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Nº 4 – Dezembro de 2013

arena das dunas

Um novo cartão-postal para a cidade de Natal

Nº 4 – Dezembro de 2013 arena das dunas Um novo cartão-postal para a cidade de

FotoS Gildo meNdeS e oaS

mário SérGio BueNo GereNte de plaNeJameNto, porto do rio, rJFotoS Gildo meNdeS e oaS eduardo villa Nova diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS rio GraNde do Sul

eduardo villa Nova diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS rio GraNde do Sul

CharleS maia diretor preSideNte areNa daS duNaS, rN
CharleS maia
diretor preSideNte
areNa daS duNaS, rN
Soraya Chueri NutriCioNiSta , oBra do aeroporto iNterNaCioNal de São paulo
Soraya Chueri
NutriCioNiSta , oBra do aeroporto
iNterNaCioNal de São paulo

heNrique aNdioN diretor CeNtro de exCelêNCia, Sp

FerNaNdo Garrido diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS BraSíliaSão paulo heNrique aNdioN diretor CeNtro de exCelêNCia, Sp equipe GerêNCia de reSpoNSaBilidade SoCial, diretoria

Garrido diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS BraSília equipe GerêNCia de reSpoNSaBilidade SoCial, diretoria

equipe GerêNCia de reSpoNSaBilidade SoCial, diretoria admiNiStrativa, Sp

edSoN CruZ SuperiNteNdeNte operaCioNal, areNa daS duNaS, rN

estes profissionais representam todos aqueles que participaram do quarto número da revista oaS

humBerto Garrido diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS Bahia
humBerto Garrido
diretor reGioNal oaS
empreeNdimeNtoS Bahia

ChriStiaNo polillo diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS rio de JaNeiro

roSaNGela ZaNquetta CoordeNadora reSpoNSaBilidade SoCial, areNa daS duNaS, rN
roSaNGela ZaNquetta
CoordeNadora reSpoNSaBilidade
SoCial, areNa daS duNaS, rN
aNa roSa lima reSpoNSável de plaNeJameNto, areNa daS duNaS, rN
aNa roSa lima
reSpoNSável de plaNeJameNto,
areNa daS duNaS, rN
arthur Couto GereNte de NeGóCioS areNa daS duNaS, rN JoSé GrieCo GereNte admiNiStrativo FiNaNCeiro, aeroporto
arthur Couto
GereNte de NeGóCioS
areNa daS duNaS, rN
JoSé GrieCo
GereNte admiNiStrativo
FiNaNCeiro, aeroporto
iNterNaCioNal de São paulo, Sp
proFiSSoNaiS do eStaleiro
eNSeada do paraGuaçu, maraGoJipe - Ba
CarloS humBerto
eStudaNte do CurSo de alFaBetiZação
areNa daS duNaS - Natal (rN)

2

marCuS viNíCiuS SouZa oliveira GereNte admiNiStrativo FiNaNCeiro, areNa daS duNaS, rN

alírio oliveira SuperiNteNdeNte operaCioNal, GNl del plata

FerNaNdo Baeta reSpoNSável admiNiStrativo FiNaNCeiro, aeroporto iNterNaCioNal de São paulo, Sp

rodriGo GuimarãeS reSpoNSável admiNiStrativo FiNaNCeiro, areNa daS duNaS, rN

telmo toNolli diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS São pauloreSpoNSável admiNiStrativo FiNaNCeiro, areNa daS duNaS, rN emerSoN leaNdro GereNte de doCumeNtação, CeNtro de

emerSoN leaNdro GereNte de doCumeNtação, CeNtro de exCelêNCia, SpreSpoNSável admiNiStrativo FiNaNCeiro, areNa daS duNaS, rN telmo toNolli diretor reGioNal oaS empreeNdimeNtoS São paulo

editorial

portal da Copa

Caro leitor

O ano de 2013 chega ao fim e nós da OAS temos muito a comemo- rar. Acabamos de finalizar a obra da Arena das Dunas, em Natal,

que sediará quatro jogos da Copa do Mundo de 2014. Na próxima edição da Revista OAS você poderá conferir os detalhes da grandiosa festa de inauguração. Nossas comemorações ganham como aliada a torcida de nossos co- laboradores, que esperam ansiosamente pelo torneio mundial de futebol – em reportagem especial revelamos as expectativas de alguns deles. Desejo por novos desafios foi o que motivou nossos expatriados, que atuam em algum dos mais de 20 países nos quais a OAS está presente.

Confira a história desses profissionais na página 32. Na página 40, conhe- ça as ações de Responsabilidade Social que a OAS promove e que mu- dam a vida de muita gente.

O fim do ano também é marcado pela implosão do Elevado da Peri-

metral no Rio de Janeiro. Essa foi uma importante realização das obras do Porto Maravilha, um dos maiores projetos de reurbanização do Brasil, do qual a OAS faz parte.

E olha que de urbanização a OAS entende. Leia na página 26 as reali-

zações da OAS Empreendimentos, que vem conquistando cada vez mais os mercados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Bahia com seus empreendimentos que são verdadeiras obras de arte, independentemente do tipo do imóvel. Construir com qualidade e sustentabilidade é o padrão adotado pela OAS em todos os seus canteiros, como mostra reportagem a partir da página 9. Essas e tantas outras ações que a empresa desenvolve se refletem po- sitivamente no dia a dia de nossos colaboradores. Prova disso é que a OAS foi eleita Uma das 150 Melhores Empresas para se Trabalhar 2013, pelo

guia da revista Você S/A, uma das mais importantes publicações brasileiras.

E é em clima de torcida pelo Brasil, não só nos campos de futebol,

que daremos o pontapé inicial em 2014, com a certeza e a confiança de que teremos muitas histórias maravilhosas para contar no próximo ano. Boas festas e um ótimo ano a todos!

Boa leitura.

sumáriO

sumáriO ▲ expediente reVista Oas | Julho a deZemBro de 2013 uma puBliCação da oaS para

expediente

reVista Oas | Julho a deZemBro de 2013 uma puBliCação da oaS para divulGação iNterNa e exterNa

cOnselHO editOrial dilSoN paiva maNuella piNheiro GuimarãeS marily Gallote

superVisãO marily Gallote GereNte de ComuNiCação mtB: 26 465

cOOrdenaçãO Claudia meNatto lopeS mtB: 44 454

apOiO BruNa praNdiNa equipe de ComuNiCação oaS

prOduçãO de cOnteÚdO ComuNiCação+ aSSeSSoria ltda.

JOrnalista respOnsáVel mauro teixeira

editOra cHeFe

eleNita FoGaça

superVisOr de criaçãO Filipe meGa

arte e FinalizaçãO ariaNa aSSumpção

assistente de ediçãO BiaNCa roSSoNi

capa

arquivo oaS

cOlaBOraram nesta ediçãO adalBerto araÚJo, CarloS vaSCoNCelloS, GaBriel Carvalho, iolaNda NaSCimeNto, luiZ a SeixaS, márCia vaiSmaN, miltoN pa ZZi Jr., murilo CaldaS e Nathalia BarBoZa (textoS), daNiel CruZ, Felipe meNeZeS, Gildo meNdeS e Weimer Carvalho (FotoS) e CG ComuNiCação (reviSão)

redaçãO dÚvidaS, SuGeStÕeS ou CrítiCaS podem Ser eNviadaS para ComuNiCaCao@oaS.Com

6

expertise

demolição da

perimetral no rio é realizada com sucesso

32 internaciOnalizaçãO Conheça a história de alguns de nossos profissionais expatriados
32
internaciOnalizaçãO
Conheça a história de alguns de
nossos profissionais expatriados

45

memória

expertise em

obras marítimas

e portuárias

é registro na

história da

empresa

19

especial

Confira as expectativas de nossos colaboradores para a Copa do mundo

as expectativas de nossos colaboradores para a Copa do mundo 50 recOnHecimentO No ano de 2013,
as expectativas de nossos colaboradores para a Copa do mundo 50 recOnHecimentO No ano de 2013,
as expectativas de nossos colaboradores para a Copa do mundo 50 recOnHecimentO No ano de 2013,
as expectativas de nossos colaboradores para a Copa do mundo 50 recOnHecimentO No ano de 2013,

50

recOnHecimentO

No ano de 2013, oaS conquista inúmeras premiações

9

sustentaBilidade

Canteiros sustentáveis são padronizados

24 nOssa gente o mestre de obras mauro Jorge ribeiro dos Santos conta sua história
24
nOssa
gente
o mestre de
obras mauro
Jorge ribeiro
dos Santos
conta sua
história de vida
36 40
inOVaçãO
destaque
estaleiro
enseada do
paraguaçu e
inhaúma são
referências no
Com ações
sociais, oaS
transforma
a vida de
muita gente
setor

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BOas

nOVas

atualidades

da empresa

em poucas

palavras

13

capa

Concluímos a arena das dunas, em Natal

26

mercadO

Com diferentes lançamentos, oaS empreendimentos conquista várias regiões do Brasil

1º FÓRUM NACIONAL DE

DIREITO E INFRAESTRUTURA

25 e 26 de Setembro de 2013 - Sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil - Brasília

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atualidades

oaS participa de Fórum de direito e infraestrutura

▲ expertise
expertise
▲ expertise detoNação oCorreu Com êxito e em CiNCo SeGuNdoS parte do elevado da perimetral eStava

detoNação oCorreu Com êxito e em CiNCo SeGuNdoS parte do elevado da perimetral eStava No Chão

onze meses em cinco segundos

implosão de trecho de 1.050 metros do elevado da perimetral no rio de Janeiro marca nova etapa do projeto porto maravilha

rio de Janeiro marca nova etapa do projeto porto maravilha Por Carlos Vasconcellos e Luiza Seixas
rio de Janeiro marca nova etapa do projeto porto maravilha Por Carlos Vasconcellos e Luiza Seixas

Por Carlos Vasconcellos e Luiza Seixas

c inco segundos e 1,2 tonelada de explosivos foram suficientes para pôr abaixo 5,7 mil toneladas de concreto e vigas no trecho de 1.050 metros do

Elevado da Perimetral, no Rio de Janeiro. A implosão de uma parte do viaduto, no dia 24 de novembro, marcou uma nova etapa na revitalização da região, parte do Porto Maravilha, projeto que vai recuperar uma área de 5,5 mi- lhões de m 2 na Zona Portuária carioca. “Com a derrubada da Perimetral, o Rio de Janeiro voltará a respirar, liberan- do a vista da Baía de Guanabara e abrindo uma nova fron- teira para a ocupação residencial e comercial”, comemo- rou Marco Antônio Marinho, gerente do Contrato da OAS para o Porto Maravilha. “Estamos revitalizando e transformando a Região Portuária num lugar para viver, morar e trabalhar.” A afir- mação foi feita pelo presidente da Concessionária Porto Novo, da qual a OAS faz parte, José Renato Ponte, du- rante evento de demolição do primeiro trecho do Eleva- do da Perimetral, entre a Avenida Pereira Reis e a Rua Silvino Montenegro. Um dos momentos mais marcantes

maiS de 200 peSSoaS aCompaNharam o aCioNameNto doS exploSivoS

FotoS taSSo marCelo e daNiel CruZ

FotoS taSSo marCelo e daNiel CruZ Com a derrubada da Perimetral, abre-se uma nova fronteira para
FotoS taSSo marCelo e daNiel CruZ Com a derrubada da Perimetral, abre-se uma nova fronteira para
FotoS taSSo marCelo e daNiel CruZ Com a derrubada da Perimetral, abre-se uma nova fronteira para

Com a derrubada da Perimetral, abre-se uma nova fronteira para a ocupação residencial e comercial.

marco antônio marinho, gerente do Contrato porto maravilha

marco antônio marinho, gerente do Contrato porto maravilha da Operação Urbana Porto Maravilha, foi acompanhado

da Operação Urbana Porto Maravilha, foi acompanhado também por mais de 200 pessoas, entre elas o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão; colaboradores e o presidente da OAS, Léo Pinheiro. Com a derrubada da Perimetral, como destacou Pon- te, será possível avançar ainda mais com as obras da Via Expressa, que substituirá o Elevado. “Esta nova via, junto com a Via Binário do Porto, aumentará a capacidade do tráfego local em 27%, além de organizar a passagem do trânsito e permitir, em sua superfície, a implantação do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos) e a construção de novas calçadas e ciclovias.” Para o prefeito Eduardo Paes, o momento é muito im- portante para a história do Rio. “Estamos reencontrando o Centro, reencontrando a Região Portuária da Cidade.” No dia, às 7 horas em ponto, o prefeito acionou o deto- nador e, em cinco segundos, os 1.050 metros do elevado foram ao chão. A operação, comemorada por todos os pre- sentes, ocorreu conforme planejado durante seis meses e foi considerada um sucesso. “A Perimetral é o maior sím- bolo dessa região que se degradou. Agora, estamos devol- vendo ao Rio o seu Centro. Que a Cidade possa renascer mais e mais a partir dessa revitalização”, ressaltou Paes. Esse, segundo o prefeito, foi o primeiro grande desa- fio do Porto Maravilha. “Superamos este desafio, mas no- vas implosões, desmontes e obstruções virão. Continuo contando com o apoio de todos para, em 2016, termos o local totalmente devolvido à população”, completou.

Opção pela implosão

Do ponto de vista de custos e riscos, a opção pela implosão é similar aos métodos convencionais, como a demolição. No entanto, o ganho indireto é considerável. “Levaríamos 11 meses para demolir esse trecho. Com a implosão, abrimos terreno rapidamente para liberar as frentes de obras nessa área”, explicou Mário Sérgio Bue- no, coordenador de Estruturas e Planejamento do Con- sórcio Porto do Rio e gerente de Planejamento na OAS. Segundo Bueno, o terreno estará completamente limpo de entulho em 60 dias. As vigas serão vendidas pela Prefeitura do Rio, o concreto será britado e parte será usada em reforço de pavimento e reaterro de valas. Entre outras obras, a derrubada do trecho permitirá iniciar rapidamente a construção de galerias pluviais, a instala- ção de uma adutora e a construção de redes interceptoras de esgoto que permitirão a conexão das redes à Estação de Tratamento de Esgoto de Alegria. A implosão também abre espaço para a construção do emboque do túnel da Via Expressa que passará por baixo de parte da Avenida Rodrigues Alves. Um segundo trecho da Perimetral será implodido, em data ainda a ser definida. Outros dois trechos serão demo- lidos por meio de técnicas convencionais. “Não seria pos- sível fazer a implosão nesses trechos, porque há prédios muito próximos do viaduto. No trecho implodido, essa distância era de no mínimo 10 metros”, destacou Bueno. A demolição completa do Elevado Perimetral con- templa até mesmo a memória afetiva dos cariocas. Dois

Bueno. A demolição completa do Elevado Perimetral con- templa até mesmo a memória afetiva dos cariocas.
material demolido Será reaproveitado em outraS oBraS
material demolido Será reaproveitado em outraS oBraS
reGião do porto Será revitaliZada e GaNhará NovaS viaS
reGião do porto Será revitaliZada e GaNhará NovaS viaS

plano de comunicação abrangeu 10 mil moradores

pilares, no final do Elevado, serão deixados em pé, pois neles estão painéis com mensagens escritas por José Datrino, mais conhecido como Profeta Gentileza, perso- nalidade urbana, uma espécie de pregador que fez tais registros nos anos 80. “Os outros painéis estão fora da estrutura da Perimetral”, esclarece Bueno.

planejamento rigoroso

A implosão do último dia 24 exigiu um rigoroso planejamento para garantir a máxima segurança e efi- ciência à operação. Um plano de comunicação e contin- gência foi preparado minuciosamente para diminuir ao máximo os transtornos para os cerca de 10 mil mora- dores da região. Esquemas de trânsito alternativos e re- forço no sistema de transporte público foram montados para reduzir o impacto no tráfego. Dois pequenos trechos foram desmontados inicial- mente para isolar a parte que seria implodida. Grandes telas foram instaladas nas laterais da Perimetral, até o chão, para evitar que destroços fossem lançados para fora da área demolida. Os cartuchos de explosivos fo- ram instalados nas pilastras e travessas de concreto. “Os explosivos pulverizam as pilastras e provocam um efei- to dominó”, explica Bueno. Todos os obstáculos como postes e placas foram retirados. Buracos com 1 metro de profundidade foram cavados na base das pilastras, para acomodar a pulve- rização dos pilares e não prejudicar a queda das vigas. Pneus cheios de areia foram colocados embaixo do via- duto, na direção de projeção das mesmas, para apará- -las e minimizar os impactos no solo. Também foram instalados tambores de 200 litros, cada um deles com um trilho TR68 cravado, com uma ponta de 20 centímetros projetada para o alto. “Isso amorteceu o impacto sobre o solo e, ao mesmo tempo, o choque entre a pista elevada e a ponta dos trilhos aju- dou a fragmentar o concreto, o que facilita a retirada do entulho”, diz Bueno. Um estudo de subsolo, com uso de georradar, verifi- cou a posição de todas as tubulações. Doze sismógrafos foram instalados para medir a vibração provocada pela implosão e monitorar as estruturas dos prédios localiza- dos na área de influência da operação. “A vibração no solo foi menor do que a de um ônibus passando em alta velo- cidade sobre um buraco”, afirma Bueno. Um pouso suave para fazer decolar mais uma etapa do Porto Maravilha.

FotoS arquivo oaS

sustentaBilidade

Canteiros

sustentáveis

viSta aérea do CaNteiro de Belo moNte, No pará: melhoreS CoNdiçÕeS aoS ColaBoradoreS e aCeSSiBilidade ao pÚBliCo exterNo

projeto da oaS adota boas práticas e proporciona conforto e segurança aos colaboradores

e proporciona conforto e segurança aos colaboradores Por Márcia Vaisman l ançado no ano passado pela

Por Márcia Vaisman

l ançado no ano passado pela OAS, o projeto “Can- teiro de Obras Sustentável” tem direcionado a em- presa e proporcionado mais conforto e segurança

aos seus colaboradores. Quem sobrevoa a obra do Aeroporto Internacional de São Paulo consegue perceber, em poucos minutos, um exemplo da nova conduta da OAS nos seus canteiros. O local foi construído com material não inflamável e todas as diretrizes voltadas para dar melhores condições aos colabo- radores e acessibilidade ao público externo. O mesmo ocorre com a obra de Belo Monte, no Pará, do qual a OAS faz parte do consórcio, que, do alto, é pos- sível ver as construções pintadas de branco. São painéis e telhas termoisolantes, com núcleo isolante em poliuretano

(ou um similar, poliisocianurato) e revestimento metálico nas duas faces. Oferecem conforto térmico e acústico e ga- nho na produtividade, pois são de fácil manuseio e monta- gem, são resistentes ao fogo, além de apresentar excelente padrão estético e permitir várias reutilizações. Segundo o fabricante, com a correta utilização e manutenção, depen- dendo do ambiente e dos agentes externos, os painéis po- dem ter uma vida útil de 20 anos. “Já alcançamos a terceira utilização desse tipo de painel nas obras e, até agora, eles apresentaram de- sempenho bem satisfatório”, afirma a superintendente de Propostas, Denise Benatti, que também é autora do manual “Canteiro de Obras Sustentável”, lançado em outubro do ano passado.

Benatti, que também é autora do manual “Canteiro de Obras Sustentável”, lançado em outubro do ano

NaS oBraS do exterior, maiS preCiSameNte em lima, No peru, a prátiCa SuSteNtável tamBém é adotada

em lima, No peru, a prátiCa SuSteNtável tamBém é adotada O documento é o resultado das

O documento é o resultado das demandas do mer- cado da construção civil e da própria OAS, que cresce a cada ano. “Chegamos a ter milhares de pessoas em um canteiro, por isso, nos preocupamos em dar qualidade de vida para quem está envolvido com a obra”, ressalta. Com o auxílio de um escritório de arquitetura, a OAS fez um diagnóstico, identificou o que era preciso padro- nizar para promover um ambiente de convivência favo- rável e elaborou um manual para que os procedimentos fossem adotados com o mesmo padrão de qualidade em todas as obras. “Acreditamos que este procedimen- to, aliado a outros programas, como a capacitação dos colaboradores, melhora nossa produtividade e promove benefícios aos profissionais”, ressalta o diretor do Centro de Excelência, Henrique Andion. Entre as principais premissas estão: fim dos canteiros de madeira; uso de materiais mais duráveis, reaproveitá- veis e que tragam pouco impacto quando do descarte;

resistentes ao fogo; isolamento térmico e acústico ofere- cendo mais conforto; máximo aproveitamento da ventila- ção e iluminação naturais reduzindo gastos com energia elétrica; criação de áreas de lazer e convivência; parâme- tros físicos para dimensionamento do projeto de acordo com legislação vigente; acessibilidade e logística com o intuito de facilitar o deslocamento dos envolvidos no en- torno e dentro da obra. “Consideramos todas as normas regulamentadoras voltadas para a construção civil, principalmente a NR-18 (que se refere a condições e meio ambiente de trabalho) e a NR-24 (voltada para condições sanitárias e de confor- to nos locais de trabalho)”, comenta o gerente de SMS, Roberto de Figueiredo Santos.

inspiração para o resultado

Roberto Santos contribuiu com Denise Benatti na elaboração do documento, que se baseou, além das

acordo assegura melhorias de processo, segurança, condições de trabalho e relações trabalhistas normas do segmento,
acordo assegura melhorias de processo, segurança, condições de trabalho e relações trabalhistas normas do segmento,

acordo assegura melhorias de processo, segurança, condições de trabalho e relações trabalhistas

normas do segmento, em outras duas con- dições: na própria experiência da OAS nos canteiros de obras ao longo desses 37 anos de existência e no “Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção”, assinado, em março de 2012, pelo governo federal com representantes da indústria da construção civil e sindicatos de trabalhadores da área. Este acordo assegura melhorias de proces- so, segurança, condições de trabalho, rela- ções trabalhistas, entre outros. O resultado é um manual técnico, que discorre detalhadamente sobre todos os espaços físicos, com o objetivo de propor uma nova cultura construtiva e, conforme trecho extraído do próprio manual: “utili- zando soluções a partir de ações simples, com elementos inovadores que garan- tam boas condições de trabalho, conforto e pleno atendimento aos requisitos legais pertinentes, ocasionando um modelo físico conceitual diferenciado para os canteiros de

modelo físico conceitual diferenciado para os canteiros de obra da OAS”. “A empresa preocupa-se cada vez

obra da OAS”. “A empresa preocupa-se cada

vez mais com o colaborador e, para isso, está promovendo meios práticos de melhorar o ambiente na obra, reforçando conforto, aces- sibilidade e eficiência”, reforça Denise. Segundo Denise, a partir deste docu- mento, é possível elaborar o projeto de um canteiro. Nele, estão contempladas tam- bém áreas de lazer, lan house, sala de TV, biblioteca, e até quadras poliesportivas. “Imagine uma obra como Belo Monte, em que todos devem ficar alojados porque ela

é distante da civilização. É importante pro- movermos este ambiente mais acolhedor, para que todos se sintam, de certa forma, em casa”, esclarece Andion.

adesão completa

Todas as obras da OAS iniciadas a partir da publicação deste documento já partem

deste conceito. E a OAS reforçou novamente

a comunicação em todos os canteiros em ju-

nho deste ano. A sugestão está disponível na

hoSpital aNtoNio loreNa, tamBém No exterior, Comprova que todoS oS CaNteiroS aderiram ao proJeto

está disponível na hoSpital aNtoNio loreNa, tamBém No exterior, Comprova que todoS oS CaNteiroS aderiram ao
está disponível na hoSpital aNtoNio loreNa, tamBém No exterior, Comprova que todoS oS CaNteiroS aderiram ao
vía parque rímaC aproveita paiNéiS que Foram uSadoS em huaSCaCoCha As soluções estão sendo bem-aceitas
vía parque rímaC aproveita paiNéiS que Foram uSadoS em huaSCaCoCha As soluções estão sendo bem-aceitas
vía parque rímaC aproveita paiNéiS que Foram uSadoS em huaSCaCoCha As soluções estão sendo bem-aceitas
vía parque rímaC aproveita paiNéiS que Foram uSadoS em huaSCaCoCha As soluções estão sendo bem-aceitas

vía parque rímaC aproveita paiNéiS que Foram uSadoS em huaSCaCoCha

rímaC aproveita paiNéiS que Foram uSadoS em huaSCaCoCha As soluções estão sendo bem-aceitas em todas as

As soluções estão sendo bem-aceitas em todas as nossas obras.

estão sendo bem-aceitas em todas as nossas obras. henrique andion, diretor do Centro de excelência intranet

henrique andion, diretor do Centro de excelência

intranet da empresa, assim como o manual. Nele, é possível encontrar uma lista de fornecedores para canteiro de obras. “Mapeamos vários deles, mas cada responsável pela obra pode fazer sua própria escolha e negociação, inclusive apresentar e utilizar novos fornecedores, desde que es- tejam de acordo com padrões estabelecidos no manual”, comenta Denise. O projeto Canteiro de Obras Sustentável também é aplicado nas obras no exterior. Como exemplo, podemos ci- tar a Rodovia Lima-Canta, Rodovia Quilca-Matarani, Hospi- tal Antonio Lorena e o Corredor Nacala-Moçambique, onde foram utilizados os painéis para a construção dos canteiros, proporcionando melhores condições aos colaboradores

que atuam nestes locais. Ressalte-se ainda a reutilização dos painéis que foram usados na obra de Huascacocha, no Peru, entre 2009 e 2011, e que agora estão no canteiro da Vía Parque Rímac, passando por duas montagens dentro da mesma obra e acumulando o terceiro uso em quase cin- co anos de vida, possibilitando redução de custos. Sempre em busca de melhoria contínua, Andion faz constantes reuniões com sua equipe para avaliar os pro- blemas, as dificuldades e desenvolver ações que podem ser tomadas para continuar a promover a qualidade. “Tudo o que fazemos está na linha de melhorar a produtividade da empresa e estas soluções estão sendo bem-aceitas nas obras”, conclui o diretor.

capa

Natal ganha arena das dunas

espaço multiúso abrigará quatro jogos da primeira fase da Copa do mundo de 2014

quatro jogos da primeira fase da Copa do mundo de 2014 Por Bianca Rossoni e Milton

Por Bianca Rossoni e Milton Pazzi Jr.

a Arena das Dunas está pronta para receber 42 mil

torcedores na Copa do Mundo de 2014 para assis-

tir aos quatro jogos da primeira fase do torneio. As

seleções que pisarão no gramado de Natal para disputar o cobiçado título são: México, Camarões, Gana, Estados Unidos, Japão, Grécia, Uruguai e Itália. A obra, iniciada em agosto de 2011, foi concluída em dezembro de 2013, cum- prindo o prazo acordado com o governo federal. Campeã em todos os quesitos, a Arena das Dunas conta com 39 camarotes, dois megatelões digitais, dois vestiários, área de aquecimento, centro de imprensa, sala de conferência, controle de segurança com sistema de monitoramento de vídeo, sistema de sonorização, siste- ma de bilhetagem, 25 concessões de alimentos e bebi-

das, 22.000 m 2 de área externa para realização de feiras

FotoS arquivo oaS
FotoS arquivo oaS

de carro, eventos de esporte radical, vôlei de praia, escri- tórios, áreas comerciais, mídia center, auditório para 250 pessoas com cabine de som e tradução simultânea, 21 entradas para o público com controles de acesso, 6 ele- vadores, sanitários normais e para portadores de necessi- dades especiais, modernos conceitos de acessibilidade e em torno de 2.500 vagas no estacionamento. “Nossa atuação é diferenciada e oferecemos dois ti- pos de atividades. Do lado de fora tem o serviço, no lado de dentro, o entretenimento. A arena tem dois níveis, um inferior e um superior. Para o legado, ficarão 32 mil luga- res. Serão mais 10 mil arquibancadas temporárias para a Copa, formando um ‘C’, instaladas nos setores superiores Norte e Sul”, diz Arthur Couto, gerente de Negócios da Arena das Dunas.

‘C’, instaladas nos setores superiores Norte e Sul”, diz Arthur Couto, gerente de Negócios da Arena

arquivo oaS

Complexo arquitetôNiCo traNSForma a paiSaGem de Natal obra foi realizada por meio de uma ppp
Complexo arquitetôNiCo traNSForma a paiSaGem de Natal
obra foi realizada por
meio de uma ppp entre a
oaS e o governo do rN
deSaFioS CoNStrutivoS em todaS aS etapaS da areNa
CaNiNdé SoareS
arquivo oaS
em todaS aS etapaS da areNa CaNiNdé SoareS arquivo oaS A obra foi realizada por meio

A obra foi realizada por meio de uma PPP (Parceria

Público-Privada) entre a OAS e o governo do Estado do Rio Grande do Norte. A Concessão Administrativa pre- via a construção do Espaço Dunas e sua operação por 17 anos. A fase de infraestrutura foi um grande desafio cons- trutivo, principalmente nas frentes de serviços de execu- ção de estacas e de blocos de coroamento. Durante os trabalhos, foi implantada uma técnica inovadora de utili- zação de formas metálicas com sistemas de montagem e fabricação das arquibancadas e vigas-jacaré. Para que tudo saísse como o planejado, foram feitos levantamentos topográficos e da infraestrutura do local, além de estudos geotécnicos. A OAS executou os servi- ços de demolição do Machadinho, ginásio de esportes,

e do Machadão, antigo estádio, terraplanagem e drena-

gem. Também foram retiradas as redes de telefonia, água

e drenagem de águas pluviais.

SeCretaria de Cultura do rN

maiS de 2 mil ColaBoradoreS atuaram Na CoNStrução CaNiNdé SoareS
maiS de 2 mil ColaBoradoreS atuaram Na CoNStrução
CaNiNdé SoareS

Nosso foco é a prestação de serviço de entretenimento.

arthur Couto, gerente de Novos Negócios

de entretenimento. arthur Couto, gerente de Novos Negócios artistas na obra Em 8 de maio de
de entretenimento. arthur Couto, gerente de Novos Negócios artistas na obra Em 8 de maio de

artistas na obra

Em 8 de maio de 2013 – Dia do Artista Plástico – a Se- cretaria Extraordinária de Cultura do Estado do Rio Grande do Norte, em parceria com a Arena das Dunas e Sebrae, realizou um evento para homenagear os artistas, a Copa e a cidade de Natal. Nomes de expressão no circuito artístico da cidade fo- ram convidados, como: Dorian Gray, Dione Caldas, Guaraci Ga- briel, Assis Costa, Iran Dantas, Novenil Barros, Miguel Carcará, Flávio Freitas, Pedro Ivo, Clarissa Torres, entre outros.

Estiveram presentes vários artistas de diversos perfis (naïf, realismo, abstrato, expressionismo, regional) e que utilizam diferentes tipos de suporte, como grafite, mural, óleo sobre tela, para produzir obras com o tema “Natal pintando a Copa de 2014”. Antes que começassem a produzir, os artistas fizeram uma visita guiada pela obra da Arena das Dunas, para que fosse despertada a inspiração. As obras produzidas circularão pelo Rio Grande do Norte numa expo- sição itinerante e farão parte do acervo da Pinacoteca do Estado.

artiStaS em viSita ao CaNteiro

parceria

Os colaboradores da Arena das Dunas contam com o apoio e consultoria de uma equipe de especialistas e de gestores de estádio para a conceituação, desenvolvi- mento e operação de arenas multifuncionais da ArenA do Brasil, braço da Amsterdam. A empresa foi responsável pela construção e gestão da Amsterdam ArenA, do AFC Ajax Club, a primeira arena multifuncional da Europa. Esses profissionais auxiliaram no desenvolvimento e pla- nejamento de negócios, otimização do plano mestre de design, treinamento da equipe e diretoria, além de apoia- rem a equipe de gestão de operações e instalações. “A Amsterdam é responsável pela administração de um dos maiores centros de lazer do mundo, que busca não só eventos ligados ao futebol, mas também esporte amador, shows e peças de teatro”, explica Charles Maia, diretor presidente da Arena das Dunas.

social

Em setembro de 2012 os colaboradores comemora- ram com uma grande festa a instalação das primeiras ar- quibancadas da Arena das Dunas, que foi construída antes do prazo estabelecido no cronograma da obra. Na mes- ma ocasião celebraram o projeto-piloto do Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção, estabelecido entre o governo fe- deral, entidades representativas de trabalhadores e em- presários. O termo reúne diretrizes sobre recrutamento e seleção; formação e qualificação profissional; saúde e segurança; representação sindical no local de trabalho; condições de trabalho; e relações com a comunidade. “A OAS valoriza e cumpre desde sempre o papel volta- do para a responsabilidade social. Agora ele será feito de forma mais regulada, mas não vamos nos limitar aos termos do Compromisso”, afirmou Dilson Paiva, diretor

feito de forma mais regulada, mas não vamos nos limitar aos termos do Compromisso”, afirmou Dilson

eSpaço multiÚSo reCeBerá 42 mil torCedoreS NoS JoGoS da Copa do muNdo de 2014. oBra Foi CertiFiCada Com a Norma Sa8000

arquivo oaS
arquivo oaS
de 2014. oBra Foi CertiFiCada Com a Norma Sa8000 arquivo oaS Administrativo da OAS, na ocasião.

Administrativo da OAS, na ocasião. A Arena das Dunas também foi a primeira obra da OAS a ser recomendada pelo Bureau Veritas para a con- quista da SA8000 – Norma Internacional de Responsa- bilidade Social. A indicação foi feita devido às práticas da empresa em realizar treinamentos, apresentações de teatro e materiais de apoio contra discriminação racial, assédio moral, segurança, trabalho compulsório, ganhos e descontos corretos, respeito ao horário de trabalho, di- reito à liberdade sindical, trabalho infantil e saúde.

portal da Copa
portal da Copa

Além disso, a arena foi o primeiro equipamento a receber um projeto social com parceria internacional. O projeto “Gols para uma vida melhor – Dando oportuni- dade a jovens em risco” foi uma iniciativa de inclusão so- cial para treinamento e capacitação de jovens carentes da cidade de Natal para atuarem como orientadores e apoio do novo estádio. O canteiro de obras da Arena das Dunas foi esco- lhido para abrigar um centro temporário de formação profissional para o desenvolvimento de habilidades e

oaS arquivo oaSarquivo

qualidade e requiNte em todoS oS amBieNteS arquivo oaS
qualidade e requiNte em todoS oS amBieNteS
arquivo oaS
viSta privileGiada NoS CamaroteS e Sala de impreNSa
viSta privileGiada NoS CamaroteS e Sala de impreNSa
portal da Copa
portal da Copa

treinamento dos futuros orientadores do estádio. Parti- ciparam do projeto a Arena das Dunas, OAS Arenas, a Plan Brasil, Amsterdam ArenA/ArenA do Brasil, Akzo- Nobel, VSO e Randstad. “Depois da Copa temos o projeto de um sports bar, para que a arena se torne um elemento do dia a dia. São 470 metros com acabamento de primeira, com elevador e acesso ao estacionamento. Com isso, além do conteú- do de futebol, tem possibilidade de ter eventos de todos os tipos e formatos”, garante Couto.

campeã de audiência

No início de agosto de 2013, os natalenses con-

feriram de perto todos os detalhes do projeto Are-

na das Dunas, que foi construída na capital potiguar.

Além da exposição das maquetes física e eletrônica do espaço multiúso, o público teve acesso à crono-

logia da obra e a todas as ações sociais realizadas pela empresa OAS, construtora da Arena. No total, 95.061 pessoas visitaram a maque-

te do estádio, que esteve exposta nos shoppings

Midway Mall e Natal Shopping, na rodoviária de Na- tal e na Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

A maquete física tem 2,22 metros x 1,55 metro,

60 centímetros de altura e foi produzida em escala de 1/250, em São Paulo. No estande da Arena das Dunas também foram disponibilizadas informa- ções técnicas sobre a estrutura multiúso que ficará de legado para a cidade de Natal.

oaS areNaS
oaS areNaS

uma Bela oBra de arte é o leGado para a Cidade de Natal

que ficará de legado para a cidade de Natal. oaS areNaS uma Bela oBra de arte

mateuS pereira/GovBa

mateuS pereira/GovBa itaipava areNa FoNte Nova Foi iNauGurada em aBril de 2013 tabela de Jogos nas

itaipava areNa FoNte Nova Foi iNauGurada em aBril de 2013

tabela de Jogos nas arenas das dunas e na itaipava arena Fonte nova

 

natal

13

de junho – 13h – México x Camarões

16

de junho – 19h – Gana x Estados Unidos

19

de junho – 19h – Japão x Grécia

24

de junho – 13h – Itália x Uruguai

salVadOr

13

de junho – 16h – Espanha x Holanda

16

de junho – 13h – Alemanha x Portugal

20

de junho – 16h – Suíça x França

25

de junho – 13h – Bósnia x Irã

OitaVas de Final

1 o de julho – 17h – 1H x 2G (Jogo 56)

quartas de Final

5 de julho – 17h – Vencedor Jogo 51 x Vencedor Jogo 52

(pode ser jogo com o Brasil, caso ele fique em 2 o lugar no Grupo A)

com o Brasil, caso ele fique em 2 o lugar no Grupo A) para JoGoS da
com o Brasil, caso ele fique em 2 o lugar no Grupo A) para JoGoS da
com o Brasil, caso ele fique em 2 o lugar no Grupo A) para JoGoS da
para JoGoS da Copa CapaCidade SuBirá para 55 mil luGareS léo aZevedo
para JoGoS da Copa CapaCidade SuBirá para 55 mil luGareS
léo aZevedo

itaipava arena Fonte nova será palco de seis partidas

A Itaipava Arena Fonte Nova, em Salvador, cons- truída pelo consórcio OAS/Odebrecht, sediará seis jo- gos da Copa do Mundo. Nas partidas da primeira fase o espaço multiúso receberá as seleções de Espanha, Ho- landa, Alemanha, Portugal, Suíça, França, Bósnia e Irã, e depois será palco de uma partida das oitavas e outra das quartas de final, que, se tudo der certo, poderá ser com a seleção brasileira. Inaugurada em abril de 2013, a arena de Salvador, na Bahia, possui 50 mil lugares em área totalmente coberta. Para os jogos da Copa a capacidade subirá para 55 mil.

FotoS Gildo meNdeS e arquivo peSSoal

equipe oaS e a Copa Com obras focadas para o evento, colaboradores relatam o orgulho
equipe oaS e a Copa
Com obras focadas para o evento,
colaboradores relatam o orgulho
de o Brasil sediar o mundial de futebol
Por Bianca Rossoni
especial

O futebol surgiu na Inglaterra, mas quem ocupa o posto de “país do futebol” é o Brasil. Não impor- ta qual o time do coração, a Copa do Mundo une

torcedores de todos os clubes. Aqui o futebol é uma ma- nifestação cultural, a cada quatro anos, pessoas, casas, carros e ruas são coloridos de verde e amarelo, escritórios, escolas e comércios ficam vazios enquanto todos os bra- sileiros param em frente a TVs e telões espalhados pelo país. Sediar a Copa do Mundo, poder ver de perto ídolos e seleções se enfrentando, triplica a emoção de cada apai- xonado por futebol. Atuando no Brasil e em vários países espalhados pelo mundo, os colaboradores da OAS aguar- dam ansiosos pelo início da competição. Até porque a em- presa tem participado ativamente do evento, contribuindo com obras significativas para o torneio como a Arena das Dunas e a Itaipava Arena Fonte Nova, e do sistema viário, na região de Itaquera, na zona leste de São Paulo. Outra importante obra da OAS que beneficiará a Copa do Mundo 2014 é a do Aeroporto Internacional de São Paulo. Confira os depoimentos de parte de nossa animada equipe.

Confira os depoimentos de parte de nossa animada equipe. Espero nos jogos de 2014 que o
Confira os depoimentos de parte de nossa animada equipe. Espero nos jogos de 2014 que o

Espero nos jogos de 2014 que o Brasil mostre ao mundo o que somos, temos futebol, mas temos também amor por tudo que fazemos, com educação, respeito e igualdade chegaremos lá.”

Osvaldo costa santos

Auxiliar de Enfermagem do Trabalho Consórcio Sistema BA 093/BA

de Enfermagem do Trabalho Consórcio Sistema BA 093/BA A Copa do Mundo é um evento de
A Copa do Mundo é um evento
A Copa do Mundo é um evento

de proporção gigantesca, que vai reunir 36

países, e mais de 200 irão assistir aos jogos. Vamos mostrar para o mundo a beleza das praias, as grandes obras, as grandes cidades, os grandes estádios com arquiteturas brilhantes como os da Europa. É a mistura de todas as raças, de todas as cores. Com certeza ficará marcado como um dos melhores mundiais de todos os tempos, que venham a França, a Itália, a Alemanha

e a Argentina. Elas e outras tantas outras

seleções querem buscar o caneco no berço do Brasil, mas sei que a Seleção Canarinho mostrará que ainda somos os melhores do mundo. BRASIL, TERRA DO SAMBA!!! DO CARNAVAL !!! E DO FUTEBOL!!!”

edmilson anselmo da silva

Auxiliar Administrativo Gerência de Planejamento Contábil – Escritório Central/SP

edmilson anselmo da silva Auxiliar Administrativo Gerência de Planejamento Contábil – Escritório Central/SP 19
edmilson anselmo da silva Auxiliar Administrativo Gerência de Planejamento Contábil – Escritório Central/SP 19

FotoS Gildo meNdeS e arquivo peSSoal

FotoS Gildo meNdeS e arquivo peSSoal as Copa do Mundo é um momento sagrado para nós
as
as

Copa do Mundo é um momento

sagrado para nós brasileiros! Todas

famílias e amigos se reúnem para

torcer. Sendo no Brasil, acredito que a expectativa e o clima de festa serão muito maiores, afinal esse é o país do futebol, do talento que encanta

o mundo. Acredito que essa energia

positiva será muito bacana pra empurrar

a nossa seleção rumo ao hexa e vamos poder acompanhar os estádios que a OAS construiu e de alguma forma ter

os estádios que a OAS construiu e de alguma forma ter Torcer pelo Brasil é sempre

Torcer pelo Brasil é sempre bom. Torcer com o Brasil jogando em casa é melhor ainda. Estádio lotado, cara pintada e bandeira na mão. Se jogar com GARRA é certeza do hexa da seleção!!!”

a sensação de que ajudamos para que esse evento acontecesse.”

egon Fragoso

Assistente Documentação Área Técnica – Escritório Central/SP

ricardo abath matos

Responsável Planejamento Área Infraestrutura/PE

matos Responsável Planejamento Área Infraestrutura/PE São mais de 200 milhões de corações pulsando a cada

São mais de 200 milhões de corações pulsando a cada segundo com a mesma energia de gritar:

Eu sou brasileiro! Existe uma magia por trás do futebol que ninguém consegue compreender melhor do que o brasileiro. Povo sofrido, de luta! Povo heroico, da cara pintada! Povo que torce, que se emociona e se comove com o simples rolar de uma bola. São 90 minutos de tensão, em que os olhos não se desviam do verde e amarelo que representa a nossa nação. Eu, como fiel brasileira, não consigo deixar de pensar no exato momento em que o árbitro apitar o início da partida da abertura desse tão esperado mundial. Onde o meu coração vai estar? Com certeza estará junto com os outros brasileiros e com o resto do mundo, que atentamente acompanhará mais um espetáculo terreno que

é chamado Copa do Mundo! E melhor do que torcer, assistir e rezar por nossa

equipe é saber que eu sou parte da Copa do Mundo, pois eu sou OAS. E saber

que a minha empresa foi responsável por ter montado alguns dos palcos deste grande espetáculo só me dá mais orgulho. Da Bahia para o mundo, todos terão seus olhos voltados não só para os 22 jogadores em campo, mas também para

a maravilhosa obra de engenharia de nossa equipe. Estou ansiosa para que o mês mágico de junho chegue logo. Vamos, Brasil!!!”

natália caldana

Secretária OAS Soluções Ambientais/SP

natália caldana Secretária OAS Soluções Ambientais/SP Ver o time brasileiro descontraído, ver um futebol
Ver o time brasileiro descontraído, ver um futebol ‘moleque’ e ver uma nação feliz. Quero
Ver o time brasileiro descontraído,
ver um futebol ‘moleque’ e ver uma
nação feliz. Quero ver a Copa do
Mundo trazer magia para a nação
brasileira. A magia do sorriso, do
encanto, da esperança e que essa
mágica seja lançada de dentro das
arenas, expressada num simples
toque de bola ou numa jogada de
efeito, na emoção de um lance
perdido ou no ápice do grito de
um GOOOOLLLL. Sem sombra de
dúvida, minha expectativa é que a
nossa nação seja CAMPEÃ.”
givanildo da silva santana
Responsável de
Administração Contratual
Rodoanel Norte Lote 2/SP
e a Copa será aí Os jogos da Copa de 2014 serão de muita movimentação
e a Copa será aí Os jogos da Copa de 2014 serão de muita movimentação
e a Copa será aí Os jogos da Copa de 2014 serão de muita movimentação
e a Copa será aí Os jogos da Copa de 2014 serão de muita movimentação
e a Copa será aí Os jogos da Copa de 2014 serão de muita movimentação
e a Copa será aí
e a Copa será aí
e a Copa será aí Os jogos da Copa de 2014 serão de muita movimentação no

Os jogos da Copa de 2014 serão de muita movimentação no nosso país. Estamos em uma correria com todas as obras para mostrar para o mundo que o melhor país para sediar uma Copa do Mundo é o nosso, pois somos unidos e a nossa bandeira é amada por todos os brasileiros. A expectativa está imensa e estamos preparados para esse evento que vai movimentar ainda mais o nosso Brasil.”

Felipe saldanha

Se somos capazes de organizar e sediar uma Copa, que possamos ser tão bons em outras áreas. Eu estava no Brasil na última Copa que aconteceu aqui, agora estou aqui em Gana ”

Kleber pratagy mendonça Filho

Coordenador de Suprimentos Casas Populares Gana

Filho Coordenador de Suprimentos Casas Populares Gana Técnico de Segurança do Trabalho Drenagem Praça da
Filho Coordenador de Suprimentos Casas Populares Gana Técnico de Segurança do Trabalho Drenagem Praça da

Técnico de Segurança do Trabalho Drenagem Praça da Bandeira/RJ

de Segurança do Trabalho Drenagem Praça da Bandeira/RJ Quando se pensa em futebol, já se pensa
de Segurança do Trabalho Drenagem Praça da Bandeira/RJ Quando se pensa em futebol, já se pensa

Quando se pensa em futebol, já se pensa no Brasil. Eu acho que vai ser uma das melhores Copas da história, o Mundial já é um dos maiores eventos esportivos do mundo, ainda sabendo que vai ser em nosso país é muito mais emocionante, porque esse grande evento move multidões dos quatro cantos do planeta e vamos receber pessoas de diversos países. Já se ouve falar que muitas pessoas estão se preparando e investindo também em seus filhos para receberem essa grande oportunidade, para lucrar com esse grande movimento. Estou ansiosa porque particularmente curto muito a Copa do Mundo, e aqui, bem pertinho da gente, creio que será o máximo!”

daniele sá santos

Telefonista Instalações Prediais – Escritório Central/SP

A minha torcida para os jogos de 2014 será SENSACIONAL, durante os jogos estarei na obra vibrando como se estivesse nas arenas, pois foi com esperança e raça que construímos este sonho!”

renan Varjão dias

Responsável de Montagem RNEST/PE

pois foi com esperança e raça que construímos este sonho!” renan Varjão dias Responsável de Montagem
pois foi com esperança e raça que construímos este sonho!” renan Varjão dias Responsável de Montagem
Que a Copa do Mundo 2014 será o evento mais importante dos últimos anos todos
Que a Copa do Mundo 2014 será o evento mais importante dos últimos anos todos
Que a Copa do Mundo 2014 será o evento mais importante dos últimos anos todos
Que a Copa do Mundo 2014 será o evento
mais importante dos últimos anos todos
nós sabemos, porém a grande vitória
deste evento não será apenas os estádios
acabados, obras de mobilidade urbana
ou a conquista da taça, a vitória será do
povo brasileiro, que irá presenciar um
acontecimento histórico. Torcedores de
toda parte vindo nos ‘visitar’ com sua
diversidade de cultura, língua, cor e raça
em uma verdadeira união dos povos.”

renan Oliveira santos

Responsável de Normas e Processos Escritório Central/SP

Responsável de Normas e Processos Escritório Central/SP A experiência de estar longe de casa, quando teremos
A
A

experiência de estar longe de casa,

quando teremos uma Copa do Mundo ‘em casa’, é realmente interessante. Aqui

em Trinidad e Tobago o futebol não é culturalmente um esporte de destaque, mas, apesar disso, é incrível a admiração que a população tem pelo futebol brasileiro.

É bastante comum ver pessoas pelas ruas

vestindo a camisa da seleção brasileira, e

a expectativa para os jogos tem sido muito

grande. Frequentemente somos abordados pelos parceiros, clientes e até mesmo por desconhecidos, perguntando dicas sobre como ir ao Brasil, os jogadores e como andam as obras em nosso país. Quando falamos sobre tudo o que está sendo feito no Brasil, e principalmente sobre a importância dos projetos que a OAS está desenvolvendo, nos sentimos realmente muito orgulhosos. Acho que a festa vai ser grande por aqui.”

orgulhosos. Acho que a festa vai ser grande por aqui.” rodrigo Ventura Superintendente Operacional, Diretoria

rodrigo Ventura

Superintendente Operacional, Diretoria Caribe e Venezuela

Superintendente Operacional, Diretoria Caribe e Venezuela Eu sonho assim: que os estádios que construímos com tanto

Eu sonho assim: que os estádios que construímos com tanto empenho e dedicação funcionem de acordo com o exigente padrão FIFA, que torcer em casa ou longe de casa, no estádio ou nos arredores do mesmo, seja sempre com paz, respeito e muita, muita emoção. Espero que o Brasil seja refletido no mundo como o país que realmente ele é, apesar de todos os seus problemas sociais, possui as belezas naturais mais únicas e diversificadas do mundo, que tem uma cultura abundante e é de um povo unido, acolhedor, alegre, de Carnaval, que tem ‘samba no pé’, tem ‘Deus no seu coração e o diabo no quadril’, mas também é trabalhador, luta por seus ideais, que vai às ruas atrás dos seus direitos e que pratica a inclusão social, e, claro, que a seleção nos traga de volta a taça dentro de casa e na melhor Copa do Mundo: a nossa! Rumo ao hexa, Brasil!!!”

leonardo Barreto santos silva

Responsável Administrativo Financeiro Projeto Ponte Estaiada Fortaleza/CE

Brasil!!!” leonardo Barreto santos silva Responsável Administrativo Financeiro Projeto Ponte Estaiada Fortaleza/CE 22
é o
é
o

Minha expectativa para a Copa de 2014

que primeiramente o Brasil acomode

todas as nações da melhor forma possível,

demonstrando cada vez mais ao mundo

quanto o povo brasileiro é acolhedor.

Segundo, que nossos estádios sejam realmente o palco de grandes ‘festas’ e, terceiro, que a seleção brasileira demonstre um bom futebol, deixando em casa mais esta taça. Boa sorte, Brasil.”

roberto dantas medeiros

Responsável de Planejamento Tributário Gerência de Tributos Internacionais Escritório Central/SP

Gerência de Tributos Internacionais Escritório Central/SP Minha expectativa para os jogos é gigante, sou apaixonado
Gerência de Tributos Internacionais Escritório Central/SP Minha expectativa para os jogos é gigante, sou apaixonado
Gerência de Tributos Internacionais Escritório Central/SP Minha expectativa para os jogos é gigante, sou apaixonado

Minha expectativa para os jogos é gigante, sou apaixonado por futebol, imaginem uma Copa do Mundo aqui no Brasil, na nossa casa, com muita festa e um clima único. Será fantástico! Aliando qualidade técnica, confiança e garra teremos todas as condições de conquistar o hexa, mas, caso não aconteça, vamos em frente, afinal de contas paixão não se explica, acontece.”

marcelo lorenzão

Analista de Suporte de TI Gerência de Equipamentos/SP

Analista de Suporte de TI Gerência de Equipamentos/SP Torcer pelo Brasil nos jogos de 2014 dentro
Torcer pelo Brasil nos jogos de 2014 dentro de casa é como ver o nosso
Torcer pelo Brasil nos jogos de
2014 dentro de casa é como
ver o nosso trabalho durante
todos esses anos
se tornando realidade.”
FotoS Gildo meNdeS e arquivo peSSoal

andré Frias

Responsável de Engenharia Estaleiro Enseada do Paraguaçu/BA

Sendo peruana, sinto muito pelo meu país não jogar no mundial, porém, sendo colaboradora da
Sendo peruana, sinto muito pelo
meu país não jogar no mundial,
porém, sendo colaboradora da
OAS, uma empresa brasileira,
tenho orgulho de fazer parte dela.”

July urrutia negrón

Responsável de RH Diretoria Pacifico

empresa brasileira, tenho orgulho de fazer parte dela.” July urrutia negrón Responsável de RH Diretoria Pacifico

23

nOssa gente

FotoS Weimer Carvalho

Viver para aprender e ensinar

FotoS Weimer Carvalho ▲ Viver para aprender e ensinar mestre de obras se realiza passando conhecimento

mestre de obras se realiza passando conhecimento aos colaboradores da oaS

se realiza passando conhecimento aos colaboradores da oaS Por Adalberto Araújo d epois da família e

Por Adalberto Araújo

d epois da família e da bem-sucedida carreira, o bem mais precioso do mestre de obras Mauro Jor- ge Ribeiro dos Santos, de 54 anos, é uma velha e

surrada apostila de 71 páginas datilografadas, encaderna- das em espiral e com capas de plástico comum. Afinal, a longa trajetória de 31 anos de Mauro Jorge na OAS se deve, em grande parte, à providencial apostila. Tudo começou em 1982, em Porto Alegre (RS), quando o trabalhador passou em frente ao canteiro de obras do Shopping Iguatemi e viu o anúncio “Contratam- -se pedreiros”. Ele entrou, conversou com o encarrega- do, e passou a integrar o quadro de colaboradores que erguiam o centro de compras. Comandado pelo mestre Guedes, meses após sua contratação, comentou com o superior que sabia ler e in- terpretar projetos arquitetônicos, pois fizera um curso de 80 horas no Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), especificamente, sobre o assunto. Guedes não titubeou e promoveu Mauro Jorge do cargo de pe- dreiro a encarregado, função que executou por um ano. Depois, levado à condição de encarregado geral, pois mostrou um trabalho caprichoso e dedicado. Tudo por causa da velha apostila. Mauro Jorge permaneceu como encarregado geral até o final de 1989. No ano seguinte, foi promovido ao

cargo de mestre de obras, função que exerceu no Shop-

ping Passeio das Águas, em Goiânia (GO), inaugurado em outubro, quando recebeu a Revista OAS.

“shoppeiro”

Atuando na construção da obra que mais gosta de ver levantada – shopping centers –, Mauro Jorge no Passeio das Águas coordenou 1,4 mil colaboradores no início da obra. “Sou ‘shoppeiro’ mesmo. É um traba- lho que me dá muito prazer, abre a men- te da gente e, além disso, dá a oportuni- dade de se executar todas as atividades que são responsabilidades de um mes- tre de obras”, afirma.

Fiel CompaNheira: a apoStila datiloGraFada e eNCaderNada em eSpiral torNou-Se Seu oBJeto iNSeparável

A verdade é que a OAS é uma grande família e uma das melhores empresas

A verdade é que a OAS é uma grande família e uma das melhores empresas para se trabalhar.

família e uma das melhores empresas para se trabalhar. mauro Jorge ribeiro dos Santos Mas o

mauro Jorge ribeiro dos Santos

Mas o que mais lhe deu prazer nesses 31 anos foi ter sido chamado pela OAS para estar à frente da res- tauração do Parque Dom Pedro (Mercado Municipal de São Paulo), ocasião em que pôde ter contato direto com os acionistas da empresa. “A obra, localizada na região central, estava com um problema difícil de resolver. Os engenheiros lembraram de mim, me chamaram, aceitei o desafio e resolvi a complexa questão”, conta com muito orgulho.

leitura e interpretação

Tudo o que aprendeu na velha apostila e nos cantei- ros de obras sobre Leitura e Interpretação de Projetos ele ensina aos outros colaboradores interessados em apren- der. Faz isso sem cobrar, voluntariamente, nas horas em que não estão trabalhando. Mauro vê a família a cada 21 dias, ocasião em que vai para São Paulo, onde mora, na região da Lapa, zona oeste. É casado com Sandra Maria Xavier Cardoso, de 53 anos, com quem tem quatro filhos: a publicitária Karen, 32, as gêmeas Michele e Cibele, 29, ambas administra- doras, e Maurício, 26, também adminis- trador, que está prestes a se casar com uma engenheira civil. Por falar em En- genharia e Arquitetura, parece que essas atividades incorporaram-se à família de Mauro Jorge. Além da futura nora, dois de seus genros são engenheiros – um civil e ou- tro eletricista – e sua esposa está na Fa- culdade de Administração e Urbanismo. Por fim, o filho, Maurício, embora seja administrador, também está no ramo. É encarregado administrativo em um dos empreendimentos da OAS em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo (SP).

“A engenharia está em nosso DNA”, diz Mauro Jor- ge. Ele, inclusive, está completando o ensino médio e faz parte dos seus planos prestar vestibular e ingressar na faculdade de engenharia civil. “Sei que vou realizar este sonho”, diz confiante.

confiança e reconhecimento

Com tantas conquistas no currículo, Mauro Jorge re- vela a sua maior satisfação profissional: ter conquistado a confiança da família OAS. “Esta é a verdade: a OAS é uma grande família. Entrei ‘guri’, me fiz homem, formei minha própria família e sigo atuando em uma das melhores em- presas que há para trabalhar”, completa. Com mais de três décadas de OAS, Mauro Jorge deixa uma mensagem aos colegas que agora estão ini- ciando sua jornada na OAS: “Amem muito a OAS, que é uma empresa que sabe valorizar os seres humanos que dela fazem parte. Aprendam o máximo no dia a dia de trabalho, dediquem-se e aproveitem todas as chances e oportunidades que a empresa dá, principalmente em cursos e capacitação, que sempre ocorrem nos canteiros de obras”, diz. Para ele, outras ações da OAS de que muito se or- gulha são as desenvolvidas em prol da qualidade, da se- gurança, da saúde, da responsabilidade social e do meio ambiente, valores muito preciosos à construtora.

Colaborador deseja terminar os estudos do ensino médio para cursar engenharia civil

preciosos à construtora. ▲ Colaborador deseja terminar os estudos do ensino médio para cursar engenharia civil

mercadO

BruNo riBeiro

Na Bahia, Complexo maNhattaN Se deStaCa Na paiSaGem pela BeleZa de Sua arquitetura

do tamanho dos seus sonhos

pela BeleZa de Sua arquitetura do tamanho dos seus sonhos oaS empreendimentos consolida-se como sinônimo de

oaS empreendimentos consolida-se como sinônimo de inovação e atenção ao cliente

como sinônimo de inovação e atenção ao cliente Por Nathalia Barboza J á são mais de

Por Nathalia Barboza

J á são mais de 37 anos de trabalho, transformando

espaços vazios em pontos de referência, fazendo

parte das cidades onde atua e entregando satisfa-

ção a seus clientes. Esta é a história de sucesso da OAS Empreendimentos, que pode ser contada por cada um dos proprietários e frequentadores dos hotéis, shop- pings e prédios empresariais projetados pela empresa, ou ainda pelos moradores das mais de 48 mil unidades habitacionais entregues ao longo deste tempo, desde quando nasceu, em 1976. “Nosso principal objetivo é realizar o sonho dos nos- sos clientes. Mais do que isso, queremos superar suas expectativas”, afirma Humberto Garrido, diretor da Re- gional Bahia da empresa. Marca forte e respeitada no mercado, a OAS Empre- endimentos tem na inovação e solidez dos seus projetos as características que em muito têm contribuído para for-

talecer a marca OAS. Um dos símbolos do seu pioneiris- mo e ousadia foi o lançamento, em 1995, em São Paulo, do World Trade Center, considerado o maior complexo de negócios da América Latina – formado por uma torre em- presarial, um hotel e um centro de convenções em 200 mil m 2 . O complexo foi um marco econômico para a ca- pital paulista e desbravou a hoje valorizada Marginal Pi- nheiros, uma das principais vias de concentração de escri- tórios de multinacionais e sedes de grandes corporações. Este não é o único projeto da OAS Empreendimentos a se tornar ícone. Em Salvador, por exemplo, o bairro Ci- dade Jardim, loteamento criado pela OAS, se consolidou como uma referência de moradia da classe média alta soteropolitana; já a Casa do Comércio virou símbolo de inovação e cultura e foi o principal motor do desenvolvi- mento da Avenida Tancredo Neves, hoje o centro econô- mico da cidade.

arquivo oaS

sinergia

A partir do ano de 2006, a OAS Empreendimentos iniciou um novo ciclo de atuação, tendo se expandido para outras regiões do país. A empresa instituiu cinco Regionais: além da Bahia, foram criados escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. De lá para cá, a OAS Empreendimentos vem ganhan- do mercado e solidificando sua atuação com projetos ino- vadores. Entre eles, está um modelo de negócios no qual um empreendimento imobiliário pode associar-se a outros projetos da OAS, a exemplo do que vem acontecendo em Porto Alegre, a partir da Arena Grêmio. Eduardo Villa Nova, diretor Regional da OAS Empre- endimentos no Rio Grande do Sul, explica: “A sinergia é um modelo a ser seguido. Nele, as empresas do gru- po compõem um grande mix de negócios: a construto- ra executa a obra; a OAS Arenas faz a gestão da opera- ção do estádio e a Empreendimentos tem o objetivo de

Nova estrutura organizacional surgiu em 2013

reCém-laNçado, o vermoNt paSeo FiCa em São paulo

capturar toda a valorização imobiliária do entorno da are- na e transformar isto em produtos imobiliários que com- porão o que será um novo bairro”. Mais do que sinergia, aponta Villa Nova, “este modelo

é uma grande oportunidade de negócio, na qual o ramo imobiliário potencializa outros negócios da OAS ou se beneficia de oportunidades criadas por outras empresas da holding. Ao invés de executarmos uma incorporação tradicional, procuramos fazer com que nosso landbank (estoque de terrenos) venha a ser de alguma maneira as- sociado a outros projetos da OAS”. “O mix e os grandes empreendimentos fazem mui-

to sentido para nós. O mix traz um grande portfólio de

produtos ao público e a empresa potencializa sua renta- bilidade pela ordem de grandeza dos empreendimentos oferecidos. E só se consegue este nível de resultado com empreendimentos em larga escala, do tamanho de um bairro”, comenta Villa Nova.

expansão

O processo nacional de expansão da OAS Empre- endimentos ganhou uma nova estrutura organizacional no início de 2013, com a nomeação dos atuais diretores regionais, que receberam novas incumbências e muito mais autonomia. Com a modificação estrutural, também o jurídico e

a engenharia – esta última talvez a mudança mais

significativa – ficam sob a responsabilidade do diretor regional. “Cada base é organizada como uma unidade de negócios. Somos ‘donos’ da cadeia inteira de produção, desde a compra do terreno até a entrega das chaves”, diz Telmo Tonolli, diretor da Regional São Paulo da OAS Empreendimentos. Segundo Tonolli, a percepção da empresa de que precisa ser a melhor do setor demonstra seu interesse em atender muito bem o cliente. “Não é o número de realizações que torna a OAS conhecida ou desejada, mas

a qualidade daquilo que ela entrega”, descreve. Desde 2007, a OAS Empreendimentos lançou mais de 11.900 unidades, que totalizam R$ 3,4 bilhões em VGV (Valor Geral de Vendas). São 47 projetos nas cin- co Regionais onde atua. Só no ano de 2012, a empresa somou R$ 859,9 milhões em Valor Geral de Vendas e colocou no mercado mais de 2 mil unidades imobiliárias, além das 1.342 entregues. Boa parte disso foi comer- cializada pela OAS Imóveis, lançada em julho de 2008.

A unidade do Grupo OAS conta com profissionais alta-

mente capacitados com foco integral e exclusivo na ven- da dos empreendimentos da OAS e reforça o empenho

e o compromisso da empresa para aproximar-se cada vez mais dos clientes.

empreendimentos da OAS e reforça o empenho e o compromisso da empresa para aproximar-se cada vez

BruNo riBeiro

BruNo riBeiro 2828 Ousadia e confiança: Oas é “top of mind” Quer entender qual a força

2828

Ousadia e confiança:

Oas é “top of mind”

Quer entender qual a força da OAS Empreendimen- tos na Bahia? Visite o Costa España. O empreendimento, situado na orla de Salvador, no bairro Ondina, ocupa parte do que antigamente era o Clube Espanhol. São mais de 12.600 m 2 de terreno com duas torres e 290 unidades de luxo. “O condomínio fica de frente para o mar. É um be- líssimo exemplo de estética inovadora, uma obra de arte. Mais do que isso, só por conta dele, o tradicional clube está podendo ser reativado e revitalizado”, avalia Hum- berto Garrido. Por conta de iniciativas como esta é que a empresa é “Top of Mind” pelo quarto ano na Bahia. O prêmio é con- cedido por meio de votação popular e reconhece as em- presas mais lembradas pelo público. Para estar sempre na memória dos baianos, a OAS Empreendimentos tem projetos de diversos padrões, que atendem aos mais variados públicos. Entre os que se des- tacam, está o Cittá Lauro de Freitas, na cidade de Lauro de Freitas, vizinha à capital baiana. O produto com a qua- lidade da OAS voltado para o mercado popular oferecia

excelente custo-benefício num dois quartos com suíte e varanda a preço diferenciado. Outro lançamento que mo- vimentou o setor foi o Manhattan Square, que virou um

cartão-postal da Avenida Paralela, hoje a mais movimen- tada de Salvador. O empreendimento ocupa uma área de

30 mil m 2 e é composto por três condomínios, sendo dois

residenciais e um empresarial, além de um mall de lojas e serviços.

portfólio

A partir de 2006, a empresa fez os dois primeiros lançamentos de sua nova fase: o Garden Ville e o Forest Ville. Os condomínios-clube de, respectivamente, três e quatro quartos com infraestrutura completa atingiram de

maneira precisa o público-alvo: em 50 dias, todas as 224 unidades foram comercializadas. A unidade de três suí- tes do Forest Ville vem com living ampliado com mais de

35 m 2 e o Garden Ville tinha opção de home theater.

No total, a Regional tem em sua carteira R$ 2 bilhões em VGV lançados. São 21 empreendimentos lançados, sendo 13 entregues (4.700 unidades) e 8 em fase de construção, com mais 1.600 unidades. “Temos o maior

de construção, com mais 1.600 unidades. “Temos o maior Nosso principal objetivo é realizar o sonho

Nosso principal objetivo é realizar o sonho dos nossos clientes.

principal objetivo é realizar o sonho dos nossos clientes. humberto Garrido, diretor da regional Bahia CoSta

humberto Garrido, diretor da regional Bahia

CoSta eSpaña: qualidade de vida e alto padrão marCam empreeNdimeNto

a oaS empreendimentos tem um compromisso muito grande com o cliente

CoNdomíNio villaGGio paNamBy Na Bahia

portfólio da empresa, o que nos dá mais responsabili- dade em relação à imagem forte da OAS. Temos que traduzir toda a expectativa do cliente em qualidade e satisfação”, comenta Humberto Garrido.

regional sp amplia atuação

Em São Paulo, a OAS é reconhecida pelas gran- des obras civis realizadas e tem como desafio apre- sentar a Empreendimentos e conquistar a mesma

credibilidade e buscar pulverizar a marca. “Só depois

é que tentamos identificar alguns lugares que interes- savam. Começamos a estudar alguns bairros específi- cos. Agora, estamos seguindo a estratégia de empre-

endimentos maiores, de pelo menos R$ 100 milhões de VGV, para todos os segmentos”, conta Telmo Tonolli. “A estratégia é sermos a empresa mais rentável do Bra- sil, não necessariamente a maior. Por isso buscamos empreendimentos maiores, onde conseguimos escala

e encaixamos nossas equipes”, diz. A cidade de São Paulo é o primeiro desafio, mas a empresa já tem atuado também no Guarujá, em Guaru- lhos e Diadema. “O interior também está no nosso de- sejo, mas ainda temos feito estudos com programas de

ediFíCio orChad, Na vila mariaNa, em São paulo arquivo oaS arquivo oaS
ediFíCio orChad, Na vila mariaNa, em São paulo
arquivo oaS
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investimentos para uma sequência de lançamentos que justifique uma base no interior”, revela Tonolli. Segundo ele, “a marca” é o diferencial da empresa. “A OAS tem um compromisso muito grande com o seu cliente. Estamos entregando os primeiros empreendi- mentos. Os clientes sentirão este compromisso.” Para ele, o segundo diferencial é a qualidade da en- genharia. “Fazemos uma engenharia de valor, que pen- sa não só na eficiência da construção, mas também no conforto do usuário”, comenta. “Quando o Brasil inteiro estava discutindo a Norma de Desempenho de Conforto Térmico, Acústico e de Ventilação, já estávamos aplican- do isto nas nossas obras”, completa. Pensando nisso, a OAS criou a OAS Tec. Desenvol- vida pela diretoria técnica, é uma grande pesquisadora de novas tecnologias, para entregar o que há de melhor para o cliente. São Paulo já tem 11 empreendimentos desenvolvidos pela OAS. “Estamos com 5 produtos em lançamento. Para 2014, pretendemos ter 5 ou 6”, conta Tonolli. Um exemplo de como a empresa atua é o Paseo, lan- çado em outubro, na Vila Mariana (zona sul). São, na ver- dade, 4 condomínios diferentes e autônomos, com ter-

lan- çado em outubro, na Vila Mariana (zona sul). São, na ver- dade, 4 condomínios diferentes

arquivo oaS

arquivo oaS renos independentes, distantes 300 ou 400 metros uns dos outros. “Propusemos a revitalização das

renos independentes, distantes 300 ou 400 metros uns dos outros. “Propusemos a revitalização das calçadas, pintura de muros, plantio de mudas e instalação de lixei- ras, bancos e outros equipamentos públicos. É um custo que podíamos não ter, mas as pessoas vão entender me- lhor a OAS a partir disso”, garante o diretor regional.

muito além do tricolor gaúcho

Em 2012, com o lançamento do Projeto Liberdade, um megaempreendimento ao lado na nova Arena do Grêmio, o desafio tornou-se ainda maior. A construção da arena atraiu uma série de investimentos à zona norte de Porto Alegre, especialmente no Humaitá – bairro marcado pela necessi- dade de investimentos em infraestrutura e segurança. Na

primeira fase, nas sete torres residenciais, o aporte da OAS Empreendimentos chegou a R$ 140 milhões. O complexo residencial Liberdade, que começou com o lançamento de três subcondomínios, prevê um to- tal de 23 torres.

O Liberdade é o maior empreendimento que a OAS

Empreendimentos fez no Brasil neste ano. As 3 primeiras torres lançadas – Alta Vista, Bella Vista e Grã Vista – so- mam 916 apartamentos, além de áreas de lazer e servi- ços. Venderam em 85 dias. “Já foram lançadas 7 torres e estamos na iminência de colocar no mercado aquilo que seria o início das demais torres”, diz Eduardo Villa Nova. Depois da inauguração da arena, a OAS está partindo para o projeto comercial, com 5 torres empresariais e cor- porate, dois hotéis e um futuro shopping, tudo gravitando ao redor do estádio gremista. “Serão quase 3 mil famílias que morarão no lugar e frequentarão o complexo multiúso. Muitas das pessoas que vão trabalhar lá acabarão morando perto, e quem vai à Arena pode ir ao shopping. Ou seja, o projeto se retroalimenta”, diz Villa Nova. “O residencial vai até 2018. As últimas fases do projeto, com o shopping am- pliado, devem chegar a 2020”, calcula o diretor regional.

atuação de destaque no distrito Federal

A atuação da OAS no Distrito Federal começou em

2008 e o primeiro lançamento aconteceu em 2010. “O Illuminato, em Águas Claras, teve VGV de R$ 80 mi- lhões e foi 100% comercializado em três meses”, lem- bra Fernando Garrido, diretor da Regional Brasília da OAS Empreendimentos. Com o sucesso deste, o Smart Residence foi a mercado em novembro do mesmo ano, com VGV de R$ 110 milhões. De lá pra cá, foram cinco empreendimentos, incluin- do o lançamento de 2012, o Visionaire, um complexo em- presarial que inaugurou um novo vetor de crescimento da capital federal, o SIA (Setor de Indústria e Abastecimento de Brasília). “O mercado do Distrito Federal tem muitas particularidades, especialmente no que tange à restri- ções construtivas. Nosso desafio é criar boas oportuni-

ções construtivas. Nosso desafio é criar boas oportuni- Fazemos uma engenharia que pensa na eficiência da

Fazemos uma engenharia que pensa na eficiência da construção e no conforto do usuário.

na eficiência da construção e no conforto do usuário. telmo tonolli, diretor da regional Sp dades

telmo tonolli, diretor da regional Sp

dades e garantir negócios interessantes para a empresa”, conta Fernando Garrido. “Temos aqui um público privile- giado, de renda formal e estável, e temos que trabalhar com esse foco”, conclui o diretor.

Oas aporta no rio para tornar a cidade ainda mais maravilhosa

Desde 2010, quando chegou ao Rio de Janeiro, a Re- gional da OAS Empreendimentos tem como grande desa- fio empreender no Porto Maravilha, região que está sendo revitalizada na zona portuária da cidade. “O projeto inteiro é grandioso e a OAS está atenta às oportunidades de ter- renos na região. Queremos desenvolver grandes projetos conceituais, que agreguem valor à área”, afirma Christiano Polillo, diretor Regional da OAS Empreendimentos no Rio. Segundo ele, entre os empreendimentos em estudo estão um complexo de saúde, com hospital, consultórios, laboratórios e hotéis, e outro, voltado à educação, com

liBerdade: marCa CoNquiSta merCado em porto aleGre

BruNo riBeiro

viSioNaire: laNçameNto SurpreeNdeu população de BraSília
viSioNaire: laNçameNto SurpreeNdeu população de BraSília

desde 2007, a oaS empreendimentos lançou mais de 11.900 unidades

universidades e moradias para professores e estudantes. “O projeto para a saúde será uma grande âncora para toda região do Porto. Já estamos fechando uma parceria com um grande hospital de excelência”, conta Polillo, que tam- bém revela a expectativa de empreender um grande mall

na região e investir em projetos da área de entretenimento. “Tentamos sempre fazer diferente, fora do convencional. Este é o DNA da empresa”, comenta o diretor. A Regional olha também as regiões do Rio tais como

Barra, Recreio e Tijuca.

Na Cidade maravilhoSa empreSa laNçou o Nouveau arquivo oaS
Na Cidade maravilhoSa empreSa laNçou o Nouveau
arquivo oaS

internaciOnalizaçãO

a força da oaS no exterior 2 Por Iolanda Nascimento 1 longe da terra natal,
a força da oaS
no exterior
2
Por Iolanda Nascimento
1
longe da terra natal,
os expatriados estão
em vários lugares onde
a oaS está presente
e enfrentam desafios
pessoais e profissionais
FotoS arquivo peSSoal
desafios pessoais e profissionais FotoS arquivo peSSoal 1. 2. 3. maNuel BoulhoSa parada 4. ClaytoN SaNtoS

1.

2.

3.

maNuel BoulhoSa parada

4. ClaytoN SaNtoS

5. marCelo Coura

rodriGo mattoS talita BarroS KariNa KiKuti e JoSé

e nquanto esta revista chega às mãos dos leitores, a maioria dos colaboradores da OAS está erguendo obras importantes para transformar a vida de milhares de pessoas. Muitos podem ainda estar a caminho do trabalho ou terminando sua jornada diária. Afinal, a em-

presa não opera apenas no Brasil e os diferentes fusos horários estão inseridos no seu dia a dia. A companhia tem um quadro de pessoal tão rico e vasto como o seu portfólio de obras: são mais de 100 mil colaboradores. Desses, mais de 10 mil podem estar neste exato momento construin- do hidrelétricas, rodovias, conjuntos habitacionais, urbanizando cidades e levando saneamento básico para as populações dos mais de 20 países onde a empresa atua. Mais de 5% desses profissionais são expatriados e estão longe de seu país de origem. Al- guns realmente muito distantes, e, em muitos casos, até mesmo de algum centro urbano. Eles são os expatriados e estão espalhados por locais nos quais a construtora está presente. Formam um grupo especial cujas principais características, além da competência técnica, são a garra para

vencer desafios e adaptar-se a outras culturas, marcas também da OAS e atributos responsáveis

pela sua rápida expansão no exterior. “Quem trabalha na OAS já tem isso no DNA”, afirma José Manuel Boulhosa Parada, gerente de Recrutamento e Seleção. A internacionalização da compa-

nhia, iniciada em 2006, não seria possível sem o engajamento dessas pessoas.

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5 4 Quem trabalha na OAS tem a expatriação no DNA. arquivo oaS
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Quem trabalha na OAS tem
a expatriação no DNA.
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José manuel Boulhosa parada, gerente de recrutamento e Seleção

O engenheiro civil Marcelo Coura, de 33 anos, é um exemplo desse engajamento. Nascido em São Paulo, ele está na OAS há 12 anos, entrou como estagiário, e está metade desse tempo trabalhando no exterior. “Minha primeira viagem foi para o Uruguai, em janeiro de 2008”, conta. A primeira de uma série de três países distintos. Coura, que estava com casamento marcado para março, aceitou o desafio. Foi, conheceu o país em que iria traba- lhar, estabeleceu sua vida, e logo voltou para casar com a carioca Carolina. “Por sorte ela também tem espírito aventureiro e adora descobrir novas culturas”, diz. No Uruguai, onde ficou até agosto de 2011, teve sua filha Ana Luiza e, dois anos depois, Davi, que nasceu na Costa Rica, para onde a família se mudou. As crianças adotaram o espanhol como sua língua oficial, mas, desde maio de 2013, estão sendo alfabetizadas em inglês, pois todos estão em Trinidad e Tobago, na região do Caribe. “No Uruguai nosso primeiro desafio foi a adaptação ao frio, na Costa Rica aprendemos a nos proteger dos terremotos, já aqui temos terremotos e tsunamis”, conta com bom humor. “A gente chega ao país com a missão de executar obras com o padrão OAS de qualidade e o maior desafio é fazer com que os colaboradores locais nos en- tendam”, explica. Coura e sua mulher já estabeleceram uma rotina de quem muda com frequência. “Eu abro as portas e ela fecha”, diz. “Eu alugo casa, vejo escola, abro conta e ela encerra contrato de locação, vende carro e fe- cha conta bancária”, descreve. Coura é um dentre o número de expatriados que superava com folga a casa dos 500 quando esta re- portagem estava sendo realizada e cresce a cada dia, acompanhando as necessidades dos novos projetos e do andamento das obras. Quase metade é de brasilei-

ros, sendo cada vez mais presentes na lista profissionais portugueses e espanhóis, além das dezenas de latino- -americanos provenientes de países onde a OAS já está estabelecida e reconhecida por suas obras. Conforme Parada, a demanda dos canteiros está tão aquecida a ponto de a companhia ter de expatriar profissionais in- clusive para áreas operacionais.

Benefícios

“Os nossos expatriados têm um pacote de remune- ração e benefícios bem atrativo para que possam desem- penhar suas atividades, porém o grande motivador da decisão de viver no exterior é a paixão pelo que fazem e por representar a OAS e fazer parte do processo de expansão internacional, levando nosso nome aos mais diversos países”, lembra Karina Kikuti, gerente de Ex- patriação da OAS. O pacote de benefícios internacional contempla desde apoio para moradia, escola dos filhos, curso de idiomas, passagens aéreas para visitar seu país natal, seguro-saúde e de vida internacional e previdência privada internacional, para citar apenas os principais. Ka- rina observa ainda que, antes de serem expatriados, os profissionais passam por um processo de integração na cultura da empresa. O engenheiro civil Marcel Henrique Corazza, atu- almente superintendente de Desenvolvimento de Ne- gócios para a Argentina e o Uruguai, está entre eles. Na companhia há 15 anos, onde começou como estagiário, Corazza comemorou em setembro aniversário de seis anos como expatriado. Trabalhou inicialmente no Uru- guai, onde ficou por 2,5 anos e foi gerente do Contrato da primeira obra finalizada no mercado internacional. Após o Uruguai, Corazza foi transferido para a

do Contrato da primeira obra finalizada no mercado internacional. Após o Uruguai, Corazza foi transferido para

Gildo meNdeS

Gildo meNdeS A OAS tem uma velocidade boa para quem tem competência. marcel henrique Corazza, engenheiro

A OAS tem uma velocidade boa para quem tem competência.

A OAS tem uma velocidade boa para quem tem competência. marcel henrique Corazza, engenheiro civil Argentina,

marcel henrique Corazza, engenheiro civil

Argentina, onde ainda está baseado, no cargo de gerente Comercial, e neste ano foi promovido à superintendência dos dois países. Com tantos anos na empresa, ele afirma que o plano de carreira é equivalente para expatriados ou não, principalmente hoje. “A OAS tem uma velocidade boa para quem tem competência”, diz Corazza. Nesta lis- ta, também constam outros engenheiros, como os brasi- leiros Rodrigo Sampaio Mattos, Rafael Arregui Lubianca, Clayton Gonçalves dos Santos Filho e o português José Guilherme Cocco da Fonseca. Superintendente de Desenvolvimento de Negócios na Guatemala desde o final de 2011, Mattos está na Di- retoria Internacional desde 2009, quando assumiu a ge- rência de Novos Negócios para a América Latina a fim de desbravar as oportunidades e abrir mercado na região. Primeiro, foi para Honduras e depois para a Costa Rica, onde abriu a sucursal e permaneceu até aceitar o desafio de iniciar as operações da construtora também na Guate- mala. “Amadureci profissionalmente dentro da OAS e a área internacional foi uma oportunidade para acelerar a carreira”, diz Mattos. Já Lubianca entrou na OAS em 2007 diretamente no braço externo da companhia. Foi para a Bolívia como responsável por Produção de Obra, na se- quência passou a ser responsável por Planejamento de Obra e, em seguida, gerente de Planejamento. Ainda na Bolívia, Lubianca assumiu a função de gerente do Contra- to, cargo que mantém em Conacri, capital da República da Guiné, para onde foi no fim de 2012. O português Cocco foi contratado em 2011 como res- ponsável de Planejamento de Obra no Haiti. Ele costuma dizer que teve um desafio maior: de se adaptar a duas

culturas simultaneamente: a do Brasil, por ser o país a sede da OAS, e a do Haiti. E fez isso bem, pois logo Coc- co foi promovido a gerente de Planejamento e, após um ano e meio naquele país, foi expatriado para Acra, capi- tal de Gana, na África, no começo de 2013 como gerente de Planejamento e Engenharia. “Os meus esforços são reconhecidos e sinto que tenho muitas possibilidades de crescimento”, afirma Cocco. O pernambucano Clayton Santos diz que trocou as bandeiras dos estados brasilei- ros pelas dos países. Santos iniciou as atividades na OAS como estagiário da filial do Recife (PE), em 2001. Ele trabalhou em canteiros em três estados antes de ser ge- rente do Contrato no Equador, a partir de 2010. Em 2011, já estava à frente de obras no Peru.

Vencendo as barreiras naturais

A atuação em regiões remotas dentro do próprio Brasil, somada ao conhecimento do cliente no exterior, também foi determinante na escolha do engenheiro civil Carlos Araújo para ser gerente do Contrato em Moçambi- que, na África, em abril de 2013. Na empresa desde 1984, onde começou também como estagiário, Araújo tem no portfólio obras como a transposição de águas do Rio São Francisco e as do Projeto Salobo, de viabilização de exploração de cobre pela mineradora Vale, localizado em uma região de difícil acesso no Pará, em meio à floresta, onde ficou por 1,5 ano. Cenário semelhante à área em que trabalha atualmente, em Nacala, na província de Nampu- la, com menos de 6 mil habitantes. “Estamos a quase três

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Nacala, na província de Nampu- la, com menos de 6 mil habitantes. “Estamos a quase três

horas de Nampula e mais próximo a Nacala Velha, um distrito com problemas de infraestrutura básica.” A engenheira chilena Paula Alvarez Roldán, neste momento, está a quatro horas da cidade mais próxima. Ela é responsável de gestão de Administração Contra- tual no Equador e trabalha na construção da Hidrelétri- ca de Baba, um grande projeto na província de Los Ríos. “Estou há quase três anos no Equador e são tantas as ex-

periências que poderia escrever um livro”, diz Paula, que começou a trabalhar na OAS do Chile em 2008, como líder de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional. Mesmo em algumas capitais e grandes centros os problemas existem. Lubianca diz que em Conacri às ve- zes falta água e a energia é obtida por meio de gerador. Há problemas de segurança. No entanto, a empresa man- tém um serviço 24 horas para garantir tranquilidade aos expatriados. Mattos passou pelo mesmo desafio quando se mudou para a Cidade da Guatemala e prontamente mudou de bairro. “Eles têm um alto índice de homicídios

e problemas com narcotráfico, mas tudo muito parecido

com outros lugares do mundo.” O caminho oposto de Paula fez a contadora Talita Gonçalves Meneses Barros, que saiu de Angola para a capital peruana, Lima, onde está desde 2010. Responsável pela área financeira, Talita diz que tem a expatriação no sangue e essa experiência agrega valores profundos à vida pessoal e à profissional. “Viver as diferentes culturas nos libera de muitos paradig- mas e nos ensina muito.”

superação pessoal

Estudar muito sobre as peculiaridades de cada país

e aceitar as diferenças são as fórmulas ensinadas pelos

expatriados para se obter sucesso no exterior. As reli- giões, as comidas, as vestimentas, o modo de pensar e se

comportar das pessoas podem até não ser incorporados, mas devem ser respeitados. “Quando mergulhamos na cultura local, nos abrimos para aquele mundo e isso faci- lita a adaptação, a fazer novos amigos e a construir essa bagagem que nos fortalece na vida profissional e pes- soal”, afirma Mattos. Para isso, do outro lado do oceano, na África, Lubianca participa e incentiva os parceiros de canteiros a frequentarem festas típicas e até mesmo a se vestirem como os cidadãos locais. O idioma costuma ser um dos principais entraves iniciais e a culinária também é outro fator de superação pessoal. Saudade da família e dos amigos é o sentimento em comum dos expatriados. Comum também é ter filhos de diferentes nacionalidades. O primeiro filho de Mat- tos, por exemplo, nasceu na Costa Rica e o segundo, na Guatemala. A filha de Corazza nasceu na Argentina e a

de Talita, no Peru. Talita foi expatriada junto com o mari- do, também funcionário da OAS. Já Santos foi expatriado quando o mais velho de seu casal de filhos tinha menos de dois anos. “Meus filhos e a minha esposa são globais”, diz Santos. Talita lembra que os expatriados costumam se unir

e se tornam também uma grande família. “Fazemos ex- celentes amigos e um se preocupa com o outro”, ela diz.

E Paula endossa: “Ganhamos uma nova família, que é o

grupo que está envolvido no projeto, e, quando alguém

é enviado para outra obra, temos de aprender a conviver com essa saudade também, porque essas amizades se-

rão mantidas para sempre”.

mais de 500 profissionais trabalham no exterior

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6. marCel CoraZZa e huGo BeleNS JÚNior

7. paula alvareZ

8. Guilherme CoCCo

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10. CarloS araÚJo

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inOVaçãO

FotoS arquivo oaS

desafios

construtivos

estaleiros vão alavancar a indústria naval brasileira

estaleiros vão alavancar a indústria naval brasileira Por Gabriel Carvalho maiS de 4 mil moradoreS eStão

Por Gabriel Carvalho

maiS de 4 mil moradoreS eStão eNvolvidoS Na

O fim do período de chuva na região de Maragoji-

pe, no Recôncavo Baiano, a 133 quilômetros de

Salvador, aumentou o ritmo das obras de cons-

trução do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, que prevê in- vestimentos de R$ 2,6 bilhões e início de funcionamento para o ano de 2015. Os serviços para a montagem do au- dacioso complexo são de responsabilidade do CEP (Con- sórcio Estaleiro Paraguaçu), formado pelas empresas brasileiras OAS, UTC e Odebrecht. O aporte financeiro é o maior feito em um empreendimento privado situado na Bahia nos últimos dez anos. O EEP (Estaleiro Enseada do Paraguaçu S.A.), empre- sa formada pela Odebrecht, OAS, UTC e pela Kawasaki,

foi concebido com objetivo de proporcionar o desenvol- vimento da indústria naval brasileira, com foco na cons- trução e integração de unidades offshore, como platafor- mas, navios especializados e unidades de perfuração. O EEP iniciou sua trajetória com uma sólida proposta em- presarial e tem como meta estar entre os mais eficientes e modernos do mundo, municiado pela mais alta tecno- logia, uma gestão focada em resultados e uma consisten- te política de sustentabilidade. Além dos benefícios para a macroeconomia brasilei- ra, o EEP tem um importante papel social, com a gera- ção de trabalho e renda para as suas áreas de atuação, especialmente na planta de Maragojipe. A belíssima

aporte FiNaNCeiro No eep é o maior Feito em um empreeNdimeNto privado NoS ÚltimoS 10 aNoS Na Bahia

A belíssima aporte FiNaNCeiro No eep é o maior Feito em um empreeNdimeNto privado NoS ÚltimoS
engenharia foi realizada por meio da expertise da Kawasaki heavy industries oBra que é um
engenharia foi realizada por meio da expertise da Kawasaki heavy industries oBra que é um

engenharia foi realizada por meio da expertise da Kawasaki heavy industries

oBra que é um marCo No reCôNCavo BaiaNo

Maximizamos o aproveitamento da matéria-prima com o mínimo de desperdício e coleta seletiva.

com o mínimo de desperdício e coleta seletiva. ricardo Freitas Kasper, gerente de SmS região, que

ricardo Freitas Kasper, gerente de SmS

região, que tem atrativos naturais e culturais de grande valor, mas era conhecida pelos baixos índices de empre- go formal, agora possui mais de 4 mil moradores envolvi-

dos diretamente na construção do estaleiro e deve ter, até

a sua conclusão em 2015, outros 15 mil ligados de forma

indireta ao empreendimento, o que já tem impulsionado

a economia dos municípios do entorno. Em setembro, o avanço físico da construção do esta- leiro alcançou a marca de 29,82% de cumprimento. Na opinião de Fernando Quintas, diretor de Contrato de Con- versão das FPSOs (Unidades Flutuantes de Produção, Armazenamento e Transferência) do EEP, a obra está no ritmo certo de suas atividades, de forma a atender os per- centuais de avanço físico previstos. “A expectativa é a me- lhor possível para os trabalhos dos meses subsequentes, devido ao período de ausência de chuva”, pontua. Quintas ressalta o aporte tecnológico aplicado ao pro- jeto. “A Engenharia conceitual do Estaleiro foi realizada por

meio da expertise da Kawasaki Heavy Industries, que possui mais de 100 anos de experiência em construção naval. Fo- ram empregadas as mais recentes tecnologias disponíveis em equipamentos e otimização dos processos produtivos, dentro de padrões internacionais de qualidade, para que a operação do Estaleiro se destaque no mercado”, conta. Além disso, o processo de transferência tecnológica contempla o treinamento de dezenas de profissionais do EEP nas plantas industriais e centros de tecnologia e for- mação da Kawasaki no Japão, bem como consultorias em diversas áreas da construção naval. Ele complementa dizendo que nos processos cons- trutivos, compostos por fases que vão desde o recebi- mento de materiais ao cais de acabamento, se destaca

a utilização de hidrofresas para a execução das paredes de diafragma do Dique Seco. “Esta metodologia é mais

desenvolvida e busca melhorar a impermeabilização do dique. Além disso, ressalta-se a grande capacidade de carga dos principais equipamentos de içamento do Es- taleiro – Goliath Crane de 1.800 toneladas, Jib Crane de 300 toneladas e Jib Crane de 70 toneladas”, ressalta. Com grande capacidade, o Goliath Crane é fundamental para a atividade finalística de construção de navios e possi- bilita que os módulos montados sejam colocados em cima das embarcações. Já o Jib Crane é uma espécie de grua, equipada com um guincho, cabos ou correntes e roldanas, que pode ser utilizada tanto para levantar materiais ou mo- vê-los horizontalmente. É usado para suspender equipa- mentos pesados e transportá-los para outros lugares. Voltado para construção e integração de unidades offshore, como plataformas, navios especializados e uni- dades de perfuração, o Estaleiro Enseada do Paraguaçu ocupa uma área de 1,6 milhão de m 2 , dos quais 400 mil são destinados à preservação ambiental. A OAS possui um importante papel dentro do projeto, ocupando áreas estratégicas e colaborando ativamente para o desenvolvi- mento das atividades de construção. Antes mesmo de sua conclusão, que está prevista para o ano de 2015, o Estaleiro já possui R$ 4,8 bilhões em contratos assinados com a Sete Brasil para a cons- trução de seis navios sonda. Quando estiver operando a plena capacidade, poderá processar até 36 mil toneladas de aço por ano, funcionando em regime de turno único,

o que permite uma ampla margem de produção, cons-

truindo navios de altíssima especialização, que poderão ser fabricados simultaneamente. O Estaleiro Enseada do Paraguaçu também se ca- racteriza por ter uma montagem com recursos da eletro- mecânica, bem como pela modernidade das instalações

e porte dos seus equipamentos. Os principais desafios

da eletro- mecânica, bem como pela modernidade das instalações e porte dos seus equipamentos. Os principais

GoverNador da Bahia JaqueS WaGNer viSita CaNteiro que No piCo Gerará 15 mil empreGoS diretoS e iNdiretoS

que No piCo Gerará 15 mil empreGoS diretoS e iNdiretoS Por ano, teremos capacidade de fabricar

Por ano, teremos capacidade de fabricar aproximadamente 4 mil toneladas de tubulação.

Fernando quintas, diretor do Contrato

de tubulação. Fernando quintas, diretor do Contrato construtivos, conforme Fernando Quintas, são a constru-

construtivos, conforme Fernando Quintas, são a constru- ção do Dique Seco (U-0016) com 261 metros de compri-

anel de contorno, além de abastecimento de água, ener- gia elétrica e esgotamento sanitário.

mento, 85 metros de largura e 15 metros de profundida-

 

A

construção do Estaleiro Enseada do Paraguaçu tem

de, e da Oficina 6 (U-0006), cuja estrutura do prédio é de 450 metros por 175 metros e 72 mil m 2 de área coberta.

um forte compromisso com a sustentabilidade e o proje- to prevê ações com a comunidade local e investimento na

Outro aspecto importante na complexa obra é o pla- nejamento da construção da primeira embarcação utili- zando o sistema global, que faz a sincronização online e

infraestrutura, além de atividades educativas e de capaci- tação profissional. Algumas das atividades sociais promo- vidas no entorno do estaleiro foram a reforma do cruzeiro

permite trabalhar em vários escritórios (Brasil, Romênia e Japão) ou sites ao mesmo tempo. Já Luís Felipe F. F. Bolpetti, gerente de Planejamen-

a recuperação da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, equipamentos históricos ligados à população local. Ricardo Freitas Kasper, gerente de Segurança, Meio

e

to da OAS, ressalta que a execução de três cais também se configura como um importante desafio construtivo e estima que os principais volumes de serviços a serem

Ambiente e Saúde da OAS, na obra, ressalta ainda projetos como o de reflorestamento de 40 hectares da vegetação nativa, recomposição florestal de manguezais, nascentes

executados são: 240 mil m 3 de concreto, 1.413 toneladas

e

matas ciliares, programas de sustentabilidade pesqueira

de tubulação, 12.766 toneladas de equipamentos e 2.004

e

de educação ambiental e comunicação social. “Dentro da

toneladas de estruturas metálicas. Bolpetti também enumera alguns diferenciais presen- tes na execução das obras de construção do Estaleiro, como

obra, nós maximizamos o aproveitamento da matéria-prima

com o mínimo de desperdício e coleta seletiva”, completa. Para Kasper, outro aspecto importante é conscienti-

o

corte de chapa de plasma, que garante mais precisão e

zar os colaboradores para os cuidados com a segurança

redução de resíduos; a automatização da pintura e do arre- dondamento de bordas; além das plataformas elevatórias.

dentro do canteiro de obras. “Sempre estamos atentos ao recrutamento, formação e monitoramento desses profis-

A

implantação do EEP vai acarretar uma série de melho-

sionais para não haver acidentes”, ressalta.

de melho- sionais para não haver acidentes”, ressalta. rias que vão desde a requalificação das rodovias

rias que vão desde a requalificação das rodovias BA-001

e BA 543 à construção de píeres, atracadouros, pontes,

O EEP possui licença de instalação concedida pelo Iba-

ma (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), que incorporou

outras três anuências ao texto como a do ICMBio (Insti- tuto Chico Mendes de Biodiversidade), Anuência da Fun- dação Zumbi dos Palmares e parecer técnico do Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico Nacional).

estaleiro inhaúma

A presença do EEP no Estaleiro Inhaúma, localizado

no bairro do Caju, às margens da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, se deu a partir de junho de 2012, com a missão inicial de revitalizar o estaleiro e realizar a conver- são do casco do navio petroleiro do tipo VLCC (Very Large Crude Carrier) para FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo e gás) P-74. No estaleiro, que foi arrendado pela Petrobras, tam- bém teremos as obras de conversão de outras três plata- formas destinadas à exploração do pré-sal: P-75, P-76 e P-77, que terão capacidade de produzir até 150 mil bar- ris de petróleo por dia, por plataforma, e de comprimir

7 milhões de m 3 de gás natural por dia.

A conversão do casco da P-74 possui as seguintes

etapas: a inspeção e substituição de chapas, desmonta- gem de equipamentos e tubulação do navio, inspeção de todo o casco e estruturas internas, substituição das cha- pas que não estejam adequadas, além da fabricação e a instalação de 13 mil toneladas de estruturas novas neces-

sárias à colocação dos módulos, das linhas de produção e do novo sistema de ancoragem. As obras em Inhaúma irão gerar em seu pico mais de 5 mil empregos. A estimativa é que o casco da P-74 es- teja pronto em agosto de 2014 e os cascos das demais plataformas, em 2015. As obras mais importantes para a conversão serão o reforço estrutural do casco; a amplia- ção, a reforma e a adaptação das acomodações, que terão capacidade para 110 pessoas; as instalações de equipa- mentos e utilidades, além da adaptação do sistema de ancoragem, entre outras. A unidade, de acordo com Fernando Quintas, diretor do Contrato do projeto, contém uma oficina para fabri- cação de tubulação de 2 a 42 polegadas, uma oficina de estrutura para corte automatizado de chapas e perfis, por métodos semiautomáticos e automáticos na produção de painéis e blocos de até 90 toneladas. Com capacidade de produzir até 320 toneladas, em um turno, com diâmetro médio de 8 polegadas, com capacidade de fabricação de estruturas na ordem de 2,2 mil toneladas, também em um turno no qual incluem o processo de chapas. De acordo com o diretor, “todos os itens fabricados podem ser jateados e pintados na Cabine de Jato e Pintu-

ra do Estaleiro, e 26 mil toneladas de Estrutura jateada e

pintada”, completa Quintas.

CoNStrução tem Forte CompromiSSo Com a SuSteNtaBilidade e proJetoS Com a ComuNidade

pintada”, completa Quintas. ▲ CoNStrução tem Forte CompromiSSo Com a SuSteNtaBilidade e proJetoS Com a ComuNidade

destaque

Gildo meNdeS

além da construção

a oaS é também

arte, educação e

desenvolvimento

para colaboradores

e comunidades

próximas de suas obras

para colaboradores e comunidades próximas de suas obras Por Elenita Fogaça e Márcia Vaisman JoSimar FraNCiSCo

Por Elenita Fogaça e Márcia Vaisman

JoSimar FraNCiSCo GomeS moStra para a reportaGem da reviSta oaS o orGulho de SaBer eSCrever Seu Nome

da reviSta oaS o orGulho de SaBer eSCrever Seu Nome O que carece em saber dos

O que carece em saber dos livros, sobra em sabe-

doria de vida. “Quando a gente deixa de sonhar,

deixa de existir”, ensina o auxiliar de eletricista

Josimar Francisco Gomes, de 47 anos. E foi agarrado a essa filosofia de vida que ele, neste ano, resolveu realizar um desejo adormecido durante grande parte de sua vida. “Estou estudando e já sei escrever meu nome”, conta or- gulhoso, com os olhos lacrimejando. Paraibano de nasci- mento e pai de três filhos com 23, 22 e 21 anos, Gomes é um dos alunos do curso de Ensino Fundamental, da Escola OAS, nas obras do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A Escola OAS surgiu há mais de dez anos e atual-

mente é o projeto mais antigo do Instituto OAS, admi- nistrado pela área de Responsabilidade Social. “Nossos projetos são voltados à educação, à cultura e ao esporte. O objetivo é fazer com que as ações beneficiem o maior número de colaboradores e comunidades próximas às obras onde a OAS está presente”, explica a gerente de Responsabilidade Social, Fernanda Oliveira. “Desenvol- vemos diversas ações de responsabilidade social e cria- mos uma identidade única para administrar todas elas e fortalecer a marca da empresa”, complementa. A partir daí, o Instituto começou a oferecer de forma consolidada serviços comprometidos com a promoção da sustentabi- lidade social, ambiental e econômica.

arquivo oaS

Gildo meNdeS

arquivo oaS Gildo meNdeS lazer, cultura e entretenimento fazem parte das ações de responsabilidade social arquivo

lazer, cultura e entretenimento fazem parte das ações de responsabilidade social

fazem parte das ações de responsabilidade social arquivo oaS arquivo oaS As ações educacionais do Instituto
arquivo oaS
arquivo oaS
arquivo oaS
arquivo oaS

As ações educacionais do Instituto OAS ultrapassam

fronteiras brasileiras e chegam a outros países em que a empresa tem obras. No Haiti, por exemplo, na sala de aula criada especialmente para alfabetização, era possí- vel ver os alunos atentos ao aprendizado. Por meio do Instituto, a Escola OAS esteve presente alfabetizando e também capacitando os cidadãos da capital, Porto Prínci- pe, já que grande parte da população ainda é analfabeta. “Enfrentamos um desafio porque a língua oficial é o francês, mas as pessoas na rua falam o dialeto creole. Por isso, resolvemos inovar, produzindo todo o material didá- tico neste idioma”, comenta a gerente de RH do Caribe e

da América Central, Patrícia Ishihama. A ideia, nesta ação, foi ajudar a população a reconstruir a cidade, após o forte terremoto que ocorreu em 2010.

O próximo passo internacional está ocorrendo em

Trinidad e Tobago, com cursos de capacitação. “Neste país, a realidade é diferente da do Haiti, pois aqui 95% dos indivíduos sabem ler e escrever, então, precisamos ajudá-los na capacitação e em cursos de liderança para os encarregados. Estamos investindo nos colaboradores”, conclui Patrícia. Segundo Fernanda Oliveira, a participação e imple- mentação de uma série de projetos por todas as obras,

inclusive internacionais, e o resultado das ações têm sido muito gratificantes. Conheça, nas próximas linhas, os principais proje- tos gerenciados pela área de Responsabilidade Social e, consequentemente, pelo Instituto.

escola Oas

A ideia surgiu como uma alternativa para alfabetizar os colaboradores, no canteiro de obras, após o horário do expediente. Em parceria com uma consultoria especiali- zada na capacitação para o público da construção civil, foi implementado o Ensino Fundamental 1 (do 1 o ao 4 o ano). Depois surgiu a necessidade de continuação, com o En- sino Fundamental 2 (5 o ao 8 o ano) e a Capacitação, desta vez com parceiros como Senai. Assim que uma obra começa, a área de Responsa- bilidade Social entra em contato com os responsáveis

e apresenta todos os projetos do Instituto. O objetivo é

explicar a importância das ações, seus benefícios e, dessa forma, atingir o maior número de colaboradores. As diretrizes são apresentadas e o material didático

é entregue pela área. Geralmente, as aulas do Funda- mental 1 e 2 ocorrem de segunda a quinta-feira, durante duas horas, após o expediente de trabalho. Cada curso

Funda- mental 1 e 2 ocorrem de segunda a quinta-feira, durante duas horas, após o expediente
tem duração aproximada de oito meses. “Além do acom- panhamento do programa, nos empenhamos em

tem duração aproximada de oito meses. “Além do acom- panhamento do programa, nos empenhamos em verificar como o colaborador está evoluindo, para que, no término do curso, a maioria receba o certificado de conclusão, va- lidado pelo MEC”, ressalta Lígia Martos, da área de Res- ponsabilidade Social. “Ao promovermos a possibilidade de essas pessoas estudarem, realizamos sonhos que, muitas vezes, são distantes da realidade delas”, acrescenta Lígia. Já os cursos de capacitação são voltados para a for- mação de pedreiros, carpinteiros, auxiliares administrati- vos, entre outros. Esses cursos também ocorrem dentro dos canteiros e o colaborador é indicado a comparecer. Juntas, as aulas têm duração aproximada de 160 horas e cada sala recebe cerca de 20 alunos. “As atividades reali- zadas vão ao encontro do que a obra necessita. E, nesse sentido, é importante lembrar que podemos ser cada vez mais um parceiro estratégico, no qual a obra explica suas demandas de capacitação e a área busca por parceiros para realizar e administrar os cursos”, explica Marianne Widonsck, responsável pelos trabalhos de Capacitação da área de Responsabilidade Social. Segundo ela, um gran- de diferencial é o curso para formar mestres de obras. Esse é o caso de José Ferreira de Santana, de 50 anos, que desde 1989 está na OAS. Na empresa ele já teve a oportunidade de fazer vários cursos, como de pe- dreiro, carpinteiro e de liderança. Hoje, ocupa o cargo de encarregado geral na obra do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e está se qualificando para se tornar mestre de obras. “Será minha grande realização essa formação e a possível promoção”, garante. “A OAS só me deu oportunidades de crescimento pessoal e pro- fissional”, diz. De acordo com o responsável Administrativo Fi- nanceiro da obra do Aeroporto Internacional de São Paulo, Fernando Baeta, essa iniciativa da OAS, que co- meçou nas obras do Aeroporto, é única no Brasil. “A maioria dos mestres de obras está há mais de 30 anos no mercado. Em breve, teremos de pensar na sucessão dos cargos, por isso estamos capacitando os colabora- dores”, explica.

Obra com arte

Há dois anos, a Oscip (Organização da Sociedade Ci- vil de Interesse Público) Mestres da Obra está com a OAS, desenvolvendo o projeto Obra com Arte. Os arte-educadores vão aos canteiros de obras defi- nidos pelo Instituto OAS e, durante pelo menos um dia, mobilizam os operários escolhidos para criar obras de arte, seja por meio da fotografia, da música, sempre com foco na sustentabilidade e no valor agregado. Este ano, eles estão fazendo instrumentos de música com resíduos das obras e, ao final, tiram som deles.

campanha de promoção da igualdade racial

“Questões raciais, infelizmente, ainda são determi- nantes para desigualdades no acesso à educação, saúde e

emprego, por exemplo”, reflete Patrícia D’Ávila, que cuida dos projetos voltados para as comunidades. A OAS com- bate este preconceito e orienta seus colaboradores sobre

a igualdade racial, levando às obras apresentações tea-

trais sobre o tema. “Por meio do teatro, os colaboradores

ColaBoradoreS em CurSo proFiSSioNaliZaNte

participantes recebem diplomas em cerimônia no canteiro

vivenciam momentos de descontração e são convidados a repensar suas atitudes em relação à discriminação e ao preconceito”, completa. Este ano, foi desenvolvida uma peça teatral que en-

volve vários tipos de preconceito, desde a raça até a fun- ção que cada um ocupa no ambiente de trabalho. “De uma forma lúdica, buscamos a participação deste públi- co, fazendo com que eles interajam com a história duran-

te toda a encenação”, afirma um dos roteiristas e ator da

peça Mateus Monteiro, da Cia. D’Alma de Teatro.

A história também é encenada para as crianças das co- munidades próximas das obras. Este ano, a peça já percor- reu oito obras em 15 apresentações, fazendo performances para os colaboradores e para a comunidade, geralmente nas escolas. “As pessoas torcem pelos personagens e temos a sensação de que estamos cumprindo um papel social mui-

to importante. Afinal, todos precisamos ser respeitados em

nossas diferenças”, comenta Patrícia.

Mateus conta que uma das vivências mais emocio- nantes ocorreu em Alagoas, na obra da BR-101. “Muitos

lá nunca tinham visto uma peça de teatro nas suas vidas.”

FotoS Gildo meNdeS

FotoS Gildo meNdeS O objetivo é fazer com que as ações beneficiem o maior número de

O objetivo é fazer com que as ações beneficiem o maior número de colaboradores e comunidades próximas às obras onde a OAS está presente.

e comunidades próximas às obras onde a OAS está presente. Fernanda oliveira, gerente de responsabilidade Social

Fernanda oliveira, gerente de responsabilidade Social

A chuva não atrapalhou a apresentação na escola muni-

cipal. “Eu via o brilho nos olhos das crianças, de espanto, de admiração. Foi transformador.”

em campo

Há obras que, pelo tamanho e complexidade, com-

portam diversas ações promovidas pelo Instituto OAS.

A do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guaru-

lhos, é uma delas. Desde o início da construção, 17 colaboradores foram beneficiados com a conclusão do Ensino Fundamental 1 e 50 com o Ensino Fundamental 2. Nas salas de aula, o

arte CêNiCa para paSSar meNSaGem de CoNSCieNtiZ ação

aulaS prátiCaS FaZem parte de CoNteÚdo doS CurSoS

Instituto OAS criou uma biblioteca, para estimular a leitura. Entre os cursos de capacitação profissional, foram ministrados Liderança para Encarregados; Inclusão Di- gital; Mestre de Obras; Eletricista Instalador; Auxiliar de Pessoal; e Pedreiro de Alvenaria. Ao todo, 265 pessoas foram capacitadas. No ano passado, o projeto Obra com Arte fez oficina de artes plásticas com três turmas, contemplando 36 co- laboradores. Foram cerca de 4 horas por turma, no can- teiro. O resultado desta ação e das realizadas em outras obras de São Paulo foi exposto no Conjunto Nacional, por um mês, para apreciação do público que passava por lá. Em agosto, o teatro esteve na programação da obra de Guarulhos, com um espetáculo de Igualdade Racial voltado para 1.800 colaboradores.

O canteiro também recebeu uma das mais novas ini-

ciativas do Instituto, o Programa de Qualidade de Vida nas Obras. Em março, a iniciativa-piloto aconteceu na obra do Aeroporto, em parceria com o Sesi, beneficiando 816 pessoas. Durante três dias consecutivos, os colabo- radores puderam frequentar as tendas montadas no can- teiro, que ofereciam automassagem, corte de cabelo e avaliação bucal feita por um profissional da área. Paralelamente, o Sesi doou kits de DVDs com vídeos contendo ações educativas. “Distribuímos para 32 obras no Brasil. Até agosto, já atingimos mais de 2,6 mil co- laboradores”, comenta Karina Castillo, também da área de Responsabilidade Social. O objetivo é continuar com duas ações presenciais por ano e com a distribuição dos vídeos até que 100% dos canteiros sejam contemplados. No ano passado, Guarulhos também recebeu a Cam-

panha contra a Exploração Sexual Infantil, para 1.100 co- laboradores. A intenção é trabalhar anualmente com te- mas ligados a Direitos Humanos.

A OAS é assinante e participante da Declaração de

Compromisso Corporativo no enfrentamento da Violên- cia Sexual Contra Crianças e Adolescentes. O documen- to expressa e formaliza o compromisso de desenvolver ações para sensibilizar seu público interno e sua cadeia produtiva para o tema e incentiva a denúncia. Só em 2012, a Campanha, que contou com apresentações teatrais nas obras e escolas próximas, atingiu cerca de 10 mil pessoas em todo o país.

que contou com apresentações teatrais nas obras e escolas próximas, atingiu cerca de 10 mil pessoas

Gildo meNdeS

JoSé Ferreira de SaNtaNa

destaques (2002-2013)

instituto Oas

Projetos em ação

30.000 beneficiados

cerca de 500 salas abertas pelo Instituto

beneficiados cerca de 500 salas abertas pelo Instituto escola Oas Desenvolvimento dos cidadãos proporcionando

escola Oas

Desenvolvimento dos cidadãos proporcionando acesso à educação básica

Mais de 4.000 formados

Atuação em campo

80 obras participantes

12 estados participantes

2 países participantes

12 estados participantes 2 países participantes Essa formação será minha grande realização. José

Essa formação será minha grande realização.

José Ferreira de Santana, encarregado geral

para a região

José Ferreira de Santana, encarregado geral para a região A comunidade de Guarulhos foi beneficiada com

A comunidade de Guarulhos foi beneficiada com o

programa de Inclusão Digital. Segundo Patrícia, o proje- to, que começou em 2011, tem o intuito de contribuir para o resgate da autoestima e da cidadania, além de promo- ver mais conhecimento à população. Foi criado um curso de 30 horas que ensina noções bá-

sicas operacionais e de Internet. Para realizar este tipo de curso na comunidade é preciso firmar algumas parcerias. No Aeroporto, por exemplo, a Secretaria de Ação Social de Guarulhos cedeu um espaço para a realização das aulas. Por sua vez, a obra comprou os equipamentos e computa- dores e o Instituto OAS contratou os professores. Em fase final, a Arena das Dunas foi outra obra que con- templou todos estes projetos e ainda recebeu o Programa de Geração de Renda, que proporcionou a 40 mulheres da comunidade do entorno conhecer a arte da decupagem, reaproveitando caixas e criando embalagens para venda e obtendo ganhos financeiros. “O objetivo desta ação é ofe- recer alternativas de subsistência e complementação de renda para as participantes do projeto”, conta Patrícia.

O canteiro também se orgulha de um feito, que teve

todo o apoio do Instituto OAS: a certificação SA8000, uma norma internacional de avaliação da responsabili- dade social. “O Instituto presta um serviço levando benefícios

para as nossas obras e para os colaboradores e comuni- dades impactadas e nós estamos muito felizes com os resultados”, conclui a gerente de Responsabilidade So-

cial, Fernanda Oliveira.

Obra com arte

Oficinas com a participação de inúmeros colaboradores, resultando em exposições no Conjunto Nacional e na Praça do Patriarca, em São Paulo.

inclusão digital

Cursos de informática básica que envolvem colaboradores e as comunidades vizinhas.

que envolvem colaboradores e as comunidades vizinhas. campanha contra exploração sexual de crianças e

campanha contra exploração sexual de crianças e adolescentes

Já atingiu mais de 10 mil pessoas em todo o país, rendendo à área o troféu do Prêmio Aberje pela etapa regional de São Paulo, na categoria “Comunicação e Relacionamento com a Sociedade”.

memória

arquivo oaS

experiência

marítima

Com um amplo portfólio de obras marítimas e portuárias, oaS se destaca no segmento

obras marítimas e portuárias, oaS se destaca no segmento Por Bianca Rossoni e Elenita Fogaça U

Por Bianca Rossoni e Elenita Fogaça

U ma obra de 500 milhões de dólares. Um dos

maiores contratos no segmento naval assinado

pela OAS. No Uruguai a empresa está atuando na

construção do GNL Del Plata, uma obra totalmente maríti- ma que diversificará a matriz energética para os uruguaios. O projeto consiste em uma planta offshore, o que sig- nifica que o processo de regaseificação e armazenamento de GNL (Gás Natural Liquefeito) terá lugar no mar. Trata-se de um quebra-mar de cerca de 1.500 metros, um gasodu- to submarino de 3 quilômetros, de um gasoduto terrestre de cerca de 13 quilômetros, e um de armazenamento flu- tuante e terminais de regaseificação, com capacidade de armazenamento de 267 mil m 3 e uma capacidade máxima de regaseificação de 10 milhões de m 3 por dia. Este projeto permitirá a recepção, armazenamento e regaseificação de gás natural liquefeito através da água. “Nós conquistamos esse projeto graças à experiência da OAS em obras marítimas e portuárias”, revela o supe- rintendente operacional Alírio Oliveira, que no momento está no Uruguai no comando dos trabalhos.

porto de suape (recife – pe)

Janeiro de 1986 a maio de 1987

Obra industrial composta de bases de concreto para tanques, diques de contenção de concreto, canaletas, pavimentação em concreto

e paralelepípedos, tubovias, prédios oficina

almoxarifado, administração, portaria, balança, subestação (Terminal de Granéis Líquidos).

Junho de 2000 a junho de 2001 Execução de obras e serviços de construção civil do Píer de Granéis Líquidos (PGL-2), com capacidade máxima de atracação de 90.000 TDW. O cais foi executado no mar, com altura de lâmina d’água de 16,5 metros.

dezembro de 2001 a setembro de 2007 Execução dos serviços de construção do Cais 4 (330 metros) de Suape, incluindo

dragagem, aterro hidráulico, obras e serviços complementares e acessórios. O cais permite

a atracação de embarcações com até 170.000 TPB pós-panamax.

Junho de 2008 a julho de 2009 Obras e serviços de engenharia, contemplando obras de dragagem e aterro hidráulico, bem como

a construção de um cais para múltiplos usos com 330 metros de comprimento, assim como os serviços e obras complementares e acessórias, para permitir a navegação e atracação de embarcações com até 80.000 TPB, com calado operacional de 14,50 metros no Cais 5.

Outubro de 2009 a fevereiro de 2011 Obras de construção de um píer petroleiro, com 660 metros de comprimento, serviços

e obras complementares e acessórias, para

permitir navegação e atracação de navios petroleiros com até 170.000 TBP, Suezmax, com calado operacional de 17 metros, tubovia, obras de dragagem, prolongamento e reforço do molhe, sinalização náutica do canal de acesso e melhoria de acesso viário.

Julho de 2011 a outubro de 2012 Execução das obras civis de proteção dos cabeços Norte e Sul da abertura dos arrecifes para acesso ao porto interno de Suape, em virtude da realização da dragagem do leito marinho no canal de acesso, de forma a aprofundá-lo da cota: -15,50 metros para -20,00 metros.

da dragagem do leito marinho no canal de acesso, de forma a aprofundá-lo da cota: -15,50

NiltoN SouZa

arquivo oaS

NiltoN SouZa arquivo oaS porto do rio/porto maravilha (rio de Janeiro – rJ) Junho de 2011
NiltoN SouZa arquivo oaS porto do rio/porto maravilha (rio de Janeiro – rJ) Junho de 2011

porto do rio/porto maravilha (rio de Janeiro – rJ)

Junho de 2011 a junho de 2017 Concessão Administrativa para a prestação dos Serviços visando
Junho de 2011 a junho de 2017
Concessão Administrativa para a prestação dos
Serviços visando à revitalização, operação e
manutenção da AEIU Portuária, precedida ou
cumulada com a execução de obras.
precedida ou cumulada com a execução de obras. estaleiro enseada do paraguaçu (Bahia) setembro de 2011

estaleiro enseada do paraguaçu (Bahia)

setembro de 2011 a julho de 2012 Serviço de engenharia e de trabalhos preparatórios da
setembro de 2011 a julho de 2012
Serviço de engenharia e de trabalhos preparatórios da obra,
com opção de celebração de contrato para construção
de estaleiro Naval, sob regime de aliança.
agosto de 2012 a março de 2015
Elaboração de engenharia de projeto executivo, fornecimento
de bens e execução dos serviços de construção civil, montagem
eletromecânica, interligações e comissionamento.
porto de maceió (maceió – al) O Porto de Jaraguá, também conhecido como Porto de
porto de maceió (maceió – al)
O Porto de Jaraguá, também conhecido como Porto
de Maceió, é administrado pela Codern (Companhia
Docas do Rio Grande do Norte). É considerado
um “porto natural” que facilita o atracamento de
embarcações. Tem o maior terminal açucareiro do
mundo, além de ser um dos mais movimentados
do Brasil. O porto conta com um arado capaz de
operar navios das frotas mais modernas do mundo,
do tipo pós-panamax, com cerca de 200 metros
de comprimento.
porto de salvador (salvador – Ba)
abril de 1989 a agosto de 1994
Execução das obras e serviços para a construção do
Píer Petroleiro de Maceió, incluindo píer de atração,
ponte de acesso, dolfins de acostagem e amarração,
além dos demais serviços complementares.
maio de 1989 a maio de 1990
Execução das obras de recuperação e
alargamento do Cais comercial do Porto de
Salvador, numa extensão de 180 metros,
constando basicamente de: sondagem
geotécnica no mar, embrechamento das
juntas da muralha existente, demolições
de cobertinas, remoções de blocos de
cantaria, linhas férreas e dutos enterrados
e fundações profundas em tubulões a ar
comprimido.
Junho de 1989 a setembro de 1994
Execução das obras e serviços de recuperação
de 50 metros de cortina de estacas-pranchas
pré-moldadas em concreto armado, junto ao
farol do Porto de Maceió.
Outubro de 1997 a junho de 1999
Recuperação do enrocamento de proteção,
com 71.010 toneladas de pedras de diversos
tamanhos, da cortina de estacas-pranchas
(54,50 metros), no molhe do porto.
setembro de 1989 a janeiro de 1990
Execução das obras e serviços de
pavimentação da segunda etapa do pátio
de containers do porto.
abril de 2002 a outubro de 2003
Execução das obras de recuperação do molhe
do porto, que serve de quebra-mar e cais
acostável, no farol de Maceió.
arquivo oaS
arquivo oaS

NiltoN SouZa

dezembro de 2002 a março de 2004 Projeto e execução da construção e montagem, com
dezembro de 2002 a março de 2004
Projeto e execução da construção
e montagem, com fornecimento de
materiais e equipamentos, do Píer
do CENTROPOL, com 152 metros,
fundação em estacas tubulares
metálicas e estrutura em concreto
armado, no Terminal Aquaviário
de Santos - SP
centrOpOl - píer do terminal aquaviário de santos (santos – sp)
porto de cabedelo (cabedelo – pB)
agosto de 1989 a dezembro de 1994
Obras e serviços de recuperação do cais comercial
do porto, incluindo a construção de 2 novos cais
com 400 metros e 200 metros.
março de 1996 a dezembro de 1999
Execução de obras e serviços diversos para a recuperação
do porto.
agosto de 1999 a outubro de 2005
Serviços de manutenção, recuperação e implantação
de equipamentos portuários no porto.
arquivo oaS

arquivo oaS

arquivo oaS

porto de natal (natal – rn) Junho de 1999 a fevereiro de 2002 Ampliação do
porto de natal (natal – rn)
Junho de 1999 a fevereiro de 2002
Ampliação do cais do porto, na
margem esquerda do Rio Potengy.
O cais é do tipo plataforma, com
superestrutura em sistema misto pré-
moldado e concreto projetado “in loco”,
e tem capacidade máxima de atracação
de 30.000 TDW.
e tem capacidade máxima de atracação de 30.000 TDW. coroa do meio (aracaju – se) novembro
coroa do meio (aracaju – se) novembro de 1989 a julho de 1991 Execução do
coroa do meio (aracaju – se)
novembro de 1989 a julho de 1991
Execução do quebra-mar do bairro de Atalaia Nova
para estabilização da praia da Coroa do Meio.
Outubro de 1997 a agosto de 2004
Estabilização da barra do Rio Sergipe, compreendendo
a conclusão do molhe no Pontal de Propriá e construção
de espigões de proteção na praia da Coroa do Meio.
a conclusão do molhe no Pontal de Propriá e construção de espigões de proteção na praia
a conclusão do molhe no Pontal de Propriá e construção de espigões de proteção na praia

recOnHecimentO

arquivo oaS

2013:

um ano de premiações

recOnHecimentO ▲ arquivo oaS 2013: um ano de premiações importantes veículos de comunicação e associação de

importantes veículos de comunicação e associação de classe reconhecem os trabalhos desenvolvidos pela oaS

de classe reconhecem os trabalhos desenvolvidos pela oaS Por Bianca Rossoni O esforço contínuo da OAS

Por Bianca Rossoni

O esforço contínuo da OAS em aperfeiçoar suas práticas de ges- tão de pessoas, o investimento

em programas de desenvolvimento dos seus colaboradores e o foco especial nos temas relativos à segurança, responsabi- lidade social, comunicação e sustentabi- lidade renderam à empresa reconheci- mento em dois importantes rankings em 2013: o Guia Você S/A – As Melhores Em- presas Para Você Trabalhar, considerado hoje a maior pesquisa de clima organiza- cional do Brasil, e o da Valor Carreira – As melhores na Gestão de Pessoas, do jornal Valor Econômico, que destaca as princi- pais estratégias das lideranças das áreas de Recursos Humanos das organizações. Receber essas certificações é uma grande conquis- ta, pois resulta de avaliações feitas por colaboradores da OAS, além do parecer dos organizadores da pesqui- sa sobre as políticas de gestão de pessoas da empresa. Este reconhecimento reflete o empenho da OAS para aperfeiçoar suas práticas e confirma os resultados po- sitivos demonstrados pela Pesquisa de Clima realizada pela empresa em 2013.

Pelo segundo ano consecutivo a OAS foi destaque no Prêmio Época Empresa Verde, a empresa foi reconhecida por ter criado o indicador de ações sustentáveis. O obje- tivo do indicador é alimentar um banco de práticas para incorporar estas ações em todas as obras. Hoje, as unida- des possuem programas para a utilização de materiais re- cicláveis ou substituição de não recicláveis por recicláveis, reaproveitamento de água e eficiência energética.

evento e campanha são premiados

a inda em 2013, a OAS foi a vencedora em duas categorias regionais da 39 a edição do Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), que reconhece empresas que se distinguem na área do relaciona- mento com públicos diferentes da empresa. Pela região sul e nacional, na categoria Comunicação e Organização de Eventos, a OAS Investimentos venceu com o case Inauguração da Arena do Grêmio, a primeira arena da Amé- rica Latina a ter o conceito multiúso, inaugurada em dezembro de 2012 no nível de abertura de uma Olimpíada. Por São Paulo, a OAS Engenharia foi vencedora na categoria Comunicação e Relacionamento com a Sociedade com o case Campanha Nacional Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

BOas nOVas

reprodução
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em prol do planeta

a OAS, em parceria com o Grupo de Trabalho de Engenharia e Construção do Fórum Clima, com-

posto também pelas construtoras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht, lançou em agosto de 2013 o Guia Metodológico para Inventário de Emissões

de GEE na Engenharia e Construção. O evento foi reali- zado na sede do BNDES (Banco Nacional de Desenvol- vimento Econômico e Social), no Rio de Janeiro. O guia

é uma iniciativa inédita no setor e foi elaborado com o

objetivo de contribuir para o avanço do tema de gestão de gases de efeito estufa na engenharia e construção.

A OAS foi representada pelo diretor do Centro de Exce-

lência, Henrique Andion, que em seu discurso durante

o evento destacou todas as iniciativas realizadas pela empresa em relação à mudança de clima.

parcerias

d urante todo o ano de 2013, a OAS reforçou seus cur- sos e treinamentos visando a valorização e desen-

volvimento de seus colaboradores. Para isso, firmou par- cerias com entidades renomadas de ensino, a exemplo da FGV (Fundação Getulio Vargas), FDC (Fundação Dom Cabral) e FIA (Fundação Instituto de Administração).

rádio Oas é sucesso nas obras

n otícias da empresa, da obra, informações de interes- se público, futebol, entre outros, são destaques na Rádio OAS, mas o que os colaboradores gostam mesmo

é de poder pedir suas músicas favoritas e ouvir na hora.

A Rádio OAS é uma iniciativa da área de Comunicação e

foi ao ar pela primeira vez no dia 8 de agosto, na Arena das Dunas, com o Programa Show da Arena. O objetivo da rádio é aproximar a empresa de seu público e infor- mar de maneira agradável, intercalando notícias internas, externas e entretenimento. Atualmente a rádio também está presente no canteiro da obra do Aeroporto Interna- cional de São Paulo, em Guarulhos. Lá, a programação acontece ao vivo das 11h00 às 13h30, todos os dias. Nela trabalham um locutor e dois repórteres.

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proJeto da ComuNiCação que Começou em Natal GaNhou eSpaço Na oBra de GuarulhoS

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Oas na FgV

F oi inaugurada em setembro de 2013 a sala de aula patrocinada pela OAS na FGV (Fundação Getulio Vargas), em São Paulo. A sala, com ca-

pacidade para 60 pessoas, foi planejada de forma a apresentar a empresa em suas duas frentes de atuação: a OAS Engenharia e a OAS Investimentos.

planejada de forma a apresentar a empresa em suas duas frentes de atuação: a OAS Engenharia

BOas nOVas

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inovação e empreendedorismo

c om o objetivo de colaborar para a formação de novos profissionais, a OAS criou os Prêmios OAS/

MACKENZIE e OAS/EP (Escola Politécnica) – UFBA (Universidade Federal da Bahia) – Inovação, Produtivida- de e Empreendedorismo na Engenharia Civil. A iniciati- va é direcionada aos estudantes do curso de Engenharia Civil. A premiação é realizada conjuntamente com a for- matura dos alunos. Os melhores trabalhos são publicados em um livro comemorativo do prêmio, e além de prê- mios em dinheiro, os alunos premiados receberão uma placa de homenagem da OAS.

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mestres de Obras

uma placa de homenagem da OAS. arquivo oaS mestres de Obras encontro Oas Jovens e Oas
encontro Oas Jovens e Oas estágio
encontro Oas Jovens
e Oas estágio

n os meses de agosto e setembro, colaborado- res do Programa OAS Jovens participaram de

encontros para fortalecer a sua inserção no con- texto dos negócios da empresa. Eles assistiram a apresentações de executivos da OAS sobre temas como mudanças dos modelos de negócios, os no- vos segmentos de atuação da empresa, a trajetória

de carreira atual do engenheiro, além dos desafios

e complexidades das obras no exterior. De 31 de

julho a 3 de agosto, também ocorreu o Encontro

de Estagiários, com a participação de mais de 100 estagiários, de vários estados brasileiros, para a rea- lização de treinamentos e alinhamento dos valores

e competências da OAS.

n o segundo semestre de 2013, a OAS realizou dois grandes Encontros de Mestres de Obras. O objetivo do evento é proporcionar o debate sobre novas tecnologias, negócios e liderança em obras, além de valorizar, integrar e reco-

nhecer esses profissionais. A função do Mestre de Obras é fundamental na área da construção civil. Estes profissionais têm um papel importante na dinâmica da obra. Eles são responsáveis por conduzir trabalhos de construção, transmitir os direcionamentos e contribuir com o exemplo para o pessoal que atua na operação, nos canteiros de obras.

o pessoal que atua na operação, nos canteiros de obras. conduta e ética e m sintonia

conduta e ética

e m sintonia com as melhores práticas do mercado, a OAS lança em 2014 o seu programa de Compliance. “O objetivo do programa é proteger a reputação da empresa”, explica o superintendente de Compliance,

Pedro Cunha. O termo compliance tem origem no verbo em inglês “to comply”, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido. Na OAS ele garantirá que todos os colaboradores ajam em conformidade com as leis externas e com as normas internas. “O coração de nossas normas é o Código de Conduta”, diz Cunha. No momento o Código de Conduta está em revisão e estão sendo criados canais de co- municação para o colaborador tirar dúvidas ou denunciar a violação do código. Todos passarão por treinamentos para atuar dentro da conduta ética e íntegra dos negócios da OAS.

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encontro de superintendentes

r ealizado de 7 a 9 de novembro, o encontro entre os Superintendentes da OAS teve como objetivo man-

ter o alinhamento às estratégias de negócios e de cres- cimento da empresa, bem como proporcionar o debate sobre temas relevantes para sua gestão. O evento acon- teceu no Hotel Bourbon, em Atibaia-SP, e foi aberto pelo

presidente, Léo Pinheiro, e pelos vice-presidentes, Cesar Mata Pires Filho e Antonio Carlos Mata Pires. Os diretores Corporativos da empresa realizaram um painel no qual responderam a questões e foram discutidas estratégias de atuação das áreas corporativas da OAS, correlacio- nando-as com o seu modelo de negócio.

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produtividade

premiada

e m julho de 2013, foi realizado, em Natal, no Rio Gran- de do Norte, o evento de premiação dos trabalhos

vencedores de 2012 do Prêmio Produtividade OAS. A so- lenidade contou com a presença das equipes vencedoras do prêmio nas quatro categorias: Desenvolvimento Tec- nológico, Desenvolvimento Prático, Gestão em QSMS e Responsabilidade Social. Foram avaliados 51 trabalhos por uma comissão julgadora, composta por especialistas externos. O evento foi transmitido via web para os colabo- radores da OAS, que puderam participar enviando comen- tários e perguntas aos grupos que estavam apresentando seus trabalhos em tempo real. O Prêmio Produtividade OAS foi criado em 2001 com o objetivo de estimular, va- lorizar e disseminar o conhecimento gerado na empresa.

Vencedores:

Categoria de Desenvolvimento Tecnológico:

Comissionamento com sustentabilidade – Soluções Técnicas e ambientais na preparação para partida dos sistemas operacionais (limpeza interna de tubulações) – Conest – Rnest/PE Categoria de Desenvolvimento Prático:

Acompanhamento Fotográfico de Obras com a utilização de veículo aéreo não tripulado – Arena Natal/RN Categoria Gestão em QSMS:

Programa Reciclando – Semeando Sustentabilidade – Conest – Rnest/PE Categoria Responsabilidade Social:

Ações Sociais e seus resultados no consórcio Arena Natal – Conest – Rnest/PE

Responsabilidade Social: Ações Sociais e seus resultados no consórcio Arena Natal – Conest – Rnest/PE 53

Felipe meNeZeS

atualidades

direito e

infraestrutura

oaS participa de fórum que discutiu soluções para o desenvolvimento do Brasil

que discutiu soluções para o desenvolvimento do Brasil Por Murilo Caldas BruNo SemiNo, diretor JurídiCo da

Por Murilo Caldas

BruNo SemiNo, diretor JurídiCo da oaS, partiCipa de Fórum e deFeNde a maturação doS proJetoS de oBraS BraSileiraS

e deFeNde a maturação doS proJetoS de oBraS BraSileiraS O diretor jurídico da OAS, Bruno Semino,

O diretor jurídico da OAS, Bruno Semino, partici- pou do 1.º Fórum Nacional de Direito e Infraes- trutura, realizado nos dias 25 e 26 de setembro,

em Brasília. O evento foi organizado pelo Ibeji (Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos da Infraestrutura) no au- ditório da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), com apoio da revista CartaCapital, e teve como foco a contri- buição que os advogados podem dar à infraestrutura bra- sileira. Juristas e profissionais ligados à área discutiram desafios e perspectivas de soluções aos gargalos legisla- tivos que emperram o desenvolvimento do país. No centro da agenda, o desafio de reformar e ampliar a infraestrutura nacional. “Este não é apenas um fórum de ideias, mas um fórum participativo. Vamos, para além do Fórum, ocupar as pautas de defesa da advocacia brasi- leira”, discursou o diretor executivo do Ibeji, Rafael Valim. Semino, que também integra o Ibeji, presidiu a mesa de debates sobre o Direito e a Infraestrutura no cenário europeu. Ele mediou a apresentação do italiano Giuseppe Franco Ferrari, presidente da Associação de Direito Públi- co Comparado e Europeu. Giuseppe mostrou que a Euro- pa enfrenta os mesmos problemas brasileiros, tais como restrições ambientais, de controle, greves, mas com uma diferença: lá existe planejamento de longo prazo. De acordo com Semino, alterações constantes em

planos, obras, investimentos e regras dificultam o am- biente de negócios e o desenvolvimento em si. “Os pro- jetos precisam de maturação. Na Europa são 20 anos de planejamento para o desenvolvimento de uma infraes- trutura. Se quisermos ter uma infraestrutura funcional, que leve o país a progredir, temos de ter marcos regulató- rios claros e um planejamento que nos leve ao que dese- jamos, ao longo dos anos.” Ainda segundo Semino, entender como funciona o

modelo europeu é importante para o país e para a OAS, que tem projetos de expansão global. “Muitas das nor- mas europeias se aplicam em outros países e, efetiva- mente, um desses países pode ser o local do futuro cres- cimento da empresa”, anunciou. Além de advogados, o Fórum reuniu profissionais das áreas comercial e de licitação da OAS. O objetivo foi aprimorar o conhecimento jurídico sobre, por exemplo, o RDC (Regime Diferenciado de Contratação). “Obter esses conhecimentos nos permite olhar para as dificuldades e questionar o poder público para que nos apresente edi- tais mais claros, com uma melhor qualificação. Isso nos possibilitará um melhor desempenho”, explicou Semino.

soma de esforços

O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, iniciou o Fórum falando sobre segurança jurídica. “O nosso país deve ter um ambiente propício ao desenvolvimento. O Brasil necessita de mar- cos regulatórios claros, que desburocratizem a relação das empresas com o poder público.” Segundo Coêlho, há obras que são devidamente lici- tadas, contratadas e averiguadas pelos Tribunais de Con- tas desde o início, mas que, depois de prontas, o mesmo Tribunal decide pela devolução dos recursos ao país. “É o tipo de coisa que gera insegurança jurídica aos investido- res”, criticou. No mesmo período do Fórum, a presidente Dilma Rousseff buscava oportunidades de investimentos em Nova York, onde participou de seminário para empresários norte-americanos sobre oportunidades em infraestrutura no Brasil. Lá, a presidente ressaltou que o Brasil precisa superar sua demanda por infraestrutura e que, para isso, o investimento da iniciativa privada é essencial.

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Obra com Arte

Ficha técnica

Obra: Usina Hidrelétrica de Baba Local: Los Ríos - Equador Potência instalada: 42 MW Execução: OAS

- Equador Potência instalada: 42 MW Execução: OAS Inaugurada em 2013, a Usina Hidrelétrica que integra

Inaugurada em 2013, a Usina Hidrelétrica que integra o Projeto Multipropósito, no Equador, se diferencia das demais, pois, além de gerar energia, permite o uso múltiplo da água, com abastecimento humano e rural.

OAS. Uma das 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil , segundo a revista
OAS. Uma das 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil , segundo a revista
OAS. Uma das 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil , segundo a revista
OAS. Uma das 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil , segundo a revista
OAS. Uma das 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil , segundo a revista
OAS. Uma das 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil , segundo a revista

OAS. Uma das 150 melhores empresas para você trabalhar no Brasil, segundo a revista Você S/A, e eleita uma das melhores empresas na gestão de pessoas pela revista Valor Carreira em 2013. Porque pensar nas pessoas que fazem o nosso futuro é cuidar para ter um futuro cada vez melhor.

www.oas.com

em 2013. Porque pensar nas pessoas que fazem o nosso futuro é cuidar para ter um