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ATIGO_A REFLEXÃO NO PROCESSO EDUCATIVO

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A REFLEXÃO NO PROCESSO EDUCATIVO

Claudinei Vieira da Silva

Aprender não é difícil. É mais fácil dispor-se a aprender e aprender direito, com vontade, e saber que o que se faz não é para si mesmo e sim para toda uma comunidade que confia em seu trabalho. (Munduruku, 1996, p. 22)
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Resumo Este artigo visa estudar o que mais dificulta a apresentação de bons resultados, em relação ao processo de ensino-aprendizagem, detectando-se a baixa presença de pesquisadores inseridos em sala de aula, isto é, que sejam parte daquilo que investigam. Reportamo-nos ao Professor Pesquisador necessário como aquele que discorre analisando sua própria prática pedagógica, uma vez que não tê-los como atuantes em nossa realidade nos deixará sempre à margem de um “fazer” pedagógico educativo. Temos, então, a necessidade de pensarmos na escola enquanto lugar onde os diferentes co-habitam. Somente assim poderemos ter uma real (inter)ação entre os sujeitos do processo educativo. Quando dizemos que o professor está distante do discurso pedagógico, estamos reconhecendo que, embora esteja bem servido da prática, esta está longe da técnica, a qual é utilizada pelos teórico-pesquisadores, que discorrem sobre a “Formação” do educador. Os principais autores utilizados foram Sacristán (2005), Casarin (s.d.), Frigotto (2004), Ghedin (2005) e Barbara, Miyashiro e Garcia (2003). As experiências que se processam no espaço educativo são as formas mais eficazes de geração de conhecimento, uma vez que as relações, tais como interação, troca, partilha etc., são os meios mais concretos de produção. Sem eles, não haveria possibilidade de desenvolvimento das ciências, que se faz muito importante para que o educador se valha de sua própria experiência para pensar e produzir novas formas de ensinar. Abstract: This article aims to examine what is more difficult to the presentation of results in relation to the teaching-learning process, to detect the low presence of researchers inserted in the classroom, that is part of what they are investigating. We reported to Researcher Profesor necessary as the one who talks reviewing their own pedagogical practice, since it doesn´t take them as working in our reality will always in the margins of a "how" teaching education. We have, therefore, the need to look at school as a place where different co-inhabit. So only we could have a real (inter) action between subjects in the educational process. When we say that the teacher is away from the speech teaching, we recognize that although the practice is well served, this is far from technical, which is used by the theoretical-researchers, that´s discourse on "training" of the educator. The principal authors were used Sacristán (2005), Casarin (sd), Frigotto (2004), Ghedin (2005) and Barbara, Miyashiro and Garcia (2003). The experiences that take place in the educational space, they are the most effective ways of generating knowledge, since the relations, such as interaction, exchange, sharing etc., they are the most tangible means of production. Without them, there wouldn´t be possibility of development of science, which is very important for the educator is worth of its own experience to think and produce new forms of teaching.

INTRODUÇÃO
O processo educativo ou ensino-aprendizagem se dá de forma muito complexa. Embora muito se tem pesquisado discutido e indagado sobre esse processo, pouco ou nada se
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MUNDURUKU, Daniel. Histórias de índio. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1996.

A tentativa de comparação entre o professor de sala de aula e o pesquisador é uma grande incoerência. conforme Gadotti (1997. uma vez que o pesquisador não está o tempo todo em sala de aula. o mesmo acontece com os projetos pedagógicos. que se deleitam sobre a “Formação” do educador. cabe a aplicação de práticas que visem atingir o aluno. de prestar atenção ao diferente. está muito longe da técnica. e isso nos deixará sempre à margem de um “fazer” pedagógi co educativo. Talvez o que mais dificulte a apresentação de resultados positivos. preciso conhecer o outro. é preciso reconhecê-las. porque não está baseada no conhecimento científico e – serei muito mais agressivo – não pode estar baseada no conhecimento científico. haja vista que propostas de governos vêm e vão. embora esteja bem servido da prática. aquele que. 81-82). Uma sociedade multicultural deve educar o ser humano. estamos reconhecendo que. não no sentido humanizado.. desestruturada e descontextualizada. Aqui temos. a de preparar para a continuação dos estudos e a de preparar para o trabalho. discutir e questionar a prática dos professores de sala de aula. ao professor da sala de aula.. um sistema dualista. para isso. tal pesquisa será realizada de forma fragmentada. ou seja. capaz de ouvir. Como já mencionado antes. discorre analisando e pontuando sua própria “prática pedagógica”. 119-120). pois a prática educativa não pode nem deve se dar de forma teórica. Isso nos reporta ao “Professor Pesquisador”. quando diz: “Suspeito que a maior parte da investigação sobre a formação dos professores é uma investigação enviesada. teremos sempre um trabalho investigativo superficial e até irrelevante em relação ao processo educativo. jamais irem os conseguir apresentar fatos e dados relevantes para o processo educativo. essa é construída mediante sua própria experiência no processo educativo. a necessidade de pensarmos na escola enquanto lugar onde os diferentes co-habitam. e isso dá ao ensino médio. sendo essa investigação realizada de forma superficial. a qual é utilizada pelos grandes teórico-pesquisadores. somos levados a concordar com Sacristán (2005. que sejam parte daquilo que investigam. p. que tem seus limites. possibilita-lhe a mesma constantemente. temos o Ensino Profissional atrelado ao ensino médio. que deve ser realizado de forma concomitante. que. sem que se esteja realmente inserido no processo ensino-aprendizagem de “sala de aula”. teremos um professor sempre humano. já que seu exercício. de acordo com Kuenzer (2000). mas no sentido de um ser que erra. eram realizados de forma conjunta. não se chega a um consenso a respeito deste. “oficio de ensinar”. Primeiro. de respeitá-lo. já que tenta desenvolver sempre duas funções. que não entra na essência dos problemas”. parcial. de forma a contribuir para o desenvolvimento do processo educativo (ensino-aprendizagem). ou seja. porém. isto é. há a separação do mesmo. não se pode criticar a construção da prática educativa dos professores levando em conta única e exclusivamente a maneira como ela se dá. Somente assim poderemos ter uma real (inter)ação entre os sujeitos do processo educativo no espaço “escolar”. enquanto. seja a inexistência de pesquisadores inseridos em sala de aula. uma vez que o pesquisador desenvolve investigação. indagação e a teorização. apenas se faz presente algumas horas e nunca numa constância. em relação ao processo de ensino-aprendizagem. isto é. de forma que seu desenvolvimento está diretamente ligado aos fatos e não a suposições e hipóteses. uma vez que sua ação se dá no dia-a-dia. De acordo com Sacristán (2005). é preciso saber trabalhar com as diferenças. (.tem apresentado como resultado válido. assim como as investigações e indagações da maioria dos pesquisadores: Quer dizer. depois. a prática educativa não pode ser técnica pedagógica. pegamos como exemplo o “Ensino Profissional”: desde a colonização do Brasil. encontramos cada vez mais pesquisadores interessados em investigar. Desta forma. p. suas deficiências e até mesmo suas imperfeições. Nesse momento do processo do ensino-aprendizagem. estando aí. Quando dizemos que ao professor é quase impossível o discurso. A prática . segundo Sacristán (2005). Assim. então. também. não camuflá-las.) mas. já que o único modo de se saber sua relevância seria participar de forma integral em sua construção. podendo realizar um e depois o outro. e aceitar que para me conhecer. de forma muito explícita as diversidades.

de acordo com Casarin (s. O que nos leva a crer que. de acordo com Barbara. p. dessa maneira. há de buscar e cumprir esta tarefa de olhar o todo e suas relações com as partes e não as partes isoladas da totalidade (GHEDIN.”.. 2005. A reflexão. “a aprendizagem dos sujeitos resulta. um trabalho pedagógico que se mire no contexto social em que vive o aluno e seus pares. mas também tornando esse processo significativo para o aluno. 2004. proporcionando. “não há conhecimento firme. estaria não só trazendo significação (suas experiências) para o processo ensino-aprendizagem. e estes sim podem até construir. nem sempre consegue dar conta dos fatos. já que os teóricos não levam em conta o “sujeito”. dificultando. 146). p. 83). para desenvolvimento e facilitação do ensino aprendizado. agir de forma reflexiva seria assumir uma posição de que a ciência pouco pode contribuir para a prática. não se confunde com a banalização dos conceitos ou com forçar situações que levem a isso. pois se transforma num produtor em nível de mercado e não em nível intelectual. não tem recursos. 82). Miyashiro e Garcia (2003 . pois. assim. 31). porque.. Essa contextualização. Desejar que os professores se convertessem em profissionais reflexivos de sua prática é o mesmo que desejar que a educação cumpra com seu papel num todo. À escola cabe “formar” cidadãos com conhecimentos plenos de seus deveres e direi tos. fragmentando esta educação. o mesmo acaba por desempenhar seu ofício sem refletir suas ações. “esse é o papel da escola. pois Aqui é fundamental ter seu professor/educadores capaz de "Ler o mundo". políticocrítico. uma vez que se faz necessário estarmos sempre questionando e avaliando nossa prática. deve trazer. na escola. levando em consideração sua realidade e a dos alunos. mas sim porque sua cultura é outra. todavia. a escola deve ser necessária e essencialmente. visando um trabalho que realmente frutifique. deste modo. da articulação . levando em consideração Ghedin (2005). porém isso só é possível. um método ativo de conhecimento (FRIGOTTO. Segundo o mesmo autor. quando diz que. quando diz que “o professor que trabalha não é o que reflete. para seu ofício de ensinar. como tanto insistia Paulo freire. pelo menos. Aí sou obrigado a discordar de Sacristán (2005. bem como nas conseqüências das mesmas. assim. em seu ato de ensinar. de acordo com Sacristán (2005. p.) Quer dizer. o que ocorre é que o professor não reflete não porque não queira. a prática não pode ser inventada pela teoria. 2005. E investigar sobre a prática não é o mesmo que ensinar técnicas pedagógicas (SACRISTÁN. é melhor que não reflita muito.pedagógica é uma práxis. por sua vez. embora possamos observar algumas exceções. p. comprometido com a educação. o professor que trabalha não pode refletir sobre sua própria prática. 166-167). deveriam ser. em que aprender é ao mesmo tempo uma experiência de magia e de cidadania” . assim. no sentido mais profundo. p. independentes.. porque não tem tempo. pois. o lugar geográfico da construção e do diálogo crítico. Outro fato muito provocativo é o de que o professor vende seu trabalho (força de trabalho).d. que possibilite uma prática correta. até porque para sua saúde mental. construir o conhecimento de uma forma coletiva. porque a prática deve ser inventada pelos práticos (. porque os mesmos têm em si próprios todas essas características. e isso só conseguiremos no momento em que passarmos a desenvolver um ensino-aprendizado de forma significativa para aqueles com quem atuamos diariamente. intelectuais. Daí um dos fatos de termos “Profissionais” mais preocupados com o discurso do que com a realidade em que se encontram os professores. Na verdade. atuação essa que é parte interina do processo educativo. 82). Só há professores.. O ponto crucial. pois. inventar teorias em relação à prática. que. a subjetividade. Esse reconhecimento a que permite construir. contribuindo. Reflexão e Educação são temas indissociáveis ou. neste particular. sempre baseando -se em “hipóteses” e precisamos respeitar as opções de cada um. Sacristán (2005) aponta que o professor deve ter. é ter como ponto de partida o conhecimento. influências de suas experiências e sua própria história de vida. autônomos. a prática é inventada pelos práticos”. diante da loucura em que se transformou o dia-a-dia do professor. ou seja.). mediadores. não uma técnica. Isto só será possível se tivermos uma postura reflexiva em nosso trabalho pedagógico. e esta está justamente inserida na sua prática e não na teoria. isto é. as experiências e vivência dos sujeitos alunos. p. seguro. deixando-nos com algumas expectativas em relação à educação. características próprias de sua identidade. uma atuação consciente e produtiva na sociedade.

na verdade estamos. o como fazer. o que se espera dele. que se faz muito importante para que o educador . porque não há essa participação da família na escola? Talvez ainda falte a percepção de que ninguém se conduz sozinho seja em nível de sociedade ou mesmo pessoal. Isso me leva a concordar com Ghedin (2005. fazendo uso do senso comum. que se faz pela abstração e concretização do mesmo”. isso é vontade. nem nos enveredemos pela politicagem dos jogos de interesses de poucos. E. quando o povo é chamado a fazer parte das decisões políticas. segundo ainda Romão (1997). e essa pode contribuir muito com o desenvolvimento da escola. querer transformar. E. Caso contrário. quando da busca pela sobrevivência: [. mesmo que não seja toda a ação. uma vez que tornará o processo muito mais enriquecedor. estará acontecendo exatamente o que diz Romão (1997).permanente entre as experiências vivenciadas e os conhecimentos historicamente acumulados”. já que ninguém conhece tanto a realidade do seu meio quanto a própria comunidade. mas um senso comum estabelecido mediante nossa prática. são os meios mais concretos de produção. é o mesmo que considerar aquisição do conhecimento por intermédio de seus próprios ambientes/meios somente. percepção essa que. embora essa construção da prática se dê no dia-a-dia. pessoal etc. superou o “individualismo zoológico” e buscou associar -se com os semelhantes para construir respostas coletivas aos reptos que se lhe colocavam (ROMÃO. sim. Dessa forma. já que permitirá uma troca entre os pares. Ele institui uma “dialética do fazer-se e do fazer ser”. seja o trabalho de parceria entre escola/comunidade/família. o pensamento é parte da ação. que sabe persuadir e convencer. por um projeto de emancipação social. não um construído por conversas e diálogos inconseqüentes. 86). Ainda assim. buscando soluções individuais para os desafios da natureza hostil e percebendo que a própria espécie estaria ameaçada com tais soluções. p. pois. de forma a empregar à escola muito mais do quê um espaço onde se aprende a ler e escrever e.] o homem primitivo. se democracia é participação. p. é que apenas confirme aquilo que já fora determinado por um detentor do poder. 23). para apontar o saber fazer. 1997. Isso nos faz questionar a democracia. consoante Rovai (2005). que literalmente significa participatividade. ou seja. jamais deverá ser esquecida a necessidade de uma formação contínua do professor. enquanto “detentora” do saber e das decisões do que fazer com esse conhecimento. já que. para que não nos deixemos ser manipulados. segundo Sacristán (2005). é querer fazer. Desta forma. construído através da prática. Sacristán (2005) diz que é necessário se ter um projeto e um motivo ideológico para educar. de acordo com Sacristán (2005). Sem eles. onde as relações acontecem e culminam em um crescimento real e promissor. “E querer transformar implica ser modulado por um projeto ideológico. na verdade. troca. partilha etc. Isso não é ciência. é alcançada por nossos ancestrais. pois assim estaríamos sendo condizentes com a má organização e atuação precária da escola. Pois temos ainda o sentir. ac aba por se tornar muito presente no processo educativo. porém.” (SACRISTÁN. no qual se faz presente o sentimento do professor e do aluno. uma vez que as relações que ali acontecem. a falta de professores preparados pedagogicamente acarretará em alunos despreparados em igual ou maior proporção que alunos preparados. podemos aceitar que a troca de conhecimento se torna muito mais instrutiva e produtora do saber do que os próprios programas de formação oferecidos por instituições que estão muito longe da realidade do professor/educador. Se assim se der. o que temos são professores que seguiam mais pelo seu pensamento do que pela ciência e. quando diz que “o trabalho é um processo contínuo e permanente de auto -construção.. parto do senso comum. Assim este acaba por se constituir de suas raízes culturais. quando abordamos essa prática. sendo constituído através da cultura pessoal/singular/subjetiva de cada professor. seria tudo de forma mecânica. já mencionado aqui anteriormente. Faz-se necessário. caso contrário.. não haveria a menor possibilidade de crescimento/desenvolvimento das ciências. os educadores podem valer-se dos aspectos da comunidade local. Assim.. mesmo que essa formação aconteça no próprio ambiente de trabalho. seja em que âmbito for. que tomemos certo cuidado em relação a convites para a participação ativa da família e comunidade nas ações escolares. o que estaria nos permitindo colher frutos do processo desenvolvido. 130).. esse “senso comum”. p. uma vez que o que funcionou para um educador pode muito bem funcionar para outro também. possibilitando um bem educar. Acredito que uma das formas de contrabalancear essa questão. bem como conhecer a realidade dos que atenderá. 2005. As experiências que se processam no espaço educativo são as formas mais eficazes de geração de conhecimento. pois.. tais como interação.

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