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RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA - BRASIL
SECRETARIA PAULO APÓSTOLO

CARISMAS

MÓDULO BÁSICO APOSTILA

AUTORES: Alides Destri Mariotti Antonio Carlos Lungnani Ronaldo José de Sousa

B APRESENTAÇÃO Ao escrever esta apresentação da apostila sobre carismas, logo nos vem mente o es!orço reali"ado por todos os participantes da Comissão de #ormação$ %, de in&cio, 'ueremos louvar a Deus por (ter nos !eito de modo tão admir)vel* +c!$ Sl 1,-, 1./$ 0o in&cio dos trabal1os, parec&amos meio estran1os e sem saber o 'ue e2atamente !a"er$ 3ercebemos 'ue o mel1or 4eito de !a"er era começar$ % começamos$ % o trabal1o 'ue a princ&pio seria simples, !oi crescendo em taman1o, import5ncia e signi!icado$ % logo percebemos também 'ue estava muito acima de nossa capacidade e con1ecimento$ A se'67ncia dos trabal1os !oi revelando a bele"a e a capacidade do ser 1umano, obra prima das mãos de Deus$ 8 trabal1o !oi )rduo, mais do 'ue esper)vamos$ %studa, escreve, envia para leitura de outros irmãos9 volta todo rabiscado, c1eio de coment)rios, sugest:es de novos livros, novos autores e outros en!o'ues$ Começar de novo, re!a"er, estudar, reescrever$$$ % 'uanto amor pudemos ver nos irmãos$ ;uanta dedicação e vontade de servir ao Reino< ;ueremos di"er a todos os 'ue vão utili"ar esta apostila= esperamos em Deus 'ue a leitura e o estudo possam dar a todos a mesma alegria e descoberta 'ue n>s tivemos ao elabor)?la$ 0ão tanto pela 'ualidade do material, mas sim pela graça de Deus 'ue acompan1a todo o nosso es!orço sincero de crescimento e busca de con1ec7?lo mais$ %, con1ecendo mais, am)?lo mais e mais$ @emidos como tudo o 'ue é novidade e, depois, muito polemi"ados, 1o4e os carismas ainda causam interrogaç:es e 'uestionamentos$ 3retendemos dar e2plicaç:es simples, baseadas na Sagrada %scritura, nos ensinamentos da Agre4a e na e2peri7ncia da Renovação Carism)tica Cat>lica em grupos de oração, semin)rios, retiros, congresso, en!im, no cotidiano da viv7ncia carism)tica$ 0ão temos condiç:es e nem pretendemos esgotar o assunto$ #ornecemos uma ra"o)vel bibliogra!ia para apro!undamento$ @ambém não temos pretensão de analisar e estudar todos os dons, mas apenas de desenvolver um pe'ueno estudo sobre a'ueles elencados por São 3aulo, ditos e!usos +c!$ 1 Cor 1B, .?1C/$ 0o primeiro cap&tulo trataremos do tema geral= carismas$ Depois abordaremos os nove dons e!usos, um por um, em cap&tulos distintos, procurando conceitu)?los e emitir uma base b&blica, doutrin)ria e vivencial sobre cada um$ D importante salientar em especial, com sincero recon1ecimento e gratidão, a colaboração do colega Dercides 3ires da Silva, 'ue !orneceu muitas de suas preciosas anotaç:es9 além de Marcos Dione EgosFi Golcan e Maria LHcia Gianna, 'ue !i"eram a revisão de te2to$ 3articular gratidão ao padre Lui" #ernando R$ Santana, pela revisão teol>gica e ao pro!essor Raul 3imenta pela revisão gramatical$ Em carin1oso agradecimento Daniela R$ I$ Consoli e a Lilian Daniela Jenvenutti, 'ue dedicaram muito de seu tempo para a digitação e organi"ação deste trabal1o e a Mirian R$ Kein"en pela revisão b&blica$ A todos os 'ue nos assistiram com suas oraç:es e 'ue de alguma maneira colaboraram, o nosso (Deus l1es pague generosamente*$ Sim, 'ue a todos o Deus de amor e in!inita miseric>rdia recompense$ ;ue todos voc7s, ao lerem este material, orem intensamente por n>s da Comissão de #ormação, para 'ue se4amos d>ceis ao %sp&rito Santo, recebendo dele toda a instrução= (8 %sp&rito da verdade ensinar?vos?) toda a verdade e anunciar?vos?) as coisas 'ue virão* +Jo 1L,1,/$ Deus abençoe a todos$ % ten1am caridade conosco na'uilo 'ue o trabal1o não ten1a !icado tão bom 'uanto voc7s esperavam e merecem ter$ Il>ria ao 3ai, ao #il1o e ao %sp&rito Santo$ Agora e sempre$ Amém$ 8S AE@8R%S

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CAPÍTULO PRIMEIRO

CARISMAS
“Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados +Mc 1L, 1M?1-/$ 1. Introdução 8s carismas eram comuns no in&cio da Agre4a$ Jasta ler os Atos dos Ap>stolos e as cartas de São 3aulo$ Depois, por alguns séculos eles se mantiveram restritos aos grandes santos$ Assim, pensava?se 'ue os carismas eram para alguns 1omens e mul1eres recon1ecidamente santos, m&sticos e penitentes$ 8s carismas, portanto, não são novidades tra"idas pela Renovação Carism)tica Cat>lica, a não ser no aspecto do seu e2erc&cio nos tempos atuais$ 8s grupos de oração tornaram poss&vel a sua mani!estação em maior intensidade, percebendo sua 'ualidade de (dom* para todos os 'ue crerem, conse'67ncia normal do batismo no %sp&rito$ (Se v>s, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas a vossos !il1os, 'uanto mais vosso 3ai celestial dar) o %sp&rito Santo aos 'ue l1e pedirem* +Lc 11,1,/$ Mas !oi o documento conciliar !umen "entium 'ue traçou as primeiras diretri"es sobre carismas para os tempos atuais=
($$$8 %sp&rito 1abita na Agre4a e nos coraç:es dos !iéis +$$$/ dirige?a mediante os diversos dons 1ier)r'uicos e carism)ticos$ +$$$/ 0ão é apenas através dos sacramentos e dos ministérios 'ue o %sp&rito Santo santi!ica e condu" o 3ovo de Deus +$$$/, mas, repartindo seus dons a cada um como l1e apra" +1 Cor 1B,11/, distribui entre os !iéis de 'ual'uer classe mesmo graças especiais +$$$/ %stes carismas, 'uer eminentes, 'uer mais simples e mais amplamente di!undidos, devem ser recebidos com gratidão e consolação, pois 'ue são per!eitamente acomodados e Hteis s necessidades da Agre4a$ Ema vida mais plena no %sp&rito Santo, a unção carism)tica do %sp&rito, contempla a Agre4a com toda uma amplitude de dons$* 1

8s carismas estão amparados na doutrina da Agre4a, além de serem !undamentados biblicamente$ %sses dons de adoração, louvor e oração apro!undam a dimensão contemplativa da !é cristã e as d)divas de serviço animam uma vida de santidade$ (@odos os carismas tra"em nova docilidade ao %sp&rito, a !é esperançosa na salvadora intervenção de Deus nas 'uest:es 1umanas, acentuado "elo pelo %vangel1o e o respeito pela autoridade da Agre4a$*B 0esse sentido, é necess)rio a!irmar a atualidade dos carismas e promov7?los como realidades necess)rias evangeli"ação e ao crescimento pessoal de cada cristão$ (A vida bati"ada no %sp&rito é marcada por uma e2peri7ncia de união din5mica com Deus e também por uma e2peri7ncia de carismas doados pelo %sp&rito Santo$*, São 3edro aviva essa esperança= (3ois a promessa é para v>s, para os vossos !il1os e para todos os 'ue ouvirem de longe o apelo do Sen1or, nosso Deus* +At B, ,N/$ A promessa é, portanto, para todos os tempos$ 8 e2erc&cio dos carismas é tanto mais necess)rio por causa das di!iculdades do tempo presente, marcado pela indi!erença religiosa e pelo abandono dos valores espirituais e morais do cristianismo9 esse tempo cobra não s> um testemun1o aut7ntico dos cristãos convictos, como também demonstraç:es do poder do %sp&rito$

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$ 0$ . e 1B$ B $ C80#%RO0CAA CA@PLACA D8S %EA, #eclara$ão pastoral sobre a %&&, n$' , $ Qilian MCD800%LL, Ieorge M80@AIE%, (vivar a chama, p$ ,B$

. Convém abali"ar dons efusos, 'ue é matéria deste estudo, dos dons infusos, 'ue também são carismas do %sp&rito, mas 'ue se distinguem da'ueles.= a/ #ons infusos ? temor de Deus, !ortale"a, piedade, consel1o, con1ecimento, sabedoria e discernimento +c!$ As 11, 1?,/$ 0um total de sete, esses dons são concedidos para a pessoa +in!undidos/, aprimoram e re!orçam as virtudes, constituindo?se em bene!&cios para o crescimento pessoal9 b/ #ons efusos R l&nguas, pro!ecia, interpretação, ci7ncia, sabedoria, discernimento dos esp&ritos, cura, !é e milagres +c!$ 1 Cor 1,, -?1C/$ 0um total de nove, esses dons são para o serviço e o bem comum e são concedidos como mani!estaç:es atuais, de acordo com a vontade de Deus$ A'ui serão estudados os carismas e!usos, 'ue são realidades mani!estas nos grupos de oração da Renovação Carism)tica, constituindo?se num dos aspectos de sua identidadeS$ 2. Conceito 8s carismas são dons, graças, presentes, dados pelo %sp&rito Santo, (mas um e o mesmo %sp&rito distribui todos esses dons, repartindo a cada um como l1e apra" +1 Cor 1B,11/=
(A palavra TcarismaU +chárisma/ é oriunda da l&ngua grega e signi!ica Tdom gratuitoU$ %la encontra seu signi!icado !undamental na rai" Tc1arU? 'ue indica tudo a'uilo 'ue produ" bem?estar9 assim é 'ue temos c1)ris, 'uerendo signi!icar TgraçaU, TdomU, T!avorU, TbondadeU9 charí)omai, no sentido de !a"er um dom gratuito, mostrar?se generoso$ 8 su!i2o T?maU e2prime na l&ngua grega o resultado da ação indicada pelo verbo, o seu e!eito, o 'ue pode denotar também o car)ter ob4etivo da concessão e da e2peri7ncia da graça$ 3ortanto, o signi!icado geral e !undamental de Tc1)rismaU poderia ser= dom concedido por pura benevol7ncia, 'ue é, ao mesmo tempo, o ob4etivo e o resultado da graça divina, do presente 'ue Deus !a" aos 1omens* L

%m sentido restrito, os carismas são mani!estaç:es e2traordin)rias do %sp&rito Santo para proveito comumM$ %les e2ercem papel !undamental na evangeli"ação, ou se4a, na e2pansão do cristianismo, o 'ue re!orça sua import5ncia e dignidade$ 8 padre Lui" #ernando R$ Santana apro!unda o assunto e alerta=
(A maciça presença de chárisma nos escritos de 3aulo 4) é su!iciente para mostrar 'uanto o termo, em seu signi!icado e conteHdo, era caro para a teologia do ap>stolo$ Desde o in&cio de seu apostolado, 3aulo tem em alta estima a presença e ação dos dons e carismas do %sp&rito na vida da Agre4a e dos !iéis bati"ados, até mesmo e2ortando a comunidade a 'ue tivesse o cuidado de não e2tinguir o %sp&rito, de não despre"ar as pro!ecias, mas de veri!icar tudo com um discernimento s)bio e s>brio +C!$ 1 @s S, 1N?BB/$ Disso in!erimos 'ue, para 3aulo, os carismas e os ministérios são os instrumentais privilegiados na edi!icação do Corpo de Cristo e na reali"ação do des&gnio de Deus na 1ist>ria9 ambas as realidades possuem igual import5ncia e dignidade, uma ve" 'ue emanam do mesmo %sp&rito e estão ordenadas, cada uma na'uilo 'ue l1e é espec&!ico, a um mesmo !im$ Ainda podemos dedu"ir 'ue e2iste uma interdepend7ncia no 'ue di" respeito relação Tcarismas?ministériosU, o 'ue !a" com 'ue a dimensão carism)tica da Agre4a na teologia paulina se4a um tema de primeira grande"a$* .

$ %ssa distinção é did)tica, mas com !undamento b&blico?teol>gico9 apesar disso, não tem a intenção de segmentar a ação do %sp&rito nem de encerrar dentro dela todas as espécies de carismas$ S $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA, *dentidade da %enova$ão &arismática &at+lica, p$ BM? B-$ L $ Luis #ernando R$ SA0@A0A, %ecebereis a for$a do Espírito ,anto, p$MM$ M $ C!$ A$ GA0 D%0 J8R0, #icionário enciclop-dico da .íblia, p$B.S$
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3elo seu pr>prio car)ter, dom não implica santidade$ 0a verdade, 'ual'uer pessoa pode receber os presentes de Deus +c!$ At 1C, ,./$ 3orém, não se pode es'uecer 'ue 'uem não tem vida espiritual e reta intenção de agradar a Deus, certamente usar) mal os carismas, pois não cultiva a necess)ria união com Cristo +c!$ Jo 1S, .?S/, para 'uerer o 'ue Deus 'uer$ 3. Qu ndo uti!i" r o# c ri#$ # D di!&cil precisar em 'ue momentos utili"ar os carismas do %sp&rito$ 8 seu e2erc&cio deve se d) sempre, notadamente 'uando as situaç:es o e2igirem$ Sendo a graça do %sp&rito uma realidade perene na vida 1umana, os carismas por sua ve", tornam?se também pro!usamente inseridos na vida da'ueles 'ue !oram bati"ados$ 0o entanto, é preciso di"er 'ue os carismas são realidades atuais e não ad'uiridas por posse$ D o %sp&rito 'ue opera tudo em todos +c!$ 1 Cor 1B, L?M/, a seu 'uerer$ Assim, (a um, o %sp&rito d) uma palavra de sabedoria9 a outro, uma palavra de ci7ncia, segundo o mesmo %sp&rito9 a outro, a !é no mesmo %sp&rito9 a outro, o dom das curas, nesse Hnico %sp&rito9 a outro, o operar milagres9 a outro, a pro!ecia9 a outro, o discernimento dos esp&ritos9 a outro, o !alar diversas l&nguas, a outro ainda o interpretar essas l&nguas* +1Cor 1B,-?1C/$ 0ão seria 4usto, portanto, atribuir a uma pessoa ou grupo de pessoas espec&!ico a contenção e2clusiva de 'ual'uer mani!estação carism)ticaN9 nem mesmo se pode di"er 'ue alguém (tem* este ou a'uele dom, pois cada mani!estação é Hnica1C, mesmo 'ue se processe com muita !re'67ncia através de determinadas pessoas$ @alve" ao dom de l&nguas possa se atribuir um car)ter mais perene e sob controle, por se tratar de um dom de oração, mais para edi!icação pessoal +c!$ 1 Cor 1., ./$ Contudo, não se pode cair no e'u&voco de redu"ir os dons do %sp&rito a algumas ocasi:es especiais$ %les !oram dados em pro!usão nos tempos atuais$ 3ode ser cultivada uma constante e2pectativa em relação sua mani!estação, como para o derramamento do %sp&rito11$ 3eculiarmente, a ação evangeli"adora constitui um momento preciso de viv7ncia dos dons e!usos$ A missão da Renovação Carism)tica Cat>lica é evangeli"ar a partir do batismo no %sp&rito Santo, !ormando o povo de Deus em santidade e serviço$ 3ara evangeli"ar o povo de Deus com unção e poder são necess)rios os carismas$ ;uando utili"ados de !orma livre, consciente, na 1ora necess)ria, levam as pessoas a terem uma e2peri7ncia da presença real de Deus, 'ue mani!esta o seu in!inito amor=
(A T!orça do %sp&rito SantoU +At 1, -/ derramada nos coraç:es dos cristãos, mani!estação do amor e do poder de Deus, provoca uma signi!icativa di!erença entre a ação evangeli"adora de uma pessoa 'ue se dei2a condu"ir por ela e uma 'ue age sem ela$ A'uele 'ue evangeli"a com os dons carism)ticos multiplica as possibilidades 1umanas$ A investidura carism)tica em comunidades da Agre4a, em todo mundo, tem gerado e sustentado grande nHmero de evangelistas dedicados e e!icientes, com novo vigor, com nova capacitação, nova alegria, novo 4ubilo, nova e2altação e louvor, levando em si o poder trans!ormador do %sp&rito +C!$ 1 Cor B, 1?S/ 'ue toca crianças, 4ovens, adultos e idosos de todo tipo de raça e cultura$* 1B

8 uso dos carismas não é s> um direito, é um dever de todos os !iéis$ (Da aceitação destes carismas, mesmo dos mais simples, nasce em !avor de cada um dos !iéis +$$$/ o dever de e2erc7?los para o bem dos 1omens e a edi!icação da Agre4a dentro da Agre4a e do mundo*1,$
$ .ati)ados no Espírito, p$ .,?..$ N $ C!$ SAIRADA C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D, *nstru$/es sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura, p$ 1.$ 1C $ C!$ Abid$, p$ 1C$ 11 $ C!$ Ronaldo José de S8ESA, 0 impacto da %enova$ão &arismática, p$ B,$ 1B $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA, ( espiritualidade da %&&, p$.,
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se não tiver caridade. 1B$1M/$ São 3aulo apresenta o trabal1o apost>lico reali"ado no amor$ 0ão um amor 'ual'uer.. a maior delas é a caridade* +1Cor 1. 'ue tratam dos carismas e suas mani!estaç:es./$ Dessa !orma. alegria. 'uando e2ercidos na caridade$ %. pa". mas sobretudo ao da pro!ecia* +c!$ 1 Cor 1. L?-9 1.N$ 1L $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. para a4udar o povo de Deus a alcançar a santidade$ 3or isso.?BS$ 1S $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA.u$i!d de D e2atamente por causa do amor 'ue os dons e!usos devem ser alme4ados$ (%mpen1ai? vos em procurar a caridade*. a esperança e a caridade ? as tr7s$ 3orém.$ 1. 'uando a evangeli"ação é acompan1ada de carismas. os carismas são graças do %sp&rito Santo 'ue. Ronaldo José de S8ESA. a ponto de transportar montan1as. &arismas.L 3ode?se constatar na pr)tica apost>lica 'ue. e con1ecesse todos os mistérios e toda a ci7ncia9 mesmo 'ue tivesse toda a !é. temperança$ Contra estas coisas não 1) lei* +Il S. sou como o bron"e 'ue soa. o bom uso dos carismas é garantido pelo amor 1. col1em?se !rutos abundantes= os carismas !a"em di!erença e são e!ica"es na evangeli"ação. encora4a São 3aulo +c!$ 1 Cor 1. bondade. 1b/$ A motivação deve ser o uso em bene!&cio dos outros. 1. são verdadeiros re!erenciais para se viver a vida nova. O# don# e&u#o# e c rid de Jesus deu o mandamento do amor= (Amai?vos uns aos outros. O# c ri#$ # de(e$ #er )edido# co$ &* e e+ercido# n .$Ns$1. ordenados 'ue são edi!icação da Agre4a. são !undamentados na caridade= (Se4am e2traordin)rios. a prop>sito.. a nossa pro!ecia é imper!eita$ . $ C!$.. da carta aos Cor&ntios. segundo a caridade.1?. mas também por todos os membros da Agre4a$ São uma maravil1osa ri'ue"a de graça para a vitalidade apost>lica e para a santidade de todo o Corpo de Cristo.BB? B. isto é. -?1C9 e 1 @ess S. os carismas devem ser pedidos com !é e sem temor$ %mbora eles se4am $ C80CYLA8 %CEMO0AC8 GA@ACA08 AA.. t7m uma utilidade eclesial. 1a/9 e acrescenta= (aspirai igualmente os dons espirituais. se não tiver caridade.. n$ MNN?-CC$ . guiada pelo %sp&rito Santo. (postolican (ctuositatem.1L/$ São 3aulo também !ala= (o !ruto do %sp&rito é caridade. se4am simples e 1umildes. como eu vos amo* +Jo 1S.uando c1egar o 'ue é per!eito. direta ou indiretamente.C9 Rm 1B. e ainda 'ue entregasse o meu corpo para ser 'ueimado. p$ . desde 'ue se trate de dons 'ue proven1am verdadeiramente do %sp&rito Santo e 'ue se4am e2ercidos de maneira plenamente con!orme aos impulsos aut7nticos deste mesmo %sp&rito. n$ . mas o amor ()gape*. !idelidade. amor doação a Cristo e aos irmãos= (Ainda 'ue eu !alasse as l&nguas dos 1omens e dos an4os. verdadeira medida dos carismas* 1L$ '. e2ercendo os seus dons de maneira aut7ntica e !rutuosa$ %les cont7m regras b)sicas e orientaç:es seguras$ 8utras recomendaç:es podem ser encontradas em %! . a!abilidade. ou como o c&mbalo 'ue retine$ Mesmo 'ue eu tivesse o dom da pro!ecia.?1S$ 1N?B1$ Jesus d) a regra para veri!icar o valor do trabal1o= (3elos !rutos os con1ecereis* +Mt M. ao bem dos 1omens e s necessidades do mundo$ 8s carismas devem ser acol1idos com recon1ecimento por a'uele 'ue os recebe. 1S$.. de nada valeria< A nossa ci7ncia é parcial. 'ue é o dom por e2cel7ncia e 'ue atribui sentido aos outros dons1S$ 8s carismas. não sou nada$ Ainda 'ue distribu&sse todos os meus bens em sustento dos pobres. p$ B. o imper!eito desaparecer)$ 3or ora subsistem a !é./$ 8s cap&tulos 1B a 1. se não tiver caridade. brandura. 1regador ungido. paci7ncia. portanto.

portanto. embora marcados pela espontaneidade e e2pressividade. a con!irmação. 1?. recompensas de Deus por es!orços desmedidos$ A 1umildade !a" perceber 'ue o cristão é um administrador dos bens do Sen1or +c!$ Lc 1L. ol1ando os nossos pr>prios interesses. e dar?se?vos?)9 buscai e ac1areis9 batei e abrir?se?vos?)$ 3ois todo a'uele 'ue pede. com despre"o. os carismas se inserem na vida cristã sem causar esc5ndalos$ (3or'uanto./. p$ . de tal maneira 'ue um carisma s> se pleni!ica no con4unto da comunidade$ (%2ercer os carismas na 1umildade é e2erc7? los sem e2ibicionismo. sem buscar prest&gio.. recebe9 a'uele 'ue procura. BL?BM/$ A !orça de um carisma não consiste na tonalidade 'ue l1e é imposta ou no tipo de e2pressão 'ue o acompan1a./$ 8 uso dos carismas ser) tanto mais saud)vel e Htil 'uanto as pessoas 'ue a eles se abrirem !orem e'uilibradas emocionalmente e orantes o su!iciente para saber distinguir a ação do %sp&rito de eventuais devaneios da pessoa 1umana1N$ D necess)rio ter respeito pelos dons de Deus9 (não podemos e2erc7?los irrespons)vel e indi!erentemente. de maneira 'ue os carismas individuais se4am abonados comunitariamente$ Dessa !orma..$ 1N $ C!$ Ronaldo José de S8ESA. Deus não é Deus de con!usão. compondo a realidade con4unta do povo de Deus$ 1M $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. mas sup:e autoridade e obedi7ncia$ 8 cristão pode ser instrumento da mani!estação aut7ntica do %sp&rito Santo.. os dons são ordenados para a obedi7ncia.?. . ou dando aos carismas um relevo tão singular e Hnico como se !ossem bens totais e absolutos sobre os 'uais não 1) nada mais e2celente e primeiro*BC$ c2 0rdem A ordem no e2erc&cio dos carismas é uma e2tensão da 1armonia. p$ B1?BB$ BC $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. não se deve es'uecer tr7s coisas !undamentais= a2 3umildade D preciso vigiar para não cair na tentação de ac1ar 'ue os dons são méritos alcançados. deve obedecer a um ritmo 1armZnico. mas não deve es'uecer 'ue até o esp&rito dos pro!etas deve estar?l1es submissos +c!$ 1 Cor 1. p$ . de !orma inconse'6ente. !alem dois ou tr7s e os outros 4ulguem$ Se !or !eita uma revelação a algum dos assistentes. mas de pa"* +1 Cor 1./ e 'ue nen1um (carism)tico* se basta a si mesmo$ Deus constituiu a Agre4a como um corpo +c!$ 1 Cor 1B. . 1onra. sem individualismo. cale?se o primeiro$ @odos. 1regador ungido. ac1a9 e ao 'ue bater se l1e abrir)U +Lc 11. sobretudo nas reuni:es de oração.$ . para todos aprenderem e serem todos e2ortados* +1 Cor 1. nada impede 'ue o crente aspire e peça os dons. p$ .uanto aos pro!etas.1$ 1$ Abid$..B/$ São 3aulo esclarece nos seguintes termos= (. &arismas. poder$ +$$$/ D também e2erc7?los sem auto? su!ici7ncia +c!$ Mt 1-. sabendo 'ue necessitamos da a4uda dos irmãos para con!irmar ou discernir a vontade de Deus para o seu povo$$$*1-$ b2 3armonia 8 e2erc&cio dos carismas. BN? ..1 R gri!os nossos/$ 8 mecanismo 'ue garante a ordem na mani!estação dos carismas é. para 'ue seu testemun1o se4a permeado de sinais +c!$ 1 Cor B. como Jesus mesmo nos ensinou= T3edi.. 4amais e2altado ou demasiadamente estrondoso +c!$ 1 Cor 1.?S/$ (S> a'ueles 'ue recon1ecem o valor dos dons na sua vida cristã e no serviço aos irmãos são impulsionados a pedi?los ao 3ai. saindo do plano meramente individual. um ap+s outro. . mas na utilidade ob4etiva 'ue tem para a comunidade$ Assim..M distribu&dos con!orme apra" ao %sp&rito. &arismas. 1B?BN/.N?1C/*1M$ 3ara o e2erc&cio pr)tico dos carismas. podeis pro!eti"ar..

Conc!u#ão B1 $ J8W8 3AEL8 AA. para o bem comum*B.M?11/. ao bem dos 1omens e s necessidades do mundo$@ambém em nossos dias não !alta o !lorescer de diversos carismas entre os !iéis leigos. e todos atuem Tcomo bons administradores da multi!orme graça de DeusU +1 3d . ordenados como são edi!icação da Agre4a. tanto como e2pressão da liberdade absoluta do %sp&rito 'ue os distribui. através das 'uais Ttorna os !iéis aptos e prontos a tomarem sobre si os v)rios trabal1os e o!&cios 'ue contribuem para a renovação e maior incremento da Agre4a*B..3ortanto. e en!im pelas mHltiplas graças especiais +c1amadas de TCarismasU/. 'ue opera a santi!icação do povo de Deus por meio do ministério e dos sacramentos. para a edi!icação.1L/$ +$$$/ 0en1um carisma est) dispensado da sua re!er7ncia e depend7ncia dos pastores da Agre4a$ 8 Conc&lio escreve com palavras claras 'ue o 4u&"o acerca da sua +dos carismas/ autenticidade e reto uso pertence 'ueles 'ue presidem a Agre4a e aos 'uais compete de modo especial não e2tinguir o %sp&rito. n$ B. Tdistribuindo?os por cada um con!orme l1e apra"U +1 Cor 1B.$ As palavras da Agre4a tiram o medo e as dHvidas 'uanto necessidade e utilidade dos carismas. se4am e2traordin)rios ou simples e 1umildes. bem como o direito 'ue os !iéis leigos t7m de us)?los para o bem comum$ 8 Catecismo da Agre4a Cat>lica segue a mesma !irme orientação= (8 %sp&rito Santo é o principio de toda ação vital e verdadeiramente salutar em cada uma das diversas partes do corpo$ %le opera de mHltiplas maneiras a edi!icação do corpo inteiro na caridade. direta ou indiretamente. n$ B. mas 4ulgar tudo e conservar o 'ue é bom +c!$ 1@s S. ao con!iar Agre4a?comun1ão os diversos ministérios.1C/.$ B.re/ D oportuno destacar algumas asserç:es do Magistério da Agre4a em relação aos carismas e seu uso= a/ (8 %sp&rito Santo. $ 0$ MN-$ . a !im de 'ue Tcada um pon1a em serviço dos outros a graça 'ue recebeuU.$ BB $ Abid$.$ 0. concede também aos !iéis dons particulares +c!$ 1 Cor 1B. . os carismas devem ser e2ercidos na obedi7ncia a Cristo e s autoridades constitu&das$ (Mas !aça?se tudo com dignidade e ordem* +1 Cor 1. no amor. o %sp&rito Santo.. P ! (r d I. e de tal modo perseveram no tempo como uma 1erança preciosa e viva. mas também podem ser partil1ados por outros. do corpo todo$ +c!$ %! . &hristifidelis !aici. !umen "entium. n$ B. 'ue !a"em agir segundo o bem. na sua diversidade e complementaridade. de modo 'ue todos os carismas concorram. pela 3alavra de Deus +$$$/ pelas virtudes. $ Abid. c1amados carismas$ 3odem assumir as mais variadas !ormas.. como em resposta s mHltiplas e2ig7ncias da 1ist>ria da Agre4a$ A descrição e a classi!icação 'ue os te2tos do 0ovo @estamento !a"em desses dons são um sinal da sua grande variedade$$$*B1= b/ (8s carismas. enri'uece?a com outros dons e impulsos especiais.C/$ -. 1omens e mul1eres$ São dados ao indiv&duo. são graças do %sp&rito Santo 'ue t7m. uma utilidade eclesial. n$ 1B$ B.$ C!$ C80CYLA8 %CEMO0AC8 GA@ACA08 AA. 'ue geram uma a!inidade espiritual entre as pessoasBB$ c/ (3ara e2ercerem este apostolado +os leigos/.1B e 1N?B1/.M/.

!oi a Renovação Carism)tica 'ue resgatou. todo serviço prestado ao Reino de Deus em nome de Jesus. todo dom. no ambiente cat>lico. a necessidade do uso dos carismas$ 3or isso. Introdução 0este cap&tulo serão vistas e estudadas as tr7s modalidades do carisma da variedade das BS $ 3AEL8 GA. os grupos de oração não devem ter medo nem resistir aos dons do %sp&rito. n$ MS$ . mas procurar con1ec7?los cada ve" mais para bem utili")?los$ CAPÍTULO SEGUNDO O dom das línguas 1. Evangelli 5untiandi.N D importante tomar consci7ncia de 'ue todo bem. acontece sob a ação do %sp&rito Santo$ Sem ele nada é e!ica" para o Reino de Deus$ (0unca ser) poss&vel 1aver evangeli"ação sem a ação do %sp&rito*BS$ %m certo sentido.

. a vo". pois !ala coisas misteriosas. o %sp&rito Santo desceu sobre eles. para e2pressar ao Sen1or os sentimentos 'ue v7m do %sp&rito Santo= (. sob a ação do %sp&rito* +1 Cor 1. BL? BM/$ @alve" o mais di!&cil. pro!undamente se admiraram vendo 'ue o dom do %sp&rito Santo era derramado também sobre os pagãos9 pois eles os ouviam !alar em outras l&nguas e glori!icar a Deus* +At 1C.?1S/9 ? é um carisma de b7nção e ação de graça$ +C!$ 1 Cor 1.-9 1 Cor 1B. dei2ando ao pr>prio Deus o cuidado de glori!icar?se e dar?se graças por um amor 'ue supera todo o con1ecimento$ %sta oração contém um camin1o de enri'uecimento espiritual. 'ue tin1am vindo com 3edro.1. o 'ual intercede pelos santos.9 1C.$1. . principalmente para alguns.1C9 1.S/$ D a esta oração misteriosa.. um carisma para glori!icar a Deus +c!$ At B. movidos por inspiração e 'ue o %sp&rito Santo l1es d) o sentido$ 0ão se trata de l&ngua. . no sentido 'ue apresenta a ling6&stica. ainda. L/$ 2. 'ue a pessoa se une.$1-$.1L?1M/* BL$ 3ara se ter uma idéia mais clara acerca do dom de orar em l&nguas.1C l&nguas 'ue são= o orar. um t&tulo da graça$ 0a medida em 'ue cresce a oração. se4a abandonar?se para 'ue o %sp&rito ore através de sua pr>pria vo" com (gemidos ine!)veis*$ Alguns precisam renunciar a auto? su!ici7ncia e submeter?se ação do %sp&rito Santo$ Mas vale a pena< 8 go"o ine!)vel 'ue o mesmo %sp&rito tra" com sua presença. e !alavam em l&nguas estran1as* +At 1N. . segundo Deus* +Rm -. em primeiro lugar..L/$ (% 'uando 3aulo l1es impZs as mãos. por'ue não 1) conceitos 1umanos. a certe"a de 'ue %le ora da mel1or !orma. mani!estação de um pensamento !ormulado pela mente$ Esar a l&ngua. ( %enova$ão no Espírito ./$ Depois do pentecostes.. a pa" pro!unda 'ue s> Deus pode dar. dese4aria 'ue todos !al)sseis em l&nguas$$$\ +1 Cor 1. o dom das l&nguas di!undiu?se também entre todos os cristãos= (8s !iéis da circuncisão. o %sp&rito orando no 1omem ser) pouca coisa[ (8utrossim.1?1... 'ue em Mc 1L. modi!ica?se a vida pela ação amorosa e misteriosa de Deus$ 0o pentecostes aconteceu a primeira mani!estação do dom das l&nguas de 'ue se tem con1ecimento$ São Lucas narrou com muito entusiasmo= (#icaram todos c1eios do %sp&rito Santo e começaram a !alar em outras l&nguas. mas o %sp&rito mesmo intercede por n>s com gemidos ine!)veis$ % a'uele 'ue perscruta os coraç:es sabe o 'ue dese4a o %sp&rito. p$ NC . serão abordados os principais aspectos de sua mani!estação e o !undamento b&blico e doutrin)rio$ Algumas pessoas pensam e di"em 'ue o dom das l&nguas é o menor e o mais insigni!icante de todos$ 3orém.B/$ 8ra. o dom de l&nguas= ? é. con!orme o %sp&rito Santo l1es concedia 'ue !alassem* +At B. ..L/9 ? é um carisma em virtude do 'ual o crente !ala com Deus ao impulso do %sp&rito +c!$ 1 Cor 1. Conceito 8 dom das l&nguas é uma oração !eita por meio de sons emitidos.$119 1C. o %sp&rito vem em au2&lio nossa !ra'ue"a9 por'ue não sabemos o 'ue devemos pedir. ve4a?se como ele aparece em algumas passagens da Sagrada %scritura= At B. senão a Deus= ninguém o entende. mesmo descon1ecidos$ Consiste em di"er palavras sem con1ecer?l1es o signi!icado$ 3ro!erir palavras 'ue não são. 1M ele est) relacionado como um dos milagres BL $ Salvador Carrilo ALDA]. são bene!&cios certos e imprescind&veis para o crescimento espiritual$ 8 grande dese4o de S$ 3aulo é mani!estado assim= \De min1a parte. inarticulada.N$ Ressalte?se. propriamente.B$B-/9 ? é um carisma de oração e de louvor +c!$ 1 Cor 1. nem orar como convém.anto.uanto ao !ormal deste carisma e ao seu signi!icado pro!undo. São 3aulo escreve: (A'uele 'ue !ala em l&nguas não !ala aos 1omens.. o !alar e o cantar em l&nguas$ Além disso.?..

veri!ica?se uma nova dimensão da oração$ 3oucas !rases bastam para 'ue a'uele 'ue recebe o dom se sinta envolvido pelo mistério e possu&do por um pro!undo sentimento de alegria e pa"$ Desta !orma. s ve"es e2traordin)rio. . como o dom dos milagres ou das l&nguas. para estar em 1armonia com as demais$ A pessoa é livre. cantamos ou oramos. as graças especiais. antes a completa e enri'uece$ %la e2ige a atitude de render?se ao %sp&rito Santo9 é como uma porta bai2a pela 'ual s> passa 'uem se curva um pouco$ D a esta oração misteriosa.. bene!&cio$ Se4a 'ual !or o seu car)ter. indiscut&vel. . Ti)o# de or ção e$ !2n. a presença de Deus se torna aconc1egante. designadas também TcarismasU. mas a Deus +c!$ 1 Cor 1. a saber= a edi!icação mHtua. a pessoa não !ica est)tica. tem por meta o bem da Agre4a e ac1a?se a serviço da caridade= ($$$ São. esta não e2clui a !inalidade comum 'ue t7m todos os carismas. !a" ao 3ai o pedido certo e na 1ora certa. apego auto?imagem e boa !ama$ %mbora não se compreenda o signi!icado.. mesmo se !eita em assembléia$ (A'uele 'ue !ala em l&nguas edi!ica?se a si mesmo* +1 Cor 1.anto. incredulidade.u # 8 dom das l&nguas é uma oração 'ue se !a" a Deus. ação do %sp&rito9 é um dom 'ue provém do Sen1or. mas continua no pleno dom&nio de suas !aculdades.uem ora em l&nguas não ora aos 1omens. porém. de não compreendermos o 'ue !alamos. inarticulada.C/BN$ 8 dom das l&nguas é um dom para a santi!icação pessoal$ 3ara orar em l&nguas. dHvidas. pode assumir a !orma de mensagem comunidade9 neste caso necessita da interpretação.u # BM B- $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. podendo começar e terminar 'uando 'uer$ %sta oração não suprime a oração !ormal.. é uma !orma de glori!ic)?lo$ . dei2ando ao pr>prio Deus o cuidado de glori!icar?se e dar?se graças por um amor 'ue supera todo o con1ecimento$ %. ainda 'ue n>s não entendamos os gemidos ine!)veis +$$$/. pois é emprestar a mente e a vo" para 'ue o %sp&rito Santo ore$ (Assim. p$ MM$ BN $ Salvador Carrilo ALDA]. 'uase palp)vel$ 8 dom das l&nguas !avorece a mani!estação dos demais dons$ Ao orar em l&nguas.B/9 a'uele 'ue se abre ao dom das l&nguas tem o %sp&rito Santo orando nele. 1in !id de do do$ de !2n. por ele e com ele +c!$ Rm -.11 'ue acompan1am os 'ue cr7em. muitas ve"es devem?se romper barreiras de medo. respeito 1umano. sabendo o 'ue est) !a"endo. !ora do comum da linguagem 1umana$ A Agre4a indica 'ue a oração em l&nguas é. n$ BCC. como uma grande promessa de Jesus$ D um (milagre* por'ue é e2traordin)rio. verdadeiramente. 'ue a pessoa se une. no cap&tulo 'uarto$ (Segundo a!irmação de 1Cor 1./$ Ema ou outra ve". podendo per!eitamente controlar o tom da vo".$ $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. a construção do Corpo de Cristo +c!$ 1 Cor 1B. Deus sabe o 'ue dese4a o %sp&rito$ Apesar da intelig7ncia não assimilar nada. os carismas se ordenam graça santi!icante e t7m como meta o bem comum da Agre4a$ Ac1am?se a serviço da caridade. dom gratuito. p$ NC$ . segundo a palavra grega empregada por S$ 3aulo. sentimos 'ue algo nos toca pro!undamente +$$$/. &arismas. nem entra em transe. além disso. como se ver) mais adiante.. do 4eito 'ue Deus 'uer$ 3or isso pode?se di"er com !undamento 'ue orar em l&nguas é (orar no %sp&rito*. o dom de l&nguas é um carisma 'ue o %sp&rito Santo d) para edi!icação pessoal9 no entanto.M$BM?. BL?BM/$ 8 %sp&rito Santo sabe do 'ue o orante tem necessidade. e 'ue signi!ica !avor. 'ue edi!icam a Agre4a*BM$ 3. sentimos 'ue o mais pro!undo do nosso ser comunga de maneira especial com A'uele 'ue nos criou e ao 'ual pertencemos*B8 dom das l&nguas apro!unda a oração e a união com Deus$ @rata?se de uma oração individual. in!lu7ncias negativas de pessoas contr)rias. ( %enova$ão no Espírito .

S/ 'ue se adapta nature"a de cada um +c!$ At B. portanto.1B K) variedade de mani!estaç:es do dom das l&nguas$ Duas delas são= a2 "lossolalia (Em !enZmeno 'ue se deu sobretudo na comunidade cristã de Corinto +1 Cor 1B. ouviu uma moça orar em latim.B$ b/ Abre a pessoa para os demais carismas. import5ncia !undamental no enri'uecimento espiritual$ %le contribui para a renovação da vida da pessoa.. 1S9 1S. B?1N/. embora não con1ecesse esta l&ngua$ %le também registra o !ato de uma sen1ora norte?americana 'ue ao orar em l&nguas perto de um padre portugu7s. . de palavreado !re'6ente. a oração em l&nguas normalmente se apresente como= a/ !ouvor R oração se'6enciada. 1C/ +$$$/$ @ambém o milagre de 3entecostes pode ser interpretado como uma mani!estação de g$ como indica. 'ue leva a !rutos de contrição9 d/ &anto +c!$ 1 Cor 1. p$ 1S$ . sendo 'ue em tonalidade musical$ '. 1.C$ b2 6enoglossia D uma oração em l&ngua descon1ecida de 'uem ora. como o latim.íblia.C $ A GA0 D%0 J8R0.B $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. 'uase intermin)vel e sem pausas9 c/ .. L/9 não é a mesma coisa 'ue o T!alar outras linguasU +o milagre de 3entecostes/. a4uda?nos a con1ecer o teu #il1o/*.M9 11. p$ MS?ML$ . sem necessidade de pensar.uanto tonalidade./ e a citação de Jl . p$ e2$. nela !e" a seguinte oração= +P Maria. -/$ @alve" ten1a considerado como o inverso da con!usão das l&nguas em Jabel*. por e2emplo$ Robert DeIrandis di" 'ue (durante uma reunião de oração em 0ova 8rleans. também não sabemos como devemos pedir ou di"er a Deus +$$$/$ 8 %sp&rito Santo. 1C9 1. p$ B. mas também nas de Cesaréia e D!eso +At 1C. vem em nosso au2&lio corrigindo toda esta imper!eição. 1S/ R é também uma espécie de louvor. mas. por'ue mantém o esp&rito em alerta para o 'ue . . num abandono con!iante. cidade norte?americana.L9 1N. #icionário enciclop-dico da . mergul1ar nas pro!unde"as do %sp&rito$ (8utras ve"es. mas 'ue e2iste ou 4) e2istiu e ainda é do dom&nio 1umano. 'ue se tornavam compreens&veis apenas para 'uem possu&a o carisma da interpretação +1 Cor 1. !ormular preces. 'ue ascendeste ao mais alto dos céus. sem con1ecer sua l&ngua. &arismas. 'ue e2iste em n>s pelo nosso pecado$$$*. A i$)ort3nci do do$ d # !2n. através do dom de l&nguas.8plica R oração compassada e em tonalidade penitencial.1$ . 4ubilosa e e2tremamente alegre.B .. a impressão 'ue causou nos presentes +At B.1?S$ 8 pr>prio S$ 3edro identi!ica os !enZmenos com os de Cesaréia +At 1C. mas consistia nisso 'ue a pessoa +$$$/ pro!eria sons inintelig&veis e palavras sem ane2o.. na medida em 'ue se constitui em ação misteriosa e amorosa de Deus$ D poss&vel indicar alguns bene!&cios do dom de l&nguas= a/ #avorece a intimidade com Deus.1 $ 0 dom das línguas. -/$ +$$$/ S$ Lucas v7 no milagre um s&mbolo da universalidade do evangel1o +c!$ At B. ao começarmos a orar. onde a pessoa !ica (mergul1ada* como criança diante de Deus9 b/ 78bilo R oração transbordante.u # 8 dom de l&nguas tem.

(spirai aos dons espirituais. proporcionando uma oração certeira e e!ica"$ -. como dos outros. voc7 solta os sons. instruindo. senão sob a ação do %sp&rito Santo* +1 Cor 1B. movimentar os l)bios. problemas interiores nos 'uais pre!ere não tocar9 d/ D também um dom de unidade entre os cristãos= (Ac1avam?se então em Jerusalém 4udeus piedosos de todas as naç:es 'ue 1) debai2o do céu$ 8uvindo a'uele ru&do. dando novo rumo ao trabal1o apost>lico.. produ"ir sons$ Diante deste dom. pode di"er= TJesus é o Sen1orU. pois. . reuniu?se muita gente e maravil1ava?se de 'ue cada um os ouvia !alar na sua pr>pria l&ngua* +At B. !avorecendo a intimidade e a comun1ão com Deus$ A oração em l&nguas pode se mani!estar de v)rias !ormas9 o mais importante não é o 'ue se di" e sim o 'ue 1) no coração do orante em relação a Deus$ (0inguém !alando sob a ação divina.. pois submete o esp&rito ao %sp&rito. $ Jonas AJAJ.1./$ CAPÍTULO TERCEIRO Car sma da Pro!"# a 1. as di!iculdades vão desaparecendo e o dom se torna um modo a mais de como poder re"ar$ @ambém é necess)rio 'ue o receptor colabore com o Doador$ R o %sp&rito Santo$ A este cabe a moção e a inspiração das palavras en'uanto 'ue 'uele.u # 8 dom de l&nguas é para todos os 'ue cr7em +c!$ Mc 1L. ele pode apresentar?se sem sentido s mentes mais racionais$ Mas na medida em 'ue se cede ao dom e abre?se o coração e a mente. o dom das curas e assim por diante$ c/ A4uda a orar por determinadas coisas das 'uais a pessoa !oge de colocar na presença de Deus. a mel1or maneira de orar em l&nguas é soltar?se no meio dos outros$ Se 1) um grupo orando em l&nguas. indicando a direção certa e levando conversão. Conc!u#ão 8 dom de l&nguas !oi um dom abundante no in&cio da Agre4a$ D normal um cat>lico e2erc7?lo$ %le tra" muitos !rutos para a vida de oração e de santi!icação pessoal. da mesma maneira como estou orando$ Começo a orar. a pessoa deve !a"er um ato de !é= ceder ação do %sp&rito Santo. en!im. o dom de l&nguas au2ilia no processo de santi!icação pessoal. Co$o rece4er o do$ d # !2n. sob Sua ação a l&ngua pro!erir) palavras inintelig&veis= (0o dom das l&nguas. p$ S-$ . a !im de dei2ar 'ue o %sp&rito Santo ore em si$ D algo muito !)cil e simples* . peço a Deus 'ue conceda s pessoas a e!usão do %sp&rito Santo$ De 'ue !orma[ Convido a pessoa a orar comigo. Introdução 8 carisma da pro!ecia é um dos meios 'ue o Sen1or tem para comunicar?se com o seu povo. S?L/$ Acima de tudo. o dese4o. Deus 'uer !alar ou !a"er$ Ieralmente a palavra de pro!ecia ou a interpretação das l&nguas v7m durante ou ap>s a oração ou c5ntico em l&nguas$ Da mesma !orma a palavra de ci7ncia. e a pessoa me acompan1a$ 0ão se pode imitar$ Cada um deve se soltar. !aça o mesmo$ 0ão é assim 'ue o passarin1o aprende a voar[ 0ão é assim 'ue aprendemos a nadar[ K) muito tempo.$ 0. encora4ando. e o %sp&rito Santo d) o conteHdo$ %sta é a sua parte$ 3or isso. 1M/$ 3elo modo como se mani!esta. mover a l&ngua. mani!estando sua santa vontade em tudo +c!$ 1 Cor . a aceitação e a decisão de orar= abrir a boca. e2ortando. pode di"er= TJesus se4a malditoU9 e ninguém.

BB/.$ 3or ve"es./$ . p$-M . 1L?B1/$ Assim. O e+erc2cio do do$ de )ro&eci . ao dom de pro!ecia\ +c!$ 1 Cor 1. B.anto.. pois. torna?se um instrumento apto do Sen1or para pro!eti"ar na assembléia$ 3. e2ort)?los e consol)?los\ +1 Cor 1. pois 'uem tem o %sp&rito do Sen1or e se dei2a condu"ir por %le. e é um sinal \para os !iéis\ +c!$ 1 Cor 1.1/$ %m 0Hmeros 11..uem pro!eti"a !ala aos 1omens para edi!ic)?los.. $ Salvador Carrillo ALDA]. . .M?1B/$ A pro!ecia pode tra"er uma sugestão sobre algo 'ue deve ser mudado9 pode tra"er uma con!irmação do amor de Deus.. Conceito (A pro!ecia é um carisma em virtude do 'ual o inspirado.B/$ São 3aulo aconsel1a a aspirar aos dons \mas. . mas é uma palavra inspirada 'ue mani!esta a vontade de Deus em circunst5ncias do momento e mani!esta os sentimentos ocultos do coração$ A palavra pro!ética geralmente suscita !ortemente um movimento de conversão. !ala assembléia para e2ort)?la. do 4eito certo$ .. mas na maioria delas erra. dese4o 'ue todos !aleis em l&nguas.. é movido pelo %sp&rito.. disse?l1es o %sp&rito Santo= separai?me Jarnabé e Saulo para a obra a 'ue os ten1o destinado* +At 1. o ap>stolo mani!esta seu dese4o= \8ra./9 por isso. 1N/. de agradecimento ao Sen1or por suas intervenç:es de amor./ Deus sempre 'uer !alar. L/. em seguida.. 'ue ten1a seu Deus tão pr>2imo de si cada ve" 'ue o invoca com sinceridade +c!$ Dt . a pro!ecia é uma conse'67ncia do derramamento do %sp&rito Santo na Agre4a. e2erça?o con!orme a !é* +Rm 1B. por sua vontade. S/$ %ste dom \instrui também os outros +ouvintes/\ +c!$ 1 Cor 1. segundo a medida do dom de Cristo. o Sen1or disse a 3aulo em visão= não temas< #ala e não te cales$ 3or'ue eu estou contigo$ 0inguém se apro2imar) de ti para te !a"er mal. L1e obedece. 1. é lembrada pelo ap>stolo 3edro.uando o !a" e.M/[ 2. 1/9 e e2plica a import5ncia deste dom= \. BC/$ \A'uele 'ue tem o dom da pro!ecia. com e!eito. !a" a coisa certa. N?1C/$ %la pode também prever uma missão para a Agre4a dentro de algum tempo= (%n'uanto celebravam o culto do Sen1or. ( %enova$ão no Espírito .$B... encora4ando a continuar$ (0uma noite. um ap>s outro. em nome de Deus.. alguns !oram constitu&dos pro!etas para o aper!eiçoamento dos cristãos +c!$ %! . do seu poder. como \cumprimento do 'ue !oi dito pelo pro!eta Joel* +c!$ At B. o pro!eta Joel predissera 'ue o Sen1or iria derramar o seu %sp&rito sobre todo o ser vivo= tal pro!ecia.?. so!re ou !racassa$ D necess)rio ouvir o Sen1or sempre +c!$ Dt L. algumas ve"es acerta.?BS/*.ue maravil1a poder ouvir a Deus e por ele ser orientado$ . na 1ora certa. 1...?BS/$ D dese4o ardente do ap>stolo 'ue na comunidade se mani!este este dom do %sp&rito= (0ão despre"eis as pro!ecias* +1 @ess S. mas nem sempre o seu povo est) pronto para escut)?lo$ . estimul)?la ou corrigi?la$ D um carisma 'ue contribui muito para edi!icar a Agre4a$ 0ão comunica revelaç:es sensacionais.1. sendo para estes motivo de adoração e proclamação da presença de Deus em meio comunidade +c!$ 1. sobretudo.. 'uanto para os in!iéis.ue povo 1). con!irma?se na pro!ecia o 'ue 4) se est) !a"endo.uando !a" por sua pr>pria conta.. porém. podeis pro!eti"ar. muito mais dese4o 'ue pro!eti"eis\ +1 Cor 1. para todos aprenderem e serem todos e2ortados\ +1 Cor 1.BN l7?se= \3rouvera a Deus 'ue todos pro!eti"assem e 'ue o Sen1or l1es desse o seu %sp&rito\$ 8ra. um sentimento de pa"$ 8casionalmente o pro!eta recebe uma lu" particular predi"endo o !uturo +c!$ 1Cor 1. logo no dia de 3entecostes. depois de terem 4e4uado. pois ten1o um numeroso povo nesta cidade +At 1-. no 0ovo @estamento. /$ 8 dom de pro!ecia (edi!ica a assembléia\ +c!$ 1 Cor 1. um sentido pro!undo de sua presença$ A pro!ecia é um dom 'ue todos podem ter= \@odos...

/$ Assim sendo. a pro!ecia tem o e!eito de apro!undar o senso da presença de Deus$ D um meio e!ica" de o povo ser condu"ido por Deus$ 0este sentido. oração e c5ntico em l&nguas seguidos de breve tempo de sil7ncio$ Assim se cria o clima !avor)vel para a mani!estação do carisma da pro!ecia. mas apenas pronunciar o 'ue l1e é revelado na sua pr>pria maneira de !alar$ 0esse sentido. para a verbali"ação de Suas palavras$ A pro!ecia não se re!ere necessariamente ao !uturo. em sua mente e.$ .. não aceitando uma pro!ecia divina por'ue esta veio por este ou a'uele membro da comunidade$ 8 %sp&rito Santo é livre para 'ue 1a4a pro!ecia onde. de maneira 'ue a pessoa é usada por %le$ D o Sen1or 'uem escol1e. p$ S. o pro!eta transmite o pensamento de Deus para 'ue se possa agir segundo esse pensamento$ % essa transmissão vem de Deus e não da mente da'uele 'ue !ala$ 8 pro!eta !ala sob inspiração divina. Deus utili"a?se de alguém para di"er aos 1omens o 'ue %le pensa sobre a situação presente. . ou 'ual é a Sua intenção para o !uturo$ 0uma reunião de oração.L$ Assim sendo..S. um movimento no &ntimo do esp&rito. 11/$ D %le 'ue suscita o dese4o de pro!eti"ar. e não tanto o transmissor da mensagem$ D preciso ter cuidado para não se dei2ar levar pela !ra'ue"a 1umana. de suas !aculdades. sob ação divina. como evidencia a J&blia$ 3ela pro!ecia. como tal.id d )ro&eci 0inguém pro!eti"a sem o consentimento da vontade. .. 'ue deve ser dese4ado por todos +c!$ 1 Cor 1. como segue= oração. A co!. mas de pa"\ +1 Cor 1. p$ SL$ .. sua liberdade$ A pro!ecia é geralmente precedida pela unção.1S 8 dom de pro!ecia é a !aculdade de acol1er no &ntimo +pensamento/ e transmitir em palavras intelig&veis. se não as pronunciar por medo. trans!ormando?se em (porta?vo"* de Deus. abrindo o seu ser para isso. as revelaç:es de Deus$ %st) no campo das revelaç:es particulares e. sendo instrumento ativo desta inspiração e comunicação9 o 'ue importa é a mensagem.C/. não !orça a mente 1umana contra a sua vontade e consentimento9 serve?se sim. a unção é a c1ave 'ue permite saber 'ue o Sen1or 'uer !alar. são combinadas a ação do %sp&rito e a adesão da pessoa$ 8 %sp&rito unge o pro!eta. é um impulso para anunciar a mensagem de Deus9 com !re'67ncia. como e 'uando %le 'uiser9 nas reuni:es de oração. Deus se utili"a da cultura e do vocabul)rio da pessoa$ .L $ C!$ Jonas AJAJ. dei2a de pro!eti"ar$ Deus não violenta.. BN/.S $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. insegurança ou respeito 1umano. e com um critério de 4ulgamento sobre a mesma +c!$ 1. embora respeite o seu livre?arb&trio.1. 'ue é um Tsenso da presença do Sen1orU. o e2erc&cio da pro!ecia acontece 'uando o pro!eta !ala sob a in!lu7ncia sobrenatural do %sp&rito. vai derrubando as barreiras 'ue impedem a entrega plena do ser da pessoa ao seu %sp&rito. a comunidade louva e e2ulta de alegria pela palavra 'ue o Sen1or deu$ D importante 'ue 1a4a con!irmação da pro!ecia$ 3. louvor +c5nticos ou preces/. mas acol1e as palavras de Deus. s ve"es com sinais sens&veis e inspira?l1e as palavras a serem ditas$ A pessoa deve entregar?se a Deus.. 1) uma certa se'67ncia em relação pro!ecia. pois. normalmente. 1/$ Ap>s acol1er a pro!ecia. acol1er as palavras no &ntimo e pronunci)?las destemidamente$ 8 pro!eta não precisa mudar a vo" ou imprimir uma tonalidade discursiva. "rupo de ora$ão. não pode contradi"er o 'ue !oi revelado através da J&blia e da @radição e 'ue é e2plicado pelo Magistério da Agre4a +revelação pHblica/$ A mani!estação da pro!ecia deve ser com \dignidade e ordem\ +c!$ 1 Cor 1. muito embora isso ten1a sido o caso em algumas ocasi:es. \Deus não é Deus de con!usão. c1ama e capacita o pro!eta +c!$ %! . (spirai aos dons espirituaiss.

medida 'ue as pronuncia. contemplar um tHnel sem !im$ A oração do disc&pulo de Jesus Cristo ressuscitado é muito mais do 'ue tatear na escuridão$ %la não é tampouco um salto no abismo$ 8 disc&pulo de Jesus !oi elevado posição de amigo do Mestre +c!$ Jo 1S. toda a assembléia deve louvar o Sen1or 'ue ali est) se comunicando com ela$ %.BM?BN/$ A oração do disc&pulo de Jesus é mais do 'ue !alar no va"io. 'ue é o di)logo com o Sen1or9 %le responde pela pro!ecia. oração e pro!ecia$ A assembléia se dirige a Deus pela oração. louvor +c5nticos ou preces/.1. composto de louvor.b?S/ para saborear o seu canto de amor$ 3. cria?se assim o 'ue é denominado \ciclo carism)tico\. outras se seguirão$ @ambém pode acontecer de ser dada primeiro em pensamento ou por meio de uma imagem$ . s ve"es bastante piedosos. encontram?se assim estes elementos= oração. Ti)o# de )ro&eci Além da pro!ecia verdadeira. tendo?a também recebido. automaticamente. tenta comunicar os pr>prios sentimentos como se !ossem mensagens do %sp&rito9 b/ 9alsa profecia ? é uma mensagem in!luenciada pelo DemZnio9 pode ocorrer$ 0ormalmente. mas 'ue não v7m de Deus e sim da pessoa 'ue. é um inclinar de ouvido na direção dos l)bios da @rindade Sant&ssima +c!$ As SC. da ami"ade das outras$ 3or isso sua oração é. apro2imar?se de Deus +c!$ Kb 11.2. tão logo se recebe$ Ao ouvir o anHncio de uma pro!ecia. pode acontecer de ser proclamada numa reunião de oração ou !ora dela= a/ 5ão profecia ? 'uando as palavras v7m da mente 1umana9 são sentimentos. a pessoa se acostuma a !icar esperando pelos 'ue mais costumeiramente pro!eti"am$ 8s 'ue agem assim. ela contradi" a %scritura ou a @radição e o ensinamento da Agre4a$ A !alsa pro!ecia é detectada pelos seus !rutos= ela causa um mal?estar espiritual 4unto comunidade9 v7?se logo 'ue não procede do %sp&rito Santo pelos e!eitos negativos 'ue . por ve"es. pro!ecia. L/. antes de tudo. go"a. oraç:es em l&nguas. sem se dei2ar impregnar por dHvidas e inseguranças$ 3or ve"es. usando as mentes e vontades da'ueles 'ue se rendem a %le para edi!icar a comunidade$ 0o ciclo carism)tico.. é necess)rio um ato de entrega ao Sen1or e não apenas de passividade$ 8 pro!eta deve manter uma e2pectativa de escuta$ A escuta é a capacidade dada pelo %sp&rito Santo para ouvir a vo" de Deus no coração e discernir. unção +'ue geralmente precede a pro!ecia/. dentre todas as vo"es 'ue c1egam. podem con!irm)?la.ual'uer 'ue se4a a !orma de receber a pro!ecia. ap>s a 'ual a comunidade louva e e2ulta de alegria pela palavra 'ue o Sen1or l1e dirigiu$ 0a medida em 'ue a comunidade se 1abitua com o ciclo carism)tico.1L 8 essencial para acol1er a pro!ecia e proclam)?la é crer 'ue Deus 'uer !alar na'uele momento e dispor?se a ser seu instrumento$ A pessoa recebe em sua mente uma palavra ou !rase e. os outros. torna?se mais aberta ao Sen1or e ao cumprimento de sua vontade$ 8corre./$ Sendo amigo de uma das 3essoas da Sant&ssima @rindade. 'ual é a de Deus +c!$ Jo 1B. di!icilmente serão usados com o dom da pro!ecia$ 3ara ouvir o Sen1or. di"endo em bom tom= \eu con!irmo\$ Asto d) certe"a da pro!ecia 'uanto sua origem$ Deve?se !alar o 'ue se recebe. ler no v)cuo. a pessoa deve dar um passo na !é para pronunci)?la. movida por seus anseios ou mesmo por problemas emocionais. 'ue v)rios membros da comunidade ten1am a mesma pro!ecia no momento9 'uando a primeira pro!ecia é anunciada. seguido de breve tempo de sil7ncio. so!rer na solidão. O cic!o c ri#$5tico 0as reuni:es de oração.

permanece comentando ou acrescentando coisas 'ue. angHstia. de alguma !orma. poder) se sentir impulsionada a mesclar a pro!ecia com esses sentimentos pessoais9 s ve"es. contrição. recordação de trec1os b&blicos ou !atos ocorridos. ela mesma tem vontade de di"er comunidade ou a algumas pessoas 'ue ali estão presentes$ A pro!ecia se torna longa e um pouco con!usa. não 'uer di"er 'ue este4am sendo !eito acréscimos pelo pro!eta9 b/ 1rofecias repetitivas R a pessoa pronuncia as palavras inspiradas e. menos espaço para Satan)s$ %le necessita de um tipo de (brec1a* para in!luenciar as pessoas.1M produ"$ 3ode acontecer também 'ue inspiraç:es aut7nticas se mesclem sub4etividade do indiv&duo 'ue. 'ue pode ser causada por presunção. na oração pessoal ou através de alguém 'ue ora por ela9 mais raramente. pelo 'ual Deus d) uma convicção interior da autenticidade ou não da pro!ecia$ 8 discernimento. vai introdu"indo outros elementos e misturando?os com o 'ue Deus est) revelando$ Seria o caso de= a/ 1rofecias longas R a pessoa recebe a inspiração e. uma pro!ecia pode ser= a/ 1essoal R dirigida diretamente a uma pessoa. a mensagem é transmitida estritamente com elementos de tais devoç:es. como se !osse o pr>prio Deus !alando9 b/ *ndireta ? por meio de visuali"ação.uanto mais louvor. altive" ou algum pecado grave 'ue este4a. o !ato de uma pro!ecia ser um pouco mais alongada. o pro!eta normalmente comunica o 'ue Deus . torna?se também um e2erc&cio espiritual$ 0o entanto. uma pro!ecia pode ser= a/ #ireta R pronunciada em l&ngua compreens&vel. portanto. nas mais das ve"es. espontaneamente. ao ser proclamada uma pro!ecia. continua repetindo as mesmas palavras ou com pe'uenas variaç:es9 c/ 1rofecias influenciadas por devo$/es pessoais R 'uando uma pessoa tem ligação muito estreita com algum tipo de devoção +Coração de Jesus. 'uanto para uma necessidade da comunidade como um todo$ 0a pro!ecia podem ser revelados planos a se reali"ar e 'ue 4) estão sendo amadurecidos dentro de cada um individualmente ou na comunidade$ . medo.uanto aos destinat)rios. etc/. ansiedade. na primeira pessoa do singular. o 'ue se constitui numa não?pro!ecia$ D necess)rio recorrer ao dom do discernimento. in!luenciando !ortemente o momento de oração$ . etc/9 c/ %sperar 'ue ela se4a con!irmada por outras pessoas$ D bom 'ue se diga 'ue o DemZnio não tem poder e autoridade para inter!erir numa oração 1umilde e aberta ao %sp&rito$ . desespero. entre outros9 nesses casos. mas também pode acontecer numa oração comunit)ria9 b/ &omunitária R dirigida a todas as pessoas reunidas em oração$ 3ode?se pedir uma pro!ecia para alguém particularmente. seria oportuno= a/ 8bservar se ela não contradi" a J&blia ou a doutrina da Agre4a9 b/ 3erceber as impress:es 'ue ela causa da assembléia +pa". 0ossa Sen1ora. alegria.uanto !orma. depois 'ue !ala o 'ue sentiu de Deus. na 5nsia de continuar ensinando. di!icultando o entendimento dos ouvintes 'uanto ao 'ue realmente é mensagem de Deus$ Apesar disso. algum santo.

são palavras de Deus.$ 31ilippe MADR%. por'ue. como se estive e2pondo$ @ambém é poss&vel 'ue alguém pro!eti"e en'uanto pro!ere uma pregação ou ensino$ #re'6entemente podem ocorrer pro!ecias com substrato b&blico. por seu %sp&rito$ São 3aulo convida con!iança 'uando di"= \@odos podeis pro!eti"ar\ +1 Cor 1.N $ Jonas AJAJ. a pro!ecia. ressaltar o crescimento de Cristo no amor !raterno. animem. ser lembrada\.12$ A Agre4a precisa de pro!etas 'ue encora4em. Aspirai aos dons espirituais. se mantém em ação*. prolongar?se. 4ustamente por'ue na'uele momento. p$ . é \uma ação de Deus mediante a 'ual alguém proclama uma mensagem de Deus. palavras de vida. BN?.N$ -. . sem 'ue ele ten1a de ser imediatamente 'uestionado$ @udo isso é uma !ase de ensaios s cegas. por ela.M$ As passagens b&blicas v7m ao pensamento naturalmente$ 0o entanto. instruam e e2ortem +c!$ Col . esta ou a'uela mensagem ou verdade da !é contida na %scritura$ 0este conte2to. e2cessivamente$$$*$. não se trata de uma pro!ecia no sentido estrito9 na maioria dos casos. é importante lembrar 'ue (um carisma R sobretudo de ordem pro!ética R não é in!al&vel e o seu in&cio pode ser marcado pelo !racasso. e2ortar. 'ue levam a comunidade e as pessoas a terem vida e vida em abund5ncia +c!$ Jo 1C. pelo erro.M $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. e é assim 'ue a Agre4a../$ Sua autenticidade deve ser 4ulgada pelos demais pro!etas +c!$ 1 Cor 1. %le pode calar?se$ D importante levar bem a sério as pro!ecias. eu sou o camin1o. é um pensamento da pr>pria pessoa. pela !alta de con!irmação.uando alguém apenas emite supostas mensagens tais como= (Meus !il1os. p$ SS$ . é preciso 'ue se diga 'ue a mera recordação de vers&culos b&blicos sem uma conotação atual não é pro!ecia$ .. consolar +c!$ 1 Cor 1. levar glori!icação de Deus. a verdade e a vida*.. Deus 'uer relembrar comunidade orante.1est) !alando. por'ue recordou a'uela palavra na'uele momento. mas 'ue precisa na'uele momento. (spirai aos carismas. Pro&eci e o4edi6nci As pro!ecias são dadas como orientaç:es para serem ouvidas$ .-$ .'. leg&tima e necess)ria para assentar esse carisma$ Mas ela não deve. 1L/$ .. p$ -M$ . o rumo da pr>pria Agre4a. 'ue somos n>s. motivada ou não pelo clima da oração$ 3elo dom do discernimento é poss&vel saber se as palavras b&blicas t7m uma conotação atual$ 3or !im. "rupo de 0ra$ão../$ Seu conteHdo deve estar de acordo com a J&blia e o ensino da Agre4a.. o Sen1or nos !ala$ %la pode mudar o rumo das coisas.uando não se presta atenção e não se vive o 'ue o Sen1or !ala. a 'ual !ocali"a uma verdade 4) con1ecida. Conc!u#ão 8 ob4etivo da pro!ecia é edi!icar. na edi!icação da Agre4a e na busca da santidade$ 8 pro!eta é o porta?vo" de Deus R Deus é o centro R mostrando o Cristo vivo e ressuscitado agindo. obviamente. compostas de !rases b&blicas.1C/$ (8 grupo deve levar a sério a palavra de pro!ecia.

a oração ou o canto em l&nguas.1N &(1:. Introdução 8corre muitas ve"es numa assembléia carism)tica reunida.<!0 =<(%.0 O #ar sma da In$"r%r"$a&'o das Línguas 1. numa 1armoniosa alegria pela presença de Deus na'uele lugar$ Durante a oração ou .

/$ @anto (o !alar* como (o orar* e (o cantar* em l&nguas s> se tornam mensagem pro!ética 'uando 1ouver interpretação$ 3.BC canto em l&nguas ou no sil7ncio 'ue se segue. sob a ação do %sp&rito$ 8ra. o tradutor entende cada palavra$ D por isso 'ue ele. para 'ue a assembléia receba edi!icação$ . uma vo" destaca?se das demais$ 8utras vo"es se calam por'ue sentem 'ue o %sp&rito est) agindo. O e+erc2cio d inter)ret ção d # !2n.uanto mais a pessoa se 1abitua com ela.. anotando com clare"a a mensagem do Sen1or$ . portanto. o dom da interpretação das l&nguas pode ocorrer durante o (ciclo carism)tico*= louvor R sil7ncio R pro!ecia em l&nguas e interpretação R louvor a Deus.a interpretação ocorre ap>s a emissão de uma mensagem em l&nguas$ A mensagem em l&nguas pode ter duração di!erente.uem !ala em l&nguas. para torn)?la compreens&vel aos membros da comunidade$ D. termos ou per&odos de uma l&ngua pelos de outra$ 8 dom da interpretação das l&nguas é um impulso. 4) estudada no cap&tulo anterior$ . Conceito 8 carisma da interpretação das l&nguas é a !aculdade de perceber o sentido da oração ou da pro!ecia em l&nguas$ 0ão se con!unde com tradução +ou versão/$ 0esta. entre outras !ormas$ Da mesma maneira 'ue na pro!ecia.B$ 2.C $ A interpretação direta acontece da mesma maneira 'ue a pro!ecia. recordação de vers&culos b&blicos ou !atos. uma mensagem em l&nguas também é precedida por uma unção$ 8 intérprete recebe um impulso interior para a interpretação$ Ali)s..u # 8 e2erc&cio do dom de interpretação das l&nguas segue os mesmos princ&pios 'ue para o dom de pro!ecia$ De !orma pessoal ou comunit)ria .B $ C!$ cap&tulo anterior$ . de !orma direta .uem recebe o dom da interpretação percebe 'ue as palavras l1e v7m mente de !orma abundante. peça na oração o dom de interpretar\ +1 Cor 1. podendo ser longa ou breve9 contudo. utili"ando palavras de um dos idiomas con1ecidos.1 $ C!$ cap&tulo anterior o re!erente pro!ecia indireta$ . dando uma pro!ecia em l&nguas +!alada. uma pro!ecia motivada e antecedida pelo dom das l&nguas= (A'uele 'ue !ala em l&nguas não !ala aos 1omens. mais !acilmente identi!ica o modo como o Sen1or l1e \dita\ as palavras$ 3or 'ue Deus utili"a o dom das l&nguas para comunicar sua mensagem 'uando pode !a"7? lo (diretamente* através da pro!ecia[ Dom João %vangelista Martins @erra procura responder= . orada ou cantada/$ Ap>s a pro!ecia em l&nguas !a"?se sil7ncio para a escuta da interpretação$ A interpretação pode vir pela mesma pessoa ou por outra. a unção do %sp&rito caracteri"a o e2erc&cio dos dons do %sp&rito Santo$ . muito mais dese4o 'ue pro!eti"eis$ Maior é 'uem pro!eti"a do 'ue 'uem !ala em l&nguas. B$S$1. a não ser 'ue este as interprete. através de uma unção espiritual. $ C!$ cap&tulo anterior$ . reescreve o te2to em outra l&ngua 'ual'uer$ A tradução é a substituição de palavras. por meio do 'ual a pessoa capta o sentido da mensagem e comunica?a. dese4o 'ue todos !aleis em l&nguas. como uma palavra de pro!ecia$ 3ode ocorrer também a interpretação indireta . senão a Deus= ninguém o entende. pois !ala coisas misteriosas...C.1 por meio de visuali"ação. e deve di"er o 'ue o Sen1or l1e inspira$ Assim como 1) uma unção para pro!eti"ar. a interpretação deve ser concisa.

uando e2iste uma unção pro!ética na assembléia e 'ue se e2pressa em l&nguas. 'uer por meio da interpretação das l&nguas.uando se ora ou louva em l&nguas. dirigida pelo %sp&rito Santo./$ .S $ 0s carismas em . a mani!estação das l&nguas tem todas as utilidades das pro!ecias. O co!.B?. não 1) necessidade de interpretação por'ue a pessoa est) se dirigindo a Deus +c!$ 1 Cor 1. . 1aver) outros pro!etas para 4ulgarem ou con!irmarem a pro!ecia em l&nguas e sua interpretação +c!$ 1 Cor 1../ . é importante !a"er a di!erença entre a oração em l&nguas e a pro!ecia em l&nguas9 somente esta necessita de interpretação$ .. .S $ 3. é rati!icado$ Como na pro!ecia. mas s> 'uando o %sp&rito suscita alguém a !alar em l&nguas na assembléia.1.u # 8 acol1imento do dom de interpretação também segue os mesmos princ&pios para o acol1imento da pro!ecia. a saber= edi!icar.L$ Sua din5mica é semel1ante da pro!ecia. e coloca também o grupo inteiro alerta para escutar o 'ue se vai di"er$ %ssa interpretação não é uma tradução. pois uma ve" 'ue é proclamada assume todas as caracter&sticas da pro!ecia. todos devem proclamar a miseric>rdia do Sen1or. a !im de estarem mais preparados para receber uma inspiração sobre o 'ue o Sen1or 'uer comunicar ao grupo./$ . en'uanto todos os outros guardam sil7ncio. acontece 'ue v)rias pessoas recebem a mesma interpretação da mensagem ouvida$ 0este caso. o senso de 'ue a interpretação ouvida é correta. . sua palavra tra" sempre !rutos poderosos sobre todos$ Ema ve" interpretada.. consolar +c!$ 1 Cor 1. a& cabe a interpretação em vern)culo e a con!irmação de outros membros da assembléia +c!$ 1 Cor 1.1S?B. Ti)o# de inter)ret ção A distinção dos tipos de interpretação obedece aos par5metros atribu&dos pro!ecia$ A interpretação é verdadeira 'uando vem do %sp&rito Santo$ 0ão?interpretação é 'uando as palavras t7m origem na mente 1umana +não vem de Deus/$ A !alsa interpretação é in!luenciada pelo DemZnio$ 8 instrumento 'ue separa um dos outros é o carisma do discernimento dos esp&ritos$ 8 discernimento da interpretação é tão necess)rio 'uanto para a pro!ecia. 'ue é colocada diretamente no coração do pro!eta por uma ação do %sp&rito Santo$ A interpretação das l&nguas é também depositada na mente do intérprete$ %. consciente da presença de Deus./$ A'ui. bem como seus re'uisitos e utilidades +c!$ Mt M. mas um carisma di!erente 'ue não acontece na oração particular. preparando assim o clima para a intervenção do carisma pro!ético 'ue interpreta e2ortando. 'uer por pro!ecias..ão 1aulo. através da mani!estação dos dons do seu %sp&rito. p$1N$ $ C!$ cap&tulo anterior$ . consolando e corrigindo\$ . 3or ve"es. B?. pois.B1 (#alar em l&nguas numa assembléia cultual cria uma atmos!era de audição interior e uma e2pectação atenta da palavra do Sen1or$ %sse dom alerta os 'ue pro!eti"am no grupo./$ 0uma assembléia pe'uena ou numa grande assembléia 'ue este4a em pro!unda oração.. e2ortar. deve?se dei2ar algum tempo para o louvor$ D %le mesmo 'ue est) dirigindo a sua palavra$ % 'uando o Sen1or !ala.i$ento d inter)ret ção d # !2n. ao receber uma mensagem do Sen1or. 1. deve?se di"er em vo" alta= (eu con!irmo<*$ Ap>s receber uma mensagem em l&nguas e sua interpretação.L $ C!$ cap&tulo anterior$ ...

não impeçais !alar em l&nguas$ Mas !aça?se tudo com dignidade e ordem* +1Cor 1. irmãos. 'uem 'uer. peça na oração o dom de as interpsetar* +1Cor 1. por Jesus./$ 8 carisma da interpretação leva ao 3ai.<!0 =<*5.C/$ .0 ./$ O dom #ar sm($ #o da C )n# a 1. e ser?vos?) dado* +Mc 11.BB '.uanto ao seu e2erc&cio. pede= (@udo o 'ue pedirdes na oração. 1. obedece aos mesmos princ&pios da pro!ecia... crede 'ue o tendes recebido. pois.uem dese4a. no poder do %sp&rito Santo. Introdução &(1:.B. . orientando os !il1os de Deus a !a"er a Sua vontade$ .N?. aspirai ao dom de pro!eti"ar9 porém. com a di!erença de 1aver sempre uma mensagem em l&nguas antecedente$ (Assim. Conc!u#ão (3or isso 'uem !ala em l&nguas.

devido graça. pois leva as pessoas conversão e glori!icação de Deus$ A palavra de ci7ncia é percebida como uma certe"a interior 'ue c1ega mente$ Ieralmente.M $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. ou mesmo um c1amado conversão$ 2. Conceito 8 carisma da palavra de ci7ncia é uma revelação sobrenatural de algo 'ue Deus con1ece$ %le comunica !atos. impondo as mãos$ 0ão depende de in!ormação. p$. paci7ncia./$ c/ 1alavra de ci>ncia= revelação particular e moment5nea sobre um !ato singular e determinado9 é urna revelação interior compreens&vel por 'uem a recebe +c!$ 1 Cor 1B. B9 Kab B. sobre o dom da ci7ncia. ou um 'uadro. Deus revela as curas 'ue est) reali"ando no meio da comunidade9 então. escrevem %miliano @ardi! e José K$ 3rado #lores= (D um dos dons carism)ticos. assim. p$. Através do dom da ci7ncia o %sp&rito Santo !a" com 'ue a pessoa entenda as coisas como Deus entende$ #a" com 'ue se penetre na rai" do acontecimento. não é !iloso!ia ou teologia= é dom gratuito do %sp&rito Santo$ 8 dom de ci7ncia é o diagn>stico de Deus$ D o carisma pelo 'ual o %sp&rito Santo revela uma situação. . di"er 'ue a palavra de ci7ncia \é um con1ecimento sobrenatural 'ue se recebe. um !ato ou uma lembrança dolorosa relativa a acontecimentos passados ou presentes$ %ste dom !a" com 'ue a mente penetre nas verdades divinas sem 'ue empregue o es!orço do racioc&nio +c!$ B Re L. em suas relaç:es com Deus e mostra o valor e a import5ncia 'ue t7m as criaturas aos ol1os de Deus +c!$ As 11. sentimento. muito belo. uma cena$ 8 Sen1or mostra. con1ecimento$ ^ a !ormação ad'uirida$ D também associada a toda tecnologia 'ue o 1omem con1ece e utili"a para o desenvolvimento 1umano$ b/ #om de ci>ncia infuso= é um dom crismal 'ue a4uda a 4ulgar de maneira correta as coisas criadas. situação. o 'ue est) curando. uma cura espiritual.1$ . para con1ecer e ver a rai" de um problema ou o 'ue Deus est) !a"endo ou vai !a"er entre suas criaturas\. de bagagem cultural. a mente est) aberta e livre para receber a comunicação do Sen1or$ 3or ve"es. -b/$ 3. pa". problemas. pode?se c1egar rai" de um problema ou causa de um cativeiro +depend7ncia de um trauma/ ou ao con1ecimento de uma cura*.$ 7esus está vivo. por meio da 'ual a intelig7ncia do 1omem se ilumina com a ação do %sp&rito Santo. comunica?se a toda a assembléia o 'ue o Sen1or est) reali"ando$ A palavra de ci7ncia distingue?se da ci7ncia 1umana e do dom de ci7ncia in!uso$ Assim= a/ &i>ncia= desenvolvimento das aptid:es naturais da pessoa através do estudo. !ato.B . 1. !eridas ou 'ual'uer outra matéria 'ue não é do con1ecimento de 'uem ora. trans!ormando. ap>s uma oração em l&nguas. 8 dom da ci7ncia é uma grande !erramenta de trabal1o na edi!icação do Reino de Deus. mas 'ue é necess)rio saber na'uele momento de oração pessoal. por meio do 'ual Deus revela e comunica o 'ue 4) 1ouve ou o 'ue est) acontecendo na 1ist>ria da salvação das pessoas$ 3or esta revelação.M$ 0este mesmo sentido. O e+erc2cio do do$ de ci6nci # A palavra de ci7ncia não é necessariamente uma palavra piedosa +amor.-$ 3elo dom de ci7ncia.-ss/ . ainda. comunit)ria ou 'uando se re"a por alguém. reali"ando. vem mente uma palavra somente. pes'uisa. 'ue pode ser= uma cura !&sica ou emocional.B. "rupo de 0ra$ão. acontecimentos. estado de esp&rito$ D um !ragmento da onisci7ncia de Deus$ 3ode?se.

penetra também as pro!unde"as do 1omem. revelando?l1e o 'ue deve ser curado. etc/. cabeça. e tiram a !elicidade$ 8 %sp&rito Santo penetra tudo. re"a?se de acordo com o ob4eto revelado$ c2 5a reunião de ora$ão 0uma assembléia de oração.L?. carro. 1C9 Rm -. o dom de ci7ncia a4uda no processo de santi!icação pessoal$ Deus dese4a 'ue o 1omem compreenda como e por'ue %le est) agindo de determinada maneira$ Deus ensina ao 1omem sobre as suas verdades. etc$ A palavra vem mente. por meio de uma sensação !&sica ou sentimento.M R A'ui. o dom de ci7ncia pode se mani!estar principalmente= a2 5a ora$ão pessoal 8 (diagn>stico* ser) re!erente pr>pria pessoa ou acontecimento 'ue l1e di" respeito. por meio da imposição de mãos$ 3or e2emplo= 'uando alguém so!re de algum mal cu4a causa é descon1ecida. sem 'ue a pessoa se ten1a preparado ou pensado$ 8 dom de ci7ncia pode vir acompan1ado da palavra de sabedoria$ 8 primeiro revela a situação9 o segundo revela como agir$ 8 dom de ci7ncia também pode se mani!estar por meio de um entendimento. por meio deste dom de ci7ncia$ . mesmo as pro!unde"as de Deus +c!$ 1 Cor B. e aguarda?se a comunicação do Sen1or em sil7ncio$ A pessoa por 'uem se ora poder) dar o signi!icado da palavra de ci7ncia.uanto ocasião. anel. !a"endo com 'ue ela penetre na rai" do !ato. geralmente relacionadas a uma ação de Deus na'uele momento$ %m alguns casos. a pessoa pode perceber 'ue a ela se re!ere a palavra.B. BS?. carta. Uti!id de do do$ de ci6nci A !inalidade primeira deste dom é levar cura das lembranças dolorosas. Jesus teve uma percep$ão da !orça 'ue dele saira9 . pode?se pedir ao Sen1or uma palavra de ci7ncia$ Re"a?se em l&nguas por alguns instantes. uma ou mais pessoas podem receber palavras de ci7ncia. para 'ue o 1omem possa ter a liberdade de optar pelo bem$ b2 5a imposi$ão de mãos D comum 1aver mani!estação da palavra de ci7ncia 'uando se est) orando por alguém. Jesus teve um entendimento espiritual acerca da situação da'uela mul1er9 b/ Mc S. 'uando se anunciam curas por meio do dom de ci7ncia. !a"em so!rer. a t&tulo de e2emplo. associando?a a algum !ato de sua vida$ Ap>s a emissão e compreensão da palavra de ci7ncia. mas outro modo de compreensão espiritual= é também dom de ci7ncia$ 3odem ser re!eridos. do sentimento. dois epis>dios b&blicos= a/ Lc M. mas di" respeito ao 'ue Deus 'uer revelar$ 3ode ser palavras simples e corri'ueiras$ 3or e2emplo= tesoura. da situação ou estado de esp&rito relacionado com o passado ou o presente dela mesma$ 0esse sentido. . 'ue ainda incomodam as pessoas. não seria uma (palavra* no sentido estrito. entre outras coisas$ 8 %sp&rito Santo tem di!erentes maneiras de se revelar s pessoas$ %. um sentimento.. R 0esse epis>dio. BM/$ 8ra. uma percepção acerca de determinadas realidades$ 0esse caso.

os problemas de ordem espiritual?moral repercutem no psicobiol>gico$ c/ 1edir ao .enhor que venha em auxílio com o dom da ci>ncia $ 0este caso.. 1und $ento# 424!ico# do do$ de ci6nci • • • • • • • • João 1. doença !&sica.N$ '. prova a veracidade da palavra de ci7ncia$ 3elos depoimentos se con1ece se 1ouve a ação de Deus ou não. revela tanto o 'ue o Sen1or esta reali"ando +curando/ na comunidade. . portanto. um dom associado ao dom de curar doenças +c!$ 1 Cor 1B.B$ .?. através da palavra de ci7ncia. por inspiração do 3ai9 Atos S.ecido# D muito comum encontrar pessoas com problemas cu4as causas não se con1ece= se4am problemas de ordem !&sica. aguarda?se a palavra de ci7ncia.S= 8 %sp&rito Santo revela a Asabel a gravide" divina de Maria9 Mt 1. p5nico. Co$o re" r )or )ro4!e$ # de#con. etc/ e não sabe e2plicar o por 'u7 de tal estado9 s ve"es não 1) nen1um motivo aparente$ Como !a"er nestes casos[ a/ . emocional e espiritual$ b/ ?er em que nível a enfermidade se situa: se no campo som)tico +se é algo simplesmente de origem biol>gica/9 se no campo emocional +das lembranças dos !atos traumati"antes. a José. poss&veis causas9 levar em conta a interdepend7ncia dos campos !&sico.N/. em son1os.M?S1= a palavra de Jesus a 0atanael9 João . não é bater palmas= mas dei2ar a assembléia louvar e agradecer ao Sen1or com espontaneidade$ 0. a palavra de ci7ncia corresponde a um !ato acontecido 1) muito tempo9 outras ve"es. comunica?se pessoa a mesma palavra$ A pessoa e2pressa a resson5ncia da palavra em sua vida$ 3or ve"es. anunciada pela palavra de ci7ncia +c!$ Mt M.1?11= 3edro denuncia o roubo de Ananias e Sa!_ra9 Atos 1C.11?1S= con1ecimento da morte de L)"aro9 Mateus 1L.BS %ste dom. ora?se em l&nguas por alguns minutos9 ap>s breve sil7ncio. procurando reunir todos os elementos poss&veis= in&cio da en!ermidade +1) 'uanto tempo/. de pro!ecia*.. re!ere? se a casos acontecidos recentemente$ Ap>s a palavra de ci7ncia.N $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. ap>s os testemun1os. pelos testemun1os se con!irmam não somente as curas. etc$/$ Muitos casos de doenças !&sicas t7m sua origem nos problemas emocionais9 em outros casos. emocional ou mesmo espiritual$ A pessoa pode estar vivendo em estado doentio +depressão. 1L?BC/$ Assim. A i$)ort3nci do te#te$un.entar o diálogo com a pessoa. &arismas. 'uanto o 'ue deve ser curado$ 8 dom da ci7ncia é também.1L= de!inição de !é do ap>stolo 3edro. a gravide" divina de Maria$ -. e deve ser usado com sabedoria e discernimento$ (8 carisma da palavra de ci7ncia est) sempre a serviço de outro dom= de cura.1L?1N= revelação da vida da Samaritana9 João11. mas a pr>pria palavra de ci7ncia$ 8 importante.o %m 'ual'uer 1ip>tese de mani!estação do dom de ci7ncia. poss&veis contaminaç:es. é importante o testemun1o das pessoas 'ue. re"a?se pela cura do 'ue !oi . conscientes ou inconscientes/9 se no campo espiritual +se é caso de con!issão sacramental.Nss= visão de 3edro e a palavra 'ue l1e é comunicada9 Lc 1. em parte. p$ 1. receberam alguma graça$ 8 'ue é testemun1ado. palavra de sabedoria.1-?BS= 8 an4o revela.

Au+i!i re# do do$ de ci6nci a2 .BL revelado$ 8 processo vai se repetindo. sentimento ou son1o$ Atitudes cristãs= sigilo9 prud7ncia9 sabedoria9 discernimento$ &(1:. !a"?se um louvor ao Sen1or e conclui?se com alguma oração espont5nea. não é !iloso!ia ou teologia= é dom gratuito do %sp&rito Santo$ 3alavra de ci7ncia= diagn>stico de Deus$ #a" com 'ue a mente penetre numa verdade +ou na rai" de um problema/ sem es!orço 1umano$ Mani!esta?se através de= uma palavra ou !rase.E6.0 Car sma da Pala*ra d" Sa+"dor a 1. de bagagem cultural. Introdução . sensação. Conc!u#ão 8 dom da ci7ncia não depende do con1ecimento. imagem +visuali"ação/. ou mesmo b&blica$ Caso não se receba palavras de ci7ncia ou se a pessoa 'ue recebe a oração não associ)?la a nen1um !ato de sua vida. o seu amor para com a'uela pessoa$ 7.igilo 9 'uem ora por outra pessoa deve manter sigilo em relação ao 'ue o Sen1or revelou ou curou +casos particulares ou situaç:es secretas/. mesmo assim deve?se re"ar e entregar o caso miseric>rdia do Sen1or$ %le 'ue tudo con1ece 1aver) de mani!estar. respeitando a privacidade das pessoas$ :. no momento oportuno. en'uanto c1eguem palavras de ci7ncia$ 3or !im.<!0 .abedoria 8 dom do %sp&rito Santo 'ue revela como agir diante da'uilo 'ue o dom de ci7ncia esclareceu$ b2 #iscernimento 9 este carisma a4uda a descobrir o sentido das revelaç:es dadas pelo %sp&rito Santo através do dom de ci7ncia$ c2 1rud>ncia 9 a prud7ncia a4udar) a descobrir o momento e a !orma certa de proclamar as palavras de ci7ncia$ d2 .

movendo uma pessoa a ensinar ou e2plicar verdades religiosas. para santi!icação de sua vida pessoal$ %ste dom !a" aprender as realidades espirituais e suas conse'67ncias na vida pr)tica9 desperta o sabor das coisas de Deus +c!$ @g 1. não vos glorieis. palavra de sabedoria é uma palavra. p$. para orientar situaç:es concretas9 não depende de méritos pessoais.-/$ 3.. debates. atitude ou ação a !im de 'ue as pessoas percebam a verdade 'ue antes não con1eciam$ Anspira o 1omem como agir.. nem mintais contra a verdade$ %sta não é a sabedoria 'ue vem do alto. um problema +d) o diagn>stico/9 o dom da sabedoria revela como agir +indica o remédio/$ A sabedoria também ilumina a pro!ecia para 'ue se4a entendida e vivida$ %. a pessoa sente 'ue o Sen1or est) l1e guiando para !a"er alguma coisa ou di"er algo em determinado momento$ 3ortanto.S/$ d2 ( palavra de sabedoria= dom carism)tico do %sp&rito Santo. situaç:es de con!usão. discuss:es. d) a direção certa. !alar ou se comportar em situaç:es concretas da vida.1S?BB/$ 8 dom da sabedoria tem &ntima ligação com o dom da ci7ncia$ 8 dom da ci7ncia revela uma situação. a !im de 'ue a presença e o amor de Deus se4am e2perimentados.1 . leva a decis:es con!orme a vontade de Deus e condu" santidade$ Como é importante este carisma< 2. dom gratuito de Deus. de acordo com a vontade de Deus +c! 1 Cor 1B. . "rupo de ora$ão. diab>lica* +@g .?1S/$ c2 . levando?o a decidir acertadamente. . e para 'ue ela se4a movida a procurar Deus*SC$ %2emplos de palavras de sabedoria= Mt M. B-?BN9 Lc B. nem é !ruto de dedução racional ou cient&!ica= é puro dom da graça divina +c!$ 1 Cor 1B.M9 . além de outros !atores e2ternos$ b2 . 1umana.abedoria divina= dom crismal. Uti!id de do do$ d # 4edori 8 dom de sabedoria mani!esta a vontade de Deus em situaç:es concretas$ D o socorro de Deus para momentos de crise +o estudo de algum tema di!&cil. apropriada para testemun1ar a presença de Deus em momentos di!&ceis +c!$ Mt BB.BM 0um mundo tão di!&cil como este todos precisam urgentemente do carisma da palavra de sabedoria$ A sabedoria 'ue vem do %sp&rito Santo ilumina o camin1o.abedoria diab+lica= (Mas. BB9 1B.B$ 3elo dom de sabedoria. 1.abedoria humana= ad'uirida pelo es!orço do con1ecimento 1umano e pelas ci7ncias$ %la depende de es!orços. portanto. dom do %sp&rito Santo para o crismando. se tendes no coração um ciHme amargo e gosto pelas contendas. A ) ! (r de # 4edori n E#critur SC $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. mas é uma sabedoria terrena.. Conceito A palavra de sabedoria é uma \ação de Deus. BBss9 B. etc/$ A palavra de sabedoria é. -/$ 1 D oportuno !a"er a seguinte distinção= 2 a2 . capacidades e tend7ncias pessoais.

1C/$ São 3aulo agiu movido por este dom.. ao ouvirem palavras de sabedoria. da&?me a sabedoria 'ue partil1a do vosso trono.. para 'ue. 4unto de mim. 1. re!le2ão. cu4a e2ist7ncia e breve. nos momentos de pregação.. 'uando o cristão é c1amado a tomar decis:es importantes. transmitiam palavras de sabedoria$ Alguns te2tos importantes= Mt 1C. 1?L$N?1C/$ . \não podiam resistir sabedoria e ao %sp&rito 'ue o inspirava\ +At L. Deus se serve de alguém para transmitir um con1ecimento mais pro!undo da sua palavra ou da direção de Deus sobre a vida deles$ A palavra de sabedoria é !re'6entemente dada no aconsel1amento de outros.9 c/ Como atitude= At N.. incapa" de compreender vosso 4ulgamento a vossas leis9 por'ue 'ual'uer 1omem. os ap>stolos pedem Assembléia 'ue escol1a 1omens de boa reputação. sem nen1uma vacilação\ +@g 1.9 1S. não ser) nada.M9 . 1?. como e2orta São @iago em sua carta= \Se alguém de v>s necessita de sabedoria. descer de vosso santo céu. 1umildade e simplicidade +coração de criança/$ 8 dom da sabedoria pode estar vinculado a certos momentos decisivos na vida pessoal e comunit)ria. dese4ando?o ardentemente.?1B/$ '. S?M9 11... e não me re4eiteis com indigno de ser um de vossos !il1os$ Sou. c1eios do %sp&rito Santo e de sabedoria +c!$ At L.BG)rias passagens da Sagrada %scritura revelam a utili"ação do dom da sabedoria como recurso para mostrar a vontade de Deus ou intervir em situaç:es concretas$ 3ode? se. e o 'ue se con!orma s vossas ordens$ #a"ei?a. e Sen1or de miseric>rdia. BBss9 Jo 1C. mesmo per!eito. e ser?l1e?) dada$ Mas peça?a com !é.ss9 ..1?. para ser o sen1or de todas as vossas criaturas. est) a sabedoria 'ue con1ece vossas obras9 ela estava sempre 'uando !i"estes o mundo.. 1L?B-9 Lc 1B. e precisa do au2&lio divino. entre os 1omens. segundo o ideal cristão. 1. S?L9 c!$ %clo L. de uma orientação de Deus sobre este determinado momento ou problema$ D o dom divino 'ue leva a agir corretamente diante de uma situação di!&cil$ 3or este dom. estudo.. re"ar. distinguir o uso da palavra de sabedoria= a/ %m situaç:es embaraçosas= 1 Rs . e para 'ue eu saiba o 'ue vos agrada* +Sab N.N9 1B. 'uando dei2ou cego a Dlimas o mago. ao lado de v>s.?1L9 #l B. dando?l1es clare"a e direção pela ação do %sp&rito Santo$ @odos podem e devem aspirar a este dom9 devem. O e+erc2cio do do$ de # 4edori A abertura para o dom da sabedoria obedece aos mesmos princ&pios 'ue para os outros dons$ 3ara receber e mani!estar o dom da sabedoria a4uda= v ida de oração.M/$ Salomão pediu?a assim= (Deus de nossos pais. 1?1L$ A palavra de sabedoria !oi usada pelos ap>stolos em v)rias ocasi:es. 'ue a todos d) liberalmente. e enviai?a do trono de vossa gl>ria. tome parte em meus trabal1os. em resposta a seus problemas. ela sabe o 'ue vos é agrad)vel.?BS9 Sempre 'ue Jesus e os ap>stolos davam aos seus ouvintes noç:es pr)ticas de como viver segundo Deus. se l1e !altar a sabedoria 'ue vem de v>s$ Mas. um 1omem !raco. -ss/$ 3ara a eleição dos sete di)conos. BB?. 11?1B9 b/ Como !onte de entendimento espiritual= Lc 1B. como também antes de tomarem decis:es pr)ticas para a Agre4a +c!$ At B. outrossim. lLss9 1 3d 1. 'ue procurava desviar da !é o procZnsul Sérgio 3aulo +c!$ At 1.19 Lc L. BC?. com e!eito. BS?. pedindo?o. com simplicidade e sem recriminação. 1B?BM9 Cl . vosso servo e !il1o de vossa serva.. 1ss9 Il S. peça?a a Deus. 1Bss e . e pro!erir seu 4ulgamento na retidão de sua alma.$.. pois. B. ao e2empli!icar. percebem o pr>prio Deus a l1es !alar$ 3or este carisma. 'ue todas as coisas criastes pela vossa palavra. 1.?B19 Lc 1B. 1... a comunidade sente mais pro!undamente a presença do %sp&rito Santo$ 8s participantes de uma reunião.C9 Mc 1C.9 %! . 1ss/$ 8s 'ue discutiam com %stevão. governar o mundo na santidade e na 4ustiça.

a Hnica lei capa" de elevar sua dignidade de 1omem e assim enri'uecer o mundo* S1 $ S1 $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. Conc!u#ão A sabedoria é um precioso dom do %sp&rito Santo 'ue est) ao alcance de todos9 basta pedi?la com !é. obedecendo assim a lei de Deus escrita no seu coração.BN -. &arismas. p$ 1C-$ . saibam agir e !alar inteligentemente. iluminados pela sabedoria de Deus. para viv7?la e lev)?la aos irmãos (8 mundo necessita de 1omens 'ue.

1umanamente ine2plic)veis$ 3ortanto. o diabo$ 8 carisma do discernimento dos esp&ritos é um dos dons mais necess)rios a 'uem coordena um grupo de oração. pelo estudo. pela e2peri7ncia 'ue se tem sobre alguma coisa. os con1ecereis* +Mt M. surgem no mundo os !alsos pro!etas 'ue v7m dis!arçados de ovel1as +e mesmo dis!arçados de pastores/. situação ou pessoa +santo. palavra. de um 4u&"o temer)rio 'ue !a"emos sobre as pessoas$ As pr>prias palavras Tdiscernimento dos esp&ritosU dei2am claro 'ue tratamos dos esp&ritos e não dos 1omens e da sua conduta*$BC 3. intuitiva e instantaneamente. EG2 SB $ Robert D%IRA0DAS. 1S/$ c2 &arismático Dcf' E&or EF. s#"rn m"n$o dos Es%ír $os 1. e2erce alguma !unção na comunidade paro'uial. pela e2peri7ncia de vida. não se trata. dese4o. 'uais esp&ritos estão presentes e operantes em uma palavra. onde agem tanto os esp&ritos bons como os maus$ 8 discernimento é lu" sobrenatural 'ue nos mostra a origem e a causa Hltima de certos !enZmenos misteriosos.@. Introdução Jesus usou muito o carisma de discernimento dos esp&ritos em sua vida di)ria$ @ambém os 1omens e mul1eres. ou na RCC$ D bom estudar com carin1o este carisma$ 2. servos com grande responsabilidade. precisam deste carisma para saber distinguir 'ual esp&rito est) agindo em cada situação= o %sp&rito de Deus. pais e mães. pela observação$ b/ #outrinal D o discernimento ad'uirido pelo con1ecimento da Sagrada %scritura. o!erecimento= (8 discernimento é o dom 'ue nos abre os ol1os para o mundo invis&vel. p$ 1M1 .1L?BC/$ Contudo. $ S$ #ALG8.C . ou a mistura destes/* SB $ %ste dom permite identi!icar 'ual esp&rito est) impulsionando ou est) in!luenciando uma= ação. pelo racioc&nio l>gico. &arismas. se desenvolve$ 0o %vangel1o. 0 despertar dos carismas. ação. pela !ormação. é pai ou mãe de !am&lia. decisão. proposta. da Sagrada @radição e da doutrina da Agre4a9 algo 'ue se aprende.<!0 . o esp&rito 1umano ou esp&rito do mal.&(1:. dons do amor de #eus. 1umano. Jesus indica= (3elos seus !rutos. mas por dentro são lobos arrebatadores +c!$ Mt M.M$ S. preside uma reunião de oração. demon&aco. Conceito (Dom do %sp&rito Santo através do 'ual uma pessoa percebe. em 1ip>tese alguma. situação. ora por alguém. p$ . Ti)o# de di#cerni$ento a2 %eflexivo Dbom senso2 D o discernimento conseguido pela intelig7ncia.*A0 .

situaç:es desastrosas para ele e para os outros$ -. !oge completamente da vontade de Deus$ %. mas discerniu como ocasião de mani!estação da Il>ria de Deus +c!$ Jo N. curar.$ . como perguntavam os disc&pulos. %le discerne= \Se Satan)s se levanta contra si mesmo. pois o discernimento dos esp&ritos S..1?. B. mas para salv)?los* +Lc N. 1B9 Mc . 0 despertar dos carismas. por ele é poss&vel saber 'uando e como orar em l&nguas. entre outras coisas= \8 dom do discernimento. Uti!id de do di#cerni$ento c ri#$5tico a/ Aumenta a margem de acerto em tudo o 'ue se !a"9 b/ 3ermite a descoberta da vontade de Deus revelada por meio de outros carismas9 c/ D um dom precioso para 'uem e2erce todas as !unç:es. pro!eti"ar.1M R %va não parou para discernir se a proposta 'ue a Serpente l1e dava era coisa de Deus ou não9 b/ B Sm 11. ele a& est). pronto para proteger a autenticidade dos dons do %sp&rito. B-/$ b/ 0a 'uestão da cura no dia de s)bado. o discernimento re!le2ivo.1 .in3$ic d $ ni&e#t ção do di#cerni$ento c ri#$5tico Como !a"er para ter discernimento[ 0ão e2iste receita.o$ do di#cerni$ento n (id de <e#u# Jesus usou o dom do discernimento para encontrar orientação correta em certas ocasi:es$ %ste dom parece estar presente na vida de Jesus de !orma muito original9 alguns e2emplos podem servir de inspiração= a/ .. ../$ d/ 0a discussão sobre a ressurreição +pelos saduceus. os 'uais a negavam/ Jesus orienta= \%rrais não compreendendo as %scrituras e o poder de Deus\ +Mt BB.. podemos consider)?lo como protetor dos demais dons$ De !ato. 1?1L/$ c/ 0a primeira predição de sua 3ai2ão.uando atribu&am a %le um esp&rito imundo. !a"er o bem no dia de s)bado\ +Mt 1B. pregação e animação9 d/ 3rotege os outros dons$ Assim. di"endo= \0ão sabeis 'ual esp&rito vos anima$ 8 #il1o do Komem não veio para perd7?los. Jesus os orienta. por um movimento do %sp&rito no &ntimo.$ '. $ S$ #ALG8. interiormente. pois. p$ 1M. completam?se um ao outro$ 8 mel1or é camin1arem 4untos$ %m algumas ve"es. 1?1M R Davi criou. BB?BM9 Mt 1B. 'ue espécie de esp&rito est) movendo uma pessoa ou uma comunidade$ 8s discernimentos= carism)tico.D a capacidade 'ue o %sp&rito Santo d) para distinguir. mas dos 1omens +c!$ Mc -. doutrinal e re!le2ivo. est) dividido e não poder) continuar. BN9 Mc 1B. %le concluiu: \D permitido. S1 ss/$ Alguns trec1os da Sagrada %scritura revelam as conse'67ncias da !alta de discernimento$ 3or e2emplo= a/ In . mas desaparecer)\ +Mc . principalmente a de coordenação. . pedindo !ogo do céu para consumir os samaritanos 'ue l1es negavam pousada. por !alta de discernimento./$ e/ 0o caso do cego de nascença. inventadas pelo demZnio*S. di"endo 'ue os sentimentos de 3edro não são de Deus. Jesus não atribuiu a cegueira nem aos pais. nem ao pr>prio 1omem cego. das poss&veis adulteraç:es.1ss/$ !/ Diante da atitude de @iago e João. repreende a 3edro.. baseado somente na ra"ão.

acol17?lo. uma coisa é importante= con1ecer Deus e Sua 3alavra$ (Ema maneira corret&ssima de sabermos se algo vem da vontade de Deus. Conc!u#ão Jesus discerniu com poder e ensinou a vigiar +c!$ Mt . 1L?L. nossa vontade e intelig7ncia estarão sempre abertas ação do %sp&rito Santo. na !am&lia$ %le permite distinguir !enZmenos. a4udando en!im. no grupo de oração. p' . o 'ue vem do maligno* SS 3edir com !é o %sp&rito Santo. pelo carisma do discernimento dos esp&ritos. um aprendi"ado$ Sua mani!estação se parece com a intuição$ Assemel1a?se também com (a vo" da consci7ncia* Discernir segundo Deus gera bons !rutos$ Jesus d) uma regra in!al&vel= (@oda )rvore boa.uão necess)rio se torna o dom do discernimento nas v)rias situaç:es da vida pessoal e comunit)ria< %sse dom é muito importante na orientação doutrin)ria. do inimigo ou de n>s pr>prios é a 3alavra de Deus$ Muitas ve"es. ir analisando suas mani!estaç:es9 é. pedir o dom do discernimento. na docilidade ao %sp&rito Santo. d) bons !rutos9 toda )rvore m) d) maus !rutos$ 3elos seus !rutos. 1?1C9 M. pode?se di"er. os con1ecereis* +Mt M.. na percepção da ação de Deus e sua vontade. pois. da carne col1erão corrupção +c!$ Ial S. o 'ue vem de n>s. indispens)vel na comunidade 'ue re"a. 'ue nos revelar). no estudo da J&blia. no grupo de oração.N/$ 0.B . em discernimento dos esp&ritos não temos tempo nem de raciocinar$ Da& esta palavra precisar estar tão enrai"ada em n>s 'ue !aça parte 4) do nosso pr>prio ser$ Desta !orma. o 'ue vem de Deus. terão !rutos espirituais9 os 'ue são guiados pela carne. mani!estaç:es de todo tipo$ D necess)rio perseverar nas oraç:es.é um dom$ 3orém.. a \e2aminar se os esp&ritos são de Deus\ +1 Jo . na vida sacramental.1S/$ @odos devem pedir a Deus e buscar com empen1o o dom do discernimento dos esp&ritos$ %le é necess)rio. na devoção mariana e na doutrina da Agre4a para crescer no con1ecimento de Deus e estar cada ve" mais aberto ao carisma do discernimento dos esp&ritos$ . e alimentados pela oração. 1L?BC/$ 8s 'ue são guiados pelo %sp&rito Santo. importante. !ideran$a cristã. 1 /$ SS $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA.

1. B/$ Antes de entrar propriamente no dom da cura convém tecer alguns coment)rios a respeito da 'uestão das en!ermidades e de sua relação com a vida cristã e o plano da salvação$ 8 entendimento da Agre4a a respeito dessas realidades é de 'ue a en!ermidade e o so!rimento sempre estiveram entre os problemas mais graves da vida 1umana= (0a doença o 1omem e2perimenta a sua impot7ncia. desarmonia/ e a morte$ A doença +'ue é um dese'uil&brio/ pode ter in&cio em um dos elementos constitutivos do ser 1umano e atingir os outros. p$1. Introdução 8s carismas de cura. se interp:e o pecado. etc$ %sses dons continuam sendo mani!estos na Agre4a$ São necess)rios aos nossos dias. uma ressurreição.&(1:. emocionais e ps&'uicas/. a evangeli"ação é con!irmada$ (8s disc&pulos partiram e pregaram por toda a parte$ 8 Sen1or cooperava com eles e con!irmava a sua palavra com os milagres 'ue a acompan1avam* +Mc 1L. .$ . do 'ual é. pelo pecado das origens. n$ 1SCC$ SM $ J8W8 3AEL8 AA apud R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. uma doença do 1omem total$ %2empli!icando= um pecado. entraram no mundo o so!rimento. um prod&gio sobrenatural. do plano original de Deus. a doença +dese'uil&brio. Conceito de # =de >e?ui!24rio@ + doenç >de#e?ui!24rio@ Deus criou o 1omem em 1armonia per!eita com todas as coisas$ 8 %sp&rito de Deus governava o esp&rito do 1omem9 este governava a alma e a alma governava o corpo$ % o 1omem go"ava de um dom c1amado imortalidade corporal.(?0 Car sma da Cura 1. criando toda a espécie de dor e insatis!ação dessas necessidades$ 2.. para con!irmar a verdade da mensagem cristã$ Diante do poder de Deus 'ue se mani!estava em Jesus e nos ap>stolos. 'ue é uma SL $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. 0ra$ão pela pura. ou do 'ual ele pr>prio se privou* SM $ 0o plano inicial de Deus 'ue previa todo o bem e toda a satis!ação das necessidades do 1omem +!&sicas. A# en&er$id de# e cur “EnviouHos a pregar o %eino de #eus e curar os enfermos +Lc N. a alma e o corpo$ . além da imortalidade do esp&rito$ Kavia 1armonia R e'uil&brio R entre o esp&rito. agindo nos cristãos e através deles.BC/$ 2.alvifici #oloris R (8 sentido cristão do so!rimento 1umano* ? procura responder ao sentido da dor e do so!rimento$ Segundo ele. !é e milagres podem ser c1amados (dons?sinais*. (poder? se?ia di"er 'ue o 1omem so!re por causa de um bem do 'ual não participa. por'ue con!irmam da palavra do Sen1or$ 0ão !oram necess)rios somente no in&cio do cristianismo. ao presenciarem uma cura. seus limites e sua !initude*SL$ 8 3apa João 3aulo AA.<!0 0*. por'ue sinali"am algo de e2traordin)rio reali"ado pelo poder de Deus$ São dons 'ue mani!estam o poder de Deus no mundo9 são obras do poder do %sp&rito.uando o 1omem saiu. em sua Carta Apost>lica . secundariamente$ 3or e2emplo= uma doença 'ue comece no esp&rito +pneuma/ pode se e2primir na mente + psique/ e no corpo +soma/$ %ntão é uma doença pneumopsicossom)tica. muitos se converteram !é. para sua e2pansão$ D pr>prio da Agre4a testemun1ar pela mani!estação dos dons carism)ticos. um milagre. voluntariamente. a ação poderosa do Sen1or em meio a seu povo$ 3elos carismas. num certo sentido e2clu&do.

eu# ?uer o . restaurado. o Sen1or. s)bio para iluminar suas S- $ 8 (remorso* distingue?se da (contrição* pelo seu car)ter altivo= a pessoa sente?se atingida no orgul1o. !orte para au2ili)?los e de!end7?los dos inimigos. . restaurados.MM$ . resgatei a 1umanidade. ao bem?estar. pode gerar um sentimento de (remorso*S. O e+erc2cio do do$ de cur Se a doença é no corpo. restitu&?l1e a graça pela morte de meu #il1o$ 8s 1omens sabem de tudo isso mas não acreditam 'ue sou poderoso para socorr7?los. a Hnica prerrogativa é usar o nome de Jesus$ D preciso dei2ar de lado o medo e os enganos e orar pelos en!ermos. da 1armonia do plano de Deus$ 2. regenerados e libertos$ 3ara isso %le enviou o Seu #il1o para morrer pela 1umanidade$ 3elas suas pisaduras o #il1o trou2e a cura total e a libertação +c!$ As S. p S$ L1 $ 3rincipal obra de Santa Catarina de Sena$ %ste livro é considerado a obra?prima desta doutora da Agre4a$ #oi escrito na !orma original de (revelação divina* de Deus 3ai santa por volta do ano de 1$. mas todos os dias e2perimenta variad&ssimas !ormas de so!rimento e de dor* SN$ % a Congregação para a Doutrina da #é. a car7ncia é de uma cura interior$ Caso o problema se4a espiritual.doença do esp&rito +ou do pneuma/.o$e$ # ud5(e! Desde a criação do 1omem.+na alma ou psiqu>/. ao se deparar com sua imper!eição$ A contrição é uma atitude de 1umildade.. levando a doenças >sseas +no corpo ou no soma/$ 8 1omem em dese'uil&brio +doente/ precisa ser curado. anuncia a alegria do coração ligada libertação dos so!rimentos +c!$ As .9 Jr . as intervenç:es divinas em !avor do povo escol1ido testemun1am um a!eto e uma ternura 'ue e2pressam o grande amor de Deus$ Se dHvidas ainda 1ouvesse. a 1umanidade não !oi leal e !iel para comigo$ Desobedeceu min1a ordem +In B. sabendo 'ue Deus os cura pelos méritos de Jesus Cristo e não por'ue a pessoa sabe orar. *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura. 1) um anseio leg&timo e pro!undo do 1omem de se libertar de todo mal.?. por meio da 'ual a pessoa se recon1ece pecadora e solicita a miseric>rdia de Deus$ SN $ &hristifideles !aici. . o dom de cura geralmente se mani!esta por meio da oração de cura$ 3ara orar por cura. tem e2peri7ncia ou é santa$ @odos podem e2ercitar o dom de curar as doenças$ 8 prop>sito de Deus é 'ue os seus !il1os se4am totalmente sadios. pois o Sen1or é (a'uele 'ue liberta de todos os males* +Sb 1L.. regenerado em todo o seu ser para voltar 1armonia inicial$ A cura é isto= a restauração do e'uil&brio.. é preciso uma cura espiritual +libertação/$ %m 'ual'uer 1ip>tese. curados. saHde plena$ %ste é o plano de Deus= a !elicidade e o bem de suas criaturas$ As palavras dos pro!etas.2. com a intenção de dar ao 1omem a !elicidade$ Eni a nature"a divina. precisa?se de cura !&sica9 se na mente.-/$ 2. Deus o c1amou !elicidade. . é necess)ria uma cura ps&'uica9 adoecem as emoç:es.. nas suas promessas de redenção. conservei a !inalidade para a 'ual a criara.3.S. BN9 .C. 1M/ e ac1ou a morte$ De min1a parte mantive a !idelidade. m&sera nature"a 1umana.?S/$ 8 3apa João 3aulo AA di" 'ue (o 1omem é destinado alegria.$ LC $ C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D. BN/$ 3or isso. o mistério da encarnação de Jesus Cristo as dissiparia por completo$ Em Deus 'ue se d) de !orma tão apai2onada não poderia ter pensado ou dese4ado a dor ou o so!rimento para os seus amados$ 0o #iálogoL1 encontram?se registros primorosos de como Deus v7 a separação do 1omem e a sua necess)ria reconstrução= (P !il1a bondosa e 'uerida. tão per!eita. em recente publicaçãoLC se mani!esta di"endo 'ue e2atamente por 'ue somos destinados alegria. S.

se (!omos transladados da morte para a vida* +1 Jo . em tempos vindouros. . mani!estando o amor de Deus 3ai +c!$ Jo . con!orme o testemun1o do pr>prio Jesus Cristo. n$ 1SCB?1S1C$ L. no seu pecado.1S L. $ C!$. S?L9 LS. CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. com os outros.S.$ 8 3apa João 3aulo AA esclarece sobre isso= (Se é verdade 'ue o so!rimento tem um sentido de castigo 'uando é ligado culpa. N9 S./$ Mani!estam a vit>ria do Reino de Deus sobre todas as espécies de mal +$$$/. e as criaturas do mundo devem cooperar para a salvação$ 0elas. por !im. . com a sabedoria do #il1o e com a clem7ncia do %sp&rito Santo$ @odo o abismo da @rindade. mas continua sendo sempre um mal e as promessas de Deus vão sempre no sentido de libertação e de cura e 'ue. BC$ LS $ J8W8 3AEL8 AA apud C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D.uando Jesus se depara com os en!ermos. por'ue a Justiça é imortal* +Sl 11S. . a doença pode ter aspectos positivos de demonstrar !idelidade ou mesmo de reparação. de saHde. BC?B. nen1um princ&pio é !unesto.1C/$ A %scritura a!irma 'ue (Deus não é o autor da morte. orgul1o. de !elicidade. Jesus veio ao mundo para dar ao 1omem vida em plenitude. 1L/ e torn)?lo participante da nature"a +c!$ B 3d 1. !)?lo para demonstrar a sua 4ustiça$ 8 so!rimento tem car)ter de prova*LS$ Con!orme o entendimento e2presso pela Congregação para a Doutrina da #é. 4) não é verdade 'ue todo o so!rimento se4a conse'67ncia da culpa e ten1a um car)ter de castigo$ A !igura de J> é disso uma prova convincente no Antigo @estamento +$$$/$ Se o Sen1or permite 'ue J> se4a provado pelo so!rimento.S . *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura. aponta 'ue de Deus vem a cura e a salvação$ 8 dese4o de Deus. e a perdição dos vivos não l1e d) nen1uma alegria$ %le criou tudo para e2ist7ncia.B.%. 11/$ Se Jesus deu a vida pelo 1omem. .intelig7ncias +$$$/$ A nature"a divina uniu?se com poder meu +o 3ai/. . ambição9 em sua desarmonia consigo mesmo. não 1aver) mais desgraças e invalide" e o decurso da vida nunca mais ser) interrompido com en!ermidades mortais +c!$ As . a vida plena e abundante +c!$ Jo 1C. 1N?BC/LL$ A partir da vinda de Jesus Cristo é 'ue se encontra uma resposta mais completa para a 'uestão das en!ermidades$ . é a cura. p$ L$ LM $ Abid$.o$ de cur e #o&ri$ento . %le o 'uer c1eio de vida.L.N9 Sl 1CB. con!orme Jesus 1avia prometido$ São !re'6entes as curas e as libertaç:es por meio dos ap>stolos$ São 3aulo também con!irma a continuidade dos sinais e prod&gios em sua evangeli"ação$ A Sagrada Congregação para a Doutrina da #é acrescenta= (%ram prod&gios 'ue LB $ p$ . uniu?se vossa 1umanidade$* LB 8 ensinamento da Agre4aL. p$ S$ LL $ C!$ *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura. pois %le é o Deus da vida9 %le (é um Deus 'ue nos cura* +%2 1S./..L9 Sb 1. a sua atitude é sempre de curar e de libertar de todos os males$ A esse respeito di" a Congregação para a Doutrina da #é= (As curas são sinais de sua ação messi5nica +c!$ Lc M.. 1?1B/ e são sinais dos bens salv&!icos*LM$ 8 mesmo sentido pode ser observado no in&cio da evangeli"ação ao longo dos Atos dos Ap>stolos. 1./$ As doenças encontram sua causa no pr>prio 1omem.9 1. com a nature"a e. especialmente.u$ no 0o Antigo @estamento percebe?se 'ue o povo de Asrael tin1a o entendimento de 'ue as en!ermidades estavam misteriosamente ligadas ao pecado e ao mal9 mas elas atingiam também os 4ustos. 1.?1S/$ 8ra. BL/./ e do amor divino +c!$ 1 Jo . ('ue sara as nossas en!ermidades* +Dt .. e a morte não é a rain1a da terra. com o pr>prio Criador$ Mas esta é uma verdade b&blica= Deus 'uer o 1omem saud)vel< 2. e isto é uma constante na narrativa de todos os evangelistas. $ C!$ Jo M. servem para mostrar 'ue Jesus tem o poder de perdoar os pecados +c!$ Mc B. o 'ue levava o 1omem a interrogar?se o por'u7 L. p$ L$ .

O No(o Te#t $ento: <e#u# e o# en&er$o# @odos os temas presentes no Antigo @estamento a respeito do Messias dão a idéia de salvação. para 'ue todos tivessem vida plena +c!$ Jo 1C. a anunciar aos cativos a redenção. plenitude de vida !&sica.. En&er$id de# no Anti. e a l&ngua do mudo dar) gritos alegres* +As . o pr&ncipe da 3a"* +c!$ As M. presente em Jesus. S9 Mt 1. 1-?B. como tempos nos 'uais o poder de Deus se mani!estaria com esplendor em Jesus Cristo$ 8 Messias teria em si a plenitude do %sp&rito Santo9 seria consagrado pela unção./. 1L9 Mc 1. o Servo= (%le tomou sobre si as nossas en!ermidades e carregou com nossos so!rimentos$$$ % ainda= (3or suas c1agas. 1?B/$ %le !ora prenunciado como o (rebento 4usto brotado de Davi* +c!$ Jr B. 1. ap>s a narrativa do pecado e das conse'67ncias 'ue ele tra" para o 1omem. B129 veio para (e2piar os nossos pecados* Dc!' 1 Jo . a verdade 'ue Jesus é o Messias anunciado pelos pro!etas. de esperança e consolo$ 0o 0ovo @estamento.b?La/$ 8s tempos messi5nicos !oram vistos como tempos de plenitude espiritual. os evangelistas se es!orçam por transmitir aos seus leitores e ouvintes. 1C/$ 0o in&cio de seu ministério pHblico. começa a surgir. (Jesus percorria toda a Ialiléia. segundo o pro!eta `acarias +c!$ `c . . especialmente nos salmos e através dos pro!etas. . . é Lucas M.1S/9 como (Iérmen* . neste sentido. 1. BC/$ %. os co2os andam. o co2o saltar) como um cervo.S. e aos pobres é anunciado o evangel1o* +% Jesus acabara de !a"er muitas curas= c!$ v$ B1/$ #undamentalmente. v7?se Jesus cumprindo as pro!ecias$ Em dos te2tos claros. . mas 'ue se mani!estavam também 3. a (3edra Angular* na construção da Agre4a +c!$ `c 1C. BC/$ A %ncarnação do Gerbo.não estavam ligados e2clusivamente através dos !iéis$*L- pessoa do Ap>stolo. os surdos ouvem.. .. N$1B/ e o perdão de Deus inaugura a curaLN$ C1ega?se a momentos de uma compreensão e2traordin)ria da dor e da redenção a serem mani!estadas plenamente no Cordeiro de Deus. BS?BL9 11 . de vida e saHde. elas se tornam camin1o de conversão +c!$ Sl ./9 veio.9 As -. 1C/9 veio (para salvar os pecadores* +c!$ 1@im 1. 'ue tra" a Salvação em seus raios +Ml . e (enviado a levar a Joa 0ova aos pobres. o Justo. n>s !omos curados* +As S.N9 Lc M.9 Jo . B-9 Lc 11. pois %le veio ao mundo (para salvar o povo de seus pecados* +c!$ Mt 1.L . etc/$ Anunciava o Reino de Deus +c!$ Lc N.9 B-. e 1abitou entre n>sA +c!$ Jo 1. 11/9 como alguém 'ue viria (pensar a c1aga de seu povo e curar as contus:es dos golpes 'ue recebeu* +As .BM. 'uando (se !e" carne. p$ M$ LN $ C!$ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. aos prisioneiros a liberdade$$$* +As L1.C.BL/$ %le seria o (%manuel. a curar os coraç:es doloridos. uma visão nova da doença diante de Deus$ Das lamentaç:es sobre as en!ermidades. en!im. como uma plenitude de bens. ensinando nas L- $ Abid$. os mortos ressuscitam.-9 L. S9 .-./9 seria o (Sol da Justiça.N. S e . 1S/9 veio (para nos resgatar de toda a ini'uidade e nos puri!icar* Dc!' @t B. B. os leprosos !icam limpos. o #il1o de Deus.1B/9 !oi predito ser o Messias. 1. n$ 1SCB$ . BB= (Ade anunciar a João o 'ue tendes visto e ouvido= os cegos v7em. 11/ presente nU%le e em sua obra +c!$ Mt 1B.. 1?1S9 1S..$S$11/$ #oi assim 'ue os pro!etas viram a c1egada do Messias= (%le mesmo vem salvar?nos9 os ol1os dos cegos se abrirão e se desimpedirão os ouvidos dos surdos9 então. na plenitude dos tempos. BB9 At . é salv&!ica.. 1L9 Sl 11M. de cura das en!ermidades 1umanas.9 N. o Deus conosco.o Te#t $ento Ao longo do Antigo @estamento. 'ue devia vir a este mundo para reali"ar o plano do 3ai= a salvação dos 1omens e a mani!estação do Reino de!initivo +c!$ Mt 1. B1?BB9 1L... 1.

mas os en!ermos* +Mc B. e te abençoa com a doença< Ao contr)rio= curou a todos os 'ue dele se apro2imaram e l1e pediram com con!iança e !é +c!$ Mc L. SL/$ Jesus 'uer dar a saHde$ %le é o divino médico 'uer curar o 1omem totalmente +c!$ Mt -. assim.. A I. ressuscitai os mortos. Jesus ordenou= (Ade por todo o mundo e pregai o %vangel1o a toda criatura$ . e esta é a vontade do 3ai +c!$ 1 @im B. 1B?1L9 1N. em Lida. L/$ 0os Atos dos Ap>stolos. passando por sobre os doentes os curava9 Deus !a"ia milagres e2traordin)rios por intermédio de 3aulo +c!$ At S.9 Mc 1.S/9 este !ato trou2e muitas MC $ n$ 1SC. por'ue Deus 3ai assim o dese4a.. puri!icai os leprosos. cura o paral&tico %néias +c!$ At N. e por'ue mani!estava.19 . estas sim. da mente e da alma dos 1omens$ '.M . !alarão novas l&nguas./$ Ao se despedir dos ap>stolos. -/$ Ema palavra pode de!inir o relacionamento de Jesus com os en!ermos= compaixão.9 Lc N. e se beberem algum veneno mortal não l1es !ar) mal9 imporão as mãos sobre os en!ermos e eles !icarão curados* +Mc 1L.?-/9 d/ 3edro. é certo. com mais de 'uarenta anos de idade +c!$ At . . manusearão serpentes.$ . sua caridade. 1L?1-/$ A intenção de Jesus é bem clara= (%stes milagres acompan1arão aos 'ue tiverem crido*$ J) mesmo durante a vida pHblica de Jesus.. e curando todas as doenças e en!ermidades entre o povo$$$ e curava a todos* +Mt . Diversas ve"es os evangelistas se re!erem sua compai2ão$ 8 Catecismo da Agre4a Cat>lica di" 'ue (sua compai2ão para com todos a'ueles 'ue so!rem é tão grande 'ue ele se identi!ica com eles= Estive doente e me visitastes*MC$ @odos buscavam a Jesus. B. era por'ue não aceitava a en!ermidade como algo 'uerido normalmente por Deus9 mas a cura. a vontade de Deus é 'ue o 1omem se4a curado para poder louv)?Lo com todo o ser$ Jesus demonstrou isto em sua vida pHblica ao curar os doentes$ Compadecia?se dos doentes e mani!estava seu amor. 1..uem crer e !or bati"ado ser) salvo9 mas 'uem não crer ser) condenado$ %stes milagres acompan1arão aos 'ue tiverem crido= e2pulsarão os demZnios em meu 0ome. sendo a mesma um meio de santi!icação e puri!icação para si e para os outros$ De modo geral. BC/$ %is alguns relatos da era apost>lica= a/ 3edro cura um co2o de nascença. .?BS/$ 0ão somente Jesus curava< Mas dava aos disc&pulos o poder 'ue tin1a. %le o trans!eriu sua Agre4a$ A missão de Jesus e da Agre4a é a salvação dos 1omens. 1M/$ % Jesus ali estava como o médico divino do corpo. a saHde plena. em !orma de mandamento= (Curai os doentes. BB/9 b/ A sombra de 3edro. curando?os$ %le mesmo disse= (os sãos não precisam de médicos. 11?1B/9 c/ 0a Samaria. assim também eu vos envio* +Jo BC.sinagogas. 'ue a todos recebia$ @odos o 'ueriam tocar e %le se dei2ava tocar$ As curas reali"adas por Jesus suscitavam a !é em sua 3essoa Divina e levavam os ouvintes a se tornarem seus disc&pulos e suas testemun1as$ Se Jesus curava.19 Lc 1. Jesus apareceu aos ap>stolos e l1es disse= (Como o 3ai me enviou.re/ e o )oder de cur r doenç # Ap>s a ressurreição. pregando o %vangel1o do Reino.B?. os ap>stolos puderam testemun1ar o poder curativo 'ue %le l1es dava= pregavam e curavam os doentes +c!$ Mc L. os milagres acontecem pelo poder do nome de Jesus e do seu %sp&rito$ %ra o Sen1or con!irmando a pregação apost>lica +c!$ Mc 1L. o seu amor e a sua caridade$ 8 amor de Jesus é sempre curativo< % a ninguém 'ue dele se apro2imasse teria dito= volta para casa com tua en!ermidade. .B/$ Deus pode. . . permitir 'ue uma doença permaneça em uma pessoa. B1/$ A missão 'ue Jesus recebeu do 3ai. de tornar presente entre os 1omens o seu amor salv&!ico. . acontecem prod&gios e curas +c!$ At -. e2pulsai os demZnios$$$* +Mt 1C. eram dese4adas por Deus$ Jesus curava por'ue os via doentes. com o Di)cono #ilipe.

. co2o de nascença +c!$ At 1. pois é na !ra'ue"a 'ue min1a !orça mani!esta todo o seu poder* +B Cor 1B. M?1C/9 i/ %m Malta. M1 $ n$ 1SC-$ MB $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. pode?se sempre re"ar pela cura. o Sen1or operava prod&gios por meio de 3aulo e Jarnabé +c!$ At 1. por seu corpo 'ue é a Agre4a* +Col 1. com o passar do tempo. impondo as mãos9 e cura os doentes da il1a +c!$ At B-. dos m&sticos. n$ 1SC-$ . E ?u ndo # cur # não contece$B %ssa 'uestão é intrigante e in'uieta a muitos os 'ue se dedicam a orar pelos en!ermos$ %2iste sempre um mistério em torno da vontade de Deus$ 3or 'ue uns são curados e outros não[ %mbora se4a da vontade de Deus curar o seu povo.-/9 1/ %m @rZade. a santidade ao !ato de se reali"arem milagres e curas em bene!&cio dos en!ermos$ %sta idéia da santidade. contribuiu para isso$ 8 Catecismo da Agre4a Cat>lica atesta essa vontade de Deus em curar o seu povo e recon1ece= (8 %sp&rito Santo d) a algumas pessoas um carisma especial de cura para mani!estar a !orça da graça do ressuscitado*M1$ Dessa !onte maravil1osa. 3aulo cura um 1omem alei4ado das pernas. sem deturpar sua intenção$ Ap>s a era apost>lica. os grupos de oração da Renovação Carism)tica Cat>lica t7m bebido e é poss&vel testemun1ar as maravil1as 'ue o Sen1or tem !eito neles$ -./$ A oração de cura est) intimamente unida !é no poder de Deus.pessoas conversão para a !é9 e/ %m Jope. a 'uem nada é imposs&vel$ 8 dom da cura. não se pode separar evangeli"ação e sinais. unida a !atos prodigiosos.B. especialmente. por seus milagres em !avor do povo$ Associou?se assim. como um aspecto da unção do 3entecostes renovado$ A Renovação Carism)tica Cat>lica. isto é um sinal 'ue a4uda a caracteri"ar um serviço espec&!ico ou ministério$ 0esse caso torna?se necess)ria uma !ormação espec&!ica e mais apro!undada$ Jesus assegura 'ue é poss&vel obter o 'ue se pede na oração +c!$ Mc 11. 'ue se voltam ao Sen1or +c!$ At N.- . 3aulo ressuscita um moço +c!$ At BC./$ Assim.uando o dom da cura começa a se mani!estar com !re'67ncia na vida do participante do grupo de oração. a Agre4a continuou a e2ercer estes dons de cura e milagres9 é con1ecida a !ama dos santos. . 1ss/9 g/ %m Listra.Lss/9 !/ %m AcZnio. completo na min1a carne. 3aulo cura o pai de 3Hblio. os dons de cura começaram a e2pressar?se com mais !re'67ncia no meio do povo.N/$ %le ensina 'ue alguns so!rimentos devem ser suportados na vida e 'ue eles !a"em parte da camin1ada= (Agora me alegro nos so!rimentos suportados por v>s$ 8 'ue !alta s tribulaç:es de Cristo. manteve?se !irme por v)rios séculos na Agre4a= ser santo era operar prod&gios e curas$ Depois do Conc&lio do Gaticano AA surgiram na Agre4a Cat>lica diversos grupos 'ue retomaram o uso dos dons carism)ticos$ Conse'6entemente. é bom lembrar 'ue (mesmo as oraç:es mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças*MB$ São 3aulo teve 'ue aprender 'ue (basta?te a min1a graça. 3edro ressuscita a @abita. mas cabe ao Sen1or curar segundo a Sua vontade$ 0. o 'ue suscita a !é em muitos coraç:es.. -?N/$ Se Jesus associou a evangeli"ação aos sinais vis&veis de seu poder presente na Agre4a.B. A or ção de cur As orientaç:es e2pressas a seguir t7m um car)ter introdut>rio e servem como um rumo geral a todos os cristãos$ .

a palavra de ci7ncia. $ C!$. pois sua arte te é necess)ria*$ 0. voc7 não pode omitir?se no cuidado da cura do psi'uismo dos participantes< %la é necess)ria e imprescind&vel para 'ue as pessoas ten1am sua nature"a interior sadia e este4am em boas condiç:es psicoemocionais.ru)o de or ção0% a2 &onsidera$/es K). no con4unto dos demais dons carism)ticos= ($$$a outro. con!orme a necessidade dos participantes$ D preciso discernimento para en!ocar os pontos sens&veis no esp&rito para a'uele momento$ As reuni:es espec&!icas para cura !&sica e cura interior em outros momentos poderão ser mais e2tensas e detal1adas$ 0o grupo. ou causa da doença$ @ambém a orientação sobre como orar e o 'ue di"er pessoa por 'uem se ora. pode ser ad'uirida através de uma palavra de sabedoria ou do dom do discernimento$ 8 padre Dario JetancourtM. de !eridas ps&'uicas$ 3essoas 'ue passaram por momentos dolorosos e !icaram marcadas. o %sp&rito ter) di!iculdades de agir nela$ A oração de cura não deve ser programada para abranger todo o tempo do grupo de oração$ %la acontece no decorrer da oração e. bem como o do item M$B. voltar logo ao louvor$ M.ou a graça de curar as doenças no poder do %sp&rito Santo é tratado na Sagrada %scritura de uma !orma bastante simples.N . de amor ou de se2o. Nb/9 mas (um mesmo %sp&rito distribui todos esses dons a cada um como l1e apra"* +1 Cor 1B. passim$ 8 padre Al&rio !a" uma abordagem pr)tica da oração de cura. cirurgias e mortes de entes 'ueridos9 traumas de separaç:es matrimoniais. a graça de curar as doenças no mesmo %sp&rito* +1 Cor 1B. outros dons podem ser usados$ 3or e2emplo. marcada. 'ue !ornece um (diagn>stico*. 11/$ D Deus 'uem cura sempre. escravi"ada. mas ora ao Sen1or. p$ . na medida em 'ue re"ar pelos doentes. sempre tão dolorosas9 escravidão e v&cios9 !rustraç:es diversas9 comple2os nos relacionamentos 1umanos e tantos outros$ Coordenador. a !im de 'ue o %sp&rito santo de Deus possa nelas reali"ar a sua obra$ A graça de Deus para a santi!icação sup:e a nature"a apta e preparada$ Asto é. tal como deve ser ministrada nas reuni:es de oração$ 0ão se trata de um modelo Hnico e !ec1ado. se estiveres doente não te descuides de ti. A or ção de cur interior no . 'ue te curar)*$ b/ Arrepender?se e con!essar os pecados +con!issão sacramental/= v$1C R (A!asta?te do pecado. se a pessoa est) !erida. se 1ouver oração de cura. amortecida interiormente. usa o te2to do %clesi)stico . abaladas$ São portadoras de traumas$ 8s traumas podem ser de mHltiplas espécies= traumas de re4eição de vida. mas de orientaç:es aplic)veis total ou parcialmente nas reuni:es ou na din5mica do grupo de oração. N?1B para indicar os passos para a cura= a/ 8rar pedindo a cura= v$ N ? (Meu !il1o. reergue as mãos e puri!ica teu coração de todo o pecado*$ c/ Ar missa e o!erec7?la pela cura= v$ 11 R (8!erece um incenso suave e uma lembrança de !lor de !arin1a9 !a"e a oblação de uma v&tima gorda*$ d/ 3rocurar o médico e tratar?se= v$ 1B R (%m seguida d) lugar ao médico.-. também em seu Irupo. pessoas portadoras de problemas psicol>gicos. servindo?se de instrumentos 1umanos$ 3or isso.L$ M. com toda certe"a. traumas de medos compulsivos e in'uietadores9 traumas de se2ualidade9 de e2peri7ncias marcantes em doenças graves. !oi tomado de Al&rio José 3%DRA0A. !eridas. todo cristão pode pedir o dom de cura e. "rupos de ora$ão= como !a"er a graça acontecer. $ 8 conteHdo desse item. pois ele !oi criado por Deus9 'ue ele não te dei2e. acidentes. começar) a constatar 'ue as curas ocorrem$ 3ara re"ar pela cura.1. de acordo com o discernimento e plane4amento do nHcleo de serviço$ 8 leitor observar) uma mudança de estilo de linguagem$ .

sem preparar os coraç:es !eridos$ #aça bem !eito.$ Da meninice. en!ermidade. pré?natal. a partir da realidade de seu Irupo. interceder. etc$ 0. sete semanas. re4eiç:es. com !é viva. todo dedicado cura dos participantes$ c2 &omo orar 0as oportunidades surgidas durante a reunião de oração pode?se seguir esses passos= 1$ B$ . problemas de se2ualidade. voc7 programa o processo necess)rio de cura dos seus irmãos$ Goc7 pode utili"ar?se de diversas oportunidades como= o transcurso da pr+pria reunião de oração9 uma ou mais reuni:es programadas para a oração de cura interior9 um retiro de !im de semana todo dedicado cura dos participantes9 ou ainda um semin)rio de cinco. L$ Da vida matrimonial. cada um destes passos e perceba a se'67ncia l>gica e necess)ria e2istente entre eles$ 0a oração de cura interior não se4a imediatista$ 0ão pule degraus$ 0ão passe de imediato a reali"ar o passo nHmero cinco. pelo poder do seu sangue$ 8rar em l&nguas L$ 3edir os !rutos do %sp&rito Santo de Deus para criar nova realidade psicol>gica e emocional M$ Agradecer e louvar pela cura$ Analise. desamores. !a"?se oração de cura interior por uma determinada )rea da vida das pessoas$ Goc7 pode programar oraç:es de cura interior dos problemas= 1$ Da !ase da vida intra?uterina. Or ção de cur &2#ic no . para 'ue a cura possa acontecer$ d2 0ra$ão de cura interior por etapas Goc7 pode programar uma camin1ada de cura interior reali"ando?a por etapas ou )rea de relacionamento$ Goc7 reserva vinte a trinta minutos da reunião de oração para !a"er a graça acontecer$ %m cada reunião. sabedoria e con!iança.$ . mortes. B$ Do nascimento até .b2 =uando orar para a cura interior A necessidade de cura interior é evidente$ 8 povo de Deus é !erido$ 3or isso.ru)o de or ção . anos. orar sobre todos os poss&veis acontecimentos dolorosos ocorridos como= problemas de relacionamento em !am&lia.$ S$ Motivação oração de cura interior Criar clima da presença de Jesus. dos S aos 1C anos. invocando?o e adorando?o Apresentar e entregar o problema a Jesus Se !or necess)rio. reali"ar os passos do perdão 8rar pela cura interior. ou .2. M$ Da !ase escolar. . .$ Da adolesc7ncia. -$ Do tempo de trabal1o$ 0essas etapas. pedir a cura em nome de Jesus. S$ Da 4uventude até o casamento.C . traumas de acidentes.

tudo se4a direcionado para despertar a !é na presença e poder de Jesus vivo e preparar os coraç:es para receberem as b7nçãos da saHde$ 8 8ração de cura !&sica nas reuni:es de oração= outra oportunidade para re"ar pedindo saHde é aproveitar as c1ances 'ue se apresentam naturalmente. 1o4e e sempre$ Sabemos do nHmero cada ve" maior de pessoas 'ue são curadas nos nossos grupos de oração$ Como coordenador. é Htil levar em consideração tr7s passos= criar clima !avor)vel oração de cura !&sica. p$ B. é muito doente$ . Coti(o# ?ue i$)ede$ ou di&icu!t $ cur Sabe?se 'ue Deus 'uer a cura dos seus !il1os9 se ela acontece num momento ou noutro. um ministério de oração pelos en!ermos. voc7 deve estar atento e aberto a !a"er a graça da saHde acontecer nos participantes do seu Irupo de 8ração$ b2 0portunidades de orar pelos doentes São diversas as ocasi:es e possibilidades de se interceder pelos necessitados de saHde= 8 Criar um serviço carism)tico permanente de oração pelos doentes. observa?se 'ue algumas ra":es ou motivos podem impedir ou di!icultar a cura$ #rancis MacnuttMS c1ega a enumerar 11 dessas causas. a 3alavra de Deus escol1ida.1 . o coordenador assume a palavra e deve re"ar pela saHde !&sica. a cada m7s ou dois meses. durante as reuni:es de oração$ %ssa oportunidade pode ser percebida na oração de um participante 'ue re"a pedindo saHde. admitindo ainda 'ue outras devem e2istir$ Algumas parecem mais !undamentais e comuns= MS $ @ 7esus que cura. animado por algumas pessoas maduras. 'ue se dispon1am a re"ar pelos necessitados de saHde !&sica$ 8 Irande oração de cura !&sica !ora da reunião de oração= reali"e periodicamente. cabe somente a Deus con1ecer os Hltimos motivos ou ra":es$ Contudo. mal?alimentado mal?cuidado. ou mesmo se não acontece. intermedi)rio e intercessor dos seus irmãos doentes com Jesus. ou através de uma pro!ecia na 'ual o Sen1or !ala 'ue est) a curar. através de palavra de ci7ncia. uma grande oração de cura !&sica !ora da reunião de oração$ 0esta reunião programada. os cantos. para 'ue os possa curar$ 0osso povo tão empobrecido.a2 &onsidera$/es Dentre os participantes de seu Irupo de 8ração 1) sempre portadores de problemas de saHde !&sica. os testemun1os. menores ou mais graves$ Jesus ressuscitado continua amando e tendo compai2ão dos en!ermos e doentes 'ue participam de seu Irupo de 8ração$ %le pode cur)?los$ #a" parte de sua missão provocar encontros entre os portadores de problemas de saHde do seu Irupo de 8ração e Jesus$ Sua missão inclui a tare!a de ser mediador. nas necessidades apresentadas$ 3ara a e!ic)cia da oração pedindo cura !&sica. esclarecidas e acol1edoras dos carismas. ou de outro modo$ Ao perceber a oportunidade. orar ao Sen1or pedindo a cura e agradecer e testemun1ar a cura recebida$ 7.uem so!re necessariamente procura solução para os seus males$ D preciso compreender a realidade de 'uem so!re$ D preciso sentir o 'ue sentem e aliar?se a eles para a solução de suas doenças e so!rimentos$ Jesus é o mesmo ontem.uem é doente so!re$ .Sss$ .

. e não apenas um sentimento passageiro$ Jesus abençoa a decisão do 1omem e !a" !luir o seu amor.a/ ( falta de fMuitos procuram a cura como tal. tanto 'uanto no espiritismo ou curandeirismo$ Jesus ensina 'ue a !é em sua pessoa. em participar dos sacramentos.. é necess)ria para a vida em todos os momentos e não somente por ocasião das en!ermidades$ 8 %vangel1o di"= (%stando Jesus em 0a"aré. por outro lado.. S-9 Jo 1B. salvador do 1omem. BC/$ 0a travessia do lago de @iber&ades. pode também ser acomodado assim= (perdoai e sereis curados*$ 8 perdão é decisão !irme da vontade.. revelador do amor do 3ai. B-/$ Se por um lado. e !é !irme< % ao estender?l1e a mão e segur)?lo l1e disse= *1omem de pouca !é.1/$ Diante do menino epiléptico.-/$ A !alta de perdão parece ser uma das causas mais constat)veis do por'u7 de muitos não receberem a cura$ Constata?se 'ue (o >dio e os maus relacionamentos provocam todas as espécies de en!ermidades. não curado pelos disc&pulos. S/9 pois Jesus é o (autor e consumador da nossa !é<* +Kb 1B. capacitando?o para o perdão$ A !alta de perdão poder) impedir a cura9 o perdão o!erecido de coração sincero acelerar) a cura$ 3erdoar não é !)cil. decisão da vontade e con!iança em Deus< (8rai pelos 'ue vos maltratam e perseguem* +Mt S. ap>s ter acalmado a tempestade. SC/$ 8 cristão de 1o4e precisa. (ele se contristava com a dure"a de seus coraç:es* +Mc .M/9 por ve"es. . por causa da descon!iança dos 'ue com ele estavam* +Mc L. e não o Sen1or 'ue cura$ 3rocuram a cura como um ato pelo 'ual se livram de suas en!ermidade ou problemas emocionais$ Juscam a cura nos grupos de oração. sem um interesse maior em mel1orar sua vida espiritual. por 'ue duvidaste[* +Mt 1. ali não !e" milagre algum..L$ . (vendo a !é da'uela gente* +Mt N. e essa en!ermidade 1abitualmente permanece./$ %le curou o paral&tico. como #il1o de Deus. a tua !é te salvou$ Gai em pa" e s7 curada do teu mal* +Mc S. mais !acilmente acelera?se o processo curativo$ Jesus deu o e2emplo. B/$ a 1emorro&ssa %le disse= (#il1a. l1e disse= (@ua !é te salvou9 vai em pa"* +Lc M.uanto mais se perdoa de coração. na casa de Simão. Jesus disse aos disc&pulos= (Como sois medrosos$ Ainda não tendes !é[ +Mc ./$ . . e2igiu dele um ato de !é. . ./$ a mul1er pecadora. se apro2imar de Jesus com toda a !é do coração9 se ainda não a tem.. pode re"ar pedindo. . se4a !eito con!orme a tua !é* +Mt -./$ 8 te2to de Lucas L. p$. como !i"eram os ap>stolos= (Sen1or.M (perdoai e sereis perdoados*. aumenta?nos a !é* +Lc 1M. Jesus os censura di"endo= (#oi por causa da vossa !alta de !é<* +Mt 1M. da vida comunit)ria eclesial$ 3rocuram a cura em si. S?L9 Mt 1. até 'ue a causa origin)ria se4a removida*ML$ . S/$ Ao convidar 3edro para 'ue este camin1asse sobre as )guas. .. repreendeu os disc&pulos= (1omens de !é pe'uenina<* +Lc 1B. Jesus notava a !alta de !é nos ouvintes. &arismas no grupo de ora$ão.. como sempre. curava por'ue via a !é presente nos pedidos de cura: (Gai. ..B . 1umanamente !alando$ D preciso !é. 1. 12' b) A falta de perdão Jesus parece colocar um acento especial no perdão como condição para a cura9 insiste para 'ue se re"e por a'ueles 'ue causaram mal a outrem e até 'ue se ame os inimigos +c!$ Mt S. estando pregado na cru"= pediu ao 3ai 'ue perdoasse a seus algo"es +c!$ Lc B.C/$ Ao !alar da provid7ncia do 3ai. .?.uando se re"a por alguém se dese4a todo o bem$ % o perdão vir)< c/ 0 pecado ML $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA.

/$ Muitas en!ermidades prov7m da !alta de observ5ncia da lei de Deus. não se alimentava direito. perdoou primeiro o seu pecado e a seguir o curou de sua paralisia +c!$ Lc S. Jesus recomenda o perdão antes da oração para 'ue esta se4a ouvida$ %le também recomenda a reconciliação antes da o!erta sacri!ical +c!$ Mt S.. até 'ue a cura total se4a constatada$ 3ode acontecer 'ue o empecil1o para a cura este4a no ministro e não no (paciente*9 por isso. não peca e vive em sua graça +c!$ Jo 1.<!0 5050 Car sma da -. mantendo?se (na brec1a* para 'ue Deus possa agir$ &(1:. emocional e espiritualmente$ 8 perdão de Deus tra" calma. 1M?BL/$ 3ara Jesus. se assim age. neste caso. e'uil&brio. saHde e cura< 8 pecado é algo 'ue destr>i o e'uil&brio da personalidade 1umana$ Ao re"ar por alguém em !avor de sua cura.S/$ “%le é 4usto e !iel para nos perdoar os pecados e para nos puri!icar de toda ini'uidade +1 Jo 1. a transgressão de alguma lei de Deus. a inobserv5ncia de seus mandamentos$ Certa ocasião. B19 1 Jo S. B? ./$ Jesus veio libertar e salvar o 1omem do pecado$ 8 perdão pode ser ad'uirido pelo sacramento da reconciliação$ Jesus se tornou (a e2piação de nossos pecados* +c! 1 Jo . isto é. . antes de re"ar por alguém..N/$ A e2peri7ncia de orar pelos en!ermos tem ensinado 'ue muitas ve"es as en!ermidades !&sicas e emocionais t7m causas espirituais.?B. 'ue é !undamentalmente amor a Deus e aos irmãos$ Jesus. sendo poss&vel..uem cumpre os mandamentos ama a Deus9 e. B. cada um deve veri!icar suas condiç:es espirituais$ 8corre também considerar 'ue nem sempre a cura é imediata$ 8 tempo e2ato em 'ue a pessoa deve ser curada depende apenas de Deus$ 8 necess)rio ao cristão é 'ue !aça a sua parte.8 pecado blo'ueia a comun1ão de vida com o Sen1or$ Se o pecado é transgressão da lei de Deus +c!$1 Jo .// MM . vivendo sob calmantes$ Ao conversar com o sacerdote constatou?se a violação de uma lei moral$ A pessoa !oi con!ortada e recebeu o sacramento da reconciliação$ % ela se re!e" !&sica. ao curar o paral&tico. serenidade. da lei do %vangel1o. o amor a Deus é 4ustamente cumprir seus mandamentos$ .. é sempre aconsel1)vel pedir a Jesus 'ue perdoe seus pecados$ %. . uma pessoa estava desesperada= não dormia. a paralisia estaria de alguma !orma relacionada com o pecado$ %m Marcos 11. lev)?lo con!issão sacramental$ :. BS./. Conc!u#ão Algumas ve"es o caso e2ige 'ue se ore v)rias ve"es.

vaga. vem ao mundo de 1o4e reavivar. mas é puro dom de Deus* +%! B. é necess)rio !a"er a distinção entre= a !é teologal ou doutrinal. 'ue é o autor da !é. pois muitos s> cr7em em si mesmos. Introdução 8 cristão pode ter ousadia em sua vida sabendo 'ue é uma pessoa de !é$ 3ode reivindicar a !é necess)ria para 'ual'uer situação$ ./$ b2 9. é necess)rio 'ue se creia primeiro 'ue ele e2iste e 'ue recompensa os 'ue o procuram* +Kb 11. . o salvador do mundo$ Crer também no %sp&rito Santo 'ue edi!ica a Agre4a de Cristo e a santi!ica$ Crer 'ue o %sp&rito Santo é o poder de Deus$ % por'ue cr7 nas tr7s pessoas da Sant&ssima @rindade.$L/$ A !é é. onde os 1omens (não suportam a sã doutrina* +c!$ B @im . 'ue se tornam lu" e amor para seu camin1o$ %ssa !é teologal é necess)ria para a salvação +c!$ Il B. pois para se ac1egar a ele. !ria. o #il1o de Deus.. Conceito A Carta aos Kebreus apresenta em seu cap&tulo 11 um dos te2tos mais e2pressivos a respeito da !é$ Di" o te2to sagrado= (A !é é o !undamento da esperança. a !é teologal é um grande sustento para o cristão do mundo de 1o4e. dando assim sentido vida cristã de muitos bati"ados 'ue viviam indi!erentes ao seu estado$ 3ara compreender bem o 'ue é o dom carismático da f-. mas adere pro!undamente s suas verdades. . do testemun1o. o 1omem não s> cr7 intelectualmente.que confia2 Leva o 1omem a con!iar plenamente na reali"ação das promessas de Deus$ Ampulsiona?o a ir além do ato de aderir s promessas de Deus. con!usa. nos seus planos. nos sacramentos. 'ue se importa com sua vida$ Crer em Jesus Cristo como o enviado do 3ai. sub4etiva. nos seus pr>prios talentos. é uma certe"a a respeito do 'ue não se v7$ #oi ela 'ue !e" a gl>ria de nossos antepassados$ 3ela !é recon1ecemos 'ue o mundo !oi !ormado pela palavra de Deus e 'ue as coisas vis&veis se originaram do invis&vel$ +$$$/ 8ra. do anHncio de Cristo. em Hltima an)lise. super!icial. no seu din1eiro. 1?. pp$ B. da cate'uese$ D ela 'ue apro!unda a esperança e !a" o 1omem agir na caridade +c!$ Il S. nas coisas 'ue são concretas$ J) não acreditam nos outros irmãos e a !é em Deus est) muito !ragili"ada$ Algumas ve"es trata?se de uma !é tradicional.teologal ou doutrinal Df. nas suas pr>prias capacidades. condu"indo?o a uma entrega total a Deus e sua $ %ste conteHdo !oi composto originalmente na Apostila de Irupo de 8ração da %scola 3aulo Ap>stolo +1NNN. um dom 'ue o %sp&rito Santo colocou disposição do 1omem para 'ue ele possa e2perimentar concretamente da onipot7ncia de Deus$ A !é.1.?. 1Ss/$ A !é teologal vem em conse'67ncia do batismo.e BN/ e !oi adaptado para esta apostila$ . sem !é é imposs&vel agradar a Deus. L/$ #undamentada na 3alavra de Deus.que acredita2 3or ela o cristão acredita nas verdades reveladas por Deus sobre si mesmo e sobre o 1omem e 'ue são de!inidas pela Agre4a$ A !é teologal !a" o 1omem crer !irmemente em Deus como seu 3ai.-/$ 2. é um grande desa!io. na vida de oração e na vida comunit)ria..ue benção é poder ter certe"a 'ue a !é é dom derramado< (3or'ue é gratuitamente 'ue !ostes salvos mediante a !é$ Asto não provém de vossos méritos. a !é virtude ou !ruto do %sp&rito Santo e o dom carism)tico da !é= a2 9. no mundo de 1o4e.virtude Df. indi!erente$ A !é é como um raio de lu" 'ue parte de Deus para a alma$ 8 %sp&rito Santo.

e2perimenta e cr7 na bondade e miseric>rdia de Deus$ 3or esta !é o 1omem prova a si mesmo e ao mundo 'ue a 3alavra de Deus não é uma utopia. a uma !irme"a de atitude ou a algum ato 'ue libera a b7nção de Deus07 +c!$ Mc 11.B. BS/$ 3ela !é virtude. BC?. vive os ensinamentos de Deus não como obrigação. mas !orte impulso interior. p$ MN $ C!$ 7esus ?ive e .9 1 Rs 1-. tornando sua oração um ato de !é con!iante= (Se Deus é por n>s. embora recon1ecendo o seu pr>prio corpo sem vigor R pois tin1a 'uase cem anos R e o seio de Sara igualmente amortecido$ Ante a promessa de Deus. 1.o . R resposta de Deus$ • %2 1.?B. 1L/.C/$ %ssa certe"a é tão especial 'ue Deus age.C R %lias e os pro!etas de Jaal R usou %lias o dom carism)tico..1?. 1N?B1/$ c2 0 dom carismático da f. mas interiori"a?os no coração.enhor. pratica a 3alavra de Deus. &arismas.. 1. 'ue se obtém pela !é e condu" !é. 1L?B1 R Moisés estende a mão sobre o mar. S?1.. R ressurreição de L)"aro$ $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA.9 %2 1..1M/$ %sta !é virtude leva o 1omem a crer e e2perimentar a bondade. R centurião Mt 1S. pois agia com muita autoridade e con!iança$ A !é dava?l1e a certe"a antecipada de 'ue o Sen1or agiria a seu !avor$ • • • • • M- Milagres reali"ados por Jesus em ra"ão do dom carism)tico da !é= Mt -. a uma decisão. não descon!iou.B1 R paral&ticos e os amigos Jo 11.S . 1N?B19 1.eu# 0a 3alavra de Deus e2istem v)rios epis>dios 'ue descrevem a ação poderosa de Deus movida pela !é= • Rom .. a miseric>rdia e o amor de Deus na sua vida +c!$ 1 Jo . mas conservou?se !orte na !é e deu gl>ria a Deus* +Rm 1..?1. B. vive segundo a mentalidade de Jesus Cristo9 não s> con1ece os mandamentos com sua intelig7ncia.expectante2 A !é carism)tica se mani!esta 'uando uma pessoa é movida a ter uma con!iança &ntima de 'ue Deus agir) de !orma atual$ %ssa con!iança leva a uma oração convicta.B1?B../$ (3or'ue nele se revela a 4ustiça de Deus.provid7ncia +c!$ Mt L..R cananéia Mc S. 'uem ser) contra n>s[* +Rm -.1C R Moisés diante das murmuraç:es do povo.Df.BS?. R 1emorro&ssa Lc S. o 1omem se abandona provid7ncia divina. con!iante 'ue Deus ir) operar maravil1as$ • 1 Rs 1-. BC?.. ao ver os eg&pcios se apro2imarem$ • %2 1. n$ L-$ . uma ve" 'ue a !é est) gravada no mais pro!undo do seu coração +c!$ Rm . ao 'ual adere a sua vontade..9 Mt 11. não vacilou.?1. O do$ d &* n P ! (r de .1?. e o resultado mani!esta a gl>ria de Deus$ 8 padre 8vila MelançonMN ensina 'ue este dom é dado em vista de a4udar a orar (com absoluta con!iança e sem duvidar*$ 3. BB?B. • %2 1.1M9 . . como est) escrito= 8 4usto viver) pela !é$ Abrão não vacilou na !é.. mas por amor.

O e+erc2cio do do$ c ri#$5tico d &* 8 dom carism)tico da !é é sempre crer incondicionalmente no poder de Deus9 crer é saber 'ue %le agir) a'ui e agora para o bem do povo. como di" São 3aulo. sempre crer 'ue %le !a" o mel1or e nunca decepciona a'uele 'ue nele con!ia. nem (!orçar* Deus agir com (palavras de !é*$ A !é é um dom gratuito e o cristão deve. mas deve também aspirar igualmente aos dons espirituais +c!$ A Cor 1.11/$ '. libertado e reali"ando milagres 'ue levem edi!icação do Reino$ Jesus di"= (Se creres. sua pr)tica re!lete a caridade$ Assim também acontece com o dom da !é$ 3ortanto. 'uanto mais vosso 3ai celeste dar) boas coisas ao 'ue l1e pedirem* +Mt M.1/$ Assim.. com muita tran'6ilidade. para reali"ar as obras 'ue constroem o Reino e edi!icam a Agre4a$ &(1:. Conc!u#ão 8 dom da !é é um presente 'ue Deus d) para o bem da comunidade. como di" Jesus= (Se v>s 'ue sois maus sabeis dar boas coisas a vossos !il1os. o cristão deve se empen1ar em procurar a caridade.C/$ 0ão é preciso (!a"er !orça* para ter !é. assim como os demais dons$ 0unca é demais notar 'ue esse dom est) pro!undamente associado com a caridade$ Como os dons são dados para o bem comum. .L .<!0 #@&*A0 . é bom e necess)rio pedir com insist7ncia ao 3ai o dom da !é. curando.%. ver)s a gl>ria de Deus* +Jo 11.om d" M lagr"s .

sua divindade de Messias.uando acontece uma cura instant5nea. para a abertura da !é e con!irmação de sua união com o 3ai +c!$ Jo L. <e#u# e o# $i! . a ação de Deus é sHbita e e2traordin)ria$ . sua assist7ncia divina. começando com o milagre inicial da salvação e continuando através de todos os grandes e pe'uenos milagres subse'6entes 'ue !ormam a 1ist>ria de milagres pessoais$ 8s milagres são intervenç:es diretas de Deus na nature"a do 1omem ou na ordem da criação$ 8s milagres provam o poder de Deus agindo na vida dos 1omens.M$ . por causa da sua obstinação. ou a e2ecução de algo 'ue se4a contr)rio s leis da nature"a9 é um !enZmeno sobrenatural. 11/9 estavam relacionados com o poder 'ue %le tin1a como #il1o de Deus +c!$ Mc B./$ . S-9 Mc L. o 'ue !a" o povo se maravil1ar$ 8 escopo evangélico é o de ressaltar a mani!estação da !orça e o car)ter de sinal$ %ste é o sentido dos milagres de Jesus= abrir os ol1os sobre o mistério de sua 3essoa< As curas e milagres estavam pro!undamente relacionados com a 3essoa Divina de Jesus. 'ue desa!ia a ra"ão e transcende as leis naturais9 este dom é simplesmente a 1abilidade dada por Deus de cooperar?se com %le./. 1. Introdução 8 dom de milagres sempre esteve presente na 1ist>ria da salvação. !re'6entemente. 1. -?1.M .-/9 e estreitamente ligados.. de demonstração de !orça e de sinais9 geralmente. .B9 1. Jesus operava milagres. . é milagre por'ue o !ator intervenção de Deus é >bvio a ponto de não ser re!utado$ 8u ainda= (8 milagre é um acontecimento ou evento sobrenatural. . desde o Antigo @estamento. mas este dom não se limita ação de Deus na restauração da saHde$ %m alguns casos.uantos creram nU%le. Mss9 1 Rs 1-. en'uanto %le e2ecuta os milagres através de um ato cooperativo com os 1omens*-C$ @odo milagre cristão aut7ntico aponta para a cru" e a ressurreição. apesar dos milagres os 4udeus não acreditavam nU%le +c!$ Mt 1. sua predileção por seu povo escol1ido. provando a presença viva de Deus 4unto ao seu povo eleito$ Muitos milagres eram operados através dos patriarcas +c!$ %2 M.uantos creram por causa dos milagres de Jesus< . B1/$ Durante a vida pHblica.L9 1.. 1C9 At 1C. combinados com a evangeli"ação 'ue proclamava $ %videnciava?se. a palavra (milagre* vem acompan1ada de um ou outro termo +revelando ser o milagre uma mani!estação de !orça divina e sinal de ação de Deus/$ 8 'ue mais se realça nos milagres de Jesus é ser um !ato e2traordin)rio= cura instant5nea de doenças incur)veis. 1Nss/ e outros tantos narrados na J&blia$ 8s milagres atestavam a divindade do Deus da Aliança. B-?BN9 11. ressurreição dos mortos. seu poder glorioso$ %ram sinais e prod&gios 'ue con!irmavam a !é do povo no Hnico Deus verdadeiro$ 2..C?. multiplicação dos pães.?L9 Jo 1B. Conceito 8 'uinto carisma re!erido em 1 Cor 1B é o (dom de milagres*$ %sse dom pode ser de!inido como uma ação do poder de Deus intervindo e2traordinariamente em determinada situação$ Algumas curas são milagres. dos pro!etas +c!$ 1 Rs 1M.1. Jesus não apenas operava milagres para suscitar a !é em seus ouvintes9 pois. assim. . levando?os a uma !é sempre mais crescente$ 3. dei2ando?se levar pela compai2ão diante do so!rimento 1umano +c!$ Mt N.re# 8s evangelistas usam tr7s termos ao se re!erirem intervenção de Deus em Jesus= !alam de !atos miraculosos. "rupo de ora$ão. muitas ve"es. .. 1.9 Mc -. B9 Lc M. vendo seus milagres e ouvindo a sua palavra< -C $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA.M/$ Mas. de Engido do 3ai pelo %sp&rito Santo +c!$ Lc . BCss9 B Rs B. p$.9 1C.

na cura do co2o 4unto 3orta #ormosa do @emplo +c!$ At . 1?L/$ 8 anHncio do %vangel1o e os milagres acompan1aram os ap>stolos. (mani!estou sua gl>ria e os disc&pulos creram nU%le* +Jo B. para continuar a atrair para %le os 1omens de todos os tempos$ Assim.C/$ 0este sentido. 1Css/. 'ue os (revestiria da !orça do alto* +c!$ Lc B. por e2emplo. B1/9 (. aos seus gestos e aos anos em 'ue viveu no mundo$ Jesus 'uis 'ue a Agre4a também !osse participante deste seu poder. . dos co2os 'ue andavam. dos cegos 'ue viam +c!$ Mt 1S. a Mim recebe. de milagres. provocaria milagres como con!irmação da ação de Jesus.1/. A I. a mim ouve* +Lc 1C. . de puri!icar os leprosos* +Mt 1C. BB9 N.uem vos ouve.. mas (e!etuava também a salvação de Deus$ D um ato de !orça. "rupo de 0ra$ão. assim também eu vos envio* +Jo BC. eram levados aos en!ermos9 e a!astavam?se deles as doenças e retiravam?se os esp&ritos malignos* +c!$ At 1N. -/.. p$ . BC/$ %.uem vos recebe.re# Jesus não guardou somente para si este poder 'ue %le tem como #il1o de Deus9 nem o restringiu somente ação. tanto dos ap>stolos 'uanto dos seus ouvintes. . 1-ss/$ 8s milagres de Jesus con!irmavam a sua doutrina R é o 'ue os %vangel1os a!irmam em tantos relatos 'ue tra"em$ A evangeli"ação de Jesus era acompan1ada de sinais prodigiosos. %le deu a mesma missão 'ue teve : (Como o 3ai me enviou. e recebe a'uele 'ue Me enviou* +Mt 1C. para cumprimento de suas tare!as. a gl>ria de Deus continuaria sendo mani!estada pelos (sinais miraculosos* edi!icando e !a"endo crescer a !é dos ouvintes$ 0a comunidade cu4os membros se dei2am guiar pelo %sp&rito Santo +c!$ Rm -. mudando a )gua em vin1o saboroso. pregando o %vangel1o !a"endo curas por toda a parte* +Lc N. BN?. 'ue l1es daria (!orça* +c!$ At 1. 11/. Jarnabé e 3aulo contaram assembléia 'uantos milagres e prod&gios Deus !i"era por meio deles entre os gentios +c!$ At 1S. seu poder$ 8 mesmo aconteceu com os ap>stolos na Agre4a 3rimitiva= (8 Sen1or cooperava com eles e con!irmava a sua palavra com os milagres 'ue a acompan1avam* +Mc 1L. o povo !oi levado ao entusiasmo9 ao presenciar a cura de um cego em Jeric> +c!$ Lc 1-.. e a implantação do seu Reino +c!$ Mc L. BL9 Lc M.- . de testemun1)?Lo ante os 1omens de todos os tempos e naç:es . de poder. (con!ere?l1es o poder de e2pulsar os esp&ritos imundos e de curar todo o mal e toda a en!ermidade9 de anunciar o Reino de Deus e de curar os doentes9 de ressuscitar. 1?-/$ % os ap>stolos (partiram e percorriam as aldeias. M9 M. . 1C/9 (. para repelir os advers)rios de Deus= uma irrupção do divino neste mundo. (até os con!ins do mundo*$ A Agre4a 3rimitiva entendeu 'ue a !é em Jesus.Sss/. reali"ada por 3edro e João$ 0o Conc&lio de Jerusalém.re/ e o# $i! . dos alei4ados 'ue eram curados. missão 'ue Jesus l1es dera. pela !orça do %sp&rito Santo +c!$ Il l . o milagre não apenas revelava a bondade de Deus e sua compai2ão pelos 1omens ao cur)?los. 'ue tin1am tocado seu corpo.9 Il S.. B-9 Lc M. o povo deu gl>ria a Deus9 ao curar o paral&tico em Ca!arnaum +c!$ Mt N. ao !a"er o milagre em Can).N/. 1ss/. 1ss/. 1B/$ Deus (!a"ia milagres e2traordin)rios por intermédio de 3aulo. -1 $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. con!irmando sua e!ic)cia. ap>s a ressurreição. S)' D o 'ue se ver.8s milagres eram também um meio do povo glori!icar a Deus= ao curar a mul1er 'ue vivia encurvada !a"ia de"oito anos +c!$ Lc 1. o povo glori!icava o Deus de Asrael9 ao suscitar a !é. e ao mesmo tempo um sinal do mundo vindouro*-1$ Sinali"ava?se deste modo a presença salv&!ica de Deus em meio aos 1omens. 1?L9 Mt 1B. o povo glori!icou a Deus por ter dado tal poder aos 1omens9 ante ao espet)culo dos mudos 'ue !alavam. mesmo depois da ascensão de Jesus ao 3ai$ Jesus l1es prometera o %sp&rito Santo.- . de modo 'ue lenços e outros panos. possibilitava ver a gl>ria de Deus +c!$ Jo 11.C/$ Ao escol1er ap>stolos. 11?1B/$ Assim como Jesus.N$1.

1N/$ 8nde est) a Agre4a reunida na !é. para pedir se4a o 'ue !or.N . os milagres podem ocorrer de !orma natural. Jonas$ (spirai aos dons espirituais' . e!etivamente. em resposta oração de seus santos. provando seu amor$ Deus continuar) agindo de !orma e2traordin)ria. !ar) também as obras 'ue eu !aço. como agiu no Antigo @estamento.BC/= (se dois de v>s se reunirem sobre a terra. mani!estando a santidade de Deus e sua ação no mundo. Jesus se torna presente como A'uele sobre o 'ual coloca a sua complac7ncia +c!$ Mt . os milagres 'ue por meio de pessoas. abrir?se sempre mais a este dom 'ue é também necess)rio nos dias de 1o4e$ K). p$. não é de estran1ar 'ue milagres aconteçam realmente$ Jesus prometeu sua presença +c!$ Mt 1-. 1NN-$ -B $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. um re!lorescimento dos dons carism)ticos na Agre4a9 o dom de milagres continua sendo necess)rio para o surgimento e !ortalecimento da !é em Deus$ Assim. pode?se de !orma mais convincente publicar as (maravil1as de Deus 1o4e e sempre$ Amém< DIDEIOFRA1IA AJAJ. na ação de graças. (os casos de curas e de milagres são de todos os tempos. na esperança. (tendo por %le acesso 4unto ao 3ai.1L$BS/. consegu&?lo?ão de meu 3ai 'ue est) no céu* +Mt 1-. da Agre4a triun!ante ou da Agre4a militante*-B$ -. no amor. ed$ São 3aulo= Lobola. e ninguém 'ue ten1a !é em Deus. por'ue eu vou para o 3ai* +Jo 1. a cada cristão. pois são promessas de Jesus a toda sua Agre4a= (. !ortalecendo a !é de todos$ Ainda é preciso acreditar mais e mais neste dom de milagres no coração da Agre4a$ 3or meio dele. 1B/$ Cabe. por meio de cada bati"ado$ Sua vontade não mudou$ % 'uando se reHnem pessoas para louvar a Deus e proclamar sua gl>ria.. duvida 'ue %le ten1a operado as curas. nos tempos atuais. os milagres se tornam presentes. 1-/. 'uer diretamente. 1M/$ @oda ve" 'ue se reHnem em nome do Sen1or Jesus. pois.uem cr7 em mim. no 0ovo @estamento com Jesus e sua Agre4a$ %le 'uer operar 1o4e. no mesmo %sp&rito* +%! B.. no louvor. Conc!u#ão 8 dom de milagres estar) sempre presente na Agre4a.-$ . "rupo de ora$ão. e !ar) ainda maiores do 'ue estas.

Robert$ &arisma.8vila$ 7esus vive e . Santa$ 0 diálogo$ São 3aulo= 3aulinas.M?11M$ C80#%RO0CAA CA@PLACA D8S %EA$ #eclara$ão pastoral sobre a %&&' das1ington= D$C$.anto' Rio de Janeiro= Louva?a?Deus. 1N-M$ CA@ARA0A D% S%0A. 1NN1. Ieorge$ (vivar a chama' São 3aulo= Lobola. 1-M p$ MAC0E@@. ed$ São 3aulo= Lobola.$ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA$ . declaraç:es$ Antrodução e &ndice anal&tico de #rei Joaventura Qloppenburg$ Coordenação geral de #rei #rederico Gier$ B1 ed$3etr>polis= Go"es. 1NN1$ M%LA0V80.$ #ALG8. 1N-. 1NN.o .$ ed$ 3etr>polis= Go"es. declaraç:es$ Antrodução e &ndice anal&tico de #rei Joaventura Qloppenburg$ Coordenação geral de #rei #rederico Gier$ B1 ed$3etr>polis= Go"es. dons do amor de #eus' B ed$ Campinas= Raboni. p$ C80CYLA8 %CEMO0AC8 GA@ACA08 AA$ (postolicam (ctuositatem$ An$ C8M3O0DA8 D8 GA@ACA08 AA= constituiç:es. Salvador Carrillo$ ( %enova$ão no Espírito . pp$ SBM?SL. BCCC$ D%IRA0DAS. #rancis'@ 7esus que cura' São 3aulo= Lobola. 1NN$ SC . 1N-1$ MADR%. Lobola. Al&rio J$ &arismas para o nosso tempo = re!le2ão teol>gica e pastoral$ São 3aulo= Lobola..ALDA]. S$ 0 despertar dos carismas$ 11 ed$ São 3aulo= 3aulinas. 1N-M$ JYJLAA SAIRADA$ @radução dos originais mediante a versão dos monges de Maredsous +Jélgica/$ S-$ ed$ São 3aulo= Ave?Maria. Qilian e M80@AIE%. 1N-. 1N-L ccccc$ .$ C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D$ *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura$ Cidade do Gaticano= Libreria %ditrice Gaticana. decretos. 1NNL$ J8W8 3AEL8 AA$ &hristifidelis !aici= e2ortação apost>lica sobre vocação e missão dos leigos na Agre4a e no mundo$ São 3aulo= 3aulinas. 1N-.$ ccccc$ !umen "entium$ An$ C8M3O0DA8 D8 GA@ACA08 AA= constituiç:es. pp$ . 1N-N. 31ilippe$ (spirai aos carismas' Aparecida= Santu)rio. 1N-L$ 3%DRA0A. Ave?Maria.ed de #i+s. 1NN-$ ccccc$ 0 dom das línguas$ . decretos..enhor $ 3AEL8 GA$ Evangelii nuntiandi = e2ortação apost>lica sobre a evangeli"ação no mundo contempor5neo$ N ed$ São 3aulo= 3aulinas. São 3aulo= 3aulinas.$ MCD800%LL. Jogot) +ColZmbia/= Centro Carism)tico Minuto de Di>s. M. 1NN. 1NN1.

A$ #icionário enciclop-dico da . . 1NN.ccccc$ "rupos de ora$ão= como !a"er a graça acontecer$ ./ SA0@A0A./$ ccccc$ %scola 3aulo Ap>stolo$ &arismas no grupo de ora$ão$ São José dos Campos= ComDeus./$ ccccc$ %scola 3aulo Ap>stolo$ !ideran$a cristã' São José dos Campos= ComDeus.ati)ados no Espírito$ São José dos Campos= ComDeus. 1NNL$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA$ %scola 3aulo Ap>stolo$ ( espiritualidade da %&&$ São José dos Campos= ComDeus.ão 1aulo$ B ed$ São 3aulo= Lobola.anto$ Rio de Janeiro= Louva?a? Deus. ed$ São 3aulo= Lobola. 1NN./$ ccccc$ Secretaria 3aulo Ap>stolo$ *dentidade da %enova$ão &arismática &at+lica$ São 3aulo= Ave?Maria. 1/ ccccc$ &arismas' Aparecida= Santu)rio. 1NMM$ S1 . BCC1$ +Coleção RCC 0ovo Mil7nio. João %vangelista Martins$ 0s carismas em . .$ GA0 D%0 J8R0. José K$ 3rado$ 7esus está vivo$ B. BCCC$ SCA0LA0. %miliano. 1NNN$ ccccc$ %scola 3aulo Ap>stolo$ "rupo de ora$ão$ São José dos Campos= ComDeus. 1N-L$ S8ESA. s$d$ +M>dulo J)sico. #L8R%S . BCCC$ ccccc$ 1regador ungido= missão e espiritualidade$ Aparecida= Santu)rio. Lui" #ernando R$ . .íblia$ B ed$ 3etr>polis= Go"es. 1NNN$ +M>dulo J)sico. BCC1$ +M>dulo J)sico. 1NNN$ @%RRA. 1NNS$ GALL%. M$ &ura para o homem todo$ Rio de Janeiro= Louva?a?Deus. 1/$ @ARDA#. Ronaldo José de$ 0 impacto da %enova$ão &arismática$ São José dos Campos= ComDeus.ed$ São 3aulo= Lobola. 1NNN$ +M>dulo Adentidade. BCCC$ ccccc$ %ecebereis a for$a do Espírito . 1/ ccccc$ Secretaria Ra!ael$ 0ra$ão pela cura$ B ed$ São José dos Campos= Comdeus. s$d +M>dulo Missão.anto' São José dos Campos= ComDeus. . Asac Asa&as$ Aanifesta$/es da presen$a do Espírito .$ +Coleção 3aulo Ap>stolo.

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