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transio

paisagem e ocaso lavoura em lusco-fusco quase nunca to brusco tampouco por acaso chega o fim, roda o moinho no recomeo a roda caminha eis que se pe a mandala sozinha novo luar no redemoinho para alcanar o que em ns no muda transforma o tempo o impermanente e a gente persiste, ainda insistente negando a pele que jaz desnuda ingnuos sonhos, qui iluso segurar meu anseio a corrente que mobiliza esforo em torrente? antes ater-me transio... (Danilo Cruz)