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A Segunda Vinda de Cristo - Billy Graham

A Segunda Vinda de Cristo - Billy Graham

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  • PREFÁCIO
  • A TEMPESTADE VINDOURA
  • ARMAGEDONS PESSOAIS
  • O NASCIMENTO DE UM MUNDO SOFREDOR
  • O SALVADOR 5UE SOFRE
  • POR 5UE OS CRISTBOS NBO ESTBO ISENTOS:
  • O SOFRIMENTO PREVISTO
  • O SOFRIMENTO SUTIL
  • VIVENDO ACIMA DE SUAS CIRCUNSTFNCIAS
  • O 5UE FAGO COM A MINHA DOR:
  • O LUGAR DA ORAGBO NO SOFRIMENTO
  • PROMESSAS PARA A5UELES 5UE SOFREM
  • COMO SE PREPARAR PARA O SOFRIMENTO
  • COMO A1UDAR A5UELES 5UE ESTBO MAGOADOS
  • A MORTE E COMO ENFRENTÁ8LA

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento

9

A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
A esperança de que um dia terminarão os nossos sofrimentos

Billy Graham
Título original norte-americano:
TILL ARMAGEDON: A PERSPECTIVE ON SUFFERING

Tradução de ISAB ! PA"# T $ A%A%IP $IT&%A % C&%$ Por 'ue e(iste o sofrimento) Por 'ue *+ tanto mal no mundo) "ue posso fa,er para diminuir a min*a dor) "ue futuro espera este mundo) Como ir+ me afetar pessoalmente) "ue posso fa,er en'uanto esse futuro não c*ega)
-este livro .til e de grande oportunidade/ o evangelista mais con*ecido do mundo proporciona orientação e conforto para responder 0s d.vidas 'ue nos afligem a todos mais cedo ou mais tarde 1 d.vidas so2re o sofrimento/ o mal ou os planos de $eus para o futuro do *omem3 Baseado nos profundos estudos das scrituras reali,ados pelo $r3 4ra*am/ A S 4#-$A VI-$A $ C%IST& não 5 apenas mais uma especulação controvertida so2re o 6fim do mundo63 Ao contr+rio/ 5 um guia pr+tico e apai(onado so2re a maneira como poderemos viver agora 1 nos meses/ anos ou s5culos 'ue nos separam da pr7(ima vinda de Cristo ao mundo3 6#m dia toda a dor e sofrimento serão gloriosamente varridos deste mundo6/ escreve o $r3 4ra*am3 8as at5 'ue c*egue esse dia/ di, a Bí2lia/ o sofrimento ser+ uma parte da vida a 'ue ningu5m conseguir+ escapar 1 mesmo os cristãos3 & $r3 4ra*am evita os consel*os piegas para simplesmente levantar o moral3 le prefere as palavras 2í2licas de profundo consolo e esperança/ capa,es de guiar-nos durante os anos incertos 'ue nos esperam3

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento

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SUMÁRIO
Pref+cio 33333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333 : 93 A Tempestade Vindoura 33333333333333333333333333333333333333333333333333333 ; <3 Armagedons Pessoais 33333333333333333333333333333333333333333333333333333333 <= :3 "uem > o %espons+vel por um 8undo 'ue Sofre) 3333333333 :? @3 & -ascimento de um 8undo Sofredor 33333333333333333333333333333 A: A3 & Salvador 'ue Sofre 33333333333333333333333333333333333333333333333333333333 ?B ?3 Por 'ue os Cristãos -ão stão Isentos) 3333333333333333333333333333 C: B3 & Sofrimento Previsto 3333333333333333333333333333333333333333333333333333333 ;? C3 & Sofrimento Sutil 3333333333333333333333333333333333333333333333333333333333 99= ;3 Vivendo Acima de Suas CircunstDncias 3333333333333333333333333 9<@ 9=3 & 'ue Eaço com a 8in*a $or) 333333333333333333333333333333333333333 9:B 993 & !ugar da &ração no Sofrimento 3333333333333333333333333333333333 9A: 9<3 Promessas Para A'ueles 'ue Sofrem 333333333333333333333333333333 9?@ 9:3 Como se Preparar Para o Sofrimento 333333333333333333333333333333 9C= 9@3 Como AFudar A'ueles 'ue stão 8agoados 333333333333333333 9;< 9A3 A 8orte e Como nfrent+-la 333333333333333333333333333333333333333333 <=A 9?3 $epois do Armagedom: A 4l7ria 8ais Adiante 333333333333 <9;

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento

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PREFÁCIO
Deus podia ter deixado Daniel do lado de fora do covil do leão (...) Mas Deus nunca prometeu-nos deixar de fora de situações difíceis (...) O que Ele prometeu foi acompan ar-nos em cada situação difícil e fa!er com que saíssemos vitoriosos. ME"# "O$E%%

#8 $&S livros mais antigos do mundo afirma 'ue 6o *omem nasce para as dificuldades/ assim como as faíscas das 2rasas voam para cima6 GH7 A:BI3 Hamais estas palavras foram tão verdadeiras 'uanto *oFe3 & mundo todo est+ suspirando e sofrendo numa escala talve, descon*ecida na *ist7ria *umana: os refugiados/ os famintos/ os 6novos escravos6/ os pro2lemas psicol7gicos/ os tur2il*Jes emocionais/ os casamentos desfeitos/ as crianças re2eldes/ o terrorismo/ os ref5ns/ as guerras e mais mil outras dificuldades 'ue afligem todos os países do mundo3 -ão e(iste ningu5m/ em canto algum/ 'ue seFa imune3 &s ricos e famosos sofrem como os po2res e o2scuros3 Como disse o falecido ator Peter Sellers/ 6por tr+s da m+scara de todos n7s/ pal*aços/ estão a triste,a e coraçJes partidos63 Parece 'ue a raça *umana est+ se dirigindo para o clíma( das l+grimas/ m+goas e feridas acumuladas no decorrer dos s5culos - o ArmagedomK & sofrimento 5 o destino comum das pessoas em toda aparte 1 tanto dos crentes 'uanto dos descrentes3 Por5m/ os cristãos são vítimas de um sofrimento maior ainda do 'ue o de outras pessoas3 -a condição de seguidores de Hesus Cristo/ muitas ve,es se perguntam/ como o salmista: 6Ser+ 'ue $eus es'ueceu de ser misericordioso) Ser+ 'ue/ na sua ira/ negou a sua compai(ão)6 GSalmos BB:;I > um grito antigo 1 ecoado *oFe por mil*Jes de pessoas no mundo inteiro3 Por 'ue e(iste o mal) &nde tudo começou) Por 'ue $eus

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @ permite 'ue o terrível pesadelo do sofrimento e do mal continue na *ist7ria da *umanidade) Por 'ue as preces para a derru2ada da maldade e a vit7ria da Fustiça e do direito parecem não ter resposta) por 'ue os cristãos não estão isentos de sofrimento 1 inclusive da perseguição) -ão são perguntas f+ceis de responder e/ na verdade/ s7 con*eceremos a resposta 'uando nos encontrarmos face a face com nosso Sen*or/ no c5u3 Apesar disso/ a Bí2lia nos d+ algumas respostas para a 'uestão do sofrimento3 -este livro/ tentei ver 'uais as pistas 'ue ela nos oferece para esta pergunta universal3 8as este estudo da 'uestão do sofrimento não 5 um e(ercício acadLmico ou intelectual/ tentando responder perguntas filos7ficas a2stratas 'ue não tLm nada a ver com o dia-a-dia3 -7s/ como veremos nas p+ginas seguintes/ mesmo 'ue nem sempre possamos entender por 'ue $eus permite 'ue cenas coisas aconteçam conosco/ sa2emos 'ue le e(trai o 2em do mal/ e o triunfo do sofrimento3 Assim/ ao escrever este livro/ tentei ser pr+tico3 Vi o 'ue a Bí2lia nos ensina so2re o sofrimento/ como devemos encar+-lo e de 'ue forma podemos nos preparar para ele3 se vocL fosse avisado de 'ue s7 teria seis meses de vida por causa de um cDncer) &u se um ente 'uerido fosse acometido de um ata'ue cardíaco fulminante ou se ferisse mortalmente num acidente de carro) se vocL fosse tomado como ref5m ou feito prisioneiro por causa da sua f5 em Cristo) 'uanto 0s mil e uma crises pessoais/ grandes e pe'uenas/ 'ue nos afligem ou nos afligirão) Como vocL deve se preparar para a trag5dia/ a dor/ o sofrimento/ seFa 'ual for a nature,a ou fonte deles) Como vocL pode se preparar agora para os armagedons pessoais do futuro/ as 2atal*as 'ue todos enfrentamos e 'ue ameaçam nos esmagar) como vocL pode se preparar para o grande e futuro Armagedom/ 'ue marcar+ o clíma( do sofrimento do mundo e a derrocada final do mal) m A segunda vinda de Cristo / tento lidar com estas perguntas e outras similares/ pois creio 'ue elas são de importDncia fundamental para cada um de n7s3

enava os grãos durante os anos de fartura para serem usados durante os anos de escasse.a so2re o sofrimento/ e para reordenar as nossas prioridades para 'ue/ 'uando o Armagedom c*egar 1 ou nossos armagedons pessoais c*egarem 1/ não seFamos apan*ados de surpresa nem esteFamos despreparados3 Como Hos5/ 'ue arma. 'ue viriam depois/ . e %essurreição/ sa2emos 'ue temos esperança no futuro3 Acreditamos 'ue/ no c5u/ todos os pecados e males serão 2anidos e 'ue não e(istir+ mais o sofrimento3 $isse o ap7stolo Paulo: 6Ten*o para mim 'ue os sofrimentos da vida presente não tLm valor em comparação com a gl7ria 'ue *+ de ser revelada em n7s3 A ardente e(pectativa da criação aguarda a manifestação dos fil*os de $eus3 Pois a criação ficou suFeita 0 vaidade não voluntariamente/ mas por causa da'uele 'ue a suFeitou/ na esperança de 'ue tam25m a pr7pria criação ser+ li2ertada do cativeiro da corrupção para a gloriosa li2erdade dos fil*os de $eus36 G%om3 C:9C-<9I m A segunda vinda de Cristo/ tento mostrar um pouco do 'ue ser+ a vida futura3 Ao fa.L-lo/ veremos como a gl7ria 'ue nos espera 5 2em maior do 'ue 'uais'uer sofrimentos 'ue ten*amos 'ue suportar a'ui3 8as/ nesse meio tempo 1 A segunda vinda de Cristo 1/ vocL e eu temos 'ue aprender o 'ue significa confiar em $eus em todas as circunstDncias e viver para le/ não importa o 'ue nos aconteça3 &ro para 'ue $eus use este livro para nos aFudar a pensar com mais clare.nico dia3 A'ueles 'ue tentam escalar as suas encostas traiçoeiras passam meses/ at5 anos/ treinando e se e(ercitando3 Cada pe'uena montan*a con'uistada prepara a pessoa para uma montan*a mais alta e uma escalada mais difícil pela frente3 $a mesma forma/ a mel*or preparação para os tempos difíceis pela frente são as pe'uenas dificuldades di+rias e o modo como reagimos a elas3 Por5m/ tam25m me preocupei em mostrar uma outra dimensão dos ensinamentos da Bí2lia so2re o sofrimento 1 a dimensão da esperança3 Algum dia/ toda a dor e sofrimento deste mundo serão gloriosamente 2anidos3 Por causa do 'ue Hesus Cristo fe. por n7s/ atrav5s da Sua cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A -ingu5m escalou o monte vereste num .

er)6 GSalmos 99C:?IM 6-ão temas/ por'ue eu sou contigo6 GIsaías @9:9=IM .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ? 'ue n7s possamos arma.es6 GHosu5 C:9IM ou 6Pa.enar as verdades da Palavra de $eus em nossos coraçJes o m+(imo possível/ para estarmos preparados para 'ual'uer sofrimento 'ue ten*amos de suportar3 Como disse um oficial do (5rcito/ certa ve.es ?:<:IM 6-ão ten*as medo/ G333I pois mais são os 'ue estão conosco do 'ue os 'ue estão com eles6 GII %eis ?:9?IM 6-ão recearei mal algum/ por'ue tu est+s comigo6 GSalmos <::@IM 6Heov+ 5 a min*a lu.K -ão temas: não morrer+s6 GHui. e a min*a salvaçãoM de 'uem me recearei)6 GSalmos <B:9IM 6Por 'ue *ei de temer nos dias de adversidade)6 GSalmos @.: 6& tempo na guerra 5 sempre favor+vel/ se a gente sa2e como us+-lo36 "ue este livro nos aFude a 6usar o tempo6/ seFa ele 'ual for3 screvi este livro/ ten*o 'ue admitir/ com muita relutDncia3 (istem muitas outras pessoas 'ue passaram pelo fogo de sofrimentos muito mais severos do 'ue os 'ue e(perimentei e/ como resultado/ con*eceram a graça e a força de $eus numa medida 2em mais profunda3 -o entanto/ $eus tem me ensinado muito so2re este assunto 1 atrav5s da e(periLncia pessoal/ atrav5s da vida dos outros e/ principalmente/ atrav5s da Bí2lia/ a Sua palavra3 &ro para 'ue/ atrav5s deste livro/ $eus traga esperança e coragem para vocL/ mas 'ue tam25m seFa um desafio/ como o foi para mim escrevL-lo3 8uitas ve.:AIM 6Heov+ 5 por mim/ não recearei: 'ue me pode o *omem fa.es/ no meio dos pro2lemas e dificuldades da min*a pr7pria vida/ duas palavrin*as se destacaram: 6-ão tema36 8as/ em2ora acredite 'ue elas a2riguem os fil*os de $eus/ tam25m desco2ri 'ue a f5 precisa agarrar-se a Cristo e 'ue devemos viver num temor piedoso3 $o mesmo Feito 'ue a criancin*a se a'uieta e dorme no seio da mãe/ os fil*os de $eus precisam ser acalmados com o 6não tema6 da scritura nesses dias de medo e tremor3 le ainda tenta nos encoraFar por interm5dio de A2raão: 6-ão temas G333IM eu sou teu escudo/ a tua recompensa ser+ infinitamente grande6 G4Ln3 9A:9IM e de Hosu5: 6-ão temas/ nem te atemori.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B 6-ão temas pe'ueno re2an*oM por'ue 5 do agrado de vosso Pai dar-vos o reino6 G!ucas 9<::<IM 6-ão temas: eu sou o primeiro e o . so.nica coisa 'ue le es'uece são os nossos pecados3 6 u/ eu mesmo sou o 'ue apago as tuas transgressJes por amor de mimM não me lem2rarei dos teus pecados36 GIsaías @::<AI -ada pode tocar o fil*o de $eus sem Sua permissão3 ntão/ aceitemos cada m+goa/ cada pro2lema/ cada dificuldade como 'ue da mão d le/ 2uscando aprender com elas tudo o 'ue le 'uer nos ensinar 1 utili.ado por $eus .ltimo/ e o 'ue vivoM fui mortoM mas eis 'ue estou vivo pelos s5culos dos s5culos/ e ten*o as c*aves da morte e do Nades36 GApocalipse 9:9B/ 9CI $esco2ri/ 0 medida 'ue envel*eço/ 'ue $eus nunca se es'uece de nada3 le con*ece todas as coisas e se lem2ra do Seu povo/ de suas afliçJes/ seus sofrimentos e de todas as suas necessidades3 A .ando todos os recursos de $eus ao nosso dispor e pedindo a le 'ue faça com 'ue tudo seFa para o nosso 2em e a Sua gl7ria3 -aturalmente/ não fi.eram muitas sugestJes .teis: min*a amiga de longa data/ Carole CarlsonM o cRnego EranP Col'u*oun/ da igreFa Anglicana na InglaterraM 8illie $ienert/ nossa amiga de longa data e compan*eira de f5rias GFuntamente com o maridoIM meu associado no escrit7rio de 8inneapolis/ %alp* OilliamsM stelle Brousseau/ do 8ontreat-Anderson CollegeM e Al BrQant/ de Oord/ Incorporated3 Ao estudar e escrever so2re este assunto/ a min*a pr7pria vida se aprofundou/ e a redirecionei/ dedicando-a a aFudar os 'ue estão sofrendo espiritual/ física e psicologicamente3 &ro para 'ue este livro não apenas aFude e inspire muitos cristãos sofredores/ mas seFa utili.in*o todo o tra2al*o pertinente a este livro3 Sem a aFuda de diversas pessoas/ isso teria sido impossível3 -os dois anos 'ue passei Gnão seguidamenteI escrevendo este livro/ contei com a aFuda constante de min*a mul*er/ %ut*M de min*a secret+ria/ Step*anie OillsM de meu associado/ Ho*n APersM de lsie BrooPs*ire/ !ucille !Qtle e as outras no meu escrit7rio de 8ontreat3 Al5m disso/ 'uero agradecer 0'ueles 'ue leram o manuscrito e fi.

C= 8ontreat/ Carolina do -orte .er com 'ue muitos incr5dulos ven*am a ter um con*ecimento salvador de Hesus Cristo3 BI!!S 4%ANA8 9A de setem2ro de 9.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento C para fa.

3 8uitos idealistas .C= continuarão sendo as mesmas: guerra/ violLncia/ assassinatos/ tortura/ Terceira 4uerra 8undial 1 a verdadeira guerra/ o Armagedom3 -ão *+ d.vida de 'ue os acontecimentos glo2ais estão preparando o camin*o para a guerra final da *ist7ria 1 o grande ArmagedomK T medida 'ue o rel7gio terreno vai registrando a passagem do tempo e o mundo se apro(ima da meia-noite/ este planeta/ segundo a Bí2lia/ camin*a para um sofrimento *orrível demais para se imaginar ou compreender3 -ão foi apenas o topo do monte St3 Nelens 'ue e(plodiu no começo de 9.C=/ transformando-se num dos grandes desastres ecol7gicos do período3 Para a Bí2lia/ *aver+ o dia em 'ue $eus a2alar+ toda a Terra3 $i./ vou a2alar não apenas a terra/ mas tam25m as c5us36 GNe2reus 9<:<?I &s tremores 'ue sentimos agora não são ocasionais e/ muito menos/ passageiros3 -a verdade/ eles estão preparando o maior terremoto de todos os tempos3 Holoca !"o #o! Ba!"i$or%! &s antigos profetas previram uma 5poca/ l+ no fim da *ist7ria/ em 'ue as pessoas diriam: 6Pa.36 GHeremias ?:9@I 8il*ares de conferLncias de pa./ G333I 'uando não *+ pa.adas desde a Segunda 4uerra 8undial e/ no entanto/ as manc*etes continuam a destacar as guerras/ a violLncia/ a morte e multidJes de refugiados3 &s governos do mundo são sacudidos por assassinatos e derramamento de sangue3 -o entanto/ *+ apenas alguns anos/ era moda escrever ou sugerir 'ue o mundo eslava entrando numa grande era de pa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ./ pa. APOCALIPSE 16:16 e(raico' se 8#IT&S SC%IT&% S estão prevendo 'ue as manc*etes da d5cada de 9. foram reali. A TEMPESTADE VINDOURA E então eles reuniram os reis no lu&ar que' em c ama )rma&edom. a Bí2lia: 68ais uma ve.

América da ABC3 Por5m/ fa. foi planeFada/ mas logo se viu 'ue a Primeira 4uerra 8undial não passara de uma preparação para a Segunda 4uerra 8undial3 Agora os sinais estão por toda a parte/ mostrando 'ue camin*a fe2rilmente para a Terceira 4uerra 8undial3 A derradeiraK & ArmagedomK &s meios de comunicação fa. no começo do s5culo/ mas esta aspiração foi destroçada pela Primeira 4uerra 8undial3 $epois da Primeira 4uerra 8undial/ mais do 'ue deseFada/ a pa.de da população de um continente inteiro3 As guerras 'uímica e 2acteriol7gica fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9= nos di. algum tempo/ %ona Barret entrevistou algu5m da CIA e o tema central dessa reportagem foi o perigo de uma guerra 2acteriol7gica3 (istem novos vírus/ disse o agente da CIA/ 'ue podem causar um colapso na sa.iam 'ue a utopia entraria em cena/ Funtamente com todos os milagres tecnol7gicos do nosso tempo3 & son*o 5 uma ilusão3 $evíamos ter aprendido com a *ist7ria3 Son*ou-se com a pa.em parte do arsenal de armamentos 'ue est+ sendo desenvolvido pelo mundo todo3 Artigos e filmes document+rios estão sendo constantemente apresentados relatando 'ue/ antes do fim do s5culo/ os insetos podem estar controlando o nosso planeta3 #m destacado Fornal concluiu um editorial/ di.endo: 6Tem-se a sensação de 'ue se est+ vendo o mundo no seu crep.mente/ no entanto/ não se sa2e o 'ue 5 pior: se a pr7pria realidade ou as fantasias 'ue são retiradas dela3 At5 mesmo os mais otimistas estão prevendo um aumento no sofrimento de nosso mundo ferido3 #m dos programas mais alegres da televisão americana 5 o Bom dia.sculo36 (pressJes como 6suicídio racial6/ 6genocídio racial6/ 6o fim do mundo6/ e 6o fim da raça *umana6 estão surgindo nas conversas/ revistas/ e filmes de todo o mundo3 .a3 Infeli.em um grande espet+culo das cat+strofes333 -ossos cinemas s7 passam filmes 'ue tratam de trag5dias e desastres3 "uanto mais tene2rosos/ mais atraentes eles se tornam3 > assim em !ondres/ em -ova SorP ou em !os Angeles3 m 'ual'uer metr7pole/ *+ uma lista intermin+vel de títulos dessa nature.

ado pelos amigos3 As drogas e o +lcool estão destruindo as mentes de mil*Jes3 -a Am5rica e na uropa cultos satDnicos e a 2ru(aria se espal*am rapidamente/ com a força de uma praga3 & pra.ir alimentos3 Se *oFe em dia a fome ameaça a população de v+rios países/ a situação ficar+ muito pior se esse desastre ecol7gico se confirmar3 As estatísticas so2re o aumento de terremotos 'uase 'ue2ram o computador3 "uanto ao aspecto moral/ as coisas parecem e(tremamente desanimadoras/ especialmente se vistas so2 a 7tica Fudaico-cristã3 A instituição do casamento aca2ou-se3 A reFeição 0s leis c*egou a um ponto 'ue a'uele 'ue as segue 5 ridiculari.er se tornou a meta de mil*Jes3 & *edonismo agora est+ 'uase no controle3 #m editor inglLs me contou 'ue/ se censurassem a pornografia/ mais de C=V dos romances modernos não seriam pu2licados3 Para todos os lados em 'ue ol*amos/ s7 vemos perversão e imoralidade3 Por toda pane/ as pessoas estão clamando por 6li2eração6 e Fustiça social3 Parece 'ue os ricos estão cada dia mais ricos e os po2res cada dia mais po2res3 Isto se aplica tanto 0s naçJes 'uanto aos indivíduos3 A .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99 &s grupos terroristas estão ficando cada ve.ação em rota de colisão3 -ossos cientistas estão alertando para o perigo de grandes mudanças clim+ticas3 A calota glacial polar parece estar se deslocando ligeiramente/ e isso pode afetar nossa capacidade de produ. mais audaciosos nos seus ata'ues3 %elatos 'uase di+rios de novas atrocidades enc*em nossos Fornais3 A situação c*egou a um ponto 'ue/ certo dia/ *avia tanta violLncia num Fornal 'ue so2rou pouco espaço para se notificar 'ue o presidente de um governo da Ufrica &cidental fora assassinado/ seu fil*o decapitado/ e muitos mem2ros de sua e'uipe fu.nicas indicaçJes de uma civili.2lica3 NoFe em dia/ s7 merece manc*ete 'uem mata uma população inteira ou então 'uem assalta uma 2ase militar da CIA3 Armas nucleares/ guerra 2acteriol7gica e relacionamentos internacionais prec+rios não são as .ilados em praça p.

3 Naver+ mais confusão e mais tumulto en'uanto as pessoas seguirem os seus pr7prios es'uemas perniciosos3 & *omem 5 um re2elde e um re2elde naturalmente 5 confuso3 Vive em conflito com todos os outros re2eldes3 Pois um re2elde/ pela sua pr7pria nature.em tudo o 'ue pensam e o 'ue 'uerem/ não *+ possi2ilidade de ordem e pa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9< força econRmica do mundo se deslocou para os países produtores de petr7leo/ 'ue não sa2em como gastar os 2il*Jes 'ue acumularam3 n'uanto a uropa &cidental e os stados #nidos se endividam cada ve.ação/ podem surgir o2Fetivos profanos 'ue .a/ 5 egoísta3 le 2usca o seu 2em e não o dos outros3 Ts ve. mel*or/ e resolvendo os seus pro2lemas políticos/ econRmicos e sociais/ não 5 mais pregada com muita confiança3 stamos vivendo numa 5poca de s5rias tormentas e dificuldades/ e a maioria das pessoas conscientes com 'uem falo acreditam 'ue a tendLncia seFa piorar3 A Rai& $o Pro'l%ma NoFe em dia/ vemos um mundo in'uieto em todos os sentidos3 A crise 5 geral3 Sofre o *omem comum/ a situação política dos países 5 inst+vel/ as grandes economias perdem o vigor3 Por 'ue tudo isso) H+ fui motivo da risada al*eia/ mas continuo acreditando 'ue o pro2lema seFa religioso3 A Bí2lia o e(plicou *+ milLnios3 As scrituras dei(am 2em claro 'ue/ 'uando a lei de $eus 5 deso2edecida/ o mundo perde a sua *armonia/ desgoverna-se/ começa a camin*ar sem rumo3 A anar'uia de *oFe 5 a conse'WLncia da reFeição a $eus3 Com esta re2elião contra $eus/ a *umanidade negou o valor da personalidade *umana3 A vida F+ não vale mais a pena/ perdeu o seu significado3 As pessoas crLem em um ser so2renatural/ mas agem como se fossem at5iasK Pensamos como ateusK Vivemos e planeFamos como se não e(istisse um $eus3 stamos vivendo num mundo 'ue não recon*ece $eus3 "uando todos fa.es/ atrav5s da racionali. mais/ o Terceiro 8undo vive 0 2eira da inanição3 A teoria de 'ue o mundo est+ ficando cada ve.

'ue a terra ser+ devastada Por crises políticas/ econRmicas e ecol7gicas 'ue ficam al5m do alcance da nossa imaginação3 Se não fosse pela misericordiosa intervenção de $eus/ re./ o mundo e(plodir+3 ntão/ vir+ uma guerra gigantesca/ fero./ avassaladora/ envolvendo conflito e massacre numa escala sem precedentes3 At5 mesmo o pun*o de ferro do Anticristo não conseguir+ impedi-la3 Ser+ a .ltima guerra do mundo 1 a Batal*a do Armagedom3 A Batal*a do Armagedom Ge os acontecimentos 'ue levarem a elaI far+ entrar em cena o sofrimento mais terrível 'ue a *umanidade F+ con*eceu3 A Bí2lia nos di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9: parecem ter/ por algum tempo/ um efeito unificador so2re o *omem/ criando at5 interesse e unidade glo2al/ por5m/ tais o2Fetivos são tempor+rios3 -ão e(istem profundidade ou significado neles e/ dessa forma/ esses elementos não podem unificar a sociedade por muito tempo3 A Bí2lia indica 'ue/ ao reFeitar $eus e Seus princípios para o governo da vida/ o mundo est+ se dirigindo para uma situação de tensão/ confusão e tumulto cada ve.a a Bí2lia/ o mundo inteiro seria destruído3 Cri!"o ) o Vi"orio!o -o meio de toda a'uela terrível/ pavorosa carnificina/ descrita em muitas partes da Bí2lia/ especialmente no Apocalipse/ Cristo retornar+ . maior3 > dela 'ue surgir+ um futuro governante ou sistema mundial mal5volo 1 o Anticristo3 O A#"icri!"o % o Arma(%$om -ão 5 s7 $eus 'ue tem um plano para o *omem/ o demRnio tam25m o tem3 le condu.ir+ ao poder um falso governante ou sistema mundial 'ue esta2elecer+ uma falsa utopia por um período e(tremamente curto3 Aparentemente/ os pro2lemas econRmicos e políticos do mundo serão resolvidos3 Por5m/ ap7s um 2reve governo/ tudo desa2ar+3 $urante o reinado do Anticristo/ as tensJes aumentarão e/ mais uma ve.

/ 'uero l*e fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@ como %ei dos reis e Sen*or dos sen*ores3 le pr7prio derrotar+ o Anticristo e ser+ o vitorioso na Batal*a do Armagedom3 -o clíma( desse momento/ $eus instalar+ o Seu %eino 1 toda uma nova ordem política e social so2 o Seu governo3 "uando Hesus Cristo dei(ou Seus seguidores/ assegurou a Seus discípulos: 6VoltareiK6 vai cumprir o prometido3 sta 5 a nossa esperança3 !em2ro-me de ter encontrado Sir Winston Churchill durante seus .adas no est+dio de Oem2leQ3 n'uanto convers+vamos/ Sir Winston tin*a trLs Fornais vespertinos ao lado e um c*aruto apagado na 2oca3 ele disse: 1 8eu rapa. uma pausa e perguntou: 1 Pode dar um pouco de esperança a um vel*o) Peguei o meu -ovo Testamento e não apenas l*e falei do plano da salvação/ como tam25m l*e contei tudo so2re a volta de Cristo3 "uando eu tin*a de.esseis anos/ revoltava-me contra a o2rigação de ir ao templo3 u ia por'ue meus pais esperavam 'ue eu fosse/ mas mal podia esperar para voltar para casa e ficar livre da o2rigação de ir ao templo ouvir o sermão dominical3 Eoi aí 'ue apareceu um pregador na nossa cidade3 -ossa igreFa não costumava cola2orar com este tipo de pregador e/ a principio/ fui totalmente indiferente a sua passagem pela cidade3 Contudo/ a imprensa noticiara muito as atividades da'uele pregador e certa noite/ depois 'ue ele F+ estava na cidade *+ v+rias semanas/ fui ouvi-lo falar/ a convite de um amigo3 le falou da Segunda Vinda de Hesus Cristo3 ste era um dos principais temas de sua pregação3 Ei'uei a2solutamente fascinado3 -unca tin*a ouvido tanto a respeito3 -ão sa2ia 'ue *avia uma esperança da'uelas e 'ue $eus tem tantas coisas maravil*osas 0 espera da'ueles 'ue crLem3 .er uma pergunta3 -ão creio 'ue o mundo ainda v+ se agWentar por muito tempo3 st+ com pro2lemas demais3 1 Ee.ltimos anos como primeiro-ministro da 4rã-Bretan*a3 Eoi em !ondres/ pouco depois de uma de nossas Cru.

em pa&a tri(ulação ..ada3 . naquele dia.usto diante de Deus que de d.).A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A "uando vai acontecer) A presente era est+ se apro(imando do fim) & Seu reino est+ prestes a c*egar) -ão posso definir nen*uma data/ pois o pr7prio Hesus nos advertiu para 'ue não tent+ssemos fi(+-la3 Por outro lado/ a Nist7ria nos prova com 'ue facilidade nos enganamos3 "uando -apoleão assolava a uropa no s5culo passado/ muitos estudantes da Bí2lia ac*avam 'ue ele era o Anticristo3 8uita gente pensou 'ue 8ussolini ou Nitler eram o Anticristo3 les eram anticristãos/ mas não eram o grande Anticristo 'ue ainda est+ por vir3 A Bí2lia nas ensina 'ue/ algum dia/ Hesus Cristo vai retornar 0 terra3 scrituras dão esperança e alerta/ a um s7 tempo3 *$e realmente + .queles que vos atri(ulam' e a v/s que sois atri(ulados' alívio .er viver para Cristo todos os dias/ como se le estivesse vindo a 'ual'uer momento3 Para a'ueles 'ue não con*ecem $eus/ a vinda de Cristo deve lev+-los a le para o perdão/ en'uanto ainda *+ tempo3 sta passagem tam25m indica 'ue os 'ue deso2edecem ao evangel*o terão um vislum2re de Hesus Cristo em toda a Sua gl7ria e depois serão 2anidos para sempre da Sua presença3 Isto ser+ o inferno dos infernos 1 uma pessoa levar para a eternidade a lem2rança do 'ue perdeu ao reFeitar deli2eradamente a oferta de $eus de amor/ miseric7rdia e graça nesta vida atual3 D%*oi! $o Arma(%$om #ma utopia vem vindo3 &ramos em nossos templos: 6Ven*a o Teu %eino3 SeFa feita a Tua vontade/ assim na terra como no c5u36 G8ateus ?:9=I "uando da volta de Cristo/ essa prece ser+ integralmente reali. Ele tomar1 vin&ança dos que não con ecem a Deus e dos que não o(edecem ao Evan&el o de nosso $en or 0esus' os quais sofrerão a pena' a sa(er' a perdição eterna' sendo separados da face do sen or e da &l/ria do seu poder' quando ele vier para ser &lorificado em seus santos e para se fa!er admir1vel em todos os que creram (..* GII pístola de Paulo aos Tessalonicences 9:?-9=I & simples fato de 'ue os crentes tLm a esperança da vinda de Cristo deve nos fa.untamente conosco' quando do c+u se manifestar o $en or 0esus com os an.os do seu poder em c ama de ro&o.

açJes 'ue podemos fa.endo com 'ue elas creiam numa 6mentira6 1 e tam25m est+ enganando os indivíduos3 st+ nos di.endo 'ue podemos ir para o c5u sem nascer de novo3 Hesus falou 'ue não podemos3 & demRnio est+ di.er no mundo do 'ue em seguir Cristo3 -ão *+3 Ser+ um dia glorioso a'uele em 'ue Satã for confinado3 le não mais poder+ enganar vocL/ sua família e as naçJes do mundo3 Segundo/ durante o reinado de Cristo *aver+ Fustiça e pa.er so2re o futuro estado do mundo/ so2 o reinado de Cristo3 Primeiro/ 'uando Cristo voltar/ Satã vai ficar confinado3 A Bí2lia di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9? & 'ue vai acontecer 'uando o 8essias voltar) A Bí2lia nos ensina 'ue/ ap7s o Armagedom/ Hesus Cristo esta2elecer+ o Seu reinado so2re a terra3 sta ser+ a maior revolução espiritual e moral da *ist7ria/ 'uando Cristo assumir o controle e esta2elecer o Seu reinado de Fustiça no mundo3 ste não 5 um livro de profecia3 (istem muitos pontos de vista teol7gicos diferentes so2re o futuro/ mas este não 5 o lugar para de2atLlos3 Apesar disso/ *+ diversas generali.endo a elas 'ue não precisam de $eus 1 'ue podem passar 2em sem Cristo3 st+ nos di. duradoura no nosso mundo/ a despeito de in.endo 'ue *+ mais pra.meras conferLncias para de2atL-la3 .em 'ue não e(iste a pa.endo 'ue a 6estrada larga6 5 a correta3 Por5m/ a Bí2lia adverte: 6N+ um camin*o 'ue ao *omem parece direito/ mas no fim guia para a morte36 GProv5r2ios 9@:9<I & demRnio tam25m est+ di. para todos3 -ão e(iste a Fustiça a2soluta no mundo de *oFe3 As inFustiças econRmicas e sociais resistem teimosamente aos mel*ores esforços dos *omens e dos governos para erradic+-las3 As manc*etes di+rias nos di.: 6Vi um anFo descendo do c5u/ tendo a c*ave do a2ismo e uma grande cadeia na mão3 le se apoderou do dragão/ da antiga serpente/ isto 5/ do $ia2o e Satan+s G333I e o lançou no a2ismo para 'ue ele não enganasse mais as naçJes36 GApocalipse <=:9:I Ainda *oFe/ o demRnio engana as naçJes em grande escala3 le est+ fa.endo 0s pessoas 'ue elas tLm tempo de so2ra para se decidir com relação a $eus/ a eternidade e a Cristo3 st+ di.

ia3 -ão *avia nen*um sím2olo/ nada para indicar 'ue *avia algum $eus3 "uando as -açJes #nidas foram fundadas/ concordou-se 'ue a palavra Deus ficaria de fora da sua carta3 & mundo dei(ou $eus de fora de seu planeFamento3 8as tudo isso vai mudar3 "uando Hesus voltar/ não vir+ como o po2re carpinteiro na.3 $o aumento do seu governo e da sua pa.:?/BI Certo dia/ pouco depois do edifício das -açJes #nidas ter sido erigido nas margens do ast %iver/ na cidade de -ova SorP/ fui con*ecer o pr5dio com um amigo/ 'ue 5 em2ai(ador3 8ostrou-me uma sala va.: 6 ele tem por nome G333I príncipe da Pa.ia3 Ealou: 1 sta 5 a sala de oraçJes3 stava a2solutamente va.3 "uando Hesus voltar/ teremos proteção e segurança3 Sa2em 'ual era o versículo favorito de 4eorge Oas*ington/ nas scrituras) ra 8i'u5ias @:@/ e ele o citava constantemente3 68as sentar-se-ão/ cada um de2ai(o da sua parreira e de2ai(o da sua figueiraM e não *aver+ 'uem os amedronte/ por'ue a 2oca de Heov+ dos e(5rcitos o disse36 $urante o reinado de Cristo/ a confusão política se transformar+ em ordem e *armonia/ as inFustiças sociais serão a2olidas e a integridade su2stituir+ a corrupção moral3 Pela primeira ve. serão esta2elecidas entre todos os povos3 A Bí2lia promete: 6 is 'ue em Fustiça reinar+ um rei36 GIsaías :<:9I la tam25m nos di./ unidade/ igualdade e Fustiça3 & son*o do *omem de uma *armonia glo2al se tornar+ realidadeK .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B Por5m/ algum dia/ a Fustiça e a pa. não *aver+ fim36 GIsaías . na *ist7ria/ o mundo inteiro sa2er+ o 'ue 5 viver numa sociedade governada pelos princípios de $eus3 a influLncia de Satã não estar+ presente para atrapal*ar o progresso do mundo na direção da pa.areno/ montado num 2urrico3 Vir+ em maFestade divina e poder e gl7ria3 Vir+ como Príncipe/ como %ei/ cercado por mil*ares de anFos-guerreiros3 Ser+ formado o mais poderoso e(5rcito da *ist7ria do universo3 em2ora o Anticristo declare guerra a le/ a vit7ria ser+ d le3 mergindo triunfante da fumaça da guerra terrível/ pavorosa/ derradeira/ estar+ o 8essias/ o Sen*or Hesus Cristo/ o Príncipe da Pa.

'ue 6amou $eus ao mundo/ 'ue deu seu Eil*o unigênito/ para 'ue lodo o 'ue nele crL não pereça/ mas ten*a a vida eterna6 Go grifo 5 meuI3 Pagando um grande preço/ $eus tornou possível a cada um de n7s viver com le eternamente3 A'ueles 'ue reFeitarem a oferta de $eus de um lar celeste serão mandados para o inferno3 "uando formos c*amados diante de $eus para sermos Fulgados/ não *aver+ mais tempo para reverter a nossa decisão3 > durante a nossa vida a'ui na terra 'ue decidimos o nosso destino eterno3 A"+ o Arma(%$om Tivemos um vislum2re do futuro 1 tanto do seu *orror 'uanto da sua esperança3 8as/ e 'uanto ao presente) Como nos preparamos para o sofrimento 'ue possivelmente teremos 'ue enfrentar/ 0 medida 'ue nosso mundo se dirige ine(oravelmente para um período de intensa tri2ulação ./ o ap7stolo di. 'ue $eus 5 6paciente G333I/ não 'uerendo 'ue alguns pereçam/ mas 'ue todos ven*am ao arrependimento63 Hoão ::9? di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C Eina9mente/ a Bí2lia nos ensina 'ue/ 'uando Cristo voltar/ todas as pessoas 'ue F+ viveram serão Fulgadas por $eus3 "uando os 'ue se arrependeram do seu pecado de re2eldia contra $eus e aceitaram Hesus como seu Salvador e Sen*or de suas vidas aparecerem diante de $eus/ le os far+ entrar no seu novo lar 1 o c5u e todas as suas gl7rias3 Ser+ o Hardim do >den restituído 1 os *omens verão $eus face a face e viverão com le num am2iente livre de l+grimas/ fracassos e fadiga3 Por5m/ os 'ue preferiram reFeitar $eus durante a sua vida na terra serão separados d le por toda a eternidade3 ste não 5 o deseFo de $eus/ mas sim a opção do *omem3 $eus considera cada *omem respons+vel por sua reFeição de Cristo3 $eus não 'uer 'ue os *omens se separem d le eternamente3 Ao mesmo tempo/ $eus não forçar+ um *omem a viver no c5u contra a sua vontade3 m II Pedro ::.

a de 'ue nos d+ a força e os recursos de 'ue precisamos para suportar 'ual'uer situação na vida 'ue le ordena3 A vontade de $eus Famais nos levar+ aonde a graça de $eus não puder nos amparar3 Como veremos nas p+ginas seguintes/ $eus tam25m 5 capa.stias de ri(as familiares/ div7rcio/ pro2lemas financeiros) Como so2reviver 0s tensJes de um mundo c*eio de desastres nacionais e inFustiças sociais) > disto 'ue trata este livro3 > um livro so2re o sofrimento/ e ensina a lidar com ele3 "uando Cristo retornar como vencedor em Armagedom/ o sofrimento ser+ a2olido3 Até o Armagedom precisamos aprender a viver triunfalmente entre os traumas e pressJes 'ue enfrentamos diariamente3 Precisamos preparar-nos para os nossos armagedons pessoais3 .vida de 'ue o sofrimento/ de uma forma ou de outra/ acontece para todos n7s3 podemos ter certe.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9. de pegar cada situação na vida 1 não importa o seu grau de dificuldade 1 e us+-la para nos apro(imar ainda mais d le3 Como o sofrimento 5 uma parte natural da e(istLncia *umana/ precisamos aprender a lidar com ele3 para os cristãos/ em particular/ parece *aver um conFunto singular de sofrimentos3 $eus 'uer 'ue aprendamos a lidar com nossas provaçJes e tentaçJes na dependLncia do Seu poder3 A Bí2lia e a *ist7ria da igreFa demonstram 'ue o camin*o de $eus para o sofrimento do Seu povo não tem sido sempre o camin*o da fuga/ mas o camin*o da capacidade de suportar3 8as como podemos suportar as crises da morte/ da perseguição/ da doença física) Como lidar com as ang. 1 'ue ter+ seu clíma( no Armagedom) como nos prepararmos para os armagedons di+rios 'ue cada um de n7s enfrenta/ os pro2lemas e sofrimentos 'ue são parte de cada vida *umana) Se os cristãos terão ou não 'ue enfrentar o período de tri2ulação da 5poca do Armagedom 5 um t7pico de de2ate para os estudiosos da Bí2lia3 8as não *+ d.

mero de nossos *inos e cançJes espirituais favoritos foram compostos nas situaçJes mais penosas da vida de seus autores3 Podemos dar muitas ilustraçJes3 C*arlotte lliot escreveu Assim como sou 'uando era uma inv+lida desamparada/ Erances %idleQ Navergal/ autora de Tome a minha vida e muitos outros *inos/ tin*a uma sa.as3 8uitos dos Salmos foram escritos durante períodos de crises pessoais e nacionais3 & Salmo 9:B e(pressa a dor e a agonia de um povo 2anido da sua terra natal: .rim%#"o .%r!al -XS -Y& 2uscamos as tri2ulaçJes deli2eradamente na vida3 las c*egam3 & sofrimento 5 um fato universal3 -ingu5m pode escapar das suas garras3 A c*uva cai so2re o Fusto e o pecador3 Todos enfrentamos armagedons pessoais3 Algumas pessoas acreditam/ erroneamente/ 'ue se tornar um cristão ser+ um a2rigo para as tempestades pessoais da vida3 #ma *ist7ria de muitos de nossos *inos religiosos rapidamente desfar+ tal mito3 #m grande n.U#i.SP#%4 &- O So.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <= ARMAGEDONS PESSOAIS O Senhor obtém seus melhores soldados nos píncaros da afli !o3 CNA%! S NA$$&.de p5ssima3 EannQ Cros2Q era cega/ no entanto/ do seu sofrimento/ nasceram lindas cançJes/ como A salvo nos braços de Jesus3 & *ino Deus age de uma maneira misteriosa foi composto pelo poeta Oilliam CoZper numa *ora de grande aflição mental3 #ma das partes mais lindas da Bí2lia 5 o !ivro dos Salmos3 Por causa da ampla gama de estados de espírito e de e(periLncias 'ue ele representa/ n7s procuramos o ivro dos Salmos com muita fre'WLncia3 Podemos nos identificar com ele e ac*ar consolo nele por'ue reflete a vida real/ com suas alegrias e triste.

es3 "uando os ventos da adversidade passam/ poucas ve.rim%#"o > difícil falar so2re o sofrimento ou escrever so2re ele/ pois não 5 algo 'ue possa ser ade'uadamente e(aminado fora da esfera da e(periLncia3 le não 5 a2strato nem 5 filos7fico3 > real e concreto3 $ei(a cicatri.a os sentimentos de um povo refugiado3 8uitos dos salmos refletem as crises pessoais enfrentadas por $avi/ o maior rei de Israel3 -7s o vemos como um *omem de L(itos inacredit+veis 1 sua vit7ria Fuvenil so2re 4olias/ o gigante filisteu/ a sua admir+vel ascensão de pastor a monarca/ suas vit7rias not+veis so2re os inimigos de Israel3 Por5m/ $avi tam25m foi um *omem de triste.ando todas as 2arreiras raciais/ sociais/ políticas e econRmicas/ o sofrimento une toda a *umanidade3 A R%ali$a$% $o So. com agude. 4os sal&ueiros que 1 no meio dela' penduramos as nossas arpas.as insuport+veis3 Acusado inFustamente de traição/ foi forçado a viver como fugitivo durante anos3 #m de seus fil*os morreu 'uando 2e2L/ alguns eram moralmente corruptos/ outros foram implacavelmente assassinados3 A certa altura de seu reinado/ a sua pr7pria nação se voltou contra ele/ 'uando outro de seus fil*os tentou dar um golpe de stado3 $eus c*amou $avi de 6um *omem 'ue G8eI agrada6 GI Sam3 9::9@I3 m2ora fosse 72vio 'ue $eus amava $avi/ não o isentou do sofrimento3 -ingu5m est+ isento do to'ue da trag5dia: nem os cristãos nem os não-cristãosM nem os ricos nem os po2resM nem o líder nem o seguidor3 Cru.es permanecemos os mesmos3 .* GSalmos 9:B:9/<I $epois de devastar a terra de Israel/ o e(5rcito 2a2ilRnio forçara os seus cativos a marc*arem para uma terra estran*a e um futuro aterrador3 $eprimidos e a2atidos/ os *e2reus a2andonaram seus instrumentos musicais3 -ão so2rara canção alguma em seus coraçJes3 ste salmo reprodu.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9 *0unto aos rios de 2a(il3nia' ali nos assentamos' nos pusemos a c orar' ao recordarmo-nos de $ião.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento << S7 compreende o significado do sofrimento 'uem F+ passou por alguma crise3 / muitas ve.er so2re o poder da língua para infligir crueldade3 & salmista escreveu 'ue as palavras amargas são como flec*as mortais3 Tiago escreveu: 6Assim a língua tam25m 5 um pe'ueno mem2ro/ mas se ga2a de grandes coisas3 Vede como um pouco de fogo .endo com 'ue ela procure energias descon*ecidas para super+-lo3 As pessoas 'ue passam pela vida sem serem marcadas pelo sofrimento ou tocadas pela dor tendem a ser superficiais nas suas perspectivas de vida3 & sofrimento/ por outro lado/ tende a arar a superfície de nossas vidas para dei(ar 0 mostra as profunde.nica palavra ou ato perpetrado com perversidade3 As scrituras tLm muito a di.es/ 5 apenas em retrospecto 'ue nos damos conta do prop7sito e do valor de nosso sofrimento3 H+ notou 'ue a'ueles 'ue causam o maior impacto so2re a sociedade são/ em geral/ a'ueles 'ue mais sofreram) & sofrimento na vida fortalece o car+ter de uma pessoa/ fa.es a vítima da mais de2ilitante das dores3 m certas circunstDncias/ um *omem pode suportar uma dor física crucianteM e/ no entanto/ pode ser derru2ado por uma palavra cruel3 "uando ouvimos a *ist7ria da tortura infligida a um prisioneiro de guerra/ ficamos estupefatos com a sua coragem pessoal e a resistLncia do corpo *umano3 Por5m/ a vida desse mesmo *omem pode ser devastada por uma .as 'ue oferecem uma força maior de prop7sito e reali.açJes3 Somente a terra profundamente arada pode dar uma col*eita rica3 A dor tem muitas faces3 Pode-se sofrer física/ mental/ emocional/ psicol7gica e espiritualmente3 -ossas dificuldades raramente ficam confinadas a apenas uma dessas +reasM elas tendem a se so2repor em e(periLncias *umanas3 &s sofrimentos mais intensivos podem ser indu.idos psicologicamente e fre'Wentemente levarem a complicaçJes na esfera física3 (istem tantas feridas invisíveis 'uanto visíveis/ e pode *aver dificuldade em diagnostic+-las3 Sa2emos 'ue a parte invisível do *omem 5 muitas ve.

ar com ela3 Por5m/ não temos as suas terminaçJes nervosas3 -ão podemos con*ecer integralmente a magnitude da sua ang.:9@I Precisamos tentar aplicar intensamente esta sensi2ilidade ao lidar com o sofrimento/ em especial ao considerar os sofrimentos dos outros3 -ão podemos sentir a dor de outrem3 Podemos ver a ang.em-se progressos di+rios na desco2erta de novas maneiras de aliviar os sofrimentos físicos da *umanidade3 9 < C3 S3 !eZis/ The !roblem o" !ain G-ova SorP/ T*e 8acmillan co3/ 9.eres/ fala na nossa consciLncia/ mas grita nas nossas dores3 & sofrimento 5 o seu megafone para despertar um mundo surdo360 Se nosso sofrimento nos condu.a de uma alma re2elde63/ A verdade 5 a seguinte: o corpo do *omem 5 mortal/ temporal3 & *omem precisa en(ergar al5m de si mesmo para encontrar a imortalidade3 & sofrimento 5 um dos meios de $eus falar conosco3 Por interm5dio da dor/ perce2emos a necessidade 'ue temos d le3 "uando estamos em crise/ ouvimos as suas c*amadas3 Citando novamente C3S3 !eZis: 6$eus sussurra para n7s em nossos pra. de grandes vit7rias e 5 suscetível a grandes derrotas3 & *omem 5 a um s7 tempo forte e sensível3 Como e(clamou o salmista: 64raças te darei/ pois sou assom2rosa e maravil*osamente feito36 GSalmos 9:.stia3 Hamais devemos minimi.stia no seu rosto e tentar empati.ar o sofrimento de outrem3 A scritura manda: 6C*ora com os 'ue c*oram36 G%omanos 9<:9AI -ossos sofrimentos físicos e(pressam uma grande verdade3 Como escreveu convincentemente C3S3 !eZis: 6a dor333 finca a 2andeira da verdade dentro da fortale. a $eus/ ele se tornou um amigo a2ençoado e precioso3 Somos gratos 0 medicina moderna pela desco2erta da cura para tantas doenças e pelos enormes passos dados no controle de outras3 Atrav5s de muita dedicação/ fa.AAI p3 C: #bid3/ p3 C93 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <: a2rasa um grande 2os'ueK a língua 5 um fogo/ um mundo de ini'Widade colocado entre os nossos mem2ros/ a língua/ 'ue contamina o corpo todo e incendeia o curso da vida36 GTiago ::A/ ?I & *omem 5 capa.

rim%#"o M%#"al .a e noite/ Hesus/ saio euM Hesus/ saio eu36 $epois disso/ foi morto3 & sangue dos m+rtires 5 a semente da igreFa3 n'uanto os cristãos nos stados #nidos professam a sua crença sem a ameaça de maus tratos físicos/ mil*ares de seus irmãos em Cristo pelo mundo todo foram torturados e martiri.es *+ anos3 Alguns de vocLs estão c*ocados com a desco2erta da mol5stia terminal de um amigo ou parente3 Talve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <@ 8uitas vidas foram salvas e agora estão sendo mantidas como resultado desses avanços científicos3 / no entanto/ a dor ainda est+ conosco3 8uitos de vocLs con*ecem a realidade do cDncer/ de derrames/ infartos/ defeitos congLnitos/ aleiFJes resultantes de desastres3 8uitos de vocLs estão acamados e padecendo dores atro.ilado3 &s moradores curiosos da cidade amontoavam-se de um lado da rua/ os alunos da escola de outro3 & Fovem diretor perguntou aos seus captores se podiam l*e dar alguns minutos e/ 'uando eles concordaram/ ele cantou: 6$a min*a servidão/ triste. vocL pr7prio esteFa enfrentando a perspectiva da morte3 $ei(e 'ue eu l*e assegure 'ue não precisa enfrentar so.ados por confessar o nome de Cristo3 Pode c*egar o dia em 'ue os americanos ten*am 'ue enfrentar uma perseguição intensa por sua f53 VocL est+ preparado para enfrentar o martírio) Hesus deu a Sua vida por vocL3 Pode ser 'ue vocL seFa c*amado a dar a sua por le3 $eus tem muitas promessas preciosas para a'ueles 'ue sofrem por Cristo3 -7s as e(aminaremos no decorrer deste livro3 So.in*o essa situação3 $eus 'uer consol+-lo e aFud+-lo3 Certos sofrimentos advLm como resultado natural da deterioração do corpo3 Certas formas de sofrimento físico nos são infligidas por outras pessoas3 Por toda a *ist7ria do cristianismo/ os seguidores de Cristo vLm sofrendo perseguiçJes3 -um pais africano/ um Fovem diretor de escola cristão foi arrancado de seu ga2inete e levado para a rua/ onde seria fu.

sermJes so2re o tema 6Como evitar um esgotamento nervoso63 Antes 'ue o seu tra2al*o estivesse completo/ ele mesmo teve um esgotamento3 A pressão de tentar terminar o tra2al*o dentro do pra.o foi demais para ele3 Todos n7s e(perimentamos alguma forma de ansiedade mental durante nossas vidas3 & espectro do sofrimento mental 5 amplo3 Vai da preocupação de um Fovem 'ue vai con*ecer uma pessoa apresentada por um amigo/ at5 o esgotamento nervoso do e(ecutivo de uma grande firma3 Todos somos suscetíveis 0 depressão3 &s cristãos não fogem 0 regra3 Elia!/ o dinDmico e dedicado profeta de $eus/ defendeu valente e efica. do pro2lema de liasM ele esgotara as suas reservas físicas e mentais3 le ultrapassara o seu ponto crítico3 Algu5m F+ disse: 68uitos pro2lemas são resolvidos por uma 2oa noite de sono36 Por5m/ os pro2lemas 'ue ainda permanecem conosco 'uando acordamos necessitam do to'ue especial de $eus3 #ma outra figura importante na *ist7ria do cristianismo sofreu de modo semel*ante3 -o final de um minist5rio popular e florescente/ 1o2o Ba"i!"a foi aprisionado por Nerodes [ntipas/ governador da 4alil5ia3 .a2el G9 %eis 9.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <A 3 StanleQ Hones nos conta a *ist7ria de um pastor 'ue estava preparando uma s5rie de de.mente a causa de $eus em confrontos aterradores com o paganismo3 lias su2iu aos píncaros da f5 ao resistir 0s continuadas ameaças do malvado rei Aca2e e de sua perversa mul*er/ He.I3 Por5m/ c*egou a uma certa altura da vida em 'ue 'uis desistir completamente3 At5 mesmo as tarefas mais simples da vida tornaram-se grandes demais para serem suportadas3 6H+ c*ega6/ disse ele3 6Agora/ Sen*or/ tira-me a vida36 le estava asso2er2ado por uma com2inação de e(austão e depressão3 $eus não atendeu ao seu pedido/ nem o repreendeu3 $eus sa2ia 'ue lias sofria de e(austão e depressão e deu a ele a'uilo de 'ue precisava: sono e comida e a reafirmação de 'ue não estava s73 $eus en(ergou a rai.

a seguinte o2servação so2re este epis7dio: 6 n'uanto Hoão falava o pior so2re Hesus/ Hesus falava o mel*or so2re Hoão36 As pessoas deprimidas precisam de reafirmação e encoraFamento3 Hesus sa2ia disso e agia nesse sentido3 Podemos aprender muito com o modo como $eus tratou lias e como Hesus tratou Hoão Batista3 les podem servir como modelos para cuidarmos da'ueles 'ue sofrem de ansiedades mentais3 As pessoas aflitas precisam de uma mão suave e prestativa e de palavras de encoraFamento3 .era com 'ue a f5 de Hoão fra'ueFasse3 A resposta de -osso Sen*or ao profeta aflito 5 not+vel3 $epois de tran'Wili. fosse tudo isso com2inado 'ue fi.ltera 1 o mesmo pecado de adult5rio 'ue Hoão denunciara e 'ue o levara 0 prisão) &u ouvira contar de Seus milagres) Hesus podia ter salvado Hoão e não o salvouM nen*uma palavra de protesto se erguera contra a gesto de NerodesM a prisão 'ue não se a2ria 1 ine(plicado3 Talve.ar Hoão 'uanto 0 sua identidade/ le louvou tanto a Hoão 'uanto ao seu minist5rio G8ateus 99:9-99I3 Vance Navner fe.: 6Como Hoão no c+rcere tivesse ouvido falar das o2ras de Cristo/ mandou pelos seus discípulos perguntar-l*e: >s tu a'uele 'ue *+ de vir/ ou 5 outro o 'ue devemos esperar)6 G8ateus 99:</:I & 'ue Hoão ouvira contar) "ue o2ras de Hesus) &uvira contar 'ue le comera com os pu2licamos e os pecadores) "ue le tivera compai(ão de uma mul*er ad.I & 'ue o fi.era 'uestionar) le compreendera 'uando alguns de seus discípulos o a2andonaram para seguir a Hesus3 então denunciara Nerodes por estar vivendo com a mul*er do irmão e foi preso3 > 8ateus 'uem nos di.mida3 $urante o tempo em 'ue esteve preso/ a f5 de Hoão foi a2alada at5 seus alicerces3 ste era o mesmo Hoão 'ue dissera: 6 is o Cordeiro de $eus/ 'ue tira o pecado do mundo)6 GHoão 9:<.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <? Hoão/ o *omem do deserto com a sua amplidão e li2erdade/ e um pedaço de c5u sem fim/ estava preso numa masmorra escura e .

es/ o efeito so2re n7s pode ser pe'ueno3 -outras ve.nico e dado por $eus 1 o seu potencial pessoal de reali.ação3 -em todos tra2al*amos 0 mesma velocidade ou atingimos as mesmas alturas3 $eus não 'uer as pessoas competindo entre si3 le 'uer 'ue compitamos contra n7s mesmos 1 para aprender a tra2al*ar dentro de nossas capacidades individuais3 Hesus narrou uma par+2ola em 'ue ensinou 'ue c*egar+ o dia em 'ue os feitos de cada cristão serão avaliados por le pessoalmente3 Hesus e(plicou 'ue não Fulgaria um *omem pelo 'ue ele fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <B &s cristãos são particularmente suscetíveis 0 e(austão 'ue leva 0 depressão3 Com um sentido de dedicação a $eus 'ue os inspira a tra2al*ar diligentemente para o Seu reino/ eles com fre'WLncia empreendem tarefas imensas e ignoram os sinais de advertLncia3 Sem ningu5m para aFud+-los e vendo 'ue o serviço tem 'ue ser feito/ eles se e(cedem no tra2al*o e aca2am nas garras da depressão3 &s 'ue desempen*am os pap5is de liderança cristã precisam estar alertas para tais casos3 Cada um de n7s tem o seu conFunto de capacidades e talentos . com as aptidJes 'ue $eus l*e deu3 $eus nos deu a todos capacidades e potenciais especiais e certas limitaç$es3 "ue desenvolvamos as nossas capacidades e lutemos para tra2al*ar em direção a nossos potenciais3 8as 'ue aprendamos onde fica o nosso ponto crítico3 Ts ve.es 5 simplesmente uma 'uestão de seguir em frente/ parar para um descanso e depois continuar3 #ma m+'uina 2em aFustada 5 'ue tem o seu mel*or desempen*o3 #ma vida cristã 2em aFustada e e'uili2rada 5 'ue ser+ a mais produtiva para o reino de $eus3 So. em comparação com os outros/ mas sim pelo 'ue fa.rim%#"o Emocio#al % P!34 ico Todos sofremos desapontamentos na vida3 Ts ve.es/ nossas vidas podem ser devastadas3 .

maior/ forçando muitos estudantes a suportarem a responsa2ilidade de tra2al*ar en'uanto ainda cursam a escola3 $e um modo geral/ nas .ltimas d5cadas/ a nossa sociedade vem desencoraFando a Fuventude a procurar aFuda em $eus3 Sem $eus como fonte de orientação e força/ os Fovens começaram a fugir atrav5s das drogas/ o 'ue criou novos e profundos pro2lemas3 As inseguranças podem ser perniciosas3 Temos medos 'ue nos atormentam e nos impedem de viver novas aventuras e reali.ar novos .in*a com uma sensação constante de desolação63 8uitos de vocLs estão sendo re&eitados e/ por causa disso/ estão sofrendo muito3 is aí uma m+goa 'ue causa grandes danos/ pois nos afeta 2em l+ no fundo3 Possivelmente/ um namorado ou namorada o\a trocou por outra pessoa3 &u o seu casamento est+ se desmoronando por causa de terceiros3 &u 'uem sa2e foi entrevistado para um emprego importante e não o conseguiu3 Vemos tanto sofrimento emocional e psicol7gico *oFe em dia entre os nossos Fovens3 A principal causa de morte entre os estudantes universit+rios 5 o suic'dio3 A geração atual pode enfrentar pressJes maiores do 'ue 'ual'uer outra geração dos tempos modernos3 Academicamente/ os estudantes competem desde o gin+sio por posiçJes de elite nas universidades3 #ma das principais faculdades de medicina americana/ para a 'ual s7 entram os alunos mais 'ualificados/ tem uma vaga para cada 'uatrocentos candidatos3 > preciso ser muito forte para suportar esse tipo de competição3 8uitos estudantes se preparam para um futuro em determinada carreira e se defrontam com um mercado de tra2al*o em declínio3 & custo da instrução est+ cada ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <C A solid%o/ por e(emplo/ pode ser tão intensa 'ue o funcionamento ade'uado como *omem ou mul*er seFa 'uase impossível3 Pouco depois do falecimento do príncipe Al2erto/ a rain*a Vit7ria confidenciou a seu grande amigo $ean StanleQ 'ue estava 6sempre deseFando consultar uma pessoa 'ue não est+ a'ui/ lutando so.

2em treinado de 8ois5s 'ue condu.er um conferencista: 6$eus/ eu não posso/ mas o Sen*or pode/ então/ vamos em frenteK6 &s pro2lemas emocionais e psicol7gicos podem resultar de coisas 'ue surgem em nossas vidas3 8as tam25m podemos ser preFudicados por a'uelas coisas 'ue não surgem em nossas vidas3 Algumas pessoas são emocionalmente incapacitadas por causa de uma ausLncia de amor em suas vidas 1 em especial na infDncia3 &s 'ue não rece2eram amor no começo da vida tLm dificuldade em dar amor no decorrer da vida3 Apesar disso/ não importa o 'uão desordenadas e .* GHosu5 9:. e o Seu poder 1 um poder 'ue nos permite so2repuFar o desalento e 'ue nos guia atrav5s das derrotas na vida3 Como veremos/ $eus pode at5 mesmo usar nossos desapontamentos para tra.er o 2em para nossas vidas3 $eus não pede 'ue seFamos 2em sucedidos/ mas 'ue seFamos o2edientes3 Temos 'ue nos lem2rar de 'ue somos vasos fracos/ atrav5s dos 'uais $eus pode canali. feitos3 8uitas ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <.cora.es *esitamos em ser agressivos em certas situaçJes por'ue tememos o fracasso3 Pode *aver um serviço a ser feito/ mas não nos sentimos ade'uados ou 'ualificados3 &u ac*amos 'ue não podemos fa.ir o povo *e2reu na sua fuga do cativeiro egípcio) Aparentemente/ Hosu5/ o aprendi. e forte6 não te atemori!es' nem te espantes7 por"ue #eo$% teu &eus estar% conti'o por ande "uer "ue andares.er um serviço tão 2om 'uanto nosso antecessor3 Como vocL se sentiria tomando o lugar de 8ois5s/ a'uele *omem milagroso 'ue $eus escol*eu para condu.iria os israelitas 0 Terra Prometida/ e(perimentou uma grande sensação de insegurança3 $urante uma 6conversa de estimulo6 'ue teve com o novo líder/ $eus teve 'ue l*e di.ar Seus prop7sitos3 Como costuma di.es para não ter medo3 / na terceira ve.oso./ $eus e(plicou por 'ue Hosu5 poderia começar confiante as suas novas responsa2ilidades: *4ão to mandei eu5 $. 1 o grifo 5 meu3I $eus prometeu a Sua presença3 onde $eus est+/ l+ tam25m encontramos a Sua pa.er trLs ve.ar Seu poder para reali.

es em 'ue nos agoniamos por causa de pecados inconfessos em nossas vidas3 -ossa culpa e(plode nos relacionamentos tensos/ *+2itos nervosos/ noites insones3 -ossas consciLncias ficam muito pesadas/ at5 2uscarmos a cura com o 4rande 85dico3 6Se confessarmos os nossos pecados/ ele 5 fiel e Fusto para nos perdoar os pecados/ e para nos purificar de toda a inFustiça36 GHoão 9:. necess+ria uma assistLncia m5dica3 Isso tam25m se aplica ao plano espiritual3 N+ ve. e le pode padroni.I A luta contra o pecado pode produ. de nos dar a pa.rim%#"o! E!*iri" ai! -em toda a dor 5 destrutiva3 N+ um sentido no 'ual a dor age como um sistema de alerta/ advertindo-nos de 'ue se fa.ar de novo nossas vidas3 So.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento := confusas possam ser as nossas vidas/ $eus 5 capa.ir uma forma de sofrimento3 A Bí2lia se refere a isso como uma 2atal*a3 Por5m/ não entramos indefesos na 2atal*a3 $eus nos e'uipa com a Sua 6armadura completa6 G f5sios ?:9:I3 Hesus pode nos li2ertar do poder de Satan+s e do pecado3 -ão somos o2rigados a ceder 0s nossas tentaçJes3 8as $eus espera 'ue lutemos3 $eus não promete livrar-nos da 2atal*a/ mas sim livrar-nos pela 2atal*a3 "uando nos tornamos cristãos/ gan*amos um amigo/ o Sen*or Hesus Cristo3 8as tam25m gan*amos um inimigo 1 Satan+s3 Satan+s tenta desviar-nos da tril*a do progresso espiritual3 2usca destruir a'uilo 'ue nos au(ilia3 8as precisamos nos lem2rar do seguinte: Primeiro/ Satan(s n%o é onipotente3 -ão 5 um e'uivalente de $eus3 le 5 um anFo caído/ não um deus caído3 Segundo/ nada pode surgir em nossas vidas sem o conhecimento e a permiss%o de Deus3 -a verdade/ Satan+s est+ so2 a autoridade de $eus3 le teve 'ue rece2er a permissão de $eus para testar H73 Terceiro/ Deus pode e)trair o bem das provaç$es e a"liç$es 'ue Satan+s tenta colocar no camin*o dos cristãos3 .

es/ le permite 'ue soframos para podermos crescer espiritualmente3 -a maioria das ve.ar para o 2eneficio do cristão3 Ts ve.er para preFudicar Hesus/ na verdade/ o au(iliou3 Satan+s deve ser a personalidade mais frustrada do universoK & seu e(5rcito de demRnios 5 o2rigado a o2edecer a Hesus/ e 'ual'uer coisa 'ue o demRnio faça para dei(ar desanimado um cristão $eus pode utili.es/ o sofrimento não pode ser e(ata ou totalmente entendido/ e(ceto em retrospecto3 S7 'uando o tempo tiver cessado e a eternidade começado/ H7 compreender+ por 'ue $eus permitiu 'ue ele fosse testado como foi3 S7 então o papel desafiador e confortador 'ue ele desempen*ou ao longo dos s5culos/ em in.es/ temos feridas 'ue são profundas e sensíveis demais para os outros en(ergarem ou aFudarem3 Por5m/ 'uem/ e(ceto o pr7prio $eus/ pode e(plorar o meu eu invisível 1 meu coração/ min*a alma/ meu espírito) N+ feridas em nossas personalidades 'ue são profundas e complicadas demais at5 para as t5cnicas modernas mais sofisticadas diagnosticarem ou solucionarem3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :9 & vangel*o registra um epis7dio na vida de Hesus/ no 'ual le estava no meio de uma doutrinação na sinagoga3 Inesperadamente/ um *omem possuído pelo demRnio se pRs de p5 e começou a 2errar3 ra Satan+s tentando pertur2ar a sessão/ pois não 'ueria 'ue o audit7rio aprendesse so2re o reino de $eus e as verdades da vida eterna3 Imediatamente/ Hesus e(pulsou o demRnio/ demonstrando/ assim/ a Sua completa autoridade so2re o mundo espiritual3 & audit7rio/ 'ue F+ estava impressionado com a Sua doutrinação/ estava agora duplamente impressionado com Seu poder G8arcos 9:<9-<BI3 & 'ue Satan+s tentou fa.meros mil*ares de vidas/ ser+ inteiramente con*ecido3 D% ! 5 %r A6 $78lo %ecentemente/ a ciLncia inventou uma m+'uina not+vel/ o e(plorador corporal/ 'ue pode detectar no corpo disfunçJes 'ue escapam at5 dos raios ]3 Ts ve.

e a graça de viver com 6o 'ue não tem resposta36 $eus 'uer nos aFudar 'uando sofremos3 le pode dar a Sua presença para o consolo/ o Seu poder para a resistLncia ao sofrimento/ o Seu prop*sito para podermos discernir a nossa situação3 le pode produ.ar com nossos sentimentos3 $eus pode nos entender por'ue sofreu na pessoa de Seu fil*o3 & Eil*o de $eus dei(ou os reinos dos c5us/ tornou-se *omem e viveu :: anos num mundo de sofrimento3 Pregou para os sofredores3 nfrentou todo o tipo de pro2lemas físicos/ mentais/ emocionais/ psicol7gicos e espirituais 1 e demonstrou a Sua capacidade de lidar com cada um deles3 & seu pro2lema não 5 novo para o Sen*or Hesus Cristo3 le não fica nem surpreso nem desconcertado com ele3 Hesus não apenas viu os sofrimentos dos outros 1 le pr7prio sofreu3 (perimentou as mesmas provaçJes e tentaçJes 'ue vocL enfrenta3 Con*eceu o sofrimento "'sico3 Ts ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :< Somente o pr7prio $eus/ 'ue nos criou/ pode nos compreender inteiramente3 Como disse o salmista: 6Heov+/ tu me sondas e con*ecesM tu con*eces o meu sentar e o meu levantar/ de longe entendes o meu pensamento36 GSalmos 9:.:9/<I Somente $eus pode diagnosticar com precisão o nosso pro2lema/ e le nos mostrar+ como resolvL-lo3 'uando não *ouver solução/ le nos dar+ a graça de viver com o pro2lema3 Somente $eus pode responder 0 nossa pergunta: 6Por 'uL)6 / se não *ouver resposta/ dar-nos a Sua pa.ir dentro de n7s 'ualidades valiosas/ 'ue reforçarão e moldarão nossas vidas3 $eus pode nos aFudar por'ue somente le sa2e por +ue estamos sofrendo e aonde o sofrimento pode nos levar3 le tam25m pode nos aFudar por'ue le sa2e o +ue significa sofrer3 "uando atravessamos 5pocas difíceis e nos voltamos para algu5m em 2usca de consel*o e conforto/ procuramos 'uem possa entender 1 algu5m 'ue F+ ten*a passado por uma situação semel*ante e possa sintoni.es/ sentia 'ue seu sacerd7cio era fisicamente e(austivo e precisava 2uscar um alívio3 "uanto a .

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :: con*ecer a intensa dor física/ suportou uma tortura cruel e uma morte dolorosa: flagelação e crucificação3 Con*eceu o sofrimento mental.es/ at5 os Seus ap7stolos & entendiam mal3 "uem podia se relacionar integralmente numa ami. emocional e psicol*gico3 8uitas ve.om2avam d le e de Seu minist5rio3 "uando pregou na Sua cidade natal/ as pessoas correram com le da aldeia e at5 tentaram mat+lo3 &s líderes religiosos da Sua pr7pria nação aca2aram por planeFar a Sua morte3 Hesus e(perimentou a solid%o3 Ts ve.ade com algu5m 'ue era/ a um s7 tempo/ $eus e *omem) Ap7s um longo dia de tra2al*o e(austivo/ Hesus não tin*a esposa e família para 'uem Se voltar e encontrar consolo e encoraFamento3 imaginem o trauma de dei(ar o am2iente do c5u/ onde era recon*ecido e reverenciado como Eil*o de $eus por mil*ares de anFos/ e vir para uma terra marcada por pecados onde foi rece2ido com despre.es/ e(perimentou a re&eiç%o pessoal3 Seus irmãos ./ sentiu o *orror da separação de $eus e gritou: 68eu $eus/ meu $eus/ por'ue me a2andonaste)6 Para Hesus/ esta foi a maior agonia de todas3 Ser a2andonado pelo Pai 'ue & amava 1 ver o Pai dar as costas ao Eil*o 1/ este foi o sofrimento supremo/ a penalidade m+(ima para o pecado3 VocL e eu/ se tivermos rece2ido Cristo como Salvador/ Famais teremos 'ue nos separar de $eus/ por'ue Hesus pagou a penalidade pelo pecado3 > por isso 'ue Paulo pode afirmar/ com tanta confiança: .2lico/ Satan+s & tentou impiedosamente por 'uarenta dias3 Satan+s sempre retornou/ ao longo do sacerd7cio de Hesus/ para tentar derrotar o Eil*o de $eus e desvi+-lo de Sua missão3 Hesus o enfrentou e venceu a 2atal*a3 Hesus e(perimentou um sofrimento espiritual mais intenso do 'ue vocL ou eu Famais e(perimentaremos3 $urante um certo tempo/ en'uanto estava na cru.o e desd5m3 Hesus con*eceu o sofrimento espiritual3 -o começo de Seu minist5rio p.

os' nem os principados' nem as cousas presentes' nem as futuras' nem os poderes' nem a altura' nem a profundidade' nem qualquer outra criatura nos poder1 separar do amor de Deus' que + em 9risto 0esus nosso $en or. reservas antecipadas3 ste livro ir+ e(plorar as maneiras pelas 'uais vocL pode se preparar para os seus armagedons pessoais/ pela compreensão das doutrinas 2í2licas so2re o sofrimento3 &ra/ se vocL 5 algu5m 'ue encara um relacionamento pessoal com $eus como um conceito novo/ se descon*ece a realidade do $eus vivo residindo dentro da sua vida/ se Famais confessou seus pecados e rece2eu Hesus Cristo como seu Sen*or e Salvador/ eu 'uero/ pessoalmente/ convid+-lo a fa.a o *ino de T*omas 8oore: Vinde/ 7 desconsoladas/ onde 'uer 'ue languesçais Vinde ao centro da miseric7rdia3 aFoel*ai-vos fervorosamente Tra.er algo por n7s3 Como e(pressa com tanta 2ele.stia A terra n%o tem triste.ei para c+ vossos coraçJes feridos/ contai a'ui a vossa ang.er isso agora3 : 4rifo suprido pelo autor3 .* G%omanos C::C/:.I3 -ada Famais nos separar+ de $eusK Como Hesus/ no Seu sofrimento/ foi separado de $eus para o nosso 2em/ agora temos a vida eterna ao confiar n le como Salvador3 assim o Eil*o de $eus pode relacionar-se conosco na *ora do nosso sofrimento3 Pode relacionar-se com a nossa dor 1 pode fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :@ *8ois estou persuadido de que nem a morte' nem a vida' nem os an.a +ue o céu n%o possa curar39 $eus 'uer nos aFudar3 VocL pode estar passando por dificuldades/ nesse momento3 &u talve. a sua vida esteFa atualmente isenta de trag5dias3 A despeito das circunstDncias momentDneas/ 5 importante preparar-se para o sofrimento3 & sofrimento raramente fa.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :A ste 5 o primeiro passo para o2ter a aFuda de $eus3 le 'uer cur+-lo por dentro3 le 'uer curar primeiro o seu pro2lema mais profundo 1 o pro2lema do pecado pessoal3 Confesse o seu pecado/ rece2a Hesus como seu Salvador e então comece uma nova vida com ele3 VocL encontrar+ a pa. de $eus no seu coração/ a orientação d le na sua vida e o conforto da presença d le ao longo de seus sofrimentos 1 ao longo de seu Armagedom pessoal/ seFa 'ual for a forma 'ue ele tome3 .

er o a2orto/ mas fe./ 'ue estava com a mol5stia de NodgPin3 &s m5dicos 'ueriam 'ue ela fi.O RESPONSÁVEL POR UM MUNDO 5UE SOFRE: &eus distribui a afli !o se'undo a nossa necessidade( S)O #O)O C*IS+S. o tratamento3 & marido dela/ sem poder enfrentar a perspectiva de criar trLs fil*os sem uma esposa/ a2andonou-a/ divorciou-se e casou com outra mul*er3 Com sua f5 infantil em $eus/ a sua mente 2ril*ante e um encantador senso de *umor/ ela começou a escrever um di+rio de suas .er tratamento com co2alto3 la se recusou a fa.stia3 As vo.esse um a2orto/ pois teria 'ue fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :? 5UEM .ire GCamin*ando Atrav5s do EogoI3 ssa linda Fovem desco2riu/ no terceiro mLs de gravide.es dos c5ticos e descrentes perguntam: 6"ue tipo de $eus permite 'ue tais coisas aconteçam)6 Somos arremessados ine(oravelmente pelos fatos na direção do nosso destino ou e(iste um Ser Supremo no controle) Ea. pouco tempo/ est+vamos vendo algumas fotos 'ue nosso fil*o trou(e consigo do Cam2oFa3 #ma delas mostrava o 'ue parecia ser um canteiro de flores circular/ com uma muro de tiFolos de ?= cm a cerc+-lo3 Postes sustentavam um tel*ado de sap5/ como se fosse um pavil*ão 0 moda antiga3 ste recipiente gigantesco contin*a somente crDnios *umanos 1 vítimas de algumas das 2rutalidades mais irracionais 'ue o mundo F+ viu3 le tin*a outra foto/ de uma linda mocin*a/ mas/ no lugar onde deviam estar seus ol*os/ *avia apenas dois 2uracos3 les tin*am sido arrancados pelo inimigo3 "uem 5 o respons+vel) !emos recentemente um livrin*o escrito por !aurel !ee/ a autora de Wal-ing Trough the .mente para a destruição3 Vemos os inocentes sofrendo e as pessoas de 2em sentindo dor e ang.O-O CN 4A8&S a um dilema3 & mundo parece se dirigir velo.

avor de Deus G=B de a2ril de 9.endo tam25m as ilustraçJes3 #m dos m5dicos o viu e o mandou a um editor em -ova SorP3 Isso levou a uma fase nova da vida dela/ um minist5rio religioso p.: 6Por'ue os atri2utos invisíveis de $eus/ assim o seu poder eterno e a sua divindade/ claramente se recon*ecem/ desde o princípio do mundo/ sendo perce2idos por meio das coisas 'ue foram criadas3 Tais *omens são/ por isso/ indesculp+veis36 G%omanos 9:<=I .es em 'ue ela se perguntou se $eus estava no controle3 (istem mil*Jes de pessoas pelo mundo todo 'ue estão sofrendo inFustiças/ opressão política e perseguição/ e 'ue devem se perguntar: 6Por'ue isto est+ acontecendo) "uem est+ no controle)6 (istem mil*ares de lares com vidas desfeitas e destroçadas3 & mundo inteiro parece ser um *ospital/ uma capela mortu+ria ou um cemit5rio/ com as pessoas fa.endo a mesma pergunta: 6"uem est+ no controle)6 Cientistas e fil7sofos desde tempos imemoriais vLm de2atendo a e(istLncia ou a ine(istLncia de $eus3 NoFe em dia/ contudo/ as provas são tão esmagadoras 'ue at5 mesmo os intelectuais incr5dulos estão começando a admitir 'ue e(iste um Ser Supremo3 A revista Time pu2licou um artigo c*amado /oderni.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :B e(periLncias/ fa.ando o Caso a .ia: 6-uma revolução tran'Wila de pensamento e argumento 'ue mal se podia prever *+ duas d5cadas/ $eus est+ voltando3 & 'ue 5 mais interessante 5 'ue isso est+ acontecendo não entre te7logos ou simples crentes 1 a maioria dos 'uais Famais aceitou/ nem por um momento/ 'ue ele estivesse em s5rias dificuldades 1/ mas nos círculos intelectuais cintilantes dos fil7sofos acadLmicos36 -a pístola de Paulo aos %omanos a Bí2lia di.C=/ p+g3 ?AI3 le di.2lico com contratos para palestras3 !ogo ela e os fil*os puderam ter a sua casin*a3 A mol5stia parecia ter regredido3 Passou algum tempo/ e a mol5stia surgiu de novo3 ncarando a morte/ !aurel !ee escreveu um novo livro/ Signs o" Spring GSinais da primaveraI3 $eve ter *avido ve.

D% !: :C #ma resposta simples e direta a esta pergunta 2+sica 5 difícil de ac*ar 1 a não ser 'ue simplesmente pensemos 'ue $eus 5 como Hesus CristoK Todos os atri2utos de $eus são vistos em Hesus Cristo: Seu amor/ miseric7rdia/ compai(ão/ pure.a/ so2erania e poder3 > por isso 'ue nossa f5 em $eus tem 'ue ser sempre centrada em Cristo3 Como escreveu o $r3 8ic*ael %amseQ/ o antigo arce2ispo de Cantu+ria: 6A essLncia da doutrina cristã 5 'ue não apenas Hesus 5 divino/ mas 'ue $eus 5 semel*ante a Cristo/ e -ele não e(iste nada dessemel*ante a Cristo36/ A grande./ p3 :B3 . 'ue vi o AtlDntico/ não podia entender 'ue um lago pudesse ser tão grandeK A vastidão do oceano s7 pode ser compreendida 'uando 5 vista3 & mesmo acontece com o amor de $eus3 -ão 2asta sa2er 'ue ele e(iste3 At5 o momento em 'ue vocL realmente o e(perimenta/ ningu5m pode descrever para vocL as suas maravil*as3 #ma 2oa ilustração disso 5 uma *ist7ria 'ue min*a mul*er me contou so2re um vendedor de cereFas c*inLs3 Veio passando um garotin*o 'ue adorava cereFasM 'uando viu as frutas/ seus ol*os ficaram c*eios de deseFo3 8as não tin*a din*eiro para comprar as cereFas3 9 0od.a de $eus desafia as limitaçJes do idioma3 Ao ler a Bí2lia/ pareço ac*ar a santidade o Seu atri2uto supremo3 Todavia/ o amor tam25m 5 uma 'ualidade primordial3 As promessas do amor e do perdão de $eus são tão reais/ tão certas/ tão positivas 'uanto as podem descrever as palavras *umanas3 $eus 5 o santo amor3 Por tr+s do amor de $eus est+ a Sua onisciLncia 1 a Sua capacidade de 6tudo sa2er e compreender63 &nisciLncia 5 a 'ualidade de $eus 'ue 5 e(clusivamente d le3 $eus possui o con*ecimento infinito e uma percepção 'ue 5 unicamente d le3 m todas as *oras/ mesmo no meio de 'ual'uer tipo de sofrimento/ eu me dou conta de 'ue le sa2e/ ama/ o2serva/ compreende e mais do 'ue isso/ 'ue tem um prop7sito3 Eui criado no Sul3 8in*a id5ia do oceano era tão pe'uena 'ue/ na primeira ve. Christ and the World/ !ondres: Sem Press/ 9.?.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento Como .

com um autRmato 1 algu5m 'ue não tem outra escol*a senão amar e o2edecer3 -ão o amor mecani.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento :. & 2ondoso vendedor perguntou ao menino: "uer umas cereFas) o garoto disse 'ue sim/ & vendedor falou: 1 stenda as mãos3 1 8as o garotin*o não estendeu as mãos3 & vendedor falou de novo: 1 stenda as mãos3 1 -ovamente o garoto não o fe. o coração de $eus3 Se não fosse pelo amor de $eus/ nen*um de n7s se'uer teria uma c*ance na vida futuraK N+ alguns anos/ um amigo meu parou no alto de uma montan*a na Carolina do -orte3 -a'uela 5poca/ as estradas eram c*eias de curvas e não dava para en(ergar muito adiante3 sse *omem viu dois carros vindo em direção contr+ria3 $eu-se conta de 'ue os motoristas não podiam ver um ao outro3 Apareceu um terceiro carro e começou a ultrapassar um dos carros/ em2ora não *ouvesse espaço para ver o carro 'ue vin*a do outro lado da curva3 8eu amigo soltou um grito de advertLncia/ mas os .eram tentativas para rou2ar de $eus o Seu calor/ Seu profundo amor pela *umanidade/ e Sua compai(ão pelas criaturas3 Por5m/ o amor de $eus 5 imut+vel3 le nos ama apesar de con*ecer-nos como realmente somos3 -a verdade/ le nos criou por'ue 'ueria outras criaturas 0 Sua imagem e semel*ança no universo so2re 'uem poderia derramar o Seu amor/ e 'ue/ por sua ve.er 6sim6 ou 6não6 no seu relacionamento com le3 & amor não se satisfa./ o amassem voluntariamente3 "ueria pessoas com a capacidade de di.ado/ mas o amor volunt+rio/ satisfa.3 ntão/ o 2ondoso vendedor pu(ou as mãos do menino e enc*eu-as com dois pun*ados de cereFa3 8ais tarde/ a av7 do menino sou2e do 'ue se passara e perguntou: 1 Por 'ue vocL não estendeu as mãos 'uando o *omem mandou) o garotin*o respondeu: 1 As mãos dele são maiores do 'ue as min*asK As mãos de $eus tam25m são maiores do 'ue as nossasK Alguns dos peritos modernos em teologia fi.

/ 'uando a Sua compai(ão corporificou-se em Seu Eil*o Hesus Cristo3 A palavra compai(ão vem de duas palavras latinas 'ue significam 6sofrer com63 $eus estava disposto a sofrer com o *omem3 -os :: anos 'ue precederam a Sua morte/ Hesus sofreu com o *omemM na cru./ le sofreu pelo *omem3 6$eus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo6 GII Coríntios A:9.es/ so2re as dificuldades/ pro2lemas/ sofrimentos e Fulgamento 'ue nos esperam3 8uitas ve.es/ ignoramos a Sua advertLncia3 $eus tudo vL e tudo sa2e3 8as n7s somos muito limitados pela finidade de nossas mentes e o curto tempo 'ue temos na terra para se'uer começar a entender o poderoso $eus e o universo 'ue le criou3 El% m D% ! $% Amor $eus não est+ cego aos apuros do *omem3 le não fica parado no alto de uma montan*a/ ol*ando impotente para a colisão da *umanidade3 Como o *omem causou a sua pr7pria colisão re2elando-se contra o Criador/ $eus poderia ter permitido 'ue ele despencasse na escuridão e destruição3 Isso seria compatível com a santidade e a retidão de $eus3 Todavia/ esse outro grande atri2uto de $eus/ o Seu amor/ não permitiu 'ue le o fi.esse3 $esde o começo da'uela colisão/ $eus tin*a um plano para a salvação/ a redenção e a reconciliação do *omem3 -a verdade/ o plano 5 tão fant+stico 'ue aca2a por erguer o *omem muito al5m e acima at5 dos anFos3 & amor consumidor de $eus pela *umanidade foi demonstrado decisivamente na Cru.I3 / novamente: 6$eus prova o seu pr7prio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por n7s/ sendo n7s ainda pecadores36 G%omanos A:CI .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @= motoristas não podiam escut+-lo/ e *ouve uma colisão fatal3 & *omem na montan*a viu tudo3 > assim 'ue $eus nos vL na Sua onisciLncia3 le vL o 'ue aconteceu/ o 'ue est+ acontecendo e o 'ue acontecer+3 -a scritura/ le nos adverte/ repetidas ve.

3 Começou antes do mundo ser esta2elecido/ antes 'ue o rel7gio de ponto da civili.ia6 e a escuridão profunda e silenciosa do espaço e(terior formava um vasto golfo entre o 2ril*o do trono de $eus e o v+cuo escuro onde e(iste agora o nosso sistema solar3 Imagine o 2ril*o da gl7ria de $eus en'uanto o 'ueru2im e o serafim/ os pr7prios anFos/ co2rem a face com as asas em respeito e reverLncia para com A'uele/ o Ser elevado e sagrado 'ue *a2ita a eternidadeK H+ na'uela 5poca/ le previa o 'ue ia acontecer e/ no entanto/ no Seu amor misterioso/ permitiu 'ue acontecesse3 A Bí2lia nos fala do 6Cordeiro 'ue foi morto desde a criação do mundo6 GApocalipse 9::CI3 $eus previu o 'ue o Seu Eil*o ia sofrer3 Como F+ se disse/ *avia uma cru. no coração de $eus muito antes da cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @9 Eoi o amor de $eus 'ue enviou Hesus Cristo para a cru.a insuper+vel3 Eoi o amor d le 'ue forneceu o plano da salvação/ pois le sa2ia antecipadamente 'ue o *omem se desviaria do programa divino original3 Eoi o amor de $eus 'ue deu ao *omem o livre ar2ítrio e o privil5gio da opção/ 'uando le falou: 6$e toda a +rvore do Fardim podes comer livrementeM mas da +rvore do con*ecimento do 2em e do mal/ dela não . ser erigida no Calv+rio3 Somente ao pensarmos nestes termos começaremos a perce2er a maravil*a e a grande. D%!$% o Com%<o $o! T%m*o! Eoi o amor 'ue levou $eus a formar uma criatura 0 Sua imagem e semel*ança/ e a coloc+-la num paraíso de 2ele.ação começasse a se mover3 & conceito distende a nossa compreensão at5 os limites m+(imos de nossas mentes3 Volte/ na sua imaginação/ para as incont+veis eras antes de $eus ter criado esta terra atual/ 'uando ela era 6sem forma e va.a do amor d le por n7s3 O Amor DEl%.3 Eoi por'ue ele estava no controle e era controlado pelo amor 'ue forneceu a'uele su2stituto divino para o nosso pecado3 & amor de $eus não começou na cru.

com 'ue $eus c*amasse Adão: 6&nde est+s)6 G4Ln3 ::.%cia .es de o2edecer 0 Sua lei e foi o amor d le 'ue prometeu um %edentor/ um Salvador/ 'ue redimiria o Seu povo de seus pecados3 Eoi o amor de $eus 'ue 2otou palavras de promessa nas 2ocas e coraçJes de Seus profetas/ s5culos antes da vinda de Cristo3 O Amor DEl%.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @< comer+s36 G4Lnesis <:9?/ 9BI Somente $eus d+ a Seus fil*os li2erdade de escol*a3 & *omem foi li2erado desde o começo dos tempos para fa.er o 'ue l*e aprouvesse/ mas/ fosse 'ual fosse a sua escol*a/ *averia conse'WLncias3 Se ele optasse pela re2elião/ *averia sofrimentos terríveis/ morte e a separação eterna de $eus3 Se optasse pela o2ediLncia ao plano de salvação de $eus/ *averia alegria a2undante/ vida eterna e a eventual construção de um paraíso neste planeta3 $eus se preocupava tanto com o 2em-estar do *omem 'ue marcou com cuidado o local de perigo nesse meio am2iente perfeito3 6Coma o fruto de 'ual'uer outra +rvore6/ falou $eus/ 6e(ceto desta3 -esta e(iste a morte36 Por5m/ o *omem cometeu um erro fatal 'ue afetaria todas as geraçJes por nascer3 A despeito da advertLncia de $eus/ Adão e va comeram os frutos da'uela +rvore3 Contudo/ foi o mesmo amor 'ue fe. 5 a#$o a Pro.C m*ri$a . 8andamentos nas mãos de Seu servo/ 8ois5s3 Eoi o amor d le 'ue gravou a'ueles estatutos não apenas na pedra/ mas nos coraçJes de todos os povos Gnas suas consciLnciasI/ e os tornou a 2ase de toda lei civil/ estatut+ria e moral/ não importa 'uanto a Fustiça *umana possa ter-se tornado pervertida3 Eoi o amor de $eus 'ue sou2e 'ue os *omens eram incapa.I $eus sa2ia onde Adão estava 1 mas le 'ueria 'ue Adão sou2esse3 Preparou o camin*o para 'ue Adão e va voltassem para le como compan*eiros3 Eoi o amor de $eus 'ue colocou os $e.

/ parasse e desse vida e esperança a um pecador morrendo ao seu lado/ 'ue/ arrependido/ e(clamou: 6Hesus/ lem2ra-te de mim 'uando entrares no teu reino36 G!ucas <::@<I $epois de ter sofrido terríveis torturas nas mãos do *omem degenerado foi o amor 'ue fe.em36 G!ucas <:::@I . a scritura 'ue Hesus nasceu 6na plenitude do tempo6 G4+l3 @:@I3 Uma Vi$a. m D% ! Hesus teve a mesma compai(ão altruísta pelos doentes/ aflitos e pecadores 'ue $eus/ Seu Pai3 Eoi o amor de $eus 'ue permitiu 'ue Hesus Cristo fosse po2re/ para 'ue n7s nos torn+ssemos ricos3 Eoi o amor divino 'ue permitiu 'ue le suportasse a provação da Cru. com 'ue le/ num momento de dor atro. conter-se 'uando foi falsamente acusado de 2lasfLmia e levado ao Calv+rio para morrer com ladrJes comuns/ sem Famais levantar a mão contra os Seus inimigos3 Eoi o amor 'ue o impediu de c*amar os 9< mil anFos 'ue F+ estavam de espada desem2ain*ada para vir em Seu au(ílio3 Eoi o mesmo amor 'ue fe.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @: Assim como predisseram os profetas antigos/ numa certa 5poca da *ist7ria da *umanidade/ num local específico no &riente 85dio/ o Eil*o de $eus veio para este planeta3 Eoi o amor de $eus 'ue preparou as condiçJes políticas para a vinda de Hesus Cristo3 A 4r5cia/ como a grande potLncia durante o período de 'uatrocentos anos 'ue antecedeu ao nascimento de Cristo/ preparou o camin*o para a Sua mensagem espal*ando um idioma comum Go gregoI pelo mundo todo3 $epois o grande imp5rio %omano tomou o poder e construiu uma rede de estradas e desenvolveu um sistema de lei e ordem3 Assim/ utili. com 'ue le erguesse a vo. m Amor. e orasse: 6Pai/ perdoa-l*esM pois não sa2em o 'ue fa.ando a língua comum e mais as estradas e o sistema legal romano/ $eus/ atrav5s dos primeiros cristãos/ difundiu a Sua palavra3 Assim/ di.3 Eoi esse mesmo amor 'ue o fe.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @@ $o 4Lnesis ao Apocalipse/ da maior trag5dia da terra ao maior triunfo da terra/ a dram+tica *ist7ria das maiores profunde,as do *omem e das mais su2limes alturas de $eus pode ser e(pressa em <C palavras impressionantes: 6Por'ue $eus amou ao mundo de tal maneira 'ue deu o seu Eil*o unigLnito/ para 'ue todo o 'ue nele crL não pereça/ mas ten*a a vida eterna36 GHoão ::9?I Como Po$%mo! R%6%i"ar m Amor T2o Gra#$%:

-o plano *umano/ fre'Wentemente amamos a 'uem nos ama3 -a esfera espiritual/ as pessoas não compreendem o amor asso2er2ante de um $eus sagrado3 Tentamos ser 62ons o 2astante para $eus63 & profeta Isaías e(pressou a verdadeira condição do *omem nas palavras: 6Todos n7s temos andado desgarrados como ovel*asM temo-nos desviado cada um para o seu camin*o36 GIsaías A::?I -ão importa o pecado 'ue ten*amos cometido/ ou o 'uanto ele possa ser *ediondo/ vergon*oso ou terrível/ Deus nos ama3 Se tentamos 6viver uma 2oa vida6/ segundo nossos pr7prios padrJes/ isso 5 inaceit+vel por $eus para a Salvação3 -o entanto/ $eus ama a estes/ tam25m/ 'uer esteFam tentando ser 2ons ou tentando ser maus3 & amor de $eus a tudo a2range3 Todavia/ e(iste uma coisa 'ue o amor de $eus não pode fa,er3 le não perdoa o pecador 'ue não se arrepende3 Ao longo de toda a Bí2lia conclama-se a raça *umana a se arrepender do pecado e da re2elião e se voltar para $eus3 $esse modo/ por causa do amor d le/ e(iste um camin*o da salvação/ um camin*o de volta a $eus atrav5s de Hesus Cristo/ Seu Eil*o3 ste amor de $eus alcança o *omem onde 'uer 'ue ele esteFa/ mas pode ser inteiramente reFeitado3 $eus não vai Se impor a *omem algum/ contra a vontade deste3 #ma pessoa pode ouvir uma mensagem so2re o amor de $eus e di,er: 6-ão/ isso não 5 para mim36 $eus a dei(ar+ seguir pecando para a escravidão e o Fuí,o3

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @A Contudo/ se realmente 'ueremos rece2er o amor de $eus/ temos +ue aceit(1lo para n*s mesmos3 Eoi assim 'ue le planeFou/ desde o começoK Sempre foi a opção do *omem3 & destino de sua alma est+ nas suas mãos pela escol*a 'ue vocL fa,3 VocL confiou a sua vida a Hesus Cristo) Con*ece-o como seu Salvador e Sen*or pessoal) D% ! E!"7=== %m To$a a Par"% !em2ro-me de ter lido um livreto intitulado Sem lugar para esconder3 Como isso descreve 2em a onipotLncia e a onisciLncia de $eus3 6Pode algu5m ocultar-se em lugares escondidos/ 'ue eu não o verei)/ di, Heov+3 Porventura não enc*o o c5u e a terra)/ di, Heov+36 GHeremias <::<@I -o Salmo 9:;:9-A/ $avi di,: 6Heov+/ tu me sondas e con*eces3 Tu con*eces o meu sentar e o meu levantar/ de longe entendes o meu pensamento3 s'uadrin*as a min*a vereda e o meu pouso/ est+s ciente de todos os meus camin*os3 Pois ainda a palavra não est+ na min*a língua/ F+ tu/ Heov+/ a con*eces toda3 Por detr+s e por diante me cercas e pJes so2re mim a tua mão36 Con'uanto $avi não sou2esse e(plicar a maneira do amor onisciente G'ue tudo sa2eI de $eus/ sa2ia di,er como ele o afetava: 6Tal con*ecimento 5 maravil*oso demais para mim/ elevado 5/ não o posso atingir36 Gv3 ?I & salmista prossegue recon*ecendo 'ue $eus est+ mesmo em toda a parte3 6Para onde me ausentarei do teu spírito) Para onde fugirei da tua presença) Se eu su2ir aos c5us/ l+ estar+sM se fi,er a min*a cama nas profunde,as/ l+ tam25m estar+s36 Gvv3 B/ CI Se algu5m su2isse ao mais alto píncaro ou descesse ao a2ismo mais profundo/ não escaparia 0 presença de $eus Todo-Poderoso3 > isto o 'ue a onisciLncia Gtudo sa2erI e a onipresença Gem toda a parte ao mesmo tempoI de $eus significam para n7s em termos pr+ticos3 6Se eu tomar as

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @? asas da alvorada e me detiver nos confins dos mares/ ainda l+ a tua mão me guiar+/ a tua mão direita me sustentar+36 GSalmos 9:;:;/9=I -ão e(iste um ponto no espaço/ 'uer seFa dentro ou fora dos limites da criação/ em 'ue $eus não esteFa presente3 > por isso 'ue/ ao nos perguntarmos 'uem est+ no controle/ podemos responder sem e'uívoco: 6$eusK6 O 4 % I!!o Si(#i,ica Para Mim: & 'ue tudo isso tem a ver com o sofrimento) Por causa da Sua onipresença e onisciLncia/ $eus est+ conosco em todas as nossas lutas e compreende nossas provaçJes3 -ada nas nossas vidas pega $eus de surpresa3 -ão estamos s7s no nosso sofrimento3 Temos um $eus 'ue nos ama e est+ conosco em meio a nossos pro2lemas3 Por 4 % m D% ! Amoro!o P%rmi"% o So,rim%#"o:

8uita gente pergunta: 6Por 'ue $eus permite 'ue o medo continue a apertar os coraçJes dos *omens/ nesta era de esclarecimento)6 8uita gente pergunta: 6&nde est+ o poder de $eus) Por 'ue le não aca2a com toda essa mis5ria e crueldade 'ue vLm amaldiçoando a nossa era)6 &utros perguntam: 6Como $eus pode ser 2om e misericordioso 'uando/ diariamente/ *omens e mul*eres são esmagados por agonias 'uase insuport+veis)6 Tais perguntas são feitas não apenas pelos ateus e pelos inimigos da religião/ mas tam25m pelos cristãos confusos 'ue/ tropeçando so2 o fardo da ang.stia/ e(clamam: 6Por 'ue ten*o 'ue suportar este sofrimento) Como $eus pode Fogar so2re mim tantos padecimentos)6 $urante a guerra da Cor5ia/ con*eci de,enas de coreanos cristãos 'ue fa,iam essas mesmas perguntas/ assim como elas estão sendo feitas *oFe no Sudeste Asi+tico/ em #ganda e de,enas de outros países3

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @B #m dos primeiros livros da Bí2lia/ o !ivro de H7/ trata dessa dificuldade3 Algumas pessoas e(perimentam a guerra/ o terrorismo/ casamentos desfeitos/ pressJes financeiras/ e muitas outras tri2ulaçJes3 8as duvido 'ue ten*am sofrido perdas tão grandes 'uanto as de H7/ 'uando inimigos traiçoeiros capturaram seus *omens e todos os seus re2an*os e manadas3 Talve, *aFa algu5m cuFo fil*o ou fil*a foi mantido como ref5m/ ou 'ue ten*a rece2ido o aviso de 'ue o fil*o ou fil*a foi morto em com2ate3 H7 perdeu sete fil*os e trLs fil*as num s7 dia3 &utros/ talve,/ esteFam doentes e gemendo de dor3 H7 sofria de uma forma de mol5stia 'ue transformou o seu corpo numa massa de p.stulas e c*agas3 "uando H7 não pRde encontrar e(plicação *umana para as suas provaçJes/ gritou para $eus: 6Ea,e-me sa2er por 'ue contendes comigo36 GH7 9=:<I sta pergunta anti'uíssima de 6por 'ue devem os Fustos sofrer)6 5 vel*a como o tempo3 S7 *+ um lugar em 'ue podemos ac*ar uma resposta/ a Bí2lia3 -o entanto/ na sua cegueira/ alguns *omens reFeitaram a orientação divina e insistem 'ue tudo na vida prov5m da c*ance3 A sorte/ declaram eles/ sorri para alguns/ 'ue tLm uma vida f+cil e serena3 A sorte fec*a a cara para outros/ 'ue sofrem in.meras dificuldades3 $i,em 'ue tudo 5 'uestão de sorte/ de c*ance3 6H+ 'ue somos apenas criaturas dependentes da sorte6/ concluem/ 6por 'ue não arrancar da vida cada gota de pra,er/ en'uanto podemos/ e usufruir de tudo ao m+(imo antes 'ue c*egue o aman*ã/ tra,endo a morte consigo)6 Conversei com uma professora de uma de nossas escolas3 la me contou 'ue a mesma atitude 5 e(pressa por alguns de seus alunos3 $i,em eles: 6Vamos aca2ar tendo 'ue ir para a guerra/ de 'ual'uer forma/ a 2om2a atRmica vai fa,er tudo em pedacin*os 1 então por 'ue não aproveitar agora)6 "ue engano c*ocanteK como essa atitude fal*a completamente em tempo de criseK &utros c5ticos vão ao e(tremo oposto/ afirmando 'ue o *omem sofre por'ue 5 fraco3 Insistem eles: 6Aprenda a ser duro e implac+vel3 Ani'uile com toda a oposição3 Eora a compai(ão/ a 2ondade e a miseric7rdia3 A2ai(o o amor3 & poderoso 5 o certo3 -ão seFa um fracote/

nica passagem da scritura para encontrar uma a2ordagem meticulosa e conclusiva desse assunto/ mas a Bí2lia sugere algumas respostas3 4ostaria de partil*ar com vocL algumas das id5ias 'ue poderão ser de aFuda3 !rimeiro/ temos 'ue nos dar conta de 'ue $eus tem tra2al*ado ativamente na mitigação do sofrimento3 !em2remo-nos de 'ue o sofrimento se originou no Paraíso/ como F+ discutimos anteriormente3 $eus deu ao *omem li2erdade de escol*a: a escol*a do 2em ou a escol*a do mal3 Parte da constituição *umana 'ue distingue o *omem de outras criaturas 5 a sua capacidade de raciocinar e tomar decisJes morais3 & *omem 5 um agente moral livre3 Satan+s não d+ a seus fil*os a mesma escol*a3 Adão escol*eu seguir os consel*os de Satan+s e se re2elou GpecouI contra $eus3 A escol*a de Adão Gseu pecadoI a2riu uma 6cai(a de Pandora6 de sofrimento para a *umanidade3 #m estudo cuidadoso do 4Lnesis revela 'ue a atitude de Adão produ.a pecaminosa/ 5 uma característica *umana transferida de Adão e va para a segunda geração da *umanidade3 foi transferida para todas as geraçJes seguintes3 Ea. parte da nature.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @C seFa um super-*omem36 sta foi a delusão de Nitler/ e o resultado foi um padecimento incomensur+vel para mil*Jes de pessoas3 &s secularistas não conseguem oferecer soluçJes satisfat7rias para o dilema do sofrimento do *omem3 Ere'Wentemente/ as filosofias *umanísticas criam uma confusão e um desDnimo pessoal ainda maiores3 A 'uestão de por 'ue $eus permite o sofrimento 5 um dos mist5rios mais profundos da vida3 > difícil dar-l*e uma resposta3 -ão podemos consultar uma .a *umana 'ue todos *erdamos3 no entanto foi $eus 'uem agiu para solucionar o pro2lema3 -o Hardim do >den/ le deu a Adão um raio de esperança 1 a promessa de 'ue um dia enviaria o Seu Eil*o Ggerado por uma mul*erI 0 terra para .iu um amplo espectro de sofrimento: físico/ espiritual/ social/ psicol7gico e at5 ecol7gico3 -um sentido muito real/ o sofrimento deste mundo foi criado pelo pr7prio *omem3 A tendLncia ao pecado/ a nature.

3 $o aumento do seu governo e da Pa.:?/ B: 6Por'ue a n7s nos 5 nascido um menino/ e a n7s nos 5 dado um fil*oM o governo est+ so2re os seus om2ros/ e ele tem por nome 8aravil*oso Consel*eiro/ Poderoso $eus/ terno Pai/ Príncipe da Pa./ 'ue/ 6'uando o nosso governo estiver so2re os om2ros d le/ não *aver+ fim para a pa. por meio do Seu pr*prio so"rimento3 le 5 um Pai 'ue testemun*ou a tortura e morte do Pr7prio Eil*o3 $eus/ 'ue ama o Seu Eil*o/ permitiu 'ue le sofresse para 'ue vocL e eu pud5ssemos ser li2ertados do sofrimento3 $evido 0 pai(ão e morte de Cristo/ a'ueles 'ue & aceitaram como seu Salvador estarão livres de um sofrimento mais intenso 1 a separação eterna de $eus3 .36 -ão Podemos es'uecer 'ue $eus agiu em nosso nome para livrar o mundo do sofrimento3 o espantoso 5 'ue le o fe. destruir a o2ra do demRnio e lidar com os pro2lemas do pecado e do sofrimento do *omem3 Vimos esta promessa ser cumprida *istoricamente/ em Hesus Cristo3 Por Sua vida/ morte e ressurreição/ le triunfou so2re Satan+s e o pecado/ e le 5 a c*ave para a solução do sofrimento3 Por Sua morte/ li2erta-nos da punição do pecado3 Por Sua ressurreição/ d+-nos o poder so2re a tendLncia ao pecado/ 0 medida 'ue permitimos 'ue le controle as nossas vidas3 As açJes pecaminosas do *omem Gassassinato/ rou2o/ estupro/ terrorismo e assim por dianteI infligem o sofrimento aos outros3 Se todos os *omens permitissem 'ue Hesus reinasse em suas vidas/ muitos dos padecimentos deste mundo seriam não apenas mitigados/ mas a2olidos3 Assim/ vemos 'ue $eus não esteve passivo com relação 0 sorte do *omem3 le agiu3 -a verdade/ a *ist7ria toda est+ se dirigindo para uma 5poca em 'ue Cristo esta2elecer+ o Seu reinado so2re todo o universo3 Satan+s/ pecado e sofrimento serão eliminados inteiramente3 $eus promete livrar-nos da punição e do poder do pecadoM e um dia le criar+ um am2iente no 'ual os *omens fi'uem livres da presença do pecado e do sofrimento associado a ele3 Isaías . não *aver+ fim so2re G333I o seu reino36 E3B3 8eQer disse/ cena ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento @.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A= > no sofrimento de $eus 'ue vemos o Seu grande amor3 -ão devemos tentar avaliar o car+ter de $eus e Fulgar se le 5 ou não um $eus de amor/ ol*ando para os nossos sofrimentos3 > ol*ando para a Cru.ado at5 ali no corredor da morte3 m Cristo/ podemos tornar-nos novas pessoas3 6Se algu5m est+ em Cristo/ 5 uma nova criaçãoM passou o 'ue era o vel*o/ eis 'ue se fe. 'ue passamos a con*ecer e e(perimentar a profundidade do amor de $eus por n7s3 $esse modo/ vemos 'ue $eus tem um plano para a eliminação do sofrimento3 8as por 'ue $eus não retira todo o sofrimento do nosso mundo agora) Se le tem o poder/ por 'ue não o usa agora para o 2em da *umanidade) !rimeiro/ se $eus fosse erradicar todo o mal deste planeta/ teria 'ue erradicar todos os *omens maus3 "uem estaria isento/ se 6todos pecaram e necessitam da gl7ria de $eus6) G%omanos ::<:I $eus prefere trans"ormar *omem mau/ ao inv5s de erradic+-lo3 N+ pouco tempo/ rece2emos uma carta falando de um prisioneiro condenado a morrer na cadeira el5trica3 Vinte e 'uatro *oras antes da e(ecução/ ela foi adiada3 Contudo/ por causa da sua pro(imidade com a morte/ ele passou a con*ecer $eus de um modo pessoal/ atrav5s da f5 em Hesus Cristo/ e tornou-se uma testemun*a vocal de Cristo dentro da prisão3 $os outros prisioneiros no corredor da morte/ agora *+ << dedicados ao estudo da Bí2lia com ele3 Todos ficaram a2alados com a e(periLncia vivida por ele 1 a morte de repente tornou-se uma realidade para eles 1 e/ atrav5s do seu relacionamento pessoal com $eus e o testemun*o deste fato/ le est+ sendo utili. o novoK6 GII Coríntios A:9BI $eus pode e(trair um grande 2em de 'ual'uer vida dedicada a le3 Segundo/ se $eus retirasse todo o mal do nosso mundo Gmas dei(asse o *omem no planetaI isso significaria 'ue a essLncia e 6ser *umano6 seria destruída3 & *omem se tornaria um ro2R3 .

er escol*as3 -ão mais seria um agente moral livre3 Seria redu.ido 0 condição de ro2R num mundo sem amor/ ou ele seria ani'uilado3 -a verdade 5 o amor de $eus pelo *omem 'ue & impede de retirar o mal do mundo por meio de uma e(i2ição do Seu poder3 & plano de $eus 5 retirar o mal por meio de uma e(i2ição do Seu amor 1 o amor 'ue le demonstrou no Calv+rio3 > no amor de $eus 'ue encontramos a c*ave para a solução final para o pro2lema do sofrimento3 A resposta para a anti'uíssima 'uestão do sofrimento reside numa compreensão e apreciação do car+ter de $eus 3 Eoi isso o 'ue H7 desco2riu3 -o auge de seus padecimentos e 'uestionamentos/ $eus Se revelou a H7 so2 v+rios aspectos de Seu car+ter3 H7 rece2eu uma demonstração espantosa da sa2edoria de $eus3 Atrav5s de sua e(periLncia/ ele passou a perce2er 'ue $eus merecia confiança com 2ase no Seu car+ter3 m2ora H7 não pudesse compreender o prop7sito final de todos os atos de $eus/ podia confiar em $eus3 .er com isso3 Se $eus eliminasse o mal/ programando o *omem para reali.ar apenas atos 2ons/ o *omem perderia a sua marca de distinção 1 a capacidade de fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A9 $ei(e 'ue eu e(pli'ue o 'ue 'uero di.er com 'ue nos sirvam ou nos o2edeçam3 8as o verdadeiro amor se 2aseia na li2erdade 'ue o *omem tem de aceit+-lo na sua vida3 & *omem poderia ser programado para fa.er o 2em/ o sofrimento seria eliminado/ mas o amor tam25m3 Como seria viver num mundo sem amor) $esse modo/ podemos ver 'ue o uso do poder de $eus para eliminar o mal não provaria ser uma solução positiva para o pro2lema do sofrimento3 &s resultados dessa ação criariam maiores dilemas3 &u o *omem seria redu.er o 2em/ mas o elemento do amor estaria perdido3 Se o *omem fosse forçado a fa.ido 0 condição de ro2R3 Vamos nos aprofundar mais3 &s ro2Rs não amam3 $eus criou o *omem com a capacidade de amar3 & amor se 2aseia no direito de se optar por amar3 -ão podemos forçar os outros a nos amar3 Podemos fa.

/ podemos ter confiança 'ue $eus est+ fa.er confiantes: 6Sa2emos 'ue/ aos 'ue amam a $eus/ todas as coisas cooperam para o 2em/ a sa2er/ aos 'ue são c*amados segundo o Seu prop7sito36 G%omanos C:<CI .endo o 'ue 5 mel*or para nossas vidas3 Corrie ten Boom desco2riu uma 2oa maneira de e(plicar a perspectiva de 'ue precisamos ao enfrentar os pro2lemas da vida 'ue nos intrigam: 6Imagine um 2ordado colocado entre vocL e $eus/ com o lado direito voltado para $eus3 & *omem en(erga as pontas soltas e gastas do avesso/ mas $eus en(erga o desen*o pranto36 5 %m E!"7 #o Co#"rol%: $eus est+ no controle3 -ão importa o 'ue surFa em nossas vidas/ não importa o 'uanto possa ser difícil ou perigoso/ podemos di.er o 'ue 5 o mel*or3 Sempre *aver+ segredos e motivos de $eus al5m do alcance do *omem3 $eus 5 infinitoM o *omem 5 finito3 -osso con*ecimento e compreensão são limitados3 Por5m/ 2aseados no 'ue con*ecemos do car+ter de $eus/ demonstrado supremamente na Cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A< Por'ue $eus con*ece e compreende todas as coisas3 Pode-se confiar n le para fa.

adas/ !ois testemun*ou 'ue sa2ia 'ue 6a verdade consumidora na ca2eça de HacP/ en'uanto pendia da 2ar'uin*a em c*amas/ no dia 9A de de.em2ro/ na El7rida3 & dia aman*eceu claro e 2onito3 Eoi um momento emocionante 'uando os trLs *omens entraram na 2ar'uin*a3 $epois 'ue o 2alão su2iu/ !ois e as amigas foram seguindo-o em dois carros3 A 2ar'uin*a passava perto dos tel*ados das casas e os maridos/ empolgadíssimos/ cantavam cançJes de -atal para os moradores l+ em2ai(o3 -a sua empolgação/ dei(aram de notar o ca2o de alta tensão em 'ue a 2ar'uin*a e o 2alão se enredaram3 & 'ue fora um momento de alegria e triunfo transformou-se em trag5dia/ 'uando as mul*eres viram os seus entes 'ueridos pularem para a morte diante de seu ol*os3 Como 5 'ue uma Fovem esposa e a família enfrentam uma crise dessas) Ealando numa de nossas cru.em2ro/ era 'ue/ 'uando se .vidas e temores/ são forçados a perguntar: 6Por 'ue/ $eus)6 m meio 0s l+grimas ou 0 raiva/ escutamos perguntas como: 6Por 'ue/ $eus/ permitiste 'ue esta trag5dia ocorresse)6 &u: 6Por 'ue/ $eus/ permitis 'ue este sofrimento continue)6 HacP 8oZdaQ era piloto de *elic7ptero militar3 A mul*er dele/ !ois/ e duas amigas tiveram a id5ia especial de dar aos maridos e noivo um presente de -atal de surpresa: um passeio num 2alão de ar 'uente3 Sa2iam 'ue os *omens sempre tiveram vontade de andar na 2ar'uin*a de um 2alão de ar 'uente3 ntão/ providenciaram tudo para o dia 9A de de.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A: O NASCIMENTO DE UM MUNDO SOFREDOR Deus ac ou mel or extrair o (em do mal do que deixar que nen um mal existisse3 SA-T& A4&STI-N& $ S$ tempos imemoriais/ a *umanidade tem sido atormentada por uma pergunta insistente: 6Como pode um $eus de amor permitir a e(istLncia do sofrimento)6 "uando vemos os pro2lemas/ trag5dias e tri2ulaçJes do mundo/ at5 mesmo os crentes sinceros/ 'ue enfrentam com *onestidade suas d.

ir+ tam25m espin*os e a2rol*os/ e comer+s as ervas do campo3 -o suor do teu rosto comer+s o teu pão/ at5 'ue te tornes 0 . realmente so2renatural e uma ausLncia de ansiedade3 Ainda me preocupo e ten*o momentos de apreensão/ mas nada parecido com antigamente3 creio 'ue ten*o esta pa. por'ue pude ver diretamente 'ue o Sen*or realmente vai ao nosso encontro/ nas nossas *oras difíceis3 m2ora a dor da perda de HacP seFa muito real/ a presença reconfortante do Sen*or tam25m 5 muito real3 -ão me sinto em condiçJes de responder a perguntas como as 'ue formulei no começo deste capítulo3 S7 o 'ue posso fa. ao *omem e 0 mul*er 'ue criara: 68ultiplicarei grandemente o teu sofrer e a tua conceiçãoM em dor dar+s 0 lu.a total nem sempre e(istiu para HacP e para mim3 Tive a sorte de ter transferido a min*a confiança da min*a pessoa para Hesus Cristo 'uando tin*a tre. e causa de todos os padecimentos desde 'ue o *omem veio ao mundo3 & 'ue sei 5 'ue a Bí2lia di.a de 'ue/ se algo me acontecesse/ eu estaria no c5u3 6$esde a morte de HacP/ a min*a vida mudou dramaticamente3 8as eu ten*o 'ue di.er 'ue a maior mudança foi uma pa.er 5 e(aminar com vocL alguns dos princípios 2í2licos 2+sicos/ 'ue se referem 0 origem do mal/ a rai.e anos3 em2ora eu não tivesse crescido muito na min*a vida cristã/ por algum tempo/ tin*a a certe. os fil*os G333I3 8aldita 5 a terra por tua causaM em fadiga tirar+s dela o sustento todos os dias da tua vida3 la te produ.era/ e eis 'ue era muito 2om36 G4Lnesis 9::9I & processo da criação/ inclusive o *omem/ fora concluído e $eus ol*ara para tudo o 'ue tin*a criado/ declarando: 62om63 A'uilo 'ue 5 totalmente 62om6 e(clui o sofrimento/ a dor/ o mal e a trag5dia3 -o entanto/ dali a alguns versículos/ no capitulo : do 4Lnesis/ $eus di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A@ soltasse/ se não so2revivesse 0 'ueda/ estaria no c5u com o Sen*or63 Prosseguiu ela: 1 u sei *oFe 'ue/ se morresse ainda esta noite/ tam25m eu estaria no c5u com o Sen*or e com HacP3 sta certe./ sem nen*uma ressalva/ a respeito da criação original de $eus: 6Viu $eus tudo 'uanto fi.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento AA terra/ pois dela foste tomado: por'uanto tu 5s p7/ e em p7 te *+ de tornar36 G4Lnesis ::9?-9.I -estes versículos/ Fa.a e ri'ue.a3 -ão apenas estava o *omem num meio am2iente perfeito/ cercado de 2ele. no centro . disso/ deseFava ser como $eus/ ter o poder e o con*ecimento de $eus3 "uando Satan+s/ so2 a forma da serpente/ acercou-se dele e perguntou/ 6> verdade 'ue $eus falou 'ue não podes comer de 'ual'uer +rvore do Fardim)6 G4Lnesis ::9I/ o *omem sucum2iu 0 sua tentação de deso2edecer a $eus 1 e comeu o fruto proi2ido3 > a este acontecimento 'ue c*amamos a 6'ueda6 do *omem/ o pecado original3 > a deso2ediLncia direta do *omem 0s ordens de $eus3 Eoi esta deso2ediLncia direta 'ue resultou na sentença 'ue $eus impRs 0 raça *umana/ 'ue citamos de 4Lnesis :3 Eoi isso o 'ue aconteceu entre 4Lnesis 9 e : 1 o começo de toda a dor e sofrimento 'ue con*ecemos no nosso mundo3 Tanto os cristãos 'uanto os não-cristãos *erdaram essa imperfeição de nossos ancestrais comuns/ Adão e va: C*amamos a essa imperfeição de 6pecado6 1 e o pecado Fa.a natural vinda diretamente da mão do Criador/ mas tin*a ele o privil5gio de um passeio sem interrupção com $eus/ pois o prop7sito de $eus ao criar o *omem foi ter algu5m com 'uem pudesse conversar e fa.er camaradagem3 -a verdade/ tornou-se pr+tica di+ria de $eus camin*ar com o *omem no 6Fardim6/ no frescor das tardes3 G4Ln3 ::CI Por5m/ o *omem não estava satisfeito com esse arranFo3 m ve. a 6semente6 do sofrimento/ a previsão da dor e da morte/ as 'uais vLm atormentando o *omem desde então3 -estas palavras/ desco2rimos a origem do mal e a causa dos padecimentos do *omem3 & 'ue aconteceu entre 4Lnesis 9 e :) A 5 %$a $o Hom%m $o Pla#o $% D% ! & plano original de $eus para o *omem era o Paraíso uma e(istLncia tão idílica 'ue não d+ para 2otar em palavras a sua 2ele.

ol <2o #o Para3!o A primeira 6revolução mundial6 2em-sucedida foi iniciada por Satan+s/ no Hardim do >den3 $eus criara um am2iente perfeito/ um *omem perfeito e uma mul*er perfeita3 Contudo/ deu-l*es a li2erdade de escol*a/ o livre-ar2ítrio3 Tin*a 'ue test+-los3 Advertiu-os de 'ue/ se fal*assem no teste/ sofreriam e morreriam e 'ue/ se passassem/ $eus/ o *omem e a mul*er construiriam um mundo maravil*oso/ a ser desfrutado por geraçJes e geraçJes3 Satan+s estava no Paraíso so2 a forma de serpente3 Podemos apenas especular como tudo aconteceu3 V+rias scrituras aludem a 'uem 5 Satan+s/ de onde ele veio/ e por 'ue 'ueria usurpar a autoridade de $eus e assumir o controle deste planeta3 8uito sutilmente/ Satan+s contradisse a $eus e falou a va: 1 > claro 'ue não morrerão/ se deso2edecerem a $eus e comerem o fruto proi2ido3 Al5m disso/ ele assegurou-l*es/ se comessem o fruto/ seriam 6como $eus/ con*ecendo o 2em e o mal63 $esse modo/ Satan+s colocou-se acima de $eus e conseguiu fa.er com 'ue a *umanidade duvidasse da Palavra de $eus3 Começando no meio da felicidade paradisíaca/ tra.endo a aflição e o caos atr+s de si/ ele vem agindo desde então/ de todas as maneiras possíveis/ para frustrar/ atrapal*ar e derrotar o tra2al*o de $eus3 A Bí2lia presume 'ue Adão e va F+ foram criados adultos3 !ogo eles tiveram dois fil*os3 Caim/ o mais vel*o/ ficou com inveFa de A2el/ o mais moço/ e o matou3 sta foi a primeira conse'WLncia do pecado de Adão e va3 Transmitindo-o a seus fil*os/ o pecado começou a ser .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A? das ca7ticas condiçJes mundiais 'ue con*ecemos e 'ue e(istem ao longo dos s5culos3 $ei(e-me tentar mostrar como todo o processo est+ ocorrendo *oFe em dia3 R%.

er 6confundir63 $esse modo/ at5 mesmo a . 'ue 6-o5 fe.vio/ todos foram salvos e o resto da raça *umana foi destruído3 &utra grande crise c*egou algumas geraçJes mais tarde3 -a'uela 5poca/ a terra toda falava uma s7 língua e um s7 idioma3 G4Ln3 99:9I & povo novamente se revoltava contra $eus3 les resolveram construir uma torre para alcançar o c5u3 $esafiavam as leis e provisJes de $eus3 Provavelmente/ a torre era um templo pagão destinado a se so2repor a todas as coisas no mundo3 ra a'uela/ na verdade/ a 6religião6 do povo3 (altava o *omem ao inv5s de $eus3 -ovamente/ o castigo caiu so2re a raça *umana3 As pessoas não mais podiam entender a língua umas das outras/ e di. a Bí2lia 'ue o Sen*or as dispersou por toda a terra3 & nome da'uele local era Ba2el3 A palavra babel 'uer di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento AB passado de geração a geração3 $esde então/ sempre *ouve/ em cada coração/ a possi2ilidade dos piores pecados3 Aparentemente/ Caim tornou-se o primeiro seguidor de Satan+s depois de Adão e va 1 e seu irmão A2el a primeira vítima3 Satan+s c*acinou/ sa'ueou e a2riu o seu camin*o 2rutalmente ao longo dos s5culos/ manifestando-se em todas as ideologias/ seitas e cultos falsos3 A! Cri!%! $a Hi!">ria A segunda grande crise na *ist7ria *umana aconteceu diversas geraçJes mais tarde/ 'uando $eus ol*ou para a raça *umana e viu 'ue era totalmente corrupta e depravada3 %esolveu destrui-la e começar tudo de novo3 Todavia/ *avia um *omem piedoso a 'uem le não 'ueria destruir: -o53 $eus avisou a -o5 do castigo 'ue se avi. tudo o 'ue $eus l*e ordenou63 Tra2al*ou na arca durante anos3 Einalmente/ 'uando ela ficou Pronta/ $eus mandou 'ue ele/ sua família e os animais entrassem na arca3 "uando veio o dil.in*ava para o mundo inteiro e disse-l*e 'ue ia salv+-lo e a sua família3 $eus falou 'ue ia destruir o mundo por meio de um dil.vio e mandou 'ue -o5 construísse uma 6arca6 ou navio3 A scritura di.

'ue um pecadil*o s7 não tem importDncia/ 5 uma nin*aria e n7s poderemos facilmente nos recuperar3 A segunda mentira 5 a seguinte: depois 'ue pecamos/ ele nos di. 'ue não tem mais Feito/ 'ue F+ nos passamos para o seu lado e 'ue não *+ como se reerguer3 As duas são mentiras totais e terríveis3 Todos n7s caímos em tentação e $eus não considera isso uma nin*aria3 A condenação paira acima de toda a raça *umana por causa de nossa 'ueda/ 'ue tam25m 5 definida como re2elião ou deso2ediLncia3 $i. e ressuscitou/ não estamos numa posição sem esperança3 Sempre *aver+ a possi2ilidade de nos reconciliarmos com $eus e voltarmos a ter um 2om relacionamento com le3 -ão precisamos crer nas mentiras do demRnio3 Satan+s 5 o mestre da linguagem de duplo sentido e dos sofismas3 le c*ama o mal de 2em e continua a confundir os *omens com suas falsidades sa2iamente disfarçadas3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento AC confusão de idiomas no mundo *oFe em dia e a dispersão dos povos pelos v+rios continentes foi uma punição de $eus para a re2eldia do *omem3 Vemos como a semente do pecado 5 transmitida de uma geração a outra3 NoFe em dia/ o mundo se dirige para outra grande crise 'ue est+ sendo c*amada/ at5 mesmo pelo mundo secular/ de 6Armagedom63 ^ O Lo(ro $o D%m?#io & demRnio 5 muito apropriadamente c*amado de 6pai das mentiras63 $esde tempos imemoriais/ ele vem logrando os *omens e mul*eres ingLnuos de todas as eras3 #m vel*o cl5rigo escocLs disse 'ue o demRnio tem duas mentiras/ usando-as em dois est+gios diferentes3 Antes de cedermos +s suas tentaçJes/ ele nos di. a scritura: 6Assim como por um s7 *omem entrou o pecado/ e pelo pecado a morte/ assim tam25m passou a todos os *omens/ visto 'ue todos pecaram36 G%omanos A:9<I Contudo/ por'ue Hesus Cristo veio e morreu na Cru.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A. 'ue $eus vai Fulg+-la3 N2o T%m Pro'l%ma.es difere da retidão da Bí2lia3 Algu5m F+ disse: 6#m ato errado 5 certo se a maioria do povo não o condena36 Por este princípio/ podemos ver os nossos padrJes se alterando a cada ano/ seguindo o gosto popularK ssa nova permissividade 5 aceita por *omens e mul*eres inteligentes/ muitos dos 'uais no seio das igreFas3 A sociedade antigamente condenava o div7rcio/ e as leis contra a lascívia e a o2scenidade eram cumpridas 0 risca3 8as agora o div7rcio 5 aceito/ at5 mesmo entre os líderes eclesi+sticos3 A fornicação/ a o2scenidade e a lascívia são glorificadas em grande parte de nossa literatura e filmes3 A perversão 5 considerada uma anormalidade 2iol7gica/ e não um pecado3 Tais coisas são contr+rias aos ensinamentos da Palavra de $eus3 $eus não mudou3 Seus padrJes não foram re2ai(ados3 $eus ainda c*ama a imoralidade de pecado e a Bí2lia di./ nas palavras do profeta Isaías: 6Ai dos 'ue ao mal c*amam de 2em/ e ao 2em malM os 'uais pJem trevas por lu. & *omem sempre teve a facilidade de confundir o mal com o 2em3 ste foi o pro2lema de Adão e va/ e 5 o nosso pro2lema *oFe em dia3 Se não se desse ao mal uma aparLncia atraente/ não *averia a tentação3 > na semel*ança entre o 2em e o mal/ o certo e o errado 'ue est+ o perigo3 A Bí2lia di./ envolvendo vacas/ cavalos/ mulas e ma'uinaria3 #m aperto de mão l*e 2astava3 Atualmente/ 5 preciso contratar advogados para formular os contratos mais intrincados e comple(os/ e at5 mesmo . ten*a assinado algum papel nos muitos neg7cios 'ue fe. por trevas/ e mudam o amargo em doce e o doce em amargo36 GIsaías A:<=I NoFe em dia/ vemos a maldade social/ o terrorismo e uma tremenda imoralidade por todo o mundo3 A retidão social moderna muitas ve. e lu. D%!$% 4 %===: !em2ro-me de 'ue/ 'uando eu era criança numa fa.enda da Carolina do -orte/ a palavra de um *omem valia por um contrato3 $uvido 'ue meu pai alguma ve.

ncios coloridos de p+gina inteira do 6*omem distinto6/ impecavelmente vestido/ sorvendo um copo de uís'ue com amigos no calor de um aposento 2em decorado) sses an.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?= eles não impedem completamente as fraudes/ trapaças e mentiras 'ue prevalecem *oFe em dia3 At5 alguns anos atr+s/ a *onestidade era a marca do 2om car+ter de um *omem3 8as foi trocada pela filosofia do 6não tem pro2lema/ desde 'ue vocL não seFa apan*ado63 Somente nos tri2unais e(ige-se 'ue digamos a verdade/ toda a verdade e nada al5m da verdade3 & mal se esgueira na nossa vida/ apresentando uma aparLncia inofensiva3 & 'ue 5 mais 2elo do 'ue os an.endo 'ue ele começou a 2e2er na "uinta Avenida3 -ão seria de 2om gosto/ mas seria *onesto3 6Ai da'ueles 'ue c*amam ao mal de 2em)6 & Fovem casal/ em2ora tendo sido avisado dos perigos psicol7gicos/ espirituais e at5 físicos do se(o pr5-conFugal/ senta-se dentro de um carro estacionado num cinema drive-in/ ou aluga um 'uarto de motel por algumas *oras/ e/ ao flertar com a trag5dia/ c*ama a sua e(periLncia de 6divina63 A'uilo 'ue 5 divino no conte(to do verdadeiro amor/ o elo conFugal/ pode-se tornar um inferno de remorso para a'ueles 'ue se entregam a ele fora do casamento3 Ts ve.endo coro e clamando por 6li2erdade63 A li2eração 5 a nova palavra de ordem3 ViaFei por grande parte do mundo e Famais encontrei um país em 'ue *ouvesse Fustiça social plena3 & 'ue as pessoas não perce2em/ no entanto/ 5 'ue s7 teremos Fustiça social plena no nosso mundo 'uando Cristo retornar3 Eoi aí 'ue 8ar( errou3 le ac*ava 'ue o pro2lema era 2asicamente .es/ nossos atos nos levam a situaçJes onde o sofrimento 5 inevit+vel3 6Ai da'ueles 'ue c*amam ao mal de 2emK6 "uando se trata da Fustiça social e da reforma política/ parece 'ue 'uase todos os grupos do mundo estão fa.ncios não mencionam os novos alco7latras 'ue estão surgindo a cada dia/ nem o pro2lema crescente do alcoolismo no Dmago da nossa civili.ação3 Claro 'ue não seria de 2om gosto mostrar uma foto do 6*omem distinto6 caído na sarFeta/ di.

'ue/ 6se isso tiver L(ito/ eles não serão considerados desonestos/ mas espertos63 -o nosso deseFo de fa.es/ o sistema educacional os desencamin*a . com 'ue pensemos no mal como 2em3 -um dos livros de Ho*n Stein2ecP/ um de seus personagens di.vidas de 'ue tal reforma se fa.a *umana: a co2iça/ a inveFa/ a lu(.) iludi meu povo3 6Ai da'ueles 'ue c*amam ao mal de 2emK6 5 %r%mo! o S c%!!o A(ora Como confundimos tanto nossos valores) Como caímos nesta armadil*a de Satan+s) Para começo de conversa/ temos pouca visão3 Buscamos atal*os para a felicidade3 -ossa Dnsia de pra.er imediato fa.er sucesso rapidamente/ 5 f+cil confundir os valores e c*amar ao mal de 2em e ao 2em de mal3 8odificamos o nosso c7digo moral/ adaptando-o ao nosso comportamento/ 'uando/ na verdade/ deveríamos modificar o nosso comportamento para *armoni.+-lo com as leis de $eus3 -ada *oFe em dia 5 fi(o/ não pisamos no c*ão firme3 8il*Jes de Fovens ficam se deslocando de um lado para o outro3 São como mísseis desgovernados/ c*eios de energia e am2ição/ mas sem direção3 &s mais vel*os os desencamin*aram3 As pressJes do grupo os desencamin*am3 A Lnfase indevida 0 violLncia e ao se(o/ e o desprestígio do lar nos filmes e na TV os desencamin*am3 Ts ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?9 econRmico/ mas s7 estava parcialmente certo3 & pro2lema 2+sico est+ na pr7pria nature.ia necess+ria3 Todavia/ ele estava cego 'uanto a seus aliados3 "uando a revolução finalmente aconteceu/ ele desco2riu 'ue seu povo saltara da frigideira para o fogo3 #m ano ap7s a revolução/ ele falou para um grande audit7rio/ as l+grimas escorrendo pelo rosto: 1 8eu $eus/ o 'ue fi.ria e orgul*o 'ue estão dentro do coração do *omem3 G8arcos B:<=-<:I 8uitas pessoas *oFe em dia estão se iludindo neste ponto3 #m 2ispo de um país pe'ueno engaFou-se apai(onadamente numa revolução social e política3 -ão *avia d.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?< intelectualmente3 m mil*ares de igreFas são desencamin*ados teologicamente3 Assim/ espiritual e moralmente/ eles estão 0 deriva/ sem 2.ssola ou guia3 / no entanto/ nas min*as viagens/ veFo 'ue a maioria dos Fovens realmente 'uer 'ue ditemos a lei moral3 Podem não aceit+-la ou crer nela/ mas 'uerem escut+-la/ claramente e sem rodeios36 Toleramos com a maior facilidade as promessas falsas dos políticos/ as farsas da pu2licidade/ a 6cola6 nos e(ames universit+rios/ os e(ageros nas conversas/ e as desonestidades do dia-a-dia do Sr3 e Sra3 Nomem Comum3 -ão mais nos sentimos c*ocados com a imoralidade ou a inFustiça social 'ue nos cerca3 At5 mesmo os americanos mais po2res são mais ricos do 'ue a m5dia em muitos países3 -o entanto/ em comparação com outros setores da sociedade/ e(iste a po2re.a nos stados #nidos3 Eraude e corrupção estão sendo desco2ertas em muitos dos nossos programas sociais para as cidades 1 os pro2lemas ur2anos aumentam de *ora em *ora3 & preconceito racial ainda e(iste/ como e(istia muito antes de 8artin !ut*er _ing Hr3 u estava andando de carro com um *omem muito rico3 Sentados no 2anco de tr+s do seu Cadillac com motorista/ nos dirigíamos para a sua casa em !ong Island3 Passamos pelos limites do Narlem3 Contei-l*e 'ue/ alguns dias antes/ eu fi.es do 'ue a'uelas 'ue moram no centro) A felicidade não vem/ do conforto3 Vem da pa.er a respeito3 -um verdadeiro sentido/ somos os guardiães de nossos irmãos3 Como cristãos/ devemos ser Bons Samaritanos3 8as o pro2lema 2+sico ainda 5 o coração *umano3 "uem afirmaria 'ue as pessoas mais ricas/ 'ue moram nas .era uma visita 0s +reas miser+veis do Narlem e do ast Narlem3 le deu de om2ros e disse: 1 Isso 5 uma coisa em 'ue não pensamos3 Se ele fosse cristão/ seria seu dever pensar nisso e ver o 'ue poderia fa.onas elegantes afastadas da cidade/ são 2asicamente mais feli. interna 'ue encontramos no nosso relacionamento com $eus3 .

er/ nossa tendLncia 5 consider+-la maravil*osa mesmo sa2endo 'ue/ em alguns casos/ ela vai de encontro 0s leis de $eus3 68as 5 o 'ue eu sempre 'uis6 ou 6eu gosto/ mesmo sa2endo 'ue 5 errado6 1 são os +li2is 'ue fa2ricamos para Fustificar o mal e c*am+-lo de 2em3 Podemos ilustrar o contraste entre o egocentrismo e o altruísmo com as vidas de Pierre e 8arie Curie3 $epois de desco2rir os poderes curativos do r+dio/ eles c*egaram a considerar a id5ia de mantL-lo em segredo/ patente+-lo e enri'uecer com a desco2erta3 8arie disse a Pierre as palavras 'ue os levaram + sua decisão: 1 &s físicos sempre pu2licam as suas pes'uisas por completo3 Se nossa desco2erta tem um futuro comercial/ então isso 5 um acidente do 'ual não podemos tirar lucro3 o r+dio vai ser .endo com 'ue ele ten*a acesso aos redutos de $eus at5 *oFe3 9 ve Curie3 /adame Curie. ou despreocupado36 "ue diferença faria se pud5ssemos ol*ar para fora/ seguindo as palavras de Hesus: 6Buscai primeiramente o seu reino e a sua Fustiça/ e todas estas cousas vos serão acrescentadas36 G8ateus ?:::I Atualmente/ as pessoas encaram o cristianismo com a mesma praticidade com 'ue levam as situaçJes do seu cotidiano/ perguntando-se o 'ue podem gan*ar com ele3 -o nosso egoísmo/ pensamos em $eus como pensamos em todas as outras pessoas3 & 'ue le pode contri2uir para n7s/ pessoalmente) m outras palavras/ 'ueremos 'ue $eus seFa o nosso servo3 Eoi esse espírito egocLntrico 'ue a2riu a porta do Paraíso para Satan+s/ fa.til no tratamento de mol5stias333 Parece-me impossível tirar vantagem disso39 -a noite em 'ue morreu/ o papa Hoão Paulo I estava lendo o cl+ssico de T*omas _empis/ #mitaç%o de Cristo3 & autor di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento O E(oc%#"ri!mo $o Hom%m ?: "uando uma coisa nos d+ lucro ou pra.:BI/ p3 <=@3 . A Biograph2 G4arden CitQ/ -S: $ou2ledaQ/ $oran ` Co3/ In3/ 9.: 6Se vais da'ui para ali 2uscando a tua pr7pria vontade/ nunca ser+s feli.

lteros/ nem ainda como este pu2licano36 Gv3 99I & fariseu se enganava/ colocando-se num plano superior ao de outros *omens3 Por5m/ o co2rador de impostos/ a 'uem o fariseu ol*ava com desd5m/ en(ergou-se como era e disse: 6X $eus/ sL propício a mim/ pecador36 Gv39:I Hesus falou: 6$igo-vos 'ue este desceu Fustificado para sua casa/ e não a'ueleM por'ue todo o 'ue se e(alta ser+ *umil*adoM mas o 'ue se *umil*a ser+ e(altado36 G!ucas 9C:9@I Como podemos ter a noção certa de nossos valores) Como pode o nosso Fuí.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A Ar"% $a Racio#ali&a<2o ?@ Hogamos a culpa nos outros/ arranFamos desculpas para nossos atos e ac*amos f+cil c*amar o mal de 2em3 $esde Adão 5 assim/ como podemos confirmar nessa passagem do 4Lnesis: ^^A mul*er 'ue me deste por compan*eira deu-me da +rvore/ e eu comi36 G4Lnesis ::9<I NoFe/ *+ um congressista famoso 'ue se satisfa.ou o fariseu *ip7crita 'ue di.ação3 m !ucas 9C/ le ironi.er 6nada 'ue mil outros *omens não ten*am feito63 -7s sempre estamos arrumando desculpas para n7s mesmos3 -osso Sen*or impacientava-se com a racionali.er uma 2om2a limpa ou um cigarro inofensivo3 Pode enfrentar os pro2lemas das drogas3 A ciLncia/ di.o deformado ser endireitado) N+ 'uem ac*e 'ue a educação 5 a resposta a essas perguntas3 Provam 0s pessoas 'ue o crime não compensa/ 'ue o se(o ilícito 5 psicologicamente preFudicial/ 'ue a 2e2ida e(cessiva fa. mal ao corpo e ao c5re2ro3 Programas de reforma social e pessoal estão sendo continuamente reformulados3 Serão a resposta ao mal) &utros di. com o fato de não fa.em 'ue a ciLncia 5 a resposta3 A ciLncia pode fa.em/ pode sondar o c5re2ro do *omem e alterar os seus deseFos3 .ia: 6X $eus/ graças te dou 'ue não sou como os demais *omens/ 'ue são ladrJes/ inFustos/ ad.

D% !: Por 'ue sofremos) #ma coisa est+ clara3 A Bí2lia insiste 'ue *+ sofrimento no mundo por'ue *+ pecado no mundo3 & Dmago do pro2lema est+ no pr7prio *omem/ 'ue/ desde Adão e va/ alienou-se de $eus3 Se o *omem não tivesse deso2edecido a $eu/ o sofrimento não e(istiria no mundo3 ntão mais uma coisa est+ clara3 & sofrimento não fa. conosco ou com $eus3 > para isso 'ue serve a Cru.ia parte do plano original de $eus para o *omem3 Pela sua deso2ediLncia proposital .a fora modificada pela graça redentora de $eus3 Apesar de sua conversão/ contudo/ Paulo não se li2ertou do sofrimento3 & cristianismo não 5 um seguro contra as mol5stias e dificuldades da vida3 Por 4 % o So. de Cristo: para nos reconciliar com $eus e dar-nos uma nova nature.:9CI &s seus valores foram endireitados/ por'ue sua nature.a violenta/ destrutiva/ não na universidade ou na cultura da 4r5cia/ mas na estrada para $amasco/ na Síria/ ao con*ecer Hesus Cristo3 8ais tarde/ escreveu: 6Pois a lei do spírito da vida te livrou em Cristo Hesus da lei do pecado e da morte36 G%omanos C:<I Antes da sua conversão/ Paulo ac*ava 'ue Cristo era o mal maior/ mas depois 'ue & encontrou/ amou a'uilo 'ue odiara tão fervorosamente3 Einalmente/ pRde en(ergar o mal como mal e o 2em como 2em3 6!ogo l*e caíram dos ol*os umas escamas/ e recuperou a vista36 GAtos . 'ue temos uma nature.a pecaminosa/ 2ai(a/ 'ue luta contra n7s/ 'ue deseFa destruir-nos3 Paulo falou: 6Portanto/ 'uerendo eu fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?A Por5m/ a Bí2lia/ 'ue suportou os estragos do tempo/ nos conta uma *ist7ria diferente3 $i.rim%#"o.a3 & *omem sem $eus 5 uma contradição/ um parado(o/ uma monstruosidade3 m si mesmo/ 5 totalmente inade'uado3 Paulo ac*ou a cura para a sua nature.er o 2em/ ac*o a lei do 'ue est+ comigo o mal36 G%omanos B:<9I & mal est+ presente para se disfarçar/ astutamente/ de 2em3 & mal est+ presente para nos controlar e enganar3 -ão estamos em pa.

vida de 'ue $eus foi ao seu encontro na *ora em 'ue ela mais precisava3 Como resultado/ ela passou a compreender o significado e o prop7sito do sofrimento em sua vida3 -o restante deste livro/ tentarei partil*ar algumas dessas liçJes com vocL3 O SALVADOR 5UE SOFRE .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?? 0 Palavra e ao mandamento de $eus/ o *omem trou(e sofrimentos para si mesmo3 le est+ col*endo o 'ue plantou ao longo dos s5culos3 Por5m $eus consegue e(trair o 2em do mal/ e 5 este o valor positivo sofrimento3 -o começo deste capítulo/ falamos da aparente trag5dia na vida de !ois 8oZdaQ3 Ao escutarmos a sua *ist7ria/ não temos d.

3 $isse o ap7stolo Paulo: 6Pois a palavra da Cru. do Calv+rio/ o sím2olo supremo do sofrimento/ tanto físico 'uanto espiritual3 O Po#"o $% Vi!"a $% D% ! -7s/ os *umanos/ en(ergamos a vida do nosso ponto pessoal de tempo e espaço/ mas $eus nos en(erga do Seu trono celestial 0 lu. mas n!o abriu a boca/ como cordeiro foi le$ado ao matadouro/ e. pouco da Cru. 5 uma estultice para os 'ue perecem/ mas para n7s 'ue somos salvos 5 o poder de $eus36 GCoríntios 9:9CI > impossível para o 6*omem natural6 Ga'uele 'ue não con*ece Hesus Cristo como seu Salvador pessoalI compreender como $eus/ na Sua graça e miseric7rdia/ pode perdoar os pecadores e transformar vidas3 Tam25m 5 impossível para o *omem natural compreender como essas vidas modificadas podem afetar a sociedade3 . ele n!o abriu a boca3 ISAaAS A::B -I-4#>8 -A NISTX%IA sofreu mais do 'ue Hesus Cristo3 A culminDncia do Seu sofrimento foi/ na Cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?B Ele foi oprimido e humilhado. como o$elha muda perante os seus tos"uiadores. da eternidade3 Vemo-nos como auto-suficientes/ vaidosos e independentesM $eus nos vL como dependentes/ egocLntricos e c*eios de auto-ilusão3 -ossa sa2edoria mundana tornou-nos caleFados e duros3 -ossa sa2edoria natural/ segundo os ensinamentos da scritura/ não prov5m de $eus/ mas 5 terrena/ sensual e dia27lica3 GTiago ::9AI (iste uma diferença entre a sa2edoria e o con*ecimento3 & temor a $eus 5 o começo da sa2edoria3 Toda a verdade vem de $eus/ 'uer seFa científica/ psicol7gica/ filos7fica ou religiosa3 A verdade na Bí2lia nos aponta a Cru. de Hesus Cristo3 > ali 'ue encontramos o perdão de nossos pecados e a solução para os dilemas e pro2lemas com 'ue nos defrontamos/ tanto em conFunto 'uanto individualmente3 A sa2edoria deste mundo/ encoraFada por Satan+s/ fa.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?C &s 'ue tLm a sa2edoria mundana não compreendem os desígnios de $eus3 A Bí2lia ensina 'ue a Cru. afaste/ tam25m atrai3 la possui uma 'ualidade magn5tica3 Ea. e e(perimentei/ como sempre acontece 'uando trato deste assunto/ grande li2erdade e ousadia de espírito3 Alguns dos lideres estudantis vieram me procurar e pedir para eu repetir o sermão dali a duas noites3 &rei para tomar a min*a decisão e resolvi 'ue faria um outro sermão/ 'ue incluía muita pregação so2re o sangue de Cristo3 -ovamente/ senti uma tremenda li2erdade de espírito e/ nas duas ocasiJes/ os resultados em vidas dedicadas/ ao final do culto/ foram dos maiores de toda a missão3 & spírito Santo toma a mensagem da Cru. algum tempo estive fa. 5 uma 6ofensa6 ou entrave para o descrente3 Gl Coríntios 9:<:I "uando estou na televisão ou numa reunião de 'ual'uer tipoM posso pregar so2re praticamente 'ual'uer assunto e a maioria das pessoas o aceitar+3 Posso falar da inFustiça social e do sofrimento *umano e levantar fundos para os po2res/ os refugiados ou pessoas aflitas3 8as proclamar Cristo crucificado 5 diferente3 m2ora a Cru. de Cristo seFa o poder de $eus para a salvação/ tam25m 5 uma ofensa para o mundo 1 e sempre ser+3 A'ui e(iste uma tensão 1 em2ora a Cru.a do *omem36 Gl Coríntios 9:<AI O Pla#o $% D% ! $eus di. 'ue não *+ esperança para o mundo 0 parte da cru.3 Atrav5s dos s5culos o mundo vem reFeitando o plano de redenção de $eus3 Agora/ por causa de reFeição e da re2elião do *omem/ ele . com 'ue atinFa o coração at5 das plat5ias mais sofisticadas e acadLmicas3 & ap7stolo Paulo falou: 6Pois a estultice de $eus 5 mais s+2ia 'ue a sa2edoria do *omem/ e a fra'ue.endo um tra2al*o mission+rio na #niversidade de Cam2ridge3 Preguei so2re a Cru.a de $eus 5 mais forte 'ue a fortale. e fa.

tem sido captada por alguns de nossos grandes autores de *inos3 -uma colina so2ranceira 0 2aia de 8acau/ na C*ina/ colonos portugueses certa ve.er 'ue Sua vida estava refluindo ou 'ue o plano de $eus tivesse sido derrotado3 m2ora a morte estivesse pr7(ima/ le notou 'ue o . de escapar desta tril*a 'ue o precipita para a destruição3 $eus avisa 'ue esta pervertida sa2edoria do *omem o levar+ a Fulgamento3 Glori. e gritou 6 st+ aca2adoK6/ le não 'uis di. a importDncia da morte de Cristo na cru.uando o(servo a maravil osa cru!' 4a qual o 8ríncipe da <l/ria morreu' Meu &an o mais rico vira perda' E' po(re' eu despre!o todo o meu or&ul o. permanece no limiar do 'ue o e(-primeiro-ministro 8acmillan c*amou de 6a e(tinção da civili.e3 "uando Sir Ho*n BoZring viu isto/ em 9C<A/ foi levado a escrever estas palavras agora tão familiares para muitos: 4a cru! de 9risto eu &lorifico' Muito acima dos destroços do tempo :oda a lu! da sa&rada ist/ria "eunida em torno de sua ca(eça su(lime n'uanto a P+scoa se apro(ima/ a cada ano/ consideramos mais uma ve. Isaac Oatts "uando Hesus ergueu Sua vo. construíram uma imponente catedral3 8as um tufão provou ser mais forte 'ue o tra2al*o da mão do *omem3 Alguns s5culos depois/ da catedral s7 restavam as ruínas/ e(ceto a mural*a frontal3 Bem no alto desta mural*a/ desafiando os elementos atrav5s dos anos/ permanece uma grande cru. de 2ron.ação por si mesma6 Gou ArmagedomI3 Confuso e *esitante/ o *omem ac*a 'ue pode salvar-se por meio de sua pr7pria sa2edoria 1 'ue de alguma maneira ser+ capa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento ?.3 Coros e congregaçJes atrav5s do mundo cantam: .ica#$o #a Cr & A importDncia da Cru.

e o tra2al*o da redenção ainda são 6uma tolice6 para as pessoas 'ue 'uerem crer 'ue o *omem pode se salvar por sua pr7pria 2ondade3 A Dico"omia $o Hom%m % D% ! & *omem moderno est+ em conflito com a verdade de $eus3 Deus fala de uma 'ueda e de uma condenação/ e a Sua palavra-c*ave 5 .3 Para o *omem natural/ como F+ ressaltamos/ o sofrimento e a morte de Hesus foram 6uma tolice63 A mensagem do sangue/ da cru. 'ue fora feita para o mais despre.ltimo inimigo tin*a sido destruído3 Plena e triunfantemente/ le completara a tarefa da redenção do *omem3 Atrav5s de Seu sofrimento e morte na cru.ltima gota de Seu sangue para nos redimir3 le não poupou a Si mesmo3 Seu sofrimento na Cru.em 'ue uma mistura de sangue e +gua indica 'ue le morreu de coração partido3 Cristo sofreu no mais alto grau3 le derramou at5 a . foi completo 3 A'ui estava o Eil*o de $eus morrendo numa cru.ível dos pecadores3 & Seu foi o ato de su2stituição elevado ao mais alto grau3 Hesus Cristo foi o Cordeiro de $eus 'ue veio livrar-nos do pecado do mundo atrav5s de Seu volunt+rio sofrimento e morte 3 Para muitos/ a menção do sangue de Cristo 5 desagrad+vel3 & orgul*o deles fica ferido ao pensar 'ue um preço desses teve 'ue ser pago por sua maldade3 #ma profunda reviravolta acontece dentro deles/ 'uando mencionamos o sangue precioso de Cristo e o Seu supremo sacrifício na cru. le *avia removido a .ltima 2arreira entre $eus e o *omem3 Com as palavras vitoriosas 6 st+ aca2adoK6 GHoão 9.::=I/ le anunciou 'ue a estrada 'ue condu.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B= o2st+culo final fora superado e 'ue o .ia o *omem a $eus estava terminada e a2erta ao tr+fego3 Pouco ap7s Hesus ter proferido a'uelas palavras/ Sua ca2eça pendeu so2re o peito3 #m soldado romano se apro(imou/ enfiou uma lança em Seu flanco e saíram sangue e +gua3 &s m5dicos di.

er da cru.er a satisfação e a reali. um o2Feto sentimental/ um 2erlo'ue para ser usado ao redor do pescoço/ um ornamento numa torre de igreFa ou um em2lema gravado a ouro nas nossas Bí2lias3 $esenvolveu-se um certo interesse romDntico pela *ist7ria da cru.3 Por5m/ são o sofrimento e o sacrifício de Cristo no Calv+rio 'ue sim2oli.am a total incapacidade do *omem para salvar a si mesmo3 A cru. 'ue Cristo 5 apenas um grande e(emplo3 !entamente nos afastamos da verdade 2í2lica: 6Sem derramamento de sangue não *+ remissão36 GNe2reus .ação 'ue vin*am 2uscando3 & ap7stolo Pedro disse 'ue os cristãos são 6eleitos segundo a presciLncia de $eus Pai/ na santificação do spírito/ para a o2ediLncia e para a aspersão do sangue de Hesus Cristo63 Gl Pedro 9:<I Pedro encara as provaçJes da f5 como essencialmente produtivas na vida cristã3 Para ilustrar este ponto/ refere-se 0 pr+tica comum de suFeitar o ouro a um calor tão intenso 'ue a sua forma inicial 5 destruída3 Ao remodel+-lo/ . 'ue 2asta tentar ser como Cristo3 & o2Fetivo do *omem 5 a imitação/ não a redenção3 Deus di.a/ seus ideais e seu progresso3 Deus convoca os *omens a crer em Cristo ou se perder3 & homem di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B9 6graça63 & homem moderno fala da t+cita 2ondade da alma/ de suas aspiraçJes e 2oa vontade natural3 A palavra-c*ave do *omem 5 6o2ras63 Deus fala dos a2ismos em 'ue o *omem caiu e da depravação do *omem natural3 & homem se vangloria de sua no2re.:<<I & *omem moderno 'uer fa. como o sím2olo supremo do sofrimento revela dois fatos 2+sicos/ 'ue não podem ser negados: a profundidade da depravação do *omem e a imensidão do amor de $eus3 -ão posso entender a efic+cia e o poder do sangue de Cristo3 (iste aí um elemento de mist5rio 'ue não pode ser compreendido com nossas mentes naturais3 Por5m/ eu sei 'ue todos a'ueles 'ue testam o seu poder pela f5 desco2rem 'ue ele pode mudar maravil*osamente a vida deles/ erguL-los a um plano mais elevado de vida e tra. 'ue Cristo 5 o Salvador do mundo3 & homem di.

as/ *onrarias/ prisão ou punição não o suavi.as tam25m pereceram nas c*amas3 ProvaçJes e dificuldades podem assaltar a vida de um crente/ mas tLm tam25m a capacidade de remodelar o seu car+ter e 2anir da sua vida as impure.do no tu2o 'ue contin*a o pedaço de ouro3 este/ 'ue tin*a resistido a todos os outros +cidos/ desapareceu rapidamente na +gua-r5gia3 & ouro finalmente encontrara o seu sen*or3 -o dia seguinte/ na sala de aula/ o professor perguntou: 1 Sa2em por 'ue a'uele +cido 5 c*amado de 6+gua-r5gia6) 1 Sim 1 replicaram eles3 1 > por'ue ele 5 o sen*or do ouro/ uma su2stDncia 'ue pode resistir a 'uase tudo 'ue se derrame so2re ela3 A seguir/ o mestre falou: 1 %apa.as 'ue podem preFudicar o crescimento e o serviço3 #m colega meu formou-se em 'uímica/ en'uanto eu me formei em antropologia3 -as suas aulas de 'uímica/ ele aprendeu como os +cidos agem nas diferentes su2stDncias3 $urante uma e(periLncia/ o professor deu 0 classe um pouco de ouro e mandou 'ue o dissolvessem3 les o dei(aram a noite toda no +cido mais forte 'ue tin*am 0 mão3 le não se dissolveu3 $epois tentaram diversas com2inaçJes de +cido3 Tudo em vão3 Einalmente/ disseram ao professor 'ue ac*avam 'ue o ouro não podia ser dissolvido3 le sorriu3 1 u sa2ia 'ue vocLs não podiam dissolver o ouro3 -en*um dos +cidos 'ue vocLs tLm o afetar+/ mas e(perimentem isto a'ui3 Com estas palavras/ entregou-l*es um recipiente com um +cido especial3 les derramaram um pouco do seu conte.es/ dei(em 'ue eu l*es diga 'ue e(iste uma outra su2stDncia tão impenetr+vel 'uanto o ouro3 -ão pode ser tocada ou modificada/ em2ora uma centena de tentativas seFam feitas com esse fim3 sta su2stDncia 5 o coração pecador3 ProvaçJes/ afliçJes/ ri'ue.arão nem o dominarão3 A educação e a cultura não o dissolverão nem o purificarão3 S7 e(iste um elemento 'ue tem poder so2re o pecado do coração *umano: o sangue de Cristo/ o Salvador da alma3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B< contudo/ as impure.

seFa um co+gulo de sangue 'ue escapa3 Tudo tem a ver com o sangue3 Sem o flu(o ade'uado de sangue/ n7s morremos3 $esse modo/ o sangue representa a vida 3 $eus falou 'ue/ como resultado de nossa re2elião e pecado/ o *omem deve morrer3 Hesus Cristo tornou-se o nosso su2stituto3 Sofreu a nossa morte na cru. a scritura: 6Por'ue a vida da carne est+ no sangue3 u vo-lo dei so2re o altar/ para fa.3 Cada ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B: & sangue de Cristo 5 mencionado repetidas ve.a a privação da vida3 Todos os animais sacrificados na 5poca do Antigo Testamento eram apenas modelos e sím2olos3 speravam o dia em 'ue o Cordeiro sacrificado no começo do mundo apareceria na pessoa de Hesus Cristo/ 'ue seria le mesmo morto na cru. e(piação em virtude da vida36 $eus ensinou a Seu povo/ desde o começo/ 'ue podia ser alcançado somente pelo derramamento de sangue3 & sangue 5 feio e repulsivo3 -o entanto/ o sangue sim2oli.3 "uando Hesus deu o vin*o a Seus discípulos na bltima Ceia/ le falou: 6 ste 5 o meu sangue/ o sangue da aliança/ 'ue 5 derramado por muitos para remissão dos pecados36 G8ateus <?:<CI A'uele sangue 5 essencial e indispens+vel para a nossa salvação3 Sem a marca dele so2re n7s/ somos indignos de vir 0 presença do $eus santo e Fusto3 .es no -ovo Testamento3 Pedro pregou so2re ele/ Paulo escreveu a seu respeito e os redimidos nos c5us cantam so2re ele3 -um certo sentido/ o -ovo Testamento 5 o !ivro do Sangue3 m !evítico 9B:99/ di. e derramaria o Seu sangue para o perdão dos pecados3 Sa2emos 'ue cerca de @== mil americanos por ano sofrem um ata'ue de coração3 -a realidade/ não 5 um ata'ue de coração/ 5 um ata'ue sangWíneo3 > o sangue 'ue coagula/ não conseguindo c*egar ao coração/ ao c5re2ro/ aos pulmJes ou aos rins3 &u talve. 'ue vamos 0 igreFa e rece2emos Gou vemos os outros rece2eremI o pão e o vin*o na Comun*ão/ lem2ramonos do sangue 'ue foi derramado na cru.er e(piação pela vossa almaM por'uanto 5 o sangue 'ue fa.

I A palavra &usti"icar vem do latim &usti"icare/ 'ue significa considerar Fusto/ livrar de culpa ou inocentar3 A palavra &usti"icaç%o 'uer di./ esta era para um criminoso not7rio c*amado Barra2+s3 N+ muito/ ele temia este dia/ pois era o dia da sua e(ecução3 Por5m/ 'uando as autoridades vieram 0 sua cela/ trou(eram-l*e 2oas novas3 $isseram: 1 Barra2+s/ 5s um *omem de sorte3 Hesus de -a.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B@ -as p+ginas seguintes/ e(aminaremos 'uatro das muitas passagens das scrituras 'ue revelam o 'ue o sangue de Cristo pode fa.ar5 vai morrer no teu lugar3 Temos ordens para te li2ertar3 & criminoso foi li2ertado3 Eoi a2solvido de todas as acusaçJes3 Eoi salvo da morte 'ue merecia3 ste criminoso era típico da raça *umana: re2elde/ ímpio e sem coração3 Por5m/ foi salvo pela morte de Cristo3 Isso teria sido maravil*oso/ mesmo 'ue Barra2+s tivesse sido o .:9@/ 9 Pedro 9:9C/9. mal3 Podemos apenas perdo+-lo3 S7 $eus pode Fustificar3 "uando Cristo foi pregado na cru.I #m vel*o pregador da Inglaterra/ 'ue passara a Fuventude nas pradarias americanas/ dedicava-se ao evangelismo nas ruas de pe'uenas cidades e aldeias3 Atraía a sua plat5ia contando *ist7rias do Vel*o &este/ descrevendo como os índios salvavam as suas tendas dos incLndios nas pradarias tocando fogo na grama seca Funto ao povoado deles3 ./ 8ateus <?:<C3 I#oc%#"a$o! $a C l*a $o P%ca$o Primeiro o sangue de Cristo nos Fustifica e salva3 6&ra muito mais/ sendo agora Fustificados pelo seu sangue/ seremos por ele salvos da ira36 G%omanos A:./ Ne2reus .er por n7s *oFe: %omanos A:.nico a ser salvo3 8as a Bí2lia di.: 6Como fomos agora Fustificados por seu sangue/ seremos salvos da ira de $eus atrav5s d le6 G%omanos A:.er 6como se vocL nunca tivesse pecado63 Significa muito mais do 'ue perdão3 VocL e eu não podemos Fustificar a 'uem nos fe.

:9@I Cada um de n7s tem uma consciLncia 'ue serve de Fui.es fica fora do alcance de um psi'uiatra3 Com todas as suas t5cnicas psicol7gicas/ ele não pode sondar a sua depravação e profundidade3 & *omem 5 impotente para se apartar da culpa 'ue corr7i um coração oprimido pela culpa do pecado3 Por5m/ onde o *omem fal*ou/ $eus teve L(ito3 A Bí2lia di.ica$a! Segundo/ o sangue de Cristo purifica as nossas consciLncias3 6"uanto mais/ então/ o sangue de Cristo/ 'ue atrav5s do spírito eterno se ofereceu imaculado a $eus/ purificar+ as nossas consciLncias de atos 'ue levam + morte/ para 'ue possamos servir ao $eus vivo)6 GNe2reus . 'ue o sangue de . de Cristo3 1 Continuava a sua analogia e(plicando: 1 A *ora do Fuí. silenciosa/ acusando ou desculpando/ condenando ou a2solvendo3 Pode ser sensível/ crua/ su2desenvolvida ou distorcida/ dependendo do uso ou a2uso 'ue fi. para cada um de nossos pensamentos/ palavras e atos3 la fala com uma vo.o F+ aconteceu e não pode voltar de novoK A'uele 'ue se coloca diante da Cru.ermos dela3 A consciLncia *umana 5 conspurcada pelo pecado/ di. 5 salvo para todo o sempre3 Hamais poder+ ser condenado/ pois est+ onde o fogo F+ esteve3 A pessoa salva est+ na .ona de segurança de $eus/ purificada pelo sangue de Cristo3 Co#!ci@#cia! P ri.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento BA 1 & fogo não pode ir/ e(plicava ele/ aonde o fogo F+ esteve3 > por isso 'ue os c*amo para a cru. permanente na consciLncia3 -ossas consciLncias estão marcadas e conspurcadas pelo pecado3 A consciLncia do *omem muitas ve.ica$a! % Vi$a! Mo$i. a Bí2lia3 $epois de uma transgressão/ todos n7s sentimos culpa3 Con*ecemos 2em o tormento do coração/ a auto-recriminação 'ue a consciLncia pode causar/ o sofrimento interno 'ue pode advir com o afastamento de $eus3 & efeito do pecado pode ser apagado do corpo/ mas dei(a uma cicatri.

de Cristo/ entrega as suas energias a serviço de $eus3 Se um empres+rio corrupto desco2re a Palavra de $eus/ suas transaçJes passam a ser *onestas e integras3 & sangue de Cristo limpou as suas consciLncias das o2ras mortas3 R%$imi$o P%lo Sa#( % Terceiro/ somos redimidos pelo sangue de Cristo3 A Bí2lia di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B? Cristo tem o poder de purificar a consciLncia das o2ras mortas para servir ao $eus vivo3 Isto não 5 mera teoria3 A e(periLncia cristã a comprova3 $e uma consciLncia limpa nasce uma vida modificada3 & alco7latra consegue erguer a ca2eça com nova *onra/ dignidade e autocontrole3 A prostituta transforma-se numa esposa modesta e mãe amorosa3 "uando um delin'Wente Fuvenil encontra a pa.er 6comprar de volta6/ recuperar mediante um preço3 -ão apenas o primeiro *omem/ mas todo o *omem desde então/ caiu na armadil*a de pecado de Satan+s3 Eoi preciso recuperar/ salvar e tra. por n7s3 Capturada por Satan+s e coagida a servi-lo/ a *umanidade/ em sua deso2ediLncia e infidelidade/ não dei(ou $eus desanimado nem diminuiu o amor d le por n7s3 m ve./ le pagou um preço por nossa li2ertação/ um preço inimaginavelmente maior do 'ue nosso valor real3 le agiu assim por'ue nos amava3 Eomos resgatados/ . disso/ na cru.: 6Sa2endo v7s 'ue fostes resgatados das vossas pr+ticas vãs/ 'ue por tradição rece2estes de vossos pais/ não por coisas corruptíveis/ como o ouro ou a prata/ mas pelo sangue precioso de Cristo/ como de um cordeiro sem defeito e imaculado36 Gl Pedro 9: 9C/9.I A palavra resgatar 'uer di.er de volta o *omem3 A palavra resgatado pode ser ilustrada pela posição de um escravo 'ue foi capturado ou coagido a servir algu5m 'ue não era o seu amo legal/ mas cuFo amo real/ decidido a recuperar o amor e os serviços do escravo/ compra-o de volta mediante um alto preço3 Eoi isso o 'ue $eus fe.

/ a mãe contou-l*e a *ist7ria de como l*e salvara a vida com a'uelas mãos3 A fil*a derramou l+grimas de gratidão e disse: 1 A*/ mamãe/ 'ue mãos lindas/ as mais lindas do mundo3 -ão as esconda nunca maisK & sangue de Cristo pode parecer um t7pico som2rio e repulsivo para os 'ue não se dão conta de sua verdadeira importDncia/ mas/ para os 'ue aceitaram a Sua redenção e foram li2ertados da escravidão do pecado/ o sangue de Cristo 5 precioso3 & escravo li2erto Famais se es'uece do alto preço da sua li2erdade3 H+ viu algu5m rece2endo transfusão de sangue) & sangue era precioso/ vital e/ sem d./ uma mãe salvou a sua fil*in*a de uma casa em c*amas/ mas sofreu 'ueimaduras graves nas mãos e 2raços3 "uando a menina cresceu/ sem sa2er como os 2raços da mãe tin*am ficado da'uele Feito/ sentia vergon*a das mãos marcadas e c*eias de cicatri.vida/ não era repulsivo3 & sangue de Cristo comprou a igreFa 1 ou seFa/ toda a compan*ia da'ueles 'ue confiam n le para a salvação3 6Cristo amou a igreFa e por ela se entregou a si mesmo36 G f5sios A:<AI "uando Cristo nos comprou/ fe. de n7s um povo marcado3 So2re cada coração 'ue a2raça o sangue de Cristo/ $eus coloca uma marca invisível como sím2olo de sua redenção3 H+ carim2aram a mão para entrar num par'ue de diversJes ou num evento esportivo) A marca em si não aparece/ e(ceto 'uando se Foga nela um determinado tipo de lu.es e insistia para 'ue a mãe usasse sempre luvas compridas para co2rir a'uele fealdade3 Por5m/ certo dia/ a fil*a perguntou 0 mãe como seus 2raços tin*am ficado tão marcados3 Pela primeira ve.3 A lu.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento BB recuperados/ salvos/ não com coisas corruptíveis como o ouro ou a prata/ mas pelo sangue precioso de Cristo3 G9 Pedro 9:9C/9.I Certa ve. de $eus/ da mesma forma/ 2ril*a so2re nossos coraçJes para determinar 'uem fa. parte da verdadeira igreFa de Cristo3 Independentemente de cor/ raça ou nacionalidade/ .

/ mas/ 'uando $eus ol*a para Hesus/ 5 'ue a min*a salvação est+ assegurada3 Cristo/ nosso cordeiro pascal/ foi sacrificado por n7s G9 Coríntios A:BI3 Sofreu supremamente na cru.a de 'ue o sangue est+ l+) & pai respondeu 'ue ordenara 'ue ele fosse aspergido no lintel3 8as o garoto s7 ficou satisfeito 'uando o pai o tomou nos 2raços e o levou at5 a porta para ver com seus pr7prios ol*os3 8as o sangue não estava l+K A ordem não fora cumpridaK Antes da meia-noite/ o pai se apressou a 2otar na porta o sím2olo sagrado da proteção3 & sangue do cordeiro aplicado so2re o 2atente da porta/ na noite da li2ertação de Israel do gito/ distinguiu os o2edientes dos deso2edientes3 Assim como *oFe em dia o sangue aplicado do Cordeiro de $eus 5 a marca diferenciada dos evocados por $eus/ a igreFa3 C*arles Naddon Spurgeon comentou so2re c(odo 9<:9:: $eus 6não di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento BC a'ueles 'ue são marcados com o sangue são distinguidos como a'ueles 'ue confiaram em Cristo/ e s7 n le/ para a sua salvação3 $eus/ *oFe em dia/ 5 o mesmo 'ue era antigamente3 "uando os israelitas sofriam cruelmente como escravos no gito/ $eus li2ertou-os de sua escravidão3 -a v5spera da li2ertação/ todo c*efe de família israelita teve ordem de matar um cordeiro e aspergir o 2atente da porta com o seu sangue3 ste era o sinal para 'ue os anFos da destruição respeitassem a casa3 $eus falou: 6"uando eu vir o sangue/ passarei por v7s/ não *aver+ entre v7s praga para vos destruir/ 'uando eu ferir a terra do gito36 Gc(odo 9<:9:I Conta a lenda 'ue/ na noite do L(odo/ um garoto Fudeu/ primogLnito de uma família/ estava tão preocupado/ no seu leito de enfermo/ 'ue não conseguia dormir3 1 Pai 1 perguntou/ ansioso 1 / tem certe.BAI/ p3 :93 . 'uando vires o sangue6 passarei por ti/ 6mas 'uando eu o vir63/ "uando ol*o para Hesus/ sinto alegria e pa. em nosso lugar3 $a mesma forma 'ue a morte c*egou para todos os lares do gito/ na'uela noite terrível/ 9 C*arles Naddon Spurgeon/ The 4e5 !ar.Street !ulpit. Sermons / GPasadena/ Te(as3 Pilgrim Pu2lications/ 9.

significa 2oas novas para toda a *umanidade/ para todos 'ue a aceitarem3 Ao assestar os povos de toda as raças para Cristo/ clamamos como Hoão Batista: 6 is o cordeiro de $eus/ 'ue tira o pecado do mundoK6 GHoão 9:<. de Cristo 5 universal3 Con*eci gente de toda raça e origem 'ue confiou nos m5ritos de Hesus Cristo e de Seu sangue derramado para a sua salvação3 A atração da cru.%r!al "uarto/ o sangue de Cristo foi derramado por todos3 "uando Hesus serviu a .I Ealando de Sua crucificação/ o pr7prio Hesus disse: 6 u/ 'uando for levantado da terra/ atrairei todos os *omens para mim mesmo36 GHoão 9<::<I Por 6todos os *omens6/ le não 'ueria se referir a todos os *omens sem e(ceção/ pois e(istem muitos 'ue se recusam a ser atraídos por le3 & 'ue le 'ueria di. e uma alegria 'ue o din*eiro não pode comprar3 Transforma o .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento B. assim a morte est+ em toda as almas 'ue não estiverem aspergidas pelo sangue de Cristo3 A"ra<2o U#i.endo uma pa.er era todos os *omens sem distinç%o/ 'uer fosse de classe ou cor ou outra coisa 'ual'uer3 & Seu convite para o amor 5 para os Fudeus e os gentios/ igualmente3 A atração da cru. alcança os antros de 7pio do oriente/ salvando e redimindo os *omens de um inferno em vida3 Toca os coraçJes dos favelados e donos de co2erturas3 Penetra nas mansJes da elite/ onde *omens e mul*eres vivem no lu(o/ tra.ltima ceia para Seus discípulos/ pegou o c+lice de vin*o e disse: 6 ste 5 o meu sangue para a nova aliança/ 'ue 5 derramado por muitos para o perdão dos pecados36 G8ateus <?:<CI 8uitas das religiJes do mundo tLm atração para uma determinada raça ou nacionalidade3 #ma religião atrai principalmente o mundo +ra2e3 &utra atrai principalmente a mente *indu3 Ainda uma outra se inclina para a filosofia oriental3 8as a mensagem da Cru.

rim%#"o & -ovo Testamento/ en'uanto insiste em 'ue o verdadeiro prop7sito do sofrimento de Hesus foi livrar-nos de nossos pecados/ tam25m nos mostra 'ue o sofrimento do Salvador 5 um modelo para 'ue n7s/ como Seu povo crente/ devemos suportar os nossos sofrimentos3 Assim o ap7stolo Pedro/ ao se dirigir aos escravos cristãos/ e(ortouos a suportar su2missamente seus padecimentos/ em2ora nada tivessem feito de errado: 6Para isto fostes c*amados/ por'uanto tam25m Cristo padeceu por v7s/ dei(ando-vos e(emplo/ para 'ue sigais as suas pisadas3 le não cometeu pecado/ nem tampouco foi ac*ado engano na sua 2ocaM .era o seu testamento/ 'ue consistia em umas de.ica$o ) m EA%m*lo $% So.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento C= caçador de ca2eças num salvador de almas3 $+ aos *omens de todas as naçJes uma vida dinDmica e c*eia de prop7sito3 "uando um financista famoso faleceu/ *+ alguns anos/ desco2riu-se 'ue/ no ano anterior 0 sua morte/ ele fi.a do mendigo para l*e dar a salvação3 -este aspecto/ ele era tão dependente 'uanto o ladrão 'ue agoni.ou no Calv+rio/ dependente da miseric7rdia de $eus e do sangue derramado de Cristo/ assim como todos n7s somos/ não importa 'ual seFa a nossa situação na vida3 Cri!"o Cr ci. mil palavras e :B cl+usulas3 A cl+usula mais importante no seu testamento era a sua prioridade na vida3 $isse ele: 6 ntrego a min*a alma nas mãos do meu Salvador/ c*eio de confiança em 'ue/ tendo me redimido e lavado com o Seu precioso sangue/ le me apresentar+ impec+vel diante do trono de meu Pai celeste3 %oga a meus fil*os 'ue manten*am e defendam/ diante de 'ual'uer perigo e a todo o custo pessoal/ a a2ençoada doutrina da completa e(piação do pecado atrav5s do sangue de Hesus Cristo 'ue foi oferecido/ e tão-somente atrav5s d le36 ste *omem sa2ia 'ue a sua imensa fortuna era tão impotente 'uanto a po2re.

er por causa da deso2ediLncia do *omem3 Assim como o sofrimento entrou no mundo por causa da deso2ediLncia de um *omem GAdãoI/ tam25m o alívio desse sofrimento veio atrav5s da o2ediLncia de um Nomem GCristoI3 ./ levianamente/ uma F7ia/ um o2Feto de adorno/ mas/ para $eus/ ela foi o supremo sacrifício 'ue teve 'ue fa. e sua ignomínia e est+ sentado 0 direita do trono de $eus36 $epois/ acrescenta: 6Considerai/ pois/ a'uele 'ue suportou tanta oposição dos pecadores/ para 'ue não vos canseis nem desanimeis36 GNe2reus 9<:<:I Sim/ considere1o3 -os nossos padecimentos e tri2ulaçJes/ o pr7prio Hesus deve ser a nossa principal consideração3 $evemos fi(ar os ol*os n le3 le/ 'ue sofreu por n7s/ mostra-nos como devemos suportar nossos sofrimentos3 &s *omens e mul*eres fi.eram da cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento C9 sendo inFuriado/ não inFuriava/ padecendo/ não ameaçava/ mas entregava-se 0'uele 'ue Fulga Fustamente36 Gl Pedro <:<9-<:I Cristo dei(ou-nos um e(emplo3 A palavra grega usada para e(emplo 5 derivada da vida estudantil e refere-se a um padrão de escrita a ser copiada pelas crianças 'ue estão aprendendo a escrever3 Cristo 5 nosso caderno de caligrafia3 &l*amos para le e aprendemos como se deve suportar o sofrimento3 -a passagem/ o ap7stolo c*ama a atenção para 'uatro coisas so2re o sofrimento do Salvador3 Primeiro/ a Sua vida santa: 6-ão cometeu nen*um pecado6M segundo/ Sua fala sincera: 6nen*uma mentira foi encontrada em sua 2oca6M terceiro/ Seu espírito paciente: 6sendo inFuriado/ não inFuriava/ padecendo/ não ameaçava6M e 'uarto/ a Sua f5 implícita: 6entregava-se 0'uele 'ue Fulga Fustamente36 & autor da pístola aos Ne2reus tam25m e(orta seus leitores/ 'ue estavam sendo perseguidos por sua f5/ a recordar o e(emplo de sofrimento de Cristo3 screve ele: 6Ei(emos nossos ol*os em Hesus/ o autor e aperfeiçoador de nossa f5/ 'ue/ em troca da alegria 'ue l*e estava sendo proposta/ suportou a cru.

: 6Assim como pela deso2ediLncia de um s7 *omem foram todos constituídos pecadores/ assim tam25m pela o2ediLncia de um s7 todos serão constituídos Fustos36 & poder do pecado foi rompido pelo sacrifício de Cristo no Calv+rio/ e completamente derrotado por Sua ressurreição vitoriosa na man*ã de domingo 'ue/ *oFe/ c*amamos de P+scoa3 > por isso 'ue podemos cantar Funto com o autor do *ino: -a cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento C< Como escreveu Paulo/ em %omanos A:9. de Cristo eu me glorificoK .

encepost GOaco/ Oord BooPs/ 9. papai te$e febre reum%tica((( &urante os de0 1ltimos anos de sua $ida.a espiritual 5/ em grande parte/ resultante de sua *erança familiar3 Seus pais eram cristãos serenos e coraFosos/ 'ue partil*avam e viviam a sua f5 a2ertamente diante dos fil*os3 -o seu livro/ Allan recon*ece a importDncia de am2os na sua formação espiritual3 > interessante notar 9 Allan merQ/ A Turtle on a . s2 n!o sentiu dor "uando dormia( Creio "ue sua atitude com rela !o ao sofrimento deu credibilidade ao seu testemunho crist!o3/ A!!A.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento C: POR 5UE OS CRISTBOS NBO ESTBO ISENTOS: &epois.B.8 %S A T -$c-CIA $&S N&8 -S 5 se perguntar por 'ue a pessoa 'ue ama $eus e tenta viver uma vida cristã e(emplar tem 'ue sofrer física/ psicologicamente ou de outra forma 'ual'uer durante a sua passagem pela terra3 $esde o princípio o sofrimento dos crentes vem confundindo Fudeus e cristãos3 H7 5 o e(emplo cl+ssico de um crente sofredor3 Nouve um motivo e(tremamente importante para o seu sofrimento3 8as H7 não sa2ia disso/ en'uanto passava por sua provação3 H7 nem ao menos tin*a o !ivro de H7 para confort+-lo/ como n7s temosK $aniel foi posto no covil do leãoM Sadra'ue/ 8esa'ue e A2ede--ego foram amarrados e lançados numa fornal*aM Hos5 foi aprisionadoM 8ois5s teve 'ue fugir do gito e viver longe de tudo o 'ue con*ecia *+ 'uarenta anos3 & motivo para todas essas coisas não era con*ecido na 5poca3 Tin*a 'ue ser visto em retrospecto3 -en*um de n7s sa2er+ o motivo total do sofrimento dos fi5is antes de c*egarmos ao c5u3 Se os crentes 'ue nos antecederam não foram isentos/ por 'ue n7s o seríamos) A citação 'ue a2re este capítulo foi retirada de um livro de um amigo de longa data/ Allan merQ Hr3 le 5 um *omem dotado de rara percepção individual/ Funtamente com um grande senso de *umor3 A sua agude.I3 p3 CA3 .

3 Hunto ao p5 da cru./ viu o Eil*o morrer de uma das maneiras mais dolorosas e vergon*osas 'ue o *omem Famais inventou3 Aos ol*os do povo ao seu redor/ le era um criminoso comum3 &uviu as vaias3 Viu o soldado enfiar a lança em Seu flanco3 -o entanto/ ela acreditou em $eus3 -ão podia es'uecer a visita do anFo 'ue l*e dissera: 6SalveK altamente favorecida/ o Sen*or 5 contigo333 -ão temas/ 8ariaM pois ac*aste graça diante de $eus3 Conce2er+s no teu ventre/ e dar+s 0 lu. eco 0s palavras do Salvador registradas no vangel*o/ e dos outros discípulos3 Como deve ter sofrido 8aria/ a mais a2ençoada das mul*eres/ e mãe de Hesus) Imagine os insultos dos amigos 'ue ac*avam 'ue ela era imoral3 &u/ anos depois/ os seus padecimentos durante a *umil*ação de Hesus/ culminando na cru. romana/ por'ue não se ac*ava digno de morrer da mesma forma 'ue seu mestre3 Pedro sofreu de muitas outras formas/ tanto físicas 'uanto mentais/ durante o seu percurso com o Sen*or/ mas em todos os seus escritos o valor positivo do sofrimento 5 enfati.ado3 Ao desenvolver este assunto/ fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento C@ 'ue/ assim como muitos cristãos/ os pais dele sofreram muito na vel*ice/ e am2os testemun*aram por Cristo sem se 'uei(ar/ gloriosa e fielmente/ durante os seus padecimentos físicos/ como Allan narra com profunda afeição3 Por"a8Vo&%! $% D% ! & ap7stolo Pedro escreveu muito so2re os cristãos sofredores3 Sa2ia/ assim como a maioria dos primeiros seguidores de Hesus/ o 'ue era sofrer por uma f53 A tradição nos conta 'ue ele morreu pendurado de ca2eça para 2ai(o numa cru. um fil*o/ a 'uem c*amar+s Hesus3 ste ser+ grande e ser+ c*amado Eil*o do AltíssimoM o Sen*or $eus l*e dar+ o trono de seu pai $avi/ e ele reinar+ eternamente so2re a casa de Hac7/ e o seu reino não ter+ fim36 G!ucas 9:<C-::I .

do sofrimento incrível do presente por parte de 'uem tanto amava3 -a 5poca/ ela era incapa. 3 .ei um serviço f. Mas ver1s que Min a &raça + suficiente para permitir que tu o suportes. = para não seres exaltado al+m da conta.ação da profecia3 Para 'ue a raça *umana tivesse alguma possi2ilidade de reconciliação com $eus/ o Eil*o dela tin*a 'ue morrer e(atamente da'uela forma3 como *aviam previsto os profetas3 O! Cri!"2o! So.* Alguns anos atr+s/ reali.er a Paulo: *Existe um motivo para este espin o na carne.ne2re em mem7ria da'ueles 'ue tin*am morrido em furacJes 'ue 'uase destruíram uma cidade te(ana3 Cristãos morreram e foram feridos/ do mesmo modo 'ue os não cristãos3 $essa forma/ os cristãos não estão isentos de desastres pro2lemas e doenças3 Tais coisas são imanentes 0 *umanidade e estamos envolvidos nelas por'ue partil*amos da e(periLncia *umana/ assim como Cristo o fe. de perce2er inteiramente 'ue esta era a reali.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento CA Ao testemun*ar a trag5dia aparente da crucificação/ 8aria deve terse perguntado: 6Ser+ 'ue me enganei) Tive uma falsa visão) > verdade 'ue le 5 o %ei 'ue reinar+ para sempre)6 Sendo *umana/ ela deve ter 'uestionado o passado 0 lu.r%m Por4 % S2o H ma#o! Podemos en(ergar/ a'ui e ali/ na Santa scritura/ o por'uL dos fi5is não estarem isentos do sofrimento3 Vemos tam25m alguns motivos 2em definidos3 !rimeiro/ os cristãos sofrem por'ue são *umanos3 & fato de sermos cristãos não 'uer di.er 'ue esteFamos isentos de doenças/ padecimentos/ desastres naturais/ trag5dias/ e/ por fim/ da morte3 -aturalmente/ ouvimos falar de cristãos 'ue foram milagrosamente salvos ou curados3 $a mesma forma/ ouvimos falar de outros 'ue passam pelo fogo dos padecimentos/ como/ por e(emplo/ o 6espin*o na carne6 de Paulo3 Por5m/ nem tudo 5 mist5rio3 &uvimos o Sen*or di.

ando por ele/ mas/ infeli.endo com 'ue ela c*egasse a um estado de esgotamento físico e mental completo3 Agora est+ enamorado de sua secret+ria3 "uer continuar sendo um líder cristão na comunidade/ mas dois proveitos não ca2em num saco s73 st+ travando uma 2atal*a terrível dentro da pr7pria alma3 & sorriso dei(ou-l*e o rosto/ a alegria dei(ou-l*e o coração3 A sua situação agora 5 tão evidente 'ue outros cristãos/ con*ecendo as circunstDncias/ não apenas estão re.o6 de $eus Gver I Cor3 99:<C-:< e Pedro @:9B-9.o/ mas de triste.aM depois/ por5m/ d+ fruto pacífico de Fustiça aos 'ue por ela tLm sido e(ercitados36 GNe2reus 9<:A-99I Se/ atrav5s do descuido e da indiferença/ n7s ignoramos as leis do trDnsito/ merecemos ser presos e punidos como 'ual'uer um3 Se não formos amorosos e fi5is na nossa vida cristã/ pagaremos por isso com uma consciLncia culpada ou castigo de $eus3 #m cristão tem responsa2ilidades tremendas para com a sua família3 le ou ela tem responsa2ilidades de amar a cada mem2ro da família3 8aridos e mul*eres devem amar-se e su2meter-se um ao outro3 $evemos treinar nossos fil*os no camin*o 'ue devem seguir3 Se negligenciarmos tais responsa2ilidades/ sofreremos as conse'WLncias talve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento M i"a! V%&%! o! Cri!"2o! So.es a correção do Sen*or/ nem te desanimes/ 'uando por ele 5s repreendidoM pois o Sen*or castiga ao 'ue ama/ e açoita a todo fil*o 'ue rece2e3 > para a disciplina 'ue sofreis G$eus vos trata como a fil*osIM pois 'ual o fil*o a 'uem não corrige seu pai) G333I Toda correção ao presente/ na verdade/ não parece ser de go.r%m Por4 % M%r%c%m C? Segundo/ os cristãos não estão isentos do sofrimento 'uando pecam e deso2edecem a $eus3 Se um cristão conta uma mentira/ perde a paciLncia ou comete algum tipo de pecado/ ele sofrer+ o castigo ou 6Fuí. não imediatamente/ por5m mais tarde3 Con*eço um líder cristão3 N+ anos 'ue trata mal a mul*er/ o 'ue terminou fa.I3 Assim como uma criança necessita ser corrigida/ os fil*os de $eus precisam ser corrigidos3 A Santa scritura di.mente/ .: 6Eil*o meu/ não menospre.

mente/ nos .ltimos anos3 8uitos não-cristãos ac*am 'ue/ por motivos comerciais ou políticos/ deviam pertencer 0 igreFa e fa.nica coisa inteligente a fa.ltimos anos/ vimos pessoas 'ue a2raçaram o cristianismo/ especialmente nos stados #nidos/ por'ue parecia ser a .vida/ 'uando todos estivermos frente ao trono de Fulgamento de Cristo/ os nossos verdadeiros motivos serão revelados3 .a Terceiro/ não e(iste um 6a2rigo contra a precipitação radioativa6 cristão3 &s cristãos não estão isentos do sofrimento por'ue/ se estivessem/ os não-cristãos viriam correndo para a porta da igreFa como se ela fosse um a2rigo contra a precipitação radioativa3 Infeli.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento CB tam25m estão revelando o seu pecado3 & sofrimento dele 5 'uase insuport+vel 1 tudo por causa do seu pecado 1 mas/ at5 agora/ ainda não se arrependeu3 N2o EAi!"% A'ri(o Co#"ra a Pr%ci*i"a<2o Ra$ioa"i.lpito ou lecionando em escolas e semin+rios protestantes3 Hesus disse: 6Ai de v7s G333I *ip7critasK por'ue fec*ais a porta do reino dos c5usM pois nem v7s entrais/ nem dei(ais entrar os 'ue estão entrando36 G8ateus <::9:I 8uitos cristãos 'ue professam Cristo não vivem como se & possuíssem3 Todavia/ como podemos estar pr7(imos dos acontecimentos 'ue levam aos 6.ltimos dias6/ o verdadeiro e o falso começarão a se separar3 "uando o sofrimento e a perseguição caírem so2re n7s/ *aver+ uma diferença3 Sem d.er uma profissão de f5 'ue não est+ de acordo com a vida 'ue levam3 Conse'Wentemente/ a igreFa na Am5rica est+ profundamente infiltrada pelo 6mundo6/ e/ dessa forma/ est+ começando a assemel*ar-se ao mundo em muitas de suas atividades3 Assim como na 5poca de Cristo/ e(istem *ip7critas na igreFa 1 at5 mesmo no p.er3 A popularidade do cristianismo cresceu nos stados #nidos e em outros países/ nos .

stia con*ecidos do *omem/ não apenas dor física/ não sou diferente de vocLs3 4ostaria de levar uma vida livre de pro2lemas/ livre de dores/ livre de severa disciplina pessoal/ mas tive tantas pressJes na min*a vida 'ue *ouve *oras em 'ue tam25m tive vontade de 6sumir6 1 ou estive tentado a pedir ao Sen*or 'ue me levasse para o c5u3 Como escreveu C3S3 !eZis/ em The !roblem o" !ain Gp+g3 .:I: 6VocLs 'uerem sa2er como me comporto 'uando sinto dor/ não apenas 'uando estou escrevendo a respeito3 Pois não precisam adivin*ar/ eu mesmo vou contar: sou um grande covarde333 8as/ de 'ue vale falar-l*es de meus sentimentos) VocLs F+ os con*ecem/ pois são os mesmos 'ue os seus3 -ão estou discutindo 'ue a dor não seFa dolorosa3 A dor d7i36< Se $eus nos ama tanto/ por 'ue permite coisas como o cDncer/ tumores/ ou in.es inclui o sofrimento3 & fogo do castigo purifica nossas vidas e aprofunda nosso espírito3 Se o Salvador alcançou 6a perfeição pelos sofrimentos6 GNe2reus <:9=I/ como podemos esperar fugir) VocL F+ pensou 'ue o aço 5 ferro mais fogo/ 'ue o solo 5 roc*a mais a força da corrosão do tempo e 'ue o lin*o 5 fi2ra mais o pente 'ue separa e o mangual 'ue soca e o tear 'ue tece) "uando falo em sofrimento/ 'ue inclui todos os elementos de dor e ang.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento CC D% ! U!a o So.:3 .: 6A 'uantos eu amo repreendo e castigo36 -ossa vida cristã/ para nos tornarmos a'uilo 'ue $eus 'uer 'ue seFamos/ tem 'ue ser de f5 e sofrimento3 $eus tem o Seu plano divino para moldar nossas vidas e esse plano muitas ve.AAI/ p3 .meras mol5stias e doenças) n'uanto rescrevia este capítulo/ sou2e 'ue a mul*er de um amigo meu na Austr+lia est+ com um tumor maligno no c5re2ro3 Sou2e tam25m 'ue a mul*er de um de meus amigos mais 'ueridos/ um con*ecido evangelista/ est+ com cDncer3 < G-ova SorP: T*e 8acmillan Co3/ 9.rim%#"o % a! Pro.a<C%! Para #o! Di!ci*li#ar 6uatro/ $eus usa o sofrimento e as provaçJes para nos disciplinar3 Hesus disse/ em Apocalipse ::9.

ltimos versículos de Ne2reus e(plicam: 6Todos estes/ tendo alcançado 2om testemun*o pela sua f5/ contudo não alcançaram a promessa/ tendo $eus provido alguma coisa mel*or no tocante a n7s/ para 'ue eles/ sem n7s/ não fossem aperfeiçoados Gou seFa/ antes 'ue pud5ssemos nos reunir a elesI36 Gvv3 :.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento C.es somos tentados a perguntar: por 'uL) %ecentemente/ ouvimos falar de 2andidos 'ue estupraram uma mission+ria/ depois de matarem seu marido no Fardim de sua casa3 la ficou dois dias trancada na casa com as crianças/ temendo a volta dos 2andidos3 S7 então teve coragem de ir l+ fora para enterrar o marido3 "uando min*a mul*er ouviu esta *ist7ria/ ficou profundamente pertur2ada durante trLs dias3 studou a Santa scritura3 Perguntou a si mesma: 6Sen*or/ onde estavam as promessas)6 ntão/ c*egou a Ne2reus 99/ onde *+ uma lista de grandes *er7is da f53 8uitos deles foram gloriosa e maravil*osamente salvos por causa de sua f53 Navia pessoas 6'ue pela f5 venceram reinos/ praticaram Fustiça/ alcançaram as promessas/ taparam as 2ocas dos leJes/ e(tinguiram a violLncia do fogo/ evitaram o fio da espada/ de fracos tornaram-se fortes/ fi. 8uitas ve./@=I m outras .eram-se poderosos na guerra/ puseram em fuga os e(5rcitos estrangeiros3 As mul*eres rece2eram pela ressurreição os seus mortos36 GNe2reus 99:::-:AI 8as espere3 Ser+ 'ue todos a'ueles fi5is de antan*o escaparam 0s provaçJes) -ão3 -o meio do :Ad versículo/ ocorre uma mudança dram+tica e dr+stica3 $i. ele: 67ns foram torturados/ não aceitando o seu livramento para mel*or ressurreição/ e outros e(perimentaram esc+rnios/ açoites e ainda gril*Jes e prisãoM eles foram apedreFados/ provados/ serrados pelo meio/ mortos ao fio da espadaM eles andaram errantes/ vestidos de peles de ovel*as e ca2ras/ necessitados/ aflitos/ maltratados/ uns *omens Gde 'uem o mundo não era dignoI errantes nos desertos/ nos montes/ nas covas e nas cavernas da terra36 Gvv3 :A3:C/ o grifo 5 meuI Alguns foram salvos/ outros não foram salvos/ segundo a 6vontade e o plano de $eus63 Temos a'ui a Sociedade $ivina da 68edal*a de &uro63 Por 'ue esses outros não foram salvos) &s dois .

'ue $eus tem algo mel*or para eles3 A Santa scritura indica 'ue as recompensas deles poderão at5 ser maiores na vida futura/ pois/ na 5poca em 'ue sofreram/ ainda não *avia nen*uma promessa para recompens+-los3 Acreditaram e confiaram mesmo sem terem sido salvos3 Temos 'ue nos dar conta de 'ue/ 'uando $eus permite 'ue tais coisas aconteçam/ e(iste um motivo 'ue aca2ara sendo do con*ecimento do indivíduo 1 mais provavelmente s7 'uando formos para o c5u3 Va#"a(%m $a Di!ci*li#a 6uinto/ *+ uma vantagem a se tirar da disciplina3 Como F+ vimos/ H7 passou por todos os testes 'ue Satan+s pRde inventar/ com a permissão de $eus3 Como resultado/ H7 saiu da prova de fogo 6como o ouro6/ sem nen*uma impure.ação do .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento .es surgem na vida de um cristão são a concreti.a/ apenas com o 'ue *avia de mais puro no metal3 Pode ser difícil entender por 'ue precisamos nos testar/ mas não podemos es'uecer 'ue o teste vai nos refinar e purificar3 & ap7stolo Pedro e(plica a seus leitores o motivo para suas provaçJes e perseguiçJes: 6Para 'ue a prova de vossa f5/ mais preciosa 'ue o ouro 'ue perece/ mesmo 'uando provado pelo fogo/ seFa ac*ada para louvor/ gl7ria e *onra na revelação de Hesus Cristo36 Gl Pedro 9:BI Podemos tirar vantagem da e(periLncia do sofrimento/ suportandoo pacientemente e aprendendo com ele/ ao inv5s de lutar contra ele3 Eoi isso o 'ue H7 concluiu: 6Se le me provasse/ sairia eu como o ouro36 GH7 <::9=I Isso 5 reagir positivamente ao teste/ tirando vantagem dele/ ao inv5s de se lamentar pela interferLncia no seu cotidiano3 Algumas das flores mais 2elas 'ue F+ vi eram artificiais/ feitas de seda/ pl+stico ou cera3 -o entanto/ elas nunca atraem os insetos3 São as flores vivas 'ue os atraem3 &s cristãos automaticamente atraem demRnios/ 'ue estão constantemente importunando/ pertur2ando/ tentando destruir3 Por5m/ $eus tam25m usa isso com um prop7sito3 As provaçJes 'ue muitas ve.= palavras/ a scritura di.

3 Se esta mesma 2arra de cinco d7lares for transformada em agul*as/ passar+ a valer :A= d7lares/ mas/ se for transformada em molas delicadas para rel7gios caros/ estar+ valendo <A= mil d7lares3 sta 2arra de aço original fica mais valiosa 0 medida 'ue for sendo tra2al*ada/ levada ao fogo repetidas ve.es/ martelada e manipulada/ 2atida e socada/ aca2ada e polida/ at5 'ue finalmente est+ pronta para sua tarefa delicada36: -os dias atuais de inflação/ o preço seria 2em maior do 'ue as 'uantias 'ue o $r3 $eNaan usou *+ muitos anos3 Todavia/ isso ilustra a verdade de 'ue a disciplina e o castigo de $eus forFam o car+ter cristãoM e este 5 um dos motivos pelos 'uais não estamos isentos dos pro2lemas e dificuldades da vida3 8uitos cristãos/ 'uando são disciplinados por $eus/ recaem na autocompai(ão e na amargura3 VLem suas vidas soterradas so2 os : BroPen T*ings G4rand %apids/ eondervan/ 9.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento .em 'ue uma 2arra de aço 'ue vale cinco d7lares ao ser transformada em ferraduras comuns valer+ apenas de.@CI/ p3 A93 .9 gracioso prop7sito de $eus/ 'ue 2usca criar Seu fil*o na f5 mais preciosa/ desenvolvendo no Seu ente amado o espírito cristão 'ue leva 0 alegria e ao 6ouro63 & $r3 Earis $3 O*itesell di.: 6&s 'ue sofrem fisicamente/ se orientados corretamente com $eus/ aprendem 'ue os outros dei(am escapar3 C*egam a uma avaliação mais precisa da'uilo 'ue realmente vale na vida/ disciplinando seus espíritos/ purificando seus motivos/ aprofundando adoçando seus caracteres36 VocL F+ ol*ou para um 'uadro de valor inestim+vel e se perguntou o 'ue l*e dava este valor) &l*ando para um %em2randt/ dou-me conta de 'ue ele usava tela e tintas como outro artista 'ual'uer e/ no entanto/ seus 'uadros são o2ras de arte valiosíssimas3 A diferença est+ no pr7prio artista3 $eus 5 o artista de nossas vidas/ usando o Seu pincel para criar uma coisa 2ela3 Por5m/ nossa tela est+ incompleta3 $eus ainda não aca2ou conosco3 & $r3 83%3 $eNaan descreveu uma analogia deste princípio: 6$i.

a tende a negligenciar a necessidade da oração at5 encontrarmos sofrimento ou dificuldades de 'ual'uer tipo3 Ere'Wentemente/ precisamos ser levados 0 verdadeira oração pelas circunstDncias 'ue nos cercam3 $Zig*t !3 8oodQ gostava de ressaltar 'ue e(istem trLs tipos de f5 em Hesus Cristo: a "é +ue luta/ 'ue 5 como um *omem apavorado se de2atendo em +guas profundasM a "é +ue se agarra/ 'ue 5 como um *omem segurando com força o lado de um 2oteM e a "é +ue repousa/ 'ue ./ le orou: 6Pai/ se é do teu agrado/ afasta de mim este c+lice36 G!ucas <<:@</ o grifo 5 meuI -ossas preces precisam estar de acordo com a vontade de $eus pelo simples motivo de 'ue $eus con*ece mel*or do 'ue n7s mesmos o 'ue 5 2om para n7s3 Sem a e(periLncia do sofrimento ou de algum tipo de aflição/ Famais seríamos os guerreiros da oração 'ue devemos ser3 -ossa nature.es/ em nossas oraçJes perguntamos por 'ue a resposta tarda/ dando a impressão de 'ue nunca vai c*egar3 8uitos dos sofredores de $eus oram pedindo alívio/ mas a resposta de $eus parece ser 6não63 A cura pode não c*egar/ mas $eus atende 0s nossas preces3 -em sempre as atende da forma 'ue 'ueremos3 Podemos não ter orado segundo a vontade de $eus3 -o Hardim de 4etsLmani/ na perspectiva da Cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento .< escom2ros da depressão/ mas nossas dificuldades devem ser encaradas como degraus3 -osso testemun*o/ então/ ser+ como o do 6papai6 merQ/ com 'ue a2rimos este capítulo3 A escol*a 5 nossaK & poder 5 de $eusK Para #o! Ma#"%r H mil$%! % $% 1o%lho! Se)to/ $eus permite 'ue o fogo da tri2ulação entre em nossas vidas para nos tornar/ e manter/ *umildes3 le podia ter livrado Paulo da'uele 6espin*o na carne6/ mas recusou todos os pedidos de alívio de Paulo/ e prometeu-l*e/ ao inv5s disso/ a Sua graça3 Deus também n%o isenta os crist%os de so"rimento por+ue ele aumenta a sua vida de oraç%o3 -ada nos por+ de Foel*os mais depressa do 'ue os pro2lemas3 Ts ve.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento .eis o 2em e por isso padeceis/ isto 5 agrad+vel a $eus36 GI Pedro <:<=I .er3 Tu coroaste o Teu triunfo3 "ue seFa esta a min*a coroa/ 7 Sen*or3 Somente triunfo em Ti 'uando F+ aprendi a aur5ola da c*uva36 Para #o! E#!i#ar Paci@#cia Sétimo/ o sofrimento tam25m nos ensina a paciLncia3 stas palavras foram encontradas ra2iscadas na parede de uma cela de prisão/ na uropa: 6Creio no sol/ mesmo 'uando ele não 2ril*a3 Creio no amor/ mesmo 'uando não o sinto3 Creio em $eus/ mesmo 'uando le est+ calado36 Ts ve.er3 Tua cru.es/ $eus parece tão 'uietin*oK Todavia/ 'uando vemos o modo como tra2al*a nas vidas aprisionadas por paredes ou circunstDncias/ 'uando ouvimos contar como a f5 2ril*a em meio 0 incerte.es como cristãos 1 e tal f5 pode ser nossa atrav5s do minist5rio do sofrimento em nossas vidas3 4eorge 8at*eson/ 'ue perce2eu 'ue estava ficando cego aos de.: 5 como um *omem a salvo dentro do 2ote 1 forte e seguro o 2astante para estender a mão e aFudar outra pessoa3 ste 5 o tipo de f5 'ue vocL e eu temos 'ue ad'uirir para sermos efica.oito anos/ superou a sua deficiLncia e se tornou um dos mel*ores estudiosos e pregadores da IgreFa scocesa3 screveu ele: 6Tu/ X Sen*or/ podes transformar o meu espin*o numa flor3 eu 'uero o meu espin*o transformado numa flor3 H7 mereceu o sol depois da c*uva/ mas ser+ 'ue a c*uva fora um desperdício total) H7 'uer sa2er/ e eu 'uero sa2er/ se a c*uva nada teve a ver com o 2ril*o do sol3 Tu me podes di. Pedro: 6Pois 'ue gl7ria 5/ se sofreis com paciLncia/ 'uando cometeis pecado/ e sois por isso es2ofeteados) 8as se sofreis com paciLnciaM 'uando fa. me pode di.a/ começamos a vislum2rar o fruto da paciLncia 'ue pode crescer da e(periLncia do sofrimento3 $i.

nio e pedem a $eus uma e(plicação 0 lu.es/ citam um de meus versículos prediletos/ %omanos C:<C: 6Sa2emos 'ue aos 'ue amam a $eus todas as coisas l*es cooperam para o 2em/ a sa2er/ aos 'ue são c*amados segundo o seu prop7sito36 &s cristãos perguntarão: 6Como isso poder+ funcionar para o meu 2em)6 Somente $eus poder+ fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento .L-lo a não ser 'ue cooperemos com le3 m todas as nossas preces/ devemos pedir-!*e 'ue se faça a Sua vontade3 &uvi a *ist7ria de um *omem 'ue morava perto da min*a casa e 'ue ia comprar uma vaca3 ra cristão e/ ao passar por alguns colegas cristãos no camin*o/ contou-l*es 'ue estava indo comprar uma vaca de um vi.in*o/ 'ue morava a um 'uilRmetro e meio de distDncia3 &s seus amigos cristãos sugeriram para 'ue dissesse: 6Vou comprar uma vaca/ se $eus 'uiser36 le retrucou: 1 -ão/ estou com o din*eiro no 2olso e vou comprar uma vaca3 $ali a uma *ora/ ele voltou pela mesma estrada/ ferido/ ensangWentado/ as roupas rasgadas3 Eora atacado por uns ladrJes 'ue sa2iam 'ue estava com din*eiro no 2olso3 &s amigos perguntaram: aonde vocL vai agora) Vou para casa/ se $eus 'uiser3 Com o seu sofrimento/ o *omem rece2eu uma grande lição/ 'ue todos n7s devemos aprender3 $eus est+ no controle dos acontecimentos/ e temos 'ue ser su2missos e pacientes 0 Sua vontade3 $iariamente/ rece2o em casa v+rios Fornais3 !endo-os/ ou assistindo ao notici+rio na televisão/ tomo con*ecimento de sofrimentos terríveis/ do terrorismo/ do crime e da inFustiça 'ue e(istem em nosso mundo/ e 0s ve.er com 'ue funcione para o 2em/ e le não pode fa.es não posso dei(ar de me perguntar: 6Por 'uL)6 T medida 'ue as naçJes do mundo estão se armando como nunca antes na Nist7ria/ 0 medida 'ue se apro(ima o Armagedom/ 5 um pensamento reconfortante sa2er 'ue $eus est+ por detr+s de tudo o 'ue toca a min*a vida3 Acontecem-me coisas 'ue não consigo entender/ mas Famais duvido do .@ As pessoas sofrem algum infort. de Suas muitas promessas3 8uitas ve.

E' adorando' perce(o que' con ecendo-:e' não preciso de *porqu-*.oel os' min a mente atordoada demais para pensar' meu coração incapa! de sentir.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento . eu não possa en(ergar o Seu desígnio/ mas ten*o f5 de 'ue esteFa alin*ado com o Seu prop7sito de amor3 -ão sei 'uais os Seus planos/ mas sei 'ue le sa2e/ e isso para mim 2asta 3 lie Oiesel/ um dos escritores Fudeus mais con*ecidos/ esteve em Ausc*Zit.> A nossa *erança pode ser a das promessas não cumpridas3 Eomos a2ençoados atrav5s da capacidade de suportar a dor e da fidelidade da'ueles 'ue sofreram no passadoM e as pessoas 0 nossa volta/ ou a'ueles 'ue virão depois de n7s/ podem ser a2ençoados por nossas provaçJes e sofrimentos/ e pela maneira como reagimos a eles3 Por5m/ s7 sa2eremos a resposta total 'uando c*egarmos ao c5u3 Hesus falou: 6-a'uele dia nada me perguntareis36 GHoão 9?:<:I "uando ol*armos para tr+s e virmos todos os fatores envolvidos/ diremos 'ue tudo estava planeFado3 O SOFRIMENTO PREVISTO . cora'em4 Eu $enci o mundo 3 H S#S C%IST& GH&Y& 9?:::I @ %ut* Bell 4ra*am3 Sitting b2 /2 aughing .BB/ p3 CC3 ./ e escreveu: 6& c5u 5 o lugar onde perguntas e respostas se tornam uma s7 coisa36 %ut*/ min*a mul*er/ escreveu certa ve.: Deposito meus *porqu-s* aos p+s da :ua 9ru!' adorando de .A amor de $eus3 -a *ora da provação/ talve.ire GSentada ao p5 do fogo rison*oI/ Oaco/ Oord BooPs/ 9.ereis tribula 3es neste mundo( -as.

? 8 A!4#8AS I4% HAS de *oFe e em alguns programas religiosos de televisão/ vemos a tentativa de tornar o cristianismo popular e agrad+vel3 %etiramos a cru.2lico/ morreu como um p+ria3 & mundo se voltou rapidamente contra ele/ comprovando a passagem da scritura 'ue di.I #m *omem 62om6/ em geral/ 5 uma reprimenda ao mundo3 Como F+ mencionei antes/ a Bí2lia enumera/ em Ne2reus 99/ os *er7is da f5/ tanto Fudeus 'uanto gentios/ 'ue foram torturados/ aprisionados/ .ado e reFeitado pelos *omens3 Eoi ridiculari. e a su2stituímos por almofadas3 Como F+ vimos/ não encontramos no -ovo Testamento nen*um indício de 'ue os cristãos devam esperar popularidade/ conforto e sucesso na era atual3 Hesus falou: 6Se o mundo vos a2orrece/ sa2ei 'ue primeiro do 'ue a v7s me tem a2orrecido a mim3 Se v7s fRsseis do mundo/ o mundo amaria o 'ue era seuM mas como não sois do mundo/ antes vos escol*i eu do mundo/ por isso 5 'ue o mundo vos a2orrece3 !em2rai-vos das palavras3 'ue eu vos disse: ^& servo não 5 maior do 'ue o seu sen*or3^ Se me perseguiram a mim/ tam25m vos *ão de perseguir a v7sM se guardaram as min*as palavras/ tam25m *ão de guardar as vossas36 GHoão 9A:9C-<=I Assim/ Cristo falou 'ue o mundo dominado pelo mal & odiava/ e previu 'ue nos odiaria tam25m3 sta era se interessa pelas medal*as/ mas não pelas cicatri.M pois eram m+s as suas o2ras36 GHoão ::9.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento . 'ue 6os *omens amavam mais as trevas do 'ue a lu.endo o 2em63 At5 mesmo os Seus inimigos não puderam encontrar defeito n le3 Tornou-se o maior mestre de moralidade 'ue o mundo F+ con*eceu3 Todavia/ ap7s trLs anos de minist5rio p.ado/ insultado/ perseguido e/ finalmente/ morto3 8esmo diante da oposição/ le continuou 6fa.sica suave3 Por5m/ Cristo respondeu a Seus discípulos e falou 'ue não estava oferecendo lugares de *onra/ mas sim sofrimento3 &l*e para nosso Sen*or3 le foi despre.es3 Podemos nos identificar com Tiago e Hoão/ 'ue 'ueriam assentos privilegiados no reino3 Podemos at5 pedir poltronas reclin+veis e m.

e da necessidade de Sua morte/ e a di.?9/ p3 <B=3 .B apedreFados/ es'uarteFados/ tentados/ passados pelo fio da espada3 Vestiam-se de pele de ovel*as e ca2ras/ miser+veis3 Aflitos e atormentados/ esses fi5is de antan*o vagavam por desertos e montan*as/ escondiam-se em cavernas3 ra isso o 'ue significava ser mem2ro do povo de $eus3 Ao assistirmos aos especiais de televisão 'ue focali.am *ist7rias da Bí2lia/ no conforto de nossas salas/ em países como os stados #nidos/ ficamos agradecidos por ser mais f+cil e aceit+vel ser cristão *oFe3 8as isso mudar+3 m países como o nosso/ estamos vivendo um período anormal3 > muito mais normal para os cristãos serem repreendidos/ criticados e perseguidos do 'ue serem populares3 4randes multidJes acompan*aram nosso Sen*or na parte inicial de seu minist5rio/ 'uando curou os doentes/ ressuscitou os mortos e alimentou os famintos3 Todavia/ no momento em 'ue começou a falar da cru.nias G8at3 A:99-9<M 9=:<AM Atos 9::@AM I Ped3 @:@I :3 AcusaçJes falsas G8at3 9=:9B-<=I 9 A B'blia de 8e"erência Comentada de Da-e3 & -ovo Testamento/ 4rand %apids/ eondervan/ 9.er a Seus seguidores 'ue tam25m deviam assumir as suas cru.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento .es/ 6muitos333 não andaram mais com ele36 GHoão ?:??I "uando le declarou/ com todas as letras/ o 'uanto custaria ser discípulo/ afastou muitos de Seus seguidores3 m muitas partes do mundo/ ser um verdadeiro crente ainda significa sofrimento3 VocL pode ser aliFado de sua família/ de seu lar e seus amigos3 Pode transformar-se em 6espet+culo6 para os outros3 & sofrimento tem muitas formas3 VocL pode ser como o cego de Hoão ./ sofrendo involuntariamente e sem sa2er pela gl7ria m+(ima de $eus3 8uitas formas de sofrimento estão na Bí2lia3 Segue-se uma lista feita pelo $r3 Einis $aPe:9 93 PerseguiçJes pela integridade G8at3 A:9=M 9::<9M 8ar3 9=::=M Hoão 9A:<=I <3 InF.rias e cal.

3 TentaçJes G!ucas C:9:M Tiago 9:<-9?I 9=3 Vergon*a por Seu nome GAtos A:@9I 993 Prisão GAtos @::M A:9CM 9<:@I 9<3 Tri2ulaçJes GAtos 9@:<<M II Tess3 9:@I 9:3 ApedreFamentos GAtos 9@:9.3 ProvaçJes GPed3 9:BM @:9<I <=3 &posição satDnica G f5s3 @:<BM ?:9<I3 Por5m/ a Bí2lia tam25m ensina 'ue *aver+ enormes recompensas para a'ueles 'ue suportam o sofrimento em nome de Cristo3 $aPe enumera/ no livro F+ citado:< 93 8aior gl7ria no c5u GII Co3 @:99I < I2id3 .M II Cor3 99:<AI 9@3 spancamentos GAtos 9?:<:M II Cor3 99:<@-<AI 9A3 Ser um espet+culo para os *omens GI Cor3 @:.as/ tumultos/ tra2al*os/ vigílias/ e m+ reputação GII Cor3 ?:C-9=M 99:<?-<CI 9C3 %eprimendas GNe23 9::9:M 9 Ped3 @:9@I 9.I A palavra espet(culo vem da mesma palavra grega de onde tiramos a palavra teatro/ demonstrando para *omens e anFos o sofrimento de Cristo como se estiv5ssemos no palco3 Somos idiotas pelo amor de Cristo3 Gl Coríntios @:9=I A palavra idiota vem de uma palavra grega 'ue tra.os3 Gl Cor3 @:9=-9:I 9B3 Pro2lemas/ afliçJes/ triste.C @3 Elagelos por Cristo G8at3 9=-9BI A3 %eFeição pelos *omens G8at3 9=-9@I ?3 Xdio pelo mundo G8at3 9=:<<M Hoão 9A:9C-<9I B3 Xdio por parentes G8at3 9=:<9-:?I C3 8artírios G8at3 9=:<CM Atos B:ACI .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento . consigo a id5ia de de2ilidade mental3 Tam25m se refere 0s vaias/ apupos/ de2oc*e e outros insultos lançados 0'ueles 'ue estão no palco da arena3 9?3 8al-entendidos/ necessidades/ difamaçJes e despre.

. novo36 GII Coríntios A:9BI spera-se 'ue a'ueles 'ue crLem seFam diferentes do mundo 'ue os cerca3 les serão mem2ros da nova sociedade e da nova comunidade 'ue $eus criou3 8uitos sentam-se em confort+veis 2ancos de igreFa e cantam sem pensar: 4ossos pais' acorrentados em escuras prisões' :in am o coração tranq?ilo e a consci-ncia livre7 . a scritura: 6Se algu5m est+ em Cristo/ 5 uma nova criaçãoM passou o 'ue era vel*o/ eis 'ue se fe. m países como os stados #nidos/ as pessoas não passam/ necessariamente/ por sofrimentos físicos por'ue crLem3 Todavia/ e(istem muitos outros tipos de sofrimento3 'uanto ao *omem m5dio 'ue professa o cristianismo) Viver para o Sen*or Hesus Cristo não parece ser prioridade3 Ts ve.es/ 5 difícil diferenciar o cristão do *omem do mundo3 -os stados #nidos/ por e(emplo/ ir 0 igreFa tornou-se popular/ mas ir 0 igreFa não significa/ necessariamente/ profundidade na oração/ estudos da Bí2lia ou uma mudança no estilo de vida3 $i.3 $ar gl7ria a $eus G9 Ped3 @:9?I 9=3 (perimentar grande alegria G9 Ped3 @:9:/ 9@I . EredericP O3 Ea2er .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <3 fEal*a do livrog :3 Tornar Hesus con*ecido GII Cor3 @:99I @3 !evar vida aos outros GII Cor3 @:9<I A3 Tornar a graça manifesta GII Cor3 @:9AI ?3 fEal*a do livrog B3 %einar com Cristo GII Tim3 <:9<I C3 fEal*a do livrog .ue doce seria o destino de seus fil os' $e' como eles' pudessem morrer por v/s.

er parte da turma6/ seFa no clu2e masculino ou no grupo de 2ridge feminino3 Contudo/ 'uanto mais pertinentes nos tornamos para um mundo dominado pelo pecado/ mais impertinentes somos para $eus/ em2ora sem o perce2ermos3 m %omanos 9<:</ Paulo escreve: 6-ão vos conformeis mais com este mundo/ mas transformai-vos pela renovação da vossa mente36 H3B3 P*illips d+ a sua versão para estas palavras: 6-ão dei(e 'ue o mundo o faça 0 sua maneira/ mas dei(e 'ue $eus remodele as suas mentes de dentro para fora36 > muito f+cil para os cristãos se amoldarem a este mundo3 8uitas ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9== Paulo disse a Tim7teo: 6Todos a'ueles 'ue 'uerem viver piamente em Cristo Hesus serão perseguidos36 GII Tim7teo ::9<I Hesus não nos convidou para um pi'ueni'ue/ mas para uma peregrinaçãoM não para uma 2rincadeira/ mas para uma 2riga3 le não nos ofereceu uma e(cursão/ mas uma missão3 -osso Salvador disse 'ue teríamos 'ue a2dicar do ego/ do pecado e do mundo3 $esafiou-nos a erguer a cru.es eles pensam 'ue/ não sendo 6diferentes6/ estão se tornando mais aceit+veis aos seus amigos não-cristãos3 Por5m/ este 5 um grande erro3 & . e disse 'ue/ no mundo/ teríamos tri2ulaçJes3 8uitos programas cristãos de TV e r+dio foram criados para agradar/ divertir e gan*ar as graças deste mundo3 A tentação 5 entrar em acordo/ tornar o evangel*o mais interessante e atraente3 Ts ve.ar a mensagem3 Por5m/ com a aFuda de $eus/ Famais o fareiK u me tornaria um falso profeta3 Al5m disso/ trairia o meu Sen*or3 & preço de servir a Cristo não 5 2ai(o3 "ueremos parecer-nos demais/ ao inv5s de menos/ com a era atual3 Tentamos argumentar 'ue os tempos mudaram/ 'ue a *umanidade 5 mais cristã e 'ue a igreFa est+ numa posição mel*or/ e 'ue/ portanto/ não precisamos sofrer como sofreram nossos antepassados3 "ueremos 6fa.es/ me senti tentado a suavi.adas 'ue condu.imos/ ol*ei para as cDmeras e me dei conta de 'ue v+rios mil*Jes de pessoas estavam me vendo3 Sei 'ue muitas das coisas 'ue citei da Santa scritura são agressivas e/ 0s ve.es/ nas cru.

: 6-ão sa2eis 'ue a ami.ado tem o seu preço3 $ois mil anos antes de Cristo/ 8ois5s teve 'ue escol*er entre a reprovação de $eus e os pra.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=9 mundo realmente não tem muito respeito pelos costumes e id5ias adotados pelos cristãos3 Tende a encar+-los com desd5m e a rif+-los como sendo covardes envergon*ados de sua f5 ou fraudes cuFa profissão de f5 não 5 sincera3 -ossa tarefa na vida não 5 ser popular/ mas sim fiel3 > mais importante gan*ar o 6muito 2em6 do 8estre do 'ue o 6aí/ meu camarada6 do mundo3 > mel*or ser considerado um *omem de $eus do 'ue um *omem do mundo3 A Bí2lia di.es/ 'ue a não ser 'ue estivessem dispostos a pagar o preço/ não poderiam ser Seus seguidores3 -unca se fala 6Cristo e3336/ 5 sempre 6Cristo ou3336 Cristo ou Belial/ Cristo ou C5sar/ Cristo ou o mundo/ Cristo ou o Anticristo3 Hesus falou: 6"uem não 5 comigo 5 contra mimM e 'uem comigo não se aFunta espal*a36 G8ateus 9<::=I Tornamos o cristianismo f+cil demais/ especialmente nas partes do mundo em 'ue ele 5 a religião maForit+ria3 -o começo/ como acontece na maior parte do mundo *oFe em dia/ os seguidores de Hesus tin*am 'ue medir os custos3 Tin*am 'ue estar dispostos a negar a si mesmos/ erguer a sua cru.ia com 'ue ele medisse o custo3 m Hoão ?/ vemos 'ue/ 'uando grandes multidJes & seguiram/ le l*es disse/ trLs ve.ade contra $eus) A'uele/ pois/ 'ue 'uiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de $eus36 GTiago @:@I Co#"a#$o o C !"o A salvação 5 gr+tis/ mas o aprendi.eres do gito3 & Fovem e rico governante con*ecia o lu(o e a fartura3 -ão estava interessado em sofrimento e sacrifício/ assim como n7s não estamos3 NoFe em dia/ provavelmente poderia pertencer a 'ual'uer igreFa3 8as/ antigamente/ antes 'ue um *omem pudesse ingressar numa igreFa/ Cristo fa. e acompan*ar Hesus3 Por5m/ *oFe em dia/ especialmente em .ade do mundo 5 inimi.

es/ podia ver as marcas de um gLnio ruim/ ressentimentos ocultos ou pensamentos mausM eles aparecem nas rugas/ na 2oca caída/ no ol*ar3 A Bí2lia nos ensina 'ue ningu5m pode servir Gser o escravo deI a dois amos3 & demRnio tem seus escravos/ e Cristo tem os d le3 VocL e eu perce2emos as marcas de Cristo ou as marcas do demRnio3 A Bí2lia di.ades/ as contendas/ G333I as facçJes/ as dissençJes/ os partidos/ as inveFas/ as 2e2edices/ as orgias/ e outras coisas semel*antes63 Al5m disso/ a'ueles 'ue se dedicarem a 6tais coisas não *erdarão o reino de $eus36 G4+latas A:9. a sua pr7pria propaganda pelos rostos dissipados/ mãos trLmulas e comportamento irre'uieto3 Todos os sedativos não conseguem a'uiet+-los/ nem os cosm5ticos podem disfarçar as cicatri.a/ a lascívia/ a idolatria/ a feitiçaria/ as inimi.es fi'uei parado numa es'uina/ lendo as fisionomias dos transeuntes3 Ts ve. 'ue algumas das marcas do demRnio são 6a fornicação/ a impure.a)6 & escravo 5 sempre marcado por seu sen*or3 sta geração *edonista fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=< alguns países ocidentais/ não pedimos tais coisas dos mem2ros da igreFa3 A igreFa perdeu a sua capacidade de castigar os mem2ros 'ue vivem a2ertamente era pecado3 Conse'Wentemente/ perdemos o nosso testemun*o na comunidade3 A! Marca! $% Cri!"o o $o D%m?#io A'ueles de n7s 'ue professamos ser cristãos não precisamos nos perguntar: 6Carregamos as marcas de Cristo)6M ou 6Carregamos as marcas da'uilo 'ue nos escravi.es3 les carregam as marcas do seu sen*or3 8uitas ve.-<9I O Cri!"2o Tam'+m Tra& Cica"ri&%! -7s/ cristãos/ temos 'ue carregar as marcas de nosso amo de modo tão evidente 'uanto os seguidores do 6deus deste mundo63 > por isso 'ue o sofrimento 5 inevit+vel para n7s 1 e por'ue as pessoas piedosas nos .

ido por O3 A3 !am2ert e revisto por N3 H3 4rimm/ Eilad5lfia/ Eortress Press/ 9.er ver aos *omens 'ue estão FeFuando36 G8ateus ?:9?I Isto foi uma clara advertLncia para não nos vangloriarmos das provaçJes 'ue causamos a n7s mesmos3 Suportar a nossa cru.ados3 -ão devemos 2uscar o sofrimento intencionalmente ou infligi-lo a n7s mesmos com a id5ia errRnea de 'ue/ dessa forma/ gan*aríamos um cr5dito especial com $eus3 & ascetismo não 5 necessariamente uma virtude3 Cristo advertiu a Seus seguidores: 6"uando FeFuardes/ não tomeis um ar triste como os *ip7critasM por'ue eles desfiguram os seus rostos para fa. The . não devem ser confundidas com a austeridade auto-infligida ou os rigores da Idade 85dia atuali.in*a de ca2eça 5 uma parte da sua cru.a! : 8artin*o !utero/ Three Treatises.reedom o" a Christian fTrLs tratados/ A !i2erdade de um CristãoI tradu. 'ue ouvem críticas3 Ts ve.?=3 p3 <. não 'uer di.er usar saco de aniagem e ter ar de m+rtir3 & 'ue nos 5 e(igido 5 a *umildade/ não a *umil*açãoM não pensar mal de n7s mesmos/ mas simplesmente n%o pensar em n*s mesmos3 N+ pessoas 'ue ac*am 'ue toda dor.es/ merecemos as críticas 'ue rece2emos3 S7 somos a2ençoados 'uando os *omens falam mal de n7s/ falsamente/ pelo amor de $eus3 L &%! Para o! Dia! $% Tr%.3 Tornam-se m+rtires cada ve.=3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=: dois Testamentos sa2iam o 'ue significava sofrer do mesmo modo 'ue sa2iam o 'ue significava triunfar3 -o livro iberdade de um Crist%o/ pu2licado em 9A<=/ 8artin*o !utero declarou: 6"uanto mais um *omem 5 cristão/ mais maldades/ sofrimentos e mortes tem 'ue suportar36: m !er"eiç%o Crist% Gpu2licado dois s5culos mais tarde/ em 9B<?I/ disse Oilliam !aZ: 6Seria estran*o supor 'ue a *umanidade fosse redimida pelos sofrimentos do Salvador para viver na tran'Wilidade e na comodidadeM 'ue o sofrimento fosse a e(piação necess+ria para o pecado e 'ue/ no entanto/ os pecadores fossem e(imidos de sofrer36 As marcas da Cru.

I %epare 'ue a promessa não 5 de 'ue não *aver+ afliçJes/ mas 'ue ficarão livres delas3 A Bí2lia Viva di. com este mundo/ 5 por'ue nos vendemos a ele ou então fi. revela ou mostra as coisas3 Se estamos em pa.: 6Se o mundo não tem nada a di.r%$or%! Se vocL crL em Hesus Cristo/ vocL 5 um 6santo63 A palavra 5 mal compreendida *oFe em dia3 ste termo foi alterado no vern+culo moderno/ passando a significar algu5m 'ue 5 uma esp5cie de 6supercristão6M por5m/ na realidade/ todo o povo de $eus 5 feito de santos 1 6destacados6 e dedicados a Seu serviço3 A'uele 'ue ler a Bí2lia e ac*ar 'ue o sofrimento não 5 a sinal do cristão est+ lendo a Santa scritura cegamente e sem compreendL-la3 is alguns dos versículos 'ue falam claramente do sofrimento 'ue espera os crentes e da oferta positiva de aFuda divina durante as 5pocas de sofrimento3 $isse o salmista: 68uitas são as afliçJes do Fusto/ mas de todas elas Heov+ o livra36 GSalmos :@:9.er contra ti/ cuidado para 'ue Hesus Cristo não ten*a nada para di. do mundo6 1 e a lu.: 6& *omem 2om não escapa de todas as tri2ulaçJes 1 ele tam25m as tem3 8as o Sen*or o aFuda em toda e cada uma delas36 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=@ &s cristãos devem ser uma influLncia estran*a/ um grupo minorit+rio num mundo pagão3 Se a igreFa 5 aceit+vel 0 era atual e não est+ criando confusão ou sofrendo críticas/ então não 5 a verdadeira igreFa 'ue o nosso Sen*or fundou3 Somos a 6lu.er a teu favor36 & maior testemun*o para este mundo de trevas de *oFe seria um 2ando de *omens e mul*eres crucificados e ressuscitados/ mortos para o pecado e vivos para $eus/ suportando em seus corpos 6as marcas do Sen*or Hesus63 O 4 % a B3'lia Di& $o! Cr%#"%! So.emos um acordo com ele3 8oodQ falou certa ve.

eco a essa instrução divina 'uando escreveu aos filipenses 'ue estavam sofrendo por sua f5: 6%ego. vos digo/ rego.iFar-se não apenas 'uando as coisas iam 2em/ mas sempreK As circunstDncias não devem colorir as nossas reaçJes 0 perseguição3 Sempre 'ue/ como cristãos/ encontrarmos .a a palavra tribulaç$es como deseFar/ dificuldades/ pro2lemas/ pressJes/ mas Hesus di.iFai-vos36 G@:@I les deviam rego. em mim3 -o mundo tereis tri2ulaçJesM mas tende 2om Dnimo/ eu ten*o vencido o mundo36 GHoão 9?:::I Tradu./ ine'uivocamente/ 'ue os cristãos as terão3 8as le tam25m promete a Sua presença conosco nessas tri2ulaçJes3 -este caso/ novamente a promessa implícita não 5 a de livrar de/ mas a de dar o poder para vencer em meio a 'uais'uer circunstDncias 'ue possam ocorrer3 / no "inal/ n7s sa2emos/ a nossa li2erdade das artiman*as do mundo ser+ total/ pois vir+ o dia em 'ue nosso Salvador voltar+ a assumir o controle do mundo 'ue criou3 -o momento/ Satan+s 5 seu príncipe/ mas o Príncipe da Pa.iFai-vos sempre no Sen*orM outra ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=A Ealando a seus discípulos ao t5rmino de Seu minist5rio e na v5spera de Sua morte/ Hesus disse: 6 u vos ten*o falado estas coisas para 'ue ten*ais pa. tem data marcada para voltar 1 e a Sua vit7ria so2re Satan+s e suas forças ser+ completaK E!*%r% a P%r!%( i<2o -o começo de Seu Sermão da 8ontan*a/ Hesus incluiu essas palavras: 6Bem-aventurados os 'ue tLm sido perseguidos por causa da Fustiça/ por'ue deles 5 o reino dos c5us3 Bem-aventurados sois/ 'uando vos inFuriarem/ vos perseguirem e/ mentindo/ disserem todo o mal contra v7s por min*a causa3 Alegrai-vos e e(ultai/ por'ue 5 grande o vosso galardão nos c5us/ pois assim perseguiram os profetas 'ue e(istiram antes de v7s36 G8ateus A:9=-9<I Segundo o 'ue Hesus di. a'ui/ não apenas devemos esperar a perseguição como nossa sina ao seguirmos o cristianismoM devemos reFu2ilar-nos com essas perseguiçJesK Paulo fe.

iFar-nos repetidas ve.aK Ac*o 'ue o princípio 5 declarado com clare.a para 'ue vocL e eu/ como cristãos/ não ten*amos mais d.es n7s mesmos o atraímos3 > errado acreditar/ por e(emplo/ 'ue/ se vocL est+ doente/ 5 por'ue Satan+s o fe.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=? provaçJes e tentaçJes devemos rego.es/ at5 o fim de nossas vidas3 & ap7stolo Hoão/ ao registrar a mensagem de Cristo 0 igreFa em smirna/ escreveu: 6-ão temas o 'ue est+s para sofrerM eis 'ue o dia2o est+ para meter alguns de v7s na prisão para serdes provados e passareis por uma tri2ulação333 SL fiel at5 a morte/ e eu te darei a coroa da vida36 GApocalipse <:9=I m2ora possa parecer misterioso/ a verdadeira f5 e o sofrimento andam de mãos dadas3 -ão se pode ter um sem o outro3 -ovamente/ 5 difícil entender 'ue o sofrimento acontece com a permissão de $eus/ e muitas ve. adoecer/ e 'ue/ se tiver f5 2astante/ a doença ir+ em2ora3 Ts ve.er 'ue/ necessariamente/ v+ li2ert+-lo dele3 screvendo para Tim7teo/ seu Fovem fil*o na f5/ disse Paulo: 6&ra/ todos a'ueles 'ue 'uerem viver piamente em Hesus Cristo ser%o perseguidos63 GII Tim7teo ::9</ o grifo 5 meuI Isso 5 falar com 2astante fran'ue.vidas3 > verdade 'ue alguns parecem sofrer por sua f5 2em mais do 'ue outros3 Alguns de n7s Famais sou2emos o 'ue significa ser fisicamente perseguido por nossa f5/ por5m/ todos os verdadeiros cristãos estão suFeitos a um sofrimento sutil e a uma perseguição insidiosa3 la pode residir na ridiculari.es praticada contra os princípios cristãos na arena sofisticada da economia e da sociedade3 Por e(emplo/ e(istem com fre'WLncia pr+ticas discriminat7rias contra o empres+rio/ líder sindical ou figura política 'ue tenta seguir a 5tica e a moral 2í2licas3 .ação de nossa f5 por parte do mundo 'ue nos cerca3 Pode tam25m e(istir na discriminação discreta muitas ve.es/ $eus li2erta/ mas nem sempre/ e 'uando le permite o sofrimento/ a Sua graça 5 suficiente para 'ue vocL o suporte3 le l*e d+ uma força adicional3 Camin*a de mãos dadas com vocL durante o seu sofrimento/ mas isso não 'uer di.

em respeito 0 capacidade de suportar a dor e a perseguição ainda são os mesmos da 5poca em 'ue nos foram apresentados na Palavra de $eus3 Alguns de n7s poderemos morrer/ ou pelo menos sofrer/ por nossa f53 & s5culo ]] viu mais gente sendo torturada e morta por Cristo do 'ue 'ual'uer outro s5culo3 -ossa geração con*eceu os seus m+rtires/ como Paul Carlson/ o mission+rio no Congo 'ue foi morto tentando salvar outras pessoas3 & Fovem Him lliot foi assassinado/ Funtamente com 'uatro amigos/ 'uando tentava levar o vangel*o aos índios auca do 'uador3 & 2ispo !uZum era o arce2ispo da IgreFa Anglicana de #ganda3 Eoi 2aleado na ca2eça/ 0 'ueima-roupa3 . 5 duro/ mas oferece recompensas eternas3 &s princípios 2í2licos 'ue di. e o poder3 & camin*o da Cru.er parte da turma63 Pala.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=B PerseguiçJes sutis podem ocorrer no seu escrit7rio/ na escola ou em reuniJes sociais3 VocL pode 6não estar com nada6 e 6não fa.I -en*um sofrimento 'ue o cristão suporte por Cristo 5 em vão3 Viver por Cristo/ seguir a Sua orientação não 5 um camin*o f+cil/ mas 5 o camin*o para a pa.ra! $% P%$ro -a sua primeira pístola/ o ap7stolo Pedro disse a seus leitores: 6Amados/ não estran*eis a ardente provação 'ue *+ no meio de v7s/ e 'ue vem para vos pRr + prova/ como se vos acontecesse coisa estran*a/ mas visto 'ue sois participantes dos sofrimentos de Cristo/ rego.iFai-vos/ para 'ue tam25m na revelação da Sua gl7ria e(ulteis c*eios de F.2ilo3 Se sois vituperados pelo nome de Cristo/ 2em-aventurados soisM por'ue o spírito da gl7ria e de $eus repousa so2re v7s3 -en*um de v7s/ por5m/ padeça como *omicida/ ou ladrão/ ou malfeitor/ ou como 'uem se intromete em neg7cios al*eiosM mas se padeceis como cristão/ não vos envergon*eis/ antes glorificai a $eus neste nome333 Portanto/ tam25m a'ueles 'ue sofrem segundo a vontade de $eus confiem as suas almas ao fiel Criador/ praticando o 2em36 GI Pedro @:9<-9.

esseis anos difíceis como mission+rio no continente africano/ $avid !ivingstone voltou 0 sua sc7cia para dar uma palestra aos estudantes da #niversidade de 4lasgoZ3 Seu corpo estava consumido pelos estragos de cerca de <B fe2res 'ue correram por suas veias/ durante seus anos de serviço3 #m dos 2raços pendia in.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento So.: 6 les deram o seu aman*ã para 'ue vocLs pudessem ter o *oFe36 $epois de de.a de 'ue o L(ito surgir+ na vida de outrem3 Se o2tiver L(ito sem sofrer/ pode estar igualmente certo de 'ue algu5m F+ sofreu por vocL3 -os contrafortes do Nimalaia/ *+ uma 2ela cidade c*amada _o*ima3 Eica em -agaland/ um dos stados da índia3 stivemos ali para aFud+-los a cele2rar os cem anos de cristianismo3 Eoi ali 'ue os Faponeses foram detidos na sua arremetida na direção da índia/ durante a Segunda 4uerra 8undial3 nterrados no cemit5rio estão os corpos de centenas de indianos/ 2ritDnicos/ americanos e os de outras nacionalidades 'ue formaram as forças aliadas 'ue detiveram o avanço FaponLs3 -a entrada do cemit5rio/ e(iste uma placa f.til ao lado do corpo/ resultante do ata'ue de um leão3 A essLncia de seu recado para a'ueles Fovens foi: 1 "uerem sa2er o 'ue foi 'ue me sustentou no meio das provaçJes da la2uta e da solidão de meu e(ílio) Eoi a promessa de Cristo: 6 is 'ue estou contigo sempre/ at5 o fim36 -7s/ como $avid !ivingstone/ podemos clamar pela mesma promessa de nosso Salvador e Sen*or3 le nos acompan*a em nossos padecimentos e nos espera ao sairmos do outro lado do t.rim%#"o Vi"orio!o 9=C -o coração do nosso universo/ est+ um $eus 'ue sofre num amor redentor3 (perimentamos mais do Seu amor 'uando sofremos dentro de um mundo mau3 Algu5m F+ disse 'ue/ se vocL sofre sem o2ter L(ito/ pode ter certe.nel da .ne2re 'ue di.

da Sua gloriosa presença/ para viver com le para todo o sempreK O SOFRIMENTO SUTIL As tempestades fa0em uma %r$ore forte. as pro$a 3es fa0em um crist!o forte3 A-h-I8& V&Cc P&$ -#-CA ter sofrido fisicamente por acreditar em Hesus Cristo3 Contudo/ o sofrimento não 5 apenas dor física e a perseguição não 5 apenas ser acorrentado3 Se somos seguidores de Hesus Cristo 'ue não estamos comprometidos com os camin*os pecaminosos do mundo/ inevitavelmente passaremos por algum tipo de sofrimento/ ainda 'ue sutil3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9=. provação para a lu.

8ortanto tam(+m aqueles que .endo acro2acias 'uase perfeitas com uma perna 'ue2radaK "ual'uer atleta de desta'ue l*e dir+ 'ue 5 preciso dor e sofrimento para c*egar ao sucesso3 Por5m/ como no caso do ginasta FaponLs/ a dor e o sofrimento valem a penaK S% Voc@ So.). 4en um de v/s' por+m' padeça coma omicida' ou ladrão' ou malfeitor' ou como quem se intromete em ne&/cios al eios7 mas se padeceis como cristãos' não vos enver&on eis' ames &lorifique a Deus neste nome (..r% & ap7stolo Pedro tem uma passagem incrível so2re o sofrimento: *)mados' não estran eis a ardente provação que 1 no meio de v/s' e que vem para vos p3r .er parte da 'uipe &límpica tem 'ue contar com anos de treinamento/ disciplina e tra2al*o duro3 V+rios anos atr+s/ um ginasta FaponLs/ coraFoso e determinado/ aFudou a sua e'uipe a gan*ar a medal*a de ouro fa..).nica *ora de desempen*o perfeito3 & %!" $a#"% não pode fugir aos anos de luta e estudo antes do grande dia da formatura3 & a!"ro#a "a 'ue espera participar do programa espacial sa2e 'ue l*e ser+ e(igida uma disciplina +rdua para se preparar para o dia emocionante do lançamento3 & a"l%"a 'ue 'uer fa..A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99= & sofrimento/ nas suas v+rias definiçJes/ fa. parte da vida num mundo pecaminoso3 Perguntaram a dois cristãos recentemente li2ertados de um país onde o governo era *ostil ao cristianismo como se sentiam sendo perseguidos por sua f53 les responderam: 1 Ac*amos 'ue era o modo normal de se tratar um cristão3 &s cristãos 'ue esperam escapar das dificuldades da vida tLm uma atitude fantasiosa e não compreenderam a Bí2lia ou a Nist7ria da igreFa3 $evemos sofrer antes de sermos recompensados3 & co#c%r"i!"a o mD!ico renomado sa2e 'ue não pode fugir 0s *oras/ dias e meses de ensaios e(austivos e sacrifícios e(igidos antes da'uela .. $e sois vituperados pelo nome de 9risto' (em-aventurados sois7 porque o Espírito da &l/ria' e de Deus' repousa so(re v/s. prova' como se fosse coisa estran a (.

I A perseguição atravessa a longa *ist7ria dos Fudeus/ mas/ na passagem acima/ Pedro estava escrevendo para Fudeus e gentios/ para aFud+-los a compreender o 'ue significa sofrer como cristão3 -unca 5 f+cil ser cristão3 A vida cristã ainda pode tra. pane da nature.* GI Pedro @:9</ 9@/ 9A/ 9?/ 9.ar com/ ressentir-se de e ol*ar com desconfiança para 'ual'uer um 'ue seFa 6diferente63 ste 5 um dos grandes pro2lemas do mundo de *oFe3 $iferenças tri2ais/ diferenças de classe/ diferenças 5tnicas/ diferenças culturais 1 tudo isso separa as pessoas3 Tais diferenças levam/ muitas ve.ados3 São os mesmos em todas as culturas/ todos os agrupamentos 5tnicos e raciais3 A perseguição tam25m 5 um teste3 #ma das respostas aos 6por'uLs6 do sofrimento 5 dada na Bí2lia: 6Por um pouco de tempo/ sendo necess+rio/ *aveis sido entristecidos por v+rias provaçJes para 'ue a prova da vossa f5 mais preciosa 'ue o ouro/ 'ue perece mesmo 'uando provado pelo fogo/ seFa ac*ada para louvor/ gl7ria e *onra na revelação de Hesus Cristo36 GI Pedro 9:?/BI -o dia 9? de Fun*o de ?@ d3C3/ começou o grande incLndio de %oma3 &s cristãos levaram a culpa e foram perseguidos3 Por5m/ Pedro .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 999 sofrem se&undo a vontade de Deus confiem as suas almas ao fiel criador' praticando o (em.a *umana antipati.em os padrJes de Cristo para pautar a sua vida num mundo materialista e secularista/ isso fre'Wentemente cria desagrado3 Como as e(igLncias morais e espirituais de Hesus Cristo são tão elevadas/ elas fre'Wentemente dei(am o cristão 6isolado63 Isso pode acarretar incompreensão/ medo e ressentimentos por parte da'ueles 'ue pertencem ao grupo cultural e 5tnico do cristão3 "uando as pessoas pregam o vangel*o para uma cultura diferente/ devem aprender a usar m5todos de apresentar o vangel*o e o2edecer ao vangel*o 'ue se encai(em no conte(to das vidas dos povos da'uela cultura3 Todavia/ os aspectos redentores/ 5ticos e morais do vangel*o não podem ser nunca conte(tuali.es/ não apenas a desentendimentos/ mas a guerras3 "uando os cristãos tra.er solidão/ impopularidade e pro2lemas3 Ea.

muitos 2enefícios para os cristãos/ como veremos mais adiante neste livro3 !eva-nos a orar3 Ea. mal 0 igreFa passar pela fornal*a3 Pedro menciona 'ue a perseguição não 5 um acontecimento 6estran*o6/ no 'ue di.as de nossas vidas3 Todas as pessoas significativas na Bí2lia tiveram 'ue enfrent+-la3 "uando vocL se identifica com o nome de Cristo/ vai ter 'ue enfrent+-la3 A Santa scritura ensina/ repetidas ve.nias3 Pedro tam25m en(ergava adiante e via a intensa e causticante provação 'ue/ em 2reve/ se a2ateria so2re a igreFa3 stou convencido de 'ue a atual popularidade do cristianismo evang5lico nos stados #nidos ter+ vida curta3 A Bí2lia ensina/ e a Nist7ria o confirma/ 'ue nunca fe. 5: u l*e direi o 'ue vocL realmente necessita3 Passe pela fornal*a/ e 'uando passar pela fornal*a para a gl7ria de $eus/ o spírito de $eus descer+ so2re vocL e *aver+ alegria no seu coração e vocL glorificar+ a $eus3 Atrav5s da perseguição/ tam25m partil*amos dos sofrimentos de Hesus Cristo3 "uando um *omem tem 'ue sofrer e se sacrificar por sua . a seus leitores: 6-ão vos surpreendais 'uando ela vier3 Surpreendei-vos se não vierK A2raão o2edeceu a $eus e c*egou 0 Terra Prometida para encontrar a fome3 Hac7 o2edeceu a $eus e sua família se voltou contra ele3 $avi o2edeceu a $eus e se escondeu em cavernas por'ue o %ei Saul 'ueria tirar-l*e a vida3 Paulo o2edeceu a $eus e se viu na prisão3 Paulo disse: 6-a verdade/ todos a'ueles 'ue 'uerem viver piedosamente em Hesus Cristo serão perseguidos36 GII Tim7teo ::9<I A perseguição tra. com 'ue nos aprofundemos ainda mais na Santa scritura3 e(tingue os pecados e as impure. respeito aos cristãos3 $i.es/ 'ue precisamos ser testados e purificados3 Podemos aceitar a perseguição por'ue con*ecemos o prop7sito 'ue *+ nela3 & prop7sito 5 glorificar a $eus3 -a Primeira pístola de Pedro/ o ap7stolo fala so2re a gl7ria de $eus 9? ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99< não estava escrevendo/ necessariamente/ so2re esses cristãos em particular3 le escrevia so2re a'ueles 'ue sofriam com censuras/ mentiras e cal.es3 -a verdade/ o 'ue ele di.

2o estava sendo Fulgado e parecia certo de 'ue seria condenado 0 morte/ seu rosto apareceu para os espectadores como se fosse o rosto de um anFo3 GAtos ?:9AI "uando os "r@! 6o.in*o3 Hesus est+ sempre presente com ele3 9 Oilliam BarclaQ3 The etters to the !hilippians.er de sentir a presença de $eus no meio do sofrimento/ a'ui e agora3 Ten*o falado com v+rias pessoas 'ue estão e(perimentando profunda dor ou severas dificuldades/ e elas sempre di.%#! h%'r% ! foram lançados 0 fornal*a e o rei foi espiar/ viu um 'uarto 'ue era semel*ante ao 6Eil*o de $eus36 G$aniel ::<AI -en*um crente Famais sofre so.: 6%ealmente padecemos com le/ para 'ue tam25m com le seFamos glorificados36 G%om3 C:9BI m Eilipenses ::9=/ di. and Thessalonians/ P*iladelp*ia/ Oestminster Press/ 9. 'ue Cristo carregou3 A Santa scritura di.es Paulo retorna 0 id5ia de 'ue se o cristão tem 'ue sofrer/ de uma forma estran*a ele est+ partil*ando dos pr7prios sofrimentos de Cristo e est+ at5 preenc*endo os sofrimentos de Cristo GII Coríntios 9:AM @:9=/99M 4+latas ?:9BM Colossenses 9:<@I Sofrer pela f5 não 5 uma punição/ mas um privil5gio3 Ao fa.em: 6Sinto 'ue $eus est+ perto de mim36 "uando E!"@.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99: f5/ ele est+ percorrendo o camin*o 'ue Cristo percorreu e partil*ando a cru.L-lo/ estamos partil*ando da o2ra e minist5rio de Cristo3 Se estivermos unidos com Cristo e Seus sofrimentos/ tam25m estaremos unidos com Cristo na Sua ressurreição3 Con*ecer Cristo 5 ficar tão identificado com le 'ue partil*amos cada e(periLncia d le3 6Significa 'ue partil*amos o modo como camin*ouM partil*amos a Cru. Paulo: 6Para & con*ecer e o poder da Sua ressurreição e a participação dos Seus sofrimentos/ conformando-me como le na Sua morte36 8uitas ve. 'ue carregouM partil*amos a morte 'ue teveM e/ finalmente/ partil*amos a vida 'ue vive para todo o sempre 36/ Todavia/ tam25m 5 maravil*oso pensar 'ue/ em nossa vida cristã/ o poder de Sua ressurreição precede o convívio com Seus sofrimentos3 m outras palavras/ o poder de Sua ressurreição 5 acessível para n7s dia ap7s dia/ atrav5s do spírito Santo3 Temos o pra.BA/ p3 ?@3 . Colossians.

/ :=I m termos muito simples/ Hesus lem2ra a Seus discípulos/ em Hoão 9A:<=: 6!em2rai-vos das palavras 'ue eu vos disse: & servo não 5 maior ./ antes 5 de pouca duraçãoM e so2revindo tri2ulação ou perseguiç%o por causa da palavra/ logo s5 escandali.er) Hesus podia estar incluindo a 6controv5rsia6 'ue os cristãos encontram no mundo/ simplesmente por'ue *+ as pessoas mundanas 'ue vLem um estilo de vida diferente 'ue distingue os crentes como alienígenas na sociedade moderna3 Isso fa. com 'ue o não-cristão se sinta culpado ou *ostil3 & 'uão diferente vocL 5) (iste algo 'ue o distinga do secularista/ do agn7stico/ do ateu) -a sua par+2ola do semeador/ Hesus descreve a'ueles 'ue não conseguem manter a sua posição íntegra: 68as não tem em si rai.a36 G8ateus 9::<9/ o grifo 5 meuI -o entanto/ Hesus dei(a claro 'ue *+ uma recompensa pela fidelidade/ face 0 perseguição ou 0 privação3 6 m verdade vos digo6/ falou Hesus a Pedro/ 6'ue ningu5m *+ 'ue ten*a dei(ado casa/ ou irmãos/ ou irmãs/ ou mãe/ ou pai/ ou fil*os/ ou campos/ por amor de mim e por amor do vangel*o/ 'ue não rece2a F+/ no presente o cLntuplo de casas/ irmãos/ irmãs/ mães/ fil*os e campos/ e com eles perseguiçJes e no mundo vindouro a vida eterna36 G8arcos 9=:<.ado e perguntou-l*e como se sentira sendo torturado at5 a morte por causa do seu amor a Cristo3 & *omem ol*ou para ele por um momento e depois replicou: 1 Sa2e 'ue nem me lem2roK Sofrer como cristão assume muitas formas diferentes3 Algumas perseguiçJes podem ser de tipos mais sutis3 $isse Hesus/ no Seu Sermão da 8ontan*a: 6Bem-aventurados os 'ue tLm sido perseguidos por causa da Fustiça/ por'ue deles 5 o reino dos c5us36 G8ateus A:9=I & 'ue 'ueria le di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99@ (iste uma lenda so2re um mission+rio 'ue foi para uma il*a distante e/ l+/ conseguiu o seu primeiro convertido a Cristo3 8ais tarde/ este *omem foi torturado e morto pelos outros nativos3 8uitos anos depois/ 'uando o pr7prio mission+rio tin*a morrido e ido para o c5u/ encontrou-se com o convertido martiri.

na sua vida interior3 Ama o pr7(imo genuinamente3 $efende posiçJes impopulares em 'uestJes morais e sociais3 $eus l*e d+ a graça de perdoar os 'ue o ten*am ofendido3 Sa2e ser firme nos seus conceitos teol7gicos/ morais e 5ticos/ mas 5 tolerante ./ era considerado pecado um cristão Fogar/ 2e2er/ dançar/ ir ao cinema/ ou para uma moça cristã se ma'uiar3 le disse 'ue a'uele era o 6legalismo6 da'uela geração3 Prosseguiu di.er com estilo de vida) -o mundo todo/ a igreFa est+ dando muita atenção a esse assunto3 #m cristão 2ritDnico/ em &(ford/ um *omem idoso/ contou-me 'ue/ 'uando rapa.me/ o orgul*o/ o preconceito3 -ão tolera a inFustiça social3 > dominado pelo amor/ alegria e pa.endo 'ue o novo legalismo desta era compreende um 6estilo de vida63 A nova voga di.er 'ue uma moça cristã não deve se ma'uiar3 u acredito 'ue estilo de vida/ no sentido 2í2lico/ significa 'ue o cristão não pratica coisas como a mentira/ a desonestidade/ a co2iça/ o ci. 'ue/ se vocL possui um carro decente/ usa 2oas roupas ou aprecia alguns dos confortos 2+sicos da vida/ a sua postura cristã pode ser 6Fulgada6 por outros cristãos3 Creio 'ue isto 5 tão legalístico 'uanto di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99A do 'ue seu sen*or3 Se me perseguiram a mim/ tam25m vos *ão de perseguir a v7s36 "uando somos perseguidos por nossa f5/ estamos em 2oa compan*iaK P%r!%( i<2o *or I#! l"o! Hesus tam25m advertiu a Seus seguidores: 6Bem-aventurados sois/ 'uando vos inFuriarem/ vos perseguirem e/ mentindo/ disserem todo o mal contra v7s/ por min*a causa36 G8ateus A:99I $a mesma forma/ escreveu o ap7stolo Pedro: 6Se sois vituperados pelo nome de Cristo/ 2em-aventurados soisM por'ue o spírito da gl7ria/ e de $eus/ repousa so2re v7s36 Gl Pedro @:9@I 8uitas ve.es/ os insultos ocorrem como resultado do estilo de vida cristão/ 'ue 5 diferente da'uele do mundo secular3 & 'ue se 'uer di.

@?/ alguns cristãos irlandeses ficaram a2ismados por'ue a min*a mul*er usava um pouco de ma'uiagem3 As cristãs usarem ma'uiagem era contra o legalismo da 5poca/ entre certos grupos de cristãos3 Se os insultos resultam de convicçJes e atitudes interiores/ então temos motivo para nos rego.nias 5 s7 um passo3 stou falando a'ui das atitudes dirigidas contra os cristãos pelos nãocristãos3 A discriminação pode ser forte contra o cristão 'ue 6vive ativamente6 as suas crenças3 6-en*um de v7s/ por5m/ padeça como *omicida/ ou ladrão/ ou malfeitor/ ou como 'uem se intromete em .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99? para com a'ueles 'ue tLm outra opinião sincera3 Creio 'ue este 5 o estilo de vida 2+sico a 'ue se refere a scritura3 &s estilos de vida e(teriores são 6relativos6 de um país para o outro e de cultura para cultura3 Temos 'ue permitir aos outros cristãos uma li2erdade de consciLncia nas 'uestJes morais so2re as 'uais a Bí2lia não 5 2em clara3 #m grande amigo meu/ um cristão 'ue pertence aos 6PlQmout* Bret*ren6 GIrmãos de PlQmout*I na uropa/ rece2ia em sua casa alguns amigos cristãos americanos 'ue não 2e2iam +lcool3 le serviu vin*o e refrigerantes3 Comentou/ rison*o: 1 Sirvo vin*o para a gl7ria de Cristo e vocLs o recusam para a gl7ria de Cristo/ e estamos todos certos3 (istem costumes e tradiçJes diferentes nas diferentes partes do mundo e n7s não devemos nos meter a Fulgar essas coisas3 !em2ro-me de 'ue/ 'uando fomos 0 Irlanda pela primeira ve.iFarmos3 Se/ todavia/ criticamos ou insultamos uns aos outros por causa de diferenças culturais so2re as 'uais a Bí2lia não 5 e(plícita/ então não estamos recon*ecendo a li2erdade de escol*a dos outros3 P%r!%( i$o! com Boa"o! % CalD#ia! $a sutile.a dos insultos para os 2oatos e cal./ em 9.

e2u ao dono da casa/ 'uanto mais aos seus dom5sticos)6 G8ateus 9=:<AI Se Hesus sofreu perseguição e tormentos/ como podemos n7s/ Seus seguidores/ esperar fugir a isso) Paulo sou2e o 'ue era encontrar a inveFa e o 7dio do povo em Antio'uia3 "uando a multidão se reuniu para ouvi-lo pregar/ os líderes religiosos 6enc*eram-se de inveFa e/ 2lasfemando/ contradi.ado por alguns de seus colegas por não trapacear no serviço/ preferindo viver s7 com o seu sal+rio) Ser+ 'ue e(iste um cai(eiro-viaFante 'ue seFa *onesto 'ue não ten*a sido alvo de risadas ou algum tipo de c*acota por seus colegas vendedores/ devido 0 sua *onestidade) Paga-se o preço por ser um verdadeiro discípulo de Cristo de mil maneiras sutis3 Fal!a! Ac !a<C%! Hesus disse a Seus discípulos: 6Bem-aventurados sois/ 'uando vos inFuriarem/ vos perseguirem e/ mentindo/ disserem todo o mal contra v7s/ por min*a causa36 G8ateus A:99I %epare na palavra 6mentindo63 H+ nos acostumamos com o despre.iam o 'ue Paulo falava63 GAtos 9::@AI Pedro profeti.ou o mesmo tipo de tratamento para o cristão3 6-isto estran*am 'ue não concorrais com eles no mesmo e(cesso de dissolução/ falando mal de v7s36 GI Pedro @:@I3 Ser+ 'ue e(iste um estudante cristão numa faculdade ou universidade 'ue não ten*a sofrido inF.o das pessoas 'ue não são cristãs/ pois/ como nossa vida deve corresponder 0 nossa profissão/ torna-se .rias ver2ais por'ue não 'uis se unir aos colegas numa 6festin*a de em2alo6) Ser+ 'ue e(iste um empres+rio cristão 'ue nunca perdeu uma conta por'ue não aceitou 6algum6 por 2ai(o dos panos) Ser+ 'ue e(iste um oper+rio cristão 'ue não ten*a sido ridiculari.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99B neg7cios al*eiosM mas se padeceis como cristão/ não vos envergon*eis/ antes glorificai a $eus neste nome36 Gl Pedro @:9A/9?I Hesus falou: 6Basta ao discípulo ser como o seu mestre/ e ao servo como seu sen*or3 Se c*amaram Bel.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99C incompatível uma convivLncia *armoniosa com esse mundo degenerado3 8as Hesus est+ se referindo a falsas acusaçJes3 & pr7prio Hesus foi vítima de falsas acusaçJes no seu Fulgamento3 Eoi acusado de 2lasfLmia diante do Consel*o Hudaico e sedição ao enfrentar PRncio Pilatos3 Am2as as acusaçJes eram falsas3 &s ap7stolos Pedro e Hoão foram falsamente acusados 'uando os levaram perante o Consel*o Gou Sin5drioI3 Eoram c*amados de 6malfeitores6 'uando/ na verdade/ seu .nico 6crime6 tin*a sido curar um aleiFado em nome do Sen*or Hesus3 GAtos @:9<-9CI3 stLvão/ o primeiro m+rtir cristão/ enfrentou acusaçJes falsas 'uando/ tam25m ele/ foi citado perante o Consel*o GAtos BI3 m Eilipos/ Paulo e Silas tam25m foram acusados inFustamente/ espancados e lançados 0 prisão GAtos 9?I3 A mesma coisa voltou a acontecer com Paulo repetidas ve,es/ nas suas viagens mission+rias posteriores3 Se os ap7stolos e outros dos primeiros líderes religiosos foram falsamente acusados por causa de sua f5/ como podemos n7s/ cristãos de *oFe/ esperar fugir 0s falsas acusaçJes e 0 m+goa 'ue tais ata'ues podem tra,er a nossas vidas) R%6%i<2o *or Par"% $o! O "ro! #ma das formas de perseguição 'ue provavelmente mais nos magoa 5 a reFeição3 Basicamente/ todos 'ueremos ser aceitos e amados3 m ve, disso/ podemos sentir-nos despre,ados e aliFados3 & pr7prio Hesus 5 o e(emplo supremo da e(periLncia da reFeição3 6 le foi despre,ado e reFeitado pelos *omens36 GIsaías A:::I 6Veio para o 'ue era seu/ mas os seus não o rece2eram3 GHoão 9:99I m 8ateus 9=:9@/ le disse a Seus discípulos: 6Se algu5m não vos rece2er 2em/ nem ouvir as vossas palavras/ ao sairdes da'uela casa ou da'uela cidade/ sacudi o p7 dos vossos p5s36 8uitas ve,es/ Paulo e seus mission+rios foram perseguidos ao entrar em diversas cidades/ nas suas viagens evang5licas3 Todavia/ Paulo seguiu os consel*os do 8estre

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 99; so2re como lidar com a reFeição/ e devemos fa,er o mesmo3 Sacuda o p7 dos p5s e siga o seu camin*o3 A reFeição não deve levar ao desalento/ mas 0 ação3 Samuel %ut*erford/ o santo pastor e te7logo escocLs/ disse certa ve,: 6> atrav5s de muitas afliçJes 'ue entramos no reino de $eus333 > loucura pensar em esgueirar-se para o c5u sem um arran*ão36 E$io $a Par"% $o! O "ro! % A"+ $a Fam3lia &s cristãos não devem se preparar apenas para enfrentar a reFeição e o 7dio no mundo/ mas tam25m no seio da sua família3 m 8ateus 9=:<9<:/ Hesus falou a seus discípulos:
*@rmãos entre&arão . morte a irmãos' e pais a fil os6 fil os se levantarão contra seus pais' e os farão morrer. $ereis odiados de todos por causa do meu nome' mas quem persevera at+ o fim' esse ser1 salvo. ;uando' por+m' vos perse&uirem numa cidade' fu&i para outra.*

sta previsão provou ser verdadeira muitas ve,es/ ao longo da Nist7ria3 Como descreve 2em a situação de cristãos em regimes ateus opressivos/ onde os pais atraiçoam os fil*os e o irmão delata o irmãoK Samuel %ut*erford estava se referindo a este tipo de sofrimento/ 'uando escreveu: 6-ão penso muito numa cru,/ 'uando todos os fil*os da casa c*oram comigo e por mimM e sofrer 'uando apreciamos a comun*ão dos santos não 5 muitoM mas 5 duro 'uando os santos se reFu2ilam com o sofrimento dos santos e os redimidos magoam G5 verdade/ c*egam at5 odiarI os redimidos36 &s mem2ros da família não convertidos/ assim como a sociedade de um modo geral/ 0s ve,es odeiam a'uele 'ue a2raçou o vangel*o3 m min*as viagens/ con*eci muita gente 'ue sofreu ante a *ostilidade amarga de parentes consangWíneos3 u estava num avião no (tremo &riente/ 'uando um dos comiss+rios de 2ordo perguntou se podia falar comigo3 (i2ia um amplo sorriso/ 'uando falou:

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<= 1 N+ dois anos 'ue sou cristão3 Ven*o de família não-cristã/ pertencente a uma seita 'ue se opun*a ao cristianismo3 -o entanto/ *+ anos 'ue eu vin*a 2uscando alguma coisa/ 'ue não sa2ia ao certo o 'ue era3 Certo dia/ ouvi um pastor falando de Hesus Cristo3 ra isso o 'ue eu vin*a 2uscando a min*a vida toda3 Aceitei Cristo/ fui para casa e falei a meus pais/ irmãos e irmãs so2re a min*a f5 rec5m-desco2erta3 les me espancaram e me puseram para fora de casa3 Todavia/ continuei a testemun*ar para eles e agora/ folgo em di,er/ são todos cristãos3 m Hoão 9A:9C-<9/ Hesus descreve por 'ue o mundo/ e at5 mesmo a família descrente do cristão/ toma esta atitude para com o fiel seguidor de Cristo3 Pode algu5m perguntar o 'ue 'uero di,er com 6mundo63 sta palavra tem diversos significados na Bí2lia3 -o presente conte(to/ 'uer di,er o sistema mundial/ a ordem política e social organi,ada longe de $eus e muitas ve,es dominada pelo mal3 $isse Hesus a Seus discípulos:
*$e o mundo vos a(orrece' sa(ei que primeiro do que a v/s me tem a(orrecido a mim. $e v/s f3sseis do mundo' o mundo amaria o que era vosso7 mas como não sois do mundo' antes vos escol i eu do mundo' por isso + que o mundo vos a(orrece. %em(rai-vos das palavras que vos disse6 O servo não + maior do que seu sen or. $e me perse&uiram a mim' tam(+m vos ão de perse&uir. $e &uardaram as min as palavras' tam(+m ão de &uardar as vossas. Mas todas estas cousas vos farão por causa do meu nome' porque não con ecem )quele que me enviou.*

Todavia/ não *+ necessidade de ficarmos deprimidos pelas provaçJes 'ue teremos 'ue enfrentar ou pelo medo da perseguição3 Como cristãos/ ac*o 'ue/ 0s ve,es/ tendemos a es'uecer 'ue temos um compan*eiro em nossas lutas3 Isso me fa, lem2rar de uma *ist7ria 'ue Ann !anders pu2licou na sua coluna/ 'ue 5 reprodu,ida em v+rios Fornais do país: Certa noite/ son*ei 'ue estava passeando na praia com o Sen*or3 8uitas cenas da min*a vida eram proFetadas no c5u3 m cada cena/ reparei nas pegadas na areia3 Ts ve,es/ *avia dois pares de pegadas/ outras ve,es apenas um3 Isso me incomodou por'ue notei 'ue/ nos

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<9 períodos mais difíceis da min*a vida/ 'uando estava sofrendo de ang.stia/ pesar ou derrota/ podia en(ergar apenas um par de pegadas3 ntão/ falei para o Sen*or: 1 Sen*or/ v7s me prometestes 'ue/ se eu vos acompan*asse/ camin*aríeis sempre comigo3 8as eu reparei 'ue/ nos períodos mais difíceis da min*a vida/ *avia apenas um par de pegadas na areia3 Por 'ue/ nas *oras em 'ue mais precisei de v7s/ não est+veis ao meu lado) o Sen*or replicou: 1 As ve,es em 'ue viste apenas um par de pegadas/ min*a fil*a/ 5 por'ue eu estava te carregando no colo3 A! Irri"a<C%! $% Pa lo & ap7stolo Paulo foi e(ortado a sofrer por Cristo/ mas/ ao longo de todo o seu sofrimento/ s7 resistiu por'ue teve o apoio do spírito Santo3 -ão apenas foi e(ortado a sofrer fisicamente/ mas tam25m con*eceu o sofrimento mais sutil de 2ancar o idiota diante dos outros *omens3 le descreve as suas e(periLncias em 9 Coríntios @:;-9::
*8ois penso que Deus nos tem posto a n/s' os ap/stolos' pelos Altimos' como sentenciadas . morte7 somos feitos espet1culo ao mundo' tanto a an,os como a omens. 4/s somos estultos por amor de 9risto' mas v/s s1(ios em 9risto7 n/s somos fracos' mas v/s forres7 v/s onrados' mas n/s despre!adas. )t+ esta padecemos fome' e sede' e nude!' e somos es(ofeteados' e não temos morada certa' e fati&amo-nos' tra(al ando com as nossas pr/prias mãos7 quando vilipendiadas' (endi!emos7 perse&uidos' sofremos7 difamados' ro&amos7 somos feitos como refu&o do mundo' como esc/ria de tudo at+ a&ora.*

Paulo nos fala/ em II Coríntios/ das tri2ulaçJes/ dificuldades/ espancamentos/ insRnia e outros sofrimentos 'ue os servos de $eus eram e(ortados a suportar3 Ao pensar em suas responsa2ilidades como mission+rio cristão/ disse ele: 6Al5m das coisas e(teriores/ *+ o 'ue pesa so2re mim diariamente/ o cuidado de todas as igreFas36 GII Cor3 99:<CI

es ridiculari. 5 a possi2ilidade de vocL ser mal-interpretado3 As pessoas colocam os cristãos famosos num pedestal/ mas/ ao menor erro/ eles são imediatamente culpados e muitas ve.I $eus nunca enviou nen*uma dificuldade para a vida de Seus fil*os sem as ofertas conFuntas de aFuda nesta vida e recompensa na vida futura3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<< Como a preocupação de Paulo com as igreFas ressalta vividamente a grande pressão 'ue sofrem as lideranças cristãsK As responsa2ilidades do minist5rio muitas ve.er um pronunciamento infeli.endo/ e(iste o pro2lema de ser citado continuamente na imprensa3 8ais perigoso do 'ue fa.es/ ao desDnimo3 Por5m/ no meio disto tudo/ est+ a graça ilimitada de $eus e Sua pa./ 'ue ultrapassa toda a compreensão3 Ser um cl5rigo famoso numa 5poca dominada pelos meios de comunicação acarreta pressJes 'ue o cristão comum nem se'uer imagina3 -o meu caso em particular/ *ouve 5pocas em 'ue as pressJes mentais/ físicas e espirituais tornaram-se tão grandes 'ue 'uase deseFei 'ue o Sen*or me levasse logo para casa3 H+ tive vontade de fugir ou sumir3 8as sei 'ue $eus me c*amou para as min*as responsa2ilidades/ e devo ser fiel3 Como e(emplo do 'ue estou di.aro ou a cura de Bartimeu ou a alimentação dos cinco mil) Podemos nunca ser e(ortados a sofrer como Paulo3 8esmo assim/ podemos 2em nos Fu2ilar com uma atitude como a dele: 6 m tudo somos atri2ulados/ mas não angustiadosM perple(os/ mas não desesperadosM perseguidos/ mas não a2andonadosM derri2ados/ mas não destruídos36 GII Coríntios @:C/ .es podem ser esmagadoras3 Ealando *umanamente/ podem levar 0 solidão/ depressão e/ muitas ve.ados pelos outros cristãos3 Isso 5 parte do 'ue Paulo 'uis di.er 'uando falou do 6cuidado de todas as igreFas6 repousando so2re ele3 sta pressão foi ainda maior do 'ue os sofrimentos físicos 'ue ele suportou3 8uitas ve.es me perguntei o 'ue teria acontecido no minist5rio do Sen*or Hesus Cristo/ se a televisão e(istisse na'uela 5poca3 & 'ue teriam feito/ por e(emplo/ com a ressurreição de !+.

es o tornaram 'uerido em todos os stados #nidos/ transformou a sua deficiLncia numa cele2ração alegre da 2ondade de $eus3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<: SeFam 'uais forem as afliçJes 'ue c*eguem 0 nossa vida/ nosso Sen*or entra no vale conosco/ levando-nos pela mão/ at5 mesmo nos carregando/ 'uando 5 necess+rio3 is a'ui um versículo para decorar e repetir: 6-ão vos tem so2revindo tentação 'ue não seFa comum aos *omensM mas $eus 5 fiel/ o 'ual não permitir+ 'ue seFais tentado al5m das vossas forças/ mas tam25m com a tentação prover+ o meio de saída para poderdes suport+-la36 GI Coríntios 9=:9:I VIVENDO ACIMA DE SUAS CIRCUNSTFNCIAS 5!o oro pedindo um fardo mais le$e. mas sim costas mais fortes( P6ILLIPS 7*OO8S PA%A A"# ! S 'ue en(ergaram/ a cegueira pode ser uma deficiLncia esmagadora3 $urante a maior parte de seus .A anos na terra/ EannQ Cros2Q foi cega3 -o entanto/ teve a profunda percepção espiritual para compor *inos cristãos cl+ssicos como 6Salva pela 4raça6/ e centenas de outros *inos e cançJes evang5licas 'ue inspiraram e confortaram os cristãos por uma centena de anos3 8ais recentemente/ _en 8edema/ o cantor e compositor cego cuFas melodias e(travagantes e letras feli.

er o mesmo3 Todos temos pro2lemas na vida/ em escala maior/ ou menor3 Como disse o music man/ 6*+ encrencas em %iver CitQ63 As provaçJes dei(am umas pessoas amargas/ e outras mel*ores3 "ual a diferença) & salmista oferece a resposta no Salmo @::A3 A diferença 5 a f5 em $eus3 6Por 'ue est+s a2atida/ min*a alma) Por 'ue est+s pertur2ada dentro de mim) spera em $eus36 . progressiva/ Beet*oven foi forçado a a2andonar sua carreira de pianista e concentrar-se na composição musical3 Como resultado/ tornou-se um dos maiores compositores de todos os tempos3 stou convencido de 'ue e(iste uma 2Lnção no sofrimento3 -em sempre 5 possível en(ergar a 2Lnção no pro2lema determinado 'ue estamos enfrentando/ mas o sofrimento pode e deve servir a um prop7sito positivo3 A despeito de suas deficiLncias e dores/ as pessoas a 'uem aca2amos de nos referir alcançaram grandes coisas para o 2enefício da *umanidade por'ue aprenderam a viver acima de suas circunstDncias/ superando-as3 Com a aFuda de $eus/ podemos fa.a de $eus3 & famoso mission+rio para os índios americanos/ $avid Brainerd/ e o destacado pastor escocLs %o2ert 8urraQ 8cC*eQne sofriam de mol5stias pulmonares e morreram antes de completar := anos3 -o entanto/ em2ora tão Fovens/ firmaram-se na vanguarda do serviço cristão e foram recon*ecidos por sua vida santa3 !ouis Pasteur/ o 'uímico francLs 'ue desco2riu o processo de eliminação de germes c*amado de 6pasteuri.ado de 2oa sa.de/ tivesse trocado suas pes'uisas por um tra2al*o mais lucrativo3 $evido 0 surde.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<@ Ho*n 8ilton escreveu o imortal Paraíso perdido como resultado da desgastante e(periLncia da cegueira3 sse cl+ssico glorifica e e(alta a grande.ação6/ era semiparalítico e suFeito a ata'ues epil5pticos3 -unca desistiu da sua 2usca de soluçJes para as mol5stias 'ue grassavam na 5poca em 'ue vivia3 > possível 'ue/ se tivesse go.

in*o de novoM <3 Poder+ lançar 6so2re ele toda a vossa ansiedade/ por'ue ele tem cuidado de v7s6 G9 Pedro A:BIM :3 Poder+ contar com os frutos do spírito crescendo na sua vidaM @3 Poder+ contar com um ou mais dons do spírito para utili.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento A E!"ra$a $a E!*%ra#<a 9<A & ap7stolo Paulo era um grande e(poente de esperança3 6Cristo em ti/ a esperança da gl7ria36 GCol39:<BI Ao escrever tais palavras/ ele coloca nossas esperanças em Cristo3 'ue mel*or esperança do 'ue o Cristo 6em vocL6) Se le est+ no seu coração/ tra. e os outros frutos positivos 'ue serão aparentes na vida da'uele 'ue crL G4+l3 A:<</<:I3 Ao escutar a mensagem dos versículos da Santa scritura/ o cristão pode vislum2rar como sua vida pode ser/ se for verdadeiramente entregue ao controle de Cristo3 Pense em algumas implicaçJes de ter Cristo com vocL: 93 VocL Famais ficar+ so. Consigo todas as 2Lnçãos do Seu spírito: amor/ alegria/ pa.ar/ visando o avanço do reino de $eus3 $esse modo/ vocL ter+ não apenas 6esperança no c5u6/ mas ter+ tam25m 6esperança6 para cada dia desta vida terrena/ a despeito das circunstDncias e(ternas e das dificuldades 'ue possam ser criadas por sua situação3 Isto 5 apenas uma parte do legado espiritual 'ue 5 nosso/ 'uando 6esperamos em $eus6 e e(perimentamos a realidade do 6Cristo em ti/ a esperança da gl7ria63 & amplo panorama de vida vitoriosa para o 'ual se a2re esta porta da 6esperança6 5 vasto demais para se contemplar/ profundo demais para se compreender3 Por5m/ ele aguarda o crente 'ue o2edece a ordem de 6ter esperança63 O E!*i#ho #a Car#% $% Pa lo .

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<? & ap7stolo Paulo con*eceu o sofrimento na pr7pria carne "uando contava para o povo de Corinto algumas de suas e(periLncias pessoais engrandecedoras com o Sen*or ressuscitado/ confessou 'ue tin*a um pro2lema físico real: 6Para 'ue eu não me engrandecesse demais/ foi-me dado um espin*o na carne/ mensageiro de Satan+s para me es2ofetear36 GII Cor39<:BI -ão sa2emos e(atamente o 'ue era o tal 6espin*o na carne6/ mas deve ter sido uma enfermidade física3 Podia ter sido alguma esp5cie de doença de ol*os/ ou epilepsiaM ou/ como Sir Oilliam %amsaQ ac*ava prov+vel/ mal+ria3 Nouve 'uem sugerisse 'ue poderia ser uma insRnia crRnica/ mas eu ac*o isso pouco prov+vel3 SeFa como for/ sa2emos como ele lidou com esse pro2lema e 'ual foi a sua atitude su2se'Wente para com ele: 6 *)cerca disto' tr-s ve!es implorei ao $en or que o espin o se apartasse de mim. 8ortanto' de (oa vontade antes me &loriarei nas min as fraque!as' para que a força de 9risto repouse so(re mim. 8or isso fol&o em fraque!as' em afrontas' em necessidades' em perse&uições' em an&Astias por amor de 9risto7 pois quando estou fraco' então estou forte. E disse-me6 2asta-te a min a &raça' pois a min a força se aperfeiçoa na fraque!a.* GII Cor3 9<:C-9=I > claro 'ue Paulo não gostava do espin*o na carne3 8as 'uando sou2e 'ue não era possível livrar-se dele/ parou de gemer e começou a glorific+-lo3 Sa2ia 'ue era a vontade de $eus e 'ue o tormento era uma oportunidade para 'ue ele provasse o poder de Cristo em sua vida3 Paulo tam25m sa2ia o 'ue era sofrer com circunstDncias e(ternas3 le literalmente se vangloria do sofrimento 'ue suportou nas mãos da'ueles 'ue o perseguiam3 Eoi c*icoteado/ espancado com varas/ apedreFado e naufragouM passou frio e fomeM foi atraiçoado pelos amigos3 "ual'uer uma dessas circunstDncias teria derrotado a maioria de n7s3 Todavia/ Paulo conclui o seu cat+logo de sofrimentos com essas palavras triunfantes/ 'ue deveríamos imprimir em nossos coraçJes: 6"uando estou fraco/ então estou forte36 .

ia: ^Sen*or Hesus/ rece2e o meu espírito3^ le/ aFoel*ando-se/ clamou em alta vo.: ^Sen*or/ não l*es imputes este pecado3^ Tendo dito isto/ adormeceu36 GAtos B:A./ 9=I & resultado de tudo isso foi 'ue os líderes religiosos instigaram o povo a levar stLvão para ser Fulgado pelo Consel*o3 Testemun*as mentirosas l*e lançaram acusaçJes falsas e ele foi sentenciado + morte por apedreFamento3 "uando estava morrendo/ stLvão ergueu os ol*os e declarou 'ue via Hesus 0 mão direita de $eus3 Isso enfureceu a tur2a de tal modo 'ue apedreFaram stLvão com mais violLncia ainda3 6ApedreFavam a stLvão 'ue invocava o sen*or e di.er: 6Tudo posso na'uele 'ue me fortalece36 GEilipenses @:9:I E!"@.mero dos discípulos em Herusal5mM tam25m muitos dos sacerdotes o2edeciam 0 f536 GAtos ?:BI stLvão era 6um *omem c*eio da graça e poder de $eus6/ cuFo testemun*o logo começou a fa./ ?=I .er efeito3 Como resultado/ começou a enfrentar oposição3 "ual'uer pessoa 'ue assuma audaciosamente o Sen*or Hesus Cristo encontrar+ uma forte resistLncia3 6$isputavam/ com stLvãoM e não podiam resistir 0 sa2edoria e ao spírito pelo 'ual ele falava36 GAtos ?:.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<B VocL conseguiria viver acima de suas circunstDncias/ como Paulo viveu) %esistir a um sofrimento tão severo como o dele/ por nossa conta/ seria impossível3 -o entanto/ Funtamente com o ap7stolo/ podemos di.2o. o Prim%iro M7r"ir Como pode uma 2Lnção advir de um assassinato) stLvão foi outro personagem do -ovo Testamento 'ue sofreu e morreu pela causa de Cristo/ e o seu martírio resultou em progresso para o vangel*o3 stLvão foi escol*ido dentre os primeiros dos discípulos em Herusal5m para cumprir a tarefa de di+cono3 -o seu minist5rio/ assim como no dos pr7prios ap7stolos/ 6divulgava-se a palavra de $eus/ e se multiplicava muito o n.

ido a sentar-se em meio aos escom2ros da sua vida/ antes pr7spera3 depois da perda de tudo 'ue valia a pena na sua vida/ ele ainda pRde di.er: 6 is 'ue me matar+M não esperarei3 Contudo/ defenderei os meus camin*os diante dele36 GH7 9::9AI 8ais tarde/ fe.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<C Temos algo de interessante a acrescentar a esta *ist7ria3 #m *omem c*amado Saulo viu acontecer esse assassinato sangrento3 Tornar-se-ia mais tarde/ 5 claro/ o ap7stolo Paulo3 Creio 'ue a conduta de stLvão durante o seu Fulgamento/ seu sermão emocionante/ e o seu martírio coraFoso/ podem ter sido os fatores 'ue depois influenciaram Saulo a se voltar/ ele mesmo/ para Cristo3 1>: N2o m Sa#"o $a! Hora! Boa! $os muitos santos sofredores do Antigo Testamento/ dois se destacaram para mim: um deles 5 'uase uma ilustração cl+ssica do sofrimento3 > comum falarmos em 6paciLncia de H76 e com isso estamos nos referindo 0 maneira paciente como suportou o sofrimento cruciante 'ue foi e(ortado a e(perimentar3 A sua atitude triunfante 5 ainda mais espantosa 'uando nos damos conta do 'ue aconteceu a ele3 & seu sofrimento era mais do 'ue simplesmente físico: 93 le perdeu a sa.deM <3 Perdeu a fortunaM :3 Perdeu os fil*os3 H7 ficou redu. essa declaração impressionante: 6Sei por5m 'ue o meu %edentor vive/ e o 'ue vem depois de mim se levantar+ em p5 so2re o p736 GH7 9.:<AI Tais palavras saíram da 2oca de um *omem esmagado mental e fisicamente pelo sofrimento 'ue suportara nas mãos de Satan+s3 $epois dos piores de seus padecimentos/ a sua mul*er l*e disse: 1 Conservas tu ainda a tua integridade) %enuncia a $eus e morre3 A despeito dessas palavras fortes/ H7 replicou: 1 st+s falando como fala uma mul*er tola3 "uL) %ece2eremos o 2em da mão de $eus/ e não rece2eremos o mal) .

ltima parte da vida de H7 mais do 'ue a primeira3 Gvv39=-9<I "ue testemun*o 5 H7 da fidelidade m+(ima de $eus a Seus pr7prios fil*osK -o seu livro Where #s 0od When #t 9urts: G&nde est+ $eus 'uando d7i)I/ escreve P*illip SanceQ: 6Satan+s provocara $eus com a acusação de 'ue os *umanos não são verdadeiramente livres/ por'ue $eus reforçara as recompensas de H7 para 'ue ele escol*esse a Seu favor3 Ser+ 'ue H7 era fiel por'ue $eus l*e concedera uma vida tão pr7spera) & teste provou 'ue não3 H7 5 um e(emplo eterno da'uele 'ue se manteve fiel a $eus/ em2ora o seu mundo ten*a desa2ado e parecesse 'ue o pr7prio $eus se voltara contra ele3 H7 se apegou 0 Fustiça de $eus ./9=I H7 não era perfeito3 %epare 'ue a Bí2lia di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9<.er: 6Heov+ deu/ e Heov+ tirouM 2endito seFa o nome de Heov+36 GH7 9:<9I & !ivro de H7 não resolve o pro2lema do sofrimento/ mas ensina liçJes valiosas3 Primeiro/ torna claro 'ue os inocentes sofrem Funtamente com os culpados/ e 'ue a virtude nem sempre 5 recompensada a'ui na terra3 &s sofrimentos de H7 eram imerecidos3 le reFeitou as acusaçJes de seus trLs amigos e manteve a sua integridade3 $eus tampouco o acusou de ter agido mal3 $epois/ a *ist7ria nos aFuda a distinguir entre o sofrimento de retribuiç%o e o disciplinar3 $eus não estava punindo H7/ mas sim testando a sua f5 e apurando o seu car+ter3 H7 saiu da sua provação um *omem mel*or e mais s+2io3 A *ist7ria de H7 tem uma conclusão gloriosa3 VocL pode ac*+-la no capítulo @< de H7/ mas eis a'ui os pontos altos: $epois 'ue H7 orou por seus amigos Ga'ueles 'ue o difamaram durante a sua provaçãoI/ o Sen*or o tornou pr7spero de novo e deu-l*e o do2ro do 'ue possuía antes3 Todos os seus irmãos e irmãs333 confortaram-no e consolaram-no pelos padecimentos 'ue o Sen*or l*e enviara333 & Sen*or a2ençoou a . 'ue ele não pecou 6com os seus l+2ios6K Todavia/ ele 5 um modelo impressionante para seguirmos em nossa atitude para com o sofrimento3 A despeito de suas dificuldades/ podia di. Continuamos lendo a Bí2lia/ e vemos 'ue/ 6em tudo isso/ não pecou H7 com os seus l+2ios36 GH7 <:.

ir a mul*er de seu sen*or/ e/ como conse'WLncia/ foi lançado 0 prisão3 sses acontecimentos eram o 2astante para levar 'ual'uer *omem ao desespero3 $isse algu5m: 6$eus não usa ningu5m al5m dos seus limites/ a não ser depois 'ue o ten*a feito em pedaços36 Hos5 passou por mais triste.as do 'ue todos os fil*os de Hac7/ no entanto/ foi fiel3 A sua fidelidade no sofrimento levou-o a ser o primeiro-ministro do gito3 Como resultado de sua posição e poder/ conseguiu salvar a sua família da fome3 Por este motivo/ disse dele o spírito Santo: 6Hos5 5 um ramo frutífero/ um ramo frutífero Funto 0 fonteM e seus ramin*os se estendem so2re o muro36 G4Ln3@./ foi acusado falsamente de tentar sedu.BB/ p3 ?.3 .:<<I > preciso o sofrimento para ampliar a alma3 O So.rim%#"o %m No!!o M #$o Mo$%r#o > intermin+vel a lista dos 'ue sofreram por Cristo/ desde os dias da primeira igreFa3 !emos *ist7rias tanto de cat7licos 'uanto de protestantes 'ue/ em s5culos passados/ padeceram terrivelmente por lealdade 0 sua f53 A maioria desses valentes cristãos morreu so2 tortura e foi su2metida a tratamentos desumanos 'ue vão al5m da imaginação3 9 P*illip SanceQ/ Where #s 0od When #t 9urts:/ 4rand %apids: eondervan/ 9.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:= 'uando/ aparentemente/ era o mel*or e(emplo na *ist7ria de uma pretensa inFustiça de $eus3 le não 2uscou o $oador por causa de seus donsM 'uando todos os dons foram retirados/ ele ainda 2uscava o $oador36/ Da Pri!2o ao Pal7cio (iste um outro personagem do Antigo Testamento 'ue nos oferece uma ilustração do sofrimento: Hos53 Seus irmãos tramaram a sua morte e o venderam como escravo3 Ainda criança foi separado de sua família e mandado para um país estran*o3 "uando era rapa.

ista em Ausc*Zit.enas de formas3 Basta ir aos cortiços de -ova SorP/ aos *ospitais de 'ual'uer cidade/ ou aos lares tragicamente desfeitos3 Converse com os mil*Jes de crianças 'ue estão vivendo com apenas um dos pais/ ou sem nen*um dos ./ onde v+rios mil*Jes de pessoas Gtanto Fudeus 'uanto gentiosI foram impiedosamente c*acinados3 -em consigo descrever o *orror e a revulsão 'ue me dominaram en'uanto camin*ava por a'uele terrível monumento 0 desumanidade do *omem para com o *omem3 Al5m disso/ o nosso s5culo tem testemun*ado/ repetidamente/ cenas incríveis de fome e inanição em massa em muitas partes do mundo3 -en*um cristão sincero pode ficar indiferente a acontecimentos tão tr+gicos3 A sina desesperada dos po2res e famintos/ a tolerDncia de tantos para com a inFustiça social e econRmica/ o aumento desca2ido de armas de destruição em massa 1 estes e in.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:9 8as não 5 preciso irmos muito longe na Nist7ria3 & s5culo ]] foi testemun*a de alguns dos e(emplos mais espantosos de sofrimento em massa na *ist7ria da raça *umana3 8il*Jes sofreram e morreram em duas catastr7ficas guerras mundiais/ com mil*Jes mais perecendo em diversas outras guerras e revoluçJes3 V+rios anos atr+s visitei o not7rio campo de concentração na.meros outros pro2lemas demonstram vividamente 'ue vivemos num mundo em 'ue a maldade e o sofrimento não apenas são reais/ como crescem a cada momento3 sses pro2lemas tam25m desafiam todos os cristãos a orar e tra2al*ar para mitigar o sofrimento e a com2ater as causas desses pro2lemas/ sempre 'ue possível3 Como cristãos/ sa2emos 'ue todo o sofrimento e a maldade Famais serão eliminados de nosso mundo antes do retorno de Cristo3 8as tam25m sa2emos 'ue Cristo ordena 'ue façamos tudo o 'ue for possível para demonstrar o Seu amor por todos a'ueles 'ue sofrem3 $evemos lutar contra o mal e a inFustiça e tra2al*ar em nome de Cristo pelo 2em dos outros3 Por5m/ o sofrimento afeta todos os tipos e classes de indivíduos/ todos os dias3 Podemos encontrar 0 nossa volta o sofrimento so2 de.

endo em Seu mundo3 &s livros dela e o filme so2re a sua vida/ suas apresentaçJes na televisão e sua *ist7ria pu2licada na imprensa tocaram mil*ares de vidas3 & seu serviço para $eus 5 muitas ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:< dois3 Converse com as de.+las em termos simples me assom2ra e inspira3 Con*eço pouca gente/ inclusive alguns de nossos maiores te7logos/ 'ue possua uma noção tão pr+tica e a2rangente de 'uem 5 $eus e do 'ue est+ fa. de fa.adas/ e o seu testemun*o do 'ue o Sen*or fe.er por causa da guerra e da fome/ o pai aca2ou dei(ando-a num asilo para crianças cegas e surdas em Taegu/ Cor5ia3 8ais tarde/ foi adotada por uns americanos e .adas/ ficou cega na infDncia por'ue as retinas de seus ol*os foram destruídas 'uando ela ol*ou para a e(plosão de uma 2om2a3 Seu pai tentou mat+-la/ Fogando-a no rio3 $esesperado e sem sa2er mais o 'ue fa.enas de mil*ares de pacientes 'ue foram avisados 'ue estão com cDncer ou mol5stias cardíacas3 Converse com as vítimas de assaltos/ estupros e outros crimes 'ue ocorrem diariamente em 'uase todas as cidades3 V+ 0s prisJes e fale com os prisioneiros 'ue estão pagando o preço amargo por seus erros3 Converse com os pastores 'ue estão de coração partido por'ue os mem2ros de sua congregação professam uma coisa e vivem outra3 & mundo todo est+ pedindo socorro3 #ma pessoa cuFo nome 5 sinRnimo de 6sofrimento vitorioso6 5 a prendada e coraFosa tetrapl5gica Honi arecPson3 Vive numa cadeira de rodas/ incapa.er 'ual'uer coisa por si mesma e/ no entanto/ 5 um dos seres *umanos mais vi2rantes e 2elos 'ue F+ vi3 $ividiu conosco o palan'ue cm muitas de nossas cru. por ela/ em e durante sua provação/ nunca cessa de me espantar e me tornar *umilde3 Honi emergiu do fogo de sua provação com uma percepção incrivelmente ampla e sensível não apenas 'uanto ao significado do sofrimento/ mas tam25m 'uanto a todas as grandes verdades teol7gicas inerentes a este t7pico3 Honi F+ teve o seu pr7prio Armagedom3 Sua capacidade de captar as verdades mais profundas e ver2ali.es maior do 'ue se Famais tivesse sofrido a'uele acidente/ ao mergul*ar na Baia de C*esapeaPe3 _im OicPes/ 'ue comparece 0 maioria de nossas cru.

de acima das circunstDncias) &u ser+ 'ue ol*amos para A'uele 'ue sofreu mais do 'ue podemos conce2er) m Table Tal.GConversa 0 mesaI/ 8artin*o !utero disse: 6-osso sofrimento não 5 digno do nome de sofrimento3 "uando considero min*as cru.es/ tri2ulaçJes e tentaçJes/ 'uase morro de vergon*a/ pensando no 'ue são em comparação com o sofrimento de meu a2ençoado Salvador/ Hesus Cristo36 (istem v+rias coisas na vida de Cristo 'ue revelam o Seu papel como o 6servo sofredor6/ 8essias3 > impossível reconstituir cada aspecto desta 2usca por toda a Sua vida/ mas considere estas verdades: .sica 'ue encantou mil*Jes3 Seus estudos levaram-na 0s mel*ores escolas do mundo/ inclusive a Viena3 &s acontecimentos da vida de _im podiam ter destruído muitas pessoas/ por5m/ pela graça de $eus/ ela triunfou so2re a adversidade3 NoFe em dia/ e(istem mil*ares de cristãos no mundo todo 'ue estão enfrentando diariamente a dor/ a perseguição e a oposição por sua f53 Eicamos sa2endo agora de seus triunfos e so2revivLncia em muitas partes do mundo3 A sua f5 em Cristo 5 profunda e forte3 A disposição com 'ue enfrentam a perseguição nos dei(a envergon*ados3 -ão compreendo como o corpo *umano pode suportar uma perseguição do tipo 'ue estão sofrendo *oFe em dia alguns de nossos irmãos e irmãs em Cristo 1 como/ por e(emplo/ em #ganda3 Sei apenas 'ue/ 'uando Hesus Cristo est+ com uma pessoa/ esta pode suportar os padecimentos mais profundos e emergir um cristão ainda mel*or e mais forte3 A 'uestão de como devemos suportar o sofrimento ser+ a2ordada no capítulo seguinte3 O So.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:: começou os anos de estudo e treinamento 'ue resultaram num testemun*o em letra e m.r%$or S *r%mo: 1%! ! Cri!"o Ser+ 'ue ol*amos para n7s mesmos/ nossas provaçJes/ nossos pro2lemas/ 'uando estamos sofrendo) Ser+ 'ue vivemos segundo as circunstDncias/ em ve.

perseguiç%o e ao perigo3 le veio numa missão de amor e miseric7rdia/ enviado pelo Pai3 #m anFo anunciou a Sua concepção e deu-!*e Seu nome3 Todos os anFos cantaram um *ino glorioso 'uando le nasceu3 Por meio da 6estrela6 ou meteoro e(traordin+rio/ o pr7prio c5u indicou a Sua vinda3 Por Si mesmo foi a criança mais ilustre 'ue F+ nasceu 1 o santo fil*o de 8aria/ o Eil*o divino de $eus3 -o entanto/ mal le entrou no nosso mundo e F+ Nerodes decretou a Sua morte e fe.om2aram d le e & trataram com desd5m3 Eoi 6despre. violência pessoal3 -o começo de Seu sacerd7cio/ Seus pr7prios conterrDneos de -a.ado e reFeitado6 pela maioria deles3 Trataram-no como um transgressor da lei de $eus/ algu5m 'ue desrespeitava o S+2ado/ uma pessoa pecaminosa 1 um 2e2errão/ um alco7latra/ algu5m associado a marginais e pecadores not7rios3 %epare tam25m 'ue <le esteve constantemente e)posto .es conspiraram para prendL-!o e mat+!o3 Einalmente/ aca2ou sendo preso e levado a Fulgamento ante Pilatos e Nerodes3 8uito em2ora fosse inocente das acusaçJes/ foi denunciado como inimigo de $eus e do *omem/ e indigno de viver3 .I &s líderes religiosos e políticos muitas ve.cia 'ue o te(to pode ser lido 'uase como se fosse algo escrito por uma testemun*a ocular/ ao inv5s de ser a previsão de um *omem 'ue o escreveu oitocentos anos antes do fato3 &2serve 'ue a vida de Jesus começou em meio .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:@ m Isaías A:/ os sofrimentos do Salvador são descritos com tanta min.as e capacidade para o sofrimento3 Veio como o fil*o de pais paup5rrimos3 Toda a Sua vida foi de *umil*ação volunt+ria3 Veio para servir e ministrar/ não para ser servido3 &utro aspecto de Seu sofrimento são as suspeitas vis e as deturpaç$es 'ue teve 'ue suportar3 6 le veio para o 'ue era seu/ e os seus não o rece2eram36 GHoão 9:99I m ve.a *umana com todas as suas enfermidades e fra'ue. de tudo para consegui-ta3 %epare/ tam25m/ 'ue <le assumiu um papel de pro"unda degradaç%o3 Eil*o do pai terno/ le tornou-se um 2e2L feito 0 semel*ança do *omem3 Assumiu nossa nature.ar5 tentaram Fog+-lo montan*a a2ai(o3 G!ucas @:<. disso/ .

. o +ue = esperava/ e isto aumentou ainda mais o Seu sofrimento3 Con*ecia o conte. antecipadamente..uem nos separar1 do amor de cristo5 $er1 tri(ulação' ou an&Astia' ou perse&uição' ou fome' ou nude!' ou peri&o' ou espada5 (.) Em tocas estas coisas somos mais do que vencedores por aquele que nos amou.* G%om3 C::A-:BI .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:A &s sofrimentos de Hesus tam25m incluíram as fero.do do c+lice 'ue tin*a de 2e2erM con*ecia a tril*a de padecimentos 'ue tin*a 'ue percorrer3 Podia en(ergar claramente o 2atismo de sangue 'ue & esperava3 Ealou claramente a Seus discípulos da morte pr7(ima pela crucificação3 Hesus/ o sofredor supremo/ veio para sofrer por nossos pecados3 Como resultado de Seus padecimentos/ nossa redenção ficou assegurada3 & 'ue o sofredor divino e(ige de n7s) Apenas nossa f5/ nosso amor/ nosso louvor agradecido/ nossos coraçJes e vidas consagrados3 Ser+ demais para se pedir) & Cristo vivendo em n7s permitir+ 'ue vivamos acima de nossas circunstDncias/ não importa o 'uão dolorosas seFam3 Talve.es tentaçJes do demRnio3 Isto foi vividamente descrito em 8ateus @:9: 6 então foi levado Hesus pelo spírito ao deserto/ para ser tentado pelo $ia2o36 !em2re-se/ tam25m/ 'ue <le sabia. vocL 'ue est+ lendo estas palavras encontre-se 'uase esmagado pelas circunstDncias 'ue est+ enfrentando no momento3 Pergunta-se 'uanto ainda poder+ agWentar3 8as não se desespereK A graça de $eus 5 suficiente para vocL e permitir+ 'ue supere as suas provaçJes3 "ue esta seFa a sua confiança: *.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento

9:?

O 5UE FAGO COM A MINHA DOR:
A dor. o me'afone de &eus. pode me afastar dEle( Posso odiar a &eus por permitir tal miséria( Por outro lado. pode me le$ar a Ele( PNI!IP SA-C S/

- 8 S 8P% somos consistentes em nossas reaçJes ao sofrimento pessoal3 Com um tipo de aflição/ somos capa,es de agWentar firme e seguir em frente3 Com um outro golpe da vida/ parecemos desmontar3 No!!a! R%a<C%! S2o o R%! l"a$o $% No!!a! Co#.ic<C%!
9

P*illip SanceQ/ Where #s 0od When #t 9urts: G&nde est+ $eus 'uando d7i)I/ 4rand %apids: eondervan/ 9;BB/ p3 AB3

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento

9:B

!orde 4eorge 4ordon BQron e Sir Oalter Scott foram talentosos escritores e poetas 'ue viveram no fim do s5culo ]VIII e começo do s5culo ]I]3 Am2os eram mancos3 BQron se ressentia amargamente de sua deficiLncia e vivia se 'uei(ando da sua sina3 -unca se ouviu Scott reclamar do seu pro2lema3 Certo dia/ Scott rece2eu uma carta de BQron 'ue di,ia: 6$aria a min*a fama para ter a sua felicidade36 & 'ue fe, a diferença nas suas reaçJes ao sofrimento e suas atitudes para com suas deficiLncias) BQron era um *omem 'ue se orgul*ava do seu estilo de vida dissoluto3 &s seus padrJes morais eram duvidosos3 Scott/ por outro lado/ era um fiel cristão/ cuFa vida coraFosa e(emplificava os seus padrJes e valores cristãos3 Para o cristão/ a reação ao sofrimento deve ser influenciada por seu conceito do 'ue Hesus Cristo suportou por ele na cru, e na sua compreensão da vontade de $eus para ele em sua dor/ não importa 'ual a sua fonte ou intensidade3 A vida cristã 5 uma vida livre da penalidade do pecado no 'ue di, respeito ao Fulgamento/ mas não 5 livre dos resultados do pecado3 Por causa da deso2ediLncia no Paraíso/ o pecado invadiu o universo perfeito de $eus e daí o sofrimento inevit+vel 'ue encontramos durante a nossa peregrinação *umana 1 o sofrimento 'ue terminar+/ no 'ue di, respeito ao cosmos/ no Armagedom3 -esse meio-tempo/ não estamos livres de afliçJes/ doença/ transtornos emocionais/ pro2lemas financeiros e todo o espectro do sofrimento *umano3 Cri!"o N #ca Prom%"% Uma Vi$a F7cil

Hesus Cristo falou francamente a Seus discípulos so2re o futuro -ada ocultou deles3 -ingu5m pode acus+-lo de logro ou de fa,er falsas promessas3 m linguagem inconfundível/ le l*es disse 'ue o discipulado significava uma vida de a2negação/ carregando uma cru,3 Pediu-l*es 'ue

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:C contassem os custos com cuidado/ para 'ue depois não dessem meiavolta ao encontrar o sofrimento e a privação3 Hesus disse a Seus seguidores 'ue o mundo os odiaria3 les seriam presos/ flagelados/ e levados perante governadores e reis3 At5 mesmo os seus entes 'ueridos os perseguiriam3 Como o mundo & odiava/ trataria mal a Seus servos3 le tam25m advertiu: 6Ainda mais vem a uma *ora em 'ue todo o 'ue vos mata Fulgar+ oferecer um culto a $eus36 GHoão 9?:<I Sendo assim/ o cristão deve esperar conflito/ não uma vida f+cil e gostosa3 le 5 um soldado e/ como F+ foi dito/ o seu capitão Famais l*e prometeu imunidade dos percalços da 2atal*a3 8uitos dos primeiros seguidores de Cristo ficaram desapontados com le/ pois a despeito de Suas advertLncias/ esperavam 'ue le su2Fugasse seus inimigos e instalasse um reinado político no mundo3 "uando se viram face a face com a realidade/ 6se retiraram/ e não andavam mais com ele63 GHoão ?:??I Por5m/ os verdadeiros discípulos de Hesus sofreram por sua f53 Sa2emos 'ue os primeiros cristãos reFu2ilavam-se 'uando iam ser mortos/ como se estivessem indo para um 2an'uete de n.pcias3 Ban*avam as mãos no fogo aceso para 'ueim+-las e gritavam de alegria3 #m dos *istoriadores da 5poca/ ao testemun*ar o *eroísmo deles/ escreveu: 6Ao aman*ecer o dia da vit7ria/ os cristãos marc*avam em procissão da prisão para a arena como se estivessem marc*ando para o c5u/ com fisionomias alegres marcadas pelo contentamento/ e não pelo medo36 T+cito/ um *istoriador romano/ escrevendo so2re os primeiros m+rtires cristãos/ falou: 6Acrescentavam-se 0 sua morte ,om2arias de todo o tipo3 Co2ertos com peles de animais/ eles eram feitos em pedaços pelos cães e pereciam/ ou eram pregados em cru,es/ ou lançados 0s c*amas e 'ueimados/ para servir de iluminação noturna/ 'uando o dia terminava3 -ero oferecia seus Fardins para o espet+culo36

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9:; Como eram verdadeiras as palavras de Paulo aos primeiros cristãos: 6Por muitas tri2ulaçJes nos 5 necess+rio entrar no reino de $eus36 GAtos 9@:<<I Algu5m F+ disse 'ue estas são as 6contradiçJes permitidas6 de $eus em nossas vidas3 Todavia/ e(iste uma diferença dr+stica entre a vontade permissiva de $eus e a Sua vontade perfeita para nossas vidas3 -7s nos desviamos da'uela vontade perfeita 'uando Adão escol*eu a deso2ediLncia a $eus no Paraíso3 "uando a vida nos desfec*a seus golpes/ podemos reagir com ressentimento/ resignação/ aceitação ou 2oas-vindas3 Somos os e(emplos vivos de nossas reaçJes3 R%!!%#"im%#"o: A C l*a - S a; D% ! Se vivemos vidas egocLntricas e algo acontece para alterar ou pertur2ar os planos 'ue fi,emos com tanto cuidado/ a nossa tendLncia natural 5 reagir com impaciLncia ou ressentimento3 Temos a tendLncia de culpar a $eus 'uando as coisas dão errado e a assumir o cr5dito 'uando tudo parece estar indo 2em3 %eagir com ressentimento pode se tornar um meio de vida para n7s/ e o resultado não 5 muito atraente3 & ressentimento pode estrangular um ser *umano3 $i, a Bí2lia: 6A insu2missão mata o tolo e o apai(onamento tira a vida ao simples36 GH7 A:<I Como se desenvolve o ressentimento) $esenvolve-se dentro de um clima de resistLncia 0 vontade de $eus para nossas vidas3 &s cristãos 'ue tLm uma f5 forte crescem 0 medida 'ue aceitam o 'ue 'uer 'ue $eus permita 'ue entre em suas vidas3 Curvam-se 0 Sua vontade 2oa e perfeita e tornam-se mais maduros3 -um verdadeiro sentido/ o car+ter cristão 5 um crescimento/ não um dom3 Ale(ander 8aclaren/ um ilustre pregador de 8anc*ester G9C<?-9;9=I/ escreveu: 6& 'ue nos pertur2a neste mundo não são as dificuldades/ mas a nossa oposição 0s dificuldades3 A verdadeira fonte de tudo 'ue

eito dEle a(ençoar. m2ora H7 ten*a sofrido como poucos *omens sofreram/ ele Famais perdeu de vista a presença de $eus ao seu lado/ em meio ao sofrimento3 mergiu vitorioso do outro lado da dor e da provação por'ue Famais permitiu 'ue o ressentimento toldasse o seu relacionamento com $eus3 A atitude 'ue pode vencer o ressentimento 5 e(pressa pelo autor aos Ne2reus: 6Toda correção ao presente/ na verdade/ não parece ser de go.aM depois/ por5m/ d+ fruto pacífico de Fustiça aos 'ue por ela tLm sido e(ercitados36 G9<:99I .o/ mas de triste.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@= a2orrece e irrita e desgasta as nossas vidas não est+ nas coisas e(ternas/ mas na resistLncia de nossas vontades 0 vontade de $eus e(pressa pelas coisas eternas36 %essentir-se e resistir 0 mão disciplinadora de $eus 5 perder uma das maiores 2Lnçãos espirituais 'ue n7s cristãos podemos ter a'ui na terra3 SeFa l+ o 'ue for 1 afliçJes/ dificuldades/ adversidade/ irritação/ oposição 1 n7s s7 6aprendemos Cristo6 'uando desco2rimos 'ue a graça de $eus 5 suficiente para todos os testes3 #m poeta descon*ecido pergunta: $e todos os meus anos fossem verão' como eu poderia sa(er O que meu $en or quer di!er com $ou *tornado (ranco como a neve*5 $e todos os meus dias fossem ensolarados' como eu poderia di!er *na $ua (ela terra Ele enxu&a todas as l1&rimas*5 $e eu . Eu os c amo de males' no entanto' sem dAvida não passam de amor que mostra o $en or aos meus ol os.queles que ama*5 $e não tivesse padecimentos' ser1 que não consideraria a vida eterna apenas um son o sem fundamento5 Meu inverno e min as l1&rimas e meu cansaço' at+ meus padecimentos podem ser o .amais me cansasse' como &uardaria .unto ao coração *Ele d1 o sono .

es/ ac*amos 'ue *+ algo de piedoso em nos resignarmos aos duros golpes da vida3 A resignação não 5 uma virtude 'ue distingue os cristãos3 Poderíamos aprender com os escritores pagãos/ como os est7icos da 4r5cia antiga/ a aceitar a calamidade com resignação3 m geral/ 5 a maneira mais f+cil de reagir/ uma esp5cie de fatalismo ou analg5sico 1 anestesia onde deveria e(istir ação3 A vit7ria cristã autLntica não est+ no camin*o da mera resignação3 m ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@9 & ressentimento 5 uma das reaçJes 0s provaçJes e afliçJes da vida/ e nos dei(a com uma personalidade amargurada3 (iste uma outra reação/ 'ue 5 de piedade aparente3 R%!i(#a<2o: E#. de se resignar ao sofrimento/ ele falou coisas como: 6Por 'ue est+s a2atida/ min*a alma) Por 'ue est+s pertur2ada dentro de mim)6 GSalmos @<:AI Como ele respondeu a essas perguntas ret7ricas) Prosseguiu ele: 6 spera em $eus/ pois ainda l*e darei graças pelo au(ílio do seu rosto36 Gvv3 A/ ?I Continua a raciocinar consigo mesmo: 6$e dia Heov+ ordenar+ a sua 2enignidade/ e de noite estar+ comigo o seu cDntico/ a sa2er/ uma oração ao $eus da min*a vida3 $irei a $eus/ min*a roc*a: Por 'ue te es'ueceste de mim)6 .r%#"a#$o a Vi$a com m S !*iro Todo um gLnero de literatura religiosa se desenvolveu a partir deste tipo de atitude 6espiritual63 -a verdade/ a maioria dos cristãos se encontra nesta categoria/ numa ou noutra 5poca3 Ts ve.a 'ue nos intriga e inspira3 m ve. disso/ o cristão 'ue cresce vL/ como H7 viu/ 'ue/ em2ora $eus possa nos ferir Gou permitir 'ue seFamos feridosI/ 6as suas mãos tam25m curam36 GH7 A:9CI Ainda 2em 'ue o rei $avi não vivia permanentemente 6numa 2oa63 Pense s7 nos Salmos 'ue não con*eceríamos/ se fosse este o caso3 -os seus escritos/ ele dei(a ver um lado da sua nature.

%r!i$a$% Ts ve.2lica/ ele parecia ter sido vencido 1 mas sempre ol*ava para al5m do o2st+culo ou pro2lema tentando en(ergar o pr7prio $eus3 6 levo os meus ol*os para os montes: de onde *+ de vir o meu socorro) & meu socorro vem de Heov+/ 'ue fe.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@< 6Por 'ue est+s a2atida/ min*a alma) Por 'ue est+s pertur2ada dentro de mim)6 le mesmo se responde/ triunfante: 6 spera em $eus/ pois ainda l*e darei graças pelo au(ílio do seu rosto36 Gvv3 A-?I $avi recusava-se a resignar-se 0s derrotas 'ue/ 0s ve.es/ nossos fardos parecem grandes demais para 'ual'uer um suportar3 Hesus tem um grande convite para n7s: 6>inde a mim todos os 'ue andais em tra2al*o e vos ac*ais carregados/ e eu vos aliviarei3 Tomai so2re v7s o meu Fugo/ e aprendei de mim/ por'ue sou manso e *umilde de coraçãoM e ac*areis descanso para as vossas almas3 Pois meu Fugo 5 suave/ e o meu fardo 5 leve36 G8at3 99:<C-:=/ o grifo 5 meuI Vinde3 Tomai3 Aprendei3 "ue palavras poderosasK ContLm um convite para aceitar e tirar proveito de nossos fardos e pro2lemas3 .a/ as dificuldades/ os sofrimentos e at5 a perseguição/ de uma forma ou de outra/ c*egam 0 vida de todo cristão3 -ão temos um escudo m+gico para nos proteger dos pro2lemas3 Por5m/ a resignação pura e simples pode levar-nos a um estado de a2atimento3 -o final das contas/ 5 a nossa atitude 'ue conta 1 a nossa atitude para conosco e para com $eus3 Podemos transformar os fardos em 2Lnçãos/ ou dei(ar 'ue os fardos nos enterrem3 Ac%i"a<2o: Tira#$o Pro. o c5u e a terra36 GSalmos 9<9: 9/<I m2ora $avi possa ter se mostrado triste/ confuso ou desanimado em alguns salmos/ ele sempre termina numa nota de esperança ou confiança em $eus3 Como F+ ressaltamos/ a triste.%i"o $a A$./ tanto na sua vida pessoal 'uanto na p.es/ ameaçavam derru2+-lo3 8ais de uma ve.

sculo tem 'ue se opor a alguma coisa3 Para atingir o +pice como indivíduo/ a pessoa tem 'ue aprender a tirar proveito de uma dificuldade3 Eico pensando nos negros americanos 'ue/ por muitos anos/ foram considerados cidadãos de segunda categoria3 Por5m/ a despeito de suas e(tremas desvantagens/ muitos negros tiraram proveito de suas dificuldades para desenvolver todo o seu potencial *umano3 Como resultado de seu tra2al*o e de sua luta pelo recon*ecimento/ temos muitos atletas/ cantores e atores negros e(traordin+rios3 &utros negros/ tam25m/ alcançaram grande desta'ue por'ue encontraram na adversidade a'uilo 'ue n7s/ no privil5gio e na afluLncia/ dei(amos escapar 3 A p5rola 5 outro e(emplo da grande.sculo 'ue não 5 usado se atrofia3 Para atingir a sua força m+(ima/ o m.3 Eoi da dor e dos pro2lemas 'ue nasceram as mais doces cançJes/ os poemas mais pungentes/ os contos mais impressionantes 3 $o sofrimento e das l+grimas nasceram os maiores espíritos e as vidas mais a2ençoadas3 H3%3 8iller escreveu: 68uitos de n7s ac*am a vida dura e c*eia de dor3 -ão podemos evitar tais coisas3 8as não devemos dei(ar 'ue as e(periLncias difíceis amorteçam a nossa sensi2ilidade ou nos façam ficar est7icos ou a.-9B.edos3 & verdadeiro pro2lema da vida 5 manter os coraçJes doces e meigos nas condiçJes e e(periLncias mais duras36 -ossa fil*a mais vel*a casou-se com um suíço3 les tLm seis fil*os e geralmente passam o verão na Suíça e o inverno nos stados #nidos3 .a 'ue nasce da adversidade3 $e onde vem essa 2ela F7ia) la começa como incRmodo grão de areia/ 'ue deu um Feito de entrar pelas do2ras da conc*a da ostra3 A p5rola emerge como resultado da reação da ostra ao incRmodo3 Algu5m F+ disse: 6#ma p5rola 5 uma ostra 'ue foi ferida36 & conforto e a prosperidade Famais enri'ueceram o mundo como a adversidade o fe.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@: & orador/ escritor e estadista irlandLs dmund BurPe G9B<.sculos e aguça nossas *a2ilidades36 #m m.BI disse: 6-osso antagonista 5 nosso aFudante3 A'uele 'ue luta conosco fortalece nossos m.

8ois ele fa! a ferida e a trata7 ele mac uca' e as suas mãos curam.* GH7 A:9B/9CI "uando nossos coraçJes estão inteiramente entregues 0 vontade de $eus/ então nos deliciamos ao ver 'ue le nos usa de 'ual'uer maneira 'ue deseFe3 -ossos planos e deseFos começam a com2inar com os d le e aceitamos a Sua orientação em nossas vidas3 -osso senso de alegria/ satisfação e reali.es estão profundamente enterradas3 São como as +rvores 'ue crescem nas cristas das montan*as da Carolina do -orte 1 +rvores castigadas pelos ventos e/ no entanto/ +rvores nas 'uais encontramos a madeira mais forte3 A p5rola/ a cotovia/ a flor/ as +rvores 1 todas elas ilustram as palavras de H7: 6Se ele me provasse/ sairia eu como o ouro36 GH7 <::9=I & cristão 'ue compreende este aspecto da nature.a de $eus pode ac*ar conforto no seu sofrimento3 Assim como uma criança disciplinada 5 uma criança feli.es/ 'uando os visitamos na Suíça/ pegamos as crianças e su2imos at5 o alto dos Alpes de telef5rico3 Passamos por so2re 'uilRmetros de terra/ vendo l+ em2ai(o algumas das flores mais 2elas 'ue se pode encontrar em 'ual'uer parte do mundo3 ssas flores so2reviveram 0s nevascas do inverno3 A carga de gelo/ neve e tempestades de inverno apenas aumentou o seu 2ril*o/ 2ele./ a Bí2lia di.: *Eis que + feli! o omem a quem Deus reprova' portanto não despre!es a correção do :odo-8oderoso.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@@ Ts ve.a e desenvolvimento3 > difícil acreditar 'ue/ apenas algumas semanas antes/ essas flores estavam enterradas so2 muitos metros de neve3 -ossos fardos podem ter o mesmo efeito em nossas vidas3 "uando os cristãos enfrentam os ventos da adversidade e as tormentas dos pro2lemas/ eles alçam vRo como a cotovia3 São como as +rvores 'ue so2revivem 0 tempestade por'ue suas raí.ação na vida aumenta/ não importa 'uais as circunstDncias/ se estamos no centro da vontade de $eus3 O So.rim%#"o B%m8Vi#$o: Al%(ria a D%!*%i"o $a For#alha .

es3 & minist5rio de Hesus Cristo foi um minist5rio de alegria3 A Bí2lia ensina 'ue uma vida de repouso interior e vit7ria e(terior 5 um direito inato de um cristão3 6.* 1 A capacidade de se rego.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@A & ressentimento ou a resignação não são a resposta ao pro2lema do sofrimento3 ainda *+ um outro passo para al5m da aceitação3 > aceitar com alegria3 Precisamos escutar as palavras de Tiago: 68eus irmãos/ tende por motivo de grande go. 9armic ael cita o pre(end1rio Ce((-8eploe como tendo dito6 *) ale&ria não + exu(erDncia7 a ale&ria não + .o 'uando passardes por diversas tentaçJes/ con*ecendo 'ue a provação da vossa f5 produ.A</ pp3 B:-B@3 .iFar com 'ual'uer situação 5 um sinal de maturidade espiritual3 Cristo disse a Seus discípulos 'ue não deviam considerar uma aflição o fato de serem inFuriados e perseguidos3 $eviam encarar a'uilo como um favor e uma 2Lnção3 $eviam 6reFu2ilar-se e ficar contentes6 'uando perseguidos3 G8at3 A:9<I $eviam ser 6mais do 'ue vencedores6 em meio 0 sua privação3 G%om3 C::BI $eviam reFu2ilar-se no seu sofrimento3 G%om3 A::I Paulo passou por suas dificuldades cantando e gritando/ e as suas maiores vit7rias nasceram das perseguiçJes 'ue sofreu3 screveu aos romanos: 6 não s7 isso/ mas tam25m nos gloriemos nas tri2ulaçJes/ sa2endo 'ue a tri2ulação produ.ue testemun o para o mundo seriam os cristãos*' escreveu )mB 9armic ael' *se fossem pessoas evidentemente mais feli!es. ) $rta.stia/ ou a perseguição) G333I -a 9 AmQ Carmic*ael/ 0old b2 /oonlight G&uro ao !uarI/ !ondres S3P3C_3/ 9.ovialidade.* ) ale&ria + uma das marcas do verdadeiro crente. ) ale&ria + simplesmente a perfeita aquiesc-ncia .a3 A fortale. a fortale. vontade de Deus' porque a alma se deleita no pr/prio Deus. fortale.er as pessoas infeli.a deve completar a sua o2ra/ para 'ue seFais perfeitos e completos/ não faltando em coisa alguma36 GTiago 9:<-@I A vida cristã 5 uma vida plena de alegria3 & cristianismo Famais se destinou a ser algo para fa.a333 "uem nos separar+ do amor de Cristo) As tri2ulaçJes/ ou ang.

a Bí2lia: 6& coração alegre 5 2om rem5dio/ mas o espírito a2atido seca os ossos36 GProv3 9B:<<I Se o coração est+ em *armonia com $eus atrav5s da f5 em Cristo/ então ele trans2ordar+ otimismo e 2om *umor3 Navia um vel*o pastor de ovel*as no oeste 'ue possuía um violino/ mas este estava desafinado3 le não tin*a como afin+-lo/ então/ desesperado/ escreveu para uma das estaçJes de r+dio e pediu para 'ue/ em determinada *ora de determinado dia/ tocassem a nota 6l+63 &s funcion+rios da estação resolveram agradar o vel*o e/ na'uele dia com2inado/ um 6l+6 2em afinadin*o foi transmitido3 & pastor conseguiu afinar o seu violino e/ mais uma ve.iFando-se por terem sido ac*ados dignos de sofrer afrontas pelo nome de Hesus G333I não cessavam de ensinar e pregar a Hesus/ o Cristo36 GAtos A:@9/ @<I m todas as eras foi possível aos cristãos manter o espírito de alegria na *ora da provação3 m circunstDncias 'ue derru2ariam a maioria dos *omens/ eles superaram de tal modo as suas dificuldades 'ue aca2aram por us+-las para servir e glorificar a Cristo3 O S%(r%$o $a Al%(ria $o Cri!"2o "uando Hesus Cristo 5 a fonte de Alegria/ não e(istem palavras para descrevL-la3 > uma alegria 6ine(primível e gloriosa36 Gl Ped3 9:CI Cristo 5 a resposta 0 triste.a e ao desDnimo/ 0 disc7rdia e 0 divisão em nosso mundo 3 Cristo pode retirar o desalento e o a2atimento de nossas vidas/ con*ecL-lo nos fa. otimistas e 2em-*umorados3 $i./ a sua ca2ana ecoou com melodias alegres3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@? esperança/ sede alegres/ na tri2ulação/ pacientes na oração/ perseverantes6 G%om3 A::M C::AM 9<:9<I "uando foram c*icoteados e rece2eram ordens para não mais falar em nome de Hesus/ Pedro e Hoão partiram 6rego.

ível e c*eio de gl7ria36 Gl Pedro 9:CI O P%ca$o: a Barr%ira Para a Al%(ria Como F+ vimos/ mas nunca 5 demais repetir/ a Bí2lia mostra 'ue todos os pro2lemas do mundo derivam do fato de 'ue os *omens desrespeitaram as leis de $eus: 6Por'ue todos pecaram e necessitam da gl7ria de $eus36 G%omanos ::<:I (iste um castigo para 'uem desrespeita a lei de $eus e este castigo 5 o 2animento de Sua presença3 Como 5 'ue algu5m 'ue 5 parte de um tal mundo pode con*ecer a alegria) (iste um muro entre esta pessoa e $eus3 Todavia/ a Santa scritura di.nio3 Alguns sofreram a vida toda3 Tiveram todos os motivos para suspirar e se 'uei(ar/ tendo-l*es sido negados tantos privil5gios e pra.a da sua graça36 G f5sios 9:BI Por meio da Cru./ Cristo rompeu a 2arreira construída pelo pecado para 'ue possamos con*ecer a alegria da salvação de $eus3 $i.es 'ue con*eci 2e2eram at5 o fim do c+lice da provação e do infort.o indi. a Bí2lia: 6Se confessarmos os nossos pecados/ le 5 fiel e Fusto para nos perdoar os pecados/ e para nos purificar de toda a inFustiça36 GI Hoão 9:.eres 'ue vLem os demais usufruindoM no .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@B Temos 'ue estar afinados com $eus3 Hamais nos livraremos do desDnimo e do a2atimento at5 con*ecermos o verdadeiro manancial da alegria/ e camin*armos ao seu lado3 & pr7prio Cristo 5 o segredo da alegria do cristão: 6A 'uem/ sem o terdes visto/ amaisM no 'ual/ sem agora o verdes/ mas crendo/ e(ultais com go.I &s padecimentos podem ser um meio de refinamento e purificação3 8uitas vidas renasceram da fornal*a dos padecimentos/ como F+ mostramos anteriormente Gpor e(emplo/ nos capítulos ? e . 'ue/ em Cristo/ 6temos a nossa redenção pelo seu sangue/ a remissão dos nossos delitos/ segundo a ri'ue.I3 8il*ares de cristãos aprenderam o segredo do contentamento e da alegria atrav5s da provação3 Alguns dos cristãos mais feli.

ade eterna com Cristo3 "uando In+cio estava prestes a morrer por sua f5/ em 99= d3C3/ ele e(clamou: 6"uanto mais pr7(imo da espada/ mais pr7(imo de $eus3 -a compan*ia de animais selvagens/ na compan*ia de $eus36 & ap7stolo Paulo escreveu: 6&s sofrimentos da vida presente não tLm valor em comparação com a gl7ria 'ue *+ de ser revelada em n7s36 G%om3 C:9CI -as min*as viagens/ conclui 'ue a'ueles 'ue não perdem de vista o c5u se mantLm serenos e alegres mesmo nos dias mais negros3 Se as . da eternidade3 "uanto mais pr7(imo da morte/ mais pr7(imo de uma vida de ami. 'ue eu ten*o3 le 5 cristão3 8eu amigo ficou atRnito ao con*ecer um Fovem muito positivo e alegre/ por'ue o novo amigo do fil*o não tin*a pernas e tin*a apenas cotos no lugar dos 2raços3 n'uanto estava rescrevendo este capítulo/ visitei um sen*or idoso 'ue passara a maior parte da vida na C*ina como mission+rio3 Sempre go. muito Fovial/ mano2rando uma cadeira de rodas el5trica3 & fil*o falou: 1 Papai/ 'uero 'ue con*eça o amigo mais feli.ara de 2oa sa.de e tivera uma e(traordin+ria força física/ admirada por muitos3 Por5m/ as pessoas o amavam por causa da sua profunda dedicação a Cristo e o amor entre ele e a esposa3 Agora ele est+ com cDncer em v+rias partes do corpo3 Eui dar-l*e assistLncia/ e no entanto foi ele 'uem me assistiu3 Navia nele uma alegria e uma radiDncia e uma felicidade 'ue raramente ten*o visto3 le se levantou da cama e me acompan*ou at5 o carro 'uando fui em2oraM depois/ com um aceno de mão e um grande sorriso/ falou: 1 Continue pregando o vangel*o3 "uanto mais vel*o fico/ mel*or 5 Cristo para mim3 -ão nos surpreende 'ue os antigos cristãos se reFu2ilassem/ a despeito de seu sofrimento/ F+ 'ue o encaravam 0 lu.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@C entanto/ encontraram maiores motivos para gratidão e alegria do 'ue muitos 'ue são pr7speros/ vigorosos e fortes3 #m pai visitava o fil*o na universidade3 stavam conversando no p+tio do campus 'uando/ de repente/ apareceu um rapa.

B</ p3 9< .2 "uando o spírito Santo de $eus estiver fa.A9I escreveu: )ntes que cessem os ventos que sopram Ensina-me a viver dentro de :ua calma.ue eu não perca a c ance de provar ) plenitude de um amor permitido.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9@. )ntes que passe a dor em pa!' D1-me' meu Deus' um salmo para cantar.2ilo *ilariante/ ao F. .2ilo em meio 0s suas tri2ulaçJes3 Seu rosto irradiava o amor de Cristo e a sua vida era a epítome da estatura da santidade 'ue pode alcançar o cristão rendido/ se reage ao sofrimento reFu2ilando-se nele3 < AmQ Carmic*ael/ 8ose "rom Brier GEort Oas*ington/ P3A :C*ristian !iterature Crusade/ 9.4 % Voc@ R%a(%: Como 5 'ue vocL reage ao se apro(imar do seu pr7prio Armagedom ou/ 'uiç+/ do Armagedom final) Ser+ 'ue a dor o apro(imar+ de $eus ou o afastar+ d le) Podemos nos ressentir do sofrimento/ resignar-nos a ele ou o aceitarmos com alegria/ por'ue sa2emos 'ue $eus est+ no controle de nossas vidas3 A palavra re&ubilar1se se refere ao F.2ilo triunfal3 AmQ Carmic*ael G9C?B-9. gl7rias do c5u fossem mais reais para n7s/ se vivLssemos menos para as coisas materiais e mais para as coisas eternas e espirituais/ a vida presente nos pertur2aria 2em menos3 Como .2ilo e)tremo/ ao F.endo o 'ue 'uer na min*a vida/ eu serei capa. de cantar esta canção vitoriosa com AmQ Carmic*ael3 Por causa de um acidente/ ela passou vinte anos numa cama/ sentindo dores 'uase constantes/ mas continuou a ministrar atrav5s de seus escritos e poemas religiososM tra2al*ando na Associação $o*navur/ na andia3 A sua percepção vivida e escritos encantadoramente espirituais revelaram a profundidade de sua camin*ada com Cristo3 la permanece como um e(emplo impressionante de uma cristã/ cuFo sofrimento físico permitiu-l*e 'ue refletisse o car+ter de Cristo3 Viveu uma vida de F.

er36: Rica! R%com*%#!a! : -ova SorP/ Narper ` %oZ/ 9.??/ pp3 :<-::3 . estivesse ocupada demais para escrever3 Conta-se uma *ist7ria so2re 8artin*o !utero/ em 'ue ele passava por um período de depressão e desalento3 $urante v+rios dias/ o seu ar som2rio entristeceu a mesa da família e o dia-a-dia da casa3 Certa dia/ a mul*er dele veio tomar o desFeFum toda vestida de preto/ como se fosse a um enterro3 "uando 8artin*o l*e perguntou 'uem morrera/ ela respondeu: 1 8artin*o/ do Feito 'ue vocL anda se portando ultimamente/ pensei 'ue $eus tivesse morrido/ e então vim preparada para ir ao Seu enterro3 A sua reprimenda gentil/ mas efica.mero incont+vel de pessoas em todo o mundo3 Sem a 62Lnção6 de ficar confinada ao leito/ ela talve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A= $urante os anos de dor física/ AmQ Carmic*ael escreveu os muitos livros 'ue a2ençoaram um n./ foi direta ao coração de !utero e/ como resultado dessa lição caseira/ o grande %eformador resolveu Famais voltar a dei(ar 'ue as preocupaçJes do mundo/ o ressentimento/ a depressão/ o desDnimo ou a frustração o derrotassem3 Hurou 'ue/ pela graça de $eus/ su2meteria a sua vida ao Salvador e refletiria a Sua graça num espírito de F.2ilo/ sem se importar com o 'ue viesse3 Com Paulo/ ele gritaria: 64raças a $eus 'ue nos d+ a vit7ria por nosso Sen*or Hesus Cristo36 GI Coríntios 9A:ABI $eus nos d+ tarefas difíceis para enfrentar na vida e depois nos pede 'ue as enfrentemos com alegria3 -o seu Di(rio da campanha do Sinai o general 8os*e $aQan escreveu: 6&s oficiais escol*idos para comandar as unidades de com2ate eram *omens cuFa reação natural a uma tarefa difícil Famais era um ^mas333^ les compreendiam o significado total da min*a ordem inicial de advertLncia3 -o entanto/ não fugiam de suas implicaçJesM ao contr+rio/ rece2iam-nas com pra.

esteFa passando por sofrimentos psicol7gicos tão reais 'uanto os sofrimentos físicos3 Pode ser um sofrimento 'ue vocL não consiga e(pressar nem mesmo para o seu amigo mais 'uerido 1 um sofrimento íntimo/ devastador/ avassalador3 -o meio de tudo isso/ *+ a promessa da vit7ria3 Cristo venceu o mundo e vocL/ atrav5s da f5/ pode vencer o mundo por interm5dio de nosso Sen*or Hesus Cristo3 Gl Hoão A:AI Pode-se desco2rir a alegria em meio ao sofrimento3 Ts ve.2ilo 5 feita nada menos do 'ue B= ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A9 -estes dias de escuridão espiritual e tur2ulLncia política/ o cristão 'ue ol*a para adiante permanece otimista e alegre/ sa2endo 'ue Cristo deve reinar e 'ue/ 6se perseverarmos/ reinaremos tam25m com ele36 GII Tim3 <:99I Para cada *omem/ mul*er e criança neste mundo 'ue est+ sofrendo/ o Sen*or tem estas palavras do Sermão da 8ontan*a: 6Bem-aventurados sois/ 'uando vos inFuriarem/ vos perseguirem e/ mentindo/ disserem todo o mal contra v7s/ por min*a causa3 Alegrai-vos e e(ultai/ por'ue 5 grande o vosso galardão nos c5usM pois assim perseguiram aos profetas 'ue e(istiram antes de v7s36 G8ateus A:9939<I -as circunstDncias em 'ue vocL se encontra/ talve.ida pelo spírito Santo 'ue vive no interior3 .er depende das circunstDncias/ mas a alegria cristã independe totalmente de sa.de/ din*eiro ou condiçJes e(ternas3 "uando as circunstDncias l*e são contr+rias/ 'uando todo o conforto moderno 5 retirado/ ainda assim vocL pode e(perimentar o milagre da alegria produ.es no -ovo Testamento3 (iste uma vasta diferença entre o pra.es/ n7s o encontramos em nossa peregrinação terrena3 Tão logo admitamos essa possi2ilidade/ ficaremos espantados com a facilidade com 'ue se pode 6ser surpreendido pela alegria6/ nas palavras de C3S3 !eZis3 BillQ SundaQ descreveu-o 2em/ 'uando falou: 6Se vocL não encontra alegria na sua religião/ então e(iste uma fenda 'ual'uer no seu cristianismoK6 %eFu2ile-seK A e(ortação ao F.er e a alegria cristã3 & pra.

ine/ Ful*o de 9C?A3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A< O LUGAR DA ORAGBO NO SOFRIMENTO -uitas $e0es fui for ado a cair de 9oelhos pela con$ic !o esma'adora de "ue n!o tinha mais para onde ir( A minha pr2pria sabedoria e a de iodos "ue me cerca$am parecia insuficiente para a"uele dia 3/ AB%ANA8 !I-C&!A& P%&C#%A%8&S o modelo supremo de uma pessoa devotada 0 oração/ precisamos apenas consultar a vida de nosso Sen*or3 Hesus estava constantemente em atitude de oração/ 'uer estivesse ou não face ao sofrimento3 9 A2ra*am !incoln/ 9arper?s 4e5 /onthl2 /aga.

es nos fortalece e/ como cristãos/ não podemos pedir isenção de todos os males da vida3 A oração era tão natural 'uanto a respiração para nosso Sen*or/ e devia ser da mesma forma para n7s3 Se a oração 5 uma parte integral de nossas vidas/ 'uando c*ega uma crise F+ temos preparadas as lin*as de comunicação3 -o começo/ o *omem foi feito para viver uma vida de oração em ami.AA/ p3 .ando o nosso potencial espiritual3 Como F+ disse algu5m/ 6a oração 5 o uso mais elevado 'ue se pode fa.er da palavra63 & autor 2ritDnico Oilliam rnest NenleQ escreveu o poema #nvictus/ 'ue tem sido estudado por alunos da escola secund+ria *+ geraçJes/ e 'ue e(pressa sentimentos 'ue parecem tão no2res: 4ão importa quão estreitos os portões' .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A: -a noite em 'ue foi preso/ orava no Hardim de 4etsLmani !evara consigo seus discípulos/ mas le pr7prio estava tão convicto do 'ue & esperava/ 'ue pediu a Pedro/ Tiago e Hoão para & acompan*arem na vigília3 6Adiantando-se um pouca prostrou-se com o rosto em terra e orou: 8eu pai/ se 5 possível/ passe de mim este c+lice3 Todavia/ não seFa como eu 'uero/ mas como tu 'ueres36 G8at3 <?::.@</ 9.es em 'ue oro por uma pessoa doente/ uma pessoa aflita ou uma pessoa em dificuldades/ sempre encerro a oração di.uão c eio de casti&os o per&amin o' $ou o dono do meu destino6 $ou o comandante da min a alma.endo: 6Se for a Tua vontade63 Con'uanto seFa a vontade de $eus salvar a todos 'ue se arrependem do pecado e 'ue rece2em o Seu Eil*o como Salvador/ não 5 a vontade de $eus livrar-nos de todas as adversidades3 Como F+ vimos/ o sofrimento muitas ve.I -essas palavras/ Hesus nos ensinou como orar3 Todas as ve.ade com $eus e em *umilde dependLncia d le3 Ao orarmos/ estamos cumprindo o prop7sito de $eus para nossas vidas/ reali.: < A TreasurQ of 4reat Poems3 nglis* and Americans/ !ouis #ntermeQer/ ed3 -ova SorP/ Simon and Sc*uster/ 9.CA3 .

ica& .E.amos/ o mundo est+ sendo levado de roldão Por uma torrente de acontecimentos 'ue fogem ao controle do *omem3 & Armagedom parece estar c*egando/ de uma forma ou de outra3 Todavia/ e(iste um poder disponível para modificar o curso dos acontecimentos e para nos sustentar nas grandes crises da vida/ e este 5 o poder da oração por *omens e mul*eres tementes a $eus3 Adaptando as palavras de BenFamin EranPlin/ na Convenção Constitucional: > prov+vel 'ue uma nação não possa so2reviver em li2erdade sem a aFuda do $eus Todo-Poderoso3 -o entanto/ *oFe em dia/ c*egamos a um ponto em 'ue $eus 5 2astante ignorado e encaramos a oração na vida nacional como mera tradição venerada3 -ão temos o sentido de ir a $eus/ ansiosa e esperançosamenteM simplesmente usamos a oração como uma formalidade3 A Ora<2o .a/ doença ou sofrimento) N2o H7 Li'%r$a$% !%m a A6 $a $% D% ! Como F+ enfati.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A@ Tudo isso parece muito coraFoso no papel/ mas/ 'uando a morte levou a fil*a de seis anos de NenleQ/ 8argaret/ ele ficou desolado3 começou a se dar conta de 'ue não era o dono do seu destino3 "uando ela ficou 0s portas da morte/ toda a 2ravata dele desapareceu completamente3 ste tipo de atitude não pode ser a postura do cristão em 'ual'uer situação/ especialmente face ao sofrimento3 -7s não somos os donos de nosso destino/ 'uer como indivíduos/ 'uer como nação3 Como 5 'ue os *omens podem se Factar de controlar o pr7prio destino/ 'uando não conseguem resolver os pro2lemas de guerra/ racismo/ po2re.

a eu ./ e Hesus l*e assegurou 'ue/ na'uele mesmo dia/ estaria com le no paraíso3 A igreFa primitiva orou e Pedro foi salvo milagrosamente da prisão3 Pedro orou e $orcas ressuscitou para servir a Hesus Cristo durante anos3 &s discípulos vieram a Hesus e pediram: 1 Sen*or/ ensina-nos a orar3 .uando eu clamar' responde-me' Deus da min a .* ($al.aro e a'uele 'ue estava morto *+ 'uatro dias ressuscitou3 &rou no Hardim de 4etsLmani e encontrou forças para suportar o Seu sofrimento3 & ladrão orou na cru.* ($al.1 ouviu a min a sAplica' 0eov1 rece(er1 a min a oração. Ele ouviu do seu :emplo a min a vo!' e o clamor que % e fi! entrou nos seus ouvidos.* ($al.* ($al. >6E) *0eov1 . IJ6K) *Em :i' 0eov1' me refu&io7 não se. EH6F) *0eov1' Deus meu' a :i clamei por socorro e me saraste.ustiça7 na an&Astia tens-me dado fol&a7 compadece-:e de mim e ouve a min a prece.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9AA $e uma a outra e(tremidade da Bí2lia/ vemos o registro da'ueles cuFas preces foram atendidas 1 pessoas 'ue mudaram o curso da Nist7ria pela oração/ *omens 'ue oraram com fervor e a 'uem $eus atendeu3 lias orou 'uando desafiado por seus inimigos/ e o c5u mandou o fogo para consumir a oferenda no altar 'ue ele erigira na presença dos inimigos de $eus3 liseu orou/ e o fil*o da mul*er Sunamita se ergueu dentre os mortos3 $avi orou e alguns de seus salmos podiam servir como 6padrJes de oração6 para outros 'ue estão passando por dificuldades ou como e(emplos de como louvar ao Sen*or em meio 0s tri2ulaçJes3 *.amais enver&on ado6 livra-me na :ua retidão' inclina para mim os :eus ouvidos' livra-me depressa7 s.mulo de !+.* ($al. F6G) *4a min a an&Astia invoquei a 0eov1' e clamei por socorro ao meu Deus.para mim uma roc a fortificada' uma casa de defesa que me salve. IE6E'K) $aniel orou/ e con*eceu o segredo de $eus para salvar a sua vida e a de seus compan*eiros/ e para mudar o curso da Nist7ria3 Hesus orou no t.

emos mais algumas s.emos rapidamente uns versículos memori.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A? le/ então/ atendeu ao seu pedido/ dando-l*es o Pai -osso como oração modelo3 & Pai -osso/ todavia/ era apenas o começo de Seus ensinamentos so2re este assunto3 m de.em: 6&rai sem cessar6 GI Tess3 A:9BI3 ste deve ser o lema de todo verdadeiro seguidor de Hesus Cristo3 -unca pare de orar/ não importa o 'uão som2rio e sem esperanças possa parecer o seu caso3 Hesus nos ensinou 'ue devíamos continuar orando e Famais desistir3 G!uc3 9C:9I N+ alguns meses/ uma mul*er me escreveu contando 'ue/ durante de. mais empedernido3 u a aconsel*ei 'ue continuasse a orar3 Tive notícias dela de novo/ recentemente3 Contava 'ue o marido .plicas apressadas3 -ão 5 este o programa de oraçJes 'ue Hesus e(emplificou3 le orava longa e repetidamente3 Certa ve.a de 'ue nunca um dia começava ou terminava sem 'ue ele ficasse em comun*ão com o Seu Pai3 Por contraste/ como oramos descuidada e displicentementeK $i.ados pela man*ãM depois despedimo-nos de $eus pelo restante do dia/ at5 o fim da noite/ 'uando fa.2lico/ no entanto nunca estava apressado demais para passar *oras orando3 &rava antes de cada tarefa difícil e em cada crise de seu minist5rio3 &rava com regularidade3 Podemos ter certe.enas de outras passagens/ Cristo ofereceu mais orientação e/ como le praticava o 'ue pregava/ toda a vida d le foi uma s5rie de liçJes so2re como a oração prevalece em todos os aspectos da vida3 O EA%m*lo $% Cri!"o #ma das coisas mais espantosas da Santa scritura 5 o tempo 'ue Hesus passou orando3 Teve somente trLs anos de sacerd7cio p. anos/ ela suplicara pela conversão do marido/ mas 'ue ele continuava cada ve./ passou uma noite inteira orando a $eus3 G!uc3 ?:9<I As scrituras di.

a a Cristo e 'ue os perdoe/ em nome d le3 At5 mesmo a'ueles 'ue nos perseguem devem figurar em nossas preces3 Hesus reforçou este ensinamento com Seu pr7prio e(emplo/ como F+ vimos3 -as primeiras palavras 'ue pronunciou na cru. ao Pai ficou sem resposta3 Com $eus nada 5 impossível3 -en*uma tarefa 5 +rdua demais/ nen*um pro2lema 5 difícil demais/ nen*um fardo 5 pesado demais para o Seu amor3 & futuro/ com todas as incerte.es F+ pensei 'ue veremos no c5u os *omens 'ue pregaram Hesus na cru./ os cravos F+ enfiados em Suas mãos e p5s/ le começou a interceder por Seus crucificadores/ di./ graças 0 Sua oração3 -en*uma oração 'ue Hesus fe.plicas/ le caiu ao c*ão e agoni.endo: 6Pai/ perdoa-l*es/ pois não sa2em o 'ue fa.in*o regularmente com $eus 3 Ao o2servarmos a vida de oraçJes de Hesus/ podemos notar com 'ue veemLncia le orava3 & -ovo Testamento recorda 'ue/ no 4etsLmani/ na intensidade de Suas s.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9AB fora gloriosa e milagrosamente convertido no d5cimo primeiro ano de suas preces3 se ela tivesse parado depois de apenas de.in*o/ separando-Se de todas as distraçJes terrenas3 u o aconsel*o veementemente a selecionar um local 1 um 'uarto ou canto da sua casa/ no local de tra2al*o/ ou em seu 'uintal ou Fardim 1 onde poder+ se encontrar so. anos) -osso Sen*or fre'Wentemente orava so.ou Funto com $eus at5 'ue Seu suor se transformasse em 6gotas de sangue63 G!ucas <<:<@I "ue e(emplo de 6oração no sofrimento6 le 5 1 e como prova a promessa de 'ue a'ueles 'ue estão sofrendo precisam 2uscar a $eus ainda mais veementemente3 São tantas as liçJes 'ue Hesus nos ensinou so2re a oração/ 'ue não consigo apresent+-las todas num s7 capítulo3 Todavia/ uma 'ue devemos recordar especialmente durante estes dias de preconceito/ 7dio e *ostilidade 5 a seguinte: 6&ra por a'ueles 'ue te perseguem36 G8at3 A:@@I le manda 'ue supli'uemos por nossos inimigos/ pedindo a $eus 'ue os condu.em36 G!uc3 <:::@I 8uitas ve.as/ 5 do con*ecimento integral d le/ em2ora fi'ue oculto de n7s3 .

a vocL necessita a fim de 'ue a sua alma possa ser purificada e preservada para a eternidade3 Volte-se para le e poder+ di.til de desespero nascido do medo e da frustração3 8uita gente ora somente 'uando est+ so2 grande tensão ou em perigo ou enfrentando alguma crise3 H+ estive em aviJes 'uando um motor parouM então/ as pessoas começaram a orar3 H+ voei em meio a grandes tempestades/ 'uando as pessoas 0 min*a volta/ 'ue talve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9AC le compreende 'uanta aflição e triste. do Calv+rio/ le orou: 6-ão a min*a vontade/ mas a Tua36 G!uc3 <<:@<I Assim/ foi a2erto um camin*o para 'ue o pecador pudesse se apro(imar de $eus3 A oração/ no verdadeiro sentido/ não 5 um grito f.er/ como H7: 6 le sa2e o camin*o por 'ue andoM se ele me provasse/ sairia eu como o ouro36 GH7 <::9=I Hesus considerava a oração mais importante do 'ue o alimento/ pois a Bí2lia di. a Bí2lia: 6-a'ueles dias retirou-se para o monte a orar/ e passou a noite/ orando a $eus36 G!ucas ?:9<I le orava em funerais/ e os mortos voltavam 0 vida3 &rou so2re os cinco pães e os dois pei(es/ e alimentou uma multidão com a refeição de um garotin*o3 -a contemplação do Seu sofrimento iminente na cru. 'ue/ *oras antes do desFeFum/ 6levantando-se antes da madrugada/ saiu e foi a um lugar deserto/ e ali orava36 G8arcos 9::AI Para o Eil*o de $eus/ a oração era mais importante do 'ue a reunião e a cura de grandes multidJes3 $i. nunca tivessem pensado em orar antes/ passaram todas a orar3 Conversei com soldados 'ue me contaram 'ue nunca oraram antes de estar no meio de uma 2atal*a3 Parece *aver um instinto no *omem para orar nas *oras de perigo3 . a Bí2lia: 64randes multidJes afluíam para ouvir e ser curadas de suas enfermidadesM mas ele costumava retirar-se para os lugares desertos e orar36 G!ucas A:9A/9?I As *oras preciosas de compan*eirismo com o Seu Pai celeste significavam muito mais do 'ue o sono para o Salvador/ pois di.

Sa2emos 'ue 6e(istem poucos ateus nas trinc*eiras6/ mas esse tipo de cristianismo não alcança o nosso dia-a-dia/ e 5 superficial demais para ser genuíno3 &s mestres cristãos de todos os tempos sempre insistiram em 'ue a oração devia ter um lugar de desta'ue na vida dos fi5is3 #m s+2io anRnimo falou: 6Se os cristãos passassem tanto tempo orando 'uanto passam clamando/ não teriam nada do 'ue reclamar36 is a'ui algumas refle(Jes so2re a oração: Pela man*ã/ a oração 5 a c*ave 'ue nos a2re os tesouros das miseric7rdias e 2Lnçãos de $eusM 0 noite/ 5 a c*ave 'ue nos isola so2 a Sua proteção e amparo3 6& modo de $eus atender 0 prece do cristão 'ue pede mais paciLncia/ e(periLncia/ esperança e amor/ muitas ve.ran.es/ 5 coloc+-lo na fornal*a da aflição36 1 %ic*ard Cecil G9B@C-9C9=I3 6-ossa prece e a miseric7rdia de $eus são como dois 2aldes num poço: 'uando um so2e/ o outro desce6 1 8arP NopPins/ educador americano G9C=<-9CCBI3 8eu amigo de muitos anos/ o grande mission+rio *umanit+rio e *omem de oração .il+(io $a Ora<2o -a era moderna/ aprendemos a dominar a força da poderosa -i+gara e usar essa potLncia de modo 2en5fico3 Aprendemos a .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9A.C3 aubach/ falou: 6A oração/ na sua elevação m+(ima/ 5 uma conversa de parte a parte 1 e/ para mim/ o mais importante 5 escutar as respostas de $eus36 6Satan+s treme 'uando vL o santo mais fraco de Foel*os36 1 William Co5per G9B:9-9C==I3 Se *ouver l+grimas derramadas no c5u/ serão derramadas pelo fato de orarmos tão pouco3 & c5u est+ c*eio de respostas a oraçJes 'ue ningu5m se deu ao tra2al*o de pedirK O Po$%r % o Pri.

vidas3 Precisamos orar nas *oras de segurança/ para 'ue não nos tornemos descuidados e auto-suficientes3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?= arma. com f53 $isse Hesus: 6Por isso vos afirmo: tudo 'uanto suplicais e pedis/ crede 'ue o tendes rece2ido/ e tL-lo-eis36 G8ar3 99:<@I Tiago escreveu: 68as se algum de v7s necessita de sa2edoria/ peça-a a $eus/ 'ue d+ a todos li2eralmente e não impropera/ e ser-l*e-+ dada3 Pede-a/ por5m/ com f5/ nada duvidandoM por'ue 'uem duvida 5 semel*ante 0 vaga do mar/ 'ue o vento su2leva e agita36 GTiago 9:A/?I Se nossas oraçJes não tLm o2Fetivo nem sentido e misturam-se 0 d.plica fervorosa do Fusto36 GTiago A:9?I $evemos orar não apenas por nossas necessidades/ mas pelas necessidades dos outros3 $evemos orar nas *oras de adversidade/ para 'ue não nos tornemos infi5is e descrentes3 $evemos orar nas *oras de prosperidade/ para 'ue não nos tornemos arrogantes e orgul*osos3 $evemos orar na *ora do perigo/ para 'ue não nos tornemos temerosos e c*eios de d. se fa. a Bí2lia: 68uito pode a s.strias ou de destruir cidades e civili. dos acontecimentos vindouros/ e(amine o seu coração/ reconsagre a sua vida/ entregue-se sem reservas a $eus/ pois apenas a'ueles 'ue oram atrav5s de um coração limpo serão ouvidos por le3 $i. de iluminar cidades/ operar grandes ind.vida/ não serão atendidas3 A oração 5 mais do 'ue um deseFo voltado para o c5u: 5 a vo. da f5 voltada para $eus3 "ue privil5gio 5 o seu 1 o privil5gio da oraçãoK U lu.enar o vapor em caldeiras e li2ertar a sua tremenda energia para girar nossas m+'uinas e impulsionar nossos trens3 Aprendemos a conter os vapores da gasolina num cilindro e a e(plodi-los no segundo certo para mover nossos autom7veis e camin*Jes pelas estradas3 At5 mesmo desco2rimos o segredo de li2ertar a energia do +tomo/ 'ue 5 capa.açJes inteiras3 Por5m/ pou'uíssimos de n7s aprendem a desenvolver integralmente o poder da oração3 Ainda n%o aprendemos +ue um homem é mais poderoso +uando est( orando do +ue +uando est( no controle das armas militares mais poderosas &amais inventadas3 A oração efica.

er 'ue a resposta 5 diferente da'uela 'ue esper+vamos3 Precisamos nos livrar da id5ia de 'ue/ se orarmos muito e por 2astante tempo/ $eus sempre nos aca2ar+ dando a'uilo 'ue pedimos3 Como F+ vimos/ 'uando pedimos aFuda nas dificuldades/ ou cura na doença/ ou alívio na perseguição/ $eus pode não nos dar a'uilo 'ue pedimos/ pois essa pode não ser a Sua vontade s+2ia e amorosa para n7s3 .es ressaltado/ a resposta d le pode não ser necessariamente 6sim63 Pode ser 6não6 ou 6espere63 Se for 6não6 ou 6espere6/ não temos o direito de di.amos v+rias ve. fora da vontade de $eus3 $epois/ podemos ter certe.es/ 'ue nossas oraçJes estão suFeitas 0 vontade d le3 devemos ficar contentes com isso/ pois tira o fardo de cima de n7s e o coloca so2re o Sen*or3 $i.63 Como crentes/ não podemos encontrar a verdadeira pa.er 'ue $eus não atendeu 0 nossa oração3 Isso simplesmente 'uer di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?9 68ais coisas são conseguidas por meio da oração do 'ue son*a este mundo36 As famosas palavras de TennQson não são apenas um mero clic*L/ são a e(pressão da verdade3 &s ensinamentos da Bí2lia/ a *ist7ria da igreFa/ a e(periLncia cristã/ tudo isso confirma 'ue a oração realmente funciona3 8as como estamos relacionando a oração ao assunto específico do sofrimento/ precisamos ter em mente v+rias coisas 'ue F+ afirmamos e 'ue agora vamos resumir3 Primeiro/ 5 preciso lem2rar 'ue a prece não funciona automaticamente/ nem 5 um caso de magia espiritual3 -ão 5 como apertar um 2otão el5trico e esperar uma resposta imediata3 -ão podemos manipular a $eus nem !*e ditar ordens3 le 5 so2erano/ e temos 'ue recon*ecer Seus direitos so2eranos3 Isso significa/ como F+ enfati.er 6seFa feita a Tua vontade6 não 5 um suspiro/ mas sim uma canção/ por'ue a vontade d le 5 sempre o mel*or 1 tanto para n7s 'uanto para a'ueles por 'uem oramos3 Como F+ disse $ante/ 6na Sua vontade est+ a nossa pa.a de 'ue $eus cumpre a Sua Palavra e atende a todas as oraçJes sinceras oferecidas em nome do Sen*or Hesus Cristo3 Por5m/ a resposta d le não 5 sempre a mesma3 Como 5 tantas ve.

ade com Deus: 5 apreciar a Sua compan*ia/ aceitar a Sua vontade/ agradecer-!*e por Suas miseric7rdias/ entregar-!*e as nossas vidas/ conversar com le so2re outras pessoas tanto 'uanto falamos so2re n7s mesmos/ e escutar/ no silLncio/ o 'ue le tem para nos di.stia e tensão3 "uando c*egamos ao fim de n7s mesmos/ estamos c*egando ao começo de $eus3 Como F+ foi dito/ nossas pe'uenas coisas são todas grandes para o amor de $eusM nossas grandes coisas são todas pe'uenas para o Seu poder3 VocL est+ negando a si mesmo um privil5gio maravil*oso/ se não orar3 & camin*o da oração est+ sempre a2erto/ não importa o 'ue vocL precise3 Tome este camin*o at5 o Sen*orK .stia3 le nos dar+ paciLncia/ coragem e forças para suportar o nosso sofrimento/ a capacidade para super+-lo/ e a certe.a de Sua presença em todas as situaçJes por 'ue teremos 'ue passar3 $e 'ual'uer forma/ não nos es'ueçamos de 'ue a oração não 5 apenas pedir coisas a $eus3 > muito mais e mel*or do 'ue isso3 -o seu nível mais profundo/ a oração 5 a ami.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?< Por5m/ le atender+ as nossas oraçJes/ 0 Sua maneira3 le não nos desapontar+ em nossa *ora de ang.er3 Isso 5 o 'ue torna a oração uma coisa tão real e preciosa/ especialmente nas *oras de ang.

em 'eral conhecemos as mais doces e. Paulo 'ue n7s temos 6uma f5 e um con*ecimento 'ue se apoiam na esperança da vida eterna/ 'ue o $eus/ +ue n%o pode mentir/ prometeu antes dos tempos eternos6 Go grifo 5 meuI3 Ven*o pregando a Bí2lia e proclamando a Palavra de $eus *+ muitos anos Gnosso programa semanal de r+dio internacional/ A 9ora da Decis%o/ começou em A de 9 Ho*n BunQan3 The complete Wor-s o" John Bun2an/ NenrQ Sta22ing/ ed3/ vol3 @/ !ondres/ Virtue ` Sorston/ s3/ d3/ p3 @.B#-SA- A BaB!IA > o livro de promessas de $eus e/ ao contr+rio dos livros dos *omens/ não modifica ou fica ultrapassado3 m Tito 9:</ di.@3 .peri<ncias do amor de &eus3/ H&N.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?: PROMESSAS PARA A5UELES 5UE SOFREM 5as horas de afli !o.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?@ novem2ro de 9.?<I3 As estimativas 'uanto ao n.A= e/ desde então/ nunca sofreu interrupçJesI e a mensagem 'ue ven*o pregando durante todo esse tempo 5 2asicamente a mesma 1 por+ue Deus n%o menteK -esses anos todos/ ocorreram muitas modificaçJes em nosso mundo3 -a verdade/ não 5 mais o mesmo mundoM 5 totalmente diferente3 -7s agora estamos pregando para uma nova geração de pessoas 1 pessoas 'ue cresceram numa nova sociedade e são desafiadas por novas id5ias3 Por5m/ uma coisa 5 certa 1 $eus não mudou3 $isse le: 6 u/ o Sen*or/ não mudo36 G8al3 ::?I Isto 5 um conforto incomensur+vel para o crente nas *oras de sofrimento3 $eus 5 imut+vel em Sua compai(ão e cuidado por Seus fil*os aflitos3 Ho*n BunQan nos di.mero/ na nature.: 6As afliçJes são governadas por $eus/ tanto na duração 'uanto no n.ação na Bí2lia/ 'uer apareçam no Antigo ou no -ovo Testamento3 -a verdade/ am2as as partes da Bí2lia estão c*eias de promessas/ como veremos no decorrer deste capítulo3 Poder-se-ia escrever um livro inteiro/ por e(emplo/ apenas so2re as promessas 'ue aparecem no !ivro dos Salmos3 .mero de promessas na Bí2lia variam desde C mil at5 := mil3 (istem v+rias maneiras para se a2ordar esse assunto3 A mais 72via seria dividir as promessas segundo a sua locali.a e na medida3 -osso tempo/ e as nossas condiçJes no tempo 'ue temos/ estão nas mãos de $eus/ sim/ do mesmo modo 'ue nossas almas e corpos/ para serem mantidos e preservados do mal en'uanto o caFado de $eus est+ so2re n7s363 $eus se interessa e se preocupa com todos os aspectos de nossas vidas 1 físico/ mental/ emocional e espiritual3 A Bí2lia dei(a claro 'ue nada 'ue nos preocupe dei(ar+ de preocup+-!o3 esta verdade 5 o 'ue vamos e(plorar Funtos neste capítulo3 Como a Bí2lia 5 tão c*eia de promessas/ seria impossível cit+-las todas num s7 capitulo3 -a verdade/ eu at5 *esitaria em tentar tratar de todas as promessas da Bí2lia num s7 livro/ em2ora o $r3 Ner2ert !ocPQer ten*a feito um tra2al*o primoroso nesse sentido/ no seu livro All the !romises o" The Bible G4rand %apids/ eondervan/ 9.

em respeito a +reas específicas da vida3 -este capítulo/ todavia/ vamos limitar nossas discussJes a trec*os da scritura 'ue tratam diretamente do sofrimento afetando a vida do cristão3 Primeiramente/ vamos e(aminar algumas das promessas do Antigo Testamento dirigidas aos 'ue enfrentam sofrimentos e perseguiçJes e depois passaremos 0s promessas do -ovo Testamento3 D% ! .uem pode se separar do $eu amor5 $o( suas asas' min Lalma residir1 "esidir1 em se&urança eternamente.No!!o R%.K A figura a'ui 5 a de uma +guia-mãe protegendo o seu re2ento ao a2rigo de suas asas3 "ue ilustração da maneira com 'ue $eus cuida de seus fil*osK & Salmo .amil2 o" 0od/ -as*ville/ Paragon Associates/ 9.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?A #m outro enfo'ue seria classificar as promessas em 6gerais6 ou 6específicas63 8uitas das promessas são de uma nature.No!!o E!c $o $a 2Lnção 'ue 8ois5s deu aos fil*os de Israel/ veFamos a de BenFamim: 6& amado de Heov+ *a2ita seguro Funto a ele3 Jeov( o cerca o dia todo/ e ele *a2ita entre seus om2ros36 G$eut3 :::9</ o grifo 5 meuI3 Todo cristão perseguido pode aplicar a si pr7prio essas palavras3 Todos os fil*os de $eus !*e são 'ueridos e estão igualmente seguros so2 Seus constantes cuidados3 & cristão mais d52il est+ tão seguro na proteção de $eus 'uanto o santo mais antigo e e(periente3 & pr7prio Sen*or os co2re o dia todo3 Como disse o compositor: $o( $uas asas' $o( $uas asas' .9:@ amplia esta imagem: 6Co2rir-te-+ de suas penas/ e so2 as suas asas encontrar+s ref.B?/ p3 @9<3 .a geral/ en'uanto 'ue muitas outras di.D(io < Oilliam &3 Cus*ing e Ira3 $3 SanPeQ3 6#nder Nis Oings6/ em 92mns "or the .gio: pavLs e escudo são a sua verdade36 D% ! .

:9<?I H3%3 Stam conta a *ist7ria de uma garota c*inesa 'ue fa.ia serviços dom5sticos para os mission+rios Ho*n e BettQ Stam/ 'ue morreram na C*ina por causa de sua f5/ *+ muitos anos3 la veio para o Sen*or atrav5s do testemun*o deles3 Certo dia/ inesperadamente/ a empregada se viu em circunstDncias muito difíceis/ e saiu correndo para orar no 'uarto3 &s Stams ficaram muito emocionados ao ouvir a sua prece apai(onada/ 'ue terminou com as palavras: 6 is a sua c*ance/ Sen*orK Agora i a sua c*anceK6 & pensamento urgente do salmista foi posto em pr+tica por uma garota c*inesa analfa2eta3 la pode ser uma imagem de todos n7s/ 'uando vamos impotentes 0 presença de nosso Pai celeste para 2uscar o seu au(ílio 3 $eus 5 uma aFuda 2em presente nas dificuldades/ mas/ 0s ve.9:9A/ $eus promete: 6Clamar+ a mim/ e l*e respondereiM com ele serei na ang.gio36 GSalmos ?<:CI m outro local/ di.gio/ mas 5 6um socorro bem presente na ang@stia6 Go grifo 5 meuI3 -osso $eus 5 um $eus para a arena da vida3 le vai com o Seu povo para o local do sofrimento e para a plataforma da dor/ não necessariamente para livr+-lo dos seus pro2lemas/ mas para sustent+-lo em meio a eles3 -o !ivro dos Salmos .es/ permitimos 'ue a amargura o conserve a distDncia/ e assim n7s perdemos a Sua aFuda3 & Fovem imigrante irlandLs Hosep* Scriven G9C<=-9CC?I estava profundamente apai(onado por uma Fovem/ e F+ fi.er: 6Confiai nele/ 7 povo/ em todo o tempoM derramai diante dele o vosso coraçãoM $eus 5 para n7s ref.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?? 6$eus 5 nosso ref. 'ue $eus não 5 apenas um ref.stia36 GSalmos @?:9I A imagem a'ui não 5 de algu5m 'ue se esconde passiva e apavoradamente por tr+s de um muro protetor ou em2ai(o de um tel*ado3 Ao inv5s disso/ 5 a imagem de algu5m 'ue est+ envolvido ativamente no mercado da vida/ pois o salmista di.stia36 A scritura volta a di. o salmista: 6> tempo de Heov+ entrar em ação36 GSal3 99.era os planos para o .a/ socorro 2em presente na ang.gio e fortale.

a e nossas afliçJes uma ocasião para aprender ainda mais so2re o amor de $eus e Seu poder para aFudar e a2ençoar/ então isso nos ensinar+ a ter uma confiança mais firme na Sua providLncia3 Como resultado disso/ a lu.ltima *ora som2ria da morte/ 'uando a sua carne e seu coração fal*arem/ vocL ser+ capa.es/ o nosso camin*o 5 ensolarado3 ra assim com Hosep* Scriven/ ao se apro(imar o dia do seu casamento3 Por5m/ como ele/ podemos desco2rir 'ue nosso camin*o tam25m passa pelas som2ras escuras da perda/ do desapontamento e da triste. de depender .em-nos uma nova visão de $eus/ e/ dessa forma/ desco2rimos uma nova maneira de encarar a vida3 Se fa. viva do Seu amor preenc*er+ nossas vidas3 Confie em $eus com uma dependLncia infantil e pro2lema algum poder+ destrui-lo3 8esmo na . de nossos lares/ fil*os 'ue se re2elam 1 tudo transformado em 2Lnçãos por a'ueles 'ue/ por meio disso/ ficam menos ligados 0 terra e mais ligados a $eus3 As tri2ulaçJes não nos ferirão a não ser 'ue façam o 'ue muitos de n7s/ tantas ve.edos/ amargos e c5ticos3 As tri2ulaçJes 'ue suportamos com confiança tra.emos de nossa triste.es/ permitimos 'ue façam/ dei(ando-nos empedernidos/ a.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?B casamento3 Pouco antes do casamento/ contudo/ ela morreu afogada3 Scriven ficou amargurado durante meses/ em profundo desespero3 Einalmente/ ele se voltou para Cristo e/ por interm5dio de Sua graça/ ac*ou pa.a3 > nessas *oras 'ue est+ em nosso poder transformar nossos sofrimentos numa oportunidade para maior entrosamento com $eus/ a2rindo canais para 'ue a esperança mais viva e mais segura possa fluir para nossas almas3 Perdas comerciais/ aposentadorias 'ue não dão para pagar as contas/ desemprego/ inflação/ as doenças 'ue nos derru2am/ as triste.as 'ue rou2am a lu. e consolo3 Baseado na sua e(periLncia/ ele escreveu o con*ecido *ino religioso 'ue trou(e consolo a mil*Jes de coraçJes aflitos: 6"ue Amigo temos em Hesus/ 'ue suporta todos os nossos pecados e sofrimentosK6 Ts ve.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?C em pa. dA'uele 'ue 65 a força do meu coração e min*a *erança para sempre36 GSalmos B::<?I D% ! . 'ue espirro/ ela di.No!!a For<a -o livro dos Salmos <C:B/ di.: 1 sfregue um pouco de vitamina no corte3 NoFe em dia ouvimos falar muito na força e no vigor 'ue vitaminas e alimentos enri'uecidos com vitaminas dão3 > importante dar atenção a isso3 Temos 'ue nos manter fisicamente em forma3 8as tam25m precisamos nos manter espiritualmente em forma3 Isso re'uer vitaminas espirituais e/ para o2tL-las/ temos 'ue alimentar nossas almas com alimentos enri'uecidos com verdade espiritual3 -este mundo/ somos assediados por muitas tentaçJes e pro2lemas3 stamos constantemente so2 tensão e estresse3 Precisamos retirar forças de uma fonte acima e al5m de n7s mesmos3 $eus 5 esta fonte3 Buscando a $eus e confiando n le/ a2rindo para le nossos coraçJes/ le nos dar+ toda a força 'ue temos capacidade de rece2er3 -ão devemos pensar em n7s mesmos e em como somos fracos3 m ve. $avi: 6Heov+ 5 a min*a força36 & *omem primitivo acreditava 'ue/ se algu5m comesse a carne de um animal forte/ ad'uiriria a força da'uele animal3 -7s o2temos força da carne 1 força física3 8as precisamos de força espiritual/ tanto 'uanto de força física3 $eus 5 o alimento e a 2e2ida da alma3 Alimente-se d le/ de Sua palavra/ de Sua verdade/ e vocL ser+ forte no Sen*or e no vigor de Seu poder3 "uando foi tentado pelo demRnio no deserto/ Hesus falou: 6-ão s7 de pão vive o *omem/ mas de toda a palavra 'ue sai da 2oca de $eus36 G8ateus @:@I 8in*a esposa acredita piamente em vitaminas3 Toma v+rias por dia e insiste comigo para 'ue faça o mesmo3 Cada ve. .: 1 Tome vitamina CK Se corto a mão/ ela di.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9?.em e(atamente a mesma coisa dia ap7s dia/ at5 'ue grande parte de sua vida parece ser a2solutamente sem sentido/ dando a impressão de 'ue não est+ c*egando a parte alguma3 Todavia/ con*eci outros 'ue aceitaram a Cristo e estão enfrentando o mesmo tipo de tarefas/ mas/ com estes/ o t5dio do dia-a-dia se transformou numa e(istLncia significativa3 les agora tLm um prop7sito3 A sua fidelidade/ 'uer como e(ecutivo/ 'uer como oper+rio/ glorifica a $eus3 .ando a nossa atenção na Sua força disponível e nos dirigindo a le pela oração3 6&s 'ue esperam em Heov+ renovarão as suas forçasM su2irão com asas como +guiasM correrão/ e não se cansarãoM andarão e não desfalecerão36 GIsaías @=::9I sta foi a maneira de Isaías e(pressar a sua crença no poder fortalecedor de $eus3 Se $eus 5 nossa força/ podemos enfrentar o mundo com felicidade no coração e uma canção de vit7ria nos l+2ios3 6Heov+ 5 a min*a força e meu escudoM nele tem confiado o meu coração e sou aFudado3 Por isso e(ulta o meu coração/ e com o meu cDntico o louvarei36 GSalmos <C:BI #ma vel*a tradução do Salmo ?C:<C tem algo a acrescentar 0 nossa compreensão deste ponto: 6& teu $eus ordena 'ue seFas forte36 & Sen*or 5 a fonte da força de car+ter primordial 'ue torna possível superarmos os sofrimentos 'ue a vida nos oferece3 Paulo ora por seus leitores para 'ue pelo sen*or 6seFais ro2ustecidos com poder pelo seu spírito no *omem interior36 G f5sios ::9?I A força 'ue 5 dada desse modo 5 contínua e ine(aurível3 Como 8ois5s disse aos fil*os de Israel/ em $eut3:::<A/ 6como os teus dias/ assim seFa a tua força63 sta promessa inclui força para todas as +reas da vida 1 física/ mental e espiritual3 $eus promete forças para 'ue so2revivamos ao sofrimento/ seFa de 'ue tipo for3 6& Sen*or 5 nossa força6 para prosseguir3 > a fonte da força para a luta do dia-a-dia3 > le 'ue d+ gosto aos nossos dias e vigor ao nosso passo3 Sem ele/ a rotina di+ria seria cansativa e tediosa/ deprimente e entorpecente/ uma lida a ser suportada e não apreciada3 Con*eço muita gente 'ue morre de t5dio tra2al*ando em f+2ricas3 Ea. disso/ devemos pensar em $eus e em como le 5 forte/ focali.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B= stive recentemente num país socialista da uropa &riental3 #m dos lideres da nação me contou 'ue estavam desco2rindo 'ue os cristãos eram os oper+rios mel*ores e mais dedicados/ pelo fato de não estarem apenas 6e(istindo6: eles estavam vivendo para $eus3 A sua dedicação ao tra2al*o tin*a um significado no plano glo2al de $eus para as suas vidas3 le 5 6min*a força6 para prosseguir3 $i.es3 "uase diariamente min*a mul*er e eu lev+vamos as crianças para su2i-las/ 'uando elas eram mais Fovens3 Aprendemos 'ue tín*amos 'ue l*es ensinar a su2ir colinas 2em pe'uenas/ antes 'ue pudessem dar conta de uma montan*a grande3 $epois de termos vindo para Cristo/ $eus pode começar mandando 'ue su2amos uma colina pe'uena/ antes de nos mandar su2ir as montan*as3 Contudo/ seFa 'ual for a nossa necessidade/ le prometeu 'ue Seu poder est+ 0 disposição3 Sem ele/ seria impossível para n7s fa. o salmista: 6Com o au(ílio do meu $eus salto uma mural*a36 GSal3 9C:<.I &s o2st+culos 0 min*a frente seriam montan*as de dificuldades/ se le não aFudasse a fornecer forças para a escalada3 8oramos nas montan*as da Carolina do -orte3 scalei-as muitas ve.er a viagem e/ principalmente/ su2ir os locais íngremes da dor e da tensão3 & Sen*or tam25m 5 6min*a força6 para descer3 8uitas ve./ min*a mul*er e eu est+vamos na Suíça visitando os netos3 les nos levaram de telef5rico at5 uma montan*a muito alta e/ depois/ sugeriram 'ue fRssemos a p5 at5 um pe'ueno restaurante mais a2ai(o3 Eicava a cerca de um 'uilRmetro e meio3 8as era muito íngreme/ 'uase vertical3 Consegui descer/ mas min*as pernas ficaram doendo por 'uase uma semanaK $escer ao Vale da Numil*ação Gcomo o c*amou BunQanI ou ao 6vale da som2ra da morte6/ seria impossível sem le3 -a verdade/ meu coração desfaleceria de medo e eu estaria sem fRlego se não fosse pelo maravil*oso compan*eiro ao meu lado/ o Sen*or Hesus Cristo3 .es/ descer 5 mais difícil do 'ue su2ir3 Certa ve.

es a Hos5 como a um re2an*o36 GSal3 C=:9I > formid+vel pensar 'ue o $eus terno/ o Criador Todo-Poderoso/ digna-se a ser o Pastor de Seu povo3 $avi fa. com 'ue o relacionamento se torne pessoal/ num dos Salmos mais con*ecidos3 6Heov+ 5 o meu pastor6/ gritou ele/ e(ultante/ 6nada me faltar+36 GSalmos <::9/ o grifo 5 meuI & restante do salmo nos fala do 'ue não nos faltar+3 Eala da provisão do pastor en'uanto nos condu. aos verdes pastos/ da Sua orientação pelos camin*os da retidão Gou seFa/ dos camin*os certos/ retosI/ de Sua presença conosco no vale escuro3 -ão 5 de admirar 'ue $avi assim testemun*e: 68in*a taça trans2orda6 Gv3AI/ tantas são as 2Lnçãos ilimitadas de $eus3 Isaías acrescenta um outro to'ue ao 'uadro/ 'uando di.No!!o Pa!"or A maravil*osa imagem de $eus como nosso Pastor encontra-se em muitos lugares do Antigo Testamento3 Assim começa um dos Salmos: 6 scuta-nos/ 7 pastor de IsraelM tu/ 'ue condu.endo alguma coisa/ mas e(istem *oras na nossa vida em 'ue 5 mais sensato esperar e ficar 'uieto3 6& Sen*or 5 min*a forçaK6 -ossa suficiLncia 5 de $eus/ como di.: 6Como pastor ele apascentar+ o seu re2an*oM entre os seus 2raços aFuntar+ os cordeirin*os/ e os levar+ no seu seio/ e guiar+ meigamente as paridas36 GIsaías @=:99I A'ui/ a imagem indica o cuidado e o carin*o com 'ue o Sen*or sustenta o Seu povo em suas viagens e o amor forte com 'ue os envolve3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B9 is um outro ponto 'ue/ em geral/ não consideramos: o Sen*or 5 6min*a força6 simplesmente para "icar +uieto3 6A'uietai-vos e sa2ei 'ue sou $eus36 GSal3 @?:9=I 6Aguardo a Heov+/ a min*a alma o aguarda e na Tua palavra espero36 GSal3 9:=:AI -osso deseFo natural 5 estar fa. Paulo 1 ou como prefere a versão moderna: 6-ão 'ue seFamos capa.es por n7s mesmos/ de Fulgar alguma coisa/ como de n7s mesmosM mas a nossa capacidade vem de $eus36 GII Cor3 ::AI D% ! .

/ e a segui-!o3 Isto 5 importante especialmente nas *oras de perigo espiritual3 Hesus nos di. ele: 6 u sou o 2om pastor3 & 2om pastor d+ a sua vida pelas ovel*as3 & 'ue 5 mercen+rio/ e não pastor/ a 'uem não pertencem as ovel*as/ vL vir o lo2o/ a2andona as ovel*as e foge/ e o lo2o as arre2ata e dispersa3 G333I u sou o 2om pastor/ con*eço as min*as ovel*as/ c as 'ue são min*as me con*ecem a mim36 GHoão 9=:99-9@I %epare em 'uatro coisas so2re Hesus/ o Bom Pastor3 le 5 o dono das ovel*as: elas pertencem a le3 le protege as ovel*as: Famais as a2andona 'uando c*ega o perigo3 le conhece as ovel*as/ con*ece cada uma pelo nome e as condu.a e em 9risto 0esus por todas as &erações do s+culo dos s+culos..i!2o S *%ra' #$a#"% $% D% ! Para S% ! Filho! Para encoraFar os outros cristãos com a realidade do interesse de $eus por eles e sua provisão para eles/ escreveu o ap7stolo Paulo em f5sios ::9?-<9: *8ara que ele nos conceda' conforme as rique!as da sua &l/ria' que se. )m+m.es estran*as sendo ouvidas no mundo religioso/ *oFe em dia3 -ão se dei(e enganar pelos falsos mestres3 Hesus 5 o Bom Pastor: confie n le3 Hesus 5 a porta da salvação: entre por essa porta e vocL encontrar+ a vida plena e a2undante 'ue le veio tra. Ora' aquele que + poderoso para fa!er infinitamente mais do que tudo quando pedimos ou pensamos' se&undo o poder que opera em n/s' a esse se.er3 Gvv3 B-9=I A Pro.ais ro(ustecidos com poder pelo seu Espírito no omem interior7 que a(ite 9risto pela f+ em vossos corações' sendo v/s arrai&ados e fundados em amor' a fim de poderdes compreender. dos estran*os e e(istem muitas vo.. para não nos enganarmos com a vo.a &l/ria na i&re.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B< -o -ovo Testamento/ Hesus usa esta mesma imagem e a aplica a Si pr7prio3 $i.3 Gver v3:I le d( a vida pelas ovel*as/ tal 5 a imensidão do seu amor3 Como devemos ser gratos/ fracos/ errantes e tolos 'ue somos/ de termos um tal pastor3 Vamos aprender a ficar perto d le/ a escutar a Sua vo.* .

er com precisão3 (istem a'ueles 'ue ac*am 'ue os stados #nidos são autosuficientes em petr7leo e 'ue temos carvão para mais de ?== anos3 &s computadores estão praticamente dirigindo as nossas vidas3 Tudo agora 5 calculado por computadores3 8as e(iste uma coisa 'ue os computadores mais modernos não podem medir/ 'ue 5 o poder ine(aurível de $eus/ 'ue ele colocou 0 nossa disposição como um recurso para nossas vidas3 A Pr%!%#<a $% D% ! .endo 'ue/ mesmo com os computadores mais modernos/ ele não conseguia calcular a 'uantidade de reservas de petr7leo 'ue controlava3 Ealou ele: 1 Podemos c*egar perto/ mas não podemos di.= metros e ainda outra a 9C= metros3 Perguntamos aos oper+rios 'uanta +gua eles ac*avam 'ue *avia ali3 %esponderam 'ue não *avia como calcular/ mas 'ue duraria para sempre3 -o poço/ *+ +gua 2astante para servir a uma cidade inteira3 !i recentemente so2re um dono de poços de petr7leo no Te(as/ 'ue andou di.a de 'ue le se apro(imar+ de n7s 1 se apro(imar+ tanto 'ue nos tornaremos conscientes de um relacionamento íntimo e pessoal com le3 sta 5 a maior e(periLncia 'ue podemos con*ecer/ ter este sentido de um relacionamento pessoal entre $eus e n7s mesmos3 ssa concepção 5 plena de um rico significado3 .Prom%"i$a Tiago escreve: 6C*egai-vos para $eus/ e ele se c*egar+ para v7s36 GTiago @:CI "ue promessa e provisão a2ençoadasK Isso significa 'ue cada um de n7s pode se apro(imar de $eus com a certe.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B: A frase 6infinitamente mais do 'ue tudo6 5 tão emocionante e formid+vel 'ue ultrapassa a nossa compreensão e e(plicação3 Ea.-me lem2rar de um poço 'ue cavamos em nossa casa3 Atingimos uma camada de +gua a := metros e outra camada a .

endo constantemente para eles: 6Voltai para mim/ 'ue voltarei para v7s36 Por incrível 'ue pareça/ $eus 'uer o nosso compan*eirismo3 le nos 'uer perto de Si3 "uer ser um pai para n7s/ proteger-nos/ ampararnos/ aconsel*ar-nos e orientar-nos em nosso camin*o pela vida afora3 "uando nos tornamos cristãos/ podemos di./ Peter 8ars*all: 6$eus não permitir+ 'ue passemos por dificuldades/ a não ser 'ue ten*a um plano especifico para 'ue grandes 2Lnçãos nasçam dessa dificuldade36 .er 6-osso Pai6/ pois a'ueles 'ue rece2em a Cristo tLm o direito de se tornar fil*os de $eus3 GHoão 9:9<I ntão podemos encarar a $eus como nosso Pai3 $evemos confiar n le e passar a con*ecL-!o no relacionamento íntimo de pai e fil*o3 Podemos ter um sentido pessoal do Seu amor e Seu interesse por n7s/ pois le se preocupa conosco como um pai se preocupa com os fil*os3 Como disse/ certa ve. de se desenvolver at5 c*egar 0 rica 'ualidade de um car+ter semel*ante a Cristo3 Por'ue $eus 5 o doador e a fonte da nossa vida3 le tem um direito legítimo so2re nossas vidas3 le 5 nosso Pai/ e tem o direito de esperar 'ue seFamos fil*os leais e amorosos3 Por'ue sou Seu fil*o/ le anseia por ser meu compan*eiro3 A *ist7ria do fil*o pr7digo 5 uma revelação do deseFo de $eus pelo compan*eirismo *umano3 le 'uer 'ue os fil*os 'ue se afastaram d le voltem para casa e fi'uem perto d le3 Por toda a Bí2lia/ vemos a paciLncia e a perseverança de $eus en'uanto le vai no encalço de *omens e mul*eres transviados e o2stinados 1 *omens e mul*eres 'ue nasceram para um destino mais elevado/ como seus fil*os e fil*as/ e se desgarraram do Seu lado3 $o 4Lnesis at5 o Apocalipse/ $eus est+ di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B@ Toda vida cristã est+ intimamente ligada 0 vida de $eus/ por'ue n le vivemos e nos movemos e temos a nossa e(istLncia3 le nos deu o sopro da vida3 Colocou algo dentro de n7s 'ue 5 como le/ algo capa.

iFo do 'ue nas de dificuldades/ pro2lemas e adversidade3 8uitas ve.iFavam3 .as na gl7ria63 o Salvador 5 o canal atrav5s do 'ual essas ri'ue.iFava com os 'ue se rego.er algo de 'ue nunca se es'ueceu: 6"uando $eus o testar/ 5 uma 2oa *ora para vocL test+-!o tam25m/ fa.aro morreu3 le c*orava com os 'ue c*oravam e se rego.as c*egam at5 n7s3 A e'uação 5 totalmente a meu favor3 As min*as necessidades são contra2alançadas com as ri'ue.endo com 'ue cumpra as Suas promessas e reivindicando d le tudo o 'ue suas provaçJes tornaram necess+rio36 (istem duas formas de se livrar de uma provação3 #ma delas 5 simplesmente tentar se livrar da provação e ficar grato 'uando ela aca2a3 A outra 5 recon*ecer a provação como um desafio de $eus para 'ue reivindi'uemos uma 2Lnção maior do 'ue Famais tivemos3 D% ! S *rir7 To$a! a! S a! N%c%!!i$a$%! $isse Paulo aos filipenses: 68eu $eus suprir+ todas as vossas necessidades conforme as suas ri'ue.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9BA > atrav5s do sofrimento/ dos testes e provaçJes da vida 'ue podemos nos apro(imar de $eus3 Certa ve.as na gl7ria em Cristo Hesus36 GEilip3 @:9. de me satisfa.es/ cometemos o erro de pensar 'ue a aFuda de $eus s7 5 necess+ria nos 'uartos de doentes ou em *oras de triste.I "ue promessa isto 5 para os cristãosK A fonte 5 $eus 1 6meu $eus6/ como & c*ama o ap7stolo3 & suprimento 5 inesgot+vel 1 6conforme as suas ri'ue.er3 -ão devemos tratar a $eus como disse um escritor anRnimo: 6Algumas pessoas tratam a $eus como tratam a um advogado 1 s7 & procuram 'uando estão em apuros36 u perce2o 'ue preciso mais de Cristo nas min*as *oras de rego.as d le3 -ão *+ arranFo mel*or do 'ue este/ para mim3 -ão importa do 'ue eu precise/ le 5 mais do 'ue capa.a e sofrimento esmagadores3 Isto não 5 verdade3 Hesus 'uer penetrar em cada estado de Dnimo e em cada momento de nossas vidas3 le foi ao casamento em Can+ do mesmo modo 'ue 0 casa de 8aria e 8arta/ 'uando !+./ A3B3 Simpson ouviu um *omem di.

parte do prop7sito de $eus3 6Sa2emos 'ue aos 'ue amam a $eus todas as coisas l*es cooperam para o 2em/ a sa2er/ aos 'ue são c*amados segundo o seu prop7sito36 G%omanos C:<CI -ovamente/ o ap7stolo Paulo falou: 6Tudo isso 5 por amor de v7s/ para 'ue a graça/ sendo multiplicada por muitos/ faça a2undar a ação de graças para a gl7ria de $eus3 Por isso não desanimesM mas ainda 'ue pereça o *omem e(terior/ o *omem interior renova-se de dia em dia3 Pois a nossa leve aflição momentDnea para n7s produ.ici%#"% Baseado na sua profunda e(periLncia de sofrimento físico/ seu 6espin*o na carne6/ como ele o c*amou/ Paulo pRde escrever aos coríntios: 6 le f$eusg assim me falou: ^Basta-te a min*a graça/ pois a min*a força se aperfeiçoa na fra'ue.I "ue atitude estran*a e invulgar perante o sofrimento essas palavras revelamK T primeira vista/ . mais a2undantemente um eterno peso de gl7ria36 GII Cor3 @:9A-9BI Ainda outra ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B? Algu5m F+ disse: 6N+ tantas estrelas no c5u ao meio-dia 'uanto 0 meianoite/ em2ora não as possamos ver 0 lu. cada ve. escreveu aos coríntios: 6Todas as coisas são vossas/ G333I ou o mundo/ ou a vida/ ou a morte/ ou as coisas presentes ou as futurasM 5 tudo vosso36 G9 Cor3 ::<9/<<I A Gra<a $% D% ! .as/ para 'ue a força de Cristo repouse so2re mim36 GII Cor3 9<:. do sol36 $uvido seriamente 'ue algum dia compreenderemos nossas provaçJes e adversidades/ antes de estarmos na segurança do c5u3 ntão/ 'uando ol*armos para tr+s/ ficaremos a2solutamente espantados ao ver como $eus cuidou de n7s e nos a2ençoou mesmo nas tormentas da vida3 nfrentamos diariamente perigos de 'ue nem nos damos conta3 Ere'Wentemente/ $eus interv5m a nosso favor por interm5dio do uso de Seus anFos maravil*osos3 -ão creio 'ue coisa alguma aconteça a um cristão o2ediente por acidente3 Tudo fa.S .a36^ Paulo prosseguiu: 6Portanto de 2oa vontade antes me gloriarei nas min*as fra'ue.

a o Deus e 8ai de nossa $en or 0esus 9risto' o 8ai de miseric/rdias e Deus de todo o conforto' que nos conforta em todas as nossas tri(ulações' para podermos confortar aqueles que se ac am em . ler II Coríntios 9::/ @/ ?: *2endito se.o D% ! $% To$o o Co#!olo Certa ve.-me lem2rar do *omem 'ue estava 2atendo com a ca2eça na parede do 'uarto do *ospital e/ 'uando o m5dico l*e perguntou por 'ue agia assim/ ele replicou: 1 Por'ue 5 tão gostoso 'uando eu paroK -ão era isso o 'ue Paulo estava 'uerendo di.indo para um outro rapa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9BB fa./ 'ue era um de meus mel*ores amigos e F+ um Fovem ministro e(perimentado3 Ei'uei de coração partido/ e me lem2ro de ter ido procurar um outro ministro meu amigo/ para 'ue me aFudasse3 le me fe.2ita e inesperadamente/ como um relDmpago/ este te(to veio 0 min*a ca2eça: 68in*a graça 5 suficiente para ti36 C*eguei em casa e fui procurar o te(to no original e/ finalmente/ ele c*egou a mim desse Feito: AA /#49A graça é su"iciente para ti3A u falei: 68as claro 'ue 5/ Sen*or36 desatei a rir3 u Famais compreendera totalmente o 'ue significava o riso santo de A2raão at5 a'uele momento3 Parecia tornar a descrença tão a2surda3 ra como se um pei(in*o/ sentindo muita sede/ estivesse preocupado em secar o rio de tanto 2e2er3 D% ! ./ no final da min*a adolescLncia/ me apai(onei por uma garota3 Podia ser apenas uma pai(ão pr7pria da idade/ mas era muito real para os dois adolescentes3 Eicamos noivos/ em2ora fRssemos am2os Fovens demais para tal passo3 Todavia/ ela se sentia insegura e ac*ava 'ue o Sen*or a estava condu.<I/ me fe.er3 #ma palavra do grande 6príncipe dos pregadores6/ C*arles Naddon Spurgeon G9C:@9C. entender mel*or o sentido das palavras de Paulo: -outra noite/ eu estava voltando para casa depois de um dia de tra2al*o duro3 u estava me sentindo cansadíssimo/ e 2astante deprimido/ 'uando s.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9BC qualquer tri(ulação' pelo conforto com que n/s mesmos somos confortados por Deus.ar/ com as afliçJes dos outros/ por causa do 'ue eles pr7prios tin*am e(perimentado em suas vidas3 -ossos sofrimentos podem ser grandes e difíceis de suportar/ mas nos ensinam liçJes 'ue/ por sua ve. Hesus3 6Pois na'uilo em 'ue ele mesmo sofreu/ sendo tentado/ pRde socorrer aos 'ue são tentados36 GNe2reus <:9CI & sofredor se torna o consolador ou o aFudante no serviço do Sen*or3 ./ nos e'uipam e nos permitem aFudar aos outros3 -ossa atitude para com o sofrimento não deve ser 6trin'ue os dentes e agWente6/ esperando 'ue tudo passe o mais depressa possível3 Ao inv5s disso/ a nossa meta deve ser aprender o m+(imo 'ue pudermos da'uilo 'ue temos 'ue suportar/ para 'ue possamos cumprir um minist5rio de consolo 1 como fe..* 4an*ei o consolo para as min*as dificuldades pessoais por interm5dio dessas palavras do ap7stolo/ assim como muitos outros tam25m gan*aram3 8as não se limita a isto3 ssa passagem de Paulo ofereceu uma nova percepção para o sofrimento3 %esumidamente/ 5 a seguinte: não apenas somos consolados em nossas provaçJes/ mas nossas provaç$es podem nos e+uipar para consolar os outros3 > um fato ineg+vel 'ue/ em geral/ são a'ueles 'ue mais sofreram os 'ue mel*or sa2em consolar os outros 'ue estão padecendo3 Con*eço pastores cuFo minist5rio religioso foi enri'uecido pelo sofrimento3 Atrav5s de suas provaçJes/ aprenderam a vivenciar as dificuldades de seus paro'uianos3 Conseguiram não apenas simpati.(..) Mas se somos atri(utados' + para o vosso conforto' o qual opera no suportar com fortale!a os mesmos sofrimentos que n/s tam(+m sofremos.ar/ mas empati.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9B.strias/ instalaçJes/ escolas) se vocL fosse feito ref5m por um grupo de terroristas) Se vocL nunca e(perimentou o impacto de tais *orrores/ provavelmente não sa2er+ dar resposta a essas perguntas3 . COMO SE PREPARAR PARA O SOFRIMENTO 5uma crise é impossí$el obter ener'ia espiritual dos outros( Arma0ene=a antecipadamente3 4 &%4 OI!!IA8S & "# V&Cc EA%IA se as principais cidades do seu pais fossem su2itamente arrasadas por mísseis teleguiados ou 2om2ardeiros inimigos) Como vocL reagiria 0 apreensão de todas as principais ind.

rim%#"o N2o .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C= Eace a uma cat+strofe nacional/ o 'ue fa.entos anos/ 5 incomum3 Vivemos um período anormal/ especialmente nos .ltimos du.A#ormal A Bí2lia di.entos ou tre.ltimos anos3 & cristianismo tem sido 'uase popular/ e nos stados #nidos certamente o 5/ ao menos na 5poca em 'ue estou escrevendo3 VeFam s7 as centenas de livros cristãos 'ue são pu2licados todos os anos3 Temos filmes cristãos/ assim como programas de r+dio e TV cristãos3 #ma das mais antigas e prestigiosas revistas americanas adotou recentemente um tom cristão3 Todavia/ na min*a opinião/ essa 5poca de popularidade ser+ encurtada 0 medida 'ue o materialismo secular destr7i as partes vitais do país3 m outras partes do mundo/ ser cristão automaticamente e(pJe a pessoa a dificuldade/ se não a uma verdadeira perseguição3 Cristo advertiu com veemLncia a Seus seguidores 'ue acreditar n le não traria popularidade e 'ue/ por isso/ deveriam estar preparados para enfrentar sofrimento e afliçJes em Seu nome3 O So. 'ue todos a'ueles 'ue 'uiserem 6viver piamente em Cristo Hesus serão perseguidos6 GII Tim7teo ::9<I3 Hesus falou 'ue/ 0 medida 'ue se apro(ima a *ora do Seu retorno/ 6*ão de te prender e perseguir36 G!ucas <9:9<I -ão temos 2ases 2í2licas para acreditar 'ue vamos escapar para sempre de uma perseguição física em nome de Cristo3 & fato de não estarmos sendo perseguidos 5 uma condição . o cristão) "ual deve ser a sua atitude) Para onde se voltaria) se a igreFa nos stados #nidos passasse a ser perseguida/ como o 5 em muitos outros países) Como um todo/ os stados #nidos em comparação com muitas outras +reas do mundo não sa2em o 'ue 5 privação3 Pouco conce2emos/ como nação/ o 'ue significam o verdadeiro sacrifício e sofrimento3 A imunidade 0 perseguição 'ue os cristãos/ em certas partes do mundo/ vLm e(perimentando/ nos .

ltimos tempos/ disse Hesus: 6 ntão sereis entregues 0 tri2ulação/ e vos matarãoM sereis odiados por todas as naçJes por causa do meu nome36 G8at3 <@:./ os primeiros a se renderem seFam e(atamente os 'ue mais se vangloriam de sua f53 8uitos 'ue se ga2am de coragem seriam os mais covardes3 8uitos/ como Pedro/ 'ue di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C9 anormal3 A condição normal para os cristãos 5 'ue devem sofrer perseguição3 Como e(perimentamos pouca perseguição religiosa neste país/ 5 prov+vel 'ue/ so2 pressão/ muitos cristãos neguem a Cristo3 > inteiramente conce2ível 'ue a perseguição dos crentes cristãos 'ue ocorre em outras partes do mundo tam25m c*egue 0 uropa/ 0 Austr+lia/ ao Canad+ e 0 Am5rica3 & $r3 $onald Coggan/ o antigo arce2ispo de Cantu+ria/ numa palestra feita em !ondres referiu-se a uma visita recente feita a um determinado país e contou 'ue vira/ com seus pr7prios ol*os/ cristãos serem perseguidos3 $isse ele: 1 A f5 dos cristãos est+ sendo testada no fogo3 "ue testemun*o 5 o delesK Como nos sairíamos/ eu me pergunto/ em circunstDncias semel*antes) Ser+ 'ue somos acomodados demais na 4rã-Bretan*a) Ser+ 'ue levamos uma vida mansa e confort+vel demais para sermos capa.es de enfrentar a perseguição) Ser+ 'ue desertaríamos) &u ser+ 'ue/ como tantos deles/ triunfaríamos) ste 5 um assunto para ser visto com seriedade3 Se a perseguição viesse/ o 'ue vocL e eu faríamos) Provavelmente/ a maioria não faria nem mais nem menos do 'ue est+ fa.em: 6 m2ora todos os outros neguem a Cristo/ eu Famais o negarei6/ seriam os primeiros a a'uecer as mãos ao calor do fogo dos acampamentos inimigos3 Ao falar dos .I le tam25m disse: 6 por se multiplicar a ini'Widade/ resfriar-se-+ o amor da maior parte dos *omens36 G8at3 <@:9<I Paulo/ referindo-se ao conflito com as 6forças espirituais do mal6/ escreveu: 6Portanto/ tomai toda a armadura de $eus/ para 'ue possais resistir no dia mau e/ tendo feito tudo/ ficar firmes36 G f5sios ?:9:I .endo agora3 Talve.

$avi 'uando era um Fovem pastorM 'uando foi c*amado a governar o seu povo/ estava preparado para esta tarefa3 .vio/ -o5 foi salvo3 Camin*e com $eus/ como o fe.o se apro(imando rapidamente para Israel/ avisou ao povo 'ue se preparasse para o encontro com $eus3 GAm7s @:9<I A e(pressão estar preparado deve ser uma palavra-c*ave para todos3 > estran*o 'ue nos preparemos para tudo/ menos para o encontro com $eus3 Preparamo-nos para o casamento e para uma carreira3 Preparamo-nos para competiçJes de atletismo3 #ma pessoa 'ue pretenda entrar para a e'uipe olímpica/ em 'ual'uer parte do mundo/ treina o seu esporte v+rias *oras por dia/ 0s ve.endo poucos preparativos para encontrar a $eus3 sta 5 a *ora de arrependimento e f53 > a *ora de ol*armos para dentro de nossas almas/ e *ora de vermos se nossa Dncora est+ firme3 Cami#h% com D% ! Segundo/ temos +ue aprender a caminhar com Deus em nosso dia1 a1dia3 A2raão camin*ou com $eus e foi c*amado de amigo de $eus3 GIsa3 @9:CM Tia3 <:<:I3 Camin*e com $eus/ como o fe. 8ois5s na solidão do desertoM 'uando a *ora do Fuí.es durante anos/ antes de se considerar preparada3 8as n7s não nos preparamos para encontrar a $eus3 8uito em2ora a maioria de n7s veFa as nuvens se acumulando no *ori.o c*egou para o gito/ 8ois5s estava preparado para guiar o seu povo para a vit7ria3 Camin*e com $eus/ como o fe. -o5M 'uando veio o dil.onte/ de um modo geral/ estamos fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C< is a'ui cinco itens para serem verificados na determinação da força plena da sua 6armadura completa63 Anote-os/ consulte-os diariamente e aFa de acordo com eles3 Olh% #a Dir%<2o $% D% ! Primeiro/ é preciso nos certi"icarmos de nosso relacionamento com Deus3 "uando Am7s/ o profeta/ viu o dia do Fuí.

ra Terceiro/ precisamos nos "ortalecer com a !alavra de Deus 3 Comece a ler/ a estudar e a memori.er da Bí2lia uma parte . ele/ tam25m: 6Tome a G333I espada do spírito/ 'ue 5 a palavra de $eus36 Gv3 9B=I Temos 'ue estar preparados para a ação/ de couraça e espada/ com a Palavra3 Para c*egar a isso/ 5 preciso lL-la/ assimil+-la/ alimentar-se dela3 Temos 'ue dei(ar 'ue seFa nosso 2astão e nossa força3 la 5 r+pida e poderosa 1 o 2aluarte da alma3 Para muitos/ a scritura não passa de um livro de referLncias de fatos 2í2licos3 %aramente 5 a2erto e apreciado como o 2astão espiritual da vida 'ue 53 8uitos cristãos estão anLmicos/ pois dei(aram de se alimentar com a Palavra de $eus3 stão totalmente despreparados para uma *ora de crise ou de conflito3 Precisamos fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C: $aniel e seus trLs Fovens amigos camin*aram com $eus na Ba2ilRnia e/ 'uando c*egou a *ora das tri2ulaçJes/ $eus estava ao lado deles 1 'uer fosse no covil do leão/ 'uer na fornal*a acesa3 Todavia/ a Bí2lia ensina 'ue $eus nem sempre livra os Seus santos da adversidade3 Como F+ vimos/ uma leitura cuidadosa de Ne2reus 99 mostra 'ue 6outros6 foram tão fi5is 'uanto A2raão/ 8ois5s/ $aniel ou $aviM tam25m eles camin*aram com $eus/ mas mesmo assim/ pereceram3 $eus não prometeu livrar-nos da tri2ulação/ prometeu acompan*ar-nos durante a tri2ulação3 stLvão era um Fovem 6c*eio de f5 e do spírito Santo6 GAtos ?:AI3 Eoi apedreFado at5 a morte/ mas teve uma entrada triunfal no c5u3 Se vocL não est+ fortalecendo o *omem interior agora/ por meio da compan*ia di+ria de $eus/ 'uando c*egar a crise/ vocL tremer+ de medo e ceder+/ pois não ter+ forças para ir em apoio de Cristo3 Tra'alh% com a Pala.ar a scritura/ mais do 'ue em 'ual'uer outra 5poca de sua vida3 $i. Paulo: 6 stais/ portanto/ firmes/ tendo os vossos lom2os cingidos de verdade/ e sendo vestidos da couraça da Fustiça36 G f5s3 ?:9@I A verdade 5 a Palavra de $eus3 $i.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C@ di+ria de nossas vidas/ arma.es sem conta para eles mesmos3 #m cristão/ 'ue passou trLs anos numa cadeia/ me contou 'ue/ durante o seu tempo de prisão/ o 'ue mais lamentava era não ter guardado de mem7ria mais trec*os da Bí2lia3 Tr%i#% a Ora<2o "uarto/ precisamos "orti"icar1nos com a oraç%o3 A Bí2lia/ referindo-se ao 6dia mau6/ di.plica por todos os santos63 G f5s3 ?:9CI Se vamos ficar ao lado de Cristo/ sem concessJes/ 'uando c*egar uma crise nacional/ então temos 'ue redesco2rir o poder da oração3 Hesus nos ensinou 'ue devemos 6orar sempre e nunca desanimar63 G!ucas 9C:9I A igreFa primitiva con*ecia o valor e a necessidade da oração3 &raçJes fervorosas e dedicadas antecediam a cada triunfo importante3 A oração antecedeu ao Pentecostes3 A igreFa em Herusal5m orava nas *oras de perseguição e/ como resultado/ 6todos ficaram c*eios do spírito Santo/ e falavam com li2erdade a palavra de $eus63 GAtos @::9I "uando o ap7stolo Pedro foi aprisionado pelo rei Nerodes/ os fi5is em Herusal5m oraram e ele foi milagrosamente li2ertado3 GAtos 9<:9-9BI Paulo e Silas oraram na prisãoM o carcereiro filipense encontrou a $eus e os prisioneiros foram li2ertados3 GAtos 9?:<A-:@I Para o cristianismo so2reviver num mundo ímpio e materialista/ n7s temos 'ue nos arrepender de nossa falta de oraçJes3 Temos 'ue fa.meras *ist7rias de cristãos 'ue foram presos sem a sua Bí2lia/ mas 'ue sa2iam de cor grandes trec*os da scritura3 "ue conforto/ 2Lnção e força eram esses trec*os/ repetidos ve.plica orando em todo o tempo no spírito/ e para isto vigiando com toda perseverança e s.er da .: 6Com toda a oração e s. a nossa Bí2lia for tirada de n7s/ sempre poderemos record+-la/ alimentar-nos dela e digeri-la internamente3 &uvimos contar in.enando a Palavra de $eus em nossos coraçJes e mentes3 ntão/ se alguma ve.

e'uias/ o rei de Israel/ deu-se conta de 'ue/ a nível puramente *umano/ os assírios podiam fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9CA oração a nossa prioridade3 & encontro da oração deve ser o culto mais importante e significativo de 'ual'uer igreFa3 -o Antigo Testamento/ lemos a *ist7ria de um rei pagão perverso e poderoso/ c*amado Sena'ueri2e3 ste líder assírio anunciou 'ue dominaria pela força o povo de $eus/ e 'ue possuiria as suas terras3 PRs em funcionamento a sua m+'uina de propaganda3 8andou mensagens a Israel/ di.e'uias e aos *a2itantes de Herusal5m da mão de Sena'ueri2e/ rei da Assíria/ e da mão de todos/ guiando-os de todos os lados36 Gli CrRnicas :<:<9/ <<I3 .e'uias sa2ia muito 2em 'ue/ sem a aFuda de $eus/ o seu povo seria di.endo: 6"ual foi/ de todos os deuses da'uelas naçJes 'ue meus pais destruíram/ o 'ue pRde livrar o seu povo da min*a mão/ para 'ue possa o vosso $eus livrar-vos da min*a mão)6 GII CrRnicas :<:9@I A Assíria construíra uma m+'uina de guerra vasta e fant+stica/ 'ue arrasara implacavelmente as naçJes de Hud+ e Israel3 -a corrida armamentista de sua 5poca/ os assírios estavam definitivamente em vantagemK &s seus soldados armados policiavam os países su2Fugados e con'uistados da mesma forma 'ue acontece em certos países/ *oFe em dia3 & mundo todo tremia 'uando Sena'ueri2e falavaK .er valer as suas palavras orgul*osas3 ram superiores em n. a Bí2lia: 6& rei .mero de soldados e em armasM nen*uma nação fora capa.imado da face da terra3 Confiou em $eus irrestritamente 1 e sua arma secreta era a oraç%o3 $i.e'uias e o profeta Isaías/ fil*o de Am7s/ oraram Funtos e clamaram aos c5us36 GII CrRnicas :<:<=I Imaginem esta cena dram+tica: um rei e um profeta de $eus de Foel*os diante de $eus/ orando fervorosamente3 então um milagre aconteceuK Continua a narrativa: 6Heov+ mandou um anFo 'ue e(terminou no arraial do rei da Assíria todos os *omens ilustres em valor e os guias e os capitães3 Voltou o rei envergon*ado para a sua terra3 G333I Assim salvou Heov+ a . de resistir a eles3 .

stiaM eu te livrarei/ e tu me glorificar+s36 GSal3 A=:9AI > preciso uma convocação urgente para o arrependimento nacional e individual/ *oFe/ ou o Fuí.gio constante3 Atrav5s da oração/ ela con*eceu a realidade de Cristo .e'uias e Isaías fi.endo 'ue/ dentro de cinco anos/ a não ser 'ue a 4rã-Bretan*a ten*a um novo despertar moral e espiritual/ estar+ nas mãos de um novo tipo de governo ateu e materialista3 A primeira coisa 'ue .plicas ansiosas e por causa do seu modo de vida consistentemente Fusto/ $eus enviou um 2atal*ão de guerreiros celestes para livr+-los3 Por5m/ não 5 sempre 'ue $eus livra seus fil*os de crises e cat+strofes3 Por e(emplo/ durante as provaçJes e tri2ulaçJes dos anos B=/ muita gente em #ganda orou ansiosamente para 'ue o Sen*or os livrasse3 & regime perverso da'uele pais tirou a vida de muitos crentes3 & Sen*or os livrou/ mas não da maneira como esperavam3 Ca2e a n7s/ cristãos/ aceitarmos o 'ue 'uer 'ue $eus nos envie/ e estarmos preparados em nossos coraçJes e mentes para a mudança e a revolução 1 e at5 mesmo para a tortura e a morte3 Corrie ten Boom nos conta como/ em meio aos *orrores do campo de prisioneiros de %avens2rucP/ ela aprendeu a orar3 A oração era o seu ref.eram 'uando irrompeu uma crise na sua terra foi cair de Foel*os diante do $eus Todo-Poderoso3 -ão oraram para 'ue $eus estivesse do lado deles/ mas sim para 'ue eles pudessem estar do lado de $eus3 m resposta a suas s.o certamente c*egar+3 Creio 'ue estamos preparados como nação/ 'ue somos fortes e 'ue dificilmente nos atacarão3 8as nen*uma dose de preparação militar poder+ tomar o lugar da preparação espiritual3 Precisamos da força interior 'ue adv5m de um relacionamento pessoal e vital com $eus/ atrav5s de Seu Eil*o Hesus Cristo3 !i/ recentemente/ um artigo num Fornal inglLs 'ue perguntava na manc*ete: 6A 4rã-Bretan*a so2reviver+)6 & autor prossegue di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C? 8ilagres aconteceram na Nist7ria 'uando o povo de $eus se voltou para le em oração3 A palavra d le para n7s ainda 5 a seguinte: 6Invoca8e no dia da ang.

: 6-unca passei mais de 'uin.e minutos na min*a vida sem sentir a presença de Cristo36 !amento não poder di.er 'ue podemos contar com a presença de Cristo não apenas todos os dias/ mas em todos os momentos de cada dia3 $o "ato de Sua presença não pode *aver d.vidas/ pois Sua Palavra não pode fal*ar3 & 'ue precisamos 5 cultivar o sentido de Sua presença/ todos os dias/ todas as *oras/ todos os momentos3 N+ alguns anos a min*a mul*er sofreu um tom2o terrível3 Teve uma concussão/ ficou inconsciente durante 'uase uma semana/ 'ue2rou o p5 em cinco lugares e feriu o 'uadril3 Ao reco2rar a consciLncia/ perce2eu 'ue tin*a perdido 2oa parte da mem7ria3 & 'ue a pertur2ava mais era ter es'uecido tantos trec*os da Bí2lia 'ue aprendera ao longo dos anos3 &s .er isto3 Precisamos aprender novamente a praticar a presença de Cristo/ não apenas nos dias de provaçJes e sofrimentos/ mas sempre3 Somos encoraFados a agir assim pela promessa final de Cristo a seus discípulos/ depois 'ue l*es *avia ordenado 'ue partissem e fi.essem discípulos de todas as naçJes3 $isse le: 6 is 'ue eu estou convosco todos os dias at5 o fim do mundo36 G8ateus <C:<=I > uma promessa para discípulos o2edientes/ e 5 maravil*osamente a2rangente3 & $r3 NandleQ 8oule/ e(-2ispo anglicano de $ur*am/ Inglaterra/ e renomado estudioso de grego/ insiste em 'ue o sempre pode ser parafraseado para significar: 6 stou convosco todos os dias/ o dia todo36 Isso 'uer di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9CB na sua vida/ mesmo 'uando os fardos eram esmagadores3 la orava: 6Sen*or/ ensina-me a Fogar todos os meus fardos so2re Ti e a prosseguir sem eles3 Somente o Teu spírito pode me ensinar esta lição3 $+-me o Teu spírito/ 7 Sen*or/ e eu terei f5/ tanta f5/ 'ue não mais carregarei um fardo de cuidados36 Pra"i4 % a Pr%!%#<a $% Cri!"o "uinto/ precisamos "orti"icar1nos pela percepç%o da pro)imidade do Senhor em todas as horas3 Spurgeon disse/ certa ve.

es3 Cristo deve ser vitalmente real para n7s/ para 'ue permaneçamos fi5is a le na *ora da crise3 'uem sa2e o 'uanto esta *ora est+ ou não pr7(ima) As engrenagens do Fuí.uem + que os condena5 9risto 0esus + o que morreu' ou antes' o que foi ressuscitado7 o que est1 . .ustifica.os' nem os principados' nem as coisas presentes' nem as futuras' nem os poderes' nem a altura' nem a profundidade' nem qualquer outra criatura poder1 nos separar do amor de Deus' que est1 em 9risto 0esus nosso $en or.ue diremos' pois' .ou %omanos C::9-:.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9CC versículos de uma vida inteira eram mais preciosos para ela do 'ue todos os seus 2ens materiais3 Certa noite/ 'uando estava orando/ por'ue estava tão aflita/ um versículo l*e surgiu do nada: 6 u te amei com um amor eterno3336 la não se lem2rava de ter memori.es sem conta: *. 8ois estou persuadido de que nem a morte' nem a vida' nem an. e ficava repetindo os versículos ve.* Insisto para 'ue vocL memori. mão direita de Deus7 o que tam(+m intercede por n/sN .ado este versículo/ mas o Sen*or fe. vista destas cousas5 $e Deus + por n/s' quem ser1 contra n/s5 )quele que não poupou a seu pr/pria Mil o' mas' por todos n/s o entre&ou' como não nos dar1 tam(+m com ele todas as cousas5 . com 'ue se recordasse dele3 Aos poucos/ outros versículos começaram a l*e voltar 0 lem2rança3 Por5m/ 5 interessante notar 'ue/ en'uanto ainda estava tentando reco2rar a mem7ria/ memori.o de $eus F+ podem ser ouvidas pelas pessoas esclarecidas na &-#/ nas conferLncias de líderes políticos/ nos escrit7rios dos editores de grandes Fornais ou nas grandes redes de TV no mundo todo 1 e nos povos de todas as naçJes3 As coisas estão .uem nos separar1 do amor de 9risto5 $er1 tri(ulação' ou an&Astia' ou perse&uição' ou fome' ou nude!' ou peri&o ou espada5 9omo est1 escrito6 8or amor de ti somos entre&ues . Mas em todas estas cousas somos mais do que vencedores por aquele que nos amou.uem intentar1 acusação contra os escol idos de Deus5 = Deus quem os . morte o dia todo' fomos considerados como ovel as para o matadouro.e esta passagem3 &culte-a dentro do seu coração3 "uando a perseguição/ os pro2lemas e a adversidade irromperem/ estes versículos voltarão 0 sua ca2eça mil*ares de ve.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9C.ar a B'blia em "am'lia 5 vital3 -ão deve se passar nem um s7 dia sem uma reunião familiar em torno da Palavra de $eus3 Huntos/ os mem2ros da família devem 6ler/ marcar/ aprender e .ar na família3 -os stados #nidos de *oFe em dia/ assim como em outras partes do mundo/ estamos testemun*ando a ruptura e a erosão da unidade familiar3 & div7rcio est+ desenfreado/ e 6morar Funto6 sem a formalidade de uma cerimRnia de casamento est+ cada ve. mais comum3 Somente a unidade familiar cristã forte ser+ capa. de so2reviver ao pr7(imo *olocausto mundial3 Para nos prepararmos para a crise 'ue se apro(ima temos 'ue nutrir e armar a unidade familiar3 &s itens 'ue mencionei anteriormente podem ser aplicados 0 nossa vida familiar3 Primeiro/ temos 'ue colocar a Deus no centro de nossa vida "amiliar/ e torn+-!o tam25m a circunferLncia3 Segundo/ como família/ temos 'ue caminhar diariamente com Deus3 Terceiro/ consultar e memori. acontecendo depressaK -unca foi tão urgente a necessidade de nos voltarmos para $eus3 As palavras de Isaías/ a 'uem $eus usou para confundir um agressor antigo e ímpio/ são apropriadas para n7s/ *oFe em dia: 6Buscai a Heov+ en'uanto se pode ac*arM invocai-o en'uanto est+ perto3 $ei(e ao iní'uo o seu camin*o/ e ao inFusto os seus pensamentos: volte-se para Heov+/ por'ue se compadecer+ deleM e para o nosso $eus/ por'ue muito perdoar+36 GAA:?/BI $avi provou 'ue a armadura e(terna não 5 tão importante 'uanto o *omem 'ue *+ por dentro da armadura3 A não ser 'ue os *omens de prop7sito/ integridade e f5 se unam em lealdade ina2al+vel a Hesus Cristo/ o futuro do mundo ser+ realmente som2rio3 For"al%<a a Fam3lia Para nos prepararmos para o sofrimento e perseguição 'ue parecem tão inevit+veis/ tam25m precisamos favorecer e fortalecer o movimento do pe'ueno grupo/ o conceito de 6c5lulas cristãs63 &2viamente este processo deve se reali.

mente em meio +s pressJes do dia-a-dia3 & lar 5 o mel*or lugar para aprender estas liçJes espirituais3 & 'ue falei so2re a unidade familiar tam25m se aplica ao valor de pe'uenos grupos íntimos 'ue estão 2rotando dentro e fora da igreFa organi.ados para condu.ir outros c*ineses para o Sen*or3 .de e e(istLncia de 6igreFas dom5sticas63 las consistem em pe'uenos grupos de crentes 'ue/ em2ora lançados 0 clandestinidade durante a revolução cultural/ ainda assim deram um Feito de se encontrar regularmente em torno da Palavra3 A despeito do esforço com2inado para se destruir todas as Bí2lias na C*ina/ alguns e(emplares so2reviveram e em torno destes/ ou dos versículos e at5 passagens 'ue os crentes tin*am memori.ação dos mem2ros da'uela família 'ue enfrentam um mundo contur2ado3 Somente pelo contato direto com $eus/ atrav5s da oração/ podemos esperar ter a serenidade e a segurança 'ue nos permitirão testemun*ar por Cristo no mundo e(terior3 A pr+tica da oração em família tam25m e'uipa os seus mem2ros individuais para orarem efica.til 'uando c*ega o sofrimento3 A scritura nos insta a suportar 6as cargas uns dos outros/ e/ assim/ cumprireis a lei de Cristo6 G4+l3 ?:<IM 6consolai-vos reciprocamente e edificai-vos6 uns aos outros G9Tess3 A:99I3 Isto pode ser feito da mel*or forma em pe'uenos grupos cristãosM e/ 'uando feito/ coisas espantosas podem acontecer3 Por e(emplo/ estamos sa2endo 'ue a igreFa na C*ina so2reviveu a mais de <A anos de severas restriçJes3 Como) Por interm5dio da sa.= assimilar internamente6 a scritura como uma preparação essencial para a perseguição 'ue os espera3 A oraç%o em "am'lia 5 o 'uarto elo vital na corrente de força espiritual 1 uma força 'ue estamos tentando construir para nos proteger de um mundo 'ue enlou'ueceu3 & *+2ito de orar Funtos em família 5 um dos fatores mais fortalecedores na unificação e energi.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9.ada/ *oFe em dia3 "uando irmãos e irmãs em Cristo se unem no laço comum da Palavra de $eus e da oração/ ficam fortalecidos na sua f5 e testemun*o3 & apoio dos outros 5 especialmente .ado/ reuniram-se pe'uenos grupos de cristãos3 &s cristãos c*ineses/ na prisão e nos campos de tra2al*os forçados/ permitiram 'ue a c*ama de sua f5 ardesse vivamente e foram utili.

nico/ mas sim uma e(periLncia ininterrupta3 -7s devemos ser cisternas para a plenitude de $eus3 Como uma fonte fresca/ devemos trans2ordar e dei(ar 'ue nossas vidas to'uem as vidas da'ueles 'ue nos cercam3 > assim 'ue devemos nos preparar para o 'ue 'uer 'ue nos espere nas 5pocas críticas de provação 'ue estão por vir3 "uando c*egar o 6dia mau6/ não poderemos depender das circunstDncias 'ue nos cercam/ mas dos recursos ocultos dentro de n7s3 estes recursos não são nossos/ mas de $eus3 nc*a-se do spíritoK COMO A1UDAR A5UELES 5UE ESTBO MAGOADOS >oi atra$és dos "ue sofreram "ue o mundo pro'rediu( ! &.9 'uanto a n7s mesmos) & desafio 5 pessoal e di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9.endo a'ui3 -ão 5 um acontecimento . respeito a cada um de n7s3 -o fim das contas/ a mel*or maneira de nos prepararmos para 'ual'uer tipo de sofrimento 5 2uscando aprofundar continuamente nossas vidas espirituais 1 e o 'ue 'uero di.T&!ST&I A 8AI&% PA%T deste livro tratou do sofrimento no sentido mais geralmente aceito 1 o tipo de sofrimento associado 0 dor física e 0 doença/ e 0 *ostilidade e + perseguição3 8as e(istem outros aspectos do sofrimento 'ue não podem ser ignorados ou es'uecidos num livro deste tipo3 > o sofrimento causado pelas 6m+goas6 da vida 'ue causamos aos outros com a maior facilidade/ ou das 'uais n7s mesmos somos as vítimas 3 .er 5 apro"undar a nossa vida no <sp'rito3 A e(ortação do ap7stolo Paulo aos cristãos da sua 5poca era 6enc*ei-vos do spírito36 G f5sios A:9CI -ão era um mero consel*o/ era uma ordem3 o ver2o em grego est+ no presente/ dando a id5ia de continuidade3 6Continuai enc*endo-vos do spírito6 1 5 o 'ue Paulo est+ di.

mais preocupados com os sentimentos e necessidades da'ueles 'ue nos cercam3 le 'uer 'ue aprendamos a lidar direito com nossas pr7prias m+goas3 Como Ma(oamo! o! O "ro! Ts ve.er para aFudar a essa pessoa) Ser+ 'ue 5 vocL a fonte da m+goa dessa pessoa) &u ser+ 'ue 5 vocL 'uem est+ sendo magoado) Como vocL deve reagir) -este capítulo/ 'ueremos e(plorar estas 'uestJes3 $eus 'uer 'ue esteFamos cada ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9.< Pode *aver 'uem se incline a considerar tais m+goas sem importDncia/ se comparadas 0s outras3 Por5m/ elas são 2em reais e nada triviais3 $i.es/ inadvertidamente3 -o seu livro recentemente pu2licado !or "avor.em respeito a n7s todos em nosso dia-a-dia3 $i.erida/ 6Nansi6 G8aria Ann Nirsc*mannI nos conta o 'ue aconteceu 'uando o seu marido a dei(ou3 la admite ter sido uma mãe dura e e(ageradamente rígida/ 'ue afastou os fil*os de si3 -a devastação 'ue e(perimentou ap7s ter sido a2andonada tanto pelo marido 'uanto pelos fil*os/ ela foi ainda mais magoada pelas críticas e atitudes de antigos amigos cristãos3 $epois 'ue o Sen*or a tratou .5m/ 2om2eiros do posto de gasolina/ garçonetes/ motoristas de Rni2us/ o seu pastor/ os outros paro'uianos da sua igreFa3 "uer esses relacionamentos seFam superficiais ou profundos/ dentro de cada um deles e(iste o potencial para muita m+goa ou muita aFuda3 $entro do seu círculo de contatos algu5m est+ sendo magoado3 VocL tem ciLncia disso) & 'ue pode fa.in*os/ empregados de arma. n%o atireB J( <stou .em respeito a vocL/ 'ue est+ lendo este capítulo3 A sua vida 5 intimamente entrelaçada +s vidas de de.enas e centenas de outros 'ue o cercam3 Considere a variedade de vidas 'ue vocL influencia em um dia: os mem2ros de sua família e seus amigos/ as relaçJes comerciais/ vi.es/ magoamos os outros deli2eradamente/ outras ve.

nica coisa 'ue uma criança consegue se lem2rar num adulto/ anos mais tarde/ 'uando F+ cresceu/ 5 se essa pessoa foi ou não 2ondosa3 .es/ a . de orar pelo e(-marido e a nova mul*er dele3 spero 'ue o livro dela aFude os cristãos a se darem conta de 'ue Fulgar e condenar não fa. ou 'ue as palavras 'ue di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9.em estão incomodando um determinado indivíduo3 #m de nossos fil*os teve a e(periLncia de ter uma professora 2ondosa num ano e outra 'ue não era 2ondosa/ no ano seguinte3 Isto se repetiu durante v+rios anos3 ra interessante ver como ele florescia com as mestras 2ondosas e regredia com as outras3 Creio 'ue isso tam25m se aplica 0 min*a pr7pria vida3 8uitas ve.enas de mul*eres foram profundamente magoadas/ como ela/ e encontraram da parte dos cristãos reaçJes de desagrado/ crítica/ condenação e at5 crueldade3 Aos poucos/ 0 medida 'ue Nansi permitia 'ue o Sen*or cuidasse de si e a modificasse/ ela se reconciliou com cada um de seus fil*os e/ finalmente/ c*egou ao ponto em 'ue se ac*ou capa. simplesmente não perce2am as conse'WLncias de suas atitudes/ seu tom de vo.: amorosa e carin*osamente/ ela enfrentou com sinceridade as suas fal*as e permitiu 'ue o Sen*or a modificasse3 Ealando a um grupo de mul*eres/ certo dia/ ela sentiu necessidade de partil*ar a sua e(periLncia e ficou pasma com a resposta delas3 $esco2riu 'ue de.em 'ue foi uma mul*er e(traordinariamente 2ela/ casada com um *omem e(traordinariamente feio3 Certo dia/ passados alguns anos/ um amigo c*egado l*e perguntou/ de 2rincadeira/ como conseguira ficar casada com um *omem tão feio/ sendo ela tão linda3 la pensou por um momento/ depois respondeu/ com toda a seriedade: 1 le nunca me magoou/ nem uma s7 ve. parte dos dons do spírito3 Vemos tam25m a *ist7ria da mãe de Somerset 8aug*am3 $i.3 Como demonstram estas *ist7rias/ n7s magoamos os outros 'uando não somos 2ondosos3 Poucos cristãos agem assim deli2eradamente3 Talve.

ire GOaco/ Oord BooPs/ 9.1 -ão devemos nos es'uecer de 'ue $eus odeia o pecado/ mas tam25m 5 verdade 'ue le 5 doce e compassivo com o pecador3 > fre'Wente dei(armos de fa. )quela (oa &ente não pretendia (ancar a convencida ou condenar7 mas ter fil os pr/di&os não era uma coisa que *ficasse (em*.er essa diferença3 'uanto 0s críticas) As críticas/ em geral/ desanimam3 H+ notou como/ ao ler a Bí2lia/ vocL depara com $eus l*e di.endo todos os seus erros/ pecados e fal*as/ sem desencoraF+-lo nem uma ve. a respeito) Hulgou/ criticou/ me(ericou/ 'uem sa2e 6contou vantagem6 por'ue os seus fil*os são fi5is totalmente dedicados ao Sen*or) ste pe'ueno poema a2orda vividamente o assunto: Eles sentiam ol ares (ons so(re si e se encol iam por dentro O destruídos7 (ons pais tin am (ons fil os e eles O um fil o errante.eram o possível para criar os seus fil*os segundo os preceitos do Sen*or/ somente para 'ue mais tarde eles reFeitassem não apenas o 'ue l*es fora ensinado/ mas tam25m os pr7prios pais 3 VocL tem um amigo com um fil*o assim) vocL/ o 'ue fe. %em(ra a eles docemente' $en or' como :u tens pro(lemas com :eus fil os' tam(+m.@ 6A mel*or coisa 'ue podemos fa.) Isso 5 por'ue/ ao mesmo tempo/ o Seu amor resplandece e/ com ele/ a promessa de Sua presença e poder para nos aFudar a vencer3 A crítica vinda das pessoas/ em geral/ tem um efeito contraproducente3 Isso 5 especialmente verdadeiro/ creio eu/ ao lidarmos com nossos fil*os3 les precisam de 9 %ut* Bell 4ra*am3 Sitting b2 /2 aughing .er por nosso pai celeste6/ disse algu5m/ 65 ser 2ondoso para um de Seus fil*os63 Isto 5 verdade/ eu sei/ por'ue me sinto profundamente agradecido 'uando algu5m 5 2ondoso para um fil*o meu3 8e(ericar 5 outra maneira de magoar os outros3 6"ue o ausente sempre se sinta seguro conosco6 1 eis um lema a ser lem2rado3 (istem pais 'ue fi.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9.BBI/ p3 @B3 .

ermos isso/ causaremos mais danos ainda/ ao inv5s de repar+-los3 $ei(ar de encoraFar 5 uma das maneiras mais comuns de magoar os outros3 68ais pessoas fal*am pela falta de encoraFamento6/ F+ disse algu5m/ 6do 'ue por 'ual'uer outro motivo36 &utra maneira de magoarmos os outros 5 estando ocupados demais3 &cupados demais para prestar atenção em suas necessidades3 &cupados demais para mandar um 2il*etin*o de consolo ou de Dnimo ou de confirmação de amor3 &cupados demais para ouvir 'uando algu5m precisa conversar3 &cupados demais para nos importarmos3 "uando Alan %edpat* era pastor de T*e 8oodQ C*urc*/ em C*icago/ mandou pendurar na parede de seu ga2inete estas palavras: 6Cuidado com o va. o versículo 9A: 6%oguem por ele continuamente e 2endigam-no em todo o tempo36 "ue sugestão para os paisK &re continuamente 1 louve diariamente3 Se não fi. pode ter um efeito devastador3 H+ foi dito 'ue mais tensão e atritos são causadas em família pelo tom de vo. do 'ue por 'ual'uer outro motivo3 &s psic7logos nos falam da necessidade das pessoas terem a um s7 tempo segurança e significação3 Con'uanto somente $eus possa oferecer a segurança m+(ima e permitir 'ue uma pessoa perce2a a sua verdadeira significação/ n7s/ como pais/ se fal*armos no esforço de fa.er nossos fil*os se sentirem seguros de nosso amor e de fa.er com 'ue eles perce2am a sua significação e valor individuais/ podemos dei(+-los marcados por toda a vida3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9.io de uma vida ocupada36 A mul*er 'ue dei(a de dar apoio ao marido pode mago+-lo como indivíduo/ e tam25m preFudicar o seu tra2al*o3 Isso tam25m se aplica ao marido 'ue dei(a de dar apoio 0 mul*er3 At5 mesmo uma coisa aparentemente insignificante como um tom de vo.A orientação e correção/ mas se/ ao mesmo tempo/ pud5ssemos ser tam25m mais animadoresK Se eles são 2agunceiros/ encoraFe-os 'uando arrumam os 'uartos3 Se são *a2itualmente retardat+rios/ elogie-os 'uando c*egam na *ora3 -o Salmo B</ est+ a oração de $avi para seu fil*o Salomão3 $i.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9./ vemos este coment+rio interessante: 6N+ uma 5poca em 'ue um *omem tem domínio so2re os outros *omens para magoar a si mesmo36 Hamais gan*amos na vida magoando os outros3 Ts ve.es/ tentamos elevar os nossos egos inseguros degradando e diminuindo os 'ue nos cercam3 -o entanto/ isso produ. apenas um falso sentido de auto-estima3 Pelo contr+rio/ a scritura nos ensina 'ue devemos nos preocupar mais com as necessidades e sentimentos dos outros do 'ue com os nossos3 $evemos encoraFar a autoconfiança em nossos entes 'ueridos/ nossos amigos e associados3 $evemos encoraFar o seu crescimento como indivíduos e aplaudir os seus L(itos3 Algu5m F+ disse 'ue o verdadeiro servo de $eus 5 a'uele 'ue aFuda o outro a ter L(ito3 8uitas ve.? A seguir/ vem a'uele 'ue tem autoridade e reprime e(cessivamente3 Pode ser um marido 'ue não permite 'ue a mul*er ten*a opiniJes pr7prias e discorde dele3 Todo *omem precisa de algu5m 'ue discorde dele/ ocasionalmente3 Con*eço um *omem desse tipo 'ue/ em2ora possa parecer incrível/ dei(ou 2em claro 0 mul*er/ logo 'ue se casaram/ 'ue ela não poderia nunca discordar dele3 8ais tarde/ 'uando F+ estavam casados *+ algum tempo/ eles rece2eram um con*ecido líder cristão para Fantar3 -o meio da conversa/ o convidado discordou de algo 'ue o dono da casa dissera/ e a mul*er deste/ prontamente/ o e(pulsou de casa3 1 -ingu5m discorda do meu marido na min*a casaK 1 e(clamou a mul*er 3 Isso pode parecer ficção/ mas 5 verdade3 & tal *omem/ em2ora e(tremamente talentoso e capa.ltimoI .es sentimos maior satisfação e alegria pelos feitos de outras pessoas/ do 'ue por nossos pr7prios feitos3 #ma 2oa definição de alegria GJ=CI 'ue vale a pena lem2rar 5 formada pelo acr7stico seguinte: Jesus "irst3 GHesus em primeiro lugarI =thers second3 G&s outros em segundoI Coursel" last3 GVocL em ./ aca2ou se tornando desagradavelmente arrogante3 m clesiastes C:.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento Como R%a(imo! ao S%rmo! Ma(oa$o! 9.ltimos nos darão uma nítida perspectiva da situação e promoverão o desenvolvimento de uma personalidade mais sadia3 $ei(e-me partil*ar com vocL algumas id5ias so2re como $eus 'uer 'ue reaFamos 0s m+goas3 Co#. 'uestão de orar pelo indivíduo Gou indivíduosI 'ue o torturavam3 Ao reco2rar a li2erdade/ ele voltou para a civili.ação como um *omem normal/ *umano/ compassivo3 !i so2re um outro 'ue passou por circunstDncias semel*antes/ mas 'ue saiu da sua provação um *omem espiritualmente ferido 1 amargo e c*eio de ressentimentos3 A maneira como reagimos 0s m+goas e desapontamentos influi na formação de nossas personalidades/ podendo tam25m afetar profundamente nossas famílias e amigos3 Ts ve.B Con*eço um *omem 'ue foi incrivelmente torturado por sua f5 em Cristo3 "uando estava sofrendo a tortura/ ele fe.es/ ficamos recalcados/ defensivos ou vingativos3 m2ora possa parecer estran*o/ fre'Wentemente/ as crianças 'ue foram maltratadas 'uando crescem se tornam pais pouco carin*osos3 Poder-se-ia imaginar 'ue o efeito seria o contr+rio 1 'ue uma criança 'ue tivesse passado por m+goas e sofrimento estaria resolvida a ser o tipo de pai ou mãe 'ue Famais tivera3 Alguns anos atr+s/ gan*amos uma cadelin*a São Bernardo na Suíça3 -a primeira semana 'ue passou conosco/ ela caiu da varanda do segundo andar e 'ue2rou a perna3 Ainda ten*o no dedo a cicatri. dei(ada pela mordida dela/ 'uando fui socorrL-la3 8uitas pessoas magoadas mordem a mão estendida para aFudar3 Podemos reagir 0 m+goa negativa ou positivamente/ egocentricamente ou voltando-nos para $eus3 &s .ia#$o #a So'%ra#ia $% D% ! .

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento 9.este-nos entrar no laço do caçadorM pesada carga puseste so2re as nossas costas36 Versículo 9<: 6Tu fi.in*o3 #ma 'ue ele mencionou em particular foi o Salmo ??3 Ao ler este salmo/ fi'uei impressionado pelo fato de o salmista não recon*ecer causas secund+rias3 Começando com o versículo 9=/ di.C #m prisioneiro recentemente li2ertado/ depois de anos de tra2al*o forçado/ sem uma Bí2lia/ alimentou-se espiritualmente das passagens da scritura 'ue ele decorara desde a sua conversão/ 'uando rapa. ele: 6Pois Tu/ 7 $eus/ nos tens posto 0 provaM tens nos afinado/ como se afina a prata36 Versículo 99: 6Ei.este 'ue os *omens cavalgassem so2re as nossas ca2eçasM passamos pelo fogo e pela +gua/ mas nos trou(este para a a2undDncia36 G& grifo 5 meu3I -a scritura/ vemos 'ue isso tam25m se aplica ao caso de H73 le não sa2ia 'ue Satan+s tin*a 'ue o2ter permissão de $eus para poder tocar nele e nos seus 2ens3 -o entanto/ 'uando H7 perdeu tudo/ não disse ele 6Heov+ deu e o demRnio tirou6/ mas sim 6Heov+ deu e Heov+ tirouM 2endito seFa o nome de Heov+63 GH7 9:<9I Assim/ 'uando somos magoados/ 5 importante lem2rar 'ue o pr7prio $eus o permitiu/ com algum prop7sito3 P%r$oa#$o A4 %l%! 4 % #o! Ma(oam "uando somos magoados pelas palavras ou atos descuidados ou deli2erados de outrem/ $eus nos pede para 'ue l*e demos o nosso perdão3 Isso aFudar+ a mel*orar o relacionamento 'ue temos com a pessoa e impedir+ 'ue nos envenenemos com nossa pr7pria amargura3 6Tornai-vos/ por5m/ 2ondosos uns com os outros/ compassivos/ perdoando-vos aos outros/ como tam25m $eus em Cristo vos perdoou 6 G f5sios @::<I S%#$o Paci%#"% .

aculdade /ontreat1Anderson/ recentemente Gprimavera de 9..C=I: m meio 0s situaçJes da vida/ devemos dar graças3 & ato de dar graças não depende das circunstDncias 'ue enfrentamos/ mas 5 2aseado na integridade do car+ter de $eus e na infali2ilidade de Seus prop7sitos3 O que o ato de dar &raças fa! pelo crente5 D1-l e .ir+ uma col*eita espiritual3 podemos sofrer pacientemente nesta vida/ pois sa2emos 'ue/ na *ora escol*ida por $eus/ o Seu fil*o retornar+ como a maior recompensa para o crente 'ue age e espera3 Da#$o Gra<a! m 9 Tess3 A:9C/ di. :ende v/s tam(+m paci<ncia7 fortalecei os vossos corações' porque a vinda do $en or est1 pr/xima.* (:ia&o P6Q'H O o &rifo + meu.) A paciLncia não 5 simplesmente suportar complacentemente e de 6dentes cerrados6 uma determinada situação3 > uma atitude de e(pectativa3 & lavrador pRde fitar com paciLncia a sua terra aparentemente est5ril por'ue estava certo de 'ue seus esforços seriam compensados3 le podia ter paciLncia com seus esforços por'ue *averia produtos de seus esforços3 & mesmo acontece na esfera espiritual3 Como F+ vimos/ $eus pode produ. *:ende' pois' paci<ncia' irmãos' at+ a vinda do $en or.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento screvendo aos cristãos 'ue sofriam por sua f5/ disse Tiago: 9. #ede como o lavrador a&uarda com paci<ncia o precioso fruto da terra' at+ rece(er esta as primeiras e as Altimas c uvas.-se ao cristão: 6 <m tudo dai graças/ por'ue esta 5 a vontade de $eus em Hesus Cristo para convosco36 Go grifo 5 meuI3 #m mem2ro do corpo docente escreveu/ no Boletim da .ir 'ualidades valiosas em nossas vidas atrav5s das m+goas e sofrimentos 'ue e(perimentamos3 Podemos sofrer com paciLncia/ pois nosso sofrimento produ.

.dos pro(lemas e perplexidades para os prop/sitos e prioridades de Deus.es e sadios3 le pode mostrar a cada um de n7s como reagir +s m+goas para 'ue elas se tornem degraus para uma vida mais produtiva e satisfat7ria3 Como A6 $ar A4 %l%! 4 % %!"2o So.er 5 pedir ao Sen*or 'ue nos dL amor/ sensi2ilidade para a situação e a Sua sa2edoria3 > da m+(ima importDncia 'ue seFamos sensíveis a cada indivíduo/ a cada situação/ a fim de determinar as prioridades imediatas3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <== Rm 4ovo Moco......* (Se(reus EI6EP) $eus 'uer 'ue Seus fil*os seFam feli. Rma 4ova )titude.. . .r%#$o $eus mandou: 6Ama a teu pr7(imo como a ti mesmo63 Testemun*amos este princípio supremamente demonstrado na vida e morte de Seu fil*o e/ dessa forma/ precisamos levar a s5rio o nosso c*amado para cuidar do nosso pr7(imo 'ue sofre3 A primeira coisa a fa.Deus pode usar o crente em qualquer situação determinada para dar continuidade a $eus prop/sitos e tra!er a &l/ria a $eu nome.. Rma 4ova iniciativa . )l+m do mais' o ato de dar &raças promove um 9orpo sadio.. 9almo + o coração que se ap/ia na certe!a do controle de Deus. .dele mesmo para Deus. E' ainda mais' + conta&ianteN *8or ele' pois' ofereçamos constantemente a Deus sacrifícios de louvar' isto +' a fruto dos l1(ios que confessam o seu nome..a e edifica os demais crentes. Encora. Rma 4ova 8erspectiva.....da ansiedade para a confiança. Dar &raças + um exercício que vale a pena cultivar e serve como antídoto para a complac-ncia.

a3 A scritura oferece orientação para a'ueles 'ue estão em posição de aFudar a 'uem sofre3 93 AChorai com a+ueles +ue choram3A 8esmo 'ue não seFam l+grimas de fato/ isso 'uer di.es/ o maior sermão 5 o silLncioK #ma pessoa 'ue sofre não precisa de um palestrante 1 precisa de um ouvinte3 Precisa de algu5m a 'uem possa a2rir o coração ou algu5m 'ue compartil*e o seu silLncio3 Principalmente/ precisa de algu5m 'ue compartil*e a sua dor3 . a mãe teve 'ue ficar ol*ando o corpin*o 'ue se afastava mar adentro3 Na HimmQ ol*ou para EranPlin/ os ol*os som2reados de fadiga/ e perguntou: 1 EranPlin/ depois de tudo por 'ue ela passou/ se eu não l*e tivesse dado Hesus/ o 'ue teria realmente feito por ela) $eus pode utili.er compan*ia3 Confortaram H7 at5 a *ora em 'ue a2riram a 2oca3 Ts ve.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=9 -osso fil*o/ EranPlin/ passou alguns dias num 2arco no mar da C*ina/ procurando fugitivos do regime opressor do Vietnã3 A 2ordo/ o imediato Na HimmQ contou como/ na semana anterior/ tin*am salvo um 2arco de fugitivos3 Eora atacado por piratas/ 'ue rou2aram os passageiros e estupraram as mul*eres3 & navio pirata estava a2alroando o 2arco menor para destruir todas as provas/ 'uando apareceu o navio de resgate/ e eles fugiram3 Primeiro/ foi preciso cuidar dos feridos3 $epois/ foi preciso alimentar e 2an*ar todos os 'ue foram salvos/ e permitir 'ue descansassem3 8ais tarde/ falou-se a eles de Hesus e Seu amor3 A 2ordo/ uma mãe com diversos fil*os pe'uenos viu morrer o seu 2e2L3 -ão *avia nada a fa.ar um cristão sensível para ser uma 2Lnção maravil*osa na vida da'uele 'ue est+ con*ecendo a dor e a triste.er 'ue devemos sofrer Funto com eles3 &s amigos de H7 estavam certos indo 0 casa do po2re *omem para l*e fa.er senão deitar ao mar o pe'ueno corpo e vLlo ir se afastando3 8ais alguns dias se passaram e mais uma criança morreu3 8ais uma ve.

compan*ia na sua dor3 > difícil enfrentar a morte3 Ts ve.er o menino ressuscitar3 "uando !+.aria o milagre de ressuscitar !+.mulo3 -o entanto/ chorou3 As irmãs de !+.aro/ provando desta forma 'ue podia vencer o maior medo do *omem 1 o pavor do t.er o mesmo3 <3 ASuportai os "ardos uns dos outros3A Al5m de partil*ar nossos coraçJes e nossos ouvidos com algu5m 'ue sofre/ devemos tam25m/ dentro de nossas possi2ilidades/ estar dispostos a partil*ar nossos 2ens materiais e nosso tempo3 Temos um 2elo e(emplo disso na par+2ola do Bom Samaritano3 Ao encontrar um *omem 'ue fora rou2ado/ espancado e dei(ado como mortal o samaritano não continuou o seu camin*o para 6comunicar o acidente63 Tampouco/ pagou a outra pessoa para voltar e cuidar do ferido3 & samaritano se envolveu pessoalmente3 rgueu carin*osamente o *omem ferido/ colocou-o no lom2o do seu pr7prio 2urro e continuou cuidadosamente a sua viagem at5 Heric73 .a de um lar celestial/ ainda assim 5 preciso enfrentar a realidade da morte3 Hesus c*orou com a'ueles 'ue sofriam 1 e n7s devemos fa.es/ não 5 'ue fi'uemos tão c*ocados pelo falecimento de algu5m/ ficamos atordoados pela finalidade da morte3 m2ora confiemos nas promessas de $eus para uma vida ap7s a morte e a certe. nen*um sermão3 Atendeu 0 necessidade mais profunda da mul*er/ a necessidade de sa2er 'ue $eus estava cRnscio da sua situação e 'ue se importava3 Hesus deu uma poderosa demonstração disto ao fa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=< Hesus era agudamente sensível aos 'ue viviam situaçJes de sofrimento3 Ao ver a vi.aro estavam desoladas 1 e Hesus l*es fe.va de -aim acompan*ando o enterro do fil*o/ Hesus 6teve compai(ão63 Seu coração sofreu por ela3 Hesus sentia grande compai(ão perante a morte3 -esta ocasião em particular/ le não fe.aro/ o 2om amigo de Hesus/ morreu/ le foi at5 a casa dele e c*orou3 le sa2ia 'ue era vitorioso so2re a morte3 Sa2ia 'ue/ em 2reve/ reali.

ao 6trono da graça6/ para 'ue rece2amos miseric7rdia e ac*emos graça/ a fim de sermos socorridos em tempo oportuno3 GNe2reus @:9?I m ve.es/ essa aFuda pode ser dada atrav5s dos 2ens materiais3 "ue $eus possa nos dar a sensi2ilidade de recon*ecer essas necessidades na'ueles 'ue nos cercam3 D3 =re por a+ueles +ue est%o magoados e/ sempre 'ue possível ou aconsel*+vel/ tam25m ore com eles e compartil*e a scritura3 Pode ser um grande conforto 'uando algu5m ora conosco e nos condu.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=: Ao c*egar 0 cidade/ 2uscou *ospedagem3 $urante a noite/ ele cuidou do paciente/ tratando de suas feridas com carin*o3 -o dia seguinte/ disse para o ta2erneiro 'ue pagaria todas as despesas em 'ue o paciente pudesse incorrer3 > assim 'ue $eus 'uer 'ue tratemos dos 'ue sofrem3 m 4+latas ?:</ di. o autor: 6!evai as cargas uns dos outros/ e assim cumprireis a lei de Cristo36 Todos tLm a capacidade de assumir as suas pr7prias responsa2ilidades e de suportar as pressJes3 Por5m/ 'uando a carga ultrapassa o ponto crítico/ 'ue outro ven*a aFudar333 e/ 0s ve. dos amigos cristãos nos ficarem dando consel*os pessoais em meio a uma crise/ muito mel*or seria 'ue partil*assem conosco as promessas amorosas de $eus3 > um conforto escutar as palavras de $eus nas *oras de tensão3 & spírito Santo pode pegar a palavra da verdade de $eus e aplic+-la 0s nossas necessidades mais profundas3 Ten*a cuidado ao dei(ar uma pessoa numa situação de sofrimento3 Eaça com ela uma pe'uena prece/ e at5 mesmo partil*e um pe'ueno trec*o da scritura3 ssas são apenas algumas sugestJes para aFudar aos 'ue sofrem3 Para concluir/ lem2remo-nos de trLs coisas: 93 A'ueles 'ue sofreram são os 'ue mel*or consolam3 "uando estamos em dificuldades/ voltamo-nos para a'ueles 'ue F+ sofreram e 'ue sa2emos 'ue compreenderão: o pr7prio nosso Sen*or/ o salmista/ Paulo/ o 6prisioneiro de Hesus Cristo6/ e/ por todos os s5culos/ a'ueles 'ue sofreram e 'ue/ por seus sofrimentos/ serviram a um mundo sofredor .

ou se sal$ar do poder do t1mulo@ SA!8& C.vas/ suas amigas/ 'ue não disseram uma s7 palavraM simplesmente a a2raçavam en'uanto c*oravam Funtas3 <3 -ossa aFuda deve transcender o nosso círculo social3 Ac*o 'ue/ a'ui/ um 2om e(emplo seria o do Bom Samaritano/ 'ue/ sendo samaritano/ era odiado e despre.va não foram necessariamente os 'ue citavam a scritura/ por5m outras vi.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=@ 1 não apenas escritores/ mas pintores/ m. de tudo para l*e demonstrar 2ondade3 :3 (pressamo-nos para o mundo atrav5s de nossos corpos físicos3 Somos o corpo de Cristo3 le se e(pressa para o mundo atrav5s de n7s3 Como le veio não para ser servido/ mas para servir/ tam25m n7s precisamos ir em 2usca da'ueles 'ue possamos aFudar em nome de Hesus 1 não necessariamente de uma forma impressionante/ mas de 'ual'uer forma 'ue pudermos3 A MORTE E COMO ENFRENTÁ8LA ?ual a homem "ue pode $i$er e n!o $er a morte.ado pelos Fudeus e 'ue/ no entanto/ 'uando encontrou um Fudeu em dificuldades/ fe.a/ 'uer ficar com o meu rel7gio) 1 pediu3 -ão ten*o mais necessidade dele/ agora vou lidar com a eternidade3 .:@C "#A-$& SI% OI!!IA8 %ussell/ o patriota inglLs/ ia ser e(ecutado em 9C?:/ tirou o rel7gio do 2olso e entregou-o ao m5dico 'ue o assistia na *ora da sua morte3 1 Por gentile.sicos/ escultores e assim por diante3 A lista cresce e termina na mem7ria de $eus3 Pois apenas $eus con*ece todos os 'ue/ por uma infinidade de meios pe'uenos e logo es'uecidos/ suavi.aram o fardo de outrem3 "uando meu sogro morreu/ os 'ue trou(eram mais conforto 0 vi.

ltimos anos/ livros da $ra3 li.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=A A Bí2lia tem muito a di.er so2re a 2revidade da vida e a necessidade de nos prepararmos para a eternidade3 m2ora a maioria de n7s viva como se fosse indestrutível/ precisamos de uma nova consciLncia do fato de 'ue a morte se acerca rapidamente para todos n7s3 A Bí2lia tem muitas advertLncias so2re como devemos nos preparar para encontrar a $eus3 & rico/ com toda a sua fortuna/ não consegue o2ter o perdão da sentença de morte 'ue pende so2re todos os *omens3 & po2re não consegue mendigar nem um s7 dia e(tra de vida da 6$ona 8orte6 'ue persegue todos os *omens/ do 2erço 0 sepultura3 $i./ ver+ 'ue muitas das cançJes tratam de sofrimento e morte3 8uitas pessoas cínicas e seculares tLm-se dedicado/ na verdade/ a pensar profundamente na vida e na eternidade3 A pessoa/ 'ue 5 a alma da festa/ tam25m pode ser a'uela 'ue est+ usando uma m+scara3 Por 2ai(o dela e(iste um medo/ um pavor profundo da morte e da eternidade3 -uma pes'uisa recente desco2riu-se 'ue os Fovens pensam mais na morte do 'ue em 'ual'uer outro assunto/ e(ceto o se(o3 stou convencido de 'ue/ se as .a2et* _W2ler%oss/ do Sr3 %aQmond A3 8oodQ e do $r3 8aurice %aZlings tLm rece2ido muita pu2licidade3 $evido ao terrorismo no mundo todo/ e 0s muitas mortes causadas por mol5stias terríveis como o cDncer e os ata'ues cardíacos/ *+ um novo interesse pela morte3 Se vocL escutar algumas das cançJes populares 'ue os Fovens estão cantando/ perce2er+ 'ue/ dificilmente/ as geraçJes mais vel*as entenderão as letras3 8as o Fovem entende o recado3 Se vocL comprar um livro e estudar as letras/ como eu fi. a scritura: 6& 'ue 5 a tua vida) Tu 5s uma n5voa 'ue aparece por pouco tempo e logo se desvanece36 GTiago @:9@I A tanatologia tornou-se uma mat5ria popular em muitas faculdades e universidades americanas3 la 5 não apenas um estudo da morte em si/ mas de como se preparar para a morte3 -a maior parte/ estão ensinando aos estudantes a como se prepararem para a morte/ sem 'ual'uer referLncia a $eus3 -os .

es do 'ue a lançadeira da tecel%o36 GH7 B:?/ o grifo 5 meuI Tanto nos stados da Carolina 'uanto na Inglaterra/ eu visitei as f+2ricas tL(teis e o2servei os gigantescos teares 'ue fa.er novamente uso da e(pressão 6#m 2il*ão de o2rigados6/ pense 2em no e(agero 'ue representa3 Pouco mais de um 2il*ão de segundos atr+s est+vamos na Segunda 4rande 4uerra e a 2om2a atRmica ainda não e(plodira3 #m 2il*ão de minutos atr+s Cristo ainda estava na terra3 Pouco mais de um 2il*ão de *oras atr+s ainda est+vamos na era da cavernas3 Todavia/ em termos de gastos governamentais/ um 2il*ão de d7lares est+ apenas algumas *oras atr+s/ por'ue em 2reve o orçamento do governo americano ser+ de cerca de um tril*ão de d7lares3 H+ parou para calcular 'uantos dias ainda l*e restam) VocL o pode fa.o e no inferno/ *averia vidas mais santas e uma maior consciLncia de $eus3 N+ cristãos em demasia 'ue tentam ignorar a id5ia da morte e de ter 'ue/ um dia/ passar pelo Fuí.o final de Cristo para prestar contas de como passaram os seus dias a'ui na terra3 A Bí2lia di.endo: 6$epressaK $epressaK $epressaKK6 Somente alguns 2reves anos/ no m+(imo3 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=? pessoas se dedicassem a pensar mais na morte/ na eternidade/ no Fuí. 'ue 5 assim a vida do *omem a'ui na terra3 Pon*a a mão so2re o coração e sinta-o 2ater3 le est+ di.er facilmente/ na sua m+'uina de calcular de 2olso3 Se vocL c*egar .em os tecidos do mundo3 As lançadeiras se movem com a velocidade de um raio/ mal são visíveis a ol*o nu3 A Bí2lia di. 'ue os dias do *omem são 6mais velo.Como Uma Som'ra F (a& !emos regularmente nos Fornais so2re o orçamento desta ou da'uela nação3 Agora estamos acostumados ao termo bilh$es3 Ser+ 'ue muitos de n7s realmente param para pensar no 'ue 5 um 2il*ão) Algu5m me sugeriu: 1 Antes de fa.

:9AI & tempo est+ se escoando para cada um de n7s3 & falecido presidente _ennedQ não poderia imaginar/ na'uela se(ta-feira de man*ã em 9. passando por so2re a face do sol3 $i.er 'ue l*e restam apenas pouco mais de 9< mil dias3 A Bí2lia tam25m ensina 'ue a vida 5 como uma som2ra/ como uma nuvem fuga.a da vida/ a 2revidade do tempo e a nossa necessidade de estarmos prontos para ir ao encontro de $eus a 'ual'uer momento3 A scritura ensina 'ue $eus sa2e o e(ato momento em 'ue cada pessoa vai morrer3 GH7 9@:AI Hamais passaremos dos limites demarcados por le3 stou convencido de 'ue/ 'uando uma pessoa est+ preparada para morrer/ tam25m est+ preparada para viver3 se sou25ssemos tudo o 'ue *+ para sa2er/ escol*eríamos morrer na *ora em 'ue $eus planeFou 'ue morrLssemos3 Portanto/ uma das metas primordiais da vida deve ser preparar-se para a morte3 Todo o restante deve ser secund+rio3 A! P%4 %#a! Folha! $a O*or" #i$a$% A Bí2lia tam25m nos lem2ra 'ue nossos dias são como a relva3 GSal3 9=::9AI São rec*eados de pe'ueninos minutos dourados pela eternidade3 Somos e(ortados a redimir o tempo por'ue os dias são maus3 . o salmista: 6Por'ue eu sou para contigo um peregrino/ um forasteiro como todos os meus pais36 GSalmos :.:9<I & mundo não 5 um lar permanente/ 5 apenas uma moradia tempor+ria3 6Somos estrangeiros diante de ti e peregrinos como o foram todos os nossos paisM os nossos dias so2re a terra são como a som2ra/ e não *+ permanLncia36 GI CrRnicas <.?:/ en'uanto tomava o desFeFum/ 'ue/ 0s duas da tarde/ estaria na eternidade3 -unca sa2emos 'uando vai c*egar o nosso momento3 Trag5dias como a morte dele e a de seu irmão/ Bo22Q/ devem nos aFudar a perce2er a incerte.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=B aos B=/ ter+ apro(imadamente <A mil dias de vida3 Se est+ agora com :A anos/ isso 'uer di.

o *omem diferente das demais criaturas3 le o fe. A vida 5 uma oportunidade gloriosa/ se for usada para nos condicionar para a eternidade3 Se fal*armos nisto/ em2ora possamos ter L(ito em todo o restante/ a nossa vida ter+ sido um fracasso3 -ão *+ escapat7ria para o *omem 'ue desperdiça a sua oportunidade de se preparar para seu encontro com $eus3 -ossas vidas tam25m são imortais3 $eus fe.2ito de um amigo dedicado/ um pastor piedoso/ um mission+rio devoto ou uma santa mãe3 H+ ficamos de p5 Funto 0 cova .: 6Sinto em mim mesmo a vida futura36 Eala-se 'ue Ciro/ o 4rande/ declarou: 6-ão conce2o 'ue a alma viva apenas en'uanto permanece neste corpo mortal36 -ada/ e(ceto a nossa esperança em Cristo/ retirar+ o travo amargo da morte/ lançando um arco-íris de esperança ao redor das nuvens da vida futura3 -ossa Dncora 5 Hesus Cristo/ 'ue a2oliu a morte e trou(e 0 lu.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=C G f5s/ A:9?I Como escreveu C3T3 Studd/ o mission+rio pioneiro e famoso Fogador de crí'uete de Cam2ridge/ en'uanto ainda era estudante ali: )penas uma vida' lo&o ser1 passado )penas perdurar1 o que por 9risto foi reali!ado. a vida e a imortalidade/ atrav5s do vangel*o3 Mor"% Para o Cri!"2o A maioria de n7s sa2e o 'ue significa ficar atordoado pelo falecimento s. 0 Sua imagem/ uma alma viva3 "uando este corpo morrer e a nossa e(istLncia terrena estiver terminada/ a alma ou espírito viver+ para sempre3 $a'ui a cem anos vocL estar+ mais vivo do 'ue est+ neste momento3 A Bí2lia prega 'ue a vida não termina no cemit5rio3 (iste uma vida futura com $eus para a'ueles 'ue confiam em Seu Eil*o/ Hesus Cristo3 -o futuro tam25m e(iste um inferno/ separado de $eus/ para o 'ual estão indo todos os 'ue recusaram/ reFeitaram/ ou dei(aram de rece2er o Seu Eil*o/ Hesus Cristo3 Vítor Nugo disse/ certa ve.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <=.mero de fios de ca2elo em nossa ca2eça daria as costas a um de Seus fil*os na *ora de perigo) Com ele não e(istem acidentes/ trag5dias ou cat+strofes/ no 'ue di. a2erta com as l+grimas escorrendo pelas faces e perguntamos/ em total confusão: 1 Por 'ue/ 7 $eus/ por 'uL) A morte do Fusto não 5 nen*um acidente3 VocL ac*a 'ue o $eus cuFa vigília atenta nota a 'ueda do pardal e 'ue sa2e o n. respeito a Seus Eil*os3 Paulo/ 'ue viveu a maior parte de sua vida cristã no limiar da morte/ e(pressou uma certe.vida/ 'ue sua vida estava sendo moldada 0 imagem e semel*ança de seu SalvadorM e a despeito do seu desconforto/ Famais se 'uestionou durante o processo3 Pa lo Ti#ha C%r"%&a -em sempre as coisas saíam de acordo com os planos e id5ias dele/ por5m/ Paulo não murmurava nem 'uestionava3 A sua certe.a era a seguinte: 6Sa2emos 'ue aos 'ue amam a $eus todas as coisas l*es cooperam o 2em/ a sa2er/ aos 'ue são c*amados segundo o seu prop7sito36 G%omanos C:<CI "uando o seu corpo cansado e mac*ucado começou a fra'ueFar so2 o fardo/ disse ele em triunfo: 6Sa2emos 'ue se a nossa casa terrestre deste ta2ern+culo for desfeita/ temos de $eus um edifício/ casa não feita por mãos/ eterna/ nos c5us36 GII Coríntios A:9I & mundo o c*amou de tolo por causa de sua crença de 'ue os *omens poderiam partil*ar da vida eterna por interm5dio da f53 Por5m ele empinou o 'uei(o e falou/ e(ultante: 6Sei a 'uem ten*o crido e estou .ava com cinismo indagador e perguntava: 6Por 'ue/ Sen*or)6 Sa2ia/ sem a menor som2ra de d.a triunfante so2re a vida3 Testemun*ou: 6Para mim o viver 5 Cristo/ e o morrer 5 lucro36 GEilipenses 9:<9I A sua f5 forte e ina2al+vel enfrentava sem *esitar as tri2ulaçJes/ a perseguição/ a dor/ os planos frustrados e os son*os desfeitos3 -unca se encoleri.

mulo/ indo para a gl7ria do aman*ã de $eus3 A Bí2lia a2re com uma trag5dia e se encerra com um triunfo3 m 4Lnesis/ vemos a devastação do pecado e da morte/ mas/ no Apocalipse/ vislum2ramos a gloriosa vit7ria de $eus so2re o pecado e a morte3 & Apocalipse 9@:9: di.ação de um deseFo ou otimismo cego) Ser+ 'ue podemos ter alguma certe.a de 'ue e(iste vida ap7s a morte e 'ue vir+ o dia em 'ue a'ueles 'ue con*ecem a Cristo estarão com le por toda a eternidade) .a numa vida imortal3 m2ora o cristão não ten*a imunidade contra a morte e não reivindica a vida perp5tua neste planeta/ a morte para ele 5 uma amiga/ ao inv5s de uma inimigaM o começo/ ao inv5s do fimM mais um passo na tril*a para o c5u/ ao inv5s de um salto para o descon*ecido som2rio3 Para muita gente/ os +cidos corrosivos da ciLncia materialista desgastaram a sua f5 na vida eterna3 8as/ vamos e ven*amos/ a e'uação de instein j8C0 não 5 um su2stituto satisfat7rio para E5 k ntrega j sperança) Paulo acreditou em Cristo e se entregou todo a Cristo3 & resultado foi 'ue ele sa2ia 'ue Cristo poderia cuidar dele para sempre3 #ma f5 forte e a esperança viva são o resultado da entrega incondicional a Hesus Cristo3 O! Cri!"2o! T@m Uma E!*%ra#<a Glorio!a #m dos 2Rnus de ser cristão 5 a esperança gloriosa 'ue se estende para al5m do t. o spírito/ para 'ue descansem dos seus tra2al*osM por'ue as suas o2ras os acompan*am36 8as 'ual 5 a 2ase da esperança do cristão para a vida eterna) Ser+ 'ue nossa esperança de vida ap7s a morte 5 apenas a racionali.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9= persuadido de 'ue ele pode guardar o meu dep7sito at5 a'uele dia36 GII Tim7teo 9:9<I Cada uma dessas afirmaçJes triunfantes ressoa c*eia de esperança e certe.: 6Bem-aventurados os mortos 'ue desde agora morrem no Sen*or3 Sim/ di.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <99 SimK (iste um grande fato 'ue d+ aos cristãos a certe. toda a diferençaK Por'ue le ressurgiu dentre os mortos/ n7s sabemos 'ue era/ na verdade/ o Eil*o de $eus 'ue veio para nos salvar atrav5s da Sua morte na cru.a diante da morte: a ressurreiç%o de Jesus Cristo3 > a ressurreição física e corporal de Cristo 'ue nos d+ confiança e esperança3 Por'ue Cristo ressurgiu dentre os mortos/ n7s sa2emos/ sem som2ra de d. e ressurgiu dentre os mortos3 "ue esperança gloriosa n7s temos por causa da ressurreição de HesusK *)s cousas que o ol o não viu' E o ouvido não ouviu' E não entraram no coração do omem' tudo quanto preparou Deus para os que o amam.vida/ 'ue a morte não 5 o fim/ mas 5 meramente a transição para a vida eterna3 -unca se es'ueça de 'ue a ressurreição de Cristo 5/ em muitos aspectos/ o acontecimento central de toda a *ist7ria3 $isse Paulo: 6Se Cristo não foi ressuscitado/ a vossa f5 5 vã/ estais ainda em vossos pecados3 G333I Se nesta vida temos unicamente esperado em Cristo/ somos de todos os *omens os mais dignos de l+stima3 8as agora Cristo foi ressuscitado dentre os mortos36 Gl Coríntios 9A:9B-<=I A ressurreição de Cristo fa. por n7s em Cristo3 -ão importa 'ual seFa a nossa situação/ ./ como afirmava3 Por'ue Cristo ressurgiu dos mortos/ n7s sabemos 'ue o pecado e a morte e Satan+s foram decisivamente derrotados3 por'ue Cristo ressurgiu dentre os mortos/ n7s sabemos 'ue e(iste uma vida ap7s a morte e 'ue/ se pertencermos a le/ não precisamos temer a morte ou o inferno3 Hesus disse: 6 u sou a ressurreição e a vida3 & 'ue crL em mim ainda 'ue esteFa morto/ viver+M e todo o 'ue vive e crL em mim nunca Famais morrer+K6 GHoão 99:<A-<?I le tam25m prometeu: 6-a casa do meu Pai *+ muitas moradas3 Se assim não fora/ eu vo-lo teria dito3 Pois vou preparar-vos lugarM depois 'ue eu for e vos preparar lugar/ voltarei e tomar-vos-ei para mim mesmo/ para 'ue onde eu estou/ esteFais v7s tam25m36 GHoão 9@:</:I Sa2emos 'ue essas palavras são verdadeiras por'ue Hesus morreu na cru.* (@ 9oríntios K6G) -ossa confiança no futuro 2aseia-se firmemente no fato do 'ue $eus fe.

em 'ue/ muitas ve.ra! D%rra$%ira! $o! Cri!"2o! Para o Fusto/ a morte 5 2em diferente do 'ue 5 para o descrente3 -ão 5 algo para se temer/ nem para se evitar3 > o limiar ensom2recido do pal+cio de $eus3 -ão admira 'ue Paulo ten*a declarado: 6$eseFo partir e estar com Cristo/ pois 5 muitíssimo mel*or36 GEilipenses 9:<:I "uero partil*ar com vocL algumas das declaraçJes 'ue li/ 'ue eu mesmo e(perimentei ou 'ue são colocadas na Bí2lia so2re a morte de um crente em contraste com a morte de um descrente Galgu5m 'ue se recusa a ou dei(a de acreditar em Hesus CristoI3 (iste uma vasta diferença entre a morte dos dois3 Conversei com m5dicos e enfermeiras 'ue seguraram as mãos de mori2undos/ e eles di.6 1 8ichard Ba)ter3 Augustus Toplad2/ o autor de 8oc.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9< Famais precisaremos nos desesperar/ pois Cristo est+ vivo3 68as se F+ morremos com Cristo/ cremos 'ue tam25m viveremos com eleM G333I Pois o sal+rio do pecado 5 a morte/ mas o dom de $eus 5 a vida eterna em Cristo Hesus nosso Sen*or3 6 G%omanos ?:C/<:I A! Pala.es/ *+ tanta diferença entre a morte de um cristão e a de um não-cristão como *+ entre o c5u e o inferno3 A maioria dos cristãos enfrenta a morte com um espírito triunfante3 Algumas das declaraçJes feitas e registradas 'uando morriam são emocionantes: 6-osso $eus 5 o $eus de 'uem vem a salvação3 $eus 5 o Sen*or pelo 'ual escapamos 0 morte6 1 /artinho utero3 6Viva em Cristo/ morra em Cristo/ e a carne não precisa temer a morte6 1 John Eno)3 6& mel*or de tudo/ $eus est+ conosco6 1 John Wesle23 6Ten*o dor333 mas ten*o pa./ ten*o pa.o" Ages/ estava c*eio de F.2ilo e triunfo na *ora de sua morte/ aos :C anos3 1 H+ estou desfrutando o c5u em min*a alma 1 declarou ele 1 min*as oraçJes estão todas convertidas em louvor3 .

%o nunca tivesse sido pu2licado3 A*/ Sen*or/ aFude-meK Cristo/ aFude-meK Ei'ue comigoK > um inferno ficar so.sica) -unca ouvi uma m.in*oK6 A Mor"% Para o Cri!"2o: ma Coroa<2o .sica dessas em toda a min*a vida 1 as or'uestras/ os coros/ os anFos cantando333 !ogo a seguir/ morreu3 A! Pala.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento "uando Hosep* verett estava morrendo/ disse: 1 4l7riaK 4l7riaK 4l7riaK Continuou a e(clamar gl7ria por mais de <A minutos3 <9: -a min*a pr7pria vida/ tive o privil5gio de sa2er o 'ue alguns dos santos mori2undos disseram antes de irem para o c5u3 A min*a av7 sentou-se na cama/ sorriu e disse: 1 VeFo Hesus/ e le est+ me estendendo a mão3 l+ est+ o Ben/ com os dois ol*os e as duas pernas3 GBen/ o meu avR/ perdera uma perna e um ol*o em 4ettQs2urg3I Navia um vel*o 'uitandeiro gal5s 'ue morava perto de n7s/ e meu pai estava ao seu lado 'uando ele estava morrendo3 le falou: 1 EranP/ est+ ouvindo a m.em 'ue T*omas Paine e(clamou: 6 u daria mundos/ se os tivesse/ se A #dade da 8a.ra! D%rra$%ira! $o! D%!cr%#"%! Compare essas e(pressJes de f5 com as palavras finais dos ateus/ infi5is e agn7sticos3 6 stou a2andonado por $eus e pelo *omemK Irei para o infernoK X Cristo/ 7 Hesus CristoK6 1 >oltaire/ o infiel3 6"uando vivi/ me preveni para tudo/ e(ceto para a morteM agora devo morrer/ e estou despreparado para morrer6 1 César B*rgia3 6"ue sangue/ 'ue assassinatos/ 'ue consel*os perversos eu segui3 stou perdidoK VeFo-o 2emK6 1 Carlos #F/ rei da Erança3 $i.

a Bí2lia 'ue/ en'uanto estamos a'ui na terra/ somos peregrinos e forasteiros numa terra estran*a3 ste mundo não 5 nosso larM nossa cidadania est+ no c5u3 Para a'uele 'ue 5 fiel/ Cristo dar+ uma coroa de vida3 $isse Paulo: 6$esde agora me est+ reservada a coroa da Fustiça/ 'ue o Sen*or/ Fusto Fui. a Bí2lia: 6Portanto/ resta um sa2atismo para o povo de $eus36 GNe2reus @:./ me dar+ na'uele dia/ e não somente a mim/ mas tam25m a todos a'ueles 'ue tLm amado a sua vinda36 GII Tim7teo @:CI A morte 5 a coroação do cristão/ o fim do conflito e o começo da gl7ria no c5u3 A Mor"% m D%!ca#!o $a La' "a A Bí2lia tam25m fala na morte/ para o cristão/ como o descanso da la2uta3 $i.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9@ -a Bí2lia/ di. a Bí2lia: 6Bem-aventurados os mortos 'ue desde agora morrem no Sen*or3 G333I Para 'ue descansem dos seus tra2al*os36 GApocalipse 9@:9:I > como se o Sen*or da col*eita dissesse ao tra2al*ador cansado: 1 Eoste fiel na tua tarefa/ vem e senta-te na varanda co2erta do meu pal+cio e descansa da tua la2uta3 ntra agora no F.I ste repouso s7 pode .2ilo do teu Sen*or3 &s santos de $eus não desfrutam de muito descanso a'ui na terra3 stão incessantemente ocupados para o Sen*or3 Alguns deles reali.-se 'ue a morte 5 uma coroação para o cristão3 A imagem 5 a de um príncipe 'ue/ depois de lutas e con'uistas numa terra estran*a/ vem para a corte no seu país natal para ser coroado e *omenageado por seu feito3 H+ assisti a uma coroação e a pompa e a grandiosidade são magníficas3 8in*a imaginação alça vRos ilimitados para começar a compreender como ser+ a nossa coroação no c5u) $i.am mais em poucos anos do 'ue outros numa vida inteira3 Por5m/ seu tra2al*o e la2uta c*egarão ao fim um dia3 $i.

: 6& tempo da min*a partida se apro(ima36 G< Tim7teo @:?I A palavra partida 'uer di.mulo de um ente 'uerido 'ue est+ com o Sen*or3 le sa2e 'ue a separação não 5 para sempre3 > uma verdade gloriosa 'ue a'ueles 'ue estão em Cristo nunca se vLem pela .3 $i.er içar Dncoras e . consigo uma ponta de triste.arpar3 Tudo o 'ue acontece antes da morte 5 uma preparação para a viagem final3 A morte marca o começo/ não o fim3 > um passo solene e decisivo na nossa viagem para $eus3 8uitas ve.em os franceses/ au revoir333 at5 mais ver3 A Mor"% Como Tra#!i<2o Al5m disso/ a Bí2lia fala da morte do cristão como uma transiç%o3 Paulo escreveu: 6Sa2emos 'ue se a nossa casa terrestre deste ta2ern+culo .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9A começar depois 'ue o anFo da morte os tomar pela mão e os condu.ir 0 gloriosa presença de seu Sen*or3 & ap7stolo Paulo declarou: 6Temos 2om Dnimo/ digo/ e antes 'ueremos estar ausentes do corpo e presentes com o Sen*or36 GII Coríntios A:CI A Mor"% .a/ mas sempre nos separamos um do outro na esperança segura de 'ue nos veremos de novo3 -esse meio-tempo/ a c*ama do amor arde vivamente nos nossos coraçJes3 Assim tam25m 5 a esperança do cristão fiel ao p5 do t.emos adeus aos nossos entes 'ueridos somente at5 'uando o dia nascer e as som2ras se desvanecerem3 -ão 5 adeus/ mas/ como di.ltima ve.Uma Par"i$a A Bí2lia fala da morte como uma partida3 "uando Paulo se apro(imou do vale da som2ra da morte/ ele não tremeu de medoM ao contr+rio/ anunciou com uma nota de triunfo na vo.es/ me despedi da min*a mul*er ao partir para algum país distante para proclamar o vangel*o3 A separação sempre tra.

mulo não 5 um 2eco sem saída 1 5 uma via de comunicação/ 'ue fec*a ao entardecer e a2re ao alvorecer36 Portanto/ a morte não 5 apenas uma saída3 > tam25m uma entrada3 Como di.mulo/ poderei di.er/ como tantos outros/ 'ue terminei o meu dia de tra2al*oM mas não posso di.er 'ue terminei a min*a vida3 #m outro dia de tra2al*o começar+ na man*ã seguinte3 & t.er 6tenda6 ou 6moradia tempor+ria63 Para os cristãos/ a morte 5 a troca de uma tenda por uma construção3 A'ui somos peregrinos ou turistas/ vivendo num lar fr+gil e tLnue/ suFeitos a mol5stias/ dor e perigo3 Por5m/ na *ora da morte/ trocamos esta tenda ou corpo 'ue desa2a e se desintegra por uma casa 'ue não 5 construída com as mãos/ eterna/ nos c5us3 & peregrino errante se encontra na morte e rece2e o título de propriedade de uma casa 'ue Famais se deteriorar+/ pois 'ue 5 eterna3 A Mor"% Como HAo$o -a Bí2lia tam25m se di.: 6"uando eu 2ai(ar ao t. 'ue para o cristão a morte 5 um ê)odo3 Ealamos de falecer como se fosse o fim de tudo/ mas a palavra 6falecer6 significa um L(odo/ uma saída3 A imagem 5 a dos fil*os de Israel dei(ando o gito e sua antiga vida de servidão/ escravidão e tri2ulaçJes para ir para a Terra Prometida3 Assim/ a morte para o cristão 5 um L(odo das limitaçJes/ dos fardos e da servidão desta vida3 Vítor Nugo disse/ certa ve. o *ino da P+scoa: 6Hesus vivei $e *oFe em diante a morte 5 a entrada para a vida imortal36 Um Local Pr%*ara$o .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9? for desfeita/ temos de $eus um edifício/ casa não feita por mãos/ eterna/ nos c5us36 G< Coríntios A:9I A palavra 6ta2ern+culo6 'uer di.

nica e e(clusivamente na sua f5 em Hesus CristoK Pode ter a certe.a disto3 Antes de ter falado a Seus discípulos das muitas 6mansJes6 ou locais de repouso/ e antes de l*es ter dado a esperança do c5u/ Hesus falou: 1 Crede em $eus/ crede tam25m em mim3 1 A seguir/ continuou le: 1 Pois vou preparar-vos um lugar3 1 ainda acrescentou/ como garantia: 1 u sou o camin*o e a verdade e a vida3 -ingu5m vem ao Pai se não por mim3 GHoão 9@:9-?I A vida eterna 5 por e atrav5s do Sen*or Hesus Cristo3 -as palavras e(atas da Bí2lia/ eis o segredo da esperança 2endita: 6& 'ue crL no Eil*o tem a vida eternaM o 'ue/ por5m/ deso2edece ao Eil*o não ver+ a vida36 GHoão :::?I "uando um verdadeiro crente morre/ vai direto 0 presença de Cristo3 le vai para o c5u para passar a eternidade com $eus3 -um contraste terrível/ a'uele 'ue reFeitar a oferta de $eus do perdão 5 separado de $eus/ indo para um lugar 'ue Hesus c*amou de inferno3 8in*a mul*er/ %ut*/ e(pressou-o 2em num poema 'ue escreveu *+ alguns anos: .uando a morte c e&ar' c e&ar1 suavemente O es&ueirar-se-1 O como ap/s um dia duro e cansativo a &ente se deita e anseia pelo sono O terminando a vel ice e a triste!a ou a .uventude e a dor5 .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9B VocL ac*a 'ue $eus/ 'ue providenciou tantas coisas para a vida/ não iria tomar nen*uma providLncia para a morte) -ão se es'ueça do seguinte: a esperança da vida eterna repousa .uem morre em 9risto tudo tem a &an ar O e um )man ãN 8or que c orar5 .

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento
) morte pode ser selva&em. 4ão podemos ter certe!a7 os piedosos podem ser c acinados' os perversos resistir. 4ão importa como a morte possa atacar ou a quem' aquele que con ece o $en or ressuscitado con ece tam(+m o tAmulo va!io.E

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DEPOIS DO ARMAGEDOM: A GLERIA MAIS ADIANTE
5!o é concebí$el "ue e;ista ainda uma outra dimens!o possí$el. um mundo no "ual a "uest!o do sentido final do sofrimento humano ti$esse uma resposta@1 VI_T&% 3 E%A-_!

A 8&%T -Y& 5 o fim da *ist7ria para o cristão/ pois somos apenas 6peregrinos6 passando por este mundo com sua dor e sofrimento3 (iste uma vida al5m da morteK sta 5 a promessa e(plícita da scritura3 & *omem moderno tem um medo inerente e uma curiosidade insaci+vel com relação ao 'ue e(iste al5m do t.mulo3 8as os cristãos podem sa2er com certe,a o 'ue l*es espera do outro lado3 & ap7stolo Paulo fitou o
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%ut* Bell 4ra*am3 Sitting b2 /2 aughing .ire GOaco/ Oord BooPs/ 9;BBI/ p3 9BC3 ViPtor 3 EranPl/ 8an^s Searc* for 8eaning GBoston3 Beacon Press/ 9;?<I/ p3 9<=

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A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <9; espectro da morte e e(ultou: 6&nde est+/ l morte/ a tua vit7ria) &nde est+/ l morte/ o teu aguil*ão) & aguil*ão da morte 5 o pecado e a força do pecado 5 a leiM mas graças a $eus 'ue nos d+ a vit7ria por nosso Sen*or Hesus Cristo36 GI Coríntios 9A:AA-ABI $i,-se 'ue um Fovem sofrendo de mol5stia incur+vel falou: 1 Ac*o 'ue eu não teria medo de morrer se sou2esse o 'ue esperar depois da morte3 videntemente/ este Fovem não ouvira falar do c5u 'ue $eus preparou Para a'ueles 'ue & amam3 & *omem tin*a dentro de si o medo da morte3 / no entanto/ para o cristão/ não 5 preciso *aver medo3 Cristo nos deu esperanças3 Hesus falou: 6Vou preparar-vos lugarM depois 'ue eu for/ G333I voltarei e tomar-vos-ei para mim mesmo/ para 'ue onde eu estou/ esteFais v7s tam25m36 GHoão 9@:</:I esse lugar/ segundo Paulo/ 5 muitíssimo mel*or do 'ue 'ual'uer outra coisa na terra3 screveu ele: 6$eseFo partir e estar com Cristo/ pois 5 muitíssimo mel*or36GEilipenses 9:<:I Para o cristão/ o t.mulo não 5 o fim/ nem a morte 5 uma calamidade/ pois ele tem uma esperança gloriosa 1 a esperança do c5u3 4arantimos a nossa entrada no c5u no momento em 'ue entregamos as nossas vidas a Cristo3 & c5u foi representado de muitas maneiras/ em livros e filmes3 Todavia/ a Bí2lia nos d+ um vislum2re de sua gl7ria 'ue nen*um autor de ficção poderia imaginar3 O C+ m Lar

Primeiro/ o céu é um lar3 A Bí2lia toma a palavra lar com todas as suas associaçJes ternas e lem2ranças sagradas/ aplica-a ao al5m e nos di, 'ue o c5u 5 o lar3 Pouco antes de Cristo ir para a cru,/ le reuniu Seus discípulos no 'uarto superior e falou so2re um lar3 $isse ele: 6-a casa de meu Pai *+ muitas moradas36 GHoão 9@:<I "uando Hesus falou do c5u como 6a casa

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<= de meu Pai6/ estava se referindo a ele como um lar3 A casa do Pai 5 sempre o lar dos fil*os3 Paulo falou 'ue os crentes 'ue partiram desta vida estavam 6em casa6 com o Sen*or3 GII Coríntios A:CI Segundo/ o céu é um lar permanente3 #ma das tristes realidades so2re as casas 'ue os *omens constr7em para si mesmos 5 'ue não são permanentes3 As casas não duram para sempre3 Isso se aplica 0 casa propriamente dita e tam25m 0 família3 Como as crianças logo crescem e saem de casal m2ora nossos lares e famílias possam ser maravil*osos/ não são permanentes3 Ts ve,es/ ol*o para meus pr7prios fil*os e mal posso acreditar 'ue estão todos crescidos e vivendo as suas vidas 1 e 'ue F+ me fi,eram ser avR muitas ve,es3 8in*a mul*er e eu estamos s7s numa casa va,ia 'ue F+ ressoou com o riso de cinco crianças3 "uando Hesus falou 6na casa de meu Pai *+ muitas mansJes6/ encontramos um sentido muito interessante para a palavra mans%o3 A palavra grega usada não 'uer di,er uma casa imponente/ mas sim um local de repouso3 A e(pressão 5 tradu,ida na margem da Versão Americana Padrão como 6locais de moradia63 m inglLs/ isso vem do mesmo radical 'ue a palavra remain GpermanecerI3 $urante o minist5rio de Cristo na terra/ le não teve um lar3 Certa ve,/ le disse: 6As raposas tLm covis/ e as aves do c5u tLm nin*os/ mas o Eil*o do Nomem não tem onde reclinar a ca2eça36 G8ateus C:<=I & Seu lar no c5u/ todavia/ não 5 transit7rio/ mas permanente3 &s primeiros discípulos 'ue/ por amor a Cristo/ a2andonaram suas casas/ terras e entes 'ueridos pouco sa2iam das alegrias de um lar e uma vida em família3 &s peregrinos cristãos sofrem de muitas formas e Hesus sa2ia disso/ pois le sofreu muito mais do 'ue 'ual'uer um de Seus seguidores3 ra como se Hesus tivesse dito para eles: 1 -ão temos um lar permanente a'ui na terra/ mas a casa de meu pai 5 um lar onde ficaremos Funtos por toda a eternidade3 m meio a todas as mudanças 'ue/ mais cedo ou mais tarde/ virão desfa,er o lar terreno/ temos a promessa de um lar onde os seguidores de

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<9 Cristo ficarão para sempre3 $isse Paulo/ certa ve,: 6 assim ficaremos sempre com o Sen*or36 GI Tessalonicenses @:9BI -osso lar permanente não 5 a'ui na terra3 -osso lar permanente 5 o c5u3 Ts ve,es/ 'uando as coisas não vão 2em por a'ui/ sentimos saudades do c5u3 8uitas ve,es/ em meio ao pecado/ sofrimento e triste,a desta vida/ sentimos um repu(ão na alma3 Isso 5 a saudade mesclada 0 e(pectativa3 Alguns crentes Fa,em *oFe num leito de *ospital/ outros estão em *ospícios/ alguns estão sofrendo de mol5stias terríveis ou perdas financeiras/ ou padecem em prisJes/ campos de tra2al*os forçados/ ou ainda estão como ref5ns3 stão cansados da terra/ com todos os seus pro2lemas e tri2ulaçJes/ e estão ansiando pelo lar3 & lar 'ue os espera 5 o c5u3 Terceiro/ a B'blia ensina +ue o céu é um lar bonito3 "uase todo o mundo gosta de em2ele,ar o seu lar3 Ealta alguma coisa num lar onde não *aFa flores/ nem 'uadros nas paredes/ onde não se ten*a feito esforço algum para torn+-lo atraente3 Poucos de n7s a'ui tLm casas tão lindas como gostaria/ mas todos no c5u o ac*arão mais 2elo do 'ue Famais podiam imaginar3 & c5u não poderia dei(ar de ser assim/ por'ue 5 a casa do Pai e le 5 um $eus de 2ele,a3 &l*e o mundo ao nosso redor3 $eus o fe,K "uer vivamos em meio 0 neve e gelo do Alasca ou so2 as palmeiras da Calif7rnia e da El7rida/ temos 2ele,a3 ViaFei por todos os stados #nidos e muitas partes do mundo3 u nunca vi um lugar 'ue não tivesse algum encanto ou 2ele,a/ e(ceto 'uando foi estragado pelo *omem3 At5 mesmo um deserto +rido ou um topo de montan*a isolado tLm o seu encanto3 Parece 'ue toda a nature,a 5 2ela/ e apenas a o2ra do *omem 5 feia3 -ada feito pela mão do *omem conseguiu ser tão 2onito 'uanto a lu, das estrelas so2re a +gua ou o luar so2re a neve3 a mesma mão 'ue

I $epois/ escutamos a vo.em pensar nas palavras do s+2io: 68el*or 5 um 2ocado de pão seco com tran'Wilidade/ do 'ue uma casa c*eia de festins com ri(as36 GProv5r2ios 9B:9I A casa de $eus ser+ um lar feli./ onde prevalecem o sofrimento e a dor3 Pense num lugar onde não *aver+ pecado/ nem triste. 3 Con*eço muitas casas lindas 'ue não são feli.es3 São lindas devido a tudo 'ue a cultura e a fortuna podem oferecer/ no entanto/ falta-l*es alguma coisa3 ssas casas me fa.ado da terra3 8as ser+ um tipo de tra2al*o 'ue Famais e(perimentamos na terra3 Tra2al*aremos sem fracassos/ frustraçJes ou fadiga3 & Apocalipse <<:: nos di. por+ue também haver( serviço a ser "eito3 Sem d. por'ue nela nada *aver+ para impedir a felicidade3 GApoc3 <9:@I ste mundo oferece muita felicidade para a'ueles 'ue sa2em como encontr+-la 1 mas 5/ 2asicamente/ um planeta infeli.nica coisa a 'ue pRde compar+-lo foi a uma Fovem no momento m+(imo de sua vida: o dia de seu casamento3 le falou 'ue a cidade santa era como 6uma noiva adornada para o seu noivo36 GApoc3 <9:<I "uarto/ a B'blia prega +ue a céu ser( um lar "eli.sica e cançJes3 Cantamos 'uando estamos feli.a/ nem 2rigas/ nem incompreensJes/ nem m+goas/ nem dor/ nem doenças/ nem sofrimento/ nem morte3 A casa do Pai ser+ feli.:?I Parece 'ue o c5u 5 um longo coro de AleluiaK A casa do !ai ser( um lar "eli.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<< fe. as +rvores e os campos e flores/ os mares e as colinas/ as nuvens e o firmamento fe. um lar para n7s c*amado c5u3 > um lugar tão lindo 'ue/ 'uando o ap7stolo Hoão o vislum2rou/ a . por'ue 5 um lugar de m. 'ue/ no c5u/ não *aver+ 6maldição63 Isso 5 uma referLncia ao Fulgamento de Adão por $eus/ no Hardim do >den3 .es3 -o c5u/ todo o mundo est+ cantando3 &s seus *a2itantes cantam 6uma nova canção6/ atri2uindo a gl7ria a le 'ue foi morto e 'ue resgatou os *omens para $eus com Seu sangue3 GApoc3 A:. de uma grande multidão/ como o som de muitas +guas/ gritando: 6AleluiaK Pois o nosso Sen*or $eus Todo-Poderoso reina36 GApoc3 9.vida/ isso se aplica a todo lar 2em organi.

aro/ não recon*eceu o rico a !+.er de en(ergar um rosto con*ecido) -en*um de n7s 'ue entre na casa do Pai se sentir+ so. por+ue Cristo estar( presente 3 le ser+ o centro do c5u3 Para le/ todos os coraçJes se voltarão e so2re le todos os ol*os pousarão3 . $eus nos dL novos mundos para con'uistar3 Talve. por+ue os amigos estar%o presentes3 H+ esteve num lugar estran*o e sentiu o pra.vida/ isso era uma medida de precaução por parte de $eus/ criada para manter o re2elde Adão 6na lin*a63 $eus ordenou 'ue o tra2al*o dele e(igisse mais tempo e esforço/ dei(ando-l*e menos tempo para pecar3 Por5m/ no c5u/ o nosso tra2al*o ser+ criativo/ estimulante e produtivo3 m Apocalipse <<::/ Hoão escreveu: 6Seus servos o servirão36 Cada um rece2er+ a tarefa 'ue se adapta a suas forças/ gostos/ e talentos3 Talve.aro e A2raão/ depois da morte) Se vocL crL/ ir+ rever a'ueles 'ue aceitaram a Cristo3 Eamílias e amigos serão reunidos no c5u3 A casa de Deus ser( um lar "eli. 'ue & serviremos3 Pense em tra2al*ar para sempre em algo 'ue vocL adora/ para algu5m 'ue ama de todo o coração/ sem Famais se cansarK Hamais con*eceremos o cansaço no c5u3 < a casa do !ai ser( um lar "eli.in*o ou estran*o/ pois nossos amigos tam25m estarão ali3 8uitas pessoas me escrevem perguntando: 6Ser+ 'ue nos recon*eceremos no c5u)6 Claro 'ue nos recon*eceremos no c5u3 -o 8onte da Transfiguração/ não se recon*eceram lias e 8ois5s) na *ist7ria 'ue Hesus contou do rico e de !+. nos mande e(plorar algum planeta ou estrela distante/ para ali proclamar a Sua mensagem de amor eterno3 & 'ue 'uer 'ue façamos e aonde 'uer 'ue vamos/ a Bí2lia di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<: $epois do Pecado &riginal/ o tra2al*o de Adão tornou-se duro e desgastante3 Sem d.

a/ face a face3 m Apocalipse <</ ficamos sa2endo 'ue 6veremos o Seu rosto36 Gv3@I & nosso relacionamento com Cristo ser+ íntimo3 VocL F+ esteve em meio de uma multidão numa parada ou numa convenção/ esforçando-se para en(ergar um ilustre dignit+rio) &u F+ compareceu a uma palestra ou conferLncia e deseFou 'ue/ de alguma forma/ o principal orador pudesse reparar em vocL) m2ora *aFa mil*Jes de cristãos no c5u/ não teremos 'ue nos contentar em ver de relance a'uele 'ue amamos3 Hesus con*ecer+ cada um de n7s/ pessoalmente/ e n7s & con*eceremos de uma maneira mais profunda do 'ue nunca3 6Agora vemos como por um espel*o em enigma/ mas então face a faceM agora con*eço em parte/ mas então con*ecerei plenamente/ assim como fui plenamente con*ecido36 GI Cor3 9::9<I A B'blia também di.ir+ 0s fontes da +gua da vida/ e $eus en(ugar+ toda a l+grima dos ol*os deles3G333I -ão *aver+ mais morte/ nem *aver+ mais pranto/ nem c*oro/ nem dor/ por'ue as primeiras coisas são passadas36 "uando c*egarmos ao c5u/ todo o nosso sofrimento cessar+3 Tam25m ficaremos imunes ao pecado/ 'ue nos trou(e inicialmente o sofrimento3 -7s/ 'ue fomos pertur2ados e tentados pelo pecado em nossa peregrinação por este mundo/ não mais seremos afetados por esse pro2lema de inspiração satDnica3 -osso inimigo ser+ lançado ao inferno/ para ficar eternamente separado de $eus e Seu povo3 Por'ue Hesus .mulo/ em Atlanta3 m Apocalipse B:9B e <9:@/ escreve Hoão: 6Por'ue o Cordeiro 'ue est+ no meio do trono os pastorear+ e os condu.ível) -ão serão os portJes peroladosM não serão os muros de FaspeM ser+ o fato de 'ue iremos ver o %ei em toda a Sua 2ele.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<@ & 'ue far+ o c5u tão apra. por+ue seremos imunes ao so"rimento3 $urante o movimento pelos direitos civis/ 8artin !ut*er _ing costumava e(clamar 'ue esperava ansiosamente pelo c5u/ onde seria/ 6enfim/ livre63 sta 5 a inscrição no seu t. +ue o céu ser( um lar "eli.

uma vi.va e o fil*o 'ue moravam num s7tão infecto3 Anos atr+s/ ela se casara contra a vontade dos pais e fora morar com o marido num país distante3 le provou ser irrespons+vel e infiel/ e/ depois de alguns anos/ morreu sem dei(ar nada para ela ou para a criança3 ra com a m+(ima dificuldade 'ue ela conseguia arranFar o suficiente apenas para so2reviverem3 As *oras mais feli./ n7s viveremos num am2iente em 'ue o pecado estar+ permanentemente afastado de nossas vidas3 O C+ ) Um L (ar $% Imor"ali$a$% Deus nos prometeu novos corpos para nosso novo lar3 & c5u ser+ um lugar de imortalidade3 $isse Paulo aos Coríntios: 6Pois 5 necess+rio 'ue este corpo corruptível se revista de incorrupti2ilidade/ e 'ue este corpo mortal se revista da imortalidade3 8as 'uando este corpo corruptível se revestir da incorrupti2ilidade/ este corpo mortal se revestir da imortalidade/ então se cumprir+ a palavra 'ue est+ escrita3 Tragada foi a morte na vit7ria36 Gl Cor3 9A:A:/A@I & 'ue isso 'uer di.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<A venceu Satan+s definitivamente na cru.er 5 'ue/ tão logo c*eguemos ao c5u/ não mais seremos incomodados ou ini2idos por limitaçJes físicas ou corporais3 Pode imaginar uma coisa dessas) &s corpos aleiFados/ doentes/ desgastados serão fortes e 2elos e vigorosos3 ra uma ve.es da vida da criança eram 'uando a mãe a pun*a no colo e l*e contava so2re a casa do pai dela na sua terra natal3 la falava do relvado/ das +rvores imponentes/ das flores silvestres/ dos 2elos 'uadros e das deliciosas refeiçJes3 A criança Famais vira a casa do avR/ mas para ela era o local mais lindo de todo o mundo3 Ansiava pelo dia em 'ue fosse morar ali3 .

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<? Certo dia/ o carteiro 2ateu 0 porta do s7tão3 A mãe recon*eceu a letra da carta 'ue ele tra.* ()poc. #i tam(+m a 9idade $anta' a nova 0erusal+m' descendo do c+u da parte de Deus' preparada como uma noiva adornada para seu noivo. KE6E'K) As características da nova Herusal5m estão descritas nos capítulos <9 e <<3 las revelam 'ue o c5u ser+ um lugar cuFos *a2itantes serão livres dos temores e inseguranças 'ue nos perseguem e atormentam nossas vidas atuais3 -o c5u/ não *aver+ o medo de uma crise de energia3 &s recursos naturais do c5u Famais serão esgotados3 não *aver+ competição 'uanto 0 distri2uição desses recursos3 Eicamos sa2endo 'ue/ na 6rua principal6 da -ova Herusal5m/ se situar+ a +rvore da vida3 Todas as naçJes terão acesso a ela3 Hoão a descreve como 6a +rvore da vida/ 'ue dava 9< frutos/ produ.indo em cada mLs o seu frutoM e as fol*as da +rvore servem para a .ia e/ com os dedos trLmulos/ rompeu o lacre3 A carta contin*a apenas um c*e'ue e um pedaço de papel com trLs palavras: 6Ven*am para casa36 Algum dia/ teremos uma e(periLncia semel*ante333 uma e(periLncia partil*ada por todos a'ueles 'ue con*ecem a Cristo3 -ão sa2emos 'uando vir+ o c*amado3 Pode ser 'uando estivermos no meio do nosso tra2al*o3 Pode ser depois de semanas ou meses de doença3 8as um dia uma mão carin*osa ser+ colocada so2re nosso om2ro e esta 2reve mensagem ser+ dada: 6Ven*a para casa36 Todos n7s 'ue con*ecemos a Cristo pessoalmente não precisamos ter medo de morrer3 A morte para o cristão e'Wivale a 6ir para casa36 O C+ ) Uma Ci$a$% Sa#"a & !ivro do Apocalipse descreve o c5u como uma cidade/ a nova Herusal5m .1 não +.1 se foram' e o mar .um am2iente perfeito/ no 'ual reside uma sociedade perfeita3 *#i um novo c+u e uma nova terra6 porque o primeiro c+u e a primeira terra .

er de criar e produ.ir3 -um certo sentido/ o nosso tra2al*o ser+ a nossa recreação3 -o c5u/ estaremos livres do medo dos danos físicos3 Isso pode ser dedu. natural/ do sol e da lua/ para sua fonte de iluminação3 Por5m/ na -ova Herusal5m/ a gl7ria de $eus iluminar+ todas as ruas e 2ecos3 Camin*aremos na pa. e segurança da Sua presença3 #ma das maiores inseguranças do *omem 5 o seu medo do fracasso pessoal3 Ts ve.es/ em nossos diversos empregos/ responsa2ilidades/ relacionamentos e atividades e(istem o2st+culos ao nosso sucesso3 Eal*amos/ por um motivo ou outro3 Somos tomados de culpa/ vergon*a e uma sensação de insegurança ainda mais profunda3 Por5m/ no c5u/ não .ido de v+rios fatores3 -ão *aver+ noite3 G<<:AI & mal espreita 'uando a escuridão cai so2re uma cidade3 A maioria de nossos crimes ocorre depois do pRr-do-sol3 8as na -ova Herusal5m não *aver+ noite e/ sem ela/ os incendi+rios/ ladrJes e estupradores não poderão agir3 -a verdade/ não *aver+ gente m+ no c5u para nos assustar e ferir3 G<9:C/<BI os portJes dessa cidade Famais se fec*arão3 G<l:<AI As cidades antigas eram fortificadas por meio de muros altos e portJes/ 'ue eram fec*ados e trancados 0 noite/ protegendo/ desse modo/ os seus *a2itantes de 2andos de ladrJes e inimigos3 -ão *aver+ a 'uem temer na cidade celestial/ portanto/ os portJes permanecerão a2ertos3 Poderemos entrar e sair da cidade em segurança completa3 > preciso lem2rar 'ue as cidades antigas dependiam da lu.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<B cura das naçJes36 G<<:<I A *armonia reinar+ entre a população do c5u/ e não *aver+ medo de in'uietação política e tumultos3 &s *a2itantes da cidade estarão livres das pressJes econRmicas e financeiras 'ue nos oprimem/ a'ui na terra3 8uitos de vocLs estão lutando para sustentar a família3 VocL não precisar+ se preocupar em arranFar um segundo emprego para poder alimentar a família/ 'uando c*egar ao c5u3 A Bí2lia di. 'ue $eus nos convidar+ para 62e2er gratuitamente da fonte da +gua da vida36 G<9:?I -ão teremos 'ue tra2al*ar para so2reviver3 > claro 'ue seremos ativos3 8as tra2al*aremos apenas pelo puro pra.

3 Eala da 6cidade Santa/ Herusal5m/ descendo do c5u da parte de $eus/ e tendo a gl7ria de $eus3 & seu 2ril*o era semel*ante a uma pedra preciosíssima/ como pedra de Faspe cristalina63 G<9:9=/99I "uando uma noiva 'uer e(i2ir o seu anel de 2ril*antes 5 comum 'ue ela leve a sua plat5ia para Funto de uma Fanela ou de um a2aFur3 A pedra preciosa fica mais linda refletindo a lu.3 Isso 2em poderia .A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<C con*eceremos o fracasso3 Teremos L(ito no 'ue nos propusermos fa.es/ ac*a 'ue/ se tivesse sido mais disciplinado nos seus treinos/ poderia ter c*egado 0 e'uipe principal de atletismo da escola) Como seria se vocL pudesse ser consistente no e(ercício de virtudes piedosas/ como a paciLncia/ a meiguice e autocontrole) "uais são os talentos e capacidades latentes 'ue vocL possui 'ue poderiam 2eneficiar a si mesmo e aos outros) Ac*o 'ue/ 'uando c*egarmos ao c5u/ teremos o nosso potencial totalmente reali.a na presença de uma grande lu.ado3 Sa2eremos o tipo de pessoa 'ue realmente poderemos ser/ 'uando $eus o2tiver o controle integral de nossas vidas3 & Apocalipse descreve os *a2itantes celestiais/ a nova sociedade/ como gemas preciosas irradiando a sua 2ele.er/ pois não *aver+ 6maldição63 G<<::I Como F+ ressaltamos anteriormente/ o Fulgamento do *omem por $eus ser+ suspenso3 -osso tra2al*o ser+ livre de frustração/ e não *aver+ nen*uma sensação de fracasso3 -osso tra2al*o ser+ revigorante e inspirador3 spiritualmente/ não *aver+ medo de separação ou sentimento de distDncia de $eus3 -osso relacionamento com le ser+ íntimo e direto3 -ão *aver+ templos na nova Herusal5m3 G<9:<<I As cidades antigas estavam c*eias de templos/ construçJes nas 'uais os *omens tentavam c*egar a $eus3 -o c5u/ não *aver+ necessidade de templos/ pois o povo de $eus viver+ na Sua presença e & louvar+ continuamente3 -ão *aver+ 6períodos de seca6 na nossa e(istLncia espiritual/ pois viveremos em comun*ão ininterrupta com o Sen*or3 VocL F+ se perguntou se não se teria saído 2em mel*or na escola/ se tivesse realmente se aplicado aos estudos) Ts ve.

a de Seu povo/ e n7s refletiremos a Sua 4l7ria3 Segundo a Bí2lia/ o c5u 5 uma cidadela na 'ual moraremos em segurança/ li2ertados dos temores 'ue nos oprimem3 Seremos livres para nos tornarmos o povo integro/ produtivo e feli. 'ue $eus 'uer 'ue seFamos3 O C+ ) Um 1ar$im Glorio!o & Apocalipse tam25m representa o c5u como sendo um Fardim/ onde a +rvore da vida e o rio da vida refrescarão a2undantemente os seus *a2itantes3 $eus camin*ar+ com o Seu povo em perfeito compan*eirismo3 m 4Lnesis/ lemos 'ue o meio am2iente perfeito do *omem foi destruído3 -o Apocalipse/ lemos 'ue o Hardim do >den ser+ recuperado3 Ao ladrão penitente na cru.ível/ moraremos com Cristo em perfeita *armonia e felicidade3 O C+ ) Uma B%la Noi.a A sociedade celeste tam25m 5 representada como uma noiva paramentada para o dia de seu casamento3 G<9:</./ disse Hesus: 6Ainda *oFe estar+s comigo no paraíso36 G!ucas <::@:I !ara'so 5 derivado de uma palavra persa 'ue significa um Fardim3 Hesus estava prometendo ao ladrão um lugar no Fardim de $eus3 is uma outra 2ela imagem do 'ue 5 o c5u/ dita por Isaac Oatts num de seus *inos: 6Ali moram fontes eternas e flores 'ue nunca fenecem36 -esse am2iente apra.I Por 'ue $eus c*ama o Seu povo de noiva) sta 5 uma descrição especialmente preciosa e significativa do nosso relacionamento com $eus e as responsa2ilidades associadas a ele3 . e(pressar como $eus far+ ressaltar o 'ue *+ de mel*or em cada um de n7s3 -ão *aver+ pecado para desfigurar a 2ele.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <<.

36 GII Pedro ::9@/ o grifo 5 meuI 6Vos conv5m ser em santo procedimento e piedade/ esperando e deseFando ardentemente a vinda do dia de $eus36 Gvv3 99/9<I :3 A noiva convida os amigos para o casamento3 $eus 'uer 'ue convidemos os outros para o grande 2an'uete de n.a do seu futuro lar) Sa2e/ sem som2ra de d. 'ue somos especiais para $eus/ 'ue somos preciosos para le/ 'ue aos Seus ol*os temos valor3 VocL se d+ conta de 'ue $eus o ama) A noiva 5 levada para um relacionamento amoroso com o marido3 & noivado solidificou o relacionamento3 > por interm5dio de Cristo 'ue nosso relacionamento com $eus se esta2elece3 VocL F+ convidou Cristo para a sua vida e esta2eleceu um relacionamento permanente com $eus) Tem certe./ lemos 'ue 6Amamos Ga $eusI por'ue ele primeiro nos amou36 Go grifo 5 meuI3 m f5sios/ ficamos sa2endo 'ue o amor de $eus por n7s se estende at5 mesmo antes do início dos tempos3 Isso nos di.ação em si3 Isso 5 uma imagem do amor de $eus por n7s3 m 9 Hoão @:9.es/ são arranFados muitos anos antes da sua reali.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <:= 93 A noiva é um ob&eto do amor do marido 3 -a cultura oriental Ga cultura na 'ual foi escrito o ApocalipseI/ os casamentos/ muitas ve.vida/ 'ue a gl7ria mais adiante est+ garantida para vocL) A Bí2lia nos di.pcias 'ue est+ . 'ue o c5u nos dar+ uma nova e(periLncia com $eus/ igual a uma noiva 'ue começa uma nova vida com o marido3 A vida cristã 5 uma vida muito emocionante3 o c5u revelar+ aventuras totalmente novas para n7s3 <3 A noiva se prepara para o dia do casamento3 VocL F+ viu uma noiva entrar na igreFa usando um vestido suFo) %aramenteK $eus nos d+ a responsa2ilidade de nos prepararmos para viver com Cristo no c5u/ para 'ue seFamos apresentados ao noivo 6santos e sem defeito36 G f5sios A:<BI & ap7stolo Pedro/ ao escrever so2re o novo c5u e terra 'ue virão/ e(ortou a seus leitores: 6Por isso/ amados/ visto 'ue estais esperando estas cousas/ procurai diligentemente 'ue por ele seFais ac*ados imaculados e irrepreensíveis em pa.

/ uma cidade santa/ um Fardim glorioso e uma 2ela noiva3 Isso c*ega a atordoar a imaginaçãoK $eus preparou um lugar 'ue nos dar+ alívio do sofrimento e uma vitalidade renovada para servir ao Salvador3 Como escreveu Paulo/ com tanta *a2ilidade: 6Ten*o para mim 'ue os sofrimentos da vida presente não tLm valor em comparação com a gl7ria 'ue *+ de ser revelada em n7s36 G%omanos C:9CI #m autor religioso descon*ecido escreveu: O c+u + um lu&ar de completa vit/ria e triunfo. ) ' que emoção e ale&ria atravessarão os corações de todos os (em-aventurados quando suas vit/rias estiverem completas no c+u' quando a pr/pria morte' o Altimo dos inimi&os' for a(atida7 . A"ui é o campo de batalha7 l1 + a procissão triunfal. A"ui é a terra da espada e da lan a 7 l1 + a terra da &rinalda e da coroa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <:9 preparando3 Ao seu redor/ e(istem muitas pessoas 'ue não con*ecem a Cristo 1 amigos/ vi. respeito apenas a algumas pessoas c*amadas por $eus para serem evangelistas ou pastores 1 5 o privil5gio e responsa2ilidade de todo o crente3 $isse Paulo/ referindo-se aos cristãos tessalonicenses: 6Pois de v7s fe.in*os/ colegas de tra2al*o/ mem2ros da família3 les não tLm esperança do c5u ou garantia da presença e aFuda de $eus nesta vida3 VocL est+ orando por eles) st+ 2uscando partil*ar Cristo com eles) st+ sendo testemun*a da realidade do amor e poder de $eus em sua pr7pria vida) !em2re-se de 'ue a tarefa do evangelismo não di.er alívio deste mundo de sofrimento3 -a Bí2lia/ $eus nos d+ uma visão de como ser+ o c5u para a'uele 'ue crL3 le ter+ as características de um lar feli.-se ouvir a palavra do Sen*or não somente na 8acedRnia e na Acaia/ mas tam25m em todos os lugares divulgou-se a vossa f5 para com $eus36 Gl Tess3 9:CI "ue isso possa se aplicar a cada um de n7s/ 0 medida 'ue convidamos os outros a virem a Cristo pela f53 Creio 'ue estamos vivendo na geração mais desafiadora da *ist7ria3 T medida 'ue o mundo se arremessa na direção do Armagedom/ nossa atenção deve centrar-se em contar a todos so2re A'uele 'ue est+ esperando para nos tra.

s rodas da carrua&em de 9risto7 quando de tiver vencido o pecado7 quando o &rande &rito de vit/ria universal se er&uer dos corações de todos os redimidos.* .I & spírito Santo mora dentro de n7s e 6o spírito aFuda a nossa fra'ue.a36 G%om3 C:<?I / como F+ vimos/ $eus 5 capa.A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento <:< quando $atan1s for arrastado' cativo' preso . Seus e nada 6poder+ nos separar do amor de $eus/ 'ue 5 em Cristo Hesus nosso Sen*or36 G%om3 C::. Sim/ no mundo atual estamos em meio a um campo de 2atal*a3 Ere'Wentemente e(perimentamos Gcomo PauloI o 'ue significa ser 6atri2ulado por todos os ladosM com2ates fora/ sustos dentro36 GII Cor3 B:AI Por5m/ $eus estar+ conosco se tivermos entregue nossas vidas a Cristo3 Cristo nos fe. de santificar o sofrimento e a adversidade 'ue enfrentamos e us+-lo para nos apro(imar ainda mais d le e nos moldar nas pessoas 'ue 'uer 'ue seFamos3 Por5m/ mais adiante est+ a procissão triunfal 1 a gloriosa vit7ria e realidade do c5u3 Algum dia/ veremos 6um novo c5u e uma nova terra/ nos 'uais *a2ite a Fustiça36GII Pedro ::9:I Algum dia/ 6a trom2eta soar+/ os mortos serão ressuscitados/ incorruptíveis/ e n7s seremos mudados36 GI Coríntios 9A:A<I Algum dia/ rece2eremos 6uma *erança incorruptível/ imaculada e imarcescível/ reservada no c5u para v7s36 GI Pedro 9:@I Algum dia/ 'uando 6ele se manifestar/ seremos semel*antes a eleM por'ue veremos como ele 536 GI Hoão ::<I Algum dia/ o sofrimento e a dor deste mundo terminarão/ e n7s estaremos com $eus para sempre no c5u3 At5 esse dia glorioso 1 6At5 o Armagedom6 1 vivamos para Cristo3 Confiemos n le3 Voltemo-nos para le em nossas *oras de aflição3 camin*emos Fu2ilosamente de mãos dadas com nosso Sen*or Hesus Cristo 1 independente de nossas circunstDncias 1 at5 nos reunirmos com le pessoal e fisicamente/ por toda a eternidadeK *:en o para mim que os sofrimentos da vida presente não t-m valor em comparação com a &l/ria que ser1 revelada em n/s.

A Segunda Vinda de Cristo: Perspectiva do Sofrimento %&8A-&S C:9C <:: .

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