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A NOVA TABELA DO IR 2014

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03/25/2014

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Economia.

RECEITA FEDERAL
Começa a valer a partir de 1º de janeiro de 2014 a nova tabela do Imposto de Renda deduzido na fonte. Os valores foram corrigidos em 4,5% em relação aos de 2013. Este é o 18º ano seguido que a tabela sofre reajuste abaixo da inflação no País, o que prejudica o poder de compra dos trabalhadores. A defasagem no período chega a 66%. Em dezembro, o IPCA-15 – prévia da inflação oficial no País – mostrou que a alta acumulada deve ficar em torno de 5,85% em 2013. O valor é bem superior ao centro da meta de inflação estipulada pelo governo, de 4,5%, que é usada como referência para o reajuste da tabela do IR na fonte. Os preços, no entanto, têm subido mais do que esse patamar desde 2010. E, para 2014, as projeções se mantêm elevadas. Segundo o último relatório Focus, do Banco Central, o mercado espera aumento de 5,97% para a inflação no próximo ano. TABELA Na prática, a correção percentual da tabela do Imposto de Renda menor do que o avanço do índice oficial de preços faz com que a inflação sirva de instrumento para ampliar a imensa carga tributária no Brasil. Por conta disso, o Sindifisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal) quer apre-

Brasília, segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

JORNAL DE BRASÍLIA

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Bancos

Um novo reajuste que vai prejudicar
Nova tabela do IR para 2014 reduz o poder de compra do trabalhador
MINERVINO JÚNIOR/CEDOC 20/08/2012

Atenção ao preencher os cheques
Os consumidores devem ter cuidado ao preencher cheques no começo do ano, para não esquecerem de substituir "2013" por "2014" no campo da data, adverte a Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Nos primeiros dias do novo ano, muitas pessoas se confundem ao escrever nas folhas. Prevendo esses erros, os bancos irão adotar, em janeiro, procedimentos para checar se os cheques não foram emitidos além do prazo permitido para sua compensação, que é de seis meses. COMPROVAÇÃO Se for comprovado que houve um equívoco do cliente ao preencher as folhas, o cheque será compensado normalmente. "Essa medida irá beneficiar os clientes, tanto o depositante quanto o emitente, e minimizará impactos e transtornos nos serviços de compensação dos bancos", disse em nota o diretor adjunto de operações da Febraban (federação dos bancos), Walter de Faria. Para evitar outros problemas, a Febraban sugere alguns cuidados, como emitir cheques nominais e cruzados; eliminar os espaços vazios; evitar rasuras; controlar depósitos e retiradas no canhoto e nunca deixar cheques assinados no talão

Receita Federal reajusta a tabela pelo 18º ano seguido

sentar um projeto de lei que pretende diminuir a diferença entre a correção da tabela do IR e a inflação dos últimos anos. "Já temos apoio de quatro deputados que levarão o projeto à votação em 2014", diz Pedro Delarue, presidente do Sindifisco. CORREÇÃO De acordo com João Carlos Gonçalves, secretário-geral da Força Sindical, a entidade também vai manter seus esforços em 2014 para

NOVA TABELA
Base de cálculo mensal, em R$ Até 1.787,77 De 1.787,78 a 2.679,29 De 2.679,30 a 3.572,43 De 3.572,44 a 4.463,81 Acima de 4.463,81 Alíquota, em % Isento 7,5 15 22,5 27,5 Parcela a deduzir do imposto, em R$ Isento 134,08 335,03 602,96 826,15

que o governo adote uma nova fórmula de correção. De acordo com a nova tabela do IR, ficam isentos do pagamento os

trabalhadores que recebem até R$ 1.787,77 mensais – atualmente ficam liberados da cobrança quem ganha até R$ 1.710,78.

saiba mais
» Uma dica para evitar problemas com cheques é nunca utilizar máquina de escrever com fita à base de polietileno, pois os valores preenchidos poderão ser facilmente apagados e modificados. » Além disso, quando receber um novo talão, confira os dados referentes ao nome, número da conta corrente e CPF. É importante também conferir a quantidade de cheques do talonário.

Apesar de continuar firme

Setor dos remédios ameaçado
As vendas de medicamentos no Brasil deverão continuar firmes em 2014, mas a rentabilidade dos laboratórios que atuam no País deverá cair, segundo Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sindusfarma). A expectativa é de que o setor cresça entre 12% e 13% em receita este ano, para R$ 56 bilhões, se confirmadas as estimativas. No ano passado, a receita bruta do setor foi de R$ 49,6 bilhões. Para o próximo ano, a expansão poderá ser acima de dois dígitos, impulsionada pelos genéricos. "A indústria farmacêutica continuará crescendo. Em 2013, o setor cresceu o equivalente a cinco vezes o Produto Interno Bruto (PIB), mas o que preocupa mesmo é a rentabilidade para o próximo ano", afirma Mussolini. Segundo ele, os custos de produção de remédios ficaram mais altos. "A mão de obra está mais cara. Além disso, o setor tem seus preços regulados", explicou o executivo.

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