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Estágios da evolução da escrita

Estágios da evolução da escrita

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Descrição dos estágios de evolução da escrita de acordo com Ana Teberosky e Emília Ferreiro.

Descrição dos estágios de evolução da escrita de acordo com Ana Teberosky e Emília Ferreiro.

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Estágios da evolução da escrita

Emília Ferreiro e Ana Teberosky

2. 4. Categorias linguísticas não definidas (letras. Indiferenciação entre gravura e escrita.) .Nível 1: pré-silábico  Características 1. Uso de sinais únicos para escrever palavras diferentes. etc. 3. A ordem das letras na palavra não é importante. palavras. sílabas.

Ex. .Nível 1: Pré-silábico   Proposta didática: Possibilitar à criança vivenciar atividades que envolvam as letras (palavras e textos de interesse da criança).: Só há uma forma de escrever.   Conflitos que levam ao próximo nível: Percepção de que há estabilidade nas palavras.

Nível 1: Pré-silábico .

Ex.Nível 2: Silábico    Características Vinculação entre escrita e pronúncia. Correspondência qualitativa dos sons com as letras. Confronto com grafias de certas palavras que sabem serem corretas .: i F – PATO (Nível silábico – quantitativo ou restrito). Correspondência quantitativa de sílabas orais com cada letra da palavra.   • • • Conflitos que levam à próxima hipótese: Impossibilidade de ler silabicamente (sobram letras) Impossibilidade de ler o que os outros escrevem.: AO – PATO (Nível silábico – qualitativo ou evoluído). Ex.

Nível 2: Silábico .

NÍVEL 3: ALFABÉTICO

Características:
A criança descobre que precisa de uma letra para cada sílaba. Desprende-se do realismo nominal. Já possui formas fixas e grafa muitas sílabas completas (no início). Na fase avançada, já desperta para questões ortográficas.

 

Ex.: PALHAÇO (PA L SO – 1ª fase) (PALIASO – 2ª fase)  Faz correspondência fonema/grafema.

Nível 3: Alfabético

como entre Cada Desafios Diferença entre o desenho e a escrita. sua letra final. número de letras e forma gráfica. A sílaba será representada por uma ou mais letras. • Silábico sílaba é representada por um sinal gráfico. Análise da regularidade e constituição das palavras quanto à sua inicial. • Conservação gráfica da forma das palavras. • Atividades: caçapalavras. • Intervençõe s Vencer a hipótese do número de letras. Leitura do que se escreve. cruzadinha. • Vencer o realismo nominal. • Atividades: forca.Psicogênese da escrita Níveis Hipóteses Pré-silábico Indiferenciação gravura e escrita. • . leitura. Alfabético Escreve-se se fala. • Leitura. • A escrita representa a fala. leitura. mas não se escreve com se fala. •Vinculação discurso oral com texto escrito. • Distinção entre imagem e escrita. professor/aluno). Estabelecer relação entre fala e escrita. • Confronto entre as formas escritas (aluno/aluno. Transcrição do texto oral para o escrito.

Se a aprendizagem da língua escrita implica na compreensão do modo de construção de um sistema de representação. psicogenéticos e psicolinguísticos. quem aprende (aluno) e o objetivo da aprendizagem (sistema de representação alfabética da linguagem). processo que envolve uma construção conceitual. Ênfase aos aspectos linguísticos.Visão construtivista da alfabetização  Alfabetização considerada em função da relação entre quem ensina (professor).    . sociolinguísticos. Escrita concebida como uma representação da linguagem. Não é mero código de transcrição gráfica de unidades sonoras. esta se converte na apropriação de um novo objeto de conhecimento (aprendizagem conceitual).

que segue um caminho próprio na sua evolução. Necessidade de maior conhecimento científico por parte do professor (psicogênese da língua). Respeito à criança.Implicações pedagógicas do estudo de Emília Ferreiro  Mudança na abordagem escolar em geral. Mudança na visão do “ERRO” – do pejorativo para o ERRO CONSTRUTIVO e necessário – instrumento de pistas para o professor a respeito das hipóteses do aluno e de seu estágio de evolução. considerando-a ser ativo e capaz. Valorização das escritas espontâneas da criança. permitindolhe que escreva de acordo com suas hipóteses. Delineação dos caminhos que a criança percorre para      .

 4. que envolvem a concepção da criança sobre a leitura e a escrita: função.Implicações pedagógicas do estudo de Emília Ferreiro  Mudança do enfoque do “COMO SE ENSINA” para “COMO SE APRENDE”. formas de representação. numa visão tradicional ligada aos aspectos da coordenação visoauditivo-motora. etc. por aspectos linguísticos. estruturação.  . 5. O trabalho pedagógico deverá estar orientado para ajudar a criança a responder duas questões: O que a escrita representa? Qual é a estrutura da escrita? Substituição da questão da prontidão.

Referências

Psicogênese da Emília Ferreiro e Artemed,1999.

língua escrita. Ana Teberosky.

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