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“Alagoas ad austrum” Ilustração do livro O Brasil Holandês sob o Conde João Maurício de Nassau, de Gaspar Barléu.

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ABC DAS ALAGOAS
DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO, HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE ALAGOAS

Mesa Diretora
Biênio 2005/2006 Senador Renan Calheiros Presidente Senador Tião Viana 1º Vice-Presidente Senador Efraim Morais 1º Secretário Senador Paulo Octávio 3º Secretário Senador Antero Paes de Barros 2º Vice-Presidente Senador João Alberto Souza 2º Secretário Senador Eduardo Siqueira Campos 4º Secretário

Suplentes de Secretário Senadora Serys Slhessarenko Senador Álvaro Dias Senador Papaleo Paes Senador Aelton Freitas

Conselho Editorial
Senador José Sarney Presidente Joaquim Campelo Marques Vice-Presidente

Conselheiros Carlos Henrique Cardim Carlyle Coutinho Madruga

Raimundo Pontes Cunha Neto

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Edições do Senado Federal – Vol. 62-A

ABC DAS ALAGOAS
DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO, HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE ALAGOAS
Tomo I A–F Francisco Reinaldo Amorim de Barros

Brasília – 2005

EDIÇÕES DO SENADO FEDERAL Vol. 62-A O Conselho Editorial do Senado Federal, criado pela Mesa Diretora em 31 de janeiro de 1997, buscará editar, sempre, obras de valor histórico e cultural e de importância relevante para a compreensão da história política, econômica e social do Brasil e reflexão sobre os destinos do país.

Projeto gráfico: Achilles Milan Neto © Senado Federal, 2005 Congresso Nacional Praça dos Três Poderes s/nº – CEP 70165-900 – DF CEDIT@senado.gov.br Http://www.senado.gov.br/web/conselho/conselho.htm

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Barros, Francisco Reinaldo Amorim de. ABC das Alagoas : dicionário biobibliográfico, histórico e geográfico das Alagoas / Francisco Reinaldo Amorim de Barros. -- Brasília : Senado Federal, Conselho Editorial, 2005. 2v. -- (Edições do Senado Federal ; v. 62-A) 1. Alagoas, história, dicionário. 2. Alagoas, geografia, dicionário. 3. Alagoas, biobibliográfia, dicionário. I. Título. II. Série. CDD 981.35

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Sumário

Nota de abertura Senador Renan Calheiros pág. IX ABC das Alagoas Senador José Sarney pág. XI Prólogo Bráulio Leite Júnior pág. XV Apresentação Francisco Reinaldo Amorim de Barros pág. XXV Letras A a F págs. 1 a 570

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Nota de abertura

SENADOR RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal

1501, o navegador florentino Américo Vespúcio avistou a foz do rio que batizou de São Francisco. Uma lenda conta que ele teria avistado um frade franciscano à beira-mar, mas que, ao se aproximar da terra, percebeu que o frade inexistia. Mesmo assim resolveu dar ao rio o nome do Santo de Assis em respeito à visão. A verdade é que estava-se no dia 4 de outubro, data consagrada ao santo, e daí a homenagem. Acredito na importância de se conhecer os dois lados de uma história, a lenda nascida do povo e a verdade impressa nos compêndios. Somente assim podemos respeitar a cultura de uma gente e devotar-lhe a atenção. ABC das Alagoas, do professor Francisco Reinaldo José de Barros, cumpre este papel de abalizar a história real e tornar conhecidas as lendas alagoanas. É uma obra fundamental e pioneira. Outros estados brasileiros já ganharam livros de cunho enciclopédi-

A

HISTÓRIA oficial das Alagoas começa quando, em

X Francisco Reinaldo Amorim de Barros

co, mas nenhum com a riqueza de detalhamento do presente ABC, que certamente servirá de provocação para que outros intectuais se aventurem na saga de desvendar cada unidade federativa do Brasil. Alagoas nasceu, como capitania independente, em 16 de setembro de 1817, quando recebemos a carta régia proclamando nossa independência da capitania de Pernambuco. No entanto, o espírito aguerrido de luta nos é ancestral. Herdamos de caetés e abaticoaras a determinação de proteger nossas raizes. Por mais que migremos, levamos sempre conosco a paisagem de nossas lagoas. Este espírito moldou a ação de muitos de nossos conterrâneos. Elysio de Carvalho, Graciliano Ramos, Aurélio Buarque, Costa Rego, Nise da Silveira, Gabino Besouro, Deodoro da Fonseca, Pontes de Miranda, Jorge de Lima e tantos que se viram obrigados a buscar trabalho em outras terras, logo eram reconhecidos como gente das Alagoas. Eles, como Teotônio Vilela e Tavares Bastos, traziam tatuado no caráter coragem para luta e ousadia para vencer os desafios. O ABC consegue traduzir este espírito contando da vida e da obra dos alagoanos. Se forma como obra de referência, mas no fundo é obra de reverência à memória à cultura que construímos ao longo de cinco séculos. Nada passou aos olhos atentos do autor. E como isso por si só já não se fizesse suficiente, o Francisco Reinaldo ainda se investe de requisitos literários e trabalha seu texto com a segurança do acadêmico, mas também com a leveza necessária à boa leitura. O Senado Federal, como instituição brasileira com sua essência, sente-se orgulhoso em somar forças com este projeto de defesa da cultura das Alagoas que, enfim, se constrói como parte de um bem maior: a cultura do Brasil. E não poderia deixar de expressar meu contentamento, como presidente desta Casa, em fazer parte de um projeto de tamanha gandeza e ousadia.

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ABC das Alagoas

SENADOR JOSÉ SARNEY Presidente do Conselho Editorial do Senado Federal

E

desejam conhecer nossa História. Ainda que se circunscreva a um estado, o ABC das Alagoas está inserido no mapa maior do Brasil, já que seus atores (políticos, artistas, homens públicos) participaram ou ainda participam não apenas da vida estadual, mas também da cena nacional. Aqui o leitor também encontrará uma abrangência de verbetes referentes aos aspectos geográficos, incluindo a topografia, a fisionomia física dos municípios, seus dados históricos (elevação à categoria de vila e de cidade, nomes dados às comarcas e outros dados importantes para a compreensão da constituição do município) e suas vinculações com o homem que vive nos seus limites. Há muito que o Brasil necessita de uma obra de amplo espectro, abrangente e audaciosa que cumpra com a pretensão de cobrir todos os fenômenos da vida nacional e retê-la numa enciclopédia da cultura brasileira. Este livro fornece material e exemplo a fim de que

STE livro será de consulta permanente para aqueles que

XII Francisco Reinaldo Amorim de Barros

este projeto de produção biobibliográfico e de conhecimeto sistemático da nossa realidade se consubstancie e tenhamos uma rede de informações tão generosa e ampla que permita se ler o Brasil em suas páginas. O autor, paulista de nascimento, de alma e coração alagoanos, mapeia o estado de Alagoas. Cria uma “enciclopédia” regional das expressões políticas, sociais e culturais da terra de seus pais. Desta maneira, o aparecimento de um livro como o ABC das Alagoas serve de modelo a que outras manifestações do gênero ocorram nos demais estados da Federação e que, ao final, possamos ter um mapa não apenas geográfico, mas histórico em amplo sentido, e que contemple todas as manifestações da vida pública estadual. Assim poderemos perpetuar as ações dos homens que constroem a nação em diversificadas áreas de atuação. O ABC das Alagoas conta com a aguda percepção do seu autor de que um estado não é apenas um conglomerado de municípios e uma população sem face. Ao registrar de maneira cuidadosa e criteriosa dados de fundamental importância para a compreensão do “ser alagoano”, compôs o autor verdadeiro resumo das ações da saga alagoana para erguer a civilização num dos mais prestigiosos estados brasileiros. Observe-se também o critério do empreendedor de obra tão vultosa. Francisco Reinaldo Amorim de Barros se preocupou em deixar registro de fontes assemelhadas que contribuíram para respaldar e engrandecer seu projeto enciclopédico assim como de pesquisas em arquivos públicos e particulares, relatórios oficiais, visitas às bibliotecas as mais variadas como, via internet, a do Congresso norteamericano e, fisicamente, a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Um trabalho dessa envergadura requereria muitos anos e vários auxiliares. Vê-se que o denodo, a pesquisa sistemática, o ânimo operoso, o trabalho minucioso de coletar dados, foi bem recompensado com a redação final deste volume.

ABC das Alagoas

XIII

O Conselho Editorial do Senado Federal vem há muito tempo realizando de certa forma o projeto de abranger todas as especificidades da cultura do homem brasileiro, seja em sua expressão política, seja na manifestação de seus comportamentos sociais, econômicos e históricos. O leitor que acompanha as publicações do Conselho Editorial percebe que um fio condutor embasa nossas publicações: o registro do homem brasileiro em nossas terras e a aventura humana mais fundamental que é a construção de uma nacionalidade e de seu ethos. Entre as obras por nós publicadas, existem aquelas de caráter analítico e de estudo sobre a realidade brasileira, o que implica comentário e análise. E há outras obras que são de referência, todas elas fontes de informação fundamental para pesquisas e mesmo para deixar registro do que vimos comentando aqui: a presença da nacionalidade através dos atos dos seus homens e de sua gesta para formar o Brasil. Reinaldo de Barros durante muitos anos trabalhou comigo. Era sempre o estudioso exemplar, intelectual de grande talento e profunda honestidade. Escondeu-me este livro que levou décadas pesquisando e escrevendo. Tenho a felicidade de, agora, em homenagem ao Senador Renan Calheiros, um dos melhores e mais promissores homens públicos do Brasil, de fazer publicar pelo Conselho Editorial do Senado este livro tão importante para a história de Alagoas e a historiografia brasileira. Que os demais estados da Federação se inspirem neste trabalho e promovam uma obra similar sobre sua história e cultura.

afirma: “No esforço de coordenar e rever os trabalhos.” Anos mais tarde. . Pedi sua interferência junto a pessoas sobre as quais eu precisava ter informações. . com a ajuda de Francisco Reinaldo Barros. . através das referências elogio- . mais uma vez. . contei. Prólogo BRÁULIO LEITE JÚNIOR sas que lhe faz a pesquisadora e escritora Celina Vargas do Amaral Peixoto. . me acompanhou em leituras. . . . Obsequioso. naturalmente motivado em atender a quem J Á O CONHECIA. desde o início de 1993. . literariamente. . . . . filha de dona Alzira Vargas e do senador Amaral Peixoto quando. conheci-o por interesse de terceiros e através do telefone. . .. discussões e buscas de informações. . surgindo assim a minha mais recente e uma das melhores amizades e convivências deste meu tempo de vida. prestativo. . . . . . . que. na publicação histórica do Diário do Presidente Getúlio Vargas pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil – CPDOC. .

integra. o de ampliar o apoio. embrenha-se pelos cerrados brasílicos e inicia a experiência de servidor público. inclusive financeiro. a equipe da Fundação Getúlio Vargas. não se fez. acontece. sentimental. poética capaz de elucidar dúvidas e marcar . No Ministério sua ação sofre a força telúrica e. mas nascido em São Paulo. adotou a nossa terra como sua. apaixonou-se por Alagoas. na capital dos Estados Unidos. Portador de um caráter com alto índice de tolerância. abstraindo-se das suas dificuldades e peculiaridades voltando seu intelecto e interesse cultural para a sua história e valores pessoais. para muitos assuntos culturais de Alagoas. se faz e se poderá fazer. buscando – sabe Deus como! – durante quatro longos anos conhecer e escrever este ABC que. boa vontade e compreensão. De regresso. Após 1964. com exatidão. amando-a e servindo-a como se um bom alagoano fosse. vai fazer pós-graduação. uma excelente obra biobibliográfica que não existia e que nos servirá e aos pósteros. como assessor. é. que acabara de criar a Escola Interamericana de Administração Pública. Em 1974. à Colônia Pindorama. lhe toca de perto a sensibilidade e a inteligência privilegiada. tornou-se. na área de ciência política. na Universidade George Washington. entidade voltada a pensar sobre o Brasil e o seu futuro. em obediência à sua vocação. passa a ser o defensor do Nordeste. uma cartografia histórica. Tudo que aqui aconteceu. Cuida. Serve. um incansável embaixador e participativo amigo. que assumira o Ministério da Agricultura. como professor. entre outros projetos. se fez. ainda. como pesquisador no Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB). como uma bússola. Descendente de família alagoana.XVI Francisco Reinaldo Amorim de Barros lhe solicita colaboração. Do Ministério transfere-se para o Senado Federal. embora integrado ao grupo de assessores mineiros. ao Presidente da República. em especial de Alagoas. Iniciou sua vida profissional. atendendo a apelo de Alysson Paulinelli. se não é (nem poderia ser) definitivo.

Claro que sua teimosia servirá. Alagoas. escritores. amorosamente conhecendo-a.. artistas.. Tentei por razões óbvias fazê-lo desistir e não logrei êxito. legitimamente alagoana e nascida do desejo de bem situar o nosso povo e o nosso existir. julho 2005 . pois pelo que ele pesquisou. O receio que faz é que ele continue a tomar decisões levadas pelo sentimento de amizade. Paripueira. considerou. acontece o oposto.ABC das Alagoas XVII presença em todas as bibliotecas que assim mereçam ser chamadas. servirá como subsídios corretos e preciosos para quem quiser escrever sobre nossa terra e nossa gente. como o fez quando me escolheu para fazer esta apresentação. repetindo-se reclamos do passado. Costuma-se dizer. Sítio Velho. generoso e justo. E tudo isto se deve a este irmão caçula. com certeza. No mínimo. expressando a memória do que fomos e do que somos. digno da sua obra literária. para melhorar a minha modesta biografia e fazer-me conhecido e lembrado ainda por muito tempo. que “Alagoas é terra de náufragos”. No caso presente. como espaço e rincão bendito da terra brasileira. políticos e famílias que enobrecem e causam orgulho à própria história de nossa pátria. procurou como um desesperado condensar. respeitando-a. com episódios e galeria de personalidades especiais. pensando revelá-la aos olhos já desconfiados e incrédulos da nossa nação. aduzindo-se que é mãe carinhosa para aqueles que aqui não nasceram e severa madrasta para os seus próprios filhos. transformou sua pertinaz busca nesta obra de fôlego e de muito mérito. O autor deste trabalho é um neto pródigo que volta à casa dos seus antigos. reuniu.

ABC DAS ALAGOAS .

Aos alagoanos Josefa Morena e Joaquim com os quais. tudo começou . para mim.

e poderão fazê-lo. Porque considerando o trabalho de escrever. fora impossível haver nenhum sisudo. é mais uma obra da providência divina. se o quiserem.FECI QUOD POTUI. porque necessariamente lhe há de aproveitar muita cousa desse trabalho mau e imperfeito que aí deixo” Augusto Vitorino Sacramento Blake. que movera espíritos. que se sujeitara a tamanha carga. e os descontos que a escritura (ainda que seja a mais acertada) tem por prêmio de juízos torcidos por muitas vezes errados de quem lê: se não houver instinto do Céu. em Vida de Dom Frei Bertolameu dos Mártires. em Dicionário Bibliográfico Brasileiro “Que na verdade escrever história com as partes que ela requer. FACIANT MELIORA POTENTES “Façam melhor. que de forças humanas.” Frei Luís de Sousa. .

. . é um retrato do patrimônio do Estado. Obra de referência. . história e geografia da terra. . STE ABC das Alagoas é o cumprimento de um com- . . . personalidades da vida pública – alagoanos. . . . . Histórica e Administrativa da Província de Alagoas) ou o nome dos periódicos. .. Histórica e Administrativa da Província de Alagoas. instituições. . . . Política. no lugar de Geographia Phisica. bem como. . Adotou-se o sistema ortográfico vigente. em lugar de Mello). políticos. . escritores. . com informações sobre artistas. ou com vínculo a Alagoas –. . . (Filangelho ao invés de Philangelho). . atualizando os nomes dos biografados – sem letras repetidas (Melo. . o autor espera. de ordem sentimental e afetiva de filho de alagoanos nascido em São Paulo. . com o seu trabalho. Política. Apresentação FRANCISCO REINALDO AMORIM DE BARROS E promisso meu para comigo. os títulos de obras (Geografia Física. Trabalho pessoal. poder ajudar estudiosos e estudantes interessados em nossa Alagoas. Respeitou-se a grafia dos nomes estrangeiros. .

São. deputados gerais e deputados federais. FEJAL/CESMAC. não se cuidando de acompanhar as edições subseqüentes. Com relação aos autores procurou-se identificar poetas. STM) e ministros ou conselheiros do tribunal de contas do Estado. Jaime Lustosa de Altavila: Bibliografia de Autores Alagoanos – Levantamento das Obras Existentes nas Bibliotecas: Pública Estadual. participaram de antologias. TCU. antes de publicada. como George Samuel Sanguinetti Fellows. ensaístas. com. senadores do Império e senadores federais. Sempre se procura citar a primeira edição de cada livro. uma obra publicada. em prosa ou verso. cargo que existiu até 1930. filósofos. SUP. os documentos pesquisados na própria instituição.XXVI Francisco Reinaldo Amorim de Barros mesmo quando usados por brasileiros. por extrema generosidade do autor. Escola Técnica Federal de Alagoas. Ou ainda os que. sem que se diga o estado. os ministros dos tribunais federais (STF. como fonte. foi de imensa valia a obra do prof. E as autori- . historiadores. Sempre que aparece o cargo ocupado – seja na representação legislativa ou no executivo –. E. Os verbetes dedicados aos membros e patronos da Academia Alagoana de Letras (AAL) têm. cientistas etc. pelo menos. também. citando-se nos outros casos. a qual tive o privilégio de consultar. prosadores. Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. deputados provinciais e estaduais. geógrafos. ainda. trata-se de mandato exercido em Alagoas. onde o alagoano foi representante ou ocupou cargo no Executivo. As lideranças políticas formais são: presidentes da província. os senadores estaduais. Também são listados os que ocuparam altos cargos na administração federal ou em administrações estaduais. Para outros autores. interventores e governadores. SESI e Central da Universidade Federal de Alagoas.

de Tancredo Moraes. Como norma. nos baseamos em Panorama do Cinema Alagoano. Segue-se o nome dos seus pais. pintores. o livro Alagoas e os seus Músicos. de teatro estão citados. fotógrafos. a data da sua morte. de televisão. para Arte Popular de Alagoas. revista e aumentada. Carmen Lúcia Almeida Dantas. mesmo aqueles que tenham desenvolvido seu trabalho fora do estado. em especial nas informações sobre artesãos. de Elinaldo Barros. ainda. da Igreja Católica e seus dirigentes na história do Brasil. pelo menos durante um largo tempo. bem como a sua 2ª edição. artesãos. bem como os bispos alagoanos que dirigiram dioceses de outros estados. Os artistas plásticos estão listados tomando por base suas exposições. de Joel Bello Soares foi consulta básica. individuais ou coletivas. Fundamental para este item foram as obras: Arte Contemporânea de Alagoas. Arte Alagoas I. publicada em 2001. Destaque. com coordenação do mesmo autor e Arte Alagoas II. neste bloco. José Abílio Dantas e Pierre Chalita. foram. se falecido. artistas de rádio. o Resumo Histórico Antropogeográfico do Estado de Alagoas. ainda. além de Alagoas Roteiro Cultural e Turístico. coordenada por Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. Na ausência de qualquer uma dessas informações. de Solange Berard Lages. músicos.ABC das Alagoas XXVII dades religiosas católicas: arcebispos e bispos de Maceió. Escultores. os bispos de Penedo e Palmeira dos Índios. com local e data em que ocorreram. de Tânia Pedrosa. de Romeu de Melo-Loureiro. Para cinema e cineastas. usa-se um ponto de interrogação (?). fica implícito que a exposição se deu em Maceió. e. sua vida escolar e . O Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro 1930/1983 do CPDOC – FGV. ao nome de cada biografado segue-se o local e data de seu nascimento e. Com relação a músicos. Ao não se citar a cidade. fontes permanentes de consulta. tendo em vista a importância.

a um preparatório. Manteve-se nomes duplamente consagrados. por outra forma.Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Graciliano Ramos entra como RAMOS. inclusive aquelas das quais somente se encontrou o nome. São registradas as instituições. As expressões Primário e Ginásio utilizados como período de estudos equivale. Santo ou Santa são mantidos na ordem alfabética do título. vol. Antônio Saturnino e SAMPAIO FILHO. tais como CASTELO BRANCO. O Colégio Diocesano. I . sempre com um remissivo no seu último nome. bem como aqueles seguidos de apóstrofo. A entrada dos verbetes se faz pela ordem alfabética do último nome. em especial no século XIX. de Moacir Medeiros de Sant’Ana e Anais da Imprensa Periódica Brasileira. caso de SANT’ANGELA. o nome pelo qual o autor. a personalidade ou o artista é mais tradicionalmente conhecido. Filho. João Rodrigues. ou seja: LIMA JÚNIOR. MENDONÇA NETO. Frei João de. Os nomes procedidos de São. enquanto Clássico e Cientifico são os equivalentes ao 2º Grau. Parte II. “Humanidades”. Além de jornais e revistas citam-se as estações de rádio e de televisão. OLIVEIRA. a partir de 12 de março de 1962. Os dados sobre jornais e revistas se baseiam na A História da Imprensa em Alagoas.XXVIII Francisco Reinaldo Amorim de Barros profissional. o destaque é para o nome parlamentar. com prova de suficiência. Felix. atualmente ao 1º Grau. passa a denominar-se Colégio Marista quando muda sua sede para o bairro do Farol. Graciliano com uma chamada em OLIVEIRA. pois. Para alguns senadores e deputados. Assim. quase sempre realizada no Liceu Alagoano. de maneira consagrada. muito citado. Adotou-se. Neto e Júnior são usados como último componente do sobrenome. porém. além da pesquisa . mas aceitamos os casos em que a identificação ocorre. era o nome dado.

ABC das Alagoas XXIX em periódicos da Biblioteca Nacional. nomina-se o gentílico. com a revista do Grêmio Literário. os dados sobre a comarca a que tenha pertencido ou quando foi criada a sua própria comarca. . nos municípios. é o verbete municipal de maior extensão. tendo em vista. Reproduziu-se o índice dos dezenove números da revista da AAL. eleitores inscritos. seja o caráter dinâmico da mudança da informação ou já estarem suficientemente divulgados em publicações específicas. pois os anteriores estão suficientemente identificados no importante trabalho Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. Cana-de-açúcar. no Império a Igreja estava ligada ao Estado. estabelecimentos de crédito. distância da sede para a capital deixaram de ser tomados em conta. clima. a mera citação do nome das empresas de rádiodifusão. capital do Estado. Acrescentaram-se. Maceió. orografia. hidrografia. limites. Dados como: área. por sua importância cultural. Bibliografia Analítica. por considerar material de difícil acesso. Para os primeiros municípios incluiu-se a criação das freguesias. O mesmo se fez. uma vez que. Com relação às atividades econômicas de cada município consta. município do qual foi desmembrado e topônimo. Quanto à não menos importante revista do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGA). optamos por listar somente os índices dos números 45 e 46. por ordem da produção de cada município. algodão. distritos. datas de elevação à categoria de vila e de cidade. Encontra-se. abacaxi. a quem cabia nomear bispos e prover os benefícios eclesiásticos. altitude. ainda. população. de José Maria Tenório Rocha. coco-da-bahia. a mais significativa. produtos da área da pecuária e outros estão no verbete monográfico ALAGOAS. ainda. Os 102 municípios alagoanos estão apresentados com introdução histórica. incluindo seus intendentes e prefeitos. Ao final do verbete.

No referente aos rios utilizamos.XXX Francisco Reinaldo Amorim de Barros Os dados municipais são do Anuário Estatístico de Alagoas. do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e o Apontamentos Para o Dicionário Geografico do Brasil. à Província das Alagoas e. assemelhado ao que se tentou no verbete Secretaria de Administração. o trabalho CONVÊNIO SEMA/SUDENE/GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS. Os dados hidrográficos e orográficos se baseiam em Geografia de Alagoas. Volume XIX. com informações desde Alagoas em sua condição de território pertencente à capitania de Pernambuco. explicitamente. Quanto aos secretários de estado. além das obras acima citadas. Além de trabalhar toda a bibliografia especifica local. fica o desafio aos que forem escrever a história administrativa das Alagoas. Estudo. memórias. a partir de 1817. ainda. que sabemos ser incompleto. de Alfredo Moreira Pinto. ao Estado de Alagoas. enciclopédias. com sua independência política. posteriormente. Enquadramento e Classificação das Bacias Hidrográficas de Alagoas. editado pela Associação dos Municípios Alagoanos – AMA. Recursos Humanos e Patrimônio. Procurou-se fazer com que a abrangência do trabalho fosse a mais ampla. publicado pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento e Alagoas. Com relação às Secretarias de Estado. O resultado oficial das eleições para o Executivo e o Legislativo estão registrados a partir de 1946. Evidentemente. também foram utilizadas a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros. de Ivan Fernandes Lima. os dados passam a se referir. Quanto aos dados históricos. Alagoas. pesquisou-se em outras fontes: dicionários. . 2000. Sergipe. tentou-se um levantamento. 1998 – Guia dos Municípios. Caberia ser feito o histórico de cada uma – inclusive com a seqüência dos seus secretários –.

Arquivos públicos e particulares foram consultados. nos detendo.ABC das Alagoas XXXI depoimentos. pois. realizada pela Internet. da utilização de fontes primárias. por fim. no Rio de Janeiro. Bem como extensa pesquisa. dos funcionários e dirigentes. não tivemos oportunidade. relatos e testemunhos. da Biblioteca Nacional. do Arquivo Público de Alagoas. Em verdade. e registros parlamentares e relatórios oficiais. E. . nas informações da bibliografia citada. senão raramente. dos Estados Unidos. na Biblioteca do Congresso. Vale destacar o apoio que sempre encontramos. da Biblioteca Pública Estadual e. assim como jornais e revistas. da Biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico. da Biblioteca da Academia Alagoana de Letras. ainda. almanaques profissionais – dos militares e diplomatas –.

na madeira. aberta ao público com sala de leitura. pois este fabricava grandes canoas. ACADEMIA ALAGOANA DE LETRAS Instituição cultural fundada.? 21/2/1909) Poeta. 29-jun1900. p. ABREU. institui prêmios e honrarias e colabora com os poderes públicos no aprimoramento das letras em Alagoas. Oficinas Litográficas da Casa Viúva Guerreiro. conferências sobre temas culturais. barcos.A ABACATIARAS ou ABATIARAS ou ABACOATIARAS Uma das tribos da subdivisão do grupo de indígenas Tupi que habitavam Alagoas. EDUFAL. estabelece relações com as sociedades congêneres. entre outros: bonecos. juntamente com Belmira Rita da Costa Magalhães. Ninhos em Festa. Sentou praça em 26/4/1887. Ingressou nos Correios. todas valsas. Jaime de Altavila tentou e chegou a elaborar os estatutos. porém por pouco tempo. reuniões. VG338. Coleção Tânia de Maia Pedrosa. mas a iniciativa não vingou) em Maceió. Esteve a serviço do Ministério da Justiça. como também de outros estados. à Sagrada Memória do Grande Cidadão Marechal Floriano Peixoto. ABREU. Colaborou. Esculpe. Participou da Exposição Arte Popular. servindo na prefeitura de Alto-Purus (AM). 1977. Filho de Felício Santiago de Abreu e Epifânia de Pontes Abreu. em especial sobre os literários. 1.Rio de Janeiro DF 9/7/1916) Militar. publicados em 7 de abril daquele ano. promove cursos. Citado em Arte Popular de Alagoas. ocasião em que se votaram a escolha do seu nome e o número de cadeiras. sob a . 2002. Rita veja SANDOVAL. Patrono da cadeira 25 da AAL. Severina Lins de (AL ?) Obra: Da Linguagem ao Poder: Os Discursos de Collor e Lula Nas Eleições Presidenciais de 1989. realizada na Galeria SESC/Centro. Craveiro Costa. promove lançamentos de autores pertencentes ou não a seus quadros. estimulando os escritores e desenvolvendo a cultura literária em Alagoas. Compôs: Amizade. Autodidata. Com seu pai aprendeu a moldar em madeira. ABERALDO Santos Costa Lima (Pão de Açúcar AL 3/10/1960) Artesão. Promovido a primeiro-tenente em 31/12/1908. Sebastião Rodrigues de (Maceió AL 20/1/1883 . Rosália. op. realizada no Museu Théo Brandão. “Finalidade precípua: incentivar o cultivo das letras. de Tânia Pedrosa. de 19/8 a 5/9/2003. Suplício Eterno. mantém biblioteca com significativa coleção de autores alagoanos. publica a sua Revista. Colaborou na Modesta Homenagem da Mocidade Republicana do Estado de Alagoas. em Maceió. compostos entre 1906 e 1909. Seus versos. Filho de Manoel da Costa Lima e Maria do Carmo Lima. janeiro. Maceió. ABREU. adquire livros. fazendo parte da comissão composta de Gabriel Jatobá. Freqüentou a escola primária e com 13 anos estreou no Almanaque Alagoense. cobras e pássaros. em 1/11/1919. ABREU. Filho de Raimundo Gonçalves de Abreu. arquivos e museu de objetos pertencentes aos sócios falecidos. em Pão de Açúcar. em solenidade sob a presidência de Manuel Moreira e Silva. número único. Um dos componentes do grupo que trabalha na Ilha do Ferro. 1895-1900. Boaventura Gonçalves de (Maceió ? AL 14/7/1864 . Redigiu O Madrigal (1899) e colaborou na A Miragem (1900) ambos de Maceió. sendo promovido a alferes em 3/11/1894. Teve trabalho exposto em Arte Popular Alagoana 2003. Maria Virginia Borges Amaral e Tânia Nobre. tendo sido afastado por abandono de emprego. 59. José (Maceió ? AL) Músico. foram reunidos por Rosália Sandoval e publicados: Angelus: Versos. 1951. A solenidade de instalação ocorreu em 17/7/1920. após algumas tentativas mal sucedidas (em 1915. Pedro Soares e Fileto Marques. documentos e manuscritos. no salão nobre do Teatro Deodoro. 2 -AN6460. Rio de Janeiro. Filho de Felício Santiago de Abreu e Epifânia de Pontes Abreu. conseguiu firmar nome na imprensa e nos círculos intelectuais. ABREU. no O Arrebol e no Dezesseis de Setembro. op. ainda. Chuva de Lírios. Para tanto. 1914.

23 .Virgílio Guedes.Augusto de Oliveira. 21 . Sócios Fundadores: Manoel Moreira e Silva.Leonino Correia. 21 .M. Há quatro categorias de sócios: efetivos. cujo último número é o 19. Leonino Correia. dos quais por exigência estatutária. 39 .Luiz Acioli.representado por Agripino Éther-. 35 . 33 . Ranulfo Goulart. 11 . Primeiro ocupante: Cadeira 1 . Manoel Rodrigues de Melo. 33 .Teótimo Ribeiro. 19 . 19 . Teótimo Ribeiro. 6 .Pedro Paulino da Fonseca. 8 . 21 . Antes de fixar-se definitivamente na sede atual. 29 . 7.Arnon de Melo. 12 . 28 . 37 .16. 29 .Joaquim Cavalcante. 14 . 11 .Agripino Éther.Cyridião Durval e Silva. A arquiteta Zélia Maia Nobre adaptou-o às novas funções de “Casa das Letras”.Ciridião Durval.Zadir Índio. de 2004. Luiz Joaquim da Costa Leite . 37 Paulino Santiago. 5 .Rodrigues de Melo.Moreno Brandão. contando com a assistência do Presidente e da Secretária.Tavares Bastos. 11 . Aurino Maciel.Abelardo Duarte.Carlos de Gusmão. Conselho Municipal e Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas.Ferreira Pinto. Barreto Cardoso.Luiz .Melo Moraes. 10 .Francisco de Paula Leite e Oiticica. Guedes de Miranda. Paulino Rodrigues Santiago.Barão de Penedo. 4 .representado por Moreira e Silva.Dias Cabral.Luís de Medeiros Neto.representado por Agripino Éther-. 23 .Manoel Balthazar Pereira Diégues Júnior. Orlando Araújo. Jayme de Altavila. Artur Acioli . 34 .Sebastião de Abreu.representado por Lima Júnior-. 12 .Mesquita das Neves. Carlos de Gusmão. 16 . 25 . 15 .Luiz Joaquim da Costa Leite.Ezequias da Rocha. Povina Cavalcanti. Teodoro Palmeira. 6 . antiga Escola Modelo. beneméritos.Fernando Mendonça. 39 .Armando Wücherer. realizadas na primeira 4ª feira de cada mês. 17 . Moreno Brandão . 24 . Guimarães Passos.Visconde de Sinimbu. 16 .Luiz Lavenère.Cassiano de Albuquerque. Américo Melo.Demócrito Gracindo. 20 . 27 .Guedes de Miranda. inaugurada em 12/3/1971. 13 . Jorge de Lima. 30 . Fernando Mendes de Oliveira Mendonça.Franco Jatobá. 25 . 18 . 29 .Orlando Araújo.Ladislau Neto.Correia de Oliveira.Herman Byron de Araújo. 22 . 9 . 34 . 13 .Raul Lima.Rosalvo Ribeiro. 22 -Manuel Diegues Júnior. Cônego João Machado de Melo representado por Guedes de Miranda -.Gilberto de Andrade.Aurino Maciel. 2 . Carlos Garrido.Mário dos Wanderley.Roberto Calheiros. Hermann Byron de Araújo Soares. Tito de Barros.Romeu de Avelar. O Governador Lamenha Filho doou à instituição o Grupo Escolar D.a quem coube a iniciativa da fundação . 31 . 9 . 3 . J. Mário dos Wanderley. 7 . Cipriano Jucá.Pedro Teixeira Cavalcante 28 .Artur Acioli. 26 . Padre Júlio de Albuquerque .Théo Brandão.Inácio de Barros Acioli.Joaquim Diégues. Demócrito Gracindo. 36 . respectivamente.Júlio de Albuquerque. 40 .José Avelino. 3 . 34 .Américo de Melo. 31 .Cônego João Machado de Melo (fundador. José Avelino da Silva.Jorge de Lima.Reinaldo Gama.Fernando Iório.Lima Júnior. Diegues Júnior. Gilberto de Andrade . 35 .Divaldo Suruagy. Fernandes de Barros.Aurélio Buarque de Holanda.Cléa Marsígilia. 5 . Lima Júnior.Fernandes Lima. Pedro II. 4 .Oliveira e Silva.Guiomar Alcides de Castro. 30 . 23 . 25 residem em Maceió.Adriano Jorge.Ranulfo Goulart. 7 . Edita a Revista da Academia de Letras. 26 .Alves Mata. Cassiano Rodrigues de Albuquerque. honorários e correspondentes” Funciona diariamente.Félix Lima Júnior . 2 . 6 . 38 e 40.Mendonça Júnior.Olimpio Galvão. 18 . 5 . 26 .José Duarte.Manoel Moreira e Silva (fundador. falece antes da instalação). 18 . Patronos: Cadeira 1 .José Maria de Melo.Cipriano Jucá. 8 .2 Francisco Reinaldo Amorim de Barros presidência de Demócrito Gracindo. 25 . 24 . 2 . Os demais membros só comparecem para as reuniões mensais.Tomás Espíndola.Aristeu de Andrade.Paulo de Castro Silveira.Costa Rego. 32 . 31 .João Severiano da Fonseca. Fernandes Lima .José Alexandre Passos.Humberto Cavalcante.Torquato Cabral. 10 . 9 . Embora não tenham sido fundadores. e Otávio Gomes foram os primeiros ocupantes das cadeiras n° 23.Paulo de Albuquerque. 22 .Alves de Amorim. 27 . Luís Lavenère.Oiticica Filho.Inácio dos Passos. 3 . 15 .Povina Cavalcante. 38 .Messias de Gusmão. 28 . 10 .Ambrósio Lira. 4 . Joaquim Diegues. É uma sociedade de direito privado. 38 .Antônio Santos.Teodoro Palmeira. Agripino Éther.Tito de Barros.Barreto Cardoso. 17 . 13 . Leite e Oiticica.José Sílvio Barreto de Macedo 14 . 35 . Luiz Acioli.Sabino Romariz . 12 . 30 .Otávio Gomes Segundo ocupante: Cadeira 1 .Cônego Domingos Fulgino.Afonso de Mendonça 40 . 15 . 24 . falece antes da instalação).Alves de Farias . 36 . em número de 40.Carlos Garrido. administrada por uma diretoria eleita com o mandato de dois anos. 20 . 32 . 36. 14 .Silvestre Péricles de Goés Monteiro.Eunice Lavenére.Teotônio Vilela. 33 .Virgílio Guedes.Ricardo Ramos. Júlio Auto Cruz Oliveira. 8.representado por Jaime de Altavila -. esteve nos salões do Teatro Deodoro.Júlio Auto.Jaime de Altavila. 19 .José Francisco da Costa Filho. 27 . 17 . 20 .Fausto de Barros. 32 .

Luiz Gutenberg. 40 . 30 . 26 . empossada em 4/11/1998. 26 .Carlos Pontes. 14. Fernando Iório Rodrigues. Luis Medeiros Neto . Moacir Medeiros de Sant’Ana. 36 . 33 .José Maria de Melo. 17 vaga . Arriete Vilela Costa. Gilberto de Macedo.Fernando Iório. Uberival Alencar.Tobias Medeiros. 3 .Cléa Marsiglia.João Leite Neto. por Aloysio Galvão.Arnon de Melo. Humberto Cavalcante. Renunciou no dia 19 de junho de 1931. 28 . Guedes de Miranda .Arnoldo Jambo (3º). 39 . Pedro Teixeira Cavalcante. Augusto Galvão .Ilza do Espírito Santo Porto. número da revista (como regra geral são os segundo ocupantes): cadeira 1 .Oliveiros Litrento (3º). 31 . 14 .Carlos Moliterno. Francisco Valois.Félix Lima Júnior.Paulo de Albuquerque. Augusto Galvão (1953-58) Antonio Saturnino de Mendonça Júnior .Maria Teomirtes Barros Malta. 24 .Aldo Rubens Flores. Ubireval Alencar Guimarães.Osman Loureiro (3º). 38 .Heliônia Ceres. 40 . Ilza Porto.Dirceu Accioly Lindoso .Cadeira 1.Luiz Renato de Paiva Lima. F.Ivan Bezerra de Barros.Manuel Diégues Júnior. 37 . Pedro Teixeira. Cadeira 2 . Aloisio Américo Galvão. 10 .José Pimentel de Amorim. 36 . 34 . 11. 5 .Rui Medeiros. 18Humberto Gomes de Barros. 29 .Marcos Bernardes de Melo. Lins (3º).Gilberto de Macedo Quarto ocupante . Solange Lages Chalita.eleito em 1/8/1945 ????.Augusto Galvão.José da. 22 . Humberto Gomes de Barros. 31 . 11 Lobão Filho.José Pimentel Amorim.Anilda Leão (3º). Sócios efetivos em 1/9/2004: Tobias Medeiros. tesoureiro. Cléa Marsiglia.Humberto Vilela. Ivan Barros. 27 . 2º vice-presidente. 18 . Diretoria em 2004: Ib Falcão. quando falece.José Aloisío Vilela. Domingos Paes Barreto Cardoso .Raul Lima.Pe. Ocupantes quando se publica o I°. 4 . 34 .Antonio Sapucaia 8Diogenes Tenório de Albuquerque Júnior 11 . Paulo de Albuquerque.Arriete Vilela Costa. 3 .Cyridião Durval e Silva. 8 . 23 . 22 . 11 .Edson Mário de Alcântara. 37 . Quinto ocupante . 14. 13 .Moacir de Medeiros Sant’Ana.Théo Brandão.Sylvio Von Söhsten Gama. 3 .de Gusmão (3º). 19 .Freitas Cavalcanti. José Maria Tenório. 25 .Luiz Nogueira Barros. Margarida de Mesquita. Foi reeleito várias vezes continuando no mandato até 1973.eleito em 27/3/1938 (1937??-46).Cadeira 2 . 21 . 32 . Ledo Ivo. Demócrito Brandão Gracindo . 12 .eleito e empossado a 16/11/1927(1927-31). 35 . Aristeu Bulhões.Paulo Silveira.Ernani Méro.Luiz Gonzaga Leão.eleito em 1/10/1958 (1958-61). bibliotecária.Aloísio Américo Galvão.Humberto Cavalcante. 40 . Douglas Apratto Tenório.Aristeu Bulhões. 5 .Ilza do Espírito Santo Porto.Waldemar Cavalcanti. Ib Gatto Falcão. 8 .Antônio Santos.32 .J. 14 . 36 . 38 .Paulo Malta Ferraz 37 .Solange Lages Chalita.Adalberon Cavalcanti Lins. 29 . João Leite Neto. 7 . José Francisco da Costa Filho. 16 . Anilda Leão Moliterno. sendo substituído pele vice-presidente.Aldaberon C. 18 .José Maria Tenório da Rocha. 20 . 15 . Luiz Gonzaga Leão.Mário Marroquim. 10 vaga. 1º secretário.Douglas Apratto. 2º secretário. 21 .Francisco Valois de Andrade da Costa (3º). 1º vice-presidente. . 13 .João Ferreira de Azevedo 38 . 37 .Aloísio Vilela.Mendonça Júnior.Oliveiros Litrento. Carlos Moliterno (1983-98) até maio de 1998.Luiz Gutenberg.Manoel V.empossado no dia 14/7/1920 (1920-27). Oliveiros Litrento.eleito em 1/11/1919 (1919-20). 12 .Francisco Valois da Andrade Costa.Teotônio Vilela. 28 . Margarida de Mesquita.Ezechias da Rocha. 2 .Guimar Alcides de Castro.vaga .eleito em 6/8/1936 (193637).Ledo Ivo.Sílvio de Macedo. J. da Costa Filho. 36 . 12 . José Maria de Melo.Alves Mata. 7 .Ib Gatto Falcão . Em 7 de outubro é eleita a nova diretoria. Edson Alcântara. 19 . 21 .Anilda Leão Moliterno.ABC das Alagoas 3 Gonzaga Leão.Carlos Moliterno (3º).Waldemar Cavalcanti (3º). 6 . 39 . composta.Gilberto de Macedo (3º) Presidentes da AAL: desde a sua Fundação:.Medeiros Netto. 20 .Jaime Lustosa de Altavila. 34 .João Arnoldo Paranhos Jambo 39. 2 . 30 .Teófanes Barros. F. Orlando Araújo . eleito em 7/10/1964. tendo Ib Gatto Falcão como presidente. 18 .Aurélio Buarque de Holanda. 21 .Moreira e Silva .Osman Loureiro. 9 .Margarida de Mesquita. 6 .eleito em 1946 (1946-53). 38 . Jaime de Altavila . 16 . da Costa Filho.Abelardo Duarte.Carlos Barros Méro .Manoel Wanderley de Gusmão. Tobias Medeiros. Douglas Apratto. 32 . 32 .Aloísio Costa Melo.eleito em 15/7/1931(1931-36). Edson Alcântara.Enaura Quixabeira Rosa e Silva 39 . Silveira Camerino Terceiro ocupantes: Cadeira 1 . Teomirtes Malta. 24 .José Uberival Alencar Guimarães. foi substituído pelo Vice-presidente Júlio Auto. Jaime de Altavila (1961-64). ainda. 25 . Divaldo Suruagy.

1o.Joge de Lima.Olegário Magalhães. 18 . 20 .Domingos Correia. Tip. 18 . 4 . Em 9/5/2001. Da Comissão Fiscal. vice-presidente. Jaraguá. 23 .Ronaldo Oliveira e Silva. 14 . Judá Fernandes de Lima.Théo Brandão. de Menezes. 2 .Pe. S. 22 . 12 . 22 . Tipografia da Livraria Vilas Boas. Estatutos da Academia Alagoana de Letras. 27 . vice-presidente.Sdolon Barroso Barreto. sendo Milton Gonçalves Ferreira o seu primeiro presidente. secretário. Ronaldo Oliveira Silva. Funciona na Casa de Cultura de Arapiraca.Nelson Palmeira. 13 . 3 . Guerra. 21 . enquanto a Sociedade Perseverança é sucedida pelo Sindicato dos Empregados no Comércio do Estado de Alagoas. diretor de protocolo: Ismar Malta Gato e bibliotecário: Marcos Davi Lemos de Melo. 1o. 24 .Elpídio Enoque de Araújo. Oriental.Graciliano Ramos. 2o.Virgílio Rodrigues Silva. ACADEMIA ALAGOANA DE MEDICINA Fundada em 31/1/1994. 26 . 15 . Sócios: Antônio Bispo de . em 12 de maio de 1916.Virgílio Maurício. 2o. 10 . Estatutos e Regimento Internos. 29 . de Novembro de 1919. a partir de 14 de junho de 2002.Francisca P. bibliotecário.Cledja dos Santos Silva. Estatuto Regimento Interno Regulamento Geral de Prêmios ACADEMIA ALAGOANA DE LETRAS JURIDICAS Fundada em 1982. 2o. foram aprovados. ACADEMIA ARAPIRAQUENSE DE LETRAS E ARTES . 20 .Judá Fernandes de Lima. Manoel Sidney Valença. Regulamento dos Prêmios ‘Othon Bezerra e Cidade de Maceió “. 1922. posteriormente é sucedida pela Escola Técnica de Comércio de Alagoas.Maria Madalena B. além do folhetim Da Flor. 29 .José Firmino de Oliveira. Maria Madalena B. 9 . 2: Mons. 5 . 1º tesoureiro: Filadelfo Lessa. 19 .Artur Ramos. 19 .Antônio Machado Neto. 6 .José Maria de Melo 30 . tesoureiro. arquivista. 1931.Simone Bastos Silva Dantas. 1o. 8 . Maceió.Pedro de França Reys.Clerisvaldo Braga Chagas. 11 .Lourenço Peixoto. sob a responsabilidade da jornalista Mônica Nunes. Antônio Viveiros. Diretoria na gestão junho/2003-junho/2005: Cláudio Olímpio dos Santos. Edição Comemorativa do 10o.4 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Publicou: Academia Alagoana de Letras. vice-presidente: Antônio de Paula Cavalcante. 17 . Casa Ramalho. Publica. Antônio Lima Neto. Francisco F.Manoel Firmino Leite. 1o. 25 . mudamse seus Estatutos e o nome passa a ser o atual e 30 o número de associados. Seu primeiro presidente foi Oliveiros Nunes Barbosa Patronos: Cadeira 1: José Rodrigues Rezende.Roberto Lúcio Barbosa e 30 . pela seguinte diretoria: Presidente: Bento Valença.Oliveiros Nunes Barbosa. secretária: Gláucia Maria de Sá Palmeira.Guimarães Passos. secretário. 12 . 25 . Seus Estatutos. Primeira diretoria: presidente: Milton Hênio Neto Gouveia. de Menezes. Casa Ramalho.Manoel Dionísio Neto. Manoel Tenório Sobrinho.Serapião Rodrigues de Macedo. Aniversário de Fundação da Academia.ACALA Criada em 14/6/1987. ACADEMIA DE CIÊNCIAS COMERCIAIS DE ALAGOAS Fundada em 23 de abril de 1916 e à época mantida pela “Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados do Comércio”.Pedro Teixeira de Vasconcelos.João Gomes de Oliveira. Júlio de Castro.Judas Isgorogota. 21.Manoel Tenório Sobrinho. 16.Dionísio Barbosa Leite. 9 -Rosendo Correia de Macedo. Macedo. sendo o nº 2. 13 . Estatutos e Regimento Internos da Academia Alagoana de Letras. 4 .Domingues Rodrigues. 7 .José Antônio Soares da Costa. 1a. vice-presidente: Valéria Hora de Albuquerque Melo. 2º secretário: Jerônimo Macieira. Dionísio Barbosa Leite.Lourenço de Almeida. 1º Bibliotecário. Simone Batista Silva Dantas. de Macedo. 16 .Cláudio Olímpio dos Santos.Erasmo Soares de Araújo. 1o. Maceió. 26 .Erady Moraes Sena. 2o. 27 . O Livro da Academia Alagoana de Letras. da Comissão do Museu: Fontino França e Arthur Brandão. 5 . 17 .Zezito Guedes.Carlindo de Lira Pereira. 7 . 11 .Edmilson José Alves.Jaime de Altavila. 8 . uma coletânea de artigos de seus associados. 28 .Zaluar Santana. 28. instalada em 14 de outubro de 1983.Enivaldo Souza Vieira. secretário-geral: Agatângelo Vasconcelos. 15 .Rodolfo Coelho.Jovino Cavalcante. 23 . Carlindo de Lira Pereira. tesoureiro: Jairo Leite da Silva. o Amor. A Academia.Valdemar Oliveira de Macedo. 6 . do Conselho Supremo: Antônio Martins Murta. Letras e Artes. 2º Bibliotecário: Manoel Costa. com 24 componentes. 24 . 14. 3 . tesoureiro.Manoel André de Melo. ano II de 14/6/2003.Emanuel Fay da Mata Fonseca. Informativo ACALA.Ataíde Alves de Oliveira. presidente. inicialmente era denominada Academia Arapiraquense de Filosofia. Acadêmicos em 2004: Cadeira 1 . 10 .Anfilófio C.Breno Acioly. 1º secretário: Santino Silva.Antônio Rocheri.José Edílson Penha. Publicou Canteiros de Poesia.

cadeira 32. de 05/08/1963. f ) Promover congressos. patrono Jaime de Altavila. ACADEMIA MACEIÓENSE DE LETRAS Fundada em 11 de agosto de 1955. Seu Estatuto de Reorganização foi aprovado em Assembléia-Geral de 5/12/1959. se realizou a primeira reunião -. conferências. José da Costa Aguiar. b) Congregar os maçons que se dedicam a estes misteres. cadeira 10: Manoel Aristeu Goulart de Andrade. Klinger da Costa Bezerra. Tip. Jaime Lustosa de Altavila. Carlos Paurílio.353. em 30 de julho de 1994. cadeira 4: Domingos Paes Barreto Cardoso. Benedito Cotrim e Jônatas Menezes Barreto. cadeira 14: José Jerônimo de Albuquerque. Efetivos. cadeira 18: Manoel Deodoro da Fonseca. cadeira 2: Manoel L. são seus patronos: Cadeira 1: Abelardo Duarte. patrono Iracema Feijó da Silveira. Cícero Herculano Machado. cadeira 28. Em 27/6/2005 tomaram posse: Bárbara Heliodora Jambo Lessa. seguido por José Rodrigues de Gouvêia. Luiz Napoleão Vieira de Medeiros.na casa de sua família. cadeira 20: José Tavares de Souza. cadeira 15: José Carneiro de Albuquerque. Sua primeira diretoria. Publicou: Caderno Literário . . cadeira 30. editada pela AML quando do sesquicentenário de Alagoas. Publicou: Estatutos da Academia de Ciências Comerciais de Alagoas. empossada em 16 de setembro de 1994: Klinger Costa Bezerra. cadeira 8: João Francisco Dias Cabral. Cesar Sobrinho e Mendonça Braga. João Alves da Silva. cadeira 6: Waldemar Cavalcanti de Lima. Fundada em 23 de Abril de 1916 e Mantida Pela Sociedade “Perseverança e Auxílio dos Empregados no Comercio”. Durante algum tempo funcionou no antigo prédio do Montepio dos Artistas. presidente e Miguel Vassalo Filho. ACADEMIA DOS DEZ UNIDOS Fundada. João Soares Palmeira. Amarílio Santos. as ciências e as artes maçônicas. em Maceió. Reconhecida de Utilidade Pública pela Lei Estadual 2. de 21/01/1961 e pela Lei Municipal 963. cadeira 3: João Craveiro Costa. na praça Bráulio Cavalcante. em março de 1925. Sampaio Marque. cadeira 20. Moacir de Carvalho Ribeiro. na rua do Comércio. secretário. Correspondentes e Honorários. Wolney Cavalcanti Leite. secretário. Maceió. cadeira 19: Elmo Nunes de Carvalho. a partir de 1930. Enaura Quixabeira Rosa e Silva. seminários. ACADEMIA GUIMARÃES PASSOS Denominação que o GRÊMIO LITERÁRIO GUIMARÃES PASSOS passou a ter. Uma das últimas informações sobre a instituição foi a reunião. Jamerlino Jorge de Souza e Cláudio Vicente Santos. em Maceió.AMLA Fundada. cadeira 5: Antônio Guedes de Miranda. patrono Rosinha Pereira do Carmo. Constituída de 33 cadeiras. d) Promover os escritores. tinha como uma de suas finalidades a divulgação dos escritos de seus membros por uma revista literária. ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS DE ALAGOAS .] (Coleção Waldir Moreira). Jaraguá/Maceió. Gerson Pinto de Campos. Dela fizeram parte. cadeira 13: José Sílvio Barreto de Macedo. 1916. cadeira 11: Ezequias Raimundo Alves. presidente. com a finalidade de: a) Difundir as letras. na cadeira 39. c) Reivindicar junto aos poderes competentes as justas aspirações afetas a estes ofícios. cadeira 21. inicialmente: Zaneli Caldas . José Alfredo Machado da Silva. objetivo não alcançado. Joaquim Maciel Filho. ainda. Belkiss Campos Gomes de Barros. festejando o centenário do escritor português Camilo Castelo Branco. e) Publicar obras literárias. cadeira 12: José Pereira de Lucena. Seus membros são de cinco categorias: Fundadores.Prosa e Versos. as ciências e as artes maçônicas. Jucá Santos foi responsável pela publicação Alagoas Sesquicentenária. as letras. em 23 de setembro de 1923. Felix Lima Júnior . Agnelo Rodrigues de Melo (Judas Isgorogota. Gerson Pinto de Campos. seu idealizador). João Alves da Silva. Paulino de Araújo Jorge. nas vagas abertas por afastamento de alguns fundadores. patrono Bráulio Cavalcanti e Selma Teixeira Brito. Hildebrando Oséas Gomes e Astério Machado Melo. Oriental. Renato Cardoso. palestras e outras atividades culturais e artísticas visando difundir a filosofia. Participaram. 1963 [s. faltando definir os patronos das outras cadeiras. cadeira 9: Adalberon Cavalcanti Lins. Romeu de Melo Loureiro. cadeira 17: Antônio Scipião da Silva Jucá. Diretoria atual: Cláudio Antônio Jucá Santos.ABC das Alagoas 5 Melo. vice-presidente. Entre seus membros: Isvânia Marques da Silva. cadeira 16: Francisco Inácio de Carvalho Moreira (Barão de Penedo). Domingos de Oliveira Prado. patrono Carlos Moliterno. Fundadores: José Sílvio Barreto de Menezes. Cícero Herculano Machado. cientificas e artísticas de interesse maçônico de cujos lucros participará a AMLA. cadeira 7. os cientistas e os artistas maçônicos e ampará-los em seus direitos autorais e intelectuais. Beneméritos.ed. Augusto Vaz Filho foi o seu primeiro presidente. Jaime Lustosa de Altavila. da qual é patrono João Arnoldo Paranhos Jambo. cadeira 21: Corinto Ferreira da Paz.

Estudou no Colégio Sagrado Coração de Jesus. Por muitos . V. Lopes Ferreira (Maceió AL 16/7/1895 . dividido nos seguintes capítulos. tendo saído só um número. de Andrade Bezerra. 14. e Carlos Lira Cia. Comarca de S.18. 1986. Recife. no governo Álvaro Paes. com seus respectivos responsáveis: Administração Maçônica. Antônio Melo de Almeida. na Acão Contra Eles Movida por Mário e Morse Sarmento Pereira de Lira. secretário. presidente. por Romany Roland Cansanção Mota e Simbologia Maçônica. Arthur Acioly. “Por convite de Sinfrônio de Magalhães. José Alfredo Machado da Silva. Atalaia e Maceió. advogado. ACIÓLI. n. por Sílvio de Macedo. Ltda. relações públicas.. passa a trabalhar com Leonino Correia. Pertenceu. V. Pelos Advogados Artur Acióli Lopes Ferreira e A. Ltda. Volta a residir em Alagoas. Matricula-se na Faculdade de Direito de Recife. Aos 19 anos morou em São Paulo e fez. passando depois para o educandário do professor Domingos Feitosa e. ^l23-24. p. Iniciou seus estudos em escola pública primária. Foi deputado estadual nas legislaturas 1919-20. ano 1935. Secretario de Fazenda. em Maceió. 1986. juntamente com o citado escritor e ainda.. Formado pela Faculdade de Direito de Alagoas (1951). Voltando a Alagoas. Ao regressar a Maceió passa a ensinar pintura no Colégio onde estudar anteriormente. sendo nomeado Coletor Federal de Utinga. 27-28 e 29-30. Revista da AAL. advogado. ACAIÊME Revista literária. de Andrade Bezerra. Colaboraram: Valdemar Cavalcanti e Ledo Ivo. Carlile Silveira e Ismael Acioli. Quebrangulo. Jaime de Altavila: Discurso de Recepção do Socio Efetivo Dr. Fez transcrição de uma lenda de Alfredo Brandão. José da Lage. passou a se dedicar às atividades de advogado. durante a Guerra 1914-18. por José Pereira de Lucena. Apresentou o trabalho O Poder Judiciário e a Constituinte. Pelos Advogados Artur Acioli Lopes e A. Contestação dos Réus. Obras : o capítulo Histórico do 10 Anos de Atividades da Academia Alagoana de Letras. Usina Serra Grande S/A e Carlos Lira Cia. Carlos Lira. ACIÓLI. sendo o primeiro ocupante da cadeira 30. Liturgia Maçônica. por Levi Câmara Scala.APLCA Seu patrono é Luiz Barros Torres 2001: Pe. sendo proibida a reeleição. deputado estadual. ainda. tendo a seguir freqüentado os colégios dirigidos pelos professores Joaquim Goulart de Andrade e Alfredo Wucherer. então Intendente de Maceió”.reproduz o trabalho anteriormente citado) . curso de pintura. Alagoas. ACADEMIA PALMEIRENSE DE LETRAS. jornalista. ACADEMIA PENEDENSE DE LETRAS Fundada em 1970. 1940. e membro do IHGA. ocuparam aquele pais. onde se bacharelou em dezembro de 1922. ainda. por João Alves da Silva.6 Francisco Reinaldo Amorim de Barros tesoureiro. A. 1414. Relações Humanas. Publicou: A Maçonaria ao Seu Alcance. artigos de doutrina e sentenças no Diário Oficial. por dois anos. Carlos Lira. no Livro da Academia Alagoana de Letras. seguiu com este para a Europa. Juiz de Direito na Comarca de São Braz.Lide Temerária: Razão dos Apelados. Carmen Corrêa (São Miguel dos Campos AL 7/5/1897 . à Academia de Belas Artes do Ministério da Educação da França.Herdeiros do Cel. Benedito Barreto (? AL 23/12/1922) Magistrado. estando na Bélgica. Cadeira 11.Patrono Pedro Torres Neto ocupante: Isvânia Marques da Silva. com o pseudônimo de Astêmio. Foi. em Recife. no X Congresso Brasileiro de Magistrados. Após a revolução de 1930. Razões dos Apelados . CIÊNCIAS E ARTES . Filho de Manuel Lopes Ferreira e Edméa Acióli Lopes Ferreira. editada em Maceió. 25-26. Eleito deputado estadual constituinte e para a legislatura 1935-38 Um dos fundadores da AAL.Maceió AL 5/10/1954) Secretario de Estado. por Cléa Marsiglia e Francisco Valois. Colaborou no Jornal de Alagoas. Artur. 321-325 (Documento . na Revista Forense (RJ) e Letras Jurídicas. História Maçônica. 21-22. tendo renunciado em 1929. Jorge de Araújo Vieira. sendo Ernani Méro um dos seus fundadores. Estatutariamente o mandato da diretoria é de dois anos. Usina Serra Grande S. por Domingos de Oliveira Prado. em março de 1953. Herdeiros do Cel. Membro da Comissão Diretora do PEDA. Desse jornal foi diretor. Revista do IHGA v.Niterói RJ 21/10/2001) Pintora. inclusive no setor literário e humorístico. Doutrina e Filosofia. Recife. por Volney Cavalcanti Leite. bem como do Banco de Alagoas. quando as tropas alemãs. Desembargador a partir de 1966. ACIÓLI. Moral e Cívica. Tem publicado acórdãos. 1940. concluiu o curso secundário no Liceu Alagoano. Dez Anos. finalmente. Lide Temerária: Apelação Civil no.

ed. que o ouvira recitar. tradutora. Coleção Tânia de Maia Pedrosa. de alguém para escrever-lhe os versos que improvisava. engenheiro. Trabalhou no Banco de Londres.] 1995 (poesia e prosa). na Escola Politécnica do Rio de Janeiro (1900). Mensagem Apresentada ao Congresso Legislativo do Estado de Alagoas no Dia .cuidou da recuperação das finanças estaduais.Maragogi AL 9/11/1928) Deputado federal. como fotógrafo e redator na Revista da Semana. Maceió.Recife PE 31/5/1878) Poeta. sob a proteção do presidente da província. Faleceu vitima de “elefantíase dos gregos”. Edilma Acioli de Melo ACIÓLI. Obras: Pobre Alagoas ! Ao Paiz .. em Maceió. ACIÓLI. com apartes de Deoclécio Duarte. in Arte Popular de Alagoas. 1927. para o mandato que se extinguiu em 1930. em 4/7/1927. Obra: Bica da Pedra.ABC das Alagoas 7 anos deixou de pintar. ACIÓLI. vitima do mal que lhe ancilosou os dedos da mão. 2002. para onde tinha ido como protegido de um tio. Arte em Cerâmica. em 1993 e 1994. Artes na União Pernambucana de Artes em Porcelana. Arte em Porcelana. Curso básico no Les Dames de l’Instruction Chrétienne. Obras: Temporão. Criou a primeira escola particular de Inglês em Maceió. mas não completou o curso por ter estourado a I Guerra Mundial. A Harpa do Desespero. Sócio do IAGA e patrono da cadeira 30 da AAL. “Antes mesmo dos 20 anos. Regressa à terra natal. Viriato Correa e Marrey Júnior. Ismael Clack (Maceió AL 4/10/1890 . senador federal. voltando após 80 anos. Inácio de Barros. professora. o padre Antônio de Melo Albuquerque. de Tânia Pedrosa.no qual foi. na Câmara dos Deputados .Seu primeiro ano de governo foi prejudicado pela tentativa de intervenção federal incitada pelos conservadores. jornalista. Vasconcelos (Maceió AL 11/12/1848 . abandonando-os com 15 anos de idade. Um editorial. Maceió. em julho de 1927. e que o nomeia para essa instituição”. inclusive na integração de inúmeros funcionários públicos demitidos na gestão anterior. Este mal impediu-o de concluir os estudos preparatórios em Maceió e Recife. com severa redução de despesas.Niterói RJ 21/3/1981) Jornalista. realizada no Museu Théo Brandão. Aliança Francesa. em 1917. Maceió. onde se aposentou. de sua família. p. International Women’s Club. Maceió. no Diário Oficial e um discurso pronunciado por Álvaro Paes. em 1935.trovas lamentosas). Obras: Ilusões Perdidas. ACIÓLI. Edilma. Fez o primário no interior de PE. Presidente do CRB. o secundário em Recife e o curso de Engenharia Civil. onde se dedicou à agricultura. Expositora em: V Salão de Arte da Mulher Alagoana. Após 1918 regressa à atividade agrícola. Recife (1930-37). 1873 ou 1875 (poesia). foi um dos introdutores do futebol em Maceió. além de manter o respeito às decisões da Justiça. além de cinco editoriais publicados em junho de 1927 no Jornal de Alagoas. Creusa de Souza (Maceió 18/11/1920) Pintora. ACIÓLI JÚNIOR. XII Salão de Arte da Mulher. 1868 (poesia . 1997.. Em seu governo -. Regressa para Maceió. de Tânia Pedrosa. 1870 ou 1871 (cena dramática). Maceió. Maceió. Participou da Exposição Arte Popular. Colaborou. por vezes. que afirmavam ser Antônio Guedes Nogueira o candidato eleito. 176. 1987. Deputado federal na legislatura 1912-14. governador. Eleito pelo Partido Democrático. Filho de João Baptista Acióli e Antonia Vieira Accióli. retornou a AL. Resposta ao Senador Fernandes Lima. Formado. Filho de José de Barros Acioli de Vasconcelos e Ana Carlota de Albuquerque e Melo. reunindo discurso na Câmara de Deputados. em especial à cana-de-açúcar e à indústria açucareira. festejado o Centenário de Alagoas -. Teria ainda publicado Esperanças Mortas . Recife. Em 1927 elege-se senador federal. Participou da luta política contra os Malta. Maceió. Glórias e Desventuras ou O Rimador Alagoano.Recife. dedicando-se também à pecuária e à cultura do coco. dirigindo o engenho Maçangano. dramaturgo. 49. João Batista (Maragogi AL 19/8/1877 .. pois teve paralisia da perna direita e outros sofrimentos que o impediam de freqüentar as aulas. Estudou eletrotécnica na Alemanha. em um festa de caridade na Santa Casa de Misericórdia. ACIÓLI. (poesia). 1922. Sócia da Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro . fotógrafo. após radicar-se. Francisco de Paula (?) Deputado estadual na legislatura 1897-98. assumiu o governo em 12/6/1915. cargo no qual permaneceu até 12/6/1918. Colaborações no O Jornal e Gazeta de Alagoas. bancário. se socorria. no Rio de Janeiro. 1995. Citada in Arte Popular de Alagoas. p. Rio de Janeiro. Membro do Grupo Literário Alagoano. Política de Alagoas. veja BOMFIM. [ s. onde também recebeu o 3º lugar no Concurso de Poesias Inéditas. agropecuarista. jan.Documentação Commentada.

Luciano . Editora e Gráfica Ltda. entre as quais o IV Salão TRT 19a Região de Pintores Alagoanos (1999). ACIÓLI.32 Poetas Alagoanos Inéditos. Assassinado no Dia 10 de Maio de 1912. posteriormente. 1984. 1987 . 164-166. Rosalvo (AL 1955) Obras: Maceió. Bráulio Cavalcante. Obras: Biografia do Dr. ACIÓLI. Dom Rodrigo de. Foi professor de História em Pilar. quando a esquadra se desbaratou no Estreito de Magalhães. 10. Formou-se pela Faculdade de Direito de Alagoas (1952). foi membro do Supremo Tribunal de Justiça. Pelo Governador do Estado. Revista do IHGA. Juiz Federal. em Garanhuns (PE). Nomeado para o cargo de Ministro do Tribunal Federal de Recursos em 28/5/80. no Santíssimo Sacramento. Pedro da Rocha (Murici AL 7/3/1925 -) Ministro do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Federal de Recursos. Antologia .Santa Luzia do Norte AL ?) Advogado. Casa Ramalho. ACIÓLI. ACIÓLI JÚNIOR. Manifestações da Imprensa e Outras Homenagens. 1925. jornalista. Maceió. Global Editora. Pelo Governador do Estado Dr. professor. em Maceió. de 10/8/2001. Gráfica do Senado Federal. Trigueiros. Obras: Fatos. para Viçosa. Deputado provincial no período 1858-59. Filho de Ulisses da Rocha Cavalcante e Lina da Rocha Acioli. ACIÓLI. 22-34. (19 p. Yeda Rocha Cavalcanti Jucá e Bartyra Rocha Cavalcanti Nogueira). Quebrangulo e. publicada na Gazeta de Alagoas. também em Maceió. Posteriormente. Navegou para o Norte e se refugiou num porto ao Sul da ilha de Santa Catarina. 1916. in Arte Popular de Alagoas.. Sob o patrocínio da Escola de Extensão/PROEX/UFAL. Tip. SERGASA. Senha. de Tânia de Maia Pedrosa. Mensagem Dirigida ao Congresso Legislativo do Estado de Alagoas. Manoel Maria de Moraes (?) Deputado provincial padre.. Maceió. ano 53. Ciências e Letras (1969). eleito pelo segundo círculo. 1992. Descendentes dos Tupinambás. José Fernandes de Lima. EPS Publicidade. Poema. . Luíz (? AL . sendo nomeado para a comarca de Major Isidoro e transferido. José Cabral (AL) Obra: Um Pacote de Riso. Maria Rocha Cavalcanti (Pilar AL 17/1/1930) Estudou no Colégio São José. estudou Pintura com Luiz Coelho Neto e Desenho e Pintura com Pierre Chalita. São Paulo. 1997 (Juntamente com Jacy Rocha Cavalcanti Medeiros. e a partir dos 15 anos no Colégio Santa Sofia. Pedro II. É nomeado. ACIÓLI. Juiz Federal substituto e. Ana Lins. Comandava um dos navios da expedição de Garcia Jofre de Loyasa. em 1967. na série Mulheres Alagoanas. em Maceió. ACIOLI.. Arapiraca e Viçosa e no Colégio Municipal Rui Palmeira. onde se formou em Contabilidade. Ed. em direção às Ilhas Molucas. João Batista Accioly Júnior. magistrado. Maceió. Sonhos Imaginários. Licenciou-se em História pela Faculdade de Filosofia. datilografadas. Quando Pretendia Realizar um “Meeting” em Prol das Candidaturas do Coronel Clodoaldo da Fonseca e Dr. Em 1953. O Primeiro Centenário de D. Maceió. Participou de exposições. Tradições Culinárias Alagoanas. Lemos Moreira (PE) Pintor. João Batista Accioly Júnior. “Navegador espanhol dos fins do século XV e começos do XVI. para Porto de Pedras. prefácio de Ledo Ivo. Maceió. p. As Melhores Receitas das Irmãs Rocha. Brasília. Aumentada com a Genealogia. São Paulo. Imprensa Oficial. Maceió. História de São Miguel dos Campos. ACUÑA.) ACONÃ ou ACONANS Índios. Diretor de Estatísticas do Estado. sendo o primeiro ocupante da cadeira 27. habitavam as margens do Rio São Francisco. 1912. Dr. Delícias da Cozinha Alagoana. no Dia 15 de Abril de 1917. ACIÓLI. em 1958. em 1974.8 Francisco Reinaldo Amorim de Barros 15 de Abril de 1916. Além de artista plástico é professor de História. Personagens. v. João da Rocha (AL ?) Deputado estadual nas legislaturas 1925-26 e 27-28. Lit. 1917. 1987. Um dos fundadores da AAL. p. Fez seus estudos primários em Murici e o ginásio e colegial no Colégio Estadual de Alagoas. foi aprovado no concurso para Juiz de Direito. Foram aldeados pelos jesuítas em Porto Real do Colégio. Poemas.

Fez parte de O Grupo. Evadindo-se. Órgão do Internato Alagoano. em 1985. na Gazeta de Alagoas. Prefeitura Municipal. Trabalha nos Diários Associados e. com o mesmo nome. Agélio. inicialmente no Colégio Diocesano e. da Costa (?) Deputado provincial. um curso com Carmem Lúcia Dantas. sendo inclusive um dos dirigentes do jornal A Tesoura. no último ano. AGRA.Maceió AL 22/5/1992) Jornalista. como editor na nascente Tribuna de Alagoas e na Folha Miguelense. Domingos J. Rodrigo.ABC das Alagoas 9 designado posteriormente de Porto de D. Inicia sua atividades de jornalista profissional como diagramador do Jornal de Alagoas. depois. carregando pau-brasil. Max. Em 1981 é eleito dirigente do Sindicato dos Jornalistas. Rodrigo. AGRA. Propriedade dos mesmos. Ano 1. Fez o curso primário em sua terra natal e o secundário em Maceió. em 1560. Nac. Inicia o curso de Medicina. Participou do Campeonato Alagoano de 1945. ADA Clube de futebol. Continuando viagem. freqüentando o Curso de Desenho Livre e Pintura. A FILHA DO BARÃO Primeiro romance de costumes alagoanos. Bimensal. Um dos principais afluentes do Rio Jiquiá. em local que passou a ser conhecido por Baixos de D. Denis Jatobá (Viçosa AL 7/6/1950 . Tereza dita Terezinha ou Tagra (Penedo AL) Pintora. literário e noticioso. ADMINISTRAÇÕES ESTADUAIS veja GOVERNANTES. que estudou no ateliê de Pierre Chalita. esteve na Bahia. ADMINISTRAÇÕES PROVINCIAIS veja GOVERNANTES. no Colégio Moreira e Silva. aproou a umas dez léguas ao Norte. n. Libório Lazdro Lial veja LIAL. realizou o Curso de História da Arte. Fez a apresentação do livro O Que Há Por Trás das Tiragens dos Jornais. Trabalha. AGÉLIO veja NOVAES. onde funda um jornal. médico. Em 11/12/1904 publicou um número especial. Diretor: Jovino Xavier de Araújo. segundo o Relatório do Convênio SEMA/ SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. ÁERO CLUB DE MACEIÓ Na época da guerra presidido por Aloisio Freitas Melro. posteriormente. Com Célia Campos. de autoria de Pedro Nolasco Maciel e publicado em 1886 pela Tipografia Mercantil AFERVENTA Rio. Seus “teco-tecos” colaboraram executando transportes de urgência ou cooperando nos exercícios da tropa e auxiliando na cobertura de comboios ao longo do litoral. AGRA. AFES.) Em todo o seu período de estudante teve constante participação na vida política estudantil. ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA Publicação da Prefeitura Municipal de Maceió Bibl. ADRIANO JORGE. onde se forma em Medicina (1974. onde é repórter e responsável pela pauta e. ainda. de Joaldo Cavalcante. tenente-coronel. Na altura do Rio São Francisco foi atacado e roubado por franceses concorrentes no tráfico daquela madeira. viaja para São Paulo mas regressa a Maceió. Posteriormente foi para Pernambuco e teria morrido no Brasil”. Funda e dirige a revista Última Palavra. Deputado provincial na legislatura 1835-37. como também. . 1 (março 1983) Editor: Maceió. que circulava em São Miguel dos Campos. Libório Lázaro. Redator-chefe: M. torna-se o primeiro ombudsman da imprensa do Norte e Nordeste. atualmente terras no município de Coruripe.

onde durante muito tempo as boiadas vindas de municípios alagoanos e pernambucanos encontravam pouso para se refazer. Os primeiros indícios de seu povoamento datam. por ter sido suprimida a comarca do mesmo nome. na fase em que foi sede do município. sua fachada apresenta frontão com recortes . Topônimo: Deve-se ao fato de existir em seu território uma fonte de água muito límpida. que foi instalada em 20/9/1876. do qual foi povoado.S. 74. criando então o respectivo juizado de Direito. pela Lei n. Fundado em Arapiraca em 1952. porém. Ai se encontram as principais fazendas de criação. AGRA JÚNIOR. Segundo Ivan Fernandes Lima. Coletiva de Natal. a Lei n. um dos mais homogêneos conjuntos do Estado. algodão herbáceo. onde se desenvolvem as lavouras de cana-de-açúcar. dedicada a N. Várzea do Pico possuiu. foi a sede do município transferida para a povoação de Várzea do Pico. Para diferenciar de Mata Grande. Semana de Combate a AIDS. ÁGUA. foi erigida uma capela na povoação. Secretário de Agricultura e Irrigação no governo Ronaldo Lessa. milho. conhecia um período de progresso. A criação de gado tem se desenvolvido. pela Lei 35. fazia parte das sesmarias que compreendiam também os atuais municípios de Mata Grande. entre os quais se destaca a casa então pertencente ao Barão de Água Branca. Galeria da Embratel. Mário (AL ?) Secretário de Estado. Situada na Zona da Caatinga. então denominado Paulo Afonso. que passou à denominação de Capiá. sob a invocação de N. Base econômica: agropecuária. ainda hoje. Outros destaques arquitetônicos: Igreja de N. AGUA BRANCA Município. esta subordinada eclesiasticamente à Diocese de Penedo. ondulada.Do século XIX. com exemplares do século XIX. mandioca entre outros. Coletivas: 1988: Pequenos Formatos. com Marinha participou da exposição Iguatemi Arte98. no Shopping Iguatemi. A criação da freguesia se deu pela Lei Provincial no. que lhe deu mais o termo de Piranhas. Antes. Existem pequenos estabelecimentos que se dedicam ao fabrico de redes de algodão e pequenas industrias de calçados. A povoação logo se desenvolveu em razão da localização geográfica: região serrana de clima ameno verdadeiro oásis no meio do sertão. porém logo restabelecida. Mata Pequena ou Matinha de Água Branca. há muitos anos. que ai se fixou em função dos terrenos feracíssimos e próprios para a exploração agrícola e a pecuária. povoação à margem do S. da Conceição . Galeria Krandash. Apresenta duas zonas fisiográficas distintas: a Serra. Ë um dos artistas citados em Arte Alagoas II. mandioca e cereais. 1995. da Conceição. em data que não se pode precisar. Atualmente. restabeleceu na vila de Água Branca a sede do município”. primitivamente. de meados do século XVIII. Francisco. em meados do século XVII. confirmou a criação da vila. sendo que a Lei 733. S. que somente em 1949 volta a ser restabelecido. chamou-se. 1999: III Salão TRT 19a Região de Pintores Alagoanos. Em termos de arquitetura conserva. concluída em 1871. de 30/5/1893. Os produtos mais cultivados são feijão. com suas terras argilosos e acidentadas. faz parte da Escarpa Cristalina Oriental. de 24/4/1875. por pequeno período foi-lhe anexado o termo de Mata Grande. e a Caatinga. de 2/6/1919. S. Em 1998. uma feira de gado e. na Fundação Pierre Chalita. Quanto à comarca. de 3/7/1876. A elevação à Categoria de Vila se deu pela Resolução 681. com a chegada do Capitão Faustino Vieira Sandes. de 1º de junho. 413. AGREMIAÇÃO ESPORTIVA ARAPIRAQUENSE (ASA) Clube esportivo. de 1º de junho de 1864. vindo de Itiuba. Por motivos de incompatibilidades surgidas entre o então Governador Gabino Bezouro e membros da política local. 603. Em 1911. provavelmente. embora não seja de grande expressão econômica. em razão da fertilidade de suas terras. “Seu território. Mesorregião sertão alagoano e microrregião serrana do Sertão Alagoano. Desmembrado de: Mata Grande. que ocupa cerca de um terço da área territorial.º. somente a 7/7/1910 foi desligada de jurisdição de Paulo Afonso. terreno de constituição arenosa.10 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Individuais: 1992: Galeria da Maceió Turismo. Delmiro Gouveia.º. com todas as características de região sertaneja. Piranhas. Elevada à categoria de cidade pela Lei 805. Em 1895. atualmente em Porto Real do Colégio. O Capitão torna-se tronco de tradicional família aguabranquense. d’ Serra. do Rosário. Em 1931 a comarca de Água Branca torna a incorporar o termo de Mata Grande. principalmente alpercatas sertanejas.

S. AGUIAR. em espessa cercadura de talha branca e dourada. no centro. segundo o Relatório do Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. na legislatura 1866-67. No interior destacam-se trabalhos em madeira. Localizada no município do mesmo nome. eleito pelo 1º Distrito. deputado geral. em Nazaré da Mata. Teria publicado: Princesa Vasthi. do Rosário . passando o ocupar o cargo de secretário do Bispado de Nazaré. Realça o trabalho de talha da varanda do coro. ainda. Assessor da Presidência da Companhia Hidroelétrica do São Francisco . No forro da nave encontra-se um medalhão com uma pintura representando N. na capital (Lei 106 de 5/5/1849). bem como Adjunto da Presidência da mesma empresa (1997-98). Moisés (Distrito Federal RJ 19/7/1949) Economista. Criada a Diocese de Palmeira dos Índios é nomeado. onde permanece até 1955. da Conceição. 181. S. Em sua administração foi criado o Liceu de Humanidades. De 1962 a 1978 .Maceió AL 9/12/2004) Bispo. AGUIAR. totalmente rendilhada. São Paulo (1972). AGUIAR. Igreja de N. Iniciou seus estudos em sua cidade natal. No ano seguinte é nomeado bispo diocesano de Campina Grande (Paraíba). Na altura do coro existem três balcões com grades em ferro batido. ÁGUA DOS MENINOS Rio. Neste último ano é nomeado paróco da cidade de Limoeiro (PE). o Consulado Provincial.ABC das Alagoas 11 e decorações fitomórficas. na Universidade Rural do Recife. permanecendo até 14/7 do mesmo ano. regressando ao Seminário de Olinda para cursar Teologia. um curso de extensão sobre problemas rurais. O interior é simples e uniforme no estilo dos seus altares. AGUIAR. José da Costa (AL ?) Poeta. Curso de Filosofia no Seminário de Nazaré. Deputado geral na legislatura 1850-52. Chefe de Gabinete e Secretário Substituto da Secretaria de Planejamento (1988). em certo período denominado Colégio Estadual de Alagoas. tomou posse no governo alagoano em 6 de fevereiro. em Jaraguá (Lei 125 de /6/5/). ambos em Maceió. porta ladeada por duas janelas iguais às do coro. nichos e adornos. advogado. José Alves de (?) Deputado provincial.Criou a Noite in Arte Popular de Alagoas. Aguabranquenses.CHESF (1995-96 e 1998-2000). das tribunas e da portada que dá acesso à capela lateral. Ivan Fernandes Lima a classifica no Pediplano Sertanejo. Ordena-se sacerdote em 28/4/1935. Coordenador do Projeto Xingó-CHESF (1988-99). Na altura do coro vêem-se duas janelas simples e. ainda. onde permanece por seis anos. Filho de Antônio Bertino Aguiar e Zita Barbosa Aguar. do IBMEC (1976) ou Programação da Produção Industrial do Instituto de Organização Racional do Trabalho . Suas torres no mesmo alinhamento do frontispício. componente da Bacia do Riacho Talada. militar. Entre 1937 e 1941 é professor secundário. ÁGUA BRANCA Serra. ÁGUAS MORTAS Rio. Fachada com frontão triangular e telhado de beira-seveira. Antônio Nunes de (Província Fluminense RJ) Presidente de província. ÁGUAS BELAS Nome pelo qual também era designada a vila de Porto de Pedras.IDORT. são revestidas de azulejos. de Tânia Pedrosa. Dom Otávio Barbosa (Orobó PE 22/4/ abril 1913 . p. data do início do povoamento. Nomeado em 20/1/1849. criado. e. Filho de Adolfo Aguiar e Cacilda Medeiros de Aguiar. Publicou: Zinga Bar. tendo feito o segundo grau no Seminário de Olinda. Formado pela Faculdade de Direito do Recife (1928). seu primeiro bispo. segundo o Relatório do Convênio SEMA/ SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. AGUIAR. Realizou.De pequeno porte. A 30/1/1955 é sagrado bispo. sendo nomeado bispo auxiliar de São Luís do Maranhão. o antigo Liceu Alagoano. em 18/2/1962. tais como: Introdução ao Mercado de Capitais. Um dos membros da Academia dos Dez Unidos. Ginasial no Colégio Batista Alagoano e Científico no Colégio Estadual Moreira e Silva. afluente da margem esquerda do Rio Piauí. Diversos cursos de aperfeiçoamento em áreas de sua especialização. Graduado em Economia pela UFAL (1968) e Administração de Empresas pelo CESMAC (1984).

Universidade de Brasília – ano 1. Universidade de Brasília. Depois de resignar ao bispado. capa de Júlio Silveira. p. nos centros universitários UniCEUB e Unieuro e no Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB). Relume Dumará. Topbooks. 1991. 2002) Participou como ensaísta de quatro outros livros (coletâneas): Crise Social e Meio Ambiente (in Bursztyn. Brasiliense. Revista Brasileira de Tecnologia. Momento Político. n° 2. Colabora na imprensa. em Maceió. Revista do IHGA. 14 e 15. O Risco do Apagão Científico (Brasília. orgs. Diocese de Alagoas Alguns Subsídios Históricos. Paralelo 15. empossado em 2l/6/1972. As ONG’s Postas em Questão (Brasília. Filho de Manoel de Aguiar Melo Filho e Dalva Conde Aguiar. Nosso Intérprete Ignorado (Brasília. transferido para sócio honorário em 28/11/2001. Rio de Janeiro. Universidade de Brasília. Vitória na Derrota: A Morte de Getúlio Vargas. Maceió. Manoel Bomfim. Pequena Bibliografia Crítica do Pensamento Social Brasileiro. Universidade de Brasília. n° 3. 1986. trabalho elaborado com vistas a subsidiar o Relatório Nacional Brasileiro para a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento – ECO 92. 1984. UnB Revista. 2000. org. 1993). UnB Revista. em fevereiro de 1985. Esplendor e Miséria dos Programas Institucionais do CNPq (in Fernandes. 2000 (Prêmio de Melhor Tese de Doutorado no I Concurso Brasileiro CNPq-ANPOCS de Obras Científicas e Teses Universitárias em Ciências Sociais. Universidade de Brasília. passou a residir em Maceió. na Sessão Solene de 21 de Junho de 1972. Bárbara & Pinheiro. tendo sido escolhido. Para pensar o desenvolvimento sustentável. Consultor do PNUD. Chore Por Nós. jul/ago/set/2001). 14. ginásio e clássico no Rio de Janeiro. 1979. O Brasil Nação: Um Livro Admirável (São Paulo. Casa da Palavra Produção Editorial. UnB Revista. Brasília: da Utopia à Dura Realidade (Sociedade e Estado. Membro do IHGA. 16 a 22 de setembro de 1993). 39. 2004. da UNB. para o cargo de Administrador Arquidiocesano da Capital. 6/8/1996). p. entre os quais: Modernização e Miséria (Brasília. O Dilema da Esfinge e as Dúvidas do Moderno Édipo (in Freitag. 1994) . Freyre e o Orgulho da Nacionalidade (Brasília. ano de 1973. 1993). Chanchada Histórica (Brasília. Às Vésperas da Catástrofe (Brasília. 1973. 2002). Fernanda. Mestre e Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília. orgs. O Mundo da Bola (Brasília. Argentina (Brasília. 24 a 30 de junho de 1993). Caderno Cultura. UnB. Vida e Obra de Manoel Bomfim. Correio do Livro da UnB – Universidade de Brasília – ano 1. Orientador e membro de bancas de dissertações e teses de doutorado. Publicou ensaios em revistas e periódicos do Brasil. Um Estelionato Intelectual (Brasília. Revista Ethos – Sociedade de Estudos e Pesquisas Éticas de Brasília. Atualizou. Departamento de Sociologia. Adeus ao Paraíso: A Internacionalização da Amazônia (Brasília. Ano II. Discurso de Posse de Dom Otávio de Aguiar. construindo igrejas. Vice-presidente do Fórum Nacional de Secretários de Estado de Ciência e Tecnologia. 30/9 a 6/10 1993). Brasília. As Grandes Palavras e a Podridão Ética (Brasília. Momento Político. Momento Político. Maceió.30. Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira: a Unidade na Divergência (Brasília. n° 1 – jan/fev/mar 2001). no Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria e na Escola Municipal Souza Aguiar. Bispo da Diocese de Palmeira dos Índios (Alagoas). Rio de Janeiro. 8 a 14/2/1994). mimeo. Obras: Alagoas. Momento Político. Em colaboração com Hildebrando Souza Menezes Filho. Ana Maria & Sobral. maio de 2002). no governo Cristóvam Buarque. nº 7. 2003). criando obras sociais. 18. UnB Revista. Maria Francisca. que perdera o seu Arcebispo e esperava o novo dirigente.12 Francisco Reinaldo Amorim de Barros estrutura a nova diocese. Momento Político. Secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal. Edição 1999). 58 p. v. Uma Experiência de Vida. n° 4. Virtude Demais é Pecado (Brasília. 189-198. julho/agosto de 1983). Esquina – Jornal Laboratório do UniCEUB – Centro Universitário CEUB. Visões e Imagens Contemporâneas (Brasília. Marx morreu. AGUIAR. O Estado de S. v. Brasília. . Momento Político. Trabalhou durante 22 anos no CNPq. nº 1 e 2 jan/dez 2003). 1985. Posteriormente. Como Sócio Efetivo. fundando o seminário. viva Marx! Campinas. O Brasil Faminto (Brasília.). Universidade de Brasília. Ronaldo Conde (Penedo-AL 28/12/1942) Professor. UnB Revista. Paulo. n° 3 – jan/junho 2001). O Rebelde Esquecido: Tempo. Papirus. ano 1. Colapso da Ciência e Tecnologia no Brasil. São Paulo. o Arquivo da Diocese. nº 4. Pobre México (Brasília. pelo Conselho de Consultores. Marcel. Rio de Janeiro. pp. Obras: Abrindo o Pacote Tecnológico – Estado e Pesquisa Agropecuária no Brasil. 23 a 29 de setembro de 1993). Paralelo 15. Polis. 30/11a 6/121993). n° 2 – abr/mai/jun 2001). v. Primário. Revista do IHGA. ano III. em especial em O Semeador. entre outras atividades. na cadeira em que é patrono Sílvio Caroatá. Autor de prefácios. Professor de sociologia e pesquisador do Centro de Desenvolvimento Sustentável. O Futuro da Democracia (Correio do Livro da UnB – Universidade de Brasília – ano 2. Amarelinha em Campo Minado (Brasília. 3/4/2001). v. nº 6. ano 1. ano II. manteve-se no cargo de bispo emérito. março/abril 2002). bem como organizou a Biblioteca do Arcebispado. 107-122.

ou seja a vila de Santa Luzia do Norte. em tipografia própria. Chamou-se. De volta. Depois de atravessar PE.. insuflou a luta armada contra a facção contrária. seu redator principal. ambos em Maceió. em Maceió. Propriedade de João Mourão. Foi deputado provincial pelo partido Conservador. do ano 1. Possui uma faixa litorânea de 229 km. Acusado pelos adversários de exercer ilegalmente a Medicina.. Surgido em 3/11/1890 na cidade de Alagoas. Alagoas ALAGOAS Estado do Brasil. com os quais também veio a romper. ano VI – nº 11. retorna à política. Frei João de . em certo período. e ao norte do Rio São Francisco. Vicente Alves de (?) Deputado provincial nas legislaturas 1878-79. desempenhando os cargos de suplente de juiz municipal e de juiz de paz. Frei João de Sant’Angela veja SANT’ANGELA. O Jornal. Por ele. Joaquim Inácio Wanderley. Bibl. conhecida como a dos Cabeludos. Redigido pelo professor Mateus de Araújo Caldas Xexéo. 80-81. onde obteve carta de cirurgião. Joaquim Emilio (? AL . 1. ALAGOA DO NORTE Denominação antiga da vila de Santa Luzia do Norte ALAGOA DO SUL Nome pela qual era conhecida a vila de Alagoas. para se diferençar da Alagoa do Norte. Luiz Cesário Cardoso (AL ?) Deputado estadual nas legislaturas 1917-18 e 19-20. Segundo o seu testemunho. Era seu administrador Bartolomeu José de Carvalho. ALAGOANO. Frei Joaquim da ALAGOAS. publicado às quartas e sábados. Conservava o tipo das publicações primitivas. Nac.Cidade do Príncipe Imperial CE 25/2/1850) Deputado provincial. ALAGOANO. Editor e diretor: Macário Romão. Acha. ALAGOANO. Surgido em Penedo em 5/4/1908. chegou a Aracati (CE) onde fundou e redigiu O Clarim da Liberdade. pelo Ceará. O. Bahia e Sergipe. em 1831.Maceió AL 7/8/2003) Estudou no Colégio Santíssimo Sacramento e no Coração de Jesus. S. Nice da Rocha (Maceió AL 15/6/1913 . Bissemanal. aliou-se aos Caminha. dado pessoalmente em 23/12/2001. de inicio semanalmente. microf. PB e RN.uma área de 79 kms2 é ocupada por águas internas. dito FREI veja PURIFICAÇÃO. Exercia as profissões de advogado e médico. ALAGOAS. AIRES. Aliou-se em política à família Castro. depois passa a ser nas quintas-feiras e nos domingos. Nessa última qualidade. principalmente lagoas. Sua publicação foi suspensa em 1846. De sua superfície de 27. mai/jun/jul 2005). AIRES. do Rio de Janeiro. O Semanário. A Publicação surgida em janeiro de 1885. em in-quarto. Redator e proprietário: Theófanes Brandão.aproximadamente 1/307 do território brasileiro -. entre o Oceano Atlântico e os Estados de Pernambuco. Publicado. foi à Bahia.. Fundado em 15/11/1843 ou 1845. O Jornal. em Maceió. Logo depois. fez o papel de “mocinha” no primeiro filme alagoano: Um Bravo do Nordeste. obrigava rapazes sem ocupação a aprender um ofício. Órgão oficial do grupo denominado Lisos. no litoral.ABC das Alagoas Revista. 13 AIRES. 84-85. jornalista. e entre 27º 27’e 28º58’ de Long. e logo desavindo-se. . AGUIAR. com duas colunas de impressão. Universidade de Brasília.1 kms2 -. ALABAMA. em papel almaço. Publicado na tipografia do Diário das Alagoas. era impresso na Tipografia Amintas de Mendonça. Independente. José Tavares Bastos.933. casou-se e se dedicou à família.se situado entre 8º55’ 30’’ e 15º28’50’’ de Lat. o n.

As duas expedições de Cristóvão Jacques. Os habitantes primitivos das Alagoas eram selvagens bronzeados. em Vouvés. a Leste com o Oceano Atlântico e a Oeste com Pernambuco e Bahia. a enseada do Pontal do Coruripe. pelo menos com relação às barreiras vermelhas e brancas. nos primeiros anos do século XVI. por conseqüência entre Jequiá e Coruripe. o possível ancoradouro da esquadra. entre os quais os Caetés e o grupo Tapuia -. O aspecto físico do Baía Cabrália. Linhas Extremas . e sai água por muitos lugares. cabelos pretos e lisos e olhos castanho-escuros. confundindo-se finalmente com as águas do aludido rio Poxim. a perderiam. constante da carta de Pero Vaz Caminha. A afirmação de que a terra “traz ao longo do mar. com 8o 48’ 12’’ Sul.739 urbana e 902. Gr. Aconãs. dia em que a Igreja Católica festeja aquele santo. A topografia é a mesma e lá está. Esta é a nossa opinião.na costa --. italiano a serviço da Coroa portuguesa. com 10 º 29’12’’. cuja hipotenusa é paralela à linha do equador. Mariquitos e Abacoatiaras e os Chucurus. ou seja o ângulo reto está oposto à mesma. na confluência do rio Moxotó. Esta faixa territorial com uma flora rica atraiu a pirataria francesa e espanhola na traficância do pau-brasil com o íncola da região. e sai a água por muitos lugares”. apenas. no Pontal de Piaçabuçu. a Oeste. porque toda aquela ribeira do mar é apaulada por cima.distribuído entre os Cariris. manteve-se o comércio entre os índios do litoral alagoano e os piratas e mercadores franceses. Concluíram os portugueses que. seriam então as diversas lagoas localizadas um pouco antes da foz do rio Poxim. no município alagoano de Anadia.-. Descobre a embocadura do Rio de São Francisco. ao Sul com Sergipe. 621. Prova do intercâmbio constante e em toda parte do produto utilizado na tinturaria mundial A presença do corsário francês concorreu para a decisão de colonizar-se o Brasil.. em algumas partes.14 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Limita-se ao Norte com Pernambuco.As maiores distâncias entre os pontos extremos correspondem às linhas de 186 quilômetros norte-sul e 339 quilômetros leste-oeste. na desembocadura do rio São Francisco. que está junto com a praia. duas léguas para o sul do mesmo rio e o Porto dos Franceses na enseada do Coruripe”. É mais alongado no sentido leste-oeste. grandes barreiras vermelhas. segundo o Censo de 2002. sem a sua ocupação. talvez. “Havia o porto Velho dos Franceses. “três pequenas lagoas salgadas. com o Rio São Francisco. quanto à lagoa grande. sendo 1. sugerindo a forma de uma “borboleta”.919. através da fundação de feitorias e atalaias costeiras. como não poderia deixar de ser .882 rural. Chocós. em 1516 e 1526. e então o Capitão passou o rio. em uma curva no rio Jacuipe. entende-se pelas barreiras de Jequiá. assim chamado por ter ocorrido a 4 de outubro.). quatro léguas antes do rio São Miguel. Apesar desta e de outras expedições exploratórias. ao Sul. O rio de que trata Caminha presumimos que seja o CORURIPE.822. e fomos até uma lagoa grande de água doce. Um ano após a descoberta do Brasil.por conseguinte. os quais afirmam que as primeiras terras avistadas pela armada portuguesa estavam localizadas a 10º de latitude sul. fronteira com Pernambuco. Gabriel Soares revela que nada menos de três portos existiam nas costas das Alagoas com a denominação dos franceses. entre outras tribos.no interior -. umas vermelhas e outras brancas”. que se aponta como o ancoradouro das naus portuguesas. mais para o sul.. Pontos Extremos: Ao Norte. em sua História da Civilização das Alagoas defende que o primeiro ponto avistado pela frota portuguesa de Cabral “é de se presumir que tenha sido um dos cabeços da Serra da Nacêa. limite ocidental do Brasil. Gr. o território alagoano já figurava nos mapas portugueses. muito pantanosa (apaulada).De um triângulo-retângulo. com 35º 09’36’’Oeste de Greenwich (W. cujas comunicações com o mar só se estabelecem em marés altas”. também alcança terras alagoanas. adiante do curso d’água mencionado na carta que se reúnem por vários canais. a montante de Jacutinga. a expressão “é apaulada por cima. existindo. Em 1501. Romaris. reprimindo o contrabando de pau-brasil e. na barra do rio Persinunga.. RESUMO HISTÓRICO Jaime de Altavila. . daí. é semelhante ao nosso. que vamos encontrar um reforço a esta tese: “. que se subdividiam. com 38º 13’54’’ W. com todos nós outros. mas naquela região baiana não existe nenhuma lagoa de água doce. Oriundos principalmente do grupo Tupi -. E é numa descrição de um reconhecimento feito na região próxima ao fundeadouro da esquadra. Forma . subdivididos em diversas tribos. fundamentada no erudito historiador pernambucano Fernandes Gama e em Alexandre von Humboldt. População: 2. havia o Porto Novo dos Franceses. a Leste. de estatura mediana. a expedição marítima comandada por Américo Vespúcio. tiveram como objetivo afastar os franceses da costa nordestina.. região esta.

deu motivo a que se iniciasse uma luta pela ocupação da capitania.uma faixa que. segundo foral de 24 de outubro de 1534”. surge a cidade de São Miguel dos Campos. São Miguel e Camaragibe. destacam-se os que dão origem a Maceió e a Santa Luzia do Norte (Alagoa do Norte). surgiu a Vila da Madalena. que recebera uma légua em quadra dessa sesmaria. começa no Porto do Francês e vai até o Picão. Dividida a Capitania em sesmarias. como Pilar. o próprio donatário explorou o litoral e. . lá teriam estado. fundou dois engenhos. onde se fixou com sua mulher. também das demais Capitanias do Brasil. o tráfico africano coopera com a economia da região e integrar-se ao seu amálgama étnico. A prosperidade da Capitania de Pernambuco atraía colonos de Portugal. quando D.ABC das Alagoas 15 procurando consolidar o domínio português. Cristóvão Lins recebeu um feudo. o segundo donatário. o território alagoano foi considerado pronto para a colonização. No processo de colonização portuguesa. Com o colono branco e cristão. logo se cobriu de canaviais. em especial o dos Palmares. abrangendo cinco léguas de litoral. Abrangiam uma faixa costeira que ia de Santo Antônio do Meirim à Enseada de Pajuçara. extensa faixa banhada pelos Rios Manguaba. os colonizadores anônimos “. depois Alagoa do Sul e Alagoas. A Antônio de Barros Pimentel foi doada a sesmaria de Santo Antonio dos Quatro Rios. Alagoas. mas admite-se que nossa formação originou-se de três grupamento básicos: Penedo. pela prosperidade advinda da industrialização da cana-de-açúcar. com a fundação de dezenas de engenhos. Das suas terras. inclusive na terra alagoana em Porto Calvo. na capitânia de Pernambuco. em 1630. João III implantou o sistema feudal da divisão das terras em Capitanias Hereditárias que o combate aos piratas se acentuou. num penedo ali existente. Maceió e Santa Luzia. a sete léguas de sua foz. cingindo a Lagoa Mundaú. à exploração do açúcar. A invasão holandesa. de Angola e de Moçambique. nos primórdios coloniais. vizinha de Cristóvão Lins. Assim. expandiuse pela Lagoa Manguaba. Seu filho. Porto Calvo e Alagoas (atual Marechal Deodoro). de Pajuçara do Porto do Francês. que conquistou as terras dos índios potiguares e se aliou a outras tribos. e que seria a cabeça da Comarca e antiga capital. em Coruripe --. subindo o São Francisco. favorecida pelos extensos e ricos pastos. para miscigenação étnica de nosso povo e para ajuda ao desenvolvimento econômico À roda dos engenhos disseminados no norte alagoano. pela sucessão dos latifúndios dedicados ao mesmo fim. estava Cristóvão Lins. local de asilo da primeira imigração pernambucana. Com. define-se a vocação monocultora da grande propriedade. Data dessa época o surgimento de Penedo. Entre os engenhos levantados nela. Fundou sete engenhos. E. O povoamento do território alagoano se processou lentamente. praticamente. Tatuamunha. Santa Luzia do Norte. sendo cinco no hoje território alagoano. antes. Alagoas possuía os fatores essenciais para a exploração da cana-de-açúcar e sua industrialização. ou arraial fortificado. Vastíssimas foram as concessões a Miguel Gonçalves Vieira. foram surgindo vilas e burgos. veio o escravo negro. foi ocupante pioneiro do Vale do Mundaú. Com diz Abelardo Duarte “foram os negros escravos os que mais trabalharam para a prosperidade de nossa terra. Foram eles. e. Lançou os fundamentos de Porto Calvo. das ilhas e colônias lusas na África e na Ásia. Empreendeu-a Duarte Coelho de Albuquerque. o Novo e o Velho. Penedo. aparecem as fazendas e currais de gado. fundado pelo sesmeiro Antônio Barbalho. Rica em terras. a cultura da cana gera a cidade de Coruripe e a Vila do Poxim. Adriana de Holanda. Na raiz de cada um desses núcleos está o engenho de fabricar açúcar. campo de batalhas e de vitórias e ponto principal dos Quilombos. comerciando com os Caetés. duas expedições. “incluindo 60 léguas da costa da Barra de São Francisco e Igarassu. já então rica. No comando da primeira. Antônio Martins Ribeiro. provedor da Fazenda Real. fundou uma feitoria. embora acredite-se que franceses . o extermínio dos indígenas. diretamente. Na guerra holandesa foi teatro de lutas. Alagoas integrava o pedaço que coube a Duarte Coelho Pereira. se integra na civilização do couro. e. No comando da segunda expedição. que se tornaria um dos grandes núcleos do povoamento e expansão agrícola. e sete léguas de fundo.“ Penedo é o único núcleo que não se vincula. Nas sesmarias da região sanfranciscana. o qual se denominou Nova Lusitânia. Sua sesmaria. A sesmaria doada a Diogo Soares da Cunha. Do engenho São Miguel. Gabriel Soares. trazida por Mathias de Albuquerque. águas e matas. Decidido a limpar o litoral da presença dos franceses. exemplo da reação do negro africano. desceu até o Rio São Francisco. Dela. do qual resulta a fundação de outros importantes marcos de povoamento. transportado do Congo. pelo litoral. Desde o século XVI. São Luis do Quitunde e Porto de Pedras. Mas foi só em 1534. com suas fazendas de gado de corte ou leiteiro. parte um processo de irradiação econômico-social. na sesmaria doada a Antonio de Moura Castro -. em verdade. que se tornaram centros de atividade agrícola e comercial. como Camaragibe. no decênio 1575-1585. Camaragibe e Santo Antonio. O primeiro donatário foi um empresário e chefe militar de qualidades excepcionais.

em 1608. com Penedo e Porto Calvo receberiam. O Alvará de 16 de setembro de 1817 não fixou limites à Capitania das Alagoas. ainda. Alagoas. Alagoas participou da guerra do Paraguai. não teve habilidade necessária para a adesão desejada e fugiu. Anteriormente ao Alvará de 28 de junho de 1759.16 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Remontando ao século XVI. Em 1630 era erigida a Vila. em 1817. na costa alagoana. comprometendo o êxito da Revolução. Há troféus nos museus do Instituto Histórico que assinalam esta participação nas batalhas de Tuiuti. pelo 4º donatário. inclui-se como mais um dos pontos básicos do povoamento da região. em 1719. teve adeptos em Alagoas. tinha uma população de 100 mil habitantes e dividia-se em 10 freguesias. constituiu o “coração cívico do movimento”. como afirma Werther Vilela Brandão. em 1636. Santa Luzia do Norte. A sua indústria açucareira constituía-se de engenhos. contribuíram para a sua emancipação. no local que passou a ser conhecido como Porto Real do Colégio. e pelo Decreto Real de 16 de setembro de 1817 desligada da capitania de Pernambuco e constituída em capitania independente. entre 1560 e 1565. pelo meados do século XVII. o Velho. torna-se evidente a existência do povoado de Nossa Senhora da Luz. de acordo com as deduções do historiador alagoano Werther Brandão. Em 31 de dezembro de 1859 o Imperador Pedro II e D. a sua elevação à categoria de vila. Gomes Ribeiro e Fernandes Lima foram divulgadores da propaganda abolicionista. Angustura. e criação de um governo provisório na comarca. iniciaram a vida cultural do território. Duarte de Albuquerque Coelho. mas supõe-se que seja posterior à bandeira empreendida pelos filhos de Duarte Coelho. O Seminário de Olinda. a quem os rebeldes prestigiaram. por sua atitude de apoio ao Rei. Foi primeiro governador da Capitânia de Alagoas. “Em 1711 foi Alagoas elevada à categoria de comarca. em Alagoas. S. A emancipação da comarca se deveu a fatores econômicos e demográficos. do fumo e do milho. também de Alagoas. pelo Marechal Floriano Peixoto. Da fundação de Penedo não há informações seguras. Vale lembrar que Santa Luzia do Norte. do bispo Dom Pero Fernandes Sardinha. da Vila Nova de Santa Luzia. comandante das armas. Esses fatores. Antonio José Duarte. é possível fixar a data da fundação de Alagoas do Sul que. Os latifúndios marcaram as fixações interioranas das grandes propriedades de Porto Calvo. na zona da mata de Pernambuco. que foi consolidada. dominavam a política e a administração. em Maceió. Depois fortificou-se o espírito brasileiro nas idéias abolicionistas. à margem esquerda do rio São Francisco. que oficializou o ensino público em Portugal e colônias. criando. Luis Lavenère. contava com oito vilas. A Sociedade Libertadora Alagoana. não há documentação a respeito. na barra de São Miguel. Dois conventos franciscanos. e somente em 1838 seria transferida para Maceió. para combater o gentio. a emancipação. A eles. em 27 de janeiro de 1594. erradio e escapo às violências dos primeiros avanços. Camaragibe. A pecuária povoava extensas várzeas do vale do Mundaú e as terras do sertão. Embora tenha se processado muito lentamente a colonização do Vale do Mundaú. repercutindo nas Alagoas. oleaginosas e têxteis. no auge das lutas holandesas. nada deve a formação intelectual de Alagoas “. da Nau N. disseminando-se em povoações que mais tarde se tornariam freguesias e vilas. Vitoriano Borges da Fonseca. Ela se processou no ano da Revolução Republicana. Eusébio de Andrade. Campo Grande e Tororó. Sebastião Francisco de Melo e Póvoas. Todavia. logo após. que se desencadeou em Recife. Tereza Cristina chegavam. “para os filhos dos moradores sem estipêndio algum”. Data de 1566 o naufrágio. Ao então ouvidor Antonio Ferreira Batalha. como afirma Craveiro Costa: “É de crer que os padres visassem exclusivamente a conversão dos gentios dos arredores. Em 1611. e o trucidamento.em madeiras de construção civil e naval. incontestavelmente. aldeando-os para os trabalhos agrícolas e para a sujeição espiritual “. por Fabião Lopes. Coruripe. pois. Em 1889. Havia uma intensa exploração de riqueza vegetal . um em Alagoas e outro em Penedo. por serem praticamente os únicos centros de cultura. apenas Porto Calvo comprova a sua existência naquela época com a denunciação feita em Olinda perante o visitador do Santo Ofício. caminhando naturalmente do litoral para o sertão. bem como o da Bahia constituíram-se em . Maceió era uma pequena vila. um alagoano proclamou a República. O movimento denominado Cabanadas. Os senhores de engenhos. E conclui “ Não há em outros pontos de Alagoas vestígios desses exímios professores. da Ajuda. veio firmar os contornos geográficos do território da então comarca das Alagoas. o ensino era privativo dos conventos. Dias Cabral. irrompido em 1832. A sede do governo. os “coronéis . nos baixios de Dom Rodrigo. Desarticulou-se também em Alagoas o seu apoio. em plantas resinosas e tinturiais. aulas de gramática. E a agricultura desenvolvia-se com a cultura do algodão. Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto foram duas glórias alagoanas nos campos de batalha paraguaios. Imagina-se. era a velha Vila das Alagoas. O povoamento progressivo.. ESBOÇO CULTURAL “Da escola que os jesuítas fundaram. Diegues Júnior. deve-se. oficialmente.

panfletos e pasquins. em 1817. Bartolomeu apresentou documentos que juntou ao seu requerimento. em parte pelos custos que representaria. Dois anos depois. Existem ainda a Escola Técnica do Comércio de Alagoas e a Escola Técnica de Comércio de Maceió. eram os conventos. houvemos por bem o nomear professor das primeiras letras da Freguesia de Santa Luzia da Povoação do Norte. Bispo de Pernambuco. 2. na forma do nosso Edital de 16 de Fevereiro de 1799. particular e subvencionado. Somente no século XX é que surgiram as escolas municipais. do Conselho de Sua Majestade e. O Orfanato São Domingos mantém cursos de alfaiataria. por Dom José Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho. n. Persistiu a orientação arcaica da escola simplesmente alfabetizadora. porém sem êxito. a influência do rádio e da televisão e a industrialização. também se revelaram na lira e no púlpito. tendo ainda lecionado Filosofia. 31. no Liceu de Penedo e em 184 escolas primarias. Após. O terceiro. o consumo de massas. Instalada a Assembléia Provincial. se antes disto não mandarmos ao contrário. Existia um Liceu de Artes e Ofícios. na Levada. ao publicar. frei Joaquim da Purificação --. ao qual funcionava anexo um curso normal. O ensino secundário só foi regulamentado em 1849. n a praça Deodoro. na cidade de Alagoas e uma escola primária em Santa Luzia do Norte. O segundo é o Thomaz Espíndola. entre outros aspectos. baseada na experiência paulista. em Alagoas. à época. por tempo de tres anos. uma obra lírica. antiga de Aprendizes Artífices. sendo três grupos e 29 escolas isoladas. e depois nos cursos jurídicos do Recife e de São Paulo e na Escola de Medicina da Bahia. Razão pela qual os celeiros da cultura. mantido pelo governo federal. Teologia e Matemática. Filosofia. O documento é datado de 26 de maio de 1800. em 1869. um curso normal. em 1867. Vieira Perdigão pediu a criação de aulas de Retórica. foi inaugurado em 1879. uma cadeira de gramática latina e uma escola de primeiras letras. No âmbito particular funcionam o SENAI e o SENAC. Seu pedido ficou sem solução. em 1915. foi no sentido de criar uma aula de filosofia e outra de francês na vila de Penedo. duas em lei e uma em medicina” propôs a criação de algumas aulas secundárias. o Ensino Profissional está a cargo da Escola Técnica Federal de Alagoas. na Capital. Raros alagoanos se formaram. em Latim. a instrução pública tomou impulso. Frei João de Santa Angela. com a criação do Liceu de Maceió. cogitou da formação do professorado primário. Em 1821. fundado em 1931. o primeiro autor alagoano. no prédio da antiga Escola Modelo. subvencionada pelo governo. que reorganizado em 1900. Melo e Povoas criou duas cadeiras na província: Filosofia e Geometria. por Mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica. tipografia entre outros.tais como frei Santa Margarida de Cortona Fiuza. Em 1889 o ensino público era no Liceu Alagoano. Tentou-se uma reforma do ensino. inaugurado em 1913. Destaca-se. a serviço das causas políticas e sociais. havia 117 escolas oficiais. com o nome de Pedro II. Retórica. o conselheiro José Henriques de Amorim. é o Diegues Júnior. Nos dias atuais. O ensino primário oficial era ministrado por escolas estaduais de duas categorias: isoladas e agrupadas. em Lisboa. com três povoamentos principais: Alagoas. . Alagoas guarda um tesouro folclórico. Em 1853. em Penedo. A herança peninsular e a contribuição africana se fundiram. criada em 1711. destacando a deplorável situação intelectual que “apenas contava entre os naturaes três pessoas formadas. antes em Coimbra. que seria instalado. No início do século XIX existia no território alagoano. apesar das mudanças com a urbanização. sendo 70 para meninos e 47 para meninas. visando o ensino secundário das classes abastadas. Na Revista do IHGA.ABC das Alagoas 17 centros de formação intelectual. Penedo e Porto Calvo. em 1835. Director Geral de Estudos das Capitanias de Pernambuco. inaugurado em 1917. anexo ao Liceu. Cabia ao Liceu Alagoano e à Escola Normal a instrução secundária. em janeiro de 1830. criando. e Economia Politica e Agricultura. quando se lhe deu regulamento. O ensino rural era ministrado pelo Colégio Agrícola Floriano Peixoto. sua incursão no ensino. A instrução particular contava com 64 escolas. p. Outros religiosos -. O ensino técnico-comercial é também ministrado pelo Colégio Guido de Fontgalland. projeta a atuação intelectual profana. construído por subscrição pública. na qualidade de primeiro diretor da Instrução Pública. Desde 1799 funcionavam escolas públicas na Comarca. O mais antigo grupo. na qual muitos religiosos atuaram. em 1754. fez uma reforma que. e 235 estabelecimentos isolados no interior. na Pajuçara. foi extinto em 1915. Silva Titara. à criação da capitania. Os Seminários de Olinda e da Bahia continuavam sendo os principais fornecedor dos letrados. O surgimento de jornais. Na segunda sessão do Conselho. Não atentou para a situação do ensino primário. vencendo o ordenado anual de setenta e cinco mil reis”. capazes de produzir os primeiros intelectuais da Colônia. Geometria e Francês. por Sua Alteza Real o Príncipe Regente. onde hoje esta instalada a AAL. No primeiro Conselho Geral da Província. criada em 1910. em Satuba. e o Ginásio Industrial Princesa Isabel. está a transcrição de “Provisão Régia de Primeiras Letras da Freguesia do Norte Bartholomeu Antônio de Souza.

Antes da emancipação todo o seu território era parte integrante da Diocese de Olinda. É úmido na parte oriental do Estado. após a criação dos Cursos Jurídicos de Olinda e de São Paulo. conhecidos por tabuleiros. casas-grandes. logo depois. uma plêiade de homens ilustres. como a região da Bacia Leiteira (Batalha e municípios vizinhos). originado do samba africano. a fim de exercer a profissão. altitude. Ivan Fernandes Lima divide-o em tropical chuvoso quente e úmido. Tinham caráter rural não apenas as festas de Natal. oriunda dos engenhos. em conseqüência dos ventos que ali chegam canalizados pela calha do Rio São Francisco. Manuel Diegues Júnior. fundado em 1868. o senhor de engenho preocupava. maracatus e quilombos. A religião predominante é a católica. ao redor de quem giravam a vida das famílias. por força da maior distância do mar e da barreira orográfica do “Mar de Morros”. no interior. Na orla litorânea. Desta forma. As primeiras paróquias foram as de Porto Calvo. aponta como dança tipicamente de engenho. de baixa altitude e ocupado por terrenos arenosos. Após a República. até 1819. Paraíba e Rio Grande do Norte. compreendendo o território do estado e com sede na capital. no livro O Bangüê das Alagoas. pastoris. ASPECTOS FÍSICOS Clima . torneios. e semi-árido quente e seco. Entre as baixadas litorâneas e as elevações cristalinas do interior há os planaltos pouco elevados. Santa Maria Madalena e Penedo do Rio São Francisco. As mulheres faziam renda ou se esmeravam no preparo da culinária. bem como no fundo narrativo. em Maragogi e Barra do Camaragibe. direção das estruturas das elevações. cheganças. que barra as emissões de ventos úmidos soprados do Atlântico. ao canavial ou à cachaça”. destacando-se o da Baixa Verde. Os primeiros missionários presbiterianos chegaram em 1885. Os homens geriam suas propriedades. O marco são os conventos. caracteriza-se pela presença de restingas e lagoas. Vieram. que se destaca pelo seu acervo e pela revista que publica e a Academia Alagoana de Letras. seguindo-se outros grupos: Pentecostais (com as diversas ramificações) os adventistas e os congregacionistas. Não havia neste contexto campo para o aprimoramento intelectual. nas Chãs. enquanto Palmeira dos Índios seria em 10/2/1962. posteriormente. Dentre as várias denominações evangélicas. Os motivos regionais entraram em nossa literatura apenas nos fins da década de vinte. são beneficiadas por alguns ventos úmidos. os batistas. da Escola de Medicina da Bahia. O litoral. Dispõe Alagoas de duas instituições culturais de relevo: o Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. Maceió integrava. no entanto.18 Francisco Reinaldo Amorim de Barros enriquecendo o folclore alagoano em sua natureza temática e coreográfica. Penedo torna-se sede de diocese em 3/4/1916. resultantes da decomposição química. a frente da Escarpa Cristalina Oriental serve de anteparo aos ventos carregados de umidade.Cerca de dois terços da superfície estadual compreendem altitudes que não alcançam 200 metros. A prole crescia com os casamento endogâmicos. Mata Grande e Água Branca. encontram-se falésias de até 30 metros. calhas dos rios portadores de ventos e umidade. recebe a categoria de Arquidiocese. as mais expressivas são as Assembléias de Deus e a Batista. à medida que se multiplicavam fábricas. Em 1920. Em Alagoas. Em todo o Nordeste são interessantes e várias as manifestações folclóricas referentes à cana-de-açúcar. as decisões políticas. Orografia . As manifestações culturais correspondentes a essa fase dos engenhos restringiram-se ao Folclore.Oferece características e variações. em especial o de Marechal Deodoro e o de Penedo. após a diplomação não mais regressava à vida rural e se fixava em Maceió. Algumas áreas. No século XIX. marcando o início da moagem. destacou-se na sociedade alagoana. 200. senzalas. podendo atingir até 90 metros e mesmo. por força das influências locais de relevo. face ao seu resfriamento nas altas camadas da atmosfera. apareceu uma elite intelectual que. dançado nos terreiros da casa-grande”. mas também as juninas e a “botada”. Manuel Diegues Júnior chama a atenção para o fato de nossos poetas e artistas não terem se inspirado no açúcar como era de esperar. Entre a emancipação e a proclamação da República. Acompanhando o litoral há um cordão de recifes. em 1900. bem como no alto dos maciços de Santana do Ipanema. “porque nela nascida: o coco. com cerca de 40 a 50 metros. . afirma: “ é rico o material folclórico que se encontra no engenho e no açúcar. Assim. criada em 1919. próximo a Maceió. cuidavam da defesa da terra. bem assim pela maior profundidade de seus solos. capelas. juntamente com Pernambuco. é terra de reisados. ao engenho ou ao senhor de engenho. É semi-árido na região sertaneja. provocando o movimento ascensional desses mesmos ventos e chuvas constantes. Agricultor por excelência. somente 16 novas paróquias foram instaladas. filha dos bangüês. é criada a Diocese de Alagoas. a paróquia de Santa Luzia do Norte. Por outro lado.se com a prosperidade material dos seus domínios. pela presença do mar e da mata atlântica. e.

Cachoeira. quanto às serranias que bordam o Rio São Francisco. localmente.Vento. “Vencidas as cumeadas do batente da Escarpa. em níveis escalonados. Seus gigantescos patamares semi-circundam o núcleo mais elevado. Pelada. Fora desta área existe no ocidente alagoano uma zona elevada. A base da escarpa é uma área rebaixada ao longo da escarpa oriental. e. Tamoatá. ou seja as falésias. c) Base Oriental da Escarpa Cristalina ou Depressão Periférica . de nenhum outro sistema especial fazem parte. Bananal. constituindo apenas um grupo que deve ser considerado pertencente ao sistema geral “. Frio. este relevo tem aspectos particulares no conjunto de suas formas variadas. que depois de ter atravessado mais de 50 léguas do sertão dos Estados de Pernambuco. Em Alagoas denominamos Escarpa Cristalina Oriental. Branca dos Lençois. Destacam-se as serras: Bananal. Bolandeira. quer de um. uma superfície de 500 metros de altitude. e as ribanceiras. Pilões. com seus morros.ABC das Alagoas 19 Afirma Bonfim Espíndola. aparentemente irregular. deparamo-nos com a Escarpa Meridional do Planalto da Borborema. Priaca. Carié (morro). Brecha. Muro. Esconso. Paquevira. que dista 30 léguas do salto grande da Cachoeira de Paulo Afonso. para o Rio São Francisco e para o mar. Crauanã. Maracujá. Mangabeiras. Destacam-se: Bonifácio. Corcunda. Destaque para as serras: Água Branca. conhecido. ou deságuam noutros e sempre descobrem a rocha matriz. paralelamente acompanham os rios ou marginam as lagoas. Pedras do Bolão. é o mesmo da Borborema. Almeida. “Quando se findam os tabuleiros e passamos pela “depressão periférica”. Cigana. Junqueiro (mesmo que esteja muito afastada da escarpa). alcançamos. das restingas. Rosário. d) Escarpa Cristalina Oriental. Tanque d’Arca.Escarpa é expressão usada para designar as frentes dos batentes dos planaltos de Brasil e se justificar o termo serra.. Guaribas. Serrinha. Caiçara ou Maravilha. Cassessé. donde parte a Borborema propriamente dita. Cabeça de Porco ou Brejinho. oferecendo diversas abas. Gugi. Considerado nos traços gerais. Cajaíba. Pariconha. até às primeiras serras cristalinas para oeste. nas denominadas chãs. Cocal. Japão. Gavião. porque uma outra existe. Mariquita. Padre. Camonga. São Pedro. das Flores. e) Patamar Cristalino do Nível de 500 metros. assim descreve. cujo nó no centro e a serra Araripe. f ) Escarpa Cristalina Ocidental. Santa Rosa. Barriga. Solteiros. Nesta categoria se encontram os três maciços do estado: Água Branca.“O conjunto de terras pouco onduladas do oeste alagoano”. denominadas tabuleiros”. Espinhaço da Gata. Surrão Velho. Sempre dominadas pelas elevadas encostas dos tabuleiros. dos recifes da costa e dos terrenos semi-pantanosos dos mangues”. Limoeiro e Preguiça. Gravatazinho. a noroeste de Garanhuns. na parte centro-norte-oriental. Pinhas ou Piãs. Pedra Talhada. Ivan Fernandes de Lima. chegando à margem ocidental do Rio São Francisco. Sobrado. Cuscus. Pedra Branca. Poço. na parte voltada para o mar. Os seus rios correm paralelos à própria escarpa e infletem para o mar. Palmeira. na sua Geografia Alagoana: “O sistema orológico do Estado.Velame. quer de outro lado. planos soerguidos e vales escavados”. e de 200 metros no interior. Pai Mané. numa paisagem de vales rebaixados. Cedro. Manacan. Galho-doMeio.“Abrange a formação das praias. como Planalto de Garanhuns. Cavalos. Bernardino. Cachorro. Gravatá. Cotia. por Ivan Fernandes de Lima em: a) Planície ou Baixada Litorânea . dos terraços marinhos. Tem a forma de um leque. Mãos. Naceia. em sua Geografia de Alagoas: “O relevo de Alagoas compreende o trecho meridional da Borborema. na frente dos penhascos. Cocal. As serras desta categoria são: Azul. Chico. pois não existe depressão periférica”. Santa Cruz. Dois Irmãos. Ouricuri. Cafuxí. Parafuso. Sua altitude é de 40 a 50 metros sobre o nível do mar. Paraíba e Rio Grande do Norte. com suas falésias. Canastra. na parte do Planalto de Garanhuns. Capelinha. Carrapateira. Galhos. Poço Comprido. dos cordões litorâneos. Cruzes. g) Pediplano Sertanejo . Porteiras. Lagoa . atravessa-o no lugar das cachoeiras para estender-se de novo pelas margens opostas. para o lado ocidental do sertão”.“Formado pelas terras pouco elevadas que se estendem do mar. Vento. “A base desta escarpa difere da oriental. Panela. Vigia. Jacioba. De outra parte. d’Água Dois Irmãos. a qual optou por denominar de depressão periférica. Laje. Guaribas. Para Ivan Fernandes de Lima é a parte do território onde “morros e serras instalam-se nela. sendo dividido. no trecho centro-norte o pequeno maciço de Santana do Ipanema. Tavares. . Quanto às demais serranias do Estado. b) Baixo Planalto Sedimentar dos Tabuleiros . a Ibiapaba que separa o estado do Piauí do Ceará e fenece junto ao Atlântico e a dos Cariris que dirige-se para o Sul e. Tronco. Bois. Laje. Luciano. Olho d’Água. Do sudeste para nordeste aparecem as serras: Bolívia. São Pedro. Maricota. quando do lado marinho. a se rebaixar. aquelas que. Ouro. Mata Grande e Santana do Ipanema. Bois. fenece perto do Cabo de São Roque. Batente. pertencente às áreas de Água Branca e Mata Grande.

Várzea Grande e Caiada. ainda. Azeda e Jacarecica. Lagoa Manguaba e Rio Paraíba-do-Meio. costas baixas. Mosquito. Poxim. de Ivan Fernandes Lima. Muguengue. Piauí e Marituba. temporários. Finalmente. Jitituba. em sua maioria. no Rio Camaragibe. Dois Irmãos. Ro rio Jacuipe. E finalmente. Enquanto os da primeira vertente são perenes. onde deslizam como rios de planície. na vertente oriental. que deságuam no Atlântico e a dos rios ocidentais que vão despejar no Rio São Francisco. sendo que estes três últimos deságuam no mar. entre as localidades de Rio Largo e Gustavo Paiva ficam as lagoas Tombador. do Senhor. Entre as lagoas da margem do São Francisco destacam-se: Tororó. Itiuba. com as praias. em Maceió. às quais deve ele seu nome. com as margens do rio mais baixo. Talhada. Em Palmeira dos Índios encontram-se lagoas de água salgada: Porcos. Paulo Afonso está na vertente do Rio São Francisco. nas proximidades de Porto de Pedras.São 22 as principais lagoas do estado. Enxada. finalmente. nas imediações do Rio Suaçui e Ponta Verde. Grande.Não tomando em conta o Rio São Francisco. as da margem do Rio São Francisco. com cachoeiras e pequenas corredeiras. Além da cachoeira. Grande. em parte pela umidade que lhes vem do Atlântico. Santo Antônio Mirim ou a sua corruptela Rio Meirim. Porta. Catita. enquanto que para os ocidentais é o conjunto da serra do Orobó. em sua maior extensão. finalmente. em pequenas depressões. os baxios de Dom Rodrigo. Entre as do litoral destacam-se: Mundaú ou do Norte. Patos e do Pau e. O conjunto de seus rios forma o tipo de drenagem radial. Duas Bocas e Piaba. Mangues. Boacica. Niquim. ambas no Rio Manguaba. A segunda em importância é a cachoeira Serra d’Água. Nesta parte do litoral encontram-se. Jiquiá. Cangote. Cabaceira. as de terras interiores. a maior delas. Pitangui. Santiago. Garça Torta. e. dividindo-os em: costas altas. ou. no rio Caçamba. Deságuam no Oceano Atlântico. no Rio Castanheiro. Botoque ou Pariconha. Caldeirão. São divididas em três tipos: as do litoral. Serraria. encontramos as lagoas Santa Fé. ainda. Pé Leve e Lunga. Manguaba ou do Sul. na divisa com Pernambuco. as da área da vila do Poxim: Escura. resultado de acumulações. de águas durante a estação chuvosa.Embora a maioria se encontre na vertente oriental. Jacobina. no Rio Paraibinha e Poço Redondo. Rios de planalto. que acabam por desviá-los para sudeste. destacam-se as lagoas Santa Luzia. A partir de São Brás. Jacaré. na fronteira ocidental com Pernambuco. Mocambo. ambos em Pernambuco. ou seja correm somente em parte do ano. Roteio. no Rio Porongaba. praticamente no delta. no Mundaú-Mirim. Marcação. devido ao caráter permanente das águas. Meio. este na fronteira com Pernambuco. Sampaio. estas de água doce ou salobra. Canto e Nova. Maragogi. Jiquiá ou Jequiá. Maravilha). São Miguel. Marizeiro e Salgada. Mangue. Várzea. no Rio Mundaú. Comprida. formadas e invadidas pelo grande rio. Paus e Persinunga. Santo Antônio Grande. agora na vertente meridional-ocidental: Moxotó. as lagoas da falésia de Jiquiá: Pacas. Lagoa Mundaú e Rio Mundaú. as quais podem ser permanentes ou temporárias. A costa é constituída de vários aspectos. que é destacado a seguir. do Miaí e Pelea.Com base em Geografia de Alagoas. Perucaba. Reginaldo. Várzea e Sação (as três últimas junto a Traipu). além de manguesais. Manguaba. No caso dos rios orientais o centro dispersor é o Planalto de Garanhuns. São Francisco da Cachoeira. Camaragibe. Taboada. Traipu. rio de fronteira que separa Alagoas de Sergipe e deságua no Oceano Atlântico. Escada. Lajes. Guaxuma. no Paraíba-do-Meio. Lagoas . ainda. Ipanema. Nelas são encontradas as seguintes pontas: Patacho. temos os rios Coruripe. Estância. Samaúma. com seus afluentes -. Parafuso (Mata Grande) e Pedra do Bola (Ouro Branco. os da segunda são. Gado Bravo. ou de recifes. Tapuia. Na direção interior para o litoral temos. no Rio Santo Antônio Grande. por força dos depósitos acumulados. Caxéu. Cahoeiras . Engenho. Sapucai.20 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Hidrografia . Tatuamunha. até atingirem a baixada litorânea. autênticas lagunas invadidas pelo mar. as lagoas de terra interior. Sobrado. no que se refere as praias do Litoral Norte. de Baixo e Comprida. Salgado. Jacarecica. ou de delta. do Prego. . junto a Pesqueira. Afluentes do São Franciscol. Grande. Curral. São pequenas bacias hidrográficas em geral oriundas do Planalto da Borborema. Doce. Abaixo de Penedo. Doce. Rios de fonteira com Pernambuco: Jacuipe aflnte o Taquara. encontram-se as lagoas: Botafogo. Timbó. Suassui. no litoral sul. Tombador. ao norte da barra do Rio Camaragibe. Capiá. encontrando-se. encontra-se o Pontal do Peba e o Pontal do Piaçabuçu. Os rios são identificados em duas vertentes: a dos rios orientais. Pratagi. com falésias. lagunas e recifes. Guaxuma e Vermelha. Tabuleiro. dos Farias.e na direção do sul para o norte. Campo.

Covões e Curral de Fora. um dos que restaram dos três anteriormente existentes. Principais afluentes: marg. rio de fonteira. Vacas. Doce. Boqueirão. Ipueira. Perrexil. Tatuamunha. Gravatá. Jaramataia. Olho d’Água das Flores.: Camuxinga.: Analá. João Gomes. Bebedor. Bacia do Riacho Pau Ferro (Pão de Açúcar. Porto de Pedras. que ficam até Penedo e as inteiramente fluviais. Os rios Cachoeira e Fundo foram considerados como pertencentes à esta bacia. Limoeiro. Os portos. Maravilha. Serra Branca. Bacia do Riacho Botoque (Mosquito. . Inferno. Carié. Olho d’Água do Casado. Igaci. na foz do Rio Poxim. Porto Real do Colégio. Poço das Trincheiras. da Fitinha. São Felipe. Belo Monte. Capivara. Gravatá. Palestina. Inhapi. Salina. Dois Riachos. da Tereza. Minador do Negrão. Fernandes Lima ainda cita. (Água Branca. os fluviais e os flúvio-marinhos. na barra da Coruripe. Minador. Japão. Salgado. Cabeças. Desumano. São José da Tapera). dir. Poço das Pedras. Bacia do Riacho Talhada (Água Branca. do Monte. Dois Richos. Duas Pombas. Zuza. São José da Tapera) sem afluentes de importância Bacia do Rio Farias (Monteirópolis. Belo Monte. Galinhas. Principais afluentes: margem direita: Cágado. Os rios Castanha e Olho d’Água também foram considerados como pertencentes à Bacia do Riacho Talhada. foram considerados como pertencentes à esta bacia. Entre as primeiras encontramos: da Criminosa. Entre os fluviais destacam-se os da margem do São Francisco: Penedo.ABC das Alagoas 21 As ilhas do estado dividem-se nas do Rio São Francisco e nas das Lagoas Mundaú e Manguaba.: Torta. por base o estudo Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas encontramos: Bacia do Rio Moxotó. Cacimbas. Vergonha (?). Olho d’Água das Flores. As do São Francisco se subdividem em ilhas flúvio-marinhas. Umbuzeiro. Principais afluentes: Salgadinho. Boi. Traipu). Jacaré dos Homens. na enseada do mesmo nome e que é o porto mais freqüentado do Estado. Isca. do Gondim. Fogo e Maranhão. São José da Tapera). Palha. Boa Vista e Tomboque. Grande e a de Santa Rita. do Toinho. Bacia do Riacho Belém (Pão de Açúcar). Ouro Branco. Delmiro Gouveia e Mata Grande) . Tijolo. Navio. da Mamoeira. Sal. Mata Grande. Olaria) (Água Branca. : Bola. entre as segundas: Chimaré. Sertão. a seguir. Bacia do Rio Ipanema (Batalha. Bacia do Rio Traipu (Arapiraca. Priaca. Monteirópolis. Pão de Açúcar. Ouro Branco. Tenente. Santana do Ipanema. esq. Cabeceira.. Traipu e Piranhas. Registrem-se a Enseada da Pituba. Tomando-se. Palmeira dos Índios. Bacia do Riacho das Piranhas (Olho d’Água do Casado. Laranjeira. Foram incluídos nesta bacia os rios: Porteiras. esta última. Santa Maria e Limoeiro. Pão de Açúcar. Prazeres. da Negra. Bacia do Rio Jacaré (Batalha. Jaramataia. Garrotes. Major Isidoro. seguindo-se o Porto do Francês. esquerda. Gonçalão. As da lagoa Manguaba são: Tomé. José Rodrigues e Aguas Mortas. do Cachimbão. Principais afluentes: Parafuso. Formosinho. Lira. Promissão. além da de Santa Rita. O mais importante dos marítimos. São considerados como seus componentes os rios Piranhas. Piranhas. Cacimbinhas. São Brás. Girau do Ponciano. Porta. Palestina. croa de Holanda. com seus afluentes Coité ou Manari e Parafuso. Mata Grande. Tapuia. enseadas e ancoradouros dividem-se entre os marítimos. Lavrador. reputada como uma enseada superior à de Jaragua. e margem esquerda: Fundo. das Canoas e de São Pedro. Cascavel. Mandacarú. Olho d’Água do Casado. As da lagoa Manguaba são: Frades. Tingui. Principais afluentes: Tanque. São Brás. Bacia do Riacho Grande (Carneiros. Belo Monte. Poço das Trincheiras. Piranhas). Mata Sapo e Marrua. Pinheiro. Delmiro Gouveia). Poção. Pão de Açúcar. Os rios Salgado e Xingó. Tingui. São José da Tapera) . Pão de Açúcar. marg. Traipu). segundo Ivan Fernands Lima. São José da Tapera) Principais afluentes: margem direita: Canapi. Maravilha. Piranhas). Bacia do Riacho Jacobina (Belo Monte. Gravatá. Possui diversos afluentes de pouca importância e com denominação local. Socorro. Seus componentes: Belém e Pau da Canoa. Inhapi. Seu principal afluente é o Riacho Bananeiras. Sal. Sêco. Entre os flúvio-marinhos: Barra Grande. Olivença. margem esqu. Poço das Trincheiras. Sinimbu. Tavares. Batalha. Salgadinho. Santana do Ipanema. margem. Faveira. Santana do Ipanema. Cachoeira. O rio Caraíba foi agrupado nesta bacia. é o de Jaraguá. Sítio. Chita. Analó. Olho d’Água Seco. Principais afluentes margem direita. o porto de São Miguel e o do Batel. pertenceria às duas lagoas. e mais freqüentado do Estado. Bacia do Rio Capiá (Canapi. São Vicente. Uruçu.: Campos. sem definir em qual das duas lagoas: Andorinhas. Barra de Camaragibe e Barra de Santo Antônio. Major Isidoro. Delmiro Gouveia. Terra Nova. de Santo Antônio.

Penedo. Bacia do Rio Poxim (Coruripe. Mar Vermelho. Garça Torta e Guaxuma. Bacia do Riacho Feliz Deserto (Coruripe. pela margem direita. margem esquerda. Bacia do Riacho Lagoa do Pau (Coruripe) não tem afluentes expressivos. Marechal Deodoro. Junqueiro. Principais afluentes. Traipu) Principais afl: Camarões. Afluentes principais: Camurupim. Pindoba. salientando-se o Riacho do Sapo e o Gulandim. São Sebastião. Limoeiro. Joaquinzinho. Estiva. pela margem direita. Limoeiro de Anadia. Maribondo. Branca. São José da Lage. São Brás. Antas. Cana Brava. Sumaúma Mirim. os rios Candeeiro e Vermelho. Quebrangulo. Bacia do Rio Perucaba (Arapiraca. Afluentes principais: margem direita. Cajueiro. Principais afluentes: Garcia.22 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Bacia do Riacho da Taboca (Olho d’Água Grande. Belém. São Sebastião). São Miguel dos Campos). Roteiro. Riachão. Coruripe. Lunga. Jaou. que também nasce em Pernambuco. Pará. Girau do Ponciano. Bacia do Rio Boacica (Campo Grande. Principal afluente é o Riacho do . Campo Alegre. Messias. Bacia do Rio Mundaú (nasce em Pernambuco mas drena os municípios alagoanos de Atalaia. Tanque d’Arca. Feliz Deserto). Cacimbinhas. Imbunas. Taquara. Riachão. Igreja Nova. Messias. Palmeira dos Índios. Porangaba. Satuba. Feira Grande. bem como os afluentes do principal e são autênticos igarapés. Bacia do Rio Paraíba do Meio (Atalaia. Mocambo. Cruzes. Principais afluentes. Pilar. Taquarana). Igreja Nova. Seu mais importante afluente é o Canhoto. Mocambo. Nossa Senhora. Bálsamo. Maribondo. Paraíbinha. Porto Real do Colégio. Bacia do Rio Meirim (Sto. Traipu) Sem afluentes importantes. Francisco Alves. Palmeira dos Índios. Camundongo. margem esquerda: Carangueja. Porto Real do Colégio. que terminam em lagoa temporária. Pedrinha. Olho d’Água Grande. Azeda. Incluí. Seu principal afluente é o Rio Vermelho. Antônio Mirim) (Flexeiras. João Velho. Pilar. Os outros são: Doce. margem direita. Bacia do Rio Coruripe (Arapiraca. Taquarana). Limoeiro de Anadia. Capela. Canhoto. Camurupim. Pacas. Santa Luzia do Norte. Caruru. Graça Torta e Riacho Doce. Saldanha. Principais afluentes: Santa Maria. Igaci. Passagem da Moça. Nota: O outro Riacho do Broma é similar. Bacia do Rio Jiquiá (Anadia. Santana do Mundaú. margem esquerda: Ingazeira. Branquinha. Capela. Bacia do Rio Niquim (Marechal Deodoro. Sapucaia. Pedrinhas. Culangi. São Miguel dos Campos. Penedo. Rio Largo. Barra de São Miguel. Feliz Deserto. Ibateguara. Piaçabuçu. Seco. Peixe. Marituba. margem esquerda. Lagoa da Canoa. Feira Grande. Bacia do Rio Sumaúma Grande (Marechal Deodoro. Porto Real do Colégio. Riachão de Cima. Principais afluentes: Branca. Bacia do Riacho Jacarecica (Maceió) liderado pelo rio Jacarecica . Retico. Aferventa. Girau do Ponciano. Bacia do Litoral Sul (Piaçabuçu). Maceió. com exceção do Taboado. Campo Alegre. Bacia do Rio São Miguel (Anadia. além do Poxim. Boca da Mata. Messias e Maceió). Igreja Nova. São José. Persiga Bacia do Rio Piauí (Arapiraca. Coité do Noia. juntamente com outros riachos e minibacias. Água dos Meninos. Itapecuru. Feliz Deserto. Jibóia. Coqueiro Seco. Penedo. Mar Vermelho. Viçosa). Bacia do Riacho Reginaldo (banha só Maceió) Seus afluentes são pequenos e sem importância. Anelzinho. Também se incluem nessa bacia os riachos Doce. Mangues. Mar Vermelho. tais como: Guaxuma. Coruripe. Bacia do Rio Pratagi (Maceió. Casaco. Mata Verde. Macacos. Bacia do Rio Itiuba (Campo Grande. União dos Palmares). Murici. Urutu. Barra de São Miguel). Miaí de Baixo. Quebrangulo. Bacia do Rio dos Remédios (Riacho da Barra) Apenas Marechal Deodoro. Afluentes principais: Miaí de Cima. Passagem. Coruripe. Branca Grande. Sete cursos de água do tipo igarapé. Pilar. Maribondo. Custódio e Satuba. Seco. São Miguel dos Campos. São Miguel dos Campos). Junqueiro. São Brás. Boca da Mata. Porto Real do Colégio. Bacia das Lagoas (São Miguel dos Campos). Panelas. Imbui. Tapera. Prata. Tanque d’Arca) . Azedo Jacarecica. margem direita. São Sebastião). Recanto. Principais afluentes: Gado Bravo. Principais afluentes. Girau do Ponciano. Inclui os riachos Retico. Rio Largo) Seu principal afluente. Vitorino. margem esquerda. Potenji e Tumuacum. Junqueiro. Oriundos de Alagoas são seus afluentes principais: margem direita: Gravatá. Paulo Jacinto. Lagoa da Canoa. Caçamba.cujos afluentes são pequenos riachos de pouca importância -. é o rio Messias. margem direita: Cachoeira. Cachoeiras. Principais afluentes: Cabotagem. Chã Preta.

os roedores. Porto de Pedras). Bocrotó.Áreas do cerrado . Ipioca. esquerda: Canastra e Taquara. Afluentes principais: Pau Amarelo. Flexeiras. São ainda componentes desta bacia os rios: Suauçui . Marceneiro.Rico em minerais: petróleo. Tatuamunha. . Manjerição. Passo de Camaragibe.: Galho do Meio e Salgado. Juçara. publicado em Londres em 1891.Fernandes Lima divide em duas áreas portadoras de espécies faunísticas. Jitituba. Oliveira. onde se encontram grande carnívoros e roedores. Gurpiuna e São João. Principais aflu. siris. ao final de 1918. pela margem esquerda. b) Ambiente continental da Mata.Vegetação do agreste . lagostas e camarões. São Luiz do Quitunde. Afluentes principais: margem direita: Trincheiras e João Dias. Matriz de Camaragibe. Quitunde. perto de Felix Deserto. Petróleo . Novo Lino. E prossegue. quartzo. cujas espécies são ligeiramente diversas das da mata e se intercomunicam algumas delas. ainda. Contam-se. amianto. entre os quais os bagres e carapebas. Bacia do Rio Sapucaia (Barra de Santo Antônio. Lajes. Joaquim Gomes. petróleo e gás natural. Recebe na margem esquerda os riachos Camandatuba. calcário. Mucaitá. demonstradoras de pequenas diferenças de habitat: a) a do Litoral e Mata. São José da Lage). Castanhinha. os carnívoros. com os artrópodes. Sua exploração é rudimentar. Outros estudos a partir de 1905. os rios.ABC das Alagoas 23 Senhor. Caxéu . Senhor. marg. quando José Bach os aprofundou durante 13 anos.Vegetação litorânea . dão conta das potencialidades petrolíferas de Alagoas. água mineral. Jundiá.Jazidas localizadas nos municípios de Mata Grande.Caatinga Fauna . os anfíbios. Bacia do Rio Camaragibe (Colônia Leopoldina. 2) Sub-distrito Ocidental a) As Caatingas. Itabaiana e Persinunga) Maragogi e São José da Coroa Grande (Pernambuco). Bacia do Rio Jacuipe (Colônia Leopoldina. Recursos Minerais . e da margem esquedad. Japaratinga. com seus peixes. lagoas ricas em variedades de moluscos (ostras. das Pedras. Poço Cortado. os insetos. nas regiões costeiras de Riacho Doce e Garça Torta. Canavieiro e Floresta. argila. Caiana. com suas ambiências radicais e b) a do Sertão-Agreste.de maior extensão -. Bacia do Litoral Norte (Rios dos Paus. Ibateguara. com peixes. Mortos. Macacos. quando se prolonga a estiagem. afogado na Lagoa Mundaú. Jacuípe. Passo de Camaragibe. Ibateguara. São Miguel dos Campos e Batalha. Japaratinga. Maceió). Bacia do Rio Santo Antônio (Barra do Santo Antônio. restrita à produção de cal e de corretivos de solos. Ivan Fenandes Lima apresenta com os seguintes tipos: . ou oriental. os répteis. dividindo-a no: 1) Sub-distrito Oriental a) Ambiente marinho. Morreu. Calcário . Comporta. gás natural. Tapamunde. Maragogi. unha-de-velho) e certos tipos de peixes. em especial o São Francisco. e finalmente. na margem direita: Manguabinha. São Miguel dos Milagres). Uruçu. Apara. Praiano. sal-gema. é a primeira notícia da existência de petróleo em nosso Estado.Floresta tropical chuvosa ou mata atlântica .De forma sumária. os jacarés. Fonte Grande. sururu. Triunfo. Messias. Murici) Principais afluentes da margem direita. Jundiá.A referência a “folhelhos betuminosos” em Riacho Doce e Camaragibe encontrada no Relatório do Boverton Redwood e William Topley. da qual foi diretor técnico. Bacia do Rio Salgado (Jacuípe. Bach funda a Empresa de Minas Petrolíferas. Bacia do Rio Tatuamunha (Porto de Pedras. Porto Calvo. e no seu delta. Bacia do Rio Manguaba (Novo Lino. ou ocidental. mica. Vegetação . durante as fases de verão. em especial da possibilidade da industrialização do xisto betuminoso que aflorava na região de Riacho Doce. Novo Lino. Porto Calvo) Além dos afluentes do Rio Salgado estão incluídos nesta Bacia o Rio Cupuava e o Riacho Bitingoi (??) Bacia do Rio Maragogi (Maragogi) Principais afluentes: Lavadão e Carões.

Agreste Alagoano e Leste Alagoano. no lugar do técnico. oficialmente. Depois. Coité do Nóia. com uma torre no Tabuleiro dos Martins. Arapiraca: Arapiraca. Belo Monte. inclusive do governador. Em 1932. Piranhas. Sal-gema. tendo encontrado. Pariconha. Campo Grande. 1. DIVISÃO REGIONAL Meso e Microrregiões . mas a sonda quebrou aos 79 metros de profundidade e a perfuração foi interrompida. Inhapi. Mais tarde. contratou os serviços da empresa alemã Piepmeyer & Co. Santana do Ipanema. o Serviço Geológico e Minerológico do Brasil mandou uma comissão estudar a região petrolífera alagoana. Flores . no povoado Lagoa do Canto. em 1913. 2) Arapiraca e 3) Traipu. Olivença. Major Isidoro. Bach”. São Brás e Girau do Ponciano. Mar Vermelho.ter a região todas as possibilidades da existência de petróleo. onde é transformado. Outras riquezas são as jazidas de calcário em São Miguel dos Campos.24 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Em 14 de abril de 1920 foi feita a primeira sondagem em Maceió. Mata Grande. Senador Rui Palmeira.Palmeira dos Índios: Belém. 2) Mata Alagoana. haviam sido perfurados 379 poços. Palmeira dos Índios. Criada a Petrobrás. Foi em Palmeira dos Índios. Estas. dos quais sete em Alagoas. Olho D’Água das Flores. Monteirópolis. é a seguinte a divisão: 1) Sertão Alagoano 1. se dividem em 13 micro-regiões assim distribuídas: Sertão Alagoano : 1) Serrana do Sertão Alagoano. emprestada. o Edson de Carvalho organizou a Companhia Petróleo Nacional S/A. Cacimbinhas. Maribondo. Inglaterra e Estados Unidos. São José da Tapera. Igaci.Alagoas. está dividida em três mesorregiões Sertão Alagoano. Batalha: Batalha. Lagoa da Canoa. a primeira ocorrência de sal-gema. A quarta. 2) Alagoana do Sertão do São Francisco. para a presença de um técnico para proceder ao exame do poço. Palestina. tendo esta concluído ao apresentar o relatório .Prospecção Geofísica em Alagoas .3. Leste Alagoano com: 1) Serrana dos Quilombos. Agreste Alagoano: 1) Palmeira dos Índios. gás inflamável. As maiores reservas desse mineral estão situadas no Pontal de Coruripe.Recife. De sua parte. Girau do Ponciano.000 kms2. o governo estadual. já agora em Riacho Doce. surgiu um funcionário exigindo a entrega da sonda federal que.A plantação de flores tropicais. Quebrangulo. Poço das Trincheiras. Paulo Jacinto. Em dezembro de 1921 ocorreu a terceira perfuração. no Tabuleiro dos Martins. inclusive com trabalho de campo em locais nos quais foram encontrados vestígios de petróleo. Tanque d’Arca. finalmente. 2. por sua vez. Em termos dos municípios. São Sebastião. que iniciou os seus trabalhos em 28 de janeiro de 1957 foram iniciados os serviços de perfuração. 3) Santana do Ipanema e 4) Batalha. atingindo agora 120 metros de profundidade. foi interrompida por defeitos na aparelhagem. Ouro Branco. Dois Riachos. 1. . Porém. 3) Litoral Norte Alagoano. para países como Itália. perfuração a qual denominou “Poço Dr.. Olho D’Água do Casado. a 22 metros. Amianto em Traipu. que perfurou na área do Riacho Doce.1. Destes. a 1600 metros de profundidade. Taquarana. 1. Santana do Ipanema: Carneiros. estava sendo utilizada nos trabalhos de perfuração. Batalha. numa superfície de aproximadamente 1. Maravilha. Jaramataia. Jacaré dos Homens. Serrana do Sertão Alagoano: Água Branca. 4) Maceió. implementada a partir de 1997. às margens da Lagoa Mundaú) e na área que se estende do Aeroporto de Palmares à Praia da Barra de Santo Antônio. perfurações realizadas pelo CNP nas proximidades de Maceió confirmaram a existência de enormes lençóis de sal-gema. Alagoana do Sertão do São Francisco: Delmiro Gouveia. Em 1954. Pão de Açúcar. Minador do Negrão. Canapi. a 17 de outubro. a sonda permaneceu. Solicitou do governador que fosse enviado pedido ao Ministério da Agricultura. é a maior do Nordeste e a segunda maior do Brasil. 5) São Miguel dos Campos e 6) Penedo. a seguir. Feira Grande. através de sua secção especializada ELBOF. e logo depois um poço de Jequiá da Praia (São Miguel dos Campos) de onde jorrou petróleo a 17 de agosto de 1957. que se registrou.4.2. 2) Agreste Alagoano 2. foi encontrado petróleo no de Ponta Verde (em Maceió). sendo exportado para o sul do País. 1937 . foi comprovada a existência de petróleo em Piaçabuçu. Estrela de Alagoas. Devido aos protestos. Em 1924. para estudar o litoral alagoano. na periferia de Maceió (em Bebedouro.2. A segunda foi em novembro do mesmo ano. ainda no Distrito de Garça Torta. dirigida pelo engenheiro Aurélio Bulhões Pedreira.1. Limoeiro de Anadia. Os trabalhos de pesquisa e prospecção só foram ganhar cunho oficial e intensivo com a criação do Conselho Nacional de Petróleo. Craíbas. Fornece para o mercado nacional e internacional.

Campestre. São Paulo. a comarca de Alagoas. São José da Laje.200 habitantes. Flexeiras.600. Continua. Arapiraca é.020 hab. Cajueiro.649.. com 3. como capital.1.734 habitantes. Campo Alegre. pelo Conselheiro Antônio Rodrigues Veloso de Oliveira. Murici.025. Identico aos outros estados. Em 1856 realiza-se novo inquérito censitário. Maragogi. sendo um dos estados de maior densidade demográfica. ou seja 849. Jacuipe. concluindo por 250. Rio Largo. em grande parte em decorrência do contingente populacional que se desloca no campo em direção à cidade. Boca da Mata.822.107 hab.588. Passo do Camaragibe.5. Campo Alegre. 1.882 é rural. Vem daí a marginalização dessa mão-de-obra ativa. 3. para 310.179 habitantes..ABC das Alagoas 25 2.2. promove o cômputo habitacional da província. em 1819.589 habitantes. Deste total. Depois de instalada a província.378. Pilar. 3. Piaçabuçu. No outro extremo. o que para alguns pareceu um resultado exagerado. chegando-se a 111.1.440 hab. Satuba. São Miguel dos Campos. 1940 . 3. na área rural. Finalmente.. 3. POPULAÇÃO Anteriormente aos Censos Gerais. Litoral Norte Alagoano: Japaratinga.. Pilar. um dos estados que apresentam menor índice de nascidos do Estado e presentes m seu território.137 hab. É uma das unidades federativas que apresentam menor incremento demográfico. este segundo ainda Craveiro Costa. sendo 1. ainda. União dos Palmares. Penedo: Feliz Deserto. é o município de maior concentração urbana. 3.621 habitantes. 375 na área urbana e 275. no Agreste Alagoano vivem 537. Barra de São Miguel.009 hab. Santa Luzia do Norte. em 1860. do IBGE. Maceió concentra mais de 25 % da população. Teotônio Vilela. Traipu: Olho D’Água Grande.2. Pindoba. 1950 . Feliz Deserto. Maceió.585 habitantes. em 1872.258. Enquanto no Leste Alagoano se encontra 1. 1980 . Coqueiro Seco. seguindo-se em 1890 . despreparadas para essa onda migratória. Marechal Deodoro. assim ocorreu a evolução: De Alagoas : Rio Largo. Barra de São Miguel e Roteiro. Messias.942 homens e 1. EVOLUÇÃO MUNICIPAL Com base no início da sua emancipação política. com resultados precários. corrigido.3.1. mas nem sempre qualificada para as exigências de um mercado de trabalho assentado na indústria. Penedo. 146 663 vivem na cidade e 228 238 na área rural.2. São Miguel dos Campos: Anadia. Jundiá.6.973 habitantes.679 mulheres. e cujo resultado foi o de 89. Boca da Mata. Mata Alagoana: Atalaia. para Pernambuco.400 Segundo o Censo de 2000. foi realizado.3. Branquinha. Paripueira. o evidente crescimento da população urbana.443. Junqueiro. Igreja Nova.093. Para Alagoas encontrou-se 348. Santa Luzia do Norte.294 habitantes. Capela. 1900 . Novo Lino. Porto Calvo.959.978.103 habitantes. Coruripe. São Miguel dos Milagres. Coruripe. Rio de Janeiro e Distrito Federal. no comércio ou em serviços. São Luís do Quitunde. sendo 1. Satuba. Sofrem as cidade. São Brás.511. Santana do Mundaú. Ibateguara.segundo Craveiro Costa-. É reduzida a corrente de imigrantes que Alagoas recebe de outros estados. Porto Real do Colégio. em 1816 sob o orientação do ouvidor Antonio José Ferreira Batalha . iniciados em 1872.273 hab. Joaquim Gomes.020. em parte por efeito das evasões migratórias.075. em um total de 372 901 habitantes. divididos 261.420. e que atingiram 204. Colônia Leopoldina. cerca de 90% em razão de suas atividades basicamente nos setores secundário e terciário da economia. realizase o primeiro recenseamento no país. Somente em 1847 torna-se a fazer novo inquérito e o resultado é 207. Matriz de Camaragibe. . Viçosa. 1990 . 1960 . Maceió: Barra de Santo Antônio.995 no setor urbano e 528. é de 2. Serrana dos Quilombos: Chã Preta.. Coqueiro Seco. com 193. em 1867. 1970 . a qual promove desequilíbrios à estabilidade de suas infra-estruturas sociais. realizou o seu primeiro inquérito censitário. é o município com o menor número de habitantes. e no Sertão Alagoano. Traipu 3)Leste Alagoano 3. Compreende-se. fora da capital.109. em especial.1. Tomás Espíndola. É. enquanto 902. um novo inquérito censitário.110 habitantes. ainda.. Jequiáda Praia. o município de maior concentração demográfica. São Miguel dos Campos.. Roteiro.951 300 hab. repete-se em Alagoas.4.748.804 na área rural.739 tem residência urbana. Sua migrações se dirigem.919. e até mesmo antes de seu desligamento de Pernambuco.604. 1920 . Porto de Pedras.

Com a institucionalização das sesmarias cuidou-se da distribuição da terra com o compromisso do seu aproveitamento. Capela. Olivença.900 (1998) Agricultura De início. A situação climática também. como o algodão. O solo. quatro períodos marcaram o processo histórico: Primeiro . além de plantas exóticas como o arroz . em pequena escala e em processo rudimentar. Lagoa da Canoa e Coité do Nóia. E estes sempre produzidos nas “roças”. Porém nem sempre isto ocorria. como SUDENE.mandioca. ano no qual foi criado o Instituto do Açúcar e do Álcool . Belém. Pão de Açúcar.Fase Pré-capitalista: de 1933 a 1960. São José da Lage. Branquinha. é favorável.IAA. Jacuipe e Jundiá. Palestina. indústria: 39. gás natural e petróleo. os colonizadores não cuidaram senão da exploração de produtos espontâneos e extrativos. varidas espécies de favas e legumes. serviços: 53. fruteiras e lugumes introduzidos pelos portugueses. a cana-de-açúcar constituía sua principal riqueza agrícola. Olho d’ Água das Flores. Tanque d’Arca. ou seja. Santana do Ipanema. São Sebastião. apresenta-se favorável ao trabalho arável. mas a produção de gêneros para consumo interno era pouco incentivada. os principais -. Inúmeros Alvarás declaravam obrigatória a cultura de gêneros alimentícios. Desde os primórdios. Jacaré dos Homens.SUDENE. Em 1817. Ao lado da cana cultivou-se produtos regionais que os europeus se acostumaram a consumir. A ocupação efetiva das terras alagoanas só se deu após tentativas de povoamento com a implantação de engenhos de cana-de-açúcar.6. madeira de construção ou tinturaria -. Composição do PIB: Agropecuária: 7. Marcou este período a ação coordenada de órgãos públicos. São José da Tapera. Em 1871 possuía 438 engenhos primitivos. já nos fins do século XVI. Carneiros e Ouro Branco. e a geração de produtos para consumo interno . açúcar e álcool. batata-doce.de açúcar. Olho D’água do Casado. Razão de constante escassez para o abastecimento da população. De Atalaia: União dos Palmares. entre estas o abacaxi. ASPECTOS ECONÔMICOS A economia se baseia na indústria (química. Barra de Santo Antônio. pecuária e extração de sal-gema. Junqueiro. Terceiro . Japaratinga. pele de animais e plantas medicinais. Flexeiras e Messias. Piaçabuçu. 2. a grande lavoura representa o aspecto principal de nossa agricultura. para aproveitamento da grande e ociosa mão-de-obra nordestina. Girau do Ponciano. cimento e alimentícia). Até recentemente. Monteirópolis. De Anadia: Limoeiro de Anadia. Murici.Alagoas. Cajueiro e Santana do Mundaú.26 Francisco Reinaldo Amorim de Barros De Penedo: Traipu. Foi o pau-brasil o produto de maior importância no início do processo de desenvolvimento de nossa economia. Major Isidoro. com uma política voltada sobretudo para a substituição das importações. coco da praia. Taquarana. Joaquim Gomes. Mar Vermelho. Delmiro Gouveia.2 (1998). fumo e variada qualidade de frutas. Renda per capita estadual: US$ 1. Dois Riachos. De Porto de Pedras: Passo de Camaragibe. mandioca.no caso o pau-brasil --. Quebrangulo. Mata Grande. Igreja Nova. com boa constituição física e fertilidade natural. milho e feijão. em 1888. mamona. Canapi. Entre 1901 e 1911 instalam-se as primeiras usinas de açúcar.Fase Escravocrata : vai do século XVI aos fins do século XIX e corresponde ao período que medeia entre a decisão política do governo português de instalar engenhos de açúcar no Brasil e a abolição da escravatura. Chã Preta. salvo exceções. a macacheira. dentro de um modelo aplicável ao Nordeste. porém quase sempre eram desobedecidos. Olho D’água Grande. Igaci. Segundo . Jaramataia. que prevalece até os dias atuais. amendoim. Paulo Jacinto. Novo Lino. destacando-se em tal período a criação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste . arroz. Água Branca. Belo Monte. mais tarde cedendo lugar à agro-indústria. com exceção de áreas em Água Branca e Delmiro Gouveia. Ibateguara. vem nossa economia baseada . De um lado desenvolveu-se a produção da cana. Colônia Leopoldina. Batalha. assim. Piranhas. Quarto . Maribondo. Pindoba. Porém nem sempre em quantidade a atender a população crescente. feijão. o milho. Viçosa. De Porto Calvo: Maragogi.simplesmente como subsidiários. Porto Real do Colégio. Arapiraca. Palmeira dos Índios. Outras espécies vegetais são cultivadas: milho. Tomando por base publicação da Seplan . agricultura. BNB e outros. Maravilha. Cacimbinhas. com um estado crônico de carestia e crise alimentar.Fase Semifeudal: 1888 a 1933. federais e estaduais. Feliz Deserto. Poço das Trincheiras. Minador do Negrão. São Brás.Fase Atual: partindo de 1960 até os nossos dias. a implantação de uma moderna infra-estrutura de serviços públicos e a instalação de indústria de base na região. a mandioca.

Marechal Deodoro. São Luís do Quitunde. seguido por São José da Lage. Santana do Mundaú.Boca da Mata. premidas aos aceiros dos canaviais. Coqueiro Seco. Igreja Nova. . Viçosa. para a vestimenta dos escravos e das classes mais pobres. Amendoim . citam-se casos nos quais engenhos em certo momentos. Santana do Mundaú.O maior produtor e União dos Palmares seguido de Colônia Leopoldina. Tanque d’Arca.ABC das Alagoas 27 na cultura da cana-de-açúcar. Água Branca. substituído as demais fontes de nossa economia. seguido de Porto Real do Colégio. o feijão ou o milho ainda dispõem de seus campos. Coruripe. sua cultura se desenvolveu. na forma de beneficiado. Major Isidoro. Minador do Negrão. por questão de mercado. voltaram a funcionar. Rio Largo. Fleixeiras. Da safra 1868/69 foram exportadas 464. Olho d’Água Grande. servindo para a feitura de panos grosseiros.O principal produtor é Atalaia. Campestre.O principal município produtor é Feira Grande seguido de União dos Palmares. Canapi. São Luís do Quitunde. É um grande consumidor de mão de obra sazonal. Porto Calvo. Matriz de Camaragibe. e desde o século XIX. Maragogi. embora se tenda a afirmar que esta tenha sido feita pelo seu sucessor. Novo Lino. No caso alagoano. Inhapi. Banana . Arapiraca. Tanque d’Arca. São Miguel dos Campos. Taquarana. Seguiram-se a montagem de indústrias de fiação e tecelagem. Os principais produtos agrícolas distribuídos pelos municípios produtores. a cana-de-açúcar tem. Olho d’Água Grande. Algodão Herbáceo . Messias. Japaratinga. Tendo sido este revogado em 1846. São José da Lage. em grande parte em função da guerra nos Estados Unidos. Traipu. São Luís do Quitunde. Belém. Japaratinga. Junqueiro. Porto de Pedras. Arroz . Viçosa. onde o gado. Passo de Camaragibe. Mar Vermelho. nas áreas invadidas pela cheia do Rio São Francisco. Batata Doce . no correr dos tempos. Porto Real do Colégio. Delmiro Gouveia. Paripueira e Satuba. Dois Riachos. Paulo Jacinto. passou a ser um fator estimulante da agricultura brasileira. Piaçabuçu. Ibateguara. Murici. Hoje a cultura do algodão ainda tem importância para alguns municípios. Taquarana. Pilar. Jacuipe. Jundiá. Campo Grande. Porto Calvo. Belo Monte. São José da Lage. Mata Grande.Produto nativo da América. Jundiá. Piranhas. Coruripe. Chã Preta. o Agreste. Batalha. Porto Real do Colégio. Coité do Noiá. Mata Grande. Palmeira dos Índios. Chã Preta. Ibateguara. Atalaia. pois toda a produção passou a ser consumida pela indústria têxtil local. Avançando do litoral aos tabuleiros. União dos Palmares. Jacuipe. São Miguel dos Milagres. incentivando. . do qual. Maragogi. São Sebastião. o milho e outras culturas. Piaçabuçu. por ordem de importância. Porto de Pedras. Porto Calvo. Lagoa da Canoa. Daí. Porto Calvo. produziam mais algodão do que cana-de-açúcar. Branquinha. Belém. Santana do Mundaú. Feira Grande. Jundiá. Palmeira dos Índios e Belém. São Sebastião. onde o fumo tem ganho mercados nacionais e estrangeiros ou a Zona do Baixo São Francisco. Campo Alegre. seguido por Igaci. Jacuipe. Jacuipe. No governo Costa Rego foi criado o Serviço Estadual do Algodão. Maribondo. até 1925. que possibilita a adubação natural nas chamadas “depressões do arroz”. as exportações foram decrescendo. São Sebastião. Igaci. Matriz de Camaragibe. Cacimbinhas. Joaquim Gomes. Dos 28 fundadores da Associação Comercial (1866) apenas oito não eram exportadores do produto. São Brás e Penedo. É exportado para todo o nordeste e ainda para o sul. Tanque d’Arca. passando por altos e baixos: do apogeu dos engenhos. que em 1810 são fechadas por força de um tratado comercial estabelecido com a Inglaterra. Iguaci. o feijão. como o algodão. Maragogipe. Parece ter sido o ouvidor Francisco Nunes da Costa (1777-79) o introdutor de sua cultura no Estado. Olho d’Água do Casado. Viçosa. Estrela de Alagoas. o ouvidor José de Mendonça de Matos Moreira. objetivando melhorar a cultura do produto. Maceió. Barra de São Miguel. que prejudicou a produção americana. Água Branca. onde o arroz tem merecido tratamento especial. Pindoba. Coité do Nóia. hoje de pura subsistência. às crises que levam à consolidação das usinas. Matriz de Camaragibe. Porto de Pedras. Novo Lino. são: Abacaxi . Penedo.O principal produtor é Penedo. Pariconha. Santa Luizia do Norte. Restam os Sertões. Arapiraca. com os progressos técnicos para sua industrialização. Passo de Camaragibe. Coruripe. São Brás.153 arrobas. Campo Grande e São Miguel dos Milagres. Barra de Santo Antônio. Igreja Nova. O maior produtor é Craíbas. no Brasil era utilizado pelos nossos indígenas antes da chegada dos europeus. de mão-de-obra escrava. São Sebastião. Igreja Nova o maior produtor. Passo de Camaragibe. Alagoas foi grande exportadora entre 1876 a 1888. num valor comercial superior a mais de 100% acima do açúcar.Produzido em grande parte. Palmeira dos Índios. Na segunda metade do século XVIII. Capela. Ibateguara. seguido de Girau do Ponciano. Jaramataia. Taquarana. tornando-a mais preparada para ser exportada. Com a colonização. Cajueiro. que marcou o chamado “ciclo do açúcar”. Quebrangulo. novamente a produção de algodão. Penedo.

São Miguel dos Milagres. Matriz de Camaragibe. Taquarana. Carneiros. São José da Lage. Pão de Açúcar.O coqueiro expulsou o cajueiro. São Brás. em certo momento ele expulsou para terrenos mais arenosos. Maragogi. Quebrangulo. Pindoba. Passo de Camaragibe. Jaramantaia. Feliz Deserto. Praticamente produzido comercialmente só no município de Palmeira dos Índios. Girau do Ponciano e Porto Real do Colégio. Maceió. Taquarana. Paripueira. Porto de Pedras. Messias. Campo Alegre. Mata Grande e Água Branca. combustível. Campestre. Igaci. Flexeiras. Novo Lino. Cajueiro. Pilar. São Miguel dos Campos. Jundiá. nas margens do São Francisco. Boca da Mata. Novo Lino. Teotônio Vilela. Coqueiro Seco. Igreja Nova. Estrela de Alagoas. Anadia. promovida pelo Instituto Brasileiro do Café. Chã Preta. Marechal Deodoro. Arapiraca. Olho d´Água do Casado. Anadia. Lagoa da Canoa. Água Branca. Ibateguara. Tanque d´Arca. Minador do Negrão. Igaci. Paripueira. São Miguel dos Campos. responde por mais de 50% da produção regional. São Brás. Jundiá. Matriz de Camaragibe. Santana do Mundaú. Belém. mas com baixa produtividade. São Luís do Quitunde. Coruripe. União dos Palmares. Campo Alegre. Capela. Santana do Ipanema. Maribondo. Quebrangulo. São Miguel dos Milagres. Olivença.O principal produtor é Arapiraca seguido de Traipu. Cajueiro. Joaquim Gomes. Maravilha. Pindoba. Major Isidoro. São Miguel dos Milagres. Igreja Nova. a mandioca. Existem. por causa da política governamental. Messias. a Piaçabucu. Belém. O principal município produtor é São Miguel do Campos seguido por Coruripe. Flexeiras. Palestina. Japaratinga. O maior produtor é Piaçabucu seguido de Coruripe. Matriz do Camaragibe. Penedo. Taquarana.28 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Passo de Camaragibe. Lagoa da Canoa. Rio Largo. bebida. Belém. Jacuípe. São Miguel dos Milagres.O maior produtor é União dos Palmares seguido de Chã Preta. Branquinha. Maceió. Maragogi. Maceió. Teotônio Vilela. caiu consideravelmente a sua produção. Inhapi. Passo de Camaragibe. Messias. Barra de São Miguel. Maragogi. Estrela de Alagoas. Campo Grande. Canapi. Café . Jacaré dos Homens. Piranhas. Capela. Porto de Pedras. Colônia Leopoldina. . Dois Riachos. por sua produtividade nas referidas terras altas. União dos Palmares. Porto de Pedras. Belém. Estrela de Alagoas. Cana-de-açúcar . Pindoba. Paulo Jacinto. empresas que industrializam o coco. Maribondo. Mar Vermelho. Olho d´Água Grande. Passo de Camaragibe. sendo Alagoas o produtor nacional.Palmeira dos Índios. Coqueiro Seco. Palmeira dos Índios. Paulo Jacinto. ou seja por todo o litoral. Junqueiro. Craíbas. Boca da Mata. Porto Real do Colégio. Marechal Deodoro. Palmeira dos Índios. teto e comércio” à população residente nas àreas onde é explorado. São Luís do Quitunde. Roteiro. Joaquim Gomes. Viçosa. Teotônio Vilela. Matriz de Camaragibe. Roteiro. Branquinha. só superado pela Bahia. Capela. Porto Calvo. Igaci. Girau do Ponciano. Feira Grande. Campestre. Feijão . São Sebastião. Porto Calvo. Poço das Trincheiras. e se transformou em produto expressivo na economia. Igreja Nova. Barra de São Miguel. Ibateguara. Marechal Deodoro. Paulo Jacinto. Taquarana. Murici. Campestre. Santa Luzia do Norte. Novo Lino. Praticamente a produção é exportada in natura para o sul. Tanque d’Arca. Olho d´Água Grande. Pindoba. o milho e o fumo. Mar Vermelho. Muricí. Japaratinga. Mar Vermelho.Desenvolveu-se nas terras altas desde a metade do século XIX. Barra de Santo Antônio. em Maceió. Porto Real do Colégio. Segundo seus estudiosos. Palmeira dos Índios. Maribondo. na área em que se encontram e se confundem as regiões Agreste a e Mata. Chã Preta. Coité do Nóia. Pilar. Ibateguara. Batalha. Jundiá. São Sebastião. Santana do Mundaú. Murici. Fava . Jacuípe. São Sebastião. São José da Lage. bem como em Japaratinga. Cajueiro. Barra de Santo Antônio. Cajueiro.Maior produtor do Nordeste. Viçosa. Satuba. Olho d´Água das Flores. Tanque d´Arca. As áreas liberadas passaram a ser utilizadas pela pecuária. Colônia Leopoldinha Flexeiras. Cacimbinhas e Estrela de Alagoas. Porto de Pedras. A partir de 1965. nos rebordos da serra das Borborema. na fronteira de Pernambuco. Jacuipe. Japaratinga. Ouro Branco Delmiro Gouveia. Limoeiro de Anadia. nativo das regiões costeiras. Santana do Mandaú. Jundiá e Campo Grande. Junqueiro. Coco-da-Baía . Barra de Santo Antônio. Campestre. Atalaia. Branquinha. Monteirópolis. Joaquim Gomes. Colônia Leopoldina. Viçosa . da erradicação dos cafezais com baixa produtividade. Limoeiro da Anadia. São José da Tapera. Santa Luzia do Norte. Coqueiro Seco. Satuba. Campo Grande. Preliminarmente explorado como cultura de quintal. Muricí. Santa Luzia do Norte. Mata Grande. Paripueira. No interior também é explorado em algumas regiões. Porto Calvo. Japaratinga. Pilar. Satuba. São José da Lage. Barra de São Miguel e Feliz Deserto. Senador Rui Palmeira. Distribuem-se os coqueirais de Cocos nucifera L de Maragogi. Feliz Deserto. Maragogí. Penedo. Arapiraca. Belo Monte. Cacimbinhas. Pariconha. fornece “alimento. Penedo. Maribondo. Rio Largo.

Porto de Pedras. Colônia Leopoldinha. Girau do Poncíano. o milho. Maragogí. Limoeiro de Anadia. Minador do Negrão. Olho d´Água do Casado. Campestre. Maragogi. Mar Vermelho. Porto Real do Colégio. União dos Palmares. São Brás. Olho d’Água do Casado. Senador Rui Palmeira. Junqueiro. Piaçabuçu. Junqueiro Capela. São Migeul dos Campos. Água Branca. Inhapi. Anadia. Canapi. Ibateguara. Taquarana. Santana do Mundaú. União dos Palmares. Junqueiro. Belo Monte. Igaci. Lagoa da Canoa. Porto de Pedras. Arapiraca. em pequena escala. Palestina. Cacimbinhas. São Sebastião. é cultivado em Alagoas. Penedo. Coruripe. Porto Real do Colégio. Paulo Jacinto. Belém. Campo Grande. Delmiro Gouveia. Chã Preta. Porto Real do Colégio. Coqueiro Seco. Murici. Maceió. seguido por Coruripe. Quebrangulo. Teotônio . Coqueiro Seco. Barra de Santo Antônio. Carneiros. Japaratinga. Craíbas. Capela. Cajueiro. Ouro Branco. Maracujá . Joaquim Gomes. Dois Riachos. Lagoa da Canoa. Porto de Pedras. Sem prejuízo de que ainda se cultive. Cajueiro. Feira Grande. Olivença. em Arapiraca. Pilar. Junqueiro. Igreja Nova. Maragogí. Craíbas. sempre permite a rotação com outra cultura. Dois Riachos. Laranja . Mata Grande. Santana do Ipanema. Tanque d´Arca. São Sebastião. São Miguel dos Campos. Coité do Noia. São Miguel dos Milagres. São José da Lage. Chã Preta. Viçosa. Limoeiro de Anadia. Taquarana. Taquarana. Barra de Santo Antônio. São Luis do Quitunde. Coruripe. Pindoba. Santana do Mundaú. O maior produtor é Arapiraca seguido de Girau do Ponciano. Jacaré dos Homens. Coité do Nóia. São José da Lage. Barra de São Miguel. exigindo cuidados especiais. Limoeiro de Anadia. Marechal Deodoro. Chã Preta. Santa Luzia do Norte. Igreja Nova. Estrela de Alagoas. Porto Calvo. Tanque d’Arca. Maceió . Maragogi. Viçosa. Sua lavoura é trabalhosa. Porto Real do Colégio. Estrela de Alagoas. Penedo. Japaratinga. sendo naquele tempo o produzido em Barra Grande considerado o melhor. Maribondo. Campo Alegre. Girau do Ponciano. Japaratinga. Pariconha. Matriz de Camaragibe. Canapi. com cerca de 75% do total. Mata Grande. Inhapi. sua exploração se inicia em 1923 com Francisco Magalhães. Tanque d´Arca. Paripueira. Campo Grande. Major Isidoro. Anadia. Matriz do Camaragibe Ibateguara. Em Arapiraca. Santana do Mundaú. Colônia Leopoldina. Água Branca. Igaci. Matriz de Camaragibe. Pão de Açúcar. Japaratinga. Maribondo. Igaci. Quebrangulo. Estrela de Alagoas. Coruripe. Pariconha. Passo de Camaragibe. Jacuipe. Ibateguara. Flexeiras. Estrela de Alagoas. Capela. Satuba. Viçosa. Viçosa. Maribondo. Coité do Noiá. São Miguel dos Campos. seguido de União dos Palmares.O principal produtor é Palmeira dos Índios. Piranhas. Feliz Deserto. desde a Colônia. Atalaia. o feijão e a fava. Pilar. Batalha. Colônia Leopoldina. Monteiropólis. Junqueiro. porém remuneradora. Jacuípe. Belém. Feira Grande. Olho d´Água Grande.O principal produtor é Penedo. Porto Calvo. Porto Calvo. Jacuipe. Belo Monte. Estrela de Alagoas e Palmeira dos Índios. Porto Real do Colégio . São Brás. Passo de Camaragibe. São José da Lage. Teotônio Vilela. São Sebastião. Novo Lino. mas também no colher e secar. Milho . Santana do Ipanema. Lagoa da Canoa. Chã Preta. Barra de São Miguel. Penedo. São Miguel dos Milagres. São Brás. Taquarana. Campo Alegre. Batalha.500 indústrias rurais de cura de fumo. São Luís do Quitunde. Quebrangulo. Passo de Camaragibe. Barra de Santo Antônio. São Sebastião. Olho d’Água das Flores. Maravilha.O principal produtor é Traipu seguido de Craíbas. São Luiz do Quintunde. Coruripe. Igreja Nova. Paripueira. Igaci. Cacimbinhas. Lagoa da Canoa. Muricí. Jundiá. Porto Calvo. Passo de Camaragibe. Feira Grande. Jacaré dos Homens. Penedo.O principal produtor é Arapiraca seguido de Girau do Ponciano. Campo Grande. São José da Tapera. Olho d’Água Grande e Igreja Nova. Porto de Pedras. Piaçabuçu e Feliz Deserto. Belém. Poço das Trincheiras. Joaquim Gomes. Anadia. São José da Lage. Palmeira dos Índios. Olho D´Água Grande. Ibateguara Pindoba. São Sebastião.Existem nesta região cerca de 2. Maceió. Pindoba. Belo Monte Taquarana. Jacuipe. Água Branca. Jaramataia. São Luís do Quitunde. Branquinha e Flexeiras. Campo Grande. Branquinha. Mata Grande. Satuba. Mas é no final da década de 40 que esta região se transforma na grande produtora do estado. Boca da Mata. Mata Grande. Rio Largo. Messias e Piaçabuçu Mandioca . Olho d’Água Grande. São Sebastião. São Miguel dos Campos. Jundiá. Jundiá. Joaquim Gomes. não só no plantar. Quebrangulo. Por ser de ciclo vegetativo curto. Traipu. Atalaia. São Luís do Quitunde. Igaci. Olho d´Água Grande. Palmeira dos Índios. Água Branca.ABC das Alagoas 29 Fumo . Feliz Deserto. Coité do Nóia. Taquarana. Manga . Belém. Pindoba. Branquinha. São Miguel dos Milagres. Maragogí.O principal produtor é Santana do Mundaú seguido de União dos Palmares. Arapiraca. no caso com algodão herbáceo. Tanque d´Arca. Feira Grande.É um dos produtos que. Igreja Nova. Palmeira dos Índios. Marechal Deodoro. Porto de Pedras. Flexeiras. Minador do Negrão. Paripueira. Traipu. Mar Vermelho. Messias.

Água Branca. Craíbas. Palestina. Dois Riachos. Consta que. Passo de Camaragibe. Alguns municípios sertanejos. Delmiro Gouveia. ou palmatória. Passo de Camaragibe. São Miguel dos Milagres. Campestre. Campo Alegre. Lagoa da Canoa. Girau do Ponciano. Arapiraca. da palma. Novo Lino. continuava bastante semelhante ao introduzido nos primeiros dias da colonização. Minador do Negrão. Viçosa. Asininos . Capela. Pariconha. São Miguel dos Campos. uma planta forrageira famosa pela resistência à seca. Jaramataia. Rio Largo. Feira Grande. Mata Grande. Canapi. Barra de São Miguel. foram adquiridas em 1764 pelo capitão João Carlos Dantas. Pindoba. Igreja Nova. Palmeira dos Índios e Pão de Açúcar estão procurando modernizar sua exploração pecuária. Maravilha. Ouro Branco. Mar Vermelho. Chã Preta. Batalha. Pilar. Jacuípe. Água Branca. Satuba. Jaramataia. os monges beneditinos estabeleceram uma fazenda de gado às margens do Rio São Francisco. Coqueiro Seco. Piranhas Jacaré dos Homens. Olho d´Água das Flores. Porto Calvo. Carneiros. Campo Alegre. Inhapi. também. Colônia Leopoldina. Teotônio Vilela. União dos Palmares. As fazendas dos jesuítas. Jundiá. Messias. Japaratinga. Belo Monte. Carlos Lira importa rezes do Triângulo Mineiro. Piaçabuçu. em seu conjunto. Belo Monte. Muricí. São Luís do Quitunde. Marechal Deodoro. Monteirópolis. Contudo. Quebrangulo. entre Penedo e Piacabuçu. Senador Rui Palmeira. Novo Lino. Piranhas. Carneiros. um elemento significativo no comércio exportador. Porto Real do Colégio. Maragogi. em 1759. Jundiá. Jundiá. Senador Rui Palmeira. Matriz do Camaragibe. São José da Tapera. Cajueiro. contudo vastas áreas. Mar Vermelho. Japaratinga. Anadia. Ibateguara. Maribondo. Girau do Ponciano. Igaci. Campestre. Junqueiro. Satuba. Estrela de Alagoas. Limoeiro de Anadia. Porto de Pedras. por Delmiro Gouveia. Olivença. São Miguel dos . Chã Preta. Maravilha. Em 1916. Santana do Mundaú. Monteirópolis. Tanque d´Arca. Olivença. Lagoa da Canoa. Novo Lino. Ouro Branco. Colônia Leopoldina. São José da Tapera. onde se desenvolve de modo autônomo e passa a ser responsável pela ocupação humana e povoamento regular dessa última área. Atalaia. Maceió. Poço das Trincheiras. Cajueiro. São Luiz do Quitunde. Maravilha. Delmiro Gouveia. Boca da Mata. Paripueira. Palmeira dos Índios. ampliam-se as possibilidades da pecuária. Colônia Leopoldina. Pão de Açúcar. Ouro Branco. Penedo. Atalaia. Maceió. principalmente o vacum.Desenvolvida inicialmente no litoral. Pilar. São José da Lage. Olho d´Água Grande. Campo Grande. Barra de Santo Antônio. Limoeiro de Anadia. Palestina. São José da Lage. Major Isidoro. Porto Calvo. Tanque d´Arca. Desenvolve-se de forma extensiva. Taquarana. São Sebastião.Em ordem de importância estão assim distribuídos: Mata Grande. Flexeiras. desenvolvendo em fazenda anexa à usina Serra Grande uma significativa exploração da pecuária. o processo de exploração. nem sempre as melhores para a exploração agrícola. foi criado o Serviço de Zootecnia e Veterinária.e do Sertão. Olho d´Água do Casado. Igreja Nova. Olivença. Matriz do Camaragibe. Branquinha. Estrela de Alagoas. Maragogí. Em 1928. para servir no beneficiamento daquele produto. que eram seis. sempre com base na cultura da palma. Branquinha. Batalha. Belém. Japaratinga e Feliz Deserto Bovinos . Traipu. Barra de Santo Antônio. Piçabuçu. Branquinha. São Sebastião. Marechal Deodoro. Santana do Ipanema. Traipu. Messias. Coruripe. No século XIX a pecuária sempre se mostrou escassa às necessidades da província. como Jacaré do Homens. em 1656. Pão de Açúcar. Paulo Jacinto. São José da Tapera. Junqueiro. Mar Vermelho. mas exigindo. União dos Palmares. das raças nelore e guzerá. Messias. Santa Luzia do Norte Satuba. posteriormente ganha o sertão. Major Isidoro.explorada de maneira mais moderna -. Boca da Mata. O couro. São Brás. Viçosa. Minador do Negrão. Rio Largo. Dois Riachos. Poço das Trincheiras. Igaci. Jacuípe. mas também a de leite. Olho d´Água das Flores.30 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Vilela. Anadia. Joaquim Gomes. Jacaré dos Homens. Teotônio Vilela. Feliz Deserto e Piaçabuçu Pecuária . Muricí. Pilar. Paulo Jacinto. Capela. Batalha. Monteirópolis. Coruripe. Taquarana. a partir de certo momento passa a ser. Palestina. Paripueira. Campestre. Pindoba. Olho d´Àgua do Casado. Boca da Mata. inclusive não só aquela destinada ao corte. Flexeiras. Canapi. Paulo Jacinto. Santa Luzia do Norte. Cacimbinhas. Quebrangulo. Belém. Passo do Camaragibe. Pão de Açúcar. Atalaia. Porto de Pedras. Com a introdução. Marechal Deodoro. São Miguel dos Campos. Joaquim Gomes. Roteiro. Major Isidoro. Coqueiro Seco. Senador Rui Palmeira. Santana do Mundaú. Joaquim Gomes. Santana do Ipanema. Rio Largo. no governo Costa Rego. Campo Grande. quando da expulsão destes do Brasil. Cacimbinhas. Coité do Nóia. Muricí. Pariconha. Olho d´Água Grande. Ibateguara. Olho d´Água das Flores. Inhapi. Poço das Trincheiras. Maceió. São Brás. Feira Grande. Flexeiras. A concentração da pecuária está nas regiões do Agreste -. Roteiro. Arapiraca. Coité do Nóia. Craíbas. Carneiros. São Miguel dos Milagres. junto com a cana-de-açúcar.Assim distribuídos: Palmeira dos Índios. Maribondo. Porto Real do Colégio. Santa Luiza do Norte. Matriz do Camararagibe. não necessitando de grande cuidado. Barra de Santo Antônio. Penedo.

Boca da Mata. Paripueira. Olivença. Colônia Leopoldina e São Miguel dos Milagres Caprinos . Flexeiras. Campo Grande. Santana do Ipanema. Satuba. São Luís do Quitunde. São Brás. Campo Alegre. Roteiro.Assim distribuídos: São Luís do Quitunde. Campestre. Maragogí. Igaci. Cajueiro. Maravilha. Ouro Branco. Barra de Santo Antônio. Marechal Deodoro. Estrela de Alagoas. Junqueiro. Olho d´Água das Flores. Chã Preta. Branquinha. Novo Lino. Coité do Nóia. Ouro Branco. Teotônio Vilela. Porto Calvo. São Brás. Batalha. Messias. Maceió. Santana do Ipanema. Porto Real do Colégio. Batalha. Major Isidoro. Maribondo. Igaci. Penedo. Jaramataia. Taquarana. Santa Luzia do Norte. Jacuípe. Penedo. Olivença. Olho d´Água das Flores. Passo de Camaragibe. Coité do Nóia. Atalaia. Rio Largo. Cacimbinhas. Matriz do Camaragibe. Pão de Açúcar. Atalaia. Barra de Santo Antônio. Marechal Deodoro. Jaramataia. Lagoa da Canoa. Monteirópolis. Feliz Deserto. Traipu. Branquinha. Maceió. Inhapi. Galinhas . Capela. Canapi. Limoeiro de Anadia. Jaramataia. Maravilha. Atalaia. Minador do Negrão. Jacuípe. Belo Monte. Poço das Trincheiras. Olho d´Água do Casado. Olho d´Água Grande. Coruripe. Senador Rui Palmeira. Piranhas. Chã Preta. Novo Lino. Mata Grande. frangas e pintos). Dois Riachos. Maceió. Olho d´Água do Casado. Paulo Jacinto. Porto Calvo. Jacaré dos Homens. Piranhas. Santa Luzia do Norte. Muricí. Maribondo. Galos (inclusive frangos. Craíbas. Porto de Pedras. Codornas . Taquarana. Taquarana. Carneiros. Jundiá. Campo Alegre. Passo de Camaragibe. Coqueiro Seco. Satuba. São José da Tapera. Palestina. São Miguel dos Campos. São Luís do Quitunde. Olho d´Água Grande. União dos Palmares. Delmiro Gouveia. Japaratinga. Porto Real do Colégio. Campestre. Barra de Santo Antônio. Marechal Deodoro. Barra de São Miguel e Anadia. Eqüinos . Viçosa. Coqueiro Seco. Água Branca. Senador Rui Palmeira. Craíbas. Campo Grande. Água Branca. Mata Grande. São Miguel dos Milagres. Olho d´Água do Casado. Junqueiro. Tanque d´Arca. Barra de São Miguel. Maragogí. São Luís do Quitunde. Viçosa. Piaçabuçú. Carneiros. Mar Vermelho. Jacuípe. União dos Palmares. Porto Calvo. Mar Vermelho. Campo Grande.ABC das Alagoas 31 Milagres. União dos Palmares. Joaquim Gomes. Feira Grande. Paripueira. Jundiá. Matriz do Camaragibe. Roteiro e Barra de São Miguel . São Brás. Coruripe. Igreja Nova. Paripueira. Viçosa. Porto Real do Colégio. Quebrangulo. Quebrangulo. Estrela de Alagoas. Pindoba. Maribondo. Feliz Deserto. Santana do Ipanema. Palestina. Porto de Pedras. Maceió. Bubalinos . Branquinha. Ibateguara. Maravilha.Assim distribuídos: Palmeira dos Índios. Colônia Leopoldina. Ibateguara. Campestre.Assim distribuídos: Mata Grande. Paulo Jacinto. Lagoa da Canoa. Belém. Ibateguara. Marechal Deodoro. Piranhas. Arapiraca. Muricí. Craíbas. Santana do Mundaú. Pão de Açúçar. Novo Lino. Passo de Camaragibe. Japaratinga. Feliz Deserto. Monteirópolis. Belém. Rio Largo. Jacuípe. Maceió. Coruripe. Pindoba. Minador do Negrão. Cacimbinhas. Maragogí. São Sebastião. Coqueiro Seco. Flexeiras. São José da Tapera. Senador Rui Palmeira. Igreja Nova.Assim distribuídos: Arapiraca. Japaratinga. Anadia. Pão de Açúcar. Colônia Leopoldina. São Miguel dos Milagres. Jacaré dos Homens. Coité do Nóia. Traipu. Estrela de Alagoas. Passo de Camaragibe. Pilar. Feira Grande. Anadia. Belém. Inhapi. Muricí. Lagoa da Canoa. Dois Riachos. Paulo Jacinto. Girau do Ponciano. São Miguel dos Milagres. Ouro Branco. Matriz do Camaragibe. Traipú. Assim distribuídos: Viçosa. Limoeiro de Anadia. Boca da Mata. Paripueira. Japaratinga. Palestina. Tanque d´Arca. São José da Lage. Santana do Ipanema. São José da Tapera. Matriz do Camaragibe. Capela. Ibateguara. Igaci. Canapi. Jacaré dos Homens. Canapi. Pilar. São Sebastião. Quebrangulo. Jundiá. São José da Lage. São José da Lage. Palmeira dos Índios. Pindoba. Major Isidoro. Messias. Piçabuçu. Arapiraca. Água Branca. Poço das Trincheiras. Colônia Leopoldina. Boca da Mata. Belo Monte. União dos Palmares. Canapi. Jundiá. Roteiro. barra de São Miguel e Roteiro. Pariconha. Chã Preta. Santana do Mundaú. Capela.Assim distribuídos: São Luís do Quitunde. Tanque d´Arca. Batalha. Girau do Ponciano. Porto de Pedras. Joaquim Gomes. Pilar. Delmiro Gouveia. Belo Monte. Igaci. São Sebastião. Pariconha. Palmeira dos Índios e Rio Largo. Muricí. Viçosa. São José . Santa Luzia do Norte. Porto Calvo. Joaquim Gomes. São Miguel dos Campos. Poço das Trincheiras. Pariconha. Monteirópolis. Palmeira dos Índios. São Miguel dos Campos. Paripueira. Santana do Mundaú. São Miguel dos Campos. Capela. Coelhos . Delmiro Gouveia. Arapiraca. Coqueiro Seco. Teotônio Vilela. Major Isidoro. Igreja Nova. Feira Grande. Campo Alegre. Palmeira dos Índios. Minador do Negrão. Porto de Pedras. Rio Largo. Olho d´Água Grande. Penedo. São Sebastião.Assim distribuídos: Maceió e Paripueira. Girau do Ponciano. Mata Grande. Cajueiro. Carneiros. Piaçabuçu. Flexeiras. Feliz Deserto. Junqueiro. Santa Luzia do Norte. Teotônio Vilela. Atalaia. Cajueiro. Cacimbinhas. Messias. Dois Riachos. Limoeiro de Anádia. Maragogí. Satuba. Olho d´Água das Flores. Inhapi. Cajueiro. Mar Vermelho. Olivença. Campestre.

Coruripe. Olho d´Água do Casado. Maceió. Olho d´Água Grande. Barra de Santo Antônio e Barra de São Miguel. Campo Alegre. Cacimbinhas. Lagoa da Canoa. Mar Vermelho. São José da Tapera. Santa Luzia do Norte. Taquarana. Maceió. Colônia Leopoldina. Passo de Camaragibe. Santa do Mundaú. Lagoa da Canoa. Poço das Trincheiras. Colônia Leopoldina. Taquarana. Taquarana. Pilar. Piranhas. Maravilha. Teotônio Vilela. Chã Preta. São Sebastião Viçosa. Matriz do Camaragibe. Joaquim Gomes. Jaramataia. Porto Real do Colégio. Murici. Carneiros. São Miguel dos Milagres. Dois Riachos. Pindoba. Jundiá. Belém. Inhapi. Estrela de Alagoas. Ovinos . Olho d´Água do Casado. Craíbas. Água Branca. Novo Lino. Ibateguara. Porto Calvo. Igreja Nova. Estrela de Alagoas. Craíbas. Pilar. Canapi.32 Francisco Reinaldo Amorim de Barros da Tapera. Flexeiras. Feliz Deserto.. Boca da Mata. São Miguel dos Campos. Junqueiro. Anadia. Arapiraca.. Ovos de Codornas . União dos Palmares. Água Branca. Palmeira dos Índios. Belo Monte. Teotônio Vilela. Porto de Pedras. Santana do Mundaú. Campestre. Santana do Mundaú. Olho d´Água das Flores. Delmiro Gouveia. Poço das Trincheiras. Jacaré dos Homens. Belém. Capela. Tanque d´Arca. Barra de São Miguel. Dois Riachos. Coruripe. Monteirópolis. Barra do Santo Antônio. Estrela de Alagoas. Belém. Branquinha. Carneiros. Minador do Negrão. Ouro Branco. Penedo. Chã Preta. Coité do Nóia. Pão de Açúçar. Girau do Ponciano. Batalha. Japaratinga.. Coité de Nóia. Mel de Abelha . São Miguel dos Milagres. Paulo Jacinto. Limoeiro de Anadia. Atalaia. Palmeira dos Índios. Muares . Marechal Deodoro. Paulo Jacinto. Canapi. Santana do Mundaú. Maragogi. Major Isidoro. Igreja Nova. São José da Tapera. Pariconha. Paulo Jacinto. Olho d´Água do Casado. Jacuípe. Pariconha. Pariconha. Maribondo. Santa Luzia do Norte. Rio Largo. Roteiro. Capela. seguido de Traipu. Olho d´Água das Flores. Olho d’Água das . Pão de Açúcar. Marechal Deodoro. Estrela de Alagoas. Olho d´Água Grande. Água Branca. Belém. Girau do Ponciano. Feira Grande. Feira Grande. Satuba. Joaquim Gomes.Principal produtor: São Luís do Quitunde. Chã Preta. Junqueiro. Olivença. São José da Tapera. Quebrangulo. Santa Luzia do Norte. Poço das Trincheiras. Palestina.Assim distribuídos: Porto Calvo. Batalha. Branquinha. Delmiro Gouveia. Jundiá. Roteiro. Campestre. Pão de Açúcar. Matriz de Camaragibe. Traipu. São Luís do Quitunde. Atalaia. Maragogi. Monteirópolis. Paripoeira. Feira Grande. Carneiros. Tanque d´Arca. Batalha. Porto Real do Colégio. Maribondo. Joaquim Gomes. Craíbas. Campo Grande. Mata Grande. Paripueira. Carneiros. Belo Monte. Minador do Negrão. Atalaia. Santana do Ipanema. Santana do Ipanema. Muricí. Anadia. Pindoba. Barra de Santo Antônio. Passo de Camaragibe. Porto de Pedras. Japaratinga. Viçosa. Jacaré dos Homens. Inhapi. Marechal Deodoro. Porto Calvo. Feira Grande. Poço das Trincheiras. Messias. Olho d´Água Grande. Ouro Branco. Delmiro Gouveia. Campo Alegre. São Brás. Murici. Rio Largo. Inhapi. Piaçabuçu. Junqueiro. Inhapi. Igaci. Palestina. Porto Real do Colégio. Piaçabuçu. Minador do Negrão. Jaramataia e Chã Preta. Piranhas. Coqueiro Seco. Japaratinga. Anadia. Girau do Ponciano. Cajueiro. Colônia Leopoldina. Boca da Mata. Ibateguara. Senador Rui Palmeira. Piranhas. Campo Alegre. Pindoba. Piaçabuçú. Igaci. Messias. Olho d´Água do Casado. Matriz do Camaragibe. Mar Vermelho. Novo Lino. Arapiraca. Maravilha. Jacaré dos Homens. São Luiz do Quitunde. Tanque d´Arca. Mar Vermelho. Rio Largo. Campo Grande. Girau do Ponciano. Ouro Branco Senador Rui Palmeira. Cajueiro. Maceió. Coruripe. Coqueiro Seco. Limoeiro de Anadia. Maravilha. São José da Lage. São Sebastião. Mata Grande. Mata Grande. Cacimbinhas.São produtores: Arapiraca. Olivença Porto de Pedras. Taquarana. Dois Riachos. Feliz Deserto. Passo de Camaragibe. Major Isidoro. Ibateguara. São Miguel dos Milagres. Olivença e Palestina. Batalha. Teotônio Vilela. Dois Riachos. Olivença. Palmeira dos Índios. Igaci. Flexeiras. Flexeiras. Satuba. Campo Grande. Ovos de Galinhas: Assim distribuídos: Arapiraca. São Sebastião. Viçosa. Branquinha. Ouro Branco. Major Isidoro. seguido por Maceió. Piranhas. Boca da Mata. Canapi. Pariconha. Novo Lino. São José da Lage. Pilar. São Miguel dos Campos. Feliz Deserto. Maribondo. Jacuípe. Coité do Nóia. Quebrangulo. Traipu. Pão de Açúcar. Monteirópolis. Capela. Quebrangulo. São Brás. Lagoa da Canoa. Maragogí. Coité do Nóia. Jundiá. Penedo. Major Isidoro. São Miguel dos Campos. Batalha. Cacimbinhas. Senador Rui Palmeira. Olho d´Água das Flores. Atalaia. Delmiro Gouveia. Igreja Nova. Limoeiro de Anália. Minador do Negrão. Rio Largo e: Palmeira dos Índios. São José da Lage. Satuba. Jacuípe. Maravilha. Jaramataia. Coqueiro Seco. Lagoa da Canoa. Rio Largo... Jacaré dos Homens. São Luís do Quitunde.Assim distribuídos: Palmeira dos Índios. Lagoa da Canoa. São Brás. Cacimbinhas. Água Branca. Santa Luzia do Norte. Traipu. Traipu. Messias. Viçosa. Craíbas. Santana do Ipanema. Senador Rui Palmeira. Paripueira e Barra de São Miguel. Monteirópolis. Belo Monte. União dos Palmares. Jaramataia.

Água Branca. Coité do Nóia. Cacimbinhas. Olho d´Água do Casado. São Miguel dos Milagres. Maragogi. Colônia Leopoldina. Água Branca. Porto de Pedras. Ouro Branco. São Miguel dos Campos. Monteirópolis. Limoeiro da Anadia. Colônia Leopoldina. Santana do Mundaú. Porto Calvo. Monteiropolis. União dos Palmares. União dos Palamres. Olho d´Água Grande. Japaratinga. Campo Alegre. Senador Rui Palmeira. Coité do Nóia. Feira Grande. Cajueiro. Belém. Viçosa. Junqueiro. Feira Grande. São Miguel dos Campos. Teotônio Vilela. São José da Tapera. Murici. Traipu. Olivença. Cajueiro. Dois Riachos. Jundiá. Passo de Camaragibe. Porto Real do Colégio. Poço das Trincheiras. Delmiro Gouveia. Piaçabuçú. Maribondo. Murici. Marechal Deodoro. Coruripe. Indústria Construção naval . Anadia. São Luís do Quitunde. Palestina. São José da Laje. São Miguel dos Campos. Marechal Deodoro. Girau do Ponciano. Olho d´Água Grande. Rio Largo. Dois Riachos. Messias. Palestina. Porto de Pedras. Porto de Pedras. Paripueira. Campo Grande. Limoeiro de Anadia. São Luís do Quitunde. Flexeiras. São Brás. Pilar. Colônia Leopoldina. Marechal Deodoro. Maragogi. Olho d’Água Grande. Piaçabuçu. Major Isidoro. Belo Monte. São Miguel dos Milagres. Delmiro Gouveia. Craíbas. Palestina. Penedo.. Santana do Mundaú. Carneiros. Olho d’Água do Casado. Maceió. Campestre e Coqueiro Seco. Branquinha. Feliz Deserto. Senadcr Rui Palmeira. São Luís do Quitunde. Tanque d´Árca. São José da Tapera. Palmeira dos Índios. Maragogí. Arapiraca. Jacuípe. Lagoa da Canoa. Piaçabuçu. Coruripe. Roteiro e Teotônio Vilela. Estrela de Alagoas. Novo Lino. Maceió. Ibateguara. Pariconha.ABC das Alagoas 33 Flores. Belo Monte. Palmeira dos Índios. São Brás. Chã Preta. São Miguel dos Milagres. Matriz de Camaragibe. Porto de Pedras. Belém. Olho d´Água da Flores. Japaratinga. Leite Produzido . Novo Lino. Olho d´Água do Casado. Santa Luzia do Norte. Paulo Jacinto. Branquinha. Limoeiro de Anadia. Marechal Deodoro. Santa Luzia do Norte. Olivença. Taquarana. Maravilha. Flexeiras. Anadia. Pariconha. Santana do Ipanema. Rio Largo. Paripueira. Santana do Ipanema. Penedo. São José da Lage. Coité do Nóia. Mar Vermelho. Capela. Piranhas. Minador do Negrão. Jacaré dos Homens. Junqueiro. Igaci. São Brás. Pão de Açúcar. Arapiraca. Canapi. Piranhas. Lagoa da Canoa. Capela. Ouro Branco. Arapiraca. Pão de Açúcar. Feliz Derserto. Minador do Negrão. Major Isidoro. Jacaré dos Homens. Barra de Santo Antônio. Atalaia. Poço das Trincheiras. Satuba. Mata Grande. São Sebastião. Santana do Ipanema. Ouro Branco. Pão de Açúcar. Igreja Nova. Novo Lino. Inhapi. Boca da Mata. Olho d´Água Grande. São Sebstião. Carneiros. Suínos: Assim distribuídos: Viçosa. Tanque d’Arca. São José da Tapera. Campestre. Mata Grande. Campo Alegre. Olho d´Água das Flores. Boca da Mata. Jacaré dos Homens. Ibateguara. São Miguel dos Milagres. São Sebastião. Barra de Santo Antônio. São Miguel dos Campos. Coqueiro Seco. Chã Preta. Pariconha. Olivença. Anadia. Jaramataia. Palmeira dos Índios. Pilar. Coruripe. Porto Calvo. Satuba. Batalha. Coqueiro Seco. Olho d’Água das Flores. Teotônio Vilela.Assim distribuído: Batalha. Traipu. Maravilha. Canapi. Messias. Girau do Ponciano.Assim distribuídas: Batalha. Pilar. Boca da Mata. Belém. Messias. Craíbas. Matriz do Camaragibe. Belo Monte. Estrela de Alagoas. Campestre. Santa Luzia do Norte. Feliz Deserto. Flexeiras. Colônia Leopoldina. Igreja Novo. Cacimbinhas. Porto Calvo. Santana do Mundaú. Taquarana. Limoeiro de Anadia. Mar Vermelho. Pilar. Poço das Trincheiras. Cacimbinhas. Mata Grande. Atalaia. Flexeiras. Messias. Maceió. Paripueira e Teotônio Vilela. Igaci. Maribondo.. Traipu. Girau do Ponciano. Penedo. Paulo Jacinto. Boca da Mata. São José da Lage. Campo Grande. Porto Real do Colégio. Belo Monte. Matriz do Camaragibe. Paulo Jacinto Cajueiro. Jaramataia. Pindoba. Tanque d´Arca. Minador do Negrão. Joaquim Gomes. Monteirópolis. Vacas Ordenháveis . Barra de Santo Antônio. Campo Grande. Joaquim Gomes. Japaratinga. Inhapi. Joaquim Gomes. Junqueiro. Rio Largo. São Jose da Lage. Craíbas. Capela. servindo somente para a navegação fluvial e . Viçosa. Major Isidoro. Tanque d´Arca. Jundiá e Coqueiro Seco. Branquinha. Canapi. Matriz do Camaragibe. Chã Preta. Maragogi. Pindoba. Dois Riachos. Pindoba. Taquarana. Porto Real do Colégio. Jacuipe. Novo Lino. Lagoa da Canoa. Barra de Santo Antônio. São Brás. Jacuípe. Jaramataia. Ibateguara. Satuba. Igreja Nova. Barra de São Miguel. Maravilha. Anadia. Passo de Camaragibe. Delmiro Gouveia. Inhapi.Durante o período colonial foi incipiente. Igreja Nova. Maribondo. Satuba. Coruripe. Joaquim Gomes. Porto Calvo. São Luís do Quitunde. Campo Alegre. Água Branca. Senador Rui Palmeira. Atalaia. Mar Vermelho. Ibateguara. Piranhas. Palestina. Carneiros. Porto Real do Colégio. Passo de Camaragibe. União dos Palmares. Paripueira. Muricí.. Passo de Camaragibe. Branquinha. Santa Luzia do Norte.. Jaramataia. Japaratinga. Feira Grande. Campestre. Junqueiro. Campo Grande. Jacuípe. Estrela de Alagoas. Campo Alegre. Igaci. Quebrangulo. Quebrangulo. Quebrangulo. Muricí.

lançando as bases da indústria têxtil. no distrito de Floriano Peixoto. e Penedense. de doces de fruta. levaram praticamente à liquidação da construção naval. obras gráficas. leite. União Mercantil. Taquara. Triunfo. No total ocupavam mais de 2. Em 13/3/1892. Serra Grande e Seresta.116 teares e ocupavam 5. em outubro de 1888. em Maceió. de basculantes. Roçadinho. em Cachoeira. Industrial Penedense. fundada na década de 30 em Bebedouro. Santana e Laginha. ainda. vinagre. Posteriormente. Indústria têxtil . Santo Antônio. no município de Santa Luzia do Norte. fibras de casca). Alexandria. Santa Clotilde. Alagoana. Cristal. macarrão. O polo principal está no Tabuleiro. Progresso Alagoano. desdobramento de madeira. O setor industrial é responsável por 39. São Miguel dos Campos. Triunfo.500 operários. Surgido. instalações de anúncios luminosos. Espec. hoje Rio Largo. Marituba. Extra. do Cotonifício Gonçalves. janeiro de 1914. Leão. São Gonçalo. Pilarense. Progresso Alagoano. de esquadrias de metal e madeira. com a modernização da indústria têxtil. de derivados de coco (óleo. Em 4/3/1912 iniciou-se a fabricação de linhas de coser da Fábrica Alexandria. de beneficiamento de castanha de caju. Taquara. fubá de milho e arroz. São Miguel. ainda em Santa Luzia do Norte. Roçadinho. do Cotonifício Nogueira S/A. refrigerantes. Barão de Jaraguá. tacos para assoalhos. Serra Grande. surgem a Fábrica de Rendas e Bordados. Camaragibe. porém após dois anos é vendida. em Pilar. fabricadas de forma artesanal. Melaço Safra 1998-99: Usina Coruripe. dezembro de 1909. em Pilar . Em 1827 encontravam-se estaleiros em Jaraguá e Pajuçara. Teve vida efêmera uma fábrica de vidros. em Rio Largo. mármore e mosaico. de meias. Destacam-se. a Fábrica Vera Cruz. artefatos de cerâmica. o processo se inicia com a fábrica Cachoeira. fábricas de artefatos de cimento. Santa Clotilde. Em agosto de 1895. AgroFabril. em Maceió. Porto Rico. de carrocerias para caminhão. a Companhia de Fiação e Tecidos São Miguel. Praticamente todas iriam desaparecer. inúmeras indústrias de construção civil. Guaxuma. também com 600 trabalhadores. 96 mulheres e 35crianças. julho de 1913. Pindorama.O município de Maceió é o pioneiro da indústria de grande porte no estado. R. Sinimbu. na periféria de Maceió. ainda: indústrias fabricantes de máquinas e equipamentos. Laginha. placas de ferro. Pilar. Santa Clotilde. Caeté. Porto Alegre. Cachoeira. a de linhas de coser. Porto Rico. Cachoeira. em 31/1/1857 (mas que só ira funcionar em 1865) da Companhia União Mercantil. Guaxuma. Sumaúma. confecções. revelam: Produção de Açúcar (Demerara. surge a Companhia Industrial Penedense . Santana. calçados. móveis de madeira e metálicos.. carimbos de borracha. com 600 trabalhadores. Sinimbu. Capricho. sabão em massa. de rações balanceadas. em 1890. atualmente limitada a embarcações pequenas. Cachoeira. Serra Grande. 978 operários. deixa de fabricar linhas de coser.34 Francisco Reinaldo Amorim de Barros litorânea. Porto Rico. Em relatório. Norte de Alagoas. de adubos e fertilizantes. com 500 trabalhadores. em 1979. A tecnologia. gelo. Leão. no distrito de Fernão Velho. Caeté. Penedo. Desenvolveram-se. em 1925. Maceió e a Fábrica Marituba. Camaragibe. com a fundação. Caeté. município de Água Branca (1914). em São Miguel dos Campos. Pilarense e Vera Cruz. em Piaçabuçu.49 homens. em Penedo. de moagem de trigo. Produção de Álcool (Anidro e Hidratado) Safra 1998-99: Usina ou Destilaria Coruripe. foi inaugurado o cotonifício Norte Alagoas. a Companhia de Fiação e Tecidos Norte de Alagoas. João de Deus. de poste de cimento. bem perto do porto de Jaraguá. Sumaúma. Santo Antônio. Marituba. João de Deus. em Fernão Velho. Sumaúma. biscoitos. farinha. inclusive a modernização da construção naval com a utilização de outros produtos que não a madeira. Marituba. Sinimbu. Uruba. Uruba. Seresta. foi criada a Companhia Pilarense de Fiação e Tecidos. Capricho e Laginha. de pasteurização de leite. tintas plásticas. instalada no local do mesmo nome. e passa a ser produtora de tecidos. Santana. Guaxuma. Granulado) Safra 1998-99: Usinas Coruripe. Em 1924. com o objetivo inicial . em Penedo.2% do produto interno bruto (PIB) do estado. Logo depois surge a Companhia Alagoana de Fiação e Tecidos. Roçadinho. descreve as matas alagoanas e afirma que no século XVIII se utilizavam árvores das matas entre a Lagoa Jequiá e o Rio São Miguel para a construção de navios mercantes. sacos de plásticos. a Fábrica Santa Margarida. que começa o processo de produção em outubro do mesmo ano. o ouvidor José de Mendonça de Matos Moreira. Em 1930 existiam dez fábricas de tecidos: Cachoeira. Santo Antônio. de beneficiar arroz. no distrito de Saúde. na Pedra. Seresta. Trabalhavam com 3.. por iniciativa de José Antônio de Mendonça. Dados do Boletim Estatístico de 2000. No interior. Triunfo. Leão. de café moído. Em 1902 havia cinco fábricas de tecidos: União Mercantil.

Laticínios: (manteiga e queijo) Batalha. criada em 21/4/1966. de indústrias de grande e médio porte. de adubos. Existem fábricas de portas e portões de ferro em Palmeira dos Índios. para a instalação. alcançou resultados satisfatórios para o desenvolvimento da área agronômica e da área industrial. em 1964. além des moinhos de farinha de trigo. capazes de incorporar à produção a vasta área denominada “tabuleiros”. destacam-se: Tecido de algodão: Rio Largo. Beneficiamento de algodão: Arapiraca. cujo cultivo esteve restrito a determinado tipo de solo. em lotes financiados.Companhia de Desenvolvimento de Alagoas. através dele. hoje vem se expandindo independentemente da condição dos solos. Desde 1962 funciona a CODEAL . Tem-se verificado uma orientação no sentido de ampliação da pesquisa e da absorção de nova tecnologia aplicada ao melhoramento da cana-de-açúcar. com fábrica de proteínas. à margem a BR 101. a unidades produtoras de açúcar. graças a utilização de adubos e corretivos. vinagre e móveis em vários municípios. Doces de frutas: Produzem-se em Pindorama (Coruripe) sucos e geléias de maracujá e em União dos Palmares doces de goiaba e banana em massa. São Miguel dos Campos e Delmiro Gouveia. em Maceió. foi instalada uma indústria de fabricação de vergalhões de ferro. Surgiram as das áreas de mecânica e metalurgia. e também a modernização e ampliação de indústrias de derivados de coco. Palmeira dos Índios. Perspectivas positivas se abrem quanto . Diversas: Fábricas de adubos compostos em Major Isidoro. Beneficiamento de couros e peles: Pão de Açúcar e Viçosa. Pão de Açúcar.ABC das Alagoas 35 de reunir indústrias químicas. para a produção de álcool carburante-anidro. Rio Largo e Santana do Ipanema. Olho D’Água das Flores. Delmiro Gouveia. Metalurgia: Em Atalaia. além da expansão do parque açucareiro.A. A instalação da SAL-GEMA . organismo do Instituto de Açúcar e do Álcool. Major Isidoro.. Farinha de mandioca.. A cana-de-açúcar. Óleo de coco: Penedo e Pilar Beneficiamento de arroz: Arapiraca. entre outras. entidade de economia mista destinada a promover. Major Isidoro. para aproveitamento dos subprodutos a partir do cloro. o beneficiamento da castanha do caju.Indústrias Químicas S. Pão de Açúcar. aguardente. Monteirópolis. Penedo e Viçosa. Penedo e Piaçabuçu. Piranhas e Santana do Ipanema. em quase todos os municípios. O reforço de energia elétrica. Destilaria de Álcool. em Delmiro Gouveia. Centenas de estabelecimentos artesanais. anexas ou não a usinas. se adota o pagamento da cana pelo teor de sacarose. atribuição do PLANALSUCAR. a partir de 1990 recebe recebe empresas de outros setores industriais. tendo sido instaladas destilarias no Estado. Além da importante agroindústria açucareira. Major Isidoro. Fumo de corda em Arapiraca. Além das usinas açucareiras. a química e a de alimentos são também componentes do parque industrial alagoano. Hoje. em instrumentos primitivos. Igreja Nova. Óleo de caroço de algodão: Delmiro Gouveia. Elabora projetos para as indústrias que pretendem se instalar e opina sobre os pedidos de isenção de impostos a serem concedidos a indústrias pioneiras. financiar e criar condições para o desenvolvimento econômico do Estado. em Rio Largo. a fabricação de papel. com a Usina de Paulo Afonso. Quebrangulo e outros. a pasteurização de leite. situada no município de Rio Largo. que se beneficiam da infra-estrutura existente: estradas e energia. Fábricas de vinhos de frutas regionais. Papel: Satuba Cerâmica: Pilar e Satuba além de outros municípios Mosaicos e artefatos de cimento: Palmeira dos Índios e Santana do Ipanema. A crise do petróleo levou o país à criação do Programa Nacional de Álcool e. A Coordenadoria Regional Nordeste-Alagoas está levando a efeito uma experiência-piloto de preparação de “pacotes tecnológicos e sua disseminação no meio. A CODEAL criou a “Área Industrial Governador Luiz Cavalcante” a 15 quilômetros do centro de Maceió. permitiu a instalação de inúmeras indústrias na capital e no interior. Cacimbinhas. produzem as denominadas “redes de dormir”. de rações balanceadas. Olho D’água das Flores. com pequena participação em outros municípios. tem trazido novas perspectivas mediante a instalação de indústrias de porte nacional dentro do pólo cloro-químico. através do que é denominado Projeto de Extensão Canavieira “. Uma Estação Experimental. a indústria têxtil.

A extensão para o Vale do Rio Paraíba. O maior rebanho de corte está na Zona da Mata Alagoana. a cargo do PLANALSUCAR A cíclica crise do setor sucro-alcooleiro está levando alguns usineiros buscar alternativa para a cultura da canade-açúcar. cuja produção permite a auto-suficiência e ainda a exportação in natura do leite para outros estados.Após a invenção do barco a vapor surgiram os transportes para pontos mais distantes. Em 1870. que se bifurcava do centro da cidade para Bebedouro. Transporte Ferroviário As estradas de ferro foram. A partir de 1819 os caminhos são ampliados. Em 1901 o Governo Federal aprovou o arrendamento das ferrovias nordestinas para a Great Western Brazilian Railway. da cidade de Maceió a Penedo. Em 1871 Espíndola cita sete estradas principais: “A do Vale do São Francisco. em 1912 chegava a Quebrangulo e. Estradas arenosas e cheias de curvas. ração animal ou gás metano. que partia de Piranhas e chegava a Petrolândia (PE). e em especial no São Francisco. Posteriormente. conhecida por Cia. conforme atesta Bonfim Espíndola. Era a Companhia Baiana de Navegação a empresa responsável pelo empreendimento. Iniciaram-se os estudos para a construção da ferrovia que iria ligar a capital a União dos Palmares. Palestina e Pão de Açúcar) se concentra o maior rebanho de leite do estado. maracujá e acerola. Fase Moderna . quando foi inaugurado um ramal com perto de seis quilômetros.36 Francisco Reinaldo Amorim de Barros ao aproveitamento da tiborna. eram comuns navios nacionais e estrangeiros no porto de Maceió. não só no mar. Major Isidoro. entre as cidades de Palmeira dos Índios e Viçosa. Este contrato durou até 1950. Anônima da Imperial Estrada de Ferro de Alagoas. no governo Pedro Paulino da Fonseca. dada a localização das usinas de açúcar. com 116 quilômetros. como por rios e lagoas. com processo de exploração predominantemente extensivo ou semi-extensivo. em certa medida. inclusive as de Alagoas. criando a Rede Ferroviária do Nordeste. Seguiu -se um ramal desta linha. Jaramataia. Na Bacia Leiteira (Batalha. principalmente nos rios. Na micro-região da Mata Alagoana e do Tabuleiro de São Miguel dos Campos estão os latifúndios. com os barcos a vela fazendo o tráfego de longo e pequeno curso. Belo Monte. 84 dos quais em território alagoano. Com apoio da EMBRAPA e da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado de Alagoas (EPEAL).Com destaque dos barcos a vela. ligando a ponte de desembarque marítimo de Jaraguá ao Trapiche da Barra. abacaxi. cuidou-se da continuação do ramal de União até Pernambuco. sendo inaugurados estes novos cinco quilômetros em 19/10/1872. um estímulo para a instalação das indústrias modernas. ou vinhaça. transitadas por tropas de burros e cavalos de sela. Jacaré dos Homens. finalmente. Predomina na micro-região de Arapiraca o minifúndio. De outra parte. foi inaugurada em 1891 até Viçosa. do Vale do Paraíba. Iniciou-se o período ferroviário a 25/3/1868. Fase Pré-Moderna . Cacimbinhas. mamão. uma subsidiaria da Rede Ferroviária Federal. da cidade de Alagoas a vila da Palmeira dos Índios e a da vila de Coruripe a essa mesma vila”. em 1934 a Palmeira dos Índios. destaca-se a bovinocultura de corte e a leiteira. Serviços Transportes O transporte aquático conheceu três fases: Fase colonial . Transporte rodoviário Época dos caminhos coloniais (da colônia até 1819) melhoria dos caminhos indígenas. onde existem cerca de 12 mil pequenas propriedades. Tais resíduos poderão ser transformados em fertilizantes. Olho d’ Água das Flores. das usinas. em 1883. quando o governo encampou aquela empresa. que faziam o intercâmbio no Brasil e para o exterior. com a bifurcação em Lourenço de Albuquerque. Prossegue após a Independência. manga. eles estão examinando a possibilidade da troca da cana por fruticultura irrigada. . prosseguiram sendo utilizadas. muitas delas à vela. do Vale do Mundaú. sendo concessionária a The Brazilian Central Company Limited. Época das estradas coloniais (de 1819 até 1912). conclui-se a Estrada de Ferro de Paulo Afonso. As pesquisas se encontram em fase experimental. . que serviram para os carros-de-bois. sendo que o tráfego pelo primeiro trecho foi inaugurado em 3/12/1884. Na atividade pecuária. Monteirópolis. As barcaças. com produtos como banana. A Associação dos Produtores Rurais do Vale do Paraíba de Alagoas acredita que o treinamento será indispensável para que a fruticultura do estado seja competitiva e obtenha sucesso. da cidade de Maceió a Pernambuco. inclusive com Portugal.Inaugurou-se com os navios a motor. Uma das necessidades é a qualificação de mão-de-obra para esta nova produção.

início da terceira fase da telefonia no Estado. um dos primeiros serviços telefônicos automáticos do Brasil. Em 1973. e com um ramal chegando a Garanhuns. a CTA incorporou-se à TELEBRÄS (Telecomunicações Brasileiras S/A). O transporte aéreo incrementou-se depois de 1930. a CTA começou a implantar pequenas centrais urbanas nas cidades interioranas e ativou o serviço interurbano. além do bancos particulares. Telefonia – A telefonia alagoana iniciou-se. Foram pioneiras como cooperativas de crédito: a dos Retalhistas. que surge em 1817. os turistas garantiram aos hotéis alagoanos a . com 110 sócios. O governo de Luis Cavalcante levou o asfalto. por iniciativa de banqueiros foi criado o Banco do Nordeste do Brasil. em Maceió.) Turismo . com 54 sócios. Segundo o Sindicato dos Bancos de Alagoas. Santana do Ipanema. São Miguel dos Campos. pelo Governo Estadual. possuindo cerca de 26 espaços de pequeno e médio porte e três grande áreas com capacidade para 10 mil pessoas cada. Em 1901. Em 1922 ainda não havia uma só instituição que atuasse com crédito agrícola. Época das estradas asfaltadas (1947 até hoje).PRODUBAN. Arapiraca. Porto Calvo. Em 1969 a CTA já contava com mais de mil terminais instalados em Maceió e com sistema interurbano para oito municípios alagoanos. em julho de 1927. ao mesmo tempo em que fornecem alimentos. o Banco do Estado de Alagoas manteve outras nos municípios de Rio Largo. Passeios de escunas e jangadas. Banco HSBC. O Governo Arnon de Melo ligou. como o Banco Bradesco . operaam no Estado agências bancarias do Banco do Brasil. foi criada a Companhia Telefônica de Alagoas. pelo litoral. seminários e encontros. com 92 sócios: Banco de São Miguel.cuja agência foi instalada em 1914. ela inaugurou o sistema DDD para a capital. Poderá atrair congressos. o Estado comprar máquinas e iniciar as bases das atuais rodovias.A. das estradas estaduais. Maceió a Palmeira dos Índios. Caixa Econômica Federal. Em 1964. Caixa Rural de Camaragibe. seis instituições operavam no estado: o Banco de Pernambuco. em abril de 1927. a 24 de agosto.São Miguel dos Campos e Álvaro Paes. Além das agências de Maceió. da capital até a fronteira com Pernambuco. que começou a operar em 1915 e London and River Plate Bank. que instala sua agência em 1920. por um grupo empresarial. Banco Real. a Caixa Comercial. com barzinhos. Sofreu. Pôde. com a criação do Departamento de Viação e Obras Públicas e a construção da estrada Maceió. contudo. Olho D’água das Flores e Coruripe. Muniz Falcão fez o trecho norte. é de Delmiro Gouveia. por asfalto.ABC das Alagoas 37 Época das estradas para automóveis (1912 a 1947). Banco de Alagoas.Palmeira dos Índios. Famosa pelas águas verde-azul cristalinas. até São Luiz do Quitunde. um processo de intervenção e de liquidação extrajudicial. Major Isidoro. em julho do mesmo ano. Iniciou-se a ligação. com 307 sócios. Penedo. O pioneirismo. com 489 sócios. em abril de 1928. a partir de então. Banco Popular e Agrícola de Palmeira. Banco dos Retalhistas. Depois de 40 anos. Banco do Nordeste do Brasil. o Banco Emissor da Bahia. Capela. Delmiro Gouveia. Banco Itaú. que em 1911 construiu uma rodovia que ligava Pedra a Santana e outra de Palmeira dos Índios a Quebrangulo. Costa Rego. Bancos. No incentivo da economia estadual criou-se o Banco do Estado de Alagoas . Palmeiras dos Índios. o Montepio dos Servidores do Estado e a Caixa Econômica Federal. União dos Palmares. industriais e comerciais. Além do mar. liderado pelos industriais Napoleão Barbosa e Carlos Breda. Murici. com 171 sócios. em 1920. os rios e as lagoas complementam a beleza. por asfalto. a Comissão de Estradas de Rodagem. seja no estabelecimento oficial ou nas cooperativas agrícolas. Pão de Açúcar. passando em Atalaia. em julho de 1925. Naquele ano. fazendo a ligação Maceió. em novembro de 1927. Em outubro de 1971. Banco de Quebrangulo. estando já este equipamento obsoleto. com a estrada MaceióPasso de Camaragibe. que elaborou o Plano Rodoviário Estadual . o Banco do Recife. Três administrações: José Fernandes de Barros Lima. com 34 sócios e Banco de Penedo. numa nova central telefônica. Praias com características próprias em sua vegetação e areal. O primeiro é a Caixa Comercial de Maceió. o qual desempenhou função primordial através de uma política financeira de apoio às atividades rurais. por alguns anos limitada ao perímetro da cidade. Nessa época havia 400 terminais automáticos que passaram. Em 16/5/1947 foi criada. Marcou-se com a chegada do automóvel. Banco Safra e Unibanco. pousadas e hotéis no litoral. passando a denominar-se TELASA (Telecomunicações de Alagoas S. Potencial do mercado de eventos. em 1907 e a Agrícola em 1927. Maribondo. em para 1040 em 1963. em janeiro de 1926. Banco Central de Crédito Agrícola de Alagoas. com 24 sócios. Em 1925. com o pioneirismo de José de Almeida ao inaugurar.Os 230 quilômetros da costa alagoana podem ser um fator decisivo no incremento do turismo. Em 1999. Entre 1925 e 1928 foram criada oito sociedades cooperativas de crédito: Banco de Viçosa. os estabelecimentos bancários eram três: Banco do Brasil. porém. em março de 1927. feiras de negócios.

Fernando Araújo. lançado ao mar em 1909. sendo diretores: Carlos Rubens. Afirma Espíndola. Iremar Marinho.CADERNO DE DEBATES DO CONSELHO ESTADUAL DE COMUNICAÇÃO . Ano 1.3. sextas e domingos. 64 de 1 e 3/6/1887. para conduzir à Europa a família imperial. possivelmente em oposição aos Maltas Órgão conservador. da atual cidade e município de MARECHAL DEODORO. em 13 e 19 de fevereiro de 1868. De início duas vezes por semana e. Dois dias depois publicou um boletim relatando os fatos e declarando suspender sua publicação “por falta de garantias” Desaparece no início de 1915. 63 e n. superada somente pelo Ceará. Desarmado na flotilha do Alto-Uruguai a 5/5/1896. Riacho das. além dos citados: Raimundo Gomes e Vanildo Mendes. Diretor: Luiz Wanderley de Mendonça. Mensário de Defesa e Propaganda dos Interesses Gerais do Estado. (maio a julho de 1936). Temporariamente incorporado à esquadra. a partir de 8/8/1907. naufragou nas proximidades das Ilhas Maricás (barra do Rio de Janeiro) depois de servir de alvo de batalha da esquadra. Seu verdadeiro nome era Francisco Nunes de Oliveira. O Semanário. Desarmado em 1939. ALAGOAS. em sua Geografia Alagoana. em novembro de 1889. Posteriormente. Literário e noticioso. depois. ALAGOAS. 1 (dez. A Biblioteca Nacional possui o exemplar n. ALAGOAS . Navio de combate encouraçado. ALAGOAS Navio mercante. Tomou parte na passagem forçada de Curupaiti e Humaitá. segundo Moacir Medeiros de Sant’Ana. Periodicidade irregular.5% a segunda mais alta da região nordeste no ano. ALAGOAS. De propriedade e direção de Antônio Nunes Leite.MENSÁRIO ILUSTRADO ALAGOAS . Marileine Dowell. então desterrada. Chico Nunes das (Palmeira dos Índios AL) Poeta. Fernando de Mendonça e Jaime de Altavila. ALAGOAS HOJE: BOLETIM INFORMATIVO.º 1. Editado no Rio de Janeiro. 56. três vezes. ALAGOAS Denominação. ALAGOAS AGORA Jornal. publicado em Maceió a partir de 9/9/1886. 1983) conforme se informa em Bibliografia do Instituto Arnon de Melo. O Jornal. Nac. Revista.38 Francisco Reinaldo Amorim de Barros sua mais alta taxa média de ocupação da última década. publicado em Maceió. as quartas. mudada pelo Decreto 2. Em 7/12/1914. ALAGOAS Construído na Inglaterra. Órgão conservador. Melchiades da Rocha e Reis Vidal.microf. Entre seus colaboradores encontravam-se Delorizano Moraes.550. lançado ao mar em 30/10/1867. Redatores: M. construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.2. seu diretor e proprietário foi espancado. ALAGOAS Jornal. Eram redatores. Bibl. Nunes. ALAGOAS Monitor. sendo seus responsáveis: Roberto Vilanova. em Maceió em 14/4/1912. Publicado pela Subsecretaria de Comunicação Social. respectivamente. Começa a ser editado. Impresso e subscrito na tipografia de Tertuliano de Menezes. A Biblioteca Nacional possui os exemplares 1. n. ALAGOAS. ser esse canal uma continuação do Canal dos Remédios. repentista biografado por Mário Lago. O Jornal. Publicada em Maceió pela Subsecretaria de Comunicação Social. ALAGOAS. Benildo Martins. Um dos canais situados entre as lagoas Mundaú e Manguaba. ano II n. Teria sido publicado em 1908. Calheiros e J. até 9/12/1939 . de 15/3/1980. ALAGOAS.

Museu do Estado de Pernambuco.. José Maria de Melo. A Bibl. ALAGOAS ILUSTRADA Revista. Arte e Literatura “e “Esporte. Lançada em Maceió por Afrânio Melo e Joaquim Ramalho. Carlos Moliterno foi um dos seus colaboradores. André Papini.ABC das Alagoas 39 ALAGOAS COOPERATIVISTA ALAGOAS ECONÔMICA Segundo se informa. especialmente o iatismo. o exemplar. destinada a promover o lazer e incrementar atividades de caráter social e esportivo. em Aracaju. Propriedade da Livraria Ramalho. IV Festival de Verão de Marechal Deodoro.conforme rezam seus Estatutos. Moacir Werneck de Castro. em Maceió. em comemoração da data de emancipação política de Alagoas.. em Olinda. ALAGOAS HOJE Revista. ainda. Fundado. 1977: Teatro Deodoro. Edson Carneiro e Rui Facó. Galeria Rosalvo Ribeiro. na Escola Rosalvo Ribeiro. de Aracaju. “Recife. dirigida por Lourenço Peixoto. em Maceió. Raul Lima. no Rio de Janeiro (RJ). setembro e outubro de 1938. Palácio da Cultura. ALAGOASTUR. “Associação Civil. tem microf. na Pajuçara. Casa da Cultura. foi lançada em 17/3/1963. Marketing e Promoções. Galeria Álvaro Santos. sob o patrocínio do DAC. I Salão de Arte Global de Pernambuco. em Maceió. Théo Brandão. em Aracaju (1972). Teve só um número publicado. ALAGOAS LIVRE Poliantéia.. ALAGOAS IATE CLUBE Fundado em 6/1/1963. em Aracaju. 1979: . Homenagem de alagoanos residentes no Recife. Aurélio Buarque de Holanda. Zadir Cassella. 1975: II Salão de Arte Global de Pernambuco. e da qual foram publicados três números: agosto. de Aracaju. em seu trabalho sobre a Imprensa. em 1951. neste mesmo ano. José Aloísio Vilela. Cinema. em seu já citado trabalho. Ledo Ivo. um trabalho. ALAGOAS RÁDIO E TELEVISÃO LTDA. Jaime de Altavila. e. sem fins lucrativos. Ildelfonso Lopes. Waldemar Cavalcanti. Turismo. ALAGOAS: MENSÁRIO ILUSTRADO Revista. Rui Palmeira. Franklin Casado de Lima publicou nesta revista. Lindolfo Gomes. conforme informa Moacir Medeiros de Sant’Ana. tem os três números microfilmados. Segundo informa Moacir Medeiros de Sant‘Ana. Mundanismo”. Aloísio Branco. Recife (PE) e. Estudou no Colégio Batista Alagoano e no Instituto de Educação Moreira e Silva. 1973: Galeria Álvaro Santos. II Festival de Arte de São Cristóvão (SE). em Maceió (1965) e com os pintores José Maria de Almeida e Eurico Luiz. ALBA do Nascimento Correia (Maceió AL 10/11/1931) Pintora. surge. em 1/12/1933. Publicada em Recife em 16/9/1904. Salão Estandarte. 1. A Bibl. Maceió. participou e foi premiada no XXV Salão Nacional de Arte Moderna. Humberto Bastos. Alagostur Ed. Quinzenal.. Nac. n. A pedra fundamental de sua sede. SOCIEDADE & TURISMO Ano. Artistas de Alagoas. Tinha em sua capa: “Ciência. Anália Leite. Publica a Revista do Alagoas Iate Clube. Individuais: 1971: Galeria Álvaro Santos. Os cinco últimos não eram alagoanos. 1983. Parece ter sido publicada até o número 6. 1. São Paulo (SP). Mantém em Maceió a FM Canal 262. dirigida por Luiz de Barros e tendo Raul Lima como redator-chefe. de Aracaju. Jurandir Gomes. relativo a junho de 1934. João Gilberto Savastano. Teatro do Parque. de preferência os esportes olímpicos”. 1974: Banco Nacional do Norte. com a criação da capitania em 1817”. Nac. 1973: III Festival de Verão de Marechal Deodoro. 1817-1904. onde também foi premiada. em Manaus (1962). Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco. Paulo de Castro Silveira. Recife. no qual foi premiada. 1974: IV Festival de Verão de Marechal Deodoro. 1976: Artistas de Alagoas. Estudou desenho e pintura com Giselda Ribeiro. Coletivas: 1972: Conservatório de Música. por Jucá Santos e José Rodrigues de Gouvêia. Manoel Diegues Júnior. Nela colaborou: Carlos Paurílio. . ALAGOAS LITERÁRIA Jornal. Teatro Deodoro. Aliança Francesa. Recife (PE). Moraes Rocha e Alves Ribeiro. Rocha Filho.

fundando. ALBUQUERQUE. que iria ser padrão para outros museus idênticos que se criaram em 13 capitais de estados entre 1967-72. Submete-se a exame vestibular. Desde 1999 mantém um sáite que vem sendo alimentado e. em especial discos.Rastros de Memória. na cadeira da qual é patrono Tobias Barreto. Galeria de Arte Mário Palmeira. Eleito deputado estadual pelo PMDB. 1941. ALBOR Surge. da UFAL. se transformará no Dicionário Cravo Albin da MPB. Rio de Janeiro. 2000. Rio de Janeiro. 1980: Coletiva de Pintores Alagoanos. Obras: Ensaio Sobre Eléctro-Fotometria. 2002. dentro de algum tempo. Ed. ALBOR. Esta. quadros e outros objetos de arte. Presume-se que tenha sido deixado de publicar em 1911. fazendo conferências sobre a história da Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro.Setor de Artes Plásticas. cujo patrimônio é formado. 1993. Antônio Aleixo Paes de (Coqueiro Seco ? AL . em 24 de setembro de 1910. então considerado o colégio padrão. por livros. Estuda no Colégio Diocesano. Antônio (AL ?) Deputado estadual. ALBIN. como publicação quinzenal dos aluno do Colégio 11 de Janeiro. na legislatura 1997-2001 e pelo PTB na legislatura 2002-2006. Globo. em Maceió. Rio de Janeiro. 1997. 2003. o Museu da Imagem e do Som. Atuou nas legislaturas 1897-98. Ediouro. Professor de Direito Penal. Editora Gryphus. mas considera-se plenamente penedense. SERGASA. publicado em homenagem ao Centenário de Jorge de Lima. Passa a apresentar um programa de música e cultura popular. Com poucos dias de nascido é levado para Penedo. e ingressa. Empresa Gráfica Alagoana. em 1989. Ed. sob a direção de João Oliveira. na turna de 1958 da Faculdade Nacional de Direito. Inicia-se em atividades na área cultural. divulgada no livro Arte Alagoas II. Em 1953. ainda. advogado. professor. I Salão de Artes Plásticas do Município de Praia Grande (SP). na Rádio Ministério da Educação-MEC. ALBUQUERQUE. Filho de Nivaldo Ferreira de Albuquerque e Maria Celina Ribeiro. em Maceió. Unidos das Artes Plásticas. Índia: Um Roteiro Bem e Mal Humorado. Ricardo Cravo (Salvador BA 20/12/1940) Advogado. MIS . sob coordenação de Romeu de Mello-Loureiro. Driblando a Censura: De Como o Cutelo Vil Incidiu na Cultura. 2001: Participou da exposição IX Universid’Arte realizada no Campus Jaraguá da UFAL. A convite de Manoel Diégues Júnior percorre o Brasil. Abelardo (Maceió AL 9/10/1915 . para ser aluno interno do Colégio Pedro II. ALBUQUERQUE. Membro da AAI da AML e da Academia Alagoana de Letras Jurídicas. entre outros poucos de todo o Brasil. em 1965. professor. preside a EMBRAFILME. Esta entre os artistas divulgados no livro Arte Contemporânea das Alagoas. Maceió.40 Francisco Reinaldo Amorim de Barros V Festival do Cinema Brasileiro de Penedo . tendo como curadores Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. onde termina o curso em 1963. O Publicação surgida em 7/6/1908 em Passo de Camaragibe. juntamente com o Instituto Nacional do Cinema. FUNARTE. Filho de Severino de Albuquerque Filho e Francisca Noêmia da Silveira Albuquerque. advogado de Ofício da Justiça Militar de Alagoas. O Município de Coqueiro . a ser publicado. Tese de Concurso à Cadeira de Física no Instituto de Educação em Alagoas. na legislatura 1995-98. Secretário de Segurança Pública no governo Fernando Collor. O Livro de Ouro da MPB. 2001. jornalista. Professor do biofísica da Faculdade de Medicina de Alagoas. Obras: MPB: A História de Um Século. Rio de Janeiro. onde moravam seus familiares. Obras: Considerações Sobre a Criminalística (Ensaio Crítico). prefácio de Nilton Gonçalves Ferreira. Em 2000 fundou o Instituto Cultural Cravo Albin. Espaço Cultural da Câmara Municipal de Santo André (SP). além de seus bens pessoais. sua arqueologia e sociologia. 99-1900 e 191314. Maceió.? 1992) Médico. Mauad. quando preside a Assembléia Legislativa.. em terceiro lugar. São Paulo. 1999. Nele colaborou Jaime de Altavila. Afonso Toledo de (?) Deputado estadual. em função do seu rendimento escolar é escolhido. Salamandra. 1998: I Concurso Latino de Novos Talentos de Artes Plásticas. editado em Maceió. e no qual faz o curso ginasial e o clássico. ALBUQUERQUE. Em 1972. Um Olhar Sobre o Rio de Janeiro.Maceió ? AL 2000) Secretário de estado. Santo André (SP). pelo PSD. patrimônio doado à cidade do Rio de Janeiro.

perto da costa da Bahia 22/2/1868) Presidente da província. 1988. A Datiloscopia e o Processo Penal e Local do Crime ambos in Jornal Custo Legis. depois de titular-se em Engenharia Militar (1891). SERGASA. bem como nos mesmos meses de 1857. 25. Doc. foi escolhido senador do PE em 1865. De maio a outubro de 1856. 1º de fevereiro de 1998. 1.Em viagem. Colaborações na imprensa especializada: Da Irretroatividade da Lei Penal in Revista de Letras Jurídica. in Revista de Letras Jurídicas.. Antônio Nemésio de (Viçosa AL 30/8/1894 . em PE.Provérbios . permanecendo até 13/4/1857. Recife.importante em uma fase em que. foi presbítero secular. praticamente não existiam bancos. em Pão de Açúcar. 1986. pela vila de Piaçabuçu. Fez a apresentação da obra O Conselho Penitenciário de Alagoas. Freqüentou o Seminário de Pernambuco. Antonio Coelho de Sá e (Engenheiro Guararapes. ocupado novamente a pasta dos Estrangeiros. n. Deputado Provincial nas legislaturas 1850-51 e 1870-71. 1999.Crendices). Formou-se pela Faculdade de Direito de Olinda (1842). onde foram encontradas significativas quantidade de fósseis. Finalmente. em Memórias Legislativas. em 1860 ALBUQUERQUE. Maceió. SERGASA. em Recife. ALBUQUERQUE. padre. Membro do Instituto Arqueológico Alagoano. de estudos sobre as questões do Amapá. em julho de 1856 . Guedes de Miranda. Abordagens Literofolclóricas (Poesia Popular e Poesia Erudita . Roberto Calheiros de Melo. ainda. Volta para Bom Conselho. como deputado na Assembléia Geral. Antônio Coelho de Sá e Albuquerque. onde se dedica . ALBUQUERQUE. e no Gabinete Zacarias (1862) a da Agricultura tendo. Antônio Cavalcante de (? AL . Entre 1853 e 1864 foi deputado geral por PE. Maceió. farmacêutico. o cólera morbus atacou a Província. senador. Pelo Excelentíssimo Presidente da Mesma Província. 1996. de onde se expandiu a outras regiões. 24. esteve afastado do governo. e da Bahia. ALBUQUERQUE. Fez os preparatórios no Liceu Alagoano. nos. entrando para a repartição eclesiástica do Exercito depois de servir por muitos anos como Capelão. onde fez o curso na Escola Militar e Superior de Guerra. tendo sido eleito nesta última pelo Segundo Distrito. apresentando-se logo no dia seguinte na cidade de Penedo. Muribeca PE 18/10/1821 . Maceió. pela primeira vez. presidente da província do Pará entre outubro de 1859 a março de 1860. 07.?) Deputado provincial. Considerações Sobre a Criminalidade in Revista de Letras Jurídicas. Iniciou sua vida profissional em Pernambuco como Procurador Fiscal da Tesouraria Provincial (1844). n. no 8. 12. Sá e Albuquerque fez construir um lazareto. Como primeiro-tenente vai servir em um dos batalhões em Realengo. bacharel. Sócio do IHGA. ainda. entre setembro de 1862 e dezembro de 1863. nas Guianas.ABC das Alagoas 41 Seco (Contribuição para a História). sendo um precursor da luta contra o analfabetismo. Nomeado Presidente da Província em 8/7/1854. Sua infância foi na cidade de Bom Conselho (PE). Regressa a AL como alferesaluno e ajudante de ordens do coronel Pedro Paulino da Fonseca. 1856 (Anexo Fala de 1857/58 e 59). bacharelando-se em Matemáticas e Ciências Físicas. criou-se a Caixa Econômica. Maceió. cabendo-lhe a missão de explorar o Rio Araguaia. Participou dos estudos de Comissões Cientificas no Planalto Central do Brasil. Antônio de Melo (? AL . a bordo do vapor Paraná. 1990. onde fez o curso primário. Filho de Antonio Cavalcante de Albuquerque e Maria Tenório Cavalcante de Albuquerque. Para combater a epidemia. Ainda no seu governo e. em 1866. onde iniciou o curso secundário. Foi presidente da província da Paraíba entre julho de 1851 a abril de 1853. Síntese Histórica. indo depois para o Rio de Janeiro.Rio de Janeiro DF 18/2/1901) Militar. n. Obra: Fala Dirigida a Assembléia Legislativa da Província de Alagoas na Abertura da Sessão Ordinária do Ano de 1856. Participou. tomou posse a 13/10/1854. Em seu governo. SERGASA. subindo de Goiás ao Pará. Estudou a seguir no Colégio Porto Carreiro. próximo ao antigo Porto do Francês. de Santos & c Cia. Foi diretor da Instrução Pública (1853/56). O Demóstenes Alagoano. Foi. Direitos e Garantias do Advogado. Imprensa e Ambiente Crimógeno. Obra: Oração Pronunciada por Ocasião da Solenidade Promovida Pela Chegada de D. Maceió. 20.Rio de Janeiro RJ 26/6/1964) Jornalista. no Rio de Janeiro. Filho de Lourenço de Sá e Albuquerque e Mariana de Sá e Albuquerque. No Gabinete Caxias (1861) ocupou a pasta dos Estrangeiros. 23. o Dr. Maceió. SERGASA. na volta de Zacarias. Em ambos os períodos foi substituído pelo 1º vice-presidente. tendo sido o 25º presidente. Pedro II a Maceió. Da Atuação do Ministério Público no Âmbito Policial in Revista de Letras Jurídicas. SERGASA. deputado geral. N. Tip. É ainda neste período governamental que se procedeu escavações arqueológicas na fazenda “Paquiderme”. A Pena Como Conseqüência do Crime (Ensaio de Política Criminal). Esta doença ingressou em Alagoas a 18/11/1885.

Dudu (AL) Deputado estadual pelo PT do B na legislatura 2003-2006. Crônicas e Pensamentos (Filosofando). São Luís do Quitunde como também em Bragança (Pará). Obra: Sistema de Comando do Coração (Anatomia.. Duarte . Guedes Lins escreveu artigo no qual é citado. 1921 ou 1922) Poeta. Durante cerca de cinco anos foi professor da Usina Tiuma. XXIV. Cassiano Rodrigues de (Porto Calvo AL 17/3/1888 ou 20/12/1888 .. 88. Durante 47 anos exerceu atividades na judicatura. Francisca Maranhão Cavalcanti de (Maceió AL 9/5/1844 -) Filha do Barão de Atalaia. onde foi professor no ginásio local. Gazeta da Alagoas. passa a viver no Recife. na qualidade de lugar-tenente. Brites (Portugal . e em 1918 tornou-se secretário e professor no Colégio Osvaldo Cruz. professor. Diógenes Tenório veja TENÓRIO JÚNIOR. empossado em 1901 No v. 1855 ou 1861 . . Belarmino Teixeira Cavalcanti de veja CAVALCANTI. Rio. Em 1910.. Foi proprietário de uma livraria. quando se aposenta. 1950. Formou-se pela Faculdade de Direito do Recife (1878). Colaborou no Jornal de Alagoas. ALBUQUERQUE. no Diário de Pernambuco. Matricula-se na Escola de Farmácia. não tendo deixado livro publicado. quando presidente Leão Veloso Filho. A partir de 1962 passa a viver no Rio de Janeiro. Fisiologia e Importância). Belarmino Teixeira . entre 1540-1541 e. Clóvis Antunes de veja ANTUNES. onde termina o seu curso no Ginásio Pernambucano. A Província. onde manteve uma coluna semanal denominada Cidade Sorriso. dos princípios de 1554 até 1560. Filhos e Irmãos). e versada em línguas estrangeiras. em São Lourenço (PE). p. Jornal do Recife..Olinda PE 1580 ?) Esposa do primeiro donatário da Capitania de Pernambuco. da revista do IHGA. Diretor do Orfanato São Domingos.. Colaborou em jornais da província com poesias e crônicas. Traduziu do alemão: Emma de Teneburco. vive em Maceió. Gráfica do Orfanato São Domingos. Antônio Ribeiro de veja ALBUQUERQUE. De 1930 a 1950.Maceió AL 13/9/1938 ou 1944) Advogado. ALBUQUERQUE.Maceió AL 13 set. Desembargador do Superior Tribunal de Justiça. Esperidião Tenório de (Quebrangulo AL 21 out. Muito viajada pelos países da Europa. Fundador da AAL e primeiro ocupante da cadeira 20. Secretário da Presidência do Estado.. ALBUQUERQUE. Clóvis . p. magistrado. Maceió. ALBUQUERQUE. Lourenço Cavalcanti de Albuquerque Maranhão e de Ana Luiza Vieira Maranhão. Após 1921 passa a viver em Garanhuns. Telegrafista. ALBUQUERQUE JÚNIOR. de Albuquerque ALBUQUERQUE. 2002. 61-62. Albuquerque ALBUQUERQUE. Duarte Coelho Pereira. de Albuquerque. Recife. Juiz em Passo de Camaragibe. Diógenes . após a morte do seu esposo. Maceió. foi censor do Colégio Aires Gama. onde cola grau em 1919 Como universitário. Com o poema Dama foi selecionado para participar de Contos e Poesia: Prêmio Arnon de Melo de Literatura. às quais se dedica por cerca de 24 anos. Everaldo Bezerra de (AL ?) Estudante do Curso de Letras da Faculdade de Arapiraca. Sócio do IHGA. . jornalista. 1967 (Homenagem Póstuma de esposa.. Ipanema. Ed. Publicou-se: Palestras. em especial. viveu à margem das contendas literárias. ALBUQUERQUE. Irmão do poeta e escritor Mateus de Albuquerque.42 Francisco Reinaldo Amorim de Barros a atividades comerciais.. Tese de Concurso à Cátedra de Anatomia e Fisiologia Humana do Curso de Formação de Professores Primários do Instituto de Educação de Alagoas. ALBUQUERQUE. Ingressa em atividades particulares. Paulo Afonso. onde chegam em 1534. Exerceu o controle da Capitania. 1858 (conto moral . Cláudio de (AL 1920 -) Médico. Duarte Coelho de veja COELHO. ALBUQUERQUE. de Albuquerque. Antônio. ALBUQUERQUE. onde fundou um núcleo de escotismo. ALBUQUERQUE.

Professora catedrática de História do Brasil e História de Alagoas do Instituto de Educação. o Conde dos Arcos. Com o poema Carta a Um Doador foi selecionada para participar de Contos e Poesia: Prêmio Arnon de Melo de Literatura. Atelier Marcos Vila. Nosso Estado. em parceria com Maria Tereza d’Avila de Albuquerque. 1984. Francisco José Correia de (Penedo AL 17. Salão de Arte Global. onde também chefiou o Departamento de Incentivo à Cultura. DEC/Imprensa Oficial. SERGASA. Maceió. Dinâmica de Grupo. Maceió. XXX Salão Oficial de Arte. SERGASA. que Penedo permanecia fiel ao Governo legítimo. Maceió. SERGASA. Francisco Remígio (?) Deputado provincial. 1980: Galeria “Sala Telles Júnior”. Museu de Arte Contemporâna-MAC. dando aulas de História de Alagoas no Seminário de Diretores e Professores do Ensino Normal do Estado. Casa da Cultura. Obras: Notas Sobre os Holandeses no Brasil. 1976: Teatro Deodoro. padre. foi escolhido para ir a Vila Nova. 2001: Galeria da Fundação Municipal de Ação Cultural. Recife-PE. ALBUQUERQUE. UNICAP. SERGASA. Nosso Estado. Museu do Estado de Pernambuco. quando da Revolução de Pernambuco. Maceió. Gramática e Francês. em Pelotas (RS). Recife-PE. Série Estudos Alagoanos. Recife-PE. Em Penedo. Recife-PE. ALBUQUERQUE. tendo atuado em diversas escolas rurais no município de Viçosa. já octogenário.. Notas Sobre a História de Alagoas. Maceió. a fim de fazer ciente ao comandante das forças aliadas. sobre o mesmo assunto e suplicou-lhe auxílio no caso de agressão dos insurgentes pernambucanos.Estudos Sociais. Pregou em toda margem do São Francisco. logo depois. Consultora para Assuntos de História na EMATUR. ambas da CESMAC. Assumiu a cadeira de História Geral e do Brasil nos cursos ginasial e cientifico do Colégio de Assembléia. ALBUQUERQUE. Museu de Arte ContemporâneaMAC. Sócia do IHGA desde 28/5/97. Deputado geral na legislatura 1830-33. Foi um dos 13 membros do Conselho Geral da Província (1825-27) muito embora nunca tenha entrado no exercício dessa função. em Recife (1975). transferida para sócia honorária em 30/5/2001. Nasceu no subúrbio de Sabueiro. Professora titular de História de Alagoas da Faculdade de Filosofia e de Metodologia da Pesquisa da Faculdade de Administração. Recife-PE. 1992. v. Fez licenciatura plena em História na UFAL (1971). Foi. Deputado Provincial de 1830 a 1833. entender-se com o governador. 2001: Semana da Marinha. I Salão Universitário de Artes Plásticas. 2001: Jaraguá Arte e Negócios. Shopping Igatemi. 1991. advogada. Em 1817. Ed. Helenilda Cavalcanti Taveiros de nome artístico HELENILDA (Maceió ? AL 29/5/1936) Pintora. Nossa História. ALBUQUERQUE. Maceió.?. dedicouse aos estudos de Latim. XXV. na PUCSP. Armazém FUNCHALITA. Graciele da Silva (Pelotas ? RS) Estudante da Escola Estadual de Educação Básica Osmar da Rocha Grafulha. Recife-PE. Recife-PE.Barreiros PE ?) Deputado provincial e geral. 1965. 1977: Festival de Inverno. Assessorou a Secretaria de Educação e Cultura. XXIX Salão Oficial de Arte. Mandado a Roma. tendo dado aulas de Comunicação Social e História de Alagoas nos cursos para guias de turismo. 75-76. Formou-se em Pedagogia pela Escola Normal Joaquim Diegues. EDUFAL. Recife-PE 1978: Pintoras. Recife-PE. suplente de José Fernandes de Bulhões. Monografia Sobre Santa Luzia do Norte. Fez parte. IV Salão dos Novos. 1975: Teatro do Parque. . Maceió. p. Museu do Estado de Pernambuco. Museu de Arte Contemporâena-MAC. RecifePE. 1997. Coletivas: 1975: Sala das Madonas. Um Tamanduá Pitoresco .Reminiscências. advogado.ABC das Alagoas do Cônego Schmitt). Isabel Loureiro de (Viçosa AL 7/3/1934) Professora. capa de Getúlio Mota. Meu Município: Estudos Sociais. de onde voltou ordenado e com o título de Missionário Apostólico. durante o governo Afrânio Lages (1972-75). a partir de 1965. Maceió. (livro didático para o 1º grau). Estudou as primeiras letras na vila de São Brás. Recife-PE. ainda. Maceió. Filha de Hermes de Miranda Taveiros e Helenira Cavalcanti Taveiros. 2002. Nossa História . no Instituto Joaquim Nabuco. Graf. sendo a última vez em 1842. Iniciou suas atividades didáticas na Escola Isolada de Tanque d’Arca. . ocupante da cadeira 35. Gazeta da Alagoas. 1989. e pós-graduação em Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. Ciências Contábeis e Econômicas. 1979: Galeria Mário Palmeira. Exposições Individuais: 1971: Teatro do Parque. 43 ALBUQUERQUE. 1976: IV Salão dos Novos. de uma “deputação de três membros” que foi à Bahia. SERGASA. 1991. Cartas do Brasil Colônia. Museu do Estado de Pernambuco. da qual é patrono Elísio de Carvalho.

em certos períodos das legislaturas Autor de trabalhos sobre a agricultura e a agroindústria do açúcar.. ALBUQUERQUE. autorizando o governo estadual a levantar um monumento ao Marechal Deodoro. João Saraiva de (?) Deputado estadual. 11-12 e 13-14. dá um golpe na situação caótica prevalente e declara às Alagoas que D. em Maceió. bem como vogal daquela empossada em 1/10/1822. empresário rural. pela UDN. ALBUQUERQUE. . médico. Autor do projeto que se transformou na Resolução 527. Foi prefeito de Maceió de 13/11/1928 a 14/10/1930. João Carlos de (Atalaia AL 23/1/1917 . Jorge Tenório (Palmeira dos Índios AL) Contador. de 13/6/1908. Formou-se pela Faculdade de Direito do Recife (1939). militar. Foi. ALBUQUERQUE FILHO. Membro da Junta Governativa eleita e empossada em 28/6/1822. 2a. Colaborou no jornal da Associação dos Economiários Federais de Alagoas . edição. pouco depois. p. Jerônimo de (Portugal ?) Irmão de Brites de Albuquerque. 07-08.ASSEFAL. passaram a atacar povoações. José Carneiro de (Porto Calvo AL . maio/agosto de 1963. diretor da Confederação Nacional da Agricultura. ALBUQUERQUE. inclusive no território alagoano. “Os caetés. destruir engenhos. ALBUQUERQUE. em carta escrita o Rei. Joaquim Tenório (?) Tenente-coronel. 03-04. História de Alagoas. ALBUQUERQUE. nas eleições de 1950 e 1954. 62-67. depois de armar 400 homens. Membro da Comissão Diretora do PEDA. ALBUQUERQUE. 09-10. presidente do Serviço Social Rural e da Comissão de Abastecimento e Preços. Jorge de Albuquerque. 19-20 e 21-22. 2002. Jerônimo Cavalcante de (? AL ?) Abastado proprietário. colaborou no período em que esta ocupou a administração da Capitania de Pernambuco. Formado em Ciências Contábeis pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió . João Marinho Carneiro de (?) Senador estadual na legislatura 1895-96. ALBUQUERQUE. datada de 28 de agosto de 1555.CESMAC. diretor comercial da Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de Alagoas. delegado de polícia. diretor do Departamento de Assistência ao Cooperativismo e presidente das Ordem dos Advogados do Brasil. após a morte do donatário Duarte Coelho Pereira.? AL 31/3/1997) Deputado estadual. convencidos da impunidade. ALBUQUERQUE. Jorge Coelho de veja COELHO. Suplente de deputado estadual. Pedro I fora proclamado protetor perpétuo e defensor do Brasil.. Filho de João Carlos de Albuquerque e Maria Amélia Cerqueira de Albuquerque. advogado.44 Francisco Reinaldo Amorim de Barros seriado no Jornal de Alagoas. Deputado estadual nas legislaturas 190102. D. ALBUQUERQUE. participou da Coletânea Caeté de Contos Alagoanos. Suplente de Deputado Provincial na Legislatura 1842-43. ainda. João Emidio de (?) Deputado estadual na legislatura 1901-02. Com Por Essas e Por Outras. João Carlos de (?) Senador estadual nas legislaturas 1917-18. Brites resolveu que Jerônimo de Albuquerque deveria participar do governo da capitania e aquele organizou e comandou uma expedição punitiva contra os indígenas. Foi o primeiro presidente da Federação da Agricultura e da Organização das Cooperativas do Estado de Alagoas. ALBUQUERQUE. 05-06. seção de Alagoas.Maceió AL) Prefeito de Maceió. chegou a assumir o mandato. julgavam estarem os selvagens submetidos”. E.

primeiro em Olinda. recusando qualquer função pública. fora do Estado. retorna ao seminário. de M. Manoel Joaquim de Albuquerque. 1926. Correio da Manhã. na legislatura 1864-65. 85. agora para Escriturário da Alfândega de Manaus. Com diversos trabalhos participou de Pão de Açúcar. em 1911. Retalhos d’Alma. Lourenço Cavalcanti de (Águas Belas PE 10/10/1842 .Maceió AL 3/9/1963) Padre. Colaborou na imprensa no O Semeador. logo depois. Ministro dos Estrangeiros do Gabinete do Marquês de Paranaguá (1882-83) e da Agricultura. Obra: Fala Com Que o Exmo.? 30 jul. Vigário em Murici em 1917 e em São Miguel dos Campos em 192. 1929. Comércio e Obras Públicas do Gabinete Ouro Preto (7 de junho de 1889). Obras: Alma das Catedrais. Filho de José Marques de Albuquerque e Laura Marques de Albuquerque. Vida Brasileira. Relatório Com Que o Excelentíssimo Senhor Dr. Tip. Cem Anos de Poesia. Horas Crepusculares e Amara Sagrada. p. 1880. 1922) Deputado. para Maceió. Filho de Nicolau Florentino de Albuquerque Maranhão. ALBUQUERQUE. Impressores de N. de Março de 1880. Perfil de Antônio Brandão. e. Figeiroa de Faria. para onde foi nomeado. lugar e sendo nomeado. ainda. França.Rio de Janeiro DF 31/8/1918) Deputado provincial e geral. O Evolucionista. ALBUQUERQUE. Sócio correspondente do IHGA e membro da Academia Recifense de Letras. Maceió. ALBUQUERQUE. Roseiral Mariano. Social de Amintas & Filho. Anos 1948-1950. O Gutenberg. 86-89. Membro. Filho de Honório Teixeira de Albuquerque e Idelfonsa Ferreira de Albuquerque. A Cruz. Pernambuco. v. Hiperdalva. eleito pelo Segundo Distrito. em Alagoas. escritas quando jovem. ministro. Deputado . pároco em Pão de Açúcar e Traipu. Lauro Marques de (Pão de Açúcar 25/7/1905) Poeta. Doutor Lourenço Cavalcanti de Albuquerque Abriu a Sessão da Assembléia Provincial de Pernambuco no Dia 1o. Iniciou seus estudos no Colégio Souza Lobo. Júnia Ivo (AL ?) Obra: A Educação Ambiental na Escola Técnica Federal de Alagoas. também poesia. À Hora do Angelus. 1949. p. já agora escrita aos 79 anos. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (1863). Sr. Adelino Antônio de Luna Freire.53-57. sendo o primeiro ocupante da cadeira 7. 1872. 1952. Maceió. 78-81 -quando passou a pertencer ao Partido Liberal. Elevado à dignidade de cônego. de Manoel Figueroa de Faria & Filhos. José Vieira Guedes de (AL ?) Obra: A Voz da Liberdade. So. onde passa a ser coadjutor na catedral e professor de Francês no seminário. Júlio Ferreira de (Maceió AL 26/9/1878 . em A Voz de Portugal. Imprensa Oficial. e Canto do Cisne. coronel. Maceió. em O Semeador. senador estadual. sobre a Virgem Santíssima. Correio do Ceará. Retorna. prefácio de Romeu de Avelar. Pronunciados por Padre Júlio de Albuquerque e Cônego Mário Vilas Boas na Hora Literária de Aracajú. Pseudônimos: Décio Nestal. este último escrito aos dezoito anos. ALBUQUERQUE LINS veja LINS. Gazeta de Alagoas. Avignon Aubanel Frères. por motivos econômicos afasta-se do seminário. Imp. Jornal do Comércio. Tip. Maceió. Dr. Membro da Comissão Alagoana de Folclore. Volta a morar em Maceió. onde foi ordenado sacerdote em novembro de 1907. e por este eleito em 81-84. Com a melhoria da situação econômica de seu pai. da Academia Sergipana de Letras. no Liceu Alagoano. Publicou entre maio e outubro de 1952. Tip. A Tribuna. onde ocupou a cadeira 24. e com prefácio de Rodrigues Melo. posteriormente. revista IHGA. poesia. 1880. Diário de Pernambuco. Nestal e João Vila Baixa. obtendo o 1o. Discursos Acadêmicos. Maceió. Porém. No Seminário de Belém (PA) terminou o curso secundário. Lourenço Cavalcanti de Albuquerque Passou a Administração da Província de Pernambuco ao 1o. Paris. Presidiu a província de Santa Catarina (1878-79) e Pernambuco entre 1879-80. ALBUQUERQUE. onde permanece por 35 anos. fazendo concurso para os Correios. Deputado provincial. 26. ALBUQUERQUE. Alagoana. Deputado geral nas legislaturas 1867-68. logo depois. 1993. Na República dedicou-se à advocacia. Em 1908 é coadjutor em Anadia e . Um dos fundadores da AAL. para depois terminar seus estudos no Seminário de Maceió. Vicepresidente o Exmo. O Nacional. faz novo concurso. [ Recife]. Inéditos: Aquarelas Marianas. Sr. e. Papa. Tendo ali entrado para se ordenar padre. do Cenáculo Pernambucano de Letras e do Centro Cultural Mineiro. 25-31. como capelão do Pensionato da Virgem Poderosa. Coletânea. Jornal de Alagoas.ABC das Alagoas 45 ALBUQUERQUE. Luiz Carneiro de (? .

Pedaços de um Coração. Mensagens de um Magistrado Escoteiro. Fora da universidade dedica-se ao estudo do autoritarismo no Brasil. ALBUQUERQUE. Razões da Independência. Eleito para a legislatura 1866-67. também. para morar com o tio. instituição no qual se transformara a antiga Faculdade de Filosofia. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. MEC/FENAME. Formação Territorial do Brasil. segundo. militar. Jorge Zahar Editor/Fundação Universitária José Bonifácio . Senador estadual na legislatura 1921-22. no Instituto Rio Branco. Nos anos de 1972 e 73 é preso. 1948 (romance). Manoel Maurício de (Viçosa AL 1/12/1927 . 1987 (organização de Eulália Maria Lahmeyer Lobo et alli. onde seria titular da cadeira de História Econômica e auxiliar em Antropologia e História do Brasil. sendo acompanhado pelo sobrinho. Ingressou na Escola Preparatória de Cadetes. Curitiba.46 Francisco Reinaldo Amorim de Barros estadual nas legislaturas 1913-14. 1981. ainda.. ainda. foi expulso. que. faz estágio no Conselho Nacional de Geografia e trabalha. Luiz Tenório Cavalcanti de veja CAMPINA. 1939 (poesia). 17-18 e 19-20. Interventor interino. que era militar e. fato que concorreu por despertar o seu interesse pela Geografia. depois no 6o.) e no qual estão transcritos os seus trabalhos: Memorandos do Morro de Santana. Reformas na América Latina. acusado de pertencer a organizações consideradas subversivas. tendo participado dos movimentos tenentistas da época. Irineu Evangelista de Souza.Rio de Janeiro RJ 17/3/1981) Historiador. na Faculdade Nacional de Filosofia. torna-se professor no Curso Tonelero. Curitiba. bem como da Revolução de 1930. Empresa Gráfica Paranaense. Colaborador de periódicos. tendo publicado inúmeros artigos sobre o tema. à noite. Em 1951 faz vestibular para a Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil. Titular de História Diplomática do Brasil e de História das Américas. Sentou praça no Exército. O Período Pré-Colonizador no Brasil. Guaira. Voltou à interventoria. ALBUQUERQUE. interinamente. 1968. Estudou. De 1957 a 1969 foi Auxiliar de Ensino e Assistente de Hélio Viana.. Dedica-se a dar aulas em cursos especializados para a preparação de vestibular.. et alli. bem como do IHG do Paraná e da Central de Letras do Paraná. 15-16.. Ao final da década de sessenta foi professor associado no Departamento de Sociologia e Política da PUC do Rio de Janeiro. não chegou a tomar assento. Barão e Visconde de Mauá. Seis Destinos Embalados pelo Amor. Grandes. em cursos noturnos. membro da Academia de Letras José de Alencar. demite-se do Instituto Rio Branco. pelos então detentores do poder. Iniciou seus estudos em sua terra natal. bem como colabora em roteiros de filmes. que por dever profissional viajou pelo Brasil. Neste período inaugurou a Ginásio Industrial Princesa Isabel. no Arquivo Nacional. Luís Silva (Traipu AL 24/2/1916) Poeta. [Curitiba] 1969. professor. no Instituto Nacional de Imigração e Colonização. então Catedrático de História do Brasil. Manoel Cavalcanti de (?) Deputado provincial. por se recusar a submeter à censura seu discurso de paraninfo. de forma especial na reconstituição das épocas em que os filmes se passavam. Passa a participar do ensino livre de História. sempre no Rio de Janeiro. Serve.1962) Interventor federal. aspirante (1910). alcançou os postos de major e tenente-coronel. tendo colaborado na Revista da Escola Preparatória de São Paulo. Ed. major. em 1903. do IFCS. Manoel Maurício de Albuquerque: Mestre-Escola Bem-Amado Historiador Maldito Obra Póstuma. com apoio do MEC. bem jovem vai para o Rio de Janeiro. na Universidade Gama Filho e na Faculdade Cândido Mendes. Em 1967. Patrono da cadeira 39 do IHGA. Ainda aluno do curso de Bacharelado de História. dezembro de 1968.tenente (1914) e primeiro-tenente (1919). Atlas Histórico Escolar. Grandioso. de 9/8/1931 a 31 de outubro do mesmo ano. do IHGA. Pequena História da Formação Social Brasileira. ALBUQUERQUE. Conferencista dos Cursos de Iniciação Cartográfica e de Preparação e Aperfeiçoamento em História do Brasil. utilizava. Obras: Alagoas Rebelde. A Independência do Brasil. por ato de força. Graal. de 25/10/1932 a 10/1/1933. Grandeza. Abolir. Participou. . Seguindo sua carreira militar. assessora diretores de filmes. Em abril de 1969. Rio de Janeiro. Regimento de Infantaria. Ensinou. ainda. Desenho. como documentarista. Obras: Estrelas Cadentes. Luís de França (Viçosa AL 9/5/1883 . escolas ociosas. Dedica-se. do Ministério das Relações Exteriores. Rio de Janeiro. porém. da Campanha do Educandário Gratuito. 1937 (poesia). a dar cursos para atores e diretores de peças teatrais. magistrado. Júlio ALBUQUERQUE. Capitão em novembro de 1930.ALBUQUERQUE. nº 20 da Enciclopédia Bloch. Diplomado em Direito.

mas ainda jovem mudou-se para Recife. Revista da AAL. deputado provincial na legislatura 1842-43 . Rio de Janeiro. Garnier. ALBUQUERQUE. A Mulher Entre Dois Homens. Brasília/São Paulo. A Força da Ilusão. 1934. Rio de Janeiro. SERGASA.A que o Amor Perdoa. Ariel. Obra: O Corpo do Desejo: Mulheres & Imagem Corporal no Espaço Urbano de Maceió. Pernambuco. foi editado em Paris com o título La Jeunesse d’ Anselmo Torres. Carta a um Voluntário e Outros Escritos. entre os quais. A Força da Ilusão. Da Arte e do Patrotismo. 1947. Obras: Visionário (1902-1905). Organização Simões. Trilogia de Amorosas I. Grande Livraria Editora Leite Ribeiro. Ed. onde terminou sua formação. Dividiu sua obra em Trilogias distintas. 2 v. Traduziu: Canto de Outono. 1996 (em parceria com Isabel Loureiro de Albuquerque). . Crônicas Contemporâneas. 1ª Série. 9 volumes. Rio de Janeiro. . 1964. Obras Completas. Garnier. Memorial de um Contemplativo. Do Sentimento Estético da Vida. (posteriormente nas Obras Completas teve o título Nair . Tip. Pongetti. participou de Estudos Brasileiros.. 1916. Metamorfoses do Brasil. Introdução à História. Êxodo. Foi redator de diversos jornais. Perenidade na Vida Breve. 1954-66. onde residiu durante anos. São José. (poesia). s. Rio de Janeiro. s. Meu Município: Estudos Sociais. 1946. Suplente na Legislatura Provincial de 1842-43. Episódios Romanescos. de Baudelaire. Livraria São José. Edición Rivadaneyra.. Série Anos de Aprendizagem II.] 1908. Cartas do Meu Tempo. membro do Conselho Geral. Ariel. A Juventude de Anselmo Torres. 1922. Rio de Janeiro. [s. A Mulher e a Mentira. As Vozes das E’ollzad. 1977 (Contendo: A Juventude de Anselmo Torres. s. Sensações e Reflexões III. Metamorfoses do Brasil. Rio de Janeiro. Rio. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Maria Tereza d’Avila de (AL ?) Obra: Maceió. em 1923. s. EDUFAL. L’Homme Entre Deux Femmes. ed] . (nas Obras Completas). quarto donatário da Capitania de Pernambuco. Diversos de seus poemas foram vertidos para o francês pelo poeta Henri Allorge. AGIR. (nas Obras Completas). Membro do Conselho Geral da Província (1827) ALBUQUERQUE. Rio de Janeiro. ALBUQUERQUE.Petrópolis RJ dez/1967) Diplomata. Rio de Janeiro. no Rio de Janeiro.d. Ed. 2002. 1934). A Mulher e a Mentira e A Força da Ilusão). Sociedade Editora Portugal-Brasil. Iniciou seus estudos em Maceió. onde acrescenta o apólogo Canário Cantador à edição de 1954. Obras Completas. Transformações Culturais na Formação Social Brasileira. Tip. Rio de Janeiro. 1919. 1947. (romance). IV . Posteriormente. Manoel Soares (?) Capitão. traducão e prólogo de R. (nas Obras Completas).Ou o Desejo de Amar. O Sono do Condor e In Excelsis de Leconte de Lisle. Trilogia de Amorosas II. Garnier. 1954.d. de José Maria de Heredia. A partir de 1938 foi conselheiro comercial na Embaixada do Brasil em Madri. de (AL ?) Professora. Histórias Para Médicos e seus Clientes. Ariel [s. dedicou-se à prosa. Revista dos Tribunais. 1920 (perfis). Pongetti. O Barão do Rio Branco o nomeou cônsul do Brasil em Cádiz. o País e a Imprensa. São Paulo. 1931 (posteriormente nas Obras Completas teve o título Dora . Leuzinger 1913 (crônicas). A Propósito de Rebelião e Trabalho Escravo. Ariel. Série Musa Tácita II. Governou a Bahia em 1635.Lisboa 1647) Um dos heróis da luta contra os holandeses. Maria de Fátima M. Alvaro Pinto Editor (Anuario do Brasil) 1923 (romance). 284 (antologia do soneto alagoano). Manoel Soares de (?) Deputado provincial. Política e Literatura. 1958 ou 1963. Rio de Janeiro. Perfume Exótico. 1931 (coordenação de Ronald de Carvalho). Lisboa.d. Antonio e Cleópatra. Teria deixado inéditos: Musa Tácita. 1966. pág. 1928 (romance).A Que o Amor Salvou).Sensações e Reflexões. Sensações e Reflexões. Margara (Episódio Andaluz . Irmão de Duarte de Albuquerque. Pseudônimo: N. F. ALBUQUERQUE. Cansinos Assens. padre. de Henri Allorge. Briguet. Rio de Janeiro. 1934 também publicado em espanhol. Rio de Janeiro. Maceió. Papelaria União. Livraria AGIR. Ariel.. Recordando o Estado Novo. Mateus de (Porto Calvo AL 21/9/1880 . Trilogia de Amorosas III. Sociedade Editora Portugal-Brasil. pela Les Editons Henri Jonquières & Cia. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 1964. ALBUQUERQUE. Rio de Janeiro. idem. Madri. Série Anos de Aprendizagem III.ABC das Alagoas 47 A História Sempre Tem um Lado Cômico.d. Pongetti. ALBUQUERQUE. Livraria Garnier. Memórias Autobiográficas. com tradução de Clément Gazet. Matias de (Olinda PE 1590?. (Anos de Aprendizagem I) Rio de Janeiro.d. As Belas Atitudes. Maceió. guarda-livros. n. 15. Espanha. Rio de Janeiro.

Colaborador do Suplemento Literário do Jornal de Alagoas. Muito Pouco participou da coletânea 14 Poetas Alagoanos. Curso de Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife (1942). em Maceió. Obras: Considerações Préhistóricas Sobre o “Homo Brasiliensis “. p 36-42. Foi Procurador geral do Estado. Como magistrado. na nobilarquia portuguesa. 1956 (tese apresentada em concurso da UFAL). Tavares Bastos. p. na qual foram estes batidos e retirados da região. professor. professor. ALBUQUERQUE. [1991] . LR Editores Ltda. cadeira 23. Pedro da Cunha Carneiro de (Passo de Camaragibe ? AL -) Deputado e senador estadual. 15-16. ALBUQUERQUE. University of Wisconsin. Milena Ferreira de (AL ?) Professora. [1993].Viçosa AL 8/6/1955 ou jun/1956) Poeta. juntamente com Claude E. Prêmio de melhor apresentador no Festival de Poesia Falada do Nordeste. Luís Sávio de Almeida (org. 2003. n. 09-10. Carneiro (?) Obra: Relatório do Projeto de Acompanhamento. 09-10. 11-12. Conde de Alegrete. AIDS and the Theatre in Brazil. ALBUQUERQUE. 1975. a batalha contra os holandeses em Porto Calvo. Department of Spanish & Portuguese.48 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Chefiou. Tenório ALBUQUERQUE. University of Wisconsin Press. Natalício Tenório Cavalcanti de veja CAVALCANTI. ultimados no Liceu Alagoano. Severino João Medeiros (Maceió AL 1952) Poeta. Leroy. Wis. Filho de Luís Lucas Soares Albuquerque e Luzia de França Albuquerque. Obras: Exercício: Exercícios. Gráfica do Orfanato São Domingos. 187-191. Wayne State University Press. São Paulo. em julho de 1635. Serapião Rodrigues de (?) Senador estadual nas legislaturas 1901-02. ALBUQUERQUE. 07-08. Tentative Transgressions: Homosexuality. Violent Acts: A Study of Violence in Contemporany Latin American Theatre. 13-14. 1943. p. ALBUQUERQUE. como. secretário da Escola Normal de Maceió. prefácio e notas de Ricardo Ramos e ilustrações de Pierre Chalita. pág. Maceió. Recife. Gráfica do Orfanato São Domingos. Português Para Principiantes. Paulo de (Maceió AL 27/4/1919 .. Revista da AAL. em 1951). Período 1975/1977. Professor de Literatura. Assembléia Legislativa Estadual. p. Secretaria de . Estuda inicialmente em sua terra natal. Um dos primeiros professores da ESMAL Membro da AAL. São citados trechos de seus trabalhos na Coletânea de Poetas Viçosenses. [IGASA]. Oficinas Gráficas do Orfanato São Domingos. Tese de Concurso à 2ª Cadeira de História Geral do Colégio Estadual de Alagoas. seleção. ainda. Filho de Severino de Albuquerque Filho e Francisca Noêmia de Silveira Albuquerque. também. Maceió. Solange Costa L. Colaborou no Albor e Instrução. 1951(prêmio Othon Bezerra de Melo. Obra: Dois Dedos de Prosa com os Karapotó.Maceió 17/6/2003) Magistrado. Senador estadual nas legislaturas 1899-1900. Jurista e Político. 1998. professor. ALBUQUERQUE. advogado. 51-52. da qual é patrono o Visconde de Sinimbu. Professor no Liceu Alagoano. 11-12. 15. 29-38 e in Tavares Bastos Visto por Alagoanos. Chefe político em Passo de Camaragibe. Professor catedrático da UFAL. 05-06. Deputado estadual na legislatura 1893-94. da AAL. com Olhai os Vírus do Campo (Por uma janela alugada) e Do Tudo e do Nada. DEC/SEC. EDUFAL. ALBUQUERQUE. jornalista. Maceió. 07-08. Estrutura da Paz Mundial. 03-04. Serafim Rodrigues de (?) Senador estadual na legislatura 1905-06. coordenação de Moacir Medeiros de Sant’Ana. Maceió. Foi. 1982. Revista da AAL. médico. 165-169. Por dois anos estuda no Seminário de Olinda (PE) Foi diretor do Instituto Viçosense e Colégio XV de Novembro.. Teoria Geral da História. 13-14 e 15-16. 1975. Tipografia Marista. Membro do Conselho de Direção da Revista Caeté. jornalista. Maceió. Curso de humanidades em Maceió. Detroit. Ovídio Edgar de (Viçosa AL 7/3/1891 . chegou a desembargador do Tribunal de Justiça. A.) e Edson Silva. Madison. Contrôle e Avaliação da Proposta Currícular de Educação Geral. Discurso de Posse no Tribunal de Justiça de Alagoas. Com Relatório K-1236/75 participou do livro Contos Alagoanos Hoje. nº 9. prêmio Jorge de Lima. Of. ALBUQUERQUE.

Nossos Filhos (teatro de Lucien Nepoty. e. Filho de Hermenegildo de Alcântara e Marinete de Alcântara. finalmente. tendo. 1969. retorna à Câmara Federal. Maceió. professor. passa a residir em Arapiraca. da Academia Piracicabana de Letras (SP) e da Associação Alagoana de Folclore. Do Teatro Como Fator de Comunicação e Expressão. Imprensa Universitária. Teoria e Prática da Redação Técnica. Funcionário da Caixa Econômica Federal. dos Professores. pelo PFL. Maceió. Em fevereiro de 1999. Obras: Da Gíria da Comunicação.ABC das Alagoas Educação e Cultura. nas investigações policiais. Pedro Talvane Luiz Gama veja ALBUQUERQUE Neto. Centro Regional de Saúde da Fundação de Saúde do Serviço Social de Alagoas. EDUFAL. em Lisboa. 1973. o plenário da Câmara dos Deputados vota a cassação do seu mandato. em 1993. Membro da AAL onde ocupa a cadeira 34. no Colégio Guido de Fontgalland. 1973. fixou residência na Capital Federal. tradução com Renato Alvim).). AAL. 2ª Fase do 1º Grau. Pedro TALVANE Luís Gama (Maceió AL 12/11/1956) Deputado federal e estadual. da União Brasileira de Escritores. jornalista. ingressado na Faculdade de Medicina da UFAL. Eleito deputado estadual. 1974. Curso primário (1º grau) em escolas públicas e. no pleito de 1996. médico. da Ordem dos Músicos do Brasil. onde se diplomou em 1981. ALCÂNTARA. Cronograma: Válida . Já agora no PTN. Filho de Cassiano Carlos de Albuquerque e Gertrudes Rodrigues de Albuquerque. Iniciou seus estudos superiores na Faculdade de Direito de Maceió. A Imprensa e O Imparcial. 49 ALBUQUERQUE Neto. 1995). prestando serviços no Colégio “Aires Gama”. Publicou: Legendas Contemporâneas (poesia). Pedro TALVANE Luiz Gama. Mestrado em Letras (1979) e Doutorado em Letras (1993). Teófilo Rodrigues de (Porto Calvo AL 4/21/1885 ou 1887 . a prefeito de Arapiraca. A Comunicação dos Quadrinhos. Maceió. empossado em 29/8/2001 na cadeira 26 da qual é patrono Djalma Mendonça. A Língua do Nordeste Através de Exercícios. advogado. ainda. pela UFAL (1969). como o mandante do assassinato da deputada. Curso de Especialização em Lingüística Aplicada (1978). Súmulas de Estudos. no Colégio Estadual de Alagoas e no Colégio Élio Lemos foi professor de Língua Portuguesa. Teria publicado. mudou-se de Alagoas para Pernambuco. ao final. 1974. Maceió. também acusado de mandante do atentado contra uma radialista de Arapiraca. onde fez o ginásio (2ª fase do 1º grau) e o Cientifico ou Colegial ((2º grau). Professor de Metodologia da Pesquisa Cientifica e Métodos de Técnicas de Pesquisa. em São Leopoldo (RS) e terminado na CESMAC (1985). pelo PTR. conseguiu a primeira suplência. Reisado: da Rua Para a Escola. foi professor de Língua Portuguesa da UFAL. Eleito deputado federal. Na Faculdade de Direito de Maceió. Na Assembléia Legislativa foi membro da Comissão de Constituição e Justiça e vice-presidente da mesa. Candidato. redator de A Notícia. A Reforma Ortográfica. Ed. em 1998.). EDUFAL. ainda: Canção das Águas. 1994 (prêmio Com. Imprensa Universitária. na vaga de Ceci Cunha. pois fora indiciado. todos na PUC-RGS. ingressando no jornalismo. na legislatura 1991-95. Maceió. Curso de Suficiência em Português pela UFAL (1965). Maceió. Sócio do IHGA. Membro do Conselho Regional de Medicina. atuando. Edson Mário de (Maceió AL 27/3/1946 -) Advogado. em Ensaio e Crítica Literária. ALBUQUERQUE NETO. sem êxito. na legislatura 1995-99. 1977 (mimeo. Muito jovem. Preso.Rio de Janeiro RJ 9/7/1947) Poeta. foi professor de Direito Civil e Direito Penal. Antes. escrevendo em O País. Em 1982 é contratado para trabalhar na Secretaria de Saúde de Alagoas. que havia sido assassinada. Curitiba. Maceió. Secretaria Municipal de Cultura de Maceió. membro. Manaus (Amazonas). Curso de Direito iniciado na Universidade do Vale dos Sinos. em 1976. Ao voltar para o Brasil. No Colégio Guido de Fontgalland. diretor do Monitor Mercantil. Maceió. coordenando o 4o. na Clínica Santa Maria (1985-87) e no Hospital Santa Maria (1987-89). Cuso de Graduação em Letras. Durante dois anos faz residência médica na Maternidade Alfredo da Costa. aguardando julgamento do Tribunal de Justiça de Alagoas. EDUFAL. foi. da AAI. garantiu para si a cadeira graças a um habeas corpus. da Sociedade de Medicina. como perito do Instituto Nacional de Seguridade Social (1984). em 1989. Filho de Eufrozino Nunes de Albuquerque e Diva Gomes de Albuquerque. bem como de História da Arte. 1976. da CESMAC. nos cursos de mestrado e especialização da UFAL. pelo PP. Imprensa Universitária. ainda. Posteriormente. Tércio Wanderley. 1996 (org. e do Sindicato dos Médicos. ALBUQUERQUE. Em abril de 1999. 1980 (coordenação). Candidato a reeleição. Exercícios de Análise Semântica (Para a Compreensão do Texto).

em maio de 1998 ALENCAR. Em 1993 inicia na Rádio Educativa FM Maceió o programa Contando Histórias. Maceió. 1996). Fundação Municipal de Ação Cultural. da UFAL. onde estuda no Colégio Nóbrega. Rádio Gazeta. Prática de Montagem de Escrito Para Estudantes Universitários.O Rádio em Alagoas . Maceió. da AAL. em 2000. ALCIDES. Candidatou-se a vereador. Atuou. Filho de Joaquim Aureliano Alencar e Filomena Canuto Souza Alencar. Recife. 1995 Prêmio Paulino Santiago. 17. 191-195. 50 Anos de Teatro (Florêncio Teixeira) Maceió. com o qual assina uma coluna diária no Jornal do Comércio.). onde estuda no Colégio Guido de Fontgalland. Chapéu e cestas em palha de ouricuri.50 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Tentativa de Metodizar o Ensino de Português. Recife. por três anos. juntamente com Maria Francisca Oliveira Santos. como redator-chefe e secretário. ainda. 110-130. p. Estudou no Colégio Diocesano. (organizador) . em 1996 e ainda em Penedo. 1991. Membro da Academia Maceioense de Letras. Letras e Artes. em Brasília. em Recife. Maceió.). 17. 214. Secretário de Cultura e Esportes no governo Geraldo Bulhões. 1985/34. Sexualismo por Ambigüidades na Música Popular Brasileira (tese de doutorado). também. Teatro e Cinema em Alagoas. A Sintaxe Popular na Gramática Normativa. promovido pelo Ministério da Educação e do Desportos. por onde também doutorou-se (1960) Advogou. Maceió. 1987). Jornal de Hoje. no Jornal de Alagoas. do Diário de Alagoas e da A Gazeta de Alagoas. Maceió. publica a revista Mocidade. 2002. ALENCAR. Comunicarte. de Tânia Pedrosa. de Filologia e Lingüística. e. Passa a viver em Recife. Rádio Progresso. Trabalhou ainda na Rádio Jornal do Comércio. na qualidade de representante do Conselho Estadual da Educação. Discurso de Posse na Academia Alagoana de Letras. 1997. jun. ingressou por concurso público na carreira de consultor jurídico. Neste último atuou. atualmente apresentada na Rádio Difusora. 4:80-99. separata da Revista de Estudos e Comunicações.ed] 1977 (mimeo. HD Livros. Forma-se pela Faculdade de Direito do Recife. em Documentário das Comemorações do Grêmio Literário Guimarães Passos. Obra: Contando Histórias . advogado. pelo PFL.] (mimeo. in Arte Popular de Alagoas.Anedotário do Rádio. Formouse pela Faculdade de Direito de Alagoas (1957). Estudo de uma Prova de Português Aplicada em Concurso Vestibular. Secretaria de Cultura e Esporte do Estado.). n. SERGASA. 1995. Muda-se para Maceió. Mário Marroquim e a Sintaxe do Brasil em A Língua do Nordeste. Maceió. Alita Lopes Andrade de (AL ?) Secretário de Estado. Colaborador de O Jornal no qual mantém um coluna semanal intitulada O Rotary em Ação. ALCÂNTARA. Secretaria de Comunicação Social. Trabalhou como assistente no . onde promove entrevistas. Gazeta de Alagoas. Seleção de Exercícios de Língua Potuguesa da 5a à 8a Série. Cláudio nome literário de Casimiro de Farias Cardoso (Maceió AL 28/7/1933). Elúcia Maria de (Olho D’Água das Flores AL) Artesã. Guiomar Alcides de ALECRIM Distrito de Pão de Açúcar ALENCAR. Jornal de Alagoas e Diário de Alagoas. pags. Rádio Clube de Pernambuco e Rádio Tamandaré. Desde 1952 atuou na Rádio Difusora. V. Revista da AAL. Maceió.XII. Dois Momentos Singulares: Discurso de Recepção e de Posse. Colabora no O Semeador. Radialista. n. na Rádio Educativa FM. ed. EDUFAL (org. cargo no qual se aposentou. [ 1978][s. Djanira Ferreira (AL ?) Obras: O Supervisor Como Educador a Serviço das Classes Populares. onde também tinha um programa de entrevistas. EDUFAL. 1979. Revista da AAL. em Penedo. p. Desvios da Linguagem na Música Popular Brasileira. Português: Exercícios. [s. Cursou o primário em sua cidade natal. Maceió. Filho de Delmário Cardoso e Maria Teresa de Farias Cardoso. Curitiba. Centro de Ciências Humanas. Comunicarte. como radioator e foi diretor geral. José de Souza (Água Branca AL 5/8/1926) Nome literário ALEX. 1990 (dissertação de mestrado). depois transformada em procurador do Estado. Inicia sua vida jornalística como crítico de cinema. 1989 (Separata da Revista do CHLA. em Recife. Participou. Guiomar veja CASTRO. na elaboração do documento: Subsídios Para Credenciamento e Funcionamento de Instituições de Educação Infantil. divulga histórias. Arte. Maceió. ALENCAR. pelo PSB.

com defesa de tese em 1982. Recife. Maceió. Curso de Mestrado em Teória Literária na PUC-RGS. Obras: Cadeira Vazia.] [1982]. Obras: Vidas Secas: Um Ritual Para o Mito da Seca. Foi juiz de direito e Procurador Fiscal do Tesouro Nacional. Maceió. Publicou: Doenças Profissionais (Contribuição Para a Mudança da Política de Saúde dos Policiais Militares). onde ocupa a cadeira 32 e da qual foi vice-presidente. Membro da AAL. Curso de Aperfeiçoamento em Teoria da Literatura e Lingüística. teve poemas publicados nos Anais do Congresso daquela instituição. de Vera Romariz). de Arriete Vilela). Rosiane Rodrigues Cavalcanti de veja CAVALCANTI. José Márcio Garcia de (Anadia AL) Poeta. Filho de um militar poeta e de uma musicista e aprendiz de pintura. Curso de Pós-Doutoramento em Letras. 1972. professor. 2001. fazendeiro. Membro do Conselho Penitenciário daquele Estado. Anotações do Quotidiano. Professor Auxiliar. advogado. prefácio de José Alfredo de Mendonça. ALENCAR. Curso de Pós-Graduação em Letras. Membro. ALENCAR. Assistente e Adjunto de Teoria da Literatura. apresentado à UFMG (1995). Realizou 17 cursos na área de aperfeiçoamento e oito de extensão universitária. Maceió. escultor. SERGASA. de 1974 a 1994. Estudou no Colégio 11 de Agosto e formou-se pela Faculdade de Direito do Recife (PE). esboçando de inicio desenhos a grafite e depois se dedicando aos trabalhos de bico-de-pena. 19? (crônicas). Coordenador de simpósios e seminários sobre Graciliano Ramos e Jorge de Lima. [2002].] 1988. e. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da UFAL (1970). ainda junto à PUC-RGS. SERGASA. Graciliano Ramos e a Fala das Memórias. Campo Fertil e Minado. militar. Recife. fotos de E. É um dos artistas divulgados no livro Arte Alagoas II. Membro da Academia Pernambucana de Letras. capa de Esdras Gomes. ainda. Em 1986. Paulo Roberto Plácido (Marechal Deodoro ? AL) Pintor. 128-130. Editora Catavento. Empresa Jornalística Jornal do Comércio. (estudo crítico sobre a obra poética Campo Minado.] 1969. posteriormente a gravura e óleo sobre tela. Gráfica CIAN. Sergasa/Ediculte/EDUFAL. em 1978. aprovado mediante concursos públicos na UFAL. [s. Professor de Direito Civil da Faculdade de Direito do Paraná. Membro da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (SOBRAMES). José UBERIVAL . professor de Poética e Narrativa. professor. Guimarães (Mata Grande AL 25/1/1944) Professor. 1987. Faces & Interiores. procurou desde os doze anos. Prefácios: Arriete e o Nomadismo da Procura (prefácio sobre a obra poética Remate. Ingressou no Quadro de Médicos da Polícia Militar. do Conselho Estadual de Cultura. Dissertação de Mestrado em Literatura. Rosmar Rodrigues de (Piranhas ? AL) Advogado. na PUCRGS (1977). Obra: Rosa Vermelha Para uma Linda Mulher. Foi Secretário de Turismo e Cultura em Marechal Deodoro. arquiteto. Catedrático de Arte Visual e Desenho do Curso de Arquitetura da UFAL. bacharel em Letras pelo Instituto de Letras e Artes da UFAL (1973). . médico. p. de Alencar ALENCAR. publicado em homenagem ao Centenário de Jorge de Lima. Porto Alegre.. 1987. Recife [ s. EDICULTE/SECULTE. Sob as Ondas e Carícias da Coletânea Caeté do Poema Alagoano.n.n. ALENCAR. ALENCAR. 1989.. Formou-se pela Escola de Arquitetura do Recife. desenvolver sua capacidade artística. Participou com Conflito.Paraná ?) Advogado. 1978 e Maceió. com o trabalho A Travessia da Modernidade em Clarice Lispector e Graciliano Ramos. área de concentração em Literatura Comparada.. ilustrações de Alexandre de Rosse. promovido pelo Departamento de Letras e Artes da UFAL (1975). PUCRGS. ALENCAR. no Paraná. [s n. de 1988 a 1994. Curso de Doutorado de Letras. Novente e Sete Crônicas. Santiago. Obra: Ação Popular Legitimação. Ed. O Tempo Não Retorna. sendo o único jornalista entre os seus componentes. tendo defendido dissertação. Maceió..do qual foi um dos idealizadores e realizadores -. Manoel Barreto Vieira de (Paulo Afonso AL 20/2/1873 . Tito (AL ?) Sócio honorário da AML. Rosiane Rodrigues . Formou-se em Medicina pela UFAL e em Psicologia pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió. ALENCAR. Maceió. no curso de Mestrado em Letras da UFAL . autodidaticamente.ABC das Alagoas 51 filme O Canto do Mar¸ de Alberto Cavalcanti.

de Arriete Vilela) e Tradição e Modernidade de um Medalhão (estudo crítico sobre O Medalhão. Infinita Magia. Subsídios Para o Estudo da Teoria da Literatura. ALENCAR. nº. 1994..52 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Travessia Até o Porto de Ilza.travou-se discussão sobre o tema. n° 17. 1988. prêmio Jovem Escritora do Ano. 1986. p. in Revista Veritas. Por Que Amamos Insanos ? Maceió. que quase chega a uma conflagração. 2. seguiu curso livre de Desenho a Nanquim. Jorge de Lima e a Temática Lírico-Religiosa. O Mito e Sua Influência Na Cultura in Veritas. A partir de 2001 mantém uma coluna no jornal A Notícia. Freqüentou. 2000 (contos). in Anais. Diderot e a Vitalidade do Fatalismo. nº. V. a Oferenda Humana Para o Culto dos Deuses. in revista Leitura. Em 1973. Jauss e a Estética da Recepção. na Secretaria de Assistência Social (1999 2000) e na Assembléia Legislativa (2001-2002). Revista da AAL. 1994 (poemas).. Maceió. [ s. jun. William Cleto Falcão de veja FALCÃO. em Paris. 1984. Porto Alegre. A Poética Modernista de Mário de Andrade. in Folha de Letras. arquiteto. julho/dezembro. RS. em Brasília. nº. De outra parte. CHLA-LCV.Voz do Povo . Arte e Literatura. Motivos de um Centenário. E o Desejo Se Fez Carne (prefácio da obra poética Bico de Luz. jun. tanto da situação . 106. Participou do III . Porto Alegre-RS. A Poética Memorialística. e no Colégio Madre Carmen Sales. 1: 5-6. Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Catavento. 1991 (poemas). 2000. Atua como assessora de imprensa na Secretaria do Trabalho e Ação Social (1998). Gráfica de A Gazeta. 31/8/1929 07/08/1994. Região de Pintores Alagoanos. Estudou na Casa Escola Montessoriana. in Leitura. 15-26. in Veritas. Grafitex. em especial na Gazeta de Alagoas. Durante sua presidência ocorreu a divisão do Partido Liberal. 17. de Teomirtes de Barros Malta). o curso de Desenho Artístico no Colégio Salesiano. 25-50. 4. William Cleto . 1984. 1. Maceió. tomou posse no governo a 30/7 do mesmo ano. Volta com sua família a morar em Maceió.ed. Viveu em Recife onde participou de movimentos culturais. Obra: Pássaro de Vidro: Sonetos e Poemas Selecionados. pgs. Pelos jornais. Ifigênia. Em sua a administração cuidou da organização de uma nova Guarda Cívica. em 1969. ALENCAR. 1988. Dorotheu (da Crônica ao Conto). o aliciamento de voluntários para a Guerra do Paraguai foi transformado em verdadeira caçada humana. O Diário e Jornal de Alagoas. Palestras. Do Rito dos Macabeus ao Ritual de Vidas Secas. 73-91. junho de 1982. Obras: A Essência do Olhar.como dos oposicionistas . UFAL. 1981. Entre 1974 e 75 . em Recife-PE. 6. nº. in Folha de Letras. Rio Claro e na cidade de São Paulo. 73-9. 1992 (org. Maceió.] 1994. Maceió. nº. que trouxeram dificuldades à administração. junho de 1987. respectivamente. da ampliação do hospital de caridade e da formação do jardim do Palácio da Assembléia Provincial. nº. em Londres. n. in Veritas. Graciliano Ramos e a Fala das Memórias. de Alencar ALENCASTRE. 102. nº. julho/dez. (estudo crítico sobre a obra narrativa de Ilza Porto). e entre 1999-2000 trabalha em O Jornal. da PUCRGS. Hildebrando Guimarães. 1981. Ed. nº. em 1998.A Lanterna . José Martins Pereira de (BA) Presidente da província. Arriete e a Estética da Falta (estudo crítico sobre a obra poética A Rede do Anjo. SERGASA. 87. Maceió. Walfrido (Marechal Deodoro AL) Pintor. nº. Abralie. Linguagem Arte e Literatura (2ª Parte) in Leitura. nº. de Roseane Rodrigues). Linguagem. Estudo Sobre o Belo Como Origem Estética da Obra de Arte Literária. CHLA/ LCV. setembro de 1977. in Folha de Letras. 2001 e 2003. ALENCAR. Na VI Bienal de São Paulo teve o seu Soneto Para o Pintor Esquizofrênico incluído no Salão de Pintura Abstrata. gerando indignação pública. 10-12. 2000. GRAFBOM: Jorge de Lima. O Ritual Mítico da Seca. Vanessa (Maceió AL 23/8/1974) Jornalista. VI e VIII Salão TRT 19o. Filha de João Carlos de Albuquerque Neto e Wilma Clayre Falcão de Alencar. [Maceió]. 3: 9-10. paisagista. ALEX Teixeira Barbosa (Maceió AL 2/5/1952) Pintor. onde realiza o 2º grau no Colégio Madalena Sofia. um curso intensivo de pintura a pastel. Recife. em termos afrontosos. UFAL. da construção do último ramo da cadeia pública da capital. do Rio de Janeiro. março de 1978. Nomeado em 16/6/1866. Revista da AAL. Muda-se para São Paulo.). levando a intensas lutas partidárias.. nº. Colaboração na imprensa. in Folha de Letras. e freqüentou. 1996. da SEC e Catavento. Formado em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula (1980). 1982. Forma-se em Comunicação Social Jornalismo pela UFAL(1998). Foi o 34o presidente. Maceió. in Veritas. onde também completou o curso de Paisagismo. onde expôs em coletivas em Campinas. 4. nº. permanecendo até 11/6/1867. 04. em Partido Progressista e Partido Histórico. em Maceió. 1988. 97. 89. SECULT. escritor.

1987: Galeria Karandash. 1979. n. . ALFREDO. Iguatemi.. ALEXANDRE. 1981: Salão de Artes Plásticas ABD. É um dos artistas divulgados no livro A Arte Contemporânea das Alagoas. Rio de Janeiro-RJ. 4 de 29/3/1902. Quebrangulo. Galeria Karandash. FUNCHALITA. Nac. na legislatura 1994-98 e. 1984: Galeria Grafitti. 1982: Galeria Grafiti. pelo PTB. ALEXANDRIA Clube de futebol. José dos (?) Deputado. Sergipe. 1974: V Festival de Verão de Marechal Deodoro. Participou da Exposição Arte de Alagoas. Participou da antologia Em Canto Cerrado. ALHO. Galeria Mário Palmeira. pelo PFL. Deputado estadual pela Coligação PDT-PTB-PMDB-PSC-PFL-PMN-PSDB-PT do B. 2002: Galeria Karandash. ALEXANDRE. promovido pela EMTURMA. J. Alagoas e Pernambuco Com Retorno por Belo Horizonte. Estudou Xilogravura com Edgard Fonseca. 197778: Mostra de Alunos da Universidade Santa Úrsula. em 1999. Governo do Estado/AAL. Restaurante Girella. na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ). José (AL ?) Obra: Taboada. Bibl.1986: Galeria do SENAC. no Rio de Janeiro. Recordações e Saudades: Poesias Sentimentais. ALFREDO. surgido em 8/3/1902. Conteudo e Sistema Métrico. João (AL ?) Obras: Meu Nordeste. 1872. secretário de estado. pelo PMDB. 1989: Alagoas Arte Atual. 1971: II Festival de Verão de Marechal Deodoro. Caixa Econômica. ambos no Rio de Janeiro-RJ. 1983: Pintores Nordestinos. ALIANÇA Jornal. Diplomado em Letras. Participou dos Campeonatos Alagoanos de 1937. Filosofia Barata. Teve seu trabalho Lagoa Mundaú reproduzido no Calendário Maceió É Bom Demais. Marcelino . Moacydes Caparica (AL ?) Com Ensaios Históricos Sobre Alagoas recebeu o prêmio Costa Rego. Chefiou o gabinete do IBAMA. Antônio Griziano da Rocha (AL) Obras: Miscelânea. 1985. O “Semanário Humorístico e Apimentado”. Galeria Mário Palmeira. Hotel Ponta Verde. Ronaldo Peixoto (Murici AL 19/10/1952) Poeta. realizada em 1963.ABC das Alagoas 53 estudou no ateliê de artes da Universidad de Rosário-Argentina. microf. Agripino. juntamente com Salomão Sousa e Will Prado. 1985: II Mostra de Artistas Plásticos Alagoanos. surgido em Maceió em 1/7/1890. Oferecido à Infância Alagoana por José Alfredo. coordenação de Salomão Sousa. Individuais: 1973: Desenhos a bico-de-pena. Maceió. 1891. Maceió. Brasília. 2002: MISA Coletivas : 1970: 1 Festival de Verão de Marechal Deodoro. Universidade Santa Úrsula. Coletiva de Estudantes de Arquitetura . Gráfica e Papelaria Requião. SESC/Alagoas. ALEXANDRE. Mostra Pintores Alagoanos. Social de Aminthas & Filho. Quarto Secretário da Mesa da Assembléia Legislativa no biênio 1981-82. Cantos Patrióticos. “Órgão da classe estudantesca “.RJ. Tipografia Constitucional de França Guerra. de 1945 a 47 e de 1953 a 1954. 1870. Coletiva PROCOM.Argentina.. no Rio de Janeiro. Bahia. Tip. ALEXANDRE. Assessor da Agência Nacional de Águas. Menção Honrosa. Taboadas de Moedas de Países Estrangeiros em Relações Mais Constantes com o Brasil.Semana Graciliano Ramos. Uma Vida Como Tantas Outras. Diário de um Passeio à Bahia. o ano 1. Pintores Alagoanos . Maceió. na legislatura 1979-82. Redatores: Hugo Jobim. do Conservador.. dos Santos (AL ?) Deputado estadual. Galeria Mário Palmeira. Mudou-se para Brasília em 1974. na legislatura 1998-2002. Curitiba. Caixa Econômica Federal. em Maceió. 1975: Mostra de Alunos da Universidade Rosário.. Poesias de Antônio Griziano da Rocha Algarrão. Secretário de Recursos Hídricos no Governo Ronaldo Lessa (1998-2002). Galeria Mário Palmeira. De 1977 a 1980 no ateliê de artes da Universidade Católica Sta. Simultânea Galeria Karandash/Mário Palmeira. Úrsula. a Galeria Porta das Flores. sob a coordenação de Romeu de Melo-Loureiro. funcionário público. na Fundação Casa de Rui Barbosa. Uma Excursão à Europa. Obras: Esbarros 2: Poesia e Conto. 1868. Tip. ALGARRÃO. 1967.

Rosinha C. sempre editado em Maceió. segundo Joaquim Diegues. do Rio de Janeiro. Sônia Teixeira Calheiros. relativo a 16/3/1853. na Tipografia Econômica. Colaboração literária: A S. em 1952. George Sarmento. ALMANAQUE DO ESTADO DE ALAGOAS Denominação que passa a ter o ALMANAQUE ADMINISTRATIVO E INDUSTRIAL DA PROVÍNCIA DAS ALAGOAS no ano de 1891. na sessão de 13/3/1875. J. Rangel. Georgete Mendonça. Paulino Santiago. Entidade sem fins lucrativos. Oferecidos ao IHAA em 1874. e agora publicado na Tipografia do Gutenberg. ALMANAQUE DO ENSINO DO ESTADO DE ALAGOAS Publicado em Maceió em 1937. Cipriano Jucá. Jaime de Altavila. Bibl. Lavenère. Publicado. histórica e estatística dirigida por L. com cursos. ALIANÇA FRANCESA Denominação pela qual é comumente conhecida a ASSOCIAÇÃO DE CULTURA FRANCO-BRASILEIRA. em Maceió. A Biblioteca Nacional possui o exemplar de 1919 (1º ano) e 1921(3º ano).A VOZ DO MAGISTRADO Informativo mensal. ALMANAQUE DE ALAGOAS Publicado. Tem início. ALMANAQUE ADMINISTRATIVO DA PROVÍNCIA DAS ALAGOAS De 1875 a 1881 assumiu esta denominação. Publicado na tipografia do mesmo nome. ano I n. nº 4. Conforme Moacir Medeiros de Sant’Ama existe o nº 4 no IHGA. Foi publicado até 1922. pela Associação Alagoana de Magistrados. ALMANAQUE DE VIÇOSA De propriedade de Manoel Alves Monteiro. ALMAGIS . Publicado pela Casa Ramalho. Seria o primeiro jornal humorístico que circulou em Alagoas. pelo presidente do Instituto. do calendário escolar para 1938. Nac. Teria sido publicado até 1894. Geraldino Brasil. fundada em 12/4/1952 com a finalidade. Entre 1980-82 nele atuou Álvaro Queiroz da Silva. sob a direção de Joaquim Ramalho e Jurandir Gomes. ALMANAQUE DA PROVÍNCIA DAS ALAGOAS Dirigido por Amintas José Teixeira de Mendonça. dirigido por João Barreto Falcão e João Domingues Moreira. em Maceió. Edu. composto. Pereira do Carmo. Alfredo Vilela Cortes. ALMANAQUE ADMINISTRATIVO E INDUSTRIAL DA PROVÍNCIA DAS ALAGOAS Foi o título da publicação acima. A Bibl. publicado em Viçosa. ALMANAQUE ALAGOANO DAS SENHORAS PARA 1902 Publicação literária. entre 1884-90. oferecido. 1 de 1/6/1890.54 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Andrade e A. Yves Piniaut. principal. microf. saindo do prelo da Tipografia Constitucional. presidente. de Mendonça Júnior. Armando Wucherer. Jurandir Gomes e Anilda Leão. em Maceió. o idioma Francês. Diretor. José Gilson Miranda da Silva. Na obra Anais da Imprensa encontram-se as duas datas: março e maio. Silveira. A atual é composta por: Daniel Quintela Brandão. nas Oficinas Gráficas da Casa Ramalho. por Amintas & Soares. Patricia Galo e Jorge Florêncio Toledo. por Amintas & Soares. Heloísa Ferreira. Sua diretoria tem mandato de três anos. nas sessões de 7/3/1874 e 8/3/1876. em março de 1853. publicado. em diversos níveis. Enaura Quixabeira. Associada à Delegação de Alianças Francesas. ALICERCE Órgão formativo e informativo do Seminário Metropolitano de Maceió. Nacional possui este número microfilmado. de divulgar. . em prosa. ALMANAQUE Jornal. segundo consta. Augusto Vaz Filho. Comitê Diretor: Renato Gama. Roberto Calheiros de Melo. tesoureiro. Bleugher. e de Araújo Costa. na poesia. praticamente.

Publicado em Jaraguá. No Conservatório Brasileiro de Música especializou-se em Iniciação Musical (1951-52). Conselho às Donzelas e Cuidado na Corrução. comandou a Supervisão de Educação Musical de Ensino das Escolas Primárias do Distrito Federal. Direção de Mendonça Neto. na obra Xilogravuras Populares Alagoanas. incumbiram o poeta Augusto de Andrade de colecionar as poesias esparsas em jornais de Pilar e Maceió.? 21/1/1905) Poeta. Fausto de Almeida. O segundo. deu aulas de Metodologia da Educação Musical no Curso de Treinamento para Professores do DF. Publicação da M.N Editores Ltda. Estudou no Seminário de Olinda PE. Publicou-se: Versos. p. todos da autoria de Antônio PauFerro. regressou à sua terra natal. “Frustrado na vocação. 1928 ALMEIDA. Participa de emboladas. Os anos passados no seminário serviram para imprimir-lhe segurança na linguagem. ALMANAQUE 99 Revista editada em Maceió. na legislatura 1967-70. pintor. divulga alguns dos seus trabalhos. Carmem Xavier de (Maceió AL 2/1/1930) Professora. foram publicados quatro números. Álvaro de (AL ?) Deputado estadual na legislatura 1929-30. Mudou-se para o Rio de Janeiro e foi estudar Engenharia. ALMEIDA. e entregue ao vício da bebida. 55-56. Alagoas participou da Coletânea de Poetas Viçosenses. de Almeida ALMEIDA. Em certo momento manifestou-se a irremediável demência em que mergulharia o resto da vida. bimestral. xilógrafo. método para iniciação do aprendizado ao piano.ABC das Alagoas 55 ALMANAQUE LITERÁRIO ALAGOANO Fundado em Maceió por Serafim Costa. 1908 (póstumo). para a publicação de uma coletânea”. março de 1888. pela Escola Nacional de Música da UFRJ. Tipografia do Salvador. Dois abnegados conterrâneos. vereador radialista. de Francelino Dantas Filho.. ALMEIDA. Supervisora do I Curso de Aperfeiçoamento e Treinamento para Professores de Educação Musical (1970). Pintou a Matriz de Capela. Entre cálculos e tábuas de logaritmos deixava escapar sonetos. prefeito . ALMEIDA. músico. pelo PMDB. Antônio Lopes de (AL ?) Deputado estadual. ano II. Bibl. Discussão de Manoel Chiquinho com Antônio Pau Ferro. Doente. ALMEIDA. A Nova Gráfica. Maceió. com colaboração de diversos intelectuais. janeiro de 1889. como repentista popular.. onde também execeu o cargo de Chefe do Departamento de Música. Orientadora da Escola de Aplicação (1967-69). ALMANAQUE LITERÁRIO ALAGOANO DAS SENHORAS no original ALMANACK. foi a primeira colocada em concurso para professores de Educação Musical da Secretaria de Educação e Cultura do Distrito Federal. Em 1967. Com Soneto de um Enfermo Internado no Hospital “Nossa Senhora da Conceição” Em Viçosa. Acredita-se que tenha sido o último. engenheiro. tais como os que ilustram os folhetins Discussão de Antônio Pau-Ferro e Manuel Campina.. desistiu. Bahia. Thómas de Gusmão. Cruz Oliveira e Torquato Cabral. Naquele mesmo ano e no ano seguinte planejou e coordenou os I e II Encontros de Música Infantil de Brasília. Adelino Nunes de (Pilar AL jun 1874 . Entre 1982-88 fez parte do corpo docente da Faculdade de Artes da Fundação Brasileira de Teatro. Pós-graduação em Piano (1954). o Prof. Em 1971. Diretora Maria Lúcia d’Almeida Romariz Duarte . João Frederico e o Dr. Nac.. ano I. ALMEIDA. microf. Antônio dito Baixa Funda (Viçosa AL 1956 ?) Artista. Bahia. organizada por João Leite Neto. Carlos . prefácio de Francisco Mignone e Eurico Nogueira França.. Carlos Pontes veja PONTES. O Museu Théo Brandão. 1953. Campelo de (AL ?) Obra: Adolescência. publicado em 1901. quando implanta o ensino de música no currículo escolar. Obra: Ciranda dos Dez Dedinhos. José CÍCERO Soares de (Maribondo AL 8/1/1958) Deputado estadual. Ainda em 1972. era um volume de mais de 200 páginas.. ALMEIDA. Editado na Tipografia Oriental.

56 Francisco Reinaldo Amorim de Barros de Maceió.. candidata-se e é eleito deputado estadual. pelo PDT. Deputado estadual pelo PRP. Poemas Esparsos. Australopithecos. professora. ALMEIDA.A História em Quadrinhos da Capital de Alagos.. comandou o programa “Plantão de Polícia”. pela Coligação PSD-PTB-PRT. procurador. Júlio Lourenço Pinto e o Realismo em Portugal. Pela coligação PP-PDT-PTB-PSL-PFL. Maceió. João Alves veja ALVES. na de 1998-2002. Ferreira da Costa. Em 2000 ingressou na política e foi eleito para uma vaga na Câmara Municipal. Ed. ALMEIDA. Professora Adjunta de Literatura Portuguesa. Hermann Elson de. p. Maceió.AL. ÉCOS. José de (AL ?) Pioneiro da telefonia moderna. Catavento. 75. ALMEIDA. Maceió. Fundação Cultural Cidade de Maceió. ALMEIDA.. José Chevalier Carneiro de veja CHEVALIER. Obras: Cidadania: Que Bicho é Esse ? . Heliane. (AL ?) Com o poema Flores participou da Coletânea Alagoana Contos e Poesias. 103. Maceió.. Filha de José Almeida e Julinda Marques de Melo. 1993. em 2004 foi eleito. Secretário de Emprego. ALMEIDA. Maceió. secretário de estado. Recife. 2002. Catavento. juntamente com Douglas Aprato. ED1UFAL/EDUFPE. Maceió. Sócia colaboradora da SOBRAMES. Com Poema nº 7 participou da Coletânea de Poetas Viçosenses. Labirinto de Águas: Imagens Literárias e Biográficas de Ledo Ivo. Nomeado procurador da República em Alagoas. Ed. desenhos de Enio Lins. 2000. 1999. ALMEIDA. Almeida. Bagaço. em 1/4/1927. José Machado (AL ?) Obra: A Importância da Água Subterrânea na Microregião . Leda Maria de (Maceió AL 20/10/1958) Editora. . para a legislatura 2002-2006. A História de Alagoas em Quadrinhos. A História de Maceió Para Crianças. Manoel Maurício. Délio José de Souza (AL ?) Deputado estadual. prefácio de Paulo Caruso. o segundo no Brasil. inaugurou no Estado. ALMEIDA. Maceió. Precursor do Neo-Realismo Português. prêmio da AAL. ALMEIDA. Catavento. ALMEIDA. e pelo PSD. Claúdia Virginia M. em Memória da Cultura Alagoana. ilustrações de Ênio Lins e Tiago Amaral. Uma das dirigentes da Editora Catavento.54% dos votos. Ed. juntamente com Douglas Apratto. ilustrações de Tiago Amaral.. p. Diretora da EDUFAL de 1996 a 1999.. 1998.Batalha/Alagoas. A Mulher na Obra de Olavo Bilac. Ed. 2003 . O Que é Maceió . O 17 de Julho de 1977 em Questão. arte de Tiago Amaral. 1998. Eleito pela UDN para a legislatura 1954-58 e. na legislatura 1994-98. prefeito de Maceió. Repórter da televisão. Catavento. em 1958. Dirceu Belo . 2003. organizada por João Leite Neto. João. Maceió. Renda e Relações de Trabalho no governo Ronaldo Lessa. Dirceu Belo Falcão de veja FALCÃO. . Ferreira (AL ?) Deputado estadual. o serviço telefônico automático. turno. Piaget e Freud: um Encontro Possível ?.. Georgete Castro de (Viçosa AL) Estudou na Escola Normal de Viçosa e formou-se pela Faculdade de Ciências e Letras da UFAL em Línguas Neolatinas. Catavento. A Prática Pedagogia em Questão. na UFAL. João Rabelo de (?) Suplente de deputado provincial na legislatura de 1830/33. Francisco Xavier de (?) Deputado estadual na legislatura 1897-98. Ed. Rupturas e Permanências em Alagoas. com 56. Renuncia ao cargo. José. Gazeta de Alagoas. juntamente com LEITÃO. ALMEIDA. no 2o. ALMEIDA. Graduação e Mestrado em História pela UFAL. Maceió. juntamente com LIRA. Obras: O Léxico e a Busca do Absoluto em Vergílio Ferreira. Catavento. Sandra Lúcia dos Santos. o Guloso: A Gulodice no Tempo da Pedra. ALMEIDA. 1997. Maceió. 2002. Professora de História da UFAL. para a legislatura 1959-62.

p. A Cultura Alagoana Para Crianças. Ed. 1. Índios do Nordeste. 1996. Maceió. juntamente com Marcos Galindo. A Apropriação da Produção Cultural Nordestina nas Condições de Dependência. EDUFAL. p. 01. 1997. O Cotidiano Indígena: uma Experiência Multidisciplinar in Revista Brasileira de Educação Médica. 38-58. 1999 (organizador). A Redenção dos Filhos do Trabalho. 09-10. Maceió. In: Os Quilombos na Dinâmica Social do Brasil. Massangana. 07-13. Brandão.v. Senado Federal. Escrituras Editora. 1989. publicada na Gazeta de Alagoas. 1999. v. 1998. Uma Pequena Introdução. v.que terminaria na UFAL (1962) Especialização em Direito. 1999-2000. Caderneta de Lembrança in Estudos Avançados. Formada em Psicologia pela CESMAC (1979). Maceió. organizador. 1997. juntamente com Marcos Galindo. 89-102. organizador. Índios e Brancos no Porto Real do Colégio. Crendices e Superstições de Alagoas. ALMEIDA. 1997. sempre transferido de cidade. Maceió. Maceió. In: Índios do Nordeste. 2002. Membro do IHGA. Estevão Pinto. Centro Gráfico. Temas e Problemas II. juntamente com Rosana Q. onde ocupa a cadeira 50. também. Maceió. quando defendeu a tese Memorial Biográfico do Capitão de Todas as Matas. In: Tempo dos Flamengos e Outros Tempos. 1995. Presença Flamenga no Nordeste. In Índios do Nordeste. 1 Maceió. 37. p. Raízes do Comunismo em Alagoas. Maceió. e é. n. Filho de Manoel de Almeida e Maria José de Almeida. Técnico em Planejamento da Fundação Instituto de Pesquisa . 2 v. Rio de Janeiro. Maceió. na série Mulheres Alagoanas. 1999. 15-29. Nota Prévia. Maceió. Maceió. 75-86. Brasília. 1992. in Debates de História Regional. juntamente com Edson Silva e Milena Ferreira de Albuquerque. Ed.FIPLAN. juntamente com Marcos Galindo e Juliana Lopes Elias. Maceió. Temas e Problemas II. in Anais do Simpósio 100 Anos de República. Maceió. 01. EDUFAL. Uma Breve Apresentação. Cidadania e Moral. Gazeta de Alagoas. Estudou o 1o. Raízes do Comunismo em Alagoas in Revista de História Regional. EDUFAL. v. in Revista do CHLA. embora registrada no Ceará 3/1/1953 -) Psicóloga. juntamente com Otávio Cabral e Zezito Araújo. 1999. e 2o. 2000 organizador. organizador. 241-246. Obras: As Alagoas nos Tempos do Cólera. . 1990. EDUFAL.ABC das Alagoas 57 12/5/2000. EDUFAL. grau no CEPA. in Comunicação & Política.. p. In Dois Dedos de Prosa com os Karapoto. Catavento. de 20 de julho de 2001. 55-56. pela UFAL (1969). da qual é patrono José Alípio Goulart. e ainda. separata do Boletim da Comissão Alagoana de Folclore. Lúcia (Maceió AL . Maceió. Editora Raiz. Maceió. em parceria com Pedro Texeira de Vasconcelos. EDUFAL . A Nega Juju e o Moleque Namorador. Obras: O Menino Que Virou Gente. Maceió. Maceió. Maceió. Edson Silva e Juliana Lopes Elias. em Memória Cultural de Alagoas. EDUFAL. EDUFAL. Doutor em História pela Universidade Federal de Pernambuco . III. 1997. 26. EDUFAL. EDUFAL. Maceió. v. Rio de Janeiro. p. 1999. Uma Pequena Introdução. 1996 p. O Negro no Brasil. Federalismo e Região: Dois Breves Estudos. EDUFAL. 1991. Nesta última cidade iria iniciar o seu curso de graduação em Direito. empossado em 19/9/1984. 2002. Encontro de Etnohistória Indígena. 01. in Revista do CHLA. In: Alagoanos Sempre Lembrados. Luiz Sávio de (Maceió AL 31 mar. Maceió. In: Ética e Cidadania. 300 Anos de Zumbi in Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2000. UFAL. Edson Silva. Departamento de História da UFAL. Joana Gajuru. 117140. in: Índios do Nordeste: Temas e Problemas III. 3/11/2000. A História Escrita no Chão. 30-33. Maceió. Maceió.UFPE (1995). EDUFAL. Filha de José Almeida Sobrinho e Julinda Almeida. Rio de Janeiro. IX. 1992. n. p. Breve Reflexão Sobre a Mulher na Indústria Têxtil Alagoana. Índios do Nordeste: Temas e Problemas: 500 Anos. São Paulo. In Índios do Nordeste. 117-137. 97-128 (organizador). Secretario de Educação (16/3/1971-2/3/72). v. organizador. in O Negro e a Construção do Carnaval no Nordeste. p. p. onde também é coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre Alagoas. Recife. p. 25. 2002. e. Edições Catavento. Quilombo e Política. Mestrado em Educação pela Michigan States University EEUU (1973). In: 100 Anos de República 1. 2000. realizado em 01/09/1999. em conseqüência. São Paulo. o que o levou a fazer o curso primário em Alagoas e Minas Gerais e o secundário em Garanhuns (Pe) e Natal (RN). Maceió. págs. A Greve dos Ferroviários em 1909. 05. p. ALMEIDA. Departamento de História. EDUFAL. Linda Mascarenhas. Preconceito e Terras: A Fala Oficial Sobre as Alagoas e Umas Poucas Palavras. v. secretario de estado. Seu pai era funcionário do Banco do Brasil.. 1989. Estudos em Homenagem a Clóvis Moura. Os Índios nas Falas e Relatórios Provinciais das Alagoas. p. 2001. 1942) Professor. 13. 2003 (organizador). Temas e Problemas. técnica da Secretaria Municipal de Educação. EDUFAL. 1970. Professor adjunto do Departamento de Ciências Sociais CHLA/UFAL. 87-91. Exerce a profissão de psicóloga. 1998. Temas e Problemas .

Cresce e Descobre. 93-116. Edições Tabajara. 1998. São Paulo. Manoel Wenceslau de veja ALMEIDA. 1992. Quatro Pessoas: Edição-Crítica do Romance Inacabado de . p. 2000. 1987. juntamente com Maclan Carneiro. Coletivas: 2001: 1a. Letras e Ciências Humanas/Universidade de São Paulo. Maceió. Com os poemas Palco e Violões Afinados participou da Coletânea Alagoana Contos e Poesias. Tese em Mestrado pela Faculdade de Filosofia. Edit. 41. Depoimento . Notas Sobre Capital e Futebol. ALMEIDA.. 1980. 44. Revista do IHGA. São Paulo. São Paulo. in Arte Popular de Alagoas. in Boletim Alagoano de Folclore. SERGASA. p. Atualmente. Notas Sobre Capital e Futebol. Cantora. edição especial sobre Pedro Teixeira. 1989. ALMEIDA. 1971. 1995. Filha de Manoel Pinheiro de Almeida e Maria Albuquerque de Almeida. GRAFIBOM. Edições Tabajara. Maceió. Notas Para a História do Integralismo em Alagoas I. em Maceió. 1986-88. no Colégio Batista e no Colégio Estadual Formada em Letras pela UFAL (1981). v. Manuel de (AL ?) Obra: Memórias de um Homem Comum. Anos 1991-1992. Andanças Pelo Folclore. 1984. cinco Cds: Sempre Romântica. Revista do IHGA. Maceió. Gravadora R. in Leitura. 55 e 119. Edições Tabajara. 1990. gravou. in Estudos. Em Arapiraca o Trabalho Canta: Um Estudo Sobre as Cantigas e a Poesia das Destaladeiras de Fumo. São Paulo. A Conquista da Linguagem . Maceió. Maceió . Obras: Motivações. no Colégio Santa Maria Madalena.Um Novo Momento. 1997.Colaboração na imprensa: Gazeta de Alagoas. Edições Tabajara. Programadora e locutora da Rádio Educativa FM de Alagoas. 1993/1994. respectivamente. no Teatro Deodoro..58 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Alagoas: As Greves de 1932. Manual do Professor. São Paulo. p. 25-30. Maceió. Hotel Meliá e VII Salão TRT 19ª Região de Pintores Alagoanos. encenada pelo grupo Joana Gajuru. p. 96-123. em Pedro Teixeira de Vasconcelos.Interpretação de Textos. O Corumin na Quarta Série. Teia I: Poemas. O Caso de Alagoas (19081927) I. 109-128. 1992. 43. do show que se realiza em comemoração ao Dia das Mães. 1970. 1998. Maceió. Revista IHGA. Pero Fernandes Sardinha. 18. Maria Zélia Galvão de (AL 1927 -) Obras: Português . Manoel Viana de veja VIANA. Comissão Alagoana de Folclore. GRAFIBOM. O Caso de Alagoas.. Lê e Aprende. Palco Poesia do Cotidiano. II. de Almeida ALMEIDA. 87-112.I. Editora da Gazeta de Alagoas. (In Memorian). 1997 (crônicas).Livro 4 . As Alagoas nos Tempos do Cólera. Crônicas e Contos. onde se destaca com o programa “Encontro com a Poesia”. As Mais Pedidas da Noite.1º Grau 2ª Edição. Manoel Cavalcante de veja MANOEL DA MARINHEIRA ALMEIDA. Índios de Alagoas . Iniciou estudos de pintura em sua terra natal. co-edição com a Pró-Reitoria de Extensão da UFAL. 1971. professora. 04. Uma Lembrança de Amor Para Tia Marcelina. juntamente com Otávio Gomes Cabral Filho (teatro). ALMEIDA. 1979. de Tânia Maia Pedrosa. Estudou no Lar Bom Samaritano e. 42. Fascínio. encenadas pelo Grupo Cena Livre. Lê e Aprende. estuda como o professor Mussoline Brandão. Maceió. Maceió. O Jornal e Tribuna de Alagoas. 1987. Maria Adélia (Penedo AL) Pintora. p. n. 1998. Manoel . 49-55. cantora. 1991. Record. 1990. A Farinhada. ilustração de Fernando Porto. Festa nas Alagoas. com a professora Marieta Lessa. 2002: IX Salão Nacional de Porcelana e Tela. Comeram D. 204-205. Fundação Nacional de Material Escolar. Teia II. Autor da peças teatrais: Lampa e Lampião e A Igreja Verde. p. Boletim Alagoano de Folclore. em Maceió e São Paulo. v. Fundação Cultural Cidade de Maceió. apresentado aos domingos. Manoel WENCESLAU José de ALMEIDA. O Corumim na Terceira Série. O Corumim na Quarta Série. Cresce e Descobre. 1970 ou 1971 . Maceió. ÉCOS. Revista IHGA. Também participou de outras apresentações em casas de espetáculos. Manual do Professor. O Corumim na Terceira Série. p. em União dos Palmares. a cada ano. FTD/Rio de Janeiro. Apaixonante e Portugal dos Meus Amores. os dois últimos em 2003. Maceió. Tem participado. n. Maceió. Maceió. Maria de Jesus Albuquerque de (Maceió 27/4/1952) Radialista. v. ALMEIDA. ilustração de Fernando Porto. Anos 1989-1990. p. p. De volta a Maceió estuda no Ginásio Erasrmo Porangabá. Maceió. Maceió. Mostra de Artes da Galeria Planeta.

Pedro Xavier de (Capela AL 3/5/1874) Filho de Manoel Wenceslau de Almeida e Antônia Maria Leite Almeida. ano 56. Revista do IAGA. Revista IAGA. ano 57. participou da exposição Universid’Arte XI. Durante vinte anos viveu em diversas regiões do Brasil. 1930. Participou de coletivas: Exposição no Shopping Iguatemi. intitulado “A Gula do Tempo” reproduzido na livro A Nova e Novíssima Pintura Alagoana. p.]. Nelson (AL ?) Obra: De Seta a Bodoque. Maceió. ALMEIDA. Livraria Machado. ano 57.. Sesmarias de Alagoas. [ s. juntamente com Lúcia Almeida. ALMEIDA. 1928. Obras Vocábulo Paraíba. 1927. Clube Fênix Alagoano. 61. Em 1979 passa a viver em Maceió. no Campus Jaraguá da FAL. Foi promotor público. Maceió. Ronaldo Monte de (Maceió AL 11/7/1947) Professor. Judiciária e Territorial dos Municípios de Alagoas. Formado pela Faculdade de Direito do Recife. Sócia colaboradora especial da SOBRAMES-AL. em Revista do Ensino. após. Jornalismo pela UFAL (1999). 1984. Maceió. Vinicius de (AL ?) Em 2003. militar. Sua Instituição. ALMEIDA. Manoel WENCESLAU José de (Capela AL 10/4/1883 . Obras: Bob no País das Verdurinhas. Filho de Manoel Wenceslau de Almeida e Antônia Maria Leite Almeida. Sua Naturalidade. Maceió. Itatiaia. ano 55. juiz de direito. 1933. editado pela FUNTED. 1984. A Primeira Assembléia Provincial. Participou. Capitania dos Portos. tendo tido a reprodução de um óleo de sua autoria. Coruripe. Santana do Ipanema e Viçosa. 166-169. Ironia do Destino. 27. Belo Horizonte. p. Trabalhou como redator de propaganda.13. 29-30. ALMEIDA. Deputado estadual nas legislaturas 1915-16. passa a viver em João Pessoa (PA) onde é professor de Psicologia da UFPB. vl. Revista do IAGA. juiz de direito de Mata Grande. Sua Ascendência. 1929. Revista do IHGA. Maceió. ano 1926. 244-246. 37-38. Obra: Memória da Família: Moreira e Almeida. ed. promotor. Filha de Litamar Alves de Almeida e Maria Margarete Cavalcante de Almeida. p. A Fazenda Pindoba. bem como. Tese de Doutoramento em Literatura Brasileira Pela Faculdade de Filosofia. vl. 1985. v. ALMEIDA. Salão “ Le Beau Lieu”. Livraria Machado. 15. Curso primário e colegial no Colégio Ateneu. 1919. 2000. pg. em Garanhuns e no Imaculada Conceição. Tecelagem Noturna. 126-128. EDUFAL. p. [s. da Nova e Novíssima Pintura Alagoana. da Semana de Arte e Cultura de Arapiraca. todas em 1994 . acompanhando o marido. Português. Maceió. Catavento.p. na FUNTED. 1930. Livraria Machado. Salão do Mar. 11. Livraria Machado. Editora Universitária. em Recife. ALMEIDA. Silvano (AL ?) Pintor. Memória Curta. Município de Viçosa. Cartas de Vilhena. João Pessoa. Marluce Medeiros (Canhotinho PE 17/9/1939) Pintora. Participou da Exposição. Revista IAGA. 172-173.14. Bernardo Vieira de Mello. v. 34-39. de 11/6 a 20/10. Curso de Pintura com Rosival Lemos. [João Pessoa] [ 19?]. ainda.14. Simone Cavalcante de (Maceió AL 20/8/1976) Jornalista. 1935. As Locuções “Províncias das Alagoas” e “Estado de Alagoas. Quatro Pessoas: Romance Inacabado. no Santa Sofia. v. Rita ALMEIDA. Capela: Um Inventário de 1813. João da Rocha Pitta. Em 1976. História Administrativa. Margarida Maria de veja PALMARES. Interpretação de Textos. e depois. A Cultura Alagoana Para Crianças. Sócio da Sociedade Psicanalítica da Paraíba. 1996. Letras e Ciências Humanas/Universidade de São Paulo. 85-96. Revista do IHGA.Viçosa AL 1936) Deputado estadual. 32-37. fez a crítica e orelha. Freguesia de Viçosa. ed. 1997. 18. respectivamente. Revista do IAGA. Salão de Arte. Viçosa. 2 v. ALMEIDA. ano. . 1998. v. Estudou no Colégio Batista e. Obras: Pelo Canto dos Olhos. vl. São Paulo. Alagoense-Alagoano. p. Filha de João Morais de Medeiros e Maria Medeiros Gomes. 21-22 e 23-24 Membro do IHGA e patrono da cadeira 37 dessa instituição. p. onde se formou em Psicologia. em Almanaque de Viçosa. editora. da qual é uma das sócias.12. 19-20. p. Maceió. s/d. Atuou na EDUFAL mas dedica-se à Editora Catavento. ALMEIDA. Assassinado em Viçosa. Aos 11 anos foi viver em Recife. Maceió.].ABC das Alagoas 59 Mário de Andrade.

porém. foi revista e publicada com o título: O Lazer do Meio Rural: Rompendo Com Preconceito. Obra: Pequeno Dicionário de Um Arquiteto 2. deputado estadual. Mestrado pela UFPB (2002). 2000. composta por alunos do Liceu Alagoano. tendo sido diretor deste último. Foi diretor daquela Faculdade de 1948 a 1962. Nesse mesmo ano integrou a Escola Literária Euclides da Cunha. terminando. Prefeito de Maceió -. Matriculou-se na Faculdade de Direito do Recife. Estudou no Colégio Marista Iniciou o Curso de Educação Física na Faculdade de Educação Física da Fundação de Ensino Superior de Pernambuco e o concluiu em Brasília. Geográfico e Etnográfico do Rio Grande do Norte. Instrução Moral e Cívica e História da Civilização. ALOAN. em O Guarani. Juiz Federal no Estado da Paraíba. Mário (AL ?) Arquiteto.60 Francisco Reinaldo Amorim de Barros João Pessoa. renuncia a 15/2/1929. 2001. em 1936-37 e de 1961 a 1964. além de Sociologia na Escola Normal de Maceió e no Liceu Alagoano. Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais e The National Geographic Society.nome literário de Anfilófio de Oliveira Melo (Maceió AL 16 ou 17/10/1895 . professora. de 1959 a 1970. nomeado em 20/9/1932. Obras: Crepúsculo . também seu presidente.no período de 1/2/1927 a 7/1/1928. Zélia Galvão de ver ALMEIDA.na qualidade de presidente do Conselho Municipal -. set. como também assíduo colaborador na revista e. Segundo IFL. Obras: Sinfonia do Amor (poesia). 2003. Pétalas da Minha Alma (trovas). bem como seu Inspetor Federal de Ensino. na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro (1923). Maceió. editor responsável de Carta 52. Jaime de . Pertenceu. Foi diretor da Imprensa Oficial de Alagoas em 1915. Ode ao Grande Oriente do Brasil (poesia). patrono da cadeira 12 da instituição. no município de Santana do Ipanema. 2003. ao Instituto Histórico. Catavento. Nesse mesmo ano regressa a Alagoas. Filho de Japson Azevedo de Almeida e Marilita Vasconcelos Barbosa. Membro da Academia Brasileira de Trovas e da Sociedade dos Homens de Letras. Foi. No seu primeiro número publica um pensamento. em 1934. Maceió. escondido no pseudônimo de Ollém. Deputado à Assembléia Legislativa na legislatura 1929-30. Membro. Maria Zélia Galvão de ALMEIDA FILHO. modesta publicação surgida em Maceió em 20 de março daquele ano. promotor público. ALOÍSIO. ano 1. Mércia Maria Lins Moura (Maceió AL) Poetisa. prefeito de Maceió. Foi professor de História Geral. Japson de (AL) Professor. onde morou três anos. por ter sido nomeado adjunto do 1º Promotor Público da Comarca de Maceió. ingressou no Congresso Lítero-Cívico-Alagoano. vereador. e seu 9º presidente. Catavento. do IHGA. Membro do Conselho Estadual de Cultura. possivelmente a primeira instituição literária a que pertenceu. ALMEIDA Serra. residente em Arapiraca ALMIRANTE BARROSO Navio-gaiola que fazia a ligação entre Maceió e a cidade de Marechal Deodoro. Em 1911. ainda. Participou de antologias. Geográfico e Etnográfico Paranaense. Fez seus estudos no Liceu Alagoano. finalmente. tendo sido o redator da primeira ata da instituição e primeiro ocupante da cadeira 4 e. Instituto Histórico. e do qual era redator-secretário. professor na Faculdade de Ciências Econômicas. ALTAVILA. a partir de 1923. no Pediplano Sertanejo. Cadernos da Sociedade Psicanalítica da Paraíba. Professor da FAL e da CEFET. tendo sido nomeado em 8/7/1931 para a cadeira de Economia Política e Ciência das Finanças. Filho de Balbino Figueiredo de Mello e Deolinda de Oliveira Mello. ALMEIDA. José Moreira da Silva Lima. Professor fundador da Faculdade Livre de Direito de Alagoas. ao Instituto Histórico de Sergipe. 1. Aos quinze anos inicia sua colaboração em jornais. ainda. UFPA. Membro honorário da AML Pseudônimo: Ollem. ALMIR. e após seu afastamento recebeu o título de Professor Emérito. José (AL) Artesão em couro. seu curso. Fundador da AAL. Em 11/3/1933 passa a ocupar a cadeira de Direito Civil. à Academia Mineira de Letras. n. Sua dissertação de mestrado: A Relação Trabalho Lazer: Estudo do Quotidiano da Comunidade Rural do Sítio Goiabeira. devido a renuncia do seu titular. Ed. na capital em 1923.Maceió AL 26/3/1970) Professor. na UNB (1976). de Washington.

pg. p. Conferência. a que dá título ao volume e O Destino tem Coisas. 1935. gravado pela RCA Victor em 30/4/1934. O Dia. Casa Ramalho. São Paulo. [São Paulo]. Alagoas na Revolução Pernambucana de 1817. São Paulo. 1983 (romance). A Extinção da Capitania da Paraíba. prefácio de Guedes de Miranda (romance histórico). Maceió. A Linha Sinuosa do Direito. Rio de Janeiro. Luango. [1949]. Trabalhos em revistas A Redenção dos Palmares. Maceió. pelo dr. esta com revisão e atualização de Jaime Lustosa de Altavila. ano 61. O Bergantim. Revista IAGA. 58-67. José Antônio Duarte.18.ed. Domingos. 1969. 1940 (crônicas históricas). Livraria Fonseca. 1975]. D’A Pernambucana. Maceió. Lógica de um Burro. Foi Você ? Eu Não . atualizado por Edwaldo Cruz. 1916 (versos). v.13. Revista do IHGA. Tipografia Oriental. p. Valsa . Discurso Pronunciado pelo Presidente do Instituto Histórico na Data Comemorativa da Fundação da Casa de Alagoas. 1927. 1926. João Pessoa. 1925 .51-58. ano 55. Tipografiia Alagoana. as quatro últimas obras publicadas postumamente. v. a partir da 4ª edição. S. 1927: Mensagem Apresentada ao Conselho Municipal de Maceió. Vence Quem Ama. Revista do IHGA. Ave-Maria do Brasil. Arquitetura Brasileira. O Quilombo dos Palmares. Maceió. menção honrosa da Academia Brasileira de Letras. 1933. Maceió. posteriormente. jornal do bairro do Poço. Melhoramentos. v. 1937. 1928. ano 1968. ano 54. Revista do IHGA. 1921. Maceió. O Herói do Madrigal. p. Estudos de Literatura Brasileira. Maceió. com o subtítulo “Cena de Uma Noite de Carnaval” . São Paulo. do Recife. Rio de Janeiro. Gazeta do Povo. Of. 1932 (conferência). Caderno IV. Sabalangá. As Novas Recepções do Instituto. sendo colaborador. Revista do IHGA. Alagoana. Anfilófio de Mello. DAC. História da Civilização do Brasil. Revista do IAGA. [1916]. ano 56. em 19 de novembro de 1942). e Relativa ao Exercício de 1927. (valsa). 246-251. ano 61. Rio de Janeiro.. (valsa). 1928 (versos). 1933 . 1995. ainda. v. Gráfica do Orfanato São Domingos. 1922. v. (romance histórico). em A República. Peças Teatrais: A Cabeça de Salomé. Maceió. p. Maceió. p. 307-308. O Negrinho dos Palmares. Maceió. [1915]. Livraria Machado. Casa Ramalho. na capital. ano 1972. publicado na Ilustração Brasileira. Tip. (Razões de um Apelante). 28. publicada no Diario do Norte. do Jornal do Recife enquanto estudante naquela cidade. Imprensa Oficial. Rio de Janeiro. v. Resumo Histórico. pg. 29. aos 7 de Janeiro de 1928. Melhoramentos. 1934. (tango). 71-78. Livraria Machado. 40-42. 1928. em Maceió. Of. Foi ainda autor de letras de músicas: O Biá-tá-tá. [s. José de Anchieta. Iniciou sua vida de jornalista em O Guarani. 1922. Ed. O Tesouro Holandês de Porto Calvo. nº 4 e Inversão de Pápeis. Diário de Todos os Amantes. 1928. Livraria Machado. 1933. Poesias de Jayme de Altavila. (crônicas). Revista IAGA. Cia. 11. Quilombo dos Palmares. em 16/5/1915.). Mulata. Livraria Machado. Casa Ramalho. A Pirausta e A Tribuna. Canto Nativo: Versos. Tip. Alagoana. Casa Carlos Machado. Mil e Duas Noites. Of. Revista do IAGA.122-128. 1949 (poesia). Editora A Melodia (coco. Origem dos Direitos dos Povos. ilustração de Oswaldo Storni. 1930. A Terra Será de Todos. Série Estudos Alagoanos. Arthur Acioly. ed. ano 55. Conferência Realizada em 6 de Setembro de 1922. Maceió. v.18. 1972. Maceió. Casa Carlos Machado. 1920. Maceió. p. 1927. teatro em versos. Graf. atualmente na 8ª edição. Maceió. 1946 (conferência realizada na Faculdade de Direito da Bahia. Maceió. ano 61. Maceió. Coração de Bertini. v. Revista IAGA. Revista do IHGA. Maceió. São Paulo. João VI. 1971. Rio de Janeiro.1961. O Caduceu. A Testemunha na História e no Direito. Eu Piso. Renascença. Depois de um Sonho . Discurso do Consócio Anfilófio de Melo (Jayme d’Altavila) na Sessão Magna de 16 de Setembro de 1935. Gráfica do Orfanato S. Editora Melhoramentos. capa de Correia Dias. escrita em janeiro de 1922. [s. {1956]. (novela histórica). Maceió. p. Brasil ! Rio de Janeiro. Campassi & Camin. capa de Renato.]. História da Civilização das Alagoas. Rio de Janeiro. Maceió. cena romântica em versos. Casa Carlos Machado.18. in Álbum de Recortes: Jayme de Altavila. São Paulo. Portugal e o Brasil de D.. o Albor. Discurso do Professor Jayme de Altavila na Sessão Solene Comemorativa ao Nascimento do Dr.12. Discurso de Recepção do Sócio Efetivo Dr. [Maceió. as quatro musicadas por Hekel Tavares. 1935. Discurso Inédito que Deveria Ser Pronunciado nos 50 Anos de Academia. Alagoana. 1933. DEC. 231-237. Ed. Genêse e Desenvolvimento da Literatura Alagoana. v. Maceió.12. Eita. SECULT/SERGASA. Prefeito de Maceió. [1930]. O Adeus do Instituto. Melhoramentos. Da Vida e do Sonho. Tip. Jornal de Alagoas. [1967]. prefácio de Justino de Montalvão Maceió. Monteiro Lobato. 38-44. 1935. (contos inéditos escritos em 1937). apresentação de João Azevedo. v. janeiro de 1923. Maceió. (valsa). Graf. São Paulo. Discurso Pronunciado pelo Escritor Jaime de Altavila no Instituto Histórico de Alagoas na Comemoração do Grande Apóstolo do Brasil. anotada por Moacir Medeiros de Sant’Ana e com nota introdutória de Carlos Moliterno. Colaborou.13. Of. O Desquite e A Sevícia. Casa Carlos Wehrs. prefácio de Divaldo Suruagy.] 1915 (versos).ABC das Alagoas 61 d´Oiro e Sangue. na interpretação de Elisa Coelho). 157-169. EDUFAL. 1924 (incorporando duas novelas regionalistas. 50 Anos da Academia Alagoana de Letras. ano 56.

44. 1921 . música de R. com o conto Lógica de um Burro. 2001. Canção dos Jangadeiros. n. Litografia Trigueiros. Membro da AAL. Obras: Bibliografia de Autores Alagoanos. Gotas de Luz. Membro do IHGA. Amo-te. desde 2/12/1993. (valsa). a cadeira 28. 25-32. Casa Carlos Gomes. 21-24). p. Recife. 5-7. 135-140. Revista da AAL. 2001. Maceió. Rio de Janeiro. Antônio Caio da Silva Prado. 1932. ADESG/AL. 1923. 1973. 1923. 30. membro técnico da Comissão Estadual do Livro Didático. FAPEAL. música de Maria Amélia de Jesus Taveiros. Marcha Regatas. Maceió. da qual é patrono Jaime de Altavila. de Jaime de Altavila. música de Tavares de Figueiredo e versos de Jayme de Altavila. A Bibliografia Passiva encontra-se no capítulo 8 do livro Evocação. entre outros autores. Revista do IHGA. Paraíba. Diretor-geral da Rádio Difusora de Alagoas. 1978. no governo Manoel Gomes de Barros. Mendonça Neto. ainda. Maceió. Curso Superior de Guerra na ESG (1978). Presidente da Província das Alagoas. Cantos Escolares.13-14. Secretário da Educação e Cultura no Encontro de Prefeitos e Ex-Prefeitos Municipais Conveniados com o PAEMA. Recife. Os Batutas do CRB. Bacharel em Direito pela UFAL (1957). 213-216. Secretário da Cultura. da Academia Maceioense de Letras onde ocupa. n. Bolsista do Departamento de Saúde. Revista da AAL. analisa. EDISA. na Sessão Solene de 30 de abril de 1968. Foi. Maceió. instituição da qual também foi diretor. Litografia Alemã. p. de Antônio S. ALTAVILA. Maceió. no governo Afrânio Lage. Escola Superior de Guerra. assistente-geral do Departamento Estadual de Cultura.Trabalho Especial do Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra. Hino do Ipiranga Futebol Clube. Imprensa Universitária. Bibliografia Alagoana. (marcha para piano) música de Maria Polito Lopes. capa de Esdras Gomes. 15. 83-86. v. Maceió. 1973. Educação e Bem-Estar dos Estados Unidos da América do Norte. 1924. A Integração Social . de 1958 a 1963. (valsa) música de Alfredo Gama . p. Discurso Pronunciado pelo Bel. 211 (Antologia do Soneto Alagoano). e. p. Discurso do Dr. n. 44. Revista do IHGA. publicado em 27/5/1921. na cadeira 37. Litografia Trigueiros. Barbosa Lima Sobrinho em seu primeiro artigo na imprensa. chefe da Divisão de Educação para o Trabalho da Diretoria Estadual da Fundação Legião Brasileira de Assistência. Maceió. Secretário da Educação e Cultura (29/07/72 a 15/03/75). 1978. Revista do IHGA. Você. p. o livro Mil e Duas Noites. Rio Grande do Norte. Maceió. 1976. ADESG/AL/Sergipe. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal a partir de 1995. Com Canto Nativo e O Pescador de Sururu participou da Notas Sobre a Poesia Moderna em Alagoas. Eterna Mágoa. Revista do IHGA.62 Francisco Reinaldo Amorim de Barros da Paz. Maceió. da qual é patrono Jaime de Altavila. 127-128. Jaime Lustosa de (Maceió AL 17/9/1934) Secretario de estado. de Carlos Moliterno. p. sendo o 12º presidente da instituição. Antologia. Casa Ribas. Especialização em Classificação e Catalogação no Instituto Nacional do Livro. Ed. Rio de Janeiro e Sorocaba (SP). Como Sócio Efetivo. Diretor-técnico da Biblioteca Pública Estadual. Maceió. p. Jayme Lustosa de Altavila. 1993/1994. v. 1995. 15-17. música de Alfredo Gama. 1973. Jayme Lustosa de Altavila. Caderno Especial 1 (contendo: Hino Ao Centenário [da Independência do Brasil]. Litografia Trigueiros. ano de 1973. com treinamento prático em Serviços de Bibliotecas e Publicações de Educação e Ciências (1970). música de Isabel Alvim de Medeiros. n. 1921 (tango carnavalesco). Reino do Som. p. Casa Ribas. Agradecendo a Homenagem a Memória do Seu Pai. 1980. Advogado militante. Cruzeiro do Sul. Curso de Biblioteconomia. Homenagem ao Centenário de Nascimento de Jaime de Altavila. 30. [1919]. sobre O Momento Literário. Discurso de Saudação ao Novo Sócio Carmen Lúcia Tavares Dantas em 22 de Setembro . Maceió. Imprensa Universitária. Filho de Anfilófio Jaime de Altavila Melo e Emília Lustosa Cabral Altavila. p. do Ministério da Educação e Cultura (1963). Cadernos de Compositores Alagoanos. empossado em 30/3/1968. 1920. de Moacir Medeiros de Santana. na cadeira 12. empossado em 14/9/2000. Maceió. 1995. pág. Canção do Trabalho. 1926 ou 1927. 281 (Antologia do Soneto Alagoano). 1921(marcha). dos de Minas Gerais. pág. (199798). Canção dos Jangadeiros. Maceió. Estudou no Colégio Diocesano e no Colégio Estadual de Alagoas. Rio de Janeiro. Catavento. Valsa da Saudade. Discurso Proferido por Jayme Lustosa de Altavila na Posse da Nova Diretoria do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas em 2 de Dezembro de 1993. 1995: Bibliografia de Autores Alagoanos. Recife. participou de Os Contos de Alagoas . 1975. p. 1993-1994. advogado. Canção dos Escoteiros. Dados Colhidos Pelo Dirigente da Assessoria de Documentação. 18-19. Canção da Pátria. desde 27/6/2005. Donizetti. Membro.Uma Antologia. p. 13. Maceió. ainda. SEC/SERGASA 1985. 143-176. Catavento/Fundação Municipal de Ação Cultural. Levantamento Bibliográfico dos Trabalhos de Grupo nos Ciclos de Estudos de 1970 a 1975. música de Aristóbolo Cardoso. Discurso de Posse do Consócio Jayme Lustosa de Altavila. Ingrata. Levantamento das Obras de Autores Alagoanos Existentes na Biblioteca Pública Estadual Até 1984 . essas com música de Tavares de Figueiredo. música de Alfredo Gama 1921.

na Cadeira nº 37. ALVES. pela ARENA. de José Márcio Passos. 2ª edição. Revista da AAL.71. ano 1995-2000. 12. Maceió. Um dos fundadores da Rádio Difusora de Alagoas. O Museu Théo Brandão.. Maceió. ALVES. 1880. Secretário Jayme Lustosa de Altavila.Patrono e Ocupantes. Alagoas e Seus Municípios.Rio Largo ? AL) Poeta. 223-243. Meu Reflexo no Espelho e Se Você Vier. Palestra Realizada no III Colóquio Nacional de Institutos Históricos. Trabalhou com seu pai. reproduz um trabalho de J. ALVES. setembro . Participou com Eu. Maceió. Posteriormente dedicou-se a outras atividades . 2001. p. Seria o organizador do Almanaque do Estado das Alagoas. Deputado estadual eleito em 1966. Participou dos Campeonatos Alagoanos de 1959/ 62/ 64/ 65 e 67. Antônio de Albuquerque (?) Secretário de Estado. v. ano 1995-2000. [1873]. n. Revista IHGA. Você!. 1952. Discurso de Posse do Acadêmico Jayme Lustosa de Altavila. 103-106. 1890. com seus pais. para a legislatura 1967. para Penedo. em Memórias Legislativas.Agência Jaraguá. major. 1966. proprietário de uma farmácia. in Gazeta de Alagoas. Maceió. 2004. ALVES. p. Desenvolveu trabalho no Teatro de Amadores de Maceió. ALVES. Secretário de Saúde e Serviço Social no governo Theobaldo Barbosa. A Biblioteca nos Dias Atuais. Discurso de Saudação ao Novo Sócio Diógenes Tenório Albuquerque Júnior. Ezequias Raimundo (Rio Largo ? AL . Estudou no Colégio Marista e no Guido de Fontgalland. nº 18. Eu! Você. Iniciou-se na arte em 1991. 165-180. Jayme de Altavila. Hugo TORRES (Recife PE 11/8/1967) Pintor.Sede do IBGE. Tipographia Social. Membro do Conselho Geral da Província (1827) e suplente de deputado provincial na legislatura 1835-37. em Maceió. Membro do Junta Governativa aclamada pela tropa em Porto Calvo e empossada em 12/11/1823. 45. p 60-62 ALVES. em 14/9/2000. Maceió. p. Administração do Secretário Jayme Lustosa de Altavila. que ilustra o folheto de sua autoria: O Velho Que Enganou o Diabo. Cadeira 37 . 2001. p.Setor Educação. Estudou em sua cidade natal. SENEC. pg. Formou-se em Administração pela UFAL. v. onde fez o curso secundário no Colégio Estadual Comendador José Peixoto. Ampliação. ALVES. Maceió. Maceió. administradora. Revista IHGA. v. Revista IHGA. Em 1881 funda o Gutenberg. Coletivas: I Coletiva de Inverno no Espaço Caixa Econômica Federal . Sucedendo ao Professor João Ferreira de Azevedo. 113-118. Maceió. ALVES. 8 de março de 1998. 1992. 2 v. Em 1973 passou a viver. Maceió. 9/6/2000. n. Revista IHGA. 135-150. 45. Maceió. 45. 2001. Individual: Espaço Cultural do Banco do Brasil . Maceió. Almanaque Administrativo da Província das Alagoas. Bento Francisco (?) Deputado provincial. Relatório Anual das Atividades de 1973. Discurso de Saudação ao Novo Sócio Venuzia de Barros Melo. em Memória Cultural de Alagoas. Maceió. 2003. 1974. Com Grito e Reconstrução participou da Coletânea de Poetas Novos.Agência Jatiuca e Galeria Eternée Artes e Decorações. AAL. p. Pontes de Miranda. Secretário Jaime Lustosa de Altavila. 19. Claudecira Tavares (Piaçabuçu AL) Poetisa. Programa de Construção. in Revista Brasil-Rotária. Martins dos Santos. depois. transferindose. 1992. Intelectual Múltiplo e Político Realizador. na obra Xilogravuras Populares Alagoanas. Antônio (AL) Jornalista. 1967 e Revista Rotary Clube. Foi prefeito de Rio Largo. p. ator. Dados Resumidos das Atividades de Construção no Período de Dezembro de 1972 a 16 de Abril de 1974. Cícera de Albuquerque (Major Isidoro AL 1949) Participou no filme A Ilha. ALTO CAMARAGIBE Clube de futebol.ABC das Alagoas 63 de 1998. Relatório Anual 1972 . Recuperação e Instalação . deputado estadual. da Coletânea Caeté do Poema Alagoano. Davi (AL ?) Cantor repentista. Cultura e Desportos. ano 1995-2000. 46. v. Curso de pintura na Fundação Pierre Chalita. em Maceió. médico. Hermílo (?) Obra: Breve Notícia Sobre a Província de Alagoas. 63-64. ALVES. 83-96. Janeiro de 1974. Janeiro/1971. em 29 de Novembro de 2002 Rio de Janeiro . Revista da AAL.

Brasília. feito no Rio de Janeiro. em João Pessoa. pela Aliança Trabalhista. de Almeida (Maceió AL 28/9/1919 . entre as quais: Beata Claudina e Beatas em Crise. Câmara dos Deputados. filia-se ao PDS.. v. Maceió. a encenação de peças teatrais de sua autoria. Certas Paixões: Linda . ALVES. Seu primeiro filme em 16 mm foi Calabouço. em Administração. 1974 e 1978... ficou em segundo lugar no II Festival Nacional de Curitiba. Foi Delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (IAPB). 1973. dramaturgo. Em 1979. na Gazeta de Alagoas. 1958. Obras: Homens Alados. Coordenação de Publicações. bem como. em 1976. EDUFAL. formada pelo PR. com o qual participou no Festival de Brasília. Bacharel em Ciências Econômicas pela Escola de Comércio e Economia (1942) e. o Homem Que Jantou o Filho. juntamente com Ronaldo Andrade. Presidente da Comissão do Orçamento do Congresso Nacional entre 1986-89. coleção Mar&Sal. Em 1990 é eleito para o oitavo mandato consecutivo. Joaquim. O Acendedor de Ilusões. Brasília. João . técnico em administração. em Maceió. Maceió. uma longa metragem. Bonecas. Política Demográfica. Maceió. O Controle da Natalidade e suas Conseqüências. Ocupa a relatoria da Comissão de Orçamento. na Bahia. PRP e PTB. especialização em Literatura Brasileira. Centro de Documentação e Informação. na UFAL. elegeu-se suplente de deputado estadual. em Salvador. Reelege-se. publicado em homenagem ao Centenário de Jorge de Lima. em função de irregularidades identificadas na Comissão Mista de Orçamento.64 Francisco Reinaldo Amorim de Barros profissionais. No ano seguinte. Cuso de Psicologia Clinica no CESMAC. realizado em 1981-82. pintor. Curso Científico no Colégio Estadual. pela Faculdade de Administração da Bahia (1974). 1972. no período da qual foi presidente. in Arte Popular de Alagoas. Coordenação de Publicações. pela ARENA. ALVES. Maceió e no Festival de Marechal Deodoro. A Previdência Social Através dos Tempos. 1985. em 1975. ainda. produz Evoé. . Volta a produzir em 16 mm. onde promoveu. em Genebra (Suíça). Inicia os estudos em sua cidade natal. atuando na legislatura 1983-87 na Comissão Mista de Orçamento. Ivia (AL ?) Obra: Retratos à Margem. SERGASA. e. Como pintor organizou e participou em exposições na década de 1970 em João Pessoa. Eleito deputado federal pela Bahia. Como cineasta. ALVES. SERGASA. juntamente com Izabel Brandão. 1961. cineasta. Em 1958. no Departamento de Arte. na UFPB. Já rodados. em 1982. 1998. Obras: Problemas Sociais do Brasil. com um grupo de alunos do curso. um dos três premiados no I Festival de Penedo. p. 1961. Controle da Natalidade e Disseminação de Entorpecentes no Brasil. realizados em 1980. A partir de 2002 passou a viver em São Paulo. renunciou ao mandato. Formado em Psicologia no CESMAC. Nesse mesmo ano fez Mordaça. Reelege-se. Com Severino. Problema Econômico da Medicina Brasileira. em 1974. 103-104. da qual é afastado em novembro de 1991. A Verdade Sobre a Explosão Demográfica. bem como pelo mesmo partido em 1970. 1988. Inspetor da Previdência Social. tendo como curadores Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. Salmo In Eros. É um dos artistas divulgados no livro Arte Alagoas II. de Tânia Pedrosa. jornalista. Filho de José Alves Pereira e Maria Edite Araújo Pereira. filia-se ao Partido da Frente Liberal. II. em 1966. Centro de Documentação e Informação.1973. a partir de 1983. Em 23 de março de 1994. Em Alagoas realizou: Crise. 2002. iniciou-se na Super-8 com o filme Experiência nº 1. especialização em Teatro. posteriormente. em 1975. legenda pela qual é reeleito em 1986. inclusive como representante do Congresso Nacional na Conferência Internacional do Trabalho.. Geração Mimeografo. e. Jomani. Geração Mimeógrafo. Câmara dos Deputados. professor. Como parlamentar fez inúmeras viagens ao exterior. Economia da Medicina. 1973. de Oliveira Neto (São José da Laje AL 28/11/1950) Jornalista. Assassinando a Cultura Popular. O Cinema Ambulante.50 Anos de Refletores Maceió. com Genzo. 2000.: Sacrosaques e Relatório Sem Feed Bake. em paralelo. Transgressões Amorosas. 1976. e em fase final de edição dois longos: Certas Paixões e Oroborum.Salvador BA 14/11/2004) Deputado federal pela Bahia. Filho de José Silvério de Almeida e Maria Alves de Almeida. Ainda em curta e em 35 mm produziu: Santa Matança. Antologia de Escritoras das Alagoas e da Bahia (1900-1950). Viagens Por Mundos Paralelos Nunca Dantes Navegados. Em 1986. ao mesmo tempo em que atuava em jornalismo. em 1962. Maceió. na Tribuna de Alagoas. Professor da UFAL. na Tv do mesmo grupo. 1974. Discurso Proferido na Sessão de 9. Iniciou sua vida profissional no PRODUBAN. economista. então por este último partido. Maceió. Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (1964-90) Sócio da Associação Baiana de Imprensa.10. SERGASA. Maceió.

foi Secretário de Estado do Interior na gestão do governador Lamenha Filho. entre 1966-1970. XVIII Mostra Anual de Pintura. também professor de Direito Constitucional na UFAL. em Maceió. . no período de licença de Divaldo Suruagy. Recife (PE) . Cavalcante (Maceió AL) Pintor. João Azevedo e José Renivan). ALVES. Discussão de um Sertanejo com um Alagoano. assessor técnico da Secretaria de Educação e Cultura. Volume II . Obra: CSA. Em 1990 concorre pela deputado federal pela Coligação PDT-PTB-PMDB-PSC-PFL-PMN-PSDB-PT do B ficando em uma suplência. de coletivas. Imprensa Oficial do Estado. Maceió. Obras: Pela Melhoria do Serviço Público Estadual.. engenheiro agrônomo. 1969.Maceió AL 14/8/1997) Deputado federal. Departamento Cultural da União dos Estudantes Secundaristas (UESA). 1973. Luís (AL ?) Cantor e Repentista. 1991. tais como: Fundação Pierre Chalita e Galeria Karandash. O Município Mudou Com a Nova Constituição ?. Maceió. 19.. para a legislatura 1971-1975. em 1974. em São Paulo (SP) e VIII Exposição de Arte . e . professor. novamente ficando em uma suplência. foi vice-líder do governo e membro das comissões de Constituição e Justiça e de Educação e Cultura. reproduz um trabalho de J. Curso primário em sua cidade natal. O Nordeste e o Governo Central. 1963 (ensaio. 215. ALVES. Na eleição de 1986. Açúcar. advogado. Maceió... Martins dos Santos. ALVES. Damasceno (AL ?) Poeta. Getúlio Mota. Chefe do Gabinete do Secretário de Educação e Cultura (19621964). Lei Orgânica dos Partidos Políticos. José . 1972. Participou do IV Salão TRT 19ª Região de Pintores Alagoanos (1999). Em 1978. Com a extinção do bipartidarismo. Brasília. Petrobrás. Pequeno Município e Reforma da Câmara. José . Sal-gema. padre. Coletânea Estudantil. Maceió. 1967 (discurso de posse). Maceió. ainda. aos 20 anos. compositor. em 1981. Na eleição de 1982. filia-se ao PDS. elege-se primeiro suplente. Reeleito. advogado. começou. Maria do Socorro Tenório (AL ?) Obra: Análise do Papel do Supervisor Numa Experiência de Educação com Perspectiva de Transformação.Hotel Imperial. com Suetônio Medeiros. Participou. na obra Xilogravuras Populares de Alagoas. Pessoal e Serviços Administrativos. a deputado estadual. Resoluções números 175 e 181. 1971. que ilustra o folheto de sua autoria. apresentação de Lima Júnior. Serviços Gráficos do Senado Federal. Professor do Colégio Floriano Peixoto e do Ginásio Santo Antônio. Watanabe. FUNTED. de Tânia Pedrosa. O Museu Théo Brandão. jornalista. Lídia Gomes da Silva (Rio de Janeiro 5/8/1989) Pintora. Pessoal e Serviços Administrativos. nos Grupos Escolares Rocha Cavalcanti e Alberto Torres. Nomura e Gerardo Otero. Sócio da AAI e membro honorário da AML.. Defendendo Alagoas e o Nordeste. Participou de seminários dirigidos por Rosa Borges. ficando em uma suplência. Lauro Jorge . de Oliveira (Delmiro Gouveia Al 16/2/1939 . ALVES. Brasília. ainda. ainda pela ARENA. Relatório do Deputado José Alves Apresentado ao Grupo de Trabalho Constituído Para Reforma dos Órgãos e Métodos de Trabalho da Câmara dos Deputados.Atividades e Discursos Sobre Sudene. Filho de Pedro Alves de Oliveira e Joviniana Santos Oliveira. Canal do Rio São Francisco no Sertão. agora pela legenda do Partido Progressista Reformador (PPR).. ALVES. in Arte Popular de Alagoas. o mesmo ocorrendo em 1994. Uma Experiência de Reorganização do Serviço Público. concorre a deputado federal pela Coligação PFL-PDC-PDS. Posteriormente. Boletim n. Assistente Jurídico do Quadro de Pessoal do Serviço Civil do Poder Executivo Estadual. paisagista. Colaboração na imprensa e em emissora de rádio. Professores. 1971. juntamente com José Vianney dos Passos. Serviço Gráfico do Senado Federal. 1973.ABC das Alagoas 65 ALVES. Elege-se Deputado Federal pela ARENA. 1968. Integração dos Administradores Locais nas Tarefas Para Desenvolver Alagoas. posteriormente é. 1971. se interessar pela pintura. quando torna a disputar.. jornalista. Curso de Desenho e Pintura no SESC. V Salão de Arte de Arapiraca. pag. estuda no Liceu Alagoano.Rio de Janeiro e Maceió. professor. Bacharel em Direito pela UFAL (1963) e Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da mesma instituição (1965). concorre pelo PDS. Funcionários Públicos. Publicou: Alguns que Surgem. ALVES. Autodidata. Assume na Câmara. Josilene Paulino (Coruripe AL) Artesã. Costureiro em palha. Membro da Comissão de Orçamento bem como da do Polígono das Secas. Pequenos Agricultores. Os Funcionários Públicos e os Programas do Governo. Em Maceió. Funcionário do Tribunal de Contas do Estado.

Diretor: Aguiar Brandão. Virgilio Guedes e W. 4 15/5/1910. Filho de José Amâncio da Silva e Anália Soares da Silva. o qual foi responsável pela xilogravura de todas as capas. Carlos Moliterno. Esdras Gueiros. “Periódico noticioso. microf. Maceió. 25/8/1896. p. Imprensa Oficial. Em 1979 passa a viver em Maceió.] ALVIÇAREIRO. Caixa Econômica Federal . Mirtila Batinga. 30/4/1888. Clódio Rodrigues. Obra: Da Natureza dos Gansos. 1968. “Literária. Alves Mata. ano I n. de 15 de março a 15 de maio de 1910. 3 23/9/1887.Agência Centro (1993) e Agência Rosa e Silva (1995). Diversos colaboradores. Membro do Centro Cultural Emilio de Maia. em sua terra natal. publicado em Pilar a partir de 8/8/1906. Lima Júnior. Deputado federal na legislatura de 1930. de Tânia Pedrosa. microf. Proprietário: Jaime Barbosa. Pedro Nunes Vieira. Renato de Alencar. O Jornal. “Órgão popular. Fatos para uma História da Polícia Militar de Alagoas. José Luiz de Oliveira. Maceió.. literária. Bibl. 1965. O redator principal era Aristeu Bulhões. Armando Wücherer. crítica e noticiosa”. Curso de Artes no Montepio dos Artistas. 18. Rodrigues de Melo. microf. Maceió. Prosa e Verso. 1999[ s. interrompida com a Revolução de Outubro. José Maciel Cavalcanti. Rocha Filho. Curvas e Paralelas. Suplente de Deputado Provincial na Legislatura 1830/33. Josué Silva. “Órgão dedicado à defesa e educação da mulher”. Fundador da AML.. sendo seus editores Octávio Menezes e Zaluar de Santana. panelas e jarras de barro. Colaboradores: Abelardo Duarte. Nac. ALVORADA Jornal. deputado federal. José Avelino da Silva e William Broad. Curso primário em sua terra natal. crítica e noticiosa”. Paulo Pacheco (Penedo AL 13/9/1947) Pintor. Moreno Brandão. Carlos Paurílio. Propriedade de uma associação. ALVORADA Revista. em Penedo. Publicada na tipografia do Batalhador. José (JAF) (Usina Uricuri. Atalaia AL 14/11/1963) Geógrafo. editado em Maceió a partir de 11/9/1887. AMÂNCIO FILHO. SERGASA. em 1944. Academia Maceioense de Letras. “Mensal. Publicado na Tipografia de Antunes & Companhia. Exposições das quais participou: I Festival de Cinema e Arte de Penedo. Direção de Torquato Cabral. Nac. Com De Amor. literário e chistoso”. Bissemanal. Décio (Pão de Açúcar AL) Poeta. AMADO. ALVORADA Revista. Maceió. ano I n. Redatores diversos.51. Burlescos e Buliços. Emílio de Maia. in Arte Popular de Alagoas. da Fonseca (AL ?) Secretário de estado. Filho de José Alves e Conceição Alves. em Penedo. Estudou no Grupo Escolar Carlos Lira. 215. Editora da UFAL. publicada. surgida em Maceió em julho de 1932. ALYRIO. Durval de Mendonça. ingressa na Polícia Militar onde faz carreira. pag. Pátio do Convento de São Francisco de Assis (1965). Cem Anos de Poesia. Lobão Filho.. Jaime de Altavila. recreativo e noticioso”. em Maceió. ALVES FILHO. Estudou no Colégio Moreira e Silva e na Escola Técnica Federal. Bi-mensal. ed. Claudenor Espírito Santo. Diversos redatores. Potes. da qual foi diretor. ALVORADA. Publicados seis números. Mário . 2 25/8/1888 (sic) e ano II n. Buarque. Trabalha no campo de aviação e. Revista. ano I n. surge em Maceió em 13/8/1896. Era impressa na Tipografia Alagoana. José (São José da Laje AL 10/7/1926) Militar. ALVES. Bibl. Biblioteca Nac. 1983 (contos).W. Maria Lindinalva (Igreja Nova AL) Artesã. J. e no Grupo Pedro II.66 Francisco Reinaldo Amorim de Barros ALVES. 1 15/3/1910 e ano I n. de Luiz de Carvalho. ALVES. Secretário de Fazenda no Governo Álvaro Paes (1929). Remembrança de Soldado. João Eduardo Collaço (?) Coronel. 1964. Maceió. 1976. participou de Pão de Açúcar. Dulce Wanderley. Vida e Morte de um Herói e Outras . Maceió. Obras: Sonho do Jaspe. Curso de Geografia na UFAL (1977). (crônicas). Coletânea.

1911) Presidente da província. Deputado estadual. SERGASA. Foi. AMARAL. Theobaldo Barbosa e Divaldo Suruagy. nos números de 21 a 23 de julho do mesmo ano. Luciano Suruagy do (?) Deputado estadual. Da Linguagem ao Poder: Os Discursos de Collor e Lula Nas Eleições Presidenciais de 1989. ao general José Inácio de Abreu Lima. AMARAL. na legislatura 1987-90 e. Nomeado em 28/8/1857. Bosco. Dom Edvaldo Gonçalves (Recife PE 25/5/1927) 7º Arcebispo de Maceió. na mesma folha. pela Coligação PSD-PTB-PRP. na legislatura 1998-2002. AMARAL. Secretario de Segurança no primeiro governo Divaldo Suruagy e no governo Geraldo Melo. Esteve afastado entre 24/3/ a 28/8/1857. Antônio Guedes do (?) Deputado estadual.RS 1875) Jornalista. em São Paulo (SP). Assume o mesmo cargo no governo Guilherme Palmeira. Severina Lins de Abreu e Tânia Nobre. Comunicador social. 1977. AMARAL.LCV. [2001]. Entre seus trabalhos destaca-se um série de artigos publicados em Recife no periódico Opinião Nacional. Inácio José de Mendonça Uchôa.) Maceió. Guirlanda de Perpétuas. na legislatura 1995-98 e. César Eustáquio Malta veja MALTA.. magistrado. José de Azevedo (AL ?) Secretario de Estado. Ordenado sacerdote a 8/12/1954. De origem na congregação salesiana. juntamente com Belmira Magalhães Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística . 1992. de Sandra Lins e Leda Almeida. AMARAL. juntamente com Rosa Lúcia Predes Trindade (orgs. assume a cadeira. pelo PSDB. o título de Arcebispo Emérito. Primeiros estudos em sua terra natal. 1987. Obra: A Nova Lei da Igreja para o Povo de Deus: Em Perguntas e Respostas. juntamente com Belmira Rita da Costa Magalhães. 1984. como suplente. Recebe. Serviço Social. Amaral. Salesiana D. quando foi negada sepultura. Maceió. ainda. AMARAL. Ed. em Natal (RN) e nomeado bispo auxiliar de Aracaju (SE). Angelo Tomaz do (RJ 1822 .ABC das Alagoas 67 Histórias. pela Coligação PMDB-PTB-PCB-PSC. Maceió. vice-governador. Tiago (AL) Ilustrou os livros A História de Maceió Para Crianças. pelo PMDB. José Francisco da Silva (?) Deputado provincial nas legislaturas 1840-41 e 1842-43. Que Bicho É Esse ?. São Paulo. tomou posse no governo em 10/12 do mesmo ano. AMARAL. AMARAL..UFAL). Sexo. Volta ainda a este cargo no terceiro governo Divaldo Suruagy. ainda. permanecendo até 19/2/1859. para a legislatura 1959-62. Maceió. EDUFAL. Filho de Caetano da Silveira Amaral. [2001] de Leda Maria de Almeida. César Eustáquio . Catavento. Secretário de Administração de 15/3/1979 a 10/4/1984. inclusive a 2ª vice-presidência da Mesa. Trabalho e Direitos Sociais. pelo PSP na legislatura 1963-66. 1966. tendo assumido em 12/1/1986. Cidadania . prefácio de Valmir C. Maceió. Como vice ocupa o governo de 27/9/1978 a 4/10/78 e de 7/3/1979 a 15/03/1979. EDUFAL. pela Coligação PDT-PTB-PMDB-PSC-PFL-PMN-PSDB-PT do B. então. com cursos de rádio e jornalismo na Escola Cásper Líbero (SP) e na Universidade Católica de Pernambuco. Violentos e Violentadas. nos governos Guilherme Palmeira. Valmir Pimentel (União dos Palmares AL 25/5/1965 -) Poeta. Ed. ilustrações de Kleber Lima. Maceió.. entre 14 e 28 de maio de 1869. Maceió. em terreno sagrado do cemitério. sendo substituído pelo 2º vice-presidente. na legislatura 1991-94. Ordenado bispo a 20/4/1975. Prosa e Verso. Maria Virgínia Borges do (AL ?) Obra: Análise do Discurso in Leitura. AMARAL.. A Inquisição. Volta a ser deputado estadual. secretário de estado. bispo de Parnaíba (PI) de 1980 a 1985. Permaneceu até 3/7/2002. Secundário no Centro de Treinamento e de Ensino Profissionalizante de . ocupando. AMARAL. em Jaboatão (PE). no Grupo Escolar Rocha Cavalcanti. Manoel ou Misael da Silveira (Alagoas AL 16/9/1849 . Ecos Gráfica e Editora. Catavento. AMARAL.. bem como pelo MDB na legislatura 1967-70. quando renuncia. Arcebispo de Maceió. Lucena. SERGASA. na qual professou em 31/1/1944.CHLA. advogado.

de Amorim. Como estudante universitário participa de movimentos políticos e sociais. AMORIM.Teve seus versos. um documentário em Super-8.100 Anos de Poesia . AMORIM. Romeu de Avelar o incluiu em sua Coletânea dos Poetas Alagoanos. Correio de Alagoas e Trocista. partido pelo qual foi candidato a prefeito de Pão de Açúcar nas eleições de 1982. Filho de Ângelo Tavares Amorim e Cecília Alves Amorim. Teria escrito uma novela socialista.embora os dados eleitorais acusem ter sido eleito pelo PPS -. Etevaldo Alves (Campinas SP 29/7/1957) Engenheiro agrônomo. AMORIM. Como funcionário da Fundação SESP. Coletivas: 1995. na legislatura 95-98. 1996. Participou dos Campeonatos Alagoanos de 1944. Obras: Terra do Sol. funcionário público. Banco do Brasil. vereador. ARTNOR-SEBRAE. AMARANTO FILHO (?) Deputado estadual na legislatura 1917-18. Entre 1999-2002 é assessor parlamentar do deputado Antônio Carlos Lima Rezende (Cacalo). carta que foi publicada na edição de 1907 da Gramática daquele autor. AMÉRICA Clube de futebol. Morreu como praticante postal dos Correios. pelo PSB. Reeleito. Pseudônimo: Lauro Victor. em Engenharia Agronômica.68 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Alagoas.. passa a viver em 1988 em Pão de Açúcar. Filho de José Alves da Costa Amazonas e Crescência Leite da Costa Amazonas. AMÉRICO. funda com companheiros de uma república de estudantes que reunia originários de Pão de Açúcar. Seus versos estariam dispersos nos jornais do século XIX. Como filólogo. onde foi eleito vereador. deputado estadual. da Silva (AL ?) Deputado estadual. onde se forma. Otávio Leite da Costa (Anadia AL 2/5/1883 -) Poeta. nas oficinas da Livraria Fonseca.. Casa Jaraguá. 2004. 174-175. Iniciou estudos em sua terra natal. AMÉLIO. reeleito. comerciante. AMORIM. 2000. no Grupo Escolar Pedro José dos Santos. reunidos em coletânea organizada por polígrafo alagoano. Filha de Geraldo Amorim Ferro e Cecília Pereira Amorim.. como o qual colaborou nos jornais Evolucionista. Em outubro de 1980 ingressa no PMDB. ECOS. AMORIM.. Em 1979. Cícero. Valorizando os Talentos da Terra. Maceió. O Gutenberg.Aldeia Mata da Cafurna. Patrono da cadeira 13 da AAL. Em 2005. Leitura da Nova Era.. Cícero (AL ?) Participou do V Festival de Penedo com Misticismo. Heitor Alves de dito O Imbauba (Pilar AL 13/7/1886 .. pelo PTR. Ocupa o cargo de Secretário de Administração daquele município. -. Égide Jane de nome artístico ÉGIDE (? AL 04/10/1965) Pintora. Exposições: Individual: 1999: Figurativismo e Iconografias Indígenas.Escola Indígena de Ensino Básico e Fundamental . Não chegou a publicar livro. assessor de Controle Interno da Prefeitura de Pão de Açúcar. Na legislatura 19982002. Passou grandes privações. Espelho da Lua. Filho de Antonio Ezequiel e Galdina Alves de Amorim. Sonho . Maceió. perdidos em uma instituição cultural do Estado. Luiz (AL) Poeta. Romeu de Avelar o incluiu em sua Coletânea dos Poetas Alagoanos. Benedito . reeleito pelo PSB. ECOS Gráfica Editora. Pão de Açúcar . Benedito Ramos de veja RAMOS. 21-22.. Passa a viver em Alagoas. segundo Tancredo Moraes. 27-28 e 29-30. para a legislatura 1989-92. AMAZONAS. Romeu de Avelar o incluiu em seu livro Coletânea dos Poetas Alagoanos. ARTNOR-SEBRAE. 25-26. Arapiraca. quando perde o mandato por ocupar cargo incompatível. pelo PC do B. o jornal Semente. jornalista. ARTNORSEBRAE. 23-24. Começou a vida como tipógrafo. quando é um dos lideres da oposição ao governo Divaldo Suruagy. pela UFAL. preside a Comissão de Fiscalização e Controle da Assembléia Legislativa. 46 e 1948/49.Maceió AL 1/11/1907) Poeta. ARTNOR-SEBRAE. Em 1999 realizou atividades artísticas com crianças Xucuru-Kariri . 1997. Palmeira dos Índios. Deputado estadual nas legislaturas 1919-20. escreveu a João Ribeiro. Participou com Somos Assim e Em Imaginação da Coletânea Caeté do Poema Alagoano. na legislatura 1991-94. Licenciado em Letras Clássicas e Vernáculo Pela UFAL. p.na legislatura 2002-2006. com quem discutia a questão de se como sujeito.Coletânea. 1999. agora pelo PTB. 1999 (organizador).

Membro da AML.ABC das Alagoas 69 Morto. p. Em 1978 elege-se. Florídeas e Livro de Alda são inéditos e se perderam. na Legião Brasileira de Assistência (LBA). AMORIM. dos quais apenas o primeiro se encontra editado. escreveu três volumes sobre Medicina Popular em Alagoas. para o Banco do Brasil. Ocupa. A Noite de Vento Escravo. compositor. Medicina Popular em Alagoas. Paraíba. tendo sido. em 1965.1992) Obra: Poemas em Prece. vale ressaltar. AMORIM. p. Aos 15 muda-se para Maceió. na legenda da ARENA. José Pimentel de (Viçosa AL 24/4/1904 . e. onde faz o curso cientifico e o pedagógico. a qual ilustra o folheto de sua autoria intitulado A Família que Morreu Comendo Banha com Feijão. DEC. com especialização em Higiene. classificou em segundo e terceiro lugares as duas músicas que inscreveu no Festival de Música Popular da Faculdade de Filosofia: Pose de Cidadão e Samba Pacato. Hévia Valéria Maia de (AL 1943 . AMORIM. dez anos de intensa pesquisa. do Grupo . Cada um isoladamente representa. Obras: Infecção Experimental e Natural de Murídeos pelo Shistosoma Mansoni. Medicina Popular em Alagoas. após. Tema de um Amor Primeiro. na Secretaria de Administração. Norte Blue. 1. 1967. n. pois havia se desentendido com a principal liderança partidária. AMORIM. Discurso de Posse. reproduz uma xilogravura de José Martins dos Santos. n. Além de 17 trabalhos sobre Esquistossomose. Formado pela Faculdade de Medicina da Bahia (1932). da AAL. Seu trabalho de conclusão do curso tem como título Ergue-se a Comunidade de Ouricuri (1964). 2. advogado. Revista da AAL. Pseudônimo: J. preside a Cooperativa Grapina dos Produtores de Leite. Íntimos. pela sua fama. Série Estudos Alagoanos. 1963. onde a curandeira chega aos requintes de predizer o sexo do feto. Na eleição de 1982 consegue somente uma suplência. 1933. ainda. dedica-se a atividades particulares. Capítulos interessantes foram dedicados aos curadores de cobras e à obstetrícia. Estudou no Seminário de Olinda. bancário. coordenadora de execução da Divisão de Serviço Social. ou seja fechar o corpo. ainda em União dos Palmares. Ginásio no Santa Maria Madalena. Membro do Conselho Geral da Província (1827). José de Albuquerque (Palmeira dos Índios 30/6/1926 -) Deputado federal pela BA. Maceió. A partir de 1971 passou a viver em Santos (SP). que não chegou a ser publicada. depois. O Museu Théo Brandão. Após aposentar-se dedica-se a escrever. Filha de Valdevino Viegas de Amorim e Maria Pinto de Amorim. Forma-se em Serviço Social pela Escola de Serviço Social Padre Anchieta (1964). Compôs. religioso. Trabalha na Secretaria de Saúde e Serviço Social. n. José Henrique de (?) Deputado provincial. Entre as orações enumeradas pelos folcloristas. Posteriormente. Filho de Américo Elói de Amorim e Francisca Pimentel de Amorim. a do Anjo Custódio ou As 13 Palavras Ditas e Retornadas pronunciadas para envultar. Seus livros de poesia Nuvens Roxas. prêmio Mário de Andrade (SP) e prêmio Cidade de Maceió. o cargo de superintendente do Centro Industrial de Aratu. Filho de Manoel Alfredo Amorim e Hosana Albuquerque Amorim. Tratamento da Esquistossomose Mansoni com o Emprego de CIBA. 78-81. Revista da AAL. Encontro. AMORIM. funcionária pública. Revista da AAL. Gráfica Editora Bom Conselho Ltda. assistente social. Estradas. Heráclito (AL ?) Cantor e repentista. 281-308 (sessão de 28/12/1967). Deputado provincial na legislatura 1835-37. no Grupo Escolar Rocha Cavalcanti. por concurso. AMORIM. Medicina Popular: O Parto. De Verso Inverso. segundo declaração do autor. Membro da AAL É um dos componentes da denominada “Escola de Viçosa”. ambos no Colégio Guido de Fontgalland. com exceção de Íntimos. Em 1975. 37-56 . Com a extinção do bipartidarismo ingressa no PDS. que teria ficado com Paulino Santiago. o governador Antônio Carlos Magalhães. atuou na área jurídica e se aposentou em 1979. Primário em União dos Palmares.Maceió ? 1980 ?) Médico. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Alagoas (1952) Nomeado. na obra Xilogravuras Populares Alagoanos. 3. Hércules (AL ?) Músico. 1996. p. Membro da Comissão de Agricultura e Política Rural. nessa última. deputado federal pela Bahia. AMORIM. Maria da Pureza (São José da Laje 30/5/1936) Professora. Maceió.

17. Gráfica Bom Conselho. Departamento de Ciências Sociais. Fragmentos da Alma. 1998 (romance). Maceió. Cultura e Desenvolvimento: A Sustentabilidade Cultural em Questão. Ed. (1838-1894). EDUFAL. 2000 (poesia). Ed. Uma Casa Para Nomades. pela Universidade de São Paulo (1981). Colaboração na Gazeta de Alagoas. Reprodução da Discriminação Feminina. Ed. in Boletim Alagoano de Folclore. Iniciou-se na literatura em São Paulo. 28. Filho de Valdomiro Correia de Amorim e Alzira Soares de Amorim. A Sociologia da Religião e o Problema da Religiosidade Popular: Visão Geral e Considerações Teórico-Metodológicas. para a UFAL. FFLCH/USP. O Destino na Palma da Mão. A Minha Experiência na UFAL: Uma Proposta de Reflexão. Dor Crescimento e Vida. Questões de Método e Técnica.23-27. 25. A Pesquisa de Campo nas Ciências Sociais. Maceió. Maceió. AMORIM. 1992. 2003. São Paulo. v. A Condição da Mulher Solteira na Cidade de Maceió. Théo Brandão in Arte Popular de Alagoas. Caderno 1.AL. Magistério. Nasson Pinto de (? AL 1933) Professor. Maceió. Gráfica Editora Bom Conselho Ltda. Siloé Soares de (Palmeira dos Índios AL 8/9/1957) Fotógrafo.42. O Enigma dos Sonhos. 2001 (crônicas). Psicologia Social. Vivência: Poemas. p. uma Proposta de Trabalho para a revitalização e atualização do Museu de Antropologia Théo Brandão. v. Roberto Ataíde veja ATAÍDE. in Anais da II Reunião de Antropólogos do Norte e do Nordeste. Pedro Melo (Palmeira dos Índios AL) Poeta. Mulher Solteira: do Estigma à construção de uma Nova Identidade. Nádia Fernanda Maia de Amorim e Vinicius Nobre Souza. Tese de Concurso à Primeira Cadeira de Desenho do Colégio Estadual de Alagoas.. Mestrado em Antropologia Social. Departamento de Ciências Sociais e Filosofia. Universidade Federal do Ceará. 1999. EDUFAL. AMORIM. Nº. organização de Jener Barreto Filho. Maceió. Secretaria da Cultura. GRAFIBOM. Maceió.70 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Literário Alagoano e do Conselho de Cultura da Fundação Municipal de Ação Cultural. pg. Apesar dos Desencontros. 1996. Catavento. A Cultura Mórmon. Maceió. Cadernos de Cultura 2. 1990. no Curso de Mestrado de Letras da UFAL e professora de Antropologia e Metodologia em cursos de especialização nas áreas de Educação. Participou com Eu Quero Encontrar da Coletânea Caeté do Poema Alagoano. A Cultura Popular no Contexto da Cultura Nacional. in Revista de Antropologia. Catavento. onde foi morar. Magistério: Reprodução da Discriminação Feminina. professora. Medicina do Trabalho e Sociologia. Gráfica Bom Conselho. Maceió. Revista Ciência e Cultura . Maceió. Maceió. Departamento de Ciências Sociais. de Tânia Maia Pedrosa. 2000 (romance). Encontro com a Felicidade. desde 26/5/93.SBPC. Catavento. Ed. AMORIM. Ed. Caderno 4. Maceió.. 1999 (contos). Recife. in Revista de Ciências Sociais. pesquisador. 1998 (poesia). 5 de julho de 1998. Doc. Maceió. tendo participado de concursos literários e antologia. julho de 1990. também pela Universidade de São Paulo (1990).18/19. SECULT. de Antropologia e Metodologia Cientifica na UFAL. Obra: O Desenho e a Personalidade. 7 (suplemento). Catavento. Sócia do Centro de Estudos da Religião e do Centro de Estudos Rurais e Urbanos. Sócia colaboradora da SOBRAMES . 1991. Maceió. UFAL.. Iniciou seus estudos no Grupo Escolar . Enquanto Houver Amor. FFLCH/USP 1990 (tese de doutorado). 1986. 1984. 1999.Amorim. In Memoriam Théo Brandão. 2001 (poesia). doutorado em Antropologia. É uma das alagoanas citadas no Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras (17/11/2001) de Nely Coelho. Maceió. Ladislau Neto. Resumo. p. Fantasmas do Indefinido.teria sido vendedor ambulante de sorvete. Obras: A Cultura Popular no Contexto da Cultura Nacional. 1997. 1985. Em cursos de pós-graduação: professora de Metodologia da Pesquisa Científica. professora de Sociologia no CESMAC. Catavento. Antropologia. ambos da Universidade de São Paulo. antropólogo. GRAFIBOM. Viajando Pelo Coração. AMORIM. Em certo período de sua vida. Valores. Professora. 1982. Sócia do IHGA. São Paulo. Maceió. por concurso. 1986. 162. Ladislau Neto O Pai da Botânica Brasileira. v. Maceió. Catavento. Obras: Vicissitudes da Vida. n. professor. 2003. Ed. Maceió. AMORIM. 2001 (romance). Roberto . Realizou. Graduação e História pela UFAL (1971). Membro da Comissão Alagoana de Folclore e da Associação Brasileira de Antropologia. Aspirações e Expectativas. Catavento. Ed. em 1989. UFAL. Nádia Fernanda Maia de (AL 22/6/1945) Antropóloga. Maceió. Os Mórmons em Alagoas: Religião e Relações Raciais. Prodema/ UFAL. Maceió. em Memórias Legislativas. 1987/1988. Universidade de São Paulo. 1985. onde ocupa a cadeira 1. 1961. Maceió.

fotografias em “salted paper”. Pernambuco e Bahia. Kalankó. Exposição Multireferencial on line: . UNICAMP onde realizou um Workshop: A imagem e a provação do real: a questão do documentário nas suas interseções. Memória Anual da Escola Nacional de Antropologia e História. WA. Koiupanká e Catokinn. Universidade Federal de Alagoas (COS. para a América Central e do Sul. Minas Gerais e Espírito Santo). além de 30 Fotografias em p/b: “Olhos D’água das Memórias”. histórias contadas e por contar: um caso de história oral”. Cursos de pós-graduação: 2000: Realismo e Cinema Japonês. México. “Os grupos étnicos do Brasil”. APOINME . Japão e “Arte amazônica”.. “A arte plumária da Amazônia”. Publicou: “Povos indígenas no Brasil: A imagética jornalista. Nordeste. (Fotografia. Antropologia Visual. Instituto de Artes. realizada em Berlim.“Grupos étnicos do Nordeste do Brasil”. Ciência e Tecnologia.ABC das Alagoas 71 Graciliano Ramos. em São Paulo (SP) onde termina o 2o grau. D.F. DF. cujo acervo fotográfico ultrapassa os 4. fez a direção de imagem do vídeo Olhos d’Água da Memória. CESMAC e CEFET de Antropologia e Fotografia.Conselho Indigenista Missionário. cultura do trópico”. UFAL. de Amorim . e promoveu as exposições: “Mitos e astros”. em 1998.. da Mesa-redonda: “Antropologia Indígena” Núcleo de Estudos Indigenistas do Departamento de Letras do centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco e pela Secretária de educação do Estado de Pernambuco. : “Reintegração da Identidade do Grupo étnico Xucurú-Kariri” (artigo). São Paulo. realizada Brasília. DF(1993). São Paulo. Professor na UFAL. D. Dr. ENAH. Muda-se para Santos (SP) onde estuda no Grupo Escolar Leão XIII e.F. Trabalhou com diversos povos indígenas em Alagoas. 1994: “A fotografia como base para a análise histórica e antropológica” . D. Núcleo de Estudo e Pesquisa em Comunicação. 1999: Organizador da exposição fotográfica e mesa redonda “Povos Indígenas 500 anos de quê?: organizado pela APOINME e pelo CIMI.F. HBS e MZF. documentando fotograficamente os aspectos de suas identidades sócio-culturais e políticas. México. Alemanha. pelo Departamento de Multimeios do Instituto de Arte da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (2003) com a dissertação Construção da Auto-Imagem de Povos Indígenas Ressurgidos.br/multireferencial/velhochico). 1999: . Projeto Multireferencial.Sorbonne Nouvelle. Instituto de Artes Unicamp.F (1989-96). Em 2001 dirigiu o vídeo A Força do Ajucá: Vozes e Imagens dos Povos Indígenas Ressurgidos. no CEDAC. Universidade Federal de Pernambuco. Valter . da Universidade de Paris III . México.F.. posteriormente. Museu Théo Brandão e Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Casa da Arte.Visão Nostálgica: a paisagem mexicana. “Os quilombos. México. Espaço Cultural da Fundação Japão.Imagens do Baixo São Francisco www.F. “A cultura da floresta tropical: arte plumária. 1995: Fotografia Profissional. “De quem é esta terra?” Organização de Tina Kleiber de ASW. Exposições Fotográficas: 2002: “Índios de Pernambuco: a queimada da cansanção”. D. México. Via Plaza y Valdés. México. A arte plumária amazônica”. Programa de pós-graduação em Multimeios. ocasião em que fez a palestra “Povos indígenas no nordeste: de isolados a ressurgidos”. Centro de la Imagen México. 1996: Ateliê de Antropologia Visual. Arte. Os Tumbalalá. D. CCSA. CEDe. “Amazônia: uma cultura da floresta tropical”. D. (1999).ENAH. México. Folheto “A Plumária do Museu Nacional das Culturas” INAH. coordenadora. Graduado em Antropologia Social pela Escola Nacional de Antropologia e História -ENAH. Mestre em Multimeios. Karuazu.decos. Pesquisador do Departamento de Pesquisa do Museu Nacional das Culturas. onde realizou palestras sobre “Os grupos étnicos do Brasil. o colosso da floresta tropical”.000 fotogramas e mais de 100 horas de registro videográfico. Esta exposição no Brasil intitulou-se “500 anos de resistência: povos Indígenas no Brasil: de isolados a ressurgidos”. Universidade El Claustro de Sor Juana. vídeo e site). em sua terra natal.F (1995). Os Povos da floresta tropical amazônica” e “ O Rio Amazonas. Prof. Centro de Artes e Comunicação. “Sombras e Cores”: Povos da floresta americana”. Seattle. de 22 abril a 21 de maio em vários centros culturais na Alemanha . “Amazônia. Dezembro/abril -1999/2000. POCAAN. “Amazônia. EUA. vários “olhares” sobre os 500 anos” (IV Encontro de pesquisa em artes e multimeios (Arte e Sociedade). Cultura do trópico”. Valter Pedrosa de veja PEDROSA. Diante da Imagem. Ingrid Geist. Entre 1997/98 realizou estudo fotográfico e história oral: “Migração e Sexualidade” para o Grupo “Entre Hermanos”. AMORIM. / Em 2000. cestaria e cerâmica”. instituições patrocinadoras. 2O2 Palestra “O rosto indígena da América”: Fundação Universidade Estadual de Alagoas.ufal.(Articulação dos Povos Indígenas. “Formação de novas etnias no Nordeste do Brasil”. Philippe Dubois. D. Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca. Campinas. Traduziu: “O eu místico: tradição e inovação entre os sistemas de sentido do Brasil” para o livro “Procesos de escenificación e contextos rituales”. com a participação do (CIMI) . “A arte plumária”. organizou e participou da Mesa Redonda: “Povos Indígenas: 500 anos de quê?” . “Ainos” de Hokaido.

1997. Como comarca. 6 e 7 (1968. uma capela consagrada a São João Nepomuceno. ANADIA Município. fez parte da de Alagoas até 1833. A criação da freguesia se deu em 2/2/1802. que os primeiros povoadores tenham procedido de núcleos mais antigos. e ali se fixado. é o V. Algum tempo depois. encontrado o aldeamento dos índios. a uma légua do núcleo habitacional. de 1968/69/70. S. números 5. Bom Sucesso e São Francisco. o feijão. Admite-se.72 Francisco Reinaldo Amorim de Barros AMORIM. nº 1 é de 1964. sociedades médicas. o milho. Aldo de Sá Cardoso. Nac. 1969. Cultiva a cana de açúcar. tendo sido instalada em 20/12/ 1801 pelo Ouvidor-geral e Corregedor da comarca Manoel Joaquim Pereira de Matos Castelo Branco”. fundada em 1942. Série Apontamentos. revistas médicas e bibliotecas do Brasil e de diversos outros países. Base econômica: agropecuária. que havendo sido o rio São Miguel a primeira rota de penetração. A Bibl. Foi elevada à categoria de vila em 18/7/1801 pelo governador interino da capitania de Pernambuco. Obras: Cantos da Vida de Amar. possui uma população bovina expressiva e conta com uma cooperativa agrícola. Abelardo Duarte. Era distribuído entre médicos de Alagoas e de outros estados. EDUFAL. cuja principal finalidade é prestar assistência financeira aos agricultores necessitados. hoje está subordinada à arquidiocese de Maceió. obtendo o seu curato sob o orago de N. anexando-lhe os termos de Poxim e Palmeira dos Índios. Roland Courtney Simon.5. esta foi transferida para a capela e começaram a cultuá-la. a capela de São João Nepomuceno recebia. A comarca de Anadia foi criada pela Lei Provincial nº 3. segundo a tradição. de 25/06/1895. Prof. e o último conhecido. da Piedade do Rio São Miguel. então padroeiro do arraial. no seu território havia um pequeno povoado. recebendo o nome de Vila Nova de São João de Anadia. do volume 5. 13. Maceió. Membros: 1964/65: Prof. de 22/1/1838. S. O V. a Virgem da Piedade. ANAIS DA CLÍNICA CIRÚRGICA . junho-dezembro de 1968/69. passando a chamar-se N.I. Gilberto de Macedo. 1968/69: Prof. Dispõe de de excelentes pastagens. Rodrigues de Araújo Ramalho. a mandioca. Anadienses. Existia. escolas de medicina. tenham alguns exploradores. volume 1. Mas. ANAIS DA ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE DO ESTADO DE ALAGOAS Encontram-se alguns exemplares na seção de Periódicos. sob os auspícios e responsabilidade do corpo clínico da Casa de Saúde Neves Pinto. a uma légua da cidade. na Bib. habitado principalmente pelos índios. atraídos pela fertilidade do solo. quando passou para a de Penedo. com a denominação de Campos do Arrozal de Inhauns. por orago. Autor Associado/EDU. “Em meados do século XVII. Nacional possui o 2º número. 2001. Localizado na mesorregião do Leste Alagoano e na microrregião de São Miguel dos Campos. entre outros produtos. Elevada à categoria de cidade pela Lei 86. a pecuária representa a mais importante fonte de renda municipal. ANAIS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA PROVINCIAL DE ALAGOAS Encontram-se alguns exemplares na seção de Periódicos. Prof. 1966/67: Prof. Diretor: Prof. de 1964 e os números 1 e 2. . segundo MMS. seguido o curso do rio. Depois da agricultura.Possui terras que se prestam não só às lavouras como à criação de gado. Aldo de Sá Cardoso. Acredita-se. João Pessoa. uma pequena imagem da Virgem da Piedade. A Propriedade Privada. Nabuco Lopes Tavares da Costa Santos. então. da Piedade.CASA DE SAÚDE NEVES PINTO Publicados em Maceió. o fumo e o café. 1970). ANAIS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE ALAGOAS Publicado em Maceió. sobre uma pedra. Rodrigues de Araújo Ramalho e Prof. todavia. Gilberto de Macedo. criada nesse ano. ainda. na Serra da Morena. datado de 1965. Desmembrado de Alagoas seu topônimo é uma homenagem ao Visconde de Anadia. na Biblioteca Nacional 1901-1904. Desconhece-se qual foi a primeira corrente de penetração no território. autorizando a criação da vila. Comissão de Publicações: Presidente: Prof. tendo sido encontrada. Prof. Waldir Pedrosa de (AL ?) Mestre em Economia pela UFPB/Campina Grande. ministro português que referendara a Carta Régia de 8/7/1799. A Biblioteca Nacional possui o exemplar número 1. como Madalena. e o número 3. Inicialmente ligada à Diocese de Olinda.

3. 4. ANDRADE. 1982. da Secretaria de Planejamento. na Bib. ANDRADE. Nesta qualidade.Rio de Janeiro RJ 26/9/1964) Interventor federal. 9. ANALÓ Rio. que culminou com o suicídio do Presidente Getúlio Vargas. Em setembro de 1957. Instituto de Informática . Manoel ARISTEU Goulart de (Maceió AL 3/9/1878 . dos projetos do Edifício Artur Guimarães. ANDARAI Clube de futebol. 1978. diretor-geral do Departamento Federal de Segurança Pública (DFSP). Serviu em diversos postos no país. participou. Aprígio Gonçalves de (?) Deputado provincial nas legislaturas 1884-85 e 86-87. UFAL: v. do Edifício Ministro Antônio Vilas Boas. 1892 ANALÁ Rio. foi transferido para a reserva no início de setembro de 1964. semestre de 1979.ABC das Alagoas 73 ANAIS DO SENADO. na Escola de Arquitetura sob o tema A Arte. acumulando. 1980. em dezembro do mesmo ano. da Escola de Engenharia da UFMG e diretor do Colégio Batista Mineiro. por doença do titular. v. Professor. a Técnica e o Humano. Participou do Campeonato Alagoano de 1943. ingressa na Escola Militar do Realengo. Artigos de engenharia e arquitetura em revistas técnicas. Professor catedrático da Escola de Arquitetura de Minas Gerais. interinamente. Morte e Ressurreição das Torres Campanárias. ESTADO DE ALAGOAS. bem como na área religiosa e pedagógica.. Em agosto do 1964. inicialmente sua tese de concurso. Em agosto de 1963.Belo Horizonte MG 22/8/1957) Engenheiro. Filho do coronel Aires de Moraes Âncora e de Leonídia Ribas de Moraes Âncora. eleito pelo MDB para a legislatura 1979-82. Afluente da margem esquerda do Rio Capiá. em virtude do clima reinante no estado. convulsionado pelas lutas entre os correligionários do governador Sebastião Marinho Muniz Falcão e seus opositores. Primeiros estudos na Escola Pública Riachuelo e no Colégio Militar do Rio de Janeiro. ainda. Bibl. Vida e Obra de Alberto Mazoni de Andrade. Autor. aula inaugural proferida. professor. 5. segundo o Relatório do Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas.. Dias depois. Filho de Jucundino de Souza Andrade e Maria Mazoni Andrade. Aspirante-a-oficial em janeiro de 1921. Alberto Mazoni (Penedo AL 16/7/1906 . Curso secundário concluído no Ateneu Sergipense. v. em Aracaju (SE). 6. Em 1918. ANDRADE. por sua Fundação Instituto de Planejamento . 1o. sendo 2o vice-presidente da mesa da Assembléia Legislativa no biênio 1981-82. Como major e coronel.Maceió AL 8/6/1905) Poeta. Promovido a marechal. participou da crise político militar pela deposição do Presidente João Goulart. ANÁLISE CONJUNTURAL Publicação. v. ANDRADA. Graduado em Engenharia Civil pela Escola de Minas de Ouro Preto. a Assembléia Legislativa decretou o impeachment de Muniz Falcão. sede da Escola de Engenharia da UFMG. Armando de Moraes (Pelotas RS 5/8/1901 . assume o comando do I Exército (RJ). Obra: Vida. Nac. segundo o Relatório do Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. como também da Escola de Minas de Ouro Preto. promovido a segundo-tenente em maio do mesmo ano. 1979. Afluente da margem direita do rio Capiá. Promovido a generalde-brigada em setembro de 1952. professor . sede da Faculdade de Direito da mesma universidade. Belo Horizonte. de Andrade ANDRADE. Alcides dos Santos (AL ?) Deputado estadual. foi um dos participantes da crise de agosto de 1945. Antônio. Designado. o Ministério da Guerra. entre outros. Lauro Barbosa publicou: Prisioneiro da Esperança. nomeado interventor federal em Alagoas. em Maceió. Encontram-se alguns exemplares na seção de Periódicos.IFOR e Instituto de Programação Econômica e Social. afastado do governo e reintegrado no cargo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Antônio Ferreira de veja FERREIRA. 1951. em 1955. da Segunda Guerra Mundial. ÂNCORA. v.FIPLAN. militar.

Colposcopia no Diagnóstico do Câncer do Cólo do Útero. da Academia Medica Germano Ibero Americana. Abolicionista. Maceió. Macrogenitosomia Precoce em Menina de 3 Anos. Eusébio Francisco de (Colônia Leopoldina AL 15/4/1866 . Lord Spleen. jornalista. ANDRADE. publicando seus trabalhos no O Gutenberg. Simulando uma Crise de Apendicite Aguda. Membro da Academia Nacional de Medicina. Deixou cerca de oitenta trabalhos científicos. Manifestações Alérgicas e Ciclo Menstrual. Suicidou-se. incompleto. senador federal. médico. Sylpho e Volney. Higiene e História do Liceu Alagoano. Câncer do Ciclo do Útero e Gravidez. Carcinoma da Cervix no Limite de Operabilidade. Operação de Portes. 1925 (poesia). Tip. no Rio de Janeiro. in Revista de e Ginecologia e Obstetricia de out. Obras: Anatomia e Fisiologia do Aparelho Genital. Tip. Professor de Pedagogia. Filho de Manoel Cândido da Rocha Andrade e Leopoldina Pimentel Goulart de Andrade. Teria deixado inéditos: Canções do Tédio e Sulamita. Cuidou mais da poesia que da medicina. tendo defendido a tese de doutoramento Rotação Interna da Cabeça. chefe do Serviço de Ginecologia do Hospital dos Servidores do Estado. Sócio correspondente do IAGA. Deputado estadual na legislatura 1901-02. Jesus (drama sacro.Recife PE 22/ set. Catedrático de Clínica Ginecológica da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. Filho de Gaspar Augusto de Andrade e de Maria do Castro. Obras: Emoções. A tese de doutoramento . comediógrafo. deixou somente o 1º ato. no Rio de Janeiro. Endometriose na Cicatriz da Laparatomia. Patrono da cadeira 29 da AAL.Rio de Janeiro RJ 26 jul. Tese Apresentada à Faculdade de Medicina da Bahia em 31 de Outubro de 1910. eleito em 6/6/1940.Emoções . 1900 (poesia). Ovarite Esclerocística. Rocatini. Reação de Grifilen e Greg Para o Diagnóstico da Gravidez. coordenado pelos professores Zarate (Buenos Aires) e Nobiola (Barcelona). 1930) Poeta. AL. Quando seu irmão José Maria Goulart de Andrade embarcou para o Rio. Martial. Hemorragias Obstétricas. ambas publicações dos alunos na Faculdade de Direito do Recife. Aristeu já era poeta consagrado. Aderências Post-operatórias (comunicação feita ao Centro Médico da Policlinica de Botafogo e publicado nos Anais do mesmo).1898). A esse tempo era poeta bastante conhecido dos conterrâneos. Salvador.74 Francisco Reinaldo Amorim de Barros advogado. Angústia. Algumas Considerações Atuais Sobre a Etiopatogenia do Câncer Cervical (tese ao concurso de catedrático de Clínica Ginecológica da Escola de Medicina e Cirurgia). 1918 (poesia). Filho de Eusébio Francisco de Andrade e Amélia Amorim de Andrade. Cancioneiro. diretor de O Gutenberg. com a tese Colposcopia no Diagnóstico do Câncer de Colo Uterino. Teratoma Cístico do Ovário. De porte franzino e esmerado no trajar foi apelidado pelos colegas de Biscuit. ANDRADE. Ruptura do Cisto do Corpo Amarelo. do Liceu de Artes. advogado. para ocupar a cadeira 67. Filho mais velho. Doutorou-se em Medicina pela Faculdade da Bahia (1910). A Volúpia (comédia em um ato). Augusto de Castro (Pilar AL 3/7/1888 . o 2º foi concluído por José Maria Goulart de Andrade). Cistiadenoma do Ovário. editado em Barcelona pela Editora Labor. Amenorréias. colaborador: A Estação Rio de Janeiro. Pan-histerectomia Total. deixou a terra natal para exercer a medicina em outros estados Depois foi ser médico de bordo do vapor Ceará. Hormônios Sexuais e Câncer do Colo do Útero. Operação Halban. 1899. Depois de trabalhar no comércio e freqüentar a Escola de Medicina. Maceió. Operação de Cotte. 1935. Influências das Emoções Sobre a Esfera Genital. Obras: Noivado. Auto-Transplantação de Fragmentos do Ovário. De temperamento aventureiro. Modificada em um dos Seus Tempos. diplomou-se em Direito pela Faculdade do Recife (1901). 1881 (?). Deixou em revistas e jornais de Maceió e Recife a maior parte de sua produção poética. Dissertação da Cadeira de Fisiologia. no livro Tratado de Ginecologia e Obstetrícia. Formou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1924). Curso primário em AL e secundário no Colégio Alfredo G0omes e Anglo Brasileiro. Comercial. Caran d’Ache.1928) Deputado federal. jornalista.revelou a sensibilidade poética do médico. da Sociedade Internacional de Cirurgia. tendo defendido a tese Algumas Considerações Atuais Sobre a Etiopatogenia do Cancer Cervical. Pãn. professor. membro da Sociedade Libertadora Alagoana e um dos fundadores do . o jornal onde se agrupavam os intelectuais. Promotor da 2ª Promotoria da capital. Cláudio Amorim Goulart de (Maceió AL 5/8/1899 . Redator: Excedra Acadêmica (1901) e Escola de Direito (1897 . do Oficial de Marinha Manuel Cândido Rocha de Andrade e Leopoldina Pimentel Goulart de Andrade. ANDRADE. 1981) Médico. Pseudônimos: Asmodeu. entre sete varões. podendo se citar: Simpatecotomia nas Dores Rebeldes do Câncer do Colo do Útero. Diagnóstico Precoce do Câncer do Cólo do Útero. 1910. Educação Cívica.

UFAL. Paris. P. Residência médica. MOTA. C. A. O. Revista do Hospital Universitário da UFAL. Maceió. Belo Horizonte. Advogado da Prefeitura de Maceió. n. ANDRADE. 1917.. Revista IHGA. Membro do IHGA empossado. bem como diretor do Colégio Orfanato... Anais do Congresso . 200-206. Deputado federal nas legislaturas 1903-05.. todos em Maceió.. O. Com a Administração Oral de 4-nitroquinoleina-1-oxido (4NQO): Estudo do Campo de Cancerização no Camundongo.4. v. Professor de Cirurgia Plástica Reconstrutora na UFAL. Resistência à Torção e Flexão dos Ossos Metacarpais Humanos: Estudo Experimental. UNIFESP.15. M. D. v. N. T. Rio de Janeiro.P. Retalho Muscular em Fratura Exposta. O.. juntamente com BEZERRA. José de Alencar (1885 a 1887). G. Rio de Janeiro. 2002. Maceió. M. T. Fernando Antônio Gomes de (Maceió AL 9/3/1962) Médico. De Acordo com a Lei n... Lincoln (1887) além de redator chefe do O Gutenberg. p. M.. E. interinamente. Em 1895 foi Secretário do Interior e.. IHGA. MOTA. FERREIRA. Revista do Hospital Universitário da UFAL. R.. p. J. 2000. F. p. 1999. juntamente com Márcia Monteiro. C. ABREU. Em 1902. (2003). CAVALCANTI. Intercâmbio de Grupo de Estudos. CAVALCANTI. Variações Anatômicas do Platisma e sua Importância na . n. NASCIMENTO. 15-17. GOULART. C. P. v. Medidas Preventivas a Fístulas Faringocutâneas Pós Laringectomias Total. P. A. L. SILVA. Professor do Liceu de Artes e Ofícios (1886/1890). R. M. in Cirurgia de Urgência. n. A.“Técnica de Jean Marie Servant”. R. Brasil: . Atua profissionalmente na área de cirurgia plástica e restauradora. em 27/2/2002. São Paulo (1998) com a dissertação: Retalhos Microcirúrgicos do Músculo Grande Dorsal em Decúbito Dorsal Doutorado em Cirurgia Plástica Reparadora. A Flor de Lis (comédia). 06-08. v. Secretário da Fazenda. Discurso de Posse.. N. Recife .. 479-483. da qual é patrono José Próspero Jeová da Silva Caroatá. v.17 . INCA. 1999.. p. Segundo a Enciclopédia Afrânio.ABC das Alagoas 75 Clube Abolicionista e Estudantesco Alagoano. Senador Federal de 1918 a 1927.. V. R. Revinter. C. Redator dos jornais Gazeta de Notícias (1885). C. Hospital Municipal Barata Ribeiro (1989-91). v. C. 2004 Atendimento dos Ferimento de Partes Moles e da Face.2. e O Crime de Jaraguá (romance. C. na cadeira 25. 1999. Revista Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. v. M. ALENCAR. in XVII Congresso Brasileiro de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. p. Decúbito Dorsal no Retalho Microcirurgico do Músculo Grande Dorsal: Técnica de J. 1999. 1999.27 . VII. Université de Paris VII. S. n. 1996. NASCIMENTO JUNIOR. MANSO. Rio de Janeiro.32.2. Anais do Congresso . O. Maceió . Revinter. NASCIMENTO. N. UNIFESP. NASCIMENTO. M. Padronização de Modelo Experimental Para a Carcinogênese. comédia extraída da opereta de igual título de Artur Azevedo. juntamente com CAVALCANTI. Graduação em Medicina pela Fundação Governador Lamenha Filho. Curso primário e secundário em escolas públicas. O Decúbito Dorsal nos Retalhos Microcirúrgicos do Músculo Grande Dorsal . p. Entusiasta republicano. 47.VASCONCELOS.21. Drenagem Cirúrgica de Rotina em Cirurgias Limpas de Cabeça e Pescoço. E. juntamente com SERVANT. U.2. n. M. Hospital da Beneficência Portuguesa de São José do Rio Preto. Anais do Congresso . V. Anais da Faculdade de Medicina do Centro de Ciências da Saúde da UFPE. com outro). J. K. Revista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Brasil . 09-11.. p.. Foi diretor da Sociedade Alagoana de Agricultura.1. Obras: O Crime de Jaraguá. REVOL. in XXXVI Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica. HBPSJRP. A. representou o governo alagoano na Conferência Açucareira da Bahia. BRITO. K. TRABER. tendo terminado no Liceu Alagoano. 2004. L.. Atendimento à Mão Traumatizada. Mestrado em Cirurgia Plástica Reparadora.62.55 .1. Especialização em: Medicine.. 1999.Título: Cirurgia Geral (1987-88). J. C. França (1992-93). P. P. M. C. 2000. Filho de José Berenaldo Davino de Andrade e Duse Gomes de Andrade. Revista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. H.2. in XVII Congresso Brasileiro de Cirurgia de Cabeça e Pescoço.35 .. 1999. Residência médica. 237-242. MELO. p. a partir de 1995. C.. 46.27. L. Trabalhos completos publicados em anais de evento: Decúbito Dorsal nos Retalhos Microcirúrgicos.. v. GUIMARÃES. Roteiro para Avaliação Crítica de Artigos das Revistas Médicas.46. M. G.. in Cirurgia de Urgência: Condutas. AZZE. Belo Horizonte. R. Mastologia.. R. Instituto Nacional do Câncer.. 2002. P. E. pela Universidade Federal de São Paulo. CAVALCANTI. v. Obras: A Saúde em Alagoas no Brasil Império: Caminhos e Descaminhos. Rio de Janeiro: . 12-14.. 3139 de 2/8/1916. São Paulo (2003) com a tese: Hemicelulose em Reconstrução da Parede Abdominal em Ratos. juntamente com CAVALCANTI. Guia Para o Novo Alistamento Eleitoral. (SP).15.2. Rio De Janeiro (2002). e do Liceu Alagoano (1895). ACIÓLI NETO.. M. MANSO. FUNGLAF (1986). Servant. Maceió. 71-74. Fernando Antônio Gomes de Andrade. 1999. C. E. PUGLIESI. publicou: Flor de Liz. N. 2000.1..

ANDRADE. Lambeaux Libres du Grand-dorsal: Experience de L`hopital St Louis à Propos de 99 Cas. professor. bem como em diversas revistas.76 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Ritidoplastia. Passa a morar no Rio de Janeiro. Departamento de Serviço Social. advogado.Rio de Janeiro DF mar. em todas participando como principal autor. sexualidade e incesto. 1902. Pseudônimos: Max Mix. Francisco ANDRADE. Mutt e Jeff. advogado. onde ocupou a cadeira 29.. XV Curso de Emergências clínico-cirúrgicas. Reintegrado. A Consulta. ambas de 1926. Determinação Temporal e Economicidade dos Curativos Pós-cirúrgicos. 2002. Francisco da Silva Bethlém e (?) Deputado provincial. todas de 19226. 1927) Deputado estadual. Felicidade é Quase Nada. 07-08. 2002. A. Tip. nas funções públicas. Dirigiu a Rádio Nacional. Membro efetivo do curso `Anatomia Clínica e Cirúrgica do Feto e do Recém-nascido´. para onde não chegou a ir. Participante da Reunião de Avaliação da 2ª fase de Intensificação do Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo de Útero. jornalista. por ter sido nomeado para o Tribunal de Segurança. todas de 1927. deputado estadual. ambas de 1926. Salvador. Beco sem Saída. jornalista. ambas de 1938. O Passarinho Verde. UFAL. Deputado estadual nas legislaturas 1905-06. in Memoire de la Faculté de Medicine Lariboisière St Louis.. onde estava em disponibilidade quando veio a falecer. Em 1911 teve. O Afinador de Pianos. Obras: Comédias: O Novo Ministro. 2001. de 1940 a 1945 e a Rádio Tupi de 1946 a 1947. 2002 Relator da mesa redonda Abdôme Difícil. Ceoni Maria Brito Cardoso. Revistas: Miragem. visando pacientes SUS. Maceió. Circo U -O. Centro de Ciências Sociais Aplicadas. Quem Vem Lá ?. 2001. I Encontro Internacional de Controle de Infecção Hospitalar / II Jornada de Enfermagem / II Simpósio de Nutrição Hospitalar. 2002. Luzia Maria da Conceição. Juiz da 2ª Vara do Município da Capital. Cavando Ouro. Pseudônimo: José Fidelis. 2002 Plastic and Reconstrutive Surgery of Breast . com o tema: Abdôme Difícil. Deputado provincial na legislatura 1835-37. Coordenador do Fórum de Ciência e Tecnologia em SaúdeAL/SE/BA. XV Jornada Norte-Nordeste de Cirurgia Plástica. em A Noite.1993. pela primeira vez. Maceió. 2001. Paris. ambas de 1937. onde trabalhou como redator de O Paíz e. Pega Ladrão. XXXVIII Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica. 2002. 1977. 1993. 2001. Foi redator do O Gutenberg. Anais do Encontro. in XXVI ECEM. e na imprensa alagoana escreveu inúmeras crônicas com o pseudônimo de Gilandra e G. Ficou um Beijo em Minha Boca. mais tarde. Autores: Loureiro Barbosa & Cia. atividade que nunca abandonou. Chefe da Censura Teatral. agrimensor. Participação em Eventos: XX Congresso Brasileiro de Anatomia. no governo Washington Luiz. Curso internacional avançado. 1996. estas de 1933. Gato Félix. por isto. Em 1945 passou para a Justiça Eleitoral. Palestra sobre tabagismo e fatores de risco de câncer. Saca Rolhas. Treinamento para consulta médica especializada para pólos secundários de mama. representada a sua peça Mulher e Mãe. Coordenador da mesa epidemiológica do câncer no Brasil no Seminário de Saúde Pública no Brasil. Missangas. 09-10. ANDRADE. 2002. juntamente com Nicaula de Lima. Teia de Aranha. gerado grande celeuma. de 1937. Professor do Liceu Alagoano e redator do O Gutenberg. Fundador da AAL.. Encontro de Avaliação dos programas nacionais de prevenção. Obras: Indicador Geral do Estado. Ação Ordinária de Indenização. adultério. 1996. Filho de Euzébio Goulart de Andrade e Amélia de Amorim Andrade Formou-se pela Escola de Direito do Recife (AAL).Xin. 2000. foi nomeado promotor no Território do Acre.Rio de Janeiro DF 6/6/1946 ou 1949) Teatrólogo.XVIII Congresso Brasileiro de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. A Municipalidade . 2002. Palestrante do tema Prevenção do Câncer de Mama. de veja VALOIS. Foi promotor em Murici e morou em Maceió. ANDRADE. 1997. Joaquim Goulart de (Colônia Leopoldina AL 1870 . em 1936. tendo. Iniciou-se em jornalismo aos 17 anos. 2002. Sócio do IAHA em 1901 e patrono da cadeira 10 da mesma instituição. Francisco V. Fantasias: Mexericos. Gilberto Goulart (Maceió AL 1894 . Comercial. onde foi proprietário do Diário do Povo. 2002. 2000 ANDRADE. 2002. in XII Jornada Norte-Nordeste de Cirurgia Pástica. Relator do tema: Organização da Rede Alagoana de Fisioterapia. na qual discutia o problema do divórcio. Gaiola de Ouro. Ramos de Oliveira e Orgia. Jacy Pereira de (AL ?) Obra: O Serviço Social do Trabalho Numa Visão Descentralizada. Foi deputado estadual na legislatura 1917-18.Ton.

Pela Grei. Numa Nuvem . Livr. UFAL. Veritas. no Rio de Janeiro e publicou trabalhos na Revista da Academia Brasileira de Letras. (prosa). 1907. grupo de boêmios que se reunia na Confeitaria Colombo. jornalista. Concluiu o drama Jesus. O Jornalismo em Alagoas. UFAL. Publicou: Esparsos. publicado na Revista da AAL. abaixo desta última informação se encontram as datas: 1922 1924. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. pois lhe faltava intuição poética. série de 15 artigos na Gazeta de Alagoas.Jesus). Primeira Série (Depois da Morte . Discurso Pronunciado no Centro Alagoano. Ramiro. Série Rio de Janeiro. Assunção. 1934. onde permaneceu por três anos. Teatro. 1917. Aprendeu as primeiras letras com o professor Ângelo Barbosa e com um tio. Paulo Pongetti & Cia. Craveiro & CABRAL. Cursou humanidades em Maceió. Xavier Marques e Goulart de Andrade. da qual era patrono Casimiro de Abreu. Imprensa Ofical do Estado. conseguiu emprego de auxiliar de escrita e.º 6 da Academia Brasileira de Letras (1915-1925). n. Estuda Engenharia na Escola Politécnica e cola grau em 1906. Traduziu: A Glória de D. 1918. Recife.Sonata ao Luar . As Duas Irmãs (comédia). Eleito para a Academia Brasileira de Letras a 22/5/1915. a partir de 30/91916. 15. 1934. teatrólogo. Francisco Alves. obtendo o diploma de engenheiro geógrafo. mar. o vilancete. Origem da Palma Forrageira.Rio de Janeiro DF 19/12/1936) Poeta. Série. Pontos de Cosmografia. 1944. ANDRADE. com o professor Adriano Augusto de Araújo Jorge. Professor Catedrático de Geografia Geral do Liceu Alagoano.ABC das Alagoas 77 de Maceió. Renúncia (teatro).Fantasia romântica em 2 episódios). Maceió. 3a. 2a. n. romance do argentino Enrique Laterra. de ajudante extranumerário da Prefeitura Municipal. Francisco Alves & Cia. Lágrimas. Torquato (org. 1916 . 1924. Fez parte da roda de Bilac. Rio de Janeiro. Raio de Sol (romance). Ocaso. H. 1911 (teatro . tendo formado com Martins Fontes. . Ed. Livraria Fonseca.Renúncia . Foi publicado Colo. 103. Cantos do Brasil Novo. José Maria GOULART de (Jaraguá Maceió AL 6/4/1881 . Biblioteca da Liga da Defesa Nacional. Névoas e Flamas. Aos 16 anos. Sessão Solene de Recepção do Sr. Cadeira n. 1978. Abandonando a Escola da Ilhas da Enxadas.) .Livro Proibido . Teatro. 1917. inclusive em antigas formas. que logo depois de chegar ao Rio remeteu ao mano Manuel Aristeu teve como resposta que deveria tentar outra coisa. Maceió. in COSTA. Sementeira e Colheita. H. H. depois. José Clóvis de (AL ?) Álbum de Xilogravuras. Pomo de Sodoma. Poesias. 6. tentou os primeiros versos. Poesias. Poesias. Segunda Série (Os Inconfidentes. Poesias. e do francês. Pseudônimo: Zé Expedito. Brasileira. 51. 1923. Depois da Morte. (No centenário da emancipação política de Alagoas). peça em quatro atos) Rio de Janeiro. 1911. Rio de Janeiro. Xavier Marques em 17 Setembro 1920. Emílio de Menezes. Jonas Taurino Ferreira de (?) Poeta. Rio de Janeiro. Foi redator de O Imparcial. São Paulo. Discurso . Não se distinguiu como aspirante da Marinha. como o rondó. escrevendo 12 sonetos. 1913 (romance) publicado antes no jornal Correio da Manhã. Gilberto Amado e outros. Renascença Editora. Goulart de Andrade. geógrafo. Ed. ocupou. 1930 e na Rio Ilustrado. Liberdade. ANDRADE. do Rio. Obras: Poesias.. a balada. 1910. Céu e Mar. Primeira Série (Livro Bom . Tip. de Maceió. Amigo deste grupo. 1913. 1931 (discurso). a cadeira n. Trabalha. começa a publicar sua produção. Primeira Série. 1969. n. engenheiro. Garnier Livreiro-Editor. o primeiro deles e os demais não foram aceitos. 1925 (discursos). Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Os Lusíadas e o Paraíso Perdido. in Revista da Academia. a canto real. Liv. Jacinto Silva. 1923 (odes) . Garnier. Terra. Garnier 1909.folheto. Segunda Série. Discurso dos Srs. Filho de Manuel Cândido Rocha de Andrade e Leopoldina Pimentel Goulart de Andrade. 1923 (comédia em verso). não mais praticadas. no artigo José Maria Goulart de Andrade. Rio de Janeiro. Guimarães Passos e outros.Livro Íntimo) Rio de Janeiro. Carlos Moliterno. Exerce a profissão de engenheiro na Prefeitura do Distrito Federal. Coordenados pelo Dr. Bahia. Outros poemas. iniciado por seu irmão Aristeu de Andrade. Aos dezesseis anos chegou ao Rio de Janeiro e matriculou-se em curso preparatório para a Escola Naval. 1920. M. ANDRADE. (crônicas).-dez. 1900-1905. Garnier. Rio de Janeiro. o derradeiro grupo de poetas que se filiou àquela corrente literária. Revista da AAL. que enviou ao seu irmão Eusébio. para serem estampados no O Gutenberg. J. ainda. Um Dia a Casa Cai. Oficinas Gráficas do Revista do Supremo Tribunal Federal. 283 (Antologia do soneto alagoano). pág. como redator de debates da Câmara dos Deputados e diretor do Ginásio Pio Americano. Foi um dos últimos representantes do parnasianismo brasileiro. trabalhando nas obras novas de reforço de abastecimento de água da capital. tendo sido traduzido para o espanhol. Perseguido por ter sido hóspede de Floriano Peixoto.

Casa Ramalho. Querelante José Dionísio Sobrinho/Querelado Mary Jucá de Oliveira. Com o fim do bipartidarismo. 2o lugar no I Concurso de Poesia Falada de Alagoas. Chega a Maceió. da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Elege-se deputado estadual pelo MDB. Silva (São José da Laje AL 31/5/1954 -) Poeta. e passa a lecionar Odontologia na UFAL. no ano seguinte se especializa em Dentística e Hematologia na mesma universidade. Maceió. dentista. promovido pelo DAC.. o curso de Direito na CESMAC. Retorna a Alagoas. bem como à Comissão de Administração Pública. transcreve a opinião de Fernando Goés. Planejamento e Economia. deputado federal. Foi. em 1960. deputado federal. Segurança e Assuntos Municipais e à Comissão de Orçamento. Maceió. Luiz Machado de (?) Deputado estadual na legislatura 1915-16. Neste mesmo ano. ator. na chapa liderada por Fernando Collor. Obras: Conversando com o Povo. No mesmo ano inicia o curso de Medicina. Em 1976. Formado em Medicina. 16. Cultura e Desporto e é membro da Comissão de Seguridade Social e Família e. ANDRADE. Atua. SECOM. aos perímetros irrigados dos Estados da Califórnia e Arizona. em Panorama da Poesia Brasileira. Esboço Histórico/ Geografia Física. assume a Secretaria Nacional de Irrigação. pelo Partido Progressista Renovador (PPR). Maceió. Discurso Proferido Pelo Excelentíssimo Governador Moacir Lopes de Andrade. para a legislatura 1983-86. ainda. com Homero Cavalcante Nunes. pelo PCB. Premiado. em 1976. Manoel Onofre de Andrade. secretário geral do Sindicato dos Odontologistas de Alagoas. em 1975. na categoria de Melhor Poema e Melhor Intérprete. onde se forma em 1979. Fez viagem de estudo. patrocinada pelo Banco Mundial. em Paudalho (PE). Rocha de (AL ?) Quadro das Distancias Quilométricas Entre os Diversos Termos e Comarcas da Provincia (IAGA. junto com outros governadores e vice-governadores do nordeste. médico. pelo PMDB. Inicia. Finanças. embora discordando. Nesse mesmo ano. candidata-se. assume o governo onde permanece até março de 1991. no Lançamento do Livro. 1990. Ginasial iniciado no Ginásio São José e concluído no Seminário Menor do Sagrado Coração de Jesus. à Comissão de Saúde. em 14/5/1989. ANDRADE. ainda na UFAL. Pela UFAL. ANDRADE. Em 1970 era um dos componentes da Associação Teatral de Alagoas . Vice-governador. professor. sessão de 7 de agosto de 1877). licenciou-se em Odontologia (1963). como médico. do Ministério da Agricultora. em 1966. Higiene e Meio Ambiente. Humana e Etnografia. ambos em Maceió. Elege-se. advogado. pela UFAL (1971) especializa-se em Tecoginecologica e Obstetrícia naquela universidade. Escriturário do IAPC. como vice-governador. Moacir Rodrigues (AL ?) Deputado estadual. Em 1998. como professor na Escola de Ciências Médicas de Alagoas. Ronaldo de. no VI Concurso de Poesia Falada Norte/Nordeste. professor da Universidade de São Paulo (USP). Obras: Uma Falsa Acusação de Crime Contra a Honra. Elege-se. sem sucesso. na legislatura 1947-51.ATA. no qual ingressa. Participou de congressos nacionais da UNE. Menção Honrosa em concurso . Preside a Comissão de Educação. à reeleição. no Hospital do Açúcar e na Maternidade Paulo Neto. em Aracaju. 1932. Contratado. “Adequação das Edificações e do Mobiliário Urbano à Pessoa Deficiente”. Maceió. Moacir Lopes de (Penedo AL 17/12/1938) Governador. Razões de Defesa Prévia Oferecidas pelo Advogado Dr. ANDRADE. Secretaria de Comunicação Social. novamente deputado estadual. Em 1964. Com o afastamento do titular. Fundador. Imprensa Oficial.. no qual afirma Goulart não ter sido um parnasiano. e passa a estudar no Liceu Alagoano. Filho de Alcides dos Santos Andrade e Rosa Lopes de Andrade. [1991]. Com a fusão do PPR com o Partido Progressista (PP). vice-governador. 1937. Filho de Roldão Ferreira da Silva e Angelina de Andrade Silva. da qual surge o Partido Progressista Brasileiro (PPB). em 1982. na legislatura 1967-69 e teve cassado o seu mandato em 1969. Amazonia. foi cassado em 1948 ANDRADE. Na Assembléia Legislativa pertenceu à Comissão de Constituição e Justiça. foi presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Odontologia. filia-se ao PMDB. senão um pré-modenista. em 1994. ANDRADE.78 Francisco Reinaldo Amorim de Barros n. onde permanece até 1992. por esse partido. Citado por Jaime de Altavila como um dos intelectuais que saíram de Alagoas. ainda. em 1982. Curso primário em sua cidade natal. Manoel Onofre de (AL) Advogado. da revista Bruzundanga. em 1975. do qual passa a ser secretário-geral no Estado.

ANDRELINO. Foi medico chefe do Hospital José Carneiro. de Relações Exteriores e de Educação. no ano seguinte. Maceió. interventor interino. EDUFAL. Imprensa Universitária. capa de Benavan Fon. Revista Vida Médica. Gastroscopia. vago com a exoneração do interventor Francisco Afonso de Carvalho. 7-11. Filho de José Gonçalves de Andrade e Maria Etelvina de Andrade. em Flexeiras. Obras: O Papel da Endoscopia Peroral no Diagnóstico e Tratamento das Hemorragias Altas e das Vias Superiores e O Papel da Endoscopia Peroral no Diagnóstico e Tratamento dos Tumores Endotoráxicos. quer biográfica. instituído pelo DAC. Jornal da Cidade (Aracaju). no qual se elege para a legislatura 1967-71. Dirigiu a Cia. ANDRADE. Maceió. Sombras de Mata e Flecha Poemas. Estrela Radiosa e O Sexo Continente. Especialização: Curso de Tisiologia Clínica e Sanitária e Social. Teófilo (AL) Poeta. 1983. José de Figueiredo (AL 17/8/1925) Médico. p. Planos de Vôo. 32. Com a implantação do bipartidarismo ingressa na ARENA. Jornal da Bahia. Suas peças decoram hotéis. Açucareira Climatério Sarmento (Usina Conceição do Peixe). partido do qual seria. juntamente com Joaquim Alves. Maceió. De 2 de março a 1° de maio de 1934 ocupou. vencedor do concurso Melhor Poema Natalino. Maceió. e tisiologista do Sanatório General Severiano da Fonseca. e no Instituto Carneiro Leão. William Cleto Falcão de veja FALCÃO. Romeu de Avelar. 59-63. Filho de Manuel Cavalcante de Almeida (Mané da Marinheira) e Maria Genaci Peixoto Barbosa. interinamente. ingressou na UDN. do Ministério da Saúde (RJ). Temístocles Vieira de (AL ?) Militar. por um período. Revista do Serviço Nacional de Tuberculose. realizada na Galeria SESC/ Centro. quando deixa de concorrer nos pleitos eleitorais. que o incluiu em seu livro Coletânea de Poetas Alagoanos. advogado. Sebastião (AL ?) Obra: Sentimentos. com a última recebeu o prêmio Gustavo Paiva da AAL). . Obras: Viagens Por Mundos Paralelos Nunca Dantes Navegados. Segismundo Gonçalves de (Pão de Açúcar AL 19/7/1922) Deputado federal. Teve trabalho exposto em Arte Popular Alagoana 2003. de 19/08 a 05/09/2003. Comandou a Polícia Militar. Com Poema das Reclamações e Para Não Morrer de Tédio Escrevo Versos participou da Coletânea de Poetas Novos. Geração Mimeógrafo Girassol das Almas Sitiadas. Os autores nada conseguiram achar em pesquisas através de jornais. ANDRADE. ANDRADE. Gastroscopia no Diagnóstico e Controle de Cura da Úlcera Gástrica Benigna. Com Vindouro do Fora Século participou de 14 Poetas Alagoanos. entre outros. afirma: “Não se pode situar o poeta. Trabalhos em madeira. de Waldemar Cavalcanti. o cargo de interventor do estado. Bernardes escreveu A Ilha se Fez Verbo e Habitou Entre Nós (fantasia). 1980. não só no Brasil. (peças teatrais. Formou-se pela Faculdade de Direito do Recife (1946). Professor Auxiliar da Escola de Ciências Médicas de Alagoas. 63-67. Esofagite e Úlcera Péptica do Esôfago. e por esse mesmo partido foi eleito deputado federal nas legislaturas 1955-59.ABC das Alagoas 79 de poesia promovido pela UFAL. ambos apresentados no Quinto Congresso da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. p. mas também em Itália. ANDRADE. Como parlamentar foi membro da Comissão de Orçamento. Diplomado pela Faculdade de Medicina do Recife. 1960. Junto com José Marcos Passos e Dario A. Carcinoma Broncogênico. [1974]. o presidente em Alagoas.DAC/MEC. Maceió. Duvidamos. pela UDN. na Escola Nacional de Tisiologia. Inglaterra e Estados Unidos. ANEL Distrito no município de Viçosa ANGELO. Curso Secundário no Colégio Tobias Barreto. Centro de Estudos da Secretaria de Saúde do Estado da Guanabara (RJ). em Recife (PE). E. 1978 (poesia). Jornal de Hoje. Durante o período do Estado Novo. Foi deputado estadual nas legislaturas 1947-51 e 51-55. professor. em Sergipe. Revista Brasileira de Medicina. Curso de Atualização em Tuberculose. quer bibliograficamente. Jornal de Alagoas. casas e galerias. revistas e almanaques de Alagoas”. Poemas publicados no Jornal do Poeta (SP). Semeador e Gazeta de Alagoas. Revista Goiana de Medicina (todos os trabalhos com colaboradores). Cleto ANDRÉ DA MARINHEIRA nome artístico de André Barbosa Cavalcanti (Boca da Mata AL 14/3/1969) Artesão. SENEC-DAC.

agropecuarista. professor. Mastergraphy. Trabalhos em madeira. ANTÔNIO. Transfere-se para a magistratura na área trabalhista. especializa-se em Direito do Trabalho. Curitiba . ANJOS.ed. em 1998 e 1999. José Sotero (Santana do Ipanema AL 1889-) Engenheiro-quimico. em Recife e. na área. Região. Kariri. professor. Afluente da margem esquerda. Com diversos poemas participou de Pão de Açúcar. Em 1954. FACEDPE. por concurso. símbolos da Corte Trabalhista em Alagoas. ANTAS Rio. Contratos. Recife. Filho de Antônio Oliveira dos Anjos e Maria da Glória Oliveira.n]. Filho de Antônio Ângelo e Benedita Monteiro de Figueiredo Ângelo. Miguel Oliveira dos dito Michelangelo (Pão de Açúcar 10/9/1928 . marceneiro. ANELZINHO Rio. Afluente da margem direita do Rio Mundaú. Xucurú.80-83. Anfidias. “Edição tirada para solenizar a entrada do ano bom”. Maceió. EDUFAL. Formado em Direito. Luiz (AL ?) Obras: O Filho do Erro: Poesias . Cem Anos de Poesia. Eternitas. Mastergraphy. Macédio. inicia-se. em Maceió. 1965. Promotor público. [s. Palmeira dos Índios. do Rio Paraíba do Meio. respectivamente ANJOS. Diretório Acadêmico. 2001. Maceió. como advogado trabalhista. juntamente com Lícia Gatto e Péricles Luiz Pimentel Calafange. Maceió. Índios de Alagoas. da Bandeira e da Comenda Ministro Silvério Fernandes de Araújo Jorge. em 1° de janeiro de 1902. Tese Aprovada no Concurso Universitário Instituído pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Direito. com especialização em Direito Civil. Clóvis (AL ?) Antropólogo. Professor da UFAL. Participou do II e III Salão TRT 19ª Região de Pintores Alagoanos. pela UFAL (1952). agrônomo. na Junta Única de Conciliação e Julgamento. apostila de pesquisa étno-biológica. na Faculdade de Direito de Natal (RN). Wakona. Imprensa Universitária/UFAL. segundo o Relatório do Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. ocupa o cargo de Juiz da TRT na 19a. . 1953 ANGELO. Rubem Monteiro de Figueiredo (Maceió AL 5/2/1929) Advogado. Maria Lúcia Curvelo dos (AL) Obra: Crescimento Econômico & Desenvolvimento Social: Anatomia de um Projeto de Extensão. Filho do Manuel Cavalcante de Almeida e Solidade Silva Cavalcante.3/2/1971 Poeta. [s. Coletânea. Maceió. compositora. Maceió. Carlos dos (AL ?) Obra: Divórcio. ANTUNES. Maceió. Antinomia. Obras: Comportamento Bio-social de um Grupo Étnico de Alagoas: Os Chucurus de Palmeiras dos Índios. posteriormente. Direito Processual do Trabalho e Prática Forense Trabalhista na FADIMA-CESMAC. Posteriormente. Maceió. sendo nomeado. entre 1966-67. ANTUNES. pintor. ANTÔNIO DA MARINHEIRA nome artístico de Antônio de Almeida Cavalcanti (Boca da Mata AL 7/11/1957) Artesão. Nomeado Juiz de Direito no Rio Grande do Norte. Maurília Lima (Penedo AL) Música. por concurso. Mastregraphy. p. Ainda na UFAL especializou-se. Autora da letra e música do Hino do Centenário . Engenheiro químico pela Faculdade de Química do Paraná (1932) Publicou: Muçambes. 2000. Entre 1980-84 foi professor de Direito de Navegação. 1973. Criador do Brasão. Imprensa Universitária] 1984 (documentário). Aspectos Sócio-Antropológicos dos Remanescentes Indígenas de Alagoas. Direito do Trabalho. 1979.Pensamentos. 1955.80 Francisco Reinaldo Amorim de Barros ÂNGELO. 2003. Obras: A Nave Acidentada. tendo em 1968 realiza complementação para o curso de Doutorado. Mastergraphy. magistrado. 2002. 2003. segundo o Relatório do Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. ANO BOM Jornal publicado em Pilar. ANJOS. Juiz Substituto do Trabalho.

O Semanário. ANUÁRIO ESTATÍSTICO DE ALAGOAS Encontram-se exemplares na seção de Periódicos. na Bibl. Colégio Padre Brandão Lima. em 3/3/1687. entre outros. APÓSTOLO. Existiria a coleção no Arquivo da Casa Cultural “Casa de Penedo” APRATTO. dos anos 1975-79. Recife. empossado em 2/12/1983. Capitalismo e Ferrovias . também.. A Fundação Théo Brandão paarece ter publicado a obra Xilogravuras Populares Alagoanas. Maceió. Professor de História Geral e do Brasil. João da Cunha Souto Maior. Membro. ainda da UFAL. Juntamente com Cristóvão de Mendonça Arrais. APÓSTOLO. Diretor do Centro do Ciências Humanas. católico. sob a direção do Rodrigues Lopes. 1977. do Governo do Estado/AAL). Filho de Danton Tenório de Albuquerque e Dionísia Apratto Tenório. Manoel (PE ?. tese para o Curso de Mestrado em História da Universidade de Pernambuco. Convênio SERVEAL e Secretaria de Planejamento da Presidência da República. da qual João da Costa Palmeira é o patrono. Sócio colaborador da SOBRAMES. bem como da AAL. no ajuste assinado com o governador de Pernambuco. Templos e Monumentos das Primeiras Cidades de Alagoas. UFAL. Cursos de aperfeiçoamento e especialização. Os Caminhos Ferroviários no Nordeste (comunicação apresentada no Encontro Internacional de História Ferroviária. Maceió. para o extermínio do Quilombo dos Palmares APOLINÁRIO. Ed. ambos em sua terra natal. menção honrosa da AAL). Mestrado em História. do IHGA. entre outros. Ciências e Letras. Galba C. ANUNCIAÇÃO. em Penedo. de Antônio Pau-Ferro (PoetaLigeiro e Anália em Maracangalha. IGASA. secretário de estado. fundado pelo cônego Odilon Lobo. Bacharel em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFAL (1968) e licenciatura em História pela Faculdade de Filosofia. folheto de autoria de Pedro Quaresma. Capítulos de História do Brasil. Letras e Artes da UFAL Secretario de Educação (17/3/1983-14/3/86) no segundo governo Divaldo Suruagy. A Imprensa Alagoana no Ocaso do Império. 1982 (prêmio Costa Rego. 1976 (prêmio Cidade de Maceió. Douglas . Carvalho e Stoessel Rodrigues. tornando-se o órgão oficial da Diocese e sendo publicado até 1979. As Ferrovias em Alagoas. 1976. 1977. representou Domingos Jorge Velho. Curso colegial no Colégio Guido de Fontgalland. Imprensa Oficial. Estuda no Grupo Escolar Visconde de Sinimbu e no Ginásio São Miguel. Membro da Academia Brasileira de História desde 1978. (mimeo.CESMAC. Maceió. da Fundação Educacional de Maceió e da AAL).: Capítulos da História Contemporânea. na qual reproduz. Política e Econômica Geral da Faculdade de Ciências e Letras de Maceió . como também de História Social. os seus trabalhos que ilustraram o folheto A Mulher que Virou Homem no Estado de Minas Gerais. Membro. segundo Abelardo Duarte.ABC das Alagoas do Convento de Nossa Senhora dos Anjos de Penedo. Grafbom. Instituto Nacional de Estudos Ferroviários). do Conselho Estadual de Cultura e da Academia Nordestina de Letras e Artes. Tenório (São Miguel dos Campos AL 4/1/1945) Professor. ainda. A Sociedade e a Política Alagoana nas Décadas de 20 e 30. na cadeira 45.Joazeiro CE 1958 ou 1960) Xilográfo. Estudo da Implantação do Transporte Ferroviário nas Alagoas Durante o Período Imperial Até o Alvorecer do Período Republicano. Nac. Caracterizou-se pela defesa da propaganda republicana. em 1927. Colégio Estadual Moreira e Silva. Começou a ser publicado. 81 ANUÁRIO DA MOCIDADE Periódico literário. onde ocupa a cadeira 16. Frei André da (?) Religioso. surge em Maceió em novembro de 1939. Obras. Transporte Ferroviário e as Grandes Transformações Verificadas no Nordeste no Século XIX (comunicação apresentada no Encontro Regional da Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência. pela Universidade Federal de Pernambuco (1976) e doutorado na mesma universidade (1994). (A Imprensa Alagona no Arquivo de Pernambuco) Recife. Professor de História do Brasil e História Contemporânea da Faculdade de Educação da UFAL. bem como de Geografia. O Jornal. Imprensa Universitária. em Maceió. 1977. 1967.. em junho de 1851.AL. em diversos colégios: Ginásio de São Miguel dos Campos. Evolução Urbana da Cidade de Marechal Deodoro.

SERGASA. (coordenação). Brasília). 46. Mello Motta. Freitas Cavalcanti. em Memórias Legislativas. uma Experiência de Integração Estado/Município no Campo Educacional. Alagoas: Da Belle Époque à Revolução. 23. 2001. Coleção Alagoas v. Alagoas: O 15 de Novembro. Maceió. Revista IHGA. Maceió. 1972/73 (coordenação). um Estudo do Século XIX (comunicação apresentada no XV Encontro Nacional da Associação de Professores de História. v. SERGASA. SERGASA. jornalista. Manuel Diégues Júnior. Gazeta de Alagoas. Revista da AAL. p. Ivone Santos (Rio de Janeiro RJ 14/12/1945) Artesã. Maceió. 2001. 16/6/2. Discurso de Saudação ao Novo Sócio Lincoln de Souza Cavalcante em 2/12/1994. Província de Alagoas no II Império (comunicação apresentada no XIV Encontro Nacional dos Professores Universitários de História. 500 Anos do Descobrimento do Rio São Francisco. A Sociedade e a Política Alagoana nas Décadas de 20 e 30. 2004. Visconde de Sinimbu. Um Menestrel da Alma Alagoana. prêmio Costa Rego. Gazeta de Alagoas. em Memória Cultural de Alagoas. Bibliografia de 36 Parlamentares Alagoanos da Época do Império Até os Dias Atuais. 1974 (Tese apresentado em Encontro Nacional de Secretários de Educação do Brasil. Maceió. 47-54. 2001 A Revolução Francesa na Atualidade. v. Maceió. Maceió. 1979. Rubens Canuto. Maceió. coordenação). 1973 (mimeo. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. e Rodrigues de Melo. 4. 1999. 1972 (coordenação). Maceió. Discurso de Recepção a Luiz Nogueira Barros na Academia Alagoana de Letras. Rio de Janeiro. A Formação de Técnicas de Nível Médio Para o Setor Primário de Alagoas. IGASA. Discurso de Posse. Pe. p. Departamento de História. Revista IHGA. 34-43. Maceió. apresentação de Carlos Moliterno. EDUFAL.). Trabalhou na TV Brasília. Plano Operacional do Ensino Médio Para o Estado de Alagoas. Maceió. Afonso de Albuquerque Melo. p. Fundadores da Formação Nacional. da AAL. nº 18. ano 1995-2000. O Caboclo Indômito. PRODEN/MEC/SENEC. na área de História (1985). Jornal de Alagoas. Maceió. pgs. prêmio Romeu de Avelar. EDUFAL. ADESG. Ed.Negro Triunfante Num Mundo de Hegemonia Branca. Líder do MDB da Resistência. Símbolo da Ética na Política. 167-178. como convidada para montar o departamento de . Tempo Cultura e História (Coletânea de Discursos da Sessão Solene do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. APRATTO.191202. 1992. em 21/10/1974. Belém). A Metamorfose das Oligarquias. Curso universitário na UFAL. UFAL. sua tese do doutorado (prêmio Costa Rego/1977. Saudação a Luis Carlos Correia Maranhão. Jorge de Lima. Presença dos Grandes Momentos da República e Fernandes Lima. 1986. 31/3/2000. Douglas A Tenório. SENEC/DEM/MEC. Maceió. v. Discurso de Posse. Maceió. 1984.82 Francisco Reinaldo Amorim de Barros no Brasil (As Ferrovias em Alagoas). Ed. págs. A Companhia de Navegação Pernambucana. Revista IHGA. Maceió. Cultura & Educação: O Desafio de Fazer. O Parlamentar do Petróleo. 8. Veio de Brasília em 1977. Maceió. H D Livros. ginásio e clássico no Colégio Mendes de Morais. Revista da AAL. 1977 (participação). A Tragédia do Populismo: O Impeachment de Muniz Falcão. nº. por Ocasião da Posse do Prof. Escola Superior de Guerra. in Documentário das Comemorações do Cinqüentenário do Grêmio Literário Guimarães Passos. Trabalhou em jornalismo na OMS. p.179-191. Maceió. 1985. 11. 16. Coordenou os trabalhos Memória Cultural de Alagoas. SENEC/MEC/Governo de Alagoas. Jornal de Hoje e Correio de Maceió. do Governo do Estado/IHGA). 1985. Ministério da Agricultura. Diário de Alagoas. Ed. Colaboração em periódicos: Revista Mocidade. Filha de Adolfo Francisco dos Santos e Marina dos Santos. 1979. Discurso de Posse na Cadeira n°. em Brasília. 26 27. 15. em 1966. Político e Intelectual . 2001. Jorge de Lima. Primeiro Jornalista Alagoano. UFAL. 1984. IGASA. 1998. Ezechias da Rocha. da Assembléia Legislativa de Alagoas/AAL. p. Revista do IHGA. 33 respectivamente. Emérito Estadista do Império. in Gazeta de Alagoas. Gazeta de Alagoas. trabalhos em colaboração: Reestruturação Técnica e Administrativa da Secretaria de Educação do Estado de Alagoas. 45. 39. em 2/12/83). in Gazeta de Alagoas. Maceió. Delegacia de Alagoas. 92-125. Povina Cavalcanti. professora. Maceió. 1997. Documentos nos. nº 17. Maceió. Biografia de 25 Alagoanos Ligados à Cultura Brasileira. p. História da Agricultura em Alagoas.000. A Social Democracia no Brasil. p. Heckel Tavares. 16 da Academia Alagoana de Letras. Maceió. 1980). em Memória Cultural de Alagoas. 5/5/2000. Rio de Janeiro. 5. Curitiba. ano 1995-2000. Alagoas. CEPA/AL/Fundação Getúlio Vargas. 2001. Contrastes e Confrontos (TC. 32. 149-156. p. v. Primário em sua cidade natal. Maceió. 2. da Assembléia Legislativa Estadual/AAL e prêmio Jaime de Altavila. Projeto PROFAN. 2001 e Memórias Legislativas. in Revista Debates de História Regional. Revista da AAL. 45. 1995. o Poeta que Namorava a Política. 91-96. 248-252. Político Bissexto e Intelectual Atuante. Maceió. Projeto MEC/BIRD Para o Estado de Alagoas. 153-158. em Memória Cultural de Alagoas. Alagoas e os Momentos Fundadores da Formação Nacional. um Balanço Republicano. Revista da AAL.

Tem o distrito de Paripueiro. O Vôo do Condor. Por volta de 1848. ARAPIRACA Município. Produz. 80. in Arte Popular de Alagoas. A Paróquia de Arapiraca.109. 1979. Teria morrido após 1677. Tornada escrava.AL. Comprada por proprietário de terras em Porto Calvo. A povoação que então se iniciou tinha quase todos os seus habitantes ligados entre si por laços de parentesco. subordinada eclesiasticamente à Diocese de Penedo. “Atualmente. ARAGÃO. Manoel André edificou. Esperidião Rodrigues. 1984. foge para a região do Quilombo dos Palmares. 101-104. e instalada em 30/10 do mesmo ano. passando para a de Anadia em 1931. Base econômica: agricultura. Embrenhou-se na mata vigem. com o termo arapiraca significando uma corruptela de muirapiroga. Maceió. as terras arapiraquenses pertenciam a Marinho Falcão. Lagoa da Canoa em seu favor. Escreveu a peça A Princesa das Matas. como se fosse prefácio de Sidney Wanderley. uma igreja sobre sua sepultura. Aí se fixou com familiares e iniciou o povoamento do lugar. abacaxi. Quanto à comarca. Sócia colaboradora da SOBRAMES. Poesias. em 1924 pertenceu à jurisdição de Palmeira dos Índios.Ou seja. afirmam significar Pau Liso. desde 1986. Maceió. Ainda. em honra a Nossa Senhora do Bom Conselho. filha de um rei do Congo. Como artesã: Pratos pintados. 1989. Foi elevada a Comarca pela Lei 1473. p. que mais tarde veio a ser um grande líder político e principal baluarte da emancipação de Arapiraca. Localiza-se numa vasta planície no centro do Estado”. chegou à região o colono João Veríssimo. são obscuras as razões que motivaram sua origem e florescimento. de 19/8 a 5/9/2003. na mata virgem onde se localizou o início da povoação. em comemoração ao centenário de Viçosa. Filho de Francisco Alves Ferreira de Aragão e Maria Sampaio Aragão. na área de História. Com a morte da esposa. Com Olhos e Poema da Botija participou da Coletânea de Poetas Viçosenses. mandioca. esteve Arapiraca sob a jurisdição de Penedo. que o gado come. ilustração de Fernando Bismark. Primeira diretora de Jornalismo da TV Gazeta e primeira diretora da Rádio Educativa. grande. “poya “ (visitar) e “aca” (ramos). de 17/9/1949. também com base etmológica. onde predomina a fumicultura. Obras: Viagem a São Carlos de Bariloche.ABC das Alagoas 83 jornalismo da TV Gazeta. que perdeu em troca. em 1864. Trata-se. cujo significado é ramo que periquito visita. Deve seu topônimo à existência. principalmente a arapiraca. José Alves Ferreira de (Viçosa AL 26/5/1905) Poeta. Poema e Crônicas. milho e . sucessivamente. movido pelo pequeno rendimento que estava tendo no plantio de mandioca. de 30/5/1924. a denominação de Arapiraca. Localizado na chamada zona fisiográfica Sertaneja. Viçosa. de muitas árvores denominadas Arapiraca. Outros. De seu território posteriormente foi desmembrado o distrito de São Brás. de “muira” (pau) e “piroga” (calvo. uma das suas filhas teria gerado o Zumbi. Antônio dos Santos (?) Deputado provincial na legislatura 1880-81. foi criada em 15/8/ 1944. pelo Decreto n° 2. onde teria chefiado uma das aldeias. Foi elevada à categoria de vila pela Lei 1. segundo maior município do estado. p. A madeira é alva. que as vendeu a Amaro da Silva Valente. foi vendida e trazida para o Brasil. Em baixo de uma destas fez acampamento enquanto construía habitação. Primitivamente. segundo a tradição. também. Professora da UFAL. na mesorregião do Agreste Alagoano e microrregião de Arapiraca. onde existia o antigo distrito de Arapiraca. jornalista. que era procedente de Cacimbinhas (Palmeira dos Índios). assim como o fruto. frondosa. de um termo indígena que quer dizer ramo que periquito visita . Na luta contra outras tribos foi feita prisioneira. “Ara” (periquito). dramaturgo. de folha miudinha. duradoura e presta-se à construção grosseira. liso). Grafitex. Segundo alguns. que recebeu desde a origem. São Braz e Limoeiro de Anadia. Maceió.34. Embora uma cidade recente. realizada na Galeria SESC/Centro. SERGASA. A elevação à categoria de cidade se deu em 14/2/1938. Em 1858. Obra: Pedaços. resolveu desbravar as terras em seus arredores. ARANDA. o qual passou a habitá-las juntamente com sua família. 1984. Manoel André Correia. Conta-se que seu genro. sob a invocação de Nossa Senhora do Bom Conselho. Porto Real do Colégio. embora grávida. para alguns. parcialmente incluído no Polígono da Seca. Desmembrada de Limoeiro de Anadia. sendo incorporado a Traipu. farmacêutico. AQUALTUNE Segundo a tradição era uma princesa africana. até descobrir uma planície fértil e rica em árvores frondosas. encenada em 13/10/1931. quando sua aldeia foi queimada por uma das expedições que lutaram contra aquele quilombo. Participou da exposição Arte Popular Alagoana 2003. trazendo um filho de seis meses. de Tânia Pedrosa. como distrito. organizada por João Leite Neto. Brasas.

eleito pelo 1º Distrito. e fez cursos de Psicologia. ARAÚJO. ao tempo em que se instalava uma nova técnica para o preparo do fumo em rolo e secagem das folhas. As destaladeiras de fumo. Colaborador da revista Leitura e dos suplementos literários dos jornais O Jornal e Diário de Notícias. Estudou no Rio de Janeiro. Arapiraquenses. Presidiu a Comissão de Estradas de Rodagem. major. Entre suas instituições culturais destacam-se o Teatro Cultura de Arapiraca e a Sociedade Cultural de Arapiraca. incluindo importantes indústrias da área fumageira. Douglas Eduardo (AL ?) Obra: Arriete Vilela e o Devir da Palavra.. Museu do Fumo (Casa da Cultura). O desenvolvimento do fumo dá hoje a Arapiraca uma posição de destaque. ARAÚJO. titular em 44-45 e 46-47 e. publicitário. Cleber Neves de (Maceió AL 4/10/1937 -) Poeta. Propaganda. de (?) Deputado provincial. (prosa). A fumicultura é a principal fonte de renda do município. com suas cantigas que lembram a poesia medieval portuguesa. cuja plantação foi iniciada por Francisco Magalhães. o Marinheiro do Rei.1912) . Rio de Janeiro. Carlos Luís de (?) Deputado estadual nas legislaturas 1913-14 e 15-16. que possui um considerável parque industrial. 1967 (poesia). Enéas Augusto Rodrigues de dito Coronel Enéas (Santana do Ipanema AL 23/9/1856 . É. Sócio do IHGA empossado em 14/7/1928. A partir daí a cultura do fumo tomou um grande desenvolvimento. Arsênio Augusto de (Maceió ? AL 23/7/1870 . por tudo isto. Marketing e Teatro Shakespeariano. Aventuras de Pinho. no Ateneu Pedro II. Deputado provincial na legislatura 186667.84 Francisco Reinaldo Amorim de Barros algodão herbáceo. 1961. Maceió. Cândido R. um corretor baiano passou a comprar folhas para firmas do seu estado. Em 1928. 53-62. Funcionário federal. ARAÚJO. em termos de população e de renda. o fumo passou a ser exportado para Pernambuco. entre as quais o IV Salão TRT 19ª Região de Pintores Alagoanos (1999) ARAÚJO. Elza nome artístico de Maria Elza Gomes de Araújo Ferreira (Garanhuns PE) Pintora. em 1931.. tenente-coronel. Seus pais são de União dos Palmares. A partiir de 1924 apresentava notável crescimento. Obras: Murmúrios de uma Nauta (poesia). tendo aumentado consideravelmente a área de seu cultivo. Televisão. Arsênio Araújo ao Ser Recebido no Instituto. Continua sendo o maior produtor do fumo do Estado. No ano seguinte. ARAÚJO. 1932. vl. Redator de criação de diversas agências de publicidade. p. se constituem na mais importante atração do folclore local. Caderno de Hai-Kais. Paralelamente abriram-se várias agências bancárias e criou-se uma cooperativa. suplente em 1948-49.Maceió AL 12/11/1952) Deputado estadual. 16. Administração Eng. Missão Cumprida. V. Antônio Araújo. Leitura. do Rio de Janeiro. Mestrado em Letras. além de outros. Obra: CER. comércio este que teve larga expansão com o passar dos tempos. ARAÚJO. Antônio (AL?) Engenheiro. conhecida como a capital brasileira do fumo. serviu na Alfândega do Rio de Janeiro. o comércio de folhas como também a primeira fábrica de charutos. Cinema. diretor do “Repórter da Tela”. Comissão de Estradas de Rodagem do Estado de Alagoas. em fins do século XIX. mimeo. Suas criações em propaganda mereceram os prêmios “Colunistas “e “Revista Propaganda “. A produção do fumo local abastecia cidades circunvizinhas. Em 1950. Revista do IHGA. instalou-se a firma internacional Exportadora Garrido. Deputado estadual na legislatura 1917-18. ARAÚJO. ano 59. Maceió. ARAÚJO. Sucedeu-se uma verdadeira corrida de firmas internacionais em busca do produto. Suplente de deputado provincial na legislatura 1842-43. pela primeira vez. Em 1945. Participou de exposições. Obra: Discurso do Sr. Filho de Enock Rodrigues de Araújo e Eponina Neves de Araújo. surgiu. ARAÚJO. O surto econômico que a cidade conheceu deve-se à cultura e beneficiamento do fumo. Delegado da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional. Antônio Luiz de (?) Deputado provincial. novamente. 1997. Ed.

1879. dezembro de 1876. deputado provincial. Memória Histórico-Acadêmica do Ano de 1879. 187. eleito por três vezes. na implantação de irrigação nos canaviais. Imprensa Universitária.1900) Presidente da província. Obras: Compêndio de Aritmética. João Correia (?) Tenente-Coronel. professor. ARAÚJO. De volta à sua cidade natal dedicou-se ao magistério primário e à política.ABC das Alagoas 85 Senador estadual. Foi técnico da Secretaria de Agricultura de Pernambuco. deputado estadual. professor. 1950 e 1952) e integrou várias vezes a Seleção Brasileira. Jader de Lima (Passo de Camaragibe 6/11/1931) Secretário de estado. Hermann Byron de Araújo. Membro do Segundo Conselho Provincial. presidente interino da província. Centroavante. Curso de Agronomia na Universidade Federal de Pernambuco (1955). Substituído pelo 1o. Tomou posse no governo a 20/11/1834. O Projeto de Código Penal. de . Revista nº 9. Nomeado em 21 de março. Sendo professor jubilado de primeiras letras. São Paulo. Esiquio Correia de (AL 1927) Obra: Jorge de Lima e Sua Terra. nov. Rio de Janeiro. ARAÚJO. Obras: Fala Dirigida à Assembléia Legislativa da Província das Alagoas na Abertura da 2a. No período republicano elegeu-se deputado federal por Pernambuco. 1877. Imprensa Nacional. Legislatura em 15 de Março de 1875 Pelo Doutor João Vieira de Araújo. ARAÚJO. diretor da Associação de Plantadores de Cana (ASPLAN) e presidente. sendo o 40o presidente. foi constituinte e assinou a Constituição de 1891. e nas legislaturas 86-87 e 8889. Deputado estadual nas legislaturas 1897-98. 09-10. sendo pioneiro.. in Revista O Direito. Sessão da 20a. produtor rural. Deputado provincial na legislatura 1835-37 e suplente em 1838-39.250). Ipojuca Lins (Maceió AL 1924 -) Jogador de futebol. advogado. Em periódicos: A Nova Escola de Direito Criminal. ARAÚJO. ARAÚJO. da Cooperativa de Plantadores de Cana de Alagoas (COPLAN)... bancário. tendo sido campeão sul-americano (1953). 2000 ARAÚJO. deputado geral. vencedor da Taça Oswaldo Cruz e do Troféu Bernardo O’Higgins (1955). Hermann Byron. Dom Epaminondas (?) Segundo bispo de Palmeira dos Índios. Era partidário da oligarquia dos Maltas. em 25 de abril de 1875. pg. O Direito e . 190102. Felipe José de Melo e Vasconcelos. advogado. eleito pelo 1º Distrito. em Coruripe. reunido entre 1830/33. 99-1900. no Império. De 1957 a 1982. professor. Deputado Provincial nas legislaturas 1864-65. Soares veja SOARES. Relatório do Tesouro Provincial em 1875 (sessão de 8/3/1876. foi inspetor do consulado provincial e inspetor de tesouraria. João Camilo de (?) Conselho provincial. Ensaio de Direito Penal ou Repetições Escritas Sobre o Código Criminal do Império do Brasil. Nova Reforma Judiciária. ARAÚJO. União dos Palmares. 1895. Formado pela Escola Normal de Maceió. do qual foi secretário. 1973. Secretário de Agricultura no primeiro governo Suruagy. no Nordeste. Senador estadual nas legislaturas 1907-08. n. João Vieira de (Recife PE 1844 . p. Presidente da Província. 03-04 e 05-06. ainda. agrônomo. Foi grande produtor de cana-de-açúcar. Maceió. quando se aposentou. Memória Histórica da Faculdade de Direito do Recife. do IHGA. ARAÚJO. toma posse em 12/4/1874. Recife. Filigônio Avelino Jucundino de (Alagoas ? AL . Maceió. 1884. 1888. deputado geral. Professor da Faculdade de Direito do Recife. 11-12 e1314.33. Curso de cooperativismo e irrigação em Israel (1952). Obra: Índia Missionária in Revista Mundo e Missão. Deputado estadual na legislatura 1893-94. Flávio Correia de (AL ?) Obras: Contribuição ao Estudo dos Calcários e Dolomitas Cristalinos de Alagoas. juntamente com Abel Tenório Cavalcante. Lida em Sessão da Congregação de 28 de Fevereiro de 1880. 1969. Sócio do IHGA. vicepresidente. ARAÚJO..Maceió AL 1894) Deputado provincial e estadual. permanecendo até 14 de dezembro do mesmo ano. Suplente de Deputado provincial na legislatura 1844-45. 47. ARAÚJO. foi campeão carioca (1949. Foi. foi fiscal do Banco do Brasil.

Jorge de Souza (AL 1947) Obras: Jorge de Lima e o Idioma Poético Afro-Nordestino. nº 1. professor. aprende canto entre 1950 e 1952. Auto do Descobrimento: O Romanceiro de Vagas Descobertas. Deputado provincial nas legislaturas 1862-63. ARAÚJO. v. Academia de Letras da Bahia/Assembléia Legislativa do Estado. também no Rio de Janeiro e Escola Mauá. Cursou o 1o grau em Alagoas e Pernambuco. Governo do Estado do Rio Grande do Sul e Conferência das Entidades de Classes Liberais do Rio Grande do Sul. Tomou posse como Intendente de Maceió em 7/1/1903. Formado pela Faculdade de Medicina da Bahia (1873) Deputado provincial nas legislaturas 80-81 e 82-83. 1997. Foi para Recife onde trabalhou como torneiro mecânico. Organizado pelo Dr. curso de Atualização em Processo Civil.já agora pelo 2º Distrito e 1872-73. IARGS. realizado na cidade do México. quando volta a ser torneiro mecânico. Joaquim José (? maio 1903) Deputado provincial e senador estadual.UFGRS (1964). Revista do IAGA. professor na Universidade Luterana do Brasil . Terminada esta. eleito pelo 1º Distrito na primeira eleição por distritos. Pós-graduação em Direito Civil e Processo Civil. Editora da UESC. Em 1944 alistou-se voluntariamente no Corpo de Fuzileiros Navais. obtida em junho de 1947. No ano seguinte é um dos alunos escolhidos para tomar parte em A Falecida. 1889. Não concluiu o mandato. Joaquim José de Araújo.Geografia Alagoana em Versos. passando o exercício ao vice-intendente em 8/2/1904. Filho de Antônio Francelino de Araújo e Agda Francelino de Araújo. realizado em João Pessoa (PB) onde apresentou tese sobre Axiologia Jurídica e Direito Natural. I Congresso Brasileiro de Direito Falimentar. ARAÚJO. Ilhéus (BA). Rio de Janeiro. Filosofia. 1894. tendo sido ainda. Obra: Alagoas . para lutar na Segunda Guerra Mundial. torneiro mecânico. Salvador. Curso de Extensão Universitária Sobre a Teoria da Argumentação Jurídica. secundário no Colégio Rui Barbosa. III Congresso Brasileiro de Filosofia do Direito. 1965. 1999. tendo em seguida pedido sua baixa. Curso sobre a “Nova Ordem Econômica Internacional”. em 1996. Em 1949 começa a estudar teoria musical. no Rio de Janeiro. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul . o V Congresso Iberoamericano “Del Derecho Del Trabajo y de la Seguridad Social”. 1901. 1982.86 Francisco Reinaldo Amorim de Barros o Processo Criminal Positivo e Antropologia Criminal in Revista O Direito. Curso de Prova em Direito Processual Civil. Ciência e Direito in Revista O Direito. Joaquim José de (?) Intendente de Maceió. organizado pelas Nações Unidas. 99-1900 e 1901-02. Maceió. EDUFAL. Profecias Morenas: Discurso do Eu e da Pátria em Antônio Vieira. Bahia. Senador estadual nas legislaturas 1897-98. Tipografia do Dois Mundos. ARAÚJO. 1983. Obra: Compêndio de Pedagogia Prática. ARAÚJO. na mesma cadeira. Editus. em Porto Alegre. Sociologia. Os Becos do Homem. com extensão universitária pela UFRGS. III. no Rio de Janeiro. onde conclui o curso de telegrafista. e nas de 1870-71 . em Porto Alegre (RGS). em . 1973. de von Ihering. Perfil do Leitor Colonial. Editus. levada pela Companhia Dramática Nacional. pelo Instituto dos Advogados. Joaquim Alves de (?) Deputado estadual nas legislaturas 1907-08 e 11-12. José Firmino de (?) Membro do IHGA. ARAÚJO. Foi vice-presidente do diretório acadêmico do Conservatório onde estudou. Ginásio no Colégio Pedro II. Editora daa UESC.ULBRA. de Nelson Rodrigues. p. 1974. pela Faculdade Ritter dos Reis. Curso de Preparação à Judicatura. AJURIS. José Francelino de (Atalaia AL 15/9/1924) Advogado. com a tese Nova Lei das Falências. Edições Antares. José Antônio Ribeiro de (?) Deputado provincial. Traduziu: A Luta pelo Direito. Professor titular da cadeira de Falências e Concordatas. 99-102. na Faculdade de Direito Ritter dos Reis. da UFRGS. ARAÚJO. tendo neste último ano iniciado suas atividades amadoristas em teatro declamado e entrado para o Conservatório Nacional de Teatro. Ilhéus (BA). em 1974. 1886. Participação em diversos congressos. curso de especialização em Direito da Família e em Direito Comercial. 1999. ARAÚJO. 1885. 1977. ARAÚJO. Professor do Curso Normal da Província de Alagoas. José (Atalaia AL 15/9/1924 -) Ator. Penal e Trabalhista. consegue transferência para o Rio de Janeiro. médico. entre os quias.

O Síndico na Administração da Falência. ARAÚJO. Direito Empresarial. Anteprojeto de Lei Para Alteração do Art. PUC.n]. 1985. p. José Vieira de (?) Presidente do estado. ambos de Porto Alegre. 6. Sagra Luzzatto (romance). Espaço Azul. 84-85. Cabimento de Correção Monetária e Honorários. 1996. Participou das coletivas: Cores e Discursos. n. Porto Alegre. 21/22/6/2001 Participou. do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. v. p. Porto Alegre.PUC-RS. Galeria Miguel Torres. v. 1996.ABC das Alagoas 87 Canoas (RS) entre 1993-98. atua na área do Direito Comercial. 1996. 1977. na Galeria Zélia Lebre. Sagra Luzzatto. Catu. ARAÚJO. no Magistério e nas Letras Jurídicas do Rio Grande do Sul. Falência. ARAÚJO. Descabimento de Cobrança de Honorários em Execução Fiscal. Falência. 76-77. Sagra Luzzatto. 1991. 1999. da Academia de Direito Comparado e do Instituto de Direito Previdenciário. 229-237. Porto Alegre. De 17/7/1895 a 15/1/1896./dez. 1995 (antologia poética). 3. Juntamente com Maria José Menezes . produzida por Alfredo Brandão em 1915. 1986. ainda. Deputado provincial nas legislaturas 187071 . Porto Alegre. 1977.13. ambos do Rio de Janeiro. Laís Zau Serpa de (AL ?) Participou do I Encontro Luso-Brasileiro de Bioética. jul. na mesa redonda na qual apresentou o trabalho Doação e Transplante de Órgãos à Luz da Bioética. 1985 (poesia). e reproduzida pelo IHGA. ARAÚJO. Maceió. em Advogado. em Advogado. ambas em Maceió. 495. 1980. prefácio de Clóvis da Costa e Silva. 8. professor na cadeira de Títulos de Crédito e Falências e Concordatas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul . Alcance. Porto Alegre. 13. Porto Alegre. 25/28/11/2002. 20-28. Homenagem da Empresa de Correios e Telégrafos Destaque na Arte Alagoana. Porto Alegre. Maceió [s. v. Moinho de Palavra. 16. Obra: Verificação da Utilização de Seres Humanos e Animais em Pesquisas Cientificas. p. p. Membro do Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul. ano 2000 . v. São Paulo. da União Brasileira de Escritores (Porto Alegre). n. p. As Escolas de Recife e São Paulo e a Criação da Faculdade de Direito de Porto Alegre. 69. Momentos. set. Advogado e Sociedade. da Academia Riograndense de Letras. Restituição de Contribuições Previdenciárias Descontadas e Não Recolhidas Pelo Empregador ao INPS Pretensão Inadmissível. de Família e Falências com Doutrina e Jurisprudência. 2001. Contos de Oficina 14-PUC/RS. entre 1985-87. na monografia. Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul/Ed. Basiléia. de Acordo com os Programas Oficiais.500 Anos Brasil. Ed. Sagra Luzzatto. ainda. em Ajuris. n. Ed. coronel. 1981. 2000. 1994. 123-141. mar. Deposito Elisivo da Falência. Imprensa Universitária. co-autor e coordenador. Luiz (AL ?) Em janeiro de 1982 fez a apresentação intitulada Alfredo Brandão e a Fitogeografia Alagoana. ARAÚJO. prefácio de Dante de Laytano. 537. mar. 1987. em Revista dos Tribunais. do qual foi presidente no biênio 2000-2001. Porto Alegre. Evangraf-UBERS. do XI Encontro Cientifico do Institutuo Biométrico. A República de Natal (RGN). 36. membro. pg. Porto Alegre. Suíça e no Everson Brito Curso. Como profissional. Tempo Encarnado. Porto Alegre. A Escola do Recife no Rio Grande do Sul: Influência dos Nordestinos na Magistratura. São Paulo. n. Gazeta de Alagoas. jul/dez./jul. São Paulo. em Revista dos Tribunais. Curso de Falências e Concordatas Para Bacharelandos de Direito. A Asa do Anjo. 205-232. 1997 (poesia). v. José Virgínio Teixeira de (?) Deputado provincial. 88-89. Lael Correia de (? AL 9/9/1961) Pintor. n. Revista dos Tribunais. major. 1986. ARAÚJO. p. Sagra Luzatto/Ritter dos Reis. Editora da Universidade de Caxias do Sul. 2000.72-73. v. 262 do CPC. na qualidade de vicegovernador de Alagoas assumiu a administração do estado. Caxias do Sul. São Paulo. v. n. Frente aos Fundamentos e Preceitos do Bioética. 247-248. Rio Branco. com o afastamento do governador efetivo. A Escola do Recife no Rio Grande do Sul. 82-83. 2000 (contos). José Petrúcio de (AL) Obra: Travessias (Poesias). para ser distribuída aos participantes do XXXIII Congresso Nacional de Botânica. n. Revista dos Tribunais. no Rio de Janeiro. jan. o Advogado do Brasil. 66. 23. de Assis Brasil. 86-87.eleito pelo 2º Distrito . Estudou Curso de Pintura na “ Schele Castel Monte”. Ed. A Nova Lei das Concordatas em Ajuris. 3. em Lisboa.50-55. Colaboração na imprensa: Correio do Povo e Jornal do Comércio. p. 4. Pulsações Reunidas. 109-126 da publicação União Brasileira dos Escritores do Rio Grande do Sul. nov. 49-52. Falência. Sagra: DC Luzzatto. prefácio de Luiz A. Obras: Guia do Advogado: 87 Modelos de Petições Cíveis. em Revista da Faculdade de Direito Ritter dos Reis.

Alemanha. Garça Torta. 1992 . X Salão Carioca de Artes. Rio de Janeiro-RJ. em Maceió. em 1989. esta última uma individual. 1994 . Galeria IBEU. Casa da Arte. publicado em homenagem ao centenário de Jorge de Lima. II Jornada da Cruzada Plástica. Integrante do M.I Mostra Meliá de Artes Plásticas. Miguel Joaquim de (?) Deputado geral na legislatura 1857-60 ARAÚJO.1989: Pequenos Formatos. Inspetor Geral de Ensino do Estado do Rio de Janeiro. Mendonça de (?) Obra: Álbum de Recortes. professor da Escola Normal e do Liceu Nilo Peçanha. 1993 . ARAÚJO. Galeria Karandash. pela Coligação PFL-PDC-PDS na legislatura 87-90. da UFAL. Obras: Metodologia das Ciências Físicas e Naturais e Cartilha de Alfabetização de Adultos. ambos em Niterói. Ramalho. São Paulo (SP). ARAÚJO. individual.Os 9 os 90. 1987: Exposição Novos-Novos. editado. Pesquisa Matéria/Forma. 1985: VII Salão Nacional de Artes Plásticas do Rio de Janeiro Ingá/85. Instituto Brasil Estados Unidos. no Museu de Arte Moderna (MAM) com os cursos de Pesquisa Matéria e Forma e o de Escultura/Objetos. Galeria Sebrae. 1995 . .Long Time. 1998 . É um dos artistas divulgados no livro Arte Contemporânea das Alagoas. Brasília. Pinacoteca da IHGA. Maceió. Maceió. XI Salão Carioca de Arte. em Niterói (RJ). finalmente.88 Francisco Reinaldo Amorim de Barros publicou: Trapiches. Museu Théo Brandão. Europaischen. ARAÚJO. Secretário de Planejamento no segundo governo Ronaldo Lessa. Maceió. Galeria de Arte do IBEU. no Rio de Janeiro (RJ). Boletim FUNTED. Niterói. no Rio de Janeiro. Ingá/ 1977-87. FF 32. Galera Karandash. Rio de Janeiro.On The Ground. 1961. ARAÚJO. Nenoí Pinto (AL ?) Deputado estadual. Maceió. Galeria do Centro Empresarial.Galeria Sebrae. Poesias. Maceió. Filho de Francisco Xavier de Araújo e Maria Messias de Farias Costa de Araújo.RJ. estudou Desenho e Criatividade. do Departamento de Administração e Planejamento Educacional. Maceió. com Eileen Cunha. Hotel Meliá. Salvador (BA). ARAÚJO.. Moisés Xavier de (Cajueiro AL 13/3/1909 . II Salão Baiano de Artes Plásticas. Inácio. Niterói (RJ). Maceió. Museu de Arte Moderna.Mudança de Estado. Seus estudos para formação artística começaram na Bahia (1980-81). ainda. 1999 . Maceió. Palácio do Ingá. Rio de Janeiro (RJ) individual. Ed. DF. Bacharel e licenciatura em Pedagogia pela UFRJ. ainda no mesmo MAM e Oficina de Escultura do Museu do Ingá. em Maceió. 1996 . Piaçabugos. 1983: Em Torno da Forma e do Volume. Também está entre os artistas divulgados no livro Arte Alagoas II. Ingá/Oficinas. com Jadir Freire. 1989: Galeria Karandash-Arte Contemporânea. Maceió. de Escultura/Objeto no MAM/RJ. pedagoga. Fez curso.Niterói. 1991 . Mestre em Educação pela PUC-RJ. Rio de Janeiro (RJ). aulas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. tendo como curadores Lula Nogueira e Tânia Pedrosa.Piaçabugos. Escultura e Gravura do Ingá. São Paulo-SP. T. Galeria Cândido Portinari/UERJ. Maceió. Rio de Janeiro (RJ). professor. 1986: IX Salão Nacional de Artes Plásticas do Rio de Janeiro.Instalações Turísticas. Contos e Crônicas. Aracajú. Rio de Janeiro-RJ.RJ. Salvador (BA) artista convidada. E. na Galeria Art & Design. RG Oficina de Arte. Deputado estadual pelo PDS na legislatura 1983-86. Individuais: 1986: Galeria do Centro Empresarial-Rio. 1997 . no Museu Théo Brandão. Itaugaleria. Martha Roberta dos Santos (Maceió AL 1943) Pintora. Luiz Gonzaga de Almeida (?) Deputado estadual na legislatura 1891-92.Com o trabalho Dispositivo Para Observar o Horizonte participou da exposição Olhar Alagoas. Coletivas: 1982: Desenho. Márcio Pinto de (AL ?) Secretário de estado. Fundação Armando Álvares Penteado. Patentamt. sob a coordenação de Romeu de Mello-Loureiro. (S). Rio de Janeiro.Rio de Janeiro RJ 19/6/1995) Médico. secretário de Estado. Na eleição de 1990 ficou como .Galeria de Arte do Espaço Cultural Sérgio Porto. onde seus desenhos foram premiados. e continuaram em São Paulo (1981) e. 1993 . Museu do Estado. pela cerâmica. como também individual na Itaugaleria. Arte Brasil Heule. Alvarengas e Barracas. ARAÚJO. Em 1982.Departamento de Métodos e Técnicas do Ensino. na Pinacoteca Universitária. Museu Histórico do Estado do Rio de Janeiro . Munchen (Munique). escultora. 1988: III Jornada da Cruzada Plástica. Museu Hisatórico do Rio de Janeiro. Galeria J. individual.

Impulsionou o movimento de arte dramática em Maceió. em 3 de Junho de 1925. 86-88. 16. no Teatro Deodoro. 129139. da Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro (APPERJ). Maceió. Francisco Igreja. Tavares Bastos. Obras e Recursos Naturais no segundo governo Divaldo Suruagy. 1931. no 50º aniversário de morte de Tavares Bastos.Orlando Araújo. Tavares Bastos. n. Por Ocasião da Posse Como Sócio Efetivo. Oséas (AL 10/9/1933) Poeta. anos 1948-1950. As Razões das Vesperais. in Tavares Bastos Visto por Alagoanos. Livaria Machado. Orlando Araújo. 17-24. p. p. v. anos 1940-41. p. ano 62. 1991. Revista do IHGA. 1952. 1927. Riquezas Mineralógicas de Alagoas. v. Em 2001. p. Obras: O Livro da Academia Alagoana de Letras. pelo Partido Republicano de Alagoas (PRA). Revista do IAGA. p. em suas pgs.ABC das Alagoas 89 suplente. p. anos 1936-37. tendo em 2002 ocupado o cargo de presidente da instituição.25. v. Obras: O Retrato de Regina: Poesias. jan. Participou dos projetos: Poesia na Praça e do Primeiro Ciclo de Leitura de Poesias. Discurso Proferido pelo Dr. 1916. 45. Fundador da Associação Profissional de Poetas do Estado do Rio de Janeiro. Secretário de Transportes. Traça Biografia do Marechal Deodoro. v.APPERJ. v. Discurso Pronunciado pelo Ilustre Dr. fundando em 1902 a Sociedade Dramática Teatral Dias Cabral. Discurso do Dr. v. p. Maceió. Revista do IHGA. por Ocasião das Homenagens Prestadas a D. Discurso Proferido na Sessão de 2 de Julho de 1942. comerciário. Revista do IHGA. ARAÚJO. Maceió. v. Adelmo Machado. 102109. 2. 113-115. Maceió. 21. Assembléia Legislativa Estadual. Revista do IHGA. ano 59. Discurso Proferido Pelo Dr. Discurso do Dr. Membro do Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leone. Presidente de Instituto Histórico de Alagoas e da Academia Alagoana de Letras. Saudação a D. Revista IHGA. comerciante. ano 1942. O 13 de Maio. Ano 1947. motorista autônomo. Discurso do Consócio Dr. anos 1948-1950. tendo sido o primeiro ocupante da cadeira 9. Revista do IHGA. v. p. Maceió. Imprensa Oficial. 1975. Em 2003. Orlando Valeriano de Araújo na Sessão Solene de 2 de Dezembro de 1941. 105 a 134 publicou palestra na AAL. Tip. Revista do IHGA. Revista do IHGA. XX. 3-13. n. Eleito deputado federal em 1934. Revista do IHGA. 22. Revista do IHGA. Membro do IHGA (empossado em 14/7/1914). membro do Conselho de Administração da CEAL. v. Mário Villas Boas. p. pág 61-66. s/d. Orlando Valeriano de (Maceió ou Alagoas (AAL) AL 22/11/1882 ./mar/1916. 200-228. anos 1940-41. p. [IGASA]. Fez parte da Comissão de Finanças e Orçamento. chefe de gabinete do presidente da CASAL. 103-112. anos 1948-1950. p. Orlando Araújo na Sessão Comemorativa do 1º Centenário de Floriano Peixoto. Revista do IHGA. 1949. Filho de Tibúrcio Valeriano de Araújo e Constância Carolina de Araújo. interventor interino. ano 61. Rosalvo Ribeiro. 58-61. da qual também foi presidente. Foi prefeito de Maceió de 11/1/1933 a 13 de setembro do mesmo ano. Revista do IAGA. XX. publicado no Rio .Contribuição Para a História de Alagoas. secretario de estado. 120-130. Homenagem a D. Foi Secretário do Interior e Justiça no governo Freitas Melro. s/d.18. anos 1936-37. do qual foi o 7º presidente e assíduo colaborador na revista. na Sessão Solene do Instituto.VIII. 19. v.. além de Interventor interino. João de Oliveira Melo. advogado. p. Representou o PRA no lançamento da candidatura de José Américo de Almeida à presidência da República. 38-43. Maceió. Orlando Araújo.26.Maceió AL 8/9/1953) Deputado federal. na interventoria de Afonso Carvalho. Maceió. Maceió. Orlando Araújo na Câmara dos Deputados e Inserto na Revista por Deliberação do Instituto. na Academia Alagoana de Letras. Dirigiu o Diário Oficial e a Secretaria do Tribunal Superior do Estado. coordenação de Moacir Medeiros de Sant’Ana. Revista IAGA. Membro-fundador da AAL. Rio de Janeiro. em 15 de Agosto de 1948. 1952.13. 1952. 1932. v. ainda Procurador Fiscal do Ministério da Fazenda. v. VI. Publicou-se: Tavares Bastos. Revista do IHGA. feita em 3/12/1925. Maceió. Discurso Pronunciado pelo Dr. v.26. v. Barbosa Júnior e Guedes Lins. Maceió. Revista IAGA. ano 56. Adelmo Machado. Correio da Cidade (Maringá. a 1º de Maio de 1939. Colaboração jornais: O Estudo. p. Maceió. 1926. 1. e da Fazenda no de Ismar de Góis Monteiro. 85-90. anos 1938-1939. abr/jun/1915. permanecendo na Câmara Federal até 9/11/1937. p. v. anos 1938-1939. v. ARAÚJO. 1935. Orlando Araújo no Dia 15 de Agosto. PR) e no Jornal de MaringḠalém de em diversos números dos Cadernos de Poesia Oficina. p. Liv. p. 19. 149-175. Membro da Comissão Executiva do Partido Nacional de Alagoas. 26. Vilas Boas. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade do Recife (1908). 11.50 . 21. Revista do IHGA. Discurso do Dr. Foi. 131-133. Zacarias de Azevedo. Depoimento. Maceió. Discurso Pronunciado pelo Dr. 52-59. sendo escolhido como patrono da cadeira 24. p. v. ano 62. Secretário de Trabalho e Ação Social do Governo Manoel Gomes de Barros (1997-98). Orlando Araújo na Recepção do Dr. 17-38. Orlando Araújo na Sessão de Recepção dos Sócios Drs. ano 54.

advogado. jornalista. ainda. Vera Lúcia Barbosa de (Maceió AL 23/1/1944) Pintora. quando da criação. pelo PSP. Entre 1924 e 1925 exerceu as funções de Oficial de Gabinete do Governador Costa Rego. Iniciou-se no jornalismo ainda em Maceió. ARAÚJO. p.Maceió ? AL. No Rio. Em 1992. Pedro Onofre veja ONOFRE. ARAÚJO. Graf. Severino Pinto de (AL ?) Obras: Íntimos Sonetos. Tip. advogado. Ivânia Brêda e Terezinha Wanderley. em Santos (SP). 49 publica o seu elogio. para onde mudou-se em 1921. Jovino Xavier de Araújo. teve aulas com Lívia Góes. Na eleição de 1947. Formado do Direito pelo Faculdade de São Paulo. em substituição a Ladislau de Souza Mello Neto. 38-40. Versos à Revolução de 31 de Março. O número IX. Senador estadual nas legislaturas 1891-92. já em Maceió. professor. Membro do Diretório da UDN no Distrito Federal. ARAÚJO.Rio de Janeiro RJ 28/7/1983) Deputado Federal pelo Distrito Federal. Professor de Direito Público Constitucional no curso de doutorado da Faculdade de Direito da UFRJ. quando continuou como suplente. no Império. ARAÚJO. São Pedro. Revista do IAGA. Fez seus estudos primários em Viçosa. o mesmo ocorrendo na eleição de 1954. Por seus dons oratórios. Nomeado. pela UDN. n. Retorna ao Rio onde foi Consultor Jurídico da Prefeitura do Distrito Federal. Fez o curso secundário em Maceió. ARAÚJO. antes da abertura da Constituinte. Maceio. Foi. presidente do Centro Alagoano. Comercial. Crônica da Província. 6 vl. em 1945. Sócio benemérito da ABI. nas eleições de 1958. no estabelecimento de seu irmão. feito por Eutíquio Gama. em Alagoas. sem êxito. 1879. Prof. ainda. Foi candidato. Deputado provincial pelo Partido Conservador nas legislaturas 1870-71 . 1969 ARAÚJO. Vera Lúcia dos Santos (Maceió AL 4/5/1945) Pintora.. R. Um dos fundadores do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro Colaborou no Correio da Manhã e no Diário de Notícias. Comercial. os jornais da época o apelidaram de “O Canário Alagoano “.eleito pelo 1º Distrito -. Deputado estadual na legislatura 1891-92. agora pelo PL. a 19/11/1889. Curso de pintura no ateliê de Rosivaldo Lemos. que renunciou a 8/11/1890. Freqüentou os cursos de línguas da S. Apêndice à Compilação das Leis Provincias das Alagoas. presidente provisório. Instrutora Viçosense. candidatou-se a Vereador. senador estadual. No pleito de 1950. 1874. 1966. Realizou exposição individual no Banco do Brasil. Recebeu orientações sobre pintura no ateliê Guiomar Fagundes. a Deputado Federal. v. Gráfica São Pedro. 74-75. Tibúrcio Valeriano de (Alagoas AL 11/8/1832 . Maceió . 1870/71/72. Filho de Francisco Xavier de Araújo e Maria Messias de Farias Costa de Araújo. ARAÚJO. Capela AL 10/2/1906 . Pedro . Bacharel pela Faculdade de Direito da Universidade do Brasil. Maceió. Participou de coletivas no Banco do Brasil e na Galeria Karandash (1990). pág. Diretor deste Departamento e Coordenador de Desapropriações. Obras: Compilação das Leis Provinciais das Alagoas por Olympio Euzébio de Arroxelas Galvão e Tiburcio Valeriano de Araújo. no Estado das Alagoas. Rodrigo Corrêa de (São Miguel dos Campos AL .90 Francisco Reinaldo Amorim de Barros de Janeiro. porém ficou como suplente. magistrado. Sócio do IHGA em 1919. dez. 11. De 1835 a 1872 por Olimpio Euzébio de Arroxelas Galvão e Tiburcio Valeriano de Araújo. inclusive A Notícia e o Diário de Noticias. Diretor da Secretaria de Governo.II.Rio de Janeiro 1893) Deputado federal. com a família. Repertório Tomo VII. Tip. entre agosto a outubro de 1956 e entre junho de 1958 a janeiro de 1959.18/10/1918) Deputado provincial. assume o cargo no dia 21 do mesmo mês. no Colégio São João e no Colégio 15 de Março. Inspetor do Contencioso. Sebastião Barbosa de dito Betinho (?) Deputado estadual na legislatura 1963-67. Deputado federal de junho de 1892 a dezembro de 1893. Participou de coletivas: Agência . tendo assumido a cadeira na Câmara Federal. Fundou e dirigiu a Revista Municipal e o diário A Tarde. foi redator de vários jornais. presidente interino. em Santos. Curso de humanidades no Liceu Alagoano. 72-73. foi candidato. Maceió. tendo antes sido Auxiliar da Procuradoria. 93-94 e 95-96. ARAÚJO. Aos dois anos de idade passou a viver. dirigido por Povina Cavalcanti. Pedro Xavier D’ (Gameleira.

SERGASA. Licenciado em História pela UFAL. ARAVEL. Vera Lúcia .17.236. entrando em quatro municípios do litoral sul de PE. Branquinha Messias e São José da . Posteriormente. em 2004 passa a ser Secretário Executivo de Defesa e Proteção das Minorias (SEDEM). v.ABC das Alagoas Banespa. EDUFAL.. Zumbi dos Palmares in Tempo e Presença. criado pelo Decreto Federal no. de 1983 a 1991. ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente. org. por sua Superintendência Estadual.especificamente: manter a integridade do habitat e preservar a população do peixe-boi marinho (Trichechus manatus). São Luiz do Quitunde. set/out. com Luiz Sávio de Almeida e Otávio Cabral Filho. Barra de Santo Antônio. os municípios de Maceió. Em 2001. 1995. Parte da sua infância foi no Colégio Interno Juvenópolis. O Decreto no. o que garante manterse inalteradas suas condições naturais. de 14/10/1954. O Jornal. ordenar o turismo ecológico. cientifico e cultural e demais atividades compatíveis com a conservação ambiental. Maceió. José. Passo de Camaragibe. situados ao longo das desembocaduras dos rios. dentro dos critérios estabelecidos pelo Código Florestal. teria circulado em Palmeira dos Índios. Dirigiu. Zezito (São Luiz do Quitunde AL 6/5/1952) Secretário de estado. Correa de Araújo. e. Ibategura. ocupando uma área de 55.444. Joaquim Gomes. e o mapeamento das comunidades remanescentes dos quilombos. 1985. cresce de importância por se tratar de uma das poucas áreas nacionais mantidas com cobertura florestal. ARAÚJO FILHO. incentivando as manifestações culturais e contribuindo para o resgate da diversidade cultural regional” ÀREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE MURICI Abrange municípios da zona norte do estado: Colônia Leopoldina. Seu objetivo é “garantir a conservação dos recifes coralígenos e de arenito. 1996. instituição da qual é professor. com uma significativa amostragem remanescente do ecossistema mata Atlântica. entidade responsável pelo reconhecimento da Serra do Barriga como patrimônio histórico nacional. A reserva localiza-se em tabuleiros costeiros de origem sedimentar. ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE – APP (RESERVA DO IBAMA/MACEIÓ) Conhecida originalmente por Horto Florestal. ARAÚJO. São Miguel dos Milagres..43 ha. 36. na área doada pelo governo do Estado. em Maceió. Roselma (AL) Obra: Retratos. Santos-SP (1995). no âmbito do perímetro urbano. proteger os manguezais em toda sua extensão. José Pedro da veja PEDRO. por fim. Vera Lúcia Romariz Correia de veja ROMARIZ. Porte de Pedras. Serra da Barriga: Exposição de Motivos Para o Tombamento. da qual foi presidente entre 1980-85. Japaratinga e Maragogi. JOSÉ JOAQUIM de Araújo Filho ARAUTO. englobando sua flora e fauna. ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA COSTA DOS CORAIS Criada pelo Decreto de 23/10/1997. Obras: O Negro na Construção do Carnaval no Nordeste.. pelo disposto no Decreto n. n 283. de 3/9/1963. Novo Lino. 52. União dos Palmares. é a maior unidade federal de conservação marinha do país. ARCANJO. 91 ARAÚJO. Foi superintendente do Serviço de Promoção e Bem-Estar Social (SOPROBEM). com sua flora e fauna. Circunscrição do Serviço Militar. p 11-13. passou a integrar o patrimônio do Departamento de Recursos Naturais do Ministério da Agricultura. embora reduzida. 1709. José Joaquim de veja. professor. Um dos fundadores da Associação Cultural Zumbi. de 20/11/1995. Maceió. pertencente ao patrimônio de domínio público sob jurisdição federal administrada e preservada há mais de 40 anos.que. Filho de Raul Vital de Araújo e Gercina da Conceição. Paripueira. nomeado Secretário Extraordinário de Projetos Especiais (SEPES) que. Segundo Ivan Barros. 1963. o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) da UFAL. devidamente regularizada sob o ponto de vista fundiário. Maceió. formaliza sua situação como área de preservação permanente. “Abrange a faixa costeira norte do estado. “era conduzido pelo antigo Serviço Florestal do Ministério da Agricultura. depois foi incorporada ao Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal e.

421. de 21/6/1983. aves migratórias e a fixação de dunas..onde se encontra o ponto culminante do estado -. além de moluscos. como. por caracterizar como área de ocorrências da espécies em suas rotas migratórias “. Entre os colaboradores constantes: Virgílio Guedes. “No que se refere à fisionomia vegetal. Literária. do Porto Velho e da Bananeira. Lima Júnior. quando concorre pelo PSP. O Jornal. respeitando-se. Cartola. de Barros Teixeira veja TEIXEIRA. Antônio Arecipo de Barros. da Barcaça. onde há interesse público para a proteção ambiental sob o controle do IBAMA. de 14/3/1997. artística e educativa.92 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Lage. Em seu relevo destacam-se as serras: Caiçara. impresso em Maceió. caracterizadas pelas culturas de subsistência. A sua decretação como APA não implica desapropriação e custo para a União. Antônio . Sanelva Soares. Menezes Júnior. chegando a atingir 30 metros”. verifica-se uma diversidade. resguardando condições de reprodução de flora e fauna nativa. Órgão dos “Luzias” (Liberais). móveis. os estudos relacionados limnícolas. o número inicial é de 7/9/1850. Teve curta duração. além de áreas antropizadas. Redatores: Paulino Santiago. o uso dessas áreas é ordenado pelo órgão gestor de acordo com diretrizes pré-estabelecidas”. além da delta do rio São Francisco. em 1836. a 9/9/1851. José Avelino da Silva. na legislatura 1951-54.. com a ocorrência de trechos remanescentes das florestas de restingas. tornando compatível a ocupação antrópica com o desenvolvimento harmônico da região. as áreas de praia. pelo PST e na eleição de 1954. um complemento de O Provinciano. Carlos Abreu.a fim de assegurar o bem estar da população. dunas fixadas e a floresta perenifólia de restinga . conservando as condições ecológicas locais. ARGOS Revista. ficando em uma suplência. “sua finalidade é proteger o entorno da Estação Ecológica da Praia do Peba. “Marcada pela presença de dunas.Gomes Ferreira (?) Deputado estadual na legislatura 1947-50. em certo sentido. Dirigida por Nunes Leal e secretariada por Fernandes Tavares. ARECIPO. vegetação pioneira sob influência marinha. ARGOS ALAGOANO Jornal. Francisco. Era. fluvial.localizado por Moacir Medeiros de Santana no Arquivo Público de Pernambuco.100 ha. é de 22/1/1852. Batinga. ficando definida como zona de vida silvestre (ZVS) inserida na APA. Nac. O seu número 12 . das Águas Belas. e Fernando de Mendonça. sendo publicado em formato in-oitavo na Tipografia de Joaquim José de Araújo Lima Rocha. palustre e flúviopalustre. artrópodes.UFAL. o direito da propriedade particular. que ocupam uma extensa faixa desde a foz do rio São Francisco até o povoado do Peba.. ARLEQUIM. pela UDN. flúviomarinha. Entretanto. anfíbios e mamíferos. o número de 22/1/1852. 1995 (monografia). Cavaleiro das Guaribas . assim. áreas de pecaria extensiva e plantios de arroz” Com relação aos recursos hídricos. por exemplo. onde se destaca a como ponto de alimentação e desova de tartarugas marinhas. Roberto Sarmento Lima. pré-dunas. “Constituindo um ecossistema costeiro de grande importância. ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE PIAÇABUÇU/ESTAÇÃO ECOLÓGICA DA PRAIA DO PEBA Criada pelo Decreto 88. o que revela a irregularidade de sua publicação. Revisão Gramatical: Prof.. Foram impressos os dois primeiros números e o terceiro só iria ser impresso um ano depois. com o objetivo de preservar as características ambientais e o ordenamento do uso do solo de uma área de 116. da Baroa e Pixaim ARECIPO. manchas com fisionomia de cerrado e caatinga. em sua versão humorística. é drenada pela várzea do rio Marituba e pelos riachos Mandi. do Ouro. do jornal O Tempo. ARLINDO. . dispostas em cordões paralelos com altitudes variadas.. microf. do Sapo.. Com uma área estimada de 8600ha. Maceió. Trata-se de uma unidade de conservação de uso direto. Correia Júnior.. na Tipografia de João Simplício da Silva Maia. dunas. Surge em Maceió. Leonardo Stéfano Ferreira Diegues de (AL ?) Obra: O Conservatório Brasileiro de Música Departamento de Alagoas: Seu Processo de Encerramento. já agora na Tipografia Liberal. extensos coqueirais. “com o objetivo de assegurar a proteção de quelônios marinhos. apresenta uma diversidade e condições favoráveis à pesquisa. Instituída pela Lei 5907. tendo sido publicados somente oito números. Bibl. Alves de Farias. Publicada a partir de setembro de 1910 em Maceió.

jul. A Eucaristia e as Crianças: Irene Garrido. 33-45. Lei de Criação e Regimento Interno n. 1. ARQUIVOS DE PATOLOGIA Revista. A Eucaristia e a Verdade: Breno Rocha Acioli. 66-75. 2o. 45-59. Lei n.12. em certo período abandonou a política dedicando-se à magistratura. . 104-114. de 1972. ARQUIVO DA SOCIEDADE DE MEDICINA DE ALAGOAS Abelardo Duarte foi um dos seus fundadores. A Eucaristia e as Belas Artes: Carlos Garrido. Secretaria. discorre sobre a necessidade da criação do arquivo público. Maceió. O Coração Eucarístico de Jesus e o Coração do Padre: Cônego Luís Barbosa. do qual a Biblioteca seria um componente. Em 1934 o Arquivo Público já tem dotação orçamentária própria. 2 428 de 30. o Pão da Paz: Dr. Revista do Arquivo Público de Alagoas. administrativo e histórico”. A Comunhão Freqüente: Heloísa de França Melo. Maceió. somente. desdobrando-se este serviço nas seções de Documentação Administrativa e Histórica. reabre a Biblioteca . 48. tendo assinado como voto vencido./jul. O Decreto 1. só foi publicado em fevereiro de 1975. 69-72.Cavalcante. ARQUIDIOCESE DE MACEIÓ Publicou: Primeira Semana Eucharística Parochial. com esta data. p. p. jan. p. parece que. 10-22.004. Serviço de Documentação e Divulgação. é titular em 1876-77. n. O Santo Sacrifício da Missa . 1. Exerceu o cargo de Juiz de Direito em várias comarcas. semestralmente. a implantação de um arquivo público. p. A Eucaristia e o Lar: Isabel Marsíglia. em 22/9/1931. p. Ezechias da Rocha. logo substituído por Tasso de Oliveira Tinoco. 157-175. com a finalidade precípua. 1004 de 27. Deputado geral nas legislaturas 1838-41. 2. em sua Fala à Assembléia. hemeroteca. I962. 7-9.215. 50-52. e cria o Arquivo Público. em Maceió. 1. p. pelo Decreto 1. estando incluídas nesta última: fototeca.586 recria a Biblioteca e o Arquivo do Estado. então Secretário de Educação e Cultura no governo Luís Cavalcante. 132-138. Os Discípulos de Emaús: padre Sizenando Silva. A Eucaristia na História da Igreja: Mário Lins Broad. Falcão em seu O Periodismo Médico em Alagoas informa ser de difícil localização. p. 198-205 e A Eucaristia. A Eucaristia e o Brasil: padre Luís de Medeiros Neto. 115-125.61./jun. 139-156. n. 126-131. a legislação que criou a Secretaria de Governo.Centro da Vida Cristã: padre Teófanes de Barros. sendo um dos deputados integrantes da comissão que emitiu parecer sobre a mudança. Publicada. biblioteca e mapoteca Publicou-se: Decreto n. A Eucaristia e a Ação Católica: Dr. Imprensa Oficial. p. Porém. toda a documentação da antiga Secretaria de Governo da Província.que estava fechada desde 1925 -. que culminaram com a transferência da capital para Maceió. p. Publicação do Arquivo Público de Alagoas.552. Plano de Pastoral e Informativo 1977/78. até então. de 24 a 31 de Outubro de 1937. o interventor Luiz de França Albuquerque. p. 60-65. Maceió. A Eucaristia e a Realeza Social de Cristo: padre Antônio Monteiro. pela Faculdade de Medicina da UFAL. é aprovada a Lei 2. Maceió. Finalmente. 94-103. p. na qual fica criado o Arquivo Público de Alagoas. pelo esforço de Deraldo Campos. previa em seu art. porém nunca reunira. magistrado. ARQUIVO PÚBLICO DE ALAGOAS Em 1839. na Igreja Matriz de Jaraguá. Publicado pela Sociedade de Medicina de Alagoas. p.428. Matheus Casado de Araújo Lima (Santa Luzia do Norte . Suplente de deputado provincial na legislatura 1838-39. A Eucaristia e a Vida Sobrenatural: padre João Berchmans de Oliveira. A Imprensa Oficial em Alagoas. por seu Departamento de Semiologia. O presidente Antônio Manoel de Campos Melo. tendo falecido como Desembargador do Tribunal de Relação da Província. 1973. p.ABC das Alagoas 93 ARNAUD. Editados: Jan. Imprensa Universitária. 78-93. Adversário de Sinimbu. em 1843. A Eucaristia e a Jovem Cristã do Século XX: Anete de M. inclusive na capital. Tomou parte nos acontecimentos de 1839. 197-. O Regimento Interno da instituição foi aprovado pelo Decreto 1. Possui em sua organização: Diretoria-técnica./dez de 1972. 2º de “preservar os documentos de valor legal. 72-75. Redator . p. A Eucaristia e as Missões: Maria Pedrosa Vieira.62. Lima Júnior. p. 1962. 3º. p 76-77. 53-56.. É composta por: Alocução Inaugural: padre Antônio Monteiro (vigário da Paróquia). Moacir Medeiros de Santana é nomeado seu DiretorTécnico. embora. Seu primeiro diretor foi Luiz da França Cerqueira. A Eucaristia e as Classes Operárias: José Rossiter Corrêa.1. p. Instalado na Praça Pedro II. v. no Sobrado do Barão de Jaraguá. de 27/1/1962. em verdade. 1937. 23-31. 176-197. v. expressa em seu art.Rio Largo AL) Deputado provincial e geral. Deus é Bom e Terno na Eucaristia: Domingos Correia. p. 206. sem numeração e. p. 2-3.

1991: VIII Salão de Arte da Mulher Alagoana. Cristovão de Mendonça (São Paulo) Sertanista. sob a coordenação de Romeu de Mello-Loureiro. em 1963. Direção de Leopoldo Brazileiro e Misael Moreira. como governador dos paulistas da guarnição dos Palmares.Escultura.Escultura. Coordenadora do Projeto Alagoas.. de agosto de 1876. 2 de 31/10/1900. Nac.Maceió AL 13/2/1958) Prefeito de Maceió. ano I n.Grande Coletiva -SESC. 1995: Banco do Brasil .. de Carvalho. Presente ! in Arte Popular de Alagoas. 1972. em especial de murais. José Chevalier. Nac. “Político. pois a Segunda Guerra Mundial fazia com que rareassem o material de construção e o transporte dos produtos. de propriedade de Amintas & Soares. surge em Maceió a 7/5/1876. Marta Lúcia de . . ARREBOL Semanário. O último número publicado foi em 15/9/1889. O Jornal. Corpo Redatorial: Ranulpho Goulart.94 Francisco Reinaldo Amorim de Barros principal: Roland Simon. 75. “Órgão da classe artística alagoana”. Presente !. Foi um período conturbado. com o qual estimula o surgimento de vocações na área das artes plásticas.microf. 1990: VII Salão de Arte da Mulher Alagoana. Jornal de Alagoas e Destaque nas Artes Plásticas . na Bibl. professor. 11. Surge em Maceió em setembro de 1889. 1988. da Exposição Arte de Alagoas. Galeria da Biblioteca da UFAL. ARTISTA. ARRUDA. RedatorGerente: Luiz Accioly. 1 do jornal de 25/8/1889. O Jornal. Trabalhou na Alfândega de Santos (SP).Belo Horizonte. Individuais: 1988: Pinacoteca da UFAL. I Mostra Meliá de Artes Plásticas. entre 17 e 30/9/2003. Publicação semanal. ocupou o cargo de 11/3/1941 a 6/4/1945. Bibl. no Rio de Janeiro. Impresso na tipografia Mercantil. Nomeado prefeito de Maceió. a partir de outubro de 1900. 12. ARTISTA. ARRAIAL DOS PALMARES Denominação antiga da atual cidade de Atalaia. ARREBOL. jan. Prêmio de Revelação em Artes Plásticas .RJ. representou aquele cabo de guerra no ajuste assinado a 3 de março com o governador de Pernambuco. também. Membro da Coordenação do Fórum Intermunicipal de Cultura Nacional. Fundamentalmente trabalha com ferro. n. no Salão Contemporâneo de Pernambuco. Museu do Clube Militar do Rio de Janeiro. Participou dos Campeonatos Alagoanos de 1955 e 56. 1991. Reformou o Teatro Deodoro. O Quinzenário. Secretario de Redação: Torquato Cabral. da coletiva Por Obra da Mulher. Participou. 1972 . Publicado em Maceió. Nac. 1994: A Arte Através do Aço. no governo do interventor Ismar de Góis Monteiro. Bibl. Tribuna de Alagoas. ARSENAL Clube de futebol. em 1989. 1. Casado com Rosa Monteiro Arroxelas era. por afinidade. Braço direito de Domingos Jorge Velho na destruição do Quilombo dos Palmares. É um dos artistas divulgados no livro Arte Contemporânea de Alagoas. maio de 1876 e n. Participou. entre outras obras.. na Associação Comercial. Coletivas: 1987: Categoria Novos Artistas. para o extermínio daqueles agrupamentos. Ano I. 1993: Reabertura do Teatro Sérgio Cardoso. sobrinho do Interventor. soldadora industrial. 1990: Centro de Cultura dos Trabalhadores. ARROXELAS. funcionário público. Bibl. Publicou: Projeto Alagoas. Estudos no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.MG. microfilmado. na Fundação Casa de Rui Barbosa. Com o mesmo nome. IHGB Ano I. Centenário do Poeta Jorge de Lima (Mostra Itinerante). n. sendo impresso na tipografia Social. Alferes Boaventura de Abreu. Craveiro Costa e José Avelino da Silva. substitui-o em 1704.. n. Pereira (Maceió AL 20/4/1958) Escultora. de Tânia Pedrosa. o mesmo proprietário e na mesma Matriz de Camaragibe existe. 1990. Chegou a sargento-mor e por morte de Domingos Jorge Velho. microf. Francisco Abdon (Maceió AL 30/7/1876 .dez. . Diretor. Nac. João da Cunha Souto Maior. de 7/7/1889. Juntamente com o carmelita Frei André da Anunciação. Dia do Artista Plástico. científico e literário”. redatores: Ivone Simon e Elmano S. ARRAIS. em Maceió. Publicado em Matriz de Camaragibe a partir de 16/4/1889. sendo seu diretor e proprietário Ivo Alves de Souza. p. 1995: Arte Alagoana .

Maceió. a sede da Assembléia Provincial e Casa da Tesouraria Provincial e da Mesa de Rendas Internas. Sessão de 15 de Abril a 15 de Junho de 1897. da Farmácia Alagoas. “o comendador José Martins Pereira de Alencastre mandou construir um jardim em torno do palacete. Ateliê Novo Mundo. valorizam o ambiente cinco telas monumentais a óleo de Chalita. Anais da Câmara dos Deputados. sob a presidência de José Bento da Cunha Figueiredo Júnior para comemorar o aniversário de D. dando equilíbrio ao conjunto. sob a orientação do arquiteto Pierre Chalita que lhe preservou as características originais. alegoria a Palmares. moral e recreativo”. Porto Calvo. Maceió. Existente em 2004 em Arapiraca. e somente naquele último ano passa a chamar-se Vila Viçosa. Tereza Maria Cristina. ASAS DA LIBERDADE Grupo Teatral. ASSEMBLÉENSE.I. 1ª Sessão Ordinária da 5ª Legislatura. ao assumir o governo do Estado. homenageada com destaque nos aspectos do seu folclore. Dr. Surgida em Viçosa em 30/6/1876. Maceió. Anais da Quinta Sessão Ordinária da Sexta Legislatura da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. “Periódico noticioso. no governo municipal do engenheiro civil José de Barros Wanderley de Mendonça que sujeitou a praça Pedro de Alcântara a um plano geral de embelezamento”. Maceió. Tip. Apresentou o Diretor do Asilo das Órfãs de Nossa Senhora do Bom Conselho de Bebedouro. Regimento Interno da Câmara dos Deputados de Alagoas. Relatório ao Ano de 1915. ASA veja ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA ARAPIRAQUENSE. a vila das Alagoas. 1ª Sessão Ordinária da 4ª Legislatura. 1895. Maceió. finalmente. embora não possa afirmar se seria o último publicado. a Lei 1 473. A secretaria-geral da ASPLANA informa que o último número que tem em seu arquivo é o de nov. Gabino Bezouro. O Publicação semanal. ao município de VIÇOSA. “A decoração interior não se harmoniza com a beleza sóbria do edifício. Novo Mundo. Alagoas. João Baptista Accioly Júnior. regularmente vazada. D’ A Cidade. Porém. sendo de 1867 a 1880 um dos melhores logradouros públicos. Sofreu restauração em 1974. Segundo Craveiro Costa. 1893. e. fundação de Maceió. de 17/9/1949 deu-lhe novamente o nome de Viçosa. A planta do prédio e a execução da mesma ficaram a cargo do engenheiro civil José Pedro de Azevedo Schramback. seu pequeno engenho a lembrar-lhe as origens. 1834. cuja primeira pedra foi lançada no dia 14/3/1850. 95 ASILO DAS ÓRFÃS DE NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO DE BEBEDOURO Publicou-se: Relatório Que ao Exmo. Esse jardim foi aumentado na administração do dr. O que se destaca na estrutura deste edifício do século XIX é sua volumetria em bloco. V. 1901. ASPLANA Boletim Técnico Informativo publicado pela Associação dos Plantadores de Cana. voltando. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ESTADUAL O edifício atual da Assembléia Legislativa era. de 1989./dez. atual município de Marechal Deodoro. Anais da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. no Ano de 1899. ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE DE 1891 Veja CONSTITUIÇÃO DE 1891. de início. Regimento Interno da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. 1897. 1ª Sessão Ordinária da 3ª Legislatura do Ano de 1895. em 1902 ao estado primitivo. inspiradas em assuntos históricos: fundação da vila de Penedo do São Francisco. Governador do Estado de Alagoas. Anais da Primeira Sessão Ordinária . Tip. o Comendador Firmo da Cunha Lopes. de 31/12/43.ABC das Alagoas ARUA ou ARUÁS Grupo indígena. relembrado pelas fortificações”. ASSEMBLÉA Denominação dada pelo Decreto 2 909. a Imperatriz do Brasil. Publicou-se: Ligeira Notícia da Elevação da Primeira Legislatura. Inaugurado em 1851. Continua a numeração de A Mocidade. no Ano de 1901. Tip. 1899. Entre 1831 e 1890 sua denominação era Vila Nova de Assembléia. 1901. entretanto. Anais da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. ARUARÊ ou ARUARES Grupo indígena. Atualmente é ocupado somente pela Assembléia Legislativa Estadual. Sr. impresso em tipografia própria. Maceió.

Maceió. Fernandes. Apresentado por Sua Diretoria à Assembléia Geral de 19 de Agosto de 1900. 29. 1966. 1ª Legislatura. diretor cultural: Carlito Lima. Publicou: Noturnos. ASSOCIAÇÃO ALAGOANA DE BENEFICÊNCIA Criada no Rio de Janeiro. Regimento Interno da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. Silva dito Chicão de Assis (São José da Laje AL 4/10/1937) Pintor. 1948 (crônicas). segundo seu estatuto: “representar .96 Francisco Reinaldo Amorim de Barros da Nona Legislatura da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. Tip. Anais da Segunda Sessão Ordinária da Sétima Legislatura da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. Presidente: Laurentino Veiga. no Ano de 1917. no Ano de 1925 (Organizados por Antenor Barbosa Reis.12. Consultor Jurídico: Romany Roland Cansanção Mota. Aprovado em Sessão de 7 de Junho de 1909. Moisés de (? AL) Obra: Traços Históricos de Uma Família. Antônio Rosendo de (Palmeira dos Índios AL 16/4/1919) Funcionário público. 2o. Segundo Moacir Medeiros de Sant’Ana já não mais existe o primeiro livro de atas dos oito primeiros anos iniciais. v. ASSIS. O Povoado “Sertãozinho” Seu Princípio. Citado por Ricardo Maia.ALMAGIS Fundada em 23/9/1958. 1901. da Empresa Gutenberg.. secretário: Benedito Tadeu de Araújo Silva. Maceió. 1916. 1/88. Rio de Janeiro. Relatório da Associação Alagoana de Beneficência. colaboração em periódicos. 1926. Vol V. ASSOCIAÇÃO ALAGOANA DE IMPRENSA (AAI) Criada em 13/6/1931. ASSOCIAÇÃO ALAGOANA DE MAGISTRADOS . Assembléia Legislativa Estadual. Em 1912 teria se transformado no CENTRO ALAGOANO. arquiteto. Conselho de Sindicância: presidente: Lílian Rose. Período de 11 de Julho a 21 de Dezembro de 1947. uma rádio CM Freq. Publicou-se: Relatório da Associação Alagoana de Beneficência. de Maria Alice & Júlio Louzada. bibliotecário: Manoel Moraes dos Santos e delegado litoral sul: Geraldo Cavalcante. Regimentos -Assembléia Estadual Constituinte do Estado de Alagoas. ASSIS. relações públicas: Luiz de Barros. Tip. 1899. Vice-presidente: Afrânio Godoi. Maceió. Relativo ao Ano Administrativo de 1989 a 1900. 1910. Oriental. 1907/09. Anais da 2ª Sessão Ordinária da 13ª Legislatura da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. com a denominação de ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DE ALAGOAS. Anais da Assembléia Legislativa Estadual. ASSIS. Na Biblioteca do IHGAL se encontram inúmeros Anais de diversas legislaturas. 1o. 1o. Apresentado por Sua Diretoria à Assembléia Geral de 20 de Agosto de 1899. Francisco de.membro: Paschoal Savastano. Montenegro. ASSOCIAÇÃO ALAGOANA DE FOLCLORE Fundada em 9/5/1919. Relativo ao Ano Administrativo de 1898-89. tesoureiro: Cícero Alexandre Costa. 1976. no Ano de 1907 e da 10ª Legislatura do ano de 1909. bem como em Artes Plásticas no Brasil. Anais da 1ª Sessão Ordinária e Sessão Extraordinária da 14ª Legislatura da Câmara dos Deputados do Estado de Alagoas. 1922. Rio de Janeiro. Tip. IGASA. no Ano de 1916. Imprensa Oficial. Tip. Maceió.0 KHZ. Tip. 1916.. 2o. presidente: Eliane de Aquino. Em 2004: Presidente de Honra: Nazário Pimentel. Alexandre Ribeiro. 2o. Conserva-se o relativo a 1939. 1910. a partir de 2 de março. na cidade de Arapiraca. Publicou-se: Estatutos. Maceió. ASSOCIAÇÃO A VOZ DO POVO A VOZ DE DEUS Mantém. Maceió. no Ano de 1904 e da 13ª Legislatura do Ano de 1915. Maceió. Diretor da Secretaria). diretor de pecúlio: Cremildo Oliveira. O Poder Legislativo no Brasil e em Alagoas: Sua Instituição. 1o. Publicou o Boletim Alagoano de Folclore. secretário: Armando Souto Filho.. 1989. diretor social: Romeu de Melo Loureiro. 1ª Sessão Ordinária. Maceió. Anais da 1ª Sessão Ordinária da 18ª Legislatura. tesoureiro: Iremar Marinho. Projeto de Resolução n. funcionário público. Jaraguá. Conselho Fiscal: presidente: Diógenes Tenório de Albuquerque Júnior. Imprensa Oficial. Finalidade.

Os outros diretores eram: José Virgínio Teixeira de Araújo. Conselheiros natos: Neyder Alcântara de Oliveira. Após cinco anos . vice-presidente. Vianna (tesoureiro). com a finalidade de defender os interesses dos comerciantes. secretária. Em 2002. Publicou-se: Estatutos. que aproveitou o ensejo para em nome da Associação libertar a escrava Benvida de 10 meses de idade. Maceió. Principalmente a do açúcar. assume sua atual denominação. Estatutariamente. tendo o ato inaugural de sua restauração se dado em 7 de outubro de 1999”. em São Miguel dos Campos. sendo diretores de mês: P. A Associação Comercial. Primeiro na residência do sócio fundador Félix Pereira de Souza e. Posteriormente. 1921. vicepresidente aposentados. Antônio Emanoel Dória Ferreira. Posteriormente. secretário e Francisco Vasconcelos Mendonça. Geraldo Tenório Silveira. Ana Raquel da Silva Gama. No dia 7 de setembro do mesmo ano. instala-se em Jaraguá. Maceió. C. ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE MACEIÓ. Nelma Torres Padilha. em sessão solene. Realizada no Dia 14 de Agosto de 1919. Maceió. Roldão Oliveira Neto. Fundada em 22/7/1866. 1917. Ivan Vasconcelos Brito Júnior. vice-presidente sócio-cultural. Orlando Soares Lima. Livraria Fonseca. Benedito Izidro da Silva. Maceió. vice-presidente. 2o. foi lançada a pedra fundamental do prédio que viria tornar-se sua sede definitiva. Em 27 de maio de 1923. (A Biblioteca Nacional possui o Relatório de 1920. secretário e Alfredo Paulino. vice-presidente. no Governo de José Fernandes de Barros Lima. apenas oito não eram exportadores de algodão. O açúcar encontrava-se na ocasião em segundo plano. publicado em Maceió. apresentado em Sessão de Assembléia Geral Ordinária. Nelma Torres Padilha e Otávio Leão Praxedes. fazem do prédio. antes de se fixar no edifício da Sá e Albuquerque. e Amoedo. E prossegue “Na sede da Sociedade Dramática Particular. . Publicou-se: A Associação Comercial de Maceió e o Governador de Alagoas. Estácio Luiz Gama de Lima. Relatório da Junta de Direção.presidente. vice-presidente administrativo. tesoureiro. “a história da centenária ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE MACEIÓ é a própria história do açúcar e do algodão em Alagoas. a obra foi concluída. realizada em 19 /4/1920. nos Anos de 1896/1901/1919/1920. no sobrado de outro sócio fundador. Ney Costa Alcântara de Oliveira e Ricardo Cavalcante Lima. conta ainda com o Conselho Deliberativo: Cícero Alves da Silva. Fortunato da Rocha e Silva. Maceió. Sóstenes Alex Costa de Andrade. sendo a Junta de Direção composta por : Pedro de Almeida (presidente). Segundo Moacir Medeiros de Sant’Ana. Relatório da Junta de Direção da Associação Comercial de Maceió. vice-presidente financeiro.. o mais autêntico exemplar do estilo neoclássico em Maceió. evocando as fachadas greco-romanas. Suas características arquitetônicas. Maceió. No seu interior há pinturas de Daniel Berard. na esquina do rua do Comércio com a rua do Livramento. Gráfica do Orfanato São Domingos. Apresentado em Sessão da Assembléia Geral Ordinária. reuniu-se um grande número de comerciantes com a finalidade de criar uma Associação Comercial em Maceió. uma rádio em CM Freq. 1o. Máximo Gomes da Silva. Relatório da Junta de Direção da Associação Comercial de Maceió.ABC das Alagoas 97 a classe dos magistrados alagoanos. O prédio foi restaurado. Casa Ramalho. tendo como presidente José Joaquim de Oliveira. ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOS MOTORISTAS DE ALAGOAS Fundada em 29/9/1940. Apresentado em Sessão da Assembléia Geral Ordinária. tesoureiro. Relatório da Diretoria da Associação Comercial de Maceió. ocorrendo sua inauguração no dia 16 de junho de 1928. secretário. Pedro Ivens Simões de França. Seraphim Costa (secretário). vice-presidente esporte-lazer e Danilo Gama Vieira da Silva. Publica o jornal A Voz do Magistrado e revista Letras Jurídicas. ocupou vários prédios. presidente. sua diretoria executiva: Fernando Tourinho de Omena Souza. ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE E CULTURAL COMUNITÁRIA DIOGENES ALMEIDA Mantém. Apresentado à Assembléia Geral realizada em 15/08/1922. presidente. publicado em 1966. com sede e foro em Maceió. vice-presidente de relações públicas. Realizada no Dia 18 de Agosto de 1921. promover e intensificar a aproximação. Primeira diretoria: Jonté Antônio Abrahão . Alexandre Lenine de Jesus Pereira. Manoel A. Valério José da Graça. que tem sempre se constituído no termômetro das finanças do nosso Estado”. objetivando o fortalecimento e o prestígio da justiça”. Vilella & Cia). para que esta goze do conceito e das regalias a que tem direito perante o público e os poderes constituídos”. 1943. a cooperação e a solidariedade entre seus associados. em especial daqueles que trabalhavam com açúcar e algodão. ocorreu a posse da diretoria. Paulo Zacarias da Silva. na nota introdutória do seu trabalho “UMA ASSOCIAÇÃO CENTENÁRIA”. Dos 28 sócios fundadores. 28. Francisco de Vasconcelos (vice-presidente). Finalidade: “manter o espírito de solidariedade de classe. depois.5 Khz. 1919.

Litografia Menezes. 1933. Tip. 1936. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE JACARÉ DOS HOMENS -ACJH Mantém. uma CM Freq. 28. uma CM Freq.0 Khz. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES. em Cajueiro. uma CM freq. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES DO BAIRRO CENTRO Mantém. 29. 20. em Barra de Santa Antônio. Tip. Indicador Profissional de Maceió. Pap. Maceió. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA E CULTURAL DE BARRA DE SANTO ANTÔNIO Mantém. em Jacaré dos Homens. Idealizado por Juarez Botelho de Azevedo.98 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Casa Ramalho.5 KHZ.0 KHZ. 28.5 ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA CAPELENSE DE ARTESÃOS Fundada em Capela. em Girau do Ponciano. 28. uma rádio CM Freq. 20. Menezes. 1922. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA CAJUEIRO Mantém. em Porto Calvo. 28. 28. Maceió.5 KHZ. ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE PENEDO Fundada em 16 de dezembro de 1872. em Traipu. Realizada em 30 de Setembro de 1936.5 Khz. em Maceió. A Miscelânea. 1967. reúne artesãos de tapetes arraiolos. Discurso Pronunciado pelo Deputado Antônio Machado. Imprensa Universitária de Pernambuco. da Casa Menezes. da Casa Menezes. Maceió. pág. Maceió. 1949.5 Khz. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA E CULTURAL AMIGOS DE TAQUARANA Mantém. uma OM Freq. ASOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES DO POVOADO TABULEIRO Mantém. uma CM Freq. na cidade de Capela. Execução de Francisco Ferreira de Almeida. Relatório da Junta de Direção Apresentado à Assembléia Geral Ordinária. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE APOIO E DESENVOLVIMENTO CULTURAL DE TRAIPU Mantém. Estatutos Aprovados em Sessão da Assembléia Geral Ordinária Realizada em 9 de Fevereiro de 1933.0 KHZ. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE COMUNICAÇÃO E CULTURA DE ATALAIA Mantém. em Olho d’Água das Flores.0 Khz. 1933. in Arte Popular de Alagoas. uma CM Freq. uma CM Freq. Associação Comercial de Maceió. uma CM Freq. Relatório Referente ao Exercício de 1948/49. . ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA A VOZ DE BEBEDOURO Mantém. Maceió. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE MORADORES DA BOA VISTA Mantém. em Boca da Mata. uma CM Freq. Maceió.0 Khz. (coordenação do jornalista Floriano Ivo). 29. 20. Tip. Alagoas na Economia do Brasil. 28.0 KHZ. em Taquarana. ao Ser Proclamada a Sua Reeleição ao Cargo de Presidente.0 KHZ. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA AMIGOS DE PORTO CALVO Mantém. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA COMUNICAÇÃO CAPELENSE Mantém. na cidade de Anadia. 1956. capa de Wilton Sousa. panos de telefone e passadeiras. CM Freq. 20. em Atalaia. uma CM Freq. Anais de um Centenário. de Tânia Pedrosa. 214. MINI E PEQUENOS PRODUTORES RURAIS Mantém.5 KHZ. 20. uma CM Freq.

manter um serviço de assistência jurídica à mulher pobre. uma rádio CM Freq. Marcelino Dantas. em Olivença. 29.5 KHZ. solidificar a confraternização entre os povos. em sua sede. 1a. ASSOCIAÇÃO CULTURAL ZUMBI Criada. auxiliar suas sócias. Fundada em Maceió em 9/6/1935. presidente: Antonieta Vieira Duarte. Primeira diretoria . ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA E CULTURAL DE POÇO DAS TRINCHEIRAS Mantém. bibliotecária: Lindinalva de Freitas Leite. ASSOCIAÇÃO CULTURAL FRANCO-BRASILEIRA veja ALIANÇA FRANCESA.” Publicou-se: Estatutos da Associação do Tiro Alagoano. instituindo para esse fim a ‘Semana da Confraternização Humanitária’ e o ‘Dia da Criança’. cooperar nas úteis iniciativas da mulher. em 1982. 2a. ASSOCIAÇÃO CULTURAL E CÍVICA FEMININA . uma CM Freq. Suas principais bandeiras foram o reconhecimento da Serra do Barriga como patrimônio histórico nacional.0 Khz. ASSOCIAÇÃO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO DE ALAGOAS ASSOCIAÇÃO DOS VIOLEIROS E TROVADORES DE ALAGOAS . Fátima Viana. 20. uma CM Freq. em São José da Tapera. secretária: Judite Matos. Socorro França. uma CM Freq. 20. promover excursões ao interior alagoano com a finalidade de abrir escolas. ASOCIAÇÃO COMUNITÁRIA E SOCIAL DE ÁGUA BRANCA Mantém. 20. para bem defender a honra e a integridade da pátria.Presidente de honra: Clotilde de Carvalho Machado. Livraria Vilas Boas. 28. compartilhar com os pobres. 1935 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E COMUNITÁRIA DE RADIODIFUSÃO DE CAMPO ALEGRE Mantém em Campo Alegre. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA VIRGEM DOS POBRES Mantém. em Coruripe. promover horas recreativas. pugnar sempre pela conservação e defesa dos direitos políticos da mulher brasileira. Vanda Menezes. 2a. tesoureira: Ziza Rego. BENEFICENTE E CULTURAL DE OLIVENÇA Mantém.5 Khz. bibliotecária: Rosalia Ambrozio. promover palestras. Finalidade: “Combater o analfabetismo.5 KHZ. 28. 1a. orientando-as para se dirigirem a associação. tesoureira: Augusta Zanote Calheiros. . em Poço das Trincheiras. com a finalidade de “instruir a todo cidadão brasileiro no manejo das armas. em Ibateguara.0 Khz. instituir aulas noturnas. uma CM Freq. Publicou-se: Estatutos da Associação Cultural Cívica Feminina. Reger-se-á de acordo com o Regulamento de Instruções da Linha de Tiro Brasileiro. 1a. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA TAPERA FALANDO MAIS ALTO Mantém. secretaria: Josefa de Assis Romão. Silvete Galdino. curso secundário. ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO. oradoras: Linaura Imbuzeiro e Anete Cavalcante e arquivista: Ivone Cascaes Vieira. manter a defesa da mulher funcionária pela empresa e em representação aos poderes públicos. na medida das possibilidades morais. 2a. 28. a realização das comemorações do dia 20 de novembro e o mapeamento das comunidades remanescentes de quilombos. Maceió. o alcance intelectual e moral. entre outros. uma CM Freq.0 KHZ.0 KHZ.AVTA ASSOCIAÇÃO DO TIRO ALAGOANO Fundada em 2/8/1908. por Zezito Araújo.ABC das Alagoas 99 ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA E CULTURAL DE CORURIPE Mantém. uma CM Freq. em Água Branca.

Maceió. Avicultura em Alagoas Maceió. Maceió. Maceió. Análise da Implantação da Reforma do Ensino do 1o. 1970. Maceió. Publica os trabalhos dos seus estagiários. 1971. TG 6 do VI Ciclo de Estudos Sobre Segurança Nacional e Desenvolvimento da ADESG/AL. Serviços Gráficos de Offset Ltda. TG 7 do IV Ciclo de Estudos da ADESG/AL . ADESG/AL. 1975. 1970. TG 3 do V Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. 1972. Maceió. TG 1 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1970. 17. e 2o. TG 8 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1975. Maceió. TG do II Ciclo de Estudos. por Mário Jorge Gusmão Bérard. Ronaldo de Andrade foi presidente. 1975. IGASA. Maceió. sua Utilização Como Fator de Desenvolvimento de Alagoas. A Industrialização do Sal Gema em Alagoas: Sua Influência no Desenvolvimento Industrial da Região Nordestina. Análise e Sugestões Para sua Ampliação.100 Francisco Reinaldo Amorim de Barros ASSOCIAÇÃO DOS CRONISTAS TEATRAIS DE ALAGOAS Fundada por Linda Mascarenhas. O Sistema Viário de Alagoas: Sua Compatibilidade Com as Perspectivas do Desenvolvimento do Estado. TG 3 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. TG 9 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. TG 4 do I Ciclo de Estudos. Graus em Alagoas. Maceió. 1975. As Instituições Financeiras e o Desenvolvimento de Alagoas.Sua Participação no Processo de Desenvolvimento. 1972. 1973. Conservação dos Mananciais e o Seu Aproveitamento Econômico no Estado de Alagoas. Imprensa Universitária. Configuração da Economia Alagoana e Perspectiva do Seu Desenvolvimento. 1970. Maceió. Maceió. Contribuição dos Incentivos Fiscais no Desenvolvimento do Estado de Alagoas. p. TG 1 do III Ciclo de Estudos. Conseqüência da Expansão da Agro-indústria Açucareira no Meio Ambiente Material e Sua Implicação Social. Graus em Alagoas. 1975. 1971. Efeitos da Reforma do Ensino na Formação Profissional do 2o Grau no Estado de Alagoas. I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Jorge da Silva Coutinho. TG 2 do III Ciclo de Estudos. 1973. TG 4 do III Ciclo de Estudos da ADESG/AL. IGASA. TG 4 do II Ciclo de Estudos. A Eletrificação Rural. 1973. A Cultura Do Coco e o Seu Aproveitamento Industrial. Maceió. Preservação. Perspectivas de Sua Diversificação. TG 4 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. ADESG/AL. Maria José Palmeira. Indicações de Medidas Profiláticas e Corretivas. 1973. Maceió. 1971. Maceió. ADESG/AL. Maceió. controladores de debates. Maceió. As Instituições Financeiras e o Desenvolvimento de Alagoas. Maceió. tesoureiro. TG l0 do IV Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. As Endemias e o Problema Habitacional no Meio Rural de Alagoas. A Importância do Transporte Marítimo para o Estado de Alagoas e o Porto de Maceió. 1975. TG 1 do V Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Comércio de Exportação de Alagoas. Maceió. ASSOCIAÇÃO DOS DIPLOMADOS DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA (ADESG) DELEGACIA DE ALAGOAS Direção em 2003: Walber José Valente de Lima. ADESG/AL. 1970. Sergipe. Maceió. Evilásio Soriano de Cerqueira e Cid Eduardo Porto. Publicou: Irrigação do Baixo São Francisco e Sua Recuperação na Economia do Estado. Maceió. Irrigação do Baixo São Francisco e sua Recuperação na Economia do Estado. Maceió. Maceió. 1975. TG 3 do II Ciclo de Estudos da ADESG/AL. coordenador pedagógico dos Ciclos de Estudo. TG 8 do V Ciclo de Estudos Sobre Segurança Nacional e Desenvolvimento da ADESG/AL. Maceió. O . TG 3 do ? Ciclo de Estudos da ADESG/AL.. TG l0 do V Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Poluição de Afluentes e Cursos d’Água do Estado. 1972. Maceió. A Agricultura em Alagoas. TG 7 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. diretora de divulgação. TG 7 do III Ciclo de Estudos. no. Renovação e Aproveitamento Industrial. 1970. Rizicultura no Baixo São Francisco Como Fator de Desenvolvimento Regional. As Perspectivas para a Implantação das Indústrias Derivadas da Sal Gema em Alagoas. TG 3 do IV Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Carlos Moliterno era um dos seus membros (Revista AAL. Maceió. SERGASA. Maceió. 1972. Integração da Universidade no Desenvolvimento do Estado. 195). Maceió. Efeito do Processo Industrial. 1975. TG 6 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. TG 2 do V Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Análise da Economia Açucareira Nacional e Regional. Maceió. Problemas Limitantes do Desenvolvimento do Estado de Alagoas. I Ciclo de Estudo sob Segurança Nacional e Desenvolvimento. TG 2 do V Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Imprensa Universitária. 1971. A Crescente Formação de Recursos Humanos e a Capacidade de Absorção pelo Mercado de Trabalho em Alagoas. Valter da Costa.. e 2o. ADESG/AL. Estradas Vicinais e seu Significado para a Economia de Alagoas. 1970. Mecanismo de Financiamento Como Fator de Desenvolvimento das Atividades Agropecuárias em Alagoas. Recursos Florestais de Alagoas. 1975. 1970. 1972. Maceió. Análise da Implantação da Reforma do Ensino do 1o. Antônio Melo e Luiz de Almeida Ramos. TG 5 do IV Ciclo de Estudos da ADESG/AL. em 1958. Recursos Minerais em Alagoas. TG 6 do V Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1973. TG 3 do V Ciclo de Estudos da ADESG/AL. O Ensino Superior em Alagoas . 1975. TG 6 do II Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1976. Delegado. ADESG/AL. A Irrigação e Sua Importância Para o Desenvolvimento de Alagoas.

1980. As Enchentes Cíclicas da Lagoa Mundaú e o Desabrigo da População. A Situação do Menor Carente. TG 11 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL.Seu Estudo. TG 6 do VIII Ciclo de Estudos. Os Meios de Comunicação de Massa e Sua Influência no Processo Educativo. TG 5 do VIII Ciclo de Estudos. Maceió -A Infra-estrutura e o Desempenho de Seu Abastecimento. 1978. Maceió. O Menor Carente. Maceió. 1980. TG 4 do VIII Cíclo de Estudos. Os Fatores Poluentes da Cidade de Maceió. Dados Fundamentais Sobre o Problema Estágio e Estagiário. O Patrimônio Histórico e Cultural. Maceió. Pesquisa e elaboração de Rubem Cavalcante da Silva. VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL.Laboratórios Universitários e Laboratórios Empresariais. TG 7 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. ADESG/AL. Igualdade de Oportunidade na Educação: o Papel do Ensino Pré-escolar. Maceió. Maceió. 1978. TG 13 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Educação na Periferia Urbana. 1978. TG 16 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. TG 11 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1978 ou do Povo.Causa do Descompasso: Imediatas ou Remotas. TG 06 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. IGASA. Educação nas Periferias Urbanas. Maceió. Causas Imediatas ou Remotas. Como Causa e Como Efeito. Educação e Comunicação ao Meio Ambiente. TG 7 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. 1979. 1976. TG 5 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Maceió. 1978. Imprensa Universitária. As Correntes Filosóficas da Educação e a Política Educacional Brasileira. Maceió. A Universidade no Contexto da Segurança e do Desenvolvimento. 1978. 1978. 1980. A Responsabilidade da Família no Processo da Educação. ADESG/AL. 1980. O Menor Carente: O Comprometimento do Processo Educacional. A Crescente Formação de Recursos Humanos e a Capacidade de Absorção pelo Mercado de Trabalho em Alagoas. TG 08 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1978. Maceió. 1978. Maceió. Contribuição da Educação ao Processo Brasileiro de Abertura Política. A Universidade e o Mercado de Trabalho. O Potencial Hídrico de Alagoas . Maceió. TG 14 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1976. 1976. Imprensa Universitária. 1980. TG 12 do VIII Ciclo de Estudos. TG 2 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Criminalidade Juvenil: Causas e Prevenções. 1980. Maceió. TG 5 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. TG l0 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. TG 01 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1976. Possibilidades de Equacionamento do Problema. 1978. TG 7 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. TG 5 do I Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1980. TG 2 do VI Ciclo sobre Segurança Nacional e Desenvolvimento. Ação Integrada . Partida Para o Entrosamento Universidade X Empresa. Maceió. Conscientização Sobre a Família. TG 18 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Adaptação da Universidade às Contingências do Desenvolvimento. A Universidade no Contexto da Segurança e do Desenvolvimento . Maceió.Contribuição de Entidades Religiosas. 1980. Integração Município-Estado como Fator de Desenvolvimento. Massificação do Ensino Universitário.O Surto Industrial em Face do Razoável Nível de Insalubridade Ambiental. 1978. TG 10 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. TG 12 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Maceió. 1976. 1976. Principalmente nos Grandes Centros Urbanos. Ensino Superior: Ensino Pago X Ensino Gratuito. Particularmente o Folclórico: Sua Preservação.ABC das Alagoas 101 Problema da Mendicância e do Menor Abandonado. 1980. Maceió. TG 8 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. O Menor Carente . 1978. TG 1 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Etapas Para a Solução. Maceió. TG 4 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Maceió. Maceió. TG 2 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. TG 10 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1978. 1980. Maceió: Condições Viárias Para um Adequado Desempenho do Trânsito. GRAFBOM. Maceió. 1978. TG 9 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1978. Maceió. . ADESG/AL. Incentivo e Difusão. A Situação do Menor Carente. 1975. TG 6 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/ AL. Maceió . Poluição dos Costumes. Educação e Conservação ao Meio Ambiente. Maceió. 1980. TG 3 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Maceió. Maceió. Maceió. 1976. Maceió. Maceió. Região Nordeste. TG 9 do VI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1976. 1976. TG 12 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. O Envolvimento da Juventude com Tóxicos. Imprensa Universitária. Maceió. TG 5 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Maceió. Maceió . Maceió. Sobre a Comunidade e Sobre Autoridade e Órgãos Governamentais. Enfraquecimento da Família. 1980. Educação Rural e Realidade Regional. TG 17 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Causas e Efeitos. TG 1 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Maceió. Maceió. Educação e Segurança Nacional.O Impulso Habitacional e Suas Repercussões Ecológicas nos Bairros Residenciais Existentes e Emergentes. TG 12 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. 1980. TG 3 do VI Ciclo de Estudos. ADESG/AL. 1978. TG 9 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1978. ADESG/AL. A Universidade Como Fonte de Tecnologia. Preservação e Aproveitamento. Síntese dos Trabalhos em Grupo. IGASA 1976. O Menor Carente: Reflexos Sobre a Segurança e o Desenvolvimento do País. ADESG/AL. 1976. Financiamento da Educação de 1º e 2º Graus no Estado de Alagoas. TG 4 do VII Ciclo de Estudos da ADESG/AL.

ADESG/AL. TG 7 do X Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. TG 4 do X Ciclo de Estudos. 1982. ADESG/AL. TG 4 do IX Ciclo de Estudos. Maceió. 1991. Demografia e Política Agrária. Maceió. GT 06-A do XIV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. TG 14 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Coletânea dos Trabalhos de Grupo do XVII Cíclo de Estudos da ADESG/AL. A Marginalidade da Infância e as Alternativas Para a Solução do Problema. TG 2 do X Ciclo de Estudos.Aspectos Geopolíticos. Turma “ADESG 40 Anos”. GRAFITEX e Tenda. 1987. ADESG/AL. A Criminalidade em Alagoas. Maceió. Temário: A Crise da Saúde Pública em Alagoas e as Perspectivas e Prioridades Para a Solução do Problema. 1983 . A Antártida e Sua Importância Para o Brasil. TG 8 do X Ciclo de Estudos. O Problema do Menor Desamparado no Brasil e em Alagoas. A Economia Alagoana e as Alternativas de Sua Diversificação. TG 7 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL.Demografia e Mercado de Trabalho. TG 10 do IX Ciclo de Estudos.Necessidade de Diversificação. ADESG/AL. Demografia e Migrações Internas. TG 6 do IX Ciclo de Estudos. 1991. Turma “ADESG 40 Anos”. Maceió. Preservação e Conservação do Meio Ambiente no Brasil e em Alagoas. 1982. TG 2 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Demografia e Desenvolvimento Econômico. Maceió. Maceió. Turma “ADESG 40 Anos”. 1980. 1982. 1982. A Economia Alagoana. O Problema Demográfico Brasileiro. Meninos de Rua. Demografia e Alimentação. O Problema Demográfico Brasileiro. TG 7 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1982. 1985. Maceió. 1982. Maceió. 1982. 1982. 1995. ADESG/AL. 1982. Maceió. Análise da Estrutura Política do Estado. 1989. Maceió. Presença e Participação da Mulher na Sociedade Brasileira. TG-2 do XV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. TG 2-A do XIII Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. 1987. TG-6 do XV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. Coletânea dos Trabalhos de Grupo do XVI Ciclo de Estudos. TG 9 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Demografia e Planejamento Familiar. Maceió. ADESG/AL. 1982. TG-3 do XV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. TG 12 do IX Ciclo de Estudos. Violência e Crime Organizado. Demografia e Meio Ambiente. GT-1 do XV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. 1983. Maceió. 1987. O Álcool. Maceió. Demografia e Desenvolvimento Social. TG 9 do X Ciclo de Estudos da ADESG/AL. 1987. O Campo Psicosocial e os Meios de Comunicação. A Criminalidade em Alagoas e as Alternativas e Prioridades Para a Solução do Problema. 1982. Constituintes e Constituição. Urbanização e Qualidade de Vida. 1980.102 Francisco Reinaldo Amorim de Barros O Papel da Educação na Economia Alagoana. Maceió. 1983. Maceió. Maceió. 1987. TG 10 do X Ciclo de Estudos da ADESG/AL.Aspectos Éticos e Religiosos. Temário: O Desenvolvimento e o Meio Ambiente. O Problema Energético e a Crise do Setor Sucro-Alcooleiro no Brasil e em Alagoas. 1983. A Educação e a Universidade em Alagoas. O Caso Especial de Alagoas. TG 6-B do XIII Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. apoio DETRAN. Drogas. 1982. Maceió. TG 11 do IX Ciclo de Estudos. 1982. 1989. A Desnutrição e as Carências Alimentares no Brasil. Demografia e Violência Urbana. 1982. O Problema Demográfico Brasileiro. 1993. O Caso Especial do Turismo. A Mulher na Comunidade Brasileira Atual. 1991. A Economia Alagoana . 1983. Maceió. 1983. Os Problemas do Meio Ambiente no Brasil e em Alagoas. ADESG/AL. TG 04 do XIV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. O Turismo em Alagoas e as Alternativas e Prioridades Para o Seu Desenvolvimento. 1982. Alagoas e as Expressões do Poder Nacional. patrocínio de Casas Jardim. Maceió. Maceió. Maceió. Coletânea dos Trabalhos de Grupos do XI Ciclo de Estudos da ADESG/AL. As Drogas. TG-5 do XV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. Demografia e Educação. TG 3 do VIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. TG 10 do XIII Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. TG 6 do X Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. 1991. 1987. Maceió. Maceió. Turma “ADESG 40 Anos”. TG 13 do IX Ciclo de Estudos. Maceió. TG 8 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/ AL. ADESG/AL. Temário: A Criminalidade no Estado: Medidas Preventivas e Repressivas. A Responsabilidade da Família no Processo da Educação. IGASA. Demografia Habitação e Urbanismo. 1983. Turma “ADESG 40 Anos”. TG l5 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Demografia . Maceió. a Violência e a Criminalidade em Alagoas. TG 22-C do XIII Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. Coletânea dos Trabalhos de Grupo do XVIII Ciclo de Estudos em Política e Estratégia da ADESG/AL. TG 2 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL.O Problema Demográfico Brasileiro . TG l do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. TG4 do XV Ciclo de Estudos de Política e Estratégia da ADESG/AL. 1991. O Problema e as Alternativas de Solução. ADESG/AL. Maceió. TG 3 do IX Ciclo de Estudos. Maceió. Eliminação dos Óbices de . Turma “ADESG 40 Anos”. TG 5 do IX Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Drogas. A Mulher na Comunidade Brasileira. 2001. Demografia . 1991. TG 1 do XIII Ciclo de Estudos da ADESG/AL. Maceió. Demografia e Saúde. TG 01 do XIII Ciclo de Estudos da ADESG/ AL. Maceió. Solução Energética Brasileira. 1982. Maceió. Demografia e o Menor. Violência e Crime Organizado. ADESG/AL.

ASSOCIAÇÃO DOS PLANTADORES DE CANA DE AÇÚCAR DO ESTADO DE ALAGOAS (ASPLANA) Criada em 11/9/1942. Informação retirada de Arte Popular de Alagoas. Grupo Tércio Wanderley: Usina Coruripe Açúcar e Álcool (Matriz) e Camaçari Agroindustrial Ltda (posteriormente desativada) e com filiais em Minas Gerais: Usina Coruripe-Filial. estaduais e municipais. Antes havia um pequeno clube denominado Ferroviário. Grupo João Lira: Laginha Agro-Industrial S/A . Safra 1978/79. Maceió. consumidoras e/ou exportadoras de açúcar e álcool. Usina LaginhaMatriz. 25. a Usina Tri-Álcool e a Usina Vale do Paranaíba. Durante certo período publicou um boletim. Neste mesmo ano foi campeã alagoana de futebol. Usina Serra Grande. 1980 (dat. Maceió. Publicou-se: Estatutos da Associação Médica Cirúrgica de Alagoas. filiaram-se a Usina São José do Pinheiro. de Tânia Pedrosa. 1918. iria se transformar na SOCIEDADE DE MEDICINA DE ALAGOAS.). ASSOCIAÇÃO MILITAR Clube de futebol. em Sergipe e o Grupo Carlos Lira: Usina Caeté. em Pernambuco. Seus presidentes: José Carlos Maranhão. Usina Uruba. Usina Campo Florido e Usina Limoeiro do Oeste (em implantação). Em 1977. assessorar tecnicamente no que tange à interpretação de leis. Usina Marituba. pag. representar os associados perante os órgãos governamentais federais. Freq. Vítor Montenegro Wanderley e. Usina Iturama. em Igaci. Hilda Maria da Silva. portarias. Roberto Carlos Lira. uma CM. A Leão Irmãos Açúcar e Álcool: Central Leão Utinga. apesar de ter iniciado suas atividades desde dezembro do ano anterior: Finalidades: assistir gratuitamente os produtores de açúcar e álcool que lhe forem associados. Usina Cachoeira e com as filiais em Minas Gerais: Usina Volta Grande e Usina Delta. Usina Guaxuma. Maceió. ASSOCIAÇÃO MÉDICO-CIRÚRGICA DE ALAGOAS Criada em 13/9/1917. resoluções.0 Khz. . Usina Laginha-Fillial. com sua coligada Usina Trapiche. Publica a Revista Jurisprudência Alagoana. defender os interesses empresariais dos associados junto ao Poder Público e à comunidade em geral. ASPLANA. Salvino José. Casa Ramalho. ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES INDEPENDENTES DE AÇÚCAR E ÁLCOOL DO ESTADO DE ALAGOAS . S. que reunia os trabalhadores na construção de ferrovia. Safra 1979/80. Posteriormente à sua fundação. Maria Vitória. AgroIndustrial Vale do Camaragibe/Usina Camaragibe. suas autarquias. Benon Pinto da Silva. Publicou-se: Quadro de Fornecedores da Cana às Usina do Estado de Alagoas. Ricardo de Souza Leão Sampaio. Grupo Mendes Sampaio: Usina Roçadinho. ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADO DE ALAGOAS (AMAL) veja ASSOCIAÇÃO ALAGOANA DE MAGISTRADOS. O folclorista Ranilson França seria um dos incentivadores. Mário Francisco Verdelino. ASPLANA.) e Quadro de Fornecedores da Cana às Usina do Estado de Alagoas. Participou dos Campeonatos Alagoanos de 1935 e 36. e quaisquer outros documentos legais relativos à política canavieira e sucro-alcoooleira do País e manter intercâmbio com associações nacionais e estrangeiras. ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL. sociedades de economia mista e empresas públicas. Como clube de futebol. ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA ARAPIRAQUENSE (ASA) Fundada em 25/9/1952 ou 3/9/1953. 1979 (dat.ASFOPAL Entre seus componentes: Maria Flor. atos etc. João José Pereira de Lira. em 2004. 103 ASSOCIAÇÃO DOS FOLGUEDOS POPULARES DE ALAGOAS .Matriz e Usina Caeté-Filial. Zé Baião. decretos.ABC das Alagoas Relacionamento Entre os Poderes. depois consolidada na Usina Santa Maria. Cia.ASSUCAL Entidade sem fins lucrativos. regulamentos. que congreguem empresas produtoras. passou a chamar-se Agremiação Sportiva Arapiraquense. Posteriormente. Manoel Venâncio de Amorim. Diagnóstico do Turismo em Alagoas: Programas de Desenvolvimento. Açucareira Alagoana: Usina São Gonçalo. Ao ser criada congregava as seguintes empresas ou grupos empresariais: Grupo Santo Antônio: Central Açucareira Santo Antônio e Cia. fundações. circulares. com suas filiais situadas em Minas Gerais. fundada oficialmente em 31/1/1989. 29. CULTURAL E ARTÍSTICA NOVO TEMPO Mantém. participou dos Campeonatos Alagoanos de 1964 a 2002. Juvênio Joaquim. Maria do Carmo Barbosa.

2000. ocorrer às despesas do funeral.FM Mantém. vice-presidente. tesoureiro: José Correia da Graça. reduz suais atividades. 1870. Filho de João Firmino de Assunção e Ismenia Reis Assunção. em Palmeira dos Índios. em Maceió em 14/10/1869 e dissolvida em 2/8/1896. Funcionava na residência da presidente. Após a morte de Linda Mascarenhas. uma CM Freq.5 Khz. por longo tempo colaborou na Flama e no Comércio de Santos. Paulo Lobo (AL ?) Obra: Momentos Inesquecíveis: Poesias e Contos. e da qual foi presidente até o seu falecimento. Jorge Luiz Reis (Maceió AL 19/2/1924 -) Deputado estadual. Concorre a deputado estadual. Torna a concorrer a deputado estadual em 1962. em 12/10/1955. redator-secretário de A Notícia de Maceió. 2. Fundou e dirigiu o Jornal de Hoje. bem como em 1994. na Ladeira da Catedral. 20. Estudou no Colégio Diocesano e se formou pela Faculdade de Direito de Maceió. Democrata. o Guerreiro é Você tem sido muitas vezes representado.” O Gutenbeg era de sua propriedade Publicou o periódico O Século XIX. Mudou-se com a família para Belém do Pará. oficial de gabinete e assessor do governo do estado./dez/ 1987. Em 1999. diretor de divulgação: Geusa Correia. Foi Secretario de Educação e Cultura (1958-61) no Governo Muniz Falcão. revista do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculos/ UFAL. também. com prefácio de Judas Isgorogota. ASSOCIAÇÃO TIPOGRAFICA ALAGOANA DE SOCORROS MÚTUOS Fundada. mães vivas e irmãs órfãs. e pelo PST. 1976 a 89.0 KHZ. ASSOCIAÇÃO TEATRAL JOANA GAJURU Grupo teatral criado. sua diretoria: Presidente: Ronaldo de Andrade. por fim único. Seu espetáculo Olé. 1987. 28. Tip. in Leitura. jul. ocupando. prestar auxílio aos seus respectivos sócios efetivos. José Márcio Passos. jul-dez. do ex-Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes de Cargas. 1997 e 98 e 2000. Foi diretor do Departamento de Esportes da Gazeta de Alagoas.104 Francisco Reinaldo Amorim de Barros ASSOCIAÇÃO PALMEIRENSE DE DEFESA DA COMUNIDADE Mantém. Gajuru. São Paulo. redator de atas da Câmara Municipal de Maceió. ATAÍDE. Participou dos Campeonatos Alagoanos de Futebol de 1970 a 74. tendo sido premiado em um festival em Santa Catarina. ASSUNÇÃO. uma CM Freq. Antônio Felisberto (AL ?) Obra: Paixão e Poesia em FANTASIA e AVESSO. o qual presidiu por dezesseis anos (31/12/196614/7/83). inclusive fora de Alagoas. pelo PST. em Campestre. Obra: Uma Vela Corta o Mar.Revista do LCV/ CCHLC / UFAL. na eleição de 1950. pelo PTB. ficando sempre como suplente. no caso de ficar doente ou impossibilitado de trabalhar. novamente pelo PTB na eleição de 1954. Foi a instituição que promoveu o primeiro concurso de peças teatrais em Alagoas. em 1995. por Ailton Protaso. ASSOCIAÇÃO TEATRAL DE ALAGOAS . agora pelo PL. ministro do Tribunal de Contas . na eleição de 1947. presidente de honra: Anilda Leão. Olé. Régis de Souza entre outros. ASSOCIAÇÃO PORTUÁRIA SÃO DOMINGOS Clube esportivo fundado. 1951 (poesia). Maceió. e conferir pensão às suas viúvas. . Filemon (Maceió AL 28/4/1900 -) Poeta.ATA Fundada por Linda Mascarenhas. uma suplência. ASSOCIAÇÃO TIPOGRÁFICA ALAGOANA Fundada em 7/11/1897. mais conhecida como São Domingos. Ministro do Tribunal de Contas do Estado. nº 2. Maceió. Na eleição de 1958 concorre a deputado federal. Estatutos da Associação Alagoana de Socorros Mútuos.. n. ASSUMPÇÃO. advogado. ficando em ambas como suplente. delegado. jornalista. ASSUNÇÃO. Nomeado para a administração dos correios de Santos. em Maceió em 21/7/1967. no estado. Representante. . filhos menores de 14 anos. secretario de estado. ASSOCIAÇÃO RÁDIO COMUNITÁRIA CAMPESTRE . ainda. da Agência Nacional. quando falecerem. na Coligação PDC-PSP-PST-PSB. “Uma reunião de artistas tipógrafos que tem. onde fez estudos primários e secundários. diretor-geral do Departamento de Estatísticas de Alagoas. em Alagoas. Foi. diretor artístico: Homero Cavalcante.

tendo tido uma de suas obras reproduzida no livro A Nova e Novíssima Pintura Alagoana. padre José Vicente de Macedo. onde recebeu o 1º lugar. Women´s Club de Maceió. em 1985. Galeria Miguel Torres. Participou da Exposição na FUNTED. Por muitos anos. como uma Carta Régia de 12 de março de 1707.. com Fayga Ostrower. 1962. Vicente (AL ?) Obras: A Narrativa de Ficção. Recebeu o prêmio “Industrial Ernesto Maranhão” com a aquarela A Ilha. Sassafrás. um destacamento de soldados. Coletiva de Artistas Alagoanos. Associação de Cultura FrancoBrasileira.Maceió ?) Pintor. FUNTED. Terminada a luta. em 1834. Coletiva de Pintores Alagoanos. Foi ele quem erigiu a primitiva igreja de Nossa Senhora das Brotas. Foi. o qual tinha influência política. 1983: 1ª Mostra do Circuito de Artes Plásticas/Região Nordeste. pela Fundação Casa de Rui Barbosa. criando o arraial de Nossa Senhora das Brotas. Coletivas: 1982: Concurso Carlos Moliterno. promovido pela UFAL. editada pela mesma FUNTED. Análise Crítica e Problemas de Composição na Linguagem Visual. todas se realizaram em Maceió. A Narrativa de Lígia Fagundes Telles. Entre 1986-87 foi Técnico de Artes Plásticas do SESC. 1985: Exposição de Artistas da Fundação Pierre Chalita . Roberto . durante muitos anos. foi um dos mais importantes e ricos empórios do comércio da província. Inácio. Literatura Infantil & Ideologia. Trata-se de um dos núcleos demográficos mais antigos do território alagoano. HDLivros. Assim foi crescendo o povoado e desenvolvendo-se a edificação de modo que na época do aniquilamento do Quilombo. IHGA. Com exceção das exposições de Aracaju e Recife. abrindo caminho para as tropas. Amorim (Maceió AL ? 1962 . Literatura Infantil & Ideologia Curitiba. 1995. ATAIDE. arquiteto. que costumavam assaltar suas propriedades e lavouras. também. Foi ainda nela . Em conseqüência de lutas políticas foi assassinado o vigário da freguesia. “Primitivamente conhecida como Arraial dos Palmares. 1989: Alagoas Arte Atual. Escola Construtural [1970]. mas também para estabelecerem sua residência. por ter sido ali mantido. conseguindo o mesmo para seu coadjutor. detentores das maiores fortunas e das melhores casas de comércio. Coletiva de Artistas Alagoanos. Atalaia já era uma povoação expressiva.. pela proximidade da Serra do Barriga. Francisco Remígio de Albuquerque e Melo. enfraquecendo o comércio e trazendo decadência a Atalaia. A esse posto foram os habitantes de outros lugares. Depois de 1831 tornou-se um centro de atrocidade contra os portugueses. Existem. Galeria Karandash. não só para venderem aos soldados gêneros alimentícios e outros produtos agrícolas. Rio de Janeiro. publicada quando da exposição em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge de Lima. Casa de Pedra. Artistas da Fundação Pierre Chalita. Mais tarde foi-se dando a troca do seu nome pelo de Atalaia. 1982. onde existiu o QUILOMBO DOS PALMARES. Curitiba. Aracaju-SE. Coletiva no Ateliê Vila Dhália. Galeria Miguel Torres. Recife-PE. 1997. 1969. antes e depois da proclamação da independência do Brasil. Galeria Sucata Decorações. amparados e garantidos pela força pública contra as depredações dos quilombolas. Coletiva de Artistas Alagoanos (Pequenos Formatos). Seus fundamentos remontam ao século XVII. bem como o logotipo da Associação dos Orientadores Educacionais do Estado de Alagoas. A Poesia. tendo cabido ao paulista Domingos Jorge Velho. por ordem do governo de Pernambuco na guerra travada para a destruição e aniquilamento completo do mesmo quilombo. Associação Comercial de Maceió. Curitiba. ATALAIA. Tantos foram os assassínios cometidos que se foram retirando os habitantes. Caixa Econômica Federal. Modernismo. 1984: 1ª Exposição Coletiva de Artistas Alagoanos. Em 1982 recebeu. que tomou parte nas lutas. ainda. 1985. contudo documentos. foram distribuídas sesmarias aos vencedores. para ser eleito deputado geral. Livros HDV. HDLivros. [Curitiba]. É um dos artistas divulgados na obra Arte Alagoas II. Curitiba. Curso de Serigrafia Cláudio Tozzi (1971). Fundação Pierre Chalita. Denominavam os portugueses de puças. A Natureza do Humor: Grotesco e Carnaval. Município. sob a curadoria de Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. o 1º lugar no concurso Graciliano Ramos de Artes Plásticas.IHGA. Criou o cartaz para a 1ª Mostra do Circuito de Artes Plásticas/ Região Nordeste. Fundação Pierre Chalita. Curso de Desenho e Pintura na Fundação Pierre Chalita (1981-85). A Procura da Palavra. para promoção de eventos. tendo Domingos Jorge Velho escolhido a sua no local onde hoje se acha o município de Atalaia. Em sua história falta documentação que prove a data de sua elevação à categoria de vila ou a instalação de freguesia. Galeria Karandash. Curso de Desenho Livre com Jadir Freire e Curso de Criatividade. Galeria J. Modernismo. 1987: 1ª Cruzada Plástica. Escola Construtural. padre Inácio Joaquim da Costa e para seu sacristão. Projeto Contatuarte. corcundas e marinheiros. devassar suas terras. FUNTED. havendo ali pequenas casas de negócio. o 1º lugar no concurso de Esculturas de Areia no 2º Festival do Mar/EMATUR. Pinacoteca Universitária.ABC das Alagoas 105 ATAÍDE. em homenagem aos 70 anos de Carlos Moliterno. na inauguração do Museu.

Proprietário: Jeremias Correia de Araújo Rocha. então criada. fundamentados no Dicionário Geográfico Brasileiro. números de 1902 a 1908 microf. quando foi constituída. Participou do Campeonato Alagoano de 1951. de Saint Adolphe e. Publicado a partir de 1883 em Passo de Camaragibe. e União dos Palmares (Imperatriz). em face da antiguidade do documento. quando aquela foi restabelecida. finalmente. ainda. que de São Paulo. Com a instalação da estrada de ferro a cidade foi se estendendo pelo vale. Bibl. sob a denominação de Atalaia. ATALAIA. Órgão oficial da intendência municipal desde o seu início. Surge em 13/4/1902. sendo seu editor-chefe Valter Oliveira. Desmembrado de Alagoas. data em que o trabalho Idéia da População da Capitania de Pernambuco. “periódico cientifico. Outros consideram como tendo sido criada. Atalaienses. desmembrado da comarca de Alagoas. ATLETA. Publicada pela IGASA no primeiro governo de Divaldo Suruagi.Arraial de Nossa Senhora das Brotas. Base econômica: agroindústria da cana-de açúcar. Em 1853 incorporou o termo da vila de Palmeira dos Índios. o qual perdeu em 1838. das Brotas. e à época subordinada à diocese de Olinda. outros. pelas Cartas Régias de 1º de abril e 17 de junho de 1809. quando este se transformou em comarca. tendo perdido o do Pilar. Localizado na mesorregião do Leste Alagoano e na microrregião da Mata Alagoana. a qual desejavam dar o nome de Vila Real de Bragança. Nela esta situada a igreja-matriz de N. Em 1854 . pelo Decreto 1. literário e noticioso”. Até 23/4/1833 fez parte da comarca de Alagoas. Tem o distrito de Sapucaia. n. Viçosa (então Assembléia). ainda. elevou-se o arraial a vila. pelo Decreto nº 88. Carlos Rodrigues era seu proprietário e redator. agradecendo a homenagem. Situado à margem esquerda do rio Paraíba. já existia a Missão de N. 26.S. Em 1890 foi lhe acrescido o termo da vila de Paraíba (Capela). derrotados por forças legalistas sob o comando do Brigadeiro Antônio Correia Seara. Era também denominado Cabeça de Cavalo”. O Jornal. Não se conhece a data exata da criação da freguesia. 10º Ouvidor de Alagoas (1762-65)”. . em resolução tomada pelo Conselho Geral da Província. pela Lei 359. Outros. da qual também é produtor. em 1727. Nac. de Brotas. A parte alta possui clima agradável e remonta ao período da formação do primeiro núcleo urbano. intitulava-se literário e crítico. então criada. Atendeu-se à suplica e. Em 1749. Atribui-se sua fundação aos índios. em 1872. Elevada à categoria de cidade em 5/3/1891. Diretor: Leopoldino Araújo. com a extinção dessa comarca. com o nome de Vila Real de Bragança.106 Francisco Reinaldo Amorim de Barros que foram os revoltosos de 1844. existiu um aldeamento com esse mesmo nome. perdeu tanto o de Assembléia quanto o de Imperatriz. Geralmente é tida como 1763. Bibl. dá como positiva. O Jornal. 1908. Publicado na Tipografia de O Camaragibe. afirmativa que apresenta foros de verdade. Em virtude da Carta Régia de 12 de março de 1807. em outubro de 1881.e aldeante o de Missão de Atalaia. quanto ao seu topônimo uns atribuem ao fato de ser o lugar onde as forças contra Palmares ficaram de atalaia. em homenagem à dinastia reinante em Portugal. preito ao visconde de igual nome. microf. Em 1931. em 1934. Readquiriu o de Assembléia em 1870. Publicado aos domingos. teve novamente o termo do Pilar. O Jornal. Em 1859. defendem ter sido ao tempo de Manoel Gouveia Álvares. Nac. tomando o aldeamento o nome de .500. abrangendo Atalaia. S. como “periódico literário e noticioso”. trouxe Domingos Jorge Velho. No referente à elevação a categoria de vila: A Idéia Geral da População da Capitania de Pernambuco fixa a data em 1º de fevereiro de 1764. Redatores: José Paulino Filho e Eutíquio Filho. quando passou para Anadia. ATLETA no original ATHLETA. ao motivo de terem os habitantes da localidade solicitado a criação da vila. a cidade de Atalaia acha-se dividida em dois planos: cidade alta e cidade baixa. Teria sido publicado até 1908. que dali veio com o fim de bater os Palmares. teve o termo do Pilar. de 7/10/1902 e ano VI n. criando a sua comarca. ATALAIA “A talvez 6 km. Quase todo redigido em versos. Diversos redatores. padroeira do município. sendo instalada nessa mesma data. no Pilar. uma vez que foi a quarta vila de Alagoas. que perde. os índios aí existentes foram aldeados. acima da cidade da Atalaia. o que deve se considerar como certa. Surge em Maceió. O no original ATHLETA. Fica à margem esquerda do Rio Paraíba. ATUAL Revista. 49 20/12/. ATLÉTICO Clube de futebol.

na Galeria SEBRAE. 1999: Biblioteca Central da UFAL 1982: Coletiva dos Alunos da FUNCHALITA. servidor público. assim como das do jardim do Terminal da Estação Rodoviária. Aeroporto dos Palmares. incompleto. Capela. 1994: Semana do Aço . Centro de Cultura Laurinda Santos Lobo. escultura em homenagem a um bar freqüentado por intelectuais de Viçosa. 2001: Escritório Estação Edite Machado. Marcos . 1995: Arte SESC e Artistas Alagoanos. 1994: Estação Central da RFFSA e Faculdade de Formação de Professores. fotógrafo. no qual obteve o primeiro lugar. 1995: Arte Alagoana. A Dita Dura Viagem em Pau-de-Arara e O Homem Cana. Ind. in Arte Popular de Alagoas. 2000: 90 Anos do Teatro Deodoro. Viçosa. em 1996. Coleção Tânia de Maia Pedrosa. Entre 1981-85 foi aluno do Ateliê Livre da Fundação Pierre Chalita. 2001: Contemporaneidade III. Membro da Academia Serra-talhadense de Letras. Serra Talhada. Chefe da estação de estrada de ferro em Serra Talhada utilizou-se de material sucateado para fazer esculturas e desenvolveu um parque.AAPP. Rio de Janeiro-RJ. em torno do local de trabalho. PROCON 2002: Arte Popular. Espaço 20. Shopping Center. Projeto idêntico criou. Grande Coletiva. Museu Théo Brandão. Exposições.. Curupira Bar. Artistas de Alagoas. de Escultores Alagoanos. 2001: Galeria SESC. CEF. Agência Rosa da Fonseca. III . Assembléia Legislativa de Alagoas. Filho de Clovis Felipe de Lira e Gerusa Correia. II Mostra TRT 19a. Exposição “Olhar Alagoas”. Cabral. Casa da Arte.. do Departamento de Comunicação da UFAL. 1990: Mostra Internacional de Educação para a Paz. 1995: Museu Aloísio Brandão. Inimigo Oculto. 1996: Arte SESI e Art Stúdio Jaraguá e Artistas Alagoanos. Obra: Atuação Parlamentar. Exposições individuais: 1990: Espaço Cultural do Banco do Brasil. como pintor: Individuais: 1991: Restaurante Bambu.Arte Contemporânea. CEF-Alagoas. na legislatura 1987-90. Gráfica e Editora Ipiranga. no IHGA. Filho de José Aureliano da Silva e Maria José Marques da Silva. 1989: 1ª Mostra de Pintura Ecológica em Alagoas. agora no pátio da Estação Ferroviária de Viçosa. AURELIANO. José () Deputado estadual 107 AUGUSTO FILHO. com a obra Parede I. José (?) Deputado estadual. Coletiva na Semana de Combate à AIDS. de Tânia Pedrosa. UNICEF. no Rio de Janeiro-RJ. 1993: Pátio da Estação Ferroviária de Arapiraca. 1o. Galeria Karandash. É um dos artistas divulgados no livro Arte Alagoas II. Atua no Laboratório de Fotografia. no Centro Cultural Laurinda Lobo. Prefeitura Municipal de Aracajú (SE). 1992: Faculdade de Formação de Professores e Escola Metódio Gogoi. Pinacoteca Universitária. Traços & Grades e Paredes.. ficou como suplente. na Escola Pe. ferroviário. nesta última obteve o 1º lugar. do jardim da Estação da CBTU e do jardim do Museu Téo Brandão. CEF. União dos Palmares.ABC das Alagoas ATUALIDADE Jornal ou revista publicado em Marechal Deodoro por Paulo Roberto Plácido Alencar AUGUSTO. 1989. 1991: Panorama da Arte Alagoana. tendo como curadores Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. da Silva (Atalaia AL 8/9/1955 -) Escultor. SESC-Poço. Segundo grau. AURÉLIO. Maceió. Publicou: Faces de um Novo Sol. Santa Cruz. 1992: Galeria Karandash Arte Contemporânea. 189. Curso de Letras pela UFAL. no qual ocupa a cadeira 33. 2002: III Mostra TRT 19ª Região de Escultores Alagoanos. Recife-PE. SESC-AL. PE. Serra Talhada-PE. Major Isidoro. com os trabalhos O Anjo da Vida. Agência Rosa da Fonseca. Raça Viva. 2000: Casa de Cultura e Cidadania. Coletivas: 1992: Movimento de Resistência. em Fernão Velho. 1983: Coletiva de Artistas Alagoanos. ambas em Serra TalhadaPE. Shopping Rio Mar. Dia Internacional do Consumidor. 1º Batalhão de Engenharia de Combate. 1999: Grades. [Assessoria de Turismo de União dos Palmares] 1989. 1996: Galeria Arte/Design. Iguatemi. concorrendo pelo PTR. técnico em artes gráficas.. Também está divulgado em Alagoas Arte Raça Viva. Agência Rosa da Fonseca. 1997: Galeria SESC. com 23 esculturas. Exposição Coletiva de Artes Plásticas. em Viçosa e Galeria de Arte Karandash. Ronaldo . em Arapiraca. Na eleição de 1990. onde conquistou o 1º lugar em escultura. 1997: Ateliê Jerônimo Monteiro. Governo do Estado de Sergipe. Maceió e V Salão de Arte de Arapiraca. Autor de Zé do Cavaquinho. escultura na entrada do Museu dos Esportes. em 1993. pela Coligação PL-PDT-PSB-PCB. com o qual venceu concurso. publicado em homenagem ao Centenário de Jorge de Lima. Biblioteca da UFAL. Salão de Artes Villagran Cabrita. Autodidata. 2002: Estação Central CBTU. 1996: 1ª Mostra Coletiva de Artistas e Pintores. Cinco Artistas. p. 1992: Karandash. co-autor. Artistas Alagoanos. Rio de Janeiro-RJ. Coletiva de Artistas Alagoanos. Mostra de Artes Plásticas. com 13 esculturas. em Viçosa. Galeria SESC-Centro. 1991: Estação Central RFFSA. Correia (Maceió AL 10/2/1960) Pintor.

Infecções: Esquema Para Seus Diagnósticos e Tratamento. Romeu de Avelar o transcreveu em Coletânea de Poetas Alagoanos. Catolé do Rocha (PB). Maceió. por concurso. Aos dezenove anos ingressou.Esquema Para Seu Diagnóstico e Tratamento. Imprensa Universitária. Antologia. microf. Dir. do Rio de Janeiro. CCBI. João Batista. Tribuna da Imprensa e Diário de Notícias. tabelião. 1989. Impressa na tipografia do Partido Liberal.SINTEAL. 19-20. 1987. “Periódico literário e chistoso”. Teria publicado 15 artigos em revistas médicas nacionais. Guido Duarte foi um dos seus colaboradores. 13-14. durante a I Semana Integrada de Meio Ambiente. da Cruz Oliveira (Pilar AL 5/12/1880 -) Poeta. AUTO. Como participante de eventos apresentou: ECMAL . Maceió. Exposições Fotográficas. Em certo momento decidiu por deixar Alagoas. onde exerceu várias atividades comissionadas por diversas cidades do País. Ocupou o lugar de juiz Substituto Federal durante seis anos (1905/11). 1978. Acad. Tabelião em Maceió. deputado estadual. Residência Médica na Hospital das Forças Armadas. Graduado em Medicina pela UFAL (1978). in Uso Profilático de Antibióticos. Editora Revinter. Estudou no Colégio Diocesano e na Escola Remington. 1995. Obras: Genética Humana e Genética Médica. em Alagoas. surgida em Maceió em abril de 1873. Antibióticos e Quimoterápicos. n. Filho de José Auto Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (1904). ano I n. Com Soneto à Nadadora e Navio Negreiro participou de Notas Sobre a Poesia Moderna em Alagoas. em Antologia do Soneto Alagoano. Membro fundador da AAL. AUTO FILHO. Teria deixado poemas que seriam reunidos em livro. de Maria Alice & Júlio Louzada. Sindicato dos Trabalhadores de Ensino Superior de Alagoas . Projeto Viva o Campus. AUTO. 1983. sendo o primeiro ocupante da cadeira 13. publicado em homenagem ao Centenário de Jorge de Lima. 1999. dois capítulos no livro Condutas em Cirurgia de Urgência. Mostra Fotográfica. Maceió. 27-28 e 29-30. Maceió. AURORA LITERÁRIA Publicação quinzenal. 23-34. Proex/UFAL. Obras nos acervos do SESC-Maceió. tendo se integrado ao grupo da revista Novidade. Bibl. Júlio .. Projeto Xiquexique. empossado em 26/9/1907. Proex-UFAL. no Shopping Iguatemi. AUTO.108 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Jornada Sobre Diversidade Cultural Brasileira e Comunicação Comunitária. Catolé do Rocha (PB). . Maceió.. 1991. p. 1993. desistindo do cargo. 1985. EDUFAL. Ed. 1999. fundado por José Martiniano Canuto. ainda. AURORA Jornal. José Maria C. Membro da Academia Alagoana de Medicina.. 1974. em 1883. Retratos da Fé. juntamente com José Maria Constant. eleito deputado estadual para a legislatura 1905-06. José. e na UFAL. da Cruz Oliveira (?) Deputado estadual nas legislaturas 1911-12.. Colaboração na imprensa. Hall da Biblioteca Central da UFAL. Professor na cadeira de Doenças Infecciosas e Parasitárias na ECMAL. Filho de Júlio Auto da Cruz Oliveira e de Luiza Tigre da Cruz Oliveira. 1975. Muito jovem. EDUFAL. veio morar em Maceió. Nac.Considerações. 9. no Banco do Brasil. 151-152. EDUFAL.. Publicou-se Relíquia. 1987. O Ensino da ECMAL. Antibióticos e Quimioterápicos. 25-26. Paulo César Casado (AL) Chefe da Divisão Técnica do IBAMA. Citado em Artes Plásticas no Brasil. Obra: Unidades de Conservação de Alagoas. Hepatite e Antígeno Austrália . Departamento de Comunicação Social DECOS-UFAL. Hélvio José de Farias (AL) Médico. da Cruz (PE 18/6/1909) Poeta.. Ingressa na política. de Carlos Moliterno. Rio de Janeiro. Djalma Ribeiro Sobrinho e Colaboradores. Projeto Xiquexique. pág. Sócio do IAGA. porém pouco demorou na Assembléia.Escola Médica ou Escola Técnica. em Brasília (1979).. 2122. Infecções . em Pão de Açúcar. Angimatose Associada com Hipertiroidismo. Revista da AAL. bancário. Odilon . Constante. FUNTED. v. Estágios de Doutorados em Medicina. Animais Peçonhentos. Entre 1934-35 viveu em Maceió. EDUFAL. Uso Profilático de Antibióticos . professor. Maceió. AUTO. do prof. IBAMA.12. Foi. tendo como curadores Lula Nogueira e Tânia Pedrosa. Por Hélvio Auto. das quais é professor emérito. sócio da firma comercial dirigida por seu pai. 11. É um dos artistas divulgados no livro Arte Alagoas II. 2003: I Expedição da Educação e da Imagem. 15-16. Icterícia no Hospital de Doenças Tropicais de Alagoas. na área de economia e finanças: Jornal do Brasil. 18 9/9/1883. Pseudônimo: Azevedo Melo. Maceió. Animais Peçonhentos.

Carlos Lira Neto. 109 AUTOMOVEL CLUBE DE ALAGOAS Fundado em 9/8/1960. peças de teatro: A Pensão de D. Minerva Editora. Lupin. (prêmio Othon Bezerra de Mello. 85-90. Estudou as primeiras letras na cidade do Pilar. 1921. Romeu de. General Góis Monteiro. Epasa. Rio. Nós. Pilar. da Silva (Maceió AL 9/7/1877 . 1959 (antologia).. os de 1914. de Lourenço F. Semana Ilustrada. n. não compareceu para tomar posse do cargo. no Rio. juntamente com Josimeire de Omena (orgs. DEC. 1938. Oficinas Amorim & Cia. Revista da AAL. 293-297. Rio de Janeiro. A Bengala de Balzac. em Maceió. 237-241. (crônicas). no Rio de Janeiro. 1941. tendo como membros fundadores e componentes da primeira diretoria: Arnoldo Jambo. se apresentou à Câmara Estadual. Maceió. II Caderno de Textos. Tradutor contratado da Casa Editora Vecchi. Não há Felicidade (comédia em três atos). Rio. Filho adotivo de Monsenhor Manoel Antônio da Silva Lessa.) . Obra: O Público e o Privado. 1932 (romance). (contos). O Último Deputado (comédia em três atos). Membro da AAL. Foi redator do Mundo Literário de Théo Filho e Pereira da Silva. Foi. ainda. Durante o tempo de estudante publicou contos e crônicas. da Revista Frou-Frou. Coletânea de Poetas Alagoanos. Interpretação Romanceada do Tempo da Invasão Holandesa. Maceió. era um dos membros do seu Conselho de Redação. em 1914. em Recife: Brasil Literário e no Rio o Panfleto. 1931).. Obras: Religião e Ciência. Em agosto de 1950. Athene. O Movimento. Suplemento do Correio da Manhã. a revista Alvorada. O Comandante de um Destino. Sócio do IHGA. As Vespas. Nação Brasileira.ABC das Alagoas EDUFAL juntamente com José Maria C. Diário de Maceió. Obras: Tântalos. Brígida (comédia em três atos. Calvino Filho. Revista da AAL.Watson. Editora Marques Araújo & Cia. Série Estudos Alagoano. Participou dos Campeonatos Alagoanos de 1951 a 1958. onde ocupou a cadeira 32. Recordando Delorizano. 1923 (romance. 1938. Colaborador efetivo da Revista da Semana. Imprensa Oficial. Filho de Metódio da Silva Morais e Maria Andréia de Araújo Morais.. Crônicas de Ontem e de Hoje. Cursou. 15. 279-281. Revista da AAL. Aos 14 anos começou a trabalhar como comerciário.AL 10/12/1923) Deputado estadual. A Sombra do Presídio. Constant. Ana (? AL) Professora Pro-reitora estudantil. Maceió. em Minas. 14. Prestou serviços à Sociedade Previdência Alagoana e à Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados do Comércio. (O Romance do Cárcere) Maceió.. pág. 1942. Figuras da Terra. pg. em Maceió: A Imprensa. Fundou. Copyright by Companhia Editora Nacional. Em Alagoas. terminando os preparatórios no Liceu Alagoano. Detetive. Tip. Hermann Torres e Juvêncio Lessa Filho. em Belo Horizonte: Correio Mineiro. Gonçalves Dias nas Artes Plásticas Brasileiras ÁVILA. a Escola de Medicina-Veterinária e. Rio de Janeiro. p. p. quando circulou o primeiro número da revista Caeté. do Rio. romance de André Demaison Pan Ed. a Faculdade Livre de Direito. a Escola de Odontologia. Fábio Wanderley. representada no Teatro São José. n. Um dos fundadores da AAL e primeiro ocupante da cadeira 39. Só um ano depois. romance de Conan Doyle . Proteu. O Malho. onde faz uma Introdução). Amiel Ed. n. Os Homens do Wharf. apreendido pela polícia carioca).. Belo Horizonte. Memórias do Dr. Foi um dos responsáveis pelo lançamento. Maceió. jornalista. Imprensa Oficial. AVELAR. Tip. AVELINO. Pan. Noite Ilustrada. Rio. Vamos Ler. Estância da Saudade. diretor da Imprensa Oficial e Delegado do Instituto de Pensão e Aposentadoria dos Comerciários.. por não haver solicitado licença ao seu empregador. Em A Nação Brasileira teria publicado A Carnagem do Ferreiro Torto. nome literário de Luís de Araújo Morais (São Miguel dos Campos AL 23/3/1893 perto da cidade de Leopoldina MG 20/12/1972) Teatrólogo. 1928. por interferência dos membros da Sociedade Perseverança e Auxílio. d ‘Auria). Foi diretor dos seguintes jornais e revistas. Rio. Maceió.. com Torquato Cabral. Estudo Crítico Sobre Laura da Fonseca e Silva. Cláudio Leão. Rio. 1963. 1933. Ilustração Brasileira. Rio de Janeiro. Caderno XVIII. Rui Barbosa e Seu Método de Trabalho. Traduções: A Louca de Bequeló (novela uruguaia. José . Continuou os estudos no Colégio Dias Cabral. Os Devassos. comerciário. 1948. Antologia de Contistas Alagoanos. AUTO ESPORTE Clube de futebol. EDUFAL. Calabar. Rio de Janeiro. do Orfanato São Domingos. Patrono da cadeira 14 do IHGA. Numa Esquina do Planeta. Daniel Berard. 80. romance de Emile Geraldin. Benjamim Constalat & Nicolis Editora. Euclides Bandeira. conferido pela AAL). 1949 (biografia). Eleito deputado estadual. DEC/SENEC/Imprensa Oficial. 1970 (antologia. 14.

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Francisco Reinaldo Amorim de Barros

ÁVILA, Rui Bemvindo (AL) Obras: Eutanásia. Tese Apresentada ao Concurso Universitário Instituído pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Direito de Alagoas, Maceió, Casa Ramalho Editora, 1955. Cânticos d’Alma: Poesia, Maceió, Casa Ramalho, 1954. ÁVILA, Vanda ... Ramos veja RAMOS, Vanda Ávila. A VOZ DO JORNALISTA Jornal. Da imprensa alternativa, publicado nos anos 60 ou 70 em Maceió AYALLA, José de M. Alarção (?) Deputado provincial, tenente-coronel. Tomou assento, como suplente de deputado provincial, na legislatura 1835-37. AYÓ Morro. Localizado na margem direita do Rio São Francisco (Halfeld). “Logo depois de Itans, passa-se entre o morro do Aió, uma garganta que se passa para dar passagem ao rio, desquitando as duas províncias. Aió é o nome que dão no grande vale a um embornal tecido de caruá. Em ambas as margens, o morro é coberto de vegetação, mostrando muitas pedras soltas, com coroas esbranquiçadas. Este morro do Aió, que depois se alarga a vontade, é mais extenso do lado de Alagoas”. (Valle Cabral - Gazeta de Notícias de 1/12/1888). AYRES, Luiz Cesário Cardoso (?) Deputado estadual nas legislaturas 1917-18 e 19-20. AZEDA Lagoa. Entre aquelas formadas pelos entulhamentos dos depósitos da praia que se alonga nas falésias do Jequiá, no município de São Miguel dos Campos. Pobre em peixes, crustáceos e moluscos. Segundo o Relatório do Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas, um dos sete cursos de água do tipo igarapé, que forma a Bacia das Lagoas, em São Miguel dos Campos. AZEDO Um dos sete cursos de água do tipo igarapé que formam uma lagoa temporária, entre aquelas da Bacia das Lagoas, em São Miguel dos Campos, segundo o Relatório do Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. AZEITE-DE-DENTRO Nome pelo qual é conhecido, em Alagoas, o óleo extraído da Baba-de-Boi (Cocos commosa) palmeira ornamental, cujos frutos são drupas ovóides contendo uma amêndoa amarga e oleaginosa. AZEVEDO, Antônio (Santana do Ipanema AL) Obra: O Varredor de Cinzas (Verso e Prosa), Maceió, Independente, 1996. AZEVEDO FILHO, Antônio (Santana do Ipanema AL 22/9/1951) Engenheiro. Filho de Antônio Azevedo Santos e Beatriz Soares de Azevedo. Primário no Grupo Escolar Padre Francisco Correia, em sua terra natal. Começou no Ginásio Santanense, mas terminou o Ginásio e Cientifico no Colégio Marista. Formou-se, pela UFAL, em Engenharia (1974). Especializou-se em cálculo de concreto armado e restauração de edifícios. Com sua empresa, restaurou o prédio do SESC-Centro, a Associação Comercial, o Museu Théo Brandão, em Maceió, e o Cristo Redentor, de Pão de Açúcar. Obra: O Varredor de Cinzas (Verso e Prosa), Maceió, [ ed. autor], 1996. AZEVEDO, Carmen Gusmão Medeiros de (AL) Obra: A Praxe da Sistemática Jurídica nas Relações Intersubjetivas. Discurso na Solenidade de Colação de Grau da Turma da UFAL em 28/02/91, Maceió, SERGASA, 1992. AZEVEDO, Cesário (AL) Poeta. Romeu de Avelar, que o incluiu em sua obra Coletânea dos Poetas Alagoanos, afirma: “Um poeta de difícil identificação. Escreveu bastante nos jornais do Pilar, onde, parece, residiu, por longos anos. Pela época em que versejava (1880) afirma-se que já é falecido. Não se sabe se publicou algum livro “. AZEVEDO, Cícera Aline Lins nome artístico A. Lins (AL 22/8/1949) Pintora. Curso de Pintura com Rosivaldo Lemos e Desenho e Pintura com Divaldo Reis. Coletivas das quais participou: III Festival de Inverno de Garanhuns - PE (1993); I Salão de Artes Ronaldo White, em Maceió; I Mostra de Arte e Cultura de Arapiraca, IV Festival de Inverno de Garanhuns, todas em 1994.

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AZEVEDO, Ismael Pereira (AL ?) Deputado estadual, pelo PMDB, na legislatura 1983-86, pela Coligação PMDB-PTB-PC do B-PSC em 87-90. Suplente, pelo PMDB, nas eleições de 1994 e 1998. AZEVEDO, Ismael Pereira veja PEREIRA, Ismael .... Azevedo AZEVEDO, Jacques (Maceió AL 14/1/1908 - 11/4/1985) Médico, vereador, advogado, professor. Estudou no Grupo Escolar Diégues Júnior e no Liceu Alagoano. Forma-se pela Faculdade de Medicina da Bahia (1931). Regressa para Maceió, onde clinica, em especial na área cirúrgica. Em 1947 forma-se em Direito. Elege-se vereador em Maceió. Obras: Luz de Wood e Medicina Legal. Tese de Doutoramento Apresentada à Faculdade de Medicina da Bahia em 31 de outubro de 1931 a Fim de Obter Grau de Doutor em Ciências Médicas Cirúrgicas. Aprovada com Distinção, Bahia, 1931; Nos Domínios da Ótica (As Para-ultra Radiações). Tese de Concurso à Cadeira de Ciências Físicas e Naturais do Liceu Alagoano, Maceió, Tipografia Trigueiros, 1934. AZEVEDO FILHO, João (AL ?) Caricaturista. Participou da SEMANA DAS CORES, patrocinada pela Academia Guimarães Passos, em 1930. AZEVEDO FILHO, João (AL ?) Obra: Relatório da Junta de Direção da Associação Comercial de Maceió, pelo Diretor Secretário João Azevedo Filho, em Assembléia Geral Ordinária no dia 29 de Setembro de de 1950. Exercício de 1949-1950, Maceió, Casa Ramalho Editora. AZEVEDO, João Ferreira (Maceió AL 20/12/1945 - AL 8/12/1999) Professor. Estudou no Grupo Tavares Bastos e no Colégio Guido de Fontgalland, em cuja Escola Técnica de Comércio formou-se em 1968. Diplomado em Pedagogia pela Faculdade de Ciências e Letras da UFAL (1968), com especialização em Língua e Literatura Portuguesa. Curso de administração e lideranças nas Universidades de Loyola e Tulane, em New Orleans, Estados Unidos. Professor de Filosofia da Educação; Diretor do Instituto de Educação do Centro Educacional e de Pesquisa Aplicada - CEPA, diretor do CEPA, diretor de ensino médio da Secretaria de Educação e Cultura. No ensino superior, diretor da Faculdade de Educação da UFAL, Pró-reitor para Assuntos de Planejamento da UFAL, reitor da UFAL, nomeado em 1979, para mandato de quatro anos. Membro da AAL tendo ocupado a cadeira 37, empossado em 19/9/1980. Sócio do IHGA, tendo tomado posse em 24/2/1994, na cadeira 8, da qual é patrono Mário de Carvalho Lima. Obras: Alguns que Surgem, Coletânea Estudantil, Maceió, Departamento Cultural da União dos Estudantes Secundaristas (UESA), apresentação de Lima Júnior, 1963 (ensaio literário, juntamente com José Vianney dos Passos, Getúlio Mota, Alves Damasceno e José Renivan); Enquanto Vive a Noite, capa de Nunes, Maceió, [s. ed.] 1965 (contos, crônicas); Sementes em Pedras, capa de Nunes, Maceió, [ s.ed.] 1967, capa de Nunes, (romance); Noções e Exercícios de Análise Sintática, apostila, mimeografado; Relações Humanas na Escola - Curso de Aperfeiçoamento - Administração, Maceió, 1968 (apostila); Sociologia da Educação Para Escolas Normais, Maceió, 1969 (apostila); Educação Pré-primária, Maceió, Estudos Universitários, Imprensa Universitária da UFAL, 1972; Efeitos da Reforma do Ensino na Formação Profissional de 2º Grau no Estado de Alagoas, ADESG/AL, 3º. Ciclo, Maceió, 1972; Até Poder Gorjear... , Maceió, Imp. Universitária/UFAL, 1973 (poesia); Oração de Posse. Discurso Pronunciado ao Tomar Posse no Cargo de Vice-Reitor da Universidade Federal de Alagoas em 5/9/75; Diálogo Para Educar. Discurso Pronunciado na Transmissão do Cargo de Reitor da Universidade Federal de Alagoas, Maceió, EDUFAL, 1975; Orações Universitárias, juntamente com Nabuco Lopes e Manoel Ramalho, Maceió, UFAL, 1975; A Grandeza de Servir, Maceió, Imprensa Universitária, 1977 (discursos, artigos, crônicas); Análise da Oferta e Demanda Educacional da Grande Maceió, Maceió, 1978, datilografado; A Casa da Alma do Meu Povo; Maceió, EDUFAL, 1978 (discurso-poema na inauguração na nova sede do Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore); Duas Décadas da Educação. Conferência pronunciada, em 31/8/1978, na Semana da Cultura, em comemoração ao Cinqüentenário do Grêmio Literário Guimarães Passos, Maceió. EDUFAL, 1978; O Menor Carente, Maceió, EDUFAL, 1978 (conferência); Sorrisos e Lágrimas em Busca do Amanhã, Maceió, EDUFAL, 1980 (crônicas sobre a problemática do menor); A Situação do Menor Carente; Santa Catarina. 1979 (conferência, II Encontro Nacional da ADESG, Camboriú); A Memória do Povo, Discursos Proferidos na Posse do Acadêmico João Azevedo na Academia Alagoana de Letras, em 19/9/80, Maceió, EDUFAL, 1980,

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também reproduzido na Revista da AAL, n. 6, p. 257-273; O Pensamento e a Ação do Conselho de Reitores do Brasil, (Documentário de 15 Anos do CRUB) Maceió, EDUFAL, 1981; O Vale do Comendador, Rio de Janeiro, Ed. Tempo Brasileiro, 1982 (estudo biográfico) apresentação de José Carlos Maranhão, Documentário Histórico: 20 Anos de UFAL, Maceió, EDUFAL, 1982 (coordenador); Dimensões de um Sonho, História da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, Maceió, EDUFAL, 1983; Mérito ao Vencedor, Maceió, 1986; Esta Constituinte é Diferente ?, Maceió, EDUFAL, 1986; Escolha de Dirigentes do Ensino Superior, Maceió, EDUFAL, 1987; Encontros, Maceió, EDUFAL, 1995 (discursos); Tércio Wanderley Empresário Realizador e Deputado Constituinte, e Aurélio Vianna O Combativo Coerente, em Memórias Legislativas, Doc. n. 11, Maceió, 1/3/1998 e Doc. N. 25, de 7/6/1998, respectivamente; Alagoas - Uno Stado Del Nord’Est del Brasile. Catálogo da Exposição Realizada em Roma, de 22/9 a 9/10/1983, (coordenador). Como vice-reitor, coordenou e participou da elaboração de Documentário das Comemorações do Cinqüentenário do Grêmio Literário Guimarães Passos, Maceió, UFAL, MEC/DAC, 1979; Sacerdócio e Cultura, Revista da AAL, n. 12, p. 159-166 (Discurso de recepção ao Padre Teófanes Barros); A Arca de Um Peito Humano, Revista da AAL, n. 17, p. 188-191 (Discurso de recepção ao sócio Edson Alcantara); Discurso de Posse na Cadeira 8 em 24 de Fevereiro de 1994, Revista IHGA, Maceió, 2001, v. 45, ano 1995-2000, p. 19-28; Uma Alma na Penedia, Revista IHGA, Maceió, 2001, v. 45, ano 1995-2000, p. 211-219. Colaboração em periódicos: Gazeta de Alagoas, Correio de Maceió, Jornal de Alagoas e Jornal de Hoje. Diretor da revista Mocidade, diretor e redator do A Tribuna do Secundarista, da União dos Secundaristas de Alagoas e diretor do jornal Excelsior, órgão da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da UFAL. Um dos componentes da equipe do Suplemento Literário do Jornal de Alagoas , como também do Correio de Maceió; diretor de O Semeador e proprietário e redator da revista semanal Última Palavra. Participação em programas educativos nas Rádios Gazeta e Palmares - desta última foi diretor-superintendente - e da Rádio Difusora de Alagoas. AZEVEDO, João Lessa de (Coruripe AL 17/9/1903 -) Médico e professor. Filho de Luís Antonio de Azevedo e Joviniana Lessa de Azevedo. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade do Rio de Janeiro, em 1928. Como estudante, fundou em 1923, juntamente com Artur Ramos, Mário Magalhães da Silveira, Abelardo Duarte, Eduardo Santa Rita, entre outros, a Revista Acadêmica, dedicada à ciência e à literatura, tendo sido publicada até 1926, quando da formatura do grupo responsável pelo lançamento do periódico. Professor de Ginecologia da Faculdade de Medicina de Alagoas e fundador da primeira Casa de Saúde e Maternidade de Alagoas. Publicou trabalhos médicos e teses. AZEVEDO, José de Castro (Coruripe AL 9/6/1890 - Rio de Janeiro DF jun. ou jul/1955) Deputado federal, secretario de estado, jornalista, advogado, usineiro. Filho de Manoel Antônio de Azevedo e Possidônia de Castro Azevedo. Formou-se em Direito pela Faculdade do Recife (1910). Juiz municipal do Porto Real do Colégio. Secretário do Interior, como também da Fazenda, no Governo Fernandes Lima (1920-22) tendo ocupado novamente esse último cargo no Governo de Osman Loureiro. Deputado estadual nas legislaturas 1917-18; 25-26; 27-28 e constituinte em 35-37. Deputado federal de maio a outubro de 1930, quando o processo revolucionário determinou o fechamento do legislativo. Prefeito de Coruripe. Membro do Conselho Administrativo do Estado, Membro da Comissão Executiva do IAA - como delegado do Ministério da Viação e Obras Públicas -, e Consultor Jurídico do mesmo IAA. Membro da Comissão Diretora do Partido Economista Democrático de Alagoas. Assessor-Técnico da Confederação Nacional da Indústria. Membro do IAGA, empossado em 14/7/1921. Diretor do Jornal de Alagoas. Fez jornalismo no Rio de Janeiro, no Correio da Manhã, sobre economia e finanças, publicando seus artigos assinados como José de Castro. Vivendo no Rio de Janeiro foi um dos membros da direção da UDN local. A Usina Coruripe, que fundou em 2/2/1925, em 1941 foi vendida ao Grupo Tércio Wanderley. Obras: O Tribunal Superior e a Constituição de Alagoas, Maceió, 1922; As Recepções do Instituto, Revista do IHGA, v. 9, ano 52, 1924, 38-41; diversos artigos na imprensa. AZEVEDO, José Felipe de (?) Deputado estadual nas legislaturas 1907-08 e 11-12. AZEVEDO, José Maria David de (AL ?) Secretário de Estado. Secretário da Fazenda no primeiro governo Divaldo Suruagy e no governo Geraldo Melo.

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AZEVEDO, Josefa Costa de nome artístico Zei Azevedo (Garanhuns PE 25/6/1949) Pintora. Fillha João Ferreira da Costa e Petronila Bezerra Maciel. Curso primário em Garanhuns. Em 1979, passa a morar em Maceió, onde completou o curso no Colégio Guido de Fontgalland. Formou-se em Letras pela CESMAC (1980). Cursou a Escola de Belas Artes Edmilson Sales, em Maceió. Individuais: Garanhuns- PE; Caixa Econômica Federal Shopping Iguatemi e Lojas Miami Vídeo. Coletivas: Escola de Belas Artes e Escola Edmilson Sales. AZEVEDO, Júlio Vieira de (Pilar AL 27/1/1909 -) Jornalista, comerciante. Morou, adolescente, em Viçosa, tendo estudado no Colégio Batista 15 de Novembro. Nessa cidade foi diretor do Grêmio Escolar São José, que chegou a ser registrado na Instrução Pública do Estado. Ainda em Viçosa, dirigiu o semanário O Porvir, sendo, posteriormente, redator-chefe da Folha de Viçosa. Transferiu-se para Maceió, onde desenvolveu atividades no comércio. Colaborou em jornais de Maceió e Viçosa. Com O Comovente Drama de Solange participou da Coletânea Caeté do Conto Alagoano, p. 56-59. AZEVEDO, Manoel Machado Ramalho de (AL 30/6/1932) Professor, engenheiro. Filho de Manoel Ramalho de Azevedo e Alda Machado Ramalho de Azevedo. Curso Ginasial e Cientifico no Colégio Diocesano de Maceió. Curso superior de engenharia na Escola de Engenharia de Pernambuco (1954). Realizou inúmeros cursos de extensão universitária, bem como participou de seminários e simpósios. Professor titular do Departamento de Química do Centro de Ciências Exatas e Naturais da UFAL, desde 1961; Sub-Reitor para Assuntos Acadêmicos; Coordenador para a instalação do Instituto de Ciências Exatas; chefe do Departamento de Química. Reitor da UFAL, nomeado em 1975. Engenheiro do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, posto à disposição da UFAL. Trabalhou, também, na Comissão de Rodagens, hoje DER/AL. Membro do IHGA, empossado em 18/11/1977, na cadeira 41, da qual é patrono Luis Lavenère. Obras: Orações Universitárias, - 1975 juntamente com Nabuco Lopes e João Azevedo, Maceió, Imprensa Universitária, 1975; A Crise da Universidade e o Homem (Discurso de Paraninfo Geral da UFAL), Maceió, Imprensa Universitária, 1976; Reflexões de um ExReitor, Discurso Pronunciado na Sessão Solene de Encerramento dos Festejos do 2° Aniversário da UFAL, em 30/10/81, no Auditório Guedes de Miranda, na Reitoria, Maceió, EDUFAL, 1981; Os Irmãos Maristas em Maceió (1905-17), Discurso Pronunciado em Sessão Solene em 18/11/1977; Maceió, Imprensa Universitária, 1978; Discursos Pronunciados na Sessão Solene em 18/11/77, Maceió, Imprensa Universitária, 1978; Discurso de Posse no Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas Como Sócio Efetivo em 18/11/77; A Universidade - Fator de Segurança e Desenvolvimento, Palestra Proferida pelo Reitor da UFAL no 7° Ciclo de Estudos Sobre Segurança e Desenvolvimento, ADESG/AL, Delegacia de Alagoas em 1° de Agosto de 1978, Maceió, EDUFAL 1978; Missão Cumprida. Discursos na Transmissão do Cargo de Reitor da Universidade Federal de Alagoas em 29/11/79, Maceió, EDUFAL, 1979; A Universidade Brasileira e o Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico do País, Revista IHGA, v. 41, 1986-88, Maceió, 1989, p. 113-119; Milton Hênio, Revista do IHGA, n. 44, v. XLIV, 1993-1994, Maceió, 1995, p. 129-130; Discurso de Saudação ao Novo Sócio João Ferreira Azevedo em 24 de Fevereiro de 1944, Revista IHGA, Maceió, 2001, v. 45, ano 1995-2000, p. 13-18; Saudação a João Ferreira Azevedo, Revista IHGA, Maceió, 2004, v. 46, p. 258-264; Histórico Sucinto Sobre o Modelo Orbital do Átomo, in Revista do Clube de Engenharia de Alagoas, Ano I, n. 1. 1966; Os Gases Nobres e os Fluoretos Binários de Xenôbio, in Ciência e Cultura, separata da Revista Ciência e Cultura, v.26 (1), 1974. AZEVEDO, Maria José Xavier de Araújo Mariano de (Viçosa AL 24/4/1917) Professora. Filha de Francisco Xavier de Araújo e Maria Messias de Farias Costa Araújo. Estudou em Maceió até 1927, e no Instituto de Educação do Rio de Janeiro, diplomando-se em 1937. Lecionou em colégios particulares até 1939, quando foi nomeada professora primária da Secretaria Geral da Educação e Cultura da Prefeitura do Distrito Federal no Departamento de Educação Primária, designada para o Colégio Argentina e, depois, para o Colégio São Paulo. Foi posteriormente, transferida para o Departamento de Educação Nacionalista e designada para a Escola Panamá, onde foi sub-diretora. Membro efetivo e diversas vezes oradora do Instituto Brasileiro de Cultura, bem como do conselho deliberativo da Sociedade de Homens de Letras do Brasil. Sócia do Clube Municipal. Fundou a Sociedade dos Amigos do Dr. Pedro Ernesto. Foi Comissária de menores do Juizado de Menores do Distrito Federal. AZEVEDO, Miranda de (Correntes PE 1888 ?- Viçosa AL 31/6/1916) Jornalista, advogado. Formou-se em Direito na Faculdade de Recife (1910). Veio de Canhotinho, onde publicava o seminário A Ordem, no qual investia contra todos, e, por isso, sua oficina tipográfica foi vendida para Viçosa, onde publicou O Jornal. Morreu

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assassinado, com 28 anos de idade.

AZEVEDO, Sânzio (Fortaleza CE 1938 ?) Obra: Contos, Maceió, EDUFAL. Coleção Nordestina (org.) . AZEVEDO, Temístocles Vieira de (5/4/1905 - Rio de Janeiro 20/3/1999) Interventor federal, militar. Sentou praça no Exército em abril de 1924, ingressando na Escola de Infantaria. Aspirante em janeiro de 1927. Participou, de julho a outubro de 1932, como primeiro tenente, do combate à Revolução Constitucionalista de São Paulo. Capitão em novembro de 1932, comanda a Força Policial Militar de Alagoas entre 24/4/1933 e 1/5/1934. Entre 2 de março e 1o de maio de 1934 assumiu interinamente a interventoria em Alagoas, substituindo o interventor Osman Loureiro de Faria. Coronel em julho de 1952. Com a passagem para a reserva, chegou a general.

AZEVEDO, Washington Luis de Souza (AL ?) Secretário de Estado. Secretário da Educação e do Desporto (2/4/1998-31/12/98), no governo Manoel Gomes de Barros.

AZEVEDO, Zacharias de... Araújo (Maceió AL 5/3/1885 -São Paulo SP 9/10/1923) Médico. Filho de Pedro Bezerra de Araújo Guedes e Tereza Azevedo de Araújo. Estudou no Colégio Coração de Jesus, no Colégio 16 de Setembro e no Liceu Alagoano. Formou-se em Medicina pela Faculdade da Bahia (1905) com a tese Edema Agudo de Pulmão. Emigra para a Amazônia onde vive três anos. Em 1909 regressa a Maceió, onde passa a ser chefe da clinica médica do hospital da Santa Casa. Professor de Inglês no Ginásio Alagoano. Sócio do IAGH, tento tomado posse em 13/5/1921. Obra: Discurso do Dr. Zacharias de Azevedo ao Ser Recebido no Instituto, Revista do IHGA, vl. 16. ano 59, 1932, Maceió, Livraria Machado, p. 38-43. A revista IX, pág. 131 publica notas sobre o seu falecimento e a XIII, pág. 41, publica o elogio feito por Paulino Santiago.

AZUCRIM, O Jornal. “Órgão de troça”. Surge em Maceió em 1906, como publicação semanal. Era dirigido por Mário Moreno & Irmão e impresso em tipografia própria.

AZUL Serra. Segundo Ivan Fernandes Lima, faz parte da Escarpa Cristalina Oriental.

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B. Ana Isabel A. ( AL ? ) Compositora. Compôs: Ai! Das Minhas Ilusões, mazurka - Sistema Taquigráfico Tressaro - B. Bevilacqua & Cia. BACELAR FILHO, Antônio A. (Maceió ? 1960 ) Estudou Matemática na UFAL. Funcionário da CEAL. Teve o poema Vox Populi publicado em Escritores Brasileiros, Rio de Janeiro, Crisalis Editora, 1986. BACIA LEITEIRA O Estado contou, no passado, com a maior bacia leiteira do Nordeste. Atualmente, produz cerca de 600 mil litros de leite/dia, posicionando-se em quarto lugar entre os produtores nordestinos, logo atrás de Pernambuco, Bahia e Ceará, ficando longe da média nacional. A Bacia Leiteira era composta, de início, por municípios do sertão: Batalha, Jacaré dos Homens, Major Isidoro e Palmeira dos Índios. Nos últimos anos, são 19 os municípios, entre os quais União dos Palmares, Viçosa, e Chã Preta, passaram a se destacar. A população da área é de cerca de 300 mil habitantes. Produção de leite: 1980: 76 milhões de litros; 1996: 240 milhões de litros . Dos 25 mil produtores de leite comercial, 43% captam até 50 litros/dia, são responsáveis por 7% da produção alagoana. No total envolvem cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos. Apresentam baixa rodutividade, Apresentam baixa produtividade,. Parte importante da produção é exportada.. ”Os custos fixos são altos, diminuindo as margens de lucro dos produtores, embora haja espaço para redução dos gastos, com a melhoria tecnologica. O gerenciamento de muitas propriedades na Bacia Leiteira ainda é precário, pois não se trabalha com planilhas de custos e outros instrumentos de controle. As cinco maiores empresas de laticínios, responsáveis pela produção de 71,7 milhões de litros de leite, são: ILPISA - Indústria de Laticínios Palmeira dos Índios: 270 postos de trabalho; produção de leite: 3,2 milhões de litros; bebidas não lácteas: 250 mil litros; BOA SORTE - Única produtora de leite A no Nordeste, com capacidade de produção de 10 mil litros; CAMILA; LATICÍNIOS SÃO DOMINGOS e LATICÍNIOS BATALHA. O produtor terá que aumentar cada vez mais sua escala de produção para diluir custos. A indústria de laticínios tem papel estratégico na modernização do setor. Existem alternativas para melhorar a remuneração do criador, como campanhas junto às prefeituras para priorizarem a compra de leite alagoano. Para reverter o declínio do setor, será necessário a introdução de um sistema de preços que privilegie a qualidade, volume e a aplicação de tecnologia, revertendo a tendência de queda, por exemplo pela retomada do uso de inseminação artificial e melhoria genética. É , ainda, o emprego de assistência técnica e de tecnologias modernas de produção de leite. Entende-se que essa atividade tenha potencial para crescer dentro de uma política geral de modernização do setor rural. O setor é importante na cadeia alimentar, além de gerar empregos rurais. Sua modernização deve ser perseguida com políticas de longo prazo. Uma possibilidade é o incentivo à parceria entre produtores de cana e pecuaristas do leite, no sentido de elevar o plantel de gado confinado”. BACURAU, O Publicação editada em Jaraguá - Maceió entre 29 outubro de 1921 a 21 março de 1931. Foi dirigido por Lafaiete Pacheco, tendo como redatores João Azevedo Filho e Lourival Sarmento; caricaturista: Maria Alice Sarmento. colaboradores: Jaime de Altavila, Otacílio Maia, Félix Lima Júnior, Aminadab Valente, Judas Isgorogota e Joaquim Maciel Filho, entre outros. Nele Jaime de Altavila , com o pseudônimo de Borge de Cima, publicou uma série de pequenos poemas humorísticos, tendo o Modernismo como tema central. Em 07 de outubro de 1922 seus responsáveis realizaram, no Teatro Deodoro, uma festa intitulada 60 Minutos de Riso. No Almanaque d’O Bacurau Para 1927, primeiro e único, aparecido no mês de dezembro desse ano, havia um trabalho intitulado Pelo Futurismo Nacional, com a assinatura de Jorge de Lima e oferecido a Jaime de Altavila. Segundo Moacir Medeiros de Santana, em Jorge de Lima Entre o Real e o Imaginário, na verdade, foi escrito pelo último e oferecido ao primeiro. BAGNUOLO, Conde de Giovanni Di San Felice, Príncipe de Monteverdi ( Nápoles 1575 - Salvador 26/8/1640) “Veio ao Brasil como sargento-mor do Terço ou Regimento de Nápoles, ligado à Coroa da Espanha, que integrava a Grande Jornada dos Vasssalos, comandada por D. Fradique de Toledo Osório, em 1625 enviada

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por Filipe IV, então rei de Espanha e de Portugal, a fim de dar combate aos holandeses, instalados na Bahia. Para cá retornou em 1631, no comando de reforços trazidos à Bahia e Pernambuco pela armada espanhola-portuguesa de Antônio de Oquendo, tendo sido encarregado, em atual território alagoano, da defesa do cabo de Santo Agostinho. Em 1636 assumiu o comando do sistema de guerrilhas, realizando inúmeras incursões pela zona açucareira de Pernambuco, inclusive com assaltos, depredações e incêndios de engenhos e povoações dominadas pelos holandeses, contando com o auxílio de Henrique Dias, Sebastião do Souto, Francisco Rebelo, André Vidal de Negreiros e outros capitães; sendo, pois, um dos responsáveis pelos flamengos terem abandonado Alagoas. Combateu ainda os holandeses em Sergipe e, pela segunda vez, na Bahia. Felipe IV, por sua ação, deu-lhe, em 1639, o título de conde e uma morgadia em Nápoles”. BAÍA, Artur veja CUNHA, Artur Augusto .... da BAIANA “Dança popular de origem africana, composta de figuras do sexo feminino. Teve sua origem em Pernambuco e não na Bahia, como o nome sugere. É uma variante do Maracatu com elementos do Pastoril e do Coco. Primitivamente era conhecida como Samba de Matuto. Só na década de vinte do século passado, segundo Théo Brandão, a brincadeira passou a ser denominada de Baiana. Aparecia na época carnavalesca, ensaiada pelos babalorixás, revelando-se um folguedo de nítida influência africana. Hoje a Baiana se apresenta no ciclo natalino. Lembra o canto dos escravos na senzala e a coreografia criada nos terreiros das casa-grande dos engenhos de açúcar. São suas figurantes: Mestra (duas), Contramestra (duas), Puxa-Cordões (duas), Bonecas e demais baianas, em um total de dezesseis. Vestem traje típico da baiana, com torços, saias rodadas, balangandãs, blusas rendadas, etc. Predominam as cores azul e encarnado por influência do Pastoril”. BAIXA, João dos Santos Lima Ponte- ( AL ) Poeta . Publicou Diversas Fases , Maceió, Tip. do Partido Liberal, 1871(poesia). Segundo Luis Lavenère teria publicado, ainda, Meu Retrato (Revista IHGA, n. 30) BAIXA FUNDA, Antônio veja ALMEIDA, Antônio. BAIXO, de Lagoa às margens do rio São Francisco, entre aquelas formadas pelo processo erosivo do rio e de seus depósitos nos terraços marginais. Localiza-se após Traipu. BAIXO PLANALTO SEDIMENTAR DOS TABULEIROS “ Formado pelas terras pouco elevadas que se estendem do mar, com sua falésias, até as primeiras serras cristalinas para oeste, denominadas tabuleiros”, segundo Ivan de Lima. Sua altitude é de 40 a 50 metros sobre o nível do mar, na frente dos penhascos, e de 200 metros no interior, nas denominadas Chãs. BALBINO, ( AL ) Assina um trabalho em Publicação em Homenagem ao Centenário do Município de Viçosa, 1831-1931, Viçosa, Tip. Econômica, 1931. BALBINO, Jailton ( AL ) Poeta. Publicou: Marques, Maceió, SERGASA, 1982. Manhãs Permanentes, apresentação de José Geraldo W.

BALDAIA, Francisco do Rego ( AL 24/12/1863 ou 1864 ) Professor, jornalista, padre. Filho do português Francisco do Rego Baldaia, um dos fundadores da vila de Maceió. Estudou no Seminário de Olinda. A Câmara de Maceió, por ato de 30 de junho de 1818, o nomeia “professor régio de primeiras letras”. Embora sua origem, sempre se distinguiu pela sua lusofobia. Sua exaltação jacobinista, levou-o a excessos, razão pela qual não foi reconduzido à cadeira de primeiras letras, sendo substituído por Francisco Pereira Guedes. Participou do primeiro período do jornalismo em Alagoas (1831/1850). Sempre extremado em suas opiniões. Segundo Moreno Brandão, em seu livro Maceió: “Ao sacerdócio sempre juntou o magistério, e, quando em Maceió se fundou a imprensa, Baldaia tornou-se um jornalista veemente, por vezes agressivo. Foi por estas qualidades uma individualidade singular. Faleceu em 24 de dezembro de 1863, velhíssimo “.Em 1833 dirige o Federalista, substituindo o padre Afonso de Albuquerque Melo e e advogado Félix José de Melo e Silva, dirigindo o jornal

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para uma posição menos intransigente e mais governista. Revista II, IHGA, pág. 154 publica “Registro da provizão do professor de primeiras letras padre Francisco do Rego Baldaia, o primeiro mestre-escola de Maceió “. BALÉ ÍRIS DE ALAGOAS Surge da mudança de nome, em 1983, do grupo de Balé Eliana Cavalcanti. Nesse ano estréia com o espetáculo Estação Maceió, no Teatro Deodoro; participa do II ENDA, no Teatro João Caetano, em São Paulo; excursiona por capitais do nordeste; participa do Festival de Arte de São Cristóvão (SE) como também do I Encontro de Ensino de Dança, no Piauí e, ainda, do I Ciclo de Dança do Recife e do I Festival do Mar, em Pajuçara. Em 1984, realiza nova temporada no Teatro Deodoro, participa, entre outros espetáculos, do Ciclo de Danças , no Recife e do II Festival do Mar, em Pajuçara. No ano seguinte mantém uma programação assemelhada, tendo, como fato novo, sua participação no XI Festival de Verão de Marechal Deodoro. Em 1986 apresenta Nordestinadas inspirado no livro de Marcos Acioli, no Teatro Santa Isabel, em Recife, como também no Teatro Deodoro. Em 1987, estréia o balé Vagões - Encantos e Desencantos um daqueles apresentados na temporada que realiza no Teatro Deodoro. Sua principal apresentação, em 1988, foi no XIII Festival de Inverno de Campina Grande (PB). No ano seguinte, estréia Terra de Santa Cruz e Concerto Para Sete Mulheres, torna a se apresentar no Festival de Inverno de Campina Grande e, ainda, no VII Ciclo de Dança, do Recife. Em 1990 vence com Certas Emoções, a nível nacional, o projeto de concorrência da Fiat - A Magia da Arte; participa do VIII Ciclo de Danças e do Projeto Estação Dançar, ambos em Recife. Estréia o espetáculo Por Tudo Isso, no Teatro Deodoro e se apresenta na reinauguração do Teatro Sete de Setembro, em Penedo. Em 1991, no Teatro Guararapes, em Recife, apresenta o balé Pátria Amada, de Flávio Sampaio e, ainda, naquela capital, participa do Projeto Estação Dançar, a convite da Fundação Cultural Cidade do Recife. Como convidado, apresenta-se no Projeto Primavera Urbana, da FUNTED. No ano de 1992 torna a dançar no Festival de Arte de São Cristóvão (SE) e no Festival de Inverno de Campina Grande. Estréia, em 1993, o espetáculo Estação Jorge de Lima, no Clube Fenix e, nesse mesmo ano, retorna ao Festival de Inverno de Campina Grande, onde também irá se apresentar em 1994. No ano seguinte, participa do 5º ARTNOR, Feira do SEBRAE-AL; apresenta-se, outra vez, no Festival de Inverno de Campina Grande, como também do Encontro Pernambucano de Dança. No Teatro Deodoro estréia o espetáculo Quatro Motivos Para Voar. Em 1996, destaque para a apresentação no III Festival de Dança do Mercosul, em Bento Gonçalves (RS) e no X Festival de Dança do Triângulo Mineiro, em Uberlândia (MG). Em 1997, além de sua participação nos tradicionais festivais de Campina Grande e Recife, estréia o espetáculo Exaltação, no Ginásio do SESC, em Maceió. Em 1998, participa do 8º ARTNOR- Feira do SEBRAE, AL; estréia o espetáculo Vida, no Teatro Deodoro, então reaberto. Em 1999, Vida é apresentado no Teatro do Parque, em Recife, bem como representado no Teatro Deodoro; estréia o espetáculo Canais e Lagoas. Foram inúmeras as suas atividades em 2000. Apresentou as coreografias Festança e Canais e Lagoas, em janeiro, na abertura da ARTNOR, feira de arte promovida pelo SEBRAE. Em março reapresentou Canais e Lagoas no Teatro Deodoro, bem como no Shopping Farol. No mês de maio aquele mesmo espetáculo foi apresentado em colégios da capital e na Faculdade de Alagoas (FAL), bem como Vida foi encenada no Teatro Deodoro. Em junho, Canais e Lagoas é representado no Centro Educacional Gomes de Barros e no I Festival Nacional de Dança de Fortaleza, no Teatro José Alencar e no Centro de Convenções de Fortaleza. No mês seguinte, o mesmo espetáculo é encenado no V Festival de Danças do Recife, por três vezes, uma no Pátio de São Pedro, outra na Praça do Arsenal e, finalmente, no Teatro Guararapes. Em agosto, dentro do projeto “Teatro é o Maior Barato” Canais e Lagoas, por duas vezes, é encenado no Teatro Deodoro. Em setembro, participa, por três dias, na I Mostra Alagoana, com diversas coreografias em vários pontos da cidade. Finalmente em dezembro, tem, por três dias, participação especial no espetáculo O Baile de Máscaras, produzido pelo Balé Eliana Cavalcanti, no Teatro Deodoro. Em 2001, somente em julho começa a se apresentar, quando encena, no VI Festival de Dança do Recife, o espetáculo Misturada; este mesmo espetáculo, por três dias, em agosto, se apresenta no Teatro Deodoro. É ainda Misturada sua participação no Dia Internacional da Cultura, em novembro, no Teatro Deodoro. Atua também, neste mesmo mês na III Mostra Alagoana de Dança, com diversos trechos de coreografias, seja no Calçadão do Comércio ou no Teatro do Colégio Marista. Por fim, em dezembro, tem participação especial no espetáculo A Fuxicada, produção do Balé Eliana Cavalcanti. No ano de 2002, inicia suas apresentações em março, participando no III Congresso Alagoano de Pediatria, quando apresenta Misturada, no Teatro Deodoro, e ainda, neste mesmo mês, com o mesmo espetáculo e no mesmo local, se apresenta dentro do projeto “Dança é o Maior Barato”. É ainda este mesmo espetáculo apresentado, em julho, no VII Festival de Danças do Recife,

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no Teatro do Parque e, alguns trechos, em palco armado ao ar livre, na cidade de Camaragibe. Na IV Mostra Alagoana de Dança apresenta trechos do Misturada, no Teatro do Colégio Marista. . Finalmente, em setembro, na I Mostra Nacional Dança em Cena, estréia o espetáculo Eurritmia, no Teatro Deodoro. A logomarca do grupo foi criada por Railton Sarmento Júnior. BALUARTE, O Publicação semanal, surgida em Maceió, em 7/9/1889 ou 1898. Órgão evolucionista, pertencente a uma associação, sendo publicado todas as quartas-feiras. Diretor: J. Moreno. Em 1904 eram seus redatores: Marcionilo Maciel e Sebastião de Abreu. BÁLSAMO Riacho, nasce em Pernambuco e corre no município de Quebrangulo e deságua na margem direita do Paraíba do Meio. BANANAL Serra, segundo IFL faz parte da Escarpa Cristalina Oriental.

BANCO CENTRAL DE CRÉDITO AGRÍCOLA DE ALAGOAS Relatório do Exercício de 1929, Aprovado em Assembléia Geral Ordinária de 28/2/1930, Maceió, Imprensa Oficial, 1930. BANCO DA PRODUÇÃO DO ESTADO DE ALAGOAS veja BANCO DO ESTADO DE ALAGOAS BANCO DE ALAGOAS Instalado em 11/11/1915, por Carlos Ramiro Basto e Eurípedes Gomes Porangaba. Este último foi seu diretor e, depois, presidente, por cerca de 14 anos. Finalidade “auxiliar o comércio, a indústria e a agricultura em todos os seus ramos” Tinha como sede, administração e foro a cidade de Maceió. Em 06/07/1931, em assembléia geral extraordinária , foram modificados seus estatutos, modificação aprovada, segundo as exigências então vigentes, por Decreto do Governo Provisório da República. Publicou: Estudos do Banco de Alagoas, Instalado em 11 de Novembro de 1915; Relatório Apresentado à Assembléia Geral dos Acionistas nas Reuniões de 08/08/1925 e 09/08/1932, Maceió, Casa Ramalho, 1932; Estatutos do Banco de Alagoas ( Decreto n. 21.020 de 03.12.1932), Maceió, 1932. BANCO DE VIÇOSA Fundado a 8/7/1925, como sociedade cooperativa, de responsabilidade limitada e forma anônima, tinha como divisa “Todos por um e um por todos”. Finalidade: “combater a usura, mediante uma taxa módica de juros e de lucros em suas operações, aproximando numa colaboração direta os que dispõem de uma economia e o que delas carecem para o desenvolvimento, em modo particular, do pequeno trabalho”. Constituído por um prazo de 30 anos, podendo esse prazo ser indefinidamente prorrogado, pela vontade dos sócios. O capital social era ilimitado e variável com o número de sócios e de ações subscritas, não podendo, no entanto, ser inferior a cinqüenta contos de reis. Primeira diretoria; Manoel Brandão Vilela, presidente; Honorato Sá, gerente e Izidro Vasconcelos, secretário. Do Conselho Fiscal eram efetivos: Serzedelo Correia, Olimpio Almeida e João Barrreto Falcão e, suplentes: João Pedro Jatobá, Pedro Carnaúba e Aureliano Menezes e, por fim, vogais: Antonio Torres, Veridiano Soares Vasconcelos e Francisco Pimentel Publicou: Estatutos da Sociedade Cooperativa de Responsabilidade Limitada. Banco de Viçosa, Maceió, Imprensa Oficial, 1925; Banco de Viçosa - Sociedade Cooperativa de Responsabilidade Limitada, 19251931. Publicação em Homenagem ao Centenário do Município de Viçosa 1831-1931, Viçosa/AL, Tip. Econômica, 1931. BANCO DO ESTADO DE ALAGOAS (PRODUBAN) Fundado em 2/7/1963, seu nome inicial foi o de Banco da Produção do Estado de Alagoas (PRODUBAN). Chegou a possuir 24 agências e postos distribuídos pelas diversas zonas fisiográficas do Estado. Financiou empreendimentos de infra estrutura e saneamento básico de Maceió e de outros municípios e, ainda, para construção de diversos conjuntos habitacionais, na capital e no interior, e também a ampliação do parque hoteleiro do Estado. Em 1988 sofre processo de liquidação extrajudicial. Em janeiro de 1995 o Banco Central determina um regime de administração especial para a instituição. Teria se transformado em Agência de Desenvolvimento, instituição não bancária ( M. P. 1 556 de 18/12/96). Publicou: Relatório da Diretoria - 1972, Maceió, PRODUBAN S/A, 1972, período em que Francis

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Menezes Leahy, era diretor presidente, Amaury de Medeiros Lages, diretor financeiro e Hermann de Medeiros Torres, diretor comercial. BANCO POPULAR E AGRÍCOLA DE PALMEIRA Fundado em 8/4/1927, sua finalidade era “combater a usura, mediante uma taxa módica de juros e de lucros em suas operações, aproximando numa colaboração direta os que dispõem de uma economia e o que delas carecem para o desenvolvimento, em modo particular, do pequeno trabalho”. Sua divisa “Todos por um e um por todos”. Constituído por um prazo de 30 anos, podendo esse prazo ser indefinidamente prorrogado, pela vontade dos sócios. O capital social era ilimitado e variável com o número de sócios e de ações subscritas, não podendo, no entanto, ser inferior a cinqüenta contos de reis. Primeira diretoria: Leobino Soares da Mota, presidente; Francisco Cavalcanti, gerente e José Alcides de Moraes, secretário. O Conselho fiscal tinha, como efetivos: José Tobias Filho, Sebastião Ramos e Leopoldo Leodegário Wanderley; como suplentes; Manoel Sampaio Luz, Elísio Barbosa de Melo e Bráulio Xavier Montenegro e, por fim, como vogais: Leopoldo da Costa Duarte, José Augusto Souto e o Padre Francisco Xavier de Macedo. Estatutos da Sociedade Cooperativa de Responsabilidade Limitada “Banco Popular e Agrícola de Palmeira”, Maceió, Imprensa Oficial, 1927. BANDEIRA, José ... Medeiros veja MEDEIROS, José Bandeira BANDEIRA, Lourival ( AL ) Cantor repentista. Participou de inúmeros desafios, entre os quais se destaca o promovido na casa do folclorista Câmara Cascudo, em 23/5/1949, com José Siqueira de Amorim, cantor cearense. Publicado: Peleja de Lourival Bandeira com João Tavares, Brasília, [ s. n.], segundo consta disputaram seus conhecimentos, em sextilhas, sobre geografia e descrição dos continentes. Ao vencedor, que não se sabe quem o foi, caberia o prêmio de um relógio de ouro. BANDEIRA, PETRÚCIO César ... Mendes ( AL ? ) Deputado estadual, secretário de estado. Deputado estadual, pelo PSB, na legislatura 1999-2002. Secretário de Agricultura, Abastecimento e Pesca, no governo Ronaldo Lessa. BANDEIRA, Selma... Mendes( Delmiro Gouveia 1º/1/1946 - BR 101, perto de Viçosa AL 7/9/1986) Deputado estadual, médica. Filha de Lauro Mendes Correia e Alexandrina Bandeira Mendes. Estudou em Salvador o 1º e 2º grau, sendo que este último terminou em Maceió, no Colégio Moreira e Silva. Fez politica estudantil, integrou a União dos Estudantes Secundários de Alagoas (UESA), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE), além do Diretório da Faculdade de Medicina da UFAL, onde se formou em 1969. Fez residência médica em Recife (PE) e estágios em diversos hospitais, ainda em Recife e em Maceió, tendo trabalhado no Instituto de Medicina Infantil de Pernambuco. Antes, fez o curso de suficiência em Biologia na Faculdade de Ciências e Letras da UFAL (1967). Foi professora daquela matéria no Colégio Guido de Fontgalland e no Colégio Batista Alagoano. A partir de 1964 passou a participar da política partidária, em oposição à situação então vigente. Foi acusada e julgada por suas posições oposicionistas, vive na clandestinidade entre 1974-78, quando é presa, em março, em Recife, tendo ficado detida na Colônia Bom Pastor. Libertada, devido a Lei da Anistia, em 1979, volta a Maceió, e passa a atuar na Secretaria de Saúde do Estado. É eleita deputado estadual, em 1982, pelo PMDB, para a legislatura 1983-86. Defendeu as causas sociais, em especial na área da saúde, bem como o direito dos operários, dos índios, dos negros, da mulher. Expandiu a consciência da cidadania, entre as mulheres, tendo programado a União das Mulheres Sertanejas, cujo primeiro encontro ocorreu em 1º de dezembro de 1984. Candidata a deputado federal, nas eleições de outubro de 1986. Morre, em desastre de automóvel, quando se dirigia a Viçosa, para a participação em comício da campanha eleitoral. BANDEIRA, Suely Palmeira ( Rio de Janeiro 13/9/ 1946 ) Pintora. Filha de Paulo Raposo Bandeira e Beatriz Palmeira Bandeira. Estudou no Rio de Janeiro. Desde 1981 vive e trabalha em Maceió. Foi aluna de Pierre Chalita, em 1989 e, depois, de Rosival Lemos. Na área de sua especialização realizou os cursos: Iniciação à História da Arte, na CESMAC, Maceió; Vida e Obra de Michelangelo, na UFAL, Maceió;

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Quatro Séculos - Quatro Mestres Da Vinci, Rembrandt, Goya e Picasso, Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ); Descobrindo a Arte Contemporânea, com professores do Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia de Madri (Espanha), no CREAL, Maceió; História da Arte Brasileira, no SESC-Maceió; Cerâmica Viva. Oficinas de Capacitação em Design e Técnicas de Modelagem, Instalação e Queima, no Jaraguá Art’Studio, Maceió; História da Arte. Uma Visão Panorâmica, na ADUFAL, Maceió; Arte-Terapia. A Arte Como Recurso de Desenvolvimento Pessoal, no Espaço Terapêutico, Maceió; Design no Artesanato, no SEBRAE, Maceió. Participou, também, de Seminários: Centenário de Graciliano Ramos, promovido pela Fundação Pierre Chalita e UFAL, Maceió; Centenário de Jorge de Lima, promovido pela UFAL e Secretaria de Cultura, Maceió; Mecanismos de Apoio à Cultura, promovido pelo Ministério da Cultura, Maceió. Participou, ainda, do IV Fórum de Museologia do Nordeste, promovido pela UFAL e Fundação Pierre Chalita. Exposições individuais: 1991: Hotel Ponta Verde, Maceió. 1992: Luxor Hotel, Maceió e Circo Cultural Show do Verão, Maceió. 1993: Banco Banorte, Juiz de Fora (MG). 1996: Centaur Gallery, Londres (Inglaterra); Meliá Maceió Hotel, Maceió; Banco do Brasil, Maceió. 1997: Shopping Center Iguatemi, Maceió. 1998 - Shopping Center Iguatemi, Maceió. 1999: Estoril Praia Hotel, Maceió. 2001 - Associação Comercial, Macéio. Principais exposições conjuntas: 1992: Rio Mar Shopping Center, Aracajú (SE). 1998 - III Encontro Nacional de Meditação do GMNE, Hotel Matsubara, Maceió. 1999: 1a. Jornada Holística SEST/SENAT, Maceió. Participou de 59 coletivas, sendo as principais: 1992: Galeria Pierre Chalita, Maceió. 1992: Pinacoteca da Universidade Federal de Alagoas, Maceió; Casa da Arte - Garça Torta, Maceió; Rio Mar Shopping Center, Aracajú (SE) e Galeria José de Dome, também em Aracajú (SE). 1993: Woorkshop Brasil/ Alemanha, Maceió; Museu de Arte Brasileira, Maceió; I Meliá Místico, Maceió; Aliança Francesa, Maceió; Fundação Casa Rui Barbosa, Rio de Janeiro (RJ), na Exposição Arte de Alagoas. 1994: V Cíclo Esotérico Alternativo, Recife (PE) e Galeria Karandash, Maceió. 1995: Galeria Estação Farol, Maceió. 1996: Convento São Francisco, Marechal Deodoro; Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Rio de Janeiro (RJ). 1997 Prefeitura Municipal de Quebrangulo; Centro de Convenções , Brasília (DF); Secretaria de Cultura, Vitória (ES); V Congresso Holístico Internacional, Lindóia (SP) e IV Congresso Holístico Internacional, Manaus (AM). 1998: Reabertura do Jaraguá Art’Estudo, Maceió. 1999 - Secretaria de Cultura . Vidas Secas, Maceió; Espaço Cultural Aurélio Buarque de Holanda, Maceió. 2000: Abertura Galeria Armazém 384, Maceió e Aliança Francesa Club Du Vin, Maceió. 2001: Museu Pierre Chalita, Jaraguá, Maceió; com o trabalho Anjo João participou da X Universid’Arte, realizada na FAL- Jaraguá, de junho a setembro de 2002 e em janeiro deste mesmo ano participou da Exposição Arte Popular. Coleção Tânia de Maia Pedrosa, realizada no Museu Théo Brandão, em Maceió. 2003: Arte Popular Alagoana 2003, realizada na Galeria SESC/Centro, de 19/08 a 05/09 e da exposição A Universid’Arte XI, no Campus Jaraguá da FAL, de 11/06 a 20/10. . Obras constantes nos seguintes catálogos: 1992 - Mostra Internacional de Arte Ingênua e Primitiva, São Paulo - SP; 1993 - Arte Alagoas I, Maceió; 1994 - I Bienal de Art Naif, São Paulo (SP) e Arte Alagoas II, Maceió. 1995 - Arte Maior de Alagoas, Maceió; 1997 - Alagoas Presente, Arte; 1999 - Arte Popular de Alagoas, Maceió, 2001 - Livro de Arte - Associação Fluminense de Belas Artes, Niterór (RJ); 2002 - Arte Popular, Museu Théo Brandão, Maceió. . Um dos seus quadros mais divulgados é Miss Paripueira, no qual retrata aquela figura popular, in Arte Popular em Alagoas, de Tânia Pedrosa, p. 151. Sua obra foi tema da tese apresentada por Solange B. Vasques na CESMAC. BANDEIRA, A Jornal que, segundo Ivan Barros, teria circulado em Palmeira dos Índios. BARACHO, Manoel Pereira ( ? ) Deputado provincial na legislatura 1874-75.

BARAFUNDA, O pseudônimo de CAVALCANTI, João Coelho BARÃO DE ÁGUA BRANCA veja TORRES, Joaquim Antônio de Siqueira BARÃO DE ALAGOAS veja FONSECA, Severiano Martins da BARÃO DE ANADIA veja BRANCO, Manuel Joaquim de Mendonça Castelo

ABC das Alagoas BARÃO DE ATALAIA veja MARANHÃO. da arma da Engenharia. Luiz. MENDONÇA. Trigueiros. ocupando o cargo de 16/02/1966 a 02/01/1970. José Antonio de BARÃO DE JEQUIA veja FERRO. Adauto Gomes ( Gameleira PE 6/7/1925 .? e 20/7/ 1897. Maceió. BARBOSA. Maceió. onde falece. Litografia Trigueiros. na qualidade de coronel da PM comissionado. Promovido a tenente-coronel. Centelhas. por ato do interventor João José Batista Tubino. 1907 (conto). A Filha do Mestre Bráz. Liv. por Portugal.O primeiro Barão de Maceió foi o português Francisco Afonso Maurício de Sousa Coutinho. já agora no Governo Lamenha Filho. militar Major do Exército. A Rosa de . 1904 (drama). Arapiraca. 1965. assume a Secretaria de Segurança Pública. Maceió. BARBOSA. Jacinto Paes Moreira de BARÃO DE MUNDAÚ veja. Orgulho Humilhado. Livraria Fonseca. Um Homem Perigoso. Domingos (Maroim SE 4/8/1862 .. Maceió. 1906 ( contos . Manuel da Cunha Lima BARÃO DE JARAGUÁ veja MENDONÇA. Barbosa BARBOSA. Alex Teixeira veja ALEX Teixeira Barbosa BARBOSA. ator. 1904 (romance).Recife PE 2/5/1970 ) Secretario de estado.. Obras: A Heróica Alagoana. Felisberto Caldeira Brant Pontes Oliveira e BARÃO DE SÃO MIGUEL Epaminondas da Rocha VIEIRA. A Virgem Bela e Duílio. José Miguel de BARÃO DE TRAIPU veja RIBEIRO. no Exército. Demuriez .Maceió AL 3/2/ 1922) Teatrólogo. Maceió. Filho de Francisco Frederico da Rocha. Livraria Fonseca. BARÃO DE MURICI veja MENDONÇA. Lourenço Cavalcanti de Albuquerque BARÃO DE IMBURI veja RIBEIRO. ? 17/10/1836 . Franciso Inácio de Carvalho BARÃO DE PIASSABUSSU veja MELO. Oficina Fonseca. Duas Esposas e Um Só Marido. BARBOSA. 1905 (romance). de Avelar). Barão com grandeza. Manoel Gomes BARBACENA. Guilherme o Recrutado. assumiu o comando da Polícia Militar.citado por R. 1907. Djaci Correia ( AL 1931 . Antônio Teixeira da .) Obra: O Câncer em Três Dimensões. João Machado de Novais BARÃO DE PARANGABA veja VASCONCELOS. 1907. Proprietário do Engenho Sinimbu BARBOSA. 1906 (romance). Demuriez Leão veja LEÃO. é transferido para Recife. (drama). Maceió. Paulo Jacintho BARÃO DE PENEDO veja MOREIRA. Livraria Fonseca. Antônio da Silva ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1897-98. Maceió. Sofre um atentado em Maceió. José Antônio de BARÃO DE PALMEIRA DOS ÍNDIOS veja TENÓRIO. O Brado da Consciência. 1905 (drama). Visconde e Marques de veja HORTA. Manuel Duarte Ferreira 121 BARÃO DE MACEIÓ veja ROCHA. título dado em 18/12/1870 pelo Rei D.

afirma que “nas horas de bom humor. BARBOSA. Engenharia Civil pela UFAL (1982) Mestrado em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Federal da Paraíba (1993). Romeu de Avelar. Curso de Finanças Públicas. 1909 (drama)..Y. Mestrado em International Affairs in Economic Policy Management. Romeu de Avelar. Escola de Administração Fazendária. pela Universidade de Columbia. o cita.São Miguel dos Campos 1855) Deputado geral e provincial. Secretário de Transportes e Obras. em especial os contos do livro Centelhas. Maceió. então “uma das mais importantes freguesias alagoanas “. de janeiro de 1824. Oficinas da Livraria Fonseca. Estudou no Seminário de Olinda. os considerava um trabalho de composição escolar. entrega-se às Musas e faz bons versos à Antiga”. Francisco de Assis ( ? AL . BARBOSA. Ministro da Integração Nacional. 99-1900 e 1903-04. engenheiro. ( AL ? ) Obra: Novas Variedades RB de Cana-de-Açúcar. era vigário de Ipioca. Nova York. Deputado provincial na legislatura BARBOSA. Curitiba-Rio de Janeiro-Maceió. Brasília-DF (1997). 1932.. HD Livros. Fernando ( AL) Obra: Vida Que Transvida. Tipografia Alagoana. entre 18/06 a 25/07/1997 a Secretaria de Administração. Filha de Sebastião da Costa Barros e Josefa Barbosa de Barros. D. no terceiro governo Divaldo Suruagi (1995-97) tendo ocupado. Secretario de Planejamento e Orçamento do Ministério da Justiça (1999). Internationmal Monetary Fund Institute. Francisco Venâncio ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1905-06 e 07-08. Foi presidente da Junta Governativa empossada em 1o. BARBOSA. José Macário ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1893-94. O Cavalheiro da Rosa Branca. Secretário de Administração (1997-98). Sacerdote secular. BARBOSA. Agravante: A Sociedade Anônima White Martins. BARBOSA. na qual se aposentou. ainda.. Filho de João Agnelo Marques Barbosa e Maria Otávia Calheiros Marques Barbosa. Ministério da Fazenda. Secretário Municipal de Educação e Cultura de Arapiraca (1993-95). Barros ( Paulo Jacinto AL 24/11/1944 ) Cantora.. CECA BARBOSA. permaneceu no cargo até 01/01/2003. -Estados Unidos ( ago. tendo . padre. que o incluiu em sua obra Coletânea de Poetas Alagoanos.declarou não aceitar o mandato -. Graciliano Ramos em seu livro Viventes das Alagoas. ( ? ) Deputado provincial.. de 1826-29. secretário de estado.122 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Valparaiso ou o Pecador Arrependido. Eleito para a Assembléia Provincial na legislatura 1835-37 . Funcionária da Embratel. BARBOSA. Publicou: Dialógos com a Integração Nacional. Maceió. Agravo dos Instrumentos nº 379 de São Miguel dos Campos. Representou Alagoas às Cortes de Lisboa bem como Deputado Geral à 1º Legislatura. coronel. BARBOSA. Leonidas José Vieira ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1907-08 e 11-12. N. de S. José LUCIANO . da Silva ( Arapiraca AL 1958) Ministro. Washington.C.-Estados Unidos (2000). porém é deputado provincial em 38-39 e 40-41. Luereni. José Nilson veja NILSON BARBOSA. Curso de Financial Planning. nomeado em 05/06/ 2002. quando eleito para às Cortes de Lisboa. Secretario de Economia e Finanças de Arapiraca (2001-2002). Donizetti Calheiros Marques ( AL ) Professor. BARBOSA. funcionário público. Secretário de Saúde do Município de Arapiraca (2003-04). Rio de Janeiro-RJ (1996) e Curso de Programação Financeira. Geraldo V. Faleceu como vigário em São Miguel dos Campos. Agravados: Dietike & Cia. Coordenador do Ajuste Fiscal do Estado de Alagoas (1996-98).-nov. Cantora popular. 1988). BARBOSA. Fundação Getúlio Vargas. Hermínio de Paula Castro ( AL 1892-1952) Obra:: Memorial dos Agravados.. José Teixeira 1842/43.

Maceió. educador. sob o pseudônimo de Perk. Maceió. Zoneamento Industrial em Alagoas. um LP independente.Um dos fundadores e presidente da Companhia Telefônica Alagoana. FIEA. 15. ainda. como expositor. Participou. 21. sendo em sua gestão construído do Estádio Rei Pelé. Estudou no Colégio Diocesano e. ambos da UFAL. Membro honorário do IHGA. à época. Presidente da Comissão de Direito Humanos da OAB-AL. Relatório da Demanda de Mão de Obra do Parque Industrial Alagoano. Napoleão Cavalcanti Lopes ( Maceió AL 20/7/1916 . Maceió. Representando o corpo discente. ano 58.. A sede da FIEA passou a se denominar “Casa da Indústria Napoleão Barbosa”. p. 1931. 115-117 BARBOSA. nunca abandonou sua carreira de cantora. Um dos idealizadores e fundadores do Colégio Guido e Fontgalland. Nesta organiza. Dirigiu o Asilo de Órfãs Nossa Senhora do Bom Conselho e o Orfanato São José. FIEA. Capelão. foi membro do Conselho de Ensino. p. Facilidades Para Instalar Uma Empresa em Alagoas. em 1973. Porém. Volta a viver em Maceió. organizada por Nelson Braga. Livraria Machado. entra para o Seminário. Levantamento Sócio-econômico-cultural do Tabuleiro dos Martins: Relatório Final. BARBOSA. p. depois. da Federação das Indústrias de Alagoas. ano 58. da Igreja do Rosário. 3-19. distrito de São José da Laje. de Seminários no Sindicato dos Trabalhadores em . 1994. Obras: Discurso de Recepção do Sr. Discurso Pronunciado pelo Cônego Luís Barbosa por Ocasião da Visita do Cruzador-auxiliar Pedro II. Como estudante presidiu o Centro Acadêmico da Faculdade de Direito (1994-95). com Marcos Valle. em seguida. Perfil Tecnológico da Indústria. FIEA. funda o Semeador. em Maceió. Gravou dois compactos na Gravadora Copacabana.15. Membro do IHGA empossado em 21/04/1928. GRAFITEX. FIEA. Uma das poucas a obter a nota 10 na famoso. o primeiro curso noturno para trabalhadores. Cônego Luiz Barbosa Como Efetivo. participando de Festivais e. e um dos membros dos Conselhos Nacionais do SESI e do SENAC. Livraria Machado. onde se ordena em 08/12/1912. Presidente. assistente parlamentar. Maceió. Maceió. Indicadores Econômicos e Sociais do Estado de Alagoas. Luiz Carlos de Oliveira ( Vila do Piquete. onde viveu por três anos. Diretor-Financeiro e Presidente da Companhia de Eletricidade. BARBOSA. Em Maceió estuda no Colégio Vinte e Quatro de Fevereiro. Revista do IHGA. 1989. Maciel ( AL ) Obras: Poemas Adolescentes. bem como do Conselho Universitário. José Luciano. 1931.]. 1990. da Silva BARBOSA. o conhecido Trapichão. Maceió. Narciso Fernandes ( Maceió AL 15/9/1970 ) Advogado. em temporadas no Hotel Beira Mar. v. Osório Gatto. 1961. Juntamente com os padres Antônio Valente e Franklin de Lima. intitulado Dama da Noite. bem como foi diretor do Diretório Central dos Estudantes (1994-96). Foi.. na legislatura 2002-06. professor. Teria participado da Coletânea de Poetas Novos. Filho de Antônio Barbosa e Júlia Fernandes Barbosa. Maceió. hoje Ibateguara AL Maceió AL 17/7/1968 ) Padre. Membro da Direção da Confederação Nacional da Indústria . BARBOSA. Depois. em Recife (PE). UFAL. anos 1940-41. Formou-se em Direito pela UFAL (1997). Pesquisa e Extensão Universitária. Ainda em Maceió. pelo PT do B. Maceió. no Ginásio Pernambucano. Filho de Osório Lopes Barbosa e Manoela Cavalcanti Barbosa. gravou. Em 1979 apresentou-se em um Show no Teatro de Arena. 37-41. Maceió. Maceió. superintendente da Fundação Alagoana de Promoções Esportivas (FAPE).Maceió AL 5/3/2003 ) Empresário. Luciano veja BARBOSA. durante certo tempo.ao falecer era titular. Cônego Luiz Barbosa Saudando o Dr. Marcos ( AL ? ) Deputado estadual. Revista do IHGA. Filho de Francisco Barbosa Sobrinho e Maria de Oliveira Barbosa. em Marechal Deodoro. 1990. v. BARBOSA. e onde mantém . Revista do IHGA. nos corredores. ainda. como também da Faculdade de Filosofia de Alagoas. Maceió. s/d. [s. em 2000. Foi. IEL. de Volta do Cruzeiro Que Fez à Amazônia em 21 de Fevereiro de 1941. na TV. com produção e direção de Rosinha de Valença. programa de Júri do Flávio Cavalcanti. primeiro na cidade de Alagoas e. 1991. uma seção intitulada Comentando. v. Eduardo Souto Neto e Sérgio Bitencourt. Discurso do Revmo. durante toda a sua vida. no Conselho Fiscal.d.ABC das Alagoas 123 se apresentado no Rio de Janeiro. por cerca de 50 anos. durante um largo período. 1983. Obras: Diagnóstico Sócio-Econômico de Alagoas. um dos primeiros jornais católicos do Brasil. SESI.

52-53. Alagoas . Membro fundador da Academia Arapiraquense de Letras e Artes. SERGASA. Sociais e Culturais. Professor de Lingüística e Língua Portuguesa da FUNESA. Série Zuleide no Mundo da Rua. em julho de 1997. vereador. BARBOSA. ambas pela ARENA -. Maceió. e. Recife.Realidade e Perspectivas de Desenvolvimento (Palestra Proferida Para os Estagiários da Escola Superior de Guerra -ESG -1982) Pelo Governador Theobaldo Barbosa. e primeiro presidente da União Estadual dos Estudantes Secundaristas (UESA). BARBOSA. bem como vice-presidente da Comissão de Justiça. Curitiba. São Paulo. 62-63. pela UDN. posteriormente. .. Fundador. 1987. Obras: Centenário de Tavares Bastos . Ideário. tendo sido presidente da Assembléia Legislativa entre 1971-72. 2001. Deputado provincial nas legislaturas 1850-51. E. no VII Encontro de Iniciação Cientifica CNPq/UFAL/PROPEP. 1998. pela UDN e como suplente. 64-65. por fim no PSDB. Maceió. 2000. em outubro do mesmo ano. Chefe da Procuradoria Jurídica do Instituto de Terras de Alagoas . Brasília.Maceió AL 22/3/1999) Governador. na legislatura 1947-50.nas legislaturas 1962. Nomeado. H D Livros Editora. Um Outro Um: Crônicas. E fundador. Maceió. Assistente parlamentar da senadora Helóisa Helena. Maceió.FAMA. 66-67 e 78-79. em Maceió. foi deputado estadual. Filho de Antônio Barbosa da Costa e Ana Vasconcelos Barbosa. 2003. Professor da Faculdade de Alagoas . Câmara dos Deputados. Maceió. tendo sido o seu primeiro presidente. 1999. Editora Bagaço. De fevereiro a dezembro de 1998 foi assessor parlamentar no gabinete da deputado estadual Heloísa Helena.Pronunciamentos Feitos Pelo Governador Theobaldo Barbosa.1875 . vice-governador. Relatou a Reforma da Magistratura e foi um dos membros da Comissão do Código Civil Brasileiro. BARBOSA. em 1951. em 1946. no segundo governo Ronaldo Lessa. 1999. Poemas e Congruências. Além do Sério: Memórias de um Político Alagoano. Por três períodos . Nas eleições de 1974 foi o candidato a Deputado Federal mais votado na ARENA.124 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Educação de Alagoas . ilustrações de Myrna Maracajá. Fundador e presidente da Associação dos Produtores de Coco do Estado de Alagoas. Obras: A Primeira Vez Que Zuleide Viu o Mar. BARBOSA. Pólo Cloroquímico de Alagoas: Programa de Investimentos 1982-1987. Theobaldo Vasconcelos ( São José da Lage AL 31/3/1929 . padre. em Maceió. originalmente um trabalho apresentado no I Encontro de Ciências Humas Letras e Artes. Victal Brasil na Sessão de 18 de agosto de 1949 da Assembléia Legislativa Estadual. Recife. Maceió.Presidente da TELASA. Som dos Amores. Obra: Município de Major Izidoro.ITEAL. novamente como titular. a partir de março de 2000. 1976. 56/57 . Secretária do Mulher. BARBOSA. 1966 e 1970. Filha de José Correia Barbosa e Laura Barbosa. pelo PSD. Victal de Meira ( AL 1901-1961 ) Deputado estadual. 1998) Espírito de Servir . Ideário. 1949. de janeiro a dezembro de 1999. e presidente do Grêmio Literário José de Alencar. 60-61. onde ocupa a cadeira 08. ainda. deputado federal e estadual. 1982.. 1982. Zuleide Enfrenta os Perigos da Cidade. BARBOSA. no PFL e. Iniciou seus estudos em Tanque d’Arca. 2001. Bacharel pela Faculdade de Direito de Alagoas (1956).nesta última como suplente . EDUFAL. assume o Governo de 15 de março de 1982 a 15 de março de 1983. bem como. Escrituras. onde a sua família havia ido morar. posteriormente. Zuleide em Busca da Mata Perdida. SERGASA. oficial de gabinete e. (prêmio comendador Tércio Wanderley II -categoria Memória.1975. Sssiiiuuu: Movimentos do Som e do Silêncio. Vanda Maria Menezes ( ? ) Secretario de estado. sendo reeleito em 1958. 1992 (poesia). autor]. partido ao qual se filiara com a implantação do bipartidarismo. de Souza ( Taquarana AL 14/6/1963 ) Jornalista e artista gráfica. Regina Célia. e do qual foi presidente. 58-59. Obras: O Grito de Liberdade. Ararinha Azul. Maceió. Maceió.SINTEAL. Vice-governador de Guilhereme Palmeira.FAL e da Faculdade de Maceió . então distrito de Anadia. Advogou por um curto período. Sátiro José ( ? ) Deputado provincial. Com a extinção do bipartidarismo se filiou ao PDS. [ed. Alquimia/EDUFAL. Obra: Direitos Humanos: A Eficácia e Efetivação dos Direitos Econômicos. Ginásio e Cientifico no Colégio Guido de Fontgalland. da AAL. chefe do gabinete do Governador Arnon de Mello (1951-55) Em 1954 é eleito vereador. Oliveiros Nunes ( AL ? ) Professor. Discurso do Deputado Dr.

assassinado. BARBOSA JÚNIOR. em sua cidade natal. p. p. alguns com colaboradores. João ( Paulo Jacinto AL 22/4/1948 ) Deputado estadual. Deputado estadual na legislatura 1986-90. Foi administrador dos Correios. Conferência Lida no Instituto. ocupou a cadeira. conforme o catálogo Bienal Naïfs do Brasil. Serenos e Maria Pau sob a epígrafe de “Dos Meus Velhos Tempos”.. e presidente dos Conselhos Regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e do Serviço Social da Indústria. com a dissertação Contribuição à Análise Estrutural de Sistemas Lajes-vigas de Concreto Armado Mediante Analogia de Grelha. Cerca de 17 trabalhos especializados. Mestrado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP). entre 09 de outubro e 15 de novembro de 1998. com o trabalho Bahia . José . v. Virgílio ( ? ) Deputado estadual. Professora do Departamento de Engenharia Estrutural . patrocinada pelo SESC/SP. 1998./dez. realizada no SESC. Rua do Açougue. juntamente com Flávio Barboza de Lima e Paulo César Correia Gomes.EES/CTEC/UFAL Obra: Produção e Controle da Qualidade do Concreto. Fundou e dirigiu diversas empresas. Vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria. Na imprensa teve coluna constante: “Crônicas” no Alagoas e “Sete Dias” no Diário do Povo. v. por Ocasião de Sua Posse. Representou o Estado de Alagoas na Comissão Técnica do Estudos Sobre o ICMS/COTEPE. Sócio do IHGA. Teria sido. quase todas no estado da Bahia. Aline da Silva Ramos ( AL ) Engenheira civil. ainda. p. Autodidata. n 88 encontra-se trabalho de Guedes Lins sobre B. Revista IAGA. de Piracicaba (SP).. pela coligação PL-PDT-PSB-PT-PCB.. empresário. Presidiu a Assembléia Legislativa. A Autonomia Política de Alagoas e Seus Fatores (Conferência Realizada no Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano em 16 de setembro de 1924). 54-64. O Espírito Popular Através do Coco (Contribuição Para o Folclore) em O Centenário da Emancipação de Alagoas.Uma Experiência Brasileira de Desenvolvimento”. 10. Revista do IAGA. Licenciado em Técnicas Industriais pela Universidade Federal da Bahia e em Letras pela Faculdade de . Foi membro do Conselho da Fazenda daquele Estado. Sócio honorário da AAI. de Araújo Pereira . e vice-diretor da instituição. ( ? 19/12/1874 . ano 53. Professor da Faculdade Livre de Direito de Alagoas. n. XIII. Filho de Ulisses Inácio Barbosa e Ingrácia Maria Barbosa.. empossado em 12/10/1915. ambas pelo PMDB. Participou do curso de Formação de Líderes Democráticos. 1916. apresentados em Seminários específicos.? AL 5/12/1938) Filósofo. sendo que na última. Livraria Machado. 1928. 1925. BARBOSA FILHO. professor. Serenatas. Na Revista do IHGA. no qual afirma ter o primeiro deixado trabalhos inéditos: Sumé. XXIV.. advogado. EDUFAL. Ferido na Assembléia Legislativa. entre 1982-84. em 1958. Maceió. 04.6a. na legislatura 1951-55. Maceió. Região. 188-194. 1994-98 e 1999-2002. BARBOSA NETO. cargo no qual se aposentou. Presidiu o Conselho Regional de Economia. out. tendo feito uma conferência sobre o tema. Filho de Antônio Barbosa de Souza e Janira Barbosa de Souza. v. Oliveiros Nunes ( Arapiraca AL ) Poeta.. professor. BARBOZA. Dias Cabral. Em sua terra natal fez os cursos primário e secundário. posteriormente. Tenório de Albuquerque e Alfredo Rego. Ulisses ( Capela AL 29/9/1927 ) Economista. 1919. BARBOSA JÚNIOR. Fiscal de Tributos Estaduais. contador. no Peru. em 2002. Livraria Fonseca.. Estudou no Grupo Escolar 2 de Dezembro e no Ginásio Antônio Farias. do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva . 63-69. em 1992.J. Doutorado também na EESC/SP. pelo PST. Formou-se em Ciências Econômicas pela UFAL . ano 56. Formou-se pela Faculdade de Ciências Econômicas da Bahia.. 1915. Curso de Graduação em Engenharia Civil pela UFAL (1987). Participou com o trabalho O Morcego da IV Bienal “Naif ”do Brasil. 2003. com o trabalho “ Indústria no Nordeste e a Segurança Nacional “ e. funcionário público.13. em Seminário Interamericano de Desenvolvimento. Fez parte da Boemia Literária. BARBOZA. Barbosa Junior. no IHGA em 14 de setembro de 1917.ABC das Alagoas 125 BARBOSA. Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife (1912). economista. Obras: Discurso Pronunciado pelo Dr. Revista do IAGA. na cadeira de Direito Penal. professora. Paulo Túlio ( Maceió AL 19/9/1979 ou 1980) Pintor. Maceió. embora tendo ficado como suplente. VII. 63 Discurso de Saudação a Paulino Santiago no Dia de Sua Posse. v.Como Sócio Efetivo. J.

cujo nome traduzido seria “Poço dos Veados”. em 1556. combateram as tropas da República do Equador”. por dentro do recife. a navegação costeira por barcaças e a cultura do coco em pequena escala”. formada pelas pontas de São Bento e do Antunes. com o início do transporte rodoviário. Depois. Exploravam. quando do ataque dos índios ao bispo Sardinha e . em todo o Estado. S. de início. comendo assado ao primeiro bispo do Brasil. na colina que se eleva e domina a entrada da barra. da enseada do seu nome. p. Localizada junto às águas do Rio Niquin. Rodrigo. presidente. Litoral Norte Alagoano e na mesoregião do Leste Alagoano. em 1624. Em certa época conheceu progresso com um estaleiro onde eram construídos barcos e navios de pequeno porte. sumacas e outras embarcações. toma posse no governo em 11 de setembro e permanece até 14 de novembro do mesmo ano. ainda. O município foi criado pela Lei 2.. passeio de escuna e saveiro e ultra-leve. em 1824. ao final do século XIX. depois de haver retomado Porto Calvo. dando-lhe a impressão de uma enorme piscina. Desmembrado de São Miguel dos Campos. Desmembrado de São Luiz do Quitunde. da Conceição do Passo. No caso de Barra de São Miguel. É o ponto de saída para os barcos que se dirigem à praia do Gunga. que.612 de 2/08/1963 e sua instalação em 18/02/1964. em perseguição a Matias de Albuquerque. Manoel Gonçalves Ferreira montou um estaleiro de construção naval.285. como a prática de esportes náuticos. na qual é professor-auxiliar. Tem uma capela com a invocação de Sant’Ana. da Conceição. Fica no extremo N. Van Scopp. Este tipo de indústria foi praticamente extinto. pescadores na costa e no alto mar. BARONESAS Nome que em Alagoas se dá às algas que cobrem diversas lagoas e que na estação invernosa descem dos rios. na parte da costa compreendida entre a Barra do Camaragibe e o Riacho Persinunga. sobre uma península. Barrerenses BARRA GRANDE “Distrito no mun. uma das razões do crescimento do povoado. Posteriormente. Há na Barra Grande um canal. quando se dirigia à Bahia. a ilha da Crôa. o que levou carpinteiros e calafates ao êxodo para novas indústrias. Serviu essa povoação de quartel-general às tropas que. Seus habitantes eram. Manteve. Participou com Sonho e Magia da Criação da Coletânea Caeté do Poema Alagoano. os arrecifes suavizam as ondas do mar. Barrenses BARRA DE SÃO MIGUEL Município. comarca e termo de Camaragibe. Daí saiu o maior navio nordestino da época. ) Presidente da província. segundo as crônicas. bacharel. pesca e turismo. bem como o maior iate. D. de 20/08/1960 e instalado em 22/09 do mesmo ano. “Salienta-se por ter sido próximo a ela. Pedro Fernandes Sardinha por ocasião de seu naufrágio nos Baixos de D. logo à sua frente. com uma capela de N. perto de Parupueira. depois. onde se construíam patachos. de Maragogi. .126 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Formaçào de Professores de Arapiraca. cuja imagem teria sido abandonada. por volta de 1930. localizado à margem esquerda e na foz do Rio Santo Antônio Grande.Base econômica: agricultura. BARRA Nome inicial do rio Remédios. como ponto turístico.S. uma exuberante beleza natural. antes da invasão holandesa. José Bento Vieira ( ? 1884. formada pelo rio e pelo oceano. Do outro lado do rio uma parte nativa onde se destaca. Pertence à microrregião de Maceió e à mesorregião do Leste Alagoano. Já existia uma povoação indígena. 156-157. porém o local. no município de Roteiro. fizeram os índios Caetés um banquete de canibais. tornou-se um povoado na freguesia de N. cuja saída é em Porto de Pedras. “O devassamento deste território ocorreu. Albert Dorth ali desembarcou. A criação do município se deu pela Lei 2. geralmente. BARRA DE SANTO ANTÔNIO Município. originado de um rio que lá desaguava. resgatada”. o povoado entrou em declínio. Nomeado em 9 de agosto de BARCELOS. Hoje oferece infra estrutura ao turismo. Está na microregião de Maceió. ao sul de Cururipe. Base e econômica: agropecuária e turismo. Foi o 51o. construiu um forte á margem esquerda do rio Suassui.

da Serra localizada a 5km. eleito vereador. da sede da cidade de União dos Palmares.. logo depois ocupa o mesmo cargo em Penedo. encontram-se as Barreiras do Jequiá. 07-08. Pedro Pierre Dantas ( 05-06. em 1895. Contos e Poesias. ) Deputado estadual na legislatura 1893-94. 109. castelos. João Francisco de Novais Paes ( Pão de Açúcar AL 26/10/1873 . advogado. Castro ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1893-94. Tomam estas barreiras. logo depois. ocupando-a até 1906. permanecendo na Câmara Federal até 1911. São formadas de uma argila branca. Eutíquio Carlos de Carvalho Gama. BARRETO. em 2/8/1883. toma posse no governo a 11 de dezembro do mesmo ano. para a legislatura 1906-08. BARRETO. secretario do governo daquele estado. Ligado por parentesco à família de Afonso Pena. Antônio ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1909-10. advogado. p. Reelege-se em 1909. jornal editado naquela cidade mineira. Deputado geral pela província de Pernambuco. sendo.Maceió AL 29/7/1952 ) Professor. Promotor de justiça da comarca de Cachoeiro do Itapemirim (ES ). vice-presidente. Nomeado em 29/10/1882. ) Deputado federal. muito conhecidas dos navegantes. BARROCA.. Os torreões dessa argila. BARROCA. por se avistarem do mar à grande distância e não haverem outras semelhantes em toda a costa deste país. sendo o 49o. as quais servem de ponto para o reconhecimento de terra. e a do Rio São Miguel ao N. agora por AL. Em 1903. em especial o Quilombo dos Palmares. BARRETO. ou diluídos pela ação das ondas que os cobrem. a certa distância. BARRETO. para quem as observa do mar. caprichosos aspectos. Ana Paula ( AL ) Obra: Última Lua. se deslocam do alto da coluna paralela à costa e se despedaçam na praia. templos e fortalezas deterioradas. da Estrada de Ferro de Paulo Afonso. vermelha e amarelada que em grandes torrões e pela ação das chuvas por cima e embate das ondas nas grandes marés. semelhando-se à uma grande cidade em ruínas. Em 1898. Em 1905 assume a direção do jornal O Estado. Hermínio de Paula Castro ( ? AL 3/11/1892.ABC das Alagoas 127 BARREIRAS DO JEQUIÁ “Na costa marítima que se estende entre a barra da Lagoa do Jequia ao S. quando não são despedaçados logo. é nomeado. BARRETO Um dos três escoadouros pelos quais a Lagoa do Norte do Lagoa Manguaba deságua no Oceano Atlântico. 03-04. juiz de direito da comarca de Muriaé (MG). Fundação Cultural da Cidade de Maceió. foi nomeado juiz de direito de Cuiabá (MT) e. Concurso de Poesia Falada 1998. Maceió. quando é substituído pelo então 1o. v. BARRIGA. Formado pela Faculdade de Direito . em 1893. professor.? jornalista. BARREIROS FILHO. Luiz de F. Os outros dois são: Boca do Rio e Camboa BARRIÇÃO. especialmente nas sizígias. tendem a se petrificar com o tempo”. presidente. pela base. Segundo IFL parte do Patamar Cristalino do Nível de 500 metros. O “Panfleto humoristico e literário” surgido em Maceió em 22 de maio de 1889. Nesse período ocorre a inauguração. a direção de Radical. magistrado. advogado. em Coletânea Alagoana. abandona a magistratura e passa a advogar naquela cidade. 1901-02. Sinfrônio Paes ( ? ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1899-1900. BARRETO. ainda. deputado geral. neste mesmo ano. famosa por nela terem se implantado os quilombolas. Filho de Luiz de França Castro Barroca e Maria Hermínia da Silveira Barroca. quando é eleito deputado federal pelo Mato Grosso. Permanece ate 26 de abril de 1883. Joaquim Tavares de Melo ( ? ) Presidente da província. 09-10 e 11-12. Gallo e Kineagallo.I. Assume. em que se divisam restos de obeliscos. torreões. Redação de Kanagua.

Antônio Gomes de ( Engenho Amapá. Dissertação Apresentada à Congregação do Liceu Alagoano. Em junho de 1879 ocupou a pasta de Ministro dos Negócios Estrangeiros. Neste mesmo ano lutou. trazendo dificuldades à administração e inquietações. Autor: Coronel Belmiro. Presidente. que pretendia a libertação dos escravos sexagenários. Maceió. o ramal de bondes entre Maceió e Jaraguá e ordenada a instalação da alfândega de Penedo. na Universidade Federal de Pernambuco. pela UDN. sendo o 35o. bacharel. por concurso. 1926. da ARENA. A divisão partidária dos liberais continuou. depois. Apresentou-se no II Festival do Instituto de Artes da UNICAMP ( 13 a 20/10/2002).) Presidente da província. Obras: Ação de Notificação Entre Partes. em especial. Na Escola de Música da UFRJ. Filho de Juarez Orestes Gomes de Barros. Opôs-se à posição do ministério dirigido por Souza Dantas. cargo em que permaneceu até 1942. órgão daquele Ministério. regressa a Alagoas onde é nomeado Promotor Público em Maceió. cargo que ocupava ao falecer. atuando em Murici. Presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado. Tipografia Alagoana. deputado estadual. em União dos Palmares. ainda acadêmico. no Colégio Diocesano e após no Liceu Alagoano. 99-1900. Ingressou na Faculdade de Direito de Recife e. Professor. Fez oposição ao governo no período do Estado Novo. 67-70. Razões. permanecendo até 22/5/1868. Foi deputado-geral (1878-1885) e presidiu a Câmara (1884-85). Tipografia Alagoana. Com a a reorganização . 59-62. no Campus Jaraguá da FAL. Antônio Moreira de ( Taubaté SP . Maceió. Publicou: Seu Nelson da Rabeca in Arte Popular de Alagoas. também. a 25/3/1868. Carlos Gomes de ( Passo de Camaragibe AL 25/7/1906 . Exerceu atividades na agroindústria açucareira e na pecuária. engenheiro-agrônomo Filho de Laurentino Gomes de Barros e Amália Gomes de Barros. promotor público em São Luís do Quitunde.Maceió AL 25/10/1973 ) Deputado estadual e federal. Formado pela Faculdade de Direito de São Paulo. por quatro legislaturas: 1955-58. 63-66 e. Bernardo Gomes de ( AL ?) Compositor. Fundador e professor da Faculdade de Direito de Alagoas.Maceió AL 12/9/1976) Governador. p. na cadeira de Direito Civil. Em sua administração foi inaugurado. Após exercer a função de chefe de polícia (1934-36) . Estudou os preparatórios em Maceió. Defendendo o conceito de propriedade sobre os mesmos bateu-se pela indenização. em São Miguel dos Campos. Nomeado em 31/07/1867. Sócio do IHGA. Estudou nos colégios 15 de Março e 11 de Janeiro. e no ano seguinte concluiu o curso universitário. BARROS. Deputado Estadual. e. ? ) Senador estadual nas legislaturas 1897-98. no seu período. BARROS. Em 1931. em União dos Palmares ( Imperatriz ) e Atalaia. Augusto Victor de ( 05-06. 01-02. em 8/11/2002. apoiou a campanha da Aliança Liberal e a Revolução de 1930. BARROS. funcionário público. 1926. durante 11 anos dirigiu a Estação Experimental. Em Recife cursou Agronomia. Secretario de Agricultura no Governo Luís Cavalcante. assumiu o governo em 09/09 do mesmo ano. 03-04 e BARROS. Ingressa no Ministério da Agricultura. empossado em 11/09/1923. Proclamada a República. atuou como adjunto de promotor público. BARROS. empresário. tendo sido presidente da Assembléia no biênio 1967-68. no Liceu Alagoano. e como delegado de polícia em Maceió. em 1951. como voluntário. de Tânia Pedrosa. Filho de Antônio Feliciano de Barros e Maria Angélica de Barros. renunciando à presidência da Câmara. teve apresentada uma de suas composições no “Concerto Com Obras de Jovens Compositores”. concluindo os estudos preparatórios no Liceu Alagoano. Para o Concurso de Filosofia. Estudante da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). retraiu-se politicamente. advogado. Colônia Leopoldina AL . 116. pela ARENA. Ana Lúcia ( AL ? ) Participou da exposição A Universidad’Arte XI. Idealismo Transcendente. Elege-se prefeito daquela cidade. neste último ano. Filho de Laurentino Gomes de Barros e de Amália Gomes de Barros. vice-governador. de 11/06 a 20/10/2003. Finaes em Torno das Alegações da Ré. foi nomeado. no primeiro governo de Divaldo Suruagy. BARROS. Vice-governador. de Filosofia. presidente. Pelo Advogado do Autor Hermínio de Castro Barroca.128 Francisco Reinaldo Amorim de Barros do Recife (1916). contra a Revolução Constitucionalista de São Paulo.e Regina Margarida Guedes Nogueira Gomes de Barros. Colaborou no Diário do Povo.

de José Maria Tenório Rocha. 1983. BARROS. em Jaboticabal (SP). Cine Lux: Recordações de um Cinema de Bairro.Engenho Santa Fé. BARROS. Dirigiu. BARROS. ainda. EDICULT/ SECULT. Salão de Humor.. Formado em Letras pela UFAL( 1970) Professor do Colégio Guido de Fontgalland e do Curso de Educação Artística da CESMAC. Rogato: A Aventura do Sonho das Imagens em Alagoas. radialista. Dirigiu o Hospital Santa Isabel. ainda. ingressando na Faculdade de Direito. Obra: Tarot: Os Caminhos da Alma. Primeiro e segundo graus no Colégio Santíssimo Sacramento e no Instituto de Educação. Em 1967 passa a residir em Brasília. Eda Gomes de ( Maceió AL 21/6/1936 ) Assistente Social. membro do Conselho Federal das Assistentes Sociais. Presidente do Sindicato de Assistentes Sociais do DF e. diretor do Colégio Bom Jesus. ingressa na UDN. . Universitário. pelo mesmo partido para as legislatura 1951-54 e 55-58. 2001. então reunidas. pag. DAC/SENEC/SERGASA. de Tânia Pedrosa. Ester da Costa veja BARROS. Ocupou o cargo de Secretário do Governo. legenda na qual foi eleito deputado estadual para a legislatura 1947-50. o Museu da Imagem e do Sem (MISA). jornalista. Soares (Maceió AL 23/12/1947) Jornalista. em 1945. Foi funcionário do Departamento de Assuntos Culturais (DAC) e participou da organização do Festival do Cinema Brasileiro de Penedo. Edmar da Costa ( AL ? ) Organizador e revisor de 50 Anos de Agricultura. e Seminários de Literatura. Brasília. pela Faculdade da Bahia. em Maceió. em Medicina. Festival de Marechal Deodoro. em 1988). Thesaurus . num conflito ocorrido na Assembléia por ocasião do pedido de impeachment do governador Muniz Falcão. apresentação de Jorge Barbosa. em Maceió. Pela Secretaria de Cultura participou da organização de outros eventos: Festival de Fotografia. Elias da Rocha ( São Miguel dos Campos AL 28/9/1871 ) Médico. Exerce o mandato de abril a junho de 1963. e reeleito. advogado. por dois anos. acompanhando seu pai. [1994]. O Semeador. Durante o último mandato foi ferido. Terminou os preparatórios em Recife. Foi redator-chefe do Democrata. Filho de José Soares Filho e Elita Soares Barros. ambas em PE. ficando como suplente. Elinaldo . formando-se. em diversos periódicos. ainda a legenda das UDN. pela Rádio Educativa FM. BARROS. sendo logo depois transferido para Bom Conselho. deputado estadual. capa e montagem fotográfica de Esdras Gomes. sem êxito.. É nomeado promotor em Taquaretinga. Murici AL 18/12/1864 . Filha de Carlos Gomes de Barros e Laura Lima Gomes de Barros. Regressa a Alagoas e é promotor nas comarcas. de União e Murici. Em outubro de 1958 elegeu-se deputado federal . Maceió. a reeleição. com uma Apresentação Quase Desnecessária. Murici 4/4/ 1897 ) Poeta. Filho de José Teodoro Bezerra de Melo e Americana Augusta de Barros Corrêa. É nomeado Fiscal da Alfândega em Juiz de Fora (MG). Na Câmara Federal integra a Comissão de Constituição e Justiça. em Maceió. Obras: Panorama do Cinema Alagoano. ainda. em Alagoas (1894) e foi deputado estadual (1910-15) em São Paulo. Foi cronista esportivo do Diário de Alagoas.ABC das Alagoas 129 partidária. onde se forma em 1889. Maceió. Fez o curso preparatório no Colégio Bom Jesus. Colaborou. ainda. 1987 (prêmio da AAL. onde trabalha como assistente social. eleito deputado federal. Atua em tele-jornalismo na TV-Gazeta. comentando sobr cinema.Maria Flora de Melo Soares e Ismar Gato produziram o programa Difusão Cultural. Francisco Domingos da Silva. 105. Estudou no Colégio Estadual. então capital federal. in Arte Popular de Alagoas. entre 1975 a 1982. SECULTE. com o prof. Estudou. O Povo Diante das Lentes.. Forma-se em Assistente Social pela PUC do Rio de Janeiro. Aos 20 anos se muda para o Rio de Janeiro. Fausto de ( Engenho Remédio. Membro do Conselho Nacional de Telecomunicações (1963-67). passa a escrever sobre cinema no Jornal de Alagoas. Maria Éster Buarque da Costa BARROS. BARROS. Com sua mulher . colaborando. de Marêncio da Costa Barros. em setembro de 1957. no Jornal de Hoje. Maceió. na organização de Festivais Estudantis de Música Popular. Gazeta de Alagoas. Maceió. Colaborou. SERGASA. Última Palavra e Tribuna de Alagoas. Panorama do Cinema Alagoano. Em outubro de 1962 tenta.

Humberto Gomes de ( Maceió AL 23/7/1938) Ministro do Superior Tribunal de Justiça. inscrito na OAB/RJ. Francisco de Araujo ( ? ) Deputado provincial. 2001. Primário e ginasial em sua terra natal. depois. Dédalo. pelo PTB. Neste último ano também é estagiário na Defensoria Pública do Rio de Janeiro. reeleito. 74-78. na cadeira 18. 1978. para a legislatura 2002-06. Geraldo . pela Coligação PDC-PL-PRN-PRP. então capital federal. Romeu de Avelar o transcreve em sua Coletânea dos Poetas Alagoanos. Obras: Ilusões Perdidas. Funcionário da SERGASA. Obra: Usina Santa Amália: A Saga do Coronel Laurentino Gomes de Barros. Esperanças Mortas. BARROS. quando se muda para o Rio de Janeiro. Em 1894 retorna a AL. ilustrações de Ênio Lins Fernando Villela. Com Onde Nasceu a Liberdade e Evocação a Zumbi “ao povo de minha terra” participou da Coletânea de Poetas Novos. BARROS. Idemar Marinho de ( União dos Palmares AL ) Poeta. porém. 1873 (poesia). jornalista. ( Revista IHA sessão de 13 set. removido para o cargo de secretário do Tribunal de Contas. Secretário de Comunicação Social (1997-98) no governo Manoel Gomes de Barros. p. Ed. tendo sido. Gilvan Gomes ( AL 01 jan. BARROS. Brasília.. Harpa do Desespero. Filho de Carlos Gomes de Barros e Laura Lima Gomes de Barros. 12-15 da Revista da Sociedade Clube Literário publicou Argolho Ferrão ou a Visão do Cemitério (Fantasia dos Bahianos) (poesia) BARROS.. Teria publicado Grito Noturno.. Procurador Chefe da 3ª Subprocuradoria-Geral e. BARROS. Repórter do Jornal de Alagoas. Aperfeiçoamento em Direito do Trabalho. este último no . Geraldo Bulhões de veja BULHÕES. Secretario da Educação (14/02/1992-26/03/93). acompanhando seu pai. e pelo PSC. de O Liberal. 1873). Iremar Marinho de ( União dos Palmares AL 5/3/ 1949 ) Poeta. na legislatura 1998-2002 -. agora pelo PL. Vive até os 18 anos em sua terra natal. pelo Instituto Social da Universidade do Brasil. é nomeado Procurador do Distrito Federal. Filho de Manoel Marinho Barros e Grimáuria Leandro de Barros. advogado. Solicitador Acadêmico. entre 1961-62. Hercules Mendes. editado em Roma.. na revista Paulo Afonso. No número 01.. entre 1985-88 procurador-geral. e. e As pessoas da coluna (contos). 1869 . Rubem Wanderley e Tânia Pedrosa. para a legislatura 1991-94.Com o poema Partida ganhou o segundo lugar no Concurso de Poesia Regional. Maceió. BARROS. Flávio Cavalcante Gomes de ( AL ? ) Secretário de estado. eleito deputado federal. 1968. Inácio Acioli Vasconcelos de ( Maceió AL 11/12/1848 . ) Deputado estadual.Recife 31/5/1878 ) Poeta. Patrono da cadeira 8 da AAL. Membro da AAL empossado em 26/06/2003. em 1976. Tip. Colaborou no O Gutenberg e na Gazeta de Notícias. adido ao Tesouro Nacional e sendo. Curso de Humanidades no Colégio Guido de Fontgalland. Filho de Manoel Marinho Barros e Grimáuria Leandro de Barros. Maceió. no governo Geraldo Bulhões. Filho de Benício Mendes Barros e Aquilina Bulhões Barros. eleito pelo recém criado Partido Democrata de Alagoas. O Rimador Alagoano. de Barros BARROS. advogado. p.130 Francisco Reinaldo Amorim de Barros ficando. no Rio de Janeiro. advogado. Deputado estadual na legislatura 1895-96. RJ (1962). Henaldo Bulhões de ( Santana do Ipanema ? AL) Secretário de Estado. para a legislatura 1995-98. eleito para o período 1856-57 não chegou a tomar assento. ainda. Ministro do Superior Tribunal de Justiça a partir de 27/06/1991. BARROS. 2005. ocupando nesta última a 1ª secretaria da Mesa -. tendo defendido a tese Direito de Greve. Bacharel em Direito pela Universidade do Brasil. jornalista. Deputado estadual. Com a criação de Brasília passa a viver naquela capital. BARROS. Em 1963. promovido pelo DAC. ambos no Distrito Federal. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. O seu poema Teu Olhar foi inserto no livro Terra das Alagoas. entre 1967-68.

Olho d’ Água das Flores. Estudou no Externato Santa Teresinha e no Colégio Pio XII. entre 1971 a 1978. Anadia. oficialmente adotado em 1913. e em 1978. 107-109. advogado. Isnaldo BARROS. nas eleições de 1971. Colaborou em: Jornal de Alagoas. e no Rio de Janeiro. PUC-RJ. como diretor de jornalismo da TV Gazeta de Alagoas e redator da Rádio Difusora de Alagoas. 1983. Arapiraca e Palmeira dos Índios. atuou. Biografia do Dr. editor do jornal Luta Democática. Imprensa Metodista. ainda. advogado. SERGASA.ABC das Alagoas 131 Colégio Santa Maria Madalena. José Bezerra ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1909-10 e 11-12. SERGASA. O Homem do Terno Branco.Recife PE 9/6/1925) Compositor. Brasília. 1991. Pontes de Miranda. Itamar Rego ( AL ) Obra: Tópicos Sobre a Legislação de Energia Elétrica. Eutanásia: O Direito de Matar.. Candidato a deputado estadual. 1974. Ingressou no Ministério Público. Editor do Jornal de Alagoas da Gazeta de Alagoas. Redator-chefe do jornal Hoje. José Adilson de ( AL ) Professor. BARROS. Maceió. 1983. p. 1981. em 1977.. 1976. Em 1967. ainda. Grafitex. Técnico em Agrimensura pela Escola Técnica Federal de Alagoas. 1980. Maceió. Participou com Vida em Preto e Branco e Marcas Registradas da Coletânea Caeté do Poema Alagoano. Filho de Luiz Vieira de Barros e Maria José Bezerra. Editora Metodista. Ingressou no serviço público. Ivan Bezerra de ( Palmeira dos Índios AL 24/10/1943 ) Magistrado. Rio de Janeiro. No Solar das Letras : Biografia de Aldaberon Lins e Discurso de Posse na AAL . Membro da AAL onde ocupa a cadeira 39. como adjunto de promotor na comarca de Pão de Açúcar. Sócio da AAI e da ABI. Roteiro Sentimental de Graciliano Ramos em Palmeira dos Índios.. de Barros Júnior BARROS. BARROS. BARROS. Diário de Alagoas e Tribuna de Alagoas BARROS. Maceió. jornalista. 1980. A Problemática da Participação da Filosofia na Evolução dos Direitos Humanos. O Direito Morreu ? Discurso aos Colegas Bachareis. São Paulo. o Jurisconsulto: Subsídios Biográficos. da Tribuna de Alagoas e do Jornal de Hoje. Como Salvar o Município: Estudos de Direito Municipal. João Duarte de ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1895-96. SEC. Graduouse em Direito pela UFAL (1976). BARROS. GRAFITEX. Jornal de Hoje. Obras: Palmeira dos Índios . chefe de gabinete do prefeito municipal de Palmeira dos Índios. Maceió. foi o mais votado no município. foi nomeado promotor de justiça nas comarcas de Traipu. Fez o supletivo no Colégio Estadual Amaro Cavalcanti. Como Salvar o Município. no rádio e na televisão. oficial de apoio técnico do Departamento de Estradas de Rodagem. Leggis Summa. porém só obteve a primeira suplência. “ Sábio. Graciliano Ramos Era Assim ( Biografia e Depoimento). pelo MDB. em Alagoas. SERGASA. BARROS. Maceió. Maceió. foi eleito vereador em Palmeira dos Índios. Gazeta de Alagoas. Carlos Ferrário Lobo. tendo sido assessor adjunto de Divulgação da Secretaria do Gabinete Civil do Governo do Estado. São Joaquim da Barra/SP. 1969. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas do Rio de Janeiro (1977). colaborador da revista Fatos e Fotos. São Paulo. 1984 . Formou-se em Direito pala Faculdade do Recife. 2004. de Maceió. Reportagens: Assuntos Jurídicos. modestíssimo. Correio de Maceió. . Estudos de Direito Municipal. Maceió. Editor de A Tribuna do Sertão. Isnaldo veja BULHÕES. Brasília. vereador. Diretor de Relações Públicas e. SEC. no Rio de Janeiro. Joaquim Cavalcanti Leal de ( Passo de Camaragibe 16/12/1852 . foi reporter da revista Manchete. Isnaldo Bulhões de veja BULHÕES. SERGASA. Atalaia. Gráfica Valci Editora. 1978. Autor de uma Ave Maria e do Hino Escolar de Pernambuco. com cultura invulgar” segundo Félix Lima Jr. Senado Federal. 1977. 1978. Obras: Introdução ao Estudo da Filosofia. Maceió.. Isnaldo . Dissertação de Mestrado.Terra & Gente.

afirma “não tinha cultura. AML e Academia Maçônica de Letras de Alagoas. que por certo período circulou em sua cidade natal. já doente. Obra Tempo de Agora: Poesia. em 12 de maio de 1888. Tip. cargo no qual faleceu. Poesia Despida. como radialista. atuando no Jornal de Serviços. Mas no ano seguinte volta a imprensa. rádio ator.. José Cavalcanti de ( Maceió AL 19/9/1927 ) Poeta. deputado provincial. SERGASA. permaneceu no Senado de 15/11/1891 a 31/01/1894. Eleito Senador Federal. senador. 66-67 e 68-69. Jornal de Alagoas. Apresentou o espetáculo A Família Cavalcanti. desenhista. Filiado ao Partido Conservador foi. quase desespero. advogado. Interviu no levante do “ Quebra-Quilo “como elemento conciliador . jornalista. 62-63. BARROS. Obras: Alguns Poemas (poesia). como cronista parlamentar. Artigos e Discursos. se apresentado no programa humorístico Picadeiro. Procurador do Estado. Também foi cronista no Jornal de Alagoas e no semanário O Momento. Na magistratura foi Juiz de Órfãos de Mata Grande e de Pão de Açúcar. Serviu no mesmo cargo em Sergipe. compositor. nem grandes arroubos . cronista parlamentar e secretário da Gazeta de Alagoas. 2º vice-presidente do Estado. Artigos e Discursos. presidente. Filho de Matias da Costa Barros e Francisca de Araújo Barros. 1958. foi amparado por J. Maceió. Luitgarde Oliveira Cavalcante ( Santana do Ipanema AL 22/12/1941) Antropóloga. Colaborou na Gazeta de Alagoas. com Emanuel Rodrigues. na Rádio Difusora. Formado em Direito pela Faculdade do Recife (1860)..132 Francisco Reinaldo Amorim de Barros BARROS. por isso.Toda a sua poesia é feita de lamentos. e depois repórter policial e esportivo. 1988. Maceió. Destacou-se.. sendo o 58o. membro do Tribunal de Contas. Semeador e no Jornal de Hoje. tendo assumido o governo de 16 de novembro a 28 de dezembro de 1878.Maceió AL 4/10/1921) Poeta. Pertenceu ao “Grupo Literário Miguel Omena “. Sócio da AAI e do IHGA. onde por longo tempo também se dedicou à atividade agrícola. Teria escrito um folheto com a Biografia do Barão de Jiquiá ( Revista IHGA. presidente de província. jornalista. redator.. Juarez Orestes Gomes de veja ORESTES. pelo PST.M. que transcreve seus versos em sua Coletânea dos Poetas Alagoanos. advogado. Em 1970 abandona o jornalismo diário e matricula-se na Faculdade de Direito da UFAL. pelo Espírito Santo. no Espírito Santo. n. no qual ingressou em 21/04/1972. onde exerceu também o cargo de Delegado de Polícia. Deputado estadual nas legislaturas: 1947-51. no Império. também. presidente interino da província. toma posse no governo a 10 de junho do mesmo ano. Coligado por Tito Passos. por ter sido o menos votado nas eleições de 1890. por dois mandatos.Vitória ES 3/5/1906 ) Deputado provincial e geral. José Marques da Silva dito BARROS. 18) BARROS. 1962. Nomeado presidente de Alagoas. pela Frente Democrática Trabalhista PSD-PTB-PRP. Atuou no Diário de Alagoas. pelo PSD. Poente em Sangue (poesia) Romeu de Avelar. Silva (União dos Palmares AL ? out 1895 . Prefeito de Palmeira dos Índios. . Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo (1867). ânsias. Castelos Encantados (poesia). BARROS. permanecendo até 06 de janeiro de 1889. professora. José Torquato de Araújo ( São Miguel dos Campos AL . ator.) Deputado provincial. radialista. Foi deputado provincial nas legislaturas 1860-61. Era jornalista e militou na imprensa ao lado do Partido Liberal. cantor. no mandato de três anos. José Cesário de Miranda Monteiro de ( MG . de Sandoval Caju. magistrado. Inicia sua vida jornalística como revisor. jornalista. sendo sua personagem principal a denominada Pixotinho. Concorre nas eleições de 1954. do Liberal. agricultor. Membro da AAI. Um dos companheiros de Graciliano Ramos na edição de O Índio. Gomes de Barros BARROS. 1 p. Nomeado. BARROS. advogado. 51-55. Juarez .. 1872. de onde encaminhou diversos voluntários para a guerra do Paraguai. tendo de 195759. BARROS. Esteve na América do Norte e ao regressar.Maceió AL 17/3/1975) Deputado estadual. José Pinto de ( Palmeira dos Índios 15/10/1896 .. Goulart de Andrade que providenciou seu retorno a AL. em 1878. Regressando ao Espírito Santo foi nomeado Procurador-Fiscal do Estado. condecorado com a Ordem de Cristo. pelo PSD. . um folheto ofertado ao IHGA em 26 de outubro de 1872. Fundou e dirigiu o Jornal Alagoano .Membro do Tribunal de Contas. pelo PDC e 1966 pela ARENA. sendo. Ilustrou o livro. em todas ficando como suplente.

1984. Cultural. de 1953-56. concorre. Do Ceará. em Recife.. Arthur Ramos e as Dinâmicas Sociais de Seu Tempo. Admitido e toma posse como tabelião em 29/04/1921. Francisco Alves/ Brasília. in Revista de Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. 1984. e 97-98. A Importância de Arthur Ramos Para as Ciências Sociais no Brasil in Revista A Ordem. EDUFAL.eleito neste último ano. Na eleição de 1962. e em 1994. SR3. Otávio Brandão. Casa do Estudante do Brasil. Mauad/ Faperj. pelo PSD. prefeito. São Paulo. em 07/março/1937.. ainda. Presidente do Diretório Estadual do MDB (1968-71). BARROS. UFAL. Derradeira Gesta: Lampião e Nazarenos Guerreando no Sertão. Por quatro vezes eleito prefeito de Porto Calvo: de 1945-50. 1957-60 e. e em 1998. a senador federal. por concurso. Faculdade Notre Dame. quando surge uma vaga -. de Barros. Universidade Federal de Ceará/Universidade de Brasília/Universidade do Estado de Ceará. Em 1986. em Araguari ( MG). Maceió. Centenário de um Militante na Memória do Rio de Janeiro.ABC das Alagoas 133 Bacharel e licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. de 1961-64. Obras: A Terra da Mãe de Deus (Um Estudo do Movimento Religioso de Juaseiro do Norte) prefácio de Maria Yeda Leite Linhares. Luiz Vieira de ( Viçosa AL 12/10/1912 ) Jornalista. Imperialismo e Desenvolvimento. em 1966. procurador geral do Poder Legislativo. 19/05/2000. consultor geral do Estado. Nesta cidade foi vereador. Volta a se candidatar a deputado estadual: na eleição de 1990. por fim. Rio de Janeiro. BARROS. Arquivo Público. Arthur Ramos. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Mestrado em Ciências Sociais (Antropologia) pela PUC de São Paulo e Doutorado em Sociologia pela USP. sem êxito. BARROS. nomeado pelo interventor federal. pelo PSP. pelo PTB. eleito pelo PST. 08/12/2000. Rio de Janeiro. Manoel Ferreira de ( Palmeira dos Índios AL 8/9/1894 . in Revista Legenda. Foi. e na qualidade de presidente do Conselho. bem como. serventuário da Justiça. pela Coligação PDT-PT-PMDB-PSC-PFL-PMN-PSDB e PT do B. Tabelião Público em Palmeira dos Índios. em Memória Cultural de Alagoas. este último em sua primeira fase. UERJ. Filho de Antônio Ferreira de Barros e Antônia Amélia de Barros. Ocupou a cadeira entre 1951-53. Órgão do Centro Dom Vital. em 1961. O Movimento Religioso de Juazeiro e O Caldeirão. Burocracia e Racionalidade em Weber. além da que criou como órgão . em Memória Cultural de Alagoas. Sócio da AAI. concorre a deputado federal. Edições Paulinas. Consultor Geral do Estado (197982). Curso Ginasial e Científico nos Colégios Regina Paces. INL. in Scientia ad Sapientiae. Curso primário em sua cidade natal. Mateus Ramalho Rocha. in Universidade Aberta. Fundador e diretor do jornal A Província. Nóbrega e Ateneu Pernambucano. assume a prefeitura de Capela. Luiz Nogueira veja NOGUEIRA. D. De 22 de outubro de 1922 a 30 de abril de 1937 escrivão e tabelião em Capela. Gazeta de Alagoas. BARROS. 1988. Filho de Lino Correia de Barros e Sidronia Vieira de Barros. que dá organização aos municípios. BARROS Luiz Prudente de Moraes ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1895-96 . Rio de Janeiro. A Ação Modernizadora do Padre Ibiapina. também a deputado federal. Colaboração na imprensa: Jornal de Alagoas e Tribuna de Alagoas. 28. prefácio à obra As Culturas Européias e Europeizadas. Procurador geral do Poder Legislativo. Bacharel pela Faculdade de Direito do Recife . ficando como suplente. da revista Alagoas Ilustrada e diretor do jornal Correio Palmeirense. obtendo nas três uma suplência. 1996 (org.. Luíz de Gonzaga Mendes de (Maceió AL 2/11/1934 ) Deputado estadual. Assessor técnico do Ministro da Agricultura (1963-64). Maceió. advogado. Professora da UFRJ e professora assistente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Deputado estadual. in Ibiapina e a Igreja dos Pobres. 2000. Deputado estadual. em uma sub-legenda da Coligação PFL-PDC-PDS. Rio de Janeiro.Poesia. Obra: Catedral . tabelião. 2000. Gazeta de Alagoas. agora pela ARENA. Luiz. a deputado federal.). pelo PSD. Foi suplente de deputado estadual. professora titular de Antropologia e Cultura Brasileira na Faculdade de Ciência e Letras Notre Dame e da Faculdade de Ciências e Letras Veiga de Almeida. Relator da Comissão de Redação Final do Projeto de Lei n. Rio de Janeiro. Maceió. para a legislatura 1950-54. Três Santos do Nordeste. na legislatura 1959-63.Maceió AL 21/9/1979) Deputado estadual.

da legislação expedida entre 1o. feito por Luiz de Castro Silva e Mário da Silva Camerino. pelo PDS. de pesquisas na área de Física e Química. aperfeiçoando-se. Filho de José Fernandes Chaves e Thereza de Jesus Barros Leite. o Clube de Regatas Brasil (CRB). 1998. COPLAN. Manoel Gomes de dito Mano (União dos Palmares AL 8/12/1944) Governador. Maceió. nos estudos de Química e Mineralogia. com a renúncia do titular. No Tratado de Química. precedida de um resumo da história da Química e considerações sobre a utilidade desta ciência. em particular. Retorna à Assembléia Legislativa Renova o seu mandato. tese defendida. Obras: Prestando Contas. Manoel Joaquim Fernandes de ( Penedo AL 17/3/1802 . Com a extinção do bipartidarismo se filia ao PDS. em 28 de agosto de 1951. em 05 de fevereiro de 1827. médico. na Faculdade de Medicina de Strasburgo. ficando como suplente. licenciado pela Academia de Montpellier.134 Francisco Reinaldo Amorim de Barros autárquico a Rádio Difusora. Em outubro de 1818 ela casou-se com Antonio José Bittencourt Belém. Filho de Antônio Gomes de Barros e Gerusa Araújo Gomes de Barros. pela Coligação PDS-PFL-PDC. estudando ainda em diversos países da Europa. assim como na eleição de 1958. Economista pela UFAL (1975). Cientifico no Colégio Marista. do pedido de instalação de uma comissão de inquérito para apurar as denúncias referente à construção da pavimentação asfáltica da Rodovia BR-26. cuja inexistência constituía grave anomalia para os interesses do Poder Legislativo e. Suplemento do Diário Oficial . a partir de 17 de julho de 1997 e em 1o. Um dos signatários. se aprovou projeto solicitando ao Fomento Agrícola que fizesse experiências do uso dos terrenos dos tabuleiros para a cultura da batata inglesa. Ginásio no Colégio 15 de Novembro. Freqüentou a Universidade de Coimbra. Ficou órfão de pai aos dois anos. Eleito. no município de Atalaia. Primário em sua cidade natal na Escola Luísa de França. com a ajuda do governo imperial brasileiro. por duas vezes. nas eleições de 1986. no segundo governo Divaldo Suruagy (1983-86). Na eleição de 1954. em Maceió.Documento. é citado como a autoridade no assunto. remoção e transferência de funcionários e extranumerários. da de Ciências. Preside em 1994. Presidiu a Comissão de Agricultura. Apresentou e defendeu. Dedica-se às suas atividades particulares. Entre 1990-94 assume a presidência da Associação dos Plantadores de Cana do Estado de Alagoas. em Garanhuns (PE) e no Colégio Anchieta. BARROS. Segundo vice-presidente da Comissão de Finanças e primeiro-secretário da Mesa da Assembléia. quando concorre pelo PSP. assim como da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional e Sociedade de Instrução do Rio de Janeiro. permanecendo até o final do mandato. requer que se solicite ao governador de Estado a nomeação de uma comissão a fim de completar o referido Ementário. Doutorou-se pela Universidade de Paris. deputado geral. que ajudou ao jovem a realizar suas aspirações. prefeito de União dos Palmares.Índice de Preço ao Consumidor. Governo Manoel Gomes de Barros (Julho 1997 a 31 de Dezembro de 1998). economista. entre outros. membro da Comissão de Professores escolhidos para estudos e pareceres sobre as minas da Alta Gasconha e as do Palatino. cabendo à mãe dirigir-lhe a educação. 1998 BARROS. agora filiado ao PTB. Conhecendo a existência do Ementário de Legislação Estadual -Leis . Comércio e Indústria quando. encarregou-o. IPC. para o período 197680. filia-se ao PFL. SERGASA. Saindo do PDS. Agricultura e Artes do Baixo Reno. formou-se em Medicina pela Universidade de Strasburgo (1828). em especial como fornecedor de cana-de-açúcar. Sua tese A ação do Ar Sobre o Homem foi apresentada e defendida. de 1989-91. em caráter interino. Em outubro deste último ano. de janeiro de 1947 a 31 de dezembro de 1951. Seu trabalho Dissertações sobre Meteorologia. Trabalhou no Laboratório de Gay-Lussac e foi nomeado pelo governo francês. é eleito vice-governador. publicamente. mas em 1983 se licencia para assumir a Secretaria de Agricultura. tentou. Especialização em Administração Pública. Requer. na Faculdade das . do professor Orfila. Ocupou o governo. na legenda da ARENA. deputado estadual. presidente de província. intitulada Análise Comparativa das Diversas Classes de Animais. entre as Fazendas Pirajá e Firmeza. de seus funcionários. na Alemanha. de novembro do mesmo ano assume em caráter definitivo. entre 1929 e 1946.Decretos e Regulamentos. deputado estadual. tese na Faculdade de Ciências de Paris. Como diretor dos Trabalhos Químicos da Universidade de Montpellier. que se nomeie uma comissão para eleborar o ante-projeto de Regimento Interno da Secretaria da Assembléia Legislativa. Em novembro de 1982 se elege. em 28 de agosto de 1825. concorre pele PSD. em 31/12/1998.em 30 de maio de 1952. a reeleição. como também aquele sobre substituição. em 12 de fevereiro de 1827.Salvador BA 2/10/1840 ) Cientista. então do PMDB. na chapa encabeçada por Divaldo Suruagy. em Ciências Físicas. Maceió. com a qual obteve o grau de doutor em Medicina. também. Em outubro de 1994. em 02 de março de 1953. sem êxito. sócio da Sociedade Filotécnica de Caltenaudary.

1831. professora. 1944 (poesia). presidente. apresentou projeto sobre pesos e medidas de comprimento. 1949 (poesia). Manoel Victor Fernandes de ( ? ) Presidente da província. . Mário Gomes de ( Camaragibe AL 30/3/1902 . BARROS. 1944. Riacho Doce. itinerárias. de Alagoas) em 1971.Maceió AL 1956) Poetisa. foram apresentados por Martinho de Freitas. foi guardado e ampliado no Brasil. prata. agrárias. Química Aplicada ao Comércio ( Experiência a Fazer) e. para obtenção de grau superior). BARROS. Cours Complet de Physique. Fala. Foi deputado-geral na legislatura 1834-1837. Foi a primeira alagoana a diplomar-se pelo Instituto Nacional de Música (RJ). segundo Joel Belo Soares.) Filho de Matias da Costa Barros e Maria Augusta de Barros Lima. com que abriu a 2a. Ciências em Geral. Juntamente com Elisabeth de Oliveira Mendonça Valor e posição de uma Escola de Serviço Social na Universidade ( Trabalho de conclusão de curso na Escola de Serviço Social Padre Anchieta. Descobriu mina de ferro na província de São Paulo e de carvão de pedra nos morros de Camaragibe. BARROS. Maceió. foi assassinado. Gráfica do Orfanato São Domingos. bacharel. de secos: título e valor das moedas de ouro. No Parlamento. À Luz da Geografia Humana. Maria Ester Buarque da Costa (São Miguel dos Campos AL 28/2/1888 . Publicou: 50 Anos de Agricultura. Tip. Maceió. capa de Francisco de Assis S. continha vasto programa de alcance social. quando sua Mensagem. Foi o 60o. Marcelo Guimarães ( Maceió ? ) Engenheiro Eletrônico. os seguintes inéditos de sua autoria:: Discurso Sobre a Química. pronto para o prelo. Sócio da Sociedade Filomática de Paris. BARROS. cobre. Organização revisão de Edmar da Costa Barros. Lecionou Francês e Música no Instituto de Educação de Maceió. Poesias. Presidiu a Companhia Telefônica de Alagoas. Estudos Realizados pelos Alunos Edissalma T. foi julgada por uma congregação composta de nomes expressivos: Guy-Lussac. BARROS. Sessão Ordinária da Legislatura Provincial de Sergipe. Presidente de Sergipe.. UFAL/Dep. A História de um Estado BARROS. de capacidade. Filha de Matias da Costa Barros e Maria Augusta da Costa Barros. BARROS. permanecendo até 08 de outubro do mesmo ano. Imprensa Oficial. Maceió. Obra: Prússia. Na exposição de história pátria de 1881. Memória Sobre a Mina de Carvão de Pedra do Camaragibe. GRAFITEX. Biot e outros. de líquidos. ainda. AL ) Pseudônimo: Girassol. Estudou no Colégio Santos Anjos (RJ). nas Alagoas. Sua Influência Sobre a Civilização. Alagoas. 1836. Ceoffroy. Maria Teônia de ( AL ) Filha de Teófilo Augusto de Araújo Barros e Otília Barbosa de Barros. BARROS. UFAL/Dep. Maceió. na busca de tratamento médico. Obras: Pétalas ao Vento. 1840. Obras: Páginas Icasticas. É uma das alagoanas citadas no Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras (1711-2001) de Nely Coelho. de Geografia. Trabalhos Diversos de Química e Física a Fazer no Brasil. Árvore de Todos os Conhecimentos Humanos (Plano de Trabalho contém bibliografia). apresentada ao Legislativo.? 6/1976 ) Deputado federal e estadual. senador. nacionais. Nomeado em 18 de junho de 1889. sendo laureada com o 1o. Rio de Janeiro. Uma das sócias fundadoras do Círculo Musical. Marêncio da Costa ( São Miguel dos Campos ? AL 1899. Obras: Marechal Deodoro. Maceió. Saint-Hilaire. Maria Lira ( AL ?) Assistente Social. como vice-presidente daquela província. Prêmio obtido em concurso realizado a 27 de dezembro dea 1924. toma posse no governo a 1º de agosto. 1965. Tendo viajado para a Bahia. Memória Sobre a Extração de Platina ( de que ocupou-se na Europa). Silva e outros. Obras: Estatutos da Sociedade de Instrução Elementar.ABC das Alagoas 135 Ciencias de Paris. São Cristovão. Lições de Algebra. Maceió. 1985. composição Maria Benedita de Lima. Apontamentos de Lições de Física em Montepellier e na Sorbone (41 Lições). de Geografia BARROS. Manoel Victorino da Costa ( ? ) Deputado provincial na legislatura 1878-79. Patrono da cadeira 18 da AAL. Menezes. História Natural ( uma série de trabalhos sobre o assunto). Maria Noêmia da Costa ( Alagoana. segundo alguns por motivos políticos.

participando dos trabalhos constituintes e da legislatura 46-51. Proprietário rural e empresário foi membro da Cooperativa de Banguzeiros e Fornecedores de Cana e do Sindicato de Fornecedores e Banguzeiros de Alagoas. BARROS. BARROS. na legislatura 2002-2006 BARROS. Com a extinção dos partidos e criação do bipartidarismo. Filho de Manoel Vieira de Barros e Josefa da Silva Barros. Geraldo Bastos Silva. em virtude do falecimento do titular. Matias da Costa ( ? ) Deputado provincial na legislatura 1882-83. Maceió. Ciências e Letras. em outubro de 1934. da qual é patrono Manoel Claudino de Arroxelas Jayme. Português e Psicologia do Liceu Alagoano. BARROS. agricultor Fillho de Laurentino Gomes de Barros e Amália Gomes de Barros. Franklin Casado de Lima. ainda pela UDN. em 1973. Membro da AAL. Presidente do CRB. participou da elaboração da nova Carta Constitucional e exerceu o mandato comum até 10 de novembro de 1937. Catedrático de Latim do Colégio Estadual Moreira e Silva (1942-1960). Professor titular da UFAL e do Seminário Arquidiocesano de Maceió. Roldão de Carvalho Souza. pelo PFL. Filho de Teófilo Augusto de Araújo Barros e Otília Barbosa de Barros.1976 ) Obra: O Sentido da Nova Constituição. BARROS.. ainda. Fundador e diretor da revista Mocidade. do Centro de Estudos Superiores de Maceió . Membro do Conselho Estadual de Educação. Tipografia Novo Mundo. contudo. na cadeira 16. tendo. Teófanes Augusto de Araujo ( São José da Lage AL 13/7/ 1912 . Em 1935 participa. Língua e Literatura Grega. Eleito. se elege Deputado Federal. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Recife. elege-se suplente do Senador Ruy Palmeira. pela UDN. entre outros. . Prefeito de União dos Palmares (1933-35). ( Trabalho Apresentado à Congregação da Faculdade de Direito de Alagoas para o Concurso de Direito Público e Constitucional). Cursou Filosofia e Teologia no Seminário Metropolitano de Maceió. foi professora de História. 2000. Fundador e diretor do Colégio Guido de Fontgalland ( 1939-1960). se candidata à reeleição. tendo fundado ginásios em Maceió e em mais de 40 municípios. Silva veja BARROS. No pleito de novembro de 1962. Professor Emérito da UFAL. até 1961. assumindo o mandato de janeiro de 1969 a janeiro de 1971. No Colégio São Lucas. Obra: Mar Vermelho. 1o. na eleição de 1954. BARROS. em 1950. para a legislatura 1979-82.CESMAC. A História da Suíça Alagoana. Nailza da Silva ( Mar Vermelho AL 21/3/1969 ) Professora. com Haydin Goulart. e. padre. Professor titular de Latim do Colégio Estadual Moreira e Silva e de Matemática. exercido o mandato em toda a legislatura 1951-55. empossado em 01/12/1969.136 Francisco Reinaldo Amorim de Barros advogado. em Maceió. Presidente da seção estadual da Campanha Nacional de Educandários Gratuitos. tendo-se ordenado sacerdote em 1935. Diretor do Departamento Estadual de Educação (1951). 1939. Osvaldo de Miranda ( AL . José Marques da Silva BARROS. Empossado no governo na manhã de 15 de novembro de 1889 e deposto no dia seguinte. Na eleição de 1982. fica como suplente. Candidato a Deputado Federal. e onde foi professor de História da Filosofia. porém fica como suplente. Cônego do Cabido Metropolitano de Maceió (1945-1960 ). Osvaldo Gomes de ( AL ) Deputado estadual. fica com uma suplência. BARROS. Fundador. Pedro Moreira ( ? ) Presidente da província. se filia à ARENA. Gráfica Editora Eco. fundador e diretor da Faculdade de Filosofia de Alagoas. vice-presidente da Assembléia Legislativa no biênio 1981-82. quando foi integrada à UFAL com o nome de Faculdade de Filosofia. Eleito Deputado Estadual. onde ocupou a cadeira 03. Licenciado o em Filosofia pela Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Pernambuco. Sócio do IHGA. Nelito Gomes de ( AL ) Deputado estadual. da fundação do Círculo de Estudos “Tristão de Ataíde”. pela ARENA.Maceió AL 21/6/ 2001) Educador. Mar Vermelho. concorrendo pelo PDS. Em dezembro de 1945. industrial.

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depois, do Instituto Jackson de Figueiredo, “de pouca duração, mas de decisiva contribuição para os novos rumos da educação no Estado”. Esse mesmo grupo é o responsável pelo lançamento do jornal A Idade Nova. Obras: A Métrica na Poesia Latina, (Tese para obtenção da cátedra de Latim no Colégio Estadual Moreira e Silva.); Na Missão de Educar. Discursos de Paraninfo no Colégio Guido de Fontgalland, Maceió, 1962, Na Missão de Afirmar, Maceió, EDUFAL, 1981; Alocuções, Maceió, SERGASA, 1989; Discurso Pronunciado Quando Dava Entrada no Instituto Histórico de Alagoas, Revista IHGA, v. 29, Ano 1972, Maceió, 1972, p. 55-65; Atualidade do Eterno, Revista da AAL, n. 12, 135- 144 (discurso de posse). BARROS, Teógenes Augusto de ( São José da Lage 25/8/1925- Maceió AL 9/8/1985) Médico veterinário, advogado. Filho de Teófilo Augusto de Araújo Barros e Otília Barbosa de Barros. Formou-se pela Universidade Rural do Rio de Janeiro. Funcionário do Ministério da Agricultura, tendo sido diretor da Diretoria Estadual daquela entidade.. Foi, ainda, pró-reitor para Assuntos Comunitários da CESMAC. Obra: Contribuição ao Estudo da Brucelose em Alagoas, Maceió, Secção de Fomento Agrícola no Estado de Alagoas, 1952, BARROS, Tito de (Engenho Limeira, Murici AL 26/9/1878 - Rio de Janeiro RJ 14/6/1945 ) Poeta, militar. Filho de Antônio Bezerra de Melo e Domitila Augusta de Barros Correia. Estuda em escolas particulares de Maceió Com a proteção da viuva de Floriano Peixoto, ingressa na Escola Militar de Porto Alegre (RS), de onde saiu como aspirante. Participou da “Revolta da Vacina”, sendo preso e levado para Porto Alegre, onde, depois de desembarcado, foi expulso do Exército. Posteriormente foi anistiado e retornou ao Exército. Serve em diversos lugares, inclusive em Mato Grosso, integrando a Missão Rondon. Comandou o 20º Batalhão de Caçadores (B.C.) em Alagoas, assim como a Polícia Militar, esta de 26/07/1918 a 05/09/1922. Prefeito de Murici. Deputado estadual nas legislaturas 1915-16; 17-18; 23-24; 25-26 e 27-28 Participou da Revolução Paulista de 1932. Reformado, apresenta-se voluntariamente para tomar parte na guerra contra a Alemanha, já agora vivendo no Rio de Janeiro. Fundador da AAL, sendo o primeiro ocupante da cadeira 08. Obras.: Vibrações, 1907 (poesia); Acordes, Porto Alegre, Oficinas Gráficas da Livraria Americana, 1908 (poesia); Rimas, Maceió, Tipografia da Livraria Fonseca, 1920 (poesia): Versos, Rio de Janeiro, A. Coelho Branco Filho, 1941 (poesia), Mensageira, em Antologia do Soneto Alagoano, Revista da AAL, n. 11, p. 10; . BARROS, Theodyr Augusto de ( Garanhuns 13/6/1929 - Maceió AL 24/3/1990 ) Professor, advogado. Filho de Teófilo Augusto de Araújo Barros e Otília Barbosa de Barros. Primário e secundário no Guido de Fongalland. Forma-se pela Faculdade de Direito da Alagoas (1956). Curso de Didática no Departamento de Educação da UFAL (1973). Licenciado em História pela UFAL (1974). Funcionário concursado do IPASE, trabalha, por curto período, no Rio de Janeiro. Volta a residir em Maceió. Professor, a partir de 1956, de Português no Colégio Guido de Fontgalland.. Professor na UFAL, a partir de 1975, na área de História. Obras: O Processo de Mudança da Capital (Alagoas-Maceió): Uma Abordagem Histórica, 1819-1859, Maceió, UFAL/IU, Dep. História, 1991; Contribuição à História da Antiga Capital das Alagoas, Revista IHGA, v. 37, 1979-1981, Maceió, 1981, p. 103-115. BARROS, Wanilo Galvão ( AL 1927 - ) Professor. Obra: Un Peu de Français. Tese à Cadeira de Francês do 1º Ciclo do Colégio Estadual de Alagoas, Maceió, 1953. BARROS JÚNIOR, Isnaldo Bulhões de veja BULHÕES, Isnaldo ... de Barros Júnior. BARROSO, Aloísio ( ?) Secretário de Estado. Secretário de Fazenda (1983-87) no segundo governo Divaldo Suruagy e no governo José Medeiros Tavares. Obra: Balanço Geral, Maceió, Secretaria da Fazenda, 1983. BARROSO FILHO, João ( Maceió AL 23/7/1931 ) Secretário de estado, bancário. Filho de João Barroso da Silva e Antônia de Araújo Barroso. Trabalhou no Banco do Brasil, onde se aposentou. Secretário de Planejamento do Governo Suruagi. Auditor Geral no Estado do Governo Manoel Gomes de Barros (199698). Obras: Posicionamento das Finanças de Alagoas na Atual Crise [Elaboração da Equipe Técnica da Secretaria da Fazenda, sob a Coordenação de João Barroso Filho e Orientação do Titular da Pasta Aloísio

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Francisco Reinaldo Amorim de Barros

Barroso] [Maceió], Secretaria da Fazenda, 1983; A Economia Alagoana - Situação Atual e Perspectiva. Uma Avaliação Crítica, Maceió, EDUFAL, 1988; Economia Neoclássica I, Maceió, EDUFAL, 1990; Economia Neoclássica em Exercícios, Maceió, EDUFAL, 1995; O Polêmico Conceito de Valor, Série Apontamentos, 6, Maceió, EDUFAL, 1996; Tópicos de Econometria, Série Apontamentos, 7, Maceió, EDUFAL, 1996. BARROSO, Luiz Gonzaga (Maceió AL 25/11/1923 ) Poeta, jornalista. Filho de João Barroso da Silva e Antônio de Araújo Barroso Obras: Esfinge Diáfana: Prosa e Poesia, Maceió, 1965; Catedral, Maceió, 1984 (poesia); Vozes de Outono, capa de Nunes, Maceió, 1966. Membro da AML. Colaboração na imprensa. BARROSO FILHO, Luiz Gonzaga ( AL 9/2/1946 ) Advogado. Filho de Luiz Gonzaga Barroso e Rute Lemos Barroso. Trabalhou no Sindicato da Indústria do Açúcar. Em 1982 ganhou o prêmio Comendador Tércio Wanderley, do IHGA, bem como o primeiro lugar do prêmio Graciliano Ramos, da AAL, em 1987, com a monografia Carlos Moliterno, Vida e Obra; Aspectos do Folclore no Futebol, com o qual recebeu também o primeiro lugar, prêmio Graciliano Ramos, da AAL,1990. . Membro do AML e sócio da AAI; Alguns Aspectos Sobre o Racismo no Folclore Alagoano ( prêmio Graciliano Ramos, da AAL, 1983 - folclore). Colaboração na Gazeta de Alagoas. BARROSO Clube de Futebol que participou do primeiro campeonata alagoano, em 1927, bem como daqueles disputados entre 1928 ( em 1931 e 1932 não houve campeonatos) e 1950. Fundado em 11 de junho de 1921, com a denominação de Esporte Clube Barroso, em homenagem ao almirante brasileiro. Seu lema: Lutar e Vencer Sempre Unidos Pelo Esporte”. Campeão alagoano, em 1946. Na sua fundação tomaram parte, entre outros desportistas, Serginho Chagas, Leodegário Amarante, Manoel Lino e Luiz Cardoso. Deixa de existir em 1951. BARTO, Gerard ( Holanda 20/4/1936) Pintor. Iniciou na arte em 1962, radicando-se, depois, em Maceió. Curso na Academia de Belas Artes de Rotterdam. Participou de coletivas e individuais em salões e espaços culturais entre elas na Aliança Francesa, Praça Ponta Verde, ambas em Maceió, e em Arapiraca, todas em 1993. BASE ORIENTAL DA ESCARPA CRISTALINA OU DEPRESSÃO PERIFÉRICA - Segundo IFL “ escarpa é expressão usada para designar as frentes dos batentes dos planaltos de Brasil e se justificar o termo serra. A base da escarpa, é uma área rebaixada ao longo da escarpa oriental, a qual optou por denominar de depressão periférica. E segue Ivan de Lima, ser a parte do território onde “morros e serras instalam-se nela, numa paisagem de vales rebaixados. Os seus rios correm paralelos à própria escarpa e infletem para o mar, ou deságuam noutros e sempre descobrem a rocha matriz. Do sudeste para nordeste aparecem as serras: Bolivia, Cabeça de Porco ou Brejinho, Cachoeira, Espinhaço da Gata, Junqueiro ( mesmo que esteja muito afastada da escarpa), Limoeiro e Preguiça”. BASTO, Alfredo Ramiro ( Maceió AL 25/2/1923 ) Médico, professor. Filho de Manoel de Oliveira Basto e Noêmia Ramiro Basto. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de Recife (1948). Professor fundador da Escola de Medicina da Maceió; Chefe do Serviço de Identificação do Estado; professor catedrático de terapêutica clínica da Faculdade de Medicina. Obra: Ferimentos do Coração; Busca, Salvamento e Resgate em Medicina Ocupacional, juntamente com Edson Tavares Silva, São Paulo, SDB/Fundacentro - Fundação Jorge Duprat Figueiredo, 1990. BASTO, Carlos Ramiro ( AL 20/3/ 1920 (IHGA) ou 1927 - ) Advogado, professor. Filho de Manoel de Oliveira Basto e Noemia Ramiro Basto. Foi oficial e chefe do gabinete do prefeito Abdon Aroxellas do qual também foi Secretario da Prefeitura. Superintendente de Abastecimento e Preços de Alagoas e Procurador Fiscal da Prefeitura de Maceió. Professor de Introdução à Ciência do Direito, na Faculdade de Direito de Alagoas, bem como de Prática Jurídica Comercial, na Escola de Comércio Guido de Fontgalland e, ainda, de Geografia Humana na Faculdade de Filosofia da UFAL. Membro da Comissão Organizadora do Banco do Estado de

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Alagoas, do qual foi presidente, por mais de 7 anos. Membro, ainda, do Conselho de Coordenação e Pesquisa da UFAL ,e, professor catedrático, por concurso, de Direito Comercial da UFAL. Foi, ainda, Consultor Geral do Estado. Sócio do IHGA, empossado em 27/03/1973, na cadeira 27, da quel é patrono Antônio Guedes de Miranda. Primeiro diretor geral do Departamento Regional do SESC, entidade que surge em março de 1948. Obras: A Deliquência Entre os Pescadores Costeiros de Alagoas, in Estudos de Direito, Recife, Universidade Federal de Pernambuco, Centro Acadêmico 11 de Agosto, Faculdade de Direito (monografia) Do Órgão Fiscal nas Sociedades Anônimas. Tese de Concurso para a Faculdade de Direito de Alagoas, Maceió, Casa Ramalho Editora, 1961; As Sociedades Anônimas na Paisagem Social - Síntese de Ensaio, Maceió, FIEA/Casa Ramalho, 1962 (carta-prefácio de Afrânio Lages); Fiscalização e Sociedades de Economia Mista (Tese apresentada ao Seminário Sobre Fiscalização Financeira e Orçamentária promovido pelo Tribunal de Contas de Alagoas em 1968; Comércio e Direito, conferência pronunciada em solenidade promovida pelo Clube de Diretores Lojistas de Maceió; Memórias de uma Velha Cidade - Marechal Deodoro, Maceió, 1976 (conferência); Contratos Bancários. Elementos da Teoria Geral, Maceió, SERGASA, 1991 (conferência); O Comércio de Alagoas, Maceió, Anais das Solenidades do Centenário da Associação Comercial de Maceió (conferência); Crédito, Elemento Acelerador do Desenvolvimento, Ed. Produban, (discurso); O Crédito em Fator de Desenvolvimento de Alagoas, trabalho de grupo, ADESG, Delegacia de Alagoas; De Beata a Miss Paripueira, in Arte Popular de Alagoas, de Tânia Pedrosa, p. 153. Teria publicado Pescador de Alagoas, Maceió, Casa Ramalho, Autores Alagoanos, 2ª Série. BASTO, Ernani Teixeira ( Maceió AL ) Deputado estadual, intendente de Maceió, médico. Deputado estadual nas legislaturas 1919-20 e 21-22. Assumiu a Prefeitura de Maceió de 1923 a 1925 e, pela segunda vez, em 7 de janeiro de 1928, permanecendo até 13 de novembro do mesmo ano. Membro da Comissão Diretora do Partido Economista Democrático de Alagoas. . BASTO, José Antônio de Magalhães ( ? 1838- Maceió AL 23/8/1872) Deputado provincial na legislatura 1870-71. Redator principal do Jornal das Alagoas. Obra: Exposição que Faz o Ex-inspetor da Alfandega da Provincia das Alagoas, Rio de Janeiro, Tip. Universal Laemmert, 1866. BASTOS, Aureliano Cândido Tavares veja TAVARES BASTOS, Aureliano Cândido BASTOS, Cassiano Cândido Tavares veja TAVARES BASTOS, Cassiano Cândido BASTOS, Edgard ( Maceió AL 23/12/1935 - Maceió AL 24/9/2002) Pintor. Estudou no Grupo Escolar Fernandes Lima. Em 1967 expôs, em mostra conjunta, na Galeria Rosalvo Ribeiro, da Prefeitura Municipal de Maceió, da qual foi funcionário. Sua primeira individual foi, em 1977, no Salão de Recepção do hotel Ilhena, na Base Naval de Aratu (BA). Em São Paulo tomou parte em coletiva no Paço das Artes (1983) e no Rio de Janeiro na Galeria Sérgio Milliet, da FUNARTE (1979) e no Senado Federal, em Brasília (1985). Participou, em AL, do Grupo Vivarte, e, posteriormente, juntou-se aos artistas que aderiram à Cruzada Plástica e, ainda, ao projeto Arte para o Povo, destinado a ocupar uma galeria improvisada no saguão da sede da Rede Ferroviária Federal, em Maceió. Outras coletivas: Centro de Arte e Cultura de Alagoas (1980); Galeria Karandash (1982); Galeria de Arte Grafitti (1984) Galeria “ Oficina de Arte R.G.” ( 1989), todas em Maceió. Um dos seus trabalhos participou da exposição Arte Popular Alagoana 2003, realizada na Galeria SESC/Centro, de 19/08 a 05/09/2003. É um dos artistas divulgados no livro Arte Contemporânea das Alagoas, publicado em Maceió, em 1989, sob coordenação de Romeu de Mello-Loureiro. Participou, em 1993, da Exposição Arte de Alagoas, na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, tendo tido um dos seus trabalhos reproduzidos na obra Arte Alagoas II. Teve, ainda, reproduzido Piranhas, na obra A Nova e Novíssima Pintura Alagoana, editada pela FUNTED. Trabalho no acervo do Museu de Arte Contemporânea, Coleção Ceres Franco, em Lagrasse, Aude, França. BASTOS, Humberto de Oliveira Rodrigues ( Maceió AL 12/3/1914 - Roma Itália 25/9/1978) Advogado, jornalista. Filho de Aristóteles Rodrigues da Cunha Bastos e Margarida Bandeira de Melo Bastos. Dedicou-se,

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Francisco Reinaldo Amorim de Barros

inicialmente, à crítica literária e a ficção. Depois. aos estudos econômicos e sociais. Bacharel em Direito Curso Superior de Guerra (1952) da Escola Superior de Guerra. Cursou, ainda, a New School for Social Research, em Nova Iorque. Revisor e repórter da Gazeta de Alagoas (1934-1937), tendo sido, neste último ano, também professor de matemática na Escola Normal de Viçosa. Em 1938 é nomeado para o Departamento Municipal de Estatística de Maceió, órgão que dirigiu até 1940. Secretário do Serviço Nacional de Recenseamento no Distrito Federal, em 1940, no Rio de Janeiro, para onde se mudara. Neste mesmo ano, e até 1946, trabalha na revista Observador Econômico e Financeiro, onde chega a ocupar a chefia da redação. Assessor Técnico da Coordenação da Mobilização Econômica. Delegado à I Conferência Nacional das Classes Produtoras ( I CONCLAP), reunida em Teresópois, em 1945. Neste mesmo ano torna-se redator econômico do jornal Diário Carioca. Ainda em 1945 participa do I Congresso Brasileiro de Escritores, realizado em São Paulo. Em 1947 dirige a Revista do Comércio, e, no ano seguinte, é nomeado membro do conselho econômico da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em 1948, é redator econômico do jornal Diário da Noite, do Rio de Janeiro. Participa da Connferência sobre Comércio Exterior, realizada em Petrópolis, bem como da Conferência Internacional do Comércio, em Havana, Cuba e ao II CONCLAP, ocorrido em Araxá (MG), estas duas últimas, em 1949. A partir de 1950 é nomeado, pelo presidente da República, membro do Conselho Nacional de Economia, onde permanece até a extinção daquele Conselho, em 1967, tendo, no período, e a cada cinco anos, o seu nome aprovado pelo Senado Federal que o reconduzia. . Membro, também, do Conselho Técnico da Confederação Rural Brasileira, nomeado em 1955. Obras: Açúcar e Algodão: Ensaio de História Econômica Regional, Maceió, Casa Ramalho Editora, 1938, Coleção Autores Alagoanos, 1ª série; O Desenvolvimento da Instrução Pública em Alagoas, Maceió, Departamento Municipal de Estatística, 1939; Terra & Cifrão (Aspectos da Vida Econômica Brasileira) , São Paulo, Liv. Martins, 1942 (ensaios); A Crise Comercial (Aspectos da Conjuntura do Comércio Exterior), São Paulo, Martins Editora, 1943; Progresso Técnico e Padrão de Vida, 1943; Rumos da Civilização Brasileira, São Paulo, Liv. Martins, 1943,(ensaio ); A Marcha do Capitalismo no Brasil, 15001940, Ensaio de Interpretação, São Paulo, Livraria Martins, 1944; Produção ou Pauperismo ( Crítica e Sugestões Sobre a Atual Crise Brasileira), prefácio de Dante Costa, São Paulo, Cia. Martins Ed., 1946; Economia Nordestina, 1946; Posição e Problemas do Brasil na Conferência Internacional de Comércio e Emprego, 1948; A Economia Brasileira e o Mundo Moderno, (Ensaio Geopolítico Sobre a Estruturação do Capitalismo Brasileiro), capa de Santa Rosa, São Paulo, Livraria Martins Editora, 1948, ( prêmio Jose Verissimo ABL); Rui Barbosa, Ministro da Independência Econômica do Brasil, Rio de Janeiro, Casa de Rui Barbosa, 1949, (prêmio medalha do Centenario de Rui Barbosa); Posição e Problemas do Brasil na Conferência Internacional do Comércio 1949; Posição Econômica do Brasil, São Paulo, Livraria Martins Editora, 1951; O Pensamento Industrial no Brasil, Introdução à História do Capitalismo Industrial Brasileiro, São Paulo, Livraria Martins Editora, 1952; A Crise Comercial (Aspectos da Conjuntura do Comércio Exterior), São Paulo, Liv. Martins, 1953; Dois Aspectos da Economia Brasileira, [Rio de Janeiro], MTIC, Serviço de Documentação, 1954; País de Bolsos Vazios, São Paulo, Livraria Martins Editora, [1955]; Introdução à História do Capitalismo Industrial Brasileiro, São Paulo, Liv. Martins Edit.; ABC dos Transportes, Coleção Mauá, Rio de Janeiro, Ministério da Viação e Obras Públicas, Serviço de Documentação, 1955; Livre Iniciativa e Intervenção do Estado, Rio de Janeiro, Serviço de Documentação do MTIC, 1955; O Fantasma da Inflação, São Paulo, 1958; A Conquista Siderúrgica no Brasil, (Crônica e Interpretação Econômica das Empresas e Indivíduos, Nacionais e Estrangeiros que Participaram da Exploração dos Recursos Minerais e do Desenvolvimento Nacional), São Paulo, Martins Editora, 1959; Experiência ou Imprevidência, (Crônica e Interpretação Econômica das Associações, Governos, Empresas e Indivíduos Nacionais e Estrangeiros, Que Contribuíram Para a Formação da Mentalidade Industrial do Brasil na Luta Contra o Subdesenvolvimento), [Rio de Janeiro], Publicação do Centro de Cultura Econômica, 1960; Desenvolvimento ou Escravidão: Aspectos de Influências Externas na Formação Econômica do Brasil, São Paulo, Livraria Martins Editora, 1964; Os Modernos. Apontamentos Sobre a Evolução Cultural Brasileira, Rio de Janeiro, Cia. Editora Americana, 1967 ( ensaio.); O Golpe, Rio de Janeiro, Record Editora, 1968, (romance); Educação Para o Desenvolvimento, Otávio Gouveia de Bulhões e outros, coordenação de Humberto Bastos; Rio de Janeiro, Reper Ed. s/d 1966. Opúsculos: O Dia do Município, 1939; Economia Nordestina, 1944; Progresso Técnico e Padrão de Vida, 1944; Áreas Econômicas do Brasil, 1946; A Conferência Internacional do Comércio, 1948; Rui Barbosa, Revolucionário, 1949; A Economia Brasileira, 1951; Estrutura do Comércio Exterior, 1953; Aspectos Econômicos do Nordeste,

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1953; Política Comercial, 1954; Intercâmbio Internacional, 1955; Intervenção ou Intervencionismo do Estado na Economia, 1955; Dois Aspectos Econômicos: Minérios e Reforma Bancária, 1956; O Mercado Europeu do Café, 1956; Xenofobismo, Doença Infantil do Nacionalismo, 1959; Vivemos uma Revolução, 1963; Aspectos do Comércio Colonial, 1963; Para Onde Vamos ?, 1963; Reformas e Revolução, 1964; Popularização da Cultura Econômica, 1964; Publicou-se 130 Opiniões Sobre Um Pioneiro: Humberto Bastos, São Paulo, Martins, 1967. BASTOS, José Hamilton da Silva ( AL ?) Secretário de Estado. Secretário de Recursos Hídricos e no governo Ronaldo Lessa. Naturais

BASTOS, José Márcio ( Maceió AL 7/3/1942 - ) Professor, funcionário público. Filho de José Bastos Júnior e Maria José Persiano Bastos. Formou-se em Direito pela Faculdade Bennett, no Rio de Janeiro. Outros Cursos: Curso Especial de Direito Tributário, Legislação Fiscal de Tributo de Competência Estadual, Administração Fazendária, na Escola de Sociologia e Política do Estado da Guanabara. Fiscal de Rendas no Rio de Janeiro. Professor no Centro de Estudos Jurídicos no mesmo Estado. Foi chefe do serviço pluviométrico do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, em Palmeira dos Índios, conferente do Ministério da Fazenda e inspetor do Imposto Sobre Serviços do antigo estado da Guanabara. Obra: Imposto de Circulação de Mercadorias no Estado da Guanabara, 2 v. BASTOS, José Sebastião ( Maceió AL 2/12/1922 ) Advogado, vereador. Filho de Sebastião Bandeira Bastos e Maria Adalgisa Bastos. Primário no Grupo Escolar Cincinato Pinto, ginasial e cientifico no Liceu Alagonao e no Colégio Guido de Fontgalland. Bacharel pela Faculdade de Direito da UFAL (1951). Vereador por Maceió, na legislatura 1951-55, pelo Partido Socialista. Assessor Jurídico da Presidência do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas. Presidente da Federação Alagoana de Futebol (1991-1996); vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (1996-2000). Presidente, ainda, da Federação Alagoana de Desportos (1958-68 e 198588). Presidente, também, do Conselho Tributário Estadual (1969-71). Consultor Jurídico do Estado, lotado na Secretaria de Educação, tendo, por esta qualidade, ocupado, interinamente, o cargo de. Secretário de Educação e Cultura no governo Afânio Lages. Membro do IHGA, desde 23/02/2000, onde ocupa a cadeira 57, da qual é patrono Joaquim Inácio Loureiro. Obras: Uma Longa Jornada Percorrida, Maceió, SERGASA, 1998; Discurso de Posse na Cadeira 57 em 23/02.000, Revista IHGA, Maceió, 2001, v. 45, ano 1995-2000, p.177181; Futebol, Essa Paixão !, Revista IHGA, Maceió, 2004, v. 46, p. 59-62; apresentou os livros: Arquivos Implacáveis e No Mundo da Bola de Lauthenay Perdigão, além de Folha Esparsas¸ de Maria Luiza Melo Sá. Colaboração no Diário de Alagoas, A Notícia, Jornal de Hoje e Gazeta de Alagoas. BASTOS, José Tavares veja TAVARES BASTOS, José BASTOS, Leão Marinho Tavares ( AL 1886 - Maceió AL 21/8/1937 ) Obras: Política Americana, Rio de Janeiro, Tipografia Anuario do Brasil, 1923; Aqui... Alí...Acola (Crhonica de Vários Assuntos), Maceió, Tipografia Alagoana, 1927; Embargos ao Acordam n. 4183 Acção de Honorários Médicos, Appelação Civil n. 185, de União. Appelante: o Dr João Florêncio Filho e o Espólio do Coronel Basiliano Olibio de Mendonça Sarmento. Apelado; Os Mesmos. Razões Apresentadas pelo Dr. Leão Marinho Tavares Bastos, Imprensa Oficial, 1932; Razões. Apresentado pelo Bacharel Leão Marinho Tavares Bastos, Advogado da Família do Jovem Olavo Moura, Assasínado em Camaragibe, Contra o Desaforamento Pedido Pelo Réo Bacharelando Antonio Saturnino de Mendonça Júnior, Maceió, Imprensa Oficial, 1931; O Poder Moderador na República Presidencial. Estudo de Direito Constitucional em Torno do Livro de Borges de Medeiros, Recife, Edições Mozart, 1936 BASTOS, Paulo de Melo ( AL ) Obras: Salvoconduto, um Vôo na História, Rio de Janeiro, Editora Garamond, 1998, organização e texto final de Solange Bastos e Flávia Cavalcante; Nos Bastidores da Anistia, Ed. F.Botelho, 2000; Tauã - A Verdade Verdadeira Que Seu Norberto Contou, prefácio de Fernando Lyra, Recife, co-edição Editora Massangana & Família Bastos Produções, 2003.

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BASTOS, Tavares ( AL ? ) Obra: Aspectos Sociais Básicos da Mata Alagoana, Maceió, FIAM, 1978. BASTOS, Theonila Cândido Tavares veja TAVARES BASTOS, Theonila Cândido BASTOS JÚNIOR, João Carlos ( Rio de Janeiro RJ ) Poeta, jornalista. Cursou Jornalismo na UFAL e Administração de Empresas no CESMAC. Participou, com A Morte Enfim é Notícia, Os Sonhos dos Poetas Morrem Bem Antes e Em Nenhum Dia, da Coletânea Caeté do Poema Alagoano, p. 114-116. BATALHA, Antonio José Ferreira ( ? ) Magistrado. Segundo os historiadores “é a quem Alagoas deve a sua emancipação, por, em 1817, quando ocupava o cargo de Ouvidor na comarca de Alagoas, ter ficado fiel ao rei. Determinou a autonomia da comarca, tornando-a independente da ascendência pernambucana, fato decisivo para sua emancipação política. Formou uma junta provisória, juntamente com o Padre Antônio Gomes Coelho e o tenente-coronel Francisco Cerqueira e Silva, com o que não concordou o Conde dos Arcos, mas o governo interino continuou atuando. O rei promoveu-o a desembargador, integrando-o à Junta de Governo da nova província, no cargo de Juiz de Feitos da Fazenda. Recebeu, ainda, a Comenda de Cristo. A pedido de Póvoas, examinou o parecer de Floriano Vieira da Costa Perdigão sobre a melhor localização da Junta da Real Fazenda e suas repartições fiscais, na disputa entre as cidades de Alagoas e Maceió, tendo optado pela última”. BATALHA Município. “Sua sede inicial foi um antigo povoado à margem esquerda do rio São Francisco, nas cercanias do rio Ipanema, com a denominação de Lagoa Funda, tirado de um lago que existe na proximidade. Por sugestão da beleza topográfica onde se localiza, deram-lhe posteriormente o nome de Belo Monte. Formouse a povoação pelo crescimento da prole dos proprietários das fazendas de gado que ali existiam. A Lei 976, de 9 de junho de 1886, instituiu a vila, que foi instalada em 12 de janeiro de 1887, criando o município com a denominação de Belo Monte, o qual foi suprimido pela Lei 34, de 30 de maio de 1893, quando o território volta a pertencer a Traipu. Restaurado pela Lei nº 82, de 20 de julho de 1895, foi novamente suprimido pelo decreto nº 1619, de 23 de fevereiro, que o anexou a Pão de Açúcar. O art. 6º das Disposições Transitórias da Constituição Estadual, de 16 de setembro de 1935, restaurou o município. Revogada a Constituição, o decreto nº 2.335, de 19 de janeiro de 1938, extinguiu o município incorporando-o a Traipu. A Constituição Estadual de 1947, pelo art. 7 º das Disposições Transitórias, restaurou novamente o referido município. Pela Lei estadual 1.389, de 22 de dezembro de 1947, foi transferida a sede do município de Belo Monte para a Vila de Batalha. Essa Lei, tendo sido ajustada ao decreto-lei federal nº. 311, de 2 de Março de 1938, com a Lei Estadual nº. 1.473, de 17 de setembro de 1949, deu ao município a atual denominação de Batalha, perdendo então o distrito de Riacho do Sertão, que passou a fazer parte do município de Major Isidoro. Em 24/4/1958 perde parte do território com a criação do município de Belo Monte”. A freguesia, sob o padroado de N. S. do Bom Conselho, foi criada em 18/7/1885 por Lei Provincial nº. 960, pertencendo à Diocese de Penedo. Em 1886, após a criação do município, passa a constituir-se termo da comarca de Pão de Açúcar, voltando depois a pertencer a Traipu. Volta, em 17/9/1949, a pertencer à comarca de Pão de Açúcar, onde permanece até a criação da comarca de Batalha, em 11/11/1952. Desmembrado de Traipu, seu topônimo se deve à lenda da luta travada entre soldados da polícia estadual e fanáticos sectários de um leigo egresso da um convento de franciscanos, que se dizendo frade ministrava a religião a seu modo. Encontra-se na zona fisiográfica do Sertão de São Francisco, incluído na microrregião de Batalha e na mesorregião do Sertão Alagoano. Base econômica: agropecuária. É o pólo centralizador da denominada Bacia Leiteira. Batalhenses BATALHADOR Jornal. “Órgão imparcial”, publicado em União dos Palmares a partir de 7/1/1893, tendo sido o primeiro daquela localidade. Bisemanal, tinha Fortunato Antunes como proprietário e gerente. A partir de 1895 passou a ser publicado em Maceió, como “órgão democrata”. Bibl. Nac. microf. , entre outros, ano I n. 18 de 8/3/1893; ano III n. 2 de 9/4/1893 e ano IV n. 133 de 29/1/1896.

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BATALHENSE Clube de futebol. Fundado em 1/1/1984 na cidade de Batalha. Participou dos campeonatos alagoanos de 1995 e 1996. BATENTE Serra. Segundo IFL, faz parte da Escarpa Cristalina Oriental. BATINGA, D. Jonas de Araujo ( Penedo AL 24/3/1865 - Penedo AL 14/7/1940 ) Bispo. Filho de Manuel da Costa Batinga e Belmira de Araújo Batinga. Estuda no Seminário de Olinda (PE) mas ordenase sacerdote em Fortaleza (CE). Após ordenado volta para Olinda, onde foi professor de Latim e Filosofia. Vigário de Buíque (PE) e de São Miguel dos Campos. Em 1896 é nomeado Visitador Apostólico em Alagoas e, logo depois, cônego da Sé de Olinda. É transferido para a paróquia de Maceió. Ao chegar à capital alagoana, adoentado, é enviado para Anadia, onde se dedica à composição de músicas sacras. Recuperado, é nomeado reitor do Seminário de Nossa Senhora da Assunção, em Maceió, como também vigário capitular, em Maceió e Monsenhor Protonatário Apostólico. Escolhido pelo papa Bento XV, bispo de Penedo, em 28/1/1918, sendo sagrado em 14 de julho do mesmo ano. Foi o primeiro bispo de Penedo, tendo tomado posse em 15/8/1918 e permanecido na cidade até a sua morte. Criou as Escolas Paróquias e fundou o primeiro Colégio Diocesano. BATINGA, José Vicente d’Araújo ( Penedo AL 1850 ou 1855 - ? 6/6/1894 ) Poeta, telegrafista. Filho de Manuel da Costa Batinga e Belmira de Araújo Batinga. Estudou os preparatórios em sua cidade natal e, por concurso, foi provido na cadeira de Francês em 24/9/1879, em Penedo. Na juventude ocupou-se da agricultura e, posteriormente, exerceu o emprego de telegrafista. Jubilou-se em 17/12/1892. Obras: Ensaios Poéticos, Penedo, Tip. Luso-Brasileira, 1876, (poesia); Horas Vagas. Versos, Bahia, Tipografia dos Dois Mundos, 1886 (edição fac-similada em 1986) BATINGA, Manoel José da Costa ( ? ) Deputado provincial, tenente-coronel. Deputado provincial nas legislaturas 1860-61 - eleito pelo 5º círculo -, 62/63 e 68-69, em ambas eleito pelo 2º distrito. BATINGA, Ulisses ( Penedo AL 9/4/1886 - Maceió AL 1/11/1918 ) Poeta, professor, magistrado. Filho de José Vicente de Araújo Batinga e Joana Angélica Machado Batinga. Formado em Direito em Recife. Foi professor do antigo Liceu de Penedo, de onde teria sido demitido por perseguições políticas. Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Publicou: Nardos, Fernando Mendonça Editor, 1909 (poesia, edição fac-similada em 1988). Colaboração nos jornais, escrevendo crônicas. BATISTA, Everaldo de Lima ( AL ) Professor. Obras: Alimentação, Seca e Deficiências Alimentares no Sertão Alagoano ( Resultado de um Inquérito Alimentar), Trabalho Apresentado na 1ª Reunião Anual da Sociedade de Medicina de Alagoas, Dezembro de 1953, Maceió, Imprensa Oficial, 1954; Alguns Aspectos da Ecologia da Zona Sertaneja de Alagoas, Maceió, Imprensa Oficial, 1958 (Tese para concorrer à cadeira de História Natural do Colégio Estadual de Alagoas). BATISTA, Hildebrando Nicolau ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1913-14

BATISTA, Manoel ( AL ? ) Obra: Breve Notícia Sobre o Estado de Alagoas Pela Comissão de Propaganda de Imigração e Colonização no Norte do Brasil. Presidente da Comissão o Governador do Estado de Alagoas, Major e Engenheiro Gabino Bezouro - Eng. Manoel Baptista e Francisco de S. Lobo, Maceió, Tip. da Escola Central, 1893. BATISTA, Miguel Arcanjo ( ? ) Professor. Obra: Autonomia do Direito Aéreo, Maceió, Imprensa Oficial, 1955 ( Tese para professor de Direito Comercial da Faculdade de Direito de Alagoas). BATISTA, Taurino ( Pilar AL 1876 - 1938 ) Poeta, advogado. Filho de Venceslau José Batista. Foi delegado de polícia em Maceió. Romeu de Avelar o cita em seu livro Coletânea dos Poetas Alagoanos. BATISTA, Williams Soares ( AL ? ) Secretário de estado, engenheiro civil. Secretário de Ciência, Tecnologia

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e Educação Superior no governo Ronaldo Lessa O primeiro a ocupar a secretaria com este nome. Foi, ainda, chefe do Departamento de Agronomia e Energia da UFAL, bem como diretor do Centro de Tecnologia. Engenheiro das Companhias de Desenvolvimento de Alagoas e de Sergipe. BATISTA NETO, João ( Junqueiro AL 1954 ) Médico, professor. Formou-se em Medicina em 1980. Professor de Cirurgia Geral do Departamento de Clínica Geral da UFAL. Obras: Conduta em Cirurgia de Urgência, Maceió, Comissão Cientifica do Departamento de Cirurgia da UFAL/SERGASA, 1991; Cirurgia de Urgência - Condutas, Rio de Janeiro, Ed. Revinter, 1999 co-autoria de 95 colaboradores (entre estes, 66 médicos alagoanos), sendo seu o trabalho Atendimento à Mão Politraumatatizada, p. 479-483. Colaborou também na obra Angiologia e Cirurgia Vascular: Guia Ilustrado, Maceió, UNCISAL/ERCMAL, 2003, sendo seu editores: Guilherme Benjamin Brandão Pitta, Aldemar Araújo Castro e Emil Burihan. Membro revisor da revista Hepatology; órgão oficial da American Association for the Study of Liver Diseases; colaboração em revistas científicas. BAYÃO, Antônio Martins ( PE em região hoje de AL - 15/2/1688) Militar. Começou a vida militar em praça de soldado, passou a alferes, ajudante, capitão de uma companhia de auxiliares dos ordenanças do Rio São Francisco, sendo, por, fim, elevado à patente de sargento-mor. Participou da luta contra os holandeses, tendo entrado na vila de Penedo em 10/8/1645, lutando para a conquista da cidade e, em especial, da Fortaleza Príncipe Maurício. Logo depois, participou da luta para que os holandeses não desembarcassem em praias alagoanas. Também lutou contra o Quilombo dos Palmares. BEBEDOR Rio. Afluente da margem direita do rio Capiá, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. BECKER, Roberto pseudônimo de LITRENTO, Domingos Anunziato ( Maceió AL ) Músico, cantor. Filho de Domingos Anunziato Litrento e Luísa Lessa Litrento. Compôs, aos nove anos, a marcha Serpentina, e posteriormente, entre outras De Bandinha, segundo o Jornal de Hoje, Maceió, de 7/2/1976. BEIJA-FLOR, O Jornal. Semanário publicado em Maceió a partir de 25/4/1869, sob a direção de Euclides B. C. de Melo. Impresso na Tipografia do Partido Liberal. Bibl. Nac. microf. ano I n. 1 25/4/1869, como também os números de 2 a 6 e de 11 a 15, entre outros, entre os quais o ano II n. 13 10/12/1870. BELÉM Município. “Em meados do século XVIII o território era um pequeno aldeamento de índios remanescentes dos Xucurus. Tinham por hábito a colheita de uma planta denominada “canudos”, com os quais fabricavam os cachimbos que fumavam. Esta planta existia em quantidade significativa junto à serra Canudos, também denominada na região como Guaribas. O povoado que se formou com a chegada dos primeiros homens brancos manteve a denominação de Canudos. Estes eram componentes das famílias Tenório e Barbosa Paixão, e foram atraídos pela fertilidade do solo. Implantaram grandes lavouras e atraíram novos moradores. Por volta de 1900 o local já contava com muitas casas e sítios. Bolandeiras foram implantadas. Porém, houve um desentendimento entre as famílias Tenório e Rodrigues de Santa Rosa, causando a morte de muitos dos componentes de ambas as famílias. Em 8/8/1953, pela Lei 1.712 a povoação foi elevada à condição de vila”. Quando da criação do município, em 24/8/1962, pela Lei 2.466 e a sua instalação em 26/09/1962, o seu nome foi modificado para Belém. Desmembrado de Anadia, seu topônimo teria sido sugerido por religiosos que pregavam as missões na região. Localizado na microrregião de Palmeira dos Índios e na mesorregião do Agreste Alagoano. Base econômica: agropecuária. Belenenses. BELÉM Rio. Um dos componentes da Bacia do Riacho Belém, que envolve o município de Pão de Açúcar. O outro componente é o Pau da Canoa, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. BELO, Adalberto Pimentel ( Maceió AL ) Médico, professor, funcionário público. Primeiro e segundo

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grau em sua cidade natal. Medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia. Cursos de especialização: Clínica Pediátrica Médica, Puericultura e Administração, Organização e Administração dos Serviços de Proteção à Maternidade e à Infância. Curso de Nutrição e Saúde Pública no Instituto de Nutrição da Universidade Federal de Pernambuco e de Organização de Hospitais, do Instituto de Arquitetos do Brasil, em Recife. Bolsista do Centre International de L’Enfance, em Paris, onde fez o Curso de Pediatria Social. Médico do Ministério da Saúde. Representante do Departamento Nacional da Criança junto ao Fundo Internacional de Socorro à Infância, da ONU. Professor de Puericultura e Pediatria da Escola de Enfermagem N. S. das Graças, em Recife, e do Curso de Auxiliar de Enfermagem da Escola Ana Neri, no Rio de Janeiro. Membro da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. Sócio do IHGA. Obras: Menino do Olho Grande, Rio de Janeiro, Jotanessi Edições, 1992; Ouro, Azul e Púrpura, Recife, [ ed. autor], 1994; Ponteiros dos Segundos, [Maceió] , Edição do Autor, [1989] ; Arquivos Sentimentais, Recife, Bagaço, 1992. Colaborador da Revista Médica do Paraná e do jornal O Estado de Minas, entre outros. BELO, Higino Espíndola da Costa ( AL - Rio de Janeiro ) Poeta, professor, jornalista, deputado estadual. Deputado estadual nas legislaturas 1903-4 e 1911-12. Fundou o Educandário 11 de Janeiro, em Maceió. Romeu de Avelar o transcreve em seu livro Coletânea dos Poetas Alagoanos. BELO, Joaquim Mariano de Oliveira ( ? ) Deputado geral na legislatura 1830-33.

BELO, José Romero Vieira ( AL ? ) Secretário de Estado. Secretário de Comunicação Social (1995- 7/1997) no terceiro governo Divaldo Suruagi. BELO, Lafayete de Assis ( AL 1883 - 1957 ) Obras: Em Memória do Patriarca do Sertãozinho, Maceió, Gráfica do Orfanato São Domingos, 1943; Reptos e Desafios, Maceió, Casa Ramalho, 1944; Velhas Doutrinas, Maceió, Imprensa Oficial, 1949. BELO, Sebastião José de Moraes ( ? ) Deputado provincial, padre. Deputado provincial nas legislaturas 1880-81; 82-83. BELO MONTE. Município. “Sua história se confunde com a de Batalha. Localiza-se a 36 kms. mais ou menos acima do rio Traipu, na margem do São Francisco, sobre o planalto de um cerro pedregoso de medíocre elevação. O vilarejo começou a ser povoado com a instalação no local de uma fazenda de criação de gado e onde o proprietário construiu uma capela dedicada a N. S. do Bom Conselho. O Dr. Espíndola, assim o descreve: “Parte desse povoado acha-se assente sobre espigões de morro de micaxisto, e parte sobre uma planície entre morros e a lagoa Funda. Os rochedos, projetando-se um pouco para fora do barranco e dentro para o rio, o saco que desta sorte formam serve de bom porto às embarcações. Pouco adiante existem alguns curtumes importantes”. Sua sede, inicial, foi um antigo povoado à margem esquerda do rio São Francisco, nas cercanias do rio Ipanema, com a denominação de Lagoa Funda, tirado de um lago que existe na proximidade. O local ficou conhecido, posteriormente, como Barra do Ipanema. Daí saiu o cidadão que iria fundar uma fazenda de gado, no local onde hoje se localiza a sede do município. Por sugestão da beleza topográfica onde se localiza, deram-lhe posteriormente o nome de Belo Monte. A Lei 976, de 9 de junho de 1886, instituiu a vila, que foi instalada em 12 de janeiro de 1887, criando o município com a denominação de Belo Monte, o qual foi suprimido pela Lei 34, de 30 de maio de 1893, quando o território volta a pertencer a Traipu. Restaurado pela Lei nº 82, de 20 de julho de 1895, foi novamente suprimido pelo decreto nº 1619, de 23 de fevereiro de 1932, que o anexou a Pão de Açúcar. O art. 6º das Disposições Transitórias da Constituição Estadual, de 16 de setembro de 1935, e a Lei 82 de 30 de julho restaurou o município. O decreto nº 2 335, de 19 de janeiro de 1938, extinguiu o município incorporando-o a Traipu. A Constituição Estadual de 1947, pelo art. 7 º das Disposições Transitórias, restaurou novamente o referido município. Pela Lei estadual 1389, de 22 de dezembro de 1947, foi transferida a sede do município de Belo Monte para a Vila de Batalha. Finalmente, em 24/4/1958 foi criado o município de Belo Monte, tenso sido instalado em 1/2/1959”. Sua freguesia, sob o padroado de N. S. do Bom Conselho, foi criada por Lei Provincial nº. 960, de 18 de

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julho de 1885, pertencendo à Diocese de Penedo. Sua jurisdição esteve sempre afeta ao município de Traipu, passando à de Pão de Açúcar, pela Resolução nº 562, de 7 de junho em 1908, tornando-se distrito judiciário, pela nova divisão administrativa e judicial do Estado. Desmembrado de Batalha, deve seu topônimo por estar situado num promontório de rara beleza tipográfica. Encontra-se na microrregião de Batalha e na mesorregião do Sertão Alagoano. Base econômica: agricultura, pesca, pecuária leiteira e industrialização de calcário. Belomontenses BELTRÃO, Antônio Carlos de Arruda ( AL ? - 1928) Engenheiro. Obra: Esperanto: Conferência Realizada em Maceió a 10/7/1910, Aracajú, Tipografia da Casa Xavier, 1911. BELTRÃO, Fernando Soares ( AL ) Obras: Mosaicos, 1997; Cartão Postal de Maceió, Maceió. Ed. Catavento, 2.000 (poesia e prosa). BELTRÃO, Francisco João Carvalho dito CHICÃO ( PSC, e nas legislaturas 99-2002 e 2003-06 pelo PSDB. ) Deputado estadual na legislatura 95-98, pelo

BELTRÃO, João ... Siqueira ( Coruripe ? Al 1/1/ ) Deputado estadual, secretário de estado. Deputado estadual pelo PMDB na legislatura 1995-99. Secretario do Trabalho e Ação Social (1995- 07/1997) no terceiro Governo Divaldo Suruagi. Deputado estadual, ainda pelo PMDB, na legislatura 1998-2002, e, pelo PSL, na legislatura 2002-06. BELTRÃO, Maria das Graças Lessa ( Coruripe AL ) Assistente social. Obra: Do Outro Lado da Ponte, apresentação de Luiz Renato de Paiva Lima, Maceió, Gráfica e Editora Gazeta de Alagoas, 1980,. BELTRÃO, Maria José Lessa ( Coruripe ? AL ) Obra: Olhos de Palhaço, Maceió, IGASA, 1984. BENEVIDES, Salvador Corrêa de Sá ( RJ ) Deputado provincial e geral. Eleito deputado provincial na legislatura 1856-57, não tomou assento. Deputado Geral na legislatura 1857-60, eleito pelo 5º círculo. BENJAMIM, José ( Pilar ? AL 1929) Vereador em Pilar (1964), Obras: Écos do Passado, Santo Cruzeiro, Lagoa Manguaba, SERGASA, 1981, prefácio de José Romeiro; No Miradouro das Recordações, prefácio de José Medeiros, Pilar, 1984; Meus Escritos e Pesquisas Sobre Figuras Ilustres, prefácio de Luiz de Medeiros Neto, Maceió, SERGASA, 1986; Rosas Que Transpiram no Crepúsculo, Versos, Maceió, Solymar, 1987; Ressalvas e Reverências, Maceió, SERGASA, 1994; Oh ! Século dos Meus Amores, prefácio de Diógenes Tenório de Albuquerque Júnior, Maceió, 1998,. BENJOINO , Geovan Xavier ( Santana do Ipanema ? AL ) Obras: O Retrato de Coroneia, Maceió, SERGASA; O Outro Lado do Nordeste, Maceió, Gráfica e Editora Gazeta de Alagoas, 1984; Apanhados da Vida. Poemas. Reflexões, Santana do Ipanema, Sociedade Santanense de Formação Cultural, 1985. BENON nome artístico de Benon Pinto da Silva ( Capela AL 13/7/1936) Artesão, músico. Filho de José Felix da Silva e Maria Francisca da Conceição. Autodidata. Especialista na confecção de máscaras para o Carnaval, chapéu e coroa de Guerreiro. Mestre do Guerreiro Treme Terra de Alagoas. Sanfoneiro do Grupo de Forro Mordido do Porco. Exposições: 2001: Máscaras X Máscaras, Shopping Iguatemi; Máscaras X Máscaras, Atelier Casa 50; Ambientes, I Mostra de Arquitetura e Cultura de Alagoas. 2002: Máscaras X Máscaras, Shopping Iguatemi. BENTES, João da Gama Lobo ( ? ) Deputado provincial, capitão. Primeiro comandante e diretorfundador da Colônia Leopoldina. Eleito deputado provincial na legislatura 1858-59, pelo 2º círculo, na primeira eleição realizada por círculos.

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BENTES, José Anchieta do Vale ( AL ) Secretario de estado. Secretário de Viação e Obras Públicas do Governo Lamenha Filho ( 1967) BERARD, François Marie Daniel ( Rio de Janeiro DF 1846 - Maceió AL 5/6/1910 ) Pintor, desenhista e professor. De ascendência francesa, teve sua formação artística na Escola de Belas Artes de Paris, para onde viajou como bolsista do Imperador Pedro II. De regresso, fixou-se no Recife e passou a ser incluído no grupo de artistas pernambucanos. Em 1894, instala-se no Ceará. Destacou-se como retratista. Transferiu-se, depois, para o Rio (1896), onde foir professor de Desenho da Escola de Belas Artes. Esteve em Alagoas a convite do Barão de Vandesmet, a fim de pintar sua família, retornou, por solicitação do governador Euclides Malta, para retratá-lo. Não conseguiu levar ao cabo o trabalho, pois morreu, vitimado por um enfarte do miocárdio. Tem obras no Museu do Estado de Pernambuco, em Recife. BÉRARD, Mário Jorge Gusmão ( Maceió AL 27/2/1942) Secretario de estado, presidente do Banco do Brasil, advogado, Filho de Daniel Berard e Emília Berard. Primeiro grau no Colégio Marista. Secundário no Colégio Estadual de Alagoas. Bacharel em Direito, pela UFAL (1964). Diretor-técnico da Companhia de Desenvolvimento de Alagoas (CODEAL) de 1967 a 1969. A seguir dedicou-se a atividades particulares e ingressou no curso de Economia, na UFAL, que abandona no último semestre de 1973. Secretário de Planejamento (1971) e Secretário de Fazenda (1971-75), ambos no Governo Afrânio Lages. Entre 1975-79 foi superintendente de implementação de programas de pesquisas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), sendo neste mesmo período o representante da instituição no Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia ( SUDAM). De 1979 a 1893 ocupou o cargo de secretário-geral adjunto do Ministério da Fazenda. Em 1983, passa a chefiar o gabinete da Secretaria Geral do Ministério da Fazenda. Representando este ministério participou de seminários sobre política tributária e sobre inspeção fiscal na Fundação Alemã para o Desenvolvimento Internacional, em Berlim e, em 1985, da reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington. Foi, ainda, representante em diversos conselhos e instituições, tais como: conselho deliberativo da SUDENE; comissão especial de desestatização; Conselho Nacional de Meio Ambiente; Conselho de Desenvolvimento Urbano. No período de 1985-88 assumiu funções na Caixa Econômica Federal: vice-presidente de planejamento e controle; diretor financeiro e coordenador da incorporação do Banco Nacional de Habitação (BNH); representante da Caixa nos conselhos de administração da Companhia Nacional de Seguros (Sasse), da Cobra Computadores e Sistemas Brasileiros, entre outros. Em março de 1988 assume a presidência do Banco do Brasil, onde permanece até março de 1990. Representando o Banco participou de diversas missões junto ao FMI, o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Dedica-se, posteriormente, a atividades particulares, em São Paulo. Obra: Configuração da Economia Alagoana e Perspectiva do Seu Desenvolvimento Por Cid Eduardo Porto, Evilásio Soriano de Cerqueira e Mário Jorge Gusmão Berard, Maceió, ADESG/ Alagoas, 1970. BERARD FILHO, Daniel ( AL ? ) Filho de Daniel Berard e Emília Berard. Secretário de Planejamento e Desenvolvimento (1997-98) do governo Manoel Gomes de Barros. BERARDO, Agenor veja CUNHA, Agenor Berardo Carneiro da. BERGE, Ângela Nadyr Oiticica veja OITICICA, Ângela Nadyr ... Berge BERNARDES, Dario A. ( AL ) Juntamente com Ronaldo de Andrade e José Marcos Passos escreveu A Ilha se Fez Verbo e Habitou Entre Nós (fantasia), trabalho mimeografado, divulgado em Maceió, em 1977. BERNARDES, Manoel Haroldo Dionísio ( Bom Conselho PE 2/5/1935 ) Professor, médico. Filho de Didier Bernardes e Ismênia Dionísio Bernardes. Professor de Inglês do Colégio Estadual Moreira e Silva. Assistente da cadeira de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina da UFAL. Na década de 1980 passou a viver em São Paulo, onde exerce a medicina. Presidente do Centro de Cultura Brasil-Estados Unidos, em

Segundo Ivan Fenandes Lima. da Empresa Gutenberg. em 2001. Rio de Janeiro. deputado federal por Alagoas. da Escola Central. Mensagem Dirigida ao Congresso Alagoano pelo Dr. ano 55. Presidente da Comissão o Governador do Estado de Alagoas. dois anos mais tarde subia a categoria de 2º tenente de artilharia e gradua-se em Engenharia Militar. Deputado estadual pelo PDS na legislatura 1983-86.Maceió 2002) Secretario de Estado. BERNARDES. professor. Aos 16 anos distinguia-se nas pelejas do Chaco. Governador do Estado por Ocasião de Abrir-se a 2a Sessão Ordinária da 2a Legislatura. Professor da Academia de Ciências Comerciais de Alagoas. militar. pela Coligação PFL-PDC-PDS na legislatura 1987-90 e pela Coligação PDT/PTB/PMDB/PSC/PFL/PMN/PSDB/PT DO B na legislatura 1991-94. Professor da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. [ s. fevereiro 2002. Foi tipógrafo e proprietário de tipografia. p. 42-45. assume a 24 de março daquele ano e foi deposto em 16 de julho de 1894. Obras: Breve Notícia Sobre o Estado de Alagoas Pela Comissão de Propaganda de Imigração e Colonização no Norte do Brasil. grau e o 2o. Gabino Besouro. prefeito do Alto-Acre . Imprensa Oficial. em fevereiro de 1892. ed. Lobo. professor. Maceió. Obra:. deputado federal. entre outros. Manoel Baptista e Francisco de S. LTC -Livros Técnicos e Científicos. Na sua gestão. deputado estadual. 1a Parte. parte do Pediplano Sertanejo. Sistemas de Planejamento e Controle da Produção de Construtoras in Revista Construção e Mercado. Maurício Moreira e Silva ( Maceió AL 16/4/1971) Engenheiro. quando ao rebentar a guerra do Paraguai. como voluntário da Pátria que era teve de ser desligado do Corpo a que pertencia. Conclui o doutorado. Maceió. em deposição revestida de legalidade. o qual dava como findo o seu mandato. Curupaiti. Assunção. Matriculou-se na Escola Militar em 1871. Foi propagandista da Republica. Alcançou o posto de Marechal do Exército. Eleito governador. Obras: Planejamento e Controle da Produção Para Empresas de Construção Civil. 1893. Forma um conjunto com as serras Brecha e Gravatá. José ( ? ) Poeta. Comandante da Escola do Estado Maior. n. BERNARDES JÚNIOR. Assessor para empresas de construção civil. grau no Colégio Santíssimo Sacramento. Secretário de Saúde e Serviço Social no governo Guilherme Palmeira.Eng. 1930. Órfão. Obras: A Política dos Campos.. prefácio de Craveiro Costa.] 1962 (Tese de Concurso à Cadeira de Inglês do Colégio Estadual Moreira e Silva). BESOURO. Tip. recebendo a medalha do mérito por sua atuação naquelas batalhas. Maceió. Ao findar a luta entre o Brasil e o Paraguai.. onde termina o mestrado em 1996.148 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Maceió. Médico cirurgião. BERNARDINO Serra. Foi. era caixeiro de uma casa comercial na cidade sua cidade natal. 2003. 7. Estudou no Educandário Maria Goretti. sendo promovido a sargento. Gabino ( Penedo AL 22/6/1851 . Com vocação para a carreira das armas. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. ainda. José ( AL abr.Rio de Janeiro DF 31/1/1930) Governador. Meu Caderno de Apontamentos. pouco tempo depois engaja-se como soldado raso no mesmo regimento em que outrora servira como oficial. BERNARDES NETO. Mensagem Dirigida ao Congresso Alagoano pelo Dr. Governador do Estado por Ocasião de Abrir-se a 1a Sessão Ordinária da 2a Legislatura. Formou-se em Engenharia Civil na UFAL (1993). jornalista. na mesma universidade. Tomou parte nos combates de Angustura. Romeu de Avelar o transcreve em seu livro Coletânea dos Poetas Alagoanos. na legislatura 1891-93. Em 15 de Abril de 1893. 1893. no desenvolvimento de seus próprios sistemas de planejamento e controle da produção. Gabino Besouro. Filho de Filemon Dionísio Bernardes e Vanuza Moreira e Silva Bernardes. parte do 1o. Em 15 de Abril de . Tip. Inspetor do Ensino Militar. Continua seus estudos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Major e Engenheiro Gabino Bezouro .. desfiladeiro de Sapucaí.. Governador do Piauí. com 14 anos de idade sentou praça no 2º Corpo Provisório de Voluntários. . Lomas Valentinas. em 13/5/1894 foi inaugurado o ramal ferroviário de Glicério. e. por um acórdão do Supremo Tribunal Federal. Ocupou o cargo de Chefe de Gabinete da Engenharia do Exército. Maceió. engenheiro. Segundotenente em 1869.For All Time !. conselheiro do Tribunal de Contas. ligando a estrada de ferro Alagoas Railway à Sul de Pernambuco. Falando aos Agricultores e Criadores.

Nac. 1968. organização de Edilberto Coutinho. 10 sonetos publicados na Revista Lírica. João ( AL ? ) Chefe dos volantes da policia de Alagoas que. 1982. BEZERRA. organização de Syl Galindo. mataram Lampião. Com 15 anos passa a viver com a família em Jaboatão (PE). Inventário do Fundo do Poço. Recife. Com os trabalhos Sem Título I e Sem Título II participou da X Universid’Arte. Edições Pirata. iniciado em 1979. em São Paulo. Tip. Recife. Maceió. na legislatura 1959-62. em 1938. 11 18/4/1880. Aloisio Machado verdadeiro nome de BRANCO. 1967. Estudou na Escola Industrial. Secretário de Administração (15/3/1986-15/0/1987) no governo José Medeiros Tavares. Formado em Letras. Rio de Janeiro. Flamboyant. BEZERRA. Semanário. Um dos membros da “Geração 65”. Lidera o movimento das Edições Pirata. Bonifácio José ( AL ? ) Deputado estadual. de junho a setembro de 2002. Edição Pirata 1980 (contos). Gerson ( Rio Largo AL ) Pintor. Arquimedes Edições. no Campus Jaraguá da FAL. O Galo. Edições Pirata/MCul. em 1973. em Maceió. 1983. Neste mesmo jornal publica 15 sonetos. Funcionário da Secretaria de Educação. participou da Universid’Arte XI. José JACI de Lima ( Murici AL 19/8/1944 ) Poeta. Recife. 1982 (poesia). Posteriormente. chefe de planejamento do Projeto Rondon. Carne Viva: Poemas Eróticos. Surge em Maceió em 19/1/1880. uma separata da revista Estudos Universitários. Recife. 1973 (poesia). desenhista técnico. “escrita em mesas de bar e impressa em mimeógrafo a álcool”. Sua publicação é suspensa em julho do mesmo ano. Ed. onde faz o curso ginasial. IV e V Salão TRT 19o. Esíchio de Barros ( BEZERRA. José ( AL ? ) Secretário de Estado. Auto Da Renovação. BEZERRA. São Paulo. Signo de Estrelas. Recife. BEZERRA. Recife. Massangana. sociólogo. O Jornal. Edições Pirata. Edições Pirata.ABC das Alagoas 1894. no Nordeste e. Região de Pintores Alagoanos. organização de Olga Savary./INAC (teatro). Recife. cenógrafo. Romances. 1982 (novela). ainda em 1999. noticioso e literário” com redação anônima. Recife. na legislatura 1959-62 e 59-62. Edições Pirata. professor. estuda no Colégio Manoel Borba. BEZERRA. 1968 (poesia). Lavradouro. Livro das Incandescências. Recife. 1979 (poesia). Revisor da Imprensa Oficial. 1981 (poesia infantil). Participação em antologias: Agenda Poeta do Recife. BEZERRA. Comarca da Memória. pela Aliança Socialista Cristã: PSB-PDC-PST. 1993. Maria Bonita e alguns dos seus companheiros. Recife. pela UDN. Prefeitura da Cidade . Ernesto ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1921-22. uma separata da revista Estudos Universitários. da Empresa Gutenberg. Curso de Ciências Sociais pela UPPE (1971). Os Pastos da Minha Lembrança. assim denominada por Tadeu Rocha em suas análises de crítica literária no Suplemento Literário do Diário de Pernambuco. José ( AL ? ) Deputado estadual. Organizou: Álbum do Recife: Poesia e Artes Plásticas. 149 BESOURO. Em 2003. na Fazenda Angico. 1985. “Periódico crítico. em 2001 no Campus Jaraguá da UFAL. Semanário. Presença Poetica do Recife. Bibl. e em 2002 do VII Salão TRT 19o. Rio de Janeiro. Aloísio BEZERRA. 23-24. Região de Pintores Alagoanos. Participa da revista Punho. ano I n. Recife. Isaac dos Anjos ( ? AL 27/2/1943 . BEZERRA. Entre 1985-87 assessorou a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco. pelo PSP.Maceió AL 12/8/1998) Desenhista. Obras: Veneza Incendiada. BEZERRA. Participou. ? ) Deputado provincial nas legislaturas 1882-83 e 86-87. microf. Livro de Olinda. ingressa como assessor no Instituto Joaquim Nabuco. 1894. Estudou Desenho no SENAC. Edições Pirata. Anima. Professor de Educação Artística na CESMAC. em Sergipe. de 11/6 a 20/10. Emílio Madeira. Participou da exposição IX Universid’Arte realizada. Recife.

Lições Acadêmicas. editor de O Jornal entre outras atividades. 07-08. no Palácio do Barão de Jaraguá. em 1966. O Decreto-Lei estadual nº 2702. 40-42.000 volumes do Gabinete de Leitura. incorporou ao Estado a Biblioteca Pública Municipal. Obra: Esfinge: A Saga do Leão Coroado ( Um Apólogo) Maceió. Manoel Januário ( AL ) Capitão. 2001. este bibliotecário apresentou seu primeiro relatório ao Instrutor Geral dos Estados da Província. para um prédio na Rua do Comércio. e chegou. BEZERRA. na legislatura 1972-76. [2004]. ela passou a funcionar no prédio da extinta Escola de Farmácia e Odontologia de Alagoas. Fez vários filmes de curta-metragem sendo o Delmiro Gouveia. 11-12. BEZERRA. Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco. Obras: Isabel (romance). na Coletânea de Poetas Novos. mudou-se sucessivamente para o 1º andar do prédio da Imprensa Oficial. ao local atual. [Maceió]. suplente de deputado provincial na legislatura 1854-55.. 1990. Academia Maçônica de Letras de Alagoas -AMLA. A Biblioteca Pública mudou várias vezes de local até se instalar onde hoje se encontra. Em 1867. Klinger da Costa ( AL ) Obra: Coletânea de Expressões e Frases Latinas de Uso Comum e Geral: Latim/Português e Português/Latim. . pag. Um dos fundadores do Museu de Imagem e do Som (MISA). A Família de Deus e Na Prisão (peças teatrais). José ( Palmeira dos Índios AL 20/2/1940) Diretor de cinema. no então Jornal de Alagoas. Senador estadual pelo Partido Republicano nas legislaturas 1905-06. Teve como primeiro encarregado o professor Felinto Elisio da Costa Cutrim. assim. Durante esse período atuou também na Rádio Progresso de Alagoas (1968-69) foi editor geral da Revista do Turismo (Recife). em 1966. Ginásio no Colégio Benedito Morais.PE ? ) Senador estadual. BEZERRA NETO. Mais uma Razão Para Viver e Tépsis (contos). 15-16. Recife.. BEZERRA. após a restauração do imóvel. Atualmente edita a revista Justiça e Ação e os jornais Trombeta e Pedra. BEZERRA. Primário nos grupos escolares Virgínio Campos e Ladislau Neto. Participou com O Espelho do Que Pratico e O Desconhecimento à Dor. atuando até cerca de 1980 naquele jornal. Artigrafi. Refutação da Pastoral do Bispo de Pernambuco Sobre a Excomunhão Posta aos Maçons. premiado pelo então Instituto Nacional de Cinema. a nova Biblioteca Pública. Pedro Pacífico de Barros ( AL . jornalista. do qual foi de repórter a assistente da direção geral. A partir de então. publicitário. Iniciou no jornalismo. Em 1974 participa de um concurso onde obteve o primeiro lugar. 1873. padre. por iniciativa do deputado provincial Tomaz do Bomfim Espíndola que apresentou um projeto à Assembléia Legislativa propondo sua criação a partir do aproveitamento de um acervo de mais de 3. 1987. 1860 ( interpretando artigos do Código Criminal ) . finalmente. Ricardo . Em seguida. BIBLIOTECA DO SÃO FRANCISCO Instalada em Penedo BIBLIOTECA PÚBLICA ESTADUAL Fundada em 25/7/1865. Obras: Crime de Injúrias. Recife. Bezerra BEZERRA. de 16/10/1941. onde funcionou a Junta Comercial do Estado. Manoel Januário ( Maceio AL ) Advogado. BEZERRA. Até 1925 ocupava um imóvel na Rua do Comércio. para a Rua Barão de Atalaia. Suplente de deputado federal pelo MDB. Vigário de Garanhuns e São Luis de Quitunde. Subordinada à Secretaria de Educação e Cultura. Constituiu-se. Teria permanecido fechada entre 1925 e 1931.150 Francisco Reinaldo Amorim de Barros do Recife. Ricardo Nogueira veja NOGUEIRA. Livro dos Repentes: Congresso dos Cantadores do Recife. cujo patrimônio foi anexado ao da Biblioteca Pública Estadual. já existente anteriormente. Recife. 09-10. Walter Gomes ( São Paulo 1959) Radicado em Maceió desde os primeiros meses de vida. instituído pela FUNTED em 1986. editor geral do semanário O Debate (1977-79). 13-14.

em 13/2/1889. da Prefeitura local. mas em quase todo Brasil. Coletivas: 1968: II Salão Arapiraquense de Artes. Individuais: 1957: Escola de Belas Artes de Campina GrandePB. São Paulo-SP. 1971: Salão de Pintores de Alagoas. Daí a denominação de São Tomé da mesma fonte. 1967: Edifício Tabira. e freqüentou o ateliê do restaurador Abelardo Rodrigues. 1976: Galeria José Paulino. No segundo ano passou a ser impresso na tipografia de O Debate. Salvador-BA. 2. O Jornal. “Periodico crítico e joco-sério” publicado em Maceió aos domingos. A xilogravura era o processo gráfico que adotava.. n. que emanam constantemente do tanque. Corre pelo declive. nas ocasiões da baixa-mar. ocupando uma área de cerca de 25 metros quadrados. professor. De semelhante fenômeno.ABC das Alagoas 151 BINÓCULO. notando-se a singularidade de que. 1. com quem fez curso livre de Pintura e História da Arte. Lopes (Recife PE 31/8/1934 ) Pintor. 23. 1981: Dan Galeria. BÍPEDE. BIQUINHA DE SÃO TOMÉ “Da encosta do monte existente entre a Praia do Boqueirão. 1. de 19/08 a . não só dos docentes. Estudou na Escolinha de Arte do Instituto João Evangelista a partir de 1952. nasce uma fonte de água pura e cristalina. A Bibl. 1966: Galeria de Arte do Recife-PE. as da fonte vão recuando. Foi responsável. 1977: Salão de Arte Regional de Alagoas. Editor: J. pois acreditam ser essas pegadas vestígios incontestáveis e perpétuos da passagem do apóstolo por aquele sítio. na Galeria de Artes do Recife. a respeito dessa fonte e das pegadas humanas que se encontram gravadas na rocha do monte em que ela nasce. 1983: Sucata Decorações. ora por baixo dos lajedos do Lado Norte. Publicação anual cuja finalidade é a “divulgação das pesquisas de qualidade.1973: Salão de Arte da Semana da Cultura. parecendo que uma oculta força repulsiva lhes impede o encontro. 1994. em Maceió. noticioso e recreativo “. algumas bem extravagantes. BIOCIÊNCIAS Revista. 1985: Karandash Arte Contemporânea. 2003: Exposição Coletiva Arte Iguatemi. v. 1980 III Salão Atalaia de Arte. nem mesmo nas mais rigorosas chuvas ou invernadas. o vulgo aceita como verdadeiras as diversas lendas. como publicação semanal. pela programação da Galeria Rosalvo Ribeiro. 1972: Mostra Sesquicentenário da Independência.. Arapiraca. Arte Popular Alagoana 2003. Aracaju-SE. Recife-PE. microf. literário. 1978 . 1980: Galeria de Arte Álvaro Santos. E não é só aí. Aracaju-SE. sendo seu primeiro número o de 2/9/1866. de 16/8/1899. Arapiraca. Editada pelo Centro de Ciências Biológicas da UFAL. EMATUR. “Crítico. com 50 a 60 centímetros de fundo no verão e distante do cômoro da Praia adjacente cerca de 20 metros.Salão Nacional . porém. 1968: Galeria Rosalvo Ribeiro. Bibl. da FEMAC. mas.O Circo. 1969: III Salão Arapiraquense de Artes.1984 Coletiva de Artistas Alagoanos. ainda não houve por ali explicação plausível. formado na planície. com Ewerton Santos. 1981: Portinari Galeria de Arte. São Paulo-SP. considerada a melhor do litoral e conhecida pelo nome de Biquinha de São Tomé. 1996. 1958: FUNDAC. como de outros profissionais das áreas da saúde e biológicas. nunca chegam ao mar. Fernando . n. onde obteve 1º Prêmio em Pintura e 2º em Desenho. ambas em Recife-PE. também de sua propriedade. ainda chegam até o meio da praia. Paço das Artes. TV Atalaia. tem o exemplar Ano 1. Teatro Popular do Nordeste. à medida que as salgadas do mar vão subindo com a enchente da maré. como também das ciências agrárias”. deixando impresso nas rochas e lajedos os sinais de seu trânsito por diversos lugares”. 1970: I Salão de Artes Plásticas. foi ainda coordenador do Centro de Belas Artes (CENARTE) da FUNTED. 2. entre 1968-80. no município de Maragogi. viajou aquele apóstolo por esta parte da América. ora à flor do solo. Campina Grande-PB. Surge em Maceió. Impresso na Tipografia Popular. As águas. 1976: I Salão de Arte Regional de Caruaru-PE. Exposições conjuntas: 1980: EMATUR.. 1982 : Galeria de Arte Mário Palmeira. e entra na bica que da altitude aproximada de 3 metros despeja as águas em uma espécie de tanque. UFAL: v. Em 1968 passa a viver em Maceió. depois da morte do Salvador. Sempre inclinado ao maravilhoso. domina entre o povo a crença de que em sua excursão para as Índias. realizada na Galeria SESC/Centro. Arapiraca. o último a 30 de setembro do ano do seu aparecimento. Jornal pioneiro em Alagoas na utilização da gravura para valorizar o texto. Fernandes. 1978: Base Naval de Aratu. Professor. realizada de 27 a 31/8/2003. O Jornal. IHGA. Proprietário: Antônio Grizino da Rocha Algarrão. Nac. Sua primeira exposição individual foi em 1953. BISMARCK. 1975: Pátio de São Pedro. Fundação Pierre Chalita. 1989: Alagoas Arte Atual. surge em 1994. n. seu principal redator. Publicou 5 números.

Obras: Picadas e Ferroadas. Revista do Centro de Estudos do SAMDU. obedecendo os dispositivos . Eleito em 17/9/98 para a cadeira 13 da AAL. BITENCOURT. 1992. Deságua na Bacia do Rio Salgado.2. Colômbia. dos irmãos Gibson. Litografia Trigueiros. Corupio: Memória . Manoel da Costa ( AL 4/4/1885 . Casa Ramalho. Secretário de Segurança no governo Luiz Cavalcante. v. 1927 (polca brilhante). 1962.Maceió AL 8/6/1999) Professor. Revista do Centro de Estudos do SAMDU. “Ridendo Castigat Mores”. faleceu nove dias antes da data marcada para sua posse. 1917. BITENCOURT. 1924 (novela). Riacho. Francisco de Paula ( ? ) Deputado provincial nas legislaturas 1886-87 e 88-89.152 Francisco Reinaldo Amorim de Barros 5/9/2003. A Mitologia Clássica na Medicina: Os Mitos GrecoLatinos e o Vocabulário Médico. p. dez 1957. (valsa). n. 17. A Clorofenaxomida na Amebíase Intestinal. Teve um dos seus trabalhos reproduzidos na obra Arte Alagoas II. capa do autor. Um dos artistas divulgados no livro Arte Contemporânea das Alagoas. Departamento de Arquitetura. Maceió. promovido pela EMTURMA. onde. Professor-adjunto de Clínica Médica na Faculdade de Medicina da UFAL. Ednor Valente ( Anadia AL 11/1/1920 . Maceió. Brasília. em 1999. Ilha de Santa Rita . BITINGOI do Estado. às atividades pecuárias. Rio de Janeiro. Maceió. em 28/4/ 1907. quando foi expulso de Maceió ?. Obras: Cartas Abertas. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo BIVAR. “Composto de sócios de ambos os sexos e de qualquer nacionalidade a que ele quiserem participar.Oito Vertentes e Dois Monumentos de Síntese da Arquitetura Brasileira. Etiopatogenia das Coronariopatias de Urgência Rio de Janeiro. em 1948. Traqueotomia de Urgência. publicado em Maceió em 1989. 171-183. p. 1987 (memórias). Com seu trabalho Tipos Regionais. Compôs: Como é Suave.ESMAL. participou do Calendário Maceió É Bom Demais. médico. Grande Poeta e Boêmio. em Maceió. Imprensa Universitária. SERGASA. gravuras de Nivaldo Simões e do autor. n° 314. Alex ( Arapiraca AL ) Artesão. tendo sido este último traduzido para o espanhol e publicado em Bogotá. BITENCOURT. Separata da revista O Hospital. Maceió. Maceió. 18.. 1995. ainda em Recife. Deputado estadual na legislatura 1919-20.Recife PE 11/12/1933 ) Deputado estadual. Guimarães Passos. 1958. Curso primário no Grupo Escolar Fernandes Lima prosseguindo os estudos no Liceu Alagoano. Vultos e Fatos da Política Alagoana. Guimarães Passos em Memória Cultural de Alagoas. Maceió. iniciou suas atividades como médico. Formou-se pela Faculdade de Medicina de Pernambuco (1947). Seria o jornalista que o Jornal do Recife acolheu. passaria para o Jornal Pequeno. Maceió. Eduardo de Menezes Silva. Dedicou-se. 1988. Realizou conferências na área de sua especialização. Maceió. BITENCOURT. IV. Esculturas em cerâmica. Filho de Anthenor Bittencourt e Maria Olga Valente Bittencourt. Ana Moeda ( AL ?) Compositora. set. Cismadora. BISPO. EDUFAL. Rio de Janeiro. Liberdade. Alberto ( ? ) Militar. UFAL. BISPADOS veja DIOCESES. A Virgem da Barraca. Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico. Retorna a Alagoas. Leonardo ( AL ) Obras: Diretrizes Para o Uso das Cartas Solares em Arquitetura. Edu veja PORTO. Gazeta de Alagoas. BLOCO ALAGOANO Fundado. EDUFAL. Revista da AAL. prefácio de Mello Mota. ainda. sob coordenação de Romeu de Mello-Loureiro.. como associação beneficente. BLEYGHER. de 7 a 30 de outubro na Escola de Magistratura de Alagoas . 1985 (co-autor). Maceió 29 de setembro de 2000 (póstumo). BITENCOURT. pecuarista. Posteriormente. Por Geisa Brayner Brandão e Outros.

Seu editor era então Thomaz Dourado de Carvalho Beltrão. Era publicado irregularmente. em especial a da cana-de-açúcar. e em sua parte baixa é sujeito a inundações. Seus afluentes mais importantes. BOIS dos Serra. Situada na Lagoa Manguaba. de modo que não afete a economia financeira da Sociedade”. forma a Lagoa Curral do Meio e. A primeira capela foi obra de Pedro Simões. sendo o seu primeiro número de 1978. BOCA DO ESTUDANTE Jornal. O desenvolvimento do povoado levou ao movimento de sua emancipação. BOI Ilha. Desmembrado de São Miguel dos Campos. da margem direita. Afluente da margem direita do Rio Ipanema. de Antônio Pinto da Cunha Coutinho. Suas cabeceiras são próximas à cidade de Feira Grande.que é de cerca de 40 kms. “sendo lícito por deliberação da Diretoria. Os outros são Barreto e Camboa. entre outros. Um dos afluentes. e a emancipação só iria se dar posteriormente à criação da freguesia. Rosalvo Ribeiro. da vertente meridional ocidental. pouco abaixo de Igreja Nova. Começa percorrendo uma área de tabuleiros. Publicou: Estatutos.ABC das Alagoas 153 invioláveis dos presentes Estatutos. Segundo Ivan Fernandes Lima. “As terras da região eram ricas e ofereciam condições para a implantação de sítios e fazendas. Aristeu de Andrade. BOLA Rio. de maio de 1981. BOÊMIA LITERÁRIA Sociedade formada por Goulart de Andrade. tinha uma capela da invocação de Santo Antônio”. segundo Moacir Medeiros de Santana. formando banhados cuja drenagem tem possibilitado o uso para agricultura. a montante da cidade de Penedo. principalmente a plantação de arroz. que se estendia rumo a Atalaia. na gráfica do jornal Tribuna de Alagoas. Base econômica: agricultura. Editores: Roberto de Alencar. . Flávio Lima. Era impresso em offset. Matense BOCA DO RIO Um dos três escoadouros pelos quais a Lagoa do Norte. Temporário. Girau do Ponciano. O número 5. Rega os municípios de Igreja Nova e Penedo. e pela margem esquerda o Tingui. antigo proprietário do Engenho Mucambo. Igreja Nova. fazendo parte do Pediplano Sertanejo e a outra no Patamar Cristalino do Nível de 500 Metros. desenvolvendo-se a lavoura e criação de gado. Anteriormente. Porto Real do Colégio e São Sebastião. Presidente efetivo: Rômulo Luiz de Almeida. deve seu topônimo ao fato de ter suas primeiras residências construídas na entrada de uma grande mata. Barbosa Júnior. A Bacia do Boacica envolve os municípios de Campo Grande. Editado pelo Centro dos Estudantes e dos Diretórios Acadêmicos da UFAL. Penedo. Os principais afluentes do Boacica são os rios Gado Bravo e Passagem das Moças. são duas com a mesma denominação: uma do maciço de Santana do Ipanema. O município foi criado em 11/11/1958 e instalado em 31/12/1958. a qual não foi cumprida. BOCA DA MATA Município.” Com fins humanitários. intervir nos festejos públicos e nos comícios. pela margem direita são Passagem da Moça e Taquara. do Riacho Talhada. ou Manguaba. Moreno Brandão. BOA VISTA Rio. o Alagado de Boacica. publicado em Maceió. A maior parte das terras pertencia ao Engenho Santa Rita. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de lagoas. BOACICA Rio. é o mais recente conhecido. Etiênio Ticianelli Pinto e Edgar Rego. Chegou a seu promulgada uma lei elevando a vila a município. deságua no Oceano Atlântico. Lagoa da Canoa. segundo o Convênio SEMA/ SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. Feira Grande. desemboca na margem esquerda do Rio São Francisco. no qual cavou seu vale. Pertencente à microrregião de: São Miguel dos Campos e à mesorregião do Leste Alagoano. No meio do seu curso . 1918.

maio 1958. número especial dedicado à memória de José Aloísio Vilela. de Ranilson França de Souza. de Pedro Texeira de Vasconcelos. Luiz Gonzaga Barroso Filho. 3. Número 1. 1982. 41-42. BOLETIM DA CASA RAMALHO Órgão literário e bibliográfico. dezembro de 1955. p. então ligada à secretaria da Educação e Cultura. Noticiário. Os Quinze Anos de ASFOPAL. 66-69. BOLETIM DE DOCUMENTAÇÃO HISTÓRICA DAS ATIVIDADES DE CIENTISTAS ALAGOANOS Publicado em Maceió. ano III -n. p. 1. Carnaval Fora de Época. dedicado à Semana Santa. “in memoriam”de José Maria de Melo. de Vera Calheiros. 74-78. Bibl. dez. p. Pregões e Pregoeiros. 1986 “in memoriam” Félix Lima Júnior. São José da Laje e Seu Calendário de Festas. 22-24. 1962-1969. 1979-81.SEPLAN. 7-8. Maceió. v. de Ranilson França de Souza. 60-62. 6. 36-37. Carmen Omena. BOLANDEIRA BOLEADO. Sexta-Feira Treze: Muito Azar ou Muita Sorte. 1. 1984. 25-26. 5759. 12.XL. p. p. Costa. de José Maria Tenório Rocha.CAF. ‘in memoriam” Théo Brandão.Memórias de um Herói do Carnaval. Nac. “In Memoriam de Théo Brandão. Ocupou cadeira na Câmara de Maceió. p. Morangos e Damascos na Escola Ou Como Ter Respeito Pelo Público. Traça Biografia e Analisa a Obra do Mestre Aurélio Buarque de Holanda. Valorizando o Mês do Folclore. Revista IHGA. comemorativo dos dez anos da CAF. Bibl. 1948 e jun. O Folclore na Virada da Milênio. 1 e 2.193-194. AAL ano III. fase. A Dinâmica do Folclore.Ano I. UFAL: anos VII/XIV. Posteriormente. anos V e VI. Luiz Gonzaga Barroso Filho. jan. 1962/69. p. “in memoriam” José Maria de Melo. ano IV. Discurso. como órgão da Comissão Alagoana de Folclore. Douglas Apratto Tenório. 1 e 2 1960/61. 15-21. p. Os Bandos. Pesquisa e Organização de Arizete Cleide L. Coordenação de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico. 27-30. p. n. p. Sistematização do Folclore Alagoano. BOLETIM 1950. BOLETIM DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE MACEIÓ.14 (transcrição do livro Folcolore das Alagoas. BOLETIM DA ASPLANA ver ASPLANA. Zezito Guedes. ano XXVIII. 49-50. Transição: Reisado X Guerreiro. n. 1982. Ana Clara Vieira de Vasconcelos. Somente o primeiro número recebeu a denominação de Boletim da Comissão Alagoana de Folclore. agora com a Comissão Alagoana filiada à Comissão Nacional de Folclore e ao Instituto Nacional do Folclore. Nac.FUNARTE. 2.37. 63-65. passando a partir do seguinte a denominar-se Boletim Alagoano de Folclore. surge em sua 2a. p. 38-40. dedicado ao São João. 2 . p. 1984. maio 1958. p. 45-46. p. de José Maria Tenório Rocha.154 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Serra. Anos XXIII a XXVII. Gilberto de Macedo. . Pedro da Rocha. p. p. Maceió. Ano XXIX. anos VII a XIV. Departamento de Ciência e Cultura. ano XXVIII. 51-52. Bibl.ano II. 1947. p. 43. O IX Congresso Brasileiro de Folclore. Bibl. 1959. 1981 pág. Publicação do Departamento Estadual de Estatística. O número de 1987 é dedicado a Robson Geraldo Costa. p. Folclore e Terapêutica Estética. 53-56. 9. Carmen Omena. maio de 1958. encontra-se o seguinte índice cronológico: 1 . de Ranilson França de Souza. Bariani Ortêncio. p. Ano 1. p. p. Apresentação. Pedro Tarzan . Estatuto da Comissão Alagoana de Folclore . 1977. n. Hora de Pensar. Anilda Leão Moliterno. João Batista da Costa ( AL ? ) Vereador. mensal. n. ano XXIX. ano 2001: Prefácio. anos XXXIV ( sic) a LX. os 40 anos da CAF. Naquele do ano de 1988. BOLETIM ALAGOANO DE FOLCLORE Publicado em Maceió. após alguns anos sem ser publicado. “in memoriam” José Aloísio Vilela. junho de 1957. Bibl. n. Folclore e Psicanálise. 44. fundado em setembro de 1931 e editado pela Casa Ramalho. Em Risco o Artesanato Alagoano. As Cantigas de Ninar. p. 1955. p. 1985. anos XXX a XXXVIII. Anos XXXIV . Josefina Novaes. 1985. UFAL: 1977. de Valmir Calheiros. 1988. Fernando Galvão de Pontes. 47-48. pela Secretaria de Planejamento . Segundo Ivan Fernandes Lima do Patamar Cristalino do Nível de 500 metros. de Théo Brandão. dedicado ao Natal. 70-73. n. jul. Folclore em Discussão no Sul. da Fundação Nacional de Arte . 31-33. anos XXIII a XXVII.

Publicação Oficial do Departamento de Recursos Humanos da UFAL. 1996. 1981. UFAL: Ano IV. 1999). v. UFAL: Vol. Publicação do Departamento de Pessoal da UFAL. Provavelmente é a continuação da publicação Boletim do Núcleo de Estudos da Ciência do Mar.IBGE Publicado A Biblioteca Nacional tem o número 5. v. v. A Bibl. Laboratório de Ciências do Mar . n. possui o exemplar de dez. 1973. 4. BOLETIM DE SERVIÇO Publicado pela Escola Agrotécnica Federal de Satuba.INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. n. Bibl. comemorativo do 4º aniversário do em Maceió.Nova Ser. estando o Instituto. 1985. 1980. Universidade Federal de Alagoas. 8. de publicação semestral. em Maceió. n./ 1982. Nac. 2. 7. Bibl.4 (abril. UFAL n. jan. Maceió. nov. 1988. tendo como título Comportamento de Cultivares de Algodoeiro Herbáceo no Estado de Alagoas. 8. UFAL: outubro. de 1940. Bibl. n. surge em dezembro de 1980. n. UFAL: v. Setor de Melhoramento Genético de Plantas. BOLETIM DE PESQUISA DO SETOR DE MELHORAMENTO GENÉTICO DE PLANTAS. Bibl. 1981. n. 1982.10. N. BIBL. n. 2. 4. BOLETIM DE SERVIÇO Publicado pela Escola Técnica Federal de Alagoas. Biblioteca UFAL. sob a responsabilidade de Joaquim Nazário de Azevedo. abr/junho. Período 1987-1989. 6 (1987). n. sob responsabilidade de Delza Leite Goes Gitai. n. UFAL. 12 de janeiro de 2000. 06. 5. BOLETIM DO COLÉGIO SETE DE SETEMBRO Publicado em Maceió em janeiro de 1883. EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DO ESTADO DE ALAGOAS Publicado. 4 out/dez.ABC das Alagoas 155 BOLETIM DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS DO MAR UFAL. BOLETIM INFORMATIVO DA EMATER Publicado. 3. BOLETIM DE PESQUISA . 1988. 7 . n. sob a direção de José Medeiros. IBGE. maio. 1 ( jan. v. 1994. Federal de Alagoas. 5. BOLETIM INFORMATIVO/ UFAL. 7. n. 1. pela EMATER/CIPLAN/NIDOC/ BIBLIOTECA. em Maceió. . BOLETIM DO NÚCLEO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS DO MAR . UFAL. 1980. BOLETIM INFORMATIVO DA ASSUFAL Publicado pela Associação dos Servidores da Universidade Bibl. 1982. dez. 1987. maio de 1981.11 e ano IV n. UFAL: Janeiro de BOLETIM .: v. n. como órgão noticioso.DEPARTAMENTO ESTADUAL DE ESTATÍSTICA . BOLETIM DRH . n./jun. n. 6 n. 1. coordenadora do Programa de Extensão Ambiental. Bibl. 2. PROGRAMA DE EXTENSÃO AMBIENTAL Publicado em Maceió. Bibl. 1. 2. nov. BOLETIM INFORMATIVO DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Surge em 1972. 1985). v. jan/mar. Bibl. 9 . BOLETIM DO PESSOAL 3 e n. BOLETIM DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ESTATÍSTICA DE MACEIÓ . v. por Joaquim Nazário de Azevedo.EPEAL.UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. à época. maio 1980. Núcleo de Estudos de Ciências do Mar.

1979. Ed. Legislação Salarial: Comentários. a partir de 1973. Salário. bem como do Conselho Seccional do Estado do Rio de Janeiro e membro do Tribunal de Ética da OAB/RJ. Jurisprudência da Execução e Correição. do Decreto n. 27. n. Conquista. Consolidação das Leis do Trabalho. Edições Trabalhistas. n. Rio de Janeiro. também. Foi. Consolidação das Leis do Trabalho: Com Prejulgados e Leis Complementares. edição. Trabalhistas. [1972]. 1. Interpretados pelo Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior do Trabalho. Pessoas da C. Rio de Janeiro. [1985 ou 1986] 2a. Edições Trabalhistas. Rio de Janeiro. 1959. Jurisprudência do Processo Trabalhista: Os Arts. Filho de Pedro Brandão Bomfim e Maria Calheiros Bomfim. 1963.n. Apêndice com a Relação do Todos os Juizes Trabalhistas e Respectivos Endereços. Plano de Estabilização Econômica. Com Prejulgados. Coordenadoria Geral de Administração Tributária. Trabalhistas. edição. Obras: Jurisprudência do Repouso Remunerado. 1.. [1952]. Jurisprudência do Contrato do Trabalho: Os Artigos 442 a 510 da CLT Vistos Pelos Tribunais Superiores. presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros. Rio de Janeiro. sendo Ano III. BOLETIM UFAL .156 Francisco Reinaldo Amorim de Barros UFAL: v. Trabalhistas. de Julho de 1962. Tribunal Federal de Recursos e Tribunais Regionais do Trabalho. jan. dezembro de 1974. 2 (1974 ). Leis Complementares e Remissão à Constituição. Tribunal Superior do Trabalho. 196?. 605/49 (Lei do Repouso Semanal Remunerado). Fundo de Garantia. 1957. edição. 1954. Publicação mensal.090. Ed. Organizado por Calheiros Bonfim e . advogado. Ed. Edições Trabalhistas. parte da Base Oriental da Escarpa Cristalina ou “ Depressão Periférica” BOMFIM. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. BOLÍVIA Serra. abr. Normativas Sobre os Direitos dos Funcionários. Guanabara. Advoga e. Biblioteca UFAL. edição. A Consolidação Trabalhista Vista Pelo Supremo Tribunal Federal. BOLETIM INFORMATIVO SEFAZ Secretaria da Fazenda. [1972] 2a. em em Maceió. BOLETIM SECOM: INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL. Rio de Janeiro. janeiro 1976 n. Ed. Benedito Calheiros ( Maceió AL 24/10/1916 ) Professor. 1988.T. A Biblioteca Nacional possui o exemplar Ano II. coleção completa a cada ano: 1973. N. 27. Jurisprudência do Contrato de Trabalho. 1963. [Rio de Janeiro]. ago/dez 1972. Editora Ementário Trabalhista. 1969.048. Formou-se pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil ( 1938 ). atual Centro Universitário Cândido Mendes. Jurisprudência do Supremo. 14a. 1992 ?) BOLETIM TRIBUTÁRIO CAT Publicado em Maceió. BOLETIM UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Biblioteca UFAL: . 4. 1974. Rio de Janeiro. Conquista. Departamento de Geociências. 763 a 922. 662. introdução de Amaro Barreto.Publicação Oficial da Universidade Federal de Alagoas. da Associação Carioca dos Advogados Trabalhistas e vice-presidente da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas. n. (dez. (1993 ? ) até n. Execução e Correição Trabalhistas: Jurisprudência. Jurisprudência do 13o. Foi professor da Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro. da CLT. nessa área. 5a. Ano 1. Súmulas. Rio de Janeiro. CLT Vista pelo Tribunal Superior do Trabalho em Sua Composição Plena.I. nº 22. como órgão da Secretária da Fazenda. 1975 e ano IV. 1. J. 1. encadernados. Trabalhistas. Rio de Janeiro. 1955. Rio de Janeiro. pela UFAL. Rio de Janeiro. 1977( organizada por Benedito Calheiros e Silvério dos Santos). foi Conselheiro Federal da OAB por oito anos.L. de 6/4/1949 (Que Declara os Feriados Nacionais. 1986. Edições Trabalhistas. Seguida da Lei n. Ementário Trabalhista. a Lei 4. Trabalhistas. Execução e Correição Trabalhista: Jurisprudência. Ed. ao Novo Código de Processo Civil e ao Código Civil . Casa do Estudante do Brasil. o último no seu acervo. Segundo Ivan Fernandes Lima. (1973) . 1958. Rio de Janeiro. “Súmulas” Administrativas do DASP: Formulações. de 12/8/1949 (Regulamento da Lei do Repouso Semanal Remunerado) e da Lei n.n. e dos “Eventuais”. Consolidação das Leis do Trabalho: Com Prejulgados e Leis Complementares. Konfino. de 1975. Dicionário de Decisões Trabalhistas. 1.

. Edições Trabalhistas. Trabalhistas [1982] (organizador). 1983 (compilador). 5a. Índice. Conciliação Prévia e Procedimentos Sumaríssimos na Justiça do Trabalho. Edições Trabalhistas. Rio de Janeiro. Decreto Criando o CONASP. O Contrato de Trabalho Visto Pelo TST em Sua Composição Plena. edição (organizador). Destaque. Destaque.1997] (organizador). Legislação. Rio de Janeiro. Constituição Federal de 1988. 2000. 1995. (org. [1992 ??]. edição. Conceitos Sobre Advocacia. Ed. Rio de Janeiro.Comentários). de 22/8/82. Rio de Janeiro. Tribunais Regionais Federais e Tribunais de Justiça e de Alçada. Ed. 1974. Ed. Nova Lei de Segurança. Dicionário de Decisões Processuais Civis: Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Edições Trabalhistas. Trabalhistas. Rio de Janeiro. Trabalhistas. [1999] 2a edição (organizador). Ed. Trabalhistas. Trabalhistas. Ed. Destaque. Código do Transito Brasileiro (1997). 80. Editora Destaque. Ed. Destaque [1994 ? ] (organizador) Declínio do Neoliberalismo. Destaque. Edições Trabalhistas. 6a. Nova Legislação do FGTS. Rio de Janeiro. 1991 (organizador). Trabalhistas. 2a. 2a. edição (organizador). 1988. Trabalhistas. edição (organizador). Ed. Ed. Constituição da República Federativa do Brasil. (organizador). Ed. Projeto de Alteração da Legislação. [1996] Juizados Especiais Cíveis e Criminais. 1977. Ed. Decálogos do Juiz e do Advogado. Rio de Janeiro. Destaque. 1982 ??? [1983]. Trabalhistas. Ed. Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça. Ed. Sobre Locação de Prédios Urbanos e Parecer da Comissão de Constituição e Justiça. Trabalhistas. Ed. 1992. Ed. juntamente com Denyse Cardoso Passos. Trabalhistas. Destaque. 1986 (organizador). Ampliada e Atualizada. 1974. edição. Comentários. Resoluções do Conselho Nacional do Trânsito. 119. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Taxação dos Supérfluos. Trabalhistas. 1993 (organizador). (organizador). Rio de Janeiro. 1999 (organizador). Trabalhistas. Planos e Seguros Privados de Assistência à Saúde. organizador. Rio de Janeiro. Ed. Rio de Janeiro. Trabalhistas. 8a. edição (organizador). Rio de Janeiro. de 4/11/1981.602 de 24/10/77. 1981. Rio de Janeiro.950. Instrução Normativa n. [1997 ?] (organizador). edição. 1991 (organizador). A Crise Previdenciária: Diagnóstico. Rio de Janeiro. edição ????. Rio de Janeiro. [1985]. Decreto-lei 1. Magistratura. 1993. edição (organizador). Ed. Região. Ed. Ed. [1996 ? . Trabalhistas. 1991. Rio de Janeiro. Região. Rio de Janeiro. juntamente com Júlio César do Prado Leite. [1992] (organizador). Rio de Janeiro. edição. Estatuto da Criança e do Adolescente (1990). Rio de Janeiro. Enunciados e Súmulas Trabalhistas. Pena de Morte. Ed. Rio de Janeiro. Nelson Hungria [et al] (organizador). edição(organizador). Rio de Janeiro. Ed. Justiça e Direito: Credo de Advogados e Juizes. 1991 (organizador). Rio de Janeiro. 74/77. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Edições Trabalhistas [1978]. Trabalhistas [1997] 7a. Comentários. Trabalhistas. 1991 (organizador). Leis da Previdência. Rio de Janeiro. Trabalhistas. Integra da Lei 1711/52. 10. 2a. Destaque. Rio de Janeiro. Destaque. Apêndice com Projeto de Lei. Edições Trabalhistas. Destaque. 1992. edição ?. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Destaque 1996. Causas e Soluções. Lei de Falências (1945). Trabalhistas. Texto Integral do Anteprojeto e Exposição de Motivos. 1991 (organizador) 2a. Provimentos do Tribunal Regional do Trabalho da 1a. Trabalhistas. 1982. 2a. Destaque. Ed. Rio de Janeiro. Constituição da República Portuguesa. 3a. Legislação do FGTS: Comentários.ABC das Alagoas 157 Silvério dos Santos. Pensamentos Selecionados. Ed. 1993. Rio de Janeiro. Súmulas (Do TST e do STF) e Prejulgado. Novo Sistema de Promoções no Serviço Público: Decreto n. Ed. juntamente com Silvério dos Santos. Direito e Liberdade dos Trabalhadores. Manaus e Florianópolis. 1995 (organizador). Consolidação das Leis do Trabalho. Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho. Juizado de Pequenas Causas. Nova Legislação da Previdência. Rio de Janeiro. 2001. Rio de Janeiro. 2a. Usucapião. Rio de Janeiro. FINSOCIAL [Decreto-lei n. Superior Tribunal de Justiça.). de 29/12/1981. Constituição do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 1984. edição. 1998 (organizador) Código de Defesa do Consumidor (1990). 2a. Rio de Janeiro. O Novo Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. 1534/77 e Comentários. Direito Material e Processual do Trabalho na Prática. Rio de Janeiro. Trabalhistas. Ação Rescisória. Regulamento do Custeio e dos Benefícios da Previdência. Rio de Janeiro. Exposição de Motivos. A Crise da Justiça do Trabalho e a Codificação do Processo: Apreciação Crítica. Destaque. Declarações de Curitiba. Aprovado na Câmara. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Dicionário de Decisões Trabalhistas. 5a. edição. Trabalhistas. Trabalhistas [2000] (organizador). 1992. Destaque {1994 ?] (organizador). 1992. Locações Residenciais: Decreto-lei n. Trabalhistas. 2000. Rio de Janeiro. Ed. Rio de Janeiro. Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (1994). Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Regimento Interno do Tribunal Regional Federal da 2a.910. Rio de Janeiro. Ed. 1940 de 26 de Maio de 1982 : Portaria n. Lei 6. Trabalhistas. 1981 (organizador. Mandamentos do Advogado e do Juiz. Rio de Janeiro. Projeto Governamental.

Revista de Direito do Trabalho. p. 5/5/28. Marques p. Edilma Acióli de Melo ( AL ) Professora. 1999. 57-68. Florianópolis. 82. Editora Conquista. Manoel Bandeira: Quem é Você ? Maceió. Enunciados e Súmulas Trabalhistas. VIII Seminário Nacional Mulher e Literatura. Editora Destaque. 4a. Vera Lúcia p. p. 3 vls. Trabalhistas. ALMEIDA. 1999. p. Professora de Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa na UFAL. p. Destaque. 13-117. Ed. Contextos e Contemporaneidade. p. p. Otávio p. edição. p. 2o. A Dupla Face de Arlinda in Leitura.autores: Reinaldo Santos [et al]. Obras: A Escritura do Desejo. BOMFIM. Doutora em Letras. Destaque. Rio de Janeiro. 91-108. n. Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras (UFAL) Maceió. Destaque. Maceió. in Trabalho e Doutrina. Ed. 1995 (organizador) A Visão Prospectiva do Direito na Obra de Pontes de Miranda. 35-45. Comentários à Constituição Federal. A Crise do Direito e do Judiciário. 20. Lenice. Judith Grossmann: Criando (Re) Pensando a Criação in Sinfonia Inacabada do Amor Ameno. Maceió. semestre de 98. Edições Trabalhistas. SECULT. in Mulher e Literatura. Trabalhistas. Dicionário de Decisões Trabalhistas ( em co-autoria a partir da 12a. Salvador. Requisitos Para o Acesso à Magistratura in Revista da Associação dos Magistrados Brasileiros. 1969. pela UFAL (1977). juntamente com MAGALHÃES.. Alexandra de Holanda. tendo defendido a tese Razão Mutilada: Uma Visão Junguiana da Loucura em João Urso. in Literatura Comparada = Estudos Culturais ?.1-1. p. Alteração do Art. 4/12/16. 1993. Ed. 72-92. CAVALCANTE. A Intercomunicação Homem Animal: Uma Tentativa de Recuperação da Origem Perdida in Revista do CHLA. 1991 (coordenador . Salvador. edição. ROMARIZ. Pósgraduação em Letras. Mestrado em Letras e Lingüística. p. Catavento. . junho/99 p. Rio de Janeiro. 1991. 1989 (coordenador . Hora e Vez de José Geraldo W. Rio de Janeiro. Reforma e Desemprego in Revista de Jurisprudência Trabalhista da 4a. EDUFAL. in Hora e Vez de José Geraldo W. Enaura. Rio de Janeiro. p. 1. 1999. Marques A Travessia Mágico-Poeta. 85. in VII Simpósio Baiano de Pesquisadoras(es) Sobre a Mulher e Relações de Gênero. pela UFAL (1992) com a tese de dissertacão Uma Representação Poética do Discurso Amoroso em FANTASIA E AVESSO de Arriete Vilela. EDUFAL. ainda pela UFAL. Edições Trabalhistas. 2001. Trabalhistas. Rio de Janeiro. 6. Conceito Sobre a Advocacia. 1995. dezembro/98. Estatuto da Advocacia e Código de Ética. Secretaria de Cultura. Maceió Associação Brasileira de Literatura Comparada. Ed. Trabalhistas. com especialização em Lingüística e Comunicação (1989). Maceió. de Brasília e da Revista Justiça do Trabalho. CABRAL. Graduação em Letras. EDUFBA. Relações Trabalhistas no Mercosul. 1986. n. 1998. Juizados Especiais Trabalhistas in Trabalho e Doutrina. 19. maio/1999. in Cultura. publicação do Grupo HDS.março/99. UFAL. Magistratura. Escritos Esparsos de Clóvis Bevilaqua. 109-120. Editora Destaque..158 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Ed. Edições Trabalhistas). Algumas Reflexões Críticas em Torno de “Meu Amigo Marcel Proust. Comentários à Constituição Federal. A Escritura da Paixão in A Mulher na Literatura. 15. 69-89. novembro/99. Rio de Janeiro. edição. O Contrato de Trabalho Visto Pelo TST. Luis Sávio de. A CLT Vista Pelo Supremo Tribunal Federal. VI Congresso da Associação Brasileira de Literatura Comparada. Colaborador das revistas do grupo CONSULEX. Arte Como Artefato em Heliônia Ceres.Revista de Direito Trabalhista.autores: João Bosco Cavalcanti Lana e Celso Gabriel Rezende Passos). Maceió. A Interpretação Jurídica. Justiça e Direito. dois capitulos in Entre o Amor e a Palavra: Olhar(es) Sobre Arriete Vilela. Romance” Maceió. Maceió. 1979 (organizador). 88. José Geraldo W. v. p. 13a. CLT. Maceió. A Arte Literária em Alagoas. são os mais recentes: A Crise Previdenciária. 1999. p. 47-56 (organizadora juntamente com Enaura Quixabeira) . pela UFAL (2000). n. . 1997. QUIXABEIRA.1 p. p. Rio de Janeiro.1. Rio de Janeiro. p. 1996. EDUFAL. setembro/99.autores: Eugênio Roberto Haddock Lobo e Júlio César do Prado Leite). O Jogo Erótico: Uma Tentativa de Reconstrução Amorosa in Leitura. 21. Entre trabalhos publicado em periódicos. Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras (UFAL). Ed. EDUFAL. 58 da CLT ?? in RDT . A Ilha se Fez Verbo e Habitou Entre Nós: Uma Leitura da Poética de Carlos Moliterno. Florianópolis. 133. Rio de Janeiro. Capítulos de livros: Clandestinidade e Erotismo: A Fala da Paixão e Farpa: Felina Ferida. Mulheres: Vidas Feridas. n. 2000. n. p. Meria. Região.45-51. Rio de Janeiro. p. Porto Alegre. SECULT nº 1. Texto e Contexto. n. 1989 (coordenador . EDUFBA.756/98 no Âmbito Trabalhista in Trabalho & Doutrina. edição. Salvador. Rio de Janeiro. 91. Literatura e Cultura: Uma Intersecção Crítica e Literária. v. 45. Comentários à Constituição Federal. Rio de Janeiro. 7a. 57-68. 19-33. 4a.26-26. v. 29-47. Edições Trabalhistas. MARQUES. 1998. Globalização. EDUFSC. (com anotações de pé de página). edição. 22. Editora Konfino. n. 2002. PIMENTEL. Lei 9. Belmira. de Breno Acccioly. in RDT . 2001.

Uma Leitura de FARPA. . Segundo o Dicionário do CPDOC teria publicado Projeto de Levantamento Ecológico e Cultural. Filho de Djalma Gomes Ribeiro e Marinete Bomfim Ribeiro. Centro de Documentação e Informação/Coordenação de Publicações. 2002. Pronunciamento do Deputado Constituinte Eduardo Bonfim. Em fevereiro de 1999 assume na Câmara. da Comissão de Organização dos Poderes e Sistema de Governo. durante os trabalhos constituintes. Elege-se. in Leitura. publicada na Gazeta de Alagoas de 3/8/2001. pelo PCdoB. a corrupção e as mordomias. EDUFAL. Em 1998. eleito deputado federal. 173-174. BOMFIM.. in As Razões da Diferença: Identidade e Diálogos. assessorando o Ministro José Aldo Rebelo. na Gazeta de Alagoas. Passa a atuar na Presidência da República. Bacharel em Direito pela UFAL (1975). Maceió. deputado federal.. Formou-se pela Faculdade de Filosofia da Universidade do Brasil. No pleito de 1982 é eleito. Obras: Em Defesa da Verdade. A Mímesis Dramática: Tensão e Representação em “Farpa”. ficando como suplente. em Palmeira dos Índios. ficando. em Recife. órgão da Prefeitura. 22/9/2000. como secretário geral do Diretório Central dos Estudantes da UFAL. Em 1985 representa a instituição em reunião a convite do governo da Nicarágua e é escolhido como presidente da Comissão de Educação. mas ao assumir o cargo já o faz como membro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). 1988. 01. pelo PMBD. Foi diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da Prefeitura do Distrito Federal. então no Rio de Janeiro. Sua atividade política teve início em 1971. A Escritura da Paixão. Entre 1997 e 1999 preside a Fundação Cultural da Cidade de Maceió.1. promovido pela SUDENE. p. in IV Encontro Nacional de Língua Falada e Escrita. Em 1973 elege-se presidente do diretório acadêmico da Faculdade de Direito da UFAL. em outubro de 1992. Em Defesa da Unidade Popular. Um dos incluídos na bacia do Rio Jacaré. 70-70. Câmara dos Deputados. Pedro Calheiros ( Maceió AL 12/10/1913 . Oralidade e Escrita: Uma Reflexão Sobre o Ato Criador. v. 1996. 2001. Ciência e Tecnologia. Funcionário da Secretaria de Planejamento. concorre a deputado estadual. 16-16. 1999. mimeo. 2001 v. Na eleição de 1990. 31/3/2000. Eduardo . também. candidata-se a deputado federal. Utopias em José Saramago e Breno Acioly. bem como na de 1994. Maceió. 1000. O Prazer de Narrar. Afluente da margem direita do rio Mundaú. 1989. p. BOM JESUS Clube de futebol. Maceió. da qual foi presidente. Salvador. Mestrado em Letras/UFAL. Rio. revista do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas/ UFAL. Maria Mariá. Curso de pós-graduação em planejamento social e urbano.ABC das Alagoas 159 2001. 1990 mimeo. Cidadania e Barbárie. jul-dez 1996. 1996. Maceió. p. UFBA. quando fica na primeira suplência. Ecos Gráfica e Editora. Em Defesa do Parlamentarismo Contra o Militarismo. Maceió. Gomes Ribeiro ( Maceió AL 18/11/1949) Deputado federal e estadual. Maceió. Titular da Subcomissão do Poder Executivo. Colaboração no jornal Gazeta de Alagoas. p. Santa MariaRS. em 1996. BOMFIM. III Encontro de Ciências Humanas. 95 e 96. Brasília. segundo IFL parte da Escarpa Cristalina Ocidental. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. Fundador da Sociedade Alagoana de Defesa dos Direitos Humanos. 1996. em uma suplência.RS Literatura Portuguesa e Pós-Colonialismo: Produção. Salvador.3-3. Heliônia Ceres: Do Oral ao Escrito. in XVIII Encontro de Professores Brasileiros de Literatura Portuguesa. ocupando a liderança do partido na Assembléia e se destacando na luta contra o crime organizado. secretário de estado. 1987.149. Breno Accioly. Brasília. 2001. Câmara dos Deputados.) Professor. 1999. pelo PMDB. vereador. Secretário de Cultura no Governo Ronaldo Lessa. p. Ecos Gráfica e Editora Ltda. concorrendo para o mesmo cargo. 18. in Memória Cultural de Alagoas. v. Maceió Q Gráfica. Páginas da Crise. Breve Painel da Cultura Alagoana. ensaio de seleção para o Curso de Mestrado em Letras/UFAL. 1000. deputado estadual. na vaga decorrente de um vereador. Em 1986 se elege. BOM REGALO BOM SUCESSO BONIFÁCIO Serra. Recepção e Cultura. advogado. vereador em Maceió. Editora Palotti. Nome primitivo da atual cidade de Porto Calvo. Filho de Pedro Brandão Bomfim e Maria Calheiros Bomfim. na série Mulheres Alagoanas. Brasília. in Gazeta de Alagoas. n. Participou dos campeonatos alagoanos de 1991. Maceió. BOQUEIRÃO Rio. v. Feminismo. Santa Maria.

recebe o Riacho Mata Sapo.Duque de Granja ( ? reforços hispano-lusitanos enviados a Alagoas.eleito pelo 3º círculo.. busquemos a glória”. 59-62. por Maceió. BOTELHO. BORBOREMA vide PLANALTO DA BORBOREMA. Substituiu José Rody Braga. em 1982. Reeleita para o período 2001-2004. em Porto Calvo. BOTELHO. Barreira do Estado. entre aquelas formadas pelo processo erosivo do rio e de seus depósitos nos terraços marginais. BOSSUET. na legislatura 1955-58. pelo PST. ou seja a meridional-ocidental. BORGES. pelo PTB. para terminar o biênio do Prefeito Joaquim José de Araújo. 07-08. BORBOLETA. Eleita vereadora. banha a cidade. pelo PSP. Eleita prefeita de Maceió. A Jornal.160 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Localizada no município de Maragogi. Cândido de Almeida ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1899-1900. BORN. Deputado também em 1876-77. Deputada estadual na legislatura 1994-98. Dele são ainda considerados componentes os rios Salgado e Xingó. Kátia . vereadora e prefeita de Maceió. Vigário. Tendo como lema “Justiça. Na eleição de 1962. a partir de 10/7/1876. a partir de abril de 1859. ao sair deste. Localiza-se abaixo de Penedo. o porvir é nosso” como também “Marchemos colegas. médico. BOTAFOGO Lagoa. formando um açude e.. Situada às margens do Rio São Francisco. Deputado estadual nas legislaturas 195155. vice-intendente. 1901-02. Outro nome pelo qual é conhecido é o de Mosquito. em 25/1/2005 a Secretaria Estadual de Saúde. Bibl. Seu lema era “Avante mocidade estudiosa. próximo a Porto Calvo. sendo pois a primeira mulher a assumir a prefeitura da capital. eleito pelo 1º distrito. Assume. BOTOQUE Rio. noticioso e joco-sério”. publicado em Maceió. em outubro de 1996. A bacia do Rio Botoque envolve os municípios de Água Branca e Delmiro Gouveia. 03-04. Deputado provincial na legislatura 1858-59 . Constituição e o Imperador”. Na chefia das forças de resistência aos batavos tomou imprudentemente a ofensiva. Nac. publicado. em 1636. ) “Nobre e general espanhol que comandou os BORJA. padre. D. no mandato de Ronaldo Lessa. Ulisses ( Traipu AL ) Deputado estadual. Ribeiro ( ? AL 1//1/1953 ) Deputada estadual. abaixo do qual forma o açude do mesmo nome. Os principais afluentes do Botoque (ou Mosquito ou Olaria) são os rios Salgadinho. ficou em uma suplência. Junto a Delmiro Gouveia. Pertence à vertente do Rio São Francisco. tirado do local de suas cabeceiras. Manoel Freire ( AL ? ) Deputado estadual. Um dos nomes do rio PARICONHA. “Periódico literário. concorrendo pelo PTB. ano I n. BRADO DA COMARCA DE PORTO CALVO. 09-10 e 11-12. no dia 18 de janeiro de 1636”. O Jornal. microf. pela direita. Marruá e o Riacho Mata Sapo. sendo vencido e morto na Batalha de Mata Redonda. para o mandato 1997-2000. João da Costa Silva ( ? ) Deputado provincial. e na de 1870-71. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. quando passa a ser conhecido como Olaria. Secretária de Saúde da Prefeitura de Maceió. para combater os holandeses. foi a primeira mulher a presidir a Câmara Municipal de Maceió. na Prefeitura de Maceió. partido do qual foi uma das fundadoras. é o ponto limite do litoral norte do BOQUEIRÃO. Trazia abaixo do cabeçalho a frase: “Este periódico é dedicado a defender especial e exclusivamente os interesses da comarca de Porto Calvo e a repelir . pelo PSB. 9 4/10/1876. 55-58 pela UDN. odontologa. Luís de Rojas e .

1958 (poesia. ) Deputado e senador estadual.da AAL e do Clube de Poesia de São Paulo. São Paulo. 1933 (poesia). Edições Invenção. da Sociedade Paulista de Higiene e da Sociedade Brasileira de Ginecologia. Cíclo e Modinha do Café. Impresso na tipografia de O Tempo. 1976. tais como: Mensário de Higiene.eleito em 3/10/1940 -. de Carlos Moliterno.ABC das Alagoas 161 ofensas. José Antônio . Antônio José Duarte da Silva veja DUARTE. Antônio José Rodrigues ( ? 1899-1900. além de médico no Asilo de Mendicidade. Edt. Martinez. Posteriormente. onde exerce a medicina na área de sua especialidade. Dr. São Paulo. da Silva Braga. São Paulo. Elvino Pocai. Sócio da Associação Paulista de Medicina. São Paulo. Deputado estadual na legislatura BRAGA. Editor responsável: Alexandre da Cruz Ludovice Cambrainha do Império. 1974. Atua. 1951 (poesia).). Oficinas Gráficas de João Bentivegna. onde estuda no Colégio Alemão. (poesia). ilustrações de Di Cavalcanti. p. onde inicia seu curso de Medicina. José Antônio Duarte da Silva ( Maceió AL 6/6/1865 ( 1861. publica-se em dia indeterminado. Poemas Incompletos. José Ângelo Márcio da Silva. Escreveu. Livraria Martins Editora. Subúrbio Branco. 1946 (poesia). Lunário do Café. Algo. vigário Luiz Laurindo Paes de Lima. é nomeado professor de História Geral e Filosofia da História. Publicou: Soneto e Outras Histórias. na qual Cambrainha afirma: “Ninguém ignora que os redatores de O Brado de Porto Calvo. com estudo crítico de Cassiano Ricardo. Senador estadual nas legislaturas 1901-02. 07-08 e 09-10. definitivamente em São Paulo. Joaquim Feijó de Albuquerque Lins e capitão João dos Santos Lima Ponte Baixa”. Regressa a Alagoas. do Liceu Alagoano. de 4 de maio de 1887. João Bentivegna. ainda. Edgar Pimentel ( Maceió AL 10/10/1898 . na pg. Inútil Acordar. defendendo a tese Considerações Obstétricas em Torno de uma Caso de Ciclo Hodrocefalia. org. ano I n. Vai para o Rio de Janeiro. 1971(poesia). São Paulo. 1952 (poesia). Fez o curso primário e secundário em sua cidade natal. microf. Soma. Fabrício ( AL ) Poeta. e formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia (1885 ). em 1923 . Bibl. ou seja o emprego da eletricidade no diagnóstico e cura de várias moléstias. professor. distribui-se grátis pelos assinantes do O Tempo e vende-se a 80 réis (oitenta reis) o número avulso”. Félix Lima Júnior transcreve uma carta. Filho de Olidio Braga e Leopoldina Pimentel Goulart Braga. periódico de que eu era editor. Anoélia Holanda ( AL ? ) Obra: O Homem do Mar (O Prático). no discurso de posse de Raul Lima)Maceió AL 27/1/1919) Deputado estadual e federal. por exemplo encontra-se o poema Lundum. Lâmpada Sobre o Alqueire. Discursos Pronunciados pelos Doutores Edgard Braga e Cláudio Goulart de Andrade. Edições Leia. Em 1915 viaja para São Paulo. Maceió.. Caminhos da Cirurgia e colaborou. São Paulo. 1984 . 1961 (poesia). ainda. Antologia. publicada pelo Diário da Manhã. 1954 (poemas. Extralunário. São Paulo. com artigos. Passa a morar. que irá terminar no Rio de Janeiro (1922). 03-04. com tese sobre Eletroterapia. 19 do 4o. cíclo).. 12 do 3o. São Paulo. Edições Invenções. Nac. no Departamento de Saúde do Estado. alguns com títulos e outros sem. 1985 BRAGA. São Paulo. Maceió. entre outras instituições. Martins Editora 1953 (poesia). BRAGA. Livraria Martins Editora. Odes. obras médicas: Homem Errado. São Paulo. médico. Liv. 195-196. São Paulo. Após viagem a Europa onde freqüenta cursos de Ginecologia e Obstetrícia na Alemanha e na França. foram os srs.São Paulo SP 1985 ) Poeta. Albergue do Vento. Membro correspondente da ANM -. Obras: A Senha. Inspetor de Higiene na cidade de Alagoas. Quelque Chose. São Paulo. A Corrente. parte no Liceu Alagoano. na pg. Estudou Humanidades em Maceió. BRAGA. apresentados em cinco ciclos. Clube da Poesia. Sexto Sentido da Medicina. onde clinica. 5 4/5/1859. Revista da Cruz Azul. Poemas 1949-1950. de Regis Bonvicino. Desbragada. 1959 (poesia). entra para a Clínica Obstétrica da Faculdade de Medicina. Boletim de Eugênia e Infância. 1942. em publicações especializadas. Com Contemplação e Poema participou de Notas Sobre a Poesia Moderna em Alagoas. médico Filho de Antônio José Duarte da Silva Braga e Maria Margarida Duarte da Silva Braga. Tatuagens: Poemas. EDUFAL. Editora Max Limonad. Academia Nacional de Medicina. BRAGA. onde chega a Diretor do Instituto de Puericultura. BRAGA. Something. A Cultura e o Idealismo do Médico na Sociedade Moderna. 1963 (poesia). Lutou pela abolição da escravatura . secretario de estado.

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Francisco Reinaldo Amorim de Barros

e defendeu os ideais republicanos. Diretor Geral da Instrução Pública, bem como da Inspetoria de Higiene. Deputado estadual nas legislaturas 1893-94 e e 95-96 . Deputado federal de maio de 1900 a dezembro de 1902, quando, entre outras causas, apresentou, em 23 de setembro de 1901, projeto defendendo as classes agrícolas, bem como, em 23 de julho, o de criação da adeira de Arte Decorativa, na Escola Nacional de Belas Artes. Foi secretario do Interior no governo do seu irmão, Manuel Duarte (1897-99). A partir de 1903 volta a clinicar em Alagoas. Patrono da cadeira 12 da AAL. Sócio do IHGA e patrono da cadeira 1. Foi o orador quando, em 15/11/1917, se inaugurou o prédio da Sociedade Perseverança e Auxílio, onde prestou serviços médicos gratuitos. Este mesmo serviço prestou na Sociedade Montepio dos Artistas Alagoanos, na Sociedade Gladientes e na Sociedade Auxiliadora dos Cristãos. Diretor do Asilo Santa Leopoldina. Um dos fundadores da Associação Médica Cirúrgica, hoje Sociedade de Medicina de Alagoas. Presidente da Liga de Defesa Nacional em Alagoas. Obras: Teses para o Doutorado em Medicina Apresentada à Faculdade da Bahia a 29 de Setembro de 1885. Eletroterapia - Proposições, Bahia, Tip. dos Dous Mundos, 1885; Memória Histórica Sobre Domingos Calabar. Discurso Pronunciado na Sessão de 5 de Novembro de 1897 do Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano, Maceió, Oficina Marreco, 1897; Relatório Que Ao Governador do Estado de Alagoas, Dr.Manoel José Duarte, Apresentou o Secretário dos Negócios do Interior, Dr.José Antônio Duarte, no Dia 31 de Março de 1899, Maceió, Empreza D’A Tribuna, 1899. BRAGA, José Caralâmpio de Mendonça ( Engenho Maranhão, Camaragibe AL 16/4 ou 6/ 1904 - Rio de Janeiro RJ 7/7/1982) Deputado federal e estadual, jornalista, professor, advogado, Filho de Francisco Rodrigues Braga e Antônia de Mendonça Braga. Fez seus estudos no Colégio 15 de Março, de Maceió, e Direito na Faculdade de Direito do Recife ( 1928). Promotor Público em Camaragibe, Capela, Água Branca, Rio Largo e Maceió. Foi Juiz de Direito, Juiz de Menores, Procurador de Feitos da Fazenda, Delegado Auxiliar, Chefe de Polícia, Diretor da Imprensa Oficial e do Departamento de Cultura. Deputado estadual na legislatura 1947-51, pelo PSD, tendo sido líder da Maioria na Assembléia Estadual. Deputado Federal, agora pelo PST, na legislatura 1951-54. Posteriormente, concorrendo pelas Oposições Coligadas: PSD-PTB-PDC-PSB-PSP-PR fica como suplente, porém acaba exercendo o mandato por toda a legislatura 1955-59. Novamente candidato, agora pela Frente Democrática Trabalhista: PSD-PTB-PRP, torna a ficar como suplente, porém, a partir de 1959, não volta à Câmara Federal. Passa a viver no Rio de Janeiro. No ano seguinte é escolhido como representante do Instituto Brasileiro do Café (IBC), em Roma, onde permanece até 1962. Chefe, por quatro anos, do Serviço de Imigração e Colonização, e do Escritório Comercial do Brasil em Milão, Itália. De volta ao Brasil, ocupa, entre 1962-68 a chefia jurídica do Centro de Processamento de Dados do Estado do Rio de Janeiro, em Niterói. Entre julho de 1968 e agosto de 1971 integou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Professor de Direito Penal e Civil na Faculdade de Direito de Alagoas. Dirigiu o Jornal de Alagoas e colaborou com diversos outros períodicos. Depoimento, in Documentário das Comemorações do Grêmio Literário Guimarães Passos, EDUFAL, Maceió, 1979; BRAGA, José de Aquino ( AL 1910 - ) Poeta. Obras: Solicitude. Versos, capa de Luis Jasmim, Rio de Janeiro, Esdeve Empresa Gráfica Ltda., 1983; Ausência. Versos, capa de Luis Jasmim, Rio de Janeiro, Esdeve, Empresa Gráfica Lda., 1985.. BRAGA, José Francisco da Silva ( ? ) Deputado provincial nas legislaturas 1880-81, 82-83 e 84-85. BRAGA, José Rody ( ? ) Intendente de Maceió, militar. Coronel, na qualidade de vice-intendente assumiu a Prefeitura de Maceió em 8/2/1904, substituindo Joaquim José de Araujo. BRAGA, José Rodrigues ( ? ) Senador estadual na legislatura 1911-12.

BRAGA, Maria Thereza Wucherer ( São Paulo SP 27/5/1931 ) Musicista, professora. Filha de Nelson de Barros Pimentel Goulart Braga e Maria Aída Wucherer Braga. Ginasial, Científico e Pedagógico no Colégio Smo. Sacramento. Bacharel em História pelo IFCA da UFAL, Licenciatura pela Faculdade de Educação. Diploma do Curso Profissional do Conservatório Brasileiro de Música. Pós-graduação em Pesquisa Educacional, na Universidade

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Federal da Bahia (1972), tendo apresentado o trabalho Posição da Escola Pública. Elementos Numa Comunidade Praiana, com o qual obteve o certificado do Especialização em Pesquisa Educacional; Aperfeiçoamento em Didática Aplicada no Ensino Superior, no Instituto de Estudos Avançados em Educação, da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Diversos Cursos de Extensão: Didática do Ensino Superior, Orientação Educacional, Técnica de Ensino Para Docentes Universitários, Estatística Descritiva Aplicada à Educação, Prática de Ensino, Recursos Audiovisuais, todos na UFAL, além do Curso de Didática do Ensino Superior, da CAPES/PUC- RJ/ UFAL. Professora primária e secundária do município de Maceió, professora secundária de História da Fundação Educacional de Maceió (FEMAC). Auxiliar de Ensino de Antropologia Cultural e Etnografia do Brasil do Departamento de Ciências Sociais do IFCH da UFAL; professora assistente de Didática Geral, na Faculdade de Educação da UFAL; professor adjunto na mesma universidade. Professora fundadora da Fundação Educacional Jayme de Altavila - FEJAL, com a disciplina História da Arte, e coordenadora do Curso de Educação Artística da mesma Fundação. Membro do IHGA, empossada em 23/8/77, na cadeira 36, da qual é patrono Diegues Júnior. Obras: O Mundo Mítico de José Aluísio Vilela, Maceió, Imprensa Universitária/UFAL, 1977; Orientação Bibliográfica - Comentada para o Setor de Estudos; Didática, Maceió, Imprensa Oficia1l, 1974; monografias: Jorge de Lima, Um Poeta da Zona da Mata, 1967; Novas Estruturas da Civilização na Idade Média - Histórico da Alemanha, 1968; A Música e o Homem no Tempo, 1968; O Problema do Menor em Maceió, 1971, (trabalho de equipe); Posição da Escola Pública Elementar Numa Comunidade Rural Praiana Pontal da Barra, 1971; publicações avulsas: Provas Objetivas; Técnicas de Construção e Objetivos. Seleção de Texto, Organização de Diagramas; Planejamento Didático, 1972; Diagnóstico da UFAL - Projeto de Criação e Implantação da Coordenadoria Técnica de Ensino, 1973. BRAGA, Pedro Pierre da Silva ( ? na constituinte e legislatura 1935-38. ) Deputado estadual nas legislaturas 1921-22; 23-34; 25-26 e 27-28 e

BRAGA FILHO, José Jaime ( AL ? ) No V Festival de Penedo participou, em 1979, com Tiborna. Produziu, ainda, Por Uma Criança, em 1980, Encontro a Felicidade, em 1981, e Conflito de Amor. BRAGA JÚNIOR , Ulsses de Mendonça ( Matriz de Camaragibe AL 19/2/1912 – Maceió AL 16/5/1979 ) Professor, jornalista. Filho de Ulisses de Mendonça Braga e Maria Luíza Simões Braga. Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife (1935). Doutor em Direito pela Universidade de Coimbra (Protugal). Juiz e promotor. Professor catedrático de Direito Civil na Faculdade de Direito de Alagoas. Secretário de Segurança.na década de 1950. Obras: As Leis de Inquilinato e a Intervenção do Estado na Liberdade de Contratar, Conferência Pronunciada por Ocasião do Aniversário da Fundação da Faculdade de Direito de Alagoas, em 24 de maio de 1955; Maceió, Casa Ramalho, 1955; O Papel do Jurista na Crise de Nossos Dias, (Oração de Paraninfo da Turma de Bachareis da Faculdade de Direito de Alagoas, Proferida a 8 de Dezembro de 1955, no Teatro Deodoro), Maceió, Casa Ramalho, 1956; Do Contrato Preliminar - Especialmente na Promessa de Compra e Venda de Imóveis, Maceió, Imprensa Oficial, 1958 (Tese de concurso para catedrático de Direito Civil exposta à congregação da Faculdade de Direito de Alagoas); Tavares Bastos e o Nosso Tempo, in Tavares Bastos Visto por Alagoanos, coordenação de Moacir Medeiros de Sant’Ana, Maceió, Assembléia Legislativa Estadual, [IGASA], 1975, p. 259-261 e no Jornal de Alagoas de 31/5/1955. BRAGA SOBRINHO, Francisco ( Matriz de Camaragibe AL 9/9/1913) Filho de Ulisses de Mendonça Braga e Maria Luíza Simões Braga. Primário com seus familiares, em sua cidade natal. Passa a morar em Maceió. Estuda no Instituto Politécnico, curso de admissão nos Maristas e no Grupo Escolar Fernandes Lima. Muda-se para Penedo, onde estuda no Colégio Anchieta. Volta a Maceió e matricula-se no Liceu Alagoano. Bacharel em Direito pela Faculdade de Alagoas (1948). Em 1938 ingressa, por concurso, no quadro técnico do Departamento de Estatística do Estado. Funcionário público em Alagoas, e, depois, funcionário do IBGE, sendo seu delegado no Acre, Goiás, Sergipe e Paraíba. Volta a viver em Maceió. Reporter e secretário do Jornal de Alagoas. Mudase para São Paulo. Em 1941 passa a viver em Goiânia. Diretor superintendente dos Diários Associados em Goiás, incluindo Folha de Goiás, Rádio Clube de Goiânia e TV Goiânia. Membro da Associação Goiana de Imprensa. Pseudônimo: Maurus e BS. Obras: Um Caeté Recebido pela Nação Goiá. Discursos Pronunciados

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e o Noticiário da Imprensa Goiana, Quando da Entrega do Título de Cidadão Goiano; Minha Terra, Minha Gente, Brasília, Editora & Comunicação Verano, 1996; Na Terra do Ipê Amarelo. Memórias de um Imigrante Nordestino, Brasília, Verano Editora, 1998; Goianidade Caeté, Brasília, Verano Editora e Comunicações Ltda, 2000. ) Ouvidor. Presidente da Junta de Governo eleita e empossada em BRAKLAMI, José Antônio Ferreira ( ? 11/7/1821, como também da Junta Governativa eleita e empossada em 31/1/1822, no governo da Capitania de Alagoas.. BRANCA Rio. Um dos principais afluentes do Rio Niquim, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. BRANCA Rio. Afluente da margem direita do Rio Paraíba do Meio, segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. BRANCA DOS LENÇÓIS Serra. Segundo Ivan Fernandes Lima, em Cacimbinhas, fazendo parte do Pediplano Sertanejo. BRANCA GRANDE Riacho. Banha o município de Murici, afluente na margem esquerda do Mundaú.

BRANCO, Aloísio Bezerra nome literário de Aloísio Machado Bezerra (São Luiz do Quitunde AL 6/1/1909 - Maceió AL 4/2/1937) Poeta, advogado. Filho de Lindolfo Branco Bezerra e Maria Amélia Alves Machado. Preparatórios no Liceu Alagoano. Formou-se pela Faculdade de Direito de Recife (1936). Oficial de gabinete do Secretário Geral do Estado. Participou do Movimento Modernista em 1930. Foi um dos membros da “Academia Olavo Bilac” , da qual também faziam parte,entre outros, Zeferino Lavenère Machado, J. Pinho e Neves Pinto. Publicou diversos ensaios e crônicas, tendo um estudo sobre Jorge de Lima, publicado no Jornal de Alagoas, inserido, por Otto Maria Carpeaux em sua obra Bibliografia Crítica da Literatura Brasileira. Pseudônimo: David d’Alcobaça. Colaborou em diversos periódicos, tais como, Jornal de Alagoas, Gazeta de Alagoas, A Província ( Recife) e Boletim de Ariel (RJ). Com Poema da Pequena Viagem e Poema em Louvor do Telefone participou de Notas Sobre a Poesia Moderna em Alagoas. Antologia, de Carlos Moliterno, p. 143-147. BRANCO, José Delfim da Mota ( Palmeira dos Índios ? AL - ? 5/2000) Jornalista, advogado. Obra: A Besta do Apocalipse, capa de J. Maurício A. Lopes, Palmeira dos Índios, Indusgraff Indiana, 1977. BRANCO Rio. Afluente do Rio Paraíba pela margem direita.

BRANDÃO, Aguiar ( ? AL 2/1937) Obra: Pantheon Alagoano, Penedo, Tip. d’ “A Escova”, 1908. BRANDÃO, Alfredo... de Barros Loureiro (Filho de Teotônio Torquato Brandão e Francisca de Barros Loureiro Brandão. Estudos primários em Viçosa. Em 1892, muda-se para Maceió, onde faz o seu curso de humanidades, prestando exames no Liceu Alagoano. Forma-se em Medicina pela Faculdade da Bahia (1902). Sua tese sobre Tabagismo obteve aprovação com distinção. Iniciou sua clinica em Bom Conselho (PE), depois ingressou no Exército, como médico, esteve na Campanha de Canudos e trabalhando em Mato Grosso - na Expedição Rondon -, em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Pernambuco, onde foi diretor do Hospital Militar do Recife. Representa Alagoas no 4o. Congresso de Geografia, em Recife, de 7 a 17 de setembro de 1915. Em 1931 volta a viver em Maceió. Era sócio do IHGA, onde ingressou em 30/4/1937, não tendo tomado posse e sendo, em 1942, transferido para a categoria de sócio honorário. Sócio correspondente do Instituto Arqueológico e Histórico de Pernambuco e do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba. Patrono da cadeira 40 do IHGA. Pseudônimo: Aldebar Loubrand. Obras: Tabagismo. Tese Apresentada à Faculdade de Medicina da Bahia em 27 de Fevereiro de 1902 e Defendida em 8 de Abril de 1902, Bahia, Imprensa Moderna, 1902; Viçosa de Alagoas - O Município e a Cidade, Recife, Imprensa Industrial, 1914 (inclui notas históricas, geográficas e arqueológicas );

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Contribuição Para a Geografia Botânica do Estado de Alagoas, Recife, 6/9/1915 - conferência no 4º Congresso Brasileiro de Geografia, e publicado nos Anais daquele Congresso, Recife, Imprensa Oficial, 1916; Palestras e Conferências, Tip. Econômica, Viçosa, 1918; Amor e Sofrimento (romance, publicado no Correio de Viçosa ); Crônicas Alagoanas, (História, Lendas e Etnografia), prefácio de Humberto Bastos, Maceió, Casa Ramalho Ed., 1939, Coleção Autores Alagoanos, 1ª série; Crônicas de Alagoas e do Brasil, Maceió, Casa Ramalho, Autores Alagoanos, 2ª série; A Escrita Pré-histórica do Brasil - Com um Apendice Sobre a Pré-história de Alagoas. Ensaio de Interpretação, edição ilustrada, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira Ed. Biblioteca de Divulgação Cientifica, 1937; Os Negros na História de Alagoas, Maceió, Comissão Estadual do Centenário da Abolição, Secretaria da Cultura, 1988 reedição, inicialmente uma tese apresentada ao 1º Congresso AfroBrasileiro, em Recife, 1934, e constante dos Estudos Afro-brasileiros, com trabalhos do referido Congresso, impresso pela Ariel Editora, Rio de Janeiro, 1935. No 2o. Congresso Afro-brasileiro, realizado na Bahia, de 11 a 20 de janeiro de 1937, apresentou a tese: Documentos Antigos Sobre a Guerra dos Negros Palmarinos, trabalho incluído Rio de Janeiro, 1940, Civilização Brasileira; Estudos Afro-Brasileiros, Rio de Janeiro, Pongetti, 1935, (memória apresentada ao Primeiro Congresso Afro-Brasileiro); teve incluído nos Anaes do 4o. Congresso Brasileiro de Geografia o trabalho: Contribuição Para a Geografia Botânica do Estado de Alagoas, 2 v., 1o tomo, p. 53-71; Viçosa em Revista (peça dramática representada no Teatro Carlos Gomes, no Rio); Noites do Paraguai, - Narrativas, Tradições e Fantasias, publicado sob o pseudônimo de Aldebar Loubrand, São Paulo, Oficinas da Editorial Hélios, 1927; A Igreja do Barro Branco, in Álbum do Centenário de Viçosa, 1931, p. 232; Vestígios de Raças Prehistóricas na Viçosa, Revista do IAGA, v. IV, n. 4, dez. 1913, Maceió, 1913, p. 28-39; A Poesia Popular em Alagoas, v. 22, ano 1942, Maceió, 1942, p. 7-17; com o conto O Tesouro do Tabuleiro participou da Antologia de Contistas Alagoanos, organizada por Romeu de Avelar, Maceió, Departamento de Ciência e Cultura, 1970, p.21-31. Seu poema O Crepúsculo foi transcrito em Coletânea de Poetas Viçosenses. Colaborou na imprensa, especialmente no Correio Mercantil, Tribuna Popular, de Penedo, Jornal de Debates, Gazeta de Alagoas, Almanack de Viçosa, O Gutenberg, Diário de Pernambuco, O Estado do Mato Grosso, Jornal de Alagoas, Estado de Alagoas, e Revista Medicina Militar, do Rio de Janeiro. BRANDÃO, Álvaro ( AL ) Pintor, jornalista, compositor, poeta. Integrante do grupo de rock Sangue de Cristo. Participou de exposição na FUNTED, tendo tido reproduzido o seu trabalho Bananas, na obra A Nova e Novíssima Pintura Alagoana, editada, em 1985, pela FUNTED. No Projeto Pró-Vida, editou o vídeo Travestis da Avenida da Paz, Maceió, 2001. BRANDÃO, D. Antonio Manoel de Castilho ( Mata Grande AL 14/8/1849 - Maceió AL 15/3/1910). 1o. Bispo de Alagoas. Filho de Antônio Manoel de Castilho Brandão e Maria da Conceição de Castilho Brandão. Curso primário em Pão de Açúcar, e em Penedo fez Humanidades. No Seminário de Olinda termina seus estudos e ordena-se diácono, em julho de 1873. Reza sua primeira missa em Pão de Açúcar. Passa a ser coadjutor e, depois vigário, em Floresta (Pe). Transferido, como vigário, para Santana do Ipanema e, depois, para a cidade de Alagoas. Torna-se cônego da Sé de Olinda e vigário-geral de Alagoas. Em 7/9/1894 é consagrado bispo do Pará, sendo o primeiro alagoano a alcançar o episcopado. Do Pará foi transferido, em 5/6/1901, e tomou posse como primeiro bispo da diocese de Alagoas, criada em 12/7/1900, com sua sede em Maceió, continuando, porém, ligada à província eclesiástica de Pernambuco. Em 15/2/1902 funda um seminário, que começa a funcionar no antigo convento dos franciscanos, em Marechal Deodoro. BRANDÃO, Caetano Valverde ( AL ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1925-26 e 27-28. BRANDÃO, Carlos Bezerra ( AL ?) Cineasta Pioneiro, em Alagoas, do Super-8 como atividade artística. Realizou, em 1972, A Busca. Seu segundo trabalho é Paisagens Brasileiras, realizado em 1981. Participou do VIII Festival de Penedo. BRANDÃO, Celso Luiz Tenório ( AL ? ) Deputado estadual, pelo PSC, na legislatura 1995-98, sendo reeleito, agora pelo PSDB, para a legislatura 1998-2002. Foi 3º vice presidente da Mesa da Assembléia Legislativa, no biênio 1998-99. Na legislatura 2003-06 foi eleito pelo PL.

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BRANDÃO, Celso Quintela ( Maceió AL 19/7/1951) Fotógrafo, cineasta, professor. Licenciado em Comunicação Visual pela Universidade Federal de Pernambuco (1976), especializou-se em documentários sobre aspectos da vida do povo nordestino. A partir de 1982, professor de Fotografia nos cursos de Jornalismo e Arquitetura da UFAL. Entre seus trabalhos fotográficos se destacam: levantamentos fotográficos do artesanato das cidades de Alagoas, Santana do Ipanema; do artesanato em cerâmica de Carrapicho - SE, para ilustrar o livro Carrapicho - Cerâmica e Arte; da Coleção Arqueológica Indígena, da Coleção Etnográfica Indígena e peças do acervo histórico, artístico e antropológico do Museu do IHGA. Cabe ressaltar, ainda, a documentação fotográfica das comunidades pesqueiras de Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco; fotografia do poeta e xilográfo Enéas Tavares dos Santos, para ilustrar o livro Poesia de Circunstância num Folheto de Cordel e, por fim, toda a documentação audiovisual do museu Théo Brandão, entre 1977 e 1986. Na cinematografia, seus trabalhos foram: Reflexos, produzido em 1975, primeiro colocado no I Festival de Cinema de Penedo. Ainda nesse ano produziu Foramin Iemanjá, classificado em segundo lugar no II Festival de Cinema de Penedo. Em 1976, além de Semeadura, produziu A Feira de Passarinhos e Alegrando, que se classificou em primeiro lugar no Festival Alagoano de Super-8 e segundo colocado no III Festival do Cinema Brasileiro de Penedo; A Feira de São Miguel dos Campos; Passeio no Céu, Torres e Andores; Pregoeiros de Olinda e Recife, com o qual recebeu o prêmio Jornal do Comércio, concedido para o melhor filme sobre a cidade do Recife, no I Festival de Cinema do Recife. Sua produção, em 1977: A Maré da Padroeira; Alto Nível Baixo; Discurso Classe Média; Mandioca: da Terra à Mesa; Cerâmica Popular do Cariri -- considerado o melhor filme do V Festival do Cinema de Penedo ( 1979) e Medicina Popular - terceiro colocado nesse mesmo festival. Em 1978 produziu: Ponto das Ervas, com o qual foi o 2º colocado no VII Festival do Cinema Brasileiro de Penedo. Rodado em 35 mm foi exibido, inclusive, na França, Itália e Nova York (EUA) e foi considerado como a Melhor Trilha Sonora, no Festival de Cinema de Brasília. Ainda em 1978, produziu: Meu Nome é Miss Paripueira; Filé do Pontal da Barra; A Sede e a Fonte. Nesse mesmo ano atuou como assistente de direção do filme Bye, Bye Brasil, de Carlos Diegues, bem como em Brinquedo Popular do Nordeste, de Pedro Jorge de Castro. No ano de 1979 realizou: Na Boca da Mata; Medição do Teor de Sacarose; Aurélio Buarque: Roteiro Sentimental. Realiza, em 1981: A Pintura de Rogério Gomes e Enigmas Populares, com o qual é o segundo colocado no VIII Festival do Cinema de Penedo (1982) e recebe, ainda, o prêmio do melhor filme de realizador alagoano. Em 1982, produz: O Guerreiro de Alagoas; Conversa com Fernando Lopes; Chão de Casa, sobre as diversas etapas da construção de uma casa de barro, madeira e palha da região lacustre de Barra Nova, ao som do pandeiro e dos versos do Coco de Roda, puxado por Mestre Fagundes. Pensão Margaridas é sua primeira realização em vídeoteipe, documenta o trabalho, pouco ortdoxo em termos de psiquiatria, realizado por um grupo de médicos junto aos doentes mentais Em 1984, produz: Memória da Vida e do Trabalho, com o qual participou do Festival de Cinema de Moscou. Um dos participantes de Exposição quando da Conferência Intermediária da Associação Internacional de Universidades e da 47ª Plenária da CRUB, realizada no Rio de Janeiro, entre 1 e 5/8/1988. Teve seu trabalho divulgado na obra Alagoas Hoje, bem como em Arte Alagoas II. Ainda em 1988, participa da exposição Alagoas Hoje, da Pinacoteca Universitária, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Em 1992, participa da Fotografia Brasileira Contemporânea, no I Mês Internacional de Fotografia, em São Paulo, SP. Em 1992, expõe em duas individuais: Argueiro, um Cisco no Olho, Galeria Fotóptica, São Paulo, SP e na Galeria Funarte, no Rio de Janeiro. Expõe, em 1996, na Galeria Sebrae, em Maceió. No ano seguinte, participa da exposição Coleção Pirelli, no Museu de Artes de São Paulo. Em 1998, participa da Quatro Olhos , no SESC, Maceió. Em 1999, é um dos expositores de Povos Indígenas: 500 Anos de Que?, na Casa de Arte, em Maceió; como também na exposição Olhar Alagoas, na Pinacoteca Universitária, Maceió, com o trabalho Benedictus. Tem obras nos acervos da Fundação Joaquim Nabuco, Recife, PE; SESC Pompéia, São Paulo, SP; Coleção Pirelli, na UFAL, em Maceió; na Pinacoteca Universitária; no NEAB ( Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros) e no NEI (Núcleo de Estudos Indígenas). Escreveu: Mandioca da Terra à Mesa e Cerâmica Utilitária Cariri, in Arte Popular de Alagoas, de Tânia Pedrosa, p. 105. Vídeos: Baianas da Massagueira; Papa Sururu; Guerreiros de Alagoas, em Super-8, que estariam no acervo do Museu do Folclore, no Rio de Janeiro. Teria, ainda, os trabalhos Exposição Arte Pará e Exposição Celeste, este com fotos e poemas de Célia Coelho Frota. BRANDÃO, Elói de Barros Loureiro ( Viçosa AL 28/11/1879 - Anadia AL 29/9/1911) Padre. Filho de Teôtonio

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Torquato Brandão e Francisca de Barros Loureiro Brandão. Curso primário em sua terra natal. Em 1895 vai para Maceió, e faz o preparatório no Colégio do Prof. Adriano Jorge. Entra, em 1896, para o Seminário de Olinda, onde faz o curso de Filosofia e recebe o sub-diaconato e o diaconato. Fundada a Diocese de Alagoas. Continua seus estudos no Seminário de Maceió , onde se ordenou (1902), tendo a 8/12/ celebrado a sua primeira missa. Capelão das Igrejas de N. S. do Livramento e do Rosário. Foi encarregado e, logo depois, pároco de Quebrangulo, onde permaneceu por cinco anos. Transferido, foi lente e diretor espiritual do Seminário onde estudara. Membro e secretário do IHGA, tendo tomado posse em 25/5/1909 e colaborado na revista da instituição. Solicita ser transferido e é nomeado vigário de Anadia, onde toma posse em maio de 1911. Publicou-se: Ao Entoar dos Psalmos (Publicação Postuma ), Recife, Imprensa Industrial I. Nery da Fonseca, 1913, trabalhos reunidos por seu irmão Alfredo Brandão - que fez o prefácio-, alguns poemas anteriormente publicados no Jornal de Alagoas; Discurso do Padre Eloy Brandão ao Ser Recebido no Instituto, Revista do IHGA, ano 59, 1932, Maceió, Livraria Machado, p. 32-36. Seu poema A Assumpção da Virgem foi reproduzido na Coletânea de Poetas Viçosenses, p. 35-36. BRANDÃO, Eraldo Malta ( Mata Grande AL ) Deputado estadual eleito, pela Aliança Socialista Crista, PSB-PDC-PST, para a legislatura 1959-62 e, pela ARENA, para a legislatura 1967-70. Na eleição de 1954, pelo PTB, obteve uma suplência, assim como em 1962, agora pelo PL. Prefeito, delegado em Maceió, Diretor do DEC; BRANDÃO, Francisco de Carvalho Soares (Jaboatão PE 31/10/1839 - Rio de Janeiro DF 1/9/1899) Senador por Pernambuco, presidente de províncias, deputado provincial e geral, ministro, advogado. Formouse pela Faculdade de Direito do Recife (PE). Foi Juiz dos Órfãos naquela cidade. Nomeado em 9/2/1878, toma posse no governo pernambucano a 11 de março, permanecendo até 27 de dezembro do mesmo ano. Foi o 44o. presidente. Deputado Provincial em Pernambuco e Deputado Geral (1871 a 1881) pela mesma província. Foi, ainda, presidente do Rio Grande do Sul (1881/1882) e de São Paulo (1882/1883). Ministro dos Negócios Estrangeiros no Ministério Lafayette (1883/1884). Escolhido senador por Pernambuco em 22/5/1883, permaneceu no Senado até 15/11/1889. Sócio fundador do Instituto Arqueológico e Geográfico Pernambucano e um dos redatores de sua revista. Obra: Relatório da Viagem do Exmo. Sr. Presidente da Província Dr. Francisco de Carvalho Soares Brandão, á Povoação de Piranhas, Cachoeira de Paulo Afonso e Seu Regresso à Capital, Maceió, Tip. do Liberal, 1878. BRANDÃO, Francisco Henrique Moreno veja BRANDÃO, Moreno. BRANDÃO, Izabel de Fátima de O. ( ? MG ) Professora de literaturas em língua inglesa e de escritoras brasileiras contemporâneas, na UFAL. Obras: Entre o Amor e a Palavra: Olhar(es) Sobre Arriete Vilela, (org. ); Espiral de Fogo, Maceió, EDUFAL, 1998; com Ivia Alves (orgs.); A Poesia da Agressão em O Ócio Dos Anjos Ignorados, de Arriete Vilela, Maceió, Mestrado em Letras/UFAL, mimeo. 1997; A Imaginação do Feminino Segundo D. H. Lawrence, Maceió, EDUFAL, 1999; Ilha de Olhos e Espelhos, Maceió, EDUFAL, 2003 (poesia); Retratos à Margem: Antologia de Escritoras das Alagoas e da Bahia (1900-1950), juntamente com Ivia Alves (orgs.), Maceió, EDUFAL, 2002, Coleção Mar&Sal. v.II; Arriete Vilela: Entre Papoulas, Mel e Máscaras, Maceió, Mestrado de Letras/UFAL, mimeo, 1998; Boletim do GT, Mulher na Literatura , v.VIII, Maceió, EDUFAL, 2000 (organizadora). Apresentou a série Mulheres Alagoanas, publicada na Gazeta de Alagoas, de 15/6/2001. BRANDÃO, Ismael Elpídio ( Viçosa AL ? 15-16; 17-18; 19-20, 21-22. ) Senador estadual nas legislaturas 1907-08; 09-10; 11-12; 13-14;

BRANDÃO, Itala Miranda Tenório ( Quebrangulo AL ) Artesã. Conjunto de cozinha, pano de bandeja e pano de prato (tecido e linha), in Arte Popular de Alagoas, de Tânia Pedrosa, p. 215. BRANDÃO, Liliana Pontes de Miranda ( Maceió AL 13/11/1945) Pintora. Filha de Gastão Machado Pontes de Miranda e Maria Luiza Sarmento Pontes de Miranda. Formou-se em Letras pela UFAL. Curso de de Desenho Artístico com Lourenço Peixoto e, posteriormente, Desenho e Pintura no ateliê livre de Pierre Chalita e na

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Fundação Armando Penteado, em São Paulo, este último em 1993. Em 1999 realiza sua primeira individual, na Galeria Espaço. Entre 1989 e 1984, participou de coletivas na Fundação Pierre Chalita. Outras coletivas: 1991: Hotel Enseada Vilage Pratagi; Festa de São João na Galeria Espaço 20 e VIII Salão da Mulher Artista Alagoana. Duas coletivas no Shoping Center Iguatemi, em 1992 e 1993. Ainda em 1993: Workshop e Comemoração do Centenário de Jorge de Lima no Museu de Arte de Jaraguá. 1999: Semana da Mulher, no SESC/Centro. 2001: Espaço Cultural Mestre Aurélio Buarque de Holanda. Participou do III, VI - no qual obteve o primeiro lugar – e do VII Salão TRT 19a Região de Pintores Alagoanos, em 1998, 2001 e 2002, respectivamente, neste último com os trabalhos Movimento I, Movimento II e Movimento III. Participou, ainda, da 1ª Mostra de Artes da Fundação Cultural. Com o trabalho Pescaria, participou da Iguatemi Arte 98, e da coletiva na Pinacoteca Universitária. Em 2002: Com A Redescoberta Solitária, participou da X Universid’Arte, realizada na FAL- Jaraguá,; e da mostra de arquitetura da loja Ronconi. Em 2003 participou da Exposição Coletiva Arte Iguatemi, bem como da exposição A Universid’Arte XI, no Campus Jaraguá da FAL, e, ainda, da exposição Liberdade, na Escola de Magistratura de Alagoas - ESMAL. Teve um dos seus trabalhos divulgados na obra Arte Alagoas II. BRANDÃO, Manoel de Barros Loureiro ( Viçosa AL 31/10/1875 - Maceió AL 26/8/1941 ) Médico. Filho de Teotônio Torquato Brandão e Francisca de Barros Loureiro Brandão. Curso primário em Viçosa e de humanidades em Maceió. Formado pela Faculdade de Medicina da Bahia (1902), com a tese Puerperismo Infeccioso. Iniciou sua clínica em Viçosa. Trabalhou no Hospital Nossa Senhora da Conceição desde sua fundação, em 31/5/1914. Em Maceió, atuou no Hospital São Vicente e foi chefe da Maternidade Sampaio Marques. Foi, ainda, diretor da Sociedade de Medicina, onde publicou artigos na revista daquela instituição. Obras: Puerperismo Infeccioso: Tese Apresentada à Faculdade de Medicina da Bahia em 17 de Fevereiro de 1902 e Defendida em 8 de Abril do Mesmo Ano, Bahia, Imprensa Moderna, 1902; Impaludismo em Viçosa, in Almanaque de Viçosa, Viçosa, Tipografia Econômica, p. 262-268. Em 1931, no Álbum do Centenário de Viçosa, p. 134, publicou A Arte de Curar em Viçosa Nestes Cem Anos. Colaborou nos jornais de Viçosa sob o pseudônimo de Monarca e, em Maceió, publicou vários trabalhos sobre assuntos de sua área profissional. BRANDÃO, Manoel Ronaldsa de Castilho ( ? ) Deputado provincial na legislatura 1882-83.

BRANDÃO, Mario ( Maceió ? AL - ) Membro do Cenáculo Alagoano de Letras. Participou, a 17/6/1928, da FESTA DA ARTE NOVA, com a leitura de O Beliscão. Uma vida extremamente tumultuada, perde um braço em uma briga, tenta matar a mulher e a filha e se suicida. Obras: Almas do Outro Mundo, Gráfica Ipiranga, Rio de Janeiro, 1931 (contos); Freud e o Meu Personagem Emerenciano, Rio de Janeiro, 1943. Com o conto Espiritismo, participou da Antologia de Contistas Alagoanos, organizada por Romeu de Avelar, Maceió, Departamento de Ciência e Cultura, 1970, p.137-139. BRANDÃO, Francisco Henrique MORENO (Pão de Açúcar AL 14/9/1875 - Maceió AL. 27/8/ 1938) Historiador, professor, deputado estadual, jornalista, funcionário público. Filho de Felix Moreno Brandão e Maria de Aguiar Moreno Brandão. Primeiras letras em sua terra natal, humanidades em Penedo, no Colégio São João. No jornal do colégio, A Pirausta, publica, com 13 anos, seu primeiro artigo. Muda-se para Aracaju, onde estuda no Ateneu Sergipano, e em 1891 para Maceió, onde freqüenta o Colégio 8 de Janeiro, do prof. Adriano Jorge, e conclui o curso no Liceu Alagoano. Desejando seguiu a carreira militar, senta praça no 26º Batalhão de Infantaria e embarca para o Rio de Janeiro no intuito de matricular-se na Escola Militar. Não conseguindo, pede baixa e retorna, de início a Pão de Açúcar, onde colabora em O Sertanejo. Em 1898 muda-se para Salvador, tenta a Escola de Medicina, como também a Faculdade de Direito. Retorna a Maceió e depois muda-se para Penedo. Exerceu modesto cargo de escriturário da Recebedoria Central, ensinou Pedagogia no Liceu de Penedo, onde também colaborou em O Lutador e Penedo, fundando, ainda, O Monitor. Extinto aquele liceu, mudou-se para Maceió, onde foi professor catedrático de Português da Escola Normal, bem como da cadeira de Geografia Nesse período é nomeado terceiro escriturário da Recebedoria Central. Funda o Instituto Maceioense, onde, com Orlando Lins, lecionava todas as matérias do curso primário e secundário. Deputado estadual nas legislaturas 1921-22 e 23-24 . Membro-fundador da AAL, sendo o primeiro ocupante

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da cadeira 24; sócio do IHGA - com diversos trabalhos publicados na revista desta instituição -, e da AAI, da qual foi presidente. Patrono da cadeira 23 do IHGA. Fundador, em Penedo, da revista literária e cientifica A Pirausta. Obras: Calidoscópio, Rio de Janeiro, Gráfica Jornal do Brasil, 1933, (sete contos, sendo que cada um com um pseudônimo diferente); História de Alagoas, Penedo, 1909, Artes Gráficas Tip. e Pautação de J. Amorim (há uma edição fac-similada, de 1981, da SEC/Maceió, com apresentação de Ernani Otacílio Méro); O Baixo S. Francisco - O Rio e o Vale, Penedo, Tip. de Carvalho Filho, 1905; Esboço Histórico de Alagoas in O Centenário da Emancipação de Alagoas, Maceió, Casa Ramalho, 1919, edição do IAGA; Calidoscópio, Rio de Janeiro, Graf. Jornal do Brasil, 1934; Monografia do Município de Penedo, Maceió, Tipografia Menezes, 1936; População de Alagoas, - separata da Revista do Instituto Histórico de Alagoas, Maceió, Livraria Machado, 1937; Vade-Mecum do Turista em Alagoas, Maceió, Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, 1937; Figuras Consulares; Rui Barbosa, Mestre do Vernáculo, Rio de Janeiro, Casa de Rui Barbosa/Ed. A Noite 1938 (ensaio); Aristides Lobo, Rio de Janeiro, Ed. A Noite,1938 (biografia); Alagoas Perante o Brasil; Esboço de Corografia de Alagoas; Subsídios Para o Dicionário Corográfico de Alagoas; Os Presidentes das Alagoas, revisada e prefaciada por Abelardo Duarte, Maceió, DAC/SENEC, 1975; Fausto Cardoso; Otilia de Melo, Penedo, em 1907; O Visconde de Sinimbu - Traços Biográficos, Maceió, Livraria Americana, 1944; Floriano Peixoto, 1925 ; O Heroi Sem Medo e Sem Mancha, (Resumo Biográfico de Deodoro da Fonseca) Maceió, Tip. da Livraria Fonseca, 1927; Os Gueias, Rio de Janeiro, Gráfica do Jornal do Brasil, 1934, (novelas); O Visconde de Sinimbu, Revista do IAGA, v.V, no1. 1, Dez. 1913, Maceió, 1914, p. 1-24; Discurso à Beira do Túmulo de Rosalvo Ribeiro; Alagoas e o Seu Desenvolvimento Histórico (Conferência Realizada pelo Professor Moreno Brandão no Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano) , Revista do IAGA, v.VIII, n. 1, jan./mar/ 1916, Maceió, 1916, pág. 48-60; Alagoas e seu Desenvolvimento Histórico; Revista IHGA, v. 8. n. 1, Maceió, p. 48-60; Monografia do Município de Pão de Açúcar Pelo Professor Moreno Brandão, Revista do IAGA, v. 9, ano 52, 1924, p. 111-122; Floriano Peixoto, Revista IAGA, vl. 10, ano 53, 1925, p. 37-53; Alves de Farias, Revista IAGA, v.12, ano 55, 1927, Maceió, Livaria Machado, p. 60-71; Alagoas em 1922, Estudo Histórico, Econômico, Político, Literário, Artístico e Social pelo Prof. Moreno Brandão, História de Alagoas, Revista IAGA, v.12, ano 55, 1927, Maceió, Livaria Machado, p. 72- 124; A Reabilitação de um Poeta, Revista do IHGA, V.16, ano 59, 1932, Maceió, Livraria Machado, p. 3-25; Calabar, Revista do IHGA, v.17, ano 60, 1933, p.5-32; Calabar; A Musa Anônima, Revista do IHGA, v.18, ano 61, 1935, p. 2- 31; População de Alagoas, Revista do IHGA, v. 19, 1936-37, Ano 62, p. 3-60; Memória Sobre o Instituto Histórico de Alagoas, Revista do IHGA, v. 21, anos 1940-41, Maceió, s/d, p. 7-17. Escolhido o seu conto Cálculos Errados para participar da Antologia de Contistas Alagoanos, organizada por Romeu de Avelar, Maceió, Departamento de Ciência e Cultura, 1970, p.35-38. Com os poemas Consciência e A Pátria participou de Pão de Açucar. Cem Anos de Poesia. Coletânea, p. 87-88. Teve publicado Os Presidentes das Alagoas (Edição Póstuma), revista e prefaciada por Abelardo Duarte, Maceió, DAC/ SERGASA, 1975. Sua atividade jornalistica se desenvolveu nos jornais: Penedo, O Lutador, O Gutenberg (dirigindo e publicando crônica diária intitulada Cisalhas), Diário da Noite (do qual foi redator, mas que circulou apenas entre 1914 e 1915), Gazeta de Alagoas (também com coluna diária), Jornal de Alagoas, Diário de Pernambuco (do qual foi correspondente). Fundador e colaborador da revista Mundus. Na sessão de 31/3/1934 ofereceu ao IHGA o trabalho: Carta às Senhoras Alagoanas, Livro do Nordeste e A Musa Anônima, Revista do IHGA, Vl. 18, Ano 1935, p. 3-31. Teria traduzido a Bíblia e deixado inéditos: Dicionário da Língua Portuguesa, Mealhas do Populário Brasileiro, Rui Barbosa e a Educação Nacional, A Iara, O Excomungado, Traço Negro, A Botija, Vinho Velho, A Fuzarca (romances); Os Tabareus, Dédalo, Noites Alagoanas (contos); Parnaso Alagoano, Ementário, Silhuetas, Alma Sertaneja, Tipos Republicanos, Alves de Farias, A Reabilitação de um Poeta, Memórias e Autobiografia, À margem da Corrente, Antélio, Alameda de Ferônia. BRANDÃO, Mussoline ( Viçosa AL ) Pintor, bibliotecônomo. Formado em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal da Bahia e em Publicidade; Desenho - na Escola Panamericana de Arte -; onde também estudou pintura a óleo, em São Paulo. Fez cursos ligados à arte: pintura em tecido, pintura em porcelana Participou de coletivas: no Forte Brum, em Recife (PE); Clube Paulistano, em São Paulo (SP); Museu José Aloísio Vilela e III Salão TRT 19o. Região de Pintores Alagoanos (1998). Com o trabalho Cesta de Hortências participou da Iguatemi Arte 98.

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BRANDÃO, Otávio...... Rego (Viçosa AL 12/9/1896 - Rio de Janeiro RJ 15/3/1980 ) Jornalista, geólogo, professor, vereador, farmacêutico. Filho de Manoel Correia de Melo e Maria Loureiro Brandão Rego. Órfão aos quatro anos, foi tutorado por seu tio Alfredo Brandão. Estuda no Colégio Diocesano e no Liceu Alagoano, em Maceió. Forma-se em Farmácia pela Escola de Recife (1914). A partir de 1912, ainda em seu estado natal, estuda literatura, ciências naturais e filosofia. Em 1916 publicou um ensaio sobre a língua tupi intitulado O Vocabulário Sumaúma, Sua Origem, Sua Evolução, Revista do IAGA, v.VIII, n. 2, abril./junho 1916, Maceió, 1916 p. 130144. Como estudante, publica no Jornal do Recife dois trabalhos: Aspectos Pernambucanos nos Fins do Século XVI e O Forte do Buraco. Pioneiro na luta pela defesa da exploração do petróleo brasileiro, percorre, em 1916, parte do território alagoano em busca de jazidas, tendo descoberto 14 áreas com indícios de petróleo. Em 1917 passa a morar em Maceió onde funda a Farmácia Pasteur. Nessa ocasião lançou-se às atividades políticas, colaborando -- com uma coluna intitulada Apelo à Revolta -- no jornal A Semana Social, editado em Maceió pelo líder anarquista Antônio Bernardo Canelas. Em 1918 passou a lecionar História Natural em Alagoas e fundou a Congregação Libertadora da Terra e do Homem, que propunha a divisão da terra entre os trabalhadores rurais. Nesse mesmo período colaborou no jornal O Povo, com o pseudônimo de Salomão, Salomão Bombarda e Fogaréu. Em março de 1919, foi preso acusado de envolvimento numa conspiração maximalista. Em maio fugiu da prisão e foi para o Rio de Janeiro, onde, além de exercer a profissão de farmacêutico, continuou a militância anarquista. Foi eleito membro da Sociedade de Geografia. Também escrevia em prosa e verso na imprensa proletária carioca, pronunciando eventualmente conferências sobre a questão do petróleo. Em 1922 iniciou contatos com Astrojildo Pereira, um dos fundadores do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que o introduziu no estudo da doutrina marxista-leninista. Em outubro daquele ano filiou-se ao PCB. Em 1923 foi designado membro da comissão central executiva do partido, e em 1925 participou da criação do semanário A Classe Operária, primeiro órgão oficial do partido, do qual se tornou editor. Em 1927 organizou-se o Bloco Operário, coligação formada sob a égide do PCB e cujo objetivo era participar dos pleitos eleitorais. Ainda em 1927, o PCB foi posto na ilegalidade. Como conseqüência, o Bloco Operário transformou-se em agrupamento de caráter nacional, passando, então, a se denominar Bloco Operário e Camponês (BOC), embora nunca tenha concretizado seu desejo de aglutinar os trabalhadores do campo. Indicado representante do BOC, Brandão disputou e se elegeu para o Conselho Municipal do Distrito Federal no pleito de 1928. Apresentou projetos de lei favorecendo os funcionários públicos municipais de baixa categoria, nas questões relativas ao salário mínimo e férias. Considerado pelo PCB como agente de uma política de conciliação com as oligarquias, o BOC foi dissolvido posteriormente à derrota de seus candidatos no pleito de março de 1930. Por ocasião da conferência do secretariado sul-americano da Internacional Comunista ( Buenos Aires, abr./mai. 1930), definiram-se novos planos de ação para os partidos comunistas da América Latina e procedeu-se a um exame de atuação do PCB, recomendando-se a adoção de uma política de classe independente, rechaçando as alianças com os grupos nãocomunistas e propugnando a preparação imediata de um movimento revolucionário. Nas discussões, argumentou que a classe operária brasileira era minoritária e sem condições de realizar sozinha uma revolução. Foi criticado em virtude de suas posições e ameaçado de expulsão do PCB. Apesar de contestar a orientação obedeceu às determinações da cúpula do partido, fazendo inclusive a defesa pública da nova política. Com a deflagração da Revolução, em 3/10/1930, foi preso, tendo sido libertado no dia 24 do mesmo mês. No dia seguinte, participou de um comício no qual declarou que o movimento responsável pela deposição do governo havia sido um golpe de Estado promovido pela oligarquia dissidente associada ao imperialismo norte-americano. Novamente preso, até fevereiro de 1931. Libertado continuou a encarregar-se da publicação clandestina de A Classe Operária. Torna a ser preso em abril até que, em junho de 1931, o Governo Provisório resolveu deportá-lo para a Alemanha. Poucos dias depois de chegar a Berlim, a polícia intimou-o a deixar o país. Decidiu então refugiar-se na União Soviética, onde passou a viver. Em 1936, por sua oposição à revolta armada promovida pelo PCB em nome da Aliança Nacional Libertadora, em novembro do ano anterior, foi convocado pela direção da Internacional Comunista para analisar as causas do fracasso. Readmitido na Internacional Comunista. Com a entrada da União Soviética na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) serviu como voluntário junto à população civil. Em 1943, trabalhou na Rádio de Moscou, produzindo programas em língua portuguesa.. Em 1946, retornou do exílio. Foi hostilizado pelos correligionários devido às suas dissensões com Luís Carlos Prestes. Reintegrado à Comissão Central executiva do PCB, concorreu nessa legenda a uma cadeira de vereador na Câmara Municipal do Rio de

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Janeiro no pleito de 1947. Eleito, teve o mandato cassado, juntamente com toda a bancada comunista, em janeiro do ano seguinte. Passa a viver na clandestinidade. Em 1956 publicou uma série de artigos apontando o que considerava erros do PCB. Afastado do partido, cai novamente na clandestinidade, até 1958, quando teve sua prisão preventiva anulada pela Justiça Militar. Em março de 1964 retornou à clandestinidade, só reaparecendo em 1979 graças ao processo de abertura política e anistia política. Patrono da cadeira 32 do IHGA. Pseudônimos literários: Fritz Mayer e Daniel Braúna. Obras: Canais e Lagoas, Rio de Janeiro, Jacinto Ribeiro dos Santos, 1919, (estudos sobre mineralogia e problemas sociais); Véda do Mundo Novo: Aforismos Rio de Janeiro, 1920, Despertar ! Verbo de Combate e Energia, Rio de Janeiro (panfleto) por Brand; Mundos Fragmentários, Aforismos, Rio de Janeiro, 1922 (poemas); Educação, Rio de Janeiro, 1923 (panfleto); Rússia Proletária: Em Defesa da Revolução Socialista, Rio de Janeiro, Voz Cosmopolita, 1924; Agrarismo e Industrialismo, Rio de Janeiro, 1926, por Fritz Mayer; Jundiá, Rio de Janeiro, [s.n] 1948 (poema) por Daniel Brauna; O Caminho, Rio de Janeiro, [s.n.], 1950; Os Intelectuais Progressistas: Tavares Bastos, Tobias Barreto, Silvio Romero, Euclides da Cunha, Lima Barreto, Rio de Janeiro, Organização Simões Ed., 1956 (ensaio); O Niilista Machado de Assis, Rio de Janeiro, Organização Simões, 1958 (ensaio); Os Desmoronamentos Divinos, Rio de Janeiro, 1920 (panfleto) ; Apontamentos de um Burguês, Rio de Janeiro, Tipografia Fonseca, 1919 (folheto, pseudônimo Salomão); Apelo à Nacionalidade Brasileira, Rio de Janeiro, [1920] [1922], (panfleto); Abecedário dos Trabalhadores, Rio de Janeiro, 1924 (folheto); Abre Teus Olhos, Trabalhador !, Rio de Janeiro, 1924 (folheto, traduzido e publicado em alemão, em Porto Alegre, pela União dos Ofícios Vários, para ser distribuido entre os operários de origem alemã); O País e Governo dos Trabalhadores¸ Recife, 1925 (folheto); Combates e Batalhas, prefácio de Paulo Sérgio Pinheiro, São Paulo, Editora Alfa Ômega, 1978 (memórias); As Forças Encadeadas, II, Rio de Janeiro, Companhia Brasileira de Artes Gráficas, 1996 e Poesia, juntamente com Laura Brandão, Rio de Janeiro [ s. n.], 2000, estas duas últimas obras póstumas, organizadas e editadas por sua filha Dionísia Brandão Rocha. Entre as publicações de jornal destaca-se Graciliano e seu Passado, Diário de Notícias, (Suplemento Literário), Rio de Janeiro, 23/6/1963. Traduziu: Manifesto Comunista, de Marx e Hegel, Porto Alegre, 1924; Duas Táticas da Social Democracia na Revolução Democrática, de Lenine, Rio de Janeiro, 1935; Estudos Diversos, de Stalin, conferências. Colaborou no Jornal de Alagoas, Jornal Pequeno, Jornal do Recife e Diário de Pernambuco. Seu poema A Morte do Zumbi foi reproduzido na Coletânea de Poetas Viçosenses, p. 49-50. Publicou-se: Tavares Bastos: Esboço de Análise Crítica Ideológica, in Tavares Bastos Visto por Alagoanos, coordenação de Moacir Medeiros de Sant’Ana, Maceió, Assembléia Legislativa Estadual, [IGASA], 1975, p. 179-183. Baixios e Tabuleiros (prêmio Othon Lynch da AAL, 1960). Alice Anabuki Plancherel, que coordenou o Curso de Ciências Sociais da UFAL, teve sua dissertação de mestrado: Memória e Omissão: Anarquismo e Octávio Brandão, publicada em São Paulo, em 1993, e, posteriormente em Maceió, EDUFAL, 1997. Publicou-se Cartas de Otávio Brandão – Memória, Florianópolis, Editora da UFSC, 2005, J. R. Guedes de Oliveira (organizador) BRANDÃO, Teófanes ( Porto Real do Colégio AL - Penedo AL 1954 ) Poeta, professor, jornalista. Obras: Trevas e Sóis (poesia ); Epitalâmio, Penedo, Oficina Tip. do O Nacional, 1907; Sonatas: Poesia, Penedo, Artes Gráficas, 1909. BRANDÃO, Theotônio Vilela, dito Théo Brandão (Viçosa AL 26/1/1907 - Maceió AL 29/9/1981 ) Folclorista, poeta, professor, médico, farmacêutico. Filho de Manoel de Barros Loureiro Brandão e Carolina Vilela Brandão. Iniciou seus estudos em sua cidade natal, onde viveu até os dez anos de idade. Passa a morar em Maceió, onde freqüenta o Colégio São João e termina o preparatório no Colégio Diocesano, onde juntamente com outro colega edita, à mão, um jornal intitulado Eu Digo. Diplomado em Farmácia pela Escola de Farmácia da Bahia (1928) . Tendo iniciado o curso de Medicina, em Salvador, termina-o no Rio de Janeiro. Obtém distinção com sua tese sobre Granufilocitos Como Índice de Transfusão de Sangue. Abre consultório em Recife (PE), mas logo depois volta a morar em Maceió, onde abre clínica de Pediatria e Obstetrícia. Participou do Movimento Modernista em Alagoas, ao lado de Aloísio Branco, Aurélio Buarque de Holanda, Valdemar Cavalcanti, Graciliano Ramos e outros. Colaborou no jornal Gazeta de Viçosa, para onde mandou, inclusive, seus primeiros poemas modernistas, assinando com o pseudônimo de joão guadalajara (em minúsculas). Porém o folclore sempre foi sua maior paixão. Presta concurso, no qual passa em primeiro lugar, para a cadeira de Higiene e Puericultura da Escola Normal, para a qual

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foi nomeado professor. Foi professor, ainda, de Antropologia na Faculdade de Filosofia de Alagoas, bem como de Puericultura e Clínica da Primeira Infância, na Faculdade de Medicina de Alagoas. Diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFAL. Fundador e primeiro diretor do Museu de Antropologia e Folclore da UFAL, hoje denominado Museu Théo Brandão. Secretário de Interior, Educação e Saúde, no Governo de Osman Loureiro e Diretor do Departamento de Educação (1941-1942). Em 21/5/1942 criou a Sociedade Alagoana de Folclore. Presidiu a Sociedade de Cultura Artística de Alagoas. Sócio da AAL, onde ocupou a cadeira 29. Membro do IHGA, empossado em 15/11/1937 -- tendo publicado diversos trabalhos na revista desta instituição --, do Conselho Nacional do Folclore, da Sociedade Brasileira de Antropologia e Etnografia, do Instituto Histórico de Sergipe, da Sociedade Luso-Brasileira de Etnologia, do Instituto Histórico Hitórico e Etnográfico Paranense; da Asociacíon Tucumana de Folclore; da Sociedad Española de Etnologia y Folklore, entre outras instituições. Pseudônimos: Carlos Manrique, João Guadalajara, Manuel Alves Pontes. Entre 1946 e 1956 foi um dos dirigentes da Caixa Econômica em Alagoas. De 1952 a 1952 dirigiu o Teatro Deodoro. Obras: A Mulher Vestida de Homem por Fernando de Castro Pires de Lima. Separata da Revista de Etnografia e História, Junta Distrital do Porto, Maceió; Novissimos Romances do Gado. Separata da Revista de Etnografia, nº 2, Museu de Etnografia e História, Junta Distrital do Porto, Porto, 1963; O Guerreiro, Autos e Danças, Maceió, DEC, 1946, (folclore); Presépio das Alagoas; Folclore de Alagoas, Maceió, Casa Ramalho, 1949, Autores Alagoanos, 2ª Série; Prêmios “Othon Bezerra de Melo”, da AAL e “João Ribeiro” da ABL (folclore); Trovas Populares de Alagoas, Maceió, Edições Caeté, 1951 (folclore); Auto dos Caboclinhos, 1952 ( folclore); O Reisado Alagoano, Revista do Arquivo Municipal, n. CLV, São Paulo, 1953 e separata da revista do Arquivo, São Paulo, Departamento de Cultura, 1953, (folclore), prêmio “Mario de Andrade “da Prefeitura Municipal de São Paulo; La Condessa, Madrid, C. Bermejo Impressor, 1954; A Obra de Ricarte. Separata de Douro Litoral - Boletim da Comissão de Etnografia e História, sétima série III-IV, Porto, 1956; O Fandango. Autos e Folguedos Populares de Alagoas, Separata da Revista do Instituto Histórico de Alagoas, Maceió, Imprensa Oficial, 1957; Um Auto Popular Brasileiro nas Alagoas, separata do Boletim nº 1 do IJN. Recife, Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Imprensa Oficial, 1962 IHA ; O Guerreiro. Autos e Danças. Maceió, DEC, 1964; Cantos e Ritos Funerários em Alagoas, Nápoles, 1958; Folguedos Natalinos de Alagoas, Maceió, DEC, Série Estudos Alagoanos, 1961, (folclore); O Pastoril. Autos e Danças. Capa e ilustrações de Hércules, Maceió, DEC, 1964; A Chegança, desenhos de Hércules Mendes, Maceió, Editora Gráfica Caeté, [ 1966] ; Folguedos Natalinos. Desenho da capa de Pierre Chalita, ilustrações de Hércules Mendes, Maceió, SERGASA, 1973; Reisado - Coleção Folclórica da UFAL - 20 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Taieiras: Coleção Folclórica da UFAL - 29 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Caboclinhos: Coleção Folclórica da UFAL - 22 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Guerreiro: Coleção Folclórica da UFAL - 23 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Chegança - Coleção Folclórica da UFAL - 25 Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Pastoril - Coleção Folclórica da UFAL - 27 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Quilombo - Coleção Folclórica da UFAL - 31 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Bumba-meu-Boi, - Coleção Folclórica da UFAL - 21 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Fandango - Coleção Folclórica da UFAL - 24 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Presépio Coleção Folclórica da UFAL - 26 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Maracatu - Coleção Folclórica da UFAL - 28 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Baianas - Coleção Folclórica da UFAL - 30 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; Cavalhada - Coleção Folclórica da UFAL - 32 - Folguedos Natalinos, Maceió, UFAL, Museu Théo Brandão, IU, 1976; O Presépio das Alagoas: Um Auto Popular Brasileiro da Natividade, ed. fac-similada, em convênio com o Departamento de Assuntos Culturais, MEC, Maceió, Museu Théo Brandão, 1977; Cavalhadas de Alagoas, Caderno de Folclore nº 24, Rio de Janeiro, Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, Graphos Industrial Gráfico Ltda., 1978; Quilombo, Caderno de Folclore nº 28, Rio de Janeiro, MEC-Departamento de Assuntos CulturaesFUNARTE, [1978]; Folclore de Alagoas II, Maceió, Museu Théo Brandão/CEC/UFAL/FUNARTE, 1982; Seis Contos Populares no Brasil, Rio de Janeiro, MEC-SEC-FUNARTE: Instituto Nacional de Folclore/Maceió, UFAL, 1982; Duas Raras Formas de Poesia Folc, (Separata da Revista da AAL), 3 (3):80/133, dez 1977, Maceió, Imprensa Universitária, 1979; Folklore Brasiliano, Napoli, R. Pironti e Figli, 1956 (Estrato Dalle/Revista FolkloreAnno X, fasc. I/IV, 1956); Mouros e Cristãos nas Alagoas (Brasil), Separata da revista. de Dialectologia y Tradiciones

com a monografia Pastoris de Alagoas. (Relatório Apresentado pelo Secretário do Interior. Trabalhos na área de puericultura e ensino: Higiene e Puericultura (Discursos e Conferências). Influência da Poesia Folclorica na Poesia Culta. na Gazeta de Alagoas. Obra: Ancianidade de Santa Luzia do Norte. 1978. 13. p. Antônio Almeida. Editora Brasiliense. Revista da AAL. Maceió. n. Tradição e Herança. Jornal de Alagoas. Educação e Saúde). Maceió. Influência da Poesia Culta na Poesia do Folc em Alagoas. De Rebus Pluribus Juvenal (11/3 a 22/6/1958). de Sully Prudhomme). Casa Ramalho. Participou. empossado em 31/10/1977 na cadeira 40. com uma introdução de Carlos Moliterno intitulada Eramos Quatro. 27. Saudação a Abelardo Duarte. p. 22. 02. 59-89. 1978. ano 1942. p. p. Autos e Folguedos Populares de Alagoas I . p. 205-213 (posse. Discurso de Recepção ao Consócio Diegues Júnior. Revista da AAL. Um Ano de Administração do Ensino em Alagoas. Saudação a João Azevedo. Discurso Proferido pelo Dr.Maceió. anos 1938-1939. . 219-227 (posse na AAL).ABC das Alagoas 173 Populares. Exercício da Poesia. ano 1948-1950. Revista do IHGA. Revista do IHGA. pg. 15. Maceió. texto de Théo Brandão. p.Em Memória de José Aloizio Vilela. Maceió. institiuido pela Discoteca Pública Municipal da Prefeitura de São Paulo. 1976. 1846. Maceió. Os Franceses em Alagoas no Século XVI. de Nápoles. Notas de Folclore. Revista da AAL. 4. Revista da AAL. Imprensa Universitária. 21. em 15/11/51). Revista IHGA. 06. 3. Gazeta (SP). farmacêutico. gravuras de José Martins dos Santos. 18-46.Separata da revista da AAL 2(2) 57-86 dez.115-126. v. p. n. v. nos periódicos : Diário de Notícias (RJ ). 97-119. em 16 de Setembro de 1942. p. 6. Notas de Folclore. Xilogravuras Populares Alagoanas. Uma Imagem Poética de Manoel Neném . 1975-1976. Maceió. 1978. p. n.34. São Paulo. Reisados e Guerreiros. Revista do IHGA. Com Engenho Boa Sorte e Dia de Feira participou da Notas Sobre a Poesia Moderna em Alagoas. Maceió. sem qualquer identificação. Revista do IHGA. Revista de Dialectologia y Tradiciones Populares. Tomo XVI. em 1968. 79-98 (folclore). Madrid. 23-27. p. 1983. reunindo crônicas que cada dia um deles publicou. Cadernos de Exercícios de um Aprendiz de Poesia. 20. anos 1936-1937. da qual é patrono Alfredo Brandão. 1953. O Fandango. v. UFAL. 113-175. Maceió. Mendonça Júnior e Teotônio Vilela. Diplomado pela Faculdade de Medicina da Bahia (1933) e pela Faculdade de Direito do Recife (1937). 1955. Novíssimo Romance do Gado e Folclore Infantil. ¼. 1999. Maceió. pág. n. p. Revista da AAL. 73-112. 1947. 6. Werter Vilela (Viçosa AL 6/4/1914) Históriador. 34-40. v. Maceió. advogado. Obteve. Revista IHGA. n. o 1o lugar (prêmio Mario de Andrade) no 13o Concurso de Monografias Sobre o Folclore Nacional. no 5. p. 14-19. v. p. Antônio BaixaFunda. Revista da AAL. Itália. Imprensa Oficial. 34. p. 188-189 (poema). 57-85 (folclore) Duas Raras Formas de Poesia Folc . 1995. p. n. 27-41( poesias. 165-174. 120-124. Exercícios de Poesia. p. Boletim do Douro. p. 1977. Colaborou. C. 03. 26. entre outros. 01. Museu Théo Brandão/IU. Autores Alagoanos. p. p. na qual. p. Revista da AAL. Saudação a Mendonça Júnior. Maceió. Maceió. n. 2ª série. 1960. p. incluindo a tradução de O Vaso Partido. Tipografia Alagoana. Saudação a Carlos Moliterno. 6. v. O Auto dos Caboclinhos. 1952. n. 80-113 (folclore). p. Caderno de Pesquisa Especial Pioneira. Antologia. Discurso de Acadêmico Théo Brandão Saudando o Romancista e Folcorista José Maria de Melo. 203-212 (recepção ao acadêmico em 20/6/1959). Revista da AAL. Revista da AAL. Manoel Apolinário. s/d. 1973 ou 1975 . Casa Ramalho. v. Filho de Manoel de Barros Loureiro Brandão e Carolina Vilela Brandão. v. n. em 1958. com Viçosa. Folclore e Cultura.32. Revista do IHGA. 3. Revista da AAL. Madrid. Maceió. Bernejo Impressos. BRANDÃO. p. n. 14. A História de João Traquino ou Menino Sabido e o Padre. da Coletânea de Poetas Viçosenses. Anos 1945-1946. Maceió. p. 13-64. p. v. 5. p. de Tânia Maia Pedrosa. n. n. Sócio do IHGA. 27-40. apresentação de Pierre Chalita. Teria publicado. 247-256 (posse em 19/9/80). Porto. 19. n. Revista do Arquivo Municipal de São Paulo. ano 62. p. 50138. Revista do IHGA. Viçosa in Arte Popular de Alagoas. Théo Brandão no Dia de Sua Posse Como Sócio Efetivo. Uma Imagem Poética de Manoel Nenen. IHGAL – Divisão de Preservação e Pesquisa do Museu (DPPAM). publicou o texto referente ao Presépio das Alagoas (Pastoril Dramático) nos cadernos 3o e 4o . Revista da AAL. A Poesia Culta e a Poesia de Folc. Revista do IHGA. Chegança. 1942. 1942. v. Revista do IHGA. Revista Folklore. ano 1941-1942. Tomo XXIV. Revista da AAL. de Carlos Moliterno. anos 1940-1941. 1960) Cuaderno 4o. Gazeta de Alagoas. Diário de Pernambuco. juntamente com Carlos Moliterno. 185-196 (folclore). in Caderno de Lazer n. Revista da AAL. Revista Brasileira de Folclore. . 22. Reisados e Guerreiros. n.29. anos 1951-53. O Bumba-Meu-Boi. Artesanato e Turismo. Portugal. Da África e da Europa ao Brasil. Museu Théo Brandão. 5. Revista da AAL. Revista da AAL. ainda Vaqueiros e Cantadores. 1976. 37-63. 138-139. 251-266.

intitulado On The Occurence of Fossil Remains of Mammals in the Interior of the States of Pernambuco and Alagoas. estas pelo 1º distrito. 1887. BRANDÃO FILHO.da qual fazia parte Alexandre Agassis -. Methods and Extent of its Cultivation Together With Statistic of Exportation and Home Consumption. 1900. pela Lei 2. funcionário público. com seu próprio nome. 1909. Two Characteristic Geologie Sections on Northeast Coast of Brazil. Cretaceous Fishes of Ceará. Estreou. BRANNER. Publicou Geologia Elementar. O estudo acerca de outra viagem à mesma região. 1902. Revista do IHGA. 1885. 1903. com o título Inscrições em Rochedos do Brasil. Brief Grammar of the Portuguese Language With Exercises and Vocabulaires. 1910. “A colonização da cidade começou por volta de 1870. Casa Ramalho. em 1913. v. Oil-bearing Shales of the Coast of Brazil.39). Palm Trees of Brazil. em 1920. às margens do Rio Mundaú. esteve em 1922 na Companhia do Teatro São José e na Companhia de Revistas e Burlescos de F. Outline of Geology of the Black Diamond Region of Brazil. John Casper ( EUA 1850 . na Companhia Iracema de Alencar. Belmira ( AL ) Atriz. na Companhia Eduardo Vitorino. BRASIL. por Abelardo Duarte. A Presença da Ausência. e instalado em 3/8/1962. Seu trabalho acerca de sua primeira expedição aos sertões de Alagoas e Pernambuco. BRASIL. como Zilda Lencer. 1914. Outras cheias ocorreram e a cidade já foi reconstruída algumas vezes. Voltaria. 1900. Membro do Centro Cultural Emílio de Maia. Sergipe-Alagoas. Ipanema. Resumo da Geologia Para Acompanhar o Mapa Geológico do Brasil. Depois. Railways of Brazil. 1910. em 1924. Estudou em Maceió.174 Francisco Reinaldo Amorim de Barros ? ) Deputado provincial. Procurador do IAPI em Recife. 1903. BRANQUINHA Município. Bibliography of the Geology. Branquinenses. Anacleto Jesus Maria ( distrito -. 1906. em Maceió.que estudou os recifes e os bancos de coral da costa norte do Brasil. pela perda dos documentos sobre as origens do município. Maceió. Base econômica: agricultura. foi traduzido por João Batista Regueira Costa e publicado na Revista do Instituto Arqueológico e Geográfico Pernambucano ( nº 12.pelo 2º BRANDÃO FILHO. Geologia Cretacea e Terciaria de Bacia do Brazil. Poesia. Rio de Janeiro. Marzulo.446. em Annals of the Carnegie Museum. Desmembrado de Murici. Laemmert. quando esteve pela primeira vez em nosso país. em especial a cana-de-açúcar. nº 57. 1947 (poesia). Rock Inscriptions in Brazil. pertence à microrregião da Mata Alagoana e à mesorregião do Leste Alagoano. prejudicando o desenvolvimento da zona urbana. Reprinted from the Railway Age. Brazil. Coração. O município foi criado em 18/5/1962. Mineralogy and Paleontology of Brasil. em 1876.Palo Alto California EUA 1/4/1922) Geólogo. no ano de 1875. na revista do Instituto Histórico de Pernambuco. em 1899. Sócio do IHGB. Brazil. Porém seria este rio o responsável. foi também publicado nos EUA (1902) e traduzido por Alfredo de Carvalho sendo publicado. Graf. quando moradores recém chegados foram instalando pequenos sítios. para prosseguir seus estudos. With Notes and Additions. 64-65 e 66-67. Com aquele nome veio para o Rio de Janeiro e atuou na Companhia João de Deus. 1920. com a cheia de 1949. Em 1913 dirigiu a Stanford Expedition. quando lideranças locais começaram a lutar pela sua emancipação política”. a Statistical Article. Foi um dos membros da Comisssão Geológica do Império do Brasil. 1899. Eraldo Malta ( AL ? ) Deputado estadual pela Coligação PDT-PTB-PMDB-PSC-PFLPMN-PSDB-PT do B eleito para a legislatura 1991-95. nas legislaturas 1862-63 . 1899. atua na Companhia Moulin Rouge. Geraldino nome literário de Geraldo Lopes Ferreira (Atalaia AL 27/2/1926 ) Poeta. O progresso da região foi impulsionado a partir de 1955. Em 1933. Manganese Deposits of Bahia and Minas. Papers of the Stanford Expedition to Brazilian. . 1911. Recife. Obras: Alvorada. publicado nos Estados Unidos (1884). com o título de Da Ocorrência de Restos de Mamíferos Fósseis no Interior dos Estados de Pernambuco e Alagoas. quando organiza a expedição científica -. 1950 (poesia). Filho de Américo Lopes Ferreira e de Safira Silva Ferreira. Recife. Versos. já agora com o nome de Nolia Bugaris. The Geology of The States of Alagoas. Ligados ao Brasil ainda se encontram os seus trabalhos: Cotton in the Empire of Brazil: The Antiquity. que percorreu o Ceará e o Rio Grande do Norte. 1885 ). no Teatro Lírico. 1910 ( Extraido de John Casper Branner. no Teatro Carlos Gomes.

O Jornal. É uma das alagoanas citadas no Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras (1711-2001). editada às quartas-feiras. BRAÚNA. Em 6 de maio de 1931 foi exibido. advogada. Órgão do Clube Juvenil D. Padre Expedito Barbosa foi o seu diretor responsável. nos Engenhos Anhumas e Lavagem.Maceió AL 12/1/1917) Pintor.Meu Álbum de Poesias e Novas Poesias (poesia). Zoraida Bandeira ( Maceió AL 4/7/1918 . capa de Júlio Gonçalves. de Porto Calvo.) Poetisa. Salvador (BA). Segundo o testemunho pessoal de Nice da Rocha Aires. Bogotá. onde se integrou ao grupo jovem de arte paranaense. 1983: Época Galeria de Arte. Editorial Universidad de Antioquia. colaboração em periódicos sendo responsável pelas seções Gazeta Feminina e Página Feminina do Jornal de Alagoas. BRAYNER. Tercer Mundo [ 1982] e Poemas Útiles. BRASIL. Obras: Crisálidas . Daniel Pseudônimo de Otávio Brandão Rego.que fazia o papel de “vilão” -. de Nely Coelho. Seu produtor foi o fotógrafo pernambucano Edson Chagas. BRAVO DO NORDESTE. 199-200. Pintou um retrato a óleo do pintor Daniel Berard. Ernani Passos e Adalberto Montenegro. 1999. José Correia ( ? ) Suplente de deputado provincial na legislatura 1842-43. Galeria Paulo Prado (SP). 1965 (romance. Colômbia. BRASILEIRO. e sim os próprios atores. “Autonomo e Independente”. Curitiba (PR). Soneto de Sol e Outros Poemas. 1986. Francisco Rocha Cavalcanti. Colômbia.ABC das Alagoas 175 Maceió. Nas cenas mais perigosas não foram utilizados doublés. Viveu em Curitiba. Posteriormente. Com Contabilidade e Eu Quero Outras Palavras participou de Notas Sobre a Poesia Moderna em Alagoas. BRASIL FOOT-BALL CLUBE Fundado em 4/11/1916. O Jornal. de Carlos Moliterno. que muitas vezes se machucaram para realizar as filmagens. Redigido por Mario Jucá. BRAVO. em formato in oitavo. Bem Súbito (1980-1984). Salvador (BA). versión de Jaime Jaramillo Escobar. (poesia). Cidade do Não. BRASIL. Brígido ou Sá Brasil. Dele participaram. Antologia. . Solteirão. artisticamente. uma de suas atrizes. ainda. 1977: Galeria O Cavalete.] 1979 (poesia). jogando com o Humaitá e vencendo por 11 X 0 . Curitiba (PR). em Maceió. p. Filha de José Brasileiro e Ambrosina Lira Bandeira Brasileiro. EDISA. jornalista. Lugar do Tempo. Joaquim Brígido de Sá ( AL 1870 . BRASIL. Muda-se para Salvador. versión de Jaime Jaramillo Escobar. Publicação da Escola de Aprendizes de Marinheiros de Alagoas. Formou-se em Ciências Jurídicas pela UFAL. Foi discípulo do pintor Rosalvo Alexandrino Caldas Ribeiro. Iniciou-se em pintura ao freqüentar o ateliê do pintor Inos Corradin. e impresso a partir de 1981. tendo o seu primeiro número saido em 11/4/1971. São Paulo (SP). O Jornal. Leonel ( Maceió AL 1944) Pintor. Poemas Insólitos e Desesperados. Exposições individuais: 1976: Galeria do IBEU. crítico e noticioso” publicado mensalmente. em 23/12/2001. Estreou em 1917. seu tema favorito: naturezasmortas.Bosco. foi filmado em União dos Palmares. também se assinava.]. a partir de abril de 1907. Maceió. Lydio Jucá e Eustáquio Filho. BRASINHA. 1960. Visão Geral da APM. Publicação semanal. 1979: Galeria Paulo Figueiredo. desenvolvendo. de início mimeografado. especialmente. Recife [s ed. primeiro lugar em concurso instituído pelo governo do estado de Pernambuco). José Guedes Quintella. assim como o revisor. Seu hino tem letra de Cassiano Albuquerque e música de Benedito Silva. Recife. pela primeira vez. 1972. recebeu orientação técnica de Carlos Scliar e Antônio Maia. 1979. Teve traduzidos e publicados: Poemas. tio da depoente . em Maceió. “Órgão literário. Medellin. 1978: Galeria Acaiaca. 1956. em sessão especial no Cinema Capitólio. Recife [ s ed. Katia Galeria de Arte. [CEP]. UM Primeiro filme de longa metragem realizado em Alagoas. no papel de “mocinha”. Foi Assistente Jurídica da Administração do Porto de Maceió. Salvador (BA).

De 1993 a 1997 foi eleito para o cargo de Superior da Inspetoria Salesiana do Nordeste do Brasil. Coletiva Geral do SESC. Participou do III Salão TRT 19o. Técnico em Contabilidade (1960) pela Escola Técnica de Comércio. como pintor. Galeria Mário Palmeira. Maceió. BRÊDA. assume o cargo em 23/11/1997. da qual foi diretor comercial. sob a coordenação de Romeu de Mello-Loureiro. BREDA. Trabalhou no Liceu Clássico Salesiano de Manfredini di Este . Nesta última. Galeria do SESC. em Maceió. Coletiva de Artistas Alagoanos. De 1960 a 1992 mora no Rio de Janeiro. Segundo Ivan Fernandes Lima. BREDA ( Coruripe AL 28/8/1938) Pintora. Tema. BREJO Rio. técnico em contabilidade. Região de Pintores Alagoanos (1998). Escola Pública em sua cidade natal e em Trento. 105-108. onde trabalha no Ministério da Fazenda. ambos em União. presidente da Associação Comercial de Maceió. de uma exposição coletiva. Em 1984 participou. BRECHA Serra. 1981. realizada anualmente pelos alunos do ateliê da Fundação Pierre Chalita e naquele ano realizada no IHGA. em 1989. 1961. Arapiraca. parte do Pediplano Sertanejo. Lions Clube de Arapiraca. ÉCOS. Hotel Matsubara. onde morava e trabalhava na repartição dos Correios e Telégrafos. em Maceió. ainda. Maria. estudou no Liceu Salesiano e em Cison de Valmarino. Leilão e Exposição de Arte do Estado de Alagoas. V Salão de Arte da Mulher Alagoana. Reproart. Profissão Religiosa (1962). a Companhia de Eletricidade. Curitiba (PR). Aliança Francesa. Poesias Sertanejas. Nome pelo qual é também conhecida a Serra CABEÇA DE PORCO. prefácio de Romeu de Avelar Rio de Janeiro. onde também freqüentou o Colégio Filosófico dos Salesianos. 1987: Museu Histórico e Cultural de Jundiaí. 1ª Mostra Semestral de Pintores Alagoanos. Galeria Mário Palmeira. Coletiva de Natal. Obras: Um Matuto Desasnado. da exposição na Biblioteca Pública do Recife (PE) É um dos artistas divulgados no livro Arte Contemporânea de Alagoas. cidade na qual foi também encarregado do Centro Juvenil na Paróquia Salesiana. Ivânia ( AL ) Pintora. Sócio da AAI. Galeria Karandash. em 30/7/1997. Outras coletivas: 1985: Fundação Pierre Chalita 1986: Homenagem ao Embaixador da França. bem como da Companhia Telefônica de Alagoas. Filha de Moacir Beltrão de Castro e Maria Otília Lessa Beltrão de Castro. durante um certo período. Salão de Convenções do Hotel Ponta Verde e Galeria Karandash. 1988: Pasárgada Turismo. ambas em 1986. Membro fundador da AML. no Hotel Mélia. publicado em Maceió. Individuais: Salão de Convenções do Hotel Ponta Verde.176 Francisco Reinaldo Amorim de Barros 1986: Galeria Monumento-Arte. prefácio de Luís da Câmara Cascudo. BRÊDA. No início de sua infância passa a viver um União dos Palmares. ZÉ. 1987: Coletiva de Artistas Femininas. tendo pintado os afrescos do prédio da Associação Comercial. Entre 1983-93 atuou na paróquia de Camaragibe. 1988: Arte Para o Povo. forma um conjunto com Gravatá e Bernardino. empresário na área de construção civil e. Mãe. D. p.Padova. Na Sucata Decorações expôs em 1986. ordenação presbiterial (1973). Com o poema Arrastão participou da Coletânea Alagoana Contos e Poesias. O Começo do Fim. Estudou no Colégio Sacramento Começou a pintar somente em 1979. Galeria Karandash. Chega a Maceió em 1924. Rio de Janeiro. Mulher. (SP). BREJINHO Serra. funcionário público. Carlos Lobo Moreira ( Campos RJ ) Pintor. 1998. 1989: I Painel de Arte Contemporânea Brasileira. Valério (San Fior di Sotto Itália 24/1/1945 -) Bispo de Penedo. pela primeira vez. Afluente da margem esquerda do Rio Mundaú. Galeria Mário Palmeira. na Estação Ferroviária. Foi um dos componentes do grupo que criou a Companhia de Desenvolvimento de Alagoas. Ed Leitura S/A. BRÊDA. Participou. Maria do Perpétuo Socorro Beltrão dita ST. Fundação Cultural Cidade de Maceió. Teve um dos seus trabalhos divulgados na obra Arte Alagoas II. 1988 e 1993. o Banco da Produção. empresário. em 1988. Galeria Mário Palmeira. Nomeado bispo de Penedo. BREJEIRO. Teologia no Pontifício Ateneu Salesiano (1973) em Roma.. Itália. . nome literário de Nivaldo José da Silva ( Barreiros PE 26/9/1929 ) Poeta. Itália. tendo tido aulas com Tereza Carvalho e no Ateliê Livre da Fundação Pierre Chalita. posteriormente. Torna-se comerciante e. Estudou no Grupo Escolar Rocha Cavalcanti e no Ginásio Santa Maria Madalena.

1902) O Az de Copas.) Jornalista. Exposição Coletiva Anual da Fundação Pierre Chalita. Ivan Vasconcelos ( Imp. Coletivas: Exposição Anual da Fundação Pierre Chalita. Inicia. 1907 ). Obra: As Inovações do Novo Código de Processo Civil. economista. em 1981. A Vingança de um Sapateiro.. 2002. 1913. formando-se em Medicina em 1927. e também de Nutrição da Escola Técnica de . com Vieira Cardoso. Joaquim Brígido de Sá. Individual : Cheios e Vazios Arquitetura. 71. O Rio Nu ( 1898-1900). BRITO. Campanha com Arte. o Teatro Deodoro ). Tentâmen. Volta a viver em Maceió. 1986: Novos Artistas. Colaborador de A Careta. professor. Ed. e outras peças teatrais. Juca Vadio. Chic-chic ( revista com Paulo Barreto ( João do Rio ) . Luíz de ( Maceió AL 2/4/1900 . no IHGA. Deputado estadual. “Propriedade e direção de uma sociedade”. em Pilar. A Coroação de Dom Manoel Segundo. posteriormente. Honni Soit ( revista ). onde escreveu como João Black. tradução). Distribuição grátis para senhoras. Maceió. José Ângelo Vieira de dito J. médico. promovida pelo SENAC.ABC das Alagoas BRÍGIDO Um dos nomes artísticos do Pintor BRASIL. Fundação Pierre Chalita. Bartolomeu Melo de ( Maceió AL ? ) Pintor. 1924. Beto nome literário de Valbertson de Brito Lira Santos ( AL ? ) Estudante do Cuso de Comunicação da UFAL. 1985: Processos Plásticos de Expressão Artística. Professor de Anatomia. tradução. Politicópolis ( revista ). O Coió (1902). M. além do curso de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural de Alagoas. 66 e p. Rua do Ouvidor ( 1899). Bock. no qual foi crírtico teatral. O Gabiru (revista). Joaquim Antônio de Carvalho Brito ( AL ? ) Secretário de Estado. “Periódico literário publicado aos domingos”. 16 jan. É Fita . 177 BRISA DA TARDE.) BRITO. Diário de Notícias. Universitária. 1909. Cinematroça (revista. Gregório Júnior Obras: Provérbios Rimados. Maceió. faz o curso de Pintura no mesmo ateliê. Secretário do Trabalho e Ação Social no governo Ronaldo Lessa. Tinha como lema “Amor às Artes”. Arte e Decorações. drama.com o qual foi inaugurado. no Ateliê Livre da Fundação Pierre Chalita e. AL 1928 . BRITO.Salão Portinari. 1932. O Beijo (dialógo . BRITO. Fisiologia e Patología humanas no curso de Nutricionistas do SAPS. Francisco Itabira ( BRITO. no DEC/DAC. Pinacoteca da UFAL. representada em 1906). A Jornal. Três Médicos. em Maceió. exposição anual da Fundação Pierre Chalita. e dirigiu A Comédia. Fez a curso de humanidades no Liceu Alagoano. Com os poemas Mundaú e Resposta da Nega Fulô foi selecionado para participar de Contos e Poesia: Prêmio Arnon de Melo de Literatura. Participa da campanha por eleições diretas para governador. Como estudante. ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1909-10 e 11-12. BRITO. 1908. promoção da Secretaria Muncipal de Cultura de São Paulo-SP . Ciências Econômicas na UFAL (1982). Banho de Vênus (revista) 1915. 1989: Alagoas Arte Atual. Brito ( Palmeira dos Índios AL 14/12/1882 . Carlos Eduardo. p. dirige o setor de Arte e Cultura no Centro Acadêmico. A Notícia. com Álvaro Colás ) 1911. onde estudou na Escola Militar e fez concurso para os Correios. O Empata ! 1901 (romance publicado também em O Coió.Rio de Janeiro DF 22/1/1934) Teatrólogo. João Black. 1987: II Feira de Promoção. Impresso na Tipografia do Sete de Setembro. publicado com o pseudônimo de Bock e em parceria com Eça da Cruz (romance). (revista. Tagarela ( 1903). estudos de Desenho. jornalista deputado estadual. Ainda jovem foi para o Rio de Janeiro. Pseudônimos: Antônio Bier.. 1913. O Irineu. nas legislaturas 1913-14 e 15-16. Gazeta da Alagoas. SESC. Rio de Janeiro. todas em Maceió. todos do Rio de Janeiro. em 15/nov/1910. O Chefão ( 1915).1914. em 1982. 1974. Sabina ( revista) 1915. Gazeta de Notícias. 1899 ( ficção). conseguindo o lugar de praticante e. O Rei dos Grandes Hóteis (Le Roi des Palaces. pela Faculdade do Rio de Janeiro. Prêmio de Participação no II Prêmio Palheta de Ouro de Artes Plásticas. . 1902. Off-side . a partir de 16/4/1871. o de 1º Oficial da Diretoria Geral dos Correios. criando um outdoor. 1924. Lição de Amor. de Henri Kistemaeckers. Por A + B ( La Petite Madame Dubois. BRITO. de Paul Gavault).

e Agência de Noticías Brasília. SERGASA. Radica-se no Recife a partir de 1942. Trabalho de Acordo com a Idade.. Galvão Studio. Clima e Altitude na Velhice. na Gazeta de Alagoas. J. ainda. ? ) Obra: Difusora. autor. 1984 (contos). Angina Pectoris e Asma na Velhice. 1983. ed. empossada em 31/10/2001. (novela). (trovas). Ed. muda-se para Natal. professora. Pressão Arterial na Velhice. Higienista do Ministério do Trabalho. 46. Recife. 2001] (poesia).]. da Academia Maceioense de Letras onde ocupa. Curso de Piano e Teoria Musical com professores diversos em Alagoas. Fundadora e professora de piano na Escola de Música de Alagoas. p. BRITO. Quatro Mãos Associados. Realizou diversas conferências em associações cientificas aos médicos do Serviço de Saúde do Exército. Membro da União Brasileira de Escritores/PE. edição conjunta com Moacir de Castro Ribeiro. Mário Lins ( Maceió AL 7/10/1909 . Sócia da Federação Alagoana pelo Progresso Feminino. colocando-se como pioneiro da Geriatria no Brasil. Compôs: Canção de Ninar. (novela). 1993 (poesia). sócia do IHGA. com Torquato Cabral. da União Brasileira de Trovadores/Recife e do Sindicato de Escritores de Alagoas. BRITO.. Técnico de Administração com especialização em Orçamento Empresarial e Controle. Recife. 1987. Filho de Marcelino de Brito Neto e Maria de Lurdes Perdigão de Brito. na cadeira 35. professora. à Luz da Medicina. de A Nova Poesia Brasileira. p. Paulo ( 1988. e onde coordena as atividades culturais. com Mãezinha. 378 e da coletânea Poetas da Mauriceia. Gráfica e Editora Ltda. em Salvador. a revista Alvorada. Primário no Grupo Escolar Pedro II. Alimentação dos Velhos. João Scortecci. realizado no Brasil). de Venúsia de Barros Melo. da qual é patrono Elísio de Carvalho. em Caminhos de Uma Vida. Membro da Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro (Núcleo de Alagoas) e do Grupo Literário Alagoano. Membro do Conselho Estadual de Cultura e do Conselho Municipal de Cultura. da qual é patrona Rosinha Pereira do Carmo. 40 Anos. Retalhos. v. Editora Ninfa. Recife. v. Em 2003 participou. onde teve oportunidade de se apresentar com solistas em diversos concertos de piano. onde acaba o curso ginasial e faz o científico no Colégio Estadual. Recife.178 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Serviço Social. BROAD. tendo escrito trabalhos relacionados com essa especialidade médica. p. Caicó e Fernando de Noronha. em Recife (1971). no Rio de Janeiro. do Autor. e. Cursou Seminários Livres de Música na Universidade Federal da Bahia. e. 1996. Climatério em Ambos os Sexos. na FUNTED. (conto). 1998. Maceió. Os Iodetos na Velhice.Maceió ? AL 1959) Professor.& N. Revista IHGA. Momentos. em especial os Concertos aos Domingos. Psiquismo e Gsicose dos Velhos. 1998. [s. Iniciou o curso ginasial no Liceu Alagoano. Recife. Reflexos. Recife. Mac Dowell Perdigão de ( Maceió AL 29/12/1923) Dentista. Discurso de Posse. Ginásio e Científico no Colégio Santissimo Sacramento. trabalhou na A Noite. Obras: Sufocos e Desafogos. H. Selma Teixeira ( Maceió AL 17/12/1938) Pianista. foi oficial dentista do Serviço de Saúde do Exército. 220-223. Doenças do Coração na Velhice. Maceió. Como jornalista. 2004. 1995. 5-6. entre 1945-52. do Autor. de Maceió. Filha de Mariano Teixeira Cavalcante e Hilda Calheiros Teixeira. No Ôco da Noite: Colóquios Picantes. (tese apresentada no Congresso de Serviço Social. Filho de Carlos Broad e Joana Lins Broad. BRITO. Formou-se pela Faculdade de Farmácia e Odontologia do Rio Grande do Norte (1956) e pela Escola de Administração. Diversões Adequadas à Velhice. Memórias de Uma Época : 1923/1942. Curso Primário. Editora Ninfa. juntamente com César Rodrigues. Lampejos da Alma.. subordinadas ao tema “Patologia Ocupacional dos Trabalhadores Maiores de 45 anos”. Maceió. Ed. Recife. Dedicou-se aos problema da velhice. tais como: Velhice e Politica. em especial com Hilda e Marina Calheiros. Carlos ( ? ) Fundou. 35-37. Sentou praça na arma de Artilharia. bancário. O Soro de Bogomoletz na Velhice com uma parte crítica a esta terapêutica lançada pelo famoso médico russo. técnico de administração. Premiado nos concursos de poesia Shogun Editora e Arte (RJ). Ed. p. BROAD. III. publicou: Homenagem à Sempre Mestra. a cadeira 21. [ed. Emprega-se no London Bank e dá aulas . Recife. ainda. Rio de Janeiro. de Maceió. 1997. ET’s Agitam o Rio. Shogun Editora e Arte. colaborou na Gazeta de Notícias. desde 27/6/2005.Curso preparatório no Colégio Diocesano. tendo servido anteriormente no Rio de Janeiro e em Natal.

Daniel M. p. Lecionou gratuitamente essas matérias na Escola Normal e na Escola Industrial da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional. pelo PSD. Olhar Alagoas. Professor ainda do Colégio São José. 1884). 639-645. advogado. professor. BROMA Riacho. Manoel ( AL ) Patrono da cadeira 21 do IHGA. Sócio do IHGA. Galeria Sebrae. 33-39. reunia todo tipo de contribuição BUARQUE DE HOLANDA veja HOLANDA. Obras: O Amapá. 1945. OAB. 1940. Nobre. v. BROCOTÓ Rio. Auditor do TCU. Primário no Grupo Escolar Professor Almeida Leite. entre os quais Corpos Estranhos nas Vias Digestivas. em 1995. 1978. Kalinka (Chapecó SC ) Pintora. Formou-se em Medicina tendo sido professor de História e Geografia. Aurélio Buarque de. 2001. José Mário ( Correntes PE 27/9/1956 ) Ator. ano 61. Revista mensal criada em 1976 por Ronaldo de Andrade e Homero Cavalcanti Nunes. 1925. 1999: Tribos. BULHÕES. foi nomeado ministro daquela corte. 1976 (poesia). Ginásio no Colégio Estadual Rui Palmeira. Justiça: Realidade e Utopia. BUÍQUE. BUENO.ABC das Alagoas 179 particulares. in Anais da XVII Conferência Nacional da Ordem dos Advogados do Brasil. com o trabalho denominado Escudos. Departamento da Criança e do Adolescente. sua História. Principais exposições: 1998: Meios Sem Fim.. Maceió. Antônio Nabor Areias ( AL ? ) Advogado. A Terra. Imprensa Oficial. Trabalhou no Jornal de Alagoas. Pinacoteca Universitária. Diáteses e Moléstias Diatésicas. Maceió. Belém. Altamira. Belém. Um dos principais afluentes do Rio Tatuamunha. Segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas denomina-se Bocotó. Discurso de Posse Proferido pelo Professor Mário Lins Broad na Sessão de 2 de Dezembro de 1941.23. p.Mendes RJ 2/1/1890 ) Médico. concorre nas eleições de 1950. De natureza eclética. Vive e trabalha em Maceió. p. tese que apresentou e defendeu na Faculdade do Rio de Janeiro. da Escola Técnica. Galeria Jaraguá Art’Estudos. professor. Ministério da Justiça. Componente da Bacia do Rio dos Remédios. Maceió. 2000. Conselho Federal. Maceió. Revista do IHAA. Bento José ( AL 1931 – SP 2005 ) Ministro do TCU. Maceió. Deixou diversos trabalhos publicados. 1935. Objeto da Geografia. v.18. ano 1944. BUARQUE. na legislatura 1948-51. Da Topografia e Climatologia do Rio de Janeiro e de sua Influência Sôbre a Salubridade Pública. capa de José Tenório Cavalcante. Brasília. Luiz de Oliveira ( Maceió AL 29/7 ou 4/1853 . 1983. BUARQUE. Maceió. EDUFAL. Meus Repentes.1958 e 1962. BRUZUNDANGA Jornal. Papelaria Suísso. Milton ( ? ) Deputado estadual. Editor do Jornal JETFAL. colaborador da Revista Agora e correspondente do Jornal do Comercio do Recife. BUENO. Revista do IHGA. Recordações do Xingu. 113-116. Em 1940 foi nomeado professor de Matemática do Colégio Estadual de Alagoas. nas quais fica como suplente. BUGARIN. Curso Técnico de Química Industrial na ETFAL (1977). . onde tomou posse em 2/12/1941. Maceió. Qual a Influência que o Arrasamento dos Morros do Castelo e Santo Antonio Exercerá Sobre as Condições Higiênicas da Mesma Cidade. O Brado. Maceió. Grafitex. Publicou: Alagoas na Cartografia Antiga. Em 1954 dirige o Departamento Estadual de Educação e Cultura. por antigüidade. Direito Penal Mínimo e Processo Penal. do qual seria diretor em 1949. Pará em 1923. Colaborava semanalmente na Gazeta Universal ( Rio de Janeiro. Obras A Razão da Idade: Mitos e Verdades (et al) Brasília. Curso Básico de Filosofia. Obras: Mal Ditas ou Bem Ditas. Foi delegado geral e chefe interino da Polícia Civil do Maranhão. Filho de Mário José Buíque e Noemia Maria Buique. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas.

como revisor. Funcionário Público do Ministério da Fazenda. 1976 (poesia). vários dobrados (marchas militares). 1971. Amabílio ( Lagoa da Canoa. Deslumbramento. na década de 1940. Professor de Direito e Economia Política. 30. da Academia Santista de Letras . Paralelamente à vida militar. Revista dos Tribunais. fez cursos especializados de Supervisão do Serviço Público. [ s. p. poema. Carlos ( AL ) Obra: Um Estudo Sobre o Desenvolvimento Econômico e Social do Estado de Alagoas. Santos(SP). em 21/12/57. Em 1954. Testes e Língua Inglesa. De Minha Terra. secretário da Comissão de Eficiência do Ministério da Fazenda e. da Academia Espírito-santense de Letras. suas atividades jornalísticas em O Semeador. Santos (SP). organizado por Aparício Fernandes (poesia).]. Aristeu ( Maceió AL 8/6/1909 . trombone e bombardino. bem como no Colégio Nossa Senhora das Dores. Cellula-Mater . Poemas do Amor Incontido. O Elogio de Antônio Carlos Ribeiro de Andrade Machado e Silva. . 195. Psicologia Aplicada às Relações Humanas. n. professor. p 11-38. Pseudônimo: Ítalo Rubem. chegando a Mestre de Banda. Delegado Fiscal do Tesouro Nacional no estado de Goiás (1947) e Paraná (1948). Roteiro do Meu Além. Diplomado em Ciências e Letras pelo Liceu Alagoano. da Casa do Poeta Brasileiro. Freqüentou a escola primária em Batalha e Capim (hoje. separata do livro Nossas Poesias. 71.A.3ª e 4ª séries. 65. Dias Vasconcelos. n. onde ingressa no Exército e segue carreira militar na categoria de músico.Indústria Gráfica Jornalistica S. Atuou. p. em Maceió. Obras: Música e Canto Orfeônico . Meus Poemas Prediletos. Dentre suas composições musicais destacam-se um minueto em si bemol. Membro honorário da AML. Filho de Henrique Francisco de Bulhões e Tereza Rodrigues de Bulhões. Oração Proferida pelo Acadêmico Aristheu Bulhões no Centro Real Português de Santos. como capitão. 5ª ed. Santos. regida. 2000. 1955. Filho de Francisco Sebastião de Assis Bulhões e Almerinda Fernandes Fausto Bulhões. v. Música e Canto Orfeônico . Faz o Curso de Canto Orfeônico no Conservatório Nacional de Canto Orfeônico. da Academia Paraense de Letras. além de inúmeras músicas carnavalescas. 1971 (poesia).. ainda. Membro da AAL. BULHÕES. Para melhor exercício de suas atividades. 1979-81. no Rio de Janeiro. Curso primário no Grupo Escolar Fernandes Lima. co-autoria com Méro. A Propósito da Sala de Leitura “Aurélio Buarque de Holanda “(Inauguração) Revista IHGA. Conferente da Alfândega de Santos até 1967. ed. da Academia Paranaense de Letras. Inicia seu curso de Direito na Faculdade do Recife. Em 1932 participa do grupo que edita a revista Alvorada. militar. Carlos Barros. v. 5ª ed. secundário no Liceu Alagoano. Membro da Academia Rio Grandense de Letras. Inicia. O Projeto de Alterações da Parte Geral do Código Penal. onde ocupou a cadeira 31. 07-22. Maceió. 1958 (ensaio ). Transfere-se para o Rio de Janeiro. tocou saxofone. professor. 12. da Academia Maranhense de Letras. quando se aposenta. onde ocupa cargo no Tesouro Nacional.180 Francisco Reinaldo Amorim de Barros EDISA. Revista dos Tribunais. v.. Para Minha Terra. 1960. 1955. 1981. em varias Jazz Bands. com 15 anos. onde. procurador fiscal emVitória (ES). onde foi aluno de Heitor Villa Lobos. Chefe do Serviço de Arrecadação no Serviço do Patrimônio Nacional. solicita sua passagem para a reserva remunerada. Olivença).37.da qual foi presidente de 1976 a 1980 -. Gráfica da Revista dos Tribunais. passou a integrar a Banda Charanga Santanense.Santos SP 2001) Poeta. 1973 (trovas). Em 1927 muda-se para o Rio de Janeiro. pág. onde publica poesias. Dias Vasconcelos. no Colégio Brasileiro de Almeida. Muda-se para Santana do Ipanema. Versos. Secretaria do Planejamento/Imprensa Oficial. colaboração em diversos periódicos BULHÕES. Na década de 1950 foi professor de Música e Canto Orfeônico no Colégio Anchieta. Obras: Paisagens. até 1934. Niteroi. jul/dez. Cantigas de Quem Amou. mas irá terminá-lo pela Universidade do Brasil (1937). e valsas.. músico. Pertenceu. Direito Administrativo. n. e secretário da Delegacia Fiscal em Alagoas. Revista da AAL. set. Niteroi. Santos (SP). Rio de Janeiro 1974.1ª e 2ª séries. Diversos prêmios entre eles medalha de ouro Primeiros Jogos Florais PR (1972). in Revista Jurídica Mineira. então. 6. Santos. organizando a Banda do curso ginasial. Santos. 1958 ( poesia). à Academia Guimarães Passos. no Rio de Janeiro. O Advoga do e os Instrumentos Processuais de Defesa dos Direitos Humanos. Maceió. tocando saxofone. pelo maestro Jovino Azevedo. BULHÕES. in Revista da Ordem dos Advogados do Brasil. advogado. da UBESP. Devaneios: Versos. Belo Monte AL 11/12/1904) Compositor musical. Estatística. 1972. ainda. novamente no Rio de Janeiro. 145-155 (discurso de posse). ao Ser Recebido em Sessão Solene pela Academia Santista de Letras. finalmente. em Niterói. participou de antologias. 1989.

Membro. Francisco M. Incorporador e Diretor Financeiro da Companhia de Habitação Popular de Maceió (1965). (1963-64). agora na legenda do PDS e 88-91. nas quais lecionou Introdução à Enfermagem do Trabalho e Enfermagem do Trabalho. Primário no Grupo Escolar Francisco Corrêa. Estado do Rio de Janeiro. Deputado estadual. Na Câmara. IDEAS. em Maceió. Tenta. eleito na legenda da ARENA. Integrante da Delegação da Câmara dos Deputados à Polônia ( 1973). em 1983. Deputado Federal. BULHÕES.2002... Obras: Enfermagem do Trabalho. já na legenda do PMDB. em 1974. de Barros ( Santana do Ipanema AL 19/2/1938) Governador. do 2o. do Ministério da Agricultura/Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário. IDEAS. prefácio de Vilma de Carvalho. no Rio de Janeiro.. Geraldo. eleito em 1829. 1994. PUC/RJ. e reeleito.autor].. Membro do Tribunal de Contas. Duque de Caxias (RJ) e na cidade do Rio de Janeiro. 1978. advogado. Professora convidada das universidades Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. professora. ainda. Isnaldo . em Teresópólis (RJ) de 1988 a 1992. Secretário de Educação (26/3/199320/1/94) no governo Geraldo Bulhões. uma vaga de senador nas eleições de 2002. e Católica da Bahia. 1976.. ministro do Tribunal de Contas. porém só foi eleito em 20 de janeiro de 1991. ) Secretário de estado. Presidente do 1o Conselho Geral da Província. em sua cidade natal. em segundo turno. 1980. Marcelo Magalhães ( Palmeira dos Índios AL 8/11/1966) Professor. A seguir. de Barros (Santana do Ipanema 16 jan. em. Professora titular da disciplina Enfermagem em Saúde Ocupacional. Isnaldo . sem sucesso. de Gama Filho. Ivone (Santana do Ipanema AL 14/1/1938) Enfermeira. também pela Escola Ana Néri. ainda. 1º volume e 1986. BULHÕES. Freqüentou.. Assessor Jurídico e Coordenador do Setor Jurídico da Companhia de Desenvolvimento de Alagoas (CODEAL) ( 1966-1970). para a legislatura 1971-75. na Petrobrás. Filho de Ivan Queirós de . Clássico no Colégio Guido de Fontgalland. pediátrica e UTI do Hospital dos Bancários.. Federal Fluminense. Filho de Isnaldo Bulhões de Barros. em 1965. advogado. finalmente. pelo PL. Rio de Janeiro. Ingressa. Promotor Público Adjunto. Rio de Janeiro [ed. onde exerce atividades ligadas à sua formação profissional. na Faculdade de Enfermagem da Fundação Educacional Serra dos Órgãos. como enfermeira da Administração Central da empresa. Em 1990 candidatou-se a governador. Riscos do Trabalho de Enfermagem. Rio de Janeiro. IDEAS. no Rio de Janeiro.. sendo seu presidente em 1999 e vicepresidente em 2003. BULHÕES. 1976). no período 1830/33. deputado federal. na legislatura 2002-06.. Filho de Benício Mendes Barros e Aquilina Bulhões Barros. bem como da Comissão da Bacia do São Francisco e da Comissão de Economia. Publicou: Sistema Bancário (Monografia em co-autoria com o Dr. Os Anjos Também Erram: Mecanismos e Prevenção da Falha Humana no Trabalho Hospitalar. Católica de Minas Gerais. Procurador do município de Maceió (1964-65). Graduou-se em Enfermagem pela Escola Ana Neri/UFRJ (1962). posteriormente. Participante do Seminário sobre Administração de Empresas nos EUA ( 1966 ). o Curso de Magistério Rural Doméstico. foi reeleito.. Técnicas de Avaliação da Saúde em Enfermagem do Trabalho .Principais Técnicas Utilizadas nos Exames Pré-Admissionais e Periódicos. UFAL. 2001. 2º volume. estudou no Ginásio Cristo Redentor. Conselho Provincial. em Palmeira dos Índios. Filha de Pedro Corrêa Bulhões e Eulina de Queiroz Bulhões. Durante cerca de dez anos supervisonou as unidades de internação de clínica médica. para o período 79-83. pelo PSD. em Maceió. pelo Partido Social Cristão (PSC). Bacharel (1963) e Doutor (1965) em Ciências Jurídicas e Sociais. por concurso. Leahy ). entre outras. BULHÕES. Presidente da Junta Governativa que tomou posse em 1/10/1822 no governo de Alagoas. pela Faculdade de Direito da UFAL. Hospital Fernandes Figeira e Hospital Central do Exército. para o período 75-1979. Pós-graduação em Enfermagem do Trabalho. Filho de Benício Mendes Barros e Aquilina Bulhões Barros. em 1974. aposentando-se. BULHÕES. todos no Rio de Janeiro. na legislatura 1999. Assessor Jurídico ( 1966) e Diretor Financeiro (1966-70) desta última companhia. foi membro da Comissão de Agricultura e Política Rural. de Barros Júnior ( AL ? ) Deputado estadual. seria reeleito mais duas vezes: 83-87. Viagem a Curaçáu ( Parlamento LatinoAmericano. tendo assumido em 15/3/1991 e permanecendo até 15/3/1995.ABC das Alagoas 181 BULHÕES. José Fernandes de ( ? ) Membro do Conselho Provincial.

Annablume.182 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Bulhões e Denise Magalhães Bulhões. Estuda no Colégio Santa Terezinha. defendeu dissertação de mestrado em Teoria Literária. Papagaio. e. Ateliê Editorial. Professor de Língua Portuguesa e Técnica Redacional da FAAC . São Paulo. da Faculdade de Filosofia. Letras e Ciências Humanas (FFLCH). no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculo. Obras: Literatura em Campo Minado . em 1979. pela Universidade de São Paulo. uma espécie de mestre sala encarregado de apresentar os treze entremeios. Em 1975. Campus de Assis. para Bauru (SP) onde concluiu o 2º Grau. Campus de Bauru. Em Alagoas é um desfile de bichos e personagens imaginários ao som de instrumentos e percussão. muda-se para Salvador (BA). Aos dois anos de idade passou a residir em Maceió. entre os quais o Empata-samba. SP (1987). 2002. Em 1993. Catirina e o Capitão do Cavalo Marinho. apresentação. 1999. Casamento. versou sobre Leitura do Desejo: Erotismo da Prosa Naturalista Brasileira. Sinhá Filipa e o último e mais significativo que é o do Boi”.A Metalinguagem em Graciliano Ramos e a Tradição Literária Brasileira. defendida e aprovada em 2000. Cotia (SP).UNESP. ilustrações de Mônica Leite. Licenciado em Letras pela Universidade Estadual Paulista. ainda na USP. Membro do Conselho da Editorial Alpha. BUMBA-MEU BOI “Auto popular do qual a figura do boi é a personagem principal. Sua tese de doutorado. notas e estabelecimento do texto de Marcelo Bulhões. . Personagens: Mateu. revista de lingüística editada pela Universidade do Estado de São Paulo UNESP. A Carne / Júlio Ribeiro.

A “Sátira pungente contra os revolucionários cabanos. em certo momento. em 1831. em sua grande maioria. principalmente em Porto Calvo e Porto das Pedras. eram as do governo que. contanto que depusessem as armas em um prazo que lhes fosse marcado “. levaram prisioneiros os escravos destes engenhos. entregou-se prisioneiro. O governador da província .que pretendia.denominada Partido Coluna do Trono e do Altar . Este. a rebelião cresceu em Alagoas. razão do nome do movimento -. Panelas do Miranda. com a chegada de tropas legais. no comando das forças rebeldes.o cônego Domingos José da Silva . faz barra no Rio Mundaú pela margem direita. Porém. Foi substituído. esta rebelião. As tropas legais. As tropa legais receberam reforços. aos poucos. arvorou a bandeira da revolta. sem audiência ou acordo com Hipólito.na fala que apresentou ao Conselho Geral da Província. só terminou graças à mediação do bispo de Olinda. .. A princípio. estando em Porto Calvo. Bernardo Antônio de Mendonça. o chefe dos indígenas. em 1835. chefe dos índios. . e conseguiu que cerca de 15 mil rebeldes depusessem as armas. onde permaneceu em um destacamento militar com ordens para não se consentir que chegasse ao governo provincial qualquer reivindicação. entre outra reivindicações. Hipólito foi assassinado. Os seus liderados. O sargento desertor Vicente de Paula assumiu a cabeça do movimento e conseguiu ampliar o apoio entre os proprietários de engenhos e. pois. e faz referência ao decreto imperial de 11 de outubro daquele ano. CABEÇA DE PORCO Riacho. por isso.formadas.Figueiredo Camargo . Parece ter sido um avulso em verso”. a 1 de dezembro de 1833.e mandado para Fernando de Noronha. segundo Bonfím Espíndola. CABANADA. Riacho do Mato. reunindo as remanescentes forças rebeldes de Bonito . morreria em Recife. por Vicente Ferreira Tavares Coutinho. Pedro I e que perdeu o sentido com a morte deste. que acompanhado do vigário da cidade de Alagoas . presidente da Câmara Municipal de Porto Calvo . demonstra sua impotência para exterminar a revolta. foi preso com mais dois companheiros. conhecido depois por Vicente Ferreira de Paula. Porém. posteriormente. onde durou cerca de três anos. batido e morto em São Benedito. era uma insurreição irrompida na Zona da Mata e no Agreste Pernambucano com ressonância em Alagoas.C CABANADA “Depois da abdicação de D.Manoel Lobo de Miranda Henriques . Antônio Themoteo. surgiu em Pernambuco uma agremiação . onde a luta prosseguiu. após ter ceifado muitas vidas e consumido verbas significativas. Este reúne seus subordinados e explica que iria se entender com Miranda Henriques a quem apresentaria suas reivindicações. depois. o mais grave. o comportamento de suas tropas desgostou a população e esta uniu-se a Themoteo. entre eles. em Bonito. D. diante deste fato. no período de tensões políticas iniciado com a abdicação de D. ou “Depressão Periférica “. localizado em Murici. por pessoas de condição social inferior. que concedia. na busca de adeptos. com as quais lutou. partiu com estas para Altinho. Posteriormente. o que iriam. Porém. Porém. que moravam em cabanas. as forças províncias se sentiram impotentes para debelar a rebelião. obrigando Themoteo a retirar-se para Panelas de Miranda. com lutas e crueldades recíprocas.embrenhou-se nas matas de Jacuípe. aos cabanos “um perpétuo esquecimento dos seus erros. CABEÇA DE PORCO ou BREJINHO Serra. o retorno daquele governante. em uma emboscada. em 1834. e que eram vendidas publicamente. alguns proprietários de engenhos de Porto Calvo e Porto de Pedras foram julgados coniventes nessa rebeldia e. O então presidente da Província . entre outras. João da Purificação Marques Perdigão. mais adiante. Roçadinho. Seus chefes enviaram ao centro da província o sargento-mor Torres Galindo. presos. Chegaram a destruir cerca de 20 engenhos e. chamaram em seus auxílio os revoltosos de Panelas do Miranda e deram início às represálias. foram-lhe ao encalço. e de onde escapou milagrosamente. formar a falange conhecida como papa-méis”. da Base Oriental da Escarpa Continental. sendo conduzido para Porto Calvo. ordenou que fosse feito um recrutamento em massa. Pedro I.chefiadas por José Vaz de Pinho Carapeba -. de redação atribuída ao padre Cipriano de Arroxelas. participando da luta na qual Carapebas foi ferido e. porém. havia adquirido um lote em troca de pau-brasil. sendo. As armas de que se serviam. Ao retirar-se de uma audiência na qual solicitara garantias de vida ao Juiz de Paz. pela infelicidade de certas medidas administrativas. Segundo Ivan Fernandes Lima. inclusive entre os índios da povoação de Jacuípe.

p. 1978. etc. cocares e adornos de sementes e contas. v. um dos principais afluentes do rio Samaúma Grande. contra o governo de Bernardo Sousa Franco. CABELUDOS Facção política chefiada por João Lins Vieira Cansanção. estas últimas rebeladas. Bráulio Cavalcante. o maior pelo devotamento com que se consagrou à consolidação do Instituto e pelo cabedal de ciência que possuía e que incorporou ao patrimônio da associação. oposta à dos Lisos. através de brincadeiras. 97-99. Maceió. CABRAL. Dedica-se a construir igreja do Coqueiro Seco. volta ao lar paterno e. Lourenço Cavalcanti de Albuquerque Maranhão. Forma-se na Faculdade de Medicina da Bahia (1856). Hélio ( AL ? ) Estudou no Colégio Diocesano.36. perneiras. Cuidou inclusive da imaginária. com algumas figuras deste. General. do Bom Conselho. CABOCLINHAS. em 5 de outubro de 1844. Manoel. Cabocolinhos ou Caboclinhas. em Coqueiro Seco. Francisco Avelino ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1913-14. bem como do Padre Manoel José Cabral. Dela faziam parte. Médico da Colônia Militar de Leopoldina.184 Francisco Reinaldo Amorim de Barros CABEÇAS Rio. Capitão. Filho de Francisco Dias Cabral e Maria do Rego Baldaia Cabral. São seus figurantes: Mestre. “É uma variedade de Reisado. Nas mãos levam arco. tendo nela publicado inúmeros trabalhos. CABRAL. Caboclos. entre outros. então vigário da extensa freguesia de Santa Luzia do Norte. onde se ordena em 1783. danças e cantos selvagens”. machadinhas. Lira.Maceió AL 17 (AAL) ou 19 (IHGA)/7/1885 ) Historiador. CABECEIRA Rio. CABRAL. pg.Coqueiro Seco AL 8/9/1814 ) Padre. professor e diretor do Liceu de Artes e Ofícios e do Asilo de Órfãs de N. Apresentam os curumins ricamente enfeitados de penas. levando a mãe que enviuvara. Obras: Cem Anos de “77”. Vestem peça indígenas como: tangas. Mestre ou Caboclo Velho. Maceio. Abolicionista e membro da Sociedade Libertadora Alagoana. CABRAL. Em 1788 é coadjutor de seu irmão. Bernardo José ( Alagoas AL . flechas. Joaquim Serapião de Carvalho. Rei. Embaixadores.254-256. onde residia uma irmã. A . os funcionários públicos e a maioria dos portugueses aqui residentes também apoiavam esta facção. S. . Irmão de Frei Joaquim da Purificação. de 12 a 20 no máximo. Inicia seus estudos em Maceió e os conclui na Bahia. sempre jovens de 10 a 15 anos. médico. 1980. João Francisco Dias ( Maceió AL 27/12/1834 . CABRAL. Contramestre. Estrela de Ouro. no Colégio Santo Antônio. Representavam Os Históricos. A figura responsável toma o nome de Rei. “De todos. O comércio de Maceió. entre dezembro de 1869 a julho de 1885. um dos afluentes pela margem direita do Rio Canapi. porém. Médico do Hospital de Caridade de Maceió. através de sua dança e seus cantos. 1978. desiste. Revista IHGA. logo depois. Filho de Manoel Cabral Tavares e Sebastiana Maria. bem como das alfaias. Caboclinha e o Rei Catulé. Conhecido por várias denominações: Caboclinhos. Revista do IHGA. foi responsável pelo lançamento da revista da instituição. se encaminha para o seminário. tendo lançado a pedra fundamental em fins de 1790. Fala da colonização e da catequese dos índios. Mateus. com a tese Apreciação dos Métodos Operatórios Empregados nas Curas dos Aneurismas.34. De início tenta a carreira militar. Fundador do IAGA e seu primeiro secretário perpétuo. Resolve viver. Borboleta. v. pra onde fora em 1848. CABOTAGEM Rio. mas ao chegar ao posto de alferes. Inácio de Barros Vieira Cajueiro. Antônio Cardoso ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1911-12. Varia quanto aos número de participantes. casada com um capitão de milícias. tendo feito diversas viagens à Bahia para encomendar os santos. Veja Rebelião de Lisos e Cabeludos. um dos afluentes pela margem direita do Rio Canapi. Lavandeira. depois Visconde de Sinimbu. Em 1872. segundo o Convênio SEMA/ SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. segundo o Convênio SEMA/ SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. 1980. o maior foi Dias Cabral. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. braceletes. Vassalos.

Revista IHGA. em 7/6/1883 e 17/5/1885. de 1668 a 1680.Um Jornalista de Outros Tempos. Notícia Acerca da Vida do Fundador da Capela do Coqueiro Seco. EDUFAL. em sua cidade natal. Obras: Notícia Biográfica do Finado Barão de Jequiá. 1855. 99-109. Revista do IAGA. A Revolução de 1817. neste último se destacam os trabalhos: O Alcance do Transformismo e A Propósito da Memória Relativa ao Ensino Primário. Pesquisa Rápida Acerca da Fundação de Alguns Templos da Vila de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul. 12. Foi redator do Artista e do Liberal e colaborou no Diário das Alagoas e Diário da Manhã. Revista IAGA. Vereador em Viçosa. 281-297. v. vol II. Trabalhou no comércio em Pilar. 1-11. da qual . 202-206. 11. CABRAL. Maceió. CABRAL. dez. 14-23.º 11. em Anadia. vol II. por que é Conhecido o Outeiro Sobranceiro à Vila de Santa Luzia do Norte? Revista. 7. Juiz de Órfãos. além dos Relatórios dos Trabalhos do Instituto. p. 1987 (coordenador) CABRAL. Ignacio Francisco Calaça da Fonseca Galvão e tenente-coronel Antônio José dos Santos. n. em quatro atos. p. p. Manoel Torquato de Godoi (Capela AL 26/2/1878 . Seria Anárquica a Constituição Brasileira ? Revista IAGA. I. em 1881. Folhas Murchas.248. Luiz Antônio Palmeira ( AL ? ) Obra: Conjuntura de Arapiraca. CABRAL. Notas Acerca dos Últimos Trabalhos Geográficos. 17. 7. dos anos de 1873 a 1884. n. Tavares Bastos (discurso). O Hospital de Caridade de Maceió. Padre Bernardo José Cabral . Um dos fundadores do Asilo das Orfãs. respectivamente. p. Maceió. n. 9.. p. dez. Maceió.I. n. Revista do IAGA. memória lida no IAGA. Firmados em Documentos Extraídos do Arquivo da Respectiva Câmara Municipal (IHGA. vol II. 17. Esclarecimento Sobre o Jazigo Indígena do Taquara. 159-163. 1888. publicados. foi. p. Revista do IHGA. Inéditos: O Mutilado ensaio dramático. IHGA. Revista do IAGA. dezembro 1875. 165187 (incluindo 22 documentos). Dados no Município de Maceió. p. 2. Escreveu-se: Dias Cabral . Tip. a 21/10/1882). n. Manoel de Farias ( Atalaia AL ) Coronel. 239. p. na revista Vigilante.ABC das Alagoas 185 este só faltou um cenário mais amplo para ser um sábio de renome mundial “. 1 (18): 3. Parecer Sobre Moedas Portuguesas. Bento. n. p. [1981]. EDUFAL. ainda. Notas Biograficas Acerca dos Oficiais Milicianos Coroneis Francisco Manoel Martins Ramos. Revista do IAGA. revista Novidade. bem como do Padre Bernardo José Cabral. pag. II. Gazeta de Notícias. 1871. ainda no Pilar. 112-117. vl. 91-97. n. Filho de Avelino Cabral e Luiza de Godói Cabral. n. vol II. Deputado provincial na legislatura 1842-43. Prefácios do livro de Inácio Passos Poesias e Outras Obras Literárias de Inácio Joaquim Passos Júnior (obra póstuma) e do livro de Felinto Elísio da Costa Cotim. n. n. Conservados na Geografia das Alagoas. Revita IAGA. Revista do IAGA.Vestígios de uma Antiga Família Estabelecida no Território de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul. dez. por volta de 1850. Iniciou-se muito cedo no jornalismo. Revista IAGA. p. pág. 155. 5. n. 240-47. p. 5. Notícia Acerca de Alguns Trabalhos e Explorações Geográficas. 249-257. pg 141-150. Narração de Alguns Sucessos Relativos à Guerra dos Palmares. Revista do IAGA. Esboço Histórico Acerca da Fundação e Desenvolvimento da Imprensa em Alagoas. Resumo dos Acontecimentos Firmados em Documentos Extractados do Archivo da Camara Municipal de Maceió. Em 16/3/1842 foi nomeado tenente-coronel da Guarda Nacional. dezembro 1875.164. Maceió. n. de 1817 a 1829. V. Estudos Financeiros do Município de Arapiraca. José ( AL ) Obra: Contos para Maria (Literatura Infantil). 232-239. vol II. CABRAL. sessão de 12 de agosto de 1871). 13. Diversos Sucessos Militares no Território das Alagoas. Revista do IAGA. Construiu e fundou a igreja de Santa Luzia do Norte. 41-49. Revista do IAGA. Agora Cidade das Alagoas. 8. n. n. 1876. número 9. jornalista. p. pág. 8-11 . . 19.. A Utilidade da Geografia. vol II. 18. vol II. Maceió. Revista do IAGA. vl. n. 6. Novas Geográficas.Maceió AL 31/12/1907) Poeta. Maceió. 231-40. Revista IAGA. pg. p. 1985. Ensaio Acerca da Significação de Alguns Termos da Língua Tupi. n. presidente da Câmara. Revista do IAGA. Freqüentou a escola primária. editado por um liberal. Manoel José ( Alagoas AL ) Filho de Manoel Cabral Tavares e irmão de Frei Joaquim da Purificação. Juiz Ordinário e Juiz Municipal. n. junho de 1876 . 8/8/1931. 194-195. Revista do IAGA. 15. Qual a Origem do Apelido de S. Patrono da cadeira 11 do IHGA e da cadeira 32 da AAL. Numismática.1876.II. O Homem Perante a História Natural. 1882 (dissertação lida na abertura das Conferências Populares no Colégio Sete de Setembro. Resenha dos Últimos Trabalhos Geográficos. n. 15. p. vol II.

Organizado por T. a Fundação Educacional de Maceió e na Consultoria Geral do Estado. Patrono da cadeira 4 da AAL. 1940. forma-se em Administração pela CESMAC. Obteve o 2o lugar no concurso de poesia realizado no I Festival . 1979 (com Ronaldo Lapa). peças de teatro e filmes. compôs. onde se apresentou em Lisboa.Com Davi Raw compôs: Sapoti. Seus trabalhos mais importantes nessas áreas foram: Bonequinha de Seda. para trabalhar como ator de rádio. Obras: Proibido. entre as quais a Fundação Lamenha Filho. Estuda no Grupo Escolar Experimental. afastandose do palco seis anos mais tarde. Iaiá Boneca. Em 1938 atua na Cia. Tipografia Oriental. Santa Joana. Minha Doce Namorada e Primeiro Amor (televisão). bem como A Guerra do Alecrim e Mangerona. Participou de dezenas de telenovelas. 1977 (ensaio). no Colégio Estadual e na Escola do Comércio de Maceió. Cabral. 24 horas de Sonho. . 1978 (romance). Fez parte do Teatro Brasileiro de Comedia ( TBC ). Ed. École de Cocottes. onde defende a dissertação A Possibilidade de Uma Situação Trágica Numa Estrutura ÉpicoBrechtiana ou o Olhar Trágico da Modernidade. com Carlos Broad e José Avelino a revista Alvorada. 1977 (romance). com o pseudônimo de Sérgio Múrilo. sob a direção de Flávio Rangel. Presidente da Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados no Comércio. Maceió. Violência Política e Corrupção. 1940 (valsa). Diretor: T. tendo. Desaparecidos Políticos. juntamente com Craveiro Costa. no Teatro das Nações e Roma. Velho Realejo. no papel de Carlão.186 Francisco Reinaldo Amorim de Barros era o seu principal redator. Antônio José. no Museu de Arte Moderna de São Paulo (1951). Professor de Literatura Dramática na UFAL. técnico de administração. Matadouro Humano. para Maceió. Carlota Joaquina.Primeiro Ano. Sadi Souza Leite ( Maceió AL 10/9/1906 . Inês de Castro (radionovelas). 1899. poeta. diretor teatral. no Rio de Janeiro. Promessa do Ditador ou Pastoreio no Bordel. opereta escrita juntamente com Custódio Mesquita. Fundou. Em 1959. nesse mesmo ano apresentada em Porto Alegre (RS). Pião e Bonequinha. Opção. Posteriormente. com a colaboração de Craveiro Costa. Retorna ao teatro em 1935. Inicia o curso na Escola de Serviço Social. porém não o ultima. Dirigiu e interpretou A História do Soldado. finalmente. Os Morros dos Ventos Uivantes. Junto com Custódio Mesquita. São Francisco de Assis. 1974 (contos). 1942 (valsas). CABRAL FILHO. Reinaldo Silva ( Maceió AL 20/12/1948 . em 1938. Obra: Bandeirante. de Stravinski-Ramuz. ainda. Presidiu a FUNTED. 1978 (ensaio com Mário Augusto Jacobskind). Algumas Questões. Em 1969 foi eleito presidente do Teatro Universitário de Alagoas e também foi um dos componentes da Comissão Organizadora do I Encontro de Poetas Universitários de Alagoas. fundando com Silvio Mafra. Maceió. CABRAL. Quando Florescer o Manacá. Muda-se muito jovem. Primeiro brasileiro a montar o autor português Gil Vicente. Cabral .São Paulo SP 23/1/1986) Ator. de Gianfrancesco Guarnieri. teatrólogo. Estreou no teatro em 1923. Ingressa na UFAL no curso de mestrado.Segundo Ano. (fox-canção). CABRAL. CABRAL. Por dificuldades econômicas viveu em andanças constantes entre Pilar e Capela. Fez curso de ator da Escola Dramática Municipal do Rio de Janeiro (1923) e de dança e coreografia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (1927). Contendo Várias Indicações de Utilidade Pública e uma Escolhida Parte Literária. Quero Voltar e a opereta Bandeirante. Tip. Pseudônimo: Sérgio Murilo. Colaborou em vários jornais da capital. Obras: Organizador. Literatura e Poder pós-64. Rio de Janeiro. Almanaque Literário Alagoano para 1900. Os Emigrantes. o grupo Os Independentes. excursionando com a Cia. da Companhia Maria Della Costa e do Teatro de Arena. Pureza (cinema). Filho de Otávio Gomes Cabral e Maria Anunciada Serafim Cabral. Mãos Sangrentas e Seara Vermelha. Abigail Maia. entre outras canções: Mulher.) Jornalista. Dirigiu. Noturno. Commercial. Paris. Estudou no Colégio Pedro II. A Boa Alma de Set-Suan e Sinal de Vida (teatro ). Ré Misteriosa. Otávio Gomes (Pilar AL 19/3/1948) Ator professor. Cachorro Vagabundo (choros) e Ciúmes (samba). o Judeu. Trabalha como diretor administrativo em diversas instituições. com a família. Almanaque Literário Alagoano para 1901. Delorges Caminha. se estabelecido em Maceió. Camões. no Teatro Quirino. Tipografia Oriental. do Indicador Geral do Estado de Alagoas. Filho de Manuel Torquato Cabral e Elisa Souza Leite Cabral. Maceió. 1900. o Almanaque Literário Alagoano. fez excursão à Europa. 1902.. colaboração em periódicos. Foi técnico de Turismo do Touring Club Brasileiro (1929-1938). com Gimba. Pedro ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1913-14.

no Rio Castanheiro. organizada por Olga Savary. s Segundo Ivan Fenandes Lima. na divisa com PE. Programa de Pós-Graduação em Letras. Epístola Aquática Carcomida de Sal Por Todos os Lados (poema) in Hora e Vez de José Geraldo W. p. juntamente com Luís Sávio de Almeida e Zezito Araújo. juntamente com Luiz Sávio de Almeida. [1990]. ambas no rio Manguaba. CACHOEIRA Rio.Hipocampo. participa da Coletânea de Poetas Novos. 2000. 19 (jan.ABC das Alagoas 187 de Cinema de Penedo (1975) e o 1o lugar no concurso realizado na Semana de Cultura promovida pelo DAC/ SENEC/UFAL Obras: Comeram Dom Pero Fernão de Sardinha: Uma Visitação Épico-brechtiana. no Rio Jacuípe. Duas Bocas e Piaba. 1996. organizado por Eliana Cavalcanti. EDUFAL. Garfmarques. CACHORRO. (teatro) juntamente com Carlos Henrique Falcão Tavares. Maceió. CACHOEIRAS Embora a maioria se encontre na vertente oriental. EDUFAL 1997. a Catita. n. EDUFAL. 29-31./jun. Tombador. organização de Edilma Acióli Bomfim e Enaura Quixabeira Rosa e Silva Maceió. banha a cidade de Tanque d’Arca. Maceió. a maior delas. Memórias de uma Caixeira Descartável ou a Narrativa do Olhar. com Mudança e Viagem ao País do Círculo do Medo. segundo Ivan Fernandes Lima. 1989. participou da Antologia da Nova Poesia Brasileira. José Geraldo W. no Rio Caçamba. Escada. revista do Programa de Pós-Graduação em Letras: número temático de literatura: o conto. O Trágico e o Épico Pelas Veredas da Modernidade. Marques. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. pela margem direita.a Travessia Mágico-poética. Afluente do Rio Piauí. do povoado Gustavo Paiva. Marques . pela margem esquerda. 1978. CACHOEIRA Nome. pela margem direita. da Base Oriental da Escarpa Cristalina ou “Depressão Periférica”. Serra. Rio de Janeiro. Juntamente com Arriete Vilela. devido o caráter permanente das águas. em Rio Largo. EDUFAL. Maceió. São Francisco da Cachoeira. . CACHOEIRA Rio. além da cachoeira entre as localidades de Rio Largo e Gustavo Paiva. primeiro prêmio de Teatro Adulto do Concurso de Literatura Alagoana EDICULTE. encontrando-se. Jornal de Alagoas e Correio de Maceió. Fundação Rio Arte/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Ed. Secretaria de Cultura e Esportes. in Imagens do Íris. nos dois últimos assinou colunas de teatro. 2000 (poesia). EDUFAL. UFAL. Maceió. DAC/SENEC. juntamente com Belmira Magalhães e onde publica A Situação Trágica em Meu Amigo Marcel Proust Romance. no Rio Santo Antônio Grande. Um dos componentes do Bacia do Rio Moxotó. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. O Negro e a Construção do Carnaval do Nordeste. 2000. São Paulo. Olho d’Água da Vida: Tragicomédia de (Maus) Costumes. no Rio Mundaú. ainda. Concerto em Dor Maior Para Choro e Orquestra. Ser Artista: Talento ou Formação. no Rio Camaragibe. Localizada no vale do Rio Canhoto. Colaborou no Diário de Alagoas. Cachoeira no Rio Caçamba . segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. CACHOEIRA Serra. Grande. CHLA. com uma apresentação de Gerana Damulakis em trabalho intitulado A Palavra Poética em Alagoas. no Paraíba-do-Meio. Afluente do Rio São Miguel. EDUFAL. Maceió. CACHOEIRA GRANDE. do Patamar Cristalino do Nível de 500 metros. Sinfonia Inacabada do Amor Ameno: Algumas Reflexões Críticas em Torno do Romance “Meu Amigo Marcel Proust -Romance”. anteriormente. de Judith Grossmann. no Rio Paraibinha e Poço Redondo. CACHOEIRAS Rio. Com Traquinagens. 1997. 23-25. 1997) Maceió. CACHOEIRA Rio. Maceió. Dois Irmãos. Maceió. Escrituras Editora. 1999. está na vertente do Rio São Francisco. Luís Gonzaga Leão e Sidney Wanderley publicou Artesanias da Palavra. p. Tombador. 2001. Afluente do rio Ipanema. 1992. no Mundaú-Mirim. A segunda em importância é a Cachoeira Serra d’Água. no Rio Porongaba. Paulo Afonso. Serraria.

José Petrúcio Silva e Jerusa Alexandre da Silva. pois.188 Francisco Reinaldo Amorim de Barros CACIMBAS Rio. (196? ) Bibl. de 1/8/1950. editado sob coordenação de Elisabeth Cardos Lima. Órgão dos alunos da Academia de Ciências Comerciais de Alagoas. circulou .. Construiu a casa no sentido de arruamento e logo após outra. No ano de 1893 chegou a Cacimbinhas José Gonzaga. CADERNOS DE CULTURA Publicado. CADÓZ Canal da lagoa Mundaú. especialmente a lavoura de milho.que se estendiam de Serra Branca até Palmeira de Fora . de 1986. editada em Maceió. Desmembrado de Palmeira dos Índios. casou e foi morar onde hoje é o centro da cidade. redator-chefe: Carlos Garrido. Pouco depois criou a primeira feira livre. O nº 1 é de 1984. CADASTRO DOS MEIOS DE HOSPEDAGEM Publicação da Secretaria de Planejamento . Associou-se a Clarindo Amorim para a construção da linha de telégrafo. Afluente. o topônimo Cacimbinhas para a localidade que ali começava a florescer. Cacimbenses. na microrregião de Palmeira dos Índios e na mesorregião do Agreste Alagoano. A Biblioteca Nacional possui os exemplares de janeiro a dezembro de 1978. em Maceió. em Maceió. Os primeiros habitantes chegaram por volta de 1830. jan. Porém naquela área. Félix da Rocha. Publicado em Piranhas. CACIMBINHAS Rio. com A Promessa. Logo outras cacimbas surgiram e também locais para melhor suprir a necessidade dos viajantes. do Rio Paraíba-do-Meio. considerados os fundadores de Cacimbinhas. sendo esta mantida pela Sociedade Perseverança e Auxílio. de 1988.e construiu uma casa e uma capela. e Jose Gonzaga foi à falência”. Um dos três filhos do alferes. prolongamento do Regionalismo Literário. outras cacimbas foram abertas. atraindo moradores e comerciantes das vizinhanças. CAETÉ Jornal. iniciado em Recife em novembro de 1947. o nº 2 é de 1985 e o nº. ligando Palmeira dos Índios a Santana do Ipanema. Base econômica: agropecuária. É um dos componentes do Grupo Mandacaru. que chegara em 1840. onde já residia seu sogro. Surgiu em 1/10/1916. deve seu topônimo à existência de uma cacimba na qual os caçadores se abasteciam. CACIMBINHAS Município. CADUCEU.Localizado na zona fisiográfica denominada Sertaneja. O empreendimento não deu certo. que serviu como ponto comercial. circulando até fins de 1918. Paulinho do ( Penedo ? AL ) Participou do III Festival de Penedo. firmando-se. O alferes sergipano João da Rocha Pires comprou vinte léguas de terras . O Jornal. “Teve sua origem no sítio Choan. O local servia de ponto de passagem de viajantes e transformou-se em pouco tempo numa estrada comercial. CADASTRO INDUSTRIAL Publicado.SEPLAN. considerada a mais antiga da região. em 1977. CACTO Jornal. como também os viajantes paravam no local onde havia uma cacimba. redator: Aldemar Pinheiro e secretário Jerônimo Macieira. Amaro da Silva. CADÓZ. provavelmente na década de 1980. Com o movimento crescente de pessoas que faziam suas estadas. pela Secretaria de Cultura -SECULT. há a marca da presença de holandeses. segundo o Convênio SEMA/ SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. então. Diretor: Jaime de Altavila. junto a um limoeiro. segundo alguns. pela Federação das Indústrias do Estado de Alagoas. Nac. A criação do município se deu em 19/9/1958. onde caçadores costumavam acampar. O primeiro número. São eles. Edinaldo Marinho Dias. que alcançou movimento extraordinário. dentro do Polígono das Secas. Periódico ligado ao segundo movimento regionalista em Alagoas. Afluente do Rio Capiá. pela margem esquerda. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. a dez. pela margem esquerda. o qual contribuiu de forma decisiva para o progresso do lugar. pela Lei 2 108 e sua instalação em 1/2/1959.

Era este mui inclinado a guerras. ou planta alguma aquele lugar. no seu primeiro número. a modo de Tabuás. que ali se levantava como também até o pressente. que são mais de cinquenta léguas. em sua primeira fase. Francisco. foram cometer estes e outros insultos pelas Costas do mar até junto a Bahia. e faziam viagem da Bahia para o Reyno. a dois Conegos daquela Sé. ela pretendia. No sétimo número. O terceiro por Romeu de Avelar e Carlos Moliterno e do quarto até o sétimo . com cipós. É constante pelos que passam por aquela parte e veem que não brotará de então para cá mais arvores. D. Paulo Albuquerque. com periodicidade irregular. de Paulo Castro Silveira. Fruto de Palma. Pelo sertão confinavam estes Caetés com o Tapuyas. brandos e fortes. que como dissemos. ajuntavão em molhos. quando aparece com proposta de circulação quinzenal. pugnar por uma participação do escritor nos dramas que inquietavam os homens”. Romeu de Avelar. Gonzaga Leão. A partir deste. de Luiz Gonzaga Leão. como também os trazião com os Tupynambás da outra parte do Rio são Francisco para a Bahia. a que chamamTymbós. A este bom Pastor comeram como lobos . ambos de A. encerra-se a fase. Para passarem estes aquele Rio. Dirigida. Wanderley de Gusmão O seu segundo número foi dirigido por Francisco Valois e Carlos Moliterno e secretariado por Edson Zambrano. de Oscar Silva.ABC das Alagoas 189 em formato reduzido. de Theo Brandão.janeiro de 1957 – por Moliterno. Momentos. respectivamente. sem palavra. nem lealdade. e outra muita gente. que era um meio alto. A Rosa Acontecida. de Lourdes Caldas. usavão embarcaçoens que faziam de certas palhas compridas.. de janeiro de 1957. Mendonça Júnior. Francisco Valois e Cléa Marsiglia. Maia. mais muito mais falso. Promoveu entrevistas e. de Francisco Valois. e fazem dellas os moradores daquellas partes esteiras e enxergoens para as camas. Planície e Discursos Parlamentares. que por aquelas costas se perdiam. que para Carlos Moliterno “trouxe um pouco de agitação ao ambiente intelectual da terra. Gilberto de Macedo. E chegava a tanto o seu atrevimento. segura e ligas com outras travessas de paus a maneira de que hoje chamam jangadas. Carlos Moliterno. e fizeram naqueles primeiros tempos grandes males aos Portugueses e. Hercílio Fonseca. entre o rio Caruruig. Conselho de Redação: Théo Brandão. do Caeté. Era gentio este muy guerreiro. Assim ao primeiro bispo do Brasil. a que ainda chamam todos Piripiri.. de 15 de janeiro a 15 de abril de 1963. que he um dos mayores do Brazil. conforme se lê na apresentação. de Carlos Moliterno. nomeado assim pelo Gentio ou pelos nossos. de Paulo Lopes. com os quais também faziam guerras. por costa de mais de 100 léguas habitava o gentio chamado Cayeté. 30 Poemas mais 1 Conto. pelos tempos os forão lançando. daquelas ribeiras para as de Pernambuco. que passavam de cem pessoas. que neste costume. dentro dos quais metiam varapáus de compraimento que lhe era necessário. formavam uma larga esteira. Casa Sem Rua. CAETÉS Selvagens que habitavam parte do Norte do Brasil . Afirma-se terem sido eles que em 1556 devoraram o bispo D. Colaboração local e transcrição de artigos e poemas dos mais representativos ensaístas e poetas da chamada Geração de 45. Desencontro. como revista. responsável também pelo aparecimento em caráter de jornal.O terceiro número é de outubro de 1951. que colhessem ãs mãos. por serem nele as mãos de Bárbaros sacrificado tantas almas como o Santo Prelado. e irem de outra parte a fazer suas entradas pelas terras dos Tupynambás. por Arnoldo Jambo. que algumas vezes nestas mesmas embarcações. editou: Sarabanda. Cururipe ao Sul e ao Norte o de São Francisco. Assim o fizeram a muitos de algumas embarcações. e atados em rodas destes muito bem aqueles molhos. atravessavam o rio e iam dar os seus assaltos aos Tupynambás da outra parte. de José O. a Duarte Coelho na fundação de sua Capitania de Pernambuco. e assim unidos uns molhos com outros. e não lhes escapava Portugues. Trovas Populares de Alagoas. a duas mulheres graves e casadas.e por esta razão se ficou chamando o Monte do Bispo. e atraiçoado. O Grito. de Anilda Leão. sob o aspecto de jornal eminentemente literário e cultural As tendências literárias de 1950 se esboçam através do aparecimento da revista Caeté. foi ter contado com a participação de quatro poetas que se evidenciaram a ponto de terem sido eleitos sócios da Academia Alagoana de Letras: Carlos Moliterno. meninos. que o não comessem. Francisco Valois e Edson Zambrano. ao Procurador da Fazenda del Rey da Bahia. e toda a presa que tomavam a comiam estes alarves. A segunda fase tem início em janeiro de 1963. Pedro Fernandes Sardinha. S. na segunda fase. e no ano seguinte saem os números 5 e 6. ou Gentilidade brutal excediam a todas as mais nações. e foram ter naufragio a dezesseis de junho do ano de 1556 na enseada dos Franceses. que outro algum. Ouvindo Música. e baixos de D. particularmente. o quarto de julho de 1954. artes e ciências. Pedro Fernandes Sardinha. de Cléa Marsiglia. Estas depois de bem seccas ao sol. mas o segundo número só iria sair em julho de 1951. e com aquelas embarcações assim. Sílvio de Macedo. em maio e dezembro.O projeto era de uma revista mensal. lança-se como revista de letras. Chão de Pedras. A maior importância de Caeté. e assim os trazia continuamente com os Putyguares da parte da Paraíba. “Da Paraíba até o Rio de São Francisco.

CAETÉS Título do primeiro romance ( 1933 ) de Graciliano Ramos. Antônio Cândido: No Aparecimento de Caetés. por serem línguas. e a todos que com ele iam. publicado. comendo alguns dos mais esforçados e vendendo ou outros aos moradores da Bahia e Pernambuco. e batizada expirou. até as margens do outro Rio. 20-34. sem se querer acalentar. de 12/10/1896.190 Francisco Reinaldo Amorim de Barros carniceiros estas suas ovelhas. todos os demais foram mortos e cativos. Também Duarte Coelho e os que lhe foram seguindo. aleivosamente foram mortos todos e comidos depois. 26/10/1896. Há prova digna deste seu terrível gênio o caso seguinte: No ano de 1571 estando no Rio São Francisco algumas embarcações da Bahia ao resgate e negócio com o Gentio vencedor. Seu primeiro número. onde andou muito tempo aos mergulhões. uma criança de peito sua filha. 103-106 CAFUXI Serra. que lhes ficava perto. com as outras Gentilidades comuns aos mais e da mesma língua geral “. a lançou deles ao mar. 2/11/1896. Menezes. os Putyguares de Pernambuco. segundo Ivan Fernandes Lima. às segundas-feiras em Maceió. Órgão republicano nativista. 1. uma das obras que iniciaram o chamado “Ciclo Nordestino” da literatura brasileira e. Ilustração de uma Tese. Cerca de 530 metros. sendo seus escravos e casando depois entre eles. p. pela margem direita. ((Jaboatam. Novo orbe serafico Brasilico). 9/11/1896. Nac.Moacir Medeiros de Sant’Ana História do Romance Caetés. 12/10/1896. . sem se afogar. dando-lhes estes pelas costas. entre os rios Paraibinha e Cabeça de Porco. do Patamar Cristalino do Nível de 500 metros. não só cruéis para os outros mais até para os seus mesmos parentes e amigos. Posteriormente. em uma de Rodrigo Martins. p. Segundo Ivan Fenandes Lima. e assim o dispor a Alta Providência. 83-97. “o Salvador da República”. CAIADA Lagoa. pelo outro. 19/10/1896. até que o dono da embarcação a mandou tirar das águas quase morria. no lugar citado. mato e pochy. a troco de qualquer coisa. Vasconcellos. 3. Sumário. 34-52. com o lema “Tudo pela Pátria e pela Republica”. CAHETÉ Jornal. ano I n. Jorge Amado:Depoimento Sobre Graciliano Ramos. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. Localiza-se após Penedo. DAC/SEC. CAIÇARA Serra. confederados os Tupynambás do Rio São Francisco com os Tupynás Tapuyas do Sertão. exceto algumas pessoas que puderam fugir para a Serra de Aquitibá.4. 1984. n. que tinha nos braços. 5. Venuzia de Barros Melo: Discurso de Encerramento. p. 5968. sobre o tema a Chronica da Companhia no Brasil do P. é e em homenagem a Floriano Peixoto. Afluente do Riacho Talhada. e guiando-os pelo caminho que haviam de seguir. feio. Ilza Porto: A Angústia do Sertanejo na Angústia de Graciliano Ramos. donde saindo-lhes ao encontro multidão dos seus. que já haviam chegado por ali com a sua conquista: e retirando-se os Caetés para as beiradas e costas do mar. 69-79. p. 13-20. 7. assim se veio a extinguir das Costas marítimas de Pernambuco a má casta deste Gentio. mau: mato feio. 15/11/1896 e. n. ano I n. n. que enfadada de lhe estar chorando. n. que tinham de emboscada. 6. os extinguiu muito e só vieram a ficar aqueles que se uniram aos contrários. Publicado na Tip. e todos os sentidos famintos. do Pediplano Sertanejo. CÁGADO Rio. Venuzia de Barros Melo: Apresentação. menos dois índios mansos da Bahia e um Português. p. 53-57. microf. 26/11/1896. sem piedade. Nota Explicativa. Situada às margens do Rio São Francisco. filho do Meirinho da Correição da mesma cidade. Veja-se. Também chamada Maravilha. e sem a compaixão da mãe. entre aquelas formadas pelo processo erosivo do rio ou de seus depósitos nos terraços marginais. Eram esses Caetés grandes músicos e bailhadores. 2 . p. É esta palavra derivada de Caa. p. entre vários resgatados se achava uma índia Caeté. depois de os receberem na praia com mostras de sentimentos e agasalharem nas suas choupanas com sinais de compaixão. de T. assim quase encurralados. Ledo Ivo: Um Estranho no Ninho ( A Propósito do Cinqüentenário de Caetés de Graciliano Ramos. n. Lúcia Helena Carvalho: A Construção em Abismo em Angústia. p. Heloísa Marinho de Gusmão Medeiros: A Mulher na Obra de Graciliano Ramos: Laura. Heloísa. Destes iam os vencedores nos dias de suas festas. aqueles por um lado e. Madalena. em homenagem à República. no cinqüentenário de sua edição se publicou: 50 Anos do Romance “Cahetés” Maceió. que a estava vendo. Bibl.

O Surge. CAJU. comercial e literário. microf. cuja mudança foi autorizada pelo Decreto Imperial de 18/6/1861. em Banco Agro Mercantil. 1991.ABC das Alagoas CAIÇARA Rio. assumiu em fevereiro de 1961 e. Fez o curso ginasial no Colégio Guido de Fontgalland. foi afastado em 1/5/1964. Imprensa Oficial. do Rio Ipanema. 191 CAIANA Rio. De férias. diplomou-se contador pela Escola Técnica de Comércio e bacharelou-se pela Faculdade de Direito da UFAL. em 1861. Afluente do Rio Santo Antônio. CAIXA ECONÔMICA DA CIDADE DE MACEIÓ “A Associação sob o título . Maceió. impresso na Tipografia do Papagaio. Rio de Janeiro. administrador: José Máximo.) Prefeito de Maceió. Raul Alves da Silva. Ignácio de Barros Vieira ( São Miguel dos Campos AL . Bibl. Tip. José Caralampio de Mendonça Braga. Sede: a cidade de Passo de Camaragibe. onde decidiu permanecer. 7/3/1880 e. ano I n. sendo também um dos primeiros do Brasil. conheceu Alagoas. Seus estatutos foram registrado em cartório em 22/1/1726. 1880. advogado. prefeito do município. Segundo Fernandes Lima. Diversos redatores. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife (1837) Deputado . em visita a parentes. A Embaixatriz da Simpatia. 1. Maceió. CAJUEIRO. Transforma-se. Publicado aos domingos. Publicou-se: Estatutos da Caixa Comercial de Maceió na Província das Alagoas. à ordem e à previdência”. vice-presidente. 1969. Maceió. CAJAÍBA Serra. de 21 de Julho de 1880. Liberal do Tempo.? 17/11/1858 ) Deputado provincial e geral. em Caixa Comercial de Maceió e. componente do Patamar Cristalino do Nível de 500 metros. CAIXA RURAL DE CAMARAGIBE Fundada em 7/1/1926. e habituá-las ao amor ao trabalho. 1948. CAIXEIRO. Apresentado ao Secretário da Fazenda e da Produção. gerente. segundo o Convênio SEMA/SUDENE/ Governo do Estado de Alagoas. 1926. pela margem esquerda. Tip. 1856. Eleito prefeito de Maceió em 1960. Por ter remodelado diversas praças. presidente. Publicou-se Relatório e Balanço Geral da Caixa de Crédito Agrícola de Alagoas. O Periódico noticioso. Trabalhou na Comissão de Estradas de Rodagens. 7771. Órgão da classe caixeiral de Alagoas. em Pilar em 12/1/1892. Nac. Sandoval Ferreira ( Bonito de Santa Fé PB 16/11/1923 . entre outros. Bibl. ano I n. Era redigido por Luiz Belarmino da França Cerqueira. ficou conhecido com o Prefeito das Praças. 7/9/1880. Membro da AML. o ano I n. Publicou-se: Estatutos da Caixa Econômica da Cidade de Maceió Aprovados em Assembléia Geral de 27 de Janeiro de 1856. Publicou-se: Estatutos da Caixa Rural de Camaragibe (Sociedade Cooperativa de Responsabilidade Ilimitada) Maceió. como órgão defensor da classe caixeiral pilarense. secretário. Na Rádio Difusora de Alagoas apresentou os programas “Feira de Atrações” e “O Gigante do Ar”. CAIXA COMERCIAL DE MACEIÓ Como ficou denominada a Caixa Econômica da Cidade de Maceió. CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA DE ALAGOAS. Henedino Belo. em sessão presidida por Aníbal Falcão Lima. Poesia Despida. Afluente. Filho do tabelião José Ferreira Caju e Tamires Ferreira Guarita. Memórias. cassados seus direitos políticos. SERGASA.Caixa Econômica . 3. pela margem esquerda. Primeira diretoria: Aníbal Falcão Lima. Aprovados Pelo Decreto n. Publicado aos domingos. 24. jornalista. Papelaria Fernandes. advogado. Primeiro estabelecimento bancário surgido em Alagoas. Proprietário: José Casimiro de Farias. 16/3/1892. Nacional. fundado em Maceió em 7/3/1880.tem por fim facilitar a todas as classes da sociedade meios fáceis de acumular seus capitais reunidos em comércio lícito. posteriormente. microf. instalado em janeiro de 1856. Obras: O Conversador. CAIXEIRO. Nac. Tip.

Nasceu em data não sabida. Inês Barbosa. filho de Angela Álvares ou Tavares. é pedido por El-Rey Nosso Senhor. FF-48. CAJUÍBA Tem esta denominação. o governador Clodoaldo da Fonseca. 1949 (Tese de Concurso à Cadeira de Metodologia do Ensino Primário. Colaboração na imprensa . cerca de 1600 . e sua filha D. em 1630. por decreto-lei. Expande-se. em 18 de outubro de 1628.Porto Calvo 22/7/1635 ) Segundo Moreno depende mais de pesquisas de caráter psicológico do que de estudos históricos. Quando da invasão holandesa. Imprensa Oficial.” A resposta de Calabar coloca. no século XIX. e. o espírito de liberdade e o humanismo renascentista encarnado pelos holandeses. Obras: O Valor da Linguagem na Escola Primária. realizado juntamente com Carvalho Veras. da Ajuda. servindo sob as ordens de Matias de Albuquerque. do outro. sendo batizado no dia 15 de março de 1610. o ocupação holandesa. do Curso de Professores Primários do Instituto de Educação). então Pernambuco. havendo dessa união um filho. na vizinhança de Olinda. na capela de N. em especial a cana-de-açúcar. pernambucana. Em 1958. faz a cidade voltar à condição de distrito de Capela”. CAJUEIRO. CAJUEIRO. Teve como padrinhos Pedro Afonso Duro. a Vila de Igaraçu. Conhecedor profundo da região.096. “Tornou-se uma personagem na História do Brasil por ter se passado para o lado dos holandeses durante as tentativas destes de assenhorar-se do Nordeste brasileiro. Em abril desse último ano se passa para os holandeses que estavam encurralados em Recife. É considerado para uns um heróico homem de visão e por outros um vil traidor. Maceió. não figurando no registro batismal o nome paterno. a amizade d’El-Rey e a nossa. o qual foi paraninfado no ato do batismo pelo holandês Sigismundo Sckhoppe. as lideranças locais encabeçaram um movimento para a devolução da autonomia administrativa a Cajueiro. o posto de Mestre de Campo. de 3 engenhos de açúcar. onde figurava seu nome como proprietário. Ed. distinguindose na defesa de Pernambuco. tendo se ferido na defesa do Arraial de Bom Jesus. em 1962. senhor de terras e. S. Oito anos depois. a quem deram o nome de Domingos Fernandes. Boletim FUNTED. Maceió. 1980. Domingos Fernandes ( Porto Calvo. E o que é que ainda quereis que não vindes? A vossa inteligência. CAJUEIRO Município. 472. estes escolhiam como ponto de parada um frondoso cajueiro que fica às margens do Paraíba.000 cruzados de compensação. durante os anos de 1630 a 1632. em seu começo. português. Numa carta assim se manifesta: “Em nome d’El-Rey vos oferecemos a restituição de vossas benfeitorias e bens. publicou o trabalho As Eleições em Alagoas.192 Francisco Reinaldo Amorim de Barros provincial nas legislaturas 1838-39 (na qualidade de suplente) e titular em 40-41. de janeiro de 1964. posteriormente. José Cavalcante ( AL 1918 ) Professor. Ingressou no IHGB em 22/9/1842. Eis parte do texto da Carta de Calabar a Matias de Albuquerque: “Depois de ter derramado meu sangue pela causa da escravidão que é a que defendeis ainda. Está na microrregião da Mata Alagoana e na mesorregião do Leste Alagoano. Deputado geral na legislatura 1843-44. Vivia e com a mameluca Barbara Cardoso. a tença que em razoável pedirdes. n. Estudo Sobre o Emprego da Vírgula. pela lei n. foi um dos primeiros a se apresentar para lutar na resistência. Em 1904 foi criado o município. título de Dom. de um lado. p. José ( AL ? ) A Revista Brasileira de Estudos Políticos. A instalação do município se deu em 1/2/1959. Calabar atinge a patente de Major do Exército Holandês. 101 a 120. o vosso invejado valor. Base econômica: agricultura. passo para este campo não como traidor. a Ilha de Itamaracá. pelas vitórias sucessivas. Ezequias Jerônimo da Rocha. Tinha uma irmã que residiu em Porto Calvo. o Rio São Miguel CALABAR. mas . revelou grande habilidade no preparo das emboscadas nas quais os holandeses eram implacavelmente aniquilados. a Vila de Goiana e o Forte do Rio Formoso. Estudou com missionários jesuítas. São Paulo. 16. Em torno deste cajueiro começou a se desenvolver a cidade. Matias de Albuquerque tudo fez para atraí-lo de novo às suas hostes. assim. e os ajuda a atacar. “Localizado na rota dos viajantes que procediam do agreste do sertão em direção à capital. conforme levantamento do governo espanhol. a tirania e a escravidão dos portugueses que haviam transplantado para o Brasil a estrutura e instituições do feudalismo medieval. em Engenho Velho. segundo alguns. 42-43 e 44-45. Cajueirenses. pela Lei 2. 50. obtida em 22 de maio daquele ano. Desmembrado de Capela. os vossos admiráveis conhecimentos. Seu processo de municipalização coube ao Governador Euclides Malta e à família Correia Costa. tornando-se. com êxito.

tiraram Calabar da prisão e a um esteio que ali estava junto a casa lhe deram garrote e o fizeram estacada. O insucesso da empreitada levou-o a recorrer aos serviços do também. se encheu de tanta ira que mandou deitar bando que todos os portugueses que se achassem nesse distrito morreriam a ferro e fogo. Havia. que essa é a holandesa. Na colônia lusitana preponderava a ânsia pelo ouro. adotando um intransigência sem limites. Quizesteis confiar-me um honroso posto na frente de vossas tropas. Veio o Ouvidor João Soares de Almeida e o Escrivão Vicente Gomes da Rocha para que denunciasse as pessoas que tratavam com o inimigo o que lhe respondeu: “Que muito sabia. me baterei pela bandeira da liberdade do Brasil. Como homem. em seu “Valoroso Lucideno” : “ No dia seguinte 18 de julho de 1635. para matá-lo. De outra parte. compadre e amigo íntimo de Calabar. E mais adiante: “Mandou logo Matias de Albuquerque chamar o Padre Frei Manoel do Salvador. E entre vós ? Vós bem o sabeis. Morto Calabar aos 22 de julho de 1635.. etc. Recusei. Não há dúvida que os conquistadores originários da península eram bravos. porém que não furtava o tempo que lhe restara para fazer autos e denúncias por mão de escrivão. Varnhagen e Taunay afirmam que J. indubitavelmente.. Fernandes Vieira. porque vejo que os holandeses procuram implantar a liberdade no Brasil.. Se meus bens se acham em terras ocupadas pela vossa gente. Tanto que apontou a noite se fez a soldadesca em ordem e o sargento mor dos italianos Paulo Barnola etc. era brasileiro. por exemplo. entrou na luta para expulsão do . pois vivia sob a monarquia espanhola. porém. como na Europa. O meu desinteresse é sabido por aqueles que foram meus chefes. Souto levou Picard à derrota de que resultou a entrega de Calabar e sua condenação à morte”.ABC das Alagoas 193 como patriota. quis passar todos os habitantes de Porto Calvo a fio de espada. Antônio Fernandes. Enquanto nas terras por vós ocupadas existe a mais negra escravidão e tirania. vendo pendurados os quartos de Calabar. mas se rendeu à súplica de Frei Manuel do Salvador. Assim descreve a façanha Frei Manoel Calado. administravam como régulos insensíveis. e o Brasil estava entregue a si mesmo. Avisou o padre a Matias de Albuquerque de algumas coisas pesadas que Calabar tratou com ele e que lhe deu licença para que as dissesse ao dito Matias. É a causa que vós defendeis. receoso que dissesse alguma coisa pesada. Matias de Albuquerque arrasou as fortificações de Porto Calvo. Fingindo aderir às tropas holandesas. não é visivel que só eu tenho a perder com a minha mudança de bandeira ? Derramei meu sangue por uma causa que reputava santa e que entretanto era a da escravidão de minha pátria. Diante da recusa de Calabar. Em Recife e Olinda. porto-calvense Sebastião Souto. como lhes dão até liberdade de consciência. Calabar não era holandês nem português.” Após o sacrifício de Calabar. resolveu então deixar seus interesses e ajudar a um deles. além da corrução dos costumes. o qual em ouvindo mandou que não se falasse mais nessa matéria por não levantar alguma poeira. Portugal. eles. e com tanta pressa que nem lugar lhe deram a se despedir. enquanto os espanhóis e portugueses cada vez mais escravisam o meu pais. mantendo ainda os rigores medievais. Calabar era apenas um mero produto do ambiente em conflito. E esta. não somente protegem materialmente os naturaes. Matias de Albuquerque. como queria. Com o mesmo ardor e sinceridade com que eu bati-me pela vossa bandeira. Segismundo van Schkoppe diante dos despojos de Calabar. resolveu ali mesmo que representava ele a pessoa do Rei e o condenou sumariamente à morte”. Com os seus atos. da qual se originassem muitos desgostos e trabalhos. comutando a pena em cativeiro. e foi ao encontro de Bagnuolo em Alagoas do Sul. Tomo Deus por testemunha de que o meu procedimento é o indicado pela minha consciência de verdadeiro patriota”. a cabeça espetada em um pau. o general português armou um primo do porto-calvense. os holandeses tem provado melhor que os portugueses e espanhóis. tenho o direito de derramar o meu sangue pelo ideal que quizer escolher: como soldado tenho o direito de quebrar o juramento que prestei enganado. o cativeiro do índio. rendem-se os holandeses. não eram bem Portugal.. porém brutais.. exigindo-se servidão e obediência de escravo. Matias de Albuquerque com seu pessoal se foram esconder em um rio que ali achou e ninguém teve a caridade de enterrar o corpo. cada um pensa como quer. Calabar fez ao confessor certos apontamentos de dívidas o obrigações em que estava. Seguem-se todos os prisioneiro para Alagoas.. da parte do neerlandês uma política mais liberal e generosa. Esteve a povoação despovoada de gente 3 dias quando a ela chegou o Governador Orlando Sigismundo Vandscop com todo peso de seu exército e com pataxos por rio acima e entrando na povoação. o fez enterrar na igreja já disparando toda gente de guerra três grande descargas de mosquetes. tratando de dar sepultura a Calabar. Havendo dois povos alienígenas disputando a posse de sua pátria. o que ele não tinha intenção de fazer como havia prometido ao padre. segundo ficou estipulado. nos tempos que corriam. por arbítrio pessoal. ficando somente Calabar à mercê de El-Rei. colocando a cabeça e os quartos em um caixão por seus soldados e acompanhado de toda tropa com as cerimônias de tristeza que na milícia se costuma fazer. abandonara realmente o reino lusitano.

arquitetos. cunhetes de manteiga e queijos. 1898. fez especialização na área de psiquiatria e psicanálise. Estrada de Ferro de Cuiabá a Lagoinha. estabelecendo longitudes e latitudes. nesta última no período de 1891/93. como a D. doutorando-se em 1868. Maceió. historiadores como Barleus e Mieuhoff. topógrafos.” .Financiadora Nacional de Estudos e Projetos e Campo da Palavra. astrônomos com Marograf.Tip.. proibindo o uso de outro sal que não fosse o de Portugal. . CALAÇA. ambos os contendores celebravam o tratado de Haia. geógrafos. Obras: Alquimia Poética. cientistas e até trupes estrangeiras de artistas teatrais que pela primeira vez viu o Brasil. Sul de Pernambuco e a de Paulo Afonso. em 1661. proibindo o fabrico de sabão. em Minas Gerais. dirigente sindical. Pedro II (atual Central do Brasil). 1878. Central de Alagoas. porém trouxeram etnógrafos. Franz Post.. Participou da Segunda Antologia da Editora UAP. sócio do Instituto Politécnico do Paris e do Instituto Politécnico do Rio de Janeiro. Tip. Alvará de 12 de maio de 1680. A pátria brasileira não existia. Agilberto. acendeu a luta contra o seu credor e depois de derrotá-lo. E ainda mais: “Desde o tempo em que o Conde de Bagnuolo entrou em Pernambuco logo os sucessos da guerra foram mal em pior: logo começou a mandar embaixadas ao inimigo e recebê-las: mandava os regalos e frutas da terra e recebia em retorno frasqueiras de vinho. que a colonização lusa era anti-progressista e utilitária. o qual chegava aqui por um preço exorbitante. Funcionário do Ministério da Saúde. mas. BGE Rio Gráfica e Editora. onde está radicado desde 1975. Obras: Memória Sobre Alguns Melhoramentos Realizados no Século XIX Oferecida ao Instituto Arqueológico e Geográfico Alagoano Pelo Sócio Efetivo Francisco José Gomes Calaça. Portugal e Holanda conservaram um armistício para que cessassem as guerras durante dez anos e. 2001. No Rio de Janeiro. Wagner. gado. um se chamava João Fernandes Vieira e o outro Gaspar Dias Ferreira. sendo reconhecidos os direitos dos Países Baixos. Colaborador dos jornais: Poesia Viva e Panorama da Palavra. Filho de Tibúrcio Tenório Neves e Maria Calaça Neves. Eckhout. de Paris. proibindo fabricação de açúcar no norte do país. Ordem régia de 5 de junho de 1802. Estudou no Colégio Estadual e formou-se pela Escola de Ciências Médicas (1973). Filho de Manoel José Gomes Calaça. podendo-se enumerar entre eles. com o primeiro lugar no Concurso de Poesias FINEP . Nacional. como Herckman e Roulox. Maceió. Exerceu sua profissão na administração de várias estradas-de-ferro brasileiras. Premiado em 1995.. quando se aposentou como diretor. É ainda Frei Manoel Calado que afirma:: “Havia em Pernambuco dois homens que privaram muito com o Príncipe Maurício Conde de Nassau e com o do Supremo e Político Conselho. Os holandeses. Nenhuma das duas principais nações que a disputavam possuía hegemonia sobre o vasto território. Estudou na Escola de Pontes e Calçadas. Membro do IHGA. apoderou-se indebitamente de “casas. pau-brasil”.. Inúmeras eram as leis e alvarás que nos dão uma triste impressão do jugo imposto ao Brasil naqueles tempos calamitosos. Neves ( Maceió AL 1949 ? ) Médico. porque em 1641 ainda. olarias. do Jornal de Alagoas. por ter instituído uma aula de primeiras letras Verifica-se portanto. de outubro ordenando que todo português que tivesse determinada fortuna fosse transportado para Portugal. funcionário público. Vale lembar que o brasileiro não tinha direito a coisa alguma e pagava com a vida qualquer movimento de independência. lei de 20 de fevereiro de 1690. escravos. Calabar. Rio de Janeiro. repreendendo a Câmara de TAMANDUÁS. não por suas virtudes patrióticas. CALAÇA. na hora do confisco das propriedades dos vencidos. Aviso de 18 de junho de 1800. que receberam 4 milhões de cruzados para que desistissem da conquista que haviam realizado no Brasil. a Baturité (Ceará).194 Francisco Reinaldo Amorim de Barros holandês do Brasil. Não lhe sendo possível pagá-los. muitos pintores. Relatório do Chefe da Comissão Incumbida dos Estudos. Rio de Janeiro. estabelecendo o isolamento do país ao contato de toda e qualquer nação de mundo que não fosse Portugal. mais tarde. sim. Francisco José Gomes ( Água Branca AL 28/2/1842 . entre outras: Lei de 18 de março de 1606. Lei de 1º. proibindo os governadores receberem em audiência as pessoas que não estivessem vestidas com tecidos portugueses. alvará de 26 de junho de 1766. Co-autor da Farra do Boi. um tratava de granjear sua vida e também a amizade dos holandeses e o outro tratava de seu próprio interesse e de fazer ficos os holandeses à custa da fazenda e sangue dos moradores”. levantando mapas topográficos. que obrigava os sapateiros a só trabalharem em couros que viessem de Portugal.Maceió AL 11/7/1920) Engenheiro. Secretário Geral do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro. porque se achava com um avultado débito de 400 mil cruzados para a Companhia das Índias Ocidentais e contra ele corria um processo. Carta régia de 19 de junho de 1771. Assim encontramos.

Constituição. no Grupo Internacional de ArteLivre. tendo. Frei Manuel Calado do. advogado. Participou. por bravura. pela CESMAC. no Campus Jaraguá da FAL. anexa à Escola Militar. Frei Manuel veja SALVADOR. em Maceió (1997) . Jornal de Alagoas. 2003. Curso de Comunicação Social na UFAL. Lutou na Guerra do Paraguai. p. 32-35. CALDAS. Obras: Crescimento Econômico & Desenvolvimento Social: Anatomia de um Projeto de Extensão. com Ócio Etnocética. Francisco da Rocha (São José da Laje AL 31/3/1844. CALDAS. Curso de Desenho na Escola de Belas Artes. Formou-se. Estudos Históricos dos Aparelhos Empregados Com o Fim de Utilizar o Trabalho do Vapor ( lido em 1876) .) Poetisa. CALDAS. Primeiro Centenário do Seu Nascimento. tendo renunciado neste último ano para assumir o cargo de Secretário de Agricultura. Diretor da Rádio Quilombo. na Câmara Federal. quando comandava o distrito militar de Alagoas. Membro. pelo PMN. EDUFAL. de 11/6 a 20/10. tendo se reelegido. Sub-relator da CPI dos Precatórios da Assembléia Legislativa. no Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro. João . Elege-se. Maceió. pelo PMN na legislatura 1996-2000. no governo Geraldo Bulhões. Filho de Expedito Antônio da Silva e Quitéria Oliveira Caldas Barreto. Estudou na Escola Agrícola de Palmares (PE) e na Escola Agrotécnica Federal de Satuba.ABC das Alagoas 195 1876 (relatório). o posto de capitão. Lúcia Guiomar.. para o biênio 2005-06. CALADO. Tenente-coronel. para a legislatura 2003-2007. Deputado estadual. eleito 4o secretário da Câmara de Deputados. Filha de José Teixeira Neto e Maria Lúcia Porciúncula Teixeira. Em 1863 freqüenta a Escola Preparatória. 1947. Produção Açucareira na Província e Fundação de um Engenho Central no Município do Pilar ( trabalho lido em sessão do dia 29/4/1879. vereador. tendo participado de 22 combates e obtido. em 97. participou da exposição A Universid’Arte XI. ano 1945-1946. cargo no qual permaneceu até 1994. Entre as coletivas das quais participou. em União dos Palmares (1992) e da Rádio Progresso. Revista do IHGA. incompleto. Assentou praça em 11 de junho de 1859. entre outras. em Ilhéus (BA). Lúcia Guiomar Teixeira veja TEIXEIRA. agora pelo PL.AL ? 1908) Engenheiro militar. Curso de Pintura na Academia de Artes Pancetti. em Recife (PE) e na Escola de Arte Lúcia Laguardia. destaque para a do Canarius Palace Hotel . p. ainda. Faleceu na ativa. foi intendente de Maceió de 21/8/1891 a 2/12 do mesmo ano. Fernando Galvão de Pontes obras: Dados Biográficos do General Francisco da Rocha Calado. Ana Guiomar Teixeira (Maceió AL 4/2/1966 . da Silva (Ibateguara AL 24/6/1960) Deputado federal e estadual. Tecnologista do IAA (1981-89) e funcionário do Ministério da Fazenda (189-97). em Direito. secretario de estado. Chega a general em 1899. Ocupou o cargo de Secretário do Ministério da Guerra. Denise Cruz de Barros ( Maceió 4/11/1959) Pintora. CALAFANGE. o curso de Engenharia Agronômica. Justiça e Redação.24. Síndrome e Abalo Song da Coletânea Caeté do Poema Alagoano. v. juntamente com Lícia Gatto e Maria Lúcia Curvelo dos Anjos. prefeito. Maceió. prefeito daquele município (1989-92). CALAZANS. Péricles Luiz Pimentel ( ? AL ) Em 2003. 156-157. da Comissão de Economia. Imprensa Oficial. Em 15/2/2005. Recife (PE) CALDAS. Gregório Alves ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1925-26 e 29-30. José Luis Rodrigues veja JARARACA.. CALAZANS. CALADO. 30/8/1980. Homenagem do Ministro da Guerra Gal. Antônio Pereira ( ? ) Intendente de Maceió. CALAZANS. Vereador em Ibateguara (1983-88). em Maceió. da Comissão de Agricultura e Política Rural. deputado federal para a legislatura 1999-2003. Realizou exposição individual na EMBRATEL. Indústria e Comércio e da Educação Cultura e Desporto. Militar. Eurico Gaspar Dutra ao General Francisco da Rocha Calado. além de ter participado das Comissões de Agricultura.

a pintar a pastel e. 1986: Espaço Galeria . da qual teve um filho. no grau de cavaleiro e. Padre Caldas Revista IHGA. envolve-se. Morreu obscuramente em casa de um Dr. Harmonia e Regência e. porém falece antes da decisão. Como deputado constituinte apresenta projeto proibindo a entrada de noviços em todos os conventos de um e outro sexo. Porém contesta-se a sua qualidade de brasileiro. 1981: Aniversário da FUNTED. DAC/SENEC. . Juan Antônio Lavaleja como capelão do exército argentino. João de Itaboraí ( RJ). na Revolução de 1824. Edições Caeté. de Villa-Lobos. Imprensa Oficial. onde realizou uma exposição individual em 1980. 1980: Circo Artesanal Praça da Bandeira. eleito membro da Assembléia Geral Constituinte. ( Raul Lima . padre. Formase em Direito (1828). onde em 1849 é encarregado de saudar o Imperador. Cursou o Seminário de Olinda. O vigário capitular de Buenos Aires lhe concede licença para celebrar. hoje Rio Grande do Sul. Veio a ser depois condecorado com a Ordem de Cristo.Niterói RJ 1858 ?) Deputado constituinte em 1824. Beneficiado pela anistia. 1982: Grafitti Galeria. ainda. com o argumento da necessidade de empregar mão-de-obra na lavoura. 1980: Restaurante Café Paris. a apresentações como solista ou acompanhante. 1984. Nomeado para Santa Rita desistiu de tomar posse. fica encerrado na Fortaleza de Santa Cruz. v. Candidata-se. Residiu em São Paulo. José Maciel de Souza Caldas”. 1984: Caixa Econômica Federal. volta ao Rio Grande do Sul em 1833. Dissolvida a Assembléia Constituinte. Vitória-ES. parece ter tido envolvimento com os liberais da revolução de 1842. advogado. no Rio de Janeiro. São Paulo-SP. Apesar disso. Pedro I. Obras: Ouvindo Música. Marluce ( AL ? ) Secretario de estado. Vol 38. com o fito de divulgar os artistas alagoanos. CALDAS. e em 1834 torna-se Juiz de Órfãos na província de São Pedro. de onde passa a Buenos Aires. do Rio de Janeiro. Revista do IHGB. de setembro de 1855 até o ano seguinte. 1982-1983. pároco de S. desenha desde os onze anos. 1981: FUNTED. Mata. deputado provincial. consegue evadir-se.A vida desconhecida do revolucionário alagoano Pe. Deputado provincial na legislatura 1840-41. a óleo. com o nome de Codros II. Realizou sua primeira exposição individual na Galeria da FUNTED. Casa de Cultura Raimundo Cela. Fugiu para o sul.Banco do Estado de Alagoas. consegue ser nomeado. João de Itaboraí. Participou ativamente da Revolução Farroupilha. Freqüentou. Secretária de Emprego. mais tarde. em visita à localidade.196 Francisco Reinaldo Amorim de Barros CALDAS. depois. De volta à Corte. O projeto foi rejeitado. Ordenado sacerdote em 1810. por três anos. posteriormente. Maceió. José Antônio de (Alagoas AL 8/10/1787 . concluiu os cursos de Teoria. não interessara mais ao Padre Caldas. CALDAS. professora. à época importante município fluminense.). enquanto ajudava nos ministérios sacerdotais na paróquia de S. No Rio de Janeiro. Piano. em 17/8/1844. o Conservatório Nacional de Canto Orfeônico. na Corte. Individuais: 1979: Projeto Arte Nossa. ao que parece com a ajuda da maçonaria. com Ricardo Maia. FUNTED. prefácio de Arnon de Melo. residiu por algum tempo na Corte. A nomeação firmada já por D. as Jornadas da Cruzada Plástica. ao cargo de vigário na igreja matriz de Maceió. Condenado à prisão perpétua. São Paulo-SP. Consta dos autos do concurso que “habitava com mulher. nomeado pároco da matriz de São José. CALDAS. que pretendia fundar a Confederação do Equador. pleiteando sua nomeação para a paróquia de Santa Rita do Rio Preto (PE). 1951. bem como as facilidades na autorização para aqueles que desejassem abandonar os conventos. predicar e confessar. Estudou música com Santa Chaves e João Ulisses. Caldas. Aliança Francesa. sendo amigo pessoal de Bento Gonçalves. Fortaleza-CE. Filho de José Antônio de Caldas e Isabel Maciel de Araújo. inclusive. exerce ministérios sacerdotais como vigário de Cerro Largo. no Instituto Nacional de Música. sob as ordens do caudilho D. Coletivas principais: 1979: Salão de Novos.] pg 34. Lourdes ( Maceió AL 1911) Música. João VI. ainda. Em 1848 pleiteia sua nomeação para cônego da capela Imperial. Dedicou-se. Terminado o curso dedicou-se ao ensino do Canto Orfeônico. Renda e Relações de Trabalho ( 2002) no governo Ronaldo Lessa. Só em 1839 recupera o gozo dos direitos de cidadão brasileiro. segundo afirmam casado com uma filha sua. Teatro Deodoro. A partir de 1981 se instala definitivamente em Maceió. Começou. Desenvolveu. Felix Lima Júnior.[ Maceió. sem mesmo conhecer a freguesia para onde fora destinado. Preso. De volta a Maceió foi professora de música. por ter servido ao governo de outro país. em 1823. de uma de cujas lojas era membro. Paulo Fernando Santos ( Maceió AL 6/6/1959) Pintor e desenhista. Foi o que lhe valeu um embargo da Mesa de Consciência e Ordens para receber o hábito da Ordem de Cristo que lhe fora outorgado por D. 1987: Espaço de Arte Escelsa. Autodidata.312 julho/setembro de 1976. em 1979. onde foi aluna.

Estudo Comparativo das Exportações Alagoanas: Qüinqüênio 1974-78. em 1993. 1982: Aniversário da Grafitti Galeria. Teve muito sucesso. Grupo Vivarte. em Porto Rico. FUNTED. Filho de Arestides Bezerra Calheiros e Maria José Moreira Calheiros. É o próprio autor das apresentações dos seus catálogos de exposições. Obras: O Diabo. Coletiva de Natal. Caixa Econômica Federal. em 1926. Galeria Karandash. que havia instituído um concurso de música popular brasileira. Zaneli ( AL ? ) Pertenceu à Academia dos Dez Unidos. CALHEIROS. Inácio. Medalha de Prata no I Salão de Artes Plásticas Marina Barra Clube. Tem o trabalho Tatuagens reproduzido na obra A Nova e Novíssima Pintura Alagoana. no dia 27. Grupo Viavarte. Publicação do Instituto Kardecista da Bahia. Maceió. CALDAS. 560. Obras: Avicultura em Alagoas. Compôs: Segredando Amor (valsa). Fundação Pierre Chalita. Oficina d’A Luva.ABC das Alagoas 197 Congresso de Artístas Plásticos do Nordeste. 1929. onde começou uma carreira de cantor-solo. Arnaldo Moreira ( Capela AL 9/6/1938 ) Advogado. Pinacoteca UFAL. Participou da Exposição Arte de Alagoas. II FEPEME. 1985: Projeto Jorge Cooper. Verão 82/83. publicada pela FUNTED. no Rio de Janeiro. Solar do Unhão. Aliança Francesa. após gravaram mais alguns discos. onde. CALDEIRÕES DE CIMA Distrito no município de Palmeira dos Índios. Salvador-BA. CALDEIRÃO Lagoa. Atuou . Grafitex. por eles gravada. CALDAS. Salvador. renunciou praticamente após à fundação.CODEAL. 1988: 3ª Mostra Alternativa CRUZADA PLÁSTICA. 1983: Projeto Contatuarte. Foi presidente da Companhia de Desenvolvimento de Alagoas . publicada no suplemento da revista O Malho. Localiza-se após São Brás. Aracaju-SE. 1927. 1987: 1ª Mosta Alternativa CRUZADA PLÁSTICA. intitulado “O Que É Nosso”. Consta na obra Arte Alagoas II. ocorreu em 1º de dezembro daquele ano. e de Desenvolvimento Industrial. Nesse mesmo mês. CALHEIROS. coordenador executivo do Escritório de Promoções de Exportações . FUNTED (organizador). Galeria Art/Design (organizador). um conjunto que o historiador Mário Melo batizou de “Turunas da Mauricéia”. 1989: Alagoas Arte Atual. e conheceu o compositor e bandolinista Luperce Miranda. Conheceram muito sucesso por todo país. Luz Sobre Roma (Estudo Crítico e Histórico Acerca do Comunismo). 1984: Galeria J. Inauguração da Espaço Galeria. Aracaju-SE. Augusto dito PATATIVA DO NORTE (Maceió 5/6/1891. 1986: Inauguração da Galeria SESC/SENAC. Porém Calheiros passou a morar no Rio de Janeiro. Senado Federal . onde chegaram em janeiro de 1927. no Rio de Janeiro (RJ) e 3º lugar no Concurso Graciliano Ramos. de 7/6/1913. O sucesso foi tão significativo que em novembro de 1927 lançaram 10 discos. no carnaval de 1928. Situada às margens do Rio São Francisco. e em 1923 foi para Recife. ambas na Grafitti Galeria. em especial no Rio de Janeiro. nos Estado Unidos. Galeria Álvaro Santos. apresentaram-se no Teatro Lírico. Bahia. Banco do Estado de Alagoas. entre aquelas formadas pelo processo erosivo do rio ou de seus depósitos nos terraços marginais. Grafica d’A Luva. do Banco do Brasil e de Implantação de Distritos Industriais. patrocinados pelo jornal Correio da Manhã.PROMOEXPORT. da UFAL.) . Inauguração da Galeria Karandash. Of. Morou em Garanhuns. da Escritura e da Razão. 1979 ( et al. n. Grupo Vivarte. IHGA (organizador). Aliança Francesa. 2ª Mostra Alternativa CRUZADA PLÁSTICA.Rio de Janeiro DF 11/1/1956) Cantor de rádio e teatro. Brasília-DF. no Cine-Teatro Floriano. Ponto e Linha Arquitetura e Decorações. Juntamente com Luperce e seus irmãos João (bandolim). Romualdo (violão)e os violinistas Manuel de Lima e João Frazão formaram. que seriam lançados naquele ano e em 1930 o grupo se desfez e seus componentes voltaram para Recife. realizada na Fundação Casa de Rui Barbosa. sob a coordenação de Romeu de Melo-Loureiro. A Luz da História. Em 1929. em 1989. em Maceió. pela Fundação Casa de Rui Barbosa. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito da UFAL. em Alagoas. A estréia do grupo. cantou em estações de rádios. É um dos artista divulgados no livro Arte Contemporânea das Alagoas publicado. Zanetti ( Penedo AL ) Compositor. Banco do Estado de Alagoas. a embolada Pinião. tendo se especializado nos cursos de Crédito Rural. publicada quando da exposição em homenagem ao centenário de nascimento de Jorge de Lima. Caixa Econômica Federal. editada no Rio de Janeiro.

magistrado. Suplente de deputado provincial na legislatura 1842-43 e titular em 58-59 e 1860/61.72-73 e 74-75. Logo após ter assumido este cargo. Dedicou-se ao ensino do piano. Tip. na qual irá gravar um dos seus maiores sucessos: Chuá Chuá de Pedro Sá Pereira e Ary Pavão. ed. entre outas peças. Gráfica Musical Irmãos Vitale. 1876. 1936. Obras: Vantagens da Cultura do Café na Províncias das Alagoas. CALHEIROS. imaginando tomar conhecimento das condições locais da comarca e retornar a Alagoas para providenciar a mudança de sua família. José ( ? ) Deputado estadual na legislatura 1929-30. IAA. Em 1952. senador. quando regressa à Odeon. Piracicaba. Assume em 27/3/1878.198 Francisco Reinaldo Amorim de Barros juntamente com Jararaca em Casa de Caboclo. Gratuliano Gomes ( AL ? ) Obras: Estabilidade de Variedade de Cana-de-Açucar (Saccharum ap. Ingressa na magistratura. 1878 (relativo aos problemas da província do Amazonas). ed. 1967. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da UFAL (1982). Maceió. Hilda . Foi suplente de deputado federal pela UDN. Museu do Açúcar/IAA. Casa Ramalho. e quando chega a Alagoas já se encontra bastante debilitado pela doença. No Rio de Janeiro. Teixeira ( Maceió AL 28/4/1907 . Maceió. Maceió. José Joaquim ( ? ) Deputado provincial. eleito nas eleições de 1945.. CALHEIROS. vindo a falecer naquele mesmo ano. O Crime de Viçosa. Gravata e Chapéu de Couro. Rio de Janeiro. do Jornal de Alagoas. com Ave Maria. compositora. CALHEIROS. É atacado pelo beribéri. Estudou com o professor João Ulisses. na Odeon. 1876. dez. Bela. CALHEIROS. Filho de Olavo Calheiros Novais e Ivanilda Vasconcelos Calheiros. Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife (1864). sendo nomeado Juiz Municipal em Santa Luzia do Norte. Necessidades de Animar-se a Agricultura Desta Província. Deputado estadual . Maceió. “e um dos seus primeiros atos oficias foi determinar a demissão coletiva de todos os seus parentes que ocupassem qualquer cargo público em seu governo”. 48-49 e 50-51. ocupou interinamente a Promotoria Pública da Comarca de Anadia.1870-71 . Maceió. [ s..Maceió 2/4/1988) Pianista.1948 ) Obras: Fogo de Palha. Seu maior sucesso foi em 1939. na Praça Tiradentes. obtendo ao final do curso a Medalha de Ouro (1929). eleito pelo 1º círculo . CALHEIROS.] 1962. de Erotides de Campos. padre. Filho de Francisco Elias Pereira e Ana Rodrigues da Rosa Calheiros. Cônego. Porém eram inúmeras as irregularidades encontradas. Planalsucar. Maceió. Entre 1865-66. Poesias. advogado. no Rio de Janeiro. Ensaio. o que adiou o seu regresso por sete meses. Pisa no Chão Devagar(1950). Advoga em Maceió. hoje cidade de Barcelos (AM). José Gomes ( AL 1871 . 1980. José RENAN Vasconcelos ( Murici AL 16/9/1955 ) Deputado estadual e federal. formou-se pelo Instituto Nacional de Música. Of. advogado. Barnabé Elias da Rosa ( Rio Largo ? AL 11/6/1842 – Rio Largo ? AL 27/11/1878 ) Deputado provincial. CALHEIROS. professora. Compôs. tendo perdido o mandato por ocupar cargo incompatível. Donizetti ( AL ) Jornalista. durante o governo Silvestre Péricles. jornal da UDN e que sofreu um atentado em 1947. ocupa a presidência da província. Obras: Dois Poemas. Influência do Florescimento no Rendimento Agroindustrial de Cana-de-Açúcar. seu primo Roberto Calheiros. mimeografada. Adeus Pilar. Deixa o cargo de Juiz de Paz e aceita o convite do visconde Sinimbu para a função de Juiz de Direito da Comarca da Barra do Rio Negro. Entre 1945 e 1950 grava na gravadora Victor. há uma edição Recife. juntamente com José Rodrigues de Rezende. 46-47. Citado na Enciclopédia da Música Brasileira Erudita. Folclórica e Popular. 1927 CALHEIROS. Autor de Célia. transfere-se para a gravadora Todamérica. Eugênio Rodrigues ( AL ? ) Pseudônimo: Eudes Roland. e na subsidiária desta. ministro. Sonho de Ilusões. CALHEIROS. CALHEIROS. Grava diversos discos na gravadora Odeon. Fundador da AML.agora eleito pelo 1º distrito -.) no Estado de Alagoas. entre 1930 e 1941. onde permanece até 1954. secretário de estado. Dirigiu o Diário do Povo. a Parlophon. Memória Sobre a Cultura do Café na Província das Alagoas. Pseudônimo: Dalhi Hoserlaci. O Patriarca do Sertãozinho. Deputado provincial nas legislaturas 1842-43.

Tomou posse como governador em 25/10/1890. Brasília. Discursos Pronunciados e Projetos de Lei Apresentados pelo Deputado Renan Calheiros. toma posse a 16 de março de 1864. tendo promulgado. Câmara dos Deputados. Retratos Brasileiros. Filho de João Luis Calheiros e Úrsula Calheiros de Melo. vez assume entre 11 de maio e 24 de outubro de 1856. Em novembro de 1988 elege-se vereador no Recife. Brasília. E. Muda-se para Salvador. ingressa na Faculdade de Medicina da Bahia. Pobre República. Desafio de Agora. 2000. Brasília. Desemprego. Senado Federal. 1998. Câmara dos Deputados.Petroquisa. 2000. Maceió. bem como a Comissão Mista de Planos. 1996. ainda. Discursos & Artigos. EDRN. Senado Federal. mas se forma no Rio de Janeiro (1848). Brasília..ABC das Alagoas 199 na legislatura 1979-83. governador. ( ? ) Obras: Ocorrências Minerais do Estado de Alagoas: Relatório Final e Mapas de Localização das Ocorrências Cadastradas. A . 1998. vereador em Recife. nos anos de 1992-94.Principais Ações de 1998. Deputado federal nas legislaturas 1983-87 e 88-92. 2004. e ainda a Comissão de Desenvolvimento do Vale do São Francisco.. pelo PCdoB. Tenta ser reeleito no pleito de 1994. Em julho de 1998 foi vice-presidente da XI Conferência dos Ministros da Justiça dos Países Ibero-Americanos. permanecendo até 17 de abril. Brasília. Constituinte. Roberto. 1995. Câmara dos Deputados. Volta ao governo entre 4 de maio a 29 de outubro de 1855. de onde se afasta em 16/7/1999. . 1997 (Discurso Proferido em 17/10/1996). tendo sido líder do PMDB em 1981-82. Brasília. Filho de Olavo Calheiros Novais e Ivanilda Vasconcelos Calheiros. Do Limão. Secretário da Educação entre 15/12/1988 e 17/1/89. Senado Federal. 1987. Brasília. Em 14/2/2005 é eleito presidente do Senado Federal para o biênio 2005-06. 1999. entre 26 de junho a 31 de julho de 1865. 1986. onde se interna no colégio dirigido pelo professor Abílio Cesar Borges e. integrando o diretório regional de PE e o diretório nacional da agremiação. O Orçamento Não Passa Mais Por Zonas Nebulosas e Suspeitas. dia 07-04-98. presidente interino da província. Cultura e Desportos na Câmara Federal. bem como em 1998. Renan Calheiros. Senado Federal. Senado Federal. Discurso de Posse do Ministro da Justiça. Brasília.. Uma Limonada. ocupa o cargo. Senador Federal eleito em outubro de 1994. Senado Federal. da Comissão de Trabalho e Legislação Social da Câmara dos Deputados. Curso de Geologia na Universidade Federal de Pernambuco (1991). agora pela 3a. Brasília. Brasília. Assume o Ministério da Justiça em 7/4/1998. Em 1985 filia-se ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Ministério da Justiça. Câmara dos Deputados. Sem Justiça não Há Cidadania. retorna ao governo entre 19 de fevereiro a 16 de abril de 1859. permanecendo no cargo até 18 de dezembro do mesmo ano. CALHEIROS. 2002. É Preciso Ousar Um Novo Brasil. Mário Eugênio V. 1996. Nomeado 1º vice-presidente em 1/4/1854. CALHEIROS. sendo nesta última eleito pelo 1º distrito. Curso primário em Maceió. entre outras. 1997. assume novamente. Brasília. permanecendo até 15 de dezembro do mesmo ano. Metas Para 1999. Senado Federal. Ministério da Justiça. Brasília. permanecendo até 13 de outubro daquele ano. 2002. no governo Fernando Collor. Uma Vitória dos Taxistas: Projeto de Renan Amplia Isenção do IPI. a Constituição Estadual Republicana (Decreto n. de Melo ( Maceió AL 26/1/1821 -Maceió ? AL 4/5/1895) Deputado provincial e geral. Senado Federal (Coleção Machado de Assis. a 15 de março de 1861 assume novamente. Brasília. eleito em 1984. e empossado no ano seguinte. presidiu a Comissão Representativa do Congresso. Brasília. Contadores de Balelas. Brasília. reassumindo sua cadeira no Senado Federal. Brasília. Desemprego. Câmara dos Deputados. Deputado provincial na legislatura 1850-51 e na de 64/65. Por Falar em Mudanças. 1999. porém sem sucesso. senador estadual. em 23 de novembro. Presidente do Diretório Acadêmico de sua faculdade e presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) . médico. Senado Federal. de maio. 1983. Vice-presidente executivo da Petrobrás Química S. em 1860. Pela Vida do Velho Chico. sendo titular na Comissão de Educação. Reengenharia do Legislativo: A Experiência do Grupo de Trabalho de Reforma e Modernização do Senado. Deputado Geral na legislatura 1857-60. 31) 1979. 1983. Orçamento Público e Fiscalização. Membro. entre outras. presidente da UNE. Resgate da Democracia. finalmente. Senado Federal. Edições Bagaço. Nas eleições de outubro de 1990 elege-se deputado federal por PE. Brasília. Senado Federal. entre 24 de abril a 1o. Brasília. Brasília. depois. Senado Federal. 1987. 1984. O Velho Chico. Brasília. Nordeste: Uma Nova Visão. CALHEIROS. Obras: Em Defesa de um Mandato Popular. Discurso Proferido no Senado Federal Durante a Sessão Ordinária de 17/10/1996. Relatório da Gestão . tomou posse no governo em 26 de abril. realizada em Lisboa. Renildo Vasconcelos ( Murici AL 20/4/1959) Deputado federal por PE.

2001. Valmir ( Atalaia AL 23/3/1944 ) Jornalista. professor de Geografia. Revista IAGA. 1875. p. ainda. Atuou no Instituto de Estudos da Cultura e Educação Continuada . G. Graduação em História pela PUC-SP (1964). Bispo auxiliar. 5. Rio de Janeiro.D. Identidade e Conquista Territorial por um Grupo Indígena Integrado. Entre 1971-72 realizou curso de especialização em História pela Universidade Federal de Pernambuco. 197-.Conceito. 1986 (org. Gráfica EDUFAL. Museu Nacional. I. O Titã das Alagoas. Waldyr. v. Tradition and Transmission. Iniciou seus estudos em Fernão Velho e. Discurso do Presidente. Mata ( AL? ) Antropóloga. 5o e 6o aniversários do Instituto. A Semente da Terra. major. 207-208. Gilberto Freyre. a Solucion Rather Than an Problem. fazendo de Atalaia do quartel general da luta contra a epidemia. Paulo de Castro Silveira. Um dos fundadores do IAGA. Inicia Direito na UFAL. Suplente de deputado provincial na legislatura 1846-47.. 23 de junho de 2. vereador José Rebelo.. CALHEIROS. no Jornal de Hoje. in Gazeta de Alagoas. Patrono da cadeira 35 da AAL. No ano de 1975. de Tânia Pedrosa. Discurso do Presidente.223. em Maceió. Considerações em Torno de Alguns Conceitos Antropológicos na Obra de Darcy Ribeiro. mas termina o curso no CESMAC. p. Foi. CALHEIROS. Folclore . pesquisador. in Laboratório de Pesquisa Social. Maceió. Ciências Sociais: 50 Anos de Ensino e Produção do Conhecimento na UFRJ (1939-1989). in Revista Crítica de Ciências Sociais. professora. 85-86. p. CALHEIROS. Social Mobility in Portuguese and Spanish Urban Áreas During the Period of Great Discoveries. Maceió. Maceió. 151-153. Professora da UFAL entre 1966-82 e da Universidade Federal do Rio de Janeiro no período 1982-91. n. Filho de Modesto Correia de Novaes e Maria Calheiros de Novaes.As Louceiras Kariri-Xocó de Porto Real do Colégio. 1991. inicialmente. Rio de Janeiro. de Novaes ( Murici AL 28/7/1923 ) Bispo. Divaldo Suruagi. em Recife. Obras: Trajetória Profissional e Formas Identitárias: Uma Teorização. Uncontrolled Settlements. Revista do IAGA. 20-21 e Cerâmica Indígena . Religion and Economic Life of the Huicholes. José Carlos Maranhão e José Clovis de Andrade. 1989. Loyola. Poesia de Circunstância num Folhetista de Cordel (Eneias Tavares dos Santos ..I. Mestrado em Antropologia Social pela University of Arizona. Valter Pontes ( AL ) Obras: Comendador Tércio Wanderley. Vera Lúcia . Grafitex. Obra: Arnon de Mello. Membro da Comissão Alagoana de Folclore. e.V. Portugal. na cidade do Rio de Janeiro por dois anos e meio. do qual foi o 2º presidente. Apoiou aos que lutaram contra a situação política reinante no país após 1964. bacharel em Direito.O Poeta e o Cotidiano). Recebeu prêmios por reportagens que publicou na imprensa local. Matrilocal Family in a Brazilian Squatter. 8. 1874. Cronologia e História.IEC. A Semente da Terra. no período de 1849 a 1857.Volta Redonda (RJ). Simplício Pereira da Rosa ( ? ) Deputado provincial. Atuou como mediador na greve dos metalúrgicos da Companhia Siderúrgica . em especial quando o cólera-morbus atacou Alagoas. funcioário público. no Rio de Janeiro. respectivamente. Atuou. posteriormente. Colabora em jornais de Maceió.000. de 2/12/1872 até o seu falecimento. v. v. São Paulo. p. em especial para obtenção do título do mestrado. 222. Tucson. in Arte Popular de Alagoas. na Universidade de Lisboa. juntamente com BAHIA. Obras: Discurso do Presidente. do 4o. em sua cidade natal.. n. J. Em 1972 realizou curso de especialização em História de Portugal.. Doutorado em Antropologia Social pela UFRJ (1984). 6. n. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. no Jornal de Alagoas e Gazeta de Alagoas. Revista do IAGA. Exerceu a medicina. Comentários de João Azevedo. 1989. Minority Groups Children and Cultural Barriers to Learning. CALHEIROS. EUA (1975). juntamente com GOMES. de Tânia Pedrosa. em Maceió. Em 1/5/1964 é nomeado bispo da Diocese de Barra do Piraí . comemorativos. Artur Nunes.). in Arte Popular de Alagoas. D.200 Francisco Reinaldo Amorim de Barros 62). 1992. tese de doutorado. Funcionário público da administração estadual. Portugal. n. juntamente com Vilas Boas. 1991. escreveu os trabalhos acadêmicos: Archeology in the Caribean Área. Entre 1976-78 foi diretora do Museu Théo Brandão. 2000. 4. Casa Grande & Senzala e o Mito da Origem do Povo Brasileiro. O Ginásio em Murici e no Colégio Estadual de Alagoas. Folklore. depois. CALHEIROS. em Memória Cultural de Alagoas. Da Etnologia à Antropologia Social: A Produção Antropológica no Brasil e sua Institucionalização. Universidade Federal do Rio de Janeiro.. p. além de A Festa da Glória. I. Senador estadual na legislatura 1891-92.

Seu vale é significativamente rico. Deputado federal nas legislaturas 1991-95. Adalberto Gama da ( Maceió AL 31/10/ 1939 ) Engenheiro. do III (1998) e do IV (1999). inicialmente na TV Pajuçara e depois na TV Alagoas. Autor dos trabalhos O Alumínio Condutor e Reforma das Sociedades Anônimas. CÂMARA. CÂMARA. Olavo ( Murici AL 12/3/1957) Deputado federal. Titular das Comissões de Desenvolvimento Urbano e Interior. entre outras.na qual foi eleito suplente. CALIXTO. Foi diretor-administrativo da Companhia de Eletricidade de Alagoas e ainda superintendente do Instituto Euvaldo Lodi e chefe-executivo do Centro de Assistência à Pequena e Média Empresa. inicialmente. Maceió. foi professor do seminário e bispo auxiliar de Fortaleza. CALMON. a partir de 1993. Transferido para Teresina. a segunda em importância no Estado. Licenciado e laureado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Gregoriana. Filho de Alberto Alves da Câmara e Ana Maria Figueiredo Gama da Câmara. CALHEIROS FILHO. Trabalhou. Estudou com Pierre Chalita. Finalmente. eleito em 31/1/1979. Curso de Agronomia na Universidade Federal da Paraíba (1979). bem como do II (1997).Vida o Obra. em 1988. CAMARAGIBE vide MATRIZ DE CAMARAGIBE. sendo utilizado para exploração agrícola . Entre 1983-84 foi Secretário Municipal de Administração. Nasce no limite entre São José da Laje e Ibateguara. Secretário da Agricultura (1987-88) no governo Fernando Collor. em Fortaleza (CE). em 24/11/1976. tem como principais afluentes: . e Secretário de Infra-Estrutura (97-98). Nome artístico de Ana Améria Lisboa Martins Raposo da Câmara ( AL 1972) Pintora. toma posse em 6/1/1985. Posteriormente. onde ficou ate meados de 1995. CALUNGA O principal canal da Lagoa Mundaú. Obras: Bartpapo em Alagoas. empossado a 25/5/1973. se transferiu para Natal (RGN) onde foi exibido pela TV Potengi. em João Pessoa passou a apresentar o “BartPapo com Geraldo Câmara”. Matriz de Camaragibe.ABC das Alagoas 201 Nacional. tendo sido administrador apostólico e . Após ser vigário de duas paróquias no interior cearense. Tem como principal afluente o Camarigibinho. Depois. além do rio do memo nome. Geraldo ( PB ? ) Radialista. 95-99 . Fiscalização Financeira e Controle. chega a Maceió. pela TV Tambaú. Minas e Energia e Seguridade Social e Família. Sócio do IHGA. A. Filho de Olavo Calheiros Novais e Ivanilda Vasconcelos Calheiros. como 4o. quando a empresa foi invadida por tropas do Exército. A bacia do Camaragibe. Forma a Cachoeira Serra d’ Água. Foi o primeiro arcebispo coadjutor. e em 1999-2003 e 2003-2007. Arcebispo de Maceió. secretário de estado. e do II Festival com As Duas Faces e Frei Damião . Estudou no Colégio Marista e fez o Curso de Engenharia Civil. finalmente. uma produção independente. com direito a sucessão. quando. Deságua no Atlântico junto ao povoado de Barra do Camaragibe. Novo Lino e Passo de Camaragibe. na Rede Tupi. EDUFAL. Salvador ( ? ) Deputado estadual nas legislaturas 1909-10 e 11-12. CÂMARA. até 1996. em sua cidade natal. em Roma. Ibateguara. Dom Miguel Fenelon ( Quixeramobim CE 4/4/1925) 5o. em 1996. Secretario de Viação e Obras Públicas nos governos Divaldo Suruagi (1984-86) e José Tavares (1986-87). arcebispo de Teresina. A. tendo assumido de 3/2/1995 a 24/7/1997.em especial a cana-de-açúcar -. Renunciou ao atingir a idade de 75 anos. CÂMARA. ambos em Alagoas. se apresentou na TV Norte. Foi navegável entre Passo de Camaragibe e o litoral. e para a pecuária. CAMARAGIBE Rio. nestas pelo PMDB. Ordenado sacerdote em 8/12/1948. Joaquim Gomes. engenheiro agrônomo.Vaquejada. assumido como arcebispo de Maceió. Participou do I Salão TRT 19a Região de Pintores Alagoanos. pelo PRN. Denício ( Palmeira dos Índios ? AL ) Participou do I Festival de Penedo com Festa de Bravos . que envolve os municípios de Colônia Leopoldina. 2000.

segundo o Convênio SEMA/SUDENE/Governo do Estado de Alagoas. participando das batalhas de São Lourenço. para um período de seis anos. tendo contribuído significativamente para a vitória dos luso-brasileiros. Foi ainda durante a interinidade de Manoel Simões da Costa que ocorreu o assassinato do Padre José Vicente de Macedo.“político. em seguida. toma posse a 2 de setembro daquele ano. para Sergipe. incitando inclusive as mulheres de Porto Calvo a participar desta luta.) Deputado federal e estadual. Ambrósio Lira. 74 5/10/1881 e ano III n. literário. CAMARIGIBINHO Rio. tinha como tipógrafos Carlos Rodrigues e o “acadêmico” Antônio de Barbosa Lima. Impresso em tipografia própria. tomado a si a responsabilidade para realizar uma nova eleição para a Assembléia Provincial. João Camilo de Araújo. Madrid. presidente do Conselho Municipal e inspetor escolar na cidade de Vitória. desde o Rio São Francisco até o Maranhão. Felipe dito POTI ( RGN 1601 . hoje Quebrangulo. sintesis de sus recursos economicos. Era uma folha política defendendo as idéias e interesses do então Partido Liberal. Nomeado presidente em 4/6/1833. Natalício . de onde. Afluente do rio Itiuba. Integrante da bancada liderada por Pinheiro Machado. Olimpio Ciríaco e Carlos Rodrigues nele colaboraram. CAMBOIM. permanecendo na Câmara Federal em 1912-14. Argentina e Chile. Membro da Comissão de Diplomacia e Tratados foi um dos signatários. em especial. CAMARAGIBE Rio do camará. Como adido comercial. 18-20. ano I n. Com seu esquadrão feminino escoltou os habitantes para Madalena.Esperidião Eloi de Barros Pimentel. Pernambuco. CAMARÃO. em 1639.202 Francisco Reinaldo Amorim de Barros Galho de Meio e Salgado. Afluente do Camaragibe. Camará ou Cambará é um arbusto. depois assume por poucos dias e afasta-se definitivamente. CAMARGO. 21-23 e 24-26. Galdino Belo. fez publicar informações sobre os recursos econômicos do Brasil. entre eles Manoel Simõe