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Teste da Árvore

Teste da Árvore

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UIF F – P ós-Graduaç ão e m Avaliaçã o Psicológi ca Aval iação em C ont exto Foren se Formadora: Mestre Sandra Fornelos Formanda: Carla

Sofia Coelho Serra

Teste da Árvore

Introdução teórica
O

teste da árvore insere-se dentro dos chamados "Testes Projectivos"  O teste projectivo é um instrumento de avaliação ao serviço da clínica psicológica e uma tentativa de compreensão do funcionamento mental do outro.

Introdução teórica
As técnicas projectivas têm como finalidade:

• Aceder ao funcionamento mental do sujeito; • Aprender a realidade do outro, a •
subjectividade; Proceder a um diagnóstico psicológico e a um diagnóstico diferencial.

Introdução teórica
Objectividade vs Subjectividade Objectividade:  Psicometria;  Provas estandardizadas, aferidas;  Procura medir uma função. Subjectividade:  Com base quase exclusivamente na intuição;  Se não houver capacidade de intuir as técnicas as teorias não valem nada;  A intuição permite-nos formular as hipóteses;  Intuição tem de ser contrabalançada com elementos da realidade.

Introdução teórica
Técnicas projectivas Obedecem a critérios:  Objectivam a subjectividade;  É a realidade do outro que interessa e não a nossa;  Temos que ter a humildade de ter consciência de que nem tudo sabemos. No movimento Projectivo as pessoas distorcem a realidade introduzindo crenças, valores, pensamentos próprios.

Introdução teórica
Projecção nas técnicas projectivas  Como conceito aparece sempre associada à percepção.  Não há projecção sem percepção.  Quando apresentado o estímulo ao sujeito, há uma ligação das duas.  Há uma junção do movimento perceptivo e do movimento projectivo.  Através da projecção a ambiguidade dos estímulos externos, ganha estatuto de imagens bem definidas.  Mecanismo de adaptação à realidade.  Não confundir com os mecanismos de evacuação do que resulta insuportável ao sujeito (psicóticos).

Introdução teórica
O processo projectivo  Só são acolhidas , investidas pelo sujeito, as percepções ou excitações que reactivam traços mnésicos.  Só vemos aquilo que podemos, com os olhos que temos.  Parimos de um determinado estímulo que vai reactivar em nós memórias subjectivas e individualizadas.  Nós temos coisas em comum mas temos memórias individuais.  Selecção logo à partida dos estímulos.  Reparamos no estimulo em função da nossa problemática individual, em função de nós próprios.  Integramos os estímulos num esquema pessoal  respostas nem certas nem erradas.

Introdução teórica

Parâmetros da situação projectiva  O material  A instrução  A relação Psicólogo - Sujeito

Introdução teórica
Situação projectiva • Sujeito tem que se mobilizar psicologicamente para ligar, ordenar o interno e o externo. • Assistimos a oscilações mais ou menos subtis entre a realidade externa e a interna. • A projecção vai acabar por colorir a realidade externa. • Há indivíduos que “ mergulham “ nos fantasmas e secundarizam o discurso.

Introdução teórica
• • •

• •

Para outros o material é tão destrutivo que não voltam a contactar com a realidade. Equilíbrio: oscilação entre a actividade perceptiva e a projectiva. Boa distancia: permite ao sujeito que as respostas expressas , tendo presente a realidade externa, mostrem a ressonância fantasmática. Importante: manter presente a realidade, não a perder de vista ( forma, cor…) Desaparecimento do principio da realidade:

• •

Quando há um investimento massivo das representações reactivado pelo conteúdo latente dos cartões. Quando a projecção domina sobre a percepção.

O teste da árvore – Conceitos associados
 No

teste da árvore todo o desenho constitui um idioma de imagens cujo propósito é comunicar. O indivíduo, adulto ou criança, informa através do desenho sobre a sua relação com o mundo, interno e externo, no que é desenvolvido (desenhado).

O teste da árvore – Conceitos associados
 Toda

a produção gráfica leva a marca da vida psíquica do indivíduo, mas como explicar isto?, como explicar que a pessoa pode capturar o seu carácter numa escritura ou em desígnio gráfico? que mecanismo é?, quais são as causas?....

O teste da árvore – Conceitos associados
 Para

responder a estas questões encontramos quatro elementos da mente humana:

O teste da árvore – Conceitos associados
 Área

perceptiva (AP) – Encarregue de perceber ou capturar os estímulos que vêm do exterior;  Área Pré-motora (APR) – encarregue de enviar a mensagem para a acção somática;  Consciente.  Inconsciente.

O teste da árvore – Conceitos associados
  

Encontramos uma árvore que seria o estímulo; Este é captado pela AP, que neste caso seria o sentido da visão; Imediatamente passará ao inconsciente para ser reconhecido e classificado, já que é naquela zona que se encontra a memória; O inconsciente fará saber ao consciente para que o estímulo seja analisado de uma forma racional e possa extrair uma resposta para o APR; Uma possível resposta neste caso poderia ser: ir podar os ramos da árvore, apanhar as frutas, ou outros.

O teste da árvore – Conceitos associados
Contudo, existe também uma linha directa de comunicação que vai desde o inconsciente à área prémotora; esta linha recorre aos actos puramente inconscientes (impressões ou sentimentos que nos deu a imagem da árvore ao longo de nossa vida, também traumas, sexo, etc). Isto é verdadeiro em qualquer um dos actos humanos (falar, escrever, pintar, gesticular, etc...) Todo este processo mencionado até aqui é denominado "Processo Mental", assim todo o acto que faz o sujeito será uma manifestação inconsciente de sua personalidade e do seu carácter.

O teste da árvore – Conceitos associados

Por tudo isto é que todo o teste projectivo tem uma vital importância ao conhecer o sujeito, já que os seus desenhos projectam o seu interior, carregado com toda a informação inconsciente (às vezes semi-inconsciente) que surge do mesmo sujeito. No Teste da Árvore, a árvore expressa as relações que existem entre o Id, o Ego, e o Super-ego.

O teste da árvore – Conceitos associados
Id
 

 

Chamamos Id à mais antiga das instâncias psíquicas, o núcleo da nossa personalidade. Ele é constituído ou integrado pela totalidade dos impulsos instintivos. Grande parte do Id é formado por elementos arcaicos, quer dizer isso, aquilo que herdou, o que o sujeito traz desde o seu nascimento. É importante mencionar que os sectores do Id são inconsciente. Num aspecto dinâmico, o Id é composto por: Impulsos inatos, agressivos e sexuais, e por desejos reprimidos.

O teste da árvore – Conceitos associados
Ego  No decurso do crescimento, o bébe vai adquirindo uma experiência da realidade que origina que uma parte Id se adapte a ela.  O conteúdo do Ego é o resultado de identificações com as características de outras pessoas que vão tendo influência na vida da criança (especialmente as identificações com os pais).  Em primeiro lugar, o Ego é pré-consciente e depois consciente.  O Ego encontra-se numa posição de compromisso entre as pulsões do Id, os imperativos do Super-ego e as exigências da realidade.

O teste da árvore – Conceitos associados
Super-ego  No desenvolvimento da personalidade constitui-se a terceira instância do psiquismo ao separar-se uma parte do Ego e observa-se a si mesmo julgando e criticando, ou seja, o Super-ego é a instância psíquica afastada do Ego que se auto observa, critica as acções do ser humano e apresenta a imagem ideal com a qual se deveria parecer.  Além da censura, o Super-ego preside também na formação dos ideais, das funções imaginárias do eu, julga e critica, representa as exigências da moralidade e da sociedade.

Origens do teste

 

O desenvolvimento do teste de árvore como um teste projectivo e de psicodiagnóstico foi dado primeiramente por Emil Jucker, um consultor vocacional suíço. Foi continuado mais tarde por Thurner, um psicólogo suíço, então, Vetter, um grafoanalista alemão e psicólogo foi o primeiro que combinou as duas ciências. Depois, o psiquiatra suíço Karl Koch contribui com as suas formulações no Teste de Árvore. Muitas das interpretações que K. Koch fez do Teste da Árvore estão muito relacionadas com essa grafologia. Por exemplo: As áreas; A qualidade das linhas do desenho; O local na folha.

Origens do teste

É deste modo então que na análise final a forma, o movimento, o espaço, a cor, etc, têm um papel importante tanto na análise do Teste da Árvore como na escrita. Podemos mencionar também o psiquiatra alemão Graf Wittgentein que contribuiu numa valiosa descoberta para o Teste da Árvore.

Indice de Wittgentein
Graf Wittgentein fez uma valiosa contribuição ao teste da árvore. Deixou-nos um método de medição baseado na teoria que o desenho de uma árvore podia não só reflectir a situação momentânea do sujeito, mas também poderia descrever o tempo e ocorrência de um trauma no seu desenvolvimento. Supondo que: 1- a altura da árvore representa a idade do sujeito. 2- todas as medidas verticais são proporcionais ao tempo.

Indice de Wittgentein

De acordo com Graf Wittgentein, a altura total da árvore desde a raiz ou solo até à ponta mais alta (a copa) representa a idade do sujeito no momento em que ele realiza o teste. Se medirmos esse segmento (chamamos AB) e expressarmos em termos de milímetros, diremos então que o mesmo é a representação da idade daquele sujeito. Se realizarmos o quociente entre a medida deste segmento (AB) expresso em milímetros e a idade do sujeito, estaremos em condições de determinar o número para o qual chamamos Índice de Wittgentein (IW).

Indice de Wittgentein

De seguida medimos a distância que existe entre a raiz ou chão da árvore e a zona do tronco no qual aparece o nó, fenda, ramo cortado, ou qualquer outro tipo de acidente. Este será por exemplo o segmento CD e também expressaremos em milímetros. Passo final, tiramos o quociente entre a medida do segmento CD (já expresso em milímetros) e o Índice de Wittgentein; o número obtido desta operação dar-nos-á a idade do sujeito quando viveu um facto traumático de transcendência na sua vida, o qual deixou marcas.

Indice de Wittgentein
 Vejamos

este processo num gráfico:

Aplicação

Este teste pode ser aplicado tanto a crianças como a adultos. É extremamente útil já pela sua aplicação rápida e validade como também pela sua informação rica. 1º PASSO: Será dada ao sujeito uma folha em branco, um lápis e uma borracha, e será pedido que desenhe uma árvore (do tipo que ele quiser, sempre que se trate de um tipo de árvore real).

Aplicação

2º PASSO: Será dada ao sujeito outra folha em branco, um lápis e uma borracha, mas neste caso pedimos-lhe para desenhar três árvores (do tipo que ele quer, desde que seja um tipo de árvore real). O sujeito deverá estar sempre numa posição confortável e ter certeza que não tem nenhuma árvore por perto que o leve a copiar no seu desenho (o que resultará na falta de espontaneidade).

Aplicação
 No

Primeiro Passo o desenho de uma única árvore representará o sujeito; a sua vida interior, os traumas, as recordações, a forma de se relacionar.  No Segundo Passo a primeira árvore representará o sujeito, a segunda árvore representará a família e a terceira árvore representará o mundo externo.

Aplicação

Entrega-se a folha em posição horizontal, para a qual devemos prestar máxima atenção já que mudanças de posição da folha, poderão dar-nos uma primeira indicação do comportamento de não adaptabilidade para os formalismos, sujeito de carácter independente, não convencional mas inteligente. Este sujeito usará um tempo livre para desenhar a árvore, embora este tempo não deva superar os 30 minutos como máximo.

Aplicação

É importante explicar ao sujeito que o desenho que levará a cabo da árvore deverá ser completamente espontâneo, natural, não precisa de estar um excelente desenho já que não será avaliada a destreza ou habilidade artística. Uma vez concluído o desenho, o avaliador poderá então avaliar a linha do desenho (forte, fraco, rápido, lento, curvado, direito...), o tamanho dele, o tipo de chão, a estrutura da árvore (com ou sem algumas das partes fundamentais: copa, tronco, raiz), etc.

Interpretação

A análise do desenho da árvore é realizada através de cinco partes do mesmo:o tronco, a copa, as raízes e o solo. Sumariamente podemos dividir o desenho da árvore da seguinte forma:

Tronco
O

tronco tem uma importância muito significante pois é por meio da sua observação que poderemos avaliar: 1- O Nível de Força Yoica - permitirá que o sujeito seja firme à realidade, preservar os objectivos e metas do seu eu, poder sobrepor-se ou resistir às frustrações e pressões que resultam da sua interacção com o meio que o circunda.

Tronco
2- O Nível de Estabilidade Emocional - é definitiva a presença e o nível de conflitos associado à susceptibilidade, a vulnerabilidade, a sensibilidade, a rigidez emocional, a adaptabilidade, etc.  3- O Grau de Auto-evolução - que é como o sujeito está nesse momento, o seu critério de realidade, a força dele, a capacidade para controlar impulsos e emoções.

Tronco
 

Por conseguinte, o tronco dará conta dos aspectos mais conscientes do psiquismo do sujeito. O tronco é o que sustenta, representa o eu psíquico, consciente, as reacções afectivas. Isto simboliza a personalidade de cada sujeito. Na observação do tronco contemplaremos as seguintes variantes e a sua interpretação:Perfis, sombras (dentro do tronco), acentuações ou remates (nos lados do tronco), superfícies ou cascas e contorno do tronco.

Tronco - perfis
1 - Tronco Direito Até a Base: Sujeito com horizontes limitados, rigidez, artificialidade, elasticidade reservada, obstinada, sistemática, convencionalismo, habilidade para o abstracto, rígido, infantilidade e imaturidade. 2 – Tronco Direito à esquerda e curva à direita: Sujeito com personalidade rígida para consigo mesmo, mas com os outros é amável, falador, mais aberto e menos exigente.

Tronco - perfis
3 – Tronco Direito e curva à esquerda: Sujeito que apresenta rigidez e indiferença, certo grau de dificuldade em comunicar. 4 – Tronco com Ambos os lados Côncavos: Sujeito emotivo, sensível, desejoso de comunicar com os outros, extrovertido.

Tronco - perfis
5 – Tronco com Ambos os Lados Convexos: Sinal de vaidade, narcisismo de adoração do ego. 6 – Tronco Muito Largo: forte afirmação do eu. Actua de forma impulsiva.

Tronco - perfis
7 – Tronco Muito Estreito ou Magro: Sujeito muito sensível, possui um grande refinamento. É importante mencionar que este tipo de tronco, apresentado em conjunto com uma linha alta como o pescoço da girafa também poderia ser indicativo de psicose. Para este último caso é bom observar o grupo das linhas. 8 – Tronco que se Estreita: Sujeito que se sente oprimido, angustiado. Indicador geral de pressão angustiosa do eu. É bom lembrar que neste ponto em grafologia, todo o sofrimento é indicativo de opressão, de si mesmo ou do ambiente.

Tronco - perfis
9 – Tronco em Linhas Brisados: poderíamos estar frente a um caso de problemas próprios da idade do sujeito, ou de saúde como poderia ser colesterol alto (as artérias estão estreitadas, etc). Nalguns casos pós-operatórios é comum observar brisados nos traços do sujeito. Em geral, o brisado será um indicador de angústia. 10 - Tronco Largo para cima: Indicador de masoquismo.

Tronco - perfis
11 – Tronco alargado na Base Direita: O sujeito mantém uma atitude opositora, quase constante e sistematicamente. Cauteloso, obstinado. 12 – Tronco alargado na Base Esquerda: O sujeito carrega a influência da figura materna e do seu passado pessoal e individual.

Tronco - perfis
13 – Tronco alargado na Base em Ambos os Lados: Devido a certos traumas, o sujeito vive sentimentos de contradição interior. Há nele uma notável diferença entre o seu pensar e o agir. Problemas para a aprendizagem, trôpega forma de pensar, transtornos no desenvolvimento. 14 - Tronco de Base Larga: Sujeito com necessidade de apoio, falta de segurança, temor à morte. Mais prático que teórico.

Tronco – Sombras
1 – Tronco Sombrio à direita: O sujeito é delicado no tratamento social, mas é importante destacar que o seu sombreado é produto de uma atitude violenta, então indicará agressividade para o outro. 2 – Tronco Sombrio à esquerda: O sujeito tem uma cota importante de fantasia, de sonho, de delicadeza, mas igual ao caso anterior, o seu sombreado é produto de uma atitude violenta, então indicará agressividade mas para si mesmo (autoagressão).

Tronco – Sombras
3 – Tronco com Sombreado Parcial ou Total: Estado de depressão, de solidão, de angústia. Quanto mais forte e marcado é o sombreado, mais nos indicará a tendência para o suicídio.

Tronco – Acentuações ou remates
1 – Tronco com Acentuação Direita: O sujeito vive em conflito com o meio que o rodeia. Se há excesso de ênfase indicará tendências obsessivas e agressivas. 2 – Tronco com Acentuação Esquerda: O sujeito dá importância maior ao seu mundo interior. Por tal razão a sua aproximação para o outro e a forma de enfrentar as situações será muito subjectiva.

Tronco – Casca

A casca constitui um elemento de protecção, é a cobertura do tronco. Esta superfície torna-se a zona de contacto entre o interior e o exterior, entre o eu e o mundo que os rodeia. Podemos pensar que a qualidade ou tipo de casca ou cobertura nos darão informação das diferenças que podem existir na atitude interior e no comportamento externo.

Tronco – casca
Casca Manchada. Sujeito que experimentou muito sofrimento na vida. Indicador de traumas, angústias, falta de claridade e de visão adiante. Visão negativa do futuro, geralmente baseada num passado doloroso e traumático que não lhe permite solidificar razões de esperança.

Tronco – casca
Casca em Linhas Angulares, Denteadas, Rectas, Agudas. Sujeito com uma grande susceptibilidade. Mordacidade, vulnerabilidade, obstinação, agressividade, reacção, sensibilidade à menor critica, pungente, rude.

Tronco – casca
Casca em Linhas Curvas, arqueadas, Arredondadas. Sujeito com facilidade para os contactos interpessoais, simpatia, carácter aberto, boa disposição para adaptar-se.

Tronco – contorno
Ambos os Contornos Ondulados. Sujeito com uma vivacidade saudável, de fácil adaptação ao ambiente, às circunstâncias. Se as ondulações são complicadas, com nó e cortes (ou outros acidentes) nos indicará que é um sujeito que escapa ou evita aqueles que se aproximam dele ou estão frente a si.

Tronco – contorno
Ambos os contornos Difusos, retocados, Soltos, Sem Unidade. Sujeito com uma grande cota de sensibilidade e sensitividade. Pode entender-se intuitivamente com o exterior ao mesmo tempo que tem boa disposição para identificar-se. Existe no sujeito uma confusão ou falta de claridade quanto aos seus limites (o eu para o outro, o eu para o objecto), poderá existir um conflito ou falta de claridade na identificação.

Tronco – contorno
Contorno Irregular à esquerda ou à Direita. Sujeito vulnerável. Existem certos conflitos, inibição, dificuldades na adaptação. Encontram-se este tipo de traços, em sujeitos teimosos, de carácter difícil, obstinado.

Tronco – contorno
Ambos os Contornos Angulares. Sujeito com uma forte oposição ao meio. Agressivo no contacto com os outros. Não se deixa penetrar. Difícil no contacto. Imposição violenta. Contornos do Tronco e de Copa Interrompida. Sujeito irritável, explosivo, nervoso, impulsivo, impaciente, frágil.

A Copa

A Copa da árvore representa a fantasia do sujeito, o tipo de actividade mental, o mundo do pensamento, a espiritualidade, e como o sujeito concebe a realidade. A copa encontra-se na parte superior do desenho, essa 1ª zona encontra-se dentro do espaço do super-ego. Então podemos dizer que toda a alteração ou conflito que o sujeito experimente no seu pensamento, se reflectirá nesta zona.

A Copa
A

copa é constituída por dois elementos que são: 1. A Folhagem. 2. Os ramos.

Copa – folhagem
Copa em Arcada com Cacho. Atitude defensiva acompanhada por diplomacia e sedução na forma de exteriorizar. Há no sujeito habilidade para esconder aquilo que não quer que seja conhecido, ou por defeito deixa as coisas a meio para dizer.

Copa – folhagem
Copa em Arcada. Indicador por excelência de atitude defensiva. São sujeitos com uma personalidade formal. Grande controlo com tudo aquilo que tem relação com a espontaneidade das emoções e dos sentimentos. Estes sujeitos fazem um grande esforço e empenham-se para causar boa impressão antes dos outros. Cuidam da sua imagem e filtram tudo aquilo que vão exteriorizar.

Copa – folhagem
Copa Grande ou Muito Grande. Em geral estas copas são desproporcionais; nos darão indicação de um sujeito extremamente imaginativo, narcisista, vaidoso, exibicionista.

Copa Pequena. Este tipo de copa é geralmente observado em crianças pequenas. Estas são normais até aos 8 a 10 anos, mas se aparecerem em jovens ou adultos, nos indicará regressão, fraqueza mental, infantilidade.

Copa – folhagem
Copa Aplanada na Zona Superior. Estes sujeitos encontram-se debaixo de grande pressão que causa efeito de complexo nele; eles podem levar a inibições importantes dentro de alguma área da sua personalidade. Copa Aplanada na Zona Direita. Indicador de que o sujeito experimenta uma sensação de vazio a qual interfere nas suas relações externas com o ambiente. Normalmente são sujeitos de personalidade triste e deprimida.

Copa – folhagem
Copa Aplanada na Zona Esquerda. Sentimento angustioso de vazio interior. Não encontra (ou é difícil fazer) significado para a sua vida. O futuro nem não apresenta grandes desafios nem esperanças. Não há horizontes nos seus planos.

Copa – folhagem
Copa Equilibrada. Este tipo de desígnios, podem dizer que não haverá algum detalhe que nos chame a atenção em especial. Existe aqui desde uma boa proporção já que não há predomínio de nenhum lado em especial. Será então indicador de boa relação do Eu-não Eu, evita, certo grau de transparência entre o que o sujeito mostra e o que é na verdade.

Copa – folhagem
Copa Comprimida nos Lados. Aqui há uma sensação de opressão, poderá também haver um sentimento de culpa que oprime o sujeito, e por conseguinte inibe a capacidade de reacção Copa Caída sobre o Tronco. Existem no sujeito falhas na vontade. Sentimentos de abandono e frustração.

Copa – folhagem
Cerca Bipolar. Este tipo de copas indicam ambivalência, dificuldade para definir-se (vê-se isto na sua religião, atitude, comportamento, ideologia, identidade, etc...) Em muitos casos poderia ser também uma personalidade utópica, imaginativa.

Copa – folhagem
Copa em Rolos. Há suavidade e cautela nestes sujeitos. Desejo de importância, necessidade de ver claro e concreto com a finalidade de iludir os seus próprios conflitos. Podem ser indicadores de sujeitos vivazes, evolutivos e calculadores.

Copa – folhagem
Copa em Rolos Densos. Não é uma personalidade agressiva. Sujeitos que dão excessiva importância às formas externas, às aparências.

Copa – folhagem
Copa em Espiral ou Círculos. De movimentos concêntricos que indicam um sujeito com sentimentos de opressão originados pelas normas sociais do ambiente que o rodeia, sente como se estivesse dentro de um labirinto. É importante determinar se estes traços foram Centrífugos (movimento para fora) ou Centrípetos (movimentos para dentro). No caso dos movimentos Centrífugos, incluiremos a ideia que este tipo de sujeitos procuram uma saída para aquela sensação de falta de respiração, de prisão, de pressão ambiental ou social. No caso dos movimentos Centrípetos, incluiremos a ideia de um sujeito cercado em si mesmo, narcisista, concentrado no seu próprio eu e nas suas angústias e vivências, tudo é dirigido para si mesmo, é encapsulado e não permite que qualquer coisa influencie isto.

Copa – folhagem
Copa em Nós.
Traços que indicarão atitude defensiva, ocultamento (como resultado de experiências negativas vividas no passado que fazem com que este tipo de sujeitos se mostrem cautelosos, desconfiados, reprimidos). Também aqui é reprimida a agressividade, o pensamento, o sentimento.

Copa – folhagem
Copa em Rede. Existe nestes sujeitos um estado importante de confusão. Figurativamente é como se estes fossem emaranhados nos seus pensamentos. É muito difícil a hora de decidir, têm uma personalidade muito complicada que é muito difícil de manejar.

Copa – folhagem
Copa em Finais angulosos. Indicador de agressividade, desejos de ferir, tendências para o crítico, irritabilidade.

Copa – folhagem
Copa em Forma de Trevo. Indicador de originalidade. Copa Parcialmente Sombria. Este tipo de sujeitos deseja brilhar, destaca certas ideias mas esconde outras. Certo grau de agressividade que controla obedecendo às normas estipuladas e aos princípios.

Copa – folhagem
Copa Totalmente Sombria. Sujeito completamente bloqueado por um forte estado angustioso. Copa em Forma de Círculos. Indicador importante de obsessividade e fraqueza mental. Nos casos de neurose obsessiva, os círculos são localizados com precisão maior e retoque ou revisão (devido a uma própria atitude anal nestes casos). Nos casos de fraqueza mental estes círculos são mais ovais e com pressão menor.

Copa – folhagem
Copa Filiforme. O contorno filiforme, igual nos casos de escritas filiformes, indica habilidade para evitar aquilo que lhe desagrada, diplomaci, forma masi ou menos fugidia para enfrentar os problemas.

Copa – folhagem
Copa Retocada. Sujeitos que tendem a esconder e consertar aquelas faltas feitas, com o propósito de evitar repreensões eventuais. É de lembrar que todo o retoque, emenda, manchado, sujidade.... podem ser indicativos de certas intoxicações, mas isto deve ser perfeitamente comprovado com outros indicadores dentro das escritas e do desenho.

Copa – folhagem
Copa em Forma de Lágrima Invertida ou Chama. Indicador de paixão, idealismo, ardor. Copa em Forma de Palmeira. Este tipo de desenhos reflecte um desejo forte de mudanças.

Copa – folhagem
Copa em Forma de Salgueiro Chorão. Caso oposto ao da copa em chama há desânimo motivado talvez pelas circunstâncias . Círculos dentro da Folhagem. Existe no sujeito uma procura de ressegurar de sensações e gratificantes (oralidade)

Copa – folhagem
Copa em Curvas Abertas. Sujeitos receptivos, abertos a novas situações e experiências. Aberto ao outro de um modo de boas-vindas. Copa Descendente. Indicador de desânimo, depressão, frustração, desejo de abandonar qualquer esforço empreendido ou não incluir-se num esforço novo. Motivações curtas.

Copa – folhagem
Copa em Forma de Larva. Certo grau de infantilidade, imaturidade, necessidade de apoio que reassegure o seu trabalhar. Copa Florida. Típico em sujeitos sentimentais, imaginativos. Indicador também de doçura e afecto.

Copa – folhagem
Copa em Ramadas, Péndulos e Caído. Sentimentos de solidão, de abandono, de frustração. Copa Fechada e vazia. Indicadora da presença de agressividade que não é manifestada

Copa – folhagem
Copa redonda com ramos Salientes. Este é o caso que Renee Stora denomina como "Esférico Puro" uma redonda protuberância (fazendo de copa) de onde partem uma quantidade de ramos ou braços em todo a direcção. Indica procura infantil de protecção. Copa Infantil. Desenho normal de meninos de 7 anos. A partir desta idade, se este tipo de desenhos for apresentado, será considerado como indicador de atraso mental.

Copa – ramos
Ramos de 1 Só Linha. Personalidade afável, morna. Sujeitos que tendem a fugir ao desagradável e o transformam ou embelezam. Também denota um certo grau de infantilidade. Ramos de 2 Linhas. Boa discriminação da realidade.

Copa – ramos
Ramos tridimensionais. Deseja salientar-se, originalidade.

Ramos Retorcidos. Sinal de sofrer, psicológico ou orgânico.

Copa – ramos
Ramos em Estereótipo. Estes são os casos típicos que se repetem num determinado motivo, o qual faz om que todos os ramos sejam iguais. Isto é normal em crianças entre 4 a 5 anos, superada esta idade pode ser indicativa de fraqueza mental. Se é uma árvore feita por um adulto, há que observar outros traços, não confirmando a debilidade mental, então entender-se-á como personalidade obsessiva.

Copa – ramos
Ramos em Zig-Zag. Sujeitos de personalidade firme, obstinada, rígida. Há grande tensão interna. Ramos como Ganchos opostos. Ideias contrapostas, contradição em áreas diferentes da vida do sujeito.

Copa – ramos
Ramos como Tubos Disseminados. Dificuldade para a tomada de decisões. Ramos abertos e Alargamento. Nível de receptividade e de expansão em aumento.

Copa – ramos
Ramos abertos e Fechados. Atitude introvertida frente ao mundo que o rodeia. Inibições, complexas. Ramos fechados. Desconfiança, cautela, tendência para se esconder.

Copa – ramos
Ramos caídos. Sentimento de falta de liberdade, opressão, declínio e falta de estímulo interno. Ramos brilhantes/radiantes. Dispersão. Sadismo (se o traço se dirige de dentro para fora), masoquismo (se o traço entra de fora para dentro).

Copa – ramos
Ramos paralelos e Abertos. Constância, expressividade, comunicação. Ramos para cima. Desejos de superação, excesso de fantasia (se toca a borda superior da folha).

Copa – ramos
Ramos Como Antenas. Indicador de sensibilidade, depressão. Ramos Como Postes de Telefone. Intenções de se mostrar como modelo a imitar embora na realidade sabe que não é já que existem nele grandes complexos que os quais deseja e procura esconder.

Copa – ramos
Ramos de Grossura Crescente e Fechada. Cóleras súbitas que podem ser mais ou menos previsíveis. Ramos em Forma de Cruz. Dissociação da realidade, pode indicar doença mental ou também estar devido ao consumo de algum medicamento alucinógenico.

Copa – ramos
Ramos com Redução de Diâmetro. Sentimentos de opressão e autodestruição. Ramos brotados. Personalidade hipersensível e em certos casos até exagerada. Também pode indicar um estado neurótico importante.

Copa – ramos
Ramos com Espinhos. Atitude defensiva que o sujeito adopta antes dos outros.

Raízes

As Raízes contribuem com informação importante, simbolizam os instintos, o mundo inconsciente do sujeito, ou seja, tem relação com os aspectos mais fundos do ser. As raízes encontram-se na terceira zona (ou área inferior, igual na escrita) eles nos dará conta do material, o físico, a vida terrestre, a sexualidade, o critério de realidade com que se maneja o sujeito o autor do desenho, a área do inconsciente.

Raízes
As raízes podem ser de dois tipos: 1) Raízes de UMA única linha – dão conta de uma atitude infantil que o sujeito adopta que está oculto para ele. 2) Raízes de linha DUPLA – dão conta de uma grande capacidade de discernimento na avaliação do sujeito frente à realidade. Também estamos frente a sujeitos conservadores, com dificuldades para mudar de opinião, tradicionais e com raízes muito fortes nas suas convicções.

Raízes
Raízes com a Mesma Longitude que o Tronco: Para este tipo de sujeitos, a curiosidade poderia resultar de grandes problemas. Raízes com menor Longitude que o tronco: Estes sujeitos têm um grau de curiosidade menor, embora de todas as formas desejam ver aquilo que está escondido para eles.

Raízes
Raízes com mais Longitude que o tronco: Estes sujeitos têm fortes inquietudes que pela forte intensidade deles lhes gera angústia. Também há preocupação excessiva pelo contacto com a realidade. Raízes cortadas: Presença de repressão sexual. Certo grau de indiferença instintiva.

Raízes
Raízes em Forma de Círculos: Há nestes sujeitos uma acentuação do instintivo, o qual pode leva-los ao destravamento.

Raízes
Raízes enterradas (não se vêem as raízes): Estes sujeitos são mais afectivos, mais quentes. Põem em acção a sua parte emotiva da personalidade antes da instintiva. De qualquer maneira são pessoas mais reprimidas inconscientemente, mostram só uma parte deles mesmos.

Solo
 No

Teste da Árvore, o SOLO constitui não só a linha base mas também a linha de sustentação.  Simbolicamente referimo-nos ao solo ou linha base ao que separa a coisa inconsciente (nós nos lembramos que as raízes estão nesta área, e que esta área inferior é a área da prevalência do Id) da coisa consciente.

Solo
É

necessária a sua presença no teste da árvore? A resposta é Sim.  A presença ou inclusão do solo no desenho da árvore é necessária, já que quando este não está incluído poderá estar representada, uma mão de sentimentos de insegurançaque experimenta o autor dos desenhos.

Solo
Árvore sem solo: Sujeitos inseguros, de carácter variável. Poderá dever-se ao sentimento de perda de um pouco de apoio afectivo importante (este último caso é transitório) Árvore sobre pequena Linha recta que Fecha o Tronco: Sujeitos de personalidade fechada, obstinados, teimosos. Repressão sexual.

Solo
Árvore em pequena Linha Convexa que Fecha o Tronco: Igual direcção à da linha de base na escrita, o sujeito começa os trabalhos dele, as relações, etc... com grande entusiasmo entretanto ele vai perder a energia, o interesse, decadências antes do primeiro obstáculo.

Solo
Linha de solo à distância: Em geral tratam-se de sujeitos distantes da realidade, o horizonte está demasiado distante do tempo. Também, podem encontrar-se este tipo de solos em pacientes hospitalizados por períodos longos, em adolescentes que convalescem em casa têm tempo mais que suficiente. Também é indicativo de passividade.

Solo
Árvore sobre solo UMA única Linha recta: Sujeito com GRANDE apego às normas e directiva, Aceita uma certa ordem e não lhe ocorre modificar de nenhuma forma.

Solo
Árvore em solo Seriado: Indicador de espontaneidade, comunicação. Se estas linhas normalmente chegarem até a borda das margens da folha, será então um indicador de impulsividade. Nalguns casos (deveria ser confirmado com outros indicadores no desenho ou na escrita) trata-se de sujeitos reservados.

Solo
Árvore sobre solo de Curvas interrompidas:Trata-se de sujeitos com uma personalidade definida, eles sabem o que querem, têm as suas próprias normas e regras. Têm necessidade de um ideal e ao mesmo tempo de manifestações afectivas ao meio que os rodeia

Solo
Árvore sobre solo Superior: sujeitos optimistas, de disposição boa, ambicioso. Árvore sobre solo Descendente: Indicador de declínio, pesar, abatimento, depressão, relutância,.

Solo
Árvore sobre solo em Forma de Ilha: Indicador de Desejos de solidão, independência, vaidade, autoadmiração, auto-protecção. Árvore sobre solo junto ao Tronco e Raízes: Falta de consciência, Pobre sentido de objectividade, Carácter primitivo.

Solo
Árvore sobre solo Sinuoso: Existe um sentimento e atitude de ambivalência entre a auto-protecção (ou defesa) e a receptibilidade (ou abertura) Árvore sobre solo de UM Monte: Desejos de ser idolatrado, adorado. Atitude Narcisista, se sobrevaloriza, Desejo de captar a atenção, os olhares dos que o rodeiam.

Grama

Conceito de grama: Simbolicamente e pelo seu local, cobre, esconde, oculta esses sentimentos que estão guardados na intimidade do sujeito, mas ao mesmo tempo salientam os mesmos. Debaixo da grama estão essas experiências, sentimentos, afectos, etc... que marcaram e eles marcam o nosso trabalhar, o nosso comportamento, a nossa personalidade. De acordo com as linhas que nós usamos ao elaborar a grama, isto terá um simbolismo particular.

Grama
Grama Sombria: Indicador de Ansiedade, Angústias, Depressão. Grama Sombria Muito Alto: Indicador de Medo da Morte, Ansiedade.

Grama
Grama com Numerosas Linhas a Direito: Indicador de Inquietude profissional, Ansiedade de Superação. Grama em Forma de Ângulos: Indicador de Sofrimento consciente, Agressividade.

Grama
Gramas misturadas: Indicador de Desconformidade, sujeitos que protestam contra tudo com verdadeira facilidade. Incerteza (mudam de trabalho facilmente, não podem estabelecer laços estáveis). Gramas desordenadas, Entrelaçadas: Indicador de Descontentamento, inconformidade.

Locais
O

que se entende por LOCAL? A posição do desenho na folha. Isto está relacionado com o lugar ou sitio onde o sujeito coloca o desenho dele. Este conceito também pode ser aplicado a outros testes gráfico.

Locais

Divide-se a folha onde o sujeito já desenhou a sua a árvore, em 4 (quatro) partes iguais, tanto na altura como na largura, ficando marcada da seguinte forma:

Locais
 Dá-se

um número a cada quadrante, e a interpretação será:

Locais

QUADRANTE 1 - POSIÇÃO TOTALMENTE À ESQUERDA: Neste caso, a árvore está posicionada na sua totalidade, na casa do lado esquerdo da folha, quer dizer, ocupando parte ou todo o sector demarcado com o número 1. Interpretação: Estes sujeitos são agarrados, sujeitados ao seu passado, para a mãe e a tudo aquilo que representa a imagem desta.

Locais

QUADRANTE 2 - POSIÇÃO À ESQUERDA COM TENDÊNCIA AO CENTRO: Aqui a árvore ocupará parte ou todo o sector demarcados com os números 1 e 2. Interpretação: Estes sujeitos apresentam um desejo de protecção a dobrar. Também existe uma necessidade de independência mas dentro de um ambiente ou meio nos quais estão protegidos

Locais
 QUADRANTE

3 - POSIÇÃO CENTRAL COM TENDÊNCIA À DIREITA: Neste caso a árvore, é posicionada no centro e com certa tendência ao lado direito da folha.  Interpretação: Isto indica o desejo que o sujeito tem numa reconciliação, um equilíbrio entre ele e o mundo que o rodeia.

Locais

QUADRANTE 4 - POSIÇÃO ESTRITAMENTE CENTRAL: Aqui a árvore está perfeitamente no centro da folha. Interpretação: Uma necessidade forte existe no sujeito de sistematizar, com certo rigor ou rigidez, as expressões da sua personalidade. Há um apego importante aos hábitos e costumes. Também há ausência de espontaneidade, de originalidade.

Locais

QUADRANTE 5 - POSIÇÃO TOTALMENTE À DIREITA: árvore posicionada nos quadrantes demarcados com o número 5. Interpretação: Estes sujeitos desejam descansar na figura de autoridade. São também aqueles casos de mulheres, mães que infundem insegurança em seu torno. Outro indicador também de procura, actividade, iniciativa

Locais

QUADRANTE 6 - POSIÇÃO ALTA: Aqui a árvore está totalmente na área superior da folha. Interpretação: Estes sujeitos estão compensando a depressão com a excitação. Estão na procura do auto-controle, existe um desejo forte e ambição de se impor sobre o outro. Outro indicador seria também a instabilidade.

Locais
 QUADRANTE

7 - POSIÇÃO BAIXA: Aqui a árvore é desenvolvida completamente na área inferior da folha. Há nestes sujeitos uma sensação de depressão importante, de abandono, de auto-censura, de incapacidade.

 Interpretação:

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