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ELETRICISTA MONTADOR INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS
ELETRICISTA MONTADOR INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS

ELETRICISTA

MONTADOR

INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS

ELETRICISTA MONTADOR INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS
ELETRICISTA MONTADOR INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS

INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS

1

© PETROBRAS – Petróleo Brasileiro S.A. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610, de 19.2.1998.

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BADIA, José Octavio e DUTRA FILHO, Getulio Delano Interpretação de Projetos Elétricos / CEFET-RS. Pelotas, 2008.

38P.:24il.

PETROBRAS – Petróleo Brasileiro S.A.

Av. Almirante Barroso, 81 – 17º andar – Centro CEP: 20030-003 – Rio de Janeiro – RJ – Brasil

2

ÍNDICE

UNIDADE I

7

1.1 Simbologia para condutores, cabos e eletrodutos

7

1.2 Simbologia para tomadas

7

1.3 Simbologia para cargas específicas ou especiais

8

1.4 Simbologia para circuitos de iluminação

8

1.5 Simbologia para interruptores

9

1.6 Simbologias outras

9

UNIDADE II

10

UNIDADE III

12

3.1 Simbologias Gráficas Segundo ABNT, DIN, ANSI, IEC

12

3.2 Simbologia literal conforme IEC 113.2 e NBR 5280

20

UNIDADE IV

22

4.1 Introdução

22

4.2 O Esquema Elétrico Unifilar E Multifilar

23

4.2.1

Exemplos de Esquemas Elétricos no Modo Unifilar e Multifilar

23

UNIDADE V

27

5.1 Introdução

27

5.2 O Esquema Elétrico Unifilar e Multifilar

29

5.2.1

Exemplos de Esquemas Elétricos

29

BIBLIOGRAFIA

37

3

LISTA DE FIGURAS

Figura 1.1 – Simbologia para condutores, cabos e eletrodutos

7

Figura 1.2 – Simbologia para tomadas

7

Figura 1.3 – Simbologia para cargas especificas ou especiais

8

Figura 1.4 – Simbologia para circuitos de iluminação

8

Figura 1.5 – Simbologia para interruptores

9

Figura 1.6 – Simbologia para interruptores (continuação)

9

Figura 1.7 – Simbologias outras

9

Figura 4.1 – Instalação em conduto

23

Figura 4.2 - Exemplo 1: Esquema de ligação no modo multifilar

23

Figura 4.3 - Exemplo 1: Esquema de ligação no modo unifilar

23

Figura 4.5 - Exemplo 2: Esquema de ligação no modo unifilar

24

Figura 4.6 - Exemplo 2: Esquema de ligação no modo multifilar

24

Figura 4.7 - Exemplo 3: Esquema no modo unifilar

25

Figura 4.8 - Exemplo 3: Esquema no modo

25

Figura 4.9 – Exemplo 4: Piso inferior

26

Figura 4.10 – Exemplo 4: Piso Superior

26

Figura 5.1 - Entrada de alimentaçao de um ccm no modo multifilar

29

Figura 5.2 - Entrada de alimentaçao de um ccm no modo unifilar

30

Figura 5.3 - Esquema de força no modo multifilar

31

Figura 5.4 - Esquema de força no modo unifilar

32

Figura 5.5- Esquema de comando de uma chave de partida soft-starter

33

Figura 5.6 – Esquemas de comando cahve de partida y-d e partida direta

34

Figura 5.7 – Lay-out da disposições dos dispositivos de um ccm

35

Figura 5.8 – Descrição de materiais de um CCM

36

4

LISTA DE TABELAS

Tabela 3.1 - Grandezas elétricas fundamentais

12

Tabela 3.2 - Condutores, fios, cabos e linhas

13

Tabela 3.3 – Símbolos de uso geral

14

Tabela 3.4 – Elementos de comando

15

Tabela 3.5 - Bobinas de comando e relés

16

Tabela 3.6 - Contatos e peças de contatos, com comandos diversos

17

Tabela 3.7 - Dispositivos de comando e de proteção

18

Tabela 3.8 - Componentes de circuitos

19

Tabela 3.9 – Componentes de Circuito

20

Tabela 3.10 – Simbologia Literal

21

5

APRESENTAÇÃO

Um aspecto muito importante para os profissionais de montagem, construção, execução de plantas industriais, seja qual for o segmento industrial, é a de interpretar o projeto a partir de suas simbologias. O projetista industrial usa várias simbologias para identificar de maneira mais simplificada os vários dispositivos, equipamentos e material usados para a execução do projeto. Os símbolos são constituídos basicamente por letras e/ou desenhos no qual representam distintamente cada elemento usado para a construção da obra segundo o projeto da planta industrial. Os símbolos que identificam os dispositivos através de uma letra do nosso alfabeto são chamados de símbolos literais, já a simbologia que utiliza desenhos para identificar os dispositivos são chamados de símbolos gráficos. Um mesmo dispositivo pode ser identificado através de um símbolo literal como também por um símbolo gráfico. Isso se faz necessário quando há representações do mesmo dispositivo em pranchas diferentes, com parte do mesmo com funções distintas no funcionamento lógico do projeto elétrico, no qual será visto com um exemplo de um projeto de CCM. Através do uso das simbologias uma planta de um projeto industrial pode ser mais facilmente interpretada por distintos indivíduos que irão, de uma maneira ou outra, participar na execução, construção e montagem da obra, seja ele um engenheiro ou um montador industrial, sem que gere dúvidas a respeito do projeto. A simbologia usada por um projetista é definida por um órgão regulamentador, para que seja utilizado a mesma simbologia por todos projetistas, para que não seja gerada uma série de símbolos independentes por cada um dos mesmos, para o mesmo dispositivo, ou seja, não haveria padronização. Os símbolos utilizados no Brasil são padronizados e regulamentados pela ABNT, porém, como um mesmo projeto pode ter cada etapa feita em um país distinto (efeito da globalização), há o uso de uma outra simbologia, definida por outro órgão regulamentador, para que haja uma troca de informações entre os projetistas sem que venha a gerar desconformidades na interpretação de cada etapa do projeto, pelos mesmos. Nas tabelas que seguem abaixo são mostradas as simbologias literais e gráficas mais utilizadas nos projetos elétricos e pelos principais órgãos regulamentadores, como DIN, ABNT, IEC e ANSI.

6

I – SIMBOLOGIA ELÉTRICA APLICADA A ESQUEMAS ELÉTRICOS EM CIRCUITOS DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS

1.1 Simbologia para condutores, cabos e eletrodutos

Um condutor fase dentro de um eletroduto Um condutor terra dentro de um eletroduto ΦΦΦΦ
Um condutor fase
dentro de um
eletroduto
Um condutor terra
dentro de um
eletroduto
ΦΦΦΦ = 32 mm
Um condutor retorno
dentro de um
eletroduto
5 x # 6 mm²
1
condutor neutro, com área de 6 mm²
3
condutores fase, com área de 6 mm² e
1
condutor terra, com área de 6 mm²,
 

Um condutor neutro dentro de um eletroduto

1

condutor neutro,

3

condutores fase e

1 condutor terra dentro de um eletroduto

todos dentro de um eletroduto com diâmetro de 32 mm (1 1/4 ")

Eletroduto embutido no teto ou na parede

C a b o c o a x i a l Cabo coaxial

no teto ou na parede C a b o c o a x i a l

Eletroduto embutido

no piso

Cabo blindado

Eletroduto flexivelo a x i a l Eletroduto embutido no piso Cabo blindado Cabo com blindagem aterrada

Cabo com blindagem aterradaembutido no piso Cabo blindado Eletroduto flexivel Figura 1.1 – Simbologia para condutores, cabos e

Figura 1.1 – Simbologia para condutores, cabos e eletrodutos

1.2 Simbologia para tomadas

condutores, cabos e eletrodutos 1.2 Simbologia para tomadas 300 W Ckt nº 300 W Ckt nº
condutores, cabos e eletrodutos 1.2 Simbologia para tomadas 300 W Ckt nº 300 W Ckt nº
condutores, cabos e eletrodutos 1.2 Simbologia para tomadas 300 W Ckt nº 300 W Ckt nº

300 W

Ckt nº

300 W

Ckt nº

300 W

Ckt nº

Tomada comum, instalada

a 25 cm do piso acabado

Tomada comum, instalada

a 125 cm do piso acabado

Tomada comum, instalada a 200 cm do piso acabado

acabado Tomada comum, instalada a 200 cm do piso acabado 600 W Ckt nº 600 W
acabado Tomada comum, instalada a 200 cm do piso acabado 600 W Ckt nº 600 W
acabado Tomada comum, instalada a 200 cm do piso acabado 600 W Ckt nº 600 W

600 W

Ckt nº

600 W

Ckt nº

600 W

Ckt nº

Figura 1.2 – Simbologia para tomadas

7

Tomada especial (cozinha,

área de serviço), instalada

a 25 cm do piso acabado

Tomada especial (cozinha,

área de serviço), instalada

a 125 cm do piso acabado

Tomada especial (cozinha, área de serviço), instalada

a 200 cm do piso acabado

1.3

Simbologia para cargas específicas ou especiais

5 kW Ckt nº
5 kW
Ckt nº

Carga especial, com potência de 5 kW.

Figura 1.3 – Simbologia para cargas especificas ou especiais

1.4 Simbologia para circuitos de iluminação

100 W Ckt nº 100 W Ckt nº
100 W
Ckt nº
100 W
Ckt nº

Ponto de luz incandescente ou fluorecente eletrônica de 100 W, no teto.

Ponto de luz incandescente ou fluorecente eletrônica de 100 W, na parede (arandela).

2 x 40 W

Ckt nº

Ponto de luz fluorescente de 2 x 40 W, no teto.

100 W Ckt nº
100 W
Ckt nº

Ponto de luz incandescente ou fluorecente eletrônica de 100 W, embutido no teto.

2 x 40 W Ckt nº
2 x 40 W
Ckt nº

Ponto de luz fluorescente de 2 x 40 W, embutido no teto.

Figura 1.4 – Simbologia para circuitos de iluminação

8

1.5

Simbologia para interruptores

S
S
1.5 Simbologia para interruptores S S4 Interruptor simples de uma seção Interruptor four-way (paralelo múltiplo) 2S

S4

Interruptor

simples de

uma seção

Interruptor

four-way

(paralelo múltiplo)

de uma seção Interruptor four-way (paralelo múltiplo) 2S S3 Interruptor three-way (paralelo) CR 100 W Ckt

2S

de uma seção Interruptor four-way (paralelo múltiplo) 2S S3 Interruptor three-way (paralelo) CR 100 W Ckt
S3 Interruptor three-way (paralelo) CR 100 W Ckt nº
S3
Interruptor
three-way (paralelo)
CR
100 W
Ckt nº

Interruptor

simples de

duas seções

3S + 2S3 + S4

3

Interruptores simples,

2

three-way,

1

four-way, instalados na mesma caixa

Luminária com Controle remoto dimerizado

Figura 1.5 – Simbologia para interruptores

dimerizado Figura 1.5 – Simbologia para interruptores Interruptor simples Interruptor three-way Figura 1.6 –

Interruptor

simples

1.5 – Simbologia para interruptores Interruptor simples Interruptor three-way Figura 1.6 – Simbologia para

Interruptor

three-way

para interruptores Interruptor simples Interruptor three-way Figura 1.6 – Simbologia para interruptores (continuação)

Figura 1.6 – Simbologia para interruptores (continuação)

1.6 Simbologias outras

Interruptor

four-way

(continuação) 1.6 Simbologias outras Interruptor four-way Caixa de passagem Circuito que sobe Disjuntor M Minuteria

Caixa de

passagem

Circuito que sobe Disjuntor
Circuito que
sobe
Disjuntor
M
M

Minuteria

Caixa de passagem Circuito que sobe Disjuntor M Minuteria Foto célula Circuito que desce ou Fusível

Foto célula

Circuito que desce ou Fusível
Circuito que
desce
ou
Fusível
M Minuteria Foto célula Circuito que desce ou Fusível Circuito que passa Chave Figura 1.7 –
Circuito que passa Chave
Circuito que
passa
Chave

Figura 1.7 – Simbologias outras

9

II – PRINCIPAIS ÓRGÃOS NORMATIZADORES DO SETOR ELÉTRICO

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas: atua em todas as áreas técnicas do país. Os textos das normas são adotados pelos órgãos governamentais (federais, estaduais e municipais) e pelas firmas. Compõe-se de normas: NB, TB (terminologia), SB (simbologia), EB (especificação), MB (método de ensaio) e PB (padronização); ANSI – American National Standards Institute: instituto de normas dos Estados Unidos que publica recomendações e normas em praticamente todas as áreas técnicas. Na área dos dispositivos de comando de baixa tensão, tem adotado freqüentemente especificações da UL e da NEMA; BS – Britsh Standard: normas técnicas da Grã Bretanha, já em grande parte adaptadas a IEC; CEE – International Comission on Rules of the Approval of Electrical Equipment:

especificações internacionais destinadas sobretudo ao material de instalação; CEMA – Canadian Electric Manufactures Association: associação canadense dos fabricantes de material elétrico; CSA – Canadian Standards Association: Entidade canadense de normas técnicas que publica as normas e concede certificado de conformidade; DEMKO – Denmarks Elektriske Materielkontrol: Autoridade Dinamarquesa de controle dos materiais elétricos e que publica normas e concede certificados de conformidade. DIN – Deutsche Industrie Normen: Associação de normas industriais alemãs. Suas publicações são devidamente coordenadas com as da VDE; IEC – International Eletrotechical Comission: Comissão formada por representantes de todos os paises industrializados. As recomendações do IEC, publicadas por esta comissão, são normalmente adotadas na íntegra pelos diversos paises ou, em outros casos, está se processando uma aproximação das normas nacionais ao texto destas internacionais; KEMA – Kenring van Elektrotechnische Materialen: Associação holandesa de ensaio de materiais elétricos; NEMA – National Electrical Manufactures Association: Associação americana dos fabricantes de materiais elétricos; ÖVE – Österreichischer Verband für Elektrotechnik: associação austriaca de normas técnicas, cujas determinações geralmente coincidem com as do IEC e VDE; SEM – Svensk Standard: Associação sueca de normas técnicas;

10

UL – Underwriters’ Laboratories Inc.: Entidade nacional de ensaio da área de proteção contra incêndio, nos Estados Unidos, que entre outras coisas, realiza ensaios de equipamentos elétricos e publica as suas prescrições; UTE – Union Tecnique de l’electricite: Associação francesa de normas técnicas; VDE – Verband Deutscher Elektrotechniker: Associação de normas alemãs que publica normas e recomendações da área de eletricidade.

11

III

– SIMBOLOGIA ELÉTRICA APLICADA

A ESQUEMAS ELÉTRICOS EM GERAL

3.1 Simbologias Gráficas Segundo ABNT, DIN, ANSI, IEC

Tabela 3.1 - Grandezas elétricas fundamentais

Significado

ABNT

DIN

ANSI

IEC

1

Tensão contínua

   

DC

 

2

Tensão alternada

2 Tensão alternada AC
2 Tensão alternada AC

AC

2 Tensão alternada AC
 

Tensão contínua e

  Tensão contínua e  
  Tensão contínua e  
 
  Tensão contínua e  

3

alternada

 

Ex. de tensão

       

4

alternada, monofásica, 60 Hz

1~ 60 Hz

1~ 60 Hz

1Phase-2 wire-

60 Hz

1~ 60 Hz

 

Ex. de tensão (220V)

       

5

alternada, trifásica, 3 condutores, 60 Hz

1~ 60 Hz 220V

1~ 60 Hz 220V

3Phase-3 wire-

60 Hz-220V

1~ 60 Hz 220V

12

Tabela 3.2 - Condutores, fios, cabos e linhas interligadas.

Significado

ABNT

DIN

ANSI

IEC

9

Condutor (geral)

       

10

Condutor flexível

10 Condutor flexível  
10 Condutor flexível  
10 Condutor flexível  
10 Condutor flexível  
 
 

11

Condutor de proteção

 
11 Condutor de proteção    
 
11 Condutor de proteção    

12

Cabo coaxial

12 Cabo coaxial
12 Cabo coaxial
12 Cabo coaxial
12 Cabo coaxial

13

Cabo blindado

13 Cabo blindado
13 Cabo blindado
13 Cabo blindado
13 Cabo blindado

14

Cabo com blindagem aterrada

14 Cabo com blindagem aterrada
14 Cabo com blindagem aterrada
14 Cabo com blindagem aterrada
14 Cabo com blindagem aterrada

15

Cabo com indicação do nº de condutores

15 Cabo com indicação do nº de condutores
15 Cabo com indicação do nº de condutores
15 Cabo com indicação do nº de condutores
15 Cabo com indicação do nº de condutores

(3)

16

N condutores

16 N condutores
16 N condutores
16 N condutores
16 N condutores

17

Grupo de condutores, mantida a seqüência

17 Grupo de condutores, mantida a seqüência  
17 Grupo de condutores, mantida a seqüência  
 
17 Grupo de condutores, mantida a seqüência  
 

Conexão elétrica

  Conexão elétrica
  Conexão elétrica
  Conexão elétrica
  Conexão elétrica

18

dos condutores

19

Conexão fixa Conexão removível

19 Conexão fixa Conexão removível
19 Conexão fixa Conexão removível
19 Conexão fixa Conexão removível
19 Conexão fixa Conexão removível
Conexão elétrica 18 dos condutores 19 Conexão fixa Conexão removível 20 Bloco terminal com 4 terminais
Conexão elétrica 18 dos condutores 19 Conexão fixa Conexão removível 20 Bloco terminal com 4 terminais
Conexão elétrica 18 dos condutores 19 Conexão fixa Conexão removível 20 Bloco terminal com 4 terminais

20

Bloco terminal com 4 terminais

20 Bloco terminal com 4 terminais
20 Bloco terminal com 4 terminais
20 Bloco terminal com 4 terminais
20 Bloco terminal com 4 terminais

13

Tabela 3.3 – Símbolos de uso geral

Significado

 

ABNT

 

DIN

ANSI

 

IEC

 

Var. de serviço 1- Geral

  Var. de serviço 1- Geral
  Var. de serviço 1- Geral
  Var. de serviço 1- Geral
  Var. de serviço 1- Geral

21

2- Contínua 3- Escalonada

22

Variável de ajuste 1- Geral 2- Contínua 3- Escalonada

22 Variável de ajuste 1- Geral 2- Contínua 3- Escalonada
22 Variável de ajuste 1- Geral 2- Contínua 3- Escalonada
22 Variável de ajuste 1- Geral 2- Contínua 3- Escalonada
22 Variável de ajuste 1- Geral 2- Contínua 3- Escalonada

24

Variável física 4- var linear 5- var ñ linear

24 Variável física 4- var linear 5- var ñ linear  
24 Variável física 4- var linear 5- var ñ linear  
24 Variável física 4- var linear 5- var ñ linear  
 
24 Variável física 4- var linear 5- var ñ linear  

4

5

4

5

4

5

4

5

25

Terra

25 Terra  
 
25 Terra  
25 Terra  
25 Terra  

26

Massa

 
26 Massa      
 
26 Massa      
26 Massa      
 
26 Massa      

27

Polaridade positiva

 
27 Polaridade positiva        
 
27 Polaridade positiva        
 
27 Polaridade positiva        
 
27 Polaridade positiva        

28

Polaridade negativa

       

29

Tensão perigosa

 
29 Tensão perigosa        
 
29 Tensão perigosa        
 
29 Tensão perigosa        
 
29 Tensão perigosa        

30

Ligação em triângulo

 
30 Ligação em triângulo      
 
30 Ligação em triângulo      
30 Ligação em triângulo      
 
30 Ligação em triângulo      

31

Ligação em estrela

 
31 Ligação em estrela        
 
31 Ligação em estrela        
 
31 Ligação em estrela        
 
31 Ligação em estrela        
 

Ligação em estrela

 
  Ligação em estrela        
 
  Ligação em estrela        
 
  Ligação em estrela        
 
  Ligação em estrela        

32

Neutro acessível

33

Ligação zig-zag

 
33 Ligação zig-zag        
 
33 Ligação zig-zag        
 
33 Ligação zig-zag        
 
33 Ligação zig-zag        

34

Ligação em V

 
34 Ligação em V        
34 Ligação em V        
 
34 Ligação em V        
34 Ligação em V        
 
34 Ligação em V        
34 Ligação em V        
 
34 Ligação em V        
34 Ligação em V        

14

Tabela 3.4 – Elementos de comando

Significado

ABNT

 

DIN

   

ANSI

 

IEC

 

35

Comando manual sem indicação de sentido

35 Comando manual sem indicação de sentido      
 
35 Comando manual sem indicação de sentido      
   
35 Comando manual sem indicação de sentido      

36

Comando por pé

36 Comando por pé    
36 Comando por pé    
 
36 Comando por pé    
 

37

Comando por

37 Comando por  
37 Comando por  
37 Comando por  
 
37 Comando por  

excêntrico

38

Comando por pistão

38 Comando por pistão  
38 Comando por pistão  
 
38 Comando por pistão  

39

Comando por acúmulo de energia mec.

39 Comando por acúmulo de energia mec.
39 Comando por acúmulo de energia mec.
39 Comando por acúmulo de energia mec.
39 Comando por acúmulo de energia mec.

40

Comando por motor

M
M
40 Comando por motor M Mot M
Mot
Mot
M
M

41

Sentido de

       

deslocamento do

deslocamento do    
 
deslocamento do    
 
deslocamento do    

comando (esq.)

 

42

Comando c/ trava 1 – Travado 2- Livre

2
2
42 Comando c/ trava 1 – Travado 2- Livre 2  
 
42 Comando c/ trava 1 – Travado 2- Livre 2  

43

Comando engastado

43 Comando engastado      
 
43 Comando engastado      
 
43 Comando engastado      
 

44

Dispositivo

44 Dispositivo   TC, TDC Fecha c/ retardo TO, TDO Abre c/ retardo  
 
44 Dispositivo   TC, TDC Fecha c/ retardo TO, TDO Abre c/ retardo  

TC, TDC Fecha c/ retardo TO, TDO Abre c/ retardo

 

temporizado Op.

Direta

   

45

Comando desacoplado Acion. manual

45 Comando desacoplado Acion. manual  
 
45 Comando desacoplado Acion. manual  
45 Comando desacoplado Acion. manual  
45 Comando desacoplado Acion. manual  

46

Comando acoplado Acion. Manual

46 Comando acoplado Acion. Manual  
 
46 Comando acoplado Acion. Manual  
46 Comando acoplado Acion. Manual  
46 Comando acoplado Acion. Manual  

47

Fecho mecânico

       
 
      SW    
   

SW

   
      SW    

48

Fecho mecânico c/ disparador auxiliar

       
               
             
       

15

Tabela 3.5 - Bobinas de comando e relés

Nº Significado ABNT DIN ANSI IEC 49 Bobina de relé (Geral) 50 Elemento de comando
Significado
ABNT
DIN
ANSI
IEC
49
Bobina de relé
(Geral)
50
Elemento de
comando c/ 1
enrolamento
51
Elemento de
comando c/ 1
enrolamento
52
Elemento de
comando c/ 1 rele de
subtensão
U <
U <
53
Elemento de
comando c/ 1 rele de
retardo ao
desenergizar
S
54
Elemento de
comando c/ 1 rele de
grande retardo
55
Elemento de
comando c/ 1 rele de
operação lenta
(energizando)
56
Elemento de
comando c/ 1 rele de
retardo e de operação
lenta
57
Elemento de
comando c/ 1 rele
Polarizado
P
P
+
P
58
Elemento de
comando c/ 1 rele de
remanência
59
Elemento de
comando c/ 1 rele de
ressonância
mecânica
60
Elemento de
comando c/ 1 rele
Térmico
61
Elemento de
comando c/ 1 rele de
sobrecarga
I
>
I >
62
Elemento de
comando c/ 1 rele de
curto-circuito
>>

16

Tabela 3.6 - Contatos e peças de contatos, com comandos diversos

Significado

ABNT

 

DIN

ANSI

 

IEC

63

Fechador (normalmente aberto)

63 Fechador (normalmente aberto)  
63 Fechador (normalmente aberto)  
63 Fechador (normalmente aberto)  
 
63 Fechador (normalmente aberto)  
  IEC 63 Fechador (normalmente aberto)   64 Abridor (normalmente fechado)      

64

Abridor (normalmente fechado)

64 Abridor (normalmente fechado)      
64 Abridor (normalmente fechado)      
   
64 Abridor (normalmente fechado)      
 
64 Abridor (normalmente fechado)      
   

65

Comutador

65 Comutador      
 
65 Comutador      
 
65 Comutador      
 
65 Comutador      

66

Comutador sem

66 Comutador sem    
 
66 Comutador sem    
 
66 Comutador sem    
66 Comutador sem    

interrupção

67

Temporizado:

67 Temporizado:    
 
67 Temporizado:    
 

No fechamento

Na abertura

Na abertura

No fechamento

68

Fechador de

68 Fechador de        
68 Fechador de        
       

comando manual

comando manual

69

Abridor por comando excêntrico

69 Abridor por comando excêntrico  
69 Abridor por comando excêntrico  
 
69 Abridor por comando excêntrico  
69 Abridor por comando excêntrico  

70

Fechador com comando por bobina

70 Fechador com comando por bobina  
70 Fechador com comando por bobina  
 
70 Fechador com comando por bobina  
70 Fechador com comando por bobina  

71

Fechador com

 
71 Fechador com     SW  
 
SW
SW
71 Fechador com     SW  
 

comando por

mecanismo

Mecânico

   

72

Abridor com comando por pressão

 
1
1
 
72 Abridor com comando por pressão   1    
 

73

Fechador com

 
1
1
 
73 Fechador com   1    
 

comando por

temperatura

17

Tabela 3.7 - Dispositivos de comando e de proteção

Significado

 

ABNT

   

DIN

   

ANSI

   

IEC

 

74

Tomada e plug

   
74 Tomada e plug              
   
74 Tomada e plug              
   
74 Tomada e plug              
 
 
   
 

75

Fusível

 
75 Fusível          
 
75 Fusível          
75 Fusível          
 
75 Fusível          
   
75 Fusível          

76

Fusível com indicação de lado ligado à rede

           
   

77

Seccionador – Fusível tripolar

 
77 Seccionador – Fusível tripolar    
77 Seccionador – Fusível tripolar    
 
77 Seccionador – Fusível tripolar    
77 Seccionador – Fusível tripolar    

78

Lâmina ou barra de conexão reversora

78 Lâmina ou barra de conexão reversora  
78 Lâmina ou barra de conexão reversora  
78 Lâmina ou barra de conexão reversora  
 
78 Lâmina ou barra de conexão reversora  
78 Lâmina ou barra de conexão reversora  
78 Lâmina ou barra de conexão reversora  

79

                               

Seccionador tripolar

Seccionador tripolar
Seccionador tripolar
Seccionador tripolar
Seccionador tripolar

80

Interruptor tripolar

80 Interruptor tripolar    
 
80 Interruptor tripolar    
 
80 Interruptor tripolar    

(sob carga)

81

Disjuntor

 
81 Disjuntor                
   
81 Disjuntor                
     
81 Disjuntor                
 
81 Disjuntor                
 
     
         

82

Seccionador-

 
82 Seccionador-                
   
82 Seccionador-                
   
82 Seccionador-                
   
82 Seccionador-                
 

disjuntor

83

Contator

 
83 Contator                
   
83 Contator                
   
83 Contator                
   
83 Contator                
 

84

Disjuntor tripolar com relé térmico e magnético

 
84 Disjuntor tripolar com relé térmico e magnético        
 
84 Disjuntor tripolar com relé térmico e magnético        
   

18

Tabela 3.8 - Componentes de circuitos

Significado

 

ABNT

   

DIN

 

ANSI

   

IEC

 

85

Resistor

85 Resistor            
   
85 Resistor            
 
85 Resistor            
   
85 Resistor            
 

86

Resistor com

 
86 Resistor com            
   
86 Resistor com            
 
86 Resistor com            
 
86 Resistor com            
 

derivações

 

Indutor, enrolamento,

     

87

bobina

 
87 bobina        
 
87 bobina        
87 bobina        
 
87 bobina        
 

88

Indutor com

 
88 Indutor com            
   
88 Indutor com            
 
88 Indutor com            
 
88 Indutor com            
 

derivações

89

Capacitor

 
89 Capacitor      
89 Capacitor      
 
89 Capacitor      
89 Capacitor      
89 Capacitor      
89 Capacitor      
 
89 Capacitor      
89 Capacitor      

90

Capacitor com

 
90 Capacitor com              
   
90 Capacitor com              
 
90 Capacitor com              
   
90 Capacitor com              
 

derivações

91

Capacitor eletrolítico

     
                       

92

Imã permanente

                       
 
               
   
               
       
               
 

93

Diodo semicondutor

 
93 Diodo semicondutor            
 
93 Diodo semicondutor            
 
93 Diodo semicondutor            
   
93 Diodo semicondutor            
 

94

Diodo zener, uni e bidirecional

94 Diodo zener, uni e bidirecional    
94 Diodo zener, uni e bidirecional    
 
94 Diodo zener, uni e bidirecional    
94 Diodo zener, uni e bidirecional    
 
94 Diodo zener, uni e bidirecional       95 Foto resistor        
94 Diodo zener, uni e bidirecional       95 Foto resistor        
94 Diodo zener, uni e bidirecional       95 Foto resistor        
 

95

Foto resistor

 
95 Foto resistor            
95 Foto resistor            
 
95 Foto resistor            
 
95 Foto resistor            
95 Foto resistor            
   
95 Foto resistor            
 

96

Foto diodo

 
96 Foto diodo            
96 Foto diodo            
 
96 Foto diodo            
 
96 Foto diodo            
96 Foto diodo            
   
96 Foto diodo            
96 Foto diodo            
 

97

Foto-elemento

 
97 Foto-elemento              
   
97 Foto-elemento              
 
97 Foto-elemento              
   
97 Foto-elemento              
 
   

19

Tabela 3.9 – Componentes de Circuito

Nº Significado ABNT DIN ANSI IEC 98 Gerador Hall 99 Centelhador 100 Para raios 101
Significado
ABNT
DIN
ANSI
IEC
98
Gerador Hall
99
Centelhador
100
Para raios
101
Acumulador, bateria e
pilhas
102
Mufla terminal
103
Mufla de junção
104
Mufla com derivação
105
Mufla com dupla
derivação
106
Termopar

3.2 Simbologia literal conforme IEC 113.2 e NBR

5280

Símbolos literais para identificação de componentes em esquemas e diagramas elétricos

conforme IEC 113.2 e NBR 5280.

20

Tabela 3.10 – Simbologia Literal

Tabela 3.10 – Simbologia Literal 21

21

IV - ESQUEMAS ELÉTRICOS APLICADOS A CIRCUITOS DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS

4.1 Introdução

Os esquemas e diagramas das instalações elétricas industrais são representados a partir das conexões elétricas feitas através de condutores - fios, cabos ou barramentos -, entre os dispositivos e equipamentos utilizados para manobra, comando, proteção, sinalização, seccionamento, e demais dispositivos. Todos dispositivos são desenhados, segundo a simbologia normatizada, no seu estado natural desenergizado, ou, no caso de dispositivos de atuação sob ação de esforço mecânico, como, botoeiras e seccionadores manuais, no seu estado natural sem a ação do esforço mecânico. No caso de diagramas elétricos de uma subestação, QGBT ou de um CCM, o esquema unifilar simplifica dispositivos ou equipamentos elétricos de múltiplos pólos, que possuam comportamento semelhantes ou iguais sob ação de energização, como no caso dos contatos de um contator quando energizado a bobina do mesmo. Nesses caso é bastante usual indicar o sentido da corrente elétrica pelos dispositivos elétricos como também o valor da corrente que circula pelos mesmos. Num diagrama elétrico como o de circuitos de tomadas e iluminação, o diagrama unifilar simplifica a identificação do número de circuitos e condutores por circuito que estão instalados dentro de um mesmo eletroduto.

22

4.2 O Esquema Elétrico Unifilar E Multifilar

4.2.1 Exemplos de Esquemas Elétricos no Modo Unifilar e Multifilar

Exemplo 1: Instalação de uma lâmpada incadescente energizada a partir de um interruptor simples

incadescente energizada a partir de um interruptor simples Figura 4.1 – Instalação em conduto Figura 4.2

Figura 4.1 – Instalação em conduto

interruptor simples Figura 4.1 – Instalação em conduto Figura 4.2 - Exemplo 1: Esquema de ligação

Figura 4.2 - Exemplo 1: Esquema de ligação no modo multifilar

4.2 - Exemplo 1: Esquema de ligação no modo multifilar Figura 4.3 - Exemplo 1: Esquema

Figura 4.3 - Exemplo 1: Esquema de ligação no modo unifilar

23

Exemplo 2 : Instalação de uma lâmpada incandescente energizada a partir de um interruptor simples conjugado com uma tomada 2P.

de um interruptor simples conjugado com uma tomada 2P. Figura 4.5 - Exemplo 2: Esquema de

Figura 4.5 - Exemplo 2: Esquema de ligação no modo unifilar

4.5 - Exemplo 2: Esquema de ligação no modo unifilar Figura 4.6 - Exemplo 2: Esquema

Figura 4.6 - Exemplo 2: Esquema de ligação no modo multifilar.

24

Exemplo 3 : Instalação de duas lâmpadas fluorescentes com reatores comuns acionados por interruptor simples.

com reatores comuns acionados por interruptor simples. Figura 4.7 - Exemplo 3: Esquema no modo unifilar.

Figura 4.7 - Exemplo 3: Esquema no modo unifilar.

simples. Figura 4.7 - Exemplo 3: Esquema no modo unifilar. Figura 4.8 - Exemplo 3: Esquema

Figura 4.8 - Exemplo 3: Esquema no modo multifilar.

Exemplo 4 : Instalações típicas em uma residência. Planta baixa.

Planta baixa de uma residência de dois pavimentos. Condutores embutidos dentro de eletroduto com indicação do circuito alimentador por numeração. Indicação do valor nominal da carga instalada do circuito de iluminação em Watts, assim como as derivações dos eletrodutos a partir das caixas de derivação instaladas no teto. Piso superior com circuitos alimentados via eletroduto localizado na lateral esquerda da escada de acesso ao segundo piso. Eletroduto de ligação via primeiro piso.

25

Figura 4.9 – Exemplo 4: Piso inferior Figura 4.10 – Exemplo 4: Piso Superior 26

Figura 4.9 – Exemplo 4: Piso inferior

Figura 4.9 – Exemplo 4: Piso inferior Figura 4.10 – Exemplo 4: Piso Superior 26

Figura 4.10 – Exemplo 4: Piso Superior

26

V

- ESQUEMAS ELÉTRICOS APLICADOS

A CIRCUITOS INDUSTRIAIS

5.1 Introdução

Nos esquemas elétricos aplicados a máquinas e euipamentos ou processor industriais, como de um CCM, o esquema das chaves de partida podem ser respresentadas tanto no modo multifilar como no modo unifilar. Normalmente uma cópia do esquema elétrico fica guardado dentro do painel do CCM ou do QGBT, e, ao que se refere as chaves de partida e as cargas, os mesmos podem ser representadas no modo unifilar. Uma outra cópia, anexada ao arquivo técnico da máquina ou ao sistema completo do processo produtivo, fica arquivada no setor de engenharia e manutenção, onde os esquemas estão representadas no modo multifilar como também pode estar no modo unifilar. Os esquemas de comando sempre são representados no modo multifilar e funcional devido serem de extrema importância para a manutenção, não apenas quando da intervenção para manutenção do equipamento, mas também por questões de segurança. Por esses motivos a representação do esquema de comando deve ser fiel ao modo como está montado no painel e aos seus comandos, seja local ou remoto. A seguir temos o exemplo do esquema de um CCM, a partir da entrada da alimentação no mesmo com: os instrumentos de medição (amperímetro e voltímetro); relés supervisores (seqüência de fases e falta de fase); proteção do comando; as chaves de partida e suas cargas; exemplos de TAG’s; o comando das chaves de partida segundo a tensão dos dispositivos de manobra; as proteções em relação a faltas a terra, como por exemplo falhas de isolação das cargas. A representação dos dispositivos de comando e/ou controle, quando representados dentro de linha tracejada, indica que o mesmo está instalada em outro plano, ou seja, fora do quadro do CCM. A representação do barramento ou condutor PE indicado logo acima da régua de bornes dos conectores dos cabos de alimentação das cargas, indica que o mesmo está instalado logo atrás da régua de bornes, por trás da placa de montagem. Todos dispositivos utilizados na montagem do CCM, QGBT, subestação e demais setores de transformação, seja para manobra, proteção, conexão, controle, comando, supervisório, alarmes, etc, das cargas, devem possuir identificação por TAG. Os TAGs são etiquetas que identificam os dispositvos instalados, como, contatores, botoeiras disjuntores, fusíveis, cabos de alimentação, entre outros. A ordenação de um TAG se faz primeiramente com o símbolo literal do dispositivo, ao lado do símbolo gráfico do mesmo, depois o número do cubículo (painél) onde se encontra instalado e depois o número referente da carga que o mesmo aciona. Quando há mais de um dispositvo semelhante para a mesma carga, como os três contatores da chave Y – D, o último

27

número indica a ordem de montagem dos dispositivos. No esquema de comando os contatos auxiliares de um dispositivo possuem o mesmo TAG usado para identificação do dispositivo. Nos esquemas de força e comando de uma máquina, equipamento ou processo, os formatos das pranchas do projeto são divididos em filas (normalmente ordenadas por letras) e colunas (ordenadas por números), formando assim um sistema de coordenadas alfa - numérico. Logo abaixo do TAG de um dispositivo é indicado uma coordenada referente ao atuador ou contatos de controle, comando ou manobra, que podem ou não estarem representados na mesma prancha. Quando um dispositivo atuador (contator por exemplo) possui os contatos auxiliares representados na lógica de comando na mesma prancha, é indicado apenas as coordenadas do contato auxiliar. Porém quando os contatos auxiliares estão representados em outra prancha há a indicação da prancha e das coordenadas, assim como as coordenadas dos contatos principais.

28

5.2 O Esquema Elétrico Unifilar e Multifilar

5.2.1 Exemplos de Esquemas Elétricos Industriais.

5.2.1 Exemplos de Esquemas Elétricos Industriais. Figura 5.1 - Entrada de alimentaçao de um ccm no

Figura 5.1 - Entrada de alimentaçao de um ccm no modo multifilar

29

Figura 5.2 - Entrada de alimentaçao de um ccm no modo unifilar 30

Figura 5.2 - Entrada de alimentaçao de um ccm no modo unifilar

30

Figura 5.3 - Esquema de força no modo multifilar 31

Figura 5.3 - Esquema de força no modo multifilar

31

Figura 5.4 - Esquema de força no modo unifilar 32

Figura 5.4 - Esquema de força no modo unifilar

32

Figura 5.5- Esquema de comando de uma chave de partida soft-starter 33

Figura 5.5- Esquema de comando de uma chave de partida soft-starter

33

Figura 5.6 – Esquemas de comando cahve de partida y-d e partida direta 34

Figura 5.6 – Esquemas de comando cahve de partida y-d e partida direta

34

Figura 5.7 – Lay-out da disposições dos dispositivos de um ccm 35

Figura 5.7 – Lay-out da disposições dos dispositivos de um ccm

35

Figura 5.8 – Descrição de materiais de um CCM 36

Figura 5.8 – Descrição de materiais de um CCM

36

BIBLIOGRAFIA

CARDÃO, Celso, Instalações elétricas, 5ª ed., Imprensa universitária/UFMG, Belo Horizonte-MG, 1975.

CREDER, Hélio, Instalações elétricas, 12ª ed., Científicos editora, Rio de Janeiro- RJ, 1991.

SIEMENS. Aplicação dos equipamentos nas instalações elétricas industriais em baixa tensão. Apostila, 1999.

LUIZ DE FARIAS, Mario, Ligação, Comando e Proteção de Motores de Indução, APO 096, CEFET –RS, 2005

37