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TOPICOS (INIBIÇÕES, SINTOMAS E ANGÚSTIA – Freud, 1926) - RESUMO

TOPICOS (INIBIÇÕES, SINTOMAS E ANGÚSTIA – Freud, 1926) - RESUMO

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INIBIÇÕES, SINTOMAS E ANGÚSTIA – Freud, 1926 – I –Estudo das funções do ego com o objetivo de descobrir as formas que qualquer perturbação dessas funções assume em cada uma das diferentes patologias.
Inibição está associada à função do ego e o sintoma à patologia.
Inibição é a expressão de uma restrição de uma função do ego.
Inibições que levam ao abandono da função porque sua prática produz angústia: histeria : mulheres que temem a função sexual; atos obsessivos como medidas de precaução e de segurança contra experiências sexuais – fobia –.
INIBIÇÕES, SINTOMAS E ANGÚSTIA – Freud, 1926 – I –Estudo das funções do ego com o objetivo de descobrir as formas que qualquer perturbação dessas funções assume em cada uma das diferentes patologias.
Inibição está associada à função do ego e o sintoma à patologia.
Inibição é a expressão de uma restrição de uma função do ego.
Inibições que levam ao abandono da função porque sua prática produz angústia: histeria : mulheres que temem a função sexual; atos obsessivos como medidas de precaução e de segurança contra experiências sexuais – fobia –.

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Published by: José Hiroshi Taniguti on Sep 25, 2009
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INIBIÇÕES, SINTOMAS E ANGÚSTIA – Freud, 1926 – I –  Estudo das funções do ego com o objetivo de descobrir as formas que qualquer

perturbação dessas funções assume em cada uma das diferentes patologias.  Inibição está associada à função do ego e o sintoma à patologia.  Inibição é a expressão de uma restrição de uma função do ego.  Inibições que levam ao abandono da função porque sua prática produz angústia: histeria : mulheres que temem a função sexual; atos obsessivos como medidas de precaução e de segurança contra experiências sexuais – fobia –. a) Inibição da função sexual: desprazer psíquico, falta de ereção, ejaculação precoce, ausência de ejaculação e falta de prazer no orgasmo. b) Inibição da função de nutrição: falta de inclinação para comer porque foi retirada a libido. Vômitos são uma defesa histérica contra o comer (delírios de envenenamento). c) Inibição da locomoção: na histeria pode haver paralisia do aparelho motor ou abasia. d) Inibição no trabalho: diminuição do prazer em trabalhar; torna-se menos capaz de realizá-lo bem; fadiga; tonteira ou enjôo se for obrigado a prosseguir. Na histeria, terá que desistir do trabalho devido a paralisias; na neurose obsessiva será distraído ou perderá tempo com repetições e delongas. O ego renuncia a essas funções para não entrar em conflito com o superego.  Nas inibições específicas a função do ego de um órgão fica prejudicada se a sua erotogeneidade (sua significação sexual) for aumentada. Ex. escrever, andar como simbolismo de sexualidade. O ego renuncia a essas funções para não entrar em conflito com o id.  Nas Inbições generalizadas do ego há um mecanismo mais simples: no luto há a supressão do afeto ou quando há um fluxo contínuo de fantasias sexuais a serem mantidas sob controle, o ego perde uma quantidade tão grande de energia que tem que reduzir o seu gasto com outras funções.  Inibição é a expressão de uma restrição de uma função do ego. Foi imposta como medida de precaução ou acarretada como resultado de empobrecimento de energia.  Sintoma é um sinal e um substituto de uma satisfação instintual (um desejo) que permaneceu em estado jacente (que jaz, quieto, sepultado). É uma conseqüência do processo de repressão, que se instala a partir do ego, quando este se recusa a associar-se a uma catexia (descarga de energia) instintual provocada no id.  O objetivo do ego é encontrar um substituto para o impulso instintual, apesar da repressão.  Se o substituto é mais reduzido, deslocado e inibido, não será mais reconhecido como uma satisfação, não há sensação de prazer, então se formará um sintoma.  A presença de um sintoma pode impor uma diminuição de capacidade e isto pode ser usado para apaziguar o superego ou para recusar uma reivindicação do mundo externo.  Nas neuroses obsessivas e na paranóia os sintomas tornam-se valiosos para o ego porque obtêm para este uma satisfação narcísica: a) Os sistemas que o neurótico obsessivo constrói lisonjeiam seu amor próprio, fazendo-o sentir que é melhor do que outras pessoas porque é muito limpo, muito consciencioso. b) As construções delirantes do paranóico oferecem aos seus agudos poderes perceptivos e imaginativos um campo de atividade que ele não encontraria facilmente em outra parte.  O sintoma oferece um ganho secundário ao ego, que então faz um esforço para incorporá-lo aumentado a fixação (do sintoma).  Quando o analista tenta ajudar o ego em sua luta contra o sintoma verifica que esses laços conciliatórios entre o ego e o sintoma atuam do lado das resistências e que não são fáceis de afrouxar.  O ego apresenta duas linhas de conduta em relação ao sintoma: a repressão do impulso instintual e a incorporação do sintoma. REFERÊNCIAS:

FREUD, S.(1926) Inibições, Sintomas e Angústia. Edição Standard Brasileira da Obras Completas de Sigmund Freud. Trad. sob direção de Jayme Salomão. Rio de Janeiro, Imago, 1980, v.20, p.93-122.

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