Química Aplicada ao Meio Ambiente

Luiz Fernando - Químico

A química é uma ciência natural que estuda a composição, a estrutura e as propriedades das substâncias e suas transformações. Os conhecimentos de química são aplicados na resolução de diversos problemas da atualidade como chuva !cida, risco de mane"o de substâncias químicas, tratamento de !#uas, tratamento de resíduos, contaminação por metais pesados entre outras. A química é uma ciência qualitativa mas também quantitativa e suas relações são e$pressão satisfatoriamente em lin#ua#em matem!tica. A ciência química pode ser dividida em v!rias !reas %uímica Or#ânica %uímica Ambiental %uímica &nor#ânica %uímica *uclear %uímica Analítica +ermoquímica 'ísico(%uímica ,letroquímica )ioquímica Elemento Químico - uma substância simples, pura, fundamental e elementar .e$ cloro, s/dio, o$i#ênio, ferro, fl0or, hidro#ênio, ...1. 2ada elemento químico pode ser representado por um símbolo. 3e"a Nome do elemento O$i#ênio 4idro#ênio 'l0or 'erro 5a#nésio 6/dio 5erc0rio Ouro 7rata Símbolo O 4 ' 'e 5# *a 4# Au A#

A primeira tentativa de relacionar os diferentes tipos de elemento químicos da nature8a foi reali8ada por 9avoisier em :;<= compondo uma lista de >> substâncias, contudo, destas apenas ?@ eram realmente elementos. 4o"e em dia são conhecidos ::: elementos. Átomo - a menor parte de um elemento que ainda preserva as propriedades daquele elemento. Composto - uma substância pura contendo dois ou mais !tomos diferentes combinados entre si sempre nas mesmas proporções. ,$emplos Fórmula *a2l 5#2l 'e6OA A#*O> Mistura Nome 2loreto de s/dio .sal de co8inha1 2loreto de ma#nésio 6ulfato ferroso *itrato de prata

As misturas podem ser identificadas a Bolho nuC. 6ão separadas por superfícies bem definidas por onde . suas combinações químicas mais comuns e os métodos de obtenção desses elementos.partes homo#êneas1 na mistura. . areia e !#ua. 5inério. a fase de a#re#ação em que se apresentam..E ?. em ordem decrescente de abundância.:> @. os locais onde são encontrados. identificamos os seus componentes.= ?..@ >. . camada e$terior da litosfera. são aquelas que apresentam um 0nico aspecto em toda sua e$tensão. formado por processos inor#ânicos. 6i#nifica que são encontrados na nature8a . A crosta terrestre. .E ?.. Na litos"era 9itosfera é a parte s/lida da +erra. em al#uns casos. As misturas também são classificadas em dois #randes #rupos misturas homo#êneas e misturas hetero#êneas.E> @.:> @. de composição química definida. químicos ou térmicos. 5ineral é. lupa ou microsc/pios. hidrosfera.HA&6. Química Descriti a A química descritiva estuda a ocorrência dos elementos na nature8a. 3e"amos então a ocorrência dos principais elementos na nature8a. os se#uintes elementos .: F. cu"a e$ploração econImica é vi!vel. portanto.E ?.$emplos !#ua e /leo. contém.litosfera..ouro1 Ouro nativo A# . !#ua #aseificada. 5isturas hetero#êneas 6ão aquelas que apresentam fases .$emplo !lcool hidratado.s/lido1. é um dep/sito de substâncias.prata1 7rata nativa . atmosfera1 em diversas combinações. <.@> @.em massa1 AE. elemento ou composto químico.lemento O$i#ênio 6ilício Alumínio 'erro 2!lcio 6/dio 7ot!ssio 5a#nésio +itânio 4idro#ênio '/sforo 2arbono Gemais elementos 6ímbolo O 6i Al 'e 2a *a D 5# +i 4 7 2 ( 7orcenta#em . 5isturas homo#êneas 6ão também chamadas de soluções. portanto. refri#erante. Os principais minérios e a substância e$traída deles estão ilustrados no quadro a se#uir Metal Min#rios Au . #asolina. O mineral é e$traído do 5&*-H&O que é um mineral ou associação de minerais de que se podem e$trair metais ou substâncias não(met!licas por processos físicos.A< A litosfera é formada principalmente por 5&*.. com >@ Dm de espessura. !s elementos na natureza =? dos ::: elementos químicos conhecidos são naturais.a combinação de duas ou mais substâncias diferentes. ocorrência natural e arran"o cristalino .: @.

@>< )romo )r(.Al?O> .:> .aq1 @.'e>OA1 7irita .cromo1 5n .=A=AA @.= @.2u'e6?1 4ematita .aq1 :.@A@ N 7ot!ssio D .@@EF Na Atmos"era .estanho1 7b .@@:.'e?O>1 5a#netita .A O$i#ênio 4?O <F.@<< ?N 2!lcio 2a .4#61 Na $idros"era .aq1 @.merc0rio1 Ar#entita ..< @.Kn61 Hutilo .'e+iO>1 2romita .<. ? 4?O1 2assiterita . >.: ?N 5a#nésio 5# .c!dmio1 4# .@<.aq1 @. clima.=F ( 2loro 2l .2d61 5erc0rio nativo 2in!brio . 2r?O>1 7irolusita .5nO?1 7entlandita .man#anês1 *i .a parte #asosa ao redor da +erra.2u .>M da !#ua do mar são sais dissolvidos.@@@F? .cobre1 'e .aq1 @.chumbo1 Kn .<= ?@.@?=== @.: a ?.aq1 :.A#?61 2erar#irita .7b61 2erusita .A#2l1 2obre nativo 2uprita . mas em #eral é a que est! esquemati8ada a se#uir. A abundância dos elementos Elemento Forma em %ue aparece &orcenta'em em massa 4idro#ênio 4?O :@.a parte líquida que cobre <@M da superfície da +erra.n$ofre 6O?(A.'e?61 )au$ita .+iO?1 &lmenita .'e2r?OA ou 'eO .aq1 @. 6ua composição pode variar em função do local. altitude e uma série de outros fatores.7b2O>1 )lenda .alumínio1 6n .=?==< @.6nO?1 Jalena .8inco1 +i .2u?O1 2alcopirita .níquel1 2d . o que representa uma fonte de obtenção dessas substâncias. (ases *itro#ênio O$i#ênio Ar#Inio O#ua J!s 2arbInico *eInio 4élio Fórmula *? O? Ar 4?O 2O? *e 4e &orcenta'em em olume .ferro1 Al .titânio1 2r .= 6/dio *aN.*i61 JrenocLita .2u?61 7irita de 2obre .

@@@@@@@@@E !bs. Os elétrons da 0ltima camada de um !tomo são os respons!veis pelas li#ações. ? são L+Q. Pe.@@@@@F @. Ar. A -abela &eriódica . Gos ::: elementos químicos conhecidos =< são S)L*D!S Q temperatura ambiente :: são (ASES Q temperatura ambiente .@@@@@< @. Acredita(se que o elemento químico mais abundante do universo é o 4idro#ênio. 3A. As famílias de letra ) são or#ani8adas de > até :? . &&&A.@@@@@A @. :?)1 3ale a pena ressaltar que o n0mero que antecede a letra A indica quantos elétrons cada !tomo tem na sua 0ltima cada .6. ? . &&A. Quando falamos que um átomo tem Número Atômico igual a 8.5etano 2riptInio 5on/$ido de dinitro#ênio 4idro#ênio O8Inio PenInio HadInio 24A Dr *?O 4? O> Pe Hn @. . Os !tomos se li#am entre si para adquirirem estabilidade. .5erc0rio e )romo1.? na 0ltima camada1. Gepois da or#ani8ação dos elementos na tabela sur#i as 'amílias que são os elementos na 3ertical e os 7eríodos que são os elementos or#ani8ados na hori8ontal. 3e"a então os elementos nas famílias com seus respectivos elétrons de valência 'amília *0mero de elétrons na 0ltima camada *0mero de elétrons que precisa para ficar est!vel .@@@@= @. Os elementos Hepresentativos são aqueles que pertencem Qs famílias de letra A. 6emimetais. estes #ases nobres .*D!S Q temperatura ambiente .@@@:F @. 2loro e Jases nobres1. Assim conclui(se que se um elemento possuir na 0ltima camada < elétrons como um #!s nobre estar! est!vel. *itro#ênio.@@@@F @. :@). Ametais ou não metais. Dr. Ge todos os elementos da tabela peri/dica. A tabela peri/dica atual foi proposta pelo cientista in#lês $enr. estamos afirmando que este átomo tem 8 prótons.4idro#ênio.m :<@@. Jases nobres e 4idro#ênio. F).4e. =).>).62. A). :F . os cientistas "! contavam com um n0mero ra8o!vel de elementos químicos conhecidos. O$i#ênio.6 *O)H. 3&A. os 0nicos que tem estabilidade e. Sm outro fato que merece destaque é que a tabela peri/dica foi também or#ani8ada de tal maneira que os elementos em um #rupo tem as mesmas propriedades. Mosele. &3A. :> . *e. As famílias de letra A são or#ani8adas de : até < R &A. :E .camada de valência1. :< 1. ::). Os elementos na tabela são chamados Hepresentativos e +ransição. em torno de E@.ou @1 ou . 3&&A. < . E). os de +ransição são aqueles que pertencem Qs famílias de letra ). si#nifica que os elementos foram or#ani8ado da esquerda para a direito em ordem 2H. e muitas propriedades desses elementos "! haviam sido determinadas. <).). :A .com e$ceção do #!s 4e que possui ?1. Hn1 são assim chamados de #ases nobres pois possuem na 0ltima camada da eletrosfera < elétrons . O *0mero AtImico é o mesmo que o n0mero de pr/tons que um !tomo possui no n0cleo. com e$ceção daqueles que se assemelharão com o #!s 4élio . Os ::: elementos químicos da tabela peri/dica foram divididos em F cate#orias assim or#ani8ados R 5etais. portanto não precisam li#ar(se com nenhum outro !tomo são os JA6. no ano de :=:>.: . :.*+. 'l0or. Estado "ísico dos elementos %uímicos. de *0mero AtImico. A or#ani8ação dos elementos foi feita baseando(se no *0mero AtImicos dos elementos.

#ravação de vidro. aditivo de pasta de dente '/sforo 'o#os de artifício. vulcani8ação de borracha. tubo de +3. perdem seus 0ltimos elétrons da camada de valência se tornando 2!tions. peças para autom/veis. !cido clorídrico. munição. arti#os para limpe8a. cerâmica 4élio )alão. secante para tintas 2loro Gesinfetante de !#ua. lâmpada de iodo. !s Nomes das Famílias 'amília &A 5etais Alcalinos 'amília &&A 5etais Alcalinos +errosos 'amília &&&A 'amília do )oro 'amília &3A 'amília do 2arbono 'amília 3A 'amília do *itro#ênio 'amília 3&A 2alco#ênios . lâmpada fluorescentes. radiação. #esso. f/sforos. proteção anticorrosão. acumuladores. porcas e parafusos. fo#os de artifício. branqueador. conservantes 'l0or . atmosfera inerte. fo#os de artifícios. vidro refrat!rio. sal iodado *eInio 9u8 para propa#anda. pi#mento branco &A &&A &&&A &3A 3A 3&A 3&&A < . remédio para tosse Ar#Inio J!s para lâmpadas. sombra para olhos. contato elétrico. pilhas alcalinas. iluminação. para adquirirem estabilidade. +odas as espécies químicas que #anham elétrons para adquirirem estabilidade são chamados de 8N*!NS. liquido para refri#eração *íquel 5oeda. 8arcão.nriquecimento de Srânio. sal de co8inha. alve"antes 2!dmio )ateria recarre#!vel. talheres./ elétron na 0ltima camada 7recisa de 0 para estabilidade 1 elétrons na 0ltima camada 7recisa de 2 para estabilidade 3 elétrons na 0ltima camada 7recisa de 4 para estabilidade 5 elétrons na 0ltima camada 7recisa de 5 para estabilidade 4 elétrons na 0ltima camada 7recisa de 3 para estabilidade 2 elétrons na 0ltima camada 7recisa de 1 para estabilidade . As famílias 7A6 7*A6 7**A para adquirirem estabilidade #anham elétrons e se tornam Tnions. laser. hidro#enação para #orduras. lâmpada para neblina. pi#mento para tinta. ouro branco. tubo. Assim todas as espécies químicas que perderam elétrons são chamados CÁ-*!NS. enchimento de balões. câmara para mer#ulho. #!s inerte para solda )oro Haquete de tênis. balão diri#ível. elétrons na 0ltima camada 7recisa de : para estabilidade +odos têm < na 0ltima camada com +odos "! são est!veis e$ceção do 4élio Obs. cimento. aditivos. As famílias *A6 **A6 ***A. #!s para testar va8amento.ou @1 . amoníaco &odo +intura de iodo. propelente para aerosol. meio para refri#erar reatores atImicos 4idro#ênio 2ombustível para fo#uetes. folha.os que #eram sais1 'amília < #ases nobres ou inertes Aplicação de al#uns elementos químicos Elemento Alumínio Aplica9:o Uanelas. cimento. detector de infravermelho. adubo químico. p/lvora. pl!stico 732. síntese or#ânica Kinco 7roteção para metais. bateria carre#!vel Ouro U/ias.os que #eram calor1 'amília 3&&A 4alo#ênios . obturação de dentes AntimInio 6olda. preparação de metais 2humbo 7roteção contra radiação. autom/veis.n$ofre '/sforos. odontolo#ia. #asolina. 2!lcio Adubo químico. contador Jei#er. portas. colírio. latão para leite. removedor de manchas . tratamento de reumatismo 6/dio &luminação para estrada. solda.

. feito principalmente por bactérias1 o pr/prio ciclo da !#ua . e atin#ir um lençol fre!tico. até atin#ir um corpo dY!#ua como um rio.*+O 6S)+. podendo ocorrer através de urina. e re#ressa Qquele. na fase de vapor. e as ve8es pode se acumular durante um lon#o período de tempo em um mesmo lu#ar. atraídas pela forca da #ravidade.ssa massa de !#ua retorna a atmosfera pela ação da evaporação ou penetra no solo pela infiltração. Gentre os ciclos bio#eoquimicos mais conhecidos. *os ve#etais. . la#o ou oceano.ciclos curtos e lon#os1 e o ciclo do o$i#ênio. hidrosfera e litosfera %uímicos R componentes químicos 6ão os percursos reali8ados no meio ambiente por um elemento químico essencial a vida. por seu sistema radicular..seres vivos1 e abi/ticos . !#ua. fe8es. sudação ou transferência alimentar a cadeia de consumidores. . O ciclo hidrol/#ico pode ser resumido por meio dos se#uintes processos G. sendo bem mais lento que o escoamento superficial.. estão o ciclo do carbono .ar. depressões do terreno e construções. A !#ua evapora(se das superfícies aqu!ticas . *o solo. O processo de eliminação e vari!vel.*+O 6S7.3A7OHAWXO em qualquer das fases descritas anteriormente.3A7O+HA*67&HAWXO parte da !#ua e$istente no solo que e utili8ada pela ve#etação e eliminada pelas folhas na forma de vapor.HHT*. . neve ou #rani8o. o ciclo do hidro#ênio e o ciclo do f/sforo. . o ciclo do nitro#ênio ou fi$ação do nitro#ênio . a perda de !#ua ocorre por transpiração.62OA5. &*'&9+HAWXO a !#ua infiltrada pode sofrer evaporação.$istem também o ciclo do en$ofre. por sua ve8. . ficar retida ou sofrer evaporação.*!(E!Q. nas fases líquida e s/lida. . escoar ao lon#o da camada superior do solo ou alimentar o lençol de !#ua subterrâneo.meio pelo qual os or#anismos vivos adquirem sua matéria principal e que os sustentam quimicamente1. atravessar as camadas do solo.+M*C!S )io R seres vivos Jeo R atmosfera. isto e. cada elemento é absorvido e reciclado por componentes bi/ticos . A !#ua que compõe escoamento superficial pode também sofrer infiltração para as camadas superiores do solo. C*CL! DA A(. suor. a !#ua pode voltar a atmosfera na . respiração.A 7ode definir(se ciclo hidrol/#ico como a seqVência fechada de fenImenos pelos quais a !#ua passa do #lobo terrestre para a atmosfera.62OA5. ou indiretamente através dos alimentos.+. Ao lon#o do ciclo. 2ondensa(se e se precipita na forma de chuva.*WXO parte da precipitação fica retida na ve#etação. 7arte da !#ua precipitada pode ser retida pelo solo e absorvida pelas plantas. fluindo para locais de altitudes inferiores. 7arte desse escoamento alimenta os rios e os la#os. solo1 da biosfera. formando as nuvens.principalmente1 e terrestres.O constituído por parte da !#ua infiltrada na camada superior do solo. alem de ser respons!vel pela manutenção desses corpos durante épocas de estia#em.H'&2&A9 constituído pela !#ua que escoa sobre o solo. etc.C*CL!S . Os animais. ser utili8ada pela ve#etação. a !#ua pode percolar.por meio dos ciclos bio#eoquimicos que os elementos químicos e compostos químicos são transferidos entre os or#anismos e entre diferentes partes do planeta. participam do ciclo in#erindo !#ua diretamente.usado para produção de substancias vitais aos or#anismos. de onde che#a ate um rio ou riacho.

:@.ssas bactérias quimiossinteti8antes o$idam os íons e. desnitrificação. produ8 *4AN . elementos vitais aos seres vivos.5 :.H3. 7oluição atmosférica. %uando os decompositores atuam sobre a matéria or#ânica nitro#enada . implicou um aumento da produtividade a#rícola para fa8er frente a demanda crescente de alimentos.@. Hesíduos s/lidos.@>?M1\  apesar da abundancia de nitro#ênio na atmosfera. al#uns dos principais fertili8antes utili8ados ho"e na a#ricultura. A o$idação dos íons amInio . d! o nome de amoni8ação. por isso. E.<M1 e pobre em 2arbono . . assim como o f/sforo. en8imas e hormInios.*O >(1. 9ançamento de substancias t/$icas peri#osas. C*CL! D! N*-<!(=N*! O aumento acentuado da população humana e. <.*4>1. Ao processo de decomposição. vitaminas.íon amInio1 e O4( . Apesar dessa similaridade. amonificação\ >. Giminuição do teor de o$i#ênio dissolvido nos rios. Gespe"os de es#otos e efluentes industriais. uma ve8 que a principal forma de nutriente para os produtores são os nitratos . em que compostos or#ânicos nitro#enados se transformam em amInia ou íon amInio. entre eles a amInia . nitrificação\ A. e$istem al#umas diferenças not!veis entre os dois ciclos  a atmosfera e rica em nitro#ênio . . somente um #rupo seleto de or#anismos conse#ue utili8ar o nitro#ênio #asoso\  o envolvimento biol/#ico no ciclo do nitro#ênio e muito mais e$tenso do que no ciclo do carbono. por e$emplo1 liberam diversos resíduos para o meio ambiente..2&7&+AWXO !#ua que cai sobre o solo ou sobre um corpo dY!#ua. F.proteína do h0mus. 2ombinando(se com a !#ua do solo.utrofi8ação. =. Os íons amInio presentes no solo se#uem então duas vias ou são absorvidas pelas plantas ou aproveitados por bactérias do #ênero *itrosomonas e *itrosococcus. >. O nitro#ênio. A.*WZ. O nitro#ênio desempenha um importante papel na constituição das moléculas de proteínas. Hepresamento das !#uas. principalmente.hidro$ila1. da ta$a de crescimento populacional apos a Hevolução &ndustrial. fabricam compostos or#ânicos a partir do 2O? e !#ua.forma de vapor. *o ciclo do nitro#ênio e$istem quatro mecanismos diferentes e importantes :. fi$ação do N atmosférico em nitratos\ ?. reiniciando o ciclo hidrol/#ico. com a ener#ia liberada. a amInia forma hidr/$ido de amInio que ioni8ando(se. definindo a quimiossíntese.. na se#unda metade do século P&P. Stili8ação de defensivos a#rícolas.6 GO 4O5. &*+. Gesmatamento. !cidos nucléicos. Jrande parte do nitro#ênio e$istente nos or#anismos vivos não é obtida diretamente da atmosfera. . ?. são fatores limitantes do crescimento dos ve#etais e tornaram(se. 7H. assim como o do carbono. O ciclo do nitro#ênio. é um ciclo #asoso. 7avimentação [ ta$a de impermeabili8ação.

A ação con"unta das bactérias nitrosas . liberados para o solo.ntão o carbono passa para o pr/$imo nível tr/fico quando os animais herbívoros in#erem as plantas e absorvem parte do carbono incorporado na forma de aç0cares. Os oceanos também são #randes reservat/rios de #!s carbInico reali8ando uma troca constante deste com a atmosfera em um processo recíproco e continuo. carre#ado para os rios.* ?1. .*itrobacter1 permite a transformação da amInia em nitratos. com um consequênte aumento da eficiência da a#ricultura. através da combustão. A síntese industrial da amInia .*4>1 a partir do nitro#ênio atmosférico . nem sempre est! apto a assimilar o e$cesso sinteti8ado artificialmente.produ8 nitritos como resíduos nitro#enados.O1. . uma or#ânica. Gi8emos BparteC porque uma parcela do carbono fotossinteti8ado pelas plantas ser! absorvido pelos or#anismos decompositores.7seudomonas1 E%ua9:o *?  sais nitro#enados * or#ânico  *4AN *4AN  *O? *O?(  *O>( *O>(  *? C*CL! D! CA<. absorvem o #!s carbInico 2O? da atmosfera e o utili8am na fotossíntese . desenvolvida durante a 7rimeira Juerra 5undial. que retorna a atmosfera.sse e$cesso. .ntretanto. eliminarão 2O? de volta para a atmosfera. portanto. Ga o$idação dos nitritos formam(se os nitratos que. reinte#rando(se a seu reservat/rio natural. 4élio . Getritos or#ânicos ainda podem ori#inar os combustíveis fosseis que.ou acido nítrico1 d! o nome de nitrata9:o. presente nos or#anismos vivos e mortos. também. Os decompositores atuam sobre os detritos or#ânicos liberando 2O?. que são liberados para o meio ambiente.41.$istem basicamente duas formas de carbono. podem ser absorvidos e metaboli8ados pelas plantas. através da decomposição desses or#anismos. devolvido diretamente a atmosfera como no caso de uma queimada. O 2iclo do carbono se inicia a partir do momento em que as plantas. comprometendo a qualidade das !#uas. ou ainda. presente nas rochas.*itrosomonas e *itrosococcus1 e nítricas . A conversão dos íons amInio em nitritos d! o nome de nitrosa9:o.al#a cianofícea1 )actérias decompositoras )actéria *itrosomonas e *itrosococcus )actéria *itrobacter )actérias Gesnitrificantes .21 é o quarto elemento mais abundante no Sniverso. . Ao ser in#erido pelos animais herbívoros o carbono ser! devolvido a atmosfera através da respiração ou. . Os nitritos liberados pelas bactérias nitrosas . depois do 4idro#ênio . possibilitou o aparecimento dos fertili8antes sintéticos.4e1 e o O$i#ênio . e é o pilar da vida como a conhecemos. la#os e lenç/is de !#ua subterrâneos tem provocado o fenImeno da eutrofi8ação.ou acido nitroso1 em nitrato . o ciclo equilibrado do nitro#ênio depende de um con"unto de fatores bi/ticos e abi/ticos determinados e.!N! O 2arbono . A conversão do nitrito . e outra inor#ânica. não decompostos. A esse processo denomina(se nitrificação e as bactérias envolvidas d! o nome de nitrificantes. ou outros or#anismos aut/trofos.ou quimiossíntese no caso de al#uns or#anismos1 incorporando(o as suas moléculas. Nome do &rocesso 'i$ação Amoni8acão *itrosacão *itratacão Gesnitrificacão A'ente )actéria Hhi8obium e *ostoc .*itrosomonas e *itrosococcus1 são absorvidos e utili8ados como fonte de ener#ia por bactérias quimiossinteti8antes do #ênero *itrobacter.

mon/$ido de nitro#ênio .*os 0ltimos anos desde a Hevolução &ndustrial temos presenciado uma dr!stica mudança no ciclo do carbono.O>1. di/$ido de carbono .a parte s/lida e$terior da terra1.7OA(>1. C*CL! D! F)SF!<! O f/sforo é o material #enético constituinte das moléculas dos !cidos ribonucléicos . 7or meio de processos erosivos.2O?1.stufa. . a biosfera .O?1. considerado o verdadeiro ]pulmão] do mundo.H*A1 e deso$irribonucléicos . mais precisamente as rochas fosfatadas e al#uns dep/sitos formados ao lon#o de milênios.O>1\ ( combinação com metais do solo .O?1. combustão e decomposição. di/$ido de nitro#ênio . um elemento fundamental na transferência de caracteres no processo de reprodução dos seres humanos. parte desses fosfatos . O o$i#ênio molecular . O o$i#ênio pode ser consumido da atmosfera através das se#uintes vias ( atividade respirat/ria de plantas e animais\ ( combustão\ ( de#radação.6O?1. o processo de industriali8ação e a consequente utili8ação de combustíveis fosseis ou não . tem aumentado de forma verti#inosa o lançamento de di/$ido de carbono na atmosfera tornando deletério um fenImeno essencial para a vida na terra o . Absorção do carbono fotossíntese Gevolução do carbono respiração celular.principalmente o ferro1. *a atmosfera. etc. alem de um aumento nos níveis de consumo. não fosse o contínuo reabastecimento promovido pela fotossíntese.ste ciclo é mantido por processos #eol/#icos. . ocorre a liberação do f/sforo na forma de fosfatos .G*A1 e componente dos ossos e dentes. O o$i#ênio teria desaparecido da atmosfera. por e$emplo1.o !lcool também libera 2O? embora bem menos do que a #asolina. com formação de o8Inio .ntretanto. hidrol/#icos e biol/#icos. formando /$idos met!licos.os #ases que rodeiam a superfície da terra1. indispens!vel a respiração aer/bica. é o se#undo componente mais abundante da atmosfera. O f/sforo é um elemento de ciclo fundamentalmente sedimentar.*O1. Gurante muito tempo esse ciclo permaneceu est!vel com a liberação de #!s carbInico na atmosfera sendo compensada pela sua absorção pelas plantas e vice(versa. encontra(se como o$i#ênio molecular .*O?1. que serão utili8ados pelos produtores. 2ontudo. di/$ido de en$ofre . principalmente pela ação de raios ultravioleta. principalmente do fitoplancton marinho. onde e$iste na proporção de cerca de ?:M. portanto. C*CL! D! !>*(=N*! . que movem diferentes elementos de um dep/sito a outro. o8Inio .feito . seu principal reservat/rio é a litosfera. fermentação. físicos.os or#anismos vivos e o seu ambiente pr/$imo1 e a litosfera . -.ntende(se por Ciclo do o?i'@nio o movimento do o$i#ênio entre os seus três reservat/rios principais a atmosfera .

ou s/lidos suspensos1 . ou é consumida pelo fitoplâncton. plantas aqu!ticas e proto8o!rios. o que se define como numero limiar de odor. Sólidos em B'uaA :1 6/lidos totais . bem como as transferências de ener#ia térmica. onde se perde em dep/sitos a #randes profundidades.por isso pei$es e animais marinhos são ricos em f/sforo1 ( o homem e suas atividades mineradoras e distributivas aceleram este processo.661 . papel etc. *ossos ossos arma8enam cerca de .? _m. mais e$atamente. O uso doméstico desses deter#entes é a maior causa da poluição dos rios pelo f/sforo. refinarias. químicas e biol/#icas das impure8as e$istentes. suspensos ou dissolvidos1 que se perde ap/s calcinação da amostra a FF@(E@@^2. portanto. ve#etação em decomposição. 2om a morte das plantas e animais este f/sforo retorna ao solo e é absorvido por novas plantas. -emperaturaA é um parâmetro físico .provenientes da atividade humana1. coloidais e dissolvidos na !#ua1 e #ases. que. matérias h0micas. mas que se poderia definir.631 é a porção dos s/lidos .liberados é carre#ado para os oceanos.al#as. sob um ponto de vista microsc/pico.F@ # de f/sforo sob a forma de fosfato de c!lcio.a porção dos s/lidos totais que fica retida em um filtro que propicia a retenção de partículas de diâmetro maior ou i#ual a :.suspensos. difícil de quantificar. por sua ve8. fun#os e compostos inor#ânicos1 e artificiais . &A<8ME-<!S F+S*C!S CorA pode ser de ori#em mineral ou ve#etal. O sentido do sabor é variado e va#o e. pode ainda conter fosfatos. A falta de f/sforo provoca o raquitismo nas crianças e nos adultos tornando seus ossos quebradiços. 5esmo a !#ua tratada de es#otos. ve#etal e or#anismos unicelulares .AC-E<*!L)(*C!S DA Á(. 7ode advir de fontes naturais . nos aspectos de substâncias or#ânicas e inor#ânicas e as biol/#icas sob o ponto de vista da vida animal.s/lidos totais. Ge forma #eral. em forno mufla. Jrande parte do fosfato carre#ado pela !#ua ou escavado dos dep/sitos na rocha é eventualmente levado pelo mar . c1 6/lidos 3ol!teis . A cor em sistemas p0blicos de abastecimento de !#ua é esteticamente indese"!vel para o consumidor e economicamente pre"udicial para al#umas ind0strias. até que a sensação do odor se"a apenas perceptível. +ambém denominado resíduo não filtr!vel . ou por resíduos or#ânicos ou inor#ânicos de ind0strias tais como mineração. ?1 6/lidos em suspensão . . que volta aos rios. químicos e biol/#icos1. )oa parte do f/sforo de que precisamos são in#eridos quando nos alimentamos de pei$e. se fa8 preparando diluições sucessivas da amostra. O odor é de quantificação mais simples. al#as.al#as1. As características químicas. durante uma hora para s/lidos totais ou dissolvidos vol!teis ou :F minutos para s/lidos em suspensão vol!teis.+M*C!S E . bactérias. *as rochas fosf!ticas é retirado o fosfato.6+1 Hesíduo que resta na c!psula apos a evaporação em banho(maria de uma porção de amostra e sua posterior seca#em em estufa a :@>(:@F^2 até peso constante. as características físicas são analisadas sob o ponto de vista de s/lidos .vibração1 aleat/rio das partículas que compõem o um dado sistema físico.físicos.A O #rau de poluição das !#uas é medido através de características físicas. usado em fertili8antes e na fabricação de deter#entes. e$plosivos. como a medida da ener#ia cinética associada ao movimento .uma função de estado1 descritivo de um sistema que vul#armente se associa as noções de frio e calor. +ambém denominado resíduo total. !dor e SaborA são os meios prim!rios pelos quais se determina o uso ou a aceitabilidade da !#ua. são identificadas por parâmetros de qualidade das águas . taninos. +ambém denominado resíduo vol!til. causada por substâncias met!licas como o ferro ou o man#anês.H*'1. &A<8ME-<!S F+S*C!-Q.

7or outro lado. Os metais pesados. como na produção de cimento.para s/lidos totais ou dissolvidos fi$os1 ou :F minutos . *ormalmente. ma#nésio. +odavia. +ambém denominado resíduo fi$o. suspensos ou dissolvidos1 que resta ap/s a i#nição ou calcinação a FF@(E@@^2 ap/s uma hora . *a forma de arsenito é usado como herbicida e como arsenato. sedimentam(se no fundo do corpo dY!#ua. na sua maioria. FerroFMan'an@s As !#uas ferru#inosas permitem o desenvolvimento das chamadas ferro(bactérias que transmitem a !#ua odores fétidos e cores avermelhadas. A tolerância dos seres humanos varia com o clima e h!bitos alimentares. s/lido. em #eral. resultante da decomposição da matéria or#ânica.e$presso como *1.stão presentes naturalmente nas !#uas superficiais ou subterrâneas. . ou nitro#ênio amoniacal .para s/lidos em suspensão fi$os1 em forno(mufla. por períodos consider!veis.*O >(1 a uma concentração maior do que :@ m#al de nitrato . as concentrações de metais pesados na !#ua estão muito aquém dos padrões de qualidade estabelecidos.a porção dos s/lidos em suspensão que se sedimenta sob a ação da #ravidade durante um período de uma hora. em mili#ramas por #rama ou micro#ramas por #rama. Metais &esados Os metais pesados são micropoluentes inor#ânicos provenientes. as concentrações de nitrato são fortemente influenciadas pelas atividades das plantas e dos animais. podendo obstruir as canali8ações e mancharem roupas. a partir de um litro de amostra mantida em repouso em um cone &mhoff. Os metais são medidos. .66ed1 .a porção dos s/lidos . &A<8ME-<!S Q. é usado nos inseticidas.+M*C!S AmCnia Dnitro'@nio AmoniacalE *a !#ua.*4>1. chumbo. mas na literatura especiali8ada aparece como amoníaco .totais. e$pressos em peso seco. Gepois de redu8ida a /$idos. de efluentes industriais e altamente t/$icos para a vida aqu!tica. Nitrato .quando e$presso em m#al de nitro#ênio1. de cor cin8a( prateada. CloretoA Altas concentrações do íon cloreto podem tra8er restrições ao sabor da !#ua. Obs. 2alcinação é o processo onde o$ida(se as substâncias presentes em uma dada amostra Q forma de /$idos usando calor. Gevida a sua estreita relação com o ciclo da vida. s/dio e pot!ssio que produ8 o efeito nocivo. as calcinações ocorrem em temperaturas da ordem de :@@@^2.m #eral. e na ind0stria em fornos aquecidos por /leo. . cristalino.O arsênico é um metal de ocorrência natural. apresenta(se na forma predominantemente de `on AmInio. Hea#e rapidamente com o cloro formando uma ampla classe de compostos conhecidos como cloraminas. cromo.As1 . e a associação com o c!lcio.6'1 . Os principais metais pesados presentes nas !#uas em forma dissolvida são c!dmio. principalmente volumétricas e instrumentais. além de serem t/$icos são cumulativos no or#anismo e podem provocar diversos tipos de doenças no ser humano com a in#estão de pequenas doses. A1 6/lidos 6ediment!veis . .sse sistema é usado em an!lises químicas de substâncias comple$as ou na quantificação de metais. pode(se analisar a amostra com o uso de outras técnicas.nvenenamentos sérios e ocasionalmente fatais tem ocorrido em crianças devido a in#estão de !#ua de poço contendo nitrato . pois a maior parte dos /$idos met!licos se mantém est!veis a essa temperatura. altos índices são usualmente indicadores de poluição de ori#em domestica ou industrial. O arsênico é usado na fabricação de munição. estas formações dependem da concentração relativa dos produtos químicos e do p4. a tendência dos metais pesados é de se aderirem aos s/lidos em suspensão que por sua ve8. #eralmente. li#as e placas de chumbo de baterias elétricas. merc0rio. verde escura ou ne#ra.>1 6/lidos 'i$os . . .feitos la$ativos dos cloretos #eralmente aparecem naqueles indivíduos que estavam acostumados a bai$as concentrações. AmInia. AH6b*&2O . 'a8(se isso no laborat/rio com uso de um forno elétrico chamado mufla.Nitrito *itrato e a forma mais o$idada do nitro#ênio. níquel e 8inco.

detonadores. /leos lubrificantes. p/ branco e amorfo ou na forma de cristais de cor vermelha ou marrom. retificadores e lasers. eletrodos para solda.nidadeA unidades de p4 . varetas de reatores. destacam(se #alvanoplastia. O merc0rio e seus compostos são encontrados na produção de cloro e soda ca0stica . 5. laborat/rios químicos. cabos. fertili8antes. 2HO5O . cerâmicas. tubulações e munições.cloreto.di#estão anaer/bia1 ( caracteri8ação de corpos dY!#ua . barImetros. am!l#amas dent!rias.o$idação da matéria or#ânica1 ( despe"os industriais . fun#icidas.. catalisadores e na e$tração de ouro. fabricação de tubos para +3. retificadores. lava#em !cida de tanques1 *mportHnciaA ( .e$.um metal que pode ser dissolvido por soluções !cidas e pelo nitrato de amInio.e$. %uando queimado ou aquecido. preparações farmacêuticas. produ8 o /$ido de c!dmio. ( p4 bai$o corrosividade e a#ressividade nas !#uas de abastecimento ( p4 elevado possibilidade de incrustrações nas !#uas de abastecimento ( valores de p4 afastados da neutralidade podem afetar a vida aqu!tica . fun#icidas . !ri'em naturalA ( dissolução de rochas ( absorção de #ases da atmosfera ( o$idação de matéria or#ânica ( fotossíntese !ri'em antropo'@nicaA ( despe"os domésticos .baterias. papel. o merc0rio é liberado no ambiente principalmente a partir do sulfeto de merc0rio.7b1 . vidros. Os principais usos estão relacionados Qs ind0strias e$trativa. foto#rafia. lâmpadas de merc0rio.ntre as principais aplicações industriais do man#anês. relés. tintas e corantes. dicromatos.coa#ulação e #rau de incrustabilidadeacorrosividade1 ( controle da operação de estações de tratamento de es#otos . de cor prateada ou cin8a(a8ulada.preservação de madeira. pi#mentos. de baterias.tiliza9:o mais "re%Iente do parHmetroA ( caracteri8ação de !#uas de abastecimento brutas e tratadas ( caracteri8ação de !#uas residu!rias brutas ( controle de operação de estações de tratamento de !#ua .H2cH&O . porém mais duro e quebradiço. células solares. . em equipamentos elétricos e eletrInicos . Os compostos merc0ricos apresentam uma ampla variedade de cores. esfin#nomanImtros1.termImetros.com cobre e níquel1.ntre as in0meras atividades industriais.eletr/lise1.O merc0rio é um líquido inodoro e de coloração prateada. pilhas secas. esmaltes e tinturas tê$teis. neutralidade e basicidade da !#ua. petrolífera. .Sm metal d0ctil.metal de cor cin8a que rea#e com os !cidos clorídrico e sulf0rico. p$ representa a concentração de íons hidro#ênio. controle de corrosividade. tintas .4#1 . baterias *i(2d. aparelhos de controle .tapas do tratamento de !#ua coa#ulação. pl!sticos etc1. As e$posições mais si#nificativas ocorrem através dos fumos e poeiras de man#anês. destacam(se a fabricação de f/sforos de se#urança. produção de cromatos. remoção da dure8a.2d1 .O man#anês é um metal cin8a semelhante ao ferro. esmalte porcelani8ado. male!vel. fabricação de semicondutores. resistente Q corrosão. lito#rafia e pirotecnia. solda#ens.5n1 . interruptores etc1. pei$es1 e os microor#anismos respons!veis pelo tratamento biol/#ico dos es#otos . materiais elétricos e produtos farmacêuticos . dando uma indicação das condições de acide8. *os processos de e$tração. pi#mentos e verni8es. 2OG5&O . produção de li#as ferro(cromo.2r1 G .pi#mentos1. catalisadores. contadores de cintilação. curtume. 5A*JA*b6 .24S5)O . rações. varetas para solda#ens. ma#netos. li#as não(ferrosas . estabili8ador pl!stico. O homem e$põe(se ocupacionalmente na fabricação de li#as. desinfecção. 4N. cerâmica. /$ido e sulfato de man#anês1. tintas. Forma do constituinte responsB el s/lidos dissolvidos e #ases dissolvidos.

`ndices superiores a ?@@m#al pode causar a aparição de incrustações no sistema de distribuição.*!L)(*C!S !D .2O? resultante da atmosfera ou da decomposição da matéria or#ânica1 !ri'em antropo'@nicaA ( despe"os industriais *mportHnciaA ( não tem si#nificado sanit!rio para a !#ua pot!vel. e outras substancias como 8inco. que diminuem a claridade e redu8em a transmissão da lu8 do meio. utili8ando(se decantadores. provoca incrustações de carbonato de c!lcio . ou ser empre#ada diretamente em casos de !#uas de bai$a cor e turbide8.tiliza9:o mais "re%Iente do parHmetroA ( caracteri8ação de !#uas de abastecimento brutas e tratadas ( caracteri8ação de !#uas residu!rias brutas ( controle da operação de estações de tratamento de !#ua .al#as e bactérias1.capacidade de resistir Qs mudanças de p4 capacidade tampão1. %uando aquecida. *ormalmente e e$pressa pela quantidade equivalente de carbonato de c!lcio. e também.uma medição da capacidade da !#ua de neutrali8ar os !cidos .inibe a formação de espuma1.unidade de tur#ide81. mas em elevadas concentrações confere um #osto amar#o a !#ua ( é uma determinação importante no controle do tratamento da !#ua. Os principais constituintes da alcalinidade são os bicarbonatos . al#as. em #eral.fechamento dos orifícios do chuveiro. devido Q presença de s/lidos em suspensão. . 7ode ser provocado por plânctons. &A<8ME-<!S . da dissolução do o$i#ênio atmosférico. detritos or#ânicos. dissolvido na !#ua. sendo também possível e interessante em al#uns casos o empre#o da flotação por ar dissolvido.42O >(1. A aceitação da dure8a e muito variavel se#undo as comunidades em função das condições locais. A turbide8 pode ser removida através de sedimentação simples. por e$. naturalmente ou artificialmente. 7rovém. redução de dure8a e prevenção da corrosão em tubulações ( é uma determinação importante no tratamento de es#otos.nidadeA m#a9 de 2a2O> DurezaA e causada pelo c!lcio e em menor #rau pelo ma#nésio.e esta redução se d! por absorção e espalhamento. resultante do processo natural de erosão ou adição de despe"os domésticos ou industriais. da produção liberada por al#uns microor#anismos vivos na !#ua .OG1 é #eralmente medido em mili#ramas por litro . A turbide8 é atribuída principalmente Qs partículas s/lidas em suspensão. provoca um consumo e$cessivo de sabão .1. Forma do constituinte responsB elA s/lidos dissolvidos !ri'em naturalA ( dissolução de rochas ( reação do 2O? com a !#ua . A filtração pode ser entendida como um processo complementar aos anteriores. .-urbidez +urbide8 de uma amostra de !#ua é o #rau de atenuação de intensidade que um fei$e de lu8 sofre ao atravess!(la . quando h! evidências de que a redução do p4 pode afetar os microor#anismos respons!veis pela depuração . nao pode passar de : S+.m#al1 da !#ua analisada. uma ve8 que as partículas que provocam turbide8 nas !#uas são maiores que o comprimento de onda da lu8 branca1. AlcalinidadeA quantidade de íons na !#ua que rea#irão para neutrali8ar os íons hidro#ênio. estando relacionada com a coa#ulação. ferro. *o aspecto estético o valor da tur#ide8 pode ser aceita ate F S+ . no aspecto sanit!rio.2O>(1 e os hidr/$idos .O o$i#ênio dissolvido . compostos de man#anês e areia. e com a interação de outros fatores.coa#ulação e #rau de incrustabilidadeacorrosividade1 . os carbonatos .O4(1. A distribuição das três espécies na !#ua é função do p4. como p4 e alcalinidade.

fen/is. ou se"a é a quantidade necess!ria para transformar matéria or#ânica em material inor#ânico pelos decompositores aer/bicos.m #eral. inclusive pei$es. . DQ! G Demanda %uímica de o?i'@nio Hepresenta a de#radação da matéria or#ânica .ausência de o$i#ênio1. A G)O Hepresenta a de#radação da matéria or#ânica .O o$i#ênio dissolvido é vital para os seres aqu!ticos aer/bicos .2%O1 em 7ortu#al. que representa o consumo de >@@ m# de o$i#ênio em F dias.Carbono or'Hnico total o$idação via temperatura BqueimaC.dependentes de o$i#ênio1. ao nível do mar e Q temperatura de ?@^2. Ssado também para avaliar a eficiência de métodos de de#radação de compostos or#ânicos t/$icos. Coli"ormes Fecais DC!L*J FE As bactérias do #rupo coliforme são utili8adas como indicador biol/#ico da qualidade das !#uas.biode#rad!vel1 em função do tempo. G)O alta si#nifica presença de poluição através da matéria or#ânica proveniente de fontes pontuais eaou difusas de ori#em doméstica ou industrial. O OG é um dos principais parâmetros de caracteri8ação dos efeitos da poluição das !#uas decorrentes de despe"os or#ânicos. #ordura. e um parâmetro que mede a quantidade de matéria or#ânica suscetível de ser o$idada por meios químicos que e$istam em uma amostra líquida. como compostos de proteína. 6e e$pressa em m# O?alitro. processos de aeração natural eaou artificial.. da se#uinte forma coliformes totais . causando a #eração de maus odores. no processo de estabili8ação da matéria or#ânica carbon!cea biode#rad!vel presente em : litro de es#oto. bem como de tratamento de efluentes industriais. 3ale informar que os es#otos domésticos possuem uma G)O em torno de >@@ m#al.biode#rad!vel1 em função da o$idação química com dicromato de pot!ssio. carboidratos. A matéria or#ânica é formada por in0meros componentes. O nível de disponibilidade de OG na !#ua vai depender do balanço entre a quantidade consumida por bactérias para o$idar a matéria or#ânica . Hesumindo. A solubilidade do OG é função da altitude e da temperatura do corpo de !#ua. A G)O padrão é aquela que representa o consumo de o$i#ênio no processo de o$idação da matéria or#ânica presente em uma amostra de !#ua durante o período de F dias e incubada a ?@@ 2. A G)O padrão é universalmente utili8ada e os dados apresentados neste trabalho foram obtidos desta forma.! G Demanda bio%uímica de o?i'@nio A Gemanda )ioquímica de O$i#ênio . ou 2arência %uímica de O$i#ênio .fontes pontuais e difusas1 e a quantidade produ8ida no pr/prio corpo dY!#ua através de or#anismos fotossintéticos.? m#al. a concentração de saturação é de =.deter#entes1.G)O1 é medida. surfactantes .m#al1 e tradu8 indiretamente a quantidade de matéria or#ânica presente no corpo de !#ua. etc. A G)O padrão est! associada Q porção biode#rad!vel da matéria or#ânica de ori#em ve#etal e animal e também Qquela presente nos despe"os domésticos industriais. pesticidas. A contaminação das !#uas por fe8es humana eaou animal pode ser detectada pela presença de bactérias do #rupo coliforme. . em mili#ramas por litro . 6e o balanço do nível de OG permanece ne#ativo por tempo prolon#ado. em #eral. D.fecal1.streptococos fecais .fecal e não fecal1\ 2oliformes fecais . o corpo dY!#ua pode tornar(se anaer/bico . /leos. o crescimento de outros tipos de bactérias e morte de diversos seres aqu!ticos aer/bicos. -!C ou C!. O #rupo coliforme de bactérias se divide como indicador de contaminação fecal. uréia. Q ?@ 2.fecal1\ .

lâmpadas. 7ara se ter uma idéia. vírus. carros. O$ido(reducão são reações que transferem elétrons entre substancias fa8endo com que o numero de o$idação . um indivíduo elimina.sse fenImeno recebe o nome de Heação redo$ ou d$ido(redução.*EN-ES <ED. den#ue e a paralisia infantil. e$istem.$emplo %uando o O$ido de 2obre . enquanto a reação de redução consiste em #anhar elétrons. a#entes o$idantes e redutores. satisfat/ria e impr/pria1 e é denominado de condições de balneabilidade. 7or sua ve8. como al#uns tipos de bactérias que podem provocar diarréias fortes. podem conviver a#entes pato#ênicos. As plantas transformam ener#ia em compostos através de uma serie de reações chamadas de cadeia de transporte de elétrons.li#ação covalente e iInica1 e a reatividade .*o$1 de uma substancia aumente enquanto o *o$ de outra substancia diminui. por e$emplo. a estrutura molecular . outras bactérias. al#uns tipos de proto8o!rios. Além dos coliformes.ne#ro1 e colocado em aparelha#em apropriada .e$celente. quando uma substancia perde hidro#ênio ou quando a substancia perde elétrons. pois a vitamina 2 presente nas frutas cítricas impede a ação o$idante do o$i#ênio sobre a salada. esse conceito e 0til no entendimento de v!rios aspectos da %uímica como. Sma dica para que isso nao ocorra e adicionar suco de limão ou laran"a. muito boa. como também da possibilidade de coe$istência de or#anismos pato#ênicos. televisões e muitas outras coisas. A O$idação pode ocorrer em três circunstancias quando se adiciona o$i#ênio a substancia. potenciais padrão de eletrodo1. febre. r!dios. na pr!tica. respons!veis. são feitos com base em intensas mudanças de cor. 7ara combater a corrosão. *esse meio intestinal. isso porque o o$i#ênio a#e promovendo a o$idação das frutas.*o intestino dos seres humanos e animais predomina em #rande n0mero os coliformes fecais. n!usea e o c/lera. a medição do n0mero de coliformes fecais em um corpo dY!#ua é um indicador não s/ da contaminação por fe8es de ori#em humana e animal. .*57a:OOml1. polimos a prataria. proto8o!rios e vermes. :@ bilhões de coliformes fecais por dia. e o inverso e ocorre também de três maneiras quando uma substancia perde o$i#ênio. pintamos as #rades de ferro e #alvani8amos os pre#os.sse processo nao deve ser confundido com as li#ações iInicas que doam elétrons de uma substancia a outra e sim como um processo de o$idação de uma substancia e a redução de outra. através de reações que também envolvem a transferência de elétrons. brinquedos. quando #anha hidro#ênio ou quando #anha elétrons. 5ecanismos de varias reações químicas são melhor compreendidos fa8endo(se uso do conceito de o$idacão(reducão.$emplo as saladas de frutas tendem a se escurecer quando entram em contato com o ar. A Hedução. como resultado. pois esta sendo redu8ido a 2obre. A variedade de reações químicas que envolvem o$idacão(reducão no nosso cotidiano e surpreendente.câmara1 para que ocorra sua redução o J!s 4idro#ênio entra em contato com o O$ido de 2obre super aquecido e. febre amarela. pela mal!ria e vírus peri#osos como aqueles que podem levar a hepatite infecciosa.sse serviço informa Q população a adequabilidade ou não de banho "unto Qs !#uas litorâneas . . nocivos ao homem. ou de !lcool no ar e$pirado. inclusive.-!<ES E !>*DAN-ES *a reação de o$idação ocorre a perda de elétrons. . no meio intestinal. em n0meros si#nificativamente menores. AM. 2ircuitos de computadores são cobertos por finas camadas de ouro ou prata aplicadas por eletrodeposição. #astroenterite. . Heação de d$ido(redução 6abe(se que o$idação e redução ocorrem "untas na mesma reação química. por sua ve8. Os testes de #licose na urina. A revelação foto#r!fica utili8a reações químicas que envolvem transferência de elétrons. Assim sendo. em média. A contaminação fecal é #eralmente medida em n0mero mais prov!vel de coliformes por cem mililitros de !#ua amostrada .deslocamento de metais. . Os /r#ãos ambientais utili8am(se deste indicador para dia#nosticar também as condições para o banho de mar. 7odemos di8er então que em uma reação . ele perde o$i#ênio e vai aos poucos se tornando rosa. 7arece que vivemos das pilhas e baterias que movimentam as calculadoras. isto é.

*O?. nos íons compostos. Os ob"etos de prata tendem a perder seu aspecto brilhante com o passar do tempo. pesticidas.di/$ido de carbono1. 4?6. o8Inio. etc.1 o *o$ [ R:a?. *aO?. . em #eral. tem *o$ [ R?. 2a4 ?.61. 5etais alcalinos e prata . passou por uma reação de /$ido(reducão.$ 4?6OA 4>7OA\ 42fOA Fe ( A soma das car#as totais dos elementos. o minério perde o$i#ênio para formar o ferro . tem *o$ [ N:. nos supero$idos . etc\ 6olo fertili8antes. na qual o ferro se o$ida e forma o o$ido de ferro . em #eral.ferru#em1. . aldeídos. A ferru#em e um dos resultados de uma reação redo$. e o o$i#ênio do ar e redu8ido.'e1 e o 2O recebe o$i#ênio para formar o 2O ? . radiações\ dio$inas furanos. 7.E Getermine o numero de o$idação do elemento em ne#rito nas espécies químicas abai$o a1 4?SOA #1 5#. Al#umas dessas reações são muito 0teis para a industria. furanos\ Alimentos pesticidas. . *a4. hidrocarbonetos.$ *o$ do 'e no 'e?N [ N? *o$ do 2f no 2fR [ ( : *o$ do *a no *aN [ N: >e ( Os elementos abai$o apresentam car#a fi$a quando combinados. em compostos nao o$i#enados. nos compostos.'1 [ R:\ 2loro .$ceto em hidretos met!licos . .2d1 [ N?\ Alumínio . clorof/rmio.$ceto nos per/$idos . se tornando embaçados e com coloração escura. fen/is.a substancia que perde elétrons e sofre o$idação e desi#nada a#ente redutor enquanto a substância que #anha elétrons e sofre redução e desi#nada a#ente o$idante.&1.Kn1 e c!dmio .2aOA.SOA1> c1 4NO> i1 4>&OA d1 4ASiOA "1 2aCO> e1 4?Cr?O. hidrocarbonetos. em compostos nao o$i#enados. li#ado ao fl0or . pesticidas. efluentes. e i#ual a car#a do ion.O1. <e'ras &rBticas :e ( 6ubstâncias simples apresentam *o$ i#ual a 8ero. 6O?. 8inco . Ae ( A soma al#ébrica das car#as totais dos elementos. .Af1 [ N>\ 'l0or . dio$inas. como o o$i#ênio.)r1 e iodo . ou se"a. Gi8emos então que a prata se o$idou. .n$ofre . apresentam *o$ [ R:\ . etc\ O#ua e 6edimentos fen/is. Outro e$emplo de reação redo$ e o da prata em contato com o ar.$ 5nOAR \ 6OA?R \ 2rOA?R &<A-*Q. 2aO?. 9iO?. to$inas e micror#anismos. apresenta *o$ [ R?\ 4idro#ênio . )aO?. num alto(forno.9i4. to$inas. deter#entes\ desre#uladores end/crinos. *essa reação. )a4?. 24A.41. '. elementos químicos. resíduos s/lidos. elementos químicos.O?'? e O'?1 o *o$ [ N: ou N?. . etc. e e$traído pela combinação do minério de ferro com o mon/$ido de carbono . por e$emplo.*aO. *.2f1. or#anismos pato#ênicos.1 o *o$ [ R:.CKOA1? b1 4?SO> h1 Af?. e i#ual a 8ero. 2O?. elementos químicos. bromo . O ferro. f1 D?SO> &olui9:o por compostos QuímicosA Atmosférica 2O.2O1. os elementos apresentam no$ i#ual a car#a do ion.1 cu"o *o$ [ R:\ O$i#ênio .$ *o$ do 4 no 4? [ @ *o$ do 6 no 6< [ @ *o$ do * no *? [ @ ?e ( *os íons simples. etc. .sse fato ocorre porque os !tomos de prata da superfície do ob"eto rea#em com outras substancias.A#1 [ N:\ 5etais alcalinos terrosos.

o fenImeno da to$icolo#ia não pode sempre ser previsto com precisão ou e$plicado com base nas leis da física ou química. pulmões ou canal #astrointestinal1 e produ8ir manifestações posteriores em um daqueles canais que não são um resultado do contato direto ori#inal. %uando aplicada para materiais que são in#eridos. ou através dos alvéolos pulmonares .DesconQecidoEA esta desi#nação é dada para substâncias que caem em uma das se#uintes cate#orias . intravenosa. membrana mucosa. membranas mucosas. etc. %uando aplicada para materiais que podem ser inalados ou absorvidos através da pele. membranas dos olhos. D. -ermos relacionados a to?icidadeA A'udaA este termo ser! empre#ado no senso médico para si#nificar Bde curta duraçãoC.nOnoPn . A absor9:o necessita que a substância passe através da pele. Gesde que a medicina não pode ser considerada uma ciência e$ata como a química. meses ou anos. ser! referida como uma simples e$posição de duração medida em se#undos. *esta apostila o termo LcrCnicoM inclui e$posições que podem também ser chamadas de Bsub(a#udasC.. e si#nifica de lon#a duração.pele. CrCnicaA este termo ser! usado em contraste com a'uda. O ponto pode ser pele. Gesta maneira é possível para al#uns a#entes produ8ir efeitos peri#osos em um simples /r#ão ou tecido como o resultado de ambas as ações Blocal e sistêmicaC. para a#entes t/$icos ser absorvidos através de canal . Classi"ica9Nes de to?icidade Sma e$planação das classificações de to$icidade é dada como nos se#uintes par!#rafos . ou qualquer parte ao lon#o do sistema respirat/rio ou #astrointestinal. Jenericamente falando. Sist@micoA este termo se refere para um ponto de ação diferente que o ponto de contato e pressupõe que ocorreu absorção. ser! referida como períodos prolon#ados ou repetitivos de e$posição de duração medida em dias. meses ou anos1. ser! referida como doses repetitivas com períodos de dias.s!culos de ar dos pulmões1. +ambém pode ser produ8ido através de uma a#ulha . -o?icolo'ia *ndustrial é relacionada com os efeitos de substâncias que penetram em al#uma parte do corpo humano. -o?icolo'ia *ndustrial é relacionada com o or#anismo humano e conseqVentemente est! coli#ada ao campo da medicina.subcutânea. LocalA este termo se refere ao ponto de ação de um a#ente e si#nifica que a ação ocorre no ponto ou !rea de contato. to?icolo'ia pode ser definida como a ciência da ação de venenos em or#anismos vivos. física ou matem!tica. traquéia. freqVentemente redu8 as conclusões e decisões para opinião melhor do fato.possível. entretanto. %uando aplicada para materiais que podem ser inalados ou absorvidos através da pele. minutos ou horas. A absorção não ocorre necessariamente. %uando aplicada para materiais que são in#eridos. . .dias.. .m termos simples. nari8. uma ve8 que alcança um ponto suscetível dentro ou na superfície do corpo. a não ser quando e$tendidas ou repetidas ap/s lon#os períodos de tempo . Absor9:oA um material é dito ter sido absorvido somente quando tenha alcançado entrada no flu$o san#uíneo e conseqVentemente poder ser carre#ado para todas as partes do corpo. 7eri#o to$icol/#ico é a probabilidade que a doença pode ser causada através da maneira pela qual este"a sendo utili8ada a substância.ste fato que não pode ser previsto.1 mas esta não é de muita importância em 4i#iene &ndustrial. mas se importar! com a implicação de e$posições ou doses que podem ser relativamente peri#osa. meses ou anos.mais severo1 dos sintomas.a1 &nformações to$icol/#icas não puderam ser encontradas na literatura e em outras fontes.-!>*C!L!(*A . O termo LcrCnicoM não se refere ao #rau . como por e$emplo al#um ponto entre a#uda e crInica. ser! referida comumente como uma pequena quantidade ou dose. -o?icidade +o$icidade é a característica de uma molécula química ou composto em produ8ir uma doença. boca.

5ateriais que em e$posições contínuas ou repetitivas. 3 S Se eramente tó?ico .c1 &nformações de dados foram omitidos por serem de validade question!vel. 5ateriais que em uma 0nica e$posição durante se#undos. . minutos ou horas. causar efeitos moderados na pele ou membranas mucosas. in#estão ou através da pele e que podem causar danos de severidade suficiente para ameaçar a vida. estendendo(se por períodos de dias. 5ateriais que podem ser absorvidos pelo corpo por inalação. meses.mudanças irreversíveis1. 5ateriais que em uma simples e$posição durante se#undos ou minutos causam danos para pele ou membranas mucosas de severidade suficiente para ameaçar a vida ou para causar danos físicos permanentes ou até desfi#uração.. bem como. in#estão ou através da pele e que produ8 somente efeitos brandos se#uidos de e$posições contínuas ou repetitivas durante dias. . 1 S Moderadamente tó?ico . estendendo(se durante períodos de dias. . . estendendo(se por períodos de dias. . . R S N:o tó?ico esta desi#nação é dada para materiais que caem em uma das se#uintes cate#orias . ou se#uido de in#estão de uma simples dose. .b1 &nformações limitadas baseadas em e$perimentos com animais estava disponível.stas mudanças não são tão severas como ameaçar a vida ou produ8ir séria incapacidade física permanente. indiferente da quantidade absorvida ou da e$tensão de e$posição.b1 materiais que produ8em efeitos t/$icos em humanos somente sob condição muito fora do comum ou através de dosa#em e$cessivamente alta. in#estão ou através da pele e que produ8em efeitos moderados se#uidos de simples e$posição durante se#undos. 5ateriais que podem ser absorvidos pelo corpo por inalação. / S Le emente tó?ico . mesmo com ou sem tratamento médico. Aquelas substâncias classificadas como sendo moderadamente t/$ico podem produ8ir mudanças irreversíveis. ou anos causam danos moderados para a pele ou membranas mucosas.b1 A'uda sist@mica. minutos ou horas\ ou se#uido de in#estão de uma 0nica dose. meses ou anos. reversíveis no corpo humano. . . A e$tensão da e$posição pode ser #rande ou pequena. . . 5ateriais que podem em simples e$posição durante se#undos.b1 A'uda sist@mica.c1 CrCnica local. minutos ou horas causam apenas efeitos brandos na pele ou membranas mucosas indiferente da e$tenção da e$posição.b1 A'uda sist@mica. minutos ou horas. 5ateriais que em e$posições contínuas ou repetitivas. produ8em mudanças no corpo humano que são prontamente reversíveis e que irão desaparecer ao término da e$posição.stes efeitos podem ser o resultado de se#undos de e$posição intensa ou e$posição moderada durante horas.a1 A'uda local. 5ateriais que podem ser absorvidos pelo corpo por inalação.m al#uns casos esta informação é mencionada tanto que o leitor poder! saber que al#um trabalho e$perimental foi desenvolvido. A e$tensão de e$posição pode ser #rande ou pequena. 5ateriais que em e$posições repetitivas ou contínuas. meses ou anos podem causar danos a pele ou membranas mucosas de severidade suficiente para ameaçar a vida ou para causar danos físicos permanentes ou até desfi#uração .a1 materiais que não causam risco al#um sob qualquer condição de uso. minutos ou horas. .m #eral aquelas substâncias classificadas como sendo levemente t/$icas. se#uido de uma simples e$posição durante se#undos.d1 CrCnica sist@mica. estendendo(se a períodos de dias.c1 CrCnica local. .a1 A'uda local. .a1 A'uda local. mas na opinião de peritos estas informações não podem ser aplicadas para e$posição humana. meses ou anos. in#estão ou através da pele e que produ8em efeitos moderados se#uidos de e$posição contínua ou repetitivas. ou se#uidos de in#estão de uma 0nica dose.d1 CrCnica sist@mica. 5ateriais que podem ser absorvidos pelo corpo por inalação.c1 CrCnica local. 5ateriais que podem ser absorvidos pelo corpo por inalação. meses ou anos causam apenas danos leves para a pele ou membrana mucosa. in#estão ou através da pele e que produ8em somente efeitos brandos se#uido de uma 0nica e$posição durante se#undos. .

42s arom!ticos1\ 2arcino#ênicos 7rovocam câncer .ben8eno. se#uidos de e$posições contínuas ou repetitivas de pequenas quantidades durante períodos de dias. 5ateriais que podem ser absorvidos pelo corpo através de inalação.nitro#ênio. sulfeto de hidro#ênio. Cate'orias de Compostos -ó?icos Asfi$iantes 2ompostos que diminuem a absorção de o$i#ênio pelo or#anismo. A consideração mais importante quando definimos o termo eneno. 7eneno O veneno pode ser considerado como substância que causa danos para os tecidos vivos. é relacionar a quantidade ou dosa#em Q partir da qual o produto se torna peri#oso. *ão é sempre f!cil fa8er uma distinção entre substâncias enenosas e n:o enenosas. mon/$ido de carbono. .d1 CrCnica sist@mica. meses ou anos. arom!ticos policiclicos1\ *eurot/$icos Ganos ao sistema nervoso . cianetos1\ &rritantes 5ateriais que causam inflamação nas membranas mucosas . in#estão ou através da pele e que podem causar morte ou sérios danos físicos. .acido sulf0rico.compostos or#anomet!licos1\ 5uta#ênicos 2ausam mutações #enéticas\ +erato#ênicos 7rovocam malformações con#ênitas\ 4epatot/$icos Ganos ao fí#ado . quando aplicados em doses relativamente pequenas..tetracloreto de carbono1\ 'itot/$icos Ganos Qs plantas.

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