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Colaboradores

Dedicatória

Prefácio

Sumário

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capítulo 1

Biologia de Plantas Daninhas

Alexandre Magno Brighenti Maurílio Fernandes Oliveira

1. Introdução

R.S. Oliveira Jr. et al. (Eds.), Biologia e Manejo de Plantas Daninhas (2011)

ISBN 978-85-64619-02-9

2

Brighenti & Oliveira

2. Origem e Evolução das Plantas Daninhas

Biologia de Plantas Daninhas

3

3. Aspectos Positivos e Negativos das Plantas Daninhas

3.1 Aspectos positivos

4

Brighenti & Oliveira

2

Biologia de Plantas Daninhas

5

6

Brighenti & Oliveira

3.2 Aspectos negativos

Biologia de Plantas Daninhas

7

2

2

1

8

Brighenti & Oliveira

1 2

Biologia de Plantas Daninhas

9

4. Características das Plantas Daninhas

4.1 Habilidade competitiva 2

10

Brighenti & Oliveira

4.2 Capacidade de produção de propágulos

4.3 Desuniformidade do processo germinativo

Biologia de Plantas Daninhas

11

 

o

o

 

1

1

12

Brighenti & Oliveira

 

 

Biologia de Plantas Daninhas

13

4.4 Capacidade de germinar e emergir a grandes profundidades

4.5 Viabilidade dos propágulos em condições desfavoráveis

 

4.6 Mecanismos alternativos de reprodução

14

Brighenti & Oliveira

14 Brighenti & Oliveira • • • • •
14 Brighenti & Oliveira • • • • •

Biologia de Plantas Daninhas

15

Biologia de Plantas Daninhas 15 4.7 Facilidade de disseminação dos propágulos
Biologia de Plantas Daninhas 15 4.7 Facilidade de disseminação dos propágulos

4.7 Facilidade de disseminação dos propágulos

16

Brighenti & Oliveira

Biologia de Plantas Daninhas

17

4.8 Crescimento e desenvolvimento inicial 4 3

18

Brighenti & Oliveira

4 2 4

5. Classificações das Plantas Daninhas

Biologia de Plantas Daninhas

19

20

Brighenti & Oliveira

Biologia de Plantas Daninhas

21

22

Brighenti & Oliveira

6. Efeitos das Plantas Daninhas Sobre as Culturas

6.1 Interferências diretas

22 Brighenti & Oliveira • • 6. Efeitos das Plantas Daninhas Sobre as Culturas 6.1 Interferências

Biologia de Plantas Daninhas

23

24

Brighenti & Oliveira

6.2 Interferências indiretas

Biologia de Plantas Daninhas

25

Biologia de Plantas Daninhas 25 6.3 Fatores que afetam o grau de interferência 6.3.1 Fatores ligados
Biologia de Plantas Daninhas 25 6.3 Fatores que afetam o grau de interferência 6.3.1 Fatores ligados

6.3 Fatores que afetam o grau de interferência

6.3.1 Fatores ligados à cultura

26

Brighenti & Oliveira

600 400 BRS 183 200 BRS 156 BRS 133 0 0 30 60 90 Densidades
600
400
BRS 183
200
BRS 156
BRS 133
0
0
30
60
90
Densidades de
amendoim-bravo (pl/m 2 )
Área foliar
(cm 2 /planta)
6 5 4 BRS 183 3 BRS 156 2 BRS 133 1 0 0 30
6
5
4
BRS 183
3
BRS 156
2
BRS 133
1
0
0
30
60
90
Fitomassa (g/planta)
seca parte
aerea

Densidades de amendoim-bravo (pl/m 2 )

Biologia de Plantas Daninhas

27

de plantas

)

2

(g/0,25m

leiteiro seca

Fitomassa

15

15  
15  
 

10

BRS 183

 
  BRS 156

BRS 156

5

BRS 133

0

0

30

60

90

Densidade plantas leiteiro (pl/m 2 )

2

100 80 60 40 23 cm 46 cm 20 91 cm 0 4 6 8
100
80
60
40
23
cm
46
cm
20
91
cm
0
4
6
8
10
%
% R Radiação a d i a ç ã o

Semanas Semanas Após após Emergência emergência

28

Brighenti & Oliveira

4000 A AB A B A A A B A A A B 3000 2000
4000
A
AB A
B
A
A
A
B
A
A
A
B
3000
2000
1000
0
20
40
60
Produtividade (kg/ha)

Espaçamentos (cm)

Dose recomendada2000 1000 0 20 40 60 Produtividade (kg/ha) Espaçamentos (cm) Meia dose Testemunha Capinada Testemunha sem

Meia dose1000 0 20 40 60 Produtividade (kg/ha) Espaçamentos (cm) Dose recomendada Testemunha Capinada Testemunha sem capina

Testemunha Capinada3000 2000 1000 0 20 40 60 Produtividade (kg/ha) Espaçamentos (cm) Dose recomendada Meia dose Testemunha

Testemunha sem capina3000 2000 1000 0 20 40 60 Produtividade (kg/ha) Espaçamentos (cm) Dose recomendada Meia dose Testemunha

Biologia de Plantas Daninhas

29

2

1

1

1

2

1

6.3.2 Fatores ligados à comunidade infestante

6.3.3 Fatores ligados ao ambiente

30

Brighenti & Oliveira

6.3.3.1 Período de controle ou de convivência

Biologia de Plantas Daninhas

31

32

Brighenti & Oliveira

3400 3200 3000 2800 2600 Y = 3159,40-2,55* (DIAS-20,99+ IDIAS-20,99I) R 2 = 0,81 2400
3400
3200
3000
2800
2600
Y =
3159,40-2,55* (DIAS-20,99+ IDIAS-20,99I)
R 2 = 0,81
2400
7
21
35
49
63
77
91
105
119
Produtividade (kg/ha)

Dias após a emergência

3200 3000 2800 2600 Y = 3044,49+ 14,38* (DIAS-29,50+ IDIAS-29,50I) R 2 = 0,92 2400
3200
3000
2800
2600
Y =
3044,49+ 14,38* (DIAS-29,50+ IDIAS-29,50I)
R 2 = 0,92
2400
2200
7
21
35
49
63
77
91
105
119
Produtividade (kg ha -1 )

Dias após a emergência

Biologia de Plantas Daninhas

33

Referências

o a a

34

Brighenti & Oliveira

a

Biologia de Plantas Daninhas

35

o

36

Brighenti & Oliveira

a a

Capítulo 2

Banco de Sementes e Mecanismos de Dormência em Sementes de Plantas Daninhas

Alessandro de Lucca e Braccini

1. Introdução

R.S. Oliveira Jr. et al. (Eds.), Biologia e Manejo de Plantas Daninhas (2011)

ISBN 978-85-64619-02-9

38

Braccini

2. Banco de Sementes no Solo

2.1 Conceito de banco de sementes

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

39

Bancos de sementes e mecanismos de dormência 39

40

Braccini

2.2 Classificação dos bancos de sementes

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

41

2.3 Densidade e composição do banco de sementes do solo 2 2 2

42

Braccini

2.4 Ocorrência de perdas nos bancos de sementes do solo

3. Dormência de Sementes

3.1 Definição

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

43

3.2 Significado ecológico

44

Braccini

3.3 Papel da dormência na manutenção do banco de sementes do solo e como método de distribuição da germinação no tempo

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

45

3.4 Tipos de dormência

46

Braccini

46 Braccini D CD ND a b 3.4.1 Dormência primária

D CD ND a b

3.4.1 Dormência primária 2 4

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

47

3.4.2 Dormência secundária

Bancos de sementes e mecanismos de dormência 47 3.4.2 Dormência secundária 3.5 Causas da dormência

3.5 Causas da dormência

48

Braccini

3.5.1 Embrião imaturo ou rudimentar

3.5.2 Impermeabilidade do tegumento à água

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

49

3.5.3 Impermeabilidade ao oxigênio

50

Braccini

2

3.5.4 Restrições mecânicas

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

51

3.5.5 Embrião dormente

o 3

3.5.6 Dormência promovida por inibidores internos

52

Braccini

3

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

53

irradiação vermelho
irradiação vermelho
P660 P730 (manutenção da dormência) (estímulo germinação) para irradiação vermelho-distante ou
P660
P730
(manutenção da
dormência)
(estímulo germinação) para
irradiação
vermelho-distante
ou escuro

3.5.7 Combinação de causas

3.6 Métodos para superação da dormência

3.6.1 Escarificação mecânica

54

Braccini

3.6.2 Escarificação ácida

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

55

3.6.3 Escarificação térmica

60 100 o

3.6.4 Lavagem em água corrente

3.6.5 Secagem prévia

40 o

3.6.6 Pré-esfriamento

56

Braccini

5 10 o

5 10 o 10 o 5 10 o 10 o 10 o

3.6.7 Estratificação

2 7 o

3.6.8 Produtos químicos

3 3 2 2

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

57

3.6.9 Temperaturas alternadas

3.6.10 Exposição à luz 750 1.250 lux

3.7 Teorias da dormência

58

Braccini

58 Braccini 3.8 Consequências da dormência em sementes e possibilidade de uso no manejo de plantas

3.8 Consequências da dormência em sementes e possibilidade de uso no manejo de plantas daninhas

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

59

60

Braccini

4. Longevidade das Sementes de Plantas Daninhas no Solo

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

61

5. Manipulação Química da Dormência em Sementes de Plan- tas Daninhas

62

Braccini

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

63

Referências

64

Braccini

Bancos de sementes e mecanismos de dormência

65

66

Braccini

Capítulo 3

Métodos de Manejo

Jamil Constantin

1. Introdução

R.S. Oliveira Jr. et al. (Eds.), Biologia e Manejo de Plantas Daninhas (2011)

ISBN 978-85-64619-02-9

68

Constantin

2. Erradicação

Métodos de manejo

69

3. Prevenção

70

Constantin

4. Controle Propriamente Dito

Métodos de manejo

71

4.1 Medidas físicas

o

72

Constantin

4.2 Medidas culturais

Métodos de manejo

73

74

Constantin

4.3 Medidas biológicas

Métodos de manejo

75

4.4 Medidas mecânicas

76

Constantin

4.5 Medidas químicas

4.6 Integração dos métodos de controle

Métodos de manejo

77

Referências

a

78

Constantin

Capítulo 4

Controle Biológico: Aplicações na Área de Ciência das Plantas Daninhas

Dauri J. Tessmann

1. Introdução

R.S. Oliveira Jr. et al. (Eds.), Biologia e Manejo de Plantas Daninhas (2011)

ISBN 978-85-64619-02-9

80

Tessmann

2. Estratégia Inoculativa ou Controle Biológico Clássico

Controle biológico

81