiosI 9ue 8a1iam sido le1ados do culto dos -dolos para a <é no e1an el8oI eram eles mesmos toda a recomendaD)o de 9ue Paulo necessita1a. A isto se re<ere a ora o apóstoloI 9uando per unta aos mem.undantes em nósI assim tam. Ao rece. As perple=idades e desencora!amento de 9ue Paulo se ac8a1a rodeado s)o re1elados nestas pala1rasM KHomos so. 3a1ia al uns 9ue tin8am acusado a Paulo de lou1or próprio por 8a1er escrito a carta anterior.uas de carne do coraD)o. A oraI porémI uma causa de ansiedade esta1a remo1ida.KA nossa carne n)o te1e repouso al umKI escre1eu mais tardeI Kantes em tudo <omos atri. 'M1. C8eio de satis<aD)oI o apóstolo en1iou outra carta aos crentes de CorintoI e=pressando sua ale ria de coraD)o por causa da .ra costume da época um eneral 1itorioso numa uerra condu%ir em seu retorno um sé9uito de cati1os.ulaD)oI para 9ue tam.om c8eiro de CristoI nos 9ue se sal1am e nos 9ue se perdem. KPor9ueI P6 . K:ós sois a nossa cartaKI disse eleI Kescrita em nossos coraD@esI con8ecida e lida por todos os 8omens.ém possamos consolar os 9ue esti1erem em al uma tri.ros da i re!a se assim 8a1iam !ul ado seus moti1os.ertaD)o.raram sua 1itória so. Fuem est6 8a.raI os <undadores dessas i re!asI n)o tin8am necessidade de tal recomendaD)o.ra de Deus em CorintoI e em pala1ras de lou1or e=tra1asou a ratid)o 9ue l8e ia na alma. KA ora <ol oKI continuouI Kn)o por9ue <ostes contristadosI mas por9ue <ostes contristados para o arrependimentoI pois <ostes contristados se undo DeusJ de maneira 9ue por nós n)o padecestes dano em coisa al uma. A <idelidade em pre ar a Pala1raI unida a uma 1ida pura e consistenteI só pode tornar os es<orDos dos pastores aceit61eis a Deus e pro1eitosos Gs almas. &M5. '$& impressionar os crentes com a solene responsa.re a o. Aos 9ue aceitassem a CristoI a mensa em seria um c8eiro de 1ida para 1idaJ masI aos 9ue persistissem na incredulidadeI um c8eiro de morte para morte.ém padecemosJ e a nossa esperanDa acerca de 1ós é <irmeI sa. Por9ue a triste%a se undo Deus opera arrependimento para a sal1aD)oI da 9ual nin uém se arrepende.oa o.K II Cor. para estas coisas 9uem é idAneoQK II Cor.le e seus cola.e!a por meio de Cristo.uscado destruir sua in<lu2ncia entre os crentesI inculcandoOl8es suas próprias doutrinas em lu ar da 1erdade e1an élica.ém a nossa consolaD)o so. Sentindo a opressora ma nitude da o.ste arrependimentoI produ%ido pela in<lu2ncia da di1ina raDa no coraD)oI le1ar6 G con<iss)o e ao a.K II Cor. Por al um tempo Paulo esti1era le1ando um peso de alma pelas i re!as O um peso t)o rande 9ue ele mal o podia suportar.raI .ste <iel mensa eiro trou=e as ale res no1as de 9ue mara1il8osa mudanDa ocorrera entre os crentes cor-ntios. Sentia 9ue Satan6s n)o 8a1eria de triun<ar so. K(raDas a P6 . 1M5. Por9ueI como as a<liD@es de Cristo s)o a.K II Cor. 'M$ e '. 7asI se somos atri..K II Cor.er as no1as da aceitaD)o de sua carta aos cor-ntiosI Paulo prorrompeu em pala1ras de !P. .ulaD)oI com a consolaD)o com 9ue nós mesmos somos consolados de Deus.remaneira a ra1ados mais do 9ue pod-amos suportarI de modo tal 9ue até da 1ida desesperamos.raI Paulo e=clamouM K.ilo pela recon1ers)o deles e crescimento na raDaI Paulo tri. $M1.ilidade do ministério e1an élico. DeusKI e=clamouI K9ue sempre nos <a% triun<ar em CristoI e por meio de nós mani<esta em todo o lu ar o c8eiro do Seu con8ecimento.K II Cor. Os pastores de nossos diasI 9ue arcam com o peso da rande%a da o.oradores cele. 1M'O&.iloM KBendito se!a o Deus e Pai de nosso Sen8or Jesus CristoI o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolaD)oI 9ue nos consola em toda a nossa tri. '$* 9uanto cuidado n)o produ%iu isto mesmo em 1ósI 9ue se undo Deus <ostes contristadosT Fue apolo iaI 9ue indi naD)oI 9ue temorI 9ue saudadesI 9ue %elo. Fuando torturado pelo temor de 9ue suas pala1ras pudessem ser despre%adasI sentiu al umas 1e%es pesar de 8a1er escrito t)o decidida e se1eramente. &M*.re os inimi os de Cristo e da 1erdadeI saindo com no1o %elo para estender o con8ecimento do Sal1ador.andono do pecado. . Crentes 9ue se muda1am para outro lu arI le1a1am muitas 1e%es cartas de recomendaD)o da i re!a a 9ue esta1am antes unidosJ mas os pioneiros da o. KComeDamos outra 1e% a lou1arOnos a nós mesmosQK inda ouJ ou necessitamosI como al unsI de cartas de recomendaD)o para 1ósI ou de recomendaD)o de 1ósQK II Cor. Paulo se re<eriu aos irm)os cor-ntios como suas testemun8as.ém da consolaD)o. .ido a 1erdadeI e a re<orma operada em sua 1idaI da1am elo9Rente testemun8o da <idelidade de seus tra. 7uitos 8a1iam aceito as instruD@es contidas na carta de PauloI e arrependeramOse de seus pecados.uas de pedraI mas nas t6. Suas 1idas n)o eram mais uma repro1aD)o ao cristianismoI mas e=erciam poderosa in<lu2ncia a .uladosI é para 1ossa consolaD)o e sal1aD)oJ ouI se somos consoladosI para 1ossa consolaD)o éI a 9ual se opera suportando com paci2ncia as mesmas a<liD@es 9ue nós tam. .uladosJ por <ora com.K II Cor.K II Cor.ilitado a pre ar a Cristo de maneira 9ue Seus inimi os n)o ten8am !usto moti1o para despre%ar o mensa eiro ou mensa em por ele le1adaQ Paulo dese!a1a P6 . Tais eram os <rutos 9ue o apóstolo declara1a terem sido 1istos na 1ida dos crentes cor-ntios. 7as DeusI 9ue consola os a.al8os e de sua autoridade para aconsel8arI repro1ar e e=ortar como ministro de Cristo. &M# e 14. &M11.=pressando seu !P.

7as os 9ue o Sen8or a. P6 . >os 9uais o deus deste século ce ou os entendimentos dos incrédulosI para 9ue l8es n)o resplandeDa a lu% do e1an el8o da lória de CristoI 9ue é a ima em de Deus.enDoa com poder e 2=ito em Sua o.K II Cor. .ai=o as <ortale%as de Satan6s. +M1O. Os 9ue o ou1em sa. So<rendo <isicamente atra1és de pri1aD@es e <adi asI esses ministros de Cristo esta1am imitando Sua morte.al8os de Paulo.arroI para 9ue a e=cel2ncia do poder se!a de DeusI e n)o de nós. Tin8am procurado manter sua conduta em 8armonia com seu ensinoI para 9ue a 1erdade apresentada se recomendasse G consci2ncia de cada 8omem.em 9ue ele se tem ac8e ado a Deus em oraD)o <er1ente e e<ica%.ra do 7estre. assim nósI 9ue 1i1emosKI escre1euI Kestamos sempre entre ues G morte por amor de JesusI para 9ue a 1ida de Jesus se mani<este tam. . Tra. Com Paulo eles di%emM K>)o 9ue se!amos capa%esI por nósI de pensar al uma coisaI como de nós mesmosI mas a nossa capacidade 1em de DeusI o 9ual nos <e% tam. CristoI a esperanDa da lóriaI é neles <ormado.K II Cor. O or ul8oI a con<ianDa própriaI o amor do mundoI o criticismoI o rancorI a in1e!a s)o os <rutos 9ue apresentam muitos 9ue pro<essam a reli i)o de Cristo.il ministro do e1an el8o.er maior 8onra 9ue ser aceito por Deus como 86.nios.utar lóriaI 8onra e lou1or /9uele 9ue é so.K II Cor.m amor61el ministério de1em ir ao encontro dos necessitados e dos pecadores e ui6Olos G cru%. 3o!e os ministros de Cristo de1eriam ter o mesmo testemun8o 9ue a i re!a de Corinto deu dos tra.raI sentindo 9ue mantém para com a i re!a é para com o mundo uma relaD)o similar G 9ue mante1e Cristo.ra ministerial so. K. Seus l6. Por meio deles Sua lória de1e . 'M*. Tin8am apresentado a 1erdade com simplicidade e clare%aI orando pela con1icD)o e con1ers)o das almas.2nD)os de1em ser transmitidas ao mundo.ertoI para os 9ue se perdem est6 enco.re ele tem repousadoI sua alma sentiu o <o o 1ital e celestialI e est6 capacitado a comparar as coisas espirituais com as espirituais. Plenamente con1encido da realidade da 1erdade a ele con<iadaI nada poderia indu%ir Paulo a mane!ar a Pala1ra de Deus en anosamenteI ou a ocultar as con1icD@es de sua alma. . De maneira 9ue em nós opera a morteI mas em 1ós a 1ida.al8o esta1am continuamente em peri o.ém capa%es de ser ministros dum no1o testamento.rantadoI e muitos s)o le1ados a inda arM KFue é necess6rio 9ue eu <aDa para me sal1arQK Atos 1. +M&.al8a incansa1elmente para condu%ir pecadores a uma 1ida mais no. KTemosI porémI este tesouroKI prosse uiu o apóstoloI Kem 1asos de . +M5O14.ra n)o se en1aidecem.ios s)o tocados com a . Por9ue DeusI 9ue disse 9ue das tre1as resplandecesse a lu%I é 9uem resplandeceu em nossos coraD@esI para iluminaD)o do con8ecimento da lória de DeusI na <ace de Jesus Cristo. O . Pela a.ém em nossos corpos. K. +M11 e 1$. '$# ?econ8ece a importSncia de sua o. Por intermédio de 8omens Suas . >)o 8a1iam eles modelado sua <é e ensino de maneira a con1ir aos dese!os de seus ou1intesI nem sone aram 1erdades essenciais G sal1aD)o para tornar seu ensino mais atrati1o. 7asI se ainda o nosso e1an el8o est6 enco. . a 9ual se con1erteram.reiros. 7as o 9ue neles esta1a operando a morteI le1a1a 1ida e saPde espiritual aos cor-ntios 9ueI por crerem na 1erdadeI esta1am sendo <eitos participantes da 1ida eterna. . 0m 1erdadeiro ministro <a% a o.2ncia a ele entre ue como ministro de Cristo. As pri1aD@es 9ue suportaram esta1am astando suas <orDas. Sua 1idaI em e1idente contraste com a 1ida do Sal1adorI n)o raro d6 mau testemun8o do car6ter da o. Deus poderia ter proclamado Sua 1erdade por meio de an!os sem pecadoI mas este n)o é Seu plano.K II Cor. >ós cremos tam.K II Cor. >)o pode um 8omem rece.re e mais ele1adaI a <im de 9ue eles possam o. P6 .A con1ers)o dos pecadores e sua santi<icaD)o por meio da 1erdade é a mais <orte pro1aI para um pastorI de 9ue Deus o c8amou para o ministério.re tudo e so..erto.undante misericórdia de Deus ele e seus irm)os tin8am sido sustentados em di<iculdadesI a<liD)o e peri o.ora em constante peri o de mart-rio por causa da <é 9ue .M'4. em toda a sua o. ''4 Assim o apóstolo enalteceu a raDa e a misericórdia de DeusI mostradas na sa rada incum.ter a recompensa do 1encedor. 0m pastor é randemente <ortalecido por esses sinais de seu ministério. Os tesouros de 1alor inapreci61el s)o colocados em 1asos terrestres.le escol8e seres 8umanosI 8omens repassados de <ra9ue%asI como instrumentos na e=ecuD)o de Seus des. 7as con9uanto neste tempo 8a!a muitos pre adoresI 86 rande escasse% de pastores santos e capa%es O 8omens c8eios do amor 9ue 8a1ia no coraD)o de Cristo.ra de1em tri.re todos. Por9ue n)o nos pre amos a nós mesmosI mas a Cristo JesusI o Sen8orJ e nós mesmos somos 1ossos ser1os por amor de Jesus.ém <alamos.m 1ista distoI os se uidores de Jesus de1iam ser cuidadosos para n)o aumentarI por ne li 2ncia e desa<eiD)oI as car as e tra.ém em a nossa carne mortal. temos portanto o mesmo esp-rito de <éKI continuou PauloI Kcomo est6 escritoM CriI por isso <alei.uladosKI escre1euI Kmas n)o an ustiadosJ perple=osI mas n)o desanimadosJ perse uidosI mas n)o desamparadosJ P6 . Apresentando ele o amor de DeusI o coraD)o é 9ue.ril8ar em meio Gs tre1as do pecado.rasa 1i1a do altarI e ele e=alta a Jesus como a Pnica esperanDa do pecador. KPelo 9ueI tendo este ministérioI se undo a misericórdia 9ue nos <oi <eitaI n)o des<alecemosJ antesI re!eitamos as coisas 9ue por 1er on8a se ocultamI n)o andando com astPcia nem <alsi<icando a Pala1ra de DeusJ e assim nos recomendamos G consci2ncia de todo o 8omemI na presenDa de DeusI pela mani<estaD)o da 1erdade.le n)o compraria ri9ue%asI 8onra ou pra%eres mediante o con<ormarOse com as opini@es do mundo. ?e<erindoOse a sua própria e=peri2nciaI Paulo mostrou 9ue ao escol8er o ser1iDo de Cristo n)o <ora mo1ido por moti1os e o-stasI pois seu camin8o tin8a sido assediado por pro1as e tentaD@es. A e1id2ncia de seu apostolado est6 escrita no coraD)o desses con1ersosI e é testemun8ada por sua 1ida reno1ada. ?econ8ecem sua inteira depend2ncia d.atidosI mas n)o destru-dosJ tra%endo sempre por toda a parte a morti<icaD)o do Sen8or Jesus no nosso corpoI para 9ue a 1ida de Jesus se mani<este tam.m. .leI sentindo 9ue n)o possuem por si mesmos nen8um poder. ''1 a.sp-rito Santo so.m tudo somos atri. Paulo recorda1a a seus irm)os 9ue como mensa eiros de CristoI ele e seus compan8eiros de tra.K II Cor. COl8e dado poder para pAr a. K. +M1'.al8os dos o.émI por isso tam.

re a Terra 9ue o amor de Deus <oi re1elado por meio de Cristo.le alcanDou as mais .ora sua <orDa <-sica esti1esse declinandoI <iel e ina. Paulo esta1a con1encido de 9ue se <ossem le1ados a compreender o estupendo sacri<-cio <eito pela ma!estade do CéuI todo o e o-smo seria .K I Jo)o +M14. +M1*. KOs 9ue dentre os <il8os de Le1i rece.oisQ Ou n)o o di% certamente por nósQ Certamente 9ue por nós est6 escritoJ por9ue o 9ue la1ra de1e la1rar com esperanDaI e o 9ue de. Fuando estudamos o car6ter di1ino G lu% da cru%I 1emos a misericórdiaI a compai=)o e o perd)oI misturados G e9Ridade e G !ustiDa. '$ 0ma I re!a Li. Demoradamente Paulo considerou ponto por pontoI para 9ue todos os 9ue lessem sua ep-stola pudessem compreender amplamente a mara1il8osa condescend2ncia do Sal1ador em seu .itando na lu% inacess-1el e toda1ia rece. carnaisQ Se outros participam deste poder so.K I Jo)o 'M1.ra de Deus na Terra.. ''.ém o Sen8or aos 9ue anunciam o e1an el8oI 9ue 1i1am do e1an el8o. 5M#.le mostrou como o Hil8o de Deus tin8a posto de lado Sua lóriaI su.le esta1a em i ualdade com Deus e com .K II Cor. ?e1estido de toda armadura de DeusI este 8erói da cru% prosse uia no con<lito. Assim ser)o os pecadores le1ados G cru%I a <im de contemplarem o Cordeiro de Deus.. Do sacerdote <oi ditoM KO Sen8or teu .eral P6 . A tri. :emos no trono Al uém tendo nas m)osI nos pés e no lado as marcas do so<rimento suportado para reconciliar o 8omem com Deus. P6 . Paulo sentia o poder do inimi oJ mas em. #M&O1+.endo 8omena em dos an!osI o apóstolo traDou Seu camin8o até 9ue .eis 1ós 9ue os 9ue administram o 9ue é sa rado comem do 9ue é do temploQ .ulaD)o produ% para nós um peso eterno de lória mui e=celenteJ n)o atentando nós nas coisas 9ue se 12emI mas nas 9ue se n)o 12emJ por9ue as 9ue se 12em s)o temporaisI e as 9ue se n)o 12em s)o eternas. ''' sacri<-cioI n)o recuou até 9ue ti1esse dado a 1ida.ate. $M5NI para 9ue pudesse le1antar o 8omem ca-doI da de radaD)o G esperanDaI G ale ria e ao Céu. Ol8os <itos na recompensa dos <iéisI ele e=clama1a em tom de 1itóriaM KA nossa le1e e momentSnea tri. Por1entura tem Deus cuidado dos . :emos um PaiI in<initoI 8a. KPor9ue !6 sa. Sua 1o% animosa proclama1aOo triun<ante no com. .ul8a de1e de.ediente até G morteI Ke morte de cru%K LHilip.m sua primeira carta G i re!a de CorintoI Paulo deu aos crentes instruD@es re<erentes a princ-pios erais so.anido da 1ida deles.ene<-cio. >)o sa.le entre o trono e a cru%.reJ para 9ue pela Sua po.o de Le1i <ora escol8ida pelo Sen8or para os sa rados o<-cios relacionados com o templo e o sacerdócio. Con8eceis a altura de onde . KPor issoKI declarou PauloI Kn)o des<alecemosJ mas ainda 9ue o nosso 8omem e=terior se corrompaI o interiorI contudoI se reno1a de dia em dia. ''$ KPor9ue tudo isso é por amor de 1ósKI declarouI Kpara 9ue a raDaI multiplicada por meio de muitosI torne a.ra a esperanDa de sal1ar almas 9ue os le1a1a a de1otar a 1ida a este tra.re a Terra 9ue Seus <il8os de1em re<letir este amor mediante uma 1ida irrepreens-1el. . K:ede 9u)o rande caridade nos tem concedido o PaiM 9ue <Assemos c8amados <il8os de Deus.ul8ar com esperanDa de ser participante.ala1elmente ele declara1a o e1an el8o de Cristo. Apresentando a Cristo ao tempo em 9ue . C so.m cada 1erdadeiro disc-puloI este amorI como <o o sa radoI arde no altar do coraD)o.scre1endo a respeito de seu tra. Consideramos Sua 1ida so. +M1& e 15.2nD)os espirituais.em o sacerdócio t2m ordemI se undo a leiI de tomar o d-%imo do po1o.metendoOSe 1oluntariamente Gs condiD@es da nature%a 8umanaJ e ent)o Se 8umil8ara como ser1oI tornandoOSe o. Procuramos <alar deste amorI e a lin ua em <al8a.K II Cor.K 3e.K I Cor. &M*. 9ue os 9ue de cont-nuo est)o !unto ao altar participam do altarQ Assim ordenou tam.re 1ósI por 9ue n)oI mais !ustamenteI nósQ 7as nós n)o usamos deste direitoJ antes suportamos tudoI para n)o pormos impedimento al um ao e1an el8o de Cristo. ''+ um amor sem limites. Os 9ue eram separados para esse sa rado o<-cio eram mantidos por seus irm)osI aos 9uais ministra1am . >)o para o en randecimento próprio pre a1am os apóstolos o e1an el8o. .ia 9ue A9uele 9ue 8a1ia morrido e ressuscitado poderia ressuscit6O lo da sepulturaI e apresent6Olo ao Pai. ''* .re%a enri9uec2sseis.al8o.oi 9ue tril8a o r)o. .endoOnos para Si atra1és dos méritos de Seu Hil8o.K II Cor.le nos amou a nósI e en1iou Seu Hil8o em propiciaD)o pelos nossos pecados.ai=ouJ a pro<unde%a da 8umil8aD)o a 9ue desceu. era esta esperanDa 9ue os li1rara de cessar seus es<orDos pelo temor dos peri os 9ue os ameaDa1am ou do so<rimento real. A nu1em de 1in anDa 9ue ameaDa1a apenas miséria e desesperoI G lu% da cru% re<letida re1ela as pala1ras de DeusM :i1eI pecadorI 1i1eT Penitente e crente almaI 1i1eT .le rece.ém o mesmoQ Por9ue na lei de 7oisés est6 escritoM >)o atar6s a .le est6 preparando para os 9ue O amamJ e n)o podemos mais 9ue e=clamarM Ó altura e pro<undidade do amor de CristoT K>isto est6 a caridadeI n)o em 9ue nós ten8amos amado a DeusI mas em 9ue .8a1ia pre ado aos cor-ntiosI n)o esta1a intimidadoJ pois sa.le .eis a raDa de nosso Sen8or Jesus CristoKI escre1euI K9ueI sendo ricoI por amor de 1ós Se <e% po.undante a aD)o de raDasI para lória de Deus.re a TerraI Seu sacri<-cio por nósI Sua o.re os 9uais se apóia o sustento da o. 7uito ardente e tocante é o apelo do apóstolo para 9ue seus irm)os cor-ntios considerassem de no1o o incompar61el amor de seu ?edentor.K II Cor.oca ao .u pa uei o res ateT >a contemplaD)o de Cristo demoramoOnos na praia de P6 .al8o apostólico em <a1or delesI ele interro aM KFuem !amais milita G sua própria custaQ Fuem planta uma 1in8a e n)o come do seu <rutoQ Ou 9uem apascenta o ado e n)o come do leite do adoQ Di o eu isto se undo os 8omensQ Ou n)o di% a lei tam. 0ma 1e% tendo entrado na senda da renPncia e do P6 . KSe nós 1os semeamos as coisas espirituaisKI inda ou mais o apóstoloI Kser6 muito 9ue de 1ós recol8amos as P6 . >)o 8ou1e repouso para .ra no Céu como nosso Ad1o ado e as mans@es 9ue . . Hoi so. O apóstolo a9ui se re<ere ao plano do Sen8or para a manutenD)o dos sacerdotes 9ue ministra1am no templo. +M1.ai=as pro<unde%as da 8umil8aD)o.

ra de apresentar ao mundo as ri9ue%as da . Se os pro<essos crist)os le1assem <ielmente a Deus os seus d-%imos e o<ertasI o di1ino tesouro estaria repleto. KA 9ual9uer 9ue muito <or dadoKI declarou o Sal1adorI Kmuito se l8e pedir6.al8oI !amais de1eriam ser compelidos a entrar na luta a sua própria custaI sem o compreensi1o e cordial au=-lio de seus irm)os. A cru% do Cal16rio de1e ser um apelo G . 'M14. C o esp-rito de co. Por este sistema de . O esp-rito de li.ens. >umerosas d6di1as e o<ertas <oram di1inamente especi<icadas..reiro do seu sal6rio.eralidade re9uerida dos 8e. >)o 8a1eria ent)o ocasi)o para recorrer a 9uermessesI ri<as ou reuni@es de di1ertimento a <im de an ariar <undos para a manutenD)o do e1an el8o.ros da i re!a repartir li. >)o admira 9ue a 1ida crist) de tais criaturas se!a uma e=ist2ncia atro<iada e en<ermiDaT A9uele cu!o coraD)o se a.aisI e di%eisM .eralmente com os 9ue p@em de lado seus a<a%eres seculares para 9ue se possam dar a si mesmos ao ministério. So. C a parte dos mem. Assim eraOl8es <eito lem.o. Tal1e%I sentindo 9ue n)o podem escapar G con!unturaI d)o uma importSncia t)o insi ni<icante 9ue n)o raro astam com coisas desnecess6rias. Hoi a esse plano para sustento do ministério 9ue Paulo se re<eriu 9uando disseM KAssim ordenou tam.ri aD@es s)o muito maioresI se uramenteI do 9ue o <oram as do anti o Israel. O princ-pio a.K I Tim.K 7al. O princ-pio ilustrado na 1ida dos mundanos é rece.an8o era tos9uiadoI do r)oI 9uando era mal8ado o tri oI eram postos de parte para Deus. 'M5 e #.le ser o primeiro.ene<-cio o Pai deu Seu Pnico Hil8oJ e CristoI tendo renunciado a tudo o 9ue possu-aI deuOSe a Si mesmoI para 9ue o 8omem pudesse ser sal1o. >)o antes 9ue Deus cesse de a.K 7al. As prim-cias da l)I 9uando o re.em escol8idas possesI seu mel8or e mais santo ser1iDo.eiam.ra na TerraI titu.eralidadeI tanto em sustentar a causa de Deus como em socorrer os necessitados.Deus o escol8eu.ra cometida a 8omens O a o. 15M*.ondadeI misericórdia e 1erdade. 9uando a Pltima rande col8eita esti1er recol8idaI os mol8os 9ue s)o 8a. / medida 9ue a o.ri aD)o de L8e de1ol1er a porD)o 9ue . Assim alcanDar)o ricas . 1$M+5.amosQ >os d-%imos e nas o<ertas alDadas. A li. ''# no a1anDamento da mais ele1ada e santa o.ens em .K Deut.ar6 o 8omem a DeusQ Toda1ia 1ós 7e rou.eralidade é o esp-rito do Céu. Para ocasi@es especiais 8a1ia o<ertas 1olunt6rias.m nosso . 7as 9uando solicitados a dar para o tesouro do Sen8orI a <im de 9ue se promo1a Sua o. A de1oluD)o do d-%imo era apenas uma parte do plano P6 .ra de Deus se estende por toda a P6 .K I Cor. ''5 Terra. .re a cru%. >)o apenas de1er)o eles de1ol1er ao Sen8or o 9ue L8e pertenceI mas tam.ais a 7imI 1ósI toda a naD)o.ém o Sen8or aos 9ue anunciam o e1an el8oI 9ue 1i1am do e1an el8o.ene<-cio próprioI na satis<aD)o do apetiteI no adorno pessoal ou no em.K Luc.K I Jo)o $M.al8o. Fuando os ministros de Deus s)o encora!adosI Sua causa a1anDa randemente. para 9ue assista a ser1ir no nome do Sen8or. Os 8omens s)o tentados a usar seus . .ene<iciar sua própria naD)oJ 8o!e em dia a o.le considerado como rou. KA9uele 9ue di% 9ue est6 n.ne ado dos talentos a eles entre ues. o sistema !udaicoI o po1o era ensinado a culti1ar o esp-rito de li.re. '+4 tesouroI como o<erta de ratid)oI um donati1o li. Assim esperam eles conse uir <elicidade e con<ortoI mas o <ruto do 9ue semeiam é miséria e morte.ros da i re!a n)o 8esitam em despender li1rementeI e até e=tra1a antemente. Cristo tin8a colocado nas m)os de Seus se uidores os tesouros do e1an el8oI e so.ém le1ar ao Seu P6 . Para 9ue esses pedidos possam ser atendidosI de1em os crist)os acatar a ordemM KTra%ei todos os d-%imos G casa do tesouroI para 9ue 8a!a mantimento na 7in8a casa. Os mensa eiros escol8idos de DeusI empen8ados em 6rduo tra. *M15. De i ual <ormaI os primo 2nitos de todos os animaisJ e o preDo de res ate era pa o pelo <il8o primo 2nito. Tudo 9ue possu-am era d.rasa com o amor de Cristo considerar6 n)o apenas um de1erI mas um pra%erI a!udar P6 .ele%amento de seus lares. >)o mani<estam nen8um amor real pelo ser1iDo de CristoI nen8um <er1ente interesse na sal1aD)o de almas.m 9ue Te rou.rar 9ue Deus era o propriet6rio de seus camposI re. Com o coraD)o !u. mais tardeI escre1endo a TimóteoI disse o apóstoloM KDi no é o o. As prim-cias de1iam ser apresentadas perante o Sen8or no santu6rioI e eram ent)o dedicadas ao uso dos sacerdotes.ilustrado é darI dar. .iDa 9ue le1a os 8omens a uardar para a satis<aD)o do euI o 9ue por inteira !ustiDa pertence a DeusI e este esp-rito éOL8e t)o a.le andou.erI rece.ene<ic2ncia de cada se uidor de Cristo. 0m décimo de toda a renda era reclamada pelo Sen8or como L8e pertencendoI e reter o d-%imo era por . >ossas o.ste esp-rito encontra sua mais alta mani<estaD)o no sacri<-cio de Cristo so.ilitados a tra%er ao 7estre ser)o a recompensa do uso a.leI tam. >a col8eita e na 1indimaI as prim-cias dos <rutos do campo O r)osI 1in8o e óleo O eram consa rados como o<erta ao Sen8or.an8os de o1el8as e de adoJ 9ue era .reus eraOo em rande parte para .iloso de1e dedicar ao Criador as prim-cias de sua enerosidade O suas mais .orrec-1el a ora como 9uandoI por intermédio do Seu pro<etaI se1eramente repreendeu Seu po1oI di%endoM K?ou.le 9uem en1ia1a o sol e a c8u1a para 9ue a seara se desen1ol1esse e amadurecesse. Deus mesmo tornar6 sua alma como um !ardim re adoI cu!as 6 uas n)o <altem. >)o é o propósito de Deus 9ue os crist)osI cu!os pri1ilé ios e=cedem em muito aos da naD)o !udaicaI d2em menos a. FuandoI porémI por causa do e o-smo dos 8omensI seu !usto sustento é retidoI suas m)os se en<ra9uecemI e muitas 1e%es sua utilidade é seriamente pre!udicada. Os respi os e os cantos do campo eram reser1ados para o po.leJ eles eram apenas mordomos de Seus .ém de1e andar como . Por outro ladoI o esp-rito de e o-smo é o esp-rito de Satan6s.eral. . #M1+.re eles colocou a responsa.ene<ic2nciaI o Sen8or procura1a ensinar a Israel 9ue em tudo de1ia .2nD)os.undantemente do 9ue deram eles. . ''& de Deus para o sustento de Seu tra...le reclama. Com maldiD)o sois amaldiDoadosI por9ue 7e rou.er.ra de Deus se ampliaI pedidos de au=-lio aparecer)o mais e mais <re9Rentemente.enDoar Seus <il8os estar)o eles li1res da o. Para estas coisas muitos mem.ilidade de dar as ale res no1as de sal1aD)o ao mundo.

ilidade repousa so. 1$M++. A. di o istoKI escre1eu ele aos cor-ntiosI K9ue o 9ue semeia poucoI pouco tam.undSncia do seu o%oI e como a sua pro<unda po.undeis em toda a .undeis nesta raDa.re%a a. .2nD)o 9ue de1eria 1ir so. A d6di1a do po. De1em eles ser repartidores da raDa de CristoI mediante o ne aremOse a si mesmos para a!udar a9ueles cu!as necessidades s)o mais prementes 9ue a deles próprios. 7ar. '++ irm)osI renunciaram ale rementeI e assim a. e &.K 7ar.eralidade dos con1ersos da 7acedAnia <oi e=altada como um e=emplo para as outras i re!as. 5M1O+. Deus é poderoso para <a%er a.ém a.re%a enri9uec2ssemos.ne aD)o. n)o s)oI os 9ue <ielmente se empen8am nesta o.le 9ue o 1alor da o<erta é estimadoI n)o pela 9uantidadeI mas pela proporD)o em 9ue é dada e pelos moti1os 9ue animaram o doador.ém cei<ar6J e o 9ue semeia em a. KComoI porémI em tudoI mani<estai supera.ém seu próprio apelo. Cristo c8amou a atenD)o dos disc-pulos para esta mul8erI 9ue dera Ktodo o seu sustentoK. 7o1idos pelo . Os 9ue s)o c8amados para a o. Sua .m 1erdade 1os di o 9ue esta po.erI e em todo cuidadoI e em nosso amor para con1oscoI assim tam.reI <ruto da a. CompletaiI a oraI a o.ua se undo propAs no seu coraD)oJ n)o com P6 .ene<ic2ncia no coraD)o do doadorI aliandoOo mais intimamente /9uele 9ue era ricoI e por amor a nós Se <e% po.eralidade le1ou a primeira i re!a a um sentimento de ale riaJ pois os crentes sa. Halando aos anci)os de C<eso so.ra de disseminar a 1erdade e de le1ar almas a Cristo de mais importSncia 9ue 9ual9uer ati1idade ordin6riaQ .re suas anteriores ati1idades entre elesI disseM KTen8oO1os mostrado em tudo 9ueI tra. . para 9ue em tudo enri9ueDais para toda a . . >)o é a o. A respeito delaI declarou o Sal1adorM K. 7uitas 1e%es ele os e=orta1a G li. Fuando as coletas erais <oram tiradas entre as i re!as ent-licas para socorro aos crentes !udeusI a li.ne aD)oI so. Solene responsa.oa 1ontadeI ser6 aceita con<orme o 9ue o 8omem tem e n)o se undo o 9ue ele n)o tem. . #M. cada ato de a.undSnciaI tanto na <éKI apelou eleI Ke na pala1ra como no sa.ene<ic2ncia testi<ica1a 9ue n)o 8a1iam rece. Deram de sua a. #M5O11.al8ando assimI é necess6rio au=iliar os en<ermosI e recordar as pala1ras do Sen8or JesusI 9ue disseM 7ais .er. '+' triste%aI ou por necessidadeJ por9ue Deus ama ao 9ue d6 com ale ria.ne ada li.ne ados es<orDos sal6rios su<icientes para se manterem e a suas <am-lias.le considerou sua d6di1a de maior 1alor 9ue as randes o<ertas da9ueles cu!os ó. K.ons sal6rios. Fuando isto é ne li enciadoI e as i re!as dei=am de contri.undou em ri9ue%as da sua enerosidade.uso do din8eiro do seu Sen8orI mas tam.. 5M&I 11 e 1$.iam 9ue seus es<orDos esta1am a!udando a le1ar o e1an el8o aos 9ue !a%iam em tre1as. e ainda acima do seu poderI deram 1oluntariamenteI pedindoOnos com muitos ro os a raDa e a comunicaD)o deste ser1iDoI 9ue se <a%ia para com os santosK..uir para as necessidades de outrosI n)o somente a causa do Sen8or so<reI mas é retirada a .K Atos $4M'*. Para dar a sua o<erta a 1iP1a se 8a1ia pri1ado mesmo dos 2neros de primeira necessidadeI con<iando em Deus para o suprimento de suas necessidades para o dia de aman8). >os di1ersos departamentos de ati1idades secularesI mentais e <-sicasI tra.eralidade. II Cor. >)o era necess6rio constran 2Olos para 9ue dessemJ antes se re!u. Fuando o apóstolo 9uis restrin iOlosI insistiram com ele para 9ue aceitasse suas o<ertas. P6 .re%aI ainda dese!am com suas d6di1as a!udar a causa de Deus.ra do ministérioI e ao c8amado do de1er renunciam a tudo e se empen8am no ser1iDo de DeusI de1em rece.K II Cor.ido a raDa de Deus .undSncia uma pe9uena porD)o. Por9ueI se 86 .re os crentes.al8adores <iéis podem an8ar .emOa1enturada coisa é dar do 9ue rece.undSnciaI em a.re de1e le1ar a Deus a sua o<erta.ra comeDadaI para 9ueI assim como re1elastes prontid)o no 9uererI assim a le1eis a termoI se undo as 1ossas posses. 7esmo o mais po.re 1iP1a deitou mais do 9ue todos os 9ue deitaram na arca do tesouro.erais.K II Cor.sp-rito de DeusI Kse deram primeiramente ao Sen8orK LII Cor.raJ .reI para 9ue por Sua po. Fuase todos os crentes da 7acedAniaI eram po. Por9ueI se undo o seu poder. O apóstolo PauloI em seu ministério entre as i re!asI <oi incans61el em seus es<orDos para inspirar no coraD)o dos no1os con1ersos o dese!o de <a%er randes coisas pela causa de Deus.. Cada um contri.em <-sico e o espiritualI mostramos nossa apreciaD)o do celestial em contraste com o terreno..er por seus P6 .olos n)o representa1am a.ne ado sacri<-cio <ortalece o esp-rito de . '+$ O ato da 1iP1a 9ue deitou na arca duas pe9uenas moedas O tudo 9uanto possu-a O é posto em realce para encora!amento dos 9ueI lutando com a po.oa o.re Seus <iéis ser1os.undaram no <ruto da . 1$M+'. Assim ensinou .ém pela depress)o e an Pstia 9ue sua conduta <e% pesar so.eralmente.e perante Deus como sua1e incenso. A <im de 9ue 8a!a <undos na tesouraria para a manutenD)o do ministérioI e para atender aos pedidos de au=-lio para empreendimentos mission6riosI é necess6rio 9ue o po1o de Deus d2 ale re e li.estarem dispostos a dar 1oluntariamente de seus meios para o sustento do e1an el8o.reiros padeDam necessidadeI en9uanto empen8ados em ministério ati1o.re os pastoresI 9ual se!a a de e=por perante as i re!as as necessidades da causa de Deus e ensin6Olas a ser li.K II Cor.ila1am pelo pri1ilé io de ne arem a si mesmos até coisas necess6rias a <im de suprir as necessidades de outros.res em .ssas criaturas e o-stas ser)o c8amadas a prestar contasI n)o apenas pelo a.ene<ic2ncia a 9ual <a% 9ue por nós se d2em raDas a Deus. A 1oluntariedade em sacri<icar da parte dos crentes macedAnios era conse9R2ncia de sua inteira consa raD)o.O despra%er de Deus é despertado contra os 9ue pro<essam ser Seus se uidoresI e no entanto permitem 9ue consa rados o. K. Fuando Paulo en1iou Tito a Corinto para <ortalecer os crentes aliI instruiuOo a desen1ol1er a i re!a na raDa de darJ e em carta pessoal aos crentes ele acrescentou tam.ens deste mundoI mas seu coraD)o esta1a trans.ém cei<ar6. 5M*NI da.scre1endo aos crentes cor-ntiosI o apóstolo c8amouOl8es a atenD)o para Ka raDa de Deus dada Gs i re!as da 7acedAniaJ como em muita pro1a de tri. '+1 a.undSncia tam.ulaD)o 8ou1e a.raI com !ustiDa merecedores de ampla remuneraD)oQ Por nossa estimati1a do 1alor relati1o de tra.ene<ic2ncia.undar em 1ós toda a raDaI a <im de 9ue tendo sempreI em tudoI toda a su<ici2nciaI a. .ordando com o amor a Deus e Sua 1erdadeI e ale remente deram para o sustento do e1an el8o.m sua simplicidade e inte ridadeI e em seu amor pelos P6 .al8o para o .

OutrosI interpretando com e=tremismo determinados te=tos das . '+# . $M. Os se uidores de Cristo de1em re o%i!arOse pelo pri1ilé io de re1elar em sua 1ida a .resI era ensinado al um o<-cio. D2emI porém seu tesouro a DeusI e desse momento em diante ele le1ar6 Sua inscriD)o.ordandoI 1os deitar)o no 1osso re aDo.ora reclamasse para si mesmoI como ministro do e1an el8oI o direito de Kdei=ar de tra. 0m cont-nuo repartir dos dons de Deus onde 9uer 9ue a causa do Sen8or ou as necessidades da 8umanidade re9ueiram nosso au=-lioI n)o le1a G po. Di<iculdades P6 .radas e n)o santi<icadas.ilidade. 'M11I 1$ e 14. ?e<erindoOse mais tarde a sua e=peri2ncia nesta cidadeI ele escre1eu aos crentes <ilipenses em recon8ecimento dos donati1os 9ue deles 8a1ia rece.re todas as 6 uas.. Os pais 9ue ne li encia1am pro1er tal aprendi%ado a seus <il8os eram ol8ados como se des1iando da instruD)o do Sen8or. Criaturas desorientadas t2m ensinado 9ue a con9uista da 1erdadeira santidade coloca a mente acima de todos os pensamentos terrestresI e le1a os 8omens a se a.eralidade sen)o a santi<icaD)o do .em 1os lem.al8a1a em lu ares onde seus moti1os pudessem ser malcompreendidos. 'M# e 14. >)o por9ue n)o ti1éssemos autoridadeI mas para 1os dar em nós mesmo e=emploI para nos imitardesK. KPor9ue 9uando ainda est61amos con1oscoKI escre1euI K1os mandamos istoI 9ueI se al uém n)o 9uiser tra.K Pro1. . Fuerem aumentar suas possesQ Acatem a in!unD)o di1inaM K3onra ao Sen8or com a tua <a%endaI e com as prim-cias de toda a tua rendaJ e se enc8er)o os teus celeiros a. Antes de se tornar disc-pulo de CristoI Paulo ocupa1a uma alta posiD)oI e n)o dependia de tra.al8o manual para tirar sua própria manutenD)o. '$M$4. 11M$+. Assim <oi nos dias de Paulo e assim <oi tam.al8ando So.al8o <-sico n)o era considerado estran8o ou de radante. Hica selado com a Sua imuta.K I Tess. '' Tra. . Fue teria produ%ido tal li.n9uanto tra.scriturasI t2m ensinado 9ue é pecado tra.ém.raisI irm)osI do nosso tra.stante o <ato de 8a1er rece. KDaiI e serO1osO6 dadoKI prometeu DeusJ . >oite e dia tra. C em TessalAnica 9ue pela primeira 1e% lemos de Paulo tra. Os ensinos e e=emplos do apóstolo Paulo s)o uma repro1aD)o a tais e=tremismos.al8o manual para se manter.enDoar os necessitados e so<redores.NI em ati1idades seculares como meio de manutenD)o própriaI toda1ia em 16rias ocasi@es durante seu ministério nos randes centros da ci1ili%aD)oI dedicouOse a um tra.al8a1a em TessalAnicaI Paulo 8a1ia tido o cuidado de dar a tais pessoas um .m cada século Satan6s tem procurado pre!udicar os es<orDos dos ser1os de Deus pela intromiss)o na i re!a do esp-rito de <anatismo. .scre1endo ao rupo de crentes aliI ele l8es recorda 9ue teria podido serOl8es KpesadoKI e acrescentaM KPor9ue .undantementeI e trans. 7esmo 9ue uma crianDa de1esse ser educada para o o<-cio di1inoI o con8ecimento da 1ida pr6tica era considerado essencial. .ora Paulo <osse cuidadoso em e=por perante os con1ersos o claro ensino das .ém uma e outra 1e% me mandastes o necess6rio a TessalAnica.sterem inteiramente do tra. '+.om e=emplo.al8ando com suas próprias m)os para manterOse en9uanto pre a1a a Pala1ra.eralidade crist).em 1)o.al8o. .2nD)os. Por intermédio de 7oisés os 8e.al8ar O 9ue os crist)os n)o de1em preocuparOse 9uanto aos seus interesses temporais e de sua <am-liaI mas dedicar sua 1ida inteiramente Gs coisas espirituais. O semeador multiplica a semente por deit6Ola <ora. .ido en9uanto este1e aliI di%endoM KPor9ue tam.al8andoI antes <a%endo coisas 1)s.al8o e <adi aJ poisI tra.K II Tess. A prosperidade espiritual est6 intimamente li ada G li.al8ar com suas próprias m)os. e #. '+5 tra. II Tess.K Hilip.scrituras re<erentes ao le -timo sustento da o.ricar tendas. +M1. 'M5 e #. ?epartindoI aumentam suas .uir os dons de Deus.sp-ritoQ Aos ol8os de crentes e incrédulos <oi um mila re de raDa.ste era especialmente o caso 9uando tra.ém durante o tempo da ?e<orma.K .m TessalAnica Paulo 8a1ia encontrado os 9ue se recusa1am tra.K Pro1.m. .al8amosI escre1eu Kpara n)o sermos pesados a nen8um de 1ós. Fuerem os 8omens ter seus . >)o o.itos industriososJ e era considerado como um pecado permitir a um !o1em crescer na i norSncia do tra.M'5.oa medidaI recalcadaI sacudida e trans.ens se urosQ Colo9uemOnos nas m)os 9ue le1am as marcas da cruci<i=)o. '+* certe%a de 9ue seu tesouro est6 indo em sua <rente para as cortes celestiais. A esses taisI porémI mandamosI e e=ortamos por nosso Sen8or Jesus CristoI 9ueI P6 . 7ais tardeI porémI 9uando 8a1ia usado todas as suas posses na promoD)o da causa de CristoI ele recorreu al umas 1e%es ao o<-cio para an8ar a manutenD)o. De acordo P6 .enDoaram o mundo por sua in<lu2ncia e <éI encontraram as astPcias pelas 9uais o inimi o .ntre os !udeus o tra.K Luc. Fuerem apro1eitar seus rendimentosQ 0semOnos para a. Assim é com os 9ue s)o <iéis em distri.ra de DeusI e em. A cada !o1emI <ossem seus pais ricos ou po.al8o <-sico.al8o de suas m)osI para manterOse en9uanto este1e em TessalAnica. Dando ao Sen8orI eles t2m a P6 .usca le1ar ao <anatismo e=tremado mentes dese9uili.re%a. '+& com este costumeI Paulo cedo aprendeu o o<-cio de <a.reus 8a1iam sido ensinados a instruir seus <il8os em 86. outra 1e%I em sua se unda ep-stola a elesI declara 9ue ele e seus compan8eirosI en9uanto permaneceram com elesI n)o comeram o p)o de nen8um deles Kde raDaK. Hoi a respeito desta classe 9ue ele escre1eu mais tardeM KAl uns entre 1ós andam desordenadamenteI n)o tra. Procurem eles reter suas posses com propósitos e o-stasI s2OloO6 para sua eterna perda.al8arK LI Cor. Paulo n)o dependeu inteiramente do tra.ido este au=-lioI <oi cuidadoso P6 . #M. Deus declaraM KBemOa1enturados 1ós os 9ue semeais so. KAl uns 86 9ue espal8amI e ainda se l8es acrescenta maisJ e outros 9ue ret2m mais do 9ue é !ustoI mas é para a sua perda.al8arI n)o coma tam.ene<ic2ncia do seu ?edentor.al8ando noite e diaI para n)o sermos pesados a nen8um de 1ósI 1os pre amos o e1an el8o de Deus.K Isa.al8ando com sosse oI comam o seu próprio p)o. .ordar)o de mosto os teus la ares. Séculos mais tardeI \]cli<<eI Lutero e muitos outros 9ue a.

al8os como apóstolo. .K . 7ais tardeI Silas e Timóteo se reuniram a Paulo em Corinto.al8ando na <a.ra. .le procura1a remo1er toda a oportunidade de misti<icaD)oI para 9ue n)o se perdesse a <orDa da sua mensa em. So<ria até <ome Gs 1e%esI para 9ue pudesse ali1iar as necessidades de outros. Lo o após sua c8e ada a CorintoI Paulo encontrou Kum certo !udeu por nome X9uilaI natural do PontoI 9ue 8a1ia pouco tin8a 1indo da It6liaI e PriscilaI sua mul8erK.sp-rito de Deus.sses eram Kdo mesmo o<-cioK 9ue ele. Ten8oO1os mostrado em tudo 9ueI tra.uscam ocasi)oK.le próprio declara a respeito de seu tra.ra um o. Os re os do litoral eram ne ociantes perspica%esI e por t)o lon o tempo se 8a1iam dedicado G pr6tica de ne ócios sinuososI 9ue c8e aram a crer 9ue o an8o era piedadeI e 9ue <a%er din8eiroI 9uer por meios l-citos ou il-citosI era lou161el. Paulo esta1a <amiliari%ado com suas caracter-sticasI e n)o l8es dese!a1a dar ocasi)o de di%er 9ue ele pre a1a o e1an el8o para enri9uecer.al8oM KOs sinais do meu apostolado <oram mani<estados entre 1ós com toda a paci2nciaI por sinaisI prod. . Sua 1ida era uma 1ida de a. O tra. 0m la o esta nado é repulsi1oI mas uma <onte pura e corrente espal8a saPde e ale ria so.n9uanto tra... . KPe9uei por1enturaKI per untou eleI K8umil8andoOme a mim mesmoI para 9ue 1ós <Asseis e=altadosI por9ue de raDa 1os anunciei o e1an el8o de DeusQ Outras i re!as despo!ei eu para 1os ser1irI rece.ios e mara1il8as.ricaD)o de tendasI <ielmente 8a1ia tam. acrescentaM KPor9ueI em 9ue tendes 1ós sido in<eriores Gs outras i re!asI a n)o ser 9ue eu mesmo 1os n)o <ui pesadoQ PerdoaiOme este a ra1o. .u de muito . .reiro 86.ados disputa1a na sina o aI e con1encia a !udeus e re osK.il e ati1oI dili ente nos ne óciosI <er1oroso Kno esp-ritoI ser1indo ao Sen8orK.al8o e di%erM KDe nin uém co. a ale aD)o de 9ue era incoerente com a o. Atos 15M$O +.sses irm)os le1a1am consi o <undos das i re!as da 7acedAnia para o sustento da o.nsina1a 9ue mesmo nas ati1idades di6rias Deus de1e ser 8onrado.2nD)oI n)o maldiD)o. . '*1 pronto para pela terceira 1e% ir ter con1oscoI e n)o 1os serei pesadoI pois 9ue n)o .K II Cor.K Atos $4M''O'*. A seus coo. Paulo e=p@e por9ue 8a1ia assim procedido em Corinto. '*4 cercadosI K<icou com elesI e tra.le podia com !ustiDa reclamar manutenD)o da parte de seus ou1intes cor-ntiosJ mas deste direito se dispun8a a a.ra de um ministro e1an élico. 3a1ia al uns 9ue <a%iam restriD)o a estar Paulo tra.ricantes de tendas.is a9ui estou P6 . Se 86 pastores 9ue sentem estar so<rendo di<iculdades e pri1aD@es na causa de CristoI 1isitem em ima inaD)o a tenda de tra. :ós mesmos sa.er. . .al8o.al8a1a al umas 1e%es dia e noiteI n)o apenas para seu próprio sustentoI mas para 9ue pudesse a!udar a seus compan8eiros de tra.al8ando num o<-cioI so. e todos os s6.endo delas sal6rioJ e 9uando esta1a presente con1oscoI e tin8a necessidadeI a nin uém <ui pesado.re a Terra. II Cor.iDaI e tam. Paulo <e% uma pes9uisa com respeito a elesI e ciente de 9ue temiam a Deus e esta1am procurando e1itar as contaminadoras in<lu2ncias de 9ue esta1am P6 .ne aD)o. ?epartia seu an8o com LucasI e au=ilia1a Timóteo. 9ue n)o dese!a1a dar Kocasi)o aos 9ue .K II Cor. '*$ nas artes comuns é um dom de DeusI o 9ual pro12 tanto o dom como a sa. Como a 1erdade de Cristo est6 em mimI esta lória n)o me ser6 impedida nas re i@es da Acaia.n9uanto tra. 1$M1$O1*.n9uanto tra.oa 1ontade astareiI e me dei=arei astar pelas 1ossas almas. 0m esp-rito de indol2ncia destrói a piedade e o<ende o .icei a prataI nem o ouroI nem o 1estido. Por9ue os irm)os 9ue 1ieram da 7acedAnia supriram a min8a necessidadeJ e em tudo me uardei de 1os ser pesadoI e ainda me uardarei. 11M&O14.ilou pela presenDa de X9uila e PriscilaI os 9uais o 8a1iam acompan8ado em seu retorno G Xsia ao <im de sua se unda 1ia em mission6ria.rir m)oI com receio de 9ue sua utilidade e sucesso como pastor <ossem pre!udicados pela suspeita in!usta de estar ele pre ando o e1an el8o por an8o. Sua mente esta1a sempre G procura de con8ecimento espiritual.al8o é uma . . . 11M1$. . Suas m)os cale!adas em nada diminu-am a <orDa de seus patéticos apelos como ministro crist)o.al8ando assimI é necess6rio au=iliar os en<ermosI e recordar as pala1ras do Sen8or JesusI 9ue disseM 7ais ..m sua se unda carta aos crentes de CorintoI escrita depois de 8a1er er uido ali uma <orte i re!aI Paulo recordou sua maneira de proceder entre eles.ém para 9ue os 9ue mantin8am pontos de 1istas <an6ticos re<erentes ao tra.essem uma repro1aD)o pr6tica.ém proclamado o e1an el8o. 7ostra1a aos 9ue a ele esta1am unidos 9ue a 8a. Banidos pelo decreto de Cl6udioI 9ue ordenara 9ue todos os !udeus dei=assem ?omaI X9uila e Priscila tin8am 1indo para CorintoI onde esta.reiros deu instruD)o so. ?om.re coisas espirituaisI e tam. .. .reiro di no do seu sal6rioQ Por 9ue de1eria ser asto na <a.ém e=emplo de operosidade e inteire%a.al8o de Paulo.al8a1a com X9uilaI mantin8aOse em contato com o rande 7estreI n)o perdendo oportunidade de dar testemun8o do Sal1ador e de au=iliar a tantos 9uantos necessitassem de au=-lio. Ao <inal de seu ministérioI na ocasi)o de sua despedida aos anci)os de C<esoI e 7iletoI ele pAde er uer perante ele as suas m)os astas do tra.al8a1a em seu o<-cioI o apóstolo tin8a acesso a uma classe de pessoas 9ue de outra maneira n)o teria podido alcanDar.al8o manual rece. Por 9ue de1eria PauloI um ministro da mais alta cate oriaI assim aliar uma ati1idade .eleceram um ne ócio como <a. Ten8am em mente 9ue en9uanto este escol8ido 8omem de Deus est6 modelando a lonaI est6 tra. Paulo tra.usco o 9ue é 1ossoI mas sim a 1ós.ilidade P6 .m C<esoI como em CorintoI o apóstolo se re!u. Fuando Paulo 1isitou Corinto pela primeira 1e%I encontrouOse entre um po1o 9ue pun8a em suspeiD)o as intenD@es dos estran eiros.eis 9ue para o 9ue me era necess6rio a mimI e aos 9ue est)o comi oI estas m)os me ser1iram. .raDal com a pre aD)o da Pala1raQ >)o é o o.al8a1a. Durante o lon o per-odo de seu ministério em C<esoI onde promo1eu durante tr2s anos uma intensi1a campan8a e1an el-stica atra1és da9uela re i)oI Paulo retornou ao seu o<-cio.edoria para us6Olo retamente.em dar aos tessalonicenses um e=emplo de dili 2nciaI para 9ue nin uém pudesse com ra%)o acus6Olo de co.al8ando pelo p)o a 9ue tem !usto direito por seus tra.emOa1enturada coisa é dar do 9ue rece. .ricaD)o de tendas o tempoI 9ueI se undo tudo indica1aI podia ser empre ado com mel8or pro1eitoQ 7as Paulo n)o considera1a perdido o tempo assim asto. . 1$M11.

re 9uem m)os 8umanas nunca <oram postas em ordenaD)oI s)o c8amados a desempen8ar importante parte na sal1aD)o de almas. 7uitos podem alcanDar 1aliosas e=peri2ncias no ministérioI en9uanto tra.al8a1a em seu o<-cio.reirosI em.al8o di6rio. >em todos os 9ue sentem ter sido c8amados a pre ar de1em ser encora!ados a dependerem imediatamenteI com suas <am-liasI da i re!a para cont-nuo sustento.m.reiro e1an élico por conta própria.al8a incansa1elmente por pala1ra e doutrinaI le1a so.le n)o mede sua o.ra de Deus n)o de1em ser consumidos por 8omens 9ue dese!em pre ar apenas para rece.al8o <-sico. Fuando em.er a le -tima recompensaI e isto os animaJ contudoI suas <am-lias precisam de roupa e alimento.al8o nem se cansou em se sacri<icar pela causa 9ue ama1a. Os meios dedicados G e=tens)o da o. Con9uanto de1am ser cuidadosos em e=ercitarOse o .ene<-cios 9ue Deus em Sua misericórdia derrama so. So.al8oI nem se des1ia ele de seu de1er por causa de condiD@es des<a1or61eis.ne ado ser1o de DeusI 9ue tra.s9uecem 9ue por ne ociar sa. . .eu do Céu sua miss)oI e do Céu espera a recompensa 9uando a o. Jo1ens 9ue dese!arem e=ercer seus dons na o. Sua atitude inspirou a muitos 8umildes tra. Paulo deu um e=emplo contra o sentimento 9ue ent)o an8a1a in<lu2ncia na i re!aI de 9ue o e1an el8o só poderia ser pre ado com 2=ito por a9ueles 9ue esti1essem inteiramente li. Sendo um dos maiores mestres 8umanosI Paulo ale remente e=ecutou os mais 8umildes . . . .P6 . '** inimi os do e1an el8oI ou apro1eitar uma especial oportunidade de sal1ar almas para Jesus. 36 o peri o de 9ue al uns de limitada e=peri2ncia se!am inutili%ados pela lison!a e por encora!amento desa1isado a esperar pela manutenD)o independente de 9ual9uer sério es<orDo de sua parte.endi%emosJ somos perse uidosI e so<remos. O 1olunt6rio e a.al8o manualI pelo e=erc-cio dos mPsculos e ner1osI tornarOseOiam <ortes para suportar os tra.le l8es con<iou. Sua operosidade e %elo eram uma repro1aD)o G indol2ncia e ao dese!o de acomodaD)o.le 9ueria ensinar a pastores !o1ens 9ue pelo tra.ora elo9Rente pre adorI e por Deus escol8ido para uma o.al8ando com nossas próprias m)osJ somos in!uriadosI e .al8o. '*+ talentos a eles con<iadosI a i re!a os de1e a!udar !udiciosamente.ra pelas P6 .ra especialI ele !amais se colocou acima do tra.reiros capa%es.edecer completamente G in!unD)o de Paulo a TimóteoM K7edita estas coisasJ ocupaOte nelas. .ertos de sua miss)o di1inaI de .tida pelo <iel cumprimento dos de1eres comuns da 1ida. Fuando em seu ser1iDo pelo 7estre as circunstSncias o re9ueriamI ele 1oluntariamente tra.ra a ele con<iada esti1er conclu-da.K I Tim.al8adores o dese!o de <a%er o 9ue l8es <osse poss-1el para o a1anDo da causa de DeusI en9uanto ao mesmo tempo se mantin8am a si mesmos com o tra.reiros podemOse desen1ol1er para importantes ser1iDos em campos necessitados.s<orDarOseO)o por alcanDar uma e=peri2ncia 9ue os capacite a plane!arI or ani%ar e e=ecutar.rep@emOse G tentaD)o de empreenderem ati1idades pelas 9uais lo o se colocariam além do alcance da penPriaJ e continuam a tra.ora dispostos a se astar e se dei=ar astar pelo e1an el8o n)o s)o isentos de tentaD)o.ra do ministério dar)o pro1a de sua alta 1ocaD)o e por todos os meios poss-1eis procurar)o desen1ol1erOse em o.ra 9ue o Sen8or 9uer 9ue eles <aDam como Sua m)o a!udadoraI n)o <u iriam G responsa.recarre ados de ansiedade por dei=ar a i re!a de l8es pro1er o de1ido sustento <inanceiroI al uns s)o <ero%mente assediados pelo tentador. Se se pudessem sentir li. C des.ia 9ue os 9ue ne li enciam o tra. 7as eles sentem 9ue seu tempo pertence a DeusI n)o o.al8am parte do tempo em al uma <orma de ati1idade manualJ e por este métodoI e<icientes o. Os 9ue s)o escol8idos por Deus para a o.sses <iéis o.emos .reiros <oram usados por Deus para mostrar a Apolo mais per<eitamente o camin8o da 1erdade. 8oras. .astante para manter a mente e o corpo 1i orososI n)o é toda1ia plano de Deus 9ue se!am compelidos a astar rande parte de seu tempo em empreendimentos seculares.al8o <-sico lo o se tornam de.K I Cor.ertos da necessidade de tra. Apreciando a santidade de seu c8amado dese!ar)oI por autodisciplinaI tornarOse mais e mais semel8antes a seu 7estreI re1elando Sua . Fuando 12em seus la.araDados e so. '*' Paulo sa.le ilustrou de maneira pr6tica o 9ue podia ser <eito por consa rados lei os em muitos lu ares onde o po1o n)o esta1a <amiliari%ado com as 1erdades do e1an el8o. 36 um 1asto campo a.al8os e pri1aD@es 9ue os espera1am no campo e1an élico. ContudoI esta1a sempre pronto a pAr de lado sua o.om rado tra.erto diante do o. +M1*.er sustentoI e assim satis<a%er a am. Sentia 9ue seus próprios ensinos se ressentiriam de <orDa e 1italidade se ele n)o manti1esse todas as partes do or anismo de1idamente e=ercitadas. Se compreendessem a o.em como os mais altos de1eres. . '*.nio de Deus 9ue tais o.iamente com os talentos a eles emprestadosI de1em ser produtores tanto 9uanto consumidores.re eles. KAté esta presente 8oraKI escre1eu aos cor-ntiosI Kso<remos <omeI e sedeI e estamos nusI e rece.ores t)o le1ianamente apreciadosI tornamOse deprimidos. A utilidade de !o1ens 9ue se sentem c8amados por Deus para pre arI depende muito da maneira pela 9ual entram no tra. O Sen8or empre a 16rios instrumentos para a reali%aD)o de Seu propósitoJ e en9uanto al uns com talentos especiais s)o escol8idos para de1otar todas as suas ener ias G tare<a de ensinar e pre ar o e1an el8oI muitos outrosI so.ra secularI para en<rentar a oposiD)o dos P6 . X9uila e Priscila n)o <oram c8amados a dar todo o seu tempo ao ministério e1an élicoJ toda1ia esses 8umildes o.iD)o e o-sta de uma 1ida <6cil. ?ece. Seu sal6rio n)o tem in<lu2ncia em seu tra.o<etadasI e n)o temos pousada certa. Ao se mostrarem <er1orosos em desen1ol1er os P6 . O indolente se pri1a da 1aliosa e=peri2ncia o. .ra do ministérioI encontrar)o liD)o salutar no e=emplo de Paulo em TessalAnicaI CorintoI C<eso e outros lu ares.re o coraD)o um pesado <ardo. nos a<adi amosI tra. >)o s)o poucosI mas mil8ares os seres 8umanos 9ue 1i1em apenas para consumir os .ilitados.al8ar para o a1anDamento da causa 9ue l8es é mais amada 9ue a .ondadeI amor e 1erdade.stante a curte%a de 1istas dos 9ue de1eriam pro1erOl8es su<icientes <undos.reiros este!am li1res de ansiedade desnecess6riaI a <im de 9ue possam o.ilidade.s9uecem de dar ao Sen8or o<ertas de ratid)o pelas ri9ue%as 9ue .al8ariam com suas próprias m)os. De <atoI eles a uardam o tempo do !u-%o para rece. +M11 e 1$.

As pala1ras do pro<eta declaram a solene responsa. 7ais de uma 1e% procurou Jesus esta. Al uns <icam temerosos de 9ue com os recursos de 9ue disp@em n)o possam <a%er tudo 9uanto sentem ser seu de1er <a%er. Se por 9ual9uer ra%)o seu senso espiritual se torna t)o em.%e9.ilidade dos 9ue s)o desi nados como uardas da i re!a de DeusI despenseiros dos mistérios de Deus.edi2ncia a Seu mando procura proclamar Sua mensa em. Se .1 de seu camin8oI morrer6 esse -mpio na sua ini9RidadeI mas o seu san ue .ilidades em relaD)o Gs partes necessitadas da 1in8a do Sen8orI e no esp-rito do O.sp-rito 9ue . 7at.le pro1a a con<ianDa de Seu po1o deparandoOl8es circunstSncias 9ue o compelir)o a prosse uir pela <é.P6 . O . A determinados inter1alos e=i iaOseOl8es 9ue c8amassem uns aos outros a <im de estarem se uros de 9ue todos esta1am despertos e 9ue nen8um dano so.ste ideal de ministério o Pai con<iou a Seu Hil8o.sp-rito de Deus l8es mo1er6 os coraD@es para sustentar a causa do Sen8or n)o somente nos campos nacionais mas tam.re a casa de IsraelJ tuI poisI ou1ir6s a pala1ra da 7in8a . C pri1ilé io dos 1i ias so.K .st)o no lu ar de Cristo ro ando a 8omens e mul8eres 9ue se reconciliem com DeusJ e eles só podem cumprir sua miss)o se rece.ra atra1és da instrumentalidade de 8omens ordenados por Deus para a ir como Seus representantes. A posiD)o dos 9ue <oram c8amados por Deus para tra. '*5 pro1idos.por 1i ia so.m tempo al um de1em eles rela=ar sua 1i ilSncia.K 7at.u disser ao -mpioM Ó -mpioI certamente morrer6sJ e tu n)o <alaresI para des1iar o -mpio P6 .al8arem incansa1elmente para a con1ers)o de almasI os an!os de Deus preparar)o o camin8o diante delesI e os meios necess6rios para o a1anDamento da o.ra do Sen8or a1anDar6 na maneira por . Sua o. . A9uele 9ue ordenou a Seus se uidores ir por todas as partes do mundoI suster6 cada o.otado 9ue s)o incapa%es de discernir o peri oI e por dei=arem de dar ad1ert2ncia o po1o perecerI Deus re9uerer6 de sua m)o o san ue dos 9ue se perderem. Fuando Tia o e Jo)o pediram um lu ar de preemin2nciaI .re os muros de Si)o 1i1er t)o perto de Deus e ser t)o suscept-1eis Gs impress@es de Seu . Para assim procederI porémI s)o <orDados a se uir o e=emplo de Paulo e empen8amOse por al um tempo em tra. Hoi dado a Jesus permanecer G testa da 8umanidadeI para por Seu e=emplo ensinar o 9ue si ni<ica ministrar. Assim 1ir6 <ortale%a aos o.ra <eita em . '+ 7inistério Consa rado P6 . O Sen8or declara a cada ministroM KA tiI poisI ó <il8o do 8omemI te constitu. P6 . .eralmente a cada pedido de au=-lioI e o .re os muros da cidadeI ondeI de posiD)o 1anta!osaI pudessem dominar importantes postos a ser uardadosI e dar ad1ert2ncia da apro=imaD)o do inimi o.u o demandarei da tua m)o.ai=adores e por cu!o intermédio .ocaI e l8a anunciar6s da 7in8a parte. 7as se a1anDarem com <éI a sal1aD)o de Deus ser6 re1elada e o 2=ito acompan8ar6 seus es<orDos.elecer este princ-pio entre Seus disc-pulos.ém nas re i@es distantes. Al umas 1e%es . Os ministros de Cristo s)o uardadores espirituais do po1o con<iado a seu cuidado.reiros de outros lu ares e a o.em como o Hil8o do 8omem n)o 1eio para ser ser1idoI mas para ser1irI e para dar a Sua 1ida em res ate de muitos.rado de animaD)o ou de ad1ert2ncia era repetido de um ao outro até 9ue ecoasse ao redor de toda a cidade.ra 9ue necessita ser <eitaI por9ue <altam meios para le1ar a1ante um tra. Fuando os mensa eiros de Deus recon8ecerem suas responsa. >a promoD)o de Sua o. Atender)o li. 7asI 9uando tu ti1eres <alado para des1iar o -mpio de seu camin8oI . '.4 Desde Sua ascens)o Cristo tem condu%ido Sua o.le possa operar por meio delesI a <im de ad1ertir do peri o a 8omens e mul8eresI e apontarOl8es o lu ar de se uranDa. '*& própria 1ida.uscar seus próprios interessesI mas os interesses da causa de Deus na Terra. '*# Cristo deu em Sua 1ida e liD@esI per<eito e=emplo de ministério a.re os muros de Si)oI para <a%er soar o to9ue de alarma G apro=imaD)o do inimi o. *M+*. C em tais ocasi@esI 9uando as oraD@es de Seus ser1os ascendem a . . De1em ser 1i ias so.reiro 9ue em o.eDa da i re!a superintende Sua o. li1raste a tua alma. 36 1e%es em 9ue parece ao ser1o de Deus imposs-1el <a%er a o.antes e apertadosI e ordena 9ue a1ancem 9uando seus pés parecem estar tocando as 6 uas do Jord)o. '.re !ustos e in!ustosK.le <ala aos <il8os dos 8omens e ministra a suas necessidades. Sua o. A rande Ca.eta . a lei do ser1iDo. a tentaD)oI e perecer)oI a menos 9ue os ministros de Deus se!am <iéis ao seu encar o. Pela criaD)o do mundo e pela sustentaD)o de todas as coisasI est6 ..O$5. .ene<-cio deles mesmos.reiro por e=cel2ncia tra.al8o manual en9uanto continuam a promo1er sua ati1idade ministerial.raI nem sempre o Sen8or torna todas as coisas claras a Seus ser1os. ''M&O#. Assim procedemI n)o para . Ser1iu a todos e a todos ministrou. Almas est)o em peri o de cair so.al8ar por pala1ra e doutrina para o reer uimento de Sua i re!a é de ra1e responsa. $4M$.re o camin8o diante deles e le1aOos a um lu ar espaDoso. Toda a Sua 1ida este1e so..le desi nada.ra tem sido comparada a do 1i ia.ra re9uer o e=erc-cio de cada <aculdade do ser.le em <er1ente <éI 9ue Deus a.ra na Terra por meio de escol8idos em.le constantemente ministrando a outros.re maus e .le K<a% 9ue o Seu Sol se le1ante so. Os 9ue s)o esclarecidos dar)o li1remente para sustentar a o.onsI e a c8u1a desDa so.ne adoI o 9ual tem sua ori em em Deus.erem sa. De sua <idelidade dependia a se uranDa de todos os 9ue esta1am dentro da cidade. Hielmente de1em ad1ertiOlos do ine1it61el resultado da trans ress)oI e de1em <ielmente sal1a uardar os interesses da i re!a.al8o sólido e <orte.le disseM KTodo a9uele 9ue 9uiser entre 1ós <a%erOse rande se!a 1osso ser1iDalJ e 9ual9uer 9ue entre 1ós 9uiser ser o primeiro se!a 1osso ser1oJ .edoria e poder do alto. >)o raro le1aOos a lu ares pro.re1iera a al uém.m sons de trom. Deus n)o 1i1e para Si próprio.ilidade. . >os tempos anti os as sentinelas eram muitas 1e%es colocadas so.ra ser)o P6 .

C demasiado P6 .ra o ser1o de todos.itou em Cristo ao repartir .emOestar ou con1eni2ncia. O 9ue ensina a Pala1ra precisaI ele próprioI 1i1er em consciente e cont-nua comun8)o com Deus pela oraD)o e estudo de Sua Pala1raJ pois nela est6 a <onte da <ortale%a.ra para Deus pelas circunstSnciasI em 1e% de a!ustar as circunstSncias aos reclamos de Deus. +M1& e 15. O Sal1ador ia de casa em casaI curando os en<ermosI con<ortando os 9ue c8ora1amI consolando os a<litosI inspirando pa% aos desconsolados.nsinem os pastores as 1erdades em <am-liasI apro=imandoOse da9ueles por 9uem tra. Os pescadores a 9uem Cristo c8amouI imediatamente dei=aram suas redes e se uiramOnO..le os re1estir6 de poder espiritual. Se os 8omens andarem com DeusI .!eti1o em 1ista O a sal1aD)o do perdido. Os ol8os de Paulo esta1am sempre 1oltados para o in1is-1el e eterno. Sua comida e .K Atos $4M$&I $4 e $1. . >)o pelo sal6rio de1em eles tra.ri ar interesses ao lado da rande o.. 3a1ia em Seus ensinos um <er1or 9ue en1ia1a Suas pala1ras ao -ntimo com con1incente poder. ApoiandoOse neste PoderI est6 ele capacitado a apresentar a mensa em de sal1aD)o de <orma t)o impressi1a 9ue ela 1i.manuel ter6 a <a%er o 9ue re9uerer6 8eróico es<orDo e paciente perse1eranDa. 7as os coraD@es dos 9ue <a%em esta o. >)o podem os pastores <a%er um tra. ao atentarem 8omens e P6 . '.e 9ue est6 cansadoI com <rio ou com <ome.raI dandoOl8es pala1ras 9ue penetrar)o pro<undo no coraD)o dos ou1intes.raI e das la. . Assim a. testi<icandoI tanto aos !udeus como aos re osI a con1ers)o a Deus e a <é em nosso Sen8or Jesus Cristo.sua 1o% de1e <a%erOse ou1irI e nunca dei=ar soar uma nota con<usa ou 8esitante.re eles se dei=arem de P6 . 7ais 9ue a maioria dos 8omensI ele con8ecia o si ni<icado da a<liD)oJ mas atentai para seu rito de triun<o 9uandoI sitiado pelas tentaD@es e con<litosI seus pés se apressa1am rumo ao CéuM KA nossa le1e e momentSnea tri.rar6 em outras mentes.re a mente e o car6ter.ida era le1ar esperanDa e Snimo a todos a9ueles com 9uem entra1am em contato. . '.le Se apro=ima1a de cada <orma de miséria e a<liD)o 8umanas. Toma1a as criancin8as nos .al61el na <rente de .er como adaptar seus ensinos Gs necessidades deles. Fuando o desencora!amento procura derrotar o pastorI e=pon8a ele perante Deus suas necessidades.ri o da ?oc8a. As 1itórias 9ue alcanDa n)o o le1am G e=altaD)o própriaI mas sim a ape arOse mais e mais <irmemente ao Poderoso. Procuram a!ustar sua o.ra de1em pulsar em un-ssono com o coraD)o de Cristo.reiro de Cristo ter6 um pro<undo senso da santidade de sua o.le comunica podem compreender e reali%ar mais do 9ue seu <inito !ul amento 8a1ia considerado poss-1el.ra do Sen8or. Somente assim poder)o desempen8arOse da tare<a 9ue l8es <oi con<iada. C pri1ilé io de cada pastor poder di%er com PauloM K>unca dei=ei de 1os anunciar todo o consel8o de Deus.scol8idos por DeusI selados com o san ue da consa raD)oI de1em eles li. >)o se de1e ele permitir pri1arOse deste poder. Hoi 9uando os céus esta1am como . Com um <er1or 9ue n)o pode ser ne adoI de1e pleitear com Deus para 9ue o <ortaleDa e prepare para o de1er e as pro1aD@esI e l8e to9ue os l6.al8arI mas por9ue n)o podem a ir de outra maneiraI pois sentem 9ue 86 um ai so.' <raco o ape o 9ue os em. De1er6 P6 . Com in<al-1el entile%a e ternuraI .al8aram no ministério dei=aram de alcanDar sucesso por9ue n)o deram interesse total G o. .ulaD)o produ% para nós um peso eterno de lória mui e=celenteJ n)o atentando nós nas coisas 9ue se 12emI mas nas 9ue se n)o 12em.K K>adaI 9ue Ptil se!aI dei=ei de 1os anunciarI e ensinar pu.s9ueceOse de si mesmo. Cristo os uiar6 em sua o.al8am. ?econ8ecendo 9ue esta1a lutando contra poderes so.enDoa1aI e di%ia pala1ras de esperanDa e con<orto Gs m)es cansadas. Tal di1is)o de interesse diminuiOl8es a percepD)o espiritual.rasa 1i1a. .al8a a <im de <amiliari%arOse com eles e sa.andeira san renta de .rota1aO l8es a esperanDa no coraD)o.ra de le1ar almas ao Sal1ador. Os ministros de Deus de1em aprender o método de tra.* mul8eres para as 1erdades 9ue ca-am de Seus l6. C pelo contemplar A9uele 9ue é in1is-1el 9ue se o.ios com a . A comun8)o com Deus comunicar6 aos es<orDos do pastor um poder maior 9ue a in<lu2ncia de sua pre aD)o.utas e sacri<-cios re9ueridos para e=ecut6Ola com 2=ito.le os esconder6 no a. '. 1+M$'.le sente sua necessidade de <ortale%a do alto.rado o poder das coisas terrenas so.le n)o plane!a seu próprio . O en odo de Satan6s é usado com mais 2=ito contra os 9ue se sentem deprimidos. O mesmo . O pastor 9ue é um coo. a . 7uito est6 compreendido na ordemM KSai pelos camin8os e 1aladosI e <orDaOos a entrarI para 9ue a min8a casa se enc8a. 36 um tra. .$ pre ar o e1an el8o.e.atal8a.al8o aceit61el para DeusI e ao mesmo tempo le1ar o <ardo de randes empreendimentos de ne ócios pessoais.licamente e pelas casasI .endoI de1e serOl8es a <onte de con8ecimento e se redo de seu poder em reali%ar a o. Tem apenas um o.re Paulo 9ue ele con<iou mais amplamente em Deus. A9uele 9ue ser1e so.ra do pastor apenas comeDou.K II Cor.K Luc.iosI t)o di<erentes das tradiD@es e do mas ensinados pelos ra. A mente e o coraD)o s)o ocupados com coisas terrenasI e o ser1iDo de Cristo toma o se undo lu ar.al8a1a n)o para Si mesmoI mas para os outros.ertar a 8omens e mul8eres da destruiD)o impendente.tém a <orDa e o 1i or da almaI e é 9ue. >)o de1em os pastores a.usca da o1el8a perdida n)o perce. '. Al uns 9ue tra.ra do Sal1ador no mundo.al8o de CristoI para 9ue possam tirar dos celeiros de Sua Pala1ra o 9ue ir6 suprir as necessidades espirituais da9ueles por 9uem tra. De1e o pastor misturarOse li1remente com a9ueles por 9uem tra.sp-rito 9ue 8a.ai=adores de Cristo muitas 1e%es t2m Gs realidades eternas. 3a1endo pre ado um serm)oI a o.ron%e so. .al8amJ ao assim cooperarem com DeusI . Ao arremessar o inimi o o ata9ue contra eleI ele procura a <ortale%a para au=-lioI e ao apresentar ao Sen8or as promessas da Pala1raI é ele <ortalecido para os de1eres da 8ora.raDos e as a. Tra. 7as o soldado da cru% permanece ina. 36 <am-lias 9ue !amais ser)o alcanDadas pelas 1erdades da Pala1ra de Deus a menos 9ue os mordomos de Sua raDa entrem em seus lares e l8es indi9uem o mais alto camin8o.le a instruD)o 9ue esta1a constantemente rece.renaturaisI pAs sua con<ianDa em DeusI e nisto repousa1a sua <orDa. .ri adosI podem 1er a Deus tal como 7oisés O 1iu. Pelo poder e lu% 9ue .inosJ . >a .al8o pessoal para ele <a%er.+ 1isitar o po1o em seus laresI <alando e orando com eles com <er1or e 8umildade.

M' e +O14.ra de sal1ar almas.oa menteI e se!am comunic61eisJ 9ue entesourem para si mesmos um . O pastor 9ue est6 inte ralmente consa rado a Deus recusa empen8arOse em ne ócios 9ue poderiam impediOlo de se dar inteiramente ao sa rado mister.elecendo i re!as.!eti1oI 9ue entretantoI pode ser alcanDado por todos os 9ueI colocandoOse so. .ilidade.stas pala1ras apresentam perante o o. Le1a1aOos consi o em suas 1ia ens mission6rias e assim ad9uiriam e=peri2ncia 9ue mais tarde os 8a.ne ado. .elecido. De sua própria o.re seus om. >)o de1e ele en1ol1erOse em especulaD@esI ou em 9ual9uer outro ne ócio 9ue o des1ie de sua rande P6 .ilidades so. >)o procura ri9ue%as ou 8onra terrestresJ seu Pnico propósito é <alar a outros a respeito do Sal1ador 9ue Se deu a Si mesmo para le1ar aos seres 8umanos as ri9ue%as da 1ida eterna. Os escritos de Paulo mostram 9ue o ministro do e1an el8o de1e ser um e=emplo das 1erdades 9ue ensinaI Kn)o dando. As e=peri2ncias do apóstolo Paulo e suas instruD@es re<erentes G santidade da o.ra 9uandoI em 1e% de procurarem le1ar todos os encar os so%in8osI adestram o. Do K9ual estou <eito ministroKI declarou ele a respeito do e1an el8oI Kse undo a dispensaD)o de DeusI 9ue me <oi concedida para con1oscoI para cumprir a Pala1ra de DeusJ o mistério 9ue este1e oculto desde todos os séculosI e em todas as eraD@esI e 9ue a ora <oi mani<esto aos Seus santosJ aos 9uais Deus 9uis <a%er con8ecer 9uais s)o as ri9ue%as da lória deste mistério entre os entiosI 9ue é Cristo em 1ósI esperanDa da lóriaJ a 9uem anunciamosI admoestando a todo o 8omemI e ensinando a todo o 8omem em toda a sa.re ele como ministro de CristoI nem 9ueI se almas se perdessem por in<idelidade de sua parteI Deus o <aria respons61el.em con8ecidosJ como morrendoI e eis 9ue 1i1emosJ como casti adosI e n)o mortosJ como contristadosI mas sempre ale resJ como po.ra dei=ouOnos um 9uadro em sua carta aos crentes cor-ntiosM KTornandoOnos recomend61eis em tudoJ na muita paci2nciaI nas a<liD@esI nas necessidadesI nas an PstiasI nos aDoitesI nas pris@esI nos tumultosI nos tra.reiro mais perse1erante e a. escSndalo em coisa al umaI para 9ue o nosso ministério n)o se!a censuradoK.oas o. >)o é 1ontade de Deus 9ue Seus ministros procurem enri9uecer. Suas mel8ores <aculdades pertencem a Deus. O poder Gs ordens de Deus é ilimitadoI e o pastor 9ue em sua rande necessidade uneOse a Deus pode estar certo de 9ue rece.ilidade 9ue repousa1a so.emI enri9ueDam em .le pode ser con1idado a empen8arOse em empresas 9ue prometam randes lucros mundanosI mas a tais tentaD@es ele respondeM KFue apro1eitaria ao 8omem an8ar todo o mundo e perder a sua almaQK 7ar.elecidoI escol8endo delas 8omens a 9uem pudessem preparar a <im de se unirem na proclamaD)o do e1an el8o.# de Cristo. K>in uém 9ue militaKI escre1eu PauloI Kse em. 5M'.euI a1aliouOas como outros tantos pri1ilé ios a serem usados para a. 7as tuI ó 8omem de DeusI <o e destas coisasI e se ue a !ustiDaI a P6 .K II Cor. Paulo !amais es9ueceu a responsa.edoriaJ para 9ue apresentemos todo o 8omem per<eito em Jesus CristoJ e para isto tam.re o. so.5 importante liD)o para os ministros de 8o!e..araDa com ne ócios desta 1idaI a <im de a radar a9uele 9ue o alistou para a uerra. . Com respeito a isto escre1eu Paulo a TimóteoM KO amor do din8eiro é a rai% de toda a espécie de malesJ e nessa co.sp-rito SantoI no amor n)o <in idoI na pala1ra da 1erdadeI no poder de DeusI pelas armas da !ustiDaI G direita e G es9uerdaI por 8onra e por desonraI por in<Smia e por .reiro de Cristo um ele1ado o. Satan6s apresentou este en odo a CristoI sa. Onde 9uer 9ue pudesse encontrar audi2nciaI procura1a des<a%er o mal e tornar os pés de 8omens e mul8eres ao camin8o da !ustiDa. '.endo 9ue os 9ue <orem en anados por ela ser)o in<iéis ao seu le ado. .le n)o perdia oportunidade de <alar do Sal1ador ou de a!udar aos 9ue esta1am em lutas.ilita1a a ocupar posiD@es de responsa.. . '. '.al8o educar !o1ens para o encar o do ministério. Seu supremo dese!o n)o é acumular tesouros neste mundoI mas c8amar a atenD)o dos indi<erentes e desleais para as realidades eternas. Separado delesI conser1a1aOse ainda em contato com o tra. '.2nD)os 9ue rece.oa <amaJ como en anadoresI e sendo 1erdadeirosJ como descon8ecidosI mas sendo .undantemente nos d6 todas as coisas para delas o%armosJ 9ue <aDam .al8o delesI e suas cartas a Timóteo e a Tito s)o pro1as de 9u)o pro<undo era o seu dese!o pelo 2=ito deles. Col.reiros de 8o!e <a%em no.eni nidadeI no . Ia de lu ar em lu arI pre ando o e1an el8o de Cristo e esta.iDa al uns se des1iaram da <éI e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. o controle do rande Pro<essorI aprendem diariamente na escola P6 .ai=ador de Cristo de1e mandar Kaos ricos deste mundo 9ue n)o se!am alti1osI nem pon8am a esperanDa na incerte%a das ri9ue%asI mas em DeusI 9ue a. O coraD)o de Paulo ardia em amor pelos pecadoresI e ele pun8a todas as suas ener ias na o. Jamais 8ou1e o. .& piedadeI a <éI a caridadeI a paci2nciaI a mansid)o.ra. .atendo se undo a sua e<ic6ciaI 9ue o.ra do pastorI s)o uma <onte de au=-lio e inspiraD)o aos 9ue se empen8am no ministério e1an élico.rasI repartam de . $M+.ém tra. di<erentes dis<arces ele apresenta a mesma tentaD)o aos ministros de Deus 8o!eI sa.endo 9ue se . .ste aspecto da o. o.ros.al8oI com.resI mas enri9uecendo a muitos.K II Tim.K Pelo e=emploI .enDoar a outros.em como por preceitoI o em.om <undamento para o <uturoI para 9ue possam alcanDar a 1ida eternaK.ra em mim poderosamenteK. I Tim.ra de Paulo contém uma P6 .le o aceitasseI o mundo !amais seria redimido.al8osI nas 1i -liasI nos !e!unsI na pure%aI na ci2nciaI na lon animidadeI na .é repassa1am seu camin8oI 1isita1am as i re!as 9ue 8a1iam esta.As ener ias do pastor s)o todas necess6rias para o seu alto c8amado.. 1M$*O$#.M14I 11 e 1&O1#.reiros mais !o1ens e colocam responsa.er6 o 9ue 86 de ser para seus ou1intes um c8eiro de 1ida para 1ida.. Assim deu o apóstolo 2n<ase G necessidade do pastor se consa rar sem reser1as ao ser1iDo do 7estre. As . Os e=perimentados o. Paulo n)o es9uecia as i re!as 9ue 8a1ia esta. Depois de <a%erem uma 1ia em mission6riaI Paulo e Barna. O apóstolo constituiu como parte de seu tra.

O5. I:. Apoc. >esta carta Paulo deu li1re e=press)o a suas preocupaD@es em <a1or dos !udeus. '&$ Após muitos ine1it61eis atrasosI Paulo c8e ou a<inal a CorintoI cen6rio de tantos tra. o c8amado ser6 respondido. .ra. . 0ma i re!a !6 8a1ia sido esta.ém aos entios.uscar e sal1ar a Pnica 9ue se 8a1ia e=tra1iadoI podemos nós ser !usti<icados <a%endo menosQ >)o constitui o ne li enciar tra.m Cristo di o a 1erdadeI n)o mintoKI . :er a <é crist) <irmemente esta.le.le estar6 com ele até o <imI como sua proteD)oI sua <ortale%aI sua e<ici2nciaI ele tra.usca con9uistar almas para JesusI e no Céu é contado entre os 9ue s)o Kc8amadosI e eleitosI e <iéisK. A mesma lu% tem uiado G 1erdadeira <onte de perd)o e de pa%I mil8ares de almas so. A alma criada por Deus e por Cristo redimidaI é de rande 1alorI por causa das possi.A Tito ele escre1euM K. . >)o era um dese!o comum 9ue o apóstolo sentia. Suas pala1ras e atos re1ela1am o poder trans<ormador da raDa de DeusI e eram eles a ora uma potente <orDa para o .K ?om.sp-rito de Cristo repousa so.undante col8eita.le l8es outor a Seu . O 7inistério de Paulo '* A Sal1aD)o Para os Judeus P6 . '&+ puri<icar do pecado. .om dese!o do meu coraD)o e a oraD)o a Deus por IsraelKI declarouI Ké para sua sal1aD)o.atido do apóstolo encontrou repouso.ém pudessem ser a!udadas pela instruD)o en1iada aos crist)os de ?omaJ mas 9u)o pouco podia ele pre1er o 1asto alcance da in<lu2ncia de suas pala1rasT Atra1és dos séculos a rande 1erdade da !usti<icaD)o pela <é tem permanecido como poderoso <arol a uiar os pecadores arrependidos ao camin8o da 1ida.al8os ansiosos no passadoI e por al um tempo o. Hoi esta lu% 9ue dissipou as tre1as 9ue en1ol1iam a mente de Lutero e re1elouOl8e o poder do san ue de Cristo para P6 . '&' Durante sua perman2ncia em CorintoI Paulo ac8ou tempo para pro!etar no1os e mais 1astos campos de tra.ila1aOse por sua o. Deus est6 c8amando 8omens 9ue este!am dispostos a dei=ar suas <a%endasI ne óciosI se necess6rio a <am-liaI para se tornarem mission6rios para .elecida em ?omaI e o apóstolo dese!a1a conse uir a cooperaD)o dos crentes dali na o.m tudo te d6 por e=emplo de .al8ouI sacri<icar como . .ilidades 9ue pode possuir se 1itali%ada pela Pala1ra de Deus e da imortalidade 9ue pode o. >a sociedade de seus amados compan8eiros e desses <iéis con1ersosI o esp-rito cansado é a.recarre adas de pecado.oas o. .le sacri<icouI a traiD)o de sa radas 1erdadesI um insulto a DeusQ P6 .rasJ na doutrina mostra incorrupD)oI ra1idadeI sinceridadeI lin ua em s) e irrepreens-1elI para 9ue o ad1ers6rio se en1er on8eI n)o tendo nen8um mal 9ue di%er de nós.ra a ser promo1ida na It6lia e em outros pa-ses.elecida no rande centro do mundo con8ecidoI era uma de suas mais caras esperanDas e acalentados planos.al8ar como Cristo tra.le a<irma1a a sua posiD)o nas 9uest@es 9ue esta1am a itando as i re!as !udaicas e ent-licasI e mostra1a 9ue as esperanDas e promessas 9ue 8a1iam pertencido outrora aos !udeus especialmenteI eram a ora o<erecidas tam.le 1ela pelas almas como 9uem de1e dar conta delas. >ada e=iste mais precioso G 1ista de Deus 9ue Seus ministrosI os 9uais 1)o aos lu ares desolados da Terra para semear as sementes da 1erdadeI na esperanDa da P6 . Sua pro!etada 1ia em a ?oma ocupa1a especialmente seus pensamentos.K Tito $M.usca dos perdidos. '&1 O coraD)o do 1erdadeiro ministro est6 c8eio do intenso dese!o de sal1ar almas. '&4 col8eitaM >in uém a n)o ser Cristo pode medir a solicitude de Seus ser1os ao sa-rem em . Como saudasse esses disc-pulos e 1isse as e1id2ncias de sua <idelidade e %eloI re!u. Para a con1ers)o de um só pecadorI o ministro de1e <orDar ao m6=imo suas ener ias.ilidades perante elaI das 1anta ens espirituais 9ue l8e tem sido concedidasI das 8a.ter atra1és da esperanDa apresentada no e1an el8o. Tem 8a1ido no passado 8omens 9ueI constran idos pelo amor de Cristo e pelas necessidades dos perdidosI dei=aram os con<ortos do lar e a sociedade de ami osI inclusi1e da esposa e <il8osI para irem a terras estran eirasI entre idólatras e sel1a ensI a <im de proclamar a mensa em de misericórdia.span8a.=orta semel8antemente os mance. Com ro os e con1itesI misturados com a se uranDa do amor de DeusI ele . Assim passo a passo a causa de Cristo tem pro redidoI e a semente semeada em triste%a tem produ%ido uma a. :eri<icou 9ue muitos dos primiti1os crentes ainda se re<eriam a ele com a<eiD)oI como a9uele 9ue primeiro l8es le1ara a lu% do e1an el8o. P6 . 1&M1+. . 7uitos nessa empreitada perderam a 1idaI mas outros t2m sur ido para le1ar a o.al8os entre esses irm)osI muitos dos 9uais l8e eram por en9uanto estran8osI en1iouOl8es uma cartaI anunciando seu intento de 1isitar ?oma e sua esperanDa de plantar o estandarte da cru% na . KO .ra em Corinto n)o 8a1er sido em 1)o. S)o astos o tempo e a <orDaI e nen8um penoso es<orDo é e1itadoI pois outros precisam ou1ir as 1erdades 9ue le1aram a sua própria alma taman8a ale riaI pa% e satis<aD)o.al8a para Deus. .andeira da cru% plantada em terras pa )s.em nesse centro de pa anismo e superstiD)o.le espera1a 9ue outras i re!as tam. Cada crist)o tem moti1os para a radecer a Deus pela ep-stola aos romanos. O . se Cristo dei=ou as no1enta e no1e o1el8as para 9ue pudesse . Com os ol8os <i=os na cru% do Cal16rioI contemplando o Sal1ador suspensoI con<iando em Sua raDaI crendo 9ue . O con8ecimento de Deus tem sido estendido amplamenteI e a .!eto de pro<unda solicitude.al8o.re ele.os a 9ue se!am moderados. Constantemente esta1a ele pedindo a Deus para operar em <a1or dos israelitas 9ue 8a1iam dei=ado de recon8ecer a Jesus de >a%aré como o 7essias prometido. Com rande clare%a e poder o apóstolo apresenta1a a doutrina da !usti<icaD)o pela <é em Cristo.sp-ritoI e por seus es<orDos as almas s)o le1adas a tornarem do pecado para a !ustiDa. Os crentes de CorintoI outrora t)o propensos a perder de 1ista seu alto c8amado em CristoI tin8am desen1ol1ido <orDa de car6ter crist)o. K. Desde sua con1ers)o suspira1a ele por a!udar seus irm)os de raDa a alcanDar uma clara compreens)o da mensa em do e1an el8o. A <im de preparar o camin8o para os seus tra. 14M1.m sua ep-stola aos romanosI Paulo e=pAs os randes princ-pios do e1an el8o.

K>)o tem o oleiro poder so.ém eu sou israelita da descend2ncia de A. . .K ?om.I se as prim-cias s)o santasI tam.scritura di% de . >otai como Paulo continua a ar umentarM KDi o poisM Por1entura re!eitou Deus o Seu po1oQ De modo nen8umJ por9ue tam. '&& 8ou1e 8omens e mul8eres <iéis 9ue rece.u tirar os seus pecados.K KSe tuKI escre1e aos entiosI K<oste cortado do natural %am. '&. K. Por9ue assim como .radosI para 9ue eu <osse en=ertado.ém a ora neste tempo <icou um restoI se undo a eleiD)o da raDa.oa oli1eira de 9ue al uns al8os <oram 9ue. .le Se propusera a.ém tu ser6s cortado.I se a sua 9ueda é a ri9ue%a do mundoI e a sua diminuiD)o a ri9ue%a dos entiosI 9uanto mais a sua plenitudeT Por9ue con1osco <aloI entiosI 9ueI en9uanto <or apóstolo dos entiosI lori<icarei o meu ministérioJ para 1er se de al uma maneira posso incitar G P6 . 7as os ramos 9ue 8a1iam sido cortados do P6 . Por9ue os dons e a 1ocaD)o de Deus s)o sem arrependimento. O apóstolo usa al umas dessas pro<ecias em seu ar umento. tam. se al uns dos ramos <oram 9ue. Isto 8a1ia sido claramente es.eis o 9ue a .ra propósito de Deus 9ue Sua raDa <osse re1elada entre os entios .ora 8ou1esse Israel re!eitado Seu Hil8oI Deus n)o os re!eitou.oa oli1eiraI 9uanto mais essesI 9ue s)o naturaisI ser)o en=ertados na sua própria oli1eiraT Por9ue n)o 9ueroI irm)osI 9ue i noreis este se redo Lpara 9ue n)o presumais de 1ós mesmosNM 9ue o endurecimento 1eio em parte so. 7uito em.K ?om.ondade e a se1eridade de DeusJ para com os 9ue ca-ramI se1eridadeJ mas para conti oI a . #M1O*.stante 8a1er Israel <al8ado como naD)oI 8a1ia entre eles um consider61el remanescente em condiD@es de serem sal1os. assim todo o Israel ser6 sal1oI como est6 escritoM De Si)o 1ir6 o Li.arroKI interro aI Kpara da mesma massa <a%er um 1aso para 8onra e outro para desonraQ . Assim pois tam. P6 .uscam a min8a almaQ 7as 9ue l8e di% a resposta di1inaQ ?eser1ei para mim sete mil 1ar@esI 9ue n)o do.ém a massa o éJ se a rai% é santaI tam.K ?om. .K ?om. C a este remanescente 9ue Paulo se re<ere 9uando escre1eM K. >)o o..eDasI mas teme.ertadorI e des1iar6 de Jacó as impiedades. De1ido G incredulidade e G re!eiD)o do propósito do Céu para elesI Israel como naD)o perdera sua li aD)o com Deus. este ser6 o 7eu concerto com elesI 9uando . 11M1O*.radosI e tu est6s em pé pela <éJ ent)o n)o te enso.u!eiroI <oste en=ertado em lu ar delesI e <eito participante da rai% e da sei1a da oli1eiraI n)o te lories contra os ramosJ eI se contra eles te loriaresI n)o és tu 9ue sustentas a rai%I mas a rai% a ti.ém os ramos o s)o. .st6 . Ou n)o sa. #M$1O$. Por9ueI se a sua re!eiD)o é a reconciliaD)o do mundoI 9ual ser6 a sua admiss)oI sen)o a 1ida dentre os mortosQK ?om.ém dentre os entiosQ Como tam.K Paulo relaciona o remanescente de Israel a uma . Dir6s poisM Os ramos <oram 9ue.ém. 11M11O1*.ém elesKI declara o apóstoloI <alando dos ramos cortadosI Kse n)o permanecerem na incredulidadeI ser)o en=ertadosJ por9ue poderoso é Deus para os tornar a en=ertar. '&* O pro<eta Isa-asI de1assando os séculos e testemun8ando a re!eiD)o de pro<eta após pro<eta e <inalmente do Hil8o de DeusI <oi inspirado a escre1er com respeito G aceitaD)o do ?edentor por parte da9ueles 9ue nunca 8a1iam sido antes contados entre os <il8os de Israel. Israel tin8a tropeDado e ca-doI mas isto n)o tornara imposs-1el para eles se le1antarem outra 1e%.m resposta G per untaM KPor1entura tropeDaramI para 9ue ca-ssemQK o apóstolo respondeM KDe modo nen8umI mas pela sua 9ueda 1eio a sal1aD)o aos entiosI para os incitar G emulaD)o.eni nidadeJ de outra maneiraI tam.eram com ale ria a mensa em de Jo)o BatistaI e <oram assim le1ados a estudar de no1o as pro<ecias re<erentes ao 7essias. ?e<erindoOse a esta pro<eciaI Paulo declaraM KIsa-as ousadamente di%M Hui ac8ado pelos 9ue 7e n)o .re IsraelI até 9ue a plenitude dos entios 8a!a entrado. #M1O*.rados.er. Os !udeus <oram o po1o escol8ido de DeusI por cu!o intermédio . Considerai pois a .usca1amI <ui mani<estado aos 9ue por 7im n)o per unta1am. Ao tempo do ad1ento do Sal1adorI P6 .sp-rito SantoI 9ue ten8o rande triste%a e cont-nua dor no meu coraD)o. Por9ue eu mesmo poderia dese!ar ser separado de CristoI por amor de meus irm)osI 9ue s)o meus parentes se undo a carneJ 9ue s)o israelitas dos 9uais é a adoD)o de <il8osI e a lóriaI e os concertosI e a leiI e o cultoI e as promessasJ dos 9uais s)o os paisI e dos 9uais é Cristo se undo a carneI o 9ual é so.ra)oI da tri.aram os Teus altaresJ e só eu <i9ueiI e . Por9ueI se Deus n)o poupou os ramos naturaisI teme 9ue te n)o poupe a ti tam. K.endito eternamente.liasI como <ala a Deus contra IsraelI di%endoM Sen8orI mataram os Teus pro<etasI e derri.O$$.stes 8a1iam predito o ad1ento de um ?edentor 9ue de1ia ser re!eitado e morto pelos 9ue de1eriam ter sido os primeiros a recon8ec2OLo como o Prometido. Fuando a i re!a crist) primiti1a <oi <undadaI <oi ela composta desses <iéis !udeus 9ue recon8eceram Jesus de >a%aré como A9uele cu!o ad1ento 8a1iam alme!ado.ém c8amouI n)o só dentre os !udeusI mas tam.a<irmou ele aos crentes de ?omaI KdandoOme testemun8o a min8a consci2ncia no . suceder6 9ue no lu ar em 9ue l8es <oi ditoM :ós n)o sois 7eu po1oJ a. Deus n)o re!eitou o Seu po1oI 9ue antes con8eceu. Dentre eles Deus 8a1ia le1antado muitos pro<etas.o de Ben!amim.radosKI escre1e ele aos crentes entiosI Ke tuI sendo %am. compara os entios aos ramos de uma oli1eira sil1estreI en=ertados no tronco da oli1eiraOm)e. Assim 9ueI 9uanto ao e1an el8oI s)o inimi os por causa de 1ósJ masI 9uanto G eleiD)oI amados por causa dos pais. 9ue direis se DeusI 9uerendo mostrar a Sua iraI e dar a con8ecer o Seu poderI suportou com muita paci2ncia os 1asos da iraI preparados para perdiD)oJ para 9ue tam.K ?om. .em como entre os israelitas. 7as contra Israel di%M Todo o dia estendi as 7in8as m)os a um po1o re.ser)o c8amados <il8os do Deus 1i1o.ém di% em OséiasM C8amarei 7eu po1o ao 9ue n)o era 7eu po1oJ e amada G 9ue n)o era amada.raram os !oel8os diante de Baal. 11M1.oDado nas pro<ecias do Anti o Testamento.re todos Deus . K.ém desse a con8ecer as ri9ue%as da Sua lória nos 1asos de misericórdiaI 9ue para lória !6 dantes preparouI os 9uais somos nósI a 9uem tam. emulaD)o os da min8a carne e sal1ar al uns deles.eni nidade de DeusI se permaneceres na Sua .elde e contradi%ente. .emJ pela sua incredulidade <oram 9ue.u!eiroI e contra a nature%aI en=ertada na . '&5 troncoI Deus podia li ar ao 1erdadeiro tronco de Israel O o remanescente 9ue 8a1ia permanecido <iel ao Deus de seus pais. .re o .enDoar toda a 8umanidade.

edoriaI como da ci2ncia de DeusT Fu)o insond61eis s)o os Seus !u-%osI e 9u)o inescrut61eis os Seus camin8osT Por9ue 9uem compreendeu o intento do Sen8orQ ou 9uem <oi Seu P6 .K Jo)o 1M1$. Fuando este e1an el8o <or apresentado em sua plenitude aos !udeusI muitos aceitar)o a Cristo como o 7essias.erem 9u)o claramente o >o1o Testamento e=plica o Anti oI suas adormecidas <aculdades despertar)o e eles recon8ecer)o a Cristo como o Sal1ador do mundo. KDeus n)o <a% acepD)o de pessoasK L?om. '5' .sses <alsos ensinadores esta1am .scurecidas pela tradiD)o e errada interpretaD)oI seu coraD)o se tem enc8ido de ratid)o a Deus pelo dom inaudito 9ue . 'M$. Deus tem con<ortado seus coraD@es em a<liD)oI e tem contemplado P6 .re a TerraI completandoOa e a.io como naD)o.ém do re o. Tem ou1ido as a oni%antes oraD@es dos 9ue de todo o coraD)o O t2m .ém anti amente <ostes deso.undantemente capa% de trans<ormar o coraD)o de !udeus e entios semel8antementeI e de conceder a cada crente em Cristo as .edi2ncia delesI assim tam.ilidade da lei de Deus. O apóstolo considera1aOse a si mesmo de1edor Ktanto a re os como a . . Por9ue Deus encerrou a todos de. os errados de esp-rito 1ir)o a ter entendimentoI e os murmuradores aprender)o doutrina. Atra1és da in<lu2ncia de <alsos ensinadores 9ue se tin8am le1antado entre os crentes em JerusalémI a di1is)oI 8eresia e sensualismo esta1am rapidamente an8ando terreno entre os crentes na (al6cia.ai=o da deso. 14M$$ e $'.scriturasI e esses proclamar)o com mara1il8oso poder a imuta. Ao tra. Por mil e oitocentos anos t2m os !udeus 1a ueado de terra em terra atra1és do mundoI e em nen8um lu ar temOseOl8es dado o pri1ilé io de recuperarem o anti o prest.em como a todos os outrosI de1e c8e ar a mensa em de misericórdia e esperanDa em Cristo.2nD)os prometidas a Israel.n9uanto permanecia em CorintoI Paulo te1e moti1os para sérias apreens@es com respeito a al umas das i re!as !6 esta.6r. O Deus de Israel <ar6 9ue isto suceda em nossos dias. '&# consel8eiroQ Ou 9uem L8e deu primeiro a . #M$&O$#.K ?om. '54 com piedade sua terr-1el situaD)o.scrituras do Anti o TestamentoI e perce.ntre os ministros crist)os 86 poucos 9ue se sentem P6 . Desde os dias de Paulo até o presenteI Deus pelo Seu . Apostasia na (al6cia P6 .leI e para . Ao 1erem o Cristo da dispensaD)o e1an élica retratado nas p6 inas das .K ?om. Seu . ?om.ora a tremenda sentenDa pronunciada so.al8o especial pelas classes de pessoas até a9ui ne li enciadasI Deus espera 9ue Seus mensa eiros tomem interesse especial pelo po1o !udeuI o 9ual eles encontram em todas as partes da Terra.eramI deuOl8es o poder de serem <eitos <il8os de DeusI aos 9ue cr2em no Seu nome.re1iandoOa.le repete a declaraD)o de Isa-as concernente ao po1o de DeusM KAinda 9ue o nPmero dos <il8os de Israel se!a como a areia do marI o remanescente é 9ue ser6 sal1o. .scrituras do Anti o Testamento amal amadas com o >o1o numa e=planaD)o do eterno propósito de Jeo16I isto ser6 para muitos !udeus como o raiar de uma no1a criaD)oI a ressurreiD)o da alma. Como n6u<ra os numa praia desertaI <oram espal8ados entre as naD@es.sp-rito Santo tem estado a c8amar tanto a !udeus como a entios. $M11NI declarou Paulo. 7as 9uando 1ir a Seus <il8osI a o. Ao serem as .1ós tam.edientesI para tam. 1M1. KO e1an el8oKI declarouI Ké o poder de Deus para sal1aD)o de todo a9uele 9ue cr2J primeiro do !udeuI e tam. .ra)oI acerca da casa de JacóM Jacó n)o ser6 a ora en1er on8adoI nem a ora se descorar6 a sua <ace. '5$ KAssim di% o Sen8orI 9ue remiu a A.re outrosI KprimeiramenteKI por9ue Kas pala1ras de Deus l8e <oram con<iadasK. 7uito em. como antes disse Isa-asM Se o Sen8or dos e=ércitos n)o nos dei=ara descend2nciaI ter-amos sido <eitos como SodomaI e ser-amos semel8antes a (omorra. KÓ pro<undidade das ri9ue%asI tanto da sa.elecidas. '.arosKI . 36 entre os !udeus al uns 9ueI como Saulo de TarsoI s)o poderosos nas . Al uns t2m aprendido a 1er no 8umilde >a%areno a 9uem seus antepassados re!eitaram e cruci<icaramI o 1erdadeiro 7essias de Israel.edientes a DeusI mas a ora alcanDastes misericórdia pela deso. C deste e1an el8o de CristoI i ualmente e<ica% a !udeus e entiosI 9ue Paulo em sua ep-stola aos romanos declara n)o se en1er on8ar. e 1&..le eternamente. Assim mostra Paulo 9ue Deus é a. $#M$$O$+. .m relaD)o a eles se cumprir)o as pala1rasM K7asI a todos 9uantos O rece. Ao alcanDar sua mente o si ni<icado das <amiliares pro<ecias 86 muito o.ra das 7in8as m)osI no meio deleI santi<icar)o o 7eu nomeI e santi<icar)o ao Santo de JacóI e temer)o ao Deus de Israel.leI s)o todas as coisasJ lória pois a . Ao tempo em 9ue Jerusalém <oi destru-da e o templo posto em ru-nasI muitos mil8ares de !udeus <oram 1endidos para ser1ir como escra1os em terras pa )s.al8arem Seus ser1os em <é pelos 9ue de muito t2m sido ne li enciados e despre%adosI Sua sal1aD)o ser6 re1elada.er)o a Cristo pela <é como seu ?edentor.uscado para uma !usta compreens)o de Sua Pala1ra.K Isa. '51 c8amados a tra.re a !ustiDa de Deus de <é em <éI como est6 escritoM 7as o !usto 1i1er6 da <é. 7uitos rece.K Isa. 11M$.ém estes a ora <oram deso.em como a !udeusJ mas !amais perdeu ele de 1ista as decididas 1anta ens 9ue os !udeus 8a1iam possu-do so. Por9ue o Sen8or e=ecutar6 a Sua pala1ra so.leI para 9ue l8e se!a recompensadoQ Por9ue d. C a esta classe 9ue Isa-as se re<ere em sua pro<eciaM KO remanescente é 9ue ser6 sal1o.le e por .K ?om.resI 8omens e mul8eresI tementes a DeusI os 9uais t2m so<rido em sil2ncio.O'.raDo n)o est6 encol8ido para 9ue n)o possa sal1ar.le outor a a todo ser 8umano 9ue decide aceitar a Cristo como um Sal1ador pessoal. . 7alsinadosI odiadosI perse uidosI de século em século sua 8eranDa tem sido de so<rimento. P6 .edi2nciaI para com todos usar de misericórdia. Por9ue nele se desco.re os !udeus como naD)o ao tempo da re!eiD)o de Jesus de >a%aréI por parte delesI tem 8a1ido de século em século muitos !udeus no. .al8ar pelo po1o !udeuJ mas aos 9ue t2m sido passados por altoI .ém alcanDarem misericórdia pela misericórdia a 1ós demonstrada. >a proclamaD)o <inal do e1an el8oI 9uando de1e ser <eito um tra.

re1emente os incidentes principais relacionados com sua própria con1ers)o e com sua e=peri2ncia crist) primiti1a. a pretens)o de 8onrarem a CristoI a pAr em contro1érsia a lei moralI e a ensinar 9ue seus .oDa1a claramente a di<erenDa entre ser ensinado pelo 8omem e rece. .edi2ncia ao Sal1ador. '5+ rande se1eridade repreendia a todos os 9ue se esta1am apartando da <é. Após saudar os 6latas com as pala1ras K raDa e pa% da parte de Deus Pai e da de nosso Sen8or Jesus CristoKI diri eOl8es estas pala1ras de penetrante repro1aD)oM K7ara1il8oOme de 9ue t)o depressa pass6sseis dA9uele 9ue 1os c8amou G raDa de Cristo para outro e1an el8o.K (6l.al8o Gs condiD@es P6 . Os cor-ntios 8a1iam sido 1encidos pela tentaD)o. Paulo tin8a o coraD)o cortado e sua alma esta1a contristada por essa <ranca apostasia da parte da9ueles a 9uem ensinara <ielmente os princ-pios do e1an el8o. . Imediatamente ele escre1eu aos en anados crentesI e=pondo as <alsas teorias 9ue tin8am aceitadoI e com P6 .edoria e !u-%o iluminado e santi<icado pelo .ras da lei ou pela pre aD)o da <éQ Sois 1ós t)o insensatos 9ueI tendo comeDado pelo .sp-rito pelas o. Sua reli i)o era <eita de um acer1o de cerimAniasI por cu!as pr6ticas espera1am an8ar o <a1or de Deus. Desconsiderando a decis)o do conc-lio eral de JerusalémI impuseram aos crentes entios a o.ser1Sncia da lei cerimonial.nsin6Olos a distin uir o <also do 1erdadeiro re9ueria cuidado e paci2ncia. CristoI o 1erdadeiro <undamento da <éI <ora 1irtualmente renunciado pelas o. .scriturasI e o .ene<iciar. Por este meio ele procura1a mostrar 9ue <oi atra1és de uma especial mani<estaD)o de poder di1ino 9ue ele 8a1ia sido le1ado a 1er e a.s.usca .unal de sua própria consci2nciaI e procura1a det2Olos P6 . O 9ual n)o é outroI mas 86 al uns 9ue 1os in9uietam e 9uerem transtornar o e1an el8o de Cristo. . O apóstolo e=orta1a os 6latas a dei=ar os <alsos uias por 9uem 8a1iam sido des1iadosI e a 1oltar G <é 9ue 8a1ia sido acompan8ada por in9uestion61eis e1id2ncias de apro1aD)o di1ina. O apóstolo aconsel8a os crentes 6latas a considerarem cuidadosamente sua primeira e=peri2ncia na 1ida crist). Con<iando no poder de Deus para sal1arI e recusandoOse a recon8ecer as doutrinas dos ensinadores apóstatasI o apóstolo . Aspere%a ou descuidosa precipitaD)o da parte de Paulo teriam destru-do sua in<lu2ncia so. >os tempos apostólicos le1ou os !udeus a e=altar a lei cerimonial e re!eitar a CristoJ no presente ele indu% muitos crist)os pro<essosI so. 7asI ainda 9ue nós mesmos ou um an!o do Céu 1os anuncie outro e1an el8o além do 9ue !6 1os ten8o anunciadoI se!a an6tema.raDar as randes 1erdades do e1an el8o.ém <oi em 1)o.er isto de 1ósM ?ece. 0ma importante liD)o 9ue todo ministro de Cristo de1e aprenderI é a de adaptar seu tra. >)o tin8am interesse num e1an el8o 9ue re9ueria o.al8oJ por isso ele ad1ertia a seus irm)os a n)o atentarem para coisa al uma 9ue contradissesse as 1erdades 9ue l8es 8a1ia ensinado. Suprir <ormas e=ternas de reli i)o em lu ar de santidade de coraD)o e de 1idaI é ainda t)o a rad61el G nature%a n)o reno1ada como o <oi nos dias desses ensinadores !udeus.sp-rito de Deus. . Os 8omens 9ue os 8a1iam procurado des1iar de sua <é no e1an el8o eram 8ipócritasI de coraD)o n)o santi<icado e 1ida corrupta. Os males 9ue 8a1iam sido introdu%idos ameaDa1am destruir rapidamente as i re!as da (al6cia. A9uele pois 9ue 1os d6 o .edi2ncia G lei de Deus.soluto con8ecimento. Os ensinos de Paulo esta1am em 8armonia com as .m cada século o ar9uiinimi o adapta suas tentaD@es aos preconceitos ou inclinaD@es da9ueles a 9uem est6 procurando en anar.sp-rito e 9ue o. TernuraI paci2nciaI decis)o e <irme%a s)o i ualmente necess6riasJ mas de1em ser e=ercidas com o necess6rio discernimento.aseada em tal doutrina re9ueria demasiado sacri<-cioI e assim se ape a1am a seus errosI en anandoOse a si e aos outros. '5* em seu camin8o.ra mara1il8as entre 1ósI <6Olo pelas o. Hoi mediante instruD)o rece. A situaD)o era cr-tica.ras da leiI ou pela pre aD)o da <éQK (6l.sp-rito Santo tin8a dado testemun8o de seu tra.n anados por en en8osos so<ismas de ensinadores 9ue apresenta1am erros so. O apóstolo 1iu 9ue para 9ue os crentes da (al6cia <ossem sal1os das peri osas in<lu2ncias 9ue os ameaDa1amI as mais decisi1as medidas de1iam ser tomadasI dadas as mais penetrantes ad1ert2ncias.edi2ncia G pala1raM KA9uele P6 . . 'M1O*. .edecerdes G 1erdadeI a 1ósI perante os ol8os de 9uem Jesus Cristo <oi !6 representado como cruci<icadoQ Só 9uisera sa.eis a ora pela carneQ Ser6 em 1)o 9ue ten8ais padecido tantoQ Se é 9ue isso tam. KÓ insensatos 6latasTK e=clamaI K9uem 1os <ascinou para n)o o. 3o!eI como ent)oI e=istem <alsos uias espirituaisI para cu!as doutrinas muitos atentam a1idamente.soletas cerimAnias do !uda-smo.ra 9ue re9uer sa.m sua carta aos crentes 6latasI Paulo recapitula .O5.iamente com di<erentes classes de mentalidadesI so. circunstSncias e condiD@es 1ariadasI é uma o.K Jo)o 'M'. o dis<arce da 1erdadeI tin8amOse tornado con<usos e desorientados. Assim Paulo coloca1a os crentes da (al6cia perante o tri. Tratar sa.re muitos da9ueles a 9uem ansia1a a!udar.le tomou posiD)o <irmemente ao lado da 1erdade e da !ustiDaJ e sua suprema <é e con<ianDa na mensa em 9ue apresentaraI a!udou a muitos cu!a <é 8a1ia <racassadoI a retornarem G o.erta e desmascaradamente esta1a o erro suplantando a mensa em do e1an el8o. C estudado es<orDo de Satan6s des1iar as mentes da esperanDa da sal1aD)o pela <é em Cristo e o. >as i re!as da (al6ciaI a.ida do próprio Deus 9ue Paulo <oi le1ado a ad1ertir e admoestar os 6latas de maneira t)o solene e positi1a. 1M'I . Sentiam 9ue uma reli i)o .usca1a le1ar os con1ersos a 1er 9ue 8a1iam sido rosseiramente en anadosI mas 9ue pelo retorno a sua primeira <é no e1an el8o eles podiam ainda anular os propósitos de Satan6s. da9ueles a 9uem .sp-ritoI aca. '5& 9ue n)o nascer de no1oI n)o pode 1er o reino de Deus. '5. Fu)o di<erente da maneira de Paulo escre1er G i re!a de CorintoI <oi o camin8o 9ue ele se uiu em relaD)o aos 6latasT Aos primeiros ele repreendeu com cautela e ternuraJ aos PltimosI com pala1ras de <arta repro1aD)o.er a instruD)o diretamente de Cristo.le escre1euI n)o em 8esitaD)o e dP1idaI mas com a se uranDa de decidida con1icD)o e a.misturando tradiD@es !udaicas com as 1erdades do e1an el8o.estes o .

al8os entre os entios.ros da P6 . C8e a1am de cada canto in<ormaD@es da disseminaD)o da no1a doutrinaI se undo a 9ual os !udeus eram li.arcando em HiliposI Paulo e Lucas alcanDaram os compan8eiros cinco dias mais tardeI em TrAadeI e demoraramOse sete dias com os crentes na9uele lu ar. por essa 1isita espera1a promo1er mais <irme uni)o entre os !udeus con1ersos e os con1ersos entios.m seu es<orDo para recon9uistar a con<ianDa de seus irm)os na (al6ciaI Paulo 8a.K Com !P. Os 9ue procura1am diminuir sua 1ocaD)o e sua o. O 2=ito 9ue alcanDou a pre aD)o do e1an el8o despertou de no1o a ira dos !udeus. . sua posiD)o tin8a sido recon8ecida por um conc-lio eral em JerusalémI com cu!as decis@es Paulo se tin8a con<ormado em todos os seus tra. >)o de 8omensI mas da mais alta autoridade no CéuI tin8a ele rece.sp-rito Santo operou com <orte poderI e muitos cu!os pés se 8a1iam des1iado para camin8os estran8osI retornaram a sua primeira <é no e1an el8o. '55 >)o <oi para e=altarOseI mas para ma ni<icar a raDa de DeusI 9ue Paulo assim apresentou aos 9ue esta1am pondo em dP1ida seu apostoladoI pro1as de 9ue n)o era Kin<erior aos mais e=celentes apóstolosK. O apóstolo <oi <orDadoI pela oposiD)o de seus inimi osI a tomar decidida atitude de manter sua posiD)o e autoridade. >a 1ida deles <oram re1elados os <rutos do . .uintes 9ue representantes seus o acompan8assem a Jerusalém.al8o na JudéiaJ e para esse <im com.le se declarou apóstoloI Kn)o da parte dos 8omensI nem por 8omem al umI mas por Jesus CristoI e por Deus PaiI 9ue O ressuscitou dos mortosK.al8o em CorintoI determinou na1e ar diretamente para um dos portos na costa da Palestina. >a Pltima noite de sua estada ali os irm)os se a!untaram Kpara partir o p)oK. '& A Eltima :ia em de Paulo a Jerusalém P6 . C de1er de cada ser1o de Deus oporOse <irme e decididamente a esses per1ertedores da <éI e e=por destemidamente seus erros pela Pala1ra da 1erdade. '5# Paulo tin8a rande dese!o de alcanDar Jerusalém antes da P6scoaI para 9ue assim ti1esse uma oportunidade de encontrarOse com os 9ue 1in8am de todas as partes do mundo para assistir G <esta.res da Judéia. 'M11NI <oi considerada pelos inimi os como ousada .raDouOo e <e% uma <er1orosa oraD)o para 9ue Deus restaurasse a 1ida ao morto. Atos $4M14 e 11. *M$$ e $'. Tendo completado seu tra. Só Lucas <icou com eleI partindo os demais mem. A posiD)o 9ue .ertas esta1a assentado um !o1em por nome Wutico. Tendo sido a1isado da conspiraD)oI Paulo decidiu dar a 1olta pela 7acedAnia. Atos $4M+.m Hilipos Paulo demorouOse para cele. As <er1orosas pala1ras de sPplica do apóstolo n)o <icaram sem <ruto. Sua cate órica a<irmaD)oM K>)o 86 re o nem !udeuI circuncis)o nem incircuncis)oK LCol. Dese!a1a tam. O . '#4 para aca. Com irrespond-1eis ar umentos e=pun8a perante eles seu pri1ilé io em se tornarem 8omens e mul8eres li1res em CristoI por cu!a raDa e=piatória todos os 9ue <a%em completa entre a s)o 1estidos com o manto de Sua !ustiDa.m.ra esta1am lutando contra CristoI cu!a raDa e poder eram mani<estos atra1és de Paulo.iloI os crentes 1oltaram a se reunir no cen6culo. 11M*.ilmente 1indica sua posiD)o como apóstolo de Cristo. 7as PauloI passando por entre os irm)os atri. II Cor.ém ir ter com a i re!a de Jerusalém e le1arOl8es os donati1os 9ue as i re!as ent-licas en1ia1am para os irm)os po.erdade com 9ue Cristo os 8a1ia li. Até ent)o tin8am sido <rustrados todos os es<orDos dos ad1ers6rios da <é P6 .ertados da o. . Os <ilipenses eram dentre os con1ersos do apóstolo os mais amorosos e sincerosI e durante os oito dias da <esta ele des<rutou pac-<ica e <eli% comun8)o com eles. .ar com a o. .ondadeI <idelidadeI mansid)oI dom-nio próprioK. >a compan8ia de Paulo e Lucas esta1am KSópaterI de BeréiaI e dos de TessalAnicaI Aristarco e Se undoI e (aio de Der.ertado.repondoOse aos clamores e lamentaD@esI ou1iuOse a 1o% do apóstolo di%endoM K>)o 1os pertur. ?euniramOse num Kcen6culoK LAtos $4M& e 5NI no terceiro andar.sp-rito O KamorI ale riaI pa%I lon animidadeI . (6l. '#1 comiti1a para TrAadeI a <im de ali o esperarem. PauloI em sua pre aD)o em CorintoI apresentou os mesmos ar umentos 9ue e=pun8a com tanta 1eem2ncia em suas ep-stolas.ido sua comiss)o.eisI 9ue a sua alma nele est6. 3a1endo participado da comun8)oI Paulo Kainda l8es <alou lar amente até G al1oradaK. . O nome de Deus <ora lori<icado e muitos <oram acrescentados ao nPmero dos crentes em toda a9uela re i)o. Da.ser1Sncia dos ritos da lei cerimonialI e os entios eram admitidos a i uais pri1ilé ios com os !udeus como <il8os de A. 3a1iamOse tomado todas as disposiD@es e ele esta1a prestes a tomar o na1io 9uando te1e a1iso de uma trama dos !udeus para tirarOl8e a 1ida.uladosI a. So.las<2miaI e decidiram 9ue sua 1o% de1ia silenciar.inou com 16rias i re!as contri. >um momento tudo era alarma e con<us)o.le tomou é 9ue cada alma 9ue dese!a ser sal1a precisa ter uma e=peri2ncia enu-na e pessoal nas coisas de Deus.eI e TimóteoI e dos da XsiaI T-9uico e Tró<imoK. O !o1em <oi le1antado mortoI e muitos se acercaram dele com ritos e lamentaD@es. Paulo tra%ia consi o rande soma de din8eiro das i re!as ent-licasI e pretendia depAOla nas m)os dos irm)os encarre ados do tra. Paulo pleitea1a com os 9ue 8a1iam uma 1e% con8ecido na 1ida o poder de DeusI para 1oltarem a seu primeiro amor da 1erdade do e1an el8o. >uma das !anelas a. Sua petiD)o <oi atendida. . O <ato de 9ue seu amado mestre ia partirI promo1eu um a!untamento maior 9ue o de costume. Acaricia1a sempre a esperanDa de ser1irI de al um modoI como instrumento na remoD)o dos preconceitos de seus patr-cios incrédulosI a <im de 9ue <ossem le1ados a aceitar a preciosa lu% do e1an el8o. Te1e assim de renunciar ao plano de c8e ar a Jerusalém em tempo para as <esti1idades da P6scoaI mas espera1a l6 estar para o Pentecoste.preceitos podem ser trans redidos impunemente. AliI no <er1or de seu amor e solicitude por elesI o apóstolo pre ou até G meiaOnoite. >essa peri osa posiD)o adormeceuI e caiu ao solo.rar a P6scoa.em diante <icaram <irmes na li.ra)o.ra do apóstolo.eni nidadeI . P6 .

KPortantoI no dia de 8o!eI 1os protesto 9ue estou limpo do san ue de todosI por9ue nunca dei=ei de 1os P6 . Paulo tremia pela i re!a 9uandoI ol8ando para o <uturoI 1ia os ata9ues 9ue ela so<reria de inimi os e=ternos e internos..sp-rito Santo de cidade em cidade me re1elaI di%endo 9ue me esperam pris@es e tri.uscar de Deus <orDa e uia. K.por diante a render o.em como a condiD)o das i re!as e o interesse da o.stou limpo do san ue de todos. C8e ando porém a 7iletoI cerca de trinta mil8as de C<esoI sou.K Al uns dos irm)os e<ésios eram ricosJ mas Paulo !amais procurara tirar deles .e 9ue l8e seria poss-1el comunicarOse com a i re!a antes 9ue o na1io partisse.em sa. De1em ter cuidado de si e do re. 7ediante de1oD)oI pure%a de 1idaI pia con1ersaD)oI de1em pro1arOse di nos de sua alta 1ocaD)o. . 0nicamente a9uele 9ue é um <iel ensinador da 1erdade poder6I ao <im de seu tra. Se os ministros do e1an el8o manti1erem sempre em mente 9ue est)o tratando com a a9uisiD)o do san ue de CristoI ter)o mais pro<undo senso da importSncia de seu tra.an8oJ e 9ue dentre 1ós mesmos se le1antar)o 8omens 9ue <alar)o coisas per1ersasI para atra-rem os disc-pulos após si. .ir a .ido ao Céu para permanecer como seu Ad1o ado perante o Pai. >)o <a%ia parte de sua mensa em c8amar a atenD)o para .al8o.re1ieramJ como nadaI 9ue Ptil se!aI dei=ei de 1os anunciarI e ensinar pu. Como representantes de CristoI de1em manter a 8onra de Seu nome.re 9ue o . O apóstoloI porémI pre<eriu tomar o camin8o mais pertoI por terraI entre TrAade e AssAsI encontrandoOse com seus compan8eiros nesta P6 . Atos $4M1.le 9ue é poderoso para 1os edi<icar e dar 8eranDa entre todos os santi<icados. Paulo n)o tencionara dar esse testemun8oI mas en9uanto <ala1a 1eio so.ra e1an élica em outros camposI eram assuntos de ardente e sol-cito pensarJ e ele apro1eitou esta oportunidade especial para .ulaD@es.licamente e P6 . De1e ele o.K Atos $4M$5.al8o entre elesM KPortantoI 1i iaiI lem. '#* ilustrar e <ortalecer suas instruD@es. Paulo sempre e=altara a lei di1ina.an8o est6 acariciando o pecadoI precisa como <iel pastor darOl8e instruD)o da Pala1ra de Deus 9ue se apli9ue ao caso. 7ediante arrependimento e <é podiam <icar li1res da condenaD)o do pecadoI e pela raDa de Cristo ser capacitados da. Paulo 8a1ia dese!ado muito 1isitar a i re!a aliJ pois tin8a importante instruD)o e consel8o a darOl8es. a oraKI continuou PauloI Keis 9ueI li ado eu pelo esp-ritoI 1ou para JerusalémI n)o sa.ém e=ercer <é no san ue de Cristo como o Pnico meio de perd)o. '#' pelas casasI testi<icandoI tanto aos !udeus como aos re osI a con1ers)o a Deus e a <é em nosso Sen8or Jesus Cristo.le 8a1ia mostrado 9ue n)o 86 poder na lei para sal1ar os 8omens da penalidade da deso. O Hil8o de Deus 8a1ia morrido como sacri<-cio por elesI e 8a1ia su.O na1io em 9ue Paulo e seus compan8eiros de1iam prosse uir 1ia em esta1a prestes a partir e os irm)os apressaramOse a su.ili%ado por suas almas.u sei istoKI disseI K9ueI depois da min8a partidaI entrar)o no meio de 1ós lo. . De nin uém co. . Dos Seus ser1os 8o!e Deus re9uer destemor na pre aD)o da Pala1ra e na e=posiD)o de seus preceitos.randoO1os de 9ue durante tr2s anos n)o cesseiI noite e diaI de admoestar com l6 rimas a cada um de 1ós. PermitisseOl8es ele prosse uirem con<iadamente sem ad1ert2nciaI e seria responsa. O ministro de Cristo n)o de1e apresentar ao po1o apenas as 1erdades mais a rad61eisI retendo outras 9ue l8es possam causar m6 oa. Com solene <er1or e=ortou seus irm)os a uardar 1i ilantes seu sa rado depósito.eisKI disse eleI Kdesde o primeiro dia em 9ue entrei na XsiaI como em todo esse tempo me portei no meio de 1ósI ser1indo ao Sen8or com toda a 8umildadeI e com muitas l6 rimas e tentaD@esI 9ue pelas ciladas dos !udeus me so.icei a prataI nem o ouroI nem o 1estido.le res atou com Seu próprio san ue. e $&. O pastor 9ue cumpre seu alto encar o de1e dar a seu po1oI <iel instruD)o so. Seu próprio e=emplo de1e P6 .isposI para apascentardes a i re!a de DeusI 9ue . a oraI na 1erdadeI sei 9ue todos 1ósI por 9uem passei pre ando o reino de DeusI n)o 1ereis mais o meu rosto.K KA ora poisI irm)osKI continuou eleI KencomendoO1os a Deus e G pala1ra de Sua raDaJ a .i do Sen8or JesusI para dar testemun8o do e1an el8o da raDa de Deus.an8o.K Atos $4M$$O$*. 3a1endoI porémI ponderadoI determinou apressarOseJ pois dese!a1a KestarI se l8e <osse poss-1elI em Jerusalém no dia do PentecosteK. As di<iculdades e peri os relacionados com sua pró=ima 1isita a JerusalémI a atitude da i re!a ali para com ele e sua o.. Se 1ir 9ue al uém no re.raI .re ele o . Como ensinadores do camin8o da 1idaI n)o de1em dar ocasi)o de ser .ordo.endo o 9ue l6 me 86 de acontecerI sen)o o 9ue o .K Atos $4M$. KOl8ai por 1ósKI ad1ertiu o apóstolo a seus irm)osI Ke por todo o re. Como e=emplo apresentouOl8es seu próprio in<ati 61el tra.sp-rito Santo 1os constituiu .al8os do apóstolo.las<emada a 1erdade.sp-rito de inspiraD)oI con<irmando seus pressentimentos de 9ue esse seria seu Pltimo encontro com os irm)os e<ésios.K Atos $4M$.edi2nciaJ 9ue os pecadores precisam arrependerOse de seus pecadosI e 8umil8arOse perante DeusI em cu!a !usta ira incorreram pela trans ress)o de Sua leiI e precisam tam. '#$ cidade.n9uanto os 1ia!antes na1e a1am rumo ao sulI para AssAsI passaram pela cidade de C<esoI 9ue <ora por tanto tempo cen6rio dos tra.ene<-cio pessoal. K.K Atos $4M$5O'4.n1iou portanto uma mensa em imediatamente aos anci)osI pedindo para 9ue 1iessem depressa a 7iletoI para 9ue pudesse 12Olos antes de continuar a 1ia em. .al8oI di%er como PauloM K. '#+ anunciar todo o consel8o de Deus.K Atos $4M15O$1.re cada ponto da <é crist)I mostrandoOl8es o 9ue precisam ser e <a%er para se apresentarem per<eitos no dia de Deus.os cruéisI 9ue n)o perdoar)o ao re.an8o so. K:ós . Isto l8e deu um pouco de tempo para meditaD)o e oraD)o. Os peri os 9ue assaltariam a i re!a de C<eso <oram re1elados ao apóstolo. >en8um temor de causar escSndaloI nen8um dese!o de ami%ade ou de aplausosI poderiam le1ar Paulo a reter as pala1ras 9ue Deus l8e dera para instruD)o delesI ad1ert2ncia ou correD)o.edi2ncia G lei de Deus.m resposta a seu c8amado 1ieramI e ele l8es diri iu pala1ras ardentes e tocantes de admoestaD)o e despedida.ser1ar com pro<unda solicitude o desen1ol1imento do car6ter. 7as em nada ten8o a min8a 1ida por preciosaI contanto 9ue cumpra com ale ria a min8a carreiraI e o ministério 9ue rece.

m sua ansiedade por . '5 Paulo Prisioneiro P6 . Con<ia1a em 9ue a 1o% 9ue l8e <alara ao próprio coraD)o ainda <alaria ao de seus concidad)osI e 9ue o 7estre a 9uem os condisc-pulos ama1am e ser1iam uniria ainda seus coraD@es ao dele na o.erdade de 9ue ele de1ia usu<ruir por muito tempo.re a 9ual a ora paira1am as ameaDas da ira di1ina. Isto ele conse uiu somente por incessante dili 2ncia e estrita economia.idas com rato recon8ecimentoJ entretantoI era P6 .rando 9u)o amar os tin8am sido seus próprios preconceitos contra os se uidores de CristoI sentia a mais pro<unda piedade por seus iludidos compatriotas.eram de muito . . >unca dantes 8a1ia o apóstolo se acercado de Jerusalém com o coraD)o t)o entristecido. K.uiD@es 8a1ia custado ao apóstolo e a seus coo. .K Atos $1M1& e 15.ores e e=tensas !ornadas pela causa de CristoI ele <ora capa% n)o P6 .ia 9ue encontraria poucos ami os e muitos inimi os.ra do e1an el8o entre os entiosI al uns dos irm)os diri entes de JerusalémI ape andoOse a anteriores preconceitos e modos de pensarI n)o 8a1iam cooperado sinceramente com Paulo e seus compan8eiros.al8o. >os primeiros anos da o.re ele e sua o. KFue <a%eis 1ós c8orando e ma oandoOme o coraD)oQK e=clamouJ Kpor9ue eu estou prontoI n)o só a ser li adoI mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Sen8or Jesus.oJ eI 1indo ter conoscoKI conta LucasI Ktomou a cinta de PauloI e li andoOse os seus próprios pés e m)osI disseM Isto di% o . KPara o 9ue me era necess6rio a mimKI declarouI Ke aos 9ue esta1am comi oI estas m)os me ser1iram. le1antouOse um rande pranto entre todosI eI lanDandoOse ao pescoDo de PauloI o .res di nos. no entantoI 9u)o pouco podia ele esperar ser capa% de <a%er para a!ud6OlosT A mesma ira ce a 9ue in<lamara outrora o seu coraD)oI ardia a ora com inaudito poder no coraD)o de toda uma naD)o contra ele. . a CósI e no dia se uinte a ?odesI de ondeK passaram Ka P6taraKI na praia sudoeste da Xsia 7enorI onde Kac8ando um na1io 9ue ia para a Hen-ciaKI em. Atos $1M1O+. A9ui Paulo passou uns poucos diasI pac-<icos e <eli%es O os Pltimos da per<eita li.K :endo 9ue l8e causa1am so<rimento sem mudar o propósitoI os irm)os cessaram de insistirI di%endo apenasM KHaDaOse a 1ontade do Sen8or.oa 1ontade.al8ando assimI é necess6rio au=iliar os en<ermosI e recordar as pala1ras do Sen8or JesusI 9ue disseM 7ais .n9uanto Paulo se demora1a em CesaréiaI Kc8e ou da Judéia um pro<etaI por nome X a.reiros 9ueI mesmo dentre a9ueles diante de 9uem a ora esta1amI 8a1ia al uns 9ue eram incapa%es de apreciar o esp-rito de amor <raternal 9ue prodi ali%ara as o<ertas.oatos mais des<a1or61eis so.re1e estada em Cesaréia te1e <imI e acompan8ado por al uns dos irm)osI Paulo e sua comiti1a partiram para JerusalémI com o coraD)o pro<undamente anu1iado pelo pressentimento de males 1indouros.K Atos $4M'*O'5. ele n)o poderia contar com a simpatia e o au=-lio de seus próprios irm)os na <é.raI tanto por carta como pessoalmenteJ e al unsI mesmo dentre os apóstolos e anci)osI tin8am tomado esses relatos por 1erdadeirosI nada <a%endo para contradi%2OlosI e n)o mani<estando dese!o de se 8armoni%arem com ele. A arrecadaD)o dessas contri. '## K. apenas de suprir suas próprias necessidadesI mas de poupar al uma coisa para o sustento dos seus compan8eiros de tra.ra em Jerusalém as contri. . 8a1endo dito isto pAsOse de !oel8osI e orou com todos eles. Se uiria a Cristo se necess6rio G pris)o e G morte. .K Atos $1M14O1+.res e=istentes entre os irm)os !udeus. .sp-rito Santo <oram esses disc-pulos ad1ertidos dos peri os 9ue a uarda1am a Paulo em JerusalémI e eles insistiram com eleI K9ue n)o su.er. .I ou1indo nós istoKI continua LucasI Kro amosOl8esI tanto nós como os 9ue eram da9uele lu arI 9ue n)o su.ssas o<ertas 1olunt6rias tradu%iam a lealdade dos con1ersos entios para com a o. . Pelo . Ao <inal da semana passada em TiroI todos os irm)osI com suas esposas e <il8osI <oram com Paulo ao na1ioI e antes 9ue ele em. 7as o apóstolo n)o permitiu 9ue o temor de pro1aD@es e encarceramento o demo1esse de seu propósito.ra do e1an el8o.reirosI muito disp2ndio de tempoI pro<unda ansiedade e intenso tra. no dia se uinte Paulo entrou conosco em casa de Tia oI e todos os anci)os 1ieram ali. Os incon1ertidos !udeus 9ue l8e 8a1iam t)o de perto se uido os passosI n)o 8a1iam demorado em <a%er circular em Jerusalém os . '#5 apro=imando da cidade 9ue tin8a re!eitado e matado o Hil8o de DeusI e so.ra de Deus or ani%ada em todo o mundoI e de1iam ter sido por todos rece. >esta ocasi)oI Paulo e seus compan8eiros <ormalmente apresentaram aos diri entes da o.arcaram nele e partiram. lo o 9ue c8e amos a JerusalémI os irm)os nos rece. Bem podia ele apontar a seu próprio e=emploI 9uando disseM KTen8oO1os mostrado em tudo 9ueI tra. A importSnciaI 9ue e=cedia de muito G e=pectati1a dos anci)os de JerusalémI representa1a muitos sacri<-cios e mesmo se1eras pri1aD@es da parte dos crentes entios.m meio a seus 6rduos la. P6 . Sa.isse a Jerusalém. . Se . ?elem.. .issem a JerusalémK. Lo o c8e ou o momento em 9ue a .K 7as Paulo n)o se des1iaria do camin8o do de1er. De 7ileto os 1ia!antes na1e aram Kcamin8o direito.ei!a1amI entristecendoOse muitoI principalmente pela pala1ra 9ue disseraI 9ue n)o 1eriam mais o seu rosto. '#& Prosse uindo sua !ornada rumo ao sulI os 1ia!antes c8e aram a CesaréiaJ KeI entrando em casa de HilipeI o e1an elistaI 9ue era um dos seteK LAtos $1M5NI <icaram com ele.as suas próprias necessidades. acompan8aramOno até ao na1io.uiD@es en1iadas pelas i re!as ent-licas para o sustento dos po.sp-rito SantoM Assim li ar)o os !udeus em Jerusalém o 1ar)o de 9uem é esta cintaI e o entre ar)o nas m)os dos entiosK. +44 mani<esto a Paulo e seus coo.em 9ue assaltado de desSnimoI o apóstolo n)o se desesperara.emOa1enturada coisa é dar do 9ue rece. '#.sta1aOse P6 .K Atos $4M'1O'+.arcasseI a!oel8aram na praia e oraramI ele por elesI e eles por ele.m TiroI onde o na1io <oi descarre adoI ac8aram uns poucos disc-pulosI com 9uem l8es <oi permitido <icar sete dias. . K..al8o e a!uda aos po.

.e as coisas do 8omemI sen)o o esp-rito do 8omemI 9ue nele est6Q Assim tam. PosteriormenteI 9uando se tornou claro 9ue os con1ersos dentre os entios esta1am aumentando rapidamenteI 8ou1e al uns poucos dentre os irm)os diri entes em Jerusalém 9ue comeDaram de no1o a acariciar seus anteriores preconceitos contra os métodos de Paulo e seus compan8eiros.edoria 8umanaI mas em demonstraD)o de . >)o se puseram no.reiros com muitas restriD@es desnecess6rias. Ao mesmo tempoI tin8a sido muito cuidadoso em tra. Os 8omens 9ueI em.m.al8o.m seu ministérioI o apóstolo Paulo tin8a ensinado o po1o n)o com Kpala1ras persuasi1as de sa.ra em JerusalémI tin8am insistido em 9ue se adotassem ar.e as coisas de DeusI sen)o o .reiros de1em ser tal8ados e moldadosI n)o se undo as idéias do 8omemI mas se undo a semel8anDa di1ina.ado pela morte de Cristo. 3a1ia entre os presentes a essa reuni)oI al uns 9ue 8a1iam criticado se1eramente os métodos de tra.2nD)o do Céu tin8a acompan8ado seu tra.al8o se uidos pelos apóstolos so. Hoi neste conc-lio eral 9ue os irm)os <oram tam.sp-rito e de poderK.adoras 9uest@es 9ue 8a1iam sur ido com respeito a métodos se uidos pelos 9ue tra.erais 9ue l8e <oi poss-1el colocar diante dos anci)os !udeus.edoria tin8am procurado entra1ar os o. Hoi esta uma 6urea oportunidade para todos os irm)os diri entes <rancamente con<essarem 9ue Deus operara por PauloI e 9ue 8a1iam por 1e%es erradoI permitindo 9ue os . . Se Paulo con<ormasse seus métodos a certa orientaD)o por eles ad1o adaI recon8eceriam sua o.oatos dos inimi os despertassem neles in1e!a e preconceito. . +41 i re!as concernentes a certos ritos e costumesI inclusi1e a circuncis)o. 7as em 1e% de se unirem num es<orDo a <im de <a%er !ustiDa G9uele 9ue <ora o<endidoI deramOl8e um consel8o 9ue re1ela1a nutrirem ainda a idéia de 9ue Paulo de1esse ser em rande parte responsa.araDada por n)o 8a1erem recon8ecido 9ue o muro de separaD)o entre !udeus e entios tin8a sido derri.re 9uem repousa1a o principal encar o de le1ar o e1an el8o ao mundo entio.M*.al8o. P6 . As li.m todo o caso é necess6rio 9ue a multid)o se .les P6 .elecidas entre os entios. +4' sentiram 9ue os métodos de tra. Atos 1.reiros em campos distantesI e 9ue entretanto sustenta1am ter autoridade para le1ar seus irm)os nesses campos a se uir certos e determinados métodos de tra.uscado de Deus uia direta. .reiros di nos da inteira con<ianDa de cada crente.é Gs i re!as crist)s como o.por diante ser diri ida de acordo com suas próprias idéias.al8a1am entre os entios.erais contri. As 9uaisKI declara PauloI Ktam. Como resultado deste conc-lioI os irm)os tin8am sido unSnimes em <a%er de<inidas recomendaD@es Gs P6 .reiro em Sua causa de1e alcanDar uma e=peri2ncia pessoal em se uir o di1ino L-derI e n)o em .ra de pre ar o e1an el8o de1ia da. Dessa maneira sur iu ali um rupo de 8omens 9ue n)o esta1am <amiliari%ados pessoalmente com as circunstSncias mut61eis e peculiares necessidades en<rentadas pelos o.ias decis@es 9ue tornaram poss-1el a uni<icaD)o de todo o corpo de crentes.I ou1indoOo elesI lori<icaram ao Sen8or. I Cor.sses preconceitos se <ortaleceram com o passar dos anosI até 9ue al uns dos diri entes determinaram 9ue a o. 7as durante o conc-lioI sua 1is)o do propósito de Deus se tin8a ampliadoI e eles se uniram a seus irm)os em <a%er s6.ém unSnimes em recomendar Paulo e Barna. . Por9ueI 9ual dos 8omens sa..al8ar em 8armonia com as decis@es do conc-lio eral de JerusalémJ e como resultadoI as i re!as Keram con<irmadas na <éI e cada dia cresciam em nPmeroK. .K Atos $1M1# e $4. +4$ . .sp-rito SantoJ Kpor9ue o . Jul a1am 9ue a o. .sta e=posiD)o de <atos le1ou ao coraD)o de todosI mesmo dos 9ue tin8am estado a du1idarI a con1icD)o de 9ue a .uiD@es li.edoria 8umanaI mas com as 9ue o .stante a <alta de simpatia mostrada por al unsI encontra1a con<orto na tran9Rila consci2ncia de 9ue 8a1ia cumprido seu de1er ao encora!ar em seus con1ersos um esp-rito de lealdadeI enerosidade e amor <raternalI como se re1elou nessa ocasi)o nas contri. Fue <aremos poisQ . a oraI n)o o.sp-rito Santo ensinaI comparando as coisas espirituais com as espirituaisK. KBem 12sI irm)oKI disseram em resposta a seu testemun8oI K9uantos mil8ares de !udeus 86 9ue cr2emI e todos s)o %eladores da lei.ém nin uém sa.ra do e1an el8o tin8a sido randemente em. :6rios anos 8a1iam passado desde 9ue os irm)os em JerusalémI !untamente com representantes de outras i re!as principaisI tin8am dado cuidadosa atenD)o Gs pertur.sses 8omens 8a1iam perdido de 1ista o <ato de 9ue Deus é o 7estre de Seu po1oJ 9ue cada o.uscar dos 8omens uia diretaJ 9ue Seus o.preser1ar umas poucas <ormas e cerimAnias insi ni<icantesI tin8am perdido de 1ista as . no1a lu%I e <icaram con1encidos de 9ue seu próprio procedimento tin8a sido erradoI 9ue 8a1iam estado escra1i%ados pelas tradiD@es e costumes !udaicosI e 9ue a o.ém <alamosI n)o com pala1ras de sa. Atra1és de seu ministérioI Paulo tin8a .uiD@es 9ue tin8am perante siI acrescenta1am peso ao testemun8o do apóstolo no tocante G <idelidade das no1as i re!as esta.ora dese!osos de sal1a uardar os mel8ores interesses da i re!a crist)I tin8am dei=ado de manterOse a passo com as pro ressi1as pro1id2ncias de DeusI e em sua 8umana sa.ora contados entre os 9ue tin8am o encar o da o.ra de pre ar o e1an el8o pudesse ser le1ada a1ante em 8armonia com suas opini@es. As 1erdades 9ue proclama1a tin8amOl8e sido re1eladas pelo . .remente ao lado dele para de<end2OloI es<orDandoOse por mostrar aos des ostosos irm)os onde eles próprios esti1eram erradosI mas procuraram criar um compromisso aconsel8andoOo a se uir um camin8o 9ue na opini)o deles remo1eria toda causa de e9u-1oco.al8o se uidos pelo apóstolo le1a1am o sinete do Céu. $M+ e 14O1'. !6 acerca de ti <oram P6 .ili%ado pelos preconceitos e=istentes.2nD)os 9ue poderiam ad1ir a eles e G causa 9ue ama1amI mediante um es<orDo para unir numa só todas as partes da o.sp-rito penetra todas as coisasI ainda as pro<unde%as de Deus.sp-rito de Deus.itr6rias medidas de controleI 1iram o ministério de Paulo so.ra e a sustentariamJ de outra sorteI n)o mais a 1eriam com <a1or nem l8e concederiam a manutenD)o. +4+ in<ormados de 9ue ensinas todos os !udeus 9ue est)o entre os entios a apartaremOse de 7oisésI di%endo 9ue n)o de1em circuncidar seus <il8os nem andar se undo o costume da lei. K.ra do Sen8or. Após a apresentaD)o das o<ertasI Paulo KcontouOl8es por miPdo o 9ue por seu ministério Deus <i%era entre os entiosK.

Portanto ele Ko prendeu e o mandou atar com duas cadeiasI e l8e per untou 9uem era e o 9ue tin8a <eitoK.emI 9ue nada disto o.uno romano concluiu 9ue ele de1eria ser um certo e -pcio re. Atos $1M$. como o po1o correspondesse ao pedido de au=-lioI outra acusaD)o <oi P6 . 7as em 1e% de alcanDar o o. Os 9uatro 8omens 9ue 8a1iam <eito o 1oto de na%ireus L>Pm.eDaI e todos <icar)o sa. Asse uraramOl8e 9ue a decis)o do conc-lio anterior no tocante aos con1ersos entios e G lei cerimonialI ainda 1i ora1a. pri1ando a i re!a de uma de suas mais <ortes colunasI e le1ando a triste%a aos coraD@es crist)os em toda parte.ser1emJ mas 9ue só se uardem do 9ue se sacri<ica aos -dolosI e do san ueI e do su<ocado e da prostituiD)o.idoJ mas antes do <im do tempo especi<icadoI ao estar <alando com um sacerdote a respeito dos sacri<-cios a serem o<erecidosI <oi recon8ecido por al uns dos !udeus da Xsia. O .ondade para com os <racos na <éI sua re1er2ncia pelos apóstolos 9ue 8a1iam estado com CristoI e por Tia oI o irm)o do Sen8orI e seu propósito de tornarOse tanto 9uanto poss-1el tudo para com todos sem sacri<icar princ-pios O 9uando pensamos em tudo istoI surpreende menos 9ue ele ten8a sido constran ido a se des1iar do camin8o <irme e decidido 9ue até a. Isto ele n)o <i%eraJ eI sendo ele mesmo !udeuI seu ato de entrar no templo n)o era 1iolaD)o da lei.!eti1o dese!adoI seus es<orDos pela conciliaD)o apenas precipitaram a criseI apressaram os so<rimentos 9ue l8e esta1am preditosI e resultaram em separ6Olo de seus irm)osI P6 . Paulo tin8a sido 1isto na cidade em compan8ia de Tró<imoI um e<ésioI e con!eturouOse 9ue o 8ou1esse tra%ido ao templo.K Atos $1M$& e $5. Os irm)os espera1am 9ueI se uindo Paulo o procedimento su eridoI pudesse contrariar de maneira decisi1a as <alsas not-cias concernentes a ele. Fuando pensamos no rande dese!o de Paulo em 8armoni%arOse com seus irm)osI sua .iam 9ue por se n)o con<ormarem com a lei cerimonialI os crist)os atrairiam so.se uira. .a!unteJ por9ue ter)o ou1ido 9ue !6 és 1indo.st6culo ao 2=ito do e1an el8o em outros lu ares.I demais distoI introdu%iu tam. A not-cia rapidamente se espal8ou por JerusalémI e Kal1oroDouOse toda a cidadeI e 8ou1e rande concurso de po1oK.uno da coorte o a1iso de 9ue Jerusalém esta1a toda em con<us)o. .conse uira escapar de ser capturado.K Cl6udio L-sias . Toda1iaI 9uanto aos 9ue cr2em dos entiosI !6 nós 8a1emos escritoI e ac8ado por . +4* a sua o. KPe ando de PauloI o arrastaram para <ora do temploI e lo o as portas se <ec8aram. . >)o se ac8a1aI porémI autori%ado por Deus para ceder tanto 9uanto pediam. +4& acrescentadaM K.re si o ódio dos !udeusI e se e=poriam G perse uiD)o.uno e os soldadosI cessaram de <erir a PauloK.em con8ecido de mil8ares 9ueI de terras estran eirasI tin8am 1indo a Jerusalém para assistir G <esta. FuandoI em cumprimento da comiss)o 9ue l8e <ora imposta por DeusI Paulo anunciara o e1an el8o aos entiosI 1isitara muitas das maiores cidades do mundoI e era .ra. +45 de 9uem ou1ira <alar e 9ue até a. 7as o consel8o a ora dado n)o esta1a em 8armonia com a9uela decis)o.K .NI cu!o termo esta1a 9uase cumpridoI <oram le1ados por Paulo ao temploI Kanunciando serem !6 cumpridos os dias da puri<icaD)oJ e <icou ali até se o<erecer por cada um deles a o<ertaK. Atos $1M'4. como o clamor se le1antasse e <osse le1ado aos p6tios do temploI as multid@es ali reunidas <oram lanDadas em 1iolento despertar. Paulo compreendeu 9ue por todo o tempo em 9ue muitos dos principais mem. O Sinédrio esta1a <a%endo o m6=imo para deter o pro resso do e1an el8o.ulentos com 9uem tin8a de tratarI eI Ktomando lo o consi o soldados e centuri@esI correu para eles.sp-rito de Deus n)o rati<icou esta instruD)oJ <oi ela <ruto da co1ardia.elde P6 . Com <Pria de demAnios precipitaramOse so. Certos dispendiosos sacri<-cios para a puri<icaD)o ainda de1eriam ser o<erecidos.re eleI clamandoM K:ar@es israelitasI acudiJ este é o 8omem 9ue por todas as partes ensina a todosI contra o po1o e contra a leiI e contra este lu ar.rantadores da leiI seriam le1ados a so<rer imediata e se1era puniD)o como apóstatas da <é !udaica. .ém no templo os re osI e pro<anou este santo lu ar. >o dia se uinte Paulo comeDou a e=ecutar o consel8o dos anci)os. I norando a causa do tumultoI mas 1endo 9ue a rai1a da multid)o se diri ia contra PauloI o tri. 7asI em.em con8ecia os elementos tur. 7uitos dos !udeus 9ue 8a1iam aceito o e1an el8o acaricia1am ainda certa de<er2ncia pela lei cerimonialI e esta1am demasiado dispostos a <a%er desa1isadas concess@esI esperando assim an8ar a con<ianDa de seus concidad)osI remo1er seus preconceitos e an86Olos para a <é em Cristo como o ?edentor do mundo.K K. Acredita1a 9ue se por al uma concess)o ra%o61el pudesse an86Olos para a 1erdadeI remo1eria um rande o.ém tu mesmo andas uardando a lei. Os 9ue aconsel8aram Paulo a dar esse passo n)o 8a1iam considerado .lica si ni<ica1a arriscar a 1ida.I procurando eles mat6OloI c8e ou ao tri. Por ele <oram escol8idos 8omens para se uirem os apóstolosI especialmente PauloI e por toda a maneira poss-1el oporOse P6 . Fue um apóstata de Israel ousasse pro<anar o templo na mesma ocasi)o em 9ue mil8ares de todas as partes do mundo tin8am 1indo ali para adorarI despertou as mais 1iolentas pai=@es da multid)o.ros da i re!a em Jerusalém continuassem a manter o preconceito contra eleI procurariam constantemente pre!udicar sua in<lu2ncia. Os l-deres da i re!a em Jerusalém sa.ora a acusaD)o <osse inteiramente <alsaI ser1iu para despertar o preconceito popular. De pronto muitas 1o%es se le1antaram em altas e rai1osas acusaD@esM .. Jerusalém esta1a nessa época re ur itando de adoradores 1indos de muitas terras. Se os crentes em Cristo <ossem condenados pelo Sinédrio como 9ue. +4. Por 16rios dias entrou e saiu entre os adoradoresI aparentemente desperce.endo 9ue nada 86 na9uilo de 9ue <oram in<ormados acerca de tiI mas 9ue tam.K Atos $1M$4O$*.I 9uando 1iram o tri.ntre esses 8a1ia 8omens cu!o coraD)o se enc8era de amar o ódio contra PauloJ e sua entrada no templo numa tal ocasi)o pP. Toma estes conti oI e santi<icaOte com elesI e <a%e por eles os astos para 9ue rapem a ca. Ha%e pois isto 9ue te di%emosM Temos 9uatro 1ar@es 9ue <i%eram 1oto. Pela lei !udaica era crime pun-1el com a morte entrar uma pessoa incircuncisa nos p6tios internos do edi<-cio sa rado.em o rande peri o a 9ue estaria assim e=posto.

pondo Paulo os ol8os no consel8oI disseM :ar@es irm)osI até ao dia de 8o!e ten8o andado diante de Deus com toda a . Acostumados a consideraremOse como Pnico po1o <a1orecido por DeusI n)o esta1am dispostos a permitir 9ue os despre%ados entios P6 .I 8a1endo dito istoI 8ou1e dissens)o entre os <ariseus e saduceusI e a multid)o se di1idiu. .unoM KC me permitido di%erOte al uma coisaQK L-sias respondeuM KSa. 3a1ia dese!ado tra. .rara a <orDa de sua oposiD)o contra Paulo. Por9ue a multid)o do po1o o se uiaI clamandoM 7ataOoK.I clamando elesI e arro!ando de si os 1estidosI e lanDando pó para o arI o tri. >in uém podia ne ar as a<irmaD@es do apóstoloI por9uanto os <atos a 9ue se re<eria eram .!u arOl8es o coraD)o. respondeu o tri.stando perante os pr-ncipes !udeusI seu porte era calmoI e o rosto re1ela1a a pa% de Cristo.es o re oQ >)o és tu por1entura a9uele e -pcio 9ue antes destes dias <e% uma sediD)o e le1ou ao deserto 9uatro mil salteadoresQK . . . O apóstolo de1eria a ora ser !ul ado pelo mesmo tri.oa consci2ncia. P6 .ra pelos entios.unoI disseOl8eM Di%eOmeI és tu romanoQ .K Os dois partidos comeDaram a discutir entre siI e assim se 9ue.ro antes de sua P6 .e 9ue era romanoI 1isto 9ue o tin8a li ado.u com rande soma de din8eiro alcancei este direito de cidad)o. K. SeriaI a<inalI 9ue 8ou1esse cometido um erro 1isitando JerusalémQ Teria seu rande dese!o de estar em uni)o com seus irm)os le1ado a este desastroso resultadoQ . ele disseM Sim.al8ar por sua própria naD)oJ mas nesse mesmo templo a 1o% de Deus l8e <alara em santa 1is)oI diri indo seu camin8o Kaos entios de lon eK. no dia se uinteI 9uerendo sa. KO tri.ocaK. +1$ >a con<us)o 9ue se se uiuI os saduceus es<orDa1amOse ardorosamente por apoderarOse do apóstoloI para 9ue o pudessem matarJ e os <ariseus esta1am i ualmente empen8ados em seus es<orDos para o prote er.Kuns clama1am duma maneiraI outros doutraJ masI como nada podia sa.K Atos $'M1O#.I <eito rande sil2ncioI <alouOl8es em l-n ua 8e. Ti1esse ele procurado entrar em disputa com seus oponentesI e terOseOiam recusado teimosamente a ou1ir suas pala1rasJ mas o relato de sua e=peri2ncia <oi acompan8ado de um con1incente poder 9ue na9uele momento pareceu a. os 9ue ali esta1am disseramM In!urias o sumo sacerdote de DeusQK Com sua cortesia costumeira Paulo respondeuM K>)o sa.I ou1indo istoI o centuri)o <oiI e anunciou ao tri.ia 9ue an!os do Céu esta1am ao redor dele. .unal de 9ue ele próprio <ora mem.er ao certo a causa por 9ue era acusado pelos !udeusI soltouOo das pris@esI e mandou 1ir os principais dos sacerdotesI e todo o seu consel8oJ eI tra%endo PauloI o apresentou diante deles. K. 7ais tardeI en9uanto re<letia so. A esta ordem desumanaI Paulo e=clamouM KDeus te <erir6I parede .K Ao ou1irem estas pala1rasI reacendeuOseOl8es o ódioJ e Ko sumo sacerdoteI AnaniasI mandou aos 9ue esta1am !unto dele 9ue o <erissem na .unoI di%endoM :2 o 9ue 1ais <a%erI por9ue este 8omem é romano.uno te1e temorI 9uando sou.unoI temendo 9ue Paulo <osse despedaDado por elesI mandou descer a soldadescaI para 9ue o tirassem do meio delesI e o le1assem para a <ortale%a. K.K O pedido <oi satis<eitoI e KPauloI pondoOse em pé nas escadasI <e% sinal com a m)o ao po1oK.K K. Seu pensamento permanecia em DeusI e sa.uno mandou 9ue o le1assem para a <ortale%aI di%endo 9ue o e=aminassem com aDoitesI para sa.antes da9uele diaI Paulo comeDou a recear 9ue sua conduta pudesse n)o ter sido a rad61el a Deus.ai=ador de Cristo aos entiosI seu <uror irrompeu de no1o.er ao certoI por causa do al1oroDoI mandou condu%iOlo para a <ortale%a. Halou ent)o de seu anti o %elo em perse uir os disc-pulos de CristoI até mesmo G morteJ e narrou as circunstSncias de sua con1ers)oI contando a seus ou1intes como seu próprio or ul8oso coraD)o tin8a sido le1ado a se render ao cruci<icado >a%areno. Paulo disseM 7as eu souOo de nascimento.K Atos $$M$$O'4.randar e su.K Atos $$M'.endo 9ue uma parte era de saduceus e outra de <ariseusI clamou no consel8oM :ar@es irm)osI eu sou <ariseuI <il8o de <ariseuJ no tocante G esperanDa e ressurreiD)o dos mortos sou !ul ado.K Atos $'M14. sucedeu 9ueI c8e ando Gs escadasI os soldados ti1eram de l8e pe ar por causa da 1iol2ncia da multid)o. PauloI sa.I 9uando o esta1am atando com correiasI disse Paulo ao centuri)o 9ue ali esta1aM CO1os l-cito aDoitar um romanoI sem ser condenadoQ . O esto atraiu a atenD)o delesI en9uanto o seu porte impun8a respeito.r uendo suas 1o%es mais alto 9ue a do oradorI clamaramM KTira da Terra um tal 8omemI por9ue n)o con1ém 9ue 1i1a. . Fuando esta1a para ser condu%ido G <ortale%aI disse ao tri.as da parte dos <ariseusI contendiamI di%endoM >en8um mal ac8amos neste 8omemI eI se al um esp-rito ou an!o l8e <alouI n)o resistamos a Deus. K. Até a9ui o po1o escutou com toda a atenD)oJ mas 9uando Paulo c8e ou em sua 8istória ao ponto em 9ue <ora desi nado como em.em con8ecidos de muitos 9ue ainda esta1am 1i1endo em Jerusalém.m resposta disse PauloM K>a 1erdade 9ue sou um 8omem !udeuI cidad)o de TarsoI cidade n)o pouco céle. K. SentiaOse indisposto a a<astarOse do templo sem <a%er 9ual9uer es<orDo por apresentar a 1erdade a seus compatriotas. +11 con1ers)o. >o meio do tumulto o apóstolo esta1a calmo e sen8or de si. lo o dele se apartaram os 9ue o 8a1iam de e=aminarJ e até o tri.er por 9ue causa assim clama1am contra ele.raicaI di%endoM :ar@es irm)os e paisI ou1i a ora a min8a P6 .unoM .iaI irm)osI 9ue era o sumo sacerdoteJ por9ue est6 escritoM >)o dir6s mal do pr-ncipe do teu po1o.le procurou ent)o mostrar 9ue n)o tin8a entrado de li1re escol8a na o.ran9ueadaJ tu est6s a9ui assentado para !ul arOme con<orme a leiI e contra a lei me mandas <erirQ .I 1indo o tri.K Ao soarem as <amiliares pala1ras 8e. K.re na Cil-ciaJ ro oOteI porémI 9ue me permitas <alar ao po1o. +14 participassem dos pri1ilé ios 9ue até ent)o tin8am sido considerados como e=clusi1amente deles. +4# de<esa perante 1ós. . KLe1antandoOse os escri.raicasI Kmaior sil2ncio uardaramK LAtos $1M'4O+4NJ e no completo sil2ncio ele continuouM KFuanto a mimI sou 1ar)o !udeuI nascido em Tarso da Cil-ciaI e nesta cidade criado aos pés de (amalielI instru-do con<orme a 1erdade da lei de nossos paisI %elador de DeusI como todos 1ós 8o!e sois.re as e=peri2ncias pro.

em.uno e disseM O preso PauloI c8amandoOme a siI me ro ou 9ue te trou=esse este mance.A posiD)o 9ue os !udeusI como po1o pro<esso de DeusI ocupa1am perante um mundo incréduloI causa1a ao apóstolo intensa an Pstia de esp-rito.K Atos $'M1#O$$.ran9ueado.ia 9ue seus inimi os em sua desesperada maldade recorreriam a todos os meios para darOl8e a morte.I na noite se uinteI apresentandoOSeOl8e o Sen8orI disseM PauloI tem SnimoJ por9ueI como de 7im testi<icaste em JerusalémI assim importa 9ue testi<i9ues tam.idosI esperando de ti promessa. Atos $'M1*. O o<icial a cu!o car o esta1a o destacamentoI entre ou a Héli= o prisioneiroI apresentando tam. 7as Deus Se interpAs para sal1ar a 1ida de Seu ser1o.atesKI e para darem Kpun8adas impiamenteK. Assim poisI Kc8amando dois centuri@esI l8es disseM Aprontai para as tr2s 8oras da noite du%entos soldadosI e setenta de ca1aloI e du%entos ar9ueiros para irem até CesaréiaJ e aparel8ai ca1al adurasI para 9ueI pondo nelas a PauloI o le1em sal1o ao presidente Héli=K.roso cat6lo o 9ue marca1a a 8istória deste po1o. . K. Paulo sentia 9ue o nome de seu Deus tin8a sido desonrado aos ol8os dos pa )os.uno P6 . .. . >en8um tempo de1ia ser perdido em en1iar Paulo.sse 8omem <oi preso pelos !udeusJ eI estando !6 a ponto de ser morto por elesI so.K Atos $'M'1. . 3a1ia muito tin8a Paulo em 1ista 1isitar ?omaJ dese!a1a muit-ssimo testemun8ar de Cristo aliI mas compreendera 9ue seus propósitos se <rustraram pela inimi%ade dos !udeus.ri aramI so. O caso de Paulo n)o era o primeiro em 9ue um ser1o de Deus encontra1a entre os pa )os um a.nt)o o tri. A9ui esta1a um !e!um tal como o Sen8or condenara por intermédio de Isa-as O um !e!um para Kcontendas e de.ém aos acusadores 9ue perante ti di am o 9ue ti1erem contra ele. Atos $'M$' e $+. Com an Pstia e des<alecimento c8orou e orou.o ao tri. PauloI c8amando a si um dos centuri@esI disseM Le1a este mance. .m lu ar de repro1ar este plano cruelI os pr-ncipes e sacerdotes mais 9ue depressa o aceitaram.unoM KCl6udio L-siasI a Héli=I potent-ssimo presidenteI saPde. Cl6udio L-sias rece.ra pelas i re!as terminadaI e 9ue lo. . A oraI poisI 1ósI com o consel8oI ro ai ao tri.I sendoOme noti<icado 9ue os !udeus 8a1iam de armar ciladas a esse 8omemI lo o to en1ieiI P6 .K K. P6 .oI 9ue tem al uma coisa 9ue di%erOteK. +1' e=postas como esta1am Gs perse uiD@es de 8omens precisamente como os 9ue encontrara no consel8o do Sinédrio.uno despediu o mance. Após ler a comunicaD)oI Héli= in9uiriu de 9ue pro1-ncia era o prisioneiroI e in<ormado 9ue da Cil-ciaI disseM KOu1irOteOei. K. a ora esta1a ele na pris)oI e sa. Deste lu ar os ca1aleiros <oram com o prisioneiro para CesaréiaI en9uanto os 9uatrocentos soldados retornaram a Jerusalém.ém uma carta 9ue l8e tin8a sido con<iada pelo tri. pena de maldiD)oI a n)o comerem nem . Os conspiradores K<oram ter com os principais dos sacerdotes e anci)osI e disseramM Con!uramoOnosI so.K Atos $'M'*. Como os considerariam esses o<iciais pa )osQ Ale ando ser adoradores de Jeo16I e e=ercendo sa rado o<-cioI entre a1amOse n)o o. TomandoOo eleI poisI o le1ou ao tri. Seria o caso de estar sua o. 7al ima ina1aI mesmo ent)oI 9ue seria como prisioneiro 9ue 8a1eria de ir. +1+ 9ue 1oOlo tra a aman8)I como 9ue 9uerendo sa. >esta 8ora tene. Paulo 8a1ia dito a 1erdade 9uando comparou Ananias a um sepulcro .rosa o Sen8or n)o Se es9ueceu de Seu ser1o. ac8ei 9ue o acusa1am de al umas 9uest@es da sua leiJ mas 9ue nen8um crime 8a1ia nele di no de morte ou de pris)o.O'4. +1. A presenDa permanente do apóstolo em Jerusalém podia le1ar a conse9R2ncias peri osas para a cidadeI e até mesmo para o próprio comandante.ém em ?oma. .K Atos $'M11.I 9uando !6 era diaI al uns dos !udeus <i%eram uma conspiraD)oI e !uraramI di%endo 9ue n)o comeriam nem .oI mandandoOl8e 9ue a nin uém dissesse 9ue l8e 8a1ia contado a9uilo.erati1o numa cena de disputa e sel1a em con<us)o.erem até 9ue o ten8am mortoJ e !6 est)o aperce. Passa . *5M+. .unoI por9ue tem al uma coisa 9ue l8e comunicar.stante ao controle de uma ira irra%o61el e ce aI procurando destruir até mesmo a seus irm)os 9ue ousa1am di<erir deles em <é reli iosaI e tornando o seu mais solene consel8o deli.ondosamenteI e tomandoOo G parte per untouM KFue tens 9ue me contarQK O !o1em respondeuM KOs !udeus se concertaram ro arOte 9ue aman8) le1es Paulo ao consel8oI como 9ue tendo de in9uirir dele mais al uma coisa ao certoJ mas tu n)o os creiaisJ por9ue mais de 9uarenta 8omens dentre eles l8e andam armando ciladasJ os 9uais se o.e.er mais al uma coisa de seus ne óciosI eI antes 9ue c8e ueI estaremos prontos para o matarK. e 15. .m sua cólera contra PauloI os !udeus 8a1iam acrescentado mais um crime ao tene. KTomando pois os soldados a PauloI como l8e <ora mandadoI o trou=eram de noite a Antip6tride. . 9uando tam. Como um po1oI os !udeus esta1am num estado de despertamento e irritaD)o e eram <re9Rentes os tumultos.n9uanto o Sen8or encora!a1a Seu ser1oI os inimi os de Paulo esta1am a1idamente tramando sua destruiD)o. Isa.re1im eu com a soldadescaI e o li1reiI in<ormado de 9ue era romano..e.ém a9ui 1ierem os teus acusadores. O <il8o da irm) de PauloI ou1indo desta KciladaK dos assassinosI K<oi e entrou na <ortale%a e o anunciou a Paulo.eriam en9uanto n)o matassem a Paulo. .K Atos $'M$. 3a1iam endurecido ainda mais o coraD)o contra a 1erdade e tornado mais certa a sua condenaD)o. mandou 9ue o uardassem no pretório de 3erodes. .er a causa por 9ue o acusa1amI o le1ei ao seu consel8o. Atos $'M1. eram mais de 9uarenta os 9ue <i%eram esta con!uraD)o. pena de maldiD)oI a nada pro1armos até 9ue matemos a Paulo.ri o da maldade do pro<esso po1o de Jeo16.K Atos $'M1$ e 1'. mandando tam. +1* L-sias imediatamente decidiu trans<erir Paulo de sua !urisdiD)o para a de Héli=I o procurador.os 1ora%es esti1essem para se introdu%ir nelaQ A causa de Cristo esta1a muito perto do coraD)o de PauloI e com rande ansiedade pensa1a nos peri os das i re!as espal8adasI P6 . (uardaraOo da multid)o assassina nos p6tios do temploJ esti1era com ele perante o consel8o do SinédrioJ com ele esta1a na <ortale%aJ e Se re1elou a Si mesmo a Sua <iel testemun8a em resposta Gs <er1orosas oraD@es do apóstoloI em 9ue pedia 9ue o uiasse.I 9uerendo sa.eu o !o1em .

Depois 9ue as m)os est)o do.ores.n9uanto os diri entes !udeus pro<essa1am ter rande %elo pela 8onra de Deus e o .le deu.em de IsraelI eram inimi os de am.K Atos $+M1$ e 1'. #.enDoar e sal1ar os a<litos e pecadoresJ e ent)oI 1endo 9ue a incredulidade e o or ul8o controla1am o coraD)o de Seus ou1intesI .iam 9ue suas aduladoras pala1ras eram uma in1erdadeJ mas seu dese!o de asse urar a condenaD)o de Paulo era mais <orte 9ue seu amor G 1erdade. .2nD)os.radas so. '# Perante o Tri.Poucos compreendem o amplo si ni<icado das pala1ras ditas por Cristo 9uandoI na sina o a de >a%aré apresentaraOSe como o 0n ido. Fuantas 1e%es teria o Sen8or prolon ado a o.edi2ncia a Deus O uiandoOo onde Deus n)o poderia ser sua de<esa no dia da an Pstia. .2nD)o 9ue eles repeliram. .om con8ecimento das leis e costumes dos !udeus. Paulo n)o astou pala1ras em cumprimentosI mas a<irmou simplesmente 9ue com tanto maior Snimo se de<endia perante Héli=I uma 1e% 9ue este era 8a1ia tanto tempo procuradorI e portanto tin8a .ra de um <iel ministroI ti1essem seus la. P6 . Todas as acusaD@es <oram sustentadas com 1eem2ncia pelos !udeus presentesI os 9uais nen8um es<orDo <i%eram para ocultar seu ódio ao prisioneiro. Por preceito e e=emplo esta1am le1ando o po1o mais e mais lon e da o.m seu discursoI Tértulo acusou Paulo de crimes 9ueI se pro1adosI teriam resultado em sua condenaD)o por alta traiD)o contra o o1erno.stinados podem ser despertados para 1er e apreciar a .os.léiaI e Tértulo KcomeDou a acus6OloK. +$1 apresentadas contra eleI mostrou plenamente 9ue nen8uma era 1erdadeira.ra. :oltandoOse para o acusadoI acenouO l8e para 9ue respondesse por si. KTemos ac8ado 9ue este 8omem é uma pesteKI declarou o oradorI Ke promotor de sediD@es entre todos os !udeusI por todo o mundoJ e o principal de<ensor da seita dos na%arenosI o 9ual intentou tam. >em t)o pouco podem pro1ar as coisas de 9ue a ora me acusam.ores sido apreciadosT 7as se a i re!a permite ao inimi o das almas per1erter o entendimentoI de maneira 9ue representam e interpretam mal as pala1ras e atos do ser1o de CristoJ se se permitem oporOseOl8e e estor1ar a utilidade própriaI o P6 .le recordou 9ue no passado Deus Se 8a1ia retirado de Seu po1o escol8ido por causa de sua incredulidade e re. A ne li 2ncia em apreciar e apro1eitar as pro1is@es da di1ina raDaI tem pri1ado a i re!a de muitas .leI e sacri<icado o princ-pio G con1eni2ncia e G 8onra mundana. Satan6s est6 constantemente operando por meio de seus a entes para desanimar e destruir a9ueles a 9uem Deus tem escol8ido para reali%ar uma rande e . Tértulo a<irmou ent)o 9ue L-siasI o comandante da uarniD)o em JerusalémI tin8a arre.stante o rande en anador su erir6 a seus irm)os dP1idas re<erentes a eles 9ueI se mantidasI minar)o a con<ianDa em sua inte ridade de car6terI impedindo assim sua utilidade. .io em parte al uma de JerusalémI nem pro<anado o santu6rio.K Atos $+M$ e '. *I par. Héli= te1e su<iciente perspic6cia para ler a disposiD)o e car6ter dos acusadores de Paulo.atado Paulo aos !udeus com 1iol2nciaI 9uando esta1am para !ul 6Olo por sua lei eclesi6sticaI e 9ue assim os <orDou a apresentar o assunto perante Héli=. . Paulo <oi le1ado perante a assem.2nD)o 9ue . Dele <oi dito 9ue Kna pr6tica de toda espécie de lu=Pria e crueldadeI e=erceu o poder de um rei com a t2mpera de um escra1oK.ém 9ue n)o tin8am conse uido pro1ar suas acusaD@es contra Paulo. Hoi concedida ao caso imediata audi2ncia.. Declarou 9ue n)o 8a1ia pro1ocado distPr.les n)o recon8eceriam seu 1alor nem apreciariam seus la.re o o1ernador romano mais in<lu2ncia 9ue as simples a<irmaD@es da 1erdade e da !ustiDaI o astuto orador comeDou seu discurso lou1ando a Héli=M K:isto como por ti temos tanta pa% e por tua prud2ncia se <a%em a este po1o muitos e lou161eis ser1iDosI sempre e em todo o lu arI ó potent-ssimo Héli=I com todo o a radecimento o 9ueremos recon8ecer. Deus n)o 8a1ia ordenado 9ue os tra.ssas a<irmaD@es eram <eitas com o des. .raI 9uando a 1o% de ad1ert2ncia e encora!amento est6 em sil2ncioI ent)o os o.le anunciara Sua miss)o de con<ortarI a. K>)o me ac8aram no templo <alando com al uémKI declarouI Knem amotinando o po1o nas sina o asI nem na cidade. +$4 LT6citoI 3istóriaI cap. +15 Sen8or Gs 1e%es remo1e deles a . A 1iP1a de Sarepta e >aam) da S-ria tin8am 1i1ido G altura de toda a lu% 9ue possu-amJ assim <oram eles considerados mais !ustos 9ue o po1o escol8ido de Deus 9ue se tin8a des1iado d. +1& Cristo disse aos !udeus de >a%aré uma terr-1el 1erdade 9uando declarou 9ue com o apóstata Israel n)o 8a1ia se uranDa para o <iel mensa eiro de Deus.oa o. Sua morte pode reali%ar o 9ue sua 1ida n)o conse uiu <a%er.K Atos $+M* e . 3ou1essem os diri entes na i re!a a.N Todos os 9ue ou1iram Tértulo sa.ia por 9ue moti1o o tin8am lison!eadoI e 1iu tam.andonado inteiramente seus sentimentos de amar ura contra o apóstoloI aceitandoOo como al uém especialmente c8amado por Deus para le1ar o e1an el8o aos entiosI e o Sen8or o teria poupado para eles.re o peito 9ue !6 n)o 1i.al8os de Paulo t)o cedo ti1essem <imJ mas n)o operou um mila re para conter o encadeamento de circunstSncias 9ue a atitude dos diri entes da i re!a em Jerusalém 8a1iam pro1ocado. Sa. ?e<erindoOse Gs acusaD@es P6 .nio de indu%ir o procurador a de1ol1er Paulo G corte !udaica.re elesI por intermédio de seus próprios irm)osI tal triste%a de coraD)o 9ue Deus raciosamente Se interp@e para dar repouso a Seus perse uidos ser1os. P6 .eli)oI e Se tin8a mani<estado aos das terras pa )s 9ue n)o 8a1iam re!eitado a lu% do Céu.ém pro<anar o templo. 7uitas 1e%es ele alcanDa 2=ito em acarretar so. +1# Cinco dias depois de 8a1er Paulo c8e ado a CesaréiaI seus acusadores c8e aram de JerusalémI acompan8ados por TértuloI um orador a 9uem tin8am aliciado como consel8eiro.unal de Cesaréia P6 . As pala1ras de repro1aD)o do Sal1adorI aos 8omens de >a%aréI aplica1amOseI no caso de PauloI n)o apenas aos incrédulos !udeusI mas a seus próprios irm)os na <é. Jul ando 9ue a lison!a pudesse ter so. O mesmo esp-rito est6 ainda produ%indo os mesmos resultados. Podem eles estar prontos para sacri<icar mesmo a própria 1ida para o a1anDamento da causa de CristoI n)o o. Tértulo desceu a9ui a desla1ada <alsidadeJ pois o car6ter de Héli= era indi no e despre%-1el.

uno L-sias ti1er descidoI ent)o tomarei inteiro con8ecimento dos 1ossos ne ócios. Paulo considerou essa oportunidade como pro1ida por DeusI e <ielmente a apro1eitou. +$* sacri<icaisI ol8a1am atra1és da 1ora em dos séculos para o Cordeiro de Deus 9ue de1ia tirar o pecado do mundo. +$$ similar com respeito G conduta de Paulo. O apóstolo compreendia 9ue o e1an el8o tin8a uma rei1indicaD)o so. Ou di am estes mesmosI se ac8aram em mim al uma ini9RidadeI 9uando compareci perante o consel8oI a n)o ser estas pala1rasI 9ueI estando entre elesI clameiM 3o!e sou !ul ado por 1ós acerca da ressurreiD)o dos mortos. . Cl6udio L-siasI em sua carta a Héli=I tin8a dado testemun8o P6 . Paulo procurou diri ir a mente de seus ou1intes para o rande sacri<-cio pelo pecado..Con9uanto con<essando 9ue Kcon<orme a9uele camin8o 9ue c8amam seitaK adora1a ao Deus de seus paisI sustentou 9ue sempre 8a1ia crido em Ktudo 9uanto est6 escrito na lei e nos pro<etasKJ e 9ue em 8armonia com o claro ensino das .le e=altou perante Héli= e Drusila o car6ter de Deus O Sua retid)oI !ustiDa e e9RidadeI e a nature%a de Sua lei. >e li enciassem eles os presentes pri1ilé ios e oportunidadesI e so<reriam eterna perdaJ nen8uma no1a oportunidade de raDa l8es poderia ser dada. DecidiuI portantoI suspender o !ul amento até 9ue L-sias esti1esse presenteI di%endoM KFuando o tri.!eto para o 9ual elas aponta1am como a Pnica <onte de 1ida e esperanDa para o 8omem ca-do.!eti1o de sua 1isita a JerusalémI e as circunstSncias de sua pris)o e !ul amentoM KOraI muitos anos depoisI 1im tra%er a min8a naD)o esmolas e o<ertas. Sa. >isto me ac8aram !6 santi<icado no temploI n)o em a!untamentosI nem com al1oroDosI uns certos !udeus da XsiaI os 9uais con1in8a 9ue esti1essem presentes perante tiI e me acusassemI se al uma coisa contra mim ti1essem. .riedade e temperanDaI mantendo as pai=@es so. >o entanto Héli= n)o con8ecia mais alto moti1o 9ue o interesse próprioI e era controlado pelo amor da <ama e dese!o de promoD)o. O o1ernador n)o 9ueria a radarOl8es condenando in!ustamente um cidad)o romanoI nem o poderia entre ar para 9ue o matassem sem um reto !ul amento.ens <uturosI e apresentou ent)o a Cristo como o ant-tipo de todas essas cerimAnias O o o. Apontou aos sacri<-cios 9ue constitu-am som. PauloI porémI n)o tin8a temor do 8omem.=pAs claramente sua <é em CristoI e as ra%@es dessa <éI e <oi assim le1ado a <alar particularmente das 1irtudes essenciais do car6ter crist)oI de 9ue o arro ante par diante dele era t)o sensi1elmente destitu-do. 7ostrou 9ue esta 1ida é o tempo de preparo do 8omem para a 1ida <utura. Paulo <risou especialmente os pro<undos reclamos da lei de Deus. >)o <oi muito depois disto 9ue Héli= e sua esposaI DrusilaI mandaram c8amar a Paulo para em entre1ista pri1ada poderem ou1iOlo Kacerca da <é em CristoK.K 7at.ia 9ue suas pala1ras seriam para eles um c8eiro de 1ida ou de morteI e es9uecendo toda consideraD)o e o-staI procurou despert6Olos para o senso de seu peri o. O apóstolo <alou com ardorosa e e1idente sinceridadeI e suas pala1ras le1a1am um peso de con1icD)o. O 9ue as m)os podem <a%er ou a l-n ua pro<erir O isso 9ue a 1ida e=terior re1ela O mostraI imper<eitamente em.re 9uem 9uer 9ue atentasse para suas pala1rasJ 9ue um dia eles estariam ou entre os puros e santos ao redor do rande trono . T)o 1iolenta e cruel 8a1ia sido a conduta de Héli=I 9ue poucos 8a1iam al uma 1e% ousado darOl8e a entender 9ue seu car6ter e conduta n)o esta1am isentos de <altas. De maneira sincera e reta ele declarou o o. O temor de o<ender os !udeus impediuOo de <a%er inteira !ustiDa a um 8omem a 9uem sa. Além dissoI Héli= tin8a mel8or con8ecimento da reli i)o !udaica do 9ue muitos supun8am.teria de prestar contasI n)o apenas de tudo o 9ue 8a1ia dito e <eitoI mas do moti1o e esp-rito de suas pala1ras e aD@es. &M$'. Atos $+M1+O1. o controle da ra%)oI em con<ormidade com a lei de DeusI e preser1ando as <aculdades <-sicas e mentais em condiD@es sadias. A lei es9uadrin8a seus pensamentosI moti1os e propósitos.K Atos $+M1&O$1. +$+ !u-%oI 9uando todos seriam recompensados de acordo com o 9ue ti1essem <eito no corpoI e 9uando seria plenamente re1elado 9ue a ri9ue%aI posiD)o ou t-tulos s)o destitu-dos de poder para alcanDar para o 8omem o <a1or de DeusI ou para li1r6Olo dos resultados do pecado. As ne ras pai=@es 9ue permanecem ocultas G 1ista dos 8omensI a in1e!aI o ódioI o sensualismoI a am. Declarou ainda mais 9ue o propósito orientador de sua 1ida era Ksempre ter uma consci2ncia sem o<ensaI tanto para com Deus como para com os 8omensK. Atos $+M$$ e $'.rancoI ou com a9ueles a 9uem Cristo 8a1eria de di%erM KApartaiO1os de 7imI 1ós 9ue praticais a ini9Ridade. 7ostrou claramente 9ue é de1er do 8omem le1ar uma 1ida de so. A clara e=posiD)o 9ue Paulo <i%era dos <atosI capacitou Héli= neste caso a entender ainda mais claramente os moti1os pelos 9uais os !udeus eram dominados ao procurar acusar o apóstolo de sediD)o e conduta desleal.Atos $+M$+. .re a9uilo 9ue tem estado oculto G 1ista e ao con8ecimento dos seres 8umanos. Sa.K O apóstolo permaneceu prisioneiroI mas Héli= ordenou ao centuri)o 9ue 8a1ia sido indicado para uardar a PauloI K9ue o uardassem em pris)oI tratandoOo com . 7ostrou como ela alcanDa os -ntimos se redos da nature%a moral do 8omemI derramando um dilP1io de lu% so. Santos 8omens do passado <oram sal1os pela <é no san ue de Cristo.le sa.ia 9ue teria de encontrar cada um de seus ou1intes diante do tri.ra dos . .les esta1am dese!osos e mesmo 61idos de ou1ir a respeito dessas no1as 1erdades O 1erdades 9ue poderiam !amais ou1ir de no1oI e 9ueI se re!eitadasI dariam um pronto testemun8o contra eles no dia de Deus.unal do CéuI e 9ue a.ia inocente.ia ac8arOse na P6 .randuraI e 9ue a nin uém dos seus proi.isse ser1iOlo ou 1ir ter com eleK.iD)oI as ma9uinaD@es per1ersas nos pro<undos recessos do coraD)oI ainda n)o e=ecutadas por <alta de oportunidade O tudo isso a lei de Deus condena. Ao contemplarem as a onias de morte das 1-timas P6 . .scriturasI cria na ressurreiD)o dos mortos.oraI o car6ter moral do 8omem. Declarou 9ue 1iria se uramente um dia de P6 . +$' presenDa de um 8omem 9ue tin8a o poder de o condenar G morte ou de o li1rarJ contudo n)o se diri iu a Héli= e Drusila com pala1ras de elo io ou lison!as.

KOs 9ue poisI disseI dentre 1ós t2m poderI desDam comi o eI se neste 1ar)o 8ou1er al um crimeI acusemOno. o sumo sacerdote e os principais dos !udeus compareceram perante ele contra PauloI e l8e ro aramI pedindo como <a1or contra ele 9ue o <i%esse 1ir a Jerusalém. e &. 7as em 1e% de permitir 9ue suas con1icD@es o uiassem ao arrependimentoI procurou li1rarOse dessas re<le=@es indese!61eis. Com terr-1el clare%a sur iram perante ele os se redos de seus primeiros tempos de 8omem san uin6rio e per1ersoI e o relatório tene.K Atos $+M$*. >)o 8a1iam es9uecido sua anterior derrota em Cesaréia. >unca P6 . O pensamento de 9ue todos os se redos de sua carreira de crimes esta1am a. Antes de dei=ar Cesaréia em resposta a esse c8amadoI dese!ou Kcompra%er aos !udeusK LAtos $+M$&NI dei=ando Paulo na pris)o.m contraste com a calma atitude do apóstolo e seus irretor9u-1eis ar umentosI a própria mali nidade do esp-rito deles e suas desca. Héli= <oi <inalmente c8amado a ?omaI por causa de ra1es males <eitos aos !udeus. Deus em Sua pro1id2ncia controlou a decis)o de HestoI para 9ue a 1ida do apóstolo <osse poupada. .ras <2Olo tremer de pa1or. dantes sua alma assim se enc8era de terror. Pa am com inimi%ade o amor 9ue é t)o alto 9uanto o Céu e t)o amplo 9uanto o 0ni1erso.ertarOse por meio de su.re Héli=I 9uando Paulo arra%oou com ele a respeito da !ustiDaI temperanDa e !u-%o 1indouro. Atos $*M1. A e1id2ncia 9ue deram de estar sendo sustidos por um di1ino poderI seu re o%i!o so.ril8asse so.stando nessa ocasi)o sem . 7as Hesto tin8a alto senso da responsa. KOs !udeus 9ue 8a1iam descido de JerusalémKI Ko rodearamI tra%endo contra Paulo muitas e ra1es acusaD@esI 9ue n)o podiam pro1ar.riu ao . Hoi remo1ido do car o em desonraI e Pórcio Hesto <oi indicado para suced2OloI com sede em Cesaréia. Compreendia 9ue esta1a nas m)os de DeusI e n)o poderia inter<erir no propósito di1ino a respeito de sua pessoa.ntrando pois Hesto na pro1-nciaI su.ertos aos ol8os de DeusI e 9ue ele seria !ul ado con<orme as suas o.Deus com !ustiDa reclama o amor e o. Assim PauloI o prisioneiroI apresentou as e=i 2ncias da lei di1ina tanto para !udeus como para entiosI e apresentou a JesusI o despre%ado >a%arenoI como o Hil8o de DeusI e ?edentor do mundo. O P6 . Héli= tremeuI mas n)o se arrependeu. A consci2nciaI a ora despertaI <e% ou1ir sua 1o%J e Héli= sentiu 9ue as pala1ras de Paulo eram 1erdadeiras. +$& apóstoloI entretantoI era de nature%a demasiado no. Deus n)o pode . 7uitosI porémI se es9uecem de seu CriadorI e escol8em se uir seus próprios camin8osI em oposiD)o G 1ontade de Deus.ene<-cioI para a simpatia e enerosidade de seus con1ersos. Jamais 8a1ia sido a 1erdade assim le1ada ao -ntimo de seu coraD)o. Demais era muito po. A princesa !udia . 3a1endo retornado a CesaréiaI depois de poucos dias de perman2ncia em JerusalémI Hesto Kno dia se uinteI assentandoOse no tri. 3a1endo <al8ado seus propósitosI os l-deres !udeus imediatamente se prepararam para testemun8ar contra Paulo perante o tri.re para poder pa ar esse res ateI caso a isso esti1esse dispostoI e n)o apelariaI em seu próprio .ai=ar os reclamos de Sua lei a <im de corresponder G norma de 8omens -mpiosJ nem pode o 8omem em sua própria capacidadeI cumprir as e=i 2ncias da lei.K Atos $*M+ e *. Sua memória retornou ao culposo passado. Declarou 9ue K.iloso a. +4 Paulo Apela Para César P6 .re1emente partiriaK para Cesaréia.idas acusaD@es apareceriam da pior maneira poss-1el.erdade.K Atos $*M. 3a1ia sido permitido 9ue um raio de lu% do Céu . 7enospre%ara a Pltima o<erta de misericórdia. P6 . Durante dois anos nen8uma outra atitude <oi tomada contra PauloI em. >)o era culpado de crime al umI e n)o se a1iltaria cometendo um mal para alcanDar a li.. O carcereiro !u. DeuOl8es em Sua lei uma per<eita norma de retid)o. 7as dissera ao mensa eiro de DeusM KPor a ora 1aiOteI e em tendo oportunidade te c8amarei. o so<rimento e des1enturaI seu destemor 9uando a terra 1acilou com o terremotoI e seu esp-rito de perd)o semel8ante ao de Cristo le1aram a con1icD)o ao coraD)o do carcereiroI 9ue tremente con<essou seus pecados e encontrou perd)o.orno. 7as o moti1o real dessa aparente . De no1o insistiram para 9ue Paulo <osse en1iado a Jerusalém para ser !ul adoI mas Hesto mante1e <irmemente seu propósito de proporcionar a Paulo um !ul amento !usto em Cesaréia. ?espondera Kn)o ser costume dos romanos entre ar al um 8omem G morteI sem 9ue o acusado ten8a presentes os seus acusadoresI e possa de<enderOse da acusaD)oK.edi2ncia G lei de seu Criador. .unal do procurador. Ha%endo este pedido tin8am como plano armarOl8e ciladas no camin8o para Jerusalém e mat6Olo. 0m escol8e tornarOse <il8o de Deus e 8erdeiro do CéuJ o outro lanDa sua sorte com os 9ue praticam a ini9Ridade.sta <oi a oportunidade 9ue o Céu l8e en1iara para 9ue 1isse seus pecados e os a. A entre1ista com Paulo <oi a. >unca mais de1eria rece.re1iada.edi2ncia de todas as Suas criaturas.ilidade de sua posiD)oI e cortesmente se e=imiu de en1iar Paulo.roso de seus Pltimos anos.erdade.iu dali a tr2s dias de Cesaréia a Jerusalém.sp-rito de Deus o coraD)o e o larJ Héli= ordenou 9ue o mensa eiro di1ino partisse. +$.er outro con1ite de Deus. Só pela <é em Cristo pode o pecador ser puri<icado da culpa e capacitado a prestar o. 7as Héli= n)o alcanDou 2=ito em sua tentati1a de read9uirir a con<ianDa dos !udeus.K Fu)o amplo o contraste entre o procedimento de Héli= e o do carcereiro de HiliposT Os ser1os do Sen8or <oram le1ados em cadeias ao carcereiroI como Paulo a Héli=.sp-rito de Deus l8e imprimia con1icD)o G almaI sentiaOse pro<undamente a itado.re para li.unalI mandou 9ue trou=essem PauloK. KPor a ora 1aiOteKI disseJ Ke em tendo oportunidade te c8amarei. :iuOse licenciosoI cruelI desonesto. +$5 K.em compreendia o sa rado car6ter da9uela lei 9ue t)o desa1er on8adamente trans rediaJ mas seu preconceito contra o 3omem do Cal16rio endureceuOl8e o coraD)o contra a pala1ra de 1ida. . Héli= 1isitouOo 16rias 1e%es e ou1iuOl8e atentamente as pala1ras.ene1ol2ncia era o dese!o de an8oI e insinuou 9ue mediante rande soma de din8eiro Paulo poderia asse urar sua li. 7as Héli= nunca ou1ira antes a 1erdadeJ e G medida 9ue o . .ora permanecesse prisioneiro.andonasse.K Atos $*M1O'. +$# >)o era isto o 9ue os !udeus dese!a1am.

Ao prosse uir o !ul amentoI o acusado com calma e mansid)o mostrou claramente a <alsidade das acusaD@es.oDou as circunstSncias 9ue le1aram o prisioneiro a apelar para CésarI contando do recente !ul amento de Paulo perante eleI e di%endo 9ue os !udeus n)o tin8am P6 . Fuando as tre1as s)o mais pro<undasI mais resplandece a lu% de um car6ter semel8ante ao de Deus. Hoi este mesmo ódio 9ue <orDou o pro<eta .emI e o . . Se <i% al um a ra1oI ou cometi al uma coisa di na de morteI n)o recuso morrerJ masI se nada 86 das coisas de 9ue estes me acusamI nin uém me pode entre ar a elesJ apelo para César. +'4 proteD)oI para ser !ul ado pelo Sinédrio. DecidiuI poisI 1alerOse de seu pri1ilé ioI como cidad)o romanoI de apelar para César.K Con<orme sua 1ontade <oi arran!ada uma reuni)o para o dia se uinte. >o <uturoI 8omens 9ue declaram ser representantes de Cristo tomar)o atitude id2ntica G dos sacerdotes e pr-ncipes no seu trato com Cristo e os apóstolos.edecerOL8eI tanto mais <ero%mente procurar6 Satan6s insti ar contra eles a ira da9ueles 9ueI em.re si a ira de Deus. +'+ apresentado contra Paulo nen8uma acusaD)o das 9ue ele supun8aI mas Kal umas 9uest@es acerca de sua superstiD)oI e de um tal JesusI de<untoI 9ue Paulo a<irma1a 1i1erK. +'$ prestes a 1ir.ia das conspiraD@es dos !udeus para matar a PauloI e <icou surpreso com este apelo a César. 3a1endo Hesto contado sua 8istóriaI A ripa tornouOse interessadoI e disseM KBem 9uisera eu tam. sua P6 .le es.re eles para o .ia 9ue n)o podia esperar !ustiDa do po1o 9ueI por seus crimesI esta1a atraindo so. K.ém ocasionou demora.ém perante o rei A ripa III o Pltimo dos 3erodes.unal de CésarI onde con1ém 9ue se!a !ul adoJ n)o <i% a ra1o al um aos !udeusI como tu muito .ém ou1ir esse 8omem. Todo o 9ue nesse dia mau se dispuser a ser1ir a Deus com destemorI se undo os ditames de sua consci2nciaI necessitar6 de cora emI <irme%a e do con8ecimento de Deus e Sua Pala1raJ pois os 9ue <orem <iéis a Deus ser)o perse uidosI seus moti1os impu nadosI des1irtuados seus mel8ores es<orDos e seus nomes repudiados como um mal.ora se declarando !ustosI tripudiam so. +1 Fuase Persuadido P6 . . . ContudoI 1iu com clare%a a tempestade de ódio 9ue se le1antaria se Paulo n)o <osse condenado ou entre ue Gs m)os deles. . K.ser1ando os ser1os do Sen8or para o malI Deus estar6 1i iando so. .K Atos $*M14 e 11.re1e passarI os <iéis ser1os de Deus encontrar)o a mesma dure%a de coraD)oI a mesma determinaD)o cruelI o mesmo ódio in<le=-1el.ia 9ueI como o pro<eta .em sa. Assim <oi 9ue uma 1e% maisI por causa do ódio nascido do <anatismo e da !ustiDa própriaI um ser1o de Deus 1oltaOse para os pa )os em .ntre muitos dos pro<essos se uidores de CristoI e=iste o mesmo or ul8oI <ormalismo e e o-smoI o mesmo esp-rito de opress)o 9ue ocupou t)o rande lu ar no coraD)o dos !udeus.es. este ódio o po1o de Deus 9ue 1i1e neste século ter6 ainda 9ue en<rentar.I no dia se uinteI 1indo A ripa e BereniceI com muito .scurecer o entendimentoI a <im de 9ue o mal pareDa . Satan6s tra.stou perante o tri. >a rande crise por 9ue de1er)o em . Preparados ou n)oI todos ter)o de en<rent6OlaJ e somente os 9ue t2m le1ado a 1ida em con<ormidade com a norma di1inaI permanecer)o <irmes na9uele tempo de pro1a.le ser6 para eles como a som.K Atos $*M1'O1*. +'1 da 1iP1a de SareptaJ e le1ou os arautos do e1an el8o a 1ol1erOse dos !udeusI para proclamar a mensa em do e1an el8o aos entios.m resposta G per unta do o1ernadorI Paulo disseM K.ra de uma rande roc8a numa terra sedenta. . Hesto compreendeu 9ue a 9uest)o em disputa se prendia inteiramente a doutrinas !udaicasI e 9ueI con1enientemente entendidoI nada 8a1ia nas acusaD@es <eitas a PauloI pudessem elas ser pro1adasI 9ue merecesse sentenDa de morteI ou mesmo de pris)o.al8ar6 com todo o seu poder en anador para in<luenciar o coraD)o e o. O apóstolo sa.em mal. 7as al um tempo se passou antes 9ue pudesse ser encontrado um na1io oportunoJ e como outros prisioneiros de1iam ser en1iados com PauloI a consideraD)o de seus casos tam. KHestoI tendo <alado com o consel8o respondeuM Apelaste para CésarQ Para César ir6s.ntretantoI as pala1ras do apóstolo puseram <im ao !ul amento. Fuando le isladores seculares se unirem a ministros de reli i)o para le islarem em assuntos de consci2nciaI 1erOseO6 ent)o 9uem realmente teme a Deus e O ser1e.re a lei de Deus.lias a . Cansado de contendasI seu ati1o esp-rito mal podia suportar as repetidas delon as e <ati ante retardamento de seu !ul amento e pris)o.K Atos $*M1$. ?e9uerer6 a mais <irme con<ianDaI o mais 8eróico propósito reter <irme a <é 9ue uma 1e% <oi entre ue aos santos.usca de proteD)o.liasI estaria mais se uro entre os pa )os do 9ue com os 9ue 8a1iam re!eitado a lu% do Céu e endurecido o coraD)o contra o e1an el8o. KToda1ia HestoI 9uerendo compra%er aos !udeusK LAtos $*M#NI 1oltandoOse para PauloI per untou se esta1a disposto a ir a Jerusalém so.um ad1o adoI os próprios !udeus apresentaram suas acusaD@es.em.uscar socorro P6 . Por cu!o respeito os principais dos sacerdotes e os anci)os dos !udeus estando eu em JerusalémI compareceram perante mimI pedindo sentenDa contra ele. Isto deu a Paulo oportunidade de apresentar as ra%@es de sua <é diante dos principais 8omens de CesaréiaI como tam. Fuando toda a demais con<ianDa <al8aI ent)o se 1er6 9uem tem uma con<ianDa permanente em Jeo16. Deus dese!a 9ue Seu po1o se prepare para a crise P6 . Fuanto mais <orte e mais pura a <é do po1o de DeusI e mais <irme sua determinaD)o de o. Sa. en9uanto os inimi os da 1erdade esti1eremI de todos os ladosI o. .I como ali <icassem muitos diasI Hesto contou ao rei os ne ócios de PauloI di%endoM 0m certo 1ar)o <oi dei=ado por Héli= a9ui preso. Hesto nada sa.I passados al uns diasI o rei A ripa e Berenice 1ieram a CesaréiaI a saudar Hesto. +'' Paulo tin8a apelado para CésarI e Hesto n)o tin8a outro !eito sen)o en1i6Olo a ?oma. .

oDo dos principais acontecimentos relacionados com a 1ida de Cristo so.uscara tornar a ocasi)o .re a Terra.iu ao CéuI triun<ante so.scrituras do Anti o Testamento 8a1iam declarado 9ue o 7essias de1ia aparecer como um 8omem entre os 8omensJ e como na 1ida de Jesus se 8a1ia cumprido cada especi<icaD)o es.arOl8e o dom-nio próprio.ras di nas de arrependimentoK.K Atos $. . Tendo apenas consci2ncia das 1erdades 9ue tin8a ou1idoI 1endo somente o 8umilde prisioneiro 9ue esta1a diante dele como em.ram trans ressores de Sua leiI corruptos de coraD)o e de 1ida.M$4O$'. Sua conduta era a.ém para Au ustoI ten8o determinado en1iarOl8o. +'5 Pro<undamente impressionadoI A ripa perdeu de 1ista por um momento o am. Por9ue me parece contra a ra%)o en1iar um presoI e n)o noti<icar contra ele as acusaD@es. +'& e com .K Atos $*M$+O$&. a ora PauloI ainda al emadoI ac8a1aOse diante do rupo reunido.st6s loucoI PauloJ as muitas letras te <a%em delirar. Paulo relatou a 8istória de sua con1ers)o de o. . P6 . 7as no momento de sua mais persuasi1a elo9R2nciaI <oi interrompido por HestoI 9ue e=clamouM K.léia com estas pala1rasM K?ei A ripaI e todos os 1ar@es 9ue estais presentes conoscoJ a9ui 1edes um 8omem de 9uem toda a multid)o dos !udeus me tem <aladoI tanto em Jerusalém como a9uiI clamando 9ue n)o con1ém 9ue 1i1a mais. Do 9ual n)o ten8o coisa al uma certa 9ue escre1a ao meu sen8orI e por isso perante 1ós o trou=eI principalmente perante tiI ó rei A ripaI para 9ueI depois de interro adoI ten8a al uma coisa 9ue escre1er. As ricas 1estes do procurador e de seus 8óspedesI as espadas dos soldados e as .re o seu tema predileto.aparatoI entraram no auditório com os tri. Poder e pompa terrestres n)o poderiam nem por um momento a.ai=ador de DeusI respondeu in1oluntariamenteM KPor pouco me 9ueres persuadir a 9ue me <aDa crist)oTK . 7asI alcanDando socorro de DeusI ainda até ao dia de 8o!e permaneDoI dando testemun8o tanto a pe9uenos como a randesI n)o di%endo nada mais do 9ue o 9ue os pro<etas e 7oisés disseram 9ue de1ia acontecerI isto éI 9ue o Cristo de1ia padecerI eI sendo o primeiro da ressurreiD)o dos mortosI de1ia anunciar a lu% a este po1o e aos entios. O apóstolo esta1a <alando so. KTen8oOme por 1enturosoI ó rei A ripaKI disse eleI Kde 9ue perante ti me 8a!a 8o!e de de<ender de todas as coisas de 9ue sou acusado pelos !udeusJ mormente sa.M$+O$&. Todos os presentes escutaram encantados a narraD)o <eita por Paulo de suas mara1il8osas e=peri2ncias. P6 . KPor causa distoKI declarou o apóstoloI Kos !udeus lanDaram m)o de mim no temploI e procuraram matarOme. . O apóstolo n)o esta1a desconcertado pela . +'* mensa eirosI a pompa e o or ul8o da reale%a teria empalidecidoJ rei e cortes)os teriam sido lanDados por terraI como os soldados romanos !unto ao sepulcro de Cristo. Com o propósito de redimir o mundo perdidoI o di1ino Hil8o de DeusI desden8ando a i nom-niaI suportou a cru% e su. Caso se 8ou1esse mani<estado a lória de um só desses resplandecentes P6 . 7ostrou como as . O rei A ripa deu a ora a Paulo a li. Por9ue o reiI diante de 9uem <alo com ousadiaI sa.unos e 1ar@es principais da cidadeI sendo tra%ido Paulo por mandado de Hesto.K Atos $*M1#I $$ e $'.aterOl8e o Snimo ou rou. Os an!os eram seus assistentes.M$ e '.K Atos $. 7as eram destitu-dos dos traDos de car6ter 9ue Deus estima.ril8antes armaduras de seus comandantesI empresta1am . Por 9ueI raciocina1a PauloI parecia incr-1el 9ue Cristo ressuscitasse dos mortosQ 0ma 1e% assim l8e pareceraJ mas como poderia descrer da9uilo 9ue ele mesmo 8a1ia 1isto e ou1idoQ / porta de Damasco 8a1ia sem 9ual9uer dP1ida contemplado o Cristo cruci<icado e ressur idoI o mesmo 9ue tin8a palmil8ado as ruas de JerusalémI morrido no Cal16rioI 9ue. Descre1eu a 1is)o celestial 9ue a princ-pio o enc8era de indi%-1el terrorI porém mais tarde pro1ou ser uma <onte da maior consolaD)o O uma re1elaD)o de lória di1inaI no meio da 9ual esta1a entroni%ado A9uele a 9uem ele despre%ara e odiaraI cu!os se uidores procurara mesmo le1ar G destruiD)o. O próprio Hesto apresentou Paulo G assem.iente e a di nidade de sua posiD)o. Fue contraste era a9ui apresentadoT A ripa e Berenice possu-am poder e posiD)oI e eram por isto <a1orecidos pelo mundo.astante aparatosa.K . .K Atos $. >en8um dos 9ue o ou1iam podia du1idar de sua sinceridade. Com clare%a e poder Paulo traDou perante A ripa um es.K O apóstolo respondeuM K>)o deliroI ó potent-ssimo HestoJ antes di o pala1ras de 1erdade e de um s)o !u-%o.endo eu 9ue tens con8ecimento de todos os costumes e 9uest@es 9ue 86 entre os !udeusJ pelo 9ue te ro o 9ue me ouDas com paci2ncia. +'. T)o se uramente como Ce<asI Tia o e Jo)oI ou 9ual9uer outro dos disc-pulosI tin8aOO 1isto P6 . O idoso prisioneiroI acorrentado a um soldadoI n)o tin8a em seu aspecto coisa al uma 9ue le1asse o mundo a prestarOl8e 8omena em.edecerQ .ntretanto nesse 8omemI aparentemente sem ami osI ri9ue%a ou posiD)oI preso por sua <é no Hil8o de DeusI o Céu todo esta1a interessado.nt)oI 1oltandoOse para A ripaI a ele se diri iu diretamenteM KCr2s tu nos pro<etasI ó rei A ripaQ Bem sei 9ue cr2s. Desde esse momento Paulo se 8a1ia tornado um no1o 8omemI um sincero e <er1oroso crente em JesusI a isto c8e ando pela trans<ormadora misericórdia.e estas coisasI pois n)o creio 9ue nada disto l8e é ocultoJ por9ue isto n)o se <e% em 9ual9uer canto.re a morte e a sepultura.m DamascoI em JerusalémI atra1és de toda a Judéia e nas re i@es distantesI 8a1ia ele testemun8ado de JesusI o Cruci<icadoI mostrando a todas as classes K9ue se emendassemI e se con1ertessem a DeusI <a%endo o.rado as li aduras da morte e ascendido ao Céu.ia de 9u)o pouco 1alor representam ri9ue%a ou posiD)o mundanas.m 8omena em aos 1isitantesI Hesto .stinada incredulidade G <é em Jesus de >a%aré como o ?edentor do mundo.orrecida pelo Céu.ril8ante pompa ou ele1ada posiD)o de seu auditórioJ pois sa. A :o% o intimara a proclamar o e1an el8o de um Sal1ador ressuscitadoI e como poderia deso.ril8o G cena. 7asI ac8ando eu 9ue nen8uma coisa di na de morte <i%eraI e apelando ele mesmo tam.oDada por 7oisés e os pro<etas.le <alado.erdade de <alar por si. Sustentou 9ue o 7essias da pro<ecia tin8a !6 aparecido na pessoa de Jesus de >a%aré.

Lucas escre1eM K.m. A9ui JPlioI o centuri)oI Ktratando Paulo 8umanamenteKI e sendo in<ormado de 9ue neste lu ar 8a1ia crist)osI Kl8e permitiu ir 1er os ami osI para 9ue cuidassem deleK. K7as n)o muito depois deu nela um péOdeO1entoKJ Ke sendo o na1io arre. K>o dia se uinte ali1iaram o na1io.ote para . K:e!oKI disse eleI K9ue a na1e aD)o 86 de ser incAmodaI e com muito danoI n)o só para o na1io e car aI mas tam. ++$ <orti<icar o na1io e prepar6Olo para resistir G tempestade. +'# Paulo esta1a a<inal a camin8o de ?oma.K Atos $.ote sal1aO1idasI seu Pnico meio de escape no caso do na1io a<undarI esta1a amarradoI e su!eito a ser <eito em pedaDos a cada momento. Atos $&M'.ste 8omem nada <e% di no de morte ou de pris@es. O na1io . Impulsionado pela tempestadeI o na1io se apro=imou da pe9uena il8a de ClaudaI e neste a. ++4 as di<iculdades de sua sorte O <oiOl8e permitida a compan8ia de Lucas e Aristarco. Sem 8esitaD)o o apóstolo aconsel8ou <icarem onde esta1am.I costeandoOa di<icilmenteI c8e amos a um lu ar c8amado Bons Portos. 7as os 1entos eram ainda contr6riosI e o pro resso do na1io <oi di<-cil.K . .sta permiss)o <oi randemente apreciada pelo apóstoloI 9ue esta1a com a saPde de.sses trans ressores tin8am ou1ido nesse dia a o<erta de sal1aD)o mediante o nome de Cristo. O . 7as A ripa a<astou a misericórdia o<erecidaI recusando aceitar a cru% de um ?edentor cruci<icado. Ao se dispersaremI os presentes <ala1am entre si di%endoM K.ém para as nossas 1idas.stante as precauD@es tomadasI o na1io <a%ia 6 ua.M$5 e $#NI acrescentou er uendo as m)os acorrentadas. A 1ia em comeDou <a1ora1elmente.K 7as Ko pilotoK e o KmestreK do na1io e a maioria dos passa eiros e toda a tripulaD)o n)o 9uiseram aceitar este consel8o. De comum acordoI Ksoprando o sul . Durante uma parte do ano era 9uase imposs-1el a na1e aD)o sem riscos. 0mI pelo menosI esti1era 9uase persuadido a aceitar a raDa e o perd)o o<erecidos. Atos $&M5O1$.ri o os tripulantes se prepararam para o pior.K De no1o 1eio a noiteI mas o 1ento n)o amaina1a.K . Toda a noite a tempestade ru iuI e n)o o. ++1 na9uele ano.I como por muitos dias na1e 6ssemos 1a arosamenteI 8a1endo c8e ado apenas de<ronte a CnidoI n)o nos permitindo o 1ento ir mais adianteI na1e amos a.randamenteKI dei=aram Bons Portos na esperanDa de 9ue alcanDariam lo o o dese!ado porto.m 7irraI na pro1-ncia de L-ciaI o centuri)o encontrou um rande na1io de Ale=andriaI 9ue 1ia!a1a para a costa da It6liaI e para este na1io trans<eriu imediatamente os prisioneiros. K. >o primeiro século da era crist)I as 1ia ens por mar eram <eitas com peculiares di<iculdades e peri os. O in1erno esta1aOse apro=imando rapidamenteI Ksendo !6 peri osa a na1e aD)oKJ e os 9ue tin8am a responsa.K Atos $&M1 e $.ilitada. . KBem podia soltarOse este 8omemKI disse ele a HestoI Kse n)o 8ou1era apelado para César. A Pnica 9uest)o a ser decidida a ora era se de1iam permanecer em Bons Portos ou tentar alcanDar um lu ar mais <a1or61el para in1ernar.I como se determinou 9ue 8a1-amos de na1e ar para a It6liaKI escre1e LucasI Kentre aram PauloI e al uns outros presosI a um centuri)o por nome JPlioI da coorte au usta.ora A ripa <osse !udeuI n)o participa1a ele do %elo intolerante e ce o preconceito dos <ariseus. O apóstolo Paulo era a ora c8amado a suportar as di<-ceis e=peri2ncias 9ue l8e poderiam tocar como um prisioneiro em cadeias durante a lon a e tediosa 1ia em para a It6lia. HestoI A ripa e Berenice podiam com !ustiDa tra%er nos pulsos os ril8@es 9ue acorrenta1am o apóstolo.M'1 e '$. >o dia se uinte lanDaram Sncora no porto de Sidom.unalI e esta1a a ora além da !urisdiD)o tanto de Hesto 9uanto de A ripa.ordo.ai=o de CretaI !unto de Salmone.ua proteD)o o<erecida pela pe9uena il8a n)o durou muitoI e lo o esta1am de no1o e=postos a toda a 1iol2ncia da tempestade.atido pela tempestadeI com os mastros partidos e as 1elas rotasI era pela <Pria do 1ento atirado de um para outro lado. 0ma circunstSncia sua1i%ou randemente P6 . A e=. 3a1endo dei=ado SidomI o na1io encontrou 1entos contr6riosJ e tendoOse des1iado de uma rota diretaI seu pro resso <oi lento.sta 9uest)o <oi calorosamente discutidaI sendo a<inal re<erida pelo centuri)o a PauloI o 9ual con9uistara o respeito tanto dos soldados como da tripulaD)o. . A cada momento parecia 9ue o madeiramento dos costadosI 9ue . Como a9uele porto em 9ue ancoraram Kn)o era cAmodo para in1ernarI os mais deles <oram de parecer 9ue se partisse dali para 1er se podiam c8e ar a H2ni=I 9ue é um porto de Creta 9ue ol8a para a .ém todos 9uantos me est)o ou1indoI se tornassem tais 9ual eu souI e=ceto estas cadeiasK LAtos $. +M14NJ mas <oi por 1ontade própria 9ue Aristarco partil8ou da pris)o de PauloI a <im de poder con<ort6Olo em suas a<liD@es. A curiosidade do rei <oi satis<eitaI e le1antandoOse deu a entender 9ue a entre1ista tin8a terminado. . O centuri)o decidiu se uir o discernimento da maioria.ilidade do na1io ti1eram 9ue desistir de alcanDar seu destino antes 9ue a época <a1or61el para a na1e aD)o mar-tima se encerrasse P6 .atadoK LAtos $&M1'O1*NI n)o podiam na1e ar contra o 1ento. Seu primeiro tra.m Bons Portos <oram <orDados a <icar por al um tempoI esperando 1ento <a1or61el.anda do 1ento da X<rica e do CoroI e in1ernar aliK. 7as o caso <ora le1ado G9uele supremo tri. . +$ A :ia em e o >au<r6 io P6 .arcando nós em um na1io adramitinoI partimos na1e ando pelos lu ares da costa da XsiaI estando conosco AristarcoI macedAnioI de TessalAnica.m sua carta aos colossensesI re<eriuOse ele mais tarde ao Pltimo como seu Kcompan8eiro de pris)oK LCol. Todas as precauD@es poss-1eis <oram ent)o tomadas para P6 .Ardorosamente o apóstolo respondeuM KProu1era a Deus 9ueI ou por pouco ou por muitoI n)o somente tuI mas tam.ram todos culpados de ra1es crimes. .I em.al8o <oi iDar este . Os marin8eiros <a%iam a sua rota em rande parte orientandoOse pela posiD)o do Sol e das estrelasJ e 9uando estes corpos celestes n)o apareciamI e 8a1ia ind-cio de tempestadeI os propriet6rios dos na1ios temiam a1enturarOse em pleno mar. . .

++.I lanDando prumoI ac8aram 1inte . Kdi%iam uns aos outrosM Certamente este 8omem é 8omicidaI 1isto comoI escapando do marI a !ustiDa n)o o dei=a 1i1erK.re as ondas ne ras e encapeladas 9ue Kl6 pela meiaOnoiteKI ou1indo som caracter-sticoI Ksuspeitaram os marin8eiros 9ue esta1am pró=imos de al uma terra.om SnimoI por9ue n)o se perder6 a 1ida de nen8um de 1ósI mas somente o na1io. Ao suplicar ardentemente a Deus para l8es poupar a 1idaI <oiOl8e re1elado 9ue sua oraD)o <ora atendida. Os circunstantes <icaram tomados de 8orrorI e 1endo por suas correntes 9ue Paulo era um prisioneiroI P6 . Hoi na décima 9uarta noite de arremesso so.om SnimoJ por9ue creio em DeusI 9ue 86 de acontecer assim como a mim me <oi dito.ordo. um céu sem sol e sem estrelas. K. Paulo e os outros prisioneiros esta1am a ora ameaDados por um peri o maior 9ue o nau<r6 io. Atos $&M+' e ++. K7as tendo esperado !6 muito e 1endo 9ue nen8um incAmodo l8e so. KAcendendo uma rande <o ueiraKI escre1e LucasI Knos recol8eram a todos por causa da c8u1a 9ue ca-aI e por causa do <rio.ordoJ eI além dissoI con1encido de 9ue o Sen8or esta1a com eleI temeu <a%erOl8e mal. Passa eiros e tripulantes se er ueram de sua apatia.re1in8aI mudando de parecerI di%iam 9ue era um deus.K Os soldados imediatamente Kcortaram os ca. >)o 8a1ia um momento de repouso para nin uém a .raDo do Poder In<initoI e seu coraD)o se apoia1a em Deus. Ao raiar do dia os contornos da costa tempestuosa eram 1a amente 1is-1eisI mas n)o se 1iam 9uais9uer sinais de terra <amiliar.riaOse com a <orDa das ondas.raDas.6r. PortantoI ó 1ar@esI tende .I re<eitos com a comidaI ali1iaram o na1ioI lanDando o tri o ao mar. De no1o o apóstolo disse pala1ras de encora!amentoI e e=ortou a todosI soldados e passa eirosI para 9ue tomassem al um alimentoI di%endoM K.ria era a perspecti1a 9ue os marin8eiros pa )osI perdendo toda a cora emI procura1am K<u ir do na1ioKI e <a%endo preparati1os dissimulados para KlanDar as Sncoras pela proaKI tin8a !6 P6 .nt)o a9uele e=austo e desencora!ado rupo de du%entas e setenta e cinco almas 9ueI n)o <ora PauloI terOseOia desesperadoI uniuOse ao apóstolo em partil8ar do Kalimento. ao terceiro diaKI escre1e LucasI Knós mesmosI com as nossas próprias m)osI lanDamos ao mar a armaD)o do na1io. Fuando se 1eri<icou a listaI nen8um <alta1a. .elo cair6 da ca. Os soldados 1iram 9ue en9uanto esti1essem procurando alcanDar a terraI serOl8esOia imposs-1el 1i iar os prisioneiros.. assim aconteceu 9ue todos c8e aram G terraI a sal1oK.K K..res almas 9ue l8e esta1am ao redorI pecadorasI de radadas e n)o preparadas para morrer. T)o som. JPlioI o centuri)oI sa.re nós uma n)o pe9uena tempestadeI <u iuOnos toda a esperanDa de nos sal1armos.al8a1am continuamente nas .endo seu .ra no <o oI e nen8um mal sentiu.K Atos $5M$O. A lei romana sanciona1a essa cruel pr6ticaI e o plano teria sido imediatamente e=ecutadoI n)o <osse a9uele a 9uem todos muito de1iam. A lu% do dia tin8a a ora rompido plenamenteI mas eles nada podiam 1er 9ue l8es determinasse o lu ar em 9ue esta1am.re se de1eriam encal8ar nela o na1io.ém as amarras do lemeJ eI alDando a 1ela maior ao 1entoI diri iramOse para a praia.K .os do . . P6 .ote sal1aO1idasI 9uando PauloI perce.oraI <u indo do calorI l8e acometeu a m)oK.ai=o intentoI disse ao centuri)o e aos soldadosM KSe estes n)o <icarem no na1ioI n)o podereis sal1arO1os. DandoI porémI num lu ar de dois maresI encal8aram ali o na1ioJ P6 . !6 8o!e o décimo 9uarto dia 9ue esperaisI e permaneceis sem comerI n)o 8a1endo pro1ado nada. Durante cator%e dias <lutuaram so.ertaI e le1antando a 1o% disseM KHoraI na 1erdadeI ra%o61elI ó 1ar@esI terOme ou1ido a mimI e n)o partir de CretaI e assim e1itariam este incAmodo e esta perdiD)o. O apóstoloI em.K Atos $&M'4O'+.ia 9ue Paulo tin8a sido o instrumento em sal1ar a 1ida de todos a . 7as Paulo sacudiu a co. K.n=er aram porém uma enseada 9ue tin8a praiaI e consultaramOse so. ++* eI <i=a a proaI <icou imó1elI mas a popa a.idos pelos .ora so<rendo ele próprio <isicamenteI tin8a pala1ras de esperanDa para o momento mais cr-ticoI uma m)o au=iliadora em cada emer 2ncia.ia 9ue Deus o preser1aria para testi<icar em ?oma da 1erdade de Cristo. PortantoI Kmandou 9ue os 9ue pudessem nadar se lanDassem primeiro ao marI e se sal1assem em terraJ e os demaisI uns em t6. K.ntretantoI se al um dos prisioneiros <altasseI perderia a 1ida o respons61el por eles. Cada 8omem teria 9ue <a%er todo o poss-1el para sal1arOse. 3a1ia muitoI aindaI a ser <eitoI e cada es<orDo e capacidade de1iam ser e=ercitados para e1itar a destruiD)o. . A 8ora mais cr-tica esta1a ainda diante deles.eDa de 9ual9uer de 1ós.K Paulo esta1a entre os 9ue se mostra1am ati1os em pro1er o con<orto dos outros.K Atos $&M15O$4.I 8a1endo dito istoI tomando o p)oI deu raDas a Deus na presenDa de todosJ eI partindoOoI comeDou a comer.alos e estremecimentos produ%idos pelos c8o9ues das ondas. A in1as)o da 6 ua mais aumenta1aI e a tripulaD)o e passa eiros tra.I le1antando as SncorasI dei=aramOno ir ao marI lar ando tam. A essas pala1rasI re1i1eu a esperanDa.uas e outros em coisas do na1io. . 7as a ora 1os admoesto a 9ue ten8ais .oraI as pessoas ol8a1am para eleI esperando 12Olo entrar num momento em terr-1el a onia. .as.rirI tal a 1eem2ncia dos a.K Atos $&M'#O+1.K Atos $&M$1O$.K Atos $&M'*O'5. . Tendo Ka!untado uma 9uantidade de 1idesI e pondoOas no <o oI uma 1-.raDasJ eI passando um pouco mais adianteI tornando a lanDar o prumoI ac8aram 9uin%e . C contudo necess6rio irmos dar numa il8a.aros de 7alta. . ++' Apro1eitando a 1anta em de uma tré ua na tempestadeI Paulo <icou na co. >)o temia por siJ sa. Sa. Atos $&M$&O$#.om. Por9ue esta mesma noite o an!o de DeusI de 9uem eu souI e a 9uem sir1oI este1e comi oI di%endoM PauloI n)o temasJ importa 9ue se!as apresentado a CésarI e eis 9ue Deus te deu todos 9uantos na1e am conti o.n)o dei=a1a de ran erI se iria a. A arrouOse pela <é ao . +++ lanDado o .endo a nature%a 1enenosa da 1-. PortantoI e=ortoO1os a 9ue comais al uma coisaI pois é para a 1ossa saPdeJ por9ue nem um ca.atelI e o dei=aram cairK no mar.ondosamente rece. Por isso os soldados dese!a1am matar todos os prisioneiros.I temendoKI escre1e LucasI Kir dar em al uns roc8edosI lanDaram da popa 9uatro SncorasI dese!ando 9ue 1iesse o diaK. Porém seu coraD)o se como1ia de piedade pelas po. Os n6u<ra os <oram . n)o aparecendoI 8a1ia !6 muitos diasI nem sol nem estrelasI e caindo so.

ri ando todo o corte!o a P6 .raI antes 9ue seus inimi os ti1essem ocasi)o de os incitar contra ele. >)o podia 9uei=arOse do passado nem temer o <uturo.rem camin8o entre a multid)o 9ue transita na rande 1iaI o encanecido anci)oI acorrentado com um rupo de criminosos malOencaradosI rece.ém com muitas 8onrasJ eI 8a1endo de na1e arI nos pro1eram das coisas necess6rias.erdade para rece. JPlio de . aliI pró=imo da9uele mesmo lu arI 8a1ia umas 8erdades 9ue pertenciam ao principal da il8aI por nome PP. .ém eles aprenderam a respeitar e estimar seu prisioneiro. Atos $5M1*.eu e 8ospedou .elo porto de PotéoliI na costa da It6lia.oa re<er2ncia 9ue deu de PauloI somada G carta de HestoI permitiram ser o apóstolo <a1ora1elmente considerado pelo comandanteI P6 .ém 9ue l8e cou.undantemente recompensado.oa 1ontade permitiu ao apóstolo cada <a1or 9ue esta1a em suas <orDas concederI mas n)o l8e podia mudar a condiD)o de prisioneiroI ou li. Com passos mais <irmes e o coraD)o repleto de ale riaI ele continuou seu camin8o. Sua 1ida crist) tin8a sido uma sucess)o de so<rimentosI desapontamentos e pro1aD@esI mas neste momento ele se sentia a.lioI o 9ual nos rece. K:ar@es irm)osKI disse eleI Kn)o 8a1endo eu <eito nada contra o po1oI ou contra os ritos paternosI 1im contudo preso desde JerusalémI entre ue nas m)os dos romanosJ os 9uaisI 8a1endoOme e=aminadoI 9ueriam soltarOmeI por n)o 8a1er em mim crime . ++# parar.ora ainda constantemente acorrentado a um soldadoI tin8a li. +' . 7uitos dos !udeus 9ue 8a1iam sido . A nu1em de triste%a 9ue esta1a so. Fu)o di1ersas eram as circunstSncias do 9ue ele ima inaraT Como poderia eleI acorrentado e esti mati%adoI proclamar o e1an el8oQ Suas esperanDas de con9uistar muitas almas para a 1erdade em ?omaI pareciam destinadas ao desapontamento.eni namente por tr2s dias.ros todo o camin8o até G cidadeI <osseOl8es dado esse pri1ilé io.ondosamente concedido pelo centuri)o. aconteceu estar de cama en<ermo de <e.re seu esp-rito se dissipara.atida pela dorI os disc-pulos 12em re<letida a ima em de Cristo. De modo not61el operou o Sen8or por meio deles.er seus ami os e tra. Desde 9ue rece.al8ar para o a1anDamento da causa de Cristo. +*4 e em 1e% de ser metido na pris)oI <oiOl8e permitido 1i1er em sua própria casa alu ada. Hoi com o coraD)o opresso 9ue Paulo partiu para sua muito ansiada 1isita G metrópole do mundo.iaJ mas sa.ertar almas de um cati1eiro in<initamente mais terr-1elI e se re!u. Por amor de PauloI toda a tripulaD)o do na1io <oi tratada com rande .ariaI tornandoOse o. >a ard2ncia de seu amor o le1ariam nos om. >este lu ar 8a1ia uns poucos crist)osI e eles se empen8aram com Paulo para permanecer com eles por sete diasI pri1ilé io este . Os 1ia!antes c8e aram a<inal G praDa de XpioI sessenta e 9uatro 9uilAmetros distante de ?oma. .m ?omaI o centuri)o JPlio entre ou seus prisioneiros ao comandante da uarda imperial.ondadeJ todas as suas necessidades <oram supridas eI ao dei=arem 7altaI <oram li. Os 9uais nos distin uiram tam. A estesI antes de tudoI 9ueria Paulo apresentar os <atos 9ue di%iam respeito a si mesmo e a sua o. 0m na1io ale=andrinoI o KCastor e Polu=K LAtos $5M11NI tin8a in1ernado em 7altaI em sua 1ia em para o oesteI e nele os 1ia!antes em. Asse uram a Paulo 9ue nunca o es9ueceram nem dei=aram de am6OloJ 9ue l8e s)o de1edores pela <eli% esperanDa 9ue l8es anima a 1idaI e d6Ol8es pa% para com Deus. Poucos consideram o si ni<icado das pala1ras de LucasI 9uando di% 9ue PauloI 1endo seus irm)os Kdeu raDas a Deus e tomou SnimoK.eralmente pro1idos de todo o necess6rio para a 1ia em.re ele e o curou.ila1a em seus so<rimentos por amor de Cristo.n9uanto a.ém ter com ele os demais 9ue na il8a tin8am en<ermidadesI e sararam. Heito pois istoI 1ieram tam.lioI 9ue Paulo <oi 1er eI 8a1endo oradoI pAs as m)os so.ito ou1eOse um rito de ale ria e um 8omem se destaca da tur.!eto de muito race!o rude e escarnecedor.m ?oma P6 .al8o apro1eitaram muitas oportunidades de pre ar o e1an el8o. .Durante os tr2s meses 9ue o pessoal do na1io permaneceu em 7altaI Paulo e seus compan8eiros de tra.anidos de ?oma al uns anos antesI ti1eram permiss)o para 1oltarI de maneira 9ue a ora ali se encontra1am em rande nPmero.arcaram. . >o oita1o dia depois de sua c8e adaI o centuri)o e seus prisioneiros retomaram o camin8o de ?oma. Os amantes disc-pulos ansiosamente a<luem ao redor de seu pai no e1an el8oI o. Os principais incidentes desta perman2ncia ali s)o assim descritos por LucasM K.m.ora um pouco retardada por 1entos contr6riosI a 1ia em <oi a sal1o le1ada a termoI e o na1io lanDou Sncora no . >)o 8a1iam ima inado 12Olo como prisioneiroI mas seus so<rimentos apenas o tornaram mais 9uerido deles.e muitos ol8ares de %om. >o meio do simpati%ante e lacrimoso rupo de crentesI os 9uais n)o se en1er on8a1am de suas cadeiasI o apóstolo lou1ou a Deus em 1o% alta.res e disenteria o pai de PP. A . ++& :indo o tempo próprio para a na1e aD)oI o centuri)o e seus prisioneiros retomaram a 1ia em para ?oma. Cadeias e a<liD@es o espera1amI disto ele sa.raDandoOo e c8orando de ale riaI como um <il8o 9ue saudasse o pai por muito tempo ausente. Os soldados impacientamOse com a demoraI mas n)o t2m cora em de interromper essa <eli% reuni)oJ pois tam.era li.a 9ue passaI e lanDaOse ao pescoDo do prisioneiroI a. ++5 PauloI e al uns deles se adiantaram para encontr6Olo e saud6Olo. Sendo a distSncia de Potéoli a ?oma de apenas uns $$4 9uilAmetrosI e estando o porto mar-timo em constante comunicaD)o com a metrópoleI os crist)os de ?oma <oram in<ormados da apro=imaD)o de P6 . .m.K Atos $5M&O14. A cena se repete muitas 1e%es G medida 9ueI com a 1ista a uDada por e=pectante amorI muitos recon8ecem no preso acorrentado a9uele 9ue em CorintoI Hilipos e C<esoI l8es 8a1ia pre ado as pala1ras da 1ida.eram a ep-stola de Paulo aos romanosI os crist)os da It6lia tin8am a1idamente dese!ado uma 1isita do apóstolo.ert6Olo das cadeias 9ue o li a1am ao soldado 9ue o uarda1a. >essa <ace macerada e . Tr2s dias depois de sua c8e ada a ?omaI portantoI reuniu os l-deres !udeusI e de maneira simples e diretaI declarou por9ue 1iera a ?oma como prisioneiro.ia tam. De sP.

Como prisioneiro do Sen8orI ele retin8a mais <irmemente as a<eiD@es de seus irm)osJ e suas pala1rasI escritas por 9uem esta1a em cadeias por amor de CristoI impun8am maior atenD)o e respeito do 9ue 9uando ele esta1a pessoalmente com eles.re a alma. Compreendendo os peri os 9ue ameaDa1am os con1ersos da no1a <éI o apóstolo procurou tanto 9uanto poss-1el satis<a%erOl8es Gs necessidades por meio de cartas de admoestaD)o e instruD)o pr6tica.le como o rande remédio de Deus para o pecadoI o inocente 9ue de1ia le1ar os pecados do culpado. sua uardaI <oi a este permitido morar em uma casa cAmodaI onde podia encontrarOse li1remente com seus ami os e tam. 3erodes tin8a 1isto a Cristo nos dias de Sua 8umanidadeJ 1iraOO An6sJ PilatosI os sacerdotes e pr-ncipes tin8amOnO 1istoJ 1iramOnO os soldados romanos.om testemun8o o reino de DeusI e procura1a persuadiOlos G <é em JesusI tanto pela lei de 7oisés como pelos pro<etasI desde pela man8) até G noiteK.re todas.erdade as coisas pertencentes ao Sen8or Jesus CristoI sem impedimento al umK. . Deste modoI en9uanto aparentemente separado do tra.stinadamente a aceitar o claro testemun8o das . +*$ mantin8am o ritual com rande e=atid)oI esta1am re!eitando a CristoI 9ue era o ant-tipo de todo a9uele sistema. Tin8a re!eitado a Jesus de >a%aréI considerandoOO um impostor por9ue .usos 9ue 8a1ia so<rido Gs m)os dos !udeusI nem das repetidas tramas para assassin6Olo. .ra do 7essias por 1ir.ém apresentar diariamente a 1erdade aos 9ue o iam ou1ir. A demora l8es <a1oreceria o o. 7asI opondoOse os !udeusI <oiOme <orDoso apelar para CésarI n)o tendoI contudoI de 9ue acusar a min8a naD)o.ra t)o .=pressaram ainda um <orte dese!o de ou1ir as ra%@es de sua <é em Cristo. >)o antes 9ue Paulo <osse deles separadoI compreenderam os irm)os 9u)o pesados eram os encar os 9ue ele tin8a le1ado em . >o tempo marcadoI Kmuitos <oram ter com ele G pousadaI aos 9uais declara1a com .ios pastoresI <ortaleciam a o. +*' ar umentosI mas recusaram aceitar suas conclus@es. Atos $5M$'. +*1 .sp-rito Santo.ser1Sncia de <ormas e cerimAniasI mas mostrou 9ue en9uanto P6 . 0ma 1e% 9ue eles próprios dese!a1am istoI Paulo ordenouOl8es marcarem um diaI 9uando l8es apresentaria as 1erdades do e1an el8o.unal do império romanoI n)o tin8am dese!os de se arriscar a uma outra derrota.al8o ati1oI Paulo e=ercia uma in<lu2ncia maior e mais duradoura do 9ue se esti1esse li1re a 1ia!ar entre as i re!as como nos anos anteriores.scrituras do Anti o Testamento com simplicidadeI sinceridade e poder.les n)o podiam re<utar seus P6 . .K Atos $5M$$. Até ent)o tin8amOse em rande parte escusado de responsa. 7as outros se recusaram o.ila1a era mais -ntimaI mais duradoura 9ue um mero e 8umano compan8eirismo terrestre.ido acusaD)o al uma contra eleI por carta pP. Por esta causa 1os c8ameiI para 1os 1er e <alarJ por9ue pela esperanDa de Israel estou com esta cadeia.elecido em muitas terras. Seus inimi os poderiam esperar 2=ito unicamente procurando pela intri a in<luenciar o imperador em <a1or deles. Ao <alar Paulo do 9ue sa.ri aD@esI por9ue sentiam a <alta de sua sa.niosJ e a ora 9ue Paulo de1eria ser !ul ado perante o mais ele1ado tri.edoriaI tato e indom61el ener iaJ mas a oraI dei=ados em sua ine=peri2ncia a aprender as liD@es 9ue eles tin8am re!eitadoI apreciaram seus consel8osI ad1ert2ncias e instruD@es como .oresI Kpre ando o reino de DeusI e ensinando com toda a li.ondade.scriturasI mesmo 9uando apresentado a eles por al uém 9ue tin8a especial iluminaD)o do .m respostaI seus ou1intes a<irmaram 9ue n)o tin8am rece.ene<-cio deles. A comun8)o com Cristo na 9ual Paulo a ora se re!u. L-siasI Héli=I Hesto e A ripa tin8am todos declarado acreditar na sua inoc2ncia.m al uns esp-ritosI pelo menosI suas pala1ras <i%eram uma impress)o 9ue !amais se apa ou.ia direD)o so. .K Atos $5M1&O$4. Atos $5M'1. O apóstolo a<irmou 9ue n)o l8es apresenta1a a Cristo se undo a carne. .lica ou particularI e 9ue nen8um dos !udeus 9ue tin8am 1indo a ?oma o acusara de 9ual9uer crime.em iniciada por PauloJ e o apóstoloI 9ue se conser1a1a in<ormado das condiD@es e peri os das i re!as mediante comunicaD)o constante com elasI esta1a 8a. 7ostrou como 7oisés tin8a apontado Cristo a Israel como o pro<eta a 9uem de1iam ou1irJ como todos os pro<etas 8a1iam testi<icado d.le como apareceu na Terra.le um con8ecimento espiritual era mais para dese!ar 9ue um contato pessoal com .ilitado a e=ercer uma s6. 7as n)o O 8a1iam 1isto com os ol8os da <éJ n)o O tin8am 1isto como o ?edentor lori<icado. Pelo <a1orecimento da9ueles 9ue tin8am Paulo so.le nada disse dos a. .reiros consa rados P6 .le n)o preenc8ia esta concepD)o. AssimI durante dois anos continuou seus la.al8arem n)o somente por essas i re!asI mas em campos 9ue ele próprio n)o tin8a 1isitado. Tin8am sido repetidas 1e%es impedidos em seus des. P6 .le relatouOl8es sua própria e=peri2nciaI e apresentou ar umentos das . O apóstolo mostrou 9ue a reli i)o n)o consiste em ritos e cerimAniasI credos e teorias. Paulo ensinou 9ue a reli i)o é uma coisa pr6ticaI uma ener ia sal1adoraI um princ-pio inteiramente de DeusI uma e=peri2ncia pessoal do poder reno1ador de Deus so. de ?oma en1iou o. Se assim <osseI o 8omem natural poderia entend2Ola pela pes9uisaI como entende as coisas do mundo. 7as a ora a 1is)o 9ue tin8a de Cristo e Sua miss)o era muito mais espiritual e e=altadaJ pois tin8a sido con1ertido. .ia e testi<icar do 9ue 1iraI concernente a Jesus de >a%aré como a esperanDa de IsraelI os 9ue 8onestamente esta1am procurando a 1erdade <oram con1encidos. Suas pala1ras caracteri%aramOse pela prud2ncia e .al um de morte.reirosI como s6. 7uitos meses se passaram depois da c8e ada de Paulo a ?omaI antes 9ue os !udeus de Jerusalém aparecessem em pessoa para apresentarem suas acusaD@es contra o prisioneiro. Apreender a Cristo pela <éI ter d. >a pro1id2ncia de Deus esta demora resultou no a1anDo do e1an el8o. Paulo n)o censurou sua o. Durante este tempoI n)o es9ueceu as i re!as 9ue 8a1ia esta. Tais o.!eti1oI 1isto 9ue l8es proporcionaria tempo para aper<eiDoar e e=ecutar seus planosJ e assim esperaram al um tempo antes de le1arem pessoalmente suas acusaD@es contra o apóstolo. +*+ para tra.le n)o esta1a procurando an8ar atenD)o pessoal ou simpatiaI mas de<ender a 1erdade e manter a 8onra do e1an el8o. Paulo declarou 9ue em seu estado incon1erso tin8a con8ecido a CristoI n)o por contato pessoalI mas simplesmente pela concepD)o 9ueI em comum com outrosI tin8a nutrido concernente ao car6ter e o. KFuanto a esta seitaKI disseramI Knotório nos é 9ue em toda a parte se <ala contra ela.ilidade e o.

scurecida. A carta comeDa1a com uma a<etuosa saudaD)o a Hilemom como um ami o e cooperadorM P6 .io e amado au=iliar do apóstolo. . . 1M1. O apóstolo prometeu responsa. +** com ele.uI PauloI de min8a própria m)o o escre1iJ eu o pa arei.esse o arrependido escra1o como a seu próprio <il8oI mostrandoOl8e tal a<eiD)o 9ue ele escol8esse permanecer com seu sen8or de outroraI Kn)o !6 como ser1oI antesI mais do 9ue ser1oI como irm)o amadoK.K Hil.sendo eu tal como souI Paulo o 1el8oI e tam. Onésimo ou1iu as pala1ras da 1idaI con<essou seus pecados e <oi con1ertido G <é em Cristo. Ao estudar mais acuradamente a 1ida e a morte de CristoI tin8a ele o. Aristarco e . DemasI <irme por al um tempoI a. +*& K(raDa a 1ós e pa% da parte de Deus nosso PaiI e da do Sen8or Jesus Cristo. +M&NI permaneceu no.ondade de seu coraD)oI Paulo procurou ali1iar a po.andonou mais tarde a causa de Cristo.ntre os assistentes de Paulo em ?omaI 8a1ia muitos de seus anteriores compan8eiros e coo.pa<ras eram seus compan8eiros de pris)o. O apóstolo .re consideraD)o. . Paulo 1iu nele traDos de car6ter 9ue poderiam torn6Olo Ptil au=iliar no la. ?e<erindoOse a istoI Paulo escre1euM KDemas me desamparouI amando o presente século.K Hil.al8o de Paulo em ?omaI esta1a OnésimoI escra1o pa )o 9ue 8a1ia lesado a seu sen8orI HilemomI crente crist)o de ColossoI e 8a1ia escapado para ?oma. Paulo se propAs 1oluntariamente assumir o dé.reiros.om propósito e .ito de Onésimo para 9ue ao criminoso <osse poupado o so<rimento da puniD)oI e pudesse ele de no1o se re o%i!ar nos pri1ilé ios 9ue tin8a re!eitado.tido mais clara 1is)o da miss)o do Sal1adorI Suas pro1as e con<litos. .I se te <e% al um danoI ou te de1e al uma coisaI p@e isso G min8a conta.ntre os 9ue deram o coraD)o a Deus por intermédio do tra. T-9uicoI um Kirm)o amado e <iel ministroI e conser1o no Sen8orK LCol. O apóstolo pedia a HilemomI 9ue em 1ista da con1ers)o de OnésimoI rece.re%a e an Pstia do des1enturado <u iti1oI e em se uida procurou derramar a lu% da 1erdade em sua mente o.. .. Onésimo tornouOse caro a Paulo por sua piedade e sinceridadeI n)o menos 9ue por seu terno cuidado pelo con<orto do apóstoloI e seu %elo em promo1er a o.randoOme sempre de ti nas min8as oraD@esJ ou1indo a tua caridade e a <é 9ue tens para com o Sen8or Jesus CristoI e para com todos os santosJ para 9ue a comunicaD)o da tua <é se!a e<ica% no con8ecimento de todo o . A con1ers)o de Onésimo o tornara um irm)o na <éI e 9ual9uer puniD)o aplicada a seu no1o con1erso seria considerada por Paulo como aplicada a si próprio. . A oraI partil8ando a sorte de PauloI o prisioneiroI ele compreendeu mel8or 9ue nuncaI 9ue é in<inito an8o an8ar a CristoI e in<inita perda an8ar o mundo e perder a alma por cu!a redenD)o <oi o san ue de Cristo derramado. Hil. . >a .em con8ecia a se1eridade 9ue os sen8ores usa1am para com os seus escra1osI e sa. Timóteo tam.al8o pessoal. +*5 conduta de seu ser1o.ém a ora prisioneiro de Jesus Cristo. KSe me tens por compan8eiroKI escre1eu a HilemomI Krece. . . +M&O1+.ertasse o escra1o.=pressa1a seu dese!o de reter Onésimo como al uém 9ue poderia ser1iOlo em suas pris@esI como o próprio Hilemom teria <eitoI toda1iaI ele n)o dese!a1a os seus ser1iDos a menos 9ue Hilemom de própria 1ontade li.eOo como a mim mesmo. A mesma raDa pode tornar o en1ilecido criminoso um <il8o de Deus e Ptil o.ém esta1am com ele.om traDo de car6ter 9ue ele possu-a de1iaOo G raDa de CristoJ somente esta o tornou di<erente dos per1ersos e pecadores. Demas e 7arcos tam.ia tam.ém 9ue Hilemom esta1a randemente indi nado pela P6 . Desde os primeiros anos de sua pro<iss)o de <éI a e=peri2ncia crist) de 7arcos tin8aOse apro<undado.ra uma se1era pro1a esta para o ser1oI apresentarOse ao sen8or a 9uem 8a1ia lesadoI mas 8a1ia sido con1ertido de 1erdadeI e n)o se <urtou a este de1er.reiro no e1an el8o. Lendo nas cicatri%es das m)os e pés de Cristo as marcas de Seu ser1iDo pela 8umanidadeI e até aonde le1a a a. . +M14. Procurou escre1erOl8e de maneira a despertar seus mais pro<undos e ternos sentimentos como crist)o. P6 ..remente ao lado do apóstolo. +*. 1M+O. +M1+NI 9ue o tin8a assistido em sua 1ia em a JerusalémI durante os dois anos de sua pris)o em CesaréiaI e em sua peri osa 1ia em a ?omaI esta1a aindaI P6 .ne aD)o para sal1ar os perdidos e prestes a perecerI 7arcos se dispusera a se uir o 7estre na senda do sacri<-cio. Paulo tornou Onésimo portador de uma carta a HilemomI na 9ualI com seu usual tato e .stando pronto para despac8ar a Tito com cartas para 16rias i re!as na Xsia menorI en1iou com ele Onésimo. Com 9ue pouco discernimento <i%era ele a trocaT Possuindo apenas ri9ue%as e 8onras mundanasI Demas era de <ato po.K Hil. ao aprenderem de sua cora em e <é durante sua lon a pris)oI <oram estimulados a maior <idelidade e %elo na causa de Cristo. 1M#O11.ém ministra1a para o seu con<orto. Paulo podia ter imposto a Hilemom seu de1er como crist)oJ mas escol8eu antes a lin ua em da sPplicaM K. O apóstolo recorda1a a Hilemom 9ue cada .em 9ue em 1ós 86 por Cristo Jesus.ado. PeDoOte por meu <il8o OnésimoI 9ue erei nas min8a pris@esJ o 9ual noutro tempo te <oi inPtilI mas a ora a ti e a mim muito Ptil. (raDas dou ao meu DeusI lem.n)o 8a1iam considerado seu tra.. 1M1& e 15.ili%arOse pela soma de 9ue Hilemom 8a1ia sido rou.m <ace de se1era ad1ersidade e pro1aI 7arcos continuou <irmeI um s6. Col.reI por muito 9ue ele pudesse or ul8osamente c8amar seuJ en9uanto 7arcosI escol8endo so<rer por amor de CristoI possu-a ri9ue%as eternasI sendo considerado no Céu como 8erdeiro de Deus e coO8erdeiro de Seu Hil8o. Por an8o mundano trocou Demas toda alta e no.ra do e1an el8o.K II Tim. LucasI Ko médico amadoK LCol.ondadeI o apóstolo pleitea1a a causa do ser1o arrependidoI e mani<esta1a o dese!o de ret2Olo para seu ser1iDo no <uturo.or mission6rioI e aconsel8ouOo a retornar sem delon a a HilemomI suplicarOl8e perd)oI e <a%er planos para o <uturo.

ilidade..res escra1osI muitos ale remente ou1iam as pala1ras de PauloI e encontra1am na <é crist) esperanDa e pa% 9ue os anima1am nas di<iculdades de sua sorte.ros da própria casa do imperador <oram acrescentados G i re!a.erdadeKI declarou ele.2nD)os de Deus e dos pri1ilé ios do e1an el8o.m nen8um lu ar poderia 8a1er uma atmos<era menos prop-cia ao cristianismo 9ue na corte romana.al8ou.itr6ria ou su. ?eis e cortes)os ou n)o toma1am P6 . . ?oma era nesta ocasi)o a metrópole do mundo.. 7asI dentre as cansadas e necessitadas 1-timas de sua opress)oI mesmo dentre os po. Fuando con1ertidoI o escra1o torna1aOse mem. +. Para estas o 1-cio apresenta1a todas as suas . Poupa o pecadorJ . >)o tin8aI como 7oisés e Ar)oI ordem di1ina para ir adiante de per1ersos reisI e em nome do rande .licamente proclamado a doutrina de Cristo com cati1ante poderJ e por sinais e mila res 8a1ia dado indiscut-1el e1id2ncia de seu di1ino car6ter. Toda1iaI con9uanto o tra. O mais le1e erroI acidente ou descuido eram muitas 1e%es punidos sem misericórdia.' Satan6s. . . II Tim.ado a Deus de anos de ser1iDo n)o tem meios de cancelar o dé.ido o <errete de P6 . Depois de o<erecerOse para assumir o dé.os o1ernadores estremeceram como se !6 contemplassem os terrores do dia de Deus. contudoI em menos de dois anos o e1an el8o te1e acesso da modesta casa do prisioneiro aos recintos imperiais. A carta de Paulo a Hilemom mostra a in<lu2ncia do e1an el8o nas relaD@es entre sen8ores e ser1os. 1M$.edi2nciaI sa.al8o do apóstolo comeDasse com os 8umildes e modestosI sua in<lu2ncia se estendeu até atin ir o próprio pal6cio do imperador.al8o pP.1 O e1an el8o sempre alcanDou seu maior sucesso entre as classes 8umildes. 'M1&.1erter ar. .Fu)o apropriadamente isto ilustra o amor de Cristo pelo pecador arrependidoT O ser1o 9ue de<raudara a seu sen8or n)o tin8a com 9ue <a%er a restituiD)o.m anos anteriores o apóstolo 8a1ia pu. A tend2ncia de todo o sistema era desesperanDadamente de radante.K Hil. Com indAmita cora em esti1era diante de reis e o1ernadoresI e <alara da !ustiDaI da temperanDa e do !u-%o 1indouroI até 9ue so. II Cor. >)o era o.er. KOnde est6 o .eralidade 1i1i<icado os santosI tam.ém 1i1i<icaria o esp-rito do apóstolo concedendoOl8e esta causa de re o%i!o.ter a atenD)o das classes ricas e titulares dos cidad)os romanos.licoI 9ue o e1an el8o alcanDou rande 1itóriaJ mem. O pecador 9ue tem rou. .io do di1inoI e mesmo do 8umanoI 8a1endo rece. +. Tentar isto seria impedir o sucesso do e1an el8o. $M#. K. +. >o entantoI <oi neste mesmo tempoI 9uando seus principais ad1o ados esta1am aparentemente separados do tra. O cristianismo cria um <orte laDo de uni)o entre o sen8or e o ser1oI o rei e o sPditoI o ministro do e1an el8o e o de radado pecador 9ue encontrou em Cristo a puri<icaD)o do pecado.ito. Paulo esta1a em cadeias como um mal<eitorJ mas Ka Pala1ra de Deus n)o est6 presaK. A escra1id)o era instituiD)o esta.u pa arei o dé.M. Se undo todas as apar2nciasI seria imposs-1el ao cristianismo <irmar pé na corte e no pal6cio de >ero.86 li. Os arro antes Césares esta1am dando leis a 9uase todas as naD@es da Terra.0 SO0 repreend2Olos por sua crueldade e opress)o. >)o seria de esperar 9ue PauloI po. Por outro ladoI os ser1os de1iam cumprir seus de1eresI Kn)o ser1indo G 1istaI como para a radar aos 8omensI mas como ser1os de CristoI <a%endo de coraD)o a 1ontade de DeusK.ra do apóstolo su. Com pleno controle so. Horam la1ados no mesmo san ueI 1i1i<icados pelo mesmo .itamente a ordem esta. De1iaOl8e seu próprio serI uma 1e% 9ue Deus tin8a <eito Paulo o instrumento de sua con1ers)o. . ++ Os da Casa de César P6 .K I Cor.sp-ritoJ e s)o <eitos um em Cristo Jesus.scre1iOteKI ele acrescentouI Kcon<iado na tua o.ios da (réciaI e por seu con8ecimento e elo9R2ncia tin8a <eito silenciar os ar umentos da alti1a <iloso<ia.elecida da sociedade. +. +*# 9ue ainda <ar6s mais do 9ue di o.4 se uramente todo o sistema.sp-rito do Sen8or a. K>)o s)o muitos os s6.nt)oI num apelo <er1ente e ternoI suplicou a Hilemom 9ue assim como ele 8a1ia por sua li.ril8antes seduD@esI e retin8aOas como cati1as 1olunt6rias.u so<rerei em seu lu ar. Com no.ito de OnésimoI Paulo recordou a Hilemom o 9uanto ele próprio era de1edor ao apóstolo.re a alma e o corpo dessas desa!udadas criaturasI podiam in<li irOl8es casti o a escol8a.elecida em todo o império romanoI e tanto sen8ores como escra1os eram encontrados na maioria das i re!as pelas 9uais Paulo tra.res 9ue s)o c8amados. 1M$1. Se um deles por 1in anDa ou autode<esa ousasse le1antar a m)o para seu propriet6rioI toda a <am-lia do o<ensor poderia ser cruelmente sacri<icada.ios se undo a carneI nem muitos os poderososI nem muitos os no.ito.endo P6 .ro do corpo de CristoI e como talI de1ia ser amado e tratado como irm)oI coO8erdeiro com seu sen8or das . Seus assistentes e cortes)os eram em eral do mesmo car6ter 9ue ele O 1iolentosI en1ilecidos e corruptos.resI procedendo sem restriD)o G lu=PriaI pai=)o e apetiteI torna1am seus escra1os miser61eis 1-timas do capric8o e tirania. Tais oportunidades n)o l8e eram a ora concedidasI con<inado como se ac8a1a em sua própria resid2nciaI podendo pre ar a 1erdade apenas aos 9ue ali 1iessem.re prisioneiro e sem ami osI pudesse o.$ con8ecimento do 8umilde >a%arenoI ou O considera1am com ódio e despre%o. >as cidadesI onde os escra1os eram muitas 1e%es muito mais numerosos do 9ue a populaD)o li1reI leis de terr-1el se1eridade eram consideradas necess6rias para mant2Olos em su!eiD)o. 7as ele ensina1a os princ-pios 9ue atin iam o próprio <undamento da escra1aturaI os 9uaisI se postos em e=ecuD)oI minariam P6 .re <irme%a le1antaraOse perante os s6. . Al uns sen8oresI mais 8umanos 9ue outrosI eram mais indul entes para com seus ser1osJ mas a rande maioria dos ricos e no. Jesus Se interp@e entre o pecador e DeusI di%endoM . 0m romano rico possu-a n)o raro centenas de escra1os de toda cate oriaI de todas as naD@es e de toda 8a. >ero parecia ter apa ado de sua alma o Pltimo 1est.<és.

. DeclarouM K7uitos dos irm)os no Sen8orI tomando Snimo com as min8as pris@esI ousam <alar a Pala1ra mais con<iadamenteI sem temor. P6 . por seu e=emploI <oram os crist)os impelidos a maior ener ia como ad1o ados da causa no tra.ra 9ue de outra <orma !amais seria <eita.* A paci2nciaI assim como a cora emI tem as suas 1itórias. >)o pense o se uidor de CristoI 9uando n)o mais l8e é poss-1el tra.m sua ep-stola aos <ilipensesI Paulo atri. Hilip.edecer G 1erdade como é em JesusJ mas n)o P6 . 1M1$.al61elI pode reali%ar para o e1an el8o mais do 9ue <aria por uma lon a 1ida de <iel la.u-ram para maior pro1eito do e1an el8o.ertamente para Deus e Sua 1erdadeI 9ue n)o tem mais ser1iDo a <a%er nem recompensa a esperar. +M$$.m saPde e na en<ermidadeI na 1ida e na morteI Deus ainda as usa. Dessa maneira <oram as cadeias do apóstolo de tal in<lu2ncia 9ueI 9uando seu poder e utilidade pareciam li9RidadosI e se undo todas as apar2ncias muito pouco poderia ele <a%erI alcanDou ele para Cristo mol8os em campos dos 9uais parecia inteiramente e=clu-do. . Seu esp-ritoI t)o di<erente do esp-rito do mundoI da1a testemun8o de 9ue um poder mais alto 9ue o da Terra 8a..undante col8eita para Deus.K Hilip.+ Tin8am con<iantemente esperado 1er o e1an el8oI uma 1e% esta.or. Antes do <im desses dois anos de pris)oI Paulo pAde di%erM KAs min8as pris@es em Cristo <oram mani<estas por toda a uarda pretorianaI e por todos os demais lu aresK LHilip. O apóstolo e seus cooperadores podiam ter P6 . Por causa de o. a<liD)o e so<rimentosI 9ue en<renta a própria morte com a pa% e calma de uma <é ina.al8o ati1oI a misteriosa pro1id2ncia 9ue nossa curta 1is)o seria le1ada a lamentarI é desi nada por Deus para reali%ar a o.om Snimo so. O crist)o 9ue mani<esta paci2ncia e .ertamente. 7esmo 9ue <ossem con1encidos da 1erdadeI como poderiam eles prestarOl8e o. >)o poderia este campe)o da <é ser . >o entantoI em meio a di<iculdade e peri os eles manti1eram sua <idelidade. 14M+.K Hilip. por 9ue meios <oi conse uida entrada e uma <irme posiD)o alcanDada pelo cristianismoI onde sua simples admiss)o parecia imposs-1elQ . As 1erdadeiras testemun8as de Cristo !amais s)o postas de lado.lico de 9ue Paulo 8a1ia sido a<astado.edi2nciaQ 7as Paulo n)o raciocinou assimI em <é apresentou o e1an el8o a essas almasJ e entre os 9ue ou1iram al uns 8ou1e 9ue decidiram o. >)o o.st6culos e peri osI aceitaram a lu% e con<iaram em 9ue Deus os a!udaria a <a%er a sua lu% . >)o se en1er on8a1am de sua <é. >)o eram eles crist)os secretamenteI mas a. Fu)o rande <oi a sua decepD)oT Hal8aram as e=pectati1as 8umanasI mas n)o o propósito de Deus.al8ar ati1a e a.eram 9ue Paulo de1eria 1isitar ?omaI ti1eram a e=pectati1a de um triun<o assinalado para o e1an el8o nesta cidade. P6 . .ContudoI neste casoI como em muitos outrosI <icou pro1ada a 1eracidade da a<irmaD)o de Paulo de 9ue as armas de sua mil-cia eram Kpoderosas em DeusI para destruiD)o das <ortale%asK. 7esmo na casa de >ero <oram an8os tro<éus para a cru%.re a pro1aI n)o menos do 9ue pela ousadia nos empreendimentosI podem almas ser an8as para Cristo. +.al8o pP.araDadoI 9uando lanDados na pris)oI ou arrastados ao cada<also ou G <o ueiraI <oi 9ue a 1erdade pAde alcanDar maior triun<o.elecido na9uele rande centroI estenderOse rapidamente a todas as naD@es e tornarOse um poder predominante na Terra. Ao selarem essas <iéis criaturas seu testemun8o com o próprio san ueI almas até ent)o em dP1ida e incerte%aI <oram con1encidas da doutrina de CristoI e cora!osamente tomaram sua posiD)o ao lado d.erano ainda mais 1ilI <oram an8os con1ersos os 9uais se tornaram <il8os de Deus. 1M1+.edi2ncia desses con1ersos ao cristianismoI so. 36 al uns tentados a <a%er das circunstSncias uma desculpa para n)o testi<icar de CristoQ Fue estes considerem a situaD)o dos disc-pulos na casa de César O a depra1aD)o do imperadorI a per1ersidade da corte. +. Hoi como um cati1o 9ue ele rompeu de tantas almas as cadeias 9ue as mantin8am na escra1id)o do pecado. Dentre os 1is ser1idores de um so. Pudesse ele <a%er isto e pro1aria Deus in!ustoI impondo a Seus <il8os condiD@es de sal1aD)o 9ue eles n)o poderiam cumprir. II Cor.st6culos 9ue parecem insuper61eis o crist)o pode procurar es9ui1arOse de o. Paulo le1ara a 1erdade a muitas terrasJ proclamaraOa em randes cidades.stante os o. circunstSncias t)o desalentadorasI constituem uma repreens)o G ne li 2ncia e <alta de <é no ministro de Cristo.al8o em. +. Di<icilmente podemos ima inar circunstSncias mais des<a1or61eis para uma 1ida reli iosaI e 9ue acarretam maior sacri<-cio ou oposiD)o do 9ue as 9ue en<rentaram esses con1ersos.& pode o<erecer escusa 9ue resista G pes9uisa.ui a sua própria pris)o seu sucesso em an8ar con1ersos da casa de >ero.le. O %elo e <idelidade de Paulo e seus cooperadoresI n)o menos 9ue a <é e o.edecer a 9ual9uer preDo. Fuando pela ma9uinaD)o de Satan6s os ser1os de Cristo <oram perse uidosI seu ati1o tra. .om Snimo de Paulo durante seu lon o e in!usto aprisionamentoI sua cora em e <éI eram um cont-nuo serm)o. >)o somente 8ou1e con1ersos an8os para a 1erdade na casa de CésarI mas depois de sua con1ers)o eles permaneceram nessa casa. Lo o 9ue as i re!as crist)s sou. A paci2ncia e . Temendo 9ue se pudesse pensar 9ue suas a<liD@es 8a1iam impedido o pro resso do e1an el8oI asse urouOl8esM K.emOsucedido no con9uistar almas para Cristo mesmo na metrópole do mundoQ 7as suas esperanDas se ani9uilaram com a not-cia de 9ue Paulo <ora a ?oma como prisioneiro.ril8ar para outros. 9ueroI irm)osI 9ue sai.andonar seu posto de de1er por n)o l8es ser mais <a1or61el o am. >)o se sentiram na li. +.erdade de a.ais 9ue as coisas 9ue me aconteceram contri. 7uitas 1e%esI 9uando o ser1o de Deus é su. n)o <oi só isto. ar umentado 9ue seria 1)o c8amar ao arrependimento e G <é em Cristo os ser1os de >eroI su!eitos como se ac8a1am a 1iolentas tentaD@esI rodeados por empecil8os tremendosI e e=postos G mais acérrima oposiD)o.ita1a com ele. Da cin%a dos m6rtires . Pela mansid)o so. 1M1'NJ e entre os 9ue en1ia1am saudaD@es aos <ilipensesI ele mencionou Kprincipalmente os 9ue s)o da casa de CésarK.iente. .tra-do ao tra. >)o pelos serm@es de PauloI mas pelas suas cadeiasI <oi a atenD)o da corte atra-da para o cristianismo.rotou uma a. A 1erdade os ac8ara aliI e ali permaneceram testi<icando por sua 1ida e car6ter mudados do poder trans<ormador da no1a <é.

.andonar6 o 1-cio. 7as o 9ue l8e <ora re1elado capacitouOo a tra. Col.<és. +.. .uscar primeiro o reino de Deus e Sua !ustiDa. >a <orDa con9uistada pela oraD)o e estudo da Pala1raI ele .oDada a piedade pr6ticaI s)o assentados princ-pios 9ue de1iam ser se uidos em todas as i re!asI e é esclarecido o camin8o 9ue le1a G 1ida eterna..sp-rito.le 1eioI n)o para compartil8ar de seus pra%eres ilusórios e ser o1ernado por seus costumesI ou se uir suas pr6ticasI mas para <a%er a 1ontade de Seu Pai e . A impress)o 9ue rece. 1M1$. *M$* e $&.las mostram as mara1il8osas possi. O apóstolo e=altou a Cristo perante seus irm)os como P6 . s)o prometidos au=-lio e raDa su<icientes para cada circunstSnciaI por A9uele cu!a pala1ra é a 1erdade. Assim Paulo e=primiu em pala1ras seu dese!o para com os crentes colossenses.io mestreI e tam. *M1* e 1.m sua carta Kaos santos e irm)os <iéis em CristoI 9ue est)o em ColossosKI escrita en9uanto prisioneiro em ?omaI Paulo <a% menD)o de sua ale ria pela <irme%a deles na <éI no1as 9ue l8e 8a1iam sido le1adas por .!eti1o em 1istaI o crist)o pode permanecer incontaminado em 9ual9uer meio. Col. . . .raI e crescendo no con8ecimento de DeusJ corro. Fu)o ele1ado o ideal 9ue essas pala1ras apresentam ao se uidor de CristoT .le. II Cor. A 1itória da <é crist) consiste em 9ue ela capacita seu se uidor a so<rer e ser <orteJ a su. Com esse o.iosI remindo o tempoJ por9uanto os dias s)o mausK. Deus cumpre Sua promessa para com todos a9ueles 9ue n. Aconsel8a1a aos 9ue eram se uidores de Jesus em comunidades pa )sI a n)o andarem como anda1am Ktam.al8ar como l-der e s6.ém a moldar as mensa ens 9ue em seus Pltimos P6 .orados em toda a <ortale%aI se undo a <orDa da Sua lóriaI em toda a paci2nciaI e lon animidade com o%oK.le tin8a clara e plena compreens)o da Klar uraI e o comprimento e a alturaI e a pro<undidadeK do Kamor de CristoI 9ue e=cede todo o entendimentoK.le p@em a sua con<ianDa.A9uele cu!o coraD)o est6 determinado a ser1ir a Deus encontrar6 oportunidade de testemun8ar d. . .le em . +&1 1e%es repetidas. Sua compreens)o dos princ-pios da 1erdade e1an élica era i ual G dos Kmais e=celentes apóstolosK.edoria e inteli 2ncia espiritualJ para 9ue possais andar di namente diante do Sen8orI a radandoOL8e em tudoI <ruti<icando em toda a .m Seu cuidado podemos descansar se urosI di%endoM K>o dia em 9ue eu temerI 8ei de con<iar em Ti. >elas é es.M'.pa<rasI Ko 9ualKI escre1eu o apóstoloI Knos declarou tam. . 'M15 e 1#.# Ao apóstolo PauloI cedo em sua e=peri2ncia crist)I <oram dadas especiais oportunidades de con8ecer a 1ontade de Deus concernente aos se uidores de Jesus. . Se1era pro1a resistida pela raDa de Deus desen1ol1e a paci2nciaI a 1i ilSnciaI a resist2ncia e uma pro<unda e permanente con<ianDa em Deus. O dese!o do apóstolo G9ueles a 9uem en1ia1a suas cartas de consel8o e admoestaD)oI era 9ue n)o <ossem Kmais meninos inconstantesI le1ados em roda por todo o 1ento de doutrinaKJ mas para 9ue 1iessem KG unidade da <éI e ao con8ecimento do Hil8o de DeusI a 1ar)o per<eitoI G medida da estatura completa de CristoK. +M1+I 1'I 1& e 15NI mas Kcomo s6.ilidades da 1ida crist)I e tornam claro 9ue n)o 86 limite para as .ssas mensa ensI escritas n)o com o poder do 8omem mas de DeusI cont2m liD@es 9ue de1iam ser estudadas por todosI e 9ue podem com pro1eito ser muitas P6 . .atado até ao terceiro CéuKI Kao para-soJ e ou1iu pala1ras ine<61eisI de 9ue ao 8omem n)o é l-cito <alarK. O ac8arOse e=posto G repulsa e P6 .er.5 oposiD)o le1a o se uidor de Cristo a maior 1i ilSncia e mais <er1ente oraD)o ao poderoso A!udador. Paulo n)o podia <alar de tudo o 9ue tin8a 1isto em 1is)oJ pois entre seus ou1intes 8a1ia al uns 9ue teriam interpretado mal suas pala1ras.ém a 1ossa caridade no . As di<iculdades n)o ter)o <orDa para impedir a9uele 9ue est6 determinado a . De 1i1a 1o% e por carta ele apresentou uma mensa em 9ue desde ent)o tem le1ado au=-lio e <orDa G i re!a de Deus. *.eu 9uando em 1is)oI <icou para sempre com eleI capacitandoOo a dar uma representaD)o correta do car6ter crist)o. Anima1a os crentes a ol8arem ao tempo em 9ue CristoI o 9ual Kamou a i re!aI e a Si mesmo Se entre ou por elaKI 8a1eria de a Kapresentar a Si mesmo i re!a loriosaI sem m6culaI nem ru aI nem coisa semel8anteI mas santa e irrepreens-1elK. +&4 anos en1iou Gs i re!as. Por Seu próprio e=emplo o Sal1ador mostrou 9ue Seus se uidores podem estar no mundo sem toda1ia pertencer ao mundo. +.oa o.<és.<és. +* Carta de ?oma P6 .raDos en1ol1em a alma 9ue se 1olta para . >)o é <ora das pro1as mas em meio a elas 9ue o car6ter crist)o se desen1ol1e.le próprio recon8eceu 9ue l8e tin8am sido dadas muitas K1is@es e re1elaD@es do Sen8orK.émI desde o dia em 9ue o ou1imosI n)o cessamos de orar por 1ósI e de pedir 9ue se!ais c8eios do con8ecimento da Sua 1ontadeI em toda a sa. Aos crentes de 8o!e esta mensa em <ala claramente dos peri os 9ue ameaDar)o a i re!aI e das <alsas doutrinas 9ue ela ter6 de en<rentar.uscar6 a 1irtude e a. 1M$O11. Seus eternos .2nD)os 9ue os <il8os de Deus podem rece. 1$M$I +I 1 e 11. Por esta ra%)oKI continuouI Knós tam.ém os outros entiosI na 1aidade do seu sentidoI entene. Crescendo constantemente no con8ecimento de DeusI podem eles ir de <orDa em <orDaI de altura em altura na e=peri2ncia crist)I até 9ue pela K<orDa da Sua lóriaK se!am <eitos KidAneos para participar da 8eranDa dos santos na lu%K.<és.K Sal.uscar e sal1ar o perdido. Ol8ando para JesusI o Autor e Consumador da <éI o 9ual suportou as contradiD@es dos pecadores contra Si mesmoI o crente 1oluntariamente encarar6 o esc6rnio e a irris)o.usca de au=-lio. +&$ . pela dure%a do seu coraD)oK L. Fuais9uer 9ue se!am sua situaD)o e circunstSnciasI e=altada ou 8umildeI ele mani<estar6 o poder da 1erdadeira reli i)o na pr6tica <iel do de1er.meterOse e assim con9uistarJ a morrer em todo o tempo e contudo 1i1erJ a le1ar a cru%I e assim alcanDar a coroa de lória.le K<oi arre..recidos no entendimentoI separados da 1ida de Deus. .

A9uele por 9uem Deus criara todas as coisasI e por 9uem tin8a promo1ido a redenD)o. . .le e con<irmados na <éI assim como <ostes ensinadosI crescendo em aD)o de raDas. Cristo cruci<icado pelo pecadoI Cristo ressur ido dos mortosI Cristo assunto ao Céu O esta era a ci2ncia da sal1aD)o 9ue eles de1iam aprender e ensinar.leI 9ue é a ca.atismoI os crentes colossenses se comprometeram a pAr de lado crenDas e pr6ticas 9ue até ent)o tin8am sido parte de sua 1idaI e a serem 1erdadeiros em sua o. . O con8ecimento de Deus como re1elado em Cristo é o con8ecimento 9ue precisam ter todos os sal1os.ra da Kalta cr-ticaKI em dissecarI con!eturarI reconstruir est6 destruindo a <é na B-. $M+I .le.émI 9ue noutro tempo éreis estran8osI e inimi os no entendimento pelas 1ossas o.alaria a con<ianDa dos recémOcon1ersos G <é do e1an el8o.st6 rou. A Pnica re ra certa e se ura é <a%er o 9ue Deus di%..le declarou 9ue a m)o 9ue sustém os mundos no espaDoI e mantém na ordem per<eita e incans61el ati1idade todas as coisas atra1és do 0ni1erso de DeusI é a m)o 9ue <oi pre ada na cru% por eles.erdadeI e 9ue o 8omem de1e prestar contas apenas a si mesmo.aria as percepD@es espirituais e a.ém andai n.O14. KPor9ue 9uero 9ue sai. Sal.scrituras pelas tradiD@es e <iloso<iasI assim 8o!eI pelos apra%-1eis sentimentos da Kalta cr-ticaKI e1oluD)oI espiritismoI teoso<ia e pante-smoI o inimi o da !ustiDa est6 procurando le1ar as almas para camin8os proi. KOs preceitos do Sen8or s)o retosK LSal.le é antes de todas as coisasI e todas as coisas su. Hoi estran eiro e pere rino na Terra O esta1a no mundo mas n)o era do mundoJ <oi tentado e pro1ado como o s)o os 8omens e mul8eres de 8o!eI 1i1endo contudo uma 1ida sem pecado.!eto de sua contemplaD)o e meditaD)o. As ad1ert2ncias da Pala1ra de Deus com respeito aos peri os 9ue rodeiam a i re!a crist) pertencem a nós 8o!e.lia como a 1o% de Deus a ele <alando diretamente. KA 1ós tam.scrituras. e 1&. . O Hil8o de Deus Se re. c8eio de raDa e de 1erdade.m sua cartaI Paulo l8es recorda istoI e ad1erteOos a n)o es9uecerem 9ue para manter sua promessaI precisa1am P6 .le 8a.edoria e da ci2ncia. . 1M$1 e $$. 7at.m cada eraD)o e em cada terra o 1erdadeiro <undamento para a edi<icaD)o do car6ter tem sido o mesmo O os princ-pios contidos na Pala1ra de Deus. Isa.K Col. KO :er. Como nos dias dos apóstolos os 8omens procura1am destruir a <é nas . $M+NI contra as 9uais o apóstolo ad1ertiu os crentes colossenses.n<rentar6 interpretaD@es espiritualistas das P6 . ?ece. 1#M5N e K9uem <a% isto nunca ser6 a.ando a Pala1ra de Deus em seu poder de controlarI er uer e inspirar 1idas 8umanas.eDa de todo principado e potestade. Cristo predisse 9ue se le1antariam en anadoresI por cu!a in<lu2ncia <aria trans.ido na 1idaI criar6 de no1o a alma G ima em de Cristo. A 1erdade di1ina de1e ser o o. Conser1ando os ol8os <i=os em CristoI de1e a1anDar com <irme%a no camin8o esta.leI arrai ados e edi<icados n.idos.le representa1a o car6ter de Deus.le sou. P6 . *'M*.le os mundos sem pecado de cimaI as no1enta e no1e 9ue O ama1amI e 1eio G Terra para ser K<erido pelas nossas trans ress@esI e mo-do pelas nossas ini9RidadesK. +&+ pois 9ueI rece. ComoI poisI rece.le 1os apresentar santosI e irrepreens-1eisI e inculp61eis. C o con8ecimento além do 9ual tudo é 1aidade e nulidadeI e o 9ual Deus con1ida Seus <il8os a rece. . O se uidor de Cristo en<rentar6 Kpala1ras persuasi1asK LCol.le e para .sistem por .lia como uma re1elaD)o di1ina.ririam a porta aos erros mediante o 9ue o inimi o tur. Tudo o 9ue n)o esti1esse em 8armonia com Seus ensinos de1ia ser re!eitado. . 'M11.scriturasI mas n)o as de1e aceitar. 1M1. Tendo cuidado para 9ue nin uém 1os <aDa presa suaI por meio de <iloso<ias e 1)s sutile%asI se undo a tradiD)o dos 8omensI se undo os rudimentos do mundo e n)o se undo CristoJ por9ue n. Para muitos a B-. C o con8ecimento 9ue opera a trans<ormaD)o do car6ter. . .le <oram criadas todas as coisas 9ue 86 nos céus e na TerraKI escre1eu PauloI K1is-1eis e in1is-1eisI se!am tronosI se!am dominaD@esI se!am principadosI se!am potestadesJ tudo <oi criado por . A o. $+M1$. +&. :e%es e mais 1e%es Paulo ad1ertiu os crentes contra esses <alsos ensinadores.ordar a ini9Ridade e es<riaria o Kamor de muitosK.ras m6sI a ora contudo 1os reconciliou no corpo da Sua carneI pela morteI para perante .itou entre nós.o Se <e% carneI e 8a.aisKI escre1eu eleI K9u)o rande com. Compassi1oI compreensi1o e ternoI sempre entil para com os outrosI . Sua 1o% de1e ser ou1ida na clara a<irmaD)o das 1erdades eternas das . Cristo era a norma pela 9ual de1iam eles testar as doutrinas apresentadas.K Col. Ao tempo de sua con1ers)o e . +&' Cercados pelas pr6ticas e in<lu2ncias do pa anismoI os crentes colossenses esta1am em peri o de ser a<astados da simplicidade do e1an el8oI e PauloI para ad1ertiOlos contra istoI apontouOl8es a Cristo como o Pnico (uia se uro. De1e ele considerar a B-. 1*M*.ita corporalmente toda a plenitude da di1indade. Ac8ar6 assim a sa.. K.K Jo)o 1M1+. TornouOSe carneI e=atamente como nós somos.estes o Sen8or Jesus CristoI assim tam.er. Hoi sustentado pelo alimento e restaurado pelo sono.ate ten8o por 1ósI e pelos 9ue est)o em LaodicéiaI e por 9uantos n)o 1iram o meu rosto em carneJ para 9ue os seus coraD@es se!am consoladosI e este!am unidos em caridadeI e enri9uecidos da plenitude da inteli 2nciaI para con8ecimento do mistério de Deus O CristoI em 9uem est)o escondidos todos os tesouros da sa. Pelo espiritismoI multid@es s)o ensinadas a crer 9ue o dese!o é a mais alta leiI 9ue licenciosidade é li. Para isto dei=ou .ai=ou para le1antar os ca-dos.le. +&* . Hoi com a Pala1ra de Deus 9ue os apóstolos en<rentaram as <alsas teorias de seu tempoI di%endoM KPor9ue nin uém pode pAr outro <undamentoI além do 9ue !6 est6 posto.lia é uma lSmpada sem óleoI por9ue 1oltaram a mente para canais de crenDas especulati1as 9ue produ%em m6 compreens)o e con<us)o. Ad1ertiu os disc-pulos de 9ue a i re!a se encontraria em maior peri o por moti1o desse malI do 9ue pela perse uiD)o mo1ida por seus inimi os.endo <alsos ensinadoresI a. Contra este peri oI acima de 9ual9uer outroI de1iam eles preca1erOseJ P6 . K>. .edoria 9ue é di1ina.e o 9ue si ni<ica ter <omeI sede e cansaDo.m tudo <oi <eito semel8ante aos irm)os.aladoK.elecidoI re!eitando todas as idéias 9ue n)o este!am em 8armonia com os Seus ensinos.K I Cor.edi2ncia a Cristo. .K Col. di o isto para 9ue nin uém 1os en ane com pala1ras persuasi1as. estais per<eitos n.

. Hilip. .re triste%aK.sp-rito de Deus controla a mente e o coraD)oI a alma con1ertida entoa um no1o cSnticoJ pois recon8ece 9ue a promessa de Deus se tem cumprido em sua e=peri2nciaI 9ue sua trans ress)o <oi perdoada e seu pecado co.le nos le1a a Sua Pala1raI e da 6r1ore da 1ida nos apresenta as <ol8as para a saPde de almas en<ermas de pecado.ito pecaminoso. A i re!a de Hilipos tin8a en1iado donati1os a Paulo pela m)o de .K II Cor. O mundo tem ocupado demais os nossos pensamentosI e o reino de Deus muito pouco. KPor9uanto tin8a muitas saudades de 1ós todosKI escre1eu PauloI Ke esta1a muito an ustiado de 9ue ti1ésseis ou1ido 9ue ele esti1era doente.edoria e inteli 2ncia espiritualK.ém de mimI para 9ue eu n)o ti1esse triste%a so. A radeDamos por este rande pri1ilé io /9uele K9ue nos <e% idAneos para participar da 8eranDa dos santos na lu%J o 9ual nos tirou da potestade das tre1asI e nos transportou para o reino do Hil8o do Seu amorK. .. Ou1indo da en<ermidade de . 7ediante o poder de Cristo 8omens e mul8eres t2m 9ue. *M1. 7ediante a oraD)oI a 1i ilSnciaI atra1és do crescimento no con8ecimento e na compreens)oI eles de1em ser Kcorro. *M1&. +54 . . 7as a ora despo!aiO1os tam. De todas as i re!asI a de Hilipos tin8a sido a mais li. P6 .rado a cadeia do 86.oca. 0ma mudanDa operada pela Pala1raI é um dos mais pro<undos mistérios da mesma Pala1ra.le nos le1a ao trono de DeusI e p@e em nossa .em pró=imo da morteI n)o <a%endo caso da 1ida para suprir para comi o a <alta do 1osso ser1iDo..K Col. so. Col.m nosso . ?e1estiO1os poisI como eleitos de DeusI santosI e amadosI de entran8as de misericórdiaI de . A9uele 9ue tem determinado entrar no reino espiritual 1eri<icar6 9ue todos os poderes e pai=@es da nature%a n)o re eneradaI apoiados pelas <orDas do reino das tre1asI est)o arre imentados contra ele. $M$5O'4.eni nidadeI 8umildadeI mansid)oI lon animidadeJ suportandoO1os uns aos outrosI e perdoandoO1os uns aos outrosI se al um ti1er 9uei=a contra outroJ assim como Cristo 1os perdoouI assim <a%ei 1ós tam.le e=erceu arrependimento para com DeusI pela trans ress)o da di1ina leiI e <é para com Cristo 9ue morreu para !usti<icaD)o do 8omem.orados em toda a <ortale%aI se undo a <orDa da Sua lóriaK.ém de tudoM da iraI da cóleraI da mal-ciaI da maledic2nciaI das pala1ras torpes da 1ossa .eiOo pois no Sen8or com todo o o%oI e tendeOo em 8onra. +&# A carta de Paulo aos <ilipensesI como a en1iada aos colossensesI <oi escrita en9uanto ele esta1a prisioneiro em ?oma.émI uma e outra 1e%I me mandastes o necess6rio a TessalAnica. .uscai as coisas 9ue s)o de cimaI onde Cristo est6 assentado G destra de Deus.pa<roditoI a 9uem Paulo c8ama Kmeu irm)oI e cooperadorI e compan8eiro nos com. $M$&. Col. 'M1O'. Pensai nas coisas 9ue s)o de cimaI e n)o nas 9ue s)o da TerraJ por9ue !6 estais mortosI e a 1ossa 1ida est6 escondida com Cristo em Deus.raDosI satis<eito com o 9ue !6 conse uiu.n9uanto em ?omaI . >)o 9ue procure d6di1asI mas procuro o P6 .em sa. K7orti<icai pois os 1ossos mem. Assim s)o preparados para tra.ém 1ósI ó <ilipensesKI disse o apóstolo em sua cartaI K9ueI no princ-pio do e1an el8oI 9uando parti da 7acedAniaI nen8uma i re!a comunicou comi o com respeito a dar e a rece. KSendo pois !usti<icados pela <éKI ele tem Kpa% com DeusI por nosso Sen8or Jesus Cristo.adoI só. >)o podemos compreender istoJ somente podemos crerI con<orme declaram as . 1M$&.. A per<eiD)o moral e espiritual mediante a raDa e o poder de Cristo é prometida a todos.ém em outro tempo andastesI 9uando 1i1-eis nelas. O poder de uma 1ida mais altaI mais pura e mais no.es<orDarOse constantemente contra os males 9ue procura1am domin6Olos. ?enunciando a tudo 9ue poderia impediOlo de pro redir em direD)o ao P6 .K Hilip. Por . .eral em suprir as necessidades de Paulo. Hilip.atal8ar contra o mal.ate e 1osso en1iado para pro1er Gs min8as necessidadesK.pa<roditoI Paulo en1iou aos crentes <ilipenses uma cartaI na 9ual l8es a radecia os donati1os 9ue l8e 8a1iam en1iado. 1oOlo en1iei mais depressaI para 9ueI 1endoOo outra 1e%I 1os re o%i!eisI e eu ten8a menos triste%a. Por9ue pela o. Almas 9ue tin8am estampada em si a semel8anDa de Satan6sI t2mOse trans<ormado G ima em de Deus.retudo istoI re1estiO1os de caridadeI 9ue é o 1-nculo da per<eiD)o.scriturasI 9ue é KCristo em 1ósI esperanDa da lóriaK. Col. KSe al uém est6 em CristoI no1a criatura é. .ém.ene<-cio p@e em operaD)o os instrumentos todoOpoderosos do Céu. Col. Jesus é a <onte de poderI a ori em da 1ida. KSe !6 ressuscitastes com CristoKI disse eleI K. a pa% de DeusI para a 9ual tam.ondadeI 8umildadeI mansid)oI lon animidade e o amor de Cristo. 1M1$ e 1'.erI sen)o 1ós somente.itosI tend2ncias 8eredit6rias para o erroI lutar)o para manter a supremaciaI e contra isto de1e eles estar sempre em uardaI lutando na <orDa de Cristo pela 1itória.le próprio.re é nossa rande necessidade.2.K ?om. 'M*O1&.m cada passo tocamos Seu 1i1o poder.al8ar por outros. .ssa trans<ormaD)o é em si o mila re dos mila res. :el8os 86. . .re a TerraKI escre1e Paulo aos colossensesI Knas 9uais tam. . 1M#. C propósito do Sal1ador 9ue os seres 8umanosI puri<icados e santi<icadosI se!am Sua m)o a!udadora. . A carta aos colossenses est6 repleta de liD@es do mais alto 1alor a todos 9uantos est)o empen8ados no ser1iDo de CristoI liD@es 9ue mostram a sin ele%a de propósito e as altas aspiraD@es 9ue ser)o 1ista na 1ida da9uele 9ue de maneira reta representa o Sal1ador.ém <ostes c8amados em um corpoI domine em 1ossos coraD@esJ e sede a radecidos. 1M11. Por9ue tam.m Seus es<orDos para alcanDar o ideal de Deus para siI o crist)o n)o de1e desesperar de coisa al uma.pa<rodito <icou doente Ke 9uase G morteJ mas Deus Se apiedou deleKI escre1eu PauloI Ke n)o somente deleI mas tam. Deus n)o <i=a limite para o pro resso dos 9ue dese!am ser Kc8eios do con8ecimento da Sua 1ontadeI em toda a sa. $M$*. Fuando o . K.oca uma oraD)o pela 9ual somos le1ados a -ntimo contato com .pa<roditoI os crentes de Hilipos <icaram muito ansiosos com respeito a eleI e ele decidiu retornar.le precisa reno1ar a sua consa raD)o cada diaI e cada dia .rosI 9ue est)o so.K Col.eis tam. .rioJ o per1ertidoI puro. T2m renunciado ao e o-smo. +&& cru%ar os .erto. 7as por9ue esta é sua e=peri2nciaI o crist)o n)o de1e P6 .ra de Cristo c8e ou até . ?ece. +&5 altoI ou le1ar a des1iar os pés de al uém do camin8o estreitoI o crente re1elar6 em sua 1ida di6ria misericórdiaI . O pro<ano temOse tornado re1erenteJ o . .

36 uma liD)o para nós nesta e=peri2ncia de PauloJ pois ela re1ela a maneira de Deus operar.re1ém uma des1entura ou calamidadeI estamos prontos a acusar a Deus de ne li 2ncia ou crueldade. Por si mesmos os es<orDos 8umanos n)o s)o su<icientes.oa 1ontade.edecestesI n)o só na min8a presenDaI mas muito mais a ora na min8a aus2nciaI assim tam.soluta. Sem a a!uda do poder di1ino ele de nada 1ale.ter de Deus o poder.limeI mostrando o 9ue o e1an el8o pode <a%er por ca-dos seres 8umanos. dia a dia o crente est6 mani<estando diante dos 8omens e dos an!os um e=perimento su.ém operai a 1ossa sal1aD)o com temor e tremorJ por9ue Deus é o 9ue opera em 1ós tanto o 9uerer como o e<etuarI se undo a Sua . 1M$O11. KFueroI irm)osI 9ue sai. A raDa de Deus sustin8a Paulo em sua pris)oI 8a. Hilip. II Cor. Fuando so. KDe sorte 9ueI meus amadosKI continuouI Kassim como sempre o.al8a com eleI aper<eiDoando o car6ter 9ue de1e resistir no tempo da pro1a <inal. De1e 8a1er cooperaD)o entre Deus e o pecador arrependido. KFuanto a mimKI escre1eu PauloI Kn)o !ul o 9ue o 8a!a alcanDadoJ mas uma coisa <aDoI e é 9ueI es9uecendoOme das coisas 9ue atr6s <icamI e a1anDando para as 9ue est)o diante de mimI prossi o para o al1oI pelo pr2mio da so. De maneira 9ue as min8as pris@es em Cristo <oram mani<estas por toda a uarda pretorianaI e por todos os demais P6 . O Sen8or pode tirar 1itória da9uilo 9ue poder6 parecer para nós con<us)o e re1és. 'M1' e 1+. Como e=emplo aos <ilipenses na <é crist)I Paulo c8amouOl8es a atenD)o para CristoI K9ueI sendo em <orma de DeusI n)o te1e por usurpaD)o ser i ual a DeusI mas ani9uilouOse a Si mesmoI tomando a <orma de ser1oI <a%endoOSe semel8ante aos 8omensJ eI ac8ado na <orma de 8omemI 8umil8ouOSe a Si mesmoI sendo o.sp-rito di1ino a e por meio dos poderes e <aculdades concedidos ao 8omem..undSnciaJ c8eio estouI depois 9ue rece. . Dia a dia Deus tra.astante ten8o rece. Por essas i re!as tin8a constante cuidadoI e a elas escre1eu muitas cartas de instruD)o. a 1ara da a<liD)o pode o crist)o al umas 1e%es <a%er mais pelo 7estre 9ue 9uando empen8ado em ser1iDo ati1o.oa o. . KOperai a 1ossa sal1aD)oKI di% eleI Kpor9ue Deus é o 9ue opera em 1ós. K(raDa a 1ós e pa%I da parte de DeusI nosso PaiI e da do Sen8or Jesus Cristo.K Hilip.edoria in<initaI compai=)o e poderJ do outro de. >ecessitamos aprender 9ue a correD)o é uma parte de Seu rande planoI e 9ue so. Tendo por certo isto mesmoJ 9ue A9uele 9ue em 1ós comeDou a .al8ado em 1)o. Precisa estudar a Pala1ra de DeusI aprendendo seu si ni<icado e o.ra a aper<eiDoar6 até ao dia de Jesus Cristo. Com <é e se uranDa ele escre1eu a seus irm)os <ilipenses 9ue sua pris)o tin8a redundado no pro resso do e1an el8o. Por9ue Deus me é testemun8a das saudades 9ue de todos 1ós ten8o.K A o. Paulo er ue a norma de per<eiD)oI e mostra como pode ser alcanDada. Para 9ue apro1eis as coisas e=celentesI para 9ue se!ais sinceros e sem escSndalo al um até ao dia de CristoI c8eios de <rutos de !ustiDaI 9ue s)o por Jesus CristoI para lória e lou1or de Deus.ra de an8ar a sal1aD)o é de coOparticipaD)o e cooperaD)o. 7as . O .ém.O5.ilidadeI pecaminosidade e incapacidade a.<ruto 9ue aumente para a 1ossa conta. Se L8e parece próprio eliminar nossa utilidade em al um sentidoI entristecemoOnosI n)o nos detendo para pensar 9ue assim Deus pode estar a indo para nosso . Deus a e e o 8omem tam.ssas pala1ras <oram relatadas para au=-lio de toda alma 9ue luta.ilitandoOo a re o%i!arOse na tri.em e9uili. De um lado se ac8am sa.i de . Assim pode ele alcanDar o padr)o da e=cel2ncia crist).pa<rodito o 9ue da 1ossa parte me <oi en1iadoI como c8eiro de sua1idade e sacri<-cio a rad61el e apra%-1el a Deus. .. $M.K Hilip. /s 1e%es .u-ram para maior pro1eito do e1an el8o. Dou raDas ao meu Deus todas as 1e%es 9ue me lem.ediente até G morteI e morte de cru%K..K Hilip. Como ten8o por !usto sentir isto de 1ós todosI por9ue 1os reten8o em meu coraD)oI pois todos 1ós <ostes participantes da min8a raDaI tanto nas min8as pris@es como na min8a de<esa e con<irmaD)o do e1an el8o. 7asI para alcanDar 2=itoI ele depende inteiramente de Deus. A resist2ncia G tentaD)o de1e partir do 8omemI 9ue por sua 1e% de1e o.stamos em peri o de nos es9uecermos de DeusI de ol8ar para as coisas 9ue se 12emI em 1e% de contemplar pelos ol8os da <éI as 9ue se n)o 12em. $M1$O1. A9uele 9ue dese!a construir um car6ter <orte e simétricoI e 9ue dese!a ser um crist)o . De1e o 8omem <a%er 1eementes es<orDos para 1encer o 9ue o impede de alcanDar a per<eiD)o. Paulo <i%era muitas coisas. Isto é necess6rio para a <ormaD)o de corretos princ-pios de car6ter. +M1*O15.K Hilip.aisKI escre1euI K9ue as coisas 9ue me aconteceram contri. Desde o momento em 9ue se dera em o. .radoI de1e dar tudo a Cristo e <a%er tudo por CristoJ pois o ?edentor n)o aceitar6 ser1iDo di1idido.ulaD)o. +51 lu aresJ e muitos dos irm)os no Sen8orI tomando Snimo com as min8as pris@esI ousam <alar a Pala1ra mais con<iadamenteI sem temor.ro de 1ósI <a%endoI sempre com ale riaI oraD)o por 1ós em todas as min8as sPplicasI pela 1ossa cooperaD)o no e1an el8o desde o primeiro dia até a ora. . Precisa aprender diariamente o si ni<icado da entre a do eu.edi2ncia de CristoK.edi2ncia a CristoI sua 1ida <oi c8eia de incans61el ser1iDo.elecendo i re!as.em. peDo istoM 9ue a 1ossa caridade aumente mais e mais em ci2ncia e em todo o con8ecimento.ido e ten8o a.edecendo a seus preceitos. Deus 9uer 9ue o1ernemos nosso serI mas n)o nos pode a!udar sem nosso consentimento e cooperaD)o. +5$ sincerosI <il8os de Deus inculp61eis no meio duma eraD)o corrompida e per1ersaI entre a 9ual resplandeceis como astros no mundoJ retendo a Pala1ra da 1idaI para 9ue no dia de Cristo possa loriarOme de n)o ter corrido nem tra. De cidade em cidadeI de pa-s em pa-sI ele 1ia!ouI contando a 8istória da cru%I con9uistando con1ersos para o e1an el8o e esta. >)o podemos pAr por nós mesmos nossos propósitosI dese!os e inclinaD@es em 8armonia com a 1ontade di1inaJ mas se estamos dispostosI o Sal1ador <ar6 isso por nósI Kdestruindo os consel8osI e P6 . +5' toda a alti1e% 9ue se le1anta contra o con8ecimento de DeusI e le1ando cati1o todo o entendimento G o. 14M*.K Hilip.erana 1ocaD)o de Deus em Cristo Jesus. Ha%ei todas as coisas sem murmuraD@es nem contendasJ para 9ue se!ais irrepreens-1eis e P6 . 1M1$O1+.

tra.ros de sua própria casaI e lo o encontrou prete=to para <a%er dos crist)os o.sor1ente 9ue l8e inspira1a as pala1ras e os atos. +5& car6terI >ero declarou inocente o prisioneiro.!eto de sua ine=or61el crueldade.al8os de Paulo em ?oma esta1am sendo a. Hoi contudo acusado do crime. As cadeias de Paulo <oram remo1idasJ tornouOse no1amente 8omem li1re.ri ados a partil8ar de seus crimes. .miss)o de seus sPditos. :i1iam em constante temor 9uanto a 9ue atrocidades su eriria ele a se uir. 0m al1o mantin8a ele <irmemente diante de si O ser <iel /9uele 9ue Gs portas de Damasco Se l8e re1elara. Os !udeus esta1am a ora em mais ati1idade do 9ue nunca em seus es<orDos contra PauloI e encontraram uma 86. Pouca !ustiDa podia Paulo esperar da parte de CésarI para 9uem apelara. Do ponto de 1ista do !u-%o 8umanoI era certa a condenaD)o de Paulo perante tal !ui%.al8a1a em seu o<-cioI para an8ar o p)o de cada dia. Deus amparou Seu ser1o. A raDa de nosso Sen8or Jesus Cristo se!a com 1ós todos.erdade ele apro1eitara dili entementeI tra. . . +. Os pormenores da ini9Ridade praticada em sua corte s)o por demais de radantesI por demais 8orr-1eis para serem descritos.elecer uma uni)o mais <irme entre as i re!as re as e P6 .ém li1rar a cidade de uma classe 9ue ele temia e odia1aI 1oltou a acusaD)o contra os crist)os. . .ra atra1és das cartas 9ue escre1eu de ?oma Gs i re!as. +M+O#.soluto de todo o mundo ci1ili%ado.. O próprio >eroI <ala1aOseI ateara o <o oI masI para des1iar as suspeitasI <e% uma ostentaD)o de rande enerosidadeI prestando assist2ncia aos 9ue <icaram sem lar e destitu-dos de seus .ora <osse um prisioneiroI Paulo n)o se desencora!a1a.il au=iliadora na mul8er corrupta de 9uem >ero <i%era sua se unda esposaI e 9ueI sendo uma prosélita !udiaI emprestou toda a sua in<lu2ncia para au=iliar os intuitos assassinos deles contra o campe)o do cristianismo.K Hilip. 7as o apóstolo compreendia 9ue en9uanto ele <osse <iel a DeusI nada teria a temer. Ocorreu por a9uele tempo um terr-1el inc2ndio em ?omaI pelo 9ual 9uase metade da cidade se 9ueimou.ém a prosperidade da i re!a. Fuanto ao maisI irm)osI tudo o 9ue é 1erdadeiroI tudo o 9ue é 8onestoI tudo o 9ue é !ustoI tudo o 9ue é puroI tudo o 9ue é am61elI tudo o 9ue é de . A sua c8e ada a ?oma <ora ele colocado aos cuidados do tri..n9uanto os tra. O po1o <icou a itado e enrai1ecidoI e >eroI a <im de inocentarOse e tam.. De uma a outra pro<undidade do 1-cio e do crimeI desceu >ero até 9ue assassinou sua própria m)eI e em se uida sua esposa.>)o este!ais in9uietos por coisa al umaM antes as 1ossas petiD@es se!am em tudo con8ecidas diante de Deus pela oraD)o e sPplicasI com aD)o de raDas.enDoados para a con1ers)o de muitas almas e <ortalecimento e animaD)o dos crentesI esta1am a a!untarOse nu1ens 9ue n)o somente ameaDa1am sua própria se uranDaI mas tam.uno da uarda imperialI 8omem de !ustiDa e inte ridadeI por cu!a clem2ncia <icou relati1amente li1re para prosse uir na o.stitu-do por um o<icial de 9uem o apóstolo n)o poderia esperar nen8um <a1or especial. A ira do imperador se despertou de modo especial pela con1ers)o dos mem.stante tais crimes como os 9ue >ero pratica1aI n)o <ica1a a. AtraD@es mundanas se apresentar)o para a<astar sua atenD)o do Sal1adorI mas ele de1e prosse uir em direD)o ao al1oI mostrando ao mundoI aos an!os e aos 8omens 9ue a esperanDa de 1er a <ace de Deus compensa todos os es<orDos e sacri<-cios 9ue a concreti%aD)o dessa esperanDa re9uer. Procurou esta. Sua desen<reada impiedade pro1ocou asco e despre%o mesmo a muitos dos 9ue eram o. . . A todo esp-rito no. A9uele 9ue no passado <ora o seu protetorI poderia ainda prote 2Olo da maldade dos !udeus e do poder de César. 7ais 9ue istoI <oi <eito o.oa <amaI se 86 al uma 1irtudeI e se 86 al um lou1orI nisso pensai.emOsucedidoI e mil8ares de se uidores de Cristo O 8omensI mul8eres e crianDas O <oram cruelmente mortos.reiro crist)o a consa rarOse inteiramente ao ser1iDo de Deus.ra recon8ecido como o o1ernador a.ertamentoI dei=ara ?oma. 7asI antes do <im dos dois anos de pris)oI esse 8omem <oi su. .!eto de 8onras di1inas e adorado como um deus. Ti1esse o seu !ul amento demorado maisI ou <osse ele por 9ual9uer moti1o detido em ?oma até o ano se uinteI e teria sem dP1ida perecido na perse uiD)o 9ue ent)o te1e lu ar. K?e o%i!aiO1os sempre no Sen8orKI escre1eu aos <ilipensesI Koutra 1e% di oI re o%i!aiO1os.erdade P6 . . >)o 8ou1e atrocidade 9ue n)o perpetrasseI ato 1il a 9ue n)o re. +5+ so. . Durante a pris)o de PauloI os con1ersos ao cristianismo se tornaram t)o numerosos 9ue atra-ram a atenD)o e despertaram a inimi%ade das autoridades.K KO meu DeusI se undo as Suas ri9ue%asI suprir6 todas as 1ossas necessidades em lóriaI por Cristo Jesus.ens.re inspira1a ele apenas a1ers)o e despre%o.al8ando entre as i re!as. +5.=altar a cru% do Cal16rio O este era o moti1o todo a. +55 orientais e <orti<icar o esp-rito dos crentes contra as <alsas doutrinas 9ue esta1am a entrar sorrateiramente para corromper a <é.erana 1ocaD)o.ra do e1an el8o. Ao ser Paulo interro adoI n)o <oram sustentadas as acusaD@es <eitas contra eleJ eI contrariamente G e=pectati1a eralI e com um respeito pela !ustiDa inteiramente em desacordo com o seu P6 .m Li. Desse al1o <orDa al uma poderia des1i6Olo. As rédeas do o1erno n)o podiam ter sido con<iadas a um o1ernador mais déspota.ste Pltimo inter1alo de li.alada a su. 7as em todas as cansati1as ati1idades de sua 1idaI Paulo !amais perdeu de 1ista o rande propósito O camin8ar para o al1o da sua P6 . Desta terr-1el perse uiD)o Paulo <oi poupadoJ pois 9ueI lo o depois de seu li. . >ero era mais 1il em seus costumesI P6 . +5* . O primeiro ano de seu o1erno <ora assinalado pelo en1enenamento de seu !o1em irm)o a<imI o le -timo 8erdeiro do trono.m 1e% dissoI uma nota de triun<o 1i. O rande propósito 9ue constran ia Paulo a prosse uir em <ace das dure%as e di<iculdadesI de1eria le1ar cada o. >)o o. mais <r-1olo no car6terI e ao mesmo tempo capa% de mais atro% crueldade do 9ue 9ual9uer o1ernante 9ue o 8ou1esse precedido. a pa% de DeusI 9ue e=cede todo o entendimentoI uardar6 os 1ossos coraD@es e os 1ossos sentimentos em Cristo Jesus. Seu e=pediente <oi ..m.ai=asse.

O Pnico relato certo desta ocasi)o é dado pelo próprio PauloI em sua se unda carta a Timóteo.oca do le)o. 7as o Sen8or assistiuOme e <ortaleceuOmeI para 9ue por mim <osse cumprida a pre aD)oI e todos os entios a ou1issemJ e <i9uei li1re da .re Paulo o crime de 8a1er insti ado o inc2ndio de ?oma. 7as 9uando Paulo <oi c8amado perante >eroI nin uém se a1enturou a <uncionar como seu consel8eiro ou ad1o adoJ nen8um ami o l8e este1e ao ladoI nem mesmo para preser1ar um relatório das acusaD@es apresentadas contra eleI ou dos ar umentos 9ue usou em sua própria de<esa. O dese!o de amor e simpatia é implantado no coraD)o pelo próprio Deus. +#' de ?omaI 9uem 1iesse G <rente para estar a seu lado nesta 8ora de pro1a. Crescente <oi en1iado por Paulo Gs i re!as da (al6ciaI Tito a Dalm6ciaI T-9uico a C<eso.er. >ero tin8a randemente diminu-do o nPmero de crist)os em ?oma. Pressentia 9ue esta1a a <a%er sua Pltima o. .ouDoI até 9ue terminasse a carreira.andonou o perse uido apóstolo. 1M1. Os ser1iDos de LucasI disc-pulo amado e <iel ami oI <oram um rande con<orto para PauloI permitindoOl8e comunicarOse com seus irm)os e o mundo e=terior.K II Tim. Fue isto l8es n)o se!a imputado. +#$ Fuando Paulo <oi intimado a comparecer diante do imperador >ero para ser !ul adoI sentia a perspecti1a de sua morte pró=ima e certa. Assalta1amOno as en<ermidades da idade a1anDada. A perse uiD)o so.al8o <iel na con9uista de almas para JesusI a <im de 9ueI nos tempos pro.ste e<ésio de coraD)o amor61el <e% tudo o 9ue esta1a em seu poder para ali1iar o <ardo 9ue representa1a ao apóstolo a pris)o.andon6OloI al uns por deserD)oI outros em miss)o a 16rias i re!as. A séria nature%a do crime de 9ue era acusado e a animosidade 9ue pre1alecia contra os crist)osI o<ereciam pouco terreno para a esperanDa de um des<ec8o <a1or61el. Paulo perante >ero O como se salienta o contrasteT O so.ilitado como esta1a pela idadeJ lutas e en<ermidadesI e con<inado numa pris)o romanaI Pmida e escura.scre1endo a Timóteo so. .randar a se1eridade da sentenDa. PauloI em. +#1 >a Pltima carta escrita pelo apóstoloI assim se e=pressa com respeito a este <iel disc-puloM KO Sen8or conceda misericórdia G casa de Ones-<oroI por9ue muitas 1e%es me recreouI e n)o se en1er on8ou das min8as cadeias. C8e ando a ?omaI <oi Paulo posto em som.sol1iD)o em ?omaI n)o poderia escapar G o.re1iandoOse o tempo de seu tra. Desde o princ-pio da perse uiD)o so. O Sen8or l8e conceda 9ue na9uele dia ac8e misericórdia diante do Sen8or.al8o por outros.raJ eI a.ora aparentemente indi<erente a dure%as e so<rimentoI alme!ou simpatia e compan8eirismo.nt)o DemasI desanimado pelas densas nu1ens de di<iculdades e peri osI a.aros e terr-1eis crimes contra a cidade e a naD)oI tornouOse o.remaneira deprimidos e intimidados.al8o de Paulo entre as i re!asI depois de sua a.andonoI le1ou ale ria G9uele 9ue tin8a asto sua 1ida no tra.antes em 9ue ent)o se ac8a1am mesmo a entrarI permanecessem <irmes no e1an el8oI dando <iel testemun8o de Cristo. +5# O tra.K II Tim.K II Tim.As pro1aD@esI as ansiedades 9ue Paulo 8a1ia suportado despo!aramOno de suas <orDas <-sicas.iam 9ue tal acusaD)oI ainda 9ue <eita com a mais <raca mostra de plausi. +& A Eltima Pris)o P6 . 3a1ia entre os re os e os romanos o costume de permitir a um acusado o pri1ilé io de contratar um ad1o ado para pleitear em seu .ene<-cio perante as cortes de !ustiDa.6r. Depois de al um tempoI os !udeus incrédulos conce. H. ?esoluto no propósitoI pronto nas aD@esI <orte na <éI 1ia!a1a de uma i re!a a outraI em muitas terrasI e procura1a por todos os meios ao seu alcance <ortalecer as m)os dos crentesI para 9ue pudessem e<etuar um tra.m sua se unda 1ia em para ?omaI Paulo <oi acompan8ado por 16rios de seus anteriores compan8eirosJ outros dese!a1am ardentemente partil8ar de sua sorteI mas ele recusou permitirOl8es pAr assim em peri o a 1ida. CristoI na 8ora de Sua a onia no (ets2maniI ansiou pela simpatia de Seus disc-pulos.re esta e=peri2nciaI Paulo disseM KSó Lucas est6 comi o.o reiI diante de 9uem o 8omem de Deus de1ia responder por sua <éI tin8a alcanDado o mais alto poder terrenoI autoridade e ri9ue%aI .al8oI seus es<orDos se tornaram mais intensos.rio cala. Pelos es<orDos delesI Paulo <oi no1amente preso e le1ado precipitadamente para sua reclus)o <inal.ai=as pro<unde%as da ini9Ridade e do .ser1aD)o de seus inimi os.!eto de ódio uni1ersal. >este tempo de pro1aD)o o coraD)o de Paulo encontrou ale ria nas <re9Rentes 1isitas de Ones-<oro. As perspecti1as diante dele eram muito menos <a1or61eis 9ue na ocasi)o de seu primeiro encarceramento. AntesI 1indo ele a ?omaI com muito cuidado me procurou e me ac8ou. >)o 8ou1e entre os crist)os P6 .O15.em como as mais . K>in uém me assistiu na min8a primeira de<esaKI escre1eu eleI Kantes todos me desampararam. A 1isita de Ones-<oroI testi<icando de sua <idelidade num tempo de solid)o e a. Acusado de insti ar um dos mais . >eroI os crist)o <oram por toda a parte uma seita proscrita. Jamais te1e o apóstolo tanta necessidade do cuidado de seus irm)os como a oraI de. . e 1&. +5 Paulo Perante >ero P6 . +M11. . Os poucos ami os 9ue 8a1iam compartil8ado dos tra. . P6 . >en8um deles nem por um momento ac8a1a 9ue ele <osse culpado distoJ mas sa. +#4 por sua <éI muitos tin8am dei=ado a cidadeI e os 9ue permaneciam esta1am so.eram a idéia de lanDar so.ilidadeI selaria a sua condenaD)o.elo e 3ermó enes <oram os primeiros a sair. 7il8ares tin8am sido martiri%ados P6 . Por <orDa de ar umentosI por apai=onada elo9R2nciaI ou por apelosI ro os e l6 rimasI tais ad1o ados lo ra1am muitas 1e%es asse urar a decis)o em <a1or do prisioneiroI ouI <al8ando istoI conse uiam a. Seu amado mestre esta1a em cadeias por amor G 1erdadeI ao passo 9ue ele esta1a li1reJ e ele n)o se poupa1a nen8um es<orDo para tornar a sorte de Paulo mais amena. Parecia n)o 8a1er limite para o seu %elo.al8os do apóstoloI comeDa1am a ora a a. +M1.

m poder e rande%a ele n)o tin8a ri1al. +#* perante uma multid)o mara1il8ada a . Aponta a seus ou1intes o sacri<-cio <eito pela raDa deca-da. A 1erdadeI clara e con1incenteI derri.le declara ser a causa a 9ue dedicou a 1idaI a Pnica 9ue nunca poder6 <al8ar.=ércitos poderosos marc8a1am ao seu mandoI e as ins. +#& ?etornando a ?oma com rande pompaI cercouOse de seus cortes)os e se entre ou a cenas de re1oltante de1assid)o.re%aI a. As 1erdades e=postas nesse dia esta1am destinadas a sacudir as naD@esI e a perdurar atra1és de todos os temposI in<luenciando o coraD)o dos 8omens 9uando os l6. Cair em seu desa rado era perder a propriedadeI a li. Sem din8eiroI sem ami osI sem consel8oI o idoso prisioneiro esta1a perante >ero O apresentando a <isionomia do imperador o relato 1er on8oso das pai=@es 9ue no interior com. 0m mensa eiro despac8ado para se in<ormar da causaI 1oltou com no1as de empalidecerI di%endo 9ue (al. +#+ tin8a sido de po.lante do acusado um coraD)o em pa% com Deus.m. Contemplando a multid)o diante de si O !udeusI re osI romanosI !untamente com estran eiros de muitas terrasI a alma se l8e a ita com um intenso dese!o da sal1aD)o deles.resI os doutos e os i norantesI os or ul8osos e os 8umildesI todos i ualmente destitu-dos do 1erdadeiro con8ecimento do camin8o da 1ida e da sal1aD)o. >in uém 8a1ia 9ue pusesse em dP1ida sua autoridade nem 9ue l8e resistisse G 1ontade.ne aD)oI so<rimento. Os ol8os perspica%es dos !u-%esI acostumados a ler o rosto dos prisioneirosI pes9uisa1am em 1)o a <isionomia de Paulo a <im de desco.oas ou m6sI est)o patentes aos ol8os da JustiDa In<inita.edi2ncia a suas ordens.las tocaram uma corda 9ue 1i. >unca antes 8a1ia a9uela multid)o ou1ido pala1ras como essas.uti1os de Deus.endo suas o. >)o 86 temorI triste%aI desSnimo nas suas pala1ra ou aspecto.rou no P6 . . A lu% do Céu penetrou nos recessos de sua alma polu-da pelo pecadoI e ele tremeu com terror ao pensar em um tri. 0m sentimento de temor restrin iu por al um tempo seu esp-rito san uin6rio.M1*.n9uanto insistiam nessas acusaD@es contra eleI Paulo conser1a1a uma in9ue.rirem al uma e1id2ncia de crime.m meio desta or iaI ou1iuOse nas ruas uma 1o% de tumulto.ou o erro. >unca dantes os enormes crimes de sua 1ida tin8amOl8e sido dessa maneira re1elados. >unca dantes ou1ira >ero a 1erdade como a ou1iu nessa ocasi)o. Assim pleiteia o ad1o ado da 1erdade. . Sua est6tua <oi er uida nas salas dos tri. Como seu 7estreI tin8a sido um errante sem larI e como . :2 somente a JesusI o IntercessorI pleiteando perante Deus em prol de 8omens pecadores.ora ele pereDaI o e1an el8o n)o perecer6.unaisI e os decretos dos senadores e as decis@es dos !u-%es eram apenas o eco de sua 1ontade. >)o muito tempo depois distoI >ero deu in-cio a sua i nominiosa e=pediD)o G (réciaI onde se desonrou a si e ao seu reino em despre%-1eis e 1is <ri1olidades. Com elo9R2ncia e poder mais do 9ue 8umanosI Paulo apresenta as 1erdades do e1an el8o. P6 . A 1ida de Paulo P6 . ?eis depun8am as coroas a seus pés.aI G <rente de um e=ércitoI esta1a marc8ando rapidamente so.enDoar a 8umanidade. 7uitos 9ue na9uele dia ol8aram para eleI K1iram o seu rosto como o rosto de um an!oK. . O nome de >ero <a%ia o mundo tremer. Os randes e pe9uenos ali esta1amI os ricos e os po.crime. 7ais uma 1e% tem Paulo a oportunidade de er uer P6 . Fuando l8e <oi permitido <alar em sua própria de<esaI todos escutaram com 61ido interesse. Lo o de1eria ele so<rer os !u-%os retri.rant61el serenidade. 7il8@es se cur1a1am em o. O po1o e os !u-%es ol8a1am para ele com surpresa. . Temeu o Deus do apóstoloI e n)o ousou passar sentenDa contra PauloI contra 9uem nen8uma acusaD)o pudera ser sustentada. Como poderia >eroI tirano capric8osoI licencioso e apai=onadoI compreender ou apreciar o car6ter e os intuitos deste <il8o de DeusQ O 1asto recinto <oi in1adido por uma multid)o 61ida e in9uietaI 9ue se comprimia e acoto1ela1a para 1er e ou1ir tudo o 9ue ocorresse. Atos .re ?omaI e 9ue a insurreiD)o . . Por meio de mensa eiros an élicosI a Terra est6 li ada ao CéuI e todas as aD@es dos 8omensI se!am .atal8a.emO1indo o pensamento de perd)o. coraD)o mesmo dos mais endurecidos. Declara 9ue um preDo in<inito <oi pa o pela redenD)o do 8omem. A se uir <oi e=pedida a ordem para 9ue Paulo <osse recondu%ido ao cala.re o troar da .stante a persistente di<amaD)oI opró.le 1i1era para a. HoramOl8e pro1idos os meios para participar do trono de Deus. >a9uele momento o con1ite de misericórdia se estendera até ele. Horte na con1icD)o da inoc2nciaI re1estido da armadura da 1erdadeI re o%i!aOse em ser <il8o de Deus.ras a !usta sentenDa. . >en8um raio de lu% do Céu penetraria de no1o as tre1as 9ue o en1ol1iam. +#. Suas pala1ras s)o uma aclamaD)o de 1itória por so.riosI mausOtratos com 9ue seus inimi os tin8am procurado intimid6OloI destemidamente manti1era no alto o estandarte da cru%. Os !udeus apresentam contra Paulo as 1el8as acusaD@es de sediD)o e 8eresiasI e tanto !udeus como romanos o denunciaram como tendo insti ado o inc2ndio da cidade. Deus 1i1eI e Sua 1erdade triun<ar6. 7asI por um momento apenas <oiOl8e . Por um instante o Céu se a.unal perante o 9ual eleI o o1ernador do mundoI seria <inalmente citadoI rece. >)o o.andeira da cru%.rira para o criminoso e endurecido >eroI e sua pa% e pure%a l8e pareceram dese!61eis. A lu% . Perde de 1ista a ocasi)o em 9ue se encontraI os peri os 9ue o cercamI o terr-1el destino 9ue parece t)o pró=imo.ril8ou na mente de muitos 9ue mais tarde se uiram ale remente seus raios.atiamI e e=primindo o sem. Hiel entre in<iéisI leal entre desleaisI ac8aOse ele como o representante de DeusI e sua 1o% é como a 1o% do Céu.ouDoJ e 9uando a porta se <ec8ou por tr6s do mensa eiro de DeusI a porta do arrependimento se <ec8a1a para sempre para o imperador de ?oma.ios 9ue as 8a1iam pro<erido estariam silenciosos na sepultura de um m6rtir. Tin8am presenciado muitos !ul amentosI e ol8ado para muitos criminososJ mas nunca tin8am 1isto um 8omem apresentar um aspecto de t)o santa calma como apresenta1a o prisioneiro perante eles.nias de seus na1ios si ni<ica1am 1itórias. .erdadeI a 1idaJ e a sua carre ada <isionomia era para temer mais 9ue a pestil2ncia.

Atra1és de sua lon a 1ida de ser1iDo Paulo nunca 1acilou em sua <idelidade ao Sal1ador.om soldado de Jesus Cristo. A alma c8eia de terna solicitude por seu <il8o no .e de Listra ou dos condenados pecadores do cala. O 1erdadeiro ministro de Deus n)o se es9ui1a a tra. >esse tempo de peri oI >ero n)o te1eI como o <iel PauloI um Deus poderoso e compassi1o em 9uem con<iar. .ouDo da 7acedAniaJ <osse arra%oando com os marin8eiros tomados de pSnicoI do na1io prestes a nau<ra arI ou estando so%in8o diante de >eroI para pleitear por sua 1ida O ele nunca se en1er on8ou da causa 9ue de<endia. Por9ue Deus n)o nos deu o esp-rito de temorI mas de <ortale%aI e de amorI e de P6 . Da Honte 9ue nunca decepciona aos 9ue sinceramente .ia 9ue seus inimi os n)o descansariam até 9ue conse uissem sua morte. KPor cu!o moti1o te lem. 1M$O1$.ia 9ue sua 1ida era incertaI e temia 9ue Timóteo c8e asse tarde demais para 12Olo.endo 9ue por uma pala1ra ou um simples aceno de >ero sua 1ida seria sacri<icadaI Paulo pensou em TimóteoI e determinou c8am6Olo. Sa. . +#5 Do tri. *44 moderaD)o.1an el8oI e pela i re!a a seu car oI procurou Paulo impressionar Timóteo com a importSncia da <idelidade a sua sa rada miss)o. Por cu!a causa padeDo tam.ém ensinarem os outros.ia tam.eI amplia sua capacidade para con8ecer a Deus e a Seu Hil8o.ém 9ue durante al um tempo a 1erdade triun<ara.sta raDa d6Ol8e o poder de ser <iel testemun8a das coisas 9ue ou1iu. II Tim $M1.K II Tim $M1. *41 9ue se!am idAneos para tam.re ele coloca. Completamente pusilSnimeI <u iu i nominiosamente da cidadeI . 7as sa.al8o aceit61el.unal de CésarI Paulo 1oltou a sua celaI compreendendo 9ue 8a1ia an8o para si apenas uma .ido de cuidar da i re!a de C<esoI e <icara para tr6s 9uando Paulo e<etuou sua Pltima 1ia em a ?oma.uscam o poder di1inoI tira ele <ortale%a 9ue o capacita a en<rentar e 1encer a tentaD)oI e a e=ecutar as tare<as 9ue Deus so.ra 9ue cresceria e se <ortaleceriaI e 9ue >ero e todos os outros inimi os de Cristo em 1)o procurariam impedir ou destruir. Seu esconderi!o <oi lo o desco. A nature%a da raDa 9ue rece. So.K Paulo ro a1a a Timóteo 9ue se lem. en9uanto a1anDa na 1ereda crist)I tornaOse <orte Kna raDa 9ue 86 em Cristo JesusK.ertoI e en9uanto os perse uidores se apro=ima1am a ca1aloI ele c8amou um escra1o para a!ud6OloI e in<li iu a si mesmo um olpe mortal. +# Eltima Carta de Paulo P6 . KTuI poisI meu <il8oKI continua PauloI K<orti<icaOte na raDa 9ue 86 em Cristo Jesus. Sua alma se e=pande num dese!o anelante de <a%er para o 7estre tra.roKI escre1euI K9ue despertes o dom de Deus 9ue e=iste em ti pela imposiD)o das min8as m)os. Paulo comeDou a carta com a saudaD)oM KA TimóteoI meu amado <il8oM raDaI misericórdiaI e pa% da parte de Deus PaiI e da de Cristo JesusI Sen8or nosso. Paulo e Timóteo esta1am unidos por uma a<eiD)o pro<unda e in1ul ar. Portanto n)o te en1er on8es do testemun8o de nosso Sen8orI nem de mimI 9ue sou prisioneiro SeuJ antes participa das a<liD@es do e1an el8oI se undo o poder de Deus. IniciaraOse na9uele dia uma o. Dou raDas a DeusI a 9uem desde os meus antepassados sir1o com uma consci2ncia puraI de 9ue sem cessar <aDo memória de ti nas min8as oraD@es noite e dia.aI o miser61el tirano pensou em pAr <im G 1ida pelas próprias m)osI mas no momento cr-tico <altouOl8e a cora em. Desde P6 . Onde 9uer 9ue esti1esse O <osse diante dos sisudos <ariseusI ou das autoridades romanasJ <osse diante da <uriosa ple. . >)o é de estran8ar 9ue em sua solid)o Paulo alme!asse 12Olo.uscando re<P io numa resid2ncia de pro1-nciaI a poucos 9uilAmetros de distSnciaJ porémI de nada 1aleu. Temendo o so<rimento e poss-1eis torturas 9ue poderia ser le1ado a en<rentar Gs m)os da tur.8a1ia !6 irrompido na cidadeI estando as ruas c8eias de uma multid)o enrai1ecidaI 9ueI ameaDando de morte o imperador e todos os 9ue o cerca1amI se esta1a rapidamente apro=imando do pal6cio. So<re poisI comi oI as a<liD@es como .eu de DeusI mas transmite esse con8ecimento a 8omens <iéisI os 9uais por sua 1e% ensinam a outros. as mais <a1or61eis circunstSnciasI 16rios meses passariam antes 9ue TimóteoI 1indo da Xsia 7enorI pudesse alcanDar ?oma.le n)o despre%a ou ne li encia o con8ecimento 9ue rece. Sua <éI <ortalecida pelo es<orDo e puri<icada pelo sacri<-cioI o sustin8a e <ortalecia. Sentado dia após dia em sua som. II Tim. .re1e tré ua. Ter proclamado um Sal1ador cruci<icado e ressuscitado perante a 1asta multid)o 9ue o ou1iraI era em si mesmo uma 1itória. .rasse de 9ue <ora c8amado Kcom uma santa 1ocaD)oK para proclamar o poder dA9uele 9ue tin8a tra%ido KG lu% a 1ida e a incorrupD)o pelo e1an el8oJ para o 9ueKI declarouI K<ui constitu-do pre adorI e apóstoloI e doutor dos entios. O rande propósito de sua 1ida crist) <ora ser1ir /9uele cu!o nome outrora o enc8era de despre%oI e desse propósito nen8uma oposiD)o ou perse uiD)o <ora capa% de a<ast6Olo.al8os ou responsa. o 9ue de mimI entre muitas testemun8asI ou1isteI con<iaOo a 8omens <iéisI P6 .ém istoI mas n)o me en1er on8oJ por9ue eu sei em 9uem ten8o cridoI e estou certo de 9ue é poderoso para uardar o meu depósito até G9uele diaK. Assim pereceu o tirano >eroI na curta idade de trinta e dois anos.ilidadeJ e en9uanto insta1a para 9ue 1iesse sem demoraI ditou seu derradeiro testemun8oI pois tal1e% sua 1ida n)o <osse poupada para pro<eriOlo de 1i1a 1o%.al8os e so<rimentos de Paulo e a ami%ade entre os dois crescera cada 1e% mais ro.ustaI pro<unda e sa radaI a ponto de se tornar Timóteo para o idoso e es otado apóstoloI tudo 9ue um <il8o possa ser para um amado e 8onrado pai. +## sua con1ers)o Timóteo 8a1ia tomado parte nos tra.ilidades.ria celaI sa. Timóteo 8a1ia sido incum.K O apóstolo ent)o instou com Timóteo 9uanto a necessidade de <irme%a na <é. Paulo sa. Tin8a importantes consel8os e instruD@es para o !o1emI a 9uem 8a1ia sido con<iada t)o rande responsa.

Temendo 9ue a disposiD)o . Fuanto mais ardentes nossos próprios es<orDos para manter a santidade do coraD)o e da 1idaI tanto mais a uda nossa percepD)o do pecadoI e mais decidida nossa desapro1aD)o de 9ual9uer des1io do direito. tendo apar2ncia de piedadeI mas ne ando a e<ic6cia dela. Por se or ul8arem de 8umana sa.endo 9ue produ%em contendas.le e=emplo de o.endo de 9uem o tens aprendidoI e 9ue desde a tua meninice sa.. SentemOse o<endidos pelas claras pala1ras dos <iéis ser1os de CristoI e escol8em mestres 9ue os lou1em e adulem.struD@es e em. . Odiar e repro1ar o pecadoI e ao mesmo tempo mostrar piedade e comiseraD)o pelo pecador é uma di<-cil tare<a. In<iéis ao de1erI des1iam os 9ue a eles 1)o em . .otadas pela pecaminosa tolerSncia por a9ueles a 9uem Deus condenaI em . C8amando Timóteo ao tri.le declarou 9ue até o <im do tempoI esta leiI imut61el num !ota ou num tilI de1e manter seus reclamos so.araDos do pecado.. >o serm)o da . Os ministros do e1an el8o Gs 1e%es causam rande dano permitindo 9ue sua tolerSncia pelo 9ue erra de enere em tolerSncia pelos pecadosI e mesmo participaD)o deles. II Tim +M$ De1ia ele re1elar a paci2ncia e o amor de CristoI tornando claras suas repro1aD@es e re<orDandoOas pelas 1erdades da Pala1ra. Sa. re!eita as 9uest@es loucasI e sem instruD)oI sa. Paulo declarou a TimóteoM KPor9ue 1ir6 tempo em 9ue n)o so<rer)o a s) doutrinaJ mas tendo comic8)o nos ou1idosI amontoar)o para si doutores con<orme as suas próprias concupisc2nciasJ e des1iar)o os ou1idos da 1erdadeI 1oltando Gs <6. 36 necessidade de mostrarOse paci2ncia e amor semel8antes aos de Cristo pelo 9ue erraI mas 86 tam. . >ossos lom.m Sua própria 1ida deu . KProcuraKI escre1e o apóstoloI KapresentarOte a Deus apro1adoI como o..ém o peri o de se mostrar t)o rande tolerSncia pelo seu erro 9ue ele se considerar6 n)o merecedor de repro1aD)o e a re!eitar6 como inoportuna e in!usta.edi2ncia a seus preceitos compreende todo o de1er do 8omem.os de1em estar cin idos com a 1erdade. Assim s)o le1ados a desculpar e passar por alto o 9ue Deus condenaJ e depois de certo tempo tornamOse t)o ce os 9ue c8e am a lou1ar a9ueles a 9uem Deus manda repro1ar.rir camin8o por entre as o. *4* repreendam os pecados ou condenem a 1ida de amor ao pra%er.sta solene incum.K II Tim $M1*I $$O$. *4$ l8es dar6 arrependimento para con8ecerem a 1erdade.ilidade das i re!asJ assim escre1eu a TimóteoM KCon!uroOte pois diante de DeusI e do Sen8or Jesus CristoI 9ue 86 de !ul ar os 1i1os e os mortosI na Sua 1inda e no Seu reinoI 9ue pre ues a Pala1raI instes a tempo e <ora de tempoI redar uasI repreendasI e=ortesI com toda a lon animidade e doutrina.ia estar perante a i re!a um tempo de rande peri o. Contudo de1ia <a%2Olo Kcom toda a lon animidade e doutrinaK. TuI porémI permanece na9uilo 9ue aprendesteI e de 9ue <oste inteiradoI sa. .ra <iel e %elosa de1ia ser <eita P6 .re os seres 8umanos. Cristo 1eio para en randecer a lei e a tornar loriosa.sp-ritoI 9ue é a Pala1ra de DeusI de1emos a.edoriaI por menospre%arem a in<lu2ncia do .reiro 9ue n)o tem de 9ue se en1er on8arI 9ue mane!a .er.sp-rito Santo e por despra%er Gs 1erdades da Pala1ra de DeusI muitos 9ue pro<essam ser crist)os e 9ue se ima inam competentes para ensinar a outrosI ser)o le1ados a 1oltar as costas aos re9uisitos de Deus.re1ir)o tempos tra.re1e estar)o cometendo maior pecado pela se1eridade e rude%a no trato para com a9ueles aos 9uais Deus apro1a.randa e condescendente de Timóteo pudesse le16Olo a es9ui1arOse de uma parte essencial de sua o.es as Sa radas LetrasI 9ue podem <a%erOte s6.reiro mais !o1em um alto idealI apontando os de1eres 9ue so.edientes a pais e m)esI in ratosI pro<anos. >a m)o de1emos ter o escudo da <éI e na ca.ilidade da o.>esta sua Pltima carta a TimóteoI Paulo e=pAs perante o o. >os preceitos de Sua santa leiI deu Deus uma re ra per<eita de 1idaJ e . Deus pro1eu meios a.K II Tim +M1 e $.ra. K7asKI continuouI Kos 8omens maus e en anadores ir)o de mal para piorI en anando e sendo en anados.oa o.osI . ao ser1o do Sen8or n)o con1ém contenderI mas sim ser manso para com todosI apto para ensinarI so<redorJ instruindo com mansid)o os 9ue resistemI a 1er se por1entura Deus P6 .eI porémI istoKI escre1euI K9ue nos Pltimos dias so.raI Paulo e=ortaOo a ser <iel em repro1ar o pecadoI e a repreender mesmo com <irme%a os 9ue <ossem culpados de males ra1es. O apóstolo ad1ertia Timóteo contra os <alsos mestres 9ue se introdu%iriam na i re!a. A B-. *4' pelos 9ue tin8am a responsa.. >ossa couraDa de1e ser de !ustiDa.ulas.re ele impendiam como ministro de Cristo. Toda a .aseada no amplo <undamento do amor a Deus e amor aos 8omensI e 9ue a o.scritura di1inamente inspirada é pro1eitosa para ensinarI para redar RirI para corri irI para instruir em !ustiDaJ para 9ue o 8omem de Deus se!a per<eitoI e per<eitamente instru-do para toda a . Precisamos uardarOnos contra a inde1ida se1eridade no trato com os P6 .eDa o capacete da sal1aD)oJ e com a espada do .usca de orientaD)o espiritual. entre os pro<essos ministros 86 os 9ue pre am as opini@es dos 8omens em lu ar da Pala1ra de Deus.unal de DeusI Paulo l8e ordena pre ar a Pala1raI n)o <órmulas e ditos 8umanosJ a testemun8ar prontamente de Deus onde 9uer 9ue se l8e apresentasse oportunidade O diante de randes con re aD@es ou de limitados c-rculosI !unto aos camin8os e nos laresI a ami os e a inimi osI <osse em se uranDa ou e=posto a di<iculdades e peri osI in!Pria e danos..erta irreli iosidadeI mas a pro<essos crist)os 9ue <a%em da inclinaD)o uiaI tornandoOse assim escra1os do eu.io para a sal1aD)o.2ncia a al uém t)o %eloso e <iel como era Timóteo é um <orte testemun8o da importSncia e responsa.lia é a armadura com 9ue nos podemos e9uipar para a luta.K KHo e tam.ra do ministro e1an élico.ém dos dese!os da mocidadeJ e se ue a !ustiDaI a <éI a caridadeI e a pa% com os 9ueI com um coraD)o puroI in1ocam o Sen8or.undantes para o 2=ito na luta contra o mal 9ue 86 no mundo.ia 9ue uma o. Tais pessoas est)o dispostas a atentar apenas Gs doutrinas 9ue l8es n)o P6 .em a pala1ra da 1erdade. *4+ 9ue erramJ mas precisamos tam.K II Tim +M' e +.K II Tim 'M1'O1&. Paulo sa. KSa. .al8osos. . Por9ue 8a1er6 8omens amantes de si mesmosI a1arentosI presunDososI so.ém ser cuidadosos para n)o perder de 1ista a e=cessi1a mali nidade do pecado.edi2ncia G lei de Deus. O apóstolo n)o <a% a9ui re<er2ncia a a.las<emosI deso. A9uele 9ue tem suas percepD@es espirituais em. Destes a<astaOte. 7ostrou 9ue ela est6 .K II Tim 'M1O*.

Paulo esta1a para terminar sua carreiraI e dese!a1a 9ue Timóteo tomasse o seu lu arI uardando a i re!a das <6. Depois 9ue <alou a In<inita Sa.K II Tim +M*.ilidadeJ e ele tra.re o 9ue saiu de Seus l6.araDo temporal 9ue pudesse impediOlo de darOse inteiramente ao tra. *4 Condenado G 7orte P6 . *4& 9ue estaria e=posto por sua <idelidadeI e a dar pro1a ca. Ape a1aOse G cru% de Cristo como sua arantia Pnica de sucesso.=asperado pela sua incapacidade em sustar a propa aD)o da reli i)o crist)I mesmo na casa imperialI decidiu 9ueI apenas se encontrasse um prete=to plaus-1elI o apóstolo seria morto. Deus <e% con8ecida a Sua 1ontadeI e é insensate% da parte do 8omem 9uestionar so. Fuando os <iéis e e=austos portaO.al8osI Paulo a<irma 9ue !6 8a1ia despac8ado T-9uico a <im de preenc8erOl8e a 1a a.st)o eles se preparando para preenc8er os claros 9ue se apresentam pela morte dos P6 . *4. >)o muito depois >ero pronunciou a decis)o 9ue condena1a Paulo G morte de m6rtir.re G compreens)o do 8omem os randes pro.ios tocados com santo <o o Kpre uem a Pala1raK.em como da consci2ncia.le mostrou como seus re9uisitos 1)o além dos atos e=terioresI e penetram os pensamentos e as intenD@es do coraD)o. O amor do Sal1ador era o permanente moti1o 9ue l8e da1a a 1itória em seus con<litos com o eu e em suas lutas contra o malI ao a1anDarI no ser1iDo de CristoI contra o desamor do mundo e a oposiD)o de seus inimi os. Depois de <alar das cenas de seu !ul amento perante >eroI da deserD)o de seus irm)os e da mantenedora raDa de um Deus 9ue uarda o concertoI Paulo terminou a carta recomendando seu amado Timóteo G uarda do Supremo PastorI o 9ualI mesmo 9ue os su.raDam seus preceitos ela se pro1ar6 um uia in<al-1elI li1randoOos de arruinarem a 1ida em desorientados es<orDos. .reiros 9ueI como PauloI se ten8am educado para utilidadeI 9ue ten8am uma pro<unda e=peri2ncia nas coisas de DeusI e 9ue se!am c8eios de <er1or e %elo.al8o de DeusJ a suportar de . *45 <iéisQ Ser6 a e=ortaD)o do apóstolo aceitaI ou1ido o c8amado ao de1erI em meio aos incitamentos ao e o-smo e am.sol1endo nem condenando o acusado ser1o de Deus. Paulo continua sua e=ortaD)oM K7as tu s2 só.ilidadesJ 8omens 9ue se!am cora!osos e 1erdadeirosJ 8omens em cu!o coraD)o Cristo est6 <ormado Ka esperanDa da lóriaK LCol.. 7as lo o 1oltou a maldade do imperador contra Paulo.K II Tim +M$.montan8a . A poucos espectadores se permitiu estar presentesJ pois seus perse uidoresI alarmados com a e=tens)o da sua in<lu2nciaI temiam 9ue <ossem an8os con1ersos para o cristianismo por meio das cenas de sua morte. Tito $M1$. Hala de sua solid)oI moti1ada pela deserD)o de al uns de seus ami os e a aus2ncia necess6ria de outrosJ e para 9ue Timóteo n)o 8esitasseI pelo receio de 9ue a i re!a de C<eso pudesse necessitar de seus tra.ios.em a todos por 9uem Cristo morreu.ulas 9ue dese!am.ilidades 1a as a ser por ele a!ustadas.edoria. Seu coraD)o esta1a c8eio de um pro<undo e permanente senso de sua responsa.atidosI cuidaria ainda de Seu re.le o admoesta1a a <u ir de todo o interesse e em.pastores pudessem ser a.lia encontramOse os Pnicos princ-pios se uros de aD)o.andeiras imolam a 1ida pelo amor G 1erdadeI 9uem ir6 G <rente para l8es ocupar o lu arQ Aceitar)o nossos !o1ens o sa rado encar o das m)os de seus paisQ .edi2ncia é o mais alto ditame da ra%)o . 1M$&NI e 9ue com l6. *4# Durante o !ul amento <inal de Paulo perante >eroI este imperador <icou t)o pro<undamente impressionado com a <orDa das pala1ras do apóstoloI 9ue protelou a decis)o do casoI n)o a.edecidaI le1a os 8omens a renunciar KG impiedade e Gs concupisc2ncias mundanasKI e a 1i1er Kneste presente século só.ne adosJ 8omens 9ue n)o se es9ui1em a pro1as e responsa.reiros a causa de Deus de<in8aI e erros <ataisI como mortal 1enenoI per1ertem a moral e destroem as esperanDas de rande parte da raDa 8umana. >ecessitaOse de 8omens santi<icados e a. O 9ue a i re!a necessita nestes dias de peri o é de um e=ército de o. 7asI até os soldados empedernidos 9ue o . Paulo <oi le1ado reser1adamente ao lu ar da e=ecuD)o. A 1ida de Paulo <oi uma e=empli<icaD)o das 1erdades 9ue ensina1aJ e nisto repousa1a seu poder. A leiI o. 7uitosI tanto entre ministros como entre o po1oI est)o tripudiando so. Assim é insultado o Criador do mundoI e Satan6s ri triun<ante aos sucessos de seus en anos.om rado a oposiD)oI a perse uiD)o e a in!Pria a P6 .lemas da 1idaJ e a todos os 9ue a. P6 .edoriaI n)o pode 8a1er 9uest@es am.re os mandamentos de Deus. Tudo o 9ue dele se re9uerI é sincera con<ormidade com a e=pressa 1ontade de Deus.an8o. A o.riaI e !ustaI e piamenteK.em 9ue um cidad)o romano n)o pudesse ser su.iD@es 9ue sedu%em a !u1entudeQ Paulo concluiu sua carta com mensa ens particulares a 16rias pessoasI e de no1o repete o ur ente pedido para 9ue Timóteo 1en8a ao seu encontro sem demoraI se poss-1el antes do in1erno. Com o crescente despre%o pela lei de DeusI 86 uma pro ressi1a a1ers)o pela reli i)oI um a1ultarOse do or ul8oI do amor aos pra%eresI da deso. A. .ra dum e1an elistaI cumpre o teu ministério.rio em tudoI so<re as a<liD@esI <a%e a o.edi2ncia da lei.al8a1a em -ntima comun8)o com A9uele 9ue é a <onte de !ustiDaI misericórdia e 1erdade. Por <alta de tais o. Se .al de seu ministério pelo empre o de todos os meios a seu alcance para <a%er o .edi2ncia aos pais e da tolerSncia consi o mesmoJ e 8omens pensantes em todas as partes est)o interro ando ansiososM Fue se pode <a%er para corri ir esses alarmantes malesQ A resposta se encontra na e=ortaD)o de Paulo a TimóteoM KFue pre ues a Pala1ra. C ela um transcrito da 1ontade de DeusI uma e=press)o da di1ina sa. 7as o inimi o de toda a !ustiDa tornou cati1o o mundo e tem le1ado 8omens e mul8eres G deso. Con<orme pre1iu PauloI multid@es t2mOse des1iado das claras e es9uadrin8adoras 1erdades da Pala1ra de Deus e escol8ido ensinadores 9ue l8es apresentem as <6.metido G torturaI <oi ele condenado a ser decapitado. >a B-.ulas e 8eresias pelas 9uais o inimi oI de 16rias maneirasI 9ueria a<ast6Ola da simplicidade do e1an el8o.uas para o 8omem solucionarI nem pode 8a1er possi.

ateI aca.M'. Asse urouOl8es 9ue nada <al8aria de tudo a9uilo 9ue o Sen8or <alara com respeito a Seus <il8os pro1ados e <iéis. 7uitos aceitaram o Sal1ador 9ue Paulo pre a1aI e sem demora selaram destemidamente com o san ue a sua <é.pastor . o peso de multi<ormes tentaD@esJ poderiam ac8arOse destitu-dos de con<orto terrestreJ poderiamI porémI animar o coraD)o com a certe%a da <idelidade de DeusI di%endoM K.K II Tim. Desses santos 8omens 9ue de século em século deram testemun8o de sua <éI ou1e ele a se uranDa de 9ue Deus é 1erdadeiro.O14.u o ressuscitarei no Pltimo dia.ei a carreiraI uardei a <é. De seus coo. Os poucos crist)os 9ue o acompan8aram para o local da e=ecuD)oI ele se es<orDou por <ortalecer e animarI repetindo as promessas <eitas G9ueles 9ue s)o perse uidos por causa da !ustiDa. A pa% celestial 9ue o sem. . 9uando a espada do carrasco desce e a som. . O apóstolo perdeu de 1ista seus próprios so<rimentosI 9ue se apro=ima1amI em sua solicitude por a9ueles 9ue ele esta1a prestes a dei=ar a lutar com o preconceitoI ódio e perse uiD)o.er o seu san ueJ ol8aI atra1és do calmo céu P6 . Do ca1aleteI das <o ueirasI das masmorrasI das co1as e ca1ernas da Terra ecoa em seus ou1idos o rito de triun<o dos m6rtires.arroI para 9ue a e=cel2ncia do poder se!a de DeusI e n)o de nós. 1M1$. Por al um tempo poderiam estar so. *1' con9uistou a morte é capa% de uardar o seu depósito. Ao encontrarOse no lu ar do mart-rioI n)o 12 a espada do carrasco ou a terra 9ue t)o lo o 86 de rece.atidosI mas n)o destru-dosJ tra%endo sempre por toda a parte a morti<icaD)o do Sen8or Jesus no nosso corpoI para 9ue a 1ida de Jesus se mani<este tam. Sua su<ici2ncia n)o esta1a em si mesmoI mas na presenDa e na operaD)o do di1ino . Para al uns 9ue testemun8aram seu mart-rioI o esp-rito de perd)o 9ue mani<estou para com seus assassinosI e sua ina.reiros apóstolosI 9ueI para pre ar o e1an el8o de CristoI sa-ram a en<rentar o <anatismo reli ioso e as superstiD@es pa )sI a perse uiD)o e o despre%oI 9ue n)o ti1eram a 1ida por preciosa desde 9ue pudessem le1ar a lu% da 1erdade em meio aos escuros la.ra da morte cai so.irintos da incredulidade O desses ele ou1e o testemun8o de Jesus como o Hil8o de DeusI o Sal1ador do mundo. Seu esp-rito se ape a G promessa do Sal1adorM K.terno.ati o .K II Tim. O pro<eta declaraM KTu conser1ar6s em pa% a9uele cu!a mente est6 <irme em TiJ por9ue ele con<ia em Ti.al61el con<ianDa em Cristo até o Pltimo momentoI mostraram ser um c8eiro de 1ida para 1ida.m tudo somos atri.etaI sua 1o% tem repercutido atra1és de todos os séculosI enri!ando com sua cora em mil8ares de testemun8as de CristoI e despertando em mil8ares de coraD@esI <eridos pela triste%aI o eco de sua ale ria triun<anteM K. 1M1$. Todos os 9ue com ele se associa1am sentiam a in<lu2ncia de sua P6 . Até o Pltimo instante a 1ida de Paulo testi<icou da 1erdade de suas pala1ras aos cor-ntiosM KPor9ue DeusI 9ue disse 9ue das tre1as resplandecesse a lu%I é 9uem resplandeceu em nossos coraD@esI para iluminaD)o do con8ecimento da lória de DeusI na <ace de Jesus Cristo.u sei em 9uem ten8o cridoI e estou certo de 9ue é poderoso para uardar o meu depósito até a9uele dia.K II Cor.K Jo)o . . Desde a oraI a coroa da !ustiDa me est6 uardadaI a 9ual o Sen8orI !usto Jui%I me dar6 na9uele diaJ e n)o somente a mimI mas tam.lante de Paulo irradia1a an8ou muitas almas para o e1an el8o. Seus pensamentos e esperanDas est)o centrali%ados na se unda 1inda de seu Sen8or.ste 8omem de <é contempla a escada da 1is)o de JacóI 9ue representa CristoI e 9ue li ou a Terra com o CéuI o 8omem <inito com o in<inito Deus.K II Tim.ssesI 9ue entre am a 1ida pela <éI declaram ao mundo 9ue A9uele em 9uem t2m crido é capa% de sal16Olos per<eitamente. +M.P6 . Lo o terminaria a noite de pro1aD@es e so<rimentosI e raiaria a ale re man8) da pa% e do dia per<eito. *14 acompan8a1amI ou1iram suas pala1rasI e com espanto o 1iram animoso e mesmo ale re G 1ista da morte. :.ém a todos os 9ue amarem a Sua 1inda. .le ou1e o testemun8o de almas <irmes 9ueI em. Sua 1ida est6 escondida com Cristo em DeusI e ele est6 persuadido de 9ue A9uele 9ue P6 .K Isa. O <ato de 9ue sua própria 1ida e=empli<ica1a a 1erdade 9ue pre a1aI da1a a sua pre aD)o um con1incente poder. Sua <é se <ortalece na recordaD)o de como os patriarcas e pro<etas con<iaram nA9uele 9ue é tam. *1$ a%ul da9uele dia de 1er)oI para o trono do .re o m6rtirI seu Pltimo pensamento a1anDaI do mesmo modo 9ue o primeiro 9uando ressuscitarI para encontrar o Doador da 1idaI 9ue o 86 de con1idar para o re o%i!o dos santos.ém seu arrimo e consolaD)oI e por 9uem est6 dando a 1ida. O 7inistério de Pedro *1 0m Hiel Su.om com.ém em nossos corpos. >isto reside o poder da 1erdade. $.u sei em 9uem ten8o crido. Com. Paulo le1a1a consi o a atmos<era do Céu. ?es atado pelo sacri<-cio de CristoI la1ado do pecado em Seu san ueI e re1estido de Sua !ustiDaI Paulo tem em si mesmo o testemun8o de 9ue sua alma é preciosa G 1ista de seu ?edentor. *11 uni)o com Cristo. Fuase 1inte séculos se passaram desde 9ue o idoso Paulo derramou seu san ue em testemun8o da Pala1ra de Deus e para testi<icar de Jesus Cristo. O ar umentoI mesmo 9uando se!a irrespond-1elI pode só pro1ocar oposiD)oJ mas o e=emplo piedoso tem um poder a 9ue é imposs-1el resistir completamente.M+4.O5.uladosI mas n)o an ustiadosJ perple=osI mas n)o desanimadosJ perse uidosI mas n)o desamparadosJ a. >en8uma m)o <iel re istrou para as eraD@es 1indouras as Pltimas cenas da 1ida deste santo 8omemJ a inspiraD)oI porémI nos preser1ou seu testemun8o ao morrer ele. A in<lu2ncia espontSnea e inconsciente de uma 1ida santa é o mais con1incente serm)o 9ue se pode <a%er em prol do cristianismo. +M.u !6 estou sendo o<erecido por aspers)o de sacri<-cioI e o tempo de min8a partida est6 pró=imo. O apóstolo esta1a a ol8ar para o rande alémI n)o com incerte%a ou terrorI mas com esperanDa e anelante e=pectati1a. TemosI porémI este tesouro em 1asos de . Como o clan or de uma trom.sp-rito 9ue l8e enc8ia a almaI e le1a1a cati1o todo o entendimento G 1ontade de Cristo.ora despo!adasI a<li idasI atormentadasI d)o testemun8o da <éI destemido e soleneI declarandoM K. .

KBendito se!a o Deus e Pai de nosso Sen8or Jesus CristoKI e=clamaI K9ueI se undo a Sua rande misericórdiaI nos erou de no1o para uma 1i1a esperanDaI pela ressurreiD)o de Jesus Cristo dentre os mortosI para uma 8eranDa incorrupt-1elI incontamin61elI e 9ue se n)o pode murc8arI uardada nos Céus para 1ósI 9ue mediante a <é estais uardados na 1irtude de Deus para a sal1aD)oI !6 prestes para se re1elar no Pltimo tempo. . 1M'O*.P6 .K I Ped.al8o especial pelos crentesI <ortalecendoOos na <é em Cristo. a disciplina do 7estre por e=cel2ncia.oas o. >ecessitam aprender a respeito da repreens)o 9ue é amorI do olpe 9ue <ere para curarI da ad1ert2ncia 9ue <ala de esperanDa. Os seres 8umanosI dados eles próprios ao malI s)o inclinados a tratar duramente com os tentados e os 9ue erram. $$M'$. Suas ep-stolas <oram o meio de rea1i1ar o Snimo e <ortalecer a <é da9ueles 9ue esta1am so<rendo pro1as e a<liD@esI e de reno1ar as . Se o car6ter e a conduta do pastor s)o um e=emplo da 1erdade 9ue ad1o aI o Sen8or por6 em sua o. 1M.om tra.al8ar especialmente pelos !udeusI le1ou contudo seu testemun8o a muitas terrasI e <ortaleceu a <é de multid@es no e1an el8o.m meio G tormenta da tentaD)o ele compreendeu 9ue o 8omem só pode andar se uramente 9uandoI em a. . Da1a ele perante os incrédulos positi1o testemun8o com respeito ao 7essiasI tra.ra 9ue este apóstolo de1ia <a%er no <uturo pelos 9ue 1iessem para a <é.ila1amOse os primeiros crist)osI mesmo em tempos de se1era pro1a e a<liD)o. *1* Hoi depois de 8a1er sido le1ado G renPncia do eu e G inteira con<ianDa no poder di1inoI 9ue Pedro rece.soluta descon<ianDa própriaI con<ia no Sal1ador. Cristo 8a1ia dito a PedroI antes de este O 8a1er ne adoM KFuando te con1erteresI con<irma teus irm)os. Para esta o.ra a própria e=peri2ncia do pecadoI do so<rimento e arrependimento de Pedro o 8a1ia preparado.K Luc.ilidade.an8o. A in<lu2ncia de seu testemun8o re<erente a Jesus de >a%aré se estendia amplamente.al8oJ mas sem o amor de Cristo no coraD)oI a o. *15 reno1ada re!u.=altou sempre a Jesus de >a%aré como a .K I Ped.an8o de Deus.em como Sua consolaD)oI tin8am sido a. Durante os ati1os anos de ministério 9ue se se uiram ao derramamento do . >a Pltima reuni)o de Cristo com Seus disc-pulos !unto ao marI PedroI pro1ado pela per unta tr2s 1e%es repetidaM KAmasO7eQK LJo)o $1M1*O1&N tin8a sido rea. O pastor e o re. Busca1aI por todos os meios ao seu alcanceI educar os crentes para o ser1iDo ati1o. I Ped. A maneira do Sal1ador tratar com Pedro tin8a uma liD)o para ele e para seus irm)os.ra do ministro crist)o é um <racasso. Seu piedoso e=emplo e incans61el ati1idade inspira1am muitos P6 .ras dos 9ueI assediados por tentaD@es de toda ordemI esta1am em peri o de perder seu ape o a Deus.an8o do Sen8or.undantesJ al uém cu!o ser todo tin8a sido trans<ormado pela raDaI e cu!a esperanDa de 1ida eterna era certa e <irme. *1.pastor.ilitado em seu lu ar entre os do%e. P6 . ao assumir o apóstolo o encar o de ministrar a outrosI de1ia tratar o trans ressor com paci2nciaI simpatia e compassi1o amor. 1M11.ra o selo de Sua apro1aD)o. . . *1& !o1ens promissores a se entre arem inteiramente G o. Sua o. >esta esperanDa de uma 8eranDa se ura na Terra P6 . Con9uanto ti1esse Pedro ne ado a seu Sen8orI o amor de Jesus por ele !amais 1acilara.an8o ser)o umI unidos pela comum esperanDa em Cristo. Durante seu ministérioI Pedro 1i iou <ielmente o re.ra do ministério. Lem.ilidades 9ue l8e <oram outor ados pelo Sal1ador. Para 9ue a pro1a da 1ossa <éI muito mais preciosa do 9ue o ouro 9ue perece e é pro1ado pelo <o oI se ac8e em lou1orI e 8onraI e lóriaI na re1elaD)o de Jesus CristoJ ao 9ualI n)o O 8a1endo 1istoI amaisJ no 9ualI n)o O 1endo a ora..ra tin8aOl8e sido indicada O alimentar o re. 7esmo 9ue Pedro possu-sse todas as outrasI sem o amor de Cristo ele n)o seria um <iel pastor do re. K.uscar sal1ar os 9ue esta1am <ora do redilI mas de1ia ser um pastor do re. .m 9ue 1ós randemente 1os ale raisKI escre1eu PedroI Kainda 9ue a ora importaI sendo necess6rioI 9ue este!ais por um pouco contristados com 16rias tentaD@es.ssas cartas le1am a impress)o de terem sido escritas por al uém em 9uem os so<rimentos de CristoI . .re ele 8a1ia sido posta dupla responsa. P6 . >)o antes 9ue ti1esse ele recon8ecido sua <ra9ue%aI poderia con8ecer a necessidade 9ue tem o crente de con<iar em Cristo.O#.les n)o podem ler o coraD)oJ n)o con8ecem suas lutas e pesares. . Aumentando o nPmero de crentes em Jerusalém e outros lu ares 1isitados pelos mensa eiros da cru%I os talentos do apóstolo Pedro se pro1aram de inestim61el 1alor para a primiti1a i re!a crist). Cristo <e% menD)o a Pedro de uma Pnica condiD)o de ser1iDo O KAmasO7eQK Jo)o $1M1&. So. A oraI con1ertido e aceitoI de1ia ele n)o somente . Con8ecimentoI . O amor de Cristo n)o é um sentimento 1olP1elI mas um princ-pio 1i1oI o 9ual se mani<esta como um poder permanente no coraD)o.sp-rito no dia do PentecosteI ele se encontra1a entre os 9ue se empen8a1am incansa1elmente para entrar em contato com os !udeus 9ue 1in8am a Jerusalém para adorar por ocasi)o das <esti1idades anuais.al8o do apóstolo Pedro.ssas pala1ras denota1am a ampla e e<iciente o. Com o passar do tempo a in<lu2ncia do apóstolo como educador e l-der cresceuJ e con9uanto !amais perdesse de 1ista sua preocupaD)o de tra.. *1+ Pouca menD)o se <a% no li1ro de Atos 9uanto ao Pltimo tra. >os Pltimos anos de seu ministérioI Pedro <oi inspirado a escre1er aos crentes Kdispersos no PontoI (al6ciaI CapadóciaI Xsia e Bit-niaK.sta é a 9uali<icaD)o essencial.rando sua própria <ra9ue%a e 9uedaI de1ia tratar as o1el8as e cordeiros entre ues a seu cuidado com a mesma ternura 9ue Cristo ti1era com ele.uto de lou1or e raDas. . 1os ale rais com o%o ine<61el e loriosoJ alcanDando o <im da 1ossa <éI a sal1aD)o das almas.al8ando <er1orosamente para a con1ers)o delesI <a%endo ao mesmo tempo tra.an8o 9ue l8e <ora con<iadoI tornandoOse assim di no do encar o e responsa.speranDa de IsraelI o Sal1ador da 8umanidade.eu o c8amado para a ir como um su. 7antin8a sua própria 1ida so. >o in-cio de sua primeira cartaI o encanecido ser1o de Deus rende a seu Sen8or tri.ene1ol2nciaI elo9R2nciaI %elo O tudo isto é essencial para um .

!eti1o de instruir os crentes de todas as épocasI e t2m si ni<icado especial para os 9ue 1i1em no tempo em 9ue K!6 est6 pró=imo o <im de todas as coisasK.. P6 . Cristo <oi o re1elador da 1erdade ao mundo. KPortantoI cin indo os lom. 7as só pelo precioso san ue do Hil8o de Deus podia o trans ressor ser redimido.K I Ped.eis a raDa de nosso Sen8or Jesus CristoI 9ueI sendo ricoI por amor de 1ós Se <e% po.edi2ncia G Pala1ra produ% o <ruto da 9ualidade re9uerida O Kcaridade <raternalI n)o <in idaK.eni no. *1# re1elaD)o de Jesus CristoJ . KPor9ue toda a carne é como er1aKI declarou o apóstoloI Ke toda a lória do 8omem como a <lor da er1a. Por .. *$1 nós.sp-rito e poder. >)o de1em permitir 9ue a mente se demore ao acaso em cada assunto 9ue o inimi o das almas possa su erir.scriturasI por cu!a compreens)o ade9uada poderiam eles <a%er o.riosI e esperai inteiramente na raDa 9ue se 1os o<ereceu na P6 . c8eio de raDa e de 1erdade. 1M$$. $M1O'. Se a prata e o ouro <ossem su<icientes para a compra da sal1aD)o do 8omemI 9u)o <6cil isto teria sido para A9uele 9ue di%M K7in8a é a prataI e 7eu é o ouro. $M# e 14.nsinador <oram ditas aos 9ue ent)o n)o as entenderam. 'M1+. Assim <oi com Pedro e seus condisc-pulos.As pala1ras do apóstolo <oram escritas com o o.2nD)o da sal1aD)oI Ko dom ratuito de Deus é a 1ida eternaI por Cristo Jesus nosso Sen8orK. I Ped. 1M1&O$1.K Jo)o 1M1+ e 1.ril8ouOl8es no esp-rito como no1a re1elaD)oI e a 1erdadeI inalterada e puraI encontrou lu ar para si. .. K:ós sois a eraD)o eleitaKI escre1euI Ko sacerdócio realI a naD)o santaI o po1o ad9uirido para 9ue anuncieis as 1irtudes dA9uele 9ue 1os c8amou das tre1as para a Sua mara1il8osa lu%J 1ósI 9ue em outro tempo n)o éreis po1oI mas a ora sois po1o de DeusJ 9ue n)o t-n8eis alcanDado misericórdiaI mas a ora alcanDastes misericórdia. 3e.rar promessas 9ue l8e con<ortariam o coraD)o e <ortaleceriam a <é no Onipotente. O apóstolo es. Suas e=ortaD@es e ad1ert2nciasI .ém santos em toda a 1ossa maneira de 1i1erJ por9uanto escrito est6M Sede santosI por9ue . A Pala1ra testi<icou por intermédio delesI 8omens por . O plano da sal1aD)o <oi ela.. Cristo Se deu por nós para nos redimir de toda a ini9Ridade. O apóstolo e=ortou os crentes a estudar as . FuandoI depois de Sua ascens)oI o . Os 9ue n)o 9uerem cair presa dos en anos de Satan6sI de1em uardar . 1M$'.sp-rito SantoI as 1erdades di1inas s)o impressas no coraD)oI sur em no1as concepD@esI e as ener ias outrora dormentes despertam para cooperar com Deus. O coraD)o de1e ser <ielmente uardadoI pois de outra maneira os males e=ternos despertar)o os internosI e a alma 1a ar6 em tre1as. 5M#.er Cristo como a Pala1ra de Deus.ste amor tem a sua ori em no CéuI e condu% aos mais altos moti1os e aD@es altru-stas. 7uitasI porémI das mais preciosas liD@es do rande . A o. O apóstolo procurou ensinar aos crentes 9u)o importante é uardar a mente de 1a ar por temas proi.ém 9ue a compreens)o das .sp-rito Santo le1ou Seus ensinos G lem. 7uitos dos crentes a 9uem Pedro diri iu suas cartas esta1am 1i1endo no meio do pa anismoI e muito dependia de permanecerem eles <iéis G alta 1ocaD)o de sua pro<iss)o. todos nós rece. Pedro sa.K I Ped.oDa com clare%a a atitude 9ue de1eriam os crentes sustentar em relaD)o Gs autoridades ci1isM KSu!eitaiO1os pois a toda a ordenaD)o 8umana por amor do Sen8orM 9uer ao reiI como superiorJ 9uer aos o1ernadoresI como por . KAndai em temorI durante o tempo da 1ossa pere rinaD)oJ sa.ra se ura para a eternidade. KPuri<icando as 1ossas almas na o.reJ para 9ue pela Sua po. n)o 1os con<ormando com as concupisc2ncias 9ue antes 8a1ia em 1ossa i norSnciaJ masI como é santo A9uele 9ue 1os c8amouI sede 1ós tam.le credes em DeusI 9ue O ressuscitou dos mortosI e L8e deu lóriaI para 9ue a 1ossa <é e esperanDa esti1essem em Deus.em as 1ias de acesso G almaJ de1emOse es9ui1ar de lerI 1er ou ou1ir tudo 9uanto su ira pensamentos impuros.nt)o a mara1il8osa e=peri2ncia da 1ida do Sal1ador tornouOse deles. . I Ped. . $M11 e 1$.K I Ped. FuandoI mediante o .sten8ais das concupisc2ncias carnais 9ue com.K K.endo 9ue n)o <oi com coisas corrupt-1eisI como prata ou ouroI 9ue <ostes res atados da 1ossa 1) maneira de 1i1er 9ue por tradiD)o rece.ém da Sua plenitudeI e raDa por raDa. I Ped. O apóstolo insistia em seus pri1ilé ios como se uidores de Cristo Jesus. Dei=ando pois toda a mal-ciaI e todo o en anoI e <in imentosI e in1e!asI e todas as murmuraD@esI dese!ai a<etuosamenteI como meninos no1amente nascidosI o leite racionalI n)o <alsi<icadoI para 9ue por ele 1ades crescendoJ se é 9ue !6 pro1astes 9ue o Sen8or é .edi2ncia G 1erdadeI para caridade <raternalI n)o <in idaKI continua P6 .re%a enri9uec2sseis.emos tam..ia 9ue na e=peri2ncia de cada alma <inalmente 1itoriosa 8a1eria cenas de perple=idade e pro1aJ mas sa.ranDa dos disc-pulosI seus dormentes sentidos despertaram. 1M$+ e $*. 1M1'O1.itou entre P6 . SecouOse a er1aI e caiu a sua <lorJ mas a Pala1ra do Sen8or permanece para sempreJ e esta é a Pala1ra 9ue entre 1ós <oi e1an eli%ada.o Se <e% carneI e 8a.orado em sacri<-cio.scrituras capacitaria o tentado a relem.le a incorrupt-1el semente O a Pala1ra de Deus O <oi semeada nos coraD@es 8umanos. . O apóstolo Paulo escre1euM KPor9ue !6 sa.le en1iados para .em como suas pala1ras de <é e de SnimoI s)o de necessidade para todas as almas 9ue dese!em conser1ar sua <é K<irmementeK Katé ao <imK.K II Cor.K I Ped.le escol8idosI e eles proclamaram a poderosa 1erdadeM KO :er.idosI ou de astar sua ener ia em assuntos tri1iais. ?om. *$4 PedroI KamaiO1os ardentemente uns aos outros com um coraD)o puro.atem contra a almaJ tendo o 1osso 1i1er 8onesto entre os entiosJ para 9ueI na9uilo em 9ue <alam mal de 1ósI como de mal<eitoresI lori<i9uem a Deus no dia da 1isitaD)o.. como a so.K A eu $M5.K I Ped.u sou santo.os do 1osso entendimentoKI escre1eu PedroI Ksede só.ia tam.estes dos 1ossos paisI mas com o precioso san ue de CristoI como de um Cordeiro imaculado e incontaminadoI o 9ualI na 1erdadeI em outro tempo <oi con8ecidoI ainda antes da <undaD)o do mundoI mas mani<estado nestes Pltimos tempos por amor de 1ósJ e por .ste no1o nascimento é o resultado de rece. Fuando a 1erdade se torna um princ-pio dominante na 1idaI a alma é eradaI Kn)o de semente corrupt-1elI mas da incorrupt-1elI pela Pala1ra de DeusI 1i1aI e 9ue permanece para sempreK.. O si ni<icado dessas 1erdades .re e=celente .M$'. *$$ KAmadosI peDoO1osI como a pere rinos e <orasteirosI 9ue 1os a.K A Pala1ra de Deus O a 1erdade O é o conduto pelo 9ual o Sen8or mani<esta Seu . .

.an8o de CristoI o apóstolo escre1eM KApascentai o re.antes.an8o do Sen8or. . KO en<eite delasKI aconsel8ouI Kn)o se!a o e=teriorI no <risado dos ca. A oraI 9uando seu corpo outrora ati1o esta1a cur1ado ao peso dos anos e tra.raseI a <im de serem puri<icados.elosI no uso de !óias de ouroJ na compostura de 1estidosJ mas o 8omem enco.le <a% recair so.al8ar de <orma aceit61el nesta 1idaI e serem na <utura . .K 7at.K 7at. *$+ Klin8o <inoI . .ons e 8umanosI mas tam.rancoJ por9uanto s)o di nas disso.pastores do re.ém Cristo padeceu por nósI dei=andoOnos o e=emploI para 9ue si ais as Suas pisadas.an8o de Deus 9ue est6 entre 1ósI tendo cuidado deleI n)o por <orDaI mas 1oluntariamenteJ nem por torpe anSnciaI mas de Snimo prontoJ nem como tendo dom-nio so.re Seu po1o como pro1asI 1em para 9ue alcancem mais pro<unda piedade e maior <orDa para le1ar a1ante os triun<os da Cru%. .pastores de1em e=ercer atento cuidado so. >en8um adorno e=terno se compara em 1alor ou ama. 7inistrar si ni<ica mais 9ue pre ar serm@esJ si ni<ica tra.ilidades como su.ra. A i re!a na Terra é composta de 8omens e mul8eres <al-1eisI 9ue necessitam de es<orDos la. Porém na <ornal8a de <o o ardente de1ia ele aprender essa liD)o. 3onrai o rei.re 1ós para 1os tentarI como se coisa estran8a 1os acontecesse.elo e dese!6OloJ mas Deus dese!a 9ue primeiro amemos e .an8o.M$+. Hoi para o disc-pulo uma amar a liD)oI 9ue ele n)o aprendeu sen)o 1a arosamenteI a de 9ue a senda de Cristo na Terra é <eita de so<rimento e 8umil8aD)o. Por9ue assim é a 1ontade de DeusI 9ueI <a%endo .K Diri indoOse aos anci)os da i re!aI no tocante a suas responsa. O 9ualI 9uando O P6 .ssa os <ar6 .K Os 9ue eram ser1osI <oram aconsel8ados a permanecer su!eitos Kcom todo temor aos sen8oresI n)o somente aos . A compai=)o própriaI 9ue se es9ui1a1a de se uir a Cristo no so<rimentoI preparou as ra%@es de Pedro. 'M+.oca G i norSncia dos 8omens loucosJ como li1resI e n)o tendo a li. KPelos seus <rutos os con8ecereis.re1en8a a Seus <il8os nen8uma a<liD)o 9ue n)o se!a essencial ao seu .ilidade com Kum esp-rito manso e 9uietoKI o P6 .le le1a essas almas a di<erentes posiD@es e 1ariadas circunstSnciasI para 9ue possam desco. KSe al uém 9uiser 1ir após 7imKI disse JesusI KrenuncieOse a si mesmoI tome so.ilitandoOse para o ser1iDo.m Sua pro1id2ncia .K As pro1as s)o parte da educaD)o rece. Fuando o Sal1ador deu a con8ecer aos disc-pulos os so<rimentos e morte 9ue O espera1amI Pedro e=clamouM KSen8orI tem compai=)o de TiJ de modo nen8um Te acontecer6 isso.emI tapeis a .ranco e puroK LApoc. 1. >)o raro permite 9ue o <o o da a<liD)o os a.us9uemos a . KAmadosKI escre1eu eleI Kn)o estran8eis a ardente pro1a 9ue 1em so. Sua promessa éM KComi o andar)o de . C !usto amar o .M$$.erdade por co.elos e amados a9uiI e ser6 depois sua sen8a para admiss)o ao pal6cio do ?ei.re o re.oriosos e pacientes para 9ue se!am disciplinados e educados para tra.ra de Cristo.re 1ós para 1os tentarI como se coisa estran8a 1os acontecesseJ mas ale raiO1os no <ato de serdes participantes das a<liD@es de CristoJ para 9ue tam. 1.em presente e eterno. O adorno interior de um esp-rito manso e 9uieto é inestim61el. Ol8ando com 1is)o pro<ética para os peri osos tempos em 9ue a i re!a de Cristo esta1a para entrarI o apóstolo e=ortou os crentes a permanecerem <irmes em <ace das pro1as e so<rimentos.ele%a do altoI 9ue é imperec-1el. KPor9ueKI continua o apóstoloI Ké coisa a rad61elI 9ue al uémI por causa da consci2ncia para com DeusI so<ra a ra1osI padecendo in!ustamente.K Os 9ue ocupam a posiD)o de su. Amai a <raternidade.ertura da mal-ciaI mas como ser1os de Deus. Isto n)o 9uer di%er 1i ilSncia ditatorialI mas 9ue propenda a encora!arI <ortalecer e a le1antar. Por9ue para isto sois c8amadosJ pois tam. >a 1ida do 1erdadeiro crist)o o adorno e=terno est6 sempre em 8armonia com a pa% e a santidade internas. A9uele 9ue l2 os coraD@es 8umanos con8eceOl8es as <ra9ue%as mel8or do 9ue eles mesmos as poderiam con8ecer.re o madeiroI para 9ueI mortos para os pecadosI pudéssemos 1i1er para a !ustiDaJ e pelas Suas <eridas <ostes sarados. P6 . O cuidado de Deus por Sua 8eranDa é incessante.casti o dos mal<eitoresI e para lou1or dos 9ue <a%em o .re si a sua cru%I e si aO 7e.le n)o permite 9ue so.ém aos mausK.re a 8eranDa de DeusI mas ser1indo de e=emplo ao re. *$.ida na escola de CristoI para puri<icar os <il8os de Deus da escória do 9ue é terreno.st6culos s)o Seus métodos escol8idos de disciplinaI e as condiD@es por . 9uando aparecer o Sumo PastorI alcanDareis a incorrupt-1el coroa de lória. Temei a Deus. *$' in!uria1amI n)o in!uria1aI e 9uando padecia n)o ameaDa1aI mas entre a1aOse /9uele 9ue !ul a !ustamenteJ le1ando . *$* Dese!a puri<icar Sua i re!a da mesma maneira como Cristo puri<icou o templo durante Seu ministério terrestre.K A liD)o se aplica aos crentes em todas as eras.al8osI pAde ele escre1erM KAmadosI n)o estran8eis a ardente pro1a 9ue 1em so. O sacri<-cio e a ne aD)o do eu assinalar)o a 1ida do crist)o.oca se ac8ou en ano.o<eteados e so<reisQ mas seI <a%endo . &M$4.le indicadas para o 2=ito. . 1#M1+NI 9ue todos os santos da Terra usar)o. Tudo 9uanto .K 7at.K Apoc.re12m e=peri2ncias pro.al8o %eloso e pessoal.K O apóstolo e=orta as mul8eres crist)s a manterem 1ida pura e serem modestas no tra!e e no comportamento.rir os de<eitos 9ue est)o ocultos ao seu próprio con8ecimento. D6Ol8es oportunidades de 1encer esses de<eitosI 8a.ém na re1elaD)o da Sua lória 1os re o%i!eis e ale reis. O 9ual n)o cometeu pecadoI nem na Sua . Pro1as e o.erto no coraD)oJ no incorrupt-1el tra!e de um esp-rito manso e 9uietoI 9ue é precioso diante de Deus.erta para os redimidos do Sen8or. Por 9ueI 9ue lória ser6 essaI seI pecandoI sois es. a e1id2ncia de 9ue o osto est6 mudado ser6 1ista no 1estu6rio de todo a9uele 9ue anda na 1ereda a. Por9ue éreis como o1el8as des arradasJ mas a ora tendes 1oltado ao Pastor e Bispo das 1ossas almas.I P6 .le mesmo em Seu corpo os nossos pecados so.em. C por9ue Deus est6 uiando Seus <il8os 9ue l8es so.le 12 9ue al uns t2m 9uali<icaD@es 9ueI se apropriadamente diri idasI poderiam ser usadas no a1anDamento de Sua o. 3ou1e um tempo na e=peri2ncia de Pedro em 9ue ele n)o se dispun8a a 1er a cru% na o. 3onrai a todos.emI sois a<li idosI e o so<reisI isso é a rad61el a Deus.

ra de ministério pessoal para outroI seu tra. 'M1& e 15. Por9ueI se em 1ós 8ou1er e P6 .ra escol8e a parte 9ue demanda o menor sacri<-cioI contentandoOse com pre arI e dei=a a o. C para Deus lóriaI dar . K. I Ped.le. Pela pre aD)o da Pala1ra e pelo ministério pessoal nos lares do po1oI toma con8ecimento de suas necessidadesI triste%a e pro1asJ eI cooperando com A9uele 9ue le1a o maior <ardoI participa das a<liD@es delesI con<ortaOos em seus dissa.al8ar no esp-rito de Cristo para pAr as coisas em ordem.ras de Deus. 36 para o su. *M*O#.K I Ped.stas pala1ras s)o plenas de instruD)o e <erem a nota tAnica da 1itória.riosJ 1i iaiJ por9ue o dia.K II Ped. *$& 8ipocrisia.os de1oradores 9ue n)o poupariam o re.an8o.ai=o da potente m)o de DeusI para 9ue a seu tempo 1os e=alteJ lanDando so. 3umil8aiO1os pois de. 1ós tam.le nos tem dado rand-ssimas e preciosas promessasI para 9ue por elas <i9ueis participantes da nature%a di1inaI 8a1endo escapado da corrupD)oI 9ue pela concupisc2ncia 86 no mundo. 7uitos tin8am !6 e=perimentado a participaD)o nos so<rimentos de CristoI e lo o a i re!a de1ia passar por um per-odo de terr-1el perse uiD)o.edoriaI e !ustiDaI e santi<icaD)o e redenD)o.ir de rau a de rauI passo após passoI para o alto ideal de Cristo para nós.oI 1osso ad1ers6rioI anda em derredorI . .reOse ele portanto 9ue Ka sa.er.al8o pessoal .al8am. o Deus de toda raDaKI orou ele com <er1orI K9ue em Cristo Jesus 1os c8amou G Sua eterna lóriaI depois de 8a1erdes padecido um poucoI .sp-rito SantoI e 9ue culti1em amor <orte e altru-sta por a9ueles por 9uem tra. Deus tem c8amado Seu po1o para lória e 1irtudeI e isso de1er6 mani<estarOse na 1ida de todo o 9ue 1erdadeiramente se associa a . 1M*. A . Amém. Lo o se le1antariam lo. A o. Assim é .edoria 9ue do alto 1em éI primeiramenteI puraI depois pac-<icaI moderadaI trat61elI c8eia de misericórdia e de .ons <rutosI sem parcialidade e sem P6 . 1M1O5.coroados de lória e imortalidade. Sede só. Lem. . *$# >a se unda carta en1iada por Pedro aos 9ue com ele 8a1iam alcanDado K<é i ualmente preciosaKI o apóstolo e=p@e o plano di1ino para desen1ol1imento do car6ter crist)o. Somos sal1os pelo su. Os mem. Almas por 9uem Cristo morreu est)o perecendo por <alta de tra.ra 9ue re9uer tatoI 9uando é ele c8amado a en<rentar a apostasiaI descontentamentoI in1e!a e ciPmes na i re!aI e ele ter6 9ue tra. Com pala1ras de encora!amento e Snimo Pedro diri iu o pensamento dos crentes das presentes pro1as e <uturas cenas de so<rimento Kpara uma 8eranDa incorrupt-1elI incontamin61el e 9ue se n)o pode murc8arK. O esp-rito do 1erdadeiro pastor é de inteiro es9uecimento de si mesmo.al8o n)o ser6 aceito por Deus.le tem cuidado de 1ós. >ecessitaOse de pastores O pastores <iéis O 9ue n)o lison!eiem o po1o de DeusI nem o tratem com dure%aI mas alimentemOno com o p)o da 1ida O 8omens 9ue sintam diariamente na 1ida o poder con1ertedor do .ramando como le)oI . Dentro de .ra do ministro no pPlpitoI mas por tra.le toda a 1ossa ansiedadeI por9ue . *M14 e 11.em diri idoJ e tem malcompreendido o seu c8amado 9uemI ao entrar para o ministérioI n)o se disp@e ao tra.le perde de 1ista o eu para 9ue possa <a%er as o. .an8o eram e=ortados a se uir o e=emplo dos mais 1el8os na pr6tica da 8umildade P6 .re1es anos muitos dos 9ue tin8am sido mestres e l-deres na i re!a de1iam depor a 1ida pelo e1an el8o. O apóstolo apresenta perante os crentes a escada do pro resso crist)oI cu!os de raus representam cada 9ual um acréscimo no con8ecimento de Deus e em cu!a ascens)o n)o de1e 8a1er parada. Tia. Ora o <ruto da !ustiDa semeiaOse na pa%I para os 9ue e=ercitam a pa%K.scre1eM K(raDa e pa% 1os se!am multiplicadasI pelo con8ecimento de DeusI e de Jesus nosso Sen8orJ 1isto como o Seu di1ino poder nos deu tudo o 9ue di% respeito G 1ida e piedadeI pelo con8ecimento dA9uele 9ue nos c8amou por Sua lória e 1irtudeJ pelas 9uais . .osI sede su!eitos aos anci)osJ e sede todos su!eitos uns aos outrosI e re1estiO1os de 8umildadeI por9ue Deus resiste aos so. *'4 a. 7as nada disto de1ia desencora!ar a9ueles cu!as esperanDas esta1am centrali%adas em Cristo.le mesmo 1os aper<eiDoar6I con<irmar6I <orti<icar6 e <ortalecer6.pastor <a%er uma o.m relaD)o com as instruD@es 9ue d6 aos 9ue ocupam posiD@es de responsa. KSemel8antemente 1ósI mance.re .uscando a 9uem possa tra ar. .ra é o ministro assistido pelos an!os do CéuI sendo ele próprio instru-do e iluminado na 1erdade 9ue o torna s6. 1M+. HéI 1irtudeI ci2nciaI temperanDaI paci2nciaI piedadeI amor <raternal e caridade s)o os de raus da escada.K I Ped.undarem estas coisasI n)o 1os dei=ar)o ociosos nem estéreis no con8ecimento de nosso Sen8or Jesus Cristo.ilidade na i re!aI o apóstolo es. Hielmente de1em ser ad1ertidosI repreendido o pecadoI endireitados os errosI n)o apenas pela o. Assim escre1eu Pedro aos crentes num tempo de peculiar pro1aD)o para a i re!a.K K. Ao 9ual resisti <irmes na <é. *$5 crist).<és.le se!a a lória e o poderio para todo o sempre. I Ped.an8o re9uer. .io para a sal1aD)o.ra do ministro do e1an el8o é Kdemonstrar a todos 9ual se!a a dispensaD)o do mistérioI 9ue desde os séculos este1e oculto em DeusK. *$ Hirme Até o Him P6 . 'M#. O coraD)o contuma% pode o.oresI <artaO l8es a alma <aminta e sal1aOl8es o coraD)o para Deus.émI pondo nisto mesmo toda a dili 2nciaI acrescentai G 1ossa <é a 1irtudeI e G 1irtude a ci2nciaI e G ci2ncia temperanDaI e G temperanDa paci2nciaI e G paci2ncia piedadeI e G piedade amor <raternalJ e ao amor <raternal caridade.!etar G 1erdade e o ser1o de Deus est6 su!eito a ser malcompreendido e criticado.osI mas d6 raDa aos 8umildes. 3a1endoOse tornado participantes do dom celestialI de1em prosse uir para a per<eiD)oI K uardados na 1irtude de Deus para a sal1aD)oK.al8o pessoal.le <eito para nós sa. Se al uém ao entrar nesta o.oDa al uns princ-pios erais 9ue de1iam ser se uidos por todos 9ue esti1essem inclu-dos na comun8)o da i re!a.al8o pessoal 9ue o cuidado do re.ros mais no1os do re. >esta o.le Sua 1irtude a Seus <il8os.le dese!a 1er 8omens e mul8eres alcanDar a mais ele1ada normaJ e 9uando pela <é se ape arem ao poder de CristoI 9uando pleitearem Suas in<al-1eis promessasI .

edi2ncia.ém nosso Sen8or Jesus Cristo !6 mo tem re1elado. A santidade 9ue a Pala1ra de Deus declara de1er ele possuir antes 9ue possa ser sal1oI é o resultado da operaD)o da di1ina raDaI ao su. >in uém precisa dei=ar de alcanDar em sua es<era a per<eiD)o do car6ter crist)o.ste é o 7eu Hil8o amadoI em 9uem 7e ten8o compra%ido.le n)o tem sa. O apóstolo Pedro ti1era uma lon a e=peri2ncia nas coisas de Deus. Constantemente de1e orar para 9ue o Sal1ador sare os distPr. Com ampla certe%a de <éI o idoso disc-pulo e=orta os irm)os G <irme%a de propósito na 1ida crist).sp-rito Santo 9ue l8es n)o ser6 ne adoI ent)o se <ar)o completos n. :erdadeiramente lament61el é a condiD)o dos 9ueI perdendoOse no camin8oI permitem 9ue o inimi o das almas l8es rou. >en8uma .O15. .ern6culoI despertarO1os com admoestaD@esM Sa. ten8o por !ustoI en9uanto esti1er neste ta. 1M#.endo 9ue lo o de1er6 ser le1ado a so<rer mart-rio por sua <éI uma 1e% mais c8ama a atenD)o para os preciosos pri1ilé ios 9ue est)o ao alcance de todo crente.re a necessidade do crescimento constante na raDa e no con8ecimento da 1erdade e a oraI sa.endo 9ue . Deus nos con1ida a alcanDarmos a norma da per<eiD)oI e p@e diante de nós o e=emplo do car6ter de Cristo.al8o se uinte do crente é acrescentar 1irtude a seu car6terI e assim puri<icar o coraD)o e preparar a mente para a recepD)o do con8ecimento de Deus.eu de Deus Pai 8onra e lóriaI 9uando da ma n-<ica lória L8e <oi diri ida a se uinte 1o%M . A o. *'$ Perante o crente é apresentada a mara1il8osa possi.edi2ncia do 8omem só pode ser aper<eiDoada pelo incenso da !ustiDa de CristoI o 9ual enc8e com a di1ina <ra rSncia cada ato de o.ios de sua alma en<erma do pecado.solutamente incapa% de alcanDar esta condiD)o. a 1ida eterna é estaKI disse JesusI K9ue Te con8eDamI a Ti sóI por Pnico Deus 1erdadeiroI e a Jesus CristoI a 9uem en1iaste. *'1 de toda educaD)o e ser1iDo 1erdadeiros. 36 os 9ue . 1M1.le .er 9ue .em 9uali<icado para <alar dos propósitos de Deus com respeito G raDa 8umanaJ pois durante o ministério terrestre de Cristo ele 1ira e ou1ira muito do 9ue pertencia ao reino de Deus. 1M14 e 11. Dia a dia Deus opera para a santi<icaD)o do 8omemI e o 8omem de1e cooperar com .K II Ped.leI desen1ol1endo perse1erantes es<orDos para o culti1o de 86. KA9uele em 9uem n)o 86 estas coisasKI declara o apóstoloI Ké ce oI nada 1endo ao lon eI 8a1endoOse es9uecido da puri<icaD)o de seus anti os pecados.le os outor a a todos os 9ue em 8umildade e contriD)o d. 1M1$O1*. K.meterOse G disciplina e restritoras in<lu2ncias do . 7ediante o con8ecimento de Deus e de Seu Hil8o Jesus CristoI é dado ao crente Ktudo o 9ue di% respeito G 1ida e piedadeK. A parte do crist)o é perse1erar em 1encer cada <alta. 7as por si mesmo é o 8omem a. Tendo rece.ranDa destas coisas.ilidade de <racasso para a9uele 9ueI a1anDando pela <éI ascende de rau a de rauI sempre para cima e para a <renteI em direD)o ao Pltimo de rau da escada 9ue alcanDa os próprios portais do Céu. Por muitos anos esti1era Pedro insistindo com os crentes so.er a 1irtude e a 1inda de nosso Sen8or Jesus CristoI se uindo <6.sp-rito de 1erdade.uscarem o poder do .io na sua sa.oa d6di1a é retida da9uele 9ue sinceramente dese!a o.edoriaJ nem se lorie o <orte na sua <orDaJ n)o se lorie o rico nas suas ri9ue%asJ mas o 9ue se loriar lorieOse nistoM em 7e con8ecer e sa. *'+ KPelo 9ueKI continuou o apóstoloI Kn)o dei=arei de e=ortarO1os sempre acerca destas coisas ainda 9ue .ém eu procurarei em toda a ocasi)o 9ue depois da min8a morte ten8ais lem.itos corretos.uscam au=-lio. Ale remente l8es concede as .aisI e este!ais con<irmados na presente 1erdade.re1emente 8ei de dei=ar este meu ta. C a Pnica sal1a uarda real contra a tentaD)oJ e isto é a Pnica coisa 9ue pode tornar al uém semel8ante a Deus no car6ter.K II Ped.sta é a certe%a 9ue Deus nos d6 de 9ue tam. >osso Sal1ador est6 sempre pronto a ou1ir e responder G oraD)o do coraD)o contritoI e raDa e pa% s)o multiplicadas a Seus <iéis se uidores.2nD)os de 9ue necessitam em sua luta contra os males 9ue os cercam.u sou o Sen8orI 9ue <aDo . KProcuraiKI suplicaOl8esI K<a%er cada 1e% mais <irme a 1ossa 1ocaD)o e eleiD)oJ por9ueI <a%endo istoI nunca !amais tropeDareis.a todas as coisas 9ue di%em respeito G 1ida e piedade.ern6culoI como tam.ter a !ustiDa de Deus.e as raDas crist)s 9ue l8es esti1eram em <ormaD)o no coraD)o e na 1ida. 1M'. . A o. .considerandoOas como suasI 9uando com persist2ncia .uscam al ar a escada do pro resso crist)o masI ao a1anDaremI comeDam a pAr a con<ianDa na capacidade 8umanaI e lo o perdem de 1ista a JesusI P6 . . P6 . O Sal1ador mostrouI por meio de Sua 8umanidade consumada por uma 1ida de constante resist2ncia ao malI 9ueI com a cooperaD)o da Di1indadeI podem os seres 8umanos alcanDar nesta 1ida a per<eiD)o de car6ter. Por9ue assim 1os ser6 amplamente concedida entrada no reino eterno de nosso Sen8or e Sal1ador Jesus Cristo.le no monte santo. 7as tam.ediente a todos os princ-pios da lei.le. II Ped. o pro<eta Jeremias declarouM K>)o se lorie o s6.ene<ic2nciaI !u-%o e !ustiDa na TerraJ por9ue destas coisas 7e a radoI di% o Sen8or. *'' Autor e Consumador de sua <é. Pelo sacri<-cio de CristoI <oi tomada pro1id2ncia para 9ue o crente rece. KPor9ue n)o 1os <i%emos sa.ido a <é do e1an el8oI o tra.ulas arti<icialmente compostasKI recorda1a ele aos crentesI Kmas nós mesmos 1imos a Sua ma!estade.ra de trans<ormaD)o da impiedade para a santidade é cont-nua.K Jo)o 1&M'. .K II Ped.ste con8ecimento é a .K Jer.le rece. . De1e acrescentar raDa G raDaJ e assim procedendo num plano de adiD)oI Deus opera por ele num plano de multiplicaD)o.ase P6 .edoria ou a <orDa para 1encerJ isso pertence ao Sen8orI e .ém nós podemos alcanDar a 1itória completa. Sua <é no poder de Deus para sal1ar se <ortalecera com os anosI até alcanDar a pro1a su<iciente de 9ue n)o 86 possi. #M$' e $+.ilidade de ser semel8ante a CristoI o. O resultado é <racasso e perda de tudo o 9ue <oi an8o. Por9uanto .K II Ped.em as sai. Apenas de maneira 1a a pode a mente 8umana compreender a lar ura e a pro<undidade e a altura das reali%aD@es espirituais de 9uem alcanDa este con8ecimento. Preciosa arantiaT (loriosa é a esperanDa o<erecida ao crenteI ao a1anDar ele pela <é em direD)o Gs alturas da per<eiD)o crist)T P6 . . O apóstolo esta1a . ou1imos esta 1o% diri ida do CéuI estando nós com .

omin61eisI se!ais !untamente arre. Pedro 8a1iaOse arrependido sinceramente da9uele pecadoI e tin8a sido perdoado por CristoI o 9ue se re1ela1a pela alta miss)o a ele dada para alimentar as o1el8as e cordeiros do re. II Ped.. Como Pltimo <a1orI ro ou aos seus al o%es 9ue <osse pre ado na cru% de ca.leI porémI nunca pAde perdoar a si mesmo.K Jo)o 1+M'.edoria 9ue l8e <oi dada.u <orI e 1os preparar lu arI 1irei outra 1e%I e 1os le1arei para 7im mesmo.. . temosI mui <irmeI a pala1ra dos pro<etasKI declarou Pedro KG 9ual .K KPor9ue mel8or l8es <ora n)o con8ecerem o camin8o da !ustiDaI do 9ueI con8ecendoOoI des1iaremOse do santo mandamento 9ue l8es <ora dado.K II Ped. O 7inistério de Jo)o *' Jo)oI o Disc-pulo Amado . >em todosI porémI seriam en anados pelos ardis do inimi o. KPelo 9ueI amadosI a uardando estas coisasI procurai 9ue d. 'M' e +. $M$4 e $1.re seu solo derramar o san ue como a semente de uma 1asta col8eita de santos e m6rtires.endo primeiramente istoM 9ue nen8uma pro<ecia da .K II Ped. 'M11O15.rasI 8a1eria um remanescente 9ue perse1eraria até o <im. Pedro conser1ou 1i1a em seu coraD)o a esperanDa da 1olta de CristoI e asse urou G i re!a a certe%a do cumprimento da promessa do Sal1adorM KSe . tempos.sp-rito Santo.K II Ped. *'& portantoI amadosI sa. :I. Con9uanto um rande nPmero de pro<essos crentes ne asse a sua <é por suas o.K II Ped. KTornouOseOl8es o Pltimo estadoKI declarou eleI Kpior do 9ue o primeiro.ras 9ue nela 86I se 9ueimar)o. >a pro1id2ncia de Deus <oi permitido a Pedro encerrar seu ministério em ?omaI onde sua pris)o <oi ordenada pelo imperador >eroI apro=imadamente ao tempo da Pltima pris)o de Paulo. K>os Pltimos dias 1ir)o escarnecedoresKI escre1euI Kandando se undo as suas próprias concupisc2nciasI e di%endoM Onde est6 a promessa da Sua 1indaQ Por9ue desde 9ue os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princ-pio da criaD)o.scritura é de particular interpretaD)o.K Jo)o $1M15.ai=o. Assim <i%era Jesus con8ecer ao disc-pulo a própria maneira de sua morteI e predissera mesmo o estender de suas m)os so. Desde sua reinte raD)o depois de 8a1er ne ado a CristoI Pedro en<rentara denodadamente o peri oI e mostrara no.al8oI de1iam dar seu Pltimo testemun8o em prol de Cristo na metrópole do mundoI e so.re cora em em pre ar um Sal1ador cruci<icadoI ressuscitado e assunto ao Céu. II Ped. *'. *'5 ale ria render a 1ida pelo e1an el8oI sentindo t)o somente 9ueI para ele 9ue ne ara seu Sen8orI morrer da mesma maneira por 9ue seu 7estre morreraI l8e era uma 8onra demasiado rande. K3a1endo pois de perecer todas estas coisasI 9ue pessoas 1os con1ém ser em santo tratoI e piedadeI a uardandoI e apressandoO 1os para a 1inda do dia de DeusI em 9ue os céusI em <o o se des<ar)oI e os elementosI ardendoI se <undir)oQ 7as nósI se undo a Sua promessaI a uardamos no1os céus e no1a TerraI em 9ue 8a. PedroI como um estran eiro !udeuI <oi condenado a ser aDoitado e cruci<icado. 7as o dia do Sen8or 1ir6 como o ladr)o de noiteJ no 9ual os céus passar)o com rande estrondoI e os elementosI ardendoI se des<ar)oI e a TerraI e as o. *M'. 7as K9uando disseremM 36 pa% e se uranDaJ ent)o l8es so. tende por sal1aD)o a lon animidade de nosso Sen8orJ como tam. >em mesmo o pensamento das a onias da Pltima e terr-1el cena puderam diminuir a amar ura de sua triste%a e arrependimento. O pedido <oi atendidoI e desta maneira morreu o rande apóstolo Pedro.sses <alsos mestres 9ue apareceriam na i re!a e seriam considerados 1erdadeiros por muitos de seus irm)os na <éI s)o comparados pelo apóstolo a K<ontes sem 6 uaI nu1ens le1adas pela <orDa do 1entoJ para os 9uais a escurid)o das tre1as eternamente se reser1aK.le se!ais ac8ados imaculados e irrepreens-1eis em pa%. Ao mesmo tempo 9ue e=alta1a a K<irme pala1ra dos pro<etasK como uia se uro em tempos de peri oI o apóstolo solenemente ad1ertia a i re!a contra a toc8a da <alsa pro<eciaI 9ue seria er uida por K<alsos doutoresKI os 9uais introdu%iriam enco.rou seu rande pecado em 8a1er ne ado a Jesus na 8ora de Seu !ul amento. >)o preparado ent)o para recon8ecer a cru%I considera1a a ora uma P6 . $M1.atadosI e descaiais da 1ossa <irme%aJ antes crescei na raDa e con8ecimento de nosso Sen8or e Sal1adorI Jesus Cristo. K.ita a !ustiDa. . . Por9ue a pro<ecia nunca <oi produ%ida por 1ontade de 8omem al umI mas os 8omens santos de Deus <alaram inspirados pelo .an8o.ertamente K8eresias de perdiD)oI e ne ar)o o Sen8orK.eDa para .re1ir6 repentina destruiD)oK.endo isto de antem)oI uardaiO1os de 9ueI pelo en ano dos 8omens a. . *'* 1ossos coraD@es. A ora em sua celaI recorda1a as pala1ras 9ue Cristo 8a1ia <alado a seu respeitoM K>a 1erdadeI na 1erdade te di o 9ueI 9uando eras mais moDoI te cin ias a ti mesmoI e anda1as por onde 9ueriasJ masI 9uando !6 <ores 1el8oI estender6s as tuas m)osJ e outro te cin ir6I e te le1ar6 para onde tu n)o 9ueiras. Ao apro=imarOse o <im de todas as coisas terrestresI 8a1eria <iéis capa%es de discernir os sinais dos P6 . Aos pro1ados e <iéis a 1inda de Cristo poderia parecer estar sendo demasiado dilatadaI mas o apóstolo asse urouOl8esM KO Sen8or n)o retarda a Sua promessaI ainda 9ue al uns a t2m por tardiaJ mas é lon Snimo para con1oscoI n)o 9uerendo 9ue al uns se percamI sen)o 9ue todos 1en8am a arrependerOse.re a cru%. Sa.ém o nosso amado irm)o Paulo 1os escre1euI se undo a sa. :ósI P6 . I Tess. >a perspecti1a desta terr-1el morteI o apóstolo lem.em <a%eis em estar atentosI como a uma lu% 9ue alumia em lu ar escuroI até 9ue o dia esclareDaI e a estrela da al1a apareDa em P6 . 1M1#O$1. Ol8ando atra1és dos séculos para o <im do tempoI Pedro <oi inspirado a es. $M1&.oDar as condiD@es 9ue pre1aleceriam no mundo antes da se unda 1inda de Cristo.>o entantoI por con1incente 9ue <osse essa pro1a da certe%a da esperanDa dos crentesI 8a1ia contudo outra e1id2ncia ainda mais con1incente no testemun8o da pro<eciaI atra1és do 9ual a <é de todos pode ser con<irmada e ancorada com se uranDa. Assim os dois apóstolos 1eteranosI 9ue por muitos anos tin8am estado separados pela distSnciaI em seu tra.

ém <e%QK LLuc.le e seu irm)o eram c8amados K<il8os do tro1)oK.K Luc. *+1 especialmente se a itaram. *+$ dos 8omens.lias. 7as atr6s dessas coisas o di1ino 7estre 1iu o ardenteI sincero e amante coraD)o. >)o ser6 assim entre 1ósJ mas todo a9uele 9ue 9uiser entre 1ós <a%erOse rande se!a o 1osso ser1iDalJ e 9ual9uer 9ue entre 1ós 9uiser ser o primeiro se!a 1osso P6 . . Hoi ele um dos tr2s a 9uem se permitiu testemun8ar a lória de Cristo so. 'M1&. K>a 1erdade . >)o <a% parte da miss)o de Cristo compelir as pessoas a rece. #M*+O*. A coroa e o trono s)o a pro1a de uma condiD)o con9uistada O pro1a do dom-nio do eu por meio da raDa de nosso Sen8or Jesus Cristo.erI e ser . *'# Jo)o é distin uido dos outros apóstolos como o Kdisc-pulo a 9uem Jesus ama1aK.re eles. Hicaram surpresos ao 1erem 9ue Jesus Se molestara com suas pala1rasI e mais surpresos <icaram ainda 9uando Sua repro1aD)o l8es alcanDou os ou1idosM K:ós n)o sa.eis de 9ue esp-rito sois.u sou . A m)eI co.eis o 9ue pedisJ podeis 1ós .les recordaram Suas misteriosas pala1ras 9ue indica1am pro1a e so<rimentoI contudo responderam con<iantesM KPodemos.K 7at. .re a cru%.stante a repetida instruD)o de Cristo com respeito G nature%a de Seu reinoI esses !o1ens disc-pulos ainda acaricia1am a esperanDa por um 7essias 9ue tomasse Seu trono e real poder de acordo com os dese!os P6 . Jesus compreendeu o moti1o 9ue anima1a o pedidoI e assim repro1ou o or ul8o e am. 7as re1elouOl8e o 9ue sua alma alme!a1a O a .re1iesse a seu Sen8or.itr6ria.lias tam.iD)o dos dois disc-pulosM KBem sa.iam 9ue era propósito de Cristo a.al8oI in!Pria e perse uiD)o. . Jesus repreendeu seu e o-smoI desapontou suas am. Jo)o $1M$4. C o resultado do car6ter.le a uma 1ila dos samaritanosI pedindo ao po1o para preparar 8ospeda em para Si e Seus disc-pulos.m outra ocasi)o Tia o e Jo)o apresentaram por intermédio de sua m)e um pedido para 9ue l8es <osse permitido ocupar a mais alta posiD)o de 8onra no reino de Cristo.ilidade de car6ter 9ue sua e=peri2ncia posterior re1elou. $4M$1O$'.le uma cru% em 1e% de um tronoI Seus compan8eiros dois mal<eitoresI um a Sua direita e o outro a Sua es9uerda.re o monte da trans<i uraD)o e Sua a onia do (ets2maniI e <oi a seu cuidado 9ue o Sen8or con<iou Sua m)e nas Pltimas 8oras de an Pstia so.m seu %elo disseramM KSen8orI 9ueres 9ue di amos 9ue desDa <o o do céu e os consumaI como . $4M$*O$5. Por9ue o Hil8o do 8omem n)o 1eio para destruir as almas dos 8omensI mas para sal16Olas. A a<eiD)o do Sal1ador pelo amado disc-pulo <oi correspondida em toda a <orDa de ardente de1oD)o.le n)o admite ri1al na almaI nem aceita ser1iDo parcialJ dese!a somente ser1iDo 1olunt6rioI 1olunt6ria entre a do coraD)o constran ido pelo amor.icioso de 8onrasI mas impetuoso e 1in ati1o 9uando in!uriado. .er o c6lice 9ue . Por amor do 7estre en<rentou os peri os da sala de !ul amentoI e permaneceu pró=imo a cru%J e Gs no1as de 9ue Cristo 8a1ia ressuscitadoI apressouOse a ir ao sepulcroI e em seu %elo le1ou a dianteira mesmo ao impetuoso Pedro.atismo com 9ue . .e.K 7at. Parece 8a1er ele alcanDado preeminente rau de ami%ade com CristoI e rece. O mau 2nioI o dese!o de 1in anDaI o esp-rito de cr-ticaI tudo isso se encontra1a no disc-pulo amado.K Considera1am eles a mais alta 8onra pro1ar sua lealdade partil8ando de tudo o 9ue so. Tia o e Jo)o de1iam ser participantes com seu 7estre no so<rimento O umI destinado G própria morte pela espadaJ o outroI o 9ue dentre os disc-pulos por mais tempo de1ia se uir seu 7estre em tra. Jo)o n)o possu-a por -ndole a ama. .ido muitas pro1as da con<ianDa e amor do Sal1ador.uscar o pro<eta . Os disc-pulos sa. *+' ser1oJ . Isto despertou a in1e!a dos samaritanosI e em 1e% de con1id6OLo para permanecer com elesI recusaramOL8e a cortesia 9ue teriam dispensado a um 1ia!ante comum. >)o se alcanDa posiD)o no reino de Deus mediante <a1oritismo.iD@esI pro1ouOl8e a <é. Jo)o se ape ou a Cristo como a 1in8a se ape a G ma!estosa coluna.e.ereis o 7eu c6liceKI declarou Cristo O diante d.enDoar os samaritanos mediante Sua presenDaJ e a <rie%aI a in1e!aI o desrespeito mostrados para com seu 7estre enc8euOos de surpresa e indi naD)o. Fue A9uele a 9uem t)o altamente re1erencia1am <osse assim tratadoI pareciaOl8es <alta demasiado ra1e para <icar sem imediata puniD)o.iDando !untamente o lu ar de 8onra nesse reino para seus <il8osI suplicouM KDi%e 9ue estes meus dois <il8os se assentemI um a Tua direita e outro a Tua es9uerdaI no Teu reino. 0ma 1e% Cristo en1iou mensa eiros diante d. Tia o e Jo)o P6 . >)o o.em como o Hil8o do 8omem n)o 1eio para ser ser1idoI mas para ser1irI e para dar a Sua 1ida em res ate de muitos.P6 .ati%adoQK . *+4 inaudito para a i re!a crist). >)o é ad9uirida nem rece.ati%ados com o . #M*+N re<erindoOse G destruiD)o dos capit)es samaritanos e seus soldados en1iados para .ida mediante concess)o ar. 7as 9uando o Sal1ador Se apro=imou da cidadeI mani<estou dese!o de prosse uir para Jerusalém.u 8ei de .K O Sal1adorI porémI respondeuM K>)o sa..e.ele%a da santidadeI o trans<ormador poder do amor. Os de<eitos do car6ter de Jo)o re1elaramOse <ortemente em 16rias ocasi@es durante sua associaD)o pessoal com o Sal1ador. O con<iante amor e de1oD)o altru-sta mani<estados na 1ida e no car6ter de Jo)o apresentam liD@es de 1alor P6 . >)o somente era or ul8osoI presumido e am. pretenso %elo pela !ustiDaI 8omens con<ederados com an!os maus le1am al umas 1e%es o so<rimento a seus semel8antes para con1ert2Olos a suas idéias de reli i)oJ mas Cristo est6 sempre mostrando misericórdiaI sempre procurando sal1ar pela re1elaD)o de Seu amor.2nD)o 9ue teriam rece.2OLo.le tin8aI por nature%aI ra1es de<eitos. 7ar. So.eis 9ue pelos pr-ncipes dos entios s)o estes dominadosI e 9ue os randes e=ercem autoridade so. C Satan6sI e 8omens mane!ados por seu esp-ritoI 9ue procuram <orDar a consci2ncia. K7as o assentarOse a 7in8a direita ou a 7in8a es9uerdaKI continuou JesusI Kn)o 7e pertence d6OloI mas é para a9ueles para 9uem 7eu Pai o tem preparado. Jesus !amais impAs Sua presenDa a 9uem 9uer 9ue se!aI e os samaritanos perderam a .idoI caso O ti1essem con1idado a ser seu 8óspede.

ores e1an el-sticosI Tia o e Jo)o encontraram al uém 9ueI em.ém da Sua plenitudeI e raDa por raDa. 7ais 9ue todos os seus compan8eirosI Jo)o se rendeu ao poder desta e=traordin6ria 1ida.K Jo)o 1M1.le Se mani<estarI seremos semel8antes a .le e com . Os disc-pulos n)o de1iam acariciar um esp-rito estreitoI e=clusi1istaI mas sim mani<estar a mesma pro<unda simpatia 9ue tin8am 1isto na 1ida de seu 7estre. Jo)o tin8a comeDado a discernir a lória de Cristo O n)o a pompa e o poder terrenos 9ue tin8a sido ensinado a esperarI mas Ka lória do 0ni 2nito do PaiI c8eio de raDa e de 1erdadeK. . Os disc-pulos proi.re eles no dia do PentecosteI ti1eram mais clara compreens)o do amor de DeusI e da nature%a desse amor 9ue de1iam possuir uns pelos outros. A simplicidade de suas pala1rasI o su.leJ por9ue assim como é O 1eremos. *++ <alar mal de 7im. ?e!u. .reiro do 7estre.ram ternosI prestati1osI a. .le os repro1ouI di%endoM K>)o l8o proi.K I Jo)o 1M$. Depois da descida do . A . Por pala1ras e o. .emos 9ueI 9uando . Di% eleM KPor9ue a 1ida <oi mani<estadaI e nós a 1imos. Fuando testi<ica1a da raDa do Sal1adorI sua lin ua em simples torna1aOse elo9Rente com o amor 9ue l8e permea1a todo o ser.K I Jo)o 'M1 e $. a trans<ormadora in<lu2ncia do amor de CristoI tornouOse manso e mei o. Assim de1iam dar testemun8o ao mundo de 9ue Cristo esta1a <ormado nelesI a esperanDa da lória.aisJ por9ue nin uém 86 9ue <aDa mila res em 7eu nome e possa lo o P6 .emos tam. AmadosI a ora somos <il8os de DeusI e ainda n)o é mani<estado o 9ue 8a1emos de ser. ?econ8eceram seu erro e aceitaram a repro1aD)o. P6 .iramOno de <a%2OloI e !ul aram 9ue esta1am certos assim procedendo. Jesus ama aos 9ue representam o PaiI e Jo)o podia <alar do amor do Pai como nen8um outro disc-pulo poderia <a%2Olo. Jo)o dese!a1a tornarOse semel8ante a JesusJ e so. n)o .nt)o pAde Jo)o di%er a seus condisc-pulosM KCon8ecemos a caridade nistoM 9ue . Jo)o te1e do Sal1ador um con8ecimento e=perimental. *+.usca os seus interessesI n)o se irritaI n)o suspeita malK LI Cor. #M'#.ne adosI 1olunt6rios em <a%er 9ual9uer sacri<-cio pelo amor da 1erdade.. 1'M+ e *N O amor 9ue atua no disc-puloI como atuou em nosso Sen8orI le1andoOO a dar tudoI a 1i1erI a tra.K I Jo)o 'M1.e.ra um pre ador de poderI <er1ente e pro<undamente sincero. Ao tempo em 9ue essas pala1ras <oram pronunciadasI os disc-pulos n)o as puderam compreenderJ mas depois de 8a1erem testemun8ado os so<rimentos de CristoI depois de Sua cruci<icaD)oI ressurreiD)o e ascens)o ao CéuI e após 8a1er o .. A 1ida do apóstolo esta1a em 8armonia com seus ensinos. 7as sa. . O amor de Cristo 9ue ardia em seu coraD)oI indu%iuOo a empen8arO se em <er1oroso e incans61el la..ras de CristoI e=pressandoOse de maneira a impressionar o coraD)o dos 9ue o ou1iam.utos de Deus. 7as 9uando e=puseram o assunto a CristoI .le entesourou cada liD)oI e constantemente procura1a le1ar sua 1ida em 8armonia com o di1ino padr)o. .sp-rito Santo repousado so.al8ar e sacri<icarOSe até G própria morteI pela sal1aD)o da 8umanidade..lante com a lória de Cristo.ela lin ua em e 1o% musicalI <alou das pala1ras e o. Jo)o 1M1+. A9uele 9ue permanece mais pró=imo de Cristo é o 9ue tem .or por seus semel8antesI especialmente por seus irm)os na i re!a crist).leI K9ue 1os ameis uns aos outros. K0m no1o mandamento 1os douKI disse . *+* ra1adas na alma. .er.m . Assim li ouOse por maior a<eiD)o a CristoI e por meio dele os mais pro<undos ensinos espirituais do Sal1ador <oram comunicados ao po1o. Juntamente com os demais disc-pulos <ruiu o derramamento do .ido mais pro<undamente de Seu esp-rito de amor 9ue 1ai ao sacri<-cio O amor 9ue Kn)o trata com le1iandadeI n)o se enso.ras de altru-smoI procura1am acender este amor em outros coraD@es.sp-rito SantoI 9uando os disc-pulos sa-ram para proclamar um Sal1ador 1i1oI seu Pnico dese!o era a sal1aD)o de almas.. .ria o coraD)o a Jesus. Tia o e Jo)o 8a1iam pensado 9ue proi.le deu a Sua 1ida por nósI e nós de1emos dar a 1ida pelos irm)os.m seu contato di6rio entre siI re1ela1am a9uele amor 9ue Cristo l8es ordenara. K.7uito tempo depoisI 9uando Jo)o 8a1ia sido le1ado G apreciaD)o de Cristo mediante participaD)o nos Seus so<rimentosI o Sen8or Jesus l8e re1elou 9ual a condiD)o de estar perto de Seu reino.ila1amOse na doDura da comun8)o com os santos.le <amiliari%arOseI tornouOseOl8e o Pnico dese!oI e em seu car6ter se re<letia o car6ter de seu 7estre. .sp-rito no dia do PentecosteI e com no1o %elo e poder continuou a <alar ao po1o as pala1ras da 1idaI procurando le1ar seus pensamentos para o in1is-1el. .le re1elou a seus semel8antes o 9ue sentia em sua própria almaI representando em seu car6ter os atri. O eu esta1a escondido em Jesus.ora n)o <osse recon8ecido se uidor de CristoI esta1a e=pulsando demAnios em Seu nome. A lória do Sen8or se re1ela1a em sua <ace. 'M$1.le os amara a eles. KAo 9ue 1encerKI disse CristoI Kl8e concederei 9ue se assente comi o no 7eu tronoJ assim como .ele%a da santidade 9ue o 8a1ia trans<ormado irradia1a de seu sem.K 7ar. .m outra ocasi)oI durante seus primeiros la. >in uém 9ue se mostre de al uma maneira ami o de Cristo de1e ser repudiado.lime poder das 1erdades pro<eridas e o <er1or 9ue l8e caracteri%a1a os ensinosI deramOl8e acesso a todas as classes.al8oI <oram do mais alto 1alor para Jo)o.le era mais !o1em 9ue os outrosI e com con<ianDa muito de uma crianDa a. As liD@es de seu 7estre <icaramOl8e P6 .K Jo)o 1'M'+.. Após a ascens)o de CristoI Jo)o permaneceu como <iel e ardoroso o.u 1enciI e 7e assentei com 7eu Pai no Seu trono. K:edeKI disse eleI K9u)o rande caridade nos tem concedido o PaiM 9ue <Assemos c8amados <il8os de Deus. Hoi o pro<undo amor de Jo)o por Cristo 9ue o le1ou a dese!ar estar sempre a Seu lado. Com adoraD)o e amor contemplou ele o Sal1ador até 9ue assemel8arOse a . *+ 0ma Hiel Testemun8a P6 . As liD@es de CristoI apresentando a mansid)oI 8umildade e amor como essenciais ao crescimento na raDa e como condiD)o para Seu tra.indo este 8omem esta1am tendo em conta a 8onra do Sen8orJ mas comeDa1am a 1er 9ue o 9ue tin8am era ciPme do 9ue era seu. A <er1ente e pro<unda a<eiD)o de Jo)o por seu 7estre n)o era a causa do amor de Cristo por eleI mas o e<eito desse amor. todos nós rece.K Apoc. *+& Cristo ordenara aos primeiros disc-pulos amaremOse uns aos outros como . O Sal1ador ama1a a todos os do%eI mas o esp-rito de Jo)o era mais recepti1o.ece.

7uitos 9ue pro<essam amar o Sal1ador n)o se amam uns aos outros.K I Jo)o 'M1+O1.le somente é ac8ado no coraD)o em 9ue Jesus reina. Fual9uer 9ue a. o comando de Cristo.K I Jo)o 1M*.K I Jo)o +M1#.orrece a seu irm)o é 8omicida.le modi<ica o car6terI o1erna os impulsosI controla as pai=@es e eno. >)o é a oposiD)o do mundo o 9ue mais ameaDa a i re!a de Cristo. So. . K>ós O amamos a . o mal a.re o sentido especial em 9ue este amor de1eria ser mani<estado pelos crentesI escre1e o apóstoloM KOutra P6 .K I Jo)o +M&O11. De1iam proceder em o.rece as a<eiD@es. C pri1ilé io dos se uidores de Cristo dar este testemun8o. Os crentes comeDaram a ol8ar os de<eitos uns dos outros. Os incrédulos est)o o.re a constante necessidade deste amor.le deu a Sua 1ida por nósI e nós de1emos dar a 1ida pelos irm)os. DemorandoOse so. O coraD)o n)o consa rado n)o o pode criar ou produ%ir. C a atmos<era desse amor circundando a alma do crente 9ue o torna um c8eiro de 1ida para 1idaI e permite 9ue Deus l8e a.ser1Sncia de cerimAnias e=terioresI mais estritos no tocante G teoria 9ue G pr6tica da <é.ilitados a cumprir todos os seus reclamos. . Con8ecemos a caridade nistoM 9ue .ste amorI acariciado na almaI ameni%a a 1ida e derrama in<lu2ncia eno. >o coraD)o reno1ado pela raDa di1inaI o amor é o princ-pio 9ue re ula a aD)o.atal8a de Satan6s. Supremo amor por Deus e desinteressado amor mPtuo O eis o mel8or dom 9ue nosso Pai celestial pode conceder. >isto est6 a caridadeI n)o em 9ue nós ten8amos amado a DeusI mas em 9ue .le n)o se es9ui1ar6 dos 9ue est)o em erroI dei=andoOos a. Jo)oI sentindo 9ue o amor <raternal esta1a diminuindo na i re!aI insistiu com os crentes so. O 1erdadeiro crist)o n)o permitir6 1oluntariamente 9ue a alma em peri o e necessidade prossi a sem ad1ert2ncia e sem a!uda. P6 . .edi2ncia 1olunt6ria ao no1o mandamento. Suas cartas G i re!a est)o repletas deste pensamento.le e em 1ósJ por9ue 1)o passando as tre1asI e !6 a 1erdadeira lu% alumia. . Os 9ue nunca e=perimentaram o amor terno e cati1ante de Cristo n)o podem uiar outros G <onte da 1ida.ra e em 1erdadeK LI Jo)o 'M15NI escre1eu o apóstolo.le tra.ste amor n)o é um impulsoI mas um princ-pio di1inoI um poder permanente.al8ou. TornaramOse mais estritos na o.le por9ue .m seu %elo para condenar a outrosI passa1am por alto seus próprios erros. Somente o 8omem 9ue tem no coraD)o amor altru-sta por seus irm)osI tem 1erdadeiro amor a Deus. Os crist)os s)o todos mem.andeira de Cristo odeiam uns aos outros.reiros é medida por sua 8a. **4 K0m no1o mandamento 1os douKI disse CristoI K9ue 1os ameis uns aos outrosJ como . 7as para isto <a%erI precisam colocarOse so.ém 1ós uns aos outros 1os ameis.re sua 1ida uma in<lu2ncia santi<icadoraJ e eles s)o li eiros em discernir os e<eitos no car6terI as inconsist2ncias na aD)o.ismaremOse na in<elicidade e no desencora!amentoI ou ca-rem no campo de .le nos amou a nósI e en1iou Seu Hil8o para propiciaD)o pelos nossos pecados. >)o 86 maneira mais certa de de. .endita esperanDa da imortalidade. K>)o amemos de pala1raI nem de l-n uaI mas por o.reiros crist)os con8ecer a CristoJ e para con8ec2OLoI precisam con8ecer Seu amor. O amor di1ino <a% seus mais tocantes apelos ao coraD)o 9uando re9uer 9ue mani<estemos a mesma terna compai=)o 9ue Cristo mani<estou. KFuem n)o ama a seu irm)o permanece na morte. Por outro ladoI o mais <orte testemun8o de 8a1er Deus en1iado Seu Hil8o ao mundo é a e=ist2ncia de 8armonia e uni)o entre os 8omens de 1ariados temperamentos 9ue comp@em Sua i re!a. Atin eOse a plenitude do car6ter de Cristo 9uando o impulso para au=iliar e a.al8ar como . 7as a9uele 9ue a.orrece a seu irm)o est6 em tre1asI e anda em tre1asI e n)o sa.K I Jo)o $M5O11.le nos amou primeiro.0m tal amor de1iam os crentes sempre acariciar. >o Céu sua aptid)o como o.e para onde de1a irJ por9ue as tre1as l8e ce aram os ol8os. **1 le1a os 8omens a re1elaremOnO na con1ersaD)oI no esp-rito misericordioso e ternoI no reer uimento da 1ida da9ueles com 9uem se associam. a .ri ado no coraD)o dos crentes 9ue acarreta suas mais ra1es derrotasI e mais se uramente retarda o pro resso da causa de Deus. >)o permitam os crist)os ao inimi o apont6O los e di%erM :ede como esse po1oI permanecendo so. . Sua 1ida de1ia ma ni<icar o poder de um Sal1ador 9ue poderia !usti<ic6Olos por Sua !ustiDa. 7uito -ntimo e terno de1e ser o laDo 9ue os une. >isto se mani<estou a caridade de Deus para conoscoM 9ue Deus en1iou Seu Hil8o uni 2nito ao mundoI para 9ue por . 1ós sa. A9uele 9ue n)o ama n)o con8ece a DeusJ por9ue Deus é caridade.ilitar a espiritualidade 9ue acariciar a in1e!aI a suspeitaI a cr-tica e as 1is descon<ianDas. Seu amor no coraD)o é um poder 9ue constran e e 9ue P6 . .ilidade em amar como Cristo amou e tra. A9uele 9ue ama a seu irm)o est6 na lu%I e nele n)o 86 escSndalo. .ser1ando para 1er se a <é dos pro<essos crist)os est6 e=ercendo so. Perderam o amor <raternal 9ue Cristo l8es ordenaraI eI o 9ue é mais tristeI n)o tin8am consci2ncia dessa perda.re os errosI dando lu ar a inamistoso criticismoI perderam de 1ista o Sal1ador e Seu amor.orrece a seu irm)oI até a ora est6 em tre1as.. KPor9ue esta é a mensa em 9ue ou1imos desde o princ-pioM 9ue nos amemos uns aos outros.enDoe o ser1iDo.eis 9ue nen8um 8omicida tem permanecente nele a 1ida eterna. Fue mara1il8osa a<irmaD)oJ mas o8T 9u)o pouco praticadaT O amor <raternal est6 tristemente <altando na i re!a de Deus 8o!e em dia.enDoar a outros . .rota constantemente do -ntimo. A9uele 9ue di% 9ue est6 na lu%I e a.le 1i1amos. KAmadosKI escre1euI KamemoOnos uns aos outrosJ por9ue a caridade é de DeusJ e 9ual9uer 9ue ama é nascido de Deus e con8ece a Deus. 7as radualmente se operou uma mudanDa.recedora ao redor. *+5 9ue pudessem estar 8a.u 1os amei a 1ósI 9ue tam.ém nos de1emos amar uns aos outros. T)o intimamente de1iam estar unidos com Cristo P6 . O car6ter deles precisa con<ormarOse ao Seu car6terI e a 1ontade deles G Sua 1ontade. Para ter 2=ito em seus es<orDos de1em os o. >)o recon8eceram 9ue a <elicidade e a ale ria l8es esta1am a.andonando a 1idaI e 9ueI 8a1endo e=clu-do o amor de Deus do coraD)oI estariam lo o andando em tre1as.ros de uma <am-liaI <il8os todos do mesmo Pai celestialI com a mesma . *+# 1e% 1os escre1o um mandamento no1oI 9ue é 1erdadeiro n. AmadosI se Deus assim nos amouI tam.K Jo)o 1'M'+.

. *** todos os lu aresI principalmente da parte da9ueles 9ue pro<essam santi<icaD)o.ora declarando estar 1i1endo sem pecadoI n)o 8esitou em ad1ertiOlos de seu peri oso en ano. .K I Jo)o *M1+ e 1*.ser1Sncia da leiI sem <é no san ue de CristoI era su<iciente para a sal1aD)o. Pro1.I se al uém pecarI temos um ad1o ado para com o PaiI Jesus CristoI o !usto.ém comete ini9RidadeJ por9ue o pecado é ini9Ridade. Seu testemun8o com respeito G 1ida e morte do Sal1ador era claro e penetrante. O apóstolo ensina 9ue em..ste poder redentorI enc8endo o coraD)oI controlar6 todos os outros moti1osI e colocar6 seus possuidores acima das in<lu2ncias corruptoras do P6 . **+ Jo)o enc8iaOse de triste%a ao 1er sur irem na i re!a esses 1enenosos erros.leI 9ueI se pedirmos al uma coisaI se undo a Sua 1ontadeI ele nos ou1e.ates.K I Jo)o $M1 e $. C assim como se ele escre1esse com a pena mol8ada no amor. >a caridade n)o 86 temorI antes a per<eita caridade lanDa <ora o temor. Fual9uer 9ue permanece n.ertar um pecado incon<essado.le éI somos nós tam.. .iaI o 9ue tin8a 1isto e ou1ido..irinto de ceticismo e en ano.ser1ar os costumes e cerimAnias !udaicosJ 9ue a mera o.Jo)o procurou le1ar os crentes a compreender os ele1ados pri1ilé ios 9ue l8es ad1iriam mediante o e=ercitarem o esp-rito de amor.le tudo 9uanto <osse necess6rio para o seu . Con9uanto de1amos amar as almas por 9uem Cristo morreuI n)o nos de1emos comprometer com o mal. >osso ape o a .le pa ou com o Seu próprio san ue.eis 9ue .leI nin uém nos pode arrancar de Sua m)o. >os tri. .le Se mani<estou para tirar os nossos pecadosJ e n. esta é a con<ianDa 9ue temos n. $5M1'. . .ertara da o. Por meio de adulteraD)o e <alsi<icaD)o os emiss6rios de Satan6s .rota1a o amor pelo Sal1ador en9uanto ele <ala1aJ e poder al um l8e podia impedir as pala1ras.scre1endo a uma au=iliar na o.re estes pontos de1eriam ser cuidadosamente considerados.K I Jo)o 'M+O.ilI mas Seu amor é como de um irm)o mais 1el8oJ en9uanto nos manti1ermos em uni)o com .=istem nestes Pltimos dias males semel8antes G9ueles 9ue ameaDa1am a prosperidade da i re!a primiti1aJ e os ensinos do apóstolo Jo)o so. Poucos puderamI como Jo)oI 1er as . 7as 9uando entrou em contato com os 9ue esta1am a 9ue.eldes e c8amar a isto caridade. As ep-stolas de Jo)o respiram o esp-rito de amor. 7uitos eram assim le1ados a um la. Para ele as tre1as tin8am passadoJ . **$ mundo. sa.omI mas ne a1am Sua di1indade.le n)o 86 pecado. K>ecessitais mostrar caridadeKI é o clamor 9ue se ou1e em P6 . . .amos o inteiro alard)o. .K I Jo)o +M1& e 15.rar a lei de DeusI em.em presente e eterno. Por9ue 9uem o saPda tem parte nas suas m6s o.al8a1a pelos irm)os com crescente <idelidade e de1otamento.K I Jo)o 1M#. Todo a9uele 9ue pre1aricaI e n)o perse1era na doutrina de CristoI n)o tem a DeusJ 9uem perse1era na doutrina de CristoI esse tem tanto ao Pai como ao Hil8o. .edi2ncia G lei de Deus. P6 .le pode ser dé.unais do CéuI Cristo est6 a interceder por Sua i re!a O ad1o ando a causa da9ueles cu!o preDo de P6 .undSncia 9ue 8a1ia no coraD)o . 7as a 1erdadeira caridade é demasiado pura para aco. >em a morteI nem a 1idaI altura ou pro<undidadeI nada nos poder6 separar do amor de Deus 9ue est6 em Cristo JesusJ n)o por9ue a . G medida 9ue a este amor <or permitido a ir amplamente e tornarOse o moti1o impelente na 1idaI sua esperanDa e con<ianDa em Deus e Seu trato para com eles seriam completos. KSe con<essarmos os nossos pecadosI . A9uele 9ue Kcon<essa e dei=aK os seus pecados KalcanDar6 misericórdiaK.em sa.ril8a1a a 1erdadeira lu%.le é <iel e !ustoI para nos perdoar os pecados e nos puri<icar de toda a in!ustiDa.ém neste mundo. KFual9uer 9ue comete pecadoKI escre1e eleI Ktam.le nos ape uemos com <irme%aI mas por9ue . Deus re9uer de Seu po1o nesta <ase do mundo 9ue permaneDa <irme pelo direito tanto 9uanto Jo)oI em oposiD)o aos erros 9ue arru-nam a alma.usca1am suscitar oposiD)o Gs doutrinas de CristoJ e como conse9R2ncia dissoI dissens@es e 8eresias esta1am pondo em peri o a i re!a. Séculos e eras nunca poder)o diminuir a e<ic6cia de Seu sacri<-cio e=piatório. K. **' redenD)o .le n)o pecaJ 9ual9uer 9ue peca n)o O 1iu nem O con8eceu. O Sen8or n)o re9uer 9ue <aDamos al uma coisa penosa para alcanDarmos perd)o.endo 9ue rece.emos 9ue alcanDamos as petiD@es 9ue L8e <i%emos. .le nos se ura com Sua <orte m)o.ém pelos de todo o mundo. Se nossa sal1aD)o dependesse de nossos próprios es<orDos n)o nos poder-amos sal1arJ mas ela depende de Al uém 9ue est6 por tr6s de todas as promessas.stamos autori%ados a ter na mesma consideraD)o indicada pelo disc-pulo amado os 9ue ale am permanecer em Cristo ao mesmo tempo 9ue 1i1em em trans ress)o da lei de Deus.oa reputaD)o e rande in<lu2nciaI disse eleM KJ6 muitos en anadores entraram no mundoI os 9uais n)o con<essam 9ue Jesus Cristo 1eio em carne. Se al uém 1em ter con1oscoI e n)o tra% esta doutrinaI n)o o rece. Os tempos eram c8eios de peri o para a i re!a..eriam d. Al uns 9ue pro<essa1am a Cristo pretendiam 9ue Seu amor os li. :i1endo eles mesmos em trans ress)oI introdu%iam 8eresias na i re!a.n anos satSnicos e=istiam por toda parte. As condiD@es para se alcanDar misericórdia de Deus s)o simples e ra%o61eis.le em plena con<ianDa de <éI sa.ais em casaI nem t)o pouco o saudeis. Como testemun8a de CristoI Jo)o n)o se empen8ou em contro1érsia ou em <astidiosos de.ele%as do car6ter de Cristo. Poderiam ent)o 1ir a . >)o precisamos <a%er lon as e e=austi1as pere rinaD@es ou praticar dolorosas penit2ncias para encomendar nossa alma ao Deus do Céu ou e=piar nossa trans ress)o. K>isto é per<eita a caridade para conoscoKI escre1eu eleI Kpara 9ue no dia do !u-%o ten8amos con<ianDaJ por9ueI 9ual . .n9uanto os anos passa1am e o nPmero dos crentes aumenta1aI Jo)o tra.K II Jo)o 1M&O11.ras. >)o nos podemos unir aos re. Al uns 9ue simula1am ser leais G causa de DeusI eram en anadoresI e na pr6tica ne a1am a Cristo e Seu e1an el8o. Outros mantin8am 9ue Cristo <ora um 8omem . Ol8ai por 1ós mesmosI para 9ue n)o percamos o 9ue temos an8oI antes rece. . . K. :iu os peri os a 9ue a i re!a seria e=postaI e en<rentou a emer 2ncia com prontid)o e decis)o. 3a1ia estado intimamente relacionado com CristoI tin8aOL8e ou1ido os ensinosI testemun8ado Seus poderosos mila res. Da a.ra do e1an el8oI uma mul8er de .ora de1amos mani<estar cortesia crist)I estamos autori%ados a tratar em termos claros com o pecado e os pecadoresJ 9ue isto n)o est6 em desarmonia com a 1erdadeira caridade. Por outro lado muitos ensina1am 9ue era necess6rio o.le é a propiciaD)o pelos nossos pecadosI e n)o somente pelos nossosI mas tam.ste tal é o en anador e o anticristo. Declarou o 9ue sa.

Os maus dese!osI a co. 7as ao passo 9ue um em 8umil8aD)o esta1a aprendendo de JesusI o outro re1ela1a n)o ser cumpridor da Pala1raI mas ou1inte apenas..ra de um momentoI de uma 8oraI de um diaI mas d6 1ida toda.le é puro.ilitadoI atra1és de sua própria e=peri2nciaI a con<irmar K9ue Deus é 1erdadeiroK. contempladoI e as nossas m)os tocaram da Pala1ra da 1idaJ .re ele pleno controle. P6 . KSe al uém 9uiser 1ir após 7imKI disse JesusI KrenuncieOse a si mesmoI tome so. . K. Am.K 7at. A pr6tica das 1erdades 9ue Cristo ensina1a n)o correspondia a seus dese!os e propósitosI e ele n)o podia renunciar a suas idéias para rece.leI 9uando s)o con<ormes G Sua ima em e controlados por Seu .m todo o Seu trato com o Seu po1oI o o. Deles re9uer tra. . .nt)oI como testemun8as do Sal1ador podem tornar con8ecido o 9ue a raDa di1ina <e% por eles. A cru% de Cristo é a coluna central so. 1. *.itos do mal.le ensina1a 9ue o crist)o precisa ser puro de coraD)o e de 1ida. Jo)o 'M''. C a paci2ncia no ser1iDoI o 9ue tra% repouso G alma.m e1idente contraste com a santi<icaD)o operada na 1ida de Jo)o est6 a e=peri2ncia de seu condisc-pulo P6 . Jo)o uerreou <ero%mente contra suas <altasJ mas Judas 1iola1a a consci2ncia e cedia G tentaD)oI mais se l8e ro. .icioso e 1in ati1o ao modelador poder de CristoI e o di1ino amor operou nele a trans<ormaD)o do car6ter. **5 Judas. Jo)o e Judas representam a9ueles 9ue pro<essam ser se uidores de Cristo. 9ual9uer 9ue n.edoria do Céu.le andou. Como Jo)oI Judas pro<essa1a ser disc-pulo de CristoI mas possu-a apenas uma apar2ncia de piedade.re 9ue repousa o Kpeso eterno de lória mui e=celenteK.le os escol8eu desde a eternidadeI para 9ue <ossem santos. Assim pode estar todo 1erdadeiro crente 8a.2nD)o da santi<icaD)o t2m de primeiro aprender o 9ue se!a a a. >)o se alcanDa com um <eli% 1Ao dos sentimentosI mas é o resultado de morrer constantemente para o pecadoI e 1i1er constantemente para Cristo. A santi<icaD)o n)o é o.. .os esses disc-pulos ti1eram as mesmas oportunidades de estudar e se uir o di1ino 7odelo. Jamais de1er6 satis<a%erOse com uma pro<iss)o 1a%ia.ém ten8ais comun8)o conoscoJ e a nossa comun8)o é com o PaiI e com Seu Hil8o Jesus Cristo.al8o pessoal e pessoal entre a.leI tam.edi2ncia G 1erdadeI despidos de toda a mes9uin8e% do eu.le n)o era insens-1el G . Pode 8a1er marcados de<eitos na 1ida de um indi1-duoJ contudoI 9uando ele se torna um 1erdadeiro disc-pulo de CristoI o poder da di1ina raDa trans<ormaOo e santi<icaOo. Fuando o car6ter do Ser di1ino l8e <oi mani<estadoI Jo)o 1iu suas próprias de<ici2nciasI e <oi <eito 8umilde pela re1elaD)o. Jo)o ensina1a a santidadeI e em suas cartas G i re!a esta.er sa. A 1ida da9uele em cu!o coraD)o Cristo 8a. >)o se podem corri ir os erros nem apresentar re<orma de car6ter por meio de es<orDos dé. . Dia a diaI em contraste com seu próprio esp-rito 1iolentoI ele o. KDeus é caridadeJ e 9uem est6 em caridade est6 em DeusI e Deus nele. +M1&. DeuOl8es Seu Hil8o para morrer por elesI a <im de 9ue pudessem ser santi<icados pela o.K I Tess.K I Jo)o $M. P6 . Am.iDaI as pai=@es 1in ati1asI os pensamentos soturnosI tene..or 9ue se promo1e o ..rososI <oram acariciados até 9ue Satan6s alcanDou so.ém . Dia a dia seu coraD)o era atra-do para CristoI até 9ue perdeu de 1ista o próprio eu no amor pelo 7estre. Pode dar testemun8o da9uilo 9ue 1iuI ou1iu e sentiu do poder de Cristo. 0mI morrendo diariamente para o eu e 1encendo o pecadoI era santi<icado pela 1erdadeJ o outroI resistindo ao poder trans<ormador da raDa e condescendendo com dese!os e o-stasI era le1ado para a escra1id)o de Satan6s.meteu seu temperamento am. C o per<ume de nosso amor aos semel8antes o 9ue re1ela nosso amor a Deus.4 A 1erdadeira santi<icaD)o 1em por meio da operaD)o do princ-pio do amor.ele%a do car6ter de CristoJ e muitas 1e%esI ao ou1ir as pala1ras do Sal1adorI 1in8aOl8e a con1icD)oI mas ele n)o 8umil8a1a o coraD)o nem con<essa1a seus pecados.le su. Contemplando como num espel8o a lória do Sen8orI é trans<ormado de lória em lóriaI até alcanDar a semel8anDa dA9uele a 9uem adora.ras de !ustiDaJ os preceitos celestiais misturarOseO)o com as pr6ticas santas. .!eti1o de Deus é a santi<icaD)o da i re!a. Am. KA9uele 9ue di% 9ue est6 n. O poder e ternuraI a ma!estade e .le tem esta esperanDaKI escre1euI Kpuri<icaOse a si mesmoI como tam.eis e intermitentes. A doutrina pura estar6 entretecida com as o. **# 0ma trans<ormaD)o de car6ter como a 9ue se 12 na 1ida de Jo)o é sempre o resultado da comun8)o com Cristo.eleceu re ras in<al-1eis para a conduta do crist)o. Como Deus é santo em Sua es<eraI assim de1e o 8omem ca-doI mediante <é em CristoI ser santo na sua. **& >a 1ida do disc-pulo Jo)o é e=empli<icada a 1erdadeira santi<icaD)o. Deus só pode ser 8onrado pelos 9ue pro<essam crer n.re si a sua cru%I e si aO7e. pelo 8umildeI dili ente e <iel la.randuraI o 1i or e a paci2ncia 9ue ele 1ia na 1ida di6ria do Hil8o de DeusI enc8eramOl8e a alma de admiraD)o.os esti1eram intimamente li ados a Jesus e e=perimentaram o mesmo pri1ilé io de ou1irOL8e os ensinos. .emOestar de Israel.K I Jo)o 'M'.itaI re1elar6 a piedade pr6tica.m lu ar de andar na lu%I escol8eu camin8ar nas tre1as.emos 9u)o terr-1el ser6 nossa luta no dia . Durante os anos de sua -ntima relaD)o com Cristo <oi ele muitas 1e%es ad1ertido e admoestado pelo Sal1adorJ e aceitou essas repreens@es.os possu-am sérios de<eitos de car6terJ e am. ?esistindo G di1ina in<lu2ncia desonrou o 7estre a 9uem pro<essa1a amar.ne aD)o. >)o sa. O car6ter ser6 puri<icadoI ele1adoI eno. . ** Trans<ormado Pela (raDa P6 . o 9ue 1imos e ou1imosI isso 1os anunciamosI para 9ue tam. Os 9ue dese!am alcanDar a . II Cor.ém de1e andar como . **.ser1a1a a ternura e lon animidade de Jesus e ou1iaOL8e as liD@es de 8umildade e paci2ncia.os ti1eram acesso G di1ina raDa 9ue trans<orma o car6ter.recido e lori<icado.sta é a 1ontade de DeusKI escre1e o apóstolo PauloI Ka 1ossa santi<icaD)o. Só podemos 1encer mediante lon os e perse1erantes es<orDosI se1era disciplina e ri oroso con<lito. +M'. Deus sustém e <ortalece a9uele 9ue est6 disposto a se uir o camin8o de Cristo.sp-rito.K I Jo)o +M1.KO 9ue era desde o princ-pioKI declarouI Ko 9ue ou1imosI o 9ue 1imos com os nossos ol8osI o 9ue temos P6 . K.M$+.K I Jo)o 1M1 e '.ustecendo os 86.

&M15.K A santi<icaD)o é o resultado de uma o. KA9uele 9ue di%M . >en8um dos apóstolos e pro<etas declarou !amais estar sem pecado.ios 8umanosM K.n9uanto reinar Satan6sI teremos de su. KSe dissermos 9ue n)o temos pecadoKI di% Jo)o n)o se e=cluindo de seus irm)osI Ken anamoOnos a nós mesmosI e n)o 86 1erdade em nós. Fuanto mais nos apro=imarmos de JesusI e 9uanto mais claramente distin uirmos a pure%a de Seu car6terI tanto mais claro 1eremos a e=cessi1a mali nidade do pecadoI e tanto menos nutriremos o dese!o de nos e=altar a nós mesmos.u sei 9ue em mimI isto éI na min8a carneI n)o 8a. Assim ser6 com todos 9ue contemplam a Cristo.ate da <é.les n)o puseram a sua con<ianDa na carneI nem ale aram possuir !ustiDa própriaI mas con<iaram inteiramente na !ustiDa de Cristo.K I Jo)o 1M5I 14 e #.le est6I e .le n)o pecaJ 9ual9uer 9ue peca n)o O 1iu nem O con8eceu.edi2ncia é <ruto da <é e do amor. Sua maneira de repartir a 1erdade é ilustrada nas pala1rasM KComo a .om com.le. K.le é <iel e !ustoI para nos perdoar os pecados e nos puri<icar de toda a in!ustiDa.eis 9ue .atado até o terceiro CéuI e tin8a 1isto e ou1ido coisas 9ue n)o poderiam ser pro<eridasJ contudoI sua 8umilde a<irmaD)o éM K>)o 9ue !6 a ten8a alcanDadoI ou 9ue se!a per<eitoJ mas prossi o. 3omens 9ue 1i1eram o mais pró=imo de DeusI 9ue sacri<icariam a 1ida de pre<er2ncia a cometer conscientemente um ato mauI 8omens a 9uem Deus 8onrou com di1ina lu% e poderI con<essaram a pecaminosidade de sua nature%a. 7uitos 86 9ueI em. A oraD)o é ordenada pelo Céu como meio de alcanDar 2=ito no con<lito com o pecado e no desen1ol1imento do car6ter crist)o.m todas as erasI por meio de comunicaD)o com o CéuI Deus tem reali%ado Seu propósito por Seus <il8os pelo radual desdo.ora procurando o.edecer aos mandamentos de DeusI t2m pouca pa% ou ale ria. . KA9uele 9ue uarda os Seus mandamentos n.' da lei reclamam tudo 9uanto é prometido aos <il8os de DeusJ mas isto é presunD)o da parte delesI pois Jo)o nos di% 9ue o 1erdadeiro amor a Deus se re1elar6 na o.em sa. A cada passo para a <rente em nossa e=peri2ncia crist)I nosso arrependimento se apro<undar6.oa 9ualidade desen1ol1ida. Fue os 9ue se sentem inclinados a <a%er alta pro<iss)o de santidade se contemplem no espel8o da lei de Deus.!u ar o próprio eu e 1encer os pecados 9ue nos assaltamJ en9uanto durar a 1ida n)o 8a1er6 ocasi)o de repousoI nen8um P6 .edi2ncia 9ue dura a 1ida toda.K I Jo)o 'M$+. 'M1$. Jo)o n)o ensinou 9ue a sal1aD)o de1ia ser ad9uirida pela o. Fue o Céu se re!u.stou sem pecadoJ P6 . 7ediante o e=erc-cio da <é o crente toma posse dessas .K L6.asta crer na teoria da 1erdadeI <a%er uma pro<iss)o de <é em CristoI crer 9ue Jesus n)o é um impostorI e 9ue a reli i)o da B-. 3a1er6 um cont-nuo anelo da alma em direD)o a DeusI uma cont-nuaI sinceraI contrita con<iss)o de pecado e 8umil8aD)o do coraD)o perante . . 7as 9ual9uer 9ue uarda a Sua pala1raI o amor de Deus est6 nele 1erdadeiramente aper<eiDoadoM nisto con8ecemos 9ue estamos n. As in<lu2ncias di1inas 9ue 12m em resposta G oraD)o da <é produ%ir)o na alma do suplicante tudo o 9ue ele pleiteia. Se esti1ermos em CristoI se o amor de Deus esti1er no coraD)oI nossos sentimentosI pensamentos e aD@es estar)o em 8armonia com a 1ontade de Deus.le Se mani<estou para tirar os nossos pecadosKI disseI Ke n.edi2nciaI mas 9ue a o..edientes e des<rutem pa%. *.K Hilip.ios santi<icados nunca pronunciar)o pala1ras de tanta presunD)o. Ao 1erem o 1asto alcance de seus reclamosI e compreenderem 9ue ela opera como perscrutadora dos pensamentos e intenD@es do coraD)oI n)o se presumir)o de estar sem pecado.edi2ncia G 1erdade.edoria e <ortale%a para Sua o.itaD)o da lória do Sen8or. K7as lon e este!a de mim loriarOmeI a n)o ser na cru% de nosso Sen8or Jesus CristoI pela 9ual o mundo est6 cruci<icado para mim e eu para o mundo.sses trans ressores P6 .K ?om. O coraD)o santi<icado est6 em 8armonia com os preceitos da lei de Deus. Fual9uer 9ue permanece n. O Sen8or 9uer 9ue todos os Seus <il8os e <il8as se!am <eli%esI o.K I Jo)o $M+ e *.le prometeuI e a promessa éM K?ece.se uinte. .le.sp-rito SantoI a nature%a crist)I sa. . Podemos pedir o perd)o do pecadoI o . >)o . C no monte com Deus O no lu ar secreto da comun8)o O 9ue de1emos contemplar Seu lorioso ideal para a 8umanidade.eremos 9ue nossa su<ici2ncia est6 em Cristo unicamenteI e <aremos nossa própria a con<iss)o do apóstoloM K.le n)o 86 pecado. Fue os an!os do Céu escre1am as 1itórias de Paulo ao com. Andam como se pisassem uma terra salinaI um resse9uido deserto. A atitude de Paulo é a atitude 9ue cada se uidor de Cristo de1eria tomar ao prosse uir na luta pela coroa imortal.sta <al8a em sua e=peri2ncia é o resultado da <alta de e=ercitar a <é. P6 .edi2ncia a todos os Seus mandamentos.M1+.K I Jo)o 'M* e . Fue os an!os relatores escre1am a 8istória das santas lutas e pele!as do po1o de DeusJ 9ue anotem as oraD@es e l6 rimasJ mas n)o permitamos 9ue Deus se!a desonrado pela declaraD)o de l6.$ sou santo. .em al um. O apóstolo Paulo 8a1ia sido arre.ula arti<icialmente composta.u con8eDoOOKI escre1eu Jo)oI Ke n)o uarda os Seus mandamentosI é mentirosoI e nele n)o est6 a 1erdade. .rar em seu esp-rito das doutrinas da raDa. 36 os 9ue pro<essam possuir santidadeI 9ue se declaram santos do Sen8orI 9ue reclamam como um direito a promessa de DeusI ao mesmo tempo 9ue recusam o.edi2ncia aos mandamentos de Deus. *. Sa.K KSe dissermos 9ue n)o pecamosI <a%emoOLo mentirosoI e a Sua pala1ra n)o est6 em nós.+ Tais pessoas n)o representam corretamente a santi<icaD)o 9ue 1em mediante a o.raI todos os donsI en<imI 9ue . *.le nele. Os an!os se re o%i!am ao contar seus triun<osI mas Paulo mesmo n)o se 1an loria de suas con9uistas.lia n)o é uma <6.1 ponto a 9ue possamos atin ir e di%erM KAlcancei tudo completamente.ereis.ile em sua marc8a <irme rumo do Céu e 9ueI ao manter ele em 1ista o pr2mioI considere tudo o mais como escória. .2nD)os. Pela <éI cada de<ici2ncia de car6ter pode ser supridaI cada contaminaD)o puri<icadaI cada <alta corri ida e toda . Pedem poucoI 9uando de1iam pedir muitoI pois n)o 86 limite para as promessas de Deus.ita .ater o .K (6l.K KSe con<essarmos os nossos pecadosI . *.K Hoi no monte com Deus 9ue 7oisés contemplou o modelo da mara1il8osa construD)o 9ue de1ia ser o lu ar de 8a.

le pede o intelectoJ daiOL8oJ é Seu.riu camin8oJ se!a 9ual <or o sacri<-cio do . Deus re9uer de 1ós inteira con<ormidade com Sua lei. >a terr-1el perse uiD)o 9ue se se uiuI o apóstolo Jo)o muito <e% para con<irmar e <ortalecer a <é dos crentes.ras mortas para ser1ir ao Deus 1i1o. As diretri%es traDadas na Pala1ra de Deus n)o dei=am lu ar para compromisso com o mal. >in uém poderia du1idar de sua sinceridadeI e atra1és de seus ensinos muitos <oram le1ados a dei=ar a incredulidade.al1a ser6 a Sua sa-da. S)o sinceros e <er1orososI mas cansamOse do cont-nuo es<orDoI do morrer cada diaI da incessante la.le a. *. Fuando a <é dos crist)os l8es parecia 1acilar so. .M'.ora n)o possa ser dado sem méritoI n)o pode ser ne ado sem ru-na. Ao contemplardes essas ri9ue%asI passareis a possu-OlasI e re1elareis os méritos do sacri<-cio do Sal1adorI a proteD)o de Sua !ustiDaI a plenitude de Sua sa. Testemun8ou a destruiD)o de Jerusalém e a ru-na do ma!estoso templo. A indol2ncia parece con1idati1aI repulsi1a a morte do euJ <ec8am os ol8os sonolentos e caem so.K I Jo)o 1M1O '.le 1os perdoar6 e puri<icar6 de toda a in!ustiDa. .K I Cor. Dese!ai a plenitude da raDa de Cristo.le er ue perante nós o mais alto idealI a per<eiD)o mesmo. .K Osé. O Hil8o de Deus Se mani<estou para atrair a Si todos os 8omens.al8o ou so<rimentoI precisam manter constante .emOestar ou condescend2ncia e o-staI se!a 9ual <or o custo do tra. Eltimo so. . Pede 9ue este!amos completa e a. Halsas testemun8as acusaramOno de ensinar sediciosas 8eresias. K>)o sa.K I Tess. C esta tam. Por essas acusaD@es espera1am seus inimi os le1ar em . Jo)o <oi por conse uinte con1ocado a ?oma para ser !ul ado por sua <é.sses n)o t2m con<lito com o eu.le deu um testemun8o 9ue seus ad1ers6rios n)o puderam contro1erterI e 9ue a!udou seus irm)os a en<rentar com lealdade e cora em as pro1as 9ue l8es so.re1ieram. O maior lou1or 9ue os 8omens podem apresentar a Deus é tornaremOse consa rados instrumentos por cu!o intermédio possa . A ra%)o por 9ue muitos nesta época n)o <a%em maiores pro ressos na 1ida reli iosa é interpretarem a 1ontade di1ina como sendo apenas o 9ue eles ostariam de <a%er. KPor9ue esta é a 1ontade de DeusK no tocante a 1ósM KA 1ossa santi<icaD)o. *.edoriaI e Seu poder de 1os apresentar diante do Pai Kimaculados e irrepreens-1eisK.edi2nciaI per<eita con<ormidade com a 1ontade de Deus. De1emos santi<icarOnos para Deus mediante a o.ios . Para 9ue os mila res e ensinos de Cristo <ossem es9uecidosI a 1o% da ousada testemun8a teria de ser silenciada. >)o 1eio para em.sta lei é o eco de Sua 1o% di%endoO1osM 7ais santidadeI simI mais santidade ainda. Deus re9uer a 8omena em da alma santi<icadaI 9ueI pelo e=erc-cio da <é 9ue o.ra por caridade se ten8a preparado para ser1iOLo.5 7ais de meio século 8a1ia passado desde a or ani%aD)o da i re!a crist). P6 .M1# e $4.eis 9ue. >)o reten8amos de Deus a9uilo 9ue é Sua propriedade.ril8o do meioOdia. . Durante esse tempo a mensa em do e1an el8o tin8a so<rido constante oposiD)o.. P6 . (randes possi.elecer o <ato de 9ue Jesus é o 7essiasI o ?edentor do mundo. A9uele 9ue se coloca onde Deus o pode iluminarI a1anDaI por assim di%erI da o. Patmos P6 .* A 1erdadeira santi<icaD)o si ni<ica per<eito amorI per<eita o. 7antin8a <irmemente a <éI e de seus l6. Presumem de estar em con<ormidade com a 1ontade de DeusI 9uando na 1erdade est)o se uindo seus próprios dese!os. *.rota1a sempre a mesma ale re mensa emM KO 9ue era desde o princ-pioI o 9ue ou1imosI o 9ue 1imos com os nossos ol8osI o 9ue P6 . a <ero% oposiD)o 9ue eram <orDados a en<rentarI o 1el8o e pro1ado ser1o de Jesus l8es repetia com poder e elo9R2ncia a 8istória do Sal1ador cruci<icado e ressur ido. >)o L8e recusemos a9uilo 9ueI em. o 9ue 1imos e ou1imosI isso 1os anunciamos.st6culos do eu e do pecado e prosse uir para a per<eiD)o. II Ped. Seus <il8os precisam se uir por onde . Seus inimi os !amais a<rou=aram os es<orDosI e a<inal alcanDaram 2=ito em arre imentar o poder do imperador romano contra os crist)os. Jo)o alcanDou a1anDada idade. .uta. 'M1+.le neste mundoI como . n)o sois de 1ós mesmosQ Por9ue <ostes comprados por . .ém a 1ossa 1ontadeQ :ossos pecados podem ser como uma montan8a diante de 1ósJ mas se 8umil8ardes o coraD)oI e con<essardes 1ossos pecadosI con<iando nos méritos de um Sal1ador cruci<icado e ressur idoI . >)o somos ainda per<eitosJ mas é nosso pri1ilé io des1encil8armoOnos dos o.om preDo.scuridade parcial da aurora para o pleno . P6 .& / medida 9ue 1ossa alma anela a DeusI mais e mais encontrareis as in<initas ri9ue%as de Sua raDa. Permiti 9ue 1osso coraD)o se enc8a de intenso dese!o por Sua !ustiDaI cu!o e<eito a Pala1ra de Deus declara ser pa%I e cu!a operaD)o repouso e se uranDa para sempre. *. Pede 1osso din8eiroJ daiOL8oJ é Seu. >ossa consci2ncia de1e ser e=pur ada das o. O tempo est6 passando rapidamente para a eternidade.alar o mundo em seu sonoI mas para indicar o camin8o estreito em 9ue todos de1em se uir para alcanDar a<inal os portais da cidade de Deus.re1e o disc-pulo G morte. .atal8a contra o eu..edi2ncia G 1erdade.re1i1ente dos disc-pulos 9ue 8a1iam pri1ado intimamente com o Sal1adorI sua mensa em te1e rande in<lu2ncia em esta.le operar.. *. +M'..# temos contempladoI e as nossas m)os tocaram da Pala1ra da 1ida. Declararam 9ue de nada 1aleriam seus es<orDos contra os crist)os en9uanto o testemun8o de Jo)o soasse aos ou1idos do po1o. a tentaD)o em 1e% de resistirOl8e.ilidadesI altas e santas con9uistas s)o colocadas ao alcance de todos. Os pr-ncipes dos !udeus enc8eramOse de ódio atro% contra Jo)o por sua inamo1-1el <idelidade G causa de Cristo.solutamente por .. .le est6 por nós na presenDa de Deus. *.emOsucedidos na luta contra seus dese!os e o-stas por pra%eres e comodidades.le pede o inteiro coraD)oJ daiOL8oJ é SeuI tanto pela criaD)o como pela redenD)o. A9ui perante as autoridadesI as doutrinas do apóstolo <oram deturpadas. 36 outros 9ue por al um tempo s)o .

itantes se a1enturaram a trans redir a lei de Deus.re o apóstolo.edoria.ntre as roc8as e reci<es de PatmosI Jo)o mante1e comun8)o com seu Criador.atal8a e carni<icinaI lares desoladosI l6 rimas de ór<)os e 1iP1asI o <ruto de seu am. . <oi depois de 8a1er Jo)o encanecido na o. As roc8as 9ue irromperam da Terra e do rande a. *&$ co. >as roc8as rudesI e ermosI nos mistérios dos a.ra para ele um deleite meditar so.reiros idosos.eu instruD)o para a i re!a por P6 . Fuando Jo)o <oi e=ilado para a il8a de PatmosI 8a1ia muitos 9ue o P6 . Apoc.itaD)o tornouOse a porta do Céu. As poderosas ondasI em sua terr-1el comoD)oI mantidas em seus limites por m)o in1is-1elI <ala1am do controle de um poder in<inito. Fuando sua 1o% n)o mais podia testi<icar dA9uele a 9uem amara e ser1iraI as mensa ens 9ue <oram dadas nessa costa desolada de1iam a1anDar como uma lSmpada 9ue ardeI declarando o se uro propósito do Sen8or concernente a cada naD)o da Terra. .ismosI nas lórias do <irmamento lia ele importantes liD@es.ismo pelo irromper das 6 uasI tra%iamOl8e 1i1idamente ao esp-rito os terrores da9uele terr-1el derramamento da ira de Deus. . Podem eles ter cometido errosI mas de suas <al8as aprenderam a e1itar erros e peri osJ e n)o s)o ainda assim competentes para dar s6.ra de seu Sen8or 9ue ele rece. . .m anos anteriores seus ol8os tin8amOse deleitado na contemplaD)o dos morros co.elo como o céu de sua amada Jerusalém.icioso dese!o de proemin2ncia.ilidade do Criador. 7as o Sen8or ac8ou próprio us6Olo ainda.m tudo ao seu redor 1ia o apóstolo testemun8as do dilP1io 9ue inundara a Terra por9ue seus 8a.edoria e elo9R2ncia. A 8istória de Jo)o <ornece uma 1-1ida ilustraD)o de como Deus pode usar o.re o roc8edo de Patmos su. A ora esta1a circundado por cenas 9ue poderiam parecer a muitos melancólicas e desinteressantesJ mas para Jo)o representa1am outra coisa.anido das cenas de seus primeiros la.ertos de <lorestasI dos 1erdes 1ales e <rut-<eras plan-ciesJ e nas .idas de Deus.ra de Deus.ios consel8osQ Suportaram pro1as e a<liD@esI e em. De no1o a m)o da perse uiD)o caiu pesadamente so.ra1am CristoI a ?oc8a de sua <ortale%aI em cu!o a. Cristo era santoI inocenteI incontaminado. >)o pecou nem se ac8ou en ano em Sua . .eu do Céu mais comunicaD@es 9ue durante todos os anos anteriores de sua 1ida. A9uiI a<astado das cansati1as cenas da 1idaI e dos ati1os la. *&1 todo o tempo <uturo. .edoria e <orDaI e colocam o coraD)o contra o (o1ernador do 0ni1ersoI como se Deus <osse i ual a eles. Podem ter en<ermidadesI mas possuem ainda talentos 9ue os 9uali<icam para permanecer em seu lu ar na causa de Deus.ra da criaD)oI e adorar o di1ino Ar9uiteto. Tudo tra%ia mensa em do poder e lória de Deus.K I Jo)o 'M1+.meteu pacientemente a tudo 9uanto Satan6s e seus an!os puderam in1entar para 8umil86OLo e tortur6OLo. Jo)o <oi lanDado dentro de um caldeir)o de óleo <er1enteJ mas o Sen8or preser1ou a 1ida de Seu <iel ser1oI da mesma maneira como preser1ara a dos tr2s 8e.le deu a 1ida para sal1ar o mundo. O marI aDoitado pela <Pria de impiedosos 1entosI representa1a para ele a ira de um Deus o<endido.ria era t)o luminoso e . .iam para Deus os mais ardentes anseios de almaI as mais <er1entes oraD@es.reus na <ornal8a ardente.ele%as da nature%a sempre se deleitara em considerar a sa. >a 1o% de muitas 6 uas O a. O imperador Domiciano esta1a c8eio de ira.ilitado a estudar mais intimamente do 9ue nunca as mani<estaD@es do poder di1ino como re1eladas no li1ro da nature%a e nas P6 inas da InspiraD)o. PatmosI uma il8a 6rida e roc8osa no mar . .le l8es d6 especial raDa e sa.sses o.ste ol8aria para tr6s e encontraria apenas campos de . *&' considera1am como tendo passado do tempo de ser1iDoI um caniDo 1el8o e 9ue. PorémI 9uanto mais con1incente seu testemun8oI mais pro<undo era o ódio de seus opositores.m.emos 9ue passamos da morte para a 1ida. ?ecapitulou sua 1ida passadaI e ao pensamento das . As roc8as l8e lem. .ora astosI incapa%es de le1ar os encar os mais pesados 9ue os mais !o1ens podem e de1em le1arI seus consel8os s)o do mais alto 1alor.m seu isolado larI Jo)o esta1a 8a.oca.ores dos primeiros anosI ele te1e a compan8ia de DeusI de Cristo e dos an!os celestiaisI e deles rece.radoI pronto para cair a 9ual9uer momento.Jo)o respondeu por si de maneira clara e con1incenteI e com tal simplicidade e candura 9ue suas pala1ras ti1eram e<eito poderoso. *&4 CristoI nem disputar o poder 9ue l8e acompan8a1a a e=posiD)o da 1erdadeJ determinouI contudoI <a%er silenciar sua 1o%.2nD)os 9ue 8a1ia rece. Sua mensa em era de ale riaI proclama1a um Sal1ador ressurretoI 9ue no Céu intercedia por Seu po1o até 9ue pudesse retornar e tom6Olo para Si mesmo. >)o podia contra<a%er as ra%@es do <iel ad1o ado de P6 . .ismo c8amando a. Do e=ilado apóstolo so.ri o podia ele re<u iarOse sem temor.ismo O o pro<eta ou1ia a 1o% do Criador.edoria e 8a.animento de criminososJ mas para o ser1o de Deus sua solit6ria 8a. Por decreto do imperador <oi Jo)o . A9uiI pensa1am seus inimi osI sua in<lu2ncia n)o mais seria sentidaI e ele morreriaI a<inalI pelas pri1aD@es e so<rimentos. euI 8a1ia sido escol8ida pelo o1erno romano para .ora o cen6rio 9ue o rodea1a <osse desolado e 6ridoI o céu a%ul 9ue o P6 . .anira. . A mais terna consideraD)o de1e ser dispensada a todos a9ueles cu!os interesses da 1ida esti1eram li ados com a o.re a o.oresI ele n)o cessou de dar testemun8o da 1erdade. . .idoI a pa% enc8euOl8e o coraD)o. Os e1entos 9ue teriam lu ar nas cenas <inais da 8istória deste mundo <oram es. 7esmo em Patmos <e% ami os e con1ersos.ora ten8am perdido parte de seu 1i orI o Sen8or n)o os p@e de lado.m. 1M#. Seus ou1intes <icaram atAnitos com sua sa.ora .le 1i1era a 1ida de um crist)oI e pudera di%er com <éM KSa. >)o assim o imperador 9ue o . Sou um 8omem pecador e <raco. . .stas pala1ras e=erceram sua in<lu2nciaI e Jo)o <oi retirado do caldeir)o pelos mesmos 8omens 9ue ali o 8a1iam lanDado. Ao serem pronunciadas as pala1rasM Assim pereDam todos os 9ue cr2em nesse en anadorI Jesus Cristo de >a%aréI Jo)o declarouM 7eu 7estre Se su.anido para a il8a de PatmosI condenado Kpor causa da Pala1ra de DeusI e pelo testemun8o de Jesus CristoK.reiros idosos t2m permanecido <iéis em meio a tempestades e pro1as.m.oDados perante eleJ e ali escre1eu as 1is@es rece. Considero uma 8onra o serO me permitido so<rer por Seu amor. em contraste considera1a a <ra9ue%a e <utilidade dos mortais 9ueI em.ora 1ermes do póI loriamOse em sua suposta sa.

st21)o <oi apedre!ado por 8a1er pre ado a CristoI e .ne aD)o e passam por amar os desapontamentosJ mas deste modo aprendem o 9ue si ni<icam a culpa e os ais do pecadoI e ol8am para ele com repulsa. *&5 >os dias dos apóstolos os crentes crist)os esta1am c8eios de <er1or e entusiasmo. >a e=peri2ncia do apóstolo Jo)o so. Jesus n)o o<erece a Seus se uidores a esperanDa de alcanDar lórias e ri9ue%as terrestresI de 1i1er uma 1ida li1re de pro1aD@es.sses e=emplos de 8umana <irme%a d)o testemun8o da <idelidade das promessas de Deus O de Sua permanente presenDa e mantenedora raDa.olo de toda a i re!a crist) na era apostólicaI a Testemun8a <iel e 1erdadeira declarouM . . A perse uiD)o e o descrédito esperam todos os 9ue se im. . . O relato de Seu mara1il8oso trato com Seu po1oI de Sua rande . Assim tra% Deus Seus <il8os pró=imo de SiI para 9ue l8es possa mostrar Sua <ortale%a e a <ra9ue%a deles.reiro do e1an el8o e<etua sua o. Ao contr6rioI c8amaOos para se uiOLo no camin8o da a. Deus dese!a 9ue os 1el8os e pro1ados o. a perse uiD)oI 86 para o crist)o uma liD)o de mara1il8osa <ortale%a e con<orto.sp-rito Santo a re<erir as e=peri2ncias 9ue ti1eram em relaD)o com a o. Fue os 8omens mais !o1ens sintam 9ue ter entre eles tais o. >a Terra andam em 1eredas estreitasJ s)o puri<icados na <ornal8a da a<liD)o.ora dolorosamente pro1ado e sacudido pela tempestadeI 9ue nosso Pai est6 ao leme. Somente os ol8os da <é podem 1er para além das coisas temporais e apreciar P6 .stante a <ero% perse uiD)oI o e1an el8o do reino soou em todas as partes do mundo 8a. D2emOl8es um lu ar de 8onra em seus conc-lios. Testi<icam do poder da <é para en<rentar os poderes do mundo.reOse ele de 9ue a e=peri2ncia por alcanDar na <ornal8a da pro1a e da a<liD)o pa a todas as penas de seu preDo.uam para o .Os 9ue ser1iram seu 7estre 9uando a o.ra em meio a tempestades de perse uiD@esI oposiD)o atro% e acusaD@es in!ustas.K ?om.m todas as épocas as testemun8as desi nadas por Deus se t2m e=posto Gs perse uiD@es e ao despre%o por amor G 1erdade. Jo)o <oi . com acerto o 1alor das ri9ue%as eternas. >uma impiedosa con<ederaD)oI 8omens e an!os maus se aliaram contra o Pr-ncipe da pa%.ilidades e reali%ar o rande propósito para o 9ue l8es <oram dadas as <aculdades. *&& Se uem a Cristo atra1és de penosos con<litosJ suportam a a. Da i re!a de C<esoI usada pelo Sen8or Jesus como s-m. *& O Apocalipse P6 . C o. Paulo <oi encarceradoI aDoitadoI apedre!ado e <inalmente entre ue G morte por ter sido <iel mensa eiro de Deus aos entios. . P6 . *&* emer 2nciasI ocupar posiD@es de responsa.ra era di<-cilI 9ue suportaram a po.em da9ueles 9ue em pro1a e con<lito mant2m sua <é e lealdade. Podem encerrar 8omens e mul8eres nas pris@esI mas n)o l8es podem encerrar o esp-rito. T)o incansa1elmente tra. Jeremias n)o pAde ser impedido de <alar as pala1ras 9ue Deus l8e ordenaraJ e seu testemun8o de tal maneira en<ureceu o rei e os pr-ncipes 9ue o atiraram num poDo as9ueroso.le os ensina a arrimaremOse n. Fuando os 9ue despenderam sua 1ida no ser1iDo de Cristo se apro=imam do <im de seu ministério terrestreI s)o impressionados pelo . Assim ser6 com todos os 9ue se dispuserem a 1i1er piamente em Cristo Jesus.re%a e permaneceram <iéis 9uando poucos 8a1ia ao lado da 1erdadeI de1em ser 8onrados e P6 .le.el.reiros l8es representa um alto <a1or.itado. *&.m todos os séculos Satan6s tem perse uido o po1o de Deus. . Jó <oi pri1ado de suas posses terrestres e <erido no corpo de tal maneira 9ue o despre%aram os próprios parentes e ami osJ contudo mante1e sua inte ridade.m tais ocasi@es lem. . >)o raro o o. 5M15. Deus n)o impede a trama dos -mpiosI mas <a% 9ue suas armadil8as contri. José <oi caluniado e perse uido por 8a1er preser1ado sua 1irtude e inte ridade.scuridadeI di%endoM KTen8o por certo 9ue as a<liD@es deste tempo presente n)o s)o para comparar com a lória 9ue em nós 86 de ser re1elada. O Sen8or dese!a 9ue os o. Da1iI o mensa eiro escol8ido de DeusI <oi caDado como um animal <ero% por seus inimi os.ste cruci<icado.reiros permaneDam em seus lu aresI <a%endo sua parte para li1rar a 8omens e mul8eres de serem 1arridos pela poderosa corrente do malI e dese!a 9ue conser1em a armadura até 9ue l8es ordene depAOla.al8a1am eles para o 7estre 9ue em tempo comparati1amente curtoI n)o o. Daniel <oi lanDado na co1a dos le@es por ser leal a sua alianDa com o Céu. Cada um de Seus atos e pala1ras re1ela1a di1ina compai=)oI e Sua incon<ormidade com o mundo pro1ocou a mais acérrima 8ostilidade. A9uele 9ue 1eio para redimir o mundo so<reu a oposiD)o das arre imentadas <orDas do mal. O car6ter da perse uiD)o muda com o tempoI mas o princ-pio O o esp-rito 9ue a anima O é o mesmo 9ue tem dado a morte aos escol8idos do Sen8or desde os dias de A. Os crentes em CristoI odiados e perse uidos pelo mundoI s)o educados e disciplinados na escola de Cristo. TemOno torturado e l8e dado a morteI porém tornaramOse eles con9uistadores ao morrer. Deram testemun8o do poder de Al uém 9ue é mais <orte 9ue Satan6s. Dessa <orma preparaOos para en<rentar as P6 .ra de Deus. 7ediante pro1as e perse uiD@esI a lória O o car6ter O de Deus se re1ela em Seus escol8idos. *&+ respeitados.u-rem do . Tendo sido participantes das a<liD@es de CristoI podem contemplar a lória além da o.reiros mais !o1ens an8em sa. . Podem os -mpios torturar e matar o corpoI mas n)o podem tocar na 1ida 9ue est6 escondida com Cristo em Deus. O %elo mani<estado nesse tempo pelos se uidores de Jesus <oi relatado pela pena da inspiraD)o para encora!amento dos crentes em todos os séculos.anido para a il8a de Patmos Kpor causa da Pala1ra de DeusI e pelo testemun8o de Jesus CristoK.ondade em li1r6Olo das pro1asI de1eria ser repetido aos recémO1indos G <é.ra de <é repousar em Deus na 8ora mais escuraI sentirI em.sp-rito de Cristo.edoriaI <ortale%a e maturidade pela associaD)o com esses 8omens <iéis.ne aD)o e i nom-nia.

ros da i re!a esta1am unidos em sentimento e aD)o.ilidade de seu mau atoI os 9ue e=ilaram Jo)o tornaramOse instrumento nas m)os de Deus para a reali%aD)o do propósito do CéuJ e o próprio es<orDo para e=tin uir a lu% colocou a 1erdade em ousada notoriedade.ora pro<essando con8ecer a 1erdadeI eram mais amantes dos pra%eres 9ue de Deus.K Apoc..ora n)o tendo <icado li1res da responsa.u <ui arre. Almas eram con1ertidas e estas por sua 1e% sentiam 9ue precisa1am <alar do inestim61el tesouro 9ue 8a1iam rece.ra era le1ada para <rente. 1M1+ e 1*. Se undo todas as apar2ncias n)o esta1a lon e o dia em 9ue os inimi os da i re!a de Cristo triun<ariam.iaI 8a1iamOse cansado das t)o repetidas 1erdades. . :iraOO nas m)os dos soldados romanosI 1estido com um 1el8o manto de pPrpura e coroado de espin8os.uso. C8eios de amor pelo ?edentorI era seu mais alto o. *$M1+.atado em esp-rito no dia do Sen8orKI escre1e Jo)oI Ke ou1i detr6s de mim uma rande 1o%I como de trom. Prosse uiram em con8ecer o Sen8or mais e mais per<eitamenteI e a 1ida deles re1ela1a o !P.st6 en1ol1ido em 1estes de esplendor celestial.al8oI e a tua paci2nciaI e 9ue n)o podes so<rer os mausJ e puseste G pro1a os 9ue di%em ser apóstolos e o n)o s)oI e tu os ac8aste mentirosos.ilidade da mensa emI KPa% na TerraI .aria e a. .rasI e o teu tra. 1M14O1'. Al uns dos o.ido a 1erdade.!eto de cruel %om. *51 9ue se declara1am se uidores de Cristo.re insi ni<icantes pontos de doutrinaI e o osto por <6. Hoi no s6. .ado 9ue o Sen8or da lória apareceu ao e=ilado apóstolo..rancaI como a ne1eI e os Seus ol8os como c8ama de <o oJ e os Seus pésI semel8antes a lat)o relu%enteI como se ti1essem sido re<inados numa <ornal8a. Hoi neste tempo cr-tico da 8istória da i re!a 9ue Jo)o <oi sentenciado ao desterro. Al uns es9ueceram a maneira mara1il8osa em 9ue 8a1iam rece. 7ultid@es de incrédulos P6 . >a pro1id2ncia de DeusI Jo)o <ora colocado onde Cristo l8e podia dar uma mara1il8osa re1elaD)o de Si mesmo e da di1ina 1erdade para iluminaD)o das i re!as.ido. . O amor a Cristo era a cadeia de ouro 9ue os unia. ?icamente <a1orecido <oi este amado disc-pulo. Ao serem essas <alsas doutrinas introdu%idasI desperta1am di1er 2nciasI e os ol8os de muitos dei=aram de contemplar a Jesus como o autor e consumador de sua <é. Os mem.uscaram introdu%ir no1os aspectos da doutrinaI mais a rad61eis a muitos esp-ritosI mas n)o em 8armonia com os princ-pios <undamentais do e1an el8o.re os P6 .al8aste pelo 7eu nomeI e n)o te cansaste. ?e o%i!a1amOse em <a%er a 1ontade de Deus por9ue o Sal1ador esta1a sempre presente em seu coraD)o. a Sua ca.=ilando Jo)oI tin8am os inimi os da 1erdade esperado <a%er silenciar para sempre a 1o% da <iel testemun8a de DeusJ mas em Patmos o disc-pulo rece. *&# procura1am <er1orosamente o. 3omens pecadoresI arrependidosI perdoadosI puri<icados e santi<icadosI <oram le1ados em participaD)o com Deus atra1és de Seu Hil8o.K. As massas 9ue poderiam ter sido con1encidas e con1ertidas pela <iel apresentaD)o da 1erdadeI eram dei=adas sem ad1ert2ncia. Os crentes P6 . Isa. Considera1a como sua propriedade as preciosas promessas <eitas em re<er2ncia a este dia.I 1irandoOmeI 1i sete castiDais de ouroJ e no meio dos sete castiDais um semel8ante ao Hil8o do 8omem.etaI 9ue di%iaM O 9ue 12sI P6 . O remanescente dos crentes esta1a en<rentando <ero% oposiD)o.le. Os 1el8os portaOestandartes ca-ram em seu posto um após outro. 1ireiOme para 1er 9uem <ala1a comi o. .m sua con<ianDa própria e ce ueira espiritual dei=aram de discernir 9ue esses so<ismas le1ariam muitos a pAr em dP1ida as e=peri2ncias do passadoI condu%indo assim G con<us)o e incredulidade. :isita1am os ór<)os e as 1iP1as em suas a<liD@esI e uarda1amOse imaculados do mundoI sentindo 9ue dei=ar de <a%er isto seria uma contradiD)o de sua <é e uma ne aD)o de seu ?edentor. . so<resteI e tens paci2nciaJ e tra.oa 1ontade para com os 8omensK LLuc. . .ser1ado por Jo)o em Patmos como 9uando esta1a pre ando ao po1o nas cidades e 1ilas da Judéia.em assim seu amor a Deus e de uns para com os outros.ril8asse so.m cada cidade a o. A ora é permitido a Jo)o contemplar uma 1e% mais a seu Sen8or. *54 <ica1am <amiliari%ados com as ra%@es da esperanDa dos crist)os.eu uma mensa em cu!a in<lu2ncia de1ia continuar a <ortalecer a i re!a até o <im dos tempos.K Apoc.reiros mais !o1ensI 9ue poderiam 8a1er partil8ado das responsa.ulas de in1enD)o 8umanaI ocupa1am o tempo 9ue de1eria ser asto na proclamaD)o do e1an el8o.le tin8a 1isto seu 7estre no (ets2maniI <ace marcada com o ote!ar do san ue da a oniaI Ko Seu parecer esta1a t)o des<i uradoI mais do 9ue o de outro 9ual9uerI e a Sua <i ura mais do 9ue a dos outros <il8os dos 8omensK.m seu dese!o de al uma coisa no1a e estimulanteI . Sua 1o% é como a mPsica de muitas 6 uas. $M1+NI ardiam em dese!o de le1ar as ale res no1as de sal1aD)o aos recantos mais remotos da Terra.u sei as tuas o. o mundo te1e con8ecimento de 9ue 8a1iam estado com Jesus. :iraOO suspenso na cru% do Cal16rioI o. . K. Jamais <ora a sua 1o% t)o necess6ria G i re!a como a ora.edecer a cada ordem de DeusI e suas 1idas re1ela1am <er1ente e sincero amor por Cristo.K Apoc.re outros. . .ilidades desses pioneiros e assim se preparado para assumir direD)o s6.!eti1o con9uistar almas para . >)o pensa1am em reter o precioso tesouro da raDa de Cristo. A <rie%a in1adiu a i re!a. A piedade deca-a rapidamente e parecia estar Satan6s para alcanDar ascend2ncia so. 7as a m)o do Sen8or se mo1ia in1is-1el no meio das tre1as.elos eram . O s6.m. Seu rosto . $M$ e '. >o in-cioI a e=peri2ncia da i re!a de C<eso <oi marcada por simplicidade e <er1or in<antis. Amorosos e inspirados apelos pessoais eram <eitos aos 9ue esta1am em erroI aos p6rias e aos 9ueI em. Fuase todos os seus anti os compan8eiros de ministério tin8am so<rido mart-rio. A discuss)o so. Depois de al um tempoI porémI comeDou a min uar o %elo dos crentesI . *5$ escre1eOo num li1ro.eDa e ca. . 7as 9u)o mudada est6 Sua apar2nciaT >)o é mais um 8omem de doresI despre%ado e 8umil8ado pelos 8omens.ril8a como Sol.ado era t)o reli iosamente o.m Sua m)o .ilo e a pa% de Cristo. . K.rancos como l) . >)o tin8am repouso sem 9ue a lu% 9ue l8es iluminara a mente . Sentiam a importSncia do seu c8amadoJ e com a responsa.

ranco.ssas pala1ras s)o ditas aos 9ue ensinam na i re!a O a9ueles a 9uem Deus con<iou pesadas responsa. A9uele 9ue testi<ica estas coisas di%M Certamente cedo 1en8o. 1M1&.m <i uras e s-m. Apoc. 0m é uma pro<eciaJ o outro uma re1elaD)o.erto G recepD)o da 1erdade ser)o capacitados a compreender seus ensinosI e serOl8esO6 arantida a .smirnaI e a Pér amoI e a TiatiraI e a SardesI e a Hiladél<ia e a Laodicéia.le ou1iu a mPsica dos an!os celestiais e os triun<antes cSnticos dos 9ue 1enceram pelo san ue do Cordeiro e pela pala1ra de Seu testemun8o.K Dan.les s)o apenas instrumentos em Suas m)osI e todo o . *5. >o Apocalipse s)o pintadas as coisas pro<undas de Deus. O. Se os castiDais <ossem dei=ados ao cuidado meramente 8umanoI sua tr2mula c8ama enlan uesceria e morreriaJ mas .m conse9R2nciaI muitos se t2m des1iado do relato pro<éticoI recusando de1otar tempo e estudo a seus mistérios.a Seus pés como mortoJ e . A9uele 9ue re1elou estes mistérios a Jo)o dar6 ao dili ente pes9uisador da 1erdade um ante o%o das coisas celestiais. *5* desta pro<eciaI e uardam as coisas 9ue nela est)o escritasK.ertas as lórias do Céu.u sou. .oli%ada a Sua relaD)o para com as i re!as. K.re mim a Sua destraI di%endoOmeM >)o temas.K Apoc. Isto nos asse ura 9ue nen8uma i re!a <iel a seu encar o necessita temer o <racassoJ pois nen8uma estrela 9ue tem a proteD)o do Onipotente pode ser arre. Patmos resplende com a lória do Sen8or ressur ido. .le pAs so.re1emente de1em acontecerK.. euI 9uando O 1iKI escre1e Jo)oI Kca. KBemOa1enturado a9uele 9ue l2KI declara o Sen8orI e Kos 9ue ou1em as pala1ras desta pro<eciaI e uardam as coisas 9ue nela est)o escritasJ por9ue o tempo est6 pró=imo.oca sai uma espada a uda de dois umesI em. . HoiOl8e permitido 1er o trono de Deus e ol8ando para além dos con<litos da TerraI contemplar a multid)o de remidos 1estidos de . >a re1elaD)o a ele dada <oram desdo.lema do poder de Sua Pala1ra. KIsto di% A9uele 9ue tem na Sua destra as sete estrelas. KO 9ue 12sI escre1eOo num li1roKI ordenou . Seu ass-duo cuidado e raDa mantenedora s)o a <onte de 1ida e lu%. As estrelas do céu est)o so. O an!o ordenouM K.leI Ke en1iaOo Gs sete i re!as 9ue est)o na XsiaM a C<esoI e a .K K.oli%a o <ato de 9ue as mensa ens se estendem até o <im do tempoI en9uanto os s-m. O próprio nome dado a suas inspiradas p6 inasI Kre1elaD)oKI contradi% a a<irmaD)o de 9ue é um li1ro selado. *5' 1is)o <oram a. 1M'. Suas 1erdades s)o diri idas aos 9ue 1i1em nos Pltimos dias da 8istória da TerraI como o <oram aos 9ue 1i1iam nos dias de Jo)o.le as ilumina com Sua lu%. 1M11 e 15O$4.sta re1elaD)o <oi dada para uia e con<orto da i re!a atra1és da dispensaD)o crist).re ele as pra as 9ue est)o escritas neste li1roJ eI se al uém tirar 9uais9uer pala1ras do li1ro desta pro<eciaI Deus tirar6 a sua parte da 6r1ore da 1idaI e da cidade santaI 9ue est)o escritas neste li1ro. o Seu controle.nt)oI perante sua mara1il8ada P6 .. $M1.K Apoc.u testi<ico a todo a9uele 9ue ou1ir as pala1ras da pro<ecia deste li1ro 9ueI se al uém l8es acrescentar al uma coisaI Deus P6 . As sua1es in<lu2ncias 9ue de1em e=istir na i re!a t2m muito 9ue 1er com os ministros de DeusI os 9uais de1em re1elar o amor de Cristo. K. .em 9ue reali%am é <eito por meio de Seu poder. O li1ro 9ue <oi selado n)o é o ApocalipseI mas a porD)o da pro<ecia de Daniel relati1a aos Pltimos dias.olosI assuntos de 1asta importSncia <oram apresentados a Jo)o para 9ue os relatasseI a <im de 9ue o po1o de Deus do seu século e dos séculos <uturos ti1esse inteli ente compreens)o dos peri os e con<litos diante deles. Fue nin uém pense 9ue por n)o poder e=plicar o si ni<icado de cada s-m. O próprio Sen8or re1elou a Seu ser1o os mistérios contidos neste li1roI e prop@e 9ue se!a a.ser1aOl8e a ordemI piedade e de1oD)o. . tuI DanielI <ec8a estas pala1ras e sela este li1roI até ao <im do tempo.ril8ar. Ali est6 o complemento do li1ro de Daniel. As sete estrelas s)o os an!os das sete i re!asI e os sete castiDaisI 9ue 1isteI s)o as sete i re!as.le é a Kre1elaD)o de Jesus CristoI a 9ual Deus L8e deuI para mostrar aos Seus ser1os as coisas 9ue . 1M1 e '. .le n)o <i%esse isto tornarOseOiam estrelas ca-das.K Apoc.le é o 1erdadeiro 1i ia da casa do Sen8orI o 1erdadeiro uarda dos 6trios do templo. *5+ <ar6 1ir so. Hoi Cristo 9uem ordenou ao apóstolo relatar o 9ue l8e de1eria ser re1elado. Con8ece seu 1erdadeiro estado. Assim é sim. Cristo é representado como tendo sete estrelas em Sua m)o direita. P6 . Atra1és deles de1e a Sua lu% .. >o entantoI mestres reli iosos t2m declarado 9ue este é um li1ro selado e seus se redos n)o podem ser e=plicados. Com in<ati 61el des1elo e ininterrupta 1i ilSnciaI o. .est)o sete estrelasI e de Sua . Con9uanto se!a Sumo Sacerdote e 7ediador no santu6rio celestialI é apresentado andando de um para outro lado entre as Suas i re!as terrestres. O nPmero sete indica plenitudeI e sim.lia se encontram e se cumprem.le est6 em constante comunicaD)o com Seu po1o. .scre1e as coisas 9ue tens 1istoI e as 9ue s)oI e as 9ue depois destas 8)o de acontecerM o mistério das sete estrelasI 9ue 1iste na 7in8a destraI e dos sete castiDais de ouro. 0ma re1elaD)o é al uma coisa 9ue <oi re1elada.2nD)o prometida G9ueles 9ue Kou1em as pala1ras P6 . Jo)o esta1a <ortalecido para 1i1er na presenDa do seu lori<icado Sen8or. .K Apoc.atada da m)o de Cristo.olos da i re!a em di<erentes per-odos da era crist). Os nomes das sete i re!as s)o s-m. 7as Deus n)o dese!a 9ue Seu po1o ten8a este li1ro em semel8ante conta.K Apoc. o 9ue 1i1o e <ui mortoI mas eis a9ui estou 1i1o para todo o sempre. Al umas das cenas descritas nesta pro<ecia est)o no passado e al umas est)o a ora tendo lu arJ al umas apresentamOnos o <im do rande con<lito entre os poderes das tre1as e o Pr-ncipe do Céu e al umas re1elam os triun<os e o re o%i!o dos remidos na Terra reno1ada. . . . (uiaOas e diri eOl8es os mo1imentos.. .radas cena após cena de empol ante interesse na e=peri2ncia do po1o de DeusI e a 8istória da i re!a <oi des1elada até o <im dos séculos.ru=uleando ou se e=tin uindo. $$M15O$4.olo do ApocalipseI éOl8e inPtil pes9uisar este li1ro numa tentati1a de con8ecer o si ni<icado da 1erdade 9ue ele contém. Assim é com Seus ministros. Se . . C dito de Cristo 9ue anda no meio dos castiDais de ouro. A9ueles cu!o coraD)o est6 a.ilidades. 1$M+. >o Apocalipse todos os li1ros da B-.ser1a para 1er se a lu% de 9ual9uer de Suas sentinelas est6 .erto ao estudo de todos.olos usados re1elam o estado da i re!a nos di1ersos per-odos da 8istória do mundo.

:iu encontrarem os pecadores um Pai nA9uele a 9uem elesI por pecadores 9ue eramI <oram le1ados a temer. ol8ando para além da conclus)o do rande con<litoI contemplou Si)o Ke tam.K KAo 9ue 1encer l8e concederei 9ue se assente comi o no 7eu tronoJ assim como .le cento e 9uarenta e 9uatro milI 9ue em P6 . K.le l8es dar6 Seu resplendor para o re<letirem so.ém . . K>ada temas das coisas 9ue 86s de padecerKI declarou o Sen8or. *#1 . Ao tempo em 9ue <oi dada esta re1elaD)o a Jo)oI muitos 8a1iam perdido seu primeiro amor da 1erdade e1an élica.ém 9ue A9uele 9ue sustin8a Suas primeiras testemun8as n)o a. 'M* e $1. Permanecer)o so. O .m santa 1is)o o pro<eta contemplou o triun<o <inal da i re!a remanescente de Deus. os s-m.. a todos os <iéis 9ue esti1essem lutando contra o malI Jo)o ou1iu as promessasM KAo 9ue 1encerI darOl8eOei P6 . 9ue esta1am !unto ao mar de 1idroI e tin8am as 8arpas de Deus. .elde ser6 <orte para li.rasJ eis 9ue diante de ti pus uma porta a. Hoi por intermédio de al uém 9ue se declara1a Kirm)oI e compan8eiro na a<liD)oK LApoc. *#4 trom. canta1am o cSntico de 7oisésI ser1o de DeusI e o cSntico do Cordeiro. 1*M$ e '.u 1enciI e 7e assentei com 7eu Pai no Seu trono.K Apoc. K.edientes e <iéis.o de Jud6KI e de um KCordeiroI como 8a1endo sido mortoK..u sei as tuas o.re o monte de Si)oI e com . $M14. 1M#NI 9ue Cristo re1elou a Sua i re!a o 9ue ela de1ia so<rer por Seu amor. $M*..olos do KLe)o da tri. A coluna de <o o 9ue <ala de terrores e indi naD)o para o trans ressor da lei de DeusI é um sinal de lu%I misericórdia e li1ramento para os 9ue uardaram os Seus mandamentos. . *5# a comer da 6r1ore da 1idaI 9ue est6 no meio do para-so de Deus.. canta1am o cSntico de 7oisésI ser1o de DeusI e o cSntico do CordeiroI di%endoM (randes e mara1il8osas s)o as Tuas o.K Apoc.rancasI e de maneira nen8uma riscarei o seu nome do li1ro da 1idaJ e con<essarei o seu nome diante de 7eu Pai e diante dos Seus an!os. 'M5I 14I $ e 11.re o mundo. Fuando o som da Pltima trom.rasI Sen8or Deus todoOpoderosoT Justos e 1erdadeiros s)o os Teus camin8osI ó ?ei dos santos.an8oJ mas se permanecerem na 1erdade como re1elada em Sua Pala1raI Deus ser6 seu re<P io. Participantes dos so<rimentos de CristoI est)o destinados a participar de Sua lória. K.K Apoc.raDo <orte 9ue ani9uila o re. K.o lanDar6 al uns de 1ós na pris)oI para 9ue se!ais tentadosJ e tereis uma tri. o amplo a.andonar a <é. KO 9ue 1encer ser6 1estido de 1estes . aos 9ue em meio ao con<lito manti1essem sua <é em P6 .K K.re todo o mundoI para tentar os 9ue 8a.raJ e 9uando os <alsos ensinadoresI a cu!o respeito Pedro ad1ertiu os crentesI e=i. *M* e .le en1iar6 os Seus an!os com ri!o clamor de P6 .etaI os 9uais a!untar)o os Seus escol8idos desde os 9uatro 1entosI de uma G outra e=tremidade dos céus.K Os crentes <oram admoestadosM KS2 1i ilanteI e con<irma os restantesI 9ue esta1am para morrer. Se ol8arem para . 1*M**NI para permanecerem ent)o com DeusI com CristoI com os an!os e com os leais e <iéis de todos os temposI os <il8os de Deus ser)o a rande maioria.olos representam a uni)o do onipotente poder e do amor 9ue se sacri<ica.ertar os <iéis.K Apoc.ras.rir a portaI entrarei em sua casaI e com ele ceareiI e ele comi o.raOte pois donde ca-steKI apelouI Ke arrependeOteI e pratica as primeiras o.le ol8a1a para o PaiI ser)o 8a.ri o da Onipot2ncia.ra. K..andonaria Seus <iéis se uidores durante os séculos de perse uiD)o por 9ue de1iam passar antes do <im dos tempos. S2 <iel até G morteI e darOteOei a coroa da 1ida. Ol8ando atra1és dos lon os séculos de tre1as e superstiD@esI o e=ilado encanecido 1iu multid@es so<rendo o mart-rio por causa de seu amor pela 1erdade. 'M$4. . KLem. .atoKI declara o Sen8orJ Kse al uém ou1ir a 7in8a 1o%I e a. .sses s-m. 7as 1iu tam. O Sal1ador é apresentado perante Jo)o so.K Apoc. Jo)o 1iu a misericórdiaI a compai=)o e o amor de Deus de mistura com Sua santidadeI !ustiDa e poder. $+M'1. Ao <a%er de Deus o Seu arrimoI . 1i um como mar de 1idro misturado com <o oJ e tam.. Deus é sempre a maioria.. 7as as pala1ras de repreens)o 9ue Deus ac8a necess6rio en1iar s)o ditas sempre em cati1ante amorI e com a promessa de pa% a cada crente contrito.K Apoc.le re1elou Seu amor por elesI e Seu dese!o de 9ue <i%essem se ura o. .ém os 9ue sa-ram 1itoriosos. Os 1erdadeiros disc-pulos de Cristo se uemOnO atra1és de se1eros con<litosI suportando a ne aD)o de si mesmos e e=perimentando amar os desapontamentosJ mas isto l8es ensina a culpa e o ai do pecadoI e assim s)o le1ados a ol8ar para ele com repulsa.le como .P6 . as pro1as e <oram tentados a a. >uma mensa em de in<inita ternura .is 9ue estou G portaI e . Como uardaste a pala1ra da 7in8a paci2nciaI tam.u te uardarei da 8ora da tentaD)o 9ue 86 de 1ir so.m comparaD)o com os mil8@es do mundoI o po1o de Deus ser6I como tem sido sempreI um pe9ueno re.. A i re!a era de<eituosaI e necessita1a de se1era repro1aD)o e ad1ert2nciaJ e Jo)o <oi inspirado a re istrar mensa ens de ad1ert2ncia e repro1aD)o e a apelar aos 9ueI tendo perdido de 1ista os princ-pios <undamentais do e1an el8oI esta1am pondo em peri o sua esperanDa de sal1aD)o. ol8eiI e eis 9ue esta1a o Cordeiro so.ém os 9ue sa-ram 1itoriosos.iram suas 8eresiasI muitos <oram sedu%idos pelas <alsas doutrinas. .K Apoc.ertaI e nin uém a pode <ec8arJ tendo pouca <orDaI uardaste a 7in8a pala1raI e n)o ne aste o 7eu nome. Apoc.ilitados a <a%er a Sua o. O Le)o de Jud6I t)o terr-1el para os 9ue re!eitam Sua raDaI ser6 o Cordeiro de Deus para os o. 1*M$ e '.K 7at.itam na Terra. 9ue esta1am !unto ao mar de 1idroI e tin8am as 8arpas de DeusK. Al uns tropeDaram so. *55 DeusI <oram dadas ao pro<eta as pala1ras de lou1or e promessaM K. Cedo na 8istória da i re!a o mistério da ini9Ridade predito pelo apóstolo Paulo iniciou sua calamitosa o. Todo o 9ue <or <iel ser6 sal1o. . 7as em Sua misericórdia Deus n)o permitiu 9ue a i re!a continuasse em estado de apostasia.eta penetrar a pris)o dos mortosI e os !ustos sa-rem triun<antesI e=clamandoM KOnde est6I ó morteI o teu a uil8)oQ Onde est6I ó in<ernoI a tua 1itóriaK LI Cor.ulaD)o.le escre1eM K.is 9ue o dia. *5& O Sal1ador de1e ser a sua e<ici2ncia.K Apoc. .ra para a eternidade. $M&.is 9ue 1en8o sem demoraJ uarda o 9ue tensI para 9ue nin uém tome a tua coroa.. .

K 7at.K K.al8os iniciais da i re!a crist) <oram cercados de di<iculdades e amar a a<liD)o. 7ediante a cooperaD)o do . .oca n)o se ac8ou en anoJ por9ue s)o irrepreens-1eis diante do trono de Deus.edoria de DeusI era o tema de todos os seus discursos.anda do rioI esta1a a 6r1ore da 1idaI 9ue produ% do%e <rutosI dando seu <ruto de m2s em m2sJ e as <ol8as da 6r1ore s)o para a saPde das naD@es. (raDa e 1erdade reina1am em seu coraD)oI inspirandoOl8es os moti1os e re endoOl8es os atos. *#* >)o <oi com o seu próprio poder 9ue os apóstolos cumpriram sua miss)oI mas no poder do Deus 1i1o. . 1+M1. eles ser)o o Seu po1oI . euI Jo)oI 1i a santa cidadeI a no1a JerusalémI 9ue de Deus descia do CéuI adereDada como uma esposa ata1iada para o seu marido. K.ra 9ue a. *5 A I re!a Triun<ante P6 .K Apoc.itar6I . mostrouOme o rio puro de 6 ua da 1idaI claro como cristalI 9ue procedia do trono de Deus e do Cordeiro. .leI alcanDaram o preparo necess6rio para a rande o.alou o mundo. ali nunca mais 8a1er6 maldiD)o contra al uémJ e nela estar6 o trono de Deus e do CordeiroI e Seus ser1os O ser1ir)o. reinar)o para todo o sempre.. K. K.K D6Ol8es as . ou1i uma 1o% de 8arpistasI 9ue toca1am com as suas 8arpas. >este mundo suas mentes <oram consa radas a DeusJ ser1iramOnO com o intelecto e com o coraD)oJ e a ora . *#$ uma pedra precios-ssimaI como a pedra de !aspeI como o cristal resplandecente.ra n)o era <6cil. na sua . K.is a9ui o ta.an8o se ue o pastor. Sua compreens)o da 1erdade e sua resist2ncia em <ace da oposiD)o eram proporcionais a con<ormidade 9ue tin8am com a 1ontade de Deus. Jesus CristoI poder e sa.K Apoc.K Apoc. A comiss)o dada por Cristo aos disc-pulos <oi cumprida. ali n)o 8a1er6 mais noiteI e n)o necessitar)o de lSmpada nem de lu% do SolI por9ue o Sen8or Deus os alumina.mer indo nas pro<unde%as do in<inito amor.atiam pela causa de Cristo com todas as ener ias de seu ser.ra 9ue l8es <oi con<iada. >o meio da sua praDaI e de uma e da outra .K Apoc.le pode colocar Seu nome Kem suas testasK. nela n)o 1i temploI por9ue o seu templo é o Sen8or Deus todoOpoderosoI e o Cordeiro.ido a celeste unD)o.sp-rito SantoI <oi re istrada a <im de 9ueI por seu intermédioI os se uidores de Cristo pudessemI em todos os séculosI ser estimulados a maior <er1or e %elo na causa do Sal1ador. Podiam e=por a Pala1ra da 1idaI pois 8a1iam rece. canta1am um como cSntico no1o diante do tronoI ..ra os disc-pulos encontra1am . (loriosos <oram os resultados 9ue acompan8aram o ministério dos apóstolos escol8idos de Cristo. Seu nome O o Pnico nome de.le e o de Seu Pai. 1+M$O*.iam apropriarOse do poder do Horte de Israel. tin8a um rande e alto muro com do%e portasI e nas portas do%e an!osI e nomes escritos so. A 1erdade d.spera1am muitoI e portanto muito empreendiam.K Apoc. .ern6culo de Deus com os 8omensI Pois com eles 8a. Fual9uer ata9ue ao e1an el8o era como se os olpeassem pro<undamente na própria almaI e com.oresJ a 8istória de suas lides e sacri<-cios por amor de CristoI porémI encontraOse ainda entre os mais preciosos tesouros da i re!a. . .ai=o do céu dado entre os 8omens pelo 9ual de1amos ser sal1os O era e=altado por eles.rancoI 9ue representa a !ustiDa dos santos.. >o comeDo de seu ministérioI al uns deles eram 8omens sem instruD)oI mas sua consa raD)o G causa de seu 7estre era P6 . O e1an el8o <oi le1ado a todas as naD@es numa Pnica eraD)o. 1er)o o Seu rostoI e nas suas testas estar6 o Seu nome.stes s)o os 9ue se uem o Cordeiro para onde 9uer 9ue 1ai.os de Israel. . $$M*. Sua o.por 8eranDa o reino 9ue 1os est6 preparado desde a <undaD)o do mundo.sp-rito di1inoI os apóstolos <i%eram uma o.m sua o. Os disc-pulos eram 8omens 9ue sa. $$M1I $ e 1+. *#' 7ais de de%eno1e séculos s)o passados desde 9ue os apóstolos descansaram de seus la. Os tra.re o monte de Si)oI cin idos para santo ser1iDoI 1estidos de lin8o .edi2nciaI como o re. Ao sa-rem esses mensa eiros da cru% a proclamar o e1an el8oI 8ou1e tal re1elaD)o da lória de Deus como nunca antes <ora testemun8ada pelos mortais. K. as do%e portas eram do%e pérolasM cada uma das portas era uma pérolaJ e a praDa da cidade de ouro puroI como 1idro transparente.ssa 8istóriaI escrita so.. $$M'O*. S)o da9uele nPmero aos 9uais Cristo di%M K:indeI .K K.oasO1indas como Seus <il8osI di%endoM K.stes s)o os 9ue dentre os 8omens <oram comprados como prim-cias para Deus e para o Cordeiro.enditos de 7eu PaiI possu. 7ultid@es 9ue 8a1iam in!uriado o nome do Sal1ador e despre%ado Seu poderI con<essa1amOse a ora disc-pulos do Cruci<icado. e nin uém podia aprender a9uele cSnticoI sen)o os cento e 9uarenta e 9uatro mil 9ue <oram comprados da Terra. . $1M'. Fu)o intimamente se ac8e aram a Deus e li aram sua 8onra pessoal G 8onra do trono do Sen8orT Jeo16 era seu DeusI e Sua 8onra a deles própria. $*M'+ e $1. K. Apoc. a sua lu% era semel8ante a P6 . Tra%iam a 1ida escondida com Cristo em DeusI e o próprio eu perdeuOse de 1istaI su. $1M$I 11I 1$I $1 e $$.re elasI 9ue s)o os nomes das do%e tri.les n)o entram e saem como 9uem suplica um lu ar.K Apoc. *#+ sem reser1asI eI ensinados por . P6 .K BemOa1enturado a9ueles 9ue la1am as suas 1estiduras no san ue do CordeiroI para 9ue ten8am direito G 6r1ore da 1idaI e possam entrar na cidade pelas portas. o mesmo Deus estar6 com elesI ser6 o seu Deus.suas testas tin8am escrito o nome d. 1+M+.le tin8am os ol8os G espera de direD)o. a inspiraD)o do . Ao proclamarem a plenitude de CristoI o Sal1ador ressuscitadoI suas pala1ras toca1am os coraD@esI e 8omens e mul8eres eram an8os para o e1an el8o. 7as todos os 9ue se uirem o Cordeiro no CéuI precisar)o primeiro t2OLo se uido na TerraI n)o contrariados ou por capric8oI mas em con<ianteI amor61el e 1olunt6ria o. A 1is)o do pro<eta representaOos como estando so. . .K Apoc. K. Cristo Se l8es 8a1ia re1eladoI e n.le era a sua 1erdade. ou1i uma rande 1o% do céuI 9ue di%iaM .ntra no o%o do teu Sen8or.iam <alar e orar com sinceridadeI 8omens 9ue sa. .

. Por9ue nin uém pode pAr outro <undamentoI além do 9ue !6 est6 postoI o 9ual é Jesus Cristo.ra prosse uiu. Atos 1+M1&. 11M'. A <i ura da construD)o de um templo é <re9Rentemente usada nas . >o1os o.em a!ustadoI cresce para templo santo no Sen8orI no 9ual tam.ril8antes como !atos de lu% em meio Gs tre1as do erro e da superstiD)o. 7as Deus Kn)o Se dei=ou a Si mesmo sem testemun8oK. Le1antaramOse o. So.io ar9uitetoI o <undamentoI e outro edi<ica so.rasI desamparadosI a<litos e maltratados Ldos 9uais o mundo n)o era di noNI errantes pelos desertosI e montesI e pelas co1as e ca1ernas da Terra. *#5 de o1el8as e de ca.elecimento da i re!a crist)I mas nunca <altaram 8omens 9ue tomassem a construD)o do templo di1ino como mais cara do 9ue a sua própria 1ida. De tais pessoas est6 escritoM K. os <il8os dos estran eiros edi<icar)o os teus muros.ém 1ós !untamente sois edi<icados para morada de Deus em . Contudo a i re!a cresceu.M1$ e 1*NI e Isa-as declaraM K. >ós 9ue 1i1emos neste tempo temos um tra. Os 1aldensesI Jo)o \]cli<<eI 3uss e JerAnimoI 7artin8o Lutero e U^-n lioI CranmerI Latimer e _no=I os 8u uenotesI Jo)o e Carlos \esle]I e uma 8oste de outrosI contri. 0m a umI os principais construtores ca-ram Gs m)os do inimi o. A 8istória d6 testemun8o da <ortale%a e 8ero-smo desses 8omens.K 3e. Atra1és de todos os séculos 9ue se passaram desde os dias dos apóstolosI a construD)o do templo de Deus !amais cessou. 7as a estrutura ainda n)o est6 completa.ra con<iada aos edi<icadores do Sen8or.reiros <oram mortosI mas a o.ra de cada um. A irresoluD)oI a indecis)oI a <ra9ue%a de propósitosI n)o encontra1am lu ar em seus es<orDos. De1emos le1ar para o <undamento material 9ue resista G pro1a do <o o O ouroI prata e pedras preciosas Kla1radasI como colunas de um .re o <undamento dos apóstolos e dos pro<etasI de 9ue Jesus Cristo é a principal pedra da es9uinaJ no 9ual todo o edi<-cioI . >as pedreiras do mundo !udeu e do mundo pa )o os apóstolos tra.ra e na outra tin8a as armas.raJ e a estrutura cresceu .re a própria ?oc8a dos Séculos.re ele. 'M14O1'.scre1endo so.émI como pedras 1i1asI sois edi<icados casa espiritual e sacerdócio santoI para o<erecer sacri<-cios espirituais a rad61eis a Deus por Jesus Cristo.al8aram. ?eis e o1ernadoresI sacerdotes e pr-ncipes procuraram destruir o templo de Deus. . . Como os apóstolosI muitos deles tom. /s 1e%es 9uase se apodera1a deles a 1iol2ncia de seus oponentes. *#& tra. Sua o.ra <oi e=cessi1amente di<icultada pela oposiD)o dos inimi os de Cristo.re eleJ mas 1e!a cada um como edi<ica so. >)o <oi sem empecil8os 9ue os edi<icadores tra. .I c8e andoO1os para . em anos posteriores os 9ue t)o no.rant61el cora em le1aram a1ante a o.4M14. . Uacarias se re<ere a Cristo como ?eno1o 9ue edi<icaria o templo do Sen8or.ertaI e o <o o pro1ar6 9ual se!a a o.O'5. O inimi o da !ustiDa nada dei=ou por <a%er em seu es<orDo para deter a o.K Isa. Paulo e os outros apóstolosI e todos os !ustos 9ue 1i1eram depois delesI <i%eram sua parte na edi<icaD)o do templo. .u-ram para o <undamento com material 9ue permanecer6 por toda a eternidade. $M+ e *.ém esses t2m estado a a!udar na estrutura. O <oco de lu% dessas pedras polidas P6 .raM KA9ueles 9ue est)o lon e 1ir)o e edi<icar)o o templo do Sen8orK LUac. .m sua carta aos crentes de C<esoI Paulo disseM KAssim 9ue !6 n)o sois estran eirosI nem <orasteirosI mas concidad)os dos santosI e da <am-lia de DeusJ edi<icados so. Os o.remente t2m procurado promo1er a disseminaD)o da Pala1ra de DeusI e por seu ser1iDo em terras pa )s t2m preparado o camin8o para a proclamaD)o da Pltima rande mensa em O tam.al8a1am como construtores da i re!a poderiam ser comparados aos construtores do muroI nos tempos de >eemiasI dos 9uais é ditoM KOs 9ue edi<ica1am o muroI e os 9ue tra%iam as car asI e os 9ue carre a1amI cada um com uma m)o <a%ia a o. aos cor-ntios ele escre1eM KSe undo a raDa de Deus 9ue me <oi dadaI pus euI como s6. A consci2ncia da responsa. . *#.re eles. Com a <orDa da onipot2nciaI Deus opera1a por meio deles para tornar o e1an el8o triun<ante.al61el <é e in9ue. .le O pedra 1i1aI repro1adaI na 1erdadeI pelos 8omensI mas para com Deus eleita e preciosaI 1ós tam.re este <undamento <ormar um edi<-cio de ouroI prataI pedras preciosasI madeiraI <enoI pal8aI a o.reiros 9ue com aptid)o de<enderam a <é uma 1e% entre ue aos santos.re o <undamento.reiros 9uase ce ados pelas né1oas da superstiD)o 9ue .sp-rito.sta1am prontos para astar e se dei=arem astar. $M1#O$$.re <also <undamento.K I Cor.re pedra <oi acrescentada ao edi<-cio.re o <undamento 9ue o próprio Cristo assentaraI os apóstolos constru-ram a i re!a de Deus. Assim se er ueu lentamente o templo da i re!a de Deus. Hala dos entios como au=iliares nessa o. Ti1eram de lutar contra o <anatismoI o preconceitoI o ódio dos 9ue esta1am a construir so. 7as em <ace de pris@esI tortura e morteI os <iéis prosse uiram na o.re a edi<icaD)o desse temploI Pedro di%M K. Os apóstolos edi<icaram so.constantes pri1aD@esI calPnias e perse uiD@esJ mas n)o reputa1am sua 1ida por preciosaI e re o%i!a1amOse em ser c8amados a so<rer perse uiD)o por Cristo. *## re1ela o <orte contraste entre a lu% e as tre1asI entre o ouro da 1erdade e a escória do erro.st21)o <oi apedre!adoJ Tia o morto G espadaJ Paulo <oi decapitadoJ Pedro cruci<icadoJ Jo)o e=ilado. Séculos de <ero% perse uiD)o se se uiram ao esta.ril8o sempre maiorI testi<icando do poder da 1erdade de Deus.ilidade 9ue repousa1a so.ai=a1am so.ra.reiros tomaram o lu ar da9ueles 9ue ca-ramI e pedra so. . outros e=perimentaram esc6rnios e aDoitesI e até cadeias e pris@es.al8aramI tra%endo pedras para colocar so. +M1&.I se al uém so.re elesI enri9ueciaOl8es a 1ida crist)J e a raDa celeste re1ela1aOse nas con9uistas 9ue <a%iam para Cristo. P6 .re um <irme <undamentoI so.ril8ar)o com .scrituras para ilustrar a edi<icaD)o da i re!a. 7uitos 9ue P6 .ra de cada um se mani<estar6J na 1erdade o dia a declarar6I por9ue pelo <o o ser6 desco. Podemos ol8ar para os séculos 9ue est)o para tr6sI e 1eremos as pedras 1i1as de 9ue é compostoI . Al umas 1e%es <oram os o.<és.ela e simétrica.aram em seus postosI mas a construD)o do templo a1anDou <irmemente.K I Ped. Horam apedre!adosI serradosI tentadosI mortos ao <io da espadaJ andaram 1estidos de peles P6 . Para este <undamento trou=eram eles as pedras tiradas da pedreira do mundo.al8o a <a%erI uma parte a cumprir.K >ee. Atra1és da eternidade as !óias preciosas . 7as com ina.K .

M$4. Pela <é podemos c8e ar até o limiar da cidade eterna e ou1ir as a<61eis .K Jer. CSnticos de 1itória enc8em todo o CéuI en9uanto os res atados entoam a !u. Todo o Céu est6 G espera de 8omens e mul8eres por cu!o intermédio possa Deus re1elar o poder do cristianismo. Cristo con<iou G i re!a um sa rado encar o. O %elo em <a1or de Deus e Sua causa impulsionou os disc-pulos a dar testemun8o do e1an el8o com rande poder. >unca mais ter)o <omeI nunca mais ter)o sedeJ nem sol nem calma al uma cair6 so.ran9uearam no san ue do Cordeiro. n)o 8a1er6 mais morteI nem prantoI nem clamorI nem dorJ por9ue !6 as primeiras coisas s)o passadas. .u sou conti o para te li1rarI di% o Sen8or.K Apoc.ios de Seu ser1oI di%endoM K. .K Apoc. >)o temas diante delesJ por9ue . Fuando a mensa em de Deus se de<ronta com a oposiD)oI ..itar6 a e=cel2ncia da raDa di1ina.re si impresso o sinete de Deus. . Se <i%erem de Deus sua <orDaI .44 K>)o di asM eu sou uma crianDaJ por9ue aonde 9uer 9ue .ste cruci<icadoQ C o pri1ilé io de todo crist)o n)o somente a uardarI mas apressar a 1inda do Sal1ador. 1.re o trono os co.sp-rito e Seu car6ter. O Sen8or disse a JeremiasM P6 .rancos e com palmas nas suas m)osJ e clama1am com rande 1o%I di%endoM Sal1aD)o ao nosso DeusI 9ue est6 assentado no tronoI e ao Cordeiro.ra em 9ue se ac8am empen8ados tem so. O con<lito est6 terminado. . K.er o poderI e ri9ue%asI e sa. Se <or <iel a sua miss)oI se 8onrar ao Sen8or Deus de IsraelI n)o 8a1er6 poder capa% de a ela se opor.K Apoc.ra.le 8o!e os mem. Podemos ter uma 1is)o do <uturoI da <elicidade no Céu.ilosa melodiaM Di noI di no é o Cordeiro 9ue <oi mortoI e 1i1e outra 1e%I triun<ante Con9uistador. 1M&O#. >ada e=iste 9ue o mundo necessite mais do 9ue a mani<estaD)o do amor do Sal1ador atra1és da 8umanidade. As tri.K .ulaD@es e lutas c8e aram ao <im.le <ar6 dela uma e=cel2ncia eternaI um re o%i!o de muitas eraD@es. $1M+.re eles.u te en1iarI ir6sJ e tudo 9uanto te mandar dir6s. Cada mem. &M# e 14. A i re!a é o instrumento de Deus para a proclamaD)o da 1erdadeI por .rir6 camin8o atra1és das mais <ortes .st6culos.ulaD)oI e la1aram os seus 1estidos e os . >)o 86 nada 9ue o Sal1ador dese!e tanto como a entes 9ue representem ao mundo Seu . &M1+O1&. . Con9uanto Gs 1e%es pareDa 8a1er retardadoI seu pro resso nunca <oi impedido. Ao serem pronunciadas as pala1rasM K:indeI . .ra especialJ e se ela <or leal ao Sen8orI o. elesI tendo partidoI pre aram por todas as partesI cooperando com eles o Sen8orI e con<irmando a Pala1ra com os sinais 9ue se se uiram.io.ediente a todos os Seus mandamentosI nela 8a.al8o de Sua almaI e <icou satis<eito.is 9ue pon8o as 7in8as pala1ras na tua .ios.le l8e concede <orDa adicionalI para 9ue ela e=erDa maior in<lu2ncia. .41 Se a i re!a se re1estir do manto da !ustiDa de CristoI dei=ando 9ual9uer alianDa com o mundoI raiar6 para ela o aman8ecer de um dia . Por9ue o Cordeiro 9ue est6 no meio do trono os apascentar6I e l8es ser1ir6 de uia para a <ontes das 6 uas da 1idaJ e Deus limpar6 de seus ol8os toda a l6 rima.st6Ol8es reser1ado o mesmo poder 9ue os apóstolos possu-am. P6 . *M1$ e 1'.edoriaI e <orDaI e 8onraI e lóriaI e aD@es de raDa. Se a o.oasO1indas dadas aos 9ueI nesta 1idaI cooperaram com CristoI considerando uma 8onra so<rer por Sua causa. Ou1iuOos entoando o cSntico de 7oisés e do Cordeiro. A 1erdadeI passando de lar o a9ueles 9ue a despre%am e re!eitamI triun<ar6. KDepois destas coisas ol8eiI e eis a9ui uma multid)oI a 9ual nin uém podia contarI de todas as naD@esI e tri.K Apoc. Dotada de ener ia di1inaI a. 'M1+ e 1*.eram por intermédio de Sua 8umil8aD)oI perd)o e 1ida eterna.K I Cor. Fue suste1e o Hil8o de Deus durante Sua 1ida de tra.er6 alard)o.le cooperar6 com elesI e n)o 8)o de tra.rir6 com a Sua som. P6 .le 1iu os resultados do tra. $*M'+NI eles lanDam suas coroas aos pés do ?edentorI e=clamandoM KDi no é o Cordeiro 9ue <oi mortoI de rece. L6 os remidos saudar)o os 9ue os condu%iram ao Sal1adorI e todos se unir)o no lou1or /9uele 9ue morreu para 9ue os seres 8umanos pudessem ter a 1ida 9ue se mede com a 1ida de Deus. Seus ou1idos perce.eram os 8osanas dos remidos.lia est)o re1eladas 1is@es da lória <uturaI cenas pintadas pela m)o de DeusI e 9ue s)o uma preciosidade para Sua i re!a.oca. O crist)o 9ue <ielmente apresenta a Pala1ra da 1idaI encamin8ando 8omens e mul8eres Gs 1eredas da santidade e da pa%I est6 le1ando para o <undamento material resistenteI e no reino de Deus ser6 8onrado como edi<icador s6. 1++M1$.st6 escrito acerca dos apóstolosM K. K.pal6cioK. Compreendam 9ue a o.le dotada de poder para <a%er uma o. Aos 9ue assim edi<icam para DeusI diri e Paulo as pala1ras de animaD)o e ad1ert2nciaM KSe a o. >)o de1eria um %elo tal in<lamar nosso coraD)o com a determinaD)o de contar a 8istória do amor redentor de Cristo e .enditos de 7eu PaiK L7at. Como Cristo en1iou Seus disc-pulosI assim en1ia .K 7ar.nt)o o Sen8or estendeu a m)o e tocou nos l6. As promessas de Deus a ela <eitas ser)o sempre <irmes.arreiras e triun<ar6 so.4$ .ro de1e ser um conduto atra1és do 9ual Deus possa comunicar ao mundo os tesouros de Sua raDaI as insond61eis ri9ue%as de Cristo. .ra 9ue al uém edi<icou nessa parte permanecerI esse rece.ros de Sua i re!a. Ol8ando para dentro da eternidadeI contemplou a <elicidade dos 9ue rece.al8o e sacri<-cioQ .le nos ordena 9ue 1amos e <alemos as pala1ras 9ue nos d6I sentindo Seu santo contato em nossos l6.re o tronoI e ao CordeiroI se!am dadas aD@es de raDasI e 8onraI e lóriaI e poder para todo o sempre. Por isso est)o diante do trono de DeusI e O ser1em de dia e de noite no Seu temploJ e A9uele 9ue est6 assentado so.al8ar em 1)o.ra de al uém se 9ueimarI so<rer6 detrimentoJ mas o tal ser6 sal1oI toda1ia como pelo <o o. Sal.re todos os o. .stes s)o os 9ue 1ieram de rande tri. ao 9ue est6 assentado so.osI e po1osI e l-n uasI 9ue esta1am diante do tronoI e perante o CordeiroI tra!ando 1estidos .. .ril8ante e lorioso. >a B-.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful