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Ferramentas Do Dosvox

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FERRAMENTAS DO DOSVOX

O Projeto DOSVOX possui as seguintes ferramentas computacionais:

Um sinteti a!or !e "o !e #o$so %"eja a foto ao $a!o& para microcomputa!or 'ue permite 'ue um D(V( ten)a acesso sonoro a 'ua$'uer computa!or compat*"e$ com +,M-P./ mesmo 'ue e$e N0O POSSUA P1A.A DE SOM2

Sistema operaciona$ comp$ementar ao DOS/ !estina!o a pro!u ir sa*!a sonora2 Sistema !e fa$a em $*ngua portuguesa 2 E!itor e 1eitor !e Te3tos2 +mpressor ,rai$$e2 Di"ersos programas !e uso gera$ para o cego/ como por e3emp$o ca!erno !e te$efones/ agen!a !e compromissos/ ca$cu$a!ora/ jogos/ etc( Amp$ia!or !e Te$as para o DOS2 Programas para aju!a 4 e!uca56o !e crian5as com !efici7ncia "isua$2 Programa !e Te$ecomunica58es/ 'ue permite 'ue atra"9s !o te$efone/ o D(V( possa transmitir informa58es e:ou ar'ui"os para uma outra pessoa ou computa!or ou fa32 O#s(:.om re$a56o a este ;$timo *tem em particu$ar/ po!e-se tam#9m acessar a Re!e +nternet gratuitamente atra"9s !a Ren!e - Re!e Naciona$ !e Deficientes %em acor!o com a Re!e Naciona$ !e Pes'uisas& sen!o o !eficiente "isua$/ usu<rio !o DOSVOX( Do=n$oa!: menu!"o3(=a" - >?@A um ar'ui"o em formato BAVE/ 'ue i$ustra como 9 a fa$a no sistema DOSVOX(

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PATENTE DO SISTEMA DE FALA DO DOSVOX

Refere-se a presente invenção a um esquema para síntese de fala em língua portuguesa. que realize um +!3-pass+ da m'quina de estados finitos. * primeiro elemento toma uma palavra gen$rica em língua portugu%sa. vogais em geral. realiza sua conversão atrav$s de um processo estilo +m'quina de estados finitos+ . o início e o fim da palavra. foi desenvolvida a presente invenção. que tem suficiente generalidade para falar portugu%s. que se utiliza de uma interface conversora. dentro da palavra. 0etras mai1sculas na ta!ela identificam que o fonema gerado ser' forte (síla!a t-nica . possa fazer uso de fala em língua portuguesa. mostrada na ta!ela ). su!stituindo a situação gen$rica de paroxitonicidade que $ preferencial na língua portuguesa. . e que não se utiliza de fonte externa de energia para amplificação da fala. A presente invenção deve ser entendida atrav$s de dois elementos principais( o su!sistema de conversão e o su!sistema de conversão e amplificação. preparados para a língua inglesa e que não conseguem sintetizar corretamente a fala em língua portuguesa. !aseados em placas conversoras geradoras de som. acoplavel à interface de impressora de microcomputadores. sendo implementada como como uma rotina do computador ao qual est' acoplado o esquema de conversão e amplificação. gerando uma sequ%ncia de fonemas !'sicos. e que ini!em sua utilização ampla em micro-computadores de prop"sito geral. A partir de uma palavra gen$rica em língua portuguesa. * segundo elemento toma a sequ%ncia de fonemas e os reproduz no fone de ouvido. que se constitui numa interface que. invia!ilizam que um programa executando num equipamento que não possua uma placa como esta. a m'quina de estados finitos. e produzir como saída a lista de fonemas identificada à direita do sinal de igual. consoantes em geral. toma suas decis. Atualmente os esquemas de síntese de fala em língua portuguesa se utilizam de elementos geradores de sons (sintetizadores de preço relativamente alto. A maior parte de tais sistemas se !aseia em circuitos integrados conversores. sendo facilmente acoplada um amplificador externo de 'udio convencional. * m$todo assim posto não produz uma tradução correta para todas as palavras da língua portuguesa. *s grafemas são testados pela sua vizin/ança com outros grafemas. mas pelo fato de utilizarem placas internas ao microcomputador.or questão de !arateamento do m$todo.es !aseadas na ta!ela de associação grafema-fonema. * que a m'quina realiza. num microcomputador que utilize uma interface convencional de impressora. . controlada por rotinas convenientes de programação. #xistem tam!$m sistemas simples. . A saída sonora produzida pela presente invenção $ produzida num fone de ouvido convencional.ara resolver as discrep2ncias. a m'quina de estados finitos não precisa ser realizada em circuito eletr-nico. &om o intuito de solucionar estes pro!lemas. $ capaz de sintetizar a língua portuguesa com fidelidade. mostrado na figura ). A ta!ela ) constitui-se em item relevante de originalidade neste pedido de patente. $ identificar o grafema entre par%nteses. em síntese. que podem ser letras específicas. as palavras que não se adequem ao m$todo podem ser armazenadas numa ta!ela que $ !astante pequena para ser armazenada numa mem"ria de leitura exclusiva.

&apacitores estrategicamente colocados fornecem energia durante a fala a pontos críticos do sistema. *s fonemas !'sicos são armazenados na mem"ria convencional do computador. LF#JH (#. que realiza a fala em fone de ouvido. conseguindo desta forma um nível suficiente para acionar um fone de ouvido convencional. init.NFaJH (A AFaMH (A . LFaJH (AM.76A<*R+. *s fonemas !'sicos podem ser sintetizados algoritmicamente. a tradução para sons se realiza enviando os fonemas !'sicos. +?9. autofeed 56.NF#JH (# . select in .6#69@A<*R <# :*@ #A 0B. ter sido previamente adquiridos de um microfone atrav$s de uma interface convencional de aquisição de som por computador. A etapa de amplificação $ o segredo da qualidade sonora( dois amplificadores operacionais realizam de forma independente a amplificação dos níveis positivos e negativos da onda. caracterizado por um esquema de conversão grafemas-fonemas para portugu%s.76A<*R+.ARA A9&R*&*A. A alimentação el$trica deste conversor $ tomada dos pr"prios sinais do conector de impressora do microcomputador (stro!e.<9&A=>#? )o.C7A .NFeJH 7(#P F#H O(#P F G#H (#P F#H O(#M F G#MH (#M F#MH (# FeMH (E RF GfG3H (E F GfH (C7 SF GgH . mostrada na figura ). *s valores usados são altamente críticos. para EA0A &AR9*&A ( F G G G H (AA IFaJGKH (AA LFaJH (AMA IFAJGKH (A. 6AD#0A ) .*R67C7#?A . 4o.6#69@A<*R <# :*@ #A 0B. LFeJH (#M . ou como no caso da implementação corrente do sistema. caracterizado por utilizar interface acoplada a conector de impressora. A etapa de conversão. e estão descritos nas ta!elas ) e 4. +?9.*R67C7#?A . 7ma resist%ncia vari'vel a8usta o nível de saída.A partir da tradução fon$tica.&onversão Eon$tica do ?intetizador. para o esquema de conversão e amplificação. R#9:9. 7m capacitor realiza uma filtragem do sinal para mel/orar o sinal audível. LFAJH (A .C7A . !asicamente se realiza atrav$s do uso de um conversor digital para anal"gico por divisor resistivo.FaMH O(AP F GAH (AP FAH O(AM F GAMH (AM FAMH O(AJ F GAJH (AJ FAJH (AQ FaH (A FaH (D RF G!G3H (D F G!H (&N F GxH (& SF GsH (& RF GTG3H (& F GTH (< RF Gd8G3H (< 9PF Gd8H (< 9F Gd8H (<# UIF Gd8G3H (< F GdH (# 0AIF#H (# &#IF#H (# CAIF#H (# RAIF#H (#5 *IF#GTsH I(# IFiH (# UIF3H (#PA LF#JH (#MA LF#JH (#A LFeJH (#PA LF#JH (#M.ARA A9&R*&*A. sem necessidade de amplificador externo. mostrados na ta!ela 4.

ro8eto <*?:*5 .(? F GsH R(? F GsH (? LFsH (? F GzH (6 9PF Gtc/H (6 9F Gtc/H (6# UIF Gtc/G3H (6 RF Gtc/G3H (6 F GtH (7PA LF7JH (7A LFuJH (7P. LFoJH (* :AFoH O(*P F G*H (*P F*H O(*M F G*MH (*M F*MH O(*J F G*JH (*J F*JH I(* IFKH O(* IFKH (* UIFKH (* FoMH (.(? F GsH .es( envie Aail para \e!master do . LF9JH (9.(C7+ F GgGKH (C7 VF GgGKH (C SF G8H (C RF GgG3H (C F GgH (N FH (9PA LF9JH (9A LFiJH (9P. RF GpG3H (.F GmG3H (A F GmH (.NF9JH (9 .(? LFxH .NFuJH O(7 RRFKH O(7 XLFuH O(7P F G7H (7P F7H O(7 FKH (7 FuH (: F GvH (\ FuH (5 IFTsH I#P(5 OF GzH I#M(5 OF GzH I#(5 OF GzH IV(5 OF GTsH A7(5 FsH O(5 LFxH (5 F GxH (] FiH (@ IFxH (@ F GzH 6AD#0A 4 .(R F GrrH O(R LFrrH O(R OF GrH (R FrH (?? F GsH I(? F GsH D(? LFxH D(? F GsH .NF7JH (7 . LF7JH (7.N F Gn/H (. LFiJH (9P .NFiJH C7(9 FiH W7(9 FiH O(9 RRF3H O(9 XLFiH O(9P F G9H O(9 F3H (9P F9H (9 FiH (Y F G8H (Z FTH (0N F Gl/H (0 OF GlH [(0 OF GlH (0 OFlH (0 FKH (A . F GpH (W7 SF GTH (W7+ F GTGKH (W7 F GTGKH (RR F GrrH I(R F GrrH ?(R F GrrH .(? LFxH . LFuJH (7P . LF*JH (*.Eonemas D'sicos 7sados no ?intetizador. F GnH (* R6AIFoG (* ?6AIFoG (* ?AIFoG (* @AIFoG (* 0AIFoH (* 0IFoH (* 5IF*H (* &AIFoH (*A IFoJH (*MA LF*JH (*A LFoJH (*M. para EA0A &AR9*&A aeiou aM eM oM aJ eJ iJ oJ JuJ a3 e3 o3 u3 aM3 eM3 oM3 aK eK iK oK aMK eMK oMK ! T d d8 f g 8 l m n p r rr s t tc/ v x Ts z Aaiores informaç.

es. entre 4b e bc anos. <iante das mudanças que caracterizam a nossa era. e na medida em surgem contur!aç. Eol/a <irigida . exclusivamente. ac/ei que era importante ouvir o professor. `&ontri!uir para desvelar as necessidades do professora. sociais. #ntre os pontos que c/amam atenção estão o sofrimento psíquico e o mal estar que elas revelam em seus depoimentos.es econ-micas. Aarceli Ri!eiro ouviu professoras de educação infantil das redes p1!lica e privada.Aanual de operação * 8ogo de Co $ um 8ogo c/in%s antiquíssimo. . a transmissão do con/ecimento. em que os Eacetas da identidade do professor . #stou fazendo uma pesquisa para sa!er como se faz a identidade neste momento em que estamos vivendo. dos !airros de 9panema. assim como as profiss. . como do 8ogo de damas. Donsucesso. como ele se v%. afirma. Wual $ o o!8etivo deste tra!al/o_ Aarceli Ri!eiro . sa!er como ele se sente.C*:*5 .a fase final do pro8eto. qual ser' o perfil do professor deste novo s$culo_ . que $ sua tese de mestrado. que se 8oga com um ta!uleiro quadrado. A pesquisa revela algumas faces descon/ecidas das professoras.ara a pesquisa. que alerta tam!$m para o fato de as universidades não estarem formando de maneira adequada seus profissionais. afirma a pesquisadora. Aarceli Ri!eiro traça um perfil da identidade das professoras deste segmento de ensino e fala do o!8etivo de sua pesquisa.residente da Eundação Anísio 6eixeira. ^ senso comum que o papel do docente $ muito mais ensinar a desco!rir do que ensinar f"rmulas prontas.#ste $ o tema de min/a tese de mestrado. as pessoas vão mudando. Da!i revela fatos curiosos da tra8et"ria do pai educador Aarceli Ri!eiro Andr$a Antunes A rapidez das informaç.A sen/ora est' desenvolvendo uma pesquisa so!re a identidade do professor.en/a e 9ra8'. #ntão.es e o uso das novas tecnologias provocaram mudanças no papel do professor. No8e não ca!e mais a ele. e o que o a8uda a se formar como professor. . * professor tam!$m est' sofrendo com essas mudanças. sa!er quem ele ac/a que $. . 0agoa. a professora e psic"loga Aarceli Ri!eiro &astan/eira 0opes desenvolveu a pesquisa `?er e não ser( a identidade profissional do professor da atualidadea. Dotafogo.ara responder a esta pergunta. `^ relativamente grande o n1mero de professores com pro!lemas de sa1dea. ?a!emos que a identidade $ formada ao longo da vida. Eoram dois anos de tra!al/o para tentar esta!elecer uma identidade das professoras de educação infantil.

7ma delas $ gostar de crianças. que perderam um certo status. no caso destas professoras. A relação das professoras de educação infantil com a profissão $ diferente da relação esta!elecida com por professores dos ensinos fundamental e m$dio_ Aarceli Ri!eiro . tanto p1!licas como privadas. #sta $ uma questão s$ria porque.or$m. # isso d' um certo desnorteamento para elas. al$m da parte positiva que $ lado afetivo com a profissão. ^ possível notar que /' uma certa pro8eção em relação ao que elas vivenciaram quando eram alunas. existe uma questão muito s$ria que $ o fato de que.or isso. as professoras c/amam atenção para o fato de que existem profissionais que não sa!em escrever. mães. . meio sem m$rito por seu tra!al/o. muitas vezes. /' um lado muito triste que $ o fato delas se sentirem desvalorizadas. falou que $ possível o!servar que elas escol/em a carreira de professora por influ%ncia afetiva. #las falam tam!$m com prazer da relação com o aluno. que gostam. Eol/a <irigida . mais talvez que o professor universit'rio. o professor tam!$m se coloca nesse lugar de desvalorizado. porque as identidades são m1ltiplas. A mul/er ainda $ muito desvalorizada na sociedade. 9sto porque estão conscientes da responsa!ilidade que t%m na formação da criança e acreditam que $ atrav$s dessa formação que conseguirão mudar a sociedade e a visão que as pessoas t%m do professor. não restava a elas. A pesquisa foi realizada durante cerca de dois anos.. As professoras se v%em como algu$m que não est' sendo levado em conta nas resoluç. psic"logas.#ste sentimento de desvalorização $ um pro!lema específico das professoras de educação infantil ou a sra.Wuais pontos interessantes a sra. que tra!al/am com educação infantil das redes p1!lica e privada.Acredito que esse segmento $ particularmente desvalorizado. enquanto mul/er.es das escolas. criticam pessoas que vão se deixando fazer professor sem ter uma identidade com a profissão. às vezes.es afetivas. .<efinir uma identidade seria muito arriscado. elas se sentem professoras. destacaria nesta pesquisa_ Aarceli Ri!eiro . Eol/a <irigida . ac/a que esta $ uma questão que atinge a todos os docentes_ Aarceli Ri!eiro . tudo ao mesmo tempo. *u se8a. * que $ possível perce!er $ que existem algumas semel/anças entre as professoras de educação infantil.ão podemos esquecer que. escol/er outra carreira. Eol/a <irigida . * que mais caracteriza as professoras neste segmento $ o fato de que. em alguns momentos. !a!'s. tia professora.es dos governos. que não cumprem !em suas tarefas. As entrevistas duraram tr%s meses.orte do Rio. #las se sentem realizadas porque tra!al/am com crianças e porque v%em o resultado no tra!al/o. .^ possível definir uma identidade para o professor_ Aarceli Ri!eiro . .or isso. elas são muito ressentidas. 9nclusive. se sentem meio !a!'s. #las criticam posturas deste tipo. se identificar com o universo infantil e o fato de se tornarem professoras por essas relaç. nas resoluç.* que constatei $ que grande parte destas professoras escol/eu esta carreira por influ%ncia de algu$m que prezam. As professoras dizem que os sal'rios são muito !aixos.A sra.Wuanto tempo durou essa pesquisa_ # de que segmento de ensino são os professores pesquisados_ Aarceli Ri!eiro .*uvi professoras das @onas ?ul e .Eol/a <irigida . .este momento estamos na fase da an'lise de dados. Eol/a <irigida . tem mãe.

*utro ponto que me c/amou atenção neste tra!al/o $ que nos depoimentos perce!i que os professores estão muito cansados. por exemplo. . .A sra. $ otimista. Eol/a <irigida .?e fala muito que a educação !rasileira $ ruim. A sra. Ali's. #las se sentem desprestigiadas porque ningu$m consulta o professor quando existe uma mudança na política educacional. &omo elas se sentem diante deste quadro_ Aarceli Ri!eiro . alergia a giz.or isso. não t%m din/eiro e os cursos são em /or'rios impratic'veis. Aarceli Ri!eiro . Eol/a <irigida .. temos /o8e um grande n1mero de professores com pro!lemas de sa1de. alergia de pele e estresse. $ necess'ria uma viv%ncia.ara que um professor possa transmitir algo. segundo elas. são impostas e aca!am gerando um grande desgaste para o professor. se não $ um leitor_ &omo passar da teoria para a pr'tica se não /' uma viv%ncia_ As professoras se ressentem $ que estas viv%ncias não são proporcionadas nos cursos de formação. ac/a que as professoras estão preparadas para lidar com as novas tecnologias_ Aarceli Ri!eiro . para que possa ensinar. por outro lado. &ansados fisicamente porque tra!al/am uma carga /or'ria excessiva e tam!$m porque existem diretores e coordenadores que não dão voz e vez ao professor para que façam determinadas coisas.es. mas nem sempre podem fazer isso. mas que muitas vezes não ocorrem.ão sei dizer em termos percentuais em quanto aumentou.erce!o que /' pessoas que não con/eciam um museu. que algumas ressaltam que as escolas investem na capacitação. # esta não $ uma tecnologia de ponta. mas.Algumas sim. * que ocorre $ que na rede p1!lica.* acesso à cultura e à informação não deveria ser visto nas faculdades de formação de professores_ Aarceli Ri!eiro .rofessor.N' uma conscientização dos professores de educação infantil de que $ importante se capacitar para conseguir a valorização. ^ algo antigo a que elas não tin/am acesso. isto $ muito espor'dico. &omo ele vai dizer que $ !om ler. #las não t%m tempo. navegar na 9nternet. #les acreditam que vão dar conta de fazer esta mudança na sociedade.Ac/o que estes são pontos inerentes à formação. se sentem muito co!rados. <evo lem!rar. que elas definem como cansaço mental. na metodologia de ensino. cansaço mental $ uma queixa freqdente entre os professores. #stas mudanças v%m de cima para !aixo. 9sto ocorre porque são. da instituição. *s professores sofrem com calo nas cordas vocais. . . Eol/a <irigida . apontados como as respons'veis pelos fracassos da escola. de um modo geral.Eol/a <irigida . muitas vezes. mas posso afirmar que $ relativamente grande o n1mero de professores com pro!lemas de sa1de. ?ou professora de arte e educação e costumo levar min/as alunas a museus para que ten/am mais contato com artes visuais. no entanto.* que perce!i na pesquisa $ que as professoras querem estudar. #ste estresse ocorre porque /' uma co!rança grande e pouco recon/ecimento. 9sso tem afetado muito o professor. porque mostra que elas são privadas pela pr"pria escola em que se formaram professoras deste con/ecimento.6em crescido o n1mero de professores com pro!lema de sa1de_ Wuais são os principais males que acometem aos professores_ Aarceli Ri!eiro . agora outras não t%m a menor noção do que se8a. e este acesso aos !ens culturais $ algo s$rio.. falou das mudanças nas carreiras e nas profiss. Eol/a <irigida .

Acredito que nunca estaremos )eeI atualizados. .Eol/a <irigida . colocam esta desvalorização ligada à questão salarial. &om este cansaço que ele sente e com esta desvalorização devemos pensar que imagem ele est' transmitindo para aquele que ele est' a8udando. . as professoras deixam clara a esperança de conseguir mudar este quadro. de mudar a sociedade. &om este mal estar tão grande.?im. Aas outros colocam que os professores são desvalorizados pela descrença que /' na educação. em um primeiro momento.ada contra a t$cnica.* fato do professor se enxergar desvalorizado pode ter conseqd%ncias no processo educacional_ Aarceli Ri!eiro . 9sto ocorre porque os cursos não acompan/am as mudanças. o prazer fica longe da sala de aula. ^ quase uma relação de causa e efeito( `gan/o pouco.N' então um equívoco nos nossos cursos de formação de professores_ Aarceli Ri!eiro .<epois de dois anos de tra!al/o. &omo a classe v% esta questão_ Aarceli Ri!eiro . ^ coloc'-lo no centro do processo.* que a sra. mas ela não deve vir em detrimento ao lado /umano. a atualização. . 8ogadores se alternam colocando uma pedra numa posição escol/ida.?em d1vida. na /orizontal. 9sto $ muito grave. &ada 8ogador usa uma pedra cor diferente. Eol/a <irigida . #ntão. acredito que devem ser vistos com cuidado.Aumentar sal'rio $ importante. Eol/a <irigida .Auito se fala da desvalorização do professor nos 1ltimos anos.es. # não adianta apenas fazer cursos. Eol/a <irigida . mas o mínimo de contato com as novidades $ fundamental. pelo fato da escola não dar oportunidades. Eol/a <irigida . Agora o que me encanta $ que. dar um acol/imento a ele para que ele possa ter c/ance de ter contato com coisas e pessoas que irão enriquec%-lo. # o professor se ressente muito disso. .es para que os professores se manten/am atualizados. qual $ a principal conclusão da pesquisa_ Aarceli Ri!eiro . acredito que estes dois pontos f o mal estar e a desvalorização f são os mais preocupantes.or isso. ^ por isso que c/amamos a atenção para o fato da necessidade de se levar em conta o professor nestas decis. &aso contr'rio. . apesar disso. portanto sou desvalorizadoa. mas ac/o que tam!$m $ fundamental levar em conta a pessoa do professor. * o!8etivo do 8ogo $ criar uma lin/a de pedras (como no 8ogo da vel/a .ão adianta o professor fazer um curso de computação se ele não tem computador na escola para tra!al/ar. vamos ficar c/eios de tecnologia e sem ess%ncia.*s professores se sentem muito desvalorizados e. A sensação que ten/o $ que /' uma supervalorização da t$cnica.A questão da desvalorização e do sofrimento psíquico são pontos muito presentes na pesquisa. ?empre /aver' algo que descon/ecemos. ac/a que deveria ser feito para mudar isso_ Aarceli Ri!eiro . #les se sentem desvalorizados porque não /' um recon/ecimento da import2ncia do papel do professor.ão adianta co!rar a inclusão se o professor não tem instrumentos para transformar isto em realidade. ^ necess'rio que as escolas ofereçam condiç.

c de ta!uleiro e c de carreirin/a.ara escol/er uma posição digite a lin/a e a coluna (n1meros de ) a h . ?e voc% não tiver pr'tica.6AD( l% a lin/a e coluna onde se est' . Ao início do 8ogo voc% escol/e o taman/o do lado do ta!uleiro e o taman/o da lin/a. .ara aprender a operar o 8ogo. digitando cc.vertical ou diagonal. Algumas teclas especiais são interessantes( . digitando 4 n1meros (por exemplo gb . 8ogue como se fosse um 8ogo da vel/a. ou se8a. . pode tam!$m usar as setas e percorrer as casas do ta!uleiro e enter para marcar a posição dese8ada. Aqui o computador ser' seu oponente.Nome( volta para o início do ta!uleiro .!arra de espaços( l% todo ta!uleiro . * 8ogo mais tradicional usa um ta!uleiro de lado g preenc/endo lin/as de b pedras.ota( . e !rincar inicialmente.

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