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EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico (Área Profissional Sáude)

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico (Área Profissional Sáude)

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RESUMO
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Published by: Marina Komati Yoshida de Almeida on Nov 27, 2013
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08/31/2015

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EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de N !el "#cnico $%rea Profissional: S&ude'
Marina Komati Yoshida de Almeida – Faculdade São Lucas

II( DELI)I"AÇ*ES E IN"ERFACES DA %REA A área da saúde abrange uma relação muito numerosa, por tratar-se de cuidados que abrangem a saúde pública, diagn stico, educação, proteção, pre!enção, recuperação, reabilitação e gestão, inclusi!e a interlocução, interação, pactuação com setores da economia e da sociedade que t"m rele!#ncia para a população, e que in$luenciam na organi%ação dos respecti!os ser!iços, o que torna as legislaç&es muito bem delimitadas $rente ' intensa atuação e import#ncia desta área( )onclui-se prontamente que a $ormação t*cnica na área de saúde de!erá atender os re$erenciais curriculares que respeitem ' legislação, que de!e ser muito bem abordado nas escolas de educação pro$issional( Segundo o Minist*rio da Educação +,---./
A área de Saúde estabelece inter$aces com todas as áreas da ati!idade 0umana, na medida em que as quest&es relati!as ' saúde e segurança no trabal0o perpassam todos os processos produti!os nos di$erentes ramos de atuação e ati!idades laborais( E!identemente, essas inter$aces entre as áreas pro$issionais de Saúde, Agropecuária, 1urismo e 2ospitalidade, 3magem 4essoal, Meio Ambiente e 5a%er e 6esen!ol!imento Social são indicati!as de conteúdos curriculares comuns e interligados, recomendando a implantação e o desen!ol!imento concomitante, seq7ente ou alternado de cursos ou m dulos dessas áreas em uma mesma unidade escolar ou em mais de uma, integradas por acordos, parcerias ou con!"nios(

III( CEN%RIOS+ "END,NCIAS E DESAFIOS O surgimento de uma assist"ncia uni$icada culminou na implantação do contempor#neo Sistema 8nico de Saúde +SUS. brasileiro, que reordena as áreas setoriais e institucionais e, atra!*s do mesmo, * poss9!el analisar as tend"ncias do mercado de trabal0o e, portanto, o $oco para a educação pro$issional de n9!el t*cnico de acordo com as necessidades e panorama, onde a assist"ncia 0ospitalar toma maior destaque( :os últimos tempos, uma $orte tend"ncia que pre%a a manutenção da saúde, atra!*s da pre!enção, surgiu indicando no!as direç&es de atuação( 1end"ncia, esta, sustentada pela tentati!a de diminuir os altos custos em saúde com diagn sticos, e;ames complementares e reabilitaç&es(

Marina Komati Yoshida de Almeida

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:otou-se a necessidade de rede$inição da $unção do 0ospital na organi%ação da atenção ' saúde, $rente ' import#ncia da assist"ncia ambulatorial e domiciliar, da articulação da demanda espont#nea a uma o$erta de ser!iços e dados epidemiol gicos e sociais na reali%ação das práticas de saúde(
O problema que se coloca * o de como !iabili%ar uma pol9tica de Saúde para
um pa9s com demandas crescentes, que ainda !ão se e;pressar de $orma mais intensa a partir dos pr ;imos anos, como, por e;emplo, o aumento e;ponencial do número de idosos potencialmente dependentes e capa%es de consumir uma parcela desproporcional de recursos do setor Saúde( O per$il epidemiol gico do <rasil, que mostra no!as e !el0as doenças con!i!endo ao mesmo tempo, está a e;igir no!as estrat*gias que possam responder 's demandas( O uso do con0ecimento epidemiol gico, a tecnologia da in$ormação e o monitoramento permanente e quali$icado dos clientes=pacientes podem ser aspectos de um no!o modelo de atenção !oltado para a qualidade de !ida, em que as pol9ticas de Saúde !isarão ' promoção da saúde, ' pre!enção das doenças, ' recuperação dos que adoecem e ' reabilitação má;ima daqueles que !en0am a ter a sua capacidade $uncional restringida( Al*m disso, a adoção desse modelo pode representar uma sa9da não apenas de bai;o custo, mas, principalmente, de maior resoluti!idade +Minist*rio da Educação, ,---.(

A !isão da integralidade do cuidado se $a% necessária, pois atra!*s desta a !isão do cliente=paciente * reali%ada de $orma 0ol9stica, sendo poss9!el resol!er seus problemas de $orma total pela equipe( Entretanto, para a integrali%ação * e;igido que os pro$issionais ten0am um per$il contendo/ interdisciplinalidade, multipro$issionalidade e *tica em constante e!olução, onde as escolas t*cnicas de!erão instigar a construção de tal per$il(

I-( PANORA)A DA OFER"A DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Segundo uma pesquisa reali%ada pelo Minist*rio da Educação +,---., 0á uma grande insatis$ação com a educação pro$issional da área da saúde, onde os cursos apresentam muitas de$ici"ncias e geram pro$issionais com con0ecimento t*cnicocient9$ico e postura pro$issional inadequadas(
Embora o estabelecimento de limites e $ronteiras para a atuação pro$issional não se>a uma questão pertinente ' educação, cu>o prop sito * o desen!ol!imento pleno de compet"ncias e a di$usão irrestrita do con0ecimento tecnol gico, as escolas precisam le!ar em consideração o $ato de a Saúde ser uma área de atuação maciçamente legislada( 6essa $orma, as escolas de!erão estar atentas a esses bali%adores de maneira que os desen0os curriculares propostos atendam e respeitem as leis de e;erc9cio pro$issional !igentes, pois o ensino t*cnico dissociado das normas que regulamentam o e;erc9cio pro$issional das di!ersas pro$iss&es da Saúde pode gerar con$litos entre os di$erentes e di!ersos n9!eis pro$issionais e ainda promo!er o e;erc9cio ilegal da pro$issão( )abe, portanto, ' educação o desen!ol!imento de !alores *ticos e de cidadania para uma atuação pro$issional que considere e respeite os limites das pr prias compet"ncias e que recon0eça a prioridade de o espaço de atuação ser ocupado por outros pro$issionais, quando mais e mel0or capacitados +Minist*rio da Educação, ,---.(

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As escolas de!em !isar a ampliação de 0ori%ontes, permanecendo atentas 's no!idades e e;ig"ncias do processo produti!o e o$erecer cursos de especiali%ação, sendo necessário/ • • • • • • • • • • • • 3no!ar a metodologia? E;ercitar a aprendi%agem e solução de problemas, inclusi!e, problemas sociais? Atuali%ação tecnol gica e de gestão? 5aborat rios coni!entes com a atualidade do campo pro$issional? Articulação entre o con0ecimento te rico e a prática? )ontratação de pro$issionais atuantes? 4ro$essor com per$il mediador do processo ensino-aprendi%agem? <uscar atender 's e;ig"ncias do per$il epidemiol gico e sanitário da população? 4ossibilitar a $ormação de pro$issionais esclarecidos com o processo de trabal0o espec9$ico? Atender ' realidade regional? @a!orecer a interdisciplinaridade e contato precoce com a prática pro$issional? 4ossibilitar o desen!ol!imento de 0abilidades ligadas ao uso $luente de softwares espec9$icos, bem como de comunicação oral em ingl"s e espan0ol a partir da base >á estabelecida pelo ensino m*dio(

-( PROCESSO DE PRODUÇÃO NA %REA O Minist*rio da Educação +,---. prop&e que Ao processo de trabal0o em saúde requer do trabal0ador da área mais do que um rol de compet"ncias e 0abilidadesB e ainda, coloca que Aa di!ersi$icação dos campos de atuação dos pro$issionais de Saúde 0o>e, com a dessetori%ação de suas práticas, ' medida que en!ol!am modelos de atenção !oltados ' qualidade de !ida, e;ige dos trabal0adores uma !isão ampliada de saúdeB( A integralidade de!e ser incorporada na educação pro$issional como guia, que contempla as dimens&es totais do processo saúde-doença, para as aç&es que a respeitem e que, inclusi!e, respeite a indi!idualidade do indi!9duo( A mesma $a% parte da 0umani%ação da assist"ncia, bem como os direitos de consumidor do paciente=cliente, satis$ação e !alori%ação da autonomia do indi!9duo na gestão e quest&es relacionadas ' sua saúde(
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E neste conte;to, $oram identi$icadas cinco $unç&es que agrupam as aç&es de ati!idade da área/

Função 1 2 A3oio ao Dia4n5s6ico Au;iliar no estabelecimento do diagn stico e identi$icação de agra!os ' saúde(

Função . 2 Educação 3ara a Sa7de Atuando na manutenção por meio de aç&es educati!as que ob>eti!am a promoção da saúde(

Função 0 2 Pro6eção e Pre!enção Atuar nas aç&es que !isam proteger e preser!ar a saúde, pre!enir mol*stias e eliminar ou minimi%ar riscos(

Função 8 2 Recu3eração e Rea9ili6ação 1er como ob>eti!o recuperar a saúde ou reabilitar $unç&es a$etadas em consequ"ncia de agra!os, !isando a recuperação $9sica e o rea>ustamento social, mel0orar a qualidade de !ida(

Função : 2 ;es6ão e< Sa7de Analisar a e$icácia dos di!ersos processos de trabal0o, garantir a qualidade de !ida do ser!iço prestado e a !iabilidade do neg cio como empreendimento econCmico( Reunindo ati!idades que ob>eti!am situar o $uturo pro$issional no conte;to da área e a desen!ol!er um ol0ar cr9tico da realidade( 1er compet"ncia de gestão, onde, qualquer trabal0ador de saúde de!erá ser capa% de gerir o seu pr prio processo de trabal0o(

Embora ten0am sido separadas didaticamente, na prá;is dos pro$issionais da Saúde as $unç&es inter-relacionam-se intimamente umas 's outras( A di!ersidade dos processos de trabal0o e;ige, em conseq7"ncia, a apropriação de algumas compet"ncias comuns a todos os processos de produção, e outras espec9$icas de cada subárea(

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Educação 3ara o Au6ocuidado :o conte;to da educação em saúde, onde o $oco * o autocuidado, praticamente nada mudou a partir das ino!aç&es propostas pelo mo!imento da promoção da saúde e do que se con!encionou c0amar de Dno!a saúde públicaD, assim denominada para en$ati%ar as trans$ormaç&es introdu%idas no campo pela promoção da saúde( Apesar dos a!anços propostos, a educação em saúde, campo em que a en$ermagem tem uma grande inserção, permanece geralmente centrada em práticas educati!as autoritárias e em saberes unilateralmente selecionados como necessários, a partir de crit*rios t*cnicos( :este cenário, ensinar saúde com !istas ao autocuidado tem implicado a imposição de estilos de !ida estabelecidos desde o ponto de !ista dos pro$issionais da saúde, como saudá!eis( Os imperati!os constitu9dos a partir da de$inição t*cnica do que se>a um estilo de !ida compat9!el com saúde são, contudo, apresentados aos su>eitos como escol0as poss9!eis, não obrigat rias, seguindo-se a l gica da escol0a in$ormada( @ornecemos in$ormaç&es sobre saúde para que os indi!9duos possam reali%ar suas escol0as, cientes dos pr s e contras de determinadas opç&es, mas a escol0a *, em princ9pio ou por princ9pio, li!re( 3ronicamente, este mo!imento na direção da promoção da autonomia indi!idual !ia escol0a in$ormada acaba redu%indo muito as possibilidades da independ"ncia pretendida, porque emerge carregado de D!erdadesD da ci"ncia, a qual * di$9cil contrariar( A insistente pre!al"ncia do autocuidado como um poss9!el e dese>á!el resultado dos empreendimentos educati!os em saúde, muitas !e%es desen!ol!idos no #mbito da en$ermagem, guarda relação com a ideologia do indi!idualismo, onde * central a noção de autonomia indi!idual( A $orte in$lu"ncia desta ideologia no campo da saúde tem pelo menos duas origens/ a $ormação em saúde - ainda $ortemente impregnada pelo paradigma biom*dico, e, assim, pouco porosa a compreens&es socioantropol gicas acerca da saúde e da não saúde? e na racionalidade pol9tica que predomina na atualidade, a qual * de$inidora do neoliberalismo como regime 0egemCnico( :o primeiro caso, um problema importante, * que a $ormação * $undamentada em teorias cogniti!o-comportamentalistas que con$iguram processos de aprendi%agem $ocados na transmissão de in$ormaç&es e mudanças de atitudes( :ão raro, esta $ormação negligencia os determinantes sociais e culturais da saúde, indi!iduali%ando os processos de adoecimento( 6este modo, não * de estran0ar que os pro$issionais da saúde, $ormados neste conte;to, apostem tudo na promoção da saúde do DoutroD a partir de aç&es !erticali%adas, com pouco espaço para a escuta e impregnadas daqueles saberes de$inidos pela ci"ncia como de inequ9!oca import#ncia para o cuidado de si( :o segundo caso, a in$lu"ncia do neoliberalismo na de$inição da noção de autogo!erno como um ideal a ser perseguido, tem a !er com a ideia de que o Estado não pode inter!ir na !ida pri!ada das pessoas, pois elas t"m o direito de organi%arem suas !idas segundo suas pr prias escol0as( Eárias responsabilidades indi!iduais resultam da9, entre

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as quais, a de manter-se saudá!el, resistindo 's inúmeras tentaç&es e riscos de des!ios de comportamento que a !ida diária o$erece( As consideraç&es desen!ol!idas at* aqui apontam para certo pessimismo com relação ' possibilidade de um conteúdo de autonomia nos empreendimentos educati!os da en$ermagem dirigidos ' promoção do autocuidado, os quais, na min0a maneira de !er, apesar dos a!anços na ret rica da saúde, permanecem embasados em concepç&es redu%idas de saúde e $ocados equi!ocadamente apenas em mudanças indi!iduais de comportamento( En$im, as ati!idades que comp&em a sub$unção de Educação para o autocuidado !isam, por meio de in$ormaç&es simples e orientaç&es claras sobre princ9pios básicos de saúde, mel0orar as condiç&es de autocuidado do cliente=paciente( Os pro$issionais de n9!el m*dio em Saúde de!erão assumir seu papel como agentes de saúde independentemente de sua 0abilitação( A Saúde como direito social inalienação poderá tornar-se acess9!el a uma parcela da população, 0o>e, e;clu9da desse direito, por meio da ação dos t*cnicos que, dentro de sua área de atuação, le!em orientaç&es gerais a seus clientes(

Pro<oção da Sa7de e Se4urança no "ra9al=o A segurança do trabal0o pode ser de$inida como um con>unto de medidas que são adotadas com !istas a minimi%ar os acidentes de trabal0o e as doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade laboral do trabal0ador, por*m, depende da adesão 's normas de segurança pelo pr prio trabal0ador em saúde( A pouca adesão, >usti$icada por inúmeros argumentos, torna o risco biol gico o mais signi$icati!a( A consci"ncia e postura pre!enti!a * uma alternati!a para minimi%ar os riscos(

>iosse4urança nas Aç?es de Sa7de
Apesar de a biossegurança estar impl9cita nas quest&es de Saúde e Segurança do 1rabal0o +SS1., optou-se por estabelecer uma sub$unção que aglutine ati!idades como o controle e pre!enção da contaminação, a utili%ação de t*cnicas adequadas de descarte de $luidos e res9duos de nature%a !ariada e aplicação de m*todos e t*cnicas de limpe%a e desin$ecção de ambientes e equipamentos, pela import#ncia dessas ati!idades para a integridade do cliente e para a pre!enção de iatrogenias +Minist*rio da Educação, ,---.(

Pres6ação de Pri<eiros Socorros

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3mprescind9!el o con0ecimento do t*cnico da área de Saúde para que se>am tomadas pro!id"ncias e ati!idades a serem reali%adas em situaç&es que e;igem a prestação de primeiros socorros, ap s acidente ou mal súbito, para a sobre!i!"ncia da !9tima(

Or4aniAação do Processo de "ra9al=o e< Sa7de
As especi$icidades do trabal0o na área de Saúde requerem um tratamento especial na $ormação dos t*cnicos de n9!el m*dio( As ati!idades dessa sub$unção ob>eti!am discutir o sistema de saúde !igente, as quest&es *ticas e legais impl9citas, as di$erentes $ormas de organi%ação do trabal0o, a questão das relaç&es interpessoais no trabal0o em equipe e o compromisso social do trabal0ador em Saúde com a população, porque estas são !ariá!eis que inter$erem no $a%er dos pro$issionais de Saúde e e;igem o desen!ol!imento de compet"ncias espec9$icas +Minist*rio da Educação, ,---.(

-I( )A"RIBES DE REFER,NCIA As matri%es de re$er"ncias $oram identi$icadas de acordo com os saberes e 0abilidades mentais socioa$eti!as e psicomotoras, con0ecimento cient9$ico, mobili%adas de $orma articulada para a obtenção de resultados produti!os compat9!eis com os padr&es de qualidade e;igidos no trabal0o da área, onde as bases curriculares de!em obedecer a resolução nF G=HH do ):@( As matri%es $oram identi$icadas para au;iliar na construção de curr9culos modernos e $le;9!eis que possibilite a $ormação de pro$issionais mel0ores( )a6riAes de ReferCncia: N7cleo da %rea 1( Apoio ao 6iagn stico .( Educação para a Saúde .(1 Educação para o Autocuidado 0( 4roteção e 4re!enção 0(1 Promoção da Saúde e Se urança no !ra"alho 0(. #iosse urança nas Aç$es de Saúde 8( Recuperação e Reabilitação 8(1 Prestação de Primeiros Socorros :( Iestão em Saúde :(1 %r ani&ação do Processo de !ra"alho em Saúde

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REFER,NCIA
Educação 4ro$issional/ referenciais curriculares nacionais da educação 3rofissional de n !el 6#cnico( Jrea pro$issional/ Sa7de( <ras9lia/ ME), .EEE(

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