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DESNATURAR

DESMUNDOS

a imagem e a tecnologia para além do exílio no humano

Doutorando: Luis Artur Costa Orientadora: Tania Mara Galli Fonseca Coorientadora: Margarete Axt

Genealogia do problema

HPSP

As transformações nas práticas e nos espaços da psiquiatria

Genealogia do problema

HPSP Cidades

A dança da cidade e suas relações com as diferenças.

Genealogia do problema

HPSP Cidades Tecnoestéticas dos cotidianos urbanos

Os estilos de habitar.

Genealogia do problema

HPSP Cidades Tecnoestéticas dos cotidianos urbanos Encontros carne-técnica

O gesto e o corpo dançam com o aço, o silício e o concreto.

Genealogia do problema

HPSP Cidades Tecnoestéticas dos cotidianos urbanos Encontros carne-técnica Relações Natureza-Artifício

Como nos transformamos em ETs: nossa metafísica cotidiana.

Genealogia do problema

HPSP Cidades Tecnoestéticas dos cotidianos urbanos Encontros carne-técnica Relações Natureza-Artifício Natureza Desnaturada

A imanência paradoxal e seus modos: uma ontologia relacional-estética.

Genealogia do problema

HPSP Cidades Tecnoestéticas dos cotidianos urbanos Encontros carne-técnica Relações Natureza-Artifício Natureza Desnaturada Ciência e arte

Artes e ficção como modos de produção de conhecimento.

Operação:

Operar a desnaturação da natureza e abrir as essências tautológicas em paradoxos para repensar nossa metafísica cotidiana (ontologia, epistemologia e ética) e repensar a estética dos

nossos modos de nos relacionarmos com a tecnologia e a imagem para além dos

tecnoprofetas.

DESNATURAR DESMUNDOS: a imagem e a tecnologia para além do exílio no humano.

DESNATURAR: bioquímico + moral (infame menor). DESMUNDO: definição por negação, oposição. EXÍLIO NO HUMANO: único sítio onde permitem que artifício e natureza se encontrem.

O corpo das nuvens

Delírios

Natureza Desnaturada

Etnopoéticas

O CORPO DAS NUVENS

Como dar corpo ao virtual?

1º DELÍRIO: a vertigem ou caindo para as alturas.

Estrangeiro (explorador e turista)

Imigrante

Dúvida hiperbólica ampliada: vertigem ontológica

2º DELÍRIO: feito nuvem, se debate tempestade.

O paradoxo do conjunto de todos os conjuntos e a incompletude de Gödel.

3º DELÍRIO: agarrando-se desesperadamente ao chão para não cair aos céus, nasce um profeta.

“La hilariedad de lo serio (…) fija en la risa el fin último de una teologia” (BLANCHOT ).

4º DELÍRIO : afundando na superfície, nasce o ex-profeta que encontra a perdição.

Se recompondo fluido mareou-se.

NATUREZA DESNATURADA

O livro dentro do livro.

Natureza: artificiosa (criação-devir-vida), imanente e paradoxal.

Ontologia modal e relacional: tudo é ação em relação constituindo entes.

Natureza e Tecnologia: artifícios (não há distinção de origem, apenas modo).

Natureza e Imagem: a imagem age, é relação e se relaciona, logo é (ontologia imanente), sem necessidade de apelar ao referente (analogia representativa é posteriormente construíd

sobre a imagem e a afirmação de sua diferença).

Ética-estética: pautada pelo desejo de composições-decomposições, constituindo a definiç de estilísticas relacionais complexas intensificando sua possibilidade de mudança e relação (criação/ devir).

5º DELÍRIO: o julgamento do judeu

Brincando com o juízo

Poetnografia 1 (Meu quarto cheira a hotel).

*Dá um corpo poético a algumas atmosferas das cidades contemporâneas: densidade, verticalida velocidade, isolamento, consumo-descarte, leveza. *Problematiza alguns tecnoprofetas apocalípticos (Debord, Baudrilard, Virilio) e dialoga com o Desdém pelo urbano de Thoreau.

A cidade, a velocidade e as imagens.

Poetnografia 2 (O peyote e a aspirina).

*A floresta e a farmácia, o fitoterápico e o sintético: pensando as relações de potência e não julga a natureza ou artifício. *A flor de estufa e o boi confinado versus o computador com célula fotovolcaica:

seres artificiais e máquinas naturais. *O pimentão euskera e a artificialização para obter a autenticidade de natural.

Para além do natural e do artificial.

Poetnografia 3 (As coisas e os seres).

*Levando o biocapitalísmo e sua paradoxalidade para além da diferença entre natureza e artifício e para além da diferença entre propriedade privada e comum. *Produção colaborativa do laboratório da vida (devires da natureza) + laboratório privado = nem natureza impura + impossibilidade de copy right dos resultados.

O capitalismo e sua natureza paradoxal diluindo patentes.

Poetnografia 4 (Bolaño esperando um fígado).

*A doença, a invenção de novas vidas, o desprendimento em criar. *O artifício da vida e as definições ontológicas como exercício ficcional. *A ontologia d câncer e a ontologia da morte associadas a sua rede de artifícios definidores. *Para além do juízo (VouF) pensar na complexificação da trama e intensificação da potência (possibilidade de possíveis).

As invenções da vida.