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Pelo Sol e por sua plena luz matinal! E pela lua, quando o sucede!

E pelo dia, quando o mostra em plenitude! E pela noite, quando o encobre! E pelo cu e por Quem o edificou! E pela alma e por quem a formou! Ento, lhe inspirou sua impiedade e sua piedade! Pela plena luz matinal! E pela noite, quando serena! Ento, por certo, com a dificuldade, h facilidade! Pelo figo e pela oliva! H dois sois que fulguram em poder e plenitude Pelo seu poder e pela sua glida camada Pelas sete luas que circundam a esfera Pelo figo, pela seiva de Agnur, pelas madeixas de Raxan, O Outro que era e que foi Aquele em parte dos Seis Que totalmente Si, totalmente os Seis Houve. Pela noite quando serena, pela fora da dificuldade Na fraqueza do poder e na grandeza da glria Pela plena luz dos dias, na aurora de Todo o Tempo A poeira atravessa o universo A poeria criadora da aurora de todo o Tempo Nas prises avassaladoras das criaturas temporais Na espcie subjugada pelo atrativo eterno O Outro partiu Em justia e juzo Para atrair e para confundir E com ele a Morte. E nele a Vida.