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Introdução

Este manual apresenta técnicas para confecção de trabalhos técnicos científicos, artigos e planos de trabalhos, seguindo o padrão de normas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, para os cursos de Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Processamento de Dados.

O objetivo deste é auxiliar alunos e orientadores durante o processo de confecção de trabalhos escritos no decorrer do curso, em todas as disciplinas. Estas normas aqui apresentadas deverão ser adotadas pelo corpo docente do departamento como um padrão para escrita de trabalhos em suas disciplinas e também durante o processo de orientação de trabalhos de conclusão de curso.

Vale lembrar que este manual é um apanhado de normas para auxiliar na organização de trabalhos escritos. Caso surjam dúvidas durante a utilização deste manual aconselha-se um estudo mais aprofundado das normas da ABNT, que encontram-se na bibliografia deste manual.

1.1 Organização de texto

O Capítulo 2 apresenta normas para organização e apresentação de trabalhos escritos. O Capítulo 3 apresenta normas para elaboração de trabalhos técnicos-científicos. O Capítulo 4 apresenta normas para confecção de artigos. O capítulo 5 apresenta normas para confecção de Plano de trabalho.

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Normas para organização e apresentação de trabalhos escritos

Neste capítulo serão descritas técnicas para organização e formatação do texto que irão compor o trabalho em desenvolvimento. Para tanto, deverão ser utilizadas as normas constantes nas seções que compõem este Capítulo. Estas seções apresentam as normas para desenvolvimento de trabalhos escritos segundos a ABNT.

2.1

Papel

Para apresentação final do trabalho deverá ser utilizado papel branco formato A4 (21,0

cm

x 29,7 cm). Caso sejam necessárias cópias do trabalho original, estas deverão ser tiradas

em papel de mesmo formato, A4 (21,0 cm x 29,7 cm), sendo este papel denominado papel padrão.

2.2 Folhas Largas

Quando a largura do formato do papel padrão for insuficiente para a apresentação das ilustrações, adotar o formato padrão com largura ampliada, definindo convenientemente dobras sucessivas para que formato resultante não ultrapasse o formato do papel padrão, ou cópia reduzida das ilustrações dentro das dimensões do papel padrão, desde que estas não prejudiquem a leitura das mesmas.

2.3 Escrita

O original do trabalho em desenvolvimento deverá ser editado em formato do papel padrão (ver seção 2.1), definindo alinhamento justificado de margens evitando separações silábicas com barras ou outros sinais. Utilize fonte “Times New Roman” , tamanho 12 e estilo normal para a redação do corpo textual do trabalho em desenvolvimento, além de um recuo de parágrafo de primeira linha de 2 cm.

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2.4 Margens

Com vistas a permitir uma boa visualização do texto, bem como a sua correta reprodução e encadernação, as seguintes margens devem ser observadas:

- margens superior e esquerda de 3,0 cm

- margens inferior e direita de 2,0 cm

2.5 Espaços

No texto utilizar espaçamento entre linhas de 1,5 linhas. Cada novo capítulo começa em nova folha, com título destacado do texto. Neste caso, utilizar fonte "Times New Roman", tamanho 18 e estilo negrito com apenas a primeira letra do texto que indica o novo capítulo em maiúscula.

O fim de uma seção 1 e o cabeçalho da próxima deverão ser separados por duas linhas em branco, mantendo o espaçamento entre linhas de 1,5 linhas. Utilizar o espaçamento entre linhas de 1,0 linha (simples) em citações destacadas que possuírem acima de três linhas. Caso contrário, deverá ser mantido o espaçamento entre linhas de 1,5 linhas.

2.6 Paginação

Todas as páginas do trabalho devem ser numeradas. As folhas dos elementos pré-

textuais – contra capa, folha de rosto, listas, sumário,

romanos minúsculos situados na margem inferior centralizada da página. Os elementos textuais são paginados com algarismos arábicos começando pela introdução ou folha inicial

do texto, na parte superior direita da página, até o final do documento.

– são identificadas com algarismos

1 Quando uma seção terminar próximo ao fim de uma página, colocar o cabeçalho da próxima seção na página seguinte para manter uma boa distribuição textual do trabalho em desenvolvimento.

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2.7 Desdobramento em Volumes

Quando a obra for separada em dois volumes, a página do título deve ser anexada também ao segundo volume, destacando a indicação "Volume I" e "Volume II" logo abaixo do título. A numeração das páginas do segundo volume deve ser uma seqüência do primeiro volume.

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3 Normas para elaboração de trabalhos

Neste capítulo serão descritas técnicas para elaboração dos elementos pré-textuais e corpo de texto que irão compor o trabalho em desenvolvimento. Serão apresentadas aqui as normas para desenvolvimento de trabalhos escritos segundos a ABNT. Os anexos A a I contêm exemplos de alguns dos itens mencionados neste capítulo, desenvolvidos de acordo com as normas apresentadas.

3.1 Roteiro Padrão

Os trabalhos individuais ou em grupo, monografias, trabalhos finais de graduação, relatórios de pesquisa e iniciação científica solicitados pelo corpo docente como processo de avaliação de suas disciplinas deverão possuir os seguintes itens, na ordem descrita a seguir:

- capa;

- folha de rosto;

- agradecimentos, oferecimentos (se desejado);

- resumo;

- lista de símbolos;

- lista de figuras;

- lista de tabelas;

- lista de abreviaturas ou siglas;

- sumário;

- texto;

- anexos (se necessários);

- glossário (se necessário);

- referências bibliográficas.

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3.2

Elementos pré-textuais

3.2.1

Capa

A capa do trabalho deverá conter informações que identifiquem o instituição, título e data (mês e ano) do trabalho em desenvolvimento. No anexo A apresenta-se um modelo que serve de base para confecção da capa.

a) unidade de ensino (identificação da instituição, coordenação e curso);

b) título do trabalho em negrito;

c) local (cidade e estado);

d) data (ano da defesa ou da apresentação do trabalho).

3.2.2

Folha de rosto

É a fonte principal de identificação, que contém dados mais completos.

a) unidade de ensino (identificação da instituição, coordenação e curso);

b) título do trabalho em negrito;

c) nome completo do candidato;

d) natureza do trabalho apresentado (como por exemplo: Trabalho Final de Graduação, Relatório de Pesquisa, Plano de Trabalho, etc.);

e) orientador (qualificação e nome completo);

f) co-orientador (se houver);

g) local (cidade e estado) e data (mês e ano da defesa ou da apresentação do trabalho).

No anexo B apresenta-se um modelo que serve de base para confecção da folha de

rosto.

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3.2.3 Agradecimentos, oferecimentos (opcionais)

Estão localizados após a folha de rosto, na mesma ordem citada, em páginas separadas.

3.2.4 Resumo

Consiste na apresentação clara e concisa dos pontos relevantes do trabalho, de maneira

a permitir ao leitor saber da conveniência ou não da sua leitura na íntegra.

É redigido pelo autor, em português, em página distinta, antecedendo a introdução, sendo escrito em parágrafo único e apresentando uma síntese do conteúdo do trabalho (temática, objetivos, metodologia, resultados, conclusões).

Quanto ao estilo, o resumo deve ser composto por uma seqüência de frases completas

e não por uma enumeração de tópicos; a primeira frase deverá ser significativa, explicando o

tema principal do documento. Na redação, dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa. Após o resumo devem constar palavras-chaves relativas aos assuntos do trabalho.

Deve ser do tipo informativo, conforme indica a NBR 6028, seguido de 3 a 5 palavras- chave, conter no máximo 500 palavras e não receber ilustrações (Anexo C). Em caso de trabalhos de grande vulto, deve ser acompanhado de tradução em língua estrangeira, sendo opcional para o Trabalho de Conclusão de Curso

3.2.5 Lista de abreviaturas ou siglas

Todas as abreviaturas ou siglas devem ser ordenadas alfabeticamente e seguidas de seus respectivos significados, de acordo com as recomendações da ABNT, NBR 10719 ou NB 887/89 e a NBR 12256. Ver Anexo E.

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3.2.6 Lista de símbolos

Relacionar os símbolos utilizados na ordem em que aparecem no texto, acompanhados de seus respectivos significados. Ver Anexo F.

3.2.7 Lista de figuras (gráficos, diagramas, lâminas, etc.)

Relacionar as figuras na ordem em que aparecem no texto, indicando, para cada uma,

o seu número, legenda e página onde se encontra. Ver Anexo H.

3.2.8 Lista de tabelas

Relacionar as tabelas na ordem em que aparecem no texto, indicando, para cada uma,

o seu número, legenda e página onde se encontra. Ver Anexo G.

3.2.9 Sumário

Relaciona as principais divisões e seções do texto, na mesma ordem em que foram elaboradas no corpo do trabalho apresentado – ver Anexo C. O sumário deverá ser localizado imediatamente após as listas.

É aconselhável o uso do sistema de numeração progressiva para numerar as divisões e subdivisões do texto, conforme a norma NBR-6022 da ABNT.

No caso do trabalho ser apresentado em mais de um volume, cada um deve conter o sumário geral da obra, bem como seu próprio sumário, ocupando páginas consecutivas.

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3.3

Corpo de texto

3.3.1

Texto

O texto é a parte do documento onde o conteúdo é apresentado e desenvolvido. Com

relação ao estilo da redação, o trabalho deve ser escrito em linguagem impessoal, na terceira

pessoa e ser também inteiramente consistente, isto é, uma convenção ou critério usado em uma página deve ser mantido em todo o texto. A concisão e a clareza do texto ficam inteiramente sob a responsabilidade do orientador, o qual orientará o aluno nas modificações que considerar necessárias. Geralmente consiste em: introdução, revisão de literatura, desenvolvimento e conclusão, divididos em capítulos, conforme a natureza do assunto.

A introdução deve fornecer uma visão global da pesquisa realizada, incluindo a formulação de hipóteses, delimitações do assunto tratado e os objetivos da pesquisa.

A revisão de literatura apresenta a literatura básica sobre o assunto, resumindo os

resultados de estudos feitos por outros autores. A literatura citada deve ser apresentada

preferencialmente em ordem cronológica, em blocos de assuntos, mostrando a evolução do tema de maneira integrada. Todo documento citado (conforme NBR 10520) deve constar nas referências bibliográficas ao final do trabalho.

O desenvolvimento ou corpo do trabalho é a parte mais extensa e visa as informações

importantes, a metodologia do trabalho, os dados coletados e sua análise. No

desenvolvimento, deve-se considerar os seguintes aspectos:

a) os materiais, técnicas e métodos devem ser descritos de maneira precisa e breve, visando possibilitar a repetição do experimento com a mesma precisão;

b) os métodos inéditos desenvolvidos pelo autor devem ser justificados e apontadas as suas vantagens em relação a outros;

c) os processos técnicos a que forem submetidos os produtos e os tratamentos empregados devem ser citados;

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e) técnicas novas devem ser descritas com detalhes e novos equipamentos ilustrados com fotografias e desenhos;

f) hipóteses e generalizações que não estejam baseadas nos elementos contidos no próprio trabalho devem ser evitadas;

g) os dados utilizados na análise estatística figurarão no texto ou em anexo;

h) a análise dos dados, sua interpretação e discussões técnicas podem ser conjugadas ou separadas, conforme melhor se adequar aos objetivos do trabalho;

i) os diversos resultados devem ser agrupados e ordenados convenientemente, podendo vir eventualmente acompanhados de tabelas, gráficos ou figuras, com valores estatísticos para maior clareza;

j) os dados experimentais obtidos são analisados e relacionados com os principais problemas que existam sobre o assunto, dando subsídios para a conclusão.

A conclusão apresenta, de forma sintética, os resultados da pesquisa, salientando a extensão e a importância de sua contribuição. Deve basear-se em dados comprovados.

Para maior clareza no desenvolvimento do texto, adotar o sistema de numeração progressiva.

3.3.2 Numeração Progressiva

Consiste na divisão do trabalho em seções (1, 1.1, 1.1.1, 2, 2.1, 2.2

).

Não se deve

subdividir em seções além da terciária. Para maiores detalhes, ver a NBR 6024 da ABNT.

3.3.3 Seções primárias

Correspondem à divisão "capítulo". São numeradas com a série natural dos números inteiros, a partir de um (1), pela ordem de sua colocação no documento. O título desta seção deve ser colocado apenas com a primeira letra maiúscula e negritado, no mesmo tamanho e fonte do texto (Times New Roman, tamanho 12).

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3.3.4 Seções secundárias, terciárias, etc.

São resultantes da divisão do texto dos capítulos. Numeram-se seqüencialmente com a série natural dos números inteiros, a partir de um (1) pela ordem de sua colocação no respectivo capítulo.

Exemplo:

O Capítulo 11 subdivide-se numa seção secundária 11.1, negritada, acompanhando fonte e tamanho do texto, e que se subdivide em 2 seções terciárias, 11.1.1 e 11.1.2. O título da seção secundária, deve ser negritado e somente a primeira letra das palavras do título é maiúscula. Nas seções terciárias e suas ramificações os títulos não serão negritados.

3.3.5

Alíneas

As alíneas incluídas numa seção caracterizam-se por meio de letras do alfabeto latino

(a, b, c,

)

pela sua ordem. A letra, seguida de um parêntese, é colocada imediatamente antes

da primeira palavra do texto da alínea.

Exemplo: ver seção 3.3.7 Citações.

3.3.6 Notas de Rodapé

Destinam-se a prestar esclarecimentos, comprovar ou justificar uma informação que não deve ser incluída no texto. As notas de rodapé são colocadas ao pé da página, separadas do texto por uma linha de aproximadamente 1/3 da largura útil da página, a partir da margem esquerda. Deve-se utilizar espaçamento simples. Recomenda-se que a remissão para o rodapé seja feita através de numeração progressiva.

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3.3.7

Citações

As citações devem ser indicadas no texto por um sistema autor-data, ou seja, a indicação da fonte é feita pelo sobrenome do autor ou pela instituição responsável ou, ainda, pelo título de entrada seguido da data de publicação do documento, separados por vírgula e entre parênteses.

Quando o nome do autor ou entrada estiver incluído na sentença, indica-se apenas a data, entre parênteses. Quando houver coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data de edição, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes. As citações de diversos documentos de um mesmo autor, publicados em um mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas após a data.

Quando for necessário, especificar no texto a(s) página(s) ou seção(s) da fonte consultada, esta(s) deverá(ão) seguir a data, separada(s) pelo designativo que a(s) caracteriza. As citações, conforme NBR 10520/90, podem ser:

a) transcrição – reprodução das próprias palavras do texto.

b) paráfrase – citação livre do texto.

As regras gerais para o uso de citações são:

a) É indispensável mencionar os dados necessários à identificação da fonte da citação. Estes dados podem aparecer no texto, em nota de rodapé ou em lista no fim do texto. A primeira citação de uma obra deve ter sua referência bibliográfica completa (ver NBR 6023). As subsequentes citações da mesma obra podem ser referenciadas de forma abreviada, desde que não haja referências intercaladas de outras obras do mesmo autor. Na indicação destas referências subsequentes podem ser adotadas as expressões latinas:

- apud – citado por, conforme, segundo;

- ibidem ou ibid. – na mesma obra;

- idem ou id – igual à anterior;

- opus citatum ou op. cit. – obra citada;

- passim – aqui e ali;

- sequentia ou seq. – seguinte ou que se segue.

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Quando há vários livros citados do mesmo autor, pode-se usar títulos abreviados, desde

que identificados da primeira vez que aparecem ou em lista de abreviaturas, precedendo o

texto.

b) Para obras de autoria coletiva, ao indicar dois autores, utiliza-se o &. Exemplo: (Souza &

Barros, 1999). Em caso de mais de dois autores, pode-se indicar o nome do primeiro

seguido da expressão et al. (e outros). Exemplo: Arantes et al. (1999) afirmam

c) As transcrições do texto devem aparecer entre aspas ou destacadas graficamente. Devem

ser indicadas as supressões, interpolações, comentários, ênfase ou destaques do seguinte

modo:

- supressões – “

- interpolações ou comentários – [

- ênfase ou destaque – grifo, negrito, itálico, etc.

]

Souza (1999) esclarece que “a produção do aço para edificações de grande porte

deve obedecer cuidados especiais no que toca a ductibilidade, dureza e resistência do

mesmo”. Ou

“A produção do aço para edificações de grande porte deve obedecer cuidados

especiais no que toca a ductibilidade, dureza e resistência do mesmo” (Souza, 1999).

Nas transcrições acima de três linhas deve-se fazer a duplicação do espaçamento para

a entrada de parágrafo e a diminuição do entrelinhamento de 1,5 linhas para 1,0 linha

(simples).

Jardim (1998) ao tratar sobre as persepções de uso do laboratório afirma:

Uma das possíveis formas de utilização do laboratório é, na visão cognitiva, a

de, através de experiências selecionadas pelo professor, conseguir que o aluno

Esse procedimento pode levar o aluno a demonstrar e

objetivar sua estrutura conceitual, o que lhe possibilitaria suas soluções quando confrontadas com novas situações que não pudessem ser resolvidas através deste

explicite suas idéias. (

)

conhecimento.

d) Na citação de citação (quando o autor diretamente consultado cita outro), identifica-se a

obra diretamente consultada: o autor e/ou obra citada é indicado da seguinte maneira:

Silva apud Pessoa.

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Deve-se considerar os conceitos “como formas de organizar e dar significado às experiências pessoais etapas de um desenvolvimento conceitual contínuo e ativo” (Santos apud Jardim, 1999, p. 69)

e) Caso o trecho a ser transcrito já possua uma citação, ou uso de aspas como destaque, deve-se utilizar aspas simples. Exemplo: “a palavra possui força integradora, ou seja,

garante a articulação de conceitos, e ainda

f) Quando se tratar de dados obtidos por informação oral (palestras, debates, comunicações, etc.), indicar entre parênteses a expressão: informação verbal.

g) Na citação de trabalhos em fase de elaboração, trabalhos não publicados, etc., deve ser mencionado o fato, indicando-se os dados bibliográficos disponíveis.

A NBR 12256 (apresentação de originais para publicação) recomenda que toda citação

feita no texto tenha sua referenciação indicada na Bibliografia, no final do trabalho (veja Seção 3.4). Outras dúvidas devem ser retiradas com uso da NBR 10520 e da NBR 12256 – p.2 Citações.

3.3.8 Ilustrações

A NBR 10719/89 indica que “as ilustrações compreendem as tabelas e figuras, além

de fórmulas matemáticas, físicas e químicas e símbolos. As figuras compreendem as imagens visuais extensivas ao texto, como mapas, fotografias, desenhos, esquemas, diagramas, etc.".

A apresentação de tabelas, quadros e figuras é fixada pela NBR 12256 (apresentação

de originais para publicação), havendo indicações complementares na Diretiva – parte 3/1995,

ambas da ABNT.

3.3.9 Apresentação gráfica

As ilustrações devem ser apresentadas de forma clara e legível tanto no original como nas cópias a serem obtidas. Os títulos e legendas que acompanham as ilustrações devem acompanhar a nitidez do texto.

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São consideradas figuras: fotografias, mapas, desenhos, gráficos, diagramas, etc. As figuras devem ser mencionadas no texto e inseridas logo após esta menção. O título deve ser disposto abaixo da figura e quando não for criação dos autores do texto deve ter sua fonte mencionada, abaixo do título.

São considerados quadros as apresentações de tipo tabular que não empregam dados estatísticos. As tabelas são usadas para facilitar a apresentação de informações. São constituídas por linhas verticais e horizontais, indicando dados percentuais.

A tabela deve ser mencionada no texto para então ser inserida no mesmo. O título é disposto acima da tabela. Caso a tabela não tenha sido elaborada pelo autor, deve ser mencionada a autoria embaixo da tabela, indicando-se: a expressão “Fonte:”, seguida do Título do livro, editora e ano de publicação.

As tabelas podem ou não ser abertas nas laterais. Caso algum valor tabulado mereça explicação, esta poderá ser salientada por um asterisco abaixo da tabela (colocar o mesmo símbolo ao lado direito e acima do valor em destaque). Quando uma tabela ocupar mais de uma página, não será delimitada na parte inferior repetindo-se o cabeçalho na página seguinte, com seu número repetido seguido de “continuação”. Exemplo: Tabela 1 (continuação) nas páginas intermediárias e Tabela 1 (conclusão) na última página. Os cabeçalhos das colunas devem ser repetidos em cada uma das páginas.

3.3.10 Numeração

As ilustrações são numeradas com a série natural dos números inteiros, a partir de um (1). A NBR 10719 indica que “as ilustrações devem ter numeração arábica seqüencial ao longo do texto, independentemente para tabelas e figuras”, e “as figuras devem ser numeradas seqüencialmente ao longo do texto, independente do tipo”.

As tabelas devem ser numeradas com algarismos arábicos, começando por 1. Esta numeração deve ser independente da numeração das seções e das figuras. Fórmulas só serão numeradas quando isto contribuir para uma maior clareza do texto.

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3.3.11 Título

Toda ilustração que irá compor o texto em desenvolvimento deve ser mencionada no texto e possuir um título, colocado abaixo da mesma, com exceção da tabela, que será mencionada no texto e terá o seu título na parte superior.

3.3.12 Localização

As ilustrações deverão ser localizadas, preferencialmente, no próprio texto onde são referenciadas. Dependendo do volume de ilustrações a serem apresentadas, as mesmas poderão ser reunidas em um anexo. Deixar um espaço entre a figura e o texto para separar os dois blocos de informação.

3.4

Bibliografia

Bibliografia é um conjunto de elementos que permite a identificação de documentos utilizados, no todo ou em parte, pelo autor de um trabalho. A correta e completa identificação de um texto facilitará o processo de sua localização e obtenção por um leitor interessado.

As bibliografias podem aparecer em nota de rodapé ou de fim de texto, em lista bibliográfica ou encabeçando resumos. Deverão seguir a NBR 6023 que fixa a forma de referenciação de vários materiais (livros, revistas, legislação, etc.), citando exemplos para cada um deles. O procedimento de quem consulta a norma é inicialmente enquadrar o material conforme as modalidades previstas na norma (Monografias, Seriados, Patentes, Referência Legislativa) e apenas seguir fielmente os exemplos, observando que a indicação inicial oferece a noção dos elementos constitutivos da referência e só depois, seguido da expressão “P. ex.:” vem a forma exata para a elaboração da referência.

As especificações a seguir, retiradas da NBR 6023, identificam os elementos das referências bibliográficas e estabelecem uma ordem ou seqüência padronizada para sua apresentação. Os elementos para a referenciação seguem, em geral, uma única ordem de descrição, embora tenham características próprias quanto à forma de apresentação. Alguns

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exemplos de referências bibliográficas estão disponíveis imediatamente após cada um dos

modelos. Nesses exemplos, pode-se verificar que existem alguns elementos que não foram

especificados anteriormente. São os elementos complementares, que podem ser vistos com

mais detalhes diretamente na NBR 6023.

3.4.1 Modelos de referência

3.4.1.1 Monografia no todo – inclui livro, folheto, trabalho acadêmico (teses, dissertações,

entre outros), manual, guia, catálogo, enciclopédia, dicionário etc.

Os elementos essenciais são:

- autor (es);

- título;

- subtítulo (se houver);

- edição;

- local;

- editora e

- data de publicação.

Exemplos:

Livro

GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói:

EdUFF, 1988. PERFIL da administração pública paulista. 6. ed. São Paulo:

FUNDAP, 1994.

Tese

BARCELLO, M. F. P. Ensaio tecnológico, bioquímico e sensorial de soja e guandu enlatados no estádio verde e maturação de colheita. 1998. Tese (Doutorado em Nutrição)- Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

Folheto

IBICT. Manual de normas de editoração do IBICT. 2. ed. Brasília, DF, 1993.

Dicionário HOUAISS, A. (Ed.). Novo dicionário Folha Webster’s:

inglês/português, português/inglês. Co-editor Ismael Cardim. São Paulo: Folha da Manhã, 1996. Edição exclusiva para o assinante da Folha de S. Paulo.

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Guia

BRASIL: roteiros turísticos. São Paulo: Folha da Manhã, 1995. 319 p., il. (Roteiros turísticos Fiat). Inclui Mapa rodoviário.

Manual

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Coordenadoria de Planejamento Ambiental. Estudo de impacto ambiental – EIA, Relatório de impacto ambiental – RIMA: manual de orientação. São Paulo, 1989. 48p. (Série Manaus).

Catálogo

MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo, SP). Museu da Imigração – S. Paulo: catálogo. São Paulo, 1997. 16 p.

Almanaque TORELLY, M. Almanaque para 1949: primeiro semestre ou Almanaque d’A Manhã. Ed. Iac-sim. São Paulo:

Studiema: Arquivo do Estado, 1001. (Coleção Almanaques do Barão de Itaraeé). Contém iconografia e depoimentos sobre o autor.

3.4.1.2 Parte de monografia – inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra,

com autor (es) e/ou títulos próprios

Os elementos essenciais são:

- autor (es);

- título;

- subtítulo (se houver) da parte, seguidos da expressão “In:”, e da referência completa

da monografia no todo

Ao final da referência, deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar

a parte referenciada.

Exemplos:

Parte de Coletânea

Capítulo de Livro

ROMANO, G. Imagens da juventude na era moderna. In:

LEVI, G.; SCHIMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. P. 7-16.

SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujús. In:

História do Amapá, 1º grau. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. Cap. 3, p. 15-24.

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3.4.1.3 Monografia em meio eletrônico

Os elementos essenciais para referenciar monografias ou partes de monografias,

obtidas em meio legível por computador são:

- autor (es);

- título/subtítulo (da parte e/ou da obra como um todo);

- dados da edição;

- dados da publicação (local, editor, data), nos mesmos modelos já apresentados.

Em seguida, devem-se acrescentar as informações relativas à descrição física do meio

ou suporte.

Quando se tratar de obras consultadas online, são essenciais as informações sobre o

endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão “Disponível em:”

e a data de acesso ao documento, precedida da expressão “Acesso em:”.

Não se recomenda referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.

Exemplos:

Enciclopédia

KOOGAN, A.; HOUAISS, A. (Ed.). Enciclopédia e dicionário digital 98. Direção geral de André Koogan Brelkmam. São Paulo: Delta: Estadão, 1998. 5 CD-ROM. Produzida por Videolar Multimídia.

Verbete de Dicionário POLÍTICA. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. Lisboa:

Priberam Informática, 1998. Disponível em:

<htpp://www.priberam.pt/dlDLPO>. Acesso em: 8 mar.

Parte de Monografia

1999.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente.

Tratados e organizações ambientais em matéria de meio

ambiente. In: Entendendo

Disponível em:

Paulo, 1999.

São

o

meio

ambiente.

V.1.

<htpp://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm>. Acesso

em: 8 mar. 1999.

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3.4.1.4 Publicação periódica

Inclui a coleção como um todo, fascículo ou número de revista, volume de uma série,

número de jornal, caderno etc. na íntegra, e a matéria existente em um número, volume ou

fascículo de periódico (artigos científicos de revistas, editoriais, matérias jornalísticas, seções,

reportagens etc.).

3.4.1.4.1 Publicação periódica como um todo

A referência de toda a coleção de um título de periódico é utilizada em listas de

referências e catálogos de obras preparados por livreiros, bibliotecas ou editoras.

Os elementos essenciais são:

-

título;

-

local de publicação;

-

editora;

-

data de início da coleção e

-

data de encerramento da coleção (se houver).

Exemplo:

Coleção de Revista REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, 1939. Trimestral. Absorveu Boletim Geográfico do IBGE. Índice acumulado, 1939-1983. ISSN

0034-723X.

BOLETIM GEOGRÁFICO. Rio de Janeiro: IBGE, 1943- 1978. Trimestral.

3.4.1.4.2 Partes de uma publicação periódica (volume, fascículo, caderno ou outras)

Os elementos essenciais são:

- título da publicação;

- título da parte (se houver);

- local de publicação;

- editora;

- numeração do ano e/ou volume;

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- numeração do fascículo;

- informações de períodos e datas de sua publicação e

- particularidades que identificam a parte.

Quando necessário, ao final da referência, acrescentam-se notas relativas a outros

dados necessários para identificar a publicação.

Exemplos:

Número Especial de Revista

CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de Janeiro: FGV. v. 38. n. 9. set. 1984. 135 p. Edição especial.

Suplemento de periódico PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIOS. Mão-de-obra e previdência. Rio de Janeiro:

Fascículo de Revista

IBGE. v. 7. 1983. Suplemento.

DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três. n. 148. 28 jun. 2000. 98 p.

3.4.1.4.2.1 Artigo e/ou matéria de periódico

Os elementos essenciais são:

- autor(res) (se houver);

- título do artigo ou matéria;

- subtítulo (se houver);

- título da publicação;

- local de publicação;

- numeração correspondente ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação

inicial e final do artigo ou matéria;

- as informações de período e

- data de publicação.

Exemplos:

Artigo de Revista Institucional COSTA, V. R. À margem da lei: O programa Comunidade Solidária. Em Pauta - Revista da Faculdade de Serviço Social da UERJ, Rio de Janeiro, n. 12, p. 131-148 , 1998.

22

Artigo de Revista

GURGEL, C. Reforma do Estado e Segurança Pública. Política e Administração. Rio de Janeiro, v.3, n.2, p. 15- 21, set 1997. TOURINHO NETO, F.C. Dano Ambiental. Consulex- Revista Jurídica. Brasília, DF, ano 1, n.1, p. 16-23, fev

1997.

MANSILLA, H. C. F. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura. Revista

Latinoamericana de Filosofia, Buenos Aires, v. 25, n.2. primavera 1998.

3.4.1.4.2.2 Artigo e/ou matéria de jornal

Os elementos essenciais são:

- autor(es) (se houver);

- título;

- subtítulo (se houver);

- título do jornal;

- local de publicação;

- seção, caderno ou parte do jornal e

- paginação correspondente.

Exemplos:

Artigo de Boletim da Empresa Não Assinado

COSTURA x P.U.B. Aldus, São Paulo, ano 1, n. 1, nov. 1997. Encarte técnico, p. 8.

Artigo de Jornal Diário NAVES, P. Lagos andinos dão banho de beleza. Folha de S. Paulo, São Paulo, 28 de jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.

Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede

a data.

Exemplo:

Matéria de Jornal Assinada

LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999

23

3.4.1.4.2.3 Artigo, matéria, reportagem publicados em periódicos, jornais e outros, em meio

eletrônico

Devem-se mencionar os dados relativos ao material utilizado e citado, da mesma

forma recomendada em 3.4.1.4.1 e 3.4.1.4.2, acrescentando-se as informações pertinentes ao

suporte eletrônico, conforme 3.4.1.3.

NOTA – Pode ser necessário substituir as informações relativas à divisão do periódico

(volume, fascículo, período de tempo abrangido pelo fascículo ou outras partes) por outra

forma de divisão, característica do meio eletrônico.

Exemplos:

Artigo de Revista

.Net, Rio de Janeiro,

nov. 1998. Seção Ponto de Vista. Disponível em:

<http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm> Acesso em: 28 nov. 1998. RIBEIRO, P.S.G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-

SILVA, M. M. L. Crimes da era

digital.

jurídica. Datavenia, São Paulo, ano 3, n. 18, ago. 1998. Disponível em:

<http://www.datavenia.inf.br/frameartig.html>. Acesso em:

Matéria de Revista Não Assinada

Matéria de Jornal Assinada

10 set. 1998.

WINDOWS 98: o melhor caminho para atualização. PC

World, São Paulo, n. 75, set. 1998. Disponível em :

<http://www.idg.com.br/abre.htm>. Acesso em: 10 set.

1998.

SILVA, I. G. Pena de morte para nascituro. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 19 set. 1998. Disponível em:

<http://www.providafamilia.org/pena_morte_nascituro.htm>. Acesso em: 19 set. 1998.

Artigo de Jornal Científico KELLY, R. Eletronic publishing at APS: its not just online journalism. APS News OnLine, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em:

<http://www.aps.org/apsnews/1196/11965.html>. Acesso em:

Matéria de Jornal Não Assinada

25 nov. 1998.

ARRANJO tributário. Diário do Nordeste OnLine. Fortaleza

27 nov. 1998. Disponível em:

<http://www.diariodonordeste.com.br>. Acesso em: 28 nov.

1998.

24

3.4.1.10 Documento de evento

Inclui trabalhos apresentados em eventos (parte do evento) ou o conjunto dos

documentos quando num produto final do próprio evento (atas, anais, resultados, preceeding,

entre outras denominações).

3.4.1.10.1 Evento como um todo

Elementos essenciais:

- nome do evento;

- numeração(se houver);

- ano e

- local de realização.

Em seguida, deve-se mencionar o título, subtítulo (se houver) do documento (anais,

atas, tópico temático, etc.), seguido dos dados de local de publicação, editora e data de

publicação.

Exemplos:

Anais de Congresso

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE

COMPUTADORES. 13

Belo Horizonte: UFMG, 1995. 655 p.

1995, Belo Horizonte. Anais

Preceedings de Encontro IUFOST INTERNACIONAL SYMPOSIUM ON CHEMICAL CHAMGES DURING FOOD PROCESSING,

Valencia: Instituto de

1984, Valencia. Preceendings

Agroquimica y Tecnologia de Alimentos. 1984.

Resumos de Encontro REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE

1997, Poços de Caldas. Química: academia,

indústria, sociedade: livro de resumos. São Paulo: Sociedade

QUÍMICA, 20

Brasileira de Química, 1997.

25

3.4.1.10.2 Trabalho apresentado em evento

Elementos essenciais:

- autor(es);

- título de trabalho apresentado;

- subtítulo (se houver), seguido da expressão “In:”;

- título do evento;

- numeração do evento (se houver);

- ano e local de realização;

- título do documento (anais, atas, tópicos temático , etc);

- local;

- editora;

- data de publicação e

- parte inicial e final da parte referenciada .

Quando necessário, ao final da referência, acrescentam-se notas relativas a outros

dados necessários para identificar a publicação.

Exemplos:

Resumo de Trabalho de Congresso

Trabalhos Publicados em Anais de Congressos

Colaboração em Reunião

MARTIN NETO, L.; BAYER, C.; MIELNICZUK, J.

Alterações qualitativas da matéria orgânica e os fatores determinantes da sua estabilidade num solo podzólico vermelho-escuro em diferentes sistemas de manejo. In:

CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 26.,

Rio de Janeiro: Sociedade

Brasileira de Ciência do Solo, 1997. p. 443, ref. 6-141.

1997, Rio de Janeiro. Resumos

BRAYNER, A. R. A.; MEDEIROS, C. B. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS,9., 1994, São Paulo.

Anais

São Paulo: USP, 1994, p. 16-29

SOUZA, L. S.; BORGES, A. L. ; REZENDE, J. O. Influência da correção e do preparo do solo sobre algumas propriedades químicas do solo cultivados com bananeiras. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 21., 1994, Petrolina, Anais Petrolina: EMBRAPA, CPATSA, 1994, p. 3-4.

26

3.4.1.10.3 Evento em meio eletrônico, no todo ou em parte

Após a indicação dos dados essenciais conforme 3.4.1.5.1 e 3.4.1.5.2, acrescentar as

informações sobre o tipo de suporte eletrônico, o endereço eletrônico e a data de acesso ao

documento, conforme 3.4.1.3.

Congresso Científico CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4.,

Recife: UFPe, 1996.

1996, Recife. Anais Eletrônicos

Disponível em:

<http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em:

21 jan. 1997.

Trabalho em Congresso SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradigma da qualidade total na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife.

Anais eletrônicos

<http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais/educ/ce04.htm>.

Acesso em: 21 jan. 1997.

Recife: UFPe, 1996. Disponível em:

Trabalho de Seminário GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSTÁRIAS, 10., 1998. Fortaleza. Anais Fortaleza:

Trabalho de Congresso

Tec Treina, 1998. 1CD.

SABROZA, P. C. Globalização e saúde: impacto nos perfis epidemiológicos das populações. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EPIDEMIOLOGIA, 4., 1998. Rio de

Janeiro. Anais Eletrônicos

Rio de Janeiro: ABRASCO,

1998. mesa-redonda. Disponível em:

<http://www.abrasco.com.br/epino98/>. Acesso em: 17 jan.

1999.

KRZYZANOWSKI, R. F. Valor agregado no mundo da informação: um meio de criar novos espaços competitivos a partir da tecnologia da informação e melhor satisfazer as necessidades dos clientes/usuários. In CONGRESSO

REGIONAL DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE,3., 1996, Rio de Janeiro. Interligações da tecnologia da informação: um elo futuro. Disponível em:

<http://www.bireme.br/cgi-

bin/crics3/texto?titulo=VALOR+AGREGADO-NO-

MUNDO>. Acesso em: 25 jan. 1999.

27

3.4.1.11 Patente

Elementos essenciais:

- entidade responsável;

- autor;

- título;

- número da patente e

- datas (do período de registro).

Exemplo:

Registro de Patente

EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multisensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9. 26 jun. 1989. 30 maio 1995.

3.4.1.12 Documento de acesso exclusivo em modo eletrônico

Inclui base de dados, listas de discussão, BBS (site), arquivos em disco rígido,

disquetes, programas e conjuntos de programas, mensagens eletrônicas entre outros.

Elementos essenciais:

- autor;

- denominação ou título e subtítulo (se houver) do serviço ou produto.

NOTA- No caso de arquivos eletrônicos, acrescentar a respectiva extensão à denominação

atribuída ao arquivo.

Exemplos:

Banco de Dados

BIRDS from Amapá: Disponível em:

<http://www.bdt.org/bdt/avifauna/aves>. Acesso em: 25 nov.

1998.

ACAROS no Estado de São Paulo (Enseius concordis):

banco de dados preparados por Carlos H.W> Fiechtmann. In:

FUNDAÇÃO TROPICAL DE PESQUISAS E TECNOLOGIA “ANDRÉ TOSELLO” Base de dados Tropical: no ar desde 1985. Disponível em:

<http://www.bdt.org/bdt/acarosp>. Acesso em: 28 nov. 1998.

28

Lista de Discussão

Catálogo Comercial em Homepage

Homepage Institucional

Arquivo em disquete

BIOLINE Discussion List. List maintainde by the Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponível em:

<http://www.lisserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 nov. 1998

BOOK ANNOUNCEMENT 13 MAY 1997. Produced by J. Drummond. Disponível em:

<http://www.bdt.org.br/bioline/DBSearch?BIOLINE-L-

READC+57>. Acesso em: 27 nov. 1998.

CIVITAS. Coordenação de Simão Pedro P. Marinho. desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. 1995-1998. Apresenta textos sobre urbanismo e desenvolvimento de cidades. Disponível em:

<http://www.gcsnet.com.br/oamis/civitas>. Acesso em: 27 nov. 1998. GALERIA virtual de arte do Vale do Paraíba. São José dos Campos. Fundação Cultural Cassiano Ricardo, 1998. Apresenta reproduções virtuais de obras de artistas plásticos do Vale do Paraíba. Disponível em:

<http://www.virtualvale.com.br/galeria>. Acesso em: 27 nov. 1998.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas.doc. normas para apresentação de trabalhos. Curitiba, 7 mar. 1998. 5 disquetes, 3 ½ pol. Word for Windows 7.0

Base de Dados UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca de Ciências e Tecnologia. Mapas. Curitiba, 1997. Base de Dados em Microlsis, versão 3.7.

Programa (Software)

Brinquedo Interativo CD- Rom

MICROSOFT Project for Windows 95, version 4.1: project planning software. [S.I.]: Microsoft Corporation, 1995. Conjunto de programas. 1 CD-ROM

ALLIE’S play house. Palo Altp, CA.: MPC/Opcode Interactive, 1993.1 CD-Rom. Windows 3.1

Software Educativo CD-Rom PAU no gato! Por quê? Rio de Janeiro: Sony Music Book Case Multimidia Educacional, [1990]. 1 CD-Rom. Windows

3.1.

E-Mail ACCIOLY, F. Publicação eletrônica [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <mtmendes@uol.com.br> em 26 jan.

2000.

NOTA- As mensagens que circulam por intermédio do correio eletrônico devem ser

referenciadas somente quando não se dispuser de nenhuma outra fonte para abordar o assunto

em discussão. Mensagens trocadas por e-mail têm caráter informal, interpessoal e efêmero e

29

desaparecem rapidamente, não sendo recomendável seu uso como fonte científica ou técnica

de pesquisa.

3.4.2 Transcrição dos elementos

Os padrões indicados nesta Norma para apresentação dos elementos que compõem as

referências aplicam-se a todos os tipos de documentos

3.4.2.1 Autoria

3.4.2.1.1 Autor pessoal

Indica(m)- se o(s) autores pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguido do(s)

prenome(s) e outros sobrenomes, abreviado(s) ou não. Os nomes devem ser separados por

ponto-e-vírgula, seguido de espaço.

ALVES, Roque de Brito. Ciência criminal. Rio de Janeiro:

Forense, 1995.

DAMIÃO, Regina Toledo: HENRIQUES, Antonio. Curso de Direito jurídico. São Paulo: Atlas, 1995.

PASSOS, L. M. M.; FONSECA, A .; CHAVES, M. Alegria de Saber : Matemática, segunda série . 2, primeiro grau: livro do professor. São Paulo: Scipione, 1995. 136 p.

Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas o primeiro, acrescentando se a

expressão et al.

URANI. A et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil. DF: IPEA, 1994.

NOTA – Em casos específicos (projetos de pesquisa científica, indicação de produção

científica em relatórios para órgãos de financiamento etc. ), nos quais a menção de nomes for

indispensável para certificar a autoria, é facultado indicar todos os nomes.

30

Para definição da forma correta de entradas de nomes compostos, estrangeiros etc.,

devem ser utilizadas as fontes adequadas (código de catalogação, catálogos de bibliotecas,

indicadores, bibliografias etc. ).

Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em

coletâneas de vários autores, a entrada deve ser feita pelo nome do responsável,

seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor,

coordenador etc.), entre parênteses.

FERREIRA, L. P. (Org. ). O fonoaudiólogo e a escola. São Paulo: Sumus, 1991.

MARCONDES, E.; LIMA, I. N. de (Coord.). Dietas em pediatria clínica. 4. ed. São Paulo: Sarvier 1993.

MOORE, W. (Ed). Construtivismo del Movimiento educacional: soluciones. Cordoba, AR.[s.n.], 1960.

LUJAN, R. P. (Comp.). Um presente especial. Tradução Sonia da Silva. 3. ed. São Paulo : Aquarrana, 1993. 167 p.

Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo não

deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido.

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo:

Câmara Brasileira do Livro, 1993. 64 p.

No caso da obra publicada sob pseudônimo, este deve ser adotado na referência.

DINIZ, J. As pupilas do senhor reitor. 15. ed. São Paulo:

Ática. 1994. 263 p. (Série Bom Livro).

Quando necessário, acrescentam-se outros tipos de responsabilidade logo após o

título, conforme aparecem no documento.

DANTE ALIGHIERI. A divina comédia. Tradução, prefácio e notas: Hernâni Donato. São Paulo: Círculo do Livro. [1993]. 344 p.

31

GOMES, O. O direito de família. Atualização e notas de Humberto Theodoro Júnior. 11 ed. Rio de Janeiro: Forense, 1995. 562 p.

ALBERGARIA, L. Cinco anos sem chover: história de Lino de Albergaria. Ilustrações de Paulo Lyra. 12 ed. São Paulo:

FDT, 1994. 63 p.

Quando existirem mais de três nomes exercendo o mesmo tipo de responsabilidade,

aplica-se o recomendado anteriormente.

3.4.2.1.2 Autor entidade

As

obras

de

responsabilidade

de

entidade

(órgãos

governamentais,

empresas,

associações, congressos, seminários etc.) têm entrada pelo seu próprio nome, por extenso.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10520: apresentação de citações em documentos:

procedimento. Rio de Janeiro, 1988.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Catálogo de teses da Universidade de São Paulo, 1992. São Paulo, 1993. 467 p.

CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E

DOCUMENTAÇÃO, 10., 1979, Curitiba. Anais Associação Bibliotecária do Paraná, 1979. 3v.

Curitiba:

Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome é precedido pelo nome

do órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica a qual pertence.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo, 1993. 35p.

BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF, 1993. 28 p.

Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica

que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Em caso de duplicidade de

32

nomes, deve-se acrescentar no final a unidade geográfica que identifica a jurisdição, entre

parênteses.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da diretoria-geral: 1984. Rio de Janeiro, 1985. 40 p.

BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal). O 24 de julho de 1833 e a guerra civil de 1829-1834. Lisboa, 1983. 95 p.

3.4.2.2 Título e subtítulo

O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento,

separados por dois pontos.

PASTRO, C. Arte sacra: espaço sagrado hoje. São Paulo:

Loyola, 1993. 343 p.

Em

títulos

e

subtítulos

demasiadamente

longos,

podem-se

suprimir

as

últimas

palavras, desde que não seja alterado o sentido. A supressão deve ser indicada por reticências.

GONSALVES, P. E. (Org.). A criança: perguntas e respostas: médicos, psicólogos, professores, técnicos,

dentistas

Paulo: Cultriz: Ed. da USP, 1971.

Prefácio do prof. Dr. Carlos da Silva Lacaz. São

Quando o título aparecer em mais de uma língua, registra-se o primeiro.

Opcionalmente, registra-se o segundo ou o que estiver em destaque, separando-o do primeiro

pelo sinal de igualdade (conforme 3.4.1.4.1, exemplos).

Quando se referenciam periódicos no todo (toda a coleção) ou quando se referencia

integralmente um número ou fascículo, o título deve ser sempre o primeiro elemento da

referência, devendo figurar em letras maiúsculas.

REVISTA BRASILERIA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO. São Paulo: FEBAB, 1973-1982

33

No caso de periódico com título genérico, incorpora-se o nome da entidade autora ou

editora, que se vincula ao título por uma preposição entre colchetes.

BOLETIM ESTÁTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro, 1965 – Trimestral.

Quando necessário, abreviam-se os títulos dos periódicos, conforme NBR 6032

LEITÃO, D. M. A informação como insumo estratégico. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 22, n. 2, 9. 118-123, maio/ago. 1989.

3.4.2.3 Edição

Quando houver uma indicação de edição, esta deve ser transcrita, utilizando-se

abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra “edição” , ambas na forma adotada na língua

do documento

SHAUM, D. Schaum’s outline of theory and problems. 5th ed. New York: Schaum Publishing, 1956. 204 p.

PEDROSA I. Da cor à cor inexistente. 6. ed. Rio de Janeiro:

L. Cristiano, 1995. 219 p.

Indicam-se as emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada.

FRANÇA, J. L. et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 3. ed. rev. e aum. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 1996.

3.4.2.4 Local

O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no

documento.

ZANI, R. Beleza, saúde e bem-estar. São Paulo: Saraiva, 1995. 173 p.

34

No caso de homônimos de cidades, acrescenta-se o nome do estado, do país etc.

Viçosa, AL

Viçosa, MG

Viçosa, RJ

Quando houver mais de um local para uma só editora, indica-se o primeiro ou o mais

destacado.

SWOKOSKI, E. W.; FLORES, V. R. L. F.; MOREMO, M. O. Cálculo de geometria analítica. Tradução de Alfredo Alves de Faria. Revisão técnica Antonio Pertence Junior, 2. ed. São Paulo: Makrin Books do Brasil, 1994. 2 v.

NOTA – Na obra estava: São Paulo- Rio de Janeiro- Lisboa – Bogota – Buenos Aires – Guatemala – México – New York – San Juan – Santiago etc.

Quando a cidade não aparece no documento, mas pode ser identificada, indica-se entre

colchetes.

LAZZARINI NETO, S. Cria e recria. [São Paulo]: SDF Editores. 1994

Não sendo possível determinar o local, utiliza-se a expressão Sine loco, abreviada,

entre colchetes [S.L.].

OS GRANDES clássicos das poesias líricas. [S.L.]: Ex Libris, 1981. 60 f.

KRIEGER, G,; NOVAES, L. A.; FARIA, T. Todos os sócios do presidente. 3. ed. [S.L.]: Scritta, 1992. 195 p.

3.4.2.5 Editora

O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento, abreviando-se os

prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que

sejam dispensáveis para identificação.

35

DAGHLIAN, J. Lógica e álgebra de Boole. 4. ed. São Paulo: Atlas. 1995. 167 p., il. , 21 cm. Bibliografia: p. 166- 167. ISBN 85-224-1256-1.

NOTA – Na publicação: Editora Atlas.

Quando houver mais de uma editora, indica-se a que aparecer com maior destaque na

página de rosto. Se os nomes das editoras estiverem com igual destaque, indica-se a primeira.

As demais podem ser também registradas com os respectivos lugares.

FIQUEIREDO, N. M. Metodologia para promoção do uso da informação: técnicas aplicadas particularmente em

bibliotecas universitárias e especializadas. São Paulo: Nobel,

1990.

NOTA – Na publicação Nobel e APB.

Quando a editora não é identificada, deve-se indicar a expressão

abreviada, entre colchetes [s.n.]

sine nomine,

FRANCO, I. Discursos: de outubro de 1992 a agosto de 1993. Brasília, DF:[s.n.], 1993. 107 p.

Quando o local e o editor não puderem ser identificados na publicação, utilizam-se

ambas as expressões, abreviadas e entre colchetes [S.L.: s.n.].

GONÇALVES, F. B. A história de Mirador. [S.L.: s.n.],

1993.

Quando a editora é a mesma instituição responsável pela autoria e já tiver sido

mencionada, não é indicada.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Catálogo de graduação, 1994-1995. Viçosa, MG, 1994. 385 p.

3.4.2.6 Data

A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos.

36

LEITE, C. B. O século do desempenho. São Paulo: LTr,

1994. 160 p.

Por se tratar de elemento essencial para a referência, sempre deve ser indicada uma

data, seja da publicação, da impressão, do copirraite ou outra.

CIPOLLA, S. Eu e a escola, 2ª série. São Paulo: Paulinas,

1993. 63 p.

Se nenhuma data da publicação, distribuição, copirraite, impressão etc. puder ser

determinada, registra-se uma data aproximada entre colchetes, conforme indicado:

[1971 ou 1972]

um ano ou outro

[1969?]

data provável

[1973]

data certa, não indicada no item

[entre 1906 e 1912] [ea 1960]

use intervalos menores de 20 anos data aproximada

[197-]

década certa

[197-?]

década provável

[

18--]

século provável

[

18--?]

século provável

Caso existam duas datas, ambas podem ser indicadas , desde que seja mencionada a

relação entre elas.

CHAVE bíblica. Brasília, DF: Sociedade Bíblica do Brasil, 1970 (impressão 1994). 511 p.

Nas referências de vários volumes de um documento, produzidos em um período,

indicam-se as datas inicial e final da publicação.

FUCH, G. História geral da civilização: da Antigüidade ao XX século. Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1926-1940, 4v., il.;

19cm.

Em listas e catálogos, para as coleções de periódicos em curso de publicação, indica-se

apenas a data inicial seguida de hífen e um espaço.

GLOBO RURAL. São Paulo: Rio Gráfica, 1985 –Mensal.

37

Em caso de publicação periódica, indica-se a data inicial e final do período de edição,

quando se tratar de publicação encerrada.

DESENVOLVIMENTO & CONJUNTURA. Rio de Janeiro:

Confederação Nacional da Indústria, 1957 – 1968. Mensal.

Os meses devem ser indicados de forma abreviada, no idioma original da publicação.

Não se abreviam palavras de quatro ou menos letras.

ALCARDE, J. C.; RODELLA, A. A. O equivalente em carbonato de cálcio dos correticos da acidez dos solos. Scientia Agrícola, Piracicaba, v.53, n2/3, p. 204-210, maio/dez. 1996.

BENNETTON, M. J. Terapia ocupacional e reabilitação psicossocial: uma relação impossível. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo. São Paulo, v. 4, n. 3, p. 11-16, mar.

Se a publicação indicar, em lugar dos meses, as estações do ano ou as divisões do ano

em trimestres, semestres, etc., transcrevem-se os primeiros tais como figuram no documento e

abreviam-se os últimos.

MASILLA, H. C. F. La controversia entre universalismo y particularismo e la filosofia de la cultura. Revista Latinoamericana de Filosofia, Buenos Aires, v. 24, n. 2, primavera 1998.

3.4.2.7 Descrição física

Deve-se registrar o número da última página, folha ou coluna de cada seqüência,

respeitando-se a forma utilizada (letras, algarismos romanos e arábicos).

LUCCI, E. A. Viver e aprender: estudos sociais, 3:

exemplar do professor. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. 96. 7

p.

FELIPE, J. F. A. Previdência social na prática forense. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999, viii, 236 p.

38

JAKUBOVIC, J.; LELLIS, M. Matemática na medida certa, 8. série: livro do professor. 2. ed. São Paulo: Scipione, 1994. 208, xxi p.

Quando o documento for constituído de apenas uma unidade física, ou seja, um

volume, deve-se indicar o número total de páginas ou folhas seguido da abreviatura “p” ou

“f”.

NOTA – A folha é composta de duas páginas: anverso e verso. Alguns trabalhos, como teses

e dissertações, são impressos apenas no anverso e neste caso, indica-se f.

PIAGET, J. Para onde vai a educação. 7. ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1980. 500 p.

TABAK, F. A lei como instrumento de mudança social. Fortaleza: Fundação Waldemar Alcântara, 1993, 17 f.

Quando o documento for publicado em mais de uma unidade física, ou seja, mais de

um volume, deve-se indicar a quantidade de volumes, seguida da abreviatura ‘v’.

TOURINHO FILHO. F.C. Processo penal. 16. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 1994. 4v.

Se o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos, deve-se

indicar primeiro o número de volumes bibliográficos, seguido de número de volumes físicos.

SILVA, D. P. Vocabulário jurídico. 4 ed. Rio de Janeiro:

Forense.1996. 5v. em 3.

Quando se referenciarem partes de publicações, deve-se mencionar os números das

páginas inicial e final, procedidos da abreviatura “p”, ou indica-se o número de volume,

precedido da abreviatura “v”.

REGO. L.L.B. O desenvolvimento cognitivo e a prontidão para a alfabetização. In: CARRARO. T. N. (Org.). Aprender pensando. 6. ed. Petrópolis: Vozes. 1991. p.31-40.

Quando a publicação não for paginada ou a numeração de páginas for irregular, deve-

se indicar esta característica.

39

MARQUES, M. P.;LANZELOTTE, R.G. Banco de dados e hipermídia: construindo um metamodelo para o Projeto Portinari. Rio de Janeiro: PUC, Departamento de Informática,

1993. Paginação irregular.

SISTEMA de ensino Tamandaré: sargentos do Exército e da Aeronáutica. [Rio de Janeiro]:Colégio Curso Tamandaré,

3.4.2.8 Ilustrações

1993. Não paginado.

Indicam-se as ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura “il.”; para ilustrações

coloridas, usar “il. color.”.

CESAR, A. M. A bala e a mitra. Recife: Bagaço, 1994. 167p. il.

AZEVEDO. M. R. de. Viva vida: estudos sociais, 4. São Paulo: FTD. 1994, 194p. il. Color

BATISTA, Z.; BATISTA, N. O foguete do Guido.

Ilustrações de Marilda Castanha. São Paulo: Ed. do Brasil,

1992. 15p., principalmente il. color.

CHUEIRE, C. Marca angelical. Ilustração Luciane Fadel.

Petrópolis: Vozes, 1994

326-1087-0.

18p., somente il, 20 cm ISBN 86-

3.4.2.9 Dimensões

Em listas de referências, se necessário, pode-se indicar a altura do documento em

centímetros e, em caso de formais excepcionais, também a largura. Em ambos os casos, deve-

se aproximar as frações ao centímetros seguinte, com exceção de documentos tridimensionais,

cujas medidas devem ser dadas com exatidão.

DURAN, J. J. Iluminação para vídeo e cinema. São Paulo:

[s.n], 1993. 126p., 21 cm.

CHEMELLO, T. Lãs, linhas e retalhos. 3. ed: São Paulo global, 1993. 61p., il., 16 cm x 23 cm.

40

3.4.2.10 Séries e coleções

Após todas as indicações sobre os aspectos físicos, podem ser incluídas as notas

relativas a séries, e/ou coleções. Indicam-se os títulos das séries e coleções e sua numeração

tal figuram no documento entre parênteses.

ABREX JUNIOR, J. Nacionalismo: o desafio à nova ordem pós-socialista . São Paulo: Scipione, 1993. 104p., il., 23 cm. (História em aberto).

CARVALHO, M. Guia prático do alfabetizador. São Paulo: Ática, 1994. 95p., 21 cm. (Princípios, 243).

MIGLIORI, R. Paradigmas e educação. São Paulo:

Aquariana, 1993. 20 p., 23 c. (Visão do futuro, v. 1).

AMARAL SOBRINHO, J. Ensino fundamental: gastos da União e do MEC em 1991: tendências. Brasília, DF: IPEA, 1994. 8p. (Texto para discussão, n.31).

RODRIGUES, A. Teatro completo. Organização geral e prefácio Sábato Magaldi. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. 1134p., 19 cm. (Biblioteca luso-brasileira. Serie brasileira).

3.4.2.11 Notas

Sempre que necessário à identificação da obra, podem ser incluídas notas com

informações complementares ao final da referência, sem destaque tipográfico.

Em documentos traduzidos, pode-se indicar o titulo no idioma original, quando

mencionado.

CARRUTH. J. J. A nova casa do Bebeto. Desenhos de Tony Hutchings. Tradução Ruth Rocha. São Paulo: Círculo do Livro 1993 21 p. Título original: Moving house.

No caso de tradução feita com base em outra tradução, indica-se, além da língua do

texto traduzido, a do texto original.

41

SAADI. O jardim das rosas

de Holanda. Rio de Janeiro: J. Clympio, 1944,124p., (Coleção Rubaiyat). Versão francesa de: Franz Toussaint

Original árabe.

Tradução de Aurélia Buarque

MANDINO, O. A universidade do sucesso. Tradução de Eugenia Loureiro. 6. Ed. Rio de Janeiro: Record, 1994, 562p. 21 em Titulo original: The university of success.

As separatas, reimpressões etc. devem ser transcritas como figuram na publicação.

MAKAU, A. B. Esperanza de la educacion noy Lisboa. J. Piaget, 1962. Separata de MOORE, W. (Ed). Construtivismo del movimiento educacional: soluciones. Cordoba,AR:[s.n], 1960. P. 309-340.

LION, M. F. ANDRADE, J. Drogas cardiovasculares e gravidez. Separata de: Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v.37, n.2, p125-127, 1981.

Nas dissertações, teses e/ou outros trabalhos acadêmicos devem ser indicados em nota

o tipo de documento, (monografia, dissertação, tese etc.), o grau, a vinculação acadêmica

local e a data da defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver).

MORGADO, M. L.C. Reimplante dentário. 1990. 51 f. Monografia (Especialização). Faculdade de Odontologia, Universidade Camilo Castelo Branco, São Paulo 1990.

ARAUJO, U.A. M. Máscaras Inteiriças Tukúna:

possibilidades de estudo de artefatos de museu para o conhecimento do universo indígena. 1985. 102. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais)- Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. São Paulo. 1986.

Outras notas podem ser incluídas desde que sejam importantes para a identificação e

localização de fontes de pesquisa.

LAURENTI R. Mortalidade pré-natal. São Paulo: Centro Brasileiro de Classificação de Doenças, 1978. Mimeografado.

MARINS, J. L. C. Massa calcificada da naso-faringe. Radiologia Brasileira, São Paulo, n.23, 1991. No prelo.

42

MALAGRINO, W.et al. Estudos preliminares sobre os efeitos de baixas concentrações de detergentes amiônicos na formação do bisso em Branchidontas solisianus. 1985.Trabalho apresentado ao 13º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, Maceió, 1985. Não publicado.

ZILBERMAN, R. A leitura e o ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1988. 146p. Recensão de: SILVA, E.T. Ci. Inf., Brasília, DF, v. 17, n. 2, jul/dez. 1988.

MATSUDA, C. T. Cometas: do mito à ciência. São Paulo:

ícone, 1986. Resenha de: SANTOS, P. M. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje, São Paulo, v.5, n.30, p.20, abr. 1987.

HOLANDA, S. B. Caminhos e fronteiras. 3.ed. São Paulo:

Companhia das Letras,1994. 301p., il., 21 cm. Inclui índice. ISBN 85-7164-411-x.

PELOSI, T. O caminho das cordas. Rio de Janeiro: Anais, 1993. 158p., il., 21 cm. Bibliografia: p. 115-158.

TRINGALI, D. Escolas literárias. São Paulo: Musa, 1994. 246p., 21cm. Inclui bibliografias.

RESPRIN: comprimidos. Responsável técnico Delosmar R. Bastos. São José dos Campos: Johnson, 1997. Bula de remédio.

3.4.3 Ordenação das referências

As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de

acordo com o sistema utilizado para citação no texto (conforme NBR 10520). Os mais

utilizados em trabalhos técnicos e científicos são: numérico (ordem de estação no texto) e

alfabético (sistema autor-data). Algumas obras, de histórico ou geográfico podem apresentar

a ordenação das referências por datas (cronológico) ou por locais (geográfico).

3.4.3.1 Sistema alfabético

Se for utilizado o sistema alfabético, as referências devem ser reunidas ao final do

43

capítulo, do artigo ou do trabalho, em uma única ordem alfabética. As chamadas no texto

devem obedecer à forma adotada na referência.

BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro. 1965. p.20.

CRETELLA JÚNIOR. J. Do impeachment no direito brasileiro. [São Paulo]: R. dos Tribunais, 1992. P. 07.

NOTA - No texto, as chamadas das referências são indicadas como segue:

acordo com as novas tendências da jurisprudência

brasileira (CRETELLA JÚNIOR, 1992, P.107), é facultado ao magistrado decidir sobre a matéria todos os indices coletados para a região escolhida foram analisados minuciosamente. (BOLETIM ESTATÍSTICO, 1965, P.20)

de

Eventualmente, o(s) nome(s) do(s) autor(es)de várias obras referenciadas

sucessivamente sede(m) ser substituídos(s), nas referências seguintes à primeira, por um traço

e ponto (equivalente a seis espaços).

FREYRE. G. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob regime de economia patriarcal. Rio de Janeiro:

J. Olympio, 1943. 2 v.

Sobrados e mocambos: decadência do patriarcado rural no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional 1936.

Além do nome do autor, o título de várias edições de um documento referenciado

sucessivamente também pode ser substituído por um traço nas referências seguintes à

primeira.

FREYRE,

G.

Sobrados

e

mocambos:

decadência

do

patriarcado

rural

no

Brasil.

São

Paulo:

Ed.

Nacional,

1936.40p.

2. ed. São Paulo: Ed. Nacional. 1938. 410p.

44

3.5 Glossário

Constitui-se de uma lista em ordem alfabética, de palavras especiais, de sentido pouco conhecido ou obscuro ou mesmo, de uso muito restrito, ou palavras em inglês acompanhadas de suas respectivas definições. A NBR 10719 indica sobre o glossário: “localiza-se após as bibliografias, iniciando em página de frente (anverso)”.

3.6 Anexos

São constituídos por material suplementar ao texto, colocados após o mesmo, para fins de esclarecimento ou documentação. Não constituem parte essencial para o entendimento do trabalho e podem ser formados por conjuntos de tabelas muito detalhados para sua inclusão no texto, notas técnicas sobre métodos, esquemas, cópias de documentos geralmente não acessíveis ao leitor, estudos de casos muito longos, figuras, listagens, e quaisquer outros materiais ilustrativos.

A NBR 10719 indica que os anexos devem ser identificados através de letras maiúsculas consecutivas e seus respectivos títulos.

Exemplo: ANEXO A A.1 – Introdução

A.2

A.3

A.3.1

A.3.1.1

45

4 Normas para confecção de artigos

4.1 Roteiro Padrão

Os artigos científicos devem possuir os seguintes itens, na ordem:

- Título;

- Nome dos autores;

- Filiação institucional;

- Resumo e Abstract;

- Palavras-chave e Keywords;

- Introdução;

- Seções de desenvolvimento;

- Conclusões e/ou Sugestões;

- Notas (caso houver);

- Anexos (caso houver);

- Referências Bibliográficas.

Para a elaboração de artigos devem ser seguidas as normas apresentadas a seguir, as constantes nos capítulos 2 e 3 (com exceção da seção 3.5 e 3.6) deste manual. Os artigos deverão conter de 10 (dez) a 12 (doze) páginas.

4.2 Títulos

Os títulos (em letras maiúsculas) deverão ser concisos e indicarem objetivamente o assunto tratado.

4.3 Nome dos autores e filiações institucionais

Os nomes dos autores não deverão ser abreviados. As suas filiações institucionais aparecerão por extenso e em hierarquia crescente, abrangendo os nomes do Departamento

46

(laboratório ou seção), Unidade (faculdade, escola, centro, instituto, núcleo) e Instituição

(universidade, secretaria, empresa

acrescentando-se fax e e-mail (se houver).

Segue-se o endereço completo da instituição,

).

4.4 Resumo e abstract

O resumo deverá ser feito de acordo com as normas apresentadas no capítulo 3 deste

manual. O abstract é a tradução do resumo para o Inglês.

4.5 Palavras-chave e keywords

As palavras-chave deverão situar claramente os eixos temáticos do trabalho, partindo-

se do mais amplo para o mais específico e evitando-se a mera repetição de termos presentes

no título. As keywords são a tradução das palavras-chave para o Inglês.

4.6 Introdução

A introdução abrangerá uma breve revisão atualizada do tema e a organização das

seções do artigo.

4.7 Desenvolvimento

O desenvolvimento ou corpo do texto é a parte mais extensa e apresenta as

informações importantes, a metodologia do trabalho, os dados coletados e sua análise, bem

como a exposição objetiva dos resultados alcançados e sua discussão, que deverão ser interpretados e relacionados com os já existentes.

47

4.8 Conclusões

Nas conclusões deverão ser evidenciados os avanços, limites e resultados da pesquisa, salientando a extensão e a importância de sua contribuição. Deve basear-se em dados comprovados.

4.9 Bibliografia

As referências bibliográficas são a indicação completa das fontes (livros, apostilas, revistas, etc.) utilizadas para a elaboração deste plano de trabalho e devem seguir as orientações constantes na seção 3.4 deste manual.

48

5 Normas para confecção de plano de trabalho

5.1 Roteiro Padrão

O Plano de Trabalho é o roteiro que prevê, inicialmente, as ações necessárias para a

elaboração e implementação de um trabalho. Enquanto documento, segue as regras estabelecidas para os trabalhos acadêmicos, com algumas adaptações, devendo conter:

- folha de rosto;

- sumário;

- introdução;

- justificativa;

- objetivos;

- metodologia;

-

cronograma;

-

bibliografia.

5.1.1 Folha de rosto

A folha de rosto deve ser feita de acordo com o modelo proposto neste manual, como

ilustrado no Anexo B.

5.1.2 Sumário

O sumário deve ser feito de acordo com as normas constantes na seção 3.2.9 deste

manual. O Anexo D apresenta um exemplo de sumário

49

5.1.3 Introdução

A introdução deve apresentar uma breve contextualização do tema abordado no trabalho.

5.1.4 Justificativa

A justificativa aponta a relevância social e acadêmica do trabalho a ser desenvolvido. Deve esclarecer a situação encontrada atualmente, enfatizando os problemas a serem resolvidos, bem como a viabilidade das soluções.

5.1.5 Objetivos

Os objetivos indicam com extrema clareza o que se pretende alcançar com o desenvolvimento do trabalho. Devem ser apresentados o objetivo geral e os objetivos específicos.

1. Objetivo Geral

Apresenta o objetivo geral do trabalho, ou seja, o que se pretende atingir com o

desenvolvimento do trabalho. Ex.: Construir um programa de computador que permita o controle de acesso de acadêmicos aos laboratórios de informática da UNIDERP.

2. Objetivos Específicos

Relacionam-se as ações que deverão ser realizadas de modo a se alcançar o objetivo

geral.

Ex.:

diagnosticar os acadêmicos que freqüentam os laboratórios;

controlar o cadastro dos acadêmicos, incluindo suas identificações, turmas e disciplinas;

;

gerar relatórios analíticos da disponibilidade dos laboratórios, considerando a freqüência de utilização.

50

5.1.6 Metodologia

A metodologia abrange a descrição das ações, técnicas e recursos (humanos e materiais) a serem utilizados durante o desenvolvimento do trabalho. Neste item devem ser enfatizados os motivos técnicos e teóricos para a adoção de diferentes caminhos. Exige fundamentação teórica (com utilização de vários autores).

5.1.7 Cronograma

O cronograma é a contraposição entre a quantidade de ações a serem desenvolvidas e a previsão do tempo disponível para tanto. Geralmente é elaborado através de uma tabela e serve de guia de orientação para a consecução do trabalho.

5.1.8 Bibliografia

As referências bibliográficas são a indicação completa das fontes (livros, apostilas, revistas, etc.) utilizadas para a elaboração deste plano de trabalho e devem seguir as orientações constantes na seção 3.4 deste manual.

51

Glossário

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas apud – citado por, conforme, segundo ibidem ou ibid. – na mesma obra idem ou id – igual à anterior opus citatum ou op. cit. – obra citada passim – aqui e ali sequentia ou seq. – seguinte ou que se segue

52

ANEXOS

53

Anexo A – Exemplo de capa 2

3 cm
3 cm

UNIDERP – UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL

TÍTULO DO TRABALHO

Campo Grande – MS

2001

2 As bordas só estão sendo usadas nos anexos A e B para simular os limites do papel. Em uma capa ou folha de rosto, elas são dispensáveis.

54

Anexo B – Exemplo de folha de rosto

3 cm
3 cm

UNIDERP – UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL COORDENADORIA DOS CURSOS DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, PROCESSAMENTO DE DADOS E ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO CURSO DE (nome do curso)

TÍTULO DO TRABALHO

por

NOME DO ALUNO Nº do RA – CCCPDEC - UNIDERP

Trabalho Final

Prof. Msc. (nome do professor) Orientador

Campo Grande/MS, dezembro de 2001.

55

Anexo C – Exemplo de resumo

Resumo

O presente estudo trata da qualidade total no âmbito empresarial. O objetivo desta pesquisa, de tipo descritivo, foi determinar a quantidade e ramo de empresas situadas em Campo Grande-MS, que operam com a filosofia da Qualidade Total, identificando as práticas mais desenvolvidas nas mesmas e suas conseqüências quanto a relação custo-benefício. Para tanto, foram coletadas informações em acervos bibliográficos, feito o levantamento das empresas através de dados do SEBRAE, SESI, e SENAI, escolhendo-se uma amostra de vinte empresas, sendo duas de cada um dos remos identificados. As coletas nas empresas foram realizadas no período de junho a outubro, tendo-se como instrumentos questionários e roteiros para entrevista. Também foi feita coleta de documentos cedidos pelas empresas. Os resultados permitem concluir que há uma relação direta entre o aumento da produtividade e o uso de programas da qualidade total. Houve um aumento médio de 30% dos lucros. Os processos mais utilizados implicam no controle de todas as operações realizadas, com a determinação de objetos e contínuas avaliações. Observou-se, porém, lacunas quanto à capacitação continuada dos funcionários entrevistados, bem como a ausência de benefícios, no que toca a melhoria das condições de trabalho e de salários.

Palavras-chave: Gestão empresarial, Relação custo-benefícios, Condições de trabalho.

56

Anexo D – Exemplo de sumário

1 Introdução

1.1 Organização do texto

2 Normas

para trabalhos escritos

organização

2.1 Papel

2.2. Folhas largas

Escrita

Margens

Espaços

Paginação

2.4

2.5

2.3

2.6

e

apresentação

de

2.7 Desdobramento em volumes

3 Normas para elaboração de trabalhos

3.1 Roteiro padrão

3.2 Elementos pré-textuais

3.2.1 Capa

Bibliografia

01

01

02

02

02

02

03

03

03

04

05

05

06

06

07

57

Anexo E – Exemplo de lista de abreviaturas

abs.

absoluto

CNPq

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

fig.

figura

IES

Instituição de Ensino Superior

58

Anexo F – Exemplo de lista de símbolos

.

Procedência maior

Procedência menor

=

Procedência igual

β

Beta

Sinal de aproximadamente

59

Anexo G – Exemplo de lista de tabelas

TABELA 1 – Tabela de informações

15

TABELA 2 – Tabela de dados com cinco ligamentos para estruturas

20

TABELA 3 – Tabela de dados com dois ligamentos para estruturas

35

60

Anexo H – Exemplo de lista de figuras

FIGURA 1 – Estruturas hierárquicas

12

FIGURA 2 – Árvore simbólica

16

FIGURA 3 – Estruturas com elementos de mesmo nome

19

FIGURA 4 – Árvore do exemplo 1

21

FIGURA 5 – Desenho de um cartão de dados

27

FIGURA 6 – Hierarquias e tabelas

28

FIGURA 7 – Lista linear de registros tipo “pessoa”

30

61

Anexo I – Abreviatura dos meses

PORTUGUÊS

ESPANHOL

ITALIANO

janeiro

jan.

enero

ene.

gennaio

gen.

fevereiro

fev.

febrero

feb.

febbraio

feb.

março

mar.

marzo

mar.

marzo

mar.

abril

abr.

abril

abr.

aprile

apr.

maio

maio

mayo

mayo

maggio

mag.

junho

jun.

junio

jun.

giugno

giug.

julho

jul.

julio

jul.

giuglio

giugl.

agosto

ago.

agosto

ago.

agosto

ago.

setembro

set.

septiembre

set.

settembre

set.

outubro

out.

octubre

oct.

ottobre

ott.

novembro

nov.

noviembre

nov.

novembre

nov.

dezembro

dez.

diciembre

dic.

decembre

dec.

   

dicembre

dic.

FRANCÊS

INGLÊS

ALEMÃO

janvier

jan.

January

Jan.

Januar

Jan.

février

fév.

February

Feb.

Februar

Feb.

mars

mars

March

Mar.

März

März

avril

avr.

April

Apr.

April

Apr.

mai

mai

May

May

Mai

Mai

juin

juin

June

June

Juni

Juni

juillet

juil.

July

July

Juli

Juli

août

août

August

Aug.

August

Aug.

septembre

sept.

September

Sept.

September

Sept.

octobre

oct.

October

Oct.

Oktober

Okt.

novembre

nov.

November

Nov.

November

Nov.

decembre

dec.

December

Dec.

Dezember

Dez.

62

Bibliografia

ANDRADE, Maria Margarida. Introdução ao trabalho científico. 3. ed. São Paulo: Atlas,

1998.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Referências Bibliográficas. Rio de Janeiro, ago. 2000. NBR 6028: Resumo. Rio de Janeiro, maio 1990. NBR 10520: Apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro,

abr. 1992.

NBR 10719: Apresentação de Relatórios Técnicos-científicos. Rio de Janeiro, ago. 1989b. DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1995. INÁCIO FILHO, Geraldo. A monografia na Universidade. 2. ed. Campinas: Papirus, 1995. MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias. São Paulo:

Atlas, 1990. MÜLHER, Mary Stela, CORNELSEN, Mary. Normas e padrões para teses, dissertações e monografias. 2. ed. Londrina: Ed. UEL, 1999

63

UNIDERP – UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL

MANUAL DE NORMAS TÉCNICAS - CCCPDEC

Campo Grande – MS

2001

64

UNIDERP – UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL COORDENADORIA DOS CURSOS DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, PROCESSAMENTO DE DADOS E ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

MANUAL DE NORMAS TÉCNICAS - CCCPDEC

por

COORDENADORIA DOS CURSOS DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, PROCESSAMENTO DE DADOS E ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

Campo Grande/MS, dezembro de 2000.

65

Resumo

Este manual de normas técnicas foi desenvolvido com o objetivo de padronizar todos os trabalhos a serem realizados nos cursos de Tecnologia em Processamento de Dados, Ciência da Computação e Engenharia da Computação. Para isso, foram reunidas e resumidas várias normas da ABNT, que tratam dos principais elementos que compõem um trabalho científico. Serão encontradas nesse material regras para formatação de textos e páginas, bibliografia, entre outros, além de instruções para confecção de Artigos e Plano de Trabalho.

66

Sumário

1 Introdução

1.1 Organização do texto

2 Normas

para trabalhos escritos

organização

e

apresentação

2.1 Papel

2.2. Folhas largas

2.3

2.4

2.5

2.6

2.7 Desdobramento em volumes

3 Normas para elaboração de trabalhos

3.1 Roteiro padrão

3.2 Elementos pré-textuais

3.2.1 Capa

3.2.2 Folha de rosto

3.2.3 Agradecimentos, oferecimentos

3.2.4 Resumo

3.2.5 Lista de abreviaturas ou siglas

3.2.6 Lista de símbolos

3.2.7 Lista de figuras (gráficos, diagramas, lâminas, etc.)

3.2.8 Lista de tabelas

3.2.9 Sumário

3.3 Corpo de texto

3.3.1 Texto

3.3.2 Numeração progressiva

3.3.3 Seções primárias

3.3.4 Seções secundárias, terciárias, etc.

3.3.5 Alíneas

3.3.6 Notas de rodapé

3.3.7 Citações

3.3.8 Ilustrações

3.3.9 Apresentação gráfica

3.3.10 Numeração

3.3.11 Título

3.3.12 Localização

3.4 Bibliografia

3.4.1 Modelos de referência

3.4.1.1 Monografia no todo

3.4.1.2 Parte de monografia

3.4.1.3 Monografia em meio eletrônico

3.4.1.4 Publicação periódica

3.4.1.4.1 Publicação periódica como um todo

Escrita

Margens

Espaços

Paginação

de

01

01

02

02

02

02

03

03

03

04

05

05

06

06

06

07

07

07

08

08

08

08

09

09

10

10

11

11

11

12

14

14

15

16

16

16

17

17

18

19

20

20

67

3.4.1.4.2.1 Artigo e/ou matéria de periódico

3.4.1.4.2.2 Artigo e/ou matéria de jornal

3.4.1.4.2.3 Artigo, matéria, reportagem publicados em periódicos, jornais e outros, em meio eletrônico

3.4.1.10 Documento de evento

3.4.1.10.1 Evento como um todo

3.4.1.10.2 Trabalho apresentado em evento

3.4.1.10.3 Evento em meio eletrônico, no todo ou em parte

3.4.1.11 Patente

3.4.1.12 Documento de acesso exclusivo em meio eletrônico

3.4.2 Transcrição dos elementos

3.4.2.1 Autoria

3.4.2.1.1 Autor pessoal

3.4.2.1.2 Autor entidade

3.4.2.2 Título e subtítulo

3.4.2.3

3.4.2.4

3.4.2.5

3.4.2.6

3.4.2.7 Descrição física

3.4.2.8 Ilustrações

3.4.2.9 Dimensões

3.4.2.10 Séries e coleções

3.4.2.11 Notas

3.4.3 Ordenação das referências

3.4.3.2 Sistema alfabético

3.5

3.6

Edição

Local

Editora

Data

Glossário

Anexos

4 Normas para confecção de artigos

4.1 Roteiro padrão

4.2 Títulos

4.3 Nome dos autores e filiações institucionais

4.4 Resumo e abstract

4.5 Palavras-chave e keywords

4.6 Introdução

4.7 Desenvolvimento

4.8

4.9

Conclusões

Bibliografia

5 Normas para confecção de plano de trabalho

5.1 Roteiro padrão

5.1.1 Folha de rosto

5.1.2 Sumário

5.1.3 Introdução

5.1.4 Justificativa

5.1.5 Objetivos

5.1.6 Metodologia

5.1.7 Cronograma

5.1.8 Bibliografia

Glossário

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Anexos Anexo A – Exemplo de capa Anexo B – Exemplo de folha de rosto Anexo C – Exemplo de resumo Anexo D – Exemplo de sumário Anexo E – Exemplo de lista de abreviaturas Anexo F – Exemplo de lista de símbolos Anexo G – Exemplo de lista de tabelas Anexo H – Exemplo de lista de figuras Anexo I – Abreviatura dos meses Bibliografia

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