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REGIME JURÍDICO DOS AGENTES PÚBLICOS

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REGIME JURÍDICO DOS AGENTES PÚBLICOS. 1. Normas Constitucionais Pertinentes aos Servidores Públicos.

26/10/05 - Principais Normas Constitucionais do Servidor Público
Principais Normas Constitucionais do Servidor Público. Marcus inicius Corr!a "ittencourt # advo$ado da %ni&o' Mestre em (ireito do )stado pela %*P+' pro,essor de (ireito -dministrativo da *aculdade de (ireito de Curitiba' da )scola da Ma$istratura *ederal do Paran. e do Curso -prova/&o. -utor do livro 0Manual de (ireito -dministrativo1 - )ditora *2rum 3 2005. 444.marcusbittencourt.com.br 1. Servidor Público: são as pessoas físicas que compõem os quadros da Administração Pública, mediante relação profissional, recebendo remuneração direta do stado. !. "ar#o, empre#o e função. "ar#o público $ o con%unto de atribuições e responsabilidades cometidas a um servidor público. A#ora, e&pressão 'empre#o público( tamb$m desi#na uma unidade de atribuições, distin#uindo)se uma da outra pelo tipo de vínculo que li#a o servidor ao stado. *amb$m e&istem atribuições e&ercidas por a#entes públicos, mas sem que corresponda um car#o ou empre#o. "onceito de +unção: con%unto de atribuições ,s quais não corresponde um car#o ou empre#o -conceito residual.. /uas funções na "onstituição +ederal: a.função e&ercida por servidores contratados temporariamente -art. 01, 23.4 b.funções de confiança -art. 01, 5.. 0. 6ature7a da relação %urídica entre os titulares de car#os e o stado: estatut8ria, institucional. 6o vínculo estatut8rio, o stado, ressalvadas as disposições constitucionais impeditivas, deter8 o poder de alterar le#islativamente o re#ime %urídico de seus servidores, não e&istindo a #arantia de que continuarão sempre disciplinados pelas disposições vi#entes quando de seu in#resso. Assim, benefícios e vanta#ens anteriormente previstos podem ser futuramente retirados. sses direitos não se incorporam ao patrim9nio %urídico do servidor, como se a relação fosse contratual. m compensação, a "onstituição +ederal e as leis deferem aos servidores ocupantes de car#o público proteções e #arantias visando #arantir condições para uma atuação impessoal, t$cnica, livre de interfer:ncias e&ternas. ;. 6ature7a da relação %urídica entre os ocupantes de empre#o e o stado: contratual, basicamente re#ida pela "<*, respeitadas as disposições constitucionais que introdu7em particularidades no re#ime trabal=ista aplic8vel aos empre#ados do stado. 6as relações contratuais, direitos e obri#ações constituídos nos termos e na ocasião da contratação, são unilateralmente imut8veis e passam a inte#rar o patrim9nio %urídico das partes, #erando, desde lo#o, direitos adquiridos em relação a eles. >. Principais normas constitucionais sobre Servidores Públicos. >.1 ?e#ime %urídico do servidor: " n@ 1ABAC e&cluiu a e&i#:ncia de re#ime %urídico único, contida no art. 0A. "ada esfera de #overno possui liberdade para adotar re#imes %urídicos diversificados, se%a o estatut8rio, se%a o contratual. Assim, re#ime estatut8rio pode coe&istir com o re#ime contratual. >.! /ireito de acesso aos car#os, empre#os e funções públicas -art. 01, 2 da "+.. /epois da " 1ABAC D brasileiros e estran#eiros. >.0 "ondições de in#resso: Art. 01, 22 D concurso público para car#o e empre#o público, ressalvados os car#os em comissão. Art. 01, 222 ) pra7o de validade de at$ dois anos para validade do concurso, prorro#8vel uma ve7, por i#ual período. Art. 01, 25. >.; /ireito de #reve e de livre associação sindical: Art. 01, 52 e 522 asse#ura ao servidor público o direito , livre associação sindical e o direito de #reve, que 'ser8 e&ercido nos termos e nos limites definidos em lei específica.( >.> "ontratação por tempo determinado para atender necessidade tempor8ria de e&cepcional interesse público: Art. 01, 23. >.E Proibição de acumulação de car#os, empre#os e funções: Art. 01, 352 D $ vedada a acumulação remunerada de car#os públicos, e&ceto quando =ouver compatibilidade de =or8rios, observado, em qualquer caso, o disposto no inciso 32, nos casos de: a de dois car#os de professor4 a de um car#o de professor com outro t$cnico ou científico4 a de dois car#os ou empre#os privativos de profissionais de saúde, com profissões re#ulamentadas. Art. 01, 3522 D estende a vedação a autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo Poder Público. >.1 stabilidade e disponibilidade: art. ;1 D São est8veis apFs tr:s anos de efetivo e&ercício -est8#io probatFrio. os servidores nomeados para car#o de provimento efetivo em virtude de concurso público. G servidor est8vel sF perder8 o car#o em virtude de sentença %udicial transitada em %ul#ado4 mediante processo administrativo em que l=e se%a asse#urada ampla defesa4 mediante procedimento de avaliação periFdica de desempen=o, na forma de lei complementar, asse#urada ampla defesa e no processo de e&oneração por e&cesso de despesas -art. 1EA, H ;@.. Art. ;1, H ;@ ) '"omo condição para a aquisição da estabilidade, $ obri#atFria a avaliação especial de desempen=o por comissão instituída para essa finalidade(. /isponibilidade -art. ;1, H 0@. >.C /ireitos Sociais: art. 0A, H 0@. +e,er!ncias5 "677)NC8%+7' Marcus inicius Corr!a. Manual de (ireito -dministrativo. "elo 9ori:onte5 *2rum' 2005.

-utar;uia de re$ime especial5 $ toda aquela que a lei instituidora conferir privil$#ios específicos e aumentar sua autonomia comparativamente com as autarquias comuns, sem infrin#ir os preceitos constitucionais pertinentes a essas entidades de personalidade pública. 66 - *unda/<es Públicas São entidades de /ireito Público, inte#rantes da Administração indireta4 prestam)se, principalmente, , reali7ação de atividades não lucrativas e atípicas do Poder Público, mas de interesse coletivo, como a educação, cultura, pesquisa, sempre merecedoras de amparo estatal4 são criadas por lei específica4 os contratos devem ter licitações4 o orçamento $ id:ntico ,s estatais. 666 - )ntidades Paraestatais São pessoas %urídicas de /ireito Privado cu%a criação $ autori7ada por lei específica, com patrim9nio público ou misto, para reali7ação de atividades, obras ou serviços de interesse coletivo, sob norma e controle do stado4 e&erce direitos e contrai obri#ações em seu prFprio nome4 não #o7a dos privil$#ios estatais4 a Competência para sua instituição cabe a Inião, aos stados e Junicípios4 o objeto $ normalmente, a e&ecução de uma atividade econ9mica empresarial, mas pode ser tamb$m uma atividade não econ9mica de interesse coletivo ou, mesmo, um serviço público dele#ado pelo stado. G patrimônio pode ser constituído com recursos particulares ou contribuição pública, ou por ambas. A Administração varia se#undo o tipo e modalidade que a lei determinar, sendo admissível desde a direção unipessoal at$ a #er:ncia cole#iada. Controle5 em princípio t:m autonomia administrativa e financeira, sendo apenas supervisionadas pelo Jinist$rio a que estiverem vinculadas, não subordinadas. )sp#cies de )ntidades Paraestatais5 - Empresas Públicas: são pessoas %urídicas de /ireito Privado, criadas por lei específica, com capital e&clusivamente público, para reali7ar atividades de interesse da Administração instituidora nos moldes da iniciativa particular, podendo revestir qualquer forma e or#ani7ação empresarial4 sua atividades re#em)se pelos preceitos comerciais. - Sociedades de economia mista: são pessoa %urídicas de /ireito Privado, com participação do Poder Público e de particulares no seu capital e na sua administração, para a reali7ação de atividade econ9mica ou serviço de interesse coletivo4 revestem a forma das empresas particulares, admitem lucro e re#em)se pelas normas das sociedades mercantis, com as adaptações impostas pelas leis que autori7arem sua criação e funcionamento. - Serviços sociais autônomos: são todos aqueles instituídos por lei, com personalidade de /ireito Privado, para ministrar assist:ncia ou ensino a certas cate#orias sociais ou #rupos profissionais, sem fins lucrativos, sendo mantidos por dotações orçament8rias ou por contribuições parafiscais. 6 - Servi/os dele$ados a particulares

Serviços concedidos são todos aqueles que o particular e&ecuta em seu nome, por sua conta e risco, remunerados por tarifa, na forma re#ulamentar. mediante dele#ação contratual ou le#al do Poder Público concedente. Concess&o5 $ a dele#ação contratual da e&ecução do serviço, na forma autori7ada e re#ulamentada pelo &ecutivo4 o contrato $ bilateral, oneroso, comutativo e reali7ado intuitu personae, com encar#os e vanta#ens recíprocos4 não transfere propriedade al#uma ao concession8rio, nem se despo%a de qualquer direito ou prerro#ativa pública4 deve ser conferida sem e&clusividade. +e$ulamenta/&o5 compete ao Poder Público, pois a concessão $ sempre feita no interesse da coletividade, tendo o dever -concession8rio. de prestar o serviço em condições adequadas para o público. -art. 11>. "+.. *oda concessão fica submetida as normas de nature7a re#ulamentar- disciplinam o modo e a forma. e as de ordem contratual -condições de renumeração.4 o poder de re#ulamentar as concessões $ inerente ao concedente. Contrato5 $ o documento escrito que encerra a dele#ação do poder concedente, define o ob%eto, delimita a 8rea, forma e tempo da e&ploração, estabelece os direitos e deveres das partes e dos usu8rios do serviço4 a alteração unilateral restrin#e)se apenas ,s cl8usulas re#ulamentares ou de serviço, sempre para mel=or atendimento ao público4 pode sofrer intervenção4 a fiscali7ação cabe ao Poder Público4 o serviço concedido deve ser renumerado por tarifa4 os direitos do usu8rio devem ser claramente asse#urados no contrato por ser ele o destinat8rio do serviço oferecido. )=tin/&o da Concess&o5 pode ocorrer por diversos motivos e formas4 o t$rmino do pra7o impõe a reversão4 o interesse público superveniente , concessão muitas ve7es e&i#e a encampação ou resgate -retomada coativa. do serviço a conveni:ncia recíproca das partes ou a inadimpl:ncia pode condu7ir , rescisão do contrato4 ou ainda, a ile#alidade da concessão ou do contrato pode impor sua anulação G Patrimônio do Concession!rio est8 prote#ido pelo "Fdi#o Penal, que considera crime de dano qualificado -art. 1E0,222. qualquer lesão aos bens da empresa. Servi/os Permitidos5 são todos aqueles em que a Administração estabelece os requisitos para sua prestação ao público e, por ato unilateral -termo de permissão., comete a e&ecução aos particulares que demonstrarem capacidade para seu desempen=o4 a permissão $ em princípio discricion8ria e prec8ria, mas admite condições e pra7os para e&ploração do serviço, a fim de #arantir rentabilidade e asse#urar a recuperação do investimento do permission8rio visando atrair a iniciativa privada. Servi/os -utori:ados5 são aqueles que o Poder Público, por ato unilateral, prec8rio e discricion8rio, consente na sua e&ecução por particular para atender a interesses coletivos inst8veis ou emer#:ncia transitFria4 a renumeração $ tarifada pela Administração. - Conv!nios e Cons2rcios -dministrativos Conv!nios -dministrativos5 são acordos firmados por entidades públicas de qualquer esp$cie, ou entre estas e or#ani7ações particulares, para reali7ação de ob%etivos de interesse comum dos partícipes4 $ acordo, mas não $ contrato4 a organi"ação não tem forma prFpria. ms sempre se fa7 com autori7ação le#islativa e recursos financeiros para atendimento dos encar#os assumidos no termo de cooperação. Cons2rcios -dministrativos: são acordos firmados entre entidades estatais, aut8rquicas, fundacionais ou paraestatais, sempre de mesma esp$cie, para reali7ação de ob%etivos de

01. 2. art. que não podem poster#ar: a que e&i#e que a or#ani7ação se faça por lei4 a que prev: a compet:ncia e&clusiva da entidade4 e a que impõe a observKncia das normas constitucionais pertinente ao funcionalismo. devendo ser observada 0 re#ras fundamentais. investidura em car#os em comissões e funções de confiança. -"+. readmissão. sem que o servidor ten=a propriedade do lu#ar que ocupa4 $ inapropri8vel4 o servidor poder8 adquirir direito . para todos os servidores de sua Administração direta. perman:ncia no mesmo. remoção. nem as do stado aos servidores do município. com a desi#nação de seu titular4 pode ser: (rigin!rio ) $ o que se fa7 atrav$s de nomeação. torna inconstitucional o pro%eto oriundo do <e#islativo. em ra7ão da investidura em car#os e funções. E1. dos Lovernadores e dos Prefeitos . cate#oria que abran#e a #rande massa de prestadores de serviços . Cria/&o' trans. aproveitamento ou reversão. Car$os e *un/<es5 "ar#o público $ o lu#ar instituído na or#ani7ação do serviço público.interesse comum4 o que o caracteri7a $ que ele sF e feito entre entidades da mesma esp$cie. acesso.8r$ani:a/&o do Servi/o Público As entidades estatais são livres para or#ani7ar seu pessoal para o mel=or atendimento dos serviços a seu car#o. H 1@. (ireitos do 7itular do Car$o5 restrin#em)se ao seu e&ercício. $ sempre alteração na situação de serviço provido. forma e limites de renumeração. reinte#ração.orma/&o e e=tin/&o de car$os' . 6 .4 essa privatividade de iniciativa. atribuições e responsabilidades específicas e estip:ndio correspondente. que $ celebrado entre pessoas %urídicas de esp$cies diferentes. 'd(. que pressupõe a ine&ist:ncia de vinculação entre a situação de serviço anterior do nomeado e o preenc=imento do car#o ) e )erivado . a título de empre#o e com retribuição pecuni8ria. >? S)+ 6(8+)S P@"A6C8S Gs servidores públicos constituem subesp$cies dos a#entes administrativos. e&cluídas desse re#ime as empresas públicas de sociedades de economia mista4 pressupõe preceitos sobre in#resso no serviço."+. com denominação prFpria. Administração e a ela vinculados por relações profissionais. planos de carreira. na forma estabelecida em lei4 'unção $ a atribuição ou o con%unto de atribuições que $ conferida a cada cate#oria profissional ou comete individualmente a determinados servidores para a e&ecução de serviços eventuais. art. 22. 8r$ani:a/&o Ae$al5 $ e&i#ida pela "onstituição ao permitir a acessibilidade dos car#os públicos a todos os brasileiros.s prerro#ativas da função e os vencimentos e vanta#ens decorrentes da investidura. para ser provido e e&ercido por um titular. que preenc=am os requisitos estabelecidos em lei. Provimento de car$os5 $ o ato pelo qual se efetua o preenc=imento do car#o público.un/<es ou empre$os públicos5 e&i#e lei de iniciativa privativa do Presidente da ?epública. mas nunca direito ao e&ercício da mesma função. enquadramento. G #egime $ur%dico &nico $ o estabelecido pela entidade estatal no Kmbito de sua compet:ncia. *nião: sF encontra limites na "+ e não ense%a conflito de normas4 suas leis não podem colidir. as prerro#ativas são irrenunci8veis4 essas leis podem sofrer emendas do <e#islativo. promoção. deveres e direitos. . Compet!ncia para or$ani:ar o servi/o público5 $ da entidade estatal que pertence o respectivo serviço4 são estanques e incomunic8veis4 as normas federais não se aplicam aos servidores estaduais ou municipais. aut8rquica e fundacional.se fa7 por transfer:ncia. diferentemente do "onv:nio. ainda que sancionado e promul#ado pelo "=efe do &ecutivo. nesse .

e a dispensa -ao admitido pela "<*.campo. prorro#8vel uma ve74 apFs se#ue)se o provimento do car#o. nomeado por concurso em car8ter efetivo. atrav$s da nomeação . Estado: $ ampla.uipara/<es e vincula/<es5 proíbe o tratamento %urídico paralelo de car#os e funções desi#uais e a subordinação de um car#o a outro. moralidade e aprimoramento do serviço e como garantias dos -uncion!rios públicos 66 . dentro ou fora do mesmo Poder. ressalvados os car#os em comissão4 $ o meio t$cnico posto . ten=a transposto o est8#io probatFrio de ! anos4 o servidor est8vel não pode mais der e&onerado por conveni:ncia da Administração.de ofício ou a pedido do interessado. para os funcion8rios com funções i#uais ou assemel=adas do <e#islativo e do Mudici8rio. moral e intelectual $ um fato que a lei recon=ece e por ve7es aprecia e apura. -posentadoria5 $ a #arantia de inatividade remunerada recon=ecida aos servidores que %8 prestaram lon#os anos de serviço.2. como são obri#adas a isso4 o que não $ permitido $ dispensar ou alterar as %8 estabelecidas como condiç. embora recebendo os respectivos vencimentos. +unic%pio: $ consect8rio da autonomia administrativa4 pode elaborar o estatuto de seus servidores. em vista de suas disponibilidades orçament8rias. contados da =omolo#ação.s normas da "+.un/<es públicas5 sua proibição visa impedir que uma mesma pessoa passe a ocupar v8rios lu#ares ou e&ercer v8rias funções sem que as possa desempen=ar proficientemente. ou se tornara. como sucede na seleção do pessoal para as funções públicas.. mas fica adstrita . ou a qualquer fator qu funcione como índice de rea%ustamento autom8tico. incapacitados para suas funções4 pode ser por . e aos preceitos das leis complementares. aut8rquicas e fundacionais na or#ani7ação de seu pessoal e dos respectivos re#imes %urídicos4 não impede que se%am concedidos outros direito e vanta#ens a seus servidores. 8bservBncia das Normas Constitucionais5 as disposições estatut8rias não podem contrariar o estabelecido na "onstituição +ederal como normas de observKncia obri#atFria pela entidades estatais. ou l=es atribuir menor renumeração. de modo a criar uma in%usta disparidade. acessíveis a qualquer que de prova da capacidade e&i#ida(. nem demitido sem se apurar a infração em processo administrativo ou %udicial. e&cluindo e&pressamente os estran#eiros4 condiciona ao preenc=imento do requisitos estabelecidos em lei4 o S*M %8 decidiu que 'a desi#ualdade física. efici:ncia e aperfeiçoamento do serviço. (esinvestidura de car$o ou empre$o público5 pode ocorrer por demissão -punição por falta #rave. desde que não este%a sendo processado. Concurso5 $ obri#atFrio.Normas Constitucionais pertinentes aos servidores -cessibilidade aos car$os5 -"+. e&oneração .es de e-iciência. Paridade de vencimentos5 os Poderes. )stabilidade5 $ a #arantia de perman:ncia no serviço público outor#ada ao servidor que.$ ato de provimento de car#o que se completa com a posse e o e&ercício. eda/&o de e. 01. podem estabelecer a retribuição a seus funcion8rios. art. do candidato aprovado. e proporcionar aos interessados i#ual oportunidade4 tem validade de ! anos. %8 que o teto salarial m8&imo são os pa#os pelo &ecutivo. mas nunca pa#ar)l=es mais.. a todos os brasileiros. como nos ditames de sua "onstituição estadual. com a le#islação estadual e municipal. disposição da Administração para obter)se moralidade. -cumula/&o de car$os' empre$os e .

ou volunt8ria4 os proventos sempre serão inte#rais quando por tempo de serviço. aut8rquicas e fundacionais. +einte$ra/&o5 $ a recondução do servidor ao mesmo car#o de que fora demitido. recomeçando o pra7o a correr pela metade4 suspende)se durante o recurso. com o pa#amento inte#ral dos vencimentos e vanta#ens do tempo em que esteve afastado. Compet!ncia da Eusti/a comum5 de acordo com a "+. (emiss&o de vitalDcios e est. diferente dos trabal=adores re#idos pela "<*. at$ o limite estabelecido em lei. )=ercDcio de mandatos eletivos5 não $ vedado ao servidor4 pode e&erc:)lo sem perder o car#o. . pois as normas le#ais aplicadas a estes são muito específicas.invalide7 permanente.4 não podem ser e&onerados ex officio. +estri/<es . . não permitindo que outros l=e se%am acrescentados4 pois foi indicado especificamente os que l=e são e&tensivos. de obediência. nem arresto. (ireitos5 a "+BCC detal=ou seus direitos nos arts. por$m.(everes e (ireitos do Servidores5 estão detal=adamente estabelecidos na "+BCC. 01 a . devendo apenas afastar)se com pre%uí7o da renumeração. portanto devem ser %ul#adas pela Mustiça "omum. (everes5 são impostos aos funcion8rios como requisitos para o bom desempen=o de seus encar#os e re#ular funcionamento dos serviços públicos4 tais deveres são: de lealdade. destacando as de se sujeitarem aos impedimentos estabelecidos para desempen=o do car#o. em qualquer caso . estrito.4 $ o padrão com as vanta#ens pecuni8rias auferidas pelo servidor a título de adicional ou #ratificação -amplo. .uncionais5 são as restrições que a função pública impõe aos seus e&ercentes. A> e 1!C. H >@. de conduta /tica e outros que são comumente especificados nos estatutos. $ a retribuição pecuni8ria devida ao servidor pelo efetivo e&ercício do car#o. compete . ser8 inte#ralmente computado para a aposentadoria e a disponibilidade. de sentença %udicial em que se l=e asse#ure ampla defesa -"+. -bran$!ncia das normas constitucionais5 são normas impositivas para os tr:s Poderes e para todas entidades estatais. compulsFria -atin#ido a idade limite. totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido. uma ve7 recon=ecida a ile#alidade da demissão em decisão %udicial. correspondente ao padrão fi&ado em lei -sent. -art.veis5 dependem.N. seqOestro ou pen=ora4 a prescrição de vencimentos e vanta#ens consuma)se em > anos e sua interrupção sF poder8 ser feita uma ve7.4 $ descon=ecido car#o sem retribuição pecuni8ria4 o aumento depende de lei de iniciativa e&clusiva do "=efe do &ecutivo4 sua nature7a alimentar não permite que se%am eles retidos pela Administração. encimentos5 5encimento.1.. Mustiça do trabal=o decidir toda e qualquer reivindicação do servidor público. não condi7 com a realidade. arts.est8vel ) processo administrativo. 666 . a serem observados pelos estatutos das entidades estatais e de seus desmembramentos aut8rquicos e fundacionais.1. empre#o ou função. +esponsabili:a/&o civil dos servidores5 sua responsabili7ação por danos causados a terceiros do e&ercício de suas atividades depende da comprovação da e&ist:ncia de dolo ou culpa de sua parte. CCmputo do tempo de servi/o5 o tempo do serviço público prestado a qualquer das entidades estatais. Pens&o por morte5 corresponder8 .

desde que compatíveis. Enri0uecimento il%cito. . concedidas a título definitivo ou transitFrio. das Polícias Jilitares e dos "orpos de Pombeiros . ou concedidas como a%uda aos servidores que reúnam as condições pessoais que a lei especifica -especiais. >10 a >1C do "PP. perda do car#o e inabilitação para função pública. -dicionais5 são vanta#ens pecuni8rias concedidas aos servidores em ra7ão do tempo de e&ercício -adicional de tempo. #esponsabilidade Administrativa: $ a que resulta da violação de normas internas pelo servidor su%eito ao estatuto e disposições complementares estabelecidas em lei.Servidores Públicos Militares São todos inte#rantes das +orças Armadas. aplica)se isolada ou cumulativamente. ou em ra7ão de condições anormais em que reali7a o serviço. decreto ou qualquer outro provimento re#ulamentar da função pública4 a punição administrativa ou disciplinar não depende de processo4 sF não podem ser aplicadas punições arbitr8rias4 a e&tinção da pena d8) se pelo seu cumprimento. #esponsabilidade Civil: $ a obri#ação que se impõe ao servidor de reparar o dano causado ."+.+esponsabilidade dos Servidores A responsabili7ação dos servidores $ dever #en$rico da Administração e específico de todo c=efe. administrativa e penal4 as penas vão desde a advert:ncia at$ a demissão. em relação a seus subordinados. detenção. ou em face da nature7a peculiar da função.. o perdimento $ a medida definitiva. finalmente.. no que tan#e a servidores.anta$ens Pecuni. ( abuso de autoridade su%eita a a#ente público . art. #esponsabilidade Criminal: $ a que resulta do cometimento de crimes funcionais. ou. tríplice responsabilidade civil. Meios de Puni/&o5 Se01estro e Perdimento de 2ens: são cabíveis contra os servidores que enriqueceram ilicitamente com o produto do crime contra a Administração ou por influ:ncia de abuso de car#o. 6 . definidos em lei federal4 o ilícito penal su%eita o servidor a responder a processo crime e a suportar os efeitos le#ais da condenação4 obedece os ritos dos arts. que e&i#e con=ecimentos especiali7ados ou um re#ime prFprio de trabal=o -adicional de função.ica/<es5 são vanta#ens pecuni8rias atribuídas precariamente aos servidores que estão prestando serviços comuns da função em condições anormais de se#urança. Administração por culpa ou dolo no desempen=o de suas funções4 $ apurada perante a Mustiça "omum4 essencial $ que o ato culposo cause dano patrimonial. 666 .!.rias5 são acr$scimos de estip:ndio do servidor. Frati. pela decorr:ncia de tempo de serviço.(8MGN68 P@"A6C8 . em ra7ão de condições especiais do servidor. sem o qual não a responsabilidade4 a comprovação $ feita atrav$s do processo administrativo.4 são acumul8veis. $ o que decorre da pr8tica de crime contra a Administração. salubridade ou onerosidade -de serviço. ou pelo desempen=o de funções especiais. função ou empre#o público4 o seqOestro $ provid:ncia cautelar. e no processo penal escalonam)se em multa..4 tem por base a =ierarquia e a disciplina. .

como tais. disciplinando e policiando a conduta do públicos e dos usu8rios especiais4 *so Comum do Povo: $ todo aquele que se recon=ece . 2ens de uso comum do povo ou do dom%nio público: são os mares. As formas administrativas para o uso especial são: 1. praias. Permissão de uso: $ o ato ne#ocial. Classi. cr$ditos. mas de fruição #eral da coletividade4 e&teriori7a)se em poderes de soberania e em direitos de propriedade. alienados pela Administração. corpFreas ou incorpFreas. direitos e ações. assim considerados bens públicos e. ou sobre bens do patrim9nio privado. enfim. embora inte#rando o domínio público como os demais. vontade todas as coisas de seu territFrio -manifestação de soberania interna. e os bens utili7ados o são por todos os membros da coletividade. 2ens de uso especial ou do patrimônio administrativo: são os que se destinam especialmente . &. a Administração atribui a determinada pessoa para fruir de um bem público com e&clusividade.4 nele $ que são estabelecidas as limitações ao uso da propriedade privada. unilateral. imFveis. embora se%am aplicadas al#umas re#ras da propriedade privada.s entidades estatais. as medidas de polícia e o re#ime %urídico especial de certos bens particulares de interesse público. no que aquelas forem fal=as ou omissas. ruas. su%eito a um re#ime especial4 subordina todos os bens das pessoas administrativas. re#idos pelo /ireito Público. mas. fundacionais e paraestatais. aplicando)se supletivamente os preceitos de /ireito Privado. discricion8rio e prec8rio atrav$s do qual $ facultado ao particular a utili7ação individual de determinado bem público. %tili:a/&o dos bens públicos5 se destinam ao uso comum do povo ou a uso especial. mFveis e semoventes. "ens Públicos5 são todas as coisas. a qualquer título. mesmo. edifícios de repartições públicas. na sua unidade estatal. ou sobre as coisas inapropri8veis individualmente. a desapropriação. o stado interfere como poder administrador. nas condições convencionadas. sem discriminação de usu8rios ou ordem especial para sua fruição4 não e&i#e qualquer qualificação ou consentimento especial4 os usu8rios são an9nimos. . . que pertençam. deles diferem pela possibilidade sempre presente de serem utili7ados em qualquer fim ou. por um título individual. rios. Domínio Patrimonial:$ direito de propriedade pública. Domínio Eminente:$ o poder político pelo qual o stado submete . -dministra/&o dos bens públicos5 compreende o poder de utili7ação e conservação das coisas administradas4 re#e)se pelas normas de /ireito Público. aut8rquicas.ica/&o dos "ens Públicos5 todos são bens nacionais. 2ens dominiais ou do patrimônio dispon%vel: são aqueles que. as servidões. embora politicamente compon=am o acervo nacional. etc. coletividade em #eral sobre os bens públicos. *so Especial: $ todo aquele que. todos os locais abertos . utili7ação pública. e&ecução dos serviços públicos. civil e administrativamente pertencem a cada uma das entidades públicas que os adquiriram. indeterminados. discricion8rio e prec8rio pelo qual a Administração consente na pr8tica de determinada atividade individual incidente sobre um bem público.Domínio Público em sentido amplo $ o poder de dominação ou de re#ulamentação que o stado e&erce sobre os bens do seu patrim9nio. estradas. se assim o dese%ar. Autori"ação de uso: $ o ato unilateral. !. inte#ram o patrim9nio da 6ação.

certo e invari8vel. nem destinadas a fins administrativos específicos. 4mprescritibilidade: decorre como conseqO:ncia lF#ica de sua inaliebilidade ori#in8ria4 se os bens são inalien8veis. doação. >. art. -"". na le#islação prFpria das entidades estatais. para que o e&plore se#undo sua destinação específica. permuta. avaliação pr$via e concorr:ncia4 )e bens m3veis ou semoventes não tem normas rí#idas para sua reali7ação. se efetivam por força de lei. podendo a Administração dispor a esse respeito como mel=or l=e convier. para que dele se utili7e em fins específicos de urbani7ação. E. salvo a e&i#:ncia de avaliação pr$via. autori7ação le#al e licitação. remunerada ou #ratuita. dação em pa#amento. cultivo ou qualquer outra e&ploração de interesse social. impen=or8veis e não su%eitos a oneração. -liena/&o dos bens públicos5 Alienação $ toda transfer:ncia de propriedade. 4mpen5orabilidade: decorre de preceito constitucional que dispões sobre a forma pela qual serão e&ecutadas as sentenças %udici8rias contra a +a7enda Pública. a fim de que o cession8rio o utili7e nas condições estabelecidas no respectivo termo. por desapropriação ou ad%udicação em e&ecução de sentença..uisi/&o de bens pela -dministra/&o5 são feitas contratualmente. doação. ou at$ uma distKncia de !NN . Concessão de direito real de uso: $ o contrato pelo qual $ transferido o uso renumerado ou #ratuito de terreno público a particular. -. investidura.. em #eral. edificação. pertencentes ao domínio público de qualquer das entidades estatais. Concessão de uso: $ o contrato administrativo pelo qual $ atribuída a utili7ação e&clusiva de um bem de seu domínio a particular. . ou se reali7am compulsoriamente.7erras Públicas 7erras (evolutas5 são todas aquelas que. na destinação de 8reas públicas nos loteamentos e na concessão de domínio de terras devolutas4 a aquisição onerosa de imFvel depende de autori7ação le#al e avaliação pr$via4 deve constar de processo re#ular no qual se especifiquem as coisas a serem adquiridas e sua destinação. pa#ando a pessoa que o adquire -enfiteuta. nin#u$m pode os adquirir enquanto #uardarem essa condição. le#itimação da posse ou concessão de domínio4 )e bens im3veis est8 disciplinada. sob forma de venda. 6 . ao sen=orio direto um pensão ou foro. como direito real resolúvel. 6ão oneração: a impossibilidade se oneração dos bens públicos $ indiscutível diante de sua inaliebilidade e impen=orabilidade. a qual e&i#e autori7ação le#islativa. imprescritíveis. ou ainda. Plata. anual. em toda e&tensão do prolon#amento natural de seu territFrio terrestre. por tempo certo ou indeterminado.0. não se ac=am utili7adas pelo Poder Público. pelos instrumentos comuns de /ireito Privado. sob forma de compra. En-iteuse ou a-oramento: $ o instituto civil que permite ao propriet8rio atribuir a outrem o domínio útil de imFvel. at$ o bordo e&terior da mar#em continental. Cessão de uso: $ a transfer:ncia #ratuita da posse de um bem público de uma entidade ou Fr#ão para outro.orma Continental5 compreende o leito e o subsolo das 8reas submarinas que se estendam al$m de seu mar territorial. permuta. industriali7ação. 6mprescritibilidade' 6mpenHorabilidade e n&o onera/&o dos "ens Públicos5 os bens públicos são em re#ra. dação em pa#amento. E1C.

declarou que as %a7idas de petrFleo e #ases naturais e&istentes no territFrio nacional pertencem . preservação dos mananciais e . comuns ou particulares. 7lveos abandonados. -"+ art.Ea:idas G re#ime %urídico $ o de domínio federal sobre os min$rios.I$uas Públicas As 8#uas são classificadas.!0EB. !N. ou tem destinação pública4 . em suas prFpria terras ou nas particulares. 7erras tradicionalmente ocupadas pelos Dndios5 são porções do territFrio nacional necess8rias .!guas particulares são as nascentes e todas as demais situadas em propriedade privada4 a utili7ação das 8#uas su%eita)se sempre . utili7ação de particulares. natural ou plantada. constituída por um #rande número de arvores. em sua fo7. beneficiamento e utili7ação dos min$rios e materiais nucleares4 estabelece ainda normas de se#urança relativa ao uso sas radiações e materiais nucleares. a serem e&plorados no sistema de autori7ação e concessão. lavra. mar#inais dos rios.. fiscali7a. na lar#ura de 1> metros. Min#rios Nucleares5 G Prasil criou a "omissão 6acional de ner#ia 6uclear -"6 6. 7errenos +eservados5 são as fai&as de terras particulares. 8utros terrenos5 4l5as. 666 . com direito de prefer:ncia ao propriet8rio do solo4 são de re#ime de monopFlio da Inião as se#uintes %a7idas: • • Petr2leo5 G cFdi#o do PetrFleo -/ec)lei 0. art. -ai8a de -ronteira. 9 não sei se ainda são v!lidas 6 3 *lorestas +loresta $ a forma de ve#etação. 7errenos -crescidos5 são todos aqueles que se formam com a terra carreada pela caudal. e canais públicos. sobreviv:ncia física e cultural das populações indí#enas que as =abitam. 7errenos de MarinHa5 são todos que. são públicas. não . ban=ados pelas 8#uas do mar ou dos rios nave#8veis. promove e e&ecuta todos os trabal=os de pesquisa. eqOitativa distribuição de consumo.!guas comuns são correntes não nave#8veis nem flutu8veis e de que dessa não se façam4 . se#undo o /ireito 2nternacional Público em e&ternas e internas4 consideram)se e&ternas as que contornam o continente e internas as que ban=am e&clusivamente o territFrio nacional ou l=e servem de divisa com stados estran#eiros. re#ulamentação necess8ria . Inião. oneradas com a servidão de trKnsito4 a fai&a reservada $ feita para obras e serviços públicos. com o mínimo de espaçamento entre si4 As reservas florestais podem ser constituídas por qualquer das entidades estatais. la#os. mediante . ) !guas públicas são todas as que pertencem a uma pessoa %urídica de /ireito Público.mil=as marítimas das lin=as de base a partir das quais se mede a lar#ura do mar territorial -<ei CE11BA0.1. autarquia que superintende. contados desde o ponto em que c=e#a o preamar m$dio. 11. a título de domínio privado imprescritível. asse#ura a posse permanente e o usufruto e&clusivo das rique7as naturais. vão at$ a distKncia de 00 metros para a parte da terra. consoante seu domínio e uso. As 8#uas nacionais. 32. e !01. vias e logradouros públicos 66 .

desapropriação, com a respectiva indeni7ação4 a fiscali7ação florestal compete precipuamente , Inião. - *auna A fauna su%eita)se a um re#ime administrativo especial, visando , sua preservação, como rique7a nacional que $. 6 - )spa/o -#reo G Prasil e&erce completa e e&clusiva soberania sobre o espaço a$reo acima de seu territFrio e mar territorial - art. 11 da <ei 1E>EBCE.. 66 - PatrimCnio 9ist2rico5 7ombamento G conceito de patrimônio 5ist3rico e art%stico nacional abran#e todos os bens, mFveis e imFveis, e&istentes no País, cu%a conservação se%a de interesse público, por sua vinculação a fatos memor8veis da QistFria p8tria, ou por seu e&cepcional valor artístico, arqueolF#ico, etno#r8fico, biblio#r8fico ou ambiental. :ombamento $ a declaração pelo Poder Público do valor =istFrico, artístico, paisa#ístico, turístico, cultural ou científico de coisas ou locais que, por essa ra7ão, devam ser preservados, de acordo com a inscrição em livro prFprio4 A abertura do processo de tombamento asse#ura a preservação do bem at$ a decisão final, a ser proferida dentro de EN dias4 em princípio não obri#a a indeni7ação, salvo as condições e, contr8rio. 666 - Prote/&o -mbiental A proteção ambiental visa , preservação da nature7a em todos os elementos essenciais , vida =umana e , manutenção do equilíbrio ecolF#ico, diante do ímpeto predatFrio das nações civili7adas, que, em nome do desenvolvimento, devastam florestas, e&aurem o solo, e&terminam a fauna, poluem as 8#uas e o ar. Controle de Polui/&o5 enquadra)se no poder de polícia administrativa de todas as entidades estatais, competindo a cada uma delas atuar nos limites de seu territFrio e de sua compet:ncia, e em con%unto colaborar nas provid:ncias de Kmbito nacional de prevenção e repressão as atividades poluidoras definidas em norma le#al. Preserva/&o dos +ecursos Naturais5 $ dever do stado e apFia)se do domínio eminente que ele e&erce sobre todas as coisas que se encontram em seu territFrio4 mas pode apenas condicionar o uso da propriedade particular para cumprimento de sua função social ou retir8) la compulsoriamente, por utilidade pública ou interesse social, atrav$s de desapropriação, com %usta e pr$via indeni7ação. +estaura/&o dos elementos destruDdos5 impõe a reflorestamento das 8reas desmatadas, a recomposição dos terrenos erodidos ou escavados, a recuperação de 8#uas poluídas, a re#eneração de terras e&auridas, a recriação de esp$cies silvestres e aqu8ticas em via de e&tinção, e tantas outras medidas de restauração do meio ambiente, para o reencontro do equilíbrio ecolF#ico e renascimento da vida animal e ve#etal, de que depende a sobreviv:ncia da Qumanidade4 essa provid:ncias são mais de incentivo ao administrado do que de polícia administrativa. -/&o Civil Pública para prote/&o ambiental5 A lei 10;1BC> le#itima precipuamente o JP para prop9)la como, tamb$m , as entidades que indica -art. >@. e estabelecendo re#ras específicas para o a%ui7amento e %ul#amento.

J? 6N7)+ )NKL8 N- P+8P+6)(-() ) -7%-KL8 N8 (8MGN68 )C8NMM6C8 Gs fundamentos da intervenção na propriedade e atuação no domínio econ9mico repousam na necessidade de proteção do stado aos interesses da comunidade4 os interesses coletivos representam o direito de maior número e, por isso mesmo, quando em conflito com os interesses individuais, estes cedem ,queles, em atenção ao direito da maioria, que $ a base do re#ime democr8tico e do /ireito "ivil moderno. Propriedade e domDnio econCmico5 A propriedade $ um direito individual, mas condicionado ao bem estar da comunidade4 admite limitações ao seu uso e restrições ao seu conteúdo em benefício da comunidade4 A "f #arante a propriedade, mas permite a desapropriação4 e l=e atribui a função social4 6o domínio econ9mico a "+ asse#ura a liberdade de iniciativa, mas, no interesse do desenvolvimento nacional e da %ustiça social, impondo re#ras. A intervenção na propriedade incide sobre os bens4 a intervenção no dom%nio econômico incide sobre a atividade lucrativa e&ercida pela empresa, como instrumento de iniciativa privada. "em-estar social5 $ o bem comum, o bem do povo em #eral4 $ o escopo da %ustiça social e sF pode ser alcançado atrav$s do desenvolvimento nacional4 para propiciar isso, o Poder Público pode intervir na propriedade privada e nas atividades econ9micas, nos limites da compet:ncia atribuídas a cada uma das entidades estatais, atrav$s de normas le#ais e atos administrativos adequados ao ob%eto da intervenção. Compet!ncia para a interven/&o5 a le#islação sobre direito de propriedade e intervenção no domínio econ9mico $ privativa da Inião4 aos stados e Junicípios sF cabem as medidas de polícia administrativa, de condicionamento do uso de propriedade ao bem)estar social e de ordenamento das atividade econ9micas, nos limites das normas federais, a intervenção no domínio sF pode ser feita por dele#ação do Loverno +ederal, que $ o detentor de todo poder nesse setor. 6 - 6nterven/&o na Propriedade R todo ato do Poder Público que compulsoriamente retira ou restrin#e direitos dominiais privados ou su%eita o uso de bens particulares a uma destinação de interesse público4 pode ter fundamento na necessidade ou utilidade pública, ou no interesse social -e&presso em lei federal.. Gs meios específicos de intervenção são os se#uintes: (esapropria/&o5 ou e&propriação $ a transfer:ncia compulsFria da propriedade particular -ou pública de entidade de #rau inferior para superior. para o Poder Público ou seus dele#ados, por utilidade ou necessidade pública, ou ainda por interesse social, mediante pr$via e %usta indeni7ação -"+, art. >@, 3325.4 $ a forma conciliadora entre a #arantia da propriedade individual e a função social dessa mesma propriedade, que e&i#e usos compatíveis com o bem)estar da comunidade. 6ecessidade pública: sur#e quando a Administração defronta situações de emer#:ncia, que, para serem resolvidas satisfatoriamente, e&i#em a transfer:ncia ur#ente de bens de terceiros para o seu domínio e uso imediato4 as 6ormas 2!sicas da desapropriação ac=am)se e&pressas no /ec)lei 00E>B;1 complementado pela le#islação subseqOente4 a )eclaração e8propriat3ria pode ser feita por lei ou decreto em que se identifique o bem, se indique seu destino e se aponte o dispositivo le#al que a autori7e. Processo e8propriat3rio: pode ser feito por via administrativa ou por processo %udicial4 via administrativa consubstancia)se no acordo entre as partes quanto ao preço, redu7ido a termo para transfer:ncia do bem e&propriado -e&i#e escritura pública.4 o Processo judicial se#ue o rito especial estabelecido na lei #eral das desapropriações, admitindo os preceitos de "P". #etrocessão: $ a obri#ação que se impõe ao e&propriante de oferecer o bem e&propriado,

mediante a devolução do valor da indeni7ação, quando não l=e der o destino declarado no ato e&propriatFrio -"", art. 11>N.. (bs: / aconsel5!vel uma leitura pro-unda sobre esse assunto. devido sua diversidade e o grande numero de detal5es. 0ue -icaram de -ora deste breve resumo Servid&o administrativa5 $ 9nus real de uso imposto pela Administração , propriedade particular para asse#urar a reali7ação e conservação de obras e serviços públicos ou de utilidade pública, mediante indeni7ação dos pre%uí7os efetivamente suportados pelo propriet8rio4 a 4nstituição fa7)se por acordo administrativo ou por sentença %udicial, precedida sempre de ato declarat3rio de servidão4 a indeni7ação fa7)se em correspond:ncia com o pre%uí7o causado ao imFvel. +e;uisi/&o5 $ a utili7ação coativa de bens e serviços particulares pelo Poder Público por ato de e&ecução imediata e direta da autoridade requisitante e indeni7ação ulterior, para atendimento de necessidades coletivas ur#entes e transitFrias - art. >@, 335 da "+.. 8cupa/&o tempor.ria5 $ a utili7ação transitFria, remunerada ou #ratuita, de bens particulares pelo Poder Público, para a e&ecução de obras, serviços ou atividades públicas ou de interesse público4 essa prerro#ativa estatal pode ser transferida a concession8rios e empreiteiros. Aimita/&o administrativa5 $ toda imposição #eral, #ratuita. unilateral e de ordem pública condicionadora do e&ercício de direitos ou de atividades particulares ,s e&i#:ncias do bem) estar social4 são preceitos de ordem pública4 decorrem do poder de polícia inerente e indissoci8vel da Administração e se e&teriori7am nas imposições unilaterais e imperativas sob a tríplice modalidade positiva -fa7er., ne#ativa -não fa7er. ou permissiva - dei&ar fa7er.. 66 - -tua/&o no (omDnio )conCmico +onop3lio: $ a e&clusividade de domínio, e&ploração ou utili7ação de determinado bem, serviço ou atividade4 $ a privatividade de al#um direito ou de al#uma atividade para al#u$m4 em sentido econ9mico, si#nifica controle de produção e de preços. #epressão ao Abuso de Poder Econômico: a constituição impõe sua repressão -art. 110, H ;@ .4 o abuso pode assumir as mais variadas modalidades, visando sempre ao açambarcamento dos mercados, , eliminação da concorr:ncia e ao aumento arbitr8rio dos lucros, neste caso mediante um e&cessivo e in%ustific8vel aumento de preços4 as formas usuais são: os trustes: truste $ a imposição das #randes empresas sobre os concorrentes menores visando afast8)los do mercado ou obri#8)los a concordar com a política de preços do maior vendedor4 e os cart/is: cartel $ a composição volunt8ria dos rivais sobre aspectos do ne#Fcio comum. Controle de Abastecimento: $ o con%unto de medidas destinadas a manter no mercado consumidor mat$ria)prima, produtos ou serviços em quantidade necess8rias ,s e&i#:ncias de seu consumo. :abelamento de preços: Preço $ a retribuição pecuni8ria do valor do bem, do serviço ou da atividade que se compra ou que se utili7a mediante renumeração4 pode ser privado, semiprivado ou público4 :abelamento $ função privativa da Inião, por seus Fr#ãos centrali7ados ou entes descentrali7ados a que a lei federal atribui4 incide sobre os preços privados. 10? +)SP8NS-"6A6(-() C6 6A (- -(M6N6S7+-KL8

o modo e o momento de sua efetivação: . &: reali7ação de auditoria durante a e&ecução do orçamento.Pr/vio ou preventivo: antecede a conclusão ou operatividade do ato. Arti#o 01. Fr#ão ou autoridade que o e&ercita ou o fundamento. 6 . #esponsabilidades por atos legislativos e judiciais: a +a7enda Pública sF responde mediante a comprovação de culpa manifesta na sua e&pedição. a que impõe . indicando a autoridade controladora.H E@ da "+: 'as pessoas %urídicas de /ireito Público e as de /ireito Privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus a#entes..Concomitante ou sucessivo: acompan=a a reali7ação do ato para verificar a re#ularidade de sua formação. &: a liquidação da despesa. 11? C8N7+8A) (. e $ estabelecido os tipos de forma de controle de toda atuação administrativa. -/&o re$ressiva5 corre contra o causador direto do dano4 como $ destinada . os inferiores estão subordinados aos superiores. do risco administrativo -fa7 sur#ir o obri#ação de indeni7ar o dano do sF ato lesivo e in%usto causado . ..E8terno: reali7ado por Fr#ão estran=o . .4nterno: $ reali7ado pela entidade ou Fr#ão respons8vel pela atividade controlada -Kmbito interno. 7ipos de Controle5 variam se#undo o Poder. as faculdades a serem e&ercitadas e as finalidades ob%etivadas. 66 . vítima pela Administração.repara/&o do dano5 -/&o de indeni:a/&o5 basta o lesado acionar a +a7enda pública e demonstrar o ne&o causal entre o fato lesivo e o dano. . $ a faculdade de vi#ilKncia. $ fi&ada a compet:ncia dos seus Fr#ãos e a#entes. em administração pública. pois. +a7enda Pública a obri#ação de compor dano causado a terceiros por a#entes públicos. . sur#e a obri#ação de indeni7ar4 a indeni7ação deve abran#er o que a vítima efetivamente perdeu e o que dei&ou de #an=ar -dano emer#ente e lucros cessantes. bem como seu montante4 comprovado isso. reparação patrimonial. :eoria da culpa administrativa. .'inal%stico: estabelecido para as entidades aut9nomas. procedendo de modo contr8rio ao direito ou faltando a dever prescrito por lei. requisito de sua efic8cia. para oportuno pa#amento. e do risco integral -obri#a a indeni7ação de todo e qualquer dano. nessa qualidade.-(M6N6S7+-KL8 "ontrole. causarem a terceiros..responsabilidade civil da -dministra/&o no (ireito brasileiro5 arti#o 1> do "": 'as pessoas %urídicas de /ireito Público são civilmente respons8veis por atos de seus representantes que nessa qualidade causem dano a terceiros. no desempen=o de suas atribuições ou a prete&to de e&erc:)las. asse#urado o direito de re#resso contra o respons8vel nos casos de dolo e culpa(4 independe de dolo ou culpa.. Fr#ão ou autoridade e&erce sobre a conduta funcional de outro4 assim. de maneira ile#ítima e lesiva. orientação e correção que um Poder. Administração. transmite)se aos =erdeiros e sucessores do servidor culpado. para sua defesa prFpria e dos direitos dos administrados. ainda que resultante da culpa ou dolo da vítima.. salvo o direito re#ressivo contra os causadores do dano(4 não admite responsabilidade sem culpa.?esponsabilidade civil da Administração $. .ier!r0uico: resulta do escalonamento vertical.

visando mant:)las dentro da lei. com nova instrução e ampla defesa. 6 .Subse01ente ou corretivo: se efetiva apFs a conclusão do ato controlado. feita por quem quer que se%a . salvo novo processo administrativo. Meios de Controle *iscali:a/&o Hier. su%eitas ao controle finalístico de quem as institui. a pedido ou de ofício. Coisa julgada administrativa: limita)se ao caso apreciado e e&tin#ue)se com o enceramento deste. propiciando o ree&ame do ato inferior sob todos seus aspectos4 podem ter efeito devolutivo ou suspensivo4 possui pra7os fatais e peremptFrios. se#undo as necessidades do serviço e as e&i#:ncias t$cnicas e econ9micas de sua reali7ação. pelo e&aurimento de seus efeitos.s autarquias e entidades paraestatais. Pedido de reconsideração: $ a solicitação da parte diri#ida . . para que o invalide ou modifique nos termos da pretensão do requerente4 e&tin#ue)se em 1 ano da data de decisão. conveni:ncia ou oportunidade do ato. visando as devidas correções. a contar da data do ato ou fato lesivo4 o pra7o $ fatal e peremptFrio para o administrado4 suspende a prescrição enquanto depende de decisão.Controle -dministrativo "ontrole administrativo $ todo aquele que o &ecutivo e os Fr#ãos de administração dos demais Poderes e&ercem sobre sua prFprias atividade.. respeitadas as situações %urídicas sub%etivas que se construíram. coordenar. aplic8vel nas entidades vinculadas a um Jinist$rio4 não $ subordinação. não suspende a prescrição. #eclamação: $ a oposição e&pressa a atos da Administração que afetem direitos ou interesses le#ítimos do administrado4 e&tin#ue)se em 1 ano. esse meios compreendem: #epresentação: $ a denúncia formal e assinada de irre#ularidades internas ou de abuso de poder na pr8tica de atos da Administração. visando a ordenar. +ecursos -dministrativos5 são todos os meios =8beis a propiciar o ree&ame de decisão interna pela prFpria Administração. . quando se adu7ir fato novo ou circunstKncia suscetível de %ustificar sua inoc:ncia ou inadequação da penalidade aplicada. #evisão do processo: $ o meio previsto para o ree&ame na punição imposta ao servidor. autoridade competente para con=ecer e coibir a ile#alidade apontada. &: a =omolo#ação do %ul#amento de uma concorr:ncia. resulta do sistema le#al imposto .uica5 $ e&ercida pelos Fr#ão superiores sobre os inferiores da mesma Administração. #ecursos 5ier!r0uicos: são aqueles pedidos que as partes diri#em . pelo que $ um controle de le#alidade e de m$rito. mesma autoridade que e&pediu o ato. orientar e corri#ir suas atividades e a#entes.r. Supervis&o ministerial5 $ um meio atenuado de controle. instKncia superior.)e m/rito: visa a comprovação da efici:ncia. .)e legalidade ou legitimidade: verifica unicamente a conformação do ato ou do procedimento com as normas le#ais que o re#em.

4 do administrado . *ases do processo administrativo5 1. principalmente para os atos a car#o do particular4 bastam as formalidades necess8rias . o rito processual. <egalidade objetiva: e&i#e que o processo administrativo se%a instaurado com base e para a preservação da lei4 baseia)se numa norma le#al específica4 !. ainda que provocado por particular. obtenção da certe7a %urídica4 ..portaria auto de infração. acompan=ar os atos de instrução e utili7ar)se dos recursos cabíveis. instauração: $ a apresentação escrita dos fatos e indicação do direito que ense%am o processo4 proveniente da Administração . a oportunidade para contestar a acusação. de um modo #eral. compreende a ci:ncia da acusação. uma ve7 iniciado4 o Poder Público o impulsiona at$ a decisão final4 0. a oportunidade para oferecimento de contestação e provas. Modalidades5 . (-icialidade: atribui a movimentação do processo .. feita por quem o presidiu individualmente ou pela comissão processante. dos fatos apurados. 4n-ormalismo: dispensa ritos sacramentais e formas rí#idas. a vistas dos autos na repartição. defesa de um direito. Administração. >arantia de de-esa: entende)se não sF a observKncia do rito adequado como a cientificação do processo ao interessado.Prescrição administrativa: pressupõe a e&ist:ncia de uma ação %udicial apta . ou se%a. S As fases acima enunciadas. ou de complementação das iniciais -controle ou outor#a. naqueles que visam . com apreciação das provas. 4nstrução: $ a fase de elucidação dos fatos. $ulgamento: $ a decisão proferida pela autoridade ou Fr#ão competente sobre o ob%eto do processo. desde que a faça trasladar para o processo4 >. #elat3rio: $ a síntese do apurado no processo. )e-esa: $ a #arantia. Processo -dministrativo5 $ con%unto de atos coordenados para a obtenção de decisão sobre uma controv$rsia no Kmbito %udicial ou administrativo. ou se%a.. sendo aplic8veis a todas as suas modalidades.requerimento ou petição. porque ela si#nifica a perda da respectiva ação . solução de lití#io entre a Administração e o administrado. produ7ir prova de seu direito.4 0. Procedimento $ o modo de reali7ação do processo. sua apreciação. =erdade material: autori7a a Administração a valer)se de qualquer prova de que a autoridade processante ou %ul#adora ten=a con=ecimento. representação ou despac=o inicial. devem ser atendidas em todos os processos administrativos prFprios. PrincDpios5 1. com a produção de provas da acusação . por in$rcia de seu titular4 ela opera a preclusão de oportunidade de atuação do Poder público sobre mat$ria su%eita . a inquirição e reper#untas de testemun=as e a observKncia do devido processo le#al4 .punitivo.4 !. do direito debatido e proposta conclusiva para decisão da autoridade %ul#adora competente4 não tem efeito vinculante4 >.

nem e&i#:ncia de comissão sindicante. deve ser relatado o que se apurou e opinar pela absolvição ou punição do acusado4 no %ul#amento. nem rito sacramental4 não #eram. $ o meio de apuração e punição das faltas #raves dos servidores e demais pessoas su%eitas ao re#ime funcional de determinados estabelecimentos da Administração4 $ sempre necess8rio para a imposição de pena de demissão4 deve ser instaurado por portaria da autoridade competente4 na instrução $ livre a col=eita de provas4 concluída.rios5 podem ser utili7ados para a elucidação preliminar de determinados fatos ou aplicação de penalidades disciplinares menores ou comprovadas na sua fla#rKncia. bem como . salvo quando =8 oposição de terceiros ou impu#nação da prFpria Administração. 66 . tal ocorre quando o subordinado desautora o superior no ato do recebimento de uma ordem. :ermo de declaraç.rio5 $ todo aquele que se destina . Processo de Controle: $ todo aquele em que a Administração reali7a verificações e declara situação. sob pena de invalidade. mas ob%etivando os superiores interesses do stado e da comunidade. direito ou conduta do administrado ou de servidor. servir8 de base para a punição cabível. fi&ação do alcance de normas de tributação em casos concretos. a autoridade dever8 sempre fundamentar sua decisão. Processo -dministrativo 7ribut. =erdade sabida: $ o con=ecimento pessoal da infração pela prFpria autoridade competente para punir o infrator. antes de seu encerramento. re#ulamento ou contrato4 $ contraditFrio.Controle Ae$islativo "ontrole le#islativo ou parlamentar $ o e&ercido pelos Fr#ãos le#islativos ou por comissões parlamentares sobre determinados atos do &ecutivo na dupla lin=a de le#alidade e da conveni:ncia pública. Processo de Outorga: $ todo aquele que se pleiteia al#um direito ou situação individual perante a Administração4 normalmente tem rito especial. Meios Sum. Processo -dministrativo (isciplinar5 tamb$m c=amado de 2nqu$rito administrativo. se confessada. indiferente aos direitos individuais dos administrados.es: $ forma sum8ria de comprovação de faltas menores dos servidores. com motivação prFpria ou adoção dos fundamentos do relatFrio. nem suprimem direitos. atrav$s da tomada de seu depoimento sobre irre#ularidade que l=e $ atribuída e. e&i#:ncia ou dispensa do cr$dito fiscal.Processo de Expediente: $ denominação imprFpria que se d8 a toda atuação que tramita pelas repartições públicas por provocação do interessado ou por determinação interna da Administração. determinação. ou . tanto para a condenação quanto para a absolvição. nem alteram. pelo qu: caracteri7a)se como um controle eminentemente político. pelos Fr#ãos competentes tributantes. com car8ter vinculante para as partes4 tem rito prFprio4 quando deparadas irre#ularidades puníveis. Sindic?ncia: $ o meio de elucidação de irre#ularidades no serviço para subseqOente instauração de processo e punição ao infrator4 não tem procedimento formal. imposição de penalidades ao contribuinte. Processo Punitivo: $ todo aquele promovido pela Administração para a imposição de penalidade por infração da lei. mas não contraditFrio. com oportunidade de defesa e estrita observKncia do devido processo le#al. e&i#em oportunidade de defesa. para receber a solução conveniente4 não tem procedimento prFprio. .

valores ou din=eiro públicos4 o controle interno $ feito pelo &ecutivo e o controle e&terno pelo "on#resso 6acional au&iliado pelo *ribunal de "ontas da Inião. se fundam na ampla liberdade de apreciação da conveni:ncia ou oportunidade de sua reali7ação.A. e se%a qual for o artifício que a encubra4 não $ permitido pronunciar)se sobre o m$rito administrativo. -art. 11.*iscali:a/&o dos atos da -dministra/&o5 a "+BCC ampliou as atribuições do <e#islativo para a fiscali7ação e controle dos atos da Administração em #eral -art. 3. valores e din=eiro públicos. desempen=adas simetricamente tanto pelo *"I. Atribuiç es dos !ribunais de Contas: suas atividades e&pressam)se fundamentalmente em funções t$cnicas opinativas. $ fundamental e necess8ria . "+. assessoradoras e %urisdicionais administrativas.Controle do Eudici. não $ uma faculdade inferior ou ad%acente . Controle e8terno: visa comprovar a probidade da Administração e a re#ularidade da #uarda e do empre#o dos bens. dos pro#ramas de trabal=o e a avaliação dos respectivos resultados. . possibilitando o acompan=amento da e&ecução do orçamento. . -tos suNeitos a controle comum5 são os administrativos em #eral4 a compet:ncia do Mudici8rio para a revisão de atos. assim como a fiel e&ecução do orçamento. indissoci8veis de toda atividade pública4 $ permitido perquirir todos os aspectos de le#alidade e le#itimidade para descobrir e pronunciar a nulidade do ato administrativo onde ela se encontre. e sim pela via especial da Ação direta de 2nconstitucionalidade. quanto pelas outras entidades estatais que o tiverem.atos polDticos5 são os que. mas se refere . porque visa a impor a observKncia da lei em cada caso concreto.4 essa função.inanceira e or/ament. sem se aterem a crit$rios %urídicos preestabelecidos4 seu discricionarismo $ a conseqO:ncia das restrições para o controle %udicial. prFpria elaboração das leis. 666 . prestação de contas de todo aquele que administra bens. no uso de sua compet:ncia constitucional.ria5 $ conferida ao "on#resso 6acional. -tos suNeitos a controle especial . propriamente dita. .atos le$islativos5 a lei. com seus privil$#ios e com formação ideolF#ica . não ficam su%eitos a anulação %udicial pelos meios processuais comuns. efic8cia do controle e&terno e visa asse#urar a re#ularidade de reali7ação da receita e da despesa. *iscali:a/&o .rio "ontrole Mudici8rio ou %udicial $ o e&ercido privativamente pelos Fr#ãos do Poder Mudici8rio sobre os atos administrativos do &ecutivo. a fim que o <e#islativo con=eça como funciona os outros Fr#ãos. quando reclamada por seus benefici8rios. sobretudo do &ecutivo.06nterna corporis15 não $ tudo que prov$m do seio da "Kmara ou de suas deliberações internas4 são sF aquelas questões ou assuntos que entendem direta e imediatamente com a economia interna da corporação le#islativa. praticados por a#entes do Loverno. verificadoras. Controle interno: ob%etiva a criação de condições indispens8veis . restrin#e)se ao controle da le#alidade e da le#itimidade do ato impu#nado4 por le#alidade entende)se a conformidade do ato com a norma que o re#e4 por le#itimidade entende)se a conformidade do ato com a moral administrativa e o interesse coletivo. de editar as leis4 pelo contr8rio. do <e#islativo e do prFprio Mudici8rio quando reali7a atividade administrativa4 $ um meio de preservação de direitos individuais. sobre o qual e&erce amplo controle. tanto para a lei em tese como para os demais atos normativos.

.mandado de se$uran/a individual5 destina)se a coibir atos ile#ais da autoridade que lesam direito sub%etivo. >@. . 6 . revisão %udicial. inclusive quanto ao direito líquido e certo.0H. por suas autarquias. . 1!A. art. ou para retificação de seus dados pessoais. utili78vel por qualquer de seus membros. . a decisão definitiva de m$rito tem efeito erga omnes.mandado de se$uran/a coletivo5 seus pressupostos são os mesmos do individual. líquido e certo do impetrante4 o pra7o para impetração $ de 1!N dias do con=ecimento oficial do ato a ser impu#nado -"+. mas não o que se aperfeiçoou durante sua vi#:ncia4 produ7 efeitos e8 nunc . <323. <332. sF que a tutela não $ individual. art. . recebe . Meios de Controle Eudici. art..da lei. . são reservados .a/&o de inconstitucionalidade por omiss&o5 ob%etiva e e&pedição de ato normativo necess8rio para o cumprimento de preceito constitucional que. >@. não se presta para direitos individuais.a/&o direta de inconstitucionalidade5 $ usado para atacar a lei em tese ou qualquer outro ato normativo antes mesmo de produ7ir efeitos concretos. desi#nação de +a7enda Pública. que. sem ele. >@. 222.-dministra/&o em EuD:o A Administração Pública. mas coletiva -"+. nacionalidade. art.a/&o declarat2ria de constitucionalidade5 de lei ou ato normativo. . e os Junicípios.mandado de inNun/&o5 ampara quem se considerar pre%udicado pela falta de norma re#ulamentadora que torne invi8vel o e&ercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerro#ativas inerentes a direitos e liberdades constitucionais e .a/&o civil pública5 ampara os direitos difusos e coletivos. -"+. 2. . 1N!. <33222. . cidadania.beas data15 asse#ura o con=ecimento de re#istros concernentes ao postulante e constantes de repartições públicas ou particulares acessíveis ao público. art.medida cautelar5 feito pelo ar#Oente de inconstitucionalidade. -"+.. ser8 %ul#ado pelo S*+4 e&i#e os pressupostos das cautelares comuns4 a liminar suspende a e&ecução da lei. art.rio5 são as vias processuais de procedimento ordin8rio. -"+. nem se destina . porque seu er8rio $ que suporta os encar#os da demanda. não poderia ser aplicado. reparação de pre%uí7os4 -<ei 10. +epresenta/&o em NuD:o5 $ feita por seus procuradores %udiciais ou advo#ados constituídos para determinados feitos. por sua prFpria nature7a. . soberania e . por suas fundações públicas ou por seus Fr#ãos que ten=am capacidade processual. >@. -"+. no #o7o de seus direitos cívicos e políticos4 o benefici8rio direto e imediato $ o povo.1BC>4 "+ art. e&clusiva apreciação e deliberação do Plen8rio da "Kmara4 tamb$m são vedados .. <3322. quando in#ressa em %uí7o por qualquer de suas entidades estatais. >@.a/&o popular5 $ um instrumento de defesa dos interesses da coletividade. <33. sum8rio ou especial de que dispõe o titular do direito lesado ou ameaçado de lesão para obter a anulação do ato ile#al em ação contra a Administração Pública. ser8 apreciada pelo S*+. . tamb$m por seu Prefeito.

do orçamento)pro#rama anual e da pro#ramação financeira de desembolso. asse#ura a autonomia político)administrativa aos seus membros. de pro#ramas #lobais. setoriais e re#ionais de duração plurianual. o que nos permite concluir que no Kmbito federal. não $ propriamente constituída de serviços."+-S6A)6+A or#ani7ação administrativa mant$m estreita correlação com a estrutura do stado e a forma de Loverno adotada4 o Prasil. Gbs: deve ser visto mais profundamente. constituindo)se em stado /emocr8tico de /ireito. somente interrompidas uma ve74 das aç. art.es reais tem sido considerada pelos *ribunais a comum de 1N e 1> anos4 contra o particular $ comum a lei civil ou comercial. 12? 8+F-N6P-KL8 -(M6N6S7+-76 . do particular. 66 . . )=ecu/&o do Eul$ado5 por quantia certa. desi#ualando as partes. 6 . na #estão de bens e interesses qualificados da comunidade. no caso uma federação. a Administração direta $ o con%unto dos Fr#ãos inte#rados na estrutura administrativa da Inião e a Administração indireta $ o con%unto do entes -personali7ados. mas sua administração =8 de corresponder. mas com vanta#ens para a +a7enda Pública. para aqueles que causarem dano ao er8rio ou se enriquecerem de forma ilicitamente no e&ercício de car#o. seus bens não se su%eitam a pen=ora nem a arresto. -"+. que são seus instrumentos b8sicos4 toda atividade deve a%ustar)se .Oestro e Perdimento de "ens5 em favor da +a7enda Pública são admitidos pela "+. vinculados a um Jinist$rio. assistente ou opoente. 1NN4 "P". mesmo que a sucumb:ncia se%a da +a7enda. as postulações constitucionais. mas pode =aver seqOestro da importKncia devida se não for atendida a requisição do Mudici8rio competente na ordem dos precatFrios e&pedidos.-dministra/&o *ederal A Administração Pública. estruturalmente. simplificar os procedimentos administrativos e redu7ir as despesas causadoras do d$ficit público. atrav$s de um plano #eral de #overno.PrincDpios . liti#a em situação id:ntica .undamentais da -dministra/&o Pública *ederal Gs princípios fundamentais foram estabelecidos. de Fr#ãos a serviço do stado. a#ili7ou o processo. arts. )=ecu/&o *iscal5 re#ida pela <ei EC0NBCN.. prestam serviços públicos ou de interesse público. conforme o caso. Junicípios e do /istrito +ederal. -<ei C. pro#ramação. 10N e 101.!ABA!. e interpor recurso -dobro.. que. sim. Prescri/&o5 $ a perda da ação pelo transcurso do pra7o para seu a%ui7amento ou pelo abandono da causa durante o processo4 das aç. com a preocupação maior de diminuir a m8quina estatal. formada pela união indissolúvel dos stados.. Se. função ou empre#o na Administração direta ou indireta.-tua/&o Processual5 como autora ou r$. salvo quanto aos pra7os para contestar -qu8druplo. (espesas Eudiciais5 são pa#as ao final pelo vencido4 tamb$m os =onor8rios ao advo#ado vencedor. mas. orientando a Administração Pública +ederal ) PlaneNamento5 $ o estudo e estabelecimento das diretri7es e metas que deverão orientar a ação #overnamental.es pessoais contra a +a7enda Pública e suas autarquias $ de > anos.

enfei&ando todas as atividades administrativas superiores de Kmbito federal. investida dos necess8rios poderes de administração. plane%amento. coordenação e controle do desenvolvimento sFcio) econ9mico do País e da se#urança nacional4 $ constituída essencialmente. de política. ressalvadas obviamente. 6 . a dele#ada e o ob%eto da dele#ação4 asse#ura maior rapide7 e ob%etividade . a dispersão de recursos.(ele$a/&o de compet!ncia5 as autoridades competentestransferem atribuições decisFrias a seus subordinados. pela "asa "ivil. e por Fr#ãos aut9nomos tamb$m. e&ercita atividade pública ou de utilidade pública4 diversa $ a desconcentração. submetendo)as ao que foi plane%ado e poupando)a de desperdícios. distinta da do stado. passam a vincular a Administração ao seu enunciado. que si#nifica repartição de funções entre v8rios Fr#ãos de uma mesma Administração. quando aceitos pela autoridade competente.(escentrali:a/&o5 em sentido %urídico)administrativo. situando)as na pro&imidade dos fatos. que são os Jinist$rios. o Alto "omando das +orças Armadas4 o stado)Jaior das +orças Armadas4 e são Fr#ãos de assistência direta e imediata: Secret8ria de Assuntos strat$#icos. $ atribuir a outrem poderes da Administração4 pressupõe a e&ist:ncia de uma pessoa. Minist#rios5 são Fr#ãos aut9nomos da cúpula administrativa. aos quais se subordinam ou se vinculam os demais Fr#ãos e entidades descentrali7adas. supremo e unipessoal. devem ser supridos todos os controles meramente formais e aqueles cu%o custo se%a evidentemente superior ao risco decorrente da ine&ist:ncia de controle específico. sem quebra de =ierarquia. unipessoais. . 666 . a diver#:ncia de soluções e outros males característicos da burocracia4 coordenar $ =armoni7ar todas as atividades da Administração. efici:ncia de sua #estão.. consecução de seus ob%etivos e . e&pressas em pareceres ou deliberações que. pessoas e problemas a atender. pela Secret8ria)Leral. em qualquer de suas modalidades. a qual.Coordena/&o5 visa entrosar as atividades da Administração.Controle5 visa. as que a prFpria lei inte#ra na Presid:ncia da ?epública ou a ela se vincula. . . de modo a evitar a duplicidade de atuação. Grçamento e "oordenação e pela "asa Jilitar. pela Secret8ria de Plane%amento. Secret8ria da Administração +ederal e Assessoria de "omunicação 2nstitucional. podendo ser e&ercido de v8rios modos4 estabelecidas as formas de controle das atividades administrativas.8s 2r$&o diri$entes da -dministra/&o *ederal A Administração +ederal $ diri#ida por um Fr#ão independente. em especial.Qr$&os de assessoramento São Fr#ãos consultivos do Presidente da ?epública e dos Jinistros de stado4 sua funções são essencialmente opinativas. que $ a Presid:ncia da ?epública. Presid!ncia da +epública5 $ o Fr#ão supremo e independente representante do Poder &ecutivo da Inião. . (o Presidente da +epública5 são 3rgãos de consulta: G "onsel=o da ?epública e o "onsel=o de /efesa 6acional4 são Fr#ãos de assessoramento imediato: ) o "onsel=o de Loverno. mediante ato prFprio que indique com a necess8ria clare7a e conveniente precisão a autoridade dele#ante. . neles inte#ram)se os serviços da Administração direta e a eles se vinculam as entidades da Administração indireta cu%as atividades se enquadrem nas respectivas 8reas de compet:ncia.s decisões.

aferidas e certificadas por Fr#ão prFprio. podendo ser subvencionados pela Inião ou arrecadar em seu favor contribuições parafiscais para prestar serviços de interesse social ou utilidade pública. atenta ao mandamento constitucional de observKncia aos princípios estabelecidos na mesma. unipessoalmente. que. comanda. 666 . entretanto. as atividades de consultoria e assessoramento %urídico do Poder &ecutivo. a serem decididos nos recursos prFprios4 não inte#ram o Poder Mudici8rio. comple&idade e responsabilidade.s normas complementares. 6 . sendo permitida. fi#urarem entre os Fr#ãos da Administração direta ou entre as entidades da indireta4 &: Sesi. descentrali7ação administrativa4 as lei locais são votadas pela "Kmara de 5ereadores4 Fr#ão cole#iado. em que se e&i#ir8 delas tempo inte#ral e dedicação e&clusiva. sem. #eridos em conformidade com seus estatutos. diretamente ou atrav$s de Fr#ão vinculado.8utros Qr$&os da -dministra/&o *ederal 7ribunais -dministrativos5 são Fr#ãos do Poder &ecutivo com compet:ncia %urisdicional específica para assuntos indicados em lei. . contratadas por instrumento de locação de serviços. Qr$&os -utCnomos5 são desmembramentos da Administração direta que não c=e#am a se eri#ir em pessoa %urídica mas #o7am de certa autonomia administrativa e financeira para o desempen=o de suas atribuições específicas. #eralmente aprovados por /ecreto. 66 . com função le#islativa precípua para todos os assuntos de peculiar interesse do Junicípio e funções complementares de fiscali7ação e conduta político) administrativa do Prefeito. . a criação de autarquias e entidades estatais visando . Senac. pelos stados)membros. 6R . necessitem de coordenação central4 os serviços que a inte#ram. cabendo)l=e. e . %udicial e e&tra%udicialmente. nos termos da lei complementar ali prevista. relativamente ao atendimento dos princípios fundamentais adotados pela ?eforma Administrativa.Sistema de -tividades -u=iliares As atividades au&iliares. a seu crit$rio. au&iliado por Secret8rios municipais. serão or#ani7adas sob a forma de sistema. desde que. supervisiona e coordena os serviços de peculiar interesse do Junicípio. de assessoramento #overnamental e de administração de seus serviços au&iliares. devem ser e&ercidas por pessoas de comprovada idoneidade. Senai.(os Ministros de )stado5 Secretaria) &ecutiva4 Labinete4 "onsultoria Murídica4 Secret8ria de Administração Leral4 Secretaria de "ontrole 2nterno4 são caracteri7adas pelo alto nível de especificidade.-dministra/&o Municipal A administração municipal $ diri#ida pelo Prefeito. criados ou autori7ados por lei.)ntes de Coopera/&o São pessoas de /ireito Privado. ficam su%eitos a orientação normativa. Sesc. ainda. por ato do Poder &ecutivo. -dvocacia-Feral da %ni&o5 representa a Inião. a supervisão t$cnica e a fiscali7ação do respectivo Fr#ão central. cu%as qualificações capacidade e e&peri:ncia específicas se%am e&aminadas.-dministra/&o )stadual Ac=a)se estruturada em simetria com a Administração +ederal.

não $ nen=um nem outro. S "arreira: $ o a#rupamento de classes de car#os de uma mesma atividade +eadapta/&o5 $ a passa#em do Servidor para outro car#o compatível com a defici:ncia física que ele ven=a a apresentar.R . pois tem Poderes <e#islativo. Mudici8rio e &ecutivo prFprios4 pode ainda. +evers&o5 $ o retorno ao Serviço Ativo do Servidor aposentado por invalide7 quando insubsistentes os motivos da aposentadoria D pode acontecer para o mesmo car#o se ele ainda estiver va#o ou para um outro semel=ante. baseado na obra de QelU <opes de Jeirelles. Formas de Provimento e Vacância do Cargo Público. nos diversos escalões de uma mesma carreira. ainda que. (erivada5 As formas derivadas de provimento dos car#os públicos. . S". V 6omeação ) "ar#o fetivo: pressupõe a aprovação em concurso público de provas ou de provas e *ítulos D sabemos que a aprovação em concurso 6WG 6S MA G /2? 2*G A/XI2?2/G Y 6GJ AZWG. 3.ria5 pressupõe a ine&ist:ncia de uma relação %urídica anterior mantida entre o Servidor e a Administração. "om isso.-dministra/&o do (istrito *ederal Ao /istrito +ederal são atribuídas as compet:ncias le#islativas reservadas aos stados e Junicípios4 entretanto. entendeu)se que Ascensão +uncional e a *ransfer:ncia SWG 26"G6S*2*I"2G6A2S. decorrem de um vínculo anterior entre Servidor e Administração. que pode ser reali7ada em car8ter fetivo ou para "ar#os de Provimento em "omissão. ?esumo efetuado por ?odolp=o Priebe Pedde Munior. Promo/&o5 $ a elevação de um Servidor de uma classe para outra dentro de uma mesma carreira. =ouve a vacKncia de um car#o inferior e conseqOentemente o provimento do car#o superior. V Promoção V ?eadaptação V ?eversão V Aproveitamento V ?einte#ração V ?econdução G servidor poder8 pro#redir na mesma carreira. estudante da AT fase de /ireito ) Inoesc ) "ampus de 5ideira. /iante do entendimento do S*+. instituir o re#ime %urídico único e planos de carreira de seus servidores. or#ani7ar seu sistema de ensino. constituindo uma entidade estatal an9mala. A única forma de Provimento Gri#in8rio $ a nomeação. *ormas de Provimento dos Car$os Públicos *8+M-S () P+8 6M)N78 (8S C-+F8S P@"A6C8S O Provimento " o preenc#imento do cargo público 8ri$in. se assemel=e mais ao stado. arrecadar seus tributos e reali7ar os serviços públicos de sua compet:ncia.

/eputado. cartor8rios. leiloeiros. -$entes -dministrativos5 São os servidores públicos. +econdu/&o5 $ o retorno ao car#o anteriormente ocupado.quele anteriormente ocupado. ferindo uma norma constitucional. Gs servidores Públicos constituem uma esp$cie de A#entes Públicos. etc. sp$cies de A#entes Públicos: -$entes PolDticos5 São a#entes públicos nos mais altos escalões que decidem a vontade soberana do stado com atribuições constitucionais sem subordinação =ier8rquica4 são os titulares dos Poderes do stado. -proveitamento5 $ o retorno ao Serviço Ativo do Servidor que se encontrava em disponibilidade e foi aproveitado D deve reali7ar)se em car#o semel=ante . -$entes dele$ados5 São os particulares que e&ercem função pública por dele#ação. V A Administração deve reali7ar o aproveitamento de forma priorit8ria. la implicava em uma mudança de um quadro para outro. do servidor que não lo#rou :&ito no est8#io probatFrio de outro car#o para o qual foi nomeado decorrente de outro concurso. aut8rquica e fundacional. Lovernador. o Servidor que reverter ficar8 como 3" / 6* . -concession8rios. de maneira transitFria ou definitiva. permission8rios. Gs servidores públicos podem ser: .V Se não =ouver car#o va#o. V -scens&o5 foi a modalidade considerada inconstitucional D si#nificava a passa#em de uma carreira para outra. G conceito $ amplo D abran#e todas as pessoas que de uma maneira ou de outra prestam um serviço público D estão abran#idos por esse conceito desde os titulares dos poderes do stado at$ pessoas que se vinculam contratualmente com o Poder Público como $ o caso dos concession8rios. +einte$ra/&o5 $ o retorno ao Serviço Ativo do Servidor que fora demitido. direta. S)+ 6(8+ P@"A6C85 são todas as pessoas físicas que mant:m relação de trabal=o com a Administração Pública. 8s Servidores Públicos -F)N7)S P@"A6C8S5 São P SSGAS +[S2"AS incumbidas de uma função estatal. com ou sem remuneração.. quando a demissão for anulada administrativamente ou %udicialmente. +oi considerada inconstitucional. &ercem as funções comuns da Administração. indireta. tamb$m era uma forma de vacKncia e de provimento. Senador. voltando para o mesmo car#o que ocupava anteriormente. 6nconstitucionais: V 7rans.er!ncia5 ra a passa#em de um Servidor de um quadro para outro dentro de um mesmo poder. -Presidente. antes mesmo de reali7ar concurso para aquele car#o. membros do Jinist$rio Público e membros do *ribunal de "ontas etc. V /8)se com o ressarcimento de todas as vanta#ens que o servidor dei&ou de receber durante o período em que esteve afastado.

)ntidades Públicas )ntidade )statal ) PM de /ireito Público.rios Públicos? ) possuem "A?LGS )mpre$ados Públicos Tceletistas? ) possuem JP? LGS Servidores 7empor. Su%eitam)se a uma disciplina %urídica que embora sofra al#umas influ:ncias.rios T*uncion. -utar. supervisão do Jinist$rio competente ) controle finalístico4 V e&ecuta serviços prFprios do stado4 V administra a si mesma4 V funcion8rios são estatut8rios -em re#ra. previstos em número certo. V tem autonomia política. obras ou serviços sociais. ou se%a.. patrim9nio e receita prFprios -desvinculados da matri7.4 V #estão administrativa e financeira descentrali7ada4 V não tem subordinação =ier8rquica com a entidade que as criou4 V fa7em parte da Administração 2ndireta4 V submetem)se . 2APAS. S JA . )mpre$os ) são núcleos de encar#o de trabal=o a serem preenc=idos por a#entes contratados para desempen=8)los sob uma relação trabal=ista -celetista. pra7o em dobro para recorrer e em quadruplo para contestar4 &s. Pública4 obedecem . V criada por <ei Autori7ativa4 V orçamento. e tem poder político e administrativo. financeira e administrativa4 V fa7em parte da Administração /ireta4 V AP 6AS a I62WG tem soberania4 &s. que inte#ra a estrutura constitucional do stado. ou comete individualmente a determinados servidores para a e&ecução de serviços eventuais ou tempor8rios. V "?2A/A por <ei specífica4 V orçamento. mas podem ser admitidos pela "<* -e&cepcionalmente. stados. prescrição qOinqOenal de suas dívidas. atividades atípicas da Administração Pública. basicamente são aquelas aplicadas aos contratos trabal=istas em #eral. patrim9nio e receita prFprios -desvinculados da matri7.rios ) possuem +I6ZWG Car$os ) são as mais simples e indivisíveis unidades de compet:ncia a serem e&pressas por um a#ente público.4 proibidos de acumular car#os remunerados na Adm. *un/&o ) $ a atribuição ou con%unto de atribuições que a Administração confere a cada cate#oria profissional. devendo ser criados por <ei.: Inião.: Panco "entral. com determinação prFpria e remunerados por pessoas %urídicas de direito público. impen=orabilidade de seus bens.s normas do concurso público4 V os contratos são reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG4 V privil$#ios ) imunidade de impostos.4 V #estão administrativa e financeira / S" 6*?A<2\A/A4 V não tem subordinação =ier8rquica com a entidade que as criou4 V fa7em parte da Administração 2ndireta4 V submetem)se . /istrito +ederal e Junicípios. instituídas e mantidas pelo Poder Público para e&ecutar atividades.)statut. *unda/<es Públicas ) PM de /ireito Público4 $ a personali7ação %urídica de um patrim9nio. supervisão do Jinist$rio ou Secretaria competente ) controle finalístico4 V e&ecuta serviços sem fins lucrativos4 V administra a si mesma4 .. 2mprensa Gficial do stado.uias ) PM de /ireito Público4 $ um serviço aut9nomo criado para au&iliar a Administração Pública a e&ecutar atividades típicas da Administração. etc. / ?.

aprovados por /ecreto e podendo arrecadar contribuições parafiscais. mas se su%eitam a uma vinculação ao minist$rio competente4 V utili7am)se de verbas públicas4 devem prestar contas conforme a lei competente4 . etc. S 6A". serviços ou atividades econ9micas de interesse coletivo. e são considerados funcion8rios públicos4 $ proibida a acumulação de car#os P]P<2"GS remunerados -e&ceção: ! car#os de professor.: Panco do Prasil.: S S". onerado ou alienado na forma re#ulamentar ou estatut8ria4 V capital e&clusivo do poder público4 V criadas por <ei Autori7ativa4 V vale)se dos meios da iniciativa privada para atin#ir seus fins de interesse público4 V ficam vinculadas e não subordinadas aos respectivos Jinist$rios4 são supervisionadas e controladas finalisticamente pelos Jinist$rios4 V "ontratos D reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG V +uncion8rios ) são sempre " < *2S*AS -nunca estatut8rios. pertencente ao poder público4 V criadas por <ei Autori7ativa4 V destinadas a atividades de utilidade pública. prestação de serviços industriais ou atividades econ9micas em que o stado ten=a interesse prFprio ou considere convenientes . 6ão tem privil$#ios administrativos ou processuais4 V Pa#am tributos4 Servi/os Sociais -utCnomos ) PM de /ireito Privado. industrial ou econ9mica em que o stado ten=a interesse prFprio na sua e&ecução. cu%as ações com direito a voto pertençam. S 6A2. V não estão su%eitas . São empresas para)estatais: mpresas Públicas. Pública. V autonomia administrativa e financeira ) o patrim9nio prFprio pode ser utili7ado. supervisão ministerial. impen=orabilidade de seus bens. e são considerados funcion8rios públicos4 $ proibida a acumulação de car#os remunerados. autori7ada para a e&ploração de atividade econ9mica.: + P J. &s..: "orreios. mas podem ser admitidos pela "<* -e&cepcionalmente. onerado ou alienado na forma re#ulamentar ou estatut8ria4 V capital ->N^ _ 1. ISP )ntidades Para-)statais ) PM de /ireito privado. pra7o em dobro para recorrer e em quadruplo para contestar4 &s. criadas para prestar serviços de interesse social ou de utilidade pública. mas resulta inconveniente ou inoportuno ele prFprio reali7ar4 V ficam vinculadas e não subordinadas aos respectivos Jinist$rios4 são supervisionadas e controladas finalisticamente pelos Jinist$rios4 V "ontratos D reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG V +uncion8rios ) são sempre " < *2S*AS -nunca estatut8rios.. prescrição qOinqOenal de suas dívidas. &s. ! car#os na 8rea da saúde ou 1 car#o de professor outro de t$cnico. &s. cu%a criação $ feita atrav$s de <ei Autori7ativa. ao poder público. )mpresa Pública ) PM de /ireito Privado. Sociedades de conomia Jista e Serviços Sociais Aut9nomos. S S2.V funcion8rios ) são estatut8rios -em re#ra.s normas do concurso público4 V os contratos são reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG4 V privil$#ios ) imunidade de impostos. +a7em parte da Administração 2ndireta. destinadas . I6P. " +. mas de nature7a t$cnica. V autonomia administrativa e financeira ) o patrim9nio prFprio pode ser utili7ado. obedecem .4 V 6ão tem privil$#ios administrativos ou processuais4 V Pa#am tributos4 Sociedade de )conomia Mista ) PM de /ireito Privado. J SIA JA2G?2A ->N^ _ 1.4 proibidos de acumular car#os remunerados na Adm. #eridos conforme seus estatutos. para a reali7ação de obras. sob a forma de SBA -sempre. coletividade.

&s. etc. São reservados aos a#entes. CaracterDsticas dos Qr$&os V não tem personalidade %urídica4 V e&pressa a vontade da entidade a que pertence -Inião. os leiloeiros oficiais.-$entes Públicos São todas as pessoas físicas incumbidas de e&ercer al#uma função estatal.: %urados. stado. "onstituem os munus publicos -serviços relevantes. contra o a#ente público dele#ado4 8r$ani:a/&o -dministrativa Q+FL8S ) São centros de compet:ncia instituídos para o desempen=o de funções estatais atrav$s de seus a#entes. por este a#ente. =ierarquia funcional4 São funcion8rios públicos com re#ime %urídico único -estatut8rios. Su%eitam)se . comiss8rios de menores. e os quais estão vinculados a um Fr#ão4 V "ar#os ` são os lu#ares criados por lei. depois. Jinistros.4 V $ meio instrumento de ação destas pessoas %urídicas4 V $ dotado de compet:ncia. Prefeitos. e dos Fr#ãos aut9nomos -que são os au&iliares imediatos dos Fr#ãos independentes.ica/&o dos Qr$&os5 . sendo lu#ar. e em #eral. penais ou administrativos que praticarem4 +uncion8rios de para)estatais: não são a#entes administrativos. sem vínculo empre#atício. -$entes PolDticos5 e&ercem atribuições constitucionais.: Presidente da ?epública. voltando)se. V A#entes ` são as pessoas que e&ercem as funções. Gs a#entes públicos podem ser: políticos. /eputados. cu%a atuação $ imputada . mes8rios eleitorais4 nquanto e&ercerem a função4 Submetem)se . permitidos e autori7ados. $ lotado no Fr#ão. sem remuneração. R a atividade e&ercida pelo Fr#ão. criado por lei. os tradutores. Administração Pública /ireta ou .icos5 são os a#entes convocados ou nomeados para prestarem serviços de nature7a transitFria. V +unção ` $ o encar#o atribuído ao Fr#ão. e&ceto para fins penais.. ao qual corresponde uma função e $ provido por um a#ente. caso cometam crimes contra a Administração Pública4 -$entes -dministrativos5 são os a#entes públicos que se vinculam . V os car#os e as funções são independentes dos a#entes4 "ar#o $ o lu#ar. pessoa %urídica a que pertencem.4 ?espondem por simples culpa ou dolo pelos atos ilícitos civis.. administrativos. Gcupam os car#os dos Fr#ãos independentes -que representam os poderes do stado. &s. =ierarquia e são considerados funcion8rios públicos para fins penais. Senadores. -$entes (ele$ados5 são os particulares que e&ercem funções dele#adas da Administração Pública. &s. =onoríficos e dele#ados. <otação $ o número de car#os de um Fr#ão. definitiva ou transitoriamente. ?espondem criminalmente como funcion8rios públicos pelos crimes que cometerem no e&ercício de sua função4 A Administração Pública responde pelos danos causados a 0@s. que $ distribuída por seus car#os4 Classi. etc. Gs AL 6* S desempen=am as funções dos Fr#ãos a que estão vinculados. Junicípio. &ercem funções e mandatos tempor8rios4 6ão são funcion8rios nem servidores públicos.s Autarquias por relações profissionais. Muí7es.: os serventu8rios de "artFrio. e que são os serviços concedidos. Lovernadores.. todavia seus diri#entes são considerados funcion8rios públicos4 +uncion8rios das +undações Públicas: são a#entes administrativos4 -$entes 9onorD. G car#o.

: autori7ações para a ocupação de terrenos baldios. etc. Secretaria de Plane%amento. para a retirada de 8#ua em fontes não abertas ao uso comum do povo. XIA6*G Y PGS2ZWG S*A*A< Qr$&os 6ndependentes5 se ori#inam da previsão constitucional. Senado Qr$&os -utCnomos5 são os locali7ados na cúpula da Administração. Qr$&os Subalternos5 são os Fr#ãos subordinados =ierarquicamente a outro Fr#ão superior4 ?eali7am tarefas de rotina administrativa4 ?edu7ido poder de decisão4 R predominantemente Fr#ão de e&ecução4 &s. as "oordenadorias. discricion8rio e prec8rio pelo qual a Administração consente na pr8tica de determinada atividade individual incidente sobre um bem público. 6ão #o7am de autonomia administrativa nem financeira4 <iberdade restrin#ida ao plane%amento e soluções t$cnicas. e. 6ão tem qualquer subordinação =ier8rquica4 Suas funções são políticas. subordinando)se a um Fr#ão mais alto. pois visa apenas a atividades transitFrias e irrelevantes para o Poder Público. Portarias. quando o interesse público o e&i#ir. *ais autori7ações não #eram privil$#ios contra a Administração ainda que remuneradas e fruídas por muito tempo.: *ribunais. <e#islativo e Mudici8rio. *ormas de %tili:a/&o dos "ens Públicos por Particulares -utori:a/&o de uso ) $ o ato unilateral. %udiciais e le#islativas4 Seus a#entes são denominados A#entes Políticos4 &s.. &s. Qr$&os Compostos5 5b?2GS centros de compet:ncia -outros Fr#ãos menores na estrutura. controle. Secretarias Lerais. as Seccionais.: Jinist$rios. discricion8rio e prec8rio atrav$s do qual a Administração faculta ao particular a utili7ação individual de determinado bem público. &s. !. "Kmara de /eputados. etc.: Portaria. coordenação e controle4 Seus a#entes são denominados A#entes Políticos nomeados em comissão4 6ão são funcion8rios públicos4 &s.. São os representativos dos 0 Poderes . <e#islativo. financeira e t$cnica4 São Fr#ãos diretivos. dentro de sua esfera de compet:ncia4 ?esponsabilidade pela e&ecução e não pela decisão política4 &s. "oordenadorias. 2nspetoria +iscal. #ratuito ou oneroso. &.1. XIA6*G Y A*IAZWG +I6"2G6A< Sin$ular5 são os que decidem atrav$s de um único a#ente.: os Jinist$rios. &s.: /ele#acia da ?eceita +ederal. XIA6*G Y S*?I*I?A Qr$&os Simples5 IJ Sa centro de compet:ncia. em . de plane%amento. A revo#ação fa7)se.: "on#resso 6acional.: ?epartições. por isso mesmo. Seções de &pediente. decisão e comando. 0.: bancas de %ornais. Posto +iscal. dispensam lei autori7ativa e licitação para seu deferimento. imediatamente abai&o dos Fr#ãos independentes e diretamente subordinados a seus c=efes4 *em ampla autonomia administrativa. &s. por tempo certo ou determinado. A#:ncia da S?+. sta permissão $ sempre modific8vel e revo#8vel unilateralmente pela Administração. do Fr#ão central para os demais Fr#ãos subalternos. 6ão tem forma nem requisitos especiais para sua efetivação.: Labinetes. unilateral. Qr$&os Superiores5 são os que det:m poder de direção.&ecutivo. Permiss&o de uso ) $ o ato ne#ocial -com ou sem condições. os vesti8rios em praias. Cole$iado5 decidem por manifestação con%unta da maioria de seus membros.. &. etc. A atividade $ desconcentrada. "onsel=o de "ontribuintes.

: mini)distritos industriais4 R transferível por ato inter vivos ou por sucessão le#ítima ou testament8ria. por tempo certo ou indeterminado. para que dele se utili7e em fins específicos de urbani7ação. a fim de que o cession8rio o utili7e nas condições estabelecidas no respectivo termo. necess8rio se torna autori7ação le#al4 V m qualquer =ipFtese.: concessão de uso remunerado de um =otel municipal. sem indeni7ação. dispensa re#istros e&ternos. pois a re#ra $ a revo#abilidade sem 9nus para a Administração. pois obedece a normas re#ulamentares e tem a estabilidade relativa dos contratos administrativos. para que o utili7e com e&clusividade e nas condições convencionadas com a Administração. de 8reas em mercado ou de locais para bares e restaurantes em edifícios ou lo#radouros públicos. para que o e&plore se#undo sua destinação específica. como os demais direitos reais sobre coisas al=eias.iteuse ou a. a título #ratuito ou remunerado. /esde a inscrição o concession8rio fruir8 plenamente o terreno para os fins estabelecidos no contrato e responder8 por todos os encar#os civis.#eral. A concessão pode ser remunerada ou #ratuita.s condições nele previstas. Concess&o de uso ) $ o contrato administrativo pelo qual o poder Público atribui a utili7ação e&clusiva de um bem de seu domínio a particular. a cessão $ para outra entidade. privativo e intransferível sem pr$vio consentimento da Administração. &. V A cessão de uso entre Fr#ãos da mesma entidade não e&i#e autori7ação le#islativa V Xuando. edificação. salvo se em contr8rio se dispuser.: G que caracteri7a a concessão de uso e a distin#ue dos demais institutos assemel=ados D autori7ação e permissão de uso D $ o car8ter contratual e est8vel da outor#a do uso do bem público ao particular. de concorr:ncia para o contrato. Xualquer bem público admite permissão de uso especial a particular. pois $ reali7ado intuitu personae. mas tão)somente para o particular. Concess&o de direito real de uso ) $ o contrato pelo qual a Administração transfere o uso remunerado ou #ratuito de terreno público a particular. por$m. normalmente. embora admita fins lucrativos. que se assemel=a a um serviço de utilidade pública. Se não =ouver interesse para a comunidade. com a diferença de que o imFvel reverter8 . em que aquela que tem bens desnecess8rios aos seus serviços cede o uso a outra que deles est8 precisando. #erando direitos individuais e sub%etivos para o concession8rio4 *al contrato confere ao titular da concessão de uso um direito pessoal de uso especial sobre o bem público. Cess&o de uso ) $ a transfer:ncia #ratuita da posse de um bem público de uma entidade ou Fr#ão para outro. G ato da revo#ação deve ser id:ntico ao do deferimento da permissão e atender . como direito real resolúvel. A concessão de direito real de uso pode ser outor#ada por escritura pública ou termo administrativo. Gbs. mas dever8 ser sempre precedida de autori7ação le#al e. administrativos e tribut8rios que ven=am a incidir sobre o imFvel e suas rendas. industriali7ação.oramento ) $ o instituto civil que permite ao propriet8rio atribuir a outrem o . por tempo certo ou indeterminado. )n. mas simplesmente autori7ado. &. o uso especial não deve ser permitido nem concedido. Administração concedente se o concession8rio ou seus sucessores não l=e derem o uso prometido ou o desviarem de sua finalidade contratual. Sua outor#a não $ nem discricion8ria nem prec8ria. cultivo ou qualquer outra e&ploração de interesse social. R ato de colaboração entre repartições públicas. desde que a utili7ação se%a tamb$m de interesse da coletividade que ir8 fruir certas vanta#ens desse uso. a cessão de uso $ ato de administração interna que não opera a transfer:ncia da propriedade e. por isso. em car8ter precaríssimo.

M-N(-(8 () S)F%+-NK. são meios postos . por ato entre vivos ou por testamento. mas somente atrav$s de advo#ado. uso e #o7o perp$tuos da pessoa que ir8 utili78)lo daí por diante. disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades competentes. Aaud!mio ) $ a importKncia que o foreiro ou enfiteuta pa#a ao sen=orio direto quando ele.) para prote#er direito líquido e certo não amparado por Q" ou Q/. viol:ncia ou coação em sua <2P ?/A/ / <G"GJGZWG. Pode ser impetrado pela prFpria pessoa. 9-")-S (-7. V /omínio direto. ste termo não $ definido na le#islação. assim como partidos políticos com representação no "on#resso 6acional. pode alienar e transmitir =ereditariamente. M-N(-(8 () S)F%+-NK.) para asse#urar o con=ecimento de informações relativas . constante de re#istro ou banco de dados de entidades #overnamentais ou de car8ter público. m lin#ua#em t$cnica. substKncia mesma do imFvel. <íquido e "erto: o direito não desperta dúvidas. nas mesmas condições em que o terceiro o adquire. V /omínio útil consiste no direito de usufruir o imFvel do modo mais completo possível e de transmiti)lo a outrem. pessoa do impetrante. com a obri#ação de pa#ar perpetuamente uma pensão anual -foro. A propositura da ação $ #ratuita e $ uma ação personalíssima. est8 isento de obscuridades e qualquer pessoa física ou %urídica pode impetrar. $ o direito . por menor ou por estran#eiro. para o e&ercício de seus direitos sobre o domínio útil do imFvel. renuncia seu direito de reaver esse domínio útil. aforamento ou enfiteuse $ o direito real de posse. pa#ando a pessoa que o adquire -enfiteuta. Gb%etivo: defesa do interesse dos seus membros ou associados. M-N(-(8 () 6NE%NKL8 ) sempre que a falta de norma re#ulamentadora que torne . uso e #o7o pleno da coisa al=eia que o titular -foreiro ou enfiteuta. na transfer:ncia do domínio útil de imFvel público a posse. apenas na doutrina. serve tamb$m para retificação de dados. tamb$m c=amado domínio eminente.C8A)76 8 ) instrumento que visa prote#er direito líquido e certo de uma coletividade. sen=orio. por ile#alidade ou abuso de poder. V +oro. ao sen=orio direto. ou se ac=ar ameaçado de sofrer -Q" Preventivo.domínio útil de imFvel. visando sanar ile#alidades ou abuso de poder em pre%uí7o de direitos e interesses individuais. %udicial ou administrativo. <e#itimidade para impetrar JS "oletivo: Gr#ani7ação Sindical. certo e invari8vel. sem as suas utilidades. +em#dios EurDdicos ou Constitucionais +em#dio constitucional ou rem#dio NurDdico. quando o respons8vel pela ile#alidade ou abuso de poder for autoridade pública ou a#ente de pessoa %urídica no e&ercício de atribuições do Poder Público. quando o respons8vel pela ile#alidade ou abuso de poder for autoridade pública ou a#ente de pessoa %urídica no e&ercício de atribuições do Poder Público. ao sen=orio direto uma pensão ou foro. pois. em car8ter perp$tuo. quando 6WG se prefira fa7:)lo por processo si#iloso. 5e%a quais são: 9-")-S C8+P%S ) sempre que al#u$m sofrer -Q" ?epressivo. entidade de classe ou associa le#almente constituída a pelo menos 1 ano. anual. cKnon ou pensão $ a contribuição anual e fi&a que o foreiro ou enfiteuta pa#a ao sen=orio direto. por$m. "onsiste.

Xualquer pessoa pode propor. . ao Jeio Ambiente. brasileira ou estran#eira. G administrador est8 ri#idamente preso . G dever do administrador não $ apenas cumprir a lei formalmente.ici!ncia G interesse público t:m SIP? JA"2A sobre o interesse individual4 Supremacia do Jas essa supremacia sF $ le#ítima na medida em que os interesses 6nteresse Público públicos são atendidos. Administração: a defesa da le#alidade e efici:ncia dos seus atos4 nada mais $ que um autocontrole SGP? S IS A*GS. pois $ atrav$s da divul#ação oficial dos atos da Administração Pública que ficam asse#urados o seu cumprimento. pode ser destruída por prova contr8ria. Pública deve ser praticada tendo em vista a finalidade pública. 6mpessoalidade Moralidade Publicidade ). moralidade Administrativa. ao Patrim9nio QistFrico e "ultural. observKncia e controle. pode impetrar. Presun/&o de Ae$itimidade *inalidade Gs atos da Administração presumem)se le#ítimos.invi8vel o e&ercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerro#ativas inerentes . G serviço público destina)se a atender necessidades sociais. A autotutela se %ustifica para #arantir . nacionalidade. sempre atrav$s de advo#ado. ?equisito da efic8cia e moralidade. a tend:ncia $ preval:ncia do controle de resultados sobre o controle de meios. R a obtenção do mel=or resultado com o uso racional dos meios. declaração de nulidade de atos lesivos ao: Patrim9nio Público. (6+)678 () P)76KL8 ) visa defender direito ou noticiar ile#alidade ou abuso de autoridade pública. . *oda atividade da Adm. lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei. A propositura cabe a qualquer cidadão -brasileiro. cidadania. mas cumprir substancialmente. Uuadro +esumo dos PrincDpios Constitucionais do (ireito -dministrativo PrincDpios Ferais Ae$alidade CaracterDsticas 6a atividade particular tudo o que não est8 proibido $ permitido4 na Administração Pública tudo o que não est8 permitido $ proibido. no e&ercício de seus direitos políticos. na Adm. R com fundamento nesse princípio que nos contratos administrativos não se -uto-7utela Continuidade do Servi/o Público . at$ prova em contr8rio -presunção relativa ou %uris tantum D ou se%a. -KL8 P8P%A-+ ) visa a anulação ou . G administrador deve orientar)se por crit$rios ob%etivos. procurando sempre o mel=or resultado para a administração. não fa7er distinções com base em crit$rios pessoais. Xualquer pessoa -física ou %urídica. soberania e . *oda atuação do administrador se destina a atender o interesse público e #arantir a observKncia das finalidades institucionais por parte das entidades da Administração 2ndireta. Pública.. Atualmente.

Pode ser retirado por um ato de mesma nature7a. ()A)F-KL85 implica na mera transfer:ncia da e&ecução do serviço. por e&emplo. ?eali7a)se por ato ou contrato administrativo. a não ser por lei. a Inião cria uma Autarquia e transfere para esta a titularidade de um serviço público. Concentração e )esconcentração ocorrem no ?mbito de uma mesma pessoa ()SC8NC)N7+-KL85 e&iste quando as atividades estiverem distribuídas entre os Fr#ãos . Gs serviços não podem parar c +a:oabilidade Gs poderes concedidos . que desenvolve o serviço em seu prFprio nome e não no de quem transferiu. aeroespacial e de infra)estrutura portu8ria4 os de transporte interestadual e internacional4 de instalação e produção de ener#ia nuclear4 e a defesa contra calamidades públicas. pelo particular. V /os stados D distribuição de #8s canali7ado4 V /os Junicípios ) o transporte coletivo4 a obri#ação de manter pro#ramas de educação pr$)escolar e de ensino fundamental4 os serviços de atendimento . a transfer:ncia da prFpria titularidade do serviço da pessoa política para a pessoa administrativa.permite que se%a invocada. /eve ser autori7ada por lei. saúde da população4 o ordenamento territorial e o controle do uso. +a7)se atrav$s de lei e sF pode ser retirada atrav$s de lei.4 promoção de pro#ramas de construção de moradia4 proteção do meio ambiente4 S %su. Gutor#a si#nifica. São as concessões e permissões do serviço público. Administração devem ser e&ercidos na medida necess8ria ao atendimento do interesse coletivo.rios: G direito fundamental do usu8rio $ o recebimento do serviço4 Gs serviços uti sin#uli podem ser e&i#idos %udicialmente pelo interessado que este%a na 8rea de sua prestação e atenda as e&i#:ncias re#ulamentares para sua obtenção4 A trans-erência da e8ecução do serviço público pode ser -eita por (*:(#>A ou por )E<E>A@A( 8%78+F-5 implica na transfer:ncia da prFpria titularidade do serviço. S J 3AL ?GS. a e&ceção do contrato não cumprido. a$rea e de fronteiras4 a emissão de moeda4 o serviço postal4 os serviços de telecomunicações em #eral4 de ener#ia el$trica4 de nave#ação a$rea. 6ão pode mais a Inião retomar esse serviço. Podem ser5 V Privativos: V /a Inião ) defesa nacional4 a polícia marítima. portanto. Xuando. "oncursos d Jateriais d /ireito Administrativo d Gs Servidores Públicos Mais Sobre Servi/os Públicos Compet!ncias e 7itularidades5 V interesses prFprios de cada esfera administrativa V a nature7a e e&tensão dos serviços V a capacidade para e&ecut8)los vanta%osamente para a Administração e para os administrados. V Comuns: Serviços de saúde pública -SIS. não transfere apenas a e&ecução. R sempre feita por lei e somente por outra lei pode ser mudada ou retirada. parcelamento e ocupação do solo urbano4 a proteção ao patrim9nio =istFrico)cultural local.

tem o sentido de instrumento de dele#ação. sempre atrav$s de licitação. na forma autori7ada e re#ulamentada pelo &ecutivo. ou por ato unilateral -permissão. Gutor#a V G stado cria a entidade V G serviço $ transferido por lei V *ransfere)se a titularidade V Presunção de definitividade /ele#ação V o particular cria a entidade V o serviço $ transferido por lei. G termo contrato. Gbs. manutenção de serviços de atendimento ao usu8rio e a avaliação periFdica. fiscali7ação e rescisão da concessão ou permissão4 22 ) os direitos dos usu8rios4 222 ) política tarif8ria4 25 ) a obri#ação de manter serviço adequado. /esconcentração dentro de uma estrutura centrali7ada D quando =8 dele#ação de atribuição. e&terna e interna. contrato -concessão. prestação dos serviços públicos em #eral. bilateral. Administração indireta corresponde . diretamente ou sob re#ime de concess&o ou permiss&o. discricion8rio. centrali7ação. G contrato de "oncessão $ a%uste de /ireito Administrativo. V transfere)se a e&ecução V transitoriedade "oncursos d Jateriais d /ireito Administrativo d Gs Servidores Públicos Concess&o e Permiss&o de Servi/os Públicos R incumb:ncia do Poder Público. V (outrina ) Ato Administrativo V Aei ) "ontrato Administrativo -contrato de Adesão.4 (ireitos dos %su. Permissão de serviço público. A Inião $ um e&emplo de centrali7ação administrativa D mas as atribuições podem ser e&ercidas por seus Fr#ãos centrais D =8 concentração dentro de uma estrutura centrali7ada. C8NC)N7+-KL85 ocorre o inverso da desconcentração. a prestação de serviços públicos. no que di7 respeito .de uma mesma pessoa D quando forem as atribuições transferidas dos Fr#ãos centrais para os locaisBperif$ricos. o car8ter especial de seu contrato e de sua prorro#ação. &iste a necessidade de lei autori7ativa A lei dispor8 sobre: 2 ) o re#ime das empresas concession8rias e permission8rias de serviços públicos. podendo ser #ratuito ou oneroso. intuito personae. Administração /ireta corresponde . na forma da lei. oneroso. tamb$m.rios . prec8rio. asse#uradas . da qualidade dos serviços4 . Q8 uma transfer:ncia das atividades dos Fr#ãos perif$ricos para os centrais.: tanto a concentração como a desconcentração poder8 ocorrer na estrutura administrativa centrali7ada ou descentrali7ada. abran#endo. comutativo e reali7ado intuito personae P)+M6SSL8 $ tradicionalmente considerada pela doutrina como ato unilateral. bem como as condições de caducidade.Participação do usu8rio na administração: 2 ) as reclamações relativas . C8NC)SSL8 $ a dele#ação contratual da e&ecução do serviço.: o 26SS $ e&emplo de descentrali7ação. descentrali7ação. os atos administrativos. &.

R reali7ada por ato administrativo.ria ) Gs serviços públicos são remunerados mediante tarifa. por motivos de interesse público. discricion8rio e prec8rio -ato ne#ocial. sempre da mesma esp$cie. o Poder "oncedente pode. o serviço $ e&tinto4 V )ncampa/&o ou +es$ate ) $ a retomada do serviço pelo Poder "oncedente durante o pra7o da concessão. aut8rquicas. de serviço público de f8cil e&ecução.ria ) prestar serviço adequado4 cumprir as cl8usulas contratuais4 6nterven/&o nos Servi/os Públicos ) para asse#urar a re#ular e&ecução dos serviços. Conv!nios e Cons2rcios -dministrativos V Conv!nios -dministrativos ) são acordos firmados por entidades públicas de qualquer esp$cie. atrav$s de /ecreto. PolDtica 7ari. R a transfer:ncia ao particular. )=tin/&o da Concess&o5 V -dvento do 7ermo Contratual ) ao t$rmino do contrato..22 ) o acesso dos usu8rios a re#istros administrativos e a informações sobre atos de #overno4 222 ) a disciplina da representação contra o e&ercício ne#li#ente ou abusivo de car#o. por sua utilidade pública. mediante <ei Autori7ativa específica e apFs pr$vio pa#amento da indeni7ação. &. fundacionais ou paraestatais. rescisão unilateral pela não e&ecução ou descumprimento de cl8usulas contratuais.. V Cons2rcios -dministrativos ) são acordos firmados entre entidades estatais. instaurar procedimentos administrativos para intervir nos serviços prestados pelas concession8rias. est8 su%eita ao poder de policia do stado. Aicita/&o5 V "oncessão ) &i#e <icitação modalidade "oncorr:ncia V Permissão ) &i#e <icitação Contrato de Concess&o: V Contratar terceiros ) Atividades acessFrias ou complementares V Sub-concess&o ) Jediante autori7ação S 7rans. V +escis&o ) por iniciativa da concession8ria. para reali7ação de ob%etivos de interesse comum dos partícipes.er!ncia de concess&o e Controle societ.riaV V *alecimento ou incapacidade do titular' no caso de empresa individualV -utori:a/&o ) a Administração autori7a o e&ercício de atividade que. ou quando por qualquer motivo o concession8rio paralisar os serviços. mediante ação %udicial. . para reali7ação de ob%etivos de interesse comum dos partícipes. empre#o ou função na administração pública. ou entre estas e or#ani7ações particulares.: /espac=antes4 a manutenção de canteiros e %ardins em troca de placas de publicidade. V Caducidade ) corresponde .rio ) SF com anu:ncia )ncar$os do Poder Concedente ) ?e#ulamentar o serviço4 fiscali7ar4 poder de reali7ar a rescisão atrav$s de ato unilateral4 )ncar$os da Concession. no caso de descumprimento das normas contratuais pelo Poder "oncedente. V -nula/&o ) por ile#alidade na licitação ou no contrato administrativo4 V *al!ncia ou )=tin/&o da Concession. sendo de re#ra sem remuneração ou remunerado atrav$s de tarifas.

atividades e $ re#ida pelo /ireito Administrativo Policia Eudici. como por e&emplo: V A6 < D A#:ncia 6acional de ner#ia l$trica4 V A6A* < D A#:ncia 6acional de *elecomunicações4 V A6P D A#:ncia 6acional do PetrFleo -$!ncias )=ecutivas ) tamb$m são autarquias que vão desempen=ar atividades de e&ecução na administração pública. para desempen=ar serviços sociais não e&clusivos do stado. em ra7ão do interesse público. instituídas por iniciativa de particulares. nele não se e&aure. mediante vínculo %urídico instituído por meio de contrato de #estão. Administração.r. responsabili7ação penal Aimita/<es do Poder de PolDcia5 V Necessidade5 o Poder de policia sF deve ser adotado para evitar ameaças reais ou prov8veis de pertubações ao interesse público4 V Proporcionalidade5 $ a e&i#:ncia de uma relação entre a limitação ao direito individual e o pre%uí7o a ser evitado4 V ). sua validade. (iscricion.rio5 Xuando o /ireito concede . 8r$ani:a/<es Sociais T8NFWs? ) São pessoas %urídicas de /ireito Privado. +esumo Sobre Poderes -dministrativos inculado5 Xuando a lei confere . (isciplinar5 R conferido . como $ o caso das que por ela são contratados4 Poder de PolDcia5 R a atividade da Administração Pública que. Normativo5 mbora a atividade normativa caiba predominantemente ao <e#islativo. M8 foram criadas al#umas A#:ncias ?e#uladoras. limitando ou disciplinando direitos. interesses ou liberdades individuais. re#ula a pr8tica do ato ou abstenção de fato. com incentivo e fiscali7ação do Poder Público.cia: a medida deve ser adequada para impedir o dano ao interesse público. R inerente ao Poder &ecutivo.ic. &iste uma #radação. de modo e&plícito ou implícito.: 26J *?G. disciplina administrativa. orçament8ria e financeira mediante contratos de #estão firmados pelos seus administradores com o poder público. direitos. recon=ecendo a autarquia como A#:ncia &ecutiva. cabendo ao &ecutivo e&pedir re#ulamentos e outros atos normativos de car8ter #eral e de efeitos e&ternos. Se$mentos do Poder de PolDcia5 Policia -dministrativa5 incide sobre bens.ria5 incide sobre as pessoas e destina)se . desfrutando de autonomia decorrente de contrato de #estão. . R necess8rio um decreto do Presidente da ?epública. &.-$!ncias +e$uladoras ) A ?eforma Administrativa ora sendo implantada previu a criação de autarquias especiais que vão e&ercer o papel de poder concedente relativamente aos serviços públicos transferidos para particulares atrav$s do contrato de concessão de serviços públicos. Administração para apurar infrações e aplicar penalidades funcionais a seus a#entes e demais pessoas su%eitas .uico5 R o meio de que dispõe a Administração Pública para distribuir e escalonar as funções dos Fr#ãos públicos4 estabelecer a relação de subordinação entre seus a#entes4 e ordenar e rever a atuação de seus a#entes. las irão receber maior autonomia administrativa . 9ier. estipulando todos os requisitos e elementos necess8rios . poder para pr8tica de determinado ato com liberdade de escol=a de sua conveni:ncia e oportunidade. sem fins lucrativos. R aplicado aos particulares. Administração Pública poder para a pr8tica de determinado ato.

6 " SSA?2AJ 6* . admitindo)se at$ o empre#o da força pública para seu normal cumprimento. &. bem como. V -tividade Ne$ativa5 *endo em vista o fato de não pretender uma atuação dos particulares e sim sua abstenção.4 V e&ecução fiscal de seus cr$ditos D a fa7enda $ credora -lei E. P+6NCGP68 (. R o princípio que determina privil$#ios %urídicos e um patamar de superioridade do interesse público sobre o particular "onseqO:ncias: a? a administração pública como / * 6*G?A / P?252<RL2GS. b? PGS2ZWG / SIP ?2G?2/A/ nas relações com os particulares V "APA"2/A/ I62<A* ?A< / ? S"2SWG e ou de A<* ?AZWG /G "G6*?A*G. deve atuar nos limites da lei.4 V prescrição qOinqOenal -pra7o único. 8 +e$ime EurDdico -dministrativo P+6NCGP68S D são re#ras que sur#em como parKmetro para a interpretação das demais normas %urídicas. das normas que cuidam de tal poder. pela Administração Pública.(8 6N7)+)SS) P@"A6C8 ) =avendo conflito de interesses. quando =ouver resist:ncia por parte do administrado. V ação re#ressiva contra seus servidores culpados por danos a terceiros4 V impen=orabilidade de seus bens e rendas4 V pra7o qu8druplo para contestar4 V impedimento de acúmulo de car#os públicos.-tributos do Poder e PolDcia5 V (iscricionariedade5 "onsiste na livre escol=a.: A <2"2*AZWG R GP?2LA*a?2A4 $ interesse público qualificado. ao Poder Mudici8rio. . P+6NCGP68 (. dos meios adequados para e&ercer o poder de policia. na opção quanto ao conteúdo. o interesse público não pode ser livremente disposto pelo administrador que. sem necessidade de recorrer. são l=es impostas obri#ações de não fa7er. V -uto-)=ecutoriedade5 Possibilidade efetiva que a Administração tem de proceder ao e&ercício imediato de seus atos. G administrador não pode dispor Mais Sobre Contratos -dministrativos 6N7)+P+)7-KL8 (8S C8N7+-78S V As normas que re#em os contratos administrativos são as de /ireito Público.S%P+)M-C6.C0NB estabelece. indisponível.. V imunidade recíproca entre os entes públicos -não pa#am impostos. suplementadas pelos princípios da teoria #eral dos contratos e do /ireito Privado. V Coercibilidade5 R a imposição imperativa do ato de policia a seu destinat8rio. previamente. prevalece sempre o interesse público.6N(6SP8N6"6A6(-() (8 6N7)+)SS) P@"A6C8 ) <2J2*A A SIP? JA"2A.

pois os ne#Fcios administrativos dependem de comprovação documental e re#istro nos Fr#ãos de controle interno. o memorial. obri#atoriamente. *erão que constar. V 2nte#ram o "ontrato: o dital. e&ecução. o pro%eto. *8+M-A6P-KL8 (8 C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 Gs contratos Administrativos re#em)se pelas suas cl8usulas e pelos preceitos de /ireito Público. aplicando)l=es supletivamente os princípios da *eoria Leral do "ontratos e o /ireito Privado. planil=as. "l8usulas Gbri#atFrias: V as que definem o ob%eto4 V as que estabeleçam o re#ime de e&ecução da obra4 V as que fi&em o preço e as condições de pa#amento4 V as que tra#am os crit$rios de rea%ustamento e atuali7ação monet8ria4 V as que marquem pra7os de início. salvo se autori7ada por lei.etc. Administração Pública. Gs contratos administrativos t:m que ser precedidos por <icitação. Conteúdo5 $ a vontade das partes e&pressa no momento de sua formali7ação V sur#e então a necessidade de cl8usulas necess8rias. deve ser interpretada como não escrita. que fi&em com fidelidade o ob%eto do a%uste e definam os direitos e obri#ações. V 6ão se admite. 'presunção de le#itimidade das cl8usulas contratuais(. tais como a 'vinculação da administração ao interesse público(. )R)C%KL8 (8 C8N7+-78 . 6nstrumento Contratual5 lavram)se nas prFprias repartições interessadas4 V e&i#e)se scritura Pública quando ten=am por ob%eto direito real sobre imFveis V o contrato verbal constitui e&ceção. salvo nos casos de 26 3 L2P2<2/A/ e /2SP 6SA. e que se%am pre%udiciais .V 6os contratos administrativos celebrados em prol da coletividade não se pode interpretar suas cl8usulas contra essa mesma coletividade. em seu conteúdo. etc. c8lculos. encar#os e responsabilidades. V Xualquer cl8usula que contrarie o interesse público ou renuncie direitos da Administração. V A aus:ncia de contrato escrito e requisitos essenciais e outros defeitos de forma ) podem viciar as manifestações de vontade das partes e com isto acarretar a A6I<AZWG do contrato. V &istem princípios que não podem ser desconsiderados pelos int$rpretes. cl8usulas que concedam maiores vanta#ens ao contratado. conclusão e entre#a do ob%eto do contrato4 V as que apontem as #arantias.

previdenci8rios. intervenção e aplicação de penalidades contratuais.icadoras5 São causas que permitem %ustificar o descumprimento do contrato por parte do contratado. )=ecu/&o Pessoal V todo contrato $ firmado 'intuitu personae(. no todo em parte. interdição. ou se%a. sF poder8 e&ecut8)lo aquele que foi o #an=ador da licitação4 V nem sempre $ personalíssimo. Pode ocorrer por ação ou omissão. 1. +ato do Príncipe 0.. +orça Jaior . sob sua inteira responsabilidade4 )ncar$os da )=ecu/&o V o contratado $ respons8vel pelos encar#os trabal=istas. *eoria da 2mprevisão !. orientação. podendo e&i#ir a participação de diferentes t$cnicos e especialistas. nos seus pra7os e nas suas condições. +ato da Administração . com refer:ncia a esses encar#os. e&tinção ou . Causas Eusti. Administração e nem onera o ob%eto do contrato4 V outros encar#os poderão ser atribuídos ao contratado. A e&ist:ncia dessas causas pode levar . não transfere a responsabilidade . "aso +ortuito >. Pode ser provisFrio ou definitivo 6N)R)C%KL8 (8 C8N7+-78 R o descumprimento de suas cl8usulas. mas deverão constar do dital de <icitação4 -companHamento da )=ecu/&o do Contrato V $ direito da Administração e compreende a +iscali7ação.R o cumprimento de suas cl8usulas firmadas no momento de sua celebração4 $ cumpri)lo no seu ob%eto. )tapa *inal da )=ecu/&o do Contrato V consiste na entre#a e recebimento do ob%eto do contrato. fiscal e comerciais decorrentes da &ecução do contrato4 V a inadimpl:ncia do contratado. culposa ou sem culpa de qualquer das partes. revisão das cl8usulas do contrato.

-(M6N6S7+-KL85 $ toda ação ou omissão do Poder Público que . que impossibilita o cumprimento do contrato. não relacionada diretamente com o contrato. e&ecução do contrato.: inundação *8+K. JAS XI 6 < ? P ?"I* . Conse. 6o entanto.. +) 6SL8 (8 C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 Pode ocorrer por interesse da prFpria Administração ou pela superveni:ncia de fatos novos que tornem ine&eqOível o a%uste inicial. *-78 (8 P+GNC6P)5 tamb$m denominada '8lea administrativa(. inevit8vel e imprevisível. R falta contratual cometida pela Administração. &. &. conseqO:ncia de Grdem "ivil e Administrativa4 V acarreta a suspensão provisFria e a declaração de inidoneidade para contratar com a Administração. &. nos contratos de prestações sucessivas est8 implícita a cl8usula 'rebus sic stantibus( -a convenção não permanece em vi#or se =ouver mudança da situação e&istente no momento da celebração.O!ncias da 6ne=ecu/&o5 V propicia sua rescisão4 V acarreta para o inadimplente. tornando e&cessivamente oneroso o cumprimento do contrato. V A aplicação da * G?2A /A 2JP? 52SWG permite o restabelecimento do equilíbrio econ9mico)financeiro do contrato administrativo. provocando desequilíbrio econ9mico)financeiro em detrimento do contratado.7)8+6. V Gs contratos são obri#atFrios -'pacta sunt servanda(. imprevisível e inevit8vel. que impossibilita a e&ecução do contrato.: Jedida Lovernamental que dificulte a importação de mat$ria)prima necess8ria .6MP+) 6SL85 Pressupõe situações imprevisíveis que afetam substancialmente as obri#ações contratuais.: #reve. incidindo direta e especificamente sobre o contrato. $ a medida de ordem #eral. retarda ou impede a sua e&ecução. V R a aplicação da anti#a cl8usula 'rebus sic stantibus(.(. *-78 (.. com aumento de encar#os4 .M-68+5 $ o acontecimento =umano. praticada pela prFpria Administração Pública. V 6nteresse da -dministra/&o5 quando o interesse público e&i#e a alteração do pro%eto ou dos processos t$cnicos de sua e&ecução. C-S8 *8+7%6785 $ o evento da nature7a.

PA)N8 (6+)6785 não depende de manifestação das partes. A esse respeito distin#uem)se as =ipFteses de ? S"2SWG: a? -(M6N6S7+-76 -V b? E%(6C6-AV c? () PA)N8 (6+)678. a?LWG GI AI*G?2/A/ e&erce sobre a conduta funcional de outro. &. pode pleitear %udicialmente a rescisão.alta do contratado5 6esse caso. G contratado somente poder8 pleitear a rescisão. no caso de rescisão por motivo de interesse público. considera inconveniente a sua manutenção. V por . rescisão do contrato de pleno direito. . pela superveni:ncia de eventos que impeçam ou tornem inconvenientes o prosse#uimento do a%uste. 7elando pelo interesse público. )sp#cies de Controle 1.uanto X e=tens&o do controle5 V "G6*?G< 26* ?6G: $ todo aquele reali7ado pela entidade ou Fr#ão respons8vel pela atividade controlada. pois decorre de um fato e&tintivo %8 previsto. -(M6N6S7+-76 -5 V por motivo de interesse público5 A Administração. Gbs: o particular far8 %us a mais ampla indeni7ação. Controle da -dministra/&o Pública "ontrole da Administração Pública $ a faculdade de vi#ilKncia. E%(6C6-A5 $ determinada pelo Poder Mudici8rio. o contrato $ passível de +) 6SL8.: a fal:ncia. ou se%a. então por seus prFprios meios. ) e&ercido de forma inte#rada entre os Poderes . o qual dificulte ou a#ravem a conclusão do ob%eto do contrato. que se asse#ure o direito de defesa ao contratado. declara a rescisão. não est8 a Administração obri#ada a entrar na %ustiça e. orientação e correção que IJ PG/ ?. observando o / 52/G P?G" SSG < LA<. se quiser.V Superveni!ncia de *atos5 quando sobrevem atos de Loverno ou fatos materiais imprevistos e imprevisíveis pelas partes. sendo facultativa para a Administração ) esta. m qualquer destes casos. +)SC6SL8 (8 C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 R o t$rmino do contrato durante a e&ecução por inadimpl:ncia de uma das partes. que leva . MI/2"2A<J 6* . no Kmbito da prFpria administração.

G controle alcança os . durante EN dias.s =ipFteses constitucionalmente previstas. repartição que e&pediu o ato recorrido. sse controle pode ser interno ou e&terno. . com a fiscali7ação de um contrato em andamento. V "G6*?G< < L2S<A*25G: 6WG PG/ e&orbitar . quando dei&arem de dar ci:ncia ao *"I de qualquer irre#ularidade ou ile#alidade. ) controle do Mudici8rio sobre os atos do &ecutivo em ações %udiciais4 ) sustação de ato normativo do Poder &ecutivo pelo <e#islativo4 V "G6*?G< 3* ?6G PGPI<A?: As contas dos Junicípios ficarão. V "G6*?G< "G6"GJ2*A6* : acompan=a a situação administrativa no momento em que ela se verifica. ao <e#islativo. em casos e&cepcionais. mas com compet:ncia %ul#adora e&pressa.ue o e=erce5 V "G6*?G< A/J262S*?A*25G: $ e&ercido pelo &ecutivo e pelos Fr#ãos administrativos do <e#islativo e do Mudici8rio. ) ?epresentação: denúncia de irre#ularidades feita perante a prFpria Administração4 ) ?eclamação: oposição e&pressa a atos da Administração que afetam direitos ou interesses le#ítimos do interessado4 ) Pedido de ?econsideração: solicitação de ree&ame diri#ida . revo#ação ou convalidação. Por esse controle o ato ile#al e ile#ítimo somente pode ser anulado. autoridade ou instKncia superior do mesmo Fr#ão administrativo em que foi praticado o ato4 $ decorr:ncia da =ierarquia4 ) ?ecurso Qier8rquico &presso: diri#ido . autoridade ou Fr#ão estran=o . confirm8)los. o qual poder8 questionar)l=es a le#itimidade. A compet:ncia para e&erc:)lo $ da Administração. pela P?aP?2A A/J262S*?AZWG P]P<2"A. desfa7:)los ou. =omolo#ação. ?ecursos Administrativos: em re#ra. para e&ame e apreciação. mesma autoridade que praticou o ato4 ) ?ecurso Qier8rquico prFprio: diri#ido . por e&emplo. por parte do Senado +ederal. e. nos termos da lei. com aprovação pr$via. somente. anualmente. como ocorre. Z. anulação. V "G6*?G< 3* ?6G: ocorre quando o Fr#ão fiscali7ador se situa em Administração /25 ?SA daquela de onde a conduta administrativa se ori#inou. sob os ASP "*GS / < LA<2/A/ JR?2*G. Y.uanto X nature:a do controle5 V "G6*?G< / < LA<2/A/ : $ o que verifica a conformidade da conduta administrativa com as normas le#ais que a re#em. mas nunca ao Mudici8rio. 2. o efeito R 6WG SISP 6S25G. R o que ocorre. ) ?ecursos Administrativos: são meios =8beis que podem ser utili7ados para provocar o ree&ame do ato administrativo. ) Supervisão Jinisterial: AP<2"b5 < nas entidades de administração indireta vinculadas a um Jinist$rio4 supervisão não $ a mesma coisa que subordinação4 trata)se de controle finalístico. Meios de Controle5 ) +iscali7ação Qier8rquica: esse meio de controle $ inerente ao poder =ier8rquico. para corri#i)los. por iniciativa prFpria ou mediante provocação.ue se e. .uanto ao 2r$&o . V "G6*?G< PGS* ?2G? GI "G?? *25G: tem por ob%etivo a revisão de atos %8 praticados. sob pena de ofensa ao princípio da separação de poderes. disposição de qualquer contribuinte. V "G6*?G< /G JR?2*G: $ o que se consuma pela verificação da conveni:ncia e da oportunidade da conduta administrativa. do Presidente e diretores do Panco "entral. . por e&emplo.uanto ao momento em . e&pressos na "onstituição.) responsabilidade solid8ria dos respons8veis pelo controle interno. 5ale di7er que a Administração e&ercita)o de ofício ou mediante provocação: o <e#islativo sF o efetiva nos casos constitucionalmente previstos4 e o Mudici8rio atrav$s da ação adequada. AP?A6L A*GS como os de aprovação.etua5 V "G6*?G< P?R52G GI P? 5 6*25G: $ o que $ e&ercido antes de consumar)se a conduta administrativa. e não revo#ado. .

independentemente de sua concordKncia4 &. que utili7e. as normas sobre fiscali7ação cont8bil. aos respectivos *ribunais e "onsel=os de "ontas. -tributos e Uualidade do -to -dministrativo P+)S%NKL8 () A)F676M6(-()5 todo ato administrativo presume)se le#ítimo. verdadeiro e conforme o direito4 $ presunção relativa -%uris tantum. assuma obri#ações de nature7a pecuni8ria. bens e valores públicos ou pelos quais a Inião responda. mediante controle e&terno. aplicam)se. quanto . Gbs. os atos administrativos do &ecutivo. le#itimidade.Fr#ãos do Poder &ecutivo e suas entidades da Administração 2ndireta e o Poder Mudici8rio -quando e&ecuta função administrativa. le#alidade. Atos su%eitos a controle especial: ) atos políticos4 ) atos le#islativos4 ) atos interna corporis. ) "ampo de "ontrole: Prestar8 contas qualquer pessoa física ou %urídica. ou que. #erencie ou administre din=eiro. no que couber.. independentemente de ordem %udicial4 +e. orçament8ria.. -%78-)R)C%78+6)(-()5 $ o atributo do ato administrativo pelo qual o Poder Público pode obri#ar o administrado a cumprí)lo.: R 5 /A/G AG MI/2"2b?2G apreciar o m$rito administrativo e restrin#e)se ao controle da le#alidade e da le#itimidade do ato impu#nado. &. função administrativa e or#ani7acional. ser8 e&ercida pelo "on#resso 6acional. Alcança. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. operacional e patrimonial da Inião e das entidades da administração direta e indireta. R o denominado poder e&troverso da Administração. #uarde.: 6o Kmbito estadual e municipal. em nome desta. e pelo sistema de controle interno de cada Poder. *"I: $ Fr#ão inte#rante do "on#resso 6acional que tem a +I6ZWG / au&ili8)lo no controle financeiro e&terno da Administração Pública. basicamente. mas tamb$m e&amina os atos do <e#islativo e do prFprio Mudici8rio quando reali7a atividade administrativa. 6MP)+-76 6(-()5 $ a qualidade pela qual os atos dispõem de força e&ecutFria e se impõem aos particulares. ) "ontrole +inanceiro: A fiscali7ação cont8bil. V "G6*?G< MI/2"2A<: $ o poder de fiscali7ação que o Mudici8rio e&erce SP "2+2"AJ 6* sobre a atividade administrativa do stado. financeira. arrecade. financeira e orçament8ria. Gbs.uisitos do -to -dministrativo +)U%6S678S5 Compet!ncia' *inalidade' *orma' Motivo e 8bNeto . economicidade.: Secret8rio de Saúde quando dita normas de =i#iene D decorre do e&ercício do Poder de Polícia D pode impor obri#ação para o administrado. isto $. pública ou privada. ) "ontrole Político: tem por base a possibilidade de fiscali7ação sobre atos li#ados .: &ecução de /ívida Ativa D cabe ao particular o 9nus de provar que não deve ou que o valor est8 errado.

o ato $ nulo por / S52G / +26A<2/A/ . resultante da lei. efetiva e&ist:ncia desses motivos invocados para a sua pr8tica.. e&aminar os motivos invocados pelo Administrador para verificar se eles efetivamente e&istem e se porventura est8 caracteri7ado um desvio de finalidade.. nos c=amados atos discricion8rios. sob pena de 6I<2/A/ do ato pelo / S52G / +26A<2/A/ específica. $ o ato efica7 e e&eqOível4 +e. em princípio. admitem)se as ordens atrav$s de sinais ou de vo7. M#rio -dministrativo5 corresponde .: aposentadoria do servidor.: desapropriação D cabe ao Administrador escol=er o bem. &cepcionalmente. mesmo que =a%a relevKncia social. +inalmente. Pode ser 526"I<A/G ou /2S"?2"2G6b?2G. se o Fr#ão daquela Pessoa Murídica que praticou o ato. Qavendo qualquer desvio. G Administrador não pode fu#ir da finalidade que a lei imprimiu ao ato. "GJP *e6"2A 5inculado . 2nicialmente. M876 85 $ a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 ) motivação obri#atFria ) ato vinculado ) pode estar previsto em lei -a autoridade sF pode praticar o ato caso ocorra a situação prevista.4 A efetiva e&ist:ncia do motivo $ sempre um requisito para a validade do ato. m al#uns casos. ato vinculado ) o ob%eto %8 est8 predeterminado na lei . caracteri7am o que se denomina de JR?2*G A/J262S*?A*25G. JG*25G e GPM *G. *6N-A6(-()5 $ o bem %urídico ob%etivado pelo ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 G ato deve alcançar a finalidade e&pressa ou implicitamente prevista na norma que atribui compet:ncia ao a#ente para a sua pr8tica. f:)lo no e&ercício das atribuições do car#o. R a teoria dos Jotivos /eterminantes. a forma $ particulari7ada e e&i#e)se um determinado tipo de forma escrita. m princípio. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato4 $ 526"I<A/G. ato discricion8rio ) =8 uma mar#em de liberdade do Administrador para preenc=er o conteúdo do ato . portanto.C8MP)7[NC6-5 $ o poder.&. $ preciso verificar se o a#ente público que praticou o ato. resultante da lei. a validade do ato fica subordinada . A compet:ncia A/J2* / < LAZWG A5G"AZWG. estava investido de atribuições para tanto. resolve)se nesses tr:s aspectos. e&i#e)se a forma escrita para a pr8tica do ato. R preciso saber. não pode o Poder Mudici8rio pretender substituir a discricionariedade do administrador pela discricionariedade do Mui7. no entanto. como são feitas no trKnsito. sses institutos resultam da =ierarquia. que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo. *8+M-5 $ a maneira re#rada -escrita em lei. Ato <e#al e Perfeito $ o ato administrativo completo em seus requisitos e efica7 em produ7ir seus efeitos4 portanto. G problema da compet:ncia. Admite / < LAZWG e A5G"AZWG. ) motivação facultativa ) ato discricion8rio ) ou não estar previsto em lei -a autoridade tem a liberdade de escol=er o motivo em vista do qual editar8 o ato. $ necess8rio verificar se a Pessoa Murídica tem atribuição para a pr8tica daquele ato.uisitos 7ipo do -to CaracterDsticas R G PG/ ?. Se o Administrador invoca determinados motivos. esfera de discricionariedade reservada ao Administrador e.. que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 R o primeiro requisito de validade do ato administrativo. de acordo com os interesses da Administração. em se#undo lu#ar.&. Pode. 8"E)78: $ o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo que o ato dispõe.

: "ertidões4 Atestados4 Pareceres. e&plícitas ou implícitas. /espac=os.+26A<2/A/ +G?JA JG*25G GPM *G 5inculado 5inculado 5inculado ou /iscricion8rio 5inculado ou /iscricion8rio R o bem %urídico GPM *25A/G pelo ato administrativo4 $ ao que o ato se compromete4 R a maneira re#rada -escrita em lei. "irculares. )sp#cies de -tos -dministrativos -tos Normativos5 aqueles que cont:m um comando #eral do &ecutivo. ?esoluções. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato. *ais peculiaridades constituem as c=amadas "<bISI<AS 3G?P2*A6* S. &s. )=i$!ncia de Farantia 2. &.: 2nstruções. &. Gfícios. R o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo de que o ato dispõe. /eliberações. -tos Punitivos5 atos com que a Administração visa a punir e reprimir as infrações administrativas ou a conduta irre#ular dos administrados ou de servidores. R a AP<2"AZWG do Poder de Policia e Poder /isciplinar. em todo contrato administrativo. Avisos.: Julta4 2nterdição de atividades4 /estruição de coisas4 Afastamento de car#o ou função. -ltera/&o ou +escis&o %nilateral por parte da -dministra/&oV Y. ?e#ulamentos. ou emitir opinião sobre determinado assunto4 6WG S 526"I<A A S I 6I6"2A/G. *iscali:a/&oV . -tos 8rdinat2rios5 visam disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta funcional de seus a#entes. &. -tos Ne$ociais5 aqueles que cont:m uma declaração de vontade do Poder Público coincidente com a vontade do particular4 visa a concreti7ar ne#Fcios públicos ou atribuir certos direitos ou vanta#ens ao particular. manam do poder =ier8rquico da Administração. R a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 $ o por que do ato. pois visam a e&plicitar a norma le#al. ?e#imentos.: <icença4 Autori7ação4 Permissão4 Aprovação4 Apreciação4 5isto4 Qomolo#ação4 /ispensa4 ?enúncia4 -tos )nunciativos5 aqueles que se limitam a certificar ou atestar um fato.: /ecretos. Peculiaridades dos Contratos -dministrativos A Administração Pública aparece com uma s$rie de prerro#ativas que #arantem sua supremacia sobre o particular. Portarias. visando a correta aplicação da lei4 estabelecem re#ras #erais e abstratas. trata. &s. Grdens de Serviço. CAI%S%A-S )R8+"67-N7)S ) %amais seriam possíveis no /ireito Privado 1. etc.

inclusive. a alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa que pre%udique a e&ecução do contrato4 6 ) ra7ões de interesse público4 ) a ocorr:ncia de caso fortuito ou de força maior4 Y. $ feita uma e&i#:ncia ao contratado. de modo correlato. a qual pode ser: "aução em din=eiro. quer no plano dos prFprios interesses. em casos e&tremos. do serviço ou do fornecimento. acompan=ar a e&ecução do contrato. GPS: R evidente que no contrato de direito privado seria inadmissível a aplicação das sanções penais que e&i#em intervenção do Poder Mudici8rio. da mesma proporcionalidade entre encar#os e vanta#ens estabelecidas no momento em que o contrato foi celebrado. /eve a Administração fiscali7ar. sempre que a paralisação ou a ineficiente e&ecução possam ocasionar pre%uí7o ao interesse público. . ). manutenção ao lon#o da e&ecução do contrato. ou ainda. assumindo a e&ecução do contrato para eliminar fal=as. especificações. sob pena do contratado reclamar %udicialmente P< 2* A6/G G XI2<[P?2G "G6fJ2"G +26A6" 2?G. proporcionar modificação na remuneração a que o contratado fa7 %us. +iança Panc8ria. qual se%a. muitas ve7es. admitindo)se. Z. Por isso. o XI2<[P?2G "G6fJ2"G e financeiro do contrato. sem %usta causa e pr$via comunicação . -plica/&o de Penalidades e -nula/&o 6. 6mpossibilidade do Particular 6nvocar a )=ce/&o do Contrato n&o CumpridoV 1. os direitos dos contratados estão basicamente voltados para as c=amadas cl8usulas econ9micas. 2JPG6/G JA2S LAS*GS ou f6IS AG "G6*?A*A/G. +etomada do 8bNetoV 5.. celebrado um contrato de acordo com determinados padrões. a Administração poder8 reter a #arantia a título de ressarcimento.uilDbrio *inanceiro5 6os contratos administrativos. *iscali:a/&o5 Gs contratos administrativos prev:em a possibilidade de controle e fiscali7ação a ser e&ercido pela prFpria Administração. -ltera/&o ou +escis&o %nilateral5 A Administração Pública tem o dever de 7elar pela efici:ncia dos serviços públicos e. *ítulos da /ívida Pública. 5. ). posteriormente. o atraso in%ustificado no início da obra. ?esulta do princípio da 'auto)e&ecutoriedade( e do poder de polícia da Administração Pública. etc. observa)se que estes não mais servem ao interesse público. serviço ou fornecimento ou a paralisação da obra. se a Administração alterar cl8usulas do serviço. preservando o interesse público. / 5 ?b. que $ a manutenção da comutatividade na e&ecução do contrato -equival:ncia entre as prestações D comutativo. Administração4 666 ) a decretação de fal:ncia ou a instauração de insolv:ncia civil4 a dissolução da sociedade ou o falecimento do contratado. a proibição de contratar com a Administração Pública. )=i$!ncia de Farantia5 ApFs ter vencido a <icitação. quer no plano das t$cnicas empre#adas. Jotivos ense%adores de alterações nos "ontratos: 6 ) não cumprimento de cl8usulas contratuais. desde que o Poder Público observe uma cl8usula correlata. 6.Z.uilDbrio )conCmico e *inanceiroV >. G contratado tem o direito . uma intervenção do Poder Público no contrato. pro%etos ou pra7os4 66 ) a lentidão do seu cumprimento. sta #arantia ser8 devolvida apFs a e&ecução do contrato. ssa A<* ?AZWG não pode sofrer resist:ncia do particular contratado. "aso o contratado ten=a dado causa a rescisão contratual. +etomada do 8bNeto5 G princípio da continuidade do serviço público AI*G?2\A a retomada do ob%eto de um contrato.. 2. -plica/&o de Penalidades5 Pode o Poder Público 2JPG? P 6A<2/A/ S em decorr:ncia da fiscali7ação e controle -aplicação de multas e.

mas postular perante o Poder Mudici8rio as reparações cabíveis ou a rescisão contratual. Se a Administração descumpriu uma cl8usula contratual. devendo se su%eitar ."G65 62e6"2A e GPG?*I62/A/ .s Pedido de determinações da <ei4 Aposentadoria Xuando =8 liberdade de escol=a -na < 2. 6os demais. liberdade <icença4 de escol=a. /emissão4 /estina)se a uma pessoa em particular ou 2ndividuais &oneração4 a um #rupo de pessoas determinadas .ica/&o dos -tos -dministrativos Uuanto aos -tos Lerais /estinat8rios (escri/&o /estinam)se a uma parcela #rande de su%eitos indeterminados e todos aqueles que se v:em abran#idos pelos seus preceitos4 )=emplos dital4 ?e#ulamentos4 2nstruções. afirma)se que o princípio da continuidade dos serviços públicos 2JPGSS2P2<2*A AG PA?*2"I<A? ar#Oir a e&ceção do contrato não cumprido. S J ISA? SIA "ertidões SIP? JA"2A4 Aqueles praticados por a#entes subalternos4 atos de rotina interna4 Protocolo &pediente 5inculado ?e#ramento Xuando não =8. ou se%a. Classi.EEEBA0 D "ontratos e <icitações D prev: a paralisação da e&ecução do contrato não pa#o por período acima de AN dias. para o a#ente. o particular não deve paralisar a e&ecução do contrato. 6os contratos de direito privado. 6o entanto. /esapropriação4 2nterdição4 ?equisição. Qo%e.. no que di7 respeito ao /iscricion8rio Autori7ação m$rito . a <ei C. A inoponibilidade da e&ceção do contrato não cumprido sF prevaleceria para os contratos de serviços públicos. 2mp$rio Gb%eto Lestão São os praticados pela Administração em Alienação e situação de i#ualdade com os Aquisição de bens4 particulares.>. de nature7a bilateral. )=ce/&o do Contrato n&o Cumprido5 R a impossibilidade do Particular invocar a &ceção do "ontrato não cumprido. $ admissível a e&ceção do contrato não cumprido D a parte pode di7er que somente cumprir8 a obri#ação se a outra parte cumprir a sua. . naqueles em que e&istem obri#ações recíprocas. seria impossível a inoponibilidade da e&ceção do contrato não cumprido. nos contratos administrativos. Gutor#a de <icença 2nternos Alcance &ternos Gs destinat8rios são os Fr#ãos e a#entes "irculares4 da Administração4 não se diri#em a Portarias4 terceiros 2nstruções4 Alcançam os administrados de modo #eral -sF entram em vi#or depois de publicados. Aquele que a administração pratica no #o7o de suas prerro#ativas4 em posição de supremacia perante o administrado4 Admissão4 <icença. para o a#ente..

/espac=o +ormação do A*G "omposto Produ7ido por um Fr#ão. -to EurDdico5 $ uma manifestação de vontade destinada a produ7ir efeitos %urídicos. G +ato Administrativo não se destina a produ7ir efeitos no mundo %urídico. uma obra pública mal e&ecutada vai causar danos aos administrados. não tradu7 uma manifestação de vontade voltada para produção dessas conseqO:ncias.: &ecução de /ívida Ativa D cabe ao particular o 9nus de provar que não deve ou que o valor est8 errado.. Ima cirur#ia mal reali7ada em um =ospital público.. res#uardar. que tamb$m resultar8 na responsabilidade do stado.Simples Produ7ido por um único Fr#ão4 podem ser simples sin#ulares ou simples cole#iais. A*?2PI*GS XIA<2/A/ S /G A*G A/J262S*?A*25G P+)S%NKL8 () A)F676M6(-()5 todo ato administrativo presume)se le#ítimo. que vai produ7ir conseqO:ncias %urídicas. transferir. isto $. modificar ou e&tin#uir direitos4 SF pode ser praticado por a#ente público competente4 *ato EurDdico5 $ um acontecimento material involunt8rio. 6ão deve ser confundido com procedimento administrativo -"oncorr:ncia Pública. &. *ato -dministrativo5 $ o acontecimento material da Administração. ?esultam da soma de vontade de ! ou mais Fr#ãos. mas dependente da ratificação de outro Fr#ão para se /ispensa de licitação tornar e&eqOível. que ten=a por fim imediato adquirir. que produ7 conseqO:ncias %urídicas. . scol=a em lista tríplice "omple&o -to -dministrativo -to -dministrativo $ o ato %urídico praticado pela Administração Pública4 $ todo o ato lícito. &. verdadeiro e conforme o direito4 $ presunção relativa -%uris tantum. como e&emplo. 6o entanto.: A construção de uma obra pública4 o ato de ministrar uma aula em escola pública4 o ato de reali7ar uma cirur#ia em =ospital público. embora muitas ve7es esses efeitos ocorram. ense%ando indeni7ação.

independentemente de ordem %udicial4 SPR"2 S / A*GS A/J262S*?A*25GS -tos Normativos5 aqueles que cont:m um comando #eral do &ecutivo.: 2nstruções. Avisos. ?e#ulamentos. /espac=os. independentemente de sua concordKncia4 &. ? XI2S2*GS /G A*G A/J262S*?A*25G .: "ertidões4 Atestados4 Pareceres. &s.: /ecretos. &.: Julta4 2nterdição de atividades4 /estruição de coisas4 Afastamento de car#o ou função. &. manam do poder =ier8rquico da Administração.: <icença4 Autori7ação4 Permissão4 Aprovação4 Apreciação4 5isto4 Qomolo#ação4 /ispensa4 ?enúncia4 -tos )nunciativos5 aqueles que se limitam a certificar ou atestar um fato. "irculares. ?esoluções. -tos 8rdinat2rios5 visam disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta funcional de seus a#entes. ou emitir opinião sobre determinado assunto4 6WG S 526"I<A A S I 6I6"2A/G. visando a correta aplicação da lei4 estabelecem re#ras #erais e abstratas.: Secret8rio de Saúde quando dita normas de =i#iene D decorre do e&ercício do Poder de Polícia D pode impor obri#ação para o administrado. R o denominado poder e&troverso da Administração. Grdens de Serviço. Gfícios. pois visam a e&plicitar a norma le#al. -%78-)R)C%78+6)(-()5 $ o atributo do ato administrativo pelo qual o Poder Público pode obri#ar o administrado a cumprí)lo. etc. &s. Portarias. &.6MP)+-76 6(-()5 $ a qualidade pela qual os atos dispõem de força e&ecutFria e se impõem aos particulares. ?e#imentos. -tos Punitivos5 atos com que a Administração visa a punir e reprimir as infrações administrativas ou a conduta irre#ular dos administrados ou de servidores. /eliberações. R a AP<2"AZWG do Poder de Policia e Poder /isciplinar. -tos Ne$ociais5 aqueles que cont:m uma declaração de vontade do Poder Público coincidente com a vontade do particular4 visa a concreti7ar ne#Fcios públicos ou atribuir certos direitos ou vanta#ens ao particular.

resolve)se nesses tr:s aspectos. Pode ser 526"I<A/G ou /2S"?2"2G6b?2G. . ) motivação facultativa ) ato discricion8rio ) ou não estar previsto em lei -a autoridade tem a liberdade de escol=er o motivo em vista do qual editar8 o ato. m princípio.&. admitem)se as ordens atrav$s de sinais ou de vo7. G problema da compet:ncia.. em se#undo lu#ar. 2nicialmente. se o Fr#ão daquela Pessoa Murídica que praticou o ato. Se o Administrador invoca determinados motivos.+)U%6S678S5 Compet!ncia' *inalidade' *orma' Motivo e 8bNeto C8MP)7[NC6-5 $ o poder. e&i#e)se a forma escrita para a pr8tica do ato. M876 85 $ a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 ) motivação obri#atFria ) ato vinculado ) pode estar previsto em lei -a autoridade sF pode praticar o ato caso ocorra a situação prevista. o ato $ nulo por / S52G / +26A<2/A/ . sob pena de 6I<2/A/ do ato pelo / S52G / +26A<2/A/ específica. $ preciso verificar se o a#ente público que praticou o ato. f:)lo no e&ercício das atribuições do car#o. a validade do ato fica subordinada . Qavendo qualquer desvio. *8+M-5 $ a maneira re#rada -escrita em lei. $ necess8rio verificar se a Pessoa Murídica tem atribuição para a pr8tica daquele ato. *6N-A6(-()5 $ o bem %urídico ob%etivado pelo ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 G ato deve alcançar a finalidade e&pressa ou implicitamente prevista na norma que atribui compet:ncia ao a#ente para a sua pr8tica. mesmo que =a%a relevKncia social. ato vinculado ) o ob%eto %8 est8 predeterminado na lei . que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 R o primeiro requisito de validade do ato administrativo. portanto. sses institutos resultam da =ierarquia.: aposentadoria do servidor. estava investido de atribuições para tanto. R a teoria dos Jotivos /eterminantes. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato4 $ 526"I<A/G.4 A efetiva e&ist:ncia do motivo $ sempre um requisito para a validade do ato. resultante da lei.. 8"E)78: $ o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo que o ato dispõe. +inalmente. efetiva e&ist:ncia desses motivos invocados para a sua pr8tica. a forma $ particulari7ada e e&i#e)se um determinado tipo de forma escrita. como são feitas no trKnsito. R preciso saber. G Administrador não pode fu#ir da finalidade que a lei imprimiu ao ato. &cepcionalmente. A compet:ncia A/J2* / < LAZWG A5G"AZWG. m al#uns casos.

como penalidade. Ato <e#al e Perfeito $ o ato administrativo completo em seus requisitos e efica7 em produ7ir seus efeitos4 portanto.&. &. Pode. R a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 $ o porque do ato. e&aminar os motivos invocados pelo Administrador para verificar se eles efetivamente e&istem e se porventura est8 caracteri7ado um desvio de finalidade. Admite / < LAZWG e A5G"AZWG.. M#rito -dministrativo5 corresponde . não pode o Poder Mudici8rio pretender substituir a discricionariedade do administrador pela discricionariedade do Mui7.:: al#u$m obteve uma permissão para e&plorar o serviço público. 5em o Poder Público e. G ato revo#ado conserva os efeitos produ7idos durante o tempo em que operou. A partir da data da revo#ação $ que cessa a produção de efeitos do ato at$ então perfeito e le#al. no e&ercício do poder discricion8rio. procede a cassação da permissão.uisitos 7ipo do -to CaracterDsticas R G PG/ ?. JG*25G e GPM *G. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato. "GJP *e6"2A 5inculado +26A<2/A/ +G?JA JG*25G GPM *G 5inculado 5inculado 5inculado ou /iscricion8rio 5inculado ou /iscricion8rio 8 -to -dministrativo e o (ireito dos -dministrados )R76NKL8 (8S -78S -(M6N6S7+-76 8S C-SS-KL85 embora le#ítimo na sua ori#em e formação. por$m descumpriu uma das condições para a prestação desse serviço. que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo. nos c=amados atos discricion8rios. pela Administração. de acordo com os interesses da Administração. $ o ato efica7 e e&eqOível4 +e. +) 8F-KL85 $ a e&tinção de um ato administrativo le#al e perfeito. no entanto. torna)se ile#al na sua e&ecução4 quando o destinat8rio descumpre condições pr$)estabelecidas. resultante da lei.ato discricion8rio ) =8 uma mar#em de liberdade do Administrador para preenc=er o conteúdo do ato . R o bem %urídico GPM *25A/G pelo ato administrativo4 $ ao que o ato se compromete4 R a maneira re#rada -escrita em lei. em princípio. caracteri7am o que se denomina de JR?2*G A/J262S*?A*25G.: desapropriação D cabe ao Administrador escol=er o bem. esfera de discricionariedade reservada ao Administrador e. R o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo de que o ato dispõe. SF pode ser . por ra7ões de conveni:ncia e oportunidade. trata.

3)*I6" ` com efeito retroativo. mas poder8 =aver a nomeação para car#o comissionado. C8N )+SL85 Aproveita)se. com a qual esse ato $ incompatível.. Produ7 efeito 3)*I6". e não um ato unilateral e impositivo da Administração4 *ormal5 e&pressado por escrito e com requisitos especiais4 . a#indo nessa qualidade.: 6omeação de al#u$m para car#o público sem aprovação em concurso. presentes e futuras. nas condições estabelecidas pela prFpria Administração.. Contratos -dministrativos Contrato5 $ todo acordo de vontades. invalida as conseqO:ncias passadas. -78S N%A8S5 são aqueles que atin#em #ravemente a lei . C-(%C6(-()5 R a cessação dos efeitos do ato em ra7ão de uma lei superveniente. ) sem efeito retroativo -N%A-KL85 $ a supressão do ato administrativo.&. data de vi#:ncia do ato tido como anul8vel. Qouve violação.: al#u$m que mandasse torturar um preso. Pode ser e&aminado pelo Poder Mudici8rio -ra7ões de le#alidade e le#itimidade. A revo#ação não pode atin#ir os direitos adquiridos 3)6I6" ` -nunca mais. com um outro conteúdo. C8N -A6(-KL85 R a pr8tica de um ato posterior que vai conter todos os requisitos de validade.. -78S N%A8S ) -78S -N%AI )6S -78S 6N)R6S7)N7)S5 são os que cont:m um comando criminoso .&.: um ato que era de compet:ncia do Jinistro e foi praticado por Secret8rio Leral. firma com o particular ou outra entidade administrativa para a consecução de ob%etivos de interesse público.. mas não tão #rave porque foi praticado dentro do mesmo Fr#ão. norma . A característica $ a incompatibilidade do ato com a norma subseqOente. Gs efeitos passam a contar da data do ato anterior D $ editado um novo ato. C-+-C7)+GS76C-S Consensual5 acordo de vontades. e pela Administração Pública -aspectos le#ais e no m$rito.: pr8tica de um ato por uma pessoa %urídica incompetente. para criar obri#ações e direitos recíprocos Contrato -dministrativo $ o a%uste que a Administração.praticado pela Administração Pública por ra7ões de oportunidade e conveni:ncia. -78 -N%AI )A5 representa uma violação mais branda . por ra7ões de ile#alidade e ile#itimidade. firmado livremente pelas partes. 26"<IS25 aquele que não foi observado no ato anterior e determina a sua retroatividade . com efeito retroativo. A conversão d8 ao ato a conotação que deveria ter tido no momento da sua criação.&. &. o ato que inicialmente foi considerado nulo.

presta o serviço ao Administrado por interm$dio de outrem. re#istrados no "? A. C8N7+-78 () S)+ 6K85 *rata)se de acordo celebrado pela Administração Pública com certo particular. C8N7+-78 () 8"+. V Pela JP? 2*A/A. reali7ação de obras e manutenção de serviços públicos. atribui)se ao particular a e&ecução da obra mediante remuneração previamente a%ustada. *ais contratos sF podem ser reali7ados com profissionais ou empresa de en#en=aria. M8(-A6(-()S () C8N7+-78S -(M6N6S7+-76 8S 1. mediante remuneração por preço certo. C8N7+-78 () C8NC)SSL85 *rata)se de a%uste. operação. 2. 6o "ontrato de Serviço a Administração recebe o serviço. com certo particular. #lobal ou unit8rio. São serviços de demolição. a sua substituição por outrem ou a transfer:ncia de a%uste. c=amada "G6" / 6* . por compra. 2ndireta e entidades privadas qualificadas como G6Lgs 5. etc. o "G6" SS2G6b?2G. outor#a)se ao particular contratante a e&ecução de pequenas obras ou parte de obra maior. conservação. vedadas. visando transferir o uso de determinado bem público. (ireito administrativo nos concursos públicos . instalação. conserto. C8N7+-78 () F)S7L85 $ o a%uste celebrado pelo Poder Público com Fr#ão ou entidade da Administração /ireta. etc. *ais bens destinam)se . M8 na "oncessão. que tem por ob%eto A "G6S*?IZWG.P@"A6C-5 *rata)se do a%uste levado a efeito pela Administração Pública com um particular. materiais de consumo. manutenção. transporte. em princípio. C8N7+-78 () *8+N)C6M)N785 R o acordo atrav$s do qual a Administração Pública adquire. Z. oneroso ou #ratuito. A ? +G?JA GI AJP<2AZWG / " ?*A GP?A P]P<2"A. #:neros alimentícios. V Pela *arefa. reparação. com quem celebra o a%uste. &. produtos industriali7ados. Y. 6ão podemos confundir contrato de serviço com contrato de concessão de serviço. monta#em.8neroso5 remunerado na forma convencionada4 Comutativo5 porque estabelece compensações recíprocas4 6ntuitu Personae5 /eve ser e&ecutado pelo prFprio contratado. coisas mFveis de certo particular. R contrato precedido de autori7ação le#islativa. efetivado sob condição pela Administração Pública.

portanto. o aluno acaba por adquirir ba#a#em mais perene. não =8 investimento mel=or que uma pessoa possa fa7er em sua e&ist:ncia do que desenvolver =abilidades de raciocínio. 2sso não si#nifica que não =ouve na Anti#Oidade normas que re#ulavam a atuação do stado em suas necessidades peculiares. pois seus institutos foram pensados %8 da Anti#Oidade romana. pois partem menos de =abilidades como a memori7ação do que do raciocínio da mat$ria. 6ota)se que os e&aminadores atuais estão elaborando questões cada ve7 mais sofisticadas para apurar o con=ecimento dos candidatos. o que o torna apto a desenvolver capacidades superiores como formular raciocínio prFprio e acurado diante das alterações le#islativas freqOentes. Apesar de o /ireito Administrativo oferecer uma barreira inicial aos estudantes. e a partir desse hsaltog qualitativo. as informações vão se %untando com =armonia. o que as obri#am a ter de retomar diversas ve7es aos mesmos dados. e 'lon#os camin=os curtos(. que não encontram o amparo de um cFdi#o. o direito público $ disciplina que tem pouco mais que du7entos anos. mais atento e raciocinado. 01 da "onstituição. em sua #rande maioria. ou se%a. pode)se di7er que as questões da atualidade são at$ mais a#rad8veis. G /ireito Administrativo $ uma das mat$rias mais sistem8ticas do ordenamento %urídico. vale recorrer ao ad8#io popular: e&istem 'curtos camin=os lon#os(. Jas. A formação de #rande parte dos institutos se deu pelo trabal=o %urisprudencial do "onsel=o de stado franc:s. &iste um momento dial$tico na aprendi7a#em das pessoas em que 'a quantidade se transforma em qualidade(.+oi)se o tempo em que o concursando não precisaria con=ecer mel=or o /ireito Administrativo para ser aprovado em concursos públicos. composta de normas que podem ser editadas pelos variados entes federativos D =avendo diversas le#islações esparsas -porquanto a autonomia federativa implica na auto) administração. que não levam a lu#ar al#um. . contudo.. a aprendi7a#em representa al#o mais descart8vel. "ontudo. "ontudo. encai&ando)se perfeitamente nas avenidas abertas pela pavimentação das sinapses que foram reali7adas. uma ve7 que a disciplina $. tais normas não eram submetidas a princípios que foram desenvolvidos com o sur#imento do stado de /ireito e que dão ao direito público suas notas características. para não pretender en#anar nin#u$m. 6o final. autonomia e produ7em mudanças tão #randes e si#nificativas em sua formação que transformam ob%etivos mais imediatistas em al#o de menor importKncia diante das =abilidades desenvolvidas no processo de crescimento. 6ote)se que enquanto o direito privado possui mais tempo de e&ist:ncia e desenvolvimento. Fr#ão de cúpula do sistema do contencioso administrativo. aliada a uma e&plicação =istFrica acerca da ori#em da disciplina. que condu7em o ser =umano . deve)se alertar que $ necess8rio p9r a massa cin7enta para funcionar. sem precisar correr atr8s de comentadores oficiais. 2sso se e&plica pela presença de inúmeros princípios positivados no caput do art. que são de observKncia obri#atFria em todas as esferas. ao passo que no estudo menos velo7. pois ao mesmo tempo em que certas pessoas possuem maior facilidade em decorar al#umas informações. no sentido de separar do c=amado hdireito comumg o que seria adequado ao direito público. que doravante serão utili7adas em outros aspectos da vida. Sabe)se que quando se e&i#e mais memori7ação do que raciocínio. trata)se de obst8culo de f8cil transposição. não =8 ra7ão para pKnico. não resta dúvidas que tamb$m as esquecem com a mesma velocidade que as memori7am. as coisas vão 'fa7endo sentido(.

pois no /ireito Administrativo interessa menos a intenção ou mFvel do a#ente público. de consecução dos fins le#ais e do interesse coletivo. que $ a grande c5arada da disciplina. "omo os interesses públicos variam em função do tempo. via de re#ra. devendo suportar o atraso da Administração. que vem sendo miti#ado pela %urisprud:ncia em casos concretos. pois se ele suspender o fornecimento lo#o do início -ab ovo. independentemente da e&tensão do problema elaborado -que $ a nova tend:ncia dos concursos e provas. adequando)os aos princípios publicísticos. contemplam de quin7e a vinte capítulos.Assim. CaracterDsticas dos princDpios da administra/&o pública Ae$alidade ) na atividade particular tudo o que não est8 proibido $ permitido4 na Administração Pública tudo o que não est8 permitido $ proibido. por e&emplo. at$ porque precedido. cu%os Januais. de AN dias. por isso muitos autores c=amam)no de poder)dever da Administração que $ titular de prerro#ativas na e&ata medida da satisfação de interesses coletivos.s finalidades públicas. e a finalidade. no preenc=imento dos requisitos de validade.. lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei. o re#ime %urídico público $ amparado por fundamentos específicos. pode ser que os maiores pre%udicados se%am os cidadãos)administrados e não a Administração. o fundamento do re#ime %urídico administrativo e al#uns institutos. G administrador est8 ri#idamente preso . a Administração det$m a prerro#ativa da mutabilidade. que. devem ser capa7. como #:nero. ale#ar de forma irrestrita a e&ceção de contrato não cumprido -e8ceptio non adimpleti contractus. condens8veis em obra única.. via de re#ra. que em termos dinKmicos. =8 mais dois elementos: o motivo. a partir de sua leitura e compreensão. que deve a#ir conforme a lei. caso se familiari7e com a sistem8tica da disciplina. o ob%eto e a forma. que serve ao interesse da coletividade. lícito possível e determinado e prescrita ou não defesa. *odas essas notas características adv:m do c=amado re#ime %urídico administrativo. m outro e&emplo: qual a diferença entre contratos e contratos administrativosi Gra. at$ certo limite le#al. e o particular)contatado não pode. na realidade. para mel=or adequar os contratos . as cl8usulas contratuais %8 são previamente estabelecidas em leis e re#ulamentos. possui por elementos: o su%eito. de mat$ria en&uta. con=ecidos seus princípios. de licitação. G re#ime %urídico administrativo ou re#ime %urídico público $ a manifestação de prerro#ativas e su%eições que transforma tradicionais institutos da *eoria Leral do /ireito em institutos de /ireito Administrativo. para a manifestação da vontade. As cl8usulas e&orbitantes são manifestação peculiar do /ireito Administrativo nos contratos celebrados pelo Poder Público. 6o /ireito Administrativo. portanto. *rata)se. sob pena de desvio de finalidade. . pois pela indisponibilidade dos interesses públicos. não =aver8 mais como hpe#ar o candidatog. por e&emplo. no ato administrativo. que $ uma esp$cie de ato %urídico. Al$m disso. o re#ime %urídico administrativo que acrescenta cl8usulas e&orbitantes a um tipo de contrato que deve ser intuito personae. isto $. enquanto o ato %urídico. dentro da id$ia propa#ada por Seabra +a#undes de que 'administrar $ aplicar a lei de ofício(. e de adesão. ser8 tentado a começar a reali7ar qualquer prova de concurso público a partir desta interessante mat$ria.

a tend:ncia $ preval:ncia do controle de resultados sobre o controle de meios. não fa7er distinções com base em crit$rios pessoais.G serviço público destina)se a atender necessidades sociais.6mpessoalidade . S J 3AL ?GS.ici!ncia . *oda atividade da Adm. Publicidade .a autotutela se %ustifica para #arantir . *inalidade . não devendo fa7er distinções fundamentadas em crit$rios pessoais.o administrador deve orientar)se por crit$rios ob%etivos. Pública deve ser praticada tendo em vista a finalidade pública.G interesse público t:m SIP? JA"2A sobre o interesse individual4 Jas essa supremacia sF $ le#ítima na medida em que os interesses públicos são atendidos. Continuidade do Servi/o Público . Gs serviços não podem parar c +a:oabilidade . G administrador est8 ri#idamente preso . pois $ atrav$s da divul#ação oficial dos atos da Administração Pública que ficam asse#urados o seu cumprimento. Atualmente. *oda a atividade da Administração Pública deve ser praticada tendo em vista a finalidade pública. Presun/&o de Ae$itimidade . V /esse princípio decorre a #eneralidade do serviço público D todos que preenc=am as e&i#:ncias t:m direito ao serviço público. -uto-7utela .?equisito da efic8cia e moralidade. Administração devem ser e&ercidos na medida necess8ria ao atendimento do interesse coletivo. por e&emplo. mas cumprir substancialmente.o dever do administrador não $ apenas cumprir a lei formalmente. Moralidade .*oda atuação do administrador se destina a atender o interesse público e #arantir a observKncia das finalidades institucionais por parte das entidades da Administração 2ndireta. R em decorr:ncia desse princípio que temos. Administração: a defesa da le#alidade e efici:ncia dos seus atos4 nada mais $ que um autocontrole SGP? S IS A*GS. procurando sempre o mel=or resultado para a administração. R com fundamento nesse princípio que nos contratos administrativos não se permite que se%a invocada. Pública.. lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei.$ a obtenção do mel=or resultado com o uso racional dos meios. por desvio de finalidade. . pode ser destruída por prova contr8ria. a e&ceção do contrato não cumprido. invalidação.Gs atos da Administração presumem)se le#ítimos. Se não visar o bem público. PrincDpios constitucionais da administra/&o pública Ae$alidade5 R o princípio b8sico de todo o /ireito Público. na Adm. Supremacia do 6nteresse Público . o concurso público e a licitação. 6mpessoalidade5 Si#nifica que o administrador deve orientar)se por crit$rios ob%etivos. observKncia e controle. A doutrina costuma usar a se#uinte e&pressão: na atividade particular tudo o que não est8 proibido $ permitido. pelo particular. na Administração Pública tudo o que não est8 permitido $ proibido. ).Gs poderes concedidos . ficar8 su%eita . at$ prova em contr8rio -presunção relativa ou %uris tantum D ou se%a.

fici:ncia $ a obtenção do mel=or resultado com o uso racional dos meios. A <ei. aplicando a sua substKncia. praticando o ato fora dos fins. <ei. procurando sempre o mel=or resultado para a administração. de um lado. *rata)se de princípio meramente retFrico.. G administrador. V Mamais a moralidade administrativa pode c=ocar)se com a lei. Atualmente. &istem atos que não se restrin#em ao ambiente interno da administração porque se destinam a produ7ir efeitos e&ternos D daí ser necess8ria a publicidade. Supremacia do interesse público5 Gs interesses públicos t:m supremacia sobre os interesses individuais4 $ a ess:ncia do re#ime %urídico administrativo. diferente da moral comum. V A "onstituição de 1ACC enfati7ou a moralidade administrativa. Moralidade5 G /ireito Administrativo elaborou um conceito prFprio de moral. ). Presun/&o de Ae$itimidade5 Gs atos da Administração presumem)se le#ítimos. mas vai al$m. *inalidade5 *oda atuação do administrador se destina a atender o interesse público e #arantir a observKncia das finalidades institucionais por parte das entidades da Administração 2ndireta. prevendo que 'os atos de improbidade importarão a suspensão dos direitos políticos. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao er8rio na forma e #radação previstas em lei. e&pressa ou implicitamente contidos na norma. produção dos efeitos e&ternos dos atos administrativos. na Administração Pública. -utotutela 5 A Administração tem o dever de 7elar pela le#alidade e efici:ncia dos seus prFprios atos. V *oda atuação do administrador $ inspirada no interesse público. V Por esse princípio. Publicidade5 ?equisito da efic8cia e moralidade.V A responsabilidade ob%etiva do stado decorre do princípio da impessoalidade. Pressuposto de validade de todo ato da Administração Pública. a =onestidade. a conveni:ncia e a oportunidade. tem a ver com a $tica. ao atribuir compet:ncia ao Administrador. A moral administrativa si#nifica que o dever do administrador não $ apenas cumprir a lei formalmente. a tend:ncia $ preval:ncia do controle de resultados sobre o controle de meios. mas cumprir substancialmente. at$ prova em contr8rio -presunção relativa ou %uris tantum D ou se%a. levando)o a escol=er a mel=or opção.. A finalidade pública ob%etivada pela lei $ a única que deve ser perse#uida pelo administrador. com a %ustiça. observKncia e controle4 destina)se. tem uma finalidade pública específica. . no entanto. R por isso que se recon=ece .ici!ncia5 &i#e resultados positivos para o serviço público e satisfatFrio atendimento das necessidades dos administrados -público. o administrador não aplica apenas a lei. pratica / S52G / +26A<2/A/ . invoc8)lo para limitar a discricionariedade do Administrador. Administração o poder e dever de anular ou declarar a nulidade dos seus prFprios atos praticados com infração . pois $ atrav$s da divul#ação oficial dos atos da Administração Pública que ficam asse#urados o seu cumprimento. pode ser destruída por prova contr8ria. R possível. a perda da função pública. V A Administração não precisa ser provocada ou recorrer ao Mudici8rio para recon=ecer a nulidade dos seus prFprios atos4 . sem pre%uí7o da ação penal cabível(.

entretanto. V Qo%e. Admite. a e&ceção do contrato não cumprido. a autotutela se %ustifica para #arantir . satisfação do d$bito. se#ue)se que nin#u$m os pode adquirir enquanto #uardarem essa condição. sem e&a#eros.s finalidades públicas D se%am inoportunos.CC. pelo particular. desde que ocorram certas condições processuais ) atrav$s de precatFrio N&o-onera/&o ) R a impossibilidade dos bens públicos serem #ravados com direito real de #arantia em favor de terceiros. o seqOestro da quantia necess8ria . sem permitir a pen=ora de seus bens. +a:oabilidade5 Gs poderes concedidos . 6mpenHorabilidade ) os bens públicos não estão su%eitos a serem utili7ados para satisfação do credor na =ipFtese de não)cumprimento da obri#ação por parte do Poder Público. &i#e proporcionalidade entre os meios de que se utili7e a Administração e os fins que ela tem que alcançar. G /ireito Administrativo consa#ra a supremacia do interesse público sobre o particular. A#ir com lF#ica. Atos discricion8rios. sta característica não se apresenta de modo absoluto. Administração: a defesa da le#alidade e efici:ncia dos seus atos4 nada mais $ que um autocontrole4 Continuidade dos Servi/os Públicos5 G serviço público destina)se a atender necessidades sociais. /aí não ser possível a invocação de usucapião sobre eles. V 6os contratos civis bilaterais pode)se invocar a e&ceção do contrato não cumprido para se e&imir da obri#ação. ra7ão. V m suma. . $ f8cil demonstrar a assertiva: se os bens públicos são ori#inariamente inalien8veis. V A e&ceção do contrato não cumprido $ dei&ar de cumprir a obri#ação em virtude da outra parte não ter cumprido a obri#ação correlata. R com fundamento nesse princípio que nos contratos administrativos não se permite que se%a invocada. se%am inconvenientes D embora le#ais. Gs bens públicos não podem ser ob%eto de Qipoteca. 6mprescritibilidade ) decorre como conseqO:ncia lF#ica de sua inalienabilidade ori#in8ria. mas essa supremacia sF $ le#ítima na medida em que os interesses públicos são atendidos. ou se%a. ponderação. /ecorre de preceito constitucional que dispõe sobre a forma pela qual serão e&ecutadas as sentenças %udici8rias contra a +a7enda Pública. a le#islação %8 permite que o particular invoque a e&ceção de contrato não cumprido D <ei CEEEBA0 D "ontratos e <icitações. apenas no caso de atraso superior a AN dias dos pa#amentos devidos pela Administração. CaracterDsticas dos bens públicos $%& a'uele 'ue pode alienar poder( #ipotecar ou empen#ar) %& as coisas 'ue se podem alienar poder*o ser dadas em pen#or ou #ipoteca+ .art) ./01) 6nalienabilidade ) $ característica ori#inal do bem público que restrin#e de forma efetiva a possibilidade de sua alienação. pode ser mudada atra8ves de lei. Administração devem ser e&ercidos na medida necess8ria ao atendimento do interesse coletivo.V A Administração pode revo#ar os atos administrativos que não mais atendam .

: se#urança.: o telefone. mas por conta e risco dos prestadores. sem dele#ação a terceiros. Por isso mesmo. por isso. &. 6ão podem ser dele#ados a particulares.são os que produ7em renda mediante uma remuneração da utilidade usada ou consumida. Servi/os 6ndustriais . calçamento.: os serviços de transporte coletivo.são os que a administração e&ecuta para atender as suas necessidades internas. a 8#ua e a ener#ia el$trica domiciliares. /aí por que.&. os serviços uti universi devem ser mantidos por imposto -tributo #eral. =i#iene e saúde públicas etc. para atender . de preservação da saúde pública. mas satisfa7em interesses comuns de seus membros. telefone. por seus Fr#ãos ou entidades descentrali7adas . &. polícia.. &.: 2mprensa Gficial.: 2*A.ica/&o dos servi/os públicos Servi/os Públicos .Serviços de utilidade pública são os que a Administração.: autarquias. sociedades de economia mista. sob normas e controles estatais. &. normalmente. "*A.Classi. a Administração os presta remuneradamente.. #eralmente são #ratuitos ou de bai&a remuneração. e para a e&ecução dos quais a Administração usa da sua supremacia sobre os administrados. *ais serviços.: polícia.são os que não afetam substancialmente as necessidades da comunidade. empresas públicas. iluminação pública.. e não por imposto. ener#ia el$trica. Servi/os 6ndividuais ou 0uti sin$uli1 . &. Servi/os -dministrativos . Servi/os de %tilidade Pública . por recon=ecer sua essencialidade e necessidade para a sobreviv:ncia do #rupo social e do prFprio stado.são os que t:m usu8rios determinados e utili7ação particular e mensur8vel para cada destinat8rio. Servi/os Ferais ou 0uti universi1 .&. que $ remuneração mensur8vel e proporcional ao uso individual do serviço. +e$ime NurDdico dos servi/os públicos Conceito: Serviço Público / todo a0uele prestado pela Administração ou por seus delegados.são aqueles que se relacionam intimamente com as atribuições do Poder Público . coletividade no seu todo. e não por ta&a ou tarifa. fundações #overnamentais. São sempre serviços de utili7ação individual. permission8rios ou autori7at8rios. recon=ecendo sua conveni:ncia -não essencialidade. Servi/os impr2prios do )stado . ou dele#a sua prestação.. para os membros da coletividade. por sua essencialidade. presta)os diretamente ou aquiesce em que se%am prestados por terceiros -concession8rios. &. no sentido de que sF a Administração deve prest8)los. de polícia. nem necessidade..são os que a Administração presta diretamente . ou tarifa -preço público. mediante remuneração dos usu8rios. #8s. e. nas condições re#ulamentadas e sob seu controle. pelo qu: devem ser remunerados por ta&a -tributo. Servi/os pr2prios do )stado . para satis-a"er necessidades essenciais ou secund!rias da coletividade ou simples conveniências do Estado . facultativa e mensur8vel.: defesa nacional. tais serviços são considerados privativos do Poder Público.são aqueles que a Administração presta sem *er usu8rios determinados. comunidade.

com preste7a e efici:ncia4 V Princípio da modicidade ) e&i#e tarifas ra7o8veis4 os serviços devem ser remunerados a preços ra7o8veis4 V Princípio da cortesia ) tradu7)se em bom tratamento para com o público. . Pública pode unilateralmente criar obri#ações aos e&ploradores do serviço4 V continuidade do serviço4 CaracterDsticas5 )lemento SubNetivo ) o serviço público $ sempre incumb:ncia do stado. coletividade. &. a responsabilidade $ ob%etiva. dependendo do que dispuser a lei.: "orreios4 telecomunicações4 radiodifusão4 ener#ia el$trica4 nave#ação a$rea e infra)estrutura portu8ria4 transporte ferrovi8rio e marítimo entre portos brasileiros e fronteiras nacionais4 transporte rodovi8rio interestadual e internacional de passa#eiros4 portos fluviais e lacustres4 serviços oficiais de estatística. / dever da Administração intervir para restabelecer seu regular -uncionamento ou retomar sua prestação V Princípio da Perman:ncia ou continuidade ) impõe continuidade no serviço4 os serviços não devem sofrer interrupções4 V Princípio da #eneralidade ) impõe serviço i#ual para todos4 devem ser prestados sem discriminação dos benefici8rios4 V Princípio da efici:ncia ) e&i#e atuali7ação do serviço. m ambos os casos. -os danos causados pelos seus a#entes serão indeni7ados pelo stado. podendo prevalecer o /ireito Público ou o /ireito Privado. Particularidades do Servi/o Público5 V são vinculados ao princípio da le#alidade4 V a Adm. R o prFprio stado que escol=e os serviços que. quando aludimos a serviço público. sempre atrav$s de lei e sob re#ime de concessão ou permissão e por licitação. a princípio. por$m. )lemento Material D o serviço público deve corresponder a uma atividade de interesse público. são considerados serviços públicos. não se %ustificando sua presença senão para prestar serviços .V A atribuição primordial da Administração Pública $ oferecer utilidades aos administrados. daí a necess8ria distinção entre serviços públicos e serviços de utilidade pública4 mas. V sses serviços podem ser essenciais ou apenas úteis . abran#emos ambas as cate#orias. comunidade. $ de /ireito Público. #eo#rafia e #eolo#ia D 2PL 4 serviços e instalações nucleares4 Serviço que compete aos stados ) distribuição de #8s canali7ado4 )lemento *ormal D o re#ime %urídico. particulares prestam serviço em colaboração com o Poder Público o re#ime %urídico $ =íbrido. R permitido ao stado dele#ar determinados serviços públicos. em sentido amplo e #en$rico. Princípios do %erviço Público: 'altando 0ual0uer desses re0uisitos em um serviço público ou de utilidade pública. Xuando. em determinado momento.

que não se limitou ao in#resso na . +e$ime )statut.s condições de prestação do serviço D A Administração não celebra contrato com o Servidor statut8rio D as condições de prestação do serviço estão traçadas na <ei. bem como os que forem servidores estatut8rios anteriormente . ?e#ime statut8rio si#nifica a ine&ist:ncia de um acordo de vontades no que tan#e .AE!.rio estabelecido por lei em cada esfera de #overno -nature7a le#al. *rata)se de um re#ime le#al. aut8rquica e fundacional. coloca)se sob essas condições. empre#os ou funções públicas4 necessidade de redução do quadro de pessoal. persist:ncia das mesmas condições de trabal=o e&istentes no momento em que ele tomou posse. 2mportante $ a e&i#:ncia do "oncurso Público. Gs atuais car#os do re#ime estatut8rio poderão ser transformados em empre#os. por e&cesso de despesa4 e insufici:ncia de desempen=o. Sabemos que a "+ previu a e&ist:ncia de um ? L2J MI?[/2"G ]62"G -?MI. As modificações são unilaterais porque são ditadas pelo interesse público. de !! de fevereiro de !NNN . das Autarquias e das +undações Públicas D esse ?e#ime Murídico ]nico $ de nature7a estatut8ria e no Kmbito da Inião est8 previsto na <ei C11!BAN. não tendo. /eterminou a aplicação do re#ime celetista aos servidores federais.s leis que criarem os empre#os públicos. 6ão poderão submeter)se ao re#ime trabal=ista os car#os de provimento em comissão. no Kmbito federal. A rescisão do contrato de trabal=o por tempo indeterminado não poder8 ser reali7ada livremente pela Administração.)sp#cies de re$imes NurDdicos +)F6M)S E%+\(6C8S A menda "onstitucional nj 1A eliminou a e&i#:ncia de re#ime %urídico único para a administração direta. R imprescindível a criação dos empre#os públicos. o referido re#ime apresenta peculiaridades. por leis específicas. para os servidores da Administração /ireta. G servidor ao tomar posse no car#o público. 0@ da mencionada lei: falta #rave4 acumulação ile#al de car#os. A <ei n@A. Ser8 imprescindível que se caracteri7em as =ipFteses previstas no art. A contratação dos servidores dever8 ser precedida de concurso público de provas ou de provas e títulos. disciplinou o re#ime de empre#o público do pessoal da Administração federal direta. no entanto. aplicando)se a le#islação trabal=ista naquilo que a lei não dispuser em contr8rio. daí porque preservam a sua supremacia. o direito . e&iste um statuto ao qual se submete D que $ o ?e#ime Murídico statut8rio o qual se a%usta ao interesse público. 6o entanto. aut8rquica e fundacional. tamb$m por leis específicas. 6o caso do servidor público não e&iste contrato.

inclusive nas mpresas Públicas e Sociedades de conomia Jista. )SP]C6)S5 ) contrato de obra pública4 ) contrato de fornecimento e serviços4 ) contrato de consultoria pública4 ) contrato de permissão e concessão de uso e serviço4 ) contrato de risco4 ) contrato de #estão etc. a sua dispensa ter8 de fundamentar)se em um dos motivos le#ais. serviços ou fornecimentos4 $ reali7ado no interesse precípuo da Administração. $ o Fr#ão ou entidade si#nat8ria do instrumento contratual. P-+7)S5 contratante D contratado D Pública. tal como uso especial de bem público4 $ reali7ado no interesse precípuo do particular. +e$ime 7rabalHista re#ido pela "<*. ou'contratos administrativos típicos ou propriamente dito( -re#idos pelas re#ras do /ireito Público ) Administrativo4 supremacia do Poder Público. mas submete)se . os empre#ados em #eral re#idos pela "<* possuem um re#ime contratual o que si#nifica di7er que em princípio a%ustam as condições de trabal=o e assim a%ustadas não podem ser modificadas unilateralmente +ela/<es NurDdicas da administra/&o com particulares unilaterais D 'atos administrativos(. ) de atribuição D $ o em que a Administração confere determinadas vanta#ens ou certos direitos ao particular. 6o entanto. mas tamb$m na 2ndireta. $ a pessoa física ou %urídica si#nat8ria de contrato com a Administração . G servidor celetista $ ocupante de empre#o público.s normas constitucionais -nature7a contratual. bilaterais D 'contratos administrativos atípicos ou semipúblico da Administração( -re#idos pelas normas do /ireito Privado ) "ivil4 posição de i#ualdade com o particular contratante. desde que não contrarie o interesse público. 6ão adquirir8 estabilidade..Administração /ireta. M8(-A6(-()S5 ) de colaboração D $ todo aquele em que o particular se obri#a a prestar ou reali7ar al#o para a Administração. como ocorre nos a%ustes de obras.

alienações e locações no Kmbito dos Poderes da Inião.CC0BA. compras. desde que não vedada em lei. /+ e Junicípios. aterem)se aos termos da lei e a presença inaport8vel da finalidade pública.CBAC. a <ei nj C. as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta e indiretamente pela Inião. 33522.s normas da <ei nj C. Inião e&pedir normas #erais sobre contratação -art. subordinam a esta lei. compete . bem assim como a le#islação específica da Inião estão previstas: na <ei nj C. C. os fundos especiais. stados. as empresas públicas. forma livre. !!. +)U%6S678S *8+M-6S5 deve mencionar: os nomes das partes e os de seus representantes4 a finalidade4 o ato que autori7ou a sua lavratura4 o nj do processo de licitação. ) impede a alteração do que as partes 'pacta sunt servanda( : -observKncia do pactuado. +)U%6S678S () -A6(-()5 licitude do ob%eto e a prFpria forma do contrato. as autarquias.P+6NCGP68S ) *%N(-M)N78S +)F)N7)S5 P8sicos 'le& inter partes(: convencionaram4 -lei entre as partes. "+. ) obri#a as partes a cumprir fielmente o que avençaram e prometeram reciprocamente. "G6* ]/G: t:m que obri#atoriamente.EEEBA0 estabelece normas #erais sobre 'licitações( e 'contratos administrativos( pertinentes a obras. dos stados. < L2S<AZWG /2S"2P<26A/G?A: em nosso direito.EEEBA0 e . deve ser a prescrita em lei. com as alterações introdu7idas pelas <eis njs. embora nada obste . da dispensa ou da ine&i#ibilidade4 a su%eição dos contratantes . do /+ e dos Junicípios4 al$m dos Fr#ãos da administração direta. Setoriais: norteadores dos contratos administrativos: vinculação da Administração ao interesse público4 prescrição de le#itimidade das cl8usulas contratuais celebradas4 alterabilidade das cl8usulas re#ulamentares4 e&cepcionalidade dos contratos de atribuição.s cl8usulas contratuais. inclusive de publicidade. ) as referidas normas #erais.EEEBA0.E. que preferencialmente. e A. bem como a publicação resumida do 'instrumento do contrato(S PrincDpios da administra/&o pública . serviços. as fundações públicas.

a ponto de causarem problemas .. 1NN da "+. um comício ou uma passeata de interesse coletivo. produ7indo. pois. '. 6ão se pode pa#ar fora desta ordem.. mas tamb$m os re#ulamentos que cont$m as normas administrativas contidas em #rande parte do te&to "onstitucional. Administração. Por e&emplo. cu%os princípios são elencados a se#uir: 1? PrincDpio da Ae$alidade: se#undo ele. este princípio orienta que as normas administrativas tem que ter sempre como ob%etivo o interesse público. uma reunião. Posteriormente. Xuando a Administração Pública se afasta destes comandos. não importando quem os ten=a praticado. R a lei que distribui compet:ncias aos administradores. 01 da "+ um capítulo sobre a Administração Pública. ste princípio observa não sF as leis. que est8 embutida na prFpria norma. M8 o administrador público.Anti#amente =avia uma preocupação doutrin8ria no sentido de se orientar os administradores públicos para terem um comportamento especial frente .( . os atos impessoais se ori#inam da Administração. se o a#ente público pratica atos em conformidade com a lei. do contr8rio. os pa#amentos devidos pela +a7enda . sse comportamento especial. se se tornarem violentas. 6o campo do /ireito Administrativo esta palavra foi uma novidade. G desvio da finalidade pública tamb$m pode ser encontrado nos . Por e&emplo. em 1ACC. de acordo com o art. pratica um ato de interesse público da mesma forma que aquele que a autori7a. em relação . re#ido por princípios b8sicos administrativos. sF pode praticar o que a lei permite. pratica atos ile#ais. finalidade.. no Prasil foi aparecendo nas leis infraconstitucionais. podem at$ ser demitidos. ao praticarem estes atos. Assim.far)se) ão na ordem cronolF#ica de apresentação dos precatFrios . de acordo com os que defendem esta corrente. Administração Pública. os atos são dos Fr#ãos e não dos a#entes públicos4 Y? PrincDpio da *inalidade: relacionado com a impessoalidade relativa . Gs servidores. encontra)se.. e&ceção dos cr$ditos de nature7a alimentícia.. autori7adas pela Administração Pública. Im administrador de empresa particular pratica tudo aquilo que a lei não proíbe. Sur#iram duas correntes para definir 0impessoalidade15 6mpessoalidade relativa aos administrados5 se#undo esta corrente. sse princípio deve ser entendido para e&cluir a promoção pessoal de autoridade ou serviços públicos sobre suas relações administrativas no e&ercício de fato. por ser obri#ado ao estrito cumprimento da lei e dos re#ulamentos. coletividade -desvio da finalidade.. indiretamente. A e&plicação para a impessoalidade pode ser buscada no prFprio te&to "onstitucional atrav$s de uma interpretação sistem8tica da mesma. quem dissolve a passeata. com a finalidade. a Administração Pública estaria praticando ato de impessoalidade4 6mpessoalidade relativa X -dministra/&o5 se#undo esta corrente. 2? PrincDpio da 6mpessoalidade: no art. a Administração sF pode praticar atos impessoais se tais atos vão propiciar o bem comum -a coletividade. os constituintes escreveram no art. pois. 01 da "+ o le#islador fala tamb$m da impessoalidade.. 6esse caso. todos os atos da Administração t:m que estar em conformidade com os princípios le#ais. G le#islador não colocou a palavra finalidade. por conseqO:ncia. poderão ser dissolvidas. atos nulos e respondendo por sanções por ela impostas -Poder /isciplinar..

*odos os atos da Administração t:m que ser públicos. nomeia al#u$m para o car#o de Procurador Junicipal.casos de desapropriação de imFveis pelo Poder Público. Por e&emplo. Por e&emplo. sses efeitos %urídicos podem ser de direitos e de obri#ações. os atos não são tornados públicos. econ9mica. a Publicidade. a determinadas fases processuais. para que esse ato de nomeação ten=a validade. sendo mais ri#orosa que a $tica comum. Q8 um sistema de fiscali7ação ou mecanismo de controle de todos os atos administrativos praticados. os #overnantes podem ter suspensos os seus direitos políticos. com efeito de iniciar a sua atuação e&terna. 6estas situações. pois. com base em diversos incisos do art. estando esta última sempre presente na vida do administrador público. por não =aver interesse da coletividade. Por outro lado. ou se%a. li#ando)se . o Prefeito Junicipal. moral e . apFs a sua publicação. 6os casos de improbidade administrativa. sua condição de Administrador Público. cultural etc.Pública5 nestes. de #erar efeitos %urídicos.4 da Ação Popular4 Qabeas /ata4 Qabeas "orpus. não =8 ra7ão para serem públicos. se#uindo)se o ressarcimento dos bens e a nulidade do ato ilicitamente praticado. tem que ter probidade e.. o interessado poder8 se utili7ar: do /ireito de Petição4 do Jandado de Se#urança -rem$dio =erFico contra atos ile#ais envoltos de abuso de poder. ou se%a. Por e&emplo. al$m de ser le#al.4 onde o 2nqu$rito Policial $ e&tremamente si#iloso -sF a nos casos dos atos internos da -dm. atrav$s de indeni7ações ilícitas4 Z? PrincDpio da Moralidade: este princípio est8 diretamente relacionado com os prFprios atos dos cidadãos comuns em seu convívio com a comunidade. tamb$m possibilita . sob pena de sua nulidade. $ sabido que o administrador público tem que ser =onesto. o nomeado ter8 0N dias para tomar posse. os Fr#ãos de espiona#em não fa7em publicidade de seus atos4 nos casos de investi$a/&o policial5 ação penal que $ pública. 5? PrincDpio da Publicidade: $ a divul#ação oficial do ato da Administração para a ci:ncia do público em #eral. com o ob%etivo de preenc=er determinada va#a e&istente na sua Administração. >j da "+. Por e&emplo. tem que ser moral. $tica administrativa. comete ato imoral o Prefeito Junicipal que empre#ar a sua verba de representação em ne#Fcios al=eios . al$m da perda do car#o para a Administração. Por outro lado. A publicidade dos atos administrativos sofre as se#uintes e&ceções: nos casos de se$uran/a nacional5 se%a ela de ori#em militar. Assim. ao mesmo tempo que inicia os atos. sse princípio da publicidade $ uma #eneralidade. com finalidade pública. ele deve ser publicado. 6o entanto.queles que deles tomam con=ecimento. o "on#resso 6acional e&erce esse controle atrav$s de uma fiscali7ação cont8bil e&terna ou interna sobre toda a Administração Pública. . de utili7arem os rem$dios constitucionais contra eles. embora os processos administrativos devam ser públicos. a publicidade se restrin#e somente aos seus atos intermedi8rios. que todo ato administrativo.

ormas de presta/&o do servi/o público C)N7+-A6P-KL85 $ a prestação de serviços diretamente pela pessoa política prevista constitucionalmente. inclusive.A publicidade dos atos administrativos $ feita tanto na esfera federal -atrav$s do /i8rio Gficial +ederal. São meros fei&es de atribuições ) não t:m responsabilidade %urídica prFpria D toda a sua atuação $ imputada . .s pessoas a que pertencem. 6os Junicípios. destinada a atender de modo direto e imediato. apenas transfere a e&ecução. Gbs.: ar#ãos são simples repartições interiores da pessoa do stado. mesmo que se%a para entidades particulares. Modalidades e . Por último. Sociedades de conomia Jista. sob o re#ime de /ireito Público. a Publicidade deve ter ob%etivo educativo.administra/&o pública Conceito5 R a atividade desenvolvida pelo stado ou seus dele#ados. necessidades concretas da coletividade. informativo e de interesse social. estar8 =avendo centrali7ação. e. São entidades descentrali7adas de direito privado: mpresas Públicas. São entidades descentrali7adas de direito público: Autarquias e +undações Públicas. ou municipal -atrav$s do /i8rio Gficial do Junicípio. A descentrali7ação. quer se%a de direito público ou de direito privado. Pode. Administração Pública. por isso. a e&ecução do serviço ser transferida para entidades que não este%am inte#radas . . como na estadual -atrav$s do /i8rio Gficial stadual. se não =ouver o /i8rio Gficial Junicipal. não retira o car8ter público do serviço. /i7)se que a atividade do stado $ centrali7ada quando ele atua diretamente. Se os serviços estão sendo prestados pelas Pessoas Políticas constitucionalmente competentes. sem dele#ação a outras pessoas. para a #estão dos bens públicos e dos interesses da comunidade. ()SC)N7+-A6P-KL85 $ a transfer:ncia de e&ecução do serviço ou da titularidade do serviço para outra pessoa.. São divisões da Pessoa Murídica. dele não se distin#uem. por meio de seus Fr#ãos. ima#ens etc. a publicidade poder8 ser feita atrav$s dos %ornais de #rande circulação ou afi&ada em locais con=ecidos e determinados pela Administração. R todo o aparel=amento do stado para a prestação dos serviços públicos. como: "oncession8rias de Serviços Públicos e Permission8rias. não podendo ser utili7ados símbolos. que caracteri7em a promoção pessoal do A#ente Administrativo.

caput. Política4 ter conduta =ierarqui7ada D dever de obedi:ncia ) escalona os poderes administrativos do mais alto escalão at$ a mais =umilde das funções4 praticar atos com responsabilidade t$cnica e le#al D busca a perfeição t$cnica de seus atos. das autarquias e fundações públicas federais. de qualquer dos poderes da Inião. dos stados. <ei e não . A lei que reúne estas re#as $ denominada de statuto e o re#ime %urídico passa a ser c=amado de re#ime %urídico statut8rio. não $ mais.. que são sempre públicos4 e&ercer atividade politicamente neutra ) sua atividade $ vinculada . com suas alterações. • 6o Kmbito federal. do /istrito +ederal e dos Junicípios.11!BAN. compet:ncia limitada D o poder de decisão e de comando de cada 8rea da Administração Pública $ delimitada pela 8rea de atuação de cada Fr#ão. re#ido pela "<*. não $ mais único. $ o re#ime %urídico statut8rio aplic8vel aos Servidores Públicos "ivis da Inião.AE!. bem como sobre a transformação dos atuais car#os em empre#os -H1@. o /istrito +ederal e os Junicípios ) =8 um statuto. impessoalidade. • • • • +e$ime NurDdico dos servidores da uni&o 6N7+8(%KL8 5 8 U%) ] +)F6M) E%+G(6C8 ^ ?e#ime %urídico dos servidores públicos $ o con%unto de princípios e re#ras referentes a direitos. os stados.'A Administração Pública direta e indireta ou fundacional.!NNN. aut8rquica e fundacional..4 • 5edou que se submeta ao re#ime de empre#o público os car#os públicos de .( CaracterDsticas5 • • • • • • praticar atos tão somente de e&ecução D estes atos são denominados atos administrativos4 quem pratica estes atos são os Fr#ãos e seus a#entes.1@. de 11B1!B1AAN. obedecer8 aos princípios de le#alidade.4 • <eis específicas disporão sobre a criação de empre#os. moralidade. • 8 +)F6M) E%+G(6C8 ] @N6C8 ^ • ra. publicidade e efici:ncia .BNEBAC. ocupantes de car#os públicos. A lei C. A partir de então $ possível a admissão de pessoal ocupante de empre#o público. a <ei n@ A. dispondo : • G pessoal admitido para empre#o público ter8 sua relação de trabal=o re#ida pela "<* -art. nas autarquias e nas fundações públicas4 por isto $ que o re#ime não $ mais um sF. que devem ser tecnicamente perfeitos e se#undo os preceitos le#ais4 car8ter instrumental D a Administração Pública $ um instrumento para o stado conse#uir seus ob%etivos. "omo %8 vimos. na Administração federal direta. o ?e#ime Murídico ]nico e&istiu at$ o advento da menda "onstitucional n@ 1A. A Administração serve ao stado.N!. deveres e demais normas que re#em a sua vida funcional. disciplina o re#ime de empre#o público do pessoal da Administração federal direta. de N. ou se%a. de !!. • 6o Kmbito de cada pessoa política ) Inião.

_`? 5 • • • • • • • • 6omeação Promoção ?eadaptação ?eversão Aproveitamento ?einte#ração ?econdução. para provimento em car8ter efetivo ou em comissão -art. 2mportante ) as formas de provimento Ascensão e *ransfer:ncia não e&istem mais. com denominação prFpria e vencimento pa#o pelos cofres públicos. declarado em lei de livre nomeação e e&oneração.provimento em comissão. ..@.s pessoas portadoras de defici:ncia para provimento de car#o cu%as atribuições se%am compatíveis com a defici:ncia de que são portadoras -art. passando de uma classe para outra -conceito doutrin8rio. par8#rafo único. • P?GJGZWG D representa a pro#ressão vertical na carreira. depende de pr$via =abilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. • m comissão. %8 =aviam sido declaradas inconstitucionais pelo Supremo *ribunal +ederal. São criados por lei. • 6GJ AZWG D $ o ato administrativo pelo qual se atribui um car#o a al#u$m -Gdete Jedauar. antes mesmo. A@ e 1N@. bem como os servidores re#idos pela lei C. para car#os de confiança. G provimento dos car#os públicos far)se)8 mediante ato da autoridade competente de cada Poder -art. H!@. 0@.>!1BA1... • • ? A/AP*AZWG D $ a investidura do servidor em car#o de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que ten=a sofrido em sua capacidade . . • *8+M-S () P+8 6M)N78 Tart. : • m car8ter efetivo quando se tratar de car#o isolado ou de carreira -car#os de carreira são aqueles são estruturados em classes e que permitem crescimento profissional..s datas das respectivas publicações de tais leis específicas -H!@. E@. • P)SS8-S P8+7-(8+-S () ()*6C6[NC6• Serão reservadas at$ !N^ -vinte por cento. foram revo#adas pela lei n@ A. salvo os casos previstos em lei -art.. das va#as oferecidas no concurso público ...11!BAN. • C8NC)678 () C-+F8 P@"A6C8 • "ar#o público $ o con%unto de atribuições e responsabilidades que devem ser cometidas a um servidor. >@. A nomeação dar)se)8 -art. • R proibida a prestação de serviços #ratuitos. • • • P+8 6M)N78 R preenc=imento de car#o va#o.

• • • • • • • • • • *8+M-S () -CaNC6. com ressarcimento de todas as vanta#ens -art. quando %unta m$dica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria4 22 ) no interesse da administração. o servidor aposentado ten=a solicitado a reversão a aposentadoria ten=a sido volunt8ria4 est8vel quando na atividade4 a aposentadoria ten=a ocorrido nos cinco anos anteriores . • • • • inabilitação em est8#io probatFrio relativo a outro car#o4 reinte#ração do anterior ocupante.0. -CaNC6R a situação do car#o que est8 sem ocupante. YY? 5 Aposentadoria4 +alecimento /emissão4 Promoção4 ?eadaptação4 &oneração4 Posse em outro car#o inacumul8vel4 APGS 6*A/G?2A D $ a desocupação do car#o e ocorrer8 por invalide7 permanente . • • • • • • • • • • • • ? 5 ?SWG ) reversão $ o retorno .NCC)0C. 2 ) por invalide7. !>.. em substituição aos proventos da aposentadoria.. !...física ou mental verificada em inspeção m$dica i#uais ou assemel=adas -art. solicitação4 =a%a car#o va#o. Somente ter8 os proventos calculados com base nas re#ras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no car#o -H>@. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou %udicial. ou no car#o resultante de sua transformação. aposentadoria -H. desde que: -?edação dada pela JP n@ !. art. a remuneração do car#o que voltar a e&ercer..@. inclusive com as vanta#ens de nature7a pessoal que percebia anteriormente . AP?G5 2*AJ 6*GD $ o retorno .. 6este caso o servidor perceber8.. ? 26* L?AZWG ) retorno do servidor est8vel no car#o anteriormente ocupado. atividade do servidor est8vel em disponibilidade em car#o de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupando -art.!NN1. anos de idade -art.Tart. Se %ul#ado incapa7 para o serviço público o readaptando ser8 aposentado-H1@. 6ão poder8 reverter o aposentado que %8 tiver completado 1N -setenta. !1.. !C. de !1. !A. !.. 01. • • • • • ? "G6/IZWG ) $ o retorno do servidor est8vel ao car#o anteriormente ocupado e decorrer8 de : -art. atividade de servidor aposentado: -art.

A e&oneração de "A?LG J "GJ2SSWG dar)se)8 a pedido do servidor. • A* 6ZWG : embora não conste e&pressamente do arti#o 0N. compulsoriamente quando o servidor tiver completado 1N anos. A ? "G6/IZWG ) $ o retorno do servidor est8vel ao car#o anteriormente ocupado e decorrer8 de inabilitação em est8#io probatFrio relativo a outro car#o. • . a recondução tem sido assim considerada nos concursos públicos.P8SS) ) 8 )R)+CGC68 • • • A nomeação por si sF não basta para iniciar as atribuições do car#o são necess8rios ainda a posse e o e&ercício. • J ? SIJG : a promoção. 22 ) quando não satisfeitas as condições do est8#io probatFrio. • / J2SSWG D trata)se de penalidade aplicada ao servidor.para o serviço público. que elenca as =ipFteses de vacKncia.. no caso. 1@. "om esta provid:ncia.. no qual deverão constar as atribuições. ou a %uí7o da autoridade competente. a readaptação e a recondução são formas simultKneas -ao mesmo tempo. tendo tomado posse. YZ? • • • • • • A e&oneração de "A?LG + *25G dar)se)8 a pedido do servidor. • +A< "2J 6*G D *rata)se de um fato a que o direito administrativo atribui repercussão. ou de reinte#ração do anterior ocupante -art. mediante assinatura do respectivo termo.. ou de ofício quando : 2 ) quando. poder8 retornar ao car#o em que era est8vel. caso se%a inabilitado no est8#io probatFrio para o novo car#o. !A. • P?GJGZWG ) representa a pro#ressão vertical na carreira. art. poder8 optar por esta forma de vacKncia em ve7 de pedir e&oneração.: A investidura em car#o público ocorrer8 com a posse -art. • PGSS J GI*?G "A?LG P]P<2"G 26A"IJI<b5 < ) G servidor federal quando %8 est8vel em um car#o público e obtiver aprovação em concurso público para outro car#o... a vacKncia do car#o. Se %ul#ado incapa7 para o serviço público o readptando ser8 aposentado-H1@. mas. $ um fato administrativo. !. • ? A/AP*AZWG D $ a investidura do servidor em car#o de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que ten=a sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção m$dica i#uais ou assemel=adas -art. o servidor não entrar em e&ercício no pra7o estabelecido -1> dias. de provimento e de vacKncia... 10 e 1. as . • )R8N)+-KL8 Tart. os deveres. A PGSS -arts... 6ão $ um ato. deste estatuto. !. ou por decisão volunt8ria do servidor que cumprir os requisitos para a aposentadoria. passando de uma classe para outra -conceito doutrin8rio. prevista no arti#o 10!.

. A posse ocorrer8 no pra7o de 0N -trinta dias.. 5`? 5 • • 2 ) a nacionalidade brasileira4 • • • • • • • • Gs car#os públicos são acessíveis aos estran#eiros na forma da lei -"+BCC. 10. o servidor apresentar8 declaração de bens e valores que constituem seu patrim9nio e declaração quanto ao e&ercício ou não de outro car#o. Ser8 tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer neste pra7o -HH 1@ e E@.. 22 ) o #o7o dos direitos políticos4 222 ) a quitação com as obri#ações militares e eleitorais4 25 ) o nível de escolaridade e&i#ido para o e&ercício do car#o4 5 ) a idade mínima de de7oito anos4 52 ) aptidão física e mental.!A.BA!.. art. contados da publicação do ato de provimento -nomeação. 1.>1>BA1 prev: que as universidades e instituições de pesquisa científica e tecnolF#ica federais poderão prover seus car#os com professores... art.. empre#o ou função pública -H>@. 10. Posse $ a aceitação do car#o pelo servidor -Gdete Jedauar. As atribuições do car#o podem %ustificar a e&i#:ncia de outros requisitos estabelecidos em lei -H 1@.responsabilidades e os direitos inerentes ao car#o ocupado -art.. 10.. • • A posse depender8 de pr$via inspeção m$dica oficial. se não entrar em e&ercício no pra7os previsto o servidor ser8 e&onerado do car#o ou ser8 tornado sem efeito o ato de sua desi#nação para função de confiança.Tposse? )M C-+F8 P@"A6C8 Tart. -HH1@ e !@. +)U%6S678S "IS6C8S P-+. 2 . &ercício $ o efetivo desempen=o das atribuições do car#o.. A lei n@ A. 10. caput. ser8 empossado aquele que for %ul#ado apto física e mentalmente para o e&ercício do car#o -art. 10. 15 a 20? 5 • &ercício $ o efetivo desempen=o das atribuições do car#o público ou da função de confiança -art. art. Posse $ a investidura no car#o. • R de 1> -quin7e dias. e&i#e a declaração de bens e valores do c9n%u#e ou compan=eira e das demais pessoas que vivam sob sua depend:ncia econ9mica -<ei C. donde passa a contar o tempo de serviço -Gdete Jedauar. 10.@.. 6o ato da posse. art. • • • 7QP6C8S S8"+) P8SS) SF =aver8 posse na =ipFtese de provimento por nomeação -H. A lei C. 1>. aert.. (.. contados da data da posse. caput e H1@. 1>. t$cnicos e cientistas estran#eiros. art.6N )S76(%+. art.. 01.. • • • ? SIJ26/G : A nomeação $ ato administrativo que atribui um car#o público.!. >@. poder8 ser mediante procuração específica -H0@. art. • 8 )R)+CGC68 Tarts..+)M8KL8' +)(6S7+6"%6KL8 ) S%"S767%6KL8 • +)M8KL8 • . o pra7o para o servidor empossado em car#o público entrar em e&ercício.

20? A aptidão e a capacidade do servidor para o desempen=o do car#o serão avaliados observando)se os se#uintes fatores : • • • • • • • • • • assiduidade4 disciplina4 capacidade de iniciativa4 si#la : A /2 "A P?G ? S .+)6NGC68 (8 7+-"-A98 • G servidor que deva ter e&ercício em outro município em ra7ão de ser removido. art. por motivo de saúde do servidor. caput. no caso de omissão. do /istrito +ederal e dos Junicípios. • • • E8+N-(. • S%"S767%6KL8 • Gs servidores investidos em car#o ou função de direção ou c=efia e os ocupantes de car#o de 6ature7a special terão substitutos indicados no re#imento interno ou. 01.. 0E.. a crit$rio da Administração ou a pedido independentemente do interesse da Administração. . para outro Fr#ão ou entidade do mesmo Poder. e observados os limites mínimo e m8&imo de E -seis =oras.1.. e C -oito =oras. com ou sem mudança de sede -art. no Kmbito do mesmo quadro de pessoal .@. A remoção pode ser de ofício. c9n%u#e. ocupado ou va#o no Kmbito do quadro #eral de pessoal. para acompan=ar c9n%u#e ou compan=eiro. )S7-"6A6(-() São est8veis. di8rias. 0C. requisitado ou cedido ter8. no interesse da Administração4 a pedido... 1J? A duração m8&ima do trabal=o semanal de ..N -quarenta =oras. apFs 0 anos de efetivo e&ercício os servidores nomeados para car#o de provimento efetivo em virtude de concurso público4 como condição para aquisição da estabilidade $ obri#atFria a avaliação especial de desempen=o por comissão instituída para essa finalidade -"+. redistribuido. caput e H. -art. no mínimo 1N e no m8&imo 0N dias de pra7o para retomada de suas atribuições. Y>? • ?edistribuição $ o deslocamento de car#o de provimento efetivo. podendo ser convocado sempre que =ouver interesse da Administração -H1@. 1A. G ocupante de car#o em comissão ou função de confiança submete)se a re#ime de inte#ral dedicação ao serviço. comprovação por %unta m$dica oficial4 • +)(6S7+6"%6KL8 Tart.. condicionada . incluído o pra7o de deslocamento -art.() 7+-"-A98 Tart. desde que: a. • P+-P8 P-+. que foi deslocado no interesse da Administração4 • • b. 1C. )S7IF68 P+8"-7Q+68 Tart.• ?emoção $ o deslocamento do servidor. a pedido ou de ofício. respectivamente -art. compan=eiro ou dependente que viva . dos stados. previamente desi#nados pelo diri#ente m8&imo do Fr#ão ou entidade -art. tamb$m servidor público da Inião.s suas e&pensas.

art. a título de vencimento. ao mesmo tempo. acrescido das vanta#ens de car8ter permanente.. e&onerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada.art. poderão ser pa#as ao servidor as se#uintes vanta#ens -art. . is aqui. recondu7ido ao car#o anteriormente ocupado -H!@. !N. G servidor que for demitido. !N. . . com valor fi&ado em lei -art.E. A não quitação do d$bito no pra7o previsto implicar8 sua inscrição em dívida ativa -par8#rafo único.. $ irredutível -H0@.1. • S)+ 6(8+ )M (]"678 C8M 8 )+I+68 • As reposições e indeni7ações ao er8rio serão previamente comunicadas ao servidor ou ao pensionista e amorti7adas em parcelas mensais cu%os valores não e&cederão a 1N^ da remuneração ou provento -art. G servidor em est8#io probatFrio poder8 e&ercer quaisquer car#os de provimento em comissão ou funções de direção. 6N()N6P-Kb)S • • "onstituem indeni7ações ao servidor -art.. G vencimento do car#o efetivo. .: • • • • indeni7ações4 #ratificações4 adicionais. • A ?emuneração $ o vencimento do car#o efetivo. • S G S ?52/G? 6WG +G? AP?G5A/G 6G S*bL2G P?GPA*G?2G i • G servidor não aprovado no est8#io probatFrio ser8 e&onerado ou. ..N. • • • • (6+)678S ) -N7-F)NS 5encimento e da ?emuneração G 5encimento $ a retribuição pecuni8ria pelo e&ercício de car#o público. • G vencimento... As indeni7ações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito -H1@. As #ratificações e os adicionais incorporam)se ao vencimento ou provento..A.C.: • A%uda de custo4 .• • • produtividade4 responsabilidade... art. • -N7-F)NS • Al$m do vencimento.. ter8 o pra7o de EN dias para quitar o d$bito -art. se est8vel. . nos casos e condições indicados em lei -H!@.1. art.1.1. >1. 6en=um servidor receber8. seqOestro ou pen=ora.. . importKncia inferior ao sal8rio)mínimo. a remuneração e o provento não serão ob%eto de arresto. e&ceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão %udicial -art. acrescido das vanta#ens pecuni8rias permanentes estabelecidas em lei -art. c=efia ou assessoramento no Fr#ão ou entidade de lotação -H0@. . a forma de provimento e de vacKncia denominada de recondução.

no entanto. peri#osas ou penosas4 adicional pela prestação de serviço e&traordin8rio4 adicional noturno4 adicional de f$rias4 outros. relativos ao local ou . calculada sobre a remuneração do m:s da e&oneração -art. • *?A6SPG?* ) conceder)se)8 indeni7ação de transporte ao servidor que reali7ar despesas com a utili7ação de meio prFprio de locomoção para a e&ecução de serviços e&ternos.. da remuneração a que o servidor fi7er %us no m:s de de7embro...: • • • • • • • • • retribuição pelo e&ercício de função de direção.. • AMI/A / "IS*G ) destina)se a compensar as despesas de instalação do servidor que.. E!. G servidor e&onerado perceber8 sua #ratificação natalina. no interesse do serviço. E1.. >0. • • • • • • • F+-76*6C-KL8 N-7-A6NA #ratificação natalina corresponde a 1B1! -um do7e avos. EN. >C. • A a%uda de custo $ calculada sobre a remuneração do servidor. como consta do pro#rama pon=o a disposição o te&to de estatuto com redação atuali7ada at$ março de !NN1. conforme se dispuser em re#ulamento. "=efia e Asessoramento A remuneração dos car#os em comissão ser8 estabelecida em lei específica -par8#rafo único. c=efia e assessoramento4 #ratificação natalina4 adicional pelo e&ercício de atividades insalubres. com mudança de domicílio em car8ter permanente.. proporcionalmente aos meses de e&ercício. A fração i#ual ou superior a 1> -quin7e. ntendo que o detal=amento a respeito dos adicionais e #ratificações. A . no caso de o c9n%u#e ou compan=eiro que deten=a tamb$m a condição de servidor. /2b?2AS ) G servidor que. afastar)se da sede em car8ter eventual ou transitFrio far8 %us a passa#ens e di8rias destinadas a indeni7ar as parcelas de despesas e&traordin8ria com pousada. a qualquer tempo. serão deferidos aos servidores as se#uintes retribuições. vedado o duplo pa#amento de indeni7ação. ou de car#o de provimento ou de 6ature7a special -art. conforme dispuser em re#ulamento -art. meses -art. E!. não podendo e&ceder a importKncia correspondente a 0 -tr:s. art. E>. • F+-76*6C-Kb)S ) -(6C68N-6S • Al$m do vencimento e das vanta#ens previstas nesta <ei.. ?etribuição pelo &ercício de +unção de /ireção. dias ser8 considerada como m:s inte#ral. conforme se dispuser em re#ulamento -art. Ao servidor ocupante de car#o efetivo $ devida retribuição pelo seu e&ercício de função de direção. >. c=efia ou assessoramento. E0. passar a ter e&ercício em nova sede. por m:s de e&ercício no respectivo ano -art. vier a ter e&ercício na mesma sede -art. das licenças e dos afastamentos $ secund8rio. a serviço.. por força das atribuições prFprias do car#o. alimentação e locomoção urbana. #ratificações e adicionais -art. nature7a do trabal=o.• • • /i8rias4 *ransporte.

EC. • G servidor que fi7er %us aos adicionais de insalubridade e de periculosidade dever8 optar por um deles -H1@.. e somente ser8 permitido para atender a situações e&cepcionais e tempor8rias.. da remuneração do período das f$rias -art. -(6C68N-A N87%+N8 G serviço noturno. ser8 pa#o ao servidor. • • • • • G adicional de atividade penosa ser8 devido aos servidores em e&ercício em 7onas de fronteira ou em localidades cu%as condições de vida o %ustifiquem. G pa#amento da remuneração das f$rias ser8 efetuado at$ ! -dois. G servidor e&onerado do car#o efetivo.. Par8#rafo único. -(6C68N-A () *]+6-S 2ndependentemente de solicitação. condições e limites fi&ados em re#ulamento -art. na proporção de 1B1! • • • • • • • • • • • .. nos termos. 10 -art. ou em comissão. respeitado o limite m8&imo de ! -duas. perceber8 indeni7ação relativa ao período das f$rias a que tiver direito e ao incompleto.. meses. *]+6-S G servidor far8 %us a trinta dias de f$rias. ressalvadas as =ipFteses em que =a%a le#islação específica -art. ter8 o valor)=ora acrescido de !>^ -vinte e cinco por cento. Gs servidores a que se refere este arti#o serão submetidos a e&ames m$dicos a cada E -seis. m se tratando de serviço e&traordin8rio. prestado em =or8rio de um compreendido entre !! -vinte e duas. 6o caso de o servidor e&ercer função de direção. =oras dia e > -cinco. ou ocupar car#o em comissão... o acr$scimo de que trata este arti#o incidir8 sobre a remuneração prevista no art. que podem ser acumuladas.. Gs locais de trabal=o e os servidores que operam com ?aios 3 ou substKncias radioativas serão mantidos sob controle permanente. 11. Para o primeiro período aquisitivo de f$rias serão e&i#idos 1! -do7e. 10. c=efia ou assessoramento. 1>. de modo que as doses de radiação ioni7ante não ultrapassem o nível m8&imo previsto na le#islação prFpria. =ora normal de trabal=o -art. par8#rafo único. a respectiva vanta#em ser8 considerada no c8lculo do adicional de f$rias -art. no caso de necessidade do serviço.. em relação . 1!. par8#rafo único. • -(6C68N-6S () 6NS-A%"+6(-()' P)+6C%A8S6(-() ou -76 6(-()S P)N8S-S • +a7em %us a um adicional sobre o vencimento do car#o efetivo os servidores que trabal=em com =abitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substKncias tF&icas. dias antes do início do respectivo período. 11. 1. por ocasião das f$rias.. art.. meses de e&ercício -par8#rafo único. EC. 1E. at$ o m8&imo de dois períodos. 1E. um adicional correspondente a 1B0 -um terço.. =oras do dia se#uinte. -art. 1>. radioativas ou com risco de vida -art. -(6C68N-A P8+ S)+ 6K8 )R7+-8+(6NI+68 G serviço e&traordin8rio ser8 remunerado com acr$scimo de >N^ -cinqOenta por cento. computando)se cada =ora como cinqOenta e dois minutos e trinta se#undos -art.#ratificação natalina não ser8 considerada para c8lculo de qualquer vanta#em pecuni8ria. =oras por %ornada -art.

1A. • A licença ser8 concedida sem pre%uí7o da remuneração do car#o efetivo. mediante comprovação por %unta m$dica oficial -art. • • • A6C)NK. do /istrito +ederal e dos Junicípios. ou dependente que viva .s suas e&pensas e conste do seu assentamento funcional. do padrasto ou madrasta e enteado. G servidor que opera direta e permanentemente com ?aios 3 ou substKncias radioativas #o7ar8 !N -vinte. convocação para %úri.. sem remuneração. at$ trinta dias. C>. dos pais. comoção interna. C!.. poder8 =aver e&ercício provisFrio em Fr#ão ou entidade da Administração +ederal direta. -o arti#o não di7 se $ com ou . (-S A6C)NK-S "onceder)se)8 ao servidor licença -art. • • • • • • • • • • • A6C)NK.8 S)+ 6K8 M6A67-+ Ao servidor convocado para o serviço militar ser8 concedida licença. na forma e condições previstas na le#islação específica -art.. ou fração superior a quator7e dias -art. art.. C. C. mediante parecer de %unta m$dica oficial e. civil ou militar. H1@.. e&cedendo estes pra7os... CN. A licença ser8 por pra7o indeterminado e sem remuneração -art.H!@. A licença concedida dentro de EN -sessenta.. aut8rquica ou fundacional. dos stados. C0. de qualquer dos Poderes da Inião.P8+ M876 8 )M P)SS8...• • -um do7e avos. desde que para o e&ercício de atividade compatível com o seu car#o -art. • • • • • A6C)NK. por at$ noventa dias -H!@. dos fil=os.. H 0@. para o e&terior ou para o e&ercício de mandato eletivo dos Poderes &ecutivo e <e#islativo -art. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade m8&ima do Fr#ão ou entidade -art.P8+ M876 8 () -*-S7-M)N78 (8 CMNE%F) Poder8 ser concedida licença ao servidor para acompan=ar c9n%u#e ou compan=eiro que foi deslocado para outro ponto do territFrio nacional.. • R vedado o e&ercício de atividade remunerada durante o período da licença -H0@. C1. por semestre de atividade profissional. podendo ser prorro#ada por at$ trinta dias. por m:s de efetivo e&ercício.P-+.: por motivo de doença em pessoa da família4 por motivo de afastamento do c9n%u#e ou compan=eiro4 para o serviço militar4 para atividade política4 para capacitação4 para tratar de interesses particulares4 para desempen=o de mandato classista. G restante do período interrompido ser8 #o7ado de uma sF ve7.. proibida em qualquer =ipFtese a acumulação -art. dias consecutivos de f$rias. 11. As f$rias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública.*-MGA6• Poder8 ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do c9n%u#e ou compan=eiro. serviço militar ou eleitoral. C1.(.. C. 6o deslocamento de servidor cu%o c9n%u#e ou compan=eiro tamb$m se%a servidor público. dias do t$rmino de outra da mesma esp$cie ser8 considerada como prorro#ação -art.

c=efia. como candidato a car#o eletivo. o servidor ter8 at$ 0N -trinta. A1. conforme disposto em re#ulamento -art. • • A6C)NK. o servidor far8 %us . e&ceto promoção por merecimento. somente pelo período de tr:s meses -art. para participar de curso de capacitação profissional -art. • Gs períodos de licença de que trata o caput não são acumul8veis. a pedido do servidor ou no interesse do serviço. A0. dias sem remuneração para reassumir o e&ercício do car#o -art. desde que não este%a em est8#io probatFrio. associação de classe de Kmbito nacional. G servidor poder8 ser cedido para ter e&ercício em outro Fr#ão ou entidade dos Poderes da Inião. nas se#uintes =ipFteses: 2 ) para e&ercício de car#o em comissão ou função de confiança ) sendo a cessão para Fr#ãos ou entidades dos stados.sem remuneração.. -art. sem remuneração. • • A partir do re#istro da candidatura e at$ o d$cimo dia se#uinte ao da eleição. a partir do dia imediato ao do re#istro de sua candidatura perante a Mustiça leitoral. dele ser8 afastado. licenças para o trato de assuntos particulares pelo pra7o de at$ tr:s anos consecutivos. C1. o 9nus da . podendo ser prorro#ada.. a qualquer tempo. at$ o d$cimo dia se#uinte ao do pleito -art. e por uma única ve7 -art. por at$ tr:s meses. H!@.P-+..7+-7-+ 6N7)+)SS)S P-+76C%A-+)S A crit$rio da Administração.8%7+8 Q+FL8 8% )N76(-() • • Art. A licença poder8 ser interrompida. A licença ter8 duração i#ual . CE. sem remuneração. ou do /istrito +ederal e dos Junicípios. assessoramento. asse#urados os vencimentos do car#o efetivo. A!. G servidor candidato a car#o eletivo na localidade onde desempen=a suas funções e que e&erça car#o de direção.. -considerado tempo de efetivo e&ercício.P-+. H!@.. sindicato representativo da cate#oria ou entidade fiscali7adora da profissão. federação. H1@. no interesse da Administração. (8S -*-S7-M)N78S • -*-S7-M)N78 (8 S)+ 6(8+ . par8#rafo único. arrecadação ou fiscali7ação.P-+.. com a respectiva remuneração. poderão ser concedidas ao servidor ocupante de car#o efetivo. A!. do mandato. "oncluído o serviço militar. durante o período que mediar entre a sua escol=a em convenção partid8ria.C-P-C67-KL8 ApFs cada qOinqO:nio de efetivo e&ercício.P-+. e a v$spera do re#istro de sua candidatura perante a Mustiça leitoral -art. afastar)se do e&ercício do car#o efetivo. licença. • • • A6C)NK.-76 6(-() P8AG76CG servidor ter8 direito a licença.8 ()S)MP)N98 () M-N(-78 CA-SS6S7• • • R asse#urado ao servidor o direito . do /istrito +ederal ou dos Junicípios.. • A6C)NK. licença sem remuneração para o desempen=o de mandato em confederação. CE... C>. no caso de reeleição. dos stados. o servidor poder8. CE. • • • A6C)NK.

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remuneração ser8 do Fr#ão ou entidade cession8ria, mantido o 9nus para o cedente nos demais casos -H1@.. 22 ) em casos previstos em leis específicas. -*-S7-M)N78 P-+- )R)+CGC68 () M-N(-78 )A)76 8 SS M8 estudamos ao tratarmos do servidor na "onstituição SS -*-S7-M)N78 P-+- )S7%(8 8% M6SSL8 N8 )R7)+68+ A aus:ncia não e&ceder8 a ; -quatro. anos, e finda a missão ou estudo, somente decorrido i#ual período, ser8 permitida nova aus:ncia -H1@, art. A>.. Ademais a este servidor não ser8 concedida e&oneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período i#ual ao do afastamento, ressalvada a =ipFtese de ressarcimento da despesa =avida com seu afastamento -H!@, art A>.. 7)MP8 () S)+ 6K8

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R contado para todos os efeitos o tempo de serviço público federal, inclusive o prestado ,s +orças Armadas -art. 1NN.. A apuração do tempo de serviço ser8 feita em dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de 0E> dias -art. 1N1.. Al$m das aus:ncias ao serviço previstas no art. A1, são considerados como de efetivo e&ercício os afastamentos em virtude de -art.1N!. : 2 ) f$rias4 22 ) e&ercício de car#o em comissão ou equivalente, em Fr#ão ou entidade dos Poderes da Inião, dos stados, Junicípios e /istrito +ederal4 222 ) e&ercício de car#o ou função de #overno ou administração, em qualquer parte do territFrio nacional, por nomeação do Presidente da ?epública4 25 ) participação em pro#rama de treinamento re#ularmente instituído, conforme dispuser o re#ulamento4 5 ) desempen=o de mandato eletivo federal, estadual, municipal ou do /istrito +ederal, e&ceto para promoção por merecimento4 52 ) %úri e outros serviços obri#atFrios por lei4 522 ) missão ou estudo no e&terior, quando autori7ado o afastamento, conforme dispuser o re#ulamento4 5222 ) licença: a. , #estante, , adotante e , paternidade4 b. para tratamento da prFpria saúde, at$ o limite de vinte e quatro meses, cumulativo ao lon#o do tempo de serviço público prestado , Inião, em car#o de provimento efetivo4 c. para o desempen=o de mandato classista, e&ceto para efeito de promoção por merecimento4 d. por motivo de acidente em serviço ou doença profissional4 e. para capacitação, conforme dispuser o re#ulamento4 f. por convocação para o serviço militar4 23 ) deslocamento para a nova sede de que trata o art. 1C4 3 ) participação em competição desportiva nacional ou convocação para inte#rar representação desportiva nacional, no País ou no e&terior, conforme disposto em lei específica4 32 ) afastamento para servir em or#anismo internacional de que o Prasil participe ou com o qual coopere. "ontar)se)8 apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade -art. 1N0.:

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2 ) o tempo de serviço público prestado aos stados, Junicípios e /istrito +ederal4

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22 ) a licença para tratamento de saúde de pessoa da família do servidor, com remuneração4 222 ) a licença para atividade política, no caso do art. CE, H !o4 25 ) o tempo correspondente ao desempen=o de mandato eletivo federal, estadual, municipal ou distrital, anterior ao in#resso no serviço público federal4 5 ) o tempo de serviço em atividade privada, vinculada , Previd:ncia Social4 52 ) o tempo de serviço relativo a tiro de #uerra4 522 ) o tempo de licença para tratamento da prFpria saúde que e&ceder o pra7o a que se refere a alínea kbk do inciso 5222 do art. 1N!. G tempo em que o servidor esteve aposentado ser8 contado apenas para nova aposentadoria -H1@, 1N0.. Ser8 contado em dobro o tempo de serviço prestado ,s +orças Armadas em operações de #uerra -H!@, art. 1N0.. ntendo que $ inconstitucional, ante o teor do art. ;N, H1N, "+, acrescentado pela " n@ !NBAC,

R vedada a conta#em cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um car#o ou função de Fr#ão ou entidades dos Poderes da Inião, stado, /istrito +ederal e Junicípio, autarquia, fundação pública, sociedade de economia mista e empresa pública -H0@, art. 1N0..

(6+)678 () P)76KL8

R asse#urado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos, em defesa de direito ou interesse le#ítimo -art.1N;.. Para o e&ercício do direito de petição, $ asse#urada vista do processo ou documento, na repartição, ao servidor ou a procurador por ele constituído -art.110..

G requerimento ser8 diri#ido , autoridade competente para decidi)lo e encamin=ado por interm$dio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente -art. 1N>..

"abe pedido de reconsideração , autoridade que =ouver e&pedido o ato ou proferido a primeira decisão, não podendo ser renovado -art. 1NE.. G requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os arti#os anteriores deverão ser despac=ados no pra7o de > -cinco. dias e decididos dentro de 0N -trinta. dias -art. 1NE, par8#rafo único.. "aber8 recurso do indeferimento do pedido de reconsideração, no pra7o de 0N -trinta. dias, diri#ido , autoridade imediatamente superior , que tiver e&pedido o ato ou proferido a decisão, e, sucessivamente, em escala ascendente, ,s demais autoridades -art. 1N1, 2, H1@.. Ser8 encamin=ado por interm$dio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente -1N1, HH 1@, !@ e art. 1NC..

G recurso poder8 ser recebido com efeito suspensivo a %uí7o da autoridade competente. m caso de provimento, os efeitos da decisão retroa#irão , data do ato impu#nado -art. 1NA..

P+)SC+6KL8 (8 (6+)678 () +)C8++)+

G direito de requerer contado da data da publicação do ato impu#nado ou da data da ci:ncia pelo interessado, quando o ato não for publicado -tiver nature7a reservada. -art. 11N, par8#rafo único., prescreve -art. 11N.:

2 ) em > -cinco. anos, quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou

disponibilidade, ou que afetem interesse patrimonial e cr$ditos resultantes das relações de trabal=o4

22 ) em 1!N -cento e vinte. dias, nos demais casos, salvo quando outro pra7o for fi&ado em lei.

A prescrição $ de ordem pública, não podendo ser relevada pela administração -art. 11!.. G pedido de reconsideração e o recurso, quando cabíveis, interrompem a prescrição -art. 111.. São fatais e improrro#8veis os pra7os estabelecidos neste "apítulo, salvo motivo de força maior -art. 11>..

A administração dever8 rever seus atos, a qualquer tempo, quando eivados de ile#alidade -art. 11;..

(8 +)F6M) (6SC6PA6N-+

G re#ime disciplinar fa7 parte do título 25 do statuto, e compreende os se#uintes capítulos : dos deveres, das proibições, da acumulação, das responsabilidades e das penalidades.

Preves coment8rios :

6ão deve ser confundido o poder disciplinar com o poder penal do stado. G poder penal $ e&ercido pelo Poder Mudici8rio, norteado pelo processo penal4 visa , repressão de condutas de condutas qualificadas como crime e contravenções4 portanto, tem a finalidade precípua de preservar a ordem e ordem e a conviv:ncia na sociedade como um todo. G poder disciplinar, por sua ve7, $ atividade administrativa, re#ida pelo direito administrativo4 visa , punição de condutas, qualificadas em estatutos ou demais leis, como infrações funcionais4 tem a finalidade de preservar de modo imediato, a ordem interna do serviço, para que as atividades do Fr#ão possam ser reali7adas sem a perturbação e sem desvirtuamentos, dentro da le#alidade e da lisura -Gdete Jedauar..
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(-S P)N-A6(-()S São penalidades disciplinares -art. 1!1. : Advert:ncia4 Suspensão4 /emissão4 "assação de aposentadoria ou disponibilidade4 /estituição de car#o em comissão4 /estituição de função comissionada. -( )+7[NC6A advert:ncia ser8 aplicada por escrito, nos casos de : inobservKncia de dever funcional previsto em lei, re#ulamentação ou norma interna, que não %ustifique imposição de penalidade mais #rave -art. 1!A.. is aqui um e&emplo de que as sanções disciplinares não obedecem ce#amente o princípio da tipicidade. Xue decide se cabe ou não penalidade mais #rave $ a Administração. Pem como na 2nobservKncia das se#uinte proibições -art. 111, incisos 2 a 5222 e 323. ausentar)se do serviço durante o e&pediente, sem pr$via autori7ação do c=efe imediato4

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apFs o decurso de 0 -tr:s. c9n%u#e. 10N. praticado nova infração disciplinar -art.• • • • • • • • • • • • • • • • • retirar.. por sessenta dias. Ser8 punido com suspensão de at$ 1> -quin7e. : crime contra a administração pública -estão previstos no "Fdi#o Penal. ficando o servidor obri#ado a permanecer em serviço -H!@. repartição. dias4 Xuando =ouver conveni:ncia para o serviço. 10A. in%ustificadamente. fora dos casos previstos em lei.. na base de >N^ -cinqOenta por cento. qualquer documento ou ob%eto da repartição4 recusar f$ a documentos públicos4 opor resist:ncia in%ustificada ao andamento de documento e processo ou e&ecução de serviço4 promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição4 cometer a pessoa estran=a . na repartição4 insubordinação #rave em serviço4 • • • . compan=eiro ou parente at$ o se#undo #rau civil4 recusar)se a atuali7ar seus dados cadastrais quando solicitado. sem causa %ustificada. art. dias o servidor que. 3522 e 35222. e&ceto em situações de emer#:ncia e transitFrias4 e&ercer quaisquer atividades que se%am incompatíveis com o e&ercício do car#o ou função e com o =or8rio de trabal=o4 8"S)+ -Kb)S S8"+) . G cancelamento da penalidade não surtir8 efeitos retroativos -par8#rafo único. S%SP)NSL8 A suspensão ser8 aplicada -art. sem pr$via anu:ncia da autoridade competente. respectivamente. 101.. ou a partido político4 manter sob sua c=efia imediata. • • • • • • ()M6SSL8 A demissão ser8 aplicada nos se#uintes casos -art. se o servidor não =ouver. recusar)se a ser submetido a inspeção m$dica determinada pela autoridade competente. durante o período de do7e meses -art. : em caso de reincid:ncia das faltas punidas com advert:ncia e de violação4 das demais proibições que não tipifiquem infração su%eita a penalidade de demissão4 de que são e&emplos as proibições -art. a penalidade de suspensão poder8 ser convertida em multa. 4 improbidade administrativa4 incontin:ncia pública e conduta escandalosa. C-NC)A-M)N78 (8S +)F6S7+8S () S%SP)NSL8 ) -( )+7[NC6- • • • As penalidades de advert:ncia e de suspensão terão seus re#istros cancelados.. 10C. interpoladamente. 10!. por dia de vencimento ou remuneração.4 abandono de car#o -confi#ura abandono de car#o a aus:ncia intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos.4 inassiduidade =abitual -entende)se por inassiduidade =abitual a falta ao serviço. o desempen=o de atribuição que se%a de sua responsabilidade ou de seu subordinado4 coa#ir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem)se a associação profissional ou sindical. 111.S%SP)NSL85 A suspensão não poder8 e&ceder de AN -noventa. cessando os efeitos da penalidade uma ve7 cumprida a determinação -H1@. : cometer a outro servidor atribuições estran=as ao car#o que ocupa. anos de efetivo e&ercício. nesse período. e > -cinco. em car#o ou função de confiança.

cotista ou comandit8rio4 • atuar. em detrimento da di#nidade da função pública4 • participar de #er:ncia ou administração de empresa privada. a servidor ou a particular. em serviço. sendo)l=e vedado e&ercer o com$rcio. presente ou vanta#em de qualquer esp$cie. art.. nos casos abai&o implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao er8rio. • • • • • improbidade administrativa aplicação irre#ular de din=eiros públicos lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrim9nio nacional-T.. em ra7ão de suas atribuições4 • aceitar comissão. sem pre%uí7o da ação penal cabível -art. direta ou indiretamente.. 111. • • • revelação de se#redo do qual se apropriou em ra7ão do car#o4 corrupção G servidor que for demitido ou destituído do car#o em comissão nos casos abai&o não poder8 retornar ao serviço público federal -par8#rafo único. nos casos abai&o incompatibili7a o e&)servidor para nova investidura em car#o público federal. empre#os ou funções públicas4 Pem como na trans#ressão das se#uintes proibições .4 corrupção4 A demissão ou a destituição de car#o em comissão. comissão. empre#o ou pensão de estado estran#eiro4 • praticar usura sob qualquer de suas formas4 • proceder de forma desidiosa4 • utili7ar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares4 • A demissão ou a destituição de car#o em comissão. 10E. e&ceto na qualidade de acionista. 101.incisos 23 a 352 do art. salvo em le#ítima defesa prFpria ou de outrem4 aplicação irre#ular de din=eiros públicos4 revelação de se#redo do qual se apropriou em ra7ão do car#o4 lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrim9nio nacional4 corrupção4 acumulação ile#al de car#os. %unto a repartições públicas. 101. salvo a participação nos consel=os de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a Inião deten=a.• • • • • • • • ofensa física. pelo pra7o de > -cinco. anos -art. como procurador ou intermedi8rio. participação do capital social. sociedade civil. salvo quando se tratar de benefícios previdenci8rios ou assistenciais de parentes at$ o se#undo #rau. • crime contra a administração pública . : valer)se do car#o para lo#rar proveito pessoal ou de outrem. e de c9n%u#e ou compan=eiro4 • receber propina.

nem ser remunerado pela participação em Fr#ão de deliberação coletiva -art. para apresentar opção no pra7o improrro#8vel de de7 dias.-e&ercício interino em outro car#o de confiança. $ vedada a acumulação remunerada de car#os públicos -art. • A acumulação de car#os. G servidor não poder8 e&ercer mais de um car#o em comissão. direta ou indiretamente. suas subsidi8rias e controladas. bem como quaisquer empresas ou entidades em que a Inião.. do /istrito +ederal. 11C.. salvo na =ipFtese em que =ouver compatibilidade de =or8rio e local com o e&ercício de um deles.. ainda que lícita. &ceto remuneração devida pela participação em consel=os de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista. 100. • • ()S767%6KL8 () C-+F8 )M C8M6SSL8 . art. 11A. dos *erritFrios e dos Junicípios -H1@. na =ipFtese de omissão.. nesta =ipFtese dever8 optar pela remuneração de um deles.. aplicar)se)8 a pena de demissão. dos stados. que acumular licitamente dois car#os efetivos.. 100. adotar8 procedimento sum8rio para a sua apuração e re#ulari7ação imediata 4 • A opção pelo servidor at$ o último dia de pra7o para defesa confi#urar8 sua boa)f$.• • • • • • • improbidade administrativa aplicação irre#ular de din=eiros públicos lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrim9nio nacional4 corrupção4 -C%M%A-KL8 6A)F-A () C-+F8S ?essalvados os casos previstos na "onstituição. empresas públicas. por interm$dio de sua c=efia imediata. declarada pelas autoridades m8&imas dos Fr#ãos ou entidades envolvidos -art. ficar8 afastado de ambos os car#os efetivos. empre#os ou funções públicas. 10. empre#os e funções em autarquias. empre#os ou funções públicas em re#ime de acumulação ile#al. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos car#os. falta punível com a demissão -art. • A proibição de acumular estende)se a car#os. comprovação da compatibilidade de =or8rios -H!@. e&ceto no caso previsto no par8#rafo único do art. =ipFtese em que os Fr#ãos ou entidades de vinculação serão comunicados -HE@.11A. art. quando investido em car#o de provimento em comissão. contados da data da ci:ncia e. art.. Ao. • "aracteri7ada a acumulação ile#al e provada a m8)f$. • • G servidor vinculado ao re#ime desta <ei.. a autoridade notificar8 o servidor. na atividade. fundações públicas. deten=a participação no capital social-par8#rafoúnicoart. 11C. =ipFtese em que se converter8 automaticamente em pedido de e&oneração do outro car#o -H>@. fica condicionada . sociedades de economia mista da Inião.. • C-SS-KL8 () -P8S)N7-(8+6• Ser8 cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que =ouver praticado. 11C. /etectada a qualquer tempo a acumulação ile#al de car#os. 1!N. • • Art.

A?*.1.!. as circunstKncias a#ravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais -art. 10>. pelo c=efe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos re#imentos ou re#ulamentos. • • pra7o de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou con=ecido -H1@. quanto . art.. de servidor vinculado ao respectivo Poder. 1. suspensão4 • 222 ) em 1CN -cento e oitenta.. não deve ri#orosa obedi:ncia ao princípio da tipicidade estrita na definição le#al dos atos passíveis de pena e das respectivas sanções. a e&oneração efetuada -a pedido ou a %uí7o da autoridade. dias. anos. . 1.. pelo Presidente da ?epública. • 6a aplicação das penalidades serão consideradas a nature7a e a #ravidade da infração cometida.!. pela autoridade que =ouver feito a nomeação. 1. quanto . • "onstatada a =ipFtese de que trata este arti#o. pelos Presidentes das "asas do Poder <e#islativo e dos *ribunais +ederais e pelo Procurador)Leral da ?epública.s infrações puníveis com demissão. anos. dias.: • 2 ) em > -cinco.• A destituição de car#o em comissão e&ercido por não ocupante de car#o efetivo ser8 aplicada nos casos de infração su%eita . ser8 convertida em destituição de car#o em comissão -par8#rafo único. quanto 8 advert:ncia. dias..: • quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 1!C.s penalidades de suspensão e de demissão -art.4 • quando se tratar de destituição de car#o em comissão.. • As penalidades disciplinares serão aplicadas -art. os danos que dela provierem para o serviço público. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de car#o em comissão4 • 22 ) em ! -dois. G ato de imposição da penalidade mencionar8 sempre o fundamento le#al e a causa da sanção disciplinar -par8#rafo único. Fr#ão.quelas mencionadas no inciso anterior4 • nos casos de advert:ncia ou de suspensão de at$ 0N -trinta. =ipFteses do arti#o 0>. • -PA6C-KL8 (-S P)N-A6(-()S (6SC6PA6N-+)S • Preves coment8rios : • 6a Administração Pública. 1!C. pelas autoridades administrativas de =ierarquia imediatamente inferior . • P+)SC+6KL8 • A ação disciplinar prescrever8 -art. ou entidade4 • quando se tratar de suspensão superior a 0N -trinta. ao contr8rio do que acontece no direito penal.

!. 1>. 1..: . (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • • • • Ser8 obri#atFria a abertura de processo disciplinar. • • • • • /a sindicKncia poder8 resultar -<ei C. art. 1.A. o pra7o começar8 a correr a partir do dia em que cessar a interrupção -H. a autoridade competente encamin=ar8 cFpia dos autos ao Jinist$rio Público. 1. art... que indicar8 entre eles o seu presidente.P+)SC+6KL8 • A abertura de sindicKncia ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição.. • (8 P+8C)SS8 -(M6N6S7+-76 8 (6SC6PA6N-+ • (. • *-S)S (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • G processo disciplinar se desenvolve nas se#uintes fases -art. • C8N(%KL8 (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • G processo disciplinar ser8 condu7ido por comissão composta de tr:s servidores est8veis desi#nados pela autoridade competente.. atrav$s de sindicKncia. dias4 222 ) instauração de processo disciplinar. dias.. at$ a decisão final proferida por autoridade competente -H0@. • 2nterrompido o curso da prescrição.11!BAN.. art.: 2 ) arquivamento do processo4 22 ) aplicação de penalidade de advert:ncia ou suspensão de at$ 0N -trinta. . art..>..11!BAN.. ou ter nível de escolaridade i#ual ou superior ao do indiciado -art. caput. P+-P8 () C8NCA%SL8 (. 1>1. art.S6N(6CaNC6• Ao tomar con=ecimento de irre#ularidades praticadas por servidor a Administração $ obri#ada. sempre que o ilícito praticado pelo servidor ense%ar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 0N -trinta. • Gs autos da sindicKncia inte#rarão o processo disciplinar. SindicKncia $ um procedimento pr$vio a qualquer punição.s infrações disciplinares capituladas tamb$m como crime -H!@.!. a proceder a sua apuração. podendo ser prorro#ado por i#ual período. 1>. independentemente da imediata instauração do processo disciplinar -art. que dever8 ser ocupante de car#o efetivo superior ou do mesmo nível. par8#rafo único. 1.11!BAN.• Gs pra7os de prescrição previstos na lei penal aplicam)se . par8#rafo único. art.!.>. • 6N7)++%PKL8 (. 1. de demissão. ou destituição de car#o em comissão -<ei C. 1.@. 1. como peça informativa da instrução -art. cassação de aposentadoria ou disponibilidade. a crit$rio da autoridade superior -lei C. 6a =ipFtese de o relatFrio da sindicKncia concluir que a infração est8 capitulada como ilícito penal.S6N(6CaNC6G pra7o para conclusão da sindicKncia não e&ceder8 0N -trinta.E. dias.

no pra7o de 1N -de7. asse#urando)se)l=e vista do processo na repartição. percebemos que : . a autoridade instauradora do processo disciplinar poder8 determinar o seu afastamento do e&ercício do car#o.. asse#urado o direito de re#resso contra o respons8vel nos casos de dolo ou culpak. G servidor que não apresentar defesa ser8 considerado revel -arts. P+-P8 (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ G pra7o para conclusão do processo disciplinar não e&ceder8 EN -sessenta. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. qualquer pessoa da família poder8 requerer a revisão do processo. findo o qual cessarão os efeitos. tipificada a infração disciplinar. dos servidores públicos civis de cada pessoa política : Inião. caput. • +esponsabilidades dos servidores públicos ncontra)se prevista na "onstituição bem como nos respectivos re#imes %urídicos -estatutos. com a especificação dos fatos a ele imputados e das respectivas provas. com a publicação do ato que constituir a comissão4 22 ) inqu$rito administrativo. • • (8 -*-S7-M)N78 P+) )N76 8 "omo medida cautelar e a fim de que o servidor não ven=a a influir na apuração da irre#ularidade. que compreende instrução. a pedido ou de ofício. dias. em seus arts.11!BAN. 1!1 a 1!E. HH1@e !@. /istrito +ederal e Junicípios..1E. ser8 formulada a indiciação do servidor. quando se adu7irem fatos novos ou circunstKncias suscetíveis de %ustificar a inoc:ncia do punido ou a inadequação da penalidade aplicada.H E@ ) kAs pessoas %urídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus a#entes. a qualquer tempo. H1@ e art. stados.. aus:ncia ou desaparecimento do servidor. que poder8 ser prorro#ado por i#ual pra7o. dias. dias.11!BAN.C8NS767%6KL8 *)/ ?A< • "+BCC. a revisão ser8 requerida pelo respectivo curador -art. 1.• • • • • 2 ) instauração. que ser8 citado por mandado e&pedido pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita. • • 7+-7-M)N78 (-(8 P)A. m caso de falecimento. quando as circunstKncias e e&i#irem -<ei C.. 11. art. sem pre%uí7o da remuneração. 6o caso de incapacidade mental do servidor. art. pelo pra7o de at$ EN -sessenta. nessa qualidade. 6o caso da Inião o assunto $ previsto pela lei n@ C. +) 6SL8 (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • • G processo disciplinar poder8 ser revisto. causarem a terceiros. defesa e relatFrio4 222 ) %ul#amento. 01. 1>!. • • • 6N(6C6-KL8 (8 S)+ 6(8+ "oncluída a instrução do inqu$rito. • /a an8lise deste dispositivo. ainda que não concluído o processo -art... 1E1. admitida a sua prorro#ação por i#ual pra7o.1.

• Gs pra7os de prescrição previstos na lei penal aplicam)se . 1!. cBcart. não ser8 punido administrativamente se ocorrer a prescrição penal.: • .+)SP8NS-"6A6(-() -(M6N6S7+-76 • A responsabilidade administrativa do servidor ser8 afastada no caso de absolvição penal que -art. 2. 1!!. se servidor cometer infração administrativa que confi#ure tamb$m infração penal. 1!0. nessa qualidade -art.s infrações disciplinares capituladas como crime -art. • +)SP8NS-"6A6(-() C6 6A • A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo. sendo independentes entre si -art. at$ o limite do valor da =erança recebida -art. in#ressam com ação %udicial contra os a#entes -servidores. Junicípios. penal e administrativamente pelo e&ercício irre#ular das suas atribuições -art. e das pessoas %urídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos -concession8rias e permission8rias. ?esponsabilidade ob%etiva $ aquela que independe da verificação da ocorr:ncia de dolo ou culpa • b. doloso ou culposo. stados. primeiro. +)SP8NS-"6A6(-() P)N-A • A responsabilidade penal -criminal.• a. que resulte pre%uí7o ao er8rio ou a terceiros -art. se estes forem ou causadores do dano..!. 1!1. A responsabilidade dos a#entes públicos $ re#ressiva e sub%etiva... as pessoas %urídicas indeni7am os pre%uí7os causados a terceiros. abran#e crimes e contravenções imputadas ao servidor. 1. H!@. e suas respectivas Autarquias e +undações Públicas. 1!!. no estatuto $ infração punível com demissão cu%o pra7o prescricional $ de > anos -art. • C%M%A-76 6(-() (-S S-NKb)S • As sanções civis. a e&emplo do empre#o irre#ular de din=eiros públicos. H0@. R sub%etiva. • +)SP8NS-"6A6(-()S (8 S)+ 6(8+ • G servidor responde civil.!. 10!. R re#ressiva porque.. • +)SP8NS-"6A6(-() -(M6N6S7+-76 • A responsabilidade administrativa resulta de ato comissivo ou omissivo praticado no desempen=o do car#o ou função -art.. porque. • )RCA%SL8 (. se aplica o pra7o de prescrição da lei penal que $ menor.. 6o entanto. /istrito +ederal. penais e administrativas poderão cumular)se.. 1!>. depois. 1!E.. Assim. 5222. o servidor sF indeni7ar8 pre%uí7os que ten=a causado em caso de dolo ou de culpa. A responsabilidade das pessoas %urídicas de direito público -Inião. • • • A obri#ação de reparar o dano estende)se aos sucessores e contra eles ser8 e&ecutada. 1. $ ob%etiva. caput.. do statuto.

+)SP8NS-"6A6(-() 8"E)76 ocorr:ncia de força maior) e&pressa em fatos da nature7a. na =ipFtese de insufici:ncia de provas. stados. baseada no dolo ou na culpa. .4 • responsabilidade patrimonial e&tracontratual do stado -"elso Ant9nio. • • +esponsabilidade civil da administra/&o sta responsabilidade se relaciona . • • • • • A do a#ente público causador do dano.4 • responsabilidade civil do stado -Mos$ dos Santos "arval=o +il=o. causarem a terceiros. asse#urado o direito de re#resso contra o respons8vel nos casos de dolo ou culpa( -#rifei. . • A doutrina atribui outros nomes a esta mat$ria tais como : • responsabilidade e&tracontratual do stado -Jaria SUlvia \anella di Pietro. buracos em vias públicas. tais como Autarquias e +undações Públicas e seus dele#ados na prestação de serviços públicos -concession8rios e permission8rios. nessa qualidade. mant$m)se a punição administrativa. • A interpretação desta re#ra permite vislumbrar duas responsabilidades : • A das pessoas %urídicas de direito público : Inião. C-%S-S () )RCA%SL8 787-A 8% P-+C6-A (. Assim.• • • ne#ue a e&ist:ncia do fato -o fato não e&istiu. c=uva de #rani7o. Gbservação : a absolvição penal por insufici:ncia de provas não afasta a responsabilidade administrativa do servidor. no H E@ do art. aí compreendida a Administração /ireta. queda de raio. /istrito +ederal e Junicípios. perante a Administração ou perante o seu mpre#ador ) responsabilidade sub%etiva. inundação de rio4 • culpa e&clusiva da vítima4 • culpa de terceiros. A "onstituição da ?epública +ederativa do Prasil de N>B1NB1ACC. e as entidades inte#rantes da Administração 2ndireta com personalidade de direito público. reparação de danos causados a terceiros em decorr:ncia das atividades ou omissões do stado. baseada no ne&o causal. com base na teoria do risco administrativo.4 • • • +)SP8NS-"6A6(-() C6 6A (8 )S7-(8 N8 (6+)678 "+-S6A)6+8 *rata)se de responsabilidade ob%etiva ou sem culpa. 01 : • ' As pessoas %urídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus a#entes. irresistíveis tais como : terremoto. 4 ne#ue sua autoria -não foi o servidor o autor do fato. perante a vítima do dano ) responsabilidade ob%etiva.. como por e&emplo : acidente de trKnsito provocado por veículo oficial. tornado.

di7 que 'compete . G "Fdi#o "ivil. a "onstituição de 1ACC. /ireito Administrativo Prasileiro. mas não $ pessoa %urídica. os stados.-*?+ D . ou e&terno. • • • • • 6o entanto... mantendo sempre sua única personalidade de /ireito Público. Assim. impessoalidade. 1C. R pessoa %urídica de direito privado interno d. o stado $ pessoa %urídica de /ireito Público 2nterno e ainda 'como ente personali7ado. R bom lembrar que o "Fdi#o "ivil est8 se referindo ao Kmbito interno. moralidade. 01. inciso 2. -1. caput.-"+BCC. 6o Kmbito e&terno.• • Personalidade NurDdica do estado -(M6N6S7+-KL8 P@"A6C• C-+-C7)+GS76C-S ) M8(8 () -7%-KL8 • -(M6N6S7+-KL8 (6+)7. no art. art. caput.) 6N(6+)7• • • • • • Personalidade Murídica do stado Ser pessoa $ poder assumir direitos e contrair obri#ações.. para QelU <opes Jeirelles.. $ pessoa %urídica de /ireito &terno. e de direito privado. dispõe : São pessoas %urídicas de direito público interno : A Inião4 "ada um dos stados e o /istrito +ederal4 "ada um dos Junicípios le#almente constituídos. o /istrito +ederal e os Junicípios.. G que nos leva . A administração /ireta e 2ndireta de qualquer dos Poderes da Inião dos stados. pois a teoria da dupla personalidade do stado ac=a)se definitivamente superada. no Kmbito internacional. conclusão.T edição. inciso 2. 10 afirma que as pessoas %urídicas são de direito público interno. R pessoa %urídica pública ou privada. !1. art. por ser entidade política -(M6N6S7+-KL8 P@"A6CA or#ani7ação político)administrativa brasileira compreende a Inião. 1. R pessoa %urídica de direito público interno e. o stado pode atuar no campo do /ireito Público como no /ireito Privado. publicidade e efici:ncia.(. *em dupla personalidade por atuar na 8rea de direto público e privado c. *em personalidade %urídica especial.( • • • aí como cai no concursoi 5e%amos uma questão do *?+ D . >>. 6o art. a ?epública +ederativa do Prasil. representado pela Inião. ve%a se voc: responde. todos aut9nomos nos termos da "onstituição -"+BCC. b. p8#. R certa a afirmação de que o stado : • • • • • • • • • a.. do /istrito +ederal e dos Junicípios obedecer8 aos princípios da le#alidade.T re#ião. !. em uma primeira classificação a Administração Pública compreende a : • • • .@ re#ião. art. Inião manter relações com stados estran#eiros e participar de or#ani7ações internacionais(.

Administração do /istrito +ederal4 e Administração Junicipal. e isto $ muito importante. atrav$s de seus a#entes. • • Assim. os Fr#ãos não t:m personalidade %urídica nem vontade prFpria. • • • %M. sem qualquer subordinação =ier8rquica ou . que são atributos do corpo e não das partesk. Por isso mesmo. cu%a atuação $ imputada . uma ve7 que seus conflitos de atribuições serão resolvidos administrativamente pelas c=efias a que estão subordinados • "lassificação dos Fr#ãos públicos • QelU Jeirelles classifica os Fr#ãos públicos quanto 8 posição estatal. a vontade da entidade a que pertencem e a vinculam por seus atos. em : independentes. quando infrin#idas por outro Fr#ão.(. • • 2mportante : essa capacidade processual sF a t:m os Fr#ãos independentes e os aut9nomos. • Atenção : Ao falarmos da Administração /ireta $ inevit8vel citarmos os Fr#ãos públicos.S8"+) 8S Q+FL8S P@"A6C8S Para QelU Jeirelles Fr#ãos públicos 'são centros de compet:ncia instituídos para o desempen=o de funções estatais. em ra7ão de sua =ierarqui7ação. • Sabemos que personalidade %urídica si#nifica a possibilidade de assumir direitos e obri#ações. os Fr#ãos na 8rea de suas atribuições e nos limites de sua compet:ncia funcional e&pressam não a sua prFpria vontade. visto que os demais D superiores e subalternos ). manifestados atrav$s de seus a#entes -pessoas físicas. superiores e subalternos : • a?LWGS 26/ P 6/ 6* S : são os ori#in8rios da "onstituição. aut9nomos. ou se%a. embora não ten=am personalidade %urídica. mas. "ada uma destas Administrações se subdivide em : Administração /ireta e Administração 2ndireta. não podem demandar %udicialmente. pessoa %urídica a que pertencem(. relativamente 8 posição ocupada pelos mesmos na escala #overnamental ou administrativa.P-A. 6o entanto.• • • • • • • • • • Administração +ederal4 Administração stadual. ssa prerro#ativa $ denominada de capacidade %udici8ria ou capacidade processual. admitem defesa at$ mesmo por mandado de se#urança.+. -(M6N6S7+-KL8 (6+)7A Administração /ireta $ o con%unto dos Fr#ãos inte#rados na estrutura da c=efia do &ecutivo e na estrutura dos Fr#ãos au&iliares da c=efia do &ecutivo. os Fr#ãos podem ter prerro#ativas funcionais prFprias que. colocados no 8pice da pirKmide #overnamental.

• "=efias do &ecutivos D Presid:ncia da ?epública. Advocacia)Leral da Inião. com redu7ido poder decisFrio e predominKncia de atribuições de e&ecução. São c=amados de Fr#ãos prim8rios do stado. São e&emplos .funcional. • *ribunais Mudici8rios e Muí7es sin#ulares4 • Jinist$rio Público D da Inião e dos stados4 • • *ribunais de "ontas D da Inião. que são a#entes administrativos. "Kmara dos /eputados. "Kmaras de 5ereadores. • • • Portarias4 Seções de e&pediente aí como cai no concurso i 5e%amos uma questão do *?+ D . dentro de sua 8rea de compet:ncia.T re#ião. e sF su%eitos aos controles constitucionais de um Poder pelo outro. Fr#ãos : • a. Assembl$ias <e#islativas. imediatamente abai&o dos Fr#ãos independentes e diretamente subordinados a seus c=efes. *:m ampla autonomia administrativa. a?LWGS SIP ?2G? S : não #o7am de autonomia administrativa nem financeira. posição estatal são considerados respectivamente. políticos e administrativos . a?LWGS SIPA<* ?6GS : destinam)se 8 reali7ação de serviços de rotina. ve%a se voc: responde. quanto . São e&emplos : Jinist$rios. a Advocacia)Leral da Inião e as "oordenadorias. tarefas de formali7ação de atos administrativos. com responsabilidade pela e&ecução. Senado +ederal. coordenação e controle das atividades que constituem sua 8rea de compet:ncia. para serem desempen=adas diretamente pelos seus membros -a#entes políticos. São e&emplos • • • • • • • • • • Labinetes4 2nspetorias)Lerais4 Procuradorias Administrtivas e Mudiciais4 "oordenadorias4 /epartamentos4 /ivisões. Procuradorias dos stados e Junicípios. • -!. a e&emplo das atividades)meios e atendimento ao público. Prefeituras. financeira e t$cnica.@ re#ião.-*?+ D . São e&emplos : • "asas le#islativas ) "on#resso 6acional. #eralmente a car#o de seus Fr#ãos subalternos. Gs *ribunais +ederais. que são atributos dos Fr#ãos independentes e dos aut9nomos a que pertencem. caracteri7ando)se como Fr#ãos diretivos com funções precípuas de plane%amento. %udiciais e quase)%udiciais outor#adas diretamente pela "onstituição. Sua liberdade funcional restrin#e)se ao plane%amento e soluções t$cnicas. Secretarias Junicipais. Secretarias staduais. Superiores. supervisão. dos Junicípios a?LWGS AI*l6GJGS : são os locali7ados na cúpula da Administração. distintos de seus servidores. Lovernadorias.. dos stados. sses Fr#ãos det:m e e&ercem as funções políticas.

sem remuneração. transitoriamente. Aut9nomos. 2ndependentes. su%eitos . /eputados. em ra7ão de sua condição cívica. su%eitam)se . 01. 2ndependentes. independentes e superiores d. Atuam com plena liberdade funcional suas prerro#ativas e responsabilidades estão estabelecidas na "onstituição e em leis especiais. definitiva ou transitoriamente. e 5ereadores. AL 6* S QG6G?[+2"GS D são cidadãos convocados. superiores e aut9nomos -F)N7)S P@"A6C8S Síntese e&traída do livro /ireito Administrativo Prasileiro de QelU <opes Jeirelles. Para QelU a#entes públicos 'são todas as pessoas físicas incumbidas. 5..art. 6esta cate#oria encontram)se : • "=efes de &ecutivo -Presidente. mas sem qualquer vínculo empre#atício ou estatut8rio e. empre#o ou função em que este%am investidos. mas normalmente e&ercem uma função pública e.• • • • • • b. com maior ou menor =ierarquia. Superiores. nem e&ercem atribuições políticas ou #overnamentais4 são unicamente servidores públicos. aut9nomos e superiores c. independentes e aut9nomos e. 01. art. =ierarquia funcional e ao re#ime %urídico determinado pela entidade estatal a que servem.4 Servidores públicos e&ercentes de car#os ou empre#os em comissão -"+. e seus au&iliares imediatos -Jinistros e Secret8rios de stado e Junicípio. determinados serviços ao stado. 22. conforme o car#o. =ierarquia e disciplina do Fr#ão a que estão servindo. art. • Gs a#entes públicos. 01.4 ?epresentantes diplom8ticos4 A* 6ZWG : estes quatro sF são considerados a#entes políticos por QelU <opes Jeirelles • AL 6* S A/J262S*?A*25GS D são todos que se vinculam ao stado por relações profissionais. do e&ercício de al#uma função estatal(. 6esta cate#oria se encontram : • • • • Servidores públicos concursados -"+. de sua =onorabilidade ou de sua notFria capacidade profissional. classificam)se em : • AL 6* S PG<[*2"GS D são os componentes do Loverno nos seus primeiros escalões para o e&ercício de atribuições políticas. encar#os e responsabilidades profissionais dentro do Fr#ão ou da entidade a que servem. Lovernadores e Prefeitos. #:nero que se reparte em cinco esp$cie ou cate#orias. %udiciais e quase %udiciais previstas na constituição. 6ão são servidores públicos. podendo perceber um pro labore e contar o período de trabal=o .4 • • • • • • Jembros das "asas <e#islativas -Senadores. nem o representam. normalmente. 5.4 Servidores tempor8rios contratados por tempo determinado para atender a necessidade tempor8ria de e&cepcional interesse público -"+. 6ão são membros de poder de stado. desi#nados ou nomeados para prestar. enquanto a desempen=am.4 Jembros do Poder Mudici8rio4 Jembros do Jinist$rio Público4 Jembros dos *ribunais de "ontas -Jinistros do *"I e "onsel=eiros do *" .

Administrativos. • • • ()SC8NC)N7+-KL8 ) ()SC)N7+-A6P-KL8 /esc ntrali7ação $ a distribuição de compet:ncias entre ntidades de uma para outra pessoa. credenciados e =onoríficos. e. Políticos. desconcentrar. =onoríficos e dele#ados. esp$cie ou cate#oria dos a#entes : • • • • • • • a. os %urados e os leiloeiros pertencem. 6esta cate#oria se encontram : • • • • • Murados do tribunal do %úri4 Jes8rio eleitoral4 Jembro de comissão de estudo ou de %ul#amento. dispondo sobre serviço volunt8rio. obra ou serviço público e reali7am em nome prFprio. por sua conta e risco. as fundações públicas. • • • aí como cai no concurso i 5e%amos uma questão do *?+ D . nem representantes do stado. mas se#undo as normas do stado e sob a permanente fiscali7ação do dele#ante. entre as quais se repartem as compet:ncias. e administrativos. AL 6* S / < LA/GS D são particulares que recebem a incumb:ncia da e&ecução de determinada atividade. -0.AC.T re#ião. parte de colaboradores do Poder Público.@ re#ião. AL 6* S "? / 6"2A/GS D são os que recebem a incumb:ncia da Administração para represent8)la em determinado ato ou praticar certa atividade específica. ou se%a. um volume #rande de atribuições. /ele#ados. 6esta cate#oria encontram)se : • • • • • Gs concession8rios e os permission8rios de obras e serviços públicos4 Gs serventu8rios de ofícios ou cartFrios não estati7ados4 Gs leiloeiros4 Gs tradutores e int$rpretes públicos. pressupõe a e&ist:ncia de duas pessoas.-(M6N6S7+-KL8 6N(6+)7-%7-+U%6- . Políticos. e permitir o seu mais adequado e racional desempen=o. ve%a se voc: responde. • /escGncentração $ a distribuição de compet:ncias entre ar#ãos dentro da mesma pessoa %urídica.como de serviço público.!. de 1C. para descon#estionar.ENC. administrativos e dele#ados. "redenciados.-*?+ D . c. Gs membros do Poder Mudici8rio. mediante remuneração do Poder Público credenciante. • • • C-+-C7)+GS76C-S (-S )N76(-()S (. b. d. -(M6N6S7+-KL8 6N(6+)7A Administração 2ndireta se constitui das entidades dotadas de personalidade %urídica prFpria e compreende as autarquias. ?ecentemente foi editada a lei n@ A. respectivamente. sses a#entes não são servidores públicos. . todavia constituem uma cate#oria . políticos. as empresas públicas e as sociedades de economia mista. nem =onoríficos. dele#ados e credenciados.

22. poder8 admitir pessoal no re#ime de empre#o público4 re#ime tribut8rio ) imunidade de impostos no que se refere ao patrim9nio renda e serviços relacionados a suas finalidades essenciais -"+BCC. com redação dada pela " n@ 1A4 $ pessoa %urídica de direito privado ) titular de direitos e obri#ações prFprios distintos da pessoa que a instituiu4 +orma de or#ani7ação societ8ria ) qualquer das formas admitidas em direito4 "omposicão do capital ) a titularidade do capital $ pública. a criação de subsidi8rias das entidades mencionadas no inciso anterior. 01. em cada caso. admite)se a participação de outras pessoas de direito público interno a e&emplo de stados e Junicípios. 110. art.1AAC4 • • • • $ pessoa %urídica de direito público4 o seu pessoal $ ocupante de car#o público -estatut8rio.. 323..P@"A6C- • • • • • tem sua criação autori7ada por lei específica ) "+BCC. 01. no entanto. "+BCC. de sociedade de economia mista e de fundação.. apFs a menda "onstitucional n@ 1ABAC.. 01. 323. com redação dada pela " n@ 1A.4. +oro para solução dos conflitos ) %ustiça federal -"+BCC. art. 11>. o seu re#ime tribut8rio $ o mesmo das empresas privadas -"+BCC. art. kak.. art. art. com redação dada pela " n@ 1A4 • • • • • • • . 1>N..1AAC : 323. e H!@.4 e&plora predominantemente atividade econ9mica -art. art. kak. no entanto.NE. desempen=a serviço público descentrali7ado4 *%N(-KL8 P@"A6C- • • • • • • • criação autori7ada por lei específica e lei complementar ir8 definir as 8reas de sua atuação ) "+BCC. o seu pessoal $ ocupante de empre#o público. art.NE. 323. desde que a maioria do capital com direito a voto permaneça de propriedade da Inião. art. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada4 pessoa %urídica de direito público4 o seu pessoal $ ocupante de car#o público -estatut8rio. H1@. apFs a menda "onstitucional n@ 1ABAC.2. 01. 4 embora tamb$m possa prestar serviços públicos -"+BCC. art. )MP+)S. bem como de suas entidades da administração indireta. e necessita reali7ar concurso público para investidura. e H!@. 1NA. definir as 8reas de sua atuação4 33 ) depende de autori7ação le#islativa. com redação da " n@ 1A.• • • • criação por lei específica : "+BCC. e H!@. de N. 1>N. poder8 admitir pessoal no re#ime de empre#o público4 re#ime tribut8rio ) imunidade de impostos no que se refere ao patrim9nio renda e serviços relacionados a suas finalidades essenciais -"+BCC. lei complementar. 110. cabendo . S8C6)(-() () )C8N8M6. 52. : ksomente por lei específica poder8 ser criada autarquiak e autori7ada a instituição de empresa pública. de N. neste último caso. 6o entanto. 52.M6S7tem sua criação autori7ada por lei específica ) "+BCC.

. ou impor obri#ações aos administrados ou a si prFpria -QelU <opes Jeirelles. !. art. e necessita reali7ar concurso público para investidura. 4 o ato administrativo $ unilateral. 110. subsidiariamente.. e a pessoa %urídica que a controla responde.. qu: -tos administrativos C8NC)678 R toda manifestação unilateral da Administração Pública que.. transferir. art. art. 4 embora tamb$m possa prestar serviços públicos -"+BCC. 110. res#uardar. • composição do capital : a sociedade de economia $ constituída por capital público e privado. e H!@.• • • • • $ pessoa %urídica de direito privado ) titular de direitos e obri#ações prFprios distintos da pessoa que a instituiu4 +orma de or#ani7ação societ8ria ) unicamente sob a forma de sociedade an9nima4 "omposição do capital ) a titularidade do capital pode ser pública e privada4 não estão su%eitas a fal:ncia ) mas os seus bens são pen=or8veis e&ecut8veis. !-P.N. pelas suas obri#ações -<ei E.. ten=a por fim imediato adquirir. A empresa pública poder8 estruturar)se sob qualquer das formas admitidas em direito -sociedade por cotas de responsabilidade limitada. "+BCC. P+6NC6P-6S (6*)+)NK-S )N7+) S8C6)(-() ) )MP+)S.4 e&plora predominantemente atividade econ9mica -art.!. sociedade an9nima.uisitos de validade? do -78 -(M6N6S7+-76 8 . o seu pessoal $ ocupante de empre#o público. art. 11>. • -78 -(M6N6S7+-76 8 = -78 E%+G(6C8 • A diferença essencial entre ato %urídico e ato administrativo reside em que o ato administrativo tem finalidade pública. Ato administrativo $ uma esp$cie de ato %urídico. A empresa pública $ constituída apenas por capital público. H1@. • )A)M)N78S T+e. • foro %udicial para solução dos conflitos da empresa pública federal $ a %ustiça federal4 da sociedade de economia mista $ a %ustiça estadual -"+BCC. das sociedades an9nimas. 22. 1NA. modificar. e&tin#uir e declarar direitos. • • • • • Labarito das questões: 1-/. etc. 2..4.P@"A6C- • • • • • forma de or#ani7ação societ8ria : a sociedade de economia mista sF poder8 ser Sociedade An9nima. a#indo nessa qualidade. 0-". o seu re#ime tribut8rio $ o mesmo das empresas privadas -"+BCC.B1E. • -78 -(M6N6S7+-76 8 = C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 • /iferença entre ato administrativo e contrato administrativo ) o contrato $ bilateral -=8 duas partes com ob%etivos diversos.

&cepcionalmente e&istem : -1. forma verbal : instruções momentKneas de um superior =ier8rquico4 -!. &emplo : 6o ato de demissão do servidor o ob%eto $ a quebra da relação funcional do servidor com a Administração. Ao estudarmos o #:nero abuso de poder vimos que a alteração da finalidade caracteri7a desvio de poder. di7 que o car#o em comissão $ aquele declarado em lei de livre nomeação e e&oneração. • • 8"E)78 • R o conteúdo do ato. Pode vir e&presso em lei como pode ser dei&ado ao crit$rio do administrador. A finalidade do ato $ aquela que a lei indica e&plícita ou implicitamente. nquanto a vontade dos particulares pode manifestar)se livremente. ocorre quando o a#ente público e&cede os limites de sua compet:ncia. ação do Poder Público. . • *8+M• R o revestimento e&teriori7ador do ato. • • • • • • • "GJ P *e6"2A *6 6A<2/A/ *0+ JA dica 5 C8M *6 *8+ M8" M G*25G 8" M *G C8MP)7[NC6R o poder atribuído ao a#ente -a#ente $ aquele que pratica o ato. formação do ato administrativo.• Gs < J 6*GS SS 6"2A2S . sinais convencionais : sinali7ação de trKnsito. &emplo : dispensa de um servidor ocupante de car#o em comissão. As letras iniciais formam a palavra "GJ+2+G? JGP. *odo ato administrativo produ7 um efeito %urídico. constituem a sua infra)estrututa. para o desempen=o específico de suas funções. Gs atos serão nulos quando satisfi7erem pretensões descoincidentes do interesse público. • Ao estudarmos o #:nero abuso de poder vimos que uma de suas esp$cies. a da Administração e&i#e forma le#al. • *6N-A6(-() • R o ob%etivo de interesse público a atin#ir. se forem e&ternados os motivos. o e&cesso de poder. coisas ou atividades su%eitas . • M876 8 • • R a situação de fato ou de direito que determina ou autori7a a reali7ação do ato administrativo. daí serem recon=ecidos como ? XI2S2*GS / 5A<2/A/ . A forma normal $ a escrita. tem por ob%eto a criação. mas. con=ecido tamb$m por desvio de finalidade. não =8 necessidade de motivação do ato e&oneratFrio. A "+BCC. o ato sF ser8 v8lido se os motivos forem verdaadeiros. modificação ou comprovação de situações concernentes a pessoas. Portanto. ou se%a.

quando eivados de vícios que os tornem ile#ais. sob aspectos de le#alidade. • Principais lições : • A Administração com relação aos seus atos administrativos pode : • • • A6I<A? quando 2< LA2S. reali7ada reali7ada pela Administração ou pelo Mudici8rio.1AAA dispõe que : • kA Administração deve anular seus prFprios atos. 5222. ? 5GLA? quando 26"G5 62 6* S ou 26GPG?*I6GS ao interesse publico. • Assim : • ?evo#ação ) $ supressão de um ato administrativo le#ítimo e efica7 reali7ada pela Administração ) e somente por ela ) por não mais l=e convir sua e&ist:ncia. • kXuando importem anulação. • kG direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor8veis para os destinat8rios decai em cinco anos. e ressalvada. com indicação dos fatos e dos fundamentos %urídicos k -art. ou se%a. e de m$rito -oportunidade e conveni:ncia.5 Súmula Z>Y do S7* 5 • ' A Administração pode anular seus prFprios atos.. revo#ação ou convalidação de ato administrativo os atos administrativos deverão ser motivados. salvo comprovada m8)f$k -art. • Anulação ) invalidação de um ato ile#ítimo e ile#al. porque deles não se ori#inam direitos4 ou revo#8)los. quando eivados de vícios de le#alidade.. em todos os casos. por motivo de conveni:ncia ou oportunidade. >N. >0. >. • • o controle %udicial sobre o ato administrativos se restrin#e ao e&ame dos aspectos de le#alidade. e&erce a autotutela.. G Mudici8rio com relação aos atos administrativos praticados pela Administração pode : • A6I<A? quando 2< LA2S.N1.1C. respeitados os direitos adquiridosk -art. a apreciação %udicial(... respeitados os direitos adquiridos.• -N%A-KL8' +) 8F-KL8 ) C8N -A6(-KL8 (8 -78 -(M6N6S7+-76 8. isto $. e pode revo#8)los por motivo de conveni:ncia ou oportunidade. . • -N%A-KL8 ) +) 8F-KL8 • A lei A.. • "onclusão : • a administração controla seus prFprios atos em toda plenitude. • E%+6SP+%([NC6. de !A. contados da data em que foram praticados.

• "rit$rio n@ 1 D classificação quanto a liberdade de ação : • A*GS 526"I<A/GS ) são aqueles nos quais a lei estabelece os requisitos e condições de sua reali7ação.1AAA. editora Jel=oramentos.. que aceita possam os atos administrativos ser nulos ou anul8veis. data de início dos efeitos do ato. As imposições le#ais absorvem quase por completo a liberdade do administrador.( • Gs efeitos da convalidação são e&)tunc -retroativos.1C.s normas do /ireito Privado.. para ser v8lida. de !A. Serão apresentados abai&o os crit$rios mais adotados pelos concursos.N1. quando a Administração emite um c=eque ou assina uma escritura de compra e venda ou de doação. su%eitando)se em tudo . • • • -78S () (6+)678 P+6 -(8 P+-76C-(8S P)A. 6ão retroa#e. Ao praticar tais atos a Administração Pública ela se nivela ao particular. • Assim : • SF $ admissível o instituto da convalidação para a doutrina dualista. m o que ocorre. • A lei A.• • • )*)678S ()C8++)N7)S 5 A revo#ação #era efeitos ) 3 6I6" ) ou se%a. • CA-SS6*6C-KL8 (8S -78S -(M6N6S7+-76 8S • A classificação dos atos administrativos sofre variação em virtude da diversidade dos crit$rios adotados. pois a ação.. ao passo que os vícios insan8veis impedem o aproveitamento do ato. por e&emplo. e não com supremacia de poder. >>. 00E.-(M6N6S7+-KL8 A Administração Pública pode praticar certos atos ou celebrar contratos em re#ime de /ireito Privado -/ireito "ivil ou /ireito "omercial.. dispõe que : • kGs atos que apresentem defeitos san8veis poderão ser convalidados pela prFpria Administração em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem pre%uí7o a terceiros k -art.. a partir da sua declaração. • A*GS /2S"?2"2G6b?2GS ) são aqueles que a administração pode praticar com a . • A anulação #era efeitos 3 *I6" -retroa#e . fica restrita aos pressupostos estabelecidos pela norma le#al. • C8N -A6(-KL8 (8S -78S -(M6N6S7+-76 8S • 'A convalidação $ o refa7imento de modo v8lido e com efeitos retroativos do que fora produ7ido de modo inv8lido(-"elso Ant9nio Pandeira de Jello. • Gs vícios san8veis possibilitam a convalidação.. 11T edição.

a e&emplo dos diversos .ou seu conteúdo. C. • Gfícios ) utili7ados pelas autoridades administrativas para comunicarem)se entre si ou com terceiros. "onsel=o 6acional da Previd:ncia Social. denotam aquiesc:ncia da Administração no sentido de ser desenvolvida certa atividade pelo particular. • sp$cies de Atos quanto ao conteúdo dos mesmos : • Admissão D R o ato unilateral e vinculado pelo qual a Administração faculta a al#u$m a inclusão em estabelecimento #overnamental para o #o7o de um serviço público. Lovernadores e Prefeitos para fiel e&ecução das leis -"+BCC. • "rit$rio n@ ! ) classificação quanto ao modo de e&ecução • A*G AI*G) 3 "I*a?2G ) possibilidade de ser e&ecutado pela prFpria Administração.liberdade de escol=a de seu conteúdo. encamin=am)se pap$is. "onsel=o "urador do +L*S. • sp$cies de Atos quanto . por meio delas e&pedem)se a#radecimentos. • A*G 6WG AI*G) 3 "I*a?2G ) depende de pronunciamento do Mudici8rio. de sua oportunidade e do modo de sua reali7ação. São as 'cartas( ofícios. A terminolo#ia utili7ada diver#e bastante entre os autores. lei em todos os seus elementos ) "GJ+2+G?JGP) Ao praticar o ato discricion8rio a autoridade $ livre ) dentro das opções que a prFpria lei prev: ) quanto a escol=a da conveni:ncia e da oportunidade. de seu destinat8rio. • • • SPR"2 S / A*GS A/J262S*?A*25GS -estudo baseado em "elso Ant9nio Pandeira de Jello. *ribunais de "ontas . documentos e informações em #eral.art. • Ao praticar o ato administrativo vinculado a autoridade est8 presa . /iscricion8rio são os meios e modos de administrar e nunca os fins atin#ir. 25. Presidente. 4 • 2nstruções. forma de e&teriori7ação : • /ecretos D são editados pelos "=efes do Poder &ecutivo. . Grdens de serviço.. Xuanto as esp$cies devem os atos ser a#rupados de um lado sob o aspecto formal e de outro lado sob o aspecto material .. e "onsel=os -"onsel=os de "ontribuintes. ste item %8 foi estudado no tFpico atributos do ato administrativo. Avisos ) utili7ados para a Administração transmitir aos subordinados a maneira de condu7ir determinado serviço4 • Alvar8s ) utili7ados para a e&pedição de autori7ação e licença. *ribunais -*ribunais Mudici8rios. • Pareceres ) manifestam opiniões ou pontos de vista sobre mat$ria submetida a apreciação de Fr#ãos consultivos.4 • ?esoluções D praticados pelos Fr#ãos cole#iados em suas deliberações administrativas . Arbitr8rio $ aquilo que $ contr8rio a lei. • 6ão se confunda ato discricion8rio com ato arbitr8rio.

são instrumentos de trabal=o essenciais para que a Administração possa desempen=ar as suas funções atendendo o interesse público. • Aprovação D $ o ato unilateral e discricion8rio pelo qual a Administração faculta a pr8tica de ato %urídico -aprovação pr$via. • Qomolo#ação D $ o ato unilateral e vinculado de controle pelo qual a Administração concorda com um ato %urídico. Por ser ato vinculado. se. A lei encarre#a)se de prescrever. ou s$rie de atos -procedimento. par8#rafo único. art. A diferença em relação a <icença $ que a Administração pode ne#ar a autori7ação.. ou manifesta sua concordKncia com ato %urídico %8 praticado -aprovação a posteriori. G ato de admissão não pode ser ne#ado aos que preenc=am as condições normativas requeridas.&emplo : in#resso em estabelecimento oficial de ensino na qualidade de aluno4 o desfrute dos serviços de uma biblioteca pública como inscrito entre seus usu8rios. pois a Administração não apenas pode como tem a obri#ação de e&erc:)los. Gs poderes são verdadeiros poderes)deveres. • & : A pr8tica de ato -portaria. • • Poderes administrativos Gs Poderes Administrativos são inerentes .. ou se%a. de aposentadoria de servidor público. • Autori7ação ) e o ato unilateral e discricion8rio pelo qual a Administração. quando e como a Administração deve a#ir. • CA-SS6*6C-KL8 (8S P8()+)S • • • • • • • • • Poder 5inculado Poder /iscricion8rio Poder Qier8rquico Poder /isciplinar Poder ?e#ulamentar Poder de Polícia P8()+ 6NC%A-(8 n o Poder que tem a Administração Pública de praticar certos atos ksem qualquer mar#em de liberdadek. autori7ação para e&ploração de %a7ida mineral -"+. analisando aspectos de conveni:ncia e oportunidade faculta ao particular o e&ercício de atividade de car8ter material. desde que cumpridas as e&i#:ncias le#ais a Administração não pode ne#8)la. • <icença ) $ o ato unilateral e vinculado pelo qual a Administração consente ao particular o e&ercício de uma atividade.. &emplos : autori7ação de porte de arma. %8 praticados verificando a consonKncia deles com os requisitos le#ais condicionadores de sua v8lida emissão. com detal=es. determinando os elementos e requisitos necess8rios. Administração Pública e possuem car8ter instrumental. 1.E. 6uma se#unda definição $ o ato pelo qual a administração faculta ao particular o uso privativo de um bem público. pratica . • P8()+ (6SC+6C68NI+68 • R aquele pelo qual a Administração Pública de modo e&plícito ou implícito. &emplo : licença para edificar que depende do alvar8.

• P8()+ +)F%A-M)N7-+ • n aquele inerente aos "=efes dos Poderes &ecutivos -Presidente. A "+BCC dispõe que : • • • • • ' Art. em ra7ão de interesse público. para e&pedir decretos e re#ulamentos para complementar. limitando o disciplinando direito. ) "ompete privativamente ao Presidente da ?epública: 25 ) sancionar.atos administrativos com liberdade de escol=a de sua conveni:ncia. bem como e&pedir decretos e re#ulamentos para sua fiel e&ecução(4 G direito brasileiro não admite os c=amados kdecretos aut9nomosk. .( • • m resumo : atrav$s do qual a Administração Pública tem a faculdade de condicionar e restrin#ir o uso e #o7o de bens. ou se%a aqueles que tra7em mat$ria reservada . atividades e direitos individuais. oportunidade e conteúdo. C. A aplicação da punição por parte do superior =ier8rquico $ um poder)dever. P8()+ () P8AGC6- • '"onsidera)se poder de polícia a atividade da administração pública que. primeira parte. • P8()+ 96)+I+U%6C8 • R aquele pelo qual a Administração distribui e escalona as funções de seus Fr#ãos. interesse ou liberdade.( -"Fdi#o *ribut8rio 6acional. • & : Aplicação de pena de suspensão ao servidor público.s infrações funcionais de seus servidores e demais pessoas li#adas . lei. 6o Poder disciplinar ela responsabili7a os seus servidores pelas faltas cometidas. promul#ar e fa7er publicar as leis. não se confunde com arbitrariedade que $ ação contr8ria ou e&cedente da lei. 0!N. em benefício do interesse público.. fiscali7a)se. 1C. • Poder disciplinar não se confunde com Poder Qier8rquico. 6o seu e&ercício dão)se ordens.. art.. 6o Poder =ier8rquico a administração pública distribui e escalona as funções de seus Fr#ãos e de seus servidores. a lei visando sua fiel e&ecução. e&plicitar-detal=ar. • A discricionariedade $ a liberdade de escol=a dentro de limites permitidos em lei. se não o fi7er incorrer8 em crime contra Administração Pública -"Fdi#o Penal. Lovernadores e Prefeitos. ordena e rever a atuação de seus a#entes. art. estabelece a relação de subordinação entre os servidores públicos de seu quadro de pessoal. re#ula a pr8tica de ato ou abstenção de fato. • • • P8()+ (6SC6PA6N-+ n aquele atrav$s do qual a lei permite a Administração Pública aplicar penalidades . dele#a)se e avoca)se. disciplina dos Fr#ãos e serviços da Administração. • & : Autori7ação para porte de arma4 &oneração de um ocupante de car#o em comissão.

editora ?evista dos *ribunais. /istrito +ederal e Junicípios. 01 ) A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da Inião.ic. . da "onstituição da ?epública. =i#iene. propriedade e aos direitos individuais( -"Fdi#o *ribut8rio 6acional. São eles : • • • • • • A LA<2/A/ 6 2JP SSGA<2/A/ M G?A<2/A/ P IP<2"2/A/ ) +2"2e6"2A dica : <2JP <e#alidade ) determina a completa submissão da Administração Pública a lei e ao /ireito. aos costumes. art.• &tensão do Poder de Polícia ) A e&tensão $ bastante ampla. caput. • 6a c$lebre frase de QelU <opes Jeirelles encontra)se toda a sua ess:ncia: • . publicidade e efici:ncia(. oa tranqOilidade pública ou ao respeito . 01.. • Sua principal característica $ serem de observKncia obri#atFria a Inião. Para ser efica7 a Administração não precisa recorrer ao Poder Mudici8rio para e&ecutar as sua decisões. stados. /esde o Presidente da ?epública. /ireito Administrativo Joderno..cia D a medida deve ser adequada para impedir o dano a interesse público. dos stados. . . moralidade. • • • Conceito de direito administrativo "on%unto de normas e princípios que re#em a atuação da Administração Pública -Gdete Jedauar. p8#. disciplina da produção e do mercado. porque o interesse público $ amplo. ve%amos : • 'Art. Se#undo o "*6 '2nteresse público $ aquele concernente . impessoalidade. • A6M67)S (8 P8()+ () P8AGC6• 6ecessidade D a medida de polícia sF deve ser adotada para evitar ameaças reais ou prov8veis de perturbações ao interesse público4 • ProporcionalidadeBra7oabilidade D $ a relação entre a limitação ao direito individual e o pre%uí7o a ser evitado4 • ).-(M6N6S7+-KL8 P@"A6CSão eles : P?26"[P2GS "G6S*2*I"2G6A2S 3P? SSGS e P?26"[P2GS P? 52S*GS 6A < 2 /G P?G" SSG A/J262S*?A*25G P+6NCGP68S C8NS767%C68N-6S )RP+)SS8S • • • • "onstam do art. do /istrito +ederal e dos Junicípios obedecer8 aos princípios de le#alidade. 1C se#unda parte. 1` P8N78 5 P+6NCGP68S "IS6C8S (. se#urança. Prefeito ao mais =umilde dos servidores ao a#irem devem observar atenção especial a este princípio. $ o que se c=ama de auto)e&ecutoriedade. Lovernador. ordem. ao e&ercício de atividades econ9micas dependentes de concessão ou autori7ação do Poder Público. !A. !NN1. >T edição.

N1. A prFpria "+BCC. &i#e que o e&ercício da atividade administrativa -atuação dos servidores. de =onestidade. Passou a fa7er parte da "onstituição a partir da menda "onstitucional n@ 1A. moralidade administrativa. art.• • • 'na Administração Pública sF $ permitido fa7er o que a lei autori7a. A aplicação desse princípio não si#nifica o total desrespeito ao interesse particular. !@. prestação dos serviços. decoro e boa)f$. produtividade e qualidade. no caso da nomeação não obedecer ri#orosamente a ordem de classificação. no arti#o >@.. prev: que A Administração Pública obedecer8. dever8 ser publicado não somente para que o nomeado possa tomar con=ecimento. aos princípios da : • • • • • • • • • • supremacia do interesse público sobre o interesse particular indisponibilidade finalidade.. "onsiderar)se)8 desvio de finalidade a Administração utili7ar de sua compet:ncia para atin#ir fim diferente do interesse público.1C. enquanto na Administração privada $ possível fa7er o que a lei não proíbe. Assim a atividade administrativa deve obedecer não apenas . ra7oabilidade e proporcionalidade. se#urança %urídica.6N(6SP8N6"6A6(-() . %8 que a Administração deve obedi:ncia ao direito adquirido e ao ato %urídico perfeito. >@.. de N. perfeição t$cnica. Por este princípio a Administração e seus servidores t:m de atuar se#undo padrões $ticos de probidade. • ). nos termos do art. /ecorre deste princípio que o fim visado a de ser o do interesse público.( 6mpessoalidade ) destina)se a quebrar o vel=o =8bito do a#ir em ra7ão do prestí#io ou influ:ncia do administrado -particular.A)6 (8 P+8C)SS8 -(M6N6S7+-76 8 • A <ei n@ A.AC. mas. e. adequabilidade. inciso 33352.ici!ncia ) n o mais novo dos princípios. 6ão se di#a que se trata de princípio indeterminado perante o qual não se poder8 invalidar um ato administrativo. dispõe que : kqualquer cidadão $ parte le#ítima para propor ação popular que vise anular ato lesivo . lei. conseqOentemente. ou do a#ente -servidor. do que for mel=or e mais útil para o interesse público. inciso <3322. motivação. contest8)los. mas para que os demais candidatos possam contestar-questionar administrativamente ou %udicialmente.NE. atenda requisitos de preste7a. da "+BCC. • P+6NCGP68 (. de !A. autotutela P+6NCGP68 (.k • • Publicidade ) A administração pública encontra)se obri#ada a publicar seus atos para que o público deles ten=am con=ecimento.S%P+)M-C6. tamb$m se#uir princípios $ticos.. dentre outros. • P+6NCGP68S P+) 6S78S N.(8 6N7)+)SS) P@"A6C8 /ecorre deste princípio posição de supremacia %urídica da Administração em face da supremacia do interesse público sobre o interesse particular. Por e&emplo: o ato de nomeação de um candidato aprovado em concurso público.1AAA. ampla defesa e contraditFrio.. Moralidade ) est8 intimamente li#ado aos conceito de probidade.

com os meios e recursos a ela inerentesk. • P+6NCGP68 (. restrições e sanções em medida superior . em processo %udicial ou administrativo. : kaos liti#antes. >0. kSerão observados crit$rios de atendimento a fins de interesse #eral. deve atuar com ri#orosa obedi:ncia . "ontraditFrio D $ a #arantia que cada parte tem de se manifestar sobre todas as provas e ale#ações produ7idas pela parte contr8ria.+-P8-"6A6(-() ) (. e aos acusados em #eral são asse#urados o contraditFrio e ampla defesa.) (8 C8N7+-(67Q+68 *rata)se de e&i#:ncia constitucional. incioso <5. a quem apenas cabe cur8)los e aprimor8)los para a finalidade pública a que estão vinculados. ou do a#ente público. P+6NCGP68 (. outor#ar a concessão de serviços públicos. interesses e serviços públicos não se ac=am .• Gs bens. salvo autori7ação em leik -<ei A. 22.M876 -KL8 2mpõe . e pode revo#8)los por motivo de conveni:ncia ou oportunidade. prevista no art. e não se alcança o interesse público se for perse#uido o interesse particular. Assim.BAA.. vedada a renúncia total ou parcial de poderes ou compet:ncias. vedada a imposição de obri#ações. o administrador ao mane%ar as compet:ncias postas a seu encar#o. Ampla defesa D $ a #arantia que a parte tem de usar todos os meios le#ais para provar a sua inoc:ncia ou para defender as suas ale#ações. Por essa ra7ão =8 necessidade de lei para alienar bens. art. .quelas estritamente necess8rias ao atendimento do interesse público. • • • • • Assim a Administração : a.1C. anula os atos ile#ais. revo#a os atos inconvenientes e inoportunos.-MPA. livre disposição dos Fr#ãos públicos. finalidade de cada qual.. mero #estor da coisa publica. por ra7ões de m$rito4 b. par8#rafo único. • • • P+6NCGP68 (. P+6NCGP68 (.BAA.()*)S. G detentor desta disponibilidade $ o stado. direitos. >@. Administração Pública o dever de indicar os pressupostos de fato e de direito que determinarem uma decisão tomada. respeitados os direitos adquiridosk -<ei A.1C.P+8P8+C68N-A6(-() • • • • Por este princípio se determina a adequação entre meios e fins. quando eivados de vício de le#alidade.-%787%7)A• kA Administração Pública deve anular seus prFprios atos .*6N-A6(-() 2mpõe que o alvo a ser alcançado pela Administração $ o atendimento ao interesse público. • • • P+6NCGP68 (.

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