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Exercícios-Complementares

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Exercícios Complementares de Literatura

:
I - Literatura e Linguagem Literária
1- Leia atentamente o texto para responder às questões que se seguem. “Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com um mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor, seu grande mistério é a simplicidade. Considerei, por fim, que assim é o amor, oh minha amada; de tudo o que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existe apenas meus olhos recebendo a luz do teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.” (Rubem Braga – 200 crônicas escolhidas) Atente para a seguintes afirmações: I. O esplendor do pavão e o da obra de arte são mera ilusão. II. O ser que ama sente refletir-se em si mesmo um atributo do ser amado. III. A aparente simplicidade da obra de arte oculta os recursos complexos de sua elaboração. De acordo com o que o texto permite deduzir, apenas: (A) as afirmações I e III estão corretas. (B) as afirmações I e II estão corretas. (C) as afirmações II e III estão corretas. (D) a afirmação I está correta. (E) a afirmação II está correta. 2- Do texto conclui-se que o pavão apresenta um “luxo imperial” com a exibição de suas cores. Entretanto, esse luxo advém de um aproveitamento de coisas simples. Transpondo essa idéia para o trabalho do artista, é possível dizer que: (A) trata-se de uma tarefa baseada na promoção de uma eterna ilusão. (B) trata-se de um trabalho em que um dos componentes mais importantes é o arranjo. (C) trata-se de uma tarefa verdadeira baseada em elementos falsos. (D) trata-se de um trabalho que revela a verdade (E) trata-se de um trabalho que deve apenas mostrar a beleza do mundo. 3- Leia o trecho do poema abaixo. O Poeta da Roça Patativa do Assaré Sou fio das mata, cantô da mão grosa Trabaio na roça, de inverno e de estio A minha chupana é tapada de barro Só fumo cigarro de paia de mio. A respeito dele, é possível afirmar que (A) não pode ser considerado literário, visto que a linguagem aí utilizada não está adequada à norma culta formal. (B) não pode ser considerado literário, pois nele não se percebe a preservação do patrimônio cultural brasileiro. (C) não é um texto consagrado pela crítica literária. (D) trata-se de um texto literário, porque, no processo criativo da Literatura, o trabalho com a linguagem pode aparecer de várias formas: cômica, lúdica, erótica, popular etc (E) a pobreza vocabular – palavras erradas – não permite que o consideremos um texto literário.

enquanto o Texto II. (A) poética – apelativa (B) conativa — emotiva (C) metalingüística — poética (D) referencial — apelativa . drible da vaca e aquele bicho que é gritado pela torcida quando alguém perde um gol cara a cara. lima Cada uma tem mil faces secretas sob a face a frase. pois estão escritos em versos. O texto 1 não apresenta rimas. No entanto ele está cá dentro inquieto. numa linguagem cuja função é. 1 e te pergunta. tendo em vista o jogo de palavras.rubi (Carlos Drummond de Andrade) (Olavo Bilac) 4(A) (B) (C) (D) (E) 5(A) (B) (C) (D) (E) A respeito dos textos. alteia. Torce. O texto 1 possui versos livres e brancos. Ambos apresentam preocupação exclusiva com a forma com que se elabora a poesia. O texto 2 possui rimas alternadas. pois não recriam a realidade. neutra no verso de ouro engasta a rima. pobre ou terrível. são literários visto estarem apresentados sob a forma de prosa poética. vivo.O Texto I é escrito numa linguagem cuja função é. Com relação à estrutura formal dos textos. Texto 2 Um espetáculo ecológico. Informe-se sobre a disponibilidade deste evento junto à sua operadora. Texto 1 Poesia Gastei uma hora pensando em um verso que a pena não quer escrever. é incorreto afirmar que No texto 2. Texto 1 Texto 2 Chega mais perto e contempla as palavras.Instrução: leia os textos a seguir e responda às questões de 9 e 10. Mas a poesia deste momento inunda minha vida inteira. e. BRASILEIRÃO 2002. predominantemente. a métrica não é regular. é correto afirmar que são literários. Ele está cá dentro e não quer sair. que lhe deres: Trouxeste a chave? 1 . sem interesse pela resposta. apresentam uma função de entretenimento. aprimora. como um rubim . Anúncio publicitário da Sportv 6. não são literários. Tem folha seca. estabelecem uma reflexão sobre o processo de criação. Vai começar mais um espetáculo do futebol brasileiro. _____________. Gabarito: 12345C B D D A II – Funções da Linguagem Instrução: as questões de números 1 a 2 referem-se aos dois textos que seguem. predominantemente. ______________. enfim.

Que embalde desde então corre o infinito. (E) O iogurtinho que vale por um bifinho.” (Correio do Povo.. .Tudo bem .. que prossegue até o próximo sábado. na Capital..) A alternativa inteiramente de acordo com a definição do autor sobre diminutivo é (A) Ser brotinho é sorrir dos homens e rir interminavelmente das mulheres. 10.É isso aí.. 8." (Luis Fernando Verissimo. (B) denotativa. 25/07/07) 1.(E) expressiva — metalingüística 7.É . 9(A) (B) (C) (D) (E) Ainda quanto ao texto acima."O diminutivo é uma maneira ao mesmo tempo afetuosa e precavida de usar a linguagem.. (C) conativa. tudo bem? . observamos.” (Castro Alves) ( ) “ – Olá.. além da função predominante assinalada na questão anterior. Metalingüística. Leãozinho. Fática. E você? ... “Diminutivos”. Senhor Deus?.. aquelas coisas tão afáveis que se deixam diminuir sem perder o sentido.. Emotiva. (B) Vamos bater um papinho. Onde estás.. .. Poética. em qu’estrela tu t’escondes? Embuçado nos céus? Há dois mil anos te mandei meu grito. a utilização da função denominada (A) referencial. Afetuosa porque geralmente o usamos para designar o que é agradável. E precavida porque também o usamos para desarmar certas palavras que.Tudo bem. ( ) “Deus! Ó Deus! Onde estás que não respondes? Em que mundo. (E) metalingüística.Em “Poesia”.” ( ) “Dezenas de integrantes de ONGs que trabalham na luta contra as drogas participaram da 14° Caminhada pela Vida. levando .... Função Fática .. levando. levando. (D) informativa. Referencial. (C) Essa menininha é terrível.Leia os textos abaixo e relacione com a função da linguagem predominante em cada um. de Carlos Drummond de Andrade. são ameaçadoras demais. . realizada na manhã de ontem no Brique da Redenção. por sua forma original.. A atividade marcou o início da programação da Semana Gaúcha Contra o Uso Indevido de Drogas. indique qual a função da linguagem predominante.Falou. (D) Gosto muito de te ver..

enluaradas. e se entregou sem que eu dissesse nada.A 2. tanto lá como aqui. alvas.. fundindo-as. estava um luar lindo. "Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite. emocionada 03.amoroso – 06 (B) heptassílabos . uma nua na terra." .2. (A) 1 – 2 – 3 (B) 3–4–2 (C) 2–1–3 (D) 1 – 3 – 5 (E) 2–1–4 Gabarito: 1. . e contei a ele que lá em cima. uma noite de vento sul e chuva.. perdida uma. tem mesmo luar lá em cima? Confirmei: sim.. perfeita e linda. 3. ambas cheias e brancas e sem véu 07.sensual . em que é a perceptível um lirismo . e a afirmação que as segue. de Vinícius de Moraes.moralizante – 08 (D) octossílabos .. de Lua cheia. Larguei-as pela jovem madrugada 06... 01. outra no céu.D 4. e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram.E 5.. o chofer aproveitou um sinal fechado para voltar-se para mim: -O senhor vai desculpar..Leia as estrofes abaixo.. cheia e branca. colchões de sonho. entre os textos e as respectivas funções da linguagem predominante em cada um..Leia o texto abaixo.despojado – 07 (E) decassílabos .A III – Gêneros Literários 1. "Uma lua no céu apareceu 02. como acontece no verso de número . vistas de cima..E 3. Mas. acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra . 05. foi quando. Depois que o meu amigo desceu do carro.06 2. Como vinha para casa de táxi.. . em alguns momentos. a outra abandonada 08. de cima para baixo. encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana. Função Apelativa Função Referencial Função Metalingüística Função Poética Assinale a alternativa que indica a correspondência correta. eu estava aqui a ouvir sua conversa. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima." Por meio de versos ...social – 07 (C) decassílabos .. além das nuvens..pura. (A) octossílabos . 4. típico de sua poesia. a mulher a meu lado estremeceu 04. 5. Vinícius de Moraes aproxima a mulher e a lua. uma paisagem irreal.

. 9). pela alusão a um acontecimento corriqueiro vivenciado pelo cronista. 4..Assinale a alternativa incorreta. As duas canções apresentam. I..São perceptíveis. em comum. Qual a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto acima? (A) eterno .. a tematização do cotidiano e dos atos automatizados da existência banal..toque de humor (E) histórico . as rimas são alternadas..] (Caetano Veloso) 3.Considere as seguintes afirmações sobre os fragmentos acima.ensinamento Instrução: as questões 3 e 4 referem-se aos textos que seguem. (A) Na primeira quadra do texto 1. (B) Apenas II. II.. Nos versos selecionados.. (C) Apenas I e II.satírico . na aparente simplicidade do fato. Quais estão corretas? (A) Apenas I. da canção de Caetano.elo com o passado (B) circunstancial ..irracional .. com toques de lirismo. (B) O terceiro verso do texto 2 apresenta doze sílabas poéticas... há uma preocupação com os procedimentos poéticos como rimas. . (D) Apenas II e III...vago . ..] (Chico Buarque de Holanda) Texto 2 1 quando eu chego em casa nada me consola 2 você está sempre aflita 3 com lágrimas nos olhos de cortar cebola 4 você está tão bonita 5 você traz a coca-cola 6 eu tomo 7 você bota a mesa 8 eu como eu como eu como eu como eu como 9 você 10 não tá entendendo nada do que eu digo 11 eu quero é ir-me embora 12 eu quero é dar o fora [.. alguns traços inerentes à crônica. Texto 1 1 Todo dia ela faz tudo sempre igual 2 me acorda às seis horas da manhã 3 Me sorri um sorriso pontual 4 E em beija com a boca de hortelã 5 Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar 6 E essas coisas que diz toda mulher 7 Diz que está me esperando pro jantar 8 E me beija com a boca de café [.conteúdo social (D) literário ... II e III. de contar. como o seu caráter ..subjetivo . o modo . neste texto de Rubem Braga.objetivo .. O verbo "como" (v. 8) e o pronome "você" (v...sentido oculto (C) elaborado .. (E) I. repetições e paralelismo. III. permitem uma dupla leitura quanto ao significado. e a busca de um ...

Ela nunca esteve à minha altura.E 4.B 3. (E) Dos usos linguísticos que exprimem coloquialidade. (D) Pode-se afirmar que.D 5. Quando ele acordou. mostrando-a como uma junção de elementos diferentes.” (Lygia Fagundes Telles) “Mas a vida também é alegria. O sol brilha. devido à composição poética. Terceira pessoa / Narrador – observador.Leia o texto abaixo. encontra-se um exemplo no verso 10 do texto 2. sou filho da Morte Teterê tetê Quizá Quizá Quecê! Lá longe a onça resmungava Uu! ua! uu! O negro zonzo saído da fornalha Tomou a palavra e respondeu ― Sim pela graça de Deus Canhem Babá Canhem Babá Cum Cum! E fizeram o Carnaval (Oswald de Andrade) Este texto apresenta uma versão humorística da formação do Brasil. em pleno sol. sou forte. é correto afirmar que a visão apresentada pelo texto é . Considerando-se esse aspecto.Leia os textos abaixo e identifique respectivamente os focos narrativos correspondentes. Narrador – personagem / Narrador – onisciente. não guardo nenhum rancor de Francisca. Gabarito: 1.” (Moacyr Scliar) (A) (B) (C) (D) (E) Primeira pessoa / Terceira pessoa. Brasil O Zé Pereira chegou de caravela E preguntou pro guarani da mata virgem ― Sois cristão? ― Não. mulheres não me faltarão. “Só colhia as rosas ao anoitecer porque durante o sono elas não sentiam o aço frio da tesoura.E 2. o texto 1 é um soneto. viu que estava com as mãos sujas de sangue. Sou bravo. Uma noite ele sonhou que cortava as hastes de manhã.D IV – Relações entre Textos Instruções: As questões de números 1 e 2referem-se ao poema abaixo. 1. Aliás. Narrador – observador / Primeira pessoa. as rosas despertas e gritando e sangrando na altura do corte das cabeças decepadas. a ginástica me faz bem. Narrador – onisciente / Narrador – personagem.(C) O fato de ambos os compositores serem contemporâneos contribuiu para que a composição de seus textos não fosse tão obediente às normas da poesia clássica. e. se Francisca me deixou. 5.

. (D) preconceituosa. pois mostra que as três raças formadoras – portugueses....... representando de modo positivo apenas o elemento europeu.. variedade de vozes... dispneia e suores noturnos.. Texto 1 Já da morte o palor me cobre o rosto.. colonizador e do negro apenas negro e do índio apenas. poeta. resultando em anarquia e falta de seriedade.. o teu adeus. A maneira como os dois poetas encaram a própria morte. do colonizador..Diga trinta e três.. Dá-me a esperança com que o ser mantive! Volve ao amante os olhos por piedade... Fazem que insano do viver me prive E tenha os olhos meus na escuridade.. Surda agonia o coração fenece.Então. A preferência pela descrição e o menosprezo pela narração. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino. colonizador. tosse... . . na medida em que aponta a precariedade da formação cristã do Brasil como causa da predominância de elementos primitivos e pagãos.. (Álvares de Azevedo) Texto 2 PNEUMOTÓRAX Febre..... já esmorece O corpo exausto que o repouso esquece..Não......... Olhos por quem viveu quem já não vive. ..A despeito de os poetas dos poemas transcritos baixo pertencerem a momentos diferentes da história da Literatura brasileira... do índio e do negro. (B) inovadora. (E) negativa. hemoptise. doutor.. A tuberculose como causa do sofrimento do “eu” lírico dos dois poemas. minha saudade. A vida inteira que poderia ter sido e que não foi... Mandou chamar o médico: . . trinta e três......... não é possível tentar o pneumotórax? ... Eis o estado em que a mágoa me tem posto! O adeus.....O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado. 2(A) (B) (C) (D) (E) A polifonia. pois tanto aponta o caráter desconjuntado da formação nacional.... Nos lábios meus o alento desfalece.. (Manuel Bandeira) (A) (B) (C) (D) A linguagem elaborada e retórica. pois critica tanto índios quanto negros... do poeta e do negro apenas.. compatível com a solenidade do gênero poético.(A) ambígua. acaba bem. pois retrata a formação do Brasil como incoerente e defeituosa. há um aspecto em comum entre ambos..Trinta e três. E devora meu ser mortal desgosto! Do leito embalde no macio encosto Tento o sono reter!........ (C) moralizante. tosse.. 3. ........Respire. presente no poema resulta da manifestação do poeta e do colonizador apenas. apesar de tudo... ... quanto parece sugerir que esse processo. vindo com as caravelas..... Assinale a alternativa que registra tal semelhança... negros e índios – pouco contribuíram para a formação da identidade brasileira.. trinta e três. Tosse.

. vãs. de épocas diferentes. No sussurro monótono das águas. Tudo nas cordas dos violões ecoa 10. (B) ambas ignoram a idéia do pecado capital e a necessidade de salvação da alma. veludosas vozes. 02. Cruz e Souza (. 09. Noturnamente. mas não porque hei pecado. Violões que choram. o primeiro. (C) O segundo texto incentiva o leitor a cometer o pecado da gula.. Gabarito: 1.Figuras de Linguagem 1. mas sem fixação. elas têm em comum o incentivo a um dos pecados capitais muito combatido pela Contra-Reforma.” (Gregório de Matos Guerra) Texto II (Séc. embora explicite a consciência do pecado. próxima do decassílabo. De vossa piedade me despido. Dos ventos. entre ramagens frias. Vagam nos velhos vórtices velozes 08. é correto afirmar que (A) embora sejam expressões distintas. Senhor. 06. vozes veladas. Mágoas amargas e melancolias. convulso. Texto I (séc. é a temática explicitamente evidenciada nos dois textos.C V.(E) A irregularidade da métrica dos versos.C 4. XXI) 4. a gula. 04.) 01. como se pode perceber no comercial e no trecho de poema. (D) a gula.. tudo clama e voa .Sobre a peça publicitária e o excerto de poema.XVII) “Pequei.A 2. 03.. põe o eu-lírico em atitude de humildade a implorar o perdão divino. vulcanizadas. pede-se perdão a Deus. 05. suspiradas mágoas.. Volúpias dos violões. vivas. Porque quanto mais tenho delinqüido Vos tenho a perdoar mais empenhado. E vibra e se contorce no ar. Vozes veladas. Instrução: a questão 4 refere-se aos textos que seguem. Tudo na noite.E 3.. (E) em ambos. E sons soturnos. 07. 11.Considere as seguintes afirmações sobre o texto abaixo.

. Talvez eu tenha medo. -1“Vou lançar a teoria do poeta sórdido. II – A linguagem crua e objetiva do primeiro fragmento contrasta com o caráter metafórico dos versos do segundo. Fazem borbulhas d'água no caminho: bonito! Dão vau aos burricos. . pode a noite descer. (C) Apenas I e II. Talvez sorria. Poeta sórdido: Aquele em cuja poesia há a marca suja da vida. provoca no poeta. I – Os versos do primeiro fragmento evidenciam o caráter libertário e renovador da poesia de Bandeira e sua proposta de uma nova poética.) I . são feitas as seguintes afirmações. (.A vibração das cordas dos violões (verso 09) associa-se à situação do artista. II .. (E) I.Leia os textos abaixo. III .. 2. Sob a febril agitação de um pulso.” *carinhosa. II e III. amiga Sobre os textos. mas exercem a função de sujeito na forma verbal "vagam" (verso 07) e são caracterizadas por três adjetivos no verso 08.) O poema deve ser como a nódoa no brim: Fazer o leitor satisfeito de si dar o desespero. no entanto. (B) Apenas II. considere os versos abaixo. (C) Apenas I e II. II e III. (D) Apenas II e III. meiga. iniludível! O meu dia foi bom. (. (E) I. Vão pulando e cantando dentre as pedras. fragmentos de dois poemas de Manuel Bandeira.. (D) Apenas II e III.Nos versos de 01 a 04. ou diga: .As vozes nos versos 05 a 08 não tem dono ou origem. (B) Apenas III. não afirma nada categoricamente.Alô. ali representada.” -2“Quando a indesejada das gentes chegar (Não sei se dura ou caroável*).12. Instrução: para responder à questão 3. cujo corpo encontra-se contorcido e convulsionado diante da aclamação do público. Quais estão corretas? (A) Apenas I.. o poeta explora aliterações ao apresentar alguns elementos sobre os quais. Quais estão corretas? (A) Apenas I. III – A repetição do fragmento do fonema /d/ no primeiro verso do fragmento 2 pode ser lida como a expressão sonora de uma espécie de gaguejar de medo que a presença próxima da morte. Os Arroios Os arroios são rios guris..

geme a brisa na folhagem.. e mais longos que seu talhe de palmeira. indique as respectivas figuras de linguagem: (A) prosopopéia – aliteração.... de passar-lhe a mão pelos cabelos”. e a flor do sorriso expandia-se como o nenúfar ao beijo do sol (…)... (D) aliteração – personificação. até que venha para ela a grande noite. a virgem dos lábios de mel. no entanto.... por meio de uma linguagm marcada . (A) (B) (C) (D) (E) o sentimentalismo – pela religiosidade – personificação..) e refletem. que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna.... O erotismo – pelo simbolismo – metáfora.. 4.” A partir dos exemplos 1 e 2.” Os fragmentos anteriores constroem-se estilisticamente com figuras de linguagem... Soluça a onda trépida e lacrimosa.. da natureza. Apresentam eles. (B) antíteses e inversões. (…) A tarde é a tristeza do sol. O favo da jati não era doce como seu sorriso. como é característico do poeta Mário Quintana.... . Os dias de Iracema vão ser longas tardes sem manhã. A ironia – pela expressividade – onomatopéia..às belas morenas.No texto... A sátira – pela simplicidade – onomatopéia. dominantemente... nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado (…) Cedendo à meiga pressão. E às vezes vão tão devagar que conhecem o cheiro e a cor das flores que se debruçam sobre eles nos matos que atravessam e onde parece quererem sestear.. 2 – “Pátria... (C) eufesmismos e hipérboles.. (Mário Quintana) 3.Leia o fragmento abaixo de Iracema e responda: “Iracema. a virgem reclinou-se ao peito do guerreiro.. Em torno carpe a natureza o dia que expira. 5. em vez de estrelas. O lirismo – pela simplicidade – personificação.. (D) metonímias e prosopopéias. pungente. caracterizadoras do estilo poético de Alencar. (C) hipérbole – antítese. (E) metonímia – antítese... Que pena me dão os arroios. ... súbita emoção (. os inocentes arroios. as seguintes figuras: (A) comparações e antíteses...Leia os versos abaixo e responda: 1 – Vontade de beijar os olhos de minha pátria De niná-la. e ficou ali trêmula e palpitante como a tímida perdiz (…) A fronte reclinara. (B) metáfora – metonímia. realiza-se principalmente.... eu que permaneço. não inviabiliza a utilização do recurso estilístico ... os letreiros das firmas que transportam utilidades.. o que.. curiosos das pernas das belas morenas... eu semente que nasci do vento Eu que não vou e não venho. o mesmo silêncio anela de opresso. Às vezes uma asa branca roça-os.

(E) comparações e metáforas.D 4.E .A 5. Gabarito: 1.C 2.E 3.

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