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Presidente da República Luíz Inácio Lula da Silva

Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho

Secretário de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Remígio Todeschini

Diretor do Departamento de Qualificação Profissional - DQP Antônio Almerico Biondi Lima

Coordenadora-Geral de Qualificação Profissional - CGQUA Tatiana Scalco Silveira

Coordenador-Geral de Certificação e Orientação Profissional - CGCOP Marcelo Alvares de Sousa

Coordenador-Geral de Empreendedorismo Juvenil Misael Goyos de Oliveira

© copyright 2006 - Ministério do Trabalho e Emprego

Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Departamento de Qualificação DEQ Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 3º andar, Sala 306 CEP:70059-900 Brasília DF Telefones: (0XX61) 317-6239 / 317-6004 FAX: (0XX61) 224-7593 E-mail: qualificacao@mte.org.br

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Elaboração, Edição e Distribuição:

CATALISA - Rede de Cooperação para Sustentabilidade São Paulo - SP www.catalisa.org.br E-mail: catalisa@catalisa.org.br

Entidade Conveniada:

Instituto Educação e Pesquisa Data Brasil R. Moreira Cezar, 2715 - Sala 2B - Centro - Caxias do Sul - RS

Ficha Catalográfica:

Obs.: Os textos não refletem necessariamente a posição do Ministério do Trabalho e Emprego

.:. Segurança no Trabalho .:.

Qualificação Profissional - Apostila

Mecatrônica

• SP - Julho de 2006 •

Este material didático se destina à Qualificação Profissional e não à formação Técnica.

Indice

1 – INTRODUÇÃO À MECATRÔNICA

17

O

que é Mecatrônica

17

Tendências de Mercado

19

Gestão de manufatura

19

 

A FINANDO ALGUNS CONCEITOS

20

Campos de atuação

do profissional de mecatrônica

22

O

que a indústria espera

do profissional de mecatrônica?

22

 

COMPETÊNCIAS SOCIAIS E PESSOAIS

22

Competências técnicas

23

 

TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA

23

TÉCNICO EM MECATRÔNICA

25

Olhando para o futuro

26

 

A

INFORMAÇÃO FLUINDO ENTRE A AUTOMAÇÃO E OS SISTEMAS CORPORATIVOS

27

2 – TECNOLOGIA MECÂNICA

28

Propriedades dos materiais

28

 

PROPRIEDADES FÍSICAS

29

PROPRIEDADES QUÍMICAS

31

FUNDINDO METAIS

31

OBTENÇÃO DO FERRO GUSA

32

USANDO O FORNO

33

TRANSFORMANDO O FERRO- GUSA EM FERRO FUNDIDO

34

CLASSIFICANDO OS DIVERSOS TIPOS DE FERRO FUNDIDO

35

Fabricação do aço

37

 

MELHORANDO AS PROPRIEDADES DO AÇO

40

COMO MELHORAR A RESISTÊNCIA DOS METAIS

42

CONHECENDO OS DIFERENTES TRATAMENTOS TÉRMICOS

44

O

QUE SÃO TENSÕES INTERNAS?

44

O

QUE É RECOZIMENTO PLENO?

45

V ANTAGENS DO TRATAMENTO TÉRMICO DO AÇO

46

CONHECENDO OS DIFERENTES TRATAMENTO TERMOQUÍMICO

49

CEMENTAÇÃO

50

Cobre

 

51

 

OBTENDO O COBRE

51

Bronze

 

53

O

Alumínio

55

CONHECENDO AS LIGAS DE ALUMÍNIO

57

O

Latão

59

LIGAS DE COBRE E NÍQUEL

59

COMBATENDO A CORROSÃO

60

METALIZAÇÃO

 

61

PINTURA

61

4 mecatrônica

3 – HIDRÁULICA

62

Introdução à hidráulica

62

D

EFINIÇÃO DE PRESSÃO

64

CONSERVAÇÃO DE ENERGIA

64

TRANSMISSÃO DE ENERGIA HIDRÁULICA

64

V

ANTAGENS DO ACIONAMENTO HIDRÁULICO

65

ÓLEO HIDRÁULICO

65

PRESSÃO NUMA COLUNA DE FLUIDO

66

A PRESSÃO ATMOSFÉRICA ALIMENTA A BOMBA

66

A S BOMBAS DE DESLOCAMENTO POSITIVO CRIAM O FLUXO

67

COMO É CRIADA A PRESSÃO

67

FLUXOS PARALELOS

68

F

LUXO DE SÉRIE

68

QUEDA DE PRESSÃO ATRAVÉS DE UMA RESTRIÇÃO (ORIFÍCIO)

68

A PRESSÃO INDICA A CARGA DE TRABALHO

69

A FORÇA É PROPORCIONAL À PRESSÃO E À ÁREA

69

CALCULANDO A ÁREA DO PISTÃO

69

V

ELOCIDADE DE UM ATUADOR

70

V

ELOCIDADE NA TUBULAÇÃO

70

PROCEDIMENTO PARA SE DETERMINAR AS DIMENSÕES DA TUBULAÇÃO

71

TUBULAÇÃO E SUAS ESPECIFICAÇÕES

71

TRABALHO E ENERGIA

72

POTÊNCIA NUM SISTEMA HIDRÁULICO

72

TORQUE

73

PRINCÍPIOS DE PRESSÃO

73

COMO É CRIADA A PRESSÃO

74

PRESSÃO ATMOSFÉRICA

74

BARÔMETRO DE MERCÚRIO

74

MEDINDO O VÁCUO

75

R

ESUMO DAS ESCALAS DE PRESSÃO E VÁCUO

75

PRINCÍPIOS DE FLUXO

75

COMO MEDIR O FLUXO

76

V

AZÃO E VELOCIDADE

76

F

LUXO E QUEDA DE PRESSÃO

76

O

FLUIDO PROCURA UM NÍVEL

76

F

LUXO LAMINAR E TURBULENTO

76

O

PRINCÍPIO DE B ERNOULLI

77

S

IMBOLOGIA HIDRÁULICA

77

S

ELEÇÃO DE FLUIDOS

79

ÓLEOS MINERAIS

79

F

LUIDOS DE BASE SINTÉTICA

79

R

EQUISITOS DE QUALIDADE

80

S

ELEÇÃO DE UM FLUIDO HIDRÁULICO

81

PESO ESPECÍFICO

81

V

ISCOSIDADE

81

V

ISCOSÍMETRO U NIVERSAL S AYBOLT

82

PROBLEMAS DE V ISCOSIDADE

84

Í NDICE DE VISCOSIDADE

84

V

ALOR LUBRIFICANTE

85

PONTO MÍNIMO DE FLUIDEZ

85

OXIDAÇÃO E CONTAMINAÇÃO

85

CONTROLES DE F LUXO

86

TIPOS DE CONTROLES DE FLUXO

86

CONTROLES DE P RESSÃO

89

V ÁLVULA DE ALIVIO DE PRESSÃO HIDRÁULICA

89

VÁLVULA REDUTORA DE PRESSÃO

91

V ÁLVULAS DE SEQÜÊNCIA

92

ACUMULADORES

93

ACUMULADORES H IDRÁULICOS

94

TIPOS DE ACUMULADORES

94

A CUMULADOR DE GRAVIDADE OU DE PESO

95

A CUMULADOR DE MOLA

95

A CUMULADOR A GÁS OU A AR

96

ACUMULADOR SEM SEPARADOR

96

ACUMULADOR COM PISTÃO SEPARADOR

97

A CUMULADOR COM ELEMENTO SEPARADOR DE DIAFRAGMA

98

A CUMULADOR DE BEXIGA

98

FILTRO DE ENTRADA OU DE RESERVATÓRIO

99

4 - PNEUMÁTICA

100

Introdução à Pneumática

100

DESENVOLVIMENTO DA TÉCNICA DO AR COMPRIMIDO

101

PROPRIEDADES DO AR COMPRIMIDO - VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DA

102

LIMITAÇÕES DA PNEUMÁTICA

103

RELAÇÃO CUSTO/BENEFÍCIO

103

UNIDADE DE MEDIDA E FUNDAMENTOS FÍSICOS

106

PREPARAÇÃO DO AR COMPRIMIDO

106

CILINDROS DE AÇÃO DUPLA COM EXECUÇÃO ESPECIAL

113

CÁLCULOS DOS CILINDROS

118

CONSUMO DE AR DO CILINDRO

120

CONEXÕES DO CILINDRO

121

VÁLVULAS DE COMANDO - DIMENSIONAMENTO

122

Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos

127

CONCEITO

127

Caso de automação nº. 1

129

Caso de automação nº. 2

131

Simbologia pneumática básica

133

5 - ELETRICIDADE BÁSICA

134

Atomística

134

MOLÉCULAS E LIGAÇÕES QUÍMICAS

134

ESTRUTURA DOS ÁTOMOS

135

ELÉTRONS, PRÓTONS, NÊUTRONS, CARGAS ELÉTRICAS

135

ESTABILIDADE DOS ÁTOMOS

136

ELÉTRONS DE VALÊNCIA, ÍONS

136

LIGAÇÃO IÔNICA

137

LIGAÇÃO ATÔMICA (LIGAÇÃO COVALENTE)

137

LIGAÇÃO METÁLICA

137

PADRÕES ELÉTRICOS E CONVENÇÕES

138

PREFIXOS MÉTRICOS

139

CARGAS ELÉTRICAS

140

TENSÃO ELÉTRICA - LEI DE COULOMB

140

LINHAS DE FORÇA DO CAMPO ELÉTRICO E FORMAS DO CAMPO

141

6 mecatrônica

SEPARAÇÃO DAS CARGAS E TENSÃO ELÉTRICA

141

PRODUÇÃO DE TENSÃO ELÉTRICA

142

TENSÃO NORMALIZADA

143

UNIDADE E SÍMBOLO DA TENSÃO ELÉTRICA

143

TIPOS DE TENSÕES ELÉTRICAS

143

MEDIDA DE TENSÃO ELÉTRICA

144

A CORRENTE ELÉTRICA

144

LEIS BÁSICAS DA CORRENTE ELÉTRICA CONTÍNUA

145

UNIDADE E SÍMBOLO DA CORRENTE ELÉTRICA

145

TIPOS DE CORRENTE ELÉTRICA

146

PERIGOS DA CORRENTE ELÉTRICA

146

CONDUTORES E ISOLANTES ELÉTRICOS

147

CARGA ELÉTRICA

148

POTENCIAL ELÉTRICO

151

CORRENTE ELÉTRICA

152

POTÊNCIA E ENERGIA ELÉTRICA

155

RESISTORES E CÓDIGOS DE CORES

155

LEIS DE OHM

160

POTÊNCIA ELÉTRICA

162

LEI DE KIRCHHOFF

162

Circuitos elétricos

163

CIRCUITOS ELÉTRICOS BÁSICOS

163

TENSÃO EM CIRCUITO PARALELO

166

RESISTÊNCIA ELÉTRICA NO CIRCUITO EM PARALELO

167

CÁLCULO DA RESISTÊNCIA EQUIVALENTE

167

VANTAGENS DO CIRCUITO EM PARALELO SOBRE O CIRCUITO EM SÉRIE:

168

CORRENTE ELÉTRICA NO CIRCUITO EM PARALELO

168

CIRCUITO ELÉTRICO MISTO

168

O FUTURO DA ELETRICIDADE

170

6 – ELETRÔNICA

171

Eletrônica Analógica e Digital

172

Vantagens da eletrônica digital

174

CONVERSÃO DE BASE BINÁRIA PARA A BASE DECIMAL

175

ÁLGEBRA BOOLEANA

176

CIRCUITOS COMBINACIONAIS

179

Circuitos Seqüenciais

187

Conversores Digitais/Analógicos e Analógicos/Digitais

192

CONVERSÃO DIGITAL/ANALÓGICA PARA SEQÜÊNCIA DE

192

PORTAS LÓGICAS

200

202

7 – MICROCONTROLADORES E MICROPROCESSADORES Microcontroladores

202

SOFTWARE

204

HARDWARE

205

Noções de computador

205

MEMÓRIA

207

Dispositivos de entrada e saída

208

SISTEMAS BÁSICOS DE UM MICROPROCESSADOR

209

8 - PROGRAMAÇÃO

210

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO

210

PROGRAMAS

211

O que é um diagrama de blocos?

214

SIMBOLOGIA

214

Constantes, variáveis e tipos de

215

CONSTANTES

215

VARIÁVEIS

216

ESTRUTURA DE DECISÃO E REPETIÇÃO

220

Arquivos de dados

226

CONCEITOS BÁSICOS

226

MACRO-FLUXO

229

SIMBOLOGIA

231

LINGUAGEM C

232

FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM C

232

LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

232

LINGUAGENS DE BAIXO E ALTO NÍVEL

233

LINGUAGEM C

234

HISTÓRICO

235

CONJUNTO DE

CARACTERES

235

DIRETIVAS DE COMPILAÇÃO

236

9 - REDE DE COMUNICAÇÃO

238

Evolução dos sistemas de computação

238

Evolução das arquiteturas

240

Redes de computadores

243

Parâmetros de comparação

244

CUSTO

245

RETARDO DE TRANSFERÊNCIA

245

DESEMPENHO

246

CONFIABILIDADE

246

MODULARIDADE

247

COMPATIBILIDADE

247

SENSIBILIDADE TECNOLÓGICA

248

10 – ROBÓTICA

249

CONCEITOS BASICOS DE UM ROBÔ

249

SENSORIAMENTO E PROGRAMAÇÃO

250

CLASSIFICAÇÃO

251

REGIÃO DE TRABALHO DE UM ROBÔ

254

ACIONAMENTOS DE ROBÔS

254

Programação de robôs industriais

256

PROGRAMAÇÃO GESTUAL

256

PROGRAMAÇÃO TEXTUAL

257

Gerações de linguagens de programação de robôs

257

LINGUAGENS DE SEGUNDA GERAÇÃO

258

ESTRUTURA DA LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DE ROBÔS

258

CONSTANTES E VARIÁVEIS

260

COMANDOS DE MOVIMENTO

261

DEFINIÇÕES DE PONTOS NO ESPAÇO DE TRABALHO

261

8 mecatrônica

CÁLCULOS E OPERAÇÕES

263

CONTROLE DO PROGRAMA

263

SUB-ROTINAS

264

COMUNICAÇÕES E PROCESSAMENTOS DE DADOS

264

COOPERAÇÃO DO ROBÔ COM EQUIPAMENTOS TECNOLÓGICOS EXTERNOS

265

SENSORES: OS OLHOS DA MECATRÔNICA INDUSTRIAL*

269

11 - COMANDO NUMÉRICO COMPUTADORIZADO

272

Construindo um Sistema Inteligente

273

TECNOLOGIA CNC

274

A IHM (INTERFACE HOMEM MÁQUINA)

276

Controles flexíveis

277

Máquinas controladas numericamente

279

Trocadores de ferramentas

281

CICLOS DE USINAGEM

282

PROGRAMAÇÃO - LINGUAGEM ISO

282

CNC MCS : INSTRUÇÕES BÁSICAS DE PROGRAMAÇÃO

285

PROGRAMAÇÃO ISO (CÓDIGOS G)

293

12 - CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

297

Fases históricas

297

Vantagens do uso de controladores lógicos programáveis

298

Funcionamento do CLP

299

ESTRUTURA INTERNA DO CLP

300

MÓDULOS OU INTERFACES DE ENTRADA

303

MÓDULOS ESPECIAIS DE ENTRADA

305

MÓDULOS OU INTERFACES DE SAÍDA

305

Capacidade de um CLP

307

Linguagens de Programação

307

STEP 5

307

INTERCAMBIALIDADE ENTRE REPRESENTAÇÕES

308

ESTRUTURA DA LINGUAGEM

308

SISTEMA “BUS

308

EXECUÇÃO DAS INSTRUÇÕES

308

Símbolos de linguagens de programação

309

LISTA DE INSTRUÇÕES (AWL) OU (STL)

310

LISTA DE INSTRUÇÕES (DIN)

310

310

DISPOSITIVOS DE PROGRAMAÇÃO

311

SOLUÇÕES ATRAVÉS DO CLP

311

PROGRAMAS DE CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS

311

SOFTWARE LADDER DIAGRAM

312

ESTRUTURA DE UMA INSTRUÇÃO LADDER

312

NOÇÕES BÁSICAS DE REPRESENTAÇÃO

313

13 - DESENHO TÉCNICO

316

ELABORANDO UM DESENHO TÉCNICO

317

O QUE É GEOMETRIA DESCRITIVA

318

PROJEÇÃO ORTOGONAL

318

O

QUE É CUBO DE REFERÊNCIA

320

O

QUE SÃO PROJEÇÕES EM PERSPECTIVA?

321

Ângulos

323

O

QUE SÃO LINHAS ISOMÉTRICAS?

324

O

QUE SÃO EIXOS ISOMÉTRICOS?

325

CORTE

TOTAL

325

O

QUE É CORTE TOTAL

327

O

QUE É CORTE PARCIAL

328

conheça as referências técnicas mais importantes

329

FORMATOS DE PAPEL (Ref.: NBR 10068)

331

LEGENDA (Ref.: NBR 10068)

331

ESCALAS (Ref.: NBR 8196)

333

LINHAS (Ref.: NBR 8403)

333

LETRAS E ALGARISMOS - CALIGRAFIA TÉCNICA (Ref.: NBR 8402/1994)

335

COTAGEM (Ref.: NBR 10.126/1987)

335

14 – METROLOGIA E INSTRUMENTAÇÃO

338

A humanidade e as medidas Um breve histórico das medidas

338

PadrÕes Ingleses

341

Padrôes Brasileiros

341

 

MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO

342

Metrologia Científica e Industrial

344

ESTRUTURA INTERNACIONAL DA METROLOGIA CIENTÍFICA

344

ACORDOS INTERNACIONAIS RELACIONADOS AOS PADRÕES DE MEDIÇÃO

345

EQUIVALÊNCIA INTERNACIONAL DE PADRÕES DE MEDIÇÃO NACIONAIS

345

METROLOGIA LEGAL

346

Instrumentação – aparelhos de medição

347

 

PAQUÍMETRO

348

PRINCIPAIS TIPOS E USOS

349

PRINCÍPIO DO NÔNIO

350

Micrômetro

352

 

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

353

NOMENCLATURA

354

PRINCIPAIS USOS

355

Calibradores

357

TIPOS DE CALIBRADOR

357

VERIFICADORES

360

DIMENSÕES

361

CÁLCULO DA RESOLUÇÃO

364

 

LEITURA DO GONIÔMETRO

365

O

RELÓGIO COMPARADOR

365

RELÓGIO COMPARADOR ELETRÔNICO

368

Multímetro

368

Voltímetro

369

Amperímetro

369

Osciloscópio

370

Rugosidade

371

CONCEITOS BÁSICOS

373

SUPERFÍCIE GEOMÉTRICA

373

SUPERFÍCIE REAL

373

SUPERFÍCIE EFETIVA

374

10 mecatrônica

 

PERFIL GEOMÉTRICO

374

PERFIL REAL

374

PERFIL EFETIVO

375

PERFIL DE RUGOSIDADE

375

COMPOSIÇÃO DA SUPERFÍCIE

375

CRITÉRIOS PARA AVALIAR A RUGOSIDADE

377

SISTEMAS DE MEDIÇÃO DA RUGOSIDADE SUPERFICIAL

378

Controles Trigonométricos

378

 

MEDIÇÃO DE ENCAIXE RABO-DE-ANDORINHA

380

Termos mais utilizados em Metrologia

383

SIGLAS

386

15 – ORGANIZAÇÃO E NORMAS

388

O

que é Normalização

388

Comitês Técnicos de Normalização

389

ABNT

389

 

SINMETRO

390

Qualidade

393

 

A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE QUALIDADE

393

A NECESSIDADE DE PADRONIZAÇÃO

394

A

ISO

395

 

A ISO SÉRIE 9000

395

OS ELEMENTOS DA ISO SÉRIE 9000

397

O

SISTEMA DE DOCUMENTAÇÃO

398

OS BENEFÍCIOS DA ISO 9000

402

MANUAL DA QUALIDADE

404

O

Sistema KANBAN

405

O

Sistema Just In Time*

409

 

FUNDAMENTOS E CARACTERÍSTICAS

410

OBJETIVOS PRINCIPAIS DO JUST IN TIME

410

EDUCAÇÃO E TREINAMENTO

411

O

JIT E OS CUSTOS DE PRODUÇÃO

411

16 – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

414

A

manutenção e a vida de uma máquina

415

Histórico e evolução da manutenção

415

 

CONSERVAÇÃO OU MANUTENÇÃO?

415

POR QUE ESSA EVOLUÇÃO? ARGUMENTOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS

416

Critérios que valorizam a manutenção

416

A

função manutenção

417

 

OS DIFERENTES SETORES QUE PRATICAM A MANUTENÇÃO

418

O

técnico de manutenção

418

 

ALGUMAS OBSERVAÇÕES SOBRE A PROFISSÃO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO

419

A

manutenção corretiva

420

AÇÕES DE MANUTENÇÃO CORRETIVA:

420

 

DEFINIÇÕES DE MANUTENÇÃO CORRETIVA

421

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO CORRETIVA

422

manutenção preventiva

423

Evolução do conceito de manutenção

425

ManutençÃo preventiva total (TPM)

426

MANUTENÇÃO AUTÔNOMA

427

EFEITOS DA TPM NA MELHORIA DOS RECURSOS HUMANOS

428

Falhas em Máquinas

429

ORIGEM DOS DANOS

429

ANÁLISE DE FALHAS EM MÁQUINAS

429

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS DANOS E DEFEITOS

430

Ferramentas de aperto e desaperto

431

FERRAMENTAS

431

ALICATES

435

Rolamentos

437

APLICAÇÃO DE ROLAMENTOS

438

COMO VERIFICAR AS CONDIÇÕES DE UM ROLAMENTO

438

INSPEÇÃO DE ROLAMENTOS EM MÁQUINAS

440

PROCEDIMENTOS PARA DESMONTAGEM DE ROLAMENTOS

441

Lubrificação Industrial

442

Lubrificantes

443

CLASSIFICAÇÃO DOS ÓLEOS QUANTO À ORIGEM

443

APLICAÇÕES DOS ÓLEOS

443

Graxas

445

TIPOS DE GRAXA

445

Lubrificantes sólidos

445

Aditivos

446

Lubrificação de mancais de rolamento

447

LUBRIFICAÇÃO COM GRAXA

447

LUBRIFICAÇÃO COM ÓLEO

447

INTERVALOS DE LUBRIFICAÇÃO

447

LUBRIFICAÇÃO DOS MANCAIS DOS MOTORES

447

LUBRIFICAÇÃO DE ENGRENAGENS FECHADAS

447

LUBRIFICAÇÃO DE ENGRENAGENS ABERTAS

448

LUBRIFICAÇÃO DE MÁQUINAS-FERRAMENTA

448

Planejamento e Controle da Manutenção -

449

PLANEJAMENTO DO TRABALHO

450

CÁLCULO DO SERVIÇO

450

PROGRAMA DOS SERVIÇOS

450

PLANEJAMENTO DE PESSOAL

450

ORÇAMENTO

451

DESEMPENHO

451

FERRAMENTAS

451

MATERIAIS E PEÇAS DE REPOSIÇÃO

452

EQUIPAMENTOS, MÁQUINAS E INSTALAÇÕES

452

MANUTENÇÃO PREVENTIVA E DE ROTINA (MP E MR)

452

MANUTENÇÃO CORRETIVA (MC)

453

Comissão executiva de peças de reposição

453

RESPONSABILIDADE E ATRIBUIÇÕES DA COMISSÃO

454

OFICINAS DE MANUTENÇÃO

454

MEMBROS EFETIVOS DA COMISSÃO EXECUTIVA

455

PROCEDIMENTOS

455

456

17 – SEGURANÇA NO TRABALHO O que é Segurança do Trabalho

456

Acidente no trabalho

458

Onde atua o profissional de Segurança do Trabalho

459

12 mecatrônica

O

QUE FAZ O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO

459

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA

461

 

CAMPANHAS DE SEGURANÇA

462

Normas

 

464

18 - GESTÃO E QUALIDADE

466

A

qualidade na empresa

466

 

BUSCANDO MELHORIA DE PRODUTIVIDADE E EXCELÊNCIA

466

Gestão pela qualidade

467

 

QUANTO SE DEVE INVESTIR EM QUALIDADE PARA SE TER MENORES CUSTOS?

472

ANÁLISE DOS RESULTADOS DE INVESTIMENTOS EM QUALIDADE

472

PADRONIZAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DE ROTINAS E PROCESSOS

472

VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO

476

O

PROGRAMA DOS 5S's

Prática japonesa com sotaque brasileiro

478

 

O

QUE SÃO OS 5S'S?

479

Método de Solução de problemas

481

 

O

CICLO PDSA

481

19 – MATEMÁTICA APLICADA

483

Introdução

483

 

AS OPERAÇÕES

483

Frações e números decimais

486

 

OPERAÇÕES COM FRAÇÕES

488

ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES

488

MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES

489

O

INVERSO DE UM NÚMERO

490

AS PORCENTAGENS

491

Potenciação

491

Raiz quadrada

493

Equação do Primeiro Grau

494

Equação do Segundo Grau

496

Triângulos e trigonometria

497

 

A DIAGONAL DO QUADRADO

498

A TRIGONOMETRIA DO TRIÂNGULO RETÂNGULO

499

Números Complexos

502

 

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

504

FORMA TRIGONOMÉTRICA

505

FÓRMULAS DE MOIVRE

505

20 - INFORMÁTICA

506

Introdução à informática

506

O

cérebro eletrônico

507

 

O

COMPUTADOR

507

OS DISCOS

508

Microsoft Windows XP

508

 

INTRODUÇÃO

508

INICIALIZANDO O WINDOWS XP

509

ENCERRAR O WINDOWS XP

509

 

ÁREA DE TRABALHO (DESKTOP)

510

BOTÃO INICIAR

510

RELÓGIO

510

MOVENDO A BARRA DE TAREFAS

510

PAINEL DE CONTROLE

510

TRABALHANDO COM O MICROSOFT WORDPAD

511

WINDOWS EXPLORER

512

COPIAR, RECORTAR E COLAR ARQUIVOS

513

Outlook Express

514

 

RESPONDENDO UMA MENSAGEM

515

ENVIANDO MENSAGENS COM ARQUIVO EM ANEXO

515

WORD (versaõ 2000)

516

 

INICIAR O EDITOR DE TEXTOS

516

CONFIGURAR AMBIENTE DE TRABALHO

516

FORMATANDO FONTES

517

ALINHAMENTO DO TEXTO

518

COR DA FONTE

518

ABRIR DOCUMENTO/SALVAR/SALVAR COMO

518

NUMERAÇÃO E MARCADORES

519

SELECIONANDO, COPIANDO E COLANDO PARTES DO TEXTO

520

TECLAS DE ATALHO

520

LOCALIZANDO TEXTOS E PALAVRAS

520

SUBSTITUINDO TEXTOS E PALAVRAS

521

MÚLTIPLAS COLUNAS

523

TABELAS

523

AUTOFORMATAÇÃO DE TABELAS

524

ALTERAR LARGURA DE LINHAS E COLUNAS DAS TABELAS

524

ACRESCENTAR E EXCLUIR LINHAS DA TABELA

525

ACRESCENTAR OU EXCLUIR COLUNAS DA TABELA

525

FORMATAR BORDAS DA TABELA

526

ORDENAÇÃO DE DADOS EM UMA TABELA

526

INSERIR FIGURAS

526

MODIFICAR A

527

INSERINDO AUTOFORMAS

527

TRABALHANDO COM WORD ART

528

EXCEL

528

 

PLANILHAS ELETRÔNICAS

528

CARREGANDO O EXCEL 7

529

A

TELA DE TRABALHO

529

MOVIMENTANDO-SE PELA PLANILHA

530

USANDO TECLAS

531

USANDO A CAIXA DE DIÁLOGO

531

USANDO O MOUSE

532

INSERINDO OS DADOS

533

ENTRADA DE NÚMEROS

533

ENTRADA DE TEXTOS

534

ENTRADA DE FÓRMULAS

535

A

AUTO-SOMA

536

ALTERAÇÃO DO CONTEÚDO DE UMA CÉLULA

536

SALVANDO UMA PLANILHA

537

CARREGANDO UMA PLANILHA

538

FORMATAÇÃO DE CÉLULAS

539

SELEÇÃO DE FAIXAS

539

14 mecatrônica

 

SELECIONANDO COM O MOUSE

539

SELECIONANDO COM O TECLADO

540

DESMARCANDO UMA FAIXA

540

FORMATAÇÃO DE TEXTOS E NÚMEROS

540

FORMATAÇÃO DE NÚMEROS

540

ALTERAÇÃO DA LARGURA DAS COLUNAS

541

ALTERANDO A LARGURA DA COLUNA COM O MOUSE

541

ALTERANDO A LARGURA DA COLUNA POR MEIO DA CAIXA DE DIÁLOGO

541

APAGANDO O CONTEÚDO DE UMA OU MAIS CÉLULAS

542

CRIANDO GRÁFICOS

542

IMPRESSÃO DA PLANILHA

545

FECHANDO A PLANILHA ATUAL

545

CRIAÇÃO DE UMA NOVA PLANILHA

546

ABANDONANDO O EXCEL 7

546

POWER POINT

546

 

ABRINDO UMA APRESENTAÇÃO EXISTENTE

546

EDITANDO A APRESENTAÇÃO

549

INTERNET EXPLORER

572

 

O QUE É A INTERNET?

572

WORLD WIDE WEB (WWW)

572

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS

572

O PROGRAMA INTERNET EXPLORER

573

O

correio eletrônico

575

QUANTO AO ENVIO E RECEBIMENTO DE MENSAGENS

579

21 – TÉCNICAS DE REDAÇÃO

580

Introdução

580

A

palavra da comunicação

581

EXPRESSIVIDADE

581

SIMPLICIDADE

581

Gêneros

583

NARRAÇÃO

583

DESCRIÇÃO

584

DISSERTAÇÃO

584

Processo de Redação

585

Fortalecendo idéias

586

Apresentação da redação

587

Iniciando a redação

588

22 – INGLÊS TÉCNICO

590

Gramática – principais diferenças entre inglês e português

590

 

ADJECTIVE-NOUN ORDER

590

PREPOSITIONS

593

COMMON EXPRESSIONS

596

Pronouns

596