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RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA - BRASIL
SECRETARIA PAULO APÓSTOLO

CARISMAS

MÓDULO BÁSICO APOSTILA

AUTORES: Alides Destri Mariotti Antonio Carlos Lungnani Ronaldo José de Sousa

B APRESENTAÇÃO Ao escrever esta apresentação da apostila sobre carismas, logo nos vem mente o es!orço reali"ado por todos os participantes da Comissão de #ormação$ %, de in&cio, 'ueremos louvar a Deus por (ter nos !eito de modo tão admir)vel* +c!$ Sl 1,-, 1./$ 0o in&cio dos trabal1os, parec&amos meio estran1os e sem saber o 'ue e2atamente !a"er$ 3ercebemos 'ue o mel1or 4eito de !a"er era começar$ % começamos$ % o trabal1o 'ue a princ&pio seria simples, !oi crescendo em taman1o, import5ncia e signi!icado$ % logo percebemos também 'ue estava muito acima de nossa capacidade e con1ecimento$ A se'67ncia dos trabal1os !oi revelando a bele"a e a capacidade do ser 1umano, obra prima das mãos de Deus$ 8 trabal1o !oi )rduo, mais do 'ue esper)vamos$ %studa, escreve, envia para leitura de outros irmãos9 volta todo rabiscado, c1eio de coment)rios, sugest:es de novos livros, novos autores e outros en!o'ues$ Começar de novo, re!a"er, estudar, reescrever$$$ % 'uanto amor pudemos ver nos irmãos$ ;uanta dedicação e vontade de servir ao Reino< ;ueremos di"er a todos os 'ue vão utili"ar esta apostila= esperamos em Deus 'ue a leitura e o estudo possam dar a todos a mesma alegria e descoberta 'ue n>s tivemos ao elabor)?la$ 0ão tanto pela 'ualidade do material, mas sim pela graça de Deus 'ue acompan1a todo o nosso es!orço sincero de crescimento e busca de con1ec7?lo mais$ %, con1ecendo mais, am)?lo mais e mais$ @emidos como tudo o 'ue é novidade e, depois, muito polemi"ados, 1o4e os carismas ainda causam interrogaç:es e 'uestionamentos$ 3retendemos dar e2plicaç:es simples, baseadas na Sagrada %scritura, nos ensinamentos da Agre4a e na e2peri7ncia da Renovação Carism)tica Cat>lica em grupos de oração, semin)rios, retiros, congresso, en!im, no cotidiano da viv7ncia carism)tica$ 0ão temos condiç:es e nem pretendemos esgotar o assunto$ #ornecemos uma ra"o)vel bibliogra!ia para apro!undamento$ @ambém não temos pretensão de analisar e estudar todos os dons, mas apenas de desenvolver um pe'ueno estudo sobre a'ueles elencados por São 3aulo, ditos e!usos +c!$ 1 Cor 1B, .?1C/$ 0o primeiro cap&tulo trataremos do tema geral= carismas$ Depois abordaremos os nove dons e!usos, um por um, em cap&tulos distintos, procurando conceitu)?los e emitir uma base b&blica, doutrin)ria e vivencial sobre cada um$ D importante salientar em especial, com sincero recon1ecimento e gratidão, a colaboração do colega Dercides 3ires da Silva, 'ue !orneceu muitas de suas preciosas anotaç:es9 além de Marcos Dione EgosFi Golcan e Maria LHcia Gianna, 'ue !i"eram a revisão de te2to$ 3articular gratidão ao padre Lui" #ernando R$ Santana, pela revisão teol>gica e ao pro!essor Raul 3imenta pela revisão gramatical$ Em carin1oso agradecimento Daniela R$ I$ Consoli e a Lilian Daniela Jenvenutti, 'ue dedicaram muito de seu tempo para a digitação e organi"ação deste trabal1o e a Mirian R$ Kein"en pela revisão b&blica$ A todos os 'ue nos assistiram com suas oraç:es e 'ue de alguma maneira colaboraram, o nosso (Deus l1es pague generosamente*$ Sim, 'ue a todos o Deus de amor e in!inita miseric>rdia recompense$ ;ue todos voc7s, ao lerem este material, orem intensamente por n>s da Comissão de #ormação, para 'ue se4amos d>ceis ao %sp&rito Santo, recebendo dele toda a instrução= (8 %sp&rito da verdade ensinar?vos?) toda a verdade e anunciar?vos?) as coisas 'ue virão* +Jo 1L,1,/$ Deus abençoe a todos$ % ten1am caridade conosco na'uilo 'ue o trabal1o não ten1a !icado tão bom 'uanto voc7s esperavam e merecem ter$ Il>ria ao 3ai, ao #il1o e ao %sp&rito Santo$ Agora e sempre$ Amém$ 8S AE@8R%S

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CAPÍTULO PRIMEIRO

CARISMAS
“Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados +Mc 1L, 1M?1-/$ 1. Introdução 8s carismas eram comuns no in&cio da Agre4a$ Jasta ler os Atos dos Ap>stolos e as cartas de São 3aulo$ Depois, por alguns séculos eles se mantiveram restritos aos grandes santos$ Assim, pensava?se 'ue os carismas eram para alguns 1omens e mul1eres recon1ecidamente santos, m&sticos e penitentes$ 8s carismas, portanto, não são novidades tra"idas pela Renovação Carism)tica Cat>lica, a não ser no aspecto do seu e2erc&cio nos tempos atuais$ 8s grupos de oração tornaram poss&vel a sua mani!estação em maior intensidade, percebendo sua 'ualidade de (dom* para todos os 'ue crerem, conse'67ncia normal do batismo no %sp&rito$ (Se v>s, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas a vossos !il1os, 'uanto mais vosso 3ai celestial dar) o %sp&rito Santo aos 'ue l1e pedirem* +Lc 11,1,/$ Mas !oi o documento conciliar !umen "entium 'ue traçou as primeiras diretri"es sobre carismas para os tempos atuais=
($$$8 %sp&rito 1abita na Agre4a e nos coraç:es dos !iéis +$$$/ dirige?a mediante os diversos dons 1ier)r'uicos e carism)ticos$ +$$$/ 0ão é apenas através dos sacramentos e dos ministérios 'ue o %sp&rito Santo santi!ica e condu" o 3ovo de Deus +$$$/, mas, repartindo seus dons a cada um como l1e apra" +1 Cor 1B,11/, distribui entre os !iéis de 'ual'uer classe mesmo graças especiais +$$$/ %stes carismas, 'uer eminentes, 'uer mais simples e mais amplamente di!undidos, devem ser recebidos com gratidão e consolação, pois 'ue são per!eitamente acomodados e Hteis s necessidades da Agre4a$ Ema vida mais plena no %sp&rito Santo, a unção carism)tica do %sp&rito, contempla a Agre4a com toda uma amplitude de dons$* 1

8s carismas estão amparados na doutrina da Agre4a, além de serem !undamentados biblicamente$ %sses dons de adoração, louvor e oração apro!undam a dimensão contemplativa da !é cristã e as d)divas de serviço animam uma vida de santidade$ (@odos os carismas tra"em nova docilidade ao %sp&rito, a !é esperançosa na salvadora intervenção de Deus nas 'uest:es 1umanas, acentuado "elo pelo %vangel1o e o respeito pela autoridade da Agre4a$*B 0esse sentido, é necess)rio a!irmar a atualidade dos carismas e promov7?los como realidades necess)rias evangeli"ação e ao crescimento pessoal de cada cristão$ (A vida bati"ada no %sp&rito é marcada por uma e2peri7ncia de união din5mica com Deus e também por uma e2peri7ncia de carismas doados pelo %sp&rito Santo$*, São 3edro aviva essa esperança= (3ois a promessa é para v>s, para os vossos !il1os e para todos os 'ue ouvirem de longe o apelo do Sen1or, nosso Deus* +At B, ,N/$ A promessa é, portanto, para todos os tempos$ 8 e2erc&cio dos carismas é tanto mais necess)rio por causa das di!iculdades do tempo presente, marcado pela indi!erença religiosa e pelo abandono dos valores espirituais e morais do cristianismo9 esse tempo cobra não s> um testemun1o aut7ntico dos cristãos convictos, como também demonstraç:es do poder do %sp&rito$

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$ 0$ . e 1B$ B $ C80#%RO0CAA CA@PLACA D8S %EA, #eclara$ão pastoral sobre a %&&, n$' , $ Qilian MCD800%LL, Ieorge M80@AIE%, (vivar a chama, p$ ,B$

. Convém abali"ar dons efusos, 'ue é matéria deste estudo, dos dons infusos, 'ue também são carismas do %sp&rito, mas 'ue se distinguem da'ueles.= a/ #ons infusos ? temor de Deus, !ortale"a, piedade, consel1o, con1ecimento, sabedoria e discernimento +c!$ As 11, 1?,/$ 0um total de sete, esses dons são concedidos para a pessoa +in!undidos/, aprimoram e re!orçam as virtudes, constituindo?se em bene!&cios para o crescimento pessoal9 b/ #ons efusos R l&nguas, pro!ecia, interpretação, ci7ncia, sabedoria, discernimento dos esp&ritos, cura, !é e milagres +c!$ 1 Cor 1,, -?1C/$ 0um total de nove, esses dons são para o serviço e o bem comum e são concedidos como mani!estaç:es atuais, de acordo com a vontade de Deus$ A'ui serão estudados os carismas e!usos, 'ue são realidades mani!estas nos grupos de oração da Renovação Carism)tica, constituindo?se num dos aspectos de sua identidadeS$ 2. Conceito 8s carismas são dons, graças, presentes, dados pelo %sp&rito Santo, (mas um e o mesmo %sp&rito distribui todos esses dons, repartindo a cada um como l1e apra" +1 Cor 1B,11/=
(A palavra TcarismaU +chárisma/ é oriunda da l&ngua grega e signi!ica Tdom gratuitoU$ %la encontra seu signi!icado !undamental na rai" Tc1arU? 'ue indica tudo a'uilo 'ue produ" bem?estar9 assim é 'ue temos c1)ris, 'uerendo signi!icar TgraçaU, TdomU, T!avorU, TbondadeU9 charí)omai, no sentido de !a"er um dom gratuito, mostrar?se generoso$ 8 su!i2o T?maU e2prime na l&ngua grega o resultado da ação indicada pelo verbo, o seu e!eito, o 'ue pode denotar também o car)ter ob4etivo da concessão e da e2peri7ncia da graça$ 3ortanto, o signi!icado geral e !undamental de Tc1)rismaU poderia ser= dom concedido por pura benevol7ncia, 'ue é, ao mesmo tempo, o ob4etivo e o resultado da graça divina, do presente 'ue Deus !a" aos 1omens* L

%m sentido restrito, os carismas são mani!estaç:es e2traordin)rias do %sp&rito Santo para proveito comumM$ %les e2ercem papel !undamental na evangeli"ação, ou se4a, na e2pansão do cristianismo, o 'ue re!orça sua import5ncia e dignidade$ 8 padre Lui" #ernando R$ Santana apro!unda o assunto e alerta=
(A maciça presença de chárisma nos escritos de 3aulo 4) é su!iciente para mostrar 'uanto o termo, em seu signi!icado e conteHdo, era caro para a teologia do ap>stolo$ Desde o in&cio de seu apostolado, 3aulo tem em alta estima a presença e ação dos dons e carismas do %sp&rito na vida da Agre4a e dos !iéis bati"ados, até mesmo e2ortando a comunidade a 'ue tivesse o cuidado de não e2tinguir o %sp&rito, de não despre"ar as pro!ecias, mas de veri!icar tudo com um discernimento s)bio e s>brio +C!$ 1 @s S, 1N?BB/$ Disso in!erimos 'ue, para 3aulo, os carismas e os ministérios são os instrumentais privilegiados na edi!icação do Corpo de Cristo e na reali"ação do des&gnio de Deus na 1ist>ria9 ambas as realidades possuem igual import5ncia e dignidade, uma ve" 'ue emanam do mesmo %sp&rito e estão ordenadas, cada uma na'uilo 'ue l1e é espec&!ico, a um mesmo !im$ Ainda podemos dedu"ir 'ue e2iste uma interdepend7ncia no 'ue di" respeito relação Tcarismas?ministériosU, o 'ue !a" com 'ue a dimensão carism)tica da Agre4a na teologia paulina se4a um tema de primeira grande"a$* .

$ %ssa distinção é did)tica, mas com !undamento b&blico?teol>gico9 apesar disso, não tem a intenção de segmentar a ação do %sp&rito nem de encerrar dentro dela todas as espécies de carismas$ S $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA, *dentidade da %enova$ão &arismática &at+lica, p$ BM? B-$ L $ Luis #ernando R$ SA0@A0A, %ecebereis a for$a do Espírito ,anto, p$MM$ M $ C!$ A$ GA0 D%0 J8R0, #icionário enciclop-dico da .íblia, p$B.S$
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3elo seu pr>prio car)ter, dom não implica santidade$ 0a verdade, 'ual'uer pessoa pode receber os presentes de Deus +c!$ At 1C, ,./$ 3orém, não se pode es'uecer 'ue 'uem não tem vida espiritual e reta intenção de agradar a Deus, certamente usar) mal os carismas, pois não cultiva a necess)ria união com Cristo +c!$ Jo 1S, .?S/, para 'uerer o 'ue Deus 'uer$ 3. Qu ndo uti!i" r o# c ri#$ # D di!&cil precisar em 'ue momentos utili"ar os carismas do %sp&rito$ 8 seu e2erc&cio deve se d) sempre, notadamente 'uando as situaç:es o e2igirem$ Sendo a graça do %sp&rito uma realidade perene na vida 1umana, os carismas por sua ve", tornam?se também pro!usamente inseridos na vida da'ueles 'ue !oram bati"ados$ 0o entanto, é preciso di"er 'ue os carismas são realidades atuais e não ad'uiridas por posse$ D o %sp&rito 'ue opera tudo em todos +c!$ 1 Cor 1B, L?M/, a seu 'uerer$ Assim, (a um, o %sp&rito d) uma palavra de sabedoria9 a outro, uma palavra de ci7ncia, segundo o mesmo %sp&rito9 a outro, a !é no mesmo %sp&rito9 a outro, o dom das curas, nesse Hnico %sp&rito9 a outro, o operar milagres9 a outro, a pro!ecia9 a outro, o discernimento dos esp&ritos9 a outro, o !alar diversas l&nguas, a outro ainda o interpretar essas l&nguas* +1Cor 1B,-?1C/$ 0ão seria 4usto, portanto, atribuir a uma pessoa ou grupo de pessoas espec&!ico a contenção e2clusiva de 'ual'uer mani!estação carism)ticaN9 nem mesmo se pode di"er 'ue alguém (tem* este ou a'uele dom, pois cada mani!estação é Hnica1C, mesmo 'ue se processe com muita !re'67ncia através de determinadas pessoas$ @alve" ao dom de l&nguas possa se atribuir um car)ter mais perene e sob controle, por se tratar de um dom de oração, mais para edi!icação pessoal +c!$ 1 Cor 1., ./$ Contudo, não se pode cair no e'u&voco de redu"ir os dons do %sp&rito a algumas ocasi:es especiais$ %les !oram dados em pro!usão nos tempos atuais$ 3ode ser cultivada uma constante e2pectativa em relação sua mani!estação, como para o derramamento do %sp&rito11$ 3eculiarmente, a ação evangeli"adora constitui um momento preciso de viv7ncia dos dons e!usos$ A missão da Renovação Carism)tica Cat>lica é evangeli"ar a partir do batismo no %sp&rito Santo, !ormando o povo de Deus em santidade e serviço$ 3ara evangeli"ar o povo de Deus com unção e poder são necess)rios os carismas$ ;uando utili"ados de !orma livre, consciente, na 1ora necess)ria, levam as pessoas a terem uma e2peri7ncia da presença real de Deus, 'ue mani!esta o seu in!inito amor=
(A T!orça do %sp&rito SantoU +At 1, -/ derramada nos coraç:es dos cristãos, mani!estação do amor e do poder de Deus, provoca uma signi!icativa di!erença entre a ação evangeli"adora de uma pessoa 'ue se dei2a condu"ir por ela e uma 'ue age sem ela$ A'uele 'ue evangeli"a com os dons carism)ticos multiplica as possibilidades 1umanas$ A investidura carism)tica em comunidades da Agre4a, em todo mundo, tem gerado e sustentado grande nHmero de evangelistas dedicados e e!icientes, com novo vigor, com nova capacitação, nova alegria, novo 4ubilo, nova e2altação e louvor, levando em si o poder trans!ormador do %sp&rito +C!$ 1 Cor B, 1?S/ 'ue toca crianças, 4ovens, adultos e idosos de todo tipo de raça e cultura$* 1B

8 uso dos carismas não é s> um direito, é um dever de todos os !iéis$ (Da aceitação destes carismas, mesmo dos mais simples, nasce em !avor de cada um dos !iéis +$$$/ o dever de e2erc7?los para o bem dos 1omens e a edi!icação da Agre4a dentro da Agre4a e do mundo*1,$
$ .ati)ados no Espírito, p$ .,?..$ N $ C!$ SAIRADA C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D, *nstru$/es sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura, p$ 1.$ 1C $ C!$ Abid$, p$ 1C$ 11 $ C!$ Ronaldo José de S8ESA, 0 impacto da %enova$ão &arismática, p$ B,$ 1B $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA, ( espiritualidade da %&&, p$.,
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(postolican (ctuositatem. segundo a caridade. 'uando e2ercidos na caridade$ %. 1regador ungido. amor doação a Cristo e aos irmãos= (Ainda 'ue eu !alasse as l&nguas dos 1omens e dos an4os. n$ MNN?-CC$ . o imper!eito desaparecer)$ 3or ora subsistem a !é.L 3ode?se constatar na pr)tica apost>lica 'ue. a prop>sito. a ponto de transportar montan1as.BB? B. são verdadeiros re!erenciais para se viver a vida nova. a esperança e a caridade ? as tr7s$ 3orém.. mas sobretudo ao da pro!ecia* +c!$ 1 Cor 1. 'ue é o dom por e2cel7ncia e 'ue atribui sentido aos outros dons1S$ 8s carismas. mas também por todos os membros da Agre4a$ São uma maravil1osa ri'ue"a de graça para a vitalidade apost>lica e para a santidade de todo o Corpo de Cristo. 1b/$ A motivação deve ser o uso em bene!&cio dos outros. direta ou indiretamente. n$ . 'uando a evangeli"ação é acompan1ada de carismas. ou como o c&mbalo 'ue retine$ Mesmo 'ue eu tivesse o dom da pro!ecia. !idelidade. portanto. se4am simples e 1umildes. sou como o bron"e 'ue soa. 1S$.. a nossa pro!ecia é imper!eita$ .u$i!d de D e2atamente por causa do amor 'ue os dons e!usos devem ser alme4ados$ (%mpen1ai? vos em procurar a caridade*.?1S$ 1N?B1$ Jesus d) a regra para veri!icar o valor do trabal1o= (3elos !rutos os con1ecereis* +Mt M. 1.. e ainda 'ue entregasse o meu corpo para ser 'ueimado. ordenados 'ue são edi!icação da Agre4a.C9 Rm 1B. t7m uma utilidade eclesial. pa". os carismas são graças do %sp&rito Santo 'ue.1?. de nada valeria< A nossa ci7ncia é parcial.. &arismas. 'ue tratam dos carismas e suas mani!estaç:es.uando c1egar o 'ue é per!eito. temperança$ Contra estas coisas não 1) lei* +Il S. como eu vos amo* +Jo 1S. são !undamentados na caridade= (Se4am e2traordin)rios. isto é. p$ B. a maior delas é a caridade* +1Cor 1. verdadeira medida dos carismas* 1L$ '.1L/$ São 3aulo também !ala= (o !ruto do %sp&rito é caridade. se não tiver caridade. paci7ncia. L?-9 1. não sou nada$ Ainda 'ue distribu&sse todos os meus bens em sustento dos pobres. O# c ri#$ # de(e$ #er )edido# co$ &* e e+ercido# n ../$ Dessa !orma. se não tiver caridade. brandura. O# don# e&u#o# e c rid de Jesus deu o mandamento do amor= (Amai?vos uns aos outros. col1em?se !rutos abundantes= os carismas !a"em di!erença e são e!ica"es na evangeli"ação.$ 1. Ronaldo José de S8ESA. para a4udar o povo de Deus a alcançar a santidade$ 3or isso. mas o amor ()gape*. bondade. da carta aos Cor&ntios. 1a/9 e acrescenta= (aspirai igualmente os dons espirituais. $ C!$.?BS$ 1S $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. -?1C9 e 1 @ess S.$Ns$1.N$ 1L $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. encora4a São 3aulo +c!$ 1 Cor 1. desde 'ue se trate de dons 'ue proven1am verdadeiramente do %sp&rito Santo e 'ue se4am e2ercidos de maneira plenamente con!orme aos impulsos aut7nticos deste mesmo %sp&rito. se não tiver caridade. a!abilidade. p$ ./$ 8s cap&tulos 1B a 1. alegria.. 1B$1M/$ São 3aulo apresenta o trabal1o apost>lico reali"ado no amor$ 0ão um amor 'ual'uer. e2ercendo os seus dons de maneira aut7ntica e !rutuosa$ %les cont7m regras b)sicas e orientaç:es seguras$ 8utras recomendaç:es podem ser encontradas em %! . ao bem dos 1omens e s necessidades do mundo$ 8s carismas devem ser acol1idos com recon1ecimento por a'uele 'ue os recebe. o bom uso dos carismas é garantido pelo amor 1. guiada pelo %sp&rito Santo. e con1ecesse todos os mistérios e toda a ci7ncia9 mesmo 'ue tivesse toda a !é. os carismas devem ser pedidos com !é e sem temor$ %mbora eles se4am $ C80CYLA8 %CEMO0AC8 GA@ACA08 AA.

deve obedecer a um ritmo 1armZnico. portanto. p$ . 4amais e2altado ou demasiadamente estrondoso +c!$ 1 Cor 1. cale?se o primeiro$ @odos. sobretudo nas reuni:es de oração. com despre"o. sem individualismo. ol1ando os nossos pr>prios interesses./ e 'ue nen1um (carism)tico* se basta a si mesmo$ Deus constituiu a Agre4a como um corpo +c!$ 1 Cor 1B. sem buscar prest&gio. compondo a realidade con4unta do povo de Deus$ 1M $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. mas sup:e autoridade e obedi7ncia$ 8 cristão pode ser instrumento da mani!estação aut7ntica do %sp&rito Santo. de tal maneira 'ue um carisma s> se pleni!ica no con4unto da comunidade$ (%2ercer os carismas na 1umildade é e2erc7? los sem e2ibicionismo.. p$ B1?BB$ BC $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA....uanto aos pro!etas. poder$ +$$$/ D também e2erc7?los sem auto? su!ici7ncia +c!$ Mt 1-. para todos aprenderem e serem todos e2ortados* +1 Cor 1.$ . !alem dois ou tr7s e os outros 4ulguem$ Se !or !eita uma revelação a algum dos assistentes. p$ . Deus não é Deus de con!usão.1 R gri!os nossos/$ 8 mecanismo 'ue garante a ordem na mani!estação dos carismas é. .?S/$ (S> a'ueles 'ue recon1ecem o valor dos dons na sua vida cristã e no serviço aos irmãos são impulsionados a pedi?los ao 3ai. . recompensas de Deus por es!orços desmedidos$ A 1umildade !a" perceber 'ue o cristão é um administrador dos bens do Sen1or +c!$ Lc 1L.N?1C/*1M$ 3ara o e2erc&cio pr)tico dos carismas. BL?BM/$ A !orça de um carisma não consiste na tonalidade 'ue l1e é imposta ou no tipo de e2pressão 'ue o acompan1a. 1onra. BN? .?. recebe9 a'uele 'ue procura. &arismas. .. os dons são ordenados para a obedi7ncia. não se deve es'uecer tr7s coisas !undamentais= a2 3umildade D preciso vigiar para não cair na tentação de ac1ar 'ue os dons são méritos alcançados.M distribu&dos con!orme apra" ao %sp&rito. sabendo 'ue necessitamos da a4uda dos irmãos para con!irmar ou discernir a vontade de Deus para o seu povo$$$*1-$ b2 3armonia 8 e2erc&cio dos carismas./$ 8 uso dos carismas ser) tanto mais saud)vel e Htil 'uanto as pessoas 'ue a eles se abrirem !orem e'uilibradas emocionalmente e orantes o su!iciente para saber distinguir a ação do %sp&rito de eventuais devaneios da pessoa 1umana1N$ D necess)rio ter respeito pelos dons de Deus9 (não podemos e2erc7?los irrespons)vel e indi!erentemente. a con!irmação. de maneira 'ue os carismas individuais se4am abonados comunitariamente$ Dessa !orma. mas de pa"* +1 Cor 1. os carismas se inserem na vida cristã sem causar esc5ndalos$ (3or'uanto. nada impede 'ue o crente aspire e peça os dons. ou dando aos carismas um relevo tão singular e Hnico como se !ossem bens totais e absolutos sobre os 'uais não 1) nada mais e2celente e primeiro*BC$ c2 0rdem A ordem no e2erc&cio dos carismas é uma e2tensão da 1armonia..$ 1N $ C!$ Ronaldo José de S8ESA. p$ .B/$ São 3aulo esclarece nos seguintes termos= (.. 1regador ungido. 1B?BN/. e dar?se?vos?)9 buscai e ac1areis9 batei e abrir?se?vos?)$ 3ois todo a'uele 'ue pede. 1?. de !orma inconse'6ente. embora marcados pela espontaneidade e e2pressividade.1$ 1$ Abid$. ac1a9 e ao 'ue bater se l1e abrir)U +Lc 11. podeis pro!eti"ar. mas não deve es'uecer 'ue até o esp&rito dos pro!etas deve estar?l1es submissos +c!$ 1 Cor 1. um ap+s outro. mas na utilidade ob4etiva 'ue tem para a comunidade$ Assim. saindo do plano meramente individual.. &arismas. como Jesus mesmo nos ensinou= T3edi./. para 'ue seu testemun1o se4a permeado de sinais +c!$ 1 Cor B.

. n$ B.3ortanto. 'ue !a"em agir segundo o bem. na sua diversidade e complementaridade. ao con!iar Agre4a?comun1ão os diversos ministérios.M?11/. direta ou indiretamente. e todos atuem Tcomo bons administradores da multi!orme graça de DeusU +1 3d . os carismas devem ser e2ercidos na obedi7ncia a Cristo e s autoridades constitu&das$ (Mas !aça?se tudo com dignidade e ordem* +1 Cor 1. ordenados como são edi!icação da Agre4a. através das 'uais Ttorna os !iéis aptos e prontos a tomarem sobre si os v)rios trabal1os e o!&cios 'ue contribuem para a renovação e maior incremento da Agre4a*B. concede também aos !iéis dons particulares +c!$ 1 Cor 1B. se4am e2traordin)rios ou simples e 1umildes. no amor. do corpo todo$ +c!$ %! .$ B.1L/$ +$$$/ 0en1um carisma est) dispensado da sua re!er7ncia e depend7ncia dos pastores da Agre4a$ 8 Conc&lio escreve com palavras claras 'ue o 4u&"o acerca da sua +dos carismas/ autenticidade e reto uso pertence 'ueles 'ue presidem a Agre4a e aos 'uais compete de modo especial não e2tinguir o %sp&rito. pela 3alavra de Deus +$$$/ pelas virtudes. e de tal modo perseveram no tempo como uma 1erança preciosa e viva. uma utilidade eclesial. são graças do %sp&rito Santo 'ue t7m. &hristifidelis !aici. enri'uece?a com outros dons e impulsos especiais. a !im de 'ue Tcada um pon1a em serviço dos outros a graça 'ue recebeuU. como em resposta s mHltiplas e2ig7ncias da 1ist>ria da Agre4a$ A descrição e a classi!icação 'ue os te2tos do 0ovo @estamento !a"em desses dons são um sinal da sua grande variedade$$$*B1= b/ (8s carismas. Tdistribuindo?os por cada um con!orme l1e apra"U +1 Cor 1B. n$ B.. 'ue opera a santi!icação do povo de Deus por meio do ministério e dos sacramentos. n$ 1B$ B.C/$ -. 1omens e mul1eres$ São dados ao indiv&duo. bem como o direito 'ue os !iéis leigos t7m de us)?los para o bem comum$ 8 Catecismo da Agre4a Cat>lica segue a mesma !irme orientação= (8 %sp&rito Santo é o principio de toda ação vital e verdadeiramente salutar em cada uma das diversas partes do corpo$ %le opera de mHltiplas maneiras a edi!icação do corpo inteiro na caridade.$ 0. n$ B. e en!im pelas mHltiplas graças especiais +c1amadas de TCarismasU/. tanto como e2pressão da liberdade absoluta do %sp&rito 'ue os distribui. $ 0$ MN-$ . de modo 'ue todos os carismas concorram..1C/. $ Abid. para o bem comum*B.M/.1B e 1N?B1/. !umen "entium.$ As palavras da Agre4a tiram o medo e as dHvidas 'uanto necessidade e utilidade dos carismas. 'ue geram uma a!inidade espiritual entre as pessoasBB$ c/ (3ara e2ercerem este apostolado +os leigos/. mas 4ulgar tudo e conservar o 'ue é bom +c!$ 1@s S. mas também podem ser partil1ados por outros.$ C!$ C80CYLA8 %CEMO0AC8 GA@ACA08 AA. c1amados carismas$ 3odem assumir as mais variadas !ormas. . para a edi!icação. P ! (r d I.$ BB $ Abid$. ao bem dos 1omens e s necessidades do mundo$@ambém em nossos dias não !alta o !lorescer de diversos carismas entre os !iéis leigos. Conc!u#ão B1 $ J8W8 3AEL8 AA. o %sp&rito Santo.re/ D oportuno destacar algumas asserç:es do Magistério da Agre4a em relação aos carismas e seu uso= a/ (8 %sp&rito Santo.

os grupos de oração não devem ter medo nem resistir aos dons do %sp&rito. n$ MS$ . acontece sob a ação do %sp&rito Santo$ Sem ele nada é e!ica" para o Reino de Deus$ (0unca ser) poss&vel 1aver evangeli"ação sem a ação do %sp&rito*BS$ %m certo sentido. mas procurar con1ec7?los cada ve" mais para bem utili")?los$ CAPÍTULO SEGUNDO O dom das línguas 1. Evangelli 5untiandi. todo dom.N D importante tomar consci7ncia de 'ue todo bem. Introdução 0este cap&tulo serão vistas e estudadas as tr7s modalidades do carisma da variedade das BS $ 3AEL8 GA. !oi a Renovação Carism)tica 'ue resgatou. todo serviço prestado ao Reino de Deus em nome de Jesus. a necessidade do uso dos carismas$ 3or isso. no ambiente cat>lico.

con!orme o %sp&rito Santo l1es concedia 'ue !alassem* +At B.1?1. o %sp&rito Santo desceu sobre eles.B$B-/9 ? é um carisma de oração e de louvor +c!$ 1 Cor 1.L/$ (% 'uando 3aulo l1es impZs as mãos. e !alavam em l&nguas estran1as* +At 1N.$1-$. mas o %sp&rito mesmo intercede por n>s com gemidos ine!)veis$ % a'uele 'ue perscruta os coraç:es sabe o 'ue dese4a o %sp&rito.1C9 1. a certe"a de 'ue %le ora da mel1or !orma. . 'ue a pessoa se une. L/$ 2.L/9 ? é um carisma em virtude do 'ual o crente !ala com Deus ao impulso do %sp&rito +c!$ 1 Cor 1. p$ NC . um t&tulo da graça$ 0a medida em 'ue cresce a oração.. o dom das l&nguas di!undiu?se também entre todos os cristãos= (8s !iéis da circuncisão.9 1C. no sentido 'ue apresenta a ling6&stica.1L?1M/* BL$ 3ara se ter uma idéia mais clara acerca do dom de orar em l&nguas.$1. se4a abandonar?se para 'ue o %sp&rito ore através de sua pr>pria vo" com (gemidos ine!)veis*$ Alguns precisam renunciar a auto? su!ici7ncia e submeter?se ação do %sp&rito Santo$ Mas vale a pena< 8 go"o ine!)vel 'ue o mesmo %sp&rito tra" com sua presença. ve4a?se como ele aparece em algumas passagens da Sagrada %scritura= At B.?.S/$ D a esta oração misteriosa. em primeiro lugar. serão abordados os principais aspectos de sua mani!estação e o !undamento b&blico e doutrin)rio$ Algumas pessoas pensam e di"em 'ue o dom das l&nguas é o menor e o mais insigni!icante de todos$ 3orém. 'ue tin1am vindo com 3edro. segundo Deus* +Rm -. ainda. para e2pressar ao Sen1or os sentimentos 'ue v7m do %sp&rito Santo= (. 'ue em Mc 1L. o %sp&rito vem em au2&lio nossa !ra'ue"a9 por'ue não sabemos o 'ue devemos pedir. nem orar como convém. pois !ala coisas misteriosas. mani!estação de um pensamento !ormulado pela mente$ Esar a l&ngua.$119 1C. propriamente. movidos por inspiração e 'ue o %sp&rito Santo l1es d) o sentido$ 0ão se trata de l&ngua. . o %sp&rito orando no 1omem ser) pouca coisa[ (8utrossim. BL? BM/$ @alve" o mais di!&cil..1. principalmente para alguns.B/$ 8ra...1C l&nguas 'ue são= o orar. São 3aulo escreve: (A'uele 'ue !ala em l&nguas não !ala aos 1omens. .?1S/9 ? é um carisma de b7nção e ação de graça$ +C!$ 1 Cor 1. o !alar e o cantar em l&nguas$ Além disso. senão a Deus= ninguém o entende. dese4aria 'ue todos !al)sseis em l&nguas$$$\ +1 Cor 1. o 'ual intercede pelos santos. por'ue não 1) conceitos 1umanos.. modi!ica?se a vida pela ação amorosa e misteriosa de Deus$ 0o pentecostes aconteceu a primeira mani!estação do dom das l&nguas de 'ue se tem con1ecimento$ São Lucas narrou com muito entusiasmo= (#icaram todos c1eios do %sp&rito Santo e começaram a !alar em outras l&nguas. mesmo descon1ecidos$ Consiste em di"er palavras sem con1ecer?l1es o signi!icado$ 3ro!erir palavras 'ue não são.N$ Ressalte?se. ( %enova$ão no Espírito . pro!undamente se admiraram vendo 'ue o dom do %sp&rito Santo era derramado também sobre os pagãos9 pois eles os ouviam !alar em outras l&nguas e glori!icar a Deus* +At 1C. Conceito 8 dom das l&nguas é uma oração !eita por meio de sons emitidos. 1M ele est) relacionado como um dos milagres BL $ Salvador Carrilo ALDA]. são bene!&cios certos e imprescind&veis para o crescimento espiritual$ 8 grande dese4o de S$ 3aulo é mani!estado assim= \De min1a parte. inarticulada... um carisma para glori!icar a Deus +c!$ At B. dei2ando ao pr>prio Deus o cuidado de glori!icar?se e dar?se graças por um amor 'ue supera todo o con1ecimento$ %sta oração contém um camin1o de enri'uecimento espiritual.anto.-9 1 Cor 1B.. a vo". o dom de l&nguas= ? é.uanto ao !ormal deste carisma e ao seu signi!icado pro!undo. sob a ação do %sp&rito* +1 Cor 1. a pa" pro!unda 'ue s> Deus pode dar. ./$ Depois do pentecostes..

. como uma grande promessa de Jesus$ D um (milagre* por'ue é e2traordin)rio. sentimos 'ue algo nos toca pro!undamente +$$$/. ( %enova$ão no Espírito . sentimos 'ue o mais pro!undo do nosso ser comunga de maneira especial com A'uele 'ue nos criou e ao 'ual pertencemos*B8 dom das l&nguas apro!unda a oração e a união com Deus$ @rata?se de uma oração individual. . como o dom dos milagres ou das l&nguas. incredulidade. de não compreendermos o 'ue !alamos. dom gratuito. . as graças especiais. os carismas se ordenam graça santi!icante e t7m como meta o bem comum da Agre4a$ Ac1am?se a serviço da caridade.11 'ue acompan1am os 'ue cr7em. 'ue edi!icam a Agre4a*BM$ 3. cantamos ou oramos. mas continua no pleno dom&nio de suas !aculdades.M$BM?. a presença de Deus se torna aconc1egante. no cap&tulo 'uarto$ (Segundo a!irmação de 1Cor 1. a saber= a edi!icação mHtua. dHvidas. é uma !orma de glori!ic)?lo$ . ainda 'ue n>s não entendamos os gemidos ine!)veis +$$$/. do 4eito 'ue Deus 'uer$ 3or isso pode?se di"er com !undamento 'ue orar em l&nguas é (orar no %sp&rito*. s ve"es e2traordin)rio. respeito 1umano. pois é emprestar a mente e a vo" para 'ue o %sp&rito Santo ore$ (Assim. indiscut&vel. nem entra em transe. inarticulada. apego auto?imagem e boa !ama$ %mbora não se compreenda o signi!icado.C/BN$ 8 dom das l&nguas é um dom para a santi!icação pessoal$ 3ara orar em l&nguas. a pessoa não !ica est)tica. porém..$ $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. como se ver) mais adiante. 1in !id de do do$ de !2n. para estar em 1armonia com as demais$ A pessoa é livre. 'ue a pessoa se une. Ti)o# de or ção e$ !2n. muitas ve"es devem?se romper barreiras de medo. BL?BM/$ 8 %sp&rito Santo sabe do 'ue o orante tem necessidade. 'uase palp)vel$ 8 dom das l&nguas !avorece a mani!estação dos demais dons$ Ao orar em l&nguas. dei2ando ao pr>prio Deus o cuidado de glori!icar?se e dar?se graças por um amor 'ue supera todo o con1ecimento$ %. segundo a palavra grega empregada por S$ 3aulo. !a" ao 3ai o pedido certo e na 1ora certa. designadas também TcarismasU. verdadeiramente. além disso.uem ora em l&nguas não ora aos 1omens. bene!&cio$ Se4a 'ual !or o seu car)ter. mesmo se !eita em assembléia$ (A'uele 'ue !ala em l&nguas edi!ica?se a si mesmo* +1 Cor 1.anto.u # 8 dom das l&nguas é uma oração 'ue se !a" a Deus. o dom de l&nguas é um carisma 'ue o %sp&rito Santo d) para edi!icação pessoal9 no entanto. podendo começar e terminar 'uando 'uer$ %sta oração não suprime a oração !ormal. veri!ica?se uma nova dimensão da oração$ 3oucas !rases bastam para 'ue a'uele 'ue recebe o dom se sinta envolvido pelo mistério e possu&do por um pro!undo sentimento de alegria e pa"$ Desta !orma. antes a completa e enri'uece$ %la e2ige a atitude de render?se ao %sp&rito Santo9 é como uma porta bai2a pela 'ual s> passa 'uem se curva um pouco$ D a esta oração misteriosa. n$ BCC. e 'ue signi!ica !avor. esta não e2clui a !inalidade comum 'ue t7m todos os carismas. sabendo o 'ue est) !a"endo.u # BM B- $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA.B/9 a'uele 'ue se abre ao dom das l&nguas tem o %sp&rito Santo orando nele. pode assumir a !orma de mensagem comunidade9 neste caso necessita da interpretação. &arismas. !ora do comum da linguagem 1umana$ A Agre4a indica 'ue a oração em l&nguas é. Deus sabe o 'ue dese4a o %sp&rito$ Apesar da intelig7ncia não assimilar nada. mas a Deus +c!$ 1 Cor 1. podendo per!eitamente controlar o tom da vo"./$ Ema ou outra ve". in!lu7ncias negativas de pessoas contr)rias. por ele e com ele +c!$ Rm -. a construção do Corpo de Cristo +c!$ 1 Cor 1B. tem por meta o bem da Agre4a e ac1a?se a serviço da caridade= ($$$ São. p$ MM$ BN $ Salvador Carrilo ALDA]. p$ NC$ . ação do %sp&rito9 é um dom 'ue provém do Sen1or...

p$ MS?ML$ . A i$)ort3nci do do$ d # !2n. mas também nas de Cesaréia e D!eso +At 1C. .1 $ 0 dom das línguas. 1C/ +$$$/$ @ambém o milagre de 3entecostes pode ser interpretado como uma mani!estação de g$ como indica. como o latim. L/9 não é a mesma coisa 'ue o T!alar outras linguasU +o milagre de 3entecostes/. !ormular preces.uanto tonalidade.C$ b2 6enoglossia D uma oração em l&ngua descon1ecida de 'uem ora. cidade norte?americana.B $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. 1. B?1N/. mas. 'ue se tornavam compreens&veis apenas para 'uem possu&a o carisma da interpretação +1 Cor 1. 'ue leva a !rutos de contrição9 d/ &anto +c!$ 1 Cor 1.1B K) variedade de mani!estaç:es do dom das l&nguas$ Duas delas são= a2 "lossolalia (Em !enZmeno 'ue se deu sobretudo na comunidade cristã de Corinto +1 Cor 1B. -/$ +$$$/ S$ Lucas v7 no milagre um s&mbolo da universalidade do evangel1o +c!$ At B. por e2emplo$ Robert DeIrandis di" 'ue (durante uma reunião de oração em 0ova 8rleans..L9 1N.B . na medida em 'ue se constitui em ação misteriosa e amorosa de Deus$ D poss&vel indicar alguns bene!&cios do dom de l&nguas= a/ #avorece a intimidade com Deus. -/$ @alve" ten1a considerado como o inverso da con!usão das l&nguas em Jabel*. a oração em l&nguas normalmente se apresente como= a/ !ouvor R oração se'6enciada.C $ A GA0 D%0 J8R0. mergul1ar nas pro!unde"as do %sp&rito$ (8utras ve"es. sendo 'ue em tonalidade musical$ '. num abandono con!iante. sem con1ecer sua l&ngua. #icionário enciclop-dico da . 1S/ R é também uma espécie de louvor.íblia./ e a citação de Jl . 'uase intermin)vel e sem pausas9 c/ . onde a pessoa !ica (mergul1ada* como criança diante de Deus9 b/ 78bilo R oração transbordante.8plica R oração compassada e em tonalidade penitencial. mas consistia nisso 'ue a pessoa +$$$/ pro!eria sons inintelig&veis e palavras sem ane2o. através do dom de l&nguas. ouviu uma moça orar em latim. 1C9 1. import5ncia !undamental no enri'uecimento espiritual$ %le contribui para a renovação da vida da pessoa. a4uda?nos a con1ecer o teu #il1o/*. a impressão 'ue causou nos presentes +At B. ao começarmos a orar. p$ e2$. sem necessidade de pensar. de palavreado !re'6ente. portanto.. 'ue ascendeste ao mais alto dos céus. nela !e" a seguinte oração= +P Maria. 'ue e2iste em n>s pelo nosso pecado$$$*. p$ 1S$ .M9 11. embora não con1ecesse esta l&ngua$ %le também registra o !ato de uma sen1ora norte?americana 'ue ao orar em l&nguas perto de um padre portugu7s. S/ 'ue se adapta nature"a de cada um +c!$ At B. 4ubilosa e e2tremamente alegre.. &arismas. p$ B.1?S$ 8 pr>prio S$ 3edro identi!ica os !enZmenos com os de Cesaréia +At 1C.. vem em nosso au2&lio corrigindo toda esta imper!eição. .1$ .B$ b/ Abre a pessoa para os demais carismas. 1S9 1S. por'ue mantém o esp&rito em alerta para o 'ue . mas 'ue e2iste ou 4) e2istiu e ainda é do dom&nio 1umano.u # 8 dom de l&nguas tem. também não sabemos como devemos pedir ou di"er a Deus +$$$/$ 8 %sp&rito Santo.

Conc!u#ão 8 dom de l&nguas !oi um dom abundante no in&cio da Agre4a$ D normal um cat>lico e2erc7?lo$ %le tra" muitos !rutos para a vida de oração e de santi!icação pessoal. como dos outros. o dese4o.1. e a pessoa me acompan1a$ 0ão se pode imitar$ Cada um deve se soltar. en!im. sob Sua ação a l&ngua pro!erir) palavras inintelig&veis= (0o dom das l&nguas. o dom de l&nguas au2ilia no processo de santi!icação pessoal. problemas interiores nos 'uais pre!ere não tocar9 d/ D também um dom de unidade entre os cristãos= (Ac1avam?se então em Jerusalém 4udeus piedosos de todas as naç:es 'ue 1) debai2o do céu$ 8uvindo a'uele ru&do. a !im de dei2ar 'ue o %sp&rito Santo ore em si$ D algo muito !)cil e simples* . pois. encora4ando. a aceitação e a decisão de orar= abrir a boca./$ CAPÍTULO TERCEIRO Car sma da Pro!"# a 1. as di!iculdades vão desaparecendo e o dom se torna um modo a mais de como poder re"ar$ @ambém é necess)rio 'ue o receptor colabore com o Doador$ R o %sp&rito Santo$ A este cabe a moção e a inspiração das palavras en'uanto 'ue 'uele. (spirai aos dons espirituais. dando novo rumo ao trabal1o apost>lico. mover a l&ngua. mani!estando sua santa vontade em tudo +c!$ 1 Cor . a mel1or maneira de orar em l&nguas é soltar?se no meio dos outros$ Se 1) um grupo orando em l&nguas. pois submete o esp&rito ao %sp&rito.u # 8 dom de l&nguas é para todos os 'ue cr7em +c!$ Mc 1L. da mesma maneira como estou orando$ Começo a orar. e o %sp&rito Santo d) o conteHdo$ %sta é a sua parte$ 3or isso. produ"ir sons$ Diante deste dom.. voc7 solta os sons. $ Jonas AJAJ. !aça o mesmo$ 0ão é assim 'ue o passarin1o aprende a voar[ 0ão é assim 'ue aprendemos a nadar[ K) muito tempo. movimentar os l)bios. proporcionando uma oração certeira e e!ica"$ -. reuniu?se muita gente e maravil1ava?se de 'ue cada um os ouvia !alar na sua pr>pria l&ngua* +At B. Deus 'uer !alar ou !a"er$ Ieralmente a palavra de pro!ecia ou a interpretação das l&nguas v7m durante ou ap>s a oração ou c5ntico em l&nguas$ Da mesma !orma a palavra de ci7ncia. o dom das curas e assim por diante$ c/ A4uda a orar por determinadas coisas das 'uais a pessoa !oge de colocar na presença de Deus. peço a Deus 'ue conceda s pessoas a e!usão do %sp&rito Santo$ De 'ue !orma[ Convido a pessoa a orar comigo. a pessoa deve !a"er um ato de !é= ceder ação do %sp&rito Santo. 1M/$ 3elo modo como se mani!esta. ele pode apresentar?se sem sentido s mentes mais racionais$ Mas na medida em 'ue se cede ao dom e abre?se o coração e a mente. pode di"er= TJesus se4a malditoU9 e ninguém. Introdução 8 carisma da pro!ecia é um dos meios 'ue o Sen1or tem para comunicar?se com o seu povo. e2ortando.$ 0. senão sob a ação do %sp&rito Santo* +1 Cor 1B.. pode di"er= TJesus é o Sen1orU. S?L/$ Acima de tudo. Co$o rece4er o do$ d # !2n. !avorecendo a intimidade e a comun1ão com Deus$ A oração em l&nguas pode se mani!estar de v)rias !ormas9 o mais importante não é o 'ue se di" e sim o 'ue 1) no coração do orante em relação a Deus$ (0inguém !alando sob a ação divina. . indicando a direção certa e levando conversão. instruindo. p$ S-$ .

por sua vontade. é lembrada pelo ap>stolo 3edro..1/$ %m 0Hmeros 11. em nome de Deus.M?1B/$ A pro!ecia pode tra"er uma sugestão sobre algo 'ue deve ser mudado9 pode tra"er uma con!irmação do amor de Deus.M/[ 2./$ .uem pro!eti"a !ala aos 1omens para edi!ic)?los.anto.?BS/*. ( %enova$ão no Espírito ./ Deus sempre 'uer !alar. porém.uando o !a" e.. algumas ve"es acerta. 1/9 e e2plica a import5ncia deste dom= \.. /$ 8 dom de pro!ecia (edi!ica a assembléia\ +c!$ 1 Cor 1.. e é um sinal \para os !iéis\ +c!$ 1 Cor 1.. L/. disse?l1es o %sp&rito Santo= separai?me Jarnabé e Saulo para a obra a 'ue os ten1o destinado* +At 1. como \cumprimento do 'ue !oi dito pelo pro!eta Joel* +c!$ At B.uando !a" por sua pr>pria conta. . na 1ora certa. con!irma?se na pro!ecia o 'ue 4) se est) !a"endo. 'uanto para os in!iéis. !ala assembléia para e2ort)?la.BN l7?se= \3rouvera a Deus 'ue todos pro!eti"assem e 'ue o Sen1or l1es desse o seu %sp&rito\$ 8ra.. sendo para estes motivo de adoração e proclamação da presença de Deus em meio comunidade +c!$ 1. é movido pelo %sp&rito. do 4eito certo$ . BB/. encora4ando a continuar$ (0uma noite. com e!eito. pois ten1o um numeroso povo nesta cidade +At 1-. . 'ue ten1a seu Deus tão pr>2imo de si cada ve" 'ue o invoca com sinceridade +c!$ Dt . logo no dia de 3entecostes.ue povo 1).. o Sen1or disse a 3aulo em visão= não temas< #ala e não te cales$ 3or'ue eu estou contigo$ 0inguém se apro2imar) de ti para te !a"er mal. . para todos aprenderem e serem todos e2ortados\ +1 Cor 1. 1L?B1/$ Assim. o ap>stolo mani!esta seu dese4o= \8ra. um sentido pro!undo de sua presença$ A pro!ecia é um dom 'ue todos podem ter= \@odos.?BS/$ D dese4o ardente do ap>stolo 'ue na comunidade se mani!este este dom do %sp&rito= (0ão despre"eis as pro!ecias* +1 @ess S.. e2ort)?los e consol)?los\ +1 Cor 1. pois.. so!re ou !racassa$ D necess)rio ouvir o Sen1or sempre +c!$ Dt L. e2erça?o con!orme a !é* +Rm 1B.$B.. mas é uma palavra inspirada 'ue mani!esta a vontade de Deus em circunst5ncias do momento e mani!esta os sentimentos ocultos do coração$ A palavra pro!ética geralmente suscita !ortemente um movimento de conversão. N?1C/$ %la pode também prever uma missão para a Agre4a dentro de algum tempo= (%n'uanto celebravam o culto do Sen1or. B. $ Salvador Carrillo ALDA]. depois de terem 4e4uado. estimul)?la ou corrigi?la$ D um carisma 'ue contribui muito para edi!icar a Agre4a$ 0ão comunica revelaç:es sensacionais. segundo a medida do dom de Cristo. L1e obedece..B/$ São 3aulo aconsel1a a aspirar aos dons \mas. 1N/. sobretudo. um ap>s outro. em seguida. um sentimento de pa"$ 8casionalmente o pro!eta recebe uma lu" particular predi"endo o !uturo +c!$ 1Cor 1. muito mais dese4o 'ue pro!eti"eis\ +1 Cor 1. podeis pro!eti"ar.. de agradecimento ao Sen1or por suas intervenç:es de amor.. ao dom de pro!ecia\ +c!$ 1 Cor 1. O e+erc2cio do do$ de )ro&eci . p$-M ..ue maravil1a poder ouvir a Deus e por ele ser orientado$ . a pro!ecia é uma conse'67ncia do derramamento do %sp&rito Santo na Agre4a. do seu poder.?. BC/$ \A'uele 'ue tem o dom da pro!ecia. mas nem sempre o seu povo est) pronto para escut)?lo$ . 1. no 0ovo @estamento. mas na maioria delas erra.1. o pro!eta Joel predissera 'ue o Sen1or iria derramar o seu %sp&rito sobre todo o ser vivo= tal pro!ecia. !a" a coisa certa. alguns !oram constitu&dos pro!etas para o aper!eiçoamento dos cristãos +c!$ %! ..$ 3or ve"es. pois 'uem tem o %sp&rito do Sen1or e se dei2a condu"ir por %le. 1. torna?se um instrumento apto do Sen1or para pro!eti"ar na assembléia$ 3. dese4o 'ue todos !aleis em l&nguas../9 por isso. Conceito (A pro!ecia é um carisma em virtude do 'ual o inspirado.. S/$ %ste dom \instrui também os outros +ouvintes/\ +c!$ 1 Cor 1.

mas de pa"\ +1 Cor 1. 11/$ D %le 'ue suscita o dese4o de pro!eti"ar. louvor +c5nticos ou preces/. e com um critério de 4ulgamento sobre a mesma +c!$ 1. como evidencia a J&blia$ 3ela pro!ecia./$ Assim sendo.L $ C!$ Jonas AJAJ. é um impulso para anunciar a mensagem de Deus9 com !re'67ncia. . p$ S. o pro!eta transmite o pensamento de Deus para 'ue se possa agir segundo esse pensamento$ % essa transmissão vem de Deus e não da mente da'uele 'ue !ala$ 8 pro!eta !ala sob inspiração divina. sendo instrumento ativo desta inspiração e comunicação9 o 'ue importa é a mensagem. dei2a de pro!eti"ar$ Deus não violenta.1S 8 dom de pro!ecia é a !aculdade de acol1er no &ntimo +pensamento/ e transmitir em palavras intelig&veis.. normalmente. trans!ormando?se em (porta?vo"* de Deus. a unção é a c1ave 'ue permite saber 'ue o Sen1or 'uer !alar. mas apenas pronunciar o 'ue l1e é revelado na sua pr>pria maneira de !alar$ 0esse sentido. "rupo de ora$ão. 'ue deve ser dese4ado por todos +c!$ 1 Cor 1. de maneira 'ue a pessoa é usada por %le$ D o Sen1or 'uem escol1e.. 1) uma certa se'67ncia em relação pro!ecia. como segue= oração.C/. . pois. como tal. a comunidade louva e e2ulta de alegria pela palavra 'ue o Sen1or deu$ D importante 'ue 1a4a con!irmação da pro!ecia$ 3. são combinadas a ação do %sp&rito e a adesão da pessoa$ 8 %sp&rito unge o pro!eta. insegurança ou respeito 1umano. um movimento no &ntimo do esp&rito. 'ue é um Tsenso da presença do Sen1orU. não !orça a mente 1umana contra a sua vontade e consentimento9 serve?se sim. \Deus não é Deus de con!usão. ou 'ual é a Sua intenção para o !uturo$ 0uma reunião de oração... não aceitando uma pro!ecia divina por'ue esta veio por este ou a'uele membro da comunidade$ 8 %sp&rito Santo é livre para 'ue 1a4a pro!ecia onde. Deus se utili"a da cultura e do vocabul)rio da pessoa$ . em sua mente e.. acol1er as palavras no &ntimo e pronunci)?las destemidamente$ 8 pro!eta não precisa mudar a vo" ou imprimir uma tonalidade discursiva.id d )ro&eci 0inguém pro!eti"a sem o consentimento da vontade. sua liberdade$ A pro!ecia é geralmente precedida pela unção. para a verbali"ação de Suas palavras$ A pro!ecia não se re!ere necessariamente ao !uturo. abrindo o seu ser para isso. não pode contradi"er o 'ue !oi revelado através da J&blia e da @radição e 'ue é e2plicado pelo Magistério da Agre4a +revelação pHblica/$ A mani!estação da pro!ecia deve ser com \dignidade e ordem\ +c!$ 1 Cor 1. se não as pronunciar por medo.S. o e2erc&cio da pro!ecia acontece 'uando o pro!eta !ala sob a in!lu7ncia sobrenatural do %sp&rito. sob ação divina. A co!.L$ Assim sendo.1. mas acol1e as palavras de Deus. e não tanto o transmissor da mensagem$ D preciso ter cuidado para não se dei2ar levar pela !ra'ue"a 1umana.S $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. p$ SL$ . BN/. a pro!ecia tem o e!eito de apro!undar o senso da presença de Deus$ D um meio e!ica" de o povo ser condu"ido por Deus$ 0este sentido. embora respeite o seu livre?arb&trio.$ . s ve"es com sinais sens&veis e inspira?l1e as palavras a serem ditas$ A pessoa deve entregar?se a Deus. 1/$ Ap>s acol1er a pro!ecia. as revelaç:es de Deus$ %st) no campo das revelaç:es particulares e. como e 'uando %le 'uiser9 nas reuni:es de oração.. muito embora isso ten1a sido o caso em algumas ocasi:es. oração e c5ntico em l&nguas seguidos de breve tempo de sil7ncio$ Assim se cria o clima !avor)vel para a mani!estação do carisma da pro!ecia. c1ama e capacita o pro!eta +c!$ %! . Deus utili"a?se de alguém para di"er aos 1omens o 'ue %le pensa sobre a situação presente. de suas !aculdades. (spirai aos dons espirituaiss. vai derrubando as barreiras 'ue impedem a entrega plena do ser da pessoa ao seu %sp&rito.

tendo?a também recebido. usando as mentes e vontades da'ueles 'ue se rendem a %le para edi!icar a comunidade$ 0o ciclo carism)tico. di!icilmente serão usados com o dom da pro!ecia$ 3ara ouvir o Sen1or. é necess)rio um ato de entrega ao Sen1or e não apenas de passividade$ 8 pro!eta deve manter uma e2pectativa de escuta$ A escuta é a capacidade dada pelo %sp&rito Santo para ouvir a vo" de Deus no coração e discernir. 'ue v)rios membros da comunidade ten1am a mesma pro!ecia no momento9 'uando a primeira pro!ecia é anunciada. a pessoa se acostuma a !icar esperando pelos 'ue mais costumeiramente pro!eti"am$ 8s 'ue agem assim. tenta comunicar os pr>prios sentimentos como se !ossem mensagens do %sp&rito9 b/ 9alsa profecia ? é uma mensagem in!luenciada pelo DemZnio9 pode ocorrer$ 0ormalmente. dentre todas as vo"es 'ue c1egam. toda a assembléia deve louvar o Sen1or 'ue ali est) se comunicando com ela$ %. contemplar um tHnel sem !im$ A oração do disc&pulo de Jesus Cristo ressuscitado é muito mais do 'ue tatear na escuridão$ %la não é tampouco um salto no abismo$ 8 disc&pulo de Jesus !oi elevado posição de amigo do Mestre +c!$ Jo 1S. podem con!irm)?la. ela contradi" a %scritura ou a @radição e o ensinamento da Agre4a$ A !alsa pro!ecia é detectada pelos seus !rutos= ela causa um mal?estar espiritual 4unto comunidade9 v7?se logo 'ue não procede do %sp&rito Santo pelos e!eitos negativos 'ue . so!rer na solidão. a pessoa deve dar um passo na !é para pronunci)?la. oração e pro!ecia$ A assembléia se dirige a Deus pela oração..1L 8 essencial para acol1er a pro!ecia e proclam)?la é crer 'ue Deus 'uer !alar na'uele momento e dispor?se a ser seu instrumento$ A pessoa recebe em sua mente uma palavra ou !rase e. go"a. torna?se mais aberta ao Sen1or e ao cumprimento de sua vontade$ 8corre. é um inclinar de ouvido na direção dos l)bios da @rindade Sant&ssima +c!$ As SC.ual'uer 'ue se4a a !orma de receber a pro!ecia. tão logo se recebe$ Ao ouvir o anHncio de uma pro!ecia.2. composto de louvor. antes de tudo. mas 'ue não v7m de Deus e sim da pessoa 'ue. Ti)o# de )ro&eci Além da pro!ecia verdadeira. louvor +c5nticos ou preces/. cria?se assim o 'ue é denominado \ciclo carism)tico\. outras se seguirão$ @ambém pode acontecer de ser dada primeiro em pensamento ou por meio de uma imagem$ . unção +'ue geralmente precede a pro!ecia/. ler no v)cuo.BM?BN/$ A oração do disc&pulo de Jesus é mais do 'ue !alar no va"io. medida 'ue as pronuncia. apro2imar?se de Deus +c!$ Kb 11. O cic!o c ri#$5tico 0as reuni:es de oração. L/. os outros. pro!ecia. seguido de breve tempo de sil7ncio. 'ue é o di)logo com o Sen1or9 %le responde pela pro!ecia. movida por seus anseios ou mesmo por problemas emocionais. da ami"ade das outras$ 3or isso sua oração é. automaticamente. 'ual é a de Deus +c!$ Jo 1B. por ve"es. sem se dei2ar impregnar por dHvidas e inseguranças$ 3or ve"es. pode acontecer de ser proclamada numa reunião de oração ou !ora dela= a/ 5ão profecia ? 'uando as palavras v7m da mente 1umana9 são sentimentos. oraç:es em l&nguas. ap>s a 'ual a comunidade louva e e2ulta de alegria pela palavra 'ue o Sen1or l1e dirigiu$ 0a medida em 'ue a comunidade se 1abitua com o ciclo carism)tico. s ve"es bastante piedosos.1./$ Sendo amigo de uma das 3essoas da Sant&ssima @rindade. encontram?se assim estes elementos= oração.b?S/ para saborear o seu canto de amor$ 3. di"endo em bom tom= \eu con!irmo\$ Asto d) certe"a da pro!ecia 'uanto sua origem$ Deve?se !alar o 'ue se recebe.

ela mesma tem vontade de di"er comunidade ou a algumas pessoas 'ue ali estão presentes$ A pro!ecia se torna longa e um pouco con!usa. depois 'ue !ala o 'ue sentiu de Deus. angHstia. na oração pessoal ou através de alguém 'ue ora por ela9 mais raramente. medo. recordação de trec1os b&blicos ou !atos ocorridos. continua repetindo as mesmas palavras ou com pe'uenas variaç:es9 c/ 1rofecias influenciadas por devo$/es pessoais R 'uando uma pessoa tem ligação muito estreita com algum tipo de devoção +Coração de Jesus. uma pro!ecia pode ser= a/ 1essoal R dirigida diretamente a uma pessoa. 'ue pode ser causada por presunção. alegria. vai introdu"indo outros elementos e misturando?os com o 'ue Deus est) revelando$ Seria o caso de= a/ 1rofecias longas R a pessoa recebe a inspiração e. o pro!eta normalmente comunica o 'ue Deus . algum santo. 'uanto para uma necessidade da comunidade como um todo$ 0a pro!ecia podem ser revelados planos a se reali"ar e 'ue 4) estão sendo amadurecidos dentro de cada um individualmente ou na comunidade$ . seria oportuno= a/ 8bservar se ela não contradi" a J&blia ou a doutrina da Agre4a9 b/ 3erceber as impress:es 'ue ela causa da assembléia +pa". o !ato de uma pro!ecia ser um pouco mais alongada. altive" ou algum pecado grave 'ue este4a.uanto aos destinat)rios. poder) se sentir impulsionada a mesclar a pro!ecia com esses sentimentos pessoais9 s ve"es. etc/. di!icultando o entendimento dos ouvintes 'uanto ao 'ue realmente é mensagem de Deus$ Apesar disso. 0ossa Sen1ora. portanto. de alguma !orma. na 5nsia de continuar ensinando. contrição. mas também pode acontecer numa oração comunit)ria9 b/ &omunitária R dirigida a todas as pessoas reunidas em oração$ 3ode?se pedir uma pro!ecia para alguém particularmente. desespero. pelo 'ual Deus d) uma convicção interior da autenticidade ou não da pro!ecia$ 8 discernimento. nas mais das ve"es. etc/9 c/ %sperar 'ue ela se4a con!irmada por outras pessoas$ D bom 'ue se diga 'ue o DemZnio não tem poder e autoridade para inter!erir numa oração 1umilde e aberta ao %sp&rito$ . uma pro!ecia pode ser= a/ #ireta R pronunciada em l&ngua compreens&vel. como se !osse o pr>prio Deus !alando9 b/ *ndireta ? por meio de visuali"ação. na primeira pessoa do singular. espontaneamente. in!luenciando !ortemente o momento de oração$ . ansiedade.1M produ"$ 3ode acontecer também 'ue inspiraç:es aut7nticas se mesclem sub4etividade do indiv&duo 'ue. torna?se também um e2erc&cio espiritual$ 0o entanto.uanto !orma.uanto mais louvor. o 'ue se constitui numa não?pro!ecia$ D necess)rio recorrer ao dom do discernimento. a mensagem é transmitida estritamente com elementos de tais devoç:es. ao ser proclamada uma pro!ecia. não 'uer di"er 'ue este4am sendo !eito acréscimos pelo pro!eta9 b/ 1rofecias repetitivas R a pessoa pronuncia as palavras inspiradas e. menos espaço para Satan)s$ %le necessita de um tipo de (brec1a* para in!luenciar as pessoas. entre outros9 nesses casos. permanece comentando ou acrescentando coisas 'ue.

e2ortar.uando não se presta atenção e não se vive o 'ue o Sen1or !ala.uando alguém apenas emite supostas mensagens tais como= (Meus !il1os. pelo erro. sem 'ue ele ten1a de ser imediatamente 'uestionado$ @udo isso é uma !ase de ensaios s cegas. motivada ou não pelo clima da oração$ 3elo dom do discernimento é poss&vel saber se as palavras b&blicas t7m uma conotação atual$ 3or !im. ressaltar o crescimento de Cristo no amor !raterno. p$ SS$ .$ 31ilippe MADR%. pela !alta de con!irmação. obviamente. . 'ue somos n>s. 'ue levam a comunidade e as pessoas a terem vida e vida em abund5ncia +c!$ Jo 1C.'. a verdade e a vida*.1est) !alando.N $ Jonas AJAJ. o Sen1or nos !ala$ %la pode mudar o rumo das coisas. o rumo da pr>pria Agre4a.. Conc!u#ão 8 ob4etivo da pro!ecia é edi!icar.1C/$ (8 grupo deve levar a sério a palavra de pro!ecia. não se trata de uma pro!ecia no sentido estrito9 na maioria dos casos. por'ue. ser lembrada\. por seu %sp&rito$ São 3aulo convida con!iança 'uando di"= \@odos podeis pro!eti"ar\ +1 Cor 1. (spirai aos carismas. e é assim 'ue a Agre4a. 4ustamente por'ue na'uele momento. p$ -M$ .. levar glori!icação de Deus. compostas de !rases b&blicas.. p$ . instruam e e2ortem +c!$ Col . %le pode calar?se$ D importante levar bem a sério as pro!ecias. na edi!icação da Agre4a e na busca da santidade$ 8 pro!eta é o porta?vo" de Deus R Deus é o centro R mostrando o Cristo vivo e ressuscitado agindo.-$ .12$ A Agre4a precisa de pro!etas 'ue encora4em.N$ -. palavras de vida. Aspirai aos dons espirituais. animem. "rupo de 0ra$ão. Pro&eci e o4edi6nci As pro!ecias são dadas como orientaç:es para serem ouvidas$ . se mantém em ação*. 1L/$ .. Deus 'uer relembrar comunidade orante.M$ As passagens b&blicas v7m ao pensamento naturalmente$ 0o entanto. por ela. a pro!ecia. a 'ual !ocali"a uma verdade 4) con1ecida. é importante lembrar 'ue (um carisma R sobretudo de ordem pro!ética R não é in!al&vel e o seu in&cio pode ser marcado pelo !racasso. eu sou o camin1o. é preciso 'ue se diga 'ue a mera recordação de vers&culos b&blicos sem uma conotação atual não é pro!ecia$ .M $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. leg&tima e necess)ria para assentar esse carisma$ Mas ela não deve.. consolar +c!$ 1 Cor 1. por'ue recordou a'uela palavra na'uele momento./$ Seu conteHdo deve estar de acordo com a J&blia e o ensino da Agre4a.. como se estive e2pondo$ @ambém é poss&vel 'ue alguém pro!eti"e en'uanto pro!ere uma pregação ou ensino$ #re'6entemente podem ocorrer pro!ecias com substrato b&blico./$ Sua autenticidade deve ser 4ulgada pelos demais pro!etas +c!$ 1 Cor 1. mas 'ue precisa na'uele momento. é \uma ação de Deus mediante a 'ual alguém proclama uma mensagem de Deus. prolongar?se. esta ou a'uela mensagem ou verdade da !é contida na %scritura$ 0este conte2to. e2cessivamente$$$*$. são palavras de Deus. é um pensamento da pr>pria pessoa. BN?.

1N &(1:.<!0 =<(%. a oração ou o canto em l&nguas. Introdução 8corre muitas ve"es numa assembléia carism)tica reunida.0 O #ar sma da In$"r%r"$a&'o das Línguas 1. numa 1armoniosa alegria pela presença de Deus na'uele lugar$ Durante a oração ou .

Conceito 8 carisma da interpretação das l&nguas é a !aculdade de perceber o sentido da oração ou da pro!ecia em l&nguas$ 0ão se con!unde com tradução +ou versão/$ 0esta. portanto. uma pro!ecia motivada e antecedida pelo dom das l&nguas= (A'uele 'ue !ala em l&nguas não !ala aos 1omens.1 $ C!$ cap&tulo anterior o re!erente pro!ecia indireta$ . orada ou cantada/$ Ap>s a pro!ecia em l&nguas !a"?se sil7ncio para a escuta da interpretação$ A interpretação pode vir pela mesma pessoa ou por outra. a não ser 'ue este as interprete. muito mais dese4o 'ue pro!eti"eis$ Maior é 'uem pro!eti"a do 'ue 'uem !ala em l&nguas. senão a Deus= ninguém o entende. através de uma unção espiritual.B$ 2. reescreve o te2to em outra l&ngua 'ual'uer$ A tradução é a substituição de palavras. a interpretação deve ser concisa. anotando com clare"a a mensagem do Sen1or$ . podendo ser longa ou breve9 contudo. pois !ala coisas misteriosas..uem !ala em l&nguas.B $ C!$ cap&tulo anterior$ . uma mensagem em l&nguas também é precedida por uma unção$ 8 intérprete recebe um impulso interior para a interpretação$ Ali)s. a unção do %sp&rito caracteri"a o e2erc&cio dos dons do %sp&rito Santo$ . recordação de vers&culos b&blicos ou !atos. O e+erc2cio d inter)ret ção d # !2n. mais !acilmente identi!ica o modo como o Sen1or l1e \dita\ as palavras$ 3or 'ue Deus utili"a o dom das l&nguas para comunicar sua mensagem 'uando pode !a"7? lo (diretamente* através da pro!ecia[ Dom João %vangelista Martins @erra procura responder= . como uma palavra de pro!ecia$ 3ode ocorrer também a interpretação indireta ./$ @anto (o !alar* como (o orar* e (o cantar* em l&nguas s> se tornam mensagem pro!ética 'uando 1ouver interpretação$ 3.C $ A interpretação direta acontece da mesma maneira 'ue a pro!ecia. 4) estudada no cap&tulo anterior$ . e deve di"er o 'ue o Sen1or l1e inspira$ Assim como 1) uma unção para pro!eti"ar. peça na oração o dom de interpretar\ +1 Cor 1. sob a ação do %sp&rito$ 8ra.. utili"ando palavras de um dos idiomas con1ecidos. o tradutor entende cada palavra$ D por isso 'ue ele.a interpretação ocorre ap>s a emissão de uma mensagem em l&nguas$ A mensagem em l&nguas pode ter duração di!erente. por meio do 'ual a pessoa capta o sentido da mensagem e comunica?a.. uma vo" destaca?se das demais$ 8utras vo"es se calam por'ue sentem 'ue o %sp&rito est) agindo.. de !orma direta . dese4o 'ue todos !aleis em l&nguas. entre outras !ormas$ Da mesma maneira 'ue na pro!ecia. $ C!$ cap&tulo anterior$ . para torn)?la compreens&vel aos membros da comunidade$ D. para 'ue a assembléia receba edi!icação$ .uem recebe o dom da interpretação percebe 'ue as palavras l1e v7m mente de !orma abundante. B$S$1. o dom da interpretação das l&nguas pode ocorrer durante o (ciclo carism)tico*= louvor R sil7ncio R pro!ecia em l&nguas e interpretação R louvor a Deus.uanto mais a pessoa se 1abitua com ela. termos ou per&odos de uma l&ngua pelos de outra$ 8 dom da interpretação das l&nguas é um impulso. dando uma pro!ecia em l&nguas +!alada.BC canto em l&nguas ou no sil7ncio 'ue se segue.1 por meio de visuali"ação.u # 8 e2erc&cio do dom de interpretação das l&nguas segue os mesmos princ&pios 'ue para o dom de pro!ecia$ De !orma pessoal ou comunit)ria .C.

1. deve?se di"er em vo" alta= (eu con!irmo<*$ Ap>s receber uma mensagem em l&nguas e sua interpretação. Ti)o# de inter)ret ção A distinção dos tipos de interpretação obedece aos par5metros atribu&dos pro!ecia$ A interpretação é verdadeira 'uando vem do %sp&rito Santo$ 0ão?interpretação é 'uando as palavras t7m origem na mente 1umana +não vem de Deus/$ A !alsa interpretação é in!luenciada pelo DemZnio$ 8 instrumento 'ue separa um dos outros é o carisma do discernimento dos esp&ritos$ 8 discernimento da interpretação é tão necess)rio 'uanto para a pro!ecia. en'uanto todos os outros guardam sil7ncio. mas um carisma di!erente 'ue não acontece na oração particular...uando e2iste uma unção pro!ética na assembléia e 'ue se e2pressa em l&nguas./$ . a !im de estarem mais preparados para receber uma inspiração sobre o 'ue o Sen1or 'uer comunicar ao grupo.B?. mas s> 'uando o %sp&rito suscita alguém a !alar em l&nguas na assembléia. p$1N$ $ C!$ cap&tulo anterior$ .u # 8 acol1imento do dom de interpretação também segue os mesmos princ&pios para o acol1imento da pro!ecia.S $ 0s carismas em . O co!.. 1. 'uer por meio da interpretação das l&nguas. e coloca também o grupo inteiro alerta para escutar o 'ue se vai di"er$ %ssa interpretação não é uma tradução. 1aver) outros pro!etas para 4ulgarem ou con!irmarem a pro!ecia em l&nguas e sua interpretação +c!$ 1 Cor 1. a mani!estação das l&nguas tem todas as utilidades das pro!ecias. 'uer por pro!ecias.S $ 3. .1S?B. todos devem proclamar a miseric>rdia do Sen1or. acontece 'ue v)rias pessoas recebem a mesma interpretação da mensagem ouvida$ 0este caso. através da mani!estação dos dons do seu %sp&rito. dirigida pelo %sp&rito Santo.L$ Sua din5mica é semel1ante da pro!ecia. consciente da presença de Deus. consolando e corrigindo\$ . sua palavra tra" sempre !rutos poderosos sobre todos$ Ema ve" interpretada. consolar +c!$ 1 Cor 1.. pois uma ve" 'ue é proclamada assume todas as caracter&sticas da pro!ecia. ao receber uma mensagem do Sen1or. bem como seus re'uisitos e utilidades +c!$ Mt M. é importante !a"er a di!erença entre a oração em l&nguas e a pro!ecia em l&nguas9 somente esta necessita de interpretação$ .L $ C!$ cap&tulo anterior$ . deve?se dei2ar algum tempo para o louvor$ D %le mesmo 'ue est) dirigindo a sua palavra$ % 'uando o Sen1or !ala.uando se ora ou louva em l&nguas. é rati!icado$ Como na pro!ecia.ão 1aulo. B?. .B1 (#alar em l&nguas numa assembléia cultual cria uma atmos!era de audição interior e uma e2pectação atenta da palavra do Sen1or$ %sse dom alerta os 'ue pro!eti"am no grupo. e2ortar./$ A'ui. preparando assim o clima para a intervenção do carisma pro!ético 'ue interpreta e2ortando. a& cabe a interpretação em vern)culo e a con!irmação de outros membros da assembléia +c!$ 1 Cor 1. 3or ve"es. a saber= edi!icar.. não 1) necessidade de interpretação por'ue a pessoa est) se dirigindo a Deus +c!$ 1 Cor 1. . o senso de 'ue a interpretação ouvida é correta. 'ue é colocada diretamente no coração do pro!eta por uma ação do %sp&rito Santo$ A interpretação das l&nguas é também depositada na mente do intérprete$ %../$ 0uma assembléia pe'uena ou numa grande assembléia 'ue este4a em pro!unda oração../$ . pois./ .i$ento d inter)ret ção d # !2n.

0 ./$ O dom #ar sm($ #o da C )n# a 1. 'uem 'uer. 1.B. e ser?vos?) dado* +Mc 11.<!0 =<*5. não impeçais !alar em l&nguas$ Mas !aça?se tudo com dignidade e ordem* +1Cor 1. crede 'ue o tendes recebido./$ 8 carisma da interpretação leva ao 3ai.. por Jesus. com a di!erença de 1aver sempre uma mensagem em l&nguas antecedente$ (Assim. Introdução &(1:. Conc!u#ão (3or isso 'uem !ala em l&nguas..C/$ . peça na oração o dom de as interpsetar* +1Cor 1.BB '. orientando os !il1os de Deus a !a"er a Sua vontade$ .uem dese4a.N?. pede= (@udo o 'ue pedirdes na oração. obedece aos mesmos princ&pios da pro!ecia. no poder do %sp&rito Santo. . aspirai ao dom de pro!eti"ar9 porém. pois. irmãos.uanto ao seu e2erc&cio.

devido graça. situação. ou mesmo um c1amado conversão$ 2. reali"ando. ap>s uma oração em l&nguas. muito belo. vem mente uma palavra somente. . pa". a mente est) aberta e livre para receber a comunicação do Sen1or$ 3or ve"es.-ss/ . assim.$ 7esus está vivo. ainda. uma cena$ 8 Sen1or mostra.B . "rupo de 0ra$ão. pois leva as pessoas conversão e glori!icação de Deus$ A palavra de ci7ncia é percebida como uma certe"a interior 'ue c1ega mente$ Ieralmente. -b/$ 3. um !ato ou uma lembrança dolorosa relativa a acontecimentos passados ou presentes$ %ste dom !a" com 'ue a mente penetre nas verdades divinas sem 'ue empregue o es!orço do racioc&nio +c!$ B Re L. ou um 'uadro. pes'uisa. 1.M $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. !ato. sobre o dom da ci7ncia. o 'ue est) curando. de bagagem cultural. trans!ormando. sentimento. O e+erc2cio do do$ de ci6nci # A palavra de ci7ncia não é necessariamente uma palavra piedosa +amor. pode?se c1egar rai" de um problema ou causa de um cativeiro +depend7ncia de um trauma/ ou ao con1ecimento de uma cura*. p$. mas 'ue é necess)rio saber na'uele momento de oração pessoal. p$. paci7ncia. problemas. impondo as mãos$ 0ão depende de in!ormação. di"er 'ue a palavra de ci7ncia \é um con1ecimento sobrenatural 'ue se recebe. não é !iloso!ia ou teologia= é dom gratuito do %sp&rito Santo$ 8 dom de ci7ncia é o diagn>stico de Deus$ D o carisma pelo 'ual o %sp&rito Santo revela uma situação. uma cura espiritual. por meio do 'ual Deus revela e comunica o 'ue 4) 1ouve ou o 'ue est) acontecendo na 1ist>ria da salvação das pessoas$ 3or esta revelação.1$ . !eridas ou 'ual'uer outra matéria 'ue não é do con1ecimento de 'uem ora. 8 dom da ci7ncia é uma grande !erramenta de trabal1o na edi!icação do Reino de Deus. por meio da 'ual a intelig7ncia do 1omem se ilumina com a ação do %sp&rito Santo. estado de esp&rito$ D um !ragmento da onisci7ncia de Deus$ 3ode?se. comunit)ria ou 'uando se re"a por alguém. Conceito 8 carisma da palavra de ci7ncia é uma revelação sobrenatural de algo 'ue Deus con1ece$ %le comunica !atos.M$ 0este mesmo sentido.B. para con1ecer e ver a rai" de um problema ou o 'ue Deus est) !a"endo ou vai !a"er entre suas criaturas\. Através do dom da ci7ncia o %sp&rito Santo !a" com 'ue a pessoa entenda as coisas como Deus entende$ #a" com 'ue se penetre na rai" do acontecimento./$ c/ 1alavra de ci>ncia= revelação particular e moment5nea sobre um !ato singular e determinado9 é urna revelação interior compreens&vel por 'uem a recebe +c!$ 1 Cor 1B. con1ecimento$ ^ a !ormação ad'uirida$ D também associada a toda tecnologia 'ue o 1omem con1ece e utili"a para o desenvolvimento 1umano$ b/ #om de ci>ncia infuso= é um dom crismal 'ue a4uda a 4ulgar de maneira correta as coisas criadas. 'ue pode ser= uma cura !&sica ou emocional. escrevem %miliano @ardi! e José K$ 3rado #lores= (D um dos dons carism)ticos.-$ 3elo dom de ci7ncia. B9 Kab B. Deus revela as curas 'ue est) reali"ando no meio da comunidade9 então. comunica?se a toda a assembléia o 'ue o Sen1or est) reali"ando$ A palavra de ci7ncia distingue?se da ci7ncia 1umana e do dom de ci7ncia in!uso$ Assim= a/ &i>ncia= desenvolvimento das aptid:es naturais da pessoa através do estudo. acontecimentos. em suas relaç:es com Deus e mostra o valor e a import5ncia 'ue t7m as criaturas aos ol1os de Deus +c!$ As 11.

etc/. 'ue ainda incomodam as pessoas. associando?a a algum !ato de sua vida$ Ap>s a emissão e compreensão da palavra de ci7ncia. cabeça. 1C9 Rm -. uma ou mais pessoas podem receber palavras de ci7ncia. BS?. anel. para 'ue o 1omem possa ter a liberdade de optar pelo bem$ b2 5a imposi$ão de mãos D comum 1aver mani!estação da palavra de ci7ncia 'uando se est) orando por alguém.uanto ocasião. e tiram a !elicidade$ 8 %sp&rito Santo penetra tudo. entre outras coisas$ 8 %sp&rito Santo tem di!erentes maneiras de se revelar s pessoas$ %. pode?se pedir ao Sen1or uma palavra de ci7ncia$ Re"a?se em l&nguas por alguns instantes. penetra também as pro!unde"as do 1omem. R 0esse epis>dio. dois epis>dios b&blicos= a/ Lc M. da situação ou estado de esp&rito relacionado com o passado ou o presente dela mesma$ 0esse sentido. não seria uma (palavra* no sentido estrito. Uti!id de do do$ de ci6nci A !inalidade primeira deste dom é levar cura das lembranças dolorosas. um sentimento. 'uando se anunciam curas por meio do dom de ci7ncia. a pessoa pode perceber 'ue a ela se re!ere a palavra. mas di" respeito ao 'ue Deus 'uer revelar$ 3ode ser palavras simples e corri'ueiras$ 3or e2emplo= tesoura. carro. re"a?se de acordo com o ob4eto revelado$ c2 5a reunião de ora$ão 0uma assembléia de oração. por meio de uma sensação !&sica ou sentimento.L?.B. . por meio deste dom de ci7ncia$ . o dom de ci7ncia a4uda no processo de santi!icação pessoal$ Deus dese4a 'ue o 1omem compreenda como e por'ue %le est) agindo de determinada maneira$ Deus ensina ao 1omem sobre as suas verdades. por meio da imposição de mãos$ 3or e2emplo= 'uando alguém so!re de algum mal cu4a causa é descon1ecida. sem 'ue a pessoa se ten1a preparado ou pensado$ 8 dom de ci7ncia pode vir acompan1ado da palavra de sabedoria$ 8 primeiro revela a situação9 o segundo revela como agir$ 8 dom de ci7ncia também pode se mani!estar por meio de um entendimento. do sentimento.. revelando?l1e o 'ue deve ser curado. !a"endo com 'ue ela penetre na rai" do !ato. Jesus teve uma percep$ão da !orça 'ue dele saira9 . a t&tulo de e2emplo. mesmo as pro!unde"as de Deus +c!$ 1 Cor B.M R A'ui. BM/$ 8ra. e aguarda?se a comunicação do Sen1or em sil7ncio$ A pessoa por 'uem se ora poder) dar o signi!icado da palavra de ci7ncia. uma percepção acerca de determinadas realidades$ 0esse caso. o dom de ci7ncia pode se mani!estar principalmente= a2 5a ora$ão pessoal 8 (diagn>stico* ser) re!erente pr>pria pessoa ou acontecimento 'ue l1e di" respeito. carta. mas outro modo de compreensão espiritual= é também dom de ci7ncia$ 3odem ser re!eridos. geralmente relacionadas a uma ação de Deus na'uele momento$ %m alguns casos. !a"em so!rer. etc$ A palavra vem mente. Jesus teve um entendimento espiritual acerca da situação da'uela mul1er9 b/ Mc S.

revela tanto o 'ue o Sen1or esta reali"ando +curando/ na comunidade. anunciada pela palavra de ci7ncia +c!$ Mt M.. p$ 1. a José. poss&veis contaminaç:es.1?11= 3edro denuncia o roubo de Ananias e Sa!_ra9 Atos 1C. a palavra de ci7ncia corresponde a um !ato acontecido 1) muito tempo9 outras ve"es. é importante o testemun1o das pessoas 'ue. palavra de sabedoria.S= 8 %sp&rito Santo revela a Asabel a gravide" divina de Maria9 Mt 1. a gravide" divina de Maria$ -.enhor que venha em auxílio com o dom da ci>ncia $ 0este caso. etc/ e não sabe e2plicar o por 'u7 de tal estado9 s ve"es não 1) nen1um motivo aparente$ Como !a"er nestes casos[ a/ . através da palavra de ci7ncia. portanto.1-?BS= 8 an4o revela. ap>s os testemun1os. não é bater palmas= mas dei2ar a assembléia louvar e agradecer ao Sen1or com espontaneidade$ 0. 1L?BC/$ Assim.Nss= visão de 3edro e a palavra 'ue l1e é comunicada9 Lc 1. em parte.M?S1= a palavra de Jesus a 0atanael9 João . . p5nico. aguarda?se a palavra de ci7ncia.1L= de!inição de !é do ap>stolo 3edro.N $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. comunica?se pessoa a mesma palavra$ A pessoa e2pressa a resson5ncia da palavra em sua vida$ 3or ve"es. conscientes ou inconscientes/9 se no campo espiritual +se é caso de con!issão sacramental. 'uanto o 'ue deve ser curado$ 8 dom da ci7ncia é também. receberam alguma graça$ 8 'ue é testemun1ado. ora?se em l&nguas por alguns minutos9 ap>s breve sil7ncio. os problemas de ordem espiritual?moral repercutem no psicobiol>gico$ c/ 1edir ao . emocional ou mesmo espiritual$ A pessoa pode estar vivendo em estado doentio +depressão. poss&veis causas9 levar em conta a interdepend7ncia dos campos !&sico.1L?1N= revelação da vida da Samaritana9 João11.11?1S= con1ecimento da morte de L)"aro9 Mateus 1L. re!ere? se a casos acontecidos recentemente$ Ap>s a palavra de ci7ncia. procurando reunir todos os elementos poss&veis= in&cio da en!ermidade +1) 'uanto tempo/. um dom associado ao dom de curar doenças +c!$ 1 Cor 1B. de pro!ecia*. doença !&sica.B$ . &arismas.BS %ste dom. Co$o re" r )or )ro4!e$ # de#con.N/. re"a?se pela cura do 'ue !oi . prova a veracidade da palavra de ci7ncia$ 3elos depoimentos se con1ece se 1ouve a ação de Deus ou não.?. 1und $ento# 424!ico# do do$ de ci6nci • • • • • • • • João 1.ecido# D muito comum encontrar pessoas com problemas cu4as causas não se con1ece= se4am problemas de ordem !&sica. emocional e espiritual$ b/ ?er em que nível a enfermidade se situa: se no campo som)tico +se é algo simplesmente de origem biol>gica/9 se no campo emocional +das lembranças dos !atos traumati"antes.N$ '. em son1os. A i$)ort3nci do te#te$un. e deve ser usado com sabedoria e discernimento$ (8 carisma da palavra de ci7ncia est) sempre a serviço de outro dom= de cura. pelos testemun1os se con!irmam não somente as curas..entar o diálogo com a pessoa. etc$/$ Muitos casos de doenças !&sicas t7m sua origem nos problemas emocionais9 em outros casos.o %m 'ual'uer 1ip>tese de mani!estação do dom de ci7ncia. mas a pr>pria palavra de ci7ncia$ 8 importante. por inspiração do 3ai9 Atos S.

respeitando a privacidade das pessoas$ :. sentimento ou son1o$ Atitudes cristãs= sigilo9 prud7ncia9 sabedoria9 discernimento$ &(1:. Conc!u#ão 8 dom da ci7ncia não depende do con1ecimento.igilo 9 'uem ora por outra pessoa deve manter sigilo em relação ao 'ue o Sen1or revelou ou curou +casos particulares ou situaç:es secretas/. no momento oportuno. de bagagem cultural.E6.0 Car sma da Pala*ra d" Sa+"dor a 1. sensação. ou mesmo b&blica$ Caso não se receba palavras de ci7ncia ou se a pessoa 'ue recebe a oração não associ)?la a nen1um !ato de sua vida. mesmo assim deve?se re"ar e entregar o caso miseric>rdia do Sen1or$ %le 'ue tudo con1ece 1aver) de mani!estar. Introdução . o seu amor para com a'uela pessoa$ 7.BL revelado$ 8 processo vai se repetindo. Au+i!i re# do do$ de ci6nci a2 . !a"?se um louvor ao Sen1or e conclui?se com alguma oração espont5nea.<!0 . en'uanto c1eguem palavras de ci7ncia$ 3or !im.abedoria 8 dom do %sp&rito Santo 'ue revela como agir diante da'uilo 'ue o dom de ci7ncia esclareceu$ b2 #iscernimento 9 este carisma a4uda a descobrir o sentido das revelaç:es dadas pelo %sp&rito Santo através do dom de ci7ncia$ c2 1rud>ncia 9 a prud7ncia a4udar) a descobrir o momento e a !orma certa de proclamar as palavras de ci7ncia$ d2 . imagem +visuali"ação/. não é !iloso!ia ou teologia= é dom gratuito do %sp&rito Santo$ 3alavra de ci7ncia= diagn>stico de Deus$ #a" com 'ue a mente penetre numa verdade +ou na rai" de um problema/ sem es!orço 1umano$ Mani!esta?se através de= uma palavra ou !rase.

.M9 . Uti!id de do do$ d # 4edori 8 dom de sabedoria mani!esta a vontade de Deus em situaç:es concretas$ D o socorro de Deus para momentos de crise +o estudo de algum tema di!&cil. BBss9 B. levando?o a decidir acertadamente. discuss:es.. para orientar situaç:es concretas9 não depende de méritos pessoais.BM 0um mundo tão di!&cil como este todos precisam urgentemente do carisma da palavra de sabedoria$ A sabedoria 'ue vem do %sp&rito Santo ilumina o camin1o. portanto. dom gratuito de Deus.abedoria humana= ad'uirida pelo es!orço do con1ecimento 1umano e pelas ci7ncias$ %la depende de es!orços. 1. atitude ou ação a !im de 'ue as pessoas percebam a verdade 'ue antes não con1eciam$ Anspira o 1omem como agir. BB9 1B.. d) a direção certa. de acordo com a vontade de Deus +c! 1 Cor 1B. leva a decis:es con!orme a vontade de Deus e condu" santidade$ Como é importante este carisma< 2.B$ 3elo dom de sabedoria. palavra de sabedoria é uma palavra. etc/$ A palavra de sabedoria é. não vos glorieis. debates.-/$ 3. 1umana..1 . e para 'ue ela se4a movida a procurar Deus*SC$ %2emplos de palavras de sabedoria= Mt M. A ) ! (r de # 4edori n E#critur SC $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. um problema +d) o diagn>stico/9 o dom da sabedoria revela como agir +indica o remédio/$ A sabedoria também ilumina a pro!ecia para 'ue se4a entendida e vivida$ %. diab>lica* +@g . -/$ 1 D oportuno !a"er a seguinte distinção= 2 a2 . apropriada para testemun1ar a presença de Deus em momentos di!&ceis +c!$ Mt BB. .1S?BB/$ 8 dom da sabedoria tem &ntima ligação com o dom da ci7ncia$ 8 dom da ci7ncia revela uma situação. nem mintais contra a verdade$ %sta não é a sabedoria 'ue vem do alto. nem é !ruto de dedução racional ou cient&!ica= é puro dom da graça divina +c!$ 1 Cor 1B.?1S/$ c2 . !alar ou se comportar em situaç:es concretas da vida. para santi!icação de sua vida pessoal$ %ste dom !a" aprender as realidades espirituais e suas conse'67ncias na vida pr)tica9 desperta o sabor das coisas de Deus +c!$ @g 1. capacidades e tend7ncias pessoais. B-?BN9 Lc B.abedoria diab+lica= (Mas. Conceito A palavra de sabedoria é uma \ação de Deus.abedoria divina= dom crismal. a !im de 'ue a presença e o amor de Deus se4am e2perimentados. se tendes no coração um ciHme amargo e gosto pelas contendas.S/$ d2 ( palavra de sabedoria= dom carism)tico do %sp&rito Santo. além de outros !atores e2ternos$ b2 . mas é uma sabedoria terrena. movendo uma pessoa a ensinar ou e2plicar verdades religiosas. p$. situaç:es de con!usão. dom do %sp&rito Santo para o crismando. "rupo de ora$ão. a pessoa sente 'ue o Sen1or est) l1e guiando para !a"er alguma coisa ou di"er algo em determinado momento$ 3ortanto.

e precisa do au2&lio divino.. BS?. pois. em resposta a seus problemas.. 1Bss e . dese4ando?o ardentemente. 1?L$N?1C/$ . 1L?B-9 Lc 1B. Deus se serve de alguém para transmitir um con1ecimento mais pro!undo da sua palavra ou da direção de Deus sobre a vida deles$ A palavra de sabedoria é !re'6entemente dada no aconsel1amento de outros. um 1omem !raco.M9 . est) a sabedoria 'ue con1ece vossas obras9 ela estava sempre 'uando !i"estes o mundo. sem nen1uma vacilação\ +@g 1. 'ue todas as coisas criastes pela vossa palavra. incapa" de compreender vosso 4ulgamento a vossas leis9 por'ue 'ual'uer 1omem. peça?a a Deus. 1B?BM9 Cl . 1?1L$ A palavra de sabedoria !oi usada pelos ap>stolos em v)rias ocasi:es. S?L9 c!$ %clo L. tome parte em meus trabal1os.9 1S. cu4a e2ist7ncia e breve. se l1e !altar a sabedoria 'ue vem de v>s$ Mas. pedindo?o. re"ar. nos momentos de pregação.?BS9 Sempre 'ue Jesus e os ap>stolos davam aos seus ouvintes noç:es pr)ticas de como viver segundo Deus.BG)rias passagens da Sagrada %scritura revelam a utili"ação do dom da sabedoria como recurso para mostrar a vontade de Deus ou intervir em situaç:es concretas$ 3ode? se. 1. ao e2empli!icar.. da&?me a sabedoria 'ue partil1a do vosso trono. com simplicidade e sem recriminação.9 %! .?1L9 #l B. B.. re!le2ão. com e!eito. vosso servo e !il1o de vossa serva. O e+erc2cio do do$ de # 4edori A abertura para o dom da sabedoria obedece aos mesmos princ&pios 'ue para os outros dons$ 3ara receber e mani!estar o dom da sabedoria a4uda= v ida de oração. e Sen1or de miseric>rdia. BC?.. 1umildade e simplicidade +coração de criança/$ 8 dom da sabedoria pode estar vinculado a certos momentos decisivos na vida pessoal e comunit)ria. e enviai?a do trono de vossa gl>ria. 1. como e2orta São @iago em sua carta= \Se alguém de v>s necessita de sabedoria. 'ue a todos d) liberalmente. e pro!erir seu 4ulgamento na retidão de sua alma. c1eios do %sp&rito Santo e de sabedoria +c!$ At L. 1?..$.. 1.. dando?l1es clare"a e direção pela ação do %sp&rito Santo$ @odos podem e devem aspirar a este dom9 devem. a comunidade sente mais pro!undamente a presença do %sp&rito Santo$ 8s participantes de uma reunião. -ss/$ 3ara a eleição dos sete di)conos. e não me re4eiteis com indigno de ser um de vossos !il1os$ Sou. distinguir o uso da palavra de sabedoria= a/ %m situaç:es embaraçosas= 1 Rs ... lLss9 1 3d 1. \não podiam resistir sabedoria e ao %sp&rito 'ue o inspirava\ +At L. estudo. 1ss9 Il S.N9 1B.19 Lc L. descer de vosso santo céu. 1C/$ São 3aulo agiu movido por este dom. 'uando o cristão é c1amado a tomar decis:es importantes. 11?1B9 b/ Como !onte de entendimento espiritual= Lc 1B. ela sabe o 'ue vos é agrad)vel. como também antes de tomarem decis:es pr)ticas para a Agre4a +c!$ At B. S?M9 11. não ser) nada. ao lado de v>s.C9 Mc 1C. para 'ue.9 c/ Como atitude= At N. BB?. e ser?l1e?) dada$ Mas peça?a com !é.. BBss9 Jo 1C. 'uando dei2ou cego a Dlimas o mago. para ser o sen1or de todas as vossas criaturas. 4unto de mim.?1B/$ '.1?.?B19 Lc 1B. outrossim. segundo o ideal cristão. percebem o pr>prio Deus a l1es !alar$ 3or este carisma. os ap>stolos pedem Assembléia 'ue escol1a 1omens de boa reputação. 1ss/$ 8s 'ue discutiam com %stevão. ao ouvirem palavras de sabedoria. 'ue procurava desviar da !é o procZnsul Sérgio 3aulo +c!$ At 1.M/$ Salomão pediu?a assim= (Deus de nossos pais. mesmo per!eito.. entre os 1omens.ss9 . transmitiam palavras de sabedoria$ Alguns te2tos importantes= Mt 1C. governar o mundo na santidade e na 4ustiça. e para 'ue eu saiba o 'ue vos agrada* +Sab N. de uma orientação de Deus sobre este determinado momento ou problema$ D o dom divino 'ue leva a agir corretamente diante de uma situação di!&cil$ 3or este dom. e o 'ue se con!orma s vossas ordens$ #a"ei?a. 1..

Conc!u#ão A sabedoria é um precioso dom do %sp&rito Santo 'ue est) ao alcance de todos9 basta pedi?la com !é. a Hnica lei capa" de elevar sua dignidade de 1omem e assim enri'uecer o mundo* S1 $ S1 $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. &arismas. saibam agir e !alar inteligentemente. iluminados pela sabedoria de Deus.BN -. p$ 1C-$ . para viv7?la e lev)?la aos irmãos (8 mundo necessita de 1omens 'ue. obedecendo assim a lei de Deus escrita no seu coração.

EG2 SB $ Robert D%IRA0DAS. palavra. p$ 1M1 . não se trata. onde agem tanto os esp&ritos bons como os maus$ 8 discernimento é lu" sobrenatural 'ue nos mostra a origem e a causa Hltima de certos !enZmenos misteriosos. pela e2peri7ncia 'ue se tem sobre alguma coisa. Introdução Jesus usou muito o carisma de discernimento dos esp&ritos em sua vida di)ria$ @ambém os 1omens e mul1eres. da Sagrada @radição e da doutrina da Agre4a9 algo 'ue se aprende. situação ou pessoa +santo. Conceito (Dom do %sp&rito Santo através do 'ual uma pessoa percebe. pela e2peri7ncia de vida. 'uais esp&ritos estão presentes e operantes em uma palavra. pelo estudo. 1umanamente ine2plic)veis$ 3ortanto. p$ .M$ S. decisão. dons do amor de #eus.1L?BC/$ Contudo.@. pela observação$ b/ #outrinal D o discernimento ad'uirido pelo con1ecimento da Sagrada %scritura. em 1ip>tese alguma. intuitiva e instantaneamente. servos com grande responsabilidade.C . pela !ormação. proposta. pelo racioc&nio l>gico. precisam deste carisma para saber distinguir 'ual esp&rito est) agindo em cada situação= o %sp&rito de Deus. pais e mães. preside uma reunião de oração.*A0 . s#"rn m"n$o dos Es%ír $os 1. dese4o. Ti)o# de di#cerni$ento a2 %eflexivo Dbom senso2 D o discernimento conseguido pela intelig7ncia. ação. situação. demon&aco. Jesus indica= (3elos seus !rutos. $ S$ #ALG8. o diabo$ 8 carisma do discernimento dos esp&ritos é um dos dons mais necess)rios a 'uem coordena um grupo de oração. os con1ecereis* +Mt M. ou na RCC$ D bom estudar com carin1o este carisma$ 2. de um 4u&"o temer)rio 'ue !a"emos sobre as pessoas$ As pr>prias palavras Tdiscernimento dos esp&ritosU dei2am claro 'ue tratamos dos esp&ritos e não dos 1omens e da sua conduta*$BC 3. 1umano. o!erecimento= (8 discernimento é o dom 'ue nos abre os ol1os para o mundo invis&vel. 1S/$ c2 &arismático Dcf' E&or EF. ora por alguém. o esp&rito 1umano ou esp&rito do mal. e2erce alguma !unção na comunidade paro'uial. ou a mistura destes/* SB $ %ste dom permite identi!icar 'ual esp&rito est) impulsionando ou est) in!luenciando uma= ação. é pai ou mãe de !am&lia. &arismas. mas por dentro são lobos arrebatadores +c!$ Mt M.&(1:. 0 despertar dos carismas. se desenvolve$ 0o %vangel1o.<!0 . surgem no mundo os !alsos pro!etas 'ue v7m dis!arçados de ovel1as +e mesmo dis!arçados de pastores/.

di"endo 'ue os sentimentos de 3edro não são de Deus. mas desaparecer)\ +Mc . 0 despertar dos carismas. repreende a 3edro. pregação e animação9 d/ 3rotege os outros dons$ Assim. %le concluiu: \D permitido.$ '. !a"er o bem no dia de s)bado\ +Mt 1B. das poss&veis adulteraç:es. podemos consider)?lo como protetor dos demais dons$ De !ato.1M R %va não parou para discernir se a proposta 'ue a Serpente l1e dava era coisa de Deus ou não9 b/ B Sm 11. 1B9 Mc . mas discerniu como ocasião de mani!estação da Il>ria de Deus +c!$ Jo N. pois o discernimento dos esp&ritos S.. . est) dividido e não poder) continuar. Jesus os orienta. ele a& est). p$ 1M. di"endo= \0ão sabeis 'ual esp&rito vos anima$ 8 #il1o do Komem não veio para perd7?los. Jesus não atribuiu a cegueira nem aos pais.D a capacidade 'ue o %sp&rito Santo d) para distinguir.. doutrinal e re!le2ivo. mas dos 1omens +c!$ Mc -. mas para salv)?los* +Lc N. 1?1M R Davi criou.1?. completam?se um ao outro$ 8 mel1or é camin1arem 4untos$ %m algumas ve"es.. S1 ss/$ Alguns trec1os da Sagrada %scritura revelam as conse'67ncias da !alta de discernimento$ 3or e2emplo= a/ In . 1?1L/$ c/ 0a primeira predição de sua 3ai2ão. 'ue espécie de esp&rito est) movendo uma pessoa ou uma comunidade$ 8s discernimentos= carism)tico. como perguntavam os disc&pulos./$ d/ 0a discussão sobre a ressurreição +pelos saduceus. B. baseado somente na ra"ão. principalmente a de coordenação. interiormente.. Uti!id de do di#cerni$ento c ri#$5tico a/ Aumenta a margem de acerto em tudo o 'ue se !a"9 b/ 3ermite a descoberta da vontade de Deus revelada por meio de outros carismas9 c/ D um dom precioso para 'uem e2erce todas as !unç:es. por ele é poss&vel saber 'uando e como orar em l&nguas. pronto para proteger a autenticidade dos dons do %sp&rito.1 . pois. curar. por um movimento do %sp&rito no &ntimo.in3$ic d $ ni&e#t ção do di#cerni$ento c ri#$5tico Como !a"er para ter discernimento[ 0ão e2iste receita. B-/$ b/ 0a 'uestão da cura no dia de s)bado. pro!eti"ar.uando atribu&am a %le um esp&rito imundo. BN9 Mc 1B. por !alta de discernimento. $ S$ #ALG8. ./$ e/ 0o caso do cego de nascença. o discernimento re!le2ivo. %le discerne= \Se Satan)s se levanta contra si mesmo.. os 'uais a negavam/ Jesus orienta= \%rrais não compreendendo as %scrituras e o poder de Deus\ +Mt BB. pedindo !ogo do céu para consumir os samaritanos 'ue l1es negavam pousada. entre outras coisas= \8 dom do discernimento.1ss/$ !/ Diante da atitude de @iago e João.o$ do di#cerni$ento n (id de <e#u# Jesus usou o dom do discernimento para encontrar orientação correta em certas ocasi:es$ %ste dom parece estar presente na vida de Jesus de !orma muito original9 alguns e2emplos podem servir de inspiração= a/ . nem ao pr>prio 1omem cego. BB?BM9 Mt 1B. !oge completamente da vontade de Deus$ %. inventadas pelo demZnio*S.$ . situaç:es desastrosas para ele e para os outros$ -.

na !am&lia$ %le permite distinguir !enZmenos. os con1ecereis* +Mt M.. no grupo de oração. 1L?L. um aprendi"ado$ Sua mani!estação se parece com a intuição$ Assemel1a?se também com (a vo" da consci7ncia* Discernir segundo Deus gera bons !rutos$ Jesus d) uma regra in!al&vel= (@oda )rvore boa.1S/$ @odos devem pedir a Deus e buscar com empen1o o dom do discernimento dos esp&ritos$ %le é necess)rio. da carne col1erão corrupção +c!$ Ial S. nossa vontade e intelig7ncia estarão sempre abertas ação do %sp&rito Santo. !ideran$a cristã. na docilidade ao %sp&rito Santo. terão !rutos espirituais9 os 'ue são guiados pela carne. na vida sacramental. o 'ue vem de n>s. a \e2aminar se os esp&ritos são de Deus\ +1 Jo . ir analisando suas mani!estaç:es9 é. acol17?lo. no grupo de oração. o 'ue vem do maligno* SS 3edir com !é o %sp&rito Santo. pode?se di"er. 1 /$ SS $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA.. d) bons !rutos9 toda )rvore m) d) maus !rutos$ 3elos seus !rutos. Conc!u#ão Jesus discerniu com poder e ensinou a vigiar +c!$ Mt .N/$ 0. pelo carisma do discernimento dos esp&ritos. 1L?BC/$ 8s 'ue são guiados pelo %sp&rito Santo. no estudo da J&blia. uma coisa é importante= con1ecer Deus e Sua 3alavra$ (Ema maneira corret&ssima de sabermos se algo vem da vontade de Deus. do inimigo ou de n>s pr>prios é a 3alavra de Deus$ Muitas ve"es. mani!estaç:es de todo tipo$ D necess)rio perseverar nas oraç:es. importante.uão necess)rio se torna o dom do discernimento nas v)rias situaç:es da vida pessoal e comunit)ria< %sse dom é muito importante na orientação doutrin)ria.é um dom$ 3orém. p' . a4udando en!im. indispens)vel na comunidade 'ue re"a. o 'ue vem de Deus. pedir o dom do discernimento. em discernimento dos esp&ritos não temos tempo nem de raciocinar$ Da& esta palavra precisar estar tão enrai"ada em n>s 'ue !aça parte 4) do nosso pr>prio ser$ Desta !orma. pois. 'ue nos revelar). na percepção da ação de Deus e sua vontade.B . e alimentados pela oração. 1?1C9 M. na devoção mariana e na doutrina da Agre4a para crescer no con1ecimento de Deus e estar cada ve" mais aberto ao carisma do discernimento dos esp&ritos$ .

uma doença do 1omem total$ %2empli!icando= um pecado. agindo nos cristãos e através deles.. emocionais e ps&'uicas/. para con!irmar a verdade da mensagem cristã$ Diante do poder de Deus 'ue se mani!estava em Jesus e nos ap>stolos. 0ra$ão pela pura.1. a doença +dese'uil&brio. etc$ %sses dons continuam sendo mani!estos na Agre4a$ São necess)rios aos nossos dias. ou do 'ual ele pr>prio se privou* SM $ 0o plano inicial de Deus 'ue previa todo o bem e toda a satis!ação das necessidades do 1omem +!&sicas. num certo sentido e2clu&do. desarmonia/ e a morte$ A doença +'ue é um dese'uil&brio/ pode ter in&cio em um dos elementos constitutivos do ser 1umano e atingir os outros. do 'ual é. !é e milagres podem ser c1amados (dons?sinais*. A# en&er$id de# e cur “EnviouHos a pregar o %eino de #eus e curar os enfermos +Lc N.$ . além da imortalidade do esp&rito$ Kavia 1armonia R e'uil&brio R entre o esp&rito. secundariamente$ 3or e2emplo= uma doença 'ue comece no esp&rito +pneuma/ pode se e2primir na mente + psique/ e no corpo +soma/$ %ntão é uma doença pneumopsicossom)tica. muitos se converteram !é. uma ressurreição.<!0 0*. do plano original de Deus. p$1. voluntariamente. um prod&gio sobrenatural. seus limites e sua !initude*SL$ 8 3apa João 3aulo AA. pelo pecado das origens. n$ 1SCC$ SM $ J8W8 3AEL8 AA apud R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. 'ue é uma SL $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA.(?0 Car sma da Cura 1. por'ue con!irmam da palavra do Sen1or$ 0ão !oram necess)rios somente no in&cio do cristianismo. entraram no mundo o so!rimento. se interp:e o pecado. em sua Carta Apost>lica . um milagre. a alma e o corpo$ . ao presenciarem uma cura. . criando toda a espécie de dor e insatis!ação dessas necessidades$ 2. para sua e2pansão$ D pr>prio da Agre4a testemun1ar pela mani!estação dos dons carism)ticos. a ação poderosa do Sen1or em meio a seu povo$ 3elos carismas. Conceito de # =de >e?ui!24rio@ + doenç >de#e?ui!24rio@ Deus criou o 1omem em 1armonia per!eita com todas as coisas$ 8 %sp&rito de Deus governava o esp&rito do 1omem9 este governava a alma e a alma governava o corpo$ % o 1omem go"ava de um dom c1amado imortalidade corporal.uando o 1omem saiu. (poder? se?ia di"er 'ue o 1omem so!re por causa de um bem do 'ual não participa. Introdução 8s carismas de cura. B/$ Antes de entrar propriamente no dom da cura convém tecer alguns coment)rios a respeito da 'uestão das en!ermidades e de sua relação com a vida cristã e o plano da salvação$ 8 entendimento da Agre4a a respeito dessas realidades é de 'ue a en!ermidade e o so!rimento sempre estiveram entre os problemas mais graves da vida 1umana= (0a doença o 1omem e2perimenta a sua impot7ncia. a evangeli"ação é con!irmada$ (8s disc&pulos partiram e pregaram por toda a parte$ 8 Sen1or cooperava com eles e con!irmava a sua palavra com os milagres 'ue a acompan1avam* +Mc 1L.&(1:.alvifici #oloris R (8 sentido cristão do so!rimento 1umano* ? procura responder ao sentido da dor e do so!rimento$ Segundo ele.BC/$ 2. por'ue sinali"am algo de e2traordin)rio reali"ado pelo poder de Deus$ São dons 'ue mani!estam o poder de Deus no mundo9 são obras do poder do %sp&rito.

?S/$ 8 3apa João 3aulo AA di" 'ue (o 1omem é destinado alegria.S. o dom de cura geralmente se mani!esta por meio da oração de cura$ 3ara orar por cura. s)bio para iluminar suas S- $ 8 (remorso* distingue?se da (contrição* pelo seu car)ter altivo= a pessoa sente?se atingida no orgul1o.eu# ?uer o . O e+erc2cio do do$ de cur Se a doença é no corpo. regenerados e libertos$ 3ara isso %le enviou o Seu #il1o para morrer pela 1umanidade$ 3elas suas pisaduras o #il1o trou2e a cura total e a libertação +c!$ As S. 1) um anseio leg&timo e pro!undo do 1omem de se libertar de todo mal.. da 1armonia do plano de Deus$ 2. é preciso uma cura espiritual +libertação/$ %m 'ual'uer 1ip>tese. o mistério da encarnação de Jesus Cristo as dissiparia por completo$ Em Deus 'ue se d) de !orma tão apai2onada não poderia ter pensado ou dese4ado a dor ou o so!rimento para os seus amados$ 0o #iálogoL1 encontram?se registros primorosos de como Deus v7 a separação do 1omem e a sua necess)ria reconstrução= (P !il1a bondosa e 'uerida. tem e2peri7ncia ou é santa$ @odos podem e2ercitar o dom de curar as doenças$ 8 prop>sito de Deus é 'ue os seus !il1os se4am totalmente sadios. as intervenç:es divinas em !avor do povo escol1ido testemun1am um a!eto e uma ternura 'ue e2pressam o grande amor de Deus$ Se dHvidas ainda 1ouvesse. BN/$ 3or isso. .3. nas suas promessas de redenção. com a intenção de dar ao 1omem a !elicidade$ Eni a nature"a divina.2. em recente publicaçãoLC se mani!esta di"endo 'ue e2atamente por 'ue somos destinados alegria. S.. curados. a 1umanidade não !oi leal e !iel para comigo$ Desobedeceu min1a ordem +In B. restitu&?l1e a graça pela morte de meu #il1o$ 8s 1omens sabem de tudo isso mas não acreditam 'ue sou poderoso para socorr7?los.o$e$ # ud5(e! Desde a criação do 1omem. restaurados. ao bem?estar. tão per!eita. é necess)ria uma cura ps&'uica9 adoecem as emoç:es. . precisa?se de cura !&sica9 se na mente. mas todos os dias e2perimenta variad&ssimas !ormas de so!rimento e de dor* SN$ % a Congregação para a Doutrina da #é.9 Jr . !orte para au2ili)?los e de!end7?los dos inimigos. a Hnica prerrogativa é usar o nome de Jesus$ D preciso dei2ar de lado o medo e os enganos e orar pelos en!ermos. resgatei a 1umanidade.$ LC $ C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D.MM$ . anuncia a alegria do coração ligada libertação dos so!rimentos +c!$ As ..-/$ 2. saHde plena$ %ste é o plano de Deus= a !elicidade e o bem de suas criaturas$ As palavras dos pro!etas. sabendo 'ue Deus os cura pelos méritos de Jesus Cristo e não por'ue a pessoa sabe orar. por meio da 'ual a pessoa se recon1ece pecadora e solicita a miseric>rdia de Deus$ SN $ &hristifideles !aici. pois o Sen1or é (a'uele 'ue liberta de todos os males* +Sb 1L. ao se deparar com sua imper!eição$ A contrição é uma atitude de 1umildade. . a car7ncia é de uma cura interior$ Caso o problema se4a espiritual. 1M/ e ac1ou a morte$ De min1a parte mantive a !idelidade. Deus o c1amou !elicidade.C. levando a doenças >sseas +no corpo ou no soma/$ 8 1omem em dese'uil&brio +doente/ precisa ser curado.+na alma ou psiqu>/. regenerado em todo o seu ser para voltar 1armonia inicial$ A cura é isto= a restauração do e'uil&brio.doença do esp&rito +ou do pneuma/. restaurado. o Sen1or.. p S$ L1 $ 3rincipal obra de Santa Catarina de Sena$ %ste livro é considerado a obra?prima desta doutora da Agre4a$ #oi escrito na !orma original de (revelação divina* de Deus 3ai santa por volta do ano de 1$.?. pode gerar um sentimento de (remorso*S. m&sera nature"a 1umana. BN9 . conservei a !inalidade para a 'ual a criara. *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura.

mani!estando o amor de Deus 3ai +c!$ Jo . a vida plena e abundante +c!$ Jo 1C. especialmente. nen1um princ&pio é !unesto..%.u$ no 0o Antigo @estamento percebe?se 'ue o povo de Asrael tin1a o entendimento de 'ue as en!ermidades estavam misteriosamente ligadas ao pecado e ao mal9 mas elas atingiam também os 4ustos. com os outros. 1?1B/ e são sinais dos bens salv&!icos*LM$ 8 mesmo sentido pode ser observado no in&cio da evangeli"ação ao longo dos Atos dos Ap>stolos.?1S/$ 8ra. .intelig7ncias +$$$/$ A nature"a divina uniu?se com poder meu +o 3ai/. 1.9 1.S. se (!omos transladados da morte para a vida* +1 Jo . p$ S$ LL $ C!$ *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura. mas continua sendo sempre um mal e as promessas de Deus vão sempre no sentido de libertação e de cura e 'ue. S?L9 LS. por'ue a Justiça é imortal* +Sl 11S. é a cura. . ('ue sara as nossas en!ermidades* +Dt . aponta 'ue de Deus vem a cura e a salvação$ 8 dese4o de Deus./ e do amor divino +c!$ 1 Jo .. servem para mostrar 'ue Jesus tem o poder de perdoar os pecados +c!$ Mc B.N9 Sl 1CB.L9 Sb 1. e a morte não é a rain1a da terra. 4) não é verdade 'ue todo o so!rimento se4a conse'67ncia da culpa e ten1a um car)ter de castigo$ A !igura de J> é disso uma prova convincente no Antigo @estamento +$$$/$ Se o Sen1or permite 'ue J> se4a provado pelo so!rimento. com a sabedoria do #il1o e com a clem7ncia do %sp&rito Santo$ @odo o abismo da @rindade. 1L/ e torn)?lo participante da nature"a +c!$ B 3d 1. 1./$ As doenças encontram sua causa no pr>prio 1omem. %le o 'uer c1eio de vida.L. . com o pr>prio Criador$ Mas esta é uma verdade b&blica= Deus 'uer o 1omem saud)vel< 2. ambição9 em sua desarmonia consigo mesmo. $ C!$ Jo M.B. . não 1aver) mais desgraças e invalide" e o decurso da vida nunca mais ser) interrompido com en!ermidades mortais +c!$ As . com a nature"a e. e isto é uma constante na narrativa de todos os evangelistas.S . orgul1o. 11/$ Se Jesus deu a vida pelo 1omem. n$ 1SCB?1S1C$ L./. de !elicidade.o$ de cur e #o&ri$ento . uniu?se vossa 1umanidade$* LB 8 ensinamento da Agre4aL. $ C!$. e a perdição dos vivos não l1e d) nen1uma alegria$ %le criou tudo para e2ist7ncia.1S L. pois %le é o Deus da vida9 %le (é um Deus 'ue nos cura* +%2 1S.1C/$ A %scritura a!irma 'ue (Deus não é o autor da morte. p$ L$ LM $ Abid$.$ 8 3apa João 3aulo AA esclarece sobre isso= (Se é verdade 'ue o so!rimento tem um sentido de castigo 'uando é ligado culpa. p$ L$ . BL/.uando Jesus se depara com os en!ermos. *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura. de saHde. 1N?BC/LL$ A partir da vinda de Jesus Cristo é 'ue se encontra uma resposta mais completa para a 'uestão das en!ermidades$ . . N9 S. em tempos vindouros. con!orme Jesus 1avia prometido$ São !re'6entes as curas e as libertaç:es por meio dos ap>stolos$ São 3aulo também con!irma a continuidade dos sinais e prod&gios em sua evangeli"ação$ A Sagrada Congregação para a Doutrina da #é acrescenta= (%ram prod&gios 'ue LB $ p$ . e as criaturas do mundo devem cooperar para a salvação$ 0elas./$ Mani!estam a vit>ria do Reino de Deus sobre todas as espécies de mal +$$$/. no seu pecado. CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. a sua atitude é sempre de curar e de libertar de todos os males$ A esse respeito di" a Congregação para a Doutrina da #é= (As curas são sinais de sua ação messi5nica +c!$ Lc M. BC$ LS $ J8W8 3AEL8 AA apud C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D.. o 'ue levava o 1omem a interrogar?se o por'u7 L. a doença pode ter aspectos positivos de demonstrar !idelidade ou mesmo de reparação. por !im. !)?lo para demonstrar a sua 4ustiça$ 8 so!rimento tem car)ter de prova*LS$ Con!orme o entendimento e2presso pela Congregação para a Doutrina da #é. con!orme o testemun1o do pr>prio Jesus Cristo. Jesus veio ao mundo para dar ao 1omem vida em plenitude. BC?B.

.-9 L. como tempos nos 'uais o poder de Deus se mani!estaria com esplendor em Jesus Cristo$ 8 Messias teria em si a plenitude do %sp&rito Santo9 seria consagrado pela unção. começa a surgir.1S/9 como (Iérmen* . B. S9 Mt 1. elas se tornam camin1o de conversão +c!$ Sl . 1. o co2o saltar) como um cervo. mas 'ue se mani!estavam também 3.BL/$ %le seria o (%manuel. n>s !omos curados* +As S. de cura das en!ermidades 1umanas. segundo o pro!eta `acarias +c!$ `c . v7?se Jesus cumprindo as pro!ecias$ Em dos te2tos claros. de esperança e consolo$ 0o 0ovo @estamento. 1?1S9 1S. o Servo= (%le tomou sobre si as nossas en!ermidades e carregou com nossos so!rimentos$$$ % ainda= (3or suas c1agas.$S$11/$ #oi assim 'ue os pro!etas viram a c1egada do Messias= (%le mesmo vem salvar?nos9 os ol1os dos cegos se abrirão e se desimpedirão os ouvidos dos surdos9 então. n$ 1SCB$ . a verdade 'ue Jesus é o Messias anunciado pelos pro!etas. en!im.9 B-. o pr&ncipe da 3a"* +c!$ As M. 1L9 Mc 1. 'uando (se !e" carne. uma visão nova da doença diante de Deus$ Das lamentaç:es sobre as en!ermidades. e aos pobres é anunciado o evangel1o* +% Jesus acabara de !a"er muitas curas= c!$ v$ B1/$ #undamentalmente. a anunciar aos cativos a redenção. 1?B/$ %le !ora prenunciado como o (rebento 4usto brotado de Davi* +c!$ Jr B. 1L9 Sl 11M. S e . . B1?BB9 1L. presente em Jesus. . neste sentido. para 'ue todos tivessem vida plena +c!$ Jo 1C./9 veio. 1. BB9 At .N. os mortos ressuscitam. como uma plenitude de bens.o Te#t $ento Ao longo do Antigo @estamento.9 As -. S9 . especialmente nos salmos e através dos pro!etas. 1C/9 veio (para salvar os pecadores* +c!$ 1@im 1.-. 'ue tra" a Salvação em seus raios +Ml . B-9 Lc 11.9 N. é salv&!ica..S. na plenitude dos tempos. BC/$ %. 1. o Justo.BM. os leprosos !icam limpos.não estavam ligados e2clusivamente através dos !iéis$*L- pessoa do Ap>stolo. é Lucas M. a (3edra Angular* na construção da Agre4a +c!$ `c 1C. 1. . os co2os andam. os evangelistas se es!orçam por transmitir aos seus leitores e ouvintes. e a l&ngua do mudo dar) gritos alegres* +As . 1-?B. (Jesus percorria toda a Ialiléia. a curar os coraç:es doloridos. ap>s a narrativa do pecado e das conse'67ncias 'ue ele tra" para o 1omem. os surdos ouvem.. BB= (Ade anunciar a João o 'ue tendes visto e ouvido= os cegos v7em. pois %le veio ao mundo (para salvar o povo de seus pecados* +c!$ Mt 1. 11/9 como alguém 'ue viria (pensar a c1aga de seu povo e curar as contus:es dos golpes 'ue recebeu* +As . etc/$ Anunciava o Reino de Deus +c!$ Lc N. BS?BL9 11 . .. ensinando nas L- $ Abid$. e 1abitou entre n>sA +c!$ Jo 1. e (enviado a levar a Joa 0ova aos pobres.N9 Lc M.. o #il1o de Deus. N$1B/ e o perdão de Deus inaugura a curaLN$ C1ega?se a momentos de uma compreensão e2traordin)ria da dor e da redenção a serem mani!estadas plenamente no Cordeiro de Deus. 'ue devia vir a este mundo para reali"ar o plano do 3ai= a salvação dos 1omens e a mani!estação do Reino de!initivo +c!$ Mt 1. de vida e saHde. B129 veio para (e2piar os nossos pecados* Dc!' 1 Jo .L .. O No(o Te#t $ento: <e#u# e o# en&er$o# @odos os temas presentes no Antigo @estamento a respeito do Messias dão a idéia de salvação.1B/9 !oi predito ser o Messias. plenitude de vida !&sica.9 Jo . 1S/9 veio (para nos resgatar de toda a ini'uidade e nos puri!icar* Dc!' @t B. o Deus conosco. ./9 seria o (Sol da Justiça.. En&er$id de# no Anti. aos prisioneiros a liberdade$$$* +As L1.C./. BC/$ A %ncarnação do Gerbo.. 1C/$ 0o in&cio de seu ministério pHblico. p$ M$ LN $ C!$ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA.b?La/$ 8s tempos messi5nicos !oram vistos como tempos de plenitude espiritual. 11/ presente nU%le e em sua obra +c!$ Mt 1B.

com mais de 'uarenta anos de idade +c!$ At .9 Lc N. BB/9 b/ A sombra de 3edro. sendo a mesma um meio de santi!icação e puri!icação para si e para os outros$ De modo geral.?BS/$ 0ão somente Jesus curava< Mas dava aos disc&pulos o poder 'ue tin1a.?-/9 d/ 3edro. permitir 'ue uma doença permaneça em uma pessoa. L/$ 0os Atos dos Ap>stolos. acontecem prod&gios e curas +c!$ At -. . manusearão serpentes. estas sim. e por'ue mani!estava.uem crer e !or bati"ado ser) salvo9 mas 'uem não crer ser) condenado$ %stes milagres acompan1arão aos 'ue tiverem crido= e2pulsarão os demZnios em meu 0ome. assim. e esta é a vontade do 3ai +c!$ 1 @im B. era por'ue não aceitava a en!ermidade como algo 'uerido normalmente por Deus9 mas a cura. SL/$ Jesus 'uer dar a saHde$ %le é o divino médico 'uer curar o 1omem totalmente +c!$ Mt -.19 ./$ Ao se despedir dos ap>stolos. passando por sobre os doentes os curava9 Deus !a"ia milagres e2traordin)rios por intermédio de 3aulo +c!$ At S. cura o paral&tico %néias +c!$ At N. e curando todas as doenças e en!ermidades entre o povo$$$ e curava a todos* +Mt . o seu amor e a sua caridade$ 8 amor de Jesus é sempre curativo< % a ninguém 'ue dele se apro2imasse teria dito= volta para casa com tua en!ermidade. 1.. os ap>stolos puderam testemun1ar o poder curativo 'ue %le l1es dava= pregavam e curavam os doentes +c!$ Mc L. a vontade de Deus é 'ue o 1omem se4a curado para poder louv)?Lo com todo o ser$ Jesus demonstrou isto em sua vida pHblica ao curar os doentes$ Compadecia?se dos doentes e mani!estava seu amor.19 Lc 1.9 Mc 1. . Jesus apareceu aos ap>stolos e l1es disse= (Como o 3ai me enviou.B?. em !orma de mandamento= (Curai os doentes. os milagres acontecem pelo poder do nome de Jesus e do seu %sp&rito$ %ra o Sen1or con!irmando a pregação apost>lica +c!$ Mc 1L. Jesus ordenou= (Ade por todo o mundo e pregai o %vangel1o a toda criatura$ . mas os en!ermos* +Mc B. sua caridade. com o Di)cono #ilipe. . %le o trans!eriu sua Agre4a$ A missão de Jesus e da Agre4a é a salvação dos 1omens.. 'ue a todos recebia$ @odos o 'ueriam tocar e %le se dei2ava tocar$ As curas reali"adas por Jesus suscitavam a !é em sua 3essoa Divina e levavam os ouvintes a se tornarem seus disc&pulos e suas testemun1as$ Se Jesus curava. puri!icai os leprosos. . 1L?1-/$ A intenção de Jesus é bem clara= (%stes milagres acompan1arão aos 'ue tiverem crido*$ J) mesmo durante a vida pHblica de Jesus..sinagogas. .S/9 este !ato trou2e muitas MC $ n$ 1SC. por'ue Deus 3ai assim o dese4a. pregando o %vangel1o do Reino.B/$ Deus pode. e2pulsai os demZnios$$$* +Mt 1C. de tornar presente entre os 1omens o seu amor salv&!ico. curando?os$ %le mesmo disse= (os sãos não precisam de médicos. ressuscitai os mortos. 1M/$ % Jesus ali estava como o médico divino do corpo. 1B?1L9 1N. da mente e da alma dos 1omens$ '. . A I. -/$ Ema palavra pode de!inir o relacionamento de Jesus com os en!ermos= compaixão. 11?1B/9 c/ 0a Samaria. e se beberem algum veneno mortal não l1es !ar) mal9 imporão as mãos sobre os en!ermos e eles !icarão curados* +Mc 1L. B. é certo. Diversas ve"es os evangelistas se re!erem sua compai2ão$ 8 Catecismo da Agre4a Cat>lica di" 'ue (sua compai2ão para com todos a'ueles 'ue so!rem é tão grande 'ue ele se identi!ica com eles= Estive doente e me visitastes*MC$ @odos buscavam a Jesus. !alarão novas l&nguas. em Lida. eram dese4adas por Deus$ Jesus curava por'ue os via doentes.re/ e o )oder de cur r doenç # Ap>s a ressurreição. e te abençoa com a doença< Ao contr)rio= curou a todos os 'ue dele se apro2imaram e l1e pediram com con!iança e !é +c!$ Mc L. B1/$ A missão 'ue Jesus recebeu do 3ai.$ . a saHde plena.M .. BC/$ %is alguns relatos da era apost>lica= a/ 3edro cura um co2o de nascença. assim também eu vos envio* +Jo BC.

N/$ %le ensina 'ue alguns so!rimentos devem ser suportados na vida e 'ue eles !a"em parte da camin1ada= (Agora me alegro nos so!rimentos suportados por v>s$ 8 'ue !alta s tribulaç:es de Cristo. -?N/$ Se Jesus associou a evangeli"ação aos sinais vis&veis de seu poder presente na Agre4a. mas cabe ao Sen1or curar segundo a Sua vontade$ 0. por seu corpo 'ue é a Agre4a* +Col 1. a santidade ao !ato de se reali"arem milagres e curas em bene!&cio dos en!ermos$ %sta idéia da santidade. dos m&sticos.uando o dom da cura começa a se mani!estar com !re'67ncia na vida do participante do grupo de oração. unida a !atos prodigiosos.. n$ 1SC-$ . co2o de nascença +c!$ At 1. pois é na !ra'ue"a 'ue min1a !orça mani!esta todo o seu poder* +B Cor 1B. 3aulo cura o pai de 3Hblio. 3aulo ressuscita um moço +c!$ At BC. A or ção de cur As orientaç:es e2pressas a seguir t7m um car)ter introdut>rio e servem como um rumo geral a todos os cristãos$ . isto é um sinal 'ue a4uda a caracteri"ar um serviço espec&!ico ou ministério$ 0esse caso torna?se necess)ria uma !ormação espec&!ica e mais apro!undada$ Jesus assegura 'ue é poss&vel obter o 'ue se pede na oração +c!$ Mc 11. especialmente. manteve?se !irme por v)rios séculos na Agre4a= ser santo era operar prod&gios e curas$ Depois do Conc&lio do Gaticano AA surgiram na Agre4a Cat>lica diversos grupos 'ue retomaram o uso dos dons carism)ticos$ Conse'6entemente.- . o Sen1or operava prod&gios por meio de 3aulo e Jarnabé +c!$ At 1. por seus milagres em !avor do povo$ Associou?se assim. impondo as mãos9 e cura os doentes da il1a +c!$ At B-. contribuiu para isso$ 8 Catecismo da Agre4a Cat>lica atesta essa vontade de Deus em curar o seu povo e recon1ece= (8 %sp&rito Santo d) a algumas pessoas um carisma especial de cura para mani!estar a !orça da graça do ressuscitado*M1$ Dessa !onte maravil1osa. a 'uem nada é imposs&vel$ 8 dom da cura. M?1C/9 i/ %m Malta. 3aulo cura um 1omem alei4ado das pernas. 3edro ressuscita a @abita.B. M1 $ n$ 1SC-$ MB $ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA. sem deturpar sua intenção$ Ap>s a era apost>lica. como um aspecto da unção do 3entecostes renovado$ A Renovação Carism)tica Cat>lica./$ A oração de cura est) intimamente unida !é no poder de Deus. a Agre4a continuou a e2ercer estes dons de cura e milagres9 é con1ecida a !ama dos santos. os grupos de oração da Renovação Carism)tica Cat>lica t7m bebido e é poss&vel testemun1ar as maravil1as 'ue o Sen1or tem !eito neles$ -..pessoas conversão para a !é9 e/ %m Jope. os dons de cura começaram a e2pressar?se com mais !re'67ncia no meio do povo./$ Assim.Lss/9 !/ %m AcZnio. o 'ue suscita a !é em muitos coraç:es. pode?se sempre re"ar pela cura. 'ue se voltam ao Sen1or +c!$ At N. não se pode separar evangeli"ação e sinais. . com o passar do tempo. completo na min1a carne.-/9 1/ %m @rZade. 1ss/9 g/ %m Listra. E ?u ndo # cur # não contece$B %ssa 'uestão é intrigante e in'uieta a muitos os 'ue se dedicam a orar pelos en!ermos$ %2iste sempre um mistério em torno da vontade de Deus$ 3or 'ue uns são curados e outros não[ %mbora se4a da vontade de Deus curar o seu povo. é bom lembrar 'ue (mesmo as oraç:es mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças*MB$ São 3aulo teve 'ue aprender 'ue (basta?te a min1a graça.B.

reergue as mãos e puri!ica teu coração de todo o pecado*$ c/ Ar missa e o!erec7?la pela cura= v$ 11 R (8!erece um incenso suave e uma lembrança de !lor de !arin1a9 !a"e a oblação de uma v&tima gorda*$ d/ 3rocurar o médico e tratar?se= v$ 1B R (%m seguida d) lugar ao médico.L$ M. de amor ou de se2o. a !im de 'ue o %sp&rito santo de Deus possa nelas reali"ar a sua obra$ A graça de Deus para a santi!icação sup:e a nature"a apta e preparada$ Asto é.N . também em seu Irupo. usa o te2to do %clesi)stico . abaladas$ São portadoras de traumas$ 8s traumas podem ser de mHltiplas espécies= traumas de re4eição de vida. amortecida interiormente. pessoas portadoras de problemas psicol>gicos. pode ser ad'uirida através de uma palavra de sabedoria ou do dom do discernimento$ 8 padre Dario JetancourtM. mas ora ao Sen1or.ru)o de or ção0% a2 &onsidera$/es K). "rupos de ora$ão= como !a"er a graça acontecer. todo cristão pode pedir o dom de cura e. 'ue !ornece um (diagn>stico*. con!orme a necessidade dos participantes$ D preciso discernimento para en!ocar os pontos sens&veis no esp&rito para a'uele momento$ As reuni:es espec&!icas para cura !&sica e cura interior em outros momentos poderão ser mais e2tensas e detal1adas$ 0o grupo. a palavra de ci7ncia. começar) a constatar 'ue as curas ocorrem$ 3ara re"ar pela cura. escravi"ada. ou causa da doença$ @ambém a orientação sobre como orar e o 'ue di"er pessoa por 'uem se ora. 11/$ D Deus 'uem cura sempre. $ C!$. Nb/9 mas (um mesmo %sp&rito distribui todos esses dons a cada um como l1e apra"* +1 Cor 1B. $ 8 conteHdo desse item. !oi tomado de Al&rio José 3%DRA0A. bem como o do item M$B.-. no con4unto dos demais dons carism)ticos= ($$$a outro. passim$ 8 padre Al&rio !a" uma abordagem pr)tica da oração de cura.ou a graça de curar as doenças no poder do %sp&rito Santo é tratado na Sagrada %scritura de uma !orma bastante simples. servindo?se de instrumentos 1umanos$ 3or isso. pois ele !oi criado por Deus9 'ue ele não te dei2e. pois sua arte te é necess)ria*$ 0. outros dons podem ser usados$ 3or e2emplo. de !eridas ps&'uicas$ 3essoas 'ue passaram por momentos dolorosos e !icaram marcadas. sempre tão dolorosas9 escravidão e v&cios9 !rustraç:es diversas9 comple2os nos relacionamentos 1umanos e tantos outros$ Coordenador. com toda certe"a. a graça de curar as doenças no mesmo %sp&rito* +1 Cor 1B. tal como deve ser ministrada nas reuni:es de oração$ 0ão se trata de um modelo Hnico e !ec1ado.1. traumas de medos compulsivos e in'uietadores9 traumas de se2ualidade9 de e2peri7ncias marcantes em doenças graves. se estiveres doente não te descuides de ti. cirurgias e mortes de entes 'ueridos9 traumas de separaç:es matrimoniais. se 1ouver oração de cura. N?1B para indicar os passos para a cura= a/ 8rar pedindo a cura= v$ N ? (Meu !il1o. !eridas. de acordo com o discernimento e plane4amento do nHcleo de serviço$ 8 leitor observar) uma mudança de estilo de linguagem$ . na medida em 'ue re"ar pelos doentes. voltar logo ao louvor$ M. mas de orientaç:es aplic)veis total ou parcialmente nas reuni:es ou na din5mica do grupo de oração. A or ção de cur interior no . p$ . 'ue te curar)*$ b/ Arrepender?se e con!essar os pecados +con!issão sacramental/= v$1C R (A!asta?te do pecado. marcada. se a pessoa est) !erida. o %sp&rito ter) di!iculdades de agir nela$ A oração de cura não deve ser programada para abranger todo o tempo do grupo de oração$ %la acontece no decorrer da oração e. voc7 não pode omitir?se no cuidado da cura do psi'uismo dos participantes< %la é necess)ria e imprescind&vel para 'ue as pessoas ten1am sua nature"a interior sadia e este4am em boas condiç:es psicoemocionais. acidentes.

traumas de acidentes. etc$ 0. pelo poder do seu sangue$ 8rar em l&nguas L$ 3edir os !rutos do %sp&rito Santo de Deus para criar nova realidade psicol>gica e emocional M$ Agradecer e louvar pela cura$ Analise. re4eiç:es. todo dedicado cura dos participantes$ c2 &omo orar 0as oportunidades surgidas durante a reunião de oração pode?se seguir esses passos= 1$ B$ .$ . !a"?se oração de cura interior por uma determinada )rea da vida das pessoas$ Goc7 pode programar oraç:es de cura interior dos problemas= 1$ Da !ase da vida intra?uterina. en!ermidade. a partir da realidade de seu Irupo. Or ção de cur &2#ic no . interceder. para 'ue a cura possa acontecer$ d2 0ra$ão de cura interior por etapas Goc7 pode programar uma camin1ada de cura interior reali"ando?a por etapas ou )rea de relacionamento$ Goc7 reserva vinte a trinta minutos da reunião de oração para !a"er a graça acontecer$ %m cada reunião. sabedoria e con!iança. voc7 programa o processo necess)rio de cura dos seus irmãos$ Goc7 pode utili"ar?se de diversas oportunidades como= o transcurso da pr+pria reunião de oração9 uma ou mais reuni:es programadas para a oração de cura interior9 um retiro de !im de semana todo dedicado cura dos participantes9 ou ainda um semin)rio de cinco. anos. .$ Da adolesc7ncia. com !é viva. pré?natal. pedir a cura em nome de Jesus. reali"ar os passos do perdão 8rar pela cura interior. -$ Do tempo de trabal1o$ 0essas etapas.b2 =uando orar para a cura interior A necessidade de cura interior é evidente$ 8 povo de Deus é !erido$ 3or isso. invocando?o e adorando?o Apresentar e entregar o problema a Jesus Se !or necess)rio. . S$ Da 4uventude até o casamento. desamores. problemas de se2ualidade. L$ Da vida matrimonial. sem preparar os coraç:es !eridos$ #aça bem !eito. dos S aos 1C anos. B$ Do nascimento até . M$ Da !ase escolar.$ Da meninice. cada um destes passos e perceba a se'67ncia l>gica e necess)ria e2istente entre eles$ 0a oração de cura interior não se4a imediatista$ 0ão pule degraus$ 0ão passe de imediato a reali"ar o passo nHmero cinco. orar sobre todos os poss&veis acontecimentos dolorosos ocorridos como= problemas de relacionamento em !am&lia. mortes. ou .C .$ S$ Motivação oração de cura interior Criar clima da presença de Jesus.ru)o de or ção . sete semanas.2.

uma grande oração de cura !&sica !ora da reunião de oração$ 0esta reunião programada. voc7 deve estar atento e aberto a !a"er a graça da saHde acontecer nos participantes do seu Irupo de 8ração$ b2 0portunidades de orar pelos doentes São diversas as ocasi:es e possibilidades de se interceder pelos necessitados de saHde= 8 Criar um serviço carism)tico permanente de oração pelos doentes.uem so!re necessariamente procura solução para os seus males$ D preciso compreender a realidade de 'uem so!re$ D preciso sentir o 'ue sentem e aliar?se a eles para a solução de suas doenças e so!rimentos$ Jesus é o mesmo ontem. tudo se4a direcionado para despertar a !é na presença e poder de Jesus vivo e preparar os coraç:es para receberem as b7nçãos da saHde$ 8 8ração de cura !&sica nas reuni:es de oração= outra oportunidade para re"ar pedindo saHde é aproveitar as c1ances 'ue se apresentam naturalmente. orar ao Sen1or pedindo a cura e agradecer e testemun1ar a cura recebida$ 7.1 . admitindo ainda 'ue outras devem e2istir$ Algumas parecem mais !undamentais e comuns= MS $ @ 7esus que cura. 'ue se dispon1am a re"ar pelos necessitados de saHde !&sica$ 8 Irande oração de cura !&sica !ora da reunião de oração= reali"e periodicamente. é muito doente$ . ou através de uma pro!ecia na 'ual o Sen1or !ala 'ue est) a curar. os testemun1os. cabe somente a Deus con1ecer os Hltimos motivos ou ra":es$ Contudo. 1o4e e sempre$ Sabemos do nHmero cada ve" maior de pessoas 'ue são curadas nos nossos grupos de oração$ Como coordenador.a2 &onsidera$/es Dentre os participantes de seu Irupo de 8ração 1) sempre portadores de problemas de saHde !&sica. menores ou mais graves$ Jesus ressuscitado continua amando e tendo compai2ão dos en!ermos e doentes 'ue participam de seu Irupo de 8ração$ %le pode cur)?los$ #a" parte de sua missão provocar encontros entre os portadores de problemas de saHde do seu Irupo de 8ração e Jesus$ Sua missão inclui a tare!a de ser mediador. mal?alimentado mal?cuidado. animado por algumas pessoas maduras. é Htil levar em consideração tr7s passos= criar clima !avor)vel oração de cura !&sica. ou de outro modo$ Ao perceber a oportunidade. nas necessidades apresentadas$ 3ara a e!ic)cia da oração pedindo cura !&sica. a cada m7s ou dois meses.uem é doente so!re$ . esclarecidas e acol1edoras dos carismas. para 'ue os possa curar$ 0osso povo tão empobrecido.Sss$ . observa?se 'ue algumas ra":es ou motivos podem impedir ou di!icultar a cura$ #rancis MacnuttMS c1ega a enumerar 11 dessas causas. intermedi)rio e intercessor dos seus irmãos doentes com Jesus. um ministério de oração pelos en!ermos. o coordenador assume a palavra e deve re"ar pela saHde !&sica. os cantos. através de palavra de ci7ncia. Coti(o# ?ue i$)ede$ ou di&icu!t $ cur Sabe?se 'ue Deus 'uer a cura dos seus !il1os9 se ela acontece num momento ou noutro. ou mesmo se não acontece. durante as reuni:es de oração$ %ssa oportunidade pode ser percebida na oração de um participante 'ue re"a pedindo saHde. a 3alavra de Deus escol1ida. p$ B.

S-9 Jo 1B.L$ .. B/$ a 1emorro&ssa %le disse= (#il1a. em participar dos sacramentos.1/$ Diante do menino epiléptico. BC/$ 0a travessia do lago de @iber&ades. . S/$ Ao convidar 3edro para 'ue este camin1asse sobre as )guas.-/$ A !alta de perdão parece ser uma das causas mais constat)veis do por'u7 de muitos não receberem a cura$ Constata?se 'ue (o >dio e os maus relacionamentos provocam todas as espécies de en!ermidades. mais !acilmente acelera?se o processo curativo$ Jesus deu o e2emplo.B . . da vida comunit)ria eclesial$ 3rocuram a cura em si. aumenta?nos a !é* +Lc 1M. 1. . e não apenas um sentimento passageiro$ Jesus abençoa a decisão do 1omem e !a" !luir o seu amor. sem um interesse maior em mel1orar sua vida espiritual. . 1umanamente !alando$ D preciso !é.a/ ( falta de fMuitos procuram a cura como tal. p$. (vendo a !é da'uela gente* +Mt N. B-/$ Se por um lado. . se apro2imar de Jesus com toda a !é do coração9 se ainda não a tem.?. até 'ue a causa origin)ria se4a removida*ML$ . repreendeu os disc&pulos= (1omens de !é pe'uenina<* +Lc 1B. 12' b) A falta de perdão Jesus parece colocar um acento especial no perdão como condição para a cura9 insiste para 'ue se re"e por a'ueles 'ue causaram mal a outrem e até 'ue se ame os inimigos +c!$ Mt S. . tanto 'uanto no espiritismo ou curandeirismo$ Jesus ensina 'ue a !é em sua pessoa. e !é !irme< % ao estender?l1e a mão e segur)?lo l1e disse= *1omem de pouca !é. Jesus disse aos disc&pulos= (Como sois medrosos$ Ainda não tendes !é[ +Mc . . por 'ue duvidaste[* +Mt 1.C/$ Ao !alar da provid7ncia do 3ai. revelador do amor do 3ai. como #il1o de Deus.. SC/$ 8 cristão de 1o4e precisa. pode também ser acomodado assim= (perdoai e sereis curados*$ 8 perdão é decisão !irme da vontade. Jesus os censura di"endo= (#oi por causa da vossa !alta de !é<* +Mt 1M./$ %le curou o paral&tico.. pode re"ar pedindo. ap>s ter acalmado a tempestade. S/9 pois Jesus é o (autor e consumador da nossa !é<* +Kb 1B.. e2igiu dele um ato de !é. . por causa da descon!iança dos 'ue com ele estavam* +Mc L. como sempre.. não curado pelos disc&pulos. l1e disse= (@ua !é te salvou9 vai em pa"* +Lc M. como !i"eram os ap>stolos= (Sen1or. decisão da vontade e con!iança em Deus< (8rai pelos 'ue vos maltratam e perseguem* +Mt S.. na casa de Simão.. (ele se contristava com a dure"a de seus coraç:es* +Mc . é necess)ria para a vida em todos os momentos e não somente por ocasião das en!ermidades$ 8 %vangel1o di"= (%stando Jesus em 0a"aré.uando se re"a por alguém se dese4a todo o bem$ % o perdão vir)< c/ 0 pecado ML $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. S?L9 Mt 1. estando pregado na cru"= pediu ao 3ai 'ue perdoasse a seus algo"es +c!$ Lc B. capacitando?o para o perdão$ A !alta de perdão poder) impedir a cura9 o perdão o!erecido de coração sincero acelerar) a cura$ 3erdoar não é !)cil. a tua !é te salvou$ Gai em pa" e s7 curada do teu mal* +Mc S./$ a mul1er pecadora. Jesus notava a !alta de !é nos ouvintes. salvador do 1omem. por outro lado.M (perdoai e sereis perdoados*../$ ./$ 8 te2to de Lucas L. &arismas no grupo de ora$ão. e não o Sen1or 'ue cura$ 3rocuram a cura como um ato pelo 'ual se livram de suas en!ermidade ou problemas emocionais$ Juscam a cura nos grupos de oração.uanto mais se perdoa de coração.M/9 por ve"es.. se4a !eito con!orme a tua !é* +Mt -. e essa en!ermidade 1abitualmente permanece. curava por'ue via a !é presente nos pedidos de cura: (Gai. ali não !e" milagre algum.

se assim age.8 pecado blo'ueia a comun1ão de vida com o Sen1or$ Se o pecado é transgressão da lei de Deus +c!$1 Jo . perdoou primeiro o seu pecado e a seguir o curou de sua paralisia +c!$ Lc S. 'ue é !undamentalmente amor a Deus e aos irmãos$ Jesus. o amor a Deus é 4ustamente cumprir seus mandamentos$ . vivendo sob calmantes$ Ao conversar com o sacerdote constatou?se a violação de uma lei moral$ A pessoa !oi con!ortada e recebeu o sacramento da reconciliação$ % ela se re!e" !&sica. antes de re"ar por alguém.uem cumpre os mandamentos ama a Deus9 e./$ Muitas en!ermidades prov7m da !alta de observ5ncia da lei de Deus... . a inobserv5ncia de seus mandamentos$ Certa ocasião. é sempre aconsel1)vel pedir a Jesus 'ue perdoe seus pecados$ %. Jesus recomenda o perdão antes da oração para 'ue esta se4a ouvida$ %le também recomenda a reconciliação antes da o!erta sacri!ical +c!$ Mt S. cada um deve veri!icar suas condiç:es espirituais$ 8corre também considerar 'ue nem sempre a cura é imediata$ 8 tempo e2ato em 'ue a pessoa deve ser curada depende apenas de Deus$ 8 necess)rio ao cristão é 'ue !aça a sua parte. neste caso. não se alimentava direito. B.N/$ A e2peri7ncia de orar pelos en!ermos tem ensinado 'ue muitas ve"es as en!ermidades !&sicas e emocionais t7m causas espirituais.// MM .. ao curar o paral&tico. a transgressão de alguma lei de Deus. isto é. B? . serenidade. lev)?lo con!issão sacramental$ :./.. até 'ue a cura total se4a constatada$ 3ode acontecer 'ue o empecil1o para a cura este4a no ministro e não no (paciente*9 por isso./$ Jesus veio libertar e salvar o 1omem do pecado$ 8 perdão pode ser ad'uirido pelo sacramento da reconciliação$ Jesus se tornou (a e2piação de nossos pecados* +c! 1 Jo .<!0 5050 Car sma da -. a paralisia estaria de alguma !orma relacionada com o pecado$ %m Marcos 11. BS. uma pessoa estava desesperada= não dormia. não peca e vive em sua graça +c!$ Jo 1. da lei do %vangel1o.S/$ “%le é 4usto e !iel para nos perdoar os pecados e para nos puri!icar de toda ini'uidade +1 Jo 1.?B. mantendo?se (na brec1a* para 'ue Deus possa agir$ &(1:. e'uil&brio. 1M?BL/$ 3ara Jesus. B19 1 Jo S. Conc!u#ão Algumas ve"es o caso e2ige 'ue se ore v)rias ve"es. . sendo poss&vel. emocional e espiritualmente$ 8 perdão de Deus tra" calma. saHde e cura< 8 pecado é algo 'ue destr>i o e'uil&brio da personalidade 1umana$ Ao re"ar por alguém em !avor de sua cura.

é um grande desa!io. nas coisas 'ue são concretas$ J) não acreditam nos outros irmãos e a !é em Deus est) muito !ragili"ada$ Algumas ve"es trata?se de uma !é tradicional.-/$ 2. pois muitos s> cr7em em si mesmos. !ria. onde os 1omens (não suportam a sã doutrina* +c!$ B @im . vem ao mundo de 1o4e reavivar. Conceito A Carta aos Kebreus apresenta em seu cap&tulo 11 um dos te2tos mais e2pressivos a respeito da !é$ Di" o te2to sagrado= (A !é é o !undamento da esperança. pp$ B.que acredita2 3or ela o cristão acredita nas verdades reveladas por Deus sobre si mesmo e sobre o 1omem e 'ue são de!inidas pela Agre4a$ A !é teologal !a" o 1omem crer !irmemente em Deus como seu 3ai. L/$ #undamentada na 3alavra de Deus. . 1?. pois para se ac1egar a ele. na vida de oração e na vida comunit)ria. da cate'uese$ D ela 'ue apro!unda a esperança e !a" o 1omem agir na caridade +c!$ Il S.. nos seus planos. é necess)rio !a"er a distinção entre= a !é teologal ou doutrinal. um dom 'ue o %sp&rito Santo colocou disposição do 1omem para 'ue ele possa e2perimentar concretamente da onipot7ncia de Deus$ A !é..$L/$ A !é é. 1Ss/$ A !é teologal vem em conse'67ncia do batismo. 'ue se tornam lu" e amor para seu camin1o$ %ssa !é teologal é necess)ria para a salvação +c!$ Il B.que confia2 Leva o 1omem a con!iar plenamente na reali"ação das promessas de Deus$ Ampulsiona?o a ir além do ato de aderir s promessas de Deus.ue benção é poder ter certe"a 'ue a !é é dom derramado< (3or'ue é gratuitamente 'ue !ostes salvos mediante a !é$ Asto não provém de vossos méritos. o salvador do mundo$ Crer também no %sp&rito Santo 'ue edi!ica a Agre4a de Cristo e a santi!ica$ Crer 'ue o %sp&rito Santo é o poder de Deus$ % por'ue cr7 nas tr7s pessoas da Sant&ssima @rindade. do anHncio de Cristo.teologal ou doutrinal Df. a !é virtude ou !ruto do %sp&rito Santo e o dom carism)tico da !é= a2 9. no seu din1eiro. nos seus pr>prios talentos. sub4etiva. indi!erente$ A !é é como um raio de lu" 'ue parte de Deus para a alma$ 8 %sp&rito Santo. é uma certe"a a respeito do 'ue não se v7$ #oi ela 'ue !e" a gl>ria de nossos antepassados$ 3ela !é recon1ecemos 'ue o mundo !oi !ormado pela palavra de Deus e 'ue as coisas vis&veis se originaram do invis&vel$ +$$$/ 8ra. con!usa. dando assim sentido vida cristã de muitos bati"ados 'ue viviam indi!erentes ao seu estado$ 3ara compreender bem o 'ue é o dom carismático da f-. o 1omem não s> cr7 intelectualmente. mas é puro dom de Deus* +%! B. do testemun1o. mas adere pro!undamente s suas verdades. em Hltima an)lise. Introdução 8 cristão pode ter ousadia em sua vida sabendo 'ue é uma pessoa de !é$ 3ode reivindicar a !é necess)ria para 'ual'uer situação$ . super!icial.1. é necess)rio 'ue se creia primeiro 'ue ele e2iste e 'ue recompensa os 'ue o procuram* +Kb 11. a !é teologal é um grande sustento para o cristão do mundo de 1o4e.e BN/ e !oi adaptado para esta apostila$ . nos sacramentos. 'ue é o autor da !é. ./$ b2 9. no mundo de 1o4e. nas suas pr>prias capacidades. condu"indo?o a uma entrega total a Deus e sua $ %ste conteHdo !oi composto originalmente na Apostila de Irupo de 8ração da %scola 3aulo Ap>stolo +1NNN. 'ue se importa com sua vida$ Crer em Jesus Cristo como o enviado do 3ai.virtude Df. o #il1o de Deus. vaga. sem !é é imposs&vel agradar a Deus.?.

1L/.R cananéia Mc S.?1.enhor. 1L?B1 R Moisés estende a mão sobre o mar. BS/$ 3ela !é virtude. embora recon1ecendo o seu pr>prio corpo sem vigor R pois tin1a 'uase cem anos R e o seio de Sara igualmente amortecido$ Ante a promessa de Deus.Df. não descon!iou. mas conservou?se !orte na !é e deu gl>ria a Deus* +Rm 1. BC?./$ (3or'ue nele se revela a 4ustiça de Deus... a uma !irme"a de atitude ou a algum ato 'ue libera a b7nção de Deus07 +c!$ Mc 11.expectante2 A !é carism)tica se mani!esta 'uando uma pessoa é movida a ter uma con!iança &ntima de 'ue Deus agir) de !orma atual$ %ssa con!iança leva a uma oração convicta. e o resultado mani!esta a gl>ria de Deus$ 8 padre 8vila MelançonMN ensina 'ue este dom é dado em vista de a4udar a orar (com absoluta con!iança e sem duvidar*$ 3. O do$ d &* n P ! (r de .o . como est) escrito= 8 4usto viver) pela !é$ Abrão não vacilou na !é. p$ MN $ C!$ 7esus ?ive e .C R %lias e os pro!etas de Jaal R usou %lias o dom carism)tico. vive os ensinamentos de Deus não como obrigação.. a uma decisão.9 1 Rs 1-.1M9 . mas interiori"a?os no coração. 'ue se obtém pela !é e condu" !é.1M/$ %sta !é virtude leva o 1omem a crer e e2perimentar a bondade.B1?B.S . tornando sua oração um ato de !é con!iante= (Se Deus é por n>s.?1.B1 R paral&ticos e os amigos Jo 11. mas !orte impulso interior. BB?B.1?. n$ L-$ . 'uem ser) contra n>s[* +Rm -. 1..1?. R 1emorro&ssa Lc S.. R centurião Mt 1S.. pratica a 3alavra de Deus.. e2perimenta e cr7 na bondade e miseric>rdia de Deus$ 3or esta !é o 1omem prova a si mesmo e ao mundo 'ue a 3alavra de Deus não é uma utopia. 1N?B19 1.B. não vacilou. a miseric>rdia e o amor de Deus na sua vida +c!$ 1 Jo .9 %2 1. 1. R resposta de Deus$ • %2 1.BS?. R ressurreição de L)"aro$ $ C!$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. ao 'ual adere a sua vontade..C/$ %ssa certe"a é tão especial 'ue Deus age... o 1omem se abandona provid7ncia divina.9 Mt 11. mas por amor. S?1.eu# 0a 3alavra de Deus e2istem v)rios epis>dios 'ue descrevem a ação poderosa de Deus movida pela !é= • Rom . B. . pois agia com muita autoridade e con!iança$ A !é dava?l1e a certe"a antecipada de 'ue o Sen1or agiria a seu !avor$ • • • • • M- Milagres reali"ados por Jesus em ra"ão do dom carism)tico da !é= Mt -. &arismas.provid7ncia +c!$ Mt L. 1N?B1/$ c2 0 dom carismático da f. ao ver os eg&pcios se apro2imarem$ • %2 1.?B. uma ve" 'ue a !é est) gravada no mais pro!undo do seu coração +c!$ Rm . con!iante 'ue Deus ir) operar maravil1as$ • 1 Rs 1-. vive segundo a mentalidade de Jesus Cristo9 não s> con1ece os mandamentos com sua intelig7ncia. • %2 1.1C R Moisés diante das murmuraç:es do povo. BC?..

nem (!orçar* Deus agir com (palavras de !é*$ A !é é um dom gratuito e o cristão deve. O e+erc2cio do do$ c ri#$5tico d &* 8 dom carism)tico da !é é sempre crer incondicionalmente no poder de Deus9 crer é saber 'ue %le agir) a'ui e agora para o bem do povo.11/$ '. sempre crer 'ue %le !a" o mel1or e nunca decepciona a'uele 'ue nele con!ia.C/$ 0ão é preciso (!a"er !orça* para ter !é. mas deve também aspirar igualmente aos dons espirituais +c!$ A Cor 1.1/$ Assim. . assim como os demais dons$ 0unca é demais notar 'ue esse dom est) pro!undamente associado com a caridade$ Como os dons são dados para o bem comum. 'uanto mais vosso 3ai celeste dar) boas coisas ao 'ue l1e pedirem* +Mt M.%. ver)s a gl>ria de Deus* +Jo 11. como di" São 3aulo.om d" M lagr"s . Conc!u#ão 8 dom da !é é um presente 'ue Deus d) para o bem da comunidade. para reali"ar as obras 'ue constroem o Reino e edi!icam a Agre4a$ &(1:. libertado e reali"ando milagres 'ue levem edi!icação do Reino$ Jesus di"= (Se creres. é bom e necess)rio pedir com insist7ncia ao 3ai o dom da !é.<!0 #@&*A0 . como di" Jesus= (Se v>s 'ue sois maus sabeis dar boas coisas a vossos !il1os.L . o cristão deve se empen1ar em procurar a caridade. sua pr)tica re!lete a caridade$ Assim também acontece com o dom da !é$ 3ortanto. curando. com muita tran'6ilidade..

. começando com o milagre inicial da salvação e continuando através de todos os grandes e pe'uenos milagres subse'6entes 'ue !ormam a 1ist>ria de milagres pessoais$ 8s milagres são intervenç:es diretas de Deus na nature"a do 1omem ou na ordem da criação$ 8s milagres provam o poder de Deus agindo na vida dos 1omens./$ .uantos creram por causa dos milagres de Jesus< . sua divindade de Messias.1. 1. 1. 11/9 estavam relacionados com o poder 'ue %le tin1a como #il1o de Deus +c!$ Mc B. BCss9 B Rs B. . !re'6entemente.?L9 Jo 1B./. Jesus não apenas operava milagres para suscitar a !é em seus ouvintes9 pois. ou a e2ecução de algo 'ue se4a contr)rio s leis da nature"a9 é um !enZmeno sobrenatural.. por causa da sua obstinação. . desde o Antigo @estamento.9 1C.-/9 e estreitamente ligados. o 'ue !a" o povo se maravil1ar$ 8 escopo evangélico é o de ressaltar a mani!estação da !orça e o car)ter de sinal$ %ste é o sentido dos milagres de Jesus= abrir os ol1os sobre o mistério de sua 3essoa< As curas e milagres estavam pro!undamente relacionados com a 3essoa Divina de Jesus.9 Mc -. combinados com a evangeli"ação 'ue proclamava $ %videnciava?se. p$. provando a presença viva de Deus 4unto ao seu povo eleito$ Muitos milagres eram operados através dos patriarcas +c!$ %2 M.re# 8s evangelistas usam tr7s termos ao se re!erirem intervenção de Deus em Jesus= !alam de !atos miraculosos.. B1/$ Durante a vida pHblica. Conceito 8 'uinto carisma re!erido em 1 Cor 1B é o (dom de milagres*$ %sse dom pode ser de!inido como uma ação do poder de Deus intervindo e2traordinariamente em determinada situação$ Algumas curas são milagres. <e#u# e o# $i! . .C?.uando acontece uma cura instant5nea. B-?BN9 11. levando?os a uma !é sempre mais crescente$ 3. 1. Mss9 1 Rs 1-. de demonstração de !orça e de sinais9 geralmente. ressurreição dos mortos. seu poder glorioso$ %ram sinais e prod&gios 'ue con!irmavam a !é do povo no Hnico Deus verdadeiro$ 2. 'ue desa!ia a ra"ão e transcende as leis naturais9 este dom é simplesmente a 1abilidade dada por Deus de cooperar?se com %le. mas este dom não se limita ação de Deus na restauração da saHde$ %m alguns casos. -?1. multiplicação dos pães.L9 1. a palavra (milagre* vem acompan1ada de um ou outro termo +revelando ser o milagre uma mani!estação de !orça divina e sinal de ação de Deus/$ 8 'ue mais se realça nos milagres de Jesus é ser um !ato e2traordin)rio= cura instant5nea de doenças incur)veis. B9 Lc M. 1C9 At 1C.uantos creram nU%le. sua predileção por seu povo escol1ido.M$ . apesar dos milagres os 4udeus não acreditavam nU%le +c!$ Mt 1. Introdução 8 dom de milagres sempre esteve presente na 1ist>ria da salvação. vendo seus milagres e ouvindo a sua palavra< -C $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. assim.M/$ Mas. dos pro!etas +c!$ 1 Rs 1M.. Jesus operava milagres. é milagre por'ue o !ator intervenção de Deus é >bvio a ponto de não ser re!utado$ 8u ainda= (8 milagre é um acontecimento ou evento sobrenatural. de Engido do 3ai pelo %sp&rito Santo +c!$ Lc .B9 1. dei2ando?se levar pela compai2ão diante do so!rimento 1umano +c!$ Mt N. a ação de Deus é sHbita e e2traordin)ria$ .M . para a abertura da !é e con!irmação de sua união com o 3ai +c!$ Jo L.. 1Nss/ e outros tantos narrados na J&blia$ 8s milagres atestavam a divindade do Deus da Aliança. "rupo de ora$ão. en'uanto %le e2ecuta os milagres através de um ato cooperativo com os 1omens*-C$ @odo milagre cristão aut7ntico aponta para a cru" e a ressurreição. muitas ve"es. . sua assist7ncia divina. S-9 Mc L.

1?-/$ % os ap>stolos (partiram e percorriam as aldeias. con!irmando sua e!ic)cia. 1C/9 (. 1ss/. dos cegos 'ue viam +c!$ Mt 1S. o povo deu gl>ria a Deus9 ao curar o paral&tico em Ca!arnaum +c!$ Mt N. A I. tanto dos ap>stolos 'uanto dos seus ouvintes. o povo !oi levado ao entusiasmo9 ao presenciar a cura de um cego em Jeric> +c!$ Lc 1-. B-9 Lc M. assim também eu vos envio* +Jo BC. 1?L9 Mt 1B.uem vos ouve. pregando o %vangel1o !a"endo curas por toda a parte* +Lc N. e ao mesmo tempo um sinal do mundo vindouro*-1$ Sinali"ava?se deste modo a presença salv&!ica de Deus em meio aos 1omens. -/. o milagre não apenas revelava a bondade de Deus e sua compai2ão pelos 1omens ao cur)?los.N/. a gl>ria de Deus continuaria sendo mani!estada pelos (sinais miraculosos* edi!icando e !a"endo crescer a !é dos ouvintes$ 0a comunidade cu4os membros se dei2am guiar pelo %sp&rito Santo +c!$ Rm -.re/ e o# $i! . . de milagres. ap>s a ressurreição. 'ue l1es daria (!orça* +c!$ At 1.. de testemun1)?Lo ante os 1omens de todos os tempos e naç:es . possibilitava ver a gl>ria de Deus +c!$ Jo 11.- .N$1. .8s milagres eram também um meio do povo glori!icar a Deus= ao curar a mul1er 'ue vivia encurvada !a"ia de"oito anos +c!$ Lc 1. pela !orça do %sp&rito Santo +c!$ Il l . mesmo depois da ascensão de Jesus ao 3ai$ Jesus l1es prometera o %sp&rito Santo. . o povo glori!icou a Deus por ter dado tal poder aos 1omens9 ante ao espet)culo dos mudos 'ue !alavam. 'ue os (revestiria da !orça do alto* +c!$ Lc B. o povo glori!icava o Deus de Asrael9 ao suscitar a !é. provocaria milagres como con!irmação da ação de Jesus. a Mim recebe. BN?. -1 $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. (con!ere?l1es o poder de e2pulsar os esp&ritos imundos e de curar todo o mal e toda a en!ermidade9 de anunciar o Reino de Deus e de curar os doentes9 de ressuscitar. para cumprimento de suas tare!as. a mim ouve* +Lc 1C. (até os con!ins do mundo*$ A Agre4a 3rimitiva entendeu 'ue a !é em Jesus.1/. BC/$ %. de puri!icar os leprosos* +Mt 1C. p$ . M9 M. mas (e!etuava também a salvação de Deus$ D um ato de !orça. 1ss/. seu poder$ 8 mesmo aconteceu com os ap>stolos na Agre4a 3rimitiva= (8 Sen1or cooperava com eles e con!irmava a sua palavra com os milagres 'ue a acompan1avam* +Mc 1L. eram levados aos en!ermos9 e a!astavam?se deles as doenças e retiravam?se os esp&ritos malignos* +c!$ At 1N.Sss/.. 'ue tin1am tocado seu corpo.C/$ 0este sentido. para continuar a atrair para %le os 1omens de todos os tempos$ Assim. "rupo de 0ra$ão.- .. Jarnabé e 3aulo contaram assembléia 'uantos milagres e prod&gios Deus !i"era por meio deles entre os gentios +c!$ At 1S. 1-ss/$ 8s milagres de Jesus con!irmavam a sua doutrina R é o 'ue os %vangel1os a!irmam em tantos relatos 'ue tra"em$ A evangeli"ação de Jesus era acompan1ada de sinais prodigiosos. S)' D o 'ue se ver. (mani!estou sua gl>ria e os disc&pulos creram nU%le* +Jo B. 1B/$ Deus (!a"ia milagres e2traordin)rios por intermédio de 3aulo.re# Jesus não guardou somente para si este poder 'ue %le tem como #il1o de Deus9 nem o restringiu somente ação. para repelir os advers)rios de Deus= uma irrupção do divino neste mundo. de modo 'ue lenços e outros panos. missão 'ue Jesus l1es dera. 1Css/. mudando a )gua em vin1o saboroso. B1/9 (. ao !a"er o milagre em Can). e recebe a'uele 'ue Me enviou* +Mt 1C. dos alei4ados 'ue eram curados. %le deu a mesma missão 'ue teve : (Como o 3ai me enviou. na cura do co2o 4unto 3orta #ormosa do @emplo +c!$ At .uem vos recebe.C/$ Ao escol1er ap>stolos. . de poder. BB9 N. e a implantação do seu Reino +c!$ Mc L. reali"ada por 3edro e João$ 0o Conc&lio de Jerusalém. 1?L/$ 8 anHncio do %vangel1o e os milagres acompan1aram os ap>stolos.9 Il S. 11?1B/$ Assim como Jesus. 11/. por e2emplo. dos co2os 'ue andavam. aos seus gestos e aos anos em 'ue viveu no mundo$ Jesus 'uis 'ue a Agre4a também !osse participante deste seu poder.. BL9 Lc M.

1L$BS/. pode?se de !orma mais convincente publicar as (maravil1as de Deus 1o4e e sempre$ Amém< DIDEIOFRA1IA AJAJ. !ar) também as obras 'ue eu !aço. e !ar) ainda maiores do 'ue estas. pois são promessas de Jesus a toda sua Agre4a= (. no amor. a cada cristão.BC/= (se dois de v>s se reunirem sobre a terra. "rupo de ora$ão. Jesus se torna presente como A'uele sobre o 'ual coloca a sua complac7ncia +c!$ Mt . 'uer diretamente. duvida 'ue %le ten1a operado as curas. na ação de graças. os milagres 'ue por meio de pessoas. ed$ São 3aulo= Lobola. da Agre4a triun!ante ou da Agre4a militante*-B$ -. para pedir se4a o 'ue !or. mani!estando a santidade de Deus e sua ação no mundo. no 0ovo @estamento com Jesus e sua Agre4a$ %le 'uer operar 1o4e. !ortalecendo a !é de todos$ Ainda é preciso acreditar mais e mais neste dom de milagres no coração da Agre4a$ 3or meio dele. no louvor. (os casos de curas e de milagres são de todos os tempos. e!etivamente. os milagres se tornam presentes. no mesmo %sp&rito* +%! B. como agiu no Antigo @estamento.-$ . pois. os milagres podem ocorrer de !orma natural. 1M/$ @oda ve" 'ue se reHnem em nome do Sen1or Jesus. Jonas$ (spirai aos dons espirituais' . Conc!u#ão 8 dom de milagres estar) sempre presente na Agre4a. por meio de cada bati"ado$ Sua vontade não mudou$ % 'uando se reHnem pessoas para louvar a Deus e proclamar sua gl>ria.N . em resposta oração de seus santos. provando seu amor$ Deus continuar) agindo de !orma e2traordin)ria. um re!lorescimento dos dons carism)ticos na Agre4a9 o dom de milagres continua sendo necess)rio para o surgimento e !ortalecimento da !é em Deus$ Assim. 1B/$ Cabe. na esperança. consegu&?lo?ão de meu 3ai 'ue est) no céu* +Mt 1-. não é de estran1ar 'ue milagres aconteçam realmente$ Jesus prometeu sua presença +c!$ Mt 1-. (tendo por %le acesso 4unto ao 3ai. por'ue eu vou para o 3ai* +Jo 1. 1-/. 1N/$ 8nde est) a Agre4a reunida na !é..uem cr7 em mim. p$.. abrir?se sempre mais a este dom 'ue é também necess)rio nos dias de 1o4e$ K). e ninguém 'ue ten1a !é em Deus. 1NN-$ -B $ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA. nos tempos atuais.

ALDA]. Santa$ 0 diálogo$ São 3aulo= 3aulinas. declaraç:es$ Antrodução e &ndice anal&tico de #rei Joaventura Qloppenburg$ Coordenação geral de #rei #rederico Gier$ B1 ed$3etr>polis= Go"es. 1N-N. 1N-.$ ccccc$ !umen "entium$ An$ C8M3O0DA8 D8 GA@ACA08 AA= constituiç:es. Ieorge$ (vivar a chama' São 3aulo= Lobola. 1NN1. ed$ São 3aulo= Lobola.$ C80IR%IAVW8 3ARA A D8E@RA0A DA #D$ *nstru$ão sobre as ora$/es para alcan$ar de #eus a cura$ Cidade do Gaticano= Libreria %ditrice Gaticana. S$ 0 despertar dos carismas$ 11 ed$ São 3aulo= 3aulinas. 1NN1$ M%LA0V80. pp$ . p$ C80CYLA8 %CEMO0AC8 GA@ACA08 AA$ (postolicam (ctuositatem$ An$ C8M3O0DA8 D8 GA@ACA08 AA= constituiç:es.enhor $ 3AEL8 GA$ Evangelii nuntiandi = e2ortação apost>lica sobre a evangeli"ação no mundo contempor5neo$ N ed$ São 3aulo= 3aulinas. 1N-1$ MADR%. 1N-L ccccc$ . 1N-M$ CA@ARA0A D% S%0A. decretos.. Robert$ &arisma. decretos. 1NN. Ave?Maria. 1NN1. 1-M p$ MAC0E@@. 1NNL$ J8W8 3AEL8 AA$ &hristifidelis !aici= e2ortação apost>lica sobre vocação e missão dos leigos na Agre4a e no mundo$ São 3aulo= 3aulinas. dons do amor de #eus' B ed$ Campinas= Raboni.8vila$ 7esus vive e . pp$ SBM?SL. 1NN.o .$ MCD800%LL. BCCC$ D%IRA0DAS.anto' Rio de Janeiro= Louva?a?Deus.M?11M$ C80#%RO0CAA CA@PLACA D8S %EA$ #eclara$ão pastoral sobre a %&&' das1ington= D$C$. 1NN-$ ccccc$ 0 dom das línguas$ .ed de #i+s.$ CA@%CASM8 DA AIR%JA CA@PLACA$ . #rancis'@ 7esus que cura' São 3aulo= Lobola. 1N-. 1N-. declaraç:es$ Antrodução e &ndice anal&tico de #rei Joaventura Qloppenburg$ Coordenação geral de #rei #rederico Gier$ B1 ed$3etr>polis= Go"es. Salvador Carrillo$ ( %enova$ão no Espírito . M.$ #ALG8. Al&rio J$ &arismas para o nosso tempo = re!le2ão teol>gica e pastoral$ São 3aulo= Lobola. 1NN$ SC .. São 3aulo= 3aulinas. Qilian e M80@AIE%.$ ed$ 3etr>polis= Go"es. 31ilippe$ (spirai aos carismas' Aparecida= Santu)rio. Lobola. Jogot) +ColZmbia/= Centro Carism)tico Minuto de Di>s. 1N-M$ JYJLAA SAIRADA$ @radução dos originais mediante a versão dos monges de Maredsous +Jélgica/$ S-$ ed$ São 3aulo= Ave?Maria. 1N-L$ 3%DRA0A.

. 1/ ccccc$ Secretaria Ra!ael$ 0ra$ão pela cura$ B ed$ São José dos Campos= Comdeus. Ronaldo José de$ 0 impacto da %enova$ão &arismática$ São José dos Campos= ComDeus.ed$ São 3aulo= Lobola. . João %vangelista Martins$ 0s carismas em . 1N-L$ S8ESA. %miliano.ão 1aulo$ B ed$ São 3aulo= Lobola. José K$ 3rado$ 7esus está vivo$ B. 1NNL$ R%08GAVW8 CARASMX@ACA CA@PLACA$ %scola 3aulo Ap>stolo$ ( espiritualidade da %&&$ São José dos Campos= ComDeus. A$ #icionário enciclop-dico da .$ GA0 D%0 J8R0. s$d +M>dulo Missão. . 1NNS$ GALL%. 1NMM$ S1 . 1NNN$ @%RRA.$ +Coleção 3aulo Ap>stolo.ati)ados no Espírito$ São José dos Campos= ComDeus./ SA0@A0A. 1/ ccccc$ &arismas' Aparecida= Santu)rio. ed$ São 3aulo= Lobola. 1NNN$ +M>dulo Adentidade. Asac Asa&as$ Aanifesta$/es da presen$a do Espírito . 1/$ @ARDA#. . 1NNN$ +M>dulo J)sico. BCCC$ ccccc$ %ecebereis a for$a do Espírito . BCCC$ SCA0LA0. 1NN. BCC1$ +Coleção RCC 0ovo Mil7nio./$ ccccc$ %scola 3aulo Ap>stolo$ &arismas no grupo de ora$ão$ São José dos Campos= ComDeus. s$d$ +M>dulo J)sico. BCC1$ +M>dulo J)sico. 1NNN$ ccccc$ %scola 3aulo Ap>stolo$ "rupo de ora$ão$ São José dos Campos= ComDeus.íblia$ B ed$ 3etr>polis= Go"es. 1NN./$ ccccc$ %scola 3aulo Ap>stolo$ !ideran$a cristã' São José dos Campos= ComDeus. Lui" #ernando R$ .anto$ Rio de Janeiro= Louva?a? Deus.anto' São José dos Campos= ComDeus. #L8R%S . M$ &ura para o homem todo$ Rio de Janeiro= Louva?a?Deus. BCCC$ ccccc$ 1regador ungido= missão e espiritualidade$ Aparecida= Santu)rio./$ ccccc$ Secretaria 3aulo Ap>stolo$ *dentidade da %enova$ão &arismática &at+lica$ São 3aulo= Ave?Maria.ccccc$ "rupos de ora$ão= como !a"er a graça acontecer$ .

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