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IHC: Interação entre Homem e Computador - Apostila_TASI-IHC_2009-2

IHC: Interação entre Homem e Computador - Apostila_TASI-IHC_2009-2

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Apostila de interação entre homem e computador (IHC) utilizada para ministrar aula de TASI para o curso de sistemas de informação na Unieuro, Brasília - DF entre 2005 e 2009.
Apostila de interação entre homem e computador (IHC) utilizada para ministrar aula de TASI para o curso de sistemas de informação na Unieuro, Brasília - DF entre 2005 e 2009.

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Published by: Irla Bocianoski Rebelo on Sep 12, 2009
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Projetistas de interação não costumam ser treinados para criar projetos alternativos. O resultado é

que poucas soluções alternativas são geradas. Ter muitas idéias e gerar opções diversas para poder então

extrair uma boa idéia é uma prática que deveria ser mais comum dentro das equipes de desenvolvimento. Isto

pode ser feito em diferentes etapas do processo de criação ou geração de soluções.

Reuniões de Brainstorms, por exemplo, contribuem para o levantamento de requisitos, mas também

oferecem idéias alternativas de interação no início do projeto. Existem outras forma de manter esta prática

em outros pontos do desenvolvimento do projeto. Técnicas emprestadas de outras áreas podem ajudar, como

por exemplo, os aspectos do design tradicional que ajudam em situações já estabelecidas de compreensão e

entendimento do produto.

Mas tudo isso precisa ser comunicado, afinal foi gerado um plano que deverá ser expresso de

forma que permita ser revisto, revisado e melhorado. Este plano utilizará formas diversas de

apresentação, tais como esboços preliminares, diagramas, protótipos, entre outros. A combinação de

técnicas será mais efetiva na comunicação. Outros dois aspectos importantes na comunicação do plano é o

cuidado no uso de jargões e notações técnicas e a qualidade da redação dos documentos.

Apostila para o curso de Sistemas de Informação | UNIEURO | 2009

Produzida por Irla Bocianoski Rebelo | A reprodução de trechos é permitida desde que citada a fonte

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Escolher um design alternativo implica tomar decisões acerca dos procedimentos de interação

pensados e dos dispositivos para entrada e saída de dados, além do formato da informação. Além disso

devem ser considerados o fácil acesso, a eficiência no uso, o retorno adequado, o tempo de resposta, a

qualidade e quantidade de informação. Qualidade pode ser a chave para a escolha do melhor protótipo, mas

isso depende da definição do critério de qualidade que precisa ser estabelecido.

Produzir projetos alternativos depende do pré-requisito sobre a compreensão das necessidades, dos

usuários e das tecnologias disponíveis para elaborar soluções e determinar as melhores soluções dentre as

diversas alternativas. Os protótipos de projetos alternativos podem ser não funcionais ou funcionais, mais ou

menos elaborados e devem ser desenvolvidos por meio de wireframes, mockups de telas e protótipos de papel

para testes iniciais com o usuário.

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