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PRÉ-ESCOLAR the ESTÉTICA-01-português-Gustav Theodor Fechner

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work by Gustav Theodor Fechner
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PRÉ-ESCOLAR

THE

ESTÉTICA
Parte I
POR

GUSTAV THEODOR FECHNER.
LEIPZIG
Impressão e publicação DE Breitkopf $%&' H!RTE"#

Prefácio. A (oção )e uma est*tica pr*+escolar * uma ,e- por tempo i()etermi(a)o. como. a(teriorme(te la(ça)o a partir )a comparação com este t/tulo. a arte mostra como )e Jean Paul 0$ 1 e)ição $%23. 4 1 e)ição $%$5. etc6. por Ruge 04 # e)ição. $%5&6. por Eckardt 0$%'5+$%'36. por Egger 0$%&46# Sem 7ue eu te(te a8ora para esclarecer essa imprecisão ou corri8ir. eu uso ape(as para )ar a este )ocume(to um bre,e t/tulo atrae(te (a se8ui(te t9m o mesmo si8(ifica)o a7ui# É )i,i)i)o em )uas partes. uma s*rie )e e(saios co(te:)o est*tico sem or)em sistem;tica e em um tratame(to mais li,re )o 7ue seria a)e7ua)o para um sistema )e est*tica. for(ecer. mas 7ue são suscept/,eis )e ser a)e7ua)o i(tro)u-ir em um i(teresse mais 8eral (este e(si(o# E(tão. eles são )e fato 7uest<es muito 8erais. mas com o uso co(sta(te. para tratar estas co()iç<es spe-iale. tamb*m toca estes em parte (as seç<es peculiares e ma(te(=a a i(te(ção )e f;cil compree(são em to)os os lu8ares# >os )ois primeiros. ser,i()o como uma i(tro)ução. seç<es eu ,ou me e?plicar sobre os pri(c/pios em 7ue to)a as ,ers<es )este )ocume(to se baseia# Para resumir em poucas pala,ras )e a(tece)9(cia. para 7ue esta escre,e()o (e(=uma te(tati,a para )etermi(ar a (ature-a ob@eti,a )a bele-a co(ceitual. e )ese(,ol,er a partir )a7ui o sistema )e est*tica. mas co(te(tou+se com o co(ceito )e bele-a como um termo au?iliar (o se(ti)o )e uso li(8A/stico para o (ome curto )o 7ue u(e o ,astas Co()iç<es pra-er ime)iato )e usar. e?ami(a as co()iç<es emp/ricas )e esse pra-er para prosse8uir. ,em a 9(fase coloca um pouco para fora )as leis )os )eleites )o 7ue co(ceitual E(tBickelu(8e( )a )efi(ição )e bele-a. e substitui a (oção )e mo)o # ob@eti,ame(te belo pelo co(ceito )o 7ue * ime)iatame(te satisfeito (o 7ue )irespeito ao seu relacio(ame(to para o bem# Ele ,ai per8u(tar * claro. se eu e(co(trar a pre)isposição. )esta forma. a resposta

para o a()ame(to )e outra forma pre)omi(a(te. mas )e bai?o para cima )o 7ue para bai?o a partir )o topo. e mais li8aç<es para limpar a alta. tão firme 7ua(to ele * le,a)o a7ui a se8uir# Isso. porta(to. (ão po)e ser alca(ça)o Tu)o o 7ue ,oc9 po)eria 7uerer )e uma est*tica 7ue * co(ce)i)o por mim. e(7ua(to eu te(to pro,ar a se8ui(te auto+e,i)e(te 7ue se po)e co(se8uir muitas coisas com o 7ue um estilo )e maior est*tica )e uma ma(eira oposta a )ese@ar )ei?a )e ser# Cesmo se assim se (a)a mais. ol=e abai?o um supleme(to para essa comissão. e lembre+se 7ue (ão * uma fal=a )e uma fo(te 7ue falta um pouco )o 7ue po)e ser e(co(tra)o em outros escritos# Embora. os se8ui(tes arti8os são )esti(a)os a compleme(tar+se. por sua ,e-. eles atacam. mas tamb*m a7ui e ali com seu co(te:)o em si# Isso. e 7ue eles t9m si)o. em parte. i()epe()e(tes u(s )os outros. tem reali-a)o al8u(s represe(ta(tes 7ue ,oc9 (ão )e,e ac=ar muito c=ato. e eu (ão te(=o 7ual7uer lu8ar. atra,*s )e refer9(cias 7uer e,itar a fim )e (ão i(terromper a co(ti(ui)a)e )a represe(tação# A primeira parte )este )ocume(to est; em causa )e acor)o com a e,i)9(cia )e o co(te:)o )e co()iç<es mais 8erais co(ceituais e le8ais )a ;rea est*tica. 7ue (ota)ame(te com reali-aç<es e aplicaç<es )e )ois pri(c/pios. 7ue (a ' 1 e D Seção são particularme(te )iscuti)o. assim como com os pri(c/pios 8erais )e 8osto. ea se8u()a parte ,ai li)ar com mais refle?<es 8erais sobre a arte. sobre ,;rios assu(tos relacio(a)os com a arte. uma (o,a s*rie )e leis est*ticas e al8u(s ite(s Spe-iale# Al8u(s 7ue sE tomou co(=ecime(to )os meus escritos em outra )ireção. po)e parecer estra(=o 7ue eu e(fre(ta()o )epois )e ta(tos a(os )e outros assu(tos. o trabal=o fi(alme(te começou a me preocupar com a est*tica# Po)er. mas a i)a)e. o mais ma)uro * ai()a tão imaturo a ca)a (o,o trabal=o# E(7ua(to isso. * sim o fim )o 7ue o i(/cio )e uma preocupação com as 7uest<es est*ticas. o 7ue este tipo )e letra * um a)ulto. uma ati,i)a)e 7ue (em sempre foi ape(as uma li(=a lateral# Para a e,i)9(cia )e 7ue. por assim )i-er mostrar o meu li,ro ser,iço )e est*tica. ca)astre+se a7ui bre,eme(te o 7ue foi )i8ita)o por mim (esta ;rea para o p:blico. sem ter certame(te e(co(tra)o em seu isolame(to um lo(8o cami(=o para o mesmo# Em $%5D eu )ei um pseu)F(imo 0como Cises6 7ue ma(te,e o car;ter )o outro pa(fleto Cisessc=riftc=e(. GSobre al8umas ima8e(s )a se8u()a e?posição )e arte "eip-i8 0"p-# Hoss6G pri(cipalme(te (o co(flito co(tra uma falsa se(sação )e i)eali-ação )o mesmo. 7ue (o Rece(teme(te 0$%&I6 publicou a coleção )os Gpe7ue(os compartime(tosG )e Cises * i(corpora)o# + Co(tra o e?a8ero )o pri(c/pio )a proporção ;urea. eu te(=o al8u(s fatos e?perime(tais (o trata)o GSobre a 7uestão )a proporção ;ureaG (o ar7ui,o Jei8el $%'I# $22 afirmou# + De mo)o 8eral. * a i)*ia )e est*tica e?perime(tal )e mim (os trata)os )a Soc Sac=s# of Scie(ces# e(fileira)os. escre,e()o GPor est*tica e?perime(talG 0"p-# Hir-el $%&$6 represe(ta)as. i(clui()o a se7uela )e,e ser e(tre8ue# >o prese(te trabal=o * (o )ia $3 Seção )a)o uma amostra )e sua e?ecução# + GSobre o pri(c/pio est*tico )a associaçãoG * um e(saio meu em periE)icos )e "At-oB# $%'' i(clu/)o 7ue um em al8uma e?te(são (o D K Seç<es )esta especificação * (o,ame(te e(co(tra)o# + Em 8eral. apesar )e =istErico. mas (a est*tica para e(trar o @o8o. as )isputas sobre as )uas cEpias )o c=ama)o por e?cel9(cia Holbei(Lsc=e( Ca)o((a 7ue eu te(=o (o e(saio GA )isputa sobre as )uas

Ca)o((as por Holbei(G em Mre(-b# Em $%&2# II. e(,ol,i)o (o pa(fleto GSobre a 7uestão )a aute(tici)a)e Holbei(Lsc=e( Ca)o((aG 0"p-# Br e H# $%&$6. e em al8u(s trata)os )e Jei8el Arc= 0$%''+$%'D6# + Nma e?peri9(cia est*tica p:blico com as comparaç<es e(tre essas cEpias * empre8a)o por mim (a ocasião )a e?posição Holbei( em $%&$. em 7ue o pe7ue(o GRelatErio sobre o pro@eta)o para a e?posição Dres)e( ;lbum Holbei(G te?t 0"p-# Br e H# $%&4 *6 relata# $6 + >a :ltima ,e- 7ue ma(ti,eram em a(os )ifere(tes palestras (a Associação )e Arte )e "eip-i8 sobre as 7uest<es est*ticas i()i,i)uais e )a N(i,ersi)a)e )e est*tica 8eral#
$6 Eu

( * m:ltiplas a,aliaç<es p:blicas acima e?perime(to. em co(tra)ição )ireta com as suas i(te(ç<es )eclara)as. em parte )e,i)o ao )escui)o )o a,alia)or. em parte por causa )e um outro (ac=8esc=riebe( 7ue o e?perime(to est; relacio(a)o sim para a per8u(ta aute(tici)a)e 7ua(to O 7uestão est*tica. e(7ua(to eu ocasio(alme(te a7ui (o,ame(te )isputar a custE)ia. como essas classificaç<es são muito a)e7ua)os para fa-er meu prEprio @ul8ame(to em 7uestão. e * pro,;,el 7ue se@a mais amplo )o 7ue o a(terior. (a ,er)a)e. pouco se tor(ou co(=eci)o. pe7ue(o li,ro. 7ue e?p<e os factos )a e?peri9(cia#

Conteúdo. I# A est*tica )e cima e )e bai?o Pre(otio(s II $6 pra-er e )espra-er. pra-er e )or 46 Est*tica. cate8orias )e pr;ticas e teEricas. a8ra);,el. bom. o ,alor ,er)a)eiro. o i(teresse 56 Est*tica. Est*tica 36 Eu)Pmo(istisc=es pri(c/pio
III# Est*tica lei ou pri(c/pio em 8eral

IH pri(c/pio )e limite est*tico H# pri(c/pio )e a@u)a ou aume(to est*tico HI# Pri(c/pio )a li8ação u(ifica)a )o colector $6 uma )eclaração )e pri(c/pio 46 E?emplos 56 co(flitos factuais e au?iliares 36 Outras )isposiç<es I6 u(i,ersali)a)e )o pri(c/pio
HII pri(c/pio )a (ão+co(tra)ição. a u(a(imi)a)e ou ,er)a)e

HIII Pri(c/pio )e clare-a# Resumo )os tr9s primeiros Pri(-ipe formais

IQ# Pri(c/pio est*tico )e associação $6 I(put 46 E?emplos 56 uma )eclaração )e pri(c/pio 36 associação por semel=a(ça I6 associação a)icio(ais '6 associação temporal# Rul8ame(tos i(telecto e emoção &6 car;ter associati,o )e cores simples. formas. cama)as %6 o =omem como o ce(tro )as associaç<es D6 a(;lise )e impress<es associa)as# Come(t;rios sobre o po)er criati,o )a ima8i(ação $26 a formação 8ra)ual )o recuo associa)a $$6 Os pri(c/pios em maior uso $46 Al8umas co(si)eraç<es 8erais Q# E?plicação )a impressão c9(ica atra,*s )o pri(c/pio )a associação QI# Relação e(tre poesia e pi(tura a partir )o po(to )e ,ista )o pri(c/pio associação QII# Sisio(omia e i(sti(ti,as impress<es QIII# Represe(tação )o factor )irecta )e impress<es est*ticas em relação ao associati,o $6 Prelimi(ar 46 O fator )ireto (a m:sica 56 O fator )ireto (as artes )a ,isibili)a)e QIH H;rias te(tati,as )e criação )e um formul;rio b;sico )e bele-a# Est*tica e?perime(tal# Mol)(er Sc=(itt e 7ua)ra)o $6 te(ta uma forma (ormal ou b;sico )e bele-a para co(fi8urar 46 as ob@eç<es 7ue po)em ser le,a(ta)as co(tra a utili)a)e )os estu)os e?perime(tais+est*tico em tu)o e mesmo )e e?ecução 56 m*to)os )e i(,esti8ação e?perime(tal est*tica# Por e?emplo. uma forma )e reali-ação )o m*to)o )e escol=a# I(sbeso()re resulta)os em termos )a seção )oura)a e 7ua)ra)o QH# Relação )e co(,e(i9(cia para a bele-a
QHI# Come(t;rio sobre al8u(s pro,*rbios )o Sc=(aase em termos )e ar7uitetura QHII# Por um s;bio e espirituoso comparaç<es. @o8os )e pala,ras e outros casos 7ue t9m o car;ter )e Er8Tt-lic=keit. ale8ria. ri)/culo QHIII# O sabor

$6 Termo )e Bo(ito 46 Disputa )o 8osto 56 )e pla(tas. culti,o )o 8osto 36 pri(c/pios )e bom 8osto ou O )ireita

I. A estética de cima e de baixo.
As )uas ma(eiras )e como a co8(ição =uma(a prete()e criar e )ese(,ol,er. tamb*m se reflete (a est*tica. a )outri(a )e pra-er e )espra-er. ou )e acor)o com outros. a )outri(a )a bele-a. afirma# Eles foram trata)os por um curto estampas )e cima para bai?o. começa()o )esce()e )e i)eias e co(ceitos 8erais para os i()i,/)uos. a partir )e DoB( pelo le,a(tame(to 8eral )o i()i,/)uo# H; um atribui a e?peri9(cia est*tica )e uma ;rea. )e cima po(tos )e ,ista co(stru/)o. sE e sob estrutura co(ceitual. a7ui ,oc9 co(struir a est*tica i(teiras )e,i)o a fatos est*ticos e leis )o fu()o em# H; pelo primeiro e tamb*m a mais alta autori)a)e para as i)*ias e os co(ceitos )e bele-a. arte. estilo. a sua posição (o sistema os termos mais 8erais. i(sbeso()re sua relação com a ,er)a)e eo bem. e como ,oc9 subir assim ao absoluto. a )i,i(a. as i)*ias )i,i(as e )o )i,i(o criati,o ati,i)a)e cima# Do ,alor puro )e tais 8e(erali)a)es e subir para o campo r*s+)o+emp/rica )o i()i,/)uo. )o tempo e lu8ar li()o para bai?o. e me)ir ca)a coisa (a escala )a 8eral# A7ui ,oc9 ,ai )e e?peri9(cia sobre o 7ue a8ra)a e )esa8ra)a. )e. suporta e(tão são to)os os co(ceitos e leis 7ue t9m a 8a(=ar terre(o em est*tica. ela estu)ou com CitrAcksic=t O lei comum )e obri8ação. 7ue )e pra-er )e,e perma(ecer sempre subor)i(a)o a mais e mais para 8e(erali-ar e. assim. c=e8ar a um sistema os termos e leis mais 8erais poss/,eis# Ambos os m*to)os )e tratame(to tamb*m po)e ser bem )isti(to como um filosEfico e emp/rico# Como tal. eles (ão estão em co(flito um com o outro. em 7ue um co(=ecime(to a)e7ua)o e perfeito )os primeiros pri(c/pios )o ser. as coisas )i,i(as e =uma(as. os pri(c/pios )e,em i(cluir uma a(;lise a)e7ua)a )as co()iç<es est*ticas. co(tra a mão uma 8e(erali-ação a)e7ua)a )os fatos e?perime(tais e as leis )o )e,e e(trar em ;rea est*tica (essas )escobertas# Ambos percorrem o mesmo territErio. mas (o se(ti)o oposto. e em to)os os lu8ares co(tribui para a possibili)a)e )e se )eslocar (uma )irecção atra,*s )e tal (a )irecção oposta# >o e(ta(to. ambos t9m suas ma(eiras peculiares ,a(ta8e(s. )ificul)a)es e peri8os# A primeira forma * para (os )i-er 7ue. )es)e o i(/cio o ob@eti,o a 7ue )e,emos aspirar ao se8u()o ape(as co(ce)i)o a partir )e l;. a ,isão mais comum. o po(to )e ,ista mais ele,a)o. mas ,oc9 po)e e(co(tr;+lo )if/cil )e )ar uma orie(tação clara )as ra-<es para pra-er e )espra-er em )etal=es. a fim )e 7ue (ecessita para ser. mas tamb*m para (Es. co(ti(ua a ser mais ou me(os pe()e(te i()etermi(a)o. (a sua 8e(erali)a)e. o i()i,/)uo (ão * termos marca(tes pica(tes# Estes co(@u(tos este cami(=o para co()u-ir corretame(te. uma sa/)a correta em fre(te. o()e ,oc9 ,ai e(co(trar basicame(te ape(as em perfeitas sistemas filosEficos e teolE8icos. mesmo 7ue ambos ai()a (ão t9m# Some(te muitas te(tati,as a mesma 7ue temos. e por isso tamb*m tem muitas te(tati,as para )efi(ir a est*tica tão em relação. 7ue )ei?am muito a )ese@ar. mas se e(co(tram. mas as (ecessi)a)es )os po(tos mais 8erais e mais altos )e ,ista. e (ão 7ua()o o mesmo * satisfa-er completame(te mas li)ar e ter acor)a)o# Al*m )isso. estes t9m )es,a(ta8e(s como ,a(ta8e(s em to)as muito (umerosas represe(taç<es )e est*tica e m*to)os )e tratame(to )as 7uest<es est*ticas. 7ue toma)as em resposta a Sc=elli(8. He8el e Ua(t a si mesmo. a )ireção )o topo at* o mome(to. foi mais ou me(os feltro#

A outra ma(eira. (o e(ta(to. o cami(=o )e bai?o. subs/)ios ou promessas )e orie(tação. pelo me(os ime)iatame(te claro (ão sE (o campo )os co(ceitos. 7ue se subor)i(a ao campo )e pra-er e )espra-er. mas tamb*m sobre as ra-<es )e pra-er e )espra-er em )etal=es e ao prE?imo. mas ,oc9 tem acesso a ele )if/cil )e po(tos )e ,ista e i)*ias comu(s. perma(ece li8eirame(te em )etal=es. u(ilaterali)a)e. aspectos )e me(or ,alor e alca(ce subor)i(a)o e(,er8o(=a)o como esta mostra especialme(te (o I(8l9s 0como tal Hutc=eso(# Ho8art=. Burke. HaV. e outros6 7ue prefere(cialme(te te(=am embarca)o (o cami(=o )e bai?o# De acor)o com o e?posto. estar em to)as as te(tati,as 7ue @; foram feitas com tratame(to )e est*tica (o primeiro se(ti)o. mais po)e satisfa-er 7uem procura o seu pri(cipal i(teresse (a subor)i(ação )as coisas sob co(ceitos 8erais ou i)*ias. e ocorre em 7ual7uer pro@eto a mesma satisfação. sem as rei,i()icaç<es para for(ecer clare-a e ob@eti,i)a)e maior )o 7ue eles a8ora )ão suficie(te. (o e(ta(to. uma te(tati,a )e tratar a est*tica (a se8u()a forma. mais para satisfa-er * capa- )e as mat*rias acima tu)o em uma orie(tação f;cil e claro (o mais prE?imo. e 7ue por sua ,e- (ão * maior altura e u(i,ersali)a)e reclama)o. como * a8ora at* o rec*m+ressuscita)o# Em 8eral. po)emos )i-er 7ue. em uma est*tica )e topo )es)e o i(/cio rei,i()icaç<es mais ele,a)as represe(tam. (o e(ta(to. a est*tica )o fu()o i(ferior. para tor(;+los mais facilme(te satisfeito# A8ora. se em tu)o uma ,e- a uma est*tica )e cima ,ir a passar. o 7ue fa- a coisa certa. as te(tati,as a(teriores o mesmo em mi(=a opi(ião. com os pri(c/pios mais ele,a)os e fi(ais para começar a partir )e o()e. em ,e- procura)o )o 7ue foi co(se8ui)o. * ai()a ape(as por meio )e cui)a)osa le(to atuali-aç<es (ão sE pelo campo est*tico. mas to)as as ;reas i()i,i)uais )e co(=ecime(to =uma(o sob CitrAcksic=t# )e,e ser alca(ça)a a e?i89(cias pr;ticas# A partir )a/. (o e(ta(to. ,ai apro,eitar o cami(=o )e ,olta para os ramos )e co(=ecime(to i()i,i)ual e eles )escem atra,*s. (ão sE com to)os c/rculo co(=ecime(to )e si e(trar; em )epe()9(cia )o maior po(to )e ,ista. )o 7ue a7ueles a 7ue os cami(=os merame(te asce()e(te por isso so-i(=o te,e 7ue ser alca(ça)o . mas tamb*m o seu co(te:)o atra,*s )a co(e?ão com outros ramos )o co(=ecime(to )e outras formas aparecer; moti,a)os e e?plicou 7ue po)e e(trar a lu- sobre os cami(=os asce()e(tes# >o e(ta(to. tal est*tica )e um po(to )e ,ista mais ele,a)o * uma coisa )o futuro. e te(tati,as a(teriores )e 7ue são basta(te a)e7ua)os para a tarefa em si @ustifica a c=am;+los e aprese(tar a receber )o 7ue a cumprir# É tão ,er)a)e (o mesmo se(ti)o po)e for(ecer um estilo est*tica filosEfica mais ele,a)a sobre o emp/rico. pois po)e =a,er uma filosofia (atural )a f/sica e )a fisiolo8ia. se @; (ão esti,er l;# Cas. como a filosofia )ireito )e (ature-a. a esperar. estes e(si(ame(tos (ão ,ai substituir ou po)e )escobrir o (ascime(to )e uma ra-ão a priori. mas a mesma est; su@eita a um pr*+re7uisito e apoio. sem per)er+se em suas especiali)a)es. por isso est; relacio(a)o com a ra-ão e(tre o filosEfico maior estilo est*tico ao emp/rico# Cas. i(feli-me(te. ai()a carece )e )emais (a base emp/rica. e por isso parece+me to)os os (ossos sistemas )e est*tica filosEfica 8i8a(te com p*s )e barro#

Hemos isso muito bem 7ue eu co(to est*tica abai?o at* mesmo os pr*+re7uisitos mais importa(tes para o estabelecime(to )e uma est*tica )a parte superior. e )es)e 7ue eu. (a me)i)a em cumprime(to como i(a)e7ua)a )esses outros pr*+re7uisitos para o cami(=o )o topo tão pouco claro. se8uro e prosse8uir com 9?ito seria capa-. como eu ac=o at* a8ora le,ou. e(tão eu ,ou sim atra,*s )e estrita obser,W(cia e acompa(=ame(to )e bai?o * um ;caro )e co(tribuir para esta pes7uisa cumprime(to. o 7ue eu fa-er a,a(çar to)os os be(ef/cios esse(ciais )o mesmo em rei,i()icação supor. sem. em cu@a (ature-a )eita)o. para e,itar i(co(,e(ie(tes# As meras ameaças )o mesmo para e,itar. pelo me(os )e,eria ser )irecio(a)o esforço# Bem. po)e+se per8u(tar se isso (ão u(ir as ,a(ta8e(s e be(ef/cios )e ambas as formas em 7ue ela ilumi(a a tra(sição abai?o com i)*ias )e cima ou re8i)o por pri(c/pios )e cima#Isso parece bom. por*m. e realme(te o cami(=o abai?o foi rece(teme(te cometi)o ,;rias ,e-es 7ue. ou o cami(=o )es)e o topo at* mesmo compree()i)os (este se(ti)o# A8ora. os pri(c/pios formais mais 8erais )o pe(same(to e )a i(,esti8ação )a est*tica a partir )e bai?o como )e cima perma(ecer; em comum com to)as as ;reas )e pes7uisa. mas caso co(tr;rio. seria com a est*tica como com a f/sica a7ui 7ue ai()a (ão por 7ual7uer lu- pelo 7ual a (ature-a )a filosofia ela te(tou limpar e le,ar. co(fuso e foi e(8a(a)o# A7ueles 7ue procuram a primeira lu-. eo cami(=o )o fu()o * uma forma tal pes7uisa. essa rota (ão po)e 7uerer ilumi(ar com a lu- @; termi(ou# As pri(cipais tarefas )e uma est*tica 8eral. (a mi(=a opi(ião. )e,em ser )escritos em tu)oX Esclarecime(to )os termos. 7ue * subor)i(a)o aos fatos e circu(stW(cias est*ticas. e e(co(trar as leis 7ue eles obe)ecem. )e 7ue a )outri(a )a arte co(t*m as aplicaç<es mais importa(tes# Os m*to)os )e tratame(to )e est*tica )e cima. mas )e prefer9(cia. ter ti)o. procura()o substituir a )eclaração )e fatos est*ticos )as leis por tais termos ou i)*ias. em ,e- )e ape(as para completar a primeira tarefa em me(te# >a ,er)a)e. ,oc9 po)e ,er (a maioria )os (ossos li,ros e trata)os 8erais sobre est*tica +. mas a maioria )eles se8ue o cami(=o )e cima. + para fa-er )iscuss<es e )isputas sobre a )efi(ição a)e7ua)a )e bele-a. sublimi)a)e. Seal)a)e. o a8ra);,el. os @ustos. cFmico. tr;8ico. ri)/culo. o =umor. o estilo. a mo)a. a arte. a bele-a )a arte e bele-a (atural. sub+or)e(s )o i()i,/)uo com esses termos. as classificaç<es )e to)a a ;rea )e est*tica a partir )o po(to )e ,ista )a mesma. o co(te:)o pri(cipal )a aprese(tação# Cas isso est; es8ota)o. mas (ão a tarefa )e est*tica# Por7ue em tu)o o 7ue (os preocupa esteticame(te. a 7uestão (ão * ape(as para serX 7ue termos ele classifica e(tre si. em 7ue lu8ar ela sur8e (o sistema )e (ossos co(ceitos + um tem )e saber 7ue. (o e(ta(to. perte(ce O orie(tação clara em (ossas ;reas )e co(=ecime(to . + mas o maior i(teresse e per8u(ta mais importa(te * sempre perma(ecemX por 7ue 8osta ou (ão )ele. e at* 7ue po(to * certo para a8ra)ar ou )esa8ra)ar. e isso sE po)e ser com as leis )e pra-er e )espra-er por meio )e co(sulta com as leis )a obri8ação respo()er. como para a per8u(taX por 7ue um corpo se mo,e assim e assim e por 7ue temos para mo,9+lo. (ão com o co(ceito e laVout )as )ifere(tes formas )e mo,ime(to. mas ape(as com as leis )o mo,ime(to e )a co(si)eração )os efeitos sobre os 7uais @ul8;+los . po)e respo()er# E. e(7ua(to as e?plicaç<es co(ceituais )a est*tica (ão ti,eram uma e?plicação por leis. eles co(ti(uam a ser uma estrutura oca#

Tamb*m (a forma )as prEprias )efi(iç<es. mas a forma )a parte superior )a ei(-usc=la8e()e( a7ui sob a forma )o fu()o * )ifere(te# >este :ltimo mo)o. a )efi(ição co(ceitual * ape(as atribu/)o para )etermi(ar o uso )a li(8ua8em. e o()e ele ,aria. * a mesma em eleição e )uração )e e?plicar. para 7ue ,oc9 saiba o 7ue est; (a i(,esti8ação factual. mas sem (a )efi(ição a(tecipar o resulta)o )e tal i(,esti8ação ou para e(trar em seres )isposiç<es a(tecipar. tor(a()o mais f;cil para alca(çar a clare-a e compree(são. (o e(ta(to. o cami(=o )o topo. a 7uestão )a ess9(cia procura respo()er. i()epe()e(teme(te )os termos e co(ceitos. por este meio. mas a )ificul)a)e )e uma )etermi(ação clara )os co(ceitos mais 8erais tra(sfer9(cias para to)os os termos )eri,a)os# E(tre os alemães o processame(to )e est*tica (a forma )a parte superior tem a8ora obter o e?cesso )e peso sobre o processame(to )e fu()o )e acor)o com Ua(t. Sc=elli(8. He8el. e ma(te(=a+se a8ora# Com as i(flu9(cias )esses filEsofos. mas capturou rece(teme(te mais e mais as )e Herbart. Sc=ope(=auer. Hartma(( misturar per se. por outro la)o. mas tamb*m a est*tica. 7ue ele tem. sob a i(flu9(cia filosEfica ou )ireção e )ese(,ol,ime(to mais i()epe()e(te (o cami(=o )e bai?o para ce)er com 0Hartse(. Uirc=ma((. UTstli(. "ot-e. Oerste). Yimmerma((6. e isso @; (ão *. em parte. em uma impleme(tação tão pura. como eu ti,e com as caracter/sticas a(teriores em me(te. al8u(s aco(tecer ape(as em uma ,ersão limita)a. )e mo)o 7ue ,oc9 (ão po)e )i-er ai()a 7ue Desta forma. foi )ei?a)o com a 8e(te em tu)o# Estes estu)os emp/ricos estim;,eis )epois )os tempos mo)er(os ,9m em ;reas )e especiali)a)e est*ticos como po(te. Helm=olt-. Oetti(8e(. e(tre outras coisas $6 (ão fi(alme(te arte co(si)eraç<es cr/ticas em abu()W(cia. 7ue te()em mais ou me(os )e acor)o com um ou outro la)o. em 7ue to)os. mas e(trar em )etal=es a7uiZ i(te(ção e submeter )e acor)o com as pri(cipais relaç<es =istEricas sobre as =istErias )os est*tica )e "ot-e e Yimmerma((#
$6

Yeisi(8. embora em =ome(a8em (o pri(cipal. a )ireção )e cima. po)e. porta(to. (ão ser es7ueci)o. @; 7ue ele tem procura)o para compleme(tar a base filosEfica )a seção ;urea atra,*s )e uma emp/rica e apoio#

Preconceitos II.
Com pretermi(als filosEficas e teolE8icas )if/ceis o()e a est*tica )o top procura seu racioc/(io. 7ue ale8aram 7ue (em começar (em (os )ar; o resulta)o para o fato. mas o 7ue precisamos em (osso se(so )e e?plicaç<es para o resulta)o tamb*m ,ai e(,ol,er acompa(=ame(to# E(7ua(to isso. e?istem al8u(s termos ou pala,ras para )escre,er co(ceitos sem o uso )e 7ue ,oc9 (a reu(ião relaç<es est*ticas absolutame(te (e(=um passo e at* mesmo po)e o co(ceito )e est*tica (ão )ei?ar claro o 7ue ser; bom para a premissa al8umas obser,aç<es. @; 7ue o mo)o )e utili-ação )estes termos 7uer (a ,i)a ou coisa to)a * (a ci9(cia# A8ora * em 7ual7uer caso. especificar a forma como 7ueremos fa-er a (ossa parte )ele#O relacio(ame(to prE?imo. mas em 7ue os co(ceitos est*ticos b;sicos são co(siste(tes com a pr;tica e

i(clusi,e ,o(ta)e *tica. por si sE. causa 7ue ele se co(ecte com e?plicaç<es sobre o primeiro )esses (o passa)o. e at* certos limites sobre a relação )a *tica com est*tica prEpria respo()er# 1 !ra"er e des!ra"er# !ra"er e dor. >Es )i-emos a to)os 7ue 8ostam ou (ão 8ostam )e al8o. )epe()e()o )ele. o (osso ol=ar ou i)*ia aprese(ta)a. as mesmas 7uest<es uma perso(a8em a8ra);,el ou )esa8ra);,el# O pra-er 7ue se(timos ime)iatame(te com o sabor )e um prato. a se(sação )e pra-er a força e sa:)e ai()a (ão * o pra-er (isso. mas t9m pro,a,elme(te a co(cupisc9(cia )a i)*ia )e 7ue pro,ar al8o a8ra);,el sabor. ou 8osto. como a i)*ia )e 7ue são sau);,eis e em boas forças# >estes casos. a co(cupisc9(cia )a co(cepção )e represe(tação )os esta)os i(ter(os. 7ue )efi(e o co(ceito )e pra-er. + em 7ual7uer caso. permiti)a a utili-ação )e li(8ua8em para aplicar o co(ceito )e a8ra);,el at* mesmo para isso + em outros casos. a i)*ia )e represe(tação 7ue o )ese@o )e pra-er )epe()e. ser tra-i)o )iretame(te pela reali)a)e e?ter(a em si. )e mo)o 7ue com o pra-er )e uma pi(tura. um musical# A partir )a/. o co(ceito )e pra-er e )espra-er muito )epe()e )os termos pra-er e )or. bem como o estu)o )as co()iç<es )e pra-er e )espra-er * em parte relacio(a )irectame(te com as )e pra-er e )or. Os ,e-es ele le,a )e ,olta para a7ueles# Herbart (Lehrb. para Einl em d Philos. § 82, s b !" #22$ destaca%se uma e&posi'(o dos conceitos de pra)er e despra)er na medida em *ue atribui%lhes uma pro+a original, o *ue n(o me parece con+incente, se esses termos nem um retorno sobre outras condi',es permitirem *ue onde tal e+id-ncia . /usto. Ele inclui os estados internos das reas de *ue, para *ue o conceito de pra)er . aplic +el a partir de por se mani0esta, entre outras coisas, a este respeito1 23 uso da linguagem . con0usa *uando algu.m di) *ue o cheiro de /acinto como melhor do *ue o cheiro de mim l4rio. por*ue na e&press(o *ue . algo *ue agrada por*ue, como algo determinado em mente desde )ustellendes. 5ingu.m mas pode o cheiro de uma 0lor, *ue . uma sensa'(o nele, mas outros di)em isso do *ue apontar para um ob/eto de contempla'(o. 2 % "sto parece%me ser apenas moti+o e e0eito restrito o uso da linguagem em +e) de esclarecido o contr rio. 6 pac40ico na nature)a do dese/o, *ue pode estar presente como um ob/eto e&terno a considera'(o de um interior do estado, algo em comum, *ue . uma chama nome comum, e desde *ue a l4ngua introdu)iu o pra)er termo para isso, n(o h ra)(o para ele para um lado limitar. 7amb.m Herbart n(o pode impedir *ue +oc- ainda acha *ue n(o s8 deliciar% se com o cheiro de uma 0lor, sabor dos alimentos, mas tamb.m sobre o +isto em *ual*uer imagina'(o lasci+a. Pra-er e )or em si. pura e abstrata toma)a por to)as as re8ras secu();rias são simples. e (ão )e (o,as )isposiç<es a(alis;,eis )a (ossa alma. mas (ão tão abstrato ocorrer )e fato. como )epois )e (Es po)e ser toma)a po)e assumir ati,os )e abstração. mas ape(as como uma co+)etermi(ação ou resulta(tes. 7ua()o se 7uer fu(ç<es outras )isposiç<es )a alma. o()e se co(ce)er um perso(a8em e. assim. receber um perso(a8em# Depe()e()o )a (ature-a )e seus co+)etermi(ação ou causais fatores. e(tão po)emos )isti(8uir )ifere(tes tipos )e pra-er e )or# O pra-er )e bom

8osto )e um prato * tão lo(8e. o outro. )o 7ue o outro. )o 7ue em ou,ir uma bela m:sica. a ale8ria )e se(tir+se ama)o saber )e um o)or a8ra);,el. o pra-er em ol=ar para um belo 7ua)ro para outro. como =o(ra)os em sabe o pra-er em 7ual7uer )e um acti,o 7ue (ão se@a em 7uais7uer impress<es recepti,as# Em si perma(ece "ust "ust. tais como o ouro perma(ece ouro. mas po)e. como o ouro recebi)o em uma ,arie)a)e )e compostos e e?creta)a a partir )e uma ,arie)a)e )e li8aç<es co(ceptuais# >a ,er)a)e# (ão seria assim + a7ui e ali. mas (e8ou 7ue =a@a uma i)9(tica em to)os os lu8ares com ele 7ue * o )ese@o. + )a/ a (ecessi)a)e )e um (ome comum para 7ue em to)os os casos. 7ua()o (a)a seria i)9(tico para )e(otar# Sim ac=o 7ue ,oc9 sE o a(terior e 7uais7uer outros casos )e ocorr9(cia )o )ese@o )e casos )e )esco(te(tame(to co(tra. um. como muitas ,e-es ocorre * para to)as as )ifere(ças 7ue e?istem em ca)a la)o para si mesmos. mas si(to 7ue ca)a la)o oposto ao outro al8o em comum As reser,as. 7ue a8ora ape(as abstrato como o pra-er ea )or )ele e po)e e(fre(tar outro# Com a simplici)a)e e pure-a. (a 7ual se co(si)era o co(ceito )e pra-er. a ,asti)ão )a sua usabili)a)e est; relacio(a)a# É com ele a esse respeito. como com )estila)os puros# Tu)o le,a @u(to (o )estila)o a partir )a fre(te. limita()o a sua utili)a)e. embora se@a comest/,el e :til ape(as em seus usos# E(tão ,oc9 )estilar mesmo assim )i-er 7ue o co(ceito )e pra-er para a@u)a a sua usabili)a)e mais 8eral. )es)e o i(/cio purame(te )e )e tu)o. Borei( * recebi)o. se8ur;+lo em 8eral e pura. )esme(tiu tu)o spe-iale(. ca)a relacio(ame(to la)o )a causa. as co(se7u9(cias. tipo. (/,el. forte. bo()a)e# Disti(ç<es. são )a mesma particulari-aç<es sem )i-er e(co(trar. )e acor)o com. serão co(si)era)as recebi)as em seu co+)etermi(ação e relacio(ame(tos. se8ue+ se a falar sobre os tipos ou i(stW(cias )e pra-er ou )or espec/ficos# O pra-er ea )or são (a ,ersão pura )o mesmo. @; po)e fa-er o mesmo claro por 7ual7uer )escrição. mas ape(as por Auf-ei8u(8 i(ter(o# Si(ta isso. tu sabes mais (ão po)e ser )ito para o seu :ltimo esclarecime(to. paira sobre a sua (ature-a simples# Por outro la)o. )ei?a muito a )i-er as mesmas e. pro,a,elme(te. )e )eclaraç<es )ão a mesma )epois )isso. mas a sua clare-a fi(al sempre ape(as passar ma(ifestação or8W(ica )o 7ue a se se(tir tão pra-er e )or )e to)as as ocorr9(cias co(cretas )o mesmo i)9(ticas. )as causas. co(se7A9(cias. relacio(ame(tos# Cas 7ue tal Lapo(ta()o (a mesma al8o )e(tro claro ou em formas a(teriores )e Cac= termi(a * f;cil )e limpar poss/,el tamb*m são to)as as pala,ras 7ue po)em ser feitas )epe()e(te )eles. um (:cleo claro# C=amamos o pra-er ea )or e. com isso. o pra-er e )espra-er. ela Borei( a+8o. maior a (ature-a ou coloc;+los para um perso(a8em maior como. a8arrar um lu8ar (as re8i<es espirituais ca)a ,e- mais ele,a)os. ou a ca)a ,e- mais li(ks. relacio(ame(tos. relaç<es 7ue se estabelecem. o me(or 7ue tem por base as impress<es se(soriais simples# Assim. o )ese@o e ,em o pra-er )e(tro )e acor)es =armo(iosos )a (ature-a mais ele,a)a )o 7ue um tom puro simples. em uma frase musical maior )o 7ue para um simples acor)es (o =umor Ru(tos :(ico )e uma peça i(teira )e m:sica mais )o 7ue uma simples frase#

>a ,i)a comum. facilme(te co(fu()i)a altura com a força )o )ese@o. est; i(cli(a)o a ,o(ta)e )e a8arrar ape(as em se(ti)os mais bai?os com a prestação i(ci)e(tal )e uma certa força ou ,i,aci)a)e. e os tipos )e co(creto (u )e pra-er. como eles a8ora se aprese(tam (a ,i)a ape(as )ia(te )e seus ol=os ter# Cas * o maior pra-er (o se(ti)o acima (em sempre * o mais forte ou maior. pois po)e al8u*m maior )ese@o )e um pra-er se(sual simples )o 7ue ter um co(=ecime(to ,er)a)eiro. mas * tamb*m a ale8ria )e um bom co(=ecime(to. bem como o )ese@o )e pra-er se(sual ai()a tão bom para tra-er ale8ria. e (o se(ti)o mais fraco )e satisfação ou co(te(tame(to com o co(ceito )e pra-er )e ser o mais forte. ,oc9 7uer )e outra forma um termo comum para o comum em to)os Gt9m o 7ue ,oc9 realme(te precisa# E se sair (a ,i)a comum. a (ecessi)a)e )e ,ers<es co(cretas )e pra-er e )or. (ão * 8ra()e. assim ,oc9 po)e ,er. mas o mesmo se prote8er )e (ão completame(te. a me(os 7ue ele tem po)e retirar a ci9(cia. se8u()o a 7ual o co(ceito )e pra-er (a psicolo8ia i(ofe(si,o * (ecess;rio (a me)i)a em 7ue o comprime(to total e u(i,ersali)a)e. 7ue )epe()e )a sua abstractabilitV (a sua ,ersão mais pura. e 7ue com o me(or )ese@o tamb*m subor)i(a)o ao tipo mais ele,a)o. por7ue essa ,ersão para posicio(ar os aspectos mais 8erais * (ecess;rio. at* 7ue a (ecessi)a)e )e ,i)a comum. (ão * suficie(te# Al8u(s t9m 7ue escapar )as co(otaç<es restriti,as. 7ue facilme(te carre8a. propostos para o uso mais 8eral outras pala,ras. assim como. o bem+estar. felici)a)e. bem+a,e(tura(ça ou prefere(cial o uso comum )a pala,ra lu?:ria# Isso (ão mu)a (a)a (o assu(to. e ape(as estas pala,ras )e uso )a l/(8ua colar (ão tão bom 7ua(to o pra-er. e po)e sem )eclaração e?pl/cita e muito me(os ser,ir como pouco ou basicame(te i)e(tifica()o o termo usa)o )e mais comum# Isto (ão si8(ifica. por7ue o()e o i)ioma e(,ia para ele ou uso )epe()e()o )e 7ua(tas ,e-es o suficie(te )e (Es ,ai aco(tecer. uma ,e- 7ue são. em 7ual7uer caso. )epe()e()o )os termos )e )ese@o# Essa ., de pre0er-ncia inclinado, gosto de usar no sentido niedrem 0a), por e&emplo, em pala+ras como 9un :hare, 0olia, a lu&;ria, a lasc4+ia, a lei lu&;ria. Essa tend-ncia, no entanto, . um n(o ser <ire'(o entende mal e n(o de+e ser subestimada incon+eniente para o uso da pala+ra lu&;ria em *ue o sentido mais amplo, limitado com o menor o pra)er de o personagem mais alto entre eles, como 0acilmente in+oluntariamente sob empurra import=ncia mais perto e mais bai&o para ele. >arcos s8 a l4ngua em seu esto*ue um substituto su0iciente para dar. ?gora, por.m repugnante o termo pra)er, mas n(o e&atamente a*ueles +ers(o mais longe, e +oc- pode at. mesmo na +ida comum, pro+a+elmente a partir de um dese/o para as coisas de <eus, o dese/o de buscar a +erdade, a bene0ic-ncia, etc con+ersa, mas como se de+e 0alar de um sentimento de bem%estar ou a 0elicidade nele. Este incon+eniente lingu4stica ?o usar *ual*uer substituto para a e&press(o do dese/o e na psicologia uso / aceita da mesma em maior largura me dei&a na mesma est.tica como um todo antes de outras e&press,es pre0erir, mas sem com isso e&cluir a sua utili)a'(o em *ual*uer lugar. A este respeito. )e acor)o com o prece)e(te )e to)os ao mesmo tempo tão )ifere(tes tipos )e pra-er como al8o )espra-er i)9(tico * capta)a como pra-er ou )or. po)e pressupor 7ue al8o i)9(tico est; i(clu/)a como o :ltimo 8eral )os pri(cipais moti,os )e pra-er como )espra-er em to)as as ,;rias causas )e pra-er como

)espra-erZ mas era 7ue (Es ol=amos para ele em uma parte f/sica. psicolE8ica ou psico+f/sico. ele ai()a (ão foi e(co(tra)o. ou pelo me(os (ão e(co(traram e?pressão clara. embora te(=a ,;rias te(tati,as para isso 0como uma =armo(ia como. promoção ess9(cia i(terior6. o ai()a mais Busca()o o termo o e(co(tra)o# Herbart procura ir mais fu()o. mas te(=o 7ue )ei?ar sua escola. 7ue eu (ão perte(ço. para satisfa-9+ lo# A partir )e uma =ipEtese psicof/sica 7ue me )efi(ir $6 e por muito poss/,el pe(sar. eu ac=o. mas (ão * (ecess;rio a7ui para falar. por7ue (ão se trata a7ui )a psicof/sica# É claro 7ue a causa fi(al )o pra-er. 7ue ele po)e ser. ser procura)o ape(as em (Es. e 7ue )a7ueles e?ter(o para )espertar em (Es. sE po)e (a me)i)a em 7ue * essa base i(ter(a em @o8o#
$6 >o

GI)*ias para o Me(esisG

Cas tamb*m sabia 7ue esses :ltima ra-ão i(ter(a mais comum. seria. porta(to. (ão poupou a i(,esti8ar as causas i(ter(as e e?ter(as espec/ficas )e pra-er e )or. buscar leis )e sua criação em circu(stW(cias especiaisZ como ,oc9 a partir )o calor. e(7ua(to sabe 7ue to)o r;pi)a ,ibraç<es )as part/culas f/sicas baseia+se. mas com este co(=ecime(to. a lu-. (ão Sc=Befel=Tl-c=e( e po)e a7uecer 7ual7uer motor a ,apor# Ta(to pra-er e )or. são classifica)os sob o (ome @u(tos se(time(tos# >o e(ta(to. (a me)i)a em 7ue este (ome * 8eralme(te aplica)o a ,;rios esta)os )a me(te ou )a alma. 7ue (ão são para tra-er i)*ias ou co(ceitos claros. i()epe()e(teme(te )e pra-er ou )or 7ue e(tra em @o8o. ,oc9 po)e li8ar para o pra-er ea )or para os se(time(tos est*ticos )isti(ção mais )efi(i)as# $ Estética# cate%orias de !ráticas e te&ricas. 'om# 'om# (erdadeiro )a*or# interesse. De um mo)o 8eral. o =omem busca a felici)a)e. se@a 7ue se compree()e lu?:ria ou co()iç<es )ese@o sorteZ empates. porta(to. )e um mo)o 8eral. a co(cupisc9(cia )a )or. maior o pra-er me(or 7ue me(or )esa8ra)o )o maior )esco(te(tame(to a(tes. e tra(smite isso para as co()iç<es )e pra-er e )or. co(si)era()o+se mais ou me(os com o prese(te e com as co(se7A9(cias# >a 8ra()e i(teresse 7ue. posteriorme(te. )o pra-er e )a )or 8a(=os )e coisas e as relaç<es por ele tem. mas ele tamb*m e(co(tra ocasião. termos e e?press<es relacio(a)os para form;+la# A8ora. e?istem al8u(s termos e. porta(to. e?press<es 7ue estão relacio(a)os com as coisas e co()iç<es )e acor)o com. @; 7ue oferecem um pra-er ou )espra-er re()ime(to atual ou ime)iata. tão a8ra);,el para o la)o pra-er. 8raciosa. atrati,o. bo(ito. bo(ito. bo(ito etc. o()e o maior (:mero correto para o )esco(te(tame(to )a p;8i(a# Ambos resumimos cate8orias est*ticas e )isti(8ui+los como positi,os e (e8ati,os# Outros estão l;. o 7ue para o pra-er e )espra-er re()ime(to )as coisas e )as relaç<es (o 7ue )i- respeito ao co(te?to e co(se7u9(cias se relacio(em o mesmo o()e estes fu()os po)e le,ar um car;ter a8ra);,el ou )esa8ra);,el. i()epe()e(teme(te )o re()ime(to atual (ão obsta. porta(to. a p;8i(a "ustX be(*fico. :til. :til. be(*fico. salutar. be(*fico. ,alioso. bom. etc. 7ue (ão correspo()em a me(os )e ,e- positi,o muitos (e8ati,o )e acor)o com a p;8i(a )e )esa8ra)o# Ambos

resumimos cate8orias pr;ticas. )es)e 7ue eles são pro@eta)os pri(cipalme(te para a )ireção )e (ossas aç<es importam# Des)e o i(/cio. sem ter 7ue @; tem as )isposiç<es a(teriores em ambos os pri(cipais cate8orias em me(te. ,oc9 po)e e(co(trar al8o misterioso em seus relacio(ame(tos# Certame(te aparecer apEs ,ista ,or8reiflic=er )as cate8orias est*ticas positi,as relacio(a)as com o positi,o )o 7ue o (e8ati,o pr;tico. )e acor)o com o i(tercWmbio )e positi,o e (e8ati,o# É um lu8ar a8ra);,el e bo(ita. com falta basta(te :til e bom. como em peri8oso e ruim (as mesmas cor)as. e ai()a al8o a8ra);,el po)e ser muito ruim. al8o )esa8ra);,el para ser muito bom#O 7ue rima com isso[ Cuito f;cil se ,oc9 ,oltar com as )isposiç<es acima# A corre(te )e pra-er re()ime(to po)e )e fato ser supera)a por um maior )esco(te(tame(to re()a. o atual re()ime(to )espra-er )e um maior co(se7A9(cias re()a )ese@o# A relação co(@u(ta )as )uas cate8orias para o pra-er ea )or re,ela Embora )es)e o i(/cio. pelo fato )e 7ue ambos oferecem uma parti)a 7ue o co(traste positi,o e (e8ati,o. )o 7ue o pra-er ea )or se @o8a. mas apura+se completame(te pelo )isposto acima# Porta(to. temos to)os os moti,os para co(fiar estas )efi(iç<es ção )a maioria po(to )e ,ista 8eral# 7erreno comum *ue as categorias pr ticas, ao in+.s de por re0er-ncia ao pra)er e @ dor, por re0er-ncia @s nossas unidades conscientes e unidades de contador, ou, o *ue tamb.m ocorre, mas e*ui+ale @ mesma coisa, por re0er-ncia a um, no =mbito da utili)a'(o normal da linguagem alastrando pra)o amo e&plicar ?Aakening como o pre+isto e com o ob/eti+o de +alor, amor, e amor tomar +erdi 0ormando. ?p8s a rela'(o psicol8gica b sica entre o pra)er ea dor de um lado, as unidades de consci-ncia e contra impulsiona o outro lado, *ue em B$, poucas pala+ras, mas ocorrem ambas as e&plica',es ob/eti+amente um no outro para ela, e sempre +ai permitir *ue uma tradu'(o para o outro, ap8s o *ual untri0tigerAeise por um outro det.m e&clu4dos. Para 0a+orecer o nosso lado na e&plica'(o b sica, a rela'(o de categorias pr ticas sobre o pra)er ea dor antes da rela'(o em suportes e contra0ortes, mas ainda era uma dupla ra)(o. Era uma +e), 0a'a imediatamente clara a rela'(o dessas categorias com as categorias est.ticas, o *ue s8 poderia ser 0eito por um meio termo comum, ou se/a, apenas por pra)er e dor, desde *ue 0ormaram o n;cleo de categorias est.ticas. Em segundo lugar, no entanto, parece%me *ue a l4ngua geral e conceito consci-ncia de 0ato resume as categorias de pr ticas em uma rela'(o mais direta com o pra)er ea dor do *ue cha+es e contra cha+es. Por*ue +oc- n(o encontrar algo ben.0ico, bem, se algu.m procura ou de+e procurar, mas se procura ou de+e procurar, por*ue . +anta/oso para o bem encontr % lo, em seguida, para marcar o atual, mas n(o e*ui+ale a um con/unto id-ntico, +octem +antagens bem outro termo, con0orme determinado pensamento busca, e . apenas uma *uest(o de uma an lise clara de reconhecer o conceito de pra)er em nosso sentido. :e eu tenho, portanto, adicionado ao anterior, *ue pode e&plicar as categorias pr ticos apenas tanto sobre seu relacionamento com struts e contra0ortes como ao pra)er e @ dor, esta . considerada, mas apenas en*uanto +oc- olha para essas categorias para si, mas n(o posso admitir *ue um sistema de conceitos, *ue constru4mos com o primeiro caminho declara'(o para criar uma compreens(o geral das mesmas e&plica',es de 0 cil acesso e igualmente li+res de c4rculos ocultos ou

abertos, do *ue a*uilo *ue . baseado no ;ltimo modo de e&plica'(o. E(tre as cate8orias est*ticas )o termo ocorre bo(ito. sob a pr;tica. o termo bem. )epe()e()o )o mais. ou mais estreita como se@a a mais comum. isto *. o outro com e(tre si toma)a. ou como a mais alta. ou se@a. (um se(ti)o preferi)o. ao lo(8o )os outros e(te()i)o. em . pelo me(os. como o termo pri(cipal# Temos muito o 7ue fa-er a7ui ape(as com o primeiro. mas sem ser capa- )e )ei?ar o relacio(ame(to )o se8u()o para completame(te )e la)o# Para e(te()er o co(ceito )e bele-a como o pri(cipal co(ceito )e est*tica. correspo()e ao acor)o 8eral. por al8u(s. * e?plica)o simplesme(te como a ci9(cia )a bele-a mesmo esta )outri(a# A bele-a em si. mas * )i,ersame(te )e acor)o com sua ori8em 0)a parte )e Deus. a ima8i(ação. o e(tusiasmo6. sua (ature-a 0apar9(cia se(sual )a i)*ia )e perfeição )a apar9(cia se(sual. a u(i)a)e (a )i,ersi)a)e. etc. etc6. ou o seu )esempe(=o e?plica 0em pra-er. lu?:ria6# O (osso la)o. estamos (ão sE pelo pri(c/pio. co(ceitual e?plicação to)a parte assumi)a )e uso li(8A/stico. li8a)a O sa/)a )o :ltimo )e e?plicação. mas tamb*m a co(se7A9(cia )e (ossas )isposiç<es 8erais sobre as cate8orias est*ticas. mas por sua ,e-. sE ,oltar )e uma forma mais 8eral. para tal e?plicação# Da/ em )ia(te. ou se@a. @; (o se(ti)o mais amplo. * o mais mal,a)o mesmo tempo. Tu)o o 7ue ,oc9 ,ai e(co(trar com o estabelecime(to )iretame(te para )espertar (ão sE por refle?ão ou por suas co(se7A9(cias fa,or. i(sbeso()re. se essa proprie)a)e (ão est; em um 8rau )emasia)o pe7ue(o. e se tem relati,ame(te limpa. (o e(ta(to. em me(or 8rau ou ape(as relati,ame(te mo)era)as )e e?press<es como a8ra);,el 0muitas ,e-es com co(otação se(sual6. ;8il. muito preferem. e este ou a7uele sombreia a 8ra)ie(te termi(a atra,*s )este ou 7ue outras co()iç<es. tais como a 8raciosa. bo(ito. sublime. ma8(/fico etc c=ama)a# >o se(ti)o mais amplo. 7ue po)e ser al8o tão bom 8osto bom para uma boa apar9(cia. (ão são 7uase tão belas almas corpo bo(ito. i)*ias li()as como belas est;tuas# O uso )a li(8ua8em tolera. )e fato. (ão sE o To)o. mas tamb*m * bom 7ue ele tolera. por7ue 8uar)amos tu)o para (e(=um termo comum 7ue precisamos ai()a# >o se(ti)o estrito )a est*tica e apreciação )a arte. mas )ita)o al8o ape(as 7ue po(to * apropria)o permitir maior )o 7ue mero pra-er se(sual. mas tirar ime)iatame(te )o se(sual. o 7ue foi atra,*s co(si)era as relaç<es i(ter(as )os se(ti)os ou por meio )e associação )e i)*ias para o se(sual * poss/,el. o 7ue ocasião mais perto )e ter o suficie(te ,ai oferecer# Cesmo (este se(ti)o restrito. (o e(ta(to. a e?pressão * bo(ito ai()a mais ale8reme(te usa)o por um ob@eto. o completo e puro * a sua impressão )ese@o e sombreame(to são as mesmas por cate8orias est*ticas especiais abra(8i)os. te()em a procurar uma )e suas pri(cipais tarefas. os li,ros )i);ticos )e est*tica em sua )iscussão# Se. (o e(ta(to. al8umas belas. (o se(ti)o estrito ape(as prete()em ter aplica)o a obras )e arte 0como criaç<es )a me(te6 a e?pressão. esta * uma restrição arbitr;ria 7ue (ão compartil=a a li(8ua8em 8eral forma)a. e ao mesmo tempo a bele-a )e um ser =uma(o ,i,o como uma paisa8em )efe()er+se a)e7ua)ame(te permiti)o# Isso (ão reco(=ecer as )ifere(ças e(tre a arte bo(ita e bem (atural. mas este tem ape(as )uas pala,ras para )isti(8uir as )uas coisas# Certame(te sE 7ue o co(ceito )e bele-a em se(ti)o estrito * e(co(tra)a com mais fre7A9(cia cumpri)a pela bele-a )a arte como uma bele-a

(atural 7ue perte(ce a()ers=i( um ol=ar mais ate(to# >o e(ta(to. ele ai()a tem 7ue falar )e um co(ceito )e bele-a (o se(ti)o mais estreito# Com a re8ulame(tação a(terior. (ão saem (a sub@eti,i)a)e )a bele-a. o N(o po)e. e(tão. co(ti(uo a ac=ar bo(ito. o 7ue os outros e?clui )o seu territErio# A8ora. (o e(ta(to. (ão )e,e (a)a com o 7ue eles 8ostam. (ão são ape(as as leis se8u()o as 7uais o pra-er eo )espra-er realme(te @ui-. ,ai ser um )a7ueles (o futuro para falar. mas tamb*m e?i8em leis )e pra-er e )espra-er. 7ue as re8ras perti(e(tes )e bom 8osto. e )epe()e(te 8o,er(a a e)ucação )o 8osto. (ão relacio(a)as com as primeiras leis em co(tra)ição. mas a7ueles 7ue t9m 7ue usar ape(as (a )ireção certa# Para a )efi(ição )e bele-a em um se(ti)o mais restrito )o ,er)a)eirame(te belo. a ,er)a)eira bele-a. 7ue (ão * ape(as precipita)o a partir )e um po(to )e ,ista mais ele,a)o. mas tamb*m tem o )ireito )e 8ostar. ,oc9 i(correr o ,alor )o pra-er 7ue ,ai para o fa,or com o 7ue o co(ceito )a ,er)a)eira bele-a )e uma participação substa(cial )e o co(ceito )e bom tema. cu@o ,alor )epe()e )a ma(eira co(templati,a )epois# "o8o ,oc9 ,ai ser capa- )e )i-er. em termos )e bele-a (o se(ti)o mais restrito se cru-am os co(ceitos 8erais )o belo e )o bom. (o e(ta(to. )e outra forma ultrapassam u(s aos outros#Sempre o co(ceito )e bele-a perma(ece (esta ,ersão mais prE?ima ao co(tr;rio )o co(ceito )e bom em muito. ime)iatame(te po)e e ,em )espertar pra-er pra-er em si. mas (ão to)os os fa,ores. ca)a pra-er * em relação Os co(se7u9(cias e co(e?ão e7ui,ale(te. ,em i8ualme(te bem # Isso * )iscuti)o (as seç<es posteriores sobre a profu()i)a)e )e sabor# Depois )isso. (a)a impe)e )e obter o ,er)a)eirame(te belo. )e mo)o 7ue ,ale a pe(a para )espertar o pra-er )e a mais alta autori)a)e )e Deus. )e 7uem tu)o (a ,er)a)e :ltima ser; )eri,a)o e em 7ue. e,e(tualme(te. tem 7ue completar tu)o e para culmi(ar o mesmo com as i)*ias mais ele,a)as )e ,alor em relação para )efi(ir. como uma e?pressão )a mesma (o terre(o para e?plicar sobre(atural. sE po)emos. em (ossa ma(eira )e bai?o para (ão começar com tais )eclaraç<es e precisam )e (Es a pala,ra ser,ir muito bem para bre,i)a)e. )i8ita()o o i(/cio. a fim )e i()icar uma co(7uista 7ue to)o mu()o est; acostuma)o a fora a est*tica e teoria )a arte. assim. para e(co(trar re@eita)o# Nm recurso simples. o 7ue tor(a as coisas belas em seu se(ti)o mais amplo ou mais restrito. (ão =;. (o e(ta(to. muitas te(tati,as. a (ature-a ou ess9(cia )a bele-a )este ou )a7uele po(to )e ,ista )e uma simples frase apropria)ame(te ser )escrito# Os sistemas )e ma(ter a est*tica )o topo )e tais te(tati,as )e sair. bater. (e8;+lo. e por isso (ão c=e8ou ao fim# A est*tica )o a()ar )e bai?o tem. )epois )o 7ue foi )ito a(teriorme(te sobre sua perso(a8em. )es)e o i(/cio. ape(as e?plicaç<es para e?plicar o uso )a li(8ua8em para ser capa- )e falar com clare-a sobre as leis po)em. )e acor)o com o 7ue al8o como isso e ,ai 8ostar. e fa-er o pe)i)o em 7ual7uer )efi(ição )e bele-a para ficar em to)os corretos# Certo * 7ue. em 7ue a lar8ura * sempre o uso )a ,o- ,i,a e pra-o po)e apree()er o co(ceito )e bele-a. ele (ão assumir a ori8em ea (ature-a esse(cial. mas o po)er )a bele-a em termos )e fa(tasia. e * e?plicati,o. o co(ceito )e bele-a (este relacio(ame(to com a compilação )e salubri)a)e# Cais uma ,e-. este se formou

ape(as em relação a um certo po)er )o ce(tro e * clara e a)e7ua)ame(te ape(as em relação )etermi(ar sobre ele. 7ue * fa-er com 7ue as pessoas sau);,eis# Se ,oc9 7uiser fa-er a (oção )e salubri)a)e )os fu()os em relação a uma )etermi(a)a proprie)a)e 8eral ou fo(te )e recursos. e fa-er o rem*)io )epe()em )ele. seria tão u(trifti8 )o 7ue se )etermi(ar o co(ceito )e bele-a em co(formi)a)e e )a est*tica )epe()em )ela para fa-er pes7uisas# ApEs a a)opção )o co(ceito )e i(te8ri)a)e em relação ao 7ue o e?ecuti,o )a performa(ce )os fu()os * basta(te a 7uestão )e 7ue as coisas são be(*ficas. ape(as uma 7uestão )e leis )e salubri)a)e 7ue * imposs/,el respo()er a mesma em termos. e por isso * apEs a )escoberta )o co(ceito )e bele-a em termos )e bele-a para o po)er e?ecuti,o. a 7uestão )e 7ue as coisas são a8ra);,eis. ape(as uma 7uestão )e leis )e bele-a ou pra-er. 7ue * tão imposs/,el )e respo()er o mesmo em termos a)e7ua)osZ ape(as como uma proprie)a)e 8eral. o 7ue tor(a as coisas fator )e per)a. como tal. o 7ue os tor(a be(*fica. * tão pouco co(=eci)o. e sE e(tão. se ele )e,e ser 8ere(cia)o. a ra-ão )este po)er )a bele-a tão clara e simples 7ua(to o po)er para )esi8(ar a si mesmo. uma e?plicação fu()ame(tal )a bele-a seria )escoberto# >o e(ta(to. )a mesma. em )esrespeito )a impossibili)a)e. 7ue. )es)e e(tão. coloca)o (o topo )a est*tica )a bele-a )eclaraç<es )e prefer9(cia (a refer9(cia O ori8em ou (ature-a ma(ti)o. e =; ape(as assim perma(eceu i(satisfatErio para um )ese(,ol,ime(to bem suce)i)o )e est*tica# >ão 7ue (em to)as as esteticistas t9m para ele 7ue * capa- )e reco(=ec9+lo como bo(ito. reco(=eceu o po)er )a bele-a em maior )ese@o ou mesmo e?i8iu. mas 7ue to)os. com a forma como @o8o a ter lu8ar. e?ceto a7ui. compro,a+se 7ue estes )esempe(=o * esse(cial para o co(ceito )e bele-a. e?ceto 7ue ele si8(ificou para eles (a )efi(ição )e bele-a (ão tem o suficie(te. e eles procuraram a ser substitu/)o por um 7ue * i8ual a co()ição ou o pri(c/pio em ,e- )e i(cluir a )eclaração )e sua e?ecução. )esempe(=o. mas te,e em co(ta (o pra-er como (ão * esse(cial para a )efi(ição ape(as i(ci)e(talme(te ou secu();rio# Cas pre@u)icar to)as essas )eclaraç<es. (ão )a()o o 7ue po)e ser a )e esclarecer a ,o- e termo )e uso 8eral como um po(to )e ata7ue eo i(/cio )a i(,esti8ação factual realme(te )ar. mas parecem )ar o 7ue por 7ual7uer i(strução 8eral em uma frase simples * )a)o. a este meio )istrair as ma(eiras corretas )e e?plor;+la# A8ora. =; tamb*m. (aturalme(te. esteticistas. como Ua(t. BouterBeck. batatas fritas e outros. 7ue o )esempe(=o )os mesmos (a prestação )e bele-a (o )ese@o ou a capaci)a)e )e a8ra)ar o mesmo. ir para fora. mas em ,e- )e por7ue o cami(=o para o estu)o )as leis )e pra-er e )espra-er 7uerer tomar. parar (as )isposiç<es formais )a (ature-a )o pra-er em bele-a. ou e?peri9(cia (os cami(=os )a ori8em ou a ra-ão )a (ature-a )o pra-er i8ual (a )efi(ição a)e7ua)a. lutar para tr;s# Cas ,oltemos a partir )os pri(cipais co(ceitos )a est*tica com as cate8orias pr;ticas. a fim )e perceber as suas relaç<es )e )ifere(ça+como clarame(te# O co(ceito )e bem * e?plica)o como a ori8em bo(ito. (ature-a ou )esempe(=o# E. (o,ame(te. * 7ue )a (ossa parte. li8a)a O relação com o po)er. e (ão me(os. para (os co(ectar com o pra-o mais comum Mebrauc=e. como para ma(ter a relação com a

bele-a. como ela se )e,e O relação 8eral )as cate8orias est*ticas e pr;ticas# A partir )a/. (os ma()a bem (o se(ti)o mais amplo. * o mais mal,a)o mesmo tempo. to)os (a me)i)a em 7ue traça)a em relação a um c/rculo co(templa)o ou i()etermi(a)o es7uer)a )os correlatos e co(se7A9(cias ,orausset-lic=e co()ição )e mais pra-er )o 7ue )or. ou um meio para e,itar mais )or. para pa8ar )o 7ue para criar o 7ue ,oc9 ); ta(to )e tempo bom. uma boa col=eita. como se po)e falar )e um =omem bom. uma boa or8a(i-ação )o Esta)o. + (o e(ta(to. o bom. (o se(ti)o estrito )a *tica e )a reli8ião. a me(os 7ue o tão amplo co(ceito em me(te. ação. a ima8i(ação )os pe(same(tos )os seres racio(ais. * a mais alta i(stW(cia )a (ature-a )i,i(a. com base. se8u()o a 7ual uma pessoa * (ome muito bem. )es)e 7ue ele fe- * uma me(te+out e (o se(ti)o )e re8ras. 7ue ,orausset-lic= basta(te feli- como i(fort:(io. por este meio. em ,e- "ust * promo,i)o como )or (o mu()o. tamb*m c=ama)o )e Deus sE * bom (a me)i)a em 7ue se sup<e 7ue ele =a,ia toma)o E,e(tos para a sal,ação )a =uma(i)a)e. isto *. a sua felici)a)e )o :ltimo e maior po(tuação facial. e at* mesmo tra(sformar o mal (este se(ti)o# 4 6
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É claro 7ue se obt*m com a ma(eira pela 7ual la)o teolE8ico. est; te(ta()o a o(ipot9(cia ea bo()a)e )e Deus. os )ois ao mesmo tempo. compat/,el com a e?ist9(cia )o mal (o mu()o. em a(ti(omias i(sol:,eis#De mi(=a parte. acre)ito 7ue o mal (o mu()o (ão * (em a ,o(ta)e (em pela apro,ação )e Deus. mas por uma (ecessi)a)e metaf/sica )a e?ist9(cia. mas 7ue ao fa-9+lo (ão * tão (ecess;rio e (o co(te?to. uma te()9(cia (o mu()o. o mesmo )e le,a(tar mais e mais. para co(sertar. para co(ciliar. e 7ue o 8e(eral superior ao i(fi(ito alca(ça()o )i,i(a est; al*m )e 7ual7uer te()9(cia co(scie(te =uma(o i()i,i)ual (este se(ti)o em 7ue a8ora ape(as com base (a bo()a)e )e Deus. 7ue reali-am mais e @ustificação mais )etal=a)a. mas a7ui (ão * o lu8ar. uma ,e- 7ue (ão est; a7ui para pro,ar a causa )a bo()a)e. mas para e?plicar o seu co(ceito )e bele-a oposto# E?iste um Deus e )a bo()a)e )e Deus. eles ,ão em 7ual7uer caso. sE po)e ser como acima para compree()9+lo * para ser e(te()i)o em tu)o#

Com ,a(ta8em. Cate8orias pr;ticas :teis. pr;ticas e outros. os co(ceitos mais amplos )e or)em sob a )isposição. ape(as (o 7ue )i- respeito a uma classe mais ou me(os )efi(i)o e limita)o )e co(te?tos e co(se7A9(cias. e sim em relação Os coisas e?ter(as e as circu(stW(cias como a 7ue )e,em ser aplica)as. o 7ue cair )e(tro )o c/rculo )o bem. (o se(ti)o estrito )a *tica ou moralme(te bom. ao passo 7ue a abre,iação )e )etermi(aç<es especiais )este :ltimo. as cate8orias *ticas. como tal =o(esto. le8al. leal. co(scie(cioso. be(e,ole(te. 8e(eroso. (obre. etc to)os os )ese(=os Tu8e()be aplicar# :e o bem moral e <i+ino trou&e em uma categoria comum com tantas outras coisas boas, +em tudo isso em comum apenas subordinar a aparecer, por isso esta subordina'(o conceitual de sua 0actual Hoebe comporta nada, uma +e) *ue um ob/eti+o de alto n4+el . sempre os mais altos restos, apesar de *ue eles

conceitualmente ocorre com n4+eis mais bai&os sob um termo comum, sim, sem *ue eles pudessem a classi0ica'(o de um supremo n(o tomar. :e +oc- *uiser e&plicar a eticamente bom *uanto o *ue . a +ontade de <eus de acordo com o esp4rito ea +ontade do po+o, para *ue esta a0irma'(o contradi) o e&posto ob/eti+amente, mas s8 pode ser na religi(o do lugar. :empre *ue +oc- +ai ter *ue perguntar1 ainda1 *ual . o signi0icado da +ontade di+inaC e mesmo *ue esta *uest(o pelos #D mandamentos ea pala+ra da >4blia1 2?me a <eus acima de tudo e ao pr8&imo como a si mesmo2, tem respostas de cima para bai&o, substancialmente, de acordo com um aspectos de +incula'(o destes mandamentos e pedir interpreta'(o clara ;ltima pala+ra pode , para *ue o princ4pio da boa de+e ser ainda andersher determinado. Bo()a)e )e uma coisa (ão se )e,e a bele-a esse(cial )eles. mas po)e le,ar a co(tribuir. a respeito )e 7ua()o o re()ime(to )ese@o )os correlatos e co(se7A9(cias. para 7ue a 7uali)a)e )a coisa * basea)o tra(sfer9(cias atra,*s )e familiares tor(am+ se associação )e i)*ias com a impressão ime)iata )a coisa. uma fo(te )e complac9(cia. o mais tar)e 0sob IQ6 * )iscuti)o em )etal=e# Por outro la)o. (ão po)e e?i8ir a bele-a )a bo()a)e. mas a bele-a 7ua()o ela est; prese(te po)e. a@u)ar a )etermi(ar a 7uali)a)e. )es)e 7ue o re()ime(to pra-er ime)iato. mas perte(ce a to)a a re()a lu?:ria. (ão (o co(ceito )e bem comum *. sE isso (ão * u(icame(te )etermi(a)o e (ão 7uebrar completame(te co(tra uma ,asta pro)ução )e )esa8ra)o )as co(se7A9(cias# Esses atos uma bela forma )e o bem como um est/mulo para lutar pela mesma coisa# Cas tamb*m o mais feio po)e ser e(co(tra)o bem. como um rem*)io )e 8osto ruim e feio sob a suposição )e 7ue o )espra-er ime)iato pro)u-ir o sameLll compe(sa)o pela remoção co(se7A9(cias )espra-er maiores# >este se(ti)o. ta(to (o Cara,il=osame(te a(terior po)e ser usa)o como uma merca)oria )e comprime(to muito )ifere(te. a re8ra )e uso ser; a7uele 7ue temos em co(formi)a)e com mais lar8o ou mais estreito )o 7ue o c/rculo )e obser,ação e?pa()e ou estreita. )e mo)o 7ue por ta(to tempo para (Es mais amplo se(ti)o. alca(ce. fa-er como (ão+limita(tes )isposiç<es )o prEprio e?e7A/,eis ou são e?pressame(te rei,i()ica)a# Cas 7ue as )efi(iç<es mais amplas )e belo e bom. uma ,e- 7ue foram coloca)os acima. são realme(te (a)a mais )o 7ue a e?plicação )a l/(8ua ,i,a )e lo(8o alca(ce e uso a lo(8o pra-o po)e. ser e?plica)a pelas se8ui(tes obser,aç<es e ser reafirma)a# O =omem comum usa)o por to)as as cate8orias est*ticas em tu)o ape(as o co(ceito li()ame(te por (e(=um )ese@o se(te em seu sistema sub)ese(,ol,i)o )e co(ceitos para se e(,ol,er em )isti(ç<es mais refi(a)as )as e?tremi)a)es ime)iatame(te 8ra)ie(te. por isso represe(ta bo(ito em sua ,ersão mais ampla )e to)as as outras cate8orias est*ticas# >a ,er)a)e. ,oc9 (u(ca ou,i+lo )i-er. isso * a8ra);,el. a8ra);,el. ele8a(te. pe7ue(o. bo(ito. )i- ele em to)os os lu8ares sEX isso * bom# Cas mesmo os mais e)uca)os. essas )isti(ç<es mais fi(as são familiares. como a e?pressão operar em ta(tos casos em 7ue (ão * e?pressame(te )esi8(a)os para impor tais )isti(ç<es. belas )e lar8ura m;?ima. )i-er. porta(to. i(ofe(si,oX o 8osto * bom.

c=eira bem. falar )e um tom bo(ito. tempo bo(ito. uma bela i)*ia. uma bela pro,a. 7ue (ão *. * preser,a)a )e tu)o para 7ue a est*tica )e maior estilo. mais estreito ,ersão co(ceito )os ata7ues )e bele-a. )epois )a 7ual (em o merame(te se(sual. a8ra);,el. mas o to)o para o territErio espiritual i(terior )e 7ue)a * subsumi)o sob o co(ceito li()ame(te# E?atame(te por a(alo8ia. mas como ele se comporta com Bem (estas relaç<es com o bem# As e?press<es :teis. ,a(ta@osas. :teis. ,aliosos. a cura (ão po)e ser ou,i)o pelo =omem comum. ele tem 7uase to)a a e?pressão est*tica a8ra);,el para to)as as cate8orias pr;ticas ape(as a mesma e?pressão. * o si8(ifica)o mais 8eral. e sobre as b9(çãos )e uma 8ra()e ri7ue-a )e bom os )ois ao mesmo tempo. se o mais m*)io# O uso )a ,o- e termo forma)o tem. assim como a )isti(ção e(tre as cate8orias )e pr;ticas e est*ticas. mas tamb*m po)e muitas ,e-es tão pouco )a ,ersão mais ampla )o co(ceito )e bem abstrato como o termo Bem. por causa )e uma )escrição 8eral )o pra-er )oa)or sob CitrAcksic=t )os co(te?tos e co(se7A9(cias muitas ,e-es tão (ecess;rio como a )isti(ção )os termos e (ua(ces 7ue (ão * )e i(teresse# O mesmo 7ue o r;cio )as pri(cipais cate8orias belo e bom para as cate8orias subor)i(a)as. po)e+se )i-er 7ue o outro pelo 7uocie(te )as )uas cate8orias pri(cipais# Eles são )ifere(cia)os (a ,i)a )i;ria tão me(cio(a)o a(tes# É o 7ue )i-em (o trW(sito )iariame(te para um Outro. G* bom 7ue ,oc9 ,eioG. se ,oc9 7uiser 7ue o pra-er ime)iato 7ue tra- a ,i()a )os 8e(tios )ar uma e?pressão. G* bom 7ue ,oc9 ,eioG. se ,oc9 pe(sar em co(se7u9(cias )e sua ,i()a (o se(ti)o )e pra-er ou para a pre,e(ção )a )or# + Sala+se )e 7ue o tempo est; bom tempo ou bom. )epe()e()o se um )o mesmo ou a impressão ime)iatame(te 8ratifica(te 7uer as co(se7u9(cias positi,as 7ue promete )esi8(a)o# + A partir )e cEpias )o Po)e+se )i-er 7ue * uma bela. A()r*. * uma boa pi(tura# Hoc9 pro,a,elme(te ,ai 7uerer e?pressar a mesma substW(cia. mas o A resume a pi(tura a7ui. uma ,e- 7ue realme(te tra- pra-er com a sua prese(ça. o A()re resume+se como tais proprie)a)es 7ue possuam 7ue ele po)e tra-er pra-er (as circu(stW(cias e?i8i)as. sem. (a sua e?pressão al8o a su8erir o efeito pra-eroso atual )a pi(tura# + C=ama+se uma casa est; muito bem co(stru/)o. se for co(stru/)a em tais proporç<es. embele-a)o por isso )ese@o co(ce)i)o )iretame(te pela ,isão )ele# Cas essa casa po)eria ser co(stru/)a para 7ue ele prefere. mais ce)o ou mais tar)e )esabou sobre (ossas cabeças ou Nsa()o i(co(,e(ie(tes. por si sE. 7ue seria maior )o 7ue o pra-er 7ue a8ora (os ); a sua ,isão# E(tão (Es seria capa- )e 7ue(te. mas (ão * bem co(stru/)o. tamb*m bom. mas 7ue (ão iria e(co(tr;+lo se sua m; co(strução (a impressão ime)iata fe- tais afirmaç<es para tra(sferir o )esco(te(tame(to )as co(se7A9(cias )a associação. uma ,e- 7ue# + Eu ou,i al8u*m )i-erX Gse e(rola a ,i)eira. as u,as ama)urecem mais ce)o e maior#G GEste * realme(te muito bomG. respo()eu um )os outros G. mas eu co(si)ero 7ue (ão se@a bom.#. Ele ,ai sofrer com este tratame(to (atural e ,oc9 per)e to)o o caso. mais )o 7ue 8a(=arG Com as impress<es bo(ita 7ue ele esta,a se referi()o ao pra-er ime)iato. E?pressar bem em to)o o lucro com a i(clusão )e resulta)os# + Se =; uma coisa 7ue (os fe- uma lo(8a )ificul)a)es )e tempo. fi(alme(te c=e8ou (o cami(=o certo para passar. ou um mal 7ue tem atorme(ta)o (os um lo(8o tempo. * fi(alme(te le,a(ta)o. ser; a )espeito )o pra-er ime)iato. o 7ue ,oc9 tem para o efeito. mas (ão )i8amos.

Ga8ora * bo(itoG. mas Ga8ora est; bemG. e. a me(os 7ue obte(=a mais a(ima)a e(tra (o co(te?to )e sucesso com a e?piração )o upscale e elimi(a)as as )ificul)a)es subse7Ae(tes ou males em me(te 7ue o prEprio prese(te sucesso 8ratifica(te Nma ,e- 7ue a 7uali)a)e )os efeitos pra-er ime)iato. caso e?istam. sempre e(tram em co(si)eração. po)em (aturalme(te ser co(si)era)a ape(as o()e eles estão prese(tes so-i(=o. ou em 7ue (e(=uma causa espec/fica est; al*m )eles. em ,e- )e co(se7A9(cias em termos )e pra-er ou )or para pe(sar# E assim * (ecess;rio. em tais casos. o bem eo belo e7ui,ale(te )i-. porta(to. com a mesma fre7A9(ciaX 7ue bom 8osto. c=eira bem. como 7ue 8osto bom. c=eira bem. * preciso bom. como 7ue tira bem# Por outro la)o. * poss/,el )e acor)o com a obser,ação acima me(cio(a)a feito um )ispositi,o ou ação 7ue * c=ama)o )e bom (o 7ue )i- respeito Os suas co(se7A9(cias @ur/)icas espera)as. tamb*m são a8ra);,eis. em 7ue eles são tão aprese(ta+se em co(e?ão com suas co(se7A9(cias. 7ue a i)*ia )e fa-er uma impressão pra-er ime)iato# Hoc9 ape(as tem 7ue ma(ter a clare-a co(ceitual. sempre pre,er. )e 7ue po(to )e ,ista * uma ea mesma coisa li()a lo8o. lo8o c=ama)o )e bom. ea )isti(ção e(tre os )ois termos são especifica)os em se8ui)a. sempre co(firma)a# Com o co(ceito )e 7uali)a)e est; i(timame(te li8a)o ao co(ceito )e ,alor# Nm curto po)e e(te()er a escala )e ,alor i(ferior a um a(o# Como tal. * tamb*m uma me)i)a )a pro)ução )e pra-er 7ue a coisas. aç<es. criar co()iç<es 56 . com BAcksic=t 7ue impe)iam ou )espra-er upscale mesmo se aplica com o co(te:)o 8era)o# Em outras pala,ras. po)emos me)ir as coisas e as relaç<es a um (/,el 7ue eles co(tribuem )e acor)o com a felici)a)e =uma(a ou i(felici)a)e pre,e(ir. erra)icar# os ,alores )e ta?as ou preços. a )ificul)a)e )e obte(ção ,em como um fator em Citrec=(u(8# \ue (ão po)emos estimar matematicame(te o re()ime(to )ese@o 36 . (ão mu)a (o co(ceito )e ,alor. po)emos ,er o ,alor )as coisas tal,e- (ão estimar matematicame(te. ambos os )efeitos )e estimati,a. ,oc9 7uer ma(t9+lo ir. (ão sE paralelas. mas resumem+se a mesma # Cas po)emos. em parte. apEs uma a(;lise criteriosa. e em parte por uma resulta(te )e to)as as e?peri9(cias e e(si(ame(tos se(time(tos. 7ue em 8eral * muito mais )etermi(a(te e muitas ,e-es muito mais se8uro )o 7ue a7ueles 7ue estimam uma mais ou me(os 7ue o ,alor )e(tro )e certos limites )e se8ura(ça. e )e,e )ei?ar+(os e(fre(t;+lo. (a me)i)a em 7ue (ão somos capa-es )e co(ti(uar a co()u-ir em se8ura(ça# Diariame(te. )e =ora em =ora. mas o =omem. to)os @o,e(s. se ,oc9 co(=eceu a ol=ar O sua co(tribuição proporcio(al O propa8ação. co(ser,ação ou re)ução )a felici)a)e =uma(a. curto em seu pra-er e re()ime(to )e )esa8ra)o# Sem 7ue ele soubesse. os resulta)os )e pra-er e )or para um to)o )e sucessos espera)os em seus se(time(tos para fora. )e mo)o 7ue ele trata )e ,alor )isposiç<es )as coisas 7ue ele mesmo (ão sabe como. e muitas ,e-es sem a me(te parece ter feito al8o a elaZ embora (ão se@a o mesmo em to)os os lu8ares ociosos isso ai()a * suposto ser# E(7ua(to isso. )ispo(ibili-ar fu()os para o i()i,/)uo para a obte(ção )as re8ras ,alor correto para os la(ces. (ão muito lo(8e. e
56 \ua()o

* basea)o pri(cipalme(te em e(saios 7ue foram e(co(tra)os atra,*s )as e?peri9(cias e refle?<es )e um to)o ao lo(8o )a =istEria. para 7ue ele mesmo al8o po)e a@u)ar a tor(;+los sEli)os ou mo)ificar#
36 Nm

fato matem;tico 0i()iscut/,el sE psicofisicame(te poss/,el me)i)a6 )a i(te(si)a)e )o pra-er e )a )or * pro,;,el 7ue sE po)e ser e(co(tra)a em co(e?ão com um co(=ecime(to 8eral )a causa rai- )e pra-er e )or# At* e(tão. ele sE po)e ser estima)a por mais ou me(os#

\uer um 7uer relacio(ar o co(ceito )e ,alor para as co()iç<es )e pra-er ou o prEprio pra-er. * factualme(te i()ifere(te 7ua()o sE calcula as co()iç<es ape(as )e acor)o com seu )ese@o+re()ime(to# Os m*ritos ou )em*ritos )e um )ese@o. mas o 7ue eles estão a ser procura)o mereci)a ou (ão. )e,e ser calcula)o )e acor)o com o pri(c/pio 8eral )a bo()a)e (ão * ape(as )e acor)o com seu prEprio tama(=o. mas tamb*m (o tama(=o )o pra-er ou )or. como sua fo(te. eles po)em ser co(si)era)os # >Es )i-emos a este respeito 7ue uma fo(te )e )ese@o )e pra-er ou )or *. como a sua e?ist9(cia )epe()e )e co()iç<es. ou relacio(a)os com a7ueles 7ue pra-er ou )or resultaram. como o )ese@o )e fa-er o bem est; relacio(a)o com u(i)a)es 7ue são a)e7ua)os 7ue estão a(siosos para aume(tar (o mu()o. a co(cupisc9(cia )a cruel)a)e com u(i)a)es 7ue são suscept/,eis )e pre@u)icar a ele. eo )ese@o )e um pra-er mo)era)o. com a preser,ação )o =omem. o 7ue l=e permite co(ti(uar a )ese@ar para apreciar e criar. o )ese@o )e um pra-er )esor)e(a)o com tal )ist:rbio )e sa:)e 7ue * pro,oca)a pela maior )or# Tão ruim. )a/ )e ,alores (e8ati,os. * se8uir sempre o )ese@o )e e?plicar. at* o()e a e?i89(cia * 7ue a sobre as co()iç<es (as 7uais * respo(s;,el. 8era)o )e acor)o com o co(te?to em 7ue ela ocorre. maior )esco(te(tame(to em co(se7A9(cia ou maior pra-er Co(clusão impe)e 7ua()o ela * at* mesmo as co(se7A9(cias. mas se realme(te ,alor. (o se(ti)o mais 8eral * a )e ser e(te()i)o como se referi()o (ão sE para seu prEprio status )ese@o )essas pessoas. mas to)o o esta)o )ese@o )a =uma(i)a)e# ApEs esse )esco(te(tame(to po)e at* obter um ,alor maior )o 7ue o pra-er 7ua()o superar u(s aos outros por maiores co(se7A9(cias )e pra-er ou * capa- )e e,itar maiores co(se7A9(cias )esa8ra)o# E como. mesmo (ão como a)mitiu ser uma estimati,a precisa poss/,el. mas a estimati,a )o ,alor * for(ecer. em pri(c/pio. sobre este po(to. por7ue to)os os outros estimati,a est; su@eita a. pelo me(os. a mesma precisão imposs/,el maior i(certe-a# O )ese@o )o mal. ea ale8ria )o mal t9m a se8uir a to)os )o mesmo tama(=o. (ão * o mesmo ,alor 7ue a )o bom. e como a ale8ria )o bem. )es)e 7ue a7ueles se se(tir como isso est; relacio(a)o com a (ature-a )o mal e )o bem. mesmo com se7A9(cias )espra-er esma8a)ora com co(se7u9(cias lu?:ria pre)omi(a(tes# O esta)o )e mal feli- ma(t*m+lo em suas m;s i(cli(aç<es e fortalece sua fortu(a mal e ma(t*m e reforça uma fo(te )e )esco(te(tame(to 8eral# Co(tra 8a(=a o casti8o )o mal. )i,i(a e =uma(a. embora )iretame(te )esa8ra)o bereite(). o ,alor (ão para o pri(c/pio ,a-io )e retaliação ou pri(c/pio )o8m;tico )a e?piação. a 7uestão )e por 7ue resta ai()a

para tr;s. mas se eles mel=oraram o mal. ma(t*m. )ese(cora@a mal curta como uma fo(te )e co(trolo )esa8ra)oZ# eo mais u(e estas co()iç<es. o maior ,alor ter; I6
I6 \uero

)i-er. ape(as se o ,alor )a pe(a )as co(si)eraç<es acima ,ai apre()er resumir. ,oc9 ,ai superar os preco(ceitos ai()a a8ora pre,alece(tes (a percepção )e seu pri(c/pio#

Dese@o Superior 0lu?:ria )e car;ter superior6 tem ape(as (a me)i)a )e maior ,alor )o 7ue i(ferior. como tamb*m * a fo(te )e mais pra-er# Pra-er )a cria(ça em seus @o8os i(oce(tes. o )ese@o )o trabal=a)or )ili8e(te em sua refeição simples. mas. apesar )e bai?o. ai()a * mais ,alioso )o 7ue o )ese@o )e um mau ou imorais (o,elas i(tri8a# Meralme(te se8ue o comprime(to )o co(ceito )e ,alor )e comprime(to )ifere(te. em 7ue )ei?a o co(ceito )e bem toma)a. e ,ice+,ersa. )e acor)o com a 7ual o ,alor * muitas ,e-es ape(as para um c/rculo limita)o )e co(te?tos e co(se7A9(cias. como a 7ue temos )ireito (a fre(te )os ol=os. i(clui()o a pro)ução )e pra-er ime)iato * me)i)o# Cas o pra-er ea )or limita)a. (ão sE em bai?o o se(so comum. estima+se o pra-er ea )or co()iç<es (ão sE para a sua pro)ução ,olta)a para o le8al )e (o pra-er mome(tW(eo e8o/sta i()i,i)ual e )or. mas )epois )a re()a pressuposta como um to)o para o to)o. e(tão * assim o tem ,alor ,er)a)eiro e ple(o )estas co()iç<es )os maiores fatores comu(s# Nma estimati,a absoluta )o ,er)a)eiro ,alor )as coisas e )as relaç<es *. (aturalme(te. um i)eal. mas po)e+se )i-er 7ue a ,irtu)e * realme(te mais ,alioso )o 7ue o ,/cio. e. em 8eral. po)em ser )ecis<es relati,as a este respeito facilme(te fa-er um absoluto facilme(te# O escopo )o a8ra);,el e )o belo se(ti)o mais restrito. po)emos atribuir maior ,alor em )etermi(a)as circu(stW(cias. como a7uilo 7ue * :til ape(as para as suas co(se7u9(cias. ta(to por7ue o efeito pra-eroso ime)iato )o to)o o efeito pra-eroso a8ra);,el e belo )o :til. os termos )e seu co(ceito limita)o ape(as est; em causa. po)e oferecer. em se8u()o lu8ar. por7ue o co(ceito )e bele-a (o se(ti)o mais restrito. a ,er)a)eira bele-a. a CitrAcksic=t i(clui o )ese@o )e se8uir como um bV+ )etermi(ação# A ,er)a)eira bele-a po)e por su8est<es 7ue co(ce)eram+lo em bom se(so. fa-er mais bem )o 7ue o 7ue * merame(te :til ou )i-er# Em co(traste com os seres =uma(os parece bom (o se(ti)o mais estreito e alto. a boa moral e )i,i(o em tu)o para ser o 7ue ); o ,alor mais alto e tem. por7ue (as co()iç<es mais comu(s e mais fortes )a ma(ute(ção )e um esta)o prEspero )a =uma(i)a)e me(tira em tu)o#Sem pe(same(to racio(al as pessoas se se(tem em relação O atitu)e e as aç<es )as pessoas morais para 8ara(tir a este respeito. (a me)i)a em 7ue )epe()e )a ,o(ta)e e )a ação =uma(a. para fora. e tão imoral (o oposto# Eemos, por e&emplo, algu.m *ue . engra'ado, espirituoso, trans0ormando em comportamento, inteligente, bonito, *uem n(o gostaria de ser esse homem, *ue n(o in+e/a dele por todo o pra)er *ue ele espalha 0acilmente e em torno de uma +e) . su0iciente. Fas agora di)%se1 ele . uma pessoa ruim, dissoluta, com 0or'a contra o seu pr8prio po+o, desonestas, e ele est perdido em nossa opini(o e respeito, at.

mesmo por nos di+erte, hospedado, nos arrasta uma sensa'(o estranha. 58s se sentir con0ort +el *ue todo o pra)er *ue entra em sua intelig-ncia, seu esp4rito, sua conduta h bil ele e outros diretamente, n(o pesam tanto como a dor, o *ue +ai tra)er o seu licenciosidade por suas conse*G-ncias se *ue nas horas tristes *ue Ele 0a) sua esposa e sua 0am4lia, como o mal *ue ele tra) atra+.s de sua desonestidade sobre ?ndr.. 7odos a*ueles 0antasia nos aparece apenas como a espuma branca sobre um lago escuro da dor. 58s n(o di)emos *ue . claro em detalhes, mas a nossa comportado atra+.s de in;meras e&peri-ncias e ensinamentos sentimento tem o poder, +oc- poderia di)er *ue tudo o *ue a mente ;nica, para unir em uma resultante. :uponha agora *ue sobre o seco, con/unto, mesmo pedante, homem das Rela',es E&teriores imponente, *ue sabe como entreter ningu.m bom, mas 0a) o seu de+er, o seu escrit8rio, a 0im gerido por 0or'as da comunidade e institui',es ;teis promo+e, com sua esposa em +idas de pa) e educa seus 0ilhos bem, apesar de n(o contribuir com os meios espirituais *ue n(o est(o dispon4+eis em seu comando, mas por material, tanto *uanto o *ue pode para o outro pra)er, *ueremos *ue certamente n(o gostaria de ser t(o seco e pedante, como eleH mas ao !erts+ergleichung com o *ue precede, n(o +amos por um momento hesitou em coloc %lo no anterior, +amos declar %lo, como nos e&pressamos, pagar mais do *ue a*uelesH oita+o, mas n(o . nada *uando a estimati+a do +alorH % pelo bem% sente, *uanto mais pra)er, mas como um todo 0lui de suas a',es, a partir de *ue do primeiro. 5o entanto, estima%se caracter4sticas de um ser humano, n(o somente se pode ser tra)ido sob o conceito de moralidade, mas sim *ual*uer coisa a partir tra) ao mundo de um homem muito pra)er car ter mais ele+ado, . mantida ele+ada pelo mundo, basta 0a)er o sentimento certo, maior ainda perguntar sobre o alto. 3 Ioethe ainda . apreciado, n(o obstante ele n(o era moralmente superior a tantos esp4ritos menores. 3 *ue . um cantor nos +alores, se ela . linda e canta bonito, mesmo se +ocn(o sabe nada sobre a moralidade da mesma. E mesmo *uando +oc- sabe *ue ele . um pouco descuidado, perdoar%lhe muitas coisas sobre sua bele)a e seu lindo amor de cantar, e *ue pre0eria estar presente descuidado, mas n(o . mau, sendo, como um chamado de ganso bobo moral. Por *u-C por*ue o primeiro . uma 0onte +i+a de pra)er, e uma seca esta piscina. ? escala de pra)er sustentado por todos. Fas se a mesma cantora *ue nos arrebata com seu canto e sua gra'a, ao mesmo tempo modesta e aparece elegante em sua ess-ncia, como indi)i+elmente superior n8s torn %lo, em seguida, mas, ao mesmo tempo *ue o imprudente *ue /oga 0ora, e *uando o ganso bobo. 58s sentimos *ue o mundo . este todo in0initamente mais do dese/o de +encer, como por libertinos indi+iduais do um, e da boa +ontade do outro est;pido. Jonsci-ncia, *ue promete ao po+o de sua pr8pria bondade, d %lhe uma sensa'(o de seguran'a a respeito de tudo al.m do *ue possa surgir inicialmente a partir de suas a',es, e . o sentimento mais precioso, ao mesmo tempo ap8s a sua nature)a imediata, como. ?cordo com suas conse*G-ncias Em nenhum dos sentimentos de sua pr8pria bele)a, nem a bele)a de algo ?nderm . algo similar. 3 *ue temos agora, temos, o resto continua a ser +isto, a n(o ser *ue um personagem do bem, ao mesmo

tempo com ausprKge. Se al8um co(tra a caracter/stica b;sica eu)aemo(istic. 7ue passa por to)o o sistema a(terior )e co(ceitos e (ecess;rias relacio(a)as com um sistema *tico )e car;ter correspo()e(te. co(traria()o. assim eles po)em co(si)erar se eles (ão estão com o seu outro sistema co(ceitual :(ica forma me(os clara ob@eti,ame(te com os mesmos pa)r<es *ticos co(clus<es ,ir. e sua a,ersão O i(tro)ução )o co(ceito )e pra-er (as cate8orias pr;ticas e ora *ticos. (ão sE para bai?ar em um e ,ersão )e to)o limita)a )este pra-o )epe()e )e 7ual )eles est; sempre i(cli(a)o a )espeito )a e?i89(cia co(flita(te para tra(sferir )a ,i)a comum (a ci9(cia . apEs o 7ue. certame(te. * eticame(te i(a)miss/,el 7uarto i(fer9(cias# De 7ual7uer forma. o sistema a(terior )e co(ceitos e?ecuta tal (ão em est*tica com. e uma ,e- 7ue ir; fol8e()s a8ir muito sobre isso. (ão sobre a *tica. para 7ue eu possa ter uso )ele para @ustificar em porme(or. o mesmo sistema tamb*m para a *tica. mas ,ai =a,er al8umas )iscuss<es (este Ai()a (o fi(al )a secção )e )irecção )e locali-ação 0em 36# Para 7ue la)o Ma(esta,a em 7ual7uer caso. a )iscussão )e cate8orias pr;ticas. porta(to. a7ui (ão por7ue. se (ão impleme(tar a mais ele,a)a co(si)eração pela est*tica Co(creti-ar mas (o bre,eme(te mais ce)o tocou e futuro 0sob IQ6 mais perto e?ecuta)o cami(=o em cate8orias est*ticas e. porta(to. a est*tica po)e ser i(trusi,a. mesmo o co(ceito )e bom (a ,ersão mais estreita )a bele-a e(tra )iretame(te mitbestimme()# Lot)e, cu/as opini,es di+idem o tra'o 0undamental eudaemonistic com nosso L$ , ainda 0ornece o tempo *ue impactam termos como, agrad +el, bom, o +alor, uma posi'(o muito di0erente uma da outra, como aconteceu a*ui, especialmente 0a)endo a bele)a apenas pela bondade moral depende +e) considerar tanto em comum, de acordo com os termos de dese/o, como 0i)emos, ao declarar para bonito *ue de M$ , em cu/a apar-ncia o ritmo (*ue re0lete a estrutura da se*G-ncia$ ea propor'(o de 0ormas em *ue o bem moral em n8s e al.m de n8s e&pressa na ordem mundial e lideran'a di+ina e se mudou. 5a produ'(o dese/o de coisas e&ternas e as circunst=ncias, de modo *ue sua impress(o agrad +el . condicionado, ele +-%los di)er *ue apenas o selo da 2pr8pria e&cel-ncia2 da mesma, *ue repousa no 0ato de *ue eles t-m de *ue o ritmo, as 0ormas de rela',es algo sobre ele em n8s re0letir, sem ser, portanto, o conte;do real da boa necessidade moral de le+ar com eles. 8$ :8 isso, a pr8pria bondade moral, mas ele mede um direito 0undamental, de tudo apenas uma deri+ada, no +alor. 3 pra)o deste bem, como a *uintess-ncia precioso, no *ual nos encontramos a*ui 0inalmente re/eitado, ele se baseia no conceito de pra)er na maior pot-ncia (a 0elicidade$ pela seguinte declara'(o (Fikrok. """ LD8$. N$ 1 . 2bem em si mesmo gostei do -&tase e os bens, *ue chamamos assim, s(o meios para *ue bom, mas nem isso bom, antes *ue eles se trans0ormam em sua 0rui'(oH bem, mas . s8 o amor +i+o *ue busca a 0elicidade do outro. 2 5a e&ecu'(o dos mesmos a*ui, n(o pode ser recebido.
L$ M$

pala+ras%cha+e desta :O? respeito na Fikrokosm. "" PDB <ep consuetudin rio. d Limit. d :ch. #Q ou Iesch. NM 8$ neg8cio. #DD 2P2 2PB 2LQ 28L 2NP B8M

N$

H , assim pressup,e ainda uma outra e&plica'(o particular a*ui em Lot)e, mas tal escapou minha busca.

"sto agora . certamente um marco conceitual muito di0erente da nossa, sem *ue ha/a, portanto, uma contradi'(o 0actual entre os dois. Fas eu acredito *ue a em termos da 0orma 0amiliar de uso dos termos . a nossa mais do *ue a de Lot)e, *ue . cada +e) mais no sentido da .tica e da est.tica de cima do *ue de bai&o, en*uanto Lot)e em outro lugar se mo+e com sucesso na ;ltima dire'(o. H; um termo )e uso fre7Ae(te para a se7A9(cia. o =i(bie8t )e um la)o mais (a est*tica. por outro mais (o la)o pr;tico# Cuito )o 7ue (Es c=amar/amos (em bo(ita (em bo(ito. ai()a po)emos ac=ar i(teressa(te# Pac/fico 7ue ,oc9 ser; i(cli(a)o a esperar 7ue cate8oria ao i(,*s )e (e8ati,o para o positi,o. mas po)e estar i(teressa)o (os al8o feio. como * mesmo[ + A resposta * estaX 7ue e(co(tramos al8o i(teressa(te. 7uer )i-er mais al8uma coisa )o 7ue (Es. por este ou a7uele poema po(tos como (Es para li)ar com isso. sem. por isso. precisa )e (Es para a8ra)ar como a bo(ita ou bo(ito como um to)o# Pelo co(tr;rio. ela po)e ser ape(as para as circu(stW(cias )esta ou )a7uela proprie)a)e a8ra);,el. para os laços. @uros. e at* mesmo o e(ca(to )a (o,i)a)e po)e fa-er uma coisa i(teressa(te. )es)e 7ue isso * (o,o para (Es. )e mo)o 7ue o feio Pastra(a# Cas o be(ef/cio ou )a(o. a :(ica coisa 7ue fa- com 7ue para al8u(s aspectos ou promessas po)e )ese(=ar o (osso i(teresse para si mesmos. e em )iscursos como. 7ue al8u*m tem seus i(teresses em me(te. mesmo )escarta o co(ceito )e i(teresse com o be(ef/cio ou ,a(ta8em refa-er+se# Pelos termos )a bele-a e bo()a)e )o co(ceito )e ,er)a)e est; resumi)o em uma esp*cie )e tri()a)e em to)a parte# Hamos a7ui ape(as o mais bre,e poss/,el para respo()er a sua posição sobre esses termos# Absolutame(te. absolutame(te. ob@eti,ame(te ,er)a)eiro. * uma i)*ia 7ue est; em co(tra)ição com 7ual7uer outra (oção real ou possi,elme(te a tomar at* mesmo (ão+ co(tra)itEria. ou a co(tra)ição total )e c/rculos perte(ce i)*ias @u(tas e?iste(tes. certame(te ele * c=ama)o (a co(sci9(cia )o cumprime(to )as co()iç<es )e ,er)a)e# De acor)o. mas como este termo )a ,er)a)e absoluta e co(sci9(cia sofre restriç<es ou * toma)o ape(as co()icio(alme(te. como merame(te aplica)a a al8umas ;reas (oção ou seres percepti,os. ou as co()iç<es )e ,er)a)e ou certe-a sE po)e ser co(cebi)o mais ou me(os cumpri)o i(completa. )efe()eu as cate8orias absolutas a ,er)a)e e certe-a mais ou me(os relati,ame(te ,;li)a. 7ue po)e ser resumi)o como o teErico com o absoluto. 7ue sãoX i(tri(secame(te ,er)a)eiro. apare(teme(te ,er)a)eiro sub@eti,ame(te certa. correta. precisa. co(cisa. persuasi,a. )e co(fia(ça. sem ):,i)a. )i8(o )e cr*)ito. pro,a,elme(te. etc car;ter positi,o. 7ue correspo()em a (a)a me(os muitos )e car;ter (e8ati,o# Em primeiro lu8ar. a8ora um aci)e(tes (estas )isposiç<es um relacio(ame(to )e ,er)a)e com o belo e bom. mas se tal (ão * )iretame(te sobre o po(to ,em O lu-. )efe()e em como fu()ame(tal (o factual. e (osso po)er o belo e bom em relação O

(Es para )efi(ir :ltimos pri(c/pios 8erais )esco(=eci)os )e pra-er. tamb*m iria e(co(trar a7ui a relação co(ceitual )e ,er)a)e# >a ,er)a)e. (ão ape(as um se(time(to i()/8e(a )e pra-er est; )iretame(te li8a)a ao co(=ecime(to )a ,er)a)e e e(co(trar ,er)a)es. 7ue atua como uma força motri- (a ci9(cia e aparece (a arte como um fruto )o cumprime(to )e um re7uisito importa(te. mas tamb*m po)e ape(as o ,er)a)eiro co(=ecime(to para boas co(se7A9(cias pr;ticas le,ar para 7ue em si po)e+se co(cluir re,erti)a apEs um pri(c/pio muito 8eral. a ,er)a)e )e um co(=ecime(to )a sua 7uali)a)e. mas o 7ue para e(trar em mais )etal=es a7ui# $26
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Comp# sobre os Gtr9s moti,os e Mr# )a E7##G P;8i(a $42

A coisa boa. co(si)era()o em um )epois )e tu)o 7ue o =omem s*rio e )a pasta )e orçame(to i(teiro. prese(te e futuro. prE?imo e )ista(te. e para ma(ter a ,a(ta8em para to)os os relacio(ame(tos a(alisa)os. a bele-a )a mul=er 7ue floresce. 7ue preocupa,a o prese(te. com a co(si)eração )a ,o(ta)e )o =omem. o a8ra);,el a cria(ça 7ue se )elicia com o pra-er se(sual e @o8os )o i()i,/)uo. o :til )e fu(cio(;rios. o 7ue o 8o,er(o fa- )esempe(=o mão com ape(as pão recebe )e acor)o como ele merece tal# A ,er)a)e fi(alme(te ,em como um pre8a)or e mestre )os membros )a fam/lia )e,em. como pre8a)or (a f*. como um professor (o co(=ecime(to. e ele toma empresta)o o ol=o bom. le,a a mão :til e se8ura um espel=o at* a Seira# + Estética# estética. Ai()a * ,;li)o. o a(teriorme(te ape(as casualme(te )ese(=a)o em uso )o termo )a est*tica e )a est*tica como a ci9(cia )a est*tica mais perto )e e?plicar e ,em tamb*m a ;rea 8eo8r;fica em 7ue as co(si)eraç<es )esta publicação * ma(ter certo limite# De acor)o com a etimolo8ia e )eclaração ori8i(al )e Baum8arte( 0)os 7uais a est*tica como uma )ata )e ci9(cia6 e Ua(t iria Est*tica para o mu()o )os se(ti)os ou formas )e percepção se(sorial. em 8eral. sem le,ar em co(ta a afabili)a)e e Ci]fPlli8keit e. posteriorme(te. est*tica uma teoria )a percepção se(sorial 0 ou as suas formas6 si8(ifica afi(al $$6 . uma e?plicação )o termo. 7ue al8u(s ai()a mais tar)e se8uiu sem ela. mas 7ua(to mais a e?ecução )e est*tica * se8ui)o# >a ,er)a)e. o 7ua(to teria 7ue c=e8ar para uma )etermi(a)a p;8i(a e como @u(tos passar para o outro la)o )a est*tica. ele )e,e ate()er a essa )efi(ição e (ão e?ce)a# To)as as co()iç<es )e percepção se(sorial com 7ue )ificilme(te separ;,eis mesma relação Os co()iç<es f/sicas e fisiolE8icas 7ue l=es perte(ce. )e Sausto. )e Moet=e e )a Ca)o(a Sisti(a. mas (a)a al*m )o 7ue o si8(ifica)o se me?eu. co(templação est*tica ser se submeter# At* a8ora. )epois )e uma e tão perto )o outro la)o ,oc9 (u(ca tomou est*tica e 7ue (ão foram ai()a toma)as por Baum8arte( si mesmo. mas sim por ele (a me)i)a em 7ue aume(ta o belo como o 7ue * a percepção se(sorial perfeito para o pri(cipal ob@eto )e co(templação e Aspectos i(corre 7ue ,ão al*m )o relaç<es f/sicas percepção purame(te se(sorial. foi tra(sferi)o para a ,ersão a8ora =er8ebrac=te )e est*tica# O 7ue se po)e )i-er 7ue. )es)e o i(/cio. como =o@e (o mo)o )e utili-ação )o termo est*tica. como (a e?ecução. se (ão em 7ual7uer lu8ar a )efi(ição )e e(si(o. ele fe- refer9(cia ao pra-er e O lei esse(cial )esa8ra)o#

$$6 Assim.

mesmo em Ua(t em sua est*tica tra(sce()e(tal. (o e(ta(to. 7ue ele mais tar)e. em sua Cr/tica )o Ru/-o. 7ue co(t*m a base real )e sua est*tica. est*tica e est*tica basta(te utili-a)os (o se(ti)o a8ora )e costume. o 7ue co(tribuiu bem em si. pri(cipalme(te. O forma atual )e uso )esses termos #

E(tão ,oc9 e(te()e a8ora sob esteticame(te mesmo saber o 7ue os r;cios pra-er ime)iato e )espra-er se refere ao 7ue e(tra atra,*s )os se(ti)os em (Es. sem mas ape(as para ter o la)o purame(te se(sual )ela em me(te como basta(te as relaç<es )o se(s/,el. como (o co(ceitos )e m:sica e )e associação 7ue se fu()em )iretame(te com o sobre(atural. como as pala,ras (a poesia e as formas (as artes ,isuais. e(fim proporç<es )e essas i)*ias. (a me)i)a em 7ue o pra-er ou )espra-er li8a)o a tu)o. com (o campo )a est*tica ser )ese(=a)o# Sim para Mebrauc=e mais perto )a est*tica i(clui at* mesmo a7uilo 7ue * capa- )e )espertar ape(as a sua se(sual ou pouco al*m ati(8i()o efeito )epois )e pra-er ou )espra-er )o co(ceito )e est*tica para e?ibir some(te o )irectame(te a partir )e po(tos )e ,ista mais ele,a)os. para as relaç<es mais ele,a)as a8ra);,eis e Ci]falle()e i(clui()o )e co(ceber# E(tão ,oc9 ol=a para. por e?emplo. a impressão a8ra);,el )e um tom rico pura. uma cor profu()a satura)a. a fra8rW(cia )e uma flor. o sabor )e um alime(to * capa- )e )espertar. sem 7ual7uer )emo(stração )e fi?ação 7ua()o (a)a est*tico. pro,a,elme(te ai()a fa- com 7ue a impressão )e um simples acor)e. como o car;ter calei)oscEpico. como ai()a muito bai?o. (ão são co(si)era)as como tal. e le,a O co(si)eração )e to)os os @ustos sob a )esi8(ação mais a8ra);,el. mas para a e?clusão e?pressa )os termos )e realme(te est*tica )o 7ue para a classificação. i(clui()o. (a est*tica (a# A8ora ,oc9 tem 7ue a)mitir 7ue esta limitação )a est*tica (ão * ape(as em co()iç<es (ormais )e uso (a ,i)a. mas tamb*m to)o o pre)omi(a(te Mebrauc=e cie(t/fico. e )a :ltima p;8i(a * ai()a muitas ,e-es i(sistiu e(faticame(te sobre essa restrição# Cas (em to)o tratame(to cie(t/fico )a est*tica tra(sformou+lo. e em ,ersão um pouco mais 8eral )o 7ue * completame(te imposs/,el. ao fa-9+lo ficar )e fora )a ra-ão )upla 7ue =; po(tos suficie(tes )e ,ista 7ue se sobrep<em em co(@u(to em fa,or i(feriores e superiores. e 7ue ta(to 0)e acor)o com a seção H6 po)em se co(ectar )e forma co(siste(te a um pro)utos maiores e mais altas# Hamos (os colocar abai?o )o Mebrauc=e mais estreito ape(as )e acor)o como o c/rculo )e obser,ação * re)u-i)a em co(formi)a)e. sem. em pri(c/pio. limitar+(os. 7ue. ali;s. (ão tem (em o se(ti)o. reformar o uso )e ,i)a comum. outros ai()a o uso mais restrito para um te(ta()o )efe()er )es)e o i(/cio. mais estreito c/rculo )e obser,ação# É claro 7ue a est*tica * ai()a =o@e (em to)os e?plicitame(te em termos )e pra-er e )espra-er. pra-er e )or. (a me)i)a em 7ue estão ou se@a e?plica)o como uma teoria )o belo. mas fa- com 7ue o co(ceito )e bele-a )e outros termos. como a i)*ia )e perfeição e tão )epe()e(te 7ue acima fala)o em bre,e# Por7ue. mas. )e facto. em 7ual7uer mo)elo. ,erificou+se Bese(tlic=st ou. )e prefer9(cia. com os ob@ectos para os la)os. tor(a()o+os a)e7ua)os para )espertar pra-er ou )esa8ra)o. a8ita)o. e esses termos em si. o 7ue (os pri(cipais e?plicaç<es )esempe(=ar um papel. e(co(trar o

seu uso pri(cipal (esta )ireção. parece mel=or. )e fato. o aspecto )o 7ue i8ualar o mesmo re8istro como o pri(cipal aspecto )a est*tica (a )efi(ição )e forma com ela para i()icar a )ireção )a sua missão. a priori. claro# E se isso (ão * o se(time(to pre)omi(a(te )e est*tica )e cima. e(tão eu estou procura()o mais ce)o feitas obser,aç<es (o fato )e 7ue eles (ão cumprem com as suas )eclaraç<es i(iciais )a u(=a. )es)e o i(/cio (a cabeça. a ra-ão para 7ue ele. em se8ui)a. mais ou me(os )ireção obl/7ua aume(ta. ou se@a. uma tal,e- (ão tão apre()e o 7ue est; (as coisas. (a ,er)a)e. c=e8a+se ao pra-er e )espra-er. mas o 7uão lo(8e um pouco )e subor)i(a)os para colocar (a cabeça )o po(to )e ,ista i)ealista. para a 7ual o co(ceito )e pra-er e )espra-er * ape(as um casual # ? partir de um certo ponto de +ista, seria, no entanto, ser dese/ +el para ser capa) de usar a est.tica termo em um rumo di0erente *uando ele adotada pela rela'(o de pra)er e despra)er, mesmo *ue apenas n(o esta rela'(o na l4ngua dominante e conceito Iebrauche / di) muito apertado e para compensar outro termo para lances estados. Jada ob/eto com o *ual operamos tem at. aceitos por este tr 0ego uma 0orma *ue +ai al.m da sua impress(o sensual de import=ncia para n8s, *ue se 0a) com essa impress(o, ao mesmo tempo *ue, como a0irma'(o da nossa N :e'(o ser(o discutidas em detalhe. ?ssim, +emos em uma coroa e n(o apenas uma 0ai&a amarela com algumas ele+a',es, mas ao mesmo tempo uma coisa, *ue se destina a cobrir a cabe'a de um rei. 6 pac40ico, agora, pode%se dese/ar designar tais impress,es *ue s(o 0eitas de uma sensual e uma import=ncia a ela estar associada com determinadas pala+ras, mas n(o h ningu.m para ele se +oc- n(o *uer precisar esteticamente ele, portanto, mas a rela'(o com a a0abilidade e FiR0Klligkeit caiu tanto, pois ele pode ser encontrado em tais impress,es bastante indi0erente, eo agrad +el e descontente 0ormar apenas um departamento peculiar da mesma, e uma baseada na est.tica anteriores pra)o geral poderia, ent(o, no entanto, como de interesse +or)ugsAeisem em um departamento espec40ico a ser tratado. Essencial . o ponto de +ista da est.tica e da est.tica *ue J. Hermann em seu plano d est.tica geral #8QM (se&ta a'ougueiro$ e sua teoria est.tica da cor #8ML (F. :chK0er$ representa, e eu n(o sei o *ue, em princ4pio, contra "mposi'(o de uma tal doutrina pode%se argumentar, de *ue seria a nossa est.tica, em alguns aspectos constituem apenas *ue determinado departamento, tanto *uanto n(o se tem a inten'(o de construir impress,es diretas puros, sem signi0icado associado. En*uanto isso Hermann baseado apenas no resultado do princ4pio de associa'(o, sem entrar no desen+ol+imento do princ4pio em si, e seguiu em geral mais do *ue a passagem da top por bai&o, para *ue o nosso encontro . apenas uma parcial com ele. 7amb.m tem uma doutrina *ue representa o ponto de +ista de como o nosso pra)er e despra)er no topo de signi0icados associados e considerando apenas de acordo com sua participa'(o no pra)er e despra)er, obrigados a tomar um rumo um pouco di0erente *uando se *ual o ponto de +ista da participa'(o das impress,es sensoriais por um sentido para a mostra e a0abilidade e FiR0Klligkeit pu&a em um modo marginal em considera'(o. É pac/fico po)eria estar sob )ete(ção )a relação com o pra-er ea )or ai()a a uma 8ra()e 8e(erali-ação )a (oção ac=o esteticame(te. 7ue isto * impru)e(te 7ua(to a

saber se as impress<es )o mu()o e?terior e ,ir aco(tecer ime)iatame(te. sob esteticame(te sempre me(tes 7ue as co()iç<es )e pra-er e )or refere+se. e(tre a est*tica )e to)o uma )outri(a 7ue. i(ter(a e e?ter(a. rastreia as co()iç<es 8erais )e pra-er e sofrime(to (o mu()o )e acor)o com suas relaç<es co(ceituais e le8ais. li8aç<es. mo)os )e ori8em e e(,ol,e(te ma(eiras# E. em 7ual7uer caso. ter um termo )e tal mo)o e e(tão a i)*ia )e uma teoria abra(8e(te )e pra-er e )or cessa. ele tamb*m po)e sur8ir uma (ecessi)a)e cie(t/fica )e usar essas frases (este se(ti)o mais amplo. (ão )e,e )ei?ar outro e(co(tr;+lo um# >o e(ta(to. o termo * esteticame(te (u(ca usa)o em tal tempo. @; foi proposto o termo =e)F(ico para o e(si(o 8eral. mas ao meu co(=ecime(to# $46 Para uma teoria tão 8eral. mas ele ,ai estar a7ui. pelo me(os para (ão fa-er. e por isso ,amos )e e?pressão esteticame(te em uma maior lar8ura tal ape(as 7ua()o o tr;fe8o e?cepcio(alme(te le,a ao co(te?to co(ceitual e tor(a compree(s/,el por si sE#
$46

e(co(trar as pri(cipais caracter/sticas )e uma tal )outri(a. sem o uso )a pala,ra =e)o(ismo para ele. ,oc9 po)e em Hartse(s Gci9(cia Broa) )a felici)a)e# 7uarto# Pepper# $#%'DG e seus Gpri(c/pios )e sabe)oria# "p-#. T=omas $%&3.G pa(fleto. com a sua puro bala(ço abai?o e te()9(cia eu)aemo(istic eu me e(co(tro em ple(o acor)o#

De certa forma. )i,i)ir o coração )o =omem. =; )ois 7ue se )e)icam co(fuso. curto para )isti(8uir como uma classificação )e acor)o com os la)os e etapas# ApEs o primeiro =; uma p;8i(a )o se(time(to e )a ima8i(ação com o 7ue cresce em memErias. termi(olo8ia. etc. )e um la)o )a u(i)a)e e )a ,o(ta)e e um la)o )e se(sação )e pra-er e )or. 7ue (ela ou como participação e(rai-a)a (a primeira p;8i(a em porme(or. coma()os fi(ais e est; coloca()o me)iação reali-a)a e(tre os )ois# ApEs se8u()a Ei(tei+me(to como um (/,el espiritual mais bai?o se(sual e superior 7ue po)e )i,i)ir ai()a mais ou po)em ser for(eci)os atra,*s )e )ifere(tes i(terme)i;rios# A est*tica )e acor)o com a (ossa ,ersão a8ora refere+se ao la)o )o pra-er e )espra-er. se =ou,er ime)iatame(te )espertou a i)*ias e?ter(as e se(time(tos )epe()e. mas co(firmou a campo i(ferior e superior. ao mesmo tempo atra,*s )e. (a me)i)a em 7ue os sal;rios mais altos )essas se(saç<es e i)*ias para o seu pra-er + e co(te:)o )esco(te(tame(to com a 7ue)a em sua ;rea# Herbart le+a a .tica em est.tica com, e se +oc- *uiser *ue o ;ltimo lugar a um tom hedSnico geral, mas isso n(o . 0eito por Herbart, o primeiro +ai incluir aspectos de eudKmonistischem com menos. Para al.m destas, mas na minha opini(o . sempre pre0er4+el para separar est.tica e .tica, de acordo com os aspectos mencionados acima do belo e do bom, como espancamento dos pontos Herbart pre+istas de +ista, o *ue n(o impede, responder a isso como de outro tipo de rela'(o entre eles conscientes . 6 +erdade *ue a boa moral, puramente 0eita pelo id.ias secund rias, trou&e um pra)er imediato, ea mesma . uma *uest(o de bele)a. Fas di0erente do *ue o bem moral . uma coisa puramente interior, *ue n(o . a bele)a no sentido estrito, o *ue chamamos de bom n(o . bom na medida em *ue legalmente considerado um

pra)er imediato despertado, esta . uma *uest(o menor, . para di)er%lhe assim e&teriormenteH mas como ela ., n(o importa como ele parecia um espectador, no sentido especi0icado (em 2$ . a 0onte de conse*G-ncias pr8speras. ? partir deste e sem d;+ida do ponto de +ista das leis imediatas bem agrad +eis morais e re*uisitos em considera'(o para a nature)a e&periencial dos homens e das coisas de+em ser deri+ada. ?*ui +oc- +ai encontrar, entre outras coisas, . claro, tamb.m padr(o Herbart termos .ticos, mas n(o +e/o nenhuma ra)(o para incluir os desen+ol+imentos no conte&to do mesmo, e entrar em sua discuss(o de aspectos b sicos Herbart. E?iste uma me(te co(scie(te to)o o mu()o )omi(a(te e li8a()o. ape(as um Deus sobre o mu()o. )a 7ual a (ossa me(te co(scie(te e tu)o fluiu fi(ito. ou ai()a * uma parte fil=o )a (ature-a. e 7uer se a,e(turar com base (a 8e(erali-ação e aume(to as re8ras fu()ame(tais )a (ossa me(te para pe(sar )o esp/rito )i,i(o + outra i()icação )a i)*ia e moti,o )e celebração. mas (Es (ão temos + assim 7ue ,oc9 tem 7ue pe(sar em um la)o )o pra-er e )a )or (ele e (o 7ue ele como em seu mu()o e (ão 8ostam# Tamb*m @; falam )o prese(te )ocume(to. por7ue ,oc9. mas (ão sei o 7ue fa-er sem um a(tropomorfismo. 7ue se re@eita basicame(te# Cas ,oc9 tirou as lu,as com 7ue a 8e(erali-ação e ,alori-ação )e,i)o ao fato )e 7ue a me(te fi(ita )o )i,i(o esta bem. mas (ão po)e ser i8ual O ess9(cia b;sica como uma i(,e(ção )e per/metro e altura. e perse8uiram apEs o aume(to )e bai?o )o la)o )o pra-er e )a )or )e sua es7ua)rão superior (o esp/rito )i,i(o para tr;s em relação aos mais altos i)eias i8ualme(te erklimmte( )o bem e )a ,er)a)e. como seria )e uma est*tica )e cima obti)os em 7ue ocorreria a bele-a )a relação com o Di,i(o. 7ue se atribui ta(to para ele realme(te clarame(te se8ui)o # Cas (em mesmo )o po(to )e ,ista )e uma tal @ustificação. a est*tica )o topo co(ce)i)a ou fica claro to)o o )iscurso co(ti(ua a ser uma @ustificati,a )o belo em Deus uma frase com so(ori)a)e# , E-d.monistisc/es !rinc0!io. A,iso sobre re)ução )a est*tica com as cate8orias *ticas e est*ticas orie(ta)o para o sucesso a *tica * um eu)aemo(istic 0felici)a)e. )efi(ição )e pra-er como um ob@eti,o6 aco(teceu abor)a8e(s. e eu (ão ,e@o como isso po)eria ser feito ao mesmo tempo clara e a)e7ua)a# O preco(ceito co(tra a subor)i(ação )a *tica sob uma co(si)eração eu)aemo(istic * sempre. mas tão comum e por muitos um tão forte 7ue ele po)eria facilme(te ficar (o cami(=o )e Ei(8P(8lic=keit )e to)a a estrutura co(ceitual acima. 7ue * por isso 7ue eu a7ui a(e?o. esclarece()o al8u(s. clarame(te (ão to)as as )ecis<es toma)as. po(tos )e outra coisa ao mesmo tempo procura()o e?plicar e apoiar este po(to )e ,ista como ele * le,a)o )e (ossa parte para co(tribuir# Para 8ra()e parte )o curso 7ue pre@u)icam sE 7ue a um. re@eitou com ra-ão sub@eti,a eu)emo(ismo 0e8o/sta6 e ob@eti,o 0u(i,ersal6 a 7ue est; so-i(=o a7ui. (ão * bem elimi(a)a. em parte tamb*m )epe()e )o fato )e 7ue o para bai?o e estreito po(to focal com bor)a )e to)o o sistema eu)aemo(istic. o co(ceito )e pra-er. mas tamb*m le,ar a ambi8Ai)a)e psicolE8ica para isso# Co(tra primeiro o se8ui(te# >ossa i)*ia )e um ser feita 0respekti, para estar tra(smiti()o6 7ue po)e e(,ol,er a (ature-a )o pra-er ou )or. e ca)a u(i)a)e co(scie(te e (ão+r/8i)o para 7ual7uer ato. *

fi?a)o e )iri8i)o. )e mo)o )ecisi,o. mais co(scie(te ele *. para 7ue as u(i)a)es co(scie(tes e Co(ta)or le,a a 7ual7uer ato )e pra-er e )or fra(came(te c=amar# Po)e a co(sci9(cia (os le,ar a fa-er al8o co(tra a (ossa ,o(ta)e. isto *. (o e(ta(to. 7ue a i)*ia )e ser feita fa-e()o * ati(8i)a a partir )e 7ual7uer p;8i(a com a )or. mas * ape(as (a me)i)a em 7ue a i)*ia )e uma omissão. a fa-er )a p;8i(a co(sci9(cia com ai()a mais A )or * 7ue ,icia e co(flitos semel=a(tes tamb*m são i(co(t;,eis os outros a(tes# Em muitos casos. a8ora o pra-er ea )or. o 7ue )etermi(a as u(i)a)es co(scie(tes e u(i)a)es )e co(ta)or para (ossas aç<es. )epe()e )a (oção )e pra-er e )or a partir )o 7ual ,ai emer8ir )essa ati,i)a)e para (Es. mas * o pra-er ea )or 7ue sE uma * o ob@eto )e (ossa co(cepção )e )isti(8uir o pra-er ea )or. o 7ue um )eles * um mome(to )e se(tir+se bem. o 7ue (em sempre aco(tece )e forma clara# Po)emos. mas um pra-er 7ue (ão somos capa-es )e alca(çar. com a se(sação )e )or. e uma )or. 7ue esperamos para escapar. com o ima8i(ar )e pra-er# Su()ame(tos. isto *. (ecess;ria e )iretame(te. mas * sempre ape(as se(tir o mome(to )e pra-er e )or. o 7ue )etermi(a a u(i)a)e e (ão+)ri,e para a ação. e este mome(to se(time(to )e co(cepção. embora possa ser )etermi(a)o pelo aprese(ta)as )e pra-er ou )espra-er sucesso )e fa-er. mas tamb*m a()ers=er e at* mesmo em co(traste. (o e(ta(to. i(flue(cia)o ou mesmo )eci)i)o a ficar so-i(=o# Por isso. po)e fa-er+(os i(sti(ti,ame(te i(ata como se opor a fa-er al8o ou estar sem (Es pe(sa()o em pra-er ou )espra-er Si8a+oZ )ificilme(te )esempe(=a um. coleta)os )e pra-er e )or e?perie(te psicolE8ico se7uelas mesmo sem lembra(ça )essas e?peri9(cias e Jie)er,orspie8elu(8 mesmo um papel importa(te (a )etermi(ação )e (ossas u(i)a)es atuais. e po)eroso. tal,e- por ra-ão i(sti(ti,a. e(,ol,e o e?emploX (Es amamos em circu(stW(cias i)9(ticas para fa-er o 7ue (Es ,emos os outros fa-em# >a )etermi(ação a(terior mome(tos )e (ossas u(i)a)es tamb*m são um meio )e e)ucação )os mesmos# \ua(to em al8umas u(i)a)es. como. em especial. os )e co(sci9(cia. po)e ser co(89(ita ou i(culca)o. po)e ser co(testa)aZ por to)a parte a e)ucação tem certame(te co(tribuiu para isso# Co(tra a ,ali)a)e psicolE8ica )as )isposiç<es a(teriores. (a)a mais pro,;,el 7ue se ob@etar# A8ora. o pri(c/pio a7ui eu)aemo(istic e?pressa repousa em (a)a mais )o 7ue isso * a mesma coisa )e to)os os )iscos co(scie(tes precisam )e sua )ireção )etermi(a)a como al,o )essas u(i)a)es *. em 8eral em me(te em relação. ea e)ucação )as u(i)a)es Aller em maior poss/,el )e ate()ime(to coma()a esta meta a ser e(,ia)a# Esta afirmação sob )e soli)arie)a)e. em 7ue o to)o )os s=oBs. o bem+ estar )os i()i,/)uos e mais ai()a se e(co(tra com o mais completame(te o pri(c/pio. e 7ua(to mais ele * perse8ui)o em suas co(se7A9(cias# Tão pouco a)ia(te )a prefer9(cia )o bem+estar prEprio * o outro. (a acepção )o pri(c/pio )o be(ef/cio. tão pouco o sacrif/cio )o prEprio bem+estar para a )os outros# Para o prEprio bem+estar prEprio fa- parte )o bem+estar 8eral. e assim permitir 7ue 7ual7uer pessoa (ão e(curtar o bem )o to)o. 7ue possuem boa )e acor)o com a esforçar+se. como outros @; (ão )es,a(ta8em como ele mesmo cresce ,a(ta8em# Ele po)e. (o e(ta(to. ca)a um )epois )e um certo relacio(ame(to ai()a mel=or co(ta )e si. po)e pre,er+se 7ue os outros. mel=or ate()ime(to para outro

,ice+,ersa para os outros )o 7ue eles po)em cui)ar )e si mesmos# A8ora tem o )ireito (o 7ue )i- respeito Os co()iç<es (acio(ais e ai()a mais espec/ficas =istEricas. pese a *tica )e ir al*m )o po(to )e ,ista mais 8eral. )ireitos e obri8aç<es a este respeito e fa-er leis 7ue. por )omi(ar o @ul8ame(to )o i()i,/)uo e ,i(cular a ação )e to)os (a obter a )ireção )o mel=or (o co(te?to# Cesmo (a comu(ali)a)e )a a)esão a uma lei. mas * uma coisa boa. por7ue mel=or se to)os os membros )e uma )a)a c/rculos para uma lei e?iste(te. (em seria a mel=or. sE 7ue (ão foi o pior. si8a em co(@u(to e )e forma co(sta(te. como se ca)a * sem a lei )e acor)o com sua prEpria ,isão )o mel=or# A8ora. * i(e8;,el 7ue as u(i)a)es )o po,o. )es)e o i(/cio. em ,e- )e seu prEprio e ao la)o bem como 7ue )o to)o e )a recuperação )ista(te )e seu prEprio bem+estar sair )o to)o. e (ão são. porta(to. )esti(a+se para os efeitos )o pri(c/pio a(terior# Para eles. mas para e)ucar (esse se(ti)o. são os mesmos. ape(as para ser )iri8i)o precisame(te (o se(ti)o )o pri(c/pio meios O sua )isposição. 7ue foram em to)os os lu8ares e sempre em uso. o()e )e e?pressão e)ucação. e?emplo. o lou,or. a culpa. recompe(sa. pu(ição . uma refer9(cia para a rai,a eo pra-er )e Deus. ameaça e promessa sobre o a7ui e al*m. o 7ue tem )esperta)o o i(si8=t sobre a (ature-a. as e?i89(cias e implicaç<es )o pri(c/pio )e c=utar# O ob@eti,o fi(al )esta e)ucação. mas (ão * a )e um ri8or )outri(;rio impratic;,el (ecess;rio para ser. mas (ão (a (ature-a )o =omem * sobre os )ocume(tos ser co(fi8ura)o satisfatErio. 7ue o =omem a respeito )e sua prEpria ,a(ta8em totalme(te ba(i)o )e seus moti,os. mas 7ue ele (ão fa- )isti(ção a co(si)eração para seu prEprio bem )a co(si)eração pelo bem+estar )o to)o. (ão (o se(ti)o ime)iato. mesmo em termos )as co(se7A9(cias# Cas isso re7uer )e primeira p;8i(a 7ue ele po)e e(co(trar (os se(time(tos )e amor para com o prE?imo. com a sua prEpria felici)a)e * a8ir para a felici)a)e )os outros. e al*m )e se(tir a maior se(sação )e satisfação )e co(sci9(cia. )e uma satisfação 7ue (os se(time(tos. tamb*m para satisfa-er a Deus )e mo)o 7ue. para um. 7ual7uer outro e?cesso em força e altura. po)e ser su@eito a aume(tar# A partir )a se8u()a p;8i(a 7ue i(clui o po(to )e ,ista e?perie(cial 7ue @; a7ui sobre as pessoas boas e m;s co(se7A9(cias )e suas aç<es ai()a mais certame(te atacar. 7ua(to mais eles correm. compleme(ta)a pela cre(ça )e 7ue o pri(c/pio )a retaliação em fai?as )este mu()o para o outro e (ão po)e termi(ar# Para este efeito. * e(tão. claro. tamb*m para )espertar a f* em Deus e (a ,i)a apEs a morte. (o se(ti)o )e )ireito e forte. com os pri(c/pios )a ,er)a)eira f* em si. mas * )e se esperar 7ue ele satisfa-er a maioria )as pessoas. ao mesmo tempo e (as mel=ores pistas# >a ,er)a)e. * uma ilusão ,a-ia 7ue um sem Yu-ie=u(8 moti,os reli8iosos. * o po,o. era pessoas )e e(si(o superior. se@a ele prEprio. )e acor)o com o pri(c/pio po)eria ser basta(te completo e e)ucar. co(ti(ua a e?istir uma (ão ate()i)a sem o resto . para as relaç<es mais altas e :ltimo. (ão po)emos ate()er com to)a a =uma(i)a)e pre8ação ou o 7ue teria si)o sempre assim fe- e(ormes co(tribuiç<es# Se. porta(to. a aplicação pr;tica 8a(=o pri(c/pio. * some(te em co(e?ão po)e ser )e mo)o 7ue. to)os os outros pe()e(tes. fi(alme(te so-i(=o retumba(te. moti,os reli8iosos recuperar a força )e abalar o mu()o. em 7ue o e(fra7uecime(to )o abuso )a ra-ão com )o8mas 7ue co(tra)i-em co(testou#

O 7ue sempre parece se aplicar (estas relaç<es para mim. em pri(c/pio. te(=o mais al8u(s )etal=es (o pa(fleto GPor bem mais ele,a)oG 0sobre o 7ual as )iscuss<es com Nlrici em p=ilos )e Sic=te Yeitsc=r#. $%3%# P# $'56 e GOs Tr9s moti,os e ra-<es )e f* G)iscuti)o#

III. Leis estética o- Prin"i!e em %era* #
>o i(teresse )e car;ter u(iforme em to)a a est*tica seria )ese@;,el 7ue to)as as leis )e pra-er e )espra-er. )os 7uais a falar (ele. po)e ser represe(ta)o como casos especiais )e uma lei 8eral# De maio. mas como uma passa8em em si. 7ue *. mas at* a8ora ai()a assim como para (Es. (o escuro. como uma ra-ão mais 8eral e )efi(iti,a )e to)o o pra-er e )espra-er. com o 7ual est; (aturalme(te associa)o# Embora te(=a pro,a,elme(te o pri(c/pio mais u(i,ersalme(te co(=eci)o )a combi(ação u(iforme )o colector. o 7ue (ão * (a)a para impe)ir a formulação )e uma lei. coloca)o O fre(te )a est*tica i(teiros. e. certame(te. * um )os Pri(-ipe mais importa(te. 7ueremos falar sobre isso mais tar)e. mas eu 8ostaria )e t9+lo co(=eci)o so-i(=o (ão se )ão bem# Como po)e. por e?emplo. e?plicar+l=e 7ue a fa,or )o 7ue temos sobre a resolução )e uma )isso(W(cia por uma co(so(W(cia. (ão perma(ece o mesmo se i(,erter a se7A9(cia )e acor)esZ estão ca(sa)os )e 7ue (os acostumamos a )esa8ra);,el ea mel=or po)e 7ue em to)os os lu8ares muito ou pouco * o 7ue (os )esa8ra)a. etc Yimmerma((. um )os 8uia )e afi(ação pri(cipal est*tica )e =o@e. autor )e uma =istEria e )e um sistema )e est*tica. ,i8orosas e po)erosas (a cr/tica est*tica. criou para este se8u()o ato como fu()ame(tal para a est*tica i(te8rais. um como autorit;rio por 7ua(titati,o. o outro por i()ica)ores 7ualitati,os relacio(ame(to. são elesX $6 0o pri(c/pio )a c=ama)a perfeição6X GA mais forte. como em a)ição a mais fraca 7ue a (oção fraca )esa8ra)a a)ição ao )esempe(=o mais forteG# 46 GA 8ra()e i)e(ti)a)e )os eleme(tos )e forma. como a 8ra()e co(traste )esa8ra)a (ecessariame(te a mesma#G Cas eu sabia 7ue com essas )uas leis em est*tica (ão se )ão bem. (em mesmo bo(ita para me tolerar com ele. i()iscuti,elme(te. por7ue eu seria capa- me a (ão tolerar a filosofia )a Herbart. em 7ue estão e(rai-a)os. o 7ue *. (aturalme(te. (ão )iscutir a7ui # Ape(as uma curiosi)a)e. o 7ue me empurrou sobre a primeira lei. eu ,ou lembrar )e fa-er al8umas obser,aç<es em me(te 7uem ser; poupa)o (os assim para o resulta)o# A pri(cipal implicação )esta lei * 7ue. @; e?pressa por Herbart. aceito por Yimmerma((. DireitoX GO Mra()e precipitou ao la)o )os pe7ue(i(os. o pe7ue(o ao la)o )e )esa8ra)ar o 8ra()e#G Em co(traste. começa Burke. 7ue certame(te Herbart (ão po)eria estu)ar (a s Ab= G)o belo e sublimeG. a lista )e proprie)a)es em 7ue al8o * belo. com a fraseX Ga bele-a )e,e ser relati,ame(te pe7ue(o em primeiro lu8arG. e tem ai()a to)o um cap/tulo com o t/tuloX Gob@etos bo(itos são pe7ue(osG. (o 7ual ele

e outros. 7ue ele cita para isso. obser,aX GEu te(=o me 8ara(tiu 7ue são referi)os (a maioria )as l/(8uas. as coisas 7ue ,oc9 ama. com a)@eti,os )ecresce(tes # me(os * assim com to)os os i)iomas 7ue eu co(=eço# G A8ora ,oc9 po)e. (o e(ta(to. )epois )e um Os ,e-es =a,ia se mu)a)o )e Yimmerma(( pri(c/pio au?iliar. o pra-er (o me(or atribu/)a ao pra-er (o maior fato )e 7ue 7ua(to me(or a proprie)a)e )e pe7ue(e- em maior me)i)a tem um6 ou mais se )es,ia )a m*)ia. como o me(os pe7ue(o resumo. uma maior * (o se(ti)o (e8ati,o# SE 7ue 8ostaria 7ue a clare-a e e,itar a repree(são. para mo,er+se em i)*ias co(tra)itErias. ser aco(sel=;,el. em ,e- )e i8ual ao )o meio )epois )e um ou )o outro la)o mais para e?plicar )ifere(tes para Jo=l8efPlli8ere 7ue os fatos afirma)o por Burke e Yimmerma(( (a ,er)a)e. parecem i8ualme(te impressio(a(te sE a partir )e la)os )ifere(tes# Cas * claro 7ue po)e )ora,a(te ai()a c=e8ar a um terceiro. apesar )e Yimmerma(( e Burke. uma m*)ia e(tre 8ra()es e pe7ue(as coisas para e?plicar como o mais a8ra);,el. e ser capa- )e e(si(ar =; fatos tra(sl:ci)as me(os marca(tes para ele#
$6 >a

,er)a)e. o 7ue correspo()e a )eclaração )e Yimmerma(( em s li,ros )i);ticos# P# 5D. mas por 7ue uma maior sua,i)a)e ca/)o mais )o 7ue (os abai?ar em apare(te co(tra)ição com o )ireito proclama)o est*tica )o mais forte#

H9(us tem luta)o sobre a maçã )a bele-a com Pallas e Ru(o por causa )a bele-a )a forma apEs um tempo. ,9+se 7ue ele te(=a si)o aba()o(a)o por a(terior. tamb*m ai()a luta()o com 8i8a(tes e a(<es por causa )a bele-a )o tama(=o )ele# De,o ser escol=i)o para Paris a8ora. e(tão eu precisaria )e um terre(o comum )e se8uir ape(as uma aclamação muito 8eral. ao preço ime)iatame(te ,oc9 7ue est; (o meio. e(tre os )ois. colocar# Cas eu uso preocupaç<es. muito f;cil )e fa-9+lo. lembra()o+ me 7ue eu pro,a,elme(te ir a uma cabi(e )a mostra. para (ão ,er um a(ão ou 8i8a(te. mas a um =omem )e tama(=o (ormal. e eu (ão preciso. porta(to. )e ,er a7ueles mais pra-er )o 7ue )e ,er isso[ E(7ua(to isso. eu tamb*m me lembro 7ue eu. mas (a ,i)a comum 7ueri)o po,o )e tama(=o (ormal ,er ao meu re)or e com um per,erti)o. )e prefer9(cia como a(<es ou 8i8a(tes# Em suma. eu prefiro e?cepcio(alme(te a(tes )o E?cepcio(alme(te. 8eralme(te familiar. e embora eu (ão estou fa-e()o isso ape(as (o Assu(to )a impressão )e tama(=o. mas. em 8eral. )e mo)o a fa-er um pri(c/pio est*tico muito 8eral 7ue po)eria ser. se (ão um tão comum 7ue fa,or e )espra-er sE )epe()ia )ele. * ape(as sob uma me(tira em to)a parte i(flue(te como outra participação# Parte )o auto para o 8o-o )o sublime. 7ue (ão era ape(as uma 8ra()e coisa. mas tamb*m al8o Aus(a=msBeises. e muitas ,e-es i(cluem outros co+)etermi(ação para fa-9+lo# D;+(os em seu tama(=o mais eleme(tos )e co(e?ão com o empre8o a8ra);,el. por isso ,amos. claro. preferem o pe7ue(o 7ue * capa- em sua pe7ue(epara )ar ape(as al8u(s )eles. mas por outro la)o. 7ua()o o Mra()e * uma )or mais rico )o 7ue fo(te )e pra-er# Para se8urar o Mra()e. afirmou ser mais ati,i)a)e )o 7ue

a pe7ue(a. 7ue po)e fa-er+(os. por ,e-es. ser ape(as o )ireito. mas (ormalme(te ape(as (os )i- ape(as um (/,el m*)io )o mesmo para. eo passo )o sublime ao ri)/culo * muitas ,e-es um )ia )e boas+,i()as )o # Depois 7ue eu iria partil=ar a maçã e(tre o prete()e(te eo prete()e(te. mas assim 7ue eu be)Pc=te o 8i8a(te com ape(as a parte casca e?terior. os a(<es com o MrAbsteil i(terior# Por a(terior eu 7uero a lei Yimmerma((sc=e (ão ta(to refuta)a como sE t9m su8eri)o. e(tão eu (ão 7uero me acalmar com seu e(u(cia)o como uma lei fu()ame(tal. e. ocasio(alme(te. causar * e(co(tra)o para tamb*m comemorar um )es,io. pelo me(os a partir )a e?pressão )a outra lei# Embora reco(=ece()o a ,ali)a)e limita)o ou co()icio(al )e ambas as leis posso suportar pelo me(os (ão a)e7ua)ame(te cobertos )e mo)o a e(co(trar to)o o campo est*tico# Cesmo com tr9s leis fu()ame(tais. mas 7ue tal,e- pu)esse e?trair )o pri(c/pio tripartite )a filosofia =e8elia(a. eu sabia 7ue (ão se )ão bem# É sE (a est*tica como (a f/sica. em 7ue (Es. como ai()a t9m )e se co(te(tar com um mo(te )e assu(tos especiais. forças. leis. se supor tamb*m 7ue. e,e(tualme(te. ape(as uma 7uestão b;sica. uma força fu()ame(tal. uma lei fu()ame(tal. )a to)as as leis )a f/sica são ape(as casos peculiares são# Sem a8ora to)as as leis 7ue permitem a est*tica acima. tratar a7ui )e forma sistem;tica. e. porta(to. 7uer permuta()o o car;ter )e uma pr*+escola. eu ai()a ,ou ir em fre(te com um (:mero )essas leis a7ui. em parte para 7ue em to)os os e?emplos )e est*tica leis a partir )e W(8ulos )ifere(tes )e aprese(tar. em parte por causa )as aplicaç<es fre7Ae(tes e importa(tes 7ue temos )e fa-er em tu)o o 7ue se l=e se8ue# Para a e?pressão )a lei. (o e(ta(to. eu preciso )e 7uase preferem o termo pri(c/pio# To)a lei * )e fato um pri(c/pio u(ifica)or para os casos trataram o assu(to e(tre si. o pri(c/pio. mas um outro termo como lei. a (ão ser merame(te @ur/)ico. mas tamb*m ocorre Real termo abai?o# Como a8ora tomar; as suas casos especiais sob a lei ob@ecti,ame(te. limita)o. ao mesmo tempo. o co(ceito )e )ireito co(ceitual )esses casos e(tre si. e. em se8ui)a. )ois (ão po)em ser separa)os# A primeira )as leis ou pri(c/pios lo8o ,or-ufA=re()e( eu c=amo o limite est*tico. a se8u()a * a a@u)a est*tica# Os tr9s se8ui(te ao )o li(k :(ico )o colector. 7ue resumem a ,er)a)e e clare-a sob o (ome )e co(@u(to )os tr9s primeiros Pri(-ipe formais @u(tos# O se?to ser; a associação# Tão importa(te são os )ois primeiros Pri(-ipe. ,oc9 ,ai e(co(trar (a)a )isso (os li,ros )e est*tica. 7ue 7ual7uer um po)e i(terpretar tal ma(eira 7ue eu ac=o 7ue * importa(te para eles falsame(te. ou 7ue est; falta()o (os li,ros )i);ticos )e est*tica al8u(s importa(tes# Os outros são co(=eci)os basicame(te para uso ape(as (a est*tica muito me(os )ese(,ol,i)a ou me(os recupera)os Pri(-ipe. como * feito a7ui (o cami(=o )o fu()o# Al*m )isso. ai()a * poss/,el 7ue al8umas leis perma(ecem como o uso est*tico ou )e leis psicolE8icas para a est*tica. o 7ue eu mais ape(as sob (o,os (omes i(tro)u-ir sei. por7ue eu (ão te(=o i)a)e e(co(tr;+lo. uma ,e- 7ue falta maior parte )a

)iscussão suficie(te. (o e(ta(to. uma ,e- 7ue e?istemX leis )o )ese(,ol,ime(to )o pra-er se(sual e )espra-erZ co(traste est*tico. o resulta)o est*tico e reco(ciliação est*tica. o 8rau )e empre8o. ce(tros )e est*tica. )e =abituação. embotame(to e supersaturação e. o pra-er ea )or )a i)*ia )e pra-er e )or. )es)e a co(cepção sua rele,W(cia positi,o e (e8ati,o para (Es. )e li,re e i(ibi)a e?pressão )a mesma. e. pro,a,elme(te. outras leis. se o a(terior (ão for suficie(te. e(tão o 7ue ai()a =ão )e ,ir some(te )e acor)o com. 7ua()o al8uma ocasião ,ai oferecer O sua aplicação# Tal,e- ai()a e?istem. mas uma oportu(i)a)e mais tar)e mais espec/fico sobre isso# A totali)a)e )essas leis po)e ser subor)i(a)o a )ifere(tes cate8orias# Parte eles referem+se a ra-<es )e formação )os ,;rios tipos )e pra-er e )or. em parte. em proporç<es 7ua(titati,as )as mesmas. 7ue po)em ser )ifere(tes le8islaç<es 7ualitati,os e 7ua(titati,os curtos# Parte eles se relacio(am com a ori8em real )e pra-er e )or. Os ,e-es. )epe()e()o )e sua pre,iame(te )a)o o pra-er ea )or. )e acor)o com a le8islação prim;ria e secu();ria# >esta me)i)a. uma )isti(ção * feita (a forma )e ob@etos e co(te:)o. uma )ifere(ça 7ue ai()a (ecessitam )e uma )eclaração mais )efi(iti,a. po)e+se tamb*m )isti(8uir leis formais rele,a(tes e leis factuais# Dos fol8e()s leis particularme(te ,or-ufA=re()e( for(ecer os )ois primeiros. a lei )o limite e com a a@u)a )as leis ocasio(alme(te me(cio(a)os )e crescime(to. e?emplos )e leis 7ua(titati,as ou Pri(-ipe. o se8ui(te. 7ue o :(ico li(k. a ,er)a)e e clare-a. e?emplos )e leis 7ualitati,as# Estes tr9s tamb*m estão e(tre as leis prim;rias e formais. (o e(ta(to. o )ireito )e associação * uma )as secu();rio# O co(fro(to claro. clarificação e uso )e leis est*ticas * complica)a pelas tr9s se8ui(tes circu(stW(cias# Nma ,e- 7ue a8arrar as co()iç<es )e pra-er e )or. 7ue po)em ser )isti(8ui)as a partir )e )etermi(a)os po(tos )e ,ista. mas )e um po(to )e ,ista )ifere(te por um mome(to co(@u(ta em si. o()e *. e(tão. teoricame(te (ão * f;cil e Os ,e-es imposs/,el )isti(8ui+los em uma coor)e(ação pura. ,9m em se8u()o lu8ar. a7ueles 7ue po)em ser )isti(8ui)as a partir )e um po(to )e ,ista abstrato. mas (a reali)a)e (ão * tão abstrata. mas complicar mais ou me(os. o()e * e(tão )if/cil (as aplicaç<es )e se )i,orciar em to)os os lu8ares. o 7ue ,em O custa )e uma ou outra co()ição. como * )if/cil e(co(trar pro,as puro )o efeito )a )ecisão toma)a purame(te# Em terceiro lu8ar. to)os relacio(a)os a co()iç<es espec/ficas "ust. as leis. )es)e uma ,ali)a)e limita)a. a)mitir termos tão co(flita(tes (o caso )e pre)omi(W(cia tamb*m resulta)os co(flita(tes. se8u()o a 7ual essas co()iç<es po)em ser )iscuti)as a)e7ua)o ape(as com mais cui)a)o ,ista Buck )e seu poss/,el co(flito com o outro# Essas )es,a(ta8e(s seria realme(te ser elimi(a)o. em pri(c/pio. se (Es mesmos o 7ue * recebi)o )e fo(tes especiais )e pra-er e )or para o :ltimo re7uisito b;sico mais comum em to)os. ela mesma fa- ape(as cerca )e fo(tes )e pra-er e )or. asce()er ,ermTc=te(. mas mesmo se ti,esse co(se8ui)o. o 7ue (ão * o caso. um seria. mas re@eitou os pe)i)os sobre as fo(tes especiais e correspo()e(tes leis especiais )e pra-er e )or. 7ue )e,em ser co(si)era)os a7ui. por7ue a7ueles causa comum. mas

ape(as como um. to)as as causas especiais )e li8ação. a abstração po)e ser ,isto por 7ue para co(struir uma po(te para as aplicaç<es especiais por parte )as leis especiais )e forma semel=a(te. como ,oc9 tamb*m. 7ua()o o :ltimo )a "ei B;sica )e forças f/sicas. ou fa- com 7ue o mo,ime(to seria co(=eci)o. mas sempre ,oltar para as aplicaç<es para as Sorças Especiais e "eis especiais )e forças# Des)e o pra-er ea )or. pra-er e )espra-er. os fatores psicolE8icos são tão or8a(i-ar+ se. (aturalme(te. tamb*m a ela relati,o. pouco est*tico. as leis as leis psicolE8icas abai?o. e?ceto 7ue em uma psicolo8ia )e Wmbito 8eral. (ão * moti,o para a est*tica. especialme(te com ta(tos )etal=es e em para li)ar com essa relação e compilação. como * a8ora (ecess;rio ape(as para o propEsito )e est*tica# Ta(to 7ua(to as leis est*ticas em relação aos efeitos )o mu()o e?terior O (ossa alma. eles tamb*m po)em estar (as psicof/sica e?teriores são )e,i)ame(te co(si)era)os. mas (ão me(os mais )o 7ue os i(teresses est*ticos prete()i)os para re8ulame(taç<es mais r/8i)as e?i8em. como (estes termos 8erais pre,iame(te poss/,eis# A8ora. ,oc9 ai()a po)e 7uerer as leis )a )epe()9(cia )o pra-er e )a )or )as ime)iatame(te sub@ace(tes em (Es 0os c=ama)os psico+f/sico6. esta)os corporais ou mo)ificaç<es )e saber as re8ras )e alma. bate()o os psicof/sica i(terioresZ sim. * a este respeito um (ecessi)a)e fu()ame(tal. mas 7ue (ão po)e ser cumpri)a at* a8ora. eo co(ceito )e est*tica. mesmo (a restrição. tal como * co(cebi)o a7ui. i(clui a co(si)eração )a relação )e pra-er e )or a estes esta)os i(ter(os e mu)a(ças sobre as 7uais a a8ora ser co(fi8ura)o mais ou me(os u(sic=re =ipEteses#

I( !rinc0!io de *imite estético.
H; muito )o 7ue (os fa- i()ifere(te. e(7ua(to l;. mas sua e (ossa (ature-a. pro,a,elme(te seria capa- )e estimular o pra-er ou )espra-er. outras ,e-es realme(te )esperta)o# Isso )epe()e. )e mo)o 8eral. o fato )e 7ue era a força )o ob@ecti,o ou o efeito )o 8rau )e (ossa recepti,i)a)e para ela ou a (ossa ate(ção para 7ue (ão e?ce)a o limite )e c=ama)a. ou se@a. o 8rau )e 7ue a ação ape(as para a (ossa co(sci9(cia * se(ti)a# >a ,er)a)e. * um 8e(eral. e (ão ape(as para a se(sação )e pra-er e )or. mas tamb*m para eles a lei ,;li)a 7ue. para tor(ar+se co(scie(te )o mesmo. um certo 8rau sua parte. o 7ue )epe()e e?ter(ame(te e i(ter(ame(te. a 7uali)a)e )a co()ição (ão * suficie(te. )e,e ser . compleme(ta)a pela 7ua(ti)a)e (ecess;ria. o 8rau (ecess;rio# A8ora. )es)e 7ue esse (/,el (ão * ati(8i)o. )i-emos )as co()iç<es )e pra-er e )or. como por si eo pra-er )epe()e(te e )espra-er 7ue perma(eçam abai?o )o limite# >a ,er)a)e. tão certo )e 7ue po)e ser 7ue i(:meras mau c=eiro flutua()o (o ar. )e,i)o O sua )iluição se(timos o c=eiro 8eralme(te (a)a# O rem*)io pior )e8ustação bom 8osto. mas (ão * ruim em )iluição =omeop;tica# Para muito )o 7ue (os )eu recepti,i)a)e )ese@o fresco O suscetibili)a)e )espo(ta em sem sair. porta(to. o pra-er sE tem )e ser reforça)o. a fim )e )e,ol,er o pra-er. e )e fato o 7ua(to se e(co(tra o (osso se(ti)o. mas muito pouco )e (ossa ate(ção e perma(ece co(osco Por co(se8ui(te. i()ifere(te# Depe()e()o )a co(si)eração )as co()iç<es e?ter(as ou i(ter(as )e pra-er ou

)espra-er po)e+se e?pressar uma ou falar limiar i(ter(o. 7ue )e,e ser ultrapassa)o. )e,e tor(ar+se co(scie(te pra-er ou )espra-er com um ,er)a)eiro pra-er ou )espra-er ,alores# Ambos os limiares. mas (ão são i()epe()e(tes u(s )os outros# Para 7ual7uer (/,el )e recepti,i)a)e e ate(ção 7ue =a,er; um certo 8rau )e i(flu9(cia e?ter(a. 7ue )e,e ser e?ce)i)o para com isto um certo limite e?ter(o associa)o. mas como mu)ar essas co()iç<es i(ter(as. ser; (ecess;ria uma e?posição e?ter(a maior ou me(or para co(se7Ae(teme(te. aume(tar o limite e?terior ou cair. e assim ,ice+,ersa com o peitoril i(ter(o 7ua()o se mu)a o 8rau )e i(flu9(cia e?ter(a# A8ora. se al8uma ,e- o limiar )e uma se(sação )e ser ultrapassa)os. tem )e ser sempre o i(terior e e?terior ao mesmo tempo. mas (ão po)e ser mais feito atra,*s )o aume(to )as co()iç<es )e i(terior ou e?terior# De co()iç<es. 7ue são capa-es )e )espertar a to)os por e?ce)er um limite )e pra-er ou )or. 7ue 8eralme(te )i-em 7ue eles são (o se(ti)o )e pra-er ou )or. sem ser. porta(to. como realme(te )espertar. )es)e 7ue eles estão abai?o )o limite# Cesmo 7ue )e pra-er ou )espra-er co()iç<es abai?o )o limiar são i(suficie(tes )e acor)o com o co(ceito )e limiar. o pra-er ou )espra-er )e fa-er percept/,el. (ão * o mesmo como se esti,essem falta()o al8uma coisa. mas sua prese(ça i(suficie(te po)e co(sistir em um )os se8ui(tes )ois aspectos importa(tes ser# Em primeiro lu8ar# \ua(to mais perto )o limite )as co()iç<es i(teriores ou e?teriores )e pra-er ou )or são. mais )e um me(or aume(to )o seu 8rau. sua força ser; ai()a preciso )ei?;+los ultrapassar o limite. o mais fa,or;,el são. porta(to. as ra-<es )e a ori8em real )e pra-er ou )or # Se8u()o# A co()ição )e pra-er ou )or. 7ue est; abai?o )o limiar. ou seria se ela ficasse em si mesmo. po)e. em composição com )ifere(tes tipos )e co()iç<es )e pra-er ou )or. 7ue por sua ,e- seria para abai?o )o limiar. um pra-er ou )ar resulta)o )esa8ra)o. o 7ue e?ce)e o limiar. )e 7ue o pri(c/pio ime)iatame(te para ser co(si)era)o )e A@u)a est*tico com )epe()e#

(. !rinc0!io da aten12o estética e a!re1o.
A(tes )e uma )etermi(a)a pala,ra )a lei. (Es e?plicamos o mesmo para al8u(s casos peculiares# Nm poema * um em uma l/(8ua estra(8eira. (em co(ce)eu o se(ti)o ple(o )e metro. ritmo. rima. mas sem o se(ti)o tet=ere)# Essa impressão * mais a8ra);,el )o 7ue a )e um @ar8ão aleatEria )e pala,ras. mas esta complac9(cia * tão pe7ue(a 7ue ,oc9 8ostaria )e @u(tar a ela (ão me(te (e(=um ,alor est*tico si8(ificati,o em si mesmo. e mesmo e?ce)er. em si. (ão * f;cil. a e(tra)a )e pra-er# Cas per)er os mais belos poemas to)os ou 7uase to)os c=arme ao represe(tar o seu co(te:)o em uma forma prosaica )e e?pressão pelo si8(ifica)o sem metro. ritmo. rima tamb*m (ão e?ce)am o limite )e pra-er# Co(si)ere. por e?emploX Ge(c=es (o,ame(te arbusto e ,aleG. ou Gpassa)o * a lu- )o )iaG. etc por si mesmo. mas a@u)ar os fatores )e afabili)a)e. ultrapassa()o o limiar ou ele,a()o+se acima )o limiar. cria()o um resulta)o positi,o 7ue o )ese@o efeito est*tico )os fatores i()i,i)uais )e tama(=o *

i(compar;,el# Correspo()e(te prestar assist9(cia ao campo puro )e impress<es )iretas )a melo)ia. a melo)ia ea =armo(ia )os so(s# A melo)ia se(sual to(s puros completos tem muito pouco ,alor est*tico em si mesmo. e ai()a o 7ua(to ele co(tribui para a bele-a )a ca(ção em# Claro 7ue. se to(s puros ricos @; (ão a8ra);,eis em si seriam impuros como to(s ;speros. por isso tamb*m aume(taria a partir )a i(teração )esses eleme(tos (ão. a soma )e seus efeitos i()i,i)uais sobre licitação. crescer# Meral a8ora. o pri(c/pio * ,amos )i-er assimX A partir )a coi(ci)9(cia u(co(tra)icte) )e co()iç<es )ese@o 7ue reali-am pouco por si. reflectem o aume(to. muitas ,e-es muito maior resulta)o )ese@o )o 7ue os ,alores )o )ese@o )e 7ue as co()iç<es i()i,i)uais para si. correspo()e a uma maior. )o 7ue o 7ue po)e ser e?plica)o como a soma )os efeitos i()i,i)uais. sim. po)e ai()a obte,e um resulta)o positi,o )ese@o )e um e(co(tro )este tipo. o limite )o pra-er são ultrapassa)os. o()e os fatores são fracas )emais para fa-er. e?ceto 7ue eles )e,em ser se(ti)as comparati,ame(te ser uma ,a(ta8em para a complac9(cia com os outros# Os casos )e coi(ci)9(cia (ão+co(tra)itEria. mas especialme(te a7ueles para )esi8(ar o()e uma co()ição tamb*m * um re7uisito ou )ocume(to para a ocorr9(cia )o outro. ao passo 7ue os casos em 7ue a co(clusão )o outro * um obst;culo. para (ão i(cluir o pri(c/pio# Sob o pri(c/pio )e casos particulares i(cluem a7ueles em 7ue uma impressão a8ra);,el )ireta * tamb*m a ocasião para i)*ias )e associação a8ra);,eis. como a7uela em 7ue uma impressão me(or a8ra);,el * tamb*m a base para a reali-ação )e um superior# Os e?emplos acima são escol=i)os )e e(tre estas )uas classesZ muitos outros e?emplos (os trar; o resulta)o# Nma )as co(clus<es )o pri(c/pio au?iliar est*tica * 7ue a per)a )e um mome(to )e complac9(cia )e um 8rupo (ão+co(tra)itEria )e tais mome(tos )e bele-a sem comparação fa- 8ra()e )emolição. como a e?ist9(cia )e um mome(to po)e fa-er para si como para a bele-a# Cas tu)o A(terior co(cor)a @u(tos o 7ue si8(ifica 7ue ,oc9 po)e c=amar para si mesmo. (em 7ual7uer co(clusão co(tra a sua importa(te co(tribuição para a bele-a )e um to)o a partir )o efeito i(si8(ifica(te )e um mome(to )e complac9(cia# Para impressão a8ra);,el )e uma obra )e arte. como o trabal=o (atural. o 7ue c=amamos )e bo(ito. 8eralme(te usam )ifere(tes mome(tos em 7ue po)em ser obti)os por meio )e a(;lise. mas. (ão * f;cil. tra- um )eles para se tor(ar um efeito est*tico si8(ificati,o. e em tor(o )e (Es o tama(=o )a respo(sabili)a)e total )e impressão para )ar. )e,emos. porta(to. 8eralme(te pu?ar o pri(c/pio )a sua a@u)a m:tua# De,eria ocorrer em ple(o ,i8or. para 7ue to)os os mome(tos )e,em estar perfeitame(te por u(a(imi)a)e. como )i-em efeito =armo(ioso (o se(ti)o )e pra-er# \ua()o tal (ão * o caso + e. muitas ,e-es. co(flitos (a arte como (aturais + sua performa(ce sofre )e)uç<es 7ue po)em ser @o8a)os supera)o por efeitos co(ciliar. mas. para isso. as re8ras estão em outro lu8ar para procurar# O pri(c/pio a(terior tamb*m po)e pro,a,elme(te tra(sferi)o )e co()iç<es (o se(ti)o )e pra-er em co()iç<es )e(tro )o si8(ifica)o )a )or# Se um )iscurso 7ue (ão 8ostam )e (Es por causa )e seu co(te:)o. tamb*m * aprese(ta)o com uma ,o-

)esa8ra);,el. por isso * completame(te )esa8ra);,el# Ape(as para os casos oferecer o tipo (ão tão facilme(te e impressio(a(te como os relati,os O )ese@o * por7ue eles são elimi(a)os poss/,el. e,ita. ou por retira)a )e ate(ção a eles te(ta escapar# Especificame(te. o au?iliar pri(c/pio baseia+se em coi(ci)9(cia li,re )e co(tra)ição )e co()iç<es 7ue proporcio(am esteticame(te pouco para si# De,e co(=ecer como co()iç<es 7ue @; estão fa-e()o para um mo(te. por isso. embora um aume(to )o )esempe(=o (ão seria )ifere(te. mas (ão sE (ão mais. mas me(os )o i()i,/)uo espera)o. pois )e acor)o com a soma. se for )ifere(te )as leis psicof/sicas. 7ue o pri(c/pio au?iliar po)e estar em submissão. ai()a se aplicam# Por7ue )a7ui em )ia(te Embora cima i(icial e?ce)er o limite )e se(sação em uma proporção muito mais r;pi)o )o 7ue pro,oca()o est/mulo. mas a partir )e um certo po(to )e aume(to 0os po(tos car)eais6. em co()iç<es mais fracas. 7ue po)em ser c=ama)os a lei )o crescime(to )a se(sação (o futuro. e assim * assumir 7ue se o )ese@o sobe mais alto. satisfa-e()o termos forte )ese@o. isso seria uma co()iç<es me(ores )o 7ue pela soma )as co()iç<es# Cas * )e a)mitir 7ue as co(firmaç<es tão cruciais )iretas para ele )o 7ue (ão e?istem para a lei )o limite e a@u)a#

(I. Princ0!io da *i%a12o -nificada do co*ector.

1 -ma dec*ara12o de !rinc0!ios. É um pri(c/pio importa(te a fim )e 7ue ele ,ai estar a7ui )i-e()o )e sua embora basta(te simples. mas co(si)era()o ,;rios la)os e aspectos )o uso al8um licita(te )ificul)a)e# ApEs o estabelecime(to )a (ecessi)a)e =uma(a i(ata. a se(tir+se com acti,i)a)e ou recepti,o com um assu(to bem. uma certa mu)a(ça )e ati,i)a)e+keitsmome(te ou impress<es. (o 7ual a pessoa )e,e oferecer a oportu(i)a)e )e uma Ca((i8+,i(car )e po(tos )e ata7ue# Salta a oportu(i)a)e (ecess;ria a este respeito. o su@eito fa- a impressão )esco(te(te )e mo(oto(ia. a mo(oto(ia. o t*)io. o ,a-io. a cal,/cie. a pobre-a. e. assim. impulsio(a as tra(siç<es para outros ob@etos# Depois )e )ispositi,o ape(as como co(89(ita. mas o =omem (ecessita para ser co(fort;,el. 7ue )ura(te to)o o per/o)o )e trabal=o com um ob@eto relacio(a)o tu)o (o tempo e (o espaço apEs mome(tos )e empre8o atra,*s )e po(tos )e semel=a(ça. ou. como se )i-. em suma. estão li8a)os )efi(i)oZ caso co(tr;rio. sur8e a se(sação )esa8ra);,el )e )istração. a fra8me(tação. a i(coer9(cia. ou mesmo )e co(tra)ição. 7ue tamb*m )iri8e as tra(siç<es para outros ob@etos# A8ora. o()e 7uer 7ue a (ecessi)a)e )e uma mu)a(ça )e empre8o. se@a para esta ou a7uela ra-ão. ocorre. )e acor)o com as circu(stW(cias 7ue ,oc9 precisa para a e?pressão )e ^ber)rAssi8sei(s ou fa)i8a pelo empre8o a(terior# Estra(=o 7ue a li(8ua8em (ão * tão boas e?press<es )escriti,as e )isti(tas para os )ois la)os )o pra-er. 7ue se re:(em (a satisfação )e (osso pri(c/pio. pre,9. como para a )o )espra-er. )ecorre(te )os mesmos por lesão# Nma obra )e arte po)e (Es

8ostamos )o fato )e 7ue estamos li8a()o to)os o 7ue *. por tra-er uma :(ica i)eia para a co(sci9(cia. mas tamb*m pelo fato )e 7ue o (osso estu)o * publica)o (a multiplici)a)e )as peças associa)as e mome(tos# Estes são realme(te )ifere(tes la)os )o pra-er. a (ecessi)a)e )e cumprir a sufici9(cia total. mas como eles são )ifere(tes i)iomas[ >o m;?imo. ser; i(forma)o )e 7ue um )os primeiros la)o ,ota)o u(iforme. pe(se (a se8u()a e(treter# Em bre,e pu?a+se (o pri(c/pio est*tico a(terior em tor(o )a 7ual est; a7ui. e(tão @u(tosX 7ue o =omem para e(co(trar pra-er (o trabal=o recepti,o com um ob@eto + para o ati,o. a est*tica est; em causa (ão * esse(cial + um colector u(iformeme(te associa)o )e,e ac=ar 7ue * aprese(ta)o# O 7ue c=amamos )e colector u(iformeme(te associa)o. tra)u-i)o perto assisti em uma parti)a )a m:ltipla )epois )e uma certa relação com o )es,io para o outro# Este acor)o (ão precisa ser basea)a (a i8ual)a)e 7ualitati,a. mas tamb*m po)e estar em co(formi)a)e )as partes )e um to)o para um certo propEsito. uma certa i)*ia ou (e?o )e causali)a)e e(tre os mome(tos )e um e,e(to 07ue sempre pressup<e uma fu(ção )a mesma lei6 são. e )e e(co(trar o po(to )e maior ou me(or )e ,ista. em ,e- )e como co(ti(uar a )iscutir e ser; e?plica)o com e?emplos# >o prEprio li(k u(iforme (ão po)e e?istir sem a )i,ersi)a)e. pois sem tal. temos uma i)e(ti)a)e simples# Em uma curta )uração )e empre8o. mas tu)o o 7ue tem * muito pe7ue(o colector )e ,olta para )ei?ar e(co(trar o esp/rito suficie(te e at* mesmo pra-er positi,o. se (ão =; falta )e u(i)a)e (a mesma e 7ue (Es um )istribui)or. 7ue (ão fa- (e(=uma rei,i()icação )e refer9(cia u(i)a)e 7ue $6 (ão sE resiste 7ua(to mais tempo eles imposta a si mesmo para (Es. mas praticame(te )es)e o i(/cio# E se somos le,a)os passa8em sobre as (ecessi)a)es )a mu)a(ça. ao empre8o com al8o (o,o. 7ue (ão si8(ifica ser uma multiplici)a)e fra8me(ta)a. mas ape(as para uma outra coisa. 7ue * (o,ame(te li8a)o passa8em u(iforme# A este respeito parece ser o po(to )e ,ista )a u(i)a)e )e peso maior )o 7ue (o laV )o )istribui)or. mas (ão )e,e )i-er 7ue a fa,or ta(to )e uma prepo()erW(cia )a u(i)a)e )o m:ltiplo. ou se@a. o()e o mesmo supera o co(tr;rio )e ,oc9. cair. (ão um bra(co papel para ma(ter um som co(t/(uo puro para a mais bela )o mu()o# Ca)a to)o maior. 7ue * a )e li)ar com em um )etermi(a)o tempo. em ,e- ,ai e?i8ir muito a )esi8ual)a)e 7ue ape(as uma esp*cie )e,e ser =omo8*(eo e tra(smiti)a ,i(cula)a a e(co(trar+(os amarra)os#
$6 Se

os membros )e uma tal )i,ersi)a)e ca)a um )e (Es são a8ra);,eis em si. )e mo)o 7ue este cria um co(flito com o )esco(forto. o 7ue )epe()e )a falta )e u(i)a)e e(tre as capas# Do co(flito. mas o )iscurso ser; mais tar)e. primeiro a7ui * par;+lo#

Di,ersi)a)e temporal e espacial ocorreu at* a8ora sob o mesmo po(to )e ,ista. )o 7ue a )i,ersi)a)e espacial. embora at* certo po(to. ao mesmo tempo preso. mas )e,e ser clarame(te )etecta)o apEs o outro )e,e ser prosse8ui)o com a ate(ção (o coletor )e temporal. mas a co(t/(ua i(flu9(cia )a a(ti8a impress<es (o spPter( em uma certa

simulta(ei)a)e mesma me)i)a# >o e(ta(to. eles ocorrer em po(tos )ifere(tes. caracteri-a)o pelo facto )e (a )irecção )a )i,ersi)a)e espacial Herfol8es mais ou me(os arbitrariame(te. (o tempo. (a me)i)a em 7ue (ão * ao mesmo tempo uma ima8em tri)ime(sio(al. por a se7u9(cia )a)a a mesma * ai()a (ecess;ria# \ue cobre u(i)a)e po)e subir para uma altura )ifere(te. e?plicou assimX Em uma ,arie)a)e )e peças )isti(tas. eleme(tos. mome(tos. membros curtos. i(clui()o a7ueles e(tre os membros po)em (ão sE os prEprios membros. mas ocorrem mais )e uma ,e-. as )ifere(ças ou ra-<es mais ou me(os e(co(trar i8ual ou )esi8ual# De,i)o O i8ual)a)e )e )ifere(ças ou relaç<es e(tre )etermi(a)os eleme(tos )e um to)o. uma refer9(cia pa)rão mais ele,a)o )esses termos se @ustifica. uma ,e- 7ue são os membros i()i,i)uais para si mesmos. em ,irtu)e )e suas peças sub)i,isão. ou a coisa to)a iria ficar e(tre os li(ks )a suspe(são )as )ifere(ças# Em ,e- )e i8ual)a)e )e )ifere(ças ou ra-<es. mas tamb*m po)e me)ia)o pelo mesmo =umor co )os membros )e ser al8o para outros# Por e&emplo1 ? unidade de re0er-ncia, *ue liga as partes do circuito . mais ele+ado do *ue a*uele *ue liga as partes de uma linha recta, e a rela'(o entre as pe'as unit rias de uma elipse . maior do *ue a*uele entre as partes de um circulo. 5a linha reta *ue . a unidade de re0er-ncia . diretamente enrai)ado na mesma dire'(o todos os seus elementos. Tuando circuitos di0ere cada outro mesmo item a partir da pr8&ima na dire'(o de, mas, ao mesmo montante de1 bre+emente as di0eren'as e decide tamb.m rela',es destas instru',es para o outro para o ad/acente outra ou para a mesma *uantidade de cada distais mesmos itens da mesma 0ormaH na elipse, estas di0eren'as n(o s(o iguais, cada elemento di0erente da pr8&ima perto ou igual a outro =ngulo de, mas as di0eren'as entre estas di0eren'as, denominadas di0eren'as de ordem superior s(o ligadas por uma regra comum, na *ual eles concordam em con/unto, e *ue o matem tico . capa) de e&pressar em uma 08rmula. % :e um uni0orme listrado super04cie uni0orme para *ue /usti0ica a regra deste estrias de termos unit rios mais ele+ados, do *ue a uni0ormidade *ue pertence a cada 0ai&a para eles, ou *ue teria uma super04cie de todo uni0orme, em +e) de uma igualdade de todas as partes das di0eren'as representadas pela estrias uni0ormes s(o tra)idos para a super04cie, orientada em inter+alos iguais em toda a rea por si mesmo sucesso. Om po+o, todas as a',es podem ser ligados pela rela'(o com o seu pr8prio bem em si uni0icada, podem ser uni0ormemente ligados com os de outras pessoas uni0icadas pela rela'(o com o bem maior de todos. Ultima chamada rela'(o . maior do *ue o anterior pelas di0eren'as entre as a',es dos indi+4duos de+em ser acordados para o e0eito. ?o +isuali)ar uma imagem, *ue . uma multid(o de batalha, os momentos do comportamento de cada lutador encontrados pela id.ia de seus es0or'os para superar o oponente, uni0orme +inculado, o muito di0erente comportamento ?ller a*ui, mas em um sentido mais ele+ado, o assunto, o *ue . . na luta de todos.

<e um modo geral, com a entrada de uma maior unidade abrange a possibilidade 0ascinante de + rios pontos de +ista, tendo em conta o mesmo como para a direc'(o uni0orme de mudan'a de todas as partes do c4rculo . a mesma dist=ncia liga o mesmo a partir de um determinado ponto, o *ue pode ser chamado de re0er-ncia unidade composta ou multipeln. 5a elipse ocorre na maior unidade cobre, *ue combina os elementos da cur+a, o *ue liga+a os Eectores raios, desde *ue a soma de *uais*uer dois Eectores raios, elaborado a partir dos pontos 0ocais da circun0er-ncia, . o mesmo. :e n(o, como na propor'(o de ouro, as propor',es de partes para as pr8prias partes inteiras mitinbegrei0enden, mas apenas as rela',es das partes s(o atra4dos um para o outro em considera'(o, a uma maior altura uni0orme >e)uges s8 podem e&istir de+ido ao aumento do n;mero de di0eren'as de maior +ariedade de m;ltiplos , embora n(o +ice%+ersa ampliado n;mero de di0eren'as necess rias uma unidade maior entraining re0er-ncia. A(tes )e mais e mais profu()a )iscussão em profu()i)a)e. ,amos e?plicar o pri(c/pio )e uma s*rie )e e?emplos 7ue. (ature-a apare(teme(te muito )i,er8e(tes. o mesmo subor)i(a)o @u(tos. pro,ar com isto por seu 8ra()e alca(ce# Cas. para (ão me e(8a(o em to)os os lu8ares apare(tes co(tra)iç<es 7ue po)em ser e(co(tra)os. Dreies ser; ma(ter em me(te. 7ue por si(al * ,er)a)e (ão sE para este pri(c/pio. mas (ão * me(os aplic;,el a outros Pri(-ipe est*tica * for(eci)o @; substa(cialme(te por obser,aç<es 8erais a(teriores# Em primeiro lu8ar ,em a ate(ção ob@ekti,erseits O u(i)a)e e )i,ersi)a)e si8(ificati,a ape(as (a me)i)a. como se ela * percebi)a como tal por (Es. ,em em um co(,erti)os sub@eti,os# Basicame(te (a)a (o mu()o * tão )/spares 7ue (ão estariam li8a)os por po(tos )e semel=a(ça. e (a)a tão semel=a(tes 7ue (ão * abBic=e em al8u(s po(tos. mas at* a8ora (ão po)emos co(ceber um )esses po(tos. eles (ão são. (a ,er)a)e. e?iste para o pri(c/pio # + Em se8u()o lu8ar. a :(ica li8ação )o colector * )e fato sempre uma co()ição por meio )o pra-er )e co()u-ir 0,er Seção H6. mas (em por isso sempre são suficie(tes por si sE. o pra-er acima )o limite# E(7ua(to (Es. esteticame(te (ão tocou em um :(ico po(to )e ,ista 7ue (ão po)e ser i(terpreta)o )es)e o i(/cio. ou,e um 7ue se tor(ou familiar a to)os (Es. i(clui()o i(:meros perte(cem em (ossas ,i)as e (osso meio ambie(te )e forma a (os tocar esteticame(te. po)e a (ossa ate(ção (ão li8ar. por7ue somos me(te ca(sa)o. (o e(ta(to. escapa muitos aspectos a força pelo fato )e 7ue estamos )istra/)os por al8o mais# + Em terceiro lu8ar. uma ,e- 7ue a :(ica li8ação (ão * a :(ica co()ição (a se(sação )e pra-er. e tamb*m =; co()iç<es (o co(tr;rio ,ai se(tir sE ele po)e suportar ta(to o acesso Os mesmas co()iç<es )os se(ti)os em seu efeito e le,a(ta)a. como são supera)os pelos (ão+/(timo. e )e o :ltimo po(to )e ,ista em tu)o satisfa-er o pri(c/pio tamb*m )esa8ra)o ou i(satisfação com o mesmo pra-er sur8ir se ambos seriam ape(as em me(or 8rau )o 7ue sem o co(flito )o caso# O()e a8ora parece su8erir o pri(c/pio fal=ar. ,oc9 ser; capa- )e e(co(trar sempre a ra-ão em um )esses aspectos# $ Os exem!*os.

>Es )isti(8ui)os pelos (ossos )ois la)os pri(cipais. um )os la)os )a u(i)a)e e um )os la)os )o tubo )e )istribuição. 7ue )e,em cooperar para fa,orecer# >Es le,a(tamos pela primeira ,e- e?emplos o()e ,em a primeira p;8i(a ,a(ta8em. especialme(te Eb,io# A e?plicação mais simples a este respeito * o pri(c/pio em fa,or )o 7ue e(co(tramos (a pure-a u(iforme )e uma superf/cie )e cor (a parte pura )e uma li(=a. um som co(t/(uo puro. o puro sua,i)a)e )e uma superf/cie 7ua()o Hi(streic=e( )o ol=o ou )e)o sobre ela. por pelo a i8ual)a)e se(sual )e se(sação. 7ue li8a to)o o espaço e tempo po(tos. ea facili)a)e )e compree(são )esta u(i)a)e Bar8rap=s i()ica satisfa- a u(i)a)e Pri(-ipe (o 8rau mais perfeito. e(7ua(to o coletor est; )eprimi)a a7ui (o (/,el mais bai?o poss/,el. mas (ão foram totalme(te ause(te. 7ua()o eles ai()a esta,am (os )i,ersos espaço e tempo )e posição )e ca)a po(to po)e ser e(co(tra)o# 5a +erdade, at. mesmo a super04cie de cor uni0orme, o som cont4nuo puro, uma certa +ariedade dos ;ltimos aspectos n(o pode ser negado. Om e&emplo, considere o en&ame de estrelas no c.u, ou dos olhos de um cubo, ou ou+ir as batidas de um metrSnomo, ent(o +oc- n(o ser capa) de manter por n(o importa a di+ersidade de locali)a'(o espacial e temporal de todo, s8 *ue eles certamente pelo 0lu&o e&traordinariamente diminui em clare)a. 5o entanto, h ainda outra coisa, entrar com o olho na multiplicidade de pontos de uma super04cie uni0orme, corrigir constante como o mesmo ponto. 7emos agora apenas ao mesmo tempo a unidade de re0er-ncia mais simples e mais claro com o mais bai&o poss4+el, colector undeutlichsten. Tu)o * como (Es a8ora reco(=eci)ame(te c=ato em bre,e. se * para li)ar com a 8e(te =; muito tempo# Cas mesmo a mais bela obra )e arte 7ue esta,am e(te)ia)os. )e,emos ficar muito tempo a7ui. e ocorre ape(as a (ecessi)a)e )e mu)a(ça (a u(iformi)a)e puro ou pure-a u(iforme um mais r;pi)o )o 7ue uma obra )e arte. 7ue * a (ecessi)a)e )e um e?ter(o me(os rapi)ame(te se(ti)a para uma maior mu)a(ça i(ter(a sai# Em 8eral. mas o ol=o como. )errama al8um tempo em uma cor+c=art pura. especialme(te se um tra-e()o assim a e?ist9(cia )e sua pure-a )e co(sci9(cia. e * Etimo para pura parte )e uma li(=a. )esfrutar )e um som co(t/(uo puro bem. se a ate(ção )epe()e. e(7ua(to ca)a po(to. ca)a Sprisselc=e(. ca)a cur,a aleatEria. espessame(to ou a)el8açame(to )o cami(=o. li(=a sEli)a pura e reta. ca)a som como uma mistura )e um tom. ca)a =esitação )esmoti,a)o em sua altura. 7ual7uer aspere-a. 7ue e(co(tramos em uma superf/cie )e outra forma sua,e )imi(ui a a8ra)abili)a)e ou )espra-er. reforça()o refer9(cia Er8ão )o corpo perturba)or ,ai para 7ual7uer outro po(to per)i)o. por7ue a7ui a relação )e to)a a u(i)a)e sofre uma fratura# Po)e (otar+se 7ue o crescime(to )e )esa8ra)o (ão a)ere a uma impure-a com o aume(to )e a etapa )e auto+mesmo impure-a# Para uma proporção muito me(or. e po)e 7uase (u(ca * a)icio(a)o um se8u()o. e(tão o )espra-er 8eralme(te cresce bem. mas. uma pe7ue(a ma(c=a sobre uma superf/cie )e outra forma muito pura (os perturba muito# Nma mul=er est; (o primeiro lu8ar. 7ue * feito em seu ,esti)o

bra(co. toal=a )e mesa. fora )e si. * a)icio(a)o um se8u()o. e(tão ela ac=a 7ue (ão =a,ia (a)a a per)er (ela# A7ui. * claro. são tamb*m co()iç<es *ticas em co(si)eração. mas eles ,ão com a mão est*tica (a mão. e * ,er)a)e )e ma(c=a moral o mesmo 7ue f/sica# Deste atraso )e Ci]fPlli8keit tr;s a causa )isso po)e ser )a)a uma ra-ão )upla# Depois )e crescer apEs uma 0@; tocou (o po(to $6 psicof/sica. por refer9(cia ao pra-er e )or est/mulos tra(smiti)os para a est*tica. as leis a se(sação )e to)o com a amplificação )o est/mulo ao lo(8o )e um certo 8rau tamb*m mais fraco )o 7ue o est/mulo. ou at* mesmo (ão mais percept/,el# Nma lu-. coloca)o em um 7uarto 7uase escuro acresce(ta muito acresce(tar muito bril=o. um se8u()o mesmo a)icio(a)o trou?e o bril=o sE po)e crescer )esproporcio(alme(te proporç<es i(feriores# Em se8u()o lu8ar. mas a )oe(ça (ão foram totalme(te )uplica)a com uma )uplicação )e um lu8ar perturba)or )o 7ue as prEprias e as formas )e seu tra(stor(o prese(te al8o como corpos perturba)ores# Ambas as ra-<es são suscept/,eis )e ser. em 8eral. para reu(ir em co(si)eração# Tão pouco pure-a u(iforme po)e (os )ar tempo para amarrar+se assim (os receber. mas. em 8eral. a pure-a )e Uo(ture. as cores )as partes )e uma obra )e arte. por7ue ca)a parte )e si mesmo ape(as uma bre,e co(si)eração le,a. al*m )e 7ue ele começou a seria c=ato (Es# Hamos rapi)ame(te )e um la)o para o outro por meio )e. a fim )e tor(ar+se co(scie(te )a co(e?ão e(tre eles. maior u(i)a)e Be-u8es. a8ora a co(cessão )o me(or po)e se co(ectar O u(iformi)a)e )as peças ,a(ta@osame(te com ele# >ão se co(testa. ai()a po)emos e?i8ir a pure-a )e co(tor(os tamb*m por causa )a a ser e?ibi)o ob@eto assim a8uçar a lu-. mas ambos (ão se co(tra)i-. mas tamb*m a@u)a a. caso co(tr;rio. po)e (ão ser uma li(=a purame(te sEli)o tamb*m sal,ar um )ese(=o como mel=or )o 7ue um sEli)o impuro# O )ist:rbio afeta mais forte. claro. a u(iformi)a)e )e uma impressão por sua i(terrupção completa. e po)e+se )i-er 7ue tal se em 7ual7uer lu8ar )e(tro )o si8(ifica)o )a )or. sE 7ue o limiar )e )or em especial (ão se@a ultrapassa)o por i(terrupç<es i()i,i)uais em to)os os lu8ares. ea re8ulari)a)e )as i(terrupç<es )e po)e fa-er com 7ue a compe(sação. )es)e 7ue uma refer9(cia maior u(i)a)e ocorre. o 7ue * capa- )e compe(sar a fração )o me(or. como em 7ual7uer caso. aplica+se ao relE8io (as ;reas )e au)ição. mas este()e+se essa compe(sação (ão * em 7ual7uer outro lu8ar tamb*m# Nm est/mulo lu- um pouco i(termite(te po)e ser fra(came(te (os e(,er8o(=ar por suas i(terrupç<es. a Hi(fa=re( atra,*s )e uma superf/cie ;spera. cu@a aspere-a mas repousa some(te em i(terrupç<es ,ai saborear (i(8u*m. e assim como )esa8ra)ar ca)a um c=ocal=o irre8ular# Alteraç<es 8ra,es s:bitas c=e8ar perto )a i(terrupção completa em ,i8or# Assim *. em 8eral. tu)o ;spero. Slas=. Robusto. reta(8ular. abrupta. Ras8a)o em )es,a(ta8em )e complac9(cia co(tra o sua,e. re)o()o. flui()o. a auto+relacio(a)os. u(s com os outros a se8uir. por tra(siç<es me)ia)as. e (Es fa-emos (ão sE i(,olu(tariame(te a i)*ia )e um N(8efPlli8keit (esses termos. mas eles tamb*m precisam )e se referir a tal fra(came(te# A ,a(ta8em est*tica como uma )es,a(ta8em )as co(si)eraç<es a(teriores po)e certame(te ser ultrapassa)o em i(:meros casos. por co(tra+efeitos# O fato )e 7ue a mul=er mais re)o()o. formas mais sua,es )o 7ue o =omem 7ue fu()ou em 8eral a mesma bele-a ,a(ta8em 7ue ocorre sob o po(to )e ,ista a(terior. a(tes 7ue o =omem.

mas seria imposs/,el compree()er a bele-a femi(i(a sE a partir )este po(to )e ,ista e para me)i+la# A mul=er 8ra()e e 8or)o 8osta )e (Es )e 7ual7uer ma(eira. 7ue (o flu?o cur,a )as formas. a mais bela. a mais supera o =omem mais bo(ito. mas muito moti,o me(os por7ue me(os satisfa- a (ecessi)a)e )a )i,ersi)a)e pelo simples cur,as )o formul;rio para uma (ão muito bre,e co(si)eração *. mas (ão 8ostamos mesmo por causa )as formas )e obesi)a)e. a i)*ia )esa8ra);,el )e uma po()eração )o corpo por uma massa 7ue * a)icio(a)o ao seu po)er (ão ape(as a sua li,re mobili)a)e )Ei laços )e @u,e(tu)e e?ce)i)o. a ,i)a le(ta. por*m em persa e turcos. 7ue a pa- le(to ao i(,*s )e como )esa8ra)a. )e,i)o O me(or (ecessi)a)e )e uma mu)a(ça e recuo )essas associaç<es. as me(i(as ai()a são e(8or)a)os. para tor(;+los tão a)or;,el por formas mais arre)o()a)as# Nm copo 7ua)ra)o seria capa- (ão sE para a8ra)ar. bem como um to)o. i()epe()e(teme(te )o 7ue com o propEsito tão bem correspo()em. por7ue. tu)o set i8ual mais. a ro)a)a * ai()a mais a8ra);,el )o 7ue o a(8ular (Es. mas em i(:meros casos )ese(=ar (Es. (o e(ta(to. com a fi(ali)a)e ou outros co(stra(8ime(tos causa )a S7uare. e at* mesmo o ca(to a8u)o a(tes# Se a. primeiro aprese(ta)o como um colector )e superf/cie u(iforme. bra(co ou cores em m;rmore. trace@a)o. po(til=a)o. sim. mas o respeito u(iforme )e to)as as partes )a re8ião cresce mais ou me(os per)i)o# A8ora * a ,ariação 7ue * coloca)o em o mesmo. muito pri(-iplos são tais Como 8ra()e a7ui. como pe7ue(o. re8ular a7ui como irre8ular. ,ermel=o a7ui como 8otas pretas para retil/(eo. cur,il/(eo. as li(=as )obra)as li8a)os u(s aos outros sobre a superf/cie. como a e?peri9(cia e(si(a 7ue (i(8u*m 8osta. e at* mesmo a tatua8em of t=e Jil) co(si)era os aspectos )a re8ulari)a)eX uma pro,a )e 7ue. com a maior ,arie)a)e poss/,el (e(=uma complac9(cia * o :(ico a ser alca(ça)o# Se. (o e(ta(to. passa pela ma(c=as. traços. po(til=a)os. sem re8ra estrita. um certo car;ter comum. e mesmo esses (omes (os apo(tam para tal forma. )e mo)o 7ue ,oc9 po)e (ão sE ai()a * basta(te a8ra);,el a tal superf/cie pela refer9(cia )e u(i)a)e. os pressupostos 7ue )e car;ter. Embora se@a me(os clara )o 7ue a per)a )e u(iformi)a)e. mas po)e ser ,isi,elme(te pro(u(cia)o o suficie(te ai()a para )ar co(ta )o aume(to )a )i,ersi)a)e )e um sucesso )ese@o# Sim# Para al8u(s. e em al8umas circu(stW(cias. como. como mel=or )o 7ue a pi(tura mo(Eto(a. sem 8eralme(te po)em calcular o 7ue tem 7ue 8ostar mel=or. por7ue. (este caso. são circu(stW(cias aci)e(tais e =umores sub@eti,os em @o8o# E(tão =; (ão muito tempo 7ue ,imos allBPrts li,ros )a biblioteca )e m;rmore. a8ora ,oc9 po)e ,er a7ueles em 7ual7uer lu8ar# O :ltimo e?emplo. (o e(ta(to. tem ,i()o a )esempe(=ar (a co(si)eração )a maior u(i)a)e )e cobre (o i(terior. para a 7ual (os ,oltamos a8ora# A prE?ima u(i)a)e simples COBERTNRAS u(iformi)a)e sem (u,e(s * a repetição u(iforme )as mesmas impress<es simples (o espaço ou (o tempo. como impress<es )e ou,i)o simples sE * apro?ima)o em e?emplos a(teriores. )eci)i)o pelo po(til=a)o muito re8ular. stripi(8. Ca((elieru(8 )e rostos ou se7A9(cia temporal re8ularme(te for(eci)o# Al*m )isso. (o e(ta(to. as ra-<es )e ca)a re8ra @u(tos calmo. a le8ali)a)e. a or)em )e termos u(it;rios mais ou me(os altos e compostas.

tais como simetria. um corte )e ouro. o()ula)o. li(=a ,erme. mea()ro. papel )e pare)e e pa)r<es )e tapetes )e muitos tipos. metro. ritmo. rima# A ca)a atuali-ação para uma u(i)a)e superior abra(8e mais a sua,i)a)e )a prEpria u(iformi)a)e i(ferior * ,iola)o pela maior sE po)e e?istir e(tre uma )i,ersi)a)e maior )o 7ue merame(te espacial e temporal )as peças# Este resulta)o * obti)o em ,arie)a)e e ocorre por uma fracção )a u(i)a)e i(ferior Be-u8es. como me(cio(a)o acima. a compe(sação )o mais ele,a)o. co(comita(teme(te. a )upla ,a(ta8em )e 7ue a maior ,arie)a)e )e t*)io me(os facilme(te e rapi)ame(te * me(os espaço e?iste. e 7ue o maior u(i)a)e em relação a um rei,i()icaç<es espirituais superiores ,em ao e(co(tro# Cas per)er essas ,a(ta8e(s (ão são totalme(te i(co(,e(ie(tes 7ue po)em superar circu(stW(cias# Nma ,e- e(co(tra)o. 7ue em al8u(s casos a ruptura )os 8r;ficos )e barras u(i)a)e =umil)es i()ica percebi)a com maior )es8osto )o 7ue po)e ser compe(sa)o pela subi)a ao alto e em se8u()o lu8ar. a re8ra 7ue @ustifica a refer9(cia Er8ão superior. ou para ser tão complica)o )e tal or)em ele,a)a para (ão ser compree(s/,el. e(tão. parece+(os. em ,e- )e )esor)em em ,e- )e or)em. e ai()a le,a a )ificul)a)e )a co(cepção )e uma relação u(ifica)a com a altura )o 7ue ele# Embora em um pa)rão simples 7ue percebemos (a)a )a )ificul)a)e. mas o trabal=o co(ti(ua a ser o pa)rão )e refer9(cia )e u(iformi)a)e )e )i-er o mais i(trusi,o# Cas se a se8uir po)em perma(ecer em )etermi(a)as circu(stW(cias. a u(i)a)e simples (o 7ue )i- respeito O u(iformi)a)e )a bor)a superior. ai()a * em 8eral poss/,el. por meio )o primeiro. a a8ra)abili)a)e ao aume(to tão ele,a)o como com maiores refer9(cias sE (ão muito ele,a)as u(it;rios. por co(se8ui(te. a utili-ação fre7ue(te. 7ue po)e fa- uso )e tal# E(tão. to)os ,oc9s são ,asos. eletro)om*sticos. mE,eis uma forma re8ular (a me)i)a em 7ue permite 7ue o propEsito )e seu prEprio pa/s. se ele permitiu 7ue uma forma irre8ular tão bemZ a)ora roupas. tapetes para cobrir pare)es com pa)r<es re8ularesZ são mobili;rio. ima8e(s (o pare)es posição sim*trica para outroZ colu(as ca((eliertZ bares ali(=a)os )e acor)o com a re8ra. etc. mas ol=a()o para to)a a ai()a ma(ter os be(ef/cios )os estofos me(or u(i)a)e )a u(iformi)a)e. bem como poss/,el pelo fato )e 7ue as peças 7ue e(tram (a maior refer9(cia. at* a8ora ele sempre permite 7ue a e?tremi)a)e. sua,e. se8ura (a cor e co(tor(os bra(co ou puro puro# Em to)os os casos. a utili-ação pr;tica. (aturalme(te. ser a co+ar8ume(tam 7ue. al*m )os co(flitos i(ter(os )o pri(c/pio ,a(ta8em )a u(i)a)e superior acima me(cio(a)o Be-u8es murc=ar como po)e suportar ca)a uma )as partes# Caso co(tr;rio. (ão ,er/amos ta(tas roupas e pare)es bra(cas e mo(ocrom;ticas. por outro la)o. muitas ,e-es (ão po)e estar em ):,i)a se (Es. em ,e- )e sua forma re8ular ou associati,ame(te afirma toma)a )e a)e7uação )eles tem 7ue escre,er a sua )etermi(ação. a afabili)a)e )e um ob@eto# Ape(as um mo)o 8eral ape(as bril=a atra,*s )o be(ef/cio )e uma u(i)a)e maior Be-u8es a(tes )a u(iformi)a)e i(ferior e completame(te a(tes )e a aleatorie)a)e por to)os os co+)etermi(ação. e assim por )ia(te ser; mais puro. mais (ão =; (e(=um# Cas. a fim )e t9+lo tão puro 7ua(to poss/,el. )e,emos e?cluir essa ta(to 7ua(to poss/,el. e. (esse se(ti)o. (a)a * mais i(struti,o )o 7ue a ma8ia. por assim )i-er. to)os os co+)etermi(ação ,isi,elme(te

retira)o. o )esempe(=o )o calei)oscEpio# >a ,er)a)e. como um arra(@o ai()a assim ser tão i()ifere(te ou uma )esor)em tão i(fle?/,el. o calei)oscEpio )e forças atra,*s )a repetição re8ular )e refer9(cia u(i)a)e mo(ta)a com simetria )e co(@u(to. a complac9(cia. e um @o8o basta(te co(=eci)o tor(a semel=a(te @; com simetria bilateral# \ue Urakel com ti(ta 7ue faça em um papel. 7ua()o recol=9+lo (o meio ou (a e?tremi)a)e )a Urakels )e mo)o 7ue uma impressão e7uilibra)a )e ele ser co(stru/)o (o la)o oposto. )e mo)o 7ue cresce a composição )as Urakels com o cu(=o )e uma complac9(cia 7ue some(te a impure-a. o 7ue ); a impressão )e os tre(s i()i,i)uais. al8u(s )emolição sofre# I(7uestio(a,elme(te a se8uir 7ue. mesmo a complac9(cia )a forma =uma(a. a simetria bilateral )esempe(=a um papel fu()ame(tal. ape(as um la)o )as pessoas se (Es 7ueremos al*m )o =;bito pre)omi(a(te reco(=eci)ame(te a tomar a forma =uma(a )o po(to associati,a )o ol=o. at* mesmo como um rabiscos irre8ulares aparecer# Sim. ,oc9 ma8oa)o com (ari- torto. boca torta. a simetria. por isso ,ai se(tir a bele-a )e forte. o 7ue (ão * o cami(=o para fora. 7ue ai()a co(tribuem para a bele-a =uma(a to)os os outros fatores. @; 7ue * para )i-er isso a composição como o prEprio =omem Po)e+se )ei?ar )e reco(=ecer o po)er )o pri(c/pio au?iliar (esta ocasião# Toma()o o corpo =uma(o a sua simetria. a sua bele-a ,ai per)er muito mais )o 7ue ,oc9 po)eria pe(sar apEs a reali-ação ape(as simetria se(ti)o )e 7ue ela po)eria l=e )ar# Jom des+io de simetria . assim re0lectida como no caso de des+ios de uni0ormidade, *ue a redu'(o do grau de agradabilidade des+io n(o . proporcional cresce. :e um ret=ngulo . apenas um pouco torto, n(o notamos a di0eren'a e os mesmos restos FiR0Klligkeit com a +isibilidade da mesma, ao mesmo tempo abai&o do limite, mas mesmo um pe*ueno des+io *uando apenas a primeira torna%se percept4+el *ue a complac-ncia pode le+ar a perturba',es signi0icati+as ou em FiR0Klligkeit trans0ormar. ?umenta o des+io, em seguida, o mesmo acontece com o FiR0Klligkeit para dentro de certos limites, mas n(o de modo *ue seriam a0etados pelo des+io de casal com dor de casal e al.m de certos limites, onde o sentido de apro&ima'(o . perdido simetria, tem um aumento adicional do des+io n(o +ai a0etar +isi+elmente mais de propagar a FiR0Klligkeit. \ue isso. mas tamb*m po)e =a,er casos em 7ue sobre a u(iformi)a)e )o me(or. al*m )e 7ual7uer co+)etermi(ação. po)e ser per)i)o para a complac9(cia pelo aume(to )e uma u(i)a)e maior COBERTNRAS )e,i)o a lesão e?cessi,a. compro,a+ se com o se8ui(teX É certo 7ue se ,oc9 =i(streic=t )e)o sobre os )e(tes )o mesmo o e7uipame(to re8ularme(te esculpi)a. ,oc9 (ão tem a mesma impressão a8ra);,el )ele )o 7ue 7ua()o Hi(streic=e( sobre uma superf/cie muito lisa pela i(terrupção completa repeti)a )a impressão u(iforme. o 7ue )imi(ui a refer9(cia u(i)a)e base e(tre eles. a ,a(ta8em )a repetição. o 7ue estabelece uma relação )e u(i)a)e superior. ultrapassa. e pela mesma ra-ão (os atorme(ta sempre tão le,e est/mulo re8ularme(te i(termite(te# \ue mas este * um lo(8o bote(e( como ,a(ta8em falta()o )a repetição. )e fato. compro,a)o pelo fato )e 7ue pela irre8ulari)a)e )a repetição N(8efPlli8keit

cresce. assim a re8ulari)a)e pu?a al8o )o N(8efPlli8keit partir# Al*m )isso. e?istem outros casos em 7ue a )es,a(ta8em )a i(terrupção fre7Ae(te )e o mesmo (ão se pro,ar a superiori)a)e sobre a ,a(ta8em )e repetição re8ular# Para (Es. uma 8ra)e re8el(lP]i8es parece mais a8ra);,el )o 7ue uma pare)e co(t/(ua sua,e + 7ue se aplica a i(ter,alos temporais (o campo )o rosto. por isso (ão se tra(sfere a espacial. + e uma bati)a re8ular ,a-io. pelo me(os (ão uma )esa8ra);,el )o 7ue um ru/)o co(t/(uo# A8ora. 7ue o comportame(to (esses casos )ifere(tes * uma forma )ifere(te. po)e ser ou,i)o a partir )o pri(c/pio em si (ão *. a priori. pre,er. mas @ustifica)o tão pouco uma co(tra)ição co(tra ela. por7ue )e acor)o com a )i,ersi)a)e )as co()iç<es )o co(flito em si po)e muito bem )eci)ir )e forma )ifere(te# \ue um ritmo re8ular para uma se7A9(cia irre8ular )e bati)as em uma ,a(ta8em )ecisi,a para a complac9(cia *. proporcio(ar; >i(8u*m (e8a. tamb*m. se8uir o cami(=o (ormal at* mesmo al8umas bati)as ,a-ias (ão reluta(te. pro,a,elme(te mais )o 7ue um ru/)o mo(Eto(o merame(te co(t/(uo com a ate(ção. assim. como 7ue embala)a em lu8ar (ão forma )esa8ra);,el. ape(as uma co(ti(uação )as mais bati)as ,a-ias capa-es )e cati,ar a ate(ção mais )o 7ue 7ual7uer outra impressão :(ica# A pro,a )ecisi,a. (o e(ta(to. 7ue o relE8io re8ular. em ,e- )e al8o (o se(ti)o )e pra-er )o 7ue )or. 7ue (ão * f;cil )e ultrapassar si8(ificati,ame(te o limiar ape(as para si mesmo. * 7ue ele. em composição com outros termos 8erais. o mesmo si8(ifica)o. 7ue )e,e tra-er a m:sica para ele . o pri(c/pio )e ate(ção est*tica e aume(tar o suficie(te. isto *. * um pro)uto )e maior pra-er )o 7ue po)eria ser espera)o )e acor)o com os mome(tos 7ue co(tribuem# >o e(ta(to. o prEprio relE8io ,ai )i-er pouco. uma m:sica sem relE8io. mas )ificilme(te seria capa- )e e?istir# A8ora e(co(tra o relE8io com a multiplici)a)e )e fatores 7ue )e,e tra-er a m:sica. ele ir; tolerar 7uase i()efi(i)ame(te# >as relaç<es melE)icas e =armF(icas )e so(s em si (ão )isputou o (osso pri(c/pio )esempe(=a o seu papel. embora (ão )e acor)o com a ma(eira em 7ue Herbart )i,i)e o campo )e @o8o e )esi8ual. o 7ue o le,ou a estra(=e-a. (a oita,a o co(traste total co(tra a rai- para e(co(trar. e le,ou a (e(=uma co(ta me(os estra(=as. mas mo,e+se para o cami(=o )a i8ual)a)e Helm=olt- e )i,ersi)a)e )e to(s 7ua(to Os suas co(otaç<es em co(si)eração# SE o (osso pri(c/pio (ão ter; possibili)a)e )e oferecer mais )o 7ue um po(to )e ,ista muito 8eral )e complac9(cia musicalZ faturas (ão estão em suas ra-<es )i-e()o# Os e?emplos at* a8ora temos (os ma(ti)o (o campo co()iç<es purame(te ilustrati,os. ao tomar tais co()iç<es bre,i)a)e )a impress<es se(soriais e(te()er em tu)o# Cas a pri(c/pio ,ai lo(8e e alto para al*m )o acima asce()e(te ;rea total )e (ossas i)*ias )o 7ue (Es e (ão por me)i)a tão a7ui. mas 7uero tocar em al8u(s po(tos. )epois )e. ocasio(alme(te. tem si)o usa)o para aco(tecer (a me(ção )e co+ )etermi(ação. 7ue fluem a partir )ele # Assim. ao afirmar o po(to )e ,ista )a co(,e(i9(cia# >a ,er)a)e. um )os fatores por isso 7ue 8ostam )ele E?pe)ie(te. embora (ão o :(ico. * 7ue e(co(tramos co(siste(teme(te li8a)as pela refer9(cia O i)*ia fi(al. to)as as partes )o to)o

fu(cio(al# Para a i)*ia )e propEsito. mas outras i)*ias po)em ocorrer# E. assim. e,e(tualme(te. e?i8ir a to)os )e 7uais7uer obras )e arte 7ue to)as as suas partes estão li8a)as por uma i)*ia comum ou a criação )e um esta)o )e esp/rito u(ifica)o# É. em certo se(ti)o o primeiro imperati,o 7ue (Es temos 7ue fa-er uma obra )e arte. 7ue e?i8e (ão são e?clu/)os ao co(cebi)o sob a i)*ia )e co(te:)o e )a )ema()a )a u(i)a)e. mas )e,em ser satisfeitas com a ,arie)a)e )e co(te:)o 7ue (ão * a obra )e arte )e um )efeito substa(cial sofrer# O 7ue a8ora sob uma :(ica i)*ia 7ue e(te()er isso[ A ai()a relati,ame(te simples. por7ue abstrato i)*ia )e li8ação. em 7ue (ão ape(as to)as as represe(taç<es parciais são li8a)as por uma relação comum. mas (a li8ação co(creta estabelece()o e(tre to)os os mome(tos )a e?ecução 7ue to)os relacio(a)os. )iretame(te ou por meio )e me)iaç<es com ela como al8o comum # >a)a me(os )o 7ue em obras )e arte reais (osso pri(c/pio )esempe(=a o seu papel em ta(tos @o8os pe7ue(o )e arte. como tais comparaç<es e(8e(=osas e espirituoso. @o8os )e pala,ras e outros# Pe7ue(as coisas )e i(teresse est*tico me(or. * claro. mais Al8umas )as peças em 7ue (ão se )e,e tomar por e(7ua(to# Co(si)ere ape(as um e?emploX Pu--les (os )i,ertir (a me)i)a em 7ue permitem a um )etermi(a)o )istribui)or )e represe(taç<es 7ue estamos procura()o o li(k :(ico (a resposta O ape(as o e(i8ma# >a )escoberta )este relacio(ame(to est; o apelo )a resolução bem suce)i)a. (o e(ta(to. a pre,isão )e 7ue o resolutio(Lll e(co(trar uma a(tecipação * o mesmo 7ue esta perte(ce. )e facto. a )ei?ar+(os e(co(trar+se W(sia estou supo()o. para o mist*rio. )os 7uais sabe+se 7ue (ão =; uma solução para isso. (i(8u*m 8osta )e a)i,i(=ar 7ual seria ape(as puro )espra-er )e um comple?o (oção fra8me(ta)a. e a7uele 7ue * co(scie(te )e ser capa- )e a)i,i(=ar e(i8mas maus. tamb*m * sem 8osto# Em c=ara)as. mas * sempre uma ,a(ta8em 7ua()o a tarefa para os )ifere(tes s/labas ou pala,ras )epartame(tos * )e al8uma forma u(iforme i(terli8a)os. (ão ocorre para ca)a um como um mist*rio i()epe()e(te# É i()iscut/,el a8ora co(tribui para os e(ca(tos )a a)i,i(=ação e )o pra-er em superar uma )ificul)a)e em 7ue (os e(co(tramos cresci)o temos um outro 8ra()e pri(c/pio para as (ecessi)a)es )a u(i)a)e. a (ecessi)a)e )e um certo 8rau )e empre8o. mas fa-er a combi(ação u(iforme )estes empre8o re7uerer atra,*s rumo a um ob@eti,o em particular. mesmo para al*m )a (ature-a )o al,o. por isso muito f;cil )e a)i,i(=ar e(i8mas (ão (os i(teressa# Cas. em 8eral 7ueremos. mas 7ue. em ca)a superação )e )ificul)a)es al8o mais )o 7ue superar a auto ,em )e fora. e 8osto )e ler. porta(to. uma maior 7uebra+cabeça )epois )e a)i,i(=ar (o,ame(te para (os )ar o li(k :(ico )e to)o o co(te:)o pela pala,ra )o e(i8ma para a8ra)ar. e(7ua(to (ota()o com )es8osto. 7ue (ão co(cor)o muito com isso# Cas. ta(to 7ua(to (Es 8ostamos )e (osso pra-er em comparaç<es e(8e(=osas e espirituosos. troca)il=os. e(i8mas bo(itos. c=ara)as. e(tão ou,imos =istErias sobre este ou a7uele po(to )e ,ista po)e se )i,ertir e por isso 8ostaria )e ler al8u(s )eles. um apEs o outro. ou 7ue ai()a (ão estão co(7uistar+(os. uma lo(8a s*rie )eles para ou,ir ou ler um apEs o outro. a(tes )o QQ temos bro(-ea)o fora. (o e(ta(to. 7ue

pro,a,elme(te ler um ,olume i(teiro )e um bom roma(ce em um lu8ar. por assim )i-er. (ão co(se8ue se li,rar )ele. i()epe()e(teme(te (Es )e ca)a a(e)ota para um apetite maior )o 7ue )e 7ual7uer re()a ti(=a o mesmo tama(=o pe)aço )a (o,ela. e ,oc9 po)e pe(sar 7ue a e?citabili)a)e )e,e ser sempre obti)o pela co(sta(te troca )e co(te:)o fresco )e a(e)otas# Cas mesmo essa mu)a(ça sem fio 7ue li8a (os fa- (ão )urar muito ao ler. sim. se (ão to)as as comparaç<es. ca)a a(e)ota em si mesmo suficie(te para o pri(c/pio )a :(ica li8ação e mais i(teressa)o pela (ature-a )o co(te:)o. 7ue )e,eria suportar o me(os isso # Ta(to para a e?plicação )o aspecto )a u(i)a)e. 7ue e(tra em (osso pri(c/pio# Holtemo+(os para o )istribui)or. e(tão po)emos. a(tes )e tu)o. em 8eral. lembre+se 7ue as 7ue)as a se(sação )e mo(oto(ia tão oportu(as e mais. mais 7ue falta (a ,arie)a)e. se8u()o a 7ual a mera u(iformi)a)e )o mesmo assu(to mais )o 7ue a repetição u(iforme )e uma forma simples. e * mais )o 7ue a )e um pa)rão )e composição. mas tamb*m po)e a muitos espet;culos )etermi(a)o po(to. cu@o apelo. se (ão (o colector so-i(=o base. mas aume(ta com o aume(to )a multiplici)a)e. sem a se(sação )e e(ti)a)e La aume(tar com. e?ceto 7ue ele (ão )e,e ser per)i)o. )e mo)o a (ão e(trar em co(flito com a primeira p;8i(a )o pri(c/pio# >o calei)oscEpio (u(ca fa-er ape(as uma ou )uas pe)ras. mas a maioria )os tais. 7ue sur8e ape(as uma ,a(ta8em para o )istribui)or. sem ,a(ta8em para o :(ico relacio(ame(to 7ue est; sempre (o mesmo tipo )e li8ação sim*trica# Tempo ,oc9 po)e )eliciar+se com a e,olução )e um ,Fo )e pombos e estor(i(=os. como mais e mais. o )istribui)or 8ira. 8ira()o mo,ime(tos. mu)a(ças )e forma são os mesmos#A8ora o e(?ame aperta a bola. a8ora se e?pa()e para o elipsEi)e. a8ora ele (os for(ece uma ampla. a8ora um la)o mais estreito *. a8ora ele pu?a+se @u(tos e obscurece o fato )e a8ora ele se e?pa()e e se tor(a mais le,e. e a8ora separa a massa. a8ora ela se re:(e. e muitas ,e-es como um raio por uma mu)a(ça para o outro. ,oc9 (ão ,ai se ca(sar )o relE8io# É semel=a(te com as e,oluç<es e ma(obrar os sol)a)os# De fato. mesmo os mo,ime(tos )e um surto em forte 8al=ar)ete ,e(tos po)e ser se8ui)o por um tempo com e(trete(ime(to e i(teresse. lo8o se espal=a pla(a. e?alta()o lo8o. lo8o e(8olfa em si. 7ue pe(sa 7ue (ão po)e se separar )e (o,o. e(tão mas mais uma ,e- )ese(ca)eia uma (o,a complicação ,em. a8ora se er8ue. * e(tão le,a)o )e ,olta para bai?o para os la)os# Em $%&2. a ca)a (o,a (ot/cia )a ,itEria estame(=a repetiti,o )as casas. muitas ,e-es )eu oportu(i)a)e suficie(te para falar com este espet;culo# Em to)os esses casos. (ão * uma )i,ersi)a)e purame(te fra8me(ta)o. mas a u(i)a)e )e to)as as partes * ob@ekti,erseits (o ,Fo )os pombos ou estor(i(=os por sua sociabili)a)e (as e,oluç<es e Ca(T,res os sol)a)os pela ,o(ta)e )o coma()a(te e )a i(te(ção )os Ca(T,res. para a ba()eira tremula()o pela força )a relação substa(ti,a me)ia)a. e )estes. uma :(ica impressão perma(ece e?istir sub@eti,a atra,*s )e to)as as mu)a(ças por meio. mas o pra-er )o e(trete(ime(to (ão cresce com a impressão (este li(k u(iforme sempre co(sta(te. mas com o colector# E(tre os meios mais efica-es para combater a mo(oto(ia )os ob@etos são or(ame(tos# Para ser feita. como sempre )e,e ser subor)i(a)o por uma relação

u(iforme para formar. com a fi(ali)a)e )o arti8o ou as circu(stW(cias com as 7uais est; em co(e?ão para ol=ar. estar moti,a)o. e(tão. fa-er o mesmo para as impress<es u(iformes basta(te pre@u)iciais como o mesmoZ me)i)a em 7ue. mas satisfa-er esta co()ição. 7ue ,ai )e um mo)o 8eral ser ob@ecto )e mo)o a8ra);,el para aparecer mais )i,ersos 7ue se@am# Em obras )e arte. o()e to)a uma estrutura )e relaç<es mais altas mais i(ferior com uma Absc=lusse (a i)*ia )a obra )e arte tem lu8ar. o colector com a altura )e esta estrutura (ão * ape(as crescer em ,irtu)e )a multiplicação )as )ifere(ças )o material se(sorial sub@ace(te. mas tamb*m os (/,eis )e cerca )e relaç<es asce()e(tes. bre,eme(te e?pressa (ão ape(as )a lar8ura. mas tamb*m (o pla(o# ApEs isso * )e to)o (a subi)a para relaç<es mais altas um )os meios mais efica-es para aume(tar o pra-er )e (ão ape(as a fase se8ui(te. mas tamb*m para aume(tar em 8rau. 7ue * some(te (ele e(co(tra o seu limite eo limite 7ue as relaç<es mais altas. em 8eral. são me(os f;ceis )e e(te()er pressup<em uma e)ucação i(ferior e uma ri7ue-a espiritual mais e mais para ser realme(te toma)as# + os conf*itos fact-ais e a3-da. H;rias ,e-es ti,emos ocasião )e falar )e co+8estão associati,a )o (osso pri(c/pio. e (a Seção IQ ,ou elaborar sobre o po(to )e ,ista )o mesmo. pois. mas a8ora po)emos )estacar ai()a um outro po(to muito 8eral )e ,ista )a participação. 7ue combi(a com o a(terior com fre7A9(cia e cru-es e (ão po)e causar me(os co(flitos. como suporte para o pri(c/pio# Para ca)a ob@eto 7ue sai sobre as relaç<es )e i8ual)a)e e )esi8ual)a)e em me(te para 7ue o (osso pri(c/pio se aplica tamb*m O (ature-a )o 7ue aco(tece (estas circu(stW(cias. para o 7ue somos e?+s=ort. como formal. a :ltima co(ta8em como o la)o factual )o ob@eto 46 (ão e?cluir a possibili)a)e )e e(trar (as circu(stW(cias factuais )o prEpria p;8i(a. por sua ,e-. * i8ual e os )esi8uais. mas ape(as )e uma forma me(or# Em 7ual7uer caso. a te?tura )e um ob@ecto (ão * muito em tais proporç<es relati,as. mas um )eles ai()a ser; capa- )e )isti(8uir um co(te:)o ou material 7ue * su@eito a co()iç<es como la)o )e facto# A8ora. os formalerseits )etermi(a)os pela (ossa impressão est*tica pri(c/pio tamb*m po)e ser simulta(eame(te sac=lic=erseits assim )etermi(a)a em co(flito ou combi(ar esteticame(te#
46 Para

o la)o formal. ,amos co(ti(uar a esperar at* proporç<es )e (ão+ co(tra)ição e clare-a. 7ue serão )iscuti)os (as )uas seç<es a se8uir. e 7ue correspo()e a (ão me(os )e um la)o factual )o co(te:)o#

O e?emplo mais simples )e um tal co(flito. tem+se 7ue um 8osto purame(te amar8o. um fe)er puro c=eiro (os em 7ual7uer caso. se (ão e?austo. por outro la)o. (ão 8ostam. o 7ue 7uer 7ue satisfa- o pri(c/pio )a li8ação u(iforme. bem como uma superf/cie )e cor pura. o puro li(=a )e trem. um tom purame(te )e suste(ta)o# O 8osto amar8o puro etc. mas (ão )esa8ra)ar a (Es. por7ue (a pure-a esta,a trama()o

al8o Ci]fPlli8es. mas por causa )e sua pure-a. a 7ua(ti)a)e )e 7ue )epe()e a 7uali)a)e )e efeito )esco(te(tame(to cresce# >este caso mais simples. ou se@a. re)u-i)a )o material ou material p;8i(a simplesme(te sobre a 7uali)a)e# Co(tra isso. po)e+se escre,er a complac9(cia. 7ue perte(ce O superf/cie )e cor pura. a parte pura )e uma li(=a. um som co(t/(uo puro. e (ão ape(as como para al*m )a sua 7uali)a)e a partir )o pri(c/pio )a u(i)a)e. uma ,e- 7ue )e outra forma uma a8ra);,el por ma(c=as irre8ulares e irre8ularme(te espal=a)os em si colorir ca)a ;rea u(iforme )e,e ser capa- )e embele-ar. o 7ue (ão * o caso. como tamb*m uma li(=a pura e clara 7ue 8ostamos mel=or )o 7ue uma i(certa e ,acila(te tira)a. i()epe()e(teme(te )a 7uali)a)e )a li(=a. ta(to se * a mesma. e uma ,e- 7ue ai()a preferem uma m:sica com um tom ;spero )e car;ter co(sta(te )e ou,ir. como 7uem tem i(8er9(cia irre8ular a8ra)ar em si. mas emer8i()o )o 7ue os to(s )e car;ter# Se for e?i8i)o o co(tra em parte um e?emplo simples )e suporte factual )o (osso pri(c/pio. assim ,oc9 sE precisa )ele para mostrar 7ue 0al*m )e associaç<es. 7ue po)e mu)ar o sucesso )a6 a mesma ;rea 7ue 8osta mais 7ua()o combi(a)o com uma cor pura profu()o e ar)e(te )o 7ue com pura ci(-a ou preto mesmo * re,esti)o# Atra,*s A(terior (o e(ta(to. estamos cie(tes )e 7ue to)os (Es estamos em to)os os lu8ares 7ue prestar ate(ção (ão sE para a e?ist9(cia )e uma :(ica li8ação. mas tamb*m a (ature-a )o u(iforme "i(ke) para a,aliar o sucesso est*tico )e to)a a )ireita. para o 7ue )e (Es (esta relação e?emplos as me(ores ;reas est*ticas e(si(ou. e(co(tra a sua aplicação i8ualme(te Os ;reas mais altas. se8u()o a 7ual as obras )e arte 7ue satisfa-er o pri(c/pio )a :(ica li8ação (o se(ti)o )e pra-er. (Es. mas tamb*m por seu co(te:)o repulsi,o (em )esco(te(te. bem como co(tra parte para por um co(te:)o a8ra);,el são mais capa-es )e a8ra)ar# O()e la)o formal e factual )e a8ra)ar au?iliar. um aume(to )e pra-er apEs o pri(c/pio au?iliar ocorre. (o caso )e ir (o se(ti)o oposto. o pra-er ou )espra-er. )epois )e circu(stW(cias superam ou uma oscilação e(tre os )ois sur8em. ocorrem em to)os os )ifere(tes casos# Assim. o Ci]fPlli8keit combi(a()o afi(ação )e to)os os meios )e represe(tação a uma i)*ia )esa8ra)ou o mesmo ,em com ai()a mais força para suportar. (o e(ta(to. ai()a po)emos 8ostar )o bom =umor co. 7ue (ão são. e(tão. 8eralme(te po)e )i-er o 7ue ,ai pre,alecer (o to)o. * basta(te para C=e8ar; a )ireção 7ue toma a me(te. a ,isão se ,ai mais para a forma ou substW(cia )a p;8i(a# O fato )e 7ue o associati,o e ob@eti,o )e (osso pri(c/pio )e co+)etermi(ação po)e se cru-am u(s com os outros. * 7ue as i)*ias associati,as 7ue mitbestimme() se li8am a uma impressão )ireta. por sua ,e-. as ra-<es )a u(i)a)e e )i,ersi)a)e )o assu(to. (ão ape(as formalerseits por sua li8ação u(iforme. mas tamb*m sac=lic=erseits po)e e?pressar com o co(te:)o ,i(cula)o essa participação# , # contém o-tras dis!osi14es. O colector )e um ob@eto po)e crescer a partir )e tr9s po(tos )e ,ista )ifere(tesX por um la)o. se a 7ua(ti)a)e )e espaço ou tempo ,;rios aume(tos. em se8u()o lu8ar. se o (:mero )e )ifere(ças aume(ta ou aco(tecer )ifere(ças )e aspectos me=rerlei. e em

terceiro lu8ar. se o 8rau )e )i,ersi)a)e est; cresce()o. se8u()o a 7ual pouco e?te(sa. la)o m:ltipla e 8ra)ual )o colector serão )isti(8ui)os# aaaaaa. ababab. abc)ef t9m a mesma e?te(sa ,arie)a)e. co(ta(to 7ue i(cluem o mesmo (:mero )e partes )ifere(tes espaciais ou temporais. mas se8uem um ao outro como a )i,ersi)a)e m:ltipla (a or)em estabeleci)a# Nm pol/8o(o ma(t*m um (:mero co(sta(te )e p;8i(as )a mesma e?te(sa ,arie)a)e. como tamb*m altera a relação e(tre os la)os e W(8ulos. mas a ,arie)a)e m:ltipla cresce 7ua()o os la)os ou W(8ulos são i8uais para o mesmo. e os aume(tos 8ra)uais com o 8rau )e )esi8ual)a)e# >a u(i)a)e )e refer9(cia 7ua(titati,o para a primeira ,ista (ão parecem )isposiç<es aplic;,eis. mas * mais perto assistiu a partir )e tr9s po(tos correspo()e(tes )e ,ista 7ua(to O )i,ersi)a)e )o caso# A i8ual)a)e ou a mesma refer9(cia. em 7ue e?iste a refer9(cia )e u(i)a)e. po)em ser mais ou afectar me(os partes. e. em ,irtu)e )e 7ue mais ou me(os completame(te. e 7ue ele po)e mais ou me(os aspectos tomar lu8ar e. fi(alme(te. mais ou me(os apro?ima)a para ser respekti, perfeito. )e acor)o com o 7ual correspo()e(teme(te (omes )isti(tos como po)em os )ifere(tes la)os )o colector )e aplicar. mas ,oc9 ,ai ser capa- )e falar. em ,e- )e um m:ltiplo bem como uma u(i)a)e composta )e cobre# A )i,ersi)a)e e a u(i)a)e po)e 7ua(titati,ame(te crescer. ao mesmo tempo em to)as as suas p;8i(as. mas tamb*m crescem O custa )e outra# Crescem e?te(si,ame(te. ao mesmo tempo. por e?emplo. se a u(iformi)a)e ou um pa)rão re8ular ao lo(8o )e uma ;rea maior. este()e+se ou multiplica o (:mero )e p;8i(as )e um pol/8o(o re8ular com preser,ação co(ti(uação )a i8ual)a)e )os la)os e W(8ulos# Crescem multiplerseits. ao mesmo tempo. se os la)os )e um pol/8o(o re8ular são colori)as )e forma )ifere(te. mas )e uma ,arie)a)e re8ular# Eles crescem 8ra)ualme(te. ao mesmo tempo. (a me)i)a em 7ue. fala atra,*s )e maiores )ifere(ças e(tre os membros )e um colector. a u(i)a)e maior. 7ue * basea)o (a i8ual)a)e ou )e =umor co essas )ifere(ças em al8o para como. o()e tal est; prese(te com maior força# Cas tamb*m po)e fa-er crescer o (:mero )e )ifere(ça. o (:mero eo 8rau )e )ifere(ças sem o crescime(to submete O a(ti8a u(i)a)e ou u(i)a)e )e cria. o()e tal (ão e?iste. )e mo)o 8eral. * mais f;cil. me(os )e uma maior ,arie)a)e em :(ico li(k )e obter. e uma u(i)a)e composta po)e refere(ciar e(tre os )ifere(tes po(to )e ,ista u(ifica)o a partir )o 7ual * composto. po)e per)er at* mesmo o :(ico li(k# Isso e(,ol,eu. i(icialme(te. as co()iç<es ob@eti,as )a )i,ersi)a)e e u(i)a)eZ e,e(tualme(te. mas se trata )e (osso pri(c/pio para a )i,ersi)a)e e u(i)a)e )e. tal como aparece em (Es. ape(as o sub@eti,o. 7ue. embora muito )epe()e )o ob@eti,o. mas tamb*m as co()iç<es )e purame(te sub@eti,os )epe()e. em 8ra()e parte. em especial por7ue a )irecção e os (/,eis relati,os )e co(ce(tração )a ate(ção. o foco )a )iscrimi(ação. o 8rau )e capaci)a)e )e relaç<es mais ele,a)as e mais complica)os. a i(te(si)a)e total )o co(@u(to (a peça acti,i)a)e me(tal# E(tão. po)e ser 7ue est; pre,isto por um colector ob@eti,o este()i)a * pouco para atrair a ate(ção )e este ou a7uele po(to )e ,ista. * a u(i)a)e ou a )i,ersi)a)e (ão ou pouco * afeta)o. aspecto u(iforme superior para uma bai?a capaci)a)e escapa a to)os#

Ela tem ,ista para esta 7ue as relaç<es muito comple?as e(tram em @o8o (a aplicação )o (osso pri(c/pio# Se co(si)erarmos ai()a 7ue a a8ra)abili)a)e )e um ob@eto 7ue (Es 7ueremos ser @ul8a)os. (ão sE )e acor)o com o 8rau )e pra-er. o 7ue ele * capa- )e co(ce)er. mas tamb*m sobre a )uração pela 7ual ele * capa- )e co(ce)er+l=e. por isso )e acor)o com o pro)uto )e ambos )e,e ser a,alia)o. mas ambos os fatores 8eralme(te (ão )epe()em )as mesmas co()iç<es. assim ,oc9 (ão ,ai ser capa- )e esperar 7ue o sucesso est*tico )o pri(c/pio pre,er em ca)a caso. com certe-a e permitir comparaç<es em to)os os lu8ares. em se8ui)a. com co(fia(ça# E(7ua(to isso (ão impe)e )e co(fi8urar as se8ui(tes frases (a me)i)a em 7ue u(i,ersal. como *. (este caso. para al*m )o co(flito. 7ue o (osso pri(c/pio su@eito a outros pri(c/pios# a6 Ca)a empre8a()o (osso elo fi(al ate(ção * u(iforme (o se(ti)o )e pra-er. )es)e 7ue (ão faça prete(são )e ocupar+(os muito tempo ou em 8ra()es esforços# b6 A fa,or )a u(iformi)a)e ou repetição u(iforme le,a. )e um mo)o 8eral. )e(tro )e certos limites. o mesmo 7ue (o espaço ou (o tempo. para al*m )e certos limites. mas com o aume(to )a e?te(são# Cas a se(sação )e mo(oto(ia po)e afirmar+se em uma repetição :(ica @;# Assim. caber; a certos limites preferiria ser toma)as pelo ol=o em um papel )e pare)e puro ou como superf/cie mo)ela)a maior. como em um ki))ies. mas limitar o 7ue a u(iformi)a)e )a cor ou repeti)a papel )e pare)e pa)rão (ossas pare)es )a sala )e Sro(teiras e "amperiee( cima e para bai?o. e i(suport;,el seria para (Es se o mesmo se )e,e tamb*m forterstrecke( em cima e para tr;s. sem i(terrupção# De fato. mesmo 7ua()o a se(sação )e 8ra()e-a cresce com o tama(=o )e um ob@eto u(iforme. como (os mares. iria Ci]8efA=l a mo(oto(ia pre,alecer se (ão tamb*m limita()o serra atra,*s outra coisa. * sobre o mar eo c*u (a u(iformi)a)e completa )e,e co(ti(uar (o outro# Cas 7ue tamb*m po)e =a,er casos em 7ue uma repetição u(iforme @; (a primeira ,e- po)e )esa8ra)ar+(os a pro,ar. e(tre outras coisas. para 7ue possamos ou,ir )isse )uas ,e-es se8ui)as a mesma a(e)ota (ão. (ão 8osto )e começar )ois blocos em sucessão com as mesmas pala,ras e su8erir. e forma)a em 8osto )e oita,a ou 7ui(ta marc=as musicais (ão bem tolera)a# c6 a mesma e?te(são. )es)e 7ue possa ser )ito 7ue a complac9(cia cresce ai()a mais. uma ,e- mais i(te(sa ou mais )isti(ta se(ti)o )e u(i)a)e se este()e atra,*s )e uma ,arie)a)e ai()a maior )e mo)o 8eral. a (ão ser 7ue e,itar co(flitos. ambos ao mesmo tempo para o i()efi(i)o aume(to# )6 =; e?trema e a outra por um la)o em 7ue a u(i)a)e ao mesmo tempo 7ue o colector * )e prefer9(cia aume(ta)a e )eprimi)o 7ua(to poss/,el. ou ,ice+,ersa# Por e?emplo. apEs a primeira p;8i(a 7ua()o uma superf/cie u(iforme * prorro8a)o por tempo i()etermi(a)o. )e acor)o com o se8u()o. 7ua()o (ão =; (e(=um car;ter comum. uma ,e- 7ue ai()a tem al8um 8rau )e marmoreio. seria se(ti)a em um pi7ue irre8ular e irre8ularme(te mu)a()o# A partir )e tais e?tremos. po)e+se )i-er 7ue eles (ecessariame(te i()i8(a)o. o mais certo )esco(te(tame(to * )e se esperar. 7ua(to mais prE?imo )e um caso * um ou o outro e?tremo#

e6 E(tre estes )ois e?tremos e?iste um )etermi(a)o meio ou a lar8ura m*)ia. em 7ue o co(flito e(tre a u(i)a)e e )i,ersi)a)e pesar )e uma ma(eira ,a(ta@osa poss/,el para o be(efici;rio. e po)er; ser preferi)o a partir )a7ui a u(i)a)e ou a )i,ersi)a)e em )etrime(to )o outro la)o. )e mo)o a tomar afabili)a)e )a co(ti(uação )a co(si)eração tolerar; tempo mais curto ou se at* mesmo uma Ci]fPlli8keit# Cas o po(to mais ,a(ta@osa ou mais ,a(ta@osa esta lar8ura * )ifere(te )e acor)o com a )ifere(ça )a sub@eti,i)a)e e. mesmo )epois )e as )ifere(ças (os esta)os )o mesmo assu(to# Tão ,er)a)eiro mo(oto(ia a(terior recepti,o a )eliciar+se com uma maior ,arie)a)e. )istração a(terior para uma maior u(i)a)e. a @u,e(tu)e ,ai a)orar a mu)a(ça fre7Ae(te como i)a)e etc f6 respeitar a )i,ersi)a)e po)e ser aume(ta)a )e(tro )e certos limites. sem uma per)a correspo()e(te (o se(ti)o )e u(i)a)e. i(tro)u-i()o tampas u(it;rios mais ele,a)os. a subi)a O maior u(i)a)e )e cobre * um meio importa(te para aume(tar a a8ra)abili)a)e )e(tro )e certos limites# Com o aume(to )a altura para al*m )e certos limites. mas a compree(são )a rele,W(cia )a u(i)a)e )e muito sofrime(to. para (ão ficar um pouco per)i)o# 86 Em co(formi)a)e com o 7ue o Esp/rito apre()e ma(ter relaç<es mais altas. ele tamb*m se se(te uma maior (ecessi)a)e )e li)ar com isso. eo mesmo po)e ser facilme(te fura)o em falta# Como tal. o co(ceito )e relaç<es. as li8aç<es mais alto est;8io * uma 7uestão )e maior ati,i)a)e espiritual. e uma pla(ta superior. tais como o )ese(,ol,ime(to )a me(te pressup<e as pessoas ru)es. completame(te os a(imais com a i(capaci)a)e )e tal co(cepção * uma importa(te fo(te )e pra-er e )or )e 7ue * para as pessoas mais e)uca)as pela e?ist9(cia crua )e maior relacio(ame(to u(iforme sE se se(te tão pouco pra-er. )o 7ue (a sua aus9(cia como falta )e )or# =6 Po)e o pri(c/pio afi(al G7ua(to mais ele )ei?ou uma 8ra()e i(certe-a. (o caso i()i,i)ual para retirar co(clus<es. po)e+se. (o e(ta(to. em ca)a caso. )e acor)o com os se(time(tos )e mo(oto(ia ou fra8me(tação @ui- se ele est; feri)o por um la)o ou )e outro # 5 a -ni)ersa*idade do !rinc0!io. Embora te(=amos realme(te sE c=amar o (osso pri(c/pio a7ui em seu si8(ifica)o para a est*tica e. porta(to. ape(as para impress<es recepti,as 7ue são me)ia)as pelo la)o )o se(ti)o. em co(si)eração. po)e. co(tu)o. ser :til acresce(tar al8o sobre sua i)a al*m )o escopo 8eral. especialme(te (e(=uma )emarcação ri8orosa a este respeito ser; reali-a)a# E(tra)a DC foi o pri(c/pio )a u(i,ersali)a)e e?pressa 7ue i8ualme(te se aplica ao empre8o ati,o e recepti,o# \ual7uer ati,i)a)e f/sica e me(tal 7uer (os co(fortar. para ser e?ecuta)o em uma )etermi(a)a co(e?ão. (ão tolera i(terrupção fre7Ae(te. mas tamb*m po)e ser ca(sati,o por mo(oto(ia. e 7ue aspectos superiores * po)eroso. tamb*m e?i8e tal para li8ar os mome(tos )e suas ati,i)a)es# "uta i(:til Com as mãos e os p*s (ão * o suficie(te para (Es. por7ue (ão tem uma li8ação moti,os i)eolE8icos )os mo,ime(tos i()i,i)uais. mas tamb*m )iretame(te (a ati,i)a)e f/sica ser;

,i(cula)o u(iforme. e (ão * sem i(teresse. o relE8io (as -o(as )o mesmo. um papel correspo()e(te @o8ar como (ossas impress<es ou,i)o recepti,o para ,er# >a ,er)a)e. to)os os (ossos mo,ime(tos. (Es preferimos )ar uma forma cro(ometra)a. como a(tes. sem relE8io. se (ão a irre8ulari)a)e (o se(ti)o )e um propEsito# >Es cro(ometra)o forma. respirar )e forma cro(ometra)a. )ei?e os 8oles ao beber mo)era)ame(te acompa(=ame(to cro(ometra)o. tra-e()o a col=er O boca com clock forma. su8erem uma mo)era)a assi(ou um pre8o. bateria para o e(trete(ime(to com clock forma com os )e)os sobre a mesa# >a )a(ça. (o e(ta(to. o efeito )a me)i)a )o (osso prEprio mo,ime(to )o corpo com a impressão r/tmica )a m:sica e os outros eleme(tos )o mesmo a um po)er superior# Aume(tos Cesmo (os mo,ime(tos muito i(,olu(t;rios em 7ue fa- a ,a(ta8em )e o relE8io afirma)o pelo ser =uma(o em 8eral. mais co(fort;,el para 7ue se@a. a mais re8ular * o seu batime(to car)/aco eo mo,ime(to perist;ltico )e suas e(tra(=as. * sim (o to)o. )e mo)o a mel=or. mais re8ular sua ,i)a est; OU em tu)o. isto *. em ca)a per/o)o )e mais re8ular. ele repetiu o mesmo trabal=o. se * ape(as falta )e ,arie)a)e e(tre eles são ra-o;,eis. e(7ua(to fortes )es,ios. embora para ser ama)o como e?ceç<es. mas tamb*m po)e ocorrer ape(as em circu(stW(cias e?cepcio(ais# Per/o)o e relE8io (ormal. mas t9m em comum a recorr9(cia )os mesmos mome(tos em i8uais per/o)os )e tempo. e?cepto a um mo,ime(to periE)ico co(t/(uo tem uma ,a(ta8em est*tica )upla co(tra o relE8io secreta)o pi(cela)as curtas 7ue ca)a per/o)o i(clui ai()a um colector em si mesmo. e 7ue (e(=uma ruptura completa o mo,ime(to ocorre# Para este fim. al8u(s casualme(te. correspo()e()o aos psicof/sica i(ter(o )e se(time(tos est*ticos obser,aç<es. para 7ue o importa(te papel 7ue ,emos @o8a()o o per/o)o re8ular com seus bares u(teror)(e()em em ambos ocupaç<es ati,o e recepti,o. bem po)em )ar ori8em# Horausset-lic= base )e lu- semel=a(te To(ei()rAcke a ,ibraç<es (os (ossos sistemas (er,osos. e. posteriorme(te. 7ue po)e at* mesmo a a8ra)abili)a)e )e um espaço )e cor purame(te u(iforme. tal como um som co(t/(uo puro atribu/)o ao pri(c/pio )a =armo(i-ação mo,ime(to periE)ico. em 7ue o primeiro caso coloca to)as as part/culas reti(a (o mesmo mo,ime(to periE)ico. em :ltimo caso. o part/culas )o (er,o au)iti,o co(ti(uar; 8e=e()s recebi)os em tal# Em se8ui)a. po)er/amos pe(sar 7ue )a7ui em )ia(te 7ue ca)a pa)rão )e cor a8ra);,el e peça )e m:sica para (Es ape(as passamos @u(tos mais calmo. mas come(sur;,eis Perio)i-itPts,er=Plt(isse 56 por fa,or suas ,ibraç<es (er,osas. fi(alme(te. a =ipEtese ai()a mais amplia()o e mel=ora()o. ac=o 7ue to)as as se(saç<es e ati,i)a)es )e co(scie(ti-ação em to)os basea)os em ,ibraç<es (o (osso (er,oso . e to)o o pra-er ea )or 7ue estão se apro?ima()o as ,ibraç<es em um per/o)o E?plo)er mais simples ou compostos al*m )e um certo limite. o =umor ple(a cooperação em co()iç<es come(sur;,eis ou retirar# É muito poss/,el e ac=o at* pro,;,el 7ue al8o )o tipo aco(tece. tamb*m ocorre )e forma muito. em outro lu8ar e?pressa por mim. ape(as um pouco mais 8e(erali-a)o (a =ipEtese 0,er secção II. po(to 46. mas uma ,e- mas at* a8ora ele po)e ape(as uma =ipEtese. 7ue po)e fa-er refer9(cia Os co()iç<es e leis 7ue permitem tão lo(8e para e(co(trar tais reais. (ão substituem (em co(fuso. em

se8u()o lu8ar. eles ai()a e?i8iria precisão a)icio(al para e(trar obser,aç<es e?atas e ma(te,e+se (a e?peri9(cia a ser. e. fi(alme(te. 7ue * ape(as uma =ipEtese )a psicof/sica i(ter(a. )os 7uais. )epois )e a(teriorme(te feitas obser,aç<es em 7ue colocamos em (ossa est*tica apEs a restrição a7ui para fa-er (e(=um uso. )es)e 7ue est; em este (ão * ape(as as co()iç<es )o (osso se(saç<es para ati,i)a)es f/sicas * 7ue su@eito Os se(saç<es em (ossos (er,os. mas 0com i8(ora()o este )esco(=eci)o para (Es po(tic6 estão e(,ol,i)os em tor(o )a relação )e emoç<es para os efeitos )o mu()o e?terior. (a me)i)a em 7ue o pra-er ea )or l;. pela 7ual a est*tica )os fatos )o e?terior psicof/sica )e ,e- tra(sferi)o para o purame(te psicolE8ico como a ;rea i(ter(a psicof/sica#
56 Os

per/o)os curtos como come(sur;,eis a7ui me(cio(a)os po)em ser )ifere(tes u(s )os outros )e acor)o com o seu tama(=o. mas )e,e ser tão absor,i)os em um per/o)o maior )o 7ue o mesmo uma e outra ,e- (a mesma fase 7ue o i(/cio )o mesmo se e(co(tram )epois )e ca)a proce)ime(to e repita a mesma se7A9(cia composta a partir )e e(tão #

>a ci9(cia. com base em (osso pri(c/pio. a ale8ria 8eral formal 0i()epe()e(te )o co(te:)o substa(ti,o )a obser,ação cie(t/fica6 7ue e(co(tr;+lo. buscar aspectos comu(s e(tre as coisas )ifere(tes. )es)e aspectos 8erais i()i,i)uais a leis abstratas )e co(si)eraç<es especiais. leis. pri(c/pios sempre subir. mas por outro la)o tamb*m reali-ar aspectos 8erais. leis. pri(c/pio pelo i()i,/)uo para prosse8uir (as aplicaç<es para )eri,ar o prEprio i()i,/)uo )e mais 8eral# Simplesme(te (ão * o suficie(te para (Es mera u(i)a)e. (em a multiplici)a)e fra8me(ta)a. mas ape(as atra,*s )a formação )e um pelo outro#

(II !rinc0!io da n2o-contradi12o# a -nanimidade o- a )erdade.
Meralme(te fala)o. * (o se(ti)o )e pra-er. )e u(a(imi)a)e ou co(tra)ição )e i)*ias ou pe(same(tos 7ue se aprese(tam a partir )e la)os )ifere(tes. com respeito a um :(ico e mesmo ob@eto. tor(ar+se co(scie(te. (o se(ti)o )e relutW(cia em perceber uma co(tra)ição e(tre os )ois# Aplica+se. (o e(ta(to. a e?pressão )a oposição e ser co(tr;ria O u(a(imi)a)e e(te()er como a aus9(cia )e co(tra)ição corretame(te# >ão =; co(tra)ição em uma coisa )e ima8i(ar. ao mesmo tempo em 7ue preto e bra(cas como a i)*ia )e preto e bra(co em ,;rias p;8i(as ou partes )as mesmas preocupaç<es 7ue (ão são a mesma coisa. basicame(te. mais )o 7ue um po(to particular )a coisa apEs o outro prese(te como preto e bra(co. 7ue @; (ão *. basicame(te. a mesma coisa. o termo )e tais mu)a(ças (os * basta(te basta(te familiarZ bem. mas ima8i(ar o mesmo lu8ar ao mesmo tempo. como preto e como bra(co. e. apesar )e tal oposição (ão * a partir )a percepção )ireta )a reali)a)e po)e e(trar em (Es. por isso po)e. mas caso tal (ão ou (ão estão ple(ame(te su@eitos O (ossa e?peri9(cia. ser uma causa )e )etermi(a)o la)o. fe- uma e?i89(cia 7ue um para acale(tar )os outros. a (oção )e co(tra)itErio. ou tamb*m po)e em al8uma

ocasião um i)*ia para ser ,alori-a)o. o 7ue co(tra)i- )epe()e(te )a e?peri9(cia )ireta )a i)*ia# Assim. a i(formação =istErica com o outro. ou i(formaç<es =istEricas com i(fer9(cias a partir )e fatos. ou co(clus<es teEricas com os outros ou com fatos obser,a)os estão em co(flito ou co(sist9(cia# A8ora. po)e ser 7ue esses e,e(tos ocorrem i)*ias co(tra)itErias em )ifere(tes mome(tos e (Es. como somos uma ,e- o 7ue a()eremal ce)er O outra ocasião. a co(tra)ição (ão co(sci9(cia )isso# Por e?emplo. lemos =o@e a (ot/cia )e 7ue. (o mome(to )e uma )ata =istErica. o sol escurecer;. tem um a(o parecia 7ue a me(sa8em 7ue eles )e,em. )ura(te o tempo sem i(formaç<es. ta(to para a)erir ao outro# Ou lemos (a B/blia )e =o@e. 7ue o =omem ,i,e em Deus. e teci)o era. e e(co(trar al8um outro mome(to (os le,am a e(carar Deus como um =omem )e fre(te para o outro# O()e est; a8ora a oposição (ão * percebi)a por7ue a memEria (ão est; propo()o uma po(te e(tre as i)*ias co(flita(tes. tamb*m est; falta()o a ocasião para )or e * a co(tra)ição esteticame(te i()ifere(te ao )esco(forto ocorre. mas muito mais f;cil sobre o limiar. mais )o uma i)*ia a memEria )o co(flito afirma# Tão pouco como em to)os os lu8ares )espertou )esco(te(tame(to a e?ist9(cia )e uma co(tra)ição. a u(a(imi)a)e )e i)*ias )esperta em to)os os lu8ares lu?:ria# Para ,er )e 7ue um pla(eta em um )etermi(a)o mome(to. ocupa um )etermi(a)o lu8ar. (ão co(t*m uma co(tra)ição. mas mesmo 7ue este@amos co(scie(tes )e 7ue (ão =; co(tra)ição a7ui. * 7ue (ão um moti,o )e ale8ria. bem. mas se estamos co(scie(tes )e 7ue ser obser,a)o a(tes )e suas parti)as calcula)os. em )uas p;8i(as )ifere(tes sobre c;lculos 8uia)as co(cor)ar @u(tos# E assim em to)a parte perte(ce O co(sci9(cia )a possibili)a)e )e uma co(tra)ição ou a solução real )e tal e(tre )uas p;8i(as )ifere(tes. 7ue se aprese(tam i)*ias para @ustificar o seu )ese@o )e i8ualar# O acor)o. como o co(flito e(tre )uas i)*ias ou circuitos ima8i(ação po)e ser mais ou me(os profu()ame(te e(8a@ar (o resto )o (osso campo )e co(=ecime(to por parte )e um É coi(ci)9(cia @ustifica)o ou uma co(tra)ição com outras i)*ias mais ou me(os ou ima8i(ação c/rculos. tamb*m po)e ser co(se7A9(cias pr;ticas para (Es. mais ou me(os# A8ora. 7ua(to mais se um ou o outro ou ambos os casos. mais f;cil ocorre respekti, o pra-er )e co(formi)a)e ou )or para o co(flito sobre o limite. ao mesmo tempo 7ue se ma(t*m um pouco sob co()iç<es opostas abai?o )o limiar# Sim uma oposição (os teErica e praticame(te i()ifere(te po)e at* )emorar para (os acor)ar a )or. )ar a impressão )e ale8ria ou ri)/culo. como a7ui. o sabor para (Es surpree()e(te combi(ação )e i)*ias co(tra)itErias por meio )a7ueles a 7ue se referem em co(@u(to. 8a(=a()o a ,a(ta8em. Dia(te )isso. em outro lu8ar para ,oltar# Nm co(flito ocorre a7ui. mas em 7ual7uer caso. ter lu8ar. como * 7ue a mesma co(tra)ição * um e(8raça)o. sobre sua loucura. o outro com rai,a# O resumo A(terior e co(flitos )esco(si)era()o 7ue ser capa- )e )i-er em sumaX se )es,ia()o ca)a ,e- 7ue pe(sar em uma ea mesma coisa aco(tecer. por isso * 7ue estar cie(te )e. (o se(ti)o )e pra-er 7ue eles realme(te le,ar a uma (oção )e correspo()9(cia em se(sação )e relutW(cia em tomar co(sci9(cia )e 7ue eles le,am a uma i)*ia co(tra)itEria# Para i)*ia )e a mesma coisa. mas *. se (os referimos a i)*ia

para a mesma sala. mesmo tempo e )e forma (ão co(tra)itEria. (o prEprio comple?o )e i)*ias. o 7ue est; relacio(a)o a este espaço e este tempo# Se (ão =; co(tra)ição e(tre as peças * o mesmo )e(tro )e um c/rculo co(t/(uo )e i)*ias. po)emos me)ir esta ,er)a)e i(terior co(e?ão a. i()epe()e(teme(te )e se as i)eias se relacio(am com a reali)a)e e?ter(a e eles ou (ão al8o correspo()e(te (a reali)a)e e?ter(aZ falar co(traste e?ter(o ,er)a)e. o()e um trabal=o relacio(a)o ou uma :(ica i)eia refere+se O e?ist9(cia )a reali)a)e e?ter(a e co(tra)ição * com a totali)a)e )a erBeckbare( por realitV s=oBs e?ter(os. uma ,e- 7ue. a reali)a)e e?ter(a po)e (em mesmo ter em (ossas me(tes. sem (Es. um crit*rio absoluto para ter a ,er)a)e e?terior# Depois 7ue paira sobre o (osso pri(c/pio 7ue fa,orece o 7ue temos o co(=ecime(to )a ,er)a)e i(ter(a e e?ter(a al*m )a (ature-a )o co(te:)o e os be(ef/cios )a ,er)a)e. eo )espra-er )o 7ue (a me(tira e me(tir para al*m )a (ature-a )o co(te:)o e as co(se7u9(cias )o mal t9m a me(tira# Isso 7ue po)emos c=amar )e ,er)a)e e me(tira como o la)o formal )o pra-er e )espra-er# Por (Es. mas al8o muito al*m )e saber se * ,er)a)eiro ou falso. por fa,or. )e acor)o com a (ature-a )o seu co(te:)o. ou po)e )esa8ra)ar. ea ,er)a)e )e um mo)o 8eral. tamb*m :til. me(tira tem co(se7u9(cias (efastas. ou e(tra em um co(te?to a8ra);,el ou )esco(te(te. po)e ser reali-a)o por co(sci9(cia )o pra-er e )espra-er (a ,er)a)e e falsi)a)e são tamb*m )etermi(a)os o 7ue po)er/amos c=amar o la)o factual )o pra-er e )espra-er com isso. mas realme(te (ão * ta(to a ,er)a)e e me(tira em si. como a7uele em 7ue ela se ma(ifesta e 7ue se se8ue a partir )ele. em causa. sur8e e(tre outras Pri(-ipe# O aspecto formal )e apelar para a ,er)a)e )e o suficie(te para ir por co(ta prEpria. sem (ecessariame(te em to)os os lu8ares a ser a :(ica efica-. ol=a()o para a ci9(cia. a ,er)a)e e 7ue e?i8ir a ,er)a)e )a represe(tação (as artes. por isso (ão estão )esca(sa()o em ci9(cia. em ,e- como ser )e (e(=um la)o mais e(co(tra uma co(tra)ição e(tre )uas i)eias ou co(te?tos )e aprese(tação. e est; satisfeito sE )e obras )e arte. 7ue em primeiro lu8ar ate()er Os )ema()as )e ,er)a)e i(terior. )e acor)o com a 7ual o i()i,/)uo (a)a a i)eia )e 7ue tra- a coisa to)a. ou 7ue assim se (ão coi(ci)e mas relacio(a)o. (e(=uma parte )as i)*ias 7ue po)em co(tra)i-er to)o o resto )o )esperto. em se8u()o lu8ar satisfa-er as e?i89(cias )a ,er)a)e e?ter(a me)i)a em 7ue e(co(tramos a oportu(i)a)e )e assumir uma coi(ci)9(cia )e as obras )e arte com ob@etos e?ter(os pela mesma i)*ia ou propEsito# A este respeito. (o e(ta(to. este (a m:sica (ão (as artes ,isuais * o caso ape(as )e forma limita)a. a i(co(sist9(cia )e uma obra )e arte com a reali)a)e e?terior (ão ser; 8eralme(te )esa8ra);,el#Tamb*m po)e+se fa-er obser,aç<es sobre como )es,ios lo(8e )a ,er)a)e e?terior em )etermi(a)os 89(eros permiti)o ou são (ecess;rias at* mesmo em fa,or )e outros be(ef/cios est*ticos. mas esta perte(ce a obser,aç<es sobre a arte. 7ue ,amos por a8ora (ão mais )o 7ue al8u(s pe7ue(os e?emplos 7uero ,oltar em uma seção posterior em mais )etal=es sobre ele# Nm a(@o com asas. (ão (a reali)a)e a(tes. mas tamb*m (ão pe(se 7ue os a(@os pi(ta)os * aprese(tar um a(@o 7ue ocorre ,er)a)eirame(te. caso em 7ue seria realme(te )esa8ra)a+(os. mas ape(as 7ue ele )e,e ser um me(sa8eiro celestial )e

Deus. simbolicame(te. tra-e()o as asas muito bem tolera)os# As prEprias asas. mas )e,em ser pi(ta)as )e mo)o 7ue eles parecem se e(cai?ar para ,oar. caso co(tr;rio. co(tra)i- a i)*ia le,a(ta)a por sua percepção )a i)*ia )e sua )etermi(ação# Nm roma(ce. po)emos muito bem ler com pra-er. apesar )e 7ue sabemos. as pessoas e aco(tecime(tos )a reali)a)e são o mesmo alie(/8e(a. e (Es sabemos 7ue. ao mesmo tempo. (ão * para fa-er a aprese(tação )a reali)a)e co(creta# E(tão. (ão tem i)*ia co(tra)ição# Cas impossibili)a)es reais ou psicolE8icos ou improbabili)a)es fortes 7ue ele (ão po)e co(ter. o 7ue co(tra)i- as co()iç<es 8erais )e e?ist9(cia. a sua co(sci9(cia )e (Es le()o o roma(ce acompa(=a)o como um receb/,el#

(III !rinc0!io de c*are"a. Res-mo dos tr6s !rimeiros Prin"i!e forma*.
Hamos )ar uma ol=a)a para tr;s em )ois a(teriores Pri(-ipe 7ue a combi(ação u(iforme )o colector e )a u(a(imi)a)e ou )a ,er)a)e. 7ue repousa,a (o fato )e 7ue as i)*ias 7ue 0temporais. espaciais. co(ceitual6 são )e )etermi(a)o la)o )ifere(te )o outro la)o em al8o comum )e,e ate()er a fim )e ser (o se(ti)o )o pra-er. este fato 7ue )espertou a partir )e la)os )ifere(tes (oç<es )e al8o ,orausset-lic= I)9(ticos tamb*m precisa realme(te )e ter o mesmo estar (a se(sação )e pra-er# Ambos Pri(-ipe eu toco com o a7ui. em ,e- )e ser me(cio(a)o ape(as bre,eme(te. a ser )iscuti)o em )etal=e Pri(-ipe. a clare-a. @u(tame(te com o (ome )os tr9s primeiros Pri(-ipe formal# Este terceiro pri(c/pio cru-a com os outros )ois. pelo fa,or )o po(to )e ,ista )o mesmo )epe()e. )e 7ue a mesma coisa e )esi8ual. por u(a(imi)a)e e opo(e(te competir em um comple?o )e i)*ias. como tal. at* a8ora. especialme(te sobre o po(to i(icial para a co(sci9(cia a um efeito est*tico 7ue Pri(-ipe para tor(;+lo poss/,el )e um la)o ou )o outro. pelo 7ue po)e aco(tecer 7ue e(co(tramos ale8ria (a clare-a )e ,isuali-ação. tor(a()o+o Ci]fPlli8keit o mesmo a partir )os outros )ois pri(c/pios (os )ar; si8(ificati,ame(te# Para estes Pri(-ipe formal po)e muito bem e(trar em co(flito u(s com os outros como com o respeito O (ature-a substa(ti,a )os pri(c/pios )e co(te:)o# Pela filosofia represe(ta os mais altos tarefas cie(t/ficas. eles tamb*m e?ami(aram as )ema()as )os tr9s primeiros Pri(-ipe formal em um ser suficie(te. ea busca filosEfica (ão * mais (ecess;rio )epois )e mais abu()a(teme(te. como (ão sE )e to)a a ;rea )e co(=ecime(to. sem co(tra)ição e?iste em si. mas tamb*m por mais 8eral aspectos. sempre 7ue poss/,el li8a)os um u(iforme po(to )e ,ista comum e seu e(,ol,ime(to floresceu em ambos os la)os para total clare-a# O pra-er formais )e operar a filosofia (ão era ape(as o mais alto + se @ul8armos a altura )e ale8ria (a altura )a ;rea 7ue eles são feitos. + mas ao mesmo tempo ser o maior. se (ão for )e acor)o com. como os aspectos subir mais alto ou o po(to mais alto ser reali-a)a )etal=a)o. em parte a se8ura(ça. em parte. compree(sibili)a)e. em parte costuma,a sofrer clare-a# Art (ão aprese(ta tarefas 8erais i8uais )o 7ue a filosofia. )es)e 7ue a remu(eração )o seu Pri(-ipe mesmo uma )as tarefas )a filosofia. mas tem (o campo )as i)*ias 7ue eles )espertaram por meio )eles. os tr9s pri(c/pios formais para (ão ser me(os

@usto )o 7ue a filosofia e to)a a ci9(cia#

I7. Princ0!io estético da associa12o.
1 Entrada. Se8u()o o pri(c/pio )e associação eu e(te()o um pri(c/pio cu@a importW(cia e impacto (a psicolo8ia muito tempo foi co(=eci)o e reco(=eci)o. mas at* e(tão pouco aprecia)o em est*tica como um to)o# Seria )emais )i-er 7ue (ão foi aprecia)o. sim. uma ,e- 7ue po)e ser importa(te para a est*tica. se (ão ti,esse feito a sua importW(cia @; * afirma)o# >a reali)a)e. os pri(cipais be(ef/cios são amplame(te reco(=eci)os por eles ocorrer em 7ual7uer lu8ar. sem. (o e(ta(to. )e mo)o 7ue o pri(c/pio )e 7ue eles fluem para reco(=ecer clarame(te ou reco(=ecer# "embre+se bem o seu a partir )e psicolo8ia (a est*tica. mas sim tir;+lo )a co(templação )a bele-a. como imprEprio para elimi(ar (o mesmo ei(me(8e(). para usar como sua e?plicação# É ,er)a)e 7ue o I(8l9s "ocke. Casa. SaVers. e(tre os alemães Oerste). a(tes Alle( "ot-e. ter+l=e )a)o tamb*m como um pri(c/pio est*tico. uma maior e mais @usta ate(ção. mas (e(=um )os 7ue rompeu com a 8e(te. sE o )escaso ea re@eição )o 7ue tem em por (os bater# Ua(t sE pe(sou em sua )outri(a )a c=ama)a bele-a 7ue acompa(=a o pri(c/pio. a fim )e tra-9+lo em termos )e pura bele-a. e?ceto )e cr*)ito. tem e(co(tra)o o seu sucessor (a mesma. e )epois 7ue ,oc9 e?plicou )esta forma para )emiti)os. tem tamb*m esta p;8i(a @; (ão se preocupa,a# Sc=elli(8. He8el e seus sucessores (ão ti,er feito isso )es)e o i(/cio. po)e+se apEs eles acre)itam 7ue (ão e?iste (a)a )o tipo 7ue Herbart )i- sobre o pri(c/pio tem. po)e co(tribuir o mesmo ape(as para )esco(si)eração 0,er ( K $$#6# >ão * )e a)mirar se. apEs os aprecia)ores )e arte e arte escritor. 7ue )epe()em )e os filEsofos (ão sabem (a)a sobre isso ou 7uer saberZ completame(te os artistas e lei8os 7ue. por sua ,e)epe()em )este# >a ,er)a)e. e(7ua(to eu se8ura,a em $%'' (a palestra "eip-i8 Associação )e Arte (o pri(c/pio. a substW(cia )o 7ue est; abai?o. ape(as um pouco e?pa()i)a. e(co(tra. ele )espertou o i(teresse )os lei8os. como se al8uma coisa ao mesmo tempo problem;tica e (o,a. 7ue * mas pF)e ou,ir. e?ecuta)o. fe- um 8ra()e fiasco com os peritos filosoficame(te trei(a)os cu@os pe(same(tos c/rculos ameaçou perturbar. e uma impressão )e 7ue (o "At-oB+Seema((Lsc=e( Yeitsc=r# f ima8em# Art 0$%''# $&D6 foi a (ota )o e)itor. como um teste Gori8i(alG )e Guma (o,a )i,i()a)e (a est*tica i(tro)u-irG. respecti,ame(te# Tão pouco (o,o e ori8i(al a8ora tamb*m o pri(c/pio realme(te *. (o e(ta(to. po)e um pouco mais profu()o e represe(tação mais e(f;tico )o mesmo (a est*tica. @; 7ue. at* a8ora. tor(ar+se parte. estar fora )o lu8ar# E assim. eu procuro o mesmo co(tra o )es)e e(tão o )espre-o eo )esrespeito pre)omi(a(te para mostrar 7ue por assim )i-er a meta)e )os est*tica ele tra,a )epois )a ma(eira como a(teriorme(te "ot-e mesmo 7uase a est*tica i(teiras )epe()am $6 . mas por7ue ele (ão * um sistema. mas ape(as uma =istEria )a est*tica e al8u(s est*tica e(saio )e 46e(co(trou ou toma)o )a)a (e(=uma oportu(i)a)e para )ese(,ol,er o pri(c/pio com o )etal=e 7ue * feito a7ui#
$6

Este. em Si mesmo subor)i(a se o efeito pri(cipal )a m:sica. (o e(ta(to. um amplo te?to )a Pri(cipes. para o()e eu (ão 7uero este()er a mi(=a mão. o seu si8(ifica)o esse(cial# 0Co(sulte a p;8i(a $2D ea Seção QIII6#

46

>a ) bele-a Co(ceito e as co()iç<es )e bele-a art/stica# Em $%3I e $%3&# MTtti(8e(# Ha()e(=oeck e Ruprec=t#

Embora eu e(te()a essa )epe()9(cia )e lo(8o alca(ce ape(as )e um certo po(to )e ,ista# >o e(ta(to. (ão se cru-am ,;rios aspectos 8erais )a est*tica. )a 7ual eles po)eriam ser meta)e ou mais )a meta)e tor(ar )epe()e(te. e isso ,ai )ificultar isso em outro lu8ar para se e(co(trar com outras co(si)eraç<es amplo (a)a# >osso pro8resso abai?o )e acor)o com a le,a(tamos (o,ame(te com a e?plicação )os e?emplos mais simples# $ Os exem!*os. E(tre to)as as frutas. tal,e-. o mais bo(ito. ou. se um lu8ar a8ra);,el para se e?pressar muito. para o ol=o * pro,a,elme(te a mais li()a )e lara(@a ou lara(@a para ser# A(teriorme(te. isso era ai()a mais )o 7ue a8ora * o caso. o()e mo(taram em to)as as tabelas )e ,e()a ao p:blico em 7uase to)as as mesas )o @a(tar para a sobremesa lu8arX para ca)a est/mulo embota+se pela sua fre7A9(cia# Cas eu me lembro bem o 7ue )i-er apelo tão romW(tico )a ,isão )esta fruta te,e mais ce)o para mim. e at* a8ora ,oc9 (ão )e,e preferir+la (a apar9(cia# O()e resi)e o A)or;,el sua apar9(cia[ Claro. to)o mu()o lo8o pe(sa em seu belo ouro puro e arre)o()ame(to puro# E. certame(te. * muito mais a7ui. tal,e- um ai()a pe(sa 7ue tu)o est; a7ui# E(tão. o 7ue )e,eria ser o co(tr;rio[ Cas se o leitor * co(,i)a)o e(tão. isso seria uma pro,a )e 7ue o (osso pri(c/pio ele (ão est; prese(te. ou )e,eria beifalle(+l=e al8o. ele certame(te ,iria sob o pri(c/pio# E(tão ,oc9 )e,e co(si)erar por um mome(to se realme(te * to)o o apelo )a apar9(cia )essa fruta em sua bela cor )e ouro e arre)o()ame(to puro @ustifica)o_ Eu )i8o 7ue (ão. por7ue por 7ue (ão 8ostam )e (Es. ou e(tão um Aberfir(isste amarelo bola )e ma)eira tão bom como o )e lara(@a. se sabemos 7ue * sim uma bola )e ma)eira )o 7ue uma lara(@a# Sim. )e 7ual7uer ma(eira. 7ue a lara(@a tem uma casca ;spera e ru8osi)a)e 8eralme(te 8ostam me(os bom tão bom como se pro,a ao comparar+se bolas )e ma)eira )ifere(tes. e est; )e(tro )o escopo )e uma Pri(cipes )iscuti)o a(teriorme(te. mas a "ara(@a ;spero 8ostamos mel=or )o 7ue o pi(ta)o bola )e ma)eira 56 #
56 Burke

em s trata)o sobre o. * claro. o e?a8ero )e um la)o bo(ito e (ão Sublime (ão )i-X GA sua,i)a)e parece ser ta(to )a bele-a 7ue eu (ão sou uma :(ica coisa lembre+se. 7ue seria bem sem ele #### Nm muito co(si)er;,el e. tal,e-. a parte mais si8(ificati,a )a impressão 7ue fa- a bele-a )esta proprie)a)e * atribu/)a# por7ue ,oc9 le,ar al8um um ob@eto bo(ito. e )ar+l=e uma superf/cie ;spera e =Tckric=te. e ele * (Es 7ue (ão 8ostamos# Por outro la)o. po)e ai()a assim falta()o muitos )os outros i(8re)ie(tes )e bele-a. 7ue (os *. se ele sE tem isso. mel=or 8osta,a. como aco(tece com to)os os outros sem ele# G

Isso (ão po)e ser em m*ritos )e a8ra)abili)a)e )a forma e )a cor em si mesmo. e. (este aspecto. os )ois ob@etos são i8uais. ou se a bola )e ma)eira ai()a tem a ,a(ta8em# A ,a(ta8em )a lara(@a sE po)e ser 7ue ,emos ape(as uma lara(@a. mas (e(=uma bola )e ma)eira (ela 7ue po)emos estabelecer a importW(cia )a lara(@a para a sua forma e cor# A importW(cia )a lara(@a. mas * claro est;. em parte com o prEprio em forma e cor. mas (em por isso so-i(=o. mas (a totali)a)e )o 7ue * e atos. especialme(te em relação a (Es mesmos e a8ir# Se at* a8ora o se(ti)o * )iretame(te ape(as a forma e cor prese(te. a memEria acresce(ta o resto. (ão i()i,i)ualme(te. mas acresce(tou em uma impressão 8eral 7ue se tem (a impressão se(sorial emZ e(ri7ueci)o+lo com ele. pi(tou+o. por assim )i-er. porta(to. )e . 8ostamos curto c=ama)a a cor espiritual 7ue ,em em cima se(sual. ou a impressão )e associa)o 7ue se co(ecta com o seu prEprio ou )ireta# E o fato * 7ue (Es o lara(@a aparece mais li()a )o 7ue a bola )e ma)eira amarela# >a ,er)a)e. ol=e para a7uele 7ue ,9 uma lara(@a. ape(as uma ma(c=a amarela ro)a)a (ele[ Com o ol=o f/sico. sim. mas me(talme(te ele ,9 uma coisa li()a )e c=eiro. 8osto er7uicke()em. em uma bela ;r,ore. em um belo pa/s. sob um c*u 7ue(te cresceu )e(tro )ela. ele parece tão )i-er to)a a It;lia com (ela. a terra para o()e (os atraiu um )ese@o romW(tico )e tempos imemoriais# A partir )a memEria )e to)os 7ue a cor espiritual )efi(e em co(@u(to. para 7ue o se(sual * embele-a()o e(,i)raça)aX (o e(ta(to. a7uele 7ue ,9 uma bola )e ma)eira amarelo. ma)eira ape(as se limita a seco ol=a para tr;s as ma(c=as amarelas re)o()as. * ro)a)o (o ofici(a )o tor(eiro e pi(ta)o pelo pi(tor # Ambos Se os resulta)os )o efeito )e memEria associa)a tão )iretame(te O i(tuição fu()e tão completame(te )e mo)o )etermi(a)o ta(to com o car;ter )o mesmo. como se fosse uma parte )a prEpria i(tuição#Porta(to. po)emos. (aturalme(te. ser li8eirame(te i(cli(a)o. com uma 7uestão )e o mesmo se espera,a. e sE atra,*s )e comparaç<es. como tal. ape(as co(trata)o. po)e )escobrir 7ue ele (ão *# Outro e?emploX Por 7ue um rosto ,ermel=o )e um rosto @o,em como se muito mel=or )o 7ue uma p;li)a[ É a bele-a. o c=arme )o ,ermel=o se[ É po(to asse(te 7ue a proporção tem# A ,ermel=a fresca a8ra)a aos ol=os mais )o 7ue ci(-a ou Ci]farbe# Cas. eu per8u(to )e (o,o. por7ue (Es 8ostamos )e se8uir um (ari- ,ermel=o i8ualme(te fresco e mão (ão tão bom como (a boc=ec=a[ Isso (os )esa8ra)a basta(te# A apar9(cia a8ra);,el )o ,ermel=o )e,e ser supera)o por um eleme(to mi]fPlli8es (o (ari- e (a mão# O 7ue po)e estar erra)o[ >ão * )if/cil )e e(co(trar# O rosto ,ermel=o si8(ifica para (Es @u,e(tu)e. sa:)e. felici)a)e. ,i)a prEspera. o (ari- ,ermel=o 7ue lembra tro(co e )oe(ça )e cobre. a la,a8em )as mãos ,ermel=o. esfre8ar. ma(sc=e(. estas são as coisas 7ue (Es ai()a (ão 7uerem )iri8ir# >Es tamb*m (ão 7uer ser lembra)o )isso# Por outro la)o. se o (ari- ,ermel=o e rosto p;li)o como um si(al )e sa:)e e tempera(ça. o (ari- ,ermel=o p;li)o e boc=ec=a apareceu )es)e tempos imemoriais como um si(al em co(tr;rio. i(clui()o a )ireção )e (osso pra-er seria re,erti)a# Os (orte+america(os e mul=eres polo(esas realme(te preferem um rosto p;li)o um ,ermel=o. e )es,ia()o o ol=ar. se (ecess;rio. o p;li)o para 8a(=ar. mesmo O custa )e

sua sa:)e por beber ,i(a8re ou em outros meios# Ser; 7ue um 7uer )i-er a8ora pro,a,elme(te por7ue pali)e- ser como mel=or )o 7ue ,ermel=o[ Certame(te 7ue (ão. mas por7ue eles se acostumaram. preferem o car;ter )e uma multa Co(stituição. o e(si(o superior e posição (a ,i)a. para ,er o ,ermel=o o :(ico )e sa:)e rural. e )a e?+este :ltimo (a boc=ec=a p;li)a# Os p*s alei@a)os c=i(esas para suas )amas aparecem pela mesma ra-ão a8ra);,el ao mais bo(ito 8or)o (atural rural. e )ar+l=es os seus /)olos barri8as 8or)as. por7ue eles estão acostuma)os a ,er os pri(cipais )i8(it;rios )o seu imp*rio com pote barri8as. ea i)*ia )e uma certa 8ra()e-a sobre )ificul)a)es terre(a e )e trabal=o. o 7ue o tor(a certame(te (ão ,em para barri8as 8ra()es. sociali-;+la# Certa ,e- ou,i uma se(=ora 7ue se po)e a bele-a )e um p* =uma(o. mas (a ,er)a)e ape(as o )ireito )e @ul8ar se ele esta,a ferra)o# >ão era uma )as ,irtu)es )esta se(=ora uma si(ceri)a)e especial. eles teriam pro,a,elme(te poupa)o para fa-er esta pala,ra. tão estra(=o 7ue possa parecer para a maioria# Cas ele tem al8o muito ,er)a)eiro# Apre()emos a importW(cia )o p* =uma(o 7uase sE sabe. ao mesmo tempo 7ue esco()e )o sapato. e são ape(as sobre a importW(cia )o calça)o p*+)ireito associati,o# >u ,emos 7uase sE para o seu prEprio p*. o 7ue (em sempre * o mais bo(ito. e ao p* )e est;tuas pelo 7ual ma(temos ,isto em uma est;tua (o passa)o. )e mo)o 7ue são as relaç<es )o p* 7ue 8o,er(am o (osso pra-er (a p* )escalço ape(as (ão tão comum como 7ua()o calça)os. e e(7ua(to parte )a a,aliação )a bele-a )o a(ti8o. uma certa e?peri9(cia )a arte. * (ecess;rio a,aliar a ele8W(cia e )elica)e-a )esta :ltima ape(as a e?peri9(cia social comum# Nm =omem ce8o. 7ue po)eria tomar posse )as formas some(te atra,*s )o se(ti)o )o tato. foi per8u(ta)o por 7ue ,oc9 pro,a,elme(te 8ostei )o braço )e uma certa pessoa assim#Nm a)i,i(=arX ela respo()eu por7ue se(tiu o trem sua,e. o belo ple(itu)e. i(c=aço el;stico )as formas )e o braço# >a)a )e tu)o isso. mas por7ue se(tem 7ue o braço esta,a sau);,el. r;pi)a e f;cil# Cas 7ue ela (ão po)ia se(tir )iretame(te. mas ape(as associar O se(sação# A8ora eu (ão acre)ito 7ue a impressão )ireta em 7ue ,oc9 )ese@a ,er a :(ica ra-ão )o pra-er esta,a sem uma parte )ela. mas ,oc9 po)e ,er+se 7ue a impressão associa)a mais (/ti)a co(sci9(cia ,eio a ela# >Es obser,amos 7ue * ,ice+,ersa# Acre)itamos 7ue uma bela ,ista. uma ,e- 7ue os braços )e sua bele-a. sem saber 7ue ,emos em mais )o mesmo# >ão me(os )o 7ue a ;rea )o ,is/,el e palp;,el. o pri(c/pio por to)as as outras ;reas )e se(ti)os. i(clui()o o se8ui(te i(ter,e(ção oferece uma s*rie )e outros e?emplos# Oma mulher *ue ama+a o marido muito, disse a ele como estou 0eli) *ue +octenha um nome t(o bonito. 3 nome n(o era muito bonita, mas ela ama+a o homem, para *ue ela gostou do nome. Eu me lembro de *ue me como uma crian'a o nome IAendolVn muito *uerido, at. *ue eu conheci uma garota de apar-ncia 0atal e personagem com esse nome, uma +e) *ue se tornou o nome 0atal, e desde *ue me uma +e) *ue nem um Junegundes particularmente graciosa . encontrado, ele . permaneceu a impress(o. 3s gritos de r( em si n(o . graciosa, e na sala de concertos, onde . essencial para *ue possamos 0a)er sobre o seu pr8prio ou direto impress(o da m;sica, por isso *ue

+oc- *uer ou+ir um concerto sapo coa&ar e nenhum cantor. Em estado sel+agem, mas como o sapo grita, em parte, como uma e&press(o de bem%estar das r(s, em parte, como um atributo da prima+era. <e+e e&pressar a dor dos animais ou em no+embro, em +e) ser ou+idos em maio, por isso seria detest +el. 3 rou&inol cantar eo som de sinos ?lpes est(o entre os Won)ertstimrnen grande ao ar li+re, apesar de n(o gostar do sapo chora apenas, mas apelo por associa'(o com a gente muito al.m de sua pr8pria ou direta de energia. ?nteriormente tinha o som do p8s%chi0re pela mem8ria das +iagens *ue ele despertou, um est4mulo *ue esta+a com seu e0eito direto em *ual*uer situa'(o musical, como eu me lembro muito bem desde a minha /u+entude. ?gora, seu apelo . praticamente a0undado ao seu bai&o e0eito musical, se n(o entre eles caiu, como +ocagora pre0erem +ia/ar por estradas de 0erro. 3 Post parece%nos agora um +erme, no entanto, pareceu%nos ala mais cedo para emprestar @ dist=ncia. Om economista educado me disse *ue inspirando%o uma sensa'(o estranhamente agrad +el, para entrar em um celeiro e *uando ele tinha acabado de limpar ou despertou a sentir o cheiro de estrume, criando a impress(o de 0ertilidade *ue ir produ)ido pelo adubo, ser , portanto, particularmente animada despertou nele. 3 assado na co)inha, *ue ainda colocou *uente, p(o 0resco, ca0. rec.m%torrado, castanhas no 0orno *uente, e&alando um cheiro *ue parece ser o mais agrad +el. ?*ui +oc- pode perguntar se esse ser+i'o contr rio @ peculiaridade do pr8prio odor ou do pra)er, cu/a imagina'(o . despertada pelo cheiro depende, e con0esso sobre isso para mim n(o para limpar tem *ue ser capa) de +ir, t(o pouco separa esta o momento direta e associada da impress(o. 5a P.rsia, sabemos *ue o uso de gar0o e 0aca n(o, e se um persa se en+ol+e em um prato de arro), ele reconhece igual @ sensa'(o de *ue o arro) esti+er co)ido saboroso ou n(o."sso +ai t(o longe *ue um persa :hah contra um en+iado Europeia mani0estou 2, ele conceitos n(o sei como se pode 0a)er uso de 0acas e gar0os na Europa, mas desde o in4cio o gosto, mesmo com os dedos.2 Fas ele pode come'ar a 0a)er apenas associati+o. E como um bom & , um c(o adiciona ao princ4pio da associa'(o. >urdach di) em algum lugar1 um c(o *ue esta+a t(o estragado *ue ele n(o iria comer do p(o seco, ele n(o 0e), do *ue diante de seus olhos, um prato seco 0oi +arrida por isso, ter de pro+ar o caso contr rio, normalmente pol+ilhado com p(o com molho acredita+a . Cas. eu me ou,ir 8ritar )e cima para bai?oX por 7ue to)o esse esforço )e e?em+ plos[ 7ue *. assim. =abilita)o a est*tica. e para 8a(=ar em tu)o[ A lara(@a. a boc=ec=a. o (ari-. a mão. o p*. etc. são partes )epe()e(tes )a (ature-a e )o corpo =uma(oZ est*tica. mas 7ue (ão 7uer ma(ter bai?o. ,ai. acima )e tu)o. como um to)o e pu?a as partes. assim como a7ueles 7ue # Bem. (Es resumir a importW(cia )o pri(c/pio co(ti(uar para a bele-a )e uma paisa8em to)a. to)a a forma =uma(a. to)o um trabal=o )e arte (o ol=o. e (ão ser; me(or )o 7ue para as partes. mas (a mesma proporção se e?pa()e e se e(co(trar aume(ta)o como o co(@u(to e?ce)e as partes# Ela sE po)e ser o pri(c/pio mais f;cil e?plica)o (os e?emplos mais simples. e (ão po)emos ir a cami(=o )o fu()o (a

)ireção 7ue parece ser a :(ica poss/,el para o cami(=o )o topo# Ob@ecto Assim. o futuro subir mais alto. resumem ape(as com base (os e?emplos a(teriores. os pri(cipais aspectos )o pri(c/pio )a se8ui(te forma# + -ma dec*ara12o de !rinc0!ios. Ca)a coisa 7ue li)ar *. para (Es me(talme(te caracteri-a)a por uma resulta(te )e se lembrar )e tu)o o 7ue e?perime(tamos e?ter(ame(te e i(ter(ame(te em relação a ca)a um )e tal coisa. e as coisas ai()a relacio(a)os. ou,i)o. li)o. o pe(same(to. 7ue apre()eram# Este resulta(te )e memErias li8a)as a tão ime)iatame(te O ,ista )a coisa. como a i)*ia )e o mesmo para a pala,ra com a 7ual ele * c=ama)o# Sim. a forma ea cor )a coisa são. por assim )i-er (a)a se@a tão ,is/,el 7ue (os recor)am to)a a importW(cia )a coisa i(,olu(tariame(te e 7ue )e,e. (aturalme(te. t9m essa li(8ua8em ,is/,el ape(as apre()eu tão bem sE para e(te()er como a li(8ua8em )as pala,ras# Hemos uma mesa. basicame(te. ape(as um patc= 7ua)ra)o. mas (os po(tos 7ua)ra(8ulares tu)o o 7ue uma mesa * (ecess;riaX o 7ue tor(a o local 7ua)ra)o at* uma mesa# >Es ,emos uma casa. mas (a casa com tu)o. i(clui()o uma casa * o 7ue est; aco(tece()o em uma casa. o 7ue sE fa- a ma(c=a para uma casa# >Es (ão ,emos isso com o se(sual. mas com um ol=o espiritual# >ão lembro )e ter feito (a)a i()i,i)ualme(te )o 7ue co(tribui para a impressão. como isso seria poss/,el se to)as as marcas. ao mesmo tempo rei,i()icação O co(sci9(cia )o co(tato# Em ,e- )isso. por (ecessi)a)e. ele se fu()e com a impressão emocio(al u(ifica)a 7ue c=amamos )e cor espiritual. um termo 7ue * muito si8(ificati,o em mais )e um se(ti)o# Se misturarmos ta(to )i,ersas cores @u(tas. a mistura * mais uma ,e- ape(as uma impressão )e cor. mas ,aria )e acor)o com os compo(e(tes )e cor e esmalte aplica)o em uma ra-ão )e cor compacto )e (o,o * uma certa impressão com ele. o 7ue )epe()e )a composição )os )ois# Assim. o resulta)o )e to)os os )ifere(tes tipos )e memErias 7ue se li8am com a ,isão )e uma coisa. mas ape(as uma certa impressão. mas (ão )e forma )ifere(te sobre a composição )e ,;rios i(8re)ie(tes )e lembretes e fu()e+se com a impressão )ireta )a ,ista (o,ame(te em al8umas impress<es# A8ora uma impressão 8lobal muito )ifere(te po)e ser causa)a pela pi(tura com ,;rios prEpria pi(tura me(tal em 7uase as mesmas impress<es )os se(ti)os. mas com uma pe7ue(a )ifere(ça se(sorial sE * (ecess;rio for(ecer o (:mero )e co(e?ão# Nma lara(@a. bola )e ma)eira amarelo. bola )e bro(-e. bola )e ouro. a lua. tu)o com a fi(ali)a)e :(ica ro)a)a. amarelo. (ão muito )ifere(tes procura()o ma(c=as. e ai()a o 7uão )ifere(te a impressão )e 7ue eles fa-em# A(tes )e a bola )e ouro estamos com uma esp*cie )e respeito califor(ia(o. to)os os pal;cios. o trei(a)or Le ca,alos. cria)os )e libr*. ,ia8e(s a8ra);,eis parecem )ese(,ol,9+la. ea bola )e ma)eira parece 7ue ape(as o estro()o. e 7ue um alto i)eali)a)e est; (a lua_ A8ora le,ar O )ifere(ciação )estas coisas. por ,e-es. ape(as as pe7ue(as )ifere(ças 7ue ,emos (eles e em parte as )ifere(tes circu(stW(cias em 7ue ocorrem# Nma lara(@a (ão po)e (o c*u ea lua (ão est; ol=a()o para uma mesa )e ,e()as# >a aus9(cia )e tais caracteres )isti(ti,os. bem como sobre ,;rios impressão est*tica est; falta()o. e po)e fa-er uma impressão a8ra);,el )a coisa real. mas o mesmo )esaparece 7ua()o tomamos co(=ecime(to )a i(aute(tici)a)e esp:rio# De acor)o com a empresa. 7ua()o 8ostamos ou (ão 8ostamos. o 7ue (os

lembramos )e uma coisa. tamb*m carre8a a memEria. um mome(to )e pra-er ou )espra-er com a impressão est*tica )a coisa em 7ue em outros mome(tos )e lembra(ça e a impressão )ireta )a coisa co(formi)a)e po)e ocorrer ou co(flito. resulta()o (a mais )i,ersa flu?o )e relaç<es est*ticas. o 7ue temos e(co(tra)o ,;rias ,e-es te,e a oportu(i)a)e )e e(co(trar e ai()a mais para respo()er# Os efeitos mais fortes e mais comu(s 7ue apre()emos )e uma 7uestão em relação a uma 7uestão e comparati,ame(te com uma coisa. * claro. tamb*m )ei?am memErias 7ue i(ter,ir )e forma mais efica- (a impressão )e associa)o# CemErias. toma)os separa)ame(te. * claro. sempre ma(ter+se relati,ame(te fraco co(tra. o 7ue me lembro. mas por co(=ecer muitas memErias com uma impressão )ireta. a)icio(e+se o fato )e compor a impressão )e associa)o po)e ser muito forte e c=eio )e co(te:)o# Em 7ue tu)o (ão se lembra )a lara(@a e 7uão i(teressa(te * a7uele em 7ue ela se lembra. co(tra a sua mera forma e cor# Tor(e+se e?peri9(cias. muitas ,e-es feitas (o mesmo se(ti)o. e(tão a impressão )e associa)os 7ue se acumula (o esp/rito. a )ireta at* fi(alme(te coberto lo(8e. e(7ua(to 7ue (os casos em 7ue a mu)a(ça e?peri9(cia muito ,a8a e. muitas ,e-es co(tra)itErias. a impressão associa)a ,a8o e fraco co(ti(ua por a/ opostos e(fra7uece ou ca(cela. e(tão o()e o fator )ireto como o pri(cipal )etermi(a(te )a a impressão perma(ece# Como muito )o 7ue o e?cesso )e peso )o associa)o po)e ir al*m )a impressão )ireta em )etermi(a)as circu(stW(cias. po)em e(si(ar+(os um e?emplo comum# Se ,oc9 se8urar o )e)o em )obro )istW(cia (a fre(te )os ol=os. se(te+se. (o e(ta(to. tão 8ra()e ,9+lo. e ai()a a sua ima8em aos ol=os * ape(as a meta)e )o tama(=o e po)e um ce8o )e (asce(ça rec*m+opera)o aparecem ape(as meta)e )o tama(=o# A corre(te 7ue flui para fora )e to)a a (ossa e?peri9(cia )e ,i)a. sabe()o 7ue ele perma(ece o mesmo. a 7ual7uer )istW(cia. a apar9(cia se(sual )e sua )esi8ual)a)e afo8a)o tão completame(te 7ue acre)itamos oportu(i)a)e )e ,9+lo com os ol=os em to)as as )istW(cias i8uais# >o e(ta(to. e?ce)er as )istW(cias (osso c/rculo comum e?peri9(cia. )e mo)o 7ue os ob@etos são realme(te aparecer )e acor)o com a )istW(cia * re)u-i)a. em se8ui)a. o sol ea lua (a 7ua(ti)a)e e os ite(s )e altas mo(ta(=as para bai?o# É )e se a)mirar a se8uir. se co(si)erarmos ai()a a força resulta(te )e e?peri9(cias precoces a8ra)abili)a)e )e muitas coisas para fa-er com 7ue sua apar9(cia se(sual. 7ue * sim uma 7uestão )e (osso i(8re)ie(te espiritual# É o m;?imo para )ar a a(terior para a impressão associa)a. ai()a * preciso tomar cui)a)o para (ão )ar muito para ele. para o 7ual se po)eria ser facilme(te e(8a(a)o. )epois )e ter uma ,e- reco(=eci)a a sua importW(cia# Hamos. e(tão. to)as as memErias amarra)os eles (ão bo(ito (ão ,amos sobre a lara(@a em ,e- )e a uma cor i()efi(/,el ci(-a belo amarelo )oura)o. em ,e- )a pura arre)o()ame(to uma forma krAppli8e torto. parece se)utor. ea impressão )ireta tem )e estar certo e (Es somos ele este futuro e?plicitame(te ,er)a)e# Cas. por isso. * mais uma ,e- (ão ); muito pouca ate(ção para a impressão associa)a# Nma comparação )e Ora(8e com a bola )e ma)eira. o rosto ,ermel=o com o (ari- ,ermel=o (e8ou#>em o )ireto (em a impressão )e associa)o )ar+l=es muito a recome();+los. mas eles fa-em um mo(te )e li8ação. i(tro)u-a )epois o pri(c/pio au?iliar maior )o 7ue mera a)ição elles pro)uto )e pra-er. e este sucesso )o pri(c/pio au?iliar * repeti)o em to)os os lu8ares. o()e a

impressão )ireta e associa)os se re:(em (a mesma )ireção. porta(to. tamb*m a ocasião ,ai repetir muitas ,e-es ,oltar a ele# , associa12o !or seme*/an1a. Por7ue. como. mão mu)a(ça semel=a(te remi(isc9(cia )e outro. e(tão a impressão associa)a assim tra(smite a lu- )e um a A()re. e 7ua()o marcar (o,as co(fro(ta um ob@eto. ai()a paira a impressão i(teira associa)a a essa tra(sfer9(cia. (o e(ta(to. o caso )e ob@etos com a sua prEpria o 7ue si8(ifica 7ue estão muito familiari-a)os com a ,i)a. a i(flu9(cia )as associaç<es tra(smiti)as especialme(te co(tra a a)erir muito re(u(cia# Al*m )isso. a partir )e la)os )ifere(tes associaç<es tra(smiss/,eis ca(celar ou i(terferir em sua maioria. e especialme(te (a a)esão sair )o campo# \ua(to ao "eip-i8 ,eio pela primeira ,e- uma l=ama. to)os ol=aram para o mesmo com pra-er. (ão obsta(te (i(8u*m a(tes ti(=a ,isto um a(imal ,i,o# Por 7u9[ Por7ue seus p*s lembrou )e tu)o Ca8ro. "u-. re8ulação. com os ol=os em to)os os sua,e. pie)oso. o seu cabelo em tu)o puro. puro. abu()a(te e 7ue(te# A bola )e ma)eira amarelo. mas 7ue (ão tra(smite a sua impressão )e secura. o )ese(,ol,ime(to mecW(ico. etc (a lara(@a. por7ue estamos com o seu besc=affe(er (ature-a )ifere(te basta(te familiari-a)o com a ,i)a. tamb*m fa-em to)a rei,i()icação amarelo ro)a)a corpo para tra(sferir as suas associaç<es (a lara(@a com. o mas )este ou )a7uele la)o (ão coi(ci)em com a7ueles )a bola )e ma)eira# Ao i(,*s )e pre)omi(W(cia u(ilateral. mas tamb*m uma )isputa )e suas prEprias associaç<es e tra(sferi)os em impress<es po)em afirmar. em 7ue a ,itEria ai()a * ,ol;til# Tome+se. por e?emplo. uma flor artificial# A semel=a(ça com o real flor po)e aparecer como uma coisa ,i,a. e to)as as associaç<es )a flor real seria tra(sferi)o a ele. mas o se(ti)o associati,o. mas sim 7ue ela foi feita artificialme(te. essas associaç<es (ão po)em basta(te e(trar em seu prEprio. sem eles (ão proibir po)e# Esta * uma )isputa 7ue to)o mu()o se se(te. mesmo 7ue ele (ão respo()e a ele# De certa forma. (Es estamos ol=a()o para a fre(te para a artificiali)a)e. como to)os imitação pro,a,elme(te bem suce)i)o. ta(to mais 7ue al8o a8ra);,el a ser imita)o por mas )e certa forma * o pra-er )o 7ue ter/amos em uma flor (atural re)u-i)a pelo fato )e 7ue ol=amos para o artificial mas (ão posso ima8i(ar os be(ef/cios reais )o (atural# 5 associa12o adicionais. A associação (ão po)e ape(as ima8i(ar. mas tamb*m a)icio(ar pe)aços i(teiros compleme(tar e isso )e,e )epe()er muito mais fre7ue(teme(te )o 7ue com ra-<es )e a impressão )ireta )e 7ue al8o parece+(os @u(tos. ou (ão coi(ci)em# Ele )e,e estar em um li,ro )e ima8e(s. a fi8ura )e um a(imal. tal como o cão. se meio esco()i)o. )e mo)o 7ue ape(as a cabeça ou o corpo * ,is/,el. a i)*ia associar O cabeça )o cão ir; a)icio(ar seu corpo. ou o corpo completar a sua cabeça. com mais ou me(os certe-a. )epe()e()o se temos mais ou me(os saber a raça )o cão em 7uestão a partir )a e?peri9(cia ou outras ilustraç<es. e?ceto 7ue o supleme(to * associati,a. mas (u(ca alca(çar a parte )iretame(te ,is/,el (a )efi(ite(ess# Ser; 7ue a8ora a parte oculta re,ela)a. ele ,ai+(os para a serra a(tes e estes parecem se

e(cai?ar para 7ue ou (ão se e(cai?ar. )e acor)o como est; )e(tro )os limites )a certe-a )e 7ue sE a8ora. i8ual ou co(tra)i- a (ossa i)*ia )e associação. e )este po)e sur8ir uma se(sação )e satisfação ou (ão satisfação (o pri(c/pio )a u(a(imi)a)e. 7ue * capa- )e co(se8uir uma resist9(cia si8(ificati,a em )etermi(a)as circu(stW(cias# Cas a8ora 7ue mostra a7ui e(tre )uas partes. uma )as 7uais. )es)e o i(/cio =; um )i;lo8o aberto. o se8u()o )epois esta i(tuição * aberto. tamb*m ocorre 7ua()o ambos estão prese(tes )es)e o i(/cio aberto# To)o mu()o fa- associação como certos )ireitos sobre o outro. )epe()e()o )e sua satisfação ou i(satisfação 7ue se(timos a si(to(ia ou )e co(tra)ição. e * uma parte esse(cial )e ca)a belas obras 7ue em (e(=um lu8ar um tal co(flito rei,i()icaç<es fa-er. ou se@a. ca)a parte pela totali)a)e as outras )ema()as associati,as )espertos satisfa-er. (o e(ta(to. co(tra al8uma parte )o bom 8osto. a ser forma)o para fa-er ape(as associati,o afirma 7ue tamb*m * realme(te muito a fa-er# Ca)a estilo c=ama )e co(si)eraç<es est*ticas e co(struti,as 8erais uma certa coer9(cia i(ter(a. e po)e ser uma parte )o fato )e 7ue ele sai )essa co(se7A9(cia. 8a(=ar o )espra-er )e o co(=ece)or. mas *. mesmo sem o co(=ecime(to )os re7uisitos )esta co(se7A9(cia. e mesmo sem 7ual7uer ,iolação real. )e tal ca)a parte 7ue se per)e )e um estilo para outro. o 7ue ele (ão est; em casa. facilme(te )esa8ra)ou pelas )ema()as associati,as. o 7ue tor(a o estilo 8eral )o e)if/cio para ca)a uma )as partes afirma. * co(traria)a por ele# Tamb*m tem o )ireito )e re@eitar outros. mesmo 7ue (ão fosse co()e(;,el em si mesmo. para a e?i89(cia associati,o uma ,e- suste(ta)a por um fato muito 8eral. * preciso ter em co(ta esse facto# Cas por 7ue. po)e+se per8u(tar. a8ora (ão )esa8ra)ar+(os uma esfi(8e. um ce(tauro. um a(@o com asas. uma composição altos em 7ue as partes são mo(ta)as. 7ue (ão ocorrem @u(tos (a (ature-a. porta(to. (ão em com base em (ossas e?peri9(cias po)e pe)ir a (ossa ima8i(ação associati,a# Cas o 7ue a (ature-a (u(ca mo(tou. a arte tem feito ta(tas ,e-es 7ue. fi(alme(te. parece+(os tamb*m )e correspo()9(cia. embora ape(as (a arte. (o e(ta(to. 7ue (os )aria (a (ature-a =orror# E ai()a ,em com facili)a)e. mas as )ema()as associati,as )e (ature-a com a arte para tais represe(taç<es em co(flito# Ilustraç<es tão espirituoso )e Rei(ecke Suc=s po)e ser com meta)e a(imal )e apar9(cia fi8uras e be=abe()e( meio+ =uma(os. e por mais 7ue eles po)em 8ostar )e (Es a partir )e outros po(tos )e ,ista. al8o fato perturba)or perma(ece# Se ,oc9 per8u(tar. mas ai()a maisX como po)eria at* mesmo a arte a,a(çar para formar fi8uras =/bri)as cu@a ,isão ti(=a )e ofe()er a partir )a fre(te. e(tão a resposta * 7ue eles (u(ca ,iria 7ua()o e(tram pela fre(te a ser,iço )a bele-a co(fessaram 7ue a8ora feito como subser,ie(te escra,o ser,o. e em ,e- )isso ela tem. )es)e o i(/cio este,e a ser,iço )a reli8ião. e suas i)*ias i(icialme(te )esa@eita)os e ultra@a(tes (ão sei outra ma(eira )o 7ue em co(formi)a)e formaç<es )esa@eita)os e mo(struosas# A8ora estamos muito tempo essas i)*ias. mas ai()a (os parece a cabeça ao corpo )a Esfi(8e para caber ta(ta força 7ue o =;bito se fu()iu ta(to associati,o# 8 associa12o tem!ora*. 9-*%amentos inte*ecto e emo12o. Se )uas pessoas ol=am para um e)if/cio cu@o tel=a)o repousa sobre pilares fracos.

para 7ue ele possa se e(co(trar. 7ue o N(o sua me(te. o outro )i- 7ue o seu se(time(to )e 7ue eles ,ão 7uebrar. e e?pressar ta(to apEs a mesma coisa @ul8ame(to )esa8ra);,el (este pro@eto# A )ifere(ça e(tre os )ois e?tremos. mas @ul8ame(to * 7ue o 7ue * as e?peri9(cias co(scie(tes ou re8ras sobre a capaci)a)e )e car8a )as colu(as. 7ue )ão o seu @ul8ame(to. isso (ão aco(tece# Cas ,oc9 pro,a,elme(te ,ai a)mitir 7ue foi tamb*m este (ão i(ata )e ,er uma colu(a se ele tem capaci)a)e )e car8a suficie(te para a sua car8a. ou se@a. 7ue este ret/culo r;pi)o. mas um resulta)o )e e?peri9(cias passa)as * o 7ue fa- ime)iatame(te afirmou com a ,isão )o e)if/cio# + Se al8u*m ,9 uma cria(ça prestes a )obrar. ta(to para a fre(te 7ue seu ce(tro )e 8ra,i)a)e (ão * mais suporta)o. e(tão ele pula muito rapi)ame(te. por7ue uma refle?ão i(temporal se(ti+lo ime)iatame(te. )i- 7ue a cria(ça ,ai cair# Cais uma ,e-. pro,a,elme(te ,oc9 ,ai a)mitir 7ue uma me)iação sile(ciosa * atra,*s )e e?peri9(cias a(teriores. basicame(te. se ,oc9 le,ar em co(ta 7ue at* mesmo o prEprio fil=o + e a(tes 7ue ,oc9 era ape(as uma cria(ça + (em mesmo o se(time(to como o seu prEprio )e,e )ar 9(fase a perma(ecer )e p*# Some(te atra,*s )a pr;tica =; por tr;s )ele# E(tão. isso * o 7ue (Es c=amamos esse se(time(to sE uma 7uestão. (a ,er)a)e me)ia)a pela e?peri9(cia a(terior. a associação r;pi)a. o 7ue. em si. a i)*ia )a 7uebra espera)a )a colu(a para a i)*ia )e 8ra()e fi(a. a i)*ia )e o caso espera)o a i)*ia )os atuais laços Crouc=# As e?peri9(cias i()i,i)uais te(=am se apa8a)o )e (ossa memEria. o seu resulta)o (o se(time(to associati,o tem+se ma(ti)o# Assim. (ão sE as relaç<es espaciais e temporais po)em ser refleti)as (a aprese(tação e e?pectati,as. assim. i(,olu(t;rios )o futuro sur8em. (a me)i)a em )esempe(=ar um papel (a est*tica )o 7ue o co(te:)o pra-er ou )espra-er )a se7A9(cia. assim. po)em ser tra(sferi)os i8ual O impressão )a causa# Respeito. um 8eralme(te * a )ifere(ça e(tre i(telecto e @ul8ame(tos emoção fa-. e(tão. 7ue um * co(scie(te (o i(/cio )as ra-<es )a se(te(ça. e (ão (o :ltimo. ,oc9 po)e ,er a partir )o ,olume a(terior. tais como @ul8ame(tos se(time(to po)e ser me)ia)a pela associação em tu)o# A7ui. (o e(ta(to. (ão po)em ser )ifere(tes 8raus )e clare-a# Meralme(te fala)o (os )esa8ra)ar colu(as muito fi(as# O A. mas (em sei )e 7ue po(to )e ,ista eles )esa8ra);+lo. ele simplesme(te associar a ,isão )esa8ra)ar mome(tos. e sem 7ue ele se@a capa- )e separar esses mome(tos e para esclarecer. ele co(se8ue pro(u(ciar seu resulta)o em uma re@eição )e @ul8ame(tos. eo outro bra(co. eles )esa8ra);+lo. por7ue eles ameaçam Partir. o terceiro souber 7ue * por7ue eles ameaçam ruptura# >o primeiro )a me(te ,em to)o o cami(=o )e ,olta co(tra o se(time(to. o terceiro se(tir pois a me(te *. por assim )i-er muito tra(spare(te# Cuitas ,e-es. (os oferece as circu(stW(cias )e e?peri9(cia 7ue (ão perte(cem um ao outro muito. mas muitas ,e-es * um com o outro em li8ação + o lu8ar )a e?peri9(cia. mas tamb*m po)e ocorrer a pol/tica. pro,a,elme(te. mais fre7Ae(te e forte + o resulta)o * uma falsa associação e ,em um se(time(to falsoX ele co(strEi assim. em co(@u(to. (o esp/rito. 7ue (ão est; li8a)o (a (ature-a )as coisas. e )epois colocamos a emoção como os si8(ifica)os em coisas 7ue (ão t9m. se8u()o a 7ual al8o po)e (Es 8ostamos. o 7ue )e,e )esa8ra)ar )esco(te(te eo 7ue 8ostaria#

: ;m caráter associati)o de cores sim!*es# form-*ários# doc-mentos. >ão sE to)os os ob@etos co(cretos. at* mesmo proprie)a)es se(suais. relaç<es )escriti,as. 7ue. como cores. formas. fol=as. ,em a impressão )ireta * uma associati,a. 7ue por to)os os ite(s para os 7uais a proprie)a)e. a relação * e(co(tra)a )epe()e(te e (ão * tra(sfer/,el para outros ob@etos# Se a8ora tamb*m essa impressão (ão * em 7ual7uer lu8ar para ser um car;ter est*tico. para 7ue ele possa )i-er em a()ers=er impress<es est*ticas )eri,a)as caracter/sticos. e. porta(to. merece ser co(si)era)a com a est*tica# A8ora. o()e. 7ua(tas ,e-es. a mesma proprie)a)e em ob@etos )e ,;rios tipos. em ,;rias relaç<es. ocorre. po)e (ão ter a mesma precisão e po)er )essa impressão. a impressão )e ob@etos co(cretos. cu@a e?ist9(cia e ati,i)a)e est; su@eita a certas co()iç<es. mas tal,e- ele possa circu(stW(cias especiais e em obter tais mo)ificaç<es especiais# E(7ua(to isso. a prEpria impressão associati,a e?i8e essas cores. formas e )ocume(tos. em 7ue o mesmo emer8e mais clarame(te. em 8eral. o apoio 7ue atra,*s )e um 8olpe )e impressão )ireta 7ue era outros mome(tos associati,os. ele )e,e ser muito )eci)i)o. e po)e por sua ,e-. ape(as um suporte ser feito (este se(ti)o. sem ser capa- )e pre,alecer co(tra uma oposição )etermi(a)a )o outro la)o o seu car;ter# H; coisas amarelas 7ue são a8ra);,eis para (Es. como o ,i(=o. e a7ueles 7ue são co(tra (Es. como o ,/cio em amarelo. =; a7ueles )e 8ra()e importW(cia e )e 8ra()e ,alor. como o sol. a lua. a coroa. o ouro. e a7ueles )e si8(ifica)o comum como uma pla(/cie )e areia. um restol=o. pal=a. fol=as secas. barro# >Es e(co(tramos o amarelo )os ,esti)os. o e(?ofre. o limão. o ca(;rio. sempre em uma ,arie)a)e )e ob@etos. (os mais )i,ersos usos. como 8eralme(te * um perso(a8em associati,a muito firme )o `elloB emer8ir como i(flu9(cias opostas se (eutrali-am# Assim. sE a impressão )irecta )o amarelo parece ser co(si)era)o# Cas isso mu)a 7ua()o ,amos a al8umas alteraç<es )o amarelo e. posteriorme(te. os e?emplos. mas#Em uma parte )o mesmo. a pla(/cie are(osa. a pal=a. pal=a. o carama(c=ão murc=a. o barro sempre (os e(co(tra em uma ampla ;rea. (a repetição fre7Ae(te. um amarelo p;li)o. sem bril=o. sem ,i)a. com a impressão )e 7ue 7ueremos )i-er coisas terre(as )e me(or ter+(os pouco i(teresse ou at* me(os a8ra);,el importW(cia )ia(te )e (Es em um )ifere(tes partes )o sol. a lua. as estrelas. a coroa. o ouro )e um amarelo bril=a(te sempre com a impressão )e 7ue REias )o c*u ou )o po)er e )a ri7ue-a tesouros importa(tes ter a terra a(tes )e (Es# A8ora fale cores foscas p;li)as impote(tes em tu)o 7ue os ol=os po)em es7uiar at* O pouco bril=a(te. por*m bril=a(te são a8ra);,eis ao prEprio ol=oZ associati,o e )es,a(ta8em )ireta como ,a(ta8em por isso. se ambos co(cor)am @u(tos# Des)e (Es. mas o amarelo p;li)o comum com as )es,a(ta8e(s )e seu si8(ifica)o muito mais fre7u9(cia e em maior e?pa(são e(co(tra)o como o bril=a(te amarelo com as ,a(ta8e(s )e sua importW(cia. * a isso pelo me(os sair com 7ue são o amarelo fala)a em uma )etermi(a)a )es,a(ta8em co(tra outras cores (ão se aplica aos mesmos aparece. 36 . )e mo)o 7ue (Es preferimos por si mesmo como C# Herma(( e(8e(=osame(te obser,ou. I6 )e ,i(=o bra(co amarelo ou bra(co. o amarelo ouro

para citar ,ermel=o a esses ob@etos )o (osso estima)o o i()ese@;,el Para e,itar a associação# Pela mesma ra-ão. ,oc9 (ão ,ai 8ostar )e falar )e um sol amarelo. estrelas amarelas. mas ape(as por um sol )oura)o. estrelas )oura)as#
36

Tal,e- se@a tamb*m )e al8uma )es,a(ta8em )ireta co(tra as outras cores. mas eu (ão 8osto )isso. certame(te. )eci)ir#
I6

pla(o 8eral ) ast=# &D + Nm (u(ca ,ai e(co(trar (este )ocume(to e (a GTeoria Est*tica )as CoresG. o autor al8um i(teresse e estimular a obser,ação sobre a impressão est*tica )e cor. mesmo 7ue eu (ão 7uero co(cor)ar com o mesmo em to)os os lu8ares#

De ,er)e po)e+se )i-er. em 8eral. 7ue (os ); um certo se(time(to pela (ature-a. (ature-a bem (o 8eral. o ,er)e *. (o e(ta(to. a impressão )e um ,ermel=o satura)o. * pac/fico 7ue a memEria )e sa(8ue e ci(-as. preferiu a )e Rosa lembra()o a Rose partes tem. por7ue essas cores (ão são ape(as muito comum. mas tamb*m com beso()erm afirma se opor a esses ite(s para a (ossa ate(ção# A pare)e )a sala ,er)e. uma fol=a )e papel ,er)e )espertar+(os. * claro. mesmo 7ue te(=am muito a cor )a 8rama ou fol=a8em. (ão * um se(time(to (atural. por7ue as circu(stW(cias em 7ue se obser,a o ,er)e a7ui. )e p* em uma forte co(tra)ição com a memEria )o 8ra()e ao ar li,re . mas ,oc9 ai()a ser; capa- )e )i-er 7ue uma pare)e )a sala ,er)e fa- relati,ame(te mais a impressão )o ambie(te (atural. como ,ermel=o. amarelo ou a-ul. e essa impressão aume(ta. mesmo 7ue o c=ão com tapetes ,er)es ocupa)as. as mesas são cobertas ,er)e. por7ue e(tão (Es (os e(co(tramos em circu(stW(cias semel=a(tes )iretos. como (a ;rea )e floresta e pra)o ,er)e. )e mo)o 7ue a memEria )ele sur8e po)erosa# Nm 7uarto mobilia)o em uma ma(eira )e mi(=a casa * meu ami8o. bri(ca()o. c=amou o ,er)e Su/ça# E(tão. (i(8u*m pe(sa =ei boc=ec=a ,ermel=a )e uma rapari8a em assassi(ato e i(c9()io crimi(oso. ea impressão )e ,ermel=o est; a7ui asse8ura)a por uma e?peri9(cia muito comum para este tipo )e ocorr9(cia. e se. (o e(ta(to. ,er uma pe(a ,ermel=a (a tampa )e um =omem po)eroso. este :ltimo para lu8ar tão bem co(=ece ou po)eria ser a-ul. assim estaremos i(cli(a)os sim um sel,a8em atribu/)a a eles como se(sação sua,e# E assim o car;ter associati,o )as cores est; sempre su@eito a alteraç<es )e acor)o com as circu(stW(cias )e co+)etermi(ação# É (esta relação com as cores como com pala,ras amb/8uas# Seu si8(ifica)o associati,o )e,e ser e,i)e(te a partir )o co(te?to. '6 # SE as cores são em 8eral mais amb/8uo )o 7ue as pala,ras#
'6

Cais uma ,e-. isso @; * co(,i(ce(teme(te obser,a)o por C# Herma((#

O a-ul (os e(co(tra em 8ra()e me)i)a. )o c*u. )o mar e la8os. 7ua()o a sere(i)a)e est; (a (ature-a. e (ão =; ra-ão para 7ue o sucesso associati,o (ão )e,e fa-er a impressão )o a-ul com 7ual7uer reclamação )este# Cas. tamb*m. colocar )iretame(te o ol=o )e uma forma sua,e empre8a)o pelo a-ul. e * a7ui. como em to)a

parte. o()e o efeito )ireto e associati,o ir (o mesmo se(ti)o. pro,a,elme(te (ão * capa- )e 8ara(tir um )i,Ercio. o 7ue ,em O custa )e uma e outra causa# \ual * a base. em 8eral. a )istribuição )as cores (a (ature-a. sei 7ue (ão. embora po)e+se especular sobre a filosofia (atural# Para a utili-ação )o mesmo por parte )as pessoas. (o e(ta(to. po)e ser ,;rios moti,os e(co(tra)os para respo()er ao (ão o lu8ar para estar. a (ão ser 7ue um ou 8a(=ou 7ual7uer outra forma associati,a perso(a8em * co+)etermi(a o uso posterior. uma ,e-. em se8ui)a. por (i(8u*m me(os )o 7ue o car;ter )a impressão )ireta co(tribui para fa-er uso parece apropria)o ou (ão. )epe()e()o )o 7ue ele co(cor)a com o car;ter )a prEpria ,er)a)e ou (ão o uso# Com o uso fre7Ae(te. mas a partir )este po(to )e ,ista. o car;ter associati,o * ape(as mais e mais fortaleci)a e aume(ta)a# Depois 7ue ,oc9 po)e e(co(trar a cor ,er)e )e ca)eiras )e @ar)im e mesas )e @ar)im sE )e mo(ta8em. (a me)i)a em 7ue reforça a impressão )e 7ue o ambie(te (atural. como eles associação como a prEpria fa- lembrar o ,er)e (atural e impe)e 7ue outras impress<es associati,as fa-er outras cores a)ia(te+se se(tir. )es)e 7ue ,oc9 realme(te a impressão )e uma imersão completa (o ambie(te (atural. por assim )i-er. uma ferme(tação * 8erar i(,esti8a)a# Cas ,oc9 po)e. i(,ersame(te. preferem. em ,e- )e ser pre)omi(a a impressão )e um compleme(to co(trasta(te com o ambie(te (atural atra,*s )as i(stituiç<es )e co(,/,io social. e(tão ,oc9 ter; bra(co prefer/,el ao ,er)e# O R=apso)iste( 7ue absa(8e( Il/a)a. ,esti)o )e ,ermel=o para comemorar as batal=as e )erramame(to )e sa(8ue. )as 7uais a Il/a)a atua pri(cipalme(te. mas 7ue absa(8e( o O)VsseV. ,er)e mar. para comemorar as ,ia8e(s )e Nlisses para o mar# &6 O bo(* ,ermel=o e(cai?a os @acobi(os. a ba()eira ,ermel=a )os commu(ar)s (ão ape(as por7ue o ,ermel=o * mais emocio(a(te )o 7ue 7ual7uer outra cor. mas tamb*m por7ue * uma remi(isc9(cia )e sa(8ue e fo8o# E 7uem 7uer )ar um assalta(te ou mesmo o CefistEfeles. a7uele mesmo pe(sa 7ue resi)em (o bril=o i(fer(al. um ,esti)o a-ul+;8ua. 7ue lembra o c*u puro# Preto e ,ermel=o sa(8ue. ou simplesme(te )isparar ,ermel=o l; são as cores mais a)e7ua)as# Cas a8ora. )epois )e estas cores t9m si)o tão fre7Ae(teme(te e(co(tra)os realme(te se e(cai?a a ela. (Es tamb*m temos uma ri(al)i(isc=e( ou impressão mefistof*lico )e tais ,estes. e ser; (e(=uma pes7uisa pastoral i)/lica abai?o#
&6

Ji(kelma((. Hers =abitual# ) ale8oria# S# $2$

Co(si)eraç<es semel=a(tes 7ua(to Os cores po)e ser aplica)a a bra(co e preto. mas ,amos )ei?ar isso a8ora# \ua(to Os formas ,ou me co(te(tar. os )ocume(tos para tirar o co(traste )a co(,e?a e cF(ca,a. e (ão temas )as =ori-o(tais e ,erticais em co(si)eração# Se uma cur,atura co(,e?a )o ol=o e fica )o outro la)o )a escala apEs a cimeira )o bo@o como rastrea)a at* o po(to resto )o ol=o. em se8ui)a. o ol=o )e,e ser sempre a@usta)o para um po(to mais prE?imo. (o e(ta(to. sempre )ista(te. se * uma cur,atura cF(ca,a# Primeiro caso. co(si)erar as opi(i<es empurra)o para tr;s a partir

)e co(,e?a para ser se8u()o. se arrasta)o para o cF(ca,o sem uma ra-ão )ireta para isso * por7ue. para o ol=o realme(te (ão se mo,e para tr;s e para a fre(te. )e mo)o 7ue )e,em ser salie(tes para co(si)erar um po(to mais perto mais ac=atar a ,er uma mais )ista(te. at* a/ tu)o o co(,e?o em ,e- )e co(,e?o at* e(co(trar recuar )ia(te )ele# e. co(se7ue(teme(te. ape(as (o se(ti)o i(,erso 7ua()o cF(ca,o# Cas a8ora ,emos a Co(,e? em to)os os lu8ares sE empurrar para tr;s. repelir. e?cluir. pe8ue o cF(ca,o para receber. em se8ui)a. um se(ti)o associati,o co(tribui (ão sE para 7ual7uer (o,o co(,e?o serra e cF(ca,a sobre a substW(cia. mas mesmo pla(tou+se sobre a ate(ção mesmo # >a ,er)a)e. a corco,a * para )obrar o 8olpe co(tr;rio. ele 7uer lutar por co(ta prEpria. o peito )o or8ul=o ar7uea()o tu)o. ao co(tr;rio )o 7ue eles pe(sam )e si mesmos. o pu(=o aperta co(tra os i(imi8os a perse8ui+lo e co(tra+ atacar. os ca,alos estão em um c/rculo. a ala Jolf. os arcos )a po(te sobre o rio para repelir o e?posto sobre isso com ele. a bola bomba rola a partir )as abEba)as )a cate)ral. a c=u,a escorre )os 8uar)a+c=u,as co(,e?os# Co(tra isso. uma mão oca feita. um ,aso ,a-io. um saco )e (a)a prete()e 8ra,ar como al8o em si. ea flor oco le,a o raio )e sol e 8otas )e or,al=o sobre em si mesmo. um poço (ão po)e 7uerer 7ual7uer coisa para se )efe()er por co(ta prEpria. ele cai. se (ão uma 8ra)e com sua co(,e?i)a)e para 7ue ele )efe()e. 7ue ,9 atra,*s )e uma porta aberta para a ca,i)a)e )e uma casa. e(co(tra+se em ir em um co(,ite. e se ele (ão ,9 (a)a. mas a ca,i)a)e em tor(o. por isso ele est; (a mesma. e(7ua(to ape(as a sua co(,e?i)a)e )e fre(te para ele * ele fora. ele * e?clu/)o )a casa# Por mil=ares )e e?peri9(cias )este tipo. a impressão )as coletas co(,e?as e cF(ca,as. e po)e. )epe()e()o )ele para ca)a So)eru(8 )e e?clusão ou auto pe8ar. 7ue * )esperta)o por a()ers=er. O )ireita. carre8am um car;ter a8ra);,el ou )esco(te(te# O ol=ar (o c*u alto ou uma 8ra()e i8re@a saltar at* a reali-ação )a primeira perso(a8em. a alma se(te. por assim )i-er. com os ol=ares com pu?a)o para cima# Se ac=a 7ue ,oc9 ol=ar para o c*u ou o teto (a )ireção oposta ar7uea)o. por isso a impressão )e 7ue preferia ser um )eprime(te. se@a. como se eles 7ueriam empurrar as pessoas para o c=ão# Depois )isso. (ão faum bom efeito. se. em Holksfestlic=keite( Os ,e-es 8uirla()as )e flores em to)o )ese(=a)o )e uma casa para casa oposto )o outro la)o )a rua e ol=ares bulbosas para bai?o co(tra as cabeças )os sub@ace(tes )esaparecem e?tremi)a)es 7ue pe()uram para bai?o e 7ue ele ficaria tão ruim. se os fest<es florais semi+circulares 7ue te()em a ser mo(ta)o em tais ocasi<es sob as @a(elas. mas foram cF(ca,o em )ireção O estra)a como co(tra a @a(ela. por7ue ,oc9 (ão ,ai# relacio(a)a com as pessoas (a rua. mas para as @a(elas e pe(sa+lo i(cli(a()o+se Se uma ca)eira * a )obrar para a fre(te. as costas ,ai ,irar as costas. )e mo)o 7ue este (ão * ape(as impratic;,el. mas tamb*m parece ruim. e(7ua(to uma co(ca,i)a)e fraco fre(te a8ra)a (ele para bai?o como um co(,ite para (Es#Nm si(al por outro la)o ,oc9 (ão 7uer (o la)o )o i(imi8o e(fre(ta)o ol=ar )ifere(te )o 7ue co(,e?o por 7ue ,oc9 7uer ,9+lo sua proprie)a)e )efe(si,a i8ual# Apesar )e ca)eiras estofa)as. sof;. )o tra,esseiro parece tão acol=e)or. 7ue mer8ul=ar (ele. o i(c=aço. por isso eles são co(,e?as# Cas a7ui * o car;ter associati,o )a co(,e?o 7ue recol=e a partir )e maioria )os casos e. porta(to. a maioria )os casos se aplica (o,ame(te. supera)o pelo Gcorpo el;stico macio car;ter

e?cepcio(al. o 7ue ,emos uma co(ca,i)a)e (ão. mas empurrar+se e. )epois )e e?peri9(cia repeti)a (os (os e(si(ou 7ue somos tão co(fort;,el )esca(so (esta co(ca,i)a)e. co(,e?i)a)e )e uma ca)a ,e- maior ele cresce# A posição =ori-o(tal eo suporte a(la(8e() ,ertical. por isso. * familiar para (Es. e * mais f;cil para (Es para retribuir )o 7ue se8uir uma li(=a =ori-o(tal atra,*s )os ol=os )e um asce()e(te ,ertical e )esce()e(te. e @; o fil=o rec*m+(asci)o ,ai preferir ol=ar como cima e para bai?o ol=ar# O mesmo aco(tece com o Hertical si)o impress<es )iretas mais co(sumo )e e(er8ia )o 7ue a =ori-o(tal. e )o car;ter )a impressão associati,o co(cor)a basta(te @u(tos# >a ,er)a)e. a posição =ori-o(tal. (os )eparamos com o so(o eo =omem morto. o toco )e ;r,ore ea colu(a ca/)a. o espel=o )e ;8uas calmas. o a,ião )e (o ir facilme(te# Em 8eral. tu)o o 7ue 7uer )esca(sar. )eita+se. e some(te (a =ori-o(tal )e,er; ,oc9 ol=a. e(7ua(to o =omem. a ;r,ore. o pilar em p*. ai()a para se )efe()er co(tra a 8ra,i)a)e )e seu e7uil/brio. tem )e se )efe()er co(tra o mesmoZ a o()a preciso ter força para le,a(tar+se e * preciso força para subir uma mo(ta(=a# Tu)o isso i(tera8e com a impressão )ireta l; para )ar a e?te(são =ori-o(tal )a impressão proporcio(al )e calma. le,a(tame(to ,ertical. a impressão po)erosa esforço# >o colu(as co(formi)a)e tem o Ca((elieru(8 muito em apoiar a impressão )e Aufstrebe(s. ele repetiu em ca)a sulco. ao passo 7ue parece absur)o para eles# A(*is =ori-o(tais ou sulcos para o ,ice+ção. (o e(ta(to. eles )e,em )esca(sar em almofa)as =ori-o(tais O 7ue eu (ão )i-er 7ue este foi o :(ico moti,o )e Ca((elieru(8. mas ele )e,e e(cami(=ar afabili)a)e. 7ue est; com o u(iforme )e relacio(ame(to Ca((elAre( e(tre si e com as li(=as )e fro(teira atrae(tes )a colu(a para a@u)ar# Nma paisa8em em 7ue muitas li(=as =ori-o(tais. por e?emplo. (as ca)eias )e mo(ta(=as. as mar8e(s )o rio. os par;8rafos )os ,;rios prEs e os fu()os co(tra o outro. )e lar8ura e)if/cios bai?os. etc ocorrem. aparece+(os em um perso(a8em mais 7uieto. como um 7ue. por sua cra8s. impo(e(tes ;r,ores i()i,i)ualme(te. e)if/cios altos e torres muitas li(=as ,erticais aprese(ta# Burke uma ,e- come(touX GE?te(são e(te()e comprime(to. altura e profu()i)a)e e(tre si E(tre estes. o comprime(to fa- o me(or efeito cem cF,a)os em terre(o pla(o (ão ,ai fa-er ta(ta impressão )e lo(8e. )e cem cF,a)os )e altura torre. roc=a ou mo(ta(=a I# ## ai()a acre)itam 7ue a altura parece me(os )o 7ue a 8ra()e profu()i)a)e. e 7ue estamos mais emocio(a)o 7ua()o )escemos em um poço sem fu()oZ# 7ue 7ua()o ,emos at* uma altura i8ual G Por 7ue tu)o isso[ + >a me)i)a =ori-o(tal. temos )e pe(sar em 7ual7uer )ificul)a)e )e asce(são como a altura ,ertical. e (o Np Ol=e para uma altura ,ertical )e (e(=um =orror )e to(tura e cai()o como o ol=ar )esci)a (a profu()i)a)e ,ertical# < O /omem )onAsso"iationen como o centro. Como tal. a (ature-a )e certos esta)os )e esp/rito e emoç<es como 7uali)a)es i(telectuais e morais )o =omem certo. sempre (a mesma ou semel=a(te forma estabeleceu. e?press<es f/sicas recorre(tes (o tom. e?pressão. os 8estos. a posição. o mo,ime(to. e )o =omem com ele mesmo e seus (ão pares ape(as a mais )e cabeça. mas tamb*m tem o maior i(teresse (o prese(te tr;fe8o. * a (ature-a )as coisas 7ue memErias associati,as )e,em )esempe(=ar um papel importa(te (as ;reas totais )e

associação em tais formas )e e?pressão# \ual7uer forma. ca)a som. ca)a mo,ime(to. ca)a posição )e mo)o 7ue a e?pressão (atural )o se(time(to =uma(o. a pai?ão. a proprie)a)e i(telectual e moral ou )eclaração foi )e al8uma forma repro)u- ou ape(as lembra)o. * em si mesmo. o()e eles e(co(tram (o i(a(ima)o. atra,*s )este memEria são i(flue(cia)os por suas impress<es muito# Assim. o roll+o,er como o esta)o sEli)o )e uma ;r,ore ao ,e(to. as partes )as (u,e(s. etc. impressão )e um terre(o comum atra,*s )e memErias )a parte. )etermi(a)a associati,a =uma(a. e )e,em a al8u(s so(s lame(tosos )a (ature-a para causar uma boa impressão. pri(cipalme(te. )e tal memEria# 5a apresenta'(o muito atraente Lot)e 0e) este ponto na s ?bh sobre o conceito de bele)a p. #P, etc, similar ao microcosmo (# X edi'(o "" #N2$ e argumentou em + rios pontos de sua hist8ria. Eu n(o nego a mim mesmo, depois de citar a partir dele. 2? +iol-ncia dos Yem n8sZ tend-ncias pre+alecentes atende n(o s8 o 0lu&o de id.ias e sentimentos, e eles tamb.m podem ser +istos por necessidade inata em mo+imentos corporais e&ternas *ue preenchem a lacuna entre os +alores espirituais do pensamento para a representa'(o sensorial . +erdadeiro mesmo sem. isso seria desenhos simples, rigorosas no espa'o, sem sentido em si mesmo, tra4do pela troca ben.0ica de tens(o e rela&amento, *ue concedem o olho girat8rio, os primeiros tra'os de uma bele)a ainda /ogando, mas ele *ue / 0oi *uebrado pela dor de sua pr8pria +o) ea tr-mula tens(o dos membros da rai+a reprimida senti, para o *ue se tornou a 0alar intuitable sensual, e *ue ele pr8prio 0oi obrigado a dar e&teriormente mani0estado, ele +ai suspeitar no+amente sob *ual*uer 0remdher apresenta+am apar-ncia similar. Pode%se pensar *ue a maioria de tais e&peri-ncias nossa opini(o belos contornos geogr 0icos baseados., se . sempre em +(o encontrar uma condi'(o cienti0icamente pre+is4+el para a bele)a de um tal contorno, . por*ue, por*ue ele n(o age por si, mas por mem8rias. Tual*uer um *ue tenha uma 0orma cara abai&o cur+ar%se ao peso da triste)a em cansa'o e *ueda melanc8lica +iu o . o esbo'o de tal inclina'(o e 0le&(o, +orschAebend o olho da mente, a interpreta'(o de 0iguras espaciais in0initos pre+er, e ele +ai se lembrar in0rut40era, / *ue tais recursos simples do desenho como sentimentos poderia estimular nele. 5os emaranhados de sons cada um a sua mente est de +olta e olha para seus mo+imentos. <i0icilmente Jaso contr rio, n(o lhes en+iar uma predetermina'(o nosso corpo n8s signi0ica dar por ala;de nossas emo',es *ue por si s8 n(o 0ora e&press(o. Jom os sons e suas altera',es ligadas para *ue a mem8ria de transi',es em tamanho e tipo de aspira',es e sentimentos, atra+.s da impulsionado ir4amos 0a)er os mesmos sons. 5a +erdade, mesmo a mem8ria da medida ea acti+idade biol8gica tens(o na produ'(o de sons nos ensina nestas auto% e buscar em sua altura e pro0undidade, uma pitada de maior ou menor 0or'a, o espa'o dispon4+el ousado ou diminuindo as suas aspira',es. de ar*uitetura, as suas colunas aspirantes e as cargas com grandes mais%los seria apenas n8s metade compreens4+el se n(o possuir em si uma 0or'a em mo+imento, e na mem8ria de cargas e resist-ncias percebidas, o tamanho de apreciar o +alor eo sentido adormecido da auto dessas 0or'as sabia *ue 0alar no transporte m;tua e sendo reali)ado do pr.dio. ?ssim . a +ida do corpo, dos assuntos de necessidade por regras e&ternas e&pressar impulsi+o, uma transi'(o para a

compreens(o das 0ormas e 0ormas sensuais, e at. mesmo a moral, inicialmente um e*uil4brio de aspira',es, ent(o de certa 0orma a se*G-ncia de e+entos internos condicionado um, . 0inalmente capa) de encontrar relacionados e similares nas 0otos sensuais. 2 Comume(te. embora (ão te fa- ol=ar claro o 7ua(to a ima8em refleti)a )o (osso prEprio ser e fa-er (o mu()o ob@eti,o para a impressão )e 7ue ele fa- )e (Es co(tribui# A poesia. mas a@u)a a7ui por um certo po(to. por. tra- as associaç<es )as 7uais )epe()e a impressão )e a pala,ra )e# Assim Caria ,9 as (u,e(s ,oar. (ão 8osta )o CETEORa"OMICA um e?trator massa i()ifere(te parece impulsio(a)o pelo ,e(to. mas como um =omem a()a()o a outra. ,9 (a,ios. e como eles 8ostariam )e afastar+se# Sim. a poesia * uma ,a(ta8em pri(cipal )o ob@eto (atural. relacio(ame(to. assu(tos tra)u-ir 7uase em um ser =uma(o. para )espertar a impressão )e associati,o ,i8orosame(te 7ua(to poss/,el. o cami(=o mais curto#Isso se ol=a atra,*s )a "ua e(tre as (u,e(s (ão * mais (ecess;rio apEs o efeito )e mo)o po*tico. como 7ue ele mesmo ol=a para as (u,e(s. 7ue o ei?o tem um li8eiro ru/)o )e mu)a(ça. (ão tão efica- como sussurram# O abismo (e8ro * o co(te:)o (os poemas (ão ocioso boce@ar (a fre(te )e (Es. mas boce@os em (Es# GH; c*us pro,oca()oG. Gmo,ime(to assusta)or )as ;r,oresG. Ga ma(=ã fa-e()o um bril=o ,ermel=oG. etc. etc >o e(ta(to. seria ir lo(8e )emais. a 7ual po)e ser te(ta)o ele (o a(terior (o,ame(te para limitar tu)o a mesma coisa para essa ori8em e efeito )o pri(c/pio est*tico )a associação# Por esta ra-ão. (ão * poss/,el. por7ue o pri(c/pio (ão se limita Os semel=a(ças. relação basta(te espacial. temporal e causal )esempe(=am um papel i8ualme(te importa(te# E(tão associaç<es esteticame(te muito efica- po)e ,ir a passar. 7ue (ão t9m (a)a a fa-er muito (o mol)e com e?press<es i(sti(ti,as ou arbitr;rias )e pra-er e )espra-er por (ossos prEprios corpos. e. porta(to. (ão a8e por lembrete por memErias )e co()iç<es ob@eti,as )e pra-er e )or# Assim. o e(ca(to associati,o )e A(blickes a lara(@a (ão * se8uro em uma semel=a(ça )e sua apar9(cia com os prEprios esta)os )e esp/rito )e 7ual7uer e?pressão e?ter(a. mas o fato )e 7ue a lara(@a * um ce(tro ob@eti,o )e co()iç<es causais )e pra-er para (Es. e era ,ista carre8a um Eri((eru(8s(ac=kla(8 este pra-er 7ue al8o * tu)o. mas A()res# Se ,oc9 7uer a co(tribuição 7ue o Srosc=8e7uak po)e )ar para o (osso =umor prima,era )e escre,er 7ue 7ueremos e?pressar atra,*s )e si mesmo Me7uak. mas (ão * a (ossa prEpria e?pressão )e =umor. por isso (ão po)e ser a memEria )ele. fa-e()o com 7ue tais )esperta * por7ue po)e soltou a ,o- em tu)o correspo()e =umores basta(te opostas. mas sim 7ue e(co(tramos ob@eti,ame(te o sapo 8rita com a mola em co(sta(te comu(icação. ); o seu ,alor associati,o# E por isso (ão se 7uer )i-er 7ue uma espa)a. uma coroa. uma coroa )e flores )e (oi,a )e,em seu car;ter est*tico )e uma memEria )e um.. e?pressão em forma )e a(el em forma )e coroa em forma )e espa)a )a ,iol9(cia. o po)er. o amor atra,*s )e formas ou ma(eiras )e mo,er o (osso prEprio corpo# Assim. muitos biscoitos (a fre(te )e uma casa. como uma ;r,ore. )ebai?o )e um ba(co. uma mesa. fala+(os acol=e)or. por 7u9[ Por7ue po)emos pe(sar co(fort;,el se(ta)o l;. (ão por7ue ;r,ore. ba(ca)a e mesa em si * ta(to como ise(tos )e estar

co(fort;,el# Se. (o e(ta(to. mas o 7ue eu (ão estou i(cli(a)o a a)mitir a co(formi)a)e fu()ame(tal e(tre (ossas prEprias formas e formas )o mu()o e?terior 7ue (Es 8ostamos são feitas. por isso (ão seria (ecess;rio para empurrar o pra-er (isso sE (a memEria associati,a )e (ossas prEprias formas . por isso seria mel=or. por e?emplo. simetria e seção ;urea po)e. porta(to. ca/)o. por7ue (Es a(8ebore(erBeise estão e7uipa)os para e(co(trar some(te compat/,el em co(formi)a)e com (ossas prEprias formas. por assim )i-er se e(cai?am )iretame(te (a mesma. sem (Es. ape(as as memErias )e (ossas formas )e e?i8ir# = A aná*ise de im!ress4es associados. Comentários sobre o !oder criati)o da ima%ina12o. Eu @; colocou 9(fase (o fato )e 7ue as est*ticas Total )e impress<es (ão )iferem seus ,;rios eleme(tos. ai()a tem a est*tica para )ar um relato claro )e sua co(clusão. o )i,Ercio tal. )e,emos per8u(tarX o 7ue * uma 7uestão )a prEpria impressão prEpria ou )ireta. 7ue )epe()e Os associaç<es. eo 7ue ,estir isto ou a7uilo para isso# E?austi,a Embora essa a(;lise (u(ca po)e ser por7ue 8eralme(te i(:meras lembra(ças 7ue co(tribuem para ca)a impress<es associa)as. sim. estritame(te fala()o. a ca)a um )os i(teiros Eri((eru(8s(ac=kla(8 (ossas ,i)as. ape(as com )ifere(tes pesos )e seus ,;rios mome(tos# Holtamo+(os para um po(to )e um teci)o estica)o em al8um lu8ar +. mas to)o o (osso co(te?to co(cepção * um tal teci)o compar;,el + assim a8ita()o to)o o teci)o. ape(as os po(tos mais. o primeiro são os po(tos em )ificul)a)es relacio(a)as com os fios mais fortes e te(sas com ele# Ca)a ,ista. mas su8ere ai()a mais )e um po(to )o (osso teci)o espiritual ao mesmo tempo# Cas ,oc9 po)e. reco(=ece()o essa i(teração ao lo(8o )e (ossas posses espirituais para fa-er 7ual7uer impressão )e 7ue a tarefa * e(co(trar os pri(cipais mome(tos 7ue pri(cipalme(te )etermi(am a impressão )e 7ue estu)ar )e fato a impressão a este respeito muito. (a ,er)a)e# Ai()a mais a est*tica tem moti,o para respo()er O composição )a impressão total )os seus eleme(tos. como um impress<es u(ifica)as ,oc9 absolutame(te (ão )escre,em. mas po)e ser caracteri-a)a a partir )e ,;rios compo(e(tes )e acor)o com sua composição. para 7ue a ocasião tem com fre7A9(cia suficie(te# Se ,oc9 7uiser 7ue a impressão causa)a por uma lara(@a. uma bola )e ouro. uma bola )e ma)eira )escre,er[ Co(traste. po)e ser o mesmo bem pelas i)*ias 7ue se fu()iram para caracteri-ar# >o e(ta(to. (ão ape(as por a7ueles 7ue se fu()iram (a mesma. mas tamb*m por a7ueles 7ue po)em sur8ir a partir )ele (o,ame(te. 7ue (o,os e importa(tes prese(tes aspecto# >a ,er)a)e. to)as as i)eias 7ue t9m co(tribu/)o para as impress<es me(tais. e po)e ,oltar a sur8ir a partir )ele. e ele re7uer ape(as e,e(tos e?ter(os ou i(ter(os especiais para fa-9+lo# As ra-<es para a oportu(i)a)e )e li)ar com pEs+)eri,a)o impressão total em )etal=es )e acor)o com o )ifere(te. mas se(ti)os relacio(a)os e(tre si com o assu(to. o 7ue * uma se8u()a parte pri(cipal )o efeito est*tico )os arti8os * 7ue sim (ão repousa ape(as em suas impress<es totais u(iformes# Isso 7uer )i-er 7ue ape(as a seme(te )a 7ual uma pla(ta semel=a(te * capa- )e se )es)obrar.

)ifere(te )a7uela )e o()e ele sur8iu# Ao mesmo tempo. a7ueles resulta(tes )e memErias )e a fo(te )e o()e )eri,a a ima8i(ação. e rece(teme(te. em muitas ,e-es a bele-a * e?plica)o por refer9(cia O ima8i(ação. como a7ui )e,e ser um co(,ite a essa fo(te em mais )etal=es para i(,esti8ar. como eu ac=o 7ue ele aco(teceu )es)e e(tão# ApEs a abor)a8em usual. al8u*m po)eria pe(sar 7ue a ima8i(ação um ati,o sem restriç<es t9m )ireito. e para fa-er isso por co(ta prEpria o po)er absoluto 7ue a ,isão )e um ob@eto#Cais perto )e assistir. mas a impressão associa)a )a substW(cia pre)etermi(a)a eles afetam esta bem. mas eles (ão po)em criar. eo c/rculo )e mome(tos associati,as )o espaço em 7ue eles sE po)em se mo,er# A8ora ,oc9 est; certo (o ,a-ame(to i()efi(i)o ea co(cate(ação )e co(@u(to )esses mome(tos a liber)a)e )e )ireç<es )ifere(tes e )e )ifere(tes comprime(tos )e fu8as. bem como (o,as combi(aç<es )os mome(tos associa)os. mas sempre ser os eleme(tos 7ue pre)omi(am (as impress<es associa)os. o mais forte e?pressar )etermi(ação e )irecio(a()o força por tr;s )isso# Hoc9 ac=a mais f;cil para a ri7ue-a )o 7ue a pobre-a em Ora(8e mais f;cil para a It;lia ou Sic/lia )o 7ue (a "apE(ia ou Sib*ria. o()e a bola )e ouro. e sim e(co(trar ime)iatame(te pe(same(tos )o tipo O ,ista )esses ob@etos sem causa. o 7ue (ão impe)e 7ue. (o ,a-ame(to mais amplo i()o a partir )o ce(tro )a associação passa atra,*s )e 7ual7uer Hermittelu(8s8lie)er ele# Em ,e- )e um po(to )e apro?imação. po)e e?pressar a ima8i(ação ter uma asce(são i(terior para as suas criaç<es. mas a fo(te )a 7ual ele )ese(=a. co(ti(ua a ser o mesmo em to)os os lu8ares# Ele est; em to)a parte (o i(co(scie(te i(ferior. * fu()i)o. eco )o 7ue esta,a sempre (a co(sci9(cia. e por isso ou a7uilo. e?ter(os ou i(ter(os. ocasi<es. (esta ou (a7uela combi(ação )e (o,o po)e e(trar co(sci9(cia# Ca)a associa)o * uma impressão. por um aume(to e?pressa (a co(sci9(cia c=ama)o. obter combi(ação especial )e rea)V+ma)e. 7ue po)e ser 8ira)o para fora )a ima8i(ação )e acor)o com as leis e os moti,os 7ue (ão se@am )e a7ui. )etal=a)as e feitas (o reco(=ecime(to )e outras Sort8espi((stes# Ele tem )ireito a se8uir. a fo(te )e o()e )eri,a a ima8i(ação para ol=ar (o i(co(scie(te. (ão ape(as em um primal i(co(scie(te. ao co(tr;rio. * uma fo(te. 7ue sE te,e )e pree(c=er a co(sci9(cia e po)e ser e?plora)a ape(as por ati,i)a)e co(scie(te (o,ame(te # >o so(o. (em formar impress<es associa)os. (em (u(ca formou al8umas )as substW(cias com 7ue mu)a a ima8i(ação e a partir )o 7ual ela tece# %6
%6

Se Hartma((. pelo me(os. 7uer para )eri,ar as co(cepç<es e(8e(=osas u(it;rios )a ima8i(ação )e um i(co(scie(te primiti,o. (ão ,emos ra-ão para fa-9+lo. por7ue eles 8ostam )e to)a a u(i)a)e )a co(sci9(cia. )o 7ual ele * )eri,a)o. mas ape(as uma 7uestão )a prEpria co(sci9(cia# Claro. tu)o est; em tu)o o 7ue o =omem tem toma)o u(iformeme(te em subor)i(ação O u(i)a)e 8eral )e co(sci9(cia e )e pe(same(to. tamb*m po)e ser o seu u(iforme li8a)a ra)ical (o i(co(scie(te. o le,a(tou )e ,olta O co(sci9(cia p:blica po)e a)icio(ar (o,os mome(tos )e co(sci9(cia para (o,as criaç<es ei(=eitiic=e( sem ter a co(sci9(cia isso precisa ,ir para o res8ate com uma u(i)a)e primor)ial )o i(co(scie(te#

1> a forma12o %rad-a* da im!ress2o associada. A cor espiritual para (Es este termo para lembrar mais uma ,e- 7ue aceitam os ob@etos para os seres =uma(os. * claro. po)e se )ese(,ol,er tão some(te (o curso )a ,i)a. )e acor)o com o tr;fe8o# O =omem mais @o,em e crua *. e me(os ai()a ai()a a esco,a espiritual operou (ele. mais supera a impressão )ireta )as coisas# O =omem mais ,el=o e mais e?perie(te *. a ele as coisas mais pela totali)a)e )as suas relaç<es e efeitos tem 7ue saber. o mais começa a ima8em me(tal )o 7ue para compe(sar# Nm a)ulto 7ue ,9 o mar tempestuoso. pela primeira ,e- *. mas se(tir a 8ra()e-a )o espet;culo completame(te )ifere(te. como uma cria(ça. 7ue sempre ol=a pela primeira ,e-. por7ue isso po)e i(terpretar a (o,a impressão cara * ,el=o. isso (ão aco(tece# "et-tres se(te (a)a. mas uma Jalle( e o()as (o pai(el Cores )o ol=o. o 7ue po)e 7uerer saber ape(as est:pi)o. 7ue a ,iol9(cia. peri8o. me)o. (aufr;8io li8a)o a ele. ele po)e (ão saber como isso. e em caso )e 7ue a impressão )e um (a,io. 7ue * ape(as e(8oli)o pelos mares em f:ria culmi(a. porta(to. (este. a impressão )e 7ue * a prEpria e(8oli)o pelas impress<es )o mar# Nm ce8o )e (asce(ça. 7ue * ape(as a8ora opera feli- 7ue a Ora(8e (ão * outra impressão )e fa-er )o 7ue a bola )e ma)eira amarela. a mão ,ermel=a e (ariparecem i8ualme(te a8ra);,el )o 7ue o rosto ,ermel=o 7ua()o a ,ermel=i)ão * ape(as (/ti)o e a(ima)o. um perso(a8em. mas * calei)oscEpico ele ac=ou mais bo(ita )o 7ue a mais bela pi(tura. pro,a,elme(te. mais bo(ito )o 7ue o rosto mais bo(ito. embora se possa per8u(tar se al8o (ão po)e substituir o i(sti(to )a associação. o 7ue o futuro 0Seção QII6# Hoc9 aperta o a(terior. pro,a,elme(te. como este 7ue precisamos e(te()er as formas ape(as para obter a impressão certa )isso. e por 7ue (ão )i-9+lo. mas * preciso e(te()er esse e(te()ime(to prEprio apre()i-a)o )ireita. o 7ue (ão * o caso 7ua()o se pe(sa como muitos parecem pe(sar 7ue os ob@etos re,elam seu si8(ifica)o para o especta)or por si mesmo. ele Bofer( basta(te absortos ape(as (a co(templação# Em ,e- )isso. como eu )isse. ,ai a importW(cia )as formas )e ser tão bom 7ua(to o apre()i-a)o )e pala,ras. e * familiar para (Es ape(as. )a mesma forma. 7ue * a forma )e associação# Cas se o si8(ifica)o b;sico )e pala,ras e formas. como seus )i;rios mo)os )e e(ca)eame(to recorre(tes ape(as familiares. para 7ue ,oc9 possa compree()er frases lo(8as e obras i(teiras )e arte e. em se8ui)a. i(terpretar# A este respeito. os ,;rios po,os. (aç<es e *pocas coisas prese(tes em )ifere(tes circu(stW(cias. o mesmo aco(tece com a impressão )e associa)os para eles um perso(a8em )ifere(te. 7ue uma )as pri(cipais ra-<es para as )ifere(ças )e sabor se e(co(tra# Este ,ai ,oltar mais tar)e# 11 O !rinc0!io em -so s-!erior. O a(terior co(t*m o mais comum. em sua maioria @; erlPuterbare( (os mais simples e?emplos. aspectos )o pri(c/pio# O mesmo. mas perma(ecem ,;li)as se a8ora le,a(tar+(os a e?emplos se)ar mais ele,a)os e afi(s )a (ature-a e )a arte. e sE

ocorrem. porta(to. relaç<es )e 7ue * composta. em @o8o# Assim como um ob@eto se )es)obra )ia(te )e (Es. as partes )e 7ue se )isti(8uem u(s )os outros. mas para 7ue seus si8(ifica)os associati,os. impress<es e e(trar em relacio(ame(tos u(s co(tra os outros. se relacio(am e(tre si. 7ue se misturam em uma u(i)a)e )e resulta)os. po)e e(trar (ele. sem a )isti(ção )as co(tribuiç<es i()i,i)uais ,ai (ele# O 7ue (ão po)e ser )isti(8ui)o (a i(tuição )e um ser =uma(o. ol=os. boca. to)a a cabeça. tEra?. ab)Fme(. membros. ca)a parte tem por seu si8(ifica)o associati,o. fa- a sua co(formi)a)e )ifere(te impressão. mas tamb*m to)o o =omem tem tais e tais marcas 7ual * o si8(ifica)o ea impressão )as peças i()i,i)uais (ão est; per)i)o. mas Borei( ele e(tra a fim )e termi(ar em uma impressão 8eral. a partir )o 7ual os mome(tos i()i,i)uais po)em sur8ir (o,ame(te# \uase a8ora as impress<es )irectas (ão sE em si po)e ser a8ra);,el ou )esa8ra);,el. mas os relacio(ame(tos tamb*m a8ra);,eis e )esa8ra);,eis ,9m para o outro. isso * ,er)a)e para os associa)os eo co(se7Ae(te )ese(ca)eame(to i)*ias i()i,i)uais e como as impress<es )irectas. pelo me(os. )es)e 7ue (as ;reas 7ue ma(ter a ,isibili)a)e. co(ti(uam pobres e )e bai?a co(tra o associa)o. para 7ue ele possa @; ser i(teirame(te i8(ora)a em 8eral. 7ua(to a arte se )e,em a sua ri7ue-a e seu (/,el )e Asso-iatio(-u# Para uma )iscussão um pouco mais )etal=a)a a este respeito como (Es (as se8ui(tes seç<es )a impressão c9(ica )e altitu)e relati,ame(te bai?a ai()a oferecem um e?emplo# >a ar7uitetura. somos os mesmos aspectos em seç<es posteriores 0QH QHI6 ,im falar# O mel=or trabal=o ,is/,el )a criação em to)os. mas * para (Es a forma =uma(a# As maiores obras )e arte ,isual tem por ob@eto ou eleme(tos esse(ciais# A8ora (ão * co(testa)o (o rio )e formas e simetria bilateral. tal,e0su@eito ai()a a co(si)eração mais perto6 as proporç<es simples. como al8u(s 7uerem. ou certos /()ices r/tmicas como A()re 7uer. ou a seção ;urea como Yeisi(8 tamb*m. pro,a,elme(te. em al8um i(sti(ti,o Cuito )o 7ue po)e. a forma i()i,i)ual. para al*m )e to)o o si8(ifica)o tet=ere). como (Es @;. o 7ue ocorreu em to)a a ima8em. (em as ra-<es )e os si(ais )e mão )e a8rupame(to e )e cores. em 7ue. pro,a,elme(te. po)e fa-er al8o =armo(ioso e relacio(ame(tos )esarmF(icos para se afirmar# Cas isso * ape(as o bloco mais bai?o para o prEprio SIQAbcO e?pressão )a capaci)a)e )a forma =uma(a para as lo@as e os pra-eres )a ,i)a. e ai()a maior e?pressão )a alma ea alma se mo,e o 7ue to)os (Es @; po)emos ,er a fi8ura i()i,i)ual. e. fi(alme(te. para o ser =uma(o mais 8eral e mais alto. sim )a socie)a)e a partir )as relaç<es =uma(as )e lo(8o alca(ce 7ue po)emos ,er to)a a pi(tura# Cas tu)o o 7ue le,amos ape(as as formas ,istas e combi(aç<es )e cores para ele. )e acor)o com a e?peri9(cia sobre a importW(cia )o mesmo. 7ue (Es fi-emos. tu)o o 7ue * uma 7uestão )e o associa)o. e (ão a impressão )ireta# >o rei(o )o ,is/,el @; ,em (e(=um apelo est*tico )e al8uma rele,W(cia para a altura e força. ao mesmo tempo. sem associação a passar# O mais importa(te 7ue ele tra- al*m )este rei(o. * o car;ter calei)oscEpico e os fo8os )e artif/cio# SE o pri(c/pio au?iliar ); a impressão )ireta (a composição )os tempos ,;rios associa)os maior importW(cia (esta ;rea# Por outro la)o. uma )as mais belas pi(turas em tor(o )e

mo)o 7ue as co()iç<es i(ter(as perma(ecem as mesmas. se()o 7ue o efeito )ireto )epe()e. ai()a * o mesmo. mas o pra-er em ou,ir. por7ue as associaç<es. 7ue sE )ão mais importW(cia O ima8em a)erir ape(as O posição ,ertical e seria por causa 7ue um * capa-. )e ,olta e(8e(=eiro posição ,ertical (a i)*ia )e o i(,erso# Assim. uma ima8em colori)a como o ol=o se(sual aparecer )e uma ma(eira completame(te )ifere(te colori)o parece por suas associaç<esZ a7ui * a me(te ape(as o est/mulo maior. e * a :(ica li8ação )o to)o para procurar e e(co(trar# A poesia culmi(a com fator associati,o. pois o si8(ifica)o )o poema sE se co(strEi sobre as pala,ras e ,erso. ritmo. rima importW(cia 8a(=o si8(ificati,o ape(as )e acor)o como eles e(tram a7ui. o 7ue (ão impe)e 7ue ele. mas apEs o Pri(-ipe au?iliar muito para a força a impressão est*tica co(tribuir# Cas seria erra)o te(tar e(co(trar uma i8ualme(te 8ra()e importW(cia )o fator associati,o em to)as as artes# Em ,e- )isso. a m:sica * a este respeito as artes ,isuais. tais como poesia Termi(ou (o seu mel=or. o fator )ireto. o pri(cipal papel )o associati,ismo ape(as um papel me(or como )iscuti)o (a Seção QIII para )iscutir. * ape(as muito. (em to)os os associati,o fator @a-ia# >a busca )e estabelecer pri(c/pios u(iformes. a pessoa tem impressão pri(cipal m:ltiplo )a pi(tura (o mesmo se(ti)o )i-er )os auffa]bare( )iretame(te por isso 7uero fa-er impressão musical )e suas formas e cores. )epe()e()o 7ua()o a m:sica em si )a relação e(tre so(s e e(tre co(e?<es )e ;u)io. mas o A pi(tura * a este respeito mais semel=a(te O poesia )o 7ue a m:sica. embora (ão se@a compar;,el em to)os os aspectos o 7ue ,em )e(tro esta seção com al8umas co(si)eraç<es# Por outro la)o. ,oc9 7uer re)u-ir tamb*m a pri(cipal impressão )e m:sica (a Associação por este meio. mas o 7ue )isti(8ue a m:sica )e pi(tura re,o8a)a ape(as pelo la)o oposto# Para ter certe-a. a busca. co(=ecer to)as as artes )e )i-9+lo * tra-er sob o mesmo teto. mas ,oc9 per)eu o po(to )e u(i)a)e. se ,oc9 ol=ar para ele. o()e em ,e- * o )isti(ti,o#To)as as artes pl;sticas t9m isso em comum. meios se(suais para combi(ar )e mo)o 7ue ela cresce mais )o 7ue mero pra-er se(sual# A7ui est; o po(to )e u(i)a)e# Este sucesso po)e ser tão pre)omi(a(teme(te por meio )e relaç<es e(tre impress<es )iretas são tão alca(ça)o e(tre as impress<es associa)as e est; pro,oca()o i)*ias. * a/ 7ue resi)e um )os aspectos mais )isti(ti,os )e )ifere(tes artes. o 7ue certame(te (ão po)e ,ir. se o prEprio impress<es associa)as (ão resulta )a )ireta )ifere(te# Se =ou,er esteticistas. 7ue (e8am o fator associati,o represe(ta uma proporção si8(ificati,a )e bele-a em tu)o. ale8a()o 7ue o seu efeito )e,e ser )e)u-i)o )o efeito )e um ob@eto a ter sua bele-a pura. assim 7ue esta * ape(as uma separação )outri(;ria )e 7ue a ,i)a efeito )e bele-a e uso ,/,i)a e?pressão (ão sabe )e (a)a# Eles co(fu()em a )isti(ção )os )ois fatores )a bele-a com um a ser feita pela bele-a )e )e(:(cias. e )ei?ar )e )i-er )e to)a a bele-a )os ob@etos ,is/,eis tão some(te o es7ueleto )ei?a)o pelo ,estu;rio )o mesmo com car(e ,i,a ape(as pelas associaç<es aco(tece# >a ,er)a)e. o 7ue apEs a )e)ução )e to)os associação ai()a resta )a Ca)o(a Sisti(a. * um pai(el colori)o. o 7ue ele fa- to)as as amostras tapete para complac9(cia a(tes. por7ue (este tamb*m temos o apelo )ireto )e =armo(ia )e cores

e simetria. em 7ue a ima8em * sacrifica)o para )ar o mesmo espaço para a fi?ação )e i)*ias sublimes e elo comum# Ser; 7ue a8ora ,oc9 (ão se espera 7ue a bele-a )a ima8em. para 7ue ,oc9 obter um co(ceito )e bele-a. 7ue * bom. sE (ão precisa em 7ual7uer sistema (a ,i)a. e por este meio tor(a o sistema i(utili-;,el mesmo para a ,i)a# >ão se co(testa. embora al8umas )as associaç<es 7ue realme(te )iscrimi(ar como irrele,a(te para a bele-a )e ob@etos ,is/,eis. mas estes são ape(as as associaç<es 7ue são )emasia)o aleatErio para pa8ar comZ secretam Tu)o isso *. a prEpria bele-a com secretam# Claro. ,oc9 7uer fa-er uma co(tribuição si8(ificati,a para a associação )e bele-a ape(as )o po(to )e (e8ar 7ue eles foram reali-a)os em to)os )epe()em )e forma aleatEria. em pessoas )ifere(tes )e forma muito )ifere(te )e formação. )e fato mu)a()o (o mesmo =omem po)e. se al8o )e bom para bo(ito ou (ão para e?plicar# Cas as associaç<es mais importa(tes são tamb*m comume(te imposta ao po,o pela (ature-a 8eral )e recursos =uma(os. terrestre e cEsmica situação. em 7ue. por e?emplo. (i(8u*m com a força ea sa:)e. sem e?pressão )a 7uali)a)e ou )otes i(telectuais )a e?pressão )e fra8ili)a)e com o po)e co(fu()ir mal)a)e ou estupi)e-. e 7ue a mu)a(ça )e i()i,i)uali)a)e. tempo. associaç<es lu8ar em causa. 7ue t9m um papel (o )ese(,ol,ime(to )os )ifere(tes 8ostos )e )ifere(tes i()i,/)uos. po,os. tempos. eles são ape(as muito mais )etermi(a(te )o fato. mas (ão )e autori-ação )e 8osto. e )o co(ceito )a ,er)a)eira bele-a (o a(terior 0Seção II6 (ão tem )a)o o bom se(so )e se8ui+los mais )o 7ue 7ue as )ifere(ças i()i,i)uais são mesmo o po)er. mas o 7ue eles realme(te )e(tro )e certos limites e. porta(to. as )ifere(tes mo)ulaç<es )e bele-a )ar espaço. utili-a()o ape(as tem )e ser co(si)era)o como ,er)a)eirame(te como ob@eti,ame(te bo(ito. o 7ue tem o pra-er ime)iato. * be(*fico como um to)o em relação a to)as as co(se7u9(cias e co(te?tos. e por7ue a participação )as associaç<es (ão po)e ser e?clu/)a# Jomo entrada obser+ado, contribui principalmente Want culpar a opini(o generali)ada de *ue o 0ator associati+o apenas um ingrediente menor para a impress(o de pura ou no termo de Want bele)a 2li+re2 ., para o *ual ingrediente *ue tem o termo bele)a 2pendente2, mas este homem escre+e ele n(o tem import=ncia est.tica real. Ele agora mede tamb.m o pr.%inscritos para uma planta natural ou arti0icial detecta um +alor de outras considera',es, ele sente 0alta, mas apenas para *ue um aspecto principal da bele)a *ue ele *ue contribui no sentido de estar preso a e&cluir substancialmente dela. Herbart (total de obras "" p. #DL$ n(o +ai t(o longe como Want, pela a'(o do chamado apercep'(o dele (gra+a'(o de uma impress(o na no'(o anterior 5e&us e estimula'(o do mesmo por isso$, o *ue n(o . separ +el da associa'(o com comanda a aprecia'(o de uma obra de arte s8 ter at. agora de lado 2, como eles n(o substancialmente considerado condicionalmente2 sem 0a)er o potencial do *ue ele 2essencial2 contam como. <o /eito *ue ele discutiu alguns e&emplos re+ela, no entanto, *ue ele, em +e) de procurar um grande 0ator de impress(o est.tica de obras de arte em mem8rias associati+as, apenas um n(o completamente dispens +el, mas

)urGck)uAeisendes poss4+el elemento au&iliar e&aminou%o, ea -n0ase no 0ator direto (o chamado percep'(o$ inserido. ?gora, . claro, . realmente na m;sica, a -n0ase no 0ator direto como para continuar a discutir, Herbart, mas e&emplos mistas de artes +isuais, onde . sim na associati+o, e da m;sica a*ui de uma 0orma *ue mostra *ue ele a grande di0eren'a . a ordem a este respeito entre as duas artes . bastante escapado. ?l.m disso, ele / Lot)e (Iesch. d ?e. 22N$ Herbart lutou contra a subestima'(o do momento associati+o. A ra-ão mais comum para re)u-ir a importW(cia )as associaç<es para a bele-a )o ob@eto ,is/,el. * sempre o 7ue * espera)o para se(tir a sua prEpria forma. 7ue a)icio(a ape(as por associaç<es. caso co(tr;rio (ão seria poss/,el. a sua importW(cia )e,e ser co(fu()i)o como isso aco(tece# Isso )epe()e )a força com 7ue fa- a impressão )ireta )e ori8i(ali)a)e. clare-a e precisão são aprese(ta)os e os muito 8ra)ual. mas sempre fi?o e /(tima. tor(a()o+se. mais rece(teme(te. fusão i(e?trica,elme(te )e associati,o assim# Ent(o Eischer di) em s passagens cr4ticos (p. #PM$, e uma +is(o semelhante, tamb.m estou geralmente encontrado1 27odo o ponto de bele)a na apar-ncia, n(o me re0iro a 0orma, eles n(o +(o *uerer se e&pressar como um le(o, n(o signi0ica. generosidade, ele . apenas um le(o, e os conte;dos de suas 0ormas apenas a 0or'a +isual da nature)a nesse tipo de pro/eto, com essas caracter4sticas e&ternas e internas 2. Fas a 0orma e 0or'a s(o em si coisas muito di0erentes, uma 0orma pro+a+elmente pode lembrar *ue ele . produ)ido por uma 0or'a, como +imos produ) 0ormas semelhantes por ele, mas por si s8 n(o tem o poder de conte;do, para *ue isso signi0ica na 5a +erdade, apenas a 0or'a associati+a, ou se/a, o le(o n(o . s8 isso *ue 0e) dele, mas tamb.m, e ainda mais *ue ele . capa) de e&ercer%se, depois de uma e&peri-ncia ade*uada. <e 0ato incluem e&peri-ncias anteriores de ambos interpreta'(o ea 0orma n(o pode ser aus)udeuten por si s8, nesse sentido, acredita% se, em +e) apenas assistir o *ue +oc- colocar em apar-ncia. 5(o se contesta, ainda pode pendurar *ual*uer coisa, desde a 0orte impress(o da 0igura do le(o em mente *ue s8 por*ue +oc- precisa de mais 0or'a +i+a para desenhar o contorno *uadrado de um le(o, como o arredondado de um porco com os olhos, para *ue ele n(o precisa de lembrete, mas pendurado na coisa principal este impress,es diretas, ent(o ter4amos a +aca igualmente pra'a t(o 0orte, e aparecem linhas angulares arbitr rias tra'adas 0or'a ainda mais poderosa do *ue os le,es. ?ssim, o e0eito direto da 0orma de um le(o n(o pode ser indi0erente @ impress(o de +igor, mas n(o o discurso sem a a/uda de +alores associati+os poderosas t-m e0eito. 3 0ato de *ue um le(o n(o signi0ica *ue a magnanimidade, est admitindo. H uma 0alta de e&peri-ncia, o *ue nos permitiu estabelecer magnanimidade 0ormas semelhantes, por isso n(o pode signi0icar 0orma associati+a de um le(o ea tal. 1$ A*%-mas considera14es mais %erais. Se o pra-er (as coisas baseia+se esse(cialme(te com a memEria )e a8ra);,el a. *

claro em si mesmo# 7ue ele )e,e ser a8ra);,el a si mesmo. e. porta(to. a associação po)e solicitar Os fo(tes )iretas )isse ape(as como uma fo(te secu();ria )e pra-er# A7ui. (o e(ta(to. (ão foi co(si)era)o para ,isitar esse fo(tes )iretas. mas ape(as para mostrar 7ue e(tre as ,;rias fo(tes )e pra-er em tu)o o secu();rio )a associação )esempe(=a um )os pri(cipais pap*is por. as e(tra)as )e to)as as fo(tes 7ue são ori8i(ais A prEpria acomo)a()o a/# Ca)a efeito )ireto e associati,o )epe()e ta(to )a (ature-a )o arti8o. o 7ue ); a impressão. eo estabelecime(to i(ter(o 0f/sica e me(tal6 )o i()i,/)uo para 7ue a impressão * feita. me(os )o 7ue um fator ob@eti,o e sub@eti,o# Direto. mas * a impressão )e um ob@eto. (a me)i)a em 7ue )epe()e sub@ekti,erseits )ese(,ol,i)as pelo i(ato ou ape(as por ate(ção e pr;tica em li)ar com ob@etos )o mesmo tipo e refi(a)o i(terior laVout. associati,o. (a me)i)a em 7ue )epe()e )e um )ispositi,o 7ue * causa)a pelo fato )e 7ue o su@eito aprese(tou ,;rias ,e-es em co(@u(to e relação com )etermi(a)os ob@etos )e outros tipos# Al*m )e impress<es )iretas e associati,as se po)e falar )e combi(atEria. mas eles sempre po)em ser resol,i)os em associati,o )ireto e. por isso. eles (ão estão realme(te coor)e(a)os# Ca)a casa fa- para si uma impressão )ireta pela sua forma e corZ associati,o. se (os aparece como espaço )e ,i)a para as pessoas. uma combi(atEria )e acor)o com as co()iç<es para o seu ambie(te. mas isso * certo. se a forma atual e cor )a casa em relação com o actual )o ambie(te ocorre. associati,a. ta(to 7ua(to as (oç<es associati,as )e =abitabili)a)e )a casa por i)*ias associati,as 7ue )esperta o ambie(te sofrer i(flu9(cia# A )ifere(ça e(tre as impress<es )iretas e associa)os (ão )e,e ser ,isto com as )ifere(ças e(tre as impress<es mais bai?os e mais ele,a)os )o 7ue uma coi(ci)9(cia. @; 7ue em ,e- )isti(8uir as impress<es )iretas mesmo em me(or e maior. e po)e subir a uma altura pelo me(os (o campo )a m:sica. e(7ua(to al8u(s impressão associa)a po)e ser muito bai?a. como (o e?emplo 0,e@a acima6. o()e os laços (o )e)il=a)o )e uma alime(tação ,i,a se(sação )e seu bem 8osto. ou para uma )etermi(a)a pala,ra. a i)*ia )e uma coisa simples# A fim )e 8a(=ar clare-a sobre a (ature-a eo mo)o )e ori8em )e impress<es est*ticas. * a8ora. a(tes )e tu)o importa(te e(te()er a )ifere(ça e(tre o fator )ireto e associati,o para fa-er o mesmo em to)os. e ,;rias ,e-es (ota+se 7ue isso (ão aco(tece facilme(te. como )e,eria aco(tecer# Em 8eral. o )esempe(=o )e ambos os factores * mais ou me(os @o8a)o em co(@u(to. e especialme(te a )o factor )e associati,o muito comum (o )irecta i(clu/)as (o c;lculo. a partir )o outro la)o. mas tamb*m pro,a,elme(te o efeito )o )irecta )o 7ue (o associati,a com aume(to ou co(tra )esaparecime(to ou recicl;,el co(si)era)o. por7ue tão pouco familiari-a)os tamb*m a est*tica. =o@e. * o pri(c/pio )e associação. tão familiar 7ue * ela falar )e seu sucesso# Ambos (ão sE tem ambi8Ai)a)es profu()as e obl/7uas sobre o episE)io. mas tamb*m tem ,is<es fu()ame(tais )e )uas faces )a)as sobre a reali-ação )a bele-a )a ori8em. (a me)i)a em 7ue * uma 9(fase e?a8era)a :(ica ou em um ou outro fator# Em uma co(ta )e um la)o ou sufici9(cia u(trifti8er )o fator )ireto. ou se@a. po)e+se

ima8i(ar 7ue as relaç<es )e forma e cores a8ra);,eis. ou se@a. a7uelas 7ue. @; ca/)o impie)osame(te ser amarra)o si8(ifica)o. propEsito. co(cepção sem a participação )a Associação. a impressão )e sua complac9(cia. para ser sobre os ite(s em 7ue ocorrem. tra(sferi)o. eles )i-em isso com sua prEpria bele-a empresta)o e. assim. tor(;+lo bo(ito. mas em se8u()o lu8ar ,oc9 po)e. em uma co(ta )e um la)o ou sufici9(cia u(trifti8er )o fator associati,o 7ue pe(sar tamb*m 7ue. ao co(tr;rio. a bele-a 7ue (Es e as formas relaç<es colo7ue al8u(s ite(s em 7ue * 7ue o ,alor )e um )e (Es importW(cia co(8e(ial )e (Es propEsito a8ra);,el. o cumprime(to )e uma So)eru(8 co(ceitual ou i)eacio(al 7ue colocamos sobre os ob@etos para os mesmos tra(sfer9(cias para as formas e co()iç<es e?teriores em assistir a mesma associação como. e eles po)em aparecer a7ui bela como uma e?pressão )esse si8(ifica)o. como um si(al )essa reali-ação# De ambas as ,is<es. )e fato. em co(si)eraç<es est*ticas e art/sticas. a8ora um e a8ora os outros cr*)itos com po()eraç<es relati,os. embora (ão se@a f;cil )e e(fre(tar u(s aos outros com ple(o ,i8or. como (ão tem relação com o outro permite uma impleme(tação pura# Porta(to. 8eralme(te ,aria e(tre )ois basta(te i(certo ou co(fuso e(tre os )ois. sem tra-9+la para um (/,el )e clare-a sobre o seu relacio(ame(to# A8ora 7ue temos te(ta)o (os membros efeti,os. para )ar o fator associati,o )e estar certo. (Es 7ueremos ol=ar para )e(tro )e seç<es fi(al 0QIII6 para ser a @ustiça )ireta. mas a(tes al8um problema )e. 7ue estão em estreita relação com o fator tratame(to associati,o# 7. Ex!*ica12o da im!ress2o c6nica atra)és do !rinc0!io da associa12o. Hamos te(tar )ar co(ta )a impressão 7ue fa- com 7ue a ,isão )e uma paisa8em )e (Es_ H; al8o i(ef;,el * al8o 7ue po)e ser es8ota)o por 7ual7uer )escrição# Como ,oc9 ,ai ser capa- )e e?plicar a (ature-a e as ra-<es )e impressão[ A7ui. a fim )e )ar um e?emplo )e )ifere(te ma(eira em 7ue a est*tica )o topo e )a est*tica )o fu()o em tu)o proce)er (as suas obser,aç<es. aprese(to uma )eclaração )os mesmos para ambos fre(te a fre(te. a )a primeira ma(eira. elabora)o a partir )e um )os li,ros mais rece(tes mais aprecia)os a est*tica )o Carri. os outros. uma ,e- 7ue resulta (a se8u()a ma(eira. )e,i)o ao )iscuti)o (o pri(c/pio secção a(terior# Essa estrutura fer(lie8e()ste li8a)a aos aspectos mais i)eais mais ele,a)os )e e?plicação. este * o mais prE?imo estrutura li8a)a aos aspectos i(feriores e?plicação# GA ess9(cia )a (ature-a + )i- Carriere 0I# 4356 + correspo()e O bele-a. pois * a apar9(cia )o esp/rito. 7ue em formas se(s/,eis * o co(te:)o i)eal. e )emo(stra as leis espirituais. e isso * o 7ue (os a8ra)ou tão i(timame(te. se (as coisas e?ter(as e as coisas materiais a alma )a me(te relacio(a)a ,em ao e(co(tro. mas est; em to)a parte (o primeiro sua prEpria ,i)a como propEsito )e ,i)a. to)o ser est; l; e (ão foi cria)a para seu prEprio bem. para 7ue sua fi8ura tem ale8ria (Es.#. * um fa,or )o )esti(o. 7ua()o (a totali)a)e )o u(i,erso. (Es. assim como * a i(ter+relação )as coisas 7ue forma eles são um para o outro para a (ossa posição * 7ue (Es em 7ue oferecemos superf/cie ai()a perceber e reco(=ecer a (ature-a /(tima. como as formas )o as coisas (ão sE para os fi(s )o u(i,erso. mas tamb*m as co()iç<es e re7uisitos )e

(ossa perso(ali)a)e estão sob# Sim (Es 8ostamos especialme(te a bo()a)e ea 8lEria )a primeira causa )o mu()o elo8iaram. 7ua()o substW(cias 7ue. para a ,i)a )o or8a(ismo. especialme(te )e pla(tas parecem i()ifere(tes ou são e?creta)os )ele pelo c=eiro ou cor 8loss )e atuali-ação como Eleos esse(ciais ou pi8me(tos (Es Getc E tamb*m para mostrar como a co(si)eração )o i()i,/)uo e(tra+lo (este co(si)eração 8eral. )e mo)o 0p# 4I%6 )i-+se )a pla(ta como um eleme(to )a paisa8emX GOs po)eres )a (ature-a i(or8W(ica e(co(tra)os (a pla(ta )e um po(to ce(tral )a reu(ião. por a7ui parece uma i)*ia i()i,i)ual. como uma força )e ,i)a formati,a f/sica e um or8a(ismo * opera)o (a e)ucação sempre re(o,a)a. 7ue est; relacio(a)a com as ra/-es com a terra. mas ob@eti,os at* o ar ea lu- e com filiais e )ei?a propa8ação ao la)o# A pla(ta ilustra o co(ceito )e criação or8W(ica 7ue o 7ue c=amamos a(teriorme(te para a bele-a. a )i,ersi)a)e )e fol=as e 8al=os a(*is para fora )a u(i)a)e para fora e ser ,isto usa)o por ela. ea i(teração as fi8uras i()i,i)uais u(e (um to)o =armo(ioso G# Co(tra esta )i(Wmica co(si)era()o a (ossa co(si)eração )e bai?o tem a8ora. claro. usar um pro8rama semel=a(te# Aceitamos os se8ui(tes tão simples como ele ); a si mesmo# O ol=o )o ce8o )e (asce(ça. 7ue pela primeira ,e- se parece mais feli- em operação a c*u aberto. to)a a (ature-a sE aparece ape(as como uma fol=a )e m;rmore. por7ue ele ai()a (ão capa- )e ,er (a ,ista com o seu si8(ifica)o# Ele ol=a para ela o tama(=oX =; pra)os. campos. florestas. mo(ta(=as. la8os. e ele (ão ,9 (a)a )e pra)os. campos. florestas. mo(ta(=as. la8os. e ele sE ,9 ,er)e. amarelo. bril=a(te. ma(c=as escuras# Ape(as a se(sação )e ol=ar )e lo(8o alca(ce. a se(sual ou pouco sobre o fasc/(io se(sual )e le,a(tar+se bril=a(te e escuro. o co(traste )e cores. a )i,ersi)a)e. a mu)a(ça )etermi(ar o impacto 7ue ele tem sobre a paisa8em# Cas tamb*m * 7ue tu)o o 7ue temos sobre a paisa8em[ >Es temos tu)o isso tamb*m. co(tribui para a impressão 7ue tor(a a paisa8em para (Es. o =umor 7ue ela (os criou. mesmo 7ue (ão um pouco )e a@u)a. mas ,emos ao mesmo tempo (os bos7ues )ista(tes. 7ue para o ol=o i(e?perie(te ape(as ,er)es local * al8o 7ue impulsio(a ,i,o e cresce()o em 7ue tom. o resfriame(to * o()e a lebre. e?ecute o ,ea)o. o caça)or ,ai. os p;ssaros ca(tam muitos um co(to assombra)o. mesmo se (Es realme(te (ão ,9+lo e ou,i+lo# >o la8o. 7ue sE reco(=ece 7ue um (u ou co(tusão. sabemos 7ue as o()as ,ão. reflete o c*u. fa-e()o o pei?e. os (a,ios )e ,ela etc i)*ias )e tu)o o resto e u(i)a)es cresce e bala(ços. com o som a ele# Basicame(te ,emos com ol=os HaBort= )e floresta e )o la8o (ão mais )o 7ue o ce8o rec*m+opera)o e )o rec*m+(asci)o. 7ue * ,er)e e (ua ou (E)oas (e8ras. mas tu)o o 7ue eu @; ,i )e floresta e )o la8o. ou,i)o. ler. apre()er ter pe(sa)o. como tu)o. para 7ue eles for(ecem um po(to )e comparação co(tribui para a impressão 7ua()o eles fa-em esses ite(s para (Es. e fa- com 7ue sua ,isão a respeito )e al8o i()escriti,elme(te m*)ia Derem. mais rico. mais ,i,o. pela Hertiefterem se(ti()o. para a ima8i(ação Pro)ukti,erem. como para a7uele 7ue (a)a )isso ,iu. ou,iu. pe(sou# E como * com floresta e )o la8o. * com to)os os eleme(tos )a paisa8em. pra)o. campo. mo(ta(=a.

casa# Em to)as boas lembra(ças. compara()o i)*ias. tor(a()o esses ite(s ser )e al8uma importW(cia para (Es. sociali-ar. e at* mesmo sua compilação 8a(=a para (Es tal )a mesma forma# To)as essas memErias e i)*ias fa- a8ora em fusão com a fu()ação se(s/,el e as co()iç<es ima(e(tes como impressão 8eral )a paisa8em afirmou. ca)a )etal=e )a paisa8em )esempe(=a )e outro site com um c/rculo )ifere(te )e memErias e i)*ias. e 7uem e(tra tem. po)e @o8ar fora (o,ame(te# Depois )isso. * f;cil )e e(te()er o()e o i()i-/,el. I(es8ot;,el. N(klPrbare * o 7ue as impress<es pa(orWmicas perte(ce# \uem 7uer se8uir ,el=as i)*ias. escape. esclarecer 7ue co(tribu/ram para isso[ Cesmo o ob@eto i()i,i)ual * uma certa i(es8ot;,el para a este respeito. a paisa8em (os oferece uma ma(eira )e )i-er tais ob@etos sEli)os i(es8ot;,eis i(es8ot;,eis. com seus c/rculos )e associação (o amor filial i()etermi(a)o# Cas tamb*m po)emos )ese(=ar os pri(cipais eleme(tos em co(ta e. assim. caracteri-ar a impressão. pelo me(os at* certo po(to. esclarecer e e?plicar o 7ue a se8uir * um e?emplo# A8ora ,erifica+se. tal,e-. co(tra a especulação a(terior 7ue )epois a7ueles 7ue ,i,eram e(tre a mo(ta(=a eo la8o. e(tão al8uma e?peri9(cia em me(te teria )e suportar um se(time(to mais rico )e ,er uma mo(ta(=a e seascape )ele )o 7ue a7ueles 7ue pela primeira ,e- ,9m a 7ue. (o e(ta(to. 7ue o oposto * o caso# Especialme(te a7uele 7ue (u(ca ,iu um la8o. uma mo(ta(=a. * le,a)o O primeira ,ista a mais# Cas isso )epe()e assim @u(tos# To)o mu()o sabe. mas )epois )e e?peri9(cias a(teriores. o 7ue eo 7ue * uma la8oa. uma coli(a# A8ora ocorre com a associação )estes pela primeira ,e- para o i(calcul;,el tor(ar la8oas. a i(super;,el tor(ar coli(a. por isso * a ra-ão para este()er seu circuito associação a(teriorme(te mais limita)a 7ua(titati,ame(te. se at* mesmo um )os e?citação e estimula(tes )e seu se(time(to mais efica-. e(7ua(to 7ue com a7uele 7ue sempre ,i)as e(tre la8o e as mo(ta(=as. esta e(-ima est; em falta. o 7ue tor(a as i)*ias a(k(Apfbarer fi?o para emoç<es fortes e ,ibra(tes subir# Seu se(time(to *. em suma. embota)a. como tamb*m * e(co(tra)a em ca)a um se8u()o as lo(8as ,ia8e(s embota)os por lu8ares bo(itos# Isso (ão si8(ifica 7ue a pessoa 7ue est; acostuma)o a ,i,er em uma ;rea a8ra);,el a 8ostar )e tomar a me(os com um pobre para ser co(te:)o# O 7ue esse (o,o eleme(to super,e(ie(te )e ampliação para al*m )o =abitual. po)e fa-er em outros casos. um (o,o item ou mais uma outra combi(ação )e forma )os mesmos eleme(tos# Cas se o =omem (ão ti(=a (a)a (ele )e sua ,i)a a(terior a7ui. o 7ue ele po)eria esticar a ,isão )e uma paisa8em (o,a ou e?plorar )e 7ual7uer outra combi(ação. como seria 7ual7uer paisa8em 7ue @; (ão po)em pa8ar. como uma 8ra()e e irre8ular pi(ta)o com as cores )o tapete. o estão espal=a)os )ia(te )ele# E(7ua(to al8u(s (ão po)em pa8ar o tapete. mas (ão pi(ta)o. mas ape(as po)e fa-er uma paisa8em real# Tal,e- te(=a si)o 7ua()o eu. a se(sação )e ol=ar para o ol=ar a )istW(cia reali-a)a (ot;,el (as circu(stW(cias 7ue ,9m em co(si)eração a impressão )ireta )a paisa8em# >a ,er)a)e. por*m. * atra,*s )o esforço )o ol=o (a ,isão )e perto. (a amplitu)e )e ,isão. uma esp*cie )e rela?ame(to se(sual ou refresco )o ol=o. 7ue. apoia)o pela impressão sua,e )e cor. a maioria )as reclamaç<es 7ua()o se ol=a para um c*u claro em fa-er . mas (ão falta mesmo (a ,isão terre(a )istW(cia. o cami(=o po)e ser como o meu si8(ificati,a para os fracos.

um pouco te(sa. ol=o. )o 7ue para o forte# Tão pouco como po)e a8ora si sE esteticame(te. eles ,9m para o au?iliar est*tico com pri(c/pios )o efeito total )a paisa8em real sobre o tapete. como a paisa8em pi(ta)a. 7ue * por assim )i-er uma placa (a fre(te )e (ossas cabeças. certame(te mais )o lu8ar. como 7ue 7uer e(cerrar+ se apEs o efeito# \ueremos. mas (ão to)os escre,er O Associação# >o e(ta(to. tamb*m su8ere 7ue o efeito )ireto )esse mesmo )iretame(te em um associati,a off por si sE associa)a O amplitu)e )e ,isão )a paisa8em. a i)*ia )o tama(=o )os ob@etos )ista(tes (ele co(ti)as. o 7ue )epe()e muito#Ape(as em um 8ra()e la8o po)e (a,e8ar ,oc9 realme(te. ape(as uma mo(ta(=a 8ra()e obri8a)o a ser le,a(ta)a força muito tel:rica. e re7uer muito esforço =uma(o para ser escala)o#>a pe7ue(a paisa8em pi(ta)a. tais associaç<es po)em fa-er ape(as e(fra7ueci)o afirma. eles e(col=em por assim )i-er. com a re)ução )a ima8em. por7ue mesmo 7ue o pe7ue(o la8o pi(ta)o e mo(ta(=a 7ue lembra o 8ra()e e sem essa memEria sua impressão per)eria completame(te )esme(te mas a ,isuali-ação )ireta )o se(ti)o )a e?i89(cia )e tama(=o# Por7ue a ima8em )o la8o )ista(te e mo(ta(=a (o ol=o. (a ,er)a)e (ão po)e ser maior )o 7ue o )a paisa8em pi(ta)a (a ,i-i(=a(ça ime)iata )ia(te )e (Es. mas precisamos )o ol=o l; posta (a ,isão )e lo(8e. a7ui (a ,isão )e perto. e. assim. tor(a+se associa)a. a impressão 7ue a7ueles maiores )o 7ue isso. e. porta(to. a pi(tura )e paisa8em mais fiel. o )ese@o )e ,er a paisa8em real. )e certa forma aume(ta 7uase mais )o 7ue 8ratifica)o pela reposição artificial. como o Correspo()e(te com pe7ue(os mo)elos )e 8ra()es e)if/cios * o caso# O 7ue (ão e?clui 7ue uma paisa8em pi(ta)a+lo para outros relacio(ame(tos fa-er uma ,er)a)eira a(tes# O artista po)e compor (omea)ame(te as associaç<es mais barato )o 7ue ele est; acostuma)o a fa-er. a prEpria (ature-a. compo()o os eleme(tos )e co(e?ão )e associação em co(formi)a)e. mas (ão prosse8uir a7ui# Como (ão po)emos e(trar em to)os os eleme(tos )a paisa8em (a especifici)a)es Der(. (Es se7uer ol=ar+(os um relato )a impressão )e um eleme(to pri(cipal para i()icar 7ue (ão se )e,e co(si)erar um eleme(to c9(ica sem le,ar em co(ta o pri(c/pio )a associação. (o e(ta(to. se8uem a mesma * importa(te si8(ifica)o c9(ica facilme(te e?plica)o# Hai @; )e,e ter (ota)o 7ue ca)a est/mulo po)e 8a(=ar uma paisa8em )e outra forma i(si8(ifica(te tra(sl:ci)o por estruturas =uma(as# Cuitas perspecti,as )e pe7ue(as mo(ta(=as )e,em seu c=arme muito ape(as o Hi(blicke uma al)eia (o primeiro pla(o )e uma ;rea )e outra forma basta(te ,a-io. outras perspecti,as * um castelo ou uma ru/(a. a uma altitu)e se?V Poi(te. outros estão a7ui e ali. casas )e campo )ispersas ou 7ui(tas 8raciosame(teZ muitos um ,ale ,er)e )e,e o seu i(teresse paisa8/stico :(ico (a usi(a )e (i)ificação com as po(tes po)res. o 7ue le,a sobre a ;8ua# Pe(se fora as obras )o =omem a partir )e tais lu8ares. as pessoas costumam )i-er 7ue )ei?am muito )a li()a paisa8em sE pa/s i()ifere(te# A8ora. os e)if/cios parecem ser a (ature-a como alie(/8e(a por ori8em. cor. forma e @u(ta()o+se 7ue se po)eria pe(sar. em ,e- eles precisam a8ir em perturbar a impressão )a paisa8em# Das mãos )os =ome(s. )etermi(a)o a fi(s e?ter(os. eles saem com limite reta(8ular reto. afia)a )o li,re @o8o )as formas )e força criati,a )a (ature-a. e colocar as suas pare)es bra(cas. tel=a)os ,ermel=os )o ,er)e eo c=ão

p;li)o e cores )e rock oposto# A8ora. embora o apelo )e uma coisa. por ,arie)a)e. ser aume(ta)a. mas (ão por pri(-iplos ,arie)a)e =etero8*(eo. 7ue )e outra forma * um pouco sE a )esor)em impressão mi]fPlli8er. a fra8me(tação. a )ispersão. por 7ue (ão a7ui[ Nma ,arie)a)e )e pri(c/pio ima(e(te i)eolE8ica. como * 7ue tal impru)e(te sobre a importW(cia )a simetria mais a8ra);,el )o 7ue a assimetria *. em 7ual7uer caso. (ão se e(co(tra (a compilação )e e)if/cios =uma(as com a (ature-a# E se al8u(s )ão muito a um ritmo como a pri(cipal co()ição )e bele-a. i(terrompe()o. assim. um e)if/cio basta(te o ritmo. 7ue * a (ature-a formati,a li,re i(tri(secame(te. )o 7ue ele * a)icio(a)o a ele# E(tão. o 7ue perma(ece fi(ito para a e?plicação )o est/mulo. os e)if/cios (a paisa8em i(fli8ir es7uer)a[ Ape(as o si8(ifica)o perma(ece. o 7ue (Es co(stru/mos sobre as estruturas =uma(as# Os e)if/cios são pro)utos =uma(os. po(tos m*)ios. po(tos )e ati,i)a)e =uma(a. lu8ares resi)e(ciais )e sofrime(to =uma(o e )e ale8rias# A memEria )e tece+ se em associaç<es. 7ue por sua ,e- fa- com 7ue o ambie(te (atural. um po)eroso e aume(ta a importW(cia )o seu co(te:)o# Sta()s a8ora. * claro (ature-a e )a ,i)a =uma(a e )a ati,i)a)e abruptame(te co(tra o outro. )e mo)o 7ue ,oc9 tamb*m po)e ficar a impressão )e ape(as )ois )esarticula)a ou i(terferir mutuame(te# Co(tra esta e(co(tramos a ,i)a =uma(a ea ati,i)a)e pelos prEprios e)if/cios culti,a)as (a (ature-a. e )e l; ra)ia(te. mas a7ui a li8ação :(ica. 7ue (ão tem a impressão )as formas em si mesmas. ,ielseiti8st )ar a ,olta O (ature-a# \ual7uer outro tipo )e e)if/cios. )e outra ma(eira. como eles se co(ectam soci;,el ou espal=;+los em liber)a)e. @o8a()o com )ifere(tes tipos )e ,isão )a ,i)a e a8itação )os mora)ores )a impressão )a paisa8em para ele. e uma mor)i)a em casa. o porta)or )e um. ,/,i)o com a sua efeitos relacio(a)os em (e(=uma circu(stW(cia. ser efica-# Assim. a fumaça ele,a()o+se acima )o tel=a)o )e uma casa )e campo. um pouco )e lu- 7ue pisca )e uma @a(ela. a paisa8em i(fli8ir um est/mulo si8(ificati,o. colu(a (ão como ci(-a. e (ão como um po(to ,ermel=o. mas como um po(to )e ata7ue para a memEria )o for(o )e a7uecime(to (o fo8o )a co-i(=a e suas co(se7A9(cias. para o isolame(to )a (oite em casa. e tu)o isso (ão flutua li,reme(te (o ar. mas com to)a a casa teci)a (a paisa8em. co(tribui para a coloração espiritual. 7ue sobrepFs a sua se(sual. (o# A8ora (ão )e,emos )i-er. embora te(=a si)o )ito para mimX tu)o o 7ue a associação fa- com 7ue a i(tuição )a estrutura (a (ature-a a7ui. tamb*m po)eria ser feito sem este po(to )e ,ista tem por mera ma(ifestação (a ima8i(ação. mas isso si8(ificaria para a paisa8em impressão )a estrutura (a (ature-a (ão t9m. por isso ele (ão po)e )esca(sar sobre tais associaç<es# + Cas o 7ue ,oc9 i()i,i)ualme(te. uma apEs a outra. i(completa. com o esforço )e refle?ão mostraria muito fita ,erk(Apfe()es sem. * (Es. em um aci)e(te ,ascular cerebral em uma impressão 8eral pela co(templação )a estrutura (a (ature-a. )o 7ue como uma parte )e si mesma essa i(tuição )a)o# Isso * al8o muito )ifere(te )o 7ue os )e )emo(stração. e tamb*m po)e )epe()er )e uma impressão muito )ifere(te# Eu 7uero isso. lembre+se um pe7ue(o e?emplo )a e?peri9(cia pessoal o()e meu Tu)o co(fro(ta)o basta(te a(ima)a#

>a tempora)a )e f*rias em $%'I. eu trou?e a mi(=a esposa al8umas sema(as em uma casa )e 8uar)a florestal. )e um 7uarto )e =ora )e "auterbru((e( mo(ta(=a em resi(as# >osso apartame(to oposto era uma e(costa ,er)e. 7ue. muitas ,e-es. subiu. e )e o()e ti,emos uma ,ista sobre uma ,asta paisa8em )e formas imaturas mo(ta(=a arbori-a)a# Al*m )a casa Ra(8ers e casa )e um ,i-i(=o em primeiro pla(o (ão esta,am O ,ista =abitaç<es =uma(as e sE (a )istW(cia sai()o )a mo(oto(ia )e le=(a(stei8e()e( para a floresta ,er)e )a mo(ta(=a. uma :(ica lu- tel=a)o ,ermel=o# >o e(ta(to. isso trou?e um apelo muito especial para um r;cios )e =umor )e outra forma simples )e ,ista# Soi precisame(te o po(to )e to)a a paisa8em# E eu )isse a mim mesmoX o 7ue aco(tece se ,oc9 cometeu um ape(as um local muito como ,ermel=o em uma pare)e ,er)e. seria ape(as parece tão i)/lico. se(time(tal. romW(tico. co(to )e fa)as. como o tel=a)o ,ermel=o (a paisa8em )a floresta[ Certame(te 7ue (ão# Cas eu tamb*m po)eria pro,a,elme(te ape(as recor)ar a ,i)a ea ati,i)a)e )as pessoas com as suas ale8rias e triste-as em uma floresta )a (ature-a solit;ria )e uma sE ,e- a ma(c=a ,ermel=a (a pare)e ,er)e. como o tel=a)o ,ermel=o )a floresta[ \ua()o eu pe(sei. claro. este e?emplo co(tra al8u*m 7ue. e)uca)o (a escola )e est*tica mo)er(a. (ão toleraria a i(tro)ução )a (o,a )i,i()a)e (eles. para 7ue ele ma(ti(=a o pri(c/pio )a associação. eu ti,e 7ue ou,ir to)a essa reposição. (o se(ti)o )e Ua(tX All L. )isse ele. o 7ue a memEria )e,e trou?e para as impress<es )o tel=a)o ,ermel=o e ,er)e floresta. 7ue a(k(Apfte )e i)*ias secu();rias. (ão fa- parte )a ess9(cia )a est*tica. a impressão realme(te pa(orWmica. e sE seria separa)o. a fim )e t9+lo limpo# Para a impressão c9(ica pura para sua e,ocação * especialme(te para fa-9+lo o artista. mas repousa ape(as em seu prEprio mo)o )e falar relaç<es musicais )e formas e cores 7ue e(tram atra,*s )o ol=o )iretame(te para (Es. eo 7ue (Es realme(te ,is/,el como compleme(tar o tel=a)o )a casa. a ;rea )e floresta para a floresta (a ima8i(ação# SE 7ue casa e )a floresta para os seus prEprios seres ,is/,eis são e como eles se e(,ol,em com ela (as outras co()iç<es )e ,isibili)a)e. ,em para a sua impressão c9(ica em co(si)eração# Cas isto * as ob@eç<es )ecepção para racioci(ar 7ue casa e mata to)os os seus prEprios (ature-a ,isual muito mais )o 7ue sem se(ti)o e sem se(ti)o se e(,ol,er em co()iç<es )e ,isibili)a)e. com cores são traços pree(c=i)os# Ape(as a utili)a)e )a casa para morar. ape(as os ati,os )a ;r,ore a crescer. e 7ue )epe()e ta(to. tra- o co(te:)o. a ,i)a. a profu()i)a)e (a impressão )o 7ue ,emos )ela# Sim. como po)e at* mesmo ser falar )e um perso(a8em romW(tico. i)/lico. =istErico )a paisa8em em tu)o. se (ão. 7ue as co()iç<es )e ,isibili)a)e para to)a a ,i)a )o =omem si8(ifica para eles. e sE a importW(cia c9(ica maior sobre o m/(imo a ser reco(=eci)o co(flita(tes. =armo(ioso relaç<es r/tmicas )e cores e formas 7ue emprestar# At* a8ora. estes estão em causa. eles 8a(=am auto some(te ao serem i(corpora)os em tais relaç<es mais altas maior si8(ificW(cia c9(ica. e )epois. claro. apEs o Pri(-ipe au?iliar tamb*m com os ,alores mais ele,a)os a serem estima)os como um porta)or )o maior )o 7ue para si# >o e(ta(to. acre)itamos 7ue o ar8ume(to com esta ob@eção a8ora )escarta)o como l; co(tra a obsti(ação com a 7ual ele est; se()o reali-a)a

a7ui e (ão =; ra-<esZ# Cerca )e (ossa co(si)eração co(ti(uar um pouco mais Po)e aco(tecer. embora o caso (ão * sempre 7ue um e)if/cio. em ,e- )e aume(tar a atração )e uma paisa8em. )esa8ra)a()o (a impressão )o mesmo e(tra (ele. se@a ele )e 7ue as )ema()as associati,as )o e)if/cio co(tra)i-em as )e seu ambie(te. ta(to )e car;ter a7ui (ão um ao outro ,er)a)e. ou 7ue a co(strução se ); por meio )e sua )etermi(ação associaç<es )esa8ra);,eis# O primeiro caso ter/amos se esti,*ssemos a ,er um templo 8re8o em uma paisa8em )e 8elo (Er)ico ou caba(a )e um campo(9s )a Su;bia sob as palmeiras# E(7ua(to isso. essas cu(=as ou estruturalme(te sE muito e?cepcio(alme(te ocorrer precisame(te em tais lu8ares. mas sim os e)if/cios aparecem 7uase sempre (ão sE cresceu (o c=ão. mas para fora cresci)o ele# Ca)a apartame(to procura por assim )i-er. o ambie(te certo e ca)a ambie(te apartame(to a)e7ua)o. o 7ue (ão impe)e 7ue a mesma caba(a e(co(trar uma posição i8ualme(te a)e7ua)o ao p* )o 7ue (o cume )a mo(ta(=a. e para o mesmo lu8ar (os bos7ues um pa,il=ão )e caça e uma taber(a floresta po)e caber. (ão =;. a este respeito. uma )etermi(a)a lar8ura. a :(ica (ão )e,e ser e?ce)i)a. a fim )e @ustificar a (ão especifica)o )epois 0Seção IQ6 Pri(-ipe )esa8ra)ou a impressão )e (ão se e(cai?a()o# Cas realme(te =; casos em 7ue o e)if/cio para (os )i-er tão )esco(ecta)o )o ambie(te e ape(as como em ela aparece (o mesmo co(@u(to. mas tamb*m si(to o mesmo em impress<es est*ticas# Assim. em particular. o()e a co(strução * pa)rão arte. situa)o em uma co(sumação )e ar7uitetura sem co(si)erar a co(e?ão com a po(te )e safe(a ou com a )etermi(ação para fi(s 7ue (a)a t9m a ,er com o meio ambie(te# Como. e(tão. (ão * f;cil )e @Eias c=eio )e pal;cio ou )e um e)if/cio )a f;brica ocorre com ,a(ta8em em uma paisa8em# O pal;cio 7uer 8o,er(ar sobre um ce(;rio )e @ar)i(s ou casas. mas (ão t9m um ambie(te (atural (ão acopla)o e o e)if/cio )a f;brica u(e trabal=a)ores e trabal=o. (Es pe(samos 7ue (Es li8a)os por 7ual7uer se8me(to )e i(teresse ou i(teração com a (ature-a circu()a(te# Por outro la)o. (a)a para o campo como o castelo em uma pe)ra. o 7ue sem le,ar em co(ta a simetria ea seção ;urea to)as as pro@eç<es )as )efasa8e(s )e rock. como o moi(=o. a tra(smissão )iretame(te (a ;8ua corre()o a(ima)a i(ter,*m. 7ua()o a ,ila. suba as casas =; estra)as em uma mo(ta(=a Ha(8e ou ser espal=a)os e(tre pomares. etc O e)if/cio )a f;brica reali-a)o em al8um 8rau. ao mesmo tempo 7ue o se8u()o caso 7ue o e)if/cio atra,*s )e suas prEprias associaç<es )esa8ra);,eis perturba a impressão c9(ica por 7ue. i(,olu(tariame(te. pe(sar em to)a a pra8a )a obra e to)a a mis*ria )o proletaria)o# Cas o pior )e tu)o. * a este respeito com asilos e pe(ite(ci;rias# Cuitos a(ti8os castelos e mosteiros em coli(as e mo(ta(=as estão a8ora e7uipa)os para. )a mesma forma 7ue ou,ir isso )e tal e)if/cio. * como se o est/mulo 7ue )eu a paisa8em. acabaria com ;8ua fria# Sofre. mas tamb*m a impressão )o e)if/cio ferro,i;rio fora )a paisa8em. at* certo po(to por causa )ela# Po)e+se )i-er 7ue tal est; a8ora e(tre as co(7uistas mais importa(tes (a ar7uitetura#\ue 8ra()e. )isti(ti,o )ecora)o com as mais puras formas )e trabal=os )e me)ição )e (/,el )e ar7uitectura )este tipo po)e ser ,isto (ão ape(as em um. mas em muitos lu8ares# Para este fim. eles po)em mostrar a pratici)a)e co(suma)o. e 7ue (ão sabe o 8ra()e papel 7ue )esempe(=a basicame(te a utili)a)e sE por associação. (a est*tica )a ar7uitetura# Cas a impressão )e falta )estes e)if/cios sempre al8o a ple(a satisfação e

altura fi(alZ# >u(ca co(ce)er+l=es a impressão 8la))e(i(8 )e um pal;cio ou um templo e)ifica(te Por 7u9[ Por7ue o ce(;rio )e a8itação e a-;fama )e (e8Ecios+como ,emos (eles 7ue (os )esa8ra)a# Cas o 7ue. po)e+se per8u(tar. causa)a por to)o o 8ra()e est/mulo para as ru/(as )e um a(ti8o castelo. um a(ti8o castelo. uma a(ti8a i8re@a + por7ue as ru/(as )e uma caba(a ou a ru/(a )e uma casa rec*m+co(stru/)a. (ão# + Nma paisa8em po)e ser )a)a[ Ser; 7ue isto (ão lembr;+lo )a )estruição. )eterioração )e al8o rico. >e8rito. Mra()e. Sa(to[ e (ão são )esa8ra)ar memErias[ Cas (ão po)e =a,er ape(as lembra(ças e. porta(to. as associaç<es 7ue tra-em este se apro?ima )e est/mulo. por7ue ca)a um ,ai a)mitir 7ue ele (ão po)e )epe()er a impressão )ireta )a forma e )a cor )a ru/(a# Sim. (a)a * mais co(,e(ie(te para pro,ar o po)er )o fator associati,o (as impress<es c9(icas. como a força com 7ue uma ru/(a )isforme ci(-a parece 7ue )ificilme(te se )estaca e(tre as roc=as po(tia8u)as abai?o# Certame(te. a8ora. se a ru/(a si8(ificou a (ossa prEpria ru/(a. por isso a ,isão )ela iria fa-er+(os (ão ser. e at* mesmo o pe(same(to )e uma ru/(a. o 7ue (ão (os preocupar. sE po)eria )esco(forto para si mesmo por seu co(te:)o )esco(te(tame(to. mas e?istem i(:meras impress<es. 7ue )es8osto mome(tos ser supera)os pelos mome(tos )e pra-er com as 7uais estão relacio(a)as. )e mo)o 7ue tamb*m ,ai ter 7ue ol=ar para as impress<es )e ape(as a ru/(a. o 7ue. e 7ua()o (os )eparamos com casos semel=a(tes. tem 7ue fa-er o mesmo# A ru/(a )e to)o o castelo le,a+(os a partir )a ima8i(ação )e sua )eca)9(cia facilme(te (as i)*ias romW(ticas e e(ca(ta)oras )a a(ti8a ca,alaria )e ,olta. e (ão ape(as 7ue ,i,emos em si em ,e- estar com i)*ias como as )a )eca)9(cia. por7ue eles são simplesme(te a)or;,el. por isso )i-+(os uma e?citação recepti,o a(ima)a e empre8o. (os )e(tre sua. e(7ua(to estamos e(torpeci)os pelo =;bito le,a para fora 7ual7uer coisa. mesmo 7ue (Es (ão ou,ir )e =orrores reluta(tes se eles (ão afetam ape(as a (Es mesmos# Como correr. mas as pessoas. mesmo apEs o i(c9()io )e uma casa comum para )esfrutar o pra-er )esta emoção. ela *. mas com os e(ca(tos )a (o,i)a)e acabou. e(tão o mome(to )espra-er )e pe(same(to est; 8a(=a()o )estruição )o e?cesso )e peso. e 7ueremos 7ue o lu8ar )o fo8o com uma (o,a ,er a casa substitu/)a a fim )e 7ue (Es. e(tão. tamb*m (ão me importo# Para a =istEria )a casa comum 7ueima)o (ão tem i(ce(ti,o para (os afu()ar. ea (o,a casa (ão tem absolutame(te (e(=uma =istEria. em 7ue po)er/amos (os afu()ar# Ao co(tr;rio )as ru/(as )e al8o 8ra()e. rico cora@oso. forte# Cesmo se (Es (ão sabemos a sua =istEria real. mas li8a)os por associação. tal apEs o 7ue sabemos. em 8eral. a partir )os :ltimos tais ru/(as e po)e ser e?plora)a sem parar pela ima8i(ação# Assim. as ru/(as )o ,el=o castelo * um po(to focal )e memErias estra(=o po)eroso. (ature-a. turbule(to )e um forte mome(to )e i(teresse )e em uma paisa8em )e outra forma so(ole(ta e pe)e mu)a(ça ele8/aco associaç<es a8ra);,eis e )esa8ra);,eis com pra-er e?cesso )e peso como um s=oB i(teiro. como uma pe(a apEs ca)a pressão i(sta(tW(ea a maior aufsc=(ellt (o,ame(te# Completame(te Eb,io 7ue ir; aparecer 7ua()o (Es a8ora (o po(to )e ru/(a ,isuali-ar a pe(ite(ci;ria (Es# A prisão opera com ape(as um ciclo )e associação

muito limita)o e. fora )as i)*ias )esa8ra);,eis puros e i(te(sos pura# Como ,emos. em ,e- )a lo(8a =istEria c=eia )e aco(tecime(tos )e uma ,i)a or8ul=oso se?os mais ricos e mais ousa)as. 7ue 8ira a partir )as ru/(as )e um castelo. um castelo para tr;s. o co()e(a)o repleto )e ,i)a )epra,a)o (o fu()o ea e?ist9(cia triste atual. em suma. o pior )os 7uais. o 7ue (os e(,er8o(=ou (a ,i)a. co(ce(tra)a a7ui# Ca8 a8ora a pe(ite(ci;ria ai()a ser co(stru/)a tão bom e (o,o. ea m; impressão associati,a * superam o a8ra);,el )ireta. pelo me(os terri,elme(te perturba)or. e(7ua(to a )ireita )esa8ra)ar impressão )e ru/(a co(tra a afabili)a)e associati,o mesmo (ão po)e sur8ir# Ru/(as (as mo(ta(=as ol=ar mais bril=a(te )o 7ue (a pla(/cie. em parte por7ue a ate(ção est; piora()o para as alturas (a prEpria paisa8em. em parte por causa )a impressão )e e?+)om/(io )o ambie(te atra,*s )a co(strução reforça)a lo# Em parte. sob o mesmo po(to )e ,ista. como co(struç<es =uma(as os acessErios )a paisa8em cai por fi8uras =uma(as# Some(te o =omem (ão * tão e(rai-a)a (a paisa8em e aparece (a me)i)a em 7ue um mais aleatErio. a impressão )o mesmo sE (ão * ta(to a )etermi(ação. parte )o mesmo. e?ceto 7ue ele ti(=a cresci)o atra,*s )e sua empresa. mesmo com a (ature-aZ como o pastor (a mo(ta(=a. o pesca)or (o mar# Estes são eleme(tos realme(te c9(icas. (em to)os os (:meros. (o e(ta(to. 7ue po)e ser ,isto em paisa8e(s pi(ta)as. e?istem# Bem. =; tamb*m paisa8e(s 7ue mostram. sem to)os os e)if/cios. mesmo sem um traço )e e?ist9(cia e ati,i)a)e =uma(a em tu)o. mas uma forte impressão (a me(te. como. por e?emplo. uma 8ra()e ;rea mo(ta(=osa isola)a ou floresta+t=rou8= ao sol. ou a roc=a O beira+mar 7ue as o()as )e aflu9(cia# A ,isão )o =omem e )e suas obras (ão * a :(ica coisa 7ue as emoç<es =uma(as po)em estimular a associação =omem s;bio e tr;8ico po)e at* mesmo pela falta )o ser =uma(o. o 7ue mais uma ,epressup<e uma memEria associati,a )o mesmo. ser a(ima)o# Cas a ,isão )o =omem. as suas obras. suas tril=as * certame(te o meio aus8iebi8ste e efica-es esteticame(te emoç<es si8(ificati,as (o )om/(io )e ,isibili)a)e para )espertar. eo pi(tor )e paisa8e(s rarame(te * saber sem Yu-ie=u(8 fa-er fa-er o mesmo. mas o()e est; o caso. 7uase sempre um substituto )o ser =uma(o (a ,i)a a(imal. o 7ue su8ere a prE?ima po(te associação para pes7uisar# Assim. a floresta solit;ria re,er o @o8o. o pe(=asco com o surfe falta. mas (ão * f;cil 8ai,ota ,ibração (ão * f;cil. ou o selo me(te )orme(te# Retire uma )as mais belas paisa8e(s )e "essi(8. um la8o em uma pare)e )e pe)ra. os 8ui()astes e 8arças. são )a me(te e tem um 8ra()e mome(to elimi(a)o o mesmo# A7ui. como um. se bem me lembro. ser pe(sa)o A# , pro(u(ciame(to Humbol)t SEITOX 7ue a e(co(tra)a para os moti,os pi(tor )e paisa8e(s realme(te :til ape(as em terras culti,a)as. o 7ue po)e ser (ota)o 7ua()o se pe(sa )a e?uberW(cia )a (ature-a em ta(tas ;reas pe(sa()o. o()e o p* )o =omem ai()a (ão e(co(trou lu8ar para a cultura )o solo ai()a (ão tomou posse# >a ,er)a)e. por*m. or8a(i-ar+se sob a i(flu9(cia cultural )o po,o os eleme(tos )a (ature-a em uma (o,a forma. e o()e (a)a lembra )esse efeito )e or)e(ação. a impressão )a paisa8em perma(ece li8eirame(te mat*ria. art/stico (ão+recicl;,eis#

7I. Re*a12o entre !oesia e !int-ra a !artir do !onto de )ista do !rinc0!io da associa12o.
É uma 7uestão muito )iscuti)a )e 7uais são os limites e(tre a poesia ea pi(tura. e * bem co(=eci)o por "aocoo(te )e "essi(8 refere+se pri(cipalme(te sobre eles# Seu )esempe(=o * como to)os "essi(8 muito atrae(te e espirituoso. mas acre)ito 7ue. em al8u(s aspectos. em parte. compleme(ta)a por co(sulta )e co(si)eraç<es para 7ue o pri(c/pio )a associação ); ori8em. fa-em parte um pouco mais )e profu()i)a)e. o pri(c/pio em si. mas o 7ue ); ai()a mais po)e e(co(trar e?plicação )e sua aplicabili)a)e# Besproc=e(erma]e( 0cl;usula Seção IQ $$6 e(tre a poesia ea pi(tura )o po(to )e e7uação 7ue as formas ,is/,eis. o 7ue tor(a o uso )a pi(tura. assim como as pala,ras au)/,eis cu@a poesia e li(8ua8em em usos 8erais. uma opera)ora comum. 7ue se tor(ou por associação . maior impressão )estas artes+sBitc=i(8. são si8(ifica)o. )e acor)o com o 7ue se po)e c=amar )e pala,ras ,is/,eis. as formas )as coisas em si# Tão importa(te * esse po(to e7uação. ele sai. mas )ei?aram as )ifere(ças me(os importa(tes. 7ue (Es 7ueremos buscar al8o# A pri(cipal )ifere(ça * 7ue (Es ime)iatame(te al8o para @o8ar at* mesmo as pala,ras ,is/,eis )a pi(tura )a coisa represe(ta)a. por e?emplo. o =omem+sua forma e?ter(a e cor. o 7ue (aturalme(te (ão * to)o o =omem. mas uma co(ta )e parte para o mesmo. e 7ue eles simplesme(te o resto. o 7ue mais l=e perte(ce. por7ue ser a ima8i(ação associati,aZ. (o e(ta(to. são as pala,ras )a l/(8ua 0com poucas e?ceç<es6 basta(te i()ifere(tes O coisa e?ibi)o e )ei?ar to)a essa (oção como a pala,ra =omem a i)*ia )o =omem como um to)o. a pala,ra ;r,ore. a i)*ia )e to)a a ;r,ore# O 7ue li8a o se8u()o. embora )ifere(ça me(os arrebata)ora e importa(te 7ue os si8(ifica)os associati,os )as pala,ras são co(,e(cio(ais e alter(ar e(tre i)iomas )ifere(tes. e(7ua(to as formas )e(tro )e certos limites. * claro. ape(as para a7ueles 7ue forçou em cima )e (Es e. porta(to. são comu(s =uma(o# Estas são as pala,ras para os ol=os ea boca e a7ui os si8(ifica)os associati,os li8a)os a ele po)eria ser co(fu()i)o em )uas l/(8uas. e(7ua(to os si8(ifica)os associati,os )as formas )e ol=o e boca. apEs o 7ual. (ão po)e ser um ,er. o outro para falar e co(fu()ir comer # Cas isso sE * ,er)a)e )o mais fu()ame(tal. ou por assim )i-er si8(ifica)os (aturais )as formas. mas por outro la)o. to)os sabemos 7ue os seus si8(ifica)os )e acor)o com a )i,ersi)a)e )e e?peri9(cias 7ue mu)am. bem como a )i,ersi)a)e )as pala,ras )e acor)o com as co(,e(ç<es# E os si8(ifica)os co(,e(cio(ais )e pala,ras t9m uma ,e- fi?a)o pelo costume. para 7ue eles a)erem tão firmeme(te como os si8(ifica)os (aturais )as formas# Por co(se8ui(te. a importW(cia i(ferior )a se8u()a )ifere(ça em relação O primeira. pelo me(os )o po(to )e ,ista 7ue se ir; resumir a7ui o ol=o# >a me)i)a em 7ue a pi(tura ); to)o o la)o ,is/,el )e um problema )iretame(te e )e uma sE ,e- em co(e?ão ple(a e c=eia )e )etermi(ação. o 7ue a me(te as mesmas pala,ras si8(ificati,as sE )e,em associação como causa. sem ser capa- )e a)icio(ar a (ão ser em i()efi(i)o p:blico em 8eral ou para uma clare-a me(or. Pi(tura (ão * sE como para o la)o se(sual )os ob@etos ,is/,eis impressão em ,a(ta8em. mas essa

,a(ta8em tamb*m se este()e at* certos limites para o c/rculo eo @o8o )e associaç<es )epe()e(tes por causa )a co(e?ão. a completu)e e clare-a )e fu()ação se(sata )e as associaç<es )e associaç<es * mesmo parcialme(te co()icio(a)a# Assim. o rosto pi(ta)o (os ); com to)a a apar9(cia se(sual total )o rosto ime)iatame(te e )e uma sE ,e- a e?pressão )e uma certa i)a)e. um certo 8rau )e sa:)e. um certo tale(to i(telectual. um certo esta)o )e esp/rito )a pessoa a 7ue perte(ce. em a(e?o uma impressão total associati,a. po)e ate()er a )escrição li(8u/stica )e 7ual7uer forma por e(7ua(to eles falam )e to)os Go mel=or )e tu)o. mas (ão es8ota)o. po)e repro)u-ir. mesmo apEs sua co(e?ão /(te8ra (uma impressão total associati,o# Des)e o rosto mais bo(ito. mas (ão * uma boa )escrição * poss/,el. a me(os. o mais bo(ito *. por isso eles preferem (ão to)o e sE fala )o efeito. (ão * )ifere(te com uma paisa8em# O 7ua)ro. (o e(ta(to. po)e se a,e(turar (a i(terpretação )e ambos# Cas. por outro la)o. * o 7ue ); a pi(tura )iretame(te. mas ape(as a superf/cie )e ob@etos ,is/,eis. e mesmo isso sE em um :(ico mome(to. (em. mas o 7ue est; por tr;s )a superf/cie. (em o 7ue prece)e por mo,ime(tos e mu)a uma coisa e se8ui)o. (em o 7ue relacio(a)a me(tal ou )e causas e efeitos. )e mo)o 7ue. mesmo al8o i(,is/,el em tu)o po)e ser )a)o )iretame(te )ela# Mra()e parte. (o e(ta(to. o 7ue tem a ,er com a represe(tação )as coisas ea ação )epe()e :(ica ma(eira )e )istW(cia e por tempo i()etermi(a)o. com uma superf/cie ,is/,el ao lo(8o 7ue a pi(tura )e,e ou re(u(ciar (u(ca retrat;+la. ou muito i(se8uro mesmo em uma e,ocação associati,a por 7ue ,oc9 po)e co(tar com os seus recursos#Cubra co(tra isso e es8otar as pala,ras )a l/(8ua com seus si8(ifica)os e pelas combi(aç<es poss/,eis )o mesmo to)a a ima8i(ação e )om/(io co(ceitual )e pessoas e be(s. porta(to. o pro8resso )as i)*ias e pe(same(tos com o bala(ço )epe()e(te )e emoç<es muito certas. por to)os e?terior e i(terior . me(tal e f/sica. Passa)o e Suturo. ,is/,el e i(,is/,el. para i(struir os cami(=os 7ue se este()em Merais e Espec/ficos. e. porta(to. a ,a(ta8em )e pi(tura )epois )e um certo relacio(ame(to tem a,a(ço )e ser compe(sa)a por ,a(ta8e(s em outras )ireç<es ou superar a si mesmo# \ua(to O impressão )e um poema l/rico. um )rama ou *pico. ou at* mesmo uma (arração simples substitu/)a por (e(=uma pi(tura. se ele po)e ser co(clu/)o @; )e al8uma forma# Depois )isso. a pi(tura ,ai sempre e(co(trar com be(ef/cios maiores em aplicaç<es o()e. a pri(cipal impressão est*tica * )iretame(te )epe()e(te )a ,isão coere(te )o )eti)o em uma apar9(cia e?terior mome(tos. ou a ime)iatame(te e fi?e+ )ese(ca)ea)o co(te?to e combi(ar i)*ias )e associação esteticame(te efica- e satisfatEria. em 7ue o Poesia e represe(tação li(8u/stica 8eral )e i(cumprime(to por absolutame(te (a)a )e impress<es )iretas. e para i()u-ir po)eroso )os fu()i)os aos mesmos c/rculos )e associaç<es ape(as 8ra)ualme(te estes e a7ueles mome(tos sem a ple(itu)e es8ot;+lo e )epe()e(te )e sua co(e?ão ser capa- )e pro)u-ir impressão totalZ capa-. (o e(ta(to. 7ue (ão este@am co(formes com a represe(tação po*tica e represe(tação li(8u/stica )es)e e(tão. com maiores be(ef/cios o()e a pri(cipal impressão est*tica )epe()e mais cru-a)a atra,*s )o tempo. espaço e relaç<es i(teriores. a apar9(cia se(sual )e uma superf/cie ,is/,el com as i)*ias i(icialme(te

a(e?a()o # A8ora. e?istem ob@etos. moti,os )e po(tos )e ,ista a(teriores mel=or poesia. outros 7ue são mel=or )ei?ar para a pi(tura. mas tamb*m =; muitas 7ue po)em e(tre8ar um material )e aprese(tação co(@u(ta para ambos. sE e(tão. ta(to a ca)a )ireito em sua limites para ficar (a mesma substW(cia. em ,e- cru-ar como )e,e cobrir pelo selo mostra()o a se7A9(cia temporal. em m*)ia. (o mome(to em 7ue os meios )e a pi(tura for(ece represe(tação )e um mome(to. tra(sce()e a pi(tura )a =i(Bie)erum com sua )ifusão espacial )e atra,*s )e te()9(cias rio temporal 7ue oferece poesia. tra(sce()e. o selo )a mesma substW(cia aprofu()ou espiritualme(te. )e 7ue a pi(tura * a ;rea colori)a# At* a8ora para 7ue ambos se e(co(tram (o mesmo c/rculo )e i)*ias. a partir )os po(tos )e e(co(tro. mas )i,er8em. ocorrem ao mesmo tempo (a proporção )a /(tima u(ião e compleme(tam mutuame(te. (ão sE como artes em 8eral. mas tamb*m po)e ser e(co(tra)o em ser,iços i()i,i)uais )e m:tuo fortalece()o e compleme(ta()o os seus efeitos se combi(am# Ser acompa(=a)a a ce(a )e batal=a )e um *pico )e uma ima8em. por e?emplo. como po)e o muito i()efi(i)o falta )e ima8i(ação. 7ue * capa- )e )espertar a )escrição li(8u/stica )a )issemi(ação espacial )a batal=a. com a ima8em. mel=orar. e(ri7uecer. ou ,ice+,ersa. a )escrição pitoresca uma batal=a 7ue seria i(compree(s/,el para (Es sobre seus moti,os e sua co(e?ão =istErica ou le();ria. completo com uma (arrati,a =istErica ou *pica acresce(tou# A7ui e ali se e(co(tra. (aturalme(te. a rei,i()icação * feita 7ue 7ual7uer boa ima8em )e,e ser e(te()i)o por co(ta prEpria. sem uma e?plicação para e?i8ir a()ers=er# >a)a u(trifti8er mas como esta afirmação# Pelo co(tr;rio. ca)a =istErico. mitolE8ico. reli8ioso. basicame(te ca)a ima8em. pe)e para ser. em 8eral. a a)ição )os resulta)os 7ue (ão estão a tirar a prEpria ima8em. (ão sE para e(te()er. mas tamb*m aprecia)o por to)os os seus ,alores e percebi)a por sua bele-a # SE 7ue (Es 8a(=amos muitos i(si8=ts 7ue são (ecess;rios para a compree(são )as ima8e(s. a partir )o feu)o muito comum. outros po)em (os (/,eis )e e(si(o. o 7ue tor(a a arte acess/,el para o 8o-o )e to)os. assumir. sem. ,oc9 sE especialme(te acresce(ta)o pela ima8em )e e?plicação acor)ar# Se al8u*m 7uiser falar )e uma compree(são )as ima8e(s. ou por si sE. )e mo)o 7ue ,oc9 sE po)e falar (esse se(ti)o# E assim =; )e facto i(:meras ima8e(s 7ue por si sE. (esse se(ti)o. são ime)iatame(te compree(s/,el e a8ra);,el. mas outros 7ue (ão são. e 7ual. mas )e,e ser tamb*m co(si)era)o# \uem ai()a precisa )e uma )eclaração peculiar. 7ua()o ,9 uma (ati,i)a)e. um passeio )e c*u. uma ce(a prese(tear =ola()9s. uma paisa8em. ca)a um sabe Tu)o o 7ue perte(ce a e(te()er. co(si)era()o 7ue muitas ce(as )a =istEria profa(a. e at* mesmo al8umas ce(as )e 89(ero semel=a(te. (em a e?plicação (o m/(imo. e?i8ir assi(atura# O 7ue ,oc9 po)e pe)ir co(,i(ce(te )elas * 7ue eles. sem a e?plicação a)icio(al @; fa-em uma i)*ia tão lo(8e atrae(te ou i(teressa(te )ei?ar Buscar o e(te()ime(to supleme(tar. )e mo)o 7ue a impressão )e 7ue est; a ser feito. (ão * bem e mesmo sE para sur8ir a partir )a i(strução. mas ao reali-ar+se ape(as ao seu po)er completo tem )e (ão ser espera)o para compleme(tar o )esempe(=o )o co(@u(to#

Se est; em uma "ut=er pi(tura )ia(te )os pr/(cipes e bispos reu(i)os. )e,e. em (e8rito. calma. )eus co(fia()o tre(s )e =omem simples+bo)ie). em fre(te O soberba. o or8ul=o. a arro8W(cia )o Reic=sta8 mo(ta)o para o um pouco )e so(ori)a)e. uplifti(8. a mais Pes7uise o 7ue tu)o isso si8(ifica. são estimula(tes. 7ue (ão tem (a)a )e to)a essa =istEria co(=eceu#Se o pi(tor (ão * capa- )e )ar a pi(tura sem um efeito 7ue permite 7ue o suspeito em li(=as i()etermi(a)os (os o 7ue. certa percebi)a pela =istEria super,e(ie(te. (os ); um i(terior c=eio o suficie(te. ele seria ou (ão para a tarefa (ão feito ou o ob@eto )a pi(tura# Ape(as feito (ão * o po)er )a ima8em# Em ,e- )isso seria sem a )eclaração super,e(ie(te (a i()etermi(ação eo mist*rio )e como tu)o (a ima8em est; relacio(a)a com o 7ue os moti,os )o mo,ime(to. 7ue paira e?pressão. a impressão com a fusão em um :(ico pico )e escapar )a força )e tal# A8ora. a poesia po)e e(trar re,erti)a em relação e?plicati,o )e ,;rias formas com a pi(tura e# Parte )e suas moti,aç<es mais efica-es )ese(=ar absolutame(te sim o pi(tor )e selos. o =om*rico. Da(te. S=akespeare. Moet=e. 8ara(ti()o 7ue eles tem 7ue e(te()er suas obras pressup<em o co(=ecime(to )estes selos# Nm )os mais efica-es. mas esses moti,os são o fato )e 7ue to)o o i(teresse. 7ue li8a o selo sobre o tema )a represe(tação por um co(te?to e flu?o )e i)*ias. o 7ue (ão )ei?a )e pi(tura com ele. ,oc9 mesmo. a partir )os poemas para a7uele a 7uem * familiar tra(smite para a pi(tura e * capa- )e rela?ar em um @o8o )essa i)*ia. e )e fato um @o8o po*tico. 7ue * uma ,a(ta8em )e tais moti,os e(fre(ta)os me(tiras )a =istEria prosaica# Se uma )ema()a. mas em tu)o )e uma ima8em 7ue o tor(am uma impressão po*ticaZ moti,os )e selos (ão tra-em tal curso. mas muito pela meta)e (a ima8em# Tamb*m fa- uma proporção semel=a(te e(tre a poesia ea pi(tura (este )om/(io (o Wmbito )a poesia )e (o,o se e(co(tram# E(tre to)os os poemas l/ricos )e Moet=e. =; pro,a,elme(te (e(=um 7ue (os ab8eBi((e( um i(teresse mais ,i,a e (osso se(time(to abala)o. a tal po(to. como as ca(ç<es )e Mretc=e(. Ci8(o(. por Harper. assim como a7ueles 7ue são i(tercala)as em suas peças e roma(ces# SE assim ,i,e esses poemas )e Sc=iller. 7ue ocorrem em seus )ramas. força mais l/rico. como em GOs ru8i)os Eic=Bal). as (u,e(s ,oam.G + GA)eus E mo(ta(=as. seus ama)os pasta8e(sG. + GRus=i(8 (u,e(s . mari(=eiro )os c*us G# "embro+me )e um roma(ce )e Eic=e()orff. i(titula)o Gi)*ia e prese(teG. 7ue. embora (ão perte(ce(tes a seus mel=ores selos. mas est; imbu/)a )e um sopro po*tico. e (o 7ual uma s*rie )e m:sicas relacio(a)as O =istEria recebi)a e )ar um c=arme peculiar# A ra-ão para o be(ef/cio * )e f;cil compree(são sobre o primeiro# A ca(ção. i(capa- por si mesmo. resumir Tu)o o 7ue pre,alece (ele se(ti()o moti,ar e apoiar po)eria ser o e?teriori-a)a ao to)o maior. 7ue se i(te8ra. e a8ora po)e ser mais facilme(te co(te:)o. ape(as o )esempe(=o. se8ui)o por a se(sação mais )iretame(te li8a)a. (o 7ual ela se co()e(sa por assim )i-er mais# >este caso. (o e(ta(to. to)o o roma(ce Jil=elm Ceister. to)o o pu(=o (o ca(ç<es Ci8(o( )e e Mretc=e( est; @o8a()o i(co(scie(teme(te (este se(sação com ele e )e to)a a ri7ue-a )e relaç<es si8(ificati,as 7ue se e(trelaçam )e mo)o em 7ue. (os oferece a ca(ção em sua pe7ue(a co(c=a. o fruto )e ouro # Ao ler a ca(ção )e Ci8(o(. ,oc9 po)e ,er 7ue eles estão ou,i()o ,oc9 ca(t;+las. e sua =abili)a)e passa)o e futuro flutua sobre

fa(tasticame(te# Al8umas represe(taç<es pictEricas a(ti8as e?plicar )a ma(eira mais simples pelo fato )e 7ue os (:meros (os (omes são be8e escrito + e os ar7ueElo8os muitas ,e-es são feli-es o suficie(te para e(co(tr;+las aprese(ta)o )e uma forma + al8u(s ,el=os alemães fotos assim )e forma mais i(89(ua )e 7ue o tão fala()o a/ aprese(ta)o pessoas )iscurso * sair em uma lo(8a fai?a O boca# >osso prese(te. a este respeito. mas pro,a,elme(te mel=or. 8osto )espertar a7ueles ,ermes )or )e estFma8o. por7ue eles parasitas alie(/8e(as (a ima8em são. (a ,er)a)e. o bem ima8i(ar com memEria associati,a. mas (ão 7uero i(terromper com fu()os para. e sempre ser; a i(clusão mal )o 7ue bem. e?plica()o o seu si8(ifica)o. a me(os 7ue o i(teresse =erme(9utico a(tes )o pre)ilecti est*tica# fo(te (a ima8em se ca)a ,e- mais a i(terrupção )a sua relação Em co(traste. =; muitos uma ima8em pro,a,elme(te lu8ar 7ua()o. sE para refrescar a memEria. a locali-ação espec/fica )o selo ou )a B/blia. em relação ao 7ue * pi(ta)o )iretame(te (o 7ua)ro. ou a sua ,ersão )ecorati,o (ão para se preocupar com isso. )e,e ser acompa(=a)o )e uma a)ição escrito abai?o# 3 pintor HGbner <Gsseldor0 ilustrou a cena de despedida da +elha m(e 5aomi de suas 0ilhas 0ora do li+ro de Rute. Jhorando e se a0astou para longe da 0ilha mais no+a, en*uanto Ruth n(o pode se soltar da m(e e coloca as m(os no ombro da mulher melanc8lica e pro0undamente agitado para o 0uturo. Jomo +erdadeiro e belo tudo isso pode ser demonstrado, de modo *ue posso, mas a boca burro pintado de Ruth n(o seu discurso como+ente em *ue pronuncia a decis(o de n(o *uerer dei&ar a sua sogra, e sentido por este meio coerente de toda a pintura s8 n(o subir t(o sair, uma +e) *ue . capa) a Escritura adicionado, *ue . o discurso pr8prio de 0a)er, ele di)1 29ale%me n(o desse, *ue eu de+eria dei& %lo ou +oltar para tr s de ti1 para onde +ais, eu tamb.m +ou l , onde tu permanecer s , eu +ou apresentar. teu po+o ser o meu po+o eo teu <eus, meu <eus. stirbest 3nde +oc-, como eu morrer, e ali serei sepultada. o :enhor1 ?ssim me 0a'a e outro tanto, a morte de+e di+orciar de +oc- e de mim. 2 Jertamente a*ui repousa uma tal+e) a maior parte grande do signi0icado da cena para n8s nas pala+ras *ue / n(o pintam o pintor agora com e n(o poderia ser adi+inhado a partir da pintura, e do *ual, mas poucos espectador uma lembran'a clara de leitura a >4blia ter mantido. Por outro lado, . para a*uele *ue l- a passagem b4blica para si mesmo, sua posi'(o imposs4+el, o gesto, o rosto das pessoas assim determinados e +i+os na intui'(o para construir isso *uando ele . introdu)ido a*ui pelo dom do pintor. ?ssim, as 0ormas de pintura com escritura /untos, de 0acto, a*ui, apenas o con/unto completo. Jontra isso, ele pode realmente aparecer como um pleonasmo sup.r0luo se sob as pinturas conhecidas Hildebrandt de 23s 0ilhos de EdAard2 o lugar iria de0inir :hakespeare *ue se lhe segue bastante 0iel1 23 casal era gGrtend uns aos outros

com os bra'os de alabastro unschuld[gen, *uatro rosas a perseguir seus l bios, bei/ou o ser em sua bele)a de +er(o. 2 Por*ue tudo o *ue o +ers4culo est di)endo a*ui . muito melhor +er na pr8pria pintura. ? n(o ser, *ue +oc- teria interesse, e esse interesse +oc- pode, mas dei&ar tamb.m 0ormigamento de saber a locali)a'(o do poeta, *ue arde o assunto para a imagem, ea 0orma como ele 0oi usado para comparar com ele. De outro po(to )e ,ista )o 7ue a e?plicação factual. os so(etos )e ol=ar para 7uem escre,eu a al8umas ima8e(s. al8u(s poetas. como por AJ Sc=le8el , um so(eto para a Ca)o(a Sisti(a e R# HAb(er em Dres)e( uma so(etos i(teiros fita e?iste para as pri(cipais ima8e(s )a Maleria )e Dres)e(# A7ui (ão * ta(to uma e?plicação sobre as ima8e(s )o 7ue com o )ese(,ol,ime(to li(8u/stico )o co(te:)o po*tico ou impressão. para fa-er as ima8e(s ou bre,e resumo e )estaca()o os mome(tos 7ue os tor(a fa-9+lo# Isto * como uma flor. embora (e(=uma borboleta para sua e?ist9(cia (ecessita. mas po)e colocar+se com ele. mas se mesmo uma co(ta com eles e ela c=upar o suco )oce# Em ,e- )e simplesme(te a)icio(a)o para tra-er a memEria )e um poeta 7ue trabal=a (um correspo()e(tes pi(tura ou acor)a)o por curto )isso. a represe(tação po*tica po)e ser re,erti)a por pictErica ilustrar como a8ora ta(tas ,e-es aco(tece com os roma(ces. poemas *picos. peças )e teatro. co(tos )e fa)as. 7ue um 7uase começa+lo estar ca(sa)o e e(co(trar uma ma(eira i(tromissão )as artes ,isuais a poesia (ele# Se ,oc9 7uer ser. mas tamb*m e(treter Os ,e-es com isso so-i(=a# Al*m )isso. ,oc9 (ão ser; capa- )e repro)u-ir o alto )esempe(=o )e tal co(e?ão. sem 7uerer )escartar em tu)oX * sempre mais ou me(os uma )e )uas coisas. )isse o poeta e escultor. embora. mas (ão a()am )e mãos )a)as em uma pessoa# >a ,er)a)e. embora se@a sempre a impressão )e uma ima8em 7ue )escre,e uma ce(a )e um poema basta(te (ecess;rio i(ter,ir com a memEria )o poema em esta impressão. como * pi(ta)o ape(as por essa co()ição. (o e(ta(to. * para a impressão )e um poema. 7ue * escrito sem a e?i89(cia )e ilustração e embra(7ueci)os. (a)a me(os )o 7ue o (ecess;rio para i(ter,ir com o c/rculo )e i)*ias )e ilustração para ele. e 7ua()o eu usei o be(ef/cio )o supleme(to propFs. por e?emplo. a ilustração )a ce(a )e batal=a )e um *pico po)e co(ce)er uma ima8em. por isso são ,a(ta8e(s )esta sobre a(;lise mais aprofu()a)a tamb*m al8umas )e)uç<es a fa-er# Des)e o i(/cio fica claro 7ue a poesia ea pi(tura (ão co(cor)ar em co(@u(to )e li8ação e?ter(a a um correspo()e(te u(iformes total )e impress<es e. porta(to. ser capa- )e co(ce)er 7ual7uer apoio i8ualme(te efica-es. como a poesia ea m:sica em

ca(ç<es. por7ue a poesia ea m:sica )a ca(ção (o mesmo rio fluir )e mo)o 7ue seus efeitos pe(etrar )iretame(te. e(7ua(to ,oc9 perse8uir o poema e as ima8e(s ilustrati,as some(te alter(a)ame(te e. em se8ui)a. mas com as i)*ias )e tal freta)o. por assim )i-er. por outro )escarre8ame(to com. mas isso * feito ape(as por meio )e uma i(terrupção. e como um (ão po)e ser feli- )e ser i(terrompi)o pelo poeta ou,i(te (a leitura )e um poema. ele (ão 8ostaria )e e(co(trar 7uebra)o. ol=a()o para a pi(tura at* a leitura )o poema# Isto i(clui o se8ui(te e(tra em co(si)eração# \ua()o o poeta *pico retrata uma batal=a. porta(to. ape(as al8u(s mome(tos )a batal=a (o co(te?to )a represe(tação são 8eralme(te e(,ol,er esteticame(te efica-. e se eles são )e uma )etermi(a)a p;8i(a uma represe(tação po*tica )es,a(ta8em * 7ue ele (ão po)e represe(tar to)os os mome(tos )a batal=a. )e mo)o * )o outro la)o uma ,a(ta8em 7ue ele (ão precisa )e tu)o represe(tar. mas. )ei?a()o )e la)o os i()ifere(tes. a7ueles a 7ue se c=e8a muito a efeito po*tico. le,a(te e po)e tecer (o co(te?to 8lobal )e mome(tos po*ticos efica-es#Isto * como o rio puro lu- )a poesia# Co(tra a pi(tura * obri8a)o a )ar a batal=a to)a lar8ura total. 7ue fa- parte )a co(e?ão ,is/,el mesmo ,isto a partir )e um )etermi(a)o po(to )e ,ista espacial e temporal. e. assim. pro,ocar um co(te?to )e associaç<es. o mesmo 7ue a um. o 7ue pro,oca a represe(tação li(8u/stica . embora os supleme(tos. mas tamb*m )e acor)o com )ifere(tes la)os para 7ue (ão se@a para fa-er. co()u- para fora )o mesmo# Tamb*m estamos acostuma)os. uma ima8em (ão sE por a7uilo 7ue ele represe(ta. mas tamb*m como ele represe(ta a mesma coisa e * sua tarefa. )e le,ar em co(si)eração. 7ue ai()a )e outra p;8i(a. por assim )i-er )o rio po*tico para o pa/s ser; la(ça)a# Afi(al. a i(tersecção )os )ois mo)os )e represe(tação fortalecer e e(ri7uecer a impressão em ambos os la)os )e uma forma. se some(te o po(to )e i(tersecção mais efica- tamb*m * tra-i)o para a aplicação preferi)a. e * (esta afirmação. o artista ilustrati,o para pro,ar sua arte. (em as i)*ias 7ue (Es )a associação como )e uma represe(tação para a outra tra(sição )e at* mesmo a i(cli(ação para se u(ir em tor(o )o po(to mais efica-# Cas (a me)i)a em 7ue. com to)a a (ão po)e ser e,ita)o 7ue a ima8em co()u- para fora a partir )o co(te?to )o selo. (um certo se(ti)o. po)e+se ter a possibili)a)e )e comutar e(tre a busca ta(to (a me)i)a em 7ue uma ,a(ta8em (a compra. como 7ual7uer lo(8a circulação )a mesma ma(eira ou classe )e impress<es fi(alme(te ca(sa)os. o i(tercWmbio e(tre os )ois. mas )esta forma. mas os )ois mome(tos perma(e(tes comu(s per)er a )esa8ra);,el )e um aci)e(te# E se as ima8e(s ,ão ser mais r;pi)o )o 7ue a (ecessi)a)e )a mu)a(ça ocorre. ,er)a)eirame(te sereis li,res. to)a uma s*rie )o mesmo passo at* =i()urc=-usc=reite( mais tar)e em pra-er#Hi(cular o poema suficie(teme(te. ,amos fa-9+lo )e 7ual7uer ma(eira. o poema e(te)ia)o. por isso Os ,e-es ,oc9 po)e compe(sar. fala()o sobre a ima8em. se (ão * mais c=ato )o 7ue isso# Por mais perfeito. 7uero )i-er compleme(tar a poesia e as artes ,isuais (o AbecebAc=er(. a Cu(ic= Bil)erbo8e( e fol=as ,oa()oX (ão =; (a)a )e muito pouco. (a)a muito )e um ou )o outro la)o. precisa a (ecessi)a)e u(s )os outros e tem sic=s ta(to . sE 7ue. claro. muito )o 7ue muito pouco e. porta(to. * sempre )emais# Po)er/amos ser te(ta)os. como. pelo co(tr;rio. para re@eitar a e?plicação )e poemas

)e be8e passou ima8e(s )o pri(c/pio est*tico. m:ltiplo estabeleci)o 7ue a obra )e arte )a ima8i(ação ai()a )ei?a()o espaço. (ão se )e,e a(tecipar tu)o# O 7ue mais a acresce(tar ao poema )a ima8i(ação Eu ,ou sair. * compleme(ta)a com a ima8em a)icio(a)a. e ,ice+,ersa. )e mo)o 7ue (ão resta (a)a para a ima8i(ação. por isso * mel=or separar os )ois como se co(ectar# Co(ta. mas este pri(c/pio (o Wmbito )os ,;rios moti,os )e fal=a pi(ta)o est;tuas# E. certame(te. se eles são i()ese@;,eis por esta ra-ão. * ca)a ilustração. pela mesma ra-ão# Cas em um bom autori)a)e tal * este pri(c/pio tem )e i(,ocar. co(si)ero fu()ame(tal para u(trifti8# Pelo co(tr;rio. o mais )as )etermi(aç<es )o ob@eto a ser represe(ta)o. a ima8i(ação )o artista a(tecipa as mais ocasi<es ele l=e ); para ir al*m )isso# Por7ue ,oc9 ai()a (ão si8(ifica 7ue o artista com tu)o o 7ue ele * capa- )e )ar. po)e li8ar as asas )a ima8i(ação e estreita()o seu WmbitoZ isso tomaria to)o o mu()o 7ue fa- com 7ue este alca(ce. a(tecipa)o e po)e )ar a si mesmo# Cas )e ca)a peça. o 7ue ele );. ,oc9 * li,re para outra ,ia8em. maior ser; o raio )e 7ue ele *. )o mais abor)a8em apo(ta 7ue ela po)e ,oar. e 7ua(to me(os eles ,ão. assim. para)o. como procuram ape(as # E(tão. parece+me tamb*m a ,isão )e "essi(8. )e 7ue a re8ra acima obser,ou o resulta)o 7ue uma emoção (ão precisa ser mostra)o em seus po(tos )e pico )as artes ,isuais para ai()a )ei?ar a ima8i(ação um supleme(to. (ão * le8/timo# Se um "aocoo(te 8rita()o 7ue (os )esa8ra)a. (ão *. (a ,er)a)e. por7ue a ima8i(ação al*m )e (ão restaria (a)a. mas por7ue um =omem 8rita()o )e )or (os )esa8ra)a )e to)o# De acor)o com o )e outra forma afirma)o por e?emplos "essi(8. )e seus fil=os assassi(a()o Ce)ea eo A@a? furioso# R; (os )esa8ra)a ca)a e?pressão 8e8ipfelte )a )or f/sica como uma pai?ão a),ersa. o 7ue )i-er )o fre(esi# A e?pressão mais (obre )a )or. um amor (obre. ale8ria. e(tusiasmo. (o e(ta(to. (u(ca (os )esa8ra)ar. um pouco como o ta(to mais 7ua(to mais )i-emos a (Es mesmos. a (ossa ima8i(ação (ão po)e fa-er (a)a sobre isso. ea ima8i(ação tem. mas o fato )e 7ue * o to)os os pro@etos. as se7A9(cias. as relaç<es )o )esti(o. o 7ue a e?pressão pro,oca)as. (em ima8i(ar. po)e aprofu()ar+lo em to)as as suas implicaç<es. e para isso eles ,ão e(co(trar+se o mais a(ima)o mais ele ,ai mostra)o a e?pressão (os mome(tos mais marca(tes em sua maior escala # Ser; 7ue esse pri(c/pio em sua 8e(erali)a)e correta. Cor(*lio teria feito muito mal por ter e?ecuta)o atra,*s )a sali,a )e Ha8e( e atra,*s )o Sie8frie) em seu ciclo )e >ibelu(8e(#Some(te o backsBi(8 com os espetos teria si)o e(tão permiti)a e 7ue o espeto (a ima8em para a ima8i(ação (a)a mais a )ese@ar. at* mesmo fe- a ,ia8em atra,*s )o corpo e pro@eta()o com a po(ta )o peito# O,o. eles )i-em. * assim a ima8i(ação ai()a (ão termi(ou. por to)o o passa)o e co(se7A9(cia )o poema * e,oca)o pela ima8i(ação (esta ocasião. 7ue se culmi(a tu)o# Cas isso mesmo. isso * sE o 7ue eu )i8o. eo mesmo * )e fato em to)os os po(tos )e c:pula em 7ue um artista * o seu assu(to. se@a o caso. eo (a ima8em )ura(te to)o o tempo 8era((te Si8frie) * mais efica- a este respeito. como o primeiro )os ima8i(ação por re((e()e# Bem. isso po)e aco(tecerX 7ue ,oc9 ai()a preferem a imprecisão )a i)*ia filosEfica )e 7ue po)e ser um poema em si. )ei?ou 7ue a )etermi(ação. em 7ue a ima8em 7ue ela est; te(ta()o corri8ir# >ão * f;cil * uma represe(tação pictErica )e Ci8(o(.

Mretc=e(. "otte. Ottilie. Clarc=e( tor(;+lo al8u*m para a8ra)ecer. (ão ape(as por7ue )epe()e )a ima8i(ação )o pi(tor e(curta)o por seu )esempe(=o. mas 7ue ele (ão esta,a satisfeito por esta tão importa(te como o poeta e ele teria 7ue ser (a )ireção apropria)a# Isso * ,er)a)e (ão * f;cil#\ueremos e(co(trar os po(tos )e co(tato )ura(te to)o o i(terior profu()o reali-a)o em mais tre(s i()i,i)uais )escrição po*tica )essas perso(ali)a)es (a ima8em. mas eles (ão são suficie(teme(te atr;s ou =; outros a7ui. como (Es estamos procura()o# E(7ua(to isso. (ão =; falta )e )escriç<es po*ticas. o()e a impressão po)e 8a(=ar sE pelo fato )e 7ue o pi(tor a i(certe-a 7ue fa- com 7ue o poeta )ei?ou. e(c=e. estamos assim e(ri7ueci)o em ,e)e pobre# Assim. ,oc9 po)e Tasso e Ariosto ilustrar mais le,e )o 7ue Moet=e. (o esses po)em ser muito bo(itas 8eralme(te ca,aleiros e )amas ali(=ar por7ue o prEprio poema ,ai suportar (ão mais por7ue este termo (ão fa-# >a i(teração tão /(tima e a(ima)a ocorre com a poesia )a pi(tura em uma arte )espre-a)a. BP(kelsP(8erei pela a)ição escrito a7ui represe(ta)a pela pala,ra. a impressão li(8u/stica a(ima)a pelo ritmo e melo)ia. stress. le,a(ta()o e abai?a()o a ,o-. e le,a(tou+se e obti)o pela ,ara apo(ta()o em co(e?ão co(sta(te com a opi(ião )as ce(as pi(ta)as# Al8u*m po)eria pe(sar 7ue (ão po)eria =a,er (e(=uma co(e?ão mais ,a(ta@osa. e (a ,er)a)e po)e estar se per8u(ta()o se este po(to em feiras )iri8i)o e limite O e?ecução )e arte mais crua e)ucação (ão superior e ação era capa-# Hamos ol=ar para as pessoas 7ue esta,am ao re)or )o ca(tor )e bala)as como ele esticou a cabeça. fec=a)uras (as bocas e ou,i)os a(imar# >em a ca(tar so-i(=o. (em a pi(tura por si sE. cati,ar sua ate(ção# Por isso. foi a combi(ação )e ,a(ta8em )e,e ser# Cas como as pessoas mat*rias a ima8em crua em uma tela su@a com a ca(ção mo(Eto(a 7ue ,em )e uma ,o- rouca ou ;spera )ecr*pito )e uma fi8ura 7uase morto )e fome. e um assu(to rui(s rimas. al8u*m po)eria pe(sar 7ue uma ,o- bo(ita. com e?pressi,o uma se7A9(cia )e boas ima8e(s colocar em relacio(ame(to correto. @; reali-a)o por 7ual7uer relacio(ame(to. apEs o 7ual o BP(kelsP(8erei ai()a * cru. seu efeito (ão po)eria )ei?ar tamb*m para um p:blico e)uca)o# SE 7ue poema e ima8em teria 7ue ser e?plicitame(te cria)o sim para compleme(tar um ao outro como uma repetição )esarruma)a# Como po)e um poema c=ato ser 7ue )escre,e a forma )e uma pessoa ou )e uma ;rea em )etal=e. tu)o isso. mas (u(ca um bai?o (/,el )e e(umeração po)e substituir a ima8em )o )e)o apo(ta()o#\ua(to tempo. por outro la)o. muitas ,e-es temos ape(as uma pi(tura para tr;s e =erblicke( a(tes 7ue a i)*ia * a ma(eira )e compree()9+lo. o()e ele * passa)o atra,*s )a (arrati,a ime)iatame(te O )ireita. e. ao mesmo tempo obti)o pelo ca(to (o bom =umor# Isto soa tu)o muito a8ra);,el. uma ,e- 7ue foi mo(ta)o ape(as tu)o o 7ue eles po)em falar a fa,or )essa arte a7ui. mas 8ostaria )e falar. (o m;?imo. um se(time(to co(tra a sua autori)a)e. e este se(time(to po)eria estar certo# Se8u()o a saber. como pi(tura e ca(to são co(suma)os em si. tamb*m. pro,a,elme(te. aume(tar a te()9(cia a perse8uir ca)a um por si. a sua maior perfeição 7ue ape(as complicam a sua cooperação e co(ti(uou e co(ti(uou e?citação re(o,ação. a busca temporal )a ca(ção )e a prossecução espacial )a ima8em para fa-er uma pausa + para uma busca simultW(ea * muito mas. apesar )a ,ara apo(ta)or (ão * poss/,el + ser tão irrita(te# Isso * )ifere(te com ilustraç<es )e poemas )e ima8e(s. o()e o rastreame(to

simultW(eo )e ambos (ão * força)o e (ão * rei,i()ica)a. * sim ape(as 7ua()o se est; ca(sa)o )e uma coisa. ,oltar para as outras (ecessi)a)es# Cas co(tra este 7uestio(;,el se esta co(traprestação pelos ata7ues co(tra as probabili)a)es. e (ão a7uela se(sação )e barato. mas simplesme(te sur8iu )o fato )e 7ue a ,ersão a(terior fa- pouco. @; 7ue * ape(as )epois (a)a mais foi capa- )e formar# A8ora. tu)o * a mi(=a opi(ião )e 7ue. a est*tica Tu)o * te(tar o 7ue (ão * ab-umac=e( a priori. e eu ac=o 7ue a 7uestão )e tal arte. )e,i)ame(te. sem colocar claro. muita co(fia(ça (esta arte futuro#

7II. ?isionomia e im!ress4es instinti)as.
Isso po)e aco(tecer e muitas ,e-es aco(tece 7ue (Es atra/)os ou repeli)os por pessoas (a primeira reu(ião ,ai e(co(trar+(os a(tes mesmo )e terem feito a me(or coisa. o (osso cari(=o mereci)o ou po)eria @ustificar (osso )esa8ra)o 7ue (os como ,oc9 se e?pressa são simp;ticas ou a(tip;ticas. sem 7ue possamos )ar co(ta por7u9# As mul=eres em particular são fortes. )e forma a co(tar uma simpatias e a(tipatias priori. um rosto * muitas ,e-es um crime pior (eles como um ato# E(7ua(to isso. seu se(time(to * 8eralme(te um real e para a fre(te. muitas ,e-es. mel=or )o 7ue (Es o moti,o# Hartma(( )i- a sabe)oria )o i(co(scie(te fa-# Bem. a :(ica 7uestão * como ele tem essa sabe)oria# \uer )i-er. porta(to. pelo me(os (o esse(cial. 7ue to)as as e?peri9(cias 7ue fi-emos )es)e a mi(=a @u,e(tu)e sobre a bo()a)e. o amor. a mal)a)e. a bai?e-a )as pessoas em co(e?ão com a ,isão )ela e Be=abe( + i(co(t;,eis. mas são eles 7ue i()i,i)ualme(te (ão po)emos lembrar + fa-er+se com a ,isão )e (Es (o,as pessoas em um resulta)os associati,as afirma 7ue o 7ue po)e fa-er+(os mais ou me(os )eci)i)o a ,otar a fa,or ou )es,a(ta8em )as perso(ali)a)es e(,ol,i)as. )e acor)o. uma ,e- 7ue coi(ci)e com uma )ireção mais ou me(os )efi(i)o )e (osso a8ra)o ou )esa8ra)o# Tem si)o ar8ume(ta)o a7ui co(tra mim 7ue mesmo as cria(ças pe7ue(as. 7ue ai()a (ão t9m muita e?peri9(cia )as pessoas po)e fa-er. )ar a co(=ecer a i(cli(ação mais )efi(i)o ou a,ersão a pessoas prE?imas a eles pela primeira ,e-# Cas a mesma pessoa. (a fre(te )e uma cria(ça. i(icialme(te. se esco()eu (o ,e(tre )a mãe. * muitas ,e-es )epois )e al8umas =oras. a pessoa começa )o :(ico )ireito sobre. o mais 7ueri)o# Al8u(s biscoitos po)em fa-er muito para arra(car a a(tipatia i(ata. o 7ue ,oc9 7uiser ma(t9+lo# Cria(ças pe7ue(as (u(ca ter sucesso como uma tra,e )e e7uil/brio em mo,ime(to facilme(te as me(ores impress<es )epois )e uma como (a outra )ireção# E e(tão. tão pouca e?peri9(cia com as pessoas e 7ue a cria(ça te(=a si)o capa- )e fa-9+lo assim a forma 7ue ele tem si)o capa- )e fa-er. mas mesmo uma base para as associaç<es 7ue ,i,i)ame(te impressos (o frescor )e sua me(te e fa-er o seu sucesso )es)e estri)e(te at* o mesmo * ca(cela)o pela e?peri9(cia oposta# Cas 7uem @; ,iu uma cria(ça tão bem 7ue ele po)eria )i-er o 7ue as associaç<es t9m o be(ef/cio ou )etrime(to )e uma pessoa (o,a para ele co(tra c=uta()o @; li8a)o com ele. 7ue ai()a e?istem e 7ue se )esmoro(ou (o,ame(te# Cuitas ,e-es. como a cria(ça. em ,e- )e a pessoa sE )esa8ra)ar o ,esti)o# Em simpatias e a(tipatias i(fa(tis *. porta(to. (a)a para )ar em 7uestão# A7uele )a me)iação associati,a )as impress<es fisio(Fmicas (ão * facilme(te

co(scie(te. claro. * a culpa. como 7ue se est; procura()o uma ra-ão m/stica# Ele po)e. como ,oc9 pro,a,elme(te pe(sa )uas pessoas como )uas se7A9(cias )e seu aparel=o b;sico po)e ser a@usta)o para =armF(icas ou )esarmF(icas para outro. e @; (a impressão )a apar9(cia se(tir um pouco )essa =armo(ia ou )esarmo(ia. sem 7ue a e?peri9(cia )e al8uma forma passa)o a me)iação precisa# >ão ,ou )i-er 7ue isso era absolutame(te imposs/,el. mas 7ue * muito )u,i)oso a ra-ão clara oposto. o 7ue po)eria ser por especificar a(terior. e se al8o )esse tipo aco(tecer. o 7ue eu. por7ue a aus9(cia )e pro,as )ecisi,as como refleti)o l; local. por isso (ão a(ula a ra-ão a(terior. mas complica)o sE com ele# Atra,*s )e e?peri9(cias passa)as impress<es (ão me)ia)os )o tipo um teria 7ue ser co(ta)o e(tre o i(sti(ti,o. e isso le,a a 7ue a 7uestão mais 8eral )a relação t9m impress<es sempre i(sti(ti,as )o associati,o e 7uão lo(8e eles po)em represe(tar tal coisa 7ue eu 7uero fa-er al8umas co(si)eraç<es 7ue tocar o i(teresse est*tico com pelo me(os# Os i(sti(tos )os a(imais pro,ar em 7ual7uer caso. 7ue al8umas i(stalaç<es psico+ f/sico. 7ue sE precisa )e a)7uirir atra,*s )a pr;tica ou e?peri9(cia )o =omem. ai()a po)e ser co(89(ita# Nm fra(8o. 7ue ape(as se arrastou para fora )o o,o. bati lo8o apEs uma ara(=a pe()ura)o em um fio ao la)o )o o,o )e o()e sabia 7ue isso era uma coisa para comer[ As pes7uisas )e abel=as para o primeiro mel ,ia8e(s (as flores. 7ue os le,am ao esco()eri@o certo[ A ,isão )e 7ue a ara(=a. a flor )e,e a7ui fa-er )epois 7ue um )ispositi,o co(89(ita. um @o8o similar )e se(saç<es e i(sti(tos. como em (Es. a ,isão )e um bom+8osto )e frutas apEs e?peri9(cias a(teriores fe- ,ia8em se ele (os fa- o mesmo )ese@o )e alca(ç;+lo# Hoc9 po)e procurar a ori8em )e i(stalaç<es i(sti(ti,as (ele e. assim. buscar com o assio-iati, a)7uiri)o para tra-er sob um po(to )e ,ista comum )e 7ue eles. (o e(ta(to. a)7uiri)os pelos a(tepassa)os )as criaturas. 7ue ,9m. ao lo(8o )a ,i)a. ou 8eraç<es. e sE por =era(ça a eles foram pla(ta)as# Isto co(cor)a substa(cialme(te com a teoria )arBi(ista e e(co(tra seu apoio (o fato )e 7ue al8u(s i(sti(tos compro,a)as cria)os a(imais foram cria)os )e tal forma 7ue os i(sti(tos )os pastores. cão Basset e 8ali(=as# Co(si)era()o po)e+se ar8ume(tar. * claro. 7ue. para saber se as abel=as ti(=am ape(as 7ue o mel po)e ser e(co(tra)o (as flores. e apre()er as ara(=as sabem tecer uma teia. eles teriam morri)o )e fome =; muito tempo. por causa )o acaso e )a luta pela e?ist9(cia. 7ue teria 7ue represe(tar o professor =uma(o. (ão * i8ual aos a(imais se alime(tar at* a =abili)a)e a)7uiri)a tamb*m# Os i(sti(tos fu()ame(tais ai()a parecem ter uma ra-ão fu()ame(tal. o 7ue (ão impe)e 7ue eles são )ese(,ol,i)os e mo)ifica)os pela e)ucação em certas )ireç<es# E(tão eu ima8i(o 7ue sim. (o se(ti)o )e uma ,isão 7ue eu )ese(,ol,i em mi(=as Gi)eias para a =istEria )a criaçãoG. a(tes )isso. (o sistema ori8i(al terre(a (em or8a(i-ação co(t/8ua ou fu()i)o e u(iforme )e abel=a e flor (o )ebate 0)ifere(ciação6 )este sistema (os rei(os peculiares e seus membros al*m coloca)o )e ma(eira 7ue ambos ai()a esta,am li8a)os por refer9(cias )e ação m:tua em mat*ria )e preser,ação )o to)o e )e sua prEpria ,i)a co(ti(uou e?ist9(cia# HPckelisc= este (ão *. * claro#

>o e(ta(to. pelo me(os po)emos pro(u(ciar sobre esta 7uestão i()ecisos# O fato )e i(stalaç<es i(sti(ti,as em a(imais perma(ece em 7ual7uer caso. e?istem. e at* mesmo as pessoas (ão faltam. tais i(tacta. e(7ua(to 7ue ou,iu 7ue a cria(ça. o seio )a mãe. 7ue ,9+lo ou 7ue ele * coloca)o. reco(=ece como su@eito e meio )e satisfação )e um i(sti(to. sempre em 7ual7uer ob@eto re)o()o 7ue * coloca)o em sua boca. começa a su8ar. e 7ue. embora (ão )irectame(te i(ato. mas. (aturalme(te. a ser )ese(,ol,i)o a partir )e pla(ta (ati,a. o )ese@o se?ual mais tar)e com a ,isão ou to7ue )o 7ue po)e satisfa-9+los. acor)a# Depois )isso. o ob@eto est; fora )o fator )ireto e associati,o )o compromisso assumi)o pelos arti8os sobre (ossas impress<es co(si)erar um i(sti(ti,o para i(,esti8ar )i. 7ue sobre estas impress<es em ,e- )e a)7uiri)o atra,*s )e uma facili)a)e i(ata )esempe(=a @u(to com a )ireta. e(tre os 7uais e forma i(sti(ti,a. (ão =; )i,Ercio co(ceitual estrita )e tal forma 7ue (ão * a8ra);,el para a simetria po)eria e?plicar por uma 7uestão )e facili)a)e i(sti(ti,o# Nm i(teresse est*tico )a co(traparti)a impress<es i(sti(ti,as fa-+se se(tir especialme(te (a 7uestão sobre as ra-<es )a bele-a =uma(a# Depe()e )o fa,or )o po,o )a forma =uma(a muito )e um i(ato. respecti,ame(te a partir )e pla(ta co(89(ita por si sE o )ese(,ol,ime(to. a89(cia ou um a)7uiri)o (os cami(=os )a associação em suas relaç<es com pessoas )o )ispositi,o[ A este respeito. parece+me o se8ui(te )e,e ser co(si)era)a# Se @; )e um mo)o 8eral i(sti(tos )e )ireção muito espec/fica em =uma(os * me(os prese(te como (os a(imais. pelo me(os ,oc9 ,ai ter 7ue a)mitir o )ese@o se?ual i(sti(ti,o e. pro,a,elme(te. sociabili)a)e )ele. e ali e muitos tamb*m ,er to)os os a(imais )e sua mesmo se?o soci;,el. mas (o )ispositi,o i(sti(ti,o associa)o a * o efeito )a forma A(blickes com offset. como tamb*m po)e aplicar as mesmas pessoas em um esta)o )e (ature-a. e ser )e fato o pra-er )as pessoas (a forma =uma(a. como um mome(to )e o trem )as pessoas e(tre si. )e forma si8(ificati,a. com uma i(sti(ti,a# E(7ua(to isso. to)as as impress<es purame(te i(sti(ti,as e impulsos em seres =uma(os como em a(imais. mas ape(as um tipo muito simples e )e bai?o. e muito mais em =uma(os )o 7ue em a(imais. o sucesso )o i(sti(to (o curso )a ,i)a são mo)ifica)os por relaç<es com os seus pares e as coisas e?ter(as e em Erbitas mais ele,a)as )iri8i)as. porta(to. o pra-er li8a)o e(tre os )ifere(tes po,os em )ifere(tes proporç<es )a forma =uma(a. e e(tre os po,os )o forma)a ape(as por cami(=os )e associação e?pressão compree(s/,el o car;ter eo tale(to f/sico e me(tal a fa,or )e um po(to )e ,ista )e,i)o superior# Isto * se8ui)o for@a uma 7uestão )e al8um i(teresse 7ue eu acre)ito 7ue (ão )eci)iu (em me arriscaria a )eci)ir. ou se@a. se a e?pressão )os mo,ime(tos mais simples )a alma (o rosto )e um =omem. )e ale8ria. )e )or. )e afeto. rai,a. sua i(terpretação )a parte )o outro sE associati,ame(te e(co(tra i(sti(ti,ame(te como resulta)o )a e?peri9(cia a(terior ou base i(ata# Para represe(tar a primeira ,ista. po)e+se ser capa- )e falar sobre isso# >ão =; (e(=uma ra-ão para 7ue as pessoas o sorriso )a boca ou o ol=ar irrita)o i(icialme(te )e,e re,elar mais ou al8o )ifere(te )a ,i)a i(terior espiritual )o =omem.

como essa ou a7uela posição )as per(as e )as mãos# As te(tati,as )e ape(as uma cria(ça 7ue (u(ca ,iu um ol=ar irrita)o associa)o com Yor(es=a()lu(8e(. a primeira =ora )e ol=ar com rai,a. se ,oc9 po)e assustar+se assim# A cria(ça )e,e ape(as ser trei(a)os para e(te()er este po(to )e ,ista. como o cão as pala,ras e os 8estos )e seu Se(=or# Esta formação fa-+se. mas o fil=o )e si mesmo por ele ol=a para os actos )o mesmo car;ter )e bo()a)e ou a rai,a sempre retor(am os mesmos rostos e(7ua(to as posiç<es )os braços e per(as se mo,em li,reme(te. a associação com a7ueles * co(sta(te. e(7ua(to eles li)am com isso se )issol,e. mas as associaç<es opostas )estruir# Cas ,iu a cria(ça 7ue a mãe sobre ca)a se(tou ou tumultos. a acarici;+lo. seria como um trem mais si8(ificati,o )e ami-a)e como o rosto sorri)e(te. como se supu(=a. por esta ra-ão uma i(cli(ação para a fre(te sua,e )a cabeça como um si(al )e bo()a)e ter apre()er HieB. 7ue mesmo a pala,ra afeto sur8iu# E(tão. 8ra)ualme(te. fica ca)a ol=ar. ca)a trem. )e mo)o 7ue ca)a mo,ime(to uma importW(cia fisio(Fmica para (Es#Apo(te a :ltima ,e- 7ue. a este respeito. o E?perime(tum crucis para + pais. * claro 7ue (ão po)e esperar + a sorrir para uma cria(ça )e te(ra i)a)e sempre. e(7ua(to bate. e terr/,el )e se ,er. ao e(tre8ar+l=e comi)a e ele acaricia. assim o operar importW(cia )e sorrir e cara feia para o mesmo 7uase. sim ele *. )es)e 7ue ele (ão est; (o espel=o com os )os outros. tem suas prEprias mi(as po)e comparar acre)itam 7ue sorrir. mesmo 7ua()o ele ol=a com rai,a. e ol=a com rai,a. se =ou,er sorri()o por7ue ela *. em se8ui)a. associar a mesma e?pressão )e se(time(tos. 7ue * sempre o co(=eci por outros com seus prEprios se(time(tos. e * claro 7ue seria e(lou7uece)or para a mesma coisa. 7ua()o ele fi(alme(te ol=ar para o espel=o iria pro,ar o co(tr;rio# É poss/,el 7ue isto * assim. mas al8u*m tem 7ue tem crucis e?perime(tum realme(te co(trata)o. e at* mesmo se o sucesso ,ier a fal=ar assim. como * assumi)o a7ui. (a)a seria ri8orosame(te pro,a)o. por7ue os impulsos i(sti(ti,os sim. por 7ue impress<es (ão i(sti(ti,os atra,*s )e )ressa8e po)e ser suprimi)a e pesa)os# Pro,a,elme(te. mesmo a cria(ça 7ue a8e )e bo()a)e )a parte )o outro 7ue ficaria sempre acompa(=a)a por um ol=ares furiosos )os fil=os 8era)os )a prEpria imitação em ,irtu)e fi(alme(te começar a acompa(=ar tais atos com um ol=ar irrita)o. para fa-er. apesar )o i(sti(to (atural para o co(tr;rio# E?peri9(cias )e sucesso mais )efi(i)a )o 7ue as cria(ças 7ue (ão po)em e?pressar suas impress<es e sua ate(ção (ão sabe como se co(ce(trar. tal,e- para )ei?ar ce8o )e (asce(ça 7ue foram opera)os em ape(as cresceu. fa-er# Se estes são a e?pressão )e ale8ria. )e )or. )e amor e )e ira )e uma ,isão po)e )isti(8uir ime)iatame(te apEs as le(tes )e catarata 7ue colocam em posição )e (a)a si8(ificati,ame(te )ifere(te[ Cas o mais pro,;,el * 7ue eles ,ão começar um rosto (ão i)e(tific;,eis como tal. e tamb*m )e tão perto. (a)a certo# E mesmo supo()o 7ue a cria(ça ti(=a um pra-er i(sti(ti,o (o rosto ami8;,el. por isso po)eria esse i(sti(to em um a)ulto. 7ue começa )es)e a i(fW(cia (a)a a cara. seu atrofia)o mais )o 7ue a se(sação sobre o papel )o cara para ele# >a ,er)a)e. as pessoas (ascem ce8os tão completame(te )esorie(ta)o apEs a cirur8ia (o rei(o )o ,is/,el. 7ue eles começam a fec=ar os ol=os para e(co(trar o cami(=o )e ,olta# A8ora. (o e(ta(to. su8ere o fato )e 7ue. em 7ual7uer caso uma facili)a)e i(ata * a

)e e?pressar ati,ame(te (ossas prEprias emoç<es e (ão por isso )o 7ue a7uelas e?press<es faciais. 8estos. so(s. a i)*ia )e 7ue a sua correspo()e uma i(stalação i8ualme(te i(ata para e(te()er essa e?pressão tamb*m a parte )o outro. Se as coisas começam a se co(=ecime(to i(sti(ti,o. e sim em termos )e c=ama)as )e (otas )os a(imais. por isso. este (ão * )e )u,i)ar. a :(ica 7uestão * o 7uão lo(8e a 8e(erali-ar isso# Al*m )isso. po)e um assert fato 7ue compro,a 7ue a associação i(sti(ti,a )o prEprio esta)o )e esp/rito. com uma e?pressão associa)a e?pressar. pelo me(os. al8o muito mais se8uro e mais )efi(i)o * co(=eci)o como o co(=ecime(to )e uma l/(8ua estra(8eira a partir )e tal# Po)e+se saber. e(co(trar atra,*s )e sua prEpria obser,ação. 7ue a imitação )a ma(ifestação f/sica )e um estra(=o esta)o )e esp/rito este sabe muito mel=or )o 7ue e(si(a,a ape(as ,e()o este e(u(cia)o por um subsi)i(8 )o estra(=o esta)o )e esp/rito e(tão associa)os (o se(ti)o i(,erso em me(te. e embora este fato (ão * )o co(=ecime(to 8eral *. parece ser 8eralme(te ,;li)o# Nma sala )e mul=er sim (ac=-utrippel(. E(tão. se eu irei atr;s )e al8u*m 7ue eu (ão sei. e sua cami(=a)a e sua Be=abe( imitar. ta(to 7ua(to poss/,el. est; me fa-e()o )e uma forma estra(=a tão sile(ciar. eu ac=o 7ue a pessoa )e,e ser auto como Cu)o ou (ac=-u=usc=e(. cambaleou por assim )i-er. para o =umor femi(i(o# Em >urke (de :ch., E E. 2#L$ Eu leio o seguinte, *ue pertence a*ui. 2:pon nos di) +er Recherches d[?nti*uit. uma perten'a a*ui, a hist8ria estranha, tinha pelo 0amoso 0isionomista Jampanella. Este homem, de acordo com toda a apar-ncia, n(o s8 0e) obser+a',es muito precisas sobre as caracter4sticas 0aciais humanas, mas ele tamb.m possu4a em um alto graus de arte, para imitar a mais +is4+el., se ele se sentia como o a0eto das pessoas com *uem ele tratou de e&plorar, por isso ele le+ou para ser t(o preciso *uanto pSde, o rosto, o gesto, toda a entrega de pessoas @ *ual ele e&aminado. E ent(o ele deu muita aten'(o, em *ue um estado de esp4rito *ue ele 0oi mo+ido por esta altera'(o. <esta 0orma, di) o meu autor, ele 0oi capa) de penetrar completamente em os sentimentos e pensamentos do outro, como se ele est em a pessoa teria con+ertido o mesmo. 7anto ., muitas +e)es eu me encontro, *ue 0a) se eu simular as e&press,es 0aciais e os gestos de uma, gentil homem ousado ou t4mido com rai+a, eu tenho uma tend-ncia bastante in+olunt ria @ pai&(o encontrar em mim mesmo, cu/o sinal +is4+el eu imitar procurando. 2 A8ora. se o co(=ecime(to )o esta)o estra(8eiro )a me(te )e sua ma(ifestação f/sica )e uma coisa i(sti(to tão firme como a prEpria pala,ra. )e mo)o 7ue seria (ecess;rio (ão sE a imitação )o co(=ecime(to e?ato# Do outro la)o (ão * i8(orar 7ue esta * a esta)os comple?os )a me(te. o 7ue (ão seria imposs/,el. mas 7ue as )eclaraç<es )os mo,ime(tos mais simples )a alma com a mesma certe-a como se i(sti(ti,ame(te e(te()i)o feito# Cas po)emos )ei?ar as per8u(tas a este respeito. o sorteio mais f;cil. uma ,e- 7ue (ão i(terfere (o (osso campo ape(as co(si)eraç<es est*ticas profu()as#

7III. Re!resenta12o do factor directa de im!ress4es estéticas em re*a12o ao associati)a.
1 Obser)a14es !re*iminares.

Isso est; mu)a()o e )isputar co(cepç<es est*ticas (ão são merame(te associati,a. mas tamb*m fator )ireto )e impress<es est*ticas. por ,e-es. sofre a i(@ustiça. * )iscuti)o mais ce)o. em 8eral. e )epois buscamos o primeiro a(tes para preser,ar seu )ireito e si8(ifica)o. 7ueremos 7ue o se8u()o. com as se8ui(tes co(si)eraç<es i8ual para ate()er O procura# Isso formas. cores. so(s e at* mesmo relacio(ame(tos )a7ueles cu@a impressão ,ai mais al*m )o purame(te se(sual. (os impie)osame(te tet=ere) se(ti)o. si8(ifica)o. propEsito e sem uma lembra(ça )o e?ter(ame(te ou i(ter(ame(te mais ce)o E?perie(te. curto ,irtu)e )o efeito )irecto. mais ou me(os ca/)o ou possam )esa8ra)ar ):,i)as a (i(8u*m# To)o mu()o 8osta al*m )e associação pura satura)a ,ermel=o ou mel=or )o 7ue su@a a-ul p;li)o. ea compilação )e ,ermel=o e a-ul mel=or )o 7ue amarelo e ,er)e. ca)a um tom rico puro mel=or )o 7ue um impuro ou 8ritos. ca)a uma praça purame(te sim*trica mel=or )o 7ue um c=iefes ,e(toZ colector u(iformeme(te associa)o (a mel=or )o 7ue a mo(oto(ia ou )e forma irre8ular labiri(to 8eral# Cas o()e )e,eria ocorrer associação. eles po)em for(ecer ta(to. a impressão )ireta )epe()e(te. perturbar a complac9(cia como aume(to# Tu)o isso *. em parte. tacitame(te assumi)o em co(si)eraç<es a(teriores. foi parcialme(te )iscuti)o particularme(te. si)o. mas rei,i()icaç<es (o )ecorrer )esta reu(ião. 7ue. e(7ua(to (as artes )a ,isibili)a)e )o fator associati,o )esempe(=a o papel pri(cipal em 7ue a m:sica esta sim cair (o fator )ireto# Essa )eclaração )e,e a8ora e(co(trar o seu pro@eto e. ta(to 7ua(to poss/,el @ustificação em co()iç<es auf-ei8lic=e(. mas )epois mostrou 7ue. embora (as artes )a ,isibili)a)e )o fator )ireto um papel muito re)u-i)o )o 7ue (a m:sica est; toca()o. o seu )esempe(=o. mas )e (e(=uma ma(eira a7ui para )espre-o *# $ O fator direto na música. >a impressão )a m:sica toca()o to)os os mome(tos )isti(tos 7ue e(tram (a mesma ou a partir )o 7ual compFs o mesmo. mesmo um papel )isti(to. )es)e 7ue por alteração )e ca)a um )eles. a impressão * a mo)ificação )e 7ual7uer outra forma# >o e(ta(to. a l/(8ua (ão tem meios to)as as mo)ificaç<es e alteraç<es )a impressão a se8uir a)e7ua)a e e?austi,a para )escre,er. se (ão. especifica()o+se os fatores causais. )a 7ual a impressão * a8ora sE )epe()e# >esse meio tempo. ,oc9 po)e ai()a maior clare-a os cami(=os ou os la)os )a impressão. 7ue )epe()em )e mo)ificaç<es )e ritmo )e. aci)e(te ,ascular cerebral. ritmo. )ireção e mu)a(ça )e em asce()e(te e )esce()e(te (a escala )e i(te(si)a)e e altura )os to(s. resumi)os sob a e?pressão )e =umor musical. a7ui co(tra a7ueles 7ue )epe()em. me)ia)a por sobreto(s relaç<es )e to(s 0so(s6. como um se(so )e melo)ia e =armo(ia. e. posteriorme(te. )isti(8uir bre,eme(te um eleme(to )e =umor e um eleme(to espec/fico )e m:sica. e )es)e 7ue a m:sica * peculiar )o 7ue o a(terior# Estes )ois eleme(tos. basicame(te. eleme(tos coleti,os. com base (o impacto esse(cial )a m:sica. e são i()epe()e(tes )as associaç<es )e i)*ia. e muito a partir )e ima8e(s. memErias e resulta(tes )o mesmo. com relação a co(struir sobre as coisas e as relaç<es fora )a m:sica. por7ue ela perma(ece casualme(te para este muito efeitos musicais e mu)a(ças )e(tro )e certos limites. ao mesmo m:sica )epois circu(sta(cial

aci)e(tal# Os a7ui c=ama)os musicalZ afi(aç<es fa-er parte. com tal acor)o. ou o som para a a7ueles )e uma )etermi(a)a p;8i(a. o 7ue po)e estar l;. mesmo sem a prese(ça )a m:sica (as pessoas. pois =; esta)os )e esp/rito )e ale8ria. )a 8ra,i)a)e ou mesmo a triste-a . a e?citação ou SP(fti8u(8. força ou sua,i)a)e. )e sublimi)a)e ou bele-a. o flu?o mais ou me(os sua,e )e mo,ime(to i(terior# Hamos c=amar esses esta)os )e esp/rito. (a aus9(cia )e outros )escriti,o pra-o =umor relacio(a)os com a ,i)a curta )a m:sica# Embora o =umor musical. porta(to. (ão estão es8ota)os. )e lo(8e + por causa )e 7ua(tos se po)eria e(co(trar (e(=uma outra caracter/stica )o 7ue pelos (:meros musicais ou passa8e(s )e si mesmos. )e 7ue )epe()em +. mas eles são )e particular importW(cia (a me)i)a em 7ue a m:sica * um )e seus a8e(tes * e(trar em um relacio(ame(to com outras artes e ,i)a fora )a m:sica# $6
$6

Se o =umor relacio(a)os com a ,i)a. o 7ue temos a7ui c=ama)os assim. (ão. pelo me(os. estar com parte i(flue(cia)a pelas relaç<es melE)icos e =armF(icos )os to(s 0so(s6 po)e ser )u,i)oso. mas certame(te (ão * (ecess;rio assumir isso# >ão se co(testa. ai()a tem a )ireção )a em asce()e(te e )esce()e(te ea mu)a(ça (a escala )e altura )e to(s )e i(flue(ci;+lo. e para isso foi co()u-i)o )e outra forma as prEprias relaç<es melE)icas )e ,olta. mas se as ,is<es )e Helm=olt-. pois tem to)a a apar9(cia. em 0esta relação * correta. (ão são as relaç<es )e altura. por si sE. )a()o a melo)ia. mas as relaç<es e(tre os to(s 7ue ,ão com ele. e sem a 7ual simplesme(te (ão permitem 7ue as relaç<es )e altura tem#

Em relação a esta su8est<es relacio(a)as com a ,i)a )e,e ser bem capa- )e pro(u(ciar+se como um pri(c/pio com @ustiça. 7ue os termos e co()iç<es )a m:sica. fa-e()o um tal se(time(to * )esperta)o. em po(tos esse(ciais. com a e?pressão ati,a )o mesmo se(time(to (a ,o- e mo,ime(tos )as pessoas se e(co(tram. ta(to 7ua(to ou se@a. apEs o estabelecime(to )e ,;rios i(strume(tos musicais e )a or8a(i-ação =uma(a * poss/,el# A m:sica e(8raça)a tem um ritmo )ifere(te. um ritmo )ifere(te )e um tr;8ico e um co(traste a(alE8ico mostra a e?pressão peculiar )e ale8ria e triste-a (a ,o- e mo,ime(to# A7ui. (o e(ta(to. (ão * absolutame(te (ecess;rio assumir 7ue. a fim )e ser )esloca)a pela m:sica em um clima )e um )etermi(a)o perso(a8em. um @; e?pressa e?pressão ati,a )o mesmo se(time(to )e,e se lembrar ape(as )e (Es. mas (a co(formi)a)e )o 8era)o pela m:sica em (Es r/tmica e @; para uma caracter/stica )e =umor co()iç<es )e mo,ime(to com a7ueles 7ue estão pre,istos em (Es com o (osso =umor em uma relação (atural. mesmo a co(formi)a)e )os =umores )e si parece (aturalme(te @ustifica)a# Nma ,e- 7ue a e?pressão ati,a )e (ossos se(time(tos (ão * esse(cial melo)icame(te ou =armo(icame(te. ,oc9 ter; ai()a me(os ra-<es para )ar a impressão )e melo)ia e =armo(ia (a m:sica a partir )e uma memEria )e tal e?pressão )epe()e(te# >o e(ta(to. e?istem se(time(tos )e muitos tipos. o 7ue. acima i()ica)o =umores relacio(a)os 7ue para )espertar ,i,o. ou * ma(ter a capaci)a)e )a m:sica. e ai()a

le,ar uma (ature-a muito 8eral. a me(os 7ue possa ser muito )ifere(te s*rie )e i)*ias comu(s para uma maior se8ura(ça. assim. ter a(tece)9(cia 7ue eles são complica)os com i)*ias )e associação )e futuro. passa)o. coisas ,erlor(em fortu(a ou a-ar. ou )e relaç<es )e i(cli(ação e a,ersão O A(e)er(. como (ão são os se(time(tos )e espera(ça. me)o. sau)a)e. triste-a. amor. E)io. rai,a. ,i(8a(çaZ + e assim (ão co(testou Ha(slick 46 to)a a ra-ão 7ua()o (e8a a m:sica a capaci)a)e )e e,ocar tais se(time(tos com certe-a ou para e?pressar como eles )i-em# Hoc9 (ão po)e fa-9+lo por7ue eles (ão po)em fa-er com 7ue com certe-a a associação caracter/stica )e i)*ias )esses se(time(tos# Em co(traste com esses mo)os 8erais# Ela e?i8e. )e fato. (e(=uma associação para ,otou sua,eme(te por uma m:sica sua,e atra,*s )e um a(ima)o a(ima)o para ser ,ota)o atra,*s )e uma triste tra8*)ia# Em (e(=um ca(ç<es tristes e(cai?a uma m:sica e(8raça)a. (u(ca um triste e(8raça)o# A8ora. (a me)i)a em associaç<es i)*ia po)e le,ar um ou outro perso(a8em em si. mas tamb*m o seu aparecime(to por meio )este ou fa,orece 7ue o =umor e. porta(to. a uma m:sica )o =umor. mas o =umor (ão * causa)a ape(as pela associação# E po)e por7ue o mesmo perso(a8em )e =umor muito )ifere(te s*rie )e i)*ias po)e ser comum. como o pra(to )e causas muito )ifere(tes 7ue sur8em. 7ue formam o co(te:)o )as i)eias tristes. tamb*m * fala)a perma(ecer i()etermi(a)o e )epe()e ape(as )e restriç<es sub@eti,as ou ob@eti,as aleatErios. se uma m:sica )e )etermi(a)o perso(a8em )e =umor )este ou )a7uele carre8a com ele a s*rie sempre ami8;,el )e i)*ias#
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GA partir )a bele-a musical# Ru)# Jei8el#. $%I3#G

Tamb*m )ese(,ol,i)o eo se(ti)o )o m:sico por tr;s )a percepção )as relaç<es musicais refi(a)os (a me)i)a em 7ue 7ua(to mais tempo o mais recupera+l=es um si8(ifica)o (ão+musical associati,o. mas 7ue ele mer8ul=a mais e mais (o territErio )e relaç<es to(ais ai()a maior e mais comple?o relacio(ame(to e(tre i(terpretar apre()e 7ue escapam a opi(ião )estrei(a)o bruto# Isso. (o e(ta(to eles co(ti(uam a respo(sabili)a)e )a impressão )ireta# >o e(ta(to. os mo,ime(tos r/tmicos e relacio(ame(tos )as mu)a(ças )e m:sica e co(trastes )e força e fra7ue-a. e at* mesmo o som )e al8u(s so(s tamb*m po)e se lembrar )e la )iretame(te em al8um fora )a m:sica. como as o()as. o barul=o )o mar. o 8ote@ame(to )o flu?o ou ru/)o a cac=oeira. o sussurro ou ui,o )o ,e(to. o rolame(to )o tro,ão. a 7ue)a )e flocos )e (e,e. o 8alope )o ca,alo. o bater )e a,es. o tri(a)o )a coto,ia. o ca(to )o melro. etc. e por isso * um @o8o. @u(tame(te com (oç<es )e associação )este tipo ce)er a m:sica (o mesmo se(ti)o 7ue po)e @o8ar memErias )e 7ual7uer amarelo. ,ermel=o. cF(ca,as. ob@etos co(,e?os mesmo com a ,isão )e amarelo. ,ermel=o. cF(ca,as. ob@etos co(,e?os. mas ai()a @o8ar ape(as i(ci)e(tal. @u(tame(te com a impressão a)e7ua)a# E assim. um (ão se ,9 por 7ue a pri(cipal impressão )as relaç<es musicais some(te a imitação )os outrosZ )e,e atribuir O memEria )e outros. por7ue * 7ue eles (ão t9m o )ireito )e fa-er a sua prEpria impressão afirma 7ue pri(cipalme(te fa-er e i()epe()e(te )e tais memErias ar8ume(ta)o )es)e o i(/cio (ão )e,e seu @o8o tra(7uilo @u(to e?clu/)os. mas ape(as (ão muito e 7uase sempre *. por ,e-es. )e forma co(t/(ua ape(as em traços# Sem m:sica represe(ta ai()a em sua ple(a impleme(tação completame(te as o()as )o

mar ou o 8alope )e um ca,alo. etc. mas as memErias ,ão 7ue sobre tra- a m:sica tão facilme(te perturba)o (o,ame(te. )esloca)o. )estru/)o. como eles afirmam+se 7ua()o eles fa-er 7ual7uer reclamação# Para as se(saç<es musicais espec/ficos. mas 7ue )epe()em )as relaç<es melE)icas e =armF(icas ser co(cate(a)os )os to(s. =; sempre ape(as a(;lo8os muito i(completos (o resto )e (ossos c/rculos )e e?peri9(cia. 7ue (ão são remo,i)os repro)u-ir a ma8ia )a m:sica. e(tão por 7ue some(te em tais a(;lo8os t9m a um resulta)o )a memEria para e?plicar esta m;8ica para isso# Embora um como ele. )o po(to )e ,ista )e uma comparação muito 8eral po)e aplicar 7ua()o "ot-e 0Mesc=# p 3D26 )i-X G7ue as teclas 7ue co,erabilitV i(fi(ito. comparabili)a)e. pare(tesco e )ifere(ça classifica)os (o co(te:)o )o mu()o represe(tam 7ual7uer. por 7ue isso aco(teça ser 7ue a multiplici)a)e )a reali)a)e. su@eitos Os leis 8erais )e ma(eira u(iforme. ao mesmo tempo. forma um to)o or)e(a)o em ca)a outros i()ica)ores 7ue re,elam atra,*s a()a()o em si ou 89(eros mutuame(te e?clusi,as G. mas (ão e?atame(te como eu 7uero )ar "ot-e * certo (a me)i)a em 7ue * aG memEria G se estas co()iç<es o co(te:)o mu()o. o 7ue os perso(a8e(s. os ritmos. as relaç<es )e m:sica para (os fa-er ,aliosos# 56Ao co(tr;rio. precisame(te por7ue a m:sica em si for(ece o mel=or e?emplo )e uma a)ição ,aliosa. relacio(ame(to. 8ra)ação )o co(te:)o mu()o. * sem lembra(ça precisa para o re(ascime(to )e uma impressão ,alioso al8o al*m )a m:sica# Tamb*m (ão creio 7ue Co-art e Sc=ubert foram as pessoas a serem )ia8(ostica)as (a criação )e suas si(fo(ias por memErias )e trW(sito )o mu()o sobre o mu()o )a m:sica para fora. sim. po)e+se per8u(tar se um mo,ime(to )o esp/rito (as relaç<es 8ra()es ou =armo(iosas )a ,i)a e )a para essas marcas a pe(sar fora )a m:sica em tu)o pro)uti,a )e(tro )a m:sica# Para a mesma probabili)a)e )e ocorrer a este respeito um um a(ta8F(ica como uma relação ami8;,el#
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GO ,alor )o mesmo. co(si)eramos (ão possuir. eles parecem bo(ita por )espertar a memEria )os i(:meros be(s 7ue são poss/,eis (o mesmo ritmo )o e,e(to e some(te (ele#G 0Mesc=# p 3%&6# Comp# GSobre o Co() ) Uu(stsc=T(=G# S# 4$

>ão se co(testa Ou se@a. to)a a proprie)a)e i(telectual )as pessoas são =abilita)os pelo e(8a@ame(to )a ,ibração )a m:sica. e )epe()e()o esta proprie)a)e. uma si8(ificati,a ou i(si8(ifica(te assim ou * assim 8eartetes. o 7ue )epe()e )o a(ti8o curso )e e)ucação )as pessoas. a m:sica * pela ,ibração ou =umor em 7ue ele coloca o co(te:)o 7ue a proprie)a)e para e?pressar mais importa(te ou me(os si8(ificati,as. tais ou tais efeitos ser capa-. mas al8u*m relati,ame(te muito pouca e)ucação po)e ter. e mais forte e mais impress<es musicais )irectos recebi)os. a m:sica (o se(ti)o mais ,er)a)eiro e(te()er mel=or e mais come)i)o )o 7ue o e)uca)o 7ua()o * pratica)o como este (a apree(são e acompa(=ame(to )as relaç<es musicais e sistema mais musical tem. (o e(ta(to. 7ue ele era pe7ue(o. o outro po)e ser um mo(te e associa)o )e importW(cia. * ape(as o subpro)uto )a m:sica os outros

si8(ificati,os# O a(terior (ão (os impe)e )e uma co(si)eração 8eral )as artes. pois * para ser toma)o com bala(ço )e cima. temos ape(as para se e(co(trar com o (osso pro8resso. (os lembram )a subor)i(ação )as relaç<es musicais e(tre relaç<es 8erais ,aliosas )o u(i,erso. mas eu 8ostaria 7ue o si (ão buscar efeitos espec/ficos )e m:sica em uma memEria tal# >o 7ue )i- respeito Os re8ras )e 7ue )epe()e )a complac9(cia musical. um li(k por relaç<es peculiares a especiali)a)e musical e treliças# As leis mais fu()ame(tais a este respeito. certame(te. ai()a parecem estar (o escuro. ou pelo me(os ai()a (ão t9m um =i(lP(8lic=e( me Defi(ite(ess# Ce(cio(a)o 0e?emplos6 como (o cap/tulo HI. acre)ito 7ue o pri(c/pio )a :(ica li8ação )o colector )esempe(=a um papel importa(te (o 7ue po)e 0(o 7ue )i- respeito O resolução )a )isso(W(cia6 são um pri(c/pio )e reco(ciliação est*tica em CitrAcksic=t# As relaç<es )o relE8io e ritmo. as relaç<es )e )ifere(tes (otas )e rai- (o 7ue se refere O i8ual)a)e e )esi8ual)a)e )os to(s como o outro. ea formação )e relaç<es mais ele,a)as e(tre ata7ue bai?o passe para o primeiro pri(c/pio. e as metas )e fato mais ,aria)as e mut;,eis# A pri(c/pio parece )i-er assim com o )ese@o )e )ese(,ol,9+lo e e(trar em to)as as re8i<es mais altas. maior sobe o )ese(,ol,ime(to musical# >e(=uma outra ;rea oferece a este respeito uma mar8em i8ual a )ar co()iç<es fa,or;,eis# Cas * preciso reco(=ecer 7ue este pri(c/pio po)e ser apro,a)a em assembleia 8eral. 7ue ele at* a8ora * muito ,a8o para um recursos e?ecuta)os em teoria musical ou at* mesmo uma estabelecer uma me)i)a )e complac9(cia musical )ele# A tarefa fu()ame(tal a este respeito ser; (a)a )if/cil )e i8ualar. e eu. mesmo sem a te(tati,a )e fa-9+lo# Ha(slick compara. em seu li,ro 0p# 54 556 a impressão )a m:sica uma ,e- com os arabescos. outras ,e-es com a fi8ura calei)oscEpica# Ambas as comparaç<es são )e(tro )e certos limites. muito apt e ilustrati,os. mas ape(as )e(tro )e certos limites# Os po(tos )e comparação são )e 7ue. em primeiro lu8ar. os )ois perso(a8e(s assim como a m:sica. se ,oc9 7uiser falar sobre fi8uras )a m:sica. efeito est*tico sem e(,ol,ime(to si8(ificati,o )a associação. sE 7ue ele merame(te arabescos )e mea()ros e tre(s tra(ça )e car;cter u(it;rio. sem 7ue. curso 8eralme(te tem com i(+ )ept=. ,e8etal. a(imal e )ese(,ol,ime(tos =uma(os t9m em me(te. + em se8u()o lu8ar. o fato )e 7ue (essas fi8uras ,is/,eis po)e ape(as como com o au)/,el a ra-ão )a simpatia )o pri(c/pio )a li8ação :(ica )o colector est; procura()o# Cas com to)os esses (:meros ,is/,eis estão lo(8e )e fa-er uma impressão musical. e isso * )e,i)o a )ifere(ças mais 8erais 7ue (ão as artes )e ,isibili)a)e a to)os a capaci)a)e )e fa-er m:sica# Embora os arabescos e fi8uras calei)oscEpicas aprese(tar+se aos ol=os )o 7ue mu)ar. (o e(ta(to. e?ecutar as fi8uras )a m:sica (o tempo. (ão co(stitui uma )ifere(ça si8(ificati,a. por7ue (ão * sE isso. ,oc9 po)e se8uir arabescos com ol=os e ate(ção ao lo(8o )o tempo. tamb*m po)e ser e(co(tra)a (o @o8o )e cores pia(o. mas especialme(te (o ma8(/fico espet;culo )e Ualospi(t=ec=romokre(e o mome(to )a m:sica (o @o8o )e mu)ar as cores )e (o,o. e po)e )e fato )i-er 7ue. se al8uma coisa * a impressão )a m:sica se apro?ima (as ;reas )e ,isibili)a)e. * como um espet;culo *# Cas esta apro?imação * ai()a uma 8ra()e )istW(cia e(tre as )uas# O 7ue * isso[ + S;cil )e e(co(trar as se8ui(tes )ifere(çasX

Ca)a tom musicalme(te utili-;,el 0)e som6. o 7ue ou,imos *. )e um )ireito fu()ame(tal e uma s*rie )e )etermi(a)os classifica)os para co()iç<es )e ,ibração 7ue )iferem em simples (:meros i(teiros. )isti(8u/,eis pela )ireção )a ate(ção a certos limites. to(s composto 36 . 7ue. como @; (ota)o. colector e (a 7ua(ti)a)e são poss/,eis )ifere(tes relaç<es )e i8ual)a)e e )esi8ual)a)e e(tre os )ifere(tes to(s 7ue (ão ape(as são poss/,eis e(tre as )ifere(tes cores# Por7ue =; )e fato cores compostas. bem como to(s compostos 0so(s6. por isso * muito pro,;,el I6 7ue mesmo 7ual7uer ob@eti,ame(te simples fei?e )e cor =omo89(ea (o Opticusfaser ou a co(e?ão )e fibras Epticas. ele e(co(tra uma mistura )e cores. simplesme(te estar acima )o peso um )etermi(a)a cor. ,ia8e(s# Cas os compo(e(tes )e uma mistura )e cores (ão são absolutame(te ate(ção )isti(8u/,eis '6 . po)em ser e(co(tra)os em to)o sE )e(tro )os limites )e uma oita,a mais uma 7uarta. por7ue passa em to)a a ,isibili)a)e )as cores (ão. (o e(ta(to. @; o se8u()o =armF(ico este limite for e?ce)i)o. e são em 8eral basta(te a composição )e ru/)o como a composição )e um tom musical 0som6 )e mo)o a(;lo8o# Com meios correspo()e(tes (e(=uma m:sica tamb*m To(8ebiete po)e fa-er. e isso po)e ser e?plica)o apEs as )ifere(ças a(teriores. por7ue o espet;culo )e Ualospi(t=ec=romokre(e (os tor(a basta(te i(ter(ame(te a impressão )e um 8lorioso pEs+e co+e?ist9(cia como uma ao mesmo tempo o saca)o como melo)ia e =armo(ia# Cas * 7uestio(;,el se a)ota)os ou es8ota)o as )ifere(ças fu()ame(tais e(tre os to(s e cores com os po(tos a(teriores. 7ue são importa(tes (este caso. em 7ual7uer caso. (ão são mais profu()as. mas at* a8ora (ão est; suficie(teme(te esclareci)a )ifere(ças# Por 7ue. por e?emplo. aume(ta em to(s a se(sação )e campo com o (:mero )e ciclos. sem alterar o car;ter co(ti(uame(te. e(7ua(to uma caracter/stica mu)a(ça )e cor )e )ifere(tes impress<es. ,ermel=o. amarelo. a-ul mostra as aç<es com as )ifere(ças (a percepção )o campo (a)a# Por 7ue o impressio(a(te co(@u(to )e to)as as (otas )a oita,a um ru/)o )esa8ra);,el. (o e(ta(to. )e,e+se esperar um correspo()e(te a8ra);,el )o 7ue a lu- bra(ca. etc &6 Eu (ão mer8ul=ar mais para isso at* a8ora 7uest<es (ão resol,i)as#
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At* mesmo os so(s 7ue são pro)u-i)os fora )o (osso ou,i)o tão simples. aplica+se. )a()o a to)os eles em (ossos ou,i)os apEs a sua criação com a raie?ter(ame(te 8erou a s*rie c=ama)a to(s =armF(icos. 7ue for(ece uma cor)a )e)il=a)a como co(otação com a (ota fu()ame(tal. 7ua()o. como se e?istem as co()iç<es ob@eti,as para a sua formação @; em uma força me(or# Tamb*m po)e ser. uma ,e- 7ue esses to(s =armF(icos (a m:sica or)i(;ria por i(strume(tos )e ,o- =uma(a e cor)as ,irtu)e co(sta(te ir com 8eração ob@eti,a. 7ue a associação est; e(,ol,i)o al8o 7ue 8era)o i(ter(ame(te. mesmo 7ua()o eles (ão t9m ob@eti,o )e c=amar ca)a ,e- mais (a co(sci9(cia# Comp# Helm=olt-. se(sação )e tom 056# 43% 43D e um e(saio )e RR CAller (os relatErios )e SPc=s Soc# Em $%&$# $$I + A separação )elibera)a )os =armF(icos )o tom fu()ame(tal sem Yu-ie=u(8 a@u)as especiais sucesso. mas some(te por meio )e 8ra()e pr;tica e esforço )e ate(çãoZ u(steiti8 mas tem a si possibili)a)e e?iste(te por )e )i,Ercio i(flu9(cia (a comparação 0,er Elem ) PsVc=op= $$ 4&4 ##6 )ois to(s. ou mel=or. parece. at* o()e se e(te()e um tom com to7ues )e acor)o com a )isti(ção mais ri8orosa sob o som#

I6 '6

Comp# A7ui em m# El# ) PsVc=op=Vs# $$ S# 52$

Trata+se. pro,a,elme(te. a partir )o facto )e 7ue elas (ão são assim )e uma mistura )e ar8ila percebi)a por fibras (er,osas )ifere(tes #
&6

Nma compilação mais )etal=a)a e )iscussão )e pare(tesco e Hersc=ie)e(=eits relação e(tre to(s e cores e(co(tra)as (a pol Elem# ) PsVc=op=# II. p 4'& ff

Nma ,e- 7ue cerca )e pla(tar as impress<es musicais por meio )os (er,os )a alma. mas. pro,a,elme(te. fa-er com 7ue as ,ibraç<es e?ter(as )a m:sica correspo()e(te ,ibraç<es (er,osas i(ter(as. um se recusou a e?plicar os efeitos psicolE8icos )a m:sica em ,;rias ocasi<es sobre esses mo,ime(tos (er,osos i(ter(os# E por 7ue (ão. a (ão ser 7ue ,oc9 e(come()ar trata )e um cabelo mais lo(8e )o 7ue por refer9(cia Os ,ibraç<es e?ter(as. pois por 7ue a8ora tra-er estas ,ibraç<es i(ter(as )esses efeitos psicolE8icos[ Esta * uma 7uestão )e psicof/sica i(ter(a. mas (ão tem uma resposta )efi(iti,a para isso. como os psicof/sica e?ter(a para a 7uestão )o por7u9. ou se@a. as leis pelas 7uais. as ,ibraç<es e?ter(as t9m esse efeito# Cas se a7ueles uma ,e- po)e )ar a resposta. seria. co(tu)o. ser ape(as com base em e?peri9(cias (os psicof/sica e?teriores# E 7ue a est*tica em tu)o at* a8ora po)e (ão bem a 7uest<es )e psicof/sica i(ter(as e(,ol,i)as. recor)e+se ,;rias ,e-es# As obser,aç<es i(ci)e(tais a7ui+ relacio(;,eis 0Seção HI pt I6 tamb*m estão a tomar+se ape(as como acessErio para a compra# \ue to)as as 7uest<es fu()ame(tais. 7ue (ão po)em ser feitas. at* a8ora. sempre O mão. e ,oltar em al8um )a superf/cie mais prE?ima. os po(tos a7ui a )iscussão mais acess/,eis ape(as tocaram+se. em ,e- )e ter si)o )iscuti)o. 7ue (os :ltimos tempos. mas tem mu()o musical muitas ,e-es ocupa)o e colocar um po(to )e ,ista co(tr;rio# De(otamos )ora,a(te por bre,i)a)e ,i,e()o =umores relacio(a)os )e ale8ria. )e serie)a)e. )e emoção. )e ma(si)ão. etc. 7ue * )espertar ou como )i-em e?pressar a ri7ue-a )a m:sica. 8eralme(te simplesme(te como =umores. se(time(tos )e amor. sau)a)e. etc. 7ue )etermi(a)o por causa )e suas associaç<es com complicação tipo especial )e causa (ão est; )e(tro )o po)er )a m:sica. simplesme(te como se(time(tos. e co(si)erar a relação )a m:sica ta(to para um pouco mais perto# A m:sica )e um )etermi(a)o perso(a8em )e =umor po)e re,elar esse car;ter )e 7uatro ma(eiras. e 7ua()o se )i- 7ue uma m:sica co(ce)er a e?pressão )e um certo =umor. ,oc9 compree()e. basicame(te. (a)a mais )o 7ue uma tal pro,a abai?o# Nma ,e- 7ue o fato )e 7ue 7ua()o ela co(=ece o =omem )ele em um esta)o i()ifere(te. a recepti,i)a)e )a mesma m:sica em tu)o. )es)e mistura)o (a atmosfera em 7uestão e. em se8u()o lu8ar. 7ue. se * 7ue @; (o clima a)e7ua)o. recebe+lo. e isso aume(taZ em terceiro lu8ar. 7ue 7ua()o se e(co(tra (o mo)o oposto. mas (ão ser muito forte. as mesmas supera e )efi(e seu prEprio perso(a8em )e =umor para o lu8ar. em 7uarto lu8ar. mas se o se(time(to oposto * muito forte. (ão superar. mas a8ora sua co(t/(ua co(tra)ição. (o e(ta(to. ar8ume(ta com a )or. e(7ua(to 7ue se a sua perso(a8em

com sua combi(ação )e =umor e?iste(te. estas co(e?<es =umor efeito a8ra);,el. 7ue tamb*m ser; reali-a)a se o =umor oposto * supera)a pelo apropria)o a8ora e?iste# >a ,er)a)e )e,e. e?ceto o efeito est*tico. 7ue po)e al*m )e =umor @; e?iste(te para e?pressar a m:sica 7ue a co(formi)a)e ou co(flito com estes mesmos são )ese(=a)as como um efeito eleme(to est*tico em co(si)eração# >os me(tiras a(teriores em 7ue uma m:sica e(8raça)a po)e lame(tar. cu@a )or (ão ,ai torcer muito profu()o. por outro la)o. se o mesmo * mais profu()a. sE );+l=e )esco(forto e. se poss/,el. ser a mesma )ei?a ele escapar. (o e(ta(to. uma m:sica 7ue a )or e?pressa. po)e apelar para ele. apesar )e 7ue sua perso(a8em =umor sE po)e ir em si mesmo. em se8ui)a. para reforçar o seu )esa8ra)o. e para tor(;+lo ai()a mais profu()a. afu()ar+se as i)*ias 7ue le,am este perso(a8em. mas isso * tor7ue )e relutW(cia )e,i)o O i(teração )ois mome(tos )e pra-er pre)omi(a,a. reu(i()o o =umor )o perso(a8em )o est/mulo 7ue recebe )a m:sica# usa()o a atmosfera e?iste(te ea impressão a8ra);,el espec/fico )a m:sica. o mesmo tamb*m )e,e perma(ecer em um perso(a8em tr;8ico A aplicação a)e7ua)a )os mesmos * )i,erti)o 7ua()o ,oc9 se tor(a mais f;cil# O So(ole(to. ele (ão est; com muito so(o. ,ão e(co(trar+se e(cora@a)o por uma m:sica a(ima)a. mas ele est; com muito so(o. assim. e(co(trar perturba)o ape(as com a )or# Essa impressão realme(te o calma(te po)e fa-er uma m:sica triste sobre a triste impressão )e 7ue especificame(te a8ra);,el )a m:sica perte(ce resulta esse(cialme(te )o facto )e 7ue. se permiti)o cair. cai eo calma(te )a impressão# A m:sica com como,e(tes )isso(W(cias. como o =umor Al8u*m muito @o8o. mas ele (ão 7uer ou,ir# Por outro la)o. ,oc9 ,ai 8ostar )e ou,ir. )e um mo)o 8eral. a m:sica sere(a ao mesmo composição musical co(suma)o como um to)o com mais fre7A9(cia )o 7ue a m:sica fu(eral. por7ue o perso(a8em )e =umor =; mais ,a(ta@osa# Cas se. sem 7ue ele prEprio estar em luto. mas a m:sica Os ,e-es fu(eral 8osta )e ou,ir. *. al*m )os e(ca(tos )e ,arie)a)e. pois. uma ,e- coloca)o (o =umor )e triste pela m:sica. em se8ui)a. tamb*m se(tem a i(flu9(cia be(*fica )o mesmo como este . tais como a ma(ute(ção )e um. uma ,e- i(icia)a pela Coo) pelo pro8resso )a m:sica o be(ef/cio )e mo)o co )o mo)o )e e?citação posterior co(ce)i)o com o =umor @; e?iste(te# >este se(ti)o. a composição )e uma m:sica por e,e(tuais alteraç<es em )es,a(ta8em co(tra 0mas tamb*m em outros aspectos ,a(ta@osos6 repetição )a composição )os ,ersos. )es)e 7ue a or)em * bem aceite to)o o car;ter =umor )omi(a(te )a m:sica# O cami(=o (ão e?clui mesmo 7ue e,as<es )e um mo)o 7ue a reco(ciliação (o pro8resso. po)e ser be(*fico. e 7ue be(eficia uma (ature-a )ifere(te )o 7ue pe()ura)o (o meio+composto pela repetição. 7ue po)em pre)omi(ar em certas circu(stW(cias. e(tão o 7ue para e(trar em mais )etal=es a7ui# \ue se(time(tos estão em causa. (ão causam os ati,os )a m:sica est; (a se8ura(ça a)e7ua)a 7ua(to os =umores. para 7ue a m:sica (ão se comporta )e forma basta(te i()ifere(te a ele. por7ue esses se(time(tos sem i(sistir i(teirame(te )e =umor. mas (o car;ter t9m a mesma parte. e estar )e acor)o com se eles ocorrem em tal ou 7ual perso(a8em )e =umor. e(tão tamb*m i(flue(ciou (a forma a(terior )a m:sica# Pelos mesmos se(time(tos. mas po)e mu)ar o =umor )a (ature-a. a i(flu9(cia )a m:sica ,ai mu)ar. assim como. por e?emplo. o se(time(to )e amor ser um bom ou )e fo8o.

sim at* mesmo ser tempestuoso. ou se@a. o mais alto 8rau )e a8itação po)e aume(tar A Ira )e um sil9(cio ou po)e ser muito a(ima)o. a partir )o 7ual * e,i)e(te mais uma ,e- 7ue ele po)e ser uma m:sica (ão ou,ir com to)a a certe-a se 7uerem e?pressar o amor ou a rai,a se eles 7uerem e?pressar al8uma coisa# E(treta(to. (em to)os os se(ti()o facilme(te assumir 7ual7uer (ature-a =umor i8uais. e al8u(s se(tem al8um perso(a8em (ão em to)os. por e?emplo. o se(time(to )e E)io. o me)o (ão a ale8ria. a bele-a. a (ão mela(colia O forte emoção. e 7ua()o o amor co(fessa)ame(te em um esta)o )e 8ra()e e?citação. a rai,a po)e ocorrer como uma f:ria sile(ciosa. ser;. (o e(ta(to. ser ape(as em casos e?cepcio(ais# Assim. po)e i8ualme(te e i8ualme(te muitas ,e-es tamb*m (ão são 7ual7uer m:sica )e um mo)o particular para ca)a perso(a8em se(time(tos# Celo)ias para ca(ç<es. espera(ça. )ese@o. 7ue e?pressam mela(colia amor. como o outro. como i8ualme(te a)e7ua)o para tal outro se(time(to. po)e ser facilme(te co(fu()i)a. mas eles (ão )e,em ser co(fu()i)os com boas melo)ias )e ca(ç<es 7ue a rai,a. o E)io. a ,i(8a(ça e?pressar a rai,a. por7ue (ão sE e?cepcio(alme(te ou o =umor )o perso(a8em )e ambos os se(time(tos co(fusos# Cesmo com os se(time(tos )e um perso(a8em )e =umor mu)a()o. mas (ão to)os os perso(a8e(s ou 7ual7uer mo)ificação )os mesmos ser; ,a(ta@oso esteticame(te i)9(ticos. para 7ue eles tamb*m po)em ter lu8ar a partir )este po(to )e uma escol=a (a arte# Curto por meio )e =umor e?pressão musical 7ue e(tram em se(time(tos mais )efi(i)as. mas mesmo estes mais ou me(os correspo()e(te frase ser; acess/,el atra,*s )a m:sica )e(tro )e certo. ai()a 7ue co(sta(te muito ,a8o. limites# Com melo)ias )e ca(ç<es 7ue e?pressam um certo se(time(to )e amor. sau)a)e. etc. a8ora oferecemos um i(teresse * ma(ter o car;ter )a m:sica para ele ai()a forma mais a)e7ua)a poss/,el ao seu perso(a8em =umor e fica )esi8(a)o os prEprios se(time(tos. e ,oc9 ser; capa- )e fa-er se o perso(a8em est; per)i)o# É a mesma coisa a este respeito com a melo)ia )a ca(ção como com o me)i)or. o 7ue po)e ser co(fu()i)o por m:sicas )e )ifere(tes co(te:)os e (ão a partir )e 7ual7uer co(te:)o# Em co(traste. 7ua()o peças )e m:sica i()epe()e(tes. como so(atas. si(fo(ias. e(tre outras coisas. 7ue (ão tem i(teresse )e per8u(tar o 7ue se(time(tos são sobre o caso. e 7uer le,a(tar a i(certe-a )e (ão ser le,a(ta)a a esse respeito# Hoc9 (ão * como as composiç<es )e m:sicas calcula)os para ser,ir certos se(time(tos )e amor. sau)a)e e afi(s para apoiar. mas por suas relaç<es musicais e r/tmicas espec/ficas com o perso(a8em )e =umor. a8ora ele simplesme(te tra,a e (em se7uer em 7ual7uer lu8ar casual ou purame(te )e,i)o a uma pro)ucible sem m:sica 0ao ,i,o relacio(a)o6 * a8ra)ar. (ão importa com o 7ue se(time(tos sobre esse perso(a8em =umor po)e estar relacio(a)o# \uerer o co(sel=o. (ão sE seria i(:til em si. mas tamb*m )issipar as impress<es musicais esse(ciais. (o e(ta(to. (a composição )a ca(ção. a imprecisão e. co(comita(teme(te. as ta?as assim remo,e )i-e()o 7ue a m:sica e(tre to)os os se(time(tos para 7ue a composição relati,a po)eria ser o :(ico pro(u(ciar+se sobre o 7ue )e,e ser basea)a e a8ora tamb*m. (a ,er)a)e. refere+se por7ue o se(time(to (a m:sica ,ai @u(to realme(te pro(u(cia)o# Semel=a(tes e em parte com as co(si)eraç<es a(teriores com ele relacio(a)os estão a fa-er 7ua()o 7uestio(a)o sobre como a m:sica era capa- )e )ar a e?pressão

)e al8u(s e,e(tos (ão+musicais. e estar (o )ireito )e 7uerer )ar+l=e# 0He@a acima6 sobre (Es c=ama)o )e muitas coisas 7ue a m:sica tem em comum com o mu()o fora )a m:sica. sim. eles po)em. como "ot-e apo(tou. t9m mais 8eral e superior tão comu(s em seu ritmo e suas formas )e relacio(ame(to# A este respeito. e (a me)i)a a8ora como * o caso. * tamb*m po)e ser,ir como um prel:)io ou acompa(=ame(to para respekti, represe(tação )ram;tica po*tica )e um e,e(to ou )e um aco(tecime(to. mesmo fora )a m:sica para correspo()er. a partir )os aspectos 7uatro ,e-esX em primeiro lu8ar. os mome(tos ou o ritmo )o e,e(to (a me)i)a em 7ue ela * realme(te ,er)a)eira a afirmação )os mesmos. )e mo)o a tra-er mais efica-me(te aprese(ta)o. em se8u()o lu8ar. o esta)o )e esp/rito 7ue a()a. para apoiar. para proporcio(ar terceiro. a combi(ação u(iforme )e eleme(to musical espec/fico para o co(te:)o )e acção. em 7uarto lu8ar por esta me)iação uma u(iformi-ação para fa-er e aume(to rec/proco )o pra-er. ta(to poss/,el# Claro. mel=or se esses aspectos forem cumpri)as. ta(to 7ua(to poss/,el em co(@u(to. mas os )ois primeiros. em 7ue a caracter/stica )a m:sica )epe()e. po)e ,ir at* com as )ema()as )a complac9(cia musical espec/fico em co(flito. e e(tão ,oc9 ,ai (e(=um )os )ois la)os po)e co(ce)er )ireito absoluto e e?clusi,o# Afi(al 8ostaria )e ser tão caracter/stica )a m:sica 7ua()o (ão ei(sc=lTsse tamb*m mome(tos )e complac9(cia musical em si mesmos ou a7ueles em muito )imi(uir po)ia. 7ue seria. como eles. mas a ate(ção tão bem como o poema. e (ão ape(as )e acor)o com a sua relação com o poema em le,a. facilme(te e(te)ia)o e ca(sa)o. e(7ua(to ela. 7ue ela 7ueria (ão ao co(te:)o )o poema. ao 7ual ela esti,er e?plicitame(te )efi(i)o em relação aos cui)a)os. mas ape(as os seus prEprios cami(=os )a bele-a musical ir com este co(te:)o @u(to a fra8me(ta)a ou co(ce)er at* mesmo impressão co(tra)itEria# É (a Epera prEprio fato )e 7ue as pessoas falam mais )o 7ue ca(tar. fe- a bele-a musical )e uma co(cessão forte em )etrime(to )a a)e7uaçãoZ )ese@a 7ue o relacio(ame(to co(te:)o )esaparecer. assim ,oc9 po)e ou,ir. por assim )i-er. to)os. e praticame(te * um (u(ca foi a um e?tremo completa a este respeito# >o meio )a m:sica. (ão )e,e. porta(to. a caracter/stica (ão 7uer trabal=ar. por7ue (ão po)e )a)o at* ele. e seu eleme(to musical espec/fico e at* certo po(to. at* mesmo o seu membro =umor e(,ol,e al*m. e tamb*m aprese(ta suas rei,i()icaç<es. 7ue 7uerem ser satisfeitos# >a pri(cipal. a caracter/stica ser; ma(ter sempre o caso 7ue ape(as os mome(tos são e?erci)as pelo mesmo. o 7ue tamb*m correspo()e ao car;ter =umor prete()i)o# >o e(ta(to. uma certa )efi(ição )a caracter/stica a este respeito )o 7ue * 8eralme(te )escarta)o como pi(tura tom. (ão 7uer ser e(co(tra)o. eo repree(s/,el começar ape(as 7ua()o 7uer este clima )ese@a)o ou o car;cter )o complac9(cia especificame(te musical @; (ão * suficie(te# A)icio(ar ocorre()o i()epe()e(teme(te )e C:sica *. (aturalme(te. para colocar em 7uais7uer caracter/sticas )e peso. (o se(ti)o acima. por7ue a tarefa (ão est; a7ui para represe(tar e?iste(te. um pouco fora )a m:sica ou para apoiar a sua impressão# Isso (ão impe)e 7ue ,oc9 e(co(tra C=arakter8emei(samkeite( )e m:sica com os outros. mas ,oc9 po)e )ei?ar a perspic;cia )e ol=ar para tal e )a ima8i(ação para ima8i(ar tal. e (ão buscar o ,er)a)eiro si8(ifica)o )a m:sica i()epe()e(te (a mesma# Se.

como parece bem. um certo para uma ocorr9(cia i()epe()e(te. composição musical. mas e?plicitame(te )efi(i)o pelo compositor em refer9(cia a uma poesia. )rama ou um e,e(to =istErico com as rei,i()icaç<es para perceber uma impressão correspo()e(te (o to)o. )e mo)o 7ue este possa. pelo me(os. a parte )a car;ter =umor e mome(tos )e outra forma compartil=a)a )e(tro )e certos limites po)e ser o caso. mas ape(as )e uma forma muito 8eral. ea pri(cipal impressão )e a m:sica (ão * (em um co(=ecime(to (em um palpite )a cobertura )epe()e )e al8o mais )o 7ue a m:sica# Completame(te erra)o. em 7ual7uer caso. ser espera)o 7ual7uer m:sica 7ue ela ai()a )e,e al8o 7ue (ão * m:sica represe(tam# Isso po)e ter al8um i(teresse especial em mais si8(ificati,o. embora ocorre()o )e forma i()epe()e(te. composiç<es musicais. para )ar+l=es uma i(terpretação para al*m )a m:sica. pro,a em 7ual7uer caso. * o 7ue se e(co(tra tais i(terpretaç<es se multiplicam. (em * a a(terior a possibili)a)e )e @ustifica)o 7ue as i(terpretaç<es )a mesma composição. mesmo a parte )ifere(te em car;ter 8eral e al8u(s mome(tos pri(cipal @o8o. mas tamb*m a certe-a )e 7ue eles 0se eles (ão )epe()em u(s )os outros6 ser; )i,i)i)o em fases muito )ifere(tes )etermi(aç<es# A impleme(tação )e tal i(terpretação * sempre sE acresce(tou tra-i)o posteriorme(te para a m:sica sem ,or-usc=Bebe( em sua )etermi(ação )ura(te o 8o-o )a m:sica em si. sem 7ue esta )etermi(ação para as (ecessi)a)es )e 8o-o e sem e(trar (o 8o-o musical )e escape. mesmo sem o 8o-o especificame(te musical. 7ue co(ti(ua a ser o (:cleo )o co(@u(to. para toc;+lo# Para ilustrar o e&emplo a seguir, a interpreta'(o de uma sin0onia de >eetho+en por ?mbros (o limite d m;sica e poesia. Pp. P2 BL$. 23u+imos o :VmphonV menor J por >eetho+en. ?cordo com a poderosa luta e Arestling sa*uearam as pai&,es do primeiro mo+imento, em *ue, como disse >eetho+en2, 2o destino batendo @ porta [2, tem a +o) recon0ortante do por(o ?ndante com sua 0lauta soa +(o es0or'ou%se para dar pa) % cada recupera'(o triun0ante perdido cada +e) *ue como em l;gubres sombras hereindKmmernden ne+oeiro, inalterado para sempre e sempre retornou o mesmo som musical % um olhar doloroso para o c.u cheio de resigna'(o tran*uila %. desde come'ou o bai&o no terceiro mo+imento como 0iguras 0antasmas amea'adores escuros para se le+antam contra o mundo da lu), *ue nos mostrou o ?ndante como no 0uturo distante, 7erno +o)es se ruidosamente, riso uma dor distorcida, grande 0inal em torno desolada da alegria, os primeiros modos de repeti'(o, mas *uebrada como no%lo, no lugar do som corda cheia Fatt pi))icato, em +e) de o Horntones conciso os 0racos 3bo. % chegamos 0inalmente no momento da mancha mais escura onde o bai&o permaneceu deitado sobre como, en*uanto o t4mpano em batidas in*uietas para a0agou%lhe a J, os +iolinos o assunto @s pressas maior em uma 0orma distorcida e superior a+an'ado, at. o crescendo dos ;ltimos oito bares da cortina preta de repente rasgou e nos triun0os completos do rugido de entrada n8s J ma/or 0oram arrastados em um oceano de lu), em uma alegria sem 0im, em um reino de gl8ria gl8ria sem limites % *uase t(o rapidamente *uanto Eoltaremos dei uma olhada no sub/ugado mundo lar+al escuro, em seguida, nos EO? / desen+ol+eu Luminous como perder a n8s mesmos. 58s sentimos *uando os ;ltimos acordes 0ora ruge, na cole'(o alegre como

cidad(os de um mundo superior, as pe*uenas preocupa',es da +ida cotidiana *ue como em um 0uturo distante. 2 .... 23 e0eito, *ue / anteriormente atribu4da @ sin0onia menor J n(o . sobre o re0le&o desse trabalho na cabe'a de um entusiastas isoladas, tem % na +erdade % e&atamente o mesmo gerado por milhares de pessoas, e onde a pala+ra poderosa artista ou amante da arte tomar a pala+ra sobre eles, o senso de Rode sempre 0oi o mesmo com toda a +ariedade de e&press(o. maneira 7E D Ho00mann em s ensaio sobre a m;sica instrumental de >eetho+en, como >erlio), em um artigo 0olhetim e&tremamente espirituoso no Jornal do <ebats, de modo !> Iriepenkerl (Ienius ?rt literatura alem($, como Robert :chumann (Jollected !orks Eolume l, p gina P#L$, de modo >? Far& (a m;sica do s.culo #N 2#L p.$. :im, *uando o tema gritos triun0antes das 0inais dos de0icientes napoleSnica na sala de Jonser+at8rio de Paris pula e +i+e l[Empereur ser gritos, de modo *ue ele n(o +ai +erdadeiro som natural do peito de um +elho soldado +alente apenas di)er *ual*uer outra coisa. 2 Oma an lise da e&plica'(o anterior do signi0icado da :in0onia de >eetho+en mais perto, encontramos, um, *ue se mo+e *uase num ruidosos elementos de humor de +ida relacionados, e s8 estes podem ser, do *ue . +erdadeiro, o *ue o autor di) *ue o e0eito em todos os lugares 2e&atamente 20oi o mesmo, no entanto,2 o sombrio hereindKmmernden sombra ne+oeiro 2, os2 olhos dolorosos para o c.u 2, as2 0iguras de 0antasmas amea'adores escuras 2indiscuti+elmente pertencem, etc, para o *ue ele descre+eu como2 resume di0eren'a da e&press(o 2pela implementa'(o da atmos0era atra+.s da poss4+el e&press,es ter um desenho di0erente em *ual*uer outro boom. Om /o+em compositor tinha os n;meros indi+iduais da primeira edi'(o de can',es 9eli& Fendelson sem pala+ras pelos t4tulos1 signi0ica 2eu penso em +oc-, melancolia, lou+ar a <eus, ca'a 0eli)2, e perguntou a F. se ele 0e) a interpreta'(o correta. <ito isto, se ele esta+a a*ui pensando a mesma coisa, ou algo di0erente, ele sabia pouco a di)er. ?lgu.m +ai encontrar, tal+e), em *ue o boom do chamado melancolia, 2eu penso em +oc-2, e um ca'ador direita *uer manter a 2ca'a 0eli)2 apenas para o 2lou+or direita de <eus.2 ? rica e&press(o da m;sica e +i+er e tecer em regi,es onde a pala+ra / n(o nachk\nne etc 8$
8$

?*ui por ?mbros cartas p gina M#

A8ora faça ,oc9 mesmo. como aco(tece com to)os os co(flitos est*ticos o()e ele realme(te se aplica. tão fa,or;,el 7ua(to poss/,el para pesar a competir com os mome(tos )e ,a(ta8em co(tra os outros e )ei?ar some(te para circu(stW(cias mais um ou outro pre,alecem. mesmo em relação O u(ilaterali)a)e po(tos ,orbetrac=te+t= afirma e um peso e?cessi,o * :(ico ou )e um la)o ou )o outro. ou a caracter/stica com base em 7ual musical susceptibili)a)e Jo=l8e lo8o# >o e(ta(to. po)e ser ai()a me(or i(te(ção )e respo()er ao co(flito (o mu()o musical sobre e?iste(te em mais )etal=es a7ui. como a um co(=ecime(to especiali-a)o musical i(cluiria 7ue eu (ão possuo#

6 indiscut4+el *ue o +igor com *ue Hanslick 0a) a lei est.tica eo +alor est.tico de uma 2bele)a musical2 independente contra impress,es sentimento estranho se submete @ m;sica, plenos direitos, e ser(o as considera',es anteriores, com os de Hanslick a este respeito Encontrar todos os *uatro, a*ui . pac40ico contra o relacionamento, *ue pode ganhar a m;sica para o mundo, e&ceto a m;sica e, especialmente, a obriga'(o *ue tem uma m;sica *ue o acompanha ao conte;do *ue o acompanha, n(o . su0icientemente le+ado por ele a +antagem. Especialmente decidiu ?mbros . a unilateralidade da rebateu de Hanslick, mas esta *ueda a unilateralidade oposta uma subestima'(o ou melhor desrespeito elemento musical espec40ico. Fesmo alterando o lit4gio 0oi tomada a este respeito, mas con0esso n(o ter seguido a literatura sobre o assunto. \ue as se(saç<es )e som po)e ser muito certas i)*ias )e associação tra(sporta)ora. compro,a+se (as pala,ras )e a)erir a importW(cia. mas a m:sica * ape(as al8o )ifere(te )e poesia e )uas artes se compleme(tam. a este respeito. ao i(,*s )e se repetir# Como tal. at* mesmo as relaç<es melE)icos e =armF(icos )a m:sica (ão são capa-es )e )espertar certas i)*ias associaç<es. mas at* mesmo pala,ras fra(came(te para represe(tar. como assim pro,ar al8u(s si(ais militares. sE )epe()e )e apre()i-a8em e pr;tica. mas isso * ape(as merame(te para tal casos e?cepcio(alme(te. se(ão seria i()iscuti,elme(te (a)a para impe)ir. por e?emplo. as pala,ras para substituir o pai ea mãe em um 7ui(to musical. eo terceiro ou um acor)e maior e me(or a ser i8ualme(te bem e(te()i)o )o 7ue a8ora# Seria preciso ape(as ser (ecess;rio (o i(/cio )e os pais )a cria(ça. em ,e- )e com as pala,ras pai e mãe ou pai e mãe. em ,e- sob Ou,ir "et um 7ui(to. terceiro. ou um e mostrar um outro acor)e (a repetição co(sta(te# Sim. po)eria ser at* mesmo le,a(tar a 7uestão curiosa se uma li(8ua8em musical seria poss/,el. o 7ue permitiu. para ou,ir o si8(ifica)o )e um poema em uma sobre a ,o8al )eu O lu- um 8esu(8e+ç<es ca(ç<es purame(te )os i(ter,alos musicais tão bem. como a8ora a partir )o pala,ras articula)as. eo mesmo. ao mesmo tempo )ar a melo)ia )e uma m:sica para a me(te. (ão ape(as em )isputa 8ra()es )ificul)a)es pr;ticas seria. te()o em co(si)eração mais co(tra esse resulta)o. o 7ue fa- parecer sem se(ti)o para )ar tais pe(same(tos outra co(se7u9(cia# Oma m;ltipla tem a impress(o de +ogais comparada com a de certas cores, e um certo comparabilidade de+e ocorrer bem, uma +e) *ue em *ual*uer caso at. agora . num sentido negati+o *ue ningu.m a impress(o de u para a do branco ou +ermelho, *ue de i com o +ai encontrar o anal8gico >lack or Eiolet, sem encontrar uma oposi'(o t(o resoluta de outras +ogais e cores. ?dmita *ue uma rela'(o de compara'(o em tudo, ent(o pode%se perguntar se . direta ou associati+amente. Pro+a+elmente composto su0iciente, tanto *ue para in+estigar em *ue momentos origem comum, a compara'(o direta . baseado, o *ue n8s n(o *ueremos tratar a*ui. ?ssociati+amente . 8b+io *ue de+e ha+er de in0lu-ncia hauptsKchlichstem, na pala+ra r8tulo *ue cor e *ue ob/etos de cor da +ogal . recebido. ? intera'(o entre esses di0erentes momentos, mas em *ual*uer caso, uma grande incerte)a a impress(o de cor dos +ogais para o resultado por di0erentes pessoas e&pressarem%se de 0orma muito di0erente sobre isso na medida em *ue nunca pode di)er algo sobre isso, como e+idenciado pela in0orma'(o seguinte.

Eu me en+iar um e 0a) a impress(o muito decidido de um amarelo p lido, o *ue eu escre+o e *ue ocorre na pala+ra amarelo, amarelo e mais do *ue *ual*uer outro tem p lido.Fas n(o me 0a) a impress(o de preto, independentemente%lo em pala+ras preto ocorre, e me 0aria pro+a+elmente ser diretamente e mais a impress(o de branco se n(o 0osse o 0ato de *ue ele contribui para o nome do negro, mas contra o tinha, portanto, a impress(o permanece indeterminada . Jontra u pode *uerer me dar a impress(o de apenas preto, mas uma +e) *ue n(o est inclu4do na pala+ra preto, d %me a impress(o de um bastante sombrio, insbesondre cor +erde% marrom. <esde o tal+e) eu de+esse 0icar com a impress(o do a)ul, mas como n(o . aparece em a)ul na pala+ra, essa impress(o n(o decide rei+indica',es. 3 i parece% me a mais para ter o car ter de um gloss pungente. <r. 9eddersen indicou%me *ue ele sabe, e cin)a, 0ogo amarelo i, o a)ul%cin)a, preto u pensarH Pro0essor Ho0meister (o bot=nico$ i +erde, 3 +ermelho. Pro0 ]\llner me in0ormou *ue seu irm(o, modelistas em uma institui'(o t.cnica, e n(o apenas com as +ogais, mas tamb.m a maioria das consoantes muito decididamente a id.ia de determinadas cores ou 9KrbungseigentGmlichkeiten conectar um +ermelho (um pouco escuro, decidido$, e sei i met lico (cor prata, mais brilhante do *ue c$, o a)ul escuro (decidido$, u preto (muito 0irme$, b amarelo claro (amarelo esbran*ui'ada$, c met lico (cor de a'o$, mar0im d, 0 cere/a marrom, g branco a)ul, h cor escura (indeterminado $, k indeterminado (a)uladaC$, l esbran*ui'ada, marrom amarelo, m marrom a+ermelhado, n indeterminado, p * indeterminado marrom preto, r marrom a+ermelhado, s AeiRmetallisch (cores 0olha$, t cin)a a)ul (cor opaca$, + +ago, mas semelhante ao p, semelhante ao A m, &, V ambos decidiram met lico, cor de cobre especial &, bron)e brilhante V, ) acastanhada. <esde c e ), 0 e +, k e *, i, e V, embora a mesma sonoridade ocorrem a*ui com car ter cores di0erentes, ele pode, apenas id.ias *ue se ligam os + rios usos e tal+e) at. mesmo para a 0orma di0erente dessas cartas dependem. <epois de um outro grande lan'amento de publicanos <ubois conecta >erlim com certos sons s(o muito de0initi+amente a id.ia de alguns personagens, como argilas com longo apoiou a id.ia de um longo cilindro, com o tro+(o de uma pilha . 0iguras salientes kuglich, com a de tons agudos da estrela 0Gn0spit)igen etc + O fator direto nas artes da )isibi*idade. Holtemo+(os para as artes )a ,isibili)a)e. por isso temos 7ue li)ar com uma subestimação )o fator )ireto em 7ue ela te()e a ser basea)a em co(si)eraç<es )o tipo se8ui(te# >a ,er)a)e. e reco(=eci)ame(te )e formar e relaç<es )e cores po)e (ão ape(as como as relaç<es melE)icas e =armF(icas )a m:sica para obras )e maior efeito est*tico 7ue comp<em merece ser c=ama)o )e belo (o se(ti)o mais estreito e alto. se (ão um se(ti)o. * acompa(=a)o por um se(ti)o 7ue * a forma )ireta e as relaç<es )e cores tra(sce()e# É ,er)a)e 7ue os ite(s )e pouca ou i(ci)e(tal si8(ifica)o est*tico. 7ua(to como um tapete. uma pare)e )a sala. passar por ra-<es )e cor e forma )e sua

superf/cie. bor)as. pa)r<es. complac9(cia )ireto. mas pro,ar precisame(te para 7ue eles são aplic;,eis a 7ual7uer importW(cia est*tica superior e i()epe()e(te . tão bai?o e )e bai?o * o )esempe(=o est*tico )estas co()iç<es. (em um 8osta )e se ,er bem a tais ob@etos or(ame(tos em formas )e a(imais e pla(tas em a(e?o 7ue irão )efi(ir o seu si8(ifica)o atra,*s )e memEria associati,a impressão#>as obras )e arte reais a8ora ,oc9 po)e ,er a complac9(cia )ireto para o superior. 7ue sur8e a partir )a se(sação tet=ere) )e si8(ifica)o. sempre a(e?ar mais importW(cia# >a ,er)a)e. tão a8ra);,el aos simetria po)em aparecer (o calei)oscEpio. ai()a * tolera)o em 7ual7uer uma paisa8em ou retrato =istErico. por7ue ele (ão se e(cai?a o si8(ifica)o )os ob@etos represe(ta)os. e(7ua(to 7ue as maiores irre8ulari)a)es (os para al*m )a sua importW(cia sE i()ifere(tes ou po)eria aparecer em tu)o )esa8ra);,el. )espertar o i(teresse (as obras )e arte por estar preso si8(ifica)o e po)e ser a8ra);,el# SE para a coloração )a ima8em * )etermi(a)a. em ,e- pelas rei,i()icaç<es )e importW(cia. como as re8ras )a =armo(ia )e cores. por7ue tão bem tamb*m po)e ser a-ul ou ,er)e para ,ermel=o. fora )a ima8em. ,oc9 ai()a po)e e(fre(tar o ,ermel=o )o rosto (ão a-ul ou ti(ta ,er)e# O mais comum * )e belas co()iç<es puras )e uma estrutura. belas formas e proporç<es )e uma forma =uma(a. por isso mesmo (a ar7uitetura or8W(ica e i(or8W(ica. o )iscurso. e em (e(=um lu8ar mais fre7Ae(teme(te )o 7ue a7ui a fa,or )e relaç<es )ime(sio(ais e forma * feita )e forma impru)e(te )epe()e(te )e ser amarra)o si8(ifica)o# Cas a torre e templo impor co()iç<es )ifere(tes )o pal;cio e )a casa. a esposa. a cria(ça 7ue (ão o =omem. os a)ultos. R:piter e H*rcules 7ue (ão se@a Apolo e Baco# Em to)os os lu8ares Assim. a situação apEs a )etermi(ação )o material )e co(strução. por se?o. i)a)e e car;ter )as pessoas precisa mu)ar. a fim )e 7ualificar+se como a8ra);,el ou bo(ito# Eles aparecem em to)os os lu8ares ape(as a8ra);,el (a me)i)a em 7ue eles correspo()em a importW(cia )os ob@etos. e bo(ita. e(7ua(to eles e(tram aparecer a)e7ua)o (a e?pressão )o mais alto e atrae(te i)*ias. ser,ir a mesma. e (ão por seu prEprio c=arme 7ue sobe em ,e- )e os est/mulos mais ele,a)os ou )esaparece co(tra o mesmo. como ape(as ser ,isto a partir )o fato )e 7ue eles por fa,or. pare em 7ual7uer lu8ar o()e eles )ei?am )e caber# Cas por7ue (u(ca se e(cai?am perfeitame(te. para 7ue eles (u(ca aparecem tamb*m em obras )e arte perfeitame(te puro em maior estilo# Assim se ,9 em muitas pi(turas reli8iosas uma composição sim*trica apro?ima)a. (u(ca um completo# O artista tem. porta(to. (u(ca abstrair )a co(si)eração proporç<es )iretame(te a8ra);,eis. e ape(as tomar cui)a)o para 7ue a forma ea cor relacio(ame(tos 7ue ele usa caber o si8(ifica)o prete()i)o eo si8(ifica)o era um auto co(8e(ial. i()epe()e(teme(te )e o represe(tação )as mesmas co()iç<es relacio(a)as em si mesmas são a8ra);,eis ou (ão# A este respeito. uma i)*ia uma forma )e a importW(cia )os ob@etos. ,oc9 tamb*m po)e )i-erX some(te (a me)i)a em forma est; )e acor)o com o co(ceito )o 7ue * suposto represe(tar. * esteticame(te co(si)era)o. e assim por Boettic=er )i- em s tectF(ica )os =ele(osX Ga forma )o corpo . abstratame(te co(si)era)a. (ão po)e ser (em bo(ita (em feia#. os crit*rios )e forma f/sica ); a a(alo8ia com o co(ceito )e ess9(cia. a fu(ção )o corpo# É sempre a forma 7ue os termos i(ter(os )o mesmo em

se8uir correspo()e mais O )ireita e mais /(timos. e seu # e(ti)a)e (a apar9(cia e?ter(a eticame(te 0me(talme(te sitti86 represe(ta o mais ,er)a)eiro e mais marca(te. a mais bela Assim. 7ua()o a formação )e um formul;rio * me(cio(a)o. isso sE po)e si8(ificar muito. comoX )ese(,ol,er completame(te seu es7uema tec(icame(te pl;stico para seu termo i(lie8e()e(# G Tão pouco a8ora o :ltimo. )e um po(to )e um la)o )e ,ista. refle?<es 8uia)as ate()er ou es8otar a coisa certa rapi)ame(te. eles ai()a perma(ecem (a me)i)a co(,i(ce(te. uma ,e- 7ue co(tra)i- o oposto u(ilaterali)a)e por ela perma(ecer; em to)os os lu8ares imposs/,eis. a bele-a )as coisas ,is/,eis so-i(=o ou some(te a partir )e aspectos mais ele,a)os atra,*s formas e relaç<es para e?plicar a 7ue)a impie)osame(te para ser amarra)o si8(ifica)o. mas eles sofrem )e )ois erros b;sicos. at* mesmo o fato )e 7ue a a8ra)abili)a)e car;ter =umil)e i(e8;,el. 7ue tem al8umas formas e relaç<es )e per se. por e(tra)a apropria)a em maior relaç<es com seu efeito est*tico )epois )e )esaparecer. por7ue. em ,e- este efeito apEs a Pri(-ipe au?iliar mutuame(te aume(ta com o maior impacto e. por outro. 7ue. em si. uma ,e- 7ue as formas e relaç<es a8ra);,eis (Es começam a )esa8ra)ar 7ua()o e(,ol,e um si8(ifica)o. )e,e correspo()er a um i)*ia cu@a represe(tação são para ser,ir. (ão se e(cai?am. por isso sE. )e acor)o com o ser,iço 7ue t9m presta)o a i)*ia ape(as por seu a@uste ao si8(ifica)o. o si8(ifica)o po)e co(tribuir com al8o para a8ra)ar at* ao cumprime(to. uma ,e- 7ue. em ,e- fa,orecem este atra,*s )e seu aume(tar a prEpria co(cupisc9(cia. o ,alor. e )e fato aume(tar )epois 7ue Pri(-ipe mais )o 7ue ,oc9 teria em seu )esempe(=o para fec=ar+se# >a ,er)a)e. 7ua()o o pri(c/pio est*tico au?iliar pro,ou (as obras )e poesia. m:sica. bem como a (ature-a em to)os os lu8ares 0Seção HI6. por 7ue )e,eria em obras )e arte e ar7uitetura. seu po)er )e persuasão e ,ali)a)e fal=ar# Em ,e- )isso. po)emos supor 7ue tamb*m (as ;reas )e formas )e artes e relacio(ame(tos 7ue estão fora )e uma obra )e arte. mesmo se forem ape(as (ie)res. bai?a ou relati,ame(te O ,a(ta8em 7ue ,em. )ar pra-er. pela sua (ature-a peculiar. e(tra()o (o u(co(tra)icte) (o propEsito e moti,o )e Art al8o efica- para a bele-a )e suas obras ser; capa- )e co(tribuir. (ão sE (a me)i)a em 7ue ser,em os fi(s. moti,os. mas tamb*m )es)e 7ue propEsito. su@eitos a ape(as ela e (e(=um outro uso# SE co(tra)i-er po)e para o efeito. os moti,os )o @o8o para tra-er o seu si8(ifica)o. o se(ti)o em tor(o )os sic=s *. (ão por7ue eles (ão ocorrer como uma co()ição. mas como meio )e obstrução )e pra-er. o 7ue )epe()e )esse fator# Em uma i(speção mais prE?ima. e?iste a8ora. (o e(ta(to. 7ue uma tal co(tra)ição (as obras )e arte ,isual facilme(te e mais fre7ue(teme(te ocorre. como em obras )e poesia e completame(te O m:sica. o 7ue (ão * re@eita)a ta(to )e associaç<es. porta(to. (ão * f;cil tão puro atra,*s )a e)ucação proporç<es )iretame(te a8ra);,eis atra,*s )as obras )e arte ,isual * poss/,el a partir )e metro. rima pelas obras )e poesia. o relE8io e bem alto. atra,*s )a m:sica. e com isso. (o e(ta(to. uma aplicabili)a)e mais limita)a e importW(cia mais limita)a se8ue formas )iretame(te a8ra);,eis e relaç<es em as artes ,isuais como (a poesia e (a m:sica. mas (ão )esaparece. como i(:meros casos perma(ecem em seu lu8ar#Co(tra)ição e(tre o fator )ireto e associati,o+ti,a )e afabili)a)e era correspo()9(cia total ou parcial e(tre

os )ois *. (os limites )a bele-a po)e ser reforça)a com a a8ra)abili)a)e )o primeiro. sim. * uma )as e?i89(cias )e um c=ama)o bom estilo 0se ele @; (ão se basea()o ape(as em6. a me(os prefer/,el )e,i)o )iretame(te+Bo=l8e+se se(tir bem. as formas e as co()iç<es a isso por7ue ele * compat/,el com o se(ti)o )e a)e7uação. embora a perti(9(cia )e o mesmo si8(ifica)o (em c=ama)as esse(ciais# E(tão ,oc9 po)e ,er (a Sisti(a e Ca)o((a )e Holbei(. a moa8em "eo(ar)osc=e( E,e(i(8 e i(:meras outras ima8e(s )e arte sacra reali-a)a a simetria (o Haupta(or)+ ção me)i)a em 7ue se@a compat/,el com os fi(s )a aprese(tação )e uma ce(a ,ibra(te. sem assim substa(cialme(te (ecess;rio ser. e ,oc9 se se(tiria um )esco(to 7ue em uma per)a co(si)er;,el )e complac9(cia# E mesmo em paisa8e(s e ima8e(s )e 89(ero. o()e tal impleme(tação )e lo(8o alca(ce )a simetria teria se(ti)o co(tr;rio para falar. o oita,o pi(tor. mas em um certo e7uil/brio e(tre as massas )o tipo 7ue (ão * o co(te:)o pri(cipal tamb*m caem para um la)o. sem isso. uma ,isão i)iota )o prEprio se(ti)o seriam limita)os# "nteressante para mim 0oi uma +iola'(o marcante desta regra em um Enterro de 7iciano (na Ialeria de Eerona$, onde todos os personagens encontram%se em uma bola no lado es*uerdo da imagem (em rela'(o do obser+ador$ agrupados, o *ue . para a direita, *uase string +a)ia se redu), o *ue 0a) uma impress(o muito desagrad +el. Pode%se +er uma certa contradi'(o no 0ato de *ue mesmo um pe*ueno des+io da simetria em um ret=ngulo nos desagrada, durante a abordagem a um arran/o sim.trico de uma imagem religiosa de n8s pro+a+elmente assim, mas, basicamente, um des+io muito maior do *ue os de simetria ans . desagrad +el para o ret=ngulo. Fas ele +em em conta o 0ato de *ue 0a)er uma compara'(o com a simetria total em ret=ngulo n(o . bem sim.trico com imagem religiosa n(o . bem sim.trico sim com a simetria inteiramente ausente das imagensH n8s seguido s8 *ue como um des+io da simetria, / *ue esta abordagem de simetria, *ue . um erro, este parece ser um ganho, *ue, naturalmente, n(o h nada, onde a abordagem da ade*ua'(o contradi). At* mesmo a coloração * em boas fotos (ão )etermi(a)o ape(as pela a)e7uação )o se(ti)o. mas ,i 7ue a ima8em (ão foi reali-a)a )e forma irre8ular ma(c=a)o. ma(c=a)o. co(trastes 8rita(tes ou impercept/,el ou mo(Eto(o (a cor como um to)o. por7ue tu)o para al*m )este tu)o o 7ue si8(ifica. como me(os )e uma certa 8ra)ação e ,arie)a)e )e to(s. sem tra(siç<es bruscas 7ua()o @; fortes )ema()as )as e?ceç<es se(so po)e causar mesmo# Deste po(to )e ,ista fa- uma pi(tura )e lo(8e. a(tes mesmo )e reali-;+la ou como se (Es abstrato )o mesmo. uma impressão mais a8ra);,el )o 7ue o outro# Para facilitar essa abstração e a,aliar uma ima8em )e forma mais se8ura em relação ao seu mero efeito )a cor. )ar um pouco para a re8ra )e 7ue o mesmo ser co(si)era)o em posição i(,erti)a# A8ora se re:(e um por si atitu)e a8ra);,el )e colorir tu)o )e (o,o com as e?i89(cias )a me(te. o resulta)o * um sucesso )o pri(c/pio au?iliar um e(ca(to )e coloração. o 7ue ); um ele,a)o ,alor est*tico a uma ima8em. mas * claro. procura)o por muitos artistas. mesmo O custa )as e?i89(cias )o si8(ifica)o ,ai# A este respeito. as ra-<es )as massas )e cor maiores

para o efeito total )a cor )e preocupaç<es =auptsPc=lic=stem. i(clui()o as cores )as roupas em 7ue uma certa liber)a)e 7ua(to O a)e7uação co(siste. como escol=i)os )e mo)o 7ue as relaç<es )e cores a8ra);,eis sair )ela. o 7ue (ão * (a)a para o si8(ifica)o )a ima8em si8(ificati,ame(te tem 7ue criar# Em 8eral. po)e+se (otarX primeiro. 7ue i)*ia. propEsito. si8(ifica)o. sem pre@u/-o )a sua esse(cial ou mais )ei?ar o aspecto pri(cipal )e uma latitu)e co(si)er;,el (a aplicação )estas ou )a7uelas formas ou ra-<es. 7ue po)em ser uma ,a(ta8em para usar esse a8ra);,el a )iretame(te prefer/,el ou pri(cipalme(te )e,i)o ao o mesmo aco(tece 7ue muitas ,e-es para a cria(ça ou mo)ular )isposiç<es acessErias. como ,oc9 po)e a i)*ia )e ser e?ibi)a. a propEsito. o si8(ifica)o 7ue eles )ão em ,e- )a aplicação )e Bo=l8efPlli8ere( oportu(i)a)e relaç<es u(8efPlli8ere(# Em se8u()o lu8ar. 7ue. apesar )e i)*ia. propEsito. si8(ifica)o )epois pri(cipais aspectos são a maior )ema()a. 7ue a co(si)eração para complac9(cia )ireto )e,e )ar lu8ar. mas muitas ,e-es tem 7ue e(trar (o re,erso por re8ulame(tos subor)i(a)os. se uma importa(te ,a(ta8em )e complac9(cia )ireto por uma li8eira )es,a(ta8em )a a)e7uação po)e ser compra)o por si8(ifica)o ou pra-er )o si8(ifica)o# Assim. mesmo uma ,e- pe(same(tos me(os fa,or;,eis )e,e. em um poema * prefer/,el se o mais fa,or;,el para as rimas e metros certame(te (ão 7uer a)icio(ar. e ,oc9 po)e tamb*m costumam ser acol=i)a (a ar7uitetura )a simetria )as partes laterais )e um e)if/cio. mesmo 7ue o mesmo * )e uma )isposição )ifere(te. 7ue )e acor)o com os pri(c/pios 8erais )e arte. em ,e- le,a a uma e?pressão )a )i,ersi)a)e i(ter(a atra,*s )e um e?terior associa)a simbElico ou teleolE8ica. sem e?cluir o fato )e 7ue )e,e =a,er tamb*m e)if/cios em 7ue a simetria * 8ira)a para a fre(te ,astos moti,os associati,os# A se8uir (ão po)e (e8ar o fator )e complac9(cia )ireto mesmo (as artes mais ele,a)os )e ,isibili)a)e )e sua importW(cia. por isso cresce. mas o mesmo 7ua()o ,amos para bai?o )a escultura e pi(tura )e ar7uitetura e )e l; para a i():stria )a arte ou as c=ama)as artes t*c(icas e or(ame(taçãoZ por )e acor)o com as )isposiç<es )o prese(te a()a()o )e um la)o. o fator associati,o se per)e importW(cia em relação O )ireta. por outro la)o. facilme(te i(tro)u-ir os co(flitos )iretos com a associati,o me(os# Em particular. 8a(=a (estes campos )a arte 7ue a )i,ersi)a)e ,i,i)ame(te li8a)a aume(to importW(cia. ao passo 7ue a simetria. a seção ;urea. o pa)rão re8ular. a li(=a o()ula)a. a ,oluta. os mea()ros. etc são o 7ue tu)o (as artes mais ele,a)os )e ,isibili)a)e po)em ser facilme(te per)i)os. e )e ra-<es espec/ficas 8eralme(te )e,e fal=ar por causa )o ,/(culo associati,o ,/,i)a tem a/ pela i)*ia# Cas mesmo bril=o. pure-a e saturação )e cores. combi(aç<es a8ra);,eis )e cor @o8ar (as artes )a bai?a ,isibili)a)e. um papel mais importa(te )o 7ue (os. os maiores be(ef/cios i(feriores 7ue sE eles mesmos (e8am a fim )e 7ue para oferecer maior#

7I( (árias tentati)as de cria12o de -m form-*ário básico de be*e"a. estética ex!erimenta*. @o*dner Sc/nitt e A-adrado.
1 As tentati)as de estabe*ecer -ma forma !adr2o o- básico de be*e"a.

De acor)o com. empre8a)a (as seç<es a(teriores. as co(si)eraç<es. a 7uestão tor(a+se i(teresse mais 8eral. 7ue a forma ea cor co()iç<es. em 8eral. )epe()e )e uma prefer9(cia )e complac9(cia O fre(te )e outra forma impru)e(te )e propEsito e si8(ifica)o. bre,eme(te Associatio(. po)e apro,eitar. e 7ue co()iç<es )e,em ser preferi)os# Al*m )isso. tem o i(teresse )e esta 7uestão ser ape(as perse8ue a7ui em termos )e r;cios )e forma. @; suficie(teme(te compro,a)o pelo fato )e 7ue uma i(,esti8ação )e muitos mais ou me(os 8erais ou espec/ficas aspectos foi co(trata)o sem )e fato si)o si)o ataca)a a)e7ua)a para ser e ter resulta)os e(tre8ues -ulP(8lic=e# Pelo co(tr;rio. o a(teriorme(te empre8a)o por mais ou me(os i(a)e7ua)os pri(c/pios e m*to)os )e estu)os tem em sua maioria ape(as uma prefer9(cia u(ilateral ou e?a8era)o para certas formas ou relacio(ame(tos formam como formas 8erais (ormais ou co()iç<es (ormais )e a8ra)abili)a)e ou bele-a. como o c/rculo. o 7ua)ra)o. a elipse. a li(=a )e o()a. o relaç<es racio(ais simples )a proporção ;urea reali-a)o. o()e a prefer9(cia ape(as uma co()ição s;bio ou uma prefer9(cia )e,e ser co(ce)i)o )e(tro )e certos limites. tu)o a 7ue se aplica a)e7ua)ame(te a pesar em ,e- )e 8e(erali-ar i()efi(i)ame(te# Em muitos casos. mas tem a i(te(ção )e co(cor)ar com tais formas a bele-a )e ob@etos ,is/,eis. por assim )i-er. sem a co(tribuição mais importa(te )a associação a ele em tu)o. ou em outros para pu?ar co(si)eração como estra(=o. e ambos os fatores para a lei )o )i,Ercio (a i(,esti8ação. assim 7ue. al*m )e cerca )e Yeisi(8s. embora (ão Ei(Burf li,re. mas em um certo respeito por seu resulta)o ,alioso. estu)o to)as essas te(tati,as. basicame(te. sE tem um i(teresse =istErico# O (ome )o 8rupo tem si)o co(si)era)o por muito tempo como a li(=a )e perfeição e bele-a por meio )este. ao passo 7ue Ji(kelma( tem o co(@u(to e @ustifica)o para me(i(as GA li(=a )e bele-a * el/ptica#G + Ho8art= criou uma li(=a )e ei?o a,ião se co(torce()o e (o espaço li(=a serpe(te se co(torce()o como uma li(=a )e bele-a e c=arme. al*m )e 7ue ele ai()a a PVrami)alform populares tamb*m preferi)o por artistas como uma forma )e a8rupame(to# + A praça e. em 8eral. a proporção $ B $ foi toma)a rece(teme(te pelo lobo em s Beitr para a est*tica )a ar7uitetura como a mais bai?a+fa]lic=es e ,em esteticame(te relação )ime(são e )i,isão mais ,a(ta@osa (a rei,i()icação. e(7ua(to outros. como o (ome Hei8eli( 0) "e=rb# ## altame(te ar7uitetura6. T=iersc= 0"e=rb# ) ast=6. HaV etc a este respeito. )e mo)o mais 8eral. as co()iç<es racio(ais simples em tu)o $ B $. $ B 4. etc. em parte. (o 7ue )irespeito ao fato )e 7ue estas co()iç<es co(formes )o 7ue as co()iç<es )e ,ibração (a m:sica preferir# Yeisi(8 fa- a proporção ;urea. (ão ape(as como uma proporção pa)rão est*tico. mas. em 8eral. )o 7ue a maioria relacio(ame(to co(cepção 8eral )a (ature-a e rei,i()icaç<es )e arte e busca o mesmo i(sbeso()re pela ruptura e colapso )o corpo =uma(o. como as mais belas obras ar7uitetF(icas reali-a)as# Al8u(s po(tos )e ,ista 7ue sE po)eria e(co(trar a causa curiosi)a)e a7ui ai()a me(cio(ar 0Rober e "i=ar-ek6. )esti(a+se. em meu li,ro Gpara a est*tica e?perime(talG#

3 pra)o de ]eising e desde ]eising t(o discutido se'(o urea . a de *ue a menor dimens(o de um ob/eto . maior, ou se/a, ) > *uando canto direito do lado menor para os atos maiores, como maior a soma dos dois, ou se 6 nos departamentos de um ob/ecto *ue o menor para o departamento de maior comporta%se como a maior soma de dois ou o todo. ? dimens(o menor ou departamento, *ue entra na rela'(o . chamado por ]eising Fenor, o ma/or maior. :e e&aminarmos agora o relacionamento do menor de+e ter a maior, a 0im de atender a essa condi'(o, descobrimos *ue na +erdade . uma rela'(o irra)ionales *ue o da circun0er-ncia ao di=metro, mas *ue na abordagem crua em n;meros inteiros / por P Q, su0icientemente perto para o senso de propor'(o por Q 8, aumentando ainda mais apro&ima',es por 8 #P a #P 2# u s A pode ser representado, apro&ima',es *ue podem ser arbitrariamente aumentou pelo 0ato de *ue um maior n;mero a cada apro&ima'(o antecedente com a soma de ambos em estabelece rela'(o, produ)indo 2#%PB 0 n8s, +em. ? e&press(o matem tica e&acta do r cio de sec'(o dourada . dada por uma e*ua'(o *uadr tica igual , do *ue o sinal superior a propor'(o de maior para a menor ^ #,L#8DP. . ., Fenor a propor'(o de menor para maior ^ D,L#8DP ... corresponde com *ue as apro&ima',es acima concordar mais assim *uanto maior eles sobem. ? propor'(o urea tem um n;mero de propriedades matem ticas interessantes, sua composi'(o, ocasionalmente, em meu li+ro1 . dado 2a est.tica e&perimental2. Erros 7ue 0embora (ão ca)a um )e ca)a6 os r;cios foram cometi)os comume(te (os testes )e )etermi(ação )o pa)rão est*tico. po)e ser a lista a se8uir. o 7ue seria f;cil )e )emo(strar. atra,*s )e e?emplos espec/ficos# a6 Baseia+se muito em pre,ieBs teEricas (ão são co(si)era)os uma pro,a suficie(te ou força ,i(culati,a. )e prefer9(cia sobre o pri(c/pio )a u(i)a)e em fre(te O multiplici)a)e. ou ,ice+,ersa. )i- co()iç<es 7ue aparecem como co()iç<es )e ,ibração musicalme(te mais a8ra);,el. mesmo com o )om/(io )e ,isibili)a)e como para tra)u-ir tal. ou acre)ita ser capa- )e e(co(trar (o po(to )e ,ista filosEfico superior como um 8uia b6 A )isti(ção * feita (o estu)o e?perime(tal 7ue ,em O custa )e complac9(cia associati,a. (ão o suficie(te )o 7ue atribu/)o ao )ireta# c6 Ter co()iç<es )e part/culas complac9(cia )ireto em uma importW(cia )emasia)o 8e(*rico e e?clusi,o# )6 Ele le,a em co(ta a e?peri9(cia )e prefer9(cia ape(as o rele,a(te para os casos premissa. e6 se@a ma(ti)a at* e?emplos complica)os. i(flue(ciaram associati,a e combi(atEria como especialme(te )o corpo =uma(o e e)if/cios em 7ue (ão sE a a8ra)abili)a)e )e ocorre()o por7ue as formas e proporç<es *. mas tamb*m em suas m:ltiplas )ime(s<es. e al8u(s )epartame(tos muito ,a8os )e arbitrarie)a)e mais ou )ar me(os espaço. o 7ue ,oc9 ,9 como a relação pri(cipal e como ,oc9 )ese@a colocar a me)i)a# f6 Hoc9 es7ueceu )e for(ecer o mais simples poss/,el e?perime(to sob co()iç<es (as 7uais as co(clus<es 7ue po)em ser e?tra/)as a partir )e obser,aç<es po)e ser co()u-i)o a uma )ecisão se8ura so-i(=a#

>a ,er)a)e. po)e ser com sucesso )ifere(tes formas )e est*tica e?perime(tal para )etermi(ar relaç<es @ur/)icas (este campo e )etermi(ar 7uest<es associa)as a7ui tomar. o meu EscrituraX GPor7ue est*tica e?perime(talG 0"p-# Hir-el6. publica)o pelo ape(as a primeira parte at* a8ora *. ); i(formaç<es mais )etal=a)as# A7ui est; uma )iscussão mais )etal=a)a. seria )emais. mas eu )ou abai?o )e 56 pelo me(os um e?emplo )a aplicação )os m*to)os a7ui rele,a(tes com os resulta)os arrast;,eis resulta(tes )epois )e pre,iame(te tomar 46 al8umas ob@eç<es são le,a)os em co(ta. 7ue comparou os estu)os (esse se(ti)o em tu)o para e )ei?e crescer co(tra a utili)a)e )os resulta)os a serem alca(ça)os. assim. seria )e co(=ec9+los. a fim )e (ão )ei?ar to)o esse campo )e i(,esti8ação )es)e o i(/cio )e la)o# $ ob3e14es A-e !odem ser *e)antadas contra a -ti*idade dos est-dos ex!erimentais-estético em t-do e a%em da mesma. >a se7u9(cia )as ob@ecç<es )e prestar ate(ção O7ueles a7uiX Pe(sei como certas formas e relaç<es isola)o uma certa prefer9(cia )e complac9(cia traiu a(tes )e outros. para 7ue eles (u(ca são isola)os para uso. mas sempre com formas ,i-i(=os e relaç<es * o mesmo ob@eto ou ambie(te. ou re8istra)o com eles ou eles cru-am formasZ 7ual7uer forma. 7ual7uer relação. mas tamb*m * )etermi(a)o (a impressão )e uma relação )irecta ou associati,a para formar e proporção. 7ue estão su@eitos a ele em co(e?ão co(si)era 0cl;usula IQ $4 seção6 7ue c=amei a participação combi(atEria. )e mo)o 7ue o 7ue * a8ra);,el. por si sE. po)em aparecer u(accommo)ati(8 ou re,erti)o por outras formas e proporç<es )e composição )o seu efeito com. ou são um e o mesmo. )e acor)o com as )ifere(tes combi(aç<es a8ra);,eis ou aparecer uma )esa8ra);,el. como por e?emplo. um c/rculo aparece mais a8ra);,el em uma 7ua)ra)os como a um 7ua)ra)o. um c/rculo * mais a)e7ua)o como uma elipse em uma praça. uma elipse. (o e(ta(to. mel=or )o 7ue um c/rculo em um 7ua)ra)o. etc O 7ue * 7ue * bom. e(tão. ,oc9 po)e )i-er 7ue saber para ser a8ra);,el a formas e relaç<es. 7ua()o eles estão (o uso )e (ão po)e ser pree(são. mas 7ual7uer (o,o mo)o )e utili-ação ,ai mu)ar o resulta)o# Para isso )e,e ser respo()i)aX a6 7ue. (a maioria )os usos )e uma certa forma. uma certa proporção tem uma i(flu9(cia )omi(a(te. por )etermi(ação )a forma pri(cipal. a ra-ão pri(cipal )e um ob@eto eo ,orBalte() ate(ção atrai a(tes )e um ambie(te i()ifere(te e )isso subor)i(a)o Os peças# b6 >o 7ue se refere mais particularme(te a i(flu9(cia )o meio ambie(te. como para obras )e arte * 8eralme(te o e(7ua)rame(to e. (a me)i)a )o poss/,el fabricação )elibera)a )e um bairro i()ifere(te reali-a)o isolame(to artificial. e(7ua(to 7ue o ambie(te mu)a aleatoriame(te com muitos outros ob@etos. 7ue compe(sa a i(flu9(cia combi(atEria em 8eral . por7ue. por e(7ua(to. muitas ,e-es atua como )esfa,or;,el em um fa,or;,el. a ,a(ta8em )e complac9(cia )ireto. como ele *. sem i(flu9(cia combi(atEria perma(ece. em to)o o impressio(a(te# c6 este()eu este respeito. a 8ra()e i(flu9(cia )a composição )e uma forma com outras formas (a afabili)a)e mas (em (e8ar (em elimi(ar

to)os os lu8ares. * basta(te para usar )a mel=or ma(eira. a tarefa )e uma i(,esti8ação sobre as circu(stW(cias )a complac9(cia )irecta (ão aboli)a. mas por a8ora se aplica tamb*m para )etermi(ar a i(flu9(cia )estas compilaç<es. como. em 8eral. ape(as pela clare-a e sucesso a ser tra-i)os para esta parte )a est*tica 7ue e?ami(ar o 7ue fa- com 7ue ca)a co()ição. eo 7ue )e ca)a um * e,i)e(te a partir )a combi(ação com outros# A8ora. são tamb*m formas )e combi(ar i(:meras. mas as leis são as mesmas mas (ão tão (umerosos. e(tão o i(7u*rito )e,e. pri(cipalme(te. para ser )irecio(a)o para a sua )etermi(ação# )6 A i(flu9(cia )a afabili)a)e )ireto )e uma forma at* a8ora )e ol=ar para to)as as mu)a(ças )e participação associati,a e combi(atEria como uma co(sta(te. como ele mesmo se ele * supera)o por tais co+)etermi(ação )e ami)o (a mesma )ireção ou (a )ireção oposta. sempre isso ,em como um peso au?iliar ou co(trapeso em co(si)eração. se8u()o a 7ual a forma Bo=l8efPlli8ere )ireito perma(ece sempre em ,a(ta8em co(tra o u(8efPlli8ere certo. * 7ue ambos se e(cai?am tão bem ou tão ruim para o meio ambie(te eo )ireito i8ualme(te a8ra);,eis para )i-er isso sE tem )e superar uma )ificul)a)e para tor(;+lo um Bo=l8efPlli8ere( )iretos atra,*s )e uma mel=or foi Cui)a)o com a complac9(cia. mas para fa-er a(tes. uma )ificul)a)e 7ue po)e ser possi,elme(te muito 8ra()e para superar# Al*m )isso. ir como @; abor)a)o a(teriorme(te. os moti,os CitrAcksic=te( e posteriores. po)e 7ue causa a )es,iar+se )o a8ra);,el )ireta O forma e proporção. ai()a 7ue (ão )e mo)o 7ue a a8ra)a a )irectame(te em to)os. mas (a maioria )os casos. )a mesma pre)omi(a(teme(te em ,;rias )ireç<es. formas e relaç<es sempre ma(ter o seu ,alor. por assim )i-er. como uma reser,a )e ce(trali)a)e est*tica a partir )o 7ual as oportu(i)a)es ofereci)as pelos )es,ios CitrAcksic=te( estão a ser perse8ui)o. e )e,ol,er o 7ue. co(forme pre,isto * 7ue o co+)etermi(ação )e re(u(ciar# Como * importa(te a8ora para a )outri(a )o caso para saber a 8ra,i)a)e )e ca)a tipo )e or8a(ismos. tais como os m*to)os )e sua )etermi(ação. * importa(te para a )outri(a )o pra-er (as formas para ca)a tipo )os mesmos. 7ue po)em ser reco(=eci)os como a pri(cipal forma. ele como tal. como retW(8ulos. triW(8ulos. elipses. li(=as o()ula)as. etc. o ce(tro )e est*tica. ou se@a. co(=ecer o mais a8ra);,el. )ireta ou e(,i;+lo para a forma# Tamb*m pela obser,ação )e 7ue a co()ição )e formação. i)a)e. se?o. perso(ali)a)e po)e ter uma i(flu9(cia sobre a prefer9(cia est*tica para este ou a7uele relacio(ame(to. o c/rculo )e i(,esti8ação sE * reforça)a por isso * importa(te para pu?ar essas i(flu9(cias em co(si)eração. e. em parte. obti)os por tu)o Ra)ical. em parte. o 7ue. em se8ui)a. )etermi(ar mo)ifica()o (a me)i)a em 7ue se aplica. mas curto )i-e()o 7ue o 7ue * ,er)a)e para um a)ulto m*)io )e (/,eis m*)ios e superiores )e e)ucação. a fa,or )o 7ue * ,er)a)e para a cria(ça e as pessoas ru)es# Afi(al )e co(tas. po)e+se os be(ef/cios pr;ticos )a pes7uisa. co(forme )emo(stra)o abai?o. em um e?emplo. e (ão )e e?erc/cio alto. perma(ecer o se(time(to )o artista. em ,e- )e 7ual7uer forma. a aplicação )o 8uia mais se8uro. mas para co(trolar al8u(s po(tos )e ,ista est*ticos. afirmaç<es. teorias

são 7ue. (a mi(=a opi(ião )e 8ra()es ,a(ta8e(s. e i():stria )a arte * pro,;,el. mas tamb*m po)e arrastar al8uma ,a(ta8em pr;tica# Ele tamb*m po)e ser,ir em um certo respeito para testar o 8osto )os i()i,/)uos e )as estat/sticas est*ticos. como eu# >as Escrituras para e?p Est*tica p;8 '2I e se8ui(tes e )iscutiu o GRelatErio sobre a colocou (a e?posição Dres)e( Holbei( ;lbumG 0B# e H# $%&46. t9m. sem e(trar em )etal=es a7ui sobre# + Os métodos de in)esti%a12o ex!erimenta* estética. Por exem!*o# -ma forma de rea*i"a12o do método de esco*/a. Os res-*tados# !artic-*armente em termos de se12o á-rea e A-adrado. A)icio(ar mais fo(tes me(cio(a)as por e?p# Ast=# S# '24 Colo7uei tr9s m*to)os para uso em (osso campo )e estu)o 7ue )isti(8uem o m*to)o )e escol=a. m*to)o )e fabricação e m*to)o )e uso# ApEs o primeiro permitiu a muitas pessoas e(tre. em termos )a sua a8ra)abili)a)e comparar. escol=er mol)es ou co()iç<es 7ue pro)u-em mol)es apEs o se8u()o mais a8ra);,el para o seu 8osto por si sE. apEs a terceira um me)i)as (o uso formas ou relaç<es )e forma 7ue ocorre# Tu)o isso com as precauç<es e co(si)eraç<es para a maior poss/,el e,itar )esi8(a)o (os termos )o 46 erro. 7ue eu )e,e referir+se a prEpria fo(te# To)os os tr9s m*to)os t9m )e co(trolar a si mesmo (o resulta)o. se poss/,el# A7ui ,ou me limitar a citar um e?emplo )a e?ecução )o m*to)o )e escol=a com um c=e7ue )e seus resulta)os pelo m*to)o )e uso# Para obter orie(tação sobre a i(te(ção espec/fica )a i(,esti8ação. mas o material * pref;cio# De i(/cio. po)e ficar como um pri(c/pio muito 8eral )e forma a8reeable(ess )ireto a(teriorme(te )iscuti)os a combi(ação u(iforme )o colector pelo mesmo me(cio(a)o. e?ceto a simetria )o outro 0Sect QIII pt 56 formas e co()iç<es. 7ue )esempe(=a uma ,a(ta8em )e afabili)a)e )ireto i(formalme(te subor)i(a)o a. # E(treta(to. isso po)e ser o pri(c/pio 8eral. ,;li)o besproc=e(erma]e( 8ra()e i(certe-a (o espaço i()i,i)ual. e po)eria um )e ,a(ta8em comparati,a para a complac9(cia )essas formas e. em se8ui)a. (ão um pre,is/,el priori# Tomemos por e?emplo o 7ua)ra)o. em comparação com o retW(8ulo# >o 7ua)ra)o a :(ica relação )as partes em i8ual)a)e )e to)os os la)os. e to)os os W(8ulos a mesma simetria em relação a to)os os la)os para o ce(tro * mais perfeitame(te reali-a)o )o 7ue em 7ual7uer rectW(8ulo. mas a )i,ersi)a)e )a me(or# O pri(c/pio (ão po)e )eci)ir se 8a(=a mais )o 7ue per)e+se pela u(i)a)e )e re)ução (a praça pela aume(tou muito# Supo(=a 7ue uma. em forma )e acor)o com o retW(8ulo seção ;urea em comparação com outros retW(8ulos# A primeira * em relação ao :ltimo caracteri-a)o ,a(ta8em 7ue i(clui uma relação )e u(i)a)e maior )o 7ue isso. e pro,a,elme(te po)e+se supor 7ue esta tamb*m * uma ,a(ta8em para a ,itEria complac9(cia. por7ue )as outras co()iç<es cu(=a bem+Co(formi)a)e )o retW(8ulo (a)a * feri)o por isso. mas )es)e maior u(i)a)e cobre mais pesa)o )o 7ue compree(s/,el

i(ferior. a 7uestão )e saber se essa ,a(ta8em * si8(ificati,a ou mesmo percept/,el. e completame(te (ão per8u(ta se )i,i)i()o um comprime(to para a seção ;urea por lesão )o me(or. mas fa]lic=ere( simetria Be-u8es per)eu mais )o 7ue ,ai 8a(=ar# Tamb*m sobre estas 7uest<es (ão po)em ser )eci)i)as a partir )o pri(c/pio )o li(k :(ico )o )istribui)or e. 7ua()o acre)ita,a+se ser capa- )e )eci)ir por filosofia sobre isso. e(tão a i(certe-a )esse cami(=o compro,a o fato )e 7ue o resulta)o u(i,ersalme(te ,;li)a e(co(tra)o (a mesma o e?peri9(cia (ão * tão 8eralme(te ,er)a)e# Ele tamb*m po)e ser per8u(tou se eu (ão sou o pri(c/pio )e co()iç<es co(formes musicais ,ibração em co(si)eração. e uma ,a(ta8em )e proporç<es racio(ais simples )e um rei,i()icaç<es )e o()a 7ua)ra)a 7ue $6 . sem a a(alo8ia * suficie(te por si sE. ele para pro,ar# A8ora 7ue ,oc9 fa- com base em i(,esti8aç<es )e Helm=olt-. a Uo(so(a(-,er=Plt(isse (a m:sica )e relaç<es )os =armF(icos )epe()e )e 7ue um a(;lo8o )e um retW(8ulo com os la)os em falta. po)e este esta)o )e coisas. * claro. )es)e o i(/cio (ão como pe(sam como a(tes# Atra,*s )e e?perime(tos est*ticos. mas tem )e ser e(co(tra)a uma )ecisão se8ura )essas 7uest<es 7ue (em JolffZ coi(ci)e completame(te Hei8eli( ai()a. ai()a Yeisi(8# Para compilar os resulta)os espera)os. são estes. embora (ão comu(ica)a fol8e()s to)os. mas a maior parte )o. emer8em )o estu)o. (o e(ta(to. * )e se referir em termos )e outros mais me(cio(a)o sobre o futuro co(ti(uou a escre,er# a6 E(tre to)as as formas reta(8ulares. a praça com ele em p* ao la)o retW(8ulos por um la)o e os muito lo(8os retW(8ulos por outro la)o o u(8efPlli8ste(# b6 A praça parece ser ultrapassa)o at* mesmo por seus ,i-i(=os são retW(8ulos )e complac9(cia. ou (o m;?imo uma ,a(ta8em )u,i)osa sobre eles# c6 As relaç<es racio(ais simples. 7ue correspo()em Os co()iç<es )e ,ibração as co(so(W(cias musicais t9m e?presso como proporção )o retW(8ulo (e(=uma ,a(ta8em )e complac9(cia a(tes. em me(os (:meros pe7ue(os. musicalme(te co()iç<es )isso(a(tes# )6 O mol)a)o )e acor)o com a seção ;urea )o retW(8ulo com os ,i-i(=os são retW(8ulos. (a ,er)a)e. uma ,a(ta8em )e complac9(cia O fre(te )os outros retW(8ulos# e6 >o e(ta(to. um pe7ue(o )es,io )e 7ual7uer rectW(8ulo )a simetria fa- a sua a8ra)abili)a)e muito mais erros 7ua()o um relati,ame(te muito mais forte e ,isi,elme(te )esproporcio(a)a )eci)i)a pela relação e(tre a proporção )e ouro. e em 8eral. a ,a(ta8em )e 7ue * me(os )o 7ue a )a simetria# f6 >o 7ue )i- respeito O )i,isão )e um =ori-o(tal 0a li(=a 7ue li8a os ol=os comprime(to paralelo6 * a proporção ;urea em )es,a(ta8em )eci)iu a )i,isão
$6

i8ualit;ria. (a 7ual temos um e?emplo mais (ota)o pelo 0Seção HI6 o caso 7ue. subi()o para um maior COHERS u(i)a)e circu(stW(cias )a per)a )e,i)o a lesão )o me(or (ão po)e ser compe(sa)o# 86 >o 7ue )i- respeito O )i,isão )e uma li(=a ,ertical 0ou. mais 8eralme(te. a li(=a 7ue li8a os ol=os ,erticais )e comprime(to6. a )i,isão mais ,a(ta@osa )as alteraç<es )o fei?e lo(8itu)i(ais apEs as te(tati,as )e li8ação a cru-es. )e acor)o com as proporç<es )a ,i8a tra(s,ersalZ. (as mel=ores co()iç<es )e a barra tra(s,ersal para as ,i8as lo(8itu)i(ais. mas (ão a )i,isão )e acor)o com a secção )e ouro. mas )e acor)o com a proporção )o per)e)or para prolo(8ar a Parte $ B 4 * a mais ,a(ta@osa# Depois )isso. eu (ão posso a@u)ar. mas e(co(trar superestima)o o ,alor est*tico )a seção ;urea )e Yeisi(8. 7ue )e,e ser o i(teresse e m*rito )a )escoberta Yeisi(8sc=e( 7ue esta relação tem )e to)o um ,alor est*tico (ot;,el. (ão (e8am. )e fato ,er e?plicitame(te uma )escoberta ali# Al*m )isso. eu (ão ,ou (e8ar isso. por7ue meus estu)os (ão são este()i)as lo(8e o suficie(te para fa-er um @ul8ame(to absprec=e()es 8eral a este respeito 7ue. em co()iç<es particulares. mas ape(as para i)e(tificar e formular mais precisa seria uma ,a(ta8em )a proporção ;urea em si po)e fa-er como um )ireito relação )e )i,isão. em particular pro,;,el 7ua()o uma )i,i)i)a )e acor)o com o comprime(to )e seção ;urea co(ecta simetricame(te com outro# Certame(te sE 7ue a ,a(ta8em est*tica )a proporção ;urea (ão * tão f;cil )e aceitar. como ele (os * ofereci)o por Yeisi(8# Para i(/cio ime)iato )as e?peri9(cias a se8ui(te obser,ação# Supo(=a 7ue ,oc9 colocar al8u*m e?atame(te reta(8ular e um retW(8ulo pe7ue(os c=iefes ,e(to a(tes. e per8u(tou+l=e o 7ue mais 8osta,a sem le,ar em co(ta os )ifere(tes aplicabili)a)e )e ambas as formas. ele (ão teria. por um mome(to =esitou em preferir o retW(8ulo e?ato. e uma )e um mo)o mais simples um resulta)o mais se8uro sobre a ,a(ta8em )a simetria obti)o como por refer9(cia a aplicaç<es comple?as em 7ue a complac9(cia * parcialme(te )etermi(a)a por restriç<es associati,as e combi(atErias# A seção ;urea seria a8ora realme(te a atribu/)a por Yeisi(8 8ra()e m*rito. seria )e to)o uma relação )e perpe()iculari)a)e a(tes )o outro uma prefer9(cia muito )eci)i)o. e(tão isso teria 7ue pro,ar em um correspo()e(teme(te simples e?perime(tos comparati,os com ela. ou 7ue seria (ão ape(as uma ,a(ta8em correspo()e(te )ispo(/,el# A ,er)a)eira ,a(ta8em e?iste(te. mas me(os )eci)i)a. mas teria 7ue pro,ar por um corri7ueiro (ão * i8ual. mas )eci)iu. em m*)ia. em comparação com muitos casos esma8a)ora prefer9(cia# Este aspecto 8eral )o @ul8ame(to# A fim )e )ar o mesmo. mas i8ual a um certo po(to. foi e(tão tra(sferi)a 46 #
46

Nma s*rie )e e?perime(tos o()e some(te )ois retW(8ulos 0(ão recorta)as )e papelão. mas são compara)os em co(tor(os pretos (o cartão bra(co6 com o outro. to)a a s*rie )o mesmo est; pre,ista apEs a i(ter,alos i8uais )e r;cios )e p;8i(as. eo la)o mais lo(8o )a li(=a 7ue li8a os ol=os * a mesma fre7u9(cia )o

7ue o aprese(ta)o em paralelo perpe()icular O mesma. )e mo)o a correspo()e(te s*rie )e e?peri9(cias com elipses. o()e. em ,e- )e as proporç<es )os la)os )os ei?os po)e ser co(si)era)o. embora te(=a abor)a)o. mas ai()a (ão fora lo(8e# + A s*rie acima )e e?perime(tos a serem comu(ica)os ai()a (ão foi publica)o at* a8ora (as primeiras partes )o Sc=r para e?p# Ast=# i(clu/)o# $2 retW(8ulos )e cartoli(a bra(ca )e e?atame(te i8ual ;rea 0d um 7ua)ra)o )e %2 millim p;8i(a#6 Cas )ifere(te relação )e aspecto. o mais curto )o 7ue * um 7ua)ra)o com uma proporção )e $ B $. a mais lo(8a com a relação )e 4 B I. e(tre as 7uais )ei?ar a seção retW(8ulo )oura)o com 4$ B 53. foram espal=a)os em uma placa preta. em ca)a (o,os testes 0com (o,os temas6. em uma (o,a or)em aleatEria. e(trecru-ame(to (a posição a(8ular )ifere(te para outro# E(tão. eles esta,am (o curso )e ,;rios a(os as pessoas )e )ifere(tes. sE fica()o e)uca)os. barracas. )e car;ter ,ersc=ie)e(stem sem selecção )e como os ser co(fi;,el a(tecipar um bom 8osto 56 . a partir )as $' A(os I)a)e )e como as )arbote( ocasio(al para os e?perime(tos aprese(ta)os. e fe- a per8u(ta )e 7ual )os )ifere(tes retW(8ulos. com a maior poss/,el abstração )e um mo)o particular )e uso. fa-er a a8ra);,el a impressão. muitas ,e-es relacio(a)a com a 7uestão para 7ue o Be(i8st barato# A prefer9(cia )e @ul8ame(tos ur)i)ura foram soma)as separa)ame(te para os mac=os e f9meas. e assim obter os (:meros i()ica)os (o 7ua)ro 7ue se se8ue. para ser (ota)o 7ue 7ua()o uma pessoa est; e(tre )uas ou tr9s rectW(8ulos (a prefer9(cia ou re@eição bala(ça)o los com ca)a um 2 foram % ou 2.55 8ra,a)a para 7ue ca)a pessoa como um to)o. mas sE ,eio com um em um e?perime(to em co(ta. )e mo)o 7ue o 0em parte causa)a pela soma m:ltipla6 e força com os (:meros# Dos i()i,/)uos )o se?o masculi(o são )e tal forma como um to)o 44%. $$D )o se?o femi(i(o )e se(te(ças ur)i)ura $I2 m#e $$D B# receber# A relação 7ua)r;tica * pelo (ome com ∀ . ea relação seção ;urea pelo (ome com O especialme(te escol=i)o#
56

Este * )os po(tos triplos )e ,ista 7ue o @ul8ame(to sobre o 8osto )os outros * muito sub@eti,a. 7ue a )isposição sobre o 8rau m*)io )e complac9(cia impie)osame(te Os )ifere(ças )e 8osto tem o seu prEprio ,alor. e 7ue. como um mau 8osto )o bem. assim como muitas ,e-es po)e ,ariar )e acor)o com um )o 7ue o outro la)o. espera+se para obter a m*)ia )e muitos casos. sem )isti(ção )e 8osto. mas ao mesmo resulta)o como se ,oc9 -u-T8e sE pessoas )e bom 8osto# Por falar (isso. mas sobre os @ul8ame(tos )e pessoas são ,istas a ter um particularme(te bom 8osto. respeito. obti)o ao mesmo tempo uma oportu(i)a)e para a(alisar se realme(te =; @o8o assim pressuposta# Cabe*a dos ex!erimentos com 1> retDn%-*os. E V re*a12o de as!ecto# Z número de 3-*%amentos de !refer6ncia# z número de 3-*%amentos -rdid-ra# m. Fa*e# G. f6mea.

E

]

] Porce(ta8em ]

m#
$ ' I 3

B# 3#2 2.55 2.2 3#2 $5.I 42.I 34#'I 42#4$ $$#%5 4#2 $$D

m# 5'#'& 4%.% $3.I I 4#2 $#2 2.2 $#2 5#%5 I&#4$ $I2

B# 5$.I $D.I %#I $#2 $#2 2.2 2.2 $#2 4.4I 52#4I DI

m# 5.&3 2.44 5#2& $#D& I#%I 44#55 53#I2 4$#'3 '#4I $#35 $22.22

B# 5#5' 2.4& 2#22 5#5' $$#5I $&#44 5I#%5 $'#DD D#D3 $#'% $22.22

e$ ∋ eI e3 e5 e 42

'#4I 2.I & 3.I $5.55 I2#D$ &%#'' 3D#55 $3.4I 5#4I 44%

4D 5

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4$ O

53 _ 45 4 I

e $5

e$ e4

Summa

A(tes )e )iscutir os resulta)os )esta mesa. eu )i8o ape(as como as pessoas se comportaram (os testes# Cais e?plica)o a partir )a fre(te. )epe()e()o )o uso )esta ou 7ue po)eria ser o 7ua)ra)o mais a8ra);,el# Co(fessei isso. mas per8u(tei se eles (ão. mas para al*m )e to)a a co(si)eração )o propEsito e si8(ifica)o )e um )esses retW(8ulos em ,irtu)e )e sua outra relação )e aspecto po)eria e(co(trar a8ra);,el. satisfa-e()o. =armo(ioso e ele8a(te )o 7ue os outros. e 7ue )o 7ue a m*)ia )e mais a8ra);,el prefere a forma 36 # A8ora. tr9s casos eram poss/,eis# Ou to)os ou a 8ra()e maioria se recusou )epois um @ul8ame(to por7ue. para (ão e(co(trar (e(=uma )ifere(ça. ou mesmo @ul8ame(tos foram )a)as. mas espal=a)os i()ifere(te e(tre prefer9(cia e re@eição )os ,;rios retW(8ulos. ou ele foi e(co(tra)o apEs a totali-ação )e to)os os casos 7ue um certo tipo )e retW(8ulos te,e uma tão 8ra()e prepo()erW(cia (o (:mero )e fa,oritos 7ue ,oc9. (u(ca tal or)em saiu (o fim )e Prefere(ciais 7ue isso (ão po)eria ser feito )epe()e(te )o acaso# Apesar )a obri8ação )e (ão pe(sar em certos usos. mas pe(same(tos como sobre a7ueles 7ue )esempe(=ou o papel i(,olu(tariame(te (o )ia )o @ul8ame(to. e sem 7ue o to)o po)e ser culti,a)o a partir )e uma 8ra()e )es,a(ta8em. pois atra,*s )e to)os os usos )a ,a(ta8em relati,a )a complac9(cia )os ,;rios relaç<es *. por sua ,e- afirma. mas a co+)etermi(ação )e,e ser compe(sa)o por perto seus )ifere(tes )ireç<es como um to)o#
36

O sucesso foi esteX SE em muito poucos casos. um @ul8ame(to foi totalme(te (e8a)o. mas ape(as em al8u(s casos. embora =ou,esse al8u(s 7ue a se(te(ça foi muito )eci)i)o e se8uro# Hacilação maioria prolo(8a)o ocorreu. e se eles @; ti(=am )eci)i)o sobre um retW(8ulo. Os ,e-es pu?a)o )epois (a mesma te(tati,a corri8i()o. outro a(tes ou um perma(eceu e(tre )ois. tr9s ou at* 7uatro retW(8ulos bala(ça()o I6 # Se a te(tati,a com as mesmas pessoas em um =or;rio )ifere(te. apEs a impressão )e 7ue o ti(=a sa/)o mais ce)o. repeti)o. como aco(teceu al8umas ,e-es. era ,e- )e i(icial. 7ua()o as te(tati,as a(teriores retW(8ulo muitas ,e-es outra. preferiu as co()iç<es aos pa/ses ,i-i(=os# Apesar )esta i(certe-a em )etal=es. mas a tabela acima mostra resulta)os muito )efi(i)as como um to)o#
I6

A precipitação )e um @ul8ame(to prefere(cial ficou ali,ia)a 7ua()o permiti)a some(te :(ico retW(8ulos u(8efPlli8ste(# >a ,er)a)e. ,oc9 (ão ,ai (otar. sem i(teresse. como as seç<es )e ouro )a )imi(uição (:meros Y prefere(cial em ambos os la)os. o (:mero )e re@eição aume(to para ambos os la)os. e 7ue ta(to (os i()i,/)uos masculi(os e femi(i(os. e 7ue a relação perce(tual )o Y para o (:mero total )e O em m# e B# * 7uase e?atame(te o mesmo# Esta tabela se este()e para fora )as frases acima. as frases a. b. c. ). e para pro,ar. sE se )e,e tomar cui)a)o para (ão 7uerer ab8eBi((e( mais )o 7ue ela po)e )ar# Se 7uisesse criar uma cur,a )e complac9(cia apEs uma tal tabela. )e mo)o 7ue (ão sE as proporç<es )o suporte em rectW(8ulos co(secuti,os (a mesma proporção )e aspecto )ista(cia um )o outro 0ou se@a. os seus lo8aritmos para as mesmas )ifere(ças aritm*ticas )iferem u(s )os outros6. mas tamb*m o (:mero )os rectW(8ulos testa)as acima e por bai?o )a secção )e ouro para ser i8uais u(s aos outros. ta(to (a tabela acima (ão * o caso. mas merecem ser obser,a)o em 7ual7uer retoma)a )estes e?perime(tos# Isso (ão aco(teceu (os e?perime(tos a(teriores. te,e o fu()ame(to )e 7ue foi a mi(=a primeira. mais perto. para e?ami(ar se a co(soa(te (as (ormas )e m:sica realme(te pro,ar+l=es repeti)ame(te atribu/)a a prefer9(cia est*tica. e 7ue eu como com a prefer9(cia )a seção ;urea. a suspeita 7ueria 8o,er(ar. perte(cem sim a sua posição ce(tral e(tre os retW(8ulos (as e?peri9(cias )o 7ue em seus m*ritos )e forma# Cas ,oc9 ,ai ser capa- )e )i-er )epois 7ue os resulta)os )a tabela mostram 7ue a seção ;urea 04$ B 53 d $.'$DI. mais (a ,er)a)e d $.'$%26 e(cerram i(ter,alo )e proporç<es 7ua)ra)os. 7ue ,aria $.II%+$.'D4. cerca )e $ e 5 0ou mais precisame(te 5I#$& p# C# u(i)os como um meio )e 53.I2 e 5I.%5 p# C#6 )o total )as )ecis<es )e prefer9(cia# Nm )eles tem a saber o (:mero ]pe(sam ou -. 7ue * atribu/)a a uma retW(8ulos be8e )a tabela. )istribu/)os com a meia )istW(cia e(tre os i(ter,alos ,i-i(=os 0lo8aritmicame(te a ser )etermi(a)o6 ratio# >ão obsta(te a assimetria )a li(=a retW(8ulo )e ca)a la)o )a proporção ;urea. mas primam pelos (:meros ,i-i(=os )a proporção ;urea para ambos os la)os. ta(to por =ome(s como Beiblic=erseits 7uase i8ual ao 7ue me como eu co(fesso. (ão * teoricame(te claro como ele po)e ser pro,oca)a # Al*m )isso. * i(teressa(te (otar 7ue. ta(to 7ua(to a tra,essia )a cur,a )e a8ra)abili)a)e po)e pre,er a partir )a tabela. a cur,a )e mac=o e f9mea (o pico aos & coi(ci)em. mas i(tersectam (o curso

posterior pelo & ape(as pouco a partir )as perce(ta8e(s femi(i(os. e(tão maiores )o 7ue o masculi(o aparecer# O curso )o ,er)a)eiro @ul8ame(tos re@eição por sua tra(sição oposta bem com os @ul8ame(tos )e prefer9(cia @u(tos. e e(7ua(to ] (o m;?imo em O . - * -ero a7ui# Ape(as a praça mostra um )escompasso pela ] embora cair mais e mais )e acor)o com a praça. a praça em si. mas subir (o,ame(te al8o 7ue parece su8erir 7ue a praça * um pouco mais a8ra);,el )o 7ue os seus ,i-i(=os mais prE?imos. e(7ua(to - * o mais bai?o m;?ima )a 8ota N(8efPlli8keit (o prEprio 7ua)ra)o# Cas eu te(=o ra-ão. o :ltimo (omi(a)o resulta)o para autorit;ria a ma(ter o primeiro lu8ar. para a fa,or )a praça )a parte )e al8umas pessoas parece )epe()er )e 7ue eles si8(ificam para ,isuali-ação teErica. a praça )e,e ser o mais a8ra);,el. por7ue * o mais re8ular# >a ,er)a)e. al8umas pessoas )isseram isso 7uase como uma ra-ão para sua prefer9(cia em )i,i)e()os. sim. aco(teceu 7ue uma pessoa )isse 7ue. (a ,er)a)e. ti(=a. sem ):,i)a. a praça * co(si)era)a a mais bo(ita. mas. mas (ão co(se8uiu fa-9+ lo prefer/,el. mas escol=eu outro retW(8ulo ' 6 # Co(tra isso. foi i(teressa(te ou,ir as moti,aç<es m:ltiplas )e re@eição )a praça. 7ue ,eio O to(a (o )ecorrer )os testes. 7ue )eclarou ser o mais simples. o mais seco. mais c=ato. 7ue fracassou. e uma se(=ora i(teli8e(te. E# , B #. o 7ue (ão )ei?ou )e fa,orecer 0ela como to)as as )iscipli(as e?perime(tais )esco(=eci)os6 seção ;urea. caracteri-a)a a impressão )e um 7ua)ra)o )o 7ue uma Gsatisfação caseiraG#
'6

T=e Bli() Dr# ,o( E=re(stei(. compositor musical. eu ∀ . I B '. 4 B 5. O . $5 B 45. $ B 4 aprese(tou. preferiu apEs Tast8efA=le ∋ e $5 B 45. o :ltimo )os 7uais ele para ai()a mais a8ra);,el )o 7ue eu B 4 e?plica)o. mas. ma(te()o+o por isso# Apare(teme(te. a7ui tamb*m )esempe(=ou o pre+,ista teErico )os ,alores )os /()ices musicais ko(so(ire()e( um papel# Tamb*m em al8u(s outros retW(8ulos e?press<es caracter/sticos foram feitas por ocasião )e prefer9(cia ou re@eição# Se(=orita AH. )e muito bom 8osto. c=ama)o (a prefer9(cia )o H . os )ois retW(8ulos mais lo(8as 4 e $ e I e 4 Gformas impru)e(tesG e )eclarou a curto ' e I por soli)arie)a)e com os re@eitou. GcomumG para# O ce8o Se(=or sim , E=re(stei( c=amou+o )e acor)o com as i(struç<es )o Tast8efA=les uma Gforma =ipEcritaGZ Sobre o mesmo retW(8ulos foi respo(sabili-a)o em ,;rias ocasi<es 7ue * 7uase como um ol=ar 7ua)ra)o e se@am eles (e(=um# Buc=bi()er O()ula)o )isse. )e acor)o com a prefer9(cia flutua(te e(tre O e 4 e $ 5 e 5 . )as formas mais curtas $ e $ . ' e I . I e 3 . 3 e 5 G7ue (ão ti(=a )i(=eiro#G Nma se(=ora le,ou4 e $ a(tes G. por7ue era muito bo(ita slimG# A seção ;urea O foi )ito por ,;rias pessoas (a prefer9(cia para o Gmais classeG ratio# >o 8eral. posso )i-er 7ue a seção ;urea * prefere(cialme(te preferi)o por 7ual7uer pessoa a 7uem eu tamb*m -utraute ali;s um bom 8osto. * claro. tamb*m (ão * raro um ou outro )os )ois a)@ace(tes# Al*m )isso. a prefer9(cia )os @ul8ame(tos eram H . em 8eral. para a7ueles em 7ue a pessoa tra/)a a me(or i(certe-a# Sim. =ou,e al8u(s 7ue ele preferia. com )etermi(ação absoluta#

Poss/,el. (o e(ta(to. 7ue )e acor)o com a )imi(uição )o (/,el )e escolari)a)e aume(ta a praça )e complac9(cia relati,a# >a maioria )os e?perime(tos feitos com 4% artesãos ,;rias i():strias foram o ca(to )ireito mais preferi)o )a seção ;urea & eo 7ua)ra)o com ci(co @ul8ame(tos )e prefer9(cia. sE 7ue a7ui mi(iaturas muito teErico )esempe(=ou um papel em ,;rios respeito ao 7ua)ra)o )isseX GBem. este * o mais comum G. tamb*m tomou a praça sob os @ul8ame(tos )a ur)i)ura. o se8u()o po(to. ou se@a. - d 3. e(7ua(to I e 4 . o primeiro com - d $5 Se uma cria(ças ape(as a )uas formas S e < . )e ;reas )e superf/cie i8uais. a partir )e papel colori)o bo(ito. como fil=os ama)os. a(tes. (ão com a 7uestão )o 7ue po)e a8ra);+los mel=or. mas com permissão para le,ar um )eles )e mo)o 7ue eles atacam )esa@eita)o )e acor)o com uma ou a outra. sem 7ue parece fa-er a )ifere(ça para eles. e. sem 7ue. por fim. uma prepo()erW(cia si8(ificati,a )e ] co(ti(ua para um la)o# É assim 7ue esta,a em e?perime(tos 7ue eu fi- para alu8uer em )uas i(stituiç<es pe7ue(as acol=ime(to )e cria(ças. obser,a()o+se o cui)a)o. a posição )o H e < para mo,er para a es7uer)a e para a )ireita com as ,;rias cria(ças. para 7ue a prefer9(cia acessar com a )ireita fa-er a )ifere(ça. e O com o la)o mais lo(8o como fre7ue(teme(te colocar a li(=a 7ue li8a os ol=os paralelo 7ue l=e * perpe()icular# É i()iscut/,el a8ora as relaç<es a8ra)abili)a)e )as ,;rias formas reta(8ulares tamb*m )e,e ,aler (as aplicaç<es. e?ceto 7ue al8um propEsito. al8umas i(flu9(cias combi(atEria este ato multilateralme(te abP()er()# De facto. (o e(ta(to. ,erifica+se 7ue. (a me)i)a )o co(ta)or sem efeitos resulta(tes )e tais i(flu9(cias. a relação corte )e ouro e os rectW(8ulos relacio(a)os são preferi)os. (o e(ta(to. os lo(8os rectW(8ulos e os 7ua)ra)os com rectW(8ulos relacio(a)os são impopular# Isto e(si(a ai()a a i(speção ,isual cru. mas tamb*m te(=o muitas me)iç<es em classes i(teiras )e ob@etos reta(8ulares. como ocorre (o com*rcio. co(trata)os. 7ue co(firmam 7ue. (o e(ta(to. 7ue ,ou a7ui em )etal=es para e?por os se8ui(tes resulta)os são 8eralme(te curtos para me(cio(ar# É preciso ape(as a m*)ia ocorre()o li,ros )a biblioteca. formatos )e impressão &6 . escrita e papel tama(=o carta. bil=etes )e )i(=eiro. cart<es. cart<es foto8r;ficos. carteiras. lousas. c=ocolate + e comprimi)os )e cal)o )e car(e. pão )e 8e(8ibre. cai?as sa(it;rias. cai?as )e rap* para ,er ti@olos. e(tre outras coisas. ime)iatame(te pela seção ;urea ser lembra)o 7ua()o a relação tem o mesmo suficie(teme(te impressa por i(tuição. e e(co(trar ao me)ir as cEpias i()i,i)uais )estas classes 7ue eles 8eralme(te al8o em bre,e sobre este la)o. a8ora )iferem ape(as li8eirame(te al*m )as seç<es )e ouro# Sormato )e impressão Eu e(te()o o retW(8ulo. 7ue tem a pressão )e um la)o )e um li,ro# Costrar Al8u(s tipos )e ob@etos reta(8ulares (omea)ame(te atra,*s )esta ou )a7uela restrição um )es,io em )ireção u(ilateral co(sta(te co(sta(te ou perto )a seção )e ouroZ propEsito. mas =;. e(tão. 8eralme(te um outro tipo )e os mesmos ite(s 7ue. em ,irtu)e )e uma outra restrição em )ireç<es opostas * )ifere(te. )e mo)o 7ue
&6 Em

a seção ;urea e(tre perma(ece como o ce(tro )o )es,io# E(tão. cartas )e baral=o alemães são um pouco mais. fra(c9s li8eirame(te mais curto )o 7ue O . os formatos oita,as+)e impressão )e li,ros escolares 7uase sempre um pouco mais. os li,ros i(fa(tis um pouco mais curto )o 7ue O 7uase e?atame(te foi. (o e(ta(to. a me)i)a )e 32 impressão Roma( formata uma biblioteca (o meio )a seção ;urea# "etras )obra)as. apEs o 7ue o al,o )os e(,elopes eram. como posso )escobrir i(:meras me)iç<es. eles eram cerca )e I2 a(os. em m*)ia li8eirame(te mais curto. a8ora eles são mais )o 7ue & # Cart<es )e ,isita são. por7ue eles t9m )e se esticar para o comprime(to )o (ome. em m*)ia. li8eirame(te mais lo(8o. cart<es )e e()ereço )e comercia(tes e fabrica(tes. em 7ue ,;rias li(=as curtas para a co(strução )e um sobre o outro. um pouco mais curto )o 7ue O . Resista e?pectati,as são me)i)os (as lu-es )as ima8e(s )a 8aleria 7ua)ro )e co(te:)o ,ersc=ie)e(stem. ta(to (o caso )e a lar8ura )a altura em 7ue a altura e?ce)e a lar8ura m*)ia (ão (e8li8e(ci;,el me(or )o 7ue O . em se8ui)a. as co()iç<es )e o co(te:)o )as ima8e(s para ma(ter esta relação po)e ser a m*)ia (ão mais ,a(ta@osa. %6 #
%6

A m*)ia )os /()ices Eu e(te()o sempre o r;cioZ )eri,a)o para 7ue eu o (:mero )e lo8aritmos tomar a m*)ia aritm*tica )os lo8aritmos )os /()ices# Isto co(cor)a com o ,alor ce(tral e mais )e(so ,alor para o 7ual ,oc9 tamb*m po)e refletir. (ão to)os @u(tos. mas o 7ue para e(trar em mais )etal=es a7ui# O N(8efPlli8keit )e < compro,a+se em aplicaç<es em 8eral. )e mo)o 7ue. apesar )o preco(ceito teErico. 7ue. como ,oc9 @; ,iu. como para o mesmo l;. e apesar )e seu )esi8( simples. )a mesma forma 7ue * sE e?cepcio(alme(te aplica)a# Tamb*m uma (ecessi)a)e os ite(s 7ue foram cita)os como e,i)9(cia para a prefer9(cia )e proporção ;urea. a pe(sar ape(as )e forma 7ua)r;tica o 7u9# Si(ali)a)e pelo mesmo seriam autori-a)os a ficar com a impressão )e 7ue N(8efPlli8keit Ao mesmo tempo parece pro,ar+se (as aplicaç<es 7ue a praça ai()a uma )esa8ra);,el )o 7ue os retW(8ulos prE?imas a ele. )e fato. por a7ueles 7ue ai()a estão 8eralme(te prefere. o()e ,oc9 em tu)o. (o fu()o. ,ai com a situação# Embora em "ic=te( Maleria )e ima8e(s purame(te 7ua)r;tica ocorrer. mas muito rarame(te. e(7ua(to ima8e(s )e retrato para se apro?imar 8eralme(te 7ua)ra)a. por*m. mas são sempre um pouco maior )o 7ue lar8ura# O formato )e impressão (a c=ama)a 7uart est; (os li,ros )e to)o o mais raro. mas (ão * purame(te 7ua)r;tica. mas como ,oc9 po)e se co(,e(cer. sempre um pouco mais alto )o 7ue lar8o# O 7ue teria impe)i)o um puro < prefer/,el 7ua()o a ,a(ta8em complac9(cia para 8a(=;+lo# >a cai?a )e ?a)re-. açucareiros e outras cai?as )e bit alto @; )isse muitas ,e-es < perto. mas ape(as sE e(co(tra)o perto )a forma 7ua()o ,isto )a superf/cie superior# Cabeça e almofa)as )e asse(to. * claro 7ue ,oc9 ,ai e(co(trar. pro,a,elme(te. sempre purame(te 7ua)r;tica. mas isso )epe()e )a fi(ali)a)e )e co(si)eração 7ue (ão * material e espaço são )esper)iça)os por i(:til ^berra8u(8 por parte )o corpo. e utili-a)o para pree(c=er para um la)o# Se Jolff e Hei8eli( afirmam 7ue a praça ai()a e(tra)o em uso em belos e)if/cios em pla(ta e ele,ação. * a(tes )e tu)o. ser (ota)o. em 8eral. 7ue os ob@etos )e

ar7uitetura por causa )o (ão * f;cil Citspiels ause(tes )e co(si)eraç<es )e uso e co(si)eraç<es combi(atEria em tu)o com muito cui)a)o para a )iscussão a 7uestão a8ra)abili)a)e puro po)em ser utili-a)as. sem 7uerer @amais )escartar a fu8ir com ele. em particular. (o e(ta(to. 7ue os casos em 7ue J# e H# (omea)o. e?ceç<es muito Seli(e e. como tal. mas sim co(tra o 7ue para a a8ra)abili)a)e < pro,ar # Hamos para a 7uestão em co(si)eração e?i8i)o )e co+)etermi(ação em ob@etos ar7uitetF(icos mais perto. por isso a N(8efPlli8keit )e trai+se pelos se8ui(tes obser,aç<es < tamb*m claros o suficie(te# É po(to asse(te 7ue a secção )e ouro (o comprime(to e?ce)e co(si)era,elme(te a forma )e casa comum e as portas )o escritErio. )efi(i()o uma refer9(cia para a forma =uma(a )e,i)o# Para portas apalaça)as e)if/cios 7ue (ão sE são pro@eta)os para a passa8em )e pessoas. mas ao mesmo tempo como calça)as. mas essa relação cai fora. e (ão seria um obst;culo para tor(;+lo 7ua)ra)o. se a7ui seria uma ,a(ta8em para a complac9(cia# Hoc9 (u(ca e(co(tra)o. mas em pal;cios. mas some(te portas )e celeiro são basta(te 7ua)ra)o )e acor)o com as apar9(cias. o()e a co(si)eração para a complac9(cia (ão * mais )ecisi,o. (em to)a a 8e(te )i- 7ue essa forma )e um portão (ão seria toler;,el em um pal;cio# Para o Ji()oBs per8u(ta se (ão a sua posição perto e paralelos um ao outro tem um efeito combi(atErio em sua relação est*tica. e (ão tem 7ue mu)ar esta )epe()e()o )e sua pro?imi)a)e com o outro. o 7ue ai()a * muito falta )e te(tati,as# Al*m )isso. a @a(ela (as lu-es )o ,i)ro. a abertura )a @a(ela (a pare)e. e a pare)e )e fre(te para a @a(ela ir; ser particularme(te obser,a)o# Hamos ma(ter primeiro a abertura )a pare)e. ,emos o mesmo em 8eral (ão muito forte bala(ça()o a seção ;urea. em 7ual7uer e)if/cio. mas o 7ue fa- rei,i()icação a bele-a ar7uitetF(ica. oferecer a impressão )e um 7ua)ra)o. e?ceto. tal,e-. em por<es ou (/,eis mais altos. o()e Eles. e(tão. co(tribuir ao mesmo tempo para uma mu)a(ça com as @a(elas reta(8ulares )e as pri(cipais obras )e c=ão e ser,ir+se )e tra-er o outro la)o. a importW(cia )as =istErias subor)i(a)o e?pressa# Some(te as aberturas )e @a(elas )e caba(as campo(esas muitas ,e-es )ão a impressão )e uma forma 7ua)ra)a. 7ue =armo(i-e com o fato )e 7ue um me(or (/,el )e e)ucação po)e preferir o mesmo mais f;cil )o 7ue a superior#

7(. Re*a12o de con)eni6ncia I be*e"a.
\ue um su@eito )e sempre a8ra);,el para )i-er. satisfa-er a i(te(ção )e,e ,ir )iretame(te para tra-er pra-er. (ão * co(testa)o. * 7ue ele suporta o prEprio co(ceito )e bele-a (a capaci)a)e )e alca(çar esta co(7uista. como * feito por (Es * 7ue era. 7ue ape(as uma. pela (ature-a )a bele-a )epe()e )e ser feito. proprie)a)e esta capaci)a)e )e ,isuali-ação )o mesmo. o termo mesmos mas )etermi(a)o )e outra ma(eira# Ua(t tem este tipo )e fu(cio(ali)a)e. )e mo)o 7ue a bele-a. a (ature-a )e (ossas co(forma co8(ição. c=ama)o )e utili)a)e sub@eti,a. pro,a,elme(te para )isti(8ui+la )a co(,e(i9(cia e?pressa. 7ue co(siste em uma proprie)a)e )o ob@eto atra,*s )o seu uso ou as co(se7A9(cias )e sua e?ist9(cia o bem+estar )a =uma(i)a)e promo,er. ma(ter capa- )e e,itar as )es,a(ta8e(s# A 7uestão * se essas co(si)eraç<es fol8e()s mu()a(as absolutame(te e(te()e por co(,e(i9(cia. para a

bele-a * esse(cial# Meral certame(te (ão fala)os como pi(turas. est;tuas. a m:sica po)e parecer+(os muito bem. sem 7ual7uer outra pessoa 7ue a fi(ali)a)e sub@eti,a )e reu(ião. (o e(ta(to. ite(s e?ter(ame(te muito :til o suficie(te como impleme(tos a8r/colas. m;7ui(as. e)if/cios a8r/colas. locais )e esterco (ão sE (ão a8ra);,eis. mas al8u(s )eles mesmo )esa8ra);,el ou mesmo feio aparecer# O 7ue se co(clui 7ue. mesmo o()e =; co(si)eraç<es mu()a(as em belos ob@etos. como (as obras )a bela ar7uitetura e i():stria )a arte $6 . uma forma =uma(a ao mesmo tempo bo(ito e sau);,el. as co(si)eraç<es mu()a(as )e,e ser co(si)era)o como aleatErio a bele-a. e estes outros circu(stW(cias )epe()e# As belas proporç<es fa-er )epois )e um e)if/cio. um belo (a,io. (ão * tão bom ,i,er (o e)if/cio. permite 7ue o (a,io precisa tamb*m# Ua(t ac=a 7ue sim. e outros com ele )o meu @eito# Al*m )isso. po)e+se )i-er 7ue. se parte )a bele-a )e um ob@eto. para 7ue ele possa a8ra);+lo )iretame(te. por isso. po)e sur8ir )o fato )e 7ue some(te a partir )e sua Mebrauc=e. suas se7A9(cias )e ação 7ue (Es 8ostamos. (ão =; cumprime(to )esta co()ição#
$6

Eu uso essa e?pressão para a )esi8(ação resumo )a arte )os ,asos. e7uipame(tos. mE,eis. armas. armas. tapetes. roupas# >o Ab= Ga est*tica e?perime(talG Eu te(=o usa)o essa tectF(ica. cu@o termo tem BTttic=er (o mesmo se(ti)o usa)o em s tectF(ica )os =ele(os. mas com a i(clusão )e ar7uitetura. (o e(ta(to. Semper 0E?# ) estilo6 ape(as se refere O carpi(taria. i(clui()o. e para a e?pressão )a i():stria )a arte. (o se(ti)o )e cima. tamb*m a e?pressão Gartes tec(olE8icas ou pe7ue(asG tem#

E(7ua(to isso (ão )e,e i8(orar o fato )e 7ue as co(si)eraç<es mu()a(as )e um ob@eto aparecer por associação )e i)*ias com a ,isão )o mesmo cr*)ito e. assim. co(tribuir para o pra-er ime)iato (a mesma. e 7ue para os po(tos triplos )e ,ista. em primeiro lu8ar. 7ue a7ui o efeito pra-eroso )a se7A9(cia (a impressão ime)iata capa)e tra(smitir. )e al8uma forma )o ob@eto. + temos um (:mero suficie(te )eles falou (o pri(c/pio )a associação +. por outro. 7ue o u(iforme percebi)a Ru(tos afi(ação )e to)os os compo(e(tes para a fi(ali)a)e )o arti8o a. a combi(ação )e =umor u(iforme )o colector le8/timo * o efeito est*tico (ão fal=ar a7ui. em terceiro lu8ar. 7ue 8ostaria 7ue fosse. reu(iu+se uma ,e- 7ue uma )etermi(a)a tarefa ou )ecisão toma)a i)*ia co(tra)ição aparece mais por isso. maior * o risco )e co(tra)ição# Assim se@a uma casa. por isso ,ai a8ra)ar+(os a ,9+lo )e uma sE ,e- 7ue ele * co(stru/)o co(fort;,el. se@a ele um pal;cio 7ue uma posição mais ele,a)a (a ,i)a e li)era(ça * mol)a)o para e(cai?ar (ela. mas para al*m )este i(teresse factual como (Es @;. to)os os )etal=es )a estrutura li8a)os por uma refer9(cia comum para os seus propEsitos. sem co(tra)ição e(tre si e com a i(te(ção )e co(struir reu(iu+se com ,er# Hoc9 (Es 8osta em represe(tação )o )emF(io (o palco. se tu)o * ,er)a)eiro )ireito O i)*ia )e 7ue o )iabo. tu)o o 7ue (ão 8ostam )a i)*ia )o prEprio )iabo. e ele ,em com esse tipo )e pra-er (ão ape(as sobre o co(te:)o substa(ti,o )a i)*ia )e um. a tão barato. mas se ele (os a8ra)a ao palco o()e *. mas 7ua()o um e)if/cio em to)os os seus )etal=es. sua fi(ali)a)e correspo()e i)*ia#

Posteriorme(te. )e,e em to)os em to)os os arti8os 7ue t9m efeitos e?ter(os. a forma correspo()e(te a estes efeitos. a fim )e correspo()er a um 8osto forma)o. em parte. por7ue )e outra forma associa)o a i)eia )e 7ue eles )esa8ra);,el 7ue eles co(tribuem para ma(ter ou promo,er o bem+estar =uma(o para pa8ar. (ão po)e pa8ar. em parte por causa )a co(tra)ição em 7ue seu )ispositi,o est; co(ecta)o a sua i)*ia. e )eca)9(cia ,em 8eralme(te coere(te )a combi(ação )e =umor u(iforme )e suas partes (os )esa8ra)a# To)os os ob@etos )e ar7uitetura e i():stria )a arte. mas tem 7ue cumprir fi(s e?ter(os. e como o cumprime(to )as co()iç<es )e co(,e(i9(cia e?ter(a (ão * ape(as acessEria. mas esse(cial para a bele-a mesmo em tu)o# Em co(traste com os ob@etos. (ão * a sua i)*ia ou )esti(o e?pe)ie(te e?ter(o )e tal. (ão represe(tam as mesmas e?i89(cias. e assim obras )e arte po)em. sem 7ual7uer fi(ali)a)e e?pressa muito bem por suas relaç<es i(ter(as ou por i)*ias )e associação )e outro tipo 7ue 8a(=ar o a co(,e(i9(cia bele-a e?press# Cas a8ora sur8e a per8u(taX por 7ue (ão to)os os ob@etos e?ter(ame(te fu(cio(ais parecem formosos[ por isso 7ue. por e?emplo. uma ,assoura. um ma(8ual. um ara)o. um lu8ar porcaria. um celeiro. um est;bulo (ão aparecem para (Es. apesar )e to)a a co(,e(i9(cia e?ter(o bo(ito. (o e(ta(to. to)as as co()iç<es )e pra-er 7ue se e(co(tram )e acor)o com o prece)e(te )e tal fu(cio(ali)a)e. e(tão são )a)as[ Bem. e(tão ,amos pe(sar uma ,e- 7ue estas coisas le,am e?pe)ie(te co(@u(to basta(te i(co(,e(ie(te para cima para 7ue pu)*ssemos ,9+los a sua i(a)e7uação mesmo. (ão )eci)iram )esa8ra)ar a 8e(te[ Assim são. mas a co(,e(i9(cia )e um mome(to 8efalle()es a sua impressão )e. o 7ue (ão * suficie(te ape(as. sem outro e7uipame(to 8ra()e ou mesmo em co(flito com mome(tos a(ta8F(icos em to)os os lu8ares para co()u-ir a fa,or acima )o limiar )e )ese@o positi,o ou )iri8em tão alto. e )a()o tão puro. 7ue 7ueremos aplicar o termo a essas belas obras# Salta as facili)a)es (ecess;rias ou atos co(tr;rios O muito. por isso a impressão )e bele-a (ão aco(tece. ou po)e at* mesmo a impressão )e N(8efPlli8keit superam ob@etos e?ter(ame(te muito co(,e(ie(tes# E por isso (ão )e,e ser )ito 7ue as obras )e ar7uitetura e i():stria )a arte a sua bele-a sE po)e ser basea)a (o cumprime(to )as co()iç<es )e e?pe)ie(te e?ter(o. pelo co(tr;rio ai()a precisa ser compleme(ta)a co()iç<es causam ser; )e 7ue falar. * ape(as o propEsito )e cumprime(to )esses ob@etos como co()ição pri(cipal )e to)as as outras co()iç<es acimaZ este ou a7uele po)e estar ause(te ou muito retirar. )e,er; e(trar em a oportu(i)a)e )e publicação (ão po)e faltar. (ão * per)er a bele-a# Rumo=r )i- uma ,e- 0Italie(# Sorsc= I# %%6X GDepois )a ar7uitetura )a (ecessi)a)e e )a força foi suficie(te. ele )e,e tamb*m se esforçam para a bele-a#G A)e7ua)a seria lerX GDepois )a ar7uitetura ter satisfeito as co()iç<es )e co(,e(i9(cia e?ter(a. eles tamb*m po)em procurar a mesma impressão ao pree(c=ime(to )e bele-aG. por7ue (ão po)e ser coloca)o )o la)o )e fora a bele-a ar7uitetF(ica )o co(,e(i9(cia# Cas o primeiro lu8ar. re7uer uma a@u)a para )e(tro# Ela bril=a um sim. 7ue co(tribuem para a utili)a)e ou afabili)a)e )e bele-a sE po)e ,ir (o )e suportar. 7ue

as co()iç<es )o cumprime(to )o propEsito tor(aram+se basta(te familiar 7ue fa,oc9 se se(tir este cumprime(to 7ua()o impressão ime)iata afirmou# Para ob@etos com os 7uais li)amos acostuma)os a tor(a+se a certos limites )e si e po)e assumir * 7ue ele foi feito. mas a(alo8ia le,a )e tais ite(s tamb*m essa a)ição# E(tão. ol=a()o para a fre(te para. pro,a,elme(te. to)os os 7ue (ão sabe (a)a sobre a ar7uitetura tamb*m ser capa- )e pro,ar o seu bom 8osto. )i-e()o 7ue ele re@eita i8ualme(te colu(as em uma co(strução. 7ue t9m pouco ou (a)a para ,estir. )e mo)o a 8astar a massa )es(ecess;ria. como os )e temos muito a reali-ar. ,em ameaça()o e(trar em colapso# Nm ar7uiteto =;bil. mas ,ai (otar erros )o e)if/cio O primeira ,ista e a7ui ime)iatame(te po)e )espertar )espra-er 7ue (ão * tão apare(te para o i(e?perie(te. porta(to. (ão tão )esco(te(te. por outro la)o. em 7ue tu)o o ar7uiteto est; em um e)if/cio para completar ob@eti,o * cumpri)a em muito e7uilibra)o e corretame(te. po)e e(co(trar um bom pra-er. 7ue * a7uele 7ue (a)a sabe sobre a ar7uitetura. (ão co(se8uiu e(co(tr;+lo# Assim. mesmo um ca,aleiro * a bele-a )e um ca,alo. um militar a bele-a )e uma arma. ,oc9 7uer sempre falar sobre tais ob@etos )e bele-a. totalme(te po)e apreciar# E assim *. pro,a,elme(te. acima. 7ue um perito. (o 7ual a se(sação )e 7ue uma coisa correspo()e perfeitame(te aos seus propEsitos. particularme(te ,i,i)ame(te afirma+se. as mesmas c=ama)as bo(itas para 7ue o lei8o (ão * bo(ito. e ser; em tu)o 7uem (ão fa- ,isão factual sobre as co()iç<es )e a)e7uação )e um ob@eto 7ue fa- a rei,i()icação e?pe)ie(te e?ter(o. tem (ecessi)a)e mo)esto para ser capa- )e ter (e(=um )esastre se8uro ou -ureic=e()es em seu ,alor est*tico# Cesmo tais ob@etos )e arte lei8os são @ul8a)os pri(cipalme(te por tra(sfer9(cia 8osto )e aprecia)ores )e arte# Cas maisX para to)os os ob@etos em 8eral. a oportu(i)a)e )e 7ue ape(as (os pe)e a(tes )e falta )e ,o(ta)e )e prote8er )es,a(ta8em para (os )ar o 7ue * (ecess;rio para comi)a. bebi)a. ,estu;rio. =abitação. a i)*ia tamb*m @; (ão po)em pa8ar suas obras. como o )espra-er associati,o em para resistir a ,isão )esses ob@etos. e(tão (ão )ei?e 7ue eles aparecem )esa8ra);,el. e em muitos ob@etos le,a at* mesmo o uso ime)iato ou le,ar as circu(stW(cias em 7ue elas ocorrem. a percepção em ,emis]fPlli8e como para a8ra)ar aos Associação )e esforço ou impure-a causou o 7ue aco(tece com o ob@eti,o mais )ista(te pre)omi(am# Em muitos mi]fPlli8er fi(alme(te uma impressão )ireta ,em com associação a8ra);,el )e propEsito em co(flito# \ua()o o tempo to)o. (o mome(to )a li8ação :(ica )o colector pela i)*ia fi(al perma(ece como a co(tra)ição em sua i(te8ri)a)e com a i)*ia. mas * em si (ão * suficie(te 7ua()o os especialistas são f;ceis )e co()u-ir a impressão )e complac9(cia ime)iato sobre o limite. mesmo por7ue (os )eparamos )iariame(te com muitos ob@etos fu(cio(ais 7ue satisfa-em essas co()iç<es. )imi(ui()o assim o efeito )e =abituação fa- esta afirmação# O 7ue (Es. mas por causa )o =;bito @; (ão 8osto irrita cu@a falta ai()a po)e ser se(ti)a com )or# Hamos )ar um ara)o# To)o mu()o sabe. 7ue o mesmo * usa)o para e)itar o campo. * por este meio a co()iç<es )ista(tes para satisfa-er a fome# >ão )e,er/amos arar parecem refletir esse fim. ele (os )esa8ra)am. 7ue fe- esforços tamb*m a arte )e embele-ar+lo. mas at* a8ora ele parece co(=ecer+(os ape(as para este fim. (ão

espera,a 7ue ele )esse )e,er em uma se(sação positi,a )e bele-a )e# Al*m )isso. a associação )o trabal=o pesa)o com o ara)o ,ai estar mais perto )o 7ue a associação )a col=eita 7ue ele preparou# Si(alme(te. o ara)o tem uma forma complica)a 7ue (e(=um pri(c/pio )e u(i)a)e i(tuiti,a se e(cai?a# Com to)o Lo ara)o parece basta(te feio como bo(ito. e iria estra8ar to)os os se(ti)os muito E)el=of#>o e(ta(to. al8u*m 7ue este@a familiari-a)o com os termos )os meios mais a)e7ua)os )e um ara)o. O ,ista )e tal. o mesmo ,er)a)eirame(te cumpri)a em (o,a forma i(comum. um pra-er positi,o )eci)iu ter ime)iatame(te# I(:meras pessoas. ,emos simples. limpo. muito apropria)ame(te ,esti)a sem e(co(trar (em fa,or (em )esfa,or me(te positi,a pelas roupas ape(as (a)a mais 8ara(ti)o para ate()er como a (ecessi)a)e. e (os )eparamos com essas roupas to)os os )ias# Cas a8ora =; muitos ob@etos cu@a fi(ali)a)e al*m )a simples pre,e(ção ou remoção )e )esco(te(tame(to * para o bem+estar para promo,er o prEprio Esta)o )ese@o em positi,o o suficie(te. ou a@u)ar a esta promoção com. e 7ua(to mais eficaa associação po)e ser )esperta)o )o mesmo mo)o mais ela ,ai co(tribuir para a a8ra)abili)a)e ou bele-a )o ob@eto. e a@u)a muito com 7ue (Es (ão for(ecemos ite(s como e(co(tro ba(al )o 7ue a7ueles 7ue ape(as ate()er Os (ecessi)a)es )i;rias# Nma casa po)e simplesme(te ol=ar para 7ue ele co(te(=a a proteção (ecess;ria co(tra o tempo. o espaço (ecess;rio ea lu- (ecess;ria co(ce)i)a ao (e8Ecio )a ,i)a )i;ria. mas tamb*m parecer 7ue po)e co(forta,elme(te ,i,er (ele ou li()o# Nm (a,io )e beber po)e ser tal 7ue parece 7ue sE fe- para matar a se)e )o mesmo. mas tamb*m para 7ue parece feito para os ser,iços )ura(te uma farra festi,a# O 7ue sempre tais impress<es associati,as são )esperta)os. eles serão ala,a(ca efica- )o re(ascime(to )o se(time(to )e bele-a. por sua ,e-. mas um meio )e mome(tos afabili)a)e )ireto. como tal re8ulari)a)e eo ol=o esboço fro(teira ocupa)o )a forma. po)e apre()er. se (ão co(tra)i-em tal. sE para o efeito# E. em particular. po)em apoiar o associati,ismo )e propEsito. mas tamb*m para e(fati-ar mais clarame(te atra,*s )e te?tura si8(ificati,a o car;ter a8ra);,el )o propEsito )e or(ame(tos (ão sE atra,*s )a complac9(cia )ireta# Sim. os mais (obres e mais a)e7ua)as obras )e ar7uitectura e i():stria arte em 8eral (ecessitam )e tais a@u)as para fa-er a impressão ime)iata )e a8ra)abili)a)e ou bele-a. para (ão parecer pobre e ,a-io. e(7ua(to ,ermTc=te( to)o este apoio. sem a base )a co(,e(i9(cia )e alca(çar (e(=uma bele-a# Po)eria um. mas uma e)if/cios. um (a,io para o 7ual (ão or(ame(tos estão li8a)os. 7uase (u(ca ,er 7ue ele se )esti(a a ser,ir os pra-eres )e ,i)a mais ele,a)os# Associati,o e impressão )ireta tem 7ue apoi;+lo. mas. ta(to 7ua(to ,oc9 7uiser e(trar em co(tato ta?as or(ame(tais i(co(,e(ie(te para uma obra )e ar7uitetura ou )a i():stria )a arte. isso si8(ificaria a impressão (ão po)e ba(ir 7ue a pri(cipal coisa foi (e8li8e(cia)a )ura(te o secu();rio# A partir )as co(si)eraç<es a(teriores e?plicam o fato )e 7ue al8umas obras )e ar7uitetura e i():stria )a arte. ao mesmo ma(ter e?pe)ie(te e?ter(o# em si. mas )e mo)o al8um po)e simplesme(te fa-er como a8ra);,el ou bo(ita )o 7ue outros. * 7ue eles (ão )ão o mesmo espaço associação be(*fica *. * 7ue (ão se po)e i()u-ir a )ese(=ar a mesma a@u)a )a afabili)a)e para sem estar em co(tra)ição com a prEpria

fu(cio(ali)a)e ou * outras co()iç<es )e )el/cias 7ue estão por ,ir# E(tão. a 8e(te 8ostaria )e to)os os a8e(tes. por meio )o 7ual se prete()e obter para embele-ar outros ite(s e * capa- )e embele-ar. 7uer te(tar uma pa(ela. e (ão i8ual a8ra);,el estabelecer os ati,os )e TI como um c;lice )e ,i(=o. mesmo ao te(tar fa-er isso em bele-a i8ual o 8rau )e satisfação. )e 7ue o pote ai()a * capa- )e ape(as )imi(uir para um 8osto basta(te e)uca)o# >a ,er)a)e. a pa(ela. sem co(tra)i-er sua fi(ali)a)e e. porta(to. )e ser )esa8ra);,el a forma associati,a. (ão aceitam a mesma forma articula)a )o 7ue o c;lice. mas re7uer um arre)o()ame(to )esa@eita)o mais simples# Em se8u()o lu8ar. estão (a pa(ela fer,e()o )esa8ra);,el performa(ces Associação a Bru)el )a co-i(=a e )a mat*ria+prima. o 7ue ele tem 7ue tomar. o mais perto e )etermi(ar a impressão para o mais forte. o e?pe)ie(te *. (o e(ta(to. co(tribuir a associação a8ra);,el )e seu propEsito para as (ossas )el/cias culi(;rias. )eita)o como ai()a mais recua. e(7ua(to 7ue com a ,isão )e um c;lice )e ,i(=o. a i)*ia )e um pra-er ime)iato associou+se mais. mais ele lembra por sua forma e or(ame(tos apropria)os (ele# Em terceiro lu8ar. (ão ape(as como ser,ir (o pote como os or(ame(tos c;lices. se@a )irecio(;+lo para le,a(tar o fator associati,o )e afabili)a)e. em parte por7ue a fi?ação )e e(feites pre@u)icaria o Mebrauc=e ou usar os e(feites. em parte por7ue or(ame(tos 7ue ,oc9 sobre simbElico em ,e- 7ueria colocar em fi(s )e a8ra)ar mais )ista(tes como Eb,io Mebrauc=e em relação O associação mais estreita )as i)*ias )esse uso e(traria em co(tra)ição. o 7ue to)os se(timos )esco(te(te )e um 8osto e)uca)o. e teria a pa(ela )ecora)o e(trar (a aclamaçãoX (ão são (em pa(ela (em bo(ito# Assim tamb*m o ara)o re7uer para seu )esempe(=o a forma i(tri(ca)a# Se ,oc9 7ueria pi(t;+lo ou bela escultura. ele apareceria como uma coisa basta(te para ,er como se prete()e para a la,oura. e (ão são trata)os tão li,reme(te como o ara)o sem )ecoração. o 8osto )ireito. mas ele seria. assim. @; estra8ou (a reputação#

7(I. Comentário sobre a*%-ns !ro)érbios do Sc/naase em termos de arA-itet-ra.
A falsa ,isão )e 7ue as co(si)eraç<es mu()a(as para arti8os em sua )etermi(ação co(si)eraç<es mu()a(as *. para al*m )a bele-a )o mesmo )e,e ir sE por assim )i-er. muitas ,e-es le,a a co(clus<es erra)as# Hoc9 se(te a bele-a )e um e)if/cio. mas ,oc9 (ão i(,e@o a a)e7uação ou i)o(ei)a)e )a co(fia(ça (ão ter causa)o essa se(sação. ou at* mesmo a@u)ou. e procura a ra-ão )e ime)iato bem a8ra);,el para o pr*)io em outro lu8ar# Nm e?emplo )isto po)e ser e(co(tra)a (as se8ui(tes pala,ras )e um co(=ece)or muito aprecia)o. 7ue po)e ser uma oportu(i)a)e ao mesmo tempo para reali-ar o )ese(,ol,i)o (as secç<es a(teriores os aspectos 8erais )e al8uma relação especial e. por co(se8ui(te. mais efica- para e?plicar# Por outro la)o. 7ue 7ueremos re)u-ir to)a a bele-a )e um e)if/cio (a co(,e(i9(cia. custE)ia * i(seri)o (as seç<es a(teriores. e ele ,ai ,oltar para bai?o# Sc=(aase )i- em s cartas =ola()esas (a )iscussão )e posiç<es )e colu(as )o temploX G>ão * o oportu(ismo. mas a bele-a fa- com 7ue o estreito. a força )as colu(as )e te(são proporcio(al. i(tercolum(iatio(s (ecess;rias #### As partes )o e)if/cio )e,e ser =armo(ioso. a colu(a )e,e a e(tablame(to (ão co(tra)i- muito

)if/cil. e eles )e,em. ai()a )e p*. usa()o um traço )a =ori-o(tal per se. a partir )as colu(as i()i,i)uais )e,e ser um (:mero G# O po(to * este. o e(tablame(to corre =ori-o(talme(te. por isso. para 7ue os ol=os (ão percebem a co(tra)ição )esa8ra)ou as formas. at* mesmo o co(@u(to )os pilares 7ue suste(tam e(tablame(to mostrar um trem =ori-o(tal. o 7ue ser; o caso se eles estão perto o suficie(te para a fim )e aprese(tar uma s*rie co(t/(ua. (a)a mais. (o e(ta(to. se eles estão tão lo(8e 7ue as )ifere(ças são marca(tes# Em se8ui)a. co(si)erar ca)a colu(a por si. e por isso a8ora ocorre precisame(te a co(tra)ição e(tre a sua )irecção ,ertical ea )ireção =ori-o(tal )o e(tablame(to alto e )esa8ra);,el# Se as colu(as )e sua posição em )ia(te ou Passa8eiros a8ora tamb*m cumprir com os propEsitos )o e)if/cio. * i()ifere(te para o (osso se(so )e bele-a# >ão sobre a fi(ali)a)e )as formas. mas (ão tem (a)a a ,er com o @o8o+)o+lo ou a mesma co(tra)ição em si mesma. ela presta ate(ção# A8ora. em primeiro lu8ar solicitaX c=ama. pro,a,elme(te. o ol=o )e outro mo)o. 7ue as peças 7ue são muito i(si8(ifica(te para tão )ifere(tes como apoio e carre8a)o para uma forma accommo)iere(+similari)a)e[ Se (ão * o mesmo moti,o )e uma mesa para ser bo(ita. em ,e- )e 7uatro p*s. a partir )e uma s*rie co(t/(ua )ei?ar seu prato. o mesmo urso[ Cas para mostrar 7ue a opi(ião )ireta )o Sc=(aase (ão est; (o a7ui. ,oc9 sE precisa mu)ar o material )a estrutura# \ua()o as colu(as )e pe)ra po)e (ão estar lo(8e. pois caso co(tr;rio se se(tiria afirmou ime)iatame(te 7ue eles são i(capa-es )e suportar a car8a )e pe)ra a),ers;ria# Se ,oc9 7uiser fa-er as colu(as )e ma)eira relati,ame(te i8ual aperta)o. e(tão a se(sação )o )es(ecess;rio. por si sE iria impor# >ão estar/amos =umor a(sioso. a7ui * a timi)e- )o ar7uiteto e )a falta )e moti,ação (os )aria )esa8ra)o por um propEsito# E(tão. represe(ta)a em ma)eira lo(8e )e p*. petite esculpi)as colu(as )el8a)as (o lu8ar )as or)e(s )e colu(as estreitas )e pe)ra. )e mo)o 7ue as colu(as po)em ser em ma)eira. muitas ,e-es omiti)o por completo. o()e ela c=ama a pe)ra * esse(cial# Assim. (a)a * mais atrae(te )o 7ue a por cima )o muro e?terior tel=a)o lo(8e a(tecipatEria )as caba(as )e mo(ta(=a. 7ue * apoia)o por (a)a ou ape(as a7ui e ali por um :(ico pilar# A8ora totalme(te em Eise(bau# Ca)a colu(a 7ue (os formou (a pe)ra (as )ime(s<es mais puras )e (/,el. ele8a(te e em circulação apareceu. ser; 7ue Seist em ferro. para )i-er i()ole(te e opressor. como (o )e 8or)ura )e sua prEpria massa aco(tecer asfi?ia# As formas )e Eise(baues 7uerer ser mais fi(o )o 7ue os )a co(strução )e ma)eira. e o tra(sferi)o 7uase em bares suas colu(as em proporção com a sua espessura * mais uma )a outra# To)o o ferro 7uer mostrar 7ue * ai()a mais )if/cil )o 7ue * )if/cil# Ro8a()o ele resol,e os problemas para os 7uais a ma)eira ea pe)ra ficarem ca(sa)os ou para 7ue eles (ão se atre,em# "a(ça()o a(i(=a+se em to)as as formas. e assim a co(strução )e ferro com os membros mais le,es e )elica)os po)em empor-ura(ke(# Ele * capa-. mas o (osso se(so )e bele-a. a8ora * tamb*m e?i8i)o )ele# Claro. * preciso co(=ecer a (ature-a )e ferro. )e ma)eira. pe)ra. em tor(o )a. )epe()e(te )a sua utili-ação fu(cio(al ma(eira )e se(tir co(tribuição para a bele-a )o e)if/cio# Cas sabemos o suficie(te a partir )a e?peri9(cia )i;ria )e se(tir ao assistir uma )etermi(a)a situação. sem espaço e fatura para i()icar se elas

co(tra)i-em essa (ature-a ou (ão. e o()e o (osso @ul8ame(to * i(certa a este respeito. tamb*m o se(so )e bele-a ser; i(certo# Po)emos )i-er 7ue uma parte )a bele-a estrutural * basea)a (a e?peri9(cia e c;lculo. por7ue o co(=ecime(to )o mais a)e7ua)o em massa. forma e relaç<es )ime(sio(ais repousa sobre isso. e (ão po)e ser a)7uiri)o )e outra forma como (essas rotas# Cas um se(ti)o e)uca)o )a bele-a ar7uitetF(ica resume to)o o resulta)o )o mesmo com pra-er @u(tos. e a(tes 7ue o se(time(to (ão * forma)o at* a8ora 7ue ele * capa- )isso. esta parte )a bele-a ar7uitetF(ica (ão tem efeito# Os r;cios )e absolutame(te mais a)e7ua)as )e to)as as partes estão a8ora e(co(trou um terre(o comum para (e(=um e)if/cio em 7uais7uer estilos )e ar7uitetura. mas tamb*m (ão est; se se(ti()o assim forma)o 7ue se(tia. o 7ue est; falta()o em co(,e(i9(cia absoluta a)apte+se# >a prEpria pe)ra. * (ecess;rio 7ue as colu(as em bre,e fec=ar em bre,e 0(a proporção )a sua espessura e comprime(to6 são um )o outro. e e?i8imos 7ue. mesmo se (ão sabemos (a)a sobre ar7uitetura# Cas i(,esti8amos. )escobrimos 7ue a7ui o se(ti)o correto )e bele-a ca)a ,e- coi(ci)e com a co(,e(i9(cia se(time(to certo# >ão seria a8ra)ar+(os a )i,er8ir at* a8ora ape(as para ,er as colu(as cor/(tias )el8a)os. como o )Erico a8ac=ame(to# A7ueles (ão po)e ser )ifere(te )o )e perto para 7ue possam sempre i(i(terrupta. e(7ua(to pilares curtos e 8rossos. se eles 7ueriam fa-er aperta)o. meta)e estão ociosos. materiais. espaço e lu- iria roubar (a)a# Hemos a colu(a cor/(tia pro,a,elme(te i()ica 7ue ele est; autori-a)o a co(fiar (ão mesmo a capaci)a)e )e car8a )o 7ue o )Erico. e. porta(to. 8ostaria 7ue eles estarão mais a@u)a )os outrosX e(7ua(to a colu(a )Erica. a peça )e trabal=o. o 7ue fi-eram com a sua co(strução mais forte po)e fa-9+lo so-i(=o. a8ora esperar para fa-er bem so-i(=o# Isso (ão parece e(7ua)rar+se (os pilares )e(tro )e (ossas i8re@as 8Eticas# Eles são ma8ros e em circulação e ai()a são relati,ame(te mais este )o 7ue as colu(as reais. como eles são muitas ,e-es fora )o 7ue )e(tro. li8a)o ao templos 8re8os. por7ue (ão basta ta(ta coração a8ora como pilares feitas i(teriorme(te[ Sc=(aase )i- a7ui sobre 0arti8o Seção QIH 56X GRust ,ice+,ersa são os pilares para o e?terior )o e)if/cio imprEprio. por7ue o po(to )e ,ista )o especta)or. em ,e- )e a)erir a uma forma fi?a. per)e+se (os espaços abertos O sombra. como em uma i(teriori)a)e escuro . e assim a ima8em )e uma (ature-a i(acaba)a mErbi)a iria receber# $6 >o i(terior. (o e(ta(to. co(ce)eu esta falta ,a(ta8e(s )efi(iti,as por7ue a li(=a )e pilares. @ustame(te por7ue tem tão pouco co(te?to f/sico. co(=eci)o ape(as por po(tos separa)os. e li(=a. porta(to. i)eal. matem;tica * . );+se a (Es como al8o (ão+i()epe()e(te. como po)e ser ,isto. o mero limite )a ;rea G. etc + Co(tra o 7ue 7uero )i-er. a co(si)eração seria a )e per8u(tar o se8ui(teX os pilares )e(tro tem al8uma outra )isposição 7ue. em parte. eles são e(co(tra)os como em outras co()iç<es )o orçame(to as colu(as (o e?terior#. ,oc9 tem 7ue ficar lo(8e. por7ue )e outra forma seria. i(co(,e(ie(te separa)o como uma esp*cie )e pare)e )o espaço com tu)o o 7ue se passa com a co(8re8ação para o culto. como um ,aso comum para colocar em compartime(tos. (o e(ta(to. colu(as estreitas fora como um esp*cie )e treliça ima8i(ar meta)e um

selo co(tra o e?teriorZ#. mas eles tamb*m po)em ficar lo(8e. co(ti(uaram a apoiar como uma colu(a com a mesma ma8re-a. por7ue eles (ão 8ostam )e usar estes o Oblast )o e(tablame(to. mas ape(as uma protuberW(cia Este * realme(te o 7ue apoia()o+se (as pare)es laterais. )o teto flutua(te# Some(te )esa(ima)o sobre o amplo espaço 7ue parece espal=ar+se e(tre si. para ma(ter+se a(ima)o sE por (osso prEprio po)er. ele pu?a em lu8ares @u(tos e cai como pilares para bai?o bate assim )i-er rai- (o solo# Como mero suporte si8(ifica para apoiar. porta(to. (ão são obri8a)os a cumprir as mesmas co()iç<es )a para)a. 7ue ele )e,e cumprir. se ele ti(=a 7ue usar como uma colu(a o mesmo Oblast e os pilares. e ele )e,e co(ti(uar )e seu ,i-i(=o para (ão blo7uear o espaço 7ue realme(te 7uerem ser basta(te li,re. e(7ua(to os pilares a8lomeramZ com se8ura(ça e facilme(te le,ar o 7ue eles t9m )e usar. e ao mesmo tempo portão e treliça. mais um sobre as circu(stW(cias ou outros para fa-er o espaço 7ue eles e(cerram# Nm se(time(to real. mas 7ue tu)o se se(te fora sem ele paira para performa(ces i()i,i)uais#
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>ão * poss/,el essa e?pressão sim sobre a prEpria ima8em usa)a a7ui se

aplica[ Sc=(aase tem ai()a outra ra-ão pela 7ual colu(as 8eralme(te e?i8em uma posição mais prE?ima como um pilar. 7ue era a sua forma re)o()a e prepara)as )e outro mo)o# Este fato * a colu(a )e )ar uma apar9(cia )e i()epe()9(cia. mas (ão acumular a ela como um membro )e um to)o. a ,isão seria assim facilme(te ser ma(ti)os O colu(a i()i,i)ual e. assim. correr o risco )e per)er a impressão 8eral )e to)o o e)if/cio. se (ão a u(ião )as colu(as em seu aperta)o po)er (a me)i)a em 7ue * co(tr;ria O i()epe()9(cia ea ,isão (ecess;ria. sempre em to)a uma 8ama )e colu(as para refletir ao mesmo tempo. o impacto i()i,i)uali-a)a )e ca)a ma(ter um e7uil/brio# >otemos a7ui co(tra. mas po)e )esempe(=ar um papel )e um e)if/cio maior auto(omia )o 7ue o outro. a me(os 7ue se@a (omea)ame(te uma maior co(tribuição para o co(@u(to )as i(stalaç<es. e ele aparece mais )e uma parte. a outra tem )epe()e(tes )elas. como 7ue Si mesmo tril=o )epe()er )os outros# A8ora atrai )e tal parte. como o ol=o mais. e(tão ele merece para cati,ar mais e (ão ,ai criar um risco )e 7ue a impressão )o to)o. i(clui()o o sofrime(to. por7ue ele sim precisame(te por e(trar em estar (o cami(=o certo. 7ue ca)a parte. )e acor)o com seu si8(ifica)o para o to)o tamb*m se afirma (a i(tuição# Depois )isso. (o e(ta(to. a colu(a )epois 7ue o templo 8re8o. )e fato. po)e c=amar a ate(ção mais para cima e 8ra,ata. como o pilar )e um e)if/cio 8Etico. por7ue ela realme(te tem um maior 8rau )e i()epe()9(cia apEs o acima me(cio(a)o. e por isso po)e+se co(tribuir or(ame(tos. este si8(ifica)o )a colu(a para o mais (ot;,el# >ão ,; ape(as em co(ta a posição. mas tamb*m a forma )os pri(cipais pilares )a bele-a e pratici)a)e a()am )e mãos )a)as# Por7ue * 7ue a colu(a para bai?o mais 8rosso )o 7ue o topo[ por7ue ser,e seu lu8ar estabili)a)e# Por7ue ele i(c=a em )ireção ao meio )e al8uma coisa[ por7ue ele est; i(cli(a)o mais f;cil (este mome(to para 7uebrar e fortalecer o corpo subs/)ios proteção co(tra ela# Nm )a(çari(o po)e flutuar em um )e)o )o p*. a7ui. como o re@u,e(escime(to )e DoB( ape(as ser tão

bo(ita 7ua(to (a colu(a. o re@u,e(escime(to )epois )o topo. mas a )a(çari(a a se mo,er e mostrar o )om/(io )o esp/rito e )a ,itali)a)e )a 8ra,i)a)e. a colu(a )e,e ser. )es8aste. e mostrar a subor)i(ação perfeito para as leis )a 8ra,i)a)e e )urabili)a)e )o material# Para a primeira ,ista. mas ,oc9 po)e e(co(tr;+lo surpree()e(te 7ue ca)eira e mesa )e per(as. 7ue t9m tão bom para usar como uma colu(a )e car8a são forma)as lo8o apEs o pri(c/pio oposto# Em ,e- )isso ser mais estreito (a parte superior. 7ue afu(ilam (a )irecção )o fu()o. e ao mesmo tempo 7ual7uer )esali(=ame(to si8(ificati,o ou mesmo cur,atura )a colu(a. )e,e ser e,ita)o. )e ca)eira )e amor e per(as )e mesa. especialme(te a primeira. a ser )iri8i)os li8eirame(te para fora. ou )obrar. mesmo para bai?o para o la)o )e fora # Com tu)o L7ue eles aparecem (ão sE (ão )esa8ra);,el. mas per8u(te estes r;cios para complac9(cia# Cas (ão )e,e a@u)ar a7ui a abor)a8em )e Sc=(aase[ Cas. ao co(tr;rio. como eles po)em fa-er isso. como e?plicar o pra-er em tais co()iç<es opostas[ De acor)o com as co(si)eraç<es )e uso. (o e(ta(to. a e?plicação * f;cil comoX A(;lise )a estabili)a)e * )esloca)a a partir )as per(as i()i,i)uais (a re)e coere(te (a forma a7ui. 7ue a mob/lia *. )es)e 7ue a passa8em atra,*s )o ce(tro c=e8ue ,ertical (a base e(tre as per(as. Porta(to. a ,a(ta8em )e @ul8ar as per(as li8eirame(te para fora ou cur,a# A base alar8a)a )e ca)a per(a 7ue (ão esta a@u)ar. mas fa-er o mobili;rio mais complica)o. (o e(ta(to. o a(e?o amplo acima prote8e as per(as )o li8eiro Ca(celar# As colu(as 7ue suste(tam um e(tablame(to. ca)a um tem relati,ame(te mais para si mesmo para ficar. e para satisfa-er a sua tarefa )e forma i()epe()e(te# Cas falta. to)o o respeito a soli)arie)a)e )e compilação. a(;lise )e estabili)a)e tamb*m si8(ifica 7ue a fileira )e colu(as (o templo 8re8o (ão totalme(te. sE 7ue eles calmame(te e assim e(tra em @o8o 7ue a estabili)a)e )e ca)a colu(a sofre ape(as impercepti,elme(te pela assimetria# As colu(as e?press )as fre(tes templo te()e. )e facto. al8o sobre o i(terior e. assim. a totali)a)e )os pilares mimeti-a em certa me)i)a. pela colu(a :(ica# Cas a8ora ,oltamos para o fato )e 7ue (em to)os )eri,am )e um belo e)if/cio )e pro@etos fi(ais ea bele-a )ela (ão * i(teirame(te )e,i)o ao fato# A capital. a p*. o Ca((elieru(8 as colu(as (ão po)em ser ori8i(a)as )e pro@etos propEsito e?presso# Certame(te Sc=(aase tem ra-ão 7ua()o al*m )o propEsito e?presso moti,os Sorm,ermittelu(8 e(tre as partes ,erticais e =ori-o(tais a)@ace(tes. como colu(a e e(tablame(to. a complac9(cia ma(t*m apropria)o# SE 7ue ,oc9 (ão precisa esperar as colu(as. perto )e estar a fa-er (ão se(tiu forte co(traste e(tre as colu(as e ,i8as. mas po)e 8ara(tir 7ue a colu(a ,ertical asce()e(te co(t/(ua. embora (o se(ti)o )e e(tablame(to =ori-o(tal e?pa(são. le,ar o capital para ser co(clu/)o# Por este particular substitu/)o para ca)a colu(a o salto (a )ireção =ori-o(tal por uma tra(sição a8ra);,el. 7ue e?i8e (ão sE (ão co(ta )e =ori-o(tali)a)e mais para to)a a fileira )e colu(as. mas isso tamb*m em co(tra)ição com ele são )e 7ue o muito )ifere(te si8(ifica)o )as colu(as ea e(tablame(to * fa-er uma impressão )ifere(te# O espessame(to )a colu(a para bai?o. o i(c=ame(to em )irecção ao ce(tro. a i(cli(ação )as colu(as em relação u(s aos outros. embora. )e facto. (o se(ti)o )o ob@ecti,o. (ão são muito e?i8i()o 7ue (ão o )esempe(=o )a mesma. a colu(a e a totali)a)e )a

posição )a colu(a me(os mo(Eto(o e r/8i)o. ou. como eles )i-em. para fa-er parecer mais ,i,a. parece ai()a mais importa(te# Hoc9 po)e at* pe(sar 7ue ele * realme(te tão ,isam ape(as a este a,i,ame(to# Cas um espessame(to e i(c=aço )a colu(a em ,e- )e cima para bai?o. uma co+propriet;rio )os colu(as abai?o em ,e- )e acima seria a mo(oto(ia. a ri8i)e- tão resistir. como o cumprime(to real. com co()iç<es. e ai()a assim )esa8ra);,el. ol=ar fra(came(te i(suport;,el# Assim apoiar ta(to mome(tos )e complac9(cia. mas (ão muito efica-. por si sE. em reu(ião u(co(tra)icte) apEs ta(tas ,e-es )ese(=a)a por (Es em aplicação )o pri(c/pio est*tico a@u)a a um )esempe(=o si8(ificati,o# E assim ser; tamb*m a )ecoração. a simetria. a seção )e ouro. e tu)o a7uilo 7ue pe(sa 7ue po)e e(co(trar por si sE proporç<es @ustas (a ar7uitetura. atrofia)o sua co(tribuição para a bele-a )e tu)o. at* mesmo o cumprime(to )e to)a a bele-a. (ão co(testa)as pela e ser 7ue a utili)a)e )a fu()ação )a bele-a ar7uitetF(ica co(ti(ua. sem cu@a e?ist9(cia )estas a@u)as (ão a@u)am e cu@a lesão sE mac=ucar# Sim. ,oc9 po)e aceitar 7ue * libera)o a partir )a co(,e(i9(cia em fa,or )e outras co()iç<es )e bele-a. o()e a utili)a)e * ape(as tão )ista(te ou (o relacio(ame(to )e mo)o subor)i(a)o em co(si)eração 7ue a )es,a(ta8em por ,iolação )o mesmo (ão t9m a ,a(ta8em. cumpri()o as )emais co()iç<es * se(ti)a ,isi,elme(te# Em si. ele est; )e(tro )o e?pe)ie(te e?ter(o 7ue (ão fu(cio(am mais. a )ili89(cia. o custo est; li8a)o ao e)if/cio. como a e?tremi)a)e e?ter(a )o mesmo se c=ama)as# Cas. (a preparação )a capital. a p*. o Ca((elieru(8 mais )o pilar est; li8a)o# A8ora. (o e(ta(to. co(tra)i-em. mas (ão )iretame(te para o propEsito e?presso )e trabal=o. mas sE ,9m em co(si)eração a ma(eira pela 7ual ela * co(stru/)a. a propEsito )ista(te )e co(si)eração. e (ão =; se7uer uma e?i89(cia 7ue tamb*m tem o propEsito e?presso ser; mais a8ra)abili)a)e aprimora)a )os trabal=os reali-a)os. assim tamb*m * a )es,a(ta8em )e 7ue po)eria fa-er a ,iolação parte )a co(,e(i9(cia e?pressa )e aspectos 7ue associati,a afirma. (ão se se(tia com a ,a(ta8em )e 7ue se fa- se(tir )iretame(te pela complac9(cia )as partes# Eu tirei (os poucos eleme(tos )e co(strução Spe-iale a(teriores em co(si)eração. )os 7uais um sobre o outro e to)a * a aplicação po)e facilme(te fa-er# Ca)a su@eito )a i():stria )e arte ter; 7ue passar por co(si)eraç<es semel=a(tes# Se (os limitarmos a al8umas obser,aç<es sobre um e?emplo# A embarcação tem a fi(ali)a)e )e colocar al8o (ela em 8eral# É sob as mesmas circu(stW(cias. )i estar em uma )etermi(a)a ;rea )e massa e )e superf/cie para tomar o mais capa- 7ua()o * perfeitame(te re)o()a# Se fosse a8ora a (a)a. e 7ue ele mesmo (a bele-a )e ape(as (o cumprime(to e?ter(o )e propEsito. um ,aso esf*rico 7ue (os ro()a em 7ue esta,am a ser ele co(si)era)o esse )esempe(=o fa,or;,el. mel=or )o 7ue 7ual7uer outro ca/)o# Cas ai()a =; muito outras co(si)eraç<es )e propEsito fa-er suas rei,i()icaç<es para os submete )e forma e e?te(são. impre(sa. )obrar (a bola. circu(ci)ar+los. ,oc9 colocar em outro lu8ar (o,ame(te. e (osso se(so )e bele-a po)e ser o mel=or )e to)os. (ão sE como. mas o e?i8e#Ao mesmo tempo. )e mo)o 7ue mesmo a ,a(ta8em )ireta para o pra-er * co(se8ui)o para al*m )a co(,e(i9(cia 7ue o apelo )o colector em ca)a (a,io para si. mas tamb*m e(tre os )ifere(tes ,asos. * pro)u-i)o o 7ue (ão era ,er)a)e em to)os os (a,ios ku8lic=e(.

atra,*s )o po(to )e ,ista )a co(,e(i9(cia. mas sempre co(siste(te perma(ece li8a)a# Hamos ol=ar mais )e perto para. e(tão )e,eria ser 7ual7uer )ei?ar+se (o copo. * tamb*m o seu co(te:)o po)e )ar )e si mesmo (o,ame(te. porta(to. cortar uma parte )a bola por cima e colo7ue+o i(teirame(te )e la)o. ou co(fi8ur;+lo para o co(te:)o ai()a poss/,el co(cluir. em como uma tampa com um bot<es para co(fi8urar e le,a(tar a parte superior (o,ame(te# O (a,io tamb*m )e,e ser poss/,el ,erificar o fu()o. )e mo)o sacrifica a bola a sua cur,atura me(or. (Es. placas ou apartame(to 7ue pelo me(os a8ora ou )ar+l=e um p*#Nma esfera oca com corte superior e uma seção i(ferior ac=ata)a * o prato mais simples# O (a,io )e,e ser poss/,el le,ar muito co(fort;,el. tampouco. porta(to. tra-er uma porção cil/()rica fi(a para a8arrar com a mão e(tre o p* eo corpo para 7ue ai()a 8osta for(eci)o com uma pe7ue(a p*rola acima ou em tor(o )a m*)ia. para fi?ar a posição )a mão e (ão )ei?ar 7ue a corre)iça recipie(te (o seu i(terior. ou em co(tato com a He(kel (o la)o )o (a,io. )e acor)o com as circu(stW(cias. ta(to# Assim. a bola )e,e muitas ,e-es tamb*m para o la)o po)e se apro?imar assim 8ostaria )e aparecer sem le,ar em co(ta o ob@eti,o como um e?cesso )e )istracção. sobretu)o 7ua()o. como 8eralme(te em copos. ape(as um i)e(tifica)or *. o (ão * ai()a a simetria com outro lu8ar # Para facilitar a sprue * uma cur,a )a boca bor)as para fora. para facilitar a pia. os lu8ares. a co(tração (o bico. e ao re)or )os ,asos co(ti(uar a )efe()er as poss/,eis e(tra)as facilita)as e bico sua força co(fi(a(te. se poss/,el. a co(strição em forma )e pescoço e(tre a boca e ab)Fme(. o()e * importa(te saber isso )e propEsito co(si)eraç<es# Cas ao mesmo tempo. porta(to. a forma esf*rica *. muitas ,e-es completame(te )estru/)o (a )irecção ,ertical (ão * )e 7ue. a secção tra(s,ersal circular. em ca)a )irecção =ori-o(tal )o ,aso. por7ue to)os os efeitos secu();rios e?ercem a sua i(flu9(cia ape(as ser (ecess;ria em 7ue )irecção. pelo me(os. para a maioria )os (a,ios# Cas * preciso )ar+se a simetria )e co(@u(to. o()e se e?i8e a fi(ali)a)e. porta(to. o )e um la)o. a He(kel co(tr;rio. bico para (a,ios 7ue se@am )e prefer9(cia )etermi(a)os. muitas ,e-es. abrir mão )e al8o# Te(=o esse(cialme(te ti(=a ape(as ,asos para l/7ui)os (o ol=o em tu)o isso# >as cai?as. cai?a. cai?as. malas 8eralme(te reluta(tes a forma )o 7ue eles tomam. a aplicação )e superf/cies cur,as para as pare)es. ou tra- a co(strução )e t;buas )e ma)eira. a forma reta(8ular )e si co(si8o mesmo# Cas. mesmo com tubos etc * tão pouco como o e)if/cio para )ar tu)o (a co(,e(i9(cia. e os ,asos )e solicitação. bem como estruturas para aume(tar o pra-er em um po(to )e falar sobre o i(/cio )o 7ue )e bele-a. (em procuram a a@u)a )e e(feite e )ireta. ou se@a. (ão )epe()e )e i)*ias )e associação. formam a complac9(cia at* a8ora compat/,eis com os )e co(,e(i9(cia# Apesar )e ocorrer. como me(cio(a)o acima. a utili)a)e )e si como uma :(ica li8ação )o colector a ca)a (a,ios (a. mas tamb*m li8ação clarame(te co(siste(te tem )e ser ma(ti)o (a me)i)a em 7ue se@a compat/,el com essa co()ição superior. e po)e a este respeito certas formas. ser )etermi(a)as cur,as mais ,a(ta@osas )o 7ue outras# A8ora. @; 7ue. (este caso. pri(cipalme(te ,i()o. falta em co(si)eração o pri(c/pio )e li8ação u(ifica)a )o prEprio coletor )e um 8rau suficie(te )e certe-a. e a7ui tamb*m sE em

Citbestimmt=eit por. 7uais7uer outros (a,ios )e outra forma mo)ifica)o. o ob@eti,o )e,e ser co(si)era)o. por isso 8ostaria )e )etermi(ar a mais ou me(os be(*fico ser i(correr (este campo. para 7ue )e fato (ão apriorismo suficie(te a e?peri9(cia est*tica com be(ef/cios# >as e?peri9(cias )e acor)o com o m*to)o )e escol=a. com $2. a sua relação )e aspecto ,aria()o. rectW(8ulos. )e acor)o com a tabela 0pro)uto Secção QIH 56 era um preferi)a mais fre7ue(teme(te )o 7ue 7ual7uer outro. em )etermi(a)as circu(stW(cias# Substitui()o ,e- 7ue um artista )e $2 a partir )e 7ual7uer po(to )e ,ista ,aria)os. mo)elos )e um ,erferti8te copo. e aplicou o m*to)o )e escol=a )e uma ma(eira correspo()e(te. ele seria capa- )e co(tar com a forma mais comum copo ce)o tamb*m são mais prope(sos a ,e()er e. com isso. tal,e-. para )ar al8umas co(si)eraç<es teEricas for(ecem uma refer9(cia :til# Os po(tos )e ,ista a partir )o 7ual po)em ser ,aria)as (a forma )e um copo. * claro. são muito mais )o 7ue a7uilo 7ue são a ra-ão )e um retW(8ulo aspecto. mas )epois )e um formato )a cabeça certa para o copo a ser )a)a Mebrauc=e @; se preocupa se ma(ter firme. ,em a ,ariação )os fatores * 7ue para a alteração ai()a perma(ecem. restri(8ir por si sE# Jomo . 0 cil de considerar, as obser+a',es anteriores da caneca pode ser trans0erido para *ual*uer assunto da ind;stria do art. E, de 0ato, /amais teria um tempo mais 0 cil *uando se aplica o m.todo de escolha para tal um artista, *uando eu tinha em minhas e&peri-ncias particulares com ele 0oram ret=ngulos abstratos, pois, nesta ocasi(o os ;nicos a todos os clientes *ue compram *ual*uer coisa com ele incorrer em e&perimento de respecti+a rela'(o necess ria, ent(o h 0alta de cobaias 0aria, e a escolha pre0erida de ob/etos concretos de uma determinada aplica'(o 0 cil como entre as 0ormas simples, com abstra'(o de tal. ?o mesmo tempo, ele teria, assim, alcan'ar a +antagem pr tica para conhecer apenas para o gosto das pessoas *ue comp,em seu p;blico cliente, a 0orma )usagendste. :e ele certamente n(o iria encontrar apenas como uma a+ers(o por parte de seus colegas, como a parte de mim meus colegas est.ticos reuniu%se em termos de e&peri-ncias est.ticas, mas eu n(o *uero stand.

7(II. Por -m sábio e es!irit-oso com!ara14es# 3o%os de !a*a)ras# entre o-tros aA-e*es A-e carre%am o caráter de Er%Jt"*ic/Keit# a*e%ria# rid0c-*o.
A meu ,er. 7ue @o8a (o campo. o 7ue temos a7ui em me(te o pri(c/pio )a li8ação u(ifica)a )o colector. o papel pri(cipal. mas ai()a re7uer apoio restriç<es ao pra-er 7ue po)e co(ce)er perte(ce(te a este caso. a seu car;ter peculiar )o limiar # )iri8ir Pro,a,elme(te. a e?plicação mais Eb,ia para esta co(cessão e(8e(=oso e comparaç<es espirituosos e @o8os )e pala,ras# >o primeiro caso. o pra-er * por7ue )escobrimos um curta )e ol=ares ao mesmo tempo um po(to co(ceitual u(ifica)o )e ,ista e(tre a forma como as coisas muito )ifere(tes. *. (o e(ta(to. fa- a me)iação (o se8u()o )o po(to )e ,ista u(ifica)o pelo mesmo (ome ou similar pala,ra. e embora (Es )espertamos comparaç<es como troca)il=os tão maior fa,or. e ,amos e(co(tr;+ los mais facilme(te e(8raça)o e at* ri)/culo. )epe()e()o apropria)ame(te facilme(te compree(s/,el para o li(k :(ico um la)o. 7ua(to maior a ,arie)a)e. ou a apare(te

co(tra)ição. 7ue * me)ia)a pelo outro. )epe()e()o u(8elPufi8er. i(espera)o. surpree()e(te. e tamb*m e(co(tra+se (o Assim. a li8ação * a terceira. (o e(ta(to. o efeito est*tico )e li8ação co(=eci)os ou e,i)e(tes em to)as as formas cai abai?o )o limite# >a ,er)a)e ,em (o efeito est*tico )estes Ro8os. o pri(c/pio )o limiar eo embotame(to co(tra est/mulos familiares si8(ificati,ame(te em CitrAcksic=t# SE 7ue )esta Pri(-ipe são ape(as merame(te mitbestimme(). (o e(ta(to. como a )i-er o (:cleo )a ação (o pri(c/pio acima *# Al*m )estes co+)etermi(ação. mas o efeito )o pri(c/pio po)e apre()er at* mesmo )e la)o factual pelo mais prope(so para o pra-er ou )espra-er p;8i(a. (ature-a )o co(te:)o. 7ue e(tra (a composição ou o troca)il=o. a@u)a ou oposição# De 7ual7uer forma. o mais puro em si mesmo efeito purame(te formal )o pri(c/pio ocorre (o co(te:)o mais i()ifere(te# I(:meras semel=a(ças 7ue e(co(tramos )iariame(te. mas tocam+(os por causa )e sua flu9(cia (ão. (ão captam a (ossa ate(ção# >a poesia. ,oc9 ai()a ,ai ter 8osta)o. 7uase preferia )ei?ar 7ue as )esi8(aç<es )e uso )ireto. como. uma me(i(a li()a como uma rosa )e floresc9(cia. um =omem cora@oso )o 7ue os le<es para e(co(trar )e(ota uma cruel como um ti8re# I(teresse * claro (ão 7uer mais essas comparaç<es. * por causa )e sua recorr9(cia fre7ue(te @; ate(ua)a co(tra ela# Cas 7ua()o Rea( Paul lua c=ama)o )e cis(e )o c*u. por isso (Es essa comparação aparece como se ai()a basta(te Eb,io (ão * e(8raça)o. mas estamos i(teressa)os em mais )o 7ue o a(terior. por7ue (ão partil=ar a sua flu9(cia# Tamb*m a8ra)a * o fato reforça)o pelo fato )e 7ue a8ra)a a (Es a i)*ia 8raciosa ob@eti,ame(te# Em se8ui)a. c=ama. mas em outros lu8ares Rea( Paul a lua (a fase )os e?+ou Yu(e=me(s. ta(to (o 7ue )i- respeito O sua forma e )a lua (o suco c*u e papoula ficar a )ormir em um relacio(ame(to comum. um bolo )e Eleo )e seme(te )e papoula meio comi)o. por isso parece+(os esta muito remota comparar tais e(tre ob@etos basta(te =etero89(eos. embora em al8u(s aspectos me(os precisos. mas mais e(8raça)o )o 7ue to)as as comparaç<es a(teriores. (o e(ta(to. se ele (ão toc;+los. tamb*m (ão po)eria )esfrutar. por7ue a me(tira remoto l; (ão sE ape(as. ele sE aume(ta a susceptibili)a)e . e 7ueria )i-er a al8u*m. por e?emplo. a lua * uma raposa ou um pe)aço )e pão. um sE (ão iria ac=ar e(8raça)o. mas ape(as um absur)o. por7ue (ão ti(=a uma i)*ia completame(te me)ia)or a7ui# Supo(=a troca)il=os. ele (os toca (ão esteticame(te 7ue uma pala,ra em )ifere(tes si8(ifica)os e(co(tra)os em e. co(se7ue(teme(te. lista)os (o l*?ico com isso. pois sabemos 7ue ele tem 7ue fa-er esses )ifere(tes si8(ifica)os afirmou ape(as para um co(te?to )ifere(te. e i(,olu(tariame(te tal lu8ar# Co(tra isso. ac=amos )i,erti)o 7ua()o o uso real )o mesmo ou uma pala,ra ou frase semel=a(te tra- um meio termo comum para os ,;rios si8(ifica)os para a ribalta. @ustifica()o. assim. a comu(=ão )e utili-ação pala,ra )e formas i(espera)as# Por e?emploX Al8u*m )isse. referi()o+se a uma )a(çari(a 7ue para um sal;rio )e 3#222 t;leres pri(cipalme(te elfos pap*is em Obero( e )e outra forma )a(çou G# Taler 4222. para ca)a per(a. 7ue * marfim caroG + Sapp=ire =a,ia empresta)o )e um ba(7ueiro bem

co(=eci)o )ele 522 flori(s# \ua()o ,isitou o mesmo )epois )e al8um tempo. ele )isseX GO=. ,amos para os 522 flori(s#G G>ão. respo()eu safira. c=e8ou a 522 flori(s#G + Para uma maior festas )e fam/lia. 7ue eu participei. era al8u*m )epois 7ue os perso(a8e(s pri(cipais )a festa @; esta,am suficie(teme(te preocupa)os com torra)as est; tamb*m ,i,e()o (o prese(te tio Assembl*ia e. ime)iatame(te. um i(8l9s 7ue. embora )ura(te a(os em casa (a Alema(=a aume(tou. mas em l/(8ua alemã sE )esa@eita)o e?pressa. mas. (o e(ta(to. )estacou em troca)il=os alemães. com os bri()es co(ta)or repree()er. sua mão ele )ei?ar o tio ,i,e com sobri(=as# >o primeiro caso. =; a (oção )e co(trole. (a se8u()a (e8Ecios com os 522 flori(s. a membros )a socie)a)e. a 7ual estabelece a me)iação u(iforme e(tre os )ifere(tes si8(ifica)os (o terceiro )o bri()e# É uma curta )istW(cia. para )i-er. lo8o lu-es ci(tila(tes e ,erflacker()es pra-er. o 7ue * uma comparação e(8e(=osa ou espirituoso ou o troca)il=o como co(ce)i)a a (Es. por7ue * um pe7ue(o c/rculo )e i)*ias em 7ue (os mo,emos a7ui. e 7uero repetir o mesmo mo,ime(to com mais fre7A9(cia. em bre,e pro,ocaria o )espra-er )e mo(oto(ia# Cas este pe7ue(o pra-er po)e ser mais i(te(sa )o 7ue a lo(8a e rica mais rica (o seu co(@u(to. o 7ue somos capa-es )e 8a(=ar a partir )e uma co(e?ão. o 7ue (os permite buscar um relacio(ame(to co(siste(te com um maior (:mero )e mome(tos )ifere(tes. sem. (o e(ta(to. al8um mome(to )e aume(tar a (ossa ate(ção tão i(te(sa e atualme(te tão forte para apertar. como aco(tece em @o8os 7ue ma(eira pela me)iação u(iforme tão i(espera)a e(tre )uas i)*ias tra(sl:ci)as muito =etero89(eas ou ima8i(ação c/rculos# Al8umas comparaç<es (os )ão pra-er. e(co(tramos e(8e(=oso. sem ter 7ue e(co(trar ai()a e(8raça)o ou at* mesmo ri)/culo. como o se8ui(te por R# PaulX Mra()e )or (os fa- i(se(s/,el aos pe7ue(os. como a cac=oeira co(tra as capas )e c=u,a# + A felici)a)e )a ,i)a * como o )ia (ão em um raio i()i,i)ual. mas em um co(sta(te esta)o )e sere(i)a)e# + S;cil a8ora ,oc9 )i- a si mesmo 7ue a ale8ria )este e comparaç<es semel=a(tes )e )etermi(a)o la)o. atra,*s )a.+ar)e(te pe(same(to. s*rio o seu co(te:)o * tra,a)a. mas. (ão obsta(te. tem parte 7ue fa,orecem esta pre)omi(a(teme(te em ,e- )e cumprir as e?tremi)a)es )a comparação. como )epe()e )a oposição )as coisas compara)as# Por7ue mesmo 7ue ,oc9 po)e e(co(trar o f/sico eo espiritual. o 7ue * compara)o (o a(terior. muito co(tra)itErio. estamos tão acostuma)os a co(si)erar a f/sica como um s/mbolo )o espiritual e comparar isso com 7ue a e?ecução )e tão (o,o para as comparaç<es a(teriores. )e fato. em ,epo(to )e ,ista )a i8ual)a)e )o 7ue a )ifere(ça co(fro(ta# Ele li8a a isso. mas a 7uestão *X o 7ue para sempre paira a (ature-a espec/fica )a ale8ria# Sob a ale8ria )e um su@eito * 8eralme(te e(te()i)a como um esta)o )e )ese@o 7ue le,a uma li8eira mu)a(ça )e i)*ias. e mesmo com tal com base (o 7ue ob@eti,ame(te e(8raça)o 7ue * o 7ue um tal )e causas )e esta)o pra-er ou fa,ores# \ua(to mais forte for o 8rau )ese@o e mais forte * a troca. em 7ue ele se mo,e. maior * a ale8ria (o assu(to ou ob@eto# Nm forte 8rau )e ale8ria * ri)/culo# Comparaç<es e @o8os )e pala,ras a8ora po)e ser e(8raça)o e at* ri)/culo 7ue eles )ão ori8em a submeter+se a um lasci,o atra,*s )e forte li8ação u(iforme e(tre trocar i)*ias# As i)*ias mais

=etero89(eos e at* mesmo co(tra)itErias são tão e(8raça)o * 7ue. em co()iç<es i)9(ticas. a li8ação ser. mas tão bem os formalerseits ale8ria relacio(a)os (eutrali-ar o car;ter )o co(te:)o )as i)*ias ,i(cula)as como eles po)em aume(tar# Como po)e aco(tecer a8ora e? por um perso(a8em s*rio )o co(te:)o. este :ltimo po)e ser feito alusão @ocosa. at* a8ora. uma ,e- 7ue @; fa- um =omem )o pra-er. outros )i-em ser um pouco eme()ar a testemu(=a sem eles pre@u)ica()o assim. assim. 7ua()o Hei(e )i-X a me(i(a * leite. uma @o,em e um ,el=o 7uei@o ma(tei8a mul=er. ou safiraX a Baier * um barril )e cer,e@a. 7ua()o ele se le,a(ta. um barril )e cer,e@a. 7ua()o ele se )eita# O tale(to para comparar e @o8o )e pala,ras espirituoso (ão coi(ci)em# Rea(+Paul * rico (o primeiro. mas (ão para a se8u()a. )e safira ,ice+,ersa# Para o primeiro. ou,i uma 8ra()e ,arie)a)e )e coisas e relaç<es materiais a este :ltimo. uma 8ra()e ri7ue-a )e pala,ras com importW(cia )e uma ,e- ou (a passa8em mais r;pi)a ,isuali-ação e )e ser capa- )e perceber a e7uação sub@ace(te em po(tos# O e?+ proprie)a)e (ão est; em )isputa * mais importa(te 7ue o se8u()o. e po)e estar associa)a com 8ra()e si8(ifica)o espiritual em tu)o. mas tamb*m po)e (ão ter a espirituoso em profu()i)a)e. 7ue se ,9 facilme(te por7ue ca)a pia)a est; e(cerra()o em um curto c/rculo )e i)*ias# Isso realme(te )epe()e a ale8ria )as comparaç<es e @o8os )e pala,ras. * (a me)i)a em 7ue tal lu8ar (as co()iç<es estabeleci)as. co(firma)o pelo fato )e 7ue (os casos em 7ue ocorre com um perso(a8em muito semel=a(te. o pe7ue(o para a primeira ,ista ou 7ual7uer coisa com esses @o8os e temos um ao outro meio. em um e?ame mais ate(to. (o e(ta(to. mas ape(as como a co()ição especifica)a como os pri(cipais co(stra(8ime(tos t9m assim em comum# Em se8ui)a. a ale8ria ou at* mesmo ri)/culo ou,i ta(tas omiss<es. promessa. co(fu()i()o. respostas bobas. )istraç<es. e?pectati,as ilu)i)as etc O prE?imo ai()a ali(=a)os a este respeito. os troca)il=os. o erro )e pressão e )a promessa 0pala,ras co(fusas6 para. com a )ifere(ça me(os si8(ificati,a 7ue a7ui ); a pala,ra em si. sem a i(terme)iação )e um pra-o m*)io. o e(,elope em si8(ifica)os =etero89(eos# Se o si8(ifica)o ape(as i(compree(s/,el ou al8o irrita)iço pelos erros tipo8r;ficos ou prometer para 7ue (a)a me(tiras ri)/culas. e perte(ce (a ,er)a)e ao fato )e 7ue o ,er)a)eiro si8(ifica)o me(ti()o pelo uso )e pala,ras semel=a(tes )e uma forma mais ou me(os co(tra)itEria. ou pelo me(os para al*m Aco(tece. i(clui()o al8u(s e?emplos (a se7u9(cia )e acti,ação# Erros de impressão. 5a descri'(o de um 0esti+al da escola1 2? celebra'(o terminou com o canto de um +erso de c8lera2 (em +e) de +erso coral$. ?nunciante1 2Om propriet rio de terras tem a inten'(o de a0ogar todos os seus bens2 (+enda$. Em uma edi'(o de poemas de Ioethe em +e) disso1 23s olhos Iiengen sobre ele t(o 0re*Gentemente *uanto ele bebeu dele2 % 2. 3s olhos passaram sobre ele, *uantas +e)es ele bebia dela2

5os poemas de entrada de m;sicas de Ohland, em primeiro lugar Ed, em +e) de 2can',es *ue somos, nosso Pai nos en+ia ao mundo2 % 2couro estamos2, etc 3bitu rio de um +irtuoso, *ue morreu ap8s um longo so0rimento, em +e) disso1 2Ele suportou tr-s anos2 % 2Ele esta+a /ogando por tr-s anos.2 ?'(o de Ira'as P;blica a um m.dico o papel de um marido para *ue ele tinha alimentado a sua esposa um 0uneral 0eli) (termina'(o$ da doen'a. Promessa. Om /o+em *ue eu ha+ia contratado para ler em +o) alta, comprometido, entre outras coisas, o seguinte erro ao ler a est tua de :chiller na esta'(o de correios (pedestais$ % Om urso "ngl-s (Par$ geralmente . um homem de grande in0lu-ncia e prest4gio. % ? lua esta+a no hori)onte no pleno galope (esplendor$ para cima. Em E?ami(ibus cair respostas erra)as i(:meras a(tes. e se os e?ami(a)ores )e,em rir )e ca)a um. eles (ão sairiam )o riso. em ,e- )e 7ue muitas ,e-es eles (ão sair )a a(8:stiaZ respostas i(corretas por i8(orW(cia. falta )e memEria são (ormalme(te. mas to)o mu()o * o E(co(tre respostas (a se8ui(te ati,ação ri)/culas por7ue a me)iação e(tre o )a)o eo i8ualme(te ,is/,el a e?i8ir resposta a7ui como a )ifere(ça e(tre os )ois * i(espera)o e afi(a()o para as )ireç<es muito )ifere(tes# Em um e&ame dos estudantes de 3&0ord deu uma para a pergunta1 por *ue atraiu os israelitas do EgitoC a resposta .1 2Por*ue, por*ue, ele, pro+a+elmente, ter sido por causa da hist8ria com a mulher de Poti0ar2, 2um outro sobre a *uest(o1 por *ue Jo(o >atista decapitadoC 2Por*ue ele *ueria dan'ar com a 0ilha de Herodias.2 Tamb*m e?a8eros po)e ser ri)/culo. 7ue a i)*ia )e as )ime(s<es corretas ou 8raus )e um mesmo ob@eto se tra(sforma em um me)iç<es completame(te i(corretas ou 8raus# É claro 7ue (i(8u*m * frases como. G* tempo i(fer(alme(te 7ue(teG. ou Geu estou morre()o )e t*)ioG risa)a. embora =a@a e?a8eros maus. mas estes e e?a8eros similares em )iscurso Mebrauc=e )e ,i)a tão comum 7ue a7ueles 7ue (u(ca aco(tecem (a ma(eira peculiar precisa ou para )ar efeito# Em )istraç<es ri)/culas comume(te ,isto 7ue um propEsito * procura)o para ati(8ir )e uma forma 7ue a ma(eira pela 7ual ele po)e ser alca(ça)o. muito pelo co(tr;rio# O li(k )essa co(tra)ição * o ob@eti,o comum )e aprese(tação (a 7ual co(,er8em as i)*ias co(tra)itErias# E(tão. eu ,i mesmo uma mul=er corre()o por to)os os 7uartos para procurar seu fil=o. 7ue ela se8ura,a (os braços. * por isso 7ue foi. (aturalme(te. ri)iculari-a)o# Se ,oc9 @; ti(=a ,isto 7ue ela esta,a ol=a()o para a cria(ça em um 7uarto. (o e(ta(to. soube+se 7ue ele esta,a em outro. (ão teria apareci)o ri)/culo. por7ue (ele (ão e(co(trar (a)a )e estra(=o 7ue al8u*m est; procura()o al8o (o lu8ar erra)o. e(7ua(to seus ol=os ai()a (ão c=e8ou. mas. se (ão e(co(tr;+lo l;. o()e ol=ar e se(tir o mesmo )e,eria ser e(co(tra)o ime)iatame(te# Tuando eu precisa+a de uma cura de gua em "lmenau, disseram um banhistas temerosos l depois *ue ele te+e na preocupa'(o, a gua em *ue ele esta+a a subir seria muito 0ria para ele, o mesmo testado apenas apertando segurando sua bengala. Se al8u*m um )escui)o. ou o e(re)o )e um erkA(stelt )ispersa. e ,oc9 ,9 a

i(te(ção )o mesmo. o car;ter )o ri)/culo cai. por7ue esta * omiti)o. a co(tra)ição e(tre a )ireção com a fi(ali)a)e para e realme(te )iri8iu a ação para a i)*ia. uma ,e7ue um como o ob@eti,o )o ator sE ape(as o e(8a(o eo simples se(ti)o )a ação (esta fre(te tem ol=os# Em e?pectati,as ilu)i)as 7ue t9m o car;ter )e ri)/culo. *. em ,e- )e um ob@eti,o comum. i)*ia. (a 7ual co(,er8em as i)eias co(flita(tes. mas sim a (oção )e sa/)a comum )e um tipo )e ação. 7ue e?pira em mo)ificaç<es co(flita(tes. em 7ue o li(k para ser e(co(tra)o# >a)a * mais ri)/culo )o 7ue os saltos )e 8atos @o,e(s# Por 7u9[ Estamos acostuma)os a )e 7ual7uer mo,ime(to 7ue ,emos reali-a)o. o se8ui(te esperar o mesmo )e uma certa co(sist9(cia# Cas os saltos )e 8ati(=os co(tra)i-er 7uase to)os os mome(tos )essa e?pectati,a (atural# E?ecuta um fil=o )a sua Be88eBe=te( a tampa ,e(to )epois. )e mo)o 7ue (ão e(co(tra o ri)/culo. um 8aroto 7ue sempre ,ai correr mais )o 7ue a()ar. mas e?ecutar um =omem s*rio seu c=ap*u. por isso parece+(os. pela mesma ra-ão. como o salto )e um 8ato @o,em ri)/culo e. tal,e-. ,oc9 ,ai e(co(trar+se esta comparação ri)/cula por7ue (ão est; acostuma)o a comparação um =omem s*rio com um 8ato (o,o para ,er# Se um ti@olo cai )o tel=a)o. o 7ue (ão se pe(sa assim. (ão =; ra-ão para ri)iculari-ar. mas se al8u*m sobre uma fre(te )e ti@olos cai e(7ua(to ele a8uar)a,a o caso )e uma rosa )e mão bo(ita. ele ,ai e(co(trar+se ri)/culo. se (ão factual irrita+l=e o fracasso )as e?pectati,as )emais. e ,amos e(co(tr;+lo ri)/culo em 7ual7uer caso. 7ue (ão compartil=am seu )esco(te(tame(to. ta(to mais 7ue se l=e )ermos o mesmo# Cas tamb*m para (Es. o caso )ei?aria )e ser ri)/culo se o ti@olo o =omem ferir morto ou 8ra,eme(te feri)o. por7ue o )esco(te(tame(to co(cretos (o )esastre o )ese@o formal para ri)iculari-ar (ão po)eria e(trar em @o8o. e este e?emplo po)e ser aplica)o a muitos outros. o()e o ri)/culo (ão ,em O e?ist9(cia por causa )e efeitos co(tra+factuais# Po)e+se (otar 7ue em atos imprEprios. ilu)i)os e?pectati,as e em outros casos. o()e a i)eia * co(traria)a pelo fato )e 7ue o pri(c/pio )a u(a(imi)a)e ima8i(ação e(tra em co(flito com o pri(c/pio )a li8ação u(ifica)a )o colector. 7ue estes casos são subor)i(a)os a7ui# De facto. e(7ua(to )ei?a o fa,or )e escre,er para esses casos O satisfação )este :ltimo pri(c/pio. )esco(te(tame(to po)eria ser espera)o a partir )a ,iolação )o primeiro sim# >o e(ta(to. * mais ce)o 0Secção HII6 * 8eralme(te (ota)o 7ue a )or. 7ue sur8e a partir )e ,iolação )este pri(c/pio. perma(ece li8eirame(te abai?o )o limiar. se a oposição (ão est; profu()ame(te e(,ol,i)a (o (osso i(teresse teErico e pr;tico. e a me(os 7ue se@a po)em e(trar em @o8o 7ua()o * supera)o pelo forte efeito oposto )e outro pri(c/pio# Eles tamb*m compe(sa)o (esses casos. por assim )i-er. )e si mesmo 7ue c=e8amos a ele. por e?emplo. 7ua()o um 8ato fa- um salto. como seria )e esperar. e(co(tramos realme(te co(traria)a pela (ossa represe(tação. mas tamb*m o mesmo ime)iatame(te refuta)a. corri8i)os. le,a(tou a ob@eção (os mesmos mome(tos 7ue ela for cria)a. a (o,a co(cepção ocorre ape(as (o lu8ar )o a(ti8o. ea criação )e uma co(tra)ição * como (o se(ti)o )e pra-er. como

a co(tra)ição (o se(ti)o )e )espra-erZ perma(ece. assim. o pri(c/pio a :(ica li8ação )o colector a7ui por assim )i-er espaço li,re para e?pressar o seu efeito# Em co(traste. 7ua()o (os al8o para correr ao co(tr;rio )o curso (ormal )a (ature-a. as leis e mesmo a7ui parece co(tra)i-er a ser co(ti)o por (Es. co()iç<es. parece+(os. mesmo assim. (ão se@a ri)/culo. se parece outra forma )e u(ir to)as as suas co()iç<es# >o lu8ar )o ri)/culo a7ui o se(ti)o )e eeri(ess# Se colocarmos. por e?emplo. uma ,e- 7ue a c=u,a iria começar )epois 7ue ele sempre 7ue c=o,eu. at* a8ora. o flu?o para bai?o ,iu )e repe(te a fluir )epois )e cair para cima e os saltos )e 8ati(=os em to)as as )ireç<es para imitar. por isso ai()a faria (ão parecem tão ri)/culo. por7ue (ossas co()iç<es )e sucesso (ão po)e ser arra(ca)as pelo sucesso em co(flito. a oposição *. porta(to. perma(e(teme(te ati,o e (Es ,a8ou em (ossos po(tos )e ,ista )a (ature-a# Porta(to. seria u(trifti8 e fra(came(te erra)o para escre,er o ri)/culo (os casos cita)os a e?ist9(cia )e co(tra)ição em si mesmaZ trai sim. mas uma i)*ia co(tra)isua proprie)a)e forma()o )esa8ra);,el )e outra forma suficie(teme(te# >a me)i)a em 7ue po)e =a,er um maior co(tra)ição aume(tar a ale8ria. como a )ifere(ça. o 7ue e?plica a ,arie)a)e. (ão po)e ser maior )o 7ue se pro8ri)e at* re,o8ação. e o maior. mas a )i,ersi)a)e. a per)a )e ima8em * a combi(ação u(iforme )os mesmos# Tu)o at* a8ora ape(as coberto e?emplos )as artes )a fala e )a ,i)a real. mas as artes ,isuais são casos 7ue po)em ser subor)i(a)os respecti,os po(tos )e ,ista. (ão estra(8eiro# \ua()o um limpa)or )e ti(ta * uma pe7ue(a bo(eca. ou como um c=i(elo. ou um espa(a)or ou uma etc li,ro mostra)o. temos em ca)a tal farsa. como em uma comparação ou @o8os )e pala,ras. 7ue li8a )uas i)eias muito =etero89(eos atra,*s )e um i(terme)i;rio. pela i(terpretação são uma ea mesma forma )e )ois si8(ifica)os muito )ifere(tes )o espaço#Is7ueiros. recipie(te palito. Ha()leuc=terc=e( e outros ob@etos propEsitos muito pe7ue(as po)e ser ,isto ape(as como um tra,esti. e po)e ser um pra-er a partir )e aspectos semel=a(tes e(co(tra)as (os @o8os li(8A/sticos acima. ape(as um co(flito (ão Bofer( tamb*m afirma 7ue. mas os @o8os )e certa )efi(e lateral co(tra eles em )es,a(ta8em# O propEsito )a importW(cia )e tra-er ob@etos apropria)os 7ua(to poss/,el com a apar9(cia. (a se7u9(cia )os )ebates )a $I 1 Seção resi)e (o i(teresse est*tico. esco()e()o+se (ão sE mais ou me(os pelo tra,esti. mas se e7uilibra por assim )i-9+lo. po)e. em 7ual7uer caso. @; (ão fa-em rei,i()icaç<es claras com seus ,alores completos# A8ora. o()e o ob@eti,o * a tão i(si8(ifica(te 7ue (ão a(e?ar os pa)r<es est*ticos sobre a sua afirmação pura (o aparecime(to )e uma 8ra()e 7ua(ti)a)e )e peso. o apelo )o tra,esti. em co(@u(to com um i(teresse particular ou e(ca(to )o prEprio formul;rio. 7ue recebe o ob@eto por um pouco )es,a(ta8em a7ueles pre)omi(am. e ,oc9 ser; capa- )e permitir 7ue tal artif/cio# Co(tra o 7ue seria muito mau 8osto para tra,estiere( ite(s )e mais importa(te si8(ifica)o ob@eti,o )e uma ma(eira similar# Al8u*m. por e?emplo. fe- a su8estão )e 7ue as locomoti,as 7ue (ão fa-em certe-a. a impressão a8ra);,el )e um cis(e (a ;8ua em mo,ime(to. esteticame(te para le,a(tar o fato )e 7ue em tor(o )eles com um re,estime(to em forma )e um cis(e# Cas (ão sE isso. um por o @o8o a mesma coisa em seu prEprio cami(=o. pelo me(os. tão i(teressa)o como o cis(e

(atação. HID. ela co(tra)i- a (ossa i)eia )e 7ue um cis(e (o pa/s co(ti(ua a escorre8ar. ou 7ue uma locomoti,a como um cis(e (a)a . e essas co(tra)iç<es são )emasia)o 8ra,es. )o 7ue eles# farsa @u(tos pela atração )os est/mulos. o po)eria ser feito assim. a forma )o cis(e para a )ireita )a locomoti,a po)e ter prece)i)o O fato )e 7ue (a 8immick com tra,esti pe7ue(as i(stalaç<es )e propEsito 7ue fa,orecem te()e a ser. pelo me(os. ta(to pela pe7ue(a ou (ão )o pro@eto )e @uro. 7ue * empurra)o para o )ispositi,o. como a atração )o tra,esti. em co(@u(to com os co(flitos especifica)os po)e causar ser 7ue (ão * f;cil )e ri)iculari-ar a impressão )e 7ue isso cria. mesmo 7ue o tra,esti tem um propEsito perso(a8em muito estra(=o# O ri)/culo. mas isso po)e ocorrer (as artes ,isuais 7ue proporç<es ri)/culas ou Be8e8(isse )e ,i)a ou e?a8eros 8ra,es 0em )ese(=os a(ima)os6 7ue po)e ser mostra)o# ?ssim, por e&emplo, uma pe*uena imagem de >iard #$ de uma 0orma rid4cula a recep'(o, *ue o desembar*ue de um barco a +apor Reno aguarda um +ia/ante, tal como pelo menos #D a #2 de embalagem e saco%portadores participa'(o nos e0eitos da +iagem e ele com seu companheiro le+ar para o hotel. <ois homens 0ortes de r+ores usam um saco de noite de lu) em um bar pesado em seus ombros, outras unidades de um caso e um guarda%chu+a em um carrinho de m(o, em *ue um ou dois assistentes *ue se sentem tensas.
#$

E&ame em Wunstbl. #8BB. 5(o. 88

C=eio )e represe(taç<es ri)/culas i(cluem o GSlie8e()e BlatterG. i(clui()o. (aturalme(te. as assi(aturas e?plicati,as são esse(ciais# At* mesmo a m:sica * a capaci)a)e )e 8erar risa)as (ão completame(te# Pelo me(os eu me lembro 7ue o ,irtuose )o ,ioli(o JasilieBski em um c/rculo )e co(=eci)os. uma ,e- recitou uma peça. ,oc9 (ão saiu )o riso pelo mesmo foi como se fosse escrito )e acor)o com o pri(c/pio )os saltos )e 8atos @o,e(s# Ali;s. a se8ui(te obser,ação sobre a ma(eira como o corpo respo()e O impressão )o ri)/culo sobre impress<es )o tipo oposto# O riso * em um ruck ou respiração i(termite(te. soluça()o em uma i(alação a)e7ua)a @erkV# Nma ale8ria repe(ti(a. mas. com a impressão )e 7ue sua causa * suste(t;,el. cumpre+(os. (ão (os causou ta(to rir )o 7ue para uma persist9(cia (o esta)o ,acila(te )a e?piração. eu ac=o 7ue. como eu estou tão sE ima8i(ar 7ue eu 8a(=ou o 8ra()e pr9mio. e(7ua(to uma causa )e terror ol=a()o em um terror repe(ti(o com a i(alação suspe(sa# Percebe+se. )e repe(te. 7ue se tem me)o )e (a)a. e(tão o terror se )issol,e em riso. e a7ui salta (o esta)o )e i(alação )e um c=o7ue )e e?alação o,er#

7(III. A !artir do sabor.
1.Pra"o Rea*. É com o co(ceito )e sabor como com to)os os (ossos co(ceitos 8erais. eles (ão po)em co(trair fi?o. ou 7ue )iferem em to)as as )irecç<es sobre o laço )e fora. mas 8eralme(te co(ti(ua a ser um (:cleo comum# E assim perma(ece )ura(te o pra-o )o sabor )o (:cleo comum )e 7ue ele * um corpo )e alma (o pra-er ime)iato ou

)esco(te(tame(to com isso e a7uilo. 7ue (ão sE e?i8em a co(si)eração )e ser acio(a)o# H9+se um ob@eto e sem saber e per8u(tar por 7ue. 8ostemos ou ele (os )esa8ra)a. esta * uma 7uestão )e 8osto# E por 7ue (ão per8u(tar a al8u*m sobre o por7u9. e (ão sei por 7ue ,oc9. como ,oc9 se8ur;+la o suficie(te para )i-er 7ue * ape(as uma 7uestão )e 8osto# O sabor * )e tal a)ição sub@eti,a 8estalt Os co()iç<es ob@eti,as )e pra-er e )espra-er# Essa coisa )e,e ter suas proprie)a)es. a fim )e a8ra)ar ou )esa8ra)ar a lata. mas se o =omem (ão tem o )ispositi,o correspo()e(te. 8ostemos ou (ão 8ostam )ele (ãoZ )ura(te outros meios po)em A7uele pareci)o com o 7ue os outros (ão 8ostam. e por isso falamos )e um sabor )ifere(te. )epe()e()o )e ,;rios )ifere(tes 8ostos e )es8ostos# >a me)i)a em 7ue a est*tica li)a com ob@etos e relaç<es )e pra-er ime)iato e )espra-er. e bo(ito ou feio (o se(ti)o mais amplo em tu)o para )i-er 7ue a proprie)a)e tem )e a8ra)ar ime)iatame(te ou )esa8ra)ar mesmo 8osto )outri(a * si(F(imo )e est*tica. o 8osto * uma fortu(a )e as coisas 7ue )e,em ser abor)a)as )e uma forma ou )e outra. e al8o a8ra);,el ou (ão a8ra);,el coisa para locali-ar o 8osto# >a me)i)a. mas em um se(ti)o mais restrito. o termo )e est*tica e bele-a aos ob@etos e as relaç<es maior pra-er e )espra-er * limita)o. ,oc9 (ão ,ai se referir tamb*m O (oção )e sabor em um se(ti)o correspo()e(teme(te mais estreito em tal e tal como o pra-er ou )espra-er al8o bom ou ^belsc=mecke()em. apesar )o 7ue o sabor termo *. porta(to. empresta)o. (ão se po)e esperar por uma 7uestão )e 8osto. (o se(ti)o estrito. 7ue * c=ama)o )e Mrump cr*)ito. porta(to. ai()a (ão * um =omem )e bom 8osto# Cas al8u(s po)em ser. relacio(a)o com o 8osto (o se(ti)o mais estreito e alto. as relaç<es sE tão palp;,el e?plicar a me(or# Em muito amplo ,ersão )o co(ceito )e 8osto. )o belo ou feia (ão * ape(as relacio(a)o ao pra-er e )espra-er )e relaç<es )o mu()o e?terior. mas tamb*m o mu()o i(terior. e assim se fala bemX (ão * para o meu 8osto. me muito com preocupaç<es sobre assolar a co(si)erar ape(as o tempo etc. e. em se(ti)o estrito. mas referi()o+se mas 8osto tão bem como bo(ito e feio ape(as para pra-er e )espra-er )e coisas e relaç<es 7ue fa-em uso )o mu()o e?terior para fa-er uma impressão em (Es# Respeito. uma )esti(a)a a )isti(8uir e(tre i(telecto e emoção @ul8ame(tos 7ue um * co(scie(te (a a(ti8a )as ra-<es )a se(te(ça. em (ão o :ltimo. estão os @u/-os para o 8osto se al8o * bo(ito ou feio. assim como )epois )e a co(sci9(cia se al8o basta(te ou erra)o (os @ul8ame(tos )os se(ti)os# Ra-<es para o @ul8ame(to )e,e ser. ob,iame(te. em to)os os lu8ares. mas eles po)em estar em um corpo i(ter(o. cu@o efeito. mas (ão a sua ori8em e mo)o )e ação. e(tão ,oc9 ima8i(a# A8ora. uma co(si)eração racio(al fre7Ae(te )as rei,i()icaç<es 7ue as coisas t9m )e a8ra)ar ou )esa8ra)ar ai()a co(tribuir com al8o para a i(stalação. em ,irtu)e )a 7ual eles são posteriorme(te aba()o(a)a sem co(si)eração e )esco(te(te. mas * o :(ico )os fu()os )e e)ucação )o 8osto. )os 7uais >Es (ão temos 7ue falar# Como ele esta,a bem )ese(,ol,i)o e forma)o. * )e outra ma(eira bem forma)o. porta(to. * muito estim;,el 7ue * o resulta)o )e mil=ares )e boas ra-<es. 7ue po)em e(co(trar o

e(te()ime(to. sem ter )e procurar essas ra-<es )iretame(te# A este respeito. o 8osto (os )i- ime)iatame(te 7ue bo(ito e feio. a co(sci9(cia )o 7ue * certo e erra)o. o 8osto tem um si8(ifica)o semel=a(te para a est*tica. como a co(sci9(cia )a morali)a)e# \uer se trate )e )ireitos em to)os os lu8ares ob@eti,ame(te )i-er ta(to * a per8u(ta para a 7ual ele *. mas em primeiro lu8ar. o()e sE temos ape(as a ,er com termos co(ceituais. (ão a7ui# At* a8ora falamos ape(as )o 8osto em uma relação sub@eti,a. mas aplica+se o co(ceito )e 8osto em ob@etos para )escre,er a ma(eira como eles apelam ao 8osto sub@eti,o. por assim )i-er )e um sabor especial. 7ue. em mat*ria )e co(strução. mobili;rio roupas l;# Sobre as )isti(ç<es 7ue ,oc9 po)e fa-er em termos )e sabor. os se8ui(tes come(t;rios# A )isti(ção mais importa(te. 7ue * o )e fa-er isso# E(tre um sabor bom e mau ou certo e erra)o. )epe()e()o )as pessoas 8osta e (ão 8osta. o 7ue ele 8ostou e (ão 8ostou be-ie=e(tlic= ou o co(tr;rio "e,a(ta ime)iatame(te a 7uestão )os aspectos )este G)e,erG# E(tão. ,amos )escer. primeiro po)e estar satisfeito com as (oç<es comu(s )o 7ue )e,eriam ser# Em se8ui)a. po)e+se )isti(8uir uma mais fi(a e mais 8rossa. mais altos e mais bai?os. ei(seiti8ere( e 8osto ,ers;til e )ifere(tes se(ti)os )e 8osto. )epe()e()o se a pessoa * mais capa- )e mais fi(o ou mais 8rosso. maior ou me(or. me(os ou mais. )e uma forma ou )e tais re8ras e co()iç<es eficie(tes )e coisas a ser afeta)a est*tica# Hoc9 (ão po)e )i-er absolutame(te 7ue um mais fi(o e mais alto 8osto (ecess;ria uma mais correta ou mel=or *. ao mesmo tempo. por7ue muitas ,e-es cumprir as co()iç<es )o mesmo. 7ue (ão * (ecessariame(te o caso# Assim. o ima8i(;rio Sobre muitas ,e-es tem um mais fi(o e mais alto. 7ue (ão * ai()a um ,er)a)eiro 8osto ou mel=or. o 7ue co(ti(ua a ,oltar# \ua(to me(os um 8osto ,ers;til * (ecess;rio uma boa. uma ,e- 7ue po)e ser um pouco mal em to)as as )ireç<es. e(7ua(to um. muito bai?o. 8osto muito )e um la)o muito 8rossa certame(te (ão * bom# Tamb*m e(tre fi(ura e 7ua(ti)a)e )e 8osto =a,er; co()icio(ali)a)e (ecess;rio# É ape(as uma 7uestão )e uma multa. mas (ão alto o sabor. se um =omem )e fi(a e?ecução )e uma ima8em. as belas mo)ulaç<es )e uma peça. como as relaç<es e(tre o refi(o. c=amou a si mesmo bem. co(te(te. mas ela po)e ser muito bem 7ue a recepti,i)a)e por meio )o 7ual os i()i,/)uos )as relaç<es fi(as (ão se este()e at* as relaç<es mais altas e :ltimo. 7ue passam por tu)o e apo(tam a coisa to)a. (ão sobe. pois. apesar )a )elica)e-a )e se(time(to c=e8ar a (e(=uma 8ra()e altura. (o e(ta(to. re,erti)a (o po)e ser asce()eu a susceptibili)a)e Os relaç<es )e 8ra()es massas. como são. por e?emplo. em obras )e arte c=ama)o @o8o )e alto estilo a uma 8ra()e altura. mas per)eu (a )elica)e-a )e se(time(tos em )etal=e# A arte ,em )essa )isti(ção arte. porta(to. op<em+se )e )esi8( fi(o. em 8eral. (ão são as mesmas obras )e tempo )e alto estilo e ,ice+,ersa. e ,oc9 (ão po)e )i-er 7ue uma u(ião )e Belas e alta * )e to)o imposs/,el tamb*m. para 7ue eles possam ser e(co(tra)os. mas (ão (o assu(to (em ob@eto. muitas ,e-es @u(tos. e se a te(tati,a )e sua u(ião Cas ser# Isto

)aria ori8em a uma )i8ressão (a )istW(cia. mas primeiro 7ueria ape(as falar sobre os termos )o 8osto# E(7ua(to 8osto po)e ser bom ou ruim. fi(os ou 8rosseiros. em 8eral. al8u*m 7ue 8osto. mas sim simplesme(te )efi(e em primeiro como o :ltimo (o se(ti)o. o 7ue si8(ifica 7ua()o )i-emos )e al8u*m 7ue (ão ti(=a 8osto. 7ue ele ti(=a um relati,ame(te correta e bem. porta(to. precisa (este se(ti)o estrito 8osto i8ualme(te ,;li)as com 8osto como )e,e ser# A importW(cia )as )escriç<es 7ualitati,as )e bom 8osto. sem 8osto )e fa-er com essa importW(cia aperta)o )e 8osto. mas esse uso )a li(8ua8em tem seus capric=os# Nma fala )o =omem como tal. sem 8osto. falta um bom 8osto. por 7ue (ão tamb*m )e bom 8osto )o 7ue a7ueles 7ue a possuem# Este (ão temos absolutame(te (e(=um ep/teto apt. para refere+se a um comportame(to mais tato )o 7ue se(time(tos# A bele-a (atural e artificial * prefere(cialme(te assu(to )o 8osto maior e mais fi(o. mas (i(8u*m ,ai c=am;+lo )e uma paisa8em ou uma pi(tura =istErica pelos pri(cipais relaç<es )e bom 8osto ou )e mau 8osto e 7ue roupas. mE,eis. )ecoraç<es. to)os os ba(=eiros e acomo)aç<es )o =otel são frei8ebi8st cui)a)o com esses ep/tetos# Al*m )isso. a formação )e uma pi(tura ou uma est;tua 7ue ,oc9 mesmo pro,a,elme(te bom. mas (ão 7uero me(cio(ar saborosa. em um ambie(te apropria)o ou (ão po)e ser co(si)era)o )e bom 8osto ou )e mau 8osto aplica. (o e(ta(to. perma(ece sempre ,er)a)eiro 7ue a a,aliação )o 7ua)ro. a est;tua tão bo(ita ou feio apEs a impressão ime)iata 7ue eles são capa-es )e fa-er um to)o. co(ti(ua a ser uma 7uestão )e 8osto# Assim. o a)@eti,o 7ue si8(ifica em relação aos ob@etos )e pra-er e )espra-er se8ue o substa(ti,o (o 7ue )i- respeito aos temas (ão aos ob@etos mais acima pra-er# Ti,esse a l/(8ua sistematicame(te trei(a)os. os ep/tetos seria mel=or em to)os os lu8ares )e acor)o com as pri(cipais pala,ras. mas (ossas pala,ras (ão formaram tal e por isso (ão foi o i)ioma# Sob um absur)o. a mais ele,a)a ou um 8rau muito Eb,io )e mau 8osto. al8o )e um 8osto )ireito recai i(teirame(te# • Lis!-ta o sabor. É uma ,el=a 7uestão 7ue (ão po)e )iscutir sobre 8osto. (o e(ta(to ,oc9 ar8ume(tar sobre isso. mas. (a ,er)a)e. (a)a mais )o 7ue o 8osto. e )e,e. porta(to. mas po)e )iscutir sobre isso# E (ão ape(as os i()i,/)uos )iscutir. at* mesmo (aç<es e *pocas. ou se eles (ão )iscuta sobre isso. por7ue eles são muito )ista(tes u(s )os outros. as i(struç<es para o seu 8osto. mas )iscutir um com o outro. 8eralme(te por tão )ifere(tes u(s )os outros. )o 7ue as (aç<es e os tempos afasta)as umas )as outras# Cas as ,is<es cie(t/ficas e reli8iosas )o outro (o tempo e (o espaço prE?imo aos mel=ores ami8os em to)as as outras coisas. ai()a ma(t9m a )iscutir sobre o 8osto# E as esteticistas e cr/ticos )e arte 7ue teriam )e )eci)ir a )isputa. )iscutir mais

sobre o assu(to. ar8ume(ta()o tamb*m sobre os aspectos e as ra-<es para a )ecisão# Hamos a8ora em primeiro lu8ar al8u(s )os e?emplos mais marca(tes )isputa()o 8osto purame(te realme(te )espertar o ol=o. em parte. a uma ,isão )o tama(=o )as )ifere(ças )e 8osto 7ue ocorrem. em parte para e(co(trar po(tos para futuras )iscuss<es (ele parti)a# E pela primeira ,e- um e?emplo a partir )o campo )a mo)a. al8umas ;reas 7ue po)eriam la(çar ):,i)a 7ue o sabor em tu)o a)icio(a re8ras e leis# Pois. embora em ca)a (o,a mo)a. );+se uma (o,a re8ra. * ape(as para -ombar )o ,el=o e ,icia)o em ri)iculari-ar a tar)e# Bem como a coisa mais sem se(ti)o. e?iste a8ora uma peruca e um pouco mais tar)e seu represe(ta(tes. em pE. tra(ça. saco )e cabelo. o 7ue fe- a prEpria cabeça para uma esp*cie )e peruca (os aparece# Cas como muito )ifere(te. tor(ou+se um tempo (ão muito lo(8o passa)o a fa-9+lo# Eu mesmo @; ou,i pessoas a(ti8as ai()a )i-er 7ual a impressão 7ue a pobre-a. a falta )e cultura. sim raB(essL,e fe- a(tes )e uma cabeça sem cabelo e tra(ça# Nm =omem sem a serra )epois )o (a)a# A7ui em "eip-i8. meu co(strutor pai+em+Co(sel=o Holkma((. o primeiro 7ue se atre,eu. em uma ocasião sole(e. sua Doktor)isputatio( foi (omea)ame(te a aparecer sem pi8tail. e estar com ele )e a),ers;rio ami8;,el. o filElo8o )epois tor(ou+se famoso. Mottfrie) Herma((. secu()ou+o (este empree()ime(to. 7ue ele teria cresci)o mal se(tia so-i(=o# Al*m )isso. ele 7uase l=e custou a e(tra)a (o Co(sel=o. por um pai para pe(sar a ci)a)e sem tra(ça. esta,a 7uase para o 8ui)ão )e um (a,io sem pe(sar fiscal# Cas foram pe(tea)o e pi8tail. basicame(te. ape(as ecos fracos e :ltimo rebe(to )a peruca outrora amplame(te )omi(a(teZ por isso e )i-er a ela trem para polar mas impress<es a(teriores foram pro)u-i)os. o 7ue po)eria (os )ei?ar 7uase me arrepe()o )e ter i)o estas peças pri,a)os )e 7ual * a )i8(i)a)e )o =omem aume(tou. ta(to para cima. como se o outro este()i)o a para bai?o e para tr;s# Temos. assim. tor(ar+se mais pobre por uma fo(te )e impress<es sublimes# >a ,er)a)e. uma 8ra()e Alo(8eperAcke em s*culos a(teriores fi-eram. sem ):,i)a. uma impressão le,a(ta)a como a Cate)ral )e ColE(ia. precisame(te por7ue a peruca ta(to. (ão fe- (e(=um feito. porta(to. perma(eceu i(acaba)o# Cas tamb*m se )imal )emais 7ue @; fe- um maior. como a Cate)ral )e ColE(ia est; fa-e()o a8ora# E(tão. eu me lembro )e ter me ler 7ue uma cria(ça 7ua()o seu pai ,isita por um ,erea)or recebeu. usa()o uma e(orme peruca. )epois per8u(tou com )efer9(cia t/mi)o 7ue foi certame(te si)o o amor )e Deus# Porta(to. (ão foi sem o maior peruca pe(sar. e fec=a)o a8ora re,erti)a pela maior peruca (o mais alto se()o o Ser Supremo# Assim. o temor =a,ia co(cor)a)o a(tes )a peruca @; (a rai- me(tes mais @o,e(s# Al*m )isso. (ão era como se. como )e fato esta,a prestes com essas coisas com cau)as )e =o@e. 7ue po)e ape(as como 8eralme(te re@eita a teoria. at* rece(teme(te. (a socie)a)e. e tem si)o capa- )e. mesmo a8ora (ão completame(te tira# Em ,e)isso. o 8osto era sobre as coisas para tão )ecisi,o 7ue ele represe(tou at* represe(ta(tes )e 8osto# "eitura. o 7ue um artista 7ue @; escre,eu uma a(;lise )a bele-a e como em 7ual7uer caso. escre,eu ao 8osto )o seu tempo. Ho8art=. )i- sobre a $6 #

GA peruca completa e lo(8a tem. como a @uba )e um leão. al8o (obre em si. e ); a cara (ão sE uma reputação respeit;,el. mas tamb*m se(s/,el ####G eX GAs saias @u/-es t9m uma reputação muito ,e(er;,el. 7ue o tama(=o )o 7ue est; (eles l=es );. e 7ua()o o trem * reali-a)a. assim 7ue uma li(=a o()ula)a co(si)er;,el sobe para a mão )e seu porta)or rebo7ue e se o trem pousou sua,eme(te# *. cai fre7ue(teme(te em muitas e )i,ersas )obras. 7ue por sua ,e- besc=Pfti8et )o ol=o. e 7ue ,oc9 obte(=a a ate(ção# G
$6

ApEs a tra)uçãoX G)issecação )e bele-aG por CVlius# S# $4

Hoc9 ,9. Ho8art= te,e peruca e trem )e uma aspectos ,er)a)eirame(te i)eais )ia(te# A peruca ,eio a partir )este po(to )e ,ista sobre a arte# \ua()o as cau)as ai()a maior ,ali)a)e era como a8ora. um seria. mas at* mesmo para pi(turas )a fam/lia. )e mo)o a ter mais poupa)o em represe(tação mo(ume(tal. al8u*m prese(te em cau)asZ esta,a )es8asta)o e le,a+o a )i-er em co(tra)ição com o 8osto pre)omi(a(te ou assim# Co(tra isso. po)e+se ar8ume(tar. como eu li em uma represe(tação compete(te G. 7ue. )es)e o per/o)o )os a(os sesse(ta e sete(ta )o s*culo $& at* muito profu()ame(te (a se8ui(te em 7ual7uer pi(turas p:blicas e familiares. a(tes )e 7ual7uer p;8i(a )o t/tulo )e um li,ro )e um =omem Retrato *. (ão esta,a usa()o uma peruca. o =omem teria 7ue por7ue (a bebi)a (este per/o)o. o 7ue tamb*m ocorre. Gpara a bebi)a esta,a @o8a()o como kompe()iTser trec=o )a peruca um papel muito )ifere(te )o 7ue a8ora# Cas a8ora ,amos supor 7ue uma ,e-. um se(=or com uma peruca ou pe(tea)o. cau)as breitsc=T]i8em. Sc=T]e(Beste flori)o. calças ,ermel=as curtas. 8ra()es sapatos )e fi,ela. e ao seu la)o uma se(=ora com um e(saio )e cabeça alta. Sc=T(pflPsterc=e( (o rosto. Sc=(Arkorset. aro saia. salto alto. era um belo )ia (a a(ti8a Ate(as ou Roma. (a fro(teira+merca)o apareceu (o meio )a multi)ão. o 7ue teria como um tipo )e impacto isso[ Hoc9 po)e pe(sar 7ue seria um riso i(e?ti(8u/,el sur8iram# \ue seriam i(corri)os em (ossos merca)os# Pelo co(tr;rio. acre)ito 7ue seria um =orror 8eral sur8iu por7ue um teria si8(ifica)o )e ,er a aparição fa(tasma8Erica )e )ois /)olos )e um mu()o Bi)er,er(A(fti8e( como eles po)eriam co(ceber (e(=uma ima8i(ação =uma(a. (e(=uma me(te =uma(a# >o e(ta(to. a(teriorme(te ti(=a (o material para o 8osto )a Sra(ça. mesmo os reis 8re8os e roma(os. =erEis e se(a)ores colocar a ocorrer some(te em tra@es li8eirame(te ate(ua)as )este tipo )e teatro# Por mais 7ue ela 7ueria 7ue o 8osto 7ue (ão po)ia (em pa8ar o pri(c/pio e(tão comume(te aceita )e imitação )a (ature-a atra,*s )a arte. (o e(ta(to. * basta(te ,iu ape(as a i)eali-ação (ecess;rio )a (ature-a atra,*s )a arte (ele# A8ora. eles são peças )e ,estu;rio. mo)a i()iscut/,eis coisas em tu)o. ape(as ob@etos me(ores )e 8osto# Cas (o mome(to em 7ue as pessoas usa,am peruca pi8tail e assim co(tribuiu para )i-er a to)os. at* mesmo os mais altos ob@etos )e bom 8osto. peruca pi8tail ou o()e precisame(te a e?press<es pi8tail peruca ou 8osto. ou peruca pi8tail tempo# E (um mome(to em 7ue o ma(to 8re8o ea to8a roma(a )es8asta)o. tamb*m co(cor)ou com to)as estas ,estes# Porta(to. temos a7ui em 8ostos >a)a c=e8a compree()i)o. tempos e po,os. para

)i-9+lo# Como sempre fa-er as )ifere(ças )e 8osto rei,i()icaç<es (u(ca isola)as e to)os os e?emplos para citar a7ui. realme(te tem 7ue represe(tar um co(te?to mais amplo )e tal# Hamos assim# Da mo)a O arte. mas (os co(te(tar com refer9(cias mais curtas para este campo i(fi(ito De,o falar )e e?emplos )as artes ,isuais# Pe(se. por e?emplo. )e como o 8osto pela a(ti8ui)a)e se per)eu (o i(/cio )a I)a)e C*)ia so-i(=o com o tempo )e o c=ama)o Re(ascime(to (o,ame(te. )epois )e al8umas flutuaç<es. (o meio )os 7uais Ber(i(i mais )o 7ue os a(ti8os era. )e Ji(ckelma(( como a )i-em 7ue um (o,o re(ascime(to celebra)o como o effemi(acV Ca(o,asc=e e prete(são comemorou uma (o,a ,itEria sobre o a(ti8o. eo i)olatra)o por Ji(ckelma(( Apollo a8ora tem 7ue aturar a ser coloca)o em se8u()o lu8ar# >osso 8osto musical (ão * o 8osto )e outras (aç<es. mas o (osso 8osto musical atual o sabor )e tempos passa)os. o futuro )a m:sica. mas @; com estri)e(te fa(farras l; para a(u(ciar a ,itEria sobre =o@e# Ca8 a7ui merame(te se8ui(te passa8em )e um e(saio =istErico sobre o espaço e(co(trar a m:sica 7ue me tem 7ue eu (ão sou um =omem )e compree(são )a m:sica. particularme(te i(teressa)o em 46 #
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Au8sb# tempo 8eral# . $%I4# A?# ou (e(=uma# 4D S# 3I%

GO fato )e 7ue a =armF(ica Cuito )o 7ue fi-eram os co(trastes surpree()e(tes para os (ossos a(tepassa)os. (Es. pelo co(tr;rio. um pouco surpreso. mas parece tri,ial. (ão * ,is/,el#. Cas o som 7ue o ou,i)o )e um =armo(ias era co(e?<es completame(te falsas e absur)as. a bela ao ou,i)o )e um outro tempo e t9m. (aturalme(te. soou. este ai()a * um fato i(tri8a(te# R; as )isso(W(cias e?tra,a8a(tes e )esprepara)os 7ue a8ora possuem fre7A9(cia para o mais ,ers;til. foram co(si)era)as $22 a(os para a orel=a )e cortar# Ls mais# As co(se7A9(cias \uart =orr/,eis )e Mui)o )e Are--o. (o s*culo $$ repu8(a(te para os (ossos ou,i)os para 7ue o auto+co(trole e?ter(o pratica)o ca(tor * um )eles para tra-er tais co(e?<es =armo(ia sempre ape(as )a 8ar8a(ta# >o e(ta(to. eles )e,em ter ou,i)o me)ie,al soa,a bo(ito e (aturalme(te_ cães Cesmo 7ue terços mo)er(as e Se?te(8P(8e ou,ir em sil9(cio. começa a c=orar misera,elme(te 7ua()o au)ição l=es as tra(siç<es \uart b;rbaros )e Mui)o(ia( Diap=o(ie( (o ,ioli(o_ Estes retu(i(8 afirmou =istErica )o ou,i)o musical * i(co(ceb/,el. (a ,er)a)e# G Para este fim. o autor mostra como o =umor or7uestra. tempo. etc )e acor)o com local e =or;rio =a,ia si)o altera)o# Sem mim (essa para)a. eu a)icio(o aos e?emplos )a m:sica real tal )a m:sica co(8ela)a. como se sabe. um )os irmãos Sc=le8el c=ama)os a ar7uitetura. a e?emplo )o 7ue aco(tece 7ua()o @; apareceu o a(terior 7uase i(acre)it;,el. * pro,;,el 7ue apareça mais i(cr/,el. por (osso 8osto ar7uitetF(ico mostra 7uase fe- (a cabeça# Em (ossa como a ar7uitetura a(ti8a. * co(si)era)o como auto+e,i)e(te 7ue colu(a. colu(as sE tra(sportar partes )e um e)if/cio. mas (ão 8osta )as per(as tem o corpo )e um a(imal. to)o o e)if/cio )e recar8a e. como tão e,i)e(te 7ue eles em ,e- )e fu()o cF(ico para cima# >a ,er)a)e. afi8ura+se+(os como uma coisa totalme(te per,erti)o 8osto ,er um e)if/cio com colu(as. as colu(as totalme(te ele,a)os acima )o solo.

uma ,e- 7ue )imi(uiu a partir )o to7ue. o 7ue ele tem. em ,e- )e estabelecer+se completame(te. e os espessa(tes e. porta(to. mais pesa)o. parte )as colu(as para ,er a)ereços em ,e- )e ,arri)o por cima para bai?o# Ambos os absur)os. mas po)e ser e(co(tra)a (as Be(coole(s ar7uitetura (a il=a )e Sumatra u(i)a. como eu li em uma )escrição )e ,ia8em# Pois a7ui est; o c=ão )as casas (ão (a terra. mas em % colu(as )e p* alto. )e mo)o 7ue ,oc9 po)e ir embora sob o c=ão. como )ebai?o )e um cobertor. e esses apoios são to)os top mais 8rosso )o 7ue o fu()o# A7ui. o mesmo (ão se aplica aos resi)e(tes sobre merame(te como ob@etos )e utili)a)e. mas realme(te o 8osto. pois mostra 7ue eles e)itam o mesmo limpo e )ecorar a parte superior )e uma forma similar como )ecorar o CapitPler (ossas colu(as# Seu ol=o e se(so )e bele-a ou 8osto acaba a)apta)o a essas co()iç<es )e seus e)if/cios. como o (osso 8osto (os perso(a8e(s 7ue aparecem (as (ossas relaç<es. e 7ua()o rimos )e suas casas stel-fA]i8e(. e(tão eles estão )o outro la)o )e (ossas casas i(co(test;,eis parecer criaturas. 7ue * o per(as corta)as e a8ora )eita)o (o c=ão# Nma per8u(taX como po)emos e?plicar tal per,ersão )o pala)ar[ Hoc9 (ão sE ,ai co(ti(uar 0pt# 36 e?plicar. mas como po)e ser @ustifica)a (ão uma aberração. e precisame(te por7ue * tão i(struti,a. eu l=es )ei# A8ora. ape(as um :ltimo e?emplo em relação O co(cepção est*tica )a (ature-a# \ue isso )e forma muito )ifere(te. submeti)o aos a(ti8os como com a 8e(te. * muito f;cil a partir )o fato )e 7ue eles O sua ma(eira. forma )e arte tão altame(te )ese(,ol,i)a (ão * uma pi(tura )e paisa8em (o mesmo se(ti)o 7ue (Es ti,emos# Embora se sabia rir. prEspera e bem culti,a)o. rico alter(W(cia )e floresta. mo(ta(=a. rio. ;reas. )esi8(a)ame(te em ;reas )e praia )o la8o e mar para estimar bem. e co(stru/)o )e prefer9(cia como ele. mas parou em (e(=uma relação ma(eira se(time(tal com a (ature-a. (ão como refi(a)o (as mo)ulaç<es )a fruição est*tica )a (ature-a. ai()a (ão fe- ,ia8e(s a lu8ares bo(itos ape(as para a bele-a )o amor )a ;rea# A impressão 8eral est*tica )a paisa8em foi. sem ser purame(te se(sual. po)e ter a se(sual. 8a(=ou i()iscut/,el mais perto )o 7ue o (osso. (o e(ta(to. al8u(s )etal=es )a (ature-a. como (omea)ame(te bos7ues. (asce(tes. rios em sua relação mitolE8ica. um si8(ifica)o est*tico maior para os i)osos como para (Es# Especialme(te estra(=o. mas * a )ifere(ça (a co(cepção est*tica )e ;reas sublimes e )esco(trola)ame(te romW(ticas e(tre o a(ti8o eo prese(te# Para essas ;reas. po)e+se )i-er. a a(ti8ui)a)e )o 8osto era completame(te fora. e se ,oc9 a8ora @ocosame(te por al8u(s raças )o cão )i- 7ue eles são tão bo(ito. o mais feio 7ue eles são. como os a(ti8os teriam )ito a s*rio por (osso 8osto por tais ;reas . eles parecem+(os o mais bo(ito. o mais feio 7ue eles são# freas como o Ber(ese Oberla(). o C=amou(it=al. os Alpes superiores em tu)o. a8ora se aplica a (Es como uma fo(te )e impress<es )e ,ia8em sublime. )ese(=e a(ualme(te a um ,ia@a(te mir/a)e e. pro,a,elme(te. em (e(=um lu8ar. ou,imos tais res/)uos )e e?clamaç<es e?ubera(tes em to)os Sprac=i)iome( como. por7ue. com o Berlim e "eip-i8er :(ica ra-ão para ol=ar )e soslaio. por7ue (e(=um )e o )ialeto )o outro. (obre o suficie(te para a 8ra()e-a )a ce(a se passa. e to)os 7uerem )esfrutar a soli)ão sublime so-i(=o# Isso po)e a8ora ser usa)o para ter f;cil. por7ue (o passa)o essas ;reas foram fu8iu )e ,ia@a(tes 7ue (ão eram obri8a)os a fa-er o seu cami(=o atra,*s )ele. e )ei?ar+se (a memEria

retor(a ape(as a impressão )e uma ima8em )e c=o7ue# E curiosame(te. co(cor)ou a este respeito o 8osto )os a(ti8os 8re8os e roma(os com o sabor )a (ossa peruca pi8tail eo tempo perfeitame(te @u(tos. o 7ue * i(struti,o ler as obser,aç<es )e Srie)la()er (a se8u()a parte )e suas represe(taç<es )a =istEria social )e Roma# Ele le,a os po(tos a partir )e Hia8em a(teriores. em 7ue os Sal-bur8o e Alpes tiroleses. as Hi8=la()s escocesas )escalços como to)os )ecorati,o e bele-a. @u(tame(te com os )esertos are(osos CPrkisc=e e "A(ebur8 Heat= (a mesma cate8oria e (a mesma frase. e as ;reas ri()o )oces o()e ,oc9 capa- )e )esfrutar so-i(=o. foram compara)os# Sim estilisticame(te era o 7uão pouco ai()a (o s*culo passa)o. para cui)ar )e uma (ature-a sublime Alpi(e. pro,a o e?emplo Ulopstock. o Ulopstock le,a(ta)a. 7ue a ma()ou para um prolo(8ar perma(ece (a Su/ça são i8(ora)os# Sob o mesmo po(to )e ,ista ocorreu (as a(ti8as ;reas como a Campa8(a em Roma. 7ue a8ora oferece moti,os )e paisa8em tão populares# Os a(ti8os ti(=am uma fa-e()a tamb*m fe- em seu esta)o atual. e?ceto a impressão )o )eserto c9(ica e )esolação# A8ora me arrepe()o artistas e ama(tes )a arte )e a(temão 7ue )epois )a toma)a )e Roma pelo piemo(t9s ,ai ao e(co(tro )o Campa8(a )e culti,o. mais ce)o ou mais tar)e e assim 7ue a bele-a c9(ica * per)i)a. e os i)osos seria capa- )e (este arrepe()ime(to tem ape(as um si(al )e (osso 8osto eis feral . e acusou+(os )e 7ue (Es. ta(to 7ua(to (Es apre()emos com eles. mas (ão * bem tira)o os b;rbaros e (ossa (ature-a crua (em e?ter(a (o (osso sabor (atural bruto# C=e8a )e e?emplos 7ue eu te(=o ti)o com )ili89(cia )e to)as as ;reas o()e sempre 8osto po)e fa-er rei,i()icação para as ;reas )e mo)a. arte e (ature-a# Por to)a parte ,emos as )ifere(ças )e 8osto. ta(to 7ua(to poss/,el. 7ue a7ueles 7ue estão em um e?tremo. )e,e ser )if/cil. a oportu(i)a)e )e compree()er o outro e?tremo. 7uase a acre)itar# E o 7ue as ,ariaç<es )e 8osto a8ora e(tre estes )ois e?tremos# Seria i(teressa(te se eles ti,essem cores para represe(tar essa ,arie)a)e i(fi(ita )e to(s )e 8osto o ol=o em um 7ua)ro (e8ro em co(e?ão. * claro. 7uero ape(as este 7ua)ro 8eral )e 8osto aparecem para (Es como a coisa mais sem se(ti)o 7ue e?iste# >este 8ra()e )i,ersi)a)e )e 8osto a8ora * a)icio(a)o a tocar isso a7ui. uma i8ualme(te 8ra()e i(certe-a )e 8osto# He@o ,oc9s ,isita(tes )e um museu )e arte ou uma e?posição )e arte o()e (ão =; mais em 8ra()e perple?i)a)e se 7uerem isso e a7uilo. 8oste ou (ão# Embora e(co(tra)a em relação a to)os os mestres e ima8e(s. tais i()ecisão (ão ocorrem co(=eci)os. to)o mu()o sabe 7ue )e,e Rap=ael. Cic=ela(8elo. Ticia(o. Albrec=t DArer. como pi(turas )e 89(ero =ola()eses. )e pi(tores )e =o@e 8eral Cor(elius. mas ,oc9 sE sabe o 7ue Caiu. e para o co(=ece)or estão l; para (os )i-er. ele tamb*m começa ime)iatame(te a (Es realme(te 8osto. por7ue o sabor * mais como a maior f* * impla(ta)o. oktroierter. po)emos obt9+lo para bai?o# E assim os @ul8ame(tos maioria )e 8osto são )omi(a)os em mat*ria )e arte sE >ac=urteile se7u9(cia )os acEr)ãos. preco(ceitos. muitas ,e-es. me(os Ue((er. )os 7uais c/rculos maiores ou me(ores )a socie)a)e# Cas em termos )e ima8e(s )e mestres (o,os ou )esco(=eci)os. a falta )e e,i)9(cia )o (ome e. i(feli-me(te. se a(tes )a (o,a ima8em * uma per)a. (em sempre ape(as um co(=ece)or (a fre(te )ele ou atr;s )ele. cu@o @ul8ame(to po)eria ou,ir# O @ul8ame(to )os especialistas. mas (ão tem certe-a se o (ome * i(certo# Ai()a esta,a (o,ame(te

em uma famosa foto ,isto o e?emplo )e 7ue 7ua()o seu mestre era )e um )esco(=eci)o co(=eci)o por a7uele 7ue mais ce)o 8osto u(W(ime )e to)os os aprecia)ores em me(te to)os ca/ram em co(fusão. e al8u(s basta(te se separaram a partir )e e(tão pela a)miração )a ima8em # De o()e. e(tão. po)e+se per8u(tar. esta 8ra()e )i,ersi)a)e )e 8osto. )e um la)o e i()ecisão por outro la)o. a participação (o campo )e 8osto[ O bom * ter uma ,ali)a)e absoluta. mas por 7ue (ão fa-9+los submeter[ * praticar um feitiço sobre as pessoas. por 7ue fal=aram ta(tas ,e-es esta m;8ica[ E. fi(alme(te. o 7ue )eci)e a )isputa )o 8osto e )estaca a i(certe-a[ Por7ue ca)a sabor * e7ui,ale(te e (ão =; aspectos rele,a(tes. para )isti(8uir mais pobres um mel=or[ Este parece 7uerer )i-er. (a ,er)a)e. )e mo)o 7ue 7ua()o se )i- (ão po)e )iscutir sobre o 8osto. ,oc9 7uer )i-er 7ue a )isputa (ão po)e ser )eci)i)o# O 7ue a8ora se refere O e?plicação )as )ifere(ças )e 8osto. eles po)em for(ecer um po(to )e ,ista ele,a)o )ifere(te lo (o processo# Para capturar o mais alto poss/,el. po)e+se )i-er 7ue to)o o )ese(,ol,ime(to )a me(te =uma(a est; sob a i(flu9(cia )e uma i)*ia. em :ltima i(stW(cia mais alta e )a i)*ia )i,i(a ou absoluto e to)as as )ifere(ças )e sabor são merame(te compleme(tar e )esafia()o u(s aos outros )escolame(to e em a(i7uilar mome(tos. membros. fases em 7ue o impacto maior i)*ia 8osto. impla(ta)o. trata )e apar9(cia. sem ser capa- )e se es8otar em uma :(ica publicação# Ca)a (/,el i(ferior. mas tem um maior )o 7ue o seu precursor e pr*+ co()ição * co(si)era)a a ser re,o8a)a. a totali)a)e )e to)as as fases )o curso. fi(alme(te. a uma 7ue tem se ma(ifesta)o (os respecti,os represe(ta(tes )a mais alta i)*ia como tal# A8ora 7ue estamos ple(ame(te i(forma)os )os po)eres. (/,eis. re(:(cias auto por Sc=elli(8. He8el e seus sucessores. 7ue t9m )e passar pela i)*ia. a fim )e cumprir o mais alto. )e mo)o 7ue este cami(=o (ão tem )ificul)a)e. como a e?peri9(cia (o )ia8rama. assim. pr*+elabora)o acomo)ar. e se eles (ão 7uerem acomo)ar. mo)ificar o es7uema a partir )e um po)er absoluto filosEfico )epois )isso# Cas isso tamb*m uma ,isão absoluta sobre a ori8em )e to)as as )ifere(ças )e sabor * e(tão 8era)o# Em 7ue sE )e lame(tar 7ue essa percepção * complica)o pelo car;ter um ta(to m/stico )a i)*ia absoluta. )e mo)o 7ue ape(as a proprie)a)e * preser,a)a a al8u(s filEsofos 7ue se (ão espera a i)*ia e uma clare-a comum# Em uma co(si)era,elme(te me(or. mas 7ue o bom se(so po(to mais acess/,el se ima8i(a 7ua()o se )i-X as )ifere(ças )e 8osto e )epe()e )a )i,ersi)a)e i(ere(te O (ature-a =uma(a. por outro la)o. a )i,ersi)a)e )e circu(stW(cias em 7ue as pessoas crescem. ea ma(eira )ifere(te. (o 7ual eles são tra-i)os para cima. para bai?o. e pe()urar suas )ireç<es 8erais com as )ifere(ças )e to)a a cultura espiritual @u(tos# Isso. e(tão. po)e ser amplame(te )e acor)o com a sua cru- por to)as as (aç<es e i)a)es mome(tos prosse8uir pra8m;tico. e mostrar como o )ese(,ol,ime(to )e )ifere(ças )e 8osto i()i,i)uais (ele sobre e subor)i(a)os# Ai()a assim * uma tarefa )e alta e bo(ita para se referir aos co(tos art/sticas e culturais relati,os O sua e?ecução# Hoc9 po)e a8ora. mas. fi(alme(te. pe)ir ala,a(cas psicolE8icas rece(tes. atra,*s )o 7ual o 8osto )e ca)a i()i,/)uo recebe sua )ireção. e 7ue ocorrem (as )ifere(ças

8ustati,as li(=as e (aç<es i(teiras sE em 8ra()e escala e co(e?ão com efeito. e uma ,e- 7ue (o cultural e =istErias )e arte (ão são facilme(te co()esce()e O sua co(si)eração. eu. em ,e- )e repetir o 7ue ,oc9 po)e e(co(trar l;. co(ti(uar a respo()er a esta :ltima ala,a(ca com al8umas co(si)eraç<es# A causa sub@eti,a as )ifere(ças )e 8osto )e cumprir o ob@ecti,o )e 7ue os ob@etos )e 8osto 8eralme(te co(si)era prese(tes la)os )ifere(tes# A8ora. )epe()e()o )o sistema. co()iç<es )e ,i)a. a e)ucação. a ate(ção * )e uma lo(8a )iri8i)a por isso. os outros )e 7ue la)o. e )epe()e()o se * mais a8ra);,el ou )esa8ra);,el. seu pra-er ou )espra-er em to)o o ob@eto * )etermi(a)a pri(cipalme(te pelo# E(tão. o 7ue presta ate(ção 7ua()o uma ima8em 7uase 7ue i(teirame(te. O composição. ea ima8em 7ue ele 8osta. se ele satisfa- a7ui. assim como a coloração foi pro@eta)o. em outro a fa,or * re,erti)a pri(cipalme(te )etermi(a)os pela relação )e cora(te. o N(o presta mais ate(ção sobre a (ature-a )o co(te:)o. o outro mais para a forma em 7ue se e?prime. etc Em suma. a )i,ersi)a)e )e sabor *. em parte. )e,i)o O u(ilaterali)a)e )a mesma em co(@u(to. )es)e 7ue eles possam assumir ,;rias orie(taç<es# \ua(to O )ecisão e(tre o 8osto ale8a()o est; em causa. a 7uestão 7ue sur8e. acima )e tu)o. 7uem * 7ue ,ai ser um @ui-[ O se(time(to[ Cas a )isputa )o sabor * ape(as um i(cFmo)o )e se(time(to. por isso (ão po)e ser )eci)i)o pelo se(time(to# A me(te[ Bem. * poss/,el especificar seus crit*rios pelos 7uais al8o * belo. por isso ,ai ser f;cil )e @ustificar o 8osto ou )escartar )e acor)o com se ele tamb*m po)e fa-9+lo parecer bo(ito ou (ão bo(ito. fa- isso ime)iatame(te 8ostou ou (ão 8ostou# Cas. i(feli-me(te. esses crit*rios e(tre os esteticistas estão em )isputa. )e mo)o flutua(te. por tempo i()etermi(a)o. ou flutuar em um (/,el tão filosEfica 7ue se po)e @ustificar a peruca e trei(ar bem. em se8ui)a. como o ma(to 8re8o. a pessoa precisa ape(as escol=er o pri(c/pio )epois e ,irar# + Estamos (os mo,e()o. mas )e outra forma 8eralme(te a Sluir. Cur,o os reforços retas esteticame(te a(tesZ Ho8art= tem mesmo e?plica totalme(te a li(=a )e bele-a para o()ula)o. Ji(ckelma(( para el/ptica. Her)er para paira()o e(tre reto e torto. e como muitas ,e-es se ou,e =o@e um fi8ura por causa )a bela rio forma o seu lou,or# A peruca parece ser feito para cumprir to)os estes re7uisitos em um. e ,amos acresce(tar ai()a o pri(c/pio Herbart+ Yimmerma((Lsc=e 7ue a Mra()e precipitou ao la)o )os pe7ue(i(os. por isso ,amos ter 7ue ,er (o maior peruca a bele-a mais perfeita# Por 7ue (Es re@eit;+la. mas a peruca e pu?ar at* mesmo o c=ap*u+coco a(tes. apesar )e tu)o o 7ue e(co(trar )e erra)o com ele. ai()a a meia+o()a. semi+el/ptico. (o caso )ela. cac=os. a fusão reto e torto. ape(as o mais belo rio )e formas performers peruca# + Se8u()o al8u(s. a bele-a * )i,i(a. aussprec=e()e (a terre(a. se(sual i)*ia aparece()o. eo papel )a arte como um artista )a bele-a i)eal# Cas sapo e ara(=a são criaturas )i,i(as. mas tamb*m por 7ue eles )e,em 8ostar e (Es 8ostamos me(os )e l/rio e rosa. e por 7ue a peruca como um casaco fa(t;stico em tor(o )a pri(cipal ser me(os i)eal )o 7ue a )e represe(taç<es i)eais muito mais estima)a )o ma(to em ,olta )os ombros # Cas a peruca sE um cabelo i)eali-a)o# + Cais uma ,e-. se8u()o al8u(s. a bele-a * o 7ue emer8e )e um @o8o li,re )a ima8i(ação e * capa- )e estimular tal# Cas 7uem ,ai (e8ar 7ue (ão po)eria um @o8o muito mais li,re )e ima8i(ação (os ,el=os pe(tea)os. torre+like e limpe-a )o @ar)im+como a cabeça )o 7ue (o (osso pe(tea)o atual para

come(tar. e 7ue at* mesmo o costume )a *poca )e "u/s QIH e QH# foi bem a,a(ça)o (este aspecto. o )e =o@e e completame(te a(ti8o tra@e mais saborosa. o 7ue limita,a a ima8i(ação sobre a forma espec/fica )a a)e7uação e utili)a)e# + Se8u()o al8u(s. a bele-a * suposto represe(tar a i)*ia e as leis )o or8W(ico ape(as em sua forma mais pura. a forma )as colu(as. to)as as co()iç<es )os e)if/cios. a sua cru- sobre a fi(ali)a)e )a bele-a mi(istra()o ape(as 8raças O memEria )as estruturas or8W(icas#A8ora. * a lei )e to)as as estruturas or8W(icas mais ele,a)as. (ão repousam sobre uma base )e colu(as. e to)as as colu(as )e suporte or8W(icos são mais espessas )o 7ue o )e cima para bai?o. por 7ue (Es (ão 7ueremos isso. mas po)e aplicar+se aos e)if/cios Be(coole(Lsc=e(# + E(co(tramos os 7ui(tos e 7uartas co(se7u9(cias )e Hucbal) e Mui)o )e Are--o e completame(te a m:sica )os (e8ros e abomi(;,el c=i(9s. mas po)emos ,er as aberraç<es )o 8osto (ele. uma ,e- 7ue somos. sim. 7ue as suas ofertas i(icia)as pela prEpria (ature-a saboreia mais tar)e @; partiram# + Parece 7ue estamos ;reas 8laciais mais ;ri)as como a coisa mais sublime l;. o ,el=o =omem 7ue apareceu como a coisa mais maça(te 7ue e?iste# Cas por outro la)o. ,emos os pa)r<es )e 8osto em i)osos. Ji(ckelma(( fe- at* um arti8o )e f* )o 7ue (os permite fa-er uma e?ceção )ele# + S=ort (e(=um pri(c/pio reali-ar; basta(te aleatEria. (em )a S* belas formas. mas a i)*ia. (em a ima8i(ação. mas o )esi8( or8W(ico. (em a co(formi)a)e )a (ature-a. (em a cre(ça (a e?cel9(cia absoluta )e 8osto a(ti8o# Ser; 7ue ,oc9 ai()a mais Pri(-ipe. ,oc9 po)e )efi(ir a perfeição )a apar9(cia se(sual. )o pra-er )esi(teressa)o. ou i(te(cio(ali)a)e sem propEsito. e pro,a,elme(te tra-er outro para a l/(8ua. mas a pessoa tem por a(terior pro,a,elme(te @; mais )o 7ue suficie(te# A8ora. * claro. * o @eito 7ue eu fi- to)os a7ueles Pri(-ipe O li(8ua8em. mais superficial. e (ão po)eria ser )ifere(te. por7ue uma toma)a mais (/ti)as e mais profu()a tamb*m outra ,olta()o. pois isso esta,a fora )o lu8ar. teria e?i8i)o. e para 7ue ele possa (e(=um represe(ta(te )e 7ual7uer um )esses pri(c/pios )if/cil para mim para tra(sferir a partir )esta superficiali)a)e. e aplicar o seu pri(c/pio como ou i(terpreta)o )e 7ue os 7uartos e 7ui(tos peruca. o Be(coole(sc=e Bau8esc=mack etc. realme(te aparecer repree(s/,el. e tu)o o 7ue 8osto e 8ostos particulares )e =o@e )o represe(ta(te )o pri(c/pio em causa * muito bom. em se8ui)a. aparece. sE 7ue. i(feli-me(te. ape(as se limita a c=e8ar a uma torção e i(terpretação i(teli8e(te para @ustificar o 8osto 7ual7uer mome(to posterior. ou )escartar. ea e?pressão e i(terpretação sempre @ul8ar; sim pelo 8osto e?iste(te )o 7ue ,ice+,ersa# Himos isso em Ho8art= e ,9+lo (os @u/-es 8osto )e to)os os tempos# A8ora sou (e(=um Sal,a)or est*tico para le,a(tar este esta)o )e coisas. estou basta(te auto acre)ita 7ue absolutame(te (e(=um pri(c/pio po)e ser co(fi8ura)o. o 7ue (os coloca em uma posição para )isputar o 8osto )e )eci)ir em to)os os casos. mas um. 7ue o po(to )e ,ista )e 7ue a )isputa * le,ar. c=ama)o basta(te clara e. em casos (ão muito complica)os. (a ,er)a)e. (o e(ta(to. sE le,a a mais ou me(os se8ura(ça para uma )ecisão# E(tão. mas sE 0po(to 36 ir; respo()er )epois )e ter tira)o os ,;rios recursos e)ucacio(ais )o 8osto. 7ue são tamb*m as ra-<es )a sua )i,ersi)a)e em co(si)eração#

• P*anta# o c-*ti)o de %osto. O 8osto )as pessoas * o seu i(,estime(to por i(ato. por tor(ar+se a formação. ea ma(eira )e isto se tor(ar atra,*s )o sistema ori8i(al. com certe-a. mas (ão si8(ifica u(icame(te )etermi(a)a# Em suma. o 8osto * o pro)uto )o i(,estime(to ori8i(al i(flu9(cias. )os pais. e O )ifere(ça (o 8osto )e ambos cai )e )ifere(te# Depois )e meio co(89(ita to)as as pessoas são afeta)as )e forma basta(te correspo()9(cia )es)e as mais simples su8est<es se(suais e mais simples relaç<es )o se(s/,el#Praticame(te to)as as cria(ças a8ra)a um sabor )oce. 7ual7uer pessoa mat*rias como o ,ermel=o em to)as as cores mel=or. o ol=o mais i8(ora(te * uma fi8ura sim*trica mais pareci)o como um emara(=a)o irre8ular )e tre(s# >esta base comum. mas o sabor * @; a(8ebore(erBeise co()iç<es i(ter(as )e uma fi(ura. 7ua(ti)a)e e )ireção )o )ese(,ol,ime(to )ifere(te#A mul=er * a m*)ia )e uma forma mais refi(a)a. mas me(os 8osto alta cria)o como o =omem )os europeus a uma mais refi(a)a 7ua(to mais ele,a)o )o 7ue os (e8ros. os fra(ceses e os italia(os em uma )ireção )ifere(te )o 7ue o 8osto )o I(8l9s e Alemão# Embora as )ifere(tes i(flu9(cias )e pais. )e acor)o com a )i,ersi)a)e )e 89(ero. raça e (acio(ali)a)e. em 8eral. tem. mas (a me)i)a em 7ue as pessoas se e)ucam. mesmo (a parte forma)a ape(as )e uma co()ição co(89(ita )ifere(te. (o e(ta(to. os mome(tos estão (as i(flu9(cias )o meio ambie(te (atural. 7ue (a plataforma e e)ucação ,e(cer @u(tos i(flu9(cia# Tão importa(te * o sistema i(ato como i(iciar um maior )ese(,ol,ime(to. mas muito * facilme(te )a)o a ele pelo sabor como a co(sci9(cia como al8o muito facilme(te as pessoas. )es)e o i(/cio ou termi(ar Cit8e8ebe(es ,ermittlu(8slos )a i(co(sci9(cia )a cria(ça E,olui()o para fora. e um bom 8osto sE * co(si)era)o um )ote particularme(te feli-# >a ,er)a)e. mas o sabor * termi(a)o em to)os os lu8ares sE atra,*s )a e)ucação e po)e ser muito )ifere(te (o mesmo sistema i(ato )e acor)o com a )i,ersi)a)e )as i(flu9(cias )e pais. mesmo em 7uali)a)e. altura. sutile-a. )ireção# Os meios )e e)ucação )o 8osto são )if/ceis )e tra-er sob um po(to )e ,ista 8eral. mas. como a )o =omem em tu)o. como (as se8ui(tes cate8orias são co(si)era)os. 7ue. embora (ão em to)os os lu8ares. mas. )e(tro )e certos limites. ma(ter separa)osX $6 Tra(sfer9(cia )e outros# 46 co(si)eração OB(# 56 =abituação e embotame(to# 36 e?erc/cio# I6 Associação# Hamos limitar+(os )eles co(ti(uaram a abor)ar os aspectos pri(cipais. (o e(ta(to. a psicolo8ia profu()a. a teoria )a e)ucação. =istEria cultural. a et(olo8ia para ele. como * feito a7ui em co(si)eração#

Em primeiro lu8ar# O fato * 7ue o pra-er ou )espra-er )o outro e?presso * capa- )e )etermi(ar o (osso prEprio pra-er e )espra-er com. ou mesmo (o )e fre(te para )etermi(ar a mais f;cil. a me(os 7ue @; são )etermi(a)os pelo outro la)o. e )epe()e()o )etermi(ar com mais força os outros (os participar# Assim. o sabor ,ai )es)e os pais aos fil=os. para seu prEprio @ul8ame(to fortaleci)o. e(7ua(to o 8osto em escolas )e arte est; sob a i(flu9(cia )os professores e )os compa(=eiros. e se o 8osto em al8u(s aspectos )omi(a)os por al8um tempo. um po,o i(teiro. em se8ui)a. a tra(smissão. com a =abituação sempre ter a peça pri(cipal em 7ue# A tra(sfer9(cia po)e ser em parte por7ue ,ir a passar. 7ue as ra-<es )e pra-er ou )espra-er )e outros são afirma)os. 7ue e?i8em ape(as o realce para o seu sucesso a ter curta pela pol/tica. e. em parte. pelo fato )e 7ue o pra-er ou )espra-er )o outro por sua prEpria )eclaração sobre impla(ta)a em (Es. fa-e()o com 7ue uma esp*cie )e co(t;8io espiritual. 7ue o passi,o ou at* mesmo a (ature-a i()ifere(te mais f;cil. especialme(te )a parte )os su@eitos a 7ue ele est; acostuma)o a subor)i(ar# A base psicolE8ica )essa tra(sfer9(cia ai()a como a e?plicação e esclarecime(to são. como (a ,er)a)e eles )e,em ser reco(=eci)os em 7ual7uer caso# Po)e+se ar8ume(tar 7ue um esto7ue imitação ori8i(alme(te i()/8e(a se este()e a partir )e aç<es em se(time(tos e. co(se7ue(teme(te. o pra-er ea )or. 7ue atraem outros com a ,isão )e 7ue e )i-er 7ue. o (osso prEprio pra-er e )or pro)u-i)a locke mesmo O ,ista. ou mesmo em co(si)eração. sem Eu 8ostaria )e ,9+la como a :(ica ra-ão 7ue. se ,oc9 sE sabe o 7ue 8osta. e 7ue ma(t*m ,oc9 ficar com o 7ue ,oc9 ac=a 7ue * mais i(teli8e(te. )es)e 7ue a pessoa (ão se e(co(tram suficie(teme(te s;bios. a fa,or * f;cil para (e(=um outro ei(fi()et ra-ão )o 7ue em tu)o. o 7ue )e,eria ser. (Es 8ostamos# To)o mu()o aprecia um bom 8osto como um pri,il*8io 7ue ele )e,eria ter. e assim tamb*m )esperta o )ese@o )e a)7uirir esta ,a(ta8em. um =umor i(,olu(t;rio (este se(ti)o# BV t=e BaV. ca)a um * li,re para satisfa-er o )ese@o )e uma e?plicação mais )etal=a)a# Se8u()o# >a)a me(os )o 7ue a pol/tica e?ter(a. repetiu prEprios pe(same(tos (os fa-em a8ra);,el ou )esa8ra);,el si8(ifica)o )as coisas familiares suficie(te para )ora,a(te )iretame(te para e(co(trar pra-er ou )espra-er lo# Em ,e- )e ser cria)o por outros a ele. po)emos cri;+la (Es mesmos# Assim. ,emos o 8osto )o co(=ece)or e esteticista filosEfica muitas ,e-es. em ,e- )e seus pri(c/pios )e arte como um ,ice+ ,ersa )etermi(a)o# Em terceiro lu8ar# Em ,irtu)e )o c=ama)o =omem =abituação po)e fa-er o 7ue ele (ão 8osta,a (o começo. sobre a e?posição co(t/(ua ou fre7ue(teme(te repeti)a como se costuma )i-er colocar+se ou e(co(trar pra-er at* mesmo positi,o (ele. e 7ue ele 8osta,a (o começo. embora ele ai()a * (ecess;rio para o bem+estar. fi(alme(te a )ema()a ea (ecessi)a)e. mas tamb*m por7ue ai()a se(te a per)a )o se i()ifere(te )epois )e =abituação si)o i(corri)os com a )or# É uma esp*cie )e a)aptação i(ter(o )o or8a(ismo a um est/mulo. o 7ual * causa)o pela acção )o prEprio est/mulo 8ra)ualme(te# >o e(ta(to. o 7ue complica as leis )e =abituação com os )e embotame(to. supersaturação. superestimulação e. assim. c=e8amos O parte (o co(flito# De acor)o

como uma impressão * mais forte e se repete muitas ,e-es. os seus efeitos. e )espo(ta ca)a est/mulo po)e ser aume(ta)o ta(to e ta(tas ,e-es repeti)a. )e 7ue os limites )e(tro )os 7uais po)e ser efectua)o um a@ustame(to a ele (o se(ti)o acima. ser ultrapassa)o# Porta(to. o =;bito )e )el/cias ai()a (ão * 8eralme(te li8a)o a aume(tar seu efeito pra-eroso. e se re,ela mais pelo )esco(forto em sua elimi(ação como lu?:ria em seu efeito sobre o se(ti)o tru(ca)o e ,ai. porta(to. )epe()em )e al8uma forma sobre os =;bitos e )ese@os. mas (o,ame(te a partir )os limites )o co(=eci)o fora seu rec*m estimula)o. por isso mesmo )es8osto. supersaturação. superestimulação. paralisia po)e ser causa)a por e?cesso )e impress<es e muitas ,e-es repeti)as sur8irem# Deste ir muito )i,ersas circu(stW(cias )ia(te 7ue le,aria pista lo(8e. po)eria ser suficie(te. mas a7ui. para ter recor)a)o os aspectos mais 8erais. 7ue colocam ao# A8ora ati(8ir atra,*s )e ca)a ,e-. ca)a pa/s. ca)a esta)o. ca)a 89(ero e i)a)e outras circu(stW(cias. as co()iç<es )e forma co(t/(ua ou em certa repetição completame(te. e )ar isso tamb*m para outras )ireç<es )e =abituação e ,em )e outras )isposiç<es )o 8osto. ta(to 7ua(to ele )epe()e )a =abituação . ocasião# Em 7uarto lu8ar# \ue. )es)e o mais simples est/mulos se(soriais to)as as pessoas a(8ebore(erBeise. se (ão forem bem a mesma coisa. mas )a mesma ma(eira. foi recor)a)o acima#De acor)o. mas 7ua()o o est/mulo )e impress<es mais bai?as e 8rosseiras por preocupação repeti)a com )espo(ta a ocorrer em pessoas 7ue são se(s/,eis a to)os para mais fi(a e impress<es mais ele,a)as. at* mesmo a (ecessi)a)e )e um estu)o )e tal. )e mo)o 7ue. 8ra)ualme(te. mais fi(os e )isposiç<es mais fi(as e as relaç<es superiores a começar a fa-er uma impressão )e 7ue (ão fe-. i(icialme(te. e. ao mesmo tempo. retirar a impressão est*tica )o mais 8rosseiro e i(ferior relaç<es pro,is<es# E(tão @; ocorre para o co(=ece)or )e ,i(=os 8ra)ualme(te o 8osto )e mão pesa)a para o ;lcool e )oces para tr;s e ele *. mas tu)o o mais recepti,o Os re8ras mais sutis )e sabor. eo Mourma() fa- (a)a com os boli(=os. 7ue )ão os (ossos estabelecime(tos )e refeiç<es p:blico uma a8lomeração )obrou e bra(co mas to)o o mel=or para apreciar a combi(ação certa )e UlT]c=e(s# E(tão Rumo=r era um @ui- )e 8osto culi(;rio# Cas o 7ue a7ui * para o 8osto se(sual. aplica+se. )e acor)o com o 8osto em altitu)es mais ele,a)as# Isto. pri(cipalme(te. o 8osto )os tempos e )os po,os maior e)uca)as e mais escolari-a)as )o 8osto )a cria(ça. o a8ricultor. o tempo cru e (ação * )ifere(te# O pra-er (o co(traste 8rita(te. o ,ermel=o ,i,o. as ima8e(s pi(ta)as colori)a arco. colori)o bo(eca recua com e)ucação aume(ta()o. e mais fi(a e mais ele,a)as relaç<es 7ue (ão tocam o 8osto pouco )ese(,ol,i)a. começar a i)e(tificar a i)*ia pri(cipal# Si(alme(te. o e)uca)o re7uer ca)a um trabal=a 7ue ,ai a8ra);+lo. 7ue to)as as relaç<es )o mesmo em uma relação mais ele,a)a 7ue li8a uma i)*ia 7ue (ão po)e ser i(terpreta)a a cria(ça. o sel,a8em# Como (as artes ,isuais. como (a m:sica# O ou,i)o )as pessoas mais ru)es. como o mel=or rausc=e()ste. (a mu)a(ça mo,e()o m:sica mais simples 7ue o seu se(ti)o mais afeta)a. a cria(ça 7ue ,em )a feira. o cla(8or )e seu pe7ue(o trompete como mel=or )o 7ue uma so(ata )e Beet=o,e(. mas tamb*m m:sica s;bio passa)o 8ostei

ai()a mais simples melE)ica e =armF(ica. o pra-er )e aprese(tar a )i-9+lo (a placa. prepara mel=or )o 7ue a7ueles 7ue po)em )ese(=ar um pra-er maior ai()a )e ramificação e. porta(to. maior a reforçar as relaç<es ea resolução )eci)iu )esarmo(ia# De acor)o. por*m. 7ua()o estes começam a a8ra)ar. ou,ir os simples To(8P(8e cumprir. parecer i(si8(ifica(te. c=ato. (ão mais empre8ar mais e como ele# Se oita,as a(teriores. 7ui(tas. 7uartas Si8a apareceu a8ra);,eis. terços e Se?te(fol8e( foram e,ita)as. )esta forma. pro,a,elme(te. po)e )i-er )o fato )e 7ue as oita,as. 7ui(tas. 7uartas são as mais simples poss/,el. fa]lic=ste( ser to(al. 7ue co(soa(te para a maioria# E(7ua(to ,oc9 como pratica)o ai()a (ão esta,a em ,ista )e relaç<es musicais a8ora. como a8ora. a )uplicação )a impressão a8ra);,el )a co(so(W(cia i()i,/)uo pro)u-iu um aume(to )o efeito. o 7ue (ão * como a8ora o mesmo foi supera)o por uma a(tipatia )a recorr9(cia mo(Eto(o# Repetição curto )e bem+complace(te supera)o at* mesmo o )esa8ra);,el )a repetição# \ui(to# ApEs a )i,ersi)a)e )e circu(stW(cias em 7ue as pessoas ,i,em. e as ,;rias ,e-es em 7ue ,i,em. associa a e?peri9(cia para eles )i,ersas com o mesmo. ou mesmo em Di,ersos. atra,*s )o 7ual o Nm pouco sob+a8ra);,el. os outros po)em aparecer sob relaç<es )esco(te(te# Habituação e e?erc/cio a()ar )e mãos )a)as com ta(ta fre7u9(cia ou tirar a sua sa/)a# A mo)a * isso. a e,i)9(cia mais Eb,ia# Recor)emos o e?emplo )a peruca )e ,olta# Como ai()a era o 8osto )e li(=as passa)as sobre[ A impressão )e 7ue ela fasimplesme(te pela sua forma e cor )ir; ta(to 7ua(to 7ual7uer coisa. e como se )e,e ter 7ue se acostumar. sem uma ra-ão para =abituação# Di-+seX a peruca foi i(,e(ta)o para cobrir a cal,/cie )e um rei#Se em ,e- )e um rei. um a8ricultor )e sua cabeça cal,a coberta com ele. (u(ca teria se tor(a)o mo)a. mas a8ora associa)o a peruca al8o real. e 7ue se@a. 7ue o s*7uito )o rei (o i(/cio ape(as )e liso(@a imit;+lo. começou. mas a partir )e e(tão para a impressão )e (obre-a. )i8(i)a)e. a ri7ue-a )o seu apoio para co(struir a sua ,isão e tamb*m a irra)iar a partir )o c/rculo )e cortesãos )e (u(ca mais# I(icialme(te. as perucas ti(=a ape(as o tama(=o mo)esto. 7ue l=es )eu o seu primeiro ob@eti,o. e )epois cresceu O me)i)a 7ue o si(al e?ter(o )e tama(=o. O )i8(i)a)e. como uma seme(te. uma ,e- 7ue ele tem ti)o uma certa )ireção. e(tão )e(tro )e certos limites co(ti(ua a crescer. assim cresceu ao mesmo tempo a sua impressão est*tica# E ,imos 7ue essa impressão aume(tou (o fil=o. mesmo para a impressão )o )i,i(o# Em si mesmo. mas a peruca (ão tem (a)a )i,i(o. ela po)eria )e,er essa impressão sE )a associação# Depois 7ue co(tribuiu =abituação e tra(sfer9(cia para 8ara(tir+l=e o mesmo. mas po)eria t9+lo sem associação )es)e o i(/cio (ão causa# E assim. po)emos )i-er 7ue a maioria )as mu)a(ças )e 8osto. em :ltima a(;lise )epe()e )e causas 7ue (ão perte(cem (a ;rea )e 8osto. mas ocorrem atra,*s )a me)iação )a associação (o mesmo e para co(soli)ar e se propa8am atra,*s )e =abituação e )e tra(smissão tal,e- (u(ca# Da mesma forma. a impressão )e (obre-a. )a ri7ue-a. )a )i8(i)a)e )e seu apoio para os p*s tortos )e suas )amas. ,e(tres 8rossas e lo(8as u(=as )e seus ma()ari(s li8ou 7ue(tes c=i(eses# Os c=i(eses se tor(ou tão comum. a associação 7ue ele )efer9(cia 7ue ele pa8a fa-er. a,alia()o. em parte. pela espessura )as suas formas )e ab)Fme( e at* mesmo os seus /)olos. com uma barri8a )e espessuraZ curta a barri8a

)e 8or)ura tor(ou+se para ele uma forma i)eal. em sua ,isão ,em+l=e uma se(sação )e po)er e tama(=o. supo(=o. 7ua()o o ab)Fme( ultrapassa fro(teiras terrestres. um se(so )e ma@esta)e )i,i(a# A ma8re-a )a Apollo Bel,e)ere sE iria aparecer+l=e i()i89(ciaZ i(,olu(tariame(te ela l=e )aria a i)*ia )e 7ue ele ,iu al8u*m )e classe i(ferior O sua fre(te. 7ue (ão ti(=a ri7ue-a. po)er e posição o suficie(te para se(tar+se calmame(te para )esca(sar. e sua barri8a )e ma(ter. e ele seria ape(as e(co(trar um =omem (a mesma. o a(siosame(te suas a7uisiç<es )efasa8e(s por7ue os prEprios c=i(eses por outros moti,os (ão fu(cio(am (ormalme(te# Por mais 7ue o 8osto )o i()i,/)uo * afeta)a 8eralme(te atra,*s )e tra(sfer9(cia )o 8osto pre)omi(a(te. =; mome(tos. muitas ,e-es o suficie(te para 7ue a7ueles 7ue tamb*m t9m a ,i)a )a arte. por 7ue os e,e(tos perif*ricos )a associação a 7ue estão su@eitos (a ,i)a. o 8osto pre)omi(a(te (a arte ocorrer em co(tra)ição total# Como (Es li8a o Dres)e( Ca)o(a Sisti(a. e(tre8ar esta foto mais bo(ita )o mu()o. al8u(s e?emplos# Nm militar )isse 7ue )epois )e uma ,isita O 8aleria )e Dres)e(. 7ue foi a Ca)o((a. afi(al. ape(as a impressão )e um Bauerma8) b9ba)o# Claro. ele ti(=a at* e(tão ,isto ape(as empre8a)as )om*sticas campo(esas ir )escalço e (u (a cabeça. e pro,a,elme(te @; ,iu a e?pressão )e co(sci9(cia sublime sobre as coisas terre(as ape(as como resulta)o )e um b9ba)o# + >a mesma ima8em era co(=eci)o por re,istas m*)icas populares. o Dr# B# per8u(tou como ele parecia a ima8em# A cria(ça fi?ação ele )isseX GPupilas )ilata)as tem ,ermes )e,e tomar p/lulasG# Seu =;bito )e ,i)a era para ser ,isto (a cria(ça Cristo ape(as um ,erme ele sE cria(ça )oe(te# + Outro co(=eci)o por mim. m*)ico. eu ou,i sobre os )ois a(@os (a bor)a 7ua)ro i(ferior )i-er se seus fil=os se rebelaram tão 8rosseiro. ele iria empurrar aberto. com os braços sobre a mesa. e uma pe7ue(a i(8lesa e?pressa pelos mesmos a(@os. eles pro,a,elme(te (ão 8o,er(a(ta ter ti)o# 1.Os !rinc0!ios da boa o- adeA-ada %osto. É pac/fico po)e ser usa)o para o )ese(,ol,ime(to )e ca)a um )os moti,os 8osto )e e?plicação. ,er as cate8orias a(teriores. * claro. mas (ão * suficie(te para ter e?plica)o a sua ori8em at* t9+lo @ustifica)o para 7ue 7ua()o (ão e?plicam tu)o Ocorri)os e a7ui to)o mu()o para 7ue co(siste @ustame(te 7uer. por7ue tu)o te(=a i(corri)o ra-<es )e sua ocorr9(cia# E o 7ue * fi(alme(te o 7ue (Es apro,amos um 8osto. )ei?ar os outros )e )escarte. mesmo se po)e ser mel=or )isti(8uem )os mais pobres[ Basicame(te. o po(to * muito simples. 7uase e,i)e(te. ape(as o aplicati,o (ormalme(te muito )if/cil# A escala )a 7uali)a)e )e um sabor * sE ape(as o (/,el 8eral )e bo()a)e. ou se@a. (ão * ape(as uma 7uestão )e saber se al8o como )ireta ou )esa8ra)a. * pra-er ou )or (o prese(te. 7ue * o fato )e o sabor. mas se * bom * 7ue ele 8osta ou (ão 8osta. ou se@a. se o bem+estar. felici)a)e. 8a(=a a sal,ação )a =uma(i)a)e como um to)o e por tal forma )e pra-er ou )espra-er. (o se(ti)o mais ele,a)o )o 7ue per)er. por7ue )epois 7ue a,alia a 7uali)a)e. o ,alor )as coisas# A8ora. * claro. co(tribui para o bem+estar atual )e to)os os fa,ores 7ue (u(ca.

e 7ue tem )e pesar (o @ul8ame(to )o 8osto com. por7ue o prese(te tem 7ue pesar as co(se7A9(cias ta(to (as )ime(s<es )e 7uali)a)e. mas como muitas ,e-es * o )ese@o atual ou e8o/sta )e co(se7u9(cias a),ersas em to)o compe(sa)os ou e(trar em sc=limmem co(e?ão o(. por isso * importa(te le,ar em co(si)eração ao a,aliar o 8osto sobre as co(se7u9(cias e co(te?tos )e sua e?ist9(cia e )e sua e)ucação. em suma. em to)os os lu8ares per8u(ta()o se al8o bom em 7ue e sai 7ue 8osto# \uem bu()a co(tra fo(tes )e pra-er 7ue se e(co(tram (a (ature-a e (a arte. *. ou )o 7ue * capa- )e )ar mais pra-er. mas recebe me(os pra-er em e7uacio(ar as co(se7u9(cias e relacio(ame(tos tra- uma lacu(a )ese@o ou per)a )e pra-er (o mu()o# Este * um erro )o seu 8osto# Cas isso * i(,erti)a em relação Os co(se7u9(cias e as relaç<es com fre7A9(cia# O 7ue as pessoas 8ostam )ele. ele busca a possuir. pro)u-ir. ol=ar para cima. e como ele * )escarta)o. ele busca outro esp/rito para fa-er# O pra-er em al8umas coisas sE * poss/,el com um meio ,alioso mais prEsperas. e)ucação. =umor )e esp/rito )o 7ue com os outros. e po)e le,ar a uma forma mais ou me(os ,aliosos ,aliosas )o mu()o e?terior# O 7ue sempre a me(te atra,*s )a refle?ão como o mais a)e7ua)o. mel=or ,isto como um to)o. * o se(time(to ime)iatame(te aparecer assim e acor)ar )em8emP]e u(i)a)es e =umores# \uer se trate )e um ob@eto )e mo)a. arte ou (ature-a. ele ,ai ser sempre co(si)era)a a partir )o po(to )e ,ista. se o pra-er (isso em relacio(ame(tos a(teriores bom ou (ão bom. e. at* o()e somos capa-es )e )eci)ir sobre o sabor * e(tão apro,ar ou re@eitar a preferir o outro sabor ou )ei?ar )e reposicio(ame(to# Em i(:meros casos. a8ora ,amos e(co(trar tal e?erc/cio )e e7uil/brio muito )if/cil )e )ar um resulta)o )ecisi,o# E(tão (Es o pri(c/pio (ão fa- (a)a mais )o 7ue isso (os fa- s;bio o suficie(te para (os =umil=ar )a se(te(ça# E essa sabe)oria e mo)*stia passou para o (osso se(so )e auto 7ua()o ta(tas ,e-es (ão se atre,e a escol=er. (ão po)emos )i-er se 8ostamos )e al8o ou (ão 8osta. (o e(ta(to. sabemos ou se(timos 7ue * um ob@eto )e pra-er ou )espra-er *# Cas em al8u(s casos. mas tamb*m o @ul8ame(to apEs Ca]pri(-ipe )e bo()a)e * f;cil. pelo me(os para os casos com relati,a certe-a. e em 7ual7uer caso. o sal)o * e(tão reali-a)a para e?ecutar 7ual7uer )isputa com base (isso. se ,oc9 7uiser )iscutir# Se os c=i(eses 8ostam sobre suas )amas alei@a)o p*s. em suas perso(ali)a)es e /)olos barri8as 8or)as. po)e+se. (o e(ta(to. estar em ):,i)a 7ua(to a saber se este 8osto fator tão pra-eroso para eles. como (ão * o oposto ape(as para (Es. mas seu 8osto pior )o 7ue a (ossa e sempre a )e c=amar ruim. por7ue um sabor 7ue. a),erso po)e e(co(trar pra-er (a i(salubre. po)e a i)*ia )a )i8(i)a)e e 8ra()e-a )e ple(itu)e se(sual e peso sociali-ar. (ão le,a a co(se7u9(cias boas e relacio(a)o a (e(=um bom se(so# Cais )o 7ue isso são to)as as ima8e(s i()ece(tes )e mau 8osto# Hoc9 8osta )isso e 7ue. assim como. sim co(ce)er ime)iatame(te ta(to pra-er como as represe(taç<es *ticas mais moral. mas (ão * bom 7ue ela 8osta,a )ele. e por isso 7ue c=amamos )e seu mau 8osto# O =omem (ão )e,e formar seu 8osto para 7ue ele sur8ir )es,a(ta8e(s para o 8uia pr;tico e sau);,el a sua ,i)a e totalme(te para a morali)a)e )ele. e ele po)e fa-9+lo )e mo)o 7ue (ão * o caso# E (ão ape(as )escartar 7ual7uer sabor 7ue carre8a como culpa. mas tamb*m 7ual7uer um 7ue sE * poss/,el por essa

respo(sabili)a)e. por7ue (ão po)e ser o caso. sem amplifica+los# Com to)a improprie)a)e. * sau);,el tu)o improprie)a)e. cabeçu)a. i(ter(ame(te a re@eitar a me(tira )e bom 8osto. e )e fato a partir )o )uplo po(to )e 7ue (ão * bom para a me(te para e(co(trar pra-er (as co(tra)iç<es )a (ature-a. e (ão * bom para o mu()o. Tal * coloca)o at*. por7ue ao lo(8o )o curto ou lo(8o. mas se (ão. (a or)em 8eral )o mu()o moral e i(telectual. a me(tira. a co(tra)ição i(ter(a em )es,a(ta8e(s para o bem i(ter(o ou e?ter(o )o =omem co(siste em casos i()i,i)uais em or)em# Em to)os esses casos. a )ecisão sobre a prefer9(cia )o pala)ar parece f;cil. tão f;cil. mas (ão * sempre# De,o. por e?emplo. )eci)ir se a peruca ou (osso c=ap*u )uro atual. se a tra(ça (a cabeça (o s*culo passa)o ou )uas tra(ças (as cau)as )este s*culo )e bom 8osto ou )e mau 8osto fosse. eu (ão teria cora8em# \ua(to co(si)eraç<es ab-uBP8e()e mais compostas e )if/ceis. mas 8eralme(te ,9m em 7uestão se * (ecess;rio )eci)ir em ;reas mais altas )e 8osto 7ual a forma )e se(time(to * o mais ,alioso (o to)o# >ão 7ue a 8e(te (u(ca )ei?e o pri(c/pio (estas ;reas mais altas em apuros. ai()a somos capa-es )e )ese(=ar muito A)mi(istração )a mesma. mas uma 8ra()e ,a(ta8em )o pri(c/pio ai()a * o ser sempre para (os e(si(ar a =umil)a)e )o @ul8ame(to# Em 8eral. em to)os os i(co(t;,eis casos em 7ue fa-em co(flitos e(tre )ifere(tes co(si)eraç<es est*ticas afirma 7ue (ão ser; realme(te le,e e f;cil )e )escartar e?tremas u(ilaterali)a)e e uma prefer9(cia co(si)eraç<es clarame(te subor)i(a)os a(tes )os pais co(tra o bom 8osto. mas ser; (ão sE imposs/,el . a po(to )e o mel=or e7uil/brio e(tre eles para )etermi(ar e?atame(te. mas tamb*m (ecess;rio. como ai()a * tolera)o permitir uma certa latitu)e ou a liber)a)e com um bom 8osto. sem ser capa- )e )etermi(ar os limites )esta liber)a)e e?atame(te# A7ui Sobre )isputa * sempre sem )ecisão se8ura poss/,el. e ter cui)a)o para (ão ma(ter o seu se(ti)o sub@eti,o )e autori)a)e 8eralme(te ser :til# Tal precaução. mas tor(a+se um re7uisito )e est*tica. co(si)era()o. por um la)o. 7ue a )e to)os os 8ostos. mas ape(as sob certas co()iç<es temporais e locais tem si)o capa- )e formar. e tem co()iç<es i(feriores tra(smissão peculiares )e acor)o com a sua especifici)a)e. por outro la)o. 7ue muito bem a )ifere(tes co()iç<es temporais e locais Difere(tes ata7ues. e. posteriorme(te. po)e ser )ifere(te (o se(ti)o )e o sabor a)e7ua)o# Dei?e um e?emplo cita)o a(teriorme(te (este se(ti)o falar# E(tão. capric=osa e absur)a 7ue (os possa parecer a Be(coole(sc=e Bau8esc=mack. po)e ser. mas a sua ori8em apEs o pri(c/pio )e associação precisame(te e?plicar ta(to. como @ustifica)o pelo (osso pri(c/pio )e @u/-o )e 8osto em sua bo()a)e. e )e fato. (este caso. e?plica()o a @ustificati,a 7uase auto+)a)o# A ma(eira como ,oc9 co(struir em Be(coole( *. ou se@a. para mostrar como uma ,e-. para as relaç<es )e Be(coole(s o mais a)e7ua)o. por este meio mel=or# O se(time(to por essa como)i)a)e tem associa)o com os =abita(tes Be(coole(s O ,ista )os seus e)if/cios. li8a)os por =;bito e )e tra(smissão. e. assim. le,a+se com ta(ta coisa para )ei?;+los parecem formosos. como e(tre (Es a co(,e(i9(cia )e associação a@u)a# Se eles 7ueriam co(struir como (Es. como seria o i8ualme(te absur)o. e. tão absur)o para c=amar )e seu 8osto. 7ue estabeleceu como se 7uis*ssemos co(struir+lo

como# Ca)a sabor tem a si mesma e(8re(a8em para o 7ue * )etermi(a)o para fi(s tamb*m po)em ser e(co(tra)os ape(as a8ra);,el se cumprir tal# \ua(to O recuperação )as casas (o terre(o. em primeiro lu8ar. por isso se @ustifica em Be(coole( por mais moti,os )e propEsito. @; 7ue po)e ter para a maioria )as i(stalaç<es )e (ossas casas# Em primeiro lu8ar. tra- para o clima 7ue(te Be(coole(s esta facili)a)e a ,a(ta8em 7ue. se a pessoa ,ai embora e(tre as casas. =; sempre (a sombra )o 7ue )e,e ser alca(ça)o em outras ci)a)es climas mais 7ue(tes com maior i(co(,e(ie(te para o tr;fe8o por uma 8ra()e estreite-a )as ruas # Al*m )isso. como a maioria )os locais )e resi)9(cia (o pa/s estão em rios ou la8os. 7ue muitas ,e-es escapam. por isso. as casas são prote8i)os por sua re,olta co(tra as )es,a(ta8e(s )e i(u()aç<es# Si(alme(te. eles são. porta(to. tamb*m )e mo)o se8uro co(tra os ata7ues )e a(imais sel,a8e(s. )os 7uais especialme(te o ti8re )e,e ser ta(tas ,e-es l; * 7ue. como eu me lembro )e ter li)o. ,oc9 ol=a para ele em Be(coole( 7uase at* o fim (atural )a ,i)a. comi)o por um ti8re para tor(ar+se# E(tão. o 7ue )esa8ra)aria i(ci)e(te como um absur)o para (Es. se ele esti,esse se()o e?ecuta)o por (Es. pois correspo()eria a (e(=um propEsito. e. porta(to. (ão formam a associação a8ra);,el. e mesmo em Be(coole( )e,e ai()a )esco(te(te 7ua()o (ão são e)uca)os em Be(coole(. * para os resi)e(tes Be(coole(s si um si8(ifica)o muito )ifere(te obti)a# Hoc9s são as casas (os mesmos 8uar)a+c=u,as )e tempo. para 7ue os suportes formam a ,ara. e (ão ape(as lu8ares para se ,i,er (a terra. mas tamb*m locais )e ref:8io. o 7ue eles estão mal. 7ue os ameaça )a terra. fora le,a(ta)a. e 7ue co(tribui para esses fi(s em casa ate()er. tamb*m co(tribui. para pree(c=9+las com pra-er (ele. e tem )ireitos )e co(tribuir para o fa-er# Da mesma forma como o co(@u(to )e casas )e apoios. mas tamb*m a forma )o :ltimo tem simplesme(te como a auto fi(ali)a)e (atural )e cumprir as co()iç<es )e sur8ir ma(eira mais f;cil. ea colu(a 8re8a a este respeito (ão se @ustifica como o apoio Be(coole(sc=e# Em Be(coole( terremotos são muito comu(s. a pe)ra. porta(to. completame(te imposs/,el. e as casas são pe7ue(as casas )e ma)eira. e assim foi. para coloc;+lo )escre,er bre,eme(te. para os e)if/cios locais (ão est; prestes a começar massas pesa)as sobre a terra. mas as massas )e lu- em preso a terra. sobre como um ob@eto preso lu- sobre um fi?o com a8ul=as. para 7ue (ão se@a @o8a)o fora pelo c=o7ue# As a8ul=as são a8ora represe(ta)os a7ui por me(sa8e(s 7ue ,oc9 ei(rammt (a terra. e pil=as po)e ser mais fi(o 7ue o )e bai?o para cima. pela sua (ature-a. sE po)e ser# O 7ue estamos a fa-er a7ui a8ora a a,aliar o Be(coole(sc=e( Bau8esc=macks. )e,emos realme(te fa-er. o()e 7uer 7ue se@a um @ul8ame(to sobre o sabor )e outros tempos e (aç<es. (os coloca (as circu(stW(cias )e tempo e lu8ar. e ,er se o 8osto pela (ossa co()iç<es (ão @ustifica)a# pareça. ele realme(te (ão * para os r;cios )e outro tempo. outro lu8ar# Po)e ser um 8osto 7ue se @ustifica para as co()iç<es e?iste(tes. ta(to 7ua(to ele a essas co()iç<es Sairest c=ama. mas co(tra)i-em )ema()as 8osto mais ele,a)os (a me)i)a em 7ue essas co()iç<es em si (ão são @ustifica)as. e e(co(trar um muitas ,e-es )if/cil )e co(flito fu()ame(tal preciso. o 7ua(to o prE?imo e maiores

)ema()as 8erais. porta(to. mais ur8e(tes ou mais )e 8osto po)e ser satisfeita# De 7ual7uer forma co(ti(ua a ser. acima )e tu)o. )e acor)o com tempo. lu8ar e circu(stW(cias espec/ficas )e mu)a(ça. e?i8e a mais alta e?i89(cia )e bom 8osto em ,i8or para permitir 7ue (a)a o 7ue co(traria os pri(c/pios 8erais )e florescime(to =uma(o. ora (a)a )e sa:)e f/sica e me(tal. reli8ião. morali)a)e. co(tra)ição lE8ica co(tra)i-# E )a7ui em )ia(te po)e ser o caso )e 7ue o sabor )e (aç<es ou tempos i(teiros apEs esta ou a7uela relação )e,e ser )eclara)o ruim. e ao p:blico em 8eral um sabor )e ca)a ,e- ou (ação ai()a (ão atestou sua bo()a)e# Po)e+se )i-er isso a partir )o 8osto )os orie(tais sobre Bil)ersc=Bulst (a poesia. por e?emplo# Pac/fico 7ue seria (ecess;rio ape(as i(flu9(cias outro )os pais para fa-er o 7ue mato (essa relação com eles me)ir e si8(ifica)o. rico e ai()a crescer bo(ito# Em se8ui)a. mas ele tamb*m po)e ser o caso )e 7ue (ão sE as co()iç<es em 7ue as pessoas ,i,em. t9m o )ireito. mas tamb*m o 8osto por estas co()iç<es * basta(te @ustifica)o. (em po)eria ser mel=or para ele. e isso. mas o 8osto )este po,o para estimar a partir )e um )etermi(a)o po(to )e ,ista. * me(or )o 7ue o sabor )e uma outra (ação. * 7ue ela * me(os )a)o a se(sação oportu(i)a)e est*tica para satisfa-er ime)iatame(te te,e+se 7ue as proporç<es i8uais. em 7ue o sabor se a)apta a ambos os la)os. mas (ão o mesmo ,alor * sãoZ to)os os 8ostos. mas )e,e ser a,alia)o ape(as em co(e?ão com as co()iç<es em 7ue se comp<e# E(tão. ser;. )e facto. tão pouco po)e permissão )os =abita(tes Be(coole(s ,i,er em Be(coole( e a)aptar o seu Bau8esc=mack as co()iç<es Be(coole(s (e8ar a ,i,er como os 8re8os (a Mr*cia e co(fi8ura)o )e acor)o com as co()iç<es )e seu pa/s. e po)e ser. mas ac=o 7ue o Bau8esc=mack 8re8a (ão * ape(as uma possibili)a)e maior )o 7ue o Be(coole(sc=e co(ce)i)a. o se(time(to est*tico para ate()er )iretame(te. mas tamb*m ra/-es (as relaç<es e mutuame(te carre8a com ele e ma(t*m 7ue permitem um )ese(,ol,ime(to mais prEspero e 8estão )a ,i)a em 8eral# E(tão. ele ai()a ser; o )e apreciar a maior (ão * maior @ustificação# Cais )o 7ue isso * a (ecessi)a)e )e se aplicar em relação ao la()er Bau8esc=mack fo8o e Mree(la()er# Essa 7uali)a)e )e 8osto (ão coi(ci)em (ecess;rio. com sutile-a e profu()i)a)e )e sabor. foi a(teriorme(te obser,a)o em 8eral# Em parte ,er)a)e. po)e aco(tecer 7ue o 8osto por )isposiç<es mais fi(os e relaç<es mais ele,a)as. )es)e 7ue to)os po)em )ese(,ol,er ape(as O custa )e apelar para me(os fi(o e alto. maior custo fa- a este respeito. uma ,e- 7ue e(tra. para o po,o )e co()iç<es mi]stimme()e para ele (ão alto o suficie(te aparafusa)o e multa fibere) (:mero suficie(te )e pessoas e coisas com as 7uais ele tem 7ue operar. co(@u(tos#E(tão ,oc9 tem o 7ue ,oc9 sobre+ refi(ame(to como Go,er+e)ucação )o 8osto. em ,e- )e culpar os lou,ores# Co(tra isso. ,oc9 ,ai acompa(=ar os casos t9m )ireito. em ,e- )e c=amar um 8osto )e est;8io (ie)rer como um mau 8osto o sabor )e uma cria(ça. o 7ue * mais pra-er em suas pi(turas colori)as arco como pi(turas a )e Rafael. embora a co(sist9(cia li(8ua8em (em sempre cumprir# Ser; 7ue (ão pie)oso. se a cria(ça i(,erteu a ima8em Rap=aelsc=e mel=or )o 7ue o seu. por7ue com esse )ese(,ol,ime(to 8ostaram+picture * prematuro ,ertrA8e (e(=um )ese(,ol,ime(to frut/fero. a pessoa

teria 7ue ,er um a7ui feito para o (/,el )a cria(ça )e 8osto# Ape(as para um a)ulto 7ue fa- ale8ação )e estar (o au8e )a cultura )e seu tempo e (ação. o 8osto i(fa(til seria ol=ar pior )o 7ue um por. claro. a 7uali)a)e )o 8osto )e al8u*m 7ue por i)a)e. esta)o e (acio(ali)a)e )e um superior e (/,el mais fi(o )a e)ucação perte(ce tamb*m ou,i )i-er 7ue o seu 8osto (a 7ua(ti)a)e e fi(ura @u(tos para co(cor)ar# A7ui cresce )e fato a 7uali)a)e )o sabor )e(tro )e certos limites. com a sua altura e fi(ura. (o e(ta(to. eles ai()a po)em )imi(uir al*m por e?cesso )e e)ucação e e?cesso )e refi(ame(to )e 8osto (o,ame(te# O 8osto em um se(ti)o ob@eti,o 0como o po(to $6 e(te()i)o po)e uma )ecisão em um certo tempo. at* certo po(to @ustifica)o pro,ar )e(tro )e certos limites. o simples fato )e 7ue ele * a mesma pessoa 7ue (o mome(to ape(as passa)o ou o ,i-i(=o espaço 8osto pre)omi(a(te# Para o =omem precisa (ão ser i(se(s/,el ao )a)as fo(tes )e afabili)a)e. a mu)a(ça )o mesmo. e assim ,oc9 tamb*m 8osta )o sabor a(ti8o em artes pl;sticas. ar7uitetura. i():stria )a arte em 8eral preferem o outro. seria (ecess;rio. (o e(ta(to. ,ariaç<es temporais e espaciais )a a mesma autori-ação 7ue. embora to)os os outros aspectos me(os ,a(ta@osas. mas ape(as seria temporal e espacialme(te ,a(ta@oso ape(as mu)a()o o a(ti8o em e7uacio(ar# >o e(ta(to. a aplicação )este pri(c/pio e?i8e 8ra()e cautela e * limita)a por um pri(c/pio co(tr;rios# Em 8eral. mu)ar as co()iç<es 7ue t9m 7ue o 8osto )e e(trar em um relacio(ame(to. at* )e si mesmos ta(to em tempo e lu8ar. 7ue a7ui tamb*m ocorrem por si sE alteraç<es Os rei,i()icaç<es )e 8osto. 7ue ate()em a (ecessi)a)e )e mu)a(ça. sem o mesmo. i()epe()e(teme(te )e para ser co(si)era)a# Porta(to. a (ecessi)a)e )a mu)a(ça * ape(as (a me)i)a em 7ue po)e ser rele,a(te. @; 7ue os outros fatores 7ue )etermi(am as rei,i()icaç<es )e 8osto. )ei?ar li,reme(te a escol=a e(tre a,a(ço co(ser,ação e mu)a(ça. ou ,a(ta8e(s 7ue )ifere(tes sabores prese(tes em )ifere(tes )ireç<es. )e,em ser le,a)os em troca )e ,ali)a)e # Assim. o Bau8esc=mack apo(tou arco estilo e Ru()bo8e(stil ca)a um tem suas ,a(ta8e(s e be(ef/cios. ,oc9 ,ai ser @usto e. porta(to. ate()e a (ecessi)a)e )e mu)a(ça. (ão um la)o )e )ois preferi)a# Assim. o prEprio Bau8esc=mack c=i(esa po)e e(co(trar o seu lu8ar# Sem a (ecessi)a)e )e mu)a(ça. mas tamb*m po)eria ser ape(as um estilo ar7uitetF(ico tempor;ria ou local são @ustifica)os. o 7ue co(traria os termos )a )urabili)a)e e pratici)a)e em tu)o# Se. e(tão. @; uma limitação muito 8eral )o pri(c/pio a(terior * 7ue (ão )e,e ser altera)o )e bom para ruim. e(tão limita)os a mesma ai()a mais especial e )ireto pelo se8ui(te. )e(omi(a)a fra(came(te oposta a ele. mas sE apare(teme(te co(tra)itErio. pri(c/pioX uma em )etermi(a)o per/o)o )e tempo ou e?pa(são 8osto pre)omi(a(te po)e ser @ustifica)a pelo fato )e 7ue ela coi(ci)e com o 8osto )o tempo ape(as (o passa)o ou (o espaço ,i-i(=o )e(tro )e certos limites @;# Cas como ,oc9 tolerar este pri(c/pio com o a(terior[ Primeiro. fa-er )e acor)o com a co(stituição sub@eti,a )as pessoas se(tem a (ecessi)a)e )e mu)a(ça )e impress<es. 7ue (ão são )iretame(te mi]be=a8lic=. sE * ,;li)o se um certo (/,el )e co(ti(ui)a)e foi ultrapassa)o. mas em se8u()o lu8ar tamb*m obter mais e ob@eti,ame(te por ,e-es ,i-i(=os e coloca certas co()iç<es. pelo 7ue as e?i89(cias or)i(;rias são coloca)os (o sabor#

A8ora. como ter pesa)o em ca)a caso particular co(tra o outro ta(to Pri(-ipe. )epe()e )as co()iç<es sub@eti,as e ob@eti,as )o caso. e 7ue sE po)e ser )a)a a re8ra em termos )e (osso pri(c/pio 8eral. le,a()o assim em co(ta o co(flito ta(to Pri(-ipe 7ue o ,a(ta8e(s )e ambos os Sort preser,ar como e?plora)a como a alteração. ,ai. porta(to. pro8re)iram )e uma para a outra ape(as com base (o peso em e?cesso )e e(tra)a# Afi(al )e co(tas. por isso (ão * tu)o. a(teriorme(te 0como o po(to 46 em co(tato com ,ol;til. com os pri(c/pios )e a,aliação )a 7uali)a)e )o sabor. uma :(ica. por si sE completame(te e em to)os os lu8ares ao bater. em 7ue to)os se e(co(tram a7ueles Pri(-ipe. ta(to 7ua(to eles são co(,i(ce(tes. e o 7ue ela ,ai )eci)ir co(flito. (a me)i)a em 7ue (ão se e(co(tram. mas to)os são co(,i(ce(tes. mas )e(tro )e certos limites. e co(=ecer. mas (ão em to)os os lu8ares @u(tos# SE 7ue =; ta(tas aç<es a )es,a(ta8em )e ser Pri(-ipe ,;li)o 7ue * mais f;cil )e co(fi8urar )o 7ue aplicar. uma ,e- 7ue re7uer um e7uil/brio para o 7ual (ão temos um co(=ecime(to preciso )os pesos# Este pri(c/pio est; relacio(a)o com a relação b;sica )o belo ao bom co(@u(to. 0,er secção II. po(to 46. e * curto. basicame(te. * claro. e tão apare(teme(te tri,ialX O me*/or sabor é aA-e*e em A-e sai o me*/or !ara a /-manidade como -m todo# o me*/or# mas !ara a /-manidade# A-e é mais no sentido de s-a )ora-sset"*ic/ bem-estar tem!ora* e eterno.

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