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Projeto Pedagogico Engenharias 2013 UFABC

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2013

Projeto Pedagógico das Engenharias

CECS UFABC

Prefácio
Este documento atualiza os ajustes decorrentes da implantação dos cursos de Engenharia da UFABC. Estes ajustes se concentram em alterações de nome, código, categoria, T-P-I, recomendação, ementa e bibliografia de algumas disciplinas, fruto da experiência dos docentes após ministrar as mesmas por diversas vezes, como também pela necessidade de atualização periódica dos cursos. O processo de criação e exclusão de disciplinas também faz parte destes ajustes. As disciplinas Obrigatórias do BC&T não sofreram alterações. Com relação às disciplinas de Opção Limitada do BC&T, que são obrigatórias para todas as Engenharias, houve alteração de ementa somente na disciplina BC1713 – Engenharia Econômica, sendo que nas demais disciplinas ocorreu apenas a atualização de bibliografias. Trata-se de um aprimoramento do Catálogo das Engenharias aprovado no ConsEP em agosto de 2009 e que, após aprovação pelo ConsEPE em 2013, deverá valer para todos alunos que efetuarem a reserva de vaga ou se matricularem nos diversos cursos de Engenharia da UFABC, a partir da data de sua publicação. - Prof. Dr. Hélio Waldman – Reitor da UFABC - Prof. Dr. Gustavo Martini Dalpian – Vice Reitor da UFABC - Prof. Dr. Gilberto Martins - Diretor do CECS - Prof. Dr. Marcelo Modesto da Silva - Vice Diretor do CECS - Prof. Dr. Cícero Ribeiro de Lima – Coord. Engenharia Aeroespacial - Prof. Dr. Dácio Roberto Matheus – Coord. Engenharia Ambiental e Urbana - Prof. Dr. Emery Cleiton Cabral Correia Lins – Coord. Engenharia Biomédica - Profª. Drª. Cristina Autuori Tomazeti – Coordª. Engenharia de Energia - Prof. Dr. Jabra Haber – Coord. Engenharia de Gestão - Prof. Dr. Luiz Henrique Bonani do Nascimento – Coord. Engenharia de Informação - Prof. Dr. Marcos Roberto da Rocha Gesualdi – Coord. Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica - Prof. Dr. Everaldo Carlos Venancio – Coord. Engenharia de Materiais - Vagner Guedes de Castro – Chefe da Divisão Acadêmica do CECS

Santo André, 12 de Março de 2013.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

Sumário
1 2 3 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 Considerações Iniciais ........................................................................................................................................... Dados da Instituição ............................................................................................................................................... Forma de Acesso aos Cursos ............................................................................................................................... Regime de Matrícula ............................................................................................................................................... Desempenho Acadêmico ...................................................................................................................................... Tabela 1: Relação Conceito Obtido x Significado x Valor Numérico ................................................ Processo de Jubilação ............................................................................................................................................ Revisão de Conceitos Finais ................................................................................................................................ Fundamentação Legal ............................................................................................................................................ Regime de Ensino .................................................................................................................................................... Estratégias Pedagógicas ....................................................................................................................................... Tabela 2: Disciplinas Obrigatórias do BC&T .............................................................................................. Tabela 3: Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) ........ Tabela 4: Disciplina do Catálogo 2010 convalidada para o Catálogo 2013 .................................. Tabela 5: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ..................................................... Tabela 6: Relação entre X e Y ............................................................................................................................ Estágio Curricular .................................................................................................................................................... Trabalho de Graduação ......................................................................................................................................... Síntese da Composição da Matriz das Engenharias .................................................................................. Tabela 7: Síntese da composição curricular das Engenharias ............................................................ Tabela 8: Proposta de grade para estudantes de todas as Engenharias ........................................ Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) .. Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ............................................... Ações Acadêmicas Complementares à Formação ..................................................................................... Projetos de Assistência Estudantil ................................................................................................................... Divisão de Apoio ao Estudante de Graduação (DAEG) ............................................................................ Bolsa Permanência .................................................................................................................................................. Bolsa Moradia ........................................................................................................................................................... Bolsa-Auxílio-Participação em Eventos ......................................................................................................... Projeto de Ensino-Aprendizagem Tutorial (PEAT) ................................................................................. Iniciação à Pesquisa Científica ........................................................................................................................... Pesquisando Desde o Primeiro Dia (PDPD) ................................................................................................. Programa de Iniciação Científica – PIC/PIBIC ............................................................................................ Programa de Iniciação Científica – PIBIC/AF .............................................................................................. Projeto de Monitoria Acadêmica ...................................................................................................................... IEEE ............................................................................................................................................................................... Dados específicos de cada modalidade de Engenharia ........................................................................... Engenharia Ambiental e Urbana .................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... 2 06 06 06 07 08 09 11 11 12 13 13 14 16 16 17 18 18 20 21 23 24 25 32 36 36 36 36 36 37 37 37 38 38 38 38 39 40 40 40 40 41 41 41 42 43

3.8 3.9 4 5 6 7 7.1 7.1.1 7.1.1.1 7.1.1.2 7.1.1.3 7.2 7.3 7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.4 7.5 8 8.1 8.1.1 8.1.2 8.1.3 8.1.3.1 8.1.3.2 8.1.4 8.1.5

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 9: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana ................ Tabela 10: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana ......................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 11: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Ambiental e Urbana .................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 12: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana ...................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana ................................................. Engenharia Aeroespacial ................................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 13: Exigências para a formação do Engenheiro Aeroespacial da UFABC ....................... Tabela 14: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial ............................ Tabela 15: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial ....................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 16: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Aeroespacial .................................. Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 17: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial .................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial ................................................................ Engenharia Biomédica ....................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 18: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica ................................. Tabela 19: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica ............................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 20: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Biomédica ....................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 21: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica ......................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica ..................................................................... Engenharia de Energia ....................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... 3

8.1.6 8.1.7 8.1.8 8.1.8.1 8.1.8.2 8.2 8.2.1 8.2.2 8.2.3 8.2.3.1 8.2.3.2 8.2.4 8.2.5

45 46 47 48 49 49 50 50 67 88 88 88 88 88 89 89 90 90 91 92 93 93 94 94 95 95 108 130 130 130 130 130 131 132 133 136 137 139 139 140 140 141 141 154 178 178 178

8.2.6 8.2.7 8.2.8 8.2.8.1 8.2.8.2 8.3 8.3.1 8.3.2 8.3.3 8.3.3.1 8.3.3.2 8.3.4 8.3.5 8.3.6 8.3.7 8.3.8 8.3.8.1 8.3.8.2 8.4 8.4.1 8.4.2

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 22: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia ................................ Tabela 23: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia ............................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 24: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Energia ....................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 25: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia ......................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia .................................................................... Engenharia de Gestão ......................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 26: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão .................................. Tabela 27: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão .............................................. Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 28: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Gestão ......................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 29: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão ........................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão ...................................................................... Engenharia de Informação .............................................................................................................................. Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 30: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação ......................... Tabela 31: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação .................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 32: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Informação ............................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 33: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação ................................................. Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação ............................................................ 4

8.4.3 8.4.3.1 8.4.3.2 8.4.4 8.4.5 8.4.6 8.4.7 8.4.8 8.4.8.1 8.4.8.2 8.5 8.5.1 8.5.2 8.5.3 8.5.3.1 8.5.3.2 8.5.4 8.5.5 8.5.6 8.5.7 8.5.8 8.5.8.1 8.5.8.2 8.6 8.6.1 8.6.2 8.6.3 8.6.3.1 8.6.3.2 8.6.4 8.6.5 8.6.6 8.6.7 8.6.8 8.6.8.1 8.6.8.2

178 178 179 179 180 183 184 185 186 187 187 188 188 198 242 242 242 244 244 244 245 248 248 250 251 251 252 252 252 252 266 287 287 287 288 288 288 289 291 293 294 295 296 297 297 297 297 309

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7 8.7.1 8.7.2 8.7.3 8.7.3.1 8.7.3.2 8.7.4 8.7.5 Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ................................................................ Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 34: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ........................................................................................................................................... Tabela 35: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ................................................................................................................................................................... Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 36: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ........................................................................................................................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 37: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ....................................................................................................................................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica ... Engenharia de Materiais ................................................................................................................................... Informações sobre o curso .................................................................................................................................. Perfil do curso ........................................................................................................................................................... Objetivos do curso ................................................................................................................................................... Objetivo Geral ............................................................................................................................................................ Objetivos Específicos ............................................................................................................................................. Perfil do Egresso ...................................................................................................................................................... Organização Curricular ......................................................................................................................................... Tabela 38: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais ............................. Tabela 39: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais ........................................ Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação ....................................................................................... Tabela 40: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Materiais ................................... Convalidação entre Disciplinas ......................................................................................................................... Tabela 41: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 ........................... Ementas ....................................................................................................................................................................... Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais ..................................................... Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais ................................................................. 328 328 328 329 329 329 330 331 332 333 334 335 336 336 336 336 348 368 368 368 369 369 369 369 371 372 374 375 376 377 377 377 377 388

8.7.6 8.7.7 8.7.8 8.7.8.1 8.7.8.2 8.8 8.8.1 8.8.2 8.8.3 8.8.3.1 8.8.3.2 8.8.4 8.8.5 8.8.6 8.8.7 8.8.8 8.8.8.1 8.8.8.2

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

1 – Considerações Iniciais
Este documento apresenta os Projetos Pedagógicos dos 08 cursos de Engenharia oferecidos pela UFABC: Engenharia Aeroespacial, Engenharia Ambiental e Urbana, Engenharia Biomédica, Engenharia de Energia, Engenharia de Gestão, Engenharia de Informação, Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica e Engenharia de Materiais, visando facilitar a compreensão da concepção, da estrutura e das bases legais que os permeiam. Os aspectos comuns aos 08 cursos de Engenharia serão apresentados numa única vez, no início do documento, assim como as diretrizes norteadoras do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) que procuram garantir as sinergias decorrentes da oferta desses 08 cursos em um ou mais câmpus da UFABC. Em seguida, são apresentadas as características específicas de cada uma das 08 engenharias.

2 – Dados da Instituição
Nome da Unidade: Fundação Universidade Federal do ABC CNPJ: 07 722.779/0001-06 Lei de Criação: Lei 11.145 de 26 de julho de 2005 Diário Oficial da União (DOU) de 27 de julho de 2005

3 – Forma de Acesso aos Cursos
Para ter acesso a um ou mais cursos de Engenharia da UFABC, os estudantes devem inicialmente cursar o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T) da UFABC, no qual ingressam por meio de processo seletivo realizado pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do Ministério da Educação (MEC) em fase única, a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias O acesso aos cursos de formação específica, que inclui os cursos de Engenharia, é regulamentado pela Resolução ConsEP nº 31 de 01 de julho de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.

Ainda, segundo o Ato Deliberativo aprovado pelo CONCECS na 8ª Reunião Ordinária, de 20 de setembro de 2010, as vagas estão distribuídas da seguinte forma:

Engenharia Aeroespacial: 125 vagas Engenharia Ambiental e Urbana: 125 vagas Engenharia Biomédica: 125 vagas Engenharia de Energia: 125 vagas Engenharia de Gestão: 125 vagas Engenharia de Informação: 125 vagas Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica: 125 vagas Engenharia de Materiais: 125 vagas

3.1 – Regime de Matrícula
Antes do início de cada quadrimestre letivo, o aluno deverá proceder à sua matrícula, indicando as disciplinas que deseja cursar no período, de acordo com o regulamentado pela Resolução ConsEP no 66 de 10 de Maio de 2010 ou outra Resolução que vier a substituí-la. A partir do segundo quadrimestre, o estudante deverá realizar a matrícula nas disciplinas de sua escolha e nos períodos estabelecidos pelo calendário acadêmico. A oferta de disciplinas é baseada na matriz sugerida do curso, entretanto o aluno tem liberdade para gerenciar sua matrícula atentando-se para os critérios de jubilação (desligamento), regulamentados pela Resolução ConsEP no 44 de 10 de dezembro de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.

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Centro de Engenharia. Fórmula de cálculo do CR:  ( Ni  Ci) CR   Ci i i onde: Ci = créditos correspondentes à disciplina i (apenas T + P). conforme Tabela 1. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Não há requisitos para a matrícula em disciplinas (exceto para as disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos). Estes coeficientes servem para a avaliação geral. considerando seus respectivos créditos. para a gestão acadêmica e de políticas de acesso aos cursos de graduação da UFABC e também para subsidiar processos internos de suporte pedagógico e seleção. nos conceitos obtidos e no número de quadrimestres de permanência do estudante na Universidade. O cálculo do CR leva em conta a média ponderada dos conceitos obtidos em todas as disciplinas cursadas pelo aluno. abaixo: 8 . Veja os principais coeficientes: Coeficiente de Rendimento (CR): É um número que mostra como vem sendo o aproveitamento do aluno em relação às disciplinas cursadas. cabendo ao mesmo decidir se efetuará a matrícula de acordo com a ordem sugerida. Ni é o valor numérico do conceito obtido na disciplina i.2 – Desempenho Acadêmico No decorrer da vida acadêmica dos estudantes de graduação da UFABC. são gerados alguns coeficientes de avaliação com base nas disciplinas e créditos cursados. porém podem ser indicadas recomendações de outras disciplinas cujos conhecimentos são imprescindíveis para o bom aproveitamento do estudante. 3.

para compensar o conceito D no cálculo do CR. Desempenho mínimo satisfatório. demonstrando boa capacidade de uso dos conceitos da disciplina. demonstrando excelente compreensão da disciplina e do uso do conteúdo. mas demonstrando deficiências que exigem trabalho adicional para prosseguir em estudos avançados. B. demonstrando capacidade de uso adequado dos conceitos da disciplina. Seu cálculo é idêntico ao do CR. habilidade para enfrentar problemas relativamente simples e prosseguir em estudos avançados. com a exceção de que o CA elimina do cálculo as disciplinas de menor conceito que o aluno tenha refeito e obtido um conceito superior. o aluno poderá cursar esta disciplina novamente. Reprovado por falta. Fórmula de cálculo do CA: CA   f (MCi)CRi i 1 ND  CRi i 1 ND 9 . Bom desempenho. Nesse caso. Este grau deve ser convertido em A. Havendo vaga. D ou F antes do término do quadrimestre subseqüente. Valor numérico 4 3 C 2 D 1 F O 0 0 Não entra no cálculo do CR I a) Coeficiente de Aproveitamento (CA): É um número definido pela média dos melhores conceitos obtidos nas disciplinas cursadas pelo aluno a partir da matriz sugerida para o seu curso. com familiaridade parcial do assunto e alguma capacidade para resolver problemas simples. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito. Reprovado. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito. Indica que uma pequena parte dos requerimentos do curso precisa ser completada. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 1: Relação Conceito Obtido x Significado x Valor Numérico Conceito Obtido A B Significado Desempenho excepcional.Centro de Engenharia. o aluno é aprovado na expectativa de que obtenha um conceito melhor em outra disciplina. Aproveitamento mínimo não satisfatório dos conceitos da disciplina. Incompleto. C.

Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias onde: ND = número de disciplinas diferentes cursadas pelo aluno. desconsideradas as repetições de disciplina já cursada anteriormente (i = 1. o aluno concluiu os créditos correspondentes às disciplinas do curso considerado. f(F) = f(0) = zero. respeitando-se a seguinte relação entre cada conceito e o valor de f: f(A) = 4. CRi = número de créditos da disciplina i. b) Coeficiente de Progressão Acadêmica (CPk): É um número que informa a razão entre os créditos das disciplinas aprovadas e o número total de créditos exigidos para integralização de um curso que pode ser o BC&T. f(C) = 2. ND). MCi = melhor conceito obtido pelo aluno na disciplina i. Fórmula do cálculo do CPk : onde: 10 . Quando CPk alcançar o valor unitário. Opção Limitada ou Livre. o BC&H ou qualquer outro curso específico. f(D) = 1. . 2.. consideradas todas as vezes em que ele a tenha cursado.. i = índice de disciplina cursada pelo aluno. O valor do CPk cresce à medida que o aluno vai sendo aprovado nas disciplinas cursadas. de acordo com suas categorias: Obrigatória. para o curso considerado. f(B) = 3..

3. T é o número de quadrimestres cursados pelo aluno desde o seu ingresso.63 CPk + 0. bem como de revisão de conceitos finais nas disciplinas de graduação da UFABC. 3. Fórmula do cálculo do Ik: Ik = 0. CPk é o Coeficiente de Progressão no curso k. excluídos os quadrimestres com trancamento. será calculado preliminarmente o índice de afinidade do aluno pelo curso Ik. são regulamentados pela Resolução ConsEPE no 120 de 26 de outubro de 2011 ou outra Resolução que venha a substituí-la.Centro de Engenharia. 11 . até dezoito (18).4 – Revisão de Conceitos Finais Os procedimentos para vista e revisão de instrumentos avaliativos.005T onde: CR é o Coeficiente de Rendimento calculado sobre todas as disciplinas cursadas até o momento na UFABC.07 CR + 0. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias c) Índice de Afinidade (Ik): Para cada curso k declarado pelo aluno como de sua predileção.3 – Processo de Jubilação O Processo de Jubilação segue a resolução ConsEP nº 44 de 10 de dezembro de 2009 ou outra Resolução que venha a substituí-la.

que são:    Núcleo de conteúdos básicos: 30% da carga horária mínima. RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 11 de 11 de março de 2002 institui diretrizes curriculares nacionais de cursos de graduação em engenharia. dos conteúdos do núcleo de conteúdos Além destes núcleos de conteúdos. Por meio de Resoluções. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 3. além de obedecer às diretrizes institucionais emanadas pelo modelo pedagógico da UFABC.Centro de Engenharia. a saber: A Resolução CNE/CES Nº 02 de 18 de junho de 2007 estabelece a carga horária mínima dos cursos de engenharia em 3600 horas e o limite mínimo de integralização de 5 anos. mas apenas a conteúdos. o CNE impõe condições a serem seguidas pelos cursos de bacharelado em engenharia no país. 12 . Núcleo de conteúdos específicos: representado por extensões e aprofundamentos profissionalizantes. como atividade de Síntese e Integração de Conhecimentos.5 – Fundamentação Legal A estrutura curricular das engenharias da UFABC foi concebida levando em consideração a necessidade de se atender às diversas imposições legais determinadas pelo CNE. sem qualquer menção a disciplinas. Núcleo de conteúdos profissionalizantes: 15% da carga horária mínima. Em linhas gerais. esta resolução define a necessidade de um mínimo de 160 horas de estágios curriculares e a realização de um trabalho final de curso. esta resolução define a estrutura do curso de engenharia como sendo composto por três núcleos de conhecimentos.

Neste bacharelado interdisciplinar. 13 . pois constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC. os estudantes adquirem uma forte formação em ciências naturais e matemáticas. Escala progressiva de decisões a serem tomadas pelos alunos que ingressam na universidade.7 – Estratégias Pedagógicas O Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T) é a base da proposta curricular das Engenharias.Centro de Engenharia.  Interdisciplinaridade não apenas com as áreas de conhecimentos básicos. sendo que cada crédito em disciplinas equivale a 12 horas de atividades em sala de aula ou laboratório. complementados com um conjunto de Disciplinas de Opção Limitada e outro conjunto de Disciplinas de Livre Escolha. As disciplinas são quadrimestrais. mas também entre as diversas especialidades de engenharia. diversos aspectos devem ser observados pelo projeto curricular das engenharias.6 – Regime de Ensino Os cursos de graduação da UFABC são organizados em sistema de créditos. 3. 3.  Possibilidade de monitoração e atualização contínua dos conteúdos a serem oferecidos pelos cursos. os alunos do BC&T devem cursar 90 créditos de Disciplinas Obrigatórias (Tabela 2).  Elevado grau de autonomia do aluno na definição de seu projeto curricular pessoal. ao longo da construção de seu currículo escolar. Para tanto. sem descuidar de aspectos sociais e filosóficos envolvidos no trabalho com ciência e tecnologia. dentre os quais se destacam:   Compatibilização dos cursos Pós-BC&T com o BC&T. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Do ponto de vista do modelo pedagógico da UFABC.

Tecnologia e Sociedade Interações Atômicas e Moleculares Projeto Dirigido Total T 0 0 3 4 3 3 3 3 4 3 3 3 3 4 3 3 3 3 4 3 2 3 3 3 3 0 P 2 3 0 0 0 0 2 0 0 0 2 1 2 0 0 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 2 I 2 2 4 5 4 4 6 4 6 6 5 4 6 4 4 4 6 6 4 4 4 4 4 4 4 10 Créditos 2 3 3 4 3 3 5 3 4 3 5 4 5 4 3 3 5 5 4 3 2 3 3 3 3 2 90 * A descrição das disciplinas na Tabela 2 é válida para o ano de 2013. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 2: Disciplinas Obrigatórias do BC&T (*) ITEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Código BC0005 BC0001 BC0102 BC0003 BC0304 BC0504 BC0208 BC0306 BC0402 BC0404 BC0505 BC0205 BC0307 BC0405 BC0004 BC0506 BC0209 BC0308 BC0407 BC0602 BC0207 BC0103 BC0406 BC0603 BC0104 BC0002 Nome Bases Computacionais da Ciência Base Experimental das Ciências Naturais Estrutura da Matéria Bases Matemáticas Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Natureza da Informação Fenômenos Mecânicos Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Funções de Uma Variável Geometria Analítica Processamento da Informação Fenômenos Térmicos Transformações Químicas Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias Bases Epistemológicas da Ciência Moderna Comunicação e Redes Fenômenos Eletromagnéticos Transformações Bioquímicas Funções de Várias Variáveis Estrutura e Dinâmica Social Energia: Origens. de acordo com as necessidades acadêmicas evolutivas do Projeto Pedagógico do BC&T. podendo sofrer alterações posteriores. Conversão e Uso Física Quântica Introdução à Probabilidade e à Estatística Ciência.Centro de Engenharia. 14 .

As ementas deste conjunto de disciplinas estão disponibilizadas no item 5: Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias). sendo que a ordem recomendada para essas disciplinas varia de acordo com cada curso. o CECS sugere que os 57 créditos referentes às disciplinas de Opção Limitada do BC&T sejam concluídos da seguinte forma:  46 créditos referentes às 12 disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). Já para as disciplinas Obrigatórias Específicas. conforme sugerido na Tabela 8. onde são apresentadas as propostas de suas Matrizes Curriculares. As 12 disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) constituem os conhecimentos básicos para todas as engenharias da UFABC (Tabela 3) e. recomenda-se que as mesmas sejam cursadas de acordo com a Representação Gráfica de Matriz sugerida da modalidade de engenharia escolhida. são obrigatórias para todos os estudantes que pretendem obter a graduação em qualquer modalidade de Engenharia. como poderá ser visto nas informações específicas de cada Engenharia.  11 créditos referentes a algumas das disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade de engenharia escolhida. Recomenda-se que as disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) sejam cursadas a partir do 5º quadrimestre do BC&T. É importante ressaltar também que a graduação em Engenharia somente será concluída em 05 anos se o aluno mantiver uma média de 20 créditos concluídos/quadrimestre.Centro de Engenharia. conforme Resolução 140 do ConsEPE. 15 . portanto. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Para o aluno do BC&T que deseja cursar qualquer uma das 08 engenharias da UFABC.

Mecânica dos Fluidos I Fenômenos Térmicos BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1713 BC1416 Engenharia Econômica Fundamentos de Desenho e Projeto Instrumentação e Controle 06 BC1507 3 1 5 4 07 08 09 10 BC1710 Introdução às Engenharias 2 3 3 3 0 1 1 1 4 5 5 5 2 4 4 4 BC1105 Materiais e Suas Propriedades BC1103 BC1104 Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Sólidos I 11 BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia Termodinâmica Aplicada I Total 0 3 2 3 12 BC1309 3 1 5 4 46 Tabela 4: Disciplina do Catálogo 2010 convalidada para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 BC1711 – Engenharia Econômica Disciplina do Catálogo 2013 BC1713 – Engenharia Econômica 16 . Fenômenos Mecânicos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 3: Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) ITEM Código 01 02 03 04 05 BC1425 BC1419 Nome Álgebra Linear Cálculo Numérico T 6 3 3 2 1 P 0 1 1 1 3 I 5 4 5 3 4 Créditos 6 4 4 3 4 Recomendações Geometria Analítica Funções de Uma Variável Fenômenos Eletromagnéticos Não há Não há Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Geometria Analítica Circuitos Elétricos e Fotônica.Centro de Engenharia. Circuitos Elétricos e Fotônica Não há Não há Fenômenos Térmicos Funções de Uma Variável.

As ementas deste conjunto de disciplinas estão disponibilizadas no item 6: Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos. Estágio Curricular (I e II) e Trabalho de Graduação (I. II e III) apresentam requisitos necessários para que se possa efetuar a matrícula nas mesmas. São disciplinas que têm foco na prática da atividade do engenheiro. Tabela 5: Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos ITEM Código Nome T P I Créditos Requisitos Todas as disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Engenharia Unificada I Ver resolução de Estágio específica para o curso Estágio Curricular I Ver resolução de TG específica para o curso Trabalho de Graduação I Trabalho de Graduação II 01 EN 1002 Engenharia Unificada I 0 3 5 3 02 EN 1004 Engenharia Unificada II 0 3 5 3 03 EN 1X01 Estágio Curricular I em Y** 0 7 0 7 04 05 06 07 EN 1X02 EN 1X03 EN 1X04 EN 1X05 Estágio Curricular II em Y** Trabalho de Graduação I em Y** Trabalho de Graduação II em Y** Trabalho de Graduação III em Y** Total 0 0 0 0 7 2 2 2 0 4 4 4 7 2 2 2 26 17 .Centro de Engenharia. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Engenharia Unificada I e II). Tais requisitos variam de acordo com cada uma das engenharias. II e III). todos os estudantes de Engenharia devem cursar as 07 disciplinas que têm o objetivo de Síntese e Integração de Conhecimentos construídos no decorrer do curso (Tabela 5). As disciplinas Engenharia Unificada (I e II). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Além das disciplinas básicas.

o Estágio Curricular tem como objetivos: – A inserção dos estudantes em empresas. – Proporcionar aos estudantes a correlação dos conteúdos vistos nas atividades acadêmicas do curso com a prática profissional. – Desenvolver a interdisciplinaridade por meio da participação em atividades que abordem assuntos das diversas áreas do conhecimento. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ** Tabela 6: Relação entre X e Y X 1 2 3 4 5 6 7 8 Y Engenharia Ambiental e Urbana Engenharia Aeroespacial Engenharia Biomédica Engenharia de Energia Engenharia de Gestão Engenharia de Informação Engenharia de Instrumentação. em situações práticas. Além de ser obrigatório para a aquisição do diploma em qualquer modalidade de Engenharia da UFABC. dos conhecimentos adquiridos dentro da Universidade. – Preparar e dar segurança aos estudantes para o futuro desenvolvimento da atividade profissional. órgãos ou instituições para a vivência da realidade profissional. 18 . – Possibilitar o aprendizado na solução de problemas no dia-a-dia profissional. – Aplicação. Automação e Robótica Engenharia de Materiais 3.Centro de Engenharia.8 – Estágio Curricular O Estágio Curricular é uma disciplina de Síntese e Integração de Conhecimentos e a sua realização representa uma vivência imprescindível aos estudantes de Engenharia.

br. que é um professor da UFABC credenciado pelo curso para avaliar o Plano de Atividades e o Histórico Escolar do candidato. Engenharia Ambiental e Urbana: Resolução ConsEP nº 78 de 26 de agosto de 2010. poderá ou não ocorrer. Na avaliação será verificado se o estágio cumpriu o seu papel de aprendizado e aplicação de conhecimento na área proposta e se está de acordo com o Projeto Pedagógico e do Regulamento de Estágio do curso. Cada curso de Engenharia tem um Coordenador da Disciplina Estágio Curricular (I e II). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias – Estimular ou aperfeiçoar o desenvolvimento do espírito crítico. será nomeado um Professor Orientador (também docente da UFABC credenciado pelo curso).Centro de Engenharia. para validação de estágio. em função das condições impostas pelas Resoluções de Estágio específicas de cada curso (Engenharia de Informação: Resolução ConsEP nº 76 de 26 de agosto de 2010. é também coresponsável pelo relatório e pelo cumprimento do Plano de Atividades.cecs. com matrícula em quadrimestres distintos e em fluxo contínuo. dentro da instituição onde o estudante realiza o estágio. para acompanhar o aprendizado do estudante no quadrimestre letivo. A matrícula na disciplina Estágio Curricular (I e II) é feita diretamente na Divisão de Estágios e Monitorias da ProGrad (DEM) ou outro setor administrativo da UFABC que venha a substituí-lo.edu. que o aluno deverá cursar preferencialmente no último ano de sua formação acadêmica. A lista de documentos necessários para solicitação da matrícula encontra-se disponível em www. Se o candidato atender aos requisitos para se matricular na disciplina Estágio Curricular. Engenharia Biomédica: Resolução ConsEP nº 77 de 26 de agosto de 2010. O Estágio Curricular é oferecido em duas disciplinas obrigatórias. avaliar o Relatório de Estágio e atribuir um conceito. com carga horária total mínima de 168 horas. Engenharia Aeroespacial: Resolução 19 . O Supervisor. – Desenvolver e aperfeiçoar a criatividade e o amadurecimento profissional em um ambiente de trabalho. O deferimento de qualquer outra atividade desenvolvida pelo estudante.

– Reunir e demonstrar.Centro de Engenharia. a conclusão se dá através de um Relatório Parcial do desenvolvimento da execução do Trabalho de Graduação. específicas para cada modalidade de Engenharia. conforme formato. Cada um dos cursos deve oferecer e ser responsável por suas três disciplinas de Trabalho de Graduação. pertinente a uma das áreas de conhecimento de seu curso. Engenharia de Gestão: Resolução ConsEP nº 83 de 26 de agosto de 2010) ou outra Resolução que venha a substituí-las. O TG deverá cumprir os seguintes objetivos: – Atender ao Projeto Pedagógico da UFABC e das Engenharias. O TGIII tem seu término caracterizado pela apresentação do Trabalho de Graduação final. indicado pelo coordenador do curso. A conclusão do TGI se dá através da apresentação do Projeto de Pesquisa e definição de seu respectivo Orientador e. aprofundados e sistematizados em um trabalho de pesquisa de caráter teórico ou teórico/prático/empírico. Trabalho de Graduação II (TGII) e Trabalho de Graduação III (TGIII). co-orientador. Engenharia de Energia: Resolução ConsEP nº 80 de 26 de agosto de 2010.9 – Trabalho de Graduação Conforme Resolução CONCECS Nº 06 de 16 de abril de 2012 (ou outra resolução que venha a substituí-la) que regulamenta as normas gerais para o Trabalho de Graduação em Engenharia. regras e calendário definidos por cada curso de engenharia. 3. Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica: Resolução ConsEP nº 82 de 26 de agosto de 2010. o Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia consiste em uma atividade de Síntese e Integração de Conhecimentos adquiridos ao longo do curso. quando aplicável. A execução do TG é dividida em 03 disciplinas quadrimestrais sequenciais denominadas Trabalho de Graduação I (TGI). abordando um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelas coordenações de curso ou pelos responsáveis pela gestão das disciplinas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ConsEP nº 79 de 26 de agosto de 2010. Para o TGII. Engenharia de Materiais: Resolução ConsEP nº 81 de 26 de agosto de 2010. em uma tarefa acadêmica final de curso. os conhecimentos adquiridos pelo aluno ao longo de sua graduação. 20 .

Desta forma. de capacidade de organização e de clareza e coerência na redação final do trabalho. Somando-se a essas as disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos. A formação do engenheiro da UFABC exige um total de 300 créditos (3600 horas). este número de horas será equivalente a um total de 138 créditos.As Disciplinas Obrigatórias Específicas para cada modalidade de Engenharia (disciplinas de conteúdo profissionalizante). por todo o período no qual o aluno desenvolver o seu trabalho. 4 – Síntese da Composição da Matriz das Engenharias As disciplinas Obrigatórias do BC&T somadas às disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) cumprem os requisitos dos conteúdos básicos exigidos pelas Diretrizes Curriculares para as Engenharias.edu. Estes 138 créditos serão compostos de três conjuntos de disciplinas: . ser acompanhado por um Professor Orientador. necessariamente. conforme estabelecido pelo CNE/CES. 21 .Centro de Engenharia. Considerando-se que a UFABC adota o critério de 01 crédito para cada 12 horas de atividades. Todo TG deverá. As demais informações sobre a regulamentação geral do Trabalho de Graduação encontram-se no Regulamento Geral dos Trabalhos de Graduação em Engenharia e nas normas específicas de cada curso de engenharia. contabiliza-se 162 créditos (1944 horas). disponível em www.br.cecs. até a avaliação final. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias – Concentrar em uma atividade acadêmica o desenvolvimento de metodologia de pesquisa bibliográfica. o aluno deve realizar atividades correspondentes a um total de 1656 horas.

Para as Disciplinas de Livre Escolha. visando fortalecer a interdisciplinaridade e a autonomia dos estudantes. buscando uma formação mais interdisciplinar. seja no sentido de complementar os conteúdos específicos dentro de sua modalidade de engenharia ou em outra modalidade de seu interesse. 22 . Tendo em vista as recomendações do CNE/CES e as características específicas de cada uma das modalidades de Engenharia oferecidas pela UFABC. constituindo-se assim em uma oportunidade do estudante exercer sua escolha em relação à sua atuação profissional. também foi estabelecido o número mínimo de 30 créditos. do núcleo de conteúdos específicos de um Bacharelado em Engenharia. conferindo-lhe atribuições específicas em relação ao CREA).As Disciplinas de Livre Escolha (todas as disciplinas da UFABC que não tenham sido cursadas como parte dos conjuntos citados anteriormente). parcialmente. . o CECS exige um mínimo de 60 créditos para as Disciplinas Obrigatórias Específicas para cada modalidade de Engenharia (720 horas) que atendem às exigências do núcleo de conteúdos profissionalizantes e. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . poderá ampliar suas atribuições profissionais em relação ao CREA.As Disciplinas de Opção Limitada Específicas de cada modalidade de Engenharia (disciplinas que proporcionam um aprofundamento dos estudantes na Engenharia pela qual optaram.Centro de Engenharia. está indicado na Tabela 7. Eventualmente. As Disciplinas de Opção Limitada caracterizam-se por complementar os requisitos do núcleo de formação específica. As Disciplinas de Livre Escolha permitem ao aluno personalizar sua formação acadêmica. ou ainda disciplinas que visem aprimorar o perfil humanístico e de cidadania do profissional a ser formado pela UFABC. O número de créditos das Disciplinas de Opção Limitada. constituindo-se de disciplinas que proporcionarão ao estudante atribuições profissionais em determinadas áreas de atuação da engenharia. para cada uma das engenharias. seja através de disciplinas de outras áreas.

E ainda. conforme o quadro abaixo: Tabela 7: Síntese da composição curricular das Engenharias Número de créditos das disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Número de créditos das disciplinas de Opção Limitada exigidas pelo Curso Número de créditos das disciplinas de Livre Escolha exigidas pelo Curso Modalidade de Engenharia Número de créditos das disciplinas Obrigatórias do BC&T Número de créditos das disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos Número de créditos das disciplinas Obrigatórias “Específicas” do Curso TOTAL de créditos do Curso Aeroespacial Ambiental e Urbana Biomédica Energia Gestão Informação Instrumentação. a ser preenchida de acordo com o curso e a formação específica pretendidos por cada estudante: 23 . ou entre uma Engenharia e outro Bacharelado oferecido pela UFABC. os estudantes podem cursá-las como Disciplinas de Livre Escolha. mas esta estrutura é permeada de interfaces com outros cursos. apresentamos na Tabela 8 a proposta de matriz curricular geral para os estudantes de Engenharia. com base nos parâmetros propostos pelo CECS. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Assim. Automação e Robótica Materiais 90 46 26 86 77 80 69 86 81 85 64 22 30 28 39 22 27 23 44 30 31 30 30 30 30 30 30 300 Cada curso de Engenharia tem sua própria estrutura curricular. Diversas disciplinas são compartilhadas como Obrigatória ou de Opção Limitada entre as Engenharias. A seguir.Centro de Engenharia. os colegiados de cada curso de Engenharia elaboraram as diretrizes para composição da matriz curricular dos estudantes. caso não façam parte desses conjuntos.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 8: Proposta de grade para estudantes de todas as Engenharias 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Conversão e Uso Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Estágio Curricular I Estágio Curricular II BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Trabalho de Graduação I Trabalho de Graduação II Trabalho de Graduação III Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 2º Quadrimestre 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 14º Quadrimestre 15º Quadrimestre 4 º A N O 5 º A N O 24 .Centro de Engenharia. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) BC0002 Projeto Dirigido Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Obrigatória específica da Engenharia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.

25 . F. Dependência e independência linear. Métodos de ponto fixo – iterativo linear / Newton-Raphson. 2001. C. 2003. Arredondamento e truncamento. Subespaços vetoriais. R. Um curso de Álgebra Linear. Newton e Gregory-Newton. Integração numérica: Métodos de Newton-Cotes. 3a edição. Matriz mudança de base.A. LIMA. Porto Alegre: Bookman.Centro de Engenharia. 02 CÁLCULO NUMÉRICO Código: BC1419 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Uma Variável Ementa: Aritmética de ponto flutuante: Erros absolutos e relativos.. Resolução de Sistemas de Equações Lineares: Métodos diretos – Cramer / eliminação de Gauss. & WETZLER. Aritmética de ponto flutuante. Bibliografia Complementar: COELHO.L. H. COSTA. Álgebra Linear. Núcleo e imagem de uma transformação linear. Cálculo Numérico. Bibliografia Básica: BOLDRINI.R. Álgebra linear com aplicações. Editora da Universidade de São Paulo-EDUSP.. Coleção Matemática Universitária. M. M. Aspectos Teóricos e Computacionais. Diagonalização de operadores. V. V. J. Polinômio interpolador de: Lagrange. Bibliografia Básica: RUGGIERO. L. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 5 – Ementas das Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) 01 ÁLGEBRA LINEAR Código: BC1425 TPI: 6-0-5 Carga Horária: 72h Recomendação: Geometria Analítica Ementa: Sistemas de Equações Lineares: Sistemas e matrizes. Simpson. Transformações Lineares: Definição de transformação linear e exemplos. L. IMPA. Matrizes escalonadas. Métodos iterativos – Jacobi / Gauss-Seidel. E. decomposição A = LU. & LOURENÇO. ed. Ajustamento de Curvas pelo Método dos Mínimos Quadrados: Interpolação Polinomial: Existência e unicidade do polinômio Interpolador. FIGUEIREDO. 8a. Editora Harbra Ltda. L. L. Base de um espaço vetorial e mudança de base. G. Zeros de Funções Reais: Métodos de quebra – bisseção / falsa posição. U. e LOPES. Estudo do erro. 2001. Base de autovetores. 1986. Métodos de Múltiplos passos – secantes. Autovalores e Autovetores: Polinômio característico. Trapézios. 6ª Edição. S. Espaço Vetorial: Definição e exemplos. São Paulo. H.G. Sistemas homogêneos. L. Combinação linear. Estudo do erro. ANTON. Posto e Nulidade de uma matriz. RORRES. Transformações lineares e matrizes.

HECHT. L. J. Óptica de raios. “Análise de Circuitos em Engenharia”. Prentice-Hall. Potência e Energia. ALEXANDER. “Optoelectronics and Photonics – Principles and Practices”. Métodos e Teoremas de Análise de Circuitos.. Resistência. Bookman. SVOBODA. diagrama de fluxo de caixa e equivalência.O. 2006. Wiley. J. 26 . Tensão. DURBIN. 7ª.N. BARROSO. 12a edição. R. O. HETEM JUNIOR. .. W. A. Divisores de tensão e corrente. TEICH. KASAP. SADIKU. E. M.. Indutor.C. São Paulo: Pearson Prentice Hall. Wiley (2006). 114 p.. LIMA.L.E. 2008. “Fundamentals of Photonics”. Cálculo numérico. Ed.A. Semicondutores.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias São Paulo. Introdução ao cálculo numérico. 1972.. 03 CIRCUITOS ELÉTRICOS E FOTÔNICA Código: BC1519 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Corrente. 3ª Ed. série unitária. Polarização e polarizadores. C.K.H.A. “Introduction to Electric Circuits”. Fotodiodos e Diodos emissores de luz. São Paulo: Edgar Blücher. Elementos de CA. “Introdução a Análise de Circuitos”. Introdução ao cálculo numérico. 2008.. 2012. Interferência e Difração.. Addison Wesley. HAYT Jr. 2001. Reinaldo. Ivan de Queiroz. Cálculo Numérico (com aplicações). E. São Paulo: Edgar Blücher. Associações série e paralelo. Rio de Janeiro: LTC. ed. Harbra. 2008. C. M.. Fundamentos de óptica e fotônica. 2a. BURIAN. McGraw-Hill. Antonio Carlos de. “Optics”. C.Centro de Engenharia. (1987). taxa de juros. SALEH. Fibras ópticas. Pearson. Cálculo numérico. Bibliografia Complementar: FRANCO. Neide Bertoldi. B. Óptica ondulatória. Ivan de Queiroz. 2006. 1972. KEMMERLY. Circuito RC.M. 1988.. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. Lei de Ohm e Leis de Kirchhoff. Mc Graw Hill.. Capacitor.. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. Bibliografia Complementar: DORF.. 4ª. Ondas eletromagnéticas. 114 p. R. BARROS. Annibal.C. 7ª Ed. S. BARROS. Circuito RL. Ed. 2007. Prentice Hall. S. 2002. Fasores. Ed. “Principles of Physical Optics”. Wiley-Interscience. BENNETT.. 04 Código: BC1713 TPI: 2-1-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Não há ENGENHARIA ECONÔMICA Ementa: Juros.

et al. and MUSTO. Porto Alegre: Ed. Administração financeira: teoria e prática. ISBN 9788522428045. L. Desenho Técnico – emprego de Escalas. Folhas de Desenho. série gradiente aritmético e gradiente geométrico. EARLE. 2004 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT).M. São Paulo. 2009. Plêiade. F.. ABENSUR. Rio de Janeiro. 1999. taxas nominal e efetiva.. ISBN: 8522441596 KUPPER. F.. escalas e dimensionamento. C. C.A. H. 2002. R. Engenharia econômica e finanças. revolução. projeto e análise de montagens. análise comparativa entre alternativas de investimento. São Paulo: Atlas. MARQUES. 1113 p. leiaute e dimensões . Finanças corporativas: fundamentos. Desenho assistido por computador (CAD): Modelagem de peças (extrusão. Ed. Engenharia econômica e finanças. EHRHARDT. 11ed. 2008. BRIGHAM.. 1994. GONÇALVES. et al. Bookman. loft). R. análise de projetos. cortes e secções.. São Paulo: Atlas. C. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Rio de Janeiro: Campus. C. 05 FUNDAMENTOS DE DESENHO E PROJETO Código: BC1416 TPI: 1-3-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: Desenho Técnico: normalização em desenho técnico. GASPAR. depreciação.. M. HASENCLEVER.. São Paulo: Atlas.. Bibliografia Básica: HIRSCHFELD. 2009. ISBN 9788535232103. 27 . ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). A.E. séries uniformes e as relações entre seus fatores. Prentice Hall. E. Fundamentos de Desenho e Projeto. A. TARQUIN. 2009. projeções e vistas ortográficas. 1987. R. ISBN: 9788522426621 BLANK. Economia de empresas. Bibliografia Básica: RIASCOS. 2010. 2a edição. varredura. et al. Rio de Janeiro. Engineering Design Graphics. Engenharia econômica. Introduction to Solid Modeling Using SolidWorks 2007. 2005. ISBN: 9788536615448 Bibliografia Complementar: MOTTA. Aplicação de linhas em Desenho Tecnico NBR 8403. valor futuro e séries uniformes. HOWARD. GAPENSKI. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). BRUNSTEIN. LIMA. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias valor presente. São Paulo: McGraw-Hill. 1982.Centro de Engenharia. 2009.. Rio de Janeiro. 2008. Rio de Janeiro: Elsevier. 2002. D. L. Engenharia econômica e análise de custos. Comunicação Gráfica Moderna. I.H. Economia industrial. L. Rio de Janeiro: Campus. J. E. perspectivas. práticas brasileiras e aplicações em planilha eletrônica e calculadora financeira.. D. Cotagem em Desenho Técnico NBR 10126. cascas. J. L. O. São Paulo: Scortecci. Rio de Janeiro. W. NBR 8196..NBR 10068. E. Bibliografia Complementar: GIESECKE.

BRUSSAMARELLO. E. 07 Código: BC1710 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há INTRODUÇÃO ÀS ENGENHARIAS Ementa: Fornecer uma introdução às engenharias com ênfase nas engenharias oferecidas pela UFABC: suas interconexões com a evolução da sociedade.. 3ª ED. W. Ferramentas e Comportamentos. Circuitos de instrumentação: medições com pontes. 28 . K. Ed.. S. ''Soluções Práticas de Instrumentação e Automação''. tempo de resposta e resposta em freqüência de sensores. ORWIN.. E. C. Introdução à Engenharia. transdutores de instrumentação de sistemas de medições. Prentice Hall do Brasil. "Instrumentação Eletrônica Moderna e Técnicas de Medição". Gráfica AWG. osciloscópios. T. UFSC.Centro de Engenharia. Controle e Automação de Processos''.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 06 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE Código: BC1507 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. ''Instrumentação e Fundamentos de Medida''. COOPER. "Modern Control Systems".D. W.. R. Serão abordados temas que exibem a atuação profissional dos engenheiros com o enfoque no desenvolvimento do indivíduo e da sociedade. L. FOWLER. L.C. P.. 1a edição.D. SPJUT. 2006. C. controladores elementares. Ed. PEREIRA. Discutir alguns desafios tecnológicos e científicos em estudos de casos. 3ª ED. F. LTC. PEREIRA.. R. Modern Control Engineering. 4a edição. Bibliografia Complementar: ALVES. D. modelagem matemática de sistemas dinâmicos no espaço de estados. Prentice Hall.. Bibliografia Básica: BAZZO. HELFRICK.. Abordar as responsabilidades éticas e técnicas de engenheiros na prática profissional.. 1a edição. 1a edição. Silva Jr. 2003.. BALBINOT. ''Instrumentação. Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Princípios de controle automático: controle de malha aberta e de malha fechada. BISHOP.. K. instrumentos indicadores eletromecânicos. M. A. L. Princípios de medição de grandezas físicas. J. 2001. DORF. DYM. 2005. LITTLE. Bibliografia Básica: OGATA. A. 2012. A. "Engenharia de controle moderno".. 2005. diagramas de blocos. LTC. Bookman. J. P. 1994. Abordar a engenharia como um esforço individual e coletivo inter e multidisciplinar. 10th edition... Mathematical models in applied sciences Ogata. R. V. V. REGAZZI. A. Introdução à Engenharia: Conceitos. Florianópolis.H. Prentice Hall.

W. 2010. Equações constitutivas. T. Dano e envelhecimento. Bibliografia Complementar: WHITE. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 2010. Caracterização de materiais: técnicas de ensaio mecânico e opto-eletrônico. M. Funções de Várias Variáveis. Estática dos fluidos. 4th Edition. J. Equações Básicas na Forma Integral para Volume de Controle. Foundations of Materials Science and Engineering.D. 09 MECÂNICA DOS FLUIDOS I Código: BC1103 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos. REECE. MOAVENI. SMITH. USA. and RAWLINGS. R. polímeros. 2006.. ANDERSON . Introdução à Engenharia – Modelagem e Solução de Problemas. CALLISTER . Ed. Introdução à Análise Diferencial. W. mecânicas. Introdução à Engenharia. Rio de Janeiro. D. Funções de Uma Variável.H. Stamford. M. Materiais ferrosos. LTC. fluência e corrosão.. Princípios de Ciências dos Materiais. biomateriais e novos materiais.. Understanding Materials Science. R. S. D. Introduction to Materials Science for Engineers. and ALEXANDER . Rio de Janeiro.. Ed. HOLTZAPPLE.C. Engineering Fundamentals: An Introduction to Engineering. L.. B. VAN VLACK. Bibliografia Básica: CALLISTER JR... 08 Código: BC1105 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES Ementa: Tipos de materiais: metálicos. JAVAD. Materials Science. Bibliografia Complementar: BROCKMAN. 29 . and HETHWISCH. W. 2011. cerâmicos. SHACKELFORD. Cengage Learning. HUMMEL.D. JAMES F.Centro de Engenharia. LTC. físicoquímicas. Properties of Materials.D.A. Propriedade de materiais: físicas. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. WILLIAM and HASHEMI.E. óticas e biológicas. D. térmicas.. K. G. Apresentações feitas pelos docentes dos 8 cursos de engenharia da UFABC e por engenheiros convidados das indústrias instaladas no Grande ABC e região metropolitana de São Paulo. and LEANDER . J. Fundamentals of Materials Science and Engineering: An Integrated Approach. Ementa: Introdução e conceitos fundamentais.M. Fadiga..

2004. Alan T.ed.F. 2002. rev. COHEN. 6).L. Fenômenos Mecânicos. Y. 2004. Fluid Mechanics. xx.. G K. Força e Tensão. Mecânica dos Fluidos. POTTER. C. T. c2004. OKIISHI. 872 p. Blücher. oscilações e ondas. xviii. Moysés. Rutherford. M. x. L. PANTON.. Fluid mechanics. M.. J. and the basic equations of fluid mechanics.. BATCHELOR. Ementa: Estática. Lei de Hooke. 4a Ed... E. Análise de tensões em estruturas simples. Pearson. Pijush K. Bibliografia Básica: HIBBELER. New York: Cambridge University Press. FOSS.. ARIS. POTTER.. Geometria Analítica.. WIGGERT. Philip J. Estática . 2. 4. HIBBELER. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. McGraw Hill. New York: Dover Publications.Mecânica para engenharia. 539 p. flexão e torção. São Paulo: Pearson Makron Books. Mecânica dos Fluidos: Fundamentos e Aplicações. MCDONALD. JOHNSTON JUNIOR. I. Equações constitutivas.. C. J. Vectors. Prentice Hall. 1982. Edgard Blüchger Ltda. xvii. McGraw Hill. Great Lakes Press. 4 ed. PRITCHARD. R. Incompressible Flow.. xiv. H. Russel E. Fundamentos de Desenho e Projeto. 2008. (Cambridge mathematical library). D. 4 ed. 2006. Campo de deformações. Equações de equilíbrio.M. Flambagem. calor. Resistência dos materiais: Mecânica dos materiais. DEWOLF. Ferdinand P. Curso de física básica: 2 fluidos.. Resistência dos Materiais. 2001.. LANDAU. Fluid Mechanics. Amsterdan: Elsevier. M. 2006. CIMBALA.D.. BEER. tensors. 314 p. H..A. Artes Ltda.C.ed. São Paulo: Cengage Learning. SHAMES. LIGGETT. (Course of Theoretical Physics. Estados planos de tensões e deformações. F.. KUNDU... R. 1989. 6. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: FOX. São Paulo. McGraw Hill. Corpos elásticos.Centro de Engenharia. H. M. v. 286 p.. 5. Rio de Janeiro: LTC. v. 688 p. Geometria do deslocamento de um corpo deformável. 1994. F. 6ª Ed. WHITE. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros. Imprimatur. 751 30 . ÇENGEL. An introduction to fluid dynamics. VIANNA. 1994. LIFSHITZ. 1984. Prentice Hall. c2008. Ira M. YOUNG. São Paulo. Mecânica dos fluidos. 2010.. Bibliografia Complementar: NUSSENZVEIG. 615 p. 2000. Robert W.. Editora Edgard Blüchger. Merle C. Fluid mechanics. Barras e vigas: esforço normal. J. São Paulo: E. John Wiley. Pearson. 2 ed. Campo de tensões. ISBN 9788522103096. Quarta Edição. Amsterdam: Academic Press.. Mecânica dos Fluidos. 2010. R. David C. 2004. São Paulo.R. 5 ed. xxviii. ed. 10 MECÂNICA DOS SÓLIDOS I Código: BC1104 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Uma Variável.John T. Introdução à mecânica dos fluidos. 798 p..

V. 2007. MORRIS. Mecânica vetorial para engenheiros: Cinemática e dinâmica. Disponível em: http://www. 11 MÉTODOS EXPERIMENTAIS EM ENGENHARIA Código: BC1707 TPI: 0-3-2 Carga Horária: 36h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos básicos de medições: calibração. Leroy D. ISBN 852121332-6.Centro de Engenharia. LARSON.. Inmetro. D. 2010. 360 p. Philpot.. Mecânica técnica e resistência dos materiais. “Theory and design for mechanical measurements”. 2ª Ed..inmetro. S. 12 Código: BC1309 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h TERMODINÂMICA APLICADA I 31 . Edição Luso-Brasileira. 5. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias p. 2012. ajustes e padrões.. Preparação de relatórios. Wiley. Mecânica dos materiais. 552 p. Guia para a Expressão da Incerteza de Medição. ISBN 8534602034.. c1994. c2005. R. Vocabulário internacional de Metrologia.ed. Rio de Janeiro: LTC. Upper Saddle River. ISBN 852161362-8. “Fundamentos da teoria de erros”. 873 p. 18 ed. LTC.. São Paulo: Makron Books/Mcgraw-Hill. Vols. Rio de Janeiro: ABNT.Conceitos fundamentais e gerais e termos associados. CRAIG JR. . 600 p. SYURGES. ISBN 013191345X. ganhador do Premier Award for excellence in Engineering Software. ISBN 9788563308023. et al. R. análise estatística de dados experimentais e ajuste de curvas.pdf Acesso em 26 de fevereiro de 2013. 3ª edição brasileira. J. and BEASLEY. 1996. J. 6th ed. Roy R. Bibliografia Complementar: FIGLIOLA..J: Pearson Prentice Hall. Edgar Blücher. E. São Paulo.. RILEY. Análise de dados experimentais: causas e tipos de incertezas. 5ª Ed. 2003 BALBINOT. ed rev. Ed. Bibliografia Complementar: BEER. ISBN 9788571946668. MELCONIAN. Rio de Janeiro: LTC. N. São Paulo: Érica. 2010. C. 2000. Willian F. 1 e 2. Mechanics of materials. INMETRO. “Estatística Aplicada”.ed. Sarkis. 982 p. Bibliografia Básica: VUOLO. T. (Inclui o programa MDsolids de Timothy A. 2ª Ed.gov. 5. INMETRO.. Acompanha CD-ROM). HIBBELER. São Paulo.br/infotec/publicacoes/vim_2012. 2010.H. “Instrumentação e Fundamentos de Medidas”. Mecânica dos materiais. Experimentos e projetos de medição das principais grandezas físicas associadas às engenharias. Don H. Pearson Prentice Hal l. xvi.. B. 2. Rio de Janeiro. FARBER. BRUSAMARELLO. 2003.. 4ª Ed.Inmetro. A. Ferdinand P.

envolvendo temas das diversas áreas de engenharia. Ciclos termodinâmicos a vapor e a gás. WOLGEMUTH. controle. São Paulo: Mc-Graw-Hill. 6 – Ementas das Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos 01 ENGENHARIA UNIFICADA I Código: EN1002 TPI: 0-3-5 Carga Horária: 36h Requisito: Todas as Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para todas as Engenharias) Ementa: Apresenta os princípios e métodos de engenharia e suas interrelações e aplicações. KONDEPUDI. 2006. WINTERBONE. 381 p. 418 p. SHAPIRO.. Robert E. xix. MORAN. Michael J. Bibliografia Básica: SONNTAG. 604 p. ISBN 8522104891. Propriedades termodinâmicas de substâncias puras. 2005. ÇENGEL. Michael A. Michel J et al. propulsão. 365 p. Entropia. Claus. 2009. mecânica dos fluidos e transferência de calor. 2006. Termodinâmica. 13). 740 p. PRIGOGINE. 378 p. Dilip. Advanced thermodynamics for engineers. projetos e laboratórios. Introdução às ciências térmicas: termodinâmica.. HENDERSON. Termodinâmica. Os assuntos deverão ser apresentados na forma de tópicos e serão desenvolvidos projetos simples. Rio de Janeiro: Livros Técnico e Científicos Editora S. Bibliografia Complementar: MORAN. SCHMIDT. softwares. Deve envolver mecânica dos fluidos. 2004. ISBN 9788521613442. Lisboa: Instituto Piaget. Frank W. c1999. 1ª e 2ª Lei da Termodinâmica para Sistemas e Volumes de Controle. ISBN 9780340676998. Termodinâmica: dos motores térmicos às estruturas dissipativas..Centro de Engenharia. 5 ed. mecânica dos fluidos e transferência de calor. estruturas. 6 ed. palestras. Carl H. Merle C. etc. (Ciência e técnica. Introdução à engenharia de sistemas térmicos: termodinâmica. 466 p. através de aulas. informação. Rio de Janeiro: LTC. São Paulo: Thomson Learning. Ilya. transferência de calor. ISBN 9788521616894. circuitos. c1997. Introdução à termodinâmica para engenharia. POTTER. Yunus A. Howard N. Boles. ISBN 972771297-5. São Paulo: Edgard Blücher. Princípios de termodinâmica para engenharia. sob supervisão dos professores. Richard E. 2003. BORGNAKKE. Oxford: Butterworth Heinemann.. materiais. SCOTT. Elaine P. A. ISBN 85-86804-66-5. ISBN 852161446-2. 800 p. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Fenômenos Térmicos Ementa: Conceitos fundamentais. ISBN 9788521200826. Desmond E. 32 . Rio de Janeiro: LTC.

“Materials for engineering”. Ed. GLUSHKO and TIM MCGRATH.. Inc. "Engineering Design . TIMINGS. Introdução à engenharia. 2005. palestras.analyzing and designing documents for business informatics & web services. 2003. projetos e laboratórios. COLIN H SIMMONS and DENNIS E MAGUIRE. materiais. Springer-Verlag London Limited 2007. Bibliografia Básica: BAZZO. 33 .H. GLUSHKO and TIM MCGRATH. controle. Ed. 2006. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro – RJ. SC: Ed. Inc. etc. sob supervisão dos professores. BEITZ. “Manual of Engineering Drawing”. Rio de Janeiro – RJ. SC: Ed. T.analyzing and designing documents for business informatics & web services. CRC Press. 2006. LTC. softwares.Centro de Engenharia. Florianópolis. PAH. Elsevier Science Press. 2006. HOLTZAPPLE AND REECE. ROBERT J. LEGO Mindstorms Masterpieces (Building and Programming Advanced Robots) by Syngress Publishing.. R. Os assuntos seriam apresentados na forma de tópicos e seriam desenvolvidos projetos simples. ROBERT J. transferência de calor. "Engineering Fundamentals". L. Florianópolis. “Materials for engineering”. J. 2005. do V. The MIT Press. FELDHUSEN and K. Springer-Verlag London Limited 2007. GROTE. propulsão. W. T.. W. pequenos robôs. 2006. 2003.A Systematic Approach".A Systematic Approach". Elsevier Science Press. PAH. W. Deve envolver mecânica dos fluidos. Introdução à Engenharia. A. BEITZ. "Engineering Design . CRC Press. L. "Engineering Fundamentals". LEGO Mindstorms Masterpieces (Building and Programming Advanced Robots) by Syngress Publishing. Introdução à Engenharia. TIMINGS. do V. A. document engineering . bocais e outros elementos típicos de veículos aéreos ou espaciais. MARTIN. circuitos.. através de aulas. UFSC. HOLTZAPPLE AND REECE. Elsevier Newnes. W. R. W. envolvendo: tensões e deformações. MARTIN.. GROTE. estruturas. 2004 02 ENGENHARIA UNIFICADA II Código: EN1004 TPI: 0-3-5 Carga Horária: 36h Requisito: Engenharia Unificada I Ementa: Apresenta os princípios e métodos de engenharia e suas interrelações e aplicações. J. 2006. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BAZZO. Bibliografia Complementar: G. W. 2002. FELDHUSEN and K. aerofólios. PEREIRA. J.H. document engineering . Bibliografia Complementar: G. Pereira. 2002. LTC. UFSC. J. The MIT Press. 2006. 3 Ed. 3 Ed..

04 ESTÁGIO CURRICULAR II Código: EN1X02 TPI: 0-7-0 Carga Horária: 84h Requisitos: Ver resolução de Estágio específica para o curso. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente.Centro de Engenharia. Supervisão da empresa ou instituição. Apresentação de relatório das atividades desenvolvidas no prazo estabelecido. 34 . Atividade individual orientada por um docente do curso e elaboração do relatório. Estágio Curricular I Ementa: Estudos de situações reais em engenharia junto a instituições ou empresas públicas ou privadas credenciadas pela Universidade. de acordo com o plano de trabalho previamente estabelecido. Supervisão da empresa ou instituição. Apresentação de relatório das atividades desenvolvidas no prazo estabelecido. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Atividade individual orientada por um docente do curso e elaboração do relatório. conforme cronograma da disciplina. de acordo com o plano de trabalho previamente estabelecido. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 03 ESTÁGIO CURRICULAR I Código: EN1X01 TPI: 0-7-0 Carga Horária: 84h Requisito: Ver resolução de Estágio específica para o curso Ementa: Estudos de situações reais em engenharia junto a instituições ou empresas públicas ou privadas credenciadas pela Universidade. conforme cronograma da disciplina. 05 TRABALHO DE GRADUAÇÃO I Código: EN1X03 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Ver resolução de TG específica para o curso Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 35 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. 06 TRABALHO DE GRADUAÇÃO II Código: EN1X04 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Trabalho de Graduação I Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Bibliografia Básica: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS) da Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) consiste em trabalho de Síntese e Integração dos Conhecimentos adquiridos ao longo do curso de um tema pertinente aos cursos de Engenharia e sob orientação de um Professor Orientador definido pelos respectivos colegiados de curso ou por qualquer outra instância equivalente. 07 TRABALHO DE GRADUAÇÃO III Código: EN1X04 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Requisito: Trabalho de Graduação II Ementa: O Trabalho de Graduação (TG) dos cursos de Engenharia do Centro de Engenharia.Centro de Engenharia. Bibliografia Complementar: A bibliografia é indicada pelo Orientador conforme área de atuação.

1. exclusivamente para fins educacionais.Projetos de Assistência Estudantil 7. 36 .2 .1.1 . Este subsídio visa a oferecer condições para que os estudantes. Os Programas de Apoio se constituem como uma das estratégias de inclusão social e consiste no subsídio financeiro (bolsas) concedido ao estudante após o atendimento de critérios estabelecidos pelo Conselho Universitário da UFABC (Resolução CONSUNI nº 59/2010 ou outra que venha a substituí-la) e outros editais próprios que estabelecem procedimentos para a seleção dos estudantes que serão atendidos. vestuário.Bolsa Moradia Destinada aos estudantes que necessitam morar fora de seu domicílio familiar. Os Programas de Apoio têm. não a abandonem em face dos problemas financeiros seus ou de suas famílias. grande impacto na mitigação do problema da evasão que ocorre nas universidades brasileiras.1 .1.1. 7.Ações Acadêmicas Complementares à Formação A UFABC possui diversos projetos e ações para promover a qualidade do ensino de graduação. que possivelmente tenham enfrentado e vencido grandes barreiras para acessar a universidade. alimentação.Centro de Engenharia.Bolsa Permanência Destinada às despesas relacionadas às necessidades básicas (transporte.1 .1. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7. portanto.Divisão de Apoio ao Estudante de Graduação (DAEG) A DAEG (Divisão de Apoio ao Estudante da Graduação) é responsável pela execução dos programas de apoio aos estudantes da Graduação que objetivam minimizar os impactos sociais e econômicos que influenciam negativamente as condições de permanência do estudante na Universidade. livros) do estudante. 7. dos quais merecem destaque: 7.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7. em busca de sua independência e autonomia e a fim de torná-lo empreendedor de sua própria formação. este benefício tem a finalidade de suprir as despesas referentes à participação de alunos de Graduação em eventos científicos. 7. culturais.2 – Projeto de Ensino-Aprendizagem Tutorial (PEAT) Este projeto tem como objetivo promover a adaptação do aluno ao projeto acadêmico da UFABC. sendo assim fundamental em universidades como a UFABC. A UFABC possui três programas de iniciação à pesquisa científica: 37 . O beneficiário deverá apresentar relatório de atividades desenvolvidas. O aluno que não cumprir esse procedimento no prazo fixado será advertido pela Universidade. A Iniciação Científica (IC) é uma ferramenta de apoio teórico e metodológico à realização do projeto pedagógico.Bolsa-Auxílio-Participação em Eventos Conforme Resolução ConsEP no 26 de 17 de Dezembro de 2008 (ou outra Resolução que venha a substituí-la).1. trancamento. de lazer e de cidadania. a quem deverá recorrer quando houver dúvidas a respeito de escolha de disciplinas.3 . bem como realizar a prestação de contas à comissão que autorizou a concessão da bolsa em até dez dias após o término do evento. etc. Será seu conselheiro.Centro de Engenharia. a Universidade acredita que o aluno não deve passar o tempo todo em sala de aula e sim buscar o aprendizado com outras ferramentas. As solicitações do recurso devem ser encaminhadas à Divisão Administrativa da Pró-Reitoria de Graduação. esportivos.1. sendo assim um instrumento de formação. estratégias de estudo. 7. Considerando que ensino e pesquisa são indissociáveis. O tutor é um docente dos quadros da UFABC que será responsável por acompanhar o desenvolvimento acadêmico do aluno. podendo ficar suspenso dos programas de apoio estudantil da UFABC.3 – Iniciação à Pesquisa Científica A Pesquisa Científica objetiva fundamentalmente contribuir para a evolução do conhecimento humano em todos os setores. orientando-o para uma transição tranquila e organizada do Ensino Médio para o Superior.

de cooperação.2 . seja como um futuro profissional do mercado ou como pesquisador. e por isso os alunos monitores recebem auxílio financeiro pelo desenvolvimento destas atividades. A Monitoria Acadêmica é um projeto de apoio estudantil.4 . Este programa visa dar ao aluno ingressante a idéia de que a pesquisa científicopedagógica é parte fundamental de sua formação.3 .3. A prática da monitoria representa uma oportunidade para os estudantes compreenderem a importância da ética. levantando dúvidas a acerca dos conteúdos e exercícios (teóricos/práticos).Programa de Iniciação Científica – PIC/PIBIC Programas de concessão de bolsas de Iniciação Científica. As atividades de monitorias são dimensionadas pelos docentes de cada disciplina. financiadas pela própria UFABC (PIC) e em parceria com CNPq (PIBIC). 7. Na UFABC. Seus recursos são provenientes da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad).Programa de Iniciação Científica – PIBIC/AF Projeto do CNPq cujo objetivo é oferecer aos alunos beneficiários de políticas afirmativas a possibilidade de participação em atividades acadêmicas de Iniciação Científica. da constante atualização e do empreendimento na própria formação. 7. a satisfação em ampliar conhecimentos e o empenho nas atividades acadêmicas.Pesquisando Desde o Primeiro Dia (PDPD) Programa de concessão de bolsas destinado a alunos do primeiro ano da Universidade. a ênfase 38 . O monitor auxilia os demais alunos da disciplina. e acompanhadas por meio de relatórios e avaliações periódicas.Projeto de Monitoria Acadêmica A Monitoria Acadêmica tem o compromisso de desenvolver a autonomia e a formação integral dos alunos. Entretanto.3. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 7. 7.3.Centro de Engenharia. essa atividade busca estimular no aluno monitor o senso de responsabilidade.1 . Haverá um edital anual para a seleção de monitores em duas modalidades: um edital para blocos de disciplinas dos três quadrimestres dos Bacharelados Interdisciplinares e outro edital para os cursos específicos vinculados aos Bacharelados Interdisciplinares. incentivar a interação entre eles e os professores e propiciar apoio aos graduandos matriculados no BC&T e no BC&H.

congressos regionais. estudantes e profissionais cujo interesse técnico esteja relacionado com a engenharia da computação. cientistas. desenvolvimento. . O IEEE colabora no incremento da prosperidade mundial. . 7. . visitas às empresas e viagens.Centro de Engenharia.Criação de redes de contatos nos âmbitos nacional e internacional. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias dada ao programa de monitoria acadêmica. Os Ramos Estudantis do IEEE são organizações formadas por alunos de Universidades que são membros do IEEE. Institute of Electrical and Electronic Engineers. relacionamento interpessoal e trabalho em equipe. Seus membros são engenheiros. Dentre eles. integração e compartilhamento. Estes últimos são formados por um grupo de no mínimo 05 (cinco) alunos. 39 . sendo um deles o representante. Existem mais de 375. mini-cursos.Desenvolvimento de habilidades tanto na área técnica quanto na área de Gestão de Pessoas. em áreas baseadas nos cursos oferecidos pela Universidade. projetos. é uma associação profissional global e sem fins lucrativos para o avanço tecnológico. aeroespacial e todas as suas disciplinas relacionadas e com ramificações para muitas outras áreas do saber.5 – IEEE O IEEE. O Ramo Estudantil do IEEE UFABC é composto por membros voluntários. workshops de treinamento. O seu principal objetivo é potencializar a participação dos alunos através de atividades extra-curriculares. proporcionando assim aos seus membros: . promovendo a engenharia de criação. desenvolver e participar de palestras. biomédica. . telecomunicações. É atualmente uma referência incontestável nos panoramas científicos e tecnológicos. está focada ao processo de desenvolvimento de conhecimento e maturidade profissional dos alunos. temos a Diretoria e a divisão em Grupos de Afinidades.Organizar. e o conhecimento aplicado no que se refere à ciência e tecnologias em benefício da humanidade e da profissão.Desenvolvimento de projetos sem fins lucrativos com parcerias de empresas e instituições objetivando beneficiar a sociedade acadêmica. elétrica. eletrônica.000 membros do IEEE em mais de 150 países espalhados pelo mundo.Desenvolvimento de liderança. permitindo-lhes desenvolver ações que possibilitem a ampliação de seus conhecimentos.

2 – Perfil do Curso O curso de Engenharia Ambiental e Urbana proposto pela UFABC tem como finalidade a formação de profissionais engenheiros aptos a tratar dos problemas ambientais. instituições. têm sido formados pelos cursos convencionais. de um lado. quanto nas peri-urbanas. projetos e programas de 40 . os impactos do desenvolvimento e da ação antrópica nos sistemas ambientais e sociais. No Brasil a população urbana supera 80% da população total. urbanos e sócio-econômicos contemporâneos.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Ambiental e Urbana Diplomação: Engenheiro Ambiental e Urbano Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. Assim. atingiram graus mais elevados e alarmantes. e têm-se constituído instituições e arcabouços regulatórios dos setores ‘ambiental’ e ‘urbano’ que têm apresentado dificuldades explícitas de integração e articulação. engenheiros.1 – Engenharia Ambiental e Urbana 8.1. Em 26 regiões metropolitanas existentes vivem mais de 70 milhões de habitantes em 167 mil Km2 . Com o advento da sociedade moderna urbano-industrial no século XIX e com a transição para a era pós-industrial caracterizada pela globalização a partir do final do século XX e início do XXI. os problemas ambientais tendem a se localizar cada vez mais nas cidades. leis. Há especificidades relevantes dos problemas e desafios ambientais no meio urbano. Do ponto de vista dos perfis profissionais. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8 – Dados específicos de cada modalidade de Engenharia 8. historicamente.1. Resultados disso são as diversas situações de separação estanque de estatutos.Centro de Engenharia. tanto nas áreas intra-urbanas.

chegou a um ponto em que há os profissionais identificados como ‘experts’ ambientais (agrônomos. engenheiros florestais e engenheiros ambientais) e profissionais ‘experts’ urbanos (engenheiros civis. o meio ambiente e suas interações.Centro de Engenharia.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para identificar. principalmente os que têm sofrido ação antrópica. 8. avaliação e implementação de políticas públicas relacionadas ao planejamento e à gestão do território. analisar e interpretar o ambiente biótico e abiótico visando apropriações. Um caso exemplar refere-se às Áreas de Preservação Permanente em regiões urbanizadas. análise.  . profissionais que tenham capacidades para diagnóstico.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para conceber. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias iniciativa pública e privada.1. e privados. proposição/intervenção por meio de planos. 41 . por exemplo.1. Conclui-se pela importância de formarem-se no país. 8. V . projetos.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para identificar e analisar dinâmicas de uso e ocupação do território visando quantificar. intervenções e usos sustentáveis.3. qualificar e modelar variáveis e parâmetros desses processos sócio-espaciais e as decorrentes demandas por redes. arquitetos-urbanistas). e outras formas de ação profissional com foco nos sistemas ambientais. planejar e gerenciar (monitorar) ecossistemas naturais e urbanos.  . A segregação em órgãos públicos. sistemas e serviços de infra-estrutura urbana. consultorias.3. perícias.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para a formulação. Espera-se a contribuição da engenharia de forma mais eficaz e eficiente para preservação do ambiente e melhoria das condições de vida e saúde da população. engenheiros sanitaristas. visando a preservação e conservação de áreas verdes.1 – Objetivo Geral Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para interpretar dinâmicas e intervir em processos dos sistemas urbanos.2 – Objetivos Específicos  .3 – Objetivos do Curso 8.1.

Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no âmbito de ações integradas para melhoria da qualidade do ambiente e da paisagem urbana.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no âmbito de ações integradas para melhoria de indicadores de saúde pública e meio ambiente. tratamento e disposição de resíduos sólidos. planejar e gerenciar (monitorar) redes e sistemas de infra-estrutura urbana nas áreas de:       Abastecimento de água.Capacitar o Engenheiro Ambiental e Urbano em aplicações das tecnologias de geoprocessamento como subsídio para compreensão. V .1. X . por meio de caracterização da área de estudo.Centro de Engenharia.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar profissionalmente na área de gestão da mobilidade. da realização de análises. análise e proposições pertinentes às suas atribuições e formação. X . transporte e logística urbana. Transporte e circulação. visando a sua mitigação. Coleta.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar no campo da pesquisa científica e tecnológica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias V . 42 .Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para a identificação. 8. X . V . X . Drenagem urbana. V .Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para conceber. Coleta.4 – Perfil do Egresso É um profissional com embasamento científico e tecnológico capacitado para contribuir com a resolução dos relevantes problemas ambientais e urbanos de nossa sociedade. Sistemas de comunicação. tratamento e disposição de esgotos.Formar o Engenheiro Ambiental e Urbano para atuar profissionalmente na área de gestão do saneamento ambiental. análise e avaliação dos impactos ambientais associados ao uso e ocupação do território.

Também já no BC&T estão previstos alguns mecanismos pedagógicos que estarão presentes por todo o curso de Engenharia Ambiental e Urbana . ciências tecnológicas. Somente ao final do BC&T. Os estudantes inicialmente ingressam nos Bacharelados Interdisciplinares da UFABC e somente passam a cursar as disciplinas da Engenharia Ambiental e Urbana à medida que avançam no BC&T. O profissional graduado nesse curso poderá atuar em agências reguladoras. Para tanto o curso de Engenharia Ambiental e Urbana busca uma consistente formação em ciências básicas. entre os quais destacamos:  Escala progressiva de decisões a serem tomadas pelos alunos que ingressam na universidade. ao longo do programa. A partir do BC&T os estudantes adquirem uma forte formação em ciências naturais e matemáticas.5 – Organização Curricular Na base dos cursos de Engenharia da UFABC está o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T).1. mas.Centro de Engenharia. de serviços e de consultoria. 8.  Interdisciplinaridade não apenas com as áreas de conhecimentos básicos. concessionárias de serviços públicos. ensino e pesquisa. sócioeconômica e de impacto nos setores e sistemas ambiental e urbano. os estudantes podem efetuar sua matrícula no curso de Engenharia Ambiental e Urbana. estadual e municipal. o território urbano e regional. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias diagnósticos e monitoramentos integrados. e também como profissional autônomo. empresas do setor industrial. concepção de projetos. poder público federal. entre as diversas especialidades de engenharia. também.  Possibilidade de monitoração e atualização contínua dos conteúdos a serem oferecidos pelos programas. organizações não governamentais. 43 . agências bilaterais e multilateriais de cooperação. que constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC. avaliação técnica. sem descuidar de aspectos sociais e filosóficos envolvidos no trabalho com ciência e tecnologia. sociais e econômicas aplicadas aos objetos centrais da atuação: o meio ambiente.

correspondentes a 3600 horas aula. projeto de iniciação científica desenvolvido pelo aluno. admite-se como trabalho de conclusão de curso. Trata-se de uma proposta dinâmica. exigindo um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação. dentro do espírito do modelo pedagógico da UFABC. e que atende às determinações das Diretrizes Curriculares Nacionais. permitindo uma grande flexibilidade para o aluno estabelecer seu próprio currículo escolar.  Disciplinas de Opção Limitada da Modalidade Engenharia Ambiental e Urbana: 30 créditos / 360 horas aula. Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 horas aula.  44 . Esta modalidade de engenharia.Centro de Engenharia. de caráter interdisciplinar e multidisciplinar.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade Engenharia Ambiental e Urbana (profissionalizantes): 77 créditos / 924 horas aula. o curso de Engenharia Ambiental e Urbana exige o cumprimento 300 créditos. do CNE/CES. desde que o plano de trabalho seja aprovado pela coordenação do curso.  Disciplinas Livres: 31 créditos / 372 horas aula. não segue os moldes das modalidades tradicionais. contemplando aspectos de atualização e acompanhamento contínuos dos conteúdos sendo ministrados. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Elevado grau de autonomia do aluno na definição de seu projeto curricular pessoal. Para a Engenharia Ambiental e Urbana.  Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos: 26 créditos / 312 horas aula. à medida que vai adquirindo maturidade para tal. Assim. cuja composição deve obedecer:   Disciplinas obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 horas aula.

Centro de Engenharia. Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Não há Não há Microbiologia Ambiental. Hidráulica Não há Termodinâmica Aplicada I. Hidráulica Microbiologia Ambiental. Fundamentos de Geologia para Engenharia Não há Hidráulica Hidrologia. Cartografia e Geoprocessamento Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Não há Não há Não há Concomitante com Cartografia e Geoprocessamento Fundamentos de Geologia para Engenharia. Mecânica dos Fluidos I Não há TOTAL 77 45 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Nas tabelas a seguir. Cartografia e Geoprocessamento Cartografia e Geoprocessamento. Transformações Bioquímicas. Regulação Ambiental e Urbana Mecânica dos Fluidos I. Tabela 9: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana Item Código Disciplinas Obrigatórias Específicas T P I Créditos 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 EN2135 EN2132 BC1001 EN2137 EN2113 EN2127 BC1332 EN2134 EN2133 EN2130 EN2109 EN2105 EN2124 EN2115 EN2131 EN2139 EN2126 EN2117 EN2138 EN2140 EN2102 EN2103 EN2136 Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental Avaliação de Impactos Ambientais Biomas Brasileiros Caracterização de Matrizes Ambientais Cartografia e Geoprocessamento Climatologia Fundamentos de Geologia para Engenharia Geotecnia Habitação e Assentamentos Humanos Hidráulica Hidrologia Microbiologia Ambiental Planejamento Urbano e Metropolitano Poluição Atmosférica Regulação Ambiental e Urbana Resíduos Sólidos Saúde Ambiental Sistemas de Abastecimento de Águas Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Transferência de Massa Transportes e Mobilidade Urbana 0 4 2 0 1 3 3 2 3 2 3 3 3 3 2 3 2 3 2 2 3 3 2 2 0 1 2 3 0 1 2 1 2 1 1 1 0 0 0 0 1 2 2 0 1 0 4 3 3 4 3 4 3 4 5 4 3 4 4 4 4 4 3 5 5 4 4 5 4 2 4 3 2 4 3 4 4 4 4 4 4 4 3 2 3 2 4 4 4 3 4 2 Recomendações Recomendada para o final do curso Regulação Ambiental e Urbana. detalhamos a composição de cada um dos conjuntos de disciplinas específicas do curso de Engenharia Ambiental e Urbana. Cálculo Numérico Introdução à Probabilidade e à Estatística Transformações Químicas.

Ambiental Cartografia e Geoprocessamento. Sociedade e Meio Ambiente Educação Ambiental Fundamentos de Economia e Sociologia Urbana Geomorfologia Descritiva Geotecnia Aplicada ao Planejamento UrbanoAmbiental Gestão Ambiental na Indústria Gestão Urbano-Ambiental História do Urbanismo Logística e Meio Ambiente Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico Práticas de Ecologia Questões Ambientais Globais Química Ambiental Recursos Hídricos Sensoriamento Remoto Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana Transportes e Meio Ambiente T P I Créditos 3 4 1 3 0 2 3 2 3 2 3 3 3 2 2 1 1 0 2 2 3 1 3 0 0 1 0 2 0 0 2 0 2 0 0 1 0 0 1 1 4 0 0 0 3 1 3 4 2 1 2 4 4 4 3 3 3 3 4 4 2 4 4 4 4 4 4 2 4 3 4 2 3 2 2 3 4 3 4 3 3 4 2 2 2 2 4 2 2 3 4 4 Recomendações Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Não há Microbiologia Ambiental. Conservação da Biodiversidade 24 EN3112 0 2 4 2 25 EN3104 Transportes. Cartografia e Geoprocessamento Não há Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Não há Não há Não há Não há Cartografia e Geoprocessamento. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico Métodos Experimentais em Engenharia. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano. Cartografia e Geoprocessamento Geotecnia. Métodos de Tomada de Decisão Aplicados ao Planejamento Urbano-Ambiental Biomas Brasileiros. Cartografia e Geoprocessamento. Resíduos Sólidos Obrigatórias da Engenharia Ambiental e Urbana Fundamentos de Desenho e Projeto Transformações dos Seres Vivos e Ambiente Não há Não há Não há Fundamentos de Geologia. Fundamentos de Geologia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 10: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Ambiental e Urbana Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 EN3121 BC1106 EN3117 EN3101 EN3113 EN3124 EN3105 BC1630 EN3122 EN3108 EN3114 EN3115 EN3118 EN3106 EN3111 EN3109 EN3110 BC1305 EN3116 NH3812 BC1005 EN3107 EN3123 Disciplinas de Opção Limitada Cidades. Cartografia e Geoprocessamento Não há Regulação Ambiental e Urbana. Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental Recomendada para o início do curso Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico. Uso e Ocupação do Solo 1 1 4 2 26 EN3103 Unidades de Conservação da Natureza 3 1 2 4 Total 73 46 . Globalização e Projetos Urbanos Ciências Atmosféricas Compostagem Contaminação e Remediação de Solos Desenho Técnico Aplicado ao Planejamento Urbano-Ambiental Ecologia do Ambiente Antropizado Economia. Métodos Quantitativos para Planejamento Estratégico.Centro de Engenharia.

de caráter absolutamente livre de interesse do aluno. 8. eventualmente necessários para sua formação profissional. ou seja. O conjunto de disciplinas. parte dos 77 créditos do núcleo de conteúdos profissionalizantes obrigatórios. pelo aluno. Sugere-se que. caso o estudante queira se graduar em engenharia no prazo máximo de 5 anos. corresponderá a todas as disciplinas oferecidas pela universidade que não tenham sido ainda cursadas. com aproveitamento. para a realização destes créditos adicionais. e/ou outras. levando-se em conta o quadrimestre recomendado.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A Tabela 11 a seguir é um exemplo de períodos em que as Disciplinas Obrigatórias podem ser cursadas para caracterizar a formação em Engenharia Ambiental e Urbana. assim como parte dos 61 créditos de Disciplinas de Opção Limitada ou de Livre Escolha.1.Centro de Engenharia. lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Os 31 créditos restantes deverão ser realizados em Disciplinas de Livre Escolha que venham a complementar os conteúdos específicos. o número de créditos em aulas teóricas. A carga horária de cada disciplina é mencionada usando-se a sigla (T-P-I). 47 . o número de créditos em aulas práticas e o número de créditos correspondente a estudo individual do aluno fora da sala de aula. desde que as recomendações para cursar as disciplinas selecionadas assim o permitirem. sejam realizados ainda durante o BC&T.

Centro de Engenharia. Tecnologia e Sociedade BC0207 Energia: Origens. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 11: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Ambiental e Urbana 1º Quadrimestre 1 º A N O 2º Quadrimestre BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0402 Funções de Uma Variável BC0404 Geometria Analítica BC0504 Natureza da Informação BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0205 Fenômenos Térmicos BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0505 Processamento da Informação BC0307 Transformações Químicas BC0506 Comunicação e Redes BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0308 Transformações Bioquímicas 2 º A N O BC0603 Ciência. Conversão e Uso BC0103 Física Quântica BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1425 Álgebra Linear BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1419 Cálculo Numérico BC1713 Engenharia Econômica BC1001 Biomas Brasileiros 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1507 Instrumentação e Controle BC1710 Introdução às Engenharias EN2102 Teoria do Planejamento Urbano e Ambiental EN2103 Transferência de Massa EN2137 Caracterização de Matrizes Ambientais BC0002 Projeto Dirigido BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1332 Fundamentos de Geologia para Engenharia EN2113 Cartografia e Geoprocessamento EN1002 Engenharia Unificada I EN2130 Hidráulica EN2109 Hidrologia EN2131 Regulação Ambiental e Urbana EN2134 Geotecnia EN2105 Microbiologia Ambiental EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2117 Sistemas de Abastecimento de Águas Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 4 º A N O EN2133 Habitação e Assentamentos Humanos EN2140 Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes EN2138 Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2126 Saúde Ambiental EN2127 Climatologia EN2115 Poluição Atmosférica EN2139 Resíduos Sólidos EN2136 Transportes e Mobilidade Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2132 Avaliação de Impactos Ambientais Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2124 Planejamento Urbano e Metropolitano Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2135 Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1103 Trabalho de Graduação I em Engenharia Ambiental e Urbana 14º Quadrimestre EN1101 Estágio Curricular I em Engenharia Ambiental e Urbana EN1104 Trabalho de Graduação II em Engenharia Ambiental e Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1102 Estágio Curricular II em Engenharia Ambiental e Urbana EN1105 Trabalho de Graduação III em Engenharia Ambiental e Urbana Opção Limitada da Engenharia ou Livre 48 .

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.EN3114 – Geotecnia Aplicada ao Planejamento UrbanoAmbiental Ambiental EN4107 – Sensoriamento Remoto EN3107 – Sensoriamento Remoto EN4108 – Geomorfologia Descritiva EN2128 – Ecologia do Ambiente Antropizado EN4103 – Paisagismo e Gestão de Unidades de Conservação EN4105 – Economia. Globalização e Projetos Urbanos EN4122 – Economia e Sociologia Urbana EN4115 – Gestão Ambiental na Indústria EN4106 – História do Urbanismo EN3108 – Geomorfologia Descritiva EN3124 – Ecologia do Ambiente Antropizado EN3103 – Unidades de Conservação da Natureza EN3105 – Economia. Sociedade e Meio Ambiente EN4116 – Questões Ambientais e Globais EN4117 – Educação Ambiental EN4121 – Cidades.7 – Convalidação entre Disciplinas Tabela 12: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2112 – Direito Ambiental e Urbanístico EN2125 – Avaliação de Impactos Ambientais EN2116 – Habitação e Assentamentos Humanos EN2122 – Introdução à Geologia de Engenharia BC1316 – Fundamentos de Geologia EN2114 – Geotecnia EN4109 – Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental EN2123 – Transportes e Mobilidade Urbana EN2118 – Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2121 – Resíduos Sólidos EN2120 – Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes EN4104 – Ecossistemas Terrestres. Sociedade e Meio Ambiente EN3116 – Questões Ambientais e Globais BC1630 – Educação Ambiental EN3121 – Cidades.1. Aquáticos e Interfaces Disciplina do Catálogo 2013 EN2131 – Regulação Ambiental e Urbana EN2132 – Avaliação de Impactos Ambientais EN2133 – Habitação e Assentamentos Humanos BC1332 – Fundamentos de Geologia para Engenharia EN2134 – Geotecnia EN2135 – Análise de Sistemas e Modelagem Ambiental EN2136 – Transportes e Mobilidade Urbana EN2138 – Sistemas de Esgotos e Drenagem Urbana EN2139 – Resíduos Sólidos EN2140 – Sistemas de Tratamento de Águas e Efluentes BC1001 – Biomas Brasileiros EN4101 – Contaminação e Remediação de Solos EN3101 – Contaminação e Remediação de Solos EN4114 – Geotecnia Aplicada ao Planejamento Urbano. Globalização e Projetos Urbanos EN3122 – Fundamentos de Economia e Sociologia Urbana EN3115 – Gestão Ambiental na Indústria EN3106 – História do Urbanismo EN4123 – Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana EN3123 – Tópicos Especiais em Engenharia Ambiental e Urbana EN4102 – Técnicas Experimentais para Caracterização de EN2137 – Caracterização de Matrizes Ambientais Ecossistemas Aquáticos EN4112 – Gestão de Recursos Hídricos BC1005 – Recursos Hídricos EN4118 – Gestão Urbano Ambiental EN2108 – Hidráulica EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN3118 – Gestão Urbano Ambiental EN2130 – Hidráulica EN1101 – Estágio Curricular I em Engenharia Ambiental e Urbana (Resolução ConsEPE 103) EN1102 – Estágio Curricular II em Engenharia Ambiental e Urbana (Resolução ConsEPE 103) EN1103 – Trabalho de Graduação I em Engenharia Ambiental e Urbana EN1104 – Trabalho de Graduação II em Engenharia Ambiental e Urbana EN1105 – Trabalho de Graduação III em Engenharia Ambiental e Urbana 49 .Centro de Engenharia.

. Equações diferenciais com aplicações em modelagem.. Pioneira Thompson Learning. São Paulo. USA: Elsevier Science Publishing Company Inc. A. Modelagem de Sistemas Ambientais. 406 p. Gestão dos empreendimentos licenciados. Modelos de simulação aplicados a casos de cunho ambiental. 1986. ZILL. Estudos de técnicas de simulação em situações e problemas ambientais. G. 1 ed. Island Press. São Paulo: McGrawHill. Elementos e estudos para formulação de Estudos de Impacto Ambiental (EIA). Editora UFRGS. 2007 588p. Edgard Blucher.. 1ª Edição. Cartografia e Geoprocessamento Ementa: Histórico e bases legais do licenciamento ambiental. Modelagem de sistemas ambientais. Termo de Ajustamento de Conduta 50 . Conceituação. Interfaces de utilização e aplicações práticas da modelação matemática em sistemas ambientais. 2003. 415p. 1999. desenvolvimento e aplicação. ISBN 0415300541. Fundamentals of Ecological Modelling. M.Ementas 8.. Environmental modeling: a practical introduction. J.. FORD.8 .Centro de Engenharia. S. 2006. Bibliografia Complementar: BARNSLEY. Conceitos envolvidos na identificação e formulação de medidas mitigadoras e compensatórias. 2005. Ed. Procedimentos e métodos para avaliação dos impactos ambientais. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios. New York: CRC Press. Modelos Hidrológicos. HILLIER. Carlos E. Análise de sistemas ambientais.. Bibliografia Básica: CHRISTOFOLETTI. TUCCI. F. S. 9. c2007.1. Developments in Environmental Modelling. New York. (Environmental Science and technology). ISBN: 85-88556-07-2. VON SPERLING. Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e RAP – Relatório Ambiental Preliminar. Acompanha CD-ROM. 1999. D. UFMG. tipos de licenciamento ambiental segundo características dos empreendimentos.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Ambiental e Urbana 01 ANÁLISE DE SISTEMAS E MODELAGEM AMBIENTAL Código: EN2135 TPI: 0-2-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Recomendada para o final do curso Ementa: Introdução à Teoria Geral de Sistemas. G.1. M.. São Paulo. E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. LIEBERMAN. A. Programação Linear.8... 680 p. Modeling the environment: an introduction to system dynamicis modeling of environmente systems. Michael J. 02 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Código: EN2132 TPI: 4-0-3 Carga Horária: 48h Recomendação: Regulação Ambiental e Urbana. Introdução à Pesquisa Operacional. ISBN: 8586804681 JORGENSEN.

Bras. São Paulo: Oficina de Textos. Conflitos ambientais no Brasil. Os passivos ambientais no reservatório Billings e os seus impactos na geração hidroenergética da Usina Henry Borden.com/braga_br .br/pdf/abb/v20n1/02. Arlindo. Acta Bot. Daniel Ladeira. L. 2006. Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. BRUNA. Santo André: Universidade Federal do ABC. ed. Luis Enrique. Disponível em < www. 2a Ed. BRAGA. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. A. procedimentos e ferramentas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. AB'SABER. 16/12/2010. lagos. F. Manual de impacto ambiental: agentes sociais. reservatórios. 2004. ISBN 9788520420553.. 573 p. clima. 2008. Instituto de Pesquisas Tecnológicas.pdf>. 318 p. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias (TAC) e medidas punitivas por descumprimento da legislação ambiental. São Paulo: Pearson. 2006. ROMÉRO. Alterações no meio físico decorrentes de obras de engenharia. Limites e desafios do processo de licenciamento ambiental.M. 1. 03 BIOMAS BRASILEIROS Código: BC1001 TPI: 2-1-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Transformações nos Seres Vivos e Ambiente Ementa: Conceito de Bioma.. MARTINS. 1. Brasília. Bibliografia Básica: MÜLLER-PLANTENBERG. ISBN 8576050414. Rio de Janeiro. 2 ed. Moradia e Mananciais: tensao e dialogo na metrópole. PHILIPPI JR. Biomas zonais e azonais. C. (www. Aziz Nacib (orgs). 1994. Rio de Janeiro: Fundação Henrich Boll. 1995. 2006. São Paulo. M. interfaces. R. PLANTEMBERG. situação atual e perspectivas de conservação dos biomas brasileiros. Henri (org. 206 p. ALMEIDA. Barueri: Manole. marinhos e interfaces. Bibliografia Básica: COUTINHO. na Rússia e na Alemanha. ESTEVES. 3 edição. Benedito et al. 2004. Editora Interciência.). ISBN 9788531402609. Curso de gestão ambiental. 2005. 20(1):13-23. Oeste e Sul. ISBN 9788586238796. vegetação e fauna. 570p. IAP/SEMA-PR. Aulas práticas com saída de campo. São Paulo: EDUSP. 300p. 495 p. M. et alii. 1992. Experiência no Brasil. O conceito de bioma. Fundamentos de limnologia. 1993. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 152 p. 132 p. Curitiba. Bibliografia Complementar: ACSELRAD.prenhall.Centro de Engenharia. Caracterização da estrutura e funcionamento dos biomas brasileiros: geomorfologia. FORNASARI Fo. São Paulo: FAUUSP/FAPESP. N. Gilda Collet. 1045 p. 2. 51 .ed. v. Clarita. Ecossistemas aquáticos continentais naturais e artificiais: rios. Previsão de impactos: o estudo de impactos ambiental no Leste. Histórico da ocupação humana. L. Dissertação (Mestre em Energia)-Universidade Federal do ABC.site com recursos adicionais). Programa de Pós-Graduação em Energia. SÁNCHEZ. solos. Marcelo de Andrade.. 294 p. Caracterização da estrutura e funcionamento dos ecossistemas aquáticos.scielo. Previsão de Impactos Ambientais. IBAMA.

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Isso se deve principalmente à escassez de recursos investidos neste setor considerado altamente estratégico e que envolve tecnologia de ponta. Este atraso deve-se também à escassez de mão de obra especializada .2.1 – Objetivo Geral O curso de Engenharia Aeroespacial da UFABC tem como objetivo formar um engenheiro com sólida base técnica e científica capaz de atuar em várias frentes no setor aeronáutico e espacial e com capacidade de estar sempre se atualizando em relação à demanda e à competição internacional. O curso de Engenharia Aeroespacial da UFABC se insere dentro de um contexto nacional de formação de profissionais capacitados a trabalhar nas melhores empresas do ramo e em centros de pesquisa afim. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.2 – Perfil do Curso O Brasil é ainda dependente de outros países na área aeroespacial.engenheiros e pesquisadores .na área.2. 8. O profissional formado nesta universidade é também motivado a trabalhar no desenvolvimento de avanços científicos e tecnológicos que possam alavancar o país neste setor.2. 88 .1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Aeroespacial Diplomação: Engenheiro Aeroespacial Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8.2.Centro de Engenharia.2 – Engenharia Aeroespacial 8.3.3 – Objetivos do Curso 8.

2. bem como na indústria ou empresas que prestam serviço ao setor aeroespacial no Brasil ou no exterior. construção e testes de sistemas no setor aeroespacial.2. .4 – Perfil do Egresso 8.4.4. serviços e soluções para o mercado aeroespacial brasileiro. .2 – Objetivos Específicos Além de formar um engenheiro generalista. controle. comunicação. interação homemmáquina etc.o desenvolvimento de satélites artificiais e sondas para diversas aplicações.sistemas de propulsão. Está apto também a tornar-se empresário autônomo e fabricante/fornecedor de peças. helicópteros. satélites etc. 89 . 8. 8.estruturas aeroespaciais. . simulação numérica. projeto.2. análise.aerodinâmica e propulsão.dinâmica e controle. o curso de Engenharia Aeroespacial permite ao futuro engenheiro obter especialização em determinados grupos de interesse.2.3. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Neste sentido são oferecidos conjuntos de disciplinas de opção limitada agrupados em três grandes áreas: .2. navegação. 8. foguetes. sondas de exploração do espaço profundo etc. componentes.1 – Perfil do Profissional É o engenheiro apto a atuar em modelagem matemática.Centro de Engenharia. controle de atitude. tais como: satélites meteorológicos.3 – Habilidades O Engenheiro Aeroespacial está diretamente envolvido com: .o desenvolvimento e a avaliação de sistemas diversos – eletrônicos e mecânicos em geral – associados a aeronaves.2 – Competências O profissional formado nesta área está apto a trabalhar em institutos de pesquisa afim no Brasil ou no exterior. .4.

O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias para as Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC. nos seis eixos já citados. . Tabela 13: Exigências para a formação do Engenheiro Aeroespacial da UFABC REQUERIMENTOS Disciplinas Obrigatórias do BC&T Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial Disciplinas Livres do BC&T TOTAIS CRÉDITOS 90 46 26 86 22 30 300 CARGA HORÁRIA 1080 552 312 1032 264 360 3600 As Disciplinas Obrigatórias do BC&T buscam dar ao aluno a base de conhecimento.Centro de Engenharia. controle de temperatura e controle de vibração em sistemas diversos associados a aeronaves. 8. correspondentes a 3600 horas aula. turbulência atmosférica. satélites etc. helicópteros. dinâmica orbital.2. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .sensores e instrumentação de bordo. envolvendo a elaboração e 90 . As Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro.5 – Organização Curricular da Engenharia Aeroespacial O curso de Engenharia Aeroespacial exige o cumprimento de 300 créditos. foguetes. conhecimento este necessário para que ele possa ter uma boa formação no conhecimento básico das ciências em geral e das Engenharias em particular. materiais especiais. aerodinâmica. astronomia etc. cuja composição deve obedecer os requisitos da Tabela 13.problemas envolvendo interação fluido-estrutura.

dinâmica de sistemas. conforme apresentado na Tabela 15. permitindo ao aluno escolher os assuntos que mais lhe interessa. sistemas de controle.Centro de Engenharia. Navegação e Controle Estabilidade e Controle de Aeronaves Vibrações Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais Técnicas de Análise Estrutural e Projeto Métodos Computacionais para Análise Estrutural Aeroelasticidade Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves I Mecânica dos Fluidos Avançada Combustão I Aerodinâmica I Sistemas de Propulsão I Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais TOTAL T 4 4 4 2 4 3 3 4 0 4 4 4 3 3 4 3 4 3 4 3 3 P 0 0 0 0 0 2 2 0 4 0 0 0 1 1 0 1 2 1 0 1 1 I 5 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 4 4 5 5 4 CRÉDITOS 4 4 4 2 4 5 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 6 4 4 4 4 86 As Disciplinas de Opção Limitada do curso buscam aprofundar o conhecimento apresentado nas disciplinas obrigatórias do curso. aeroelasticidade. estruturas aeroespaciais. este conjunto de disciplinas aborda as principais áreas que sustentam a proposta do curso de Engenharia Aeroespacial: cálculo estrutural. Neste sentido. Uma variedade de opções é fornecida. As Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial (Tabela 14) incluem um conteúdo que deve ser obrigatoriamente conhecido por todo Engenheiro Aeroespacial. II e III em Engenharia Aeroespacial). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias desenvolvimento de projetos de Engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e II). experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia Aeroespacial) e Trabalho de Conclusão de Curso (Trabalho de Graduação I. aerodinâmica. Tabela 14: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial ITEM 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 CÓDIGO EN2223 BC1509 EN2220 EN2222 EN2226 EN2704 EN2710 EN2219 EN2231 EN2232 EN2221 EN2230 EN2233 EN2224 EN2210 EN2225 EN2228 EN2214 EN2213 EN2227 EN2229 NOME Dinâmica I Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Aeronáutica I-A Introdução à Astronáutica Desempenho de Aeronaves Sistemas de Controle I Sistemas de Controle II Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais Laboratório de Guiagem. aeroacústica e propulsão. 91 .

o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia Aeroespacial. permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade.Centro de Engenharia. 92 . Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Aeroespacial GRUPO ITEM CÓDIGO 01 02 03 04 Dinâmica e Controle 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 EN3721 EN3229 EN3230 EN3206 EN3234 EN3207 EN3237 EN3202 EN3210 EN3211 EN2605 EN2719 EN3228 EN3213 EN3233 EN3215 EN3201 EN2716 EN3232 EN3235 EN3217 EN3238 EN3722 EN3218 EN3219 EN3231 EN3220 EN3222 EN3221 EN2410 EN2411 EN3239 EN3226 EN3224 DISCIPLINA Teoria de Controle Ótimo Aeronáutica I-B Aeronáutica II Instrumentação e Sensores em Veículos Aeroespaciais Aviônica Simulação de Voo e Ambientes Virtuais Dinâmica II Dinâmica Orbital Navegação Inercial e GPS Cinemática e Dinâmica de Mecanismos Eletrônica Digital Dispositivos Eletrônicos Otimização em Projetos de Estruturas Teoria da Elasticidade Aplicações de Elementos Finitos para Engenharia Placas e Cascas Introdução às Vibrações Não Lineares Sistemas CAD/CAM Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves II Análise Experimental de Estruturas Interação Fluido-Estrutura Mecânica dos Sólidos II Confiabilidade de Componentes e Sistemas Aerodinâmica II Aeroacústica Sistemas de Propulsão II Técnicas Experimentais em Propulsão Propulsão Aeroespacial Não-Convencional Combustão II Transferência de Calor I Transferência de Calor II Máquinas de Fluxo Projeto Térmico de Veículos Espaciais Dinâmica de Fluidos Computacional T P I 3 4 5 3 4 3 4 3 3 3 4 3 4 4 3 3 4 3 3 1 3 4 3 4 3 3 3 3 2 3 3 4 4 3 0 0 1 1 0 0 0 0 1 0 2 2 0 0 1 0 0 1 1 3 0 0 0 0 0 1 2 0 1 1 1 0 0 0 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 4 4 4 5 3 4 5 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 Estruturas Aeroespaciais Aerodinâmica e Propulsão As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada. seja através da escolha de outras disciplinas de Opção Limitada. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 15. seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.Centro de Engenharia. Navegação e Controle Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O EN2210 Aeroelasticidade Opção Limitada da Engenharia ou Livre 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 93 .6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Tabela 16: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Aeroespacial 1º Quadrimestre 1 º A N O 2º Quadrimestre BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC0002 Projeto Dirigido BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1713 Engenharia Econômica EN2230 Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais EN2710 Sistema de Controle II EN2213 Aerodinâmica I BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2228 Mecânica dos Fluidos Avançada Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2221 Vibrações EN2224 Métodos Computacionais para Análise Estrutural EN2225 Projeto de Elementos Estruturais de Aeronaves I EN1201 Estágio Curricular I em Engenharia Aeroespacial EN1202 Estágio Curricular II em Engenharia Aeroespacial BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2223 Dinâmica I Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 2 º A N O BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2220 Aeronáutica I-A EN2229 Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais EN2214 Combustão I EN2232 Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2227 Sistemas de Propulsão I 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre EN2222 Introdução à Astronáutica EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2226 Desempenho de Aeronaves Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1203 Trabalho de Graduação I em Engenharia Aeroespacial EN1204 Trabalho de Graduação II em Engenharia Aeroespacial EN1205 Trabalho de Graduação III em Engenharia Aeroespacial 4 º A N O 10º Quadrimestre 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre EN2704 Sistemas de Controle I EN2233 Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN2219 Dinâmica e Controle de Veículos Espaciais EN2231 Laboratório de Guiagem.2.

2.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 17: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2204 – Dinâmica I EN3212 – Introdução à Astronáutica EN2208 – Aeronáutica I-A EN2212 – Vibrações Lineares EN3216 – Métodos Computacionais Estrutural EN2814 – Materiais Compósitos para Disciplina do Catálogo 2013 EN2223 – Dinâmica I EN2222 – Introdução à Astronáutica EN2220 – Aeronáutica I-A EN2221 – Vibrações Análise EN2224 – Métodos Computacionais para Análise Estrutural EN2230 – Materiais Compósitos e Aplicações Estruturais EN2215 – Introdução aos Sistemas de Propulsão EN2227 – Sistemas de Propulsão I EN2217 – Mecânica dos Fluidos Viscosos EN2228 – Mecânica dos Fluidos Avançada EN2218 – Escoamento Compressível EN3227 – Transferência de Calor Aplicada a Sistemas EN2229 – Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais Aeroespaciais EN3203 – Aeronáutica I-B EN3229 – Aeronáutica I-B EN3204 – Aeronáutica II EN3230 – Aeronáutica II EN3225 – Propulsão Aeroespacial EN3231 – Sistemas de Propulsão II EN3214 – Aplicações de Elementos Finitos para EN3233 – Aplicações de Elementos Finitos para Engenharia Engenharia EN3208 – Otimização em Projetos de Estruturas EN3228 – Otimização em Projetos de Estruturas EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2205 – Dinâmica II EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN3209 – Desempenho de Aeronaves EN2207 – Laboratório de Guiagem.Centro de Engenharia. Navegação e Controle EN2232 – Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2233 – Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN3239 – Máquinas de Fluxo EN1201 – Estágio Curricular I em Aeroespacial (Resolução ConsEPE 103) EN1202 – Estágio Curricular II em Aeroespacial (Resolução ConsEPE 103) EN1203 – Trabalho de Graduação I em Aeroespacial EN1204 – Trabalho de Graduação II em Aeroespacial EN1205 – Trabalho de Graduação III em Aeroespacial Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia 94 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Navegação e Controle EN3205 – Estabilidade e Controle de Aeronaves EN2209 – Técnicas de Análise Estrutural e Projeto EN2216 – Máquinas de Fluxo EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III BC1509 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN3237 – Dinâmica II EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2226 – Desempenho de Aeronaves EN2231 – Laboratório de Guiagem.

Transformada de Laplace. LIFCHITZ. C.. P.Centro de Engenharia. Volumes I e II. Serie de Fourier. Rio de Janeiro: McGraw-Hill.. São Paulo: Edgard Blücher.8 – Ementas 8. E. CLAUSEN. L.. Ed. teorema do momento angular. Dinâmica de ponto material.. 2007. KURTZ Jr. Filtros Analógicos.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Aeroespacial 01 DINÂMICA I Código: EN2223 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Mecânicos. Mecânica Vetorial para Engenheiros: Dinâmica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. 7. E. E. B. Bibliografia Complementar: CRANDALL. W. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ. Fundamentos em Sinais e Sistemas. Mecânica: Dinâmica. 1997. Sinais e Sistemas Lineares. FRANCA..2. 1982. R. EUA: D. Rio de Janeiro: LTC. KARNOPP. G. J. Dynamics of Mechanical and Electromechanical Systems. F. momento angular. 2006. Geometria Analítica. H. Dinâmica de ponto material e corpo rígido: quantidade de movimento. E. JOHNSTON. Bookman.. C. D. 1997. teorema da energia cinética. WHITTAKER. Transformada de Fourier. LANDAU. 1a Ed. 5. 2004. C. Convolução.. Representação no Domínio da Freqüência. trabalho e potência das forças internas e externas. M. E. Cambridge: Cambridge University Press. A. R. Exemplos de aplicação. L. Ed. J. MATSUMURA. L.8. F. 1965. momento das forças internas e externas. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT). Sinais Analógicos. 02 TRANSFORMADAS EM SINAIS E SISTEMAS LINEARES Código: BC1509 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução a Sinais e Sistemas. Bibliografia Básica: MERIAM. estática e cinemática de ponto material e corpo rígido. Mecânica. São Paulo: Editora Campus. ROBERTS. T. 2005. momentos de massa de segunda ordem. Mecânica. C. Sistemas Analógicos. Krieger Publishing Company. Cálculo Numérico Ementa: Sistema de forças. L. Pridmore-Brown. HIBBELER. N. D. 1a Ed. Mecânica Geral. McGraw-Hill. KRAIGE. P. TENENBAUM.. teorema do movimento do baricentro. A Treatise on the Analytical Dynamics of Particles and Rigid Bodies. energia cinética. S. São Paulo: Hemus Livraria e Editora. Bibliografia Básica: LATHI. F.. Z. 2009. ângulos de Euler e equações de Euler. R.2. 95 . BEER. A. 1970. Dinâmica.

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2005. HOLMANN. 2008.. F. B. Bibliografia Complementar: SPARROW.. A. New York: SpringerVerlag. Transferência de calor e massa. Radiação. Combustão Supersônica... (compiler).. ed. Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução à transferência de calor. São Paulo. Co. H. C.Centro de Engenharia. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. Combustão em duas fases. E. 2. CESS. F. W. Turbulent Combustion. L. 30 TRANSFERÊNCIA DE CALOR I Código: EN2410 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos.. Combustion. F. (Cambridge Monographs in Mechanics). R. P. MORAN. Singapore: Word Scientific Publisching. GLASSMAN. D. H. Condução bidimensional em regime permanente. R. Bibliografia Básica: CHUNG K. Editora LTC. HENDERSON. B.. New York: John-Wiley Interscience. SCHMIDT. 2. N. New York: CRC Press. A.. 2005.. M. T. 1985. LTC. N. 1995. 2004. T. 4. Applied Combustion. London: Elsevier. Philadelphia: R. E. ed. L. 6ª Edição. Combustion Theory. R. Theoretical and Numerical Combustion. HETSRONI G. POINSOT. Transferência de Calor: um Texto Básico... 2. Princípios de Condução. 2º Edição. YUNG-KUO. São Paulo: Editora Edgard Blucher. VEYNANTE. R.. R. Segunda Edição. 2000. 2007.. CA: Benjamin Cummings Publisher. Y. Ed. Edwards Inc. D. 2004. OZISIK. Fenômenos de Transporte.. ed. ed. 2002.. 2004. J. K. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. P. I. 1990. 2. L. De WITT. P. K-Y. L. MUNSON. P. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil. 1983. Brooks/Cole Publ. D. Mc Graw Hill. 1970. Rio de Janeiro. P. WOLGEMUTH. D. (editor). Menlo Park. Principles of Combustion. LTC. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. ÇENGEL.. Radiation Heat Transfer.. YETTER. YARIN. Condução unidimensional em regime permanente. PETERS. Bibliografia Básica: INCROPERA. DE WITT. E. BIRD. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Combustão em camada limite. KEATING.. M. Transferência de Calor.. Combustion of Two-Phase Reactive Media. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. N. 126 . Cambridge: Cambridge University Press. WILLIAMS. 639p. Termodinâmica. I. 2009. SHAPIRO.. ed. Condução transiente. 2005. Bibliografia Complementar: KUO. Combustion Physics.

F. Pump Handbook.. Turbinas a vapor. R. Segunda Edição. Cavitação. P... McGraw Hill. Máquinas de Fluxo. ÇENGEL. Fenômenos de Transporte. R. Pipeline Rules of Thumb Handbook: A Manual of Quick.. 1983. HENDERSON.Centro de Engenharia. ───. E. 6ª Edição. 2002. WOLGEMUTH. MUNSON. J. E. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil.. Oxford: Elsevier. A. H. B. 7... Transmissões. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. D. C. 639p. Fenômenos de Transporte. ed. LTC. 1979. PFLEIDERER.. SHAPIRO. 1984. H. Rio de Janeiro: Guanabara dois. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. Ventiladores e compressores. MORAN. Modelo reduzido e coeficientes adimensionais. E. Máquinas hidráulicas movidas. MACINTYRE. P. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. Editora LTC. MENON. Transferência de calor e massa. 2008. E. R. 4. W. B .. J. Ed. Noções de Trocadores de Calor. SISSOM. D. H. 2009.. PITTS... New York: McGraw-Hill. P. I. A. Piping Calculations Manual. R. Bibliografia Complementar: McALLISTER. D.. Boston: 127 . Rio de Janeiro. Y. 1983. BEJAN. ConvectionHeat Transfer.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 31 TRANSFERÊNCIA DE CALOR II Código: EN2411 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor I Ementa: Princípios de convecção térmica. H. J. Bibliografia Básica: KARASSIK. Turbinas a gás. N. 2005. L. Mecânica dos Fluidos Avançada Ementa: Definições básicas. S. Bibliografia Básica: INCROPERA. HEALD.. 2009. Accurate Solutions to Everday Pipeline Engineering Problems. De WITT. Working Guide to Pump and Pumping Sations: Calculations and Simulations. PETERMANN. W. Máquinas Motrizes Hidráulicas. MESSINA. Máquinas hidráulicas geradoras. 2º Edição. J. P. Transferência de Calor. Rio de Janeiro: LTC. SCHMIDT. 2004. New York: McGraw-Hill.. 32 MÁQUINAS DE FLUXO Código: EN3239 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Termodinâmica Aplicada I. F.. Termodinâmica. C. C. LTC. São Paulo: Editora Edgard Blucher.. P. BIRD. Convecção natural. 2004. Ebulição e Condensação. Bibliografia Complementar: HOLMANN. ed. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. COOPER.. P. Mc Graw Hill. Escoamento compressível. 2008. Convecção Forçada em escoamentos externos e internos. I. São Paulo. Transformação de energia e triângulo de velocidades. John Wiley&Sons. DE WITT.

VA: AIAA. 2004. CA: The Aerospace Press. volume I: Fundamental Technologies. New York: John-Wiley & Sons. VA: AIAA. El Segundo. 2003. STARK. Bibliografia Básica: GILMORE. P. Pump Characteristics and Applications. D. Troca de calor por radiação. 3. Fatores de configuração para troca entre duas superfícies. FRENCH. CA: Microcosm. ed. 2: Cryogenics. ed. VA: AIAA. Satellite Thermal Control for Systems Engineers Vol. 2. KARAN. 1998. VOLK.Centro de Engenharia. 1995. AIAA. 2. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Gulf Professional Publishing. Vol. R.J. 34 DINÂMICA DE FLUIDOS COMPUTACIONAL Código: EN3224 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Mecânica dos Fluidos Avançada Ementa: Conceituação das equações diferenciais parciais. Spacecraft Systems Engineering. Spacecraft Structures and Mechanisms from Concept to Launch. (Space Technology Series). Métodos e Algoritmos para Solução de Problemas de Escoamentos Laminares. GILMORE. Métodos de Solução de Problemas de Escoamentos Compressíveis. Massachusetts: AIAA. GRIFFIN. New York. M. Carga térmica e efeito de órbita. M. Reston. Balanço térmico no satélite em situações não permanente.. Diferenças Finitas. (Progress in Astronautics and Aeronautics). SARAFIN. M. UK: John-Wiley & Sons. FORTESCUE. ed. 181. OATES. SWINERD. R. C. P. 128 . 2002. Spacecraft Thermal Control Handbook. Resistência térmica de contato. A. Aplicações para situações reais. Centrifugal and axial flow pumps. Danvers. ed. Space Vehicle Design. London: Taylor & Francis. 2003. D. (Education Series). 2009. G. G. Malhas Estruturadas e Nãoestruturadas. 1985. Reston. Técnicas de simulação. Chichester. (Education Series). Elements of Spacecraft Design. Volumes Finitos. D. Spacecraft Thermal Control Handbook. T. D.. DONABEDIAN. 33 PROJETO TÉRMICO DE VEÍCULOS ESPACIAIS Código: EN3226 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor Aplicada a Sistemas Aeroespaciais Ementa: Processos de troca de calor em um veículo espacial. 1967. (Education Series). G. El Segundo. J. Modelos de Turbulência.. STEPANOFF. Aerothermodynamics of Aircraft Engine Components. El Segundo: The Aerospace Press e Reston. Reston. J. Efeito de sombra. VA: AIAA. 2002. D. Bibliografia Complementar: BROWN C. G. Algoritmos de Acoplagem Pressão-Velocidade. 2. 2005.

2009. 2. E. J. 1997. Computational Fluid Dynamics: The Basics with Applications. TANNEHILL. ed. 129 . J. Brussels. 2007. H. R. MEYER. 3. 2004. ed. FERZIGER. ed.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: ANDERSON. PERIC.. et al. New York: McGraw Hill. R. J. Applied Computational Fluid Dynamics Techniques: An Introduction Based on Finite Element Methods. 6. Oxford: Elsevier Butterworth-Heinemann.. 2008. Berlin: Springer-Verlag. R. WESSELING. HIRSCH. 2004. Numerical Computation of Internal and External Flows. MALISKA. C. 1995. PLETCHER. 3. Computational Methods for Fluid Dynamics. ANDERSON. R. Computational Fluid Mechanics and Heat Transfer. Computational Fluid Dynamics. P. 2002. J. M. C.. a von Karman Institute Book. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. Introduction to Mathematical Fluid Dynamics. 2007. Philadelphia: Taylor & Francis. LÖHNER. New York: Dover Publications. ed. Bibliografia Complementar: ANDERSON. 2 ed. An Introduction to Multigrid Methods. D. D. Rio de Janeiro: LTC. an Introduction.. Philadelphia: RT Edwards. BE: Springer. New York: John Wiley & Sons.Centro de Engenharia.

Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. órgãos artificiais.2 – Perfil do Curso A Engenharia Biomédica envolve a aplicação de engenharia na área da saúde.) e instrumentação biomédica. isto é. 130 .3. materiais e artigos implantáveis.3 – Objetivos do Curso 8. que requer a capacitação de pessoal de forma a contribuir para avanços científicos e tecnológicos na indústria de dispositivos médico hospitalares (equipamentos para diagnóstico e terapia. trata-se de um ramo da engenharia que desenvolve e aplica tecnologia para modelar e solucionar problemas na área médica.3.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia Biomédica Diplomação: Engenheiro Biomédico Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8.3. 8.3 – Engenharia Biomédica 8.1 – Objetivo Geral Tendo em vista o contexto atual da área. órteses e próteses etc.3. Trata-se de uma área estratégica para o Brasil. bem como o domínio da tecnologia de reabilitação (dispositivos auxiliares visando melhoria da qualidade de vida dos portadores de necessidades especiais e contribuindo para sua reintegração na sociedade).3. com sólida formação técnico-científica para compreender fenômenos relacionados à fisiologia normal e patológica do corpo humano e assim atuar no desenvolvimento e/ou inovação tecnológica de procedimentos. o Curso de Graduação em Engenharia Biomédica da UFABC visa a formação de massa crítica de engenheiros biomédicos capazes de atuar como promotores de inovação tecnológica.

 Participar em desenvolvimento e projetos de sistemas integrados (dispositivos. além de capacidade para desenvolver eficientemente atividades ligadas a:  Desenvolvimento de novas tecnologias. bem como terapia e monitoramento de pacientes. Considerando a variedade de fenômenos explorados pela Engenharia Biomédica o profissional da área deve compreender uma vasta gama de conhecimentos. aos específicos. no exercício de suas atividades técnicas apresente a preocupação de induzir mudanças qualitativas na sociedade. bem como de equipamentos e instrumentos de monitoração de sinais vitais e de imagenologia. incluindo a aplicação de métodos computacionais avançados aos problemas da área da saúde. 8.3. diagnóstico de doenças. 131 .   Aprimoramento de tecnologias estabelecidas e aplicadas à área da saúde.  Buscar a integração entre instituições de ensino e pesquisa. química. para atender às necessidades de um mercado crescente e demandante de novos dispositivos biomédicos e procedimentos diagnósticos. e que. como eletrônica. expressão.3. terapêuticos. indústria farmacêutica. biossegurança. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias instrumentos e equipamentos para prevenção. Desenvolvimento de conhecimento sistemático e de ferramentas básicas. física médica. instrumentação biomédica. indústria de dispositivos biomédicos.Centro de Engenharia. biomateriais. organizações de saúde pública e privada para implementação de novas tecnologias. biologia. sociologia. que vão desde os básicos.2 – Objetivos Específicos Formação de profissional Engenheiro Biomédico cidadão. projeto de dispositivos biomédicos e gestão hospitalar dentre outras. capaz de interagir positivamente com o ambiente de trabalho. incluindo as disciplinas de matemática. física. processos e experimentos) utilizados nas áreas de ciências biológicas e ciências da saúde.

Centro de Engenharia. levantamento de dados e solução de problemas na área da saúde.1 – Competências e Habilidades As competências e habilidades que se espera do Engenheiro Biomédico é que ele seja capaz de:  Reconhecer sua identidade.3. aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia para o equacionamento. terapia e monitoração de sinais vitais.3. no campo do saber-fazer. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Aplicar conceitos teóricos e práticos. 8.  8.  Integrar conceitos e estabelecer interfaces entre as ciências da vida e a engenharia.Perfil do Egresso O Engenheiro Biomédico será um profissional com formação interdisciplinar. além de dispositivos biomédicos para reabilitação e tecnologia assistiva. produção.   Atuar profissionalmente com responsabilidade social e ética. como Engenheiro Biomédico.4 . gestão e controle de qualidade de dispositivos biomédicos em organizações de saúde pública e privada. Atuar profissionalmente integrando equipes multidisciplinares na área da Engenharia Biomédica.4. advindos do desenvolvimento industrial na área da engenharia eletro-eletrônica e de materiais. visando ao desenvolvimento e à melhoria dos cuidados dispensados aos usuários de estabelecimentos de saúde. 132 . além de atividades de pesquisa e desenvolvimento de processos e dispositivos biomédicos para uso em prevenção e diagnóstico de doenças. Poderá atuar em atividades de projeto. para realizações de interesse social e humano. base conceitual e habilidades para desenvolver.

3. de caráter inter e multidisciplinar que. interpretar dados e propor a resolução de problemas entre as áreas de ciência da vida e engenharia. da medicina e das ciências da vida. Assim. bem como dispositivos e sistemas de auxílio à motricidade e locomoção dos seres vivos (órteses e próteses).   Analisar e modelar sistemas biológicos.   Analisar riscos em ambientes hospitalares. o curso de Engenharia Biomédica exige o cumprimento 300 créditos. Atuar no desenvolvimento e projeto de instrumentação biomédica. dispositivos biomédicos e equipamentos médico hospitalares. processos e experimentos) utilizados nas áreas de ciências biológicas e ciências da saúde. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 Horas aula.  Desenvolver e implementar novas tecnologias.5 – Organização Curricular A Engenharia Biomédica é uma modalidade de engenharia. correspondentes a 3600 horas aula. exige um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação.  8. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Realizar medições e interpretações de dados necessários para solução de problemas e inovação da indústria de dispositivos biomédicos. adquirir e manter a operação estável de equipamentos e instrumentos médico hospitalares.Centro de Engenharia. 133 .  Atuar no desenvolvimento de dispositivos implantáveis. diferenciada em relação às modalidades tradicionais. Especificar.  Participar em desenvolvimento e projetos de sistemas integrados (dispositivos.

reprodução e ressuscitamento de sinais vitais. de imagenologia ou com equipamentos de aferição. bem como dispositivos biomédicos diversos. Sistemas Computacionais Aplicados a Ciências da Vida. Instrumentação e Processos para Diagnóstico e Terapia.  Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula (Qualquer disciplina que não faça parte do conjunto de Disciplinas Obrigatórias). Considerando que as atividades de engenharia na área da saúde estão relacionadas com equipamentos e instrumentos de monitoração de sinais vitais. dispositivos implantáveis ou dispositivos para reabilitação e tecnologia assistiva. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 Horas aula. próteses.Centro de Engenharia. Engenharia Clínica.  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia Biomédica: 28 créditos / 336 Horas aula. ao longo do curso de Engenharia Biomédica. Biomecânica e Controle Neuromotor. o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos conjuntos de disciplinas oferecidas que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam uma ou mais das áreas listados a seguir:      Biomateriais e Dispositivos Implantáveis.  Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC. o curso de Engenharia Biomédica 134 . tais como órteses.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da Modalidade Engenharia Biomédica (profissionalizantes): 80 créditos / 960 Horas aula.  Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento: 26 créditos / 312 Horas aula.

Convém ressaltar que. correspondentes à carga horária de 960 horas. constantes nas páginas iniciais deste catálogo. com a inclusão. o aluno do Curso de Engenharia Biomédica pode aprimorar tais conhecimentos cursando Disciplinas de Opção Limitada do Curso de Engenharia Biomédica e Disciplinas Livres. As disciplinas que devem ser cursadas para compor os 300 créditos necessários à integralização do curso encontram-se listadas nas Tabelas 2. além dos conjuntos apresentados nas tabelas a seguir. tendo em vista o entrelaçamento com a área da saúde. é de fundamental importância que o Engenheiro Biomédico tenha conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia além de outros que possibilitem sua atuação conjunta com profissionais da área da saúde. exclusão ou fusão de disciplinas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias propõe uma lista de disciplinas que somam 80 créditos. porém. dentre as disciplinas profissionalizantes estão disciplinas que visam oferecer noções básicas de tais conhecimentos. de acordo com a evolução científica e tecnológica das respectivas áreas de atuação e caberá a próreitoria de graduação estar atenta às necessidades do mercado e da universidade e solicitar esta revisão. Os conjuntos de disciplinas do Curso de Engenharia Biomédica poderão ser continuamente atualizados. em disciplinas do núcleo de conteúdos profissionalizantes.Centro de Engenharia. 3 e 5. Tabela 17: Disciplinas Obrigatórias Específicas para o Curso de Engenharia Biomédica e Tabela 18: Disciplinas de Opção Limitada para o Curso de Engenharia Biomédica 135 . tendo em vista as características do projeto pedagógico da UFABC. Assim sendo.

Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Álgebra Linear Biologia Celular Instrumentação e Controle Fenômenos Eletromagnéticos Bases Biológicas para Engenharia I Materiais e suas Propriedades Instrumentação Biomédica Bases Biológicas para Engenharia II Cálculo Numérico.Centro de Engenharia. caso tenha disponibilidade de docentes. 28 créditos devem ser cumpridos dentro do grupo de disciplinas apresentadas na tabela de Disciplinas de Opção Limitada. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 18: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 BC1307 EN2703 EN2318 EN2319 EN2330 BC1332 EN2320 EN2321 EN2331 EN2333 EN2322 EN2332 EN2323 EN2328 EN2329 EN2324 EN2325 EN2326 EN2327 Disciplina Biologia Celular Circuitos Elétricos I Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Bases Biológicas para Engenharia I Instrumentação Biomédica Introdução à Física Médica Bases Biológicas para Engenharia II Ciências dos Materiais Biocompatíveis Instrumentação Biomédica Avançada Princípios e Aplicações de Biomecânica Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Princípios de Imagens Médicas Legislação Relacionada à Saúde Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Equipamentos Médico-Hospitalares Biossegurança Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Princípios de Ética em Serviços de Saúde Métodos de Elementos Finitos aplicados a Sistemas Biomédicos T 3 3 6 3 3 3 3 3 3 2 2 4 2 3 3 4 2 2 0 P 2 2 0 2 2 1 2 1 2 2 2 0 0 1 2 0 2 0 3 I 4 4 4 5 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 3 4 Créditos 5 5 6 5 5 4 5 4 5 4 4 4 2 4 5 4 4 2 3 Recomendação Origens da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Circuitos Elétricos e Fotônica Funções de Uma Variável. Bases Biológicas para Engenharia II Fenômenos Eletromagnéticos Bioética Princípios e Aplicações de Biomecânica Bases Biológicas para Engenharia II Biologia Celular Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Não há Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Total 80 Dos 58 créditos restantes. Tais disciplinas contemplam conteúdos de áreas específicas de atuação do Engenheiro Biomédico. que atualmente apresenta 36 Disciplinas de Opção Limitada oferecidas pelo curso de Engenharia Biomédica. 136 . que contemplam conteúdos adicionais aos proporcionados pelo conjunto de disciplinas obrigatórias.

Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Ciência dos Materiais Biocompatíveis. Dispositivos Eletrônicos 137 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 19: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 BC1712 EN3339 BC1321 BC1322 BC1324 BC1325 BC1308 EN2810 EN2817 EN2816 EN3324 EN3325 EN3326 EN3337 EN3327 EN2719 EN2720 EN2605 EN2610 BC1333 EN3328 EN3329 EN3330 EN3341 EN3331 EN3338 EN3332 EN3333 BC1439 EN3318 EN3334 EN3335 EN3340 EN3322 EN3336 EN2617 Disciplina Introdução à Engenharia Biomédica Bioestatística Sistemas Biológicos I Sistemas Biológicos II Sistemas Biológicos III Sistemas Biológicos IV Biofísica Ciência dos Materiais Propriedades Elétricas. Bases Biológicas para Engenharia II. Introdução à Biofotônica e Óptica Biomédica. Caracterização de Biomateriais Cursar após o BC&T Ciência dos Materiais Biocompatíveis e Biologia Celular Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Introdução à Física Médica Introdução à Física Médica Introdução à Física Médica. Laboratório de Física Médica. Laboratório de Física Médica Introdução à Física Médica.Centro de Engenharia. Obrigatórias da Engenharia Biomédica Processamento da Informação. Magnéticas e Ópticas Propriedades Mecânicas e Térmicas Caracterização de Biomateriais Processamento e Análise de Sinais Biomédicos Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais Introdução à Biotecnologia Engenharia de Tecidos Dispositivos Eletrônicos Eletrônica Analógica Aplicada Eletrônica Digital Processamento Digital de Sinais Laboratório de Física Médica Introdução à Biofotônica e Óptica Biomédica Técnicas Modernas em Fototerapia Técnicas Modernas em Fotodiagnóstico Processamento de Imagens Médicas Qualidade de Imagens Médicas Neuromecânica do Movimento Humano Ergonomia Introdução à Robótica Introdução à Bioinformática Laboratório de Bioinformática Telemedicina e Sistemas de Apoio a Decisão Projeto e Desenvolvimento de Sistemas para Análise de Dados Médicos Engenharia Clínica I Engenharia Clínica II Instalações Hospitalares Sistemas Microprocessados T P I Créditos 2 3 4 4 4 4 4 4 3 3 2 2 2 4 3 3 3 4 4 1 3 3 3 2 2 2 4 2 3 0 2 3 3 3 2 2 0 0 2 2 2 2 0 0 1 1 3 2 3 0 2 2 2 2 0 3 1 1 1 2 2 2 0 2 1 4 2 2 2 2 2 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 4 4 4 4 4 5 5 4 4 4 4 4 2 3 6 6 6 6 4 4 4 4 5 4 5 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 4 4 Recomendação Cursar durante o BC&T Cursar durante o BC&T Biologia Celular Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Cursar durante o BC&T Materiais e suas Propriedades Ciência dos Materiais Fenômenos Térmicos e Ciência dos Materiais Ciências dos Materiais Biocompatíveis Instrumentação Biomédica Avançada. Instrodução à Biofotônica e Óptica Biomédica. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Princípios de Imagens Médicas. Obrigatórias da Engenharia Biomédica Equipamentos Médico-Hospitalares Engenharia Clínica I Equipamentos Médico-Hospitalares. Biossegurança Eletrônica Digital. Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos Princípios e Aplicações de Biomecânica Bases Biológicas para Engenharia II Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Cursar após o BC&T Introdução à Bioinformática Processamento da Informação. Princípios de Imagens Médicas.

neste caso em Engenharia Biomédica. Sugere-se que. com aproveitamento. assim como parte dos créditos de Disciplinas de Opção Limitadas e Disciplinas Livres. no prazo máximo de 5 anos. corresponderá a todas as disciplinas oferecidas pela universidade que não tenham sido cursadas. ainda. para a realização destes créditos adicionais. pelo aluno. O conjunto de disciplinas. 138 . necessários para a conclusão do curso de Engenharia Biomédica devem ser cumpridos em disciplinas de Opção Limitada que venham a complementar os conteúdos específicos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Os demais 30 créditos. de caráter absolutamente livre de interesse do aluno.Centro de Engenharia. caso o estudante queira se graduar em engenharia. eventualmente necessários para sua formação profissional. desde que as exigências acadêmicas permitam. parte dos créditos do núcleo de conteúdos profissionalizantes. sejam cursados ainda durante o BC&T. ou outras.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Conversão e Uso BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1710 Introdução às Engenharias BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica BC1507 Instrumentação e Controle 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1307 Biologia Celular EN2318 Métodos Matemáticos aplicados a Sistemas Biomédicos EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre 7º Quadrimestre 3 º A N O BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 8º Quadrimestre BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC0002 Projeto Dirigido BC1419 Cálculo Numérico BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2322 Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos EN2325 Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN2326 Princípios de Ética em Serviços de Saúde EN2328 Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC1713 Engenharia Econômica EN2330 Instrumentação Biomédica EN2331 Instrumentação Biomédica Avançada EN2333 Princípios e Aplicações de Biomecânica EN2327 Método de Elementos Finitos aplicados a Sistemas Biomédicos Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2319 Bases Biológicas para Engenharia I EN2320 Bases Biológicas para Engenharia II EN2321 Ciências dos Materiais Biocompatíveis Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN2329 Equipamentos MédicosHospitalares 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O BC1332 Introdução à Física Médica EN2323 Legislação Relacionada à Saúde EN2332 Princípios de Imagens Médicas 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1303 Trabalho de Graduação I em Engenharia Biomédica EN1304 Trabalho de Graduação II em Engenharia Biomédica EN1305 Trabalho de Graduação III em Engenharia Biomédica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O EN2324 Biossegurança Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1301 Estágio Curricular I em Engenharia Biomédica EN1302 Estágio Curricular II em Engenharia Biomédica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 139 .3.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Tabela 20: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia Biomédica 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência.Centro de Engenharia. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.

Simulação e Controle Aplicados a EN2322 – Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Sistemas Biológicos EN2312 – Legislação Relacionada à Saúde EN2323 – Legislação Relacionada à Saúde EN2315 – Biossegurança EN2324 – Biossegurança EN3517 – Ética e Responsabilidade Social BC1604 – Bioética BC1313 – Introdução à Física Médica EN3316 – Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN2309 – Processamento e Análise de Sinais Biomédicos EN2317 – Caracterização de Biomateriais EN3307 – Engenharia de Tecidos e Órgãos Artificiais EN3304 – Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais EN2316 – Instalações Hospitalares BC1311 – Laboratório de Física Médica BC1708 – Introdução à Bioengenharia EN2303 – Efeitos Biológicos das Radiações Não Ionizantes EN3309 – Espectroscopia Óptica em Sistemas Biológicos EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN3310 – Aplicações de Lasers em Ciências da Vida e Saúde Humana EN3311 – Técnicas Nucleares Aplicadas às Ciências da Saúde EN3320 – Projeto e Desenvolvimentos de Sistemas para Análise de Dados Médicos EN3319 – Informática Médica EN3315 – Neuromecânica do Movimento Humano EN3305 – Introdução à Biotecnologia EN2313 – Engenharia de Reabilitação e Biofeedback EN2314 – Equipamentos Médico-Hospitalares EN2302 – Instrumentação Biomédica EN2307 – Instrumentação Biomédica Avançada EN2311 – Princípios de Imagens Médicas EN2308 – Princípios e Aplicações de Biomecânica EN3301 – Bioestatística EN3321 – Engenharia Clínica I EN3312 – Processamento de Imagens Médicas EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN2326 – Princípios de Ética em Serviços de Saúde BC1332 – Introdução à Fisica Médica EN2325 – Análise e Controle de Sistemas Mecânicos EN3325 – Processamento e Análise de Sinais Biomédicos EN3324 – Caracterização de Biomateriais EN3327 – Engenharia de Tecidos EN3326 – Processamento e Análise de Falhas em Biomateriais EN3336 – Instalações Hospitalares BC1333 – Laboratório de Física Médica BC1712 – Introdução à Engenharia Biomédica EN3328 – Introdução a Biofotônica e Óptica Biomédica EN3330 – Técnicas Modernas em Fotodiagnóstico EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN3329 – Técnicas Modernas em Fototerapia EN3331 – Qualidade de Imagens Médicas EN3335 – Projeto e Desenvolvimentos de Sistemas para Análise de Dados Médicos EN3334 – Telemedicina e Sistemas de Apoio a Decisão EN3338 – Neuromecânica do Movimento Humano EN3337 – Introdução à Biotecnologia EN2328 – Engenharia de Reabilitação e Biofeedback EN2329 – Equipamentos Médico-Hospitalares EN2330 – Instrumentação Biomédica EN2331 – Instrumentação Biomédica Avançada EN2332 – Princípios de Imagens Médicas EN2333 – Princípios e Aplicações de Biomecânica EN3339 – Bioestatística EN3340 – Engenharia Clínica I EN3341 – Processamento de Imagens Médicas EN1301 – Estágio Curricular I em Engenharia Biomédica (Resolução ConsEPE 103) EN1302 – Estágio Curricular II em Engenharia Biomédica (Resolução ConsEPE 103) EN1303 – Trabalho de Graduação I em Engenharia Biomédica EN1304 – Trabalho de Graduação II em Engenharia Biomédica EN1305 – Trabalho de Graduação III em Engenharia Biomédica 140 .3.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 21: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplinas do Catálogo 2010 EN2306 – Engenharia Aplicada a Sistemas Biológicos I EN2304 – Engenharia Aplicada a Sistemas Biológicos II Disciplinas do Catálogo 2013 EN2319 – Bases Biológicas para Engenharia I EN2320 – Bases Biológicas para Engenharia II EN2305 – Introdução a Materiais Biocompatíveis EN2321 – Ciencias dos Materiais Biocompatíveis EN2310 – Modelagem.

Redes de Segunda Ordem. 2.8. 5. reprodução..M. 8. São Paulo: Artes Médicas. 2007. diversidade. A Célula. MELO. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff.L. Barueri: Manole.ed. 2006. 2005. Philadelphia: Lippincott-Raven.ed. Curitiba: Santos. Fundamentos de Biologia Celular. H. M. organização e interações entre células. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.M.C. Bibliografia Básica: 141 .. JUNQUEIRA. 2007. CARNEIRO. S. et al. B. New York: Garland Science. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos.. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. MELLO. São Paulo: Edgard Blücher/FUNCAMP. W.3. Técnicas Básicas de Citologia e Histologia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. KERR. E. B. Células e Microscopia . H. 2. L. fisiologia. L. DE ROBERTIS. Redes de Primeira Ordem.C. Molecular Biology of the Cell. KÜHNEL. JUNQUEIRA. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2. sobrevivência e morte celular. 1980.ed.K. Biologia Celular e Molecular.U. J.M. Histologia e Anatomia Microscópica para Teoria e Prática. 2000. J. 4. Atlas de Histologia Funcional. Porto Alegre: Artmed. H. 1995.Princípios Básicos e Práticas.S. R.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia Biomédica 01 BIOLOGIA CELULAR Código: BC1307 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos Ementa: Origem.B. 1998. Porto Alegre: Artmed. VIDAL. CARVALHO. L. Biologia Celular e Molecular. especialização. Práticas de Biologia Celular. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA. Métodos de Análise de Circuitos. et al. et al.. Regime Permanente Senoidal.8 – Ementas 8.N.ed. S. 2002. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Morfologia.ed. Juiz de Fora: Editora UFJF.Centro de Engenharia. 1983. Medical Cell Biology. 5. LODISH. B.C.. J.C. Bases da Biologia Celular e Molecular. ALBERTS.M.I. RECCO-PIMENTEL. 2006.F.U.F. divisão. Bipólos Elementares. GOODMAN.R.3.ed. 2005. Bibliografia Complementar: ALBERTS. Atlas de Citologia.ed.

Sistemas. 2 ed. S. xvi. Edição. W. Porto Alegre: Bookman. NILSSON. Ed. ISBN 9788560031139. B. IRWIN. 2005. J.W. P. Invariância no Tempo. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ORSINI. Propriedades. . Estabilidade BIBO. 2007. 1 ( 2a Ed. Sinais e Sistemas a Tempo Discreto: Definições (Sinais. 2007. IRWIN. D. J.. Funções Comuns (Impulso Unitário.Centro de Engenharia. Transformada de Laplace: Definição. HAYT Jr .A. DURBIN.. Barry Van. Resposta Impulsiva e a Integral de Convolução. Sinais e sistemas lineares. Degrau Unitário. Relações com a Transformada de Laplace e Transformada Inversa de Fourier. Região de Convergência. Análise Básica de Circuitos para Engenharia.W... Transformada de Fourier a Tempo Contínuo – Propriedades. M. S. Espectro de Fase e Relação de Parseval. J. Região de Convergência. Ed. Simon.M. RIEDEL.. – 2004). Causalidade). Ed. Funções de Transferência. Análise de Circuitos para Engenharia. 3ª edição. Forma Exponencial. LTC... Transformada de Laplace Inversa: Método de Frações Parciais. NILSSON.H.. Rio de Janeiro. 662 p. CONSONNI. Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias. Transformada Z Inversa: Método de Frações Parciais. Transformada Z: Definição.Definição. Espectro de Amplitude.. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. S. 2008.. Mc Graw Hill.E. São Paulo. Amostragem de Sinais Limitados em Faixa: Amostragem Ideal. Estabilidade BIBO. N. Funções de Transferência. Resposta Impulsiva e a Somatório de Convolução. L. Pearson. Linearidade. Análise de Circuitos em Engenharia. Circuitos Elétricos. 142 . Ed. Bookman.. 2008. – 2002 ) e Vol. D. J.. M. Ed.Editora LTC. Invariância no Tempo. Sistemas. J.. HAYKIN. “Circuitos Elétricos”. Mc Graw Hill. Makron Books.). 2a. 9ª Ed. VEEN. Resposta em Freqüência: Atraso de Grupo. Sinais e sistemas. 8th Ed. KEMMERLY. EDMINISTER.. 03 MÉTODOS MATEMÁTICOS APLICADOS A SISTEMAS BIOMÉDICOS Código: EN2318 TPI: 6-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Funções de Uma Variável. Resposta em Freqüência a partir da Transformada Z: Introdução à Transformada Discreta de Fourier. Sistemas de Fase Linear e Sistemas de Fase Mínima. Linearidade.. Resolução de Equações Diferenciais Ordinárias. Álgebra Linear Ementa: Revisão de Números Complexos. Blücher.. Bibliografia Básica: LATHI. A.. SADIKU. Teorema de Nyquist e Aliasing. Circuitos Elétricos II. Causalidade). ISBN 9788573077414. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT): Relação Entrada-Saída. 2010. Propriedades. 1999.. RIEDEL. O. Representação de Sinais Periódicos usando Séries de Fourier: Forma Trigonométrica. ALEXANDER. 847 p. Porto Alegre: Bookman. J. D. Resposta em Freqüência: Diagramas de Bode (Sistemas de 1a Ordem e 2a Ordem). 2008. Transformada de Fourier a Tempo Contínuo . Vol.. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT): Relação Entrada-Saída. Bibliografia Complementar: NAHVI. C. K. Resolução de Equações à Diferenças Finitas. Sinais e Sistemas a Tempo Contínuo: Definições (Sinais. “Curso de Circuitos Elétricos”. 2 (2ª Ed.Q. Schaum.

Ne Jersey: Prentice Hall. 870 p. G. J. 921-929) e índice.ed. Técnicas de monitorização. ISBN 013754920-2.C. (Prentice Hall signal processing series). Coleção Fisiopatologia Clínica 3.S. Teoria e problemas de processamento digital de sinais. J. OPPENHEIM.Centro de Engenharia. São Paulo: Guanabara. 4. A. xxx.. Eletrocardiografia prática. Coleção completa.R. 11ª Ed. (Coleção Schaum). London: Lea & Febiger. Porto Alegre: Bookman. NAWAB.D. 466 p. J. ISBN 9788560031061. LASCHUK. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OGATA. CURRY.. 2nd Ed. fisiopatologia. ISBN 85363-0360-3. Alan V (ed). São Paulo: Prentice Hall. BUCK. Rio de Janeiro: Elsevier. 2009. fisiopatologia. São Paulo: Atheneu. BLANCHARD.. 788 p. fisiologia. Inclui índice remissivo. diagnóstico e terapêutica aplicados à diabetes e às outras doenças comuns do sistema endócrino. Hwei P. inflamação e resposta imunológica. 370 p. Coleção completa. São Paulo: Guanabara. (Prentice-Hall signal processing series). CARVALHO. 864 p. OPPENHEIM. Anatólio (trad. Elsevier Academic Press. Syed Hamid. Técnicas de monitorização. Sistema endócrino: Fisiopatologia da diabetes. 2006. J. C. ISBN 0138147574.R. N. B. WAGNER. 957 p. J. R. John R. 2006. HAYES.C. 2 ed. Bibliografia Básica: GUYTON.E. DOWDEY. São Paulo: Manole.. ed. (Coleção Schaum).. Bibliografia: p.. Signals & systems. 2003. Técnicas de monitorização. 2006. Discrete-time signal processing. 04 BASES BIOLÓGICAS PARA ENGENHARIA I Código: EN2319 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Biologia Celular Ementa: Introdução à anatomia e fisiopatologia humana. 1990. D. M. 2ª ed. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema respiratório. 2005. ENDERLE. Bibliografia Complementar: HSU. 2009. FMUSP.).. SCHAFER. Teoria e problemas de sinais e sistemas. introdução às principais técnicas de diagnóstico e terapia. 2005. HALL. 1999. SOBOTTA. Biomedical Engineering Handbook. MARRIOTT. [781]-782. 431 p. 1998. Bibliografia Complementar: BRONZINO. T. Monson H. ISBN 9788587918239. New York: CRC Press. D.E. Christensen´s Physics of Diagnostic Radiology. Introduction to Biomedical Engineering.. BRONZINO. Coleção Completa. S. 2004. 488 p. WILLSKY. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema cardiovascular. MURRY. Fisiopatologia respiratória. Sistema respiratório: anatomia. Engenharia de controle moderno. c1997. J. Alan V. Upper Saddle River.S.J: Prentice Hall. fisiologia. 22ª. Atlas de Anatomia Humana. Alan S. Ronald W. Tratado de Fisiologia Médica. Sistema cardiovascular: anatomia. Katsuhiko. x. Inclui referências bibliográficas (p. 143 . Clínica Medica. Porto Alegre: Artmed Editora.

2009. Morgan & Claypool Publishers. Ressonância magnética nuclear: princípios de funcionamento. PET-CT. G. piezoelétricos.. LTC. radiobiologia. Vol. BLANCHARD. S. (Ed.D.. ENDERLE. efeitos nos tecidos biológicos. Sistema de instrumentação biomédico (Transdutores e condicionadores). Redução de Interferências.Centro de Engenharia. LESSARD.. WEBSTER. BRONZINO. Técnicas de compensação. J. efeitos nos tecidos biológicos. J. Medical Instrumentation: Application and Design. Introduction to Biomedical Engineering. J. Bibliografia Básica: WEBSTER. Handbook of Modern Sensors: physics. J. Ultrassonografia: princípios de funcionamento. J. Bibliografia Complementar: ENDERLE. Rio de Janeiro. A. Editor: CRC Press. D.. proteção radiológica. Características genéricas de um sistema de instrumentação biomédica (estáticas e dinâmicas). Morgan & Claypool Publishers. Signal Processing of Random Physiological Signals. 2003.cintilografia. Bioinstrumentation. 1ª Edição Brasileira. BALBINOT. indutivos e capacitivos. designs ans applications. SPECT. Medicina nuclear: princípios de funcionamento. Estatística e Propagação de erros. de distância. New York: Springer Verlag Telos. Amplificadores. John Wiley & Sons. Transdutores e sensores (sensores de força. térmicos. Instrumentos de medidas analógicos e digitais. 2007. propriedades. Filtros analógicos. INMETRO. D... Instrumentation and Sensors Handbook. S. aplicações em ciências da vida. Erro experimental. 1 e 2.. acelerômetros). 3rd edition. 2nd Ed. Bibliografia Básica: 144 . efeitos nos tecidos biológicos.. M. BRUSAMERELLO. 1998. G. 2005. 2000. 2006. aplicações em ciências da vida. J. J. Sinais e Ruído. Teoria da medida. V. dosimetria..) The Measurement. 2006. Vocabulário Internacional de Metrologia: conceitos fundamentais e gerais e termos associados (VIM 2008). Sensores resistivos. C. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. principais técnicas de diagnóstico . efeitos biológicos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 05 INSTRUMENTAÇÃO BIOMÉDICA Código: EN2330 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Instrumentação e Controle Ementa: Conceitos básicos de instrumentação biomédica. propriedades. Elsevier Academic Press. 06 INTRODUÇÃO À FÍSICA MÉDICA Código: BC1332 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Radiologia: física das radiações. FRADEN. radioterapia.

. ed. Coleção completa. M. 1986. New York: CRC Press. fisiopatologia. São Paulo: Manole. E. 363 p. A. Ergonomia. E.. 08 Código: EN2321 TPI: 3-1-4 CIÊNCIA DOS MATERIAIS BIOCOMPATÍVEIS 145 .. Física para ciências biológicas e biomédicas . São Paulo: Editora Campus. New York: CRC Press. R. The essential of medical imaging. Riscos e Benefícios. Tratado de Fisiologia Médica. R. Radiação: Efeitos. J. Introduction to Biomedical Engineering. 1999. 2 ed. ERNST.. BRONZINO. GARCIA. 2006. E. Bibliografia Complementar: BRONZINO. et al.. Sistema renal: anatomia.. 2002. fisiopatologia. Coleção completa. 1994. J. Técnicas de monitorização. São Paulo: Editora Atheneu. OKUNO. Philadelphiia. 2nd Ed. Ed. 1994. São Paulo: Editora Blucher. J. Clínica Medica. M. G.C. J. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema renal. M. B. Ergonomia: projeto e produção.D. D. Elsevier Academic Press. R. Sistema neuro-muscular: anatomia. D. São Paulo: Sarvier. 1998. J. 2002.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OKUNO.. Bodenhausen. SOBOTTA. Principles of nuclear magnetic ressonance in one and two dimensions. Oxford: Oxford University Press. Biomedical Engineering Handbook. R.São Paulo: Harbra. 864 p. HERZOG. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema digestório. 2003. NIGG. 2005. fisiopatologia. A. MACHADO. 2006. LWW.Centro de Engenharia. Coleção Completa. Técnicas de monitorização. 1999.. ENDERLE. São Paulo: Harbra. W. T. 614 p. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema neuro-muscular. HALL..C. BUSHBERG.. São Paulo: Guanabara. Rio de Janeiro: Elsevier.. I. 2005. C. Física Quântica. 22ª. Biomedical Engineering Handbook. Bibliografia Básica: GUYTON. RESNICK. EISBERG. Sistema reprodutor: fisiopatologia e técnicas de monitorização. Bibliografia Complementar: BRONZINO.. 2009. CHOW.L. A. S. diagnóstico e terapêutica aplicados ao sistema reprodutor. Biomechanics of the musculo-skeletal system. BLANCHARD. J. IIDA. Técnicas de monitorização. Wokaun. Biofísica. 9ª. fisiologia. Neuroanatomia funcional.. D. FMUSP. fisiologia. 07 BASES BIOLÓGICAS PARA ENGENHARIA II Código: EN2320 TPI: 3-2-5 Carga Horária: 60h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia I Ementa: Sistema digestório: anatomia. Angelo. fisiologia. CALDAS. 2 ed.E. New York: John Wiley & Sons. Atlas de Anatomia Humana. fisiologia do exercício e introdução à biomecânica. J. Itiro. 2006..

LTC editora. Filtros digitais (transformada Z. 1 ed. tecidos duros. Biomateriais: Fundamentos & Aplicações.S. (sistemas digitais. 6a. biocompatibilidade. 2004. notch. conversores comerciais). bioativos.F. avaliação e aplicação de biomateriais. implante. retículos cristalinos e estruturas amorfas. Ed. A. ). Arranjo cristalino: planos. Ciência dos Materiais. absorvíveis. CRC.. ed.G.S. aliasing.Interface Homem-Máquina (IHM).Centro de Engenharia. poliméricos. direções. Legislação Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) 09 INSTRUMENTAÇÃO BIOMÉDICA AVANÇADA Código: EN2331 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Instrumentação Biomédica Ementa: Fundamentos básicos de sistemas de aquisição por computador. tipo rampa. filtros não-recursivos e recursivos. dispositivos biomédicos. SCHOEN.D. 1 ed. M. R. 2008. órtese e outros. Processamento e tratamento de sinais. MIKOS. D.W. Perspectivas e desafios tecnológicos em biomateriais. condicionamento de sinal. Biomateriais metálicos. TEMENOFF. Biomaterials Principles and Applications. A. 2a ed... D. The Williams Dictionary of Biomaterials. Liverpool University. Biomaterials: The Intersection of Biology and Materials Science.L. J. operadores básicos. Programação (MatLab e LabView). Mecanismos de Difusão. Biomateriais Híbridos e Engenharia de tecidos. Bibliografia Complementar: WILLIANS. 1999.Aquisição de sinais (sensores. 2007. 2006. resolução. Diagramas de equilíbrio de materiais polifásicos. J. 7ª. PEREIRA. MANSUR. Pearson Prentice Hall. RJ.. cerâmicos. bioreabsorvíveis. F. Kluwer Academic. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Materiais e suas Propriedades Ementa: Estrutura dos Materiais: tipos de ligações e interações. Sao Paulo.D. Interdisciplinaridade no desenvolvimento.M. J. biomateriais bioinertes.S. Cultura Medica.. Biomateriais aplicados às diferentes áreas da medicina e odontologia. LEMONS. 1 ed. CALLISTER. SHACKELFORD.B. 146 . Biomaterials Science: An Introduction to Materials in Medicine.. 1ª Ed.. 2002.. PARK. HOFFMAN. 1a ed.. sangue). ed. tipo aproximação sucessiva. representação binária. THOMAS. Conceitos e definições: Biomateriais. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. CRC Press.. representação de texto). prótese. biomateriais naturais. 2005.E. Advanced Biomaterials for medical Applications. compósitos. 7) Instrumentação virtual. F. conversão analógico-digital e processamento).J. 600 p. W. Hanning. conversores A/D (características básicas p/ escolha de um ADC. Bibliografia Básica: ORFICE. Noções de interações entre biomateriais e sistemas biológicos (tecidos moles. Academic Press. Defeitos em materiais. J. freqüência de aquisição. B. H. 2008. Estudo do comportamento mecânico das diferentes classes de biomateriais. RATNER. conversores típicos. polinomial. biodesempenho. Classificação de biomateriais: Biomateriais sintéticos.

TOGAWA.. Antropometria. Biomedical Engineering Handbook. 3rd edition. 2005. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BALBINOT.(Ed. A. 2003. 1998. 2000. ed. 3. ENDERLE.. JG. LARSEN.. 2000.) The Measurement. New Jersey: John Wiley & Sons. V. Morgan & Claypool Publishers. Instrumentation and Sensors Handbook. Movimento Angular. Editor: CRC Press.. Análise 2D e 3D do movimento. J. Atividade Muscular (EMG). M. S. R. Biomedical transducers and instruments. 2010-2011.ed.. ligamentos e músculos). Introdução à modelagem biomecânica. OKUNO. PC Interfacing and Data Acquisition. Biomechanics and Motor Control of Human Movement. Brusamarello.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4th ed. V. Análise de marcha (locomoção bípede). A. Prentice Hall – Pearson Education Inc. Movimento Linear. 2001. J. et al. Sensors and Signal Conditioning. Oxford: Newnes. 2ºEd. R. Champaign: Human Kinetics. WEBSTER. 3.. HALL. cartilagens. (Ed. 2006. BROWN. Vol. Desvendando a Física do Corpo Humano: Biomecânica. 1 e 2..I.G. Margareta. [S. D.. M. Champaign: Human Kinetics. New York: CRC Press. tendões. J. New York: CRC Press.. 2000. 2007.]: Prentice Hall. 1998. W.Centro de Engenharia. Human body dynamics: classical mechanics and human movement. J. Oxford: ButterworthHeinemann. 1997. Bioinstrumentation... São Paulo: Manole. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Biomecânica dos tecidos musculoesqueléticos (ossos. JAMES. 2008. Biomecânica do movimento e fisiologia humana. Cinemática (deslocamento. 10 PRINCÍPIOS E APLICAÇÕES DE BIOMECÂNICA Código: EN2333 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Introdução aos conceitos de Biomecânica. WHITTLE. Instrumentação e Fundamentos de Medidas.. E. Bibliografia Complementar: PALLÁS-ARENY. 2011. Frankel. Introduction to Biomedical Technology. New 147 . WEBSTER. J. ZATSIORSKY. M. Victor H. TÖZEREN. T. J. Kinetics of human motion. Biomecânica básica do sistema musculoesquelético.. Estática e Dinâmica. LabVIEW for Engineers. M. aceleração). A. Bibliografia Básica: WINTER. Avaliação e análise de movimento humano.). velocidade. FRATIN... G. V. D. Medical Instrumentation: Application and Design. New York: John Wiley & Sons. 2000. An Introduction to Gait Analysis. 1999. John Wiley & Sons. K.. Biomecânica Básica. L. WEBSTER. BRONZINO. 2002. NORDIN. W. LTC. Kinematics of human motion.D. Bibliografia Complementar: ZATSIORSKY. Cinética (forças e momentos).

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias York: Springer Verlag, 2000.

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MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE SISTEMAS BIOMÉDICOS

Código: EN2322 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cálculo Numérico; Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Modelos de sistemas mecânicos, elétricos e biológicos. Utilização de modelos científicos. Classificação de modelos. Restrições na estrutura do modelo. Terminologia, Processo de modelagem. Objetivos de modelagem. Simplificação de modelos. Exemplificação de modelos de sistemas biológicos. Modelagem e Simulação - introdução ao Método dos Elementos Finitos (MEF). Análise das respostas do modelo. Soluções aproximadas pelo MEF. Dinâmica tridimensional dos corpos e mecanismos rígidos. Restrições dos mecanismos. Força de interação, contato e rigidez de mecanismos. Condições de contorno. Uso de software de elementos finitos (ANSYS) para simulação de modelos simplificados. Bibliografia Básica: COBELLI, Claudio; CARSON, Ewart; Introduction to Modeling in Physiology and Medicine. Academic Press, 2008. FISH, Jacob; BELYTSCHKO, Ted.; Um primeiro curso em elementos finitos. Rio de Janeiro: LTC, 2009. HIBBELER, R. C.; Dinâmica: mecânica para engenharia. São Paulo: Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: COBELLI, Claudio; CARSON, Ewart; Modelling Methodology for Physiology and Medicine. Academic Press, 2001. VICECONTI, Marco; Multiscale Modeling of the Skeletal System. Cambridge, 2011. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G.; Mecânica: dinâmica. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. ADENCI, E.; GUVEN, I.; The Finite Element Method and Applications in Engineering Using ANSYS, New York: Springer, 2006. ALAWADHI, E. M.; Finite Element Simulations Using ANSYS, editora CRC Press, 1a. edição, 2009.

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PRINCÍPIOS DE IMAGENS MÉDICAS

Código: EN2332 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Fundamentos de imagem médica. Brilho, contraste, luminância, resolução, imagem analógica x digital. Radiografias: Equipamentos de radiografia, radiografia abnominal; radiografia da mama;radiografia bucal, radiografia panorâmica. Tomografia computadorizada: Princípios de operação do tomógrafo, técnicas de reconstrução tomográfica. Ultrassonografia: Ultrassonografia geral; ultrassonografia Doppler; ecocardiografia convencional e vascular. Ressonância Magnética Nuclear: Instrumentação PET (Pósitron Emission Tomography): Tomógrafo PET scanner e PET/CT; 148

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias radiofarmacêutica. SPECT (Single-Photon Emission Computed Tomography): Tomógrafo SPECT; radiofarmacêutica. Sistema PACS. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; The Biomedical Engineering Handbook, Second Edition. Boca Raton: CRC Press LLC, 2000. (08 exemplares na biblioteca). BUSHBERG, J. T.; et al. The essential of medical imaging. Philadelphiia, LWW, 2002. (01 exemplar na biblioteca). WOLBARST, Anthony Brinton; Looking within: how x-ray, CT, MRI, ultrasound, and other medical images are created, and how they help physicians save lives. Berkeley, CA: University of California Press, 1999. xiii, 206 p. ISBN 9780520211827. (03 exemplares na biblioteca). Bibliografia Complementar: DOUGHERTY, Geoff.; Digital image processing for medical applications. Cambridge, Inglaterra: Cambridge University Press, c2009. xii, 447 p. ISBN 9780521860857. (05 exemplares na biblioteca). GUY, C.; FYTCHE, D.; An Introduction to The Principles of Medical Imaging. London: Imperial College Press, 2005. (03 exemplares na biblioteca). WEBSTER, John G.; (ed). Medical instrumentation: application and design. 4 ed. Hoboken, EUA: John Wiley & sons, inc, c2009. 713 p. ISBN 9780471676003. (09 exemplares na biblioteca). WEBB, S.; The Physics of Medical Imaging. New York: Taylor and Francis Group, 1988. (03 exemplares na biblioteca). GONZALEZ, Rafael; WOODS, Richard E.; Digital image processing. 3 ed. New Jersey: Perason / Prentice Hall, c2008. 954 p. ISBN 013168728-X. GONZALEZ, Rafael C; WOODS, Richard E; EDDINS, Steven L.; Digital Image processing using MATLAB. Upper Saddle River, N. J: Pearson Prentice, 2004. xiv, 609 p. Includes bibliographical references and index.. ISBN 0130085197.

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Código: EN2323 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Bioética

LEGISLAÇÃO RELACIONADA À SAÚDE

Ementa: Classe dos produtos Médicos; Ciclo de vida de Produto: aspectos de segurança, eficácia, descarte do produto; Gerenciamento de risco de produtos da saúde; Medidas de controle de risco: aspectos tecnológicos e de saúde da série de normas IEC 60601; Tópicos da avaliação do projeto de equipamento médico no Brasil – estudo de caso: segurança contra choque elétrico, riscos mecânicos, desempenho essencial; Aspectos básicos de controle de processo de fabricação – as boas práticas de fabricação. Bibliografia Básica: MARRONI, A.C. Guia de adequação de equipamentos eletromédicos à norma NBR IEC 60601-1. São Paulo : IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, 2006. Portarias vigentes da Anvisa e do Inmetro sobre o tema. Série de normas ABNT NBR IEC 60601. 149

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias RDC 59 da Anvisa (BPF). Bibliografia Complementar: BRAYBROOK, Julian H.; Biocompatibility assessment of medical devices and materials. Chichester, Inglaterra: Wiley, c1997. xiv, 229 p. (Biomaterials science and engineering series). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780471965978. BRONZINO, Joseph D.; (ed). Medical Devices and Systems. 3 ed. Boca Raton: CRC/Taylor & Francis, 2006. [várias paginações]. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 2). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780849321221. DANIEL, Amiram; KIMMELMAN, Ed.; TRAUTMAN, Kimberly A.; The FDA and worldwide quality system requirements guidebook for medical devices. 2ª. ed. Milwaukee, WI: ASQ Quality Press, 2008. xxx, 304 p. ISBN 9780873897402. HELMUS, Michael N.; Biomaterials in the design and reliability of medical devices. Georgetown, EUA: Landes Bioscience; Kluwer Academic/Plenum Publishers, c2003. 226 p. (Tissue engineering intelligence unit, 5). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780306476914. KING, Paul H.; FRIES, Richard C.; Design of biomedical devices and systems. New York: Marcel Dekker, c2003. xv, 585 p. Includes bibliographical references and index.. ISBN 082470889-x.

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ENGENHARIA DE REABILITAÇÃO E BIOFEEDBACK

Código: EN2328 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Princípios e Aplicações de Biomecânica Ementa: Projeto de dispositivos de reabilitação. Introdução às metodologias de projeto. Cirurgia e reconstituição. Aspectos funcionais e de desempenho dos principais tipos de dispositivos médicos de reabilitação neuro-muscular, cardiovascular e respiratória. Dispositivos auxiliares da visão, da audição, de comunicação e de locomoção. Bibliografia Básica: COOPER, R.A.; OHNABE, H.; HOBSON, D.A. An Introduction to Rehabilitation Engineering. Series in Medical Physics and Biomedical Engineering. Boca Raton: Taylor&Francis, 2007. 472p. IIDA, I. Ergonomia - Projeto e Produção. 2a ed. São Paulo: Editora Blucher, 2005. 630p. KUTZ, M. Biomedical Engineering and Design Handbook. 2nd ed. McGraw-Hill Professional, 2009. 1600p. Bibliografia Complementar: CARVALHO, C.R.R. Ventilação Mecânica Vol. I – Básico. São Paulo: Editora Atheneu, 2003. 459p. ENDERLE, J.D.; BLANCHARD, S.M.; BRONZINO, J.D. Introduction to Biomedical Engineering. 2nd ed. San Diego: Elsevier Academic Press. 2005. 1144p. GUYTON, A.C; HALL, E. Tratado de Fisiologia Medica. 11ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 1115p. MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. 2ª ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2006. 363 p. 150

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NORDIN, Margareta; Frankel, Victor H. Biomecânica básica do musculoesquelético. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 401 p.

sistema

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EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES

Código: EN2329 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Bases Biológicas para Engenharia II Ementa: Unidades de terapia intensiva: função e contexto; Centro cirúrgico: função e contexto; Equipamentos de UTI/Centro cirúrgico: Foco cirúrgico, Mesa cirúrgica, Equipamento de anestesia, Unidade eletrocirúrgica (Bisturí elétrico), Sistemas para Videocirurgia, Monitor de parâmetros fisiológicos (ECG, Temperatura, SpO2, ETCO2, PANI, PAI, BIS), Desfibrilador/Cardioversor, Ventilador pulmonar, Bomba de infusão de seringa, Bomba de infusão de equipo, Cama elétrica para UTI; Unidade de Diagnóstico por imagem: Função e contexto, Equipamento de raio-X, Equipamento de Ultrassonografia e ecocardiografia, Equipamento de Tomografia Computadorizada por RX, Tomografia por Ressonância Magnética, Medicina nuclear – SPECT e PET. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; Biomedical Engineering Handbook. New York: CRC Press, 1999. KUTZ, M.; Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. New York: Mc Graw Hill, 2003. HAYES, D. L.; LLOYD, M. A.; FRIEDMAN, P. A.; HAAGA, J.; Tomografia computadorizada e ressonância magnética do corpo humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. Bibliografia Complementar: CARR, J. J.; BROWN, J. M.; Introduction to Biomedical Equipment Techonology. New York: Prentice Hall, 2000. BROWN, J. M.; Introduction to Biomedical Technology. [S.I.]: Prentice Hall, 2001. GRAINGER, R.; ALLISON, D.; Grainger & Allinson's diagnostic radiology: a textbook of medical imaging. New York: Churchill Livingstone, 1997. GUNDERMAN, R.; Essential radiology: clinical presentation, pathophysiology, imaging. New York: Thieme, 1998. ENDERLE, J. D.; BLANCHARD, S. M.; BRONZINO, J. D.; Introduction to Biomedical Engineering. 2.ed. San Diego: Elsevier Academic Press. 2005. TOGAWA, T.; TAMURA, T.; Biomedical Transducers and Instruments. New York: CRC Press, 1997.

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Código: EN2324 TPI: 4-0-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Biologia Celular

BIOSSEGURANÇA

Ementa: Conceito e legislação vigente em biossegurança. Conceitos de risco, riscos biológicos, químicos e físicos. Classes e avaliação de riscos, barreiras de contenção e equipamentos de proteção.Conceitos e métodos de limpeza, desinfecção e esterilização. 151

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Biossegurança relativos ao projeto, edificação, organização e limpeza do ambiente de trabalho. Biossegurança e o profissional da saúde: doenças e cuidados. Antisepsia das mãos. Noções de primeiros socorros. Gerenciamento de resíduos biológicos, químicos e radioativos. Biossegurança na experimentação animal e organismos geneticamente modificados. Bibliografia Básica: BINSFELD, P. C. Biossegurança em Biotecnologia. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2004. 367p. HIRATA, M. H.; MANCINI FILHO, J. Manual de biossegurança. São Paulo: Editora Manole. 2002. 496p. TEIXEIRA, P; VALLE, S. Biossegurança: Uma abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro. Editora Fiocruz, 2000. 362p. Bibliografia Complementar: COUTO, Renato Camargos; PEDROSA, Tânia Moreira Grillo; Guia prático de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e tratamento. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2004. 500 p. ISBN 9788527709453 MASTROENI, Marco Fabio; Biossegurança: aplicada a laboratórios e serviços de saúde. 2 ed. São Paulo: Atheneu, c2006. xviii, 338 p. ISBN 9788573797534. MOLINARO, Etelcia Moraes; MAJEROWICZ, Joel; VALLE, Silvio; (orgs). Biossegurança em biotérios. Rio de Janeiro: Interciência, 2008. 226 p. ISBN 9788571931800. ROGATTO, Sílvia Regina; Citogenética sem risco: biossegurança e garantia de qualidade. Ribeirão Preto: FUNPEC-RP, 2000. 170 p. ISBN 9788587528070. TEIXEIRA, Pedro (org); VALLE, Silvio (org); Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. 2 ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, c2010. 442 p. ISBN 9788575412022.

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ANÁLISE E CONTROLE DE SISTEMAS MECÂNICOS

Código: EN2325 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Ementa: Esta disciplina tem como objetivo ensinar ao aluno a análise das respostas de um sistema mecânico biomédico controlado por malha fechada, e o projeto e o uso de controladores PID num sistema mecânico. Bibliografia Básica: OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 4a ed. Prentice Hall, 2003. 788p. KHOO, M.C.K.. Physiological Control Systems. Wiley-IEEE press, 1999. 319p. SPONG, M.W.; HUTCHINSON, S.; VIDYASAGAR, M. Robot Modeling and Control. Wiley, 2005. 496p. Bibliografia Complementar: PONS, J.L. Wearable Robots:Biomechatronic Exoskeletons. Wiley, 2008. 358p. NISE, N.S. Control Systems Engineering. 4th ed. Wiley, 2003. 983p.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

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PRINCÍPIOS DE ÉTICA EM SERVIÇOS DE SAÚDE

Código: EN2326 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: Estrutura organizacional no serviço de saúde; Ética profissional; Relação profissional-paciente; Ética na pesquisa clínica; Comissão de Ética; Publicações de pesquisa clínica; Limites do uso da tecnologia; Estudos de caso. Bibliografia Básica: ENGELHARDT, H. T.; Fundamentos de bioética. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2008. 518 p. SIQUEIRA, J. E.; ZOBOLI, E.; KIPPER, D. J.; Bioética clínica. São Paulo: Gaia, 2008. 256 p. ZOBOLI, E. L. C. P.; Ética e administração hopitalar. São Paulo: Edições Loyola; Centro Universitário São Camilo, 2004. 267 p. Bibliografia Complementar: GARRAFA, V.; KOTTOW, M.; SAADA A.; Bases conceituais da bioética: enfoque latino americano. Campanário: Gaia, 2006. 284 p. PEGORARO, O. A.; Ética e bioética: da subsistência à existência. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 133 p. SILVA, I. O.; Biodireito, bioética e patrimônio genético Brasileiro. São Paulo: Editora Pillares, 2008. 166 p. SILVA, J. V.; Bioética: Meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo: Iátria, 2006. 203 p.

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MÉTODOS DE ELEMENTOS FINITOS APLICADOS A SISTEMAS BIOMÉDICOS

Código: EN2327 TPI: 0-3-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Modelagem e Simulação de Sistemas Biomédicos Ementa: Aplicação de métodos de elementos finitos em instrumentação biomédica, biomecânica, biomateriais e modelagem computacional de sistemas biomédicos. Bibliografia Básica: SOBRINHO, A. S. C.; Introdução ao método de elementos finitos. 1 ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda, 2006. 403p. FISH, J.; BELYTSCHKO, T.; Um primeiro curso em elementos finitos. 1. ed. LTC Editora, 2009. 256p. GUCCIONE, J. M.; Computational Cardiovascular Mechanics: Modeling and Applications in Heart Failure. 1st ed. Springer, 2010. 436p. Bibliografia Complementar: MADENCI, E.; GUVEN, I.; The Finite Element Method and Applications in Engineering Using ANSYS, New York: Springer, 2006. PALAWADHI, E. M.; Finite Element Simulations Using ANSYS, editora CRC Press, 1a.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias edicao, 2009.

8.3.8.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia Biomédica

01

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA BIOMÉDICA

Código: BC1712 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Cursar durante o BC&T Ementa: Conceitos fundamentais, princípios, aplicações e áreas de atuação para os diferentes segmentos da Engenharia Biomédica. Bibliografia Básica: BRONZINO, J. D.; The Biomedical Engineering Handbook. 2 ed., Boca Raton: CRC Press, v. 1 e 2, 1999. ENDERLE, J. D.; BLANCHARD, S. M.; BRONZINO, J. D.; Introduction to Biomedical Engineering. 2 ed., Amsterdam: Elsevier Academic Press. 2005. BRONZINO, Joseph D. (ed); Biomedical engineering fundamentals. 3 ed. Boca Raton, EUA: CRC/Taylor & Francis, c2006. 1569 p. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 1). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780849321214. WEBSTER, J. G.; Medical Instrumentation – Application Design. 3 ed., New York: John Wiley & Sons, 1998. CALLISTER, W. D.; Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. LTC editora, 7ª. ed. RJ, 2008. FONG, B.; FONG, A. C. M.; LI, C. K.; Telemedicine Technologies: Information Technologies in Medicine and Telehealth. 1 edition. Wiley 2010 Bibliografia Complementar: WEBSTER, J. G.; Encyclopedia of Medical Design and Instrumentation. 3 ed, New York: John Wiley & Sons, 1988. ORÉFICE, Rodrigo Lambert; PEREIRA, Marivalda de Magalhães; MANSUR, Herman Sander; Biomateriais: fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2006. 538 p. il. ISBN 857006374-1. BRUCE, Eugene N.; Biomedical signal processing and signal modeling. New York: Wiley, c2001. xiv, 520 p. (Wiley series in telecommunications and signal processing). Includes bibliographical references and index. ISBN 9780471345404. PALSSON, Bernhard et al; Tissue engineering. Boca Raton, VA: CRC Press, c2003. 24-17, I11 p. (Principles and applications in engineering). ISBN 0849318122. DUNN, Stanley Martin; CONSTANTINIDES, A; MOGHE, Prabhas V.; Numerical methods in biomedical engineering.Amsterdam: Elsevier Academic, c2006. 615 p. (Academic Press series in biomedical engineering.). Includes bibliographical references and index.. ISBN 9780121860318. BRONZINO, Joseph D. (ed); Medical Devices and Systems. 3 ed. Boca Raton: CRC/Taylor & Francis, 2006. [várias paginações]. (The Electrical Engineering Handbook Series/The Biomedical Engineering Handbook Series, 2). Includes bibliographical references and 154

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02

BIOESTATÍSTICA

Código: EN3339 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Cursar durante o BC&T Ementa: Análise descritiva de dados, probabilidade e modelos de probabilidade, introdução aos testes de significância, comparações entre grupos, incidência, prevalência, estudo clínico aleatorizado, correlação e regressão, tabelas de contingência, análise de variância (ANOVA). Bibliografia Básica: ARANGO, H. G.; Bioestatística Teórica e Computacional. Editora Guanabara, 2005. CALLEGARI-JACQUES, S. M.; Bioestatística:Princípios e Aplicações. 1. Ed., Porto Alegre: Editora Art Med, 2003. VIEIRA, S.; Introdução à Bioestatística. São Paulo: Campus Elsevier, 2008. Bibliografia Complementar: FISHER, L. D.; VAN BELLE, G.; Bioestatistics. A Methodology for Health Sciences. 2 ed., New York: Wiley-Interscience, 1993. LE, C. T.; Introductory Bioestatistics. New York: Wiley-Interscience, 2003. HOEL, P. G.; Estatística Elementar. São Paulo: Atlas, 1981. GOMES, F. P.; Curso de Estatística Experimental. Piracicaba: USP, 1969. COSTA NETO, P. L. O.; Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 1977.

03

SISTEMAS BIOLÓGICOS I

Código: BC1321 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular Ementa: Biologia dos tecidos fundamentais (epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso). Noções de embriologia e morfogênese humana. Placentação. Atividade funcional do sistema hemolinfopoético. Bibliografia Básica: JUNQUEIRA, L; CARNEIRO, J.; Histologia Básica, 11 ed., Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2008. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; Embriologia Clínica, 7 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. CARLSON, B. M.; Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento, Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan, 1996. Bibliografia Complementar:

155

L.. ISBN 852770742-X. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. RAFF... Atlas de Histologia Funcional. 2001. C. A. 1989. atlas da anatomia humana: tronco. Rio de Janeiro: Guanabara koogan. G. malformações e fisiologia dos sistemas locomotor. Histologia e Anatomia Microscópica para Teoria e Prática. R. YOUNG.. 2008.. Histologia Comparada. 2a ed. HIATT J. S.. L. CATALA. 1998. T. PUTZ. P. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias KIERSZENBAUM. 156 . 2 ed. Biologia do Desenvolvimento. M. 22 ed.ed. 1998. JESSEL. J. Editora Manole. W. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. c2006. Artmed. J. c2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. KERR. ISBN 852771194-X. 10. Ed. KÜHNEL.. 398 p. 229p. 22. 7a ed. PABST. BEDDINGTON. 409p. 22 edição. S. Atlas de Histologia. Sobotta. LOWE.. vísceras e extremidade inferior. Embriologia Comparada e Humana. articulações e nervos. STEVENS. HALL. 2007. R. Este caderno de quadros incluído no Sobotta. M. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. LAWRENCE. 2000. F. 484p. R. GEORGE. R. STEVENS.ed.. STRANG. 2002. Rio de Janeiro: Elsevier. Tratado de Histologia. LOWE. ALVES.. atlas da anatomia humana: cabeça. C. 2000. 827 p. FERNÁNDEZ. 22. Rio de Janeiro. PABST. v.Desenvolvimento Humano Inicial. Embriologia. Anatomia macro e microscópica. Arthur C. A.. A.. 2006. 69 p. S. 416p.. Histologia Humana.... P. 3ª edição.. Eric P. Kevin T... 10. Ribeirão Preto: Funpec editora. E.. Porto Alegre: Artmed.ed.. noções de embriogênese. R. atlas de anatomia humana: quadros de músculos. pescoço e extremidade superior. M. v. L. As menções às figuras referem-se ao atlas (volume 1 e 2). Rio de Janeiro: Guanabara&Koogan. 04 SISTEMAS BIOLÓGICOS II Código: BC1322 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Sistemas cardio-respiratório e locomotor. Embriologia . PUTZ. Rio de Janeiro: Elsevier.. Histologia e Biologia Celular. Rio de Janeiro: Elsevier.Texto e Atlas em cores. 2002. J. Hershel.. 1. L... ISBN 852771178-8. Porto Alegre.Centro de Engenharia. GARTNER. respiratório e cardiovascular.88 GARCIA. 563p. R. R. PABST. Vander's human physiology: the mechanics of body function. atlas de anatomia humana. WOLPERT... volume 1. New York: McGraw-Hill / Higher Education. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2ª edição. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 416 p. A. L. BROCKES. R.. HEATH. Livraria Roca Ltda. MELLO. 2007. Sobotta.. DI FIORE. H.. 2006. 2001.mhhe. Livraria Atheneu Ed. J. São Paulo. E. Wheater-Histologia Functional .com/widmaier10 ). 2.. Atlas de Citologia.ed. E. (Your home page for studyng physiology: www. Bibliografia Complementar: WIDMAIER.. 2 ed.. 2003. K. L. MEYEROWITZ. R.. Bibliografia Básica: GUYTON. J.. PUTZ. São Paulo: Artes Médicas. B. 613 p. 1995. S. Sobotta. L. São Paulo. GILBERT.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan...

c2006. c2006. ISBN 9780805359107. 1 v. Bibliografia Básica: GUYTON. New York: McGraw-Hill / Higher Education. malformações e fisiologia do sistema nervoso central e periférico. atlas da anatomia humana: tronco. Sobotta. Hoboken. R. noções de embriogênese. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 713 p. PABST. As menções às figuras referem-se ao atlas (volume 1 e 2). Human anatomy & physiology. E. atlas da anatomia humana: cabeça. Elaine Nicpon. SPENCE. 398 p. R. Bryan. 22. endócrino e reprodutor. 1159. Sobotta. Katja. São Paulo: Manole. 1159. XXVII. endócrino e reprodutor. Eric P. Bryan.. v. 10. Vander's human physiology: the mechanics of body function.. 416 p. Arthur C. 69 p. RAFF. 7th ed. Anatomia macro e microscópica. SPENCE. 2. PABST. Gerard J. Este caderno de quadros incluído no Sobotta. Bibliografia Básica: 157 ..ed. DERRICKSON.. 2002. R. 2007. 613 p. digestório. Principles of anatomy and physiology.. ISBN 9780805359107. articulações e nervos. 06 SISTEMAS BIOLÓGICOS IV Código: BC1325 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Anatomia macro e microscópica. vísceras e extremidade inferior. 1 v. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TORTORA. NJ: J. XXVII. HALL.. San Francisco: Pearson Benjamin. Bibliografia Complementar: WIDMAIER. Anatomia humana básica. 1991. R.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. malformações e fisiologia dos sistemas: urinário.. NJ: J. HOEHN. São Paulo: Manole. ISBN 852771194-X. 11th ed. Rio de Janeiro: Guanabara&Koogan. digestório. pescoço e extremidade superior.. Alexander P. Katja. Principles of anatomy and physiology. R. Anatomia humana básica. volume 1. R.. STRANG. Wiley. 22 ed. ISBN 852770742-X. Atividade dos órgãos dos sentidos..com/widmaier10 ). atlas de anatomia humana... 10. [91] p. 11th ed. PUTZ. Fisiologia da reprodução e sua regulação hormonal. c2006.Centro de Engenharia. Hoboken. 2 ed. (Your home page for studyng physiology: www. Kevin T. Gerard J. c2006. Human anatomy & physiology. 2007. 2 ed. Elaine Nicpon. Rio de Janeiro: Guanabara koogan. 7th ed. 713 p. 22. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 2006. PUTZ. 22 edição. 2006. Wiley. PUTZ. ISBN 852771178-8. Sobotta. San Francisco: Pearson Benjamin. atlas de anatomia humana: quadros de músculos. 1991. HOEHN. noções de embriogênese.ed.ed. (various pagings) MARIEB.ed. [91] p. Hershel. 827 p. Alexander P. TORTORA. 05 SISTEMAS BIOLÓGICOS III Código: BC1324 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Biologia Celular e Sistemas Biológicos I Ementa: Sistema: urinário. 1. (various pagings) MARIEB.mhhe.. DERRICKSON. PABST. v.

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.. ThomsonEngineering. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 08 CIÊNCIA DOS MATERIAIS Código: EN2810 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Materiais e suas Propriedades Ementa: Conceitos e background histórico: Cristalografia. COURTNEY. McGraw Hill.P. WHITE. WULFF. Rio de Janeiro: LTC. Pearson Prentice Hall.. Introdução aos materiais ópticos. classificação dos elementos químicos e parâmetros iônicos de sólidos (raio.. Termodinâmica de Sólidos.. Construções de cristais e transições de fase. Sao Paulo . Lisboa...F.V. 2001. Sólidos iônicos binários. 1998. Excítons: princípios. W.. Princípios de Ciência e tecnologia dos materiais. Propriedades Elétricas. ASKELAND. FL: CRC Press. W.F. L.H. Materiais Compósitos. PHULÉ. WEISE. Boca Raton. 2.. Diagrama de Fases.W. 3rd ed.D. S. Defeitos da estrutura cristalina. carga e polarizabilidade). Absorção interbanda: semicondutores e aplicações em fotodetectores. Difusão. T. Boca Raton: CRC Press.ed. 1984. C. Metais e Ligas metálicas Silicatos.2008 (6a. Ligações em sólidos: conceitos.. 2007. Princípios de Ciência e Engenharia dos Materiais. 2005. Wiley. SHACKELFORD. RALLS. editora Boca Raton: CRC Press. P. Drude e Tauc-Lorentz. CRC materials science and engineering handbook. Ed. 09 PROPRIEDADES ELÉTRICAS. VAN VLACK. SHACKELFORD. MAGNÉTICAS E ÓPTICAS Código: EN2817 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ciência dos Materiais Ementa: Introdução a propriedades físicas de materiais e Física e Moderna.. J.Centro de Engenharia. MURRAY. 3a. Ciência dos Materiais.. comportamentos 159 . Materiais Semicondutores..H. Introduction to materials science and engineering. 1976. G. descrições de orbitais moleculares e modelos de bandas de energia e ligações químicas. ternários e quartenários. D. 2007.. Bibliografia Básica: CALLISTER JR.. Introduction to Materials Science and Engineering. Ed. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. Y. Bibliografia Complementar: WILLIAM. Estruturas orgânicas. Cinética e tratamento térmico. Fosfatos e boratos. CHUNG. The Science and Engineering of Materials. Edição. Edição). Tabela Periódica: origem dos elementos. R.. Seleção de Materiais. J. 567 p. K. Materiais Magnéticos.. 7 ed. ALEXANDER. Introduction to engineering materials.M. Rio de Janeiro: Campus. 2007. J. W. Modelos de Lorentz.

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352 p. 1991.. Testes in vitro para verificação de desempenho biológico de materiais. biológica e funcional de biomateriais. D. J. Surg. Bibliografia Complementar: JUNQUEIRA. THOMAS. D. A. 1ª. Aplicações e Projeto – Editora Campus-Elsevier. Cultura Medica. Legislação e normas para testes in vitro. Kluwer Academic. ISO para a avaliação do desempenho biológico e funcional de biomateriais. COOPER. LEMONS.Centro de Engenharia.Marcel Dekker Inc.. 8a ed. 5ª. 1 ed.) InVitro Toxicity Testing. HOFFMAN.. A. Histologia Básica. L. PARK. Editora Edgard Blücher. J. JONES. Br. J.. Edição. 2002. 2005.. 2006. Análise estatística nos ensaios in vivo. Animal experimentation.. MANSUR. Biologia Celular e Molecular (Junqueira).. 2004. W. Academic Press..A. FRAZIER. Am. Cambridge University Press 2nd edition 2010. S. 78: 1409-1411. Advanced Biomaterials for medical Applications.... JUNQUEIRA L. 2005. Mechanical behavior of materials. M. CARNEIRO. Bases Biológicas para Engenharia 161 . CARNEIRO. R. 1992. caracterização e avaliação físico química. Testes necessários para aprovação de biomateriais.F. 2007. 1980.. Biomaterials Science: An Introduction to Materials in Medicine. W.H. D. morfológica. Bibliografia Básica: ORÉFICE. J. A. H.. PEREIRA. F. mecânica. BOWD. Legislação Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) 12 PROCESSAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS BIOMÉDICOS Código: EN3325 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Instrumentação Biomédica Avançada. Guanabara Koogan. S. Normas da ANVISA... J. Ethics and animal experimentation. (Ed. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias edicao.. F. The Williams Dictionary of Biomaterials. Testes in vivo para avaliação do desempenho biológico e funcional de biomateriais. M. JOHNSON. J.. 1 ed. Normas e legislação nacional e internacional para implantes in vivo. M. D. Psychol. B.S. S. C. L. 9° ed Guanabara Koogan 2005. Biomaterials Principles and Applications... Edição. 11 CARACTERIZAÇÃO DE BIOMATERIAIS Código: EN3324 TPI: 2-3-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Ciência dos Materiais Biocompatíveis Ementa: Conceituação. 2a ed. Biomateriais: Fundamentos & Aplicações. New York. ASTM. 1999. SCHOEN. 2000. 35: 224-225. ASHBY. 1 – Uma Introdução a Propriedades. D. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. Liverpool University. SOUZA. 1ª Ed. WILLIANS. M. CRC Press.. ANSI. Applications to Safety Evaluation. D. B.. C. C. E. J. J.. ATNER. 1 ed. U. HOSFORD. F.R.. Engenharia de Materiais – Vol. 2004. Ética em experimentação animal..

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2007. R.. KONZ. R. 7th ed.. 2004. 496p. Bancos de Dados Genéticos e Proteicos. 104p. HUTCHINSON. Sensors and Actuators in Mechatronics: Design and Applications. Work Design: Occupational Ergonomics. Wearable Robots:Biomechatronic Exoskeletons. 624p. 401p. A. S. a cinemática. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Guanabara Koogan. ASADA.. J. Wiley..Centro de Engenharia. H. W... J.. 1994. 2005. S. 408p. DREYFUSS. 3rd ed. CRC Press. 485p. 1st ed. Wiley. Robot Analysis and Control. J. Seqüenciamento de DNA.. 1993. H.. New York: John Wiley & Sons.. 172 . 2008.. W. e os atuadores. CROWDER. Posturedontics. B. Bibliografia Básica: SPONG. 28 INTRODUÇÃO À ROBÓTICA Código: EN3333 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Análise e Controle de Sistemas Mecânicos Ementa: Esta disciplina tem o objetivo de prover uma visão geral da robótica. Wiley. CRC Press. PEACOCK. Holcomb Hathaway Publishers. 377p.. Modelagem por Homologia. M. 238p. 2008. 358p. M. Biomechanics of the musculo-skeletal system. TILLEY. VIDYASAGAR. Practice Dentistry Pain-Free: Evidence-based Ergonomic Strategies to Prevent Pain and Extend Your Career. 2001. 2003. HERZOG. 1986. W. A. abrangendo a transformação de coordenadas. M. J. J. 1 ed. os mecanismos. The Measure of Man and Woman: Human Factors in Design. M.. 288p. Automotive Ergonomics. VALACHI. Introduction to Robotics: Mechanics and Control.. Electric Drives and Electromechanical Systems: Applications and Control.. KARWOWSKI. Prentice-Hall. Wiley-Interscience. B. PAWLAK. a dinâmica.. L. B. SLOTINE. CRAIG. Bibliografia Complementar: NIGG. 312p. Newnes. Robot Modeling and Control.. 2006. Bibliografia Complementar: PONS. 29 INTRODUÇÃO À BIOINFORMÁTICA Código: BC1439 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Cursar após o BC&T Ementa: Conceitos básicos de Biologia Molecular. Alinhamento de Seqüencias. 2006. Filogenia. motores e sensores empregados na movimentação do robô. 1st ed.

Bibliografia Complementar: BAXEVANIS. IRIZARRY. quarta edição. Berlim: Springer. Guanabara Koogan. WATERMAN. Ana T. Developing Bioinformatics Computer Skills. OUELLETTE. 1995. J. BERGERON.. THEODORIDIS. F. Artificial Intelligence and Molecular Biology. HAHNE. New York: Prentice Hall PTR. Brooks/Cole. L. R.... F. B.. V. SETUBAL. Introduction to Graph Theory.. Bibliografia Básica: GENTLEMENT. D. 2001.. B. S.. C. J. WILSON. JAMBECK. New York: Academic Press. R. GENTLEMENT. S. 47-55. C. EWENS... 1999. R. DUDDOIT. Bioinformatics: a practical guide to the analysis of genes and proteins... CAREY. pp.. AAAI Press Book. 1995.. 2001. New York: Cold Spring Harbor Laboratory. K. M. J.. 31 Código: EN3319 TPI: 2-2-5 TELEMEDICINA E SISTEMAS DE APOIO A DECISÃO 173 . L. sequences and genomes. Pub Co.. 1997. Bioinformatics and Computational Biology Solutions using R and Bioconductor. Práticas em aplicativos para análise de Genomas.. 2005. 1997. HUBER. na elaboração e execução de projetos para análise de dados biológicos. 2001. 2002. W.. R. TISDALL. GENTLEMENT. R. J.. R. Beginning Perl for Bioinformatics. SMITH. Introduction to Computational Biology: maps. Statistical Methods in Bioinformatics. W. Bibliografia Complementar: STRYER. 2001. 1998. New York: O’Reilly & Associates. R. GIBAS.. P. CUELLETTE.. G. Bioinformatics Computing. 1998. Bioconductor Case Studies. New York: John Wiley & Sons. S. MOUNT. R. 1ed. Programming for Bioinformatics. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: VASCONCELOS.....Centro de Engenharia. Bioinformatics: sequence and genome analysis.. Práticas em aplicativos para análise de Proteomas.. W. F. Bioquimica. Pattern Recognition. Introduction to Computational Molecular Biology. P. Bioinformática: Análise de Banco de Dados Genético. New York: Addison-Wesley Co. New York: Chapman & Hall-CRC Press.. S. 2009. New York: Springer Verlag. HUBER.. FALCON. New York: CRC Press. 30 LABORATÓRIO DE BIOINFORMÁTICA Código: EN3318 TPI: 0-4-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução à Bioinformática Ementa: Por em prática todo conhecimento adquirido de biologia e informática. B. W. F. II Escola de Verão: Métodos Computacionais em Biologia. HUNTER. New York: Springer. 2008. KOUTROUMBAS.. A. MEIDANIS. O'Reilly & Associates. 2001.. GRANT.

Análise de sistemas hospitalares e relacionados à engenharia biomédica. ressonância magnética nuclear. P. 3rd edition New York: CRC Press. Prontuário Eletrônico do Paciente. Modelo entidade relacionamento básico e estendido e modelo relacional. acompanhamento de pacientes dentro do hospital.. ALLEN. PRESSMAN. PATTERSON. FONG. J. Campus. Telemedicine Technologies: Information Technologies in Medicine and Telehealth. Bibliografia Básica: DATE. 2006 174 . M. oximetria. A. ISBN 8586804576. Introdução a SQL. eletroencefalograma. Jossey-Bass. Perspectivas e desafios tecnológicos na criação de sistemas para a área de engenharia biomédica. resgate em áreas remotas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação. Sistemas de Bancos de Dados.. Clinical Decision Support Systems: Theory and Practice (Health Informatics). V. Padronização da Informação em Saúde . C. Tipos de dados e suas peculiaridades: Eletrocardiograma.Padrão HL7 e DICOM. S. As tecnologias e segurança da informação. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados. Oxford University Press. 2nd edition. R.. C. edição. J. 2001 BERNER. LI. 2006 FONG. M.. Princípios de segurança de dados.Centro de Engenharia. Bancos de dados "web".. Aspectos legais da telemedicina e sistemas de apoio a decisão. 8a.. Wiley.. SILBERSCHATZ. Dependências funcionais e normalização de relações.. D. Introduction to Telemedicine. 1 edition. K. 2010 32 PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARA ANÁLISE DE DADOS MÉDICOS Código: EN3335 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Processamento da Informação.. Arquitetura de sistemas de bancos de dados... S. and Telemedicine: A Guide to Startup and Success (Jossey-Bass Health Series).. Estimação de custos. E-Health. 2011 Bibliografia Complementar: MAHEU. Biomedical Engineering Hadbook . Disciplinas Obrigatórias da Engenharia Biomédica Ementa: Tecnologias wireless para monitorar pacientes: Resgate emergencial. Mcgraw-Hill. 2001 NORRIS. J. Disciplinas Obrigatórias da Engenharia Biomédica Ementa: Técnicas de gerenciamento de projetos de desenvolvimento de software. Campus.3 Volume Set: Medical Devices and Systems. 1 edition. M. Telehealth. Engenharia de Software. pressão arterial. 1a edição. B. 2 edition.. Análise e especificação de requisitos.. C. Springer. Sistemas de informação em Saúde. Wiley 2010 WOOTON. Tecnologias para medicina preventiva. 6a edição. lógico e físico. 2006.. H. Essentials of Telemedicine and Telecare. Bibliografia Básica: BRONZINO. E.. A. Modelagem de dados: projeto conceitual. KNORTH. A. C. R. temperatura corporal. 2004. CRAIG. A. WHITTEN.

R. ISBN 8587918311. 3rd edition New York: CRC Press. verificação e aceitação: Ensaios de aceitação de equipamento. KUTZ. 1977. Planejamento. SOMMERVILLE. B. E. Peças de reposição.. 2006. Regulamentação e Normalização. S.Calibração e testes: fundamentos e prática.. Database Management Systems. McGraw-Hill. 2007. The FDA and Worldwide Quality System Requirements Guidebook for 175 .3 Volume Set: Medical Devices and Systems. Bibliografia Básica: FONTINELE JUNIOR. 2003. Intervenção técnica: inspeção técnica. Pearson Education. GEHRKE. SANTOS JR. Equipamentos e serviços. Introduction to Biomedical Equipment Technology. New York: McGrawHill. São Paulo: AB Editora. L. 33 ENGENHARIA CLÍNICA I Código: EN3321 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Equipamentos Médico-Hospitalares Ementa: Introdução a Engenharia Clínica: Histórico e realidade brasileira.. R... J.. C. tecnovigilância e investigação de acidentes. manutenção preventiva. 2002. Recebimento. resíduos sólidos. Administração Hospitalar. Biomedical Engineering Hadbook . D. BROWN. JACOBSON. 2002. R. manutenção preditiva. 2006.. Evento adverso associado a equipamentos: gerenciamento de risco. uso e transferência interna de equipamentos.. Prentice Hall.. 2000. Relação com a infra-estrutura. E. manutenção corretiva. CALDAS.Inventário. RAMÍREZ. K. Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. Addison Wesley. S.. RAMAKRISHNAN.Visita técnica ao estabelecimento assistencial de saúde. New York: Prentice Hall. São Paulo: Loyola. Fundamentals of Database Systems. TAYLOR. 2nd ed.. 2003. E. 2002. resíduos líquidos. K. L.. P.Treinamento técnico e operacional. Gerenciamento da Manutenção de Equipamentos Médico-Hospitalares GEMA – apostila eletrônica Bibliografia Complementar: CARR. NAVATHE. Ética e Administração Hospitalar. J. seleção e aquisição: Equipamentos: regulamentação e cultura.. 4th ed.. 2000. P. registro histórico do equipamento e arquivo de registros. Reading. A.Centro de Engenharia. Manual Hospitalar de Manutenção Preventiva. Mass. From Patient Data to Medical Knowledge: The Principles and Practice of Health Informatics. Engenharia de Software .Teoria e Prática. Engenharia de Software. ZOBOLI. F. 2002. M. Armazenamento. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ISBN 8535211071 Bibliografia Complementar: ELMASRI. BMJ Books. J. 2a edição. Medicine and Clinical Engineering. BRONZINO. M.Desativação e descarte: equipamentos. J. C... B. J. I.. Insumos. Londrina: EDUEL.. New York: Prentice Hall. F. TRAUTMAN.. 8a edição. PFLEEGER.. P..

Centro de Engenharia. Management and Clinical Engineering. New York: Artech House. segurança mecânica. New York: Pearson Education POD. The FDA and Worldwide Quality System Requirements Guidebook for Medical Devices. J. clientes e tecnologia envolvida nos processos. CARR. B. N. Instalações ordinárias e especiais: elétrica. M. Standard Handbook of Biomedical Engineering & Design. segurança elétrica. 2002. assuntos emergentes de relevância e soluções de mercado. Dimensionamento e quantificação das instalações prediais dos EAS. FEINBERG. 176 . 1997. HAMMER. New York: Prentice Hall. 1977. hidro-sanitária. A. Bibliografia Complementar: BILOON. 2002. Introduction to Biomedical Equipment Technology. JACOBSON. Segurança hospitalar: riscos. New York: Marcel Dekker. Applied Clinical Engineering. Programação físico-funcional dos EAS: Atividades assistenciais e atividades de apoio técnico. Ética e Administração Hospitalar. 1978. G. 1980. A. J.. Estudos de caso. M. E. New York: Prentice Hall. Medical Device Quality Assurance and Regulatory Compliance. Biomedical Equipment: use. gases medicinais e controle ambiental: Normas e Recomendações. maintenance and management. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Medical Devices. 1986. B. TRAUTMAN. HARGEST. Medicine and Clinical Engineering. Sistema de informação e manutenção hospitalar. R... J. FONTINELE JUNIOR.. Bibliografia Básica: CACERES. S. New York: American Society for Quality. seus produtos. FRIES. New York: Prentice Hall. Administração Hospitalar. New York: American Society for Quality. São Paulo: Loyola. K. T. 1996. 2000. Biossegurança Ementa: Projeto físico de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS). KUTZ.. New York: Prentice Hall. CARR. C. P. C.... F. K. Controle de equipamentos e avaliação da efetividade da manutenção. ZOBOLI. 34 ENGENHARIA CLÍNICA II Código: EN3322 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Engenharia Clínica I Ementa: Estudo dos setores hospitalares. L. 1998.dados e voz. segurança em radiação: Normas e recomendações. 2002. New York: McGrawHill... C. Manutenção produtiva e a qualidade total.. São Paulo: AB Editora. Medical Equipment Service Manual: theory and maintenance procedures. 35 INSTALAÇÕES HOSPITALARES Código: EN3336 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Equipamentos Médico-Hospitalares. 1996.. Controle de infecções: Normas e Recomendações. BROWN. J...

McGraw-Hill Book Co. L. P.. Assembly. MIAO. Upper Saddle River.. 36 SISTEMAS MICROPROCESSADOS Código: EN2617 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Eletrônica Digital. The 8051 microcontroller: hardware. W. 12a Ed.453. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: RDC 50-2002 ANVISA .Centro de Engenharia. Dispositivos Eletrônicos Ementa: Conceituação de sistema embarcado. K. 2006. 177 . Portaria N. 2006.CNEN . Fluxograma. 1999. Brasil.Regulamento Técnico para planejamento. Interrupções e Tratamento de Interrupções. Unidade Logico–Aritmetica. Diagramas de Tempo da CPU. M. E. P. L. São Paulo: LTR. São Paulo: Bookman . Érica. MAGALHÃES. Érica. L. ZANCO. Microcontroladores ARM7 – O poder dos 32 bits. Computer Organization and Architecture.Ergonomia. 1999. L. Microcontroladores 8051. S. P. P. DMA.. Nrs 7.J: Prentice Hall. STALLINGS. Protocolos de Comunicação e Interfaceamento... 2001. D.. Makron Books. Bibliografia Básica: DALTRINI. 2007. 2 ed. Computer Architecture and Organization. 1999.. Organização de Computadores: Processador. 1a Ed. Microcontroladores PIC – Técnicas de Software e Hardware para Projetos de Circuitos Eletrônicos. W. J. M. software. and interfacing. Arquiteturas e operação de Microprocessadores: Unidade de Controle..2. J. Ergonomia. D. Manual de Ergonomia. W. 9 e 17 PCMSO – PPRA . São Paulo: Health.01.1997. D. POSSIBOM. Barramento. 3rd Ed. Registradores. W. Programação em C voltada à microcontroladores.. Dispositivos de Entrada e Saída. 2001. 2000 Bibliografia Complementar: GIMENEZ. New York: Butterworth-Heinemann. Diretrizes Básicas de Radioproteção .. HAYES. GRANDJEAN. Management of Medical Technology: a primer for clinical engineers.. D. PIRES.. elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde Bibliografia Complementar: BRONZINO. SOUZA. 1998.. X. 2002.NE .3. Prentice Hall Inc. Conjunto de Instruções. STEWART. programação.... 1992. RIO. Introdução a Sistemas de Computação Digital. Ministério da Saúde. N. R.. B.. Agencia Nacional de Vigilância Sanitária.. SOUZA. S.. Desbravando o PIC – Ampliado e Atualizado para PIC 16F628A. J. P. Memória. Ciclo de Instrução. PIRES. Fundamento da Prática Ergonômica. Érica. J.. São Paulo: LTR. JINO. Prentice-Hall. 2005. R. Modos de Enderecamento.

em atividades relacionadas a tecnologias de conversão energética. O profissional egresso da UFABC estará apto a conceber. baseados em fontes de energia renováveis e não-renováveis. assim como a proposição de políticas publicas e privadas de uso racional de energia. 8. alternativas energéticas. analisar e pesquisar os diferentes sistemas energéticos. planejamento energético. gestão de sistemas energéticos.4 – Engenharia de Energia 8. transporte. 178 . e identificar tecnologias que minimizem o consumo de energia nos diferentes processos industriais. indústrias extrativas e de transformação. Cabe ao Engenheiro de Energia avaliar o projeto.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Energia Diplomação: Engenheiro de Energia Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. projetar.4. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.Centro de Engenharia. empresas de geração.2 – Perfil do Curso O Engenheiro de Energia formado pela UFABC se habilita a discutir e propor soluções aos desafios contemporâneos nas áreas de conversão. a operação e a manutenção destes sistemas energéticos e os impactos destes no meio ambiente.4.3. centros de pesquisa e em diferentes setores econômicos: agroindústrias.4. distribuição e usos finais das diversas formas de energia.3 – Objetivos do Curso 8.1 – Objetivo Geral O Curso de Graduação em Engenharia de Energia visa à formação de engenheiros habilitados a abordar as diferentes áreas de atuação no contexto energético brasileiro. transporte e distribuição de diferentes energéticos. economia e racionalização do uso da energia.4. O engenheiro de energia poderá trabalhar em instituições governamentais. na economia e na sociedade. setor comercial e de serviços.

2 – Objetivos Específicos O curso de Engenharia de Energia tem por objetivo formar um profissional que seja capaz de interagir com diferentes áreas do conhecimento ligadas às questões energéticas e que. fontes de energia e planejamento energético. sistemas térmicos. sociais e ambientais. O engenheiro de energia busca atuar de maneira consciente na melhor utilização dos recursos energéticos por meio de tecnologias que maximizem a eficiência de utilização. 8. agências reguladoras. papel e celulose. contemplando aspectos técnicos. etc. aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia. empresas geradoras de energia elétrica. setores industriais energointensivos (siderurgia. que venham a auxiliar na solução de problemas relacionados à conversão.4. no exercício de suas atividades técnicas. 179 .4. minimizando o possível prejuízo sócio econômico e ambiental. Desenvolvimento e aplicação de ferramentas básicas da Engenharia de Energia. estratégicos. Aplicação dos conceitos teóricos e práticos desenvolvidos durante o curso.Centro de Engenharia.3. transporte e distribuição até os usos finais e a otimização do uso dos recursos energéticos dentro dos princípios da sustentabilidade. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Desde as fontes de energia (renováveis ou não-renováveis) passando pelos processos de conversão. econômicos. apresente a preocupação de gerir de maneira adequada o uso dos recursos energéticos para o bem da sociedade. transporte. O engenheiro de energia formado pela UFABC é capaz de desenvolver atividades em:     Desenvolvimento e aprimoramentos tecnologias que permitam maximizar a eficiência do uso dos diferentes recursos energéticos. com uma visão sistêmica do uso da energia em diferentes setores e os impactos na sociedade. O engenheiro egresso da UFABC possui sólida formação em sistemas elétricos de potência. na economia e no meio ambiente. dentre outros. 8.  Participar no desenvolvimento de projetos energéticos multidisciplinares. Integração entre instituições de ensino e pesquisa. sucroalcooleiro.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Energia será um profissional com base conceitual e habilidades para desenvolver. visando suprir demandas energéticas nos vários setores da economia.).

conhecimento este necessário para que ele possa continuar se aprofundando nas próximas etapas. conversão. correspondentes a 3600 horas aula. como Engenheiro de Energia. transporte e distribuição de combustíveis.4. 180 .Centro de Engenharia. meio ambiente e na sociedade e propor soluções que minimizem suas conseqüências. ● Avaliar os impactos que os diferentes sistemas energéticos exercem na economia. transmissão e distribuição de energia elétrica. as disciplinas aqui presentes buscam dar ao aluno a base de conhecimento. Atuar profissionalmente com responsabilidade social e ética. ● ● Projetar e analisar sistemas de geração. 8. 8. ● Projetar e analisar os diferentes sistemas energéticos baseados em fontes renováveis e não renováveis de energia.4. Atuar profissionalmente integrando equipes multidisciplinares na área da Engenharia de Energia. meio ambiente e sociedade. buscando técnicas que otimizem o uso da energia. a operação e a manutenção dos diferentes sistemas energéticos.1 – Competências e Habilidades Espera-se que o Engenheiro de Energia egresso da UFABC tenha as seguintes competências e habilidades: ● ● ● Reconhecer sua identidade. nos seis eixos já citados. ● Identificar tecnologias que minimizem o consumo de energia nos diferentes processos industriais. ● Avaliar o projeto.4. no campo do saber-fazer.5 – Organização Curricular da Engenharia de Energia O curso de Engenharia de Energia exige o cumprimento de 300 créditos. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 horas aula: Como colocado anteriormente. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias distribuição e usos dos diferentes tipos de energia e seus impactos na economia. Projetar e analisar sistemas de exploração & produção.

envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e Engenharia Unificada II). Para isto. II e III em Engenharia de Energia).  Disciplinas Obrigatórias Específicas da modalidade Engenharia de Energia (profissionalizantes): 69 créditos / 828 horas aula.  Disciplinas de Síntese e Integração de Conhecimentos: 26 créditos / 312 horas aula: Estas disciplinas também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro.  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Energia: 39 créditos / 468 horas aula.Centro de Engenharia. As disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia incluem o conteúdo que deve ser conhecido por todo Engenheiro de Energia. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia de Energia) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. as disciplinas colocadas abordam os principais eixos que levaram à proposta do curso: a convergência entre as áreas de Sistemas Elétricos de Potência. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC. Sistemas Térmicos e Fontes de Energia e Planejamento Energético (Tabela 22). 181 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias  Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 horas aula: O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC.

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Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC, ao longo do curso de Engenharia de Energia, o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos conjuntos de Disciplinas de Opção Limitada oferecidas, listadas na Tabela 23.

Essas disciplinas permitirão que o aluno aprofunde o conhecimento adquirido nas Disciplinas Obrigatórias e aprimore sua capacitação em áreas específicas, de forma a conferir habilidades e competências que caracterizam um ou mais dos perfis listados a seguir:  Sistemas Elétricos de Potência;  Sistemas Térmicos e Engenharia Térmica;  Fontes de Energia e Planejamento Energético.

 Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 horas aula. As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada, seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento, permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade, seja através da escolha de outras Disciplinas de Opção Limitada, o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia de Energia.

182

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 22 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia Área Item
01 Fontes de Energia e Planejamento Energético 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11

Código
EN2419 EN2420 EN2424 EN2425 EN2423 EN2703 EN2405 EN2422 EN2403 EN2705 EN2409

Disciplina
Fontes Renováveis de Energia Fontes Não-Renováveis de Energia Economia da Energia Energia, Meio Ambiente e Sociedade Análise Econômica de Projetos Energéticos Circuitos Elétricos I Fundamentos de Máquinas Elétricas Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Instalações Elétricas I Circuitos Elétricos II Operação de Sistemas Elétricos de Potência

T
4 4 2 4 3 3 2 3 2 3 3

P
0 0 0 0 1 2 2 1 2 2 1

I
4 4 4 5 4 4 5 5 4 4 4

Créditos
4 4 2 4 4 5 4 4 4 5 4

Recomendação
Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Engenharia Econômica Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos II Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Elétricos I ; Fundamentos de Máquinas Elétricas Termodinâmica Aplicada I Mecânica dos Fluidos I Fenômenos Térmicos; Funções de Várias Variáveis Termodinâmica Aplicada II Transferência de Calor I

Sistemas Elétricos de Potência

12 13 14 Sistemas Térmicos 15 16 17

EN2711 EN2427 EN2412 EN2410 EN2426 EN2411

Máquinas Elétricas Termodinâmica Aplicada II Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor I Sistemas Térmicos Transferência de Calor II

3 3 3 3 2 3

2 1 1 1 2 1

4 5 5 4 4 4

5 4 4 4 4 4

TOTAL

69

183

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 23 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia Item Código
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 EN3462 EN3448 EN3449 EN3450 EN3451 EN3452 EN3466 EN3460 EN3456 EN3459 EN3712 EN3713 EN3406 EN3461 EN3454 EN3455 EN3457 EN3458 EN3407 EN3408 EN3409 EN3467 EN3468 EN3469 EN3464 EN3465 EN3472 EN3415 EN3416 EN3434 EN3473 EN3474 EN3417 EN3475 EN3476 EN3477 EN2103 EN3421 EN3422 EN3453 EN3436 EN3437 EN3438 EN3440 EN3439 EN3441 EN3442 EN3443 EN3444 EN3445 EN3478 EN3425 EN3426 EN3427 EN3430 EN3431 EN3432 EN3433 EN3463

Disciplina
Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão Acumuladores de Energia Normas de Segurança para Sistemas Energéticos Análise de Redes de Transporte e Distribuição de Energia Supervisão e Confiabilidade de Projetos Energéticos Subestação e Equipamentos Qualidade da Energia Elétrica Sistemas de Potência I Sistemas de Potência II Automação de Sistemas Elétricos de Potência Eletrônica de Potência I Eletrônica de Potência II Instalações Elétricas II Análise Estática em Sistemas Elétricos de Potência Proteção de Sistemas Elétricos de Potência Redes de Distribuição de Energia Elétrica Regulação e Mercado de Energia Elétrica Tópicos de Otimização em Sistemas Elétricos de Potência e Aplicações Tecnologia da Combustão Motores de Combustão Interna Centrais Termoelétricas Transferência de Calor Industrial Geração e Distribuição de Vapor Máquinas Térmicas Centrais Termoelétricas e Cogeração Sistemas Fluidomecânicos Integração e Otimização Energética de Processos Ventilação Industrial e Ar Comprimido Refrigeração e Condicionamento de Ar Tubulações Industriais Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional I Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional II Processos Termoquímicos de Conversão Energética Introdução à Engenharia de Biocombustíveis Engenharia de Biocombustíveis I Engenharia de Biocombustíveis II Transferência de Massa Operações e Equipamentos Industriais I Operações e Equipamentos Industriais II Introdução à Engenharia Nuclear Reações Nucleares Laboratório de Instrumentação Nuclear e Radioproteção Física de Reatores Nucleares I Física de Reatores Nucleares II Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares II Segurança de Instalações Nucleares Resíduos Nucleares Economia de Reatores Nucleares Engenharia Unificada (Engenharia Nuclear) Hidrogênio e Células a Combustível Eletrificação Rural com Recursos Energéticos Renováveis Engenharia de Sistemas Fotovoltaicos Engenharia de Sistemas Eólicos Geração Distribuída Engenharia de Sistemas Solares Térmicos Introdução à Engenharia do Petróleo I Introdução à Engenharia do Petróleo II Uso Final de Energia e Eficiência Energética

T P
3 2 2 4 3 2 2 2 2 3 3 3 2 2 3 3 2 1 1 2 2 2 3 3 4 4 2 2 3 2 2 2 2 2 4 4 2 3 3 4 3 2 3 3 4 3 3 3 3 1 4 2 2 2 2 2 4 4 3 1 0 0 0 1 0 2 2 2 0 2 2 2 2 1 1 0 1 2 1 0 2 1 1 0 0 0 0 1 0 2 2 0 0 0 0 0 1 1 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 0 0 1

I
4 5 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 6 5 5 6 5 4 3 3 5 4 4 4 4 3 4 4 4 5

Recomendação
Energia, Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Não há Pesquisa Operacional Não há Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Sistemas de Potência I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Circuitos Elétricos I Eletrônica de Potência I Instalações Elétricas I Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Sistemas de Potência II Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Termodinâmica Aplicada II Termodinâmica Aplicada II Sistemas Térmicos Transferência de Calor II Sistemas Térmicos Sistemas Térmicos Sistemas Térmicos Mecânica dos Fluidos II Sistemas Térmicos Mecânica dos Fluidos II Termodinâmica Aplicada II Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor II; Mecânica dos Fluidos II Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional I Termodinâmica Aplicada II Fontes Renováveis de Energia; Termodinâmica Aplicada II Introdução à Engenharia de Biocombustíveis; Transferência de Calor II Introdução à Engenharia de Biocombustíveis; Transferência de Calor II Termodinâmica Aplicada I; Mecânica dos Fluidos I Mecânica dos Fluidos II Transferência de Massa Física Quântica Introdução à Engenharia Nuclear Reações Nucleares; Instrumentação e Controle Reações Nucleares Física de Reatores Nucleares I Introdução à Engenharia Nuclear; Transferência de Calor I; Mecânica dos Fluidos I; Termodinâmica Aplicada II Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I; Física de Reatores Nucleares I Introdução à Engenharia Nuclear Introdução à Engenharia Nuclear; Energia: Origens, Conversão e Uso Termo-Hidráulica de Reatores Nucleares I; Física de Reatores Nucleares I Fontes Renováveis de Energia Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Engenharia de Sistemas Fotovoltaicos Energia: Origens, Conversão e Uso Energia: Origens, Conversão e Uso Introdução à Engenharia do Petróleo I Energia: Origens, Conversão e Uso

184

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.6 – Apresentação gráfica de um perfil de formação A Tabela 24 a seguir é um exemplo de como as Disciplinas Obrigatórias podem ser cumpridas para caracterizar a formação em Engenharia de Energia, levando-se em conta o quadrimestre ideal no qual devem ser cursadas, lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar. A carga horária de cada disciplina é mencionada usando-se a sigla (T-P-I), ou seja, o número de créditos em aulas teóricas, o número de créditos em aulas práticas e o número de créditos correspondente a estudo individual do aluno fora da sala de aula.

185

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 24: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Energia
1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência, Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1419 Cálculo Numérico BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens, Conversão e Uso BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2409 Operação de Sistemas Elétricos de Potência EN2403 Instalações Elétricas I Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1713 Engenharia Econômica EN2427 Termodinâmica Aplicada II EN2411 Transferência de Calor II Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1401 Estágio Curricular I em Engenharia de Energia EN1402 Estágio Curricular II em Engenharia de Energia BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias EN2425 Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN2419 Fontes Renováveis de Energia EN2705 Circuitos Elétricos II EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1403 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Energia EN1404 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Energia EN1405 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Energia Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2410 Transferência de Calor I EN2422 Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2426 Sistemas Térmicos Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

2º Quadrimestre

BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica

3º Quadrimestre

4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre

6º Quadrimestre

BC1425 Álgebra Linear BC1507 Instrumentação e Controle EN2412 Mecânica dos Fluidos II EN2420 Fontes NãoRenováveis de Energia EN2424 Economia da Energia EN2423 Análise Econômica de Projetos Energéticos Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

7º Quadrimestre 3 º A N O

8º Quadrimestre

EN2703 Circuitos Elétricos I

9º Quadrimestre

BC0002 Projeto Dirigido EN2405 Fundamentos de Máquinas Elétricas EN2711 Máquinas Elétricas Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre

10º Quadrimestre 4 º A N O

11º Quadrimestre 12º Quadrimestre

13º Quadrimestre 5 º A N O

14º Quadrimestre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

15º Quadrimestre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

Opção Limitada da Engenharia ou Livre

186

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 25 – Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplinas do Catálogo 2010
EN2418 – Economia da Energia EN2421 – Análise Econômica de Projetos Energéticos EN2406 – Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2413 – Termodinâmica Aplicada II EN2414 – Sistemas Térmicos EN3402 – Qualidade da Energia Elétrica EN3403 – Sistemas de Potência I EN3404 – Sistemas de Potência II EN3405 – Automação de Sistemas Elétricos de Potência EN3410 – Transferência de Calor Industrial EN3411 – Geração e Distribuição de Vapor EN3412 – Turbinas Térmicas de Potência EN3413 – Cogeração EN3414 – Integração e Otimização Energética de Processos EN3418 – Biotecnologia: Produção de Combustíveis a partir de Fontes Renováveis EN3420 – Tecnologia de Produção de Biodiesel EN3419 – Tecnologia de Produção de Etanol EN2416 – Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN2415 – Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão EN3435 – Introdução à Física Nuclear EN2417 – Uso Final de Energia e Eficiência Energética EN2407 – Subestação e Equipamentos EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III

Disciplinas do Catálogo 2013
EN2424 – Economia da Energia EN2423 – Análise Econômica de Projetos Energéticos EN2422 – Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência EN2427 – Termodinâmica Aplicada II EN2426 – Sistemas Térmicos EN3466 – Qualidade da Energia Elétrica EN3460 – Sistemas de Potência I EN3456 – Sistemas de Potência II EN3459 – Automação de Sistemas Elétricos de Potência EN3467 – Transferência de Calor Industrial EN3468 – Geração e Distribuição de Vapor EN3469 – Máquinas Térmicas EN3464 – Centrais Termoelétricas e Cogeração EN3472 – Integração e Otimização Energética de Processos EN3475 – Introdução à Engenharia de Biocombustíveis EN3476 – Engenharia de Biocombustíveis I EN3477 – Engenharia de Biocombustíveis II EN2425 – Energia, Meio Ambiente e Sociedade EN3462 – Energia: Fontes e Tecnologias de Conversão EN3453 – Introdução à Engenharia Nuclear EN3463 – Uso Final de Energia e Eficiência Energética EN3452 – Subestação e Equipamentos EN1401 – Estágio Curricular I em Engenharia de Energia (Resolução ConsEPE 103) EN1402 – Estágio Curricular II em Engenharia de Energia (Resolução ConsEPE 103) EN1403 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Energia EN1404 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Energia EN1405 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Energia

187

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.4.8 – Ementas 8.4.8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Energia

01

FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA

Código: EN2419 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Fontes renováveis de energia: hidrelétrica, solar (células fotovoltaicas e térmica), biomassa (florestas, cana de açúcar,resíduos agrícolas e urbanos, carvão vegetal), eólica das marés e geotérmica. Potencial, tecnologias, usos e economicidade. Conversão e multiutilização das fontes. Impactos ambientais. Bibliografia Básica: TOLMASQUIM, M.T. (org.). Fontes renováveis de energia no Brasil, Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2003, 1ª edição, 515 p. SORENSEN, B..RenewableEnergy. USA: Elsevier Inc. 3ª edição, 2004, 928 p. ROSA, A.V., Fundamentals of renewable energy processes. USA: Elsevier - Academic Press, 2nd edition, 2009, 840 p. Bibliografia Complementar: DEWULF,J., LANGENHOVE,H., Renewable-based technology: sustainability assessment, Editora John Wiley & Sons, 2006. (3 exemplares) BOYLE G., Renewable Energy. Power for a Sustainable Future. 2nd. ed. Oxford University Press, 2004. AMENEDO, J.L.R., GÓMEZ, S.A., DÍAZ, J.C.B., 2003, Sistemas Eólicos de Producción de Energía Eléctrica, Editorial Rueda. DE JUANA, J. M., 2003, Energías Renovables para el desarrollo, ITES, Espanha. GOLDEMBERG, J., LUCON, O., Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento, 3ed., São Paulo: EDUSP, 2008.

02

FONTES NÃO-RENOVÁVEIS DE ENERGIA

Código: EN2420 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Especificidades das fontes não-renováveis de energia, petróleo, gás natural, carvão, xisto e urânio, no contexto da economia dos recursos naturais e minerais. Caracterização tecnológica, tecnologia de exploração, de beneficiamento e processamento requeridos pela indústria. Recursos e reservas, produção e consumo mundial, participação na matriz energética mundial. Perspectivas de utilização, inovações tecnológicas e problemas ambientais relacionados a estrutura de produção e consumo. Bibliografia Básica: HENDERSON. H., Nuclear Power: a reference handbook, Library Binding, 1989 188

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MEYERS, R.A., Coal Handbook, Ed. Marcel Dekker, 1981 JENKINS, G., Oil Economist’s Handbook, Ed. Elsevier Science, 1989. Bibliografia Complementar: BONOTTO, D. M. e SILVEIRA, E.G., Geoquímica do Urânio Aplicada a Águas Minerais. São Paulo: Editora UNESP, 1ª edição, 2006, 154 p. CARDOSO, L.C.S..Logística do Petróleo: transporte e armazenamento. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2004, 192 p. GARCIA, R., Combustíveis e Combustão Industrial, Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2002, 202 p. NEIVA, J.,Conheça o Petróleo e Outras Fontes de Energia, Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S. A., 4ª edição, 1983, 328 p. ROSA, A.J.; CARVALHO, R.S. e XAVIER, J.A..D., Engenharia de Reservatórios de Petróleo. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 1ª edição, 2006, 808 p.

03

ECONOMIA DA ENERGIA

Código: EN2418 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens, Conversão e Uso Ementa: Exploração dos recursos energéticos. Monopólios naturais e regulação do setor elétrico e de gás natural. Regulação tarifária. Bens públicos, externalidades e a tragédia do uso comum. Mercados de energia: eletricidade e combustíveis. Política energética. Planejamento energético. Inovação tecnológica no setor energético. Mudanças climáticas: capand trade, internalização. Bibliografia Básica:

MANKIW, G. N. Princípios de Microeconomia - Tradução da 3ª Ed. Editora Thompson.
VISCUSI, W. K; HARRINGTON, J. E.; VERNON, J. M. Economics of Regulation and Antitrust, 4th Edition. The MIT Press. 953p. JUNIOR, H. Q. P. Economia da Energia - Fundamentos Econômicos, Evolução Histórica e Organização Industrial. Editora Campus, primeira edição. 360p.

Bibliografia Complementar: EPE. Plano Decenal de Energia 2010-2019. Empresa de Pesquisa Energética. Rio de Janeiro, RJ. 2010 EPE. Plano Nacional de Energia 2030. Empresa de Pesquisa Energética. Rio de Janeiro, RJ. 2008 KAPLAN, S. Energy Economics – Quantitative methods for energy and environmental decisions.McGraw Hill, Nova York, 1983. MME. Balanço Energético Nacional 2009: Ano base 2008. Ministério de Minas e Energia (MME). Brasília, DF. VARIAN, H. Microeconomia: Princípios Básicos. Sétima Edição. Editora Campus 2006. PIRES, José Cláudio Linhares. Políticas regulatórias no setor de energia elétrica: a experiência dos Estados Unidos e da União Européia; Rio de Janeiro.

189

FRANCO. M. Energia e meio ambiente: indicadores. 2008. A. Tecnologias de conversão de energia. Uma História da Energia. Energia e Classes Sociais no Brasil. fontes estacionárias e móveis. 1985 BÔA NOVA.. qualidade de vida. Energia Elétrica Para o Desenvolvimento Sustentável. Regulação ambiental. HEMERY. Elaboração de cenários. HINRICHS. Deléage J. Regressão linear simples e múltipla. Recursos energéticos. 284 p. Riscos no mercado de energia. Energia: Economia e Tecnologia. L e SILVEIRA. São Paulo: Editora Moderna. crescimento econômico.R. (3 exemplares) BÉLICO DOS REIS. Decisões sob incertezas. RA. J. 3a edição. Bibliografia Básica: GOLDENBERG. Impactos sociais dos empreendimentos energéticos. Energia e conflitos sociais. Blumenau: FURB. BRAGA. B et al. MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE Código: EN2425 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens. M. IDH. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 318 P. EDUSP. Planejamento integrado de recursos.. Bibliografia Complementar: LA ROVERE. PINGUELI.C. distribuição de renda.. Energia e desenvolvimento: PIB. 545 p. energia e emprego. curva de Kuznets... 05 ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS ENERGÉTICOS Código: EN2421 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Engenharia Econômica Ementa: Introdução à análise econômica. L. modelos de desenvolvimento. S. São Paulo: Prentice Hall. Alternativas de investimento e tomada de decisão. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero. 1993. Séries 190 . Análise da matriz energética brasileira e mundial. 2000. S. Políticas ambientais. 1ª edição.J. 1985. BRANCO. 2002. Debier.. (Orgs.Centro de Engenharia. São Paulo: Editora Pioneira Thomson Learning. 247 p. O. Planejamento Ambiental: fator indutor do desenvolvimento sustentado. Análise de mercado. E. Ednub. Energia e Meio Ambiente. D. Conversão e Uso Ementa: Energia: discussão de conceitos. São Paulo: Editorial Loyola.Energia e Meio Ambiente. meio ambiente e desenvolvimento. 1990. 2003. Métodos de análise de viabilidade de investimentos aplicados a projetos energéticos. impactos ambientais locais e globais. Energia. LUCON. e KLEINBACH.). M. intensidade energética. contribuição das fontes. Uso final da energia. 1ª edição.. Políticas energéticas. Evolução histórica da oferta e do consumo de energia. Modelos de projeção. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 04 ENERGIA. Introdução à Engenharia Ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. Eficiência energética.A. Editora da Universidade de São Paulo. 2001.

. Econometria. G. D.. Estados Unidos. J. Energy systems analysis for developing countries. 742 p. 191 .. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias temporais. NILSSON. Second Edition. 2008. . Edição. Makron Books. MANKIW.Editora LTC. O futuro da civilização dos trópicos. Bookman. Redes de Segunda Ordem. DURBIN..W. Pearson. G. C. KEMMERLY. Energy Economics – Quantitative methods for energy and environmental decisions. – 2004). Bibliografia Básica: BLANK.W. Blücher.H. H. Editora Thompson Bibliografia Complementar: KAPLAN. Schaum. Springer-Verlag. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. Circuitos Elétricos. São Paulo. Ed.. Ed. S.. 428 p. Engenharia Econômica . J.. Ed. TARQUIN. 2002. HILL. 06 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos: Bipolos Elementares. Introduction to Time Series and Forecasting. R. Tradução da sexta edição. A. J.. K. G. COPPE/UFRJ. 1984. NILSSON. J. 2010. SADIKU. Springer. Nova York. Bibliografia Básica: ORSINI. Redes de Primeira Ordem. R. 2 (2ª Ed. J. Mc Graw Hill. N. Modelos de planejamenteo energético.Centro de Engenharia. Modelos técnico-econômicos de desagregação setorial. Circuitos Elétricos II. HAYT Jr . “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. 1 ( 2a Ed. Associação de Bipolos e Leis de Kirchhoff. 1983. “Curso de Circuitos Elétricos”. Ed. L.. A questão energética mundial e o potencial dos trópicos. L. W... Vol. DAVIS. 2a. J. Mc Graw Hill. IRWIN. S.. São Paulo. Regime Permanente Senoidal. ALEXANDER.. BROCKWELL...Tradução da 3ª Ed.. 8th Ed. RIEDEL. ARAUJO..A. RIEDEL. 2008. J. P. N. D. Métodos de Análise de Circuitos. A. MEIER.. Princípios de Microeconomia . . O. EdUnB. São Paulo..Q. 2007. Ed. 2005. Ed. P. S. R. EDMINISTER. W. J. Bibliografia Complementar: NAHVI.M. JUDG E.. Berlim. 1990. 3ª edição. IRWIN. R. 1988. Análise de Circuitos para Engenharia. CONSONNI. Tese preparada para o concurso de professor titular. Tradução da segunda edição. Análise de Circuitos em Engenharia. Ed. LTC. – 2002 ) e Vol..E. 2006. LIZARDO.. C. E. McGraw Hill. A. PINGUELLI Rosa. Editora McGraw Hill. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. “Circuitos Elétricos”. Brasilia. D. M. M. Rio de Janeiro. 2008. S. L. 9ª Ed. Editora Saraiva. GRIFFITHS.

Electric Machines and Electromechanics. BOLDEA. 1994. Schaum´s Outlines. Máquinas Elétricas . BIM. C. Fundamentos de Máquinas Elétricas. NASAR... Vantagens e Aplicações dos valores por unidade. Macmillan Publishing Co. Sistemas trifásicos com indutâncias mútuas. ROBBA. 2004. 1996. Forças Eletromotrizes Variacionais e Mocionais.. C. 2a edição.. A.. C. 08 INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA Código: EN2422 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos II Ementa: Circuitos Trifásicos: Sistemas trifásicos simétricos e equilibrados com cargas equilibradas. Representação de máquinas elétricas em valores por unidade.Editora Edgard Blucher. 2009. 2a edição. Electric machines dynamics. Aplicação de valores por unidade em circuitos trifásicos. Valores Percentuais e por Unidade. Editora John Wiley & Sons. S. Aplicação a sistemas trifásicos. Bibliografia Complementar: FALCONE. 1997. 2000 STEVENSON. MONTICELLI.. Editora LTC. McGraw-Hill.N. Potência em sistemas trifásicos. Editora Campus. G.. G. A. Bibliografia Complementar: 192 . SEN. S. KINGSLEY. Componentes Simétricas. Conversores Rotativos Magneticamente Lineares. E. DEL TORO. H. Principles of Electric Machines and Power Electronics.. 1994. Introdução a sistemas elétricos de potência. E. Representação de redes trifásicas por diagrama unifilar. 1990.. S.. Teorema fundamental. Power system analysis. 2004.Centro de Engenharia. Mudanças de Base. E. A. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 07 FUNDAMENTOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS Código: EN2405 TPI: 2-2-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Circuitos Magnéticos. UHMANS.. NASAR. Máquinas Elétricas e Acionamento. Editora Mc Graw Hill. 2ª Ed.P. Introdução a sistemas de energia elétrica. Conversão Eletromecânica de Energia.J. Eletromecânica Vol. Editora McGraw Hill... C. CHAPMAN. Sistemas trifásicos simétricos ou assimétricos com cargas desequilibradas. S. Introdução aMáquinas Elétricas Bibliografia Básica: FITZGERALD. Electric Machinery Fundamentals. Transformadores.C.. V. A. SCHMIDT. McGraw Hill.. I.. P.. Bibliografia Básica: BARIONI. Editora Unicamp. São Paulo: Edgard Blucher. Representação de transformadores fora da relação nominal. 1.. KAGAN.

8th Ed.. 1 ( 2a Ed. S. Ed. vol 7..a Ed.. Editora LTC.D. 15. 2005. Instalações Elétricas Industriais. M. NILSSON.. Manual de Equipamentos Elétricos. Medição de Energia Elétrica.W.. “Curso de Circuitos Elétricos”. 2001. 2003. D. Editora da Universidade Federal do Pernambuco. 2004. Pearson... Power System Analysis. McGraw-Hill 09 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS I Código: EN2403 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Conceitos fundamentais. SAADAT. LTC. J. 5a edição. 5. CL-Engineering. J. São Paulo: Eltec. B. MEDEIROS. CONSONNI. H.a Ed. Aplicações da Transformada de Fourier. A. – 2004).Centro de Engenharia. Aplicações da Transformada de Laplace. Editora Wiley 2 edition 1986 GLOVER. Editora LTC. NR10: Segurança em Instalações Elétricas e Serviços em Eletricidade. 3ª edição. Materiais elétricos de baixa tensão. / Stevenson Jr. 2 (2ª Ed. Mc Graw Hill 2 edition 2002 EL-SHARKAWI. J. Bibliografia Básica: ORSINI. 2007. N.. Blücher. São Paulo. 2008. Desenvolvimento de projeto de instalação predial. Previsão de cargas e divisão de circuitos.. J.A. Symmetrical components for power system engineering. A. “Circuitos Elétricos”. Instalações Elétricas. 1993 GROSS. Análise de Redes RLC. H. Dimensionamento e proteção de instalações elétricas. Electric energy systems: An introduction.. A. Fator de potência. GRAINGER. Pearson. 10 CIRCUITOS ELÉTRICOS II Código: EN2705 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Redes Polifásicas. 1980. Instalações Elétricas. 2005. 2009. Vol. Editora. Bibliografia Complementar: MAMEDE FILHO. L.Q. CRC Press. J... Indutâncias Mútuas e Transformadores. MTE. MAMEDE FILHO. Luminotécnica. 193 . 2a edição. Power system analysis and design. Power system analysis. Instalações elétricas. S. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias BLACKBURN. Sistemas de aterramento. Lewis. 2008. Entrada consumidora e cálculo de demanda. C. Proteção contra choques elétricos. CREDER. Propriedades e Teoremas de Redes Lineares. J. NISKIER. RIEDEL. Power system analysis.. J. Instalações Elétricas.. – 2002 ) e Vol... J. NERY. CRC Press. 3rd edition. Recife.. Bibliografia Básica: COTRIM. D. W.

2nd ed. S. Conejo. 2008. Circuitos Elétricos... 2. Máquinas de Corrente Contínua... OLIVEIRA. LTC. ZANETTA Junior. Motores de Indução.A. Cañizares. KEMMERLY. Ed. Análise de Circuitos em Engenharia.Livraria da Física. 2005.. D. . Bibliografia Básica: 194 . D. W. Máquinas Síncronas. 1998. MacGraw-Hill. 9ª Ed. 2a. GROSS. DURBIN. HAYT Jr ... Confiabilidade de Sistemas.Editora LTC. N. 2005. Ed. Fundamentos de Máquinas Elétricas Ementa: Introdução aos princípios de máquinas elétricas... EDMINISTER..D. Bookman. 1. Power System Analysis.H . Edição. Editora Interciência.E. O. USA. N. J.C. C.S. Ed.Centro de Engenharia. J.E. 2008. Power Systems Stability and Control. Stevenson Jr. 12 MÁQUINAS ELÉTRICAS Código: EN2711 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I.. Schaum. GRAINGER. 2007. P. LTC.. Proteção de Sistemas. Mc Graw Hill. ALEXANDER C.. Bibliografia Básica: GÓMEZ-EXPÓSITO.H. 11 OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA Código: EN2409 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Ementa: Transferência de Energia. C. Proteção de Sistemas Elétricos. J. Introdução aos Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica. 1986. 2005. Power Systems Analysis.J. McGraw-Hill 1994 Bibliografia Complementar: KAGAN. Rio de Janeiro..M. Sistemas de Energia Elétrica – Análise e Operação. L.B e ROBBA. C.. 2011 MILLHER. IRWIN. Makron Books. Bibliografia Complementar: NAHVI... Sistemas de Distribuição..Editora McGraw-Hill. J. Princípios de conversão eletromecânica de energia. R. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. Controle de Sistemas. Operação Econômica.W. EUA. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. Editora GEN. IRWIN. RIEDEL. M. John Wiley & Sons. Operação de Sistemas de Potência. Análise de Circuitos para Engenharia. vol. K. A. Fluxo de Potência. 1994.. KUNDUR. J. vol. Ed. 2005 ARAUJO.C.A. Princípios de eletrônica de Potência.. J. W. J. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. 2010. Estabilidade de Sistemas. Editora Edgard Blücher. S. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NILSSON. SADIKU. Circuitos Elétricos II. 3ª edição. M. Mc Graw Hill..

. Edgard Blucher. MORAN. A.Centro de Engenharia. 2005. DE WITT.. H. SHAPIRO. . “Eletromecânica”. J. MORAN. Second Edition. 2006. E.. americana. 2004. N. Nova Iorque (1985). Psicrometria e Processos Psicrométricos. 2004. 13 TERMODINÂMICA APLICADA II Código: EN2427 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Termodinâmica Aplicada I Ementa: Sistemas de refrigeração e bomba de calor. Prentice Hall. Ion. Mc Graw Hill. H. Misturas e Soluções Homogêneas reativas (reações químicas irreversíveis). G. VAN WYLEN. P. ISBN: 0-13-723785-5. E. 1999.H. BOGNAKKE. 1996 SCHMIDT. Segunda Edição.. A.. 1998. J.. Wiley-IEEE Press ISBN: 978-0-471-14326-0... Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. H.. Scott D. C. 2002. R.. J. F. EdgardBlücher. The MIT Press. ed. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. G. Porto Alegre: Bookman. ISBN 8586804665. vol 1. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias FITZGERALD.. WASYNCZUK. A. C. 4ª ed. Oleg. M. H. 2006. N. Dynamic Simulations of Electric Machinery: Using MATLAB/SIMULINK Prentice Hall. Paul C. LTC. D. Princípios de Termodinâmica para engenharia. SONNTAG. K. UHMANS. Bibliografia Básica: ÇENGEL.. HENDERSON. Electric Drives. Ed. Modern Power Electronics and AC Drives. E. MICHAEL. C. 2º Edição.. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. 2001. Princípios de Termodinâmica para Engenharia. Wiley. Rio de Janeiro. B. B. Análise exergética de sistemas. I. “Máquinas Elétricas”. Y. H. N. A. São Paulo: Editora Edgard Blucher. Tradução Anatólio Laschuk.. Edgard Blucher... G. São Paulo. R. tradução da 6ª ed. 2003. SUDHOFF.. 1985. MORAN. Bibliografia Complementar: KEENAN. R. WOLGEMUTH. Rio de Janeiro:LTC. S.6. vol 2. NASAR. ISBN 852161340-7.. KRAUSE. B. KINGSLEY. Mcgraw Hill. CHAPMAN. Bibliografia Complementar: BOSE. 1985. CRC Press (Electric Power Engineering Series). BOLDEA.. W. S. “Eletromecânica”. BOLES. Chee-Mun. Termodinâmica. Primeira e Segunda Lei da Termodinâmica para sistemas reagentes. Termodinâmica. A. ONG. 5ª ed. SHAPIRO. 195 . FALCONE.. Thermodynamics. 848 p. Syed A. CALLEN. Misturas e Soluções Homogêneas não reativas. SHAPIRO. Princípios de Equilíbrio Químico e de Fases. M. Ed. 680 p. FALCONE. Analysis of Electric Machinery and Drive Systems (2nd Edition) 2002. MUNSON. Fundamentos da TermodinâmicaClássica.. Thermodynamics and introduction to termostatistics. “Electric Machinery Fundamentals”.

196 . Bibliografia Complementar: OKIISHI. Brooks/Cole Publ. 1991. 2005. Mc Graw Hill. J. Princípios de Condução.. Transferência de calor e massa. POTTER.T. 2º Edição. Condução unidimensional em regime permanente.. 2010.. M. B. D. CIMBALA. Editora Edgard Blucher. D... Noções de Máquinas de Fluxo. H. J. MORAN. Introdução à Mecânica dos Fluidos.C. Mecânica dos Fluidos: Fundamentos e Aplicações. R. DE WITT. De WITT.. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. R.. 2010. D. C. HENDERSON. 2008. LTC. LTC. WOLGEMUTH. SCHMIDT. H.. 6ª Ed. 1970. Great Lakes Press. Condução bidimensional em regime permanente. P. A. 6ª Edição. Rio de Janeiro. FOSS.F. Condução transiente. M. P. WHITE. Editora Edgard BlucherLtda. McGraw Hill.. M. SHAPIRO. B.. F.YOUNG.Dimensionamento de Máquinas de Fluxo: Turbinas. Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica.. T. Fenômenos de Transporte. Medidas de Pressão e Vazão. E. MCDONALD. Segunda Edição. M. 2004.A. 7ª Ed. F. Z.W.. 2008.. Termodinâmica.. F. Z. 2009. São Paulo: Editora Edgard Blucher. ALIMUDDIN. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. D. Y. Co.. Fluid Mechanics. Y. Bibliografia Complementar: SPARROW.Centro de Engenharia... Fundamentos da Mecânicados Fluidos. MUNSON.. Basic Fluid Mechanics and Hydraulic Machines. I. N. Bibliografia Básica: FOX. P. W. Radiation Heat Transfer.. Editora LTC. 1994. H. LIGGETT. BIRD. 15 TRANSFERÊNCIA DE CALOR I Código: EN2410 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Térmicos. SOUZA. Perdas de Carga. ÇENGEL. Bombas e Ventiladores. Introdução ao Escoamento Compressível. Radiação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 14 MECÂNICA DOS FLUIDOS II Código: EN2412 TPI: 3-1-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Mecânica dos Fluidos I Ementa: Escoamento Viscoso Incompressível Interno e Externo.. F.. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. 2002.... Editora LTC. Editora CRC Press.. R. McGraw Hill.. Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução à transferência de calor.. Ed. R. E. 2004. Bibliografia Básica: INCROPERA. McGraw Hill. Mecânica dos Fluidos. Fluid Mechanics. 2004. R. 4a Ed. 1982. J. CESS.. ÇENGEL..

Modelagem de Sistemas Térmicos. Termodinâmica. J. Rio de Janeiro. 2002. Tulsa. P. Refrigeration systems and applications. NIELSEN.. Ibrahim. Mistura de Gases e Psicrometria... 1990. 2ºEd. 1988. 848 p. Otto e Diesel. Exergia. P. Apresentação de Trabalho Final. Brayton. 2005. P. R.“Combined Cycle Gas & Steam Turbine Power Plant”. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan.. D.. J.. M.P. ed. H. Handbook of Cogeneration and Combined Cycle Power Plants. Análise Exergética em Sistemas Térmicos. 297p. M. Oklahoma. MacGraw-Hill International Editions – Automotive Technology Series. Reações Químicas (Combustão). SHAPIRO. 3. Bibliografia Básica: ÇENGEL.. Convecção natural. BACHMANN.. KEHLHOFER. 639p. STOECKER. e WARNER.. John Wiley &Sons Inc. C. Fundamentos de Transferência de Calor e Massa. DE WITT. M. Ebulição e Condensação.Centro de Engenharia. Mcgraw Hill. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil. USA. Ciclos Termodinâmicos de Potência: Rankine. J. N.. R. Cogeração. F. 17 TRANSFERÊNCIA DE CALOR II Código: EN2411 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transferência de Calor I Ementa: Princípios de convecção térmica... D. R. New York: McGraw Hill. OZISIK. 6ª 197 . Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. N. Modelagem e Simulação de Processos Industriais e de Sistemas Eletromecânicos. Convecção Forçada em escoamentos externos e internos. 2005. A. Ciclos Termodinâmicos de Refrigeração: Compressão de Vapor e Absorção. BOYCE.. 1989. ASME Press. BOLES. H.. B. Y. Noções de Trocadores de Calor. Transferência de Calor: um Texto Básico. W. 1999. Design of Thermal Systems. São Paulo. Internal Combustion Engine Fundamentals. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias HOLMANN. DINÇER.. B. A. Bibliografia Complementar: HEYWOOD. LTC. Ed. MORAN. Bibliografia Básica: INCROPERA. F. MUNSON. 2006. PennWell Publhishing Company. 16 SISTEMAS TÉRMICOS Código: EN2426 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Termodinâmica Aplicada II Ementa: Revisão: Primeira e Segunda Leis da Termodinâmica. Transferência de Calor. I.2003. De WITT. Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos: Termodinâmica. GARCIA. 1983. P. São Paulo: EDUSP. São Paulo.

EDUSP. Fenômenos de Transporte. 2005.B. 2005. Instituto de Estudos Avançados. SHAPIRO. R. B . Introdução à Engenharia de Sitemas Térmicos: Termodinâmica. Adicionalmente. SCHMIDT. A. São Paulo: Universidade de São Paulo.Centro de Engenharia. S et al. Bibliografia Básica: LA ROVERE.. 1984. BEJAN. Iniciação a Conceitos de Sistemas Energéticos Para o Desenvolvimento Limpo. São Paulo: Editora Edgard Blucher. J. Rio de Janeiro. Segunda Edição. São Paulo. eólica e de biomassa. Ed.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Energia 01 ENERGIA: FONTES E TECNOLOGIAS DE CONVERSÃO Código: EN3462 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Energia: Origens. dando destaque às diferenças existentes nas diferentes culturas existentes no planeta. 2º Edição. LTC. 243 p. Rio de Janeiro: Editora Marco Zero. Y. I. ANEEL. McGraw Hill.4. PITTS. H. W. 2004. Mc Graw Hill.. ÇENGEL. Fenômenos de Transporte. B. 639p. R. com destaque à matriz energética brasileira. Energia: Economia e Tecnologia. L.. J.. GRIMONI. Florianópolis: UFSC. 1999. Dossiê Energia. C.. DE WITT. serão apresentadas as principais tecnologias usadas atualmente nos países considerados. Conversão e Uso Ementa: Esta disciplina aprofunda o estudo mais detalhado das Matrizes energéticas do planeta. MORAN. 1983. (Orgs). Editora LTC. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor.. ANEEL. E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Edição. 2009.8. ConvectionHeat Transfer... LTC. SISSOM. Número 59.. Revista Estudos Avançados. John Wiley&Sons. R. MUNSON. A disciplina termina com a apresentação das principais promessas tecnológicas existentes atualmente. Brasília: Agencia Nacional de Energia Elétrica. Fontes Não Convencionais de Energia: as tecnologias solar. 2ª edição. HENDERSON. 1985 COLLE. Termodinâmica. D. 2004. 2004. 2002. R. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Transferência de calor e massa.. H. E. Mecânica dos Fluidos e Transferência de Calor. N.. janeiro/abril 2007. 198 . P. L. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil.A. 8. E. et al. Atlas de Energia Elétrica do Brasil. volume 21. Transferência de Calor. A partir da identificação de onde vem e para onde vai a energia nos diferentes e mais significativos países do planeta. WOLGEMUTH. juntamente com os recursos energéticos primários usados por estas tecnologias. D. 308 p. pretendemos colocar o aluno para pesquisar sobre um tema previamente escolhido. Bibliografia Complementar: ESTUDOS AVANÇADOS.. BIRD. P.. PINGUELI. Bibliografia Complementar: HOLMANN. F.

Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética. 2004. 2000. Fotosíntesis. Acumulação bombeada. 192 p. Células a combustível: uma alternativa para geração de energia e sua inserção no mercado brasileiro. Características da lenha. Lionel. Conversão e Uso Ementa: Acumulação de energia por fotossínteses. EUA: Elsevier Inc. David. 2006. Acumuladores de energia elétrica. Rio de Janeiro: Interciência. 2003. Balanço Energético Nacional 2008: ano base 2007. 321 p. 927 p. 898 p. 2002. Edgardo. Molas.. Armazenagem de energia em supercondutores e supercapacitores. 1ª edição. Bent. John A. 1985.acumuladores por mudança de fase. et al. 256 p. 2004.Centro de Engenharia. LEJARDI. 2008. PIMENTEL. M.. Ar comprimido. Acumuladores térmicos. Luís Augusto Barbosa. Madrid: Edicionesorbis S. GARCIA. Renewable energy. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Fundamentos de ecologia. EPE. Rio de Janeiro: Interciência. Flywheels. Robert E. Alimentação. 2008. 3ª edição. moderada e elevada temperatura. Rio de Janeiro: Centro de Pesquisas de Energia Elétrica. Isaac. Acumuladores de electricidad: manual práctico. BECKMAN. 301 p. Bibliografia Básica: ODUM. Armazenamento de combustíveis em tanques. 1ª edição. SERRA. Acumulação de energia em forma de hidrogênio. A Economia da natureza. Interciência. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian. 1ª edição. Acumuladores hidráulicos. Espanha: Promotora General de Estudios S. 5ª edição. Márcia H. 1990. 1988. Acumulação de energia cinética e potencial. Biomassa para energia. Ministério de Minas e Energia. CEPEL.. Combustíveis e combustão industrial. Fundação CalousteGulbenkian. CORTEZ. A. SORENSEN. Electo Eduardo. Solar engineering of thermal processes. Bibliografia Complementar: ASIMOV. 202 p. 734 p. Tecnologias de produção de hidrogênio. CARDOSO. Fluxos de energia nos ecossistemas. Problemas e exercícios práticos. T. EUA: John Wiley& Sons. Campinas: Editora UNICAMP. Acumulação de combustíveis fósseis. A. 928 p. 199 . DUFFIE. Biblioteca de Divulgación Científica MuyInteresante. Rio de Janeiro: Editora Guanabara-Koogan. Origem do petróleo. 3a edição.. Baterias eletroquímicas. SILVA LORA. Aquecimento de água. energia e sociedade. Paredes de acumulação. 02 ACUMULADORES DE ENERGIA Código: EN3448 TPI: 2-0-5 Carga Horária: 24h Recomendação: Energia: Origens. Acumuladores de calor de baixa. 2004. William A. Volantes de inércia. 1ª edição. 186 p. PROGENSA. Lisboa: Serviço de Educação. 503 p. TOMASQUIM. 7ª edição. PIMENTEL. Caixas de rochas. OLIVARES GÓMEZ. 2005. Luiz Cláudio dos Santos. Logística do petróleo: transporte e armazenamento. Roberto. Eduardo T. Eugene P. Métodos de armazenamento de hidrogênio. RICKLEFS. Propriedades básicas dos reservatórios.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias BRASIL. Características do carvão vegetal.

L.controle e segurança para utilização de gases combustíveis em processos de baixa e alta temperatura. Bibliografia Complementar: ABNT NBR 12177-1:1999 Caldeiras estacionárias a vapor . saúde e meio ambiente Parte 1: Terminologia ABNT NBR 14725-2:2009 Produtos químicos . Bibliografia Básica: EQUIPE ATLAS.514. UDAETA. Máquinas e Equipamentos. Segurança e medicina do trabalho: Lei nº 6. C. 63a edição. M. Iniciação a conceitos de sistemas energéticos para o desenvolvimento limpo.. acidente do trabalho e saúde do trabalhador . Líquidos combustíveis e inflamáveis. de 22 de Dezembro de 1977. Editora Atlas.Escadas de segurança Controle de fumaça pressurização 200 .Inspeção de segurança ABNT NBR 13231:2005 Proteção contra incêndio em subestações elétricas de geração.Temperatura de superfícies acessíveis Dados ergonômicos para estabelecer os valores limites de temperatura de superfícies aquecidas ABNT NBR 14171:1998 Forno industrial a gás . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 03 NORMAS DE SEGURANÇA PARA SISTEMAS ENERGÉTICOS Código: EN3449 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: Noções sobre normas de segurança para a operação de sistemas energéticos. Atividades e operações perigosas: armazenagem e transporte de materiais explosivos. movimentação. Caldeiras e Vasos de pressão.Inspeção de segurança. Tuffi Messias. saúde e meio ambiente Parte 2: Sistema de classificação de perigo ABNT NBR 14880:2002 Saídas de emergência em edifícios . Edusp. São Paulo. Parte 1: Caldeiras flamotubulares ABNT NBR 12177-2:1999 Caldeiras estacionárias a vapor . Equipamentos de proteção individual. 2009.Informações sobre segurança.6ª Ed. GRIMONI. AQUILES. Segurança em instalações e serviços de eletricidade. M.inspeção de segurança. Editora LTR. SALIBA. Legislação de segurança. armazenagem e manuseio de materiais.. transmissão e distribuição ABNT NBR 13859:1997 Proteção contra incêndio em subestações elétricas de distribuição ABNT NBR 13970:1997 Segurança de máquinas . 2004.Informações sobre segurança. 2009. J. Ed. inflamáveis e radioativos. Parte 2: Caldeiras aquotubulares ABNT NBR 12178:1992 Emprego de dispositivos de segurança nos recipientes transportáveis para gases liquefeitos de petróleo (GLP). R. ABNT NBR 13193:1994 Emprego de cores para identificação de tubulações de gases industriais ABNT NBR 13203:2000 Caldeiras estacionárias elétricas a vapor .Centro de Engenharia. B. Proteção contra incêndios.Requisitos de segurança ABNT NBR 14725-1:2009 Versão Corrigida:2010 Produtos químicos . ABNT NBR 12232:2005 Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) em transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante. Transporte. ABNT NBR 12313:2000 Sistema de combustão . GALVÃO.

2003. mínimo custo do fluxo em rede. Florianópolis: Editora da UFSC. otimização do transporte em redes. 2006. Tubulações industriais: cálculo. 251 p.Conceitos fundamentais. Ariovaldo V. DANTAS.Válvula de segurança da mangueira ABNT NBR 7820:1983 Segurança nas instalações de produção. Campinas: Editora UNICAMP. 192 p. LINSINGEN. S. MACINTYRE. 6ª edição. 1996. Introdução a sistemas de energia elétrica. 9ª edição. redes e modelos de rede. Florianópolis: UFSC. 1988. armazenamento. 1997. P. J. Evandro. Florianópolis: UFSC. C. Alcir J. 1996. TELLES. Rio de Janeiro: LTC. Luiz Cláudio dos Santos. Rio de Janeiro: Interciência. Transmissão de energia elétrica: aspectos fundamentais. TELLES. C. Instalações hidráulicas prediais e industriais. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias ABNT NBR 15417:2007 Vasos de pressão . Logística do petróleo: transporte e armazenamento. 277 p. Rio de Janeiro: LTC. Bibliografia Básica: BAZZO.Centro de Engenharia. Geração de vapor. Instalações elétricas industriais. manuseio e transporte de etanol ( álcool etílico) ABNT NBR IEC 60079-11:2009 Atmosferas explosivas ABNT NBR IEC 60079-11:2009 Atmosferas explosivas Parte 11: Proteção de equipamento por segurança intrínseca "i" ABNT NBR IEC 60079-25:2009 Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas Parte 25: Sistemas intrinsecamente seguros ABNT NBR IEC 60079-7:2008 Atmosferas explosivas Parte: 7 Proteção de equipamentos por segurança aumentada "e" ABNT NBR NM 213-1:2000 Segurança de máquinas . Celso de Brasil. aplicação com uso de recurso computacional. princípios gerais de projeto Parte 2: Princípios técnicos e especificações. 1999. técnicas heurísticas de busca. Bibliografia Complementar: FILHO. P. C. máximo fluxo em redes. 04 ANÁLISE DE REDES DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA Código: EN3450 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Pesquisa Operacional Ementa: Conceituação.. modelos de problemas de transporte e atribuição. João Mamede. CARDOSO. grafos. S. 3ª edição. A. Rio de Janeiro: LTC. 1995 CAMARGO. GARCIA. 9ª edição.Conceitos fundamentais. Fundamentos de sistemas hidráulicos. projetos e montagem. Edson. Irlan Von. Rio de Janeiro: LTC. 3ª edição. 201 . São Paulo: Madras. 2004. princípios gerais de projeto Parte 1: Terminologia básica e metodologia ABNT NBR NM 213-2:2000 Segurança de máquinas . 2001.Inspeção de segurança em serviço ABNT NBR 15427:2006 Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis . 1ª edição. Tubulações industriais: materiais. MONTICELLI. Geração de vapor e água de refrigeração.

2008. 2004. Bibliografia Complementar: VIEIRA JR. R. J. B. 1997. Bibliografia Básica: TURNER. Aspectos da 202 . apresentar ferramentas científico-tecnológicas utilizadas em sistemas de supervisão (sistemas híbridos.. 708p. G.. Rio de Janeiro: Synergia. R. ROCHA. JANNUZZI.C. Edusp. 2006.. J. conservação de energia e fontes renováveis.M. GALVÃO. T. 6º edition. Ed. apresentar metodologias de avaliação de processos mediante a quantificação de variáveis de desempenho e robustez..). A. Conservação de Energia. 2004.A Energia da Controvérsia. 909p. predição e prognóstico. P.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 05 SUPERVISÃO E CONFIABILIDADE DE SISTEMAS ENERGÉTICOS Código: EN3451 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: A disciplina tem como objetivos: apresentar aos alunos as principais funcionalidades de sistemas de supervisórios e a sua relevância em processos energéticos. R.P. The Fairmont Press. B. 06 SUBESTAÇÃO E EQUIPAMENTOS Código: EN2407 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Introdução aos Sistemas Elétricos de Potência Ementa: Tipos e Arranjos de Subestações.. Malha de aterramento. M. TOLMASQUIM.N. sensores inteligentes. A. etc. KLEINBACH. Detecção de falhas. R. L. LEITE.. Verificação da Eficiencia Energética em Sistemas de Bombeamento utilizando Simulação de Modelo Matemático. Alternativas Energéticas Sustentáveis no Brasil. Colorado. C. 487p. e SWISHER. C.. R. Diagramas. CASTRO. DOTY. Campinas: Editora Autores Associados. N. 4ed.. Sistemas de Supervisão. V. W. Energia e Meio Ambiente. Aspectos Práticos: Tecnologias de sensoreamento e atuação em processos energéticos. M.. DANTAS. S. Itajubá-MG: Editora da EFEI. P. N. SILVA. P. 246 p. H. USA. G.. A. A. REIS. L. HINRICHS. Sistemas de Monitoração. L. G. J. 2001. 2006.. M. ABRAMOVAY. São Paulo: Editora SENAC. MESQUITA. S. BRANDAO. inteligência artificial. Rio de Janeiro: Relume Dumará. UDAETA. Energy Management Handbook. Eficiência Energética de Instalações e Equipamentos. São Paulo: CENGAGE LEARNING.. M. Os principais tópicos a serem abordados são: Automação de processos de geração e conversão de energia. Biocombustíveis . São Paulo. INDUSCON. sistemas de redundância. Iniciação a conceitos de sistemas energéticos para o desenvolvimento limpo.. Bioeletricidade e a indústria do álcool e açúcar: possibilidades e limites. SOUZA.. Planejamento Integrado de Recursos Energéticos: meio ambiente. 2009. ELETROBRÁS/PROCEL/EFEI. GRIMONI. L. M.Centro de Engenharia. 2003. 119p. AQUILES. A.

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CHICO. MORAN. 25 CENTRAIS TERMOELÉTRICAS E COGERAÇÃO Código: EN3464 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas Térmicos Ementa: Tipos de centrais termoelétricas e sistemas de cogeração. ROGERS. 2005.. Princípios de Termodinâmica para engenharia. Inc. M. Rio de Janeiro:LTC. BATHIE. ASME Press. Diseño. 1999. S. São Paulo. W. Gulf Professional Publishing. M. Termodinâmica. SARAVANAMUTTOO. Bibliografía Complementar: GARRIDO. Especificação básica e projeto preliminar. Bibliografia Básica: COHEN. 2ºEd. Cogeneración. 3º Ed. Edgard Blücher. 4ª ed. H. A. 680 p. H. Tulsa.. I. 2003. 1999. 4ed. 214 . Bibliografia Básica: LIZARRAGA. Bilbao: Servicio Editorial Universidad Pais Vasco. E. 3 edition. H.. 2 edition. 5ª ed. BOLES. BOGNAKKE. G. ISBN 8586804665. NIELSEN. critérios de seleção e curvas características.. UFSC. S. Wiley-Interscience. M. BOYCE. KEHLHOFER. operação. P. M. Ed.. PERRELLA. equipamentos auxiliares. Logman Group. H. Practical guide to compressors technology. tradução da 6ª ed. econômicos e institucionais. Modos e estratégias de operação. Operación y Mantenimiento de Plantas. J. Y. P. 2002. Análise econômica e critérios de desempenho. Aspectos termodinámicos.. Mcgraw Hill. 1996. Noções de manutenção e aspectos ambientais. J. Estudos de Casos: aspectos técnicos. M. C. Gas Turbine Theory. J.. 2006. J.“Combined Cycle Gas & Steam Turbine Power Plant”. tecnológicos y económicos. Gulf Professional Publishing. H. A.. Fundamentals of Gas Turbine. BACHMANN. VAN WYLEN. Handbook of Cogeneration and Combined Cycle Power Plants. PennWellPublhishing Company. 848 p. H. R. N.Centro de Engenharia. E WARNER. Ed. A. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Sistemas Térmicos Ementa: Fundamentos de termodinâmica e aerodinâmica. 1994. F.. Bibliografia Complementar: BROWN. G. R.. 450p. P. G.. F. R. 2006. John Wyley& Sons.. ÇENGEL. BLOCH. BOYCE. 2002. J. Fundamentos da Termodinâmica Clássica.. D. Cogeração . americana. SHAPIRO.. ISBN 852161340-7. USA. SONNTAG. Regimes de funcionamento.. Oklahoma. Análise termodinâmica e seleção dos principais equipamentos.. Compressors: Selection and Sizing. componentes. 2002. Gas Turbine Engineering Handbook.Geração Combinada de Eletricidade e Calor. A.. Estudo de turbinas térmicas e compressores: classificação. N.. análise de eficiência... S. Cogeneración. R. New York – USA. 1996.

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Planejamento Integrado de Recursos Energéticos: meio ambiente. G. 1997. C. DOTY.Centro de Engenharia. Análise de Projetos Ciclo Combinado nas Condições Brasileiras: a Visão do Empreendedor.R.. MARQUES.. 6º edition. 1993. 241 . W.R. USA. 909p. J. conservação de energia e fontes renováveis. J ET AL. TURNER. FUPAI: Itajubá. Conservação de Energia Elétrica na Indústria. M. 2006 Bibliografia Complementar: JANNUZZI. A. Editora da EFEI. e SWISHER. Foz d Iguaçu.. 2a Edição. 246 p.. 1998.C. S. C.. SILVA MARTINS.P. HADDAD. XV Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica. J. Itajubá: Eletrobrás/Procel. Conservação de Energia: eficiência energética de instalações e equipamentos.M. SCHOEPS. Conservação de Energia: Eficiência Energética de Equipamentos e Sistemas. 2006 NEGRI. VIEIRA.A. Campinas: Editora Autores Associados. 1999. A. Colorado. 467 p. e SILVA MARTINS.. Rio de Janeiro: Eletrobras / Procel. et al. Brasília: ANEEL. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias COPPE/UFRL. J. HADDAD. 2001. The Fairmont Press. Energy Management Handbook. (Coordenadores). 2001.N. Eficiência Energética: integrando usos e reduzindo desperdícios. S.

por exemplo. equipamentos e energia. mensurar e avaliar os resultados obtidos pelos sistemas de produção e operações. e utiliza os princípios e métodos de análise típicos da área de engenharia para especificar.Centro de Engenharia. para otimizar os sistemas de produção e operações aplicados aos diversos setores e segmentos empresariais e corporativos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.Gestão de Sistemas de Produção . implementação. implantação. informações.Engenharia de Produção e Operações . construir modelos de sistemas de gestão otimizados para serem aplicados no processo de tomada de decisão. As áreas abarcadas pelo curso conferem ao futuro profissionais condições para que este coloque em prática os conhecimentos em empresas e organizações dos diversos segmentos econômicos com o propósito de oferecer soluções sistêmicas que coadunam com as necessidades do mundo moderno. matemáticas e sociais. materiais.5 – Engenharia de Gestão 8.2 – Perfil do Curso A Engenharia de Gestão trata do projeto. gestão e gerência de sistemas integrados de pessoas.5. Diferente de outras modalidades de engenharia. Tem como base conhecimentos e habilidades associadas às ciências físicas.Planejamento e Controle da Produção .5. melhoria.Logística e Gestão da Cadeia de Suprimentos 242 . predizer. a Engenharia de Gestão foca a integração sistêmica de todos os atores envolvidos no projeto e gestão dos processos de produção de bens e serviços para.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Gestão Diplomação: Engenheiro de Gestão Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André (para alunos ingressantes na UFABC até 2011) e São Bernardo do Campo (para alunos ingressantes na UFABC a partir de 2012) 8. As áreas e subáreas abarcadas pelo curso são: 1 . que têm foco somente em uma parte do sistema. químicas.

Metodologia de Projeto do Produto .Gestão de Recursos Energéticos e Ambientais em Processos Produtivos 2 .Controle Estatístico da Qualidade .Programação Matemática .Gestão da Manutenção .Ergonomia 5 .Engenharia da Qualidade .Projeto de Fábrica e de Instalações Industriais .Teoria da Decisão e Teoria dos Jogos 243 .Confiabilidade de Equipamentos. Máquinas e Produtos .Engenharia de Produto 6 .Simulação da Produção .Organização do Trabalho .Decisão Multicriterial .Engenharia Econômica .Gestão Financeira de Projetos .Gestão de Processos Produtivos .Qualidade em Serviços 3 .Simulação .Gestão de Custos . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .Planejamento do Produto .Gestão de Investimentos 4 .Segurança do Trabalho .Pesquisa Operacional .Centro de Engenharia.Processos Estocásticos .Normalização e Certificação para a Qualidade .Organização Metrológica da Qualidade .Engenharia de Segurança do Trabalho .Engenharia do Produto .

Gestão do Desempenho Organizacional . 244 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .Gestão de Projetos .Engenharia Organizacional .conceber.5.3.3 – Objetivos dos Curso 8. ambiental e cultural. com capacidade para absorver e desenvolver as novas tecnologias com competência para identificar e resolver problemas sob a égide política.Análise de Demandas por Produtos 7 . hábeis na visão crítica e reflexiva.5. social.5. com visão ética e humanística.Objetivo Geral Formar engenheiros com competência para atuarem de forma generalista e humanista. 8.2 – Objetivos Específicos No que tange aos objetivos específicos.Gestão Estratégica e Organizacional . em atendimento às demandas da sociedade. tecnológicos e instrumentais à Engenharia. projetar e analisar sistemas. o foco e metodologia de atuação são completamente diferentes em seu objeto de aplicação.1 .Gestão do Conhecimento A Engenharia de Gestão diferencia-se completamente de um curso de administração.Gestão da Tecnologia . Apesar de ter componentes curriculares afetos às áreas de administração e economia. produtos e processos de produção e operações. pois tem conteúdo tecnológico e aplica métodos típicos da área de engenharia.Redes de Empresas . . as quais são: .Gestão da Informação .Centro de Engenharia.projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados. econômica. cabe ao curso oferecer ambiente propício para que o profissional desenvolva conhecimentos para o exercício de atribuições profissionais na área de Engenharia de Gestão de Produção e Operações. científicos.aplicar conhecimentos matemáticos.Gestão da Inovação .3. 8. .

Para tal deve considerar os aspectos tecnológicos. humanos. . inter e transdisciplinares.identificar. iniciativa. profissional e específica que o capacite a identificar. . .supervisionar a operação e a manutenção de sistemas de produção e operações. 8.5.uso do ferramental matemático e estatístico para modelar e simular sistemas de produção e operações com a finalidade de auxiliar na tomada de decisões. ambientais e de segurança.compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional. econômicos. elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia. tecnológicos e financeiros a fim de produzir bens e serviços com eficiência e ao menor custo. .planejar. capacidade de julgamento e tomada de decisão. produtos e processos. oral e gráfica.projetar. com visão ética e humanista em atendimento às demandas manifestas e latentes da sociedade.Centro de Engenharia. supervisionar. formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto. ter juízo crítico. . . . ter habilidade na comunicação oral e escrita e saber valorizar a formação continuada.avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia. . 245 . humanos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . implementar e aperfeiçoar sistemas. operação e gerenciamento dos sistemas de produção de bens e serviços.avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas de produção e operações. A atuação profissional do egresso do curso de Engenharia de Gestão da UFABC abrange as competências e habilidades listadas a seguir: . .dimensionamento e integração de recursos físicos. ser apto a coordenar e atuar em equipes multi. Este profissional deve ser inovador e resiliente. sempre com vistas à melhoria contínua.assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. . formular e resolver problemas de engenharia.desenvolver e utilizar novas ferramentas e técnicas. . levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas. . legais. sociais.atuar em equipes multidisciplinares.avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Gestão formado pela UFABC deverá possuir sólida formação científica.comunicar-se eficientemente nas formas escrita.

organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade. utilizando tecnologias adequadas às particularidades e realidades de cada sistema. tenham procedido ao registro no Conselho Regional de Engenharia. bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos.prever a evolução dos cenários produtivos.prever e analisar demandas. Arquiteto e Agrônomo é permitido. no território nacional. 8.1 – Atuação Profissional Conforme preconiza a legislação brasileira. tanto no que se refere à utilização ótima de recursos naturais quanto ao ciclo de vida do produto. e elaborar normas e procedimentos de controle e auditoria.utilizar indicadores de desempenho. sendo levados em conta os impactos sociais e suas restrições associadas. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . a todos que.aplicar ferramentas analíticas para o desenvolvimento e projeto com propósito particular e prático.Centro de Engenharia. . .projetar e gerenciar processos de produção e operações com vistas à inovação tecnológica.gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas. responsável por fiscalizar e aplicas as determinações legais do Conselho Federal de Engenharia. . para projetar produtos ou melhorar suas características e funcionalidade.acompanhar os avanços tecnológicos. assim como as restrições de caráter econômico. . legal e político. . 246 .5.incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo. . aprimorar produtos e processos. formados por uma instituição de ensino devidamente reconhecida. . . tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais.compreender a inter-relação dos sistemas de produção e operações com o meio ambiente.capacidade para sintetizar um problema a ser solucionado por intermédio de conhecimento interdisciplinar e maior foco nos resultados sistêmicos. Arquitetura e Agronomia (Crea). Arquitetura e Agronomia (Confea). atentando para a disposição dos resíduos e rejeitos gerados em todas as etapas produtivas com vistas à sustentabilidade. percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade. . selecionar conhecimento científico e tecnológico.4.expandir o espaço da engenharia. . sistemas de custeio. o exercício das profissões de Engenheiro.

coordenação. Isto significa que antes de exercer atividades nas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea.coleta de dados. tanto o profissional quanto a instituição de ensino e empresa empregadora devem proceder ao competente registro no Crea.condução de equipe de instalação.desempenho de cargo ou função técnica. pesquisa. planejamento.gestão. . operação. As atribuições e desempenho de atividades no âmbito das competências profissionais. do Confea. mensuração.execução de desenho técnico.operação.condução de serviço técnico. experimentação.Centro de Engenharia. análise. estudo. controle de qualidade. .execução de instalação. arbitragem. supervisão. . de 22 de agosto de 2005.treinamento. projeto. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias A UFABC como instituição de ensino tem como objetivo promover e atestar a habilitação técnico-científica por meio do diploma e o Crea comprova a habilitação legal para o exercício da prática profissional mediante a emissão da Carteira Profissional.produção técnica e especializada. . . um conjunto de atividades poderá ser conferido nas atribuições profissionais do futuro Engenheiro: .010. . ensino. . ensaio. divulgação técnica. manutenção de equipamento ou instalação. . 247 . montagem. de acordo com a Resolução 1. laudo. Conforme a extensão. . . perícia. desenvolvimento. reparo ou manutenção.padronização. parecer técnico. profundidade e objetivo das componentes curriculares cursadas.direção de obra ou serviço técnico. avaliação. conduzem às possibilidades de atuação profissional mostradas a seguir.fiscalização de obra ou serviço técnico. . auditoria.estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental. reparo ou manutenção. . . monitoramento. consultoria.elaboração de orçamento.execução de obra ou serviço técnico. assessoria. extensão.assistência. especificação.vistoria. operação. . orientação técnica. . montagem. . .

Tabela 26: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 EN2532 EN2520 EN2533 EN2521 EN2535 EN2522 EN2510 EN2528 EN2511 EN2514 EN2534 EN2530 EN2531 EN2529 EN2513 EN2516 EN2716 EN2536 EN2515 EN2508 EN2537 Disciplina Custos Desenvolvimento Integrado do Produto Economia de Empresas Elaboração. A Tabela 26 mostra o conjunto de Disciplinas Obrigatórias Específicas do curso.5.Organização Curricular A organização curricular do curso de Engenharia de Gestão segue a composição mostrada na Tabela 7 (Síntese da composição curricular das Engenharias).5 .Centro de Engenharia. Métodos e Arranjos Físicos Não há Organização do Trabalho Fundamentos de Desenho e Projeto Sistemas CAD/CAM Gestão de Operações Organização do Trabalho Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico 248 . Análise e Avaliação de Projetos Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão Engenharia Laboral Engenharia Logística Gerência de Ativos Gestão de Operações Inovação Tecnológica Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Organização do Trabalho Pesquisa Operacional Planejamento e Controle da Produção Propriedade Intelectual Qualidade em Sistemas Sistemas CAD/CAM Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Tecnologia da Informação Tempos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. que perfaz total de 86 créditos. Métodos e Arranjos Físicos Sistemas e Processos de Produção Total T 4 2 2 3 4 4 2 2 4 2 2 3 4 4 2 4 3 4 2 2 2 P 2 2 0 1 0 0 2 0 0 2 2 1 2 2 2 0 1 2 0 2 2 I 9 5 3 5 5 4 4 3 5 2 4 5 9 9 4 5 4 4 3 5 4 Créditos 6 4 2 4 4 4 4 2 4 4 4 4 6 6 4 4 4 6 2 4 4 86 Recomendação Engenharia Econômica Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Não há Gestão de Operações Custos Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Propriedade Intelectual Introdução à Probabilidade e à Estatística Não há Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Tempos.

as disciplinas deste grupo poderão ser acrescidas de outras que se tornem necessárias ao longo do tempo. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias As Disciplinas de Opção Limitada são mostradas na Tabela 27 e o conjunto de disciplinas cursadas devem perfazer no mínimo 22 créditos. Com o objetivo de conferir profundidade a determinadas áreas de interesse no curso.Centro de Engenharia. da mesma forma que disciplinas hoje ofertadas poderão desaparecer devido à obsolescência. 249 . as disciplinas deste conjunto foram organizadas segundo os núcleos mostrados a seguir: – Pesquisa Operacional – Engenharia de Projeto – Gestão do Conhecimento – Gestão da Estrutura Organizacional – Gestão Econômica – Engenharia de Operações e Processos de Produção – Segurança do Trabalho – Recursos Naturais Com o propósito de oferecer sempre a possibilidade de flexibilização curricular e contínua atualização tecnológica.

Análise e Avaliação de Projetos Não há Inovação Tecnológica Propriedade Intelectual Propriedade Intelectual Organização do Trabalho Modelos de Comunicação nas Organizações Não há Clima e Cultura Organizacional Não há Não há Economia de Empresas Contabilidade para Engenharia Economia de Empresas Finanças. Gestão e Administração Financeira Custos Sistemas CAD/CAM Sistemas CAD/CAM Qualidade em Sistemas Engenharia Laboral Não há EN3528 EN3538 EN3546 EN3547 EN3548 EN3529 EN3525 EN3527 EN3543 EN3520 EN3550 EN3521 EN3535 EN3542 EN3551 EN3554 EN3513 EN3519 EN3545 EN3514 EN3549 EN3553 EN3540 EN3539 EN3541 EN3544 EN3552 EN3555 EN3502 EN3512 EN3524 EN3537 4 4 2 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 4 2 4 2 2 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 04 05 06 07 08 09 Núcleo de Engenharia de Projeto 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Núcleo de Gestão do Conhecimento Núcleo de Gestão da Estrutura Organizacional 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Núcleo de Gestão Econômica Núcleo de Engenharia de Operações e Processos de Produção Núcleo de Segurança do Trabalho Núcleo de Recursos Naturais 28 29 30 31 32 250 .Centro de Engenharia. Análise e Avaliação de Projetos Planejamento e Controle de Projetos Desenvolvimento Integrado do Produto. Elaboração. Gestão e Administração Financeira Gestão de Riscos em Sistemas de Gestão Temas Contemporâneos de Custos em Sistemas de Gestão Automação em Sistemas de Manufatura Manufatura Integrada por Computador Metrologia Engenharia Humana Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental T P 4 2 0 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 4 0 3 2 4 2 2 4 2 4 4 4 4 4 2 0 2 4 3 0 2 2 2 2 0 2 0 0 2 2 2 2 0 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 4 2 0 0 I 5 4 4 4 4 5 4 3 4 4 6 6 2 4 2 4 3 5 2 4 2 2 5 5 5 5 5 4 6 4 5 3 CRÉDITOS Recomendação Pesquisa Operacional Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Não há Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Métodos de Dependência Pesquisa Operacional Pesquisa Operacional Aplicada Pesquisa Operacional Planejamento e Controle de Projetos Elaboração. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 27: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Gestão Item Código 01 02 03 Núcleo de Pesquisa Operacional Disciplina Análise de Redes de Transporte e Distribuição Confiabilidade Industrial em Sistemas de Gestão Lógica em Sistemas de Gestão Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Modelos de Dependência Técnicas de Tomadas de Decisão aplicáveis em Modelos de Interdependência Pesquisa Operacional Aplicada Simulação de Modelos de Gestão Teoria das Decisões Gestão da Qualidade. Segurança. Saúde e Ambiental aplicada em Projetos Planejamento e Controle de Projetos Planejamento Estratégico em Gestão de Projetos Projetos Industriais Empreendedorismo Gestão da Inovação Prospecção Tecnológica aplicada à Engenharia Transferência de Tecnologia Clima e Cultura Organizacional Estratégias de Comunicação Organizacional Gestão Estratégica e Organizacional Modelos de Comunicação nas Organizações Negociação e Solução de Conflitos Organizacionais Tópicos Especiais em Engenharia Organizacional Contabilidade para Engenharia Gestão de Custos Avançada Finanças.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.5. Análise e Avaliação de Projetos Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2530 Organização do Trabalho EN2508 Tempos. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2531 Pesquisa Operacional EN2536 Introdução aos Processos de Fabricação Metal Mecânico EN2514 Inovação Tecnológica EN2520 Desenvolvimento Integrado do Produto Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Conversão e Uso BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I BC1507 Instrumentação e Controle EN2513 Propriedade Intelectual EN2529 Planejamento e Controle da Produção EN2511 Gestão de Operações EN2516 Qualidade em Sistemas EN2521 Elaboração.6 – Apresentação gráfica de um perfil de formação Tabela 28: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Gestão 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Métodos e Arranjos Físicos EN2532 Custos BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1309 Termodinâmica Aplicada I Opção Limitada do BC&T (Obrigatória para todas as Engenharias) Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2534 Estatística aplicada a Sistemas de Gestão EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2535 Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1503 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Gestão EN1504 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Gestão EN1505 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Gestão 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1425 Álgebra Linear 7º Quadrimestre 3 º A N O BC1419 Cálculo Numérico BC1710 Introdução às Engenharias EN2533 Economia de Empresas EN2716 Sistemas CAD/CAM Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre EN2528 Gerência de Ativos EN2510 Engenharia Logística EN2515 Tecnologia da Informação Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1501 Estágio Curricular I em Engenharia de Gestão EN1502 Estágio Curricular II em Engenharia de Gestão 12º Quadrimestre EN2522 Engenharia Laboral EN2537 Sistemas e Processos de Produção Opção Limitada da Engenharia ou Livre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 251 .Centro de Engenharia.

margem de contribuição e ponto de equilíbrio. 252 . variável.Centro de Engenharia.8. abc. alavancagem operacional. custeio por processo. custeio padrão. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.5. custeio por ordem de produção. posicionamento e conceitos básicos.8 – Ementas 8.5.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 29: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2525 – Custos EN2526 – Economia de Empresas EN2517 – Gerência de Ativos Tangíveis e Intangíveis EN2518 – Organização do Trabalho EN2507 – Introdução à Administração EN2523 – Pesquisa Operacional EN2527 – Engenharia Econômica aplicada à Engenharia de Gestão EN2509 – Planejamento e Controle da Produção EN2512 – Sistemas de Fabricação EN3504 – Automação em Sistemas Industriais EN3510 – Confiabilidade Industrial EN3505 – Processos Contínuos de Produção EN3508 – Processos Discretos de Produção EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1009 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III Disciplina do Catálogo 2013 EN2532 – Custos EN2533 – Economia de Empresas EN2528 – Gerência de Ativos EN2530 – Organização do Trabalho EN2531 – Pesquisa Operacional EN2535 – Engenharia Econômica aplicada a Sistemas de Gestão EN2529 – Planejamento e Controle da Produção EN2536 – Introdução aos Processos de Fabricação Metal – Mecânico EN3555 – Automação em Sistemas de Manufatura EN3538 – Confiabilidade Industrial em Sistemas de Gestão EN2537 – Sistemas e Processos de Produção EN1501 – Estágio Curricular I em Engenharia de Gestão (Resolução ConsEPE 103) EN1502 – Estágio Curricular II em Engenharia de Gestão (Resolução ConsEPE 103) EN1503 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Gestão EN1504 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Gestão EN1505 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Gestão 8.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Gestão 01 Código: EN2532 TPI: 4-2-9 Carga Horária: 72h Recomendação: Engenharia Econômica CUSTOS Ementa: Histórico. métodos de custeio: absorção.5. custo de descarte e reciclagem. custos de pesquisa e desenvolvimento. objetivos. margem de segurança operacional.

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1994. médio e longo prazos. C. 19 GESTÃO ESTRATÉGICA E ORGANIZACIONAL Código: EN3545 TPI: 2-0-2 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há Ementa: Definição da missão e dos negócios principais da empresa. CORREA. 2011. Teoria das organizações.. P. estudo da viabilidade tecnoeconômica da implantação e do desenvolvimento de novos negócios e setores. implantação de novos setores. Teoria das organizações. definição de metas de curto. MOTTA. P. A. São Paulo: Prentice Hall. J. definição e identificação de fatores críticos de sucesso para o resultado do negócio. Administração estratégica na prática.Centro de Engenharia. JONES. avaliação do desempenho empresarial. PARNELL. L. JONES. São Paulo: Cengage Learning. parâmetros para entender a comunicação em padrões globais e configurações locais. [Fundamentals of management]. 2002. G. KROLL.evolução e crítica. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias aplicações. E. o novo lugar da comunicação nas organizações e nas instituições. 2011. OLIVEIRA. 4 ed. Ed. Administração estratégica de serviços. Teoria das organizações . treinamento e avaliação de pessoas para o resultado do negócio. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas.. 20 MODELOS DE COMUNICAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES Código: EN3514 TPI: 2-0-4 Carga Horária: 24h Recomendação: Clima e Cultura Organizacional Ementa: Comunicação e trabalho. estratégias de planejamento com foco no resultado do negócio. COSTA. G. E. 867 p. F. 2001.. 2000. São Paulo: Atlas. São Paulo: Prentice Hall. N. 396 p. c2004. 2001. Richard L. F. B. São Paulo: Pearson.. D. São Paulo: Saraiva. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. Gestão estratégica. Administração estratégica e vantagem competitiva. organização e métodos. WRIGHT. C. Administração. Administração estratégica. São Paulo: Prentice Hall. 2010. P. ISBN 9788587918871.. R. R. P. economia da 278 . A. 2010. ISBN 850203556-8. H. ISBN 9788522106899. J. 2008. M.. 2010. MOTTA. modelos de comunicação organizacional e sua crítica. Bibliografia Complementar: GIANESI. São Paulo: THOMSON PIONEIRA. COSTA. DAFT. Teoria das organizações . Saraiva. Bibliografia Básica: BARNEY.evolução e crítica. São Paulo: THOMSON PIONEIRA. satisfação de clientes. J. I. G. R.

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Contabilidade Introdutória.. R. 2007. KAPLAN. São Paulo: Atlas. MARION. JIAMBALVO. Balanced Scorecard. Contabilidade Empresarial. J. J. A. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP. FEES. S. Rio de Janeiro: LTC. produtos mais lucrativos. R. S. São Paulo: Scortecci. ISBN 978-85-224-5815-8. Teoria das restrições. T.Balanced Scorecard. M. P. A estratégia em ação .. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias MEGLIORINI. Contabilidade gerencial. FAMÁ... ISBN: 85-216-1314-8. REEVE. E. Rio de Janeiro: LTC. J. ISBN: 9788536615448.. C. Bibliografia Complementar: WARREN.. Contabilidade gerencial. NORTON. E. GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Código: EN3541 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Economia de Empresas Ementa: Introdução à administração financeira. estrutura e custo de capital. P. H. 2001. Custos: análise e gestão. 25 FINANÇAS. Práticas Brasileiras e Aplicações em Planilha Eletrônica e Calculadora Financeira. O. Contabilidade gerencial. Bibliografia Básica: ABENSUR. C. E. ISBN: 8535201491. São Paulo: Pearson. Centros de responsabilidade. 2001.. São Paulo: Atlas. PARISI. administração financeira de curto prazo. BRUNI. D. São Paulo: Pioneira Thomson Learning.. administração financeira de longo prazo. HORNGREN. Gestão de custos e formação de preços. Finanças Corporativas e Valor. C. C. São Paulo: Atlas. ISBN 9798576050864.. 24 GESTÃO DE CUSTOS AVANÇADA Código: EN3539 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Contabilidade para Engenharia Ementa: Decisões especiais: estudos especiais – fazer ou comprar. B. Contabilidade gerencial.. 2009. NOREEN. A. Prentice Hall. Bibliografia Básica: GARRISON. ISBN:0-256-26073-7.. 2006. E. 281 .. L.. SUNDEN. mercado financeiro. São Paulo: Atlas. Contabilidade gerencial. Finanças Corporativas: Fundamentos. 2001. ISBN: 978-85-2245303-0. 1997. aceitar ou rejeitar pedidos especiais.. 2004.. ISBN: 85-221-0248-1. MEGLIORINI. 2003. 2009.Centro de Engenharia. Preços de transferência. deixar de fabricar produtos ou linhas de produtos. W. R. 2010.. São Paulo: Atlas. 2010.. E. . Rio de Janeiro: Campus. ISBN 978-85224-6100-4. ASSAF NETO. comprar ou alugar.

. P.. O. E.Centro de Engenharia. Revista de Economia e Administração.. 27 TEMAS CONTEMPORÂNEOS DE CUSTOS EM SISTEMAS DE GESTÃO Código: EN3552 TPI: 4-0-5 282 . ROSS. D. GESTAO DE RISCOS. p. V. L. Administração Financeira: Corporate Finance. AVALOS. 2009. R. Administração Financeira: Corporate Finance. Finanças corporativas: teoria e prática. São Paulo: Atlas. 2009. P. Gestão de custos e formação de preços. BRITO. análise de cenários. C. Gestão de riscos e prevenção de perdas. J. São Paulo: Atlas. A. 2002. ferramentas de gestão de riscos: análise de sensibilidade. ISBN: 85-216-1438-1. ZAMITH. J. ISBN: 978-85-7605-206-7. teoria de opções reais. W.. A. NBR ISO 31000: Gestão de riscos... KIESO. HIRSCHFELD. 2 ed. M. W. métodos de análise qualitativos e quantitativos. J. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 9. ISBN 9788522426621.. Bibliografia Complementar: MEGLIORINI. D. simulação de monte carlo. Administração Financeira: uma Abordagem Brasileira. WESTERFIELD. Porto Alegre: Bookman. C.ISBN:978-85-7605-332-3. Avaliação de risco de crédito com base no modelo MDB. RITTER.. 2002. nº 2. BRUNI. 2009.. JAFFE.. na Teoria de Opções Reais e na Simulação de Monte Carlo. 2010. A. 2009. SILVA. ROSS. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias GITMAN. M.2010. J.F.. J. Gestão e análise de riscos corporativos. 2004.. A. São Paulo: Pearson Prentice Hall. KIMMEL... Gestão e Administração Financeira Ementa: Conceito de riscos empresariais. ISBN 8536304022. São Paulo: Saraiva. F. SANTOS. 7 ed.. J. Editora Atlas. S... A. Bibliografia Básica: BRASILIANO. 2005. 2007. 2004. São Paulo: Editora FGV. São Paulo: Saraiva. A. FAMÁ. 2007. Contabilidade financeira. 2009. 26 GESTÃO DE RISCOS EM SISTEMAS DE GESTÃO Código: EN3544 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Finanças. São Paulo. Bibliografia Complementar: ABENSUR. R. ISBN 978-85-224-2942-4. E. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. H. árvore de decisão. o processo de análise de riscos. S. M. E.. Princípios de Administração Financeira. R. São Paulo: Sicurezza. Gestão de riscos empresariais: um guia prático e estratégico para gerenciar. S. value at risk (var). L. WESTERFIELD. R.. L.. Engenharia Econômica e Análise de Custos. v. WEYGANDT. DAMODARAN. 226-246. Rio de Janeiro: LTC. J . Rio de Janeiro: ABNT. ISBN 978-85-224-2942-4. Auditoria e gestão de riscos. R. JAFFE... A. São Paulo: Atlas. J. O. princípios e diretrizes. 2002. São Paulo: Novo Século.

J. São Paulo: Pearson. H.. R. Processes. custos ambientais. L.. et al. COSTA. CHEHEBE. Rio de Janeiro: CAMPUS. L. A. Custos: análise e gestão. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. Bibliografia Básica: CAULLIRAUX. São Paulo: Pearson Prentice Hall.. V. LEITE. ISBN 9798576050864.. Bibliografia Complementar: GUERREIRO. ciclo de vida do produto. COKINS. 2009. E. LIN. custos de atendimento ao cliente. São Paulo: Saraiva 2006. W. Computer Integrated Design and Manufacturing.. R.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Carga Horária: 48h Recomendação: Custos Ementa: Custos de pesquisa e desenvolvimento: produtos e processos. E. ISBN 8576053659. São Paulo: MCGRAW HILL. . ferramentas de modelagem e análise. ISBN: 8573031697. integração de sistemas de produção (CIM): organização e funcionamento. Rio de Janeiro: Qualitymark. ROZENFELD et al. GROOVER. Brasília: IPEA. S. ISBN: 8502054465. reaproveitamento e reciclagem. controladores de processos industriais (PAC). Engenharia de Automação Industrial: São Paulo: LTC Editora.sistemas integrados de produção. 28 AUTOMAÇÃO EM SISTEMAS DE MANUFATURA Código: EN3555 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48hs Recomendação: Sistemas CAD/CAM Ementa: Visão integrada da automação industrial e sistemas de produção. Análise do ciclo de vida de produtos. C.. (orgs.Materials. CASTRUCCI. M.. ISBN: 978-85-7605-206-7. Inovações. And Systems. Editora IE-WILEY.Centro de Engenharia. Manufatura integrada por computador . 2006 DE NEGRI. C. M. 283 . níveis de integração. R. W. A. M. padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. ISBN: 8570019629 ou ISBN-13: 9788570019622. custos de descarte. E. Fundamentals Of Modern Manufacturing . São Paulo: Atlas. CHEN. 2005. Bibliografia Básica: BLOCHER.. M. Bibliografia Complementar: BEDWORTH. MEGLIORINI. Gestão de desenvolvimento de produtos. Gestão do lucro. MORAIS. SALERNO. custos logísticos... 1ª Edição – 2008. K. Gestão estratégica de custos. SILVA. J. 2008. T. McGraw-Hill.. P.. H.. . R. J. 2006. São Paulo: Prentice Hall. P.. 1009. 2002.). G. redes: o suporte para a comunicação no ambiente CIM. MEGLIORINI. 2ª Edição – 2007. Administração Financeira: uma Abordagem Brasileira. H. 3ª Edição – 2006 ISBN: 0471744859 ou ISBN-13: 9780471744856. P.

Rio de Janeiro: Ed. Redes de Petri. 1991. xx. uso e implementação. escalonamento de produção. J. 1995. applications. 2002.. A. H. 1993. CAM e CAQ. Tecnologia e Recursos Humanos. sistemas integrados de manufatura. CAON. . Net Synthesis for Discrete Event Control of Manufacturing Systems. Controle e Automação De Processos. A.. linhas de transferência. DICESARE. Bibliografia Complementar: SCHEER. BEDWORTH. L. 29 MANUFATURA INTEGRADA POR COMPUTADOR Código: EN3502 TPI: 0-4-6 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas CAD/CAM Ementa: Tecnologias de produção: células de manufatura. J. et al. Bibliografia Básica: NATALE.2005.2006. CORRÊA. Pub. ISBN: 8536501170. CIM – Evoluindo para a fábrica do futuro.. Automação Industrial: Controle Do Movimento E Processos Contínuos. Petri. Kluwer A.. N. Rio de Janeiro: Qualitymark. ZHOU & F. New York: Wiley. L. sistemas de manipulação e robôs. manufatura integrada por computadores: CAD. Editora: LTC.. McGraw-Hill. W. Computer Integrated Design and Manufacturing. 1996. W. G. CAPP. 1ª Edição . R. Editora ERICA. techniques. L. L. processo e tecnologias de produção. ISBN 9780471002147. engenharia simultânea. et al... relacionamento entre produto. 2007. 30 METROLOGIA Código: EN3512 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Qualidade em Sistemas 284 . Manufatura Integrada por Computador – Sistemas Integrados de Produção: Estratégia. M.. Editora: LTC.. programação e controle de produção: MRPII/ERP. Florianópolis: UFSC Ed. H.. M. ISBN: 852161442x. ALVES.... Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 1991.2005.. F. Instrumentação. Manufatura Integrada por Computador. Parametric and feature-based CAD/CAM: concepts. J. c1995. MANTYLA. Instrumentação.Centro de Engenharia. Automação industrial. J. ISBN: 852161442x. CARDOSO. Campus. 1ª Edição . São Paulo: Atlas. SHAH. 1993. Conceitos. 2000. GIANESI. Controle e Automação De Processos. L. 619 p. sistemas flexíveis de manufatura. M. I. São Paulo: Érica. 1ª Edição . CAPELLI. ALVES. A. J. Planejamento. Organização. Rio de Janeiro: Campus. GAULLIRAUX. PROENÇA. VALETE. Includes bibliographical references and index.. H.

2001. SCHIMIDT. ed. J. 32 MODELOS E FERRAMENTAS DE GESTÃO AMBIENTAL Código: EN3537 285 . A. GUEDES. W. N. L. Metrologia Aplicada. São Paulo: Edgard Blucher. J. R. WEERMEESTER. P. Administração da produção. Ergonomia Projeto e Produção.. J. 1995. postos de trabalho. K. R. antropometria. Fundamental principles of engineering nanometrology. Barueri: Manole. São Paulo: Edgard Blucher.trabalho adequado e eficiente. A metrologia no Brasil. New York: Basic Books. Bibliografia Complementar: VIDAL. 31 ENGENHARIA HUMANA Código: EN3524 TPI: 4-0-5 Carga Horária: 48h Recomendação: Engenharia Laboral Ementa: Conceitos básicos. 2009. Porto Alegre: Universidade/UFRGS.. F. IRIGOYEN.. The design of everyday things. LAUGENI. 2003. 2005. J. Manual sobre ergonomia. LEACH. São Paulo: Faculdades ETEP. 2011. c2010. ISBN 9788536304373. 1995. 2006. MARTINS. ISBN: 8589705013.Centro de Engenharia.. Campinas: Unicamp.J: John Wiley. D. KROEMER. Ergonomia .. 2005. São Paulo: Saraiva. definição do metro padrão.C. P. G. B. FIGLIOLA. BEASLEY. ISBN 9780471445937. LIDA. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. biomecânica ocupacional. São Paulo: Érica. Hoboken. 2008. GRANDJEAN. 2001. FERREIRA.. ABRAHÃO. fontes de erro. sensoriamento e percepção. calibradores. Bibliografia Complementar: SANTOS JUNIOR. 2002. ISBN 8008570253088... Metrologia industrial. Inglaterra: Elsevier. Kidlington.. Rio de Janeiro: Campus. fadiga. ISBN: 9788521204855. William Andrew. K. xxvi. ISBN: 857194783X. Ergonomia prática. 2011. A.. E. E. Theory and design for mechanical measurements. sistema homem-máquina. R. M. N. 5 ed. 2005. ISBN:9788520421161. São Paulo: EPSE. micrômetro. D. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. aferição e conservação dos instrumentos. 4ª. C. A.. relógio apalpador. 2004. fisiologia do trabalho.. Rio de Janeiro: Qualitymark. F. critério de seleção. São Paulo: Edgard Blucher. FELIX. relógio comparador. P. xvi. 327 p. NORMAN. Bibliografia Básica: DUL. M. Bibliografia Básica: ALBERTAZZI. instrumento de medição: paquímetro. Porto Alegre: Bookman. dispositivos de controle e de informações.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Introdução à metrologia e controle estatístico do processo (cep). E. 2 ed. E. Introdução à ergonomia. 321 p. C. I. H. Metrologia na Indústria. 542 p. S. LIRA.. Metrologia dimensional: teoria e prática.

J. 2010. M. J. Rio de Janeiro: Destaque. D. 286 . GUSMÃO.Centro de Engenharia. norma ISO 14000. São Paulo: Atlas. estratégias de gestão ambiental. A. C. legislação ambiental. THOMAS. 2010. 2000. Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental: Desafios e Perspectivas para as organizações. Bibliografia Básica: MARTINI JUNIOR. Gestão ambiental.B. Gestão ambiental na indústria. São Paulo: Cengage Learning. BARBIERI. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa. políticas e aplicações. 3 ed reimpr. 2011. B. São Paulo: Saraiva. (org).. Gestão ambiental empresarial: conceitos.O. 2003. avaliação do ciclo de vida do produto. E. sistemas de gestão ambiental. Gestão ambiental na empresa.. políticas públicas ambientais. CALLAN. DEMAJOROVIC. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-0-3 Carga Horária: 36h Recomendação: Não há Ementa: Gestão ambiental global e regional. A. DONAIRE. 2007. tipos de organizações e seus diferentes impactos ambientais. TACHIZAWA.C. auditorias ambientais. R. M. F. estudos de impacto ambiental. T. T. São Paulo: Makron Books. relatórios ambientais. Bibliografia Complementar: ANDRADE.. ISO 14001 sistemas de gestão ambiental: implantação objetiva e econômica.. J. SEIFFERT. São Paulo: Senac. São Paulo: Atlas. VILELA JÚNIOR. Economia ambiental: fundamentos. modelos de gestão ambiental. c2006. 2 ed. modelos e instrumentos. São Paulo: Atlas. (org). S.B. J. L. TACHIZAWA. Carvalho. 1999. A.

dentro de veículos ou em qualquer lugar que o sistema assim o permitir. das redes de computadores sem fio e da Internet mudaram e vêm mudando os hábitos de toda a sociedade.6. Nesse novo cenário. Os adventos da comunicação celular móvel. a informação – essência do conhecimento – é o novo paradigma a ser conquistado. nos recursos multimídia oferecidos. motivou a criação de uma nova proposta de curso de engenharia para atender a esses novos requisitos: a “Engenharia de Informação”. na velocidade de acesso e principalmente na forma de comunicação à distância. os avanços na comunicação móvel. aliados a crescente velocidade com que a tecnologia evolui. A Internet proporcionou um caminho acessível para conectar o mundo. a dependência cada vez maior por informação com mobilidade.6. A crescente utilização e importância do computador e da Internet nas nossas vidas. o anseio por novos serviços e aplicações multimídia. na capacidade do comércio eletrônico.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Informação Diplomação: Engenheiro de Informação Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8.2 – Perfil do Curso Nas últimas décadas. os grandes avanços tecnológicos. o mundo tem presenciado grandes avanços nas áreas de telecomunicações. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. O crescente interesse por esse caminho de comunicação global trouxe avanços nunca antes imaginados na interface homem-máquina. com o acesso de rádio móvel é possível estabelecer comunicação caminhando. redes de computadores e processamento multimídia.Centro de Engenharia. 287 . A comunicação sem fio ofereceu conexão sem fronteiras.6 – Engenharia de Informação 8. a oferta de novos dispositivos e serviços a preços mais acessíveis.

Para isso.6. recepção. nesse novo cenário evolutivo de convergência. além de outros. segurança. esta ênfase permite um enfoque técnico-científico mais detalhado em assuntos relacionados a redes de computadores. Portanto.Centro de Engenharia. dando ao profissional formado a capacidade de lidar com todas as instâncias relacionadas à informação e aos sistemas a ela relacionados como geração. tendo amplo entendimento dos diferentes tipos de redes de comunicação globais. Adicionalmente. transmissão. o curso de Engenharia de Informação permite uma maior especialização do aluno em um determinado assunto de interesse. a Engenharia de Informação é a área da engenharia responsável por fornecer subsídios.3. Redes de Informação: Nos dias atuais. 8. gerenciamento e segurança.3 – Objetivos do Curso 8. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Neste contexto. redes de computadores e processamento multimídia.3. todo o processo de comunicação global se dá através do uso de redes. redes de alta velocidade e redes ópticas.1 – Objetivo Geral O curso de Engenharia de Informação da UFABC tem como objetivo atuar com excelência na formação de seus alunos de modo a fornecer um forte embasamento técnicocientífico aliado ao aperfeiçoamento da criatividade e da capacidade de adaptação. visto que se trata de uma área estrategicamente importante para o crescimento do Brasil. 8.2 – Objetivos Específicos O curso de Engenharia de Informação permite que o aluno tenha uma formação abrangendo as grandes áreas de convergência anteriormente citadas. fornecendo subsídios para o processo de análise. implantação e evolução desse novo cenário de convergência. são oferecidos conjuntos de Disciplinas de Opção Limitada agrupadas em três áreas estratégicas: 1. projeto. entre as áreas de telecomunicações. incluindo telecomunicações. redes de computadores e processamento multimídia. sejam cabeadas ou sem fio.6. 288 . incluindo análise de desempenho. A capacitação proposta aqui certamente gerará reflexos em toda a sociedade. apresentação.6.

transmissão. 3. aumentando a eficiência e o desempenho de sistemas. recepção. redes de computadores e processamento multimídia na busca pela comunicação universal. transmissão.1 – Competências  Projetar. 8.Centro de Engenharia. desenvolver e implantar serviços e sistemas de tratamento da informação (geração. redes ópticas e o estudo mais avançado de sistemas de comunicação em geral. armazenamento e segurança da informação). Infra-estrutura de Comunicações: Enfoque maior em temas relacionados à infraestrutura necessária nos mais diversos sistemas de comunicações. abordando temas como geração.  Caracterizar os avanços na convergência tecnológica das áreas de telecomunicações. apresentação.6. Deste modo. redes de computadores e processamento multimídia. incluindo sistemas de micro-ondas. processamento. Processamento Multimídia: O processamento de sinais é uma etapa essencial em qualquer sistema de comunicação. recepção. desenvolvimento ou implantação de serviços ou sistemas responsáveis pela geração. apresentação. armazenamento e segurança da informação através de todos os diferentes tipos de redes de comunicação globais. voz. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 2. análise.4. o Engenheiro de Informação é capaz de atuar com excelência no processo de convergência entre as áreas de telecomunicações. codificação. 289 .6. Esta ênfase permite um enfoque no processamento de sinais digitais como sinais de áudio. processamento. transmissão e recepção. 8.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Informação é o profissional com sólido conhecimento científico e tecnológico associado ao desenvolvimento da criatividade e a capacidade de se adaptar a novos desafios tecnológicos no projeto. vídeo ou dados de uma forma geral. visto que inclui tanto formas mais eficientes para se transmitir a informação desejada como formas mais eficientes para que estas sejam processadas na recepção. projetos de alta frequência.

considerando aspectos técnicos. econômicos e sociais. redes de computadores e processamento multimídia. Conhecer os fundamentos teóricos da informação e entender os principais modelos e técnicas matemáticas e científicas da comunicação. Atuar na produção e divulgação de documentos técnicos e acadêmicos especializados. Refletir sobre as tecnologias para tratamento da informação e sua relação com a realidade social. Vistoriar.          Ter sólido conhecimento científico e tecnológico com base interdisciplinar. Executar atividades de ensino e pesquisa relacionadas ao tratamento da informação. Viabilizar a interoperabilidade de sistemas de tratamento da informação. Desenvolver senso crítico e visão sistêmica com relação à informação.4. Conhecer e compreender os princípios éticos relacionados ao tratamento da informação. avaliar.Centro de Engenharia. Atuar com visão crítica e em conformidade às normas e critérios estabelecidos para sistemas de tratamento da informação. Entender e analisar as principais técnicas utilizadas para a transmissão da informação. emitir parecer e laudos técnicos em sistemas de informação.       Dimensionar e otimizar sistemas de tratamento da informação. 8. Atuar de acordo com os princípios éticos relacionados ao tratamento da informação. Relacionar tecnologias de tratamento da informação a processos de desenvolvimento social. análise e processamento da informação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Analisar e comparar tecnologias de tratamento de informação.6.2 – Habilidades  Aperfeiçoar a criatividade para o tratamento de novas tecnologias e a capacidade de se adaptar e propor mudanças tecnológicas nas áreas de telecomunicações.  290 . Conhecer os principais métodos de representação.

O núcleo de Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias) deve ser cursado por todos os alunos de engenharia da UFABC. a sequência do curso de Engenharia de Informação apresenta ao aluno as diversas formas de se compreender e trabalhar nesta nova era onde a informação é o paradigma a ser conquistado. conhecimento este necessário para que ele possa continuar se aprofundando nas próximas etapas.  Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento. o curso de Engenharia de Informação exige o cumprimento de 300 créditos. apresentadas na Tabela 3: 46 créditos / 552 horas aula. 291 . as disciplinas aqui presentes buscam dar ao aluno a base de conhecimento. Neste contexto. cuja composição deve obedecer:  Disciplinas Obrigatórias do BC&T. apresentadas na Tabela 5: 26 créditos / 312 horas aula. Como colocado anteriormente. permitindo que o profissional formado tenha um perfil mais adequado à sociedade e ao mercado atuais.Centro de Engenharia. correspondentes a 3600 horas aula. Assim. também de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. o aluno já pode começar a buscar a área específica de seu interesse. As disciplinas deste conjunto consistem em conhecimentos que todo engenheiro deve possuir seguindo as diretrizes da CNE e do MEC.5 – Organização Curricular da Engenharia de Informação Após o início comum no BC&T. a Engenharia de Informação. nos seis eixos já citados. não segue os moldes das modalidades tradicionais.6. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.  Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). Tendo como base as disciplinas já existentes no núcleo comum do BC&T. apresentadas na Tabela 2: 90 créditos / 1080 horas aula.

essenciais nas três áreas mencionadas acima. Além disso. As Disciplinas de Opção Limitada buscam aprofundar o conhecimento visto nas Disciplinas Obrigatórias do curso.Centro de Engenharia. redes de computadores e processamento multimídia. são incluídas disciplinas relacionadas a circuitos elétricos e eletrônica. As Disciplinas Livres permitem ao aluno uma formação diversificada. é fornecida uma gama de opções mostrada na Tabela 31. seja através da escolha de disciplinas de outras áreas de conhecimento. apresentadas na Tabela 30: 81 créditos / 972 horas aula. que deverão ser escolhidas dentro das opções de disciplinas apresentadas na Tabela 31: 27 créditos / 324 Horas aula. as disciplinas colocadas abordam os principais eixos que levaram à proposta do curso de Engenharia de Informação: a convergência entre as áreas de telecomunicações (sistemas de comunicação). As Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação incluem um conteúdo que deve ser conhecido por todo engenheiro de informação. envolvendo a elaboração e desenvolvimento de projetos de engenharia (Disciplinas Engenharia Unificada I e II). II e III em Engenharia de Informação).  Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Informação.  Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação (profissionalizantes). Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Estas disciplinas também são obrigatórias e têm foco na prática da atividade do engenheiro. o que ampliaria seu leque de atuação dentro das áreas da Engenharia de Informação.  Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula. Neste sentido. permitindo ampliar seu escopo de interdisciplinaridade. 292 . permitindo ao aluno escolher os assuntos que mais considera interessantes. experiências no mundo do trabalho (Estágio Curricular I e II em Engenharia de Informação) e trabalho de conclusão de curso (Trabalho de Graduação I. seja através da escolha de outras Disciplinas de Opção Limitada. Para isto. das quais o aluno deve escolher aquelas que mais lhe interessam.

Álgebra Linear. Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Princípios de Comunicação.Centro de Engenharia. Dispositivos Eletrônicos Redes de Computadores. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 30: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 EN2622 EN2703 EN2719 EN2720 EN2605 BC1509 Nome Programação de Software Embarcado Circuitos Elétricos I Dispositivos Eletrônicos Eletrônica Analógica Aplicada Eletrônica Digital Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares T P I Créditos 2 2 4 3 3 3 4 2 2 2 2 4 4 4 4 4 5 5 5 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 81 Recomendação Geometria Analítica. Processamento da Infomação Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Funções de Várias Variáveis Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Processamento da Informação Introdução à Probabilidade e à Estatística. Propagação e Antenas 4 0 4 3 1 4 3 1 4 4 0 4 4 0 4 3 1 4 4 0 4 3 1 4 3 1 4 3 1 4 2 2 4 2 2 4 3 1 4 3 1 4 EN2608 Princípios de Comunicação BC1513 Redes de Computadores EN2609 Sinais Aleatórios EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2611 Comunicação Digital EN2612 Teoria da Informação e Códigos Ondas Eletromagnéticas EN2613 Aplicadas EN2614 Comunicações Ópticas EN2615 Propagação e Antenas EN2621 Comunicações Multimídia EN2617 Sistemas Microprocessados EN2619 Telefonia Fixa Moderna EN2620 Comunicações Móveis TOTAL 293 . Sinais Aleatórios Comunicação Digital Fenômenos Eletromagnéticos Circuitos Elétricos e Fotônica Ondas Eletromagnéticas Aplicadas Processamento Digital de Sinais Eletrônica Digital. Princípios de Comunicação Comunicação Digital.

Processamento de Vídeo. Sistemas de Micro-ondas Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Eletrônica Analógica Aplicada Não há Algoritmos e Estruturas de Dados I Programação Orientada a Objetos Processamento da Informação Área Relacionada Processamento Multimídia Redes de Informação. Áudio e Acústicos Sistemas Microprocessado. Áudio e Acústica Planejamento de Redes de Informação Projeto de Sistemas de Comunicação T P I 2 3 3 3 3 3 3 3 3 2 0 2 0 3 3 2 3 4 3 2 3 2 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 4 1 1 2 1 0 1 2 1 2 3 3 4 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 4 4 4 4 4 Créditos 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 3 4 4 6 4 4 Recomendação Não há Sinais Aleatórios. Processamento da Informação. Áudio e Acústicos Projeto de Filtros Digitais Fundamentos de Processamento Gráfico Tecnologia de Redes Ópticas Sistemas de Micro-ondas Projeto de Alta Frequência Aplicações Multimídia em Voz. Processamento Digital de Sinais Natureza da Informação Comunicação Digital Redes de Computadores Sinais Aleatórios. Álgebra Linear. Eletrônica Analógica Aplicada. Processamento Digital de Sinais Princípios de Comunicação. Comunicação Digital Processamento da Informação Processamento da Informação Eletrônica Digital Não há Processamento Digital de Sinais Processamento Digital de Sinais Geometria Analítica. Infraestrutura de Comunicações. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 31: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 EN3601 EN3604 EN3605 EN3606 EN3608 EN3609 EN3610 EN3611 EN3612 EN3615 EN3616 EN3617 EN3618 EN3619 EN3620 EN3621 EN3622 EN3623 EN3624 EN3625 EN3626 EN3627 EN3628 EN3629 EN3630 BC1501 BC1508 BC1424 EN3631 Disciplina Informação e Sociedade Filtragem Adaptativa Processamento de Informação em Línguas Naturais TV Digital Redes de Alta Velocidade Teoria de Filas e Análise de Desempenho Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Segurança de Redes Processamento de Vídeo Simulação de Sistemas de Comunicação Programação de Dispositivos Móveis Jogos Digitais: Aspectos Técnicos e Aplicações Informática Industrial Sistemas Inteligentes Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Eletrônica Analógica Aplicada Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. Processamento Multimídia Redes de Informação Redes de Informação. Redes de Computadores Redes de Computadores Redes de Computadores Comunicações Multimídia. Comunicação Digital Comunicações Multimídia. Introdução ao Processamento de Sinais de Voz. Infraestrutura de Comunicações Redes de Informação Redes de Informação Processamento Multimídia Infraestrutura de Comunicações. Programação de Software Embarcado Comunicações Ópticas Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. Processamento Multimídia Redes de Informação Processamento Multimídia Processamento Multimídia Processamento Multimídia Processamento Multimídia Redes de Informação Infraestrutura de Comunicações Infraestrutura de Comunicações Processamento Multimídia Redes de Informação Infraestrutura de Comunicações Processamento Multimídia Projeto de Sistemas Multimídia 0 Aplicações de Microcontroladores Programação Orientada a Objetos Engenharia de Software Algoritmos e Estruturas de Dados I Engenharia de Sistemas de Comunicação e Missão Crítica 0 2 4 2 2 294 . Áudio e Acústicos Comunicação e Redes Princípios de Comunicação.Centro de Engenharia.

Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. levando-se em conta o quadrimestre ideal no qual devem ser cursadas.6. 295 . lembrando que o aluno possui liberdade para percorrer as disciplinas do curso como desejar.Centro de Engenharia.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A Tabela 32 a seguir é um exemplo de Disciplinas Obrigatórias a serem cumpridas para caracterizar a formação em Engenharia de Informação.

Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1513 Redes de Computadores EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2611 Comunicação Digital EN2612 Teoria da Informação e Códigos EN2620 Comunicações Móveis BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2719 Dispositivos Eletrônicos EN2720 Eletrônica Analógica Aplicada EN2621 Comunicações Multimídia Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1601 Estágio Curricular I em Engenharia de Informação EN1602 Estágio Curricular II em Engenharia de Informação BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2622 Programação de Software Embarcado EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1603 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Informação EN1604 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Informação EN1605 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Informação 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2609 Sinais Aleatórios EN2608 Princípios de Comunicação EN2613 Ondas Eletromagnéticas Aplicadas EN2615 Propagação e Antenas Opção Limitada da Engenharia ou Livre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 296 . Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2605 Eletrônica Digital EN2617 Sistemas Microprocessados EN2614 Comunicações Ópticas EN2619 Telefonia Fixa Moderna BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 32: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Informação 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência.

Andrew. MOO. Accelerated C++: practical programming by example. Barbara E.. Álgebra Linear. C.8.7 – Convalidações entre disciplinas Tabela 33: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN2709 – Eletrônica Aplicada EN2616 – Comunicações Multimídia EN2618 – Projeto de Filtros Digitais EN3614 – Fundamentos de Computação Gráfica EN3607 – Tecnologia de Redes Ópticas EN3602 – Sistemas de Microondas EN3603 – Projeto de Alta Frequência Disciplina do Catálogo 2013 EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2720 – Eletrônica Analógica Aplicada EN2621 – Comunicações Multimídia EN3621 – Projeto de Filtros Digitais EN3622 – Fundamentos de Processamento Gráfico EN3623 – Tecnologia de Redes Ópticas EN3624 – Sistemas de Micro-ondas EN3625 – Projeto de Alta Frequência EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares BC1509 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN1601 – Estágio Curricular I em Engenharia de Informação (Resolução ConsEPE 103) EN1602 – Estágio Curricular II em Engenharia de Informação (Resolução ConsEPE 103) EN1603 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Informação EN1604 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Informação EN1605 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Informação 8.6. exemplo de documentação de sistema.8 – Ementas 8. 3 ed. STEELE Jr. (The C++ in-depth series). Herbert. Guy L. Rio de Janeiro: Editora 297 . Bibliografia Básica: SCHILDT. programação orientada a eventos e sistemas concorrentes. KOENIG. 1997. Boston: Addison Wesley.Centro de Engenharia. Samuel P. compilação e debug.. 2000. Processamento da Informação Ementa: Elementos básicos da linguagem C. máquinas de estado e UML.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Informação 01 PROGRAMAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO Código: EN2622 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Geometria Analítica. 336 p. C: manual de referência. São Paulo: Pearson Makron Books. ambiente de desenvolvimento integrado (IDE). HARBISON III.completo e total.6.6. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. programação orientada a objeto e C++.

Ed. Luis Joyanes. Linguagem C. Bibliografia Básica: ORSINI. NILSSON. 1a. 9ª Ed. Bookman. CPM Books. Practical UML Statecharts in C/C++. J. Edição. Redes de Primeira Ordem.. Stanley B. 3ª edição.ed. Circuitos Elétricos. Ed. John R. New Jersey: Pearson Education. 2000. ZIVIANI. Rio de Janeiro: LTC. A. N. 2000. 2007. 2 (2ª Ed. Porto Alegre: Bookman. 2.. HAYT Jr . AGUILAR. Programação em C++: algoritmos. 2008.W. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ciência moderna Ltda. 2007. 2007. HUBBARD. 8th Ed. 10 ed. IRWIN. S. estruturas de dados e objetos. São Paulo: McGraw-Hill. IRWIN. LARMAN. LAJOIE. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. 4 ed.Q. LTC.A.. Nivio. MOO. J.. Newnes.. M. C. 2008. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff. J. S. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. 2008. KEMMERLY. Redes de Segunda Ordem. New York: McGraw-Hill... D. Bibliografia Complementar: DAMAS. BERGER. SAMEK. S.. Miro. Josée. Luis. Bibliografia Complementar: NAHVI. Mc Graw Hill.W.. São Paulo. c2005. Análise de Circuitos em Engenharia. Ed. L... Makron Books. São Paulo: Thomson Learning.Editora LTC.. J. Pearson. SADIKU.Centro de Engenharia. – 2002 ) e Vol. ALEXANDER. J. K. New Jersey: Addison Wesley. RIEDEL. 03 Código: EN2719 DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS 298 . O. Schaum. Schaum's outlines programming with C++. ed. Barbara E. 2010. 2002. 2008.M. Rio de Janeiro.. 1 ( 2a Ed. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e ao desenvolvimento iterativo. CONSONNI. EDMINISTER. Bipólos Elementares. Mc Graw Hill. C++ primer. Métodos de Análise de Circuitos. – 2004).H. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”.. Ed. M. D. S.. Análise Básica de Circuitos para Engenharia.E.. “Circuitos Elétricos”. Análise de Circuitos para Engenharia. Blücher. 2001. J. D. Embedded Systems Design: An Introduction to Processes. 2a. 3. Bjarne. RIEDEL. W. Projeto de algoritmos: com implementações em java e c++. “Curso de Circuitos Elétricos”.. DURBIN. Regime Permanente Senoidal. 2008. 531 p. Vol. LIPPMAN. Tools and Techiques. . STROUSTRUP..ed. 2007. NILSSON. 2005. A. Ed. The C++ programming language. Circuitos Elétricos II. Craig. Second Edition: Event-Driven Programming for Embedded Systems.

2a Ed. 04 ELETRÔNICA ANALÓGICA APLICADA Código: EN2720 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Dispositivos Eletrônicos Ementa: Diagrama de Black e características dos sistemas realimentados.. 2004. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. “The art of electronics”. HORENSTEIN.. SEDRA. 2a Ed. HILL. simulação e caracterização de diversos circuitos. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". projetos. Francisco Gabriel. 1989.. 2006. deslocamento de nível. Elsevier Editora Ltda. características dinâmicas. L. Transistores: Princípios em que se baseiam o transistor bipolar de junção e o transistor MOS. Montagem. 6 ed. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". etc. M. Antonio. relação estática tensão-corrente. MALVINO. Prentice-Hall. 2007.. Cambridge. W. 8a Ed. 22 ed. D. 2007. 1 e 2. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. C. Cambridge. 8a Ed.. limitação de nível. 7a Ed. 2007. "Eletrônica". Mike. fundamentos e Aplicações. PERTENCE JÚNIOR. ressaltando pares diferenciais e espelhos de corrente. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". J. aplicações do amplificador operacional no condicionamento e processamento analógico de sinais. SEDRA.. “The art of electronics”. 7a Ed. lógica binária. 1989.. características estáticas e dinâmicas de um amplificador operacional canônico.. W. "Microeletrônica". Prentice-Hall. Prentice-Hall.. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 1996. 2006. vol. 1 e 2. 1996.. A. HILL. D. 2004. SMITH. McGraw-Hill. L. vol. M. aplicações e laboratório. K. Prentice-Hall. NASHELSKY. J. P. NASHELSKY.. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. Maria Aparecida Mendes. S. P. L.. TOOLEY. R. os diversos estágios que perfazem um amplificador operacional de tensão de dois estágios.. A. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. SMITH. L. influência térmica.. deslocamento de nível. 2003.. 5a Ed. aplicações em amplificação de tensão e de corrente. R. Porto Alegre: Bookman.Centro de Engenharia.. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Diodos semicondutores: Fundamentos... 2007.. A. BATES. S. Prentice-Hall. MALVINO.. N. 299 . comparação de tensão e de corrente. Circuitos Eletrônicos. P. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria... BATES. P. CAPUANO. "Eletrônica".. HORENSTEIN. São Paulo: Érica. Aplicações destes dispositivos no processamento de sinais baseadas em simetria e semelhança de dispositivos. MARINO. aplicações em retificação. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos". 5a Ed. McGraw-Hill.. Prentice-Hall.. K. "Microeletrônica". C... N. A.

T. 2a Ed. 06 TRANSFORMADAS EM SINAIS E SISTEMAS LINEARES Código: BC1509 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Funções de Várias Variáveis Ementa: Introdução a Sinais e Sistemas. síncronos e assíncronos. 2006. Maria Aparecida Mendes. Digital Design: Principles and Practices... Flip-flops e suas aplicações. Mike. Porto Alegre: Bookman. Microeletrônica. T. 2003. Circuitos aritméticos. 2000. 10a Ed. "Eletrônica Digital". WIDMER. S. 888 p. Bibliografia Básica: TOCCI. J. 22 ed.. H. Representação no Domínio da Freqüência.. Serie de Fourier. Máquinas de estado. projetos. Portas lógicas básicas. ISBN 9788560031931. HILL. Bookman. W. Simplificação de circuitos combinacionais. Elsevier Editora Ltda. W. Introdução aos Sistemas Digitais. N. J. Convolução. Circuitos codificador/decodificador. “Circuitos digitais e Microprocessados” São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil.. 1a Ed. TOOLEY. Cengage. L. SEDRA. 2009. 2007. Filtros Analógicos. R. 05 ELETRÔNICA DIGITAL Código: EN2605 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Sistemas numéricos.. Transformada de Laplace. Dispositivos de memória. Sistemas Digitais – Princípios e Aplicações. Circuitos mux/demux. 1999.. Projeto de contadores. TAUB. São Paulo: Érica. MORENO. D. The Art of Electronics. 3a Ed. Antonio. G. C. Laboratório de eletricidade e eletrônica. R. J. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. aplicações e laboratório. Circuitos Eletrônicos.... fundamentos e Aplicações. F. K.. ERCEGOVAC. 1989. Ed. Conversores analógico-digitais (DAC). 6 ed. BIGNELL. A. H. Prentice-Hall. 2007.. L. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias CAPUANO. 9 ed. M.. 2006... Prentice-Hall. 5a Ed. LANG. SMITH. 1984.. S. 2007.. Introdução aos dispositivos programáveis. Conversores digital-analógicos (ADC). DONOVAN.Centro de Engenharia. Álgebra booleana. Sistemas Lineares e Invariantes no Tempo (LIT). Sinais Analógicos. MARINO. Prentice-Hall. MOSS.. Bibliografia Básica: 300 . Bibliografia Complementar: WAKERLY. Porto Alegre: Bookman. FLOYD.. PERTENCE JÚNIOR. Cambridge. Sistemas Analógicos. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. J. Transformada de Fourier. Francisco Gabriel.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias LATHI, B. P.; Sinais e Sistemas Lineares, Bookman, 1a Ed., 2007. ROBERTS, M. J.; Fundamentos em Sinais e Sistemas, McGraw-Hill, 1a Ed., 2009. HAYKIN, S.; VAN VEEN, B.; Sinais e Sistemas, Bookman, 1a Ed., 2001. OPPENHEIN, A.; WILLSKY, A.; NAWAB, S.; Sinais e Sistemas, 2ª ed., São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. Bibliografia Complementar: SCHETZEN, M.; Linear Time-Invariant Systems, IEEE Press, John Wiley & Sons, Inc., Publication, 2003. ZIEMER, R. E.; TRANTER, W. H.; FANNIN, D. R.; Signals and Systems: Continuous and Discrete, Prentice Hall; 4a Ed., 1998. HSU, H. P.; Teoria e problemas de sinais e sistemas. Porto Alegre: Artmed Editora, 2004. 431 p. (Coleção Schaum). BOULET, B.; CHARTRAND, L.; Fundamentals of Signals and Systems, Da Vinci Engineering Press, 1.a Ed., 2006. TRIPATHI, A.N.; Linear System Analysis, New Age International (P) Ltd., Publishers, 1998. OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S.; HAMID, S.; Signals and Systems. 2. ed. Prentice Hall, 1996.

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PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO

Código: EN2608 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Revisão de Análise e Representação de Sinais; Sistemas de Modulação Analógica; Sistemas de Modulação AM; Sistemas de Modulação FM; Sistemas de Modulação PM; Desempenho dos Sistemas de Modulação Analógica; Introdução aos Sistemas de Comunicação Digital; Transmissão em Banda Base; Modulação por Amplitude de Pulso; Modulação por Codificação de Pulso; Desempenho de Sistemas com Modulação por Codificação de Pulso. Bibliografia Básica: LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. HAYKIN, S. Introdução aos Sistemas de Comunicação, Bookman, 1a Ed., 2008. CARLSON, A. B.; CRILLY, P. Communication Systems, McGraw-Hill, 5a Ed. 2009. Bibliografia Complementar: COUCH II, L. W.; Digital and Analog Communication Systems, Prentice Hall, 6a Ed., 2001. ZIEMER, R. E. ; TRANTER, W. H.; Principles of Communications, John Wiley and Sons; 6a Ed., 2008. GOMES, T.; Telecomunicações – Transmissão e Recepção AM–FM / Sistemas Pulsados, Erica, 11a Ed., 2008. WYSOCKI, T.; DARNELL, M.; HONARY, B.; Advanced Signal Processing for Communication Systems, Springer, 1a Ed., 2002. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; Fundamentals of Communication Systems. 2. ed. Prentice Hall, 2005. HSU, H.; Comunicação Analógica e Digital. 2. ed. Bookman, 2006. YOUNG, P. H.; Técnicas de Comunicação Eletrônica. 5. ed. Prentice Hall, 2006. 301

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias NASCIMENTO, J.; Telecomunicações. 2. ed. Makron, 2001.

08

REDES DE COMPUTADORES

Código: BC1513 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação Ementa: Introdução às Redes de Computadores: Conceito, Evolução das Arquiteturas, Origem da Internet, Topologias, Classificação (LAN, MAN, WAN); Transmissão da Informação: meios de Transmissão, capacidade, Técnicas de Transmissão, Multiplexação, Técnicas de Comutação, detecção e Correção de Erros; Modelo OSI; Modelo TCP/IP; Topologias e Dispositivos de Interconexão; Atrasos e Perdas das Redes de Computadores; Camada de Enlace; Camada de Rede; Camada de Transporte; Camada de Aplicação; Alguns Padrões para WANs. Bibliografia Básica: TANEMBAUM, A. S. Redes de Computadores, Campus, 4a Ed., 2003. FOROUZAN, B. A. Comunicação de Dados e Redes de Computadores, McGraw-Hill, 4a Ed., 2008. KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet, Addison Wesley, 3a Ed., 2007. Bibliografia Complementar: HALSALL, F. Computer Networking and the Internet, Addison–Wesley, 5a Ed., 2005. COMER, D. E. Redes de Computadores e Internet, Artmed, 4a Ed., 2007. KUMAR A.; MANJUNATH, D.; KURI, J. Communication Networking: An Analytical Approach, Morgan Kaufmann Elsevier, 2004. SOUZA, L. B. Redes de Computadores – Guia Total, Ed. Erica, 1.a Ed., 2009. DUCK, M.; READ, R. Data Communications and Computer Networks for Computer Scientists and Engineers, Pearson Prentice Hall, 2.a Ed., 2003.

09

SINAIS ALEATÓRIOS

Código: EN2609 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução à Probabilidade e à Estatística; Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Revisão da Teoria da Probabilidade: Espaço Amostral, Probabilidade Condicional e Regra de Bayes, Independência Estatística, Experimentos Seqüenciais; Variáveis e Vetores Aleatórios; Introdução aos Processos Estocásticos: Processos Aleatórios em Tempo Discreto, Processos Aleatórios em Tempo Contínuo, Processos Estacionários, Ergodicidade e Médias Temporais; Densidade Espectral de Potência, Resposta de Sistemas Lineares; Ruído: Filtragem de Ruídos, Ruído de Faixa Estreita, Ruído Passa-Faixa, Banda Equivalente de Ruído.

302

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: LEON–GARCIA, A.; Probability and Random Processes for Electrical Engineering, Prentice Hall, 3ª Ed., 2008. PAPOULIS, A.; PILLAI, S.U.; Probability, Random Variables and Stochastic Processes, McGraw-Hill, 4ª Ed., 2002. MILLER, S.; CHILDERS, D.; Probability and Random Processes: With Applications to Signal Processing and Communications, Academic Press, 2ª Ed., 2004. PEEBLES, P. Z.; Probability, random variables, and random signal principles, 4th ed., McGraw-Hill, 2001. Bibliografia Complementar: LI, X. R.; Probability, Random Signals and Statistics, CRC, 1ª Ed., 1999. KAY, S.; Intuitive Probability and Random Processes using MATLAB, Prentice Hall, 2ª Ed., 2007. GUBNER, J.; Probability and Random Processes for Electrical and Computer Engineers, Cambridge, 1ª Ed., 2006. HSU, H.; Probability, Random Variables, and Random Processes, Schaum, McGraw-Hill, 1ª Ed., 1997. ALBUQUERQUE, J. P. A.; FORTES, J. M. P.; FINAMORE, W. A.; Probabilidade, Variáveis Aleatórias e Processos Estocásticos, Interciência, 1ª Ed., 2008. CLARKE, A. B.; DISNEY, R. L.; Probability and Random Processes: A First Course with Applications, Wiley, 2ª Ed., 1985. COOPER, G. R.; MCGILLEM, C. D.; Probabilistic Methods of Signal and System Analysis. 3. ed. Oxford, 1999. LATHI, B. P.; Modern Analog and Digital Communications. 4. ed. Oxford, 2009. YATES, R. D.; GOODMAN, D. J.; Probability and Stochastic Processes: A Friendly Introduction for Electrical and Computer Engineers. 2. ed. Wiley, 2004.

10

PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS

Código: EN2610 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Sinais de Tempo Discreto e Seqüências; Sistemas Lineares Invariantes no Tempo; Convolução; Equações a Diferenças; Amostragem de Sinais em Tempo Contínuo; Análise no Domínio da Freqüência: Transformada Z; Análise de Fourier de Tempo Discreto; Transformada Rápida de Fourier (FFT); Introdução ao Projeto de Filtros. Bibliografia Básica: INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G.; Digital Signal Processing using MATLAB, Thomson, 2a Ed., 2006. SILVA, E. A. B. ; LIMA NETTO, S.; DINIZ, P. S. R.; Processamento Digital de Sinais – Projeto e Análise de Sistemas, Bookman, 1a Ed., 2004. HAYES, M. H.; Processamento Digital de Sinais, Artmed, 1a Ed., 2006. Bibliografia Complementar: MITRA, S. Digital Signal Processing: A Computer Based Approach, McGraw-Hill, 3a Ed., 2004. 303

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias OPPENHEIM, A. V.; SCHAFER, R. W.; BUCK, J. R. Discrete–Time Signal Processing, Prentice Hall, 2a Ed., 1999. PROAKIS, J. G.; MANOLAKIS, D. K.; Digital Signal Processing: Principles, Algorithms and Applications, Prentice Hall", 3ª Ed., 1995. HAYKIN, S. S.; VAN VEEN, B. Sinais e sistemas, Bookman, 2001. CARLSON, G. E. Signal and linear system analysis, 2nd d., John Wiley, 1998.

11

COMUNICAÇÃO DIGITAL

Código: EN2611 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Princípios de Comunicação; Sinais Aleatórios Ementa: Sistemas de Transmissão Binários em Banda Base: Introdução, Principais Técnicas de Modulação Digital em Banda Base para Sistemas Binários, Detecção de Sinais Binários em Ruído do Tipo AWGN, Formatação de Sinais Digitais, Transmissão em Canais Limitados em Banda (Primeiro e Segundo Critério de Nyquist); Sistemas de Transmissão Binários em Banda Passante: Introdução, Principais Técnicas de Modulação Digital em Banda Passante para Sistemas Binários, Representação Geométrica de Sinais, Detecção de Sinais em Ruído do tipo AWGN, Filtro Casado, Probabilidade de Erro de Símbolo, Probabilidade de Erro de Bit. Sistemas de Transmissão M–ários em Banda Passante: Introdução, Sistemas de Modulação M–ários, Principais Técnicas de Modulação Digital para Sistemas M–ários, Filtragem Ótima, Codificação de Gray, Comparação de Desempenho para Sistemas M–ários, Limitantes de Desempenho. Bibliografia Básica: LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. PROAKIS, J.; SALEHI, M. Fundamentals of Communications Systems, Prentice Hall, 2a Ed., 2007. HAYKIN, S.; Introdução aos Sistemas de Comunicação, Bookman, 1a Ed., 2008. Bibliografia Complementar: SKLAR, B.; Digital Communications – Fundamentals and Applications, Prentice Hall, 2a Ed., 2001. PROAKIS, J.; SALEHI, M. Digital Communications, McGraw-Hill, 5a Ed., 2008. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; BAUCH, G. Contemporary Communication Systems Using MATLAB, CL-Engineering, 2a Ed., 2003. CARLSON, A. B. ; CRILLY, P.; Communication Systems, McGraw-Hill, 5a Ed., 2009. YANG, W. Y. et al.; MATLAB/Simulink for Digital Communication, A-Jin Publishing; 1a Ed., 2009. SILAGE, D.; Digital Communication Systems using MATLAB and Simulink, Bookstand, 1a Ed., 2009.

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TEORIA DA INFORMAÇÃO E CÓDIGOS

Código: EN2612 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação Digital 304

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Revisão de probabilidade e exemplos de aplicação em comunicações digitais. Conceitos de informação e entropia. Codificação de fonte discreta sem memória. Teorema da codificação de fonte. Classificação dos códigos: comprimento fixo; distinto; prefixados; decodificação unívoca; instantâneos. Codificação ótima de fonte (Shannon-Fano, Huffman e Lempel-Ziv). Canal discreto sem memória. Teorema da codificação de canal. Capacidade de canal contínuo. Aplicações da teoria da informação: determinação do desempenho de sistemas de comunicação. Noções de campos numéricos. Códigos de bloco. Noções de anéis de polinômios. Códigos cíclicos. Códigos de bloco avançados. Códigos convolucionais. Aplicações de códigos convolucionais em comunicação. Bibliografia Básica: COVER, T. M. ; THOMAS, J. A. Elements of Information Theory, John Wiley & Sons, 2a Ed., 2006. LIN, S. ; COSTELLO, D. J. Error Control Coding – Fundamentals and Applications, Prentice Hall, 2a ed., 2004. MOON, T. K. Error Correction Coding Mathematical Methods and Algorithms, John Wiley and Sons, 1a ed., 2005. Bibliografia Complementar: HAYKIN, S.; Sistemas de Comunicação: Analógicos e Digitais, Bookman, 4ª Ed., 2004. LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4ª Ed., 2010 CARLSON, A. B.; CRILLY, P. B.; RUTLEDGE, J.; Communications Systems: An Introduction to Signals and Noise in Electrical Communications, MacGraw-Hill, 4ª Ed., 2001. HSU, H.; Theory and Problems of Analog and Digital Communications, 2ª Ed., McGraw-Hill, 2003. GALLAGER, R.; Principles of Digital Communication, Cambridge University Press, 2008 V.S. PLESS, V. S.; HUFFMAN, W.C.; Fundamentals of error-correcting codes, Cambridge University Press, 2003.

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ONDAS ELETROMAGNÉTICAS APLICADAS

Código: EN2613 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fenômenos Eletromagnéticos Ementa: Revisão das Equações de Maxwell; Propagação de Ondas Eletromagnéticas; Reflexão, Refração e Difração em Interfaces Planas; Potenciais Retardados e Antenas; Guias Metálicos; Teoria de Linhas de Transmissão. Bibliografia Básica: WENTWORTH, S. M.; Eletromagnetismo Aplicado, Bookman, 2009. JACKSON, J. D.; Classical Electrodynamics, Wiley; 3a Ed., 1998. KRAUS, J. D. ; FLEISCH, D. A.; Electromagnetics with Applications, McGraw-Hill, 5a Ed., 1999. Bibliografia Complementar: PANOFSKY, W. K. H.; PHILLIPS, M.; Classical Electricity and Magnetism, Dover Publications, 2 Ed., 2005. 305

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias IDA, N.; Engineering Electromagnetics, Springer–Verlag, 2a Ed., 2004. ULABY, F. T.; Eletromagnetismo para Engenheiros, Bookman, 1a Ed., 2009. BORN, M.; WOLF, E.; Principles of Optics, Cambridge University Press, 7a Ed., 1999. SADIKU, M. N. O.; Elements of Electromagnetics, Oxford University Press, 2006.

14

COMUNICAÇÕES ÓPTICAS

Código: EN2614 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Fundamentos: óptica geométrica, interferência, difração e polarização. Dispositivos Ópticos: Fontes ópticas coerentes e incoerentes, Fibras Ópticas: propagação, características e tipos, Fotodetectores, Acopladores, Amplificadores, Moduladores e Filtros Ópticos; Análise do Espectro Óptico; Recepção e Transmissão em Sistemas Ópticos: Modulação de Intensidade, Detecção Direta e Técnicas Coerentes; Caracterização e medidas em fibras e fontes ópticas. Bibliografia Básica: SALEH, B. E. A.; TEICH, M.C.; Fundamentals of Photonics, Wiley, 2a Ed., 2007. AGRAWAL, G. P.; Fiber–Optic Communication Systems, John Wiley and Sons, 3a Ed., 2002. KAMINOW, I. P.; LI, T.; Optical Fiber Telecommunications IV: Components, Academic Press, 2002. Bibliografia Complementar: AGRAWAL, G. P.; Nonlinear Fiber Optics, Academic Press, 3a Ed., 2001. HECHT, E.; Optics, Addison Wesley, 4a Ed., 2002. BORN, M.; WOLF, E.; Principles of Optics, Cambridge University Press, 7a Ed., 1999. AGRAWAL, G. P.; Lightwave Technology, Wiley, 2005. DESURVIRE, E.; Survival Guide in Global Telecommunications: Broadband Access, Optical Components and Networks, and Cryptography, Wiley, 5a Ed., 2004.

15

PROPAGAÇÃO E ANTENAS

Código: EN2615 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ondas Eletromagnéticas Aplicadas Ementa: Elementos de um Sistema de Rádio Propagação; Fenômenos de Propagação; Modelo de Propagação em Espaço Livre; Propagação em Espaço Semi–Livre; Propagação na Troposfera; Propagação na Ionosfera; Propagação em Microondas; Conceitos Básicos de Antenas: Principais Características e Propriedades Elétricas, Principais Tipos, Estudo de Radiadores Simples, Impedância de Antenas Lineares Finas, Teoria das Redes Lineares, Antenas de Abertura, Antenas com Refletores, Antenas Receptoras, Medidas em Antenas. Bibliografia Básica: BALANIS, C. A.; Antenna Theory – Analysis and Design, John Wiley & Sons, 3a Ed., 2005. KRAUS, J. D.; MARHEFKA, R. J.; Antenna for all Applications, McGraw-Hill, 3a Ed., 2001. 306

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias HUANG, Y.; BOYLE, K.; Antennas: from Theory to Practice, Wiley, 2008. Bibliografia Complementar: BALANIS, C. A.; Teoria de Antenas – Analise e Síntese, vol 1 e 2, LTC, 3a Ed., 2009. RUSSER, P.; Electromagnetics, Microwave Circuit and Antenna Design for Communications Engineering, Artech House, 2a Ed., 2006. ELLIOTT, R. S.; Antenna Theory and Design, Wiley, 2003. BALANIS, C. A.; Modern Antenna Handbook, Wiley, 2008. RIBEIRO, J. A. J.; Propagação das Ondas Eletromagnéticas – Princípios e Aplicações, Érica, 2004.

16

COMUNICAÇÕES MULTIMÍDIA

Código: EN2621 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Processamento Digital de Sinais Ementa: Introdução às Comunicações Multimídia. Representação Digital da Informação Multimídia: Aquisição, Amostragem, Quantização e Codificação Binária. Teoria de Informação e Codificação de Fonte. Processamento Multimídia: Compressão de Texto, Codificação de Imagem, Codificação de Áudio e Codificação de Vídeo. Padrões e Normas de Codificação Para Comunicações Multimídia. Gerenciamento da Qualidade de Serviço (Qos): Redes de Banda Larga, Protocolos de Rede Multimídia. Aplicações. Bibliografia Básica: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Addison Wesley, 2000. HWANG, J.; Multimedia Networking: From Theory to Practice, Cambridge, 2009. WANG, H.; KONDI, L.; LUTHRA, A.; CI, S.; 4G Wireless Video Communications. Wiley, 2009. Bibliografia Complementar: RAO, K.; BOJKOVIC, Z.; MILOVANOVIC, D.; Introduction to Multimedia Communications: Applications, Middleware, Networking, Wiley–Interscience, 2006. VAN DER SCHAAR, M.; CHOU, P. A.; Multimedia over IP and Wireless Networks: Compression, Networking, and Systems, Academic Press, 2007. MCLOUGHLIN, IAN.; Applied Speech and Audio Processing. Cambridge University Press, 2009. RAO, K. R.; BOJKOVIC, Zoran S.; MILOVANOVIC, Dragorad A.; Multimedia Communication Systems: Techniques, Standards, and Networks. Prentice Hall, 2002. RICHARDSON, I. E.; H.264 and MPEG-4 Video Compression: Video Coding for NextGeneration Multimedia. Chichester: Wiley, c2003.

17

SISTEMAS MICROPROCESSADOS

Código: EN2617 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Eletrônica Digital; Dispositivos Eletrônicos

307

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Ementa: Conceituação de sistema embarcado. Organização de Computadores: Processador, Memória, Dispositivos de Entrada e Saída; Arquiteturas e operação de Microprocessadores: Unidade de Controle, Registradores, Conjunto de Instruções, Assembly, DMA, Unidade Logico–Aritmetica, Ciclo de Instrução; Modos de Enderecamento; Barramento; Diagramas de Tempo da CPU; Interrupções e Tratamento de Interrupções; Protocolos de Comunicação e Interfaceamento; Programação em C voltada à microcontroladores. Fluxograma. Bibliografia Básica: DALTRINI, B. M.; JINO, M.; MAGALHÃES, L. P.; Introdução a Sistemas de Computação Digital, Makron Books, 1999. HAYES, J. P.; Computer Architecture and Organization, 3rd Ed., McGraw-Hill Book Co., 1998. STALLINGS, W.; Computer Organization and Architecture, Prentice Hall Inc, 2000 Bibliografia Complementar: GIMENEZ, S. P.; Microcontroladores 8051, Prentice-Hall, 2002. ZANCO, W. S.; Microcontroladores PIC – Técnicas de Software e Hardware para Projetos de Circuitos Eletrônicos, Érica, 1a Ed., 2006. SOUZA, D. R.; Microcontroladores ARM7 – O poder dos 32 bits, Érica, 2006. SOUZA, D. J.; Desbravando o PIC – Ampliado e Atualizado para PIC 16F628A, Érica, 12a Ed., 2007. STEWART, J. W.; MIAO, K. X.; The 8051 microcontroller: hardware, software, and interfacing. 2 ed. Upper Saddle River, N.J: Prentice Hall, 1999.

18

TELEFONIA FIXA MODERNA

Código: EN2619 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Redes de Computadores; Princípios de Comunicação Ementa: Conceitos básicos; Teoria de tráfego; Técnicas de Comutação; Sinalização: SS7, H.323; Estruturas de Redes de Telefonia Digitais: ISDN, DSL, VoIP, NGN, PDH, SDH. Bibliografia Básica: JESZENSKY, P. J. E.; Sistemas Telefônicos, Manole, 3ª Ed., 2003. BELLAMY, J. C.; Digital Telephony, John Wiley and Sons, 3ª Ed., 2000. SEXTON, M.; Broadband Networking: ATM, SDH, and SONET, Artech House, 1ª Ed., 1997. Bibliografia Complementar: AGBINYA, J. I.; IP Communications and Services for NGN, Auerbach, 1ª Ed., 2009. SALINA, J. L.; SALINA, P.; Next Generation Networks: Perspectives and Potentials, Wiley, 1ª Ed., 2008. RUSSELL, T.; Signaling System #7, McGraw-Hill, 5ª Ed., 2006. SILLER JR., C. A.; SHAFI, M.; SONET/SDH: A Sourcebook of Synchronous Networking, WileyIEEE Press, 1ª Ed., 1996.

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Código: EN2620

COMUNICAÇÕES MÓVEIS

308

1ª Ed. 2005. 2005. M... M. SHANKAR. Principles of Mobile Communication. A sociedade em rede. Transformações Sociais: A Nova Economia.. Análise de Desempenho. M. 1999. Propagação e Antenas Ementa: Introdução aos Sistemas Móveis. MILLER.. T. CDMA Systems Engineering Handbook. 2004. LEE. Hand–off. 2000. HAYKIN.. Revisão dos Conceitos de Tráfego. VISWANATH. D. Springer. Y. Alocação de Canais.. HANNEMAN.2 – Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Informação 01 Código: EN3601 TPI: 2-0-3 Carga Horária: 24h Recomendação: Não há INFORMAÇÃO E SOCIEDADE Ementa: Sociedade da Informação. T. 309 .. Compressão do Tempo–Espaço. Bibliografia Básica: RAPPAPORT. A. Wireless Communications. Definição de Célula. W. Classificação de Canais de Propagação. S.. 1ª Ed. E. 1ª Ed.Centro de Engenharia. Cambridge. STUBER. Capacidade de Sistemas Celulares. 2005. CRC Press.6. Wireless Communications & Networking. 2ª Ed. SHANMUGAN. L. Bookman. Canais de Propagação. Influência. Principais Padrões Celulares.. S. and Techniques. 2ª Ed. Fundamentals of Wireless Communication. L. 1ª Ed. P. 1ª Ed. Planejamento Celular. Metamorfose e Limites da Informação.... GARG. 2009.. H... Wireless Technology: Protocols. L.. O Indivíduo na Sociedade da Informação.. University of California. Principles of Communication Systems Simulation with Wireless Applications. Estado e Novos Atores Políticos e Sociais na Era da Informação.. S.. TRANTER. 1ª Ed.8. 2001. Cambridge University Press... P. MOHER. YACOUB. Reuso de Freqüência. CRC Press.. Comunicações Sem Fio – Princípios e Práticas. M. 1993. Sistemas de Comunicações Wireless. Manuel. J. V. Interferência Co–canal. G. Revolução da Tecnologia da Informação.. D.. S. Introduction to social network methods. D. São Paulo: Paz e Terra. Robert. 1ª Ed. 1998.. Fundamentals of Mobile Radio Engineering. KOSBAR. John Wiley and Sons. 8. Prentice Hall. ABU-RGHEFF. RAPPAPORT. Introduction to Wireless Systems. GOLDSMITH. S. McGraw-Hill. 2007. 2008. Wireless and Cellular Communications. Academic Press. C.. Bibliografia Complementar: LEE. Principais Modelos de Propagação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação Digital.. Bibliografia Básica: CASTELS. K. Cultura da Virtualidade Real. Artech House. Prentice Hall. 3ª Ed.. Principais Padrões de Redes de Computadores Sem Fio. K.. W. 2007. Standards. 2002. Novas Técnicas de Comunicação Sem Fio. YACOUB. Diversidade. A. Morgan Kaufmann. M. Introduction to CDMA Wireless Communications. TSE. Grade de Serviço.

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CUDA by Example: An Introduction to General-Purpose GPU Programming. S. WOODS.. D.. Computer Graphics with OpenGL. KANDROT. HUGHES.. 2 ed.. Transformações Geométricas. Computer Graphics: Programming in OpenGL for Visual Communication.C. FEINER. Visualização e Projeção. Computação Gráfica: Geração de Imagens. F. Addison–Welley.. Gerenciamento de Redes Ópticas. AZEVEDO. AZEVEDO. R. 2004. E. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Cambridge University Press. 2009. J.. E. Novos Protocolos para Redes Ópticas. GONZALEZ.. Digital Image Processing Using MATLAB. OpenGL ARB Working Group. CONCI. Mapeamento de Textura. Princípios de Modelamento Gráfico. R. EDDINS. Computer Graphics: Principles and Practice in C. A. Versions 3.ed. F. A. 18 TECNOLOGIA DE REDES ÓPTICAS Código: EN3623 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Comunicações Ópticas Ementa: Introdução às Redes Ópticas. 1a Ed. Programação do Software Embarcado Ementa: Conceitos Iniciais do Processamento Gráfico.. 2007. K. 17 FUNDAMENTOS DE PROCESSAMENTO GRÁFICO Código: EN3622 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Geometria Analítica. A. BAKER. VAN DAM. Pearson Prentice Hall. Introdução à Comutação. KHRONOS.0 and 3. Iluminação e Tonalização. Algoritmos e Planejamento.L. 2 ed. LETA. Comutação Óptica. Tópicos sobre Hardware Gráfico.1. SANDERS. Processamento da Informação. D. Elementos das Redes WDM. 1997. S. 2011. Projeto de Redes Ópticas WDM: O Problema de Roteamento e Alocação de Comprimento de onda (RWA) em Redes Ópticas. 3 ed. HEARN.2 – Teoria e Prática. S. Bibliografia Básica: CUNNINGHAM. CAMPUS. 2009.Centro de Engenharia. Addison-Wesley.. CONCI.. Cores e Mistura. 7. SHREINER. Gatesmark Publishing. Comunicação pela Visualização. Computação Gráfica V. 2006. Álgebra Linear. Bibliografia Complementar: FOLEY.. J. Redes Ópticas Experimentais e Comerciais Implantadas. M. OpenGL Programming Guide: The Official Guide to Learning OpenGL. J.E.. Bibliografia Básica: 320 . Proteção e Restauração de Redes Ópticas. 2003. P.. Rio de Janeiro: Campus. Addison-Wesley Professional.. Prentice Hall. 2011. D.... E.

Wiley. LABOURDETTE. Academic Press. 2008. 2009.. Thomas H. STERN.. Engenharia de Microondas – Fundamentos e Aplicações. 2... 2005. R. E. John Wiley & Sons. I. G. D. Path Routing in Mesh Optical Networks. LI. 321 . RAMAMURTHY. BALA. AGRAWAL. G.. Springer. Understanding Microwaves.. A. 3. Microwave Transistor Amplifiers: Analysis and Design. S. 2001. Linhas de transmissão: microfita. 2009. 2005. 2002. ELLINAS... A. 19 SISTEMAS DE MICRO-ONDAS Código: EN3624 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Ondas Eletromagnéticas Aplicadas. R. Cambridge: Cambridge University. and Control. A. Bibliografia Básica: RIBEIRO. Academic Press. ed. J. P.. 2004. Cambridge University Press. GEVORGIAN. M. 2006. Fiber–Optic Communication Systems. Optical fiber telecommunications IV A components. Optical WDM Networks (Optical Networks). 2000. 2007.. N. 2. 1996. CRC. 2. W. J. B. Bibliografia Complementar: LEE. linha de fita. Wiley. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias RAMASWAMI. J. 2008. The RF and Microwave Circuit Design Cookbook. coplanar.. 5. Stern (Author) KAMINOW.. BOUILLET. 3 Volume Set.. John Wiley and Sons. 2005. ed. E. P. Wiley.. SCOTT. Optical Fiber Telecommunications V B.. Manole.. ed. LI... R. ELLINAS. Multiwavelength Optical Networks: Architectures. Projeto de Sistemas de Comunicações Ópticas. ed. POZAR. ed. Prentice-Hall. 2002. K. Revised ed. P. 2008.... E. Eletrônica Analógica Aplicada Ementa: Análise Básica de Redes de Microondas. Análise de Circuitos: Parâmetros de Espalhamento. MAAS. Wiley. G. Introdução aos Sistemas de Microondas. 2008. Microwave Engineering. HONG. Circuitos ativos: Amplificadores. Fifth Edition: Systems and Networks (Optics and Photonics). E. Thomas E. Adaptadores (Casadores) de Impedância e Filtros. ed.. T. Design..... M. A. Optical Networks: a practical perspective.. S. J. Osciladores e Misturadores de Microondas. S. AMAZONAS. E. M. T. ed. WILLNER. Microstrip Filters for RF/Microwave Applications. MUKHERJEE. J. G. G. 3. Planar microwave engineering: a practical guide to theory.. A. WILLNER. F.. SIVARAJAN. 3. T. 1998. GONZALEZ. A. Morgan Kaufmann. 1. Érica. measurements and circuits. Circuits and Systems. ed. Foundations for Microwave Engineering. J. The RF and Microwave Handbook. ed. 2. GOLIO.Centro de Engenharia. R. Bibliografia Complementar: KAMINOW. COLLIN. Springer. LANCASTER. Artech Print on Demand. I. Acopladores Direcionais. K. Ferroelectrics in Microwave Devices. Dispositivos passivos: Divisores de Potência.

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias

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PROJETO DE ALTA FREQUÊNCIA

Código: EN3625 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas de Micro-ondas; Ondas Eletromagnéticas Aplicadas; Eletrônica Analógica Aplicada Ementa: Análise dos Parâmetros de Circuitos; Modelagem de Componentes Passivos e Ativos de RF; Redes de Casamento e de Polarização; Não linearidade e Distorção; Ruído em Circuitos de Alta Freqüência; Amplificadores de Baixo Ruído; Amplificadores de Potência; Osciladores Senoidais; Misturadores e Conversores de Frequência; Circuitos de Sincronização de Fase (PLL); Estudo de caso: Transceptor Analógico e Transceptor Digital. Bibliografia Básica: VIZMULLER, Peter.; RF design guide: systems, circuits, and equations. Boston: Artech House, c1995. x, 281 MASS, Stephen A.; The RF and microwave circuit design cookbook. Boston, Mass: Artech House, 1998. xviii, 267 p. GOLIO, John Michael; RF and microwave passive and active technologies. 2 ed. Boca Raton: CRC Press, 2008. 300 p. (RF and microwave handbook). Bibliografia Complementar: RAZAVI, B.; RF Microelectronics, First Edition, Prentice Hall, 1998. LEE, T. H.; Design of CMOS Radio-Frequency Integrated Circuits, 2nd edition, Cambridge University Press, 2004. GRAY, P. R.; HURST, P. J.; LEWIS, S. H.; MEYER, R. G.; Analysis and design of analog integrated circuits, New York: Wiley, 2001. LIAO, S. Y.; Microwave Devices and Circuits. 3. ed. Prentice Hall, 1996. BOWICK, C.; BLYLER, J; AJLUNI, C.; RF Circuit Design. 2. ed. Newnes, 2007.

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APLICAÇÕES MULTIMÍDIA EM VOZ, ÁUDIO E ACÚSTICA

Código: EN3626 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Introdução ao Processamento de Sinais de Voz, Áudio e Acústicos Ementa: Análise por Síntese de Voz; Codificadores de Voz de Faixa Larga e Multimídia; Reconhecimento de Voz e de Locutores; Análise e Síntese de Sinais Musicais; Codificação de Áudio na TV Digital; Áudio na Internet; Áudio Imersivo; Equalização Digital Acústica de Ambientes. Bibliografia Básica: BIDGOLI, H. (org.); The Handbook of Computer Networks, vol. 2, New Jersey: John Wiley &Sons, 2008. ROSSING, T. D. (ed.); Springer Handbook of Acoustics, New York: Springer Science, 2007. DELLER Jr., J. R.; PROAKIS, J. G.; HANSEN, J. H. L.; Discrete-Time Processing of Speech Signals, New York: Macmillan Publishing Company, 1997.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Harlow: Addison Wesley, 2000. JAYANT, N. S.; NOLL, P.; Digital Coding of Waveforms: Principles and Applications to Speech and Video, Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1990. POHLMANN, K. C.; Principles of Digital Audio, 5th Ed., New York: McGrawHill, 2005. RABINER, L.; JUANG, B. H.; Fundamental of Speech Recognition. Delhi: Dorling Kindersley, 2006. MITRA, S.; Digital Signal Processing: A Computer Based Approach, New York: McGraw-Hill, 3rd ed. 2004.

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PLANEJAMENTO DE REDES DE INFORMAÇÃO

Código: EN3627 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicação e Redes Ementa: Histórico de redes de comunicação; Conceitos básicos, protocolos e padrões, topologias, transmissão e comutação; Estudo de caso: projeto de uma rede de acesso sem fio, aquisição de dados, definição de serviços e previsão de demanda, dimensionamento da rede; Modelos de negócio, estudos de viabilidade, planos de negócio, planos operacionais; Projeto, dimensionamento e otimização de redes; Arquiteturas de rede, - Evolução de Tecnologias de redes e Serviços (análise dos fatores tecnológicos, econômicos, sociais, militares e políticos envolvidos); Entidades Reguladoras, entidades normativas e padrões, associações; Prática de simulação de redes. Bibliografia Básica: INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION. Telecom Network Planning for evolving Network Architectures Reference Manual. Genebra: ITU, 2008. OPPENHEIMER, P.; Top-Down Network Design, 2nd Edition. Cisco Press, 2004. ROBERTAZZI, T. G.; Planning Telecommunication Networks, 1st edition. Wiley-IEEE Press, 1998. Bibliografia Complementar: McCABE, J.; Network Analysis, Architecture, and Design, Third Edition. Morgan Kaufman Publishers, 2007. KUROSE, J. F; ROSS, K. W.; Redes de Computadores e a Internet. Addison Wesley, 3a Ed., 2007. COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2008. VALERIANO, Dalton. Moderno gerenciamento de projetos. São Paulo: Prentice Hall, 2005. KIM, Young Kyun; PRASAD, Ramjee. 4G roadmap and emerging communication technologies. Boston: Artech House, c2006.

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Código: EN3628 TPI: 0-3-3 Carga Horária: 48h

PROJETO DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Recomendação: Princípios de Comunicação; Comunicação Digital Ementa: Sistemas de Comunicação – estrutura sistêmica com exemplos; Modulação e Demodulação Analógica; Modulação e Demodulação Digital; Amostragem – aliasing e reconstrução; Codificação de Canal; Codificação de Fonte e Criptografia; Detecção de Sinais – diagrama de olho e princípios de equalização; Sincronismo e Sistemas de PLL; Multiplexação e Demultiplexação – TDM, FDM; Projeto de um Sistema de Comunicação. Bibliografia Básica: LATHI, B. P.; Modern Digital and Analog Communication Systems, Oxford, 4a Ed., 2010. RICE, M.; Digital Communications: A Discrete-Time Approach, Prentice Hall; 1a Ed., 2008. MCCLANING, K.; VITO, T.; Radio Receiver Design, Noble, 1a Ed., 2001. Bibliografia Complementar: HAYKIN, S.; Introdução aos Sistemas de Comunicação. Bookman. 1a Ed., 2008. PROAKIS, J.; SALEHI, M.; Fundamentals of Communications Systems. Prentice Hall. 2a Ed., 2007. ZIEMER, R. E.; TRANTER, W. H.; Principles of Communications. John Wiley and Sons. 6a Ed., 2008. YOUNG, P. H.; Técnicas de Comunicação Eletrônica. Prentice Hall. 5a Ed., 2006. YANG, W. Y. et al.; MATLAB/Simulink for Digital Communication. A-Jin Publishing. 1a Ed., 2009.

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PROJETO DE SISTEMAS MULTIMÍDIA

Código: EN3629 TPI: 0-3-3 Carga Horária: 48h Recomendação: Comunicações Multimídia; Processamento de Vídeo; Introdução ao Processamento de Sinais de Voz, Áudio e Acústicos Ementa: Representação de sinais multimídia; Padrões para codificação e compressão de dados: texto, voz, áudio, imagem e vídeo; Reconhecimento e síntese de voz; Equalização Acústica Digital de Ambientes, Watermarking; Manipulação de imagens e vídeo; Gerenciamento da Qualidade de Serviço (Qos): Redes de Banda Larga, Protocolos de Rede Multimídia; Aspectos de implementação em hardware. Bibliografia Básica: HALSALL, F.; Multimedia Communications: Applications, Networks, Protocols and Standards, Addison Wesley, 2000. HWANG, J.; Multimedia Networking: From Theory to Practice, Cambridge, 2009. RAO, K.; BOJKOVIC, Z.; MILOVANOVIC, D.; Introduction to Multimedia Communications: Applications, Middleware, Networking. Wiley–Interscience, 2006. BERGER, A. S.; Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and Techiques; CPM Books; 1a. ed., 2001. Bibliografia Complementar: VAN DER SCHAAR, M.; CHOU, P. A.; “Multimedia over IP and Wireless Networks: Compression, Networking, and Systems”, Academic Press, 2007. RICHARDSON, E. G.; "H.264 and MPEG-4 video compression: video coding for next324

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias generation multimedia". Chichester: Wiley, 2003. ASKELL, B. G.; PURI, A.; NETRAVALI, A. N.; "Digital video: an introduction to MPEG-2. New York: Chapman & Hall, 1997. RABINER, L.; JUANB, B. H.; "Fundamental of speech recognition. Delhi: Dorling Kindersley, 2006. DELLER, J. R.; HANSEN, J. H. L.; PROAKIS, J. G.; "Discrete-time processing of speech signals. New York: Institute of Electrical and Eletronics Engineers, 1997. ROSSING, T. D. (Editor);"Springer Handbook of Acoustics", Springer Science, New York, 2007. MCLOUGHLIN; “Applied Speech and Audio Processing”. Cambridge University Press, 2009.

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APLICAÇÕES DE MICROCONTROLADORES

Código: EN3630 TPI: 0-4-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Sistemas Microprocessados; Circuitos Elétricos I Ementa: Principais famílias de microcontroladores. Utilização de linguagem de alto nível (linguagem C) e linguagem de baixo nível (assembly) na computação em tempo real. Aplicações de instrumentação microprocessada. Bibliografia Básica: PREDKO, M.; Handbook of microcontrollers. New York: McGraw-Hill, 1998. BALL, Stuart R.; Embedded Microprocessor Systems: Real Word Design, ButterworthHeinemann, 3rd edition, November 2002. SHAW, A. C.; Real-time systems and software. John Wiley & Sons, 2001. Bibliografia Complementar: SINHA, P.K.; Microprocessors for engineering interfacing for real-time applications; New Yord: Halstead Press, 1987. BERGER, A. S.; Embedded Systems Design: An Introduction to Processes, Tools and Techiques; CPM Books; 1a. ed., 2001. STEWART, James W; MIAO, Kai X.; The 8051 microcontroller: hardware, software, and interfacing. 2 ed. Upper Saddle River, N.J: Prentice Hall, 1999. NICOLOSI, Deny Emilio Campion; Microcontrolador 8051 detalhado. 8 ed. São Paulo: Érica, 2007. SOUSA, Daniel Rodrigues de; Desbravando o microcontrolador PIC 18: recursos avançados. São Paulo: Érica, 2010.

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PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS

Código: BC1501 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há Ementa: Análise e projeto orientados a objetos. Linguagens orientadas a objetos. Programação orientada a objetos.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Básica: BOOCH G.; RUMBAUGH J.; JACOBSON I.; UML – Guia do Usuário. GILLEANES; T. A. Guedes; UML – Uma abordagem clássica. Bibliografia Complementar: ECKEL, Bruce; Thinking in Java. FOWLER, Martin; UML essencial: um breve guia para linguagem-padrão de modelo de objetos.

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ENGENHARIA DE SOFTWARE

Código: BC1508 TPI: 4-2-4 Carga Horária: 72h Recomendação: Algoritmos e Estruturas de Dados I Ementa: Introdução a Engenharia de Software. Modelos de processos de desenvolvimento de software. Gerência de projeto. Engenharia de sistemas e de requisitos de software. Modelos de análise e de projeto. Verificação e validação. Qualidade de software. Métricas de software. Noções de métodos formais para especificação e verificação de requisitos. Manutenção de software. Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento de software. Ferramentas CASE. Bibliografia Básica: GHEZZI, C.; JAZAYERI, M.; MANDRIOLI, D.; Fundamentals of Software Engineering. BERTOT, Y.; CASTÉRAN, P.; HUET, G.; PAULIN-MOHRING, C.; Interactive Theorem Proving and Program Development: Coq'Art: The Calculus of Inductive Constructions. KAMMÜLLER, F.; Interactive Theorem Proving in Software Engineering. VLIET, H.; Software Engineering: Principles and Practice. Bibliografia Complementar: MALDONADO, José Carlos; DELAMARO, Márcio Eduardo; JINO, Mario; Introdução ao Teste de Softwarekniberg, H. Scrum and XP from the Trenches.

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ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS I

Código: BC1424 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Programação Orientada a Objetos Ementa: Breve introdução à linguagem C. Noções básicas de análise de complexidade de tempo de algoritmos. Estruturas lineares: busca e ordenação. Árvores de busca. Árvores balanceadas. Processamento de strings. Bibliografia Básica: CORMEN, T. H et al.; “Algoritmos: Teoria e Prática”. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2ª edição, 2002. KNUTH, D.E.; “The Art of Computer Programming”. vols. 1 e 3, Addison-Wesley, 1973. SZWARCFITER, L. Markezon; “Estruturas de Dados e seus Algoritmos”. Livros Técnicos e 326

Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Científicos, 1994. ZIVIANI, N.; “Projeto de Algoritmos com implementação em Java e C++”. São Paulo: Editora Thomson, 1ª edição, 2007. Bibliografia Complementar: RODRIGUES, P.; PEREIRA, P.; SOUSA, M.; “Programação em C++: Algoritmos e Estruturas de Dados” , FCA Editora de Informática, 2000. SEDGEWICK, R.; “Algorithms in C++” (Parts 1-4), Addison-Wesley, 3ª edição, 1998. TENENBAUM, A. M.; LANGSAM, Y.; AUGENSTEIN, M. J.; “Estruturas de Dados Usando C”. Editora Pearson Makron Books. DROZDEK, Adam; “Estrutura de dados e Algoritmos em C++”. Thomson Learning, 2002.

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ENGENHARIA DE SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO E MISSÃO CRÍTICA

Código: EN3631 TPI: 2-2-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Processamento da Informação Ementa: IEEE SWEBOK. Especificação formal de sistemas. Máquinas de Estado, Recomendações ITU-T: SDL, MSC, TTCN, ASN. Validação de sistemas, Promela, SPIN. Bibliografia Básica: HOLTZMANN, G. J.; The Spin model checker: primer and reference manual. Indianapolis, Addison Wesley, 2003. ABRAN, A.; MOORE, J. W.; BOURQUE, P.; DUPUIS, R.; Guide to the Software Engineering Body of Knowledge 2004 Version. Washington, DC: IEEE Computer Society, 2005. SAMEK, M.; Practical UML Statecharts in C/C++, Second Edition: Event-Driven Programming for Embedded Systems. Newnes, 2008. Bibliografia Complementar: INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Specification and Description Language (SDL) Z.100. Genebra: ITU-T, 2002. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Message Sequence Chart (MSC) Z.120. Genebra: ITU-T, 1999. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Tree and Tabular Combined Notation (TTCN) Z.140. Genebra: ITU-T, 2001. INTERNATIONAL TELECOMMUNICATION UNION; Information technology – Abstract Syntax Notation One (ASN.1): Specification of basic notation. Genebra: ITU-T, 2002.

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8.7 – Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica
8.7.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica Diplomação: Engenheiro de Instrumentação, Automação e Robótica Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8.7.2 – Perfil do Curso A necessidade de eficiência de produção nas instalações industriais, tendo em vista a fabricação de produtos de qualidade com baixo custo, exige soluções que envolvem tecnologia bastante intensiva em instrumentação, automação e robótica. Esta é uma área estratégica para a competitividade do setor industrial brasileiro, e requer a formação de pessoal capaz de acompanhar os avanços científicos e tecnológicos. A oferta do curso de Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica possibilita o atendimento da necessidade do país em desenvolver mão de obra altamente especializada capaz de deter o conhecimento das tecnologias de ponta nas áreas de projeto, dimensionamento, configuração, análise de processos, manutenção dos sistemas de controle e automação e segurança, de modo a gerar a adequada independência para o desenvolvimento de equipamentos e sistemas de produção eficientes. Tal capacitação certamente gerará reflexos em toda a sociedade, por meio do fomento, coordenação e apoio ao complexo industrial brasileiro. As áreas específicas de conhecimento que dão origem ao nome desta modalidade de engenharia abrangem os aspectos básicos necessários a um controle industrial: a obtenção e o tratamento da informação, o processamento desta informação, e a tomada de decisão; e finalmente a atuação através de uma ação corretiva. Nestas três áreas, disciplinas específicas cobrem com uma visão ampla e não superficial os aspectos essenciais à formação de um profissional capaz, consoante ao praticado em cursos congêneres de outras instituições nacionais e internacionais de ensino superior.

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Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.7.3 – Objetivos do Curso Formar Engenheiros de Instrumentação, Automação e Robótica compreendendose como o profissional capaz de aplicar técnicas e ferramentas de engenharia visando a modelagem, medição e otimização do funcionamento de sistemas dinâmicos multivariáveis em tempo real. 8.7.3.1 – Objetivo Geral Formar engenheiros que saibam atuar tanto no setor produtivo industrial quanto nos institutos de pesquisa tecnológica resolvendo problemas de natureza da automação, onde esta solução for a mais eficiente ou do ponto de vista econômico ou da segurança (humana e/ou ambiental). Para isto, o conhecimento foi organizado abarcando modernas teorias de instrumentação, controle e robótica. Estas áreas se relacionam num sistema dinâmico sob as necessidades da automação, ou seja, da compreensão do sistema, a sua modelagem e a obtenção de informações mínimas necessárias e confiáveis em tempo real; do processamento destas informações levando-se em consideração o modelo e os objetivos perseguidos; e finalmente da aplicação da decisão desta análise através de um atuador. 8.7.3.2 – Objetivos Específicos Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC, ao longo do curso de Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica, o aluno poderá cursar disciplinas escolhidas dentro dos três conjuntos de disciplinas oferecidas que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam um ou mais dos perfis listados a seguir: - Controle e Automação Industrial: : Este profissional, além de conhecimentos básicos desta engenharia, terá em seu currículo disciplinas de análise e teoria de controle de sistemas dinâmicos não lineares multivariáveis. - Instrumentação, Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais: Este

profissional, além de conhecimentos básicos desta engenharia, terá em seu currículo disciplinas de sistemas eletrônicos analógicos e digitais, princípios de instrumentação, simulação matemática e computacional, formas de comunicação de dados e introdução à nanotecnologia e suas aplicações. 329

sejam eles das mais variadas naturezas: mecânica. implantação e modernização de sistemas de automação e controle de processos industriais.Robótica: Este profissional. 330 . segundo um critério pré-estabelecido. dimensionando os elementos sensores.  Ser capaz de elaborar modelos matemáticos que representem o comportamento do sistema dinâmico real numa precisão suficiente que não comprometa as soluções a serem desenvolvidas. Participar da especificação.Centro de Engenharia. medição e otimização do funcionamento de sistemas dinâmicos multivariáveis. 8. implantação e manutenção de uma infra-estrutura física industrial automatizada bem como a avaliação de sua viabilidade técno-econômica. química.4 – Perfil do Egresso O Engenheiro de Instrumentação. 8. Automação e Robótica é que ele seja capaz de:   Atuar profissionalmente. integrando equipes multidisciplinares. terá em seu currículo disciplinas relacionadas a sistemas robóticos móveis e estáticos: sua dinâmica controle e sensoreamentos específicos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias .4.7. social e outras. econômica. Automação e Robótica será um profissional com formação multidisciplinar. Acompanhar o desenvolvimento tecnológico de softwares e hardwares para automação industrial e apresentar propostas inovadoras que ofereçam soluções eficientes aos problemas que indústrias e empresas demandem. com forte base conceitual e habilidade para aplicar e integrar técnicas e ferramentas modernas de engenharia visando a modelagem. com respeito à ética e responsabilidade sócio-ambiental.7. biológica. além de conhecimentos básicos desta engenharia.  Definir qual é a estratégia mais adequada para se obter o comportamento dinâmico ótimo do sistema analisado. necessárias ao controle de sistemas.   Desenvolver e integrar novos sensores para obter informações seguras em tempo real. processadores e atuadores presentes na malha de controle. Será responsável pelo projeto. elétrica.1 – Competências e Habilidades: As Competências e Habilidades que se espera do Engenheiro de Instrumentação.

Esta modalidade de engenharia. Automação e Robótica. Disciplinas Obrigatórias Específicas da Modalidade Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica. Os estudantes inicialmente ingressam nos Bacharelados Interdisciplinares da UFABC e somente à medida que avançam neste curso é que passam a cursar as disciplinas da Engenharia de Instrumentação. Disciplinas de Opção Limitada na Modalidade Engenharia de Instrumentação. não segue os moldes das modalidades tradicionais. Automação e Robótica caráter profissionalizante. o curso de Engenharia de Instrumentação. No que se refere às Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação.5 – Organização Curricular Na base dos cursos de Engenharia da UFABC está o Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T). Tabela 34. que constitui um diferencial para a formação dos Engenheiros da UFABC. Automação e Robótica (profissionalizantes): 85 créditos / 1020 Horas aula. tratam-se de um conjunto de disciplinas de 331 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. de caráter interdisciplinar e multidisciplinar. Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento: 26 créditos / 312 Horas aula. exigindo um grande esforço de compreensão do perfil desejado do profissional a ser formado e da cadeia de conhecimentos necessária para esta formação. correspondentes a 3600 horas aula. Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 Horas aula. os estudantes podem se matricular efetivamente na modalidade Engenharia de Instrumentação.7. Automação e Robótica exige o cumprimento 300 créditos. Assim. cuja composição deve obedecer:       Disciplinas Obrigatórias do BC&T: 90 créditos / 1080 Horas aula.Centro de Engenharia. Ao concluírem o BC&T. Automação e Robótica: 23 créditos / 276 Horas aula. Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias): 46 créditos / 552 Horas aula.

Automação e Robótica. Instrumentação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 34: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação. Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais. que permitirá aprimorar sua capacitação de forma a conferir habilidades e competências específicas que caracterizam um ou mais dos perfis: Controle e Automação Industrial. Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos e Fotônica Introdução aos Processos de Fabricação Transformadas em Sinais e BC1509 Sistemas Lineares Processamento Digital de EN2610 Sinais EN2617 EN2605 Sistemas Microprocessados Eletrônica Digital Total Tendo em vista a flexibilidade curricular característica do projeto pedagógico da UFABC.Centro de Engenharia. Automação e Robótica Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 EN2719 EN2703 EN2704 EN2705 EN2706 EN2708 EN2720 EN2710 EN2711 EN2712 EN2721 EN2714 EN2715 EN2716 EN2717 Nome Dispositivos Eletrônicos Circuitos Elétricos I Sistemas de Controle I Circuitos Elétricos II Analise de Sistemas Dinâmicos Lineares Fotônica Eletrônica Analógica Aplicada Sistemas de Controle II Máquinas Elétricas Sensores e Transdutores Automação de Sistemas Industriais Acionamentos Elétricos Fundamentos de Robótica Sistemas CAD/CAM T 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 4 4 2 4 P 2 2 2 2 0 1 2 2 2 1 3 2 1 1 1 0 0 2 2 I 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 5 5 5 5 3 4 5 5 5 4 4 5 4 4 4 4 4 4 6 85 Recomendações Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos e Fotônica Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Circuitos Elétricos I Instrumentação e Controle Circuitos Elétricos e Fotônica Dispositivos Eletrônicos Sistemas de Controle I Circuitos Elétricos I Dispositivos Eletrônicos Sistemas de Controle II Máquinas Elétricas Sistemas de Controle I Fundamentos de Desenho e Projeto Sistemas CAD/CAM Funções de Várias Variáveis Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Eletrônica Digital. Tabela 35. ao longo do curso de Engenharia de Instrumentação. o aluno poderá cursar Disciplinas de Opção Limitada ou Livres escolhidas dentro dos três conjuntos de disciplinas oferecidas. 332 . e Robótica.

Processamento da Informação Circuitos Elétricos e Fotônica Instalações Elétricas I Processamento Digital de Sinais Sistemas Microprocessados. Álgebra Linear. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 35: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica Áreas Item 01 02 03 04 Código EN3708 EN3709 EN3710 EN3711 EN3727 EN3721 EN3722 EN3707 EN3726 EN3618 EN2531 EN3706 EN3707 EN3712 EN3713 EN3714 EN3715 EN3728 EN3717 EN3722 EN3723 EN3724 EN2403 EN2405 EN2531 EN2622 EN2614 EN3406 EN3621 EN3630 EN3702 EN3704 EN3705 EN3706 EN3707 EN3708 EN3709 EN3710 EN3727 EN3725 Nome Sistemas de Controle III Controle Robusto Multivariável Controle Não-Linear Controle Discreto Processadores Digitais em Controle e Automação Teoria de Controle Ótimo Confiabilidade de Componentes e Sistemas Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Redes de Barramento de Campo Informática Industrial Pesquisa Operacional Servo-Sistema para Robôs e Acionamento para Sistemas Mecatrônicos Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Eletrônica de Potência I Eletrônica de Potência II Instrumentação e Metrologia Óptica Projeto de Microdispositivos para Instrumentação Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos Optoeletrônica Confiabilidade de Componentes e Sistemas Lógica Programável Engenharia Óptica e Imagens Instalações Elétricas I Fundamentos de Máquinas Elétricas Pesquisa Operacional Programação de Software Embarcado Comunicações Ópticas Instalações Elétricas II Projeto de Filtros Digitais Aplicações de Microcontroladores Visão Computacional Robôs Moveis Autônomos Controle Avançado de Robôs Servo-Sistema para Robôs e Acionamento para Sistemas Mecatrônicos Circuitos Hidráulicos e Pneumáticos Sistemas de Controle III Controle Robusto Multivariável Controle Não-Linear Processadores Digitais em Controle e Automação Inteligência Artificial em Robótica T P I 3 3 3 3 3 3 3 3 2 0 4 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 2 2 4 3 3 2 2 0 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 1 1 1 1 0 0 1 1 4 2 1 1 2 2 1 1 3 1 0 1 1 2 2 2 1 1 2 2 4 1 1 0 1 1 2 1 1 1 1 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 9 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 9 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 5 4 4 4 4 3 3 4 3 4 6 4 4 5 5 4 4 4 4 3 4 4 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 5 4 4 4 4 Recomendação Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Processamento Digital de Sinais Instrumentação e Controle Introdução à Probabilidade e à Estatística Mecânica dos Fluidos I Eletrônica Digital Eletrônica Digital Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Máquinas Elétricas Mecânica dos Fluidos I Circuitos Elétricos I Eletrônica de Potência I Circuitos Elétricos e Fotônica Sensores e transdutores Automação de Sistemas Industriais Circuitos Elétricos e Fotônica Introdução à Probabilidade e à Estatística Eletrônica Digital Circuitos Elétricos e Fotônica Circuitos Elétricos I Circuitos Elétricos I Estatística aplicada a Sistemas de Gestão Geometria Analítica.Centro de Engenharia. Dispositivos e Integração de Sistemas Industriais 18 07 19 20 21 22 11 23 24 25 26 27 28 29 30 12 Robótica 08 01 02 03 05 31 333 . Eletrônica Analógica Aplicada Fundamentos de Robótica Fundamentos de Robótica Fundamentos de Robótica Máquinas Elétricas Mecânica dos Fluidos I Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Sistemas de Controle II Processamento Digital de Sinais Fundamentos de Robótica Controle e Automação Industrial 05 06 07 08 09 10 11 12 08 13 14 15 16 17 Instrumentação.

é apresentado o quadro de disciplinas de forma interdependente para o auxílio da programação do curso pelo aluno conforme sua escolha. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. como também um possível exemplo de matriz de disciplinas.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação A seguir.7.Centro de Engenharia. Tabela 36. 334 .

Conversão e Uso BC1105 Materiais e suas Propriedades BC1507 Instrumentação e Controle BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia EN2706 Análise de Sistemas Dinâmicos Lineares EN2704 Sistemas de Controle I EN2710 Sistemas de Controle II EN2708 Fotônica BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1710 Introdução às Engenharias BC1509 Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares EN2705 Circuitos Elétricos II EN2610 Processamento Digital de Sinais EN2711 Máquinas Elétricas EN2721 Automação de Sistemas Industriais BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1425 Álgebra Linear Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2703 Circuitos Elétricos I EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II EN2716 Sistemas CAD/CAM EN2717 Introdução aos Processos de Fabricação EN1703 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1702 Estágio Curricular II em Engenharia de Instrumentação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 36: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Instrumentação.Centro de Engenharia. Automação e Robótica Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 335 . Automação e Robótica Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre BC1419 Cálculo Numérico BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2719 Dispositivos Eletrônicos EN2720 Eletrônica Analógica Aplicada EN2712 Sensores e Transdutores EN2714 Acionamentos Elétricos 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1701 Estágio Curricular I em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1705 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Instrumentação. Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto BC1713 Engenharia Econômica EN2605 Eletrônica Digital EN2617 Sistemas Microprocessados EN2715 Fundamentos de Robótica BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens. Automação e Robótica 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência. Automação e Robótica EN1704 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Instrumentação.

7. limitação de nível.8. deslocamento de nível. Automação e Robótica 01 DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Código: EN2719 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Diodos semicondutores: Fundamentos. Automação e Robótica (Resolução ConsEPE 103) EN1703 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Instrumentação. aplicações em retificação. etc. Automação e Robótica (Resolução ConsEPE 103) EN1702 – Estágio Curricular II em Engenharia de Instrumentação. Automação e Robótica EN1704 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Instrumentação.7. lógica binária.7.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Instrumentação.8 – Ementas 8. relação estática tensão-corrente.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 37: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2701 – Fundamentos de Eletrônica EN2709 – Eletrônica Aplicada EN2512 – Sistemas de Fabricação EN2713 – Automação de Sistemas Industriais EN3720 – Projeto de Sistemas Digitais com VHDL e Implementação em FPGAs EN2618 – Projeto de Filtros Digitais EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III EN2523 – Pesquisa Operacional EN3718 – Processadores Digitais em Controle e Automação EN3716 – Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos Disciplina do Catálogo 2013 EN2719 – Dispositivos Eletrônicos EN2720 – Eletrônica Analógica Aplicada EN2717 – Introdução aos Processos de Fabricação EN2721 – Automação de Sistemas Industriais EN3723 – Lógica Programável EN3621 – Projeto de Filtros Digitais EN1701 – Estágio Curricular I em Engenharia de Instrumentação.Centro de Engenharia. Transistores: Princípios em que se baseiam o transistor bipolar de junção e o transistor MOS. Automação e Robótica EN2531 – Pesquisa Operacional EN3727 – Processadores Digitais em Controle e Automação EN3728 – Supervisão e Monitoramento de Processos Energéticos EN2607 – Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares BC1509 – Trasformadas em Sinais e Sistemas Lineares 8. aplicações em amplificação de tensão e de 336 . Automação e Robótica EN1705 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Instrumentação. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. influência térmica. características dinâmicas.

D. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. Bibliografia Básica: ORSINI. São Paulo. J.. Maria Aparecida Mendes. L. aplicações e laboratório. Rio de Janeiro. 2 (2ª Ed. HILL.. Ed. J. 2007. K. 2007. “Curso de Circuitos Elétricos”. Ed. Pearson. 03 Código: EN2704 SISTEMAS DE CONTROLE I 337 . Mc Graw Hill. N.. 6 ed. São Paulo: Érica. 8a Ed. 2a. Bookman.Editora LTC. 2a Ed... BATES. "Eletrônica".. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". D.W. . 2008. HAYT Jr . IRWIN. 9ª Ed.. O.. J. fundamentos e Aplicações. P. Circuitos Elétricos II. Bibliografia Complementar: NAHVI. 2008. MARINO. PERTENCE JÚNIOR. Mike. IRWIN. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. Ed.. Bipólos Elementares. Porto Alegre: Bookman. NILSSON. 2005. RIEDEL. Ed. Circuitos Eletrônicos. NILSSON. J. J. SADIKU. M.. Makron Books.. deslocamento de nível. CAPUANO. M. R. L. 1 ( 2a Ed. D. vol. C. Redes de Primeira Ordem. 02 CIRCUITOS ELÉTRICOS I Código: EN2703 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos e Fotônica Ementa: Conceitos Básicos. DURBIN.Centro de Engenharia. J.... comparação de tensão e de corrente. S. Métodos de Análise de Circuitos. LTC. W. Vol..M. Prentice-Hall... A.Q. 2010. ALEXANDER. Schaum. RIEDEL. Regime Permanente Senoidal. 5a Ed. S. Redes de Segunda Ordem. J. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos".. NASHELSKY. Laboratório de eletricidade e eletrônica. KEMMERLY.. Análise de Circuitos para Engenharia. 1 e 2. K. 22 ed. Potência e Energia em Regime Permanente Senoidal. MALVINO. 1996. “The art of electronics”..W. SEDRA. P. 8th Ed.. Elsevier Editora Ltda. ressaltando pares diferenciais e espelhos de corrente... S. Cambridge. Francisco Gabriel. S. Aplicações destes dispositivos no processamento de sinais baseadas em simetria e semelhança de dispositivos. 2006. 2006. C.H.. 2008. HORENSTEIN. Análise de Circuitos em Engenharia. Associação de Bipólos e Leis de Kirchoff. – 2004). M. 2007. “Circuitos Elétricos”. – 2002 ) e Vol. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”. Prentice-Hall. W.. N. EDMINISTER... SMITH. Prentice-Hall.A. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias corrente. 2004. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. 3ª edição. "Microeletrônica". Circuitos Elétricos. Blücher. Antonio. L. McGraw-Hill. 1989. A. Mc Graw Hill. TOOLEY. Edição. Ed. 7a Ed.. projetos. CONSONNI..E. D. A. 2003.

R. ”Sistemas de Controle Automatico”.W.. L. BISHOP. SALGADO. IRWIN. lugar das raízes para sistemas com retardo de transporte. Análise de Redes RLC. J.. Pearson. 04 CIRCUITOS ELÉTRICOS II Código: EN2705 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Circuitos Elétricos I Ementa: Redes Polifásicas. Bibliografia Básica: OGATA. Oxford University Press... Makron Books.. Edição. F. Análise de Circuitos em Engenharia.W. – 2002 ) e Vol. “Curso de Circuitos Elétricos”. HAYT Jr ... Schaum. J. EMAMI-NAEINI. D.E. R. K. 2010. RIEDEL. A. Ed. Análise de Circuitos para Engenharia. D. compensação por atraso de fase.A. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Transformadas em Sinais e Sistemas Lineares Ementa: Análise de resposta transitória e de regime estacionário: sistemas de primeira e de segunda ordens.. 3ª edição.. G. 9ª Ed. Rio de Janeiro. 2005. 2007. IRWIN. J.. 338 . 2008. Pearson. 2 (2ª Ed. 2a.. Blücher. J. M. O.. 1985. regras gerais para a construção do lugar das raízes. NISE. 2005. NILSSON. FRANKLIN. POWELL. 2008. Bibliografia Complementar: NAHVI. EDMINISTER. Propriedades e Teoremas de Redes Lineares. "Feedback control of dynamic systems"..H. 2003. DORF. RIEDEL. análise no lugar das raízes: gráfico do lugar das raízes. "Engenharia de controle moderno". Mc Graw Hill.. “Control System Design”. Linear Systems. KAILATH.. LTC. H. "Modern control systems". Prentice Hall do Brasil. "Linear system theory and design". D. M. Bibliografia Complementar: CHEN. W. KUO. ALEXANDER C. KEMMERLY. São Paulo. “Fundamentos de Circuitos Elétricos”.. 1980.. SADIKU.. LTC. – 2004).. N. D. Pearson/Prentice Hall.. S. .. 11th Ed. Aplicações da Transformada de Fourier. Prentice Hall. C. DURBIN. 5th Ed. 2012. Ed. 1 ( 2a Ed..Editora LTC. NORMAN S.Q. M. J. Bookman. G. GRAEBE.. 1998... CONSONNI. Bibliografia Básica: ORSINI.. Análise Básica de Circuitos para Engenharia. 3rd Ed. Mc Graw Hill. Ed. Ed. 8th Ed. compensação por avanço e atraso de fase. 2008. B. S. 6 Ed. K. S. T.. Circuitos Elétricos II. Indutâncias Mútuas e Transformadores. C. Ed. critério de estabilidade de Routh. Circuitos Elétricos. T.... NILSSON. “Circuitos Elétricos”.. A. projeto de sistemas de controle pelo método do lugar das raízes: compensação por avanço de fase. C. E. Vol. J.. Aplicações da Transformada de Laplace.M.Centro de Engenharia. GOODWIN. efeitos das ações de controle integral e derivativo. Prentice Hall. Prentice Hall. J. "Engenharia de Sistemas de Controle". 4a Ed.. erros estacionários em sistemas de controle com realimentação unitária. 2003.. S.

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ISBN 052157493-5. fundamentos e Aplicações.. 409 p.Centro de Engenharia.. NASHELSKY. P. 2a Ed. 2 ed. 425 p. HILL. A. “The art of electronics”. MILLER. YANG. A. HORENSTEIN.. Prentice-Hall. fiber optics.. "Microeletrônica".. McGraw-Hill. 2006. 1 e 2. 2002. 6 ed. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 08 SISTEMAS DE CONTROLE II Código: EN2710 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Sistemas de Controle I Ementa: Análise de resposta em freqüência: diagramas de Bode. 2003. F. Cambridge. Engineering Optics With Matlab. 8a Ed. John Lester.. Óptica e fotonica. simulação e caracterização de diversos circuitos.. 22 ed. "Eletrônica". características estáticas e dinâmicas de um amplificador operacional canônico.. Prentice-Hall. aplicações do amplificador operacional no condicionamento e processamento analógico de sinais.. aplicações e laboratório. K. W. R. Circuitos Eletrônicos. Introduction to optical engineering. N... YU.. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria. PERTENCE JÚNIOR. projetos. World Sci. Ed. L.. Mike. and lasers. BATES. 7a Ed. diagramas polares. New York: University Press Cambridge. 2007. SEDRA. Xiangyang. S. 418 p. Bibliografia Complementar: HOROWITZ. MALVINO. Photonics rules of thumb: optics. ISBN 9789727572885. T. T. Montagem. Francisco Gabriel. J. D.. "Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos". Eugene. M. POON.S. SMITH. ISBN 9723109670. 2003. C. electro-optics. xiii. Prentice-Hall. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Washington: McGraw-Hill press. M. FERREIRA. Bibliografia Básica: BOYLESTAD. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: HECHT. 5a Ed. T. FRIEDMAN. 2 ed. 07 ELETRÔNICA ANALÓGICA APLICADA Código: EN2720 TPI: 3-2-4 Carga Horária: 60h Recomendação: Dispositivos Eletrônicos Ementa: Diagrama de Black e características dos sistemas realimentados. 1997. 2003. KIM. Óptica. Maria Aparecida Mendes. (Professional engineering). 2006.. 2007. Lisboa: Lidel. Antonio. CAPUANO. P. Porto Alegre: Bookman. L. 2004. 1989. ISBN 0071385193. 790 p.. 2006. vol. TOOLEY. São Paulo: Érica. 340 . MARINO.. os diversos estágios que perfazem um amplificador operacional de tensão de dois estágios. Elsevier Editora Ltda. "Microeletrônica: circuitos e dispositivos".. 1996.

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. Springer. London.. 2007. MIAO. James W. Edgard Blucher. S. 1a. 2004. N. reconhecimentos de modelos 2D e 3D. 29 ROBÔS MÓVEIS AUTÔNOMOS Código: EN3704 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fundamentos de Robótica Ementa: Arquiteturas de controle e paradigmas da inteligência artificial. K. JONES. EVERETT. Daniel Rodrigues de. McGraw-Hill. Bibliografia Complementar: ROMANO. Microprocessors for engineering interfacing for real-time applications.. A. AK PETERS. extração de atributos. GONZALES. Princípios de mecatrônica.. 2005. LEE. São Paulo: Érica.. Olivier D. São Paulo: Érica. CPM Books. 2002. Joseph L. Desbravando o microcontrolador PIC 18: recursos avançados. Navigating Mobile Robots: Systems and Tecniques. A. Massachusetts. Robotics: Control. representação do conhecimento.J: Prentice Hall. 1999. 8 ed. software. H. Illah.. L. 1998. sensores e sistemas de navegação. ed. Kai X. Embedded Systems Design: An Introduction to Processes. SHAPIRO. Nikos. arquiteturas de hardware para sistemas embarcados. Sensing. 1993. and interfacing.K. England. Microcontrolador 8051 detalhado. Handbook of Mathematical Models in Computer Vision. Mobile Robots . Addison-Wesley. R.Inspiration to Implementation. 28 VISÃO COMPUTACIONAL Código: EN3702 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fundamentos de Robótica Ementa: Formação da imagem. HARALICK. New Yord: Halstead Press. Boston. Victor Fereira.. Yunmei. 2006. 1987. SOUSA.Centro de Engenharia. Computer and Robot Vision. R. ROSÁRIO. CHEN.Peters Ltd. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Bibliografia Complementar: SINHA. Vision and Intelligence. C. Bibliografia Básica: BORENSTEIN. P. G. atuadores para 365 . The 8051 microcontroller: hardware. Introduction to autonomous mobile robots / The MIT Press Cambridge. 1996. Liqang. NOURBAKHSH. NICOLOSI. 1987. C. Upper Saddle River.. São Paulo: Prentice Hall... visão estereoscópica. PARAGIOS. SIEGWART. Robótica Industrial. Roland. R.K. FU. FAUGERAS.. 2001. 2010.. Tools and Techiques. correspondência. S. M. Deny Emilio Campion. BERGER.. J. FENG. João Maurício. representação de estruturas geométricas. S. STEWART. 2 ed.

Joseph L. NOURBAKHSH. Liqang. ASADA. BONASSO. 1998. Illah. Anibal. controle de posição e trajetória de robôs manipuladores: controladores PID. MARQUES. Ieee Computer Society Press. 1998. São Paulo. controle híbrido: força e trajetória. Vision and Intelligence. MOURELLE. Roland. CUESTA. COELHO. ELFES. R. McGraw-Hill.. JohnWile & son.Inspiration to Implementation. S. R. Springer. England.. FU. MURPHY. Fundamentos de Desenho e Projeto. Roland. Ed. SIEGWART. J. R. GRAY. R. Autonomous Mobile Robots: Control. Ning.. Science Publisher. 2005. NOURBAKHSH. S. London. SIEGWART. London. C. Edgard Blucher. planning. Haruhiko. David... GASPAR. Federico. Cambridge. OLLERO. Victor Fereira.. Luiza de Macedo. Mobile Robots: The evolutionary Approach. MIT Press. JONES.M.. GONZALES. Massachussets. 2005. Springer. 2010.Centro de Engenharia. S. Illah. técnica de controle adaptativo. TARN. Nadia.. L. Alberto. 1999. LIMA. series. GHOSH. John Wiley & Sons. 2002. Bibliografia Complementar: BORENSTEIN. D. Robot Analysis and Control. Navigating Mobile Robots: Systems and Tecniques. Jean-Jacques E. 366 . John X. San Diego. and architecture. Plêiade.. FENG. Robotics: Control. Robot Analysis: The Mechanics of Serial and Parallel Manipulators. Intellingent Mobile Robot Navigation. 2004. London. 1996. Artificial Intelligence and Mobile Robots: Case Studies of Successful Robot Systems. SLOTINE. 2007. England. R. Mobile Robots . C.. Robin. Introduction to autonomous mobile robots / The MIT Press Cambridge. T.A. Lung-Wen Tsai.. A. H. 1986. teoria de estabilidade e sistemas não-lineares para controle (revisão). Massachusetts. Introduction to autonomous mobile robots / The MIT Press Cambridge. Bijoy K. Mobile robots. LIU. AK PETERS.. IEE control eng.. O. Leandro dos Santos.. Sitharama.. Bibliografia Complementar: ROMANO. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias sistemas embarcados. 1996. 2004. Petter. “sliding modes control”. LEE. 1987. Massachusetts. EVERETT. Robótica Industrial. controle de força e torque aplicados a robôs manipuladores: controle de impedância. 2a edição. J. new research.K. C. Nova. K. Advanced robotics & intelligent machines. Sensing. 30 CONTROLE AVANÇADO DE ROBÔS Código: EN3705 TPI: 3-0-4 Carga Horária: 36h Recomendação: Fundamentos de Robótica Ementa: Cinemática e dinâmica de robôs manipuladores (revisão). XI. 1991. NEDJAH. Control in Robotics and Automation. J. IYENGAR. Bibliografia Básica: KORTENKAMP.Peters Ltd. Bibliografia Básica: RIASCOS. técnica de “sliding modes control”.

IE Wiley. VIDYASAGAR. regras de deffuzyficação.. LUGER. J. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Academic Press... M. 2nd. regras de inferência. SICILIANO. J.. J. M.. back-propagation e a rede MLP. SPONG. automação e robótica. Bibliografia Básica: RUSSEL. Robot Analysis and Control. HUTCHINSON. Modellin and control of robot manipulators. regras de fuzzyficação. P.. Addison Wesley Longman. lógica fuzzy. aplicação de sistemas evolutivos em problema de Instrumentação. ASADA. aplicação da lógica fuzzy para o controle de sistemas simples. regra de Hebb. 1998. Perceptron de Rosemblatt. J. SLOTINE. regra Werbos/Rumelhart. funções de pertinência. NORVIG. aplicação de redes neurais para funções de muitas variáveis. John Wiley. L.. modelos comportamentais. Robot Modeling and Control. S. SCIAVICCO. 2004. modelagem baseada em equações de estados vs.. 31 INTELIGENCIA ARTIFICIAL EM ROBÓTICA Código: EN3725 TPI: 3-1-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Fundamentos de Robótica Ementa: Apresentação inicial das redes neurais.. neurônio de McCulloch e Pitts.. Artificial Intelligence: A Modern Approach. Prentice Hall. 1999. 367 . 3ª edição. Bibliografia Complementar: CRAIG. algoritmos genéticos. 2005. H. 2003. G. London. “Artificial Intelligence: Structures And Strategies For Complex Problem Solving”. Springer. particulas de enxame. Addison Wesley.. B. ed. métodos probabilisticos e sistemas evolutivos.Centro de Engenharia.. 2000. 1986. W. S. Introduction to Robotics.

menos poluentes e recicláveis. Devido à sua sólida formação científica. sendo melhorando a qualidade do material ou diminuindo custos. E como uma justificativa final. 368 . Aços e Ligas Especiais ferrosas e não ferrosas. podemos citar: Cerâmicas Eletrônicas. Plásticos de Engenharia. Cerâmicas Refratarias. novos usos industriais para materiais existentes e também implementa materiais e processos de fabricação eficazes. também pode realizar atividades de consultoria.1 – Informações sobre o curso Curso: Engenharia de Materiais Diplomação: Engenheiro de Materiais Carga horária total do curso: 3600 horas Estágio obrigatório: mínimo de 168 horas Turno de oferta: Matutino e Noturno Campus de oferta: Santo André 8. estudos de viabilidade econômica e fiscalização. Além de trabalhar no gerenciamento dentro de uma fábrica em áreas como controle de qualidade. além de emitir laudos e pareceres. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. a Engenharia de Materiais exerce um papel extremamente importante na realização deste objetivo. processo de fabricação. Materiais de Construção. supervisão e fiscalização de produção.8 – Engenharia de Materiais 8. Supercondutores. Fibras Ópticas. Borrachas. caracterização.8.8. Com a necessidade de se aumentar a competitividade das nossas empresas e consequentemente de seus produtos. desenvolve e projeta novos materiais. Materiais Recicláveis. Ligas Refratárias. Semicondutores.Centro de Engenharia. Dentre as classes de materiais que esta modalidade de engenharia lida. Compósitos. Materiais Nucleares. Metais Estruturais. o polo industrial do Grande ABC necessita de profissionais com o perfil do engenheiro de Materiais. dada a carência desse profissional nesta região. inspeção e controle da qualidade. Biomateriais. Vidros. econômicos. seleção e avaliação de desempenho dos materiais e atua na pesquisa.2 – Perfil do Curso O Engenheiro de Materiais é um profissional altamente qualificado e de formação generalista que trabalha com diversas técnicas de processamento. produção.

encontrando soluções criativas para sua utilização. otimizando estas propriedades para uma determinada aplicação. 8. Esta formação ampla permite ao profissional egresso não somente a atuação específica definida pela área escolhida. mas também uma atuação em ambientes multi e interdisciplinares.Centro de Engenharia.8. 8. elétricas.8. desenvolver. ópticas e térmicas). correlacionar as propriedades dos materiais com a estrutura e os métodos de processamento e selecionar para as variadas aplicações. Conhecer a função de um material em um dispositivo. ou novas aplicações para os materiais existentes. Correlacionar as propriedades do material com sua estrutura e processamento.4 – Perfil do Egresso O Perfil Profissional do Engenheiro de Materiais deve ser o de um engenheiro com uma visão sistêmica e ser capaz de produzir. atendendo-se a 369 . O curso de Engenharia de Materiais da UFABC permite ao aluno uma formação ampla nas três áreas clássicas da engenharia de materiais: materiais poliméricos. temos que o egresso deve:     Saber caracterizar a avaliar o desempenho dos materiais quanto as suas principais propriedades (mecânicas. Além disso.8. magnéticas. uma demanda que aumenta a cada dia no ambiente de trabalho deste profissional da engenharia. Este engenheiro deve ter uma formação multi e interdisciplinar que proporcione a comunicação com diversas áreas do conhecimento.3 – Objetivos do Curso 8.3.2 – Objetivos Específicos Como objetivos específicos do curso de Engenharia de Materiais da UFABC. Ser capaz de desenvolver e projetar novos materiais.1 – Objetivo Geral Como objetivo geral do curso de Engenharia de Materiais da UFABC. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8.3. caracterizar e selecionar materiais visando a aplicação pela sociedade.8. o egresso deve adquirir formação e conhecimento sobre as diversas classes de materiais e ser capaz de caracterizar. materiais cerâmicos e materiais metálicos.

desde síntese. bem com a avaliação do impacto econômico e ambiental destes materiais. tanto na indústria como em centros de pesquisa e em universidades. Aeronáutica. Engenharia Biomédica. processamento e aplicação de materiais poliméricos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias necessidade de suprir determinados nichos mercadológicos e científicos. Adicionalmente.Centro de Engenharia. são oferecidas conjuntos de disciplinas agrupadas em função da possibilidade de área de atuação:  Polímeros: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais poliméricos permite ao aluno obter conhecimento para atuar em um campo abrangente envolvendo ciência e engenharia de polímeros. Eletro-Eletrônica. cerâmicos e metais em aplicações diferentes das classes tradicionais. incluindo áreas relacionadas com materiais no campo de Engenharia Nuclear. tanto nas etapas de produção como de utilização e possuir consciência dos contextos sociais e globais e das responsabilidades (éticas) da profissão. A atuação profissional do engenheiro de materiais é ampla. caracterização.  Cerâmica: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais cerâmicos possibilita ao aluno adquirir conhecimento e subsídios para ser capaz de fazer a ponte entre as recentes descobertas científicas da área com as necessidades atuais da indústria cerâmica tradicional. o curso de Engenharia de Materiais permite uma especialização do aluno em uma área de interesse. criou-se a área de materiais avançados. estrutural ou de revestimento. são competências deste profissional. Complementando os objetivos do curso de Engenharia de Materiais. os egressos devem ainda possuir consciência dos impactos sociais e ambientais: ciclo de vida dos materiais. entre outras. Petroquímica. seja a de refratários. Mecânica. Indústrias de Transformação. como a das indústrias de alta tecnologia que 370 . O estudo de aspectos científicos e tecnológicos. Este profissional atua no desenvolvimento de polímeros para diferentes segmentos industriais e de pesquisa. a qual requer do engenheiro de materiais um conhecimento técnico e cientifico de materiais poliméricos. podendo atuar na pesquisa e no desenvolvimento de novos materiais e processos. balanço energético dos materiais. Para isso.

sensores e geração/conversão de energia. um conjunto de disciplinas profissionalizantes deve ser cursado pelo aluno de forma que atenda as necessidades atuais de um curso de engenheiro de materiais de acordo com o CNE/CES e CONFEA. dentre outras. 8.8. semicondutores. Deverá atuar em áreas de fronteira do conhecimento na área de ciência e engenharia de materiais como Biomateriais.5 – Organização Curricular Para a formação básica de um Engenheiro de Materiais. tais como desenvolvimento de metais e ligas para a indústria aeroespacial. por exemplo. Desta forma. o que o diferencia dos tradicionais engenheiros mecânicos e metalúrgicos. de energia. a formação do engenheiro da UFABC exige um número mínimo de 300 (trezentos) créditos. áreas mais tradicionais da indústria como. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias englobam as aplicações em eletro-eletrônica.Centro de Engenharia. Energia e Ambiente e Materiais Para a Tecnologia da Informação. a automotiva tem aumentado acentuadamente a demanda por engenheiros de materiais em seus quadros funcionais devido à capacidade deste profissional de criar e programar soluções inovadoras.Disciplinas Obrigatórias do BC&T. Este profissional deve atuar de forma a atender a crescente demanda por materiais com propriedades específicas e que atenda às necessidades de outras áreas da engenharia. por exemplo.  Materiais Avançados: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais avançados permite ao aluno adquirir conhecimento para atuar em áreas complexas e de caráter inter e multidisciplinares. incluindo as disciplinas relacionadas ao Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T): . distribuídos na forma descrita neste documento. Além disso. apresentadas na Tabela 2: 90 créditos / 1080 horas aula.  Metais: O conjunto de Disciplinas de Opção Limitada da classe de materiais metálicos permite ao aluno integrar conhecimentos abrangentes e sólidos sobre as diversas classes de materiais com os conhecimentos específicos da área de metalurgia. Esta característica diferenciada visa credenciar o engenheiro de materiais a trabalhar em áreas de fronteira do conhecimento metalúrgico. 371 . Nanociência e Nanotecnologia. materiais funcionais.

Materiais Metálicos Propriedades Mecânicas e Térmicas. .Disciplinas de Opção Limitada do BC&T (Obrigatórias das Engenharias). apresentadas na Tabela 3: 46 créditos / 552 horas aula.Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais. Assim.Disciplinas de Síntese e Integração do Conhecimento. Métodos Experimentais em Engenharia Cálculo Numérico. Propriedades Elétricas Magnéticas e Ópticas Tópicos Experimentais em Materiais I 0 Tópicos Computacionais em Materiais 2 Ciência dos Materiais Materiais Metálicos Materiais Poliméricos Materiais Cerâmicos Materiais Compósitos Termodinâmica Estatística de Materiais Propriedades Mecânicas e Térmicas Propriedades Elétricas. apresentadas na Tabela 5: 26 créditos / 312 horas aula. Magnéticas e Ópticas Reologia I Seleção de Materiais Caracterização de Materiais 4 3 3 3 3 4 3 3 2 4 2 Total 64 372 .Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais. Materiais e suas Propriedades Materiais e suas Propriedades Ciência dos Materiais Ciência dos Materiais Ciência dos Materiais Materiais e suas Propriedades Fenômenos Térmicos.Disciplinas Livres: 30 créditos / 360 horas aula. Termodinâmica Aplicada I Fenômenos Térmicos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias . impostas aos alunos pelo CNE e pelo modelo pedagógico da UFABC. A estrutura curricular da Engenharia de Materiais na UFABC foi preparada levando em consideração a necessidade de se atender diversas obrigações.Centro de Engenharia. um conjunto de disciplinas especificas deve ser cursado pelo aluno de forma que atenda as necessidades propostas pelo CNE/CES e CONFEA. Materiais e suas Propriedades Materiais e suas Propriedades. . apresentadas na Tabela 39: 44 créditos / 528 horas aula. Materiais Cerâmicos. . apresentadas na Tabela 38: 64 créditos / 768 horas aula. Mecânica dos Sólidos I Materiais Poliméricos. em termos de formação acadêmica e carga horária. Ciência dos Materiais Ciência dos Materiais Mecânica de Fluidos I. . Tabela 38: Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais Item Código 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 BC1302 NH3601 EN2802 EN2821 EN2809 EN2810 EN2811 EN2812 EN2813 EN2814 EN2815 EN2816 EN2817 EN2822 EN2819 EN2820 Nome da disciplina Química dos Elementos Funções e Reações Orgânicas Estado Sólido T P I Créditos 4 4 4 2 0 0 4 2 0 1 1 1 1 0 1 1 0 0 2 6 6 4 4 5 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 Recomendação Transformações Químicas Não há Física Quântica.

Materiais Cerâmicos e Materiais Avançados. Materiais Metálicos. As Disciplinas de Opção Limitada complementam os conteúdos específicos e constituem conjuntos de áreas da Engenharia de Materiais. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Dos 76 créditos restantes. a saber: Caráter Geral. 373 .Centro de Engenharia. 44 créditos deverão ser cumpridos em Disciplinas de Opção Limitada. Materiais Poliméricos. apresentadas na Tabela 39. correspondentes a 912 horas.

Reologia I Nanociência e Nanotecnologia Nanociência e Nanotecnologia.Centro de Engenharia. Reologia I Síntese de Polímeros. Materiais Poliméricos Funções e Reações Orgânicas Tópicos Computacionais em Materiais. Magnéticas e Ópticas Ciência dos Materiais. Tópicos Computacionais em Materiais Funções e Reações Orgânicas. Ciência dos Materiais Física Quântica. Transformações Bioquímicas Tópicos Experimentais em Materiais I Materiais Poliméricos. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 39: Disciplinas de Opção Limitada da Engenharia de Materiais Área Item Código 01 02 03 04 05 EN3801 EN3802 EN3803 EN3804 EN3805 EN3806 EN3807 EN3808 EN3809 EN3810 EN3811 EN3831 EN3812 EN3813 EN3814 EN3815 EN3816 EN3832 EN3817 EN3818 EN3819 EN3820 EN3821 EN3822 EN3823 EN3824 EN3825 EN3826 EN3827 EN3828 EN3829 EN3830 Disciplina Seminários em Materiais Avançados Nanociência e Nanotecnologia Química Orgânica de Materiais e Biomateriais Química Inorgânica de Materiais Reciclagem e Ambiente Design de Dispositivos Elementos Finitos Aplicados em Materiais Dinâmica Molecular e Monte Carlo Diagramas de Fase Métodos Computacionais para o Estudo de Biomoléculas Princípios Moleculares em Biomateriais Tópicos Experimentais em Materiais II Tecnologia de Elastômeros Engenharia de Polímeros Blendas Poliméricas e Aditivação de Polímeros Síntese de Polímeros Simulação e Processamento de Polímeros Reologia II Engenharia de Cerâmicas Processamento de Cerâmicas Matérias Primas Cerâmicas Cerâmicas Especiais e Refratárias Metalurgia Física Engenharia de Metais Siderurgia e Engenharia dos Aços T P I 2 2 4 4 4 3 3 3 4 3 4 0 4 4 4 3 3 2 3 3 4 4 4 3 4 0 0 2 2 0 1 1 1 0 1 0 4 0 0 0 1 1 0 1 1 0 0 0 1 0 1 0 0 1 0 0 1 2 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Créditos 2 2 6 6 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Recomendação Materiais e suas Propriedades. Magnéticas e Ópticas. Funções e Reações Orgânicas Materiais Poliméricos. Ciência dos Materiais Funções e Reações Orgânicas Materiais e suas Propriedades. Propriedades Mecânicas e Térmicas Propriedades Elétricas. Reologia I Reologia I Materiais Cerâmicos Materiais Cerâmicos Materiais Cerâmicos Materiais Cerâmicos Materiais Metálicos Materiais Metálicos Materiais Metálicos Materiais Metálicos Propriedades Elétricas. Magnéticas e Ópticas Tópicos Computacionais em Materiais Tópicos Computacionais em Materiais Termodinâmica Estatística de Materiais. Química dos Elementos Materiais e suas Propriedades Propriedades Elétricas. Materiais Compósitos Ciência dos Materiais Caráter Geral 06 07 08 09 10 11 12 13 14 Materiais Poliméricos 15 16 17 18 19 Materiais Cerâmicos 20 21 22 23 Materiais Metálicos 24 25 26 27 28 Processamento e Conformação de Metais 3 Materiais para Energia e Ambiente Materiais para Tecnologia da Informação Engenharia de Filmes Finos Materiais Nanoestruturados Nanocompósitos Biomateriais 4 4 3 4 4 3 Materiais Avançados 29 30 31 32 374 . Ciência dos Materiais Funções e Reações Orgânicas. Propriedades Mecânicas e Térmicas. Materiais Poliméricos.

ou que atendam a quaisquer outros interesses do aluno. para que possam complementar os conteúdos específicos eventualmente necessários para sua formação profissional. personalizando e diversificando a sua formação acadêmica. restam 30 créditos para as Disciplinas de Livre Escolha dos estudantes.6 – Apresentação Gráfica de um Perfil de Formação Na Tabela 40.8. temos a representação gráfica de um perfil de formação para a Engenharia de Materiais.Centro de Engenharia. 375 . Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Por fim. 8. indicando o quadrimestre ideal no qual as disciplinas devem ser cursadas.

Conversão e Uso BC1519 Circuitos Elétricos e Fotônica BC1707 Métodos Experimentais em Engenharia BC1419 Cálculo Numérico EN2821 Tópicos Experimentais em Materiais I EN2811 Materiais Metálicos EN2816 Propriedades Mecânicas e Térmicas EN2822 Reologia I Opção Limitada da Engenharia ou Livre BC0003 Bases Matemáticas BC0102 Estrutura da Matéria BC0504 Natureza da Informação BC0505 Processamento da Informação BC0407 Funções de Várias Variáveis BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística BC1710 Introdução às Engenharias BC1416 Fundamentos de Desenho e Projeto NH3601 Funções e Reações Orgânicas BC1302 Química dos Elementos EN2814 Materiais Compósitos Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1801 Estágio Curricular I em Engenharia de Materiais EN1802 Estágio Curricular II em Engenharia de Materiais BC0304 Origem da Vida e Diversidade dos Seres Vivos BC0306 Transformações nos Seres Vivos e Ambiente BC0307 Transformações Químicas BC0308 Transformações Bioquímicas BC1105 Materiais e suas Propriedades Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre EN2810 Ciência dos Materiais EN1002 Engenharia Unificada I EN1004 Engenharia Unificada II Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre EN1803 Trabalho de Graduação I em Engenharia de Materiais EN1804 Trabalho de Graduação II em Engenharia de Materiais EN1805 Trabalho de Graduação III em Engenharia de Materiais 2º Quadrimestre BC0404 Geometria Analítica BC0405 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias BC0209 Fenômenos Eletromagnéticos BC0103 Física Quântica BC1507 Instrumentação e Controle BC1425 Álgebra Linear BC1713 Engenharia Econômica EN2815 Termodinâmica Estatística de Materiais EN2813 Materiais Cerâmicos EN2817 Propriedades Elétricas. Magnéticas e Ópticas EN2802 Estado Sólido Opção Limitada da Engenharia ou Livre 3º Quadrimestre 4º Quadrimestre 2 º A N O 5º Quadrimestre 6º Quadrimestre 7º Quadrimestre 3 º A N O 8º Quadrimestre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre Opção Limitada (do BC&T ou da Engenharia) ou Livre BC0002 Projeto Dirigido Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 9º Quadrimestre 10º Quadrimestre 4 º A N O 11º Quadrimestre 12º Quadrimestre 13º Quadrimestre 5 º A N O 14º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 15º Quadrimestre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre Opção Limitada da Engenharia ou Livre 376 . Tecnologia e Sociedade BC0104 Interações Atômicas e Moleculares BC1309 Termodinâmica Aplicada I BC1103 Mecânica dos Fluidos I BC1104 Mecânica dos Sólidos I EN2812 Materiais Poliméricos EN2809 Tópicos Computacionais em Materiais EN2820 Caracterização de Materiais EN2819 Seleção de Materiais BC0005 Bases Computacionais da Ciência BC0402 Funções de Uma Variável BC0205 Fenômenos Térmicos BC0602 Estrutura e Dinâmica Social BC0207 Energia: Origens.Centro de Engenharia. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias Tabela 40: Representação Gráfica de Matriz da Engenharia de Materiais 1º Quadrimestre 1 º A N O BC0001 Base Experimental das Ciências Naturais BC 0208 Fenômenos Mecânicos BC0004 Bases Epistemológicas da Ciência Moderna BC0506 Comunicação e Redes BC0603 Ciência.

D.8. GREENWOOD. Química dos Elementos dos Blocos D e F. Porto Alegre: Bookman. compostos e principais aplicações dos elementos da tabela periódica. C.Centro de Engenharia.7 – Convalidação entre disciplinas Tabela 41: Disciplinas do Catálogo 2010 convalidadas para o Catálogo 2013 Disciplina do Catálogo 2010 EN2806 – Tópicos Experimentais em Materiais EN2818 – Reologia EN1005 – Estágio Orientado I EN1006 – Estágio Orientado II EN1007 – Trabalho de Graduação I EN1008 – Trabalho de Graduação II EN1009 – Trabalho de Graduação III Disciplina do Catálogo 2013 EN2821 – Tópicos Experimentais em Materiais I EN2822 – Reologia I EN1801 – Estágio Curricular I em Engenharia de Materiais (Resolução ConsEPE 103) EN1802 – Estágio Curricular II em Engenharia de Materiais (Resolução ConsEPE 103) EN1803 – Trabalho de Graduação I em Engenharia de Materiais EN1804 – Trabalho de Graduação II em Engenharia de Materiais EN1805 – Trabalho de Graduação III em Engenharia de Materiais 8. N N.. São Paulo. Ed Artmed. 377 . 2 ed. New York: Wiley. Ed.. processos industriais de obtenção. Bookman.8. Advanced inorganic chemistry. Ed Bookman. P. ATKINS. F.Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. 2006. L.. 2003. 2002. 1341 p. D..8.. xv. A. c1999. 1355 p.. J. JONES. Edgard Blucher Ltda. P. EARSHAW. Química Inorgânica Não Tão Concisa. C. Bibliografia Complementar: JONES. COTTON. propriedades. Princípios de Química .. Química dos Elementos dos Blocos D e F.8. J. JONES... Química Inorgânica. Bibliografia Básica: ATKINS. Londres: Elsevier. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias 8. Chemistry of the elements.8 – Ementas 8. A. Albert.1 – Disciplinas Obrigatórias Específicas da Engenharia de Materiais 01 QUÍMICA DOS ELEMENTOS Código: BC1302 TPI: 4-2-6 Carga Horária: 72h Recomendação: Transformações Químicas Ementa: Serão abordados os temas referentes à ocorrência. 2002. 3’ ed. J. LEE. 1997. SHRIVER.. 1980. 6th ed. F.. 3 ed. estrutura..

B. 4. Bibliografia Complementar: COSTA. ed. Teoria da difração (equações de Laue) e Rede Recíproca. L.. N. J. Universal Science Books (2005). Substâncias Carboniladas e Derivados. MAY Jr. KURTI. MCMURRY. regras de Matthiessen e efeito Hall. T.. Gás de elétrons: estatística de FermiDirac. PILLI. HUHEEY. VASCONCELLOS. Paulo. A.a Ciência Central. Ronaldo.. condutividade térmica.. Introduction to Spectroscopy (Saunders Golden Sunburst Series) Brooks Cole.. V. W. São Paulo: Pearson. Inorganic Chemistry: Principles of Structure and Reactivity. ANSLYN. Bibliografia Básica: VOLLHARDT. FRYHLE. calor específico. xix. Química orgânica. C.. Bibliografia Básica: 378 . GREEVES. 1993.. C. CLAYDEN.. V. S. Teoria de Bandas: difusão eletrônica. 1st Edition. SOLOMONS. Strategic Applications of Named Reactions in Organic Synthesis. L.. 1ªEdição. H. CZAKO. B. DOUGHERTY. Vibrações da rede e fônons: redes monoatômicas e diatômicas. 1ª. Le. Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas Projeto Pedagógico das Engenharias BROWN. Estrutura cristalina e Rede Cristalina: Estrutura dos átomos. E. Materiais e suas Propriedades Ementa: Propriedades de transporte: Modelo de Drude.. transporte. 2004.. 1. Química orgânica: estrutura e função.. massa efetiva – Equações de Boltzmann.. PETER. Sergio.. Modern Physical Organic Chemistry. Química orgânica: volume 1. v. G.. WARREN. D. Porto Alegre: Bookman. Química . KRIZ. PINHEIRO. 2005. LAMPMAN. E.Centro de Engenharia. G. 02 Código: NH3601 TPI: 4-0-6 Carga Horária: 48h Recomendação: Não há FUNÇÕES E REAÇÕES ORGÂNICAS Ementa: Grupos funcionais.. Teorema de Bloch. isomeria.. Ligações químicas: sólidos iônicos. D. Editora Harper. Oxford University Press (2001). 1ª Edição. 9 ed. Elsevier Science & Technology Books (2005). SCHORE. 03 ESTADO SÓLIDO Código: EN2802 TPI: 4-0-4 Carga Horária: 48h Recomendação: Física Quântica. T. E. J... S. Rio de Janeiro: LTC. 8 ed. sistemas amorfos. sólidos moleculares. BURSTEN. c1997. 3 edition (2000). sólidos covalentes. P. Edição Porto Alegre:Bookman (2003). 1112 p. PAVIA. M.. 2005. 4a Ed. Rio de Janeiro: LTC Ed. WOTHERS.. ressonância. Organic Chemistry. B. tipos de reações envolvendo compostos orgânicos. 492 p. identificação de compostos orgânicos. L. sólidos metálicos. acidez e basicidade. Mário. N. E. K. Propriedades térmicas dos fônons.. nomenclatura. G.

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