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DIRETORIA TÉCNICA

PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DA REDE

CP-001/2013

CRITÉRIO DE PROJETO
CP-001/2013 R-02

REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA


DE MÉDIA E BAIXA TENSÃO
FOLHA DE CONTROLE
Código
CRITÉRIO DE PROJETO CP-001
Página
I
REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA Revisão

DE MÉDIA E BAIXA TENSÃO 02


Emissão
JUN/2013

APRESENTAÇÃO
Este Critério de Projeto CP-001 tem por objetivo estabelecer os requisitos mínimos necessários
para elaboração de projetos de Redes de Distribuição Aéreas de Média e de Baixa Tensão do
Sistema Elétrico da Coelce de modo a assegurar as condições técnicas, econômicas e de
segurança necessárias ao adequado fornecimento de energia elétrica, .
Na concepção e elaboração do Projeto de Rede de Distribuição foi levado em consideração a
necessidade de se oferecer aos consumidores da Coelce uma boa qualidade de energia e serviço
dentro das exigências dos órgãos reguladores, de acordo com a legislação vigente e com a
tecnologia mais avançada do Setor Elétrico.
Foi dada especial atenção a segurança e estética de modo que a rede seja segura, tenha um bom
aspecto visual e seja integrada com o meio ambiente de modo a minimizar o impacto com os locais
onde for instalada.
Este Critério de Projeto CP-001 R-02, substitui o CP-001/2002 R-01 e cancela a DT-113/2006 R-01
(Alterações no Critério de Projeto CP-01/2002 - Rede de Distribuição Aérea de Média e de Baixa
Tensão).

Elaboração:
José Deusimar Ferreira
Antônio Ribamar M. Filgueira

Revisão:
Francisco Ernaldo da Silva Área de Normas de Distribuição

Equipe de Consenso:
Carlos Henrique Pinto Aragão Área de Normas de Distribuição
Edgney Sarvio Oliveira Holanda Área de Normas de Distribuição
Fábio da Rocha Ribeiro Área de Construção de Obras Rede MT - BT Fortaleza/Metropolitana
Francisco Antonio Mourão Área de Manutenção e Obras MT - BT Sul
Francisco Queiroz Magalhães Martins Área de Manutenção e Obras MT - BT Norte
José Gois da Silva Área de Engenharia da Rede MT/BT
Keyla Sampaio Câmara Área de Normas de Distribuição
Michael Herbert Rocha Andrade Área de Engenharia da Rede MT/BT
Nilo Sérgio Maia Área de Engenharia da Rede MT/BT
Paulo André Ribeiro Área de Engenharia da Rede MT/BT
Paulo Rodrigues Bastos Neto Área de Engenharia da Rede MT/BT
Ricardo Lima de Freitas Área de Construção de Obras Rede MT - BT Fortaleza/Metropolitana
Rogério Almeida Leite Área de Engenharia de Rede MT/BT
Rogério Silva Veneranda MRH
Romulo Thardelly Sales Área de Normas de Distribuição
Wellington Souza Área de Engenharia de Rede MT/BT

Apoio:
Jorge Luis Cruz dos Santos Área de Normas de Distribuição
José Mata III Área de Normas de Distribuição
Matheus Sousa Lucena Área de Normas de Distribuição
Sandra Lúcia Alenquer da Silva Área de Normas de Distribuição
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SUMÁRIO
1  OBJETIVO ............................................................................................................................................. 1 

2  REFERÊNCIAS NORMATIVAS ............................................................................................................. 1 

3  CAMPO DE APLICAÇÃO ...................................................................................................................... 2 

4  TERMINOLOGIA ................................................................................................................................... 2 

5  CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA ELÉTRICO ...................................................................... 7 

6  DISPOSIÇÕES GERAIS ........................................................................................................................ 8 


6.1  LOCALIZAÇÃO DAS LINHAS DE DISTRIBUIÇÃO DE MT E BT ............................................................................. 8 
6.2  CERCA ELETRIFICADA RURAL .................................................................................................................... 8 
6.3  SIMBOLOGIA DE PROJETO ......................................................................................................................... 8 
6.4  MATERIAIS UTILIZADOS ............................................................................................................................. 9 

7  PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO ........................................................................................ 9 


7.1  PLANEJAMENTO DAS OBRAS ...................................................................................................................... 9 
7.2  TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELA ÁREA DE PLANEJAMENTO ......................................................... 9 
7.3  TIPOS DE OBRAS A SEREM PLANEJADAS PELA ÁREA RESPONSÁVEL PELO PROJETO DE MT E BT ........................ 9 
7.4  CRITÉRIOS DE MÍNIMO DIMENSIONAMENTO TÉCNICO POSSÍVEL E MENOR CUSTO GLOBAL ............................... 9 

8  PROJETO DA REDE ........................................................................................................................... 10 


8.1  GERAL .................................................................................................................................................. 10 
8.2  PLANEJAMENTO BÁSICO .......................................................................................................................... 10 
8.3  LEVANTAMENTO DA CARGA ..................................................................................................................... 16 
8.4  PREVISÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DA CARGA ...................................................................................... 21 
8.5  CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACORDO COM A DENSIDADE DE CARGA ....................................................... 21 
8.6  CONFIGURAÇÃO BÁSICA DA REDE ............................................................................................................ 21 
8.7  INTEGRAÇÃO DA REDE AÉREA COM O MEIO AMBIENTE ............................................................................... 22 
8.8  REGULAÇÃO E SUPORTE DE TENSÃO ........................................................................................................ 22 
8.9  BANCO DE CAPACITORES ........................................................................................................................ 22 
8.10 APLICAÇÃO CONJUNTA DE BANCO DE REGULADORES E BANCO DE CAPACITORES ......................................... 23 
8.11 AUTOMAÇÃO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO ................................................................................................. 23 

9  DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO ....................................................................................................... 23 


9.1  TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO ..................................................................................................... 23 
9.2  REDE DE BAIXA TENSÃO ......................................................................................................................... 25 
9.3  REDE DE MÉDIA TENSÃO ......................................................................................................................... 26 
9.4  PROTEÇÃO E SECCIONAMENTO ................................................................................................................ 28 
9.5  IDENTIFICADOR DE FALHA ........................................................................................................................ 31 

10  ATERRAMENTO ................................................................................................................................. 31 


10.1 CONDUTORES DE ATERRAMENTO ............................................................................................................. 31 
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10.2 HASTES DE ATERRAMENTO...................................................................................................................... 31 


10.3 ATERRAMENTO NA MT ............................................................................................................................ 31 
10.4 ATERRAMENTO NA BT ............................................................................................................................. 32 
10.5 ATERRAMENTO DE CERCAS ..................................................................................................................... 32 
10.6 ATERRAMENTO EM ROCHAS .................................................................................................................... 32 
10.7 PROFUNDIDADE DA HASTE DE TERRA ....................................................................................................... 33 
10.8 CONEXÕES ............................................................................................................................................ 33 

11  DIMENSIONAMENTO MECÂNICO ...................................................................................................... 33 


11.1 ESCOLHA DE POSTES, ESTRUTURAS E CONDUTORES ................................................................................. 33 
11.2 ESTAIAMENTO ........................................................................................................................................ 34 
11.3 TRAVESSIAS E APROXIMAÇÕES ................................................................................................................ 35 

12  PROJETO ............................................................................................................................................ 37 


12.1 APRESENTAÇÃO DO PROJETO .................................................................................................................. 37 
12.2 ANÁLISE E ACEITAÇÃO DO PROJETO ......................................................................................................... 39 

13  EXECUÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA ................................................................................ 39 


13.1 LIMPEZA DA FAIXA DE SERVIDÃO .............................................................................................................. 39 
13.2 EXECUÇÃO DA OBRA .............................................................................................................................. 39 
13.3 ATUALIZAÇÃO DAS PLANTAS E CODIFICAÇÃO DE POSTES E ESTRUTURAS ..................................................... 40 
13.4 FISCALIZAÇÃO E COMISSIONAMENTO ........................................................................................................ 40 

14  ANEXOS.............................................................................................................................................. 40 


ANEXO A - FORMULÁRIO PARA LEITURA DE TRANSFORMADOR ............................................................................ 42 
ANEXO B - RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR ....................................................................................... 44 
ANEXO C - ORÇAMENTO RESUMO .................................................................................................................... 45 
ANEXO D - CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM BT ........................................................................................... 46 
ANEXO E - CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO EM MT........................................................................................... 47 
ANEXO F - TERMO DE SERVIDÃO E PERMISSÃO DE PASSAGEM EM PROPRIEDADE RURAL ....................................... 48 
TABELA 3: CARACTERÍSTICAS DO CONDUTORES DE COBRE NU (CCN) ................................................................ 49 
TABELA 4 : CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES DE ALUMÍNIO NU COM ALMA DE AÇO (CAA)............................... 49 
TABELA 5 : CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES DE LIGA DE ALUMÍNIO (CAL) .................................................... 49 
TABELA 6 : CARACTERÍSTICAS DOS CONDUTORES ANTI-FURTO........................................................................... 49 
TABELA 7: CONDUTORES DE ALUMÍNIO PROTEGIDO PARA REDE COMPACTA 15 KV ............................................... 50 
TABELA 8: CONDUTOR MULTIPLEXADO DE ALUMÍNIO ISOLADO EM XLPE 0,6 / 1 KV ............................................... 50 
TABELA 9: CONDUTOR MULTIPLEXADO DE COBRE ISOLADO EM XLPE – 0,6 / 1 KV ................................................ 50 
TABELA 10: POTÊNCIA DO TRANSFORMADOR A SER INSTALADO .......................................................................... 51 
TABELA 11: CARREGAMENTO MÁXIMO PERMITIDO EM TRANSFORMADORES.......................................................... 51 
TABELA 12: UTILIZAÇÃO DOS POSTES .............................................................................................................. 52 
TABELA 13: DIMENSIONAMENTO CONDUTOR PRÉ-REUNIDO X TRANSFORMADOR ................................................... 52 
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TABELA 14: POSTES PADRONIZADOS PARA MONTAGEM DE TRANSFORMADORES .................................................. 53 


TABELA 15: POSTES PADRONIZADOS PARA REDE DE DISTRIBUIÇÃO .................................................................... 53 
TABELA 16: TAXA DE CRESCIMENTO ANUAL ....................................................................................................... 53 
TABELA 17: DEMANDA DIVERSIFICADA EM KVA .................................................................................................. 54 
TABELA 18: DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT MONOFÁSICA ................................................................... 54 
TABELA 19: DIMENSIONAMENTO DA PROTEÇÃO DE BT TRIFÁSICA ....................................................................... 54 
TABELA 20: QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM BT (KVA POR 100M)..................................................................... 54 
TABELA 21: QUEDA DE TENSÃO UNITÁRIA EM MT (KΩ / KM – 13800V) ................................................................ 55 
TABELA 22: NÍVEIS DE TENSÃO ........................................................................................................................ 55 
TABELA 23: TRANSFORMADOR X ELO FUSÍVEL ................................................................................................... 55 
TABELA 24: FATORES DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES URBANOS ............................................................. 55 
TABELA 25: FATOR DE DIVERSIDADE PARA CONSUMIDORES RURAIS ..................................................................... 56 
TABELA 26: DISTÂNCIA ENTRE CONDUTORES DE CIRCUITOS DIFERENTES ............................................................. 56 
TABELA 27: AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E O SOLO ................................................................ 56 
TABELA 28: FATORES DE DEMANDA E FATORES DE CARGA DE CONSUMIDORES DE BT E MT ................................. 57 
DESENHO 001.01: TRAVESSIA SOBRE ÁGUAS NAVEGÁVEIS ............................................................................... 113
DESENHO 001.02: TRAVESSIA SOBRE LINHA FÉRREA ....................................................................................... 114
DESENHO 001.03: TRAVESSIA SOBRE RODOVIA............................................................................................... 115
DESENHO 001.04: FAIXA DE SERVIDÃO .......................................................................................................... 116
DESENHO 001.05: ATERRAMENTO DE CERCA EM ÁREA URBANA ........................................................................ 118
DESENHO 001.06: SECCIONAMENTO E ATERRAMENTO DE CERCAS PARALELAS E BIFURCADAS .............................. 119
DESENHO 001.07: SECCIONAMENTO E ATERRAMENTO DE CERCAS TRANSVERSAIS .............................................. 120
DESENHO 001.08: SECCIONAMENTO COM MOURÕES ....................................................................................... 121
DESENHO 001.09: CRUZAMENTO SOBRE CERCA ELETRIFICADA ......................................................................... 122
DESENHO 001.10: ATERRAMENTO DE MT E BT ............................................................................................... 123
DESENHO 001.11: POSTES EM ESQUINAS ....................................................................................................... 124
DESENHO 001.12: LADOS DA POSTEAÇÃO ...................................................................................................... 125
DESENHO 001.13: MODELO DE PLANTA .......................................................................................................... 126
DESENHO 001.14: RECONHECIMENTO ........................................................................................................... 130
DESENHO 001.15: MAPA CHAVE .................................................................................................................... 131
DESENHO 001.16: PERFIL PLANIALTIMÉTRICO ................................................................................................. 132
DESENHO 001.17: ZONA DE PROTEÇÃO DE HELIPONTO ................................................................................... 133
DESENHO 001.18: ZONA DE PROTEÇÃO DE AERÓDROMO ................................................................................. 136
DESENHO 001.19: SIMBOLOGIA DE PROJETO .................................................................................................. 139
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1 OBJETIVO
Estabelecer as etapas e requisitos mínimos necessários para elaboração de projetos de Redes de
Distribuição Aéreas de Média e de Baixa Tensão do sistema elétrico da Coelce, visando otimizar os
investimentos necessários para fornecimento de energia com qualidade e segurança.

2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS
Durante as etapas de planejamento, projeto e execução das redes de distribuição devem ser
observadas as seguintes normas, em suas últimas revisões ou outras pertinentes que vierem a ser
publicadas:

2.1 Legislação
PRODIST, Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional;
Resolução Normativa ANEEL Nº 414 de 09/09/2010, estabelece as condições gerais de fornecimento
de energia elétrica de forma atualizada e consolidada.

2.2 Norma Regulamentadora


NR 10, Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.

2.3 Normas Brasileiras – ABNT


NBR 5422, Projeto de linhas aéreas de transmissão de energia elétrica;
NBR 15688, Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus.

2.4 Normas Coelce


CE-002, Serviços de Topografia;
CP-003, Rede de Distribuição Rural Monofilar;
DT-042, Utilização de Materiais em Linhas de Distribuição Aéreas de MT e BT;
DT-138, Empreendimentos Habitacionais para Fins Urbanos Destinados às Famílias de Baixa Renda;
NT-001, Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição;
NT-002, Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição;
NT-003, Fornecimento de Energia Elétrica a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras;
NT-005, Fornecimento de Energia Elétrica a Condomínios Horizontais, Desmembramentos e
Loteamentos;
NT-007, Fornecimento de Energia Elétrica para Iluminação Pública;
PE-030, Instalações de Iluminação Pública;
PE-031, Rede Primária de Distribuição Aérea de Energia Elétrica Urbana e Rural;
PE-034, Estruturas Especiais;
PE-035, Rede Primária de Distribuição Aérea Rural Monofilar;
PE-036, Rede de Distribuição Aérea Transversal – DAT;
PE-038, Rede Secundária de Distribuição Aérea 380/220V;
PE-LAAT, Linha Aérea de Alta Tensão - LAAT Classe de Tensão 72,5 kV;
PM-01, Padrão de Material;
PEX-014, Construção de Linhas Aéreas de Média e Baixa Tensão Desenergizadas;
PEX-023, Inspeção em Redes de Média e Baixa Tensão;
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PEX-027, Desmatamento e Redesmatamento de Redes de MT e AT (15 e 72,5kV);


POP-010, Procedimento para Avaliação dos Níveis de Tensão em Alimentadores de Média Tensão;
PTO-004, Licenciamento Ambiental.

3 CAMPO DE APLICAÇÃO
Estes critérios aplicam-se aos projetos de extensão, reforço, reforma e melhoria de Redes Aéreas
de Distribuição de Média Tensão (13.800 Volts) e de Baixa Tensão (380/220 Volts) localizadas na
área de concessão da Coelce.

4 TERMINOLOGIA
4.1 Alimentador
Rede de Distribuição de Média Tensão que se origina a partir da subestação para fornecer energia
elétrica, diretamente ou por intermédio de seus ramais, transformadores de distribuição e/ou
consumidores.

4.2 Área de Planejamento


Área da Coelce responsável pelo planejamento expansão do sistema elétrico de AT e MT.

4.3 Área de Projetos


Área da Coelce responsável pela elaboração de projetos e orçamentos da rede de MT e BT.

4.4 Área de Obras


Área da Coelce responsável pela programação e execução de obras da rede de MT e BT.

4.5 Atestado de Viabilidade Técnica


Documento emitido pela Coelce que informa se o sistema elétrico de sua concessão é capaz de
suprir a demanda estimada pelo interessado e que indica a necessidade ou não de execução de
obras.

4.6 Automação de Rede de MT


Um sistema de automação da distribuição é uma combinação de subsistemas de automação que
habilitam uma empresa concessionária a monitorar, coordenar e operar alguns ou todos os
componentes do sistema elétrico em tempo real.

4.7 Baixa Tensão - BT


Limite de tensão nominal até 1.000 V. No sistema elétrico da Coelce a tensão nominal de Baixa
Tensão é de 220 V (fase-neutro) ou 380 V (fase-fase).

4.8 Cabo Coberto


É um condutor coberto com material polimérico, resistente ao trilhamento elétrico e às intempéries.
Não possui blindagem da isolação, portanto, não pode ser considerado cabo isolado.

4.9 Cabo Multiplexado ou Pré-reunido


É um cabo composto de vários condutores individualmente isolados e dispostos helicoidalmente
formando um único conjunto, utilizando um condutor mensageiro que serve de neutro e de
sustentação mecânica.

4.10 Carga Instalada


É a soma das potências nominais de todos os aparelhos, equipamentos e dispositivos instalados
nas dependências das unidades consumidoras, os quais, em qualquer tempo, podem consumir
energia elétrica.
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4.11 Consumidor Grupo A


Unidades consumidoras atendidas em tensão nominal de 13,8 kV.

4.12 Demanda Diversificada


Demanda resultante da carga, tomada em conjunto, de um grupo de consumidores.

4.13 Demanda Máxima


Maior demanda verificada durante um intervalo de tempo especificado.

4.14 Demanda Média


Razão da quantidade de energia elétrica consumida durante um intervalo de tempo especificado,
para esse intervalo.

4.15 Desmatamento
Compreende o corte e retirada da vegetação que se encontra na faixa de passagem da rede de
distribuição aérea a ser construída, com largura total de 6 m para rede de Média Tensão e de 3 m
para rede de baixa tensão, observando o disposto no Desenho 001.04.

4.16 Device Profile


Documento que descreve as funções do protocolo de comunicação que foram implementadas no
sistema e suas respectivas configurações.

4.17 Faixa de Servidão


Corresponde a faixa do terreno onde é localizada a rede de distribuição aérea, em toda a sua
extensão e cuja largura é determinada pela classe de tensão e estruturas utilizadas. A faixa de
servidão das redes rurais da Coelce corresponde a 3 m para redes de BT e 6 m para redes de MT,
sendo 1,5 m e 3 m para cada lado do eixo das redes de BT e de MT respectivamente. Em casos
excepcionais esta faixa pode ser alterada. Na área urbana, na maioria das situações, a faixa se
confunde com o arruamento já definido, devendo no entanto, serem atendidas as prescrições
mínimas de distância dos condutores aos obstáculos.

4.18 Fator de Carga


Razão entre a demanda média e a demanda máxima ocorrida no mesmo intervalo de tempo
especificado.

4.19 Fator de Correção Sazonal


Fator de correção da demanda diversificada dos consumidores residenciais e comerciais, com o
objetivo de se excluir a possibilidade de que a demanda medida não corresponda à máxima anual.

4.20 Fator de Demanda


Razão entre a demanda máxima e a carga total instalada em um intervalo de tempo especificado.

4.21 Fator de Diversidade


Razão entre a soma das demandas máximas individuais de um conjunto de equipamentos elétricos
ou instalações elétricas e a demanda máxima simultânea ocorrida no mesmo intervalo de tempo
especifico.

4.22 Fator de Potência


Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias
elétricas, ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado.
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4.23 Fator de Utilização


Razão entre a máxima demanda verificada pela capacidade nominal de um sistema.

4.24 Fator de Simultaneidade


Razão entre a demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou instalações
elétricas e a soma das demandas máximas individuais ocorridas no mesmo intervalo de tempo
especificado.

4.25 GOM.Net
Sistema desenvolvido pela equipe de Redesenho de Processos da Diretoria Técnica, juntamente
com as Gerências de Distribuição e Synapsis, com a participação de empresas parceiras. O sistema
possibilita o acompanhamento das atividades dos processos de projetos e obras de distribuição,
desde a gestão estratégica até as atividades de cada projetista, turma de construção e fiscais de
obras. O sistema está centrado na comunicação entre a concessionária e suas diversas empresas
parceiras, prestadoras de serviços de projetos, execução e fiscalização de obras. Toda a
comunicação é realizada por meio da intranet e GPRS, com o uso de Palm Top pelas equipes de
campo.

4.26 Mapa Chave


É a planta planimétrica da área a ser atendida, reduzida para a escala 1:5000.

4.27 Média Tensão - MT


Limite de tensão nominal acima de 1000 V e abaixo de 69 kV. No sistema elétrico da Coelce a
tensão nominal de MT é de 13,8 kV entre fases.

4.28 MRT
O Sistema Monofilar Com Retorno por Terra – MRT consiste em uma rede monofásica na qual a
terra substitui o condutor neutro. A vantagem do sistema é a utilização de um único condutor,
permitindo, por esta razão, maiores vãos entre as estruturas de apoio, face a inexistência da
limitação imposta pelo afastamento dos condutores e ao menor esforço lateral nos postes, produzido
pelo vento, acarretando por via de conseqüência, uma redução sensível no custo da rede.

4.29 Núcleo Populacional Rural


São aglomerados populacionais com número inferior a 20 unidades de construção, ocupando uma
área contínua, formando ou não arruamentos regulares.

4.30 Perfil Planialtimétrico


Representação planialtimétrica do terreno da área específica do projeto de uma Rede de Distribuição
Aérea Rural.

4.31 Planta Cadastral


É uma planta na escala 1:1000 contendo todos os detalhes físicos e elétricos necessários ao cálculo
do projeto da rede de distribuição.

4.32 Planta de Situação


É um desenho em escala adequada, com indicação do norte magnético e de pontos de referência
que permitam identificar o local de construção, ampliação ou reformada a Rede de Distribuição. Esta
planta deve apresentar pelo menos um ponto da rede da Coelce.

4.33 Ponto de Ligação


Ponto da rede de distribuição do qual deriva um ramal de ligação.
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4.34 Projeto de Extensão


Obras decorrentes de projetos que dão origem a novas redes ou crescimento das redes existentes
para atendimento a novas cargas elétricas.
Ressalta-se que as obras de extensão caracterizam-se por terem fundamentalmente a finalidade de
atender a novas cargas.
A construção de novos trechos para interligações de alimentadores ou com outras finalidades de
natureza operacional, não se considera como extensão.

4.35 Projeto de Reforço


São obras que atuam sobre as instalações existentes com a finalidade exclusiva de aumentar sua
capacidade, para que o componente não fique sujeito a um carregamento superior ao seu limite
físico.
Ex: Troca ou adição de novos transformadores, troca de condutores, troca de equipamentos; em
todos os casos por esgotamento das suas capacidades.

4.36 Projeto de Reforma


São obras que atuam sobre as instalações existentes, com a finalidade exclusiva de melhorar as
suas condições físicas, por razões de segurança, estética ou padronização.
Ex: Remanejamento de linhas e redes, troca de componentes deteriorados, troca de equipamentos
defeituosos.

4.37 Projeto de Melhoria


São obras que se caracterizam por modificações nas instalações existentes ou construção de novos
trechos com a finalidade de se obter condições operacionais mais vantajosas.
Estas condições tanto envolvem aquelas de natureza elétrica (continuidade, confiabilidade,
regulação de tensão, perdas) como de natureza econômica (custo operacional, energia não suprida
etc.)
Ex: Interligações para manobras, instalação de reguladores de tensão, bancos de capacitores,
seccionadores.

4.38 Ramal de Alimentador


Componente de um Alimentador de Distribuição que deriva diretamente de um tronco de
alimentador.

4.39 Ramal de Ligação


É o trecho do circuito aéreo compreendido entre a Rede de Distribuição de MT ou de BT da Coelce e
o ponto de entrega.

4.40 Rede de Distribuição Aérea Urbana - RDU


É a parte integrante do Sistema de Distribuição implantado dentro do perímetro urbano das cidades,
distritos, vilas e povoados.

4.41 Rede de Distribuição Aérea Rural – RDR


É um conjunto de linhas elétricas, com os equipamentos e materiais diretamente associados,
destinado à distribuição rural de energia elétrica.

4.42 Rede de Média Tensão


Rede de Distribuição que fornece energia elétrica aos transformadores, unidades consumidoras de
MT e/ou pontos de entrega sob a mesma tensão primária nominal.
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4.43 Rede de Baixa Tensão


Rede de Distribuição com origem no secundário dos transformadores de distribuição até os pontos
de ligação dos diversos consumidores de BT.

4.44 Sistema de Distribuição


É a parte do sistema de potência destinado ao transporte de energia elétrica, em média ou baixa
tensão a partir do barramento secundário de uma subestação (onde termina a transmissão ou
subtransmissão), até os pontos de consumo.

4.45 SCADA
Sistema de supervisão e controle que permite ao Centro de Controle do Sistema realizar comandos
e monitorar equipamentos e suas respectivas grandezas elétricas remotamente.

4.46 Sobrecarga
Incremento de carga adicional sobre o valor nominal, que pode ser imposto a um determinado
equipamento ou circuito.

4.47 Tronco Alimentador


Componente de um alimentador de distribuição que transporta a parcela principal da carga total.

4.48 Unidade Consumidora Nível “A”


Unidade consumidora de pequeno porte onde o consumo predominante seja o de iluminação
interior, incluindo neste nível os consumidores de baixa renda.

4.49 Unidade Consumidora Nível “B”


Unidade consumidora pertencente a consumidor de classe média, com utilização de aparelhos
eletrodomésticos convencionais.

4.50 Unidade Consumidora Nível “C”


Unidade consumidora pertencente a consumidor de classe média alta, com carga de iluminação
significativa, aparelhos de ar condicionado, chuveiros elétricos etc.

4.51 Unidade Consumidora Nível “D”


Unidade consumidora pertencente a consumidor de classe alta, onde haja abundância de iluminação
interna e externa, utilização de pequenas centrais de refrigeração ambiental e outros serviços
domésticos significativos.

4.52 Zonas de Corrosão Salina


As áreas de corrosão são classificadas de acordo com a proximidade da orla marítima em Zona
Moderada, Zona Mediana, Zona Severa e Zona Muito Severa e suas localizações estão definidas na
DT 042.
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5 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SISTEMA ELÉTRICO


O sistema elétrico de distribuição da Coelce é constituído basicamente por redes de distribuição de
MT a 3 (três) fios, transformadores de distribuição delta-estrela com neutro aterrado e redes de
distribuição de BT a 4 (quatro) fios, sendo 3 (três) fases e 1 (um) neutro.

A tensão nominal das redes de distribuição de MT é de 13.800 Volts entre fases e 13.800/ 3 Volts
fase-terra. A tensão nominal das redes de distribuição de BT é de 380 Volts entre fases e 220 Volts
fase-neutro, conforme Figura 1. Demais características são apresentadas na Tabela 1 e na Figura 1.
Tabela 1: Características Gerais do Sistema Elétrico da Coelce
Características Coelce
Freqüência 60 Hz
Nº de Fases 3
Sistema de Média Tensão (3 fios)
- Tensão Nominal 13,8 kV
- Tensão Máxima de Operação 15 kV
- Nível Básico de Isolamento na Subestação 110 kV
- Nível Básico de Isolamento no Sistema de Distribuição 95 kV
Capacidade de Interrupção Simétrica dos Equipamentos
- 16 kA
de Disjunção
Sistema de Baixa Tensão (dyn1)
- Tensão do Sistema Trifásico 380 V
- Tensão do Sistema Monofásico 220 V
Transformador de Corrente para Proteção
- Corrente Secundária 1/5A
- Fator de Sobrecorrente 20
Classe de Exatidão e Tensão Máxima do Enrolamento
- 10B200
Secundário
Transformador de Potencial para Proteção
13.800/√3 - 115/115/√3 V
- Relação do Transformador de Potencial (MT)
Enrolamento secundário com derivação.

Rede de Distribuição de MT Rede de Distribuição de BT


Tensão nominal: Tensão nominal:
- Fase-Fase: 13.800 Volts - Fase-Fase: 380 Volts
13.800 - Fase-Neutro: 220 Volts
- Fase-Neutro:
3
Transformador de Distribuição
Figura 1: Representação Básica do Sistema de Distribuição de MT e BT da Coelce
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6 DISPOSIÇÕES GERAIS
6.1 Localização das Linhas de Distribuição de MT e BT
6.1.1 As redes aéreas de distribuição de MT e BT devem ser instaladas em domínio público.
6.1.2 É necessária a assinatura do Termo de Servidão e Permissão de Passagem em Propriedade
Rural do Anexo F quando, em áreas rurais, não seja possível atender o item 6.1.1 e seja necessária
a construção de redes aéreas de distribuição em terrenos particulares.
6.1.3 As redes aéreas de distribuição de MT e BT podem ser construídas dentro dos limites dos
prédios de múltiplas unidades de consumo ou dos condomínios fechados, deste que atendam
respectivamente a NT-003 e NT-005.
6.1.4 Em todos os casos descritos nas alíneas acima, as redes de distribuição devem ser construídas
em locais que permitam à Coelce o livre acesso.
6.2 Cerca Eletrificada Rural
6.2.1 Finalidade da Cerca Eletrificada
Quanto a finalidade da cerca eletrificada devem ser observados os seguintes itens:
a) a finalidade da cerca eletrificada é manter animais confinados em uma determinada área ou
proteger propriedades contra o acesso de animais domésticos e selvagens;
b) em nenhuma hipótese deve ser usada para proteger a propriedade contra pessoas;
c) a cerca eletrificada deve ser projetada por profissionais especializados e construída por empresa
idônea, que possa dar garantia, assistência técnica e orientações quanto à operação do
equipamento;
d) o proprietário é responsável por qualquer anormalidade ou acidente que venha ocorrer na cerca
eletrificada e com as pessoas e animais que possam vir a se acidentar.
6.2.2 Recomendações de Segurança
Quanto a segurança da cerca eletrificada devem ser observadas as seguintes recomendações:
a) a cerca deve ser alimentada por meio de um eletrificador e não pode, em nenhuma hipótese, ser
eletrificada com energia diretamente da rede elétrica;
b) nas aproximações ou cruzamentos da rede elétrica sobre cercas eletrificadas devem ser
adotados os seguintes procedimentos:
– cercas paralelas devem ficar a uma distância mínima de 30 m do eixo da rede elétrica;
– nos casos onde for necessário cruzar a rede elétrica sobre a cerca eletrificada devem ser
colocados dois condutores de proteção paralelos acima da cerca, para evitar que em caso de
ruptura do condutor da rede este venha a cair sobre a cerca eletrificada;
– os dois condutores de proteção devem ter 60 m de comprimento, sendo 30 m para cada lado
da rede, devendo ser aterrados nas duas extremidades, conforme Desenho 001.09.
c) na utilização de cercas eletrificadas deve ser observado:
– devem ser fixadas placas a cada 50 m, com os dizeres: “CERCA ELETRIFICADA”;
– independente da sinalização, deve ser informado as pessoas da localidade sobre a existência
da cerca eletrificada;
– é necessária a manutenção periódica da cerca.
6.3 Simbologia de Projeto
Deve ser adotada a simbologia de projeto apresentada no Desenho 001.19.
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6.4 Materiais Utilizados


Devem ser utilizados exclusivamente os materiais e equipamentos padronizados no Padrão de
Material e nas especificações técnicas em vigor na Coelce. A instalação dos materiais e
equipamentos deve seguir o critério de grau de corrosão estabelecido na DT-042.
Devem ser utilizadas as estruturas padronizadas nos padrões de estruturas: PE-030, PE-031,
PE-034, PE-035, PE-036 e PE-038.

7 PLANEJAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO


7.1 Planejamento das Obras
Todas as obras de redes de distribuição de MT e BT devem ser precedidas de um adequado
planejamento, antes de seu projeto e construção, devendo ser realizado pela área de planejamento
ou área responsável pelo projeto de MT e BT, de acordo com o porte da obra. A área responsável
pelo projeto de MT e BT deve fazer o planejamento da rede de acordo com as recomendações
contidas neste CP. Em casos excepcionais, a área de planejamento pode adotar outros critérios não
relacionados neste CP.
7.2 Tipos de obras a serem planejadas pela Área de Planejamento
Deve ser feito o planejamento e emitido o respectivo Atestado de Viabilidade Técnica – AVT, para as
seguintes obras:
a) obras de atendimento a consumidores individuais do Grupo A ou empreendimentos que se
enquadrem nos critérios para solicitação de atestado de viabilidade técnica definido nas normas
técnicas: NT-002, NT-003 e NT-005;
b) redes de distribuição de MT aérea com extensão total superior a 10 km ou com potência instalada
(capacidade de transformação) a partir de 150 kVA no interior e 300 kVA em Fortaleza;
c) obras de redes subterrâneas que interfiram na rede existente da Coelce ou outras obras
consideradas especiais;
d) com cargas que possam causar perturbações no sistema ou cargas muito sensíveis a variações
de tensão, independente da potência.
7.3 Tipos de obras a serem planejadas pela área responsável pelo projeto de MT e BT
As obras que não se enquadrem no item 7.2 devem ter um planejamento básico efetuado pela área
responsável pelo projeto de MT e BT, com o objetivo de que a rede seja construída com mínimo
dimensionamento técnico possível e menor custo global.
7.4 Critérios de Mínimo Dimensionamento Técnico Possível e Menor Custo Global
7.4.1 O projeto elaborado deve considerar os critérios de mínimo dimensionamento técnico possível e
menor custo global, conforme as normas e padrões disponibilizados pela Coelce, assim como
daquelas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, naquilo que couber e não dispuser
contrariamente à regulamentação da ANEEL.
7.4.2 Os projetos de rede de distribuição devem levar em consideração para atendimento ao
fornecimento de energia elétrica os materiais, equipamentos, padrões de estruturas, tipo de rede
que possuam especificações técnicas mínimas que propiciem ao solicitante qualidade adequada ao
uso da energia elétrica. Deve-se ainda observar o que se segue:
a) o mínimo dimensionamento técnico deve contemplar obras estritamente necessárias para o
atendimento a unidade consumidora;
b) somente deve ser permitida a inclusão de obras não relacionadas ao atendimento (com finalidade
do aproveitamento do tempo de execução de obra), quando for possível a segregação destes
custos de forma a não interferir onerosamente para o solicitante;
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c) independente da forma como o solicitante requereu seu atendimento, o projeto inicial deve ser
elaborado e apresentado com mínimo dimensionamento técnico e mínimo custo global;
d) para atendimento através de Micro-Sistema Isolado de Geração e Distribuição de Energia Elétrica
– MIGDI ou Sistema Individual de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente - SIGFI,
devem ser observados os critérios de mínimo dimensionamento técnico e mínimo custo global
descritos na legislação pertinente.

8 PROJETO DA REDE
8.1 Geral
A elaboração do projeto deve abranger as seguintes etapas;
– planejamento básico;
– cálculo elétrico;
– cálculo mecânico;
– apresentação do projeto.
8.2 Planejamento Básico
8.2.1 Planejamento Básico da Rede
O planejamento básico da rede deve ser efetuado pela área responsável pelo projeto e consiste na
determinação do tipo de projeto a ser desenvolvido. Este planejamento deve permitir um
desenvolvimento progressivo da rede dentro da expectativa de crescimento da localidade a ser
atendida.
O planejamento básico deve seguir as etapas:
a) devem ser obtidas plantas de situação da localidade ou área em estudo, através de plantas já
existentes ou através de um novo levantamento topográfico ou aerofotogramétrico. Nesta etapa
devem ser solicitados a Prefeitura mapas ou plano diretor da localidade ou área de estudo para
facilitar a elaboração da plantas de situação;
b) o levantamento topográfico é necessário para projetos com extensão a partir de 3000 m ou o
terreno for acidentado ou sinuoso ou quando a vegetação não permita a averiguação do terreno;
c) deve ser realizado um levantamento em campo para complementar ou corrigir as informações
obtidas na planta cadastral.
8.2.2 Obtenção de Dados Preliminares
Devem ser levantados os aspectos peculiares da área em estudo, observando-se:
a) grau de urbanização da área;
b) características das edificações;
c) arborização das ruas;
d) dimensões dos lotes;
e) tendências regionais;
f) comparação com áreas semelhantes que tenham dados de carga e taxa de crescimento
conhecidas;
g) planos diretores governamentais e dos órgãos de meio ambiente para a área;
h) levantamento da carga;
i) previsão da taxa de crescimento da carga;
j) aquisição das plantas, mapas e projetos aprovados;
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k) classificação da área quanto ao grau de agressividade salina conforme DT-042.


8.2.3 Aproximação de Aeroportos e Helipontos
Para projeto e construção de rede nas proximidades de aeroportos, campos de pouso e helipontos,
é necessária uma Consulta Técnica ao órgão responsável, pertencente ao Comando da
Aeronáutica. Posteriormente deve ser solicitada a este mesmo órgão uma Licença para Projeto e
Construção da Obra, devendo ser observadas as distâncias mínimas de segurança apresentadas
nos desenhos 001.17 e 001.18.
8.2.4 Traçado da Rede Aérea Rural
No traçado da rede aérea rural devem ser observadas as recomendações citadas nos itens 8.2.4.1 a
8.2.4.5, procurando atender, no mínimo, 3 (três) dessas recomendações.
8.2.4.1 Menor Distância
A rede deve preferencialmente seguir estradas. Caso não seja possível este traçado, deve-se
percorrer as menores distâncias, desviar de áreas de plantios, construções, rios, lagos e outros
obstáculos, visando obter uma rede com um menor custo e menor impacto sobre o meio ambiente.
8.2.4.2 Apoio Rodoviário e Facilidade de Acesso
A rede deve ser projetada próxima a estradas e locais de fácil acesso, para facilitar sua construção e
manutenção, devendo-se restringir ao mínimo possível as travessias sobre rodovias, ferrovias,
gasodutos, etc.
8.2.4.3 Maior Número de Consumidores
O traçado deve procurar áreas com maior número de consumidores e áreas com cargas mais
significativas.
8.2.4.4 Melhor Suporte Elétrico
Deve ser verificado qual o alimentador mais adequado para derivar a nova rede, obedecendo aos
estudos do planejamento para a área.
8.2.4.5 Traçado / Tipos de Obstáculos
O traçado deve contornar os seguintes tipos de obstáculos:
– picos elevados de montanhas e serras: quando for inevitável cruzar áreas montanhosas, deve-se
procurar locais de menor altura e buscar sempre o traçado das curvas de nível do terreno. Devem
ser escolhidos locais onde a rede cause menor impacto visual com o meio ambiente;
– terrenos muito acidentados: deve-se evitar terrenos muito acidentados, para não ser necessária a
utilização de estruturas especiais e facilitar a construção, operação e manutenção;
– áreas de reflorestamento;
– mato denso: as áreas de mato denso devem ser contornadas a fim de se evitar desmatamentos e
impacto ambiental;
– pomares: implantar postes, de preferência fora das áreas de cultivo, procurando situá-los nas
divisas dos terrenos;
– lagos, lagoas, represas e açudes;
– locais impróprios para implantação de postes, tais como terrenos pantanosos, terrenos sujeitos a
alagamentos, marés ou erosão;
– terrenos com inclinação transversal superior a 50%;
– locais com alto índice de poluição atmosférica;
– locais onde normalmente são detonados explosivos;
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– loteamentos: nos casos em que forçosamente o traçado tenha que atravessar loteamentos,
devem ser aproveitados os arruamentos a fim de se evitar possíveis indenizações, devendo a
rede ser construída em padrão urbano;
– edificações e benfeitorias em geral: não devem ser feitas travessias sobre edificações,
procurando sempre contorná-las, a fim de evitar desapropriações;
– aeródromos, campos de pouso e helipontos: caso seja necessário passar próximo a aeródromos,
campos de pouso e helipontos devem ser observadas as recomendações constantes nos
desenho 001.17 e 001.18;
– áreas de preservação ambiental: deve-se evitar áreas de preservação ambiental. Quando não for
possível, deve ser realizado um estudo individual para se encontrar uma solução que cumpra a
legislação e equilibre os fatores técnico, econômico e de integração com o meio ambiente. Neste
caso, deve ser anexado ao projeto uma cópia da Licença Prévia emitida pelo órgão de controle
do meio ambiente (Ex: Guaramiranga, Jericoacoara, Parque de Ubajara, etc.). É importante
lembrar que a Licença Prévia não autoriza o início das obras e nem o de qualquer outro tipo de
atividade. Deve ser observada a necessidade da emissão da Licença de Construção e a Licença
de Operação e Manutenção;
– áreas de riqueza paisagística: deve-se evitar zonas que mesmo não sendo consideradas de
preservação ambiental, mas que por sua riqueza e singularidade paisagística ou por sua
relevância histórica (parques naturais, monumentos históricos e artísticos, topo de montanhas,
zonas turísticas, etc.) devem ser protegidas contra elementos que distorçam sua visão e
diminuam seu valor natural.
8.2.5 Traçado de Redes Urbanas
8.2.5.1 Rede de Baixa Tensão
As diretrizes básicas que devem orientar na elaboração do traçado da rede aérea urbana de baixa
tensão são:
a) deve-se evitar o traçado em frente a igrejas, paisagens e monumentos históricos de forma a não
interferir com o seu visual;
b) deve ser localizado no lado da rua com menor arborização. Nas ruas onde não haja arborização
optar pelo lado da sombra;
c) deve-se procurar localizar a rede sempre de um mesmo lado da rua, evitando o traçado em
zig-zag e voltas desnecessárias, sem prejuízo das alíneas “a” e “b”;
d) deve ser localizado, de preferência, no lado da rua em que não haja galerias de águas pluviais,
esgotos, construção com sacadas, ou outros obstáculos que possam interferir na construção da
mesma;
e) não cruzar em nenhuma hipótese o terreno particular, com exceção dos casos previstos no item
6.1.3;
f) se possível, evitar ruas e avenidas com tráfego intenso de veículos;
g) não cruzar praças e outras áreas de lazer, sempre que possível;
h) evitar a proximidade de sacadas, janelas e marquises, mesmo respeitadas as distâncias de
segurança indicadas no PE-031.
8.2.5.2 Rede de Média Tensão
Para o traçado de alimentadores e seus ramais nas redes urbanas, devem ser seguidos os
princípios definidos no item 8.2.5.1 além dos prescritos abaixo:
a) o caminhamento dos alimentadores deve favorecer a expansão do sistema, obedecendo a
modelos propostos pelo planejamento;
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b) procurar sempre utilizar arruamentos já definidos, se possível, com meio-fio;


c) evitar ângulos desnecessários;
d) acompanhar a distribuição das cargas, levar em conta as suas previsões de crescimento e
procurar atribuir a cada alimentador áreas de dimensões semelhantes;
e) procurar equilibrar a demanda entre os alimentadores;
f) evitar trechos paralelos do mesmo alimentador em uma via;
g) evitar circuitos duplos;
h) procurar ruas que ofereçam facilidades de derivação dos ramais de alimentadores;
i) evitar ruas e avenidas de orla marítima;
j) não cruzar terrenos particulares;
k) considerar o máximo aproveitamento da rede existente nos projetos de reforma;
l) os ramais devem ser, sempre que possível, dirigidos em sentido paralelo uns aos outros em ruas
diferentes, orientados de maneira a favorecer a expansão prevista para a área por eles servidos.
8.2.6 Locação da Posteação
8.2.6.1 Geral
Após a definição dos traçados das redes de MT e de BT, da seção dos condutores e da posição dos
equipamentos de proteção e manobra, devem ser locados em planta os postes necessários
obedecendo aos critérios básicos dos itens 8.2.6.2 e 8.2.6.3.
8.2.6.2 Posteação em Rede de Distribuição Rural
Quanto a locação dos postes em rede rural, deve-se observar alguns fatores, como se segue:
a) os postes de transformadores devem estar situados no centro de carga;
b) devem ser verificados os pontos de derivações de ramais;
c) devem ser localizados em pontos de fácil acesso;
d) deve-se evitar cruzamento de ferrovias e rodovias.
8.2.6.3 Posteação em Rede de Distribuição Urbana
Quanto a locação dos postes em rede urbana, deve-se observar alguns fatores, conforme a seguir:
a) os postes não devem ser locados em frente à entrada de garagens e guias rebaixados (meio fio);
evitar sempre que possível, a locação dos mesmos em frente a anúncios luminosos, marquises e
sacadas;
b) projetar sempre que possível vãos de 35 m a 45 m;
c) onde existir somente rede de MT com condutores nus, podem ser utilizados inicialmente vãos de
70 m a 80 m, prevendo-se futuras intercalações de postes.
d) as redes aéreas compactas de MT com condutores protegidos, projetadas em casos
excepcionais, devem utilizar vãos com comprimento de até 40 m. Vãos com comprimentos
superiores necessitam de análise criteriosa dos esforços;
e) locar a posteação sempre na divisa dos lotes, edificações etc;
f) a fim de se obter uma distância maior para marquises, sacadas e anúncios luminosos,
recomenda-se o uso de afastadores para redes de BT, e utilização de cruzetas do tipo meio-beco,
beco ou estrutura de afastamento para redes de MT;
g) locar os postes visando atender também o projeto de iluminação pública;
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h) em ruas com largura até 20 m, incluindo-se os passeios, os postes podem ser locados sempre de
um mesmo lado (locação unilateral) observando, se for o caso, a seqüência da rede existente;
i) quando não houver posteação, deve ser avaliado qual o lado mais favorável para implantação da
rede, considerando o lado menos arborizado e que tenha maior número de edificações, o que
deve acarretar menos execução de travessias de ramais de ligação. Deve-se observar, no
entanto, que os postes devem ser locados de forma que permita atender aos consumidores com
o ramal de ligação com comprimento máximo de 30 m, quando não existir poste auxiliar. Na
existência de poste auxiliar o ramal de ligação pode ter comprimento máximo de 40 m. Caso isto
não seja possível, podem ser utilizadas duas alternativas de projeto que devem depender das
circunstâncias físicas locais:
– conservar a posteação unilateral diminuindo os espaçamentos entre estes;
– projetar posteação bilateral alternada.
j) ruas com larguras compreendidas entre 20 m e 30 m, incluindo-se os passeios, podem ter
posteação bilateral alternada, ou seja, esta deve ser projetada com os postes na metade do vão
da posteação contrária, conforme Desenho 001.12;
k) ruas com larguras superiores a 30 m, incluindo-se os passeios, podem ter posteação bilateral
frontal, conforme Desenho 001.12;
l) independente da largura da rua, deve ser projetada posteação bilateral, quando houver
necessidade da instalação de 2 (dois) alimentadores, dando-se preferência a esta solução do que
a alternativa de projetar circuito duplo;
m) pode ser utilizada também a posteação bilateral para atender aos níveis de iluminação do projeto
de iluminação pública. Neste caso, o arranjo deve ser do tipo posteação bilateral frontal;
n) evitar o uso de postes em esquinas, principalmente em ruas estreitas, inferiores a 10 m, e sujeitas
a trânsito intenso de veículos. No caso de reforma é permitida a locação de postes em esquinas,
desde que se mantenha o alinhamento dos mesmos;
o) os cruzamentos e derivações em esquinas, para redes congestionadas ou para atender o uso
compartilhado de postes com as redes de telecomunicação podem ser feitos com a implantação
de 2 (dois) ou 3 (três) postes e de modo conveniente para que sejam mantidos os afastamentos
mínimos de condutores e que não haja cruzamento em terrenos particulares, conforme
Desenho 001.11.
8.2.7 Plantas
8.2.7.1 Geral
Devem ser obtidas plantas cadastrais da localidade ou área em estudo, através de cópias de plantas
já existentes, confiáveis e atualizadas ou através de um novo levantamento topográfico ou imagens
de satélites.
8.2.7.2 Planta de Situação
Nesta planta deve constar traçado das ruas, avenidas ou rodovias, indicação do norte magnético e
outros pontos de referência significativos, que permitam identificar o local onde deve ser construída,
reformada ou ampliada a rede de distribuição, em desenho com escala adequada. Nas obras
localizadas no interior do Estado e Região Metropolitana indicar também, município, localidade,
estradas de acesso, a subestação e o alimentador de onde deriva a rede e os códigos do CSI
(Controle do Sistema do Interior) das estruturas locadas antes e depois da derivação. Nas obras
localizadas em Fortaleza indicar a subestação e o alimentador de onde deriva a rede e os códigos
do CSC (Controle do Sistema da Capital) das estruturas locadas antes e depois da derivação.
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8.2.7.3 Mapa Chave


O mapa-chave deve ser utilizado para traçar o circuito em MT e BT e locar os transformadores,
tendo como finalidade, dar uma visão geral da rede elétrica.
Deve conter representação planialtimétrica, a orientação do Norte Magnético, detalhamento do
ponto de derivação (indicando o nome do alimentador existente, poste, estrutura e ângulo).
Em áreas rurais deve indicar a diretriz da RDR, assinalar em graus os pontos de deflexão e saída
dos ramais, todas as edificações que representem ou não pontos de carga, com a numeração
correspondente, indicação das redes de MT e de BT, representar os transformadores em simbologia
de projeto padronizada no Desenho 001.19, além de todos os acidentes referidos no item 8.2.7.7.
O mapa chave deve conter ainda um quadro resumo que mostre, por prancha, a extensão dos
circuitos primário e secundário, a quantidade de transformadores e a potência total instalada e a
quantidade de unidades consumidoras atendidas.
O desenho do mapa chave deve ser feito por processo computacional podendo ser aceito, na escala
1:5.000. Ver exemplo no Desenho 001.15.
8.2.7.4 Planta Cadastral
A planta cadastral deve ser elaborada conforme padrão ABNT, e nela deve constar:
a) traçado das ruas e avenidas;
b) nome das ruas, avenidas e praças;
c) indicação das edificações, destacando as igrejas, cemitérios, colégios, indústrias, etc.;
d) situação física das ruas, de preferência com definição de calçamento existente, meios fios e
outras benfeitorias;
e) acidentes topográficos e obstáculos mais destacados que poderão influenciar na escolha do
melhor traçado da rede, tais como: pontes, viadutos, ferrovias, rios, canais, galerias, sacadas de
edifícios, marquises etc.;
f) detalhes da rede de distribuição existente, destacando-se:
– posteação: altura, resistência mecânica e estrutura utilizada;
– condutores: natureza e bitola ou seção;
– transformadores: potência e número de fases;
– iluminação pública: tipo e potência das lâmpadas;
– ramais de ligação em MT: seção e tipo dos condutores ( aéreo, subterrâneo ou misto);
– extensão de vãos.
g) indicação das linhas de transmissão e redes de distribuição, especificando as respectivas tensões
nominais;
h) redes de telecomunicações e outros.
8.2.7.5 Perfil Planialtimétrico
O perfil planialtimétrico é utilizado em Redes de Distribuição Rural – RDR e é destinado à locação
das estruturas e à representação planimétrica das redes e deve ser feito por processo
computacional, na escala horizontal de 1:5000 e na escala vertical de 1:500, conforme Desenho
001.16. Deve conter:
a) no desenho do perfil: a numeração das estacas, representadas em divisões de 10 em 10
unidades. Além disto, devem ser registradas, em linha vertical, as cotas representativas do relevo
do terreno;
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b) na vista planimétrica: os detalhes a seguir enumerados, desde que contidos na faixa de servidão
da rede e ainda as edificações que representem ou não unidades consumidoras, distanciadas do
eixo da rede de cerca de 100 m:
– indicação de estradas de rodagem municipais, estaduais, federais e ferrovias;
– todos os caminhos, rios, córregos, açudes, lagoas, etc..;
– todas as linhas de transmissão, redes de distribuição linhas de comunicação;
– indicação de cercas contendo o número e o tipo de fios de arame;
– divisões de propriedades, alturas, tipo de vegetação e solo;
– detalhes dos pontos de saída e chegada da rede, com indicação do alimentador existente, do
ângulo de derivação, poste e estrutura correspondente;
– núcleos populacionais;
– indicação das estacas, características de deflexão e saída de ramais;
– indicação de campos de pouso e aeroportos.
8.2.7.6 Reconhecimento
O reconhecimento tem por objetivo coletar dados em campo para se estabelecer o traçado definitivo
da Rede de Distribuição Rural. O técnico incumbido do levantamento cadastral deve orientar o
topógrafo na localização de todos os pontos de carga dos interessados, bem como os pontos dos
suportes viários existentes. Na inexistência de estrada, a locação deve ser realizada através de
picadas, e evitar o corte da vegetação. No reconhecimento deve ser elaborada planta conforme
exemplo do Desenho 001.14 e deve constar também:
a) ponto de derivação (designação da RDR existente, estrutura, tipo e numeração do poste);
b) acidentes notáveis, tais como: açudes, rios, rodovias, ferrovias, serras, etc;
c) unidades consumidoras aptas a serem ligadas, unidades consumidoras em construção e
indicação de terrenos sem imóveis.
Com base nas plantas fornecidas pelo reconhecimento, a Área de Engenharia da Rede deve
determinar as diretrizes da Rede de Distribuição Rural em toda sua extensão, onde qualquer
alteração neste traçado, deve ser efetuada mediante prévia autorização por escrito daquela área.
8.2.7.7 Levantamento Topográfico
Consiste na determinação planialtimétrica do terreno, ao longo do caminhamento de toda a Rede de
Distribuição Rural. Neste levantamento devem ser determinados os acidentes considerados
relevantes à elaboração do projeto, quais sejam: cruzamento de estradas de ferro e rodagem, redes
de comunicação e de energia elétrica, pontes, campo de pouso, tipos e características de cercas,
edificações contidas na área do projeto e outros acidentes notáveis. A regulamentação destes
procedimentos estão contidos no CE-002.
8.3 Levantamento da Carga
8.3.1 Consumidores Especiais
Devem ser analisados separadamente os consumidores que possuem cargas que provocam
flutuação de tensão na rede, no início ou durante o período de funcionamento.
As cargas a serem levantados são:
a) aparelhos de raios x;
b) máquinas de solda;
c) fornos elétricos a arco;
d) fornos elétricos de indução com compensação por capacitores;
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e) motores de potências elevadas ( superiores a 50 cv);


f) retificadores e equipamentos de eletrólise;
g) outros que provoquem perturbações.
8.3.2 Iluminação Pública
Devem ser assinalados, na Planta Cadastral, a potência e tipo das lâmpadas, conforme simbologia
de projeto do Desenho 001.19. Os projetos de Iluminação Pública devem ser elaborados conforme
prescrições contidas na Norma Técnica NT-007.
8.3.3 Rede de Baixa Tensão
8.3.3.1 Processo por Medição
As medições devem ser efetuadas no horário considerado de carga máxima da área em estudo,
observando as recomendações seguintes:
a) as medições nos transformadores devem ser efetuadas conforme as áreas predominantes a
seguir:
– áreas residenciais: em áreas predominantemente residenciais as medições devem ser
efetuadas em dias úteis, entre 18:30 h e 20:30 h, devendo ser preenchido o Anexo A. A
sobrecarga máxima admissível num período de 2 h é de 40%, conforme Tabela 11;
– áreas comerciais: em áreas predominantemente comerciais as medições devem ser efetuadas
em dias úteis, entre 09:00 h e 11:00 h ou entre 15:00 h e 17:00 h, devendo ser preenchido o
Anexo A. A sobrecarga máxima admissível num período de 4 h é de 20%, conforme Tabela 11;
– áreas heterogêneas: em áreas com características heterogêneas onde coexistem favelas,
prédios de apartamentos, consumidores residenciais, comerciais ou outras atividades é
necessário segregar as demandas dos consumidores residenciais dos demais e efetuar as
medições destes conforme disposto no processo por medição em consumidores, conforme
alínea b do item 8.3.3.1;
– áreas de sazonalidade: em áreas sujeitas a grande variação de demanda devido a
sazonalidade (pólos turísticos) as medições dos transformadores devem ser efetuadas em
períodos e horários supostamente considerados de máxima demanda. Na impossibilidade de
serem efetuadas medições neste período deve ser adotado um fator de majoração que
depende das informações disponíveis na região em relação ao comportamento da demanda
na área.
– áreas homogêneas: em áreas de características homogêneas devem ser medidos cerca de
40% dos transformadores da área em estudo. A demanda média por consumidor deve ser
calculada conforme a seguinte fórmula:

DMc =
∑ ( DMt ) kVA
Nc
Onde:
– DMc = demanda média por consumidor em kVA;
– ∑ (DMt) = somatório das demandas dos transformadores medidos em kVA;
– Nc = número de consumidores ligados às redes de BT servidos pelos transformadores.
As medições devem ser efetuadas simultaneamente na saída dos transformadores,
indicando os resultados em formulário próprio, do Anexo A. O valor máximo da demanda
por transformador deve ser determinado como segue:
( IA + IB + IC )
DMt = × VM ( kVA)
1000
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Onde:
– IA, IB, IC = correntes medidas nas fases A, B e C em ampère;
– VM = tensão medida entre qualquer fase e neutro, em volts.
b) Consumidores: para as medições em consumidores não residenciais e residenciais deve ser
considerado:
– consumidores não residenciais: os consumidores não residenciais que apresentam demanda
significativa, tais como oficinas, serrarias etc., devem ser medidos individualmente no mesmo
período considerado de demanda máxima da área em estudo.
– demais consumidores não residenciais, tais como pequenos bares, lojas etc., devem ser
considerados como consumidores nível B de acordo com a Tabela 17.
– os consumidores residenciais devem ter suas demandas médias calculadas de acordo com a
seguinte fórmula:

DCr = DMt −
∑ ( DCnr ) (kVA)
Fdiv
Onde:
– DCr = demanda dos consumidores considerado residenciais em kVA;
– DMt = demanda máxima medida do transformador;
– ∑(DCnr) = somatório das demandas máximas dos consumidores não residenciais em kVA;
– Fdiv = fator de diversidade característico do grupo de consumidores de acordo com as
Tabelas 24 e 25
– a demanda média de cada consumidor considerado residencial deve ser calculada conforme
fórmula:

DMc =
∑ DCr (kVA)
Ncr
Onde:
– Ncr = número de consumidores considerados residenciais.
– áreas comerciais: para áreas predominantemente comerciais, as demandas devem ser
determinadas de preferência através de medições diretas no ramal de ligação de cada
consumidor, no horário considerado de demanda máxima.
8.3.3.2 Processo Estimativo
O processo estimativo para cálculo das demandas de consumidores residenciais e não residenciais,
de baixa tensão deve ser conforme a seguir:
a) Consumidores Residenciais: para a estimativa da demanda dos consumidores residenciais
devem ser adotados os valores individuais de demanda diversificada em kVA, correlacionando o
número e o nível de consumidores no circuito, de acordo com a Tabela 17.
b) Consumidores não Residenciais: para a estimativa da demanda dos consumidores não
residenciais podem ser utilizados dois métodos, conforme disponibilidade de dados existentes.
– 1º Método: a estimativa dos valores da demanda para consumidores em função da carga total
instalada, ramo de atividade e simultaneidade de utilização dessas cargas, deve ser
determinado como se segue:
CLxFdem
DCnr = (kVA)
Fp
Onde:
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– DCnr = demanda dos consumidores não residenciais;


– CL = Carga ligada em kW;
– Fdem = Fator de Demanda típico, conforme Tabela 28;
– Fp = Fator de Potência
– 2º Método: A estimativa da demanda deve ser realizada com base no consumo extraído dos
dados de faturamento. É prudente que se tome a média do consumo dos consumidores num
período de tempo de 3 (três) meses. O cálculo deve ser realizado conforme fórmula:
CM
DCnr = (kVA)
730 × FC × FP
Onde:
– CM = Consumo Médio do consumidor em kWh;
– FC = Fator de Carga Típico, de acordo com a Tabela 28.
Nestes casos a demanda de iluminação pública deve ser calculada separadamente e adicionada à
demanda estimada dos consumidores.
8.3.3.3 Processo Computacional
A determinação da demanda deve ser efetuada através dos relatórios estatísticos obtidos a partir do
consumo mensal de cada unidade ligada à rede de BT.
Neste caso a demanda de iluminação pública deve ser calculada separadamente e adicionada a
demanda estimada dos consumidores.
8.3.3.4 Determinação da Demanda Estimada por Poste
Com base na Tabela 17 deve ser concentrada por poste da rede secundaria a demanda
diversificada dos consumidores nele ligados, de acordo com a seguinte fórmula:

DMp = ∑ ( Cic x ni ) + Dip (kVA)


Onde:
– DMp = demanda máxima diversificada por poste em kVA;
– ∑ ( Cic x ni ) = somatório das demandas individuais diversificadas dos consumidores em
kVA, por nível característico de acordo com a Tabela 17 vezes o Nº de consumidores
individuais (ni) ligado a circuito;
– Dip = demanda de iluminação pública em kVA. Esta demanda será obtida somando-se as
potências nominais das lâmpadas de iluminação pública ligadas ao poste.
Nesta expressão devem ser computadas também as cargas dos consumidores especiais,
considerando como demanda a sua carga nominal.
8.3.4 Rede de Média Tensão
8.3.4.1 Processo por Medição
As medições na rede de média tensão devem ser efetuadas, observando as recomendações
seguintes:
a) tronco de alimentadores: devem ser utilizados os relatórios de acompanhamento de subestações
emitidos mensalmente pela área de operação e manutenção da alta tensão. Se estes relatórios
não estiverem disponíveis, devem ser efetuadas medições de corrente por fase na saída do
alimentador em estudo. A demanda deve ser calculada de acordo com a fórmula:

D ALIM = 3 × VN × I MED (kVA)


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Onde:
– DALIM = demanda máxima do alimentador em kVA;
– VN = tensão nominal da rede em kV;
– IMED = corrente medida em ampère.
A medição deve ser efetuada, de preferência, por um período mínimo de 24 h, com a rede
operando em sua configuração normal em dia de carga típica. Em áreas onde o ciclo de carga é
conhecido pelas características dos consumidores da região, a medição pode ser efetuada no
período considerado da demanda máxima através de aparelhos de registro instantâneo.
b) ramais de alimentadores: devem ser efetuadas medições de corrente máxima no início da
derivação dos ramais. A demanda deve ser calculada com a fórmula expressa no processo por
medição em tronco de alimentadores, alínea “a”;
c) consumidores ligados em MT: A demanda máxima deve ser obtida dos dados de faturamento do
consumidor. Na falta desta informação, este valor deve ser obtido conforme prescrito no processo
por medição em tronco de alimentadores, alínea “a”;
d) edificações: devem ser efetuadas medições de corrente nas três fases, de preferência com
medidor eletrônico, durante um período mínimo de 24 h e proceder para o cálculo da demanda,
segundo o processo de medição em tronco de alimentadores, alínea “a”.
8.3.4.2 Processo Estimativo
O processo estimativo para cálculo das demandas de média tensão deve ser conforme a seguir:
a) tronco de alimentadores: a estimativa da demanda máxima deve ter como base os resultados
obtidos na demanda máxima dos ramais, segundo o que prescreve o processo estimativo para
ramais de alimentadores, indicado abaixo na alínea “b”;
b) ramais de alimentadores: a estimativa da demanda máxima de ramais deve ser feita através da
demanda máxima, obtida na saída da subestação e rateando esta demanda proporcionalmente à
capacidade nominal dos transformadores, de acordo com o que segue:

FDEM =
Dma1 DTd = FDEM × Ptrafo(kVA)
Ptrafo
Onde:
– Dma1 = Demanda máxima do alimentador em kVA;
– Ptrafo = Somatório das potências nominais dos transformadores, em kVA;
– DTd = Demanda do transformador de distribuição para qualquer potência nominal, em kVA;
– FDEM = Fator de Demanda médio do alimentador.
c) consumidores ligados em MT: a demanda deve ser obtida através da carga instalada do
consumidor aplicando-se um fator de demanda típico, segundo sua atividade, expressa na
Tabela 28.
8.3.5 Estimativa da Carga em Rede de Distribuição Rural
8.3.5.1 Investigação Preliminar e Levantamento Cadastral
É a análise prévia das condições locais abrangendo características tais como: carga em potencial,
condições de suprimento do sistema elétrico existente (rede de MT, BT, transformadores),
organização fundiária e atividades econômicas da região, identificação dos potenciais unidades
consumidoras nas proximidades, características de cargas. Esta análise é efetuada através de
informações obtidas por meio do preenchimento de formulário “Relatório de Investigação Preliminar”
contido no Anexo B.
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8.4 Previsão da Taxa de Crescimento da Carga


8.4.1 Taxa de Crescimento em RDU
As taxas de crescimento da carga em redes de distribuição urbana devem seguir as prescrições a
seguir:
a) áreas com edificações compatíveis com a sua localização e totalmente construídas: deve ser
adotada uma taxa de crescimento de 5% ao ano;
b) áreas com edificações compatíveis com a sua localização e não totalmente construídas: deve ser
adotada uma taxa de crescimento de 10% ao ano;
c) áreas com edificações não compatíveis com a sua localização: deve ser adotada uma taxa de
crescimento igual ou superior a 15% ao ano. Este é o caso típico de residência monofamiliares
em áreas com tendência para construção de prédios de apartamentos.
Na Tabela 16 estão caracterizados os fatores de multiplicação de demanda em função da taxa de
crescimento. Desta maneira, dependendo das condições de crescimento da área, as demandas
individuais calculadas no item anterior devem ser multiplicadas pelos fatores da Tabela 16, em cujos
resultados serão baseados os cálculos dos dimensionamentos das seções dos condutores, das
redes de MT e de BT, bem como do carregamento final do transformador;
A fixação do horizonte do projeto de pequeno crescimento deve ser estabelecida pelo projetista, com
o horizonte mínimo de 10 (dez) anos.

8.4.2 Taxa de Crescimento de Carga em RDR


A Tabela 16 fornece o fator de multiplicação para determinação da demanda e consumo final, em
função da taxa de crescimento e do período de projeção considerado. A fixação do horizonte do
projeto deve ser estabelecido em função da perspectiva do crescimento da carga na área ou ainda
com base na variação percentual do consumo médio característico da região.
8.5 Classificação das Áreas de Acordo com a Densidade de Carga
As áreas, de acordo com a densidade de carga, estão classificadas em:
a) áreas rurais de muito baixa densidade: menor que 0,5 MVA / km2;
b) áreas rurais de baixa densidade: maior que 0,5 e menor que 1,5 MVA / km2;
c) áreas urbanas de baixa densidade: menor que 2,0 MVA / km2;
d) áreas urbanas de média densidade: de 2 a 6 MVA / km2;
e) áreas urbanas de alta densidade: 6 a 10 MVA / km2;
f) áreas urbanas de muito alta densidade: maior que 10 MVA / km2.
8.6 Configuração Básica da Rede
8.6.1 Rede de Baixa Tensão
A configuração da rede de BT deve ser radial simples.
8.6.2 Rede de Média Tensão
A configuração da rede de MT pode ser radial simples ou radial com recurso de acordo com o grau
de continuidade de serviço e da importância da carga ou localidade a ser atendida.
Para a escolha da configuração básica, devem ser observadas as seguintes recomendações:
a) radial simples: este tipo de configuração deve ser adotado em áreas onde as próprias
características da distribuição de carga forçam o traçado dos alimentadores em direções distintas,
tornando antieconômico o estabelecimento de pontos de interligação;
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b) radial com recurso: este tipo de configuração deve ser adotado em áreas que requeiram um
maior grau de continuidade de serviço, devido a existência de consumidores especiais tais como
hospitais, centros de computação, etc., e sempre que 2 (dois) ou mais alimentadores sigam a
mesma direção. Este tipo de configuração caracteriza-se pelos seguintes aspectos principais:
– existência de interligação, normalmente aberta, entre alimentadores adjacentes da mesma ou
de subestações diferentes;
– previsão de reserva de capacidade em cada alimentador para absorção de carga de outro
alimentador em caso de defeito;
– limitação do número de consumidores interrompidos e diminuição do tempo de interrupção em
relação a configuração radial simples, quando da ocorrência de defeito ou manobra.
8.7 Integração da Rede Aérea com o Meio Ambiente
As redes elétricas aéreas têm apresentado um grande crescimento, principalmente nos centros
urbanos, tendo em vista que passaram a compartilhar o espaço público e a posteação com os mais
diferentes serviços, como redes de telecomunicação, redes de TV a cabo e redes para transferência
de dados. Como conseqüência da grande quantidade de cabos e acessórios existentes na rede, tem
surgido problemas de segurança, problemas estéticos e conflito com o meio ambiente.
É muito importante que o traçado da rede e elaboração do projeto seja precedido de uma visita ao
local da obra, com a finalidade de conhecer as dimensões dos problemas de integração da rede
elétrica com o meio ambiente e sejam estudadas as melhores alternativas para que o projeto
apresente a maior integração possível com o meio ambiente e cumpra a legislação em vigor.
Deve-se levar em consideração que o aspecto exterior das instalações elétricas é um fator muito
relevante para a boa imagem da Coelce junto aos consumidores e ao público em geral, portanto,
devem ser construídas com bom acabamento e estética de modo a minimizar o impacto com os
locais onde a rede for instalada.
8.8 Regulação e Suporte de Tensão
8.8.1 A implantação de bancos de reguladores de tensão deve obedecer aos estudos específicos,
com base nas condições de carga e tensão existentes no alimentador, a fim de satisfazer as
exigências contidas no PRODIST ou legislação posterior que a substitua.
8.8.2 Todo projeto deve ser elaborado de modo que a tensão fique dentro dos limites permitidos, sem
necessidade da instalação de reguladores de tensão.
8.8.3 Nos alimentadores muito extensos ou que atendam áreas de baixa densidade de carga a
regulação de tensão dentro das faixas estabelecidas deve ser feita através da instalação de
reguladores de tensão com anuência da Área de Planejamento.
8.8.4 Quando uma área abastecida por redes com reguladores de tensão atingem sua demanda
máxima ou estejam comprometendo de forma significativa a qualidade do fornecimento de energia
devem ser analisadas as alternativas da construção de um novo alimentador, instalação de uma
nova subestação ou mudança no nível de tensão.
8.9 Banco de Capacitores
A implantação de bancos de capacitores fixos ou automáticos, devem obedecer aos estudos
específicos, a fim de que o fator de potência atenda às recomendações contidas na Resolução
Nº 414 da ANEEL ou legislação posterior que a substitua.
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8.10 Aplicação Conjunta de Banco de Reguladores e Banco de Capacitores


Na aplicação conjunta de bancos de reguladores de tensão e bancos de capacitores deve ser
observado o posicionamento de um em relação ao outro de acordo com o que está definido no
projeto. Esta observação também é válida quando já existir um desses bancos instalado no
alimentador. Deve-se verificar no projeto a posição de um em relação ao outro.
8.11 Automação da Rede de Média Tensão
8.11.1 A necessidade de automatizar uma rede deve ser identificada pelas áreas de manutenção dos
regionais de acordo com o grau de confiabilidade e continuidade do serviço requerido. Após
avaliação do custo-benefício deve ser informada à área responsável pela manutenção das proteções
e automação.
8.11.2 Os equipamentos instalados na distribuição devem possuir interface de comunicação com o
sistema SCADA através de protocolo DNP 3.0. O perfil do protocolo deve atender ao que está
disposto no "Device Profile" do SCADA da Coelce. O meio de comunicação utilizado deve ser,
preferencialmente, rádio digital.

9 DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO
9.1 Transformadores de Distribuição
9.1.1 Localização dos Transformadores
Como critério geral os transformadores devem ser instalados no centro de carga de sua área de
abrangência. Na existência de carga concentrada significativa esse critério geral deve ser
reavaliado. Além disto, devem seguir as seguintes prescrições:
a) os transformadores devem ser locados de maneira que, em nenhum caso, o comprimento do
circuito secundário exceda a 400 m, respeitando-se as quedas de tensão máximas estabelecidas;
b) a posição de montagem do transformador em relação a via pública deve estar de acordo com o
PE-038;
c) evitar instalar transformadores em postes com ângulos;
d) não instalar transformadores em postes próximos as esquinas;
e) não instalar transformadores em frente a edificações com marquises e sacadas;
f) não devem ser instalados transformadores em postes onde haja derivação de rede de MT;
g) não instalar transformadores próximo a postos de gasolina e a áreas de armazenamento de
materiais inflamáveis;
h) nas zonas urbanas o transformador pode ser instalado no eixo do alimentador ou fora do mesmo,
observando os critérios de distância mínima de segurança em relação a outras redes ou
edificações;
i) nas zonas rurais devem ser instalados transformadores, preferencialmente, fora do eixo de
alimentadores ou em ramais das redes de distribuição que transporte uma parcela importante da
carga;
j) quando os transformadores forem instalados no eixo de alimentadores ou em ramais das redes
de distribuição que transporte uma parcela importante da carga, devem ser utilizadas chaves
seccionadoras nas áreas de corrosão severa e muito severa ou grampo de linha viva nas demais
áreas, na conexão da rede de MT para as chaves fusíveis dos transformadores;
k) deve ser evitado instalar transformadores em circuito duplo, em caso excepcionais, quando for
instalado nas redes convencionais, devem ser instalados em postes que garantam os
afastamentos mínimos de segurança e quando instalados em redes compactas é permitido
instalar em poste 12m;
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l) não locar transformadores em terrenos de difícil acesso, como aqueles que se caracterizem por
possíveis acidentes topográficos pronunciados ou condições especiais de solo, que não permitam
o uso de equipamentos usuais de serviço, durante a construção e manutenção;
m) não é permitido a instalação de transformador do tipo monobucha no eixo de redes convencionais
bifásicas ou trifásicas.
9.1.2 Potência Nominal dos Transformadores
As potências dos transformadores devem ser conforme itens a seguir:
a) transformadores monofásicos ou monobucha: fase-terra (MRT) 10 kVA;
b) transformadores bifásicos: fase-fase 10 kVA;
c) transformadores trifásicos: 15; 45; 75; 112,5; 150; 225 e 300 kVA.
9.1.3 Escolha do Número de Fases do Transformador
Para escolha do número de fases do transformador devem ser adotadas as seguintes prescrições :
a) transformador trifásico: nas áreas urbanas de média, alta e muito alta densidade de carga;
b) transformador bifásico: nas áreas urbanas e rurais de baixa densidade de carga;
c) transformador monofásico ou monobucha: nas redes MRT existentes com densidade de carga
muito baixa.
Antes da instalação de transformadores bifásicos ou monofásicos avaliar se existem unidades
consumidoras que possuam equipamentos que necessitem alimentação trifásica e se não há
previsão de aumento de carga em médio prazo, a fim de que seja evitado a ampliação prematura de
monofásico para trifásico.
9.1.4 Escolha da Potência Nominal do Transformador
9.1.4.1 Projeto de Extensão de Rede
PTR = ∑ DM P × 1,3

Onde:

∑DMP = demanda máxima diversificada por poste calculada, segundo o subitem 8.3.3.4
9.1.4.2 Projeto de Reforma de Rede
- Em áreas com baixa e média taxa de crescimento:
PTR = DMT X 1,3
- Em áreas com alta taxa de crescimento:
PTR = DMT X 1,5
Onde:
DMT : é demanda máxima medida do transformador, segundo o subitem 8 3.3.1.
9.1.5 Potência e Carregamento dos Transformadores a Serem Instalados
9.1.5.1 Projeto de Extensão de Rede
Para projetos de extensão de redes, devem ser verificados os itens a seguir:
a) preferencialmente, devem ser projetados circuitos pequenos, com transformadores de 15 kVA a
112,5 kVA;
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b) excepcionalmente, apenas nos casos de alta ou muito alta densidade de carga, onde no mínimo
60% da carga esteja concentrada em até um raio máximo de 45 m do transformador, podem ser
projetados transformadores de 150 kVA a 300 kVA;
c) o uso de transformadores de 225 kVA e 300 kVA deve ser feito, somente quando as condições de
carga e de espaço físico local não permitirem a instalação de dois transformadores de menor
potência;
d) não é permitido projeto de novas redes do tipo MRT derivando de redes bifásicas ou trifásicas;
e) podem ser projetadas novas redes do tipo MRT derivando de redes MRT existentes, devendo
ainda obedecer as prescrições do CP-003.
9.1.5.2 Projeto de Reforma de Rede
Para projetos de reforma de redes, devem ser verificados os itens a seguir:
a) Carregamento Máximo:
– o carregamento máximo permitido é de 1,40 da potência nominal, no período de 2 h em áreas
predominantemente residenciais e de 1,20 da potência nominal, no período de 4 h em áreas
predominantemente comerciais, conforme Tabela 11;
– identificada a sobrecarga do transformador, somente deve ser executado o desmembramento
do circuito secundário, quando a queda de tensão medida em qualquer ponto da rede de BT
for igual ou superior a 7,5%. Havendo sobrecarga e a queda de tensão não atingir 7,5% será
obrigatório a substituição do transformador por outro de maior potência, respeitando-se os
limites estabelecidos na alínea “b” deste item. Os valores limites de carregamento estão
indicados na Tabela 11;
b) Substituição de Transformadores:
– os transformadores a serem instalados em substituição aos que apresentarem sobrecarga,
devem ficar com o carregamento máximo de 80% e serem escolhidos conforme Tabela 10;
– sempre que for necessário substituir um transformador por sobrecarga, deve ser efetuada
inspeção no circuito secundário e observado se a rede está compatível com a potência do
transformador a ser instalado;
c) Desmembramento do Circuito de BT:
– quando existir concentração de carga superior a 135 kVA no poste do transformador e seus
adjacentes para transformadores de 225 kVA;
– quando existir concentração de carga superior a 180 kVA no poste do transformador e seus
adjacentes para transformadores de 300 kVA.
NOTA 1: Não é necessário desmembramento do circuito secundário de transformador de até 150 kVA.
9.2 Rede de Baixa Tensão
9.2.1 Condutores Padronizados
Devem ser utilizados em todas as redes de Baixa Tensão condutores pré-reunidos, de cobre ou de
alumínio, conforme Tabelas 8 ou 9, obedecendo as áreas de instalação, conforme as
recomendações da Decisão Técnica DT-042.
9.2.2 Níveis de Tensão
9.2.2.1 Os limites de variação de tensão de fornecimento em baixa tensão, no ponto de entrega de
energia, estão contidos no Módulo 8 do PRODIST, devendo se situar em relação à tensão nominal,
conforme Tabela 22.
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9.2.2.2 O limite de queda de tensão permissível nos diversos pontos da rede de BT são:
- ramal de ligação: 1,0%;
- rede secundária: 6,0%;
- transformador: 2,0%.
9.2.2.3 O cálculo da queda de tensão deve ser efetuado com as cargas determinadas no item 8.3.
9.2.2.4 O processo de cálculo está baseado no coeficiente de queda de tensão em % de kVAx100m.
9.2.2.5 A metodologia está apresentada no Anexo D, Cálculo de Queda de Tensão em BT.
9.2.2.6 As colunas a serem preenchidas na planilha são:
- A: designação do trecho;
- B: comprimento do trecho em 100 m e seus múltiplos;
- C: carga distribuída no trecho (carga levantada x taxa de crescimento + IP ) em kVA;
- D: carga acumulada no fim do trecho em kVA;
- E: produto kVA (C/2 + D) x B;
- F: tipo de circuito e bitola dos condutores;
- G: coeficiente da queda de tensão unitária ( kVA / 100 m ), obtida da Tabela 20;
- H: queda de tensão percentual no trecho, obtido pelo produto das colunas E e G;
- I: queda de tensão percentual total, obtida para cada ponto extremo de um trecho pela
soma da queda nesse trecho com a queda acumulada até o trecho anterior.
9.2.2.7 Como exemplo de aplicação do cálculo de queda de tensão para um circuito secundário
observar o Anexo D.
9.3 Rede de Média Tensão
9.3.1 Condutores Padronizados
A rede de Média Tensão pode ser em cabos de cobre nus - CCN, cabos de Alumínio com Alma de
Aço – CAA, cabos em Liga de Alumínio - CAL ou Cabos de Alumínio Cobertos – CAC, conforme
Tabelas 3, 4, 5, 6 e 7.
9.3.2 Escolha dos Condutores da Rede de Média Tensão
9.3.2.1 Condutores de Cobre Nu – CCN
Os condutores de cobre nus devem ser utilizados nas redes de MT localizadas em ambientes
sujeitos a corrosão salina severa e muito severa.
No interior do Estado instalar até 5 km da orla marítima e em Fortaleza nas áreas tipo C e B2,
indicadas na DT-042.
Devem ser utilizados os condutores indicados na Tabela 3.
9.3.2.2 Condutores de Aço Cobre - CAC
Os condutores de aço cobre podem ser utilizados em substituição aos condutores de cobre nu, em
regiões com alta incidência de furtos de condutores.
Devem ser utilizados os condutores indicados na Tabela 6.
9.3.2.3 Condutores de Alumínio com Alma de Aço – CAA
Os condutores de alumínio com alma de aço devem ser utilizados nas redes de MT localizadas em
áreas de corrosão desprezível ou moderadas. No interior do Estado instalar a partir de 20 km da orla
marítima e em Fortaleza nas áreas tipo A, conforme indicado na DT-042. Devem ser utilizados os
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condutores indicados na Tabela 4. Como alternativa, nessas áreas, pode ser utilizado os seguintes
condutores:
a) Condutor em Liga de Alumínio (6201) sem Graxa (CAL): devem ser utilizados nas redes de
distribuição de média tensão, localizadas em áreas de corrosão desprezível e mediana. No
interior, instalar a partir de 5km da orla marítima e em Fortaleza nas áreas tipo A e B1. Devem ser
utilizados os condutores indicados na Tabela 5;
b) Condutores de Alumínio Nu sem Alma de Aço (CA): devem ser utilizados nas redes de
distribuição de média tensão somente em área urbana, onde os vãos são menores e
conseqüentemente a tração nos mesmos é reduzida.
9.3.2.4 Condutores de Aço Alumínio – CAAL
Podem ser utilizados como alternativa aos condutores de alumínio com alma de aço, em regiões
com alta incidência de furtos de condutores.
Aplicados nas redes de distribuição MRT na seção 1x8AWG (FAL), conforme padronizado no
desenho 213.02 do PM-01 da Coelce. Podem ser utilizados como alternativa aos condutores de
alumínio com alma de aço (CAA) 4AWG e 1/0AWG, em regiões com alta incidência de furtos de
condutores. Devem ser utilizados os condutores indicados na Tabela 6.
9.3.2.5 Condutores de Alumínio Cobertos – SP (Rede Spacer)
Os condutores de alumínio cobertos devem ser utilizados nas Redes Compactas (Rede Spacer) de
Média Tensão localizadas fora das áreas de corrosão severa e muito severa. No interior do estado
instalar a partir de 5km da orla marítima e em Fortaleza nas áreas tipo A e B1, indicadas na DT 042:
a) os cabos cobertos são considerados cabos não isolados, mas o fato dos condutores serem
cobertos com material isolante permite que eles sejam instalados mais próximos uns dos outros e
também mais próximos a galhos de árvores, formando uma rede compacta, ocupando,
conseqüentemente um espaço reduzido;
b) devem ser utilizados os condutores indicados na Tabela 7, devendo a rede ser construída
preferencialmente em:
– áreas densamente arborizadas;
– áreas de preservação ambiental;
– áreas de centros comerciais onde o espaço para instalação da rede seja reduzido devido a
marquises, janelas, sacadas, etc.;
– condomínios fechados, considerando os aspectos de segurança e confiabilidade;
– áreas onde seja exigido um alto grau de confiabilidade devido a existência de consumidores
especiais, como hospitais, emissoras de televisão, etc;
– áreas já bastante congestionadas e onde seja necessário instalar novos alimentadores;
– quando for obrigatório a instalação de circuitos múltiplos na mesma posteação;
– áreas de grande movimentação de pedestres, onde eventualmente são realizados eventos;
– alimentadores expressos;
– outras áreas que por conveniência técnica seja exigido este tipo de padrão.
9.3.3 Dimensionamento de Condutores
Os condutores correspondentes ao tronco do alimentador e ramais devem ser projetados de acordo
com os estudos feitos pela Área de Planejamento.
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9.3.4 Níveis de Tensão


Os limites de variação de tensão primária de fornecimento (MT) no ponto de entrega de energia
estão contidos no Módulo 8 do PRODIST, devendo se situar entre 0,93 e 1,05 da tensão nominal,
conforme Tabela 22.
9.3.5 Queda de Tensão
O processo de cálculo de queda de tensão está baseado no levantamento dos seguintes elementos:
a) demanda máxima do alimentador em MVA;
b) tensão na hora de carga máxima em kV;
c) fator de potência médio;
d) configuração do circuito primário no local reservado da planilha do Anexo E, dividindo-se em
trechos e indicando as cargas distribuídas no trecho considerado e acumulados no final desse
mesmo trecho;
e) preenchimento das colunas indicadas na Cálculo de Queda de Tensão em MT, de acordo com o
disposto abaixo:
– A: designação do trecho;
– B: comprimento do trecho em 100 m e seus múltiplos;
– C: carga acumulada no fim do trecho em kVA;
– D: corrente acumulada no fim do trecho;
– K: coeficiente de queda de tensão, conforme Tabela 21;
– G: queda de tensão em cada trecho em volts;
– H: queda de tensão acumulada em volts;
– I: queda de tensão acumulada percentual;
f) o cálculo de queda de tensão deve ser efetuado também simulando-se as transferências de carga
previstas em projeto;
g) como exemplo de aplicação do cálculo de queda de tensão para um alimentador primário
observar o Anexo E.
9.4 Proteção e Seccionamento
A proteção tem como função básica proteger as instalações elétricas diante de sobrecargas,
sobrecorrentes, descargas atmosféricas, etc., promovendo uma adequada coordenação e
seletividade nas atuações e operações.
Os projetos devem considerar a adequada coordenação na atuação de religadores,
seccionalizadores e fusíveis instalados ao longo do sistema de distribuição;
Os equipamentos de proteção e de operação devem ser instalados em locais de fácil acesso e
visualização, de preferência próximos aos pontos de derivação da rede, de forma a minimizar os
tempos de deslocamentos das turmas de operação durante as manobras.
9.4.1 Proteção de Transformadores
9.4.1.1 Proteção do lado de MT
Todo transformador de distribuição deve possuir proteção de MT através de um conjunto de chaves
fusíveis indicadoras instalado na estrutura e de um conjunto de para-raios, instalado no próprio
tanque do transformador.
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9.4.1.2 Proteção do lado de BT


Deve ser instalada proteção secundária em todo transformador de distribuição que alimenta rede
aérea de BT:
a) transformadores monofásicos: a proteção deve ser instalada acordo com o PE-038;
b) transformadores trifásicos: a proteção de BT deve ser instalada de acordo com o PE-038 e com
as seguintes prescrições:
– nos transformadores até 45kVA deve ser previsto 1 (um) único circuito secundário com a
instalação de uma caixa de proteção de BT;
– nos transformadores a partir de 75 kVA deve ser previsto 2 (dois) circuitos secundários com a
instalação de 2 (duas) caixas de proteção de BT;
– transformadores para atendimento a prédios de múltiplas unidades de consumo devem
também possuir caixa de proteção instalada no poste, seguindo o mesmo padrão da rede
aérea;
c) deve ser previsto a instalação de para-raios de BT em área de alta incidência de descargas
atmosféricas.
9.4.2 Proteção de BT para Iluminação Pública
Para circuito exclusivo de IP deve ser instalada proteção de BT no ponto de derivação da rede de
distribuição secundária. Esta proteção deve ser realizada através de disjuntor termomagnético
instalado em caixas de proteção. Os demais critérios de medição e proteção devem atender a
NT-007.
9.4.3 Proteção da Rede de Média Tensão - Seleção e Localização dos Equipamentos
9.4.3.1 Chaves Fusíveis
As chaves fusíveis devem ser instaladas conforme alíneas a seguir:
a) nos pontos de derivação de ramais para consumidores particulares;
b) em todos os pontos de derivação partindo de alimentador tronco, independente da extensão do
mesmo, desde que permita a coordenação com outros componentes do sistema;
c) nos pontos de derivação de sub-ramais (derivações de ramais ou de outros sub-ramais) quando a
extensão for superior a 120 m, desde que as condições de coordenação acima referidas sejam
satisfeitas. Para extensões inferiores a esta, usar chave seccionadora;
d) quando não for possível a instalação da chave fusível no ponto de derivação citados nas alíneas
“b” e “c”, a mesma deve ser instalada na primeira estrutura de encabeçamento após a derivação;
e) na proteção de banco de capacitores e de transformadores;
f) devem ser utilizadas chaves fusíveis de classe de tensão 15 kV e 25 kV conforme as áreas de
corrosão definidas na DT-042.
As chaves fusíveis não devem ser instaladas ao longo do tronco do alimentador, exceto quando
ocorrer simultaneamente as condições a seguir:
– o comprimento do alimentador for muito longo;
– não houver encontro de alimentadores;
– a proteção de sobrecorrente da subestação for insuficiente para protegê-lo, em função dos baixos
níveis de curto-circuito;
– a instalação de outros equipamentos de proteção for economicamente inviável.
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9.4.3.2 Chaves Seccionadoras Unipolares


Nas áreas de corrosão mediana (B1), severa (B2) e muito severa (C) devem ser instaladas chaves
seccionadoras de classe de tensão 24kV, conforme previsto na DT-042, e sua instalação deve
seguir as prescrições:
a) na primeira estrutura do alimentador, a partir da subestação;
b) no tronco do alimentador e ramais, a partir da SE a intervalos aproximadamente de 1200 m em
circuitos urbanos e 3000 m em circuitos rurais;
c) nos pontos de derivação onde o sistema não permitir a coordenação com outros componentes do
sistema.
9.4.3.3 Para-raios
Os para-raios devem ser instalados nos seguintes casos:
a) nas estruturas de reguladores de tensão, religadores e seccionadores automáticos. Nestas
estruturas aplicam-se 2 (dois) conjuntos de para-raios, sendo um do lado da fonte e outro do lado
da carga;
b) nas estruturas de bancos de capacitores fixos ou automáticos;
c) nas estruturas de transformação, no tanque do transformador;
d) nos pontos de derivações de alimentadores para áreas rurais quando derivados das saídas de
redes de MT urbanas;
e) em todo ponto de entrega de Unidades Consumidoras atendidas em MT quando o ramal de
entrada for subterrâneo a partir deste ponto. Neste caso, a instalação do para-raios é de
responsabilidade do consumidor;
f) nos pontos de mudança de seção de condutores da rede de MT, inclusive quando da mudança
de rede aérea para rede subterrânea e da rede nua para rede isolada;
g) a cada 3 km de rede de MT rural quer seja tronco ou ramal. Para definição da distância entre
conjuntos de para-raios, deve ser levado em consideração a existência destes instalados em
equipamentos da Coelce ou particulares;
h) em todos os finais de rede de MT;
i) nas redes compactas, instalar a cada 1000 m e em todos os pontos de transição de rede
compacta para rede nua.
9.4.3.4 Religadores
Para a sua instalação devem ser efetuados estudos específicos pela área que executa a atividade
de manutenção das proteções e automação em conjunto com a Área de Planejamento da Rede
AT/MT, visando:
a) proteger condutores e equipamentos contra corrente de curto-circuito causados por falhas e
sobrecarga na rede de MT;
b) eliminar faltas temporárias, evitando interrupções totais ou parciais dos circuitos e, em
conseqüência minimizar a freqüência e a duração das interrupções sustentadas, com reflexos
positivos nos trabalhos de operação e manutenção da rede de distribuição de MT;
c) participar do seccionamento automático dos circuitos, diminuindo o número de consumidores ou
potência envolvida numa interrupção sustentada ocasionada por uma falta permanente;
d) comandar a operação de seccionadores automáticos instalados ao longo dos circuitos, com o
objetivo de diminuir o número de consumidores ou potência envolvida numa interrupção
sustentada, ocasionada por uma falta permanente.
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9.4.3.5 Seccionadores Automáticos


Para a sua instalação devem ser efetuados estudos específicos pela área que executa a atividade
de manutenção das proteções e automação em conjunto com a área de planejamento, visando:
a) estabelecer pontos adicionais de seccionamento automático dos circuitos com vistas ao
isolamento de falhas oriundas de faltas permanentes em trecho da rede, minimizando assim, o
número de consumidores e a potência envolvida numa interrupção;
b) participar do seccionamento automático dos circuitos, oferecendo vantagem econômica, por
evitar a multiplicação de religadores nas redes de distribuição de MT, quando se necessita de
melhores níveis de confiabilidade do que aqueles oferecidos pelos fusíveis;
c) minimizar o tempo de operação de manobra considerando a possibilidade de sua operação
manual, além de sua capacidade de operação automática.
9.5 Identificador de Falha
Estes equipamentos têm por finalidade identificar a passagem de uma corrente superior ao seu
ajuste, conseguindo reduzir de forma considerável os tempos de inspeção associados a respectiva
falha. Recomenda-se que quando forem instalados sejam localizados:
a) preferencialmente após os equipamentos de proteção e de seccionamento a fim de possibilitar a
realimentação rápida dos trechos não afetados, localizados na retaguarda dos respectivos
equipamentos;
b) nos pontos de derivação de ramais longos, cujo seccionamento seja por meio de chave
seccionadora.

10 ATERRAMENTO
Para que o sistema de distribuição opere corretamente, mantendo a continuidade de serviço e a
segurança, o neutro do sistema, os equipamentos e demais partes metálicas não destinadas a
condução de corrente, devem ser devidamente aterrados.
10.1 Condutores de Aterramento
Devem ser utilizados somente cabos de aço cobreado, conforme PM-01, obedecendo as
recomendações constantes nos itens 10.3 a 10.6.
10.2 Hastes de Aterramento
Devem ser utilizadas hastes de aço cobreado, conforme PM-01, na quantidade e de acordo com o
que determina cada item de 10.3 a 10.7.
10.3 Aterramento na MT
Na rede de MT, deve ser usado somente um condutor de descida de bitola 7 x 10 AWG de aço
cobreado, para aterrar todos os equipamentos existentes na estrutura, conforme a seguir:
a) nas estruturas de transformação e de para-raios devem ser utilizadas 3 (três) hastes de terra
dispostas linearmente ao longo da rede de distribuição a uma distância entre hastes de 2 m,
ficando a haste mais próxima da base do poste a uma distância nunca inferior a 1 metro,
conforme o Desenho 001.10;
b) nas estruturas de regulação, religação e seccionamento deve ser utilizado um número de hastes
necessário de forma que o valor de resistência de aterramento não ultrapasse a 25 Ω. No caso de
não se dispor de medição de resistividade do solo utilizar 9 (nove) hastes, conforme o Desenho
001.10;
c) na rede compacta o mensageiro deve ser aterrado a cada 400 m aproximadamente.
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10.4 Aterramento na BT
Na rede de BT, deve ser utilizado somente um condutor de descida de bitola 3 x 10 AWG de aço
cobreado e 1 (uma) haste de terra afastada da base do poste a uma distância nunca inferior a
1 metro, obedecendo aos seguintes critérios:
a) no final da rede de BT o neutro deve ser aterrado;
b) a partir do transformador de distribuição, o neutro da rede de BT deve ser aterrado a cada 200 m,
aproximadamente, de forma que a distância entre cada aterramento, considerando as derivações,
seja em torno de 200 m, conforme Desenho 001.10;
c) quando existir aterramento dos equipamentos de MT, este deve ser comum ao aterramento da BT.
10.5 Aterramento de Cercas
Nas cercas deve ser utilizado, para cada aterramento, 1 (uma) haste de terra afastada da base do
mourão a uma distância nunca inferior a 1 metro. Neste seccionamento utilizar o seccionador
preformado para cercas conforme padronizado no PM-01.
a) aterramento de cercas em áreas urbanas: somente devem ser aterrados as cercas localizadas na
mesma calçada de posteação da rede de distribuição, conforme Desenho 001.05 e obedecendo
aos seguintes critérios:
– cercas paralelas a rede, com comprimento inferior a 15 m, não utilizar nenhum procedimento
para aterrar ou seccionar;
– cercas paralelas a rede, com comprimento acima de 15 m e inferior ou igual a 50 m, aterrar no
ponto central da cerca;
– cercas paralelas a rede, com comprimento acima de 50 m, fazer o seccionamento a cada 50 m
e aterrar no ponto central do vão seccionado. A fração inferior a 15 m não necessita ser
aterrada;
– cercas perpendiculares à rede, que bifurcam da cerca paralela à rede, devem ser seccionadas
no primeiro mourão;
– cercas transversais ao traçado da rede, devem ser seccionadas. O trecho seccionado é de
20 m de largura, compreendendo 10 m de cada lado, a partir do eixo da linha. O aterramento
deve ser instalado no mourão central do trecho seccionado.
b) aterramento de cercas em áreas rurais: o aterramento das cercas deve estar de acordo com os
Desenhos 001.06 a 001.09 e seguir os seguintes critérios:
– todas as cercas paralelas com a rede elétrica, a uma distância igual ou inferior a 30 m entre o
condutor e o arame mais próximo, deve ser seccionada a cada 500 m e aterrada a cada
250 m, fazendo coincidir os aterramentos próximos ao seccionamento;
– cercas transversais ao traçado da rede, utilizar o mesmo procedimento adotado para em áreas
urbanas;
– todas as extremidades das cercas devem ser aterradas junto as porteiras conforme Desenho
001.06;
– nas cercas eletrificadas devem ser observadas as recomendações do item 6.2.
10.6 Aterramento em Rochas
Quando for encontrada rocha compacta a pequena profundidade, deve ser utilizado cabo de aço
cobreado 7 x 10 AWG com 10 m de comprimento, enterrado horizontalmente no solo a uma
profundidade mínima de 0,60 m.
As valas não devem ser preenchidas com pedras ou materiais similares, ao invés disto, com terra
suscetível de reter umidade (argila, barro, etc.).
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10.7 Profundidade da Haste de Terra


A haste de terra deve ser fincada no solo de maneira que a sua extremidade superior fique a uma
profundidade mínima de 0,50 m da superfície do solo.
10.8 Conexões
Devem obedecer aos padrões de conexões vigentes na Coelce.

11 DIMENSIONAMENTO MECÂNICO
11.1 Escolha de Postes, Estruturas e Condutores
11.1.1 Postes
O critério para adoção da altura dos postes deve ser em função das estruturas, afastamentos e
flecha dos condutores:
a) os postes utilizados em redes de distribuição urbana e rural devem ser de concreto armado
duplo T de 9 m para rede de BT, e 10,5 e 12m para rede de MT, com as características
padronizadas de acordo com a Tabela 15;
b) a montagem de condutores e equipamentos em postes deve obedecer as condições indicadas na
Tabela 12, definida para postes padronizados ou existentes.
11.1.2 Engastamento de Postes
A profundidade de instalação ou engastamento para qualquer tipo de poste deve ser :
L
e= + 0,60m
10
Onde:
– L: comprimento do poste em metros.
– e: engastamento ( no mínimo 1,5 m).
Em função da aplicação dos processos de cálculo para determinação do engastamento de postes
são definidos três tipos básicos de engastamento: simples, base reforçada ou base com manilha
conforme definido no PE-031.
11.1.3 Determinação do Esforço Nominal dos Postes
Os esforços mecânicos que as redes de MT e de BT exercem sobre os postes, determinam o seu
esforço nominal e tipo, os quais estão apresentados nas tabelas do PE-031.
Para montagem da rede, as flechas, em função dos vãos, estão determinadas nos padrões de
estruturas PE-031 e PE-038.
11.1.4 Estruturas e Condutores
A utilização das estruturas e condutores deve obedecer aos seguintes critérios:
a) nas redes urbanas de MT utilizar cruzetas tipo meio-beco nas ruas e avenidas com larguras
padrões. Nas ruas estreitas, onde não for possível utilizar a cruzeta meio-beco, utilizar a cruzeta
tipo L (beco);
b) as estruturas de redes de distribuição de MT e de BT estão padronizadas nos padrões PE-031 e
PE-038, e devem ser utilizadas de acordo com os critérios definidos nos mesmos;
c) a escolha das estruturas deve ser em função da seção dos condutores, dos vãos, dos ângulos de
deflexão horizontal, conforme mostrado nos padrões de estruturas: PE-030, PE-031, PE-034,
PE-035, PE-036 e PE-038;
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d) nas estruturas de encabeçamento, o lado de maior esforço dos postes deve estar na direção da
rede em que estiver sendo submetido ao maior esforço do condutor;
e) o lado de menor esforço de um poste tem uma resistência à ruptura igual a metade da indicada
para a direção de maior resistência;
f) nas estruturas tangentes que posteriormente venham a ser instalada uma derivação unilateral,
substituir o poste, caso o existente não suporte o esforço projetado;
g) os encabeçamentos em MT devem ser feitos nos seguintes casos:
– em estruturas de chaveamento;
– na primeira estrutura de um ramal quando este derivar de um poste com estrutura de
encabeçamento já existente ou não, e seja projetado a instalação de chaves conforme definido
no item 9.4.3.1 e 9.4.3.2;
– em intervalos aproximados em função do condutor, conforme especificado na Tabela 2:
Tabela 2: Intervalos Aproximados em Função do Condutor
Cabo de Cabo de Alumínio Distância entre Encabeçamentos (m)
Cobre Nu CAA Coberto CAC Liga CAL
(mm²) Rede Rural Rede Urbana
(AWG / MCM) (mm²) (mm²)
25 e 35 4 e 1/0 Até 70 50 e 70 1.200 400
70 e 95 266,8 185 e 240 120 e 160 800 300
NOTA 1: Reduzir os vãos para metade quando existir no trecho ângulos acima de 15º.

h) para transformadores com potência até 45 kVA pode ser utilizado estrutura tangente na BT com
apenas uma proteção secundária. Para potências a partir de 75 kVA, deve ser utilizado estrutura
de encabeçamento de BT no poste de transformação; neste caso, utilizam-se 2 (dois) cabos a
partir das buchas do transformador, um para cada lado do circuito secundário, conforme PE-038.
11.1.5 Emendas de Condutores
A utilização de emenda em condutores na fase de projeto e construção é permanentemente
proibida. O seu uso está regulamentado somente na manutenção, em caráter provisório, conforme o
que determina a DT-097.
11.2 Estaiamento
11.2.1 Geral
A princípio os postes devem ser dimensionados para suportar os esforços de tração a que estão
submetidos sem a utilização de estais, utilizando os postes padronizados, contidos na Tabela 15,
devendo ainda obedecer aos seguintes critérios:
a) os estais podem ser instalados em qualquer poste quando as condições do solo não permitirem
um fincamento seguro do mesmo;
b) a alternativa de fundação especial nas estruturas de ângulo e amarração em substituição aos
estais deve ser avaliada pelo projetista;
c) em todos os casos onde forem utilizados estais, deve ser instalada cobertura para sinalização de
estai;
d) não deve ser utilizado estai em estruturas que tenham equipamento (transformadores, religadores
reguladores, secionadores, chaves, etc.);
e) em rede de distribuição urbana utilizar estai cruzeta a poste ou de poste a poste. Nunca, em
nenhuma hipótese, deve ser utilizado estai haste-âncora;
f) em hipótese nenhuma deve ser projetado estai em estrutura onde haja rede de BT com
condutores nus existentes.
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11.2.2 Tipos de Estai


11.2.2.1 Estai de Cruzeta a Poste
Deve ser utilizado em cruzeta tipo beco ou meio beco, conforme PE-031.
11.2.2.2 Estai de Poste a Poste
O esforço absorvido pelo cabo de aço pode ser transferido para 1 (um) ou mais postes,
recomendando-se transferi-lo para, no máximo, 2 (dois) postes. Os esforços resultantes devem ser
limitados a 700 daN para cabo de aço de 6,4 mm de diâmetro e 1560 daN para cabo de aço de
9,5 mm de diâmetro.
11.2.2.3 Estai poste-haste âncora
Os estais poste-haste âncora devem ser utilizados somente em redes rurais através de estudos
específicos dos projetistas, em função dos esforços mecânicos e tipo de solo.
11.3 Travessias e Aproximações
11.3.1 Afastamento entre Redes
No caso de travessia de uma rede sobre ou sob outra, considerar os seguintes aspectos:
a) o ângulo mínimo entre os eixos das redes deve ser de 60º;
b) os afastamentos mínimos das redes de MT e BT com as estruturas de alta, média e baixa tensão
ou telecomunicações nas condições mais desfavoráveis dos condutores constam nos padrões de
estruturas PE-030, PE-031, PE-035, PE-038, PE LDAT e Tabela 26;
c) sempre que uma rede de MT projetada estiver em nível superior a uma rede de MT existente, as
estruturas de travessia da primeira devem ser de amarração.
11.3.2 Sobre as Águas Navegáveis ou Não
No caso de travessia sobre águas navegáveis ou não, considerar os seguintes aspectos:
a) as estruturas de travessia devem ser de amarração;
b) quando houver cruzamento de rios que exija vãos superiores a 100 m, deve ser efetuado um
levantamento planialtimétrico no caminhamento da rede no trecho da travessia a fim de
determinar a flecha e a altura dos postes de travessia;
c) o ângulo mínimo entre o eixo da rede e o curso de água deve ser de 60º;
d) as distâncias verticais mínimas dos condutores à superfície de águas navegáveis, na condição de
flecha máxima será de (H + 2 m). Nesta fórmula o valor de H corresponde a altura do maior
mastro e deve ser fixado pela autoridade responsável pela navegação da via considerada;
e) no caso de águas não navegáveis, a distância mínima nas condições do item acima deve ser
6 m. Como exemplo, veja o Desenho 001.01.
11.3.3 Sobre Rodovias
No caso de travessia sobre rodovias, considerar os seguintes aspectos:
a) as estruturas de travessia devem ser de amarração;
b) deve-se evitar o cruzamento de rede de BT sobre rodovias federais e estaduais;
c) na rede de MT evitar o máximo possível travessias, não permitindo, por exemplo, o atendimento
de cargas de um lado da rodovia, através de ramais derivados da rede do lado oposto;
d) para a execução de travessia, deve ser previamente solicitado licença ao órgão responsável;
e) o ângulo mínimo entre os eixos da rede e da rodovia deve ser de 60º;
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f) a distância mínima dos condutores á superfície do solo na condição de flecha máxima deve ser
de 7 m nas rodovias federais, conforme Tabela 27;
g) a distância mínima dos condutores á superfície do solo na condição de flecha máxima em
rodovias estaduais deve obedecer à legislação específica do órgão estadual; na falta de
regulamentação estadual esta distância deve ser no mínimo de 7 m, conforme Tabela 27;
h) a carga atuante no cabo condutor de uma travessia deve ser de 20%, podendo, nos casos mais
desfavoráveis, atingir, no máximo, a 33% da sua carga de ruptura;
i) as estruturas devem ser colocadas fora da faixa de domínio das rodovias e em posição tal que a
distância medida sobre a superfície do terreno, da estrutura à borda exterior do acostamento, seja
maior que a altura da estrutura;
j) em casos excepcionais, mediante acordo com a entidade responsável pela rodovia, as estruturas
podem ser colocadas a distância inferiores às apresentadas na alínea “i” e até mesmo dentro das
faixas de domínio das rodovias ou nos canteiros centrais de rodovias com pistas múltiplas.
Nestes casos, quando a rede projetada for paralela a sinalização, viadutos etc., observar a
distância mínima de 2 m medida na horizontal, nas condições de máximo deslocamento.
11.3.4 Sobre Ferrovias
No caso de travessia sobre ferrovias, considerar os seguintes aspectos:
a) as estruturas de travessia devem ser de amarração;
b) para a execução da travessia, deve ser previamente solicitada licença ao órgão responsável;
c) o ângulo mínimo entre os eixos da rede e da ferrovia deve ser de 60º;
d) devem ser utilizados os mesmos coeficientes recomendados para a construção de redes, ou seja,
a tração de projeto não deve ser superior a 33% da tração de ruptura;
e) as estruturas devem ser colocadas fora da faixa de domínio das ferrovias e em posição tal que a
menor distância medida sobre a superfície do terreno, do suporte ao trilho mais próximo, seja
menor que a altura da estrutura;
f) não são permitidas travessias sobre áreas das estações ferroviárias. Só em casos excepcionais,
mediante acordo com a entidade responsável pela ferrovia;
g) no projeto a ser apresentado a área responsável pela ferrovia para aprovação, deve constar
obrigatoriamente:
– planta de situação com as principais dimensões cotadas, e desenhadas nas escalas horizontal
de 1:500 e vertical de 1:250;
– tensão nominal, número de fases, número de circuitos, número de condutores por fase;
– localização das estruturas no vão de travessia;
– ângulo entre os eixos da ferrovia e da rede;
– posição dos condutores (cabos ou linhas aéreas) pertencentes a ferrovias;
– posição quilométrica da travessia em relação ao trecho ferroviário considerado, com indicação
das localidades adjacentes;
– denominação do trecho ferroviário;
– perfil da travessia com todas as dimensões cotadas e desenhado nas escalas horizontal de
1:500 e vertical de 1:250, conforme indicado no Desenho 001.02;
– vão da travessia e flecha máxima;
– diferença da cota entre os condutores mais baixos e elevados do vão da travessia;
– altura do condutor mais baixo da travessia, em relação a face superior do boleto do trilho mais
alto;
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– características mecânicas dos condutores a serem empregados na travessia;


– distância dos suportes de sustentação dos condutores à face interna do boleto do trilho mais
próximo;
– desenho de detalhes na escala mínima de 1:20 das estruturas do vão de travessia;
– observar o Desenho 001.02 a para os demais requisitos, consultar instrução geral do órgão
responsável pela linha férrea.
h) altura do condutor mais baixo da travessia, em relação a face superior do boleto do trilho mais
alto em ferrovias não eletrificadas ou não eletrificáveis é de 9 m e em ferrovias eletrificadas ou
eletrificáveis é de 12 m, conforme Tabela 27.

12 PROJETO
O projeto deve ser elaborado com a inteira responsabilidade do projetista. Deve ser realizado o
dimensionamento elétrico e mecânico e selecionados os equipamentos, postes, condutores e
estruturas, de acordo com este Critério. O projeto deve conter as informações dos itens a seguir:
12.1 Apresentação do Projeto
Os projetos devem ser apresentados obrigatoriamente em meio magnético e impresso quando
requisitado pela Coelce. Os projetos apresentados via DT-044 devem ser em meio magnético e em
3 (três) vias impressas.
A apresentação dos projetos deve conter os seguintes requisitos:
12.1.1 Identificação do Engenheiro Responsável
Deve ser apresentada a identificação, número de credenciamento junto a Coelce, telefone e
endereço do responsável técnico.
12.1.2 Memorial Descritivo
O Memorial Descritivo deve ser composto de:
a) identificação do Projetista, do interessado e contendo os principais dados do projeto;
b) estimativa da carga e dimensionamento dos transformadores;
c) cálculo de Queda de Tensão;
d) cálculo mecânico demonstrado, contendo com os esforços aplicados nos postes e condutores
apresentados nas plantas;
e) demonstrativo de Serviços de Terceiros;
f) relação de Material contendo suas características principais;
g) orçamento resumo, conforme apresentado no Anexo C.
12.1.3 Documentação
Na documentação deve constar:
a) Anotação de Responsabilidade Técnica - ART em 1 (uma) via quando se tratar de projeto
apresentado via DT-044;
b) licença junto aos órgãos responsáveis, nos casos de travessias de linhas férreas, rodovias ou
aproximação de aeroportos;
c) licença emitida pelo órgão responsável pela preservação do meio ambiente, quando a obra for
instalada em áreas de preservação ambiental (APAs);
d) Termo de Servidão e Permissão de Passagem em Propriedade Rural, conforme Anexo F, para
redes que eventualmente cruzem terrenos de terceiros;
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e) cópia do Certificado de Credenciamento para elaboração de projeto e execução de obras,


emitido pela Coelce, quando se tratar de projeto apresentado via DT-044.
12.1.4 Planta da Rede
As plantas devem ser perfeitamente legíveis, ter boa apresentação e conter:
a) unidades consumidoras aptas a serem ligadas, unidades consumidoras em construção e
indicação de terrenos sem imóveis;
b) localização e numeração de toda a posteação; indicando o esforço nominal e a altura (por
exemplo 300/12);
c) indicação das estruturas e seccionamentos;
d) indicação do tipo, seção e número de condutores de MT, BT e de iluminação pública;
e) tipo e capacidade de todos os transformadores de distribuição;
f) tipo de seccionadoras com sua capacidade nominal e de ruptura;
g) chaves fusíveis com sua capacidade nominal e de ruptura, com a indicação do elo fusível;
h) localização dos equipamentos, com suas respectivas características técnicas, tais como:
religadores, seccionalizadores, reguladores de tensão, capacitores, etc.;
i) potência e tipo de lâmpada de iluminação pública e do relé de comando;
j) indicação e localização dos para-raios nos equipamentos e redes;
k) indicação das DICAS com seu significado (D-Desligar, I-Impedir, C-Constatar, A-Aterrar,
S-Sinalizar) conforme Desenho 001.13;
l) indicação dos transformadores e demais dispositivos a desligar;
m) indicação do uso de cabo isolado reforçando a política ambiental da Coelce;
n) indicação através do seguinte alerta “ATENÇÃO!/PERIGO! Travessia de LDAT” em todos os
projetos onde houver cruzamento de redes de distribuição e/ou ramais de ligação com as linhas
de AT.
12.1.5 Perfil planialtimétrico
Deve ser apresentado o Levantamento Topográfico, com o traçado da rede em perfil planialtimétrico,
efetuado com auxílio do gabarito, ou software adequado:
– para projetos com extensão acima 3000 m;
– quando o terreno for acidentado, sinuoso;
– quando a vegetação não permita a averiguação do terreno.
O desenho deve ser apresentado na escala vertical 1:500 e horizontal de 1:5000, contendo os
seguintes detalhes:
a) locação das estruturas primárias e secundárias;
b) linhas de telecomunicações;
c) redes e linhas elétricas existentes;
d) ferrovias e rodovias;
e) locais de trânsito de veículos;
f) rios;
g) açudes ou lagoas;
h) obras de engenharia que possam interferir no projeto;
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i) cerca de arame;
j) indicação do alimentador existente, do ângulo de derivação, poste (esforço e altura), estrutura
correspondente e poste e estrutura anterior e posterior.
12.1.6 Desenhos de Detalhes
Devem ser feitos em plantas individuais nas escalas horizontal 1:500 e vertical 1:250:
a) cruzamento de linhas;
b) travessias de rios, rodovias e ferrovias;
c) estaiamento especial;
d) desenho e montagem de estruturas especiais, com a justificativa da não utilização das estruturas
padronizadas pelos padrões de estruturas: PE-031, PE-035, PE-036 e PE-038. Nestes casos o
analista de projeto deve encaminhar ao órgão normativo para análise e parecer.
12.2 Análise e Aceitação do Projeto
Os projetos elaborados por empresas parceiras ou terceiros devem ser analisados pela Coelce,
observando-se as seguintes considerações:
a) para aceitação pela Coelce o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as suas normas
e padrões, com as normas da ABNT e com as Normas e resoluções expedidas pelos órgãos
oficiais competentes;
b) uma vez aceito o projeto via DT-044, a Coelce deve devolver 1 (uma) via ao interessado;
c) toda e qualquer modificação no projeto já aceito, somente pode ser feita através do responsável
pelo mesmo, mediante consulta à Coelce;
d) a Coelce não deve receber a obra caso haja discordância com o projeto aceito;
e) o prazo máximo de validade do projeto é de 6 (seis) meses após a sua aceitação. Após esse
prazo a aceitação do projeto fica sem efeito.

13 EXECUÇÃO E COMISSIONAMENTO DA OBRA


13.1 Limpeza da Faixa de Servidão
13.1.1 Antes da execução da obra deve ser feita uma adequada limpeza da faixa de servidão,
observando o disposto no Desenho 001.04.
13.1.2 Deve ser desmatado somente o necessário para construção ou manutenção da rede, sendo a
largura de 6 m para redes convencionais de MT e 3 m para BT; deve-se preservar a vegetação
rasteira, com o objetivo de evitar erosão.
13.1.3 Nas grandes depressões do terreno, onde a vegetação não ameaçar a rede, fazer somente
uma faixa para acesso, com largura de 1 metro.
13.2 Execução da Obra
13.2.1 Durante as etapas de levantamento de dados no campo, projeto e construção das redes,
devem ser observados os procedimentos de execução (PEXs), relativos a cada atividade que esteja
sendo executada.
13.2.2 O projeto deve estar disponível, a qualquer hora, no local da obra.
13.2.3 Devem ser tomados todos os cuidados necessários ao correto manuseio, transporte e
estocagem dos materiais.
13.2.4 Todas as áreas de trabalho devem ser delimitadas e sinalizadas.
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13.2.5 Em nenhuma hipótese deve-se admitir que as escavações para fincamento dos postes
permaneçam abertas durante a noite.
13.3 Atualização das Plantas e Codificação de Postes e Estruturas
13.3.1 Depois de concluída a obra, o desenho do projeto deve ser atualizado e implantadas as
coordenadas geográficas x-y (UTM/UPS).
13.3.2 A rede deve ser devidamente sinalizada e codificadas as estruturas, conforme DT-091 e
pintados os números Coelce (CN) dos transformadores Coelce.
13.4 Fiscalização e Comissionamento
Cabe a área responsável pela fiscalização da construção acompanhar todo o processo de
construção constante no Procedimento de Execução PEX-014, principalmente no que diz respeito a
utilização de termômetro e dinamômetro para o correto tensionamento dos cabos de acordo com as
trações especificadas em projeto.
a) a Coelce deve fiscalizar os projetistas/empreiteiros contratados para elaboração dos projetos
devendo os mesmos informar toda a metodologia e ferramentas utilizadas para tal e atender a
todos os itens especificados nos contratos para execução de serviço;
b) antes de ser energizada a rede deve ser cuidadosamente inspecionada a fim de verificar a
conformidade com o projeto, com as normas técnicas e o seu correto acabamento;
c) uma cópia do check-list de inspeção de obra deve ser fornecida ao construtor para que o mesmo
possa adotar as necessárias medidas corretivas;
d) verificar a adequada sinalização e pintura;
e) verificar o acabamento e concerto de calçadas;
f) observar a limpeza de todos os locais utilizados durante a execução da obra, devendo todos os
lugares ficarem limpos e livres de qualquer tipo de entulho, sobras de construção, galhos,
gravetos, etc.;
g) preencher um check-list de inspeção de obra através do sistema corporativo Gom.Net.

14 ANEXOS
Anexo A: Formulário para Leitura de Transformador;
Anexo B: Relatório de Investigação Preliminar;
Anexo C: Orçamento Resumo;
Anexo D: Cálculo de Queda de Tensão em BT;
Anexo E: Cálculo de Queda de Tensão em MT;
Anexo F: Termo de Servidão e Permissão de Passagem em Propriedade Rural;
Tabela 1: Características Gerais do Sistema Elétrico da Coelce;
Tabela 2: Intervalos Aproximados em Função do Condutor;
Tabela 3: Características do Condutores de Cobre Nu (CCN);
Tabela 4: Características dos Condutores de Alumínio Nu com Alma de Aço (CAA);
Tabela 5: Características dos Condutores de Liga de Alumínio (CAL);
Tabela 6: Características dos Condutores Anti-Furto;
Tabela 7: Condutores de Alumínio Protegido para Rede Compacta 15 Kv;
Tabela 8: Condutor Multiplexado de Alumínio Isolado em XLPE - 0,6 / 1 kV;
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Tabela 9: Condutor Multiplexado de Cobre Isolado em XLPE - 0,6 / 1 kV;


Tabela 10: Potência do Transformador a ser Instalado;
Tabela 11: Carregamento Máximo Permitido em Transformadores;
Tabela 12: Utilização dos Postes;
Tabela 13: Dimensionamento Condutor Pré-reunido x Transformador;
Tabela 14: Postes Padronizados para Montagem de Transformadores;
Tabela 15: Postes Padronizados para Rede de Distribuição;
Tabela 16: Taxa de crescimento anual;
Tabela 17: Demanda diversificada em kVA;
Tabela 18: Queda de Tensão Unitária em BT (kVA por 100m);
Tabela 19: Queda de Tensão Unitária em MT (kΩ / km – 13800V);
Tabela 20: Níveis de Tensão;
Tabela 21: Transformador x Elo fusível;
Tabela 22: Fatores de diversidade para consumidores urbanos;
Tabela 23: Fator de diversidade para consumidores rurais;
Tabela 24: Distância entre condutores de circuitos diferentes;
Tabela 25: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de MT e BT.
Desenho 001.01: Travessia sobre águas navegáveis
Desenho 001.02: Travessia sobre linha férrea
Desenho 001.03: Travessia sobre rodovia
Desenho 001.04: Faixa de servidão
Desenho 001.05: Aterramento de cerca em área urbana
Desenho 001.06: Seccionamento e aterramento de cercas paralelas e bifurcadas
Desenho 001.07: Seccionamento e aterramento de cercas transversais
Desenho 001.08: Seccionamento com mourões
Desenho 001.09: Cruzamento sobre cerca eletrificada
Desenho 001.10: Aterramento de MT e BT
Desenho 001.11: Postes em esquinas
Desenho 001.12: Lados da posteação
Desenho 001.13: Modelo de planta
Desenho 001.14: Reconhecimento
Desenho 001.15: Mapa chave
Desenho 001.16: Perfil planialtimétrico
Desenho 001.17: Zona de Proteção de Heliponto
Desenho 001.18: Zona de Proteção de Aeródromo
Desenho 001.19: Simbologia de Projeto
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Anexo A - Formulário para Leitura de Transformador


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Anexo A - Formulário para Leitura de Transformador (Conclusão)


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Anexo B - Relatório de investigação Preliminar


RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÂO PRELIMINAR
ÁREA:_____________________________________________________________ DATA : ____/____/_____

IDENTIFICAÇÃO DA ORDEM DE INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR


Nº DO ORÇAMENTO DE OBRA:___________________
SOLICITANTE: ___________________________________________________________________________________________________
MUNICÍPIO:________________________ LOCALIDADE:_________________________________________________________________

INFORMAÇÕES GERAIS
SUPORTE ENERGÉTICO:
ALIMENTADOR/RDR: ________________________________________________________________________SE:_____________

CÓDIGO CSI/CSC :
ANTERIOR : CH FUSÍVEL: ___________ CH SECIONADORA: __________ DERIVAÇÃO:_________
POSTERIOR : CH FUSÍVEL: ___________ CH SECIONADORA: __________ DERIVAÇÃO:_________

TRANSFORMADOR EXISTENTE:
CÓDIGO CSI/CSC : ____________ POTÊNCIA:________ KVA TIPO : MONOFÁSICO ( ) BIFÁSICO ( ) TRIFÁSICO ( )

REDE DE MÉDIA TENSÃO:


TIPO DE REDE DE MT EXISTENTE: MONOFÁSICA ( ) BIFÁSICA ( ) TRIFÁSICA ( )
CONDUTOR DA REDE DE MT : ALUMÍNIO ( ) COBRE ( ) LIGA ALUMÍNIO ( )
AÇO ALUMÍNIO ( ) AÇO COBRE ( ) CABO COBERTO ( )
FIO AÇO ZINCADO ( ) FIO DE AÇO AL ( ) CABO ISOLADO ( )
EXTENSÃO APROX DA REDE MT EXISTENTE: ________KM
REDE DE BAIXA TENSÃO:
TIPO DE REDE DE BT EXISTENTE: MONOFÁSICA ( ) BIFÁSICA ( ) TRIFÁSICA ( )
CONDUTOR DA REDE DE BT : NU ALUMÍNIO ( ) NU COBRE ( ) MULTIPLEX AL ( ) MULTIPLEX AL ( )
EXTENSÃO APROX DA REDE BT EXISTENTE: ________KM
CONSUMIDOR:
Nº APROX. DE CONSUMIDORES: _____________________________ TIPO DE CONSUMIDOR (A,B,C,D)

RELAÇÃO DE BENEFICIADOS
N° NOME DO CONSUMIDOR NOME DO BENEFICIADO N° CPF N° RG COORD(X) COORD(Y)

TÉCNICO REPONSÁVEL: RESPONSÁVEL DA ÁREA:


ASSINATURA ASSINATURA
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Anexo C - Orçamento Resumo


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Anexo D - Cálculo de Queda de Tensão em BT

Projeto: Rede de Área da Vila Pedra Branca


Transformador : 45 kVA - CSI AB1626
Fator de Potência : 0,90
Natureza do Condutor: Alumínio Multiplexado

Trecho Cargas Queda de Tensão


Acumulada Condutor
Distribuída Total
Desig Comprimento no Final do Unitário No trecho Total
no Trecho (C/2 + D)*B
Trecho
A B C D E F G H I
100 kVA kVA kVA x B mm² % % %
T-A 0,20 0,00 28,20 5,64 AM50 0,050 0,282 0,282
A-B 0,60 1,40 14,80 9,30 AM50 0,050 0,465 0,747
B-C 0,30 0,00 2,60 0,78 AM25 0,088 0,069 0,816
B-D 0,84 3,50 2,10 3,23 AM25 0,088 0,285 1,032
B-E 0,40 2,50 1,60 1,14 AM25 0,088 0,100 0,847
A-F 0,73 1,50 6,90 5,58 AM25 0,088 0,491 0,773
F-G 0,40 0,00 3,40 1,36 AM25 0,088 0,120 0,893
F-H 0,40 0,00 2,30 0,92 AM25 0,088 0,081 0,854
T-I 0,60 4,20 12,70 8,88 AM50 0,050 0,444 0,444
I-J 0,35 0,00 3,20 1,12 AM25 0,088 0,099 0,543
I-K 0,70 2,30 3,40 3,19 AM25 0,088 0,280 0,724
K-L 0,40 0,00 1,20 0,48 AM25 0,088 0,042 0,767
I-M 0,40 0,00 2,50 1,00 AM25 0,088 0,088 0,532
M-N 0,40 0,00 1,30 0,52 AM25 0,088 0,046 0,578
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Anexo E - Cálculo de Queda de Tensão em MT

Projeto: Rede de Área da Vila Pedra Branca


Fator de Potência : 0,90
Natureza do Condutor: Alumínio Nu CAA

Trecho Cargas Queda de Tensão


Condutor
Comprimento Distribuída Corrente
Desig Unitário No trecho Total Total
(m) no Trecho (A)
A B C D E F G H I
- - kVA C/(3 ½ x 13,8 ) AWG/ mm² k B x D x F Volt %
1-2 23,00 1.880 78,65 AN010 0,1488 269,18 269,18 1,95
2-3 2,00 225 9,41 AN004 0,2901 5,46 274,65 1,99
2-4 4,00 480 20,08 AN004 0,2901 23,30 292,49 2,12
4-5 2,30 300 12,55 AN004 0,2901 8,37 300,86 2,18
4-6 1,20 150 6,28 AN004 0,2901 2,18 294,67 2,14
4-7 0,95 30 1,26 AN004 0,2901 0,35 292,83 2,12
2-8 2,00 1.175 49,16 AN010 0,1488 14,63 283,81 2,06
8-9 3,00 1.025 42,88 AN010 0,1488 19,14 302,96 2,20
9 - 10 1,35 75 3,14 AN004 0,2901 1,23 304,19 2,20
9 - 11 3,50 950 39,75 AN004 0,2901 40,36 343,31 2,49
11 - 12 4,50 300 12,55 AN004 0,2901 16,38 359,70 2,61
11 - 13 3,00 650 27,19 AN004 0,2901 23,67 366,98 2,66
13 - 14 0,80 150 6,28 AN004 0,2901 1,46 368,43 2,67
13 - 15 2,50 500 20,92 AN004 0,2901 15,17 382,15 2,77
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Anexo F - Termo de Servidão e Permissão de Passagem em Propriedade Rural

Este Termo refere-se ao atendimento da O.S. ________________________ .

Senhor(a)_________________________________________, portador da cédula de Identidade Civil


nº _____________________, CPF: ____________________________, residente e domiciliado em
____________________________________________________, na Rua_____________________

______________________________________, autoriza a Construção de Rede de Distribuição


Rural de Energia Elétrica, no interior de sua propriedade, na área correspondente a ____________
metros, com vistas a possibilitar a eletrificação da propriedade denominada
_____________________________________ (prédio dominante) localizada no município de
_____________________________, pertencente ao Senhor(a)
__________________________________________________.

Autoriza ainda, o desmatamento, destocamento e poda de árvores de acordo com autorização da


SEMACE, na faixa de servidão referente a ___________metros, para construção e manutenção da
rede, bem como o ingresso em sua propriedade, de pessoas credenciadas pela COELCE, para os
procedimentos de operação da rede após a ligação.

Coordenadas dos limites da propriedade: UTM:______________________, __________________;

UTM:______________________, _____________________;

E assim, por estar de pleno acordo com o teor do presente instrumento, assina-o juntamente com
(02) duas testemunhas, para surtir seus efeitos legais.

____________________,____de________--______de ______

NOME DO PROPRIETÁRIO DENOMINAÇÃO DA PROPRIEDADE


CPF:

TESTEMUNHAS:

NOME: NOME:
CPF: CPF:

OBS: O presente documento deve ter a firma reconhecida em cartório.


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Tabela 3: Características do Condutores de Cobre Nu (CCN)


Formação do Resistência
Seção Diâmetro Condutor Carga de
Elétrica Corrente
Nominal do Nominal do Ruptura Peso
Nº de Fios X Máxima a Nominal
Condutor Condutor Máxima (kg/km)
Diâmetro 20ºC (A)
(mm²) (mm) (daN)
(mm) (Ω/km)
25 6,18 7 x 2,06 0,795 187 933 228
35 7,50 7 x 2,50 0,538 227 1.356 317
70 10,60 19 x 2,12 0,276 356 2.661 624
95 12,50 19 x 2,50 0,198 438 3.686 859

Tabela 4 : Características dos Condutores de Alumínio Nu com Alma de Aço (CAA)


Seção Diâmetro Formação do Resistência
Condutor Carga de
Bitola do Nominal Nominal Elétrica Corrente
Ruptura Peso
Condutor Tipo do do Nº de Fios X Máxima a Nominal
Máxima (kg/km)
(AWG-MCM) Condutor Condutor Diâmetro 20ºC (A)
(daN)
(mm²) (mm) (mm) (Ω/km)
4 Swan 24,71 6,35 6/1 x 2,12 1,3278 140 812 85,40
1/0 Raven 62,38 10,11 6/1 x 3,37 0,5243 242 1.904 216,34
266,8 Partridge 157,20 16,31 26 x 7 0,2100 475 4.936 547,00

Tabela 5 : Características dos Condutores de Liga de Alumínio (CAL)


Formação do Resistência
Diâmetro Condutor Carga de
Condutor Elétrica Corrente
Nominal do Ruptura Peso
Liga A6201 Nº de Fios X Máxima a Nominal
Condutor Máxima (kg/km)
(mm²) Diâmetro 20ºC (A)
(mm) (daN)
(mm) (Ω/km)
50 9,09 7 x 3,02 0,668 216 1.540 140,30
70 10,50 19 x 2,17 0,478 268 2.170 192,70
120 14,15 19 x 2,83 0,279 385 3.880 327,90
160 16,35 19 x 3,25 0,205 460 4.762 441,00

Tabela 6 : Características dos Condutores Anti-Furto


Formação do Resistência
Seção Diâmetro Condutor Carga de
Elétrica Corrente
Nominal do Nominal do Ruptura Peso
Nº de Fios X Máxima a Nominal
Condutor Condutor Máxima (kg/km)
Diâmetro 20ºC (A)
(mm²) (mm) (daN)
(mm) (Ω/km)
Condutores de Aço-Alumínio (CAAL)
8,37 3,26 (1x8) x 3,26 10,302 50 659 55,00
25,10 7,02 (3x8) x 3,26 1,461 159 752 102,00
59,57 9,79 (7x8) x 3,26 0,626 266 1.663 239,00
Condutores de Aço-Cobre (CAC)
15,78 5,56 (3x10) x 2,59 2,0613 127 824 132,00
25,10 7,02 (3x8) x 3,26 1,2959 170 1.222 210,00
36,83 7,76 (7x10) x 2,59 0,8834 212 1.821 308,00
73,86 11,00 (7x7) x 3,67 0,4405 329 3.207 617,00
93,03 12,34 (7x6) x 4,12 0,3494 381 3.983 777,00
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Tabela 7: Condutores de Alumínio Protegido para Rede Compacta 15 kV


Resistência Carga de
Seção Diâmetro Elétrica Máxima Ruptura Massa
Número de Corrente
Nominal Nominal CC a 20°C Mínima Aproximada
2 Fios (A)
(mm ) (mm) (kg/km)
(ohm.) (daN)
70 10,20 12 0,4202 910 315 225
185 16,80 30 0,1591 2.405 695 525
240 19,20 30 0,1228 3.120 875 625

Tabela 8: Condutor Multiplexado de Alumínio Isolado em XLPE 0,6 / 1 kV


Seção do Condutor
Tração a Massa Total Corrente
(mm2) Ruptura Mínima aproximado Admissível no
Condutor Fase
Fase Neutro (daN) (kg/km) (A)
1x25 1x25 700 250 83
3x25 1x50 1400 515 83
3x50 1x50 1400 727 121
3x95 1x50 1400 1267 188
3x150 1x70 1980 1996 270

Tabela 9: Condutor Multiplexado de Cobre Isolado em XLPE – 0,6 / 1 kV


Seção do Condutor Corrente
(mm2) Tração a Massa Total Admissível no
Ruptura Mínima aproximado Condutor Fase
Fase Neutro (A)
(daN) (kg/km)
1x16 1x16 634 330 88
3x16 1x16 634 651 88
3x35 1x35 1348 1402 124
3x70 1x50 1901 2493 196
3x95 1x50 1901 3242 245
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Tabela 10: Potência do Transformador a ser Instalado


Transformador a ser instalado ( kVA)
Transformador
Existente Sobrecarga do Transformador Sobrecarga do Transformador existente em área
existente em área residencial comercial
( kVA)
De 41 a 60% De 61 a 100% De 21 a 30% De 31 a 60% De 61 a 100%
NOTA 3
10 - - - - -
15 30 45 30 30 45
NOTA 4
30 75 75 75 75 75
45 112,5 112,5 75 112,5 112,5
NOTA 1
75 150 225 150 150 225NOTA 1
112,5 225 NOTA 1 300 NOTA 1 225NOTA 1 225NOTA 1 300NOTA 1
150 300 NOTA 1 NOTA 2
300NOTA 1 300NOTA 1 NOTA 2

NOTA 1: É recomendável o desmembramento do circuito ou instalação de um circuito adicional.


NOTA 2: É obrigatório o desmembramento do circuito ou instalação de um circuito adicional.
NOTA 3: É recomendável instalar outro transformador monofásico de mesma potência e dividir a carga.
Sendo possível, ampliar a rede para trifásica e instalar transformador trifásico.
NOTA 3: Considerar os dados informados apenas para Manutenção.

Tabela 11: Carregamento Máximo Permitido em Transformadores


Carregamento em Área Carregamento em Área
Potência nominal
Residencial e em Área Rural Comercial
(kVA)
(kVA)NOTA 1 (kVA)NOTA 2
10 14,0 12
15 21,0 18
NOTA 3
30 42,0 36
45 63,0 54
75 105,0 90
112,5 157,5 135
150 210,0 180
225 315,0 270
300 420,0 360
NOTA 1: Carregamento permitido para um período máximo de 2 h.
NOTA 2: Carregamento permitido para um período máximo de 4 h.
NOTA 3: Considerar os dados informados apenas para Manutenção.
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Tabela 12: Utilização dos Postes


Altura do Circuitos e Equipamentos que podem ser instalados
poste
Rede de Rede Iluminação Derivações Circuitos
Comunicação Equipamentos
(m) MT de BT Pública de MT Duplos
9 NÃO SIM SIM SIM NÃO NÃO NÃO
10NOTA 1 SIM SIM SIM SIM NÃO NÃO NÃO
10,5 SIM SIM SIM SIM NÃO NÃO NÃO
11NOTA 1 SIM SIM SIM SIM SIM NOTA 2 SIM NOTA 2 NÃO
12 SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM
NOTA 1: Postes de 10 m e de 11 m, somente os já existentes;
NOTA 2: Somente em redes já existentes.

Tabela 13: Dimensionamento Condutor Pré-reunido x Transformador


Potência do Cabo do Circuito Principal
Transformador (mm²)
(kVA) Alumínio Cobre
5 (1F) 1x25 + 1x25 1x16 + 1x16
10 (1F) 1x25 + 1x25 1x16 + 1x16
15 (3F) 3x25 + 1x50 3x16 + 1x16
30 (3F) 3x25 +1x50 3x16 + 1x16
45 (3F) 3x50 + 1x50 3x35 + 1x35
75 (3F) 3x50 + 1x50 3x35 + 1x35
112,5 (3F) 3x95 + 1x50 3x70 + 1x50
150 (3F) 3x95 + 1x50 3x70 + 1x50
225 (3F) 3x95 + 1x50 3x95 + 1x50
300 (3F) 3x95 + 1x50(Cu) 3x95 + 1x50
NOTA 1: O cabo utilizado na rede secundária de distribuição deve atender os critérios de
carga, queda de tensão e tração. O cabo do circuito principal indicado nesta tabela deve
ser aplicado ao tronco da rede secundária de distribuição e cabos com seções nominais
menores podem ser utilizados nas derivações dos ramais. Em situações de distribuição
de carga especiais, podem ser utilizados condutores com seções nominais maiores do
que indicado nesta tabela.
NOTA 2: A partir de 75 kVA deve-se usar 2 (dois) cabos por fase, sendo um para cada
circuito (lado do transformador).
NOTA 3: Deve ser utilizado o cabo fase dos cabos multiplexados para conexão dos
terminais de baixa tensão do transformador aos disjuntores ou seccionador fusível, e
destes até a rede de distribuição de baixa tensão.
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Tabela 14: Postes Padronizados para Montagem de Transformadores


Potência dos Transformadores (kVA)

Situação da Esforço Mínimo dos Postes


Estrutura de Monofásico Trifásico
MT
225 300
10 Até 45 75 a 150
Peso máximo: 950 kg Peso máximo: 1300 kg
NOTA 1 NOTA 1
Em alinhamento 300 daN 300daN 300daN 600daN 600daN
Em ancoragem 300 daN 300daN 600daN 600daN NOTA 1 1000daN NOTA 2
NOTA 1: Caso exista na estrutura de ancoragem de MT (fim de rede) este tipo de transformador, usar poste
com esforço mínimo de 1000daN.
NOTA 2: Deve ser evitado o uso dos transformadores de 225 kVA e de 300 kVA em postes com ancoragem
de Rede de MT. Caso seja necessário, devem ser feitos os cálculos dos esforços para dimensionamento do
poste adequado.

Tabela 15: Postes Padronizados para Rede de Distribuição


Comprimento Esforço
Tipo
(m) (daN)
9 150 D
300 B
600 B
10,5 150 D
300 B
600 B
1000 B-1,5
2000 B-4,5
12 300 B
600 B
1000 B-1,5
2000 B-4,5
3000 B-6

Tabela 16: Taxa de crescimento anual


Fatores de Multiplicação de Demanda
Número
de Taxa de Crescimento Anual de Percentagem
Anos
1 2 3 4 5 6 8 10 12 15
5 1,051 1,104 1,159 1,216 1,276 1,338 1,469 1,610 1,762 2,011
10 1,104 1,218 1,343 1,480 1,628 1,790 2,158 2,593 3,105 4,045
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Tabela 17: Demanda diversificada em kVA


Número de Classe de Consumidores
Consumidores do
Circuito Nível “A” Nível “B” Nível “C” Nível “D”

1a5 0,300 0,550 1,150 2,200


6 a 10 0,270 0,430 1,050 1,800
11 a 15 0,250 0,370 0, 900 1,500
16 a 20 0,235 0,345 0,800 1,300
21 a 25 0,220 0,330 0,720 1,191
26 a 30 0,210 0,320 0,650 1,075
31 a 40 0,205 0,310 0,600 0,992
41 ou mais 0,200 0,301 0,551 0,910

Tabela 18: Dimensionamento da Proteção de BT Monofásica


Potência do Corrente Nominal Quantidade de Condutor de interligação do
Transformador do disjuntor Caixas transformador ao disjuntor
(kVA) (A) (mm²)
10 50 1 16

Tabela 19: Dimensionamento da Proteção de BT Trifásica


Potência do Corrente do Fusível Quantidade Quantidade Condutor de interligação
transformador disjuntor NH de caixas de suporte do transformador ao
(kVA) (A) (A) fusível disjuntor (mm2)
15 25 - 1 - 35
NOTA 1
30 50 - 1 - 35
45 80 - 1 - 35
75 63 - 2 - 2x35
112,5 100 - 2 - 2x35
150 125 - - - 2x35
225 - 250 - 6 2x95
300 - 315 - 6 2x95
NOTA 1: Considerar os dados informados apenas para Manutenção.

Tabela 20: Queda de Tensão Unitária em BT (kVA por 100m)


Cabo de Alumínio Queda de Tensão Cabo de Cobre Queda de Tensão
(mm²) kVA por 100m (mm²) kVA por 100m
1 x 25 + 1 x 25 0,527 1 x 16 + 1 x 16 0,557
3 x 25 + 1 x 50 0,088 3 x 16 + 1 x 16 0,094
3 x 50 + 1 x 50 0,050 3 x 35 + 1 x 35 0,044
3 x 95 + 1 x 50 0,027 3 x 70 + 1 x 50 0,024
3 x 150 + 1 x 70 0,019 3 x 95 + 1 x 50 0,018
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Tabela 21: Queda de Tensão Unitária em MT (kΩ / km – 13800V)


Condutor de Cobre Constante Condutor de alumínio Constante
(mm²) K CAA - AWG K
16 0,2344 4 0,2901
25 0,1711 - -
35 0,1356 1/0 0,1468
50 0,1066 - -
70 0,0893 -
95 0,0762 266,0 0,0764

Tabela 22: Níveis de Tensão


Limites de Variação
Tensão Nominal
(Volts)
(Volts)
Mínimo Máximo
220 201 231
380 348 396
13.800 12.834 14.400

Tabela 23: Transformador x Elo fusível


Potência do Transformador (kVA)
Elo Fusível
Trifásico Monofásico
- 5 0,5 H
- 10 1H
15 15 1H
30 - 2H
45 - 3H
75 - 5H
112,5 - 6K
150 - 8K
225 - 10 K
300 - 15 K

Tabela 24: Fatores de diversidade para consumidores urbanos


Fatores de Diversidade
Elementos dos sistemas entre os quais os
Carga Carga Consumidores Grandes
fatores de diversidade são considerados
Residencial Comercial Generalizados Consumidores
Entre consumidores individuais 2,00 1,46 1,45 -
Entre transformadores 1,30 1,30 1,35 1,05
Entre alimentadores públicos 1,15 1,15 1,15 1,85
Entre subestações 1,10 1,10 1,10 1,10
Dos consumidores para os transformadores 2,00 1,46 1,44 -
Dos consumidores para o alimentador público 2,60 1,90 1,95 1,15
Dos consumidores para a subestação 3,00 2,18 2,24 1,32
Dos consumidores para a estação geradora 3,29 2,40 2,46 1,45
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Tabela 25: Fator de diversidade para consumidores rurais


Quantidade de Quantidade
Fator de Diversidade
Consumidores de Carga
1 1 100 %
1 Diversas 85 %
Diversos Diversas 70 %

Tabela 26: Distância entre condutores de circuitos diferentes


Tensão U (kV)
Tensão U (kV)
(Circuito Superior)
(Circuito Inferior)
U≤1 1 < U ≤ 15
NOTA 1
Comunicação 600 mm 2.150 (ABNT 1.500 mm)
U≤1 600 mm 1.550 (ABNT 800 mm)
1 < U ≤ 15 - 1.400 NOTA 2 (ABNT 800 mm)
NOTA 1: Nos casos de circuitos de comunicação instalados com postes de 10 m já instalados no
sistema, admite-se que este afastamento seja de 1900 mm;
NOTA 2: Afastamento referente a circuitos duplos de média tensão.

Tabela 27: Afastamentos Mínimos Entre Condutores e o Solo


Afastamento Mínimo (mm)
Tensão U (kV)
Natureza do Logradouro
Comunicação e
U≤1 1 < U ≤ 36,2
cabos aterrados
Vias exclusivas de pedestes em áreas rurais 3.000 4.500 5.500
Vias exclusivas de pedestres em áres urbanas 3.000 3.500 5.500
Locais acessíveis ao trânsito de veículos em áreas rurais 4.500 4.500 6.000
Locais acessíveis ao trânsito de máquinas e equipamentos
6.000 6.000 6.000
agrícolas em áreas rurais
Ruas e avenidas 5.000 5.500 6.000
Entradas de prédios e demais locais de uso restrito a veículos 4.500 4.500 6.000
Rodovías federais 7.000 7.000 7.000
Ferrovias não eletrificadas e não eletrificáveis 6.000 6.000 9.000
NOTA 1: Em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a distância mínima do condutor ao boleto dos trilhos é de
12 metros para tensões até 36,2 kV, conforme ABNT NBR 14165.
NOTA 2: Em rodovias estaduais, recomenda-se que a distância mínima do condutor ao solo atenda à
legislação específica do orgão estadual. Na falta de regulamentação estadual, obedecer aos valores desta
Tabela.
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS
Produção de lavouras temporárias
Cultivo de cereais
0111-3/01 Cultivo de arroz 0,60 0,30 0,59 0,21
0111-3/02 Cultivo de milho 0,60 0,30 0,59 0,21
0111-3/03 Cultivo de trigo 0,60 0,30 0,59 0,21
Cultivo de outros cereais não especificados
0111-3/99 0,60 0,30 0,59 0,21
anteriormente
Cultivo de algodão herbáceo e de outras fibras de lavoura temporária
0112-1/01 Cultivo de algodão herbáceo 0,60 0,30
0112-1/02 Cultivo de juta 0,60 0,30
Cultivo de outras fibras de lavoura temporária não
0112-1/99 0,60 0,30
especificadas anteriormente
Cultivo de cana-de-açúcar
0113-0/00 Cultivo de cana-de-açúcar 0,48 0,34 0,48 0,34
Cultivo de fumo
0114-8/00 Cultivo de fumo 0,6 0,3 0,56 0,3
Cultivo de soja
0115-6/00 Cultivo de soja 0,6 0,3 0,56 0,3
Cultivo de oleaginosas de lavoura temporária, exceto soja
0116-4/01 Cultivo de amendoim 0,6 0,3 0,56 0,3
0116-4/02 Cultivo de girassol 0,6 0,3 0,56 0,3
0116-4/03 Cultivo de mamona 0,6 0,3 0,56 0,3
Cultivo de outras oleaginosas de lavoura temporária
0116-4/99 0,49 0,42 0,56 0,3
não especificadas anteriormente
Cultivo de plantas de lavoura temporária não especificadas anteriormente
0119-9/01 Cultivo de abacaxi 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/02 Cultivo de alho 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/03 Cultivo de batata-inglesa 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/04 Cultivo de cebola 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/05 Cultivo de feijão 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/06 Cultivo de mandioca 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/07 Cultivo de melão 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/08 Cultivo de melancia 0,6 0,3 0,62 0,27
0119-9/09 Cultivo de tomate rasteiro 0,6 0,3 0,62 0,27
Cultivo de outras plantas de lavoura temporária não
0119-9/99 0,33 0,43 0,62 0,27
especificada anteriormente
Horticultura e floricultura
Horticultura
0121-1/01 Horticultura, exceto morango 0,33 0,43 0,56 0,3
0121-1/02 Cultivo de morango 0,33 0,43 0,56 0,3
Cultivo de flores e plantas ornamentais
0122-9/00 Cultivo de flores e plantas ornamentais 0,33 0,43 0,43 0,33
Produção de lavouras permanentes
Cultivo de laranja
0131-8/00 Cultivo de laranja 0,53 0,28 0,53 0,28
Cultivo de uva
0132-6/00 Cultivo de uva 0,33 0,43 0,53 0,28
Cultivo de frutas de lavoura permanente, exceto laranja e uva
0133-4/01 Cultivo de açaí 0,33 0,43 0,53 0,28
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
0133-4/02 Cultivo de banana 0,33 0,43 0,53 0,28
0133-4/03 Cultivo de caju 0,33 0,43 0,53 0,28
0133-4/04 Cultivo de cítricos, exceto laranja 0,33 0,43 0,53 0,28
0133-4/05 Cultivo de coco-da-baía 0,33 0,43 0,62 0,27
0133-4/06 Cultivo de guaraná 0,33 0,43 0,62 0,27
0133-4/07 Cultivo de maçã 0,33 0,43 0,62 0,27
0133-4/08 Cultivo de mamão 0,33 0,43 0,62 0,27
0133-4/09 Cultivo de maracujá 0,33 0,43 0,62 0,27
0133-4/10 Cultivo de manga 0,33 0,43 0,62 0,27
0133-4/11 Cultivo de pêssego 0,33 0,43 0,62 0,27
Cultivo de frutas de lavoura permanente não
0133-4/99 0,62 0,27 0,62 0,27
especificadas anteriormente
Cultivo de café
0134-2/00 Cultivo de café 0,33 0,43 0,62 0,27
Cultivo de cacau
0135-1/00 Cultivo de cacau 0,33 0,43 0,62 0,27
Cultivo de plantas de lavoura permanente não especificadas anteriormente
0139-3/01 Cultivo de chá-da-índia 0,33 0,43 0,62 0,27
0139-3/02 Cultivo de erva-mate 0,33 0,43 0,62 0,27
0139-3/03 Cultivo de pimenta-do-reino 0,33 0,43 0,62 0,27
Cultivo de plantas para condimento, exceto pimenta-
0139-3/04 0,33 0,43 0,62 0,27
do-reino
0139-3/05 Cultivo de dendê 0,33 0,43 0,62 0,27
0139-3/06 Cultivo de seringueira 0,33 0,43 0,62 0,27
Cultivo de outras plantas de lavoura permanente não
0139-3/99 0,33 0,43 0,62 0,27
especificadas anteriormente
Produção de sementes e mudas certificadas
Produção de sementes certificadas
Produção de sementes certificadas, exceto de
0141-5/01 0,23 0,23
forrageiras para pasto
Produção de sementes certificadas de forrageiras
0141-5/02 0,23 0,23
para formação de pasto
Produção de mudas e outras formas de propagação vegetal, certificadas
Produção de mudas e outras formas de propagação
0142-3/00 0,23 0,23
vegetal, certificadas
Pecuária
Criação de bovinos
0151-2/01 Criação de bovinos para corte 0,46 0,37 0,46 0,37
0151-2/02 Criação de bovinos para leite 0,46 0,37 0,46 0,37
0151-2/03 Criação de bovinos, exceto para corte e leite 0,46 0,37 0,46 0,37
Criação de outros animais de grande porte
0152-1/01 Criação de bufalinos 0,46 0,37 0,46 0,37
0152-1/02 Criação de eqüinos 0,40 0,36 0,46 0,37
0152-1/03 Criação de asininos e muares 0,40 0,36 0,46 0,37
Criação de caprinos e ovinos
0153-9/01 Criação de caprinos 0,40 0,36 0,55 0,40
0153-9/02 Criação de ovinos, inclusive para produção de lã 0,55 0,40 0,55 0,40
Criação de suínos
0154-7/00 Criação de suínos 0,60 0,19 0,60 0,19
Criação de aves
0155-5/01 Criação de frangos para corte 0,49 0,39
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
0155-5/02 Produção de pintos de um dia 0,49 0,39
0155-5/03 Criação de outros galináceos, exceto para corte 0,49 0,39
0155-5/04 Criação de aves, exceto galináceos 0,49 0,39 0,62 0,38
0155-5/05 Produção de ovos 0,49 0,39
Criação de animais não especificados anteriormente
0159-8/01 Apicultura 0,55 0,4
0159-8/02 Criação de animais de estimação 0,55 0,4
0159-8/03 Criação de escargô 0,55 0,4
0159-8/04 Criação de bicho-da-seda 0,55 0,4
Criação de outros animais não especificados
0159-8/99 0,55 0,4
anteriormente
Atividades de apoio à agricultura e à pecuária; atividades de pós-colheita
Atividades de apoio à agricultura
Serviço de pulverização e controle de pragas
0161-0/01 0,36 0,41
agrícolas
0161-0/02 Serviço de poda de árvores para lavouras 0,36 0,41
0161-0/03 Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita 0,36 0,41
Atividades de apoio à agricultura não especificadas
0161-0/99 0,3 0,25
anteriormente
Atividades de apoio à pecuária
0162-8/01 Serviço de inseminação artificial em animais 0,45 0,3
0162-8/02 Serviço de tosquiamento de ovinos 0,45 0,3
0162-8/03 Serviço de manejo de animais 0,45 0,3
Atividades de apoio à pecuária não especificadas
0162-8/99 0,45 0,3
anteriormente
Atividades de pós-colheita
0163-6/00 Atividades de pós-colheita 0,45 0,3
Caça e serviços relacionados
0170-9/00 Caça e serviços relacionados 0,49 0,42
PRODUÇÃO FLORESTAL
Produção florestal - florestas plantadas
0210-1/01 Cultivo de eucalipto 0,49 0,42
0210-1/02 Cultivo de acácia-negra 0,49 0,42
0210-1/03 Cultivo de pinus 0,49 0,42
0210-1/04 Cultivo de teca 0,49 0,42
Cultivo de espécies madeireiras, exceto eucalipto,
0210-1/05 0,49 0,42
acácia-negra, pinus e teca
0210-1/06 Cultivo de mudas em viveiros florestais 0,49 0,42
0210-1/07 Extração de madeira em florestas plantadas 0,93 0,34
0210-1/08 Produção de carvão vegetal - florestas plantadas 0,93 0,34
Produção de casca de acácia-negra - florestas
0210-1/09 0,93 0,34
plantadas
Produção de produtos não-madeireiros não
0210-1/99 0,93 0,34
especificados anteriormente em florestas plantadas
Produção florestal - florestas nativas
0220-9/01 Extração de madeira em florestas nativas 0,93 0,34
0220-9/02 Produção de carvão vegetal - florestas nativas 0,93 0,34
0220-9/03 Coleta de castanha-do-pará em florestas nativas 0,93 0,34
0220-9/04 Coleta de látex em florestas nativas 0,93 0,34
0220-9/05 Coleta de palmito em florestas nativas 0,93 0,34
0220-9/06 Conservação de florestas nativas 0,93 0,34
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Coleta de produtos não-madeireiros não
0220-9/99 0,93 0,34
especificados anteriormente em florestas nativas
Atividades de apoio à produção florestal
0230-6/00 Atividades de apoio à produção florestal 0,49 0,42
PESCA E AQÜICULTURA
PESCA
Pesca em água salgada
0311-6/01 Pesca de peixes em água salgada 0,49 0,42 0,55 0,65
0311-6/02 Pesca de crustáceos e moluscos em água salgada 0,49 0,42 0,55 0,65
0311-6/03 Coleta de outros produtos marinhos 0,49 0,42
0311-6/04 Atividades de apoio à pesca em água salgada 0,49 0,42
Pesca em água doce
0312-4/01 Pesca de peixes em água doce 0,55 0,65 0,55 0,65
0312-4/02 Pesca de crustáceos e moluscos em água doce 0,55 0,65
0312-4/03 Coleta de outros produtos aquáticos de água doce 0,55 0,65
0312-4/04 Atividades de apoio à pesca em água doce 0,55 0,65 0,55 0,65
AQÜICULTURA
Aqüicultura em água salgada e salobra
0321-3/01 Criação de peixes em água salgada e salobra 0,53 0,23
0321-3/02 Criação de camarões em água salgada e salobra 0,53 0,23
Criação de ostras e mexilhões em água salgada e
0321-3/03 0,53 0,23
salobra
Criação de peixes ornamentais em água salgada e
0321-3/04 0,53 0,23
salobra
Atividades de apoio à aqüicultura em água salgada e
0321-3/05 0,53 0,23
salobra
Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água
0321-3/99 0,53 0,23
salgada e salobra não especificados anteriormente
Aqüicultura em água doce
0322-1/01 Criação de peixes em água doce 0,53 0,23
0322-1/02 Criação de camarões em água doce 0,53 0,23
0322-1/03 Criação de ostras e mexilhões em água doce 0,53 0,23
0322-1/04 Criação de peixes ornamentais em água doce 0,53 0,23
0322-1/05 Ranicultura 0,53 0,23
0322-1/06 Criação de jacaré 0,53 0,23
0322-1/07 Atividades de apoio à aqüicultura em água doce 0,53 0,23
Cultivos e semicultivos da aqüicultura em água doce
0322-1/99 0,53 0,23
não especificados anteriormente
INDÚSTRIAS EXTRATIVAS
Extração de Carvão Mineral
0500-3/01 Extração de carvão mineral 0,59 0,28
0500-3/02 Beneficiamento de carvão mineral 0,59 0,28
Extração de Petróleo e Gás Natural
0600-0/01 Extração de petróleo e gás natural 0,53 0,64 0,53 0,64
0600-0/02 Extração e beneficiamento de xisto 0,53 0,64
0600-0/03 Extração e beneficiamento de areias betuminosas 0,53 0,64
EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS
Extração de minério de ferro
0710-3/01 Extração de minério de ferro 0,59 0,28
Pelotização, sinterização e outros beneficiamentos
0710-3/02 0,59 0,28
de minério de ferro
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Extração de minerais metálicos não-ferrosos
Extração de minério de alumínio
0721-9/01 Extração de minério de alumínio 0,59 0,28
0721-9/02 Beneficiamento de minério de alumínio 0,59 0,28
Extração de minério de estanho
0722-7/01 Extração de minério de estanho 0,59 0,28
0722-7/02 Beneficiamento de minério de estanho 0,59 0,28
Extração de minério de manganês
0723-5/01 Extração de minério de manganês 0,59 0,28
0723-5/02 Beneficiamento de minério de manganês 0,59 0,28
Extração de minério de metais preciosos
0724-3/01 Extração de minério de metais preciosos 0,59 0,28
0724-3/02 Beneficiamento de minério de metais preciosos 0,59 0,28
Extração de minerais radioativos
0725-1/00 Extração de minerais radioativos 0,59 0,28
Extração de minerais metálicos não-ferrosos não especificados anteriormente
0729-4/01 Extração de minérios de nióbio e titânio 0,59 0,28
0729-4/02 Extração de minério de tungstênio 0,59 0,28
0729-4/03 Extração de minério de níquel 0,59 0,28
Extração de minérios de cobre, chumbo, zinco e
0729-4/04 outros minerais metálicos não-ferrosos não 0,33 0,17
especificados anteriormente
Beneficiamento de minérios de cobre, chumbo, zinco
0729-4/05 e outros minerais metálicos não-ferrosos não 0,33 0,17
especificados anteriormente
EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃO-METÁLICOS
Extração de pedra, areia e argila
0810-0/01 Extração de ardósia e beneficiamento associado 0,59 0,28
0810-0/02 Extração de granito e beneficiamento associado 0,59 0,28
0810-0/03 Extração de mármore e beneficiamento associado 0,59 0,28
Extração de calcário e dolomita e beneficiamento
0810-0/04 0,59 0,28
associado
0810-0/05 Extração de gesso e caulim 0,59 0,28
Extração de areia, cascalho ou pedregulho e
0810-0/06 0,59 0,28
beneficiamento associado
0810-0/07 Extração de argila e beneficiamento associado 0,59 0,28
0810-0/08 Extração de saibro e beneficiamento associado 0,59 0,28
0810-0/09 Extração de basalto e beneficiamento associado 0,59 0,28
Beneficiamento de gesso e caulim associado à
0810-0/10 0,59 0,28
extração
Extração e britamento de pedras e outros materiais
0810-0/99 0,56 0,3 0,59 0,28
para construção e beneficiamento associado
Extração de outros minerais não-metálicos
Extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos
Extração de minerais para fabricação de adubos,
0891-6/00 0,59 0,28
fertilizantes e outros produtos químicos
Extração e refino de sal marinho e sal-gema
0892-4/01 Extração de sal marinho 0,46 0,4 0,33 0,17
0892-4/02 Extração de sal-gema 0,46 0,4 0,33 0,17
0892-4/03 Refino e outros tratamentos do sal 0,46 0,4
Extração de gemas (pedras preciosas e semipreciosas)
0893-2/00 Extração de gemas (pedras preciosas/semipreciosas) 0,46 0,4
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Extração de minerais não-metálicos não especificados anteriormente
0899-1/01 Extração de grafita 0,46 0,4
0899-1/02 Extração de quartzo 0,46 0,4
0899-1/03 Extração de amianto 0,46 0,4
Extração de outros minerais não-metálicos não
0899-1/99 0,46 0,4
especificados anteriormente
ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE MINERAIS
Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural
Atividades de apoio à extração de petróleo e gás
0910-6/00 0,53 0,64 0,53 0,64
natural
Atividades de apoio à extração de minerais, exceto petróleo e gás natural
0990-4/01 Atividades de apoio à extração de minério de ferro 0,53 0,64
Atividades de apoio à extração de minerais metálicos
0990-4/02 0,33 0,17
não-ferrosos
Atividades de apoio à extração de minerais não-
0990-4/03 0,46 0,4
metálicos
INDÚSTRIAS DE TRANSFORMAÇÃO - FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS
Abate e fabricação de produtos de carne
Abate de reses, exceto suínos
1011-2/01 Frigorífico - abate de bovinos 0,52 0,46
1011-2/02 Frigorífico - abate de eqüinos 0,52 0,46
1011-2/03 Frigorífico - abate de ovinos e caprinos 0,52 0,46
1011-2/04 Frigorífico - abate de bufalinos 0,52 0,46
Matadouro - abate de reses sob contrato, exceto
1011-2/05 0,52 0,46
abate de suínos
Abate de suínos, aves e outros pequenos animais
1012-1/01 Abate de aves 0,73 0,44 0,73 0,44
1012-1/02 Abate de pequenos animais 0,73 0,44 0,73 0,44
1012-1/03 Frigorífico - abate de suínos 0,73 0,44
1012-1/04 Matadouro - abate de suínos sob contrato 0,73 0,44
Fabricação de produtos de carne
1013-9/01 Fabricação de produtos de carne 0,96 0,59 0,52 0,46
1013-9/02 Preparação de subprodutos do abate 0,96 0,59
Preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado
1020-1/01 Preservação de peixes, crustáceos e moluscos 0,53 0,41
Fabricação de conservas de peixes, crustáceos e
1020-1/02 0,53 0,41
moluscos
Fabricação de conservas de frutas, legumes e outros vegetais
Fabricação de conservas de frutas
1031-7/00 Fabricação de conservas de frutas 0,32 0,57
Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais
1032-5/01 Fabricação de conservas de palmito 0,32 0,57
Fabricação de conservas de legumes e outros
1032-5/99 0,61 0,46
vegetais, exceto palmito
Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes
Fabricação de sucos concentrados de frutas,
1033-3/01 0,84 0,32 0,56 0,3
hortaliças e legumes
Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes,
1033-3/02 0,84 0,32 0,56 0,3
exceto concentrados
Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais
Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho
Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo
1041-4/00 0,53 0,3 0,53 0,3
de milho
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho
Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo
1042-2/00 0,53 0,3
de milho
Fabricação de margarina e outras gorduras vegetais e de óleos não-comestíveis de animais
Fabricação de margarina e outras gorduras vegetais
1043-1/00 0,25 0,17 0,25 0,17
e de óleos não-comestíveis de animais
Laticínios
Preparação do leite
1051-1/00 Preparação do leite 0,64 0,43 0,64 0,43
Fabricação de laticínios
1052-0/00 Fabricação de laticínios 0,5 0,44 0,5 0,44
Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis
1053-8/00 Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis 0,37 0,44 0,8 0,38
Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais
Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz
1061-9/01 Beneficiamento de arroz 0,39 0,2 0,6 0,35
1061-9/02 Fabricação de produtos do arroz 0,39 0,2
Moagem de trigo e fabricação de derivados
1062-7/00 Moagem de trigo e fabricação de derivados 0,58 0,52 0,58 0,52
Fabricação de farinha de mandioca e derivados
1063-5/00 Fabricação de farinha de mandioca e derivados 0,58 0,45
Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de milho
Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto
1064-3/00 0,58 0,45
óleos de milho
Fabricação de amidos e féculas de vegetais e de óleos de milho
1065-1/01 Fabricação de amidos e féculas de vegetais 0,58 0,45
1065-1/02 Fabricação de óleo de milho em bruto 0,58 0,45
1065-1/03 Fabricação de óleo de milho refinado 0,58 0,45
Fabricação de alimentos para animais
1066-0/00 Fabricação de alimentos para animais 0,64 0,35
Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente
Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal
1069-4/00 0,39 0,24
não especificados anteriormente
Fabricação e refino de açúcar
Fabricação de açúcar em bruto
1071-6/00 Fabricação de açúcar em bruto 0,24 0,29 0,24 0,29
Fabricação de açúcar refinado
1072-4/01 Fabricação de açúcar de cana refinado 0,24 0,29 0,24 0,29
Fabricação de açúcar de cereais (dextrose) e de
1072-4/02 0,24 0,29
beterraba
Torrefação e moagem de café
Torrefação e moagem de café
1081-3/01 Beneficiamento de café 0,39 0,2
1081-3/02 Torrefação e moagem de café 0,39 0,2
Fabricação de produtos à base de café
1082-1/00 Fabricação de produtos à base de café 0,39 0,2
Fabricação de outros produtos alimentícios
Fabricação de produtos de panificação
1091-1/01 Fabricação de produtos de panificação Industrial 0,64 0,45
Fabricação de produtos de padaria e confeitaria com
1091-1/02 0,34 0,31
predominância de produção própria
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de biscoitos e bolachas
1092-9/00 Fabricação de biscoitos e bolachas 0,62 0,51 0,62 0,51
Fabricação de produtos derivados do cacau, de chocolates e confeitos
Fabricação de produtos derivados do cacau e de
1093-7/01 0,55 0,51
chocolates
Fabricação de frutas cristalizadas, balas e
1093-7/02 0,24 0,45
semelhantes
Fabricação de massas alimentícias
1094-5/00 Fabricação de massas alimentícias 0,24 0,45
Fabricação de especiarias, molhos, temperos e condimentos
Fabricação de especiarias, molhos, temperos e
1095-3/00 0,88 0,5 0,88 0,5
condimentos
Fabricação de alimentos e pratos prontos
1096-1/00 Fabricação de alimentos e pratos prontos 0,88 0,5
Fabricação de produtos alimentícios não especificados anteriormente
1099-6/01 Fabricação de vinagres 0,57 0,61
1099-6/02 Fabricação de pós alimentícios 0,57 0,61
1099-6/03 Fabricação de fermentos e leveduras 0,57 0,61
1099-6/04 Fabricação de gelo comum 0,57 0,61
1099-6/05 Fabricação de produtos para infusão (chá, mate, etc.) 0,57 0,61
1099-6/06 Fabricação de adoçantes naturais e artificiais 0,37 0,2
Fabricação de alimentos dietéticos e complementos
1099-6/07 0,55 0,51 0,37 0,2
alimentares
Fabricação de outros produtos alimentícios não
1099-6/99 0,57 0,61
especificados anteriormente
FABRICAÇÃO DE BEBIDAS
Fabricação de bebidas alcoólicas
Fabricação de aguardentes e outras bebidas destiladas
1111-9/01 Fabricação de aguardente de cana-de-açúcar 0,44 0,26
Fabricação de outras aguardentes e bebidas
1111-9/02 0,44 0,26 0,44 0,26
destiladas
Fabricação de vinho
1112-7/00 Fabricação de vinho 0,52 0,2 0,52 0,2
Fabricação de malte, cervejas e chopes
1113-5/01 Fabricação de malte, inclusive malte uísque 0,52 0,2
1113-5/02 Fabricação de cervejas e chopes 0,5 0,49 0,5 0,49
Fabricação de bebidas não-alcoólicas
Fabricação de águas envasadas
1121-6/00 Fabricação de águas envasadas 0,89 0,37 0,89 0,37
Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não-alcoólicas
1122-4/01 Fabricação de refrigerantes 0,56 0,39 0,56 0,39
Fabricação de chá mate e outros chás prontos para
1122-4/02 0,56 0,39
consumo
Fabricação de refrescos, xaropes e pós para
1122-4/03 0,56 0,39
refrescos, exceto refrescos de frutas
1122-4/04 Fabricação de bebidas isotônicas 0,11 0,26
Fabricação de outras bebidas não-alcoólicas não
1122-4/99 0,56 0,39
especificadas anteriormente
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO
Processamento industrial do fumo
Processamento industrial do fumo
1210-7/00 Processamento industrial do fumo 0,5 0,5
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de produtos do fumo
1220-4/01 Fabricação de cigarros 0,5 0,5
1220-4/02 Fabricação de cigarrilhas e charutos 0,5 0,5
1220-4/03 Fabricação de filtros para cigarros 0,5 0,5
Fabricação de outros produtos do fumo, exceto
1220-4/99 0,5 0,5
cigarros, cigarrilhas e charutos
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS
Preparação e fiação de fibras têxteis
Preparação e fiação de fibras de algodão
1311-1/00 Preparação e fiação de fibras de algodão 0,67 0,73 0,67 0,73
Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão
Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto
1312-0/00 0,57 0,53
algodão
Fiação de fibras artificiais e sintéticas
1313-8/00 Fiação de fibras artificiais e sintéticas 0,67 0,73
Fabricação de linhas para costurar e bordar
1314-6/00 Fabricação de linhas para costurar e bordar 0,75 0,35 0,75 0,35
Tecelagem, exceto malha
Tecelagem de fios de algodão
1321-9/00 Tecelagem de fios de algodão 0,12 0,28 0,12 0,28
Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto algodão
Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto
1322-7/00 0,12 0,28
algodão
Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas
1323-5/00 Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas 0,12 0,28
Fabricação de tecidos de malha
1330-8/00 Fabricação de tecidos de malha 0,42 0,42 0,42 0,42
Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis
Estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos
1340-5/01 0,42 0,42
têxteis e peças do vestuário
Alvejamento, tingimento e torção em fios, tecidos,
1340-5/02 0,42 0,42
artefatos têxteis e peças do vestuário
Outros serviços de acabamento em fios, tecidos,
1340-5/99 0,53 0,61 0,53 0,61
artefatos têxteis e peças do vestuário
Fabricação de artefatos têxteis, exceto vestuário
Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico
1351-1/00 Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico 0,85 0,51 0,35 0,36
Fabricação de artefatos de tapeçaria
1352-9/00 Fabricação de artefatos de tapeçaria 0,6 0,34
Fabricação de artefatos de cordoaria
1353-7/00 Fabricação de artefatos de cordoaria 0,19 0,44
Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos
1354-5/00 Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos 0,92 0,32 0,92 0,32
Fabricação de outros produtos têxteis não especificados anteriormente
Fabricação de outros produtos têxteis não
1359-6/00 0,12 0,28
especificados anteriormente
CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS
Confecção de artigos do vestuário e acessórios
Confecção de roupas íntimas
1411-8/01 Confecção de roupas íntimas 0,5 0,3 0,5 0,3
1411-8/02 Facção de roupas íntimas 0,5 0,3
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas
Confecção de peças do vestuário, exceto roupas
1412-6/01 0,18 0,3 0,73 0,3
íntimas e as confeccionadas sob medida
Confecção, sob medida, de peças do vestuário,
1412-6/02 0,18 0,3 0,73 0,3
exceto roupas íntimas
Facção de peças do vestuário, exceto roupas
1412-6/03 0,18 0,3
íntimas
Confecção de roupas profissionais
1413-4/01 Confecção de roupas profissionais exceto sob medida 0,32 0,24 0,32 0,24
1413-4/02 Confecção, sob medida, de roupas profissionais 0,32 0,24
1413-4/03 Facção de roupas profissionais 0,32 0,24
Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção
Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para
1414-2/00 0,91 0,27 0,91 0,27
segurança e proteção
Fabricação de artigos de malharia e tricotagem
Fabricação de meias
1421-5/00 Fabricação de meias 0,42 0,42
Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias
Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em
1422-3/00 0,42 0,42
malharias e tricotagens, exceto meias
PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO, ARTIGOS PARA VIAGEM E CALÇADOS
Curtimento e outras preparações de couro
1510-6/00 Curtimento e outras preparações de couro 0,52 0,33 0,52 0,33
Fabricação de artigos para viagem e de artefatos diversos de couro
Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material
Fabricação de artigos para viagem, bolsas e
1521-1/00 0,91 0,25 0,91 0,25
semelhantes de qualquer material
Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente
Fabricação de artefatos de couro não especificados
1529-7/00 0,94 0,45 0,94 0,45
anteriormente
Fabricação de calçados
Fabricação de calçados de couro
1531-9/01 Fabricação de calçados de couro 0,15 0,36 0,69 0,29
1531-9/02 Acabamento de calçados de couro sob contrato 0,15 0,36
Fabricação de tênis de qualquer material
1532-7/00 Fabricação de tênis de qualquer material 0,66 0,45 0,54 0,3
Fabricação de calçados de material sintético
1533-5/00 Fabricação de calçados de material sintético 0,66 0,45 0,66 0,45
Fabricação de calçados de materiais não especificados anteriormente
Fabricação de calçados de materiais não
1539-4/00 0,54 0,3 0,54 0,3
especificados anteriormente
Fabricação de partes para calçados, de qualquer material
Fabricação de partes para calçados, de qualquer
1540-8/00 0,54 0,3
material
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA
Desdobramento de madeira
1610-2/01 Serrarias com desdobramento de madeira 0,19 0,23
1610-2/02 Serrarias sem desdobramento de madeira 0,19 0,23
Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis
Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada
Fabricação de madeira laminada e de chapas de
1621-8/00 0,31 0,14
madeira compensada, prensada e aglomerada
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de estruturas de madeira e de artigos de carpintaria para construção
1622-6/01 Fabricação de casas de madeira pré-fabricadas 0,31 0,14
Fabricação de esquadrias de madeira e de peças de
1622-6/02 0,42 0,12
madeira para instalações industriais e comerciais
Fabricação de outros artigos de carpintaria para
1622-6/99 0,42 0,12
construção
Fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de madeira
Fabricação de artefatos de tanoaria e de
1623-4/00 0,51 0,24
embalagens de madeira
Fabricação de artefatos de madeira, palha, cortiça, vime e material trançado não especificados
anteriormente, exceto móveis
Fabricação de artefatos diversos de madeira, exceto
1629-3/01 0,31 0,14
móveis
Fabricação de artefatos diversos de cortiça, bambu,
1629-3/02 palha, vime e outros materiais trançados, exceto 0,42 0,22
móveis
FABRICAÇÃO DE CELULOSE, PAPEL E PRODUTOS DE PAPEL
Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel
Fabricação de celulose e outras pastas para a
1710-9/00 0,19 0,23
fabricação de papel
Fabricação de papel, cartolina e papel-cartão
Fabricação de papel
1721-4/00 Fabricação de papel 0,7 0,45
Fabricação de cartolina e papel-cartão
1722-2/00 Fabricação de cartolina e papel-cartão 0,56 0,27 0,7 0,45
Fabricação de embalagens de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado
Fabricação de embalagens de papel
1731-1/00 Fabricação de embalagens de papel 0,47 0,36 0,47 0,36
Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão
1732-0/00 Fabricação de embalagens: cartolina e papel-cartão 0,27 0,26
Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado
Fabricação de chapas e de embalagens de papelão
1733-8/00 0,27 0,26 0,27 0,26
ondulado
Fabricação de produtos diversos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado
Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e escritório
1741-9/01 Fabricação de formulários contínuos 0,8 0,59
Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-
1741-9/02 cartão e papelão ondulado para uso comercial e de 0,8 0,59
escritório
Fabricação de produtos de papel para usos doméstico e higiênico-sanitário
1742-7/01 Fabricação de fraldas descartáveis 0,8 0,59
1742-7/02 Fabricação de absorventes higiênicos 0,8 0,59
Fabricação de produtos de papel para uso doméstico
1742-7/99 0,8 0,59
e higiênico-sanitário não especificados anteriormente
Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não
especificados anteriormente
Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel,
1749-4/00 cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não 0,8 0,59
especificados anteriormente
IMPRESSÃO E REPRODUÇÃO DE GRAVAÇÕES
Atividade de impressão
Impressão de jornais, livros, revistas e outras publicações periódicas
1811-3/01 Impressão de jornais 0,24 0,35
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Impressão de livros, revistas e outras publicações
1811-3/02 0,24 0,35
periódicas
Impressão de material de segurança
1812-1/00 Impressão de material de segurança 0,24 0,35
Impressão de materiais para outros usos
1813-0/01 Impressão de material para uso publicitário 0,24 0,35
1813-0/99 Impressão de material para outros usos 0,24 0,35
Serviços de pré-impressão e acabamentos gráficos
Serviços de pré-impressão
1821-1/00 Serviços de pré-impressão 0,91 0,28
Serviços de acabamentos gráficos
1822-9/01 Serviços de encadernação e plastificação 0,35 0,69
Serviços de acabamentos gráficos, exceto
1822-9/99 0,35 0,69
encadernação e plastificação
Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte
Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte
1830-0/01 Reprodução de som em qualquer suporte 0,69 0,62 0,69 0,62
1830-0/02 Reprodução de vídeo em qualquer suporte 0,69 0,62
1830-0/03 Reprodução de software em qualquer suporte 0,69 0,62
FABRICAÇÃO DE COQUE, DE PRODUTOS DERIVADOS DO PETRÓLEO E DE BIOCOMBUSTÍVEIS
Coquerias
1910-1/00 Coquerias 0,67 0,32
Fabricação de produtos derivados do petróleo
Fabricação de produtos do refino de petróleo
1921-7/00 Fabricação de produtos do refino de petróleo 0,67 0,32
1922-5/01 Formulação de combustíveis 0,67 0,32
1922-5/02 Rerrefino de óleos lubrificantes 0,67 0,32
Fabricação de outros produtos derivados do
1922-5/99 0,67 0,32
petróleo, exceto produtos do refino
Fabricação de biocombustíveis
Fabricação de álcool
1931-4/00 Fabricação de álcool 0,67 0,32
Fabricação de biocombustíveis, exceto álcool
1932-2/00 Fabricação de biocombustíveis, exceto álcool 0,67 0,32
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS
Fabricação de produtos químicos inorgânicos
Fabricação de cloro e álcalis
2011-8/00 Fabricação de cloro e álcalis 0,8 0,68
Fabricação de intermediários para fertilizantes
2012-6/00 Fabricação de intermediários para fertilizantes 0,8 0,68
Fabricação de adubos e fertilizantes
2013-4/00 Fabricação de adubos e fertilizantes 0,8 0,68
Fabricação de gases industriais
2014-2/00 Fabricação de gases industriais 0,8 0,68 0,8 0,68
Fabricação de produtos químicos inorgânicos não especificados anteriormente
2019-3/01 Elaboração de combustíveis nucleares 0,67 0,32
Fabricação de outros produtos químicos inorgânicos
2019-3/99 0,5 0,32
não especificados anteriormente
Fabricação de produtos químicos orgânicos
Fabricação de produtos petroquímicos básicos
2021-5/00 Fabricação de produtos petroquímicos básicos 0,8 0,68
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas e fibras
Fabricação de intermediários para plastificantes,
2022-3/00 0,8 0,68
resinas e fibras
Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados anteriormente
Fabricação de produtos químicos orgânicos não
2029-1/00 0,5 0,32
especificados anteriormente
Fabricação de resinas e elastômeros
Fabricação de resinas termoplásticas
2031-2/00 Fabricação de resinas termoplásticas 0,75 0,78 0,75 0,78
Fabricação de resinas termofixas
2032-1/00 Fabricação de resinas termofixas 0,75 0,78
Fabricação de elastômeros
2033-9/00 Fabricação de elastômeros 0,75 0,78
Fabricação de fibras artificiais e sintéticas
2040-1/00 Fabricação de fibras artificiais e sintéticas 0,75 0,78
Fabricação de defensivos agrícolas e desinfestantes domissanitários
Fabricação de defensivos agrícolas
2051-7/00 Fabricação de defensivos agrícolas 0,5 0,32
Fabricação de desinfestantes domissanitários
2052-5/00 Fabricação de desinfestantes domissanitários 0,5 0,32
Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de perfumaria e higiene pessoal
Fabricação de sabões e detergentes sintéticos
2061-4/00 Fabricação de sabões e detergentes sintéticos 0,45 0,26 0,45 0,26
Fabricação de produtos de limpeza e polimento
2062-2/00 Fabricação de produtos de limpeza e polimento 0,63 0,21 0,63 0,21
Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e
2063-1/00 0,45 0,36 0,45 0,36
de higiene pessoal
Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins
Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas
2071-1/00 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 0,15 0,24 0,68 0,23
Fabricação de tintas de impressão
2072-0/00 Fabricação de tintas de impressão 0,38 0,17 0,38 0,17
Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins
Fabricação de impermeabilizantes, solventes e
2073-8/00 0,5 0,32
produtos afins
Fabricação de produtos e preparados químicos diversos
Fabricação de adesivos e selantes
2091-6/00 Fabricação de adesivos e selantes 0,5 0,32
Fabricação de explosivos
2092-4/01 Fabricação de pólvoras, explosivos e detonantes 0,5 0,32
2092-4/02 Fabricação de artigos pirotécnicos 0,5 0,32
2092-4/03 Fabricação de fósforos de segurança 0,5 0,32
Fabricação de aditivos de uso industrial
2093-2/00 Fabricação de aditivos de uso industrial 0,5 0,32
Fabricação de catalisadores
2094-1/00 Fabricação de catalisadores 0,5 0,32
Fabricação de produtos químicos não especificados anteriormente
Fabricação de chapas, filmes, papéis e outros
2099-1/01 0,5 0,32
materiais e produtos químicos para fotografia
Código
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Emissão
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de outros produtos químicos não
2099-1/99 0,5 0,32 0,5 0,32
especificados anteriormente
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMOQUÍMICOS E FARMACÊUTICOS
Fabricação de produtos farmoquímicos
2110-6/00 Fabricação de produtos farmoquímicos 0,46 0,55 0,46 0,55
Fabricação de produtos farmacêuticos
Fabricação de medicamentos para uso humano
Fabricação de medicamentos alopáticos para uso
2121-1/01 0,19 0,4
humano
Fabricação de medicamentos homeopáticos para
2121-1/02 0,19 0,4
uso humano
Fabricação de medicamentos fitoterápicos para uso
2121-1/03 0,19 0,4
humano
Fabricação de medicamentos para uso veterinário
2122-0/00 Fabricação de medicamentos para uso veterinário 0,62 0,48 0,62 0,48
Fabricação de preparações farmacêuticas
2123-8/00 Fabricação de preparações farmacêuticas 0,19 0,4
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE BORRACHA E DE MATERIAL PLÁSTICO
Fabricação de produtos de borracha
Fabricação de pneumáticos e de câmaras-de-ar
2211-1/00 Fabricação de pneumáticos e de câmaras-de-ar 0,41 0,26 0,54 0,25
Reforma de pneumáticos usados
2212-9/00 Reforma de pneumáticos usados 0,54 0,25
Fabricação de artefatos de borracha não especificados anteriormente
Fabricação de artefatos de borracha não
2219-6/00 0,69 0,33 0,69 0,33
especificados anteriormente
Fabricação de produtos de material plástico
Fabricação de laminados planos e tubulares de material plástico
Fabricação de laminados planos e tubulares de
2221-8/00 0,75 0,32 0,75 0,32
material plástico
Fabricação de embalagens de material plástico
2222-6/00 Fabricação de embalagens de material plástico 0,53 0,31 0,56 0,44
Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso na construção
Fabricação de tubos e acessórios de material
2223-4/00 0,53 0,31
plástico para uso na construção
Fabricação de artefatos de material plástico não especificados anteriormente
Fabricação de artefatos de material plástico para uso
2229-3/01 0,61 0,33 0,61 0,33
pessoal e doméstico
Fabricação de artefatos de material plástico para
2229-3/02 0,61 0,33 0,61 0,33
usos industriais
Fabricação de artefatos de material plástico para uso
2229-3/03 0,61 0,33 0,61 0,33
na construção, exceto tubos e acessórios
Fabricação de artefatos de material plástico para
2229-3/99 0,61 0,33 0,61 0,33
outros usos não especificados anteriormente
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO-METÁLICOS
Fabricação de vidro e de produtos do vidro
Fabricação de vidro plano e de segurança
2311-7/00 Fabricação de vidro plano e de segurança 0,97 0,36 0,97 0,36
Fabricação de embalagens de vidro
2312-5/00 Fabricação de embalagens de vidro 0,97 0,36 0,97 0,36
Fabricação de artigos de vidro
2319-2/00 Fabricação de artigos de vidro 0,97 0,36 0,97 0,36
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de cimento
2320-6/00 Fabricação de cimento 0,9 0,56 0,9 0,56
Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes
Fabricação de estruturas pré-moldadas de concreto
2330-3/01 0,36 0,24 0,36 0,24
armado, em série e sob encomenda
Fabricação de artefatos de cimento para uso na
2330-3/02 0,36 0,24 0,36 0,24
construção
Fabricação de artefatos de fibrocimento para uso na
2330-3/03 0,36 0,24 0,36 0,24
construção
2330-3/04 Fabricação de casas pré-moldadas de concreto 0,36 0,24 0,36 0,24
Preparação de massa de concreto e argamassa para
2330-3/05 0,36 0,24 0,36 0,24
construção
Fabricação de outros artefatos e produtos de
2330-3/99 concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais 0,36 0,24 0,36 0,24
semelhantes
Fabricação de produtos cerâmicos
Fabricação de produtos cerâmicos refratários
2341-9/00 Fabricação de produtos cerâmicos refratários 0,96 0,36 0,67 0,2
Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários para uso estrutural na construção
2342-7/01 Fabricação de azulejos e pisos 0,66 0,24
Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido
2342-7/02 0,66 0,24 0,76 0,27
para uso na construção, exceto azulejos e pisos
Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários não especificados anteriormente
2349-4/01 Fabricação de material sanitário de cerâmica 0,64 0,24
Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários
2349-4/99 0,64 0,24
não especificados anteriormente
Aparelhamento de pedras e fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos
Aparelhamento e outros trabalhos em pedras
2391-5/01 Britamento de pedras, exceto associado à extração 0,56 0,3 0,56 0,3
Aparelhamento de pedras para construção, exceto
2391-5/02 0,56 0,3 0,56 0,3
associado à extração
Aparelhamento de placas e execução de trabalhos
2391-5/03 0,56 0,3 0,56 0,3
em mármore, granito, ardósia e outras pedras
Fabricação de cal e gesso
2392-3/00 Fabricação de cal e gesso 0,35 0,16 0,73 0,54
Fabricação de produtos de minerais não-metálicos não especificados anteriormente
Decoração, lapidação, gravação, vitrificação e outros
2399-1/01 0,68 0,47
trabalhos em cerâmica, louça, vidro e cristal
2399-1/02 Fabricação de abrasivos 0,68 0,47
Fabricação de outros produtos de minerais não-
2399-1/99 0,68 0,47 0,68 0,47
metálicos não especificados anteriormente
METALURGIA
Produção de ferro-gusa e de ferroligas
Produção de ferro-gusa
2411-3/00 Produção de ferro-gusa 0,35 0,15
Produção de ferroligas
2412-1/00 Produção de ferroligas 0,35 0,15
Siderurgia
Produção de semi-acabados de aço
2421-1/00 Produção de semi-acabados de aço 0,35 0,15
Produção de laminados planos de aço
Produção de laminados planos de aço ao carbono,
2422-9/01 0,2 0,31 0,94 0,44
revestidos ou não
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
2422-9/02 Produção de laminados planos de aços especiais 0,2 0,31
Produção de laminados longos de aço
2423-7/01 Produção de tubos de aço sem costura 0,94 0,44
2423-7/02 Produção de laminados longos de aço, exceto tubos 0,94 0,44
Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço
2424-5/01 Produção de arames de aço 0,35 0,15
Produção de relaminados, trefilados e perfilados de
2424-5/02 0,35 0,15
aço, exceto arames
Produção de tubos de aço, exceto tubos sem costura
Produção de tubos de aço com costura
2431-8/00 Produção de tubos de aço com costura 0,35 0,15
Produção de outros tubos de ferro e aço
2439-3/00 Produção de outros tubos de ferro e aço 0,35 0,15
Metalurgia dos metais não-ferrosos
Metalurgia do alumínio e suas ligas
Produção de alumínio e suas ligas em formas
2441-5/01 0,4 0,25 0,4 0,25
primárias
2441-5/02 Produção de laminados de alumínio 0,4 0,25 0,4 0,25
Metalurgia dos metais preciosos
2442-3/00 Metalurgia dos metais preciosos 0,68 0,47
Metalurgia do cobre
2443-1/00 Metalurgia do cobre 0,24 0,4
Metalurgia dos metais não-ferrosos e suas ligas não especificados anteriormente
2449-1/01 Produção de zinco em formas primárias 0,94 0,44
2449-1/02 Produção de laminados de zinco 0,94 0,44
2449-1/03 Produção de soldas e ânodos para galvanoplastia 0,94 0,44
Metalurgia de outros metais não-ferrosos e suas
2449-1/99 0,94 0,44
ligas não especificados anteriormente
Fundição
Fundição de ferro e aço
2451-2/00 Fundição de ferro e aço 0,35 0,15
Fundição de metais não-ferrosos e suas ligas
2452-1/00 Fundição de metais não-ferrosos e suas ligas 0,35 0,15
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE METAL, EXCETO MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada
Fabricação de estruturas metálicas
2511-0/00 Fabricação de estruturas metálicas 0,19 0,31 0,19 0,31
Fabricação de esquadrias de metal
2512-8/00 Fabricação de esquadrias de metal 0,44 0,14 0,44 0,14
Fabricação de obras de caldeiraria pesada
2513-6/00 Fabricação de obras de caldeiraria pesada 0,35 0,15
Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras
Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para aquecimento central
Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e
2521-7/00 0,76 0,41 0,76 0,41
caldeiras para aquecimento central
Fabricação de caldeiras geradoras de vapor, exceto para aquecimento central e para veículos
Fabricação de caldeiras geradoras de vapor, exceto
2522-5/00 0,35 0,15
para aquecimento central e para veículos
Forjaria, estamparia, metalurgia do pó e serviços de tratamento de metais
Produção de forjados de aço e de metais não-ferrosos e suas ligas
2531-4/01 Produção de forjados de aço 0,68 0,26 0,68 0,26
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Produção de forjados de metais não-ferrosos e suas
2531-4/02 0,84 0,4 0,84 0,4
ligas
Produção de artefatos estampados de metal; metalurgia do pó
2532-2/01 Produção de artefatos estampados de metal 0,3 0,28 0,3 0,28
2532-2/02 Metalurgia do pó 0,78 0,23 0,78 0,23
Serviços de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais
2539-0/01 Serviços de usinagem, tornearia e solda 0,9 0,23
2539-0/02 Serviços de tratamento e revestimento em metais 0,9 0,23
Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas
Fabricação de artigos de cutelaria
2541-1/00 Fabricação de artigos de cutelaria 0,45 0,19
Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias
Fabricação de artigos de serralheria, exceto
2542-0/00 0,45 0,19 0,45 0,19
esquadrias
Fabricação de ferramentas
2543-8/00 Fabricação de ferramentas 0,45 0,19
Fabricação de equipamento bélico pesado, armas e munições
Fabricação de equipamento bélico pesado, exceto
2550-1/01 0,76 0,18
veículos militares de combate
Fabricação de armas de fogo, outras armas e
2550-1/02 0,76 0,18
munições
Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente
Fabricação de embalagens metálicas
2591-8/00 Fabricação de embalagens metálicas 0,96 0,79 0,96 0,79
Fabricação de produtos de trefilados de metal
Fabricação de produtos de trefilados de metal
2592-6/01 0,6 0,49 0,6 0,49
padronizados
Fabricação de produtos de trefilados de metal,
2592-6/02 0,6 0,49 0,6 0,49
exceto padronizados
Fabricação de artigos de metal para uso doméstico e pessoal
Fabricação de artigos de metal para uso doméstico e
2593-4/00 0,38 0,22 0,38 0,22
pessoal
Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente
Serviços de confecção de armações metálicas para
2599-3/01 0,51 0,25
a construção
2599-3/02 Serviço de corte e dobra de metais 0,13 0,17 0,13 0,17
Fabricação de outros produtos de metal não
2599-3/99 0,13 0,17
especificados anteriormente
FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA, PRODUTOS ELETRÔNICOS E ÓPTICOS
Fabricação de componentes eletrônicos
2610-8/00 Fabricação de componentes eletrônicos 0,13 0,17
Fabricação de equipamentos de informática e periféricos
Fabricação de equipamentos de informática
2621-3/00 Fabricação de equipamentos de informática 0,8 0,22
Fabricação de periféricos para equipamentos de informática
Fabricação de periféricos para equipamentos de
2622-1/00 0,76 0,18
informática
Fabricação de equipamentos de comunicação
Fabricação de equipamentos transmissores de comunicação
Fabricação de equipamentos transmissores de
2631-1/00 0,27 0,22 0,27 0,22
comunicação, peças e acessórios
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação
Fabricação de aparelhos telefônicos e de outros
2632-9/00 0,27 0,22
equipamentos de comunicação, peças e acessórios
Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo
Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução,
2640-0/00 0,27 0,22
gravação e amplificação de áudio e vídeo
Fabricação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle; cronômetros e relógios
Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste e controle
Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida,
2651-5/00 0,27 0,22
teste e controle
Fabricação de cronômetros e relógios
2652-3/00 Fabricação de cronômetros e relógios 0,27 0,22
Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação
Fabricação de aparelhos eletromédicos e
2660-4/00 0,27 0,22
eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação
Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos
Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos,
2670-1/01 0,24 0,34 0,78 0,27
peças e acessórios
Fabricação de aparelhos fotográficos e
2670-1/02 0,24 0,34 0,78 0,27
cinematográficos, peças e acessórios
Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas
2680-9/00 Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas 0,5 0,32
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS
Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos
Fabricação de geradores de corrente contínua e
2710-4/01 0,76 0,18
alternada, peças e acessórios
Fabricação de transformadores, indutores,
2710-4/02 conversores, sincronizadores e semelhantes, peças 0,56 0,38 0,56 0,38
e acessórios
2710-4/03 Fabricação de motores elétricos, peças e acessórios 0,56 0,38
Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos
Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores
Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores
2721-0/00 0,24 0,11 0,24 0,11
elétricos, exceto para veículos automotores
Fabricação de baterias e acumuladores para veículos automotores
Fabricação de baterias e acumuladores para
2722-8/01 0,24 0,11
veículos automotores
Recondicionamento de baterias e acumuladores
2722-8/02 0,24 0,11
para veículos automotores
Fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica
Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica
Fabricação de aparelhos e equipamentos para
2731-7/00 0,56 0,38
distribuição e controle de energia elétrica
Fabricação de material elétrico para instalações em circuito de consumo
Fabricação de material elétrico para instalações em
2732-5/00 0,56 0,38
circuito de consumo
Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados
Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos
2733-3/00 0,56 0,38
isolados
Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação
2740-6/01 Fabricação de lâmpadas 0,8 0,22
Fabricação de luminárias e outros equipamentos de
2740-6/02 0,8 0,22
iluminação
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de eletrodomésticos
Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico
Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de
2751-1/00 0,76 0,18
lavar e secar para uso doméstico, peças e acessórios
Fabricação de aparelhos eletrodomésticos não especificados anteriormente
Fabricação de aparelhos elétricos de uso pessoal,
2759-7/01 0,92 0,24
peças e acessórios
Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos
2759-7/99 0,92 0,24 0,92 0,24
não especificados anteriormente, peças e acessórios
Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente
Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de
2790-2/01 carvão e grafita para uso elétrico, eletroímãs e 0,8 0,22
isoladores
Fabricação de equipamentos para sinalização e
2790-2/02 0,8 0,22
alarme
Fabricação de outros equipamentos e aparelhos
2790-2/99 0,8 0,22 0,8 0,22
elétricos não especificados anteriormente
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão
Fabricação de motores e turbinas, exceto para aviões e veículos rodoviários
Fabricação de motores e turbinas, peças e
2811-9/00 0,76 0,18 0,76 0,18
acessórios, exceto para aviões e veículos rodoviários
Fabricação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, exceto válvulas
Fabricação de equipamentos hidráulicos e
2812-7/00 0,27 0,13
pneumáticos, peças e acessórios, exceto válvulas
Fabricação de válvulas, registros e dispositivos semelhantes
Fabricação de válvulas, registros e dispositivos
2813-5/00 0,27 0,13
semelhantes, peças e acessórios
Fabricação de compressores
Fabricação de compressores para uso industrial,
2814-3/01 0,8 0,22
peças e acessórios
Fabricação de compressores para uso não-industrial,
2814-3/02 0,8 0,22
peças e acessórios
Fabricação de equipamentos de transmissão para fins industriais
2815-1/01 Fabricação de rolamentos para fins industriais 0,92 0,24
Fabricação de equipamentos de transmissão para
2815-1/02 0,92 0,24
fins industriais, exceto rolamentos
Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral
Fabricação de aparelhos e equipamentos para instalações térmicas
Fabricação de fornos industriais, aparelhos e
2821-6/01 equipamentos não-elétricos para instalações 0,8 0,22
térmicas, peças e acessórios
Fabricação de estufas e fornos elétricos para fins
2821-6/02 0,8 0,22
industriais, peças e acessórios
Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas e pessoas
Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos
2822-4/01 para transporte e elevação de pessoas, peças e 0,77 0,46 0,64 0,26
acessórios
Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos
2822-4/02 para transporte e elevação de cargas, peças e 0,27 0,13 0,64 0,26
acessórios
Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial
Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração
2823-2/00 e ventilação para uso industrial e comercial, peças e 0,64 0,26
acessórios
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado
Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar
2824-1/01 0,64 0,26
condicionado para uso industrial
Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar
2824-1/02 0,64 0,26
condicionado para uso não-industrial
Fabricação de máquinas e equipamentos para saneamento básico e ambiental
Fabricação de máquinas e equipamentos para
2825-9/00 0,64 0,26
saneamento básico e ambiental, peças e acessórios
Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente
Fabricação de máquinas de escrever, calcular e
2829-1/01 outros equipamentos não-eletrônicos para escritório, 0,8 0,22
peças e acessórios
Fabricação de outras máquinas e equipamentos de
2829-1/99 uso geral não especificados anteriormente, peças e 0,76 0,18 0,64 0,26
acessórios
Fabricação de tratores e de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária
Fabricação de tratores agrícolas
2831-3/00 Fabricação de tratores agrícolas, peças e acessórios 0,76 0,18
Fabricação de equipamentos para irrigação agrícola
Fabricação de equipamentos para irrigação agrícola,
2832-1/00 0,35 0,25
peças e acessórios
Fabricação de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária, exceto para irrigação
Fabricação de máquinas e equipamentos para a
2833-0/00 agricultura e pecuária, peças e acessórios, exceto 0,35 0,25
para irrigação
Fabricação de máquinas-ferramenta
Fabricação de máquinas-ferramenta, peças e
2840-2/00 0,92 0,24
acessórios
Fabricação de máquinas e equipamentos de uso na extração mineral e na construção
Fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo
Fabricação de máquinas e equipamentos para a pros-
2851-8/00 0,76 0,18
pecção e extração de petróleo, peças e acessórios
Fabricação de outras máquinas e equipamentos para uso na extração mineral, exceto na extração de petróleo
Fabricação de outras máquinas e equipamentos
2852-6/00 para uso na extração mineral, peças e acessórios, 0,76 0,18
exceto na extração de petróleo
Fabricação de tratores, exceto agrícolas
Fabricação de tratores, peças e acessórios, exceto
2853-4/00 0,76 0,18
agrícolas
Fabricação de máquinas e equipamentos para terraplenagem, pavimentação e construção, exceto tratores
Fabricação de máquinas e equipamentos para
2854-2/00 terraplenagem, pavimentação e construção, peças e 0,76 0,18
acessórios, exceto tratores
Fabricação de máquinas e equipamentos de uso industrial específico
Fabricação de máquinas para a indústria metalúrgica, exceto máquinas-ferramenta
Fabricação de máquinas para a indústria metalúrgica,
2861-5/00 0,76 0,18
peças e acessórios, exceto máquinas-ferramenta
Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos, bebidas e fumo
Fabricação de máquinas e equipamentos para as
2862-3/00 indústrias de alimentos, bebidas e fumo, peças e 0,76 0,18
acessórios
Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil
Fabricação de máquinas e equipamentos para a
2863-1/00 0,68 0,27 0,68 0,27
indústria têxtil, peças e acessórios
Código
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias do vestuário, do couro e de calçados
Fabricação de máquinas e equipamentos para as
2864-0/00 indústrias do vestuário, do couro e de calçados, 0,77 0,2 0,77 0,2
peças e acessórios
Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de celulose, papel e papelão e artefatos
Fabricação de máquinas e equipamentos para as
2865-8/00 indústrias de celulose, papel e papelão e artefatos, 0,77 0,2
peças e acessórios
Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria do plástico
Fabricação de máquinas e equipamentos para a
2866-6/00 0,77 0,2
indústria do plástico, peças e acessórios
Fabricação de máquinas e equipamentos para uso industrial específico não especificados anteriormente
Fabricação de máquinas e equipamentos para uso
2869-1/00 industrial específico não especificados 0,36 0,2
anteriormente, peças e acessórios
FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS
Fabricação de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias
Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários
2910-7/01 Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 0,76 0,27 0,76 0,27
Fabricação de chassis com motor para automóveis,
2910-7/02 0,76 0,27
camionetas e utilitários
Fabricação de motores para automóveis, camionetas
2910-7/03 0,76 0,27
e utilitários
Fabricação de caminhões e ônibus
2920-4/01 Fabricação de caminhões e ônibus 0,14 0,22
2920-4/02 Fabricação de motores para caminhões e ônibus 0,14 0,22
Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores
Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para
2930-1/01 0,62 0,24 0,62 0,24
caminhões
2930-1/02 Fabricação de carrocerias para ônibus 0,14 0,22 0,14 0,22
Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para
2930-1/03 outros veículos automotores, exceto caminhões e 0,14 0,22 0,14 0,22
ônibus
Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para o sistema
2941-7/00 0,77 0,46
motor de veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de marcha e transmissão de veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para os sistemas
2942-5/00 0,77 0,46
de marcha e transmissão de veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para o sistema de freios de veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para o sistema de
2943-3/00 0,77 0,46
freios de veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para o sistema de direção e suspensão de veículos automotores
Fabricação de peças e acessórios para o sistema de
2944-1/00 0,77 0,46
direção e suspensão de veículos automotores
Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias
Fabricação de material elétrico e eletrônico para
2945-0/00 0,8 0,22
veículos automotores, exceto baterias
Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores não especificados anteriormente
Fabricação de bancos e estofados para veículos
2949-2/01 0,77 0,46
automotores
Fabricação de outras peças e acessórios para
2949-2/99 veículos automotores não especificadas 0,77 0,46
anteriormente
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores
Recondicionamento e recuperação de motores para
2950-6/00 0,33 0,31 0,63 0,37
veículos automotores
FABRICAÇÃO DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE, EXCETO VEÍCULOS AUTOMOTORES
Construção de embarcações
Construção de embarcações e estruturas flutuantes
3011-3/01 Construção de embarcações de grande porte 0,87 0,37 0,87 0,37
Construção de embarcações para uso comercial e
3011-3/02 0,87 0,37 0,87 0,37
para usos especiais, exceto de grande porte
Construção de embarcações para esporte e lazer
3012-1/00 Construção de embarcações para esporte e lazer 0,87 0,37
Fabricação de veículos ferroviários
Fabricação de locomotivas, vagões e outros materiais rodantes
Fabricação de locomotivas, vagões e outros
3031-8/00 0,87 0,37
materiais rodantes
Fabricação de peças e acessórios para veículos ferroviários
Fabricação de peças e acessórios para veículos
3032-6/00 0,77 0,46
ferroviários
Fabricação de aeronaves
3041-5/00 Fabricação de aeronaves 0,77 0,46
Fabricação de turbinas, motores e outros componentes e peças para aeronaves
Fabricação de turbinas, motores e outros
3042-3/00 0,77 0,46
componentes e peças para aeronaves
Fabricação de veículos militares de combate
3050-4/00 Fabricação de veículos militares de combate 0,77 0,46
Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente
Fabricação de motocicletas
3091-1/01 Fabricação de motocicletas 0,77 0,46
3091-1/02 Fabricação de peças e acessórios para motocicletas 0,77 0,46
Fabricação de bicicletas e triciclos não-motorizados
Fabricação de bicicletas e triciclos não-motorizados,
3092-0/00 0,33 0,2 0,33 0,2
peças e acessórios
Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente
Fabricação de equipamentos de transporte não
3099-7/00 0,76 0,27
especificados anteriormente
FABRICAÇÃO DE MÓVEIS
Fabricação de móveis
Fabricação de móveis com predominância de madeira
Fabricação de móveis com predominância de
3101-2/00 0,31 0,25 0,53 0,22
madeira
Fabricação de móveis com predominância de metal
3102-1/00 Fabricação de móveis com predominância de metal 0,61 0,43 0,61 0,43
Fabricação de móveis de outros materiais, exceto madeira e metal
Fabricação de móveis de outros materiais, exceto
3103-9/00 0,49 0,23 0,49 0,23
madeira e metal
Fabricação de colchões
3104-7/00 Fabricação de colchões 0,24 0,23 0,24 0,23
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DIVERSOS
Fabricação de artigos de joalheria, bijuteria e semelhantes
Lapidação de gemas e fabricação de artefatos de ourivesaria e joalheria
3211-6/01 Lapidação de gemas 0,56 0,3
3211-6/02 Fabricação de artefatos de joalheria e ourivesaria 0,56 0,3
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
3211-6/03 Cunhagem de moedas e medalhas 0,56 0,3
Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes
3212-4/00 Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes 0,56 0,3
Fabricação de instrumentos musicais
Fabricação de instrumentos musicais, peças e
3220-5/00 0,79 0,23
acessórios
Fabricação de artefatos para pesca e esporte
3230-2/00 Fabricação de artefatos para pesca e esporte 0,79 0,23
Fabricação de brinquedos e jogos recreativos
3240-0/01 Fabricação de jogos eletrônicos 0,79 0,23
Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e
3240-0/02 0,79 0,23
acessórios não associada à locação
Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e
3240-0/03 0,79 0,23
acessórios associada à locação
Fabricação de outros brinquedos e jogos recreativos
3240-0/99 0,79 0,23
não especificados anteriormente
Fabricação de instrumentos e materiais para uso médico e odontológico e de artigos ópticos
Fabricação de instrumentos não-eletrônicos e
3250-7/01 utensílios para uso médico, cirúrgico, odontológico e 0,15 0,34 0,21 0,27
de laboratório
Fabricação de mobiliário para uso médico, cirúrgico,
3250-7/02 0,15 0,34
odontológico e de laboratório
Fabricação de aparelhos e utensílios para correção
3250-7/03 de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral 0,15 0,34
sob encomenda
Fabricação de aparelhos e utensílios para correção
3250-7/04 de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral, 0,15 0,34
exceto sob encomenda
3250-7/05 Fabricação de materiais para medicina e odontologia 0,15 0,34
3250-7/06 Serviços de prótese dentária 0,15 0,34
3250-7/07 Fabricação de artigos ópticos 0,15 0,34
3250-7/09 Serviço de laboratório óptico 0,15 0,34
Fabricação de produtos diversos
Fabricação de escovas, pincéis e vassouras
3291-4/00 Fabricação de escovas, pincéis e vassouras 0,79 0,23
Fabricação de equipamentos e acessórios para segurança e proteção pessoal e profissional
Fabricação de roupas de proteção e segurança e
3292-2/01 0,73 0,3
resistentes a fogo
Fabricação de equipamentos e acessórios para
3292-2/02 0,41 0,2 0,41 0,2
segurança pessoal e profissional
Fabricação de produtos diversos não especificados anteriormente
3299-0/01 Fabricação de guarda-chuvas e similares 0,79 0,23
Fabricação de canetas, lápis e outros artigos para
3299-0/02 0,79 0,23
escritório
Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer
3299-0/03 0,79 0,23
material, exceto luminosos
3299-0/04 Fabricação de painéis e letreiros luminosos 0,79 0,23
3299-0/05 Fabricação de aviamentos para costura 0,41 0,39 0,41 0,39
3299-0/06 Fabricação de velas, inclusive decorativas 0,79 0,23
Fabricação de produtos diversos não especificados
3299-0/99 0,79 0,23 0,79 0,23
anteriormente
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
MANUTENÇÃO, REPARAÇÃO E INSTALAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos
Manutenção e reparação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras, exceto para veículos
Manutenção e reparação de tanques, reservatórios
3311-2/00 0,97 0,37
metálicos e caldeiras, exceto para veículos
Manutenção e reparação de equipamentos eletrônicos e ópticos
Manutenção e reparação de aparelhos e
3312-1/02 0,97 0,37
instrumentos de medida, teste e controle
Manutenção e reparação de aparelhos eletromédicos
3312-1/03 0,97 0,37
e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação
Manutenção e reparação de equipamentos e
3312-1/04 0,97 0,37
instrumentos ópticos
Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos elétricos
Manutenção e reparação de geradores,
3313-9/01 0,97 0,37
transformadores e motores elétricos
Manutenção e reparação de baterias e
3313-9/02 0,97 0,37
acumuladores elétricos, exceto para veículos
Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e
3313-9/99 0,97 0,37
materiais elétricos não especificados anteriormente
Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos da indústria mecânica
Manutenção e reparação de máquinas motrizes não-
3314-7/01 0,97 0,37
elétricas
Manutenção e reparação de equipamentos
3314-7/02 0,97 0,37
hidráulicos e pneumáticos, exceto válvulas
3314-7/03 Manutenção e reparação de válvulas industriais 0,97 0,37
3314-7/04 Manutenção e reparação de compressores 0,97 0,37
Manutenção e reparação de equipamentos de
3314-7/05 0,97 0,37
transmissão para fins industriais
Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e
3314-7/06 0,97 0,37
equipamentos para instalações térmicas
Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos
3314-7/07 de refrigeração e ventilação para uso industrial e 0,97 0,37
comercial
Manutenção e reparação de máquinas,
3314-7/08 equipamentos e aparelhos para transporte e 0,97 0,37
elevação de cargas
Manutenção e reparação de máquinas de escrever,
3314-7/09 calcular e de outros equipamentos não-eletrônicos 0,97 0,37
para escritório
Manutenção e reparação de máquinas e
3314-7/10 equipamentos para uso geral não especificados 0,74 0,43
anteriormente
Manutenção e reparação de máquinas e
3314-7/11 0,74 0,43
equipamentos para agricultura e pecuária
3314-7/12 Manutenção e reparação de tratores agrícolas 0,74 0,43
3314-7/13 Manutenção e reparação de máquinas-ferramenta 0,74 0,43
Manutenção e reparação de máquinas e
3314-7/14 equipamentos para a prospecção e extração de 0,74 0,43
petróleo
Manutenção e reparação de máquinas e
3314-7/15 equipamentos para uso na extração mineral, exceto 0,74 0,43
na extração de petróleo
Manutenção e reparação de tratores, exceto
3314-7/16 0,74 0,43
agrícolas
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Manutenção e reparação de máquinas e
3314-7/17 equipamentos de terraplenagem, pavimentação e 0,74 0,43
construção, exceto tratores
Manutenção e reparação de máquinas para a
3314-7/18 0,74 0,43
indústria metalúrgica, exceto máquinas-ferramenta
Manutenção e reparação de máquinas e
3314-7/19 equipamentos para as indústrias de alimentos, 0,74 0,43
bebidas e fumo
Manutenção e reparação de máquinas e
3314-7/20 equipamentos para a indústria têxtil, do vestuário, do 0,74 0,43
couro e calçados
Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos
3314-7/21 para a indústria de celulose, papel e papelão e 0,74 0,43
artefatos
Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos
3314-7/22 0,74 0,43
para a indústria do plástico
Manutenção e reparação de outras máquinas e
3314-7/99 equipamentos para usos industriais não 0,74 0,43
especificados anteriormente
Manutenção e reparação de veículos ferroviários
3315-5/00 Manutenção e reparação de veículos ferroviários 0,87 0,37
Manutenção e reparação de aeronaves
Manutenção e reparação de aeronaves, exceto a
3316-3/01 0,87 0,37
manutenção na pista
3316-3/02 Manutenção de aeronaves na pista 0,87 0,37
Manutenção e reparação de embarcações
Manutenção e reparação de embarcações e
3317-1/01 0,87 0,37
estruturas flutuantes
Manutenção e reparação de embarcações para
3317-1/02 0,87 0,37
esporte e lazer
Manutenção e reparação de equipamentos e produtos não especificados anteriormente
Manutenção e reparação de equipamentos e
3319-8/00 0,87 0,37
produtos não especificados anteriormente
Instalação de máquinas e equipamentos
Instalação de máquinas e equipamentos industriais
3321-0/00 Instalação de máquinas e equipamentos industriais 0,87 0,37
Instalação de equipamentos não especificados anteriormente
Serviços de montagem de móveis de qualquer
3329-5/01 0,87 0,37
material
Instalação de outros equipamentos não
3329-5/99 0,87 0,37
especificados anteriormente
ELETRICIDADE E GÁS
ELETRICIDADE, GÁS E OUTRAS UTILIDADES
Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica
Geração de energia elétrica
3511-5/01 Geração de energia elétrica 0,71 0,58
Atividades de coordenação e controle da operação
3511-5/02 0,71 0,58
da geração e transmissão de energia elétrica
Transmissão de energia elétrica
3512-3/00 Transmissão de energia elétrica 0,71 0,58
Comércio atacadista de energia elétrica
3513-1/00 Comércio atacadista de energia elétrica 0,71 0,58
Distribuição de energia elétrica
3514-0/00 Distribuição de energia elétrica 0,71 0,58 0,68 0,57
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Produção e distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas
Produção de gás; processamento de gás natural; distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas
3520-4/01 Produção de gás; processamento de gás natural 0,71 0,58
Distribuição de combustíveis gasosos por redes
3520-4/02 0,71 0,58
urbanas
Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado
Produção e distribuição de vapor, água quente e ar
3530-1/00 0,71 0,58
condicionado
ÁGUA, ESGOTO, ATIVIDADES DE GESTÃO DE RESÍDUOS E DESCONTAMINAÇÃO
CAPTAÇÃO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
3600-6/01 Captação, tratamento e distribuição de água 0,57 0,51 0,71 0,58
3600-6/02 Distribuição de água por caminhões 0,57 0,51
ESGOTO E ATIVIDADES RELACIONADAS
Esgoto e atividades relacionadas
Gestão de redes de esgoto
3701-1/00 Gestão de redes de esgoto 0,3 0,31 0,3 0,31
Atividades relacionadas a esgoto, exceto a gestão de redes
Atividades relacionadas a esgoto, exceto a gestão
3702-9/00 0,3 0,31 0,3 0,31
de redes
COLETA, TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS; RECUPERAÇÃO DE MATERIAIS
Coleta de resíduos
Coleta de resíduos não-perigosos
3811-4/00 Coleta de resíduos não-perigosos 0,3 0,31 0,3 0,31
Coleta de resíduos perigosos
3812-2/00 Coleta de resíduos perigosos 0,3 0,31 0,3 0,31
Tratamento e disposição de resíduos
Tratamento e disposição de resíduos não-perigosos
3821-1/00 Tratamento e disposição de resíduos não-perigosos 0,3 0,31 0,3 0,31
Tratamento e disposição de resíduos perigosos
3822-0/00 Tratamento e disposição de resíduos perigosos 0,3 0,31 0,3 0,31
Recuperação de materiais
Recuperação de materiais metálicos
3831-9/01 Recuperação de sucatas de alumínio 0,57 0,22
Recuperação de materiais metálicos, exceto
3831-9/99 0,57 0,22
alumínio
Recuperação de materiais plásticos
3832-7/00 Recuperação de materiais plásticos 0,57 0,22
Recuperação de materiais não especificados anteriormente
3839-4/01 Usinas de compostagem 0,57 0,22
Recuperação de materiais não especificados
3839-4/99 0,57 0,22
anteriormente
DESCONTAMINAÇÃO E OUTROS SERVIÇOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS
Descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos
Descontaminação e outros serviços de gestão de
3900-5/00 0,57 0,22
resíduos
CONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS
Incorporação de empreendimentos imobiliários
Incorporação de empreendimentos imobiliários
4110-7/00 Incorporação de empreendimentos imobiliários 0,74 0,21
Construção de edifícios
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
4120-4/00 Construção de edifícios 0,22 0,33
OBRAS DE INFRA-ESTRUTURA
Construção de rodovias, ferrovias, obras urbanas e obras-de-arte especiais
Construção de rodovias e ferrovias
4211-1/01 Construção de rodovias e ferrovias 0,74 0,39
Pintura para sinalização em pistas rodoviárias e
4211-1/02 0,74 0,39
aeroportos
Construção de obras-de-arte especiais
4212-0/00 Construção de obras-de-arte especiais 0,79 0,31
Obras de urbanização - ruas, praças e calçadas
4213-8/00 Obras de urbanização - ruas, praças e calçadas 0,74 0,39
Obras de infra-estrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos
Obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações
Construção de barragens e represas para geração
4221-9/01 0,74 0,39
de energia elétrica
Construção de estações e redes de distribuição de
4221-9/02 0,54 0,38
energia elétrica
Manutenção de redes de distribuição de energia
4221-9/03 0,54 0,38
elétrica
Construção de estações e redes de
4221-9/04 0,41 0,34
telecomunicações
Manutenção de estações e redes de
4221-9/05 0,41 0,34
telecomunicações
Construção de redes de abastecimento de água, coleta de esgoto e construções correlatas
Construção de redes de abastecimento de água,
4222-7/01 coleta de esgoto e construções correlatas, exceto 0,6 0,3
obras de irrigação
4222-7/02 Obras de irrigação 0,6 0,3
Construção de redes de transportes por dutos, exceto para água e esgoto
Construção de redes de transportes por dutos,
4223-5/00 0,6 0,3
exceto para água e esgoto
Construção de outras obras de infra-estrutura
Obras portuárias, marítimas e fluviais
4291-0/00 Obras portuárias, marítimas e fluviais 0,45 0,11
Montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas
4292-8/01 Montagem de estruturas metálicas 0,45 0,11
4292-8/02 Obras de montagem industrial 0,45 0,11
Obras de engenharia civil não especificadas anteriormente
4299-5/01 Construção de instalações esportivas e recreativas 0,36 0,31
Outras obras de engenharia civil não especificadas
4299-5/99 0,36 0,31
anteriormente
SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO
Demolição e preparação do terreno
Demolição e preparação de canteiros de obras
4311-8/01 Demolição de edifícios e outras estruturas 0,71 0,34 0,71 0,34
4311-8/02 Preparação de canteiro e limpeza de terreno 0,71 0,34 0,71 0,34
Perfurações e sondagens
4312-6/00 Perfurações e sondagens 0,42 0,33
Obras de terraplenagem
4313-4/00 Obras de terraplenagem 0,36 0,41
Serviços de preparação do terreno não especificados anteriormente
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Serviços de preparação do terreno não
4319-3/00 0,36 0,41
especificados anteriormente
Instalações elétricas, hidráulicas e outras instalações em construções
Instalações elétricas
4321-5/00 Instalação e manutenção elétrica 0,74 0,39
Instalações hidráulicas, de sistemas de ventilação e refrigeração
4322-3/01 Instalações hidráulicas, sanitárias e de gás 0,74 0,39
Instalação e manutenção de sistemas centrais de ar
4322-3/02 0,74 0,39
condicionado, de ventilação e refrigeração
4322-3/03 Instalações de sistema de prevenção contra incêndio 0,74 0,39
Obras de instalações em construções não especificadas anteriormente
4329-1/01 Instalação de painéis publicitários 0,74 0,39
Instalação de equipamentos para orientação à
4329-1/02 0,74 0,39
navegação marítima, fluvial e lacustre
Instalação, manutenção e reparação de elevadores,
4329-1/03 0,74 0,39
escadas e esteiras rolantes
Montagem e instalação de sistemas e equipamentos
4329-1/04 de iluminação e sinalização em vias públicas, portos 0,74 0,39
e aeroportos
4329-1/05 Tratamentos térmicos, acústicos ou de vibração 0,74 0,39
Outras obras de instalações em construções não
4329-1/99 0,74 0,39
especificadas anteriormente
Obras de acabamento
4330-4/01 Impermeabilização em obras de engenharia civil 0,74 0,39
Instalação de portas, janelas, tetos, divisórias e
4330-4/02 0,74 0,39
armários embutidos de qualquer material
4330-4/03 Obras de acabamento em gesso e estuque 0,74 0,39
4330-4/04 Serviços de pintura de edifícios em geral 0,74 0,39
Aplicação de revestimentos e de resinas em
4330-4/05 0,74 0,39
interiores e exteriores
4330-4/99 Outras obras de acabamento da construção 0,74 0,39
Outros serviços especializados para construção
Obras de fundações
4391-6/00 Obras de fundações 0,74 0,39
Serviços especializados para construção não especificados anteriormente
4399-1/01 Administração de obras 0,74 0,39
Montagem e desmontagem de andaimes e outras
4399-1/02 0,74 0,39
estruturas temporárias
4399-1/03 Obras de alvenaria 0,74 0,39
Serviços de operação e fornecimento de
4399-1/04 equipamentos para transporte e elevação de cargas 0,74 0,39
e pessoas para uso em obras
4399-1/05 Perfuração e construção de poços de água 0,74 0,39
Serviços especializados para construção não
4399-1/99 0,74 0,39
especificados anteriormente
COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS
Comércio de veículos automotores
Comércio a varejo e por atacado de veículos automotores
Comércio a varejo de automóveis, camionetas e
4511-1/01 0,47 0,39 0,73 0,29
utilitários novos
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Comércio a varejo de automóveis, camionetas e
4511-1/02 0,47 0,39
utilitários usados
Comércio por atacado de automóveis, camionetas e
4511-1/03 0,47 0,39 0,73 0,29
utilitários novos e usados
4511-1/04 Comércio por atacado de caminhões novos e usados 0,47 0,39 0,73 0,29
Comércio por atacado de reboques e semi-reboques
4511-1/05 0,47 0,39 0,73 0,29
novos e usados
Comércio por atacado de ônibus e microônibus
4511-1/06 0,47 0,39 0,73 0,29
novos e usados
Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores
Representantes comerciais e agentes do comércio
4512-9/01 0,47 0,39
de veículos automotores
4512-9/02 Comércio sob consignação de veículos automotores 0,47 0,39
Manutenção e reparação de veículos automotores
Serviços de manutenção e reparação mecânica de
4520-0/01 0,53 0,45
veículos automotores
Serviços de lanternagem ou funilaria e pintura de
4520-0/02 0,53 0,45
veículos automotores
Serviços de manutenção e reparação elétrica de
4520-0/03 0,53 0,45
veículos automotores
Serviços de alinhamento e balanceamento de
4520-0/04 0,53 0,45
veículos automotores
Serviços de lavagem, lubrificação e polimento de
4520-0/05 0,53 0,45
veículos automotores
4520-0/06 Serviços de borracharia para veículos automotores 0,53 0,45
Serviços de instalação, manutenção e reparação de
4520-0/07 0,53 0,45
acessórios para veículos automotores
4520-0/08 Serviços de capotaria 0,53 0,45
Comércio de peças e acessórios para veículos automotores
Comércio de peças e acessórios para veículos automotores
Comércio por atacado de peças e acessórios novos
4530-7/01 0,28 0,33 0,47 0,3
para veículos automotores
Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras-
4530-7/02 0,28 0,33 0,47 0,3
de-ar
Comércio a varejo de peças e acessórios novos para
4530-7/03 0,28 0,33 0,47 0,3
veículos automotores
Comércio a varejo de peças e acessórios usados
4530-7/04 0,28 0,33 0,47 0,3
para veículos automotores
4530-7/05 Comércio a varejo de pneumáticos e câmaras-de-ar 0,28 0,33 0,47 0,3
Representantes comerciais e agentes do comércio
4530-7/06 de peças e acessórios novos e usados para veículos 0,28 0,33 0,47 0,3
automotores
Comércio por atacado e a varejo de motocicletas, peças e acessórios
4541-2/01 Comércio por atacado de motocicletas e motonetas 0,47 0,3
Comércio por atacado de peças e acessórios para
4541-2/02 0,47 0,3
motocicletas e motonetas
4541-2/03 Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas 0,47 0,3
Comércio a varejo de motocicletas e motonetas
4541-2/04 0,47 0,3
usadas
Comércio a varejo de peças e acessórios para
4541-2/05 0,47 0,3
motocicletas e motonetas
Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas, peças e acessórios
Representantes comerciais e agentes do comércio
4542-1/01 0,47 0,3
de motocicletas e motonetas, peças e acessórios
Comércio sob consignação de motocicletas e
4542-1/02 0,47 0,3
motonetas
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Manutenção e reparação de motocicletas
Manutenção e reparação de motocicletas e
4543-9/00 0,47 0,3
motonetas
COMÉRCIO POR ATACADO, EXCETO VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS
Representantes comerciais e agentes do comércio, exceto de veículos automotores e motocicletas
Representantes comerciais e agentes do comércio de matérias-primas agrícolas e animais vivos
Representantes comerciais e agentes do comércio
4611-7/00 0,67 0,47
de matérias-primas agrícolas e animais vivos
Representantes comerciais e agentes do comércio de combustíveis, minerais, produto siderúrgico e químico
Representantes comerciais e agentes do comércio
4612-5/00 de combustíveis, minerais, produtos siderúrgicos e 0,65 0,49
químicos
Representantes comerciais e agentes do comércio de madeira, material de construção e ferragens
Representantes comerciais e agentes do comércio
4613-3/00 0,87 0,28 0,87 0,28
de madeira, material de construção e ferragens
Representantes comerciais e agentes do comércio de máquinas, equipamentos, embarcações e aeronaves
Representantes comerciais e agentes do comércio
4614-1/00 de máquinas, equipamentos, embarcações e 0,87 0,28
aeronaves
Representantes comerciais e agentes do comércio de eletrodomésticos, móveis e artigos de uso doméstico
Representantes comerciais e agentes do comércio
4615-0/00 de eletrodomésticos, móveis e artigos de uso 0,87 0,28
doméstico
Representantes comerciais e agentes do comércio de têxteis, vestuário, calçados e artigos de viagem
Representantes comerciais e agentes do comércio
4616-8/00 0,87 0,28
de têxteis, vestuário, calçados e artigos de viagem
Representantes comerciais e agentes do comércio de produtos alimentícios, bebidas e fumo
Representantes comerciais e agentes do comércio
4617-6/00 0,87 0,28
de produtos alimentícios, bebidas e fumo
Representantes comerciais e agentes do comércio especializado em produtos não especificados anteriormente
Representantes comerciais e agentes do comércio
4618-4/01 de medicamentos, cosméticos e produtos de 0,87 0,28
perfumaria
Representantes comerciais e agentes do comércio
4618-4/02 de instrumentos e materiais odonto-médico- 0,87 0,28
hospitalares
Representantes comerciais e agentes do comércio
4618-4/03 0,87 0,28
de jornais, revistas e outras publicações
Outros representantes comerciais e agentes do
4618-4/99 comércio especializado em produtos não 0,31 0,51
especificados anteriormente
Representantes comerciais e agentes do comércio de mercadorias em geral não especializado
Representantes comerciais e agentes do comércio
4619-2/00 0,69 0,36
de mercadorias em geral não especializado
Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas e animais vivos
Comércio atacadista de café em grão
4621-4/00 Comércio atacadista de café em grão 0,69 0,36
Comércio atacadista de soja
4622-2/00 Comércio atacadista de soja 0,69 0,36
Comércio atacadista de animais vivos, alimentos para animais e matérias-primas agrícolas, exceto café e soja
4623-1/01 Comércio atacadista de animais vivos 0,69 0,36
Comércio atacadista de couros, lãs, peles e outros
4623-1/02 0,69 0,36
subprodutos não-comestíveis de origem animal
4623-1/03 Comércio atacadista de algodão 0,69 0,36
Comércio atacadista de fumo em folha não
4623-1/04 0,69 0,36
beneficiado
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
4623-1/05 Comércio atacadista de cacau 0,69 0,36
Comércio atacadista de sementes, flores, plantas e
4623-1/06 0,69 0,36
gramas
4623-1/07 Comércio atacadista de sisal 0,69 0,36
Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas
4623-1/08 com atividade de fracionamento e acondicionamento 0,69 0,36
associada
4623-1/09 Comércio atacadista de alimentos para animais 0,37 0,51
Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas
4623-1/99 0,21 0,28
não especificadas anteriormente
Comércio atacadista especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo
Comércio atacadista de leite e laticínios
4631-1/00 Comércio atacadista de leite e laticínios 0,3 0,59 0,46 0,53
Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados, farinhas, amidos e féculas
Comércio atacadista de cereais e leguminosas
4632-0/01 0,58 0,3 0,58 0,3
beneficiados
4632-0/02 Comércio atacadista de farinhas, amidos e féculas 0,58 0,3 0,58 0,3
Comércio atacadista de cereais e leguminosas
beneficiados, farinhas, amidos e féculas, com
4632-0/03 0,58 0,3 0,58 0,3
atividade de fracionamento e acondicionamento
associada
Comércio atacadista de hortifrutigranjeiros
Comércio atacadista de frutas, verduras, raízes,
4633-8/01 0,5 0,64
tubérculos, hortaliças e legumes frescos
4633-8/02 Comércio atacadista de aves vivas e ovos 0,5 0,64
Comércio atacadista de coelhos e outros pequenos
4633-8/03 0,5 0,64
animais vivos para alimentação
Comércio atacadista de carnes, produtos da carne e pescado
Comércio atacadista de carnes bovinas e suínas e
4634-6/01 0,59 0,51 0,54 0,44
derivados
4634-6/02 Comércio atacadista de aves abatidas e derivados 0,59 0,51 0,54 0,44
4634-6/03 Comércio atacadista de pescados e frutos do mar 0,59 0,51 0,59 0,51
Comércio atacadista de carnes e derivados de
4634-6/99 0,66 0,55 0,54 0,44
outros animais
Comércio atacadista de bebidas
4635-4/01 Comércio atacadista de água mineral 0,55 0,34
4635-4/02 Comércio atacadista de cerveja, chope e refrigerante 0,55 0,34
Comércio atacadista de bebidas com atividade de
4635-4/03 0,55 0,34
fracionamento e acondicionamento associada
Comércio atacadista de bebidas não especificadas
4635-4/99 0,55 0,34
anteriormente
Comércio atacadista de produtos do fumo
4636-2/01 Comércio atacadista de fumo beneficiado 0,69 0,36
Comércio atacadista de cigarros, cigarrilhas e
4636-2/02 0,69 0,36
charutos
Comércio atacadista especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente
Comércio atacadista de café torrado, moído e
4637-1/01 0,43 0,54 0,62 0,31
solúvel
4637-1/02 Comércio atacadista de açúcar 0,43 0,54 0,62 0,31
4637-1/03 Comércio atacadista de óleos e gorduras 0,43 0,54 0,62 0,31
Comércio atacadista de pães, bolos, biscoitos e
4637-1/04 0,43 0,54 0,62 0,31
similares
4637-1/05 Comércio atacadista de massas alimentícias 0,43 0,54 0,62 0,31
4637-1/06 Comércio atacadista de sorvetes 0,43 0,54 0,62 0,31
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Comércio atacadista de chocolates, confeitos, balas,
4637-1/07 0,43 0,54 0,62 0,31
bombons e semelhantes
Comércio atacadista especializado em outros
4637-1/99 produtos alimentícios não especificados 0,43 0,54 0,62 0,31
anteriormente
Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral
Comércio atacadista de produtos alimentícios em
4639-7/01 0,46 0,53
geral
Comércio atacadista de produtos alimentícios em
4639-7/02 geral, com atividade de fracionamento e 0,46 0,53
acondicionamento associada
Comércio atacadista de produtos de consumo não-alimentar
Comércio atacadista de tecidos, artefatos de tecidos e de armarinho
4641-9/01 Comércio atacadista de tecidos 0,25 0,34
Comércio atacadista de artigos de cama, mesa e
4641-9/02 0,7 0,3
banho
4641-9/03 Comércio atacadista de artigos de armarinho 0,7 0,3
Comércio atacadista de artigos do vestuário e acessórios
Comércio atacadista de artigos do vestuário e
4642-7/01 0,7 0,3
acessórios, exceto profissionais e de segurança
Comércio atacadista de roupas e acessórios para
4642-7/02 0,7 0,3
uso profissional e de segurança do trabalho
Comércio atacadista de calçados e artigos de viagem
4643-5/01 Comércio atacadista de calçados 0,33 0,28 0,33 0,28
Comércio atacadista de bolsas, malas e artigos de
4643-5/02 0,33 0,28
viagem
Comércio atacadista de produtos farmacêuticos para uso humano e veterinário
Comércio atacadista de medicamentos e drogas de
4644-3/01 0,35 0,39
uso humano
Comércio atacadista de medicamentos e drogas de
4644-3/02 0,35 0,39
uso veterinário
Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, ortopédico e odontológico
Comércio atacadista de instrumentos e materiais
4645-1/01 0,35 0,39 0,35 0,39
p/uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios
Comércio atacadista de próteses e artigos de
4645-1/02 0,35 0,39 0,35 0,39
ortopedia
4645-1/03 Comércio atacadista de produtos odontológicos 0,35 0,39 0,35 0,39
Comércio atacadista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
Comércio atacadista de cosméticos e produtos de
4646-0/01 0,5 0,37
perfumaria
4646-0/02 Comércio atacadista de produtos de higiene pessoal 0,69 0,36
Comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria; livros, jornais e outras publicações
Comércio atacadista de artigos de escritório e de
4647-8/01 0,28 0,33 0,63 0,37
papelaria
Comércio atacadista de livros, jornais e outras
4647-8/02 0,28 0,33
publicações
Comércio atacadista de equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente
Comércio atacadista de equipamentos elétricos de
4649-4/01 0,77 0,41
uso pessoal e doméstico
Comércio atacadista de aparelhos eletrônicos de uso
4649-4/02 0,77 0,41
pessoal e doméstico
Comércio atacadista de bicicletas, triciclos e outros
4649-4/03 0,77 0,41
veículos recreativos
Comércio atacadista de móveis e artigos de
4649-4/04 0,77 0,41
colchoaria
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Comércio atacadista de artigos de tapeçaria;
4649-4/05 0,77 0,41
persianas e cortinas
Comércio atacadista de lustres, luminárias e
4649-4/06 0,77 0,41
abajures
Comércio atacadista de filmes, CDs, DVDs, fitas e
4649-4/07 0,77 0,41
discos
Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza
4649-4/08 0,77 0,41
e conservação domiciliar
Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza
4649-4/09 e conservação domiciliar, com atividade de 0,77 0,41
fracionamento e acondicionamento associada
Comércio atacadista de jóias, relógios e bijuterias,
4649-4/10 inclusive pedras preciosas e semipreciosas 0,77 0,41
lapidadas
Comércio atacadista de outros equipamentos e
4649-4/99 artigos de uso pessoal e doméstico não 0,33 0,3 0,66 0,27
especificados anteriormente
Comércio atacadista de equipamentos e produtos de tecnologias de informação e comunicação
Comércio atacadista de computadores, periféricos e suprimentos de informática
4651-6/01 Comércio atacadista de equipamentos de informática 0,33 0,3
Comércio atacadista de suprimentos para
4651-6/02 0,33 0,3
informática
Comércio atacadista de componentes eletrônicos e equipamentos de telefonia e comunicação
Comércio atacadista de componentes eletrônicos e
4652-4/00 0,33 0,3
equipamentos de telefonia e comunicação
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos, exceto de tecnologias de informação e comunicação
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para uso agropecuário; partes e peças
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e
4661-3/00 equipamentos para uso agropecuário; partes e 0,86 0,26 0,86 0,26
peças
Comércio atacadista de máquinas, equipamentos para terraplenagem, mineração e construção; partes e peças
Comércio atacadista de máquinas, equipamentos
4662-1/00 para terraplenagem, mineração e construção; partes 0,69 0,36
e peças
Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso industrial; partes e peças
Comércio atacadista de máquinas e equipamentos
4663-0/00 0,69 0,36
para uso industrial; partes e peças
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para uso odonto-médico-hospitalar; partes e
peças
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e
4664-8/00 equipamentos para uso odonto-médico-hospitalar; 0,69 0,36
partes e peças
Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso comercial; partes e peças
Comércio atacadista de máquinas e equipamentos
4665-6/00 0,69 0,36
para uso comercial; partes e peças
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos não especificados anteriormente; partes e peças
Comércio atacadista de bombas e compressores;
4669-9/01 0,69 0,36
partes e peças
Comércio atacadista de outras máquinas e
4669-9/99 equipamentos não especificados anteriormente; 0,69 0,36
partes e peças
Comércio atacadista de madeira, ferragens, ferramentas, material elétrico e material de construção
Comércio atacadista de madeira e produtos derivados
4671-1/00 Comércio atacadista de madeira e produtos derivados 0,31 0,31
Comércio atacadista de ferragens e ferramentas
4672-9/00 Comércio atacadista de ferragens e ferramentas 0,31 0,31
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Comércio atacadista de material elétrico
4673-7/00 Comércio atacadista de material elétrico 0,31 0,31
Comércio atacadista de cimento
4674-5/00 Comércio atacadista de cimento 0,31 0,31
Comércio atacadista especializado de materiais de construção não especificados anteriormente e de
materiais de construção em geral
4679-6/01 Comércio atacadista de tintas, vernizes e similares 0,31 0,31
4679-6/02 Comércio atacadista de mármores e granitos 0,31 0,31
4679-6/03 Comércio atacadista de vidros, espelhos e vitrais 0,31 0,31
Comércio atacadista especializado de materiais de
4679-6/04 0,31 0,31
construção não especificados anteriormente
Comércio atacadista de materiais de construção em
4679-6/99 0,31 0,31
geral
Comércio atacadista especializado em outros produtos
Comércio atacadista de combustíveis sólidos, líquidos e gasosos, exceto gás natural e GLP
Comércio atacadista de álcool carburante, biodiesel,
gasolina e demais derivados de petróleo, exceto
4681-8/01 0,48 0,57
lubrificantes, não realizado por transportador
retalhista (TRR)
Comércio atacadista de combustíveis realizado por
4681-8/02 0,48 0,57
transportador retalhista (TRR)
Comércio atacadista de combustíveis de origem
4681-8/03 0,48 0,57
vegetal, exceto álcool carburante
Comércio atacadista de combustíveis de origem
4681-8/04 0,48 0,57
mineral em bruto
4681-8/05 Comércio atacadista de lubrificantes 0,48 0,57
Comércio atacadista de gás liqüefeito de petróleo (GLP)
Comércio atacadista de gás liqüefeito de petróleo
4682-6/00 0,48 0,57 0,61 0,27
(GLP)
Comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo
Comércio atacadista de defensivos agrícolas,
4683-4/00 0,29 0,29
adubos, fertilizantes e corretivos do solo
Comércio atacadista de produtos químicos e petroquímicos, exceto agroquímicos
4684-2/01 Comércio atacadista de resinas e elastômeros 0,57 0,22
4684-2/02 Comércio atacadista de solventes 0,57 0,22
Comércio atacadista de outros produtos químicos e
4684-2/99 0,57 0,22
petroquímicos não especificados anteriormente
Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e metalúrgicos, exceto para construção
Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e
4685-1/00 0,57 0,22
metalúrgicos, exceto para construção
Comércio atacadista de papel e papelão em bruto e de embalagens
4686-9/01 Comércio atacadista de papel e papelão em bruto 0,57 0,22
4686-9/02 Comércio atacadista de embalagens 0,57 0,22
Comércio atacadista de resíduos e sucatas
4687-7/01 Comércio atacadista de resíduos de papel e papelão 0,57 0,22
Comércio atacadista de resíduos e sucatas não-
4687-7/02 0,57 0,22
metálicos, exceto de papel e papelão
Comércio atacadista de resíduos e sucatas
4687-7/03 0,57 0,22
metálicos
Comércio atacadista especializado de outros produtos intermediários não especificados anteriormente
Comércio atacadista de produtos da extração
4689-3/01 0,57 0,22
mineral, exceto combustíveis
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
4689-3/02 Comércio atacadista de fios e fibras beneficiados 0,57 0,22
Comércio atacadista especializado em outros produ-
4689-3/99 0,47 0,3
tos intermediários não especificados anteriormente
Comércio atacadista não-especializado
Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios
Comércio atacadista de mercadorias em geral, com
4691-5/00 0,3 0,39
predominância de produtos alimentícios
Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de insumos agropecuários
Comércio atacadista de mercadorias em geral, com
4692-3/00 0,51 0,28 0,51 0,28
predominância de insumos agropecuários
Comércio atacadista de mercadorias em geral, sem predominância de alimentos ou de insumos agropecuários
Comércio atacadista de mercadorias em geral, sem
4693-1/00 predominância de alimentos ou de insumos 0,42 0,43
agropecuários
COMÉRCIO VAREJISTA
Comércio varejista não-especializado
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - hipermercados e
supermercados
Comércio varejista de mercadorias em geral, com
4711-3/01 predominância de produtos alimentícios - 0,41 0,51 0,67 0,58
hipermercados
Comércio varejista de mercadorias em geral, com
4711-3/02 predominância de produtos alimentícios - 0,57 0,6 0,57 0,6
supermercados
Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados,
mercearias e armazéns
Comércio varejista de mercadorias em geral, com
4712-1/00 predominância de produtos alimentícios - 0,61 0,63 0,61 0,63
minimercados, mercearias e armazéns
Comércio varejista de mercadorias em geral, sem predominância de produtos alimentícios
4713-0/01 Lojas de departamentos ou magazines 0,76 0,56 0,76 0,56
Lojas de variedades, exceto lojas de departamentos
4713-0/02 0,76 0,56 0,76 0,56
ou magazines
4713-0/03 Lojas duty free de aeroportos internacionais 0,76 0,56 0,76 0,56
Comércio varejista de produtos alimentícios, bebidas e fumo
Comércio varejista de produtos de padaria, laticínio, doces, balas e semelhantes
4721-1/02 Padaria e confeitaria com predominância de revenda 0,34 0,31 0,7 0,44
4721-1/03 Comércio varejista de laticínios e frios 0,69 0,36 0,7 0,44
Comércio varejista de doces, balas, bombons e
4721-1/04 0,5 0,44 0,5 0,44
semelhantes
Comércio varejista de carnes e pescados - açougues e peixarias
4722-9/01 Comércio varejista de carnes - açougues 0,63 0,58 0,56 0,64
4722-9/02 Peixaria 0,63 0,58 0,56 0,64
Comércio varejista de bebidas
4723-7/00 Comércio varejista de bebidas 0,43 0,35 0,52 0,31
Comércio varejista de hortifrutigranjeiros
4724-5/00 Comércio varejista de hortifrutigranjeiros 0,45 0,41 0,79 0,57
Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não
especificados anteriormente; produtos do fumo
4729-6/01 Tabacaria 0,45 0,41
Comércio varejista de mercadorias em lojas de
4729-6/02 0,45 0,41
conveniência
Comércio varejista de produtos alimentícios em geral
4729-6/99 ou especializado em produtos alimentícios não 0,45 0,41
especificados anteriormente
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores
Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores
Comércio varejista de combustíveis para veículos
4731-8/00 0,53 0,31 0,65 0,49
automotores
Comércio varejista de lubrificantes
4732-6/00 Comércio varejista de lubrificantes 0,53 0,31
Comércio varejista de material de construção
Comércio varejista de tintas e materiais para pintura
4741-5/00 Comércio varejista de tintas e materiais para pintura 0,59 0,2
Comércio varejista de material elétrico
4742-3/00 Comércio varejista de material elétrico 0,59 0,2
Comércio varejista de vidros
4743-1/00 Comércio varejista de vidros 0,59 0,2
Comércio varejista de ferragens, madeira e materiais de construção
4744-0/01 Comércio varejista de ferragens e ferramentas 0,59 0,2
4744-0/02 Comércio varejista de madeira e artefatos 0,59 0,2
4744-0/03 Comércio varejista de materiais hidráulicos 0,59 0,2
Comércio varejista de cal, areia, pedra britada, tijolos
4744-0/04 0,59 0,2
e telhas
Comércio varejista de materiais de construção não
4744-0/05 0,59 0,2
especificados anteriormente
4744-0/06 Comércio varejista de pedras para revestimento 0,59 0,2
Comércio varejista de materiais de construção em
4744-0/99 0,59 0,2
geral
Comércio varejista de equipamentos de informática e comunicação; equipamentos e artigos de uso doméstico
Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática
Comércio varejista especializado de equipamentos e
4751-2/01 0,44 0,67
suprimentos de informática
Recarga de cartuchos para equipamentos de
4751-2/02 0,44 0,67
informática
Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação
Comércio varejista especializado de equipamentos
4752-1/00 0,44 0,67
de telefonia e comunicação
Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo
Comércio varejista especializado de
4753-9/00 0,38 0,39
eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo
Comércio varejista especializado de móveis, colchoaria e artigos de iluminação
4754-7/01 Comércio varejista de móveis 0,43 0,17 0,89 0,33
4754-7/02 Comércio varejista de artigos de colchoaria 0,6 0,31 0,89 0,33
4754-7/03 Comércio varejista de artigos de iluminação 0,6 0,31 0,89 0,33
Comércio varejista especializado de tecidos e artigos de cama, mesa e banho
4755-5/01 Comércio varejista de tecidos 0,6 0,31
4755-5/02 Comercio varejista de artigos de armarinho 0,28 0,34
Comercio varejista de artigos de cama, mesa e
4755-5/03 0,28 0,34
banho
Comércio varejista especializado de instrumentos musicais e acessórios
Comércio varejista especializado de instrumentos
4756-3/00 0,28 0,34
musicais e acessórios
Comércio varejista especializado de peças e acessórios para aparelhos eletroeletrônicos para uso
doméstico, exceto informática e comunicação
Comércio varejista especializado de peças e
4757-1/00 acessórios para aparelhos eletroeletrônicos para uso 0,28 0,34
doméstico, exceto informática e comunicação
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Comércio varejista de artigos de uso doméstico não especificados anteriormente
Comércio varejista de artigos de tapeçaria, cortinas e
4759-8/01 0,28 0,34
persianas
Comércio varejista de outros artigos de uso
4759-8/99 0,25 0,53
doméstico não especificados anteriormente
Comércio varejista de artigos culturais, recreativos e esportivos
Comércio varejista de livros, jornais, revistas e papelaria
4761-0/01 Comércio varejista de livros 0,27 0,38
4761-0/02 Comércio varejista de jornais e revistas 0,27 0,38
4761-0/03 Comércio varejista de artigos de papelaria 0,27 0,38
Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas
4762-8/00 Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas 0,27 0,38
Comércio varejista de artigos recreativos e esportivos
Comércio varejista de brinquedos e artigos
4763-6/01 0,27 0,38
recreativos
4763-6/02 Comércio varejista de artigos esportivos 0,27 0,38
Comércio varejista de bicicletas e triciclos; peças e
4763-6/03 0,27 0,38
acessórios
Comércio varejista de artigos de caça, pesca e
4763-6/04 0,27 0,38 0,59 0,51
camping
Comércio varejista de embarcações e outros
4763-6/05 0,27 0,38
veículos recreativos; peças e acessórios
Comércio varejista de produtos farmacêuticos, perfumaria e cosméticos e artigos médicos, ópticos e ortopédicos
Comércio varejista de produtos farmacêuticos para uso humano e veterinário
Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem
4771-7/01 0,56 0,35 0,2 0,47
manipulação de fórmulas
Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com
4771-7/02 0,56 0,35 0,2 0,47
manipulação de fórmulas
Comércio varejista de produtos farmacêuticos
4771-7/03 0,56 0,35 0,2 0,47
homeopáticos
4771-7/04 Comércio varejista de medicamentos veterinários 0,56 0,35 0,2 0,47
Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal
Comércio varejista de cosméticos, produtos de
4772-5/00 0,56 0,35
perfumaria e de higiene pessoal
Comércio varejista de artigos médicos e ortopédicos
4773-3/00 Comércio varejista de artigos médicos e ortopédicos 0,56 0,35
Comércio varejista de artigos de óptica
4774-1/00 Comércio varejista de artigos de óptica 0,56 0,35
Comércio varejista de produtos novos não especificados anteriormente e de produtos usados
Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios
Comércio varejista de artigos do vestuário e
4781-4/00 0,36 0,38 0,6 0,31
acessórios
Comércio varejista de calçados e artigos de viagem
4782-2/01 Comércio varejista de calçados 0,23 0,26 0,82 0,32
4782-2/02 Comércio varejista de artigos de viagem 0,23 0,26 0,82 0,32
Comércio varejista de jóias e relógios
4783-1/01 Comércio varejista de artigos de joalheria 0,23 0,26
4783-1/02 Comércio varejista de artigos de relojoaria 0,23 0,26
Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP)
4784-9/00 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo(GLP) 0,45 0,55 0,61 0,27
Comércio varejista de artigos usados
4785-7/01 Comércio varejista de antigüidades 0,31 0,51
4785-7/99 Comércio varejista de outros artigos usados 0,31 0,51
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Comércio varejista de outros produtos novos não especificados anteriormente
Comércio varejista de suvenires, bijuterias e
4789-0/01 0,31 0,51
artesanatos
4789-0/02 Comércio varejista de plantas e flores naturais 0,31 0,51
4789-0/03 Comércio varejista de objetos de arte 0,31 0,51
Comércio varejista de animais vivos e de artigos e
4789-0/04 0,31 0,51
alimentos para animais de estimação
Comércio varejista de produtos saneantes
4789-0/05 0,31 0,51
domissanitários
Comércio varejista de fogos de artifício e artigos
4789-0/06 0,31 0,51
pirotécnicos
4789-0/07 Comércio varejista de equipamentos para escritório 0,31 0,51 0,86 0,4
Comércio varejista de artigos fotográficos e para
4789-0/08 0,31 0,51
filmagem
4789-0/09 Comércio varejista de armas e munições 0,31 0,51
Comércio varejista de outros produtos não
4789-0/99 0,31 0,51
especificados anteriormente
Comércio ambulante e outros tipos de comércio varejista

TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E CORREIO


TRANSPORTE TERRESTRE
Transporte ferroviário e metroferroviário
Transporte ferroviário de carga
4911-6/00 Transporte ferroviário de carga 0,53 0,35 0,92 0,4
Transporte metroferroviário de passageiros
Transporte ferroviário de passageiros intermunicipal
4912-4/01 0,53 0,35 0,92 0,4
e interestadual
Transporte ferroviário de passageiros municipal e em
4912-4/02 0,53 0,35 0,92 0,4
região metropolitana
4912-4/03 Transporte metroviário 0,53 0,35 0,92 0,4
Transporte rodoviário de passageiros
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal e em região metropolitana
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com
4921-3/01 0,51 0,39 0,7 0,48
itinerário fixo, municipal
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com
4921-3/02 0,53 0,35 0,7 0,48
itinerário fixo, intermunicipal em região metropolitana
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, intermunicipal, interestadual e
internacional
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com
4922-1/01 itinerário fixo, intermunicipal, exceto em região 0,53 0,35 0,7 0,48
metropolitana
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com
4922-1/02 0,53 0,35 0,7 0,48
itinerário fixo, interestadual
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com
4922-1/03 0,53 0,35 0,7 0,48
itinerário fixo, internacional
Transporte rodoviário de táxi
4923-0/01 Serviço de táxi 0,53 0,35
Serviço de transporte de passageiros - locação de
4923-0/02 0,53 0,35
automóveis com motorista
Transporte escolar
4924-8/00 Transporte escolar 0,53 0,35
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, e outros transportes rodoviários
não especificados anteriormente
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob
4929-9/01 0,53 0,35
regime de fretamento, municipal
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob
4929-9/02 regime de fretamento, intermunicipal, interestadual e 0,53 0,35
internacional
Organização de excursões em veículos rodoviários
4929-9/03 0,53 0,35
próprios, municipal
Organização de excursões em veículos rodoviários
4929-9/04 0,53 0,35
próprios, intermunicipal, interestadual e internacional
Outros transportes rodoviários de passageiros não
4929-9/99 0,53 0,35
especificados anteriormente
Transporte rodoviário de carga
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos
4930-2/01 0,21 0,49 0,53 0,38
perigosos e mudanças, municipal
Transporte rodoviário de carga, exceto produtos
4930-2/02 perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual 0,21 0,49 0,53 0,38
e internacional
4930-2/03 Transporte rodoviário de produtos perigosos 0,53 0,35 0,53 0,38
4930-2/04 Transporte rodoviário de mudanças 0,65 0,21 0,65 0,21
Transporte dutoviário
4940-0/00 Transporte dutoviário 0,31 0,19
Trens turísticos, teleféricos e similares
4950-7/00 Trens turísticos, teleféricos e similares 0,31 0,19
TRANSPORTE AQUAVIÁRIO
Transporte marítimo de cabotagem e longo curso
Transporte marítimo de cabotagem
5011-4/01 Transporte marítimo de cabotagem - Carga 0,31 0,19
5011-4/02 Transporte marítimo de cabotagem - passageiros 0,31 0,19
Transporte marítimo de longo curso
5012-2/01 Transporte marítimo de longo curso - Carga 0,31 0,19
5012-2/02 Transporte marítimo de longo curso - Passageiros 0,31 0,19
Transporte por navegação interior
Transporte por navegação interior de carga
Transporte por navegação interior de carga,
5021-1/01 0,86 0,68 0,86 0,68
municipal, exceto travessia
Transporte por navegação interior de carga,
5021-1/02 intermunicipal, interestadual e internacional, exceto 0,86 0,68 0,86 0,68
travessia
Transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares
Transporte por navegação interior de passageiros
5022-0/01 0,66 0,31
em linhas regulares, municipal, exceto travessia
Transporte por navegação interior de passageiros
5022-0/02 em linhas regulares, intermunicipal, interestadual e 0,66 0,31
internacional, exceto travessia
Navegação de apoio
5030-1/01 Navegação de apoio marítimo 0,66 0,31
5030-1/02 Navegação de apoio portuário 0,66 0,31
Outros transportes aquaviários
Transporte por navegação de travessia
5091-2/01 Transporte por navegação de travessia, municipal 0,31 0,19
Transporte por navegação de travessia,
5091-2/02 0,31 0,19
intermunicipal
Transportes aquaviários não especificados anteriormente
5099-8/01 Transporte aquaviário para passeios turísticos 0,31 0,19
Outros transportes aquaviários não especificados
5099-8/99 0,31 0,19
anteriormente
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
TRANSPORTE AÉREO
Transporte aéreo de passageiros
Transporte aéreo de passageiros regular
5111-1/00 Transporte aéreo de passageiros regular 0,21 0,33
Transporte aéreo de passageiros não-regular
Serviço de táxi aéreo e locação de aeronaves com
5112-9/01 0,97 0,37
tripulação
Outros serviços de transporte aéreo de passageiros
5112-9/99 0,31 0,19
não-regular
Transporte aéreo de carga
5120-0/00 Transporte aéreo de carga 0,31 0,19 0,11 0,18
Transporte espacial
5130-7/00 Transporte espacial 0,21 0,33
ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES
Armazenamento, carga e descarga
Armazenamento
5211-7/01 Armazéns gerais - emissão de warrant 0,44 0,34
5211-7/02 Guarda-móveis 0,31 0,19
Depósitos de mercadorias para terceiros, exceto
5211-7/99 0,31 0,19
armazéns gerais e guarda-móveis
Carga e descarga
5212-5/00 Carga e descarga 0,42 0,21 0,63 0,37
Atividades auxiliares dos transportes terrestres
Concessionárias de rodovias, pontes, túneis e serviços relacionados
Concessionárias de rodovias, pontes, túneis e
5221-4/00 0,31 0,19
serviços relacionados
Terminais rodoviários e ferroviários
5222-2/00 Terminais rodoviários e ferroviários 0,31 0,19
Estacionamento de veículos
5223-1/00 Estacionamento de veículos 0,31 0,19
Atividades auxiliares dos transportes terrestres não especificadas anteriormente
Serviços de apoio ao transporte por táxi, inclusive
5229-0/01 0,31 0,19
centrais de chamada
5229-0/02 Serviços de reboque de veículos 0,31 0,19
Outras atividades auxiliares dos transportes
5229-0/99 0,31 0,19
terrestres não especificadas anteriormente
Atividades auxiliares dos transportes aquaviários
Administração da infra-estrutura portuária
5231-1/01 Administração da infra-estrutura portuária 0,31 0,19
5231-1/02 Operações de terminais 0,31 0,19
Atividades de agenciamento marítimo
5232-0/00 Atividades de agenciamento marítimo 0,31 0,19
Atividades auxiliares dos transportes aquaviários não especificadas anteriormente
Atividades auxiliares dos transportes aquaviários não
5239-7/00 0,31 0,19
especificadas anteriormente
Atividades auxiliares dos transportes aéreos
5240-1/01 Operação dos aeroportos e campos de aterrissagem 0,21 0,33
Atividades auxiliares dos transportes aéreos, exceto
5240-1/99 0,21 0,33
operação dos aeroportos e campos de aterrissagem
Atividades relacionadas à organização do transporte de carga
5250-8/01 Comissaria de despachos 0,82 0,72
5250-8/02 Atividades de despachantes aduaneiros 0,82 0,72
Agenciamento de cargas, exceto para o transporte
5250-8/03 0,82 0,72
marítimo
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
5250-8/04 Organização logística do transporte de carga 0,31 0,19
5250-8/05 Operador de transporte multimodal - OTM 0,31 0,19
CORREIO E OUTRAS ATIVIDADES DE ENTREGA
Atividades de Correio
5310-5/01 Atividades do Correio Nacional 0,16 0,36 0,7 0,37
Atividades de franqueadas e permissionárias do
5310-5/02 0,16 0,36
Correio Nacional
Atividades de malote e de entrega
Atividades de malote e de entrega
Serviços de malote não realizados pelo Correio
5320-2/01 0,53 0,5
Nacional
5320-2/02 Serviços de entrega rápida 0,53 0,5
ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO
ALOJAMENTO
Hotéis e similares
5510-8/01 Hotéis 0,3 0,47 0,7 0,39
5510-8/02 Apart-hotéis 0,66 0,32 0,66 0,32
5510-8/03 Motéis 0,45 0,3 0,6 0,29
Outros tipos de alojamento não especificados anteriormente
5590-6/01 Albergues, exceto assistenciais 0,3 0,47
5590-6/02 Campings 0,3 0,47
5590-6/03 Pensões (alojamento) 0,3 0,47
5590-6/99 Outros alojamentos não especificados anteriormente 0,19 0,36 0,6 0,29
ALIMENTAÇÃO
Restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas
Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas
5611-2/01 Restaurantes e similares 0,59 0,35 0,64 0,4
Bares e outros estabelecimentos especializados em
5611-2/02 0,59 0,35
servir bebidas
5611-2/03 Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares 0,39 0,42 0,76 0,37
Serviços ambulantes de alimentação
5612-1/00 Serviços ambulantes de alimentação 0,54 0,47
Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada
Fornecimento de alimentos preparados
5620-1/01 0,39 0,42
preponderantemente para empresas
Serviços de alimentação para eventos e recepções -
5620-1/02 0,39 0,42
bufê
5620-1/03 Cantinas - serviços de alimentação privativos 0,39 0,42
Fornecimento de alimentos preparados
5620-1/04 0,54 0,47
preponderantemente para consumo domiciliar
INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - EDIÇÃO E EDIÇÃO INTEGRADA À IMPRESSÃO
Edição de livros, jornais, revistas e outras atividades de edição
Edição de livros
5811-5/00 Edição de livros 0,85 0,36 0,85 0,36
Edição de jornais
5812-3/00 Edição de jornais 0,85 0,36 0,7 0,43
Edição de revistas
5813-1/00 Edição de revistas 0,85 0,36 0,91 0,28
Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos
5819-1/00 Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos 0,85 0,36
Edição integrada à impressão de livros, jornais, revistas e outras publicações
Edição integrada à impressão de livros
5821-2/00 Edição integrada à impressão de livros 0,85 0,36
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Edição integrada à impressão de jornais
5822-1/00 Edição integrada à impressão de jornais 0,7 0,43
Edição integrada à impressão de revistas
5823-9/00 Edição integrada à impressão de revistas 0,85 0,36
Edição integrada à impressão de cadastros, listas e outros produtos gráficos
Edição integrada à impressão de cadastros, listas e
5829-8/00 0,24 0,35
outros produtos gráficos
ATIVIDADES CINEMATOGRÁFICAS, PRODUÇÃO DE VÍDEOS E DE PROGRAMAS DE TELEVISÃO; GRAVAÇÃO
DE SOM E EDIÇÃO DE MÚSICA
Atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão
Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão
5911-1/01 Estúdios cinematográficos 0,91 0,36
5911-1/02 Produção de filmes para publicidade 0,91 0,36
Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e
5911-1/99 de programas de televisão não especificadas 0,91 0,36
anteriormente
Atividades de pós-produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão
5912-0/01 Serviços de dublagem 0,91 0,36
5912-0/02 Serviços de mixagem sonora - produção audiovisual 0,91 0,36
Atividades de pós-produção cinematográfica, de
5912-0/99 vídeos e de programas de televisão não 0,91 0,36
especificadas anteriormente
Distribuição cinematográfica, de vídeo e de programas de televisão
Distribuição cinematográfica, de vídeo e de
5913-8/00 0,36 0,44
programas de televisão
Atividades de exibição cinematográfica
5914-6/00 Atividades de exibição cinematográfica 0,45 0,21
Atividades de gravação de som e de edição de música
5920-1/00 Atividades de gravação de som e edição de música 0,48 0,39
ATIVIDADES DE RÁDIO E DE TELEVISÃO
Atividades de rádio
6010-1/00 Atividades de rádio 0,64 0,61 0,64 0,61
Atividades de televisão
Atividades de televisão aberta
6021-7/00 Atividades de televisão aberta 0,77 0,51 0,77 0,51
Programadoras e atividades relacionadas à televisão por assinatura
6022-5/01 Programadoras 0,77 0,51 0,77 0,51
Atividades relacionadas à televisão por assinatura,
6022-5/02 0,77 0,51 0,77 0,51
exceto programadoras
TELECOMUNICAÇÕES
Telecomunicações por fio
6110-8/01 Serviços de telefonia fixa comutada - STFC 0,53 0,5 0,62 0,63
Serviços de redes de transporte de
6110-8/02 0,53 0,5 0,62 0,63
telecomunicações - SRTT
6110-8/03 Serviços de comunicação multimídia - SCM 0,53 0,5 0,62 0,63
Serviços de telecomunicações por fio não
6110-8/99 0,53 0,5 0,62 0,63
especificados anteriormente
Telecomunicações sem fio
6120-5/01 Telefonia móvel celular 0,53 0,5 0,62 0,63
6120-5/02 Serviço móvel especializado - SME 0,53 0,5 0,62 0,63
Serviços de telecomunicações sem fio não
6120-5/99 0,53 0,5 0,62 0,63
especificados anteriormente
Telecomunicações por satélite
6130-2/00 Telecomunicações por satélite 0,53 0,5 0,62 0,63
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Operadoras de televisão por assinatura
Operadoras de televisão por assinatura por cabo
6141-8/00 Operadoras de televisão por assinatura por cabo 0,53 0,5 0,62 0,63
Operadoras de televisão por assinatura por microondas
Operadoras de televisão por assinatura por
6142-6/00 0,53 0,5 0,62 0,63
microondas
Operadoras de televisão por assinatura por satélite
6143-4/00 Operadoras de televisão por assinatura por satélite 0,53 0,5 0,62 0,63
Outras atividades de telecomunicações
6190-6/01 Provedores de acesso às redes de comunicações 0,53 0,5 0,62 0,63
6190-6/02 Provedores de voz sobre protocolo internet - VOIP 0,53 0,5 0,62 0,63
Outras atividades de telecomunicações não
6190-6/99 0,53 0,5 0,62 0,63
especificadas anteriormente
ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Atividades dos serviços de tecnologia da informação
Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda
Desenvolvimento de programas de computador sob
6201-5/00 0,97 0,37
encomenda
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis
Desenvolvimento e licenciamento de programas de
6202-3/00 0,97 0,37
computador customizáveis
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis
Desenvolvimento e licenciamento de programas de
6203-1/00 0,97 0,37
computador não-customizáveis
Consultoria em tecnologia da informação
6204-0/00 Consultoria em tecnologia da informação 0,21 0,35
Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação
Suporte técnico, manutenção e outros serviços em
6209-1/00 0,97 0,37
tecnologia da informação
ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
Tratamento de dados, hospedagem na internet e outras atividades relacionadas
Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet
Tratamento de dados, provedores de serviços de
6311-9/00 0,97 0,37
aplicação e serviços de hospedagem na internet
Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet
Portais, provedores de conteúdo e outros serviços
6319-4/00 0,97 0,37
de informação na internet
Outras atividades de prestação de serviços de informação
Agências de notícias
6391-7/00 Agências de notícias 0,44 0,15
Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente
Outras atividades de prestação de serviços de
6399-2/00 0,74 0,26
informação não especificadas anteriormente
ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS
ATIVIDADES DE SERVIÇOS FINANCEIROS
Banco Central
6410-7/00 Banco Central 0,69 0,33 0,69 0,33
Intermediação monetária - depósitos à vista
Bancos comerciais
6421-2/00 Bancos comerciais 0,53 0,31 0,69 0,33
Bancos múltiplos, com carteira comercial
6422-1/00 Bancos múltiplos, com carteira comercial 0,36 0,32 0,36 0,32
Caixas econômicas
6423-9/00 Caixas econômicas 0,36 0,32 0,36 0,32
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Crédito cooperativo
6424-7/01 Bancos cooperativos 0,36 0,32 0,36 0,32
6424-7/02 Cooperativas centrais de crédito 0,36 0,32 0,36 0,32
6424-7/03 Cooperativas de crédito mútuo 0,36 0,32 0,36 0,32
6424-7/04 Cooperativas de crédito rural 0,36 0,32 0,36 0,32
Intermediação não-monetária - outros instrumentos de captação
Bancos múltiplos, sem carteira comercial
6431-0/00 Bancos múltiplos, sem carteira comercial 0,36 0,32 0,36 0,32
Bancos de investimento
6432-8/00 Bancos de investimento 0,36 0,32 0,36 0,32
Bancos de desenvolvimento
6433-6/00 Bancos de desenvolvimento 0,36 0,32 0,36 0,32
Agências de fomento
6434-4/00 Agências de fomento 0,33 0,5 0,33 0,5
Crédito imobiliário
6435-2/01 Sociedades de crédito imobiliário 0,33 0,5 0,33 0,5
6435-2/02 Associações de poupança e empréstimo 0,33 0,5 0,33 0,5
6435-2/03 Companhias hipotecárias 0,33 0,5 0,33 0,5
Sociedades de crédito, financiamento e investimento - financeiras
Sociedades de crédito, financiamento e investimento
6436-1/00 0,26 0,39
- financeiras
Sociedades de crédito ao microempreendedor
6437-9/00 Sociedades de crédito ao microempreendedor 0,33 0,5
Bancos de câmbio e outras instituições de intermediação não-monetária
6438-7/01 Bancos de câmbio 0,33 0,5
Outras instituições de intermediação não-monetária
6438-7/99 0,33 0,5
não especificadas anteriormente
Arrendamento mercantil
6440-9/00 Arrendamento mercantil 0,32 0,43 0,61 0,28
Sociedades de capitalização
6450-6/00 Sociedades de capitalização 0,33 0,5
Atividades de sociedades de participação
Holdings de instituições financeiras
6461-1/00 Holdings de instituições financeiras 0,33 0,5
Holdings de instituições não-financeiras
6462-0/00 Holdings de instituições não-financeiras 0,75 0,23
Outras sociedades de participação, exceto holdings
6463-8/00 Outras sociedades de participação, exceto holdings 0,75 0,23
Fundos de investimento
Fundos de investimento, exceto previdenciários e
6470-1/01 0,33 0,5
imobiliários
6470-1/02 Fundos de investimento previdenciários 0,33 0,5
6470-1/03 Fundos de investimento imobiliários 0,33 0,5
Atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente
Sociedades de fomento mercantil - factoring
6491-3/00 Sociedades de fomento mercantil - factoring 0,33 0,5
Securitização de créditos
6492-1/00 Securitização de créditos 0,33 0,5
Administração de consórcios para aquisição de bens e direitos
Administração de consórcios para aquisição de bens
6493-0/00 0,33 0,5
e direitos
Outras atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente
6499-9/01 Clubes de investimento 0,33 0,5
6499-9/02 Sociedades de investimento 0,33 0,5
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
6499-9/03 Fundo garantidor de crédito 0,33 0,5
6499-9/04 Caixas de financiamento de corporações 0,33 0,5
6499-9/05 Concessão de crédito pelas OSCIP 0,33 0,5
Outras atividades de serviços financeiros não
6499-9/99 0,33 0,5
especificadas anteriormente
SEGUROS, RESSEGUROS, PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E PLANOS DE SAÚDE
Seguros de vida e não-vida
Seguros de vida
6511-1/01 Seguros de vida 0,55 0,43 0,89 0,26
6511-1/02 Planos de auxílio-funeral 0,64 0,33
Seguros não-vida
6512-0/00 Seguros não-vida 0,71 0,3
Seguros-saúde
6520-1/00 Seguros-saúde 0,71 0,3
Resseguros
6530-8/00 Resseguros 0,71 0,3
Previdência complementar
Previdência complementar fechada
6541-3/00 Previdência complementar fechada 0,15 0,39 0,88 0,45
Previdência complementar aberta
6542-1/00 Previdência complementar aberta 0,71 0,3
Planos de saúde
6550-2/00 Planos de saúde 0,71 0,3 0,71 0,3
ATIVIDADES AUXILIARES DOS SERVIÇOS FINANCEIROS, SEGUROS, PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E
PLANOS DE SAÚDE
Atividades auxiliares dos serviços financeiros
Administração de bolsas e mercados de balcão organizados
6611-8/01 Bolsa de valores 0,71 0,3
6611-8/02 Bolsa de mercadorias 0,71 0,3
6611-8/03 Bolsa de mercadorias e futuros 0,71 0,3
6611-8/04 Administração de mercados de balcão organizados 0,71 0,3
Atividades de intermediários em transações de títulos, valores mobiliários e mercadorias
6612-6/01 Corretoras de títulos e valores mobiliários 0,76 0,28 0,76 0,28
6612-6/02 Distribuidoras de títulos e valores mobiliários 0,76 0,28 0,76 0,28
6612-6/03 Corretoras de câmbio 0,76 0,28 0,76 0,28
6612-6/04 Corretoras de contratos de mercadorias 0,76 0,28 0,76 0,28
6612-6/05 Agentes de investimentos em aplicações financeiras 0,76 0,28 0,76 0,28
Administração de cartões de crédito
6613-4/00 Administração de cartões de crédito 0,76 0,28 0,76 0,28
Atividades auxiliares dos serviços financeiros não especificadas anteriormente
6619-3/01 Serviços de liquidação e custódia 0,76 0,28 0,76 0,28
6619-3/02 Correspondentes de instituições financeiras 0,76 0,28 0,76 0,28
6619-3/03 Representações de bancos estrangeiros 0,76 0,28 0,76 0,28
6619-3/04 Caixas eletrônicos 0,76 0,28 0,76 0,28
6619-3/05 Operadoras de cartões de débito 0,76 0,28 0,76 0,28
Outras atividades auxiliares dos serviços financeiros
6619-3/99 0,71 0,3 0,33 0,5
não especificadas anteriormente
Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde
Avaliação de riscos e perdas
6621-5/01 Peritos e avaliadores de seguros 0,71 0,3
6621-5/02 Auditoria e consultoria atuarial 0,71 0,3
Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde
Corretores e agentes de seguros, de planos de
6622-3/00 0,71 0,3
previdência complementar e de saúde
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde não especificadas
anteriormente
Atividades auxiliares dos seguros, da previdência
6629-1/00 complementar e dos planos de saúde não 0,71 0,3
especificadas anteriormente
Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão
Atividades de administração de fundos por contrato
6630-4/00 0,71 0,3
ou comissão
ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS
Atividades imobiliárias de imóveis próprios
6810-2/01 Compra e venda de imóveis próprios 0,26 0,4
6810-2/02 Aluguel de imóveis próprios 0,26 0,4
6810-2/03 Loteamento de imóveis próprios 0,26 0,4
Atividades imobiliárias por contrato ou comissão
Intermediação na compra, venda e aluguel de imóveis
Corretagem na compra e venda e avaliação de
6821-8/01 0,71 0,3
imóveis
6821-8/02 Corretagem no aluguel de imóveis 0,71 0,3
Gestão e administração da propriedade imobiliária
6822-6/00 Gestão e administração da propriedade imobiliária 0,6 0,38
ATIVIDADES PROFISSIONAIS, CIENTÍFICAS E TÉCNICAS
ATIVIDADES JURÍDICAS, DE CONTABILIDADE E DE AUDITORIA
Atividades jurídicas
Atividades jurídicas, exceto cartórios
6911-7/01 Serviços advocatícios 0,49 0,33 0,62 0,22
6911-7/02 Atividades auxiliares da justiça 0,49 0,33 0,62 0,22
6911-7/03 Agente de propriedade industrial 0,49 0,33
Cartórios
6912-5/00 Cartórios 0,49 0,33 0,62 0,22
Atividades de contabilidade, consultoria e auditoria contábil e tributária
6920-6/01 Atividades de contabilidade 0,62 0,22
Atividades de consultoria e auditoria contábil e
6920-6/02 0,62 0,22
tributária
ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL
Sedes de empresas e unidades administrativas locais
Atividades de consultoria em gestão empresarial
Atividades de consultoria em gestão empresarial,
7020-4/00 0,2 0,26 0,2 0,26
exceto consultoria técnica específica
SERVIÇOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA; TESTES E ANÁLISES TÉCNICAS
Serviços de arquitetura e engenharia e atividades técnicas relacionadas
Serviços de arquitetura
7111-1/00 Serviços de arquitetura 0,26 0,37 0,84 0,35
Serviços de engenharia
7112-0/00 Serviços de engenharia 0,26 0,37 0,84 0,35
Atividades técnicas relacionadas à arquitetura e engenharia
7119-7/01 Serviços de cartografia, topografia e geodésia 0,26 0,37 0,84 0,35
7119-7/02 Atividades de estudos geológicos 0,26 0,37 0,84 0,35
Serviços de desenho técnico relacionados à
7119-7/03 0,26 0,37 0,84 0,35
arquitetura e engenharia
Serviços de perícia técnica relacionados à
7119-7/04 0,26 0,37
segurança do trabalho
Atividades técnicas relacionadas à engenharia e
7119-7/99 0,26 0,37 0,84 0,35
arquitetura não especificadas anteriormente
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Testes e análises técnicas
7120-1/00 Testes e análises técnicas 0,79 0,44
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Pesquisa e desenvolvimento experimental em
7210-0/00 0,53 0,31 0,53 0,31
ciências físicas e naturais
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas
Pesquisa e desenvolvimento experimental em
7220-7/00 0,53 0,31
ciências sociais e humanas
PUBLICIDADE E PESQUISA DE MERCADO
Publicidade
Agências de publicidade
7311-4/00 Agências de publicidade 0,41 0,45 0,79 0,44
Agenciamento de espaços para publicidade, exceto em veículos de comunicação
Agenciamento de espaços para publicidade, exceto
7312-2/00 0,41 0,45 0,79 0,44
em veículos de comunicação
Atividades de publicidade não especificadas anteriormente
7319-0/01 Criação de estandes para feiras e exposições 0,41 0,45 0,79 0,44
7319-0/02 Promoção de vendas 0,41 0,45 0,79 0,44
7319-0/03 Marketing direto 0,41 0,45 0,79 0,44
7319-0/04 Consultoria em publicidade 0,41 0,45 0,79 0,44
Outras atividades de publicidade não especificadas
7319-0/99 0,41 0,45 0,79 0,44
anteriormente
Pesquisas de mercado e de opinião pública
7320-3/00 Pesquisas de mercado e de opinião pública 0,62 0,22
OUTRAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS, CIENTÍFICAS E TÉCNICAS
Design e decoração de interiores
7410-2/01 Design 0,42 0,3
7410-2/02 Decoração de interiores 0,42 0,3
Atividades fotográficas e similares
Atividades de produção de fotografias, exceto aérea
7420-0/01 0,42 0,3 0,74 0,26
e submarina
Atividades de produção de fotografias aéreas e
7420-0/02 0,42 0,3 0,74 0,26
submarinas
7420-0/03 Laboratórios fotográficos 0,42 0,3 0,74 0,26
7420-0/04 Filmagem de festas e eventos 0,42 0,3 0,74 0,26
7420-0/05 Serviços de microfilmagem 0,42 0,3 0,74 0,26
Atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente
7490-1/01 Serviços de tradução, interpretação e similares 0,87 0,28
7490-1/02 Escafandria e mergulho 0,87 0,28
Serviços de agronomia e de consultoria às
7490-1/03 0,87 0,28
atividades agrícolas e pecuárias
Atividades de intermediação e agenciamento de
7490-1/04 0,87 0,28
serviços e negócios em geral, exceto imobiliários
Agenciamento de profissionais para atividades
7490-1/05 0,87 0,28
esportivas, culturais e artísticas
Outras atividades profissionais, científicas e técnicas
7490-1/99 0,87 0,28
não especificadas anteriormente
ATIVIDADES VETERINÁRIAS
Atividades veterinárias
7500-1/00 Atividades veterinárias 0,62 0,31
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES
ALUGUÉIS NÃO-IMOBILIÁRIOS E GESTÃO DE ATIVOS INTANGÍVEIS NÃO-FINANCEIROS
Locação de meios de transporte sem condutor
Locação de automóveis sem condutor
7711-0/00 Locação de automóveis sem condutor 0,97 0,37
Locação de meios de transporte, exceto automóveis, sem condutor
Locação de embarcações sem tripulação, exceto
7719-5/01 0,97 0,37
para fins recreativos
7719-5/02 Locação de aeronaves sem tripulação 0,97 0,37
Locação de outros meios de transporte não
7719-5/99 0,97 0,37
especificados anteriormente, sem condutor
Aluguel de objetos pessoais e domésticos
Aluguel de equipamentos recreativos e esportivos
7721-7/00 Aluguel de equipamentos recreativos e esportivos 0,97 0,37 0,97 0,37
Aluguel de fitas de vídeo, DVDs e similares
7722-5/00 Aluguel de fitas de vídeo, DVDs e similares 0,97 0,37 0,97 0,37
Aluguel de objetos do vestuário, jóias e acessórios
7723-3/00 Aluguel de objetos do vestuário, jóias e acessórios 0,97 0,37 0,97 0,37
Aluguel de objetos pessoais e domésticos não especificados anteriormente
7729-2/01 Aluguel de aparelhos de jogos eletrônicos 0,97 0,37
Aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso
7729-2/02 0,97 0,37
doméstico e pessoal; instrumentos musicais
7729-2/03 Aluguel de material médico 0,97 0,37
Aluguel de outros objetos pessoais e domésticos não
7729-2/99 0,97 0,37 0,97 0,37
especificados anteriormente
Aluguel de máquinas e equipamentos sem operador
Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador
Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem
7731-4/00 0,97 0,37
operador
Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador
Aluguel de máquinas e equipamentos para
7732-2/01 0,97 0,37
construção sem operador, exceto andaimes
7732-2/02 Aluguel de andaimes 0,28 0,3
Aluguel de máquinas e equipamentos para escritório
7733-1/00 Aluguel de máquinas e equipamentos para escritório 0,97 0,37
Aluguel de máquinas e equipamentos não especificados anteriormente
Aluguel de máquinas e equipamentos para extração
7739-0/01 0,97 0,37
de minérios e petróleo, sem operador
Aluguel de equipamentos científicos, médicos e
7739-0/02 0,97 0,37
hospitalares, sem operador
Aluguel de palcos, coberturas e outras estruturas de
7739-0/03 0,97 0,37
uso temporário, exceto andaimes
Aluguel de outras máquinas e equipamentos
7739-0/99 comerciais e industriais não especificados 0,97 0,37
anteriormente, sem operador
Gestão de ativos intangíveis não-financeiros
7740-3/00 Gestão de ativos intangíveis não-financeiros 0,97 0,37
SELEÇÃO, AGENCIAMENTO E LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA
Seleção e agenciamento de mão-de-obra
7810-8/00 Seleção e agenciamento de mão-de-obra 0,15 0,22
Locação de mão-de-obra temporária
7820-5/00 Locação de mão-de-obra temporária 0,15 0,22
Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros
Fornecimento e gestão de recursos humanos para
7830-2/00 0,15 0,22
terceiros
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
AGÊNCIAS DE VIAGENS, OPERADORES TURÍSTICOS E SERVIÇOS DE RESERVAS
Agências de viagens e operadores turísticos
Agências de viagens
7911-2/00 Agências de viagens 0,35 0,21 0,66 0,31
Operadores turísticos
7912-1/00 Operadores turísticos 0,35 0,21 0,66 0,31
Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente
Serviços de reservas e outros serviços de turismo
7990-2/00 0,44 0,15
não especificados anteriormente
ATIVIDADES DE VIGILÂNCIA, SEGURANÇA E INVESTIGAÇÃO
Atividades de vigilância, segurança privada e transporte de valores
Atividades de vigilância e segurança privada
8011-1/01 Atividades de vigilância e segurança privada 0,24 0,4 0,24 0,4
8011-1/02 Serviços de adestramento de cães de guarda 0,24 0,4 0,24 0,4
Atividades de transporte de valores
8012-9/00 Atividades de transporte de valores 0,24 0,4
Atividades de monitoramento de sistemas de segurança
Atividades de monitoramento de sistemas de
8020-0/00 0,24 0,4 0,24 0,4
segurança
Atividades de investigação particular
8030-7/00 Atividades de investigação particular 0,24 0,4 0,24 0,4
SERVIÇOS PARA EDIFÍCIOS E ATIVIDADES PAISAGÍSTICAS
Serviços combinados para apoio a edifícios
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais
Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto
8111-7/00 0,45 0,39 0,45 0,39
condomínios prediais
Condomínios prediais
8112-5/00 Condomínios prediais 0,45 0,39 0,45 0,39
Atividades de limpeza
Limpeza em prédios e em domicílios
8121-4/00 Limpeza em prédios e em domicílios 0,39 0,34 0,39 0,34
Imunização e controle de pragas urbanas
8122-2/00 Imunização e controle de pragas urbanas 0,39 0,34 0,39 0,34
Atividades de limpeza não especificadas anteriormente
Atividades de limpeza não especificadas
8129-0/00 0,39 0,34 0,39 0,34
anteriormente
Atividades paisagísticas
8130-3/00 Atividades paisagísticas 0,39 0,34
SERVIÇOS DE ESCRITÓRIO, DE APOIO ADMINISTRATIVO E OUTROS SERVIÇOS PRESTADOS
PRINCIPALMENTE ÀS EMPRESAS
Serviços de escritório e apoio administrativo
Serviços combinados de escritório e apoio administrativo
Serviços combinados de escritório e apoio
8211-3/00 0,49 0,44
administrativo
Fotocópias, preparação de documentos e outros serviços especializados de apoio administrativo
8219-9/01 Fotocópias 0,49 0,44
Preparação de documentos e serviços especializados
8219-9/99 de apoio administrativo não especificados 0,49 0,44
anteriormente
Atividades de teleatendimento
8220-2/00 Atividades de teleatendimento 0,49 0,44
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Atividades de organização de eventos, exceto culturais e esportivos
Serviços de organização de feiras, congressos,
8230-0/01 0,49 0,44
exposições e festas
8230-0/02 Casas de festas e eventos 0,49 0,44
Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas
Atividades de cobrança e informações cadastrais
8291-1/00 Atividades de cobrança e informações cadastrais 0,49 0,44
Envasamento e empacotamento sob contrato
8292-0/00 Envasamento e empacotamento sob contrato 0,74 0,26
Atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente
8299-7/01 Medição de consumo de energia elétrica, gás e água 0,62 0,22
Emissão de vales-alimentação, vales-transporte e
8299-7/02 0,62 0,22
similares
Serviços de gravação de carimbos, exceto
8299-7/03 0,62 0,22
confecção
8299-7/04 Leiloeiros independentes 0,62 0,22
8299-7/05 Serviços de levantamento de fundos sob contrato 0,62 0,22
8299-7/06 Casas lotéricas 0,62 0,22
8299-7/07 Salas de acesso à internet 0,62 0,22
Outras atividades de serviços prestados principal-
8299-7/99 0,62 0,22
mente às empresas não especificadas anteriormente
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DEFESA E SEGURIDADE SOCIAL
Administração do estado e da política econômica e social
Administração pública em geral
8411-6/00 Administração pública em geral 0,49 0,56 0,59 0,32
Regulação das atividades de saúde, educação, serviços culturais e outros serviços sociais
Regulação das atividades de saúde, educação,
8412-4/00 0,73 0,31 0,73 0,31
serviços culturais e outros serviços sociais
Regulação das atividades econômicas
8413-2/00 Regulação das atividades econômicas 0,73 0,31
Serviços coletivos prestados pela administração pública
Relações exteriores
8421-3/00 Relações exteriores 0,12 0,31
Defesa
8422-1/00 Defesa 0,64 0,33
Justiça
8423-0/00 Justiça 0,64 0,33
Segurança e ordem pública
8424-8/00 Segurança e ordem pública 0,31 0,39 0,12 0,31
Defesa Civil
8425-6/00 Defesa Civil 0,64 0,33
Seguridade social obrigatória
8430-2/00 Seguridade social obrigatória 0,64 0,33 0,64 0,33
EDUCAÇÃO
Educação infantil e ensino fundamental
Educação infantil - creche
8511-2/00 Educação infantil - creche 0,54 0,39 0,64 0,24
Educação infantil - pré-escola
8512-1/00 Educação infantil - pré-escola 0,54 0,39 0,64 0,24
Ensino fundamental
8513-9/00 Ensino fundamental 0,5 0,25 0,5 0,25
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Ensino médio
8520-1/00 Ensino médio 0,72 0,24 0,72 0,24
Educação superior
Educação superior - graduação
8531-7/00 Educação superior - graduação 0,35 0,33 0,52 0,25
Educação superior - graduação e pós-graduação
8532-5/00 Educação superior - graduação e pós-graduação 0,35 0,33 0,52 0,25
Educação superior - pós-graduação e extensão
8533-3/00 Educação superior - pós-graduação e extensão 0,35 0,33 0,52 0,25
Educação profissional de nível técnico e tecnológico
Educação profissional de nível técnico
8541-4/00 Educação profissional de nível técnico 0,4 0,3 0,39 0,22
Educação profissional de nível tecnológico
8542-2/00 Educação profissional de nível tecnológico 0,4 0,3 0,39 0,22
Atividades de apoio à educação
8550-3/01 Administração de caixas escolares 0,42 0,21
Atividades de apoio à educação, exceto caixas
8550-3/02 0,42 0,21
escolares
Outras atividades de ensino
Ensino de esportes
8591-1/00 Ensino de esportes 0,35 0,5
Ensino de arte e cultura
8592-9/01 Ensino de dança 0,35 0,5
8592-9/02 Ensino de artes cênicas, exceto dança 0,35 0,5
8592-9/03 Ensino de música 0,35 0,5
Ensino de arte e cultura não especificado
8592-9/99 0,35 0,5
anteriormente
Ensino de idiomas
8593-7/00 Ensino de idiomas 0,35 0,5
Atividades de ensino não especificadas anteriormente
8599-6/01 Formação de condutores 0,35 0,5
8599-6/02 Cursos de pilotagem 0,35 0,5
8599-6/03 Treinamento em informática 0,35 0,5
Treinamento em desenvolvimento profissional e
8599-6/04 0,35 0,5
gerencial
8599-6/05 Cursos preparatórios para concursos 0,35 0,5
Outras atividades de ensino não especificadas
8599-6/99 0,61 0,27
anteriormente
SAÚDE HUMANA E SERVIÇOS SOCIAIS
ATIVIDADES DE ATENÇÃO À SAÚDE HUMANA
Atividades de atendimento hospitalar
Atividades de atendimento hospitalar
Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto-
8610-1/01 0,37 0,28 0,58 0,36
socorro e unidades para atendimento a urgências
Atividades de atendimento em pronto-socorro e
8610-1/02 0,58 0,36 0,58 0,36
unidades hospitalares para atendimento a urgências
Serviços móveis de atendimento a urgências e de remoção de pacientes
Serviços móveis de atendimento a urgências
8621-6/01 UTI móvel 0,58 0,36
Serviços móveis de atendimento a urgências, exceto
8621-6/02 0,58 0,36
por UTI móvel
Código
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BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Serviços de remoção de pacientes, exceto os serviços móveis de atendimento a urgências
Serviços de remoção de pacientes, exceto os
8622-4/00 0,5 0,36
serviços móveis de atendimento a urgências
Atividades de atenção ambulatorial executadas por médicos e odontólogos
Atividade médica ambulatorial com recursos para
8630-5/01 0,62 0,31 0,62 0,31
realização de procedimentos cirúrgicos
Atividade médica ambulatorial com recursos para
8630-5/02 0,62 0,31 0,62 0,31
realização de exames complementares
8630-5/03 Atividade médica ambulatorial restrita a consultas 0,62 0,31 0,62 0,31
8630-5/04 Atividade odontológica 0,62 0,31 0,62 0,31
8630-5/06 Serviços de vacinação e imunização humana 0,62 0,31 0,62 0,31
8630-5/07 Atividades de reprodução humana assistida 0,62 0,31 0,62 0,31
Atividades de atenção ambulatorial não
8630-5/99 0,62 0,31 0,62 0,31
especificadas anteriormente
Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica
8640-2/01 Laboratórios de anatomia patológica e citológica 0,16 0,29
8640-2/02 Laboratórios clínicos 0,16 0,29
8640-2/03 Serviços de diálise e nefrologia 0,16 0,29
8640-2/04 Serviços de tomografia 0,16 0,29
Serviços de diagnóstico por imagem com uso de
8640-2/05 0,16 0,29
radiação ionizante, exceto tomografia
8640-2/06 Serviços de ressonância magnética 0,16 0,29
Serviços de diagnóstico por imagem sem uso de
8640-2/07 0,16 0,29
radiação ionizante, exceto ressonância magnética
Serviços de diagnóstico por registro gráfico - ECG,
8640-2/08 0,16 0,29
EEG e outros exames análogos
Serviços de diagnóstico por métodos ópticos -
8640-2/09 0,16 0,29
endoscopia e outros exames análogos
8640-2/10 Serviços de quimioterapia 0,16 0,29
8640-2/11 Serviços de radioterapia 0,16 0,29
8640-2/12 Serviços de hemoterapia 0,16 0,29
8640-2/13 Serviços de litotripsia 0,16 0,29
8640-2/14 Serviços de bancos de células e tecidos humanos 0,16 0,29
Atividades de serviços de complementação diagnós-
8640-2/99 0,16 0,29
tica e terapêutica não especificadas anteriormente
Atividades de profissionais da área de saúde, exceto médicos e odontólogos
8650-0/01 Atividades de enfermagem 0,58 0,36 0,54 0,4
8650-0/02 Atividades de profissionais da nutrição 0,58 0,36 0,54 0,4
8650-0/03 Atividades de psicologia e psicanálise 0,58 0,36 0,54 0,4
8650-0/04 Atividades de fisioterapia 0,58 0,36 0,54 0,4
8650-0/05 Atividades de terapia ocupacional 0,58 0,36 0,54 0,4
8650-0/06 Atividades de fonoaudiologia 0,58 0,36 0,54 0,4
8650-0/07 Atividades de terapia de nutrição enteral e parenteral 0,58 0,36 0,54 0,4
Atividades de profissionais da área de saúde não
8650-0/99 0,58 0,36 0,54 0,4
especificadas anteriormente
Atividades de apoio à gestão de saúde
8660-7/00 Atividades de apoio à gestão de saúde 0,58 0,36
Atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente
Atividades de práticas integrativas e
8690-9/01 0,58 0,36
complementares em saúde humana
8690-9/02 Atividades de bancos de leite humano 0,58 0,36
8690-9/03 Atividades de acupuntura 0,58 0,36
8690-9/04 Atividades de podologia 0,58 0,36
Outras atividades de atenção à saúde humana não
8690-9/99 0,58 0,36
especificadas anteriormente
Código
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
ATIVIDADES DE ATENÇÃO À SAÚDE HUMANA INTEGRADAS COM ASSISTÊNCIA SOCIAL, PRESTADAS EM
RESIDÊNCIAS COLETIVAS E PARTICULARES
Atividades de assistência a idosos, deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes prestadas em
residências coletivas e particulares
8711-5/01 Clínicas e residências geriátricas 0,28 0,34
8711-5/02 Instituições de longa permanência para idosos 0,28 0,34
Atividades de assistência a deficientes físicos,
8711-5/03 0,28 0,34
imunodeprimidos e convalescentes
8711-5/04 Centros de apoio a pacientes com câncer e AIDS 0,28 0,34
8711-5/05 Condomínios residenciais para idosos 0,28 0,34
Atividades de fornecimento de infra-estrutura de apoio e assistência a paciente no domicílio
Atividades de fornecimento de infra-estrutura de
8712-3/00 0,28 0,34
apoio e assistência a paciente no domicílio
Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e
dependência química
8720-4/01 Atividades de centros de assistência psicossocial 0,28 0,34
Atividades de assistência psicossocial e à saúde a
portadores de distúrbios psíquicos, deficiência
8720-4/99 0,58 0,36
mental e dependência química não especificadas
anteriormente
Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares
8730-1/01 Orfanatos 0,58 0,36
8730-1/02 Albergues assistenciais 0,58 0,36
Atividades de assistência social prestadas em
8730-1/99 residências coletivas e particulares não 0,58 0,36
especificadas anteriormente
SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SEM ALOJAMENTO
Serviços de assistência social sem alojamento
8800-6/00 Serviços de assistência social sem alojamento 0,61 0,29
ARTES, CULTURA, ESPORTE E RECREAÇÃO
ATIVIDADES ARTÍSTICAS, CRIATIVAS E DE ESPETÁCULOS
Atividades artísticas, criativas e de espetáculos
Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares
9001-9/01 Produção teatral 0,44 0,15 0,44 0,15
9001-9/02 Produção musical 0,44 0,15 0,44 0,15
9001-9/03 Produção de espetáculos de dança 0,44 0,15 0,44 0,15
Produção de espetáculos circenses, de marionetes e
9001-9/04 0,44 0,15
similares
Produção de espetáculos de rodeios, vaquejadas e
9001-9/05 0,44 0,15
similares
9001-9/06 Atividades de sonorização e de iluminação 0,44 0,15
Artes cênicas, espetáculos e atividades
9001-9/99 0,41 0,22 0,44 0,15
complementares não especificados anteriormente
Criação artística
Atividades de artistas plásticos, jornalistas
9002-7/01 0,41 0,22
independentes e escritores
9002-7/02 Restauração de obras de arte 0,41 0,22
Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras atividades artísticas
Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos
9003-5/00 0,41 0,22
e outras atividades artísticas
ATIVIDADES LIGADAS AO PATRIMÔNIO CULTURAL E AMBIENTAL
Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
Atividades de bibliotecas e arquivos
9101-5/00 Atividades de bibliotecas e arquivos 0,44 0,15
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Atividades de museus e de exploração, restauração artística e conservação de lugares e prédios históricos e
atrações similares
Atividades de museus e de exploração de lugares e
9102-3/01 0,44 0,15
prédios históricos e atrações similares
Restauração e conservação de lugares e prédios
9102-3/02 0,44 0,15
históricos
Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção
ambiental
Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques
9103-1/00 nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção 0,42 0,28 0,42 0,28
ambiental
ATIVIDADES DE EXPLORAÇÃO DE JOGOS DE AZAR E APOSTAS
Atividades de exploração de jogos de azar e apostas
Atividades de exploração de jogos de azar e apostas
9200-3/01 Casas de bingo 0,42 0,28
9200-3/02 Exploração de apostas em corridas de cavalos 0,42 0,28
Exploração de jogos de azar e apostas não
9200-3/99 0,42 0,28
especificados anteriormente
ATIVIDADES ESPORTIVAS E DE RECREAÇÃO E LAZER
Atividades esportivas
Gestão de instalações de esportes
9311-5/00 Gestão de instalações de esportes 0,42 0,28
Clubes sociais, esportivos e similares
9312-3/00 Clubes sociais, esportivos e similares 0,42 0,28
Atividades de condicionamento físico
9313-1/00 Atividades de condicionamento físico 0,19 0,28
Atividades esportivas não especificadas anteriormente
9319-1/01 Produção e promoção de eventos esportivos 0,53 0,3 0,53 0,3
Outras atividades esportivas não especificadas
9319-1/99 0,53 0,3 0,53 0,3
anteriormente
Atividades de recreação e lazer
Parques de diversão e parques temáticos
9321-2/00 Parques de diversão e parques temáticos 0,53 0,22
Atividades de recreação e lazer não especificadas anteriormente
9329-8/01 Discotecas, danceterias, salões de dança e similares 0,53 0,22
9329-8/02 Exploração de boliches 0,53 0,22
9329-8/03 Exploração de jogos de sinuca, bilhar e similares 0,53 0,22
9329-8/04 Exploração de jogos eletrônicos recreativos 0,53 0,22
Outras atividades de recreação e lazer não
9329-8/99 0,53 0,22 0,36 0,44
especificadas anteriormente
OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS
ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS
Atividades de organizações associativas patronais e empresariais
Atividades de organizações associativas patronais e
9411-1/00 0,23 0,44 0,78 0,29
empresariais
Atividades de organizações associativas profissionais
Atividades de organizações associativas
9412-0/00 0,49 0,24 0,49 0,24
profissionais
Atividades de organizações sindicais
9420-1/00 Atividades de organizações sindicais 0,53 0,3
Atividades de associações de defesa de direitos sociais
Atividades de associações de defesa de direitos
9430-8/00 0,53 0,3
sociais
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Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Atividades de organizações associativas não especificadas anteriormente
Atividades de organizações religiosas
9491-0/00 Atividades de organizações religiosas 0,19 0,31 0,57 0,35
Atividades de organizações políticas
9492-8/00 Atividades de organizações políticas 0,13 0,42 0,91 0,15
Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte
Atividades de organizações associativas ligadas à
9493-6/00 0,36 0,44
cultura e à arte
Atividades associativas não especificadas anteriormente
Atividades associativas não especificadas
9499-5/00 0,19 0,38 0,54 0,28
anteriormente
REPARAÇÃO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO E DE OBJETOS
PESSOAIS E DOMÉSTICOS
Reparação e manutenção de computadores e de equipamentos periféricos
Reparação e manutenção de computadores e de
9511-8/00 0,65 0,39
equipamentos periféricos
Reparação e manutenção de equipamentos de comunicação
Reparação e manutenção de equipamentos de
9512-6/00 0,65 0,39
comunicação
Reparação e manutenção de objetos e equipamentos pessoais e domésticos
Reparação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos de uso pessoal e doméstico
Reparação e manutenção de equipamentos
9521-5/00 0,65 0,39 0,65 0,39
eletroeletrônicos de uso pessoal e doméstico
Reparação e manutenção de objetos e equipamentos pessoais e domésticos não especificados
anteriormente
9529-1/01 Reparação de calçados, bolsas e artigos de viagem 0,65 0,39
9529-1/02 Chaveiros 0,65 0,39
9529-1/03 Reparação de relógios 0,65 0,39
Reparação de bicicletas, triciclos e outros veículos
9529-1/04 0,65 0,39
não-motorizados
9529-1/05 Reparação de artigos do mobiliário 0,79 0,23
9529-1/06 Reparação de jóias 0,79 0,23
Reparação e manutenção de outros objetos e
9529-1/99 equipamentos pessoais e domésticos não 0,19 0,29
especificados anteriormente
OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS PESSOAIS
Outras atividades de serviços pessoais
Lavanderias, tinturarias e toalheiros
9601-7/01 Lavanderias 0,25 0,41 0,64 0,4
9601-7/02 Tinturarias 0,25 0,41 0,64 0,4
9601-7/03 Toalheiros 0,25 0,41 0,64 0,4
Cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza
9602-5/01 Cabeleireiros 0,2 0,29
Atividades de estética e outros serviços de cuidados
9602-5/02 0,2 0,29
com a beleza
Atividades funerárias e serviços relacionados
9603-3/01 Gestão e manutenção de cemitérios 0,25 0,44
9603-3/02 Serviços de cremação 0,25 0,44
9603-3/03 Serviços de sepultamento 0,25 0,44
9603-3/04 Serviços de funerárias 0,25 0,44
9603-3/05 Serviços de somatoconservação 0,25 0,44
Atividades funerárias e serviços relacionados não
9603-3/99 0,25 0,44
especificados anteriormente
Código
CRITÉRIO DE PROJETO CP-001
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REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA Revisão

DE MÉDIA E BAIXA TENSÃO 02


Emissão
JUN/2013

Tabela 28: Fatores de Demanda e Fatores de Carga de Consumidores de BT e MT (continuação)


BT MT
Código da
Ramo de Atividade Fator de Fator de Fator de Fator de
Atividade
Demanda Carga Demanda Carga
Atividades de serviços pessoais não especificadas anteriormente
9609-2/02 Agências matrimoniais 0,25 0,3
9609-2/03 Alojamento, higiene e embelezamento de animais 0,25 0,3
Exploração de máquinas de serviços pessoais
9609-2/04 0,25 0,3
acionadas por moeda
9609-2/05 Atividades de sauna e banhos 0,25 0,3
9609-2/06 Serviços de tatuagem e colocação de piercing 0,25 0,3
Outras atividades de serviços pessoais não
9609-2/99
especificadas anteriormente
SERVIÇOS DOMÉSTICOS
Serviços domésticos
9700-5/00 Serviços domésticos 0,31 0,41
ORGANISMOS INTERNACIONAIS E OUTRAS INSTITUIÇÕES EXTRATERRITORIAIS
Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais
Organismos internacionais e outras instituições
9900-8/00 0,69 0,31
extraterritoriais

VA
A VI
LINH
RECONHECIMENTO

N 01
D1

K
PROPRIETARIO:
ANTONIO PEREIRA
K

K J
J
02 03

REPRESA DO AÇÚDE BANABUIÚ

CS: CA5503

AÇÚDE
Sr. Rui

CB.3964/CN.143081-5

LOCALIDADE
BUQUEIRÃO PROPRIETARIO:
RUI ARAUJO DE SOUSA

CB.3956

MAPA DE LOCALIZAÇÃO

FAZENDA IDEAL/CURRAL DO MEIO


Final da obra

TRAFO A IMPLANTAR
SOLONÓPOLE
TRAFO COELCE EXISTENTE
POSTE EXISTENTE 3,2Km

POSTE PROJETADO 42Km

HASTE DE ATERRAMENTO A IMPLANTAR


UC EXISTENTE ST. BELMONTE 2,5Km BUQUEIRÃO
UC A SER LIGADA Inicio da obra
J PADRÃO COM PONTALETE TIPO "J" A IMPLANTAR
8Km
D1 PADRÃO COM POSTE AUXILIAR A IMPLANTAR
K KIT DE INSTALAÇÃO INTERNA LPT A IMPLANTAR
BANABUIÚ
RODOVIA FEDERAL (BR)

RODOVIA ESTADUAL (CE)


ESTRADA CARROÇÁVEL
REDE MT EXISTENTE
REDE MT A IMPLANTAR (COR VERMELHA)
REDE BT A IMPLANTAR (COR VERDE)
AÇÚDE OU RIACHO
CERCA
GROTA
TIPO DE SOLO TIPO DE ÁREA
MUNICÍPIOS ROCHOSO A (Corrosão Desprezivel) B2 (Corrosão Severa)
PIÇARRA ( Acima de 20km ) ( Entre 02km à 05km )
COMUNIDADE E DISTRITOS
BARRO B1 (Corrosão mediana) C (Corrosão Muito Severa)
COMUNIDADE BENEFICIADAS ARENOSO ( Entre 05km à 20km ) ( Orla Maritima à 02km )
MAPA CHAVE
TRAFO A IMPLANTAR

TRAFO COELCE EXISTENTE


POSTE EXISTENTE
POSTE PROJETADO
SUGESTÃO PARA O DESLIGAMENTO
HASTE DE ATERRAMENTO A IMPLANTAR E ATERRAMENTO TEMPORÁRIO.
DURANTE A EXECUÇÃO DA OBRA, A EQUIPE RESPONSÁVEL
UC EXISTENTE
PELA CONSTRUÇÃO DEVERÁ CHECAR NO LOCAL SE A
UC A SER LIGADA SUGESTÃO DE DESLIGAMENTO E ATERRAMENTO
J SATISFAZEM AS CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PARA A
PADRÃO COM PONTALETE TIPO "J" A IMPLANTAR
EXECUÇÃO DA MESMA.
D1 PADRÃO COM POSTE AUXILIAR A IMPLANTAR
K KIT DE INSTALAÇÃO INTERNA LPT A IMPLANTAR
01
Linha viva D1
RODOVIA FEDERAL (BR)

K
RODOVIA ESTADUAL (CE) PROPRIETARIO:
N ANTONIO PEREIRA
ESTRADA CARROÇÁVEL
REDE MT EXISTENTE (COR PRETA)
K

K J
J
REDE MT A IMPLANTAR (COR VERMELHA) 02 03
REDE BT A IMPLANTAR (COR VERDE)
AÇÚDE OU RIACHO
CERCA
GROTA REPRESA DO AÇÚDE BANABUIÚ
MUNICÍPIOS
COMUNIDADE E DISTRITOS
COMUNIDADE BENEFICIADAS CS: CA5503

AÇÚDE
Sr. Rui

CB.3964/CN.143081-5

LOCALIDADE MAPA DE LOCALIZAÇÃO


BUQUEIRÃO PROPRIETARIO:
RUI ARAUJO DE SOUSA
FAZENDA IDEAL/CURRAL DO MEIO
Final da obra

CB.3956

SOLONÓPOLE

3,2Km

42Km

ST. BELMONTE 2,5Km BUQUEIRÃO


Inicio da obra

8Km

BANABUIÚ

Orçamento Nº: Valoração Nº:

PROJETO ELETRIFICAÇÃO RURAL 2800214088


. .0001482843
Companhia Energetica do Ceará Data da Solicitação: Departamento:
.MARÇO/2013 BANABUIÚ
Escala: Interessado: . ANTONIO PEREIRA DE SOUSA Sub. / Alimentador: Extensão BT (m)
. 1/5000
Endereço / Localidade: .FAZENDA IDEAL/CURRAL DO MEIO BNB
. / 01Y2 445
.
CSI Anterior: .
CB.3956 Qt. Postes Extensão MT (m)
TIPO DE ÁREA TIPO DE SOLO CSI Posterior: .CB.3964 Município : . BANABUIÚ - CE
40
. 1.300
.
Topógrafo: Qt. Transformadores Extensão MT / BT (m)
A (Corrosão Desprezivel) B2 (Corrosão Severa) ROCHOSO Referência: .
. ROBERTO CARLOS 01 .
( Acima de 20km ) ( Entre 02km à 05km ) PIÇARRA .
Projetista: Clientes Novos
B1 (Corrosão mediana) C (Corrosão Muito Severa) BARRO Desativação (m)
( Entre 05km à 20km ) ( Orla Maritima à 02km ) ARENOSO . ERNALDO 03
. .
Desenhista: Potência Instalada Prancha N°
. JOSE MATA 10KVA
. 01/01
CS: CA5503
PERFIL PLANI-ALTIMÉTRICO
Esc: 1/500

CB.3964/CN.143081-5

CB.3956

Km Km
00 01

00 10 20 30 40 50 60 70 80

ESTACAS
P R O P R I E TÁR IO RUI DE SOUSA ANTONIO PEREIRA
S OLO PIÇARRA / ROCHOSO
V E G E T AÇÃO ARBOREO / ARBUSTIVO
CS: CA5503

01
MAPA CHAVE
D1 Esc: 1/5000
K

Sr. Rui CB.3964/CN.143081-5

K J
02
K

AÇUDE J
CB.3956 03
REPRESA DO AÇÚDE BANABUIÚ

Orçamento Nº: Valoração Nº:

PROJETO ELETRIFICAÇÃO 2800214088


. .0001482843
Companhia Energetica do Ceará Data da Solicitação: Departamento:
.MARÇO/2013 BANABUIÚ
Escala: Interessado: . ANTONIO PEREIRA DE SOUSA Sub. / Alimentador: Extensão BT (m)
. 1/5000
Endereço / Localidade: .FAZENDA IDEAL/CURRAL DO MEIO BNB
. / 01Y2 445
.
CSI Anterior: .
CB.3956 Qt. Postes Extensão MT (m)
CSI Posterior: .CB.3964 Município : . BANABUIÚ - CE
40
. 1.300
.
Topógrafo: Qt. Transformadores
Referência: . Extensão MT / BT (m)
. ROBERTO CARLOS 01 .
.
Projetista: Clientes Novos Desativação (m)
. ERNALDO 03
. .
Desenhista: Potência Instalada Prancha N°
. JOSE MATA 10KVA
. 01/01