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CUSTOS DE CONTENÇÕES (POR m2) A SEREM CONSIDERADOS PARA EDIFICAÇÕES SITUADAS EM LOCAIS TOPOGRAFICAMENTE ACIDENTADOS

Luis Fernando Farah de Araújo – Cientista Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, Engenheiro Civil e Mestre pela Universidade Fumec, Professor Assistente da Universidade Fumec – FEA e Diretor da Sérgio Velloso Engenheiros Consultores.

whether the available resource for an enterprise, concerning the subject contention is close to the estimated actual budget of a project. The main goal is to present a reference source that will provide the technical professionals who are dealing with it, even if they are not specialists in the area of soil, conditions that make them able to estimate the costs of contention works they have undertaken, in order that this important primordial phase of the enterprise may be rationalized and become adequate to the initial budget that was planned. Keywords: contentions; coast indicators; project management.

INTRODUÇÃO
As implantações de edificações em locais topograficamente acidentados apresentam-se sempre como desafios a serem superados por Arquitetos, Coordenadores de Projetos e Empreendedores que pretendem viabilizar economicamente estas construções. Considerando o estágio de crescimento pelo qual passa o setor de construção civil [Coelho (2008) comenta que esta conjuntura favorável tem sua explicação tanto em programas governamentais como na abertura de capital feita por grandes empresas na bolsa de valores] e tendo como referencia a cidade de Belo Horizonte, pode-se constatar que a construção de edificações em locais com topografia acidentada passou a fazer parte da rotina das construtoras.

RESUMO
Este trabalho busca fornecer aos profissionais da arquitetura e engenharia, responsáveis por execução, gerenciamento de projetos e implantações de edificações em regiões topograficamente acidentadas, subsídios técnicos que permitam verificar se o recurso disponibilizado para um empreendimento, no tocante ao quesito contenção, encontrase próximo à estimativa real de custo do mesmo. Pretendese apresentar um elemento de consulta que permita fornecer aos profissionais técnicos que o manuseiam, mesmo que não sejam especialistas na área de solos, condições que possibilitem estimar os valores a serem gastos nas obras de contenções por eles imaginadas, a fim de que esta importante fase inicial do empreendimento seja racionalizada e fique de acordo com o orçamento inicial previsto. Palavras-chave: contenções; gerenciamento de projetos. indicadores de custo;

REVISÃO BIBLIOGRAFICA
A preocupação com a estabilidade das escavações em solo remonta aos primórdios de nossa história. De acordo com Rabello (2008, p.13) “No início, (o homem) procurava abrigos naturais como cavernas. Depois, na falta desses abrigos, começou a criar os seus, cavando o solo. Nesse instante, surge também uma natural preocupação com estabilidade das paredes do abrigo escavado. Percebe intuitiva e empiricamente a necessidade de escolher o tipo de solo mais adequado para realizar a escavação”. A partir do instante no qual as áreas livres entre edificações passaram a não existir (maior densidade populacional) e que os espaços para que os taludes entre níveis distintos fossem trabalhados foram acabando, estruturas de contenções foram aprimoradas. Segundo Hashizume (2006, p.126) “As contenções devem, tanto quanto possível, suprir o confinamento
Construindo, Belo Horizonte, v.2, n.2, p.18-23, jul./dez. 2010

ABSTRACT
This work seeks to provide the professionals from architecture and engineering, accountable for making and managing projects, as well as raising buildings in topographically mountainous settings, technical assistance in order to access

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2. Por uma questão de corte temporal. não basta simplesmente um olhar atento para a área técnica especifica. que não o de geotecnia. A metodologia para escolha do tamanho da amostra foi norteada pela Norma NBR 5429 – Planos de Amostragem na Inspeção por Atributos. no intervalo de tempo que decorre entre a escavação e a instalação do paramento / parede”. Estes tipos de obras somadas perfaziam 40 % do total. deve ser capaz de impedir deslocamentos laterais além dos que ocorrem inevitavelmente. mas também para a racionalização de todo o processo produtivo através da interdisciplinaridade. Chegou-se assim a uma população de 148 obras. conforme indicam as tabelas abaixo: Tabela 1 – Códigos do tamanho da amostra METODOLOGIA ADOTADA E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO A metodologia para desenvolvimento do tema abordado neste artigo se dividiu em três etapas complementares e interdependentes. cortinas atirantadas. Para a revisão bibliográfica utilizou-se as principais bases de dados (índex) da área de arquitetura. núcleo básico do trabalho. entre outras. de forma a proporcionar o fluxo das informações”. v. acelera e amplia os processos de instabilização”. Optou-se trabalhar no nível II. Se havia uma grande quantidade de projetos e obras realizadas Construindo.18-23. antes de mais nada era necessário definir o tamanho de uma amostragem significativa. Além da importância da busca pela racionalização de um processo produtivo ligado à contenção de uma encosta. A proposição da ferramenta. solo grampeado. com regime normal. em áreas com topografia acidentada e densidade populacional elevada. De acordo com Coelho (2008. “o desenvolvimento do projeto de um edifício envolve equipes multidisciplinares formada por profissionais que detêm o conhecimento das diversas disciplinas necessárias para a elaboração dos projetos de produto e produção.10). foram escolhidas as quatro primeiras (muros á flexão. Para este período haviam disponíveis 370 obras de contenções projetadas e acompanhadas pela Sérgio Velloso Engenheiros Consultores e parceiros. p. n. perfis cravados com fechamento em cortina de concreto. a saber: revisão bibliográfica. paredes diafragma. p. no sentido de evitar influência por transformações tecnológicas ao longo do tempo. gabiões) por estarem entre as mais comumente utilizadas na região metropolitana de Belo Horizonte. optou-se pelo período dos últimos dez anos. (1995. proposição de uma ferramenta capaz de permitir aos profissionais de outras áreas do setor da construção civil. inspeção intermediaria.2. solo reforçado. Destas. p. A importância da organização do processo produtivo é fundamental para o desenvolvimento de um bom trabalho técnico. é fundamental que o quesito segurança antrópica esteja sempre no âmago da problemática.86) “O homem vem-se constituindo no mais importante agente modificador da dinâmica das encostas. exigia uma maior complexidade de desenvolvimento./dez. De acordo com a ABGE – IPT – DIGEO. jul. 2010 Tamanho da população 2a8 9 a15 16 a 25 26 a 50 51 a 90 91 a 150 151 a 280 281 a 500 501 a 1200 1201 a 3200 3201 a 10000 10001 a 35000 35001 a 150000 150001 a 500000 500001 e acima Níveis de inspeção I A A B C C D E F G H J K L M N II A B C D E F G H J K L M N P Q III B C D E F G H J K L M N P Q R 19 . de 1977.inerente do próprio solo antes da escavação. No atual estágio do conhecimento cientifico. dos seguintes tipos: muros á flexão. isto é. Belo Horizonte. estacas trado tangentes. retangulões tangentes. A mesma define o tamanho da amostra relacionando o tamanho da população com níveis de inspeção e com o tipo de plano de amostragem. a estimativa de custos ainda na etapa de proposição inicial dos empreendimentos e verificação da viabilidade da ferramenta proposta por meio de exemplos práticos. A gestão eficiente do processo através da adoção de metodologias adequadas e sistemas colaborativos deve envolver os projetistas. cortinas atirantadas. retangulões tangentes. disponíveis para análise. retangulões tangentes atirantados. construção civil e geotecnia. gabiões. O avanço das diversas formas de uso e ocupação do solo em áreas naturalmente suscetíveis aos movimentos gravitacionais de massa.

90 0.00 -12.60 0. pode-se verificar que qualquer número de amostragem a partir de 20 obras apresentaria condição satisfatória para a realização da pesquisa.50 5.41 468.2. e por meio de custos fornecidos por empresas especializadas.25 10.30 728.10 não encontrado não encontrado não encontrado não encontrado -6.80 0.90 0.13 438.60 não encontrado não encontrado -1. jul. De posse destes quantitativos.52 1. v. foi possível obter o custo total e o custo por metro quadrado de cada contenção./dez.º SPT Médio do Solo a ser Contido vide detalhe 4 (R$/m²) Tipo de Contenção Custo Estimado por m2 2. Belo Horizonte.A.50 2.30 3.50 2.53 476.20 4. n.50 não encontrado não encontrado 2 4 3 4 6 15 19 21 11 4 22 22 3 16 7 4 16 Muro à flexão Muro à flexão Cortina atirantada Muro à flexão Retangulão Retangulão Retangulão Retangulão Cortina atirantada Cortina atirantada Cortina atirantada Cortina atirantada Gabião Gabião Muro à flexão Gabião Gabião 336.62 20 Construindo.83 728.00 não encontrado não encontrado não encontrado não encontrado -3. por meio da entrada dos dados básicos da situação em estudo.18-23.50 4. p.36 289.80 0.102. vide detalhe 3 (m) N.60 0.043.50 2.10 14.148. A escolha da quantidade de cada um dos tipos de contenção se deu de forma proporcional ao seu número de ocorrências.60 0. Definidas as obras tornava-se necessário obter o custo estimado por metro quadrado de cada uma.93 1. Tabela 3 – Tabela final de custos estimados de estruturas de contenções (por metro quadrado de área a ser contida) Altura Média Contida vide detalhe 1 (m) Tipo de Encosta vide detalhe 2 (Tipo / Ângulo / Desnível) Drenabilidade do Solo de Montante vide quadro 2 (coef.70 0.48 600.3m Inclinado /42° / 4.30 459.70 4.50 3.00 +1.45 634.39 1.90 0.00 5.50 2.80 0.50 1.90 0. mão-de-obra e equipamentos utilizados para cada obra.80 6.5m 0. A opção por 23 obras permitiu uma margem mais segura para a amostragem. Esta etapa envolveu um cuidadoso estudo uma vez que estavam disponíveis somente os dados relativos ao projeto e acompanhamento da obra.90 0.50m Inclinado / 27° / 4.2.42m Inclinado / 27° / 2.89 421.90 0. de Run Off) Posição Média do N. 2010 .64 1. Baseado nestes dados foi possível obter um quantitativo de materiais.Tabela 2 – Relação entre o código do tamanho da amostra e o plano de amostragem Código do tamanho da amostra Regime atenuado Regime normal severo A B C D E F G H J K L M N P Q R 2 2 2 3 5 8 13 20 32 50 80 125 200 315 500 800 2 3 5 8 13 20 32 50 80 125 200 315 500 800 1250 2000 A partir das tabelas acima.95 0.95 426.55 624.80 0. Obtidos os custos por metro quadrado foi possível elaborar a tabela 3 apresentada abaixo que permite.09 938.95 0.50 Plano Plano Plano Plano Plano Plano Plano Plano Plano Plano Plano Plano Inclinado / 27° / 2. estimar os custos das opções de contenções possíveis.50m Inclinado / 27° / 2.

v. Figura 2 . vide detalhe 3 (m) N.17 não encontrado não encontrado não encontrado -0.2.00 não encontrado 16 6 2 4 4 2 21 Gabião Gabião Muro à flexão Cortina atirantada Cortina atirantada Cortina atirantada Retangulão 1.55 786. . posição media do nível freático na região da contenção (N.A. 1 (m) Tipo de Encosta vide detalhe 2 (Tipo / Ângulo / Desnível) Drenabilidade do Solo de Montante vide quadro 2 (coef.encosta a montante plana ou inclinada.SPT médio ./dez.50 3.Tipo de encosta (detalhe 2).85 600.18-23.60 0.70 5.º SPT Médio do Solo a ser Contido vide detalhe 4 (R$/m²) Tipo de Contenção Custo Estimado por m2 3.Altura média contida (detalhe 1).00 3.69 1.00m Inclinado / 30° / 1.85 786. n. Construindo. Belo Horizonte. de Run Off) Posição Média do N.00 3.00 Inclinado / 27° / 3.70 -2. b.60 0.00 3.144.75m Inclinado / 30° / 1.A..60 0.70 500.esquemático (detalhe 4).continuação. Altura Média Contida vide det.60 0.60 0. Figura 4 .): Figura 3 – Posição média do nível d´água (detalhe 3). altura média contida: c. Figura 1 .79 Esta tabela foi organizada em relação aos seguintes itens: a.00m Inclinado / 27° Inclinado / 30° / 3. 2010 21 .70 -0.. p.. condições de contorno: .75m Inclinado / 40° / 3.00m 0. jul. resistência do solo local (Nspt).297. d.90 0.50 3.drenabilidade do solo a montante.2.87 398.10m Inclinado / 45° / 2.

Departamento de projetos.18-23.2. jul. BITAR. Coordenação: Engenheiro civil Marcelo dos Santos Silva. BICALHO RODRIGUES ENGENHARIA CIVIL E ESTRUTURAL. 33p. de fácil consulta. v. COMPANHIA URBANIZADORA DE BELO HORIZONTE. que lhes permita estimar de forma preliminar e expedita. Departamento de projetos. oriunda do projeto de implantação arquitetônico. Para a definição conclusiva da mesma deverá ser feita. consulta a profissional da área geotécnica. Departamento de projetos. 1983. Rio de Janeiro. Belo Horizonte. E. E empl. Ver. Rio de Janeiro. Divisão de Geologia. p. n. Coordenação de projetos de edifícios com emprego de sistemas colaborativos baseados em software livre. Pini.2. 1985. A altura a ser contida é o item que inicia a pesquisa. 410p. 1996. 2008. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 246p. Aglomerado da Serra. Rio de Janeiro. São Carlos: UFSCAR. Urbanização do Aglomerado da Serra. Coordenação: Engenheiro civil Estevão Bicalho Pinto Rodrigues.de Salles. Rio de Janeiro. 2004. Ed. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Tabela final de custos estimados de estruturas de contenções (por metro quadrado de área a ser contida). com indicação em planta da topografia final de contorno. devem ser levados em consideração aspectos relacionados à segurança executiva do mesmo (para os operários envolvidos e regiões entorno) e também itens de desempenho técnico das diversas estruturas projetadas 22 Construindo. quanto da analise de custo”. que futuramente deverá ser seguida pelos profissionais que a consultem. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE GEOLOGIA DE ENGENHARIA. 1995. Belo Horizonte. Lembramos novamente que. Segurança de escavação a céu aberto: NBR 9061.Os itens relacionados acima indicam uma ordem lógica de visualização da tabela. 2009. irão gerar. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1980. 1996. portanto. São Paulo. 2002. 2008 e 2009. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Sérgio B. Programa de sondagens de simples reconhecimento dos solos para fundações de edifícios: NBR 8036. Fotos e arquivos. necessárias às implantações dos empreendimentos. definida pelo arquiteto. Informação e documentação – Referências ./dez. COELHO. 3ª Ed.SANTA BARBARA. CONSÓRCIO CAMARGO CORREA . CONSTRUTORA LIDER LTDA. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE ENGENHARIA DE FUNDAÇÕES E GEOTÉCNIA. Belo Horizonte. 31p.Elaboração: NBR 6023. Omar Y. Belo Horizonte. propõe contribuir para que empresas e profissionais técnicos das áreas de engenharia e arquitetura tenham acesso à um instrumento. Execução de tirantes ancorados no terreno: NBR 5629. 4p. 24p. A posição média do nível do lençol freático na região da contenção e a resistência do solo local são fornecidos pelo boletim de sondagem à percussão (investigação geotécnica fornecida em 90% das obras de edificações). 132p. 8p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. o que não contradiz o fato de que os valores encontrados em uma consulta inicial serão próximos à realidade e suficientes para uma estimativa preliminar dos custos que as obras de contenções. A escolha do tipo de contenção a ser utilizada. 2006 a 2009. 2006 a 2009. como cita Hashizume (2006) é função “tanto de sua viabilidade técnica e executiva. Manual de especificações de produtos e procedimentos. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2010 . Rio de Janeiro. Belo Horizonte. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro. Execução de sondagens de simples reconhecimento dos solos: NBR 6484. os custos das obras de contenção que se farão necessários para implantações de empreendimentos em áreas de topografia acidentada. Projeto e execução de fundações: NBR 6122. São Paulo. Curso de geologia aplicada ao meio ambiente. Coordenação: Arquiteta Anna Cristina Silveira Assis. além dos custos de um serviço de contenção. 24p.

2008. REBELLO. Departamento de projetos. 2010 23 . H MIRANDA ENGENHARIA LTDA. et. Construindo. p. Ed. G e Nieble. Belo Horizonte. BAGNO PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO S/C LTDA. al. HAP ENGENHARIA LTDA. 2008.2. Fundações teoria e prática. São Paulo. Ed. São Paulo: Pini. Da Universidade de são Paulo. São Paulo: Zigurate Editora. MRV EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES S. Coordenação: João Bagno. Yopanan Conrado Pereira. Carlos M. Pini. Belo Horizonte. 2009. Dados de projetos. P. execução e dimensionamento. Departamento de projetos. SERGIO M./dez. Qualidade total na gestão do projeto e execução. v. São Paulo. 1976. Departamento de projetos. Belo Horizonte. Departamento de orçamentos. 2008 e 2009. 1988 a 2009. Belo Horizonte. 2006. J. HASHIZUME.GUIDICINI. Caracterização técnica e indicadores de custos de sistemas de contenções do solo na construção de edifícios. 2ª Ed. Coordenação: Arquiteta Rosely Caldeira. Aglomerado Morro das Pedras. JOPPERT Jr. Superintendente Evandro de Souza Carvalho. Fundações: guia prático de projeto. Belo Horizonte. n. 1998. Coordenação: Guilherme Miranda. jul. VELLOSO ENGENHEIROS CONSULTORES LTDA. Belo Horizonte. 135p. HACHICH. Notas e requerimentos executivos de obras. Sandra Haruna.2. Fundações e contenções de edifícios. 170p. 2008 e 2009. Levantamentos de custos de contenções. Waldemar. 2007. Arquivos de projetos e obras. Ivan. Estabilidade de taludes naturais e de escavação.18-23.A.

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