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Esperar, fao da espera um lar, no canto as lembranas do menino, dos ecos de crianas, chegavam pelo ar dos raciocnios...

Agir por instinto, como nos sonhos ou labirintos, de correntes e de agouros estou extinto dos ideais eu renuncio. Refugio-me no interior, no mais sinto sua dor, pela vontade que no estou... Vivo ou morto sigo ainda, com a pior morte morrer em vida, talvez encontre um retorno, algum outro dia..